Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07377


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Full Text

i
ANNO XXXII. N. 108.
Por 3 niC7.cs adiantados 4,<000.
Por 3 mezes vencidos 4J500.

iCRIJ\ FEIRV (i DE MAIO DE 1856.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
KXCAMt KCADi >S DA SITBSCBIPCAO' NO NORTE.
Parahiba. o Sr. Gervasio T. da Natiiidade Natal, o 8r. Joa-
quim 1. Pereira Jnior: Araeaty. o Sr. A. de l*mos Braga i
Cetra, o 8r. J. Jote da Oliveira : Maraoso, o 6r. Joaquim Mar-
qiKt Rodrigues; Piauhv. o Sr. Domingo! Hercutano A. Pessoa
Ceareose ; Para, o Sr. Juatiniano J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
nj.no da Coat.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda : todos os das.
^aruaru, Bonito e Garanhuns : nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' e Ouricury : a 13 e 28.
Goianna e Parahiba .' segundas e seitas-feiras.
Victoria e Natal.- tas quintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIMHAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartas e sabbados.
Relac.io : lercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas au mcio-dia.
Juizo de orphos: segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel segundas e sextas ao meio-da.
(Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao mcio-dia.
EPHEMERIDES DO MI/ m: MAIO
h La nova aos 24 minutos, 48 segundus da tarde.
11 Quarto crescente as S horas, 37 minutos e 48 'scguudus da t.
20 La che aos 22 minutos e 48 segundos da manbaa.
27 Quartoriinguanle asidoras. 15 minutse 48segundos da lar.
I'RKAMAR DKIIOJE.
Primeira as 6 horas e ti minutos da manhaa.
Segunda ast; horas e 30 minutos da tarde.
DAS da semana.
3 Segunda. 8. Vio V P.; S. Angelo c. m. ; S. Gcmc
t Terca. 8. Joo ante-porlaiu lalinam ; S. Joo Dain ceno.
7 Quarta. 8. Kstanislan b. ; m. ; Ss. Flaiio c Augu lo irs. mm
K Quinta. Apparicao de S. Miguel no monte (iargauo S. Ilcladi
II Sexta. 8. Gregorio Naziazeno b.douior da Igreja.
I Sabbado. Anlonino are.: Ss. Blanda c Philadelph
11 Domingo Pateo? do Espirito Santo. S. Fabio.
PARTE DFFICIAL
Illas. Exm. Sr.Encarrilado por V. Exc, se-
gundaa portara que me fura dirigida ern '1 > de
agostado auno prximo pastado, pelo lllm. Sr. ins-
pector do ar.enal de marinlia, para moni,ir o hos-
pital provisorio no mesmo arsenal, aliin de nellc se-
ren tratadas as pes do Recite, que iiil'elizincnle tu.-em alar,ni,i- do cho-
lera :
Tratei de montar ene estabelccimenfo eom lodo o
necessario par tratimenln rios, e no dia 8 de fevereiro de.le auno principiei a
funecionar como nico prole.sor cncarregado do
rrsokxka al 8 desle mez, em que deixou de existir,
segsMlJo as urden- que de V. Etc. recebi ; i.lo nAo
obstante exislirem alguns doenles ein Iralamento,
euleodi qao devia curuprir com o que V. Exr, me
ordeaiva, Jassainlo para a enfermara de inarinha
perla) dos referidos doenles, por pertencerom elle
ao (]( d'anuada, e um soldado do i.' batalhao de
I^Bfc, perlencente a suiriiirai) da fortaleza I
o qual tallecer dias depois.
Huiros por serein pessoas do povo, c a-
Asbelecidos; todos os que passaram pa-
la se reslabeleceram, e desde enlao *o-
pensos de choleriua se lem dado era
Blsensl e corpo d'armada.
Tpsra o hospital provisorio dorante os
be funceionou, :l cholencos, sahiram cu-
rados 133, e ralleceram 9!>.
Devo eoofOSsar a V. Exc. que, aperar de er a epi-
ilesaia tCe nalureza morlifera, a murUlidadc seria
mello mener.se pela maior p,irle dos accommellidos,
elles Ao desprezasaem os primeiros cortejos <1e um tal
oaMsjMrtln, e foseeot de promplo socenrridos ; po-
rem >fcootrario aconteca, c soinenlc no lim de al-
gxtueajias de diarrha, e oulros no ultimo estado de
sorTriStillu, eram enlAo ronduziilos rm padiula para
e hospital, onde falleciam no lim de poueas horas-, o
que concorren em principio para descrdito desses
eslabelecimenlos de soccorro publico,
Attim como, nao posso deixar de pedir V. Etc.
desculpa por algumas faltas quo se tivessem dado
deranle cesa commissAo : e se alguma cou'a liz que
mereeesse aapprovacAo de V.Exc. nesses mezes de
trabalho constante, e nAo interrump lo de da e de
noile, sem poder tratar de ininha cliuira eilerua e
nem de minlia familia fora da cidade, entregue a
Divina Providencia, me don por sali*feito, urna vez
que powa contar com a benevolencia de V. Etc.
e de lodos aquelles qne em num depositaran!
loda cot Cianea no Iralamento da humanidade en-
ferme.
Dos guarde a V. Exc.Recife 21) de abril de
1H56.lllm. e Eim. Sr.-conselheiro Jos Benlo da
f'.unha e Hgueircdo, dignissimo presidente da pro-
vincia da Psrnamboeo.Joaquim Jos Alces d'Al-
AuosMfsni\ cirurgiAo director e encarregado do ex-
lincla iMapilal provisorio do Kecifc.
tratar da sua candidatura. Este ultimo sustentado
pelos demoeralis, parece ler mais probabilidades.
Diz-se que desapprova a poltica de Mr. Pieree, e
o que nao soffre duvida lie ftuc elle linha julgado
salisfalorias as explicares do gabinete inglez.
Se elle subir ao poder de cerloarranjara fcilmen-
te esla difliculdade. Em quanlo a Mr. Filmore, os
Wliigs jamis o apoiaran para ir guerrear contra a
Inglaterra ; e nao devemos esquecer que os Whigs
dos Eslados-Unilos correspuudem-se com os conser-
vadores de Inglaterra.
A queslAoporlanlo n.lo se aprsenla perigosa para
o fuluro ; e os dous poyos nao sjo lao loucos que se
deem a urna guerra sem cansa e em lim.
Algnmas queslAes imporlanlas se apreseularam
uestes ullimos dias no parlamento ; enlrc oulras a
da organisarao da policia do reiuo. A ideia origi-
nal do ministro era centralizar esla forea.mas M com-
munas levantaram-se com esta ideia ; pelicoes e
depulaees do (odas as partes foram enviadas a Lon-
dres, por lal forma que sir Jorge (irey foi obrigado
a modificar oseu projeclo ea cnnlcnlar-se com orna
organisarno completa da policia, que ainda falta
crear em certas parles da Ii glalerra.
(A .Vdfiio.)
O PADROADU PORTLGLEZ NA INDIA.
Teudo nos dado ao Irabal 10, como mencionamos
no nos.ii irtigo precedente, de esrrever algumas re-
llexoes acerca d'uma memoria, que appareceu, nos
annos passados, em Lisboa; sobre os contextos deste
goveruo com a Santa So ; nao jalgatDM fora de pro-
posito relatar ligara lacios d'historia ulica, anlo-
ga moderna sobre os negocios ecclesiaslicosde
Portugal no Oriente.
A f calholica foi promulgada as Indias rien-
tacs por S. Francisco Xavier, religioso da companhia
de Jess, que cliegou a liii i em 151:2. Paulo IV a
instancias del-re I). Jo3o III coma Bulla Etsi
bispido a igreja de (a, de que foram sulTraganeos
os bispadcH de Cochiza, Mel ipor, Malaca, Macan e
Nagansaki. Este ponlilice d Iptu que a nomejeAo
desle arceliispado fosse feili pelo rei de Portugal
infra {Mama, passado oquil, o direito revertesse
para a Santa So.
EXTERIOR.
lie el-rei se obrigasse a
A grande questao, que nrsle momeulo oceupa a
Inglaterra lie o fiado das suas relaeOescom os Esta-
dos-Unidos.
J.i ros dei algons pormenores a este respeilo ; e
agora limilar-me-hei a fallar ua correspondencia di-
plomtica publicada pelo govrrno americano.
As primeira- explicares darlas por lord Claren,
doa foramauitofcuniildes* acoiupauliadas de pro-
IcxlsWsJ^rmi^a^reTie^coiisi.leraeito pelo povo ame-
ricano. O niinistro inglez nao duvidava eolio que
a exprsate da? sua pentm bastara para arranjar es-
te nes;ocio, e rUo esperava por forma alguma que
o gabinete de Washington lizc-se desle incideulc
una occatiao de querel.t.
Mas Mr. Pievce, Marcey, Caleb Cushing e rauilos
nutros patriotas achavam-se em muilo boa posico
para qaererem larga-la. Se desla queslao com a
Inglaterra elles podessem lazer um titulo de reelei-
eao, era isto para elles um golpe inesperado da
lortnna. i
As descnlpas le lord Clarendon responderam elles
com novas exigencias ; queriam que fosse manda-
do retirar Mr. (primplon, representante da (iran-
llretanha em Wlashinglon ; queriam que fossem de-
miltidos todos o* empreados, mais ou menos com-
promrtttdos na cjuesUlo dos engaj.inientns.
Em^o Ihes lemonstrou lord Clarendon, que n.lo
liouvaf,, violaeao das 'leis |ameriran,is ; qe] noo se
menlo algum no territorio ameri-
i amy c riactni anteriores ao engajamento nao
I^Kadaaal Bm*' da culralidade ; debaldc o mi-
"Mro^ Jbe^omulouargumentos sobro argumen
trar que o governo inglez fez mais
I que era obrigado, suspendeudo as
para o recrutamento na America,
(! a'binelo de Washington respnndeu-lhe (|ae os di-
re',Qs soh/=r4,<*','0s Estadosl.'iiidns linliun sido vio-
ladoS por am attenlado transcendente, c que exige
una soiemne reparae.io. A queslilo adiase pois
robaracadn, nao sei qual lie a inducir porque ella
acabar nem queni ceder.
Jalgo poder di/.er-\s eom rnnlianraquc nao sera
a Inajlalerra : nao lia ministros n,ue se altrevam a
crei*a,r at ase ponto n orgulho imperial.
IJMer a guerra re-ullado deludo isso ? De
certa.qne nao ; pode dar cm reMillado urna siispcn-
4o dra relacfles diplomticas; mas as eleiecs do pre-
skleijlle nao selia'o de demorar muilo, e Mr. i'ierce
Ml^llo hade ser reeleilo, o que ser urna
i'ondfM *> Implirita da sua poltica. Os outros
tidalos sao Mr. Filmore, antigo presidente,
pelos Know-Nolhing ; e pelos Whigs,
H|r. Buchanan, re|irescutante americano
esa I liendres, e que pedio para ser substituido para
Estabeleceu-se tamhem q
augmentar e manler as igre as, os mosteiros, os esla-
belecimenlos pios, os conegdselc.
Mais tarde Alexandre VIH em 1690 ereou na
China os bispadosde Nankii e Pekin, c fc-los suf-
ragneos de a ; e como km lempo do seu succes-
sor Innoceucio XII houre um scisma, nao se queren-
do reconhecer os vigarios adoslolicos, depatados pe-
la Sania S e seus roadjuctires. que Ihes eram da-
dos para evitar questoes em
ditos vigarios apostlicos, o
de agosto de Iti'Jtescreveu o
Ua, e aos hispo) de .MacauJ
o-lhes'iuo |,ara o futuro ua
vemo espiritual dos reinos
Champa, Csmboeia, e outrlus
destinadas aos vigarios apoati lieos, e que nao impe-
dissem, debaixo de qjalqier pretexto, o eserci-
cio do jiiri,Jicrao noi vig rias apostlico-, i aos
seus oper.irios contra o hn re de Clemente X.
Em seguida, e nos ullimos
-fi
suas
A I; >NARIA DAS MCLIIERES.
Po* Carlos Monselet.
SEGLNDA PAUTE.
XXIII.
Aqsella qae esta assentada, temi o cotovello a-
poiade M>i|JHho eo queixo na m.io, os nlhos e-pan-
lados, e eotno Indiflerente ao que passa-se em turno
della, fea mais do que malar um liomem, malou
urna gloria. Laica Raymunda Eugenia d'Eflrenvil-
le, eoodessa Dareet prosegue em urna vinganr;a sem
igual, qne absorve-lhe toda a vida.
Ufa um pintor illustre que ella persegue com .1-
Cinea ha quasi vinle anuos. Prorurai um so painel
de Best Levaascur, urna so de suas pazagens admi-
ravtis: OSo adiareis na.la, absolulamentc nada.
Qealfiea razao dissn .' A historia vale a peoa de ser
Ret Levassenr nasceu grande pintor. Nada o im-
pedio da aer grande pintor, nem as velhacadas dos
mercadoree da qoadros, nem os joizes, nem os aron-
teeimiale* conjurados. Ilastou um simples painel,
" raiodesol apparecido rneia hora smente atrs
da vid rae a de um Iralicaute da ra l.allille.
Pasuda essa rneia hora I.cvasseur e*tav> reconhe-
cido, adoptado, elassificado entre os mcslres. Eis
que he bello e magnifico as arles parisienses! A
proprla iMaja pi urna mitra na fronte do arli-ta.
Apenas lio-se sagrado Heno Lovasseur que nao dn-
vidaya de ti, mas que duvidava dos oulros, den lar-
gas a ana onsadia. Certo de ser distinguido, mostrou-
se. Expoz milagros. Pobre ua vespera acordoa opu-
lento ; roram disputados se:is menores esboeoi. I.o-
~" j0"aPParc('i"in seus quadros eram comprados
por procos loncos; o publico linha .penas o lempo
de**-Io ; a e/ihea, isto he o elogio. u3o poda re-
gistra-los ; depois elles desappareciam. Para onde
imT qae galeras os possuiam! que museos parti-
culares os franqueavam disereUimenle ao enlhusias.
mo dos amadores? Ningoem o s.bia. O comprador
era eampre eetruugeiro, um negociante hollandez,
um Americano riquissimo, ou.u intendente de um
uobre lord ; ola regaleava, cobria de ouro > obra
lo o papa Pi VI declama i o.i como igrej a primaz
caso que fallassem os
pape com a dala de ti
n Breve aa arcebispo d e
e de Malaca, ordenan-
P se lageriasem uo go-
le Siam, Cocliiiidiiua,J
reinos e provinetas
anuos d i se, ni.
I .
passa-
das Indias Oneutaes, que
metropole de todas ellas. S
seus bispadot suflr.iganeos.is
Malaca, Meliapnr, Pekn e dochin.
A Bulla Mulla praclare
21 de abril de ISIS, subir
jurisdiceAo do mclropolildno
das Indias Orenlaes suffraianeas i sua metropole,
e em sua vez erigi outros tintos vigariados apost-
licos, que te em sido de grand
se reconliecerem por algum
presente he a nica
aetaalmente sois 03
o lie, Nankiii, Macau,
Itomani Pontfices der
10 provisoriamente ii
os lugares das diocese*
causa a ama especie d e sciima. Dos Noato Senlio
slo para sua honra e
qucllas regies.
ornar o fio da historia,
ca e moral dos Porlu-
aquelles cstabeleci-
poniia um termo a esta qai
glora, e proveilo dos liis d^
Tornando, porcm, atraz a
diremos que chegou ao maior grao de brillianlismo
e esplendor o estado das nossascou Has as vicisitudes liumana; succedem-se sempre
urnas as oulras; e asiim aconjteceu s qualro dioce-
ses da India naquelle lempo.
Diminuindo-se o forja phi
guezes ua India, c passaudo|
raenlos a principes nAo calliolieos, necessartamenle
se liana de re-entir a rcligin.
Em lal caso os summos pontfice*, quo sempre vi-
gan! ueste ponto, nao l-ird.
trar nos proprios direilos da
pados.
Urbano VIII foi o primeirr
cessoes, seguido pelos oulros
que os meoirehai portugueze iam peideudo o do-
minio do (errilorio.
Alexandre VII com os cardeaes da Cougregao de
Propaganda em 11, Vi insliloio urna congregarlo par-
ticular para tratar exclusivamente lodot os negocios
das ludias Orienlaes, e da China ; e para fogir a
e vanlagom, mas o nao
lempo em tloa, den
iram em
nomina
tornar a en-
para os bis-
a retroceder das con-
"intilice--. i proporcAo
(I) NAo se esla vendo acta luiente um es pe I lio
daquelte lempo'.'J he pee ido velho ; assini nos
exprimimos, por qnerer ser raparriaes, e no ser-
mos a torio c a diretto laudctjrrs timporisarti.
quaesquer contestables com a nossu corte, julgou
conveniente de nao dar Inqios a esta parle da Asia,
limitan loe a mandar vigarios apostlicos com o ti-
tulo c carcter de bispos '/i partibus, acompanha-
dos por bons ecclesiaslicos para os ajudar ; c i'sto
mesmo seguiram Clemente IX, Clemente X c Inno-
cencio XI.
N,1o obslanto isso, continuaram as queixas por
parte da corle, que foram mais vehementes no pon-
tificado de Innoceucio XII, querendo sustentar vi-
gorosamente as suas raines. O Papa responden com
um breve arrazoado, preleslando que nao julgava
prejudicar a sua atitoridado real, e que u.lo podia
abandonar naquellas missoes os deveres do seu mi-
nisterio apostlico, e que qualquer que fosse o pri-
vilegio concedido .i coroa de Portugal, nunca pode-
ra ligar asmaos ao -unmu pontfice, que, pela au-
torid.de que recebeu de Chrislo, pode providen-
ciar como julgar uecessario para o servido das al-
mas.
E eomo Alexandre VIII seu predecessor, reflec-
tlndoqueo bispo de M 11-ao. que pertencia ao pa-
droado da coroa de Portugal, nao poda apascenlar
o immenso rehanho rbinez de que se arluva rucar-
recado, linha por tal motivo erigido as Ss de Nan-
kin e de Pekin, e tendo-se assignario a ellas vastas
provincias, e Innoceucio XII conhecendo o incon-
veniente, que se segaia dos hispos nao poderem oc-
correr s necessidades dos fiis, que Ihes eslavam su-
jeitos, prudentemente, em vez ne erigir outros his-
pa I 1.. ou de instituir suffraganeo, nomeou alguna
vigarios apostlicos rom o Ululo de hi.pos iri parti-
bus. Esla mesma medida jalgou a congregarlo de
propaganda de poder praticar em Tonkin, declaran-
do-0 nidepen lento do bispo de Macan, que preten-
da, sem razao, que fosse compreheudido na sua
diocese ; e tamhem nos outros doas reinos da Co-
cliinchina o de Siam, no obstante as prelen;oes dos
bispos de Malaeca e de Macau, quo nAo tinham um
'i lulo justo, e que nunca all tinham exercilado
consideravel jurisdiec.ao ; e para evilar de fuluro
qualqoer litigio, se deram aos mesmos bispos oulros
que Ihes servissem de coadjutores, para Ihes succe-
derem quando hoovessem de fallar.
Entao os Porluguezes fundando -se em que Ale-
xandre XIII linha concedido a nomina dosbispados
de NaaMaj e Pekn, espalharam que as igrejas |do
Oriente liuham sido confiadas pela S Apostlica ao
cuidado da coroa de Portogal, e que a congregoro
de propaganda ja nao liaba que fazer ^aquellas par-
les. Com estas falsas disposiees appareceram na
Coeliiucliina e em Siam vicarios cm nomc Ho arce-
bispo de (ioa, fazendo aa vezes do bispo de Malarca,
cuja Se se achava vaga ; e consegoinlemenle dis-
suadindo elles urna grande parle daquelles chiis-
Uos de obediencia aos vigarios, e excommungando
os mesmos vigarios, introduziram um terribilissimo
scisma nequellas novas chrislandades.
Mas conhecendo-se que a ranla S poueo ou nada
nadera fazer na China em coiisequcncia da ronces-
Ao, que Alevandre XIII fez ael-rei de Portogal, o
papa mandn ccrever ao seu nuncio Beata corle,
iniin.eiibor Ctrnavo, que depela foi leito eardeal, e
Ihe dizia, qoe para conservar tantos niilhes de al-
mas, qoese perdiamnas IudiasX>ieiilaes, liaba r-
solvidodesmembrar das diocses de Naokin c Pekin
as oulasnovas provincias, c destinar a cada urna del-
tas um vigario apostlico, mesmo para impedir as
dissencies renovadas nos reinos de Tonkin, iuteira-
ineiileiudepciideulc de Macau.
Este encargo foi dado ao nuncio com as inslrtic-
roes as mais prudenciaes, posto que para o servieo
de Dos e bem das almas 11A0 se deve altender a res-
pectos humanos, sem locar a faslidiosa controversia
do padroado universal daqoellas regioes, IAo dispu-
tado pelos ministros regios ; tendo querido o summo
punlifice queso procedesse com um remedio provi-
sorio, compalivel com a auloridade suprema da San-
ta Se apostlica acerca do mesmo padroado sem
prejuizo das raze, que se allegassem, o para dorar
com quanlo se nao dsso urna providencia mais es-
tavcl ; sendo a inn-.i> dos vigarios apostlicos um
direito universal da Sania S para lodo o mundo por
tantos papas, e as Indias Orienlaes desde tantos
annos.
Daqui ie seguio a nomearTio do visitador geral de
todas as missoes designad**, e para se designarem
aos vigarios apostlicos da China, rerahindo na pes-
soa do sacerdote BrazTerzi de l.auria, aulor da Sy-
ria Sacra, que nao clicgoo a ir exercitar o seu en-
cargo.
~!)a mesma sorle forom nnmeados os vigarios apos-
tlicos com as coslumadas faculdades que ja tinham
sido concedidas por Alexandre Vil, Clemente IX
Clemente X e Innoceucio XI ; e em Toukin foi de
signado em lugar do bispo defunto d'A scalona, ora
dos dous vigarios apostlicos m.....lados para aquclle
reino, o padre Kayrauudo Lizzoli da ordem de S.
Domingos milanez, e foi Horneado coadjuclor do
monseuhor Jacome, hispo de Aarense, oulro vi-
gario apostlico Edelmoudo Belot, sacerdote fran-
cez.
Depois com um dscrelo de I. de oulubro de 1698
Innocencio XII fez a desmembracAo das provincias
da China das diocesas de Pekiu e Nankin, com or-
dem de as sujeilar ao cuidado e adra iiii-tiaeo do
vigarios apostlicos at que a Santa S providanci-
asse is suas necessidades por meio da ereccao de no-
vos bispados.
Os missiooarios expedidos receberam dos iuglezcs
relevantes serviros ao mesmo passo que os irlande-
ses nao Cl/.eram nolro tanto por serem os maiores
inimigos, que a religiao calholica as Indias linha
naquelle lempo.
Daqui foram orden- rigorosas contra os missiona-
rios, mas como as forjas enlaoeram muilo traca-,
e tinham sido abortos os por les da (.luna aos estran-
geiros, nAo reiultaram consequencias de'pondera-
(te.
Desrendo pois aos nossos dias, Po Vil, l.eAo XII,
e Pi VIII por meio da congreearpniiatfiropagaiida
nao se descuidaram de exercitar seu /.co pontifico
em vantagem dos catholicos das Indias-, mas a divi-
na providencia pareca ler reservado ao grande Gre-
gorio XVI o poder em parte instituir, e cm parle
consolidar em diversos lempos os vigariados apostli-
cos de Ava, l'egii, Bombaim ou Mogol, Calcutla,
Cevlo, Madras, Poodechery, Madure, Sardliane,
l'hibel, Verapoli ou Malabar, Palia ou Patina no
Vigariado, que fazia parle do Thibet.
Deve-se nolar qoe os vigariados d'Ava, Peg,
Bombaim, Pompecherv, Thibet e Verapoli sao mais
ou meos aje anlig ereccao. Para taes instituires
emanou o pana ai seguintes letras apostlicas : I .,1-
tissimi terrarum (a) Iractus a 18 de abril de 183! ;
Ex debito pasto ralis a Si de abril de 1H3 ; Com-
mlssi nobis a i de agosto de 183j; Ex munero pas-
toralis a 93 de dezembro de 183G ; e o celebre Bre-
ve Multa prrrclare romani poolifices a 24 de
abril do isis.
O papa com este ultimo breve provendo-vos com
zelo apostlico salvarlo espiritual dos da India,
tirou provisoriamente da jursdiccao metropolitana
do arcebispo de Goa os lugares perlencenles as dio-
ceses, e ss episcopaes de Cohin, de Malacc e de
Craogaoor, supprindo a sua falta por meio de vica-
rios apostlicos nomeados por elle cor, carcter
episcopal para os vigariados apostlicos por elle fun-
dados, ficandn por is-o vagas a* qualro ss episco-
paes. He escusado continuar esla parle da historia
contempornea, que he patente a todos no dia da
hojr. Julgamos a proposito no deixar de nolar
aqui urna cousa inleressante, que. ou nAo referimos,
011 nao o lizemos na sua iutegridade: Depois das
medidas lomadas por Alexandre VII, que foi imita-
do pelos seus successores, Clemente IX, Clemente
X, e Innocencio XI, sobre os vigariados, de que a
nossu corle tanto se queixou, a congregarAo de Pro-
paganda decretou em setembro de ltiKU que a nomi-
na dos vigarios aposlulicos 11,10 prr pul icaria de modo
algum os direilos pretendidos da corle de Portugal,
nao podendo exigir-sc de modo algum, que um pri-
vilegio concedido monarcliia portugueza podesse
ligar as maos ao summo pontfice, que he obrigado
a dar as providencias opporluuas, segundo as cir-
cumslaneias, para o bem maior do calholicismo.
Esta resoloeAo foi igualmente approvada pelo pa-
pa o veueravcl Innocencio XI, por^rr ncompativel
o padroado universal da coroa, .ngueza naquellas
partes.
primorosa, mas sb a condicj) 1 inevilavel de que nao
seria reproduzda pela gravuta.
Durante dez annos, Levasseursorrio a essa voga
alTagou ese sonho sombra do palacio das Bellas-
Artes e do Banco de I- ranea. Depois, um dia acor-
don sobresaltado. laiz saber'a sorle de seus qua-
dros, adiar Ihes a pista, fazer um catalogo, ler em-
fira urna cotila exacta de sua, existencia artista. S
achou o nada. As colleccoes indicadas nAo existem,
os gabinetes foram dispersados. O mesmo quanlo aos
particulares. O negociante hrillandcz he lao dillicil
de achar-se como urna tulipa prcla, o Americano
vem em linha recta do paiz de- contus, abusaram do
grande nome do membro da cmara dos communs.
Impresionado por essascircumstancias. Rene Levas-
seur nAoquiz Irabalhar senao por encommendas, c
para o governo. Outras desgranas 1 elle executou um
painel destinado a ornar a igreja de sua cidade natal ;
no momento de ser pregado na parede, o quailro fui
quebrado em mullos lugares pelo desaso dos obrei-
ro, e destruido inteiramenle 1
so de acido. Sua 'Uta de Fon
dida por cunta de l.uiz Plnlp
queci 1,1 dorante dous annos 1
vre, e quando por sua reclamacAo quizeram arran-
ca-la a esse abandono iuconce nvel, ella linha des-
apparecido.
Lovasseur comprcltendeu qde a falalidade patn
sobre elle ; tornou-se pouco
fecliou-se em seu gabinete,
s ; em tres annos inarcou tre|i
Iresepopoas de luz capazos Aligny, Tlieodore Rousseau e
parles vicram admirar essas pr
de todas as parles foram-lhe fe
mais tentadores : elle recusou
se na contemplacao de suas Ir
micas que eram conhecidas 1
ela queda de um va-
aincbleau emprelien-
ie, fui enrolada e es-
os armarios du Lou-
pouco misanlhropo,
piotou entao para si
paginas bullanles,
e fazerem desesperar
Franjis. De lodas as
idigiosas cnmposc,es,
ilos os nllerecimenlos
ludo pura alisorver-
- obras supremas, as
j sociedade 1
lina uvitr, vollando para c isa Levasscur adiou
() Vida Ditrio n. 106.
o gabinete vasio e cem mil Ir.11
Ires quadros. Lsleve prestes a
la-sc que os cabellos da celebre
hranqueceram-se durante o I
suspenso ao anuel de ferro de I
le sobre o Ithodano, onde cali
vio lambem emhranqueccrem-
dislo resloiilhe deasa conimora
que 11 impedir de ora em dianle de pintar. As ga-
zetas se eiilreliveram eom as circurnstaiicias desse
furto de especie nova e audaz,
ao phanalismo de algum riquisumo amador ; al al-
gumas iniciaos circularan! 110 1 tundo das artes ; mas
ninguem cuidou em lamentar
charam-no largamente indtrrj
tres quadros, tinham seguido
eos no lugar de seus
perder a razan. Con-
aulor Bri/ard em-
pupo qoe clin licou
m pilar de ana tulli-
r. Rene I.cvasseur
e seus cabellos. Alm
1 um (remor nervoso
Levasseur, lodos a
nisado. Qnanto aos
m duvida o mesmo
EXCARREtiADOS DA SL'BSCRIPCAO NO SUL.;
Alagoas, o Sr. ('.laudino Falcao Dias l Babia o Sr. D. Duprat
Rio de Janeiro, o Ss. Joao Pereira .Martina.
EM IM'.llX \MI1I 1:0.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
historia no ultimo grao de avillamento e de oppro-
brio ; seria autorisar a duvidar se os bomens nao san
ainda mais servs, do que scelerados os tvrannns-
Repudiemos do nosso espirito este funesto pensa-
menlo, e-te analhema sacrilego contra a humanida-
de. Se o paiz da bella Franca esquecidn sobre 'os
fados poude deixar-se sorprender, o paiz advertido
nunca se deixar degradar.
Exceplo um liomem nascido fora delte, nutrido
pelo eslrangoiro, c especie de monomaniaco, que sa-
crilicon idea fixa de se fazer imperad,u\ as nobres
tendencias que podera ter ; a consliluieao jurada da
soa patria ; e prestes man!i.ia a sacrificar o l'ni-
verso inleiro ao frivolo prazer dse fazer imperador
hereditario, quem be que em Franca compelliria a
esses tratados de 181), contra os quaes u justo rc-
sentimento servio de fermento, s uossas duas ulti-
mas revoluccs!
Nao lie o exercilo, do qual ja se ouvcm os mur-
murios. Podcrain lanca-lo sobre Roma republicana,
persoadindo-o que ia combater n austraco ; podc-
ram fazer lhe sopportar com herosmo as levrivcis
provas da guerra da Crimea, no lim da qaal Ihes mos-
tr.ivjm a llussia ferida nu corarn, e a Franca Tin-
gada de 1815. Porem como engaar mais lempo os
soldados qoe lomaram MalakolTao sum da marselhc-
za, qoando virem essa Ru se o pontfice e o consagrador do parrindo que prii-
dcnlemente licou fora do perigo A propria sombra
que repousa debaixo das abobadas dos Invlidos, se
se podesse levantar Ibes clamara :a Soldados fran-
cezes, he aos gritos mil vezes repetidosabaixo o
tratado de 1815qne as nimbas cinzas foram resti-
tuidas patria. Maldilo saja aquello) que entrando
neste tratado, vos faz soldados do cstrangeiro, bo-
mens de armas do estrangeiro.do russo! Lemhrai-vos
das ultimas palavras que me inspiraram os revezes e
o exilio. NAo lia para a Franca governo glorioso sc-
nilo aquelle que se apenar dentro sobre as massas da
naca, c fora soire os pocos !
Tamhem nao ser cerlamonle a livre (e 'ardenle
mocidade d.s nossas escolas, a fillia da philosopbia
que se associara a esle pacto, obra das Irevas, enlre
a espada e o Ihuribulb. KHa nao e-queceu que esse
anno de I8>, que vio surgir o tratado de Varona,
do 1 pial o presente de Pars ai ser o pendente, foi
cheio de cinoc,oes patriticas e de lerriveis conspira-
ees : que a aula de direito se fez di-solver, qoe a
aula de medicina foi dissolvida, e que a escola poly-
tcchnica foi como buje a ponto de ser licenciada. E
recentes castigos, condemnaces nAo vem acaso pro-
var que estes bravos mancebos, sobre os quaes passou
o sagrado logo da revotucao, sihcriam fazer mellior
e mais que seus gloriosos antecessores I
Ouanlo ao povo de quo o bom senso penetra no
amago das cousas, para elle lodo o congresso, nao
mporta a onde celebrado,rescende a traicao e ebeira
a cslrangeiros I"ma assemblea do diplmalas he
para elle locante aos seus negocios polticos,o mesmo
que urna reun,10 de Jtistiras para os seus negocios
privados; algamc coma da malfico, da nefasto, ama. "ur,'5a"'.e l,elu mmmo poltico, la indiSaMnri
pela dignidade de liomem, pelos nobrfcs inslinclosda
seguranca urna parada entre doi s calaslrophes.
Seria cinfim sobre Pars que seJcoiil.i para cumprir
e rematar em proveilo dos despolas, esse holocausto
dos povos !? Seria conhecelo mal Paris que ja em
1356 prorlamava pela bocea de Estevao Marcet, a
igualdadc dos direilos politicos ; a transformacAo das
tres orlen-, em urna cnnvencAo unitaria ; o exerci-
cio do poder democrtico em ncime do bem com-
mum. Este Paris que ha 500 aimos nao cessa por
meio de revoluces mais e mais aproximadas, de
combater pelo progresso, pode bem as las inter-
mitencias de l.nguidez, de perguika, transigir sobre
a queslao de liberdade individual Porcm sobre a
do independencia, de liberdade cbllaeliva, total, de
gloria externa nunca .' A ferida finia no seu orcullio
nacional, jamis se fecha, ou dim nuir. Que citem
das dominaenc- sob qoe passassel aquella que nao
baja quebrado no momento emqule conlieccu, que a
Kevavam a pactuar com o eslrangcsro ?!
Pois bem, com lanos elementosjde resistencia, que
falla para impedir o crime de se cumprir: para im-
pedir a Franca, a suprema encarncelo do pensamen-
lo de so assentar entre os atormeritadores, a o. algo-
zs do pensamenlo ? Deilar simplksmtule enlre es-
ses elementos alguma sutura, e eslabelecer-lhe urna
'igacAo.
llurguezcs e povo que os prejujzos afCastam, que
as calumnias hbilmente manlidas separam, uni-
vos pelo sagrado nome da palrla ; horque o mesmo
perigo plana sobre lodos, e nos tollos nao temos se-
ndo um inimigo.
Para vos dividir, esse inimigo agitando aos ollios
de un- o espectro vermcllio, exelmou : Os so-
cialistas sao saqueadores que quererh os vossos bens ;
submellei-vos a mim, que vos defeilderei contra el-
les, deixando-vos as liberdades de 1C83.
Aos outros, disse : a Os burguezes nunca traozi-
girae sobre os inleresses da revotocao; com elles
n ida de reformas em proveilo do povo; O que be
preciso para as introduzir forrat he o poder de
um s, absoluto, omnipotente. D[-vos a mim, e
eu serei o imperador do socialismo.
Presentemente que o veo cabio,
he para lodos, e para lodos a pros< ripeo, o exilio,
ardes livres,
bde lem as suas
caminho que os ootros. Era iropossivel colher a esse
respeito nenbuma informarlo.
Sd urna pessoa leria podido dar, urna pessoa que
Rene maltratara outr'ora, urna rapariga que elle
deshonrara, nina mullier que insollra, ama rali,
cujo filho repellira. Era a condessa Dareet.
la poucos dias que Rene Levasseur recebeu um
convite para ir ver urna galera de quadros, e foi
sem desconfianza.
Enlrou na antecmara de um tilla fechado por
ampia cortina. Abi, com grande sorpreza, vio-se
garroteado por dous servos. Habituado as manias
dos amadores pensou que era urna precaurao appli-
cada a lodos, a formalidade da casa. Comp'rehendeu
c esperou. A corlina cahio, e Levasseur deu um gri-
to de alegra immensa vendo-se diante de lodosos
seuspainets! todos! mais novos e mais deslumbra-
dores do que nunca, dispostos com arle, e sorrindo
ao seu autor, cortejo radiante, museo gloiioso! Ah !
jamis as unanles adoradas que se torna a ver, ja-
mis os hraudos semblantes da familia revivendo re-
pentinamente, jamis todas as felicidades, lodas as
Testas se asscinelliarAn a esse espectculo augusto e
inhumante, que se apresenlava assim a Reno no
meio de seu abalimenlo. Era sua obra reapparecida
e inteira em Pars ; nada follara, nem a lela perdi-
da do Loovrc, nem os Ires ullimos quadros furlados.
ludoahi eslava triumphalmente exposto, c elle ad-
mirara ingenuamente, admirava com lagrimas, co-
mo os verdadeiros artistas ; nao sabia que linha tan-
ta forca e harmona, nao lembrava-se mais de ter
lido tanto fogo e mocidade ; lernava a achar-se, e
estiva encantado.
Mas/sen Iriumpho foi sbitamente atravessado
por nni pensamenlo.
Porque me garrotearan)'.' disse elle.
leve a explicarlo desse acto extraordinario pelo
inesperado apparecimenlo de urna mullier, na qual
rcronheceu com terror a condessa Darcel. Todava
ella nAo linha aspecto aroeacador ; eslava vertida
com simplicdade. Ao pintor que emiialtidecera hor-
rivelmenle ella dis-o com Iranquillidade, designan-
do os quadros:
Tudo aqiiilln lie men.
Seo, l.uiza halbucioinclle com recalo.
Isso te admira. Reno? F; amava-lc tanto, que
depois de te haver perdido quiz ler leu pensamenlo,
(0.1 inspirado, o mellior de ti. Comproi lodo, p a-
qoillo que nao pude comprar, I furtei. O que nn
pude fitrlar, nao quiz que oulrem possui'se ; leni-
bra-te do painel da igreja de Ruao. Isso ja he
amor, qoe dizes? Com prebendes as delicias, os go-
zos ferozes que eu achava em ir arrancar esses qua-
dros i ujuliidao, de que era ciosi! E como Irazia-
Daqoi se pti le tirar argumento para as crcums-
Uncias actuaes: .devendo-se por. urna vez por pon-
tea Untos escndalos pefjpetxuaeira, com que se
lem (raalo este negocio no parlamento portuguez.
Gracas ao nosso pealado, |que enchendo-se da-
quelle zelo, que he proprio de seu mini-lerio, sou-
be dcbellar a impiedade, que uaqnella cmara se
desenvolveu.
Tambcm n.io podemos deixar de louvar o Sr.
marquez de Vallada, que nAo quiz ser rao mudo.
Fallem, Srs., por caridad.
Bem sabemos que nem ledos os que se nssenlam
naquellas cadeiras sao or dores; mas protesten)
com urna simples palavra, quando occorrem cena*
seinclhaiites.
Nos julgamos, que em consrieucia lie obrigados
a faze-lo. Imitem n'uma e n'oulra cmara o que
IAo exemplarinente praticou na dos depurados o Sr.
Branda*.
Oiii/.eamos, se nos fosse possivel, prem caracte-
res dourados a -tu resposta ao ministro, quando
proferio a bem condecida proposito borrivel, que
j esta ctassificada, se bem parece ler-sc retratado
na ca niara na soso de 19 do crrenle, o que muilo
estimamos.
Mrquez de I jar radio.
(W rm.)
Traduzimos do jornal belga a Santo, o seguiute
manifest do I.- de marco, de Ledru-Rollin :
O quo nos diz respeito n nos filhos da Franca, be
que o crime que esta '!m vesperas de so consumar
contra a civilisacao, o progresso, c a marcha ajeen-
denle de humanidade nos nAo tenha por cmplices.
Seria mellior para o fuluro da liberdade o tratado
de 1815 coulra nos, lo que romnosco. Esgotadosde
bomens e de dinheiro pelo primeiro Bonaparle, sob
as ondas compactas c aggressivas da Europa podemos
ser vencidos sem ser deshonrados. O corpo havia
sido ferido, mas nao a alma : 1830 e 18i8 bem o pro-
varam. Porem passarde victima a carrasco; de fiovo
emancipador, fazermo-uos sob a verga dos h ramios,
perseguidores dos oulros povos, seria cahir perante a
(a) Nao temos certeza da data desla
mas julgamos ser esla.
primeira,
osiminha solidao para embriagar-rae com elles!
Fura disto, que me importavas? <>uo me importa-
va que liouvesse um Rene Levasseur, um liomem,
urna mao segurando urna palhela '.' Isso nAo era
verdade ; Rene Levasseor eslava lodn aqui, em mi-
nlia casa ; soa fama eu linha vista. Ah I passei
horas mui deliciosas e mui crueit sozinlia dianta de
tuas obras ; chorei e sorri muitas vezes diantc des-
ses fragmentos de loa alma, que tinham um sentido
para mim s Ouantas vezes envergonhada de ini-
nha fraqueza sorprendi-me depoodo-lhes om beijo
myslerioso Porque enlAo nAo eras mais Rene o mi-
seravel. Rene o criminoso ; eras o grande pinlor, e
isso Iransfigurava ludo, mesmo o passado cheio de
vergonlias ; o liomem de engenho exlinguia o lio-
mem infame. Durante muitos anuos lenlio vivido
assim riimNeo e sem o saberes, applaudindo-le com
ufana. O' Rene, es grande com eflcito, lens en-
iliu-isiiiii, contempla-te orgulhosamente em (ua
obra ; ve como ella vive, como brilha 1 ludo isso he
obra de meslrc, todo isso vai perecer!
llen Levasaeur nao comprehendeu.
Tendo a cabera ainda abalada 'por esse cspeclacu-
ln ine-perado, elle encarou a condessa com o vago
sorriso dos meninos e dos doudos.
EnlAo a condessa Dareet lomou urna tocha, c rhe-
gou-a silenciosamente aos quadros.
I ni rugido saino do peilo de Levasseur ; todos os
seus lacos entcsaram-se aoesforende seu liusto ; mas
cm vao!
As cliammas ganbaram os quadros.
Daqui a pnucos instantes nao restar mais na-
da de li, disse |a condessa com espantosa alegra ;
la obra sera Consumida, ten nome se esvaecera co-
mo o dos comediantes, a principio fumac, depois
cinza, emfim tradioelo c fbula, llavera genio que
nem mesmo crera em la existencia. Oh! aquclle
quadro que arde lao proinplameuti; ctislou-te oilo
inezes, mais de oilo nie/.cs de tentativas, de espe-
ranza c de desatento, foi um dos leus mclliores suc-
cessos 110 SalAo. Agora 11A0 existe mais.
l.uiza, piedade 1 grilou o pintor.
WAo ; vingo-me.
I'i-dade para aquello! Oh! piedade!
Nem para aquelle, nem para os outros.
F; ella ateou o incendio.
Pois bem! niata-meja, conjuro-le.
Insensato I
N.lo posso suppnrtar mais lempo acwsopplie
deixa-me sabir : n.in quero ver!
Isso arde mu lentamente, nn he Teaaraio.
A condessa Dareet lomou algumas lelas, e tan
cou-as na chamin, onde havia grande fogo.
Ah! exclamou Levasseur com desespero fe-
chando os odos.
me: a vossa unan bem cimentada, fara o reslo. NAo
lia exercilo que resista a um paiz organisado.
Smenle nada de bons ditos, de epigrararaai, de
-emticas inollcnsivas. u Nao he com palavras, di-
zia o grande orador de Alhenas aos seui concidadaos,
demais frivolos; he cora actos que se abatem o< ty-
rannos. a
Tcmpo bastante, tendea repetido alo nao pode
durar.
O que he mister, sob peoa de deshonra, he que is-
so nao dure mais.
Vos o deveis a vossa historia, vos o deveis aos ou-
lros povos, dos quaes tendes sido os precursores na
carreira da liberdade, e que esperan) de vos a saa
independencia, fazei qoe elles nAo aprendan) a des-
prezar-vos.
Povo e burguezes, filhos da mesma patria qae a
eduraeio, e o progresso lendem de mais em mais a
misturar, a confundircomo duas ribeiras qne fa-
zendo-se u'um rio, perdem gradualmente a cor dis-
tincla das suas aguas, hurguezes e povo ouvi a mi-
nio voz. Depende da vossa unan qoe as dalas glo-
riosas, indeleveis de 1789, 1792,1830 e 1818 nio fi-
quem contra a Franca, de boje, eomo aecusacao d
abdicarlo de anligo pundonor, inslinctos, e gloria.
fedru Rolttn.
(O Portuguez.)
IITERIQR.
c a infamia eminente; univos para
honrados, e gloriosos! Se a liberd
magnnimas grandezas, incumparav is, immarcessi-
e um principio,
o maior, forte,
1: e permanen
que a servidao
veis, easua cstabilidade Aquella
de urna archi-potencia, de um esteio
crescente, e estavel, una vez decidid
le urna vez asseule. O dominador pc|der ficticio, ha-
de ceder peraute o inccssanle reagit e progressivo
Iwtcr da forca vida que vai acordando ; do rresUli-
vel inleresse bem geral que se vai coujiecendo e que-
rendo; do direito forca das massas peder que se vio
iniciando, associando e movendo!
Nada lia lao inslavel como o despotismo, que an-
uullando, matando as almas; Iraz a Hesmoralisai-Ao
pela gancrcua ; e cedo ou larde a conquista pela c-
nuvera de corvos planando sobre una presa, adevi-
nliaudo o crime e o sangue O lio, dir o povo, re-
pudiou-nos tres vezes pelos rcis, para com nimio
ouslo se fazer das exticas familias delles. QtW re-
suttoa de todas as Mac guerras de ulroducc>>'.'
Du.is invases E mis pudemoi com as finuras do
subrinho, preparar-nos para urna terceira !
Sem duvida, os grandes inleresses do paiz.: a pro-
priedade immovel, a agricultura, o commercio, a in-
dustria, querem a paz Porem que garantas Ibes
pode olereter urna paz. qne reconstiluindo os trata-
dos de 1815, deixa no coraco do paiz a cbaga que
la ainda sangra ha parlo de meio seculo ".'
Se por oulra parle com o imperio vitalicio, o di-
nheiro, sua grande alavanca, fugio para longe delles
liara se precipitar, eomo no lempo de l.iw, na agio-
tagem que nao enriquece senao alguns ladrte nfli-
ciaes; nao teem elles lodos a temer as satumaes do
imperio hereditario tomado |louco de orgulho, uu
antes yaidade '.' Acaso nao Ihe vai ainda ser preciso,
para obedecer as lradicc,es, possessoes novas A
Leuda, que at aqui ludo lem conduzido e guiado,
nao exige ella mais de um reino '.' NAo ha paz dur-
vel, qoando esla foi turbada urna primeira vez, pela
s cubica de urna ambieAo, da qual o destino he lu-
do absorver, como a boa constrictor, c depois como
ella entorpecer, gangrenar, desappareccr.
A historia dos imperadores, escripia ha dous mil
anuos, sera' eternamente a verdadeira historia.Im-
perium cupientibus nihtl mdium nter sumina et
l'rccepitia.Os ambiciosos de poder nAo teem meio
entre o fastigio e o precipicio.Ainda mesmo he de-
mais a alternativa deixada por Tcito, entre o cume
e o abvsmo ; nao existe verdaderamente senao abys-
mo para esses cupidicos.
Eis-aqui a sorle dos nove primeiros lyrannos de
RomaCesar, apunhalado :Augusto, assassinado.
segando alean- : Tiberio, nbafado ;Caligola,
atravessado com urna espada ;Claudio, cnveuem-
do :ero, forjado a se extriparGalba, masacrado
pelos soldados ;Olhon e Vitcllico, despedazados !
Este trisado de coovulscs c de sangue, seria mui
longo a proseguir, basta para completar o quadro,
lembraro fim trgico do primeiro Botiaparle, de Ma-
zaniello. Nada pois de illuses por parle dos inleres-
ses serios. Com o imperio s por isso que lie impe-
rio, a paz nao he nunca sanio um accidente ; c a
Rene, disse ella lentamente, lenho soflrido
mais do que (u, e por mais lempo, pois nunca es-
queci. Minio- supplicas de outr'ora nao te commo-
veram, leus gritos de boje nao me enternecern
Tortura por tortura. Durante muitos anuos (eulio-
te deixado entregue s tuas illuses, teubo sido boa ;
nada le ha impedido de sonliar futuro, posteridade.
Eo nunca live semelhanle felicidade. Aniquilado o
mcu primeiro amor, nAo tive oulro, e recollii-me
cm minba dr como em urna sepultura para nunca
mais sahir. lie bem pouea a ininha tinganca To-
mo smenle nm de leu- da- para pagar-mede m-
nha vida inteira.
O pintor nao ouvia mais.
Klla conlinuou a laucar os quadros ao fogo.
Consumido o ultimo, voltou-se : elle linha des-
maiado, c cahir,1 no chao.
F'oi reconduzido sua casa.
Rene Levasseur est agora cm um hospital; ah
morrera don te.
Soziuha, eis all madamesella Piquaret maior, loa-
ra, alta e delgada, cojos pos mal parecen! locar a Ier-
ra. Urna eslropbe de Mr. Laprade nAo he mais dia-
pli.in.i. ama estatua autiga nao be mais silenciosa.
Ella so falla sb coudicAo de sonhar, e smenle so-
nda sb a condieaii de dormir, pnis he somnmbu-
la, e somnmbula extra-lucida. Os oraculos,qiic da
em seu quarleiro sao quasi sempre ditados por vo-
zes e inleresses maconicos.
M.dama Guilhermy he aquella gorda burgueza de
quireula c tres annos, amplamcnle vestida, ou an-
tes coberla, segundo ioa expressAo. Sen semblante,
mistura de importancia c de boudade, reatcado por
bellos cabellos quasi blancos, annuncia urna das com-
mercianles eslimaveis, taes como lia 110 quarleirAo
de Bourdonuais, asseuladas airas da grade de um
escriptorio, e gravemente inclinadas sobro um rc-
gislro de ngulos de cobre.
Madama Guilhcrmv be a honra da Macnnaria das
Mullieres. Sua vida he umexcmpludu trabalho cou-
liiiuo, ile iiiaternidade inageslosa e lerna. Nunca
ser\io-se ilcseu |io,ler senao para praticar 11 bem,
fa/.cr casanieiitos e impedir algumas ruinas; assim,
sua voz nm lauto breve, seu olhar as vezes severo
nao eiigaiiain a ninguem. Da coliga ArenePepin
ra de Saint llouorc, pactando pela ra de Saint
Denle, lodos a veneram u amam.
llevo designar aquella mullier morena c audaz,
cuja aia las lano ramor, cojos olhos dardejam lan-
o logo '... lie iiiulil, leilores ,eu nome est em
vossos labios, em vosso sorriso. He Georgias IV.
Ires burguezes vAo pergaotcr quem be Georgina
IV. Oh) que ignnranles! Ser preciso dizer-lhcs
que Geogma IV nasceu Heloisa Picard'! Mererem
elles sal) er que o fundo de urna coufeitaria da ra
aullen,! inse-
^ pelo pseudo
pela crapela
alma. A iodifferenea politice, comri
paravel da ignava e cga sordidez, qu
caminho da ganancia, leva a miseria
interesseira, que cyoiarhente despojaido dos restos
mesmo, do nobre enlliusiasmo, cntreg] aos lyrannos
parsitas, aosjesailac su I les!
NAo ha exemploda nacao livre, feboa mesmo,
pelos seus direilos que tenha perecido pela simples
guerra entre os cidadaos; c muilo mais quando estes,
como os francezes lodos, dominados pelo amor da in-
dependencia nacional, da gloria, e da liberdade I
Pelo coDtr.irio! como a almosphcra a nalureza
que licam mais bellas depois das Irovdadas, que as
piirificam e lornam salubres um estado tarada pe-
las suas tempcslades vilaes c polilicas, sJmpre se le-
vanta mais uilido e llorcscenle. Ronu foi acaso
nunca mais possanie, bella, e inveneivel do que du-
rante os 500 anuos de repblica progressk f A Ame-
rica, aonde lautos restos de arislocracias[ainda a re-
formar, a mudar, nAo he ella nAo obsliule isso, a
prova viva que a forma republicana, mismo assim,
nao heineompalivel coma ordem ea
Os cscriplorcs realistas mesmo, nao se
ua ingenuidade, quando a regeneradora
blicana nao brota logo herosmos ?!
Gratas Dees, a burguezia franceza le muito io-
Iclligenle, para ainda ignorar que todo o reboco com
o passado, s pode engendrar lutas e levoluces ;
que com o progresso das luzes, do direito c a da igual-
dadc nao ba condicoes de repouso senao n'uma de-
mocracia grganisada. Quc com insliluico 1 novas he
preciso para raizes, novos inleresses. E > povo pe-
la sua parle tem muito senso pralico, er teta razao,
para assegurar seu bem estar senao com re ormasque
ivilisarao'!
dmirara na
rm a repu-
co 11 cor ran 1 ao bem geral, c ao inleresse e
da patria.
explendor
Tal he o terreno da conciliaco sobre o hual a voz
desla palria atnad3, vos chama, a vs burguezes, c a
vs lambem povo ; honlem ainda irmaos,Tervos es-
cravos, e boje irmaos amigos; se compaetbs; seno
msnbaa oulra vez rivaes escravos, o assassiio d'Abel
levou a raea de Caira a escravidao.
Enlrai ahi com confiau;a, se ja cm Leos de
nm anno, a despeiloda pristo,da desterro,Ide Lam-
bessa c deCayenna, urna immensa maioria do povo,
conseguio associar-se em vista da revoluca, crede-
de berro a essa amaz
in.i dos
do Echiquicr servio
lempos modernos Nunca lram folhetins lsses tres
burguezes? Nunca foram ao Ihealro '.' NaoTliesres-
pondamos ; elles devem ler sobrinhos, deixtemo-los
interroga-los.
Ah! meus (res burguezes, eu nao desejsra
ver-vos
cahir as garras alvas e mimosas de Georgi ia IV!
capital
fortes,
Ahi perderiuis as ultimas onras do precioso
que cliamais vosso jutza. julgai-vos mui
meus tres burguezes julgais-vos regrados como pa-
pis de msica, leudes a consciencia de vos oorlar-
des como quem se respeila ; rogai ao co ni per-
muta que encoulreis Georgina IV. Ella ves faria
ver bellas couss.
Nao ha familia pera ella, nao ha palria, i3o ha
Ierra, nao ha mar, n.lo ha Icis, nao lia osos : I a urna
presa e ella. Ella e alguem seja quem for, ccin lan-
o que seja rico ; vos, senhor, que me letlet. oh !
nAo acollis com a caliera ; essa invado dos emo-
lir,. ,111 chicado, nos interiores adormecidos,nai. ima-
giiiares obtusas, as existencias sem occasuiosjaiuda
nao foi suflicicnteniente descripta, ou pintada com
cores assas violentas.
Georgina I Vatravessoo a sociedade como un* bala
de pistola atravessa o ar, rasgando, assoviando.l mi-
tando. Comecou por caixeiros, acabou por inten-
tados, yue lerrivcl concert msico organfsaria
Berlioz com lodas as porcelanas, lodos os espejlhos,
lodas as garrafas, todos os copos qoe ella temlque-
brado! Dai Ihe um liomem virtuoso, ella o loilnara
um loreailo ; conliai-lbe Mr. Prud-bomme,[ ella
vo-lo melamnrphoseara em Roberto-Macario, lie a
Circe actual, que ninguem ousou ainda pintar, e
em torno da qual s Gavarni tem andado [infida-
mente.
Georgina ou Heloisa Picaril foi aclriz, scgondi
ze-n, 011 antes segundo ella diz. O ccrlo lie que
parecen ao publico, falln, cantea, agaslou-se,
lanearam-liic ramalhete-, queellj subios uuvfeus,
que o director fez Ihe un) proceso, que loda I aris
so falln della, que o creo de seu aposento foi m-
picheudido por quanlos nao saben) que f.ieam de
seu. cincuenta ou cen mil francos de renda, isso
era bstanle. Ah que mulher vertigosa, loact
espirito, paixo, ella tem ludo. Sen capricho.
di-
ap-
que
luvil como a rauda de um pene, lance-a em ti das
as Iravossuras, impalla-a para todas as viagens. 'e-
ve um marido, dous maridos. Suhlovnii una 11:115o.
Fea correr em Chantillv e em Epsnin ; levou sen c 1a-
|e ao Monte de Piedade ; procnrnn um dia o 1 ar-
gento l'oumaroux no quarlel da Ave Maria.
Vio vos liis nisso, uAo zumbis. Se essa roul
chorar dar-lhe-beis vossa alma. Nao he extraordi-
nariamente bella; masapodera-se de vs como
sol sem luesuio vos encarar; a menor palavra 1 aa
MUTILADO
ILEGIVEl
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DK
PERNAMBL'CO.
PARAIIIBA.
28 de abril.
.Viada, felizmeole, e por graca de Dos, me cont
enlre os viventes, o que Ihe annuncio com lodo o
prazer. O c Judeu Errante a ainda nao quiz dei-
xar-nos inteiramenle. Elle por aqai tem apresea-
tado ama tendencia arilhraelica maraviihosa. To-
ma um numero cerlo, do qttal se nao arreda por
uns poucos de dias, al resolver-se a lomar oulro.
Agora est, ha bstanles dias, no numero de tres.
Variou em um dia para um, o que nos alegrn ;
mas lomou novamenle aos Ires, em que se acha.
Tem elle, at honlem, passado desla para a mellior
vida uns 1138 individuos nesla cidade, afora osque
teem victimado as outras molestias, porque ama
terrivel ;emulac,io as tem feilo dobrar o servieo
usual.
Ja, porem, passa entre nos desapercebido o lat
a Judeu, u c como que seus etl'eitos nao sao iniis es-
tranbados. Tal he a forca do coslume 1
Nos lugares era que elle grassou, lem, quando
nao inteiramenle desapparecido, como acontece em
alguns, dimiuuido muilo.
Em Mamanguape recrudesceu, mas creio que nao
he cousa de cuidado. O acadmico Asea nio lem
prestado all muito bens servieo-, e todos estao asss
salisfeilos com elle.
Em Bananeiras, Campia, Independencia, e Arei
it m quasi cessado o flagello. Em qualquer desses
lugares a resignacao tem chegado quasi ao he-
rosmo.
m Cele e Pilocs est ainda fazendo estragos, e
0 Kxm. presidente maudou para all soceorros.
Esta v orificada a taludada da noticia, qoe dava
como desenvolvida a epidemia %o .-er toes; parece,
que n,io querem perder os foros de inconquislaveis
os nos-o- serlanejos ; Dos assim o permita, pois
bem Ihes prejudicam as irregularidades das es-
ta^es.
A mor parle dos mdicos e acadmicos em com-
miss.lo teem sido dispensados pelo governo.
Quanlo so cholera basta.
A carestia continua, n.io lera porem podido aug-
mentar, grar-as as providencias de S. Esc. ; entre-
tanto nos nao deixarsm inda as aprehenrei de qoe
(eremos fallencia delles para dianle, porque nao;
linuve lempo de planlar os rucados, e nem de calti-
var as lavouras ja nascidas.
Os bandos, que se preparavam a espoliar-nos,
leem-se dissipado,| logo qoe a policia lomou conla
delles. Muitos dos que linliam comido gados alheios
os leem pago das cadeias, e muitos ootros teem emi-
grado, deixaudo desassorabrados os lugares de suas
antigs campaniles.
Nada me lem constado dos athuggs, excepto que
elles pelo interior continuara a levar 11 chamusco i>
das autoridades policiaes.
ijuanio provincia, nada mais ba de inleresse
e eomo estoa um pouqailo mais desassombrado e
de-caneado, quero remontar-me s altas questoes
polticas, das quaes lia muilo rae lenho arredado.
por cansa da iusulss prova do cholera, qoe (era sa-
bido caplivar as allences das mais subidas inlelli-
gencias.
Entremos ua imporlanlissima queslao do Oriente,
Esiao a esla hora conchavadas, concordadas e com-
binadas as bases da paz !
Excelle (emente tjuem lal dinsera ? !
E que lim lovaram o progresso, civilisacao, me-
Ihoramenlos do inundo o equilibrio da Europa, pre-
ponderancia, e tudo o mais com qaaa mslicis, ou
orgulho, se acobertava 1 Que he das vanlagens pre-
coaisadas dessa guerra assdladora em prol da huma-
nidade '.'
O que nasceu de lauto sangue derramado ?
O Turco poderi d'ora'vanta afog.r em ondas do
rovo vindo urna trincha de boas presunto'.'
vos coustrange, e supprime a vossa respiraco. To
davia que disse ? Ella mesma nio o sabe mais. La
Bruyere, to conheceste Georgina IV I
Porque Georgina IV '.' Ah I sejamos discreto. Se-
ra mister um liomem de grande tlenlo para desere-
ver essa mulher. Esperemos.
Oulra excntrica he aquella mnlher de qaarenta
,111110- que lodas parecem evilar, ernbora ella vade
um banco a outro cora o ar de solicitadora. Cha-
ma-so madama Hacha!, mas seu nomc de familia
he de Argensolles, viava em primeiras nupcias de
Mr. Gmlpin de Jouesne, e em segundas nupcias do
hai.io Lenfanl, ex-inlendente da lista civil. Um
anno depois da per Ja do bario casou-seem terceiras
nupcias com um sen servo natural de Anuecy, na
Saboia, Joo Flacha!. Taes vergonhas sao menos
frequentes em Paris do que as provincias e dos
campos; mas 11,10 deixam de appareeer, e causm
penivel sorpreza.
A historia de madama Hacha! he mni semelhanle
da marqueta bano de Champ l.agarde. Esta,
escrava, casoa com o senhor, aquella, fldalga, ele-
vou a si sea ousado calador. Mas chegando ao ci-
i da escada social, 3 rabera de Joo Flacha! aodou
a roda. De respeilosn r submisso qae era qaatdo
suba alraz da carruacem da senhora baroneza l.en-
faut, tornoa-se grosseiro e intratavel agora que as-
senla-se uo interior, e estende as bolas sobre os co-
mo.. Occuitava-se outr'ora para beber om copo de
violto de Alicante furlado era um armario; agora
altela s apresentar-se embriagado, e se a mnlher
aventura alguma reprehensSo elle bcle-a. Vil pla-
giario do duque de Clarence, depois que soobe que
a baroneza tomava baohos de leile, imaginou (cada
qual lem sea gosto 1) tomar banhos de agurdente.
Aflirma que isso forlifira-o, e lodavis he lirado do
huilln etn miseravel estado. A desafortunada, que
1 1 en leu sua existencia em urna cada lao deshonro-
sa, tenia actualmente quebra-la ; a Macnnaria fa-
licada de ler as rcclamarcies qoe ella Ihe dirige para
um fim absolutamente pessnal, promelteu-lhe fazer
pronunciar saa separado de corpo e de bens. Entre-
tanto Joao Flachat he escrupulosamente vigiado, e
conduzido sem piedade ao posto, quando til ubanln
c abrazado cm colera ou embriaguez ousa armado
de urna maca vagar nos arredores do palacio Len-
fanl.
Paremos aqui.
Dissemos que eram obra de oilenlJ as mnlheres
reunidas.
As onze lloras havia cem.
Era a hora marcada para a recepeo do Amelia
Beyle.
A ses-o ia comerar. .
(Confirmar-M-Aa.)


I ini),ii\i aiiidn o mortfero opio, forjado pela plii
lanlropia da fumaradas'.'
Olanlo mo dara cu i quera me respoudesso
cada um de-set quisilos ? I
O que g iiiIiku a 11 i>-i j '.' O que ganharam os al-
ijados?
A llu-i.i ganhou convcncer-se, e persuadir, que
a I"i .niv i. a loglaterra, a Turqua e mais una fum-
paohcira, mendigando remitas em lodo mundo, t
pode, coui enorme despeudio Je iangM e dinheiro,
demolr uina pequea parle de Seliaslopol.
Feilo verdadoiramente grande, e em proporc,,lo
aoi gigantescos meios empreados! Arrilo, que pas-
sark historia, como a primeira do mundo lllus-
Iroa-sc o scalo XIX !
U que ganhararu os illiados '.' Cuuvencer-se, de
qua nao se devera inlromeller as questes da Tur-
qui.i, que alcm de simibarbara, he ingrata, c .dem
de ingrata parece volada pelo desliuu a dcsappa-
recer do nomcro das naces.
Ganharara niais a perda da illnsaoem que esla-
vara, de quo unidos podiam diciar leisao mnndo in-
teiro, e decidir da sorlc de todas as naques ; illusao
que poda ter-lhes prejudicial, pelo menos tornan-
do-os injustos e vilenlos com os fracos e pequeos.
<, a 11 Ii.it ,i ni .un l,i una lijan, que os fara nao crer
fcilmente as quivotadas dos gentraes, que, para
o futuro. Ibes quizessera persuailir ser fcil entrar
na casa alheia ein 15 dias.
(iauhai.ira, finalmenle, o coiihecimcnlo de ccrlos
defeitos de suas urgansarocs administrativas, para
rcmedia-los cm lempo.
Ja se v, queganharam mais, c que portanto, a
guerra Ihes foi inleressanlissima.
O que fara a rainha dos mares, a in\cncivcl lrc-
lanlia de sua gloriosa armada ".' Ol O melhor cm-
prego possivel. Bloqueara alguns pequeos porlos,
que a nao quieram reconhecer como quera he. Ta-
ra rogir seus leopardos pela brome bocea de seus
i anime na presenta dos fracos. Empregar seus
lindos vasos, por flm, no cruzeiro da costa do Brasil,
para que elles colham honrosos louros em guerra leal
a nossos navios mercantes.
E enlao he pouco '.'
Que destino dar a Napier '.'
Urao-dique do Bltico, grao visir de Bagdad, c
mais o que quizer.
Keiza-o fazer a barba cora as navalhas, que Ihe
foram dadas para barbear-se depois da tomada do
forte Constantino, amolar os cutellos e dar couces.
Eis brilliaute e estupendo resultado de urna guer-
ra, que Irazia presas as allcnees das cinco partes
do mundo, e cujos resultados lano iucnminodou a
uii limes de caberas.
A Russia ignorante e sem civilisajao, como o di-
ziam, zombou dosesforcos extremos das mais pode-
rosas nares, sem laucar nao de seus ltimos recur-
sos. Perdeu, he verdade, alguns vasos, que poder.i
fcilmente substituir ; alguns fortes, cujos del*tos
do coustruejao reconheicu, e que podera prompIa-
mente reparar ; algons milhares de soldados, mas
aguerri os qne Ihe restaram, innmeros ; uns pou-
co de generacs, mas habililou no campo oulros ;
ligninas pecas vellus, que Ihe deram a vantagera de
substituir por entras novar.
A guerra vai lindar, mas ella flca gloriosa.
Se termos prelcuces a poltico de patente,
nossas previsoes se realisaram, e o que dissemos em
nossas raissivis vai sorgindo do futuro, com as fe-
ees, que Ihe desenliamos. Sempre ful nossa opi-
niao, que os taladores, deptis de fortes encontros,
sahir'am do campo como dous gallos canjados, sem
saber qoal delles leve a vantagem, e sem desejos de
recemecar para decidir a questao.
A falla Inglaterra, desacoslumada de brigar, e
someote de ser obedecida, leudo gasto toda a sua
energa ero araeacar, com o que eniprc consegoio
o que desejava, nao leudo encontrado, ha muilo
lempo, a resistencia seria e racional do poderoso e
vtenle, que bate-se calmo, a presen lo u aos ollios de
lele O mundo, que olliava para aquello tliealro de
s.iugue, ama figura pouco menos Inste da (ulellada
Tnrqaia.
Por mais de urna vez leve de ver saciar a fume
de seut soldados pelos seas alijados, de coufessar
dever a vida delles, per oulras vezes, aos mesmos
alliados, qoo os salvaran) das bayonetas russas.
l'assoa pelo dissabor de nao tomar parle impr-
tame cm urna aceao brilhanlc ; mas de Qgurar sem-
pre, como primeira, as accasioes desastrosas.
leve o detgu-lo de ver seus soldados entrar em
Sebastopol, depois qne as portas llic foram aberlas
de par em par por oulros.
Foi ferida em sea orgullio, pangcnlamenle, po
sanguinolento tliealro por ella mesina preparado.
He eerto, qne Ihe resta a consoladora idea, de
que os soldados da Franja, sem sua armada inven-
civcl, nao poriam pus na Crimea. Einlim, he nma
consolacao, como qaalquer oulra.
Kao sei se aos olhoa dos polticos he cssa uina ac-
rao illastre. Se o transporte he cheio de tacs pe-
ngo, que t gloria, em verdade a marinha mer-
cante leve nella nma grande parte.
Como quer que seja, lindou ah o auiilio da mari-
nli.i de guerra brilannica, porque lie bom nao re-
ferir o restante de sua chrooica nesses dos annos.
Sao estas as reflciOes, que me esrapara*da panul
ueste momento. Vilo da mesma forma, que se apre-
scutaram. Se euleudcr que ellas nao devem ser
impressas por impcrlioenics, e lalvez imprudentes,
ati re-as i um canto de sua oflicioa com um lian lio
de tinta, porque nao quero ser bloqueado.
Saude e quanto he bom Ihe desejo por lanos an-
nos, quantot sejam bastantes para ver a Inglaterra
impr seus caprichos i Kussia.
PKR1ABBCQ.
DIARIO DE PRNAIHBUCO TE*C* FB 6 DE MIMO 81 1856
oppoz a imiilia emenda, e baseou o seu parecer no
simples fado do casam uto, presciudindo de mais
nformajoes.
Donde collige islo 1
seu parecer que diz o sc-
ibre comeqissau ronliccendo
i pelo seu rcqucrimenlo,
r-lhe i visla da cerlidao de
casa devia votar quola pa-
<> A'r. A. Cacalcanti:
O Sr. .Mito : to
giiinte l.) ','.111.mi j a n
da vonlade do peticiona
I dodireito que diz assisl
casamento, ronrluioquo
ra sua indemnisajao.
Um Sr. Depulado : I Era de mais.
O Sr. Abilio: Eu mostrara! quo nao erase
quersiiflicieule. l'cnso diversamente da comniissa
c do uibre depulado que me turara cora o sen apar-
te ; eulendo, que o ducui ionio que se aprsenla luc-
era 111-1,1 o le, nao aulorisi ra a cominissao ncm a for-
mar ii D juica ao menos provavcl, quanto mais ceno,
para ligar ao faci do casi ment o direito desse indi-
viduo um semelhante d .te. .\sni, Sr. presidente,
ncm por e-lar hoje o uobn depulado que deu o apar-
te concorde com o que acihou do fallar, nem porque
esta questao esteja decid la por urna rircuraslanria
imprevista, cu deveria prescindir da palana, porque
en devia a casa urna aSplaWao do meu procedimen-
lo.devia a mira inesmo o eumprimciilo de um dever.
porque quando rae pro
medida Icnlio obrigajaul
vol.
, Cruzam-se varios aparlbs.-
Vollando questao din
lava aulorisada pelo sini
iioo era cousequencia log
ni uno |irn uu contra una
do dar us motivos do meu
que a commissao nao es-
les dilo do peticionario,
ca do nico faci do casa-
romo creio, vem ainda ahypothcsc juslilirar-me
no enaceito da casa, e fa/.er cora que ella marche
segura c rcllcclidamentc como he de sen dever e eu
desejo.
(>Sr. A. Catancanti:St. presidcule aprcscnlailo
o parecer da commissao de pctijes a consderacao
da assemhlt-a, o Habr relator dessa commissao oflc-
reccu ai jumas ronsidcraciies em suslcntacao do mes-
mo, c aullo moslrou que a commissao nao incum-
ba proceder, genio como proceden que ala poda
entrar era indagajes, e exames a respeitn do direi-
toadqurdo pelo peticionario, nem arespeilo da
existencia ile oulras circunstancias ; moslrou tam-
bora, qual a inlcrpralarao que se devia dar a pala-
vra rslglos conlida no parecer, qne foi urna das que
re mallo fullo no animo donolue depulado que
acabou de fallar ; o nobre relator da commissao
asseverou a esla rasa,que csses csljlos nao serefe-
riara senao a verba quo ordinariamente se marra
na le do orramcnln para tacs lius.
Eu mesmo, Sr. presidente, como signatario do pa-
recer, entrando no desenvolvimento da materia
n urna das sessoes anteriores, mostrei qual era o
pensameulo da commissao, c procurando explea-lo
diise que a commissao nao leve por lim mais do
que reconhecer o direito du peticionario, o qual ja
eslava recoubecido pelo juiz competente, que he a
adinnistrajao dos eslabelccimcnlos do raridade, o
que foi agora mcsiuo cnnlii inado pelo nobre depu-
lado,
Sr. presidente, o regulamenlo dos eslabelccimcn-
los de candado lem de ser executado pela adminis-
menlo, que ao peticionario assislissc o direito que a irajio dessesest.ibelccimenlos, c esta deve obsrva-
lo era ludas as suas partes : se se aprsenla na oc-
CMnmiwao Ihe reconlieceir.
O .Sr. A.t.'aralranti :|O direito est provado
nos papis: lea o despacho.
O Sr. Xbilio : ^iie ji slaineute o que est em
qiestu se o fado do casa nenio, mediante a liceuja
da aduiiuislrar.io constitu o direito.
O Sr. A. Cavalcanli da um aparte.
O Sr. Abilw : Ku
que rae dem apartes, que
eco ans uobres dcjiutados
mo iliu-lrem rom com el-
les no correr da discussao; mas que nao desviem a
meu pcnsamenlo, fazenda da discussao um dialogo-
llourain-mo muilo os seis apartes, mas leuho me-
moria Traca e elles me disi raliein.
Sr. presidcule. se he esl lo nos negocios de adml-
iiislr.ic.ii. o presidcule da
deliberar cousa alguina tundente as reparlijes pu-
blicas, sem primehoouvi
ouvir a respectiva seccao
'autes dos seus iuteresses
se he eslylo no poder jud:
sera que seja ouvido sobre
rovncia por eteinplo nao
o respectivo chefe; se he
estilo que eslas reparlijei nao do seu parecer sem
ou seus agentes represen-
las diversas localidades ;
ciario ninguem ser julgado
os motvoi que lver para
proceder desle ou daquclh} modo; se finalmente es-
ein o direito de pedir es-
ta casa le ni obrigajao...
clareciinenlos por mlern d,u do presidente da pro-
ecimeutos publicas, para
cora conhecimenlo de caus deliberar, como prescin-
dir-se cm negocio de lauta' gravidade, qual o da dis-
tiibuijao da renda publica, na concessao do um do-
e, sera ouvir a reparlijao competente, que previa-
mente devia proferir o seu juizo sobre a questao do
direito, que dizia ler o peticionario'.'
Entretanto, Sr. presidente, corrobore! na sessao
passada a muiha opiniio, fundado simplesmenle em
miiiha memoria, com a ideia de ter lido os estatuios
dos estabelccimentos de raridade, nelles deparo urna
dis|iosirao que liuniava o direito da percepjao do
dutedei|iiem quer que casaste cora alguma das cx-
poslas, dizeudo enlao que nem lodos osquecasavam
tinham direito ao dol, dcjmonsIranJo assim eviden-
temente que a commissn nao podia ligar ao fado
do cisiniento o direito dd|eliciouario.
Um illuslre membro delta casa quo fez por muito
lempo parle da admiuislrajao dos cslabclcciiuenlos
de caridade. poz era din ida minlia asserjao ; nao
me surprendeu, porque erafim era acto de memo-
ria ; mas felizmente de-l vez nao me enganou ella
e eu trago a caa os estatuios desse eslabelecimcnlo
de 2 de junho de 1853, e|m cujas disposijo so ic-
os arligos 15, ( e i" sob
a epigraphc doler, o modo
jo? cu disseque -un, e
por que semelhaiiles dotaies se devem azer cum-
prir pela adminislrajao di patrimonio des orphaos.
Artigo i."> i l)
Dar por ventura algujna limilajao esla disposi-
illuslre raembrn que fez
parle da administraran dus esMicleciincutos ile ca-
ridade o conlestuu, mas cu vou mostrar, quo me
nao eugnnei le )
O artigo JG por lano faz uina exceprao a dispo-
sirao du artigo 13, faz dislinccao entre orphaas vin-
dos da casa dos expostos e
beleciinento.
O Sr. A. Cacalcanti -.
que entra nessa apreciajujo'.'
O Sr. Ailio : O juit he a adrrioislraj.io.
O Sr. A. Cavalcanli:
bar,
O Sr. Abilio: Mas
membro do parecer da commissao do pctirOes.
orphaas do proprio esla-
Mas quem lie o juiz,
o'.'
l he a .i.l ir i ii i-I ra., ni.
He o que eu quero sa-
lao ha oque quiz como
O Sr. A. Cavalcanli:
Eu meexphearei.
O S. Abitio : O aparte dn nobre depulado me
ubriga a ler o parecer da commissao. O nobre de-
pulado diz, que quer que
o juiz arbitro da aprecia-
cao do direito do peticin rio seja a adniiuistrarao :
islo he oque eu quiz, e pelo que inda agora insisto
he aquiilo inesmo queso oppoz a commissao ;e
paia prova vou ler o parejeer (le. ) Ora bem, diz a
commissao examinara! i o documento qual he
o documento/ he a cerli
illuslre commissao liga ao
reito da percepjAo do do
USr. A. Cacalcanti:
O Sr. Abilio : Pode
.lo do casamento, logo a
fado do casamento odi-
e.
Neg.
o nobre depulado negar o
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRQ
VINC1AL.
Seasa'a ordinaria da 3 de nulo de I85G.
Presidencia do Sr. primeiro secretario.
(CoDeluiSo.)
O Sr. Abilio: Sr. presidente, ha pouco acaba
0 honrado membro da dar ao nobre depulado que
ltimamente falloo o aef-uinte aparte. Se nao ha
antagonismo casta a discussao.
Sr. presidente, tendo outro dia lido a honra de di-
rigir a palana casa a proposito d.< prctenjao de
1 homo Vieira da Alcntara,que exige a salisl'.ir.'io do
dote que Ihe ha devido per ter casado coji urna es-
posta dos eslahalecimanlos de caridade, sorpreudeu-
ino a preeipitacao com que alguem enlendeu dever
semelhanle negocio ser apreciado: Lio grande foi
ella, Sr. presidenta uo a casa he leslemuiilia de
que foi al votada nma urgencia depois de breve dis.
cussao, na %aal eu me oppuz a esta precipilajao,
que parti mesmo da commissao.
O Sr. A. Cafleanti: Nao parlio da commissao.
O Sr. Abilio: Precipilajao, direi, que parti
da eofnoMn, que foi adoptada pela casa quando
volou o requerimenlu de urgencia ; ^nao apoiados) c
que impOe, Sr. presidente, ao depotadn que conlra
ella te prennndou a obrigajao de explicar a' casa o
teu procedimeritc
Pienhom de nos nesla casa procede, se nao cm vir-
todede motivas bom motivos, que o fazcm adoplar
ama opiniao sobre a maloria que se agita. Entao eu
dizia, que a nobre commissao diverga de mim, esla-
va mesmo em posijao diainclralmenlc opposla quan-
do Otaria qne um negocio de inlcressel inlciramente
parlinkr* um negocio que tenda a distribuir as
rendas da provincia, um negocio quo linha sido ai-
relo a estic-io competente, a admiuislrajao dos es-
Ubelecimentos de caridade, fosse de chfre volado
nesla casa sem a mais leve relleao, sem i mais sim-
ples inforniajjo.
O Sr. a. Ctatela ti : Isso nao quiz a com-
inisatlo.
titilo : Eu reproduzirci as palavras que
nessa ccasiao emprcgai na casa, dsse : que a cora-
mjssao qaera qae o flloMro .tepulado que propoz a
urgencia tambera querr quonoi ne=ocio que tenda
a repartir reoda da provincia, negocio era que se
tralava dO^espeader os dinlieiros pblicos, quera
arabo., diga, qua se prescindisse da informajao da
eslajio complanle, quando combaliam a minha
emenda no sentido de ser onvidu previamente i .d-
mimslrajl* dos eslabelecimenlos de caridade.
O Sr. Sifiino: Nem a commisslo, nem o no-
l>ra depulado que pedio a urgencia, tinham em visla
esbaojar os dinheiros da provincia.
O Sr. Abilio: O tenno esbanjat ho empregado
pelo nobre depulado, cu n.ij lhe lomo a responsabi-
'idade.
n Sr. SUfeajtO : MMMU nmlandls foi o que se
quizdizer.
O Sr. Abilio : Mas eu n.'in aulorisei ao nobre
depulado para Iraduzir os meus pensamentos.
A commissle nao qaiz etclarecimenloi qaandn se
que qui/.er, ale mesmo que ueste momento seja da.
A commissao den um parecer, que se divide cm -2
parles, I. diz respeiloao allegado do pelieionario,
c a !. dizexaminando o documento, he de pare-
cer que Ihe seja marcada, quola. O que foi que
detcrmiiiou a commissao dar i
he o docjmenlo? he a ce
o casamento he que d d
como a luz meridiana.
este parecer J qual
rtidio de casamento, logo
reto: islo he lio claro
(-miliiiu ni lo. Sr. presi-
dente, direi mais ainda que a disposicao dos estatu-
ios dos eslabelecimenlos de caridade prohibe, que
em virtude do casamento ,-em mais exarae tlgam se
concedan! doles, por que lestando dito no artigo I j
que quem casar lera lal elote, uo arligo i6 diz ; le )
Islo por que a casa dos caoslos esla a cario dos hos-
pilaes de caridade ; eis una eiccpjn regra geral
sobre I qual a commissao Sem reslriccao alguma ba-
seou o seu parecer, como se fosse ella absoluta.
Artigo (7 (le) A orphaa| que se casar ventajosa-
mente...... nao lera direito ao dote.
Quem asseverou sobre diados certos nobre com-
missao que Thom Vieira'de Alcntara nao linha
urna posijao vanlnjosa, e pV isso se Ihe poda, nos
termos dos eslalutos, conceder o dol'.'Quem so-
meote o podia dixereraal admiuislrajao docslabc-
lecimrnlo, por que ella na concessao da liceuja para
o casamento esluda a posf 3o, os meios da vida ele.
de quem pede urna orphi.i; por tanto s uislrajao podia orientar a commissao e a casa a res-
peilo do ion parecer, a me-nos quo a commissao se
n3o soccorra da tangente do dizer, quo a disposi-
j3o dos estatuios Ihe nao poda servil de base.
( lia um aparte. )
PorlavUo re n peticionar o casou com urna lilha do
eilabclccimcnlo ou nao, era preciso examinar ;nao
baslava que elle se qualfijasse coma noivo de orna
exposla.c ainda anuido cazasse rom expolian' com-
missao cumpria averiguar |scelle liaba posijao van-
lajosa, em cojas circumslaiicias nos termos dos esla-
lulos, nao podia (cr direito ao dote.
Crcio i visla do cipostb ler demonstrado, que
quando insist na casa ( a quem dou a precisa salis-
fajao ) para que fosse ouvlda a admiiislrajjo dos
eslabelccimentos de caridade, foi para quo osados
dalla uilu pudessem ser lachados de precipitados ou
menos rellcdidos.
justar en
Sr. presidente, lie j
dizer sobre a materia, com
fin- eitiuii. e hojudefendo. Agora poremdesccudo
a bypolhese, sei por iiiforniajncs de um empregado
desta casa, por informajocs de um nobre membro
delta, q-ic ouvioao regente do eslabelecimeulo dos
expostos, que Thomc Vieira de Alcntara receben
no auno de \X'> ou lH."il o-se dote pela verba Com-
petente, marcada na le do juramento, c o percebeu,
ouvda como devia ser a adiiiis(iar.lo dos eslahe-
casiao em que se trata de um casamcuto, o novo
peanle essa adiuinislraruo seus meinhros procurara
indagar, se elle est ou nao no caso de que falla o
rcgulaiucnto, de receber o dote e Ihe he concedido,
quando nao esli elle compreheudido as excepjdes
do mesmo regulamenlo. Todas as vezes pois que
a admiuislrajao rcronhcce.qiie.esse dol lie deudo.
nada mais ha a fazer, o quando nao ha quola, na
mesma liceuja se declara quo o prcleudeule lera de
espeiar ate que baja quola sulllcieule para essa pa-
ginante, lie sabido Sr. presidente, que a assem-
blea lodos o anuos, ou ao menos quasi sempre que
aqu se apretenlam prelcnjoes desta uniera, proce-
de deste modo consigna urna quola para doles en-
globidameule, e dessa quola he que se devia tirar
aquella que liaba de ser dada ao pelieionario, caso
elle anda nao livesse recebido.
Sr. presidente, a assemblea nao he mais rmpe-
teme para exaraiiur se fulano que casou cora a or-
phaa tal, lem ou u,io direito de receber o dol, por-
que na occ,i-i.io do casamento he que se entra nessa
apreciajao, o depois de feilo o contrato e promctliilo
0 dol ala badirelo de se uegar o mesmo dote, que
esta recoubecido ja pelo juit competente, he mate-
ria siuiplesmeulu de execujao, pertence a admiuis-
lrajao, .i cargo de quem est o julgar das liabilila-
Jes, e quando nao ha qoota, declara que o indivi-
duo lera de esperar ale que ella se vol.
(lia um aparte.)
llecebe porque ha direito adquirido e a decisao da
assemblea serve para rcgularisar a preferencia.
|lia um aparte.)
A questao he diversa, cu quero mostrar que toda'
as vezes que aqu se apreseular algum individuo re-
querendo um dol pela forma porque este o fez,
com umscmelhaute despacho da admiuislrajao, seu
direito esta recoubecido pelo juiz competente, como
mesmo asseverou o nobre depulado que me prece-
den, poi lano Bit pode haver din ida da parle da
assemblea, ella nao pode negar csse dote, se elle for
devido o se ainda nao foi dado.
O Sr. Abilio:Quera liega islo'.'
OSr. A. Cavalcanli:lia entralo, Sr. pres-
deule, que a emenda que lem por lim exiuir, que
so pejaiu informarues a adiuinislrajo dos eslabe-
lecimenlos de caridade nao podo ser proveilosa, mes-
mo |ielo lado de evitar qualqucrduplicata, que possa
ser cousequencia da decisao allirmaliva da casa ; c
para n.io perunllir que cssas duplcalas so deem, he
que a rominisso csUi disposla a fazer urna modifi-
caron uo seu parecer em ordem a ser salisfeilo o
dote pela administraran, se por acaso ja o nao
foi:
gSr. presidente, a commissao n.ui leve por lira se
nao reconhecer o dol, a cominUsao nao quiz, como
disse o nobre depulado, que so mrcame uina quola
especial a respeilo do peticionario, da palavra eslij-
los te nao pode deprebender se nao o modofindeler-
minadode que se usa as quotas para semelbantei
lin- consignadas as leis anteriores.
O Sr. Abilio :Enlao foi de mais o parecer.
O Sr. A. Cavalcanli:Sr. presdeme, a questao
veio por superlluidade a assemblea provincial, por-
que csse dol iudepcndenle da appruvaj3o da as-
semblea, podia ser pago o he isso mesmo o que eu
deduzo das palavras do nobre depulado, que asse-
verou ler csse individuo ja sido embolsado do refe-
rido dote. Se o prcleudcnte recebeu independcnle
da decisao da assemblea estando o negocio aedo
a ella, he claro que ella podia deixar vde iutervir
para a deci>ao desse negocio.
O Sr. Abilio :Para que deu o parecer .'
O Sr. .1. Cavalcanli :A commissao quer que se
marque quola.
O Sr. Abilio:Mas se he superlloidadc, como diz
0 uobre depulado.
OSr. A. Cavalcanli :lie superfino o fado de
ler recorrido a assemblea o prelendenle, porm nos
podemos decidir sobre ludo.
O Sr. Abilio :Neg. |
O Sr. ./. Cavalcanli:ludo quanlo lie delusi-
vamente provincial.
O Sr. Aliio:Sobre o quo he surpcrlluu, nao le-
ntos quo decidir.
O Sr. A. Cavalcanli:Sabe-se que a consc-
quencia do casamento he receber urna quola, e leu-
do a admiuislrajao dos eslabelecimenlos de caridade
recoubecido o direilo do peticionario declarando
1 nuil,. que por falta dequota linha elle de esperar
por esse dol, a commissao obrou muilo em regra,
determinando que na forma do coslume se marcaste
este auno essa quola.
O Sr. Abilio :D um aparte.
OSr. A. Cavalcanli:Digo que he superfino o
pedido, porque independcnle da decisao da assem-
blea o peticionario podia receber o dote, se para isso
bom e-e quola.
(Ha um aparle.)
Supponlia-scque a quola que se consignar n'um
anno nao he suflicienlc para satisfazer a lodos os do-
les quo saodrvidos.
O Sr. Abilio :Islo he hvpolhesc.
OSr. A. Cavalcanli:Mas nao he gratuita,
he antes milito razoavel. Eu e o nobre relator da
commissao concordamos cm fazer urna modilicajao
no parecer de mantira a nao haver duplicala ; mas
ii.o a respeilo do reconhecimenlo da divida a res-
peilo de eslar incluido na quola desle anuo o dote
do peticionario, urna vez que ello nao linha recebi-
do ; nisso nao ha incouvcuientc. I'ode-se dar a I15-
polbese que ia figurando de o n.'in (er o peticionario
recebido, no enlamo a quola desle auno ser bstan-
le para pagar todos os dotes vencidos; e assim para
Dio ser preterido o peticionario, deu a commissao o
seu parecer c rcgulou a preferencia relativamente
aos oulros : esle he o peusamento da commissao ex-
plicado em dous discursos pelo seu nobre relator, c
tambera por mim.
Quanlo a contradirn que quiz o nobre depulado
que me precedeu encontrar no parecer da rominis-
ako, pcrmilla-me dizc-lo,que ou a commissao senao
fez liem compiehendcr 011 enlao o nobre [depulado
neo deu muila allcnjao ao que vera consignado nos
domnenlos. Sr. presidente,quando a commissao cu
laman que o direilo do pelieionario eslava resonhe-
cido a vista dos documentos, referio-sc ao despacho
que vera no consenlimento para o casamenlo, que
diz : ( le ) Su linha de esperar pelo dol no -cutido
da decisao da adminislraclo, que rccouhcco clara-
mentc o direilo que lem ,1 peticionario, donde se
esse direito, poi isso que a adminitrajo u tinlia
ri-conbi-cido e ladininislrao.lo era o juiz competente
nesta materia.
As informareis pedidas, Sr. presidente, nao po-
llera aproveilara esta casa e a questao pode ser de-
cidida iramedia'ainento evilando-se duplicala, por-
que a questao agora he loda de ezecueto, nao nos
compele, e par; 1110 lomar mais lempo a casa com
uina questao iiailil, ca vou ollercccr urna emenda
queexpriminda o pensamcnlo da commissao, satis-
far'os escrupilos do nobre depulado, e fara' dc-
sapparccei todis as difliculdades. Ella he a seguid-
le (le. )
Vai a mesa e apoia-se a seguinle emenda.
A commissao ie de parecer que pelos canaes com-
petentes sejam rcmeltidas a admiuislrajao dos esta-
O Sr. I.acerda : O nobre depulado sabe qual foi
a aulorisajao que a asscmhlC-a deu ao presidente ?
O Sr. S. l'orlclla-.Aiuii inesmo que esse regu-
lamenlo ralo depon.la da nppiuvar.10 da casa, labe O
nobre depulado, que as leis nao podem ter clfeilo
retroactivo, eporconsequencia o regulamenlo do au-
no pissado nao podia/lecidir.uma qoesto anterior, e
por eaneegaiala ainda prevalece a minha opiniao de
que o caso devia ser decidido pelo regulamenlo-de
1817.
l'm Sr. Depulado : Una das excepjes he o
cdigo criminal.
O Sr. S. Portilla:Nao lem paridade o argumen-
to do nobre depulado, porque ne,se cajo Iralava-sc
da applicaj.'o de pena maior ou menor, c presente-
mente lrali-se de um contracto celebrado quando
uelccimenlos de caridade, para satisfazer caso nao o vigorava esse regulamenlo, a visla do anal um indi-
-i 1, 1 ..... ..I .___!..__..,..____ ., I .
lenha feilo pela verba volada para semelhaules do-
tes.S. W.A. Cacalcanti.
OSr. Silvim diz que pedio a palavra.unicamcnle
porque a islo onhrigou o nobre depulado o Sr. A-
bilio, rcspoiieudo a um aparle que itera elle orador,
quo nada ou qtafl nada tem que accrcscenlar a dis-
CUSflo ja b*viai ; por quanlo toda a assemblea sa-
be que a polirionario recebera o dote de que se tra-
a : que lodavii dir em defe/.a da commissao a que
se altribuio, a-sim como ao nobre depulado que re-
quereu a urgencia da diicussao do parecer, facilida-
de em dispensar os dinheiros pblicos em favor de
um individuo, qoe beir. podia eslar as condijoes de
11.10 dever receber o dote, que em nada pode preju-
dicar aos dinheiros provinciaes a admissao do pare-
cer, por isso que leudo de ser dado o dote pelo co-
rre dos eslabelecimenlos dcearidade, nao he desup-
pr, que ja cooslandi al o pagamenlo,'se o lizesse de
uovo, mas que todava para dar urna 'prova de sua
docilidade, e por nao desejar que a assemblea tome
urna deliberaran dispensavel e intil, aceita a emenda
apresi otada ,10 parecer da commissao, pura que se
ouja de novo a directora dos estabelecimentos de
caridade.
O Sr. Sascimmlo Porlclla: Sr. presidrnle, se
he grande o meu reconhecimenlo, como membro re-
lator da coinmiisao de petijes, cujj parecer ora se
discute, por vera maueira benigna cora que a tralou
o nobre deputaio, que em primeiro lugar fallou a-
quilatando juslnnente as inlenjOes da commissao,
por outro la lo r.o posso deixar de sentir, que lives-
se a commissao sido novamenle censurada miquillo
que em urna das sessoes pastadas o noble deputado,
que apresenlou a emenda ao parecer julgou, que
n.lo brava bem a mesma commissao ; posso deixar
de reparar que leodo eu fallado logo depois desse
Sr. depulado, e lazendo senlir que as suas proposi-
jcscrain de alguma sorle ollensivnsao melindre da
commissao do que fajo parle, e leudo o nobre depu-
lado sido o primeiro a dizer, que nao era das suas
iutenjes offender a commissao, e que se as suas pa-
lavras ni licuv.tin esse sentido, elle as retirava, (pro-
cedimenl que me privou de poder responder-lhe
de om modo conveuicnle i minha dignidade, i da
commissao e da casa j, viesse elle boje novamen-
le emillir asmesm.is proposijOes que havia retirado
nessa estao passadn.
O nobre depulado que fallou em primeiro logar,
tratando de oppdr-se ao parecer da coinmiisao, dis-
se, que elle linha lido por lim fazer urna innovaran.
que a commissao linha no seu parecer aconselhado
qutscestabelecesse urna quola especial, e por este
fado nao linha depoiilado na adminislrajao dos esla-
belecimenlos de caridade, aquella coufianja que
qualquer dos membros desla casi devia depositar.
Kespondendo a estes tret pontos da argumenlajio do
nobre depulado, alguns dos quaes ja foram sulticien-
lemcnlo respondido- pelo uobre membro da commis-
sao de que faro parle, permita que Ihe diga, que o
parecer da commissao nao leve por lim estabolecer
orna iiiiov.icaii, que nao teve por lim que se mar-
casse nma quola especial, e qoe finalmente, longe de
mostrar pouca confianca na administrarao dos esla-
belecimenlos de caridade, he pelo conlrario.'baseado
nessa mesma conlianja que expressou-se por aqoells
modo. ( Apoiados.)
O Sr. Pereira de /litio: A potado.
O Sr. S. Portella : -Quando a commissao leve
de emittir o v iuizo acerca ?do requerimento, s-
brelo qual deu l recer, |dirigi-mo a nm dot no-
bres] depulados 1 o por muilas vezes tem lido as-
cnto nesla casa, 1 que lem sido membro lambem da
adraiuistiajao dos eslabelecimenlos de caridade, e
perguntei-lhc qual a forma, qual o modo porque es-
la assemblea lem legislado sobre eale negocio, islo
he, quaudo apparecia algum requerimento seme-
lhanle pedindo dol em virlude de casamento de al-
gumas das exposlas, qual a maueira porque isto se
regulava ; se se| marcava quola especial, ou se re-
melliara-se esses papis i admiuislrajao dos eslabe-
lecimenlos de caridade com alguma resolojao. Kes-
poudeu-me elle, que esta assemblea n.lo coslumava
votar quola especial, e que lambem nao costumava
as despezas eveuluaes determinar quola para paga-
mento dos doles, sean,q 11.1n.lo alguem qae ii rlese
julgava com direilo.o viada reclamara esta casa.
f m Sr. Deputado : Islo para mim he inno-
vajao.
O Sr. A. Portella:Eu qucrolexplicar a mancira
porque procedeu a commissao. Pouco me importo
com a allusao de precipitada, de esbanjaudoura dos
dinheiros pblicos com que foi qualificada a com-
missao.
O Sr. Abilio : Allusao nao he pirrase paila-
mcntar.e se a minlia declarajao val, eu pejo-lhc que
nao insists nisso.
O Sr. N. Portella : O nobre deputado insisti
em que a commissao linha sido precipitada.
O Sr. Abilio : O que nao admiti he a phrase
o allusao .
OSr.ttf. Portella:Seta asseverajao. Asseverou o
nobre deputido que a commissao linha sido preci-
pitada, c que quera esbanjar os dinheiros pblicos.
Essas assevcrajoc eslao bew onge de locar,de offen-
der a commissao. *'
O Sr. Abilio : (lo fiz rssa asseverajao.
O Sr. A. Portella: Quiudo ouvi a maneira por
que o nobre depulado que fallou era primeiro lugar
tralou a commissao, e ouvi ao nobre depulado aulor
da emenda, nao pudo deixar de me admirar.
Eu, Sr. presidente, acho a qaeatlo tao pequtna,
lao justificativas as razes que le arara a commissao
de petijcs a dar o parecer que se discute, queme
julgo mais que dispensado de enlrar nesla appreci-
lodas
rasa de
da ra
nle o quo me occorro a
referencia aos principios IConelueSr. presidente, que a coinrais-o enlrnu na
apreciarn devida da qncsl.io, entrn na indagajao
do direilo que linha o pelieionario a receber o dol
cm conscqucncia do casamenlo ; cntrou na apn-cia-
jao do que vera consignado no regulamenlo desse
eslabelecimeulo. E a mesma administrarao reco-
nlicrcu esse direilo reronheceu que a vi-la do regu-
lamenlo o peticio.iario eslava no raso de receber o
dote qae logo Ihe nao foi dado cm conseqaencia da
Icciniculos de caridade ; sei lambem, que esse lio- haver quol, e tanto he assim que segunda allir-
mtm j nao existe. Estes fados, he verdade que ma ""I"''-- depulado ellcelivaraentc o pelieionario
mo foram simplesmenle allanados por um cinprrga- fo' embolsado depois de c-laro negocio fibrina
do da casa, c pela iiiorruaro da um illuslre depu- commissao.
lado, qoe leve o raidado,( para poder volar coneei- | Assim, Sr. prndenle, a eammiulo u.,.. de-dalla
eii.'i.,- inipi lo, de ir 11 I -
regile da casa do: eiposlo
r aemelhaulo negocio do j siinpleunente dn fac do rasaiueinulii o di'jeilo a re-
mas a ser Uo exacto' | ceber o dote, e palo ctmlrario enlendeu, Ve havia
aao
.1.1.
ojie.
Felizmente, para a commissao ja consta qne css.
homcm linha recebido o dinheiro, felizmente, para
a commissao ja consta que elle nao existe, e portan-
toa commissao o que fez, nao foi mais do que ma-
nifestar seu zelo para que o requerimento nao ficas-
se as pastas por dout e tres annos seca ama decisao
qualquer.
Como ia dizendo, cuexpliearci os motivos que le-
ve a commissao para dar o parecer qne se discute.
Esse nobre membro me aili.mjou que a assemblea
nao coslumava as despezas evenlutes mencionar
quanlia alguina para dotes, sem que algum preter -
denlo se apn-senlassc.pedindo o pagamento i esta as-
semblea ; que Man caso nao votava quola especial,
mas sim urna quola para doles, e que depois o peli-
eionario apresenlava-se peranle 1 cstajao competen-
te para justificar o seu direilo, allegando que ja ha-
via quola.
Justamente, levado por estas informajocs do um
noble membro que merece moila considerarao, en-
lendi dever lanar o parecer da maneira porque esla
cscriplo ( le \
Eis-aqui manifestada peritamente a informaron
que eu como relator da commissao, li\c do unliro de-
pulado a que me retiro. Elle disse-mo que segando
os eslj los, era esla a marcha a seguir, que segundo os
eslv los na occasiao em que se volava o cr carnelo se
designava quola,e por consegrante quando se tralasse
desse orcamenlo era justamente quando leria de ser
deferida essa prelenrao. Eis-aqui as razes que leve
a commissao para dar esle parecer.
A commissao, Sr. presidente, nao poda deixar de
saber, quo era do sua rigorosa|obrigajao conhecerper
feilaincnle a legislarn a que o requerimento do pe-
lieionario se referi, [ regulamenlo dos eslabeleci-
menlos de caridade i e rae parece que a curamissan
procedeu cm regra a vista mesmo desse regulamen-
lo. E, na sirva de prova a citacao de tres arljgos
do regalamentode 1855, a quejo nobre depulado se
soccorreu, por i-so quejesse regulamenlo ainda ncm
se quer foi approvado por esla aetembtea, he um rc-
gularaento confeccionado 110 annopassado, que ainda
ralo foi appiovado.c tendo lido lugar o casamenlo do
peticionario 110 anno fie IK>.t, nao podiam por ccrlo
(er applicacao nutras disposirocs que n.lo as do regu-
lamenlo de IS7, regnlamenln qae ainda esli em
vigor por isso que o nutro nao fui approvado, a por
lauto nan pode prevalecer a arguraaataoao do nobre
depulado.
viduo se julga cora direilo a ora dote, e por couse-
quencia essa questao deve ser decidida pelo regula-
menlo quo eslava em vigor qaando elle con Iratou.
Tenho, pois, dado as razos pelas quaes a commis-
sao enlendeu, dever dar o seu parecer ; nao me sop-
ponlio, c pcln contrario, acho bom que se exijam
quaesquer csclarecimentos.que por ventura qualquer
senhor deputado lenha de exigir de algiima eitajao,
c se cu nao preciso desses csclareeimentos, nao posso
concorrer de maneira algama para que qualquer se-
nhor deputado os deixe de ter, o mais ampios que
Ihe for possivel.
Eslou, pnis, disposto a volar por quaesquer escla-
recimenlos que se queiram exigir, e como membro
da commissao nao posso deixar de approvar a emen-
da do honrado collega, que comigo assiguou o pa-
recer.
Verilicando-se nao haver casa, o Sr. presidente
designa a ordem do dia e levanta a sesso.
Sestaa' ordinaria em 3 de auto de IS56.
Presidencia do Sr. primeiro secictario.
As II liums feita .1 cham.1,1,1, vcrica-sc haver nu-
mero legal.
" Sr. Presidente abre a sessao.
O Sr. segundo secretario lat a (citara da acia da
sessao antecdeme-, que se anprova.
He lida e approvadn acia da sesso ante-
rior.
O Sr. primeiro secretario IC- o seguinle
EXPEDIENTE.
Lm ollicio do secretario do governo, remetien-
do as coiil.s da reccila e despeza da cmara da Vic-
lona.relalivas ao anuo financeiro de 18S1 a 1855, e
bem assim os orjamenlos par 1856 a 1857. A
commissao de orjamrnlo municipal.
Outro do mesmo, declarando que foram expedi-
das as couvemenles ordens a cmara municipal des-
ta cidade, para a chamada de um supplcnle na vaga
qnedeixon o Sr. JoAo Alfredo Correa de Oliveira,
cuja eleijo fui cousiderada nulla, Intcirada.
Urna petijao dos ajudanles de cugenheiros Feli-
ciano Rodrigues da Silva, Pedro de Alcntara dos
Goimaraes Paiiote o Jos Ibrii de Caraiba J-
nior, pedindo o augmento de seos ordenados.A
commissao de ordenados.
Outra de Jos da Maja, pedindo a esta assemblea
um emprestimo de 5:0UU5(X)0 rs. pelo lempo de cin-
co annos, para a miro luc.iu nesta provincia de urna
machina de decarojar algodao, de ana invenjao. __
A commissao de peliroes, industria e arles.
Oulra do vigerio da Varzea, Feliciano Pereira de
I.ira, pedindo quma para a conclu-.io das obras de
sua matriz A'commissao de orjameulo muni-
cipal.
He lido, julgado objeclo de deliberajo e manda-
do imprimir o seguinle projecto :
A assemblea legislativa provincial de Per-
narobuco, resolve :
a~ Alt. 1. O governo tica autorisado para, eotcn-
dendo-se previamente com os poderes geraes, fun-
dar e estabelecer urna colonia gricola na comarca
de Oaronbuns, destinada especialmente a cultura d
fumo.
Arl. 2. Para realisajan desla medida fica auto-
risado a contrahir o empreslimo da quantia pre-
Paco di assemblea legislaliva provincial de Per-
nambuco, 90 de abril de 1856Autonio Epaminon-
das de Mello. '
He tambera lido e approvado o seguinle pare-
cor '.
n I.uiz Francisco Vieira de l.una, continuo da se-
cretaria do governo, tendo sido chamado desde 5 de
marea de 1851 ale o presente, para coadjuvar ..s tra-
pillos do respectivo archivo, nao sendo entretanto
dispensado das funejoes de seu emprego, pede a es-
ta assemblea que Ihe arbitre urna gralilicajo para
que seja compensado ii augmento de trabalho que
tem tido.
A commissao de ordenados, a quem foi presente o
requerimento do peliccionario, uecessila de que pe-
los canaes competentes soja ouvido o governo da
provincia sobre pretenjao do mesmo peliccionario,
alun de que possa emillir parecer sobre ella.
o Sala das coicmissoes da assemblea legislativa
provincial de Pernambuco :t de maio de 1856.
I beodoro Machado Freir Pereira da Silva. Au-
gosto de Sooza Uto. Siqueira Cavalcanli.
(Contiuoar-se-ha.)
------- inaiiai ------
PAGINA AVULSA.
3J^' SHA 8
A noticia que mais vona rom esles o aqttelles
aponlamenlos, lie a da prxima chegada do eleito
presidento desta provincia.
No domingo deu guarnic,o o balalhao do
Recite, o domingo vindouro dar o de Santo An-
tonio.
OSr. Antonio Rodrigues Pinlieiro. por parle
da commissao beneflcenlo de S. Jos, nos infor-
ma por un documento, que a casa da ra dos
Mailyiios, onde resido Francisca Antonia Bene-
dicto, stusnetes ornis duas companlieiras, (oi por
varias vezes soccorrida cora alimentos, baetos, len-
ces, camisa o dinheiro. Em nossa mo para a
relacao dos soccorros, qual prestamos toda f,
O Sr. Antonio Candido da Silva nao tem
castigado o seu pupillo Gamillo, como alguem quer
fazer crcr: pratica summe urna das obras de mi-
sericordia rom brandara.
Muito mal avisado andou o governador Luiz
do Reg, quando mandou arrancar das casas ter-
reas desta cidade as unipcmas. Se ellas exisiis-
sera, talvcz que tantos escndalos no fossem pra-
ticados presentemente nessas jelosias, porquo o
que olhos nao vissom corac-o nao desejaria. Cer-
tas muchaxas, que moram onde Igoez foi victima-
da, pralicam actos por dentis improprios a urnas
senhoras: tumam por devoco nao so dirigirem
chascos a quem passa, como exercera sem o menor
realo oulros actos que nao sao regulares.
Ceno guarda de fiscal lie urna obra acabada !
Ouando loma suas monas usa de urna especula-
Sao, que nem a lodos occorre entra por dentro de
urna talicrna, o quer ludo fiadinlio da silva: que
menino atilado! Pois cohiba-se, amiguinlio, que
o que est em urna taberna ruslou dinheiro, enera
sabio da rounicipalidado.
>a ra Imparta!, junio ao ehafariz, liouve
no domingo i urdo um cmbale de pedras entre os
meninos do povo: lodos goslaram.
Indo certa senhora com seu marido n'um car-
ro, a urna reunido na Boa-Vista, 110 sabbado, suc-
cedo que caite na ponle o lenco da madama (que
era depreco); um outro carro quo ia cm contra-
rio parou qaando O lenco cabio, o cocheiro salla da
almufada, apanha o lenco e loca os cavallos. A
senhora dando por falla do lonojo julgou-o perdi-
do, mas seu marido assim nao pensou, manda vol-
lar o carro, c chegou atrevessar-se adianto do ou-
tro, de sorto que tendo vollado da ponle da Boa-
* isto foi cnconlra-lo ao arco de Santo' Antonio,
podio o lenco ao cocheiro, mas este negott que tal
lenro nao tinha visto, etc. Desengaados vao pa-
ra a reuniao.. .e l apparece o lenco.
Um cocheiro do estobclerimenlo do Sr. Maia,
no Recife, apossou-so do lonco de urna senhora
que lito eahiri do carro, Sr. Justino da cochei-
ra do Sr. Rissos, sabondo quem era o Loleciro,
pode obler ilclle 11 leen, e o renielteu a seu dono.
J se furia bem entre mis.
Do agora cm pedir csmollas na ponle da
Boa-Vista urna sucia de criuiilinhas, que com fa-
cilidadu teetn adiado quem Ihes queira fazor seus
bens: nao liamciode vida raaissuave, anoilcrc, to-
ma-seummulamlio, ta[ia-soacara ecabeja laia de
caps de fraile ra un lio, vai-se para a ponle, gri-
ta-so, c a forra de muito gritar sempre tirara seus
cobres, c assim o trabalho licito lio desprezado pa-
ra esse vivar de mizerias; a polica deve fazer re-
collieretnse, ou as suas casas ou aoasylo dos mendi-
gos, a seren alcijadas c cegas.
Consta-nos, que lia das, na ra Imperial,
um celebre Antonio de tal, da Casa-Forte, espan-
rra com ninas cotilas a lilha do crioulo Trinda-
de. que lieos baja.
A ra Augusta est transformada n'um mar,
alm das mares que a penetrara, as dunas tem
alagado da tal sorte, que os carros j encontrara
alguma dilliruldade era transitar por all.
Ainnandadedo Sr. dos Martirios carrafa
em capricho em n2o aporfoicnar a raleada de sua
groja.
Fallase n um baile no salo do iliealro: que
venha quanlo antes, pois as mojas (netr
falta de dislracces estao inventando cm q te se en
trelenliam.
Nao se supporla o fedor horrivel daj
una f.iieira ou ateiro, que mora no lim
Augusta! Quando lomar Illma. urna previdencia
pie nos livre desses chorumes?
A ra/.o porque nao se calca a ra 1 o Hos-
picio? Porvenlura a nacao nao precisa tonto de
raocidade esperancosa ? Parece que vivemot em urna
Ierra debotocudos! Caloem cssa ra paraqi eos aca-
dmicos nao raiaiii dountcs.csiudemcdcein iroveilo.
Entendemos que os soldados nao. de cm an-
dar as ras como prelos ganliadorcs ou mendigos,
e pus ns, Majal arregazadas, cm mang s de ca-
misa, e mizeraveis casquetes de palha Dbro s
cibecas: tem succodido que muita gente ism cha-
mado um soldadocrioulo suppondo que 10ga-
nhador: o soldado ou fardado ou decenti mente a
paizana, isto he decalca, jaqueto, sapalos ;chapeo
correspondente ao resto do falo. Estol tos bem
persuadidos que o Exm. Sr. general lind, nao te-
ve scienciadesse abuso, o qual so parte des solda-
dos, que illudindo as vistas dos seus com tandan-
tes, querem transitar pelas ras romo stao as
companhias (casas onde esto as tarimbas )
Sa segunda-feira, 6 do crreme, hmve em
todos os corpos de linha desia capital a u tima re-
vista de inspecgo, em grande uniforme, p< lo Exm.
enera I Sera-
Tem liavido grande abundancia de 1 tarmela-
da azeda, porque alguns toberneiros, sabe ido que
o vinho do Porto linha muito extraccao ni s hospi-
toes, fizeram della cncommendas avultada 1, por-
quanto pensaram que haveria goral esfalfa o, com
effeito houve a osfalfaco, mas a marnela la licou
as pratelciras :que marnelos !
Consta-nos que certos rapazolas andat 1 noile
vestido) de saia c timo, un ha que por s ia altu-
ra be bem notave!. A polica que trato 1 o averi-
guar esse facto.
Ha na casa de um Luciano, na ra Imperial,
urna mulher toda contusa de chicote, que all fora
rccolhida ; he da freguezia dos Afogados.
A polica que lome sob sitas vistos os cni-
cos do sobrado amarcllo, que fica confmn a ao pa-
lacete da ra Augusto : all joga-se muili o muilo
se brga !
Por compaixao' sabores da limpsza, lan-
cem suas vistos de lynce para o becco do s Pecca-
dos Mortoes, cuja lama ha capaz de afogar um boi
quo tenha a barriga pomas polegadas a:ima das
pernas. Mais cuidado, olhem o der.rcsci nenio do
cholera, depois nao digamninguem nos avisou.
Al amanhq.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DB96DI ABRIL
DE 1856.
Presidencia do Sr. Baro de Canibl ibe.
Presentes os Srs. Reg e Albuqaerqoi-, Reg,
Barata, Mello, Gameiro, abrio-se a sesso, c foi li-
da e approvada a acia da anlecedeote.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE:
Um ohicio do Exm. presidente da provincia, ap-
provando o contrato que a cmara celebrou com o ci-
dadao Antonio Jos de Magalhaes Bastoi, | ara des-
aprnpriarao dasua casa mei'asua, sita na ru 1 do caes
projectada ao norte da ponte velha do Rec fe, pela
quanlia de 1:51108000. Inteirada e roandi u-se ex-
pedir nrdeiii ao procurador, para aceitar I itt.-as da
referida quanlia, a 3, (i, !l e 12 mezes.
Oolro dn mesmo, mandando expedase ; cmara
diplomas oilo deputados supplenles, afim ie serem
preenchidas as vagas existentes na a-sembla pro-
vincial, como foi por esta resolvido. Uue se com-
prime.
Oulro da administrarlo da companhia de Bebe-
ribe, respondendo nao ler sido a compai
Ina que
mandara collocar a laboa, que serve de p issadico
junto a porta do viveiro do sitio da fiama de Hereu-
bino Alves da Silva, ncm Iba -er necessario o mesmo
passadiro, pelo que nao podia annuir re |uisirao
desla cmara. Resolvcu-se que o engenhetro cor-
deador mandassesubslituir a laboa arruinada por tres
cnchames de boa qualidade, alim da comervar o
transito dos que por ahi passam a p, na i ccasiao
das endientes da marc.
Oulro do juiz de orphaos e ausentes, b icharel
Abilio Jos lavar,., da Silva, participando uo por
ter de tomar assenlo na)assemblea provincialJ paita-
ra a vara ao supplcnle juramentado.Inleirlada.
Ootro do administrador do cemiterio, remetiendo
as rolar,,?- de pessoas livres e escravas. que fallece-
rn! do cholera nos mezes de fevereiro e miirc.o,
foram sepultadas no cemiterio, alim de se cobrar das
familias, a quem pertenciam os cholencos, a lava das
sepulturas ; e acerescenlava que os esclarccimentus,
acerca da residencia d'essas familias, que fallara as
relaQocs, se encontrara as publicarles moriran,1-
feitas peto Diario de Pernambuco.Qat fosfcem as
relacoes remettidas ao procurador para arreqadar a
importancia das sepultaras.
Outro do fiscal de S. Jos, informando quejo lu-
gar em que pretende Juan Jacinlhe de Medoiro- Ro-
sendo, eslabek-oer padaria na prala de S. Josl, nos
fundos da casa de Jos Jacomo Tasso Jnior, est
destinado para este lim pela postara addicional del;)
junho de 185..Concedeu-se a licenca.
Oulro do fiscal supplenle, que esleve em excrcicio
na freguezia dos Afogados, participando quo asi mul-
tas que impozera por infracc.10 s postaras imporla-
ramemreis 1309000, dos quaes li0900()j tinham
sido arrecadados ; e pedindo Ihe mandasse a cmara
pagar o ordenado de queo julgasse merecedor, a-sim
como a quantia de 17?000 rs., que despenden nos
seus transportes, por diversas vezes, aos lugares mais
distantes do centro da freguezia.Mandou-se
o ordenado que teria de receber o liscal effecti
pens, bem como a despeza de conduccao.
Oulro do administrador da companhia de r leiri-
nhos, dando contado serviro feilo de ti a 18 d
rente.Qoe se publicaste."
O Sr. Mello fez o seguinle requerimento ata foi
approvado :
Constando que existe orna salgadeira no
prximo a igreja de S. (iourallo. a qual lem dado
lugar a qoeixas pelo ftido que exhala, requeiro que
o liscal respectivo informe respeilo. 6 de abril
de 185fi.Afello.n
Jo3o Xavier da Fonceca Capibaribe, requeren a foi
nomeado liscal supplenle da freguezia dos Afolados.
Resolvco-se qae ie ofliciasse au Exm. presidente
da provincia para providenciar sobre a dirtcrjo da
obra do maladoaro de conformidade com o qae Ihe
expois a cmara em dala de 9 do correte, qlando
leve de informar acerca do ollicio do director mini-
no das obras publicas ; c a l tender ao pedido qae Ihe
fez a mesma cmara em ollicio de IT de oulubro do
anno passado, e 16 de Janeiro deste anno, sob s, 8J
e 10.
Desp.ichanm-sc.T- petcopj de Antonio da Cotia
Reg Monteiro, de Antonio Germano Cavalcaati de
Alboquerqse, de Antonio Jos da Cosa e Silva,
Francisco Gomes de Oliveira Sohrinho, Francisco
Aotonio das Chaas, llcnrique Marques I.ins.Joo
\avier da Fonceca Capibaribe, Joaquim Francisco
de Paula Estevcs Clemente, Marcolina Pereira da
Conceitao, Manoel Antonio dos Passos c Silva, Ma-
nocl Ignacio de Oliveira, Manocl I.uiz da Veiga e
oulros, Pedro Jos de Farias e oulros guardas mani-
ripaes, Sebastian Jos do Reg Brrelo e Vicente
Ferreira Gomes, e levanlou-se a sess.lo.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretorio a subscrevi.
farao de Capibaribe, presidente. Reg Athu-
quenjuc.Caeta.llego.Mello.
Jos, pardo, liberto, 1 anno.
Jote, branco, eiposlo, 3 mezes, pobre.
Ignacio da Silva Simia, branco, viovo, 70 aonos
Manuel, branco, filho de Joao Joaquim Barbosa,
Amelia, branca, exposla, 2 annos, pobre.
Miguel Patrao, Africano, liberto, sollairo 50 >n.
nos, pobre. '
Maria, brauca, lilha de Antonio I.uiz Sanios, 2
Rosa, branca, lilha de Joaquim Francisco de Alhn.
querque Santiago, 4 mezes.
Jos, Africano, escravo de Jos Luir, de Sooza Fr-
reira, 2 annos. "*
Theodora, crioola, escrava de Alcsandra Rodricues
de Alrneida, 10 metes.
Maria, parda, lilha de Valentina Soares Pereira, 3
dias.
Domingoi Pereira Freir, branco, tolteiro, 16 an-
nos, pobre.
Ignel de BritoMoura, branca, casada, 70 annos.
Ignez Barbalho Lchiia Lins, branca, viova, 47
annos.
Jos, Africano, liberto, sollelro, 90 anno, pobre.
Anua Candida Cezar Contiuho, branca, casada, 35
anuos.
Francisco, pardo, escravo de Gouveia ot I.eite, <0
anuos.
Feliciana Pereira de Sa, branca, solleira, 80annos.
I ra,cisco, crioulo, escravo de Manoel Jos Goncal-
ves, 22 unos,
l'm pirvulo ( ignora-se ). pobre.
Mana, parda, lilha de Jos Alexaodre Gome?, b
dias, pobre.
Maria, parda, exposla, 1 mez. ^
Gerlrudes Maria do l.ivramenlo, parda, salleira, 8i
anuos.
Padre Leonardo J0S0 Grego, prioste.
Illm. Exm. Sr. -Tenho a honra de enderecar ,,
V. tic. o presente relalorio contendo continuara
do serv.eo do accio das ras, reito .ob minha diric-
cao.do da \ a 26 do correute. Foram novamenle
limpas as quatro rregu-zias as seguintes mal! La-
pa, Moeda, Amorim, Senzalla Nova. Velha Gua-
rarapes, Brum, Guia, Iravessa do Bom JeJos do
Apollo, becco da Lama, Joao Pinto, Chafar, Cam-
pello, Boia, e largo da Assemblea ; Fez se um val-
lado na ra dos Goar ara pe, e oolro na ra de
Apollo, alerrou-se com califa ptrte de um charco
que exista no caes de Apollo. I.impon-se ra das
l.arangeiras, llore.. Foro, paleu da Matriz, becco
da Bomba, paleu do Carmo, de S. Pedro. Panha
becco da Virarn, Ribeir., e orara dlmt*t
de llorlas, S. Thereza, e do Alecr'im.
Alerrou-se comraliraa Iravessa dama raja Flo-
res ao sahir no convento do Carmo.em conseqaencia
do abatimenlo que sofTreu o aterro que exista de-
vido as grandes e recentes chavas ; pela qae foi
lambem retocada a ra de Santa Thereza, a retaca-
ram-se os respectivos vallados para da/ agosto as
Aterrou-se em grande parle o paleu da S. Jos
por se ler lambem abatido aquella solo devido i
mesma razao.
Profundou-se o vallado da ra de liortas, abri-
se um na ra da Ribeira, isto he, no espaco que
existe entro os acougues, eo quarleiraoaoda.se
merca peixe.
Abrio-se jumamente oulra valla na roa da Can-
cordia para dar saluda as agua represadas oca lar-
renos particulares.
Reparou-se os terrenos de diversos poaluf alai-
mente abatidos pelas aguas pluviaea. '
Profundou-se os vallados das mas do Alecrim,
Socoeira, Aguas \crdes, e Iravessa dea Qaarlaie
I rosegoe-se na abertura do vallado confronte'ao
convento de S. Francisco, tendo comee. na larao de
Palacio, a terminar na ra de S. Francisca, para
d'alli tomara direcco que for mais conviuhavel, a
lim de dar completo esgolo as aguas de. abara, que
accumulandu-se no sobre dilo largo, e m oolroi
pontos adiacentes, rormo alguns charco*, que a
lem de serem contrarios a salubridade 'impaanbili-
t.iin ein certos lugares o transito publico.
Limpou-se a ra dos Pires, paleo e roa da Santa-
Cruz, ribeira e Iravessa da mesma, roa da Alegra,
praca da Boa-Vista, ra do Canuro ; reloann-ee o
valado da moma ra, e os das ras do Araaio e
Sebo eda Irempe.
Continua-se no aceio das roas, praias etc., abri-
se vallas, e aprofundou-te as que estao abortos ;
assim como a fazer-se diversos aterros oaeeem la-
gares anda mo aterrados, como naquelle, cujos
aterros foram balidos era virtude da copiosa Chova
que liouve durante luda semana, em cajos das foi
necessario trabalhar rigorosainenlc, alim le Impedir
a o-ta-narao das agnas em diversas ras eoutros
pontos da cidade, por falla de circulacaio ; porque,
com quanto os meiosde (nir em movimenlo aan er-
culacao >e ache disposlo ; todava, he mister paca se
conservar, que seja uianlida diariamente, lato he,
que se profunde as vallas, e os reaos, que aa remo-
va o lixo e inmundicias que lanram noa meantes, e
que se repare am algumas panes'o I 11 iaiinaln |i
duido pela paaiairera d-ss cavallos, carral ale., o
melhor se notar no. dias chuvosos, e por isso acabo
de assegurar que nesses dias o serviro lorna-sa mais
rizoroso, e necessario.
Fez-se o servido com 32 Iraball-adnres e apantado-
res ; a fotlia das feriat das (iubV.. aaueziasiripoc-
tou em 1309800 rs. ; alrffcuei. aj orroen qoe
Irabalharam no serviro do aceio das ras eondoiodo
area, cabra e lixo 699000 rs. ; importe de ferragens
para o inesmo *ervic,o 119300 r.
He ludo quanto me compre relatara V. Exc
I)eoi goarde a V. Exc. Recife 28 de abril de 1856.
Illm. e Exm. Sr. Barto do Capibariue, presidente
da cmara municipal. Joao dos Santos Parta, ad-
ministrador geral da companhia de operarios.Con-
forme.O secretario, Manoel Ferreira Acdely.
pagar
vosus-
luzar
diario fte *#cnambueot
A assemblea provincial, na sessao de hoalem, re-
solveu adraitiir como membro supplenle o Sr. Aris-
tides da Rucha Bastos.
Approvou um requerimento do Sr. Nasdmenlo
Portella. pedindo aos eslabelecimenlos da caridado
varias informaces, e oolro do Sr. Silvina Cavalcan-
li. para que te pecara ao g)veruo informacoes sobre
o estado da matriz de Maranguape.i
r.is-aiido a ordem do dia, apprecteu o utajaila n.
8 do auno pastado, que crea urna feguezia aa po-
vo.ican de Grvala, c adiou a ditcata Wmmio.
approvando os requerimeutos doSrs. Goucalves
Ouimaraes e Oliveira, um pedindo/ que aja ouvido
o fcim. prelado diocesano, e outro que teja oMvida
a cmara municipal respectiva. v.
Approvou era lerceira discussao o projecio n 1
deste anuo, qne revoga a le 11. ;)G6 do nano passado,
reeeilando o adiamento pronoslu iieU Sr Sou.i
Carvalho.

Adoplou igualmenlc em terceira lita
jeclo 11. -2 dc-te anuo, ,|ue approta di>rvnei *.tu-
proraissos.
O Sr. Epaminoudas ulTereccu urna iodicacaof para
que fossem chamados dous supplenter, em luglir dos
Srs. Brandao e Piulo de Campos, qne SU retiraram
para a corle ; e sendo a indicac,ao raawllida a res-
pectiva romuiissao, deu ella o seu parecer n'unnsen-
tido favoravel.
Continuando a segunda discussao das psteras de
Nazarelb,foram approvados os artigas de nnmre 36
al o uliuno.
A ordem do dia de hoje com prebende a prmeira
discussao do projecto n. .1 desle anno, a a Wrceira
das posturas do l.imoeiro, e a segunda das a Ca-
ruarii.
*#ubcac0c a
1
RELACAO' DAS PESSOAS FALLECIDA NA
I r.l.i.l F./lA DE SAMO AMONIO IX) |RE-
CIFB EM ABRIL DE 1856.
Adelina, branca, lilha de Bernardo S>queira Cas-
tro Monteiro, 1 anuo.
Franceliua, branca, lilha de Acurcio Jos de Medei-
ros, 3 mezes.
Martinho, pardo, lilhodc Francisco Barros de Arao-
jo, 2 mezes.
Josepha Francisca Ferreira da Silva, branca, casada,
50 annos.
Severian, parda, exposta, 12 annos, pobre.
Lotea, africana, cscrava de Antonio Maia Cnulo,
56 annos.
Maria, branca, lilha de Francisco Jote .Martin- Pe-
na, I i mezes.
Manoel Cordeiro da lomba, branco, sollero, 16
annos.
Samuel, branco, lilho de Bclmiro Itaplista de Sou-
zt, i mezes.
Ociaviano, pardo, expostn, t mez, pobre.
Lenidas, branca, lilha de Francisco Antonio ile Al-
rneida, 1 mezes.
Flix .lose da Fonscca, africano, libcrlo, casad, 70
anuos.
Maria, parda, escrava de Joaquim Lopes Barros
Cibral.
Joao, pardo, lilho de Auna Mara do Sacramclo, i
. anuos, pobre.
Manoel, pardo, exposto, i dias pobre.
Maria Joaquina do Carino, branca, solleir, 65
annos.
Anua Alcxandrina Cherubina Callara, branca sol-
teira, til anuos.
Maria, branca, lilha de Jos Miguel Pereira, 1 anno.
t'.lcmeutina, parda, liberta, 18 mezes.
Emilia Francisca Bithaiirourt Jacobina, blanca ca-
sada, 26 anuos.
Francisca Joaquina Pereira de Carvalho, liranc. ca-
sada, 30 annos.
Silvcria, branca, exposla, I mer, pobre.
Mara, parda, lilha de Valerio Pacheco de Almbida,
8 dias.
Francolino, pardo, evposto, -1 mezes, pobre.
Antonia Rosa de Barros Silva, parda, casada, .36
annos.
Maria Amalia da Silva Miranda, branca, rasada, 28
annos.
Joaquim, pardo, esrravo de Jos Moreira da Silva,
2 mezes.
Amelia, branca, lilha de Joaquim Jos de Simia
Btilo, 2 dias.
MUTIOaFT


ILEGIVEL
l'm.i liij;i'iinn di- dot- sobre o tmulo do
iih'm pic/.ado ami'o IVanciioo Ber)y da
Fonceca, csluduntc dn 5. anno medico
da Faculdade de Medicina d* B*4jia,
ollcrccid.1 a sua inconsolavellaenilui.
Plli,l mor- ..-iuo pul'il pcV- ,nnn labera..-.
,< 1.,,-unnL,- ,.-,,,...
lliral. ode I. c. 13.)
O tmulo araba de envolver maia o ce da am
-oblado ,11 ciu-.i da sciencia, e da huaMa la. He
o cadver do esluianle do 5. nao d jedacina
Francisco Ncrv da Fonceca. A mim, se ligo de-
dicado, a mira, que a evemplo asa ma vliberei a
-e^uir a mesma prolis-.io, a mim cabe baje a peno-
-1 mas sagrada larefa de derramar aobra a campa
que involvc -cus restos, akumas lagriaMS de sauda-
de, lie de aqu bem longo do lugar aa* qua repou-
-as seus resto-, que ir.'m meas nsita I uidos alra-
vessar-lbea cm.,!.., o dizer-lhe aonSfa as dolo-
rosas palavras do amigo, qoe geme ipor. Neste
mesmo lugar, em que elle aliracoS-sne *V tizer o a-
deosda despedida quando parlia pan aicamnialia,
a que o chainayam seus nobres seutintenW "*"
gialadeda sublime prolissAo ,1 que se dedS^ d*,
eu boje chorar par elle. Oh quem dirTieSec. ao
ve-lo radiante da gloria, e da calma, qne VZ a
consciencia de um dever cumprido fielraseterV1-
barcar-se sacudir aos habitantes de PeraaaiboCO,
queiao sendo devastados pelo flagallo do Gange.
oh quem diri.i que elle ia morrer 1! Oh i quem
.liria que aquella cobeca, que ciusio um laare bri-
Ihante polos serviros prestados aqu na nxaHIaoeda
Baha, onde beba elle as licoues de sabios maslrea,
aquella cabera estara agora podrecendo depaisds
pi-ada pelas horrorosas pancadas do insencivcl co-
veiro *
Deo! o que he pois a vida !! Nao ser isla qae
se chama a vida mais do que um salSo de Hile 00
urna enfermarla de .lenlos, em qoe cada um de
nos entra, olln, ri-se, uo chora, e depois salle por
urna vez"!!
Mas ai! ao meu amigo re-lou naquella hora su-
prema nina rems ilac.lo. Morreu no relo .dos seus.
Seus ulliraos suspiros foram recebidos no regaco de
urna inlernecida irmila. Sua mSo j fria perlou a
in.lo trmula de oulra irm.la estremecida. Saos la-
bios a b ilbuc irem glidas o adeos a vida imprimi-
r m na mao respeilada de seo querido pai o bljo da
despedida cxlrcm.i. E para mim, e qne rastoa pira
mim? Ao despedir-se do mnndo lembrar-aa-hta de
seu amigo '.''. Quem sabe '. I A hora da orle be
um poema imslcrioso. A Dos t cabe conhece-lo.
Ao menos eo creio que elle e lembrnu de seu ami-
go n> hora d morle. A mim cabe derramar hoja
lagrimas sobre seu lmale. E au as derrame. A
lieos Se he nma crenra verdaaeira a eternidade ;
vive feliz meu amigo na eternidade que be o sei de
Dos.
Baha 30 de abril de 1856.
a Cormho Jase Feruandes.



>
DIARIO CE PEIMIIOCI TERCi FURA 6 01 IIIIIO A 1116
A directora dos lados lem visitado a todas a*
aselas primarias, e mailu se lem acradado das que
ensinam pelo melhodu Caslilho. E em verdade, n
difterenca para mtlhor he ISo eoniideravel que os
meslres qe linda naoabncaram semrlhanle entino,
he so por Din qaererem dar-se a novo trabalho ; a
rolina velha no precisa miis aprender ; ja he sabi-
da, e he por i-so que se procura desacreditar n novo
eniino. O Bahianno.
BRINQUBuOS DA PUERICIA.
Dialogo jocoserio entro as 25 letras do alphabeto,
para em leitura continua excitar os meninos a serem
estudiosos.
Por este Invento ronsogui o brilhante resallado de
16 de Miembro de 18-V>, em que 38 meninos eom (
meies de escola, peranle o Exm. presidente da pro-
vii.cia e um numeroso concurso de distintos cida-
daos, leram per fei tai nenie prosa e verso.
A primeira forma(desla obra tem muilos erros ty-
pographieos, devidosj 6 falla de um revisor ; mas
que bomtens do ledor saber supprir, e por isso
rnnilti taboa de erratas. A parte que trata da moral
civil e religiosa, he extrahida dos melhores autores :
apenas Ihe acresceutei o que lie relativo ao (ralamen
lo dos escravos.A parte gramatical foi organisada em
frente de doie dos melhores compendios ; com nevos
axetnplosque julguei mais percepliveis aos meninos,
e qoc sem o trabalho de decorar licam senhores das
regras ; as da ponluaco, que serao candilas, sao de
minha eomposicao (pelo dedo se conhece o Bisante!)
aa demais perleacem ao Eira. Sr. conselheito Cas-
tilho. ...
Os preceilos de analysa lociea, sao um mimo que
me fez o mea. nunca por mim assaz churado amigo,
o padre Miguel du Sacramento Lopes Gama.
Aparte religiosa, considcre-a qual Arca Sania,
esa qae B*e nao alrevi a locar, sement Ihe addiccio-
nei a eaMirue oracAo Magnficat e do Anjo da
Goaroa rra o levantar da cama.
A IMsralura em prosa e verso eilrahi do immor-
tal Caowes, Boccagee Monte Verde. c deste ulti-
me, o principal do manual de civilidade que acres-
eenlei com ludo que me parecen convenienle para
a edu.cac.5o da nossa mocidade de ambos os sexos. O
mesmo praliqaei com a labiada de I'ilhagoras, ele-
vuade-a a casa das centena-, para desenvolver nella,
no s a multiplicarlo comu al agora se usava, mas
a divisto em nmeros inteiros.
Formei, porlanlo, urna encyclopedia de 354 pagi-
nas para os meninos da minha escola, pelo barato
preco de mif reis.
Um drama jocoso para se representar em qualquer
so dedada de 23 pessoas, quer em sala, quer no cam-
po ; pendente de srenarios e vestuarios, e sem
distinccJo de sexo ou idade.
Se a critica abi apparece ao lado da moral, he de
tal forma temperada, que a ninguem ofrende. Ki-
dendo caslig.il mores n.
Bmbora trate de Russni, Turcos, Francezcs, In-
gieres, Hespanhoes, Porloguezes, cholera, fehre a-
marella, legistas, padeiros, negociantes, mdicos,
bolicariM, etc., etc., comludo nao lem alusao a pes-
aos alguma, e em vez de ser urna coroa de espinhos,
he ama carapura elstica de macia seda, que bem
pae ajatlar-se sera jamis molestar. Ja sexo que
roe alo arrogo o litlo exclusivo de autor, dou a Ce-
sar o q ira be de Cesar, o quedeixocomprovadono
atea prologo, pediudo aos lllms. Srs. profesores
digaem-se aprovoilar esta minha Iraca lembrenra,
na eeaaposicAu de obras idnticas para os meuinos,
qae nissofarao nao pequeo servico a' patria. A il-
lastre redaccao do Pai;jadisse n que pude a res -
peito; espero ancioso o juizo das nutras iitustres re-
dactos, do Diario, Liberal, Echo, oPovo, c
Brado,* a ao entantn pedi aos lllms. Srs. Manoel
Anteno',Oonc1alves, Joaquim Jos de l'aiva. Joa-
qnim da Costa Maia, e oulras peasoaa que se dignam
heanr-me eom a sua amisade, a dlitribuico desta
obra aae, imperlanilo-me mu perlo de Otl^XX) oa
IjraaEraphia do Rvm. Sr. padre Lemos, saino luz
sea Meetnas, que podesse ppadriuha-la.
Veremos se a Ilustre sociedde da inslruccao pu-
blica em Lisboa, se digna loma-la debiixo de suas
Mas, dando sobre esta obra um benfico parecer.
Coa escrevi para meninos, e estes lem de ler o que
ja ee aatliiine. escreve e escrevera, por isso usei con-
jaattaawnle das Ires ortographias, etimolgica,
asaate racional. /'ra;ici.ro|c/e Freilas Catnboa,
prefsssor particular aolorisado pelo governo.
Offereciioao lllm. Sr. lenle Antonio Fgidio da
Siti, por occasiCio do /allecimenlo de sua mullo
prenda fia a Exm '. Sr. D. Joanna Baplisla Pe-
reda Prenle :por un amigo.
SONETO.
Ergne-le minha voz, do peito triste,
Oaejavulla um mausoleu, um tmulo abrio-se,
Ergue-te que uina vida consuinio-se,
E Be lar da tristeza entrar persiste.
E ti qae o pronto e a ilor he quem assiste
Onde a galla no crep transfcrio-se ;
A lei do passamento all cumprio-se.
Ergue-le, minha voz do peito triste.
jaro des versos urna pobre nITerta,
A campa regellada, a dor inlerua :
Bis O lim do mortal, da vida incerla.
Samio-se urna existencia a nos bem terna,
Persn oulrijuruio real e certa
L ao ssuJB!""*(. da gloria eterna !
PAUTA
dos precos correntes do assucar. algodo, e mais
gneros do paiz, que te despachan! na mesa do
contalado dt Pernambuco, na temana de 5
a 10 de rniiio 1856.
Assucar cmcaixasbranco I. qualidade
o 2.x 9
i, do mase.........
t. bar. es.ic. branca.......
ii mascavado.....
>, refinado ..........
Algndao em pluma de I. qualidade
o o 2.
o o 3.1 a
o em caroro......... n
Espirito de agurdente......caada
Agurdenle cachara.........>
de caima........
re- lilaila......... u
do reino........
Genchra.............ranada
...............botija
Licor...............caada
............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqueire
em casca........... a
Azeile de mamona ........caada
i) i) mcudobirn........
de peixc......... o
Cacan............... ti
Aves araras .........una
u papagaios.........um
Bolachas.............. a:
Biscuitos.............. >
Caf Iiorn..............
i> resslolho........... n
com casca...........
muido............. u
Carne secca............
Cocos com casca..........cenlo
Charutos bons...........
d ordinarios........
o regala o primor ....
Cera de carnauba......... (3>
cm xelas........... >
(.. L >r i novo asna d'obra...... i
Couros de boi salgados......
u verdes.............
d espixados......... a
a de ouca ...........
n cabra corlidos..... u
Caachimbo.......,.....milheiro
Esleirs de preperi.........urna
Doce de calda...........
d d goiaba..........
secco............ v
jalea............. n
Eslna nacional.......... n
i) estr.mgeira, mito d'obra
Espanadorcs grandes........um
pequeos.......
Farinha de mandioca.......alqueire
b b millio......... (o>
d i ararula........
Feijao...............alquciro
Fuuio li li ............ji)
b ordiuario.....
b em folha liora........ b
a b ii reslolho........ b
I pc.ii'ua uli.i............
liomma..............alq.
liengibre............. ai}
Leuha de achas grandes......cenlo
ii b pequeas.....
i> b b toros....... 1)
Pranchas de >marello de 9 costados urna
..... i>
oiumetcio.
HACA 1)0 RECIFE 5 DE MAIO AS 3
HORAS DATARDE.
Colarnos ofllciaes.
DsscoDto de leltras1 % ao mei.
t'rederico fobiltiard, presidente.
P. Borges, secretario.
CAUBIOS.
Sobra Londres, 27 3| a 28 d. por 19
Varis, 355 rs. por f,
LttbM, IDO por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Acedes do Banco, 35 0|0 de premio.
Aetdas da eompanhia de Beberibe. 59000
Achoca de eompanhia Pernambucana ao par.
Utllidade Publica, 30 pur cenlo ds premio.
e Indemoisadora.sem vendas.
DUtiail de leltras, de 10 a 12 por tipo
META ES.
Oaro.Ooras despatilllas. 80 a 28s5t)0
Moedas de 65100 velhas .... 16>ooO
> s 63400 novas .... I63OOO
> 4JJ0O0....... iifjouo
Prtl.PalacOes brasileiros...... 2000
Peso* columnarios...... 20000
*aW mexicanos....... 15860
o 11 louro.......
Costado de amarello de 35 a 10 p. de
c. e 2 ,'i a 3 de I.....
de dilo usuaes.......
Cosladinho de dilo........ b
Soalho de dilo........... b
Forro de dilo........... d
Costado de louro......... o
Cosladinho de dito........ b
Soalho de dilo...........
Forro de dilo........... b
cedro.......... b
Toros de latajuba......... quintal
Varas de parreira......... duzia
11 b aguilhadas........ ;
b b quiris.......... b
Em obras rodas de sicupira para c. par
R B CXOS B B B B v>
Melaro...............caada
Milito...............alqueire
Pedra de amolar.........urna
b s filtrar.......... *
o b rcholos......... b
Ponas de boi...........rento
8
a
9
35600
2.3150
4oi80
632OO
5*800
59IOO
19550
KiOo
5100
5.S0
9*80
5600
3580
3210
9-"i80
3210
89000
19600
3881)
13280
13600
53000
103000
33OOO
53T60
8-3960
535OO
I3OOO
53000
99600
53000
29000
13700
3700
39500
IO3OOO
129000
9160
3215
9110
3210
153000
3320
55000
9200
3280
3200
3800
3100
l5fi0
13000
23000
13000
23100
23-500
63000
.59000
IO3OOO
63OO
IO3OOO
63OOO
5.3OOO
383000
33000
13500
23000
5900
113000
2I3OOO
1630O0
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
lliesouraria provincial, em cumprimenlo da resolu-
eao da junta da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 15 de maio prximo viudouro, va i novamen-
te a praca para ser arrematada a quem por menos
lizer, a conservadlo permanente da estrada do sul,
ramilicacilo da Cabo, Remedios aterro e povoaco
dos Afogados, pela quanlia de 5:1009000 reis.
A arrematacao ser feila por lempo de dez me-
as, a contar do primeiro de junlio do correnlc
anuo.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo nDiario.n
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 30 do abril de 1856.
O secrelaiio,
A. F. d'Autiuuciaeao.
O lllm. Sr. conlador servindo do inspector da
lliesouraria provincial, cm cumprimenlo da resolu-
to da jimia da fazenda, manda fazer publico, que
no dia 15 de nitio prximo vin.louro, vai novamen-
le a praca. para ser arrematada a quem por menos
lizcr.a conservadlo permanente da estrada do Derla,
avallada em 1:201-3728 reis.
A arrematadlo sera feila por tompo de dez me-
zes, a contar do pi inicuo de junho do correle
anuo.
E para constar se mandou aflisar o prsenle e
publicar pelo (Diario.!
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 30 de abril de J856.
O secretario,
A. F. Aimuuciacao.
fteriaracocS.
Adiando--r vago o oflicio de segundo talielliau
publico do judicial e notas, o cscrivao do civel, cri-
ase e privativo das exeeures do termo de Nazarelh,
Sua Exc. o Sr. presidente da provincia assim o man-
da fazer publico, para conliuciinoiil.) das parles in-
teressada, e alim de que os pretendcnlcs do nito of-
licio se liabililein na forma do decreto 11. 817 de 30
de agosto de 1851, e apresouleni os icos rcqucriinen-
tos ao juiz municipal do inesmo termo, no prazo de
60 das, que cieron a correr do dia K* de abril
ultimo em dimite, para egoirem-se os tramites
marcados nos arligos 12 e 13 do citado decreto.
Secretaria do guverno de Pernambuco 5 de maio
de 1856.
Jos Benlo da Cunha e Figaeiredo Jnior,
ollicial-maior servindo de secretario.
Parlo boje as 10 horas do dia <> rorreiu da Victo-
ria, llezerros. Bonito, Caruani, Allinho e tiaraiiliuiis
e amanilla as mesmas horas para S. I.ourenro, Pao
d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Pesquetra lugazeira,
Villa Bella, Boa-Vista, Ouricury e Ex.
V- Al.FAISKtiA.
IVsadUnenledo dia 1 a 3 ,
dem do dia 5......
i 2:8094399
9:227C6I3
COXSELIIO ADMINISTRATIVO. ^
O conselho adminiralivo lera de cora- @
prar o scguinle:
Cadeiras de Jacaranda. 11
Ditas dita de bracos 1
Mesa dcamarello rom 6 palmos de
compriraenfo e 4 de largura, com ga-
vetas e forrada de panno a/.ul. 1
Armarios grandes envidracados. 2
Reposteiro. 1
Relogio do parede. 1
K-pLinaJ.il-. 1
Ouartinlteiraenvcrnizada. 1
Cabida dito. 1 ^f
Quem cjuizer vender estes objectos e con- j^f
tratar a caaro e pintura da sala das ses- Jr
sics do conselho, aprsente as suas pro- w
postas etn caria fechada, na secretaria j>
A do conselho, s 10 horas do dia 9 do k
S crreme DMZ. *
^ Secretaria do conselho administrativo :f
g para fornecimenio do arsenal do guerra 2 &
de maio de 185G.Bento Jos Lame- W

o
O
o
$
de-te. alim de ter lugar a desnneracao do fiador do
mesmo caulelista que assim o requereu.
E para constar I quem inleressar possa, se man-
dou allixar o presente e publicar pelo DIARIO.
.Secretaria da lliesouraria proviucial de Pernam-
buco 2 de abril de 1856.
O secretario,
A. F. da Anuunciarao.
Sos dias 2,6 e'J de maio prximo I aturo,o con-
selho administrativo do patrimonio dos orpliaos, tem
de levar a prara publica, a renda animal das casas
baile declaradas, a comec,ar do 1 dejulho prximo
viudouro, a 30 de juuho de 18'i7. t)s licilaules com
seus fiadores, bajito de comparecer na sala das sessoes
do mesmo conselho ss 11 horas dos mencionados
dias ; e de arcordo fiquem osacluacs inquilinos que
estiverem a dever aluguei nlrazado, quo nao po-
derao lanzar, sem que so inoslrem quites para com o
mesmo patrimonio.
Casa de sobrado o. I, segundo andar, Paleo do Col-
legio.
dem dem 11. 1, sala, Paleo do Collegio.
dem idem 11. 1, loja grande, Paleo do Collegio.
I lem idem 11. t, lin.i pequea, Paleo do Collegio.
dem dem n. 2, ra do C dlcgio.
Idem idem n. i, largo do Parsizo.
Idem terrea n. 5, ra das l.arangeiras.
Idem idem 11. 6, ra do Rangel.
Idem sobrado n. 7, praca da Bca-Vista.
dem terrea n. 8, ra Velha.
Idem sobrado'ii. 9, por acbar, ra da Gloria.
dem terrea n. 10, S. (ionralo.
Idem idem n. II, S. (ionralo.
Idem idem 11. 12, ra do Solio.
dem Idem u. 13, ra dos Pires.
dem idem 11. l, ra do Rosario da Boa-Visla.
Idem sobrado 11. 16, ra da Cadcia do Rccife.
Idem dem n. 17, ra da Cdela do Recite.
Idem idem n. 18, ra da Cadeia do Rccife.
Idem idem 11. 21, ra da Cadeia do Itecifc.
Idem idem n. 22, rua da Madre de Dos.
Idem idem 11. 23, rua da Madre de Dos.
Idem sobrado 11. 21, rua da Madre de Dos,
dem idem n. 25, rua da Madre de Dos.
Idem terrea n. 26, rua da Madre de Dos.
Idem idem 11. 27, rua da Madre de Dos.
Idem idem u. 28, rua da Madre de Dos.
Idem idem n. 29, rua da Madre de Dos,
dem idem 11. 30, rua da Madre de Dos.
'lliesouraria do conselho administrativo do patri-
monio dos or iili.io-, 21 de abril do 1856.O Ibesou-
reiro.Joaquim l-'rancisca Duarte.
Piassava.....
Sola ou vaqueta .
Sebo cm rama .
Pclles de carneiro
Salsa purrilba .
Tapioca .....
I"nli.i- de boi .
Sab.10......
Vinagre pipa .
inolho
meiu
un
uina
@
B
cenlo
&
a
3O3OOO
123000
8.3OOO
6.3OOO
33500
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630(1)
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2-301JI
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13280
13600
13920
13280
41-3000
909000
3280
23000
3OIO
63000
3800
1-3000
9320
29000
6*000
3J20
163OOO
33500
3210
9190
303000
52:0373012
, Dtcarregam hoje 6 de maio.
ngleaJ-JTnurtetmercadorias.
liare iraneezaEmma Malhildciem
Barca inglesaSnoudonbacalho.
HhiMida*bacalho.
S ricino.Scolialem.
> ajmicanottotamondfarinha de trigo.
IMPORTAC \0
n brasileiro Mafia viudo do Rio de
Jaoeii eooslgnado a Amorim ,V lrmilos, manifeslou
te typos ; a Ricardo de Freilas
letHlia ; ao rr.esmo.
&C.
Bjericino nScolia," vindn de Philadel-
H. Forsler &C, mauifeslou o
r-,1
i farinha de trigo, 325 ditas bolacha e
) barris hanha de porco, i ditos car-
1 cha, il) dilas com 10 duzias Je cadei-
_f objectos de escriplorio, 25 ditas pannos
de IgodSo azul ; aos ronsignitarius.
LBpni 50 grozas de graxa de lastre, 29 di-
14 ditas com os perlence-dos mesaros,
4 balius com penles, 1 volumes Irico-
Hermifugo,6 duzias de vassoras ; a A.
tonal Conceicao do Maria. vindo da
asignad 1 a Paulo Jos Baplisla, mani-
ra eieguiute :
taras silgado.; a Timm .Mouscn & Vinassa.
JONSUI.ADO UERAL.
.vocio entrado no dia 5.
libas de Sandwichi mezes e mcio, galera america-
na Rambler, de 399 toneladas, capil.o James
M. Willis, equipagem 31, carga azeito de peixe ;
ao rapit.io. Veio refrescar e segu para >ew-
Bedford.
Xacioi tahidot no memo dia.
BabiaBarca americana S. A. Ilazard, capilao
Charles Williams, carga farinha de trigo. Sus-
peudeu do lameiril.
Para c portos intermediosVapor brasileiro Im-
perador, com manda n le o.- lenle Torrezao.
Passageiros^desta provincia, l)r. Gervasio Campel-
lo Pires Ferreira e I criado, Eduard Power, Jos
Mara Pestaa, Dr. Sabino Antonio da Silva Cou-
tinlio, loureneo Feruandes Campos, capilao A11-
loni Manoel de Oliveira Bolas, I). Josepha Ma-
ra de Aaje Scrzedello, Theodolinda Maria Pe-
reira tde 6 annos), Maria Pereira da Sifva (de 3),
Joaquina Pereira da Silva (de 2).
w>u*<$.
Rendimeato do da 1 a i.
dem de dli 5
2:7199419
1:199953
4:2199352
DIVERSAS PROVINCIAS.
iDiealo do da 1 .1 .1..... 6i517
d5....... 719583
1363100
DESPACHOS DE LXPORTAC.AO PEI.A MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
5 DE MAIO DE 1856.
laeuos-AyresPolaca hcspanhnla Floran, Viuva
Amorim dt F'ilho. :|00 barricas assucar brauco, c
5 pipas agurdente.
LiverpoolBrigce ingle? ..Partean, N. O. Bicber
di Coapanhia, 400 com e. salgados.
lolmo Paladn .uero iMunaii, N. (I. Ilielicr
-fiiCompenliia, lilK) saceos assucar liranco, 669 cou-
ros salgados.
aMBrigue incle/. Titania, James Crablree
CMapenhia, til-' saceos assucar mascavado.
rBrigue hambursuez Berlha, Isaac, Cu-
li* & Campanliia, 3IHI barricas assucar mascavado.
"*to-Brigue porluzuez S. Manoel 1, Jos Aulo-
Cirvilho, 50 saceos assucar mascavado.
s-Ayre Brigue bespanliol Chulo, Vuva
Amorim dt Filho, 250 saceos assucar branco.
Exporiacao .
" deJOaeiro, brigue brasileiro Hercules, de
)1 tonelaaoi.caoduzio o soguinle : 2,200 saceos
casa 11,000 errabas de as.suc.ir, 2 caiioes e-panado-
res. 1 pacoU doce de caja'.
Falmoulh, barca saeca Sir Charles Napiers, de
466 toaeladas, condozie o seguiulc : 5,320 saceos
casa 26,n00 arrobas da easaear.
PROVINCIAL.
* .' 1620P86
4:38*9060
RoadOMBlodediata3.
dem 4o di. 5 .
O lllm. Sr. contador servindo de inspector da
lliesouraria provincial, em cumprimenlo da resolu-
(te dejaste da fazenda, manda fazer publico que
vao novamente a praca no dia 15 de maio prximo
viudouro os contratos abaixo declarados, para serem
arrematados a quera por menos lizer.
E para constar se mandou afiliar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Empedramento do 19.* lauco da estrada
da Victoria avahado em.....5:1059100
Dilo do 20- lauco dem......5:2113000
Dilo do 21.- lanco, idem.....7:6723500
Dito do -2- lanco, idem. 9:6779250
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernambu-
co 30 de abril de 1856. O secretario, Antonio Fer-
reira d'Aimunciacdii.
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria da fa-
zenda desla provincia, era virtude da ordera de 8.
Exc. o Sr. marqoez de Paran, presidente do tribu-
nal do thesonro nacional, de 28 de marco prximo
passado, manda fazer publico que desla dala a 30
dias lem de haver concurso para se preencher as va-
gas de pralicantes existentes na mesma lliesouraria.
Secretaria da lliesouraria de fazenda de Pernam-
buco 21 de abril No impedimento do oflicial-maior,
l.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
O procurador da cmara municipal do Recife,
declara, para conhcrimenlo de quem competir, qua
cm virtude da orden) que Ihe expedio a mesma c-
mara, acompanhada da relacio remellida pela ed-
miui'lrarao do cemilerio, (cm de receber das pessoas
a quem perlenciam us cadveres de cholencos, in-
humados no mesmo cemilerio, nos mezes de feve-
reiroc marro ltimos, a importancia das respectivas
sepulturas.que nao furam anda pagas, quer relativas
i pessoas livres, quer a cscravas ; c para o referido
recebimenlo marca o prazo de um mez, contado di
dala desla, lindo o qual se proceder a cobraba ju-
dicialmente.
Procuradura da cmara municipal du Recife, 28
de abril de 1856,
O procurador.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
O illalrissmosenhor contador servindo de ins-
pector da tlie-ourari.i provincial, cm cumprimenlo
da resoluc.lo da junta de fazenda, manda fazer pu-
blico, que no dia 15 de maio prximo vindouro vai
novamente a prajs para ser arrematada a quem por
menos lizer, a conservado permanente da estrada
de PAo d'Alho, avallada em 4:0003000 rs.
A arreiiialai io sera feita por lempo de dez mezes
a contar do primeiro de junho do corrcnle anno.
E para constarse mandou allixar o presente e pu-
blicar pelo Mario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pernambu-
co 30 de abril de 1856,O secretarlo, A. F. d'Ao-
uuuciacjo.
*2? nha Lins, coronel presidente.Bernardo w
Pereiro do Carmo Jnior, vogal o sccrc- 0
"rio. Q
Em compritnento do aviso circular Ja reparlicao
da mariiilia datado de 27 de inarru ultimo, ao qual
refere-se o ullicio do Iixm. Sr. presidente da pro-
vincia de 21 do correle mez, mauda o lllm. Sr.
capilao do porto dar pulilicid.ide a tiaduce.i.i dos
avisos feilos aos uavegaiites, acerca de dous pharocs
collocados um no porto de Alicante na costa da lles-
panlia. e mar Mediterrneo, e oulro no porto de
Coula na cosa d'Africa no mesmo mar.
Capitana do Porto de Pernambuco cm 23 de abril
de 1856.
O secretario.
Alc.vandre llodrigues dos .lujos.
Eu Jos Agoslmlio Uarbosa, cidadAo brasileiro,
traductor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca : certifico quo me foi aprcsenlado um
iinptesso em liespaubol, o qual, a pedido, Iraduzi
para o idioma nacional e diz o seguale :
TRADL'CCAO.
Reparlicao de hydrographia.
Avito aot naveqanlcs.
Pelo ministerio da maiinba participado pelo de
fomento, se receben nesla directora as nformacoes
relativas ao eslabelecimenlo de um novo farol, cons-
truido pelo corpo de engciihciros de estradas, canaes
e portos, avista das quaes se redigio o segrale an-
nuncio.
Pharesde.llespanha no .Mediterrneo.Costa d'Africa.
Cenia.
Na noite do Io de dezembro prximo se facendera
pela primeira vez, c seguir sceodendo-se'saccessi-
vameule desde o por ale o uascer do sol o novo pha-
rol de luz de eclipses de minuto em minuto, esla-
belccido na pona do Serr dos Mosqueros 1 Pona
dla Almiua, ) na dita praca., seudo b sua posijao
a seguale:
l.aliludc 35." 53' 11" n.
Lougitude 00 51' 18" I.'csle do obserralorio de
marinba de San Fernando.
O aparelbo do pharol he caladoplrico, modelo
graude de primeira ordem.
A luz est elevada 521 pes (155 m. 17) sobre o
n*0l das preamares, sera verivel na distancia de
27 militas martimas, sempre que o estado da athraos-
phera o permuta.
Madrid 3 de novembro de 1855.
( Assignado ) Joaquim Gutierres, de abaleara.
b nada mais conltuba 011 declarava o dito impres-
eo, qae bem e fielmente o Iraduzi do inesmo que
me fin aprcsenlado, e ao qual me reporto ; e depois
de haver examinado com este c adiado conforme, o
lornei a eutregar a quem m'o aprcsen'tou. Em f
do que passei o presente que assignei e sellci com o
sello do meu ullicio nesla muiln leal e heroica cida-
de de San Sebastian do Rio de Janeiro, aos 5 de mar-
co do auno de Nosso Senhor do 1856.Jos Agos-
lmlio Barbosa, traductor publico, e iulerperle jura-
mentado.
Conforme.O secretario, Alexandre lodriguct
dot Anjos.
Eu Jos Agoslinho Barbosa, obladle brasileiro,
traductor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca : certifico que me foi apresentado um
documento impresso em hespaabol, lateralmente
lia lozdo para o idioma nacional diz o seguiole :
TRADUCCAO.
Reparlicao de bxdrographia.
.Iciso aot nacegantet.
O ministerio de marraba acaba de remoller a esla
reparlicao os dados que Ihe dirigi o ministerio do
fomento relativos a mudanza verificada no pharol do
porto de Alicante, debaixu da dircccilo do corpo de
engenheiros de estradas, canaes, e prlos, em virtude
do que se redigio o seguinte annuncio.
Costas de Ilespaulta ; mar Mediterrneo, pharol cm
porto de Alicante.
Desde o dia 1 de uovembio do anno correle
se alumiar lodas as noles do por ao nascer do sol, o
novo pharol brilhante, com que acaba de ser subs-
tituido o acluil do mencionado lagar.
Este pharol acha-se situado na mesma pona, cm
que boje termina o recife de Escollera do mollie.
4 militas ao S. 72. O do Cabo de la Huerta e7
ao n. 12.. E: do de Santa Pola.
Rumos do mundo.
A luz de cor roso e iva acha-se elevada 1 28" 7
pea (8 metros) sobre e nivel do mar, seudo seu al-
cance de 2 millias.
A posirao do pharol ir avanrando a medida quo
se va adiamanto a cim-iruce .10 do molhe.
Madrid 20 do selombro de 1855.
( Asssnado ) Joaquim Gutierrez^de tabaleara.
E nada mais cotiiilu oo declarava o dilo impres-
so, que bem o fielmente Iradu/. do proprio origi-
nal, ao qual nie;repurlo; o depois de haver exami-
nado com esle e adiado conforme, o lornei a en-
tregar a quem m'o .apreseulou.
Em fe do que passei o prsenle que as assignei o
sellei com o sello do meu oflicio, ucsla mu lale
heroica cidade de S. SebaMiao do Rio de Janeiro
aos 6 de marco do anuo do uasriinenlo do Nosso Sc-
ubor de 1856.Jos Agoslinho" Barbosa, traductor
publico e mlerpielerninmerci.il juramentado.
Conforme.O secretario,.Ilc.iandre todrigiies dos
Anjos.
I COSTURAS 110 ARSEML. g
Do ordem do lllm. Sr. tcnrntc-coronol {?
director doslo arsenal se faz publico, que 110 IB dia 7 do correnle, as 11 horas do dia, se pa- 55
$9 gam no mesmo arsenal os Indicies seguinles, 6"
do corles os do ns. 30 a 31, n de feilios. os de i
39 ns. 71,77, 115. 135, 166, 168, 181, 187, 191
96 193, 191,202,203, 205, 207, 223,225,238, 7$
de 211 a 211, 218, 253. 256, de 259 a 261, Si
263, de 265 a 968, 271, de 295 a 297, 300, 3$
303, 308, 309, 323 e 3.30.
3 Arsenal de guerra de Pernambuco 5 de
" maio de 1856.o escripturario interino, -in- @
;,[ ionio Francisco de Sonsa Magalh&es Ju- s
U nior. 55
3?vSt@f}3a3-3?
O lllm. Sr. contador, servindo de inspector
da lliesouraria provincial, manda convidar aos pos-
snidores de entlelas das loteras da provincia, ven-
didas pelo cautclisla Salnstiano de Aquino Ferrei-
ra, paia apresenlarem suas reelamaoBol na mesma
tlicsourai 1.1. no praio de 30 dias a cooUr da dala
Para o Rio de
Janeiro.
Recebe alguma carga o brigue nacional Flor
do Ro 11 que segu em puucos das por ter prompla
boa parle da carga. O mesmo uavio precisa para a
tripulacao raanulieiros nacin,ie-, us quaes eugaja
a soldadas vaulajosas. Trala-se para carga e escra-
vos a frete no escriplorio dos consignatarios, rua da
Cruz n. 19 i. andar.
Para o Rio de Janeiro,
pretende sabir cora umita brevidade o inuilo velciro
patacho nacional ..Amazona- pur ter pane de seu
car 1 e_.iincnlo prompto : para o resto e cscravos a
frete, tratao com o seu consignatario Antonio l.uiz
de Oliveira Atetado, rua da Cruz n. 1.
Para a aliia,
o bem condecido palacho nacional Esperanza se-
gu para a Babia 110 dia 8 de maio com a carga que
livor a bordo : quem nellc qaizer carregar enlenda-
se com o o seu consignatario Antonio l.uiz de Oli-
veira Azevedo, rua da Cruz n. 1.
Para o Porto scmie alo o da 15 de maio o bri-
gue nacional uS. Joscn, o qual tem grande parle do
seu cu re.:amento prompto : para o resto da carga c
passageiros, trala-se com os seus consignatarios F'ran-
ctsco Alvcsda Cunha 0\ Cuinpaulua, rua do Vigario
ii.1l.
9tt>i3o3 ^it>er$od.
O ltale nacional Novo Olinda, qne segu
viagein para o Ceira, precisa de 1 ou 5 mariobeiros
uaciouacs.
para Lisboa
sabir.1 com loda a brevidade o palacho portuguez
iiBrilliaule, capilao Amonio Braz Pereira; para
carga lrala-se com o mesmo capilao, 00 com o con-
signatario Domingos Jos Fcireira (iuimar.les, ua
rua do i.iuoiuia lo 11. 35.
Para o Kio Grande do Norte c Assu'
sabe corr. malta brevidade o Iliaivf uAimelica- : quem
nelle quizer carregar ou ir deAiassagem, dirija-sea
rua da Cruz n. 13, primeiro anudar.
Para Marselba saldr dentro em poucos dias o
brigue Ir, na z ErnesU capilao Moulun, pregado e
acallibado de cobre,e dolle de 3.5O0 saceos ; para
frete e passageiros Irata-se cora viuva Amorim e Fi-
lho,rua da Cruz 11.15ainda mesmo a prec,o reduzido.
Maranh&o e Pir.
Segu em poucos dias o brigue escuna brasileiro
'(iraciosas ; recebe carga e passageiros: trala-se
com o consignatario Jos Baplisla da F'ouseca J-
nior, na rua do Vieario n. 23.
Para
rl
Bulla
segu em poucos dias o bem condecido hiale brasi-
leiro uCaslroii, por j ter a manir parle da carga a
bordo : para o reslo lrala-se com seu consignatario
Domingos Alvos Malheus, na rua da Cruz n. 54.
Rio de Janeiro.
Segiic com brcvd.nlo o palacho BOM JESliS,
lem pacte da carga prompla : para o resto, passa-
geiros e cscravos a frete, trala-se com Caetauo Ci-
raco da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
Macei e 'enedo.
A barcaQa PROVIDENCIA recebo carga para
Maceiii e Peoedo, alo o dia 8 do coi ron le mez 1 a
tralarcom Pedro Itorges de Siqueira, rua do Vi-
gario.
O patacho nacional Amazonas, que lem de
seguir para o Rio de Janeiro, precisa de manija bra-
ilcira; ns que e>liverem as circunstancias dirijam-
se a bordo a fallar com o capilao, ou na rua da
Crol n. 1, no escriplorio do consignatario Aulonio
l.uiz de Oliveira Azevedo.
geifte?*
O agenle llorja fjra'
leil.lo, em seu annazem,
na rua do Collegio n.
15, de um esplendido
sorlimcnlo de objectos
de dilTercntes qualida-
dcs, como bem : urna
riquissima mubilia de
Jacaranda' i* Luz \V,
nina dita I sin bem de goslo moderno, um escolente
toilette de jacar.iuda', um espelho grande de ves-
tir, dous dilos menores de moltura dourada, um
lindo sanctuario, um ptimo piano de aimario, urna
secretaria, una grande commoda, guarda-loucas
c roupas, cama franceza, metas commoda*, cadeiras,
bancos, sof. para gabinete e aposentos, mesa de
janlar, louca e vidros finos, enfeiles para sala, uten-
silios, c mais arranjos de casa ele, de urna familia
nobre, quo se relira para a Europa ; um oplinio bi-
lliar com lodos os perlenc es, urna porcilo de cadei-
ras genovezas muilo linas, varias quinquilharias,
urna grande quanlidade de pecas de colim ou brins
de nlgodao de lindos pudries, 1 habilos da ordera de
Clirtslo e onlios muilos objectos etc, ele, que se
acbanlo pateles no referido armazom, os quaes se
entregaro pelo maior pceo offerecido, porquanlo
neo existe limite do pceo algum : quinta reir 8
do correnle as 11 horas da manhAa.
O agenle Oliveira far leilao, por despacho do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, a roque-
rimento do curador fiscal da massi lallida de Anto-
nio Augosto de Carvalho Marinho, de lodas as divi-
das activas da dita massa, por leltras e cotilas de
livros, na importancia total de r. 8:1369995, cons-
tanlrs da respectiva relaco, que se ada cm poder
do ieu 1 ido agenle para exame dos prelendonlcs ; e
assim mais, sem limites, urande porr.lo de mobilia
de Jacaranda e de amarcllo, ele, consislindo cm um
ptimo piano, lalvez o melhor existente nesla cida-
de, Bofas de Jacaranda e de magno estafado, consolos
rom lampo de pedra e de nudeira, cadeiras, dilas de
halanc.i e de bracos, mesa redonda, secretaria, guar-
da-livios. Olanla-vestidos, rominodas, bancas dejo-
so, marquezas, lavatorios, cama para meninos, dita
di ferro, mesas para janlar, cadeiras do ferro de
abrir, relogios de ropclru para mesa, e de ouro
para alejbeira, candelabro, randieiro americano de
globo, i'spolhos grande* em consoles, porrilode livros
em allem.lo e oolros idiomas, msicas para piano,
um escravo mulato pe ja, porjao de obras de ouro e
de prala e oulro* muilos objectos : qalnta-felra 8 do
correnle, as lu liora. da manilla, no escriplorio do
sobredilo agenle, rua da Cadeia do Rccife.
MEZ
Mai'ianno.
O livro do mez Marianno au<;mantado de varias
oraches, nico usado peloSjilevolos da PENHA :
vende-scsmenle na lirraria ns. 6 e 8, da prac,a
da Independencia, a dez tustoes.
Alaga-se um moleque : na rua Direla n. 21.
Prectsa-se de um massador que saiba bem Ira-
balhar ; na rua da Seniala Velha n. 90,
AlOga-sa ama cscrava para criar, levando a
cria que lem, a qual escrava (em lidn sempie esle
oso quando parida, por ter muilo e bom letle, tendo
as mais partes que a fazem rccoinmemlavcl para se-
melltaule emprego : quem a pretender .111 nuncio mi
dirija-.e ao trapiche do Ramos, das 8 hora- o dia as
3 da larde, que ah achara com quem Iratai
Attenyao.
!Y.'ci-:i-se de lima casa que tenha commodos pa,
familia, prefere-se em Santo Autouio : quem liver
annuneie.
O ahaxo assignado faz publico a quem inleres-
sar, que lem pago lodas suas contas ale 31 de dezem-
bro do anno prximo passado ; te alguem ulgar-se
credor al aquella dala, queira apresenlar seas cr-
ditos no prazo de 8 dias para serem conferidos e pa-
gos. Recife 5 de maio de 1856.
Joao Simio de Almei la.
AO PUBLICO.
Um homem casado, com familia, morador nesla
praca, se prope a procurar dividas, tanto na praca
como pelo mallo, pois ja lem exercilado e*te empre-
o ha mais de 6 annos : qualquer pessoa que se qui-
zer 11I1I1.,ir de seu prestmio, culenda-se no segundo
andar n. 31 da rua do oucima lo, nos qualro cantos,
que aln so llie dir, aanjando a delidade precisa e
aptidao.
Precisa-se llagar um sobrado do um andar, ou
um primeiro andar em algumas da* ras do bairro
de Santo Amonio, ou inesmo S. Jos : na rua da
Cadeia do Rccife, loja o. 50.
Deseja-se saber se o Sr. teientc-curonel Pedro
de Alcntara Buarquc, do engolillo S. Pedro, de Por-
to Calvo, lem nesla praca um correspuudcnle com
quem se Irate a respoilo o negocio de S. S.,conforme
as olas por S. S. lomadas em 17 de fevereiro do
anuo passado, visto que, o, por S. S. cncirregado, a
islo nao se quiz prestar.
Aluga-se a casa de sobrado de um andar,|soiao
e excelleutcs lojas na rua de S. Bculo de Olinda,
defronle da ladcira do Varadouro : lrala-se no Re-
cife, no carlorio do labellilo Porlocarreiro, na rua
eslreila do Rosario n. 25, c cm Oliuda cora o Sr. Dr.
Bernardino de Sciina Das Jnior, na ruadeMalhias
Ferreira, onde se achara as chaves.
O medico Josc de Almcida Soares de Lima
Ha-tos, durante os poocos mezes que pretendede-
morar-se na Europa delta entregue a sua clnica aos
cuidados do lllm. Sr. Dr. Jos Joaquim de Moraes
Sarment, e como seu procurador nesla cidado o
Rvm. Sr. padre Jos Antonio dos Santos I.essa.
Alaga-se um preto : quera o pretender, dirja-
se a rua do Vigario n. 93.
O abaixo assignado declara ao Sr. Jo,lo Baplis-
la de Albuquerque, em resposta ao seu annuncio
publicado pelo Diario.) de 2 do correnle, que Ihe
venden 6 barricas de bolacha de muilo boa qualida-
de, a qual foi por sua merc examinada, e mandada
embarncar logo que sabio do forno cora loda a pres-
teza. He sabido geralmcnle, quo na forja da epide-
mia nao havia bolacha podre em padaria alguma,
pois que loda quanta se poda fabricar nao chegava
para as encommeudas, e lano be islo verdade que
sua merc nao pode comprar porjilo queqairia em
urna so padaria, porlanlo culpa nao tem o abaixo as-
signada que a bolacha que vendeu avariasse depois,
por ter sido emborricada anda quenle conforme sua
merco ordenou, tanto mais nao se tendo obrigado
por nenliuma ararla ; assim pois, longe de ser illu-
dida a boa fe de sua inerc como assevera, ao con-
trario deve a si proprio attribuir essa avaria, por ter
sido precipitado no embarricameulo, sem se lem-
brar que a bolacha embarricada ainda quenle podia
depois de abafada mofar ; qnanto porcm a re-pe.lo
de sua ameaja, declara o aunuticiaule, que a tran-
quillidade de sua consciencia Ihe forucce forja bs-
tanle para se defender de qualquer procedimenlo
ulterior, quando ao Sr. Joao Baplisla de Albuquer-
que approuver levar a elleilo o seu protesto, em caja
o.-ca-i.i 1 provara o annunciaiilo o que fica dito, paro
que o publico avahe do que lado existe a boa f.
Bernardo de Cerqueira Castro Montciro.
MUDANCA DA PROCISSAO'.
A mesa regedora da irmandade de >. S. da Sole-
dade erecta na igreja de N. S. do Livramcnlo, em
virtude da chava tem mudado a sua procisso para
o dia quiula-feira 8 dncorrente, as2 horas da larde.
Adverle-se a todos os moradores das ras aonde lem
de passar a procisso, que mandem limpir as testk
das de suas casas sob pena de tomar nova direrjlo :
pede-sc a todas as confraria* que tem de acompa-
nhar, que por obsequio dirijam-se as horas cima
indicadas.
O abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
blico, principalmente ao corpo de cummercio, que
leudo de ir tratar de sua saode .1 Europa, deixa por
seus procuradores da sua casa de negocio, em pri-
meiro lugar ao Sr. Domingos Jos da Cunha Lagcs,
em segundo no Sr. Manoel Joaquim Carneiro Leal,
e em terceiro ao Sr. Joo Jos dos Santas.
Antonio Avelino Lene Braga.
O abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
blico, c principalmente ao corpo de commercio, que
deu sociedade na sua taberna sita na rua dos Pires
n. 28, ao seu caixeiro Francisco Jos da Fonseca, -
cando a firma da casa gyrando etn nome de Antonio
Avelino Leile Braga & Conipanhia.
Antonio Avelino Leile Braga.
0 abaixo assignado avisa ao Sr. Joao Venan-
cio de Lira, que no prazo de 3 dias venha tirar o
penhor que lera em seu poder, do contrario sera ven-
dido para seu pagamento, vislo n abaixo assignado
retirare para Europa. Recife 6 de maio de 1856.
Antonio Avelino Leile Braga.
Arrendase nm grande sitio cora casa de vi-
venda, bstanles arvnredos de frortos, coqoeiros, e
terreos para plantas c capim, no lugar do iquia :
quem pretender, dirija-so a rua do Passcio, loja n.7.
Offerece-se um rapaz portuguez para caixeiro
de taberna ou oulro qualquer eslabelecimenlo, para
tomar conta por bataneo ou sem elle, para o que lem
bstanle platica : quem de seu presumo se quizer
utilisar, dirija-se a prara da Independencia n. 31,
que achara com quem tratar.
Esleirs, velas de carnauba c sapatos de
borracha.
Um completo .orlmenlo de calcados de todas as
qualidades, lano para homem como para seubora,
meninos e meninas, ludo por proco commodo, a tro-
co de sedulas velhas : no alerro da Boa-Visla, de-
fronle da boneca, loja n. II.
Ka pe de Lisboa.
Na rua da Cruz, sobrado n. 1, escriplorio de An-
tonio l.uiz de Oliveira Azevedo, acha-se a venda ra-
p de Lisboa muito fresco, chegado ltimamente.
HOH1.
ET
Caf Franjis.
PIEKUE l'UECIi, proprietaircdeL'IJO-
TEL DE LA BARBE, a l'bonneur Je pre-
venir le publie, que le susdit litel vfcnt
d'lre, transiere au l'r tage,sousladefro-
minaiiou: HOTEL ET CAF FRANQAIS.
Iiidependemmenl delaTABLE d'HO-
TE, les amateur*, de la bonne cuisjnc
Itouveroiitatontes les liemos du jour de
< 11101 sulisfaire leurs outs.
L.NE SALE tres agreable par sa situa-
tion est spe'cialement reservec pour le
BILLAKD.
Les personnes, qui detireront faire des
coinmandes en filie ct pour la Caip-
pagne sont priees de prevenir la veille.
Le tOUttiga avanta[jeiiS':ment connu
depuis pluiieurs annes, ose scflattcr<|ue
les personnes (|ui ont frequcnle son e'ta-
blissctnent continucront a l'honnorer eje
leurs visites; tous ses elorts joints a l'ac-
tivile de ses nouvcau\ emplomes lui ion1
espe'rer une bonne elientelle.
awwoHigooii'iiiiae"'/
S /U-Nsl.-vW'.- W-M
Agencia
de leudes pbli-
cos, 11arua Dos 11 52, de Vieira da
Silva.
Na lorci-fcira 6 do correte, pelas loberas da ma-
nliaa, havera o primeiro leilo desle eslabelecimen-
lo, e sorao arrotmildos diversos objectos de mobilia,
2 escravos, cabriolel e muilos oulros objectos, que
e-taran patentes no acto de leilao, e antes dolle po-
llera ser examinados se quizerem dirigir-se a referida
asencia^ as clausulas serio patentas no aclo do
leillo.
Hospital Porlu-
guez de Bene-
ficcocia.
De ordem do lllm. Sr. provedor inte-
rino, lie convocada a asscmblea geral dos
senliore accionistas, para urna sessito ex-
traordinaria, no dia 8 do correntc, as 5
lloras da tatde, no salao do mesmo bospi-
tal. Kccii'e 5 de maio de 1856.M.F.
de Sotiza Darl>oza, secrelario.
Hofja-se aos Su. Neves & Julio que
nao te etquecam que lubbado be dia do
Espirito Santo, c que liajam de nos avo-
reccr com ti 111 baile masqur, pois muilo
influida se aclia a bella rapa/iada pata
concorrer a este divertimrnlo, e se por
aeaso nao o lizcrctn be ponpie nao se letn-
bram de divertir a bella rapa/.iada.Um
que deseja ir.
No largo do Tetro loja n. 20, da-
sedinliciroa premio sobre penbores, en?
pequea quanfia.
l'recisa-se de duas amas, una do leile e onlra
secca : quem prclcnjor dirija-se arua do Col'egio n.
l,j, arm.izom, que se dir quem quer.
Prccisa-se do urna ama que seja lie! e de bna
conduela, para lodo o servir 1 interno de urna casa :
na rua da Cadeia do Kecife 11. i.">.
Precisa-se de Irabalbadorea de eucbada : no
rua da Cadeia do Itceife n. 1">.
Os crednres da cata fallida de K. Koxle quei-
ram ir receber o segundo dividendo de doze por con
lo cm casa de Jobustnn I'ater L\ C. rua do Vigario
a. 3.
Preosa-so de urna pessoa que saiha andar com
urna earroca a' vender agua pelas ras, que seja Bel
c capaz ; dirija-so a rua da Alegra da lloa Vista n,
_' c na mesma se alaga urna earroca com caixao :
quem a liver dirija-se a' casa cima.
Precisa-so fallar com o Sr. Tbomai liarcez
Montenegro, viudo ha pouco da provincia da Babia :
em Sanio Amaro.1 ua lo Lima taberna de Jos Jaciu-
Iho de Carvalho.
Na rila da Prala 11. i2 vende-se nm escravo
proprio para o servico de eiigenbu por ter sido a-
coslumado a Irabalbar ueste servico.
EDUARDO GADAULT pede ao Sr. que cha-
ma a rua das Crawl 11- -2\ a K. ('., Iho.diga se i-lo
se endeude com elle, visto quo indo a essa casa, Ihe
disseram no saber da exisleucia %de seiiielhaule au-
uuucio, pois que dalli nao parlia.
t Quarta feira, 7 do correnle, depois da audien-
cia do lllm. Sr. Dr. da segunda vara do civel. ir
prara a casa terrea sita na rua do Padre Floriano,
numero 35, a qual tem (res quarlos, cozinha Tora,
cacimba independenle, e um grande quintal com
varias frucleiras.
Francisco da Silva Cardse, com loja de al-
faiale na rua do Crespo n. 12, primeiro andar, pre-
cisa de ofliciacs, para obra granda e miudi.
Precisa-se de alugar um sitio, parto da prac,e,
que tenha proporc,oes para crear animaes, baila para
capim, algumas frucleiras, ca liyer anuuiicie ou dirija-se a Sanio Amaro a rua do
Lima, taberna de Josc Jacinto de Carvalho.
Domingos Ferreira Lima vai a Portugal tratar
de sua saude. e deixa por seus bastantes procurada-
ros nesla prac, os Srs. : em primeiro lusar Anacido
Antonio Ferreira,cm segundo Bernardiuo Ferreira Li-
ma, cm terceiro Antonio Jos Pereira ; declarando
ao mesmo tempo que nao deve nada nesla prara 1
pessoa alguma, porem se alguem se julgar seu crer
dur queira apresenlar a sua conta at odia 9 do
correte, na rua du Itangel 11. 79 para ser paga sen-
do legal.
Na rua do Calahour,o n. 2, lava se e engom-
mo-se com moila pe feico e aceio* por preco com-
modo.
Summamente gralosa lodas as pessoas que se
dignaram socenrrer a viuva Isabel, moradora na rua
Imperial, e cajos nomes aqui nao mencionamos por
deltes 1 i.l o termos cunhecimento, he do nosso dever
scienlifica-las qae assuasesmolas aproveilaram conv
plelaraenle ; porqoe n.io s restituirn) a saode i
pobre viuva e sua fillia, como mesmo cliegaram par*
o tralamento do lilho que, de alejado que eslava, se
ada quasi rcslabelecido. Cumpre-nos fazer aqu
men^Ao honrosa das caridosas commissOes do com-*
mercio e parochial, pela celrridade com que aecudi-
rara a essa familia ; e bom assim dos Srs. commen
dador l.uiz Gomos Ferreira e J. L. Mooteiro Fran-
ca, pela honra que lbe deram cm visita-la no periodo
mais perigoso da molestia. Todos os dias essa pabn
familia recnmmeuda os .seus bemfeilores [em sua
oracoes ao Allissimo.
APRENDIZES DE COMPOSITOR.
Esta typographia recebe meninos que!
saibam ler correctamente, para apren-t
der a compositor, que comerarao a ga-
nbar logo que facam qualquer trabalho :
esla artealemde ser considerada nobre,
oilercce um lucro razoavel, porquanto
um compositor hbil pode ganhar de
600o' a SOO.sOO reis por anno: ns livra-
ria ns. C e8, da prara da Independencia.
Qualciuer pessoa pie quizer .
bom piano liorizontal em perfeito estadol
e excellentes vozes, que se da' por meta-i
de do seu valor, pode ve-lo na rua da
Cadeia do Recite n. \, primeiro andar,
escriptorio do Sr. Barroca, e saber o!
preco, na rua estreita do Rosario n. 15,
sobrado, do meio-dia as o da tarde,
carta J. D. M. L.
Urna pessoa que tem alguns conhecimenlos de
negocio de molhados, offerece-se para caixeiro de
um destes eslabelecimenlos, e mesmo para entrar de
socio com alguns fundos : a quem convier esle nego-
cio annuneie.
Antonio Jos Leal Reis vai a Lisboa.
(Juera liver penbores em poder de Joao Morei-
ra Marques, queira remi-los 110 prazo de 8 dias, sob
pena de serem veudidos para pagamento. Recife 28
de abril de 18.50.
Precisa-se de urna ama para o servir 1 de urna
casa de familia composla de 2 pessoas, qur forra ou
captiva : quem quizer e estiver Bastas circumslio-
cias, dirija-se ao sobrado da prara da Boa-Vista n.
10, que achara com quera tratar.'
Quem precisar da quanlia de OSOOO rs. ajuros
sobre penhores de ouro ou prala, dirija-se a rua da
l'enlia 11. 25, segundo andar.
OITerece-se ama pessoa que tem pratica, para
administrador dequaliucr engenho : quem precisar
dirija-se ao pateo da Santa Cruz, na Boi-Visla n. 8,
ao pe da taberna, que achara com quem tratar.
Os abaixo assignados fazem publico, que dissol-
veram amigavelmenle a sociedade que tinbam na lo-
j c armazera de ferrasons da rua Nova n. fi, sob a
lirma de Valenlim da Silva & Companhia, ficando os
socios Lima & Martina com o eslabelecimenlo desde
2 de Janeiro prximo passado, e encarregados da li-
qoidacilo do activo e passivo da exmela lirma.An-
tonio Valenlim da Silva llarroca, Joaquim da Cruz
Lima, Jos Coucalves Marlins.
So dia 6, as 11 horas, na sala das audiencias,
depois do linda a do Sr. Dr. iuiz de orphuos, se ha
de arrematar o reslo dos movis da tinada Maria
Magdaleua das Virgens.
Quarta-feira, 7 do corrale, depois da audien-
cia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feilos da f../.en-ia se hao
de arrematar em ultima praca os beus seguales, pc-
nhorados pela fazenda provincial : ama casa terrea
de laipa na rua do Quiabo n. til, com 18 palmos de
largura e 39 de comprmanlo, 1 quarto, quintal em
abcrlo com diversas frucleiras, cozinha dentro, 2 sa-
las e cacimba meeira, penhorada a viuva de Marce-
lino Ignacio Ferreira da Costa ; urna cosa terrea na
rua Imperial n. 219, 2 portas, 2 salas, cozinha den-
tro, 1 quarlo, quintal em aborto, com 15 palmos de
largura e 38 de comprimenlo, por 603, penhorada a
Izidro Marques de Colonha ; urna casa terrea na rua
dos Copiares n. 9, com 18 palmos de frente e 70 de
A commissao encarregada da distri-
buirn das acedes da estrada de ferro do
Itecifc a S. Francisco, avisa aos accionis-
tas da mesma companbia, que as respecti-
vas cartas de aquinhoamento podem ser
IH ni mallas etn casa dos agentes da com-
panTia, Rothe & Bidoulac, rua do Trapi-
ebe n. 12, primeiro andar.
No dia 2 do correnle desappareeen ama prela
com os signaes segaintes : baila, magra, o j meia
velha, muilo feia, tem j cabellos brancos, e ama
falta de cabellos na cabera do cosame de carregar ;
levou vestido de rucado de quaiiros rxoi, j desbo-
tado, e o corpo de ootra qualidade, e em lagar de
panno um chales j velho todo rdxo o preto, levou
um laboleiro e urna bandeja, pola andava vendeodo
pilo-de-l de milho, e costuma vender tapioca : quem
a apprehender leve-a travessa da Trempe n. 9.
T. Beker, tendo de fazer urna vi-
gem a Europa, pede encarecidamente aos
seus devedores, de vir ou mandar saldar
suas contas at o meiado deste mez de
maio, assim como adverte aos seus deve-
dores antigos.que no caso de as nao satis-
fazer, serao cobradas judicialmente.
Lino Ferreira da Silva, portuguez, vai a Ea-
ropa.
Para procissoes.
Alngam-se o vendem-sc azas para anjos, do nltimo
so>to, chegadas no vapor eS. Salvador | na roa
Nova n. 63.
Joao Ozorio de Caslro Maciel Mooteiro vai a
Europa.
OfTerecc-se a qualquer pessoa que precise de
cal um forno de queimar a mesma, e pedreira amie-
xa, e deposito d'agua para caldear, tudo isso gratis
com o presuposto da pessoa que queira esle negocio
fazer comprar a ienha ao proprielario do mesmo for-
no, sendo o dito Torno no sitio Amaro Branco, anne-
xo a cidade de Olinda : quem pretender, dirija-se a
praca do Corpo Santo o. 17, armazem de massames,
que abi adiar com quem tratar.
Precisa-se alugar orna ama forra ou captiva,
que saiba rozinbar e fazer o mais servico de urna ca-
sa de familia : ,1 tratar no Recife roa da Cadeia,
lojadelerr.igousii.il. -
Joaquim Antonio Das de Castro participa ao
publico, e com especiilidade ao corno commercial,
que (em justo e coutralado eom o Sr. Jos Francis-
co de Souza Lima, a compra de sua loja de miudezss
da rua do Cabog 11.2 B : quem se julgar credor da
mesma haja de apresenlar sua conta no prazo de 3
dias para ser altendido, e ultimar-se este negocio.
Recife 3 de maio de 1856.
O abaixo assgnado convida aos pos-
suidores dos bilhetes premiados da lotera,
que acaba de ser extrabida, bem como de
Otilias quaesquer loteras desta provincia,
a virem receber seus premios, em seu es-
criptorio, na rua do Collegio n. 21, pri-
meiro andar, das 10 horas da manha a's
o horas da tarde. Recife 1 de maio de
1850.Antouio Jos Rodrigues de Souza
Jnior.
SYSTEMA. MEDICO DE HOLLOWAY
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nafoes podeut
lestemunharas virtndesdesteremedio incomparavel
eprovarem caso necessario,que, pelo uso que dclle
lizeram, tem seo corpo e membroe inleirameute
saos, depois de liax er|empregado inulilmenle oulros
Iralameiilos. Cada pessoa poder-se-ba convencer
dessascuras maravilhosas pela lei tura dos peridicos
que Ih'as relatara todos os dias ha muilos anuos; e
maior parte dellassilo tao sorprendentes que admi-
rara os mdicos mais celebres. Qoanlas pessoas rc-
cobraram com este soberano remedio o oso de seas
bracos e peni.,-, deput de ter permanecido longo
lempo nos hospilses, oade deviam soflrer a ampula-
cno 1 lidias ha muilas, que havendodeixado ec3es
asylos de padecimento, para se nao sebmelterem a
essa operario dolorosa, foram caradas completa-
monte, medanle o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoas, na efuso de sea reconheci-
menlo, doclararam estes resultados benficos dianle
do lord corregedor, e ootros magistrados, afim de
mais autenticaren! sua affirmaliva.
Ninguem desesperarla do estado de sua saode es-
livesse bastante confianca para ensaiareste remedio
constantemente, seguindo algum tempo o trata-
ment que necessitasse a nalureza do mal, cajo re-
sultado seria provar incoosleslavelmente : Que lu-
dir.'
O ungento'he til mas particularmente
seguinles casos.
matriz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores decabeca.
das costas.
dos incinbios.
Enfermidades da
em geral.
Eiiferraidades lo antis.
Eruuroes escorbticas.
Lepra.
Malea das pernas.
dospeitos.
de olhos.
Mordeduras dereptis.
Vicadorade mosquitos.
Pulmoes.
culis Queimadelaa.
Sarna.
Supuraces ptridas.
Tinha, cm qualquer par-
fondo, 2 salas, 2 quarlos, quintal murado, cacimba
s (em mo estado), por 3509, penhorada a Ignacia
Maria dos Prazeres ; urna cosa na rua de Moloco-
lomb nos Afogados n. 73, com porla ejanella, 17
palmos de largura c 33 de comprimenlo, quarlos,
2 salas, cozinha dentro, quintal em aborto, por Oj>,'
penhorada aos herdeiros de Auna Maria do Nasci-
inenlo ; urna casa terrea na rua do Mondego n. 111,
com porla c janolla, 11 palmos de largura e 36 de
comprimenlo, > quarlos, 3 salas, pequeo quintal
murado, por 7009, penhorada aos herdeiros de Anto-
nio Jos (uaresma ; urna casa (enea de laipa na rua
do Ouiabo n. 26, com porta ejanella, 2 qoarlos,
> salas, cozinha fura, pequeo quintal, com 2t
palmos de largara e 70 de fondo, por 200, pe-
nhorada a Joaquim Antonio Vieira por l.uiz Placido;
urna iiianpiv1 de amarcllo e duas bais da mesma
madeira, por 263, peiiboradas a Adolplm Beck por
Joo Venen ; i auroras novas, 11) barris e I lina de
madeira por 2lj, penhurados a Ueraldo Jos Perei-
ra por Manoel Joaquim do Reg Barros.
G. Adolphe lloorseois va: a Europa, levando
cm sua eompanhia 3 filfaos.
Oueni achou um canudo de IIau i 111 e quizer
restituir, o qual fui perdido do quailel de S. Fran-
cisco 1 casa do Exm. Sr. general, no rccolher do sox-
la-l'eira. 2 do crrenle, dirija-se a rua Nova n. 63,
que ser recompensado.
O doulor Olegario Cesar CabossA, lermado cm
medicina pela faealdade da llahia, avisa ao respeita-
vel publico desta capital o especialmcide aos po-
bres, que qucscrein ulilisar-se do seu presumo, que
acha-se residindo no primeiro andar da casa 11. 8
sila na rua do Collegio, onde pode ser procurado a
qualquer hora.
Victorino Jos Correia.de S,i c sua senhora vao
Portugal.
Na rua do Cabugi n.'.), terceiro an lar, preci-
sa-se de urna ama boa coziuhcira.
Tendo sido mandado por ordem su-
perior cessar a abertura do cemiteriodu-
rantc a noite, faz-sc sciente a quem con-
vier, que de boje cm vantc os entorramen-
tos sse laraodasti boras da manliaa a's
6da larde, estmente com licenca da c-
mara municipal.O administrador, Ha
noel Lui, Virues.
VTUTILADO
ILEGIVEL
Fstulas 110 abdomen. le qae seja.
Frialdadeou falla daca- Tremor de ervos.
lor as exlremidade. Ulcera na bocea.
Frieiras. do ligado.
cngWas escaldadas. das articula ee -
la chaces. Veias torcidas, ou n'oda-
Iollammaco do ligado. das as pernas.
_ da bexiga.
Vcudr-seesteungueolo|no eslabelecimenlo gera
de Londres.n. 244, Slrand,* na loja de todos osbo-
ticarios, droguistaseoutras pessoas encarregadasda
sua venda em (oda a America de Sal, Havana e
llespauha.
Vende-se a 800 ris cada|bocetinha,contm urna
inslrucsao em portugue para explicar o modo de
fazer uso desle un juenlo.
O deposito gera I he em casa do Sr. Sonm, phar-
macculico, na r u 1 da Croa n. 29, em Pernam-
buco.
C. STARR & C,
respeilosamentesnnunciam qne no sea extenso o-,-
labclecimento em Sanio Aawfo.conUnnam afabricar
com a maior perfeicSo c rMaaptidlo, toda a quali-
dade de iiiacliinismo pera o aso agricullura,
navegactlo e manufactura ; o qqe para maior com-
modo de sens numerosos fregueses e do publico
em geral, toem aberlo em um dos granda arma-
zens do Sr. Mesquila na roa do Bram, atraz du
arsenal de mariulia um.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito sea eslabeleetmeato.
Alli adiaron o- compradores om completo sorti-
menlo de mociidaa.de cao na, com todos os mellto-
ramentos alguns deltes nooos e orginaes) de que
a experiencia de muilos annos lem mostrado a ne-
cessidade. Machinas de vapor de baixa e alta pres-
sAo, taixas de todo lamanno, tanto batidas como
fundidas, carros de mSo e ditos para cooduzir for-
mas de assucar, machinas para moer aaandioca,
prensas para dilo, tornos de ferro balido para fari-
nha, arados de ferro da mais approvada constru--
cao, fundos para alambiques, crivos e portas para
forn,iihas, e uina inlinidade de obra* de ferro, que
seria enfadonho enumerar. No mesmo deposito
ensle urna pessoa intelligente e habilitada para
receber todas as encommeodas, etc., etc., que os
annuncianles comando com a capacMade de suas
ollioinas e marhinismo e pericia de sena ofTiciacs,
se comprometiera a fazer exaenlar cora a maior
presteza, perfetcJo, c exacta cooformidade com os
modcllos ou desenhos, e iatrnocoaa quo Ihe forera
fornecidas.
j* Velas slcarinas, pedras de manaore para *D
9 mesas, papel do peso ingles, papal de em-
brulho, oleo de li Bajea etn botijas, chico- ^
* tes para carro, pianos de armario, lona o 9
t brim de vello, cemento romano, axmamen-
W 10 de lodas as qualidades, cabos de li- 9
nlio e de raanilha, pixe da Suecia, cham- @
pagna e vinhos linos do Rbeno: vendom-se ?
no armazem de C J. Asey & C., rua da 9
aj) Cadeia n. 21.
POTASSi E CAL YIRGEI.
No anligo e j bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal liana de Lisboa em pedra, tudo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores saseiios.


I
UUO 01 HmiBHO TMQt FIM 6 U MkO I ISbG
Terceira ed$ao.
TR1T1EIT0 H0I0P1THIC0.
Preservativo e curativo
00 CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
zj Jim ^^ n.ca^ mVjn.
|MiiJrucJuao|oviM>arai4cpodrcur;ir.lcslaeiircr.,,iJade,M,l,l,s(a,,.sreini!Zoriiiais ellirazes
Jenle des le- nos I ugares
e.ira iljlh,i-la,emqu.mto serecorreaomedico.ou mesiuoparacura-Uiidoiieud
em que n,io os ha.
TRAUUZIDO EM POKTUGUEZ PELO 1)1{. |. A. LORO MOSC070
Eslesdoosopasculosconli'masinili.acuesmaisclarase precisas p ola sn-isim,,. '...:
XS&EZS&SSr salisfactoriusiesuMados mXSTTZStBlZ
Mudo o Iraiainenloliomeopalliirn muco que letn dado srandcsresolladosnocuraliv
veleuterinidadc, julgamosa proposito Iradu/.ir restes duus imprtame, oi.usnilns
la, para desl'arle facilitar a su a leitura quem ignota trances.
odestahoru-
em I i ngua veniaci-
iis med
quilro
Veude-se unicainenle no Consultorio do Irailudor, roa Nov n.'.Y por >NXK) V i
ledicameulos precisos e boticas de 12 tubos com um frasco de liuclur'a 15a "ma'.iii.r2. n
ro e "2 frascos de tintura rs. 258000. un,a l,a de l0
se lamben
tubos com
PEDRAS
i
PRECIOSAS- *
_ <*
a
8 Aderee.0. do bullanles, H
+: diamantes e parolas, pul-
* reirs, alnetes, briucos *
5 e roietas, boles e anneis *
S" de diflerentos gostos e de J
diversas pedras de valor, i
* >:
* +:
*j Compram, vendem ou *
^ trocan) prala, ouro, bri- J
* lhaiiles,diamanlcsepero- -.
j las, e oulras quaesquer i
^ joiasde valor, a dinheiro *;
Sou por obras. *
wmmmmauaaaaemw
\
I0REIRA DDRTE.
WJA DI OMINES
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras lomis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
*
g kmi miinnii wuiit
* ouro E pii.v r.\.
-i I
Aderocos camplelos de :*:
; ouro, incio- iiiin-, pulcei- 5?
* ras, alfinctesl brincos e *
SS rozelas, rorddes, trance- J
| lins, medalhas, correules -f
B e enfeiles para relogia, c $
.i. Olllrosrouilos objeelosdo
-> ouro. ,*
'* Apparelhos I completos, jai
3 de prala, para cha, han- S
-> dejas, salvas, casliraes, *.'
3 colheres desopaedecha, :?.
g e muitos oulrus ohjeclos
a de prata.
de Lisboa, asquaesse vendem por
preco eommodo como eostuniam.
REPERTORIO DO IEDICI
HOMEOPATHA.
EXTRAHIOO DE RUOFF E R0EN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alphahetica, com a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indicarlo physio-
logica e therapeutica de lodos os medicamentos ho-
roeopithiros, seu lempo de aceflo e concordancia,
seguido de um diccionario da siguilicarao de lodos
os termo* de medicina e cirurgia, t posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DI!. A. J. DE MELLO M01UES.
Os Sis. ussignanles podem mandar buscar os seu
e templares, assimeomo quem quizer comprar.

A HONEOPATIIIA E 0
CHOLERA.
nico tratamento preservativo
curativo do cholera-morbus,
PE1.0 DOL'TOR
|Sabino Olegario Lndgei o Pinho. (O)
i Segunda edicrao.
24 benevolencia cora qu foi aeolhida pe-
lo publico primeira ediecao dcslo ops-
culo, escotada no curto esparo de dous me-
ses nos ioduzio a reimpressao*
Costo de cada esemplar......I -mo
Carteiras completas para o trata- W
ment do cholera e de rauilas ou- $
Isas molestias, a..........31)9000 2
Meias carteiras..........li.-mm ty
Os medicamentos to os raelhores poss.viis. ftfc
Consollorio central homcopatluco, ra J
iSanlo Amaro (Mundo-Aove n. 6. (J>)
CASA DOS EXPOSTOS.
Trocam-so notas do Raneo do Brasil por se-
dulas : na ra de Trapiche n. 40, segundo andar.
Paln Nash & Companhia declaram que Jo3o
redro Jess de Malta deitou Se ser seu caiteiro desl
de donlem 1 I do correte mez. Recite 15 de ahri-
de Is iii.

NORAT & IRMAOS, 8
Ra da Aurora n. 58, primeiro andar. S
Tem a honra do participar al> respeila- W
9 vel publico dista cidado c com epecialida-
B *> aos seus fresuezes, que possiem pre- (j>
^ sentemente o mais rico e complplo soni- (V*.
j monto das mais linas e delicadas) obras de a*
g brilhanle, pcrola e ouro, como dl o prc- H
9 sen'8 nao tem apparecido nesta]praca ; e W
2'w aiancam a todos o mais mdico hreco por- $
|g I $ quo vender so podo, obras de go lo 'o mais ftj
tpf i (A apurado: os mesmos desejam an eniemen- 1S.
IA Ia 1ue respeilavel publico D( deixe de S
? '' 'anar 3S V'SUlS Sbre as Su ls obras' 9
W afim do que soja conhecida a v. rdade de (5)
(g) que cncerram estas poucas plav -as. iA
i
Mea de Mara.
Acobi de publicar-se o novo Mez de Maria ou o
Mez de Maio, consasrado a ploria da Alai de Den*
nova ediccAo, ornada de vinhelase bella encaderna-
! Ao : vende-se 1 1^80 na livraria de J. Nogueira
, de Souza delronle do arco de Sanio Anlonio.
. Jos da Caoba, na qualidade de prorurador
bastante de sua hlha Candida Marrolipa ila Conha
ftllMIldes, viuva do linadoSr. JoAo Francisco I-er-
I uandes, de l.oianna. para inventariar os hens por
Prmtt esle deixados ; roca a Indos os credores do mesino
se de amas para amamenlar enancas na "nado, de aprcscnlarem as suas contas ontas le-aes
no prazo do oilo dias, a contar da dala desle anniin-
co ; aflm de seren descriplli no inventario res-
peclivo, em que se devem separ.ir hens, nuanlos
baslcm, para o devido
mesmos credores
casa dos etposlos : a pessna que a isso se quera de-
diar, lendots habilitacOes nscessarias, dirija-se a
mesma, no paleo do Paraizo, que ah achara coro
quem tratar.
ARRENDAMENTO.
A toja e armazem da casa n. ,V> da ra da Cadeia
do Kenre juo'o ao arco daCouccirao, acha-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer estabelecimtolo
em ponto grande, para o qual tem eommodos aufli-
rienles : os pretendenlts otender-sc-hao com JoAo
Npomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
'i i oa mesma ra.
PUBLICAQAO' LITTEUAKIA.
Repertorio jurdico.
Esta poblicasAo sera sem duvida do olilidade aos
principiantes que se quizerem dedictr ao etercicio
do roro, pois oella encoulrarao por ordem alphahe-
tica as principal'- a mais frcquenles oceurrencias ci-
vis, orphanologicas, coinmerciaes e ecalesiasUcai do
nosso Toro, com as remissocs das ordeuaroes, leis,
avisos e reglamentos por qoe se rege o*Brasil, e
neru assim resolu^es dos I'ratislas amigos e moder-
nos em que se firmam. Conlcm semelhautemenle
as deeisOes das ^uesles sobre sizas, sellos, velhos e promdtidao c cuidado,
novos direilos o decimas, sem o Irabalho de recorrer
a eolierrao de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
ra de dous volomesemoilavo, grande francez, eo
primeiro saino a luz a asa i venda por 80 oa loja de
livrosn.6 e8da praca da Independencia. Os se-
nhores subscriptores desla poblicac.Ao existentes cm
i crnainhuco, podem procurar o primeiro volume
na loja de livros cima mencionada : oo Rio de Ja-
neiro na livraria do Sr. Paula Brilo. praca da
S"UISU -nu Maranha"n- "sa do Sr. Joquim
Marques Rodnsues; e oo Cear, caa do Sr. J. Jo-
so de Ohvcira.
pasamento daquelles dos
que para isso se aprezeularem a
para eommodidade dos quaes, lano podem apre-
senlar essas conlas na rasa da residencia da mesma
viuva, em t.oianua. como ueste Recife, na ra da
Moeda trapiche do Cunlia n.o A. declarando nellas
a qualidade do Ululo que possuem, seus
tos, aqnanlia e os juros que v
gameuto. Recife _>! de abril de 1K56.
Traspassaro-se os serviros por espado de (i an-
uos de urna parda mora o lidia, qoe cose Inda qua-
lidade de costuras, encoinma ecozinha moilo hem,
mediante a quanlia de 600)000 : quem quizer Tazer
esle negocio aununcic.
vencimen-
que veuecm na falla de pa-
0 pliarmaccuiico Antonio Jos da Cunha
participa ao respeila vel publico, e pcriieularmente
aos seus freguezes, que inudou a sua botica da ra
do Rosario eslreita, para a ra do Ligamento
n.,30, e ahi continuar a servi-Ios com toda a
Q I'iecisa-se de urna pessoa nacional ou ftft
(A eslrangeira para oceupar-se no servicode 2
Aum -s'l'o. Jando prova de sua cond'ula : *
w-a tratar na ra da Cruz do lcrifon. 53,
g segundo andar, ou na botica do Sr. I.uiz t$
(Sk Pedro das Nevos. (<%
immBmmummmmmam
AO PUBLICO.
No armazem do fazendas baratas, ra do 5|
Collegio n. 2,
H vende-se um completo sotiimchto de la- :^
p zondas linas o rossas, por mais baralo M
S preces do que em onlra qualquer parle, M
|3 tanlo cm porgos como a rolalho, aflian W
v* rando-se aos compradores um s preco S
|^ para todos: esto estabelecimenio abrio-so S
^ do combinarao rom a mnior parle das ra- ^
^ sas comiucrciaes ioglezas, francezas, alio- "SB
5 maos o suissas, para vender fazendas mais jjj
9$ cm conla do quo se tem vendido, e por isto $[
$$ olferecem elle maiores vantagens do quo
j| outro qualquer; o proprietario dcsie im- SE
portante csiabelerinicnto convida todos *|
os seus patricios, e ao publico cm geral, |
g para quo venham (a bom dos seus inie- ^
JH resses) comprar fazendas baratas: no ar- S
$ mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- ig
S ionio Luiz dos Santos & Rolim.
Precis-se de|um rozioheiro para enfermaria : a
tratar na ra do l'ocinho casa Ierra de vidracas.
l'rerisa-se de Orna ama que roziuhc com acato,
enijomme e lenha bom comporlamento, para casa
de pequea familia : na ra do Collegio u. 1:2, pri-
meiro andar.
Manuel Ignacio de livoira, cidado hrasileiro,
vil a Europa, levaudo cm sua companhia sua senlio-
ra e urna sua hlha.
Y"' < ' % MADAMA SCASSO MODISTA, |
w avisa a's suas freguezas, que alm de ler Vf
\-J sempre em seu eslabelecimenlo, no aterro @
djb da Roa-Visla n. 89 o mais completo sorli- Vi
K menlo de fazendas e modas, araba de rece- ^Y'
'? ber pelo ltimo vapor (hgado de Paris, ?3
Ft.J um completo sorlimenlo de chapos de soda jm
a donlljmo gosloparasenliora,dos deso com *^

' d'los do toiiqoim, ditos de reros, romeiras H9
.-;j bordadas a Bilis, lavas de pelica de Jou-
A,i v'n e de seda para homens e senhora, ditas jS
V.? para meninas, enfeiles os mais bomlos que \'
ijjj he possivel para senhora, maniinhas de il
7-j reros bordadas por proco raioavel, ditas de j
W froco, pentes de tartaruga de dilTerentes W
^ gostos, lencos de cambraia de linlio borda- @
^ dos, aboloaduras de todas as cores, entre- fPi
j- meios de cambraia e habadinhos para calcas [
W de menina, hicos de sedf da blondo e "de 5i?
f^5 linlio, meias de seda muilo linas para noi- fj
! *" wlti de venidos de seda lavrados, di- it
[ tos com o titulo de pupelina, dilos prctos W
B de moiaranliqucl, ditos de barege lifese %f
ffi Urlatanl lizos com habados, leques, golli- gjg
X nhas e peitilhos de 1116, esparlilhos, bonetes W
Jg para menino, um sorlimento do bonecas w
^3 de msSM e cera para brinquedos de crian- ^t
.'.5 'J"8, romeiras a imperalriz, lilas de seda ga- -r.
Z ze egrsdenaples de todas as cores, ditas Jjj?
W de velludo de todas as larguras, sapalinlios Qjp
^j do laa para enancas, Iranrus de seda a lila 'j
,..^ de lodasas larguras, camizinhes e maogui- li
J? los de cambraia, gorras de velludo bordadas jg
^ a seda, dilas a ouro lino : e oulras nimia -.
pjg fazendas que satisfaz as etigencias do bom .13
a lom a mesma olTerecc o sen presumo na- 2\\
.'? ra apromplar rom toda a perfeicAo c o mais >"
w apurado gosto para sentara, (vestido* para b
^ baile, casamento e pasneio, chapeos, turban- i-.-,
S. ,es> ludo o mais que se pode desejar cou- ' QP cerncnle a modas.
^..- -..-fwraf WuJ v&w?*l8*seW
Hlassa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadera musa adamantina a appDci ventosas pola
aliaceAo do ar : podo sor procurado confime no
Rosario de Saulo Antonio n. 2.
Ellgenho para arrendar.
Arrcnda-sc o engenho Miirihequinha, na fregue-
zia do mesmo nome : quem o pirlender, dirija-se ao
engeuho Sanio Anlonio Grande, proviucia de Ala-
goas, que achara com quem tratar ; he desnecessa-
rio realar a hondade.por ser bastante conhecido.
Arrenda-se nma das hijas do sobrado de um
andar no aterro Ida Boa-Vista n. Il.scrvindo Pa
a/um eslabelecimenlo com mais algum necio c ,nes"
10 gosto, por se adiar ueste estado, lendo ale arlna-
cao correspondente : a Iralar no
DtwpvaS.
Compram-sj notas do Banco do Brasil : n
ra do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
-1 ~ '"lnPra"se Para um presente urna negrinha de
-a .1 annos, ou mesmo una raulalinha que ota le-
nha molestias : quem livere quizer vender, annuii-
cie por esta jornal ou dirija-so ao paleo da matriz
de Swuto Anlonio, sobrado de um andar n. 2,
achara rom quem iralar.
que
lvida provincial : na
Compra-se urna doxia de colheres de prala pa-
ra sopa e orna salva para 3 copos com agua, lam-
oem de prala, ludo em bom uso eiem fcilio : no pa-
teo de >. Pedro n. -i.
Cumpra-se urna geometra de Euclides: na ra
na saudade, primeira casa de sol.,,, do lado do ni.
l!n~r('"nJP,ra"S0 |,a|"' de W,r, : 'a la.gado
uosario, fabnca de cigarros 11. 21.
lnjLS!^.Prsl,ef,m? ca" le"'''a "" ,,ai" de Santo
" m IS":,"* nu dil Cadeia de Sanio
Anlonio n. :><,, loja, se dir quem compra.
(.oinpram-se apolices da di '
roa das llores n. 37.
inTi,iV""l''1''U'sr u'"a rolula 1" ,pn,|a l'elo menos
morm i." ae 5 "i 'lB l,T8q : "a rua du A"
morun n. .1,1, segundo andar.
l',^l'rK,-"Se|ii,n"" |,or'os ''" sul al ao Rio da
1 rala o hrigue brasilciro Maura, de iioe he rani
ao Jos Joaqun. |)i dos Praceres ; qem o pre-
tender pode enteiider.se com o mesmo capilAo, 01.
com Amorim lnnAos & Co.....anhia, ra da Cruz
Compra-te para nina encommenda
na ruada Cadeia do Recife loja d miude-
z-as n. 7, um molcque de bonita (irrua,
de.dadc 15 a '20 anuos, parra-sc bem :
a Iralar na mesma.
Compra-se urna cria de idade de an-
uo c nieio : quem a tiver O|UzeC vender,
anaupcie para ser procurado.
neme sobrado,
Precisa-sc de urna ama de leite forra ou
captiva, sem vicios ncm achaques, e que tenba
no pateo do Hospital
Superior caf de primeira sot te, vio-
ludo Rio de Janeiro : no Passeio Publico
loja n. II,
naTiV,l'e"MC l"ns,,;,n('0 non d oflicio de carapi-
mod.;^ "ma pouc" ,le fwramwte do mes-
edm ,' '.V"il rolulfl "ova e urna porta com ti
palmos de allura, urna Irave de boa qualidade com
I'; m 0,s- ."'"? P-'Cao de cal branca, alqueirc e
2* a,cla '"" l"'Blr o algumas pe.lras que
podem servir para soleir.s e oulra l.ombreira, c urna
que pode servir de saccada par. algum. falla: .
ra do Rangel n. -J| qualquer hora do dia.
\ ende-se nm negro de naca, idade 18a 20 an-
uos, bom olhcial de sapaleiro ; na roa da Cruz n. -I),
r.^ >,en,le-se uma etccllenle cadeiriulia : quema
pretender comprar, dirija-se ao paleo do Terco n.
111, pois faz-sc lodo c qualquer negocio.
\ ende-se uma casa de laipa rebocada, com i
, CEBLAS DE LISBOA,
legadas 110 ultimo navio, por preco muilo commo-
oo na travessa da Madre de Dos n. 1(.
Charutos finos.
Vcndem-se suprriores charutos,
prei;o : na ra do Crespo, loja n. 19.
por rommodo
OUVlll.
raa"l^mePC"Ca rtcJo"vi lr homcm e Moho-
cada ilm. ,Par'eRravaasdo seda piuladas a IJOOO
cada urna : na ra do Crespo, luja 11. I'J.
Sedas branca e de cores.
COrDn?,r,5re.C"rlCS 'l0 Ve5li,)0, ,1C '"anCa *"
1 ores, por preros eommodos :
na ra do Queimado 11. 10.
oa loja de i portas,
boa conduia, paga-so bem
n. 26, sobrado.

2CLBS0DEMATHEKATKAS.
O abaixo assignado formado cm matlic ($)
mathematicas, lecciona Arithmetiea, Al-
gebra c Geometra : na ra Nova, emo^
primeiro andar do sobrado n. 67.Ber- nardo Pereira do Carmo Jnior. i$S
- S@S^$S9
lnstructpao moral e reli-
giosa .
Esta compendio de historia sagrada, que foi ap-
provado para nslruccao primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvacao a 1J600 rs., passa a ser
vendido a JOOO: na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Precisa-se alagar um pequeo sitio parto
desia cidade, o ojual lenhi 111 jar para guardar um
cavallo, a que nao seja prximo a charro ou agua
cstagnada, e se live^casa assobradada melhor ser :
na livraria ns. 6e 8, da praca da Independencia.

continua
ro andir.
J. JANE. DENTISTA,
& a residir naruiNova n. 19, prir
Na casa da residencia do Dr. Lourciro, oa ra
da Saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de umi
ama deleite, forra, que nao Iraga eomsigo o fllho,
qoe tiver, de peilo.
Na ra dos Copiares n. 20, lava-se, en-
gomraa-se, e armam-se bandejas de bolos, por me-
nos proco do que em outra qualquer parto.
O Panorama.
Roga-ae aos Srs.'anign.oles deste jornal litlera-
rio a iustroelivo, a hondada de procurar o resto dos
nmeros perlaocenles ao anno de 1855, e tic 11. 1 a
de 1856, oa roa do Crespo defronle do arco de
Santo Antonio, livraria de 1. Nogueira de Souza,
onde tambem ae veodem eolleeroes completas do
mesmo.
I'recisa-se da orna ama quo saiba rozinhara
la/cr o servico loterno de casa : na ra Oireita, casa
n. liO, segando andar.
Historia Universal, por
C. Cantu.
Os Srs, aaaignaotes tenliam a bond.de de procurar
as series que aioda nAo tivereq) recebido desla obra
ato paginas 232 do stimo volume. Conliuua-sc a
receber assigoalorai para esla interesante obra,
traduzda em por'unoez, lendo ja 7 volumes publi-
cados, .miados de bellas estampas, bella impressAo, -
frmalo do Panorama ; oa agencis, ra do Crespo herdeiros do
defronle do arco do Sanio Antonio, livraria de J.
iNogueira de Souza.
Desembarazo, passa porte
e folha corrida.
I)esembaraca-sa pelos feilos geraes e provinciaes
qualquer eslabelecim-nlo que para com aquellas res-
pectivas Ihesourarias se ache complicado, oo em
duvida. Solicita-se p&ssapurle para dentro e lora do
imperio, folha corrida etc. etc., com a mxima pres-
teza, medanle raioavel paga : oa botica n. ti da
ra do Collegio, do Sr. Cypriaoo I.uiz da Paz, bairro
"a Moto Antonio, ahi achara pessoa habilitada.
Irccisa-se de um fcilor que colcndi de agri-
cultura de canua, quo seja casado e com poOca rami-
lla, para um engenho ua freguezia da Escada ; a
enleuder-se com o propietario do augeulro Selle
RanchosRcrnardino Barbosa da Silva.ou com Manoel
AlVta terreara, no largo da Assembla, casa 11. li,
segundo andar.
Alugam-se dous cscravos para o servicu de
casa de familia, paga-sc bem c faz-se qoalqucr'con-
trato que por ventura parec mais conveniente a
quem os tiver e os quizer dar i servir por dia c
Ostt: ua ra das lrincheiras n. 19, sedando andar.
Salustiano de Aqu no Fer-
reira,cautelista (fas
loteras ja corridas, avisa as pessoas qic livcreni cau-
le las premiadas, queiram por obsequio duisirem-se
a ra do lrapiche n. :tti, segundo audar, ou as lo-
jas ja condecidas, para serem promplamenle embol-
sadas, marcando o prazo de (0 dias que se ha de es-
pirar no dia iti de junho do crrenle anuo, i'ernam-
bueo 2ti de abril de 1856.
Salusliaoo de Aquino Terreira.
AO 1'IBI.ICO ESA CIIIAIE ^
) Jos Anacleto, bem coohecido dentista e @
sangrador, continua a residir ua Camlboa do
9 (irmo casa n. i, luja de barbairo, oude po-
t; de ser procurado a qualquer hora do dia. d
Aluga-seuma excellente caa] a mar-
gem do rio Capibaribc, na estrada da
Ponte de Uchoa, confronte a casa do fi-
nado E\m. bar&o de Beberibe: tratar
na ra da Aurora n. 2G.
Desappareccram da Ponte dL'clia,
no domingo 2Tdocorrente, duasovelbas :
quera as tiver ochado c desejar rbstitui-
las, lera' a bondade de leva-las ;|o dito
lugar, no sitio da viuva Amorim, nu-i se-
ra' l>em recompensado.
Maria Ctraeiro de Souza Lcenla Villasscca,
professora particular, icsideute na ra da Aurora n.
ii, secundo andar, acha-se no etercicio do sjeu ma-
gisterio, e contina a receber meninas pcnsioiiislase
meio pensionistas: quem pretender conlia-las ao sen
cuidado, pode diragir-se a mencionada casa para
tratar. T
Aluga-se uma lojinlia, na ra llireila li. 81,
freguezia de Sanio Antonio, muilo propria para ou-
rives por ler sido oceupada ha muitos annos por tal
ollicina, ou outro qualquer eslabelecimenlo, pois o
local he o melhor possivel : quem pretender dirja-
se 1 ra da l'loreulina, casa n. 36, das aferi;e'.
Na primeira audiencia do Dr. juiz municipal
suppleule da primeira vara, e-crivo ll.ipli-.la, lera
lugar a ultima praca de diversas obras de curo e
prata, e cscravos paotarados a Jos Rodrigurs do
l'asso e sua mulher, [ior esecucAo que Ihe movem os
Agencia de passa portes
(.andino do Reg l.ima, despachante pola reparli-
cao ,1a polaca, lira paataporle para dentro e fura do
imperio, c despacha cscravos por eommodo preco e
com presteza : ua ra da l'raia primeiro andar o (3
JOIAS
Osahaivoassignados, com loja de ourives na ra
Nova Zm ,;:1confron' Pito. d. matriz ra
Ijova, fazem publico, que eslao recebendo continua-
damente muilo ricas obras do ouro dos mell.ores
gostos, lano para seuhoras como para domen, e me-
ninos : os precos conliouam mesmo baratos, c pas-
sam.se conlas com responsabilidado. e-pecilicando a
qualidi.de doouro de 11 oa 18 quilate, aleando as-
sim sujeilos os mesmos por qualquer duvida.
... Ser.phim ,.\; IrmAo.
Do sitio da Estancia do Giqai desapparecea o
escravn cnonlo, Januario, fula, baito o grosso, bem
empernado, falla por entre os denles, reprsenla ler
a 1 1,1 i,, de ii aunos. pouco mais 011 menos ; um dos
signaes mais nolavel he ter uma das pus secca letn
pai e irm-lo Jorros para as parles da Varzea foi
comprado a Jote I.uiz Pereira com loja na ra Nova.
lotera da provincia.
u iiim. Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico, quose aeham a venda, na tlicsou-
rariudas lotera*, ra da Aurora casa n.
26, das a's.l horas da tarde, os bilhe-
les, meios e (piarlos da primeira parte da
primeira lotera concedida ao cidadao
Antonio Joaquiude Mello, para a publi-
cai-ao dos cVaballios biograpliicos, cujas
rodas andain impretciivelmente no dia
sabbado 10 de maio prximo futiiro, a's
Semeia horas da manhaa, no saino do
convenio de Nossa Senhora do Carmo:
Outrosim, que as listas serao distribuidas
gratis aos compradores de bilhetes, 110
primeiro dia util, a's (i horas da ma-
nliaa, c que no dia 15 principiaraoos pa-
gamentos da referida lotera, a's 10 ho-
ras do dia a's .> da tarde, na na da Au-
roran. 26. Thesom aria das loteras 30
le abril de 1S3(J. O cscrivao, Antonio
Jos Duarle.
ores de chita.
padreoeCZ"SC C,""le' de "'sMo rte *" t.
rnaSo n.'C "a '0,a de NlUt, roa do Ouei-
Cljales e,ufa"d,C'n'SC C,'a,8 He tooquim tardado*, boa fa-
BATATAS
- Vende-se n.a escrava da Cosa com uma cria
Anulo "? '" ru5''" "0,|,ici0- ,,c Ttama d
Aqu, o I,uiseca ; ,em a pretender eomprar, pro-
cure de nina hora d,, larde as seis. '
,lTi f U''""':' d0 !nio do Crino, quina .la ra
. llor';"' contina a vender-ae maoteiga i -
Btosa a 80, 560, 6 800 e 960 r,., Irauceza a 6i0 c
801 Ir,., tanta hem alva a 5i0, farinha do MaranhAo
160,lipiria a 200 r., aovada alio, nao'a 36.
bolachinha de ararula a iO, soda a <80, dita lis-!
toeose a 400 rs cafo a -JM rs., loucinho de Lisboa
.1 MU n.dito de Santos a i8, azeile doce de Lis-
boa 1 610, carnauba a 80, de li, 8 e G cm libra.
Excellente doce.
\eiide-se o mais superior doce de solaba, cm
lOeade i libras, e todas as qualidades de doi
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regarhortas e bal-
sa de capim : na lundic,aode 1), W. Bowmau,
na'riia do Brum ns. 6,8 c 10.
Aileneao.
Vende-se urna escrava : na ra Aogusta, rasa de-
fronle da de 11. i:t; a razia da vendase d-.iao com-
prador.
Cal virgem de
Lisboa c potassa da
Russia.
Vende-ic ua ruado Trapiche n. !) a ti, cal virgem
de Lisboa, nov a .'iiOOl) o barril, velha a OOrs. a
arroba, c DotoSSS da Kussia a :' 111 r,. a libra.
Ni taberna de Grojal de Cima alcm dos gene-
ros ja lOOoneiados a venda, lem manteiga ingle/a a
OO rs.. mallo superior a I5I), dita franceza a 880,
banta do poiro a liill rs. a libra, farinha de trigo
pira todas a qualidades de p.lo, bnlachinhas muilo,
boas, sag, alelria, lalbarim e ha pao todos os dias.
Vcndc-sc rape fresco de Lisboa : na
praca da Independencia, loja n. J.
Vende-so urna negra de saeta idade, que alibi
co/.inliar bem e lazer o mais servico de casa : na ra
das Cruzcs 11.'.) loja.
Elexir anti-cho-
lerico.
Esla preparacao lem sido ltimamente usada 11.
Belsica, durante I epidemia cholenca '. os seus re-
sultados iii.iiii lan extraordinarios que Ihe grangea-
ram urna merecida rrpulacilo, c vndese nicamen-
te na bolica e armazem de drogas, ra da Madre de
Dos 1,. 1.
Vende-se urna preta crionla, mora, parida de
10 dias, com urna cria, com muilo bom Icilo para
criar, e sadia : a Iralar na ra Augusta o. VJ.
Veudem-se cobertores encarnados e hrancos,
encorpados, pura laa : na loja da ra do Crespo n.
3, piovina .10arco de Santo Antonio.
Vende-se um buhar rom lodos os seus perleo-
ces, c li cadeiras de pao d'oloo, 1 mesa com um jogo
de damas, 1 gamAo com i copos de marfim a umjogo
de damas, 1 jugo de chadrez de marlim, i dminos,
I mesa ordinaria,i quadros representando a repbli-
ca franceza e 1 uarda-loura a tratar no armazem
de trastes, na ra Dircila, ou na loja de miudezas
da ra do Cabug, do Coimaraes, e na Capuuga no
jogo da bola do Duarle.
A melhor farinha de man
diuca em'Sriccas
que existe no mercado : vende-se por prpen razoa-
vel^no armazem do Cazuza, no caes da alfandega

cm cal-
a doce de
calda o mais bem felo possivel, com especialidade
o .le guiaba inlcira, t.nlo em barrilinbos ou latas,
como as labras, por preco razoavel : na ra do Ouei-
mado, lv|a n. i, e na ra Bella, casa n. 10.
-Sobretodo de borracha.
Sobrehilo e perdneiras de borracha, borzeguins c
sapalocs instases para o invern : ua ra du Colle-
gio n. i, loja de J. Falque.
Vende-se uma taberna na ra do Collegio n
m : quem pretender dirija-se a mesma que achara'
com quem Iralar. H ''
_ UQUIDACAO".
< arrematanleda loja de miudezas da
UMIieil n. i, quercudo acabar as
roa dos
.- miudezas que
'slero, vende baralo afim de liquidir.em parda
loado /{nlonii Marlins Ribjeiro .
as audiencias do mesmo juiz, sao as leiVas c
seslas-feiras do cada semana ao meio-dia.
I'recisa-se alugar um menino para fa/.cr algu-
nas compras na rus eir qualquer mandarn : na
ra do Rosario da Boa-Visla, ullimo sobrado ao chc-
gar ao palco da Sania Cruz, primeiro andar.
Pede-se no Sr. E. G. que venh. 1 ra das Cru-
zes n. il. a negocio que S. S. nao ignora.
Lava-se e engomma-se : na ra do Hospicio
o.1.
O coronel JoSo Francisco de Chaby vende um
dos seus carros ; qaem quizer comprar eiilenda-sc
com oanouucianle.
- -*?.i-ae"ai
m Ao Itvm. Sr. lraucisco .nlonio da Cunda
r. 1 erelra, da provincia do Ceara', roga se que
aS mande iiliiinar 111 cidade da Fortaleza, com S
S o r. Antonio de Oliveira Burees, o negocio
Nova-Olioda 00 Ooricary, com um. pessoa 45
di villa de BarnaBUB' de Piauhv ; visto que S
O nao foi ulliuiadu na do Joazeiro com o Sr. ?>.
S ," .. .e ?0BIM ,,eis- com<> liavia promel- <
W tido ; alia s declare o lugar cerlo do sua resi- 3
a dencia para ser procurado e n5o ser incora-
355 inoditlo. 7^
@3 aMMsj a-gi J @*@
I'ASSAPORTES.
Tiram-se ;.a-saporles para tora do imperio, des-
pacnam-se cscravos e correm-se folhas : para este
lim, proe ra-sc na iua du IJueimado 11. i.">, |oja de
miudeza, Je Sr. Joaquim Monleiro da Cruz.
OfTerecc-so um mocoporloguez que sabe ler
escrevere contar para caixeiro excluindo taberna, ti
da dador a sua conduela : quem precisar anuuncic.
Predba-M de um homcm que seja bom amas-
ador e forner- e cutenda de massas : na ra da
l.iuguela n. :t.
Goitavos II irisun, commandanle da barca a-
mericana uCalha 1 iie Augusta, estando prompla
para seaur viagcm lestes duus dia, nov.mciila ro-
sa I ludas as pessoa' que livcrcm conlas com o sobr-
dalo navio, de as ar; rcscnlar na ra do Trapicho 11.
10, iiao ficando responsavel por qualquer reclama-
cao dcpois de sua -aluda.
Aluga-se urna ama lona ou captiva
para o servico interuo e externo de urna
duas pessoas : no bceco do
11 se dir' ijnem precisa, pa-
;a-se bem agradando.
Aluj'a se o palaceteamarello da ra
da Praii (r i(|uina) onde esleve a lliesou-
raradatlcl iras, propria para (nialquer
estabelccini Mito publico on repartirOo,
pelos gran es saines que tem c outras
commod i'a les: a fallar no mesmo com
ctte.
lamilla (1
Ouiabo 11
de lempo.
Franja com dollas para corlinado, pee.
1 pe paulado, resma, (de peso)
rito de peso, resma
Lita de cores para dordar, libra
j entes de bufalu para alisar, duzia
rivelas doondis para cada, urna
(afosa de obreus muilo finas
Lencos de seda finos, ricos padres
Caixa de lindas de marca
Meias para sendora por
Pendas de tartaruga para sesurar cabello
rozas de canelas fiuas para prunas
mas de boluca finos para casaca
Meias prelas para senhora, duzia
Hilas ditas pira homcm
Lacre encaruado muilo fino,libra
I apel de cores, mace de 20 quadernos
Duzia de cuteles
lispellios de lodos os nmeros, duzia
Laudas de novellos grandes para dordar
nicas lilas escocezas e de sarja, lavradas,
Meias cruas para liomem sem costura
DitlS de seda n. 2, peca
Trancas de seda braoea, vara
Canas de raiz, duzia
Pecas de filas de cus
Lipis finos, groza
Corda* para vesiido, libra
loocas de blondo para menino
Chiquilos de merino bordados para menino
vetaDrr%mr?l,lr"S0: q"e '''"""" recommenda-
2l.r ''"".f q'al'dades, e que nao ,e duvidara
,.a qU",h "V"S l,ara, fl"" '"''" "
gista.quequeira a dinheiro comprar mais baralo
do quesa compra emprimeiramao. a'
Alpaca preta milito la risa
a 00 rs. o coV;;do
Vaade-M na ma do Qoeimado n. 21 \ tnt.
preta fina, com mais de vara do largar, "finU
"Uto preco de 800 rs. o covado. P "
Velas de carnauba.
roresve1|.dai?'lea "! RMife ^"""Ha supe-
rr.,rV carna'"".''m pequeas eaisas, por ba-
rato preco, para pigar conlas do venda.
Pellos de Cabra.
na-aer"co1,,i'a5eI1'C",'<,'lc cal,r'' m,,Uo P"
fe n.Vr VCUlla : "' rua Ua Cadei'' ''" ""'-
dia7i,.\iC."'le"Se uma m,,lala sem vici0 a|S m rua do Rangel .1. (:|, segundo andar.
Vende-se uma eicrava
9000
3j 2J700
7HH)
8000
100
GgOOO
I8."i00
illl
2iO
41000
iSDOt)
2|000
392OO
T8IK)
1S800
600
7i0
99500
15600
900
o\>:too
:i8o
400
19600
300
2<00
I92OO
IfiiOO
I9OOO
ptima roslureira, c
.....,- .,..u.,e, e no eslado de gravidez ja da me-
tes : lrla-,e oa rua da Alegra ... 7. '
Vendem-sc velas do eamsoba da meldor fa-
(eijiio cm sacras de un. alqueire
na rua do Vicario
brica do Aracaty
veldo, muilo 1.0'vu a 8.3 a sacca :
11. .).
Vende-so
urna escrava criolita, do idade de il
anuos, benita figura, muilo sadia e em vicios, sabe
ensomniar, co-cr e rozinhar o ordinario do urna fa-
i.iilia as-un como fazer ludo o servico de casa, nao
te... achaque algum, c vende-se Mmenle por estar
pejada : na rua Non n. 18, segundo andar.
e, V1on'l?-se "* d Ustai a i? a arroda, cdo-
39200, ditas de i l.brasa i.3 : na Iravessa da Madre
do Dos n. o, armazem.
\ endc-so por preco eommodo uma preta criou-
la, de idade de 40 e lanos annos : no becco do Ca-
rioca, sobrado n. 7.
\eudem-se 2 cabrolelcs cor preco eommodo :
ua rua ISova n. 61,
Para luto.
Curtes de vestido de cassa preta com 7 varas cada
um, de bonitos padrAM a 2JO00 : veude-se oa rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
Meias de laa.
Vendem-sc na rua Nuva o. 20, meias de laa mui-
lo superiores, por preco eommodo.
Meias de laa.
Na rua da Cadeia do Recife n. 37, vcndem-se
meias de laa, baralo, para acabar.
Na rua das Cruzes n. 10, da para vender em
grandes e pequeas porres, as mell.ores e mais mo-
dernas bichas bambnrgaezaa, e tambem so alluga.
{elogios de patente
ingleses le ouro, de saboncte e de vidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
A 800 rs. o covado
de gisdcnaplcs de seda iirla-crcs para
vestidos: na rua do Crespo n. II.
>ende-?o um piano muilu bom por preco moi-
lo em conla, i diccionarios italiano e porluguez, .1
romances muilo bonitos, sendo um em francez, um
penle muilo bonito para segurar cabello, e uma car-
teira de visitas, obra lamia, ludo muilu cm conla :
na loja do Sr. Cuimaraes, rua do Cadag, se ver 05
objei-lo.
DOCE
do 59 A,
confronte ao Rosario em Santo Antonio, avisa ao
respeilavcl publico, que receben o venlailciro dono
casca de joiala, o melhor que he possivol encon-
irar-so nesla capital.
Vende-se a muito arredilada [volara do Man-
guinho, sila na casa do Sr. cirorgian Teitcira, com
nimias fregoslas na Capunga, Alllicluse Boa-Vis-
ta, alcm da da porta, a qual tem lodos os pertenecs
,1 Iradaldar, o na mesma lem um cavallo para en-
trega de pao na freguezia : para Iralar, na rua da
Snlcdadc n. 17, ou na mesma.
Vende-se farinha de boa qualidade, em sac-
eos de alqueire, medida velha a J300O: no armazem
de Antonio Annes Jacome Pires.
Vende-so o muilo ipreciavel cha prelo, de
excellente qualidade cm libras e por baralo preco :
na rua da Cruz n. 2G, primeiro andar.
=Vcnilc-e o verdadeiro e superior licor ab-
synihc, ltimamente etagado e por barato preep :
na rua da Cruz n. 26, primeiro andar.
TBNT08
para voltarete.
Vendem-sc teios muito lindos para voltarete c
qualquer outro jo^'o, rhegadosdo Franca e por pro-
co baratissimo : na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
Arroz em saccas.
J ebegou arroz pelo vapor, e vende-se no arma-
zem de Joao Marlins de Barros, Iravessa da Madre
de Dos n. 21, c no armazem de Jos Joaquim Pe-
reira de Mello, no largo da Alfandega.
Guaran.
Na rua da Cadeia n. 17, loja de miudezas, vnde-
se guaran, as lidras que u comprador quizer, por
preco cu 111 modo.
Gomina deararuta.
Vende-se superior gomma de aramia em baj ricas
e as arrobas : 110 armazem de Joao Marlins de Bar-
ros, Iravessa da Madre de Dos n. 21.
Velas de Carnauba.
Na rua do Qucimado 11. fio, vendem-se velas de
carnauba em caitas de 10 a 60 libras, por menos
preco do quo cm oulra qualquer parle : quem pre-
cisar iiproveilc a occasio.
CHARATAS.
Na piaea da Independencia livraria ns. 6 e 8,
vende-sa este compendio, iraJuzido pelo Dr. A.
llcrculano do Souza Bandeira.
lolMuIas
PAR 0 CORRENTE AUNO.
l'olhinhasde algibira conlcndo o almanak ad-
ministrativo, mercantil e industrial desla provin-
cia, tabella dos direitos parochiacs, resumo dos im-
postas geracs, provinciaes o municipacs, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
entrado, mscaras, ceinilerio, tabella de feriados,
resumo dos rend i memos o oxponacao da provin-
cia, por 500 rs. cada uma, duas de porta a 1G0,
ditas ccciesiaslicas ou da padre, com a reza de S.
Tito a 400 ruis : ua livraria ns. 6 e S, da praca
da Independencia.
Ccvada nova,
por preco muilo razoavel ; 110 armazem do cies da
afandoga, de Autooio Aunes Jacome Pires.
A boa fama
VENDE BARATO.
Libras de buhas branca- 50, (O, 70, 80, a IslOO
Dalas de ditas ns. 100 e 120 49280
llnstol de he-oura- para costura IsOOO
Duzias de ditas mais finas e maiores l0280
Macos do cordao para vestido, alguma cousa
eiirardidos com 40, 50 e (0 palmos, 210
Prcas cum 10 varas de bico estrello | 560
Camaina com agulhas francezas 200
Caixas com 1l> nuvelus de l.nhas de marcar 280
Pulceiras encarnadas para meninas e seuhoras iiO
Pares de meias fines para senhura a 240 e 300
Miadas de linhas mnilo finas para bordar 100 e 160
Crozas de botes muitn linos de madreperola 1.1 h 1
Ditas de ditos muilo linos para calcas 280
I n ell douradas para calcas c coleles 120
Peiilcsdeverdadebo blalo para alizar,! 300 e 500
Pecas de lila de l.nl.o branca- com i< e ineia
varas 50
Clisas com coUclcs grosaos francezes 00
Carrileis de linhas de 900jardas de muito boa
qualidade c de lodos os numeres 80
M.a iiiini-ruin 10 grampas, e de boa qualidade 60
Pares de suspensorios de bonitos padrcs 40
Torcidas para candieiro, duzia 80
I nuciros C arceiro- de perecanla, par 500
Carteiras do marroquim para algibeira 600
Canelas muilo boas de metal e pao 20 e : 40
Caivetes de aparar peanas ihi
Meias brancas a cruas para liomem, 160, 200 e 2i0
Tranciiiha de laa de caracol e de todas as cure.
palmo 100
Duzia de pentes de cbilre para alizar, bons 800
(rosasde bolcs de louca pintadus 300
Pecas de lilas de coz 210 e 320
Carreleis de linhas de 100 jardas, autor Ale-1
xandre (0
Lindas pretas de medinha muilo boas 211
Carlas de allineles de boa qualidade 110
Duzia de pentes abertos para alar cabello _-iiim
Meias de lio Escocia para menino, branca- e
de core, fazenda muilo boa O e 320
I ivcl.is de aro com loque de ferrugem para
calja y)
Grusas de fivelas para sapalos 300
C...viuda-, envernisadas com palitos de fogo
de velinhas 1 jii
Caixinhas de |.o com palitos de fogo bous -jii
Caitas com 50 caixinhas de phosplioros para
cl.arulos Iini
Cdaruteiras de vidru 60 e mi
Casles para dengalas muito bonitos 40
Atacadores prelos para casaca 40
Sapaliuhos dela para enancas, o par 320
Camisas de meia para enancas de peilo 500
Trnncelms para relogio, fazenda doa 140
Escovindas para denles 100
Atem de todas astas miudrzas, vendem-se o iira-
muilissimas, qno a vista de suas boas qualida les e
baratos precos, causa admiraran aos proprios i um-
pradures ua rua du Queiinadu, na bem cuudcida
loja de uiidezas da boa-fama u. 33.
Gal de Lisboa.
Vende-se ama porfo de barris com cal de Lisboa,
por baralo preco, e relaldo a 35 o barril t na rua da
Cadeia do Kecifc n. 50.
LCVAS DE TORCAL.
Vendem-se luvas prelas de torcal, chegadas ulli-
mamentc ila Lisboa, pelo baralissimo preco de ItOOO
o par : na rua do Queimadu, loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Hlg
gaos
ezes de pa-
tente,
os mell.ores fabricados em lnglalerra : em casada
llenrj Oibsoii : rua da Cadeia do Recife n. 52.
Vcndem-se espingardas francezas de lous
mnos, milito proprias para caja e por muito om-
caodo preco: na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
FARINHA DE SANTA CATIIARNA,
muito nova e de superior qualidade, a bordo do bri-
gue escuna /lapido, fundeado em frente do arsenal
de guerra, vemle-sc por preco eommodo : a Iralaj
com Caelano Cyriaco|da C. M., no largo do (torpo
Santo n. 25.
Livros Qassicj>s
Vendem-se ns seguiiles livrus para as aulas pre-
paralurias : llislory of Home 39000, Tliomp- 1:1 i-,
l'oal el Virginio ijOOO ; ua praja da Indepeudciirla
ns. 0 c 8.
Ceblas de Lisboa
As ceblas ja se vendem mais baratas, e con
C a vender na Iravessa da Madre de Dos n. Jl, .r-
lazem de Joao Marlins Barros.
SEMENTES.
SS.0chapada, de Lisboa, e acliain-sc venda na
rua da Cruz do Recife n. fii, laberna de Anlonio
francisco Marlins as seguales semenles de jiorlali-
ces, coma sejam : ervilhastnrt., genovezi, elde An-
gola, feijio c.irrapaln, rxo, pintacilgo, e amarello,
alfacerepolbuda a allrmaa, Misa, tomates ojrandes,
rbanos, rahanetes braucos encarnados, nabos ro-
so e branco, senoiras branc,--- e amarellasjcouves
Irincl.uda, lombarda, esaboie, sebola de Selubal,
scgurclha, coenlro de louccir?, repolho e pin pinela,'
e uma grande porcao de diflerenles semen es, das
mais bouilas dores parajardins.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daScnzala- No-
va n. 42.
Ncste eslabelecimenlo continua a haver u n com-
pleto sorlimenlo de moendas e meias noendas
para enrrenho, machinas de vapor e tahas de
ferro batido o coado de todos os tama n ios
dito.
A3$500
Vendc-secal de Lisbuaultimamenlecde;ada,as-
sim comopolassa da Russia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.
CORTES DE CASSA PARA QUEM ESTA' DE
LUTO.
Vendem-se cortes de cassa prela muil> miud.,
por diminuto preco de 23 o curte, dilos de cassa edi-
ta do bom gosto a 25, dilos a 2oi00, padro is france-
zas, alpaca de seda de quadros de todas as qualida-
des, a 720 rs. o covado, laa para vestido I imbem de
quadros a 480 o covado ; todas estas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo n. 6.
Vende-se cm casa de S. P. Johnsjon& C,
rua da Senzala-JNova n. Ai, sellins ingletes, chi-
cotes de carro o de montara, randieiros caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, violto f.herry em barris, camaf de ferro,
ca *-W*"" nm escrava parda escura, aioda mo-
DiViu n! 42.enBOmma eDMboa : ,raU,r '
| IM E OrUTO WT 5
I lESP :
J F. rtDH ANTUNES.
Elle, dous medieamanio conhecido. por
fil KuT ""f*"' 'm.n.Pdo a>
S CH9 .?. venJem-. acompanhados d. Z
um rldelo, na pdarmacia de Luiz Pedro das
U Neves, rua di Cruz n. 50. Sj)
Preco de 2 vidro. e 1 folhelo 3J000, di jk
S 1 caixa 751000. -wm> m
eot>e&':e0s-3s-aj>aecj)sj)sj)S
CHAROPE
DO
BOSQUE
Poi Iraosferido o deposito desle rharnpe para i bo-
tica de Jos da Cruz Sanios, na rua Nova n. 53
garrafas 53500, e meias 33000, sendo falso lodo
aquelle que au for vendido neste deposito, p,lo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUMO
Pira cura de phhsica em lorUisosseniaiSltereoi
graos, quer motivada por conslipaees, loase la-
ma, pleuriz. escarros de sangue, dr dveaalados
peito, palpilacao no coraran, eoqueluehiB cliila
dor nagargaula,e tudas asmolestiasdosorKiainul-
anonares. r"'
Vende-se uma canoa de boa conslruccjo e no-
vare carga de 1,500 lijlos : na rua da Concordia
VARANDAS E GRADES.
Cm lindo e variado sorlimenlo de modtllospari
varanda. e gradaras de gosto moderniaaiaM i na
aoeoM-
6E-
para
fio de vela, chumbo de municao, arreios
ro, lonas inglezas.
para car-
A boa fama
VENDE MITTO BARATO. |
Leneinlins de retroz de todas as cores p! ra pescoco
de senhora e meninas a lSOOO, baralbos dte carias fi-
nissimas para voltarete a 500 rs., toacas Te l.ia para
senbnras e meninas a 000 rs., luvas de fiofda Esc '
brancas e de cores para homem e seul oras I
oca
100,
500 e 600 rs. o par. camisas de meia ra uilo finas
I-, ricas luvas da seda de tudas as cores bordadas
com goarnicea e borlas a 33 e 33500, r cas aboloa-
duras de madreperola e metal para collc es e palitos
a 500 e 600 rs., superiores meias de seda prelas pora
senhora a 23500, meias brancas muilissir tu finas pa-
ra senhora a 500 rs. o par, finissimns 1 avalhas em
eslojos para barba a 2J, ricas caixa. p "a guardar
joias a 800 e 19500, e.itas muito ricas qom reparti-
menlos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco de 29300, 33 e 39500, papel Iroprio para
os uamor.dosa 40, 60, 80 e 100 rs. a follia, caudieia
ros americanos muilo elegantes, pronrds para cslu-
dantes 011 mesmo qualquer estadelecimenlo pela boa
luz que dio a .13. travesas de verdadeird bfalo par-
prender cabello, pelo barato preco de II, pastas para
guardar papis a 800 rs., espedios de pa ede com ar-
maran dourada e sem ser duurada a 50 I, 700. 1/ e
1?500, escovas muilissimo finas para de les a 500 rs.,
ricos leques com plumas c espelhos c riiiluras fins-
simas a 2f e ,t>, cliaruleiris finas a23, t cas galhelei-
ras |.ara azeile e vinagre a 23, ricas e libissimas cai-
ufalo, fazen-
500 rs., dilos
J rs., resmas
res de folhas
om extractos
vas para rape a 29300 e 3?, penlesda I
da muilo superior, para tirar pinlhos a
de marfim muilo bous a 400, 500 e 61
de 20 quademus de papel de lodos as ci
pequeas a 720, riquissimus frascos
muilissimo linos a l>200, I35OO, 20 c 23500, jarros
de porccllana delicados e de moderook gostos, com
hanlia franceza muito fina ai?, frasroJcom es-enra
de rosa a 320, paos de pomada franceyn muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e arandes da verdadeira
agua de Colonia de P.ver a 480 e 13, Jabonetes finos
c de diversas quididades, pos pin denles u mais fino
que pude haver, agua propria para llvar a bocea e
conservar os denles, c oulras militas! perfumaras,
ludo il- muilo goslo c que se vendem barato, lesouras
ii.iiilissiino finas, propria. pa.a papel,liara corlar ca-
bello, para undas, para castoras, Iranias de sedas de
donitos padioea e diverMOisrgmai c cjlres, ricas filas
ile seda lisas c lavradas de ludas as larguras e cores
dicos de Unta linissiinos de lindos pai rese lodasas
larguras, ricas frtiajasdealgodao tiran :as c de cures,
proprias para cortinado, c outrai mu lissimat cousas
que ludo se vende por Iao barato prec. I, que aos pro-
prios compradores causa admiraco: 1 a rua du Quei-
mailo, na hem conheciJa loja de ra udezas d. boa
lama 11. 33.
Farinha de mandioo.
No armazem do Sr. A. Annes Jaco ai Pires
de-se superior farinha de mandioca en saceos gran-
des ; para porcoes ira la-se com Mano 1 Alves Guer-
ra, oa rua do Trapiche n. 14.
MUTILADO
ILEGIVEL
liindiciln da Aurora, em Sanio Amaro,e
lo da mesma, na ruado Brum.
IECHAHISMO PARA
REO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
N11E1KO DAVID W. BOWMAN, r*A
RUA DO BRUM, PASSANDO O cUA-
FARIZ.
ha sempre um grande sornnenlo dos segaiotas ab-
jeclos de merbanismos proprios [iara en(,enbo, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais *moerna
conslruccao ; taixas de ferro rundido e batida, lo
superior qualidade e de iodos os lamaahos i. sedas
dentadas paraaua ou a nimias, de lodaa m propsr-
ces ; crhos e buceas de fornalhae regislro debo-
eiro, aguilhes, bronzes, parafusos ecavilbJato, Btol-
uhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUND1CO.
e'exeeutam (odas as encommendas com a* soperior
ridade ja con Incida, e com a devida prosleza e eOro-
mod idade em praco.
TAIXAS PARA ENGENHa
Na fundicao de ferro de D. W. Bov.roano ua
rua do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sorlimento de taixes de ferro fon*
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaass
acham-se a venda, por preco rommodo e s)sm
proaipl'ulao: embarcam-se 011 carregam-se em ier-
ro sem despeza ao comprador.
Em casa de Henry Brunn & C, rua da Cruz
11.10, vcndem-se.
Lonas c brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos eom molduras.
Globos paraardins.
Cadeiras e sofs parajardins.
Oleados para mesas.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Nava Ibas a contento.
Cunlinua-se a veuder a 83OOO o par ,'prcro Sil) as
ja bc.n conhecidas navalbas de barba, feilas pelo ba-
dil fabricante que da sidu premiado em diversn ex-
posiroes : vandem-se com a condic.au do nio agri-
dando poder o cumprador de .. as ae.atL.'diaa
depois da compra. resliluind-se a niportaitaSa : em
casa de Auuuslo C. de Abren, na rua da Cadeia do
Recife n. 36.
Vendem-se barricas coro farinha de Irlgo da
ja conhecida marca MMM, muilo nova, *o da quali-
dade igual a de Trieste, chegada agora de Genova,
e por prei;o eommodo : a fallar com Bailo & Le-
mos, rua do Trapiche n. 17.
Genebra.
Acaba de chegar fraiqueiras com verdadeira gene-
bra de llollanda : vende-se no armazem di Timo Ir-
n,ios.
A boa fama
VENDE BARATO.
Ricos penles de tarliruga pan rabee,! 46500
Dilos de linar lambem de tartaruga 3J000
Lindas meias de seda decores para enancas 13800
Bandejas grandes e de pinturas linas 3, 49 e 53000
Papel de p haver 43OOO e
Pcnnas de ac, bico de lance, o melhor que
ha,a groza
Dilas muilissimo finas sem ser de Linca
Oculos de armadlo de ac com graduosle.
Lunetas com ai maeJJe dourada
Ditas com armacao de tartaruga
Dilas com armacao de bfalo
Hilas de 2 vidroscom armacao de tartaruga
Toucadurcs de Jacaranda rom bous espelhoa
Dilos sem ser de Jacaranda 13500 a
Meias prelas compridas de laia
Bencalas de junco com bonilos casle.
Kicos chicotes para cavallos grandes epa-
quenos I 800 rs. e
Grvalas de seda ile lodas a- cores a 18 e
Atacadores de cornalina para casaca -*"
Suspensorius linos de borracha a 400, 500o
Penles muilo finos para soissaa
Escovas muilo finas para cabello
Capachos piulados compridos
lloloes linissiinos de niaiire|ierula para camisa 13200
Uuade. nos de papel paquete muito fino 80
Bonitos sapatinhos de merino para crianea. 19500
Ricas canelas para pennas de ac a 120 o 200
Kicos porta relogios a 1-SIHl e I 29000
liaras caixas lina* de melal para rap a 500* 600
Estovas muilo linas para unhasa320s) 640
Dilas finissimas para cal ello 1500e J 23000
Dilas dilas para roupa 19,19200 e SSOOO
Papel de lindo propriu para carlorios, rtaSM 4O0O
Pinceis finos para barba 000
Duzia de lapis moilo finos para desenho 800
l.api- finissimos para risrar, a duzia 500
Duzias do facas e garios finos 39000
Dilas de facas c garios de balanco moilo finas 69000
Dilas dilas muili-simo finas, cabo de marfim 151000
Caivetes de aparar pennas muilo finos 800
na rua do Queimado, nos yualro Canute, na loja de
miudezas da boa fama n. 33, defronle di leja de fa-
zendas da boa fe.
RELOGIOS coberlos e descoberloa, pequeos
e grandes, de onro e prata, palenle inglez, di nm
dos mell.ores fabricaulcs de Liverpool, vindos pilo
ultimo paquete inglez : em ea-a de Soulhall Mellor
& Companhia, ua rua do Corre, n. 38.
TAIXAS DE FERROL'
Na fundicao da Aurora em Santo 'Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brom, log
na entrada, e dofronte do arsenal de marinos, fia
sempre um grande, sorlimenlo do taixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas efundas; e em
ambos os lugares exislcm guindastes pata earre-
gar canoas ou carros, livres de despeas. Os
precos sao os mais eommodos.
ARADOS DE FERRO. '
Na fundicao de C. Slarr & C em Santo
Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
perior qualidade.
53OOO
I9200
640
800
.9000
19900
500
39000
350O
29600
19800
500
ISOOO
19200
320
|v 600
. 5C0
640
700
StcmtfMMC
fe
l-'ugiu no dia ~ de abril o eicravo Manoel, di
-1 anuos de idade, mameluco, alio, corpolenlu, tem
falla de um denle na fri-nlc, roslo grande, principia
a durar, bastante resrisla, he cantador, natural do
I.rain, provincia lo Ceara, e vendido uesla praca por
orden, de Joaquim Lopes lta\ mundo do Buhar : ro-
ga-se as animidades polici.es, capilaes decampo e a
qualquer pessoa do povo a captura do mesmo, e
conduzi-lo a rua do Collegio n. 16, que ser gene-
rosamenle recompensado.
Contina andar fgida a prata Mirmeil, eri-
oola, idade da 28 a 30 aonos, pouco mais ou menos
com os sigoaes seguales : falta de denles na frente,
ama d>a orelhas rasgada proveniente dos brinco "
quem pecar leve-i 1 roa do Brom, armazem di
assucar o. 12, qoe aera bem gratificado.
PErN.: TYP. DB H. F. DE FARIA-
/
\
i


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