Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07374


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Full Text
v
/
ANNO XXXII. N. m.
Por 5 tnezcs adiantados 4$000.
Por ."> mczes vencidos 4^500.




*-.-.
SEVTA ISBA 2 DE MVIO DE 1856.
P)r anno adiantado 15J000.
Pwte franco para o subscriptor.
IiVCARBEgAoS DA SUlkSCniIT.AO' no nohii.
ParahilM, o Sr. Gervasio V. di Natividade ; Natal, o 9r. Joa-
qun) I. Pereira Jnior; Aracaiy. o Sr. A. de Icmos Braca;
Cear, oSr. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
que Rodrigues i Piauhv. o Sr. Domingos llerculano A. Pcssoa
OarenM ; Para, oSr. JustinianoJ. tilmos ; Amazonas, o Sr. Jero
njmo di Cosa.
PARTIDA DOS CORRUOS.
Olinda : lodos os diasJ
Caruaru, Bonito e Garanhuns : nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista;, Exu' e Ouricury : a 13 e 28.
Goianna e Parahiba i segundas c sextas-fciras.
Victoriae Natal: as quintas-ffiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartas e sabbados.
Relagao tercas-fciras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao mcio-dia.
Juizo de orphaos ; segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas e sextas oo nieio*dia.
Segunda tan do civel: quinas e sabb.idos ao mcio-dia.
EPIIEMEHIDES DOMKZDF. MAIO
La nova aos 21 minutos. 48 segundeada tarde.
11 Ouarlo crescento as 5 horas, 37 minutos e <8 seguudos da l.
20 Linchis aos 22 minutos e 48 segundos da manhaa.
27 Quallominguantt U3 horas. 15 minutse 48seguudos da lar.
I'RF.AMAH li|. lli >.11..
Primeira as 2 hora- e -V| minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
das da s>:ma\a.
2S Segunda. S. Vital tu. ; Ss. Agapio eAfrondizio mm.
2'J Terca. S. Pedro tu.'; S. Tortula v m.; S. Secundino b. ni.
30 Quarta.S. Calharina v. ; S. Paregrino servila.
1 Quinta. X< Ascenco do Senhor. Ss. F'elippe c Tiago.
2 Seita. S. Mafalda rainha i Ss. Vindimal e Aaastacio mm.
3 Sabbado. lnvcncao da Santa Cruz. S. Itopiniano ni,
4 Domingo S. Mnita viu. uii de 8. Agostinho.
U
ICXCAKIvEGADOS DA M ItSCIUPCAO NO SUI*
^lagoas, o Sr. Clsudino Falcao Dias ; Babia o Sr. 1). Dupr
proprieurio do DIARIO Manoel Figoeiroa de Faril, na sua
livuria, praca da Independencia ns. 6 c 8.
buco.Cutnpra-sc. palacio do [governo de Pernain-
buco, de fevereiro de I856>Figoeiredo.
PARTE QPFICI AL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 39 de abrd.
OllicioAo E\m. presidenle do Maranl.An, r6-
uiellendn por copia u ollicio em quo" u mareclial
rumtnaudauleilas armas requisita as pracas que de-
vem depor no cuuselho de gueira n que vai respon-
der pelo criaie de desrtico soldado do -2. bata|ho
|le infantina Miguel Manriques I erreira, aj,solli-
l.iudo a expedido do sua* ordeus para que la es iira-
1** jam enviadas com a h.miI brevid.ide.
DitoAo Eun, mareclial comnfandaute das
iii.is, inleiraii lo-o da hareraulons.ida.jfj
da ihcsouraria de fazenda, a mandar pagar ein os
Surte gSSH S2S? ,qUC alf?reS Alal>!',,a Sr- maJut Lui JosVi'mlr^de Cimillo.
uuarte odinlio pretende consignar de seu sold
uesla provincia a contar de maiu a dezembro do pre-
sente auno.
DiloAo mesmo, declarando liaver expelido as
convenientes ordens,para que nao su so d transpor-
te para o Maranho ao alferes Atalyba Duarle o-
dinho e sua familia, mas lambem so Ihe paste guia
de sorcoi rmenlo.Expedirn) se as ordens de que
se trata.
DitoAo inspector da thesourara de fazenda,
communicando que no dia >'< do crrenle fallecer
n alfares ajadanle d.i fortaleza do lirun), Manoel
Marques do Amaral.
Dito Ao juiz de direilo da Bonito, declarando
que os 3 orphns de que Smc. traa, deven ser re-
nii'lli lo para esta cidade anu de se Mies dar a de-
vida educarlo, ciimprindo quu o de uome \i Iihii.i
seja envalo para o collegio de Sania Therez.i em
Olinda, e a* de nomes Jo orphaas.Expedtram-se nesle sentido as couveoien-
les ordens.
DitoAo juiz de direito de lioianna, dizendo
lirar inteiradu de ter seguido para esta capital u cs-
tudante de medicina Francisco Julio de Frailas e
Albsquerque, que se acha em commissao do gover-
no n'aqaella cidade.
DitoAo juiz de direito de Sanio Antao, recom-
mendando que encaminhe ao juiz. inunicip.l com-
petente, afim de que proceda a resuelto na forma da
lei, a copia que remelle de um Ireclio do ollicio em
que o cnsul de S. M. Fidelissima requisita provi-
dencias acerca de arrecadajAo dos nena deixados pe-
lo padre portuguez Anlouiu lime* de F'gueireda,
que fallecer ab intestado n'aquell.1 comarca.
DitoAo juiz municipal da Benito, dizendo. que
com a copia que remelle do parecer do Exm. bis:>o
diocesano, responde ao ollicio einqiieSmc. corunlla
em1. logar, se os paroclios podem cobrar emolu-
mentos pelos enterra fados nos cemleriae pablieos
sem solemnidade alguma, e em >." lugar se podem
ns mesmos paroclios exigir a importancia dos ollicios
paroebiaes, nao os leudo feito.
DitoAo juiz municipal de Olinda, reinetlemlo
ilim de que proceda a respeito na forma da lei, c>-
pia de um Irccbo do aflicio do cnsul de S. M. Fi-
delissima, pediudo providencias sobre a arreradaro
dos beus deixados pelo subdito portuguez Antonio
de tal, por alcunho o Cebera-branca, que fallecer
naquellc termo da epidemia reinante, lo deixando
herdeiros prsenles esim ausentes em Portugal.
DitoAo provedor interino da saude do porto,
acensando receliida a reanlo que Smc. remellen dos
objeetos eilstcnies no lazareto da I Un do Pina, e
approvando a medida que propiz de incumbir se o
cx-servenle d'aquellc eslabclecimenln da suarda dos
mencionados objeclos medanle a sralilicacao de
80(1 rs. diarios.CoDjnmnicou-se a lliesoararia de
a/.-inl.t. *
Ui'oAo Dr. Ignacio Firmo Xavier, dizendo li-
WMM&NDO DAS ARMAS.
Quartel ajeaeral do comnaaoda das armas de
Feroanbuco ni cidade do Recite era 30 de
abril do I8B6.
ORDEM OHIA N. 230.
'lilui. e Exm. Sr. marecli.'l de campo Jos Joa-
qoire Cocllio, conimandanlc das armas dola provin-
cia, manda fazer publico que qu dia 2X do correle
iiomeoii o coiiiellio de guerra H|ue lem de jalear o
soldado do 1. Ii.ilalli.'ni de arli^haria a p, Jos Clo-
a, pela culpa defiidd nu a;l. | dos de guerra,
do inesnao couselbo.
Presdeme.
Audiia|.
O Sr. Dr. Alexandre Beriuirdilio dos Iteis e Silva.
Interrogante.
O Sr.capilao Joai|uim Francisvude Oliveira.
Vogaes. t
tls Srs. leneirtes l^ielano Uaspfar Lopes de Azevedo
Villas-Boas, Vicente de l'iiula Kios de Oliveira.
Os Srs. alterca Fraucisco Uorget do Lima, e Marli-
nlio Jos Itibeirn.
Candido tfal t'rrrc'ira,
CapiUa ajadanle d'ordeos cucrregado do delalhe.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Setsaojudiriaria em 30 fie abril de 1836.
Presidencia do Exm. Sr. ileseinliargador Souza.
Fallaran! com causa os Srs. dcpulados Siqueira e
Reg.
Dciignariio dr dia.
0 primeira dia til para o julgamcnloda appclla-
1.,'n' i'iili partes. jj
Appellanle, Jcsuinn l'erwii.i da Silva ; appella-
do. Francisco Lucas l'erreira.
Diliqencin.
Appellanle, Antonio liomcs. Pcssoa ; appellados,
os herdeiros de Francisco da Silva.
Maiidou-se averbar a dizima correspondente a
quanlia |icdida e nao eonfessau.
Z'a.snjeni'.
Embrgame Manoel PerriraJMagalhes, embarga-
da D. Mananna Dorolhea Joaquina.
Do br. i iilirji. i ao Sr. Villanes.
lempo caimacans, aos quaesse rcunirAo commissa. i escriplosperaule os Iribuuaes, bem como se inter-
nos turcos durante o decorso das suas funece.-) pori a appellarao de um julgaroento, epor consc-
i.'u.unl.i se lioiiver decidido o modo' de eleicilo dos \ guinle abrogar um decrelo do ministro da jusiira
uovos principes e instituido senados para os dous que faz do ministerio publico o orgao das aulorida-
paizes, esles ltimos presentaran Ires candidalos desde polica ordenando-llie qoe aecuse lodo o es-
cada um, entre os quaes a l'orla numear os princi- I crlpto appreliendido, e MitcrpotibaiD sempre appel-
EXTERIOR.
pes. Anuniearao desles ser vitalicia e so poderao ser
destituidos em caso de IrairAo provada.
Os principes puder.io dispr de lodos os empregos
pblicos, dos quaes su os eslraugeiros serfto exclui-
dos.
A Porta confirmar os antigos privilegios dos
principados, e nao inlervir sol pretexto algum uos
seos negocios internos. Os dous principes ter.m o
direito de mandar eocarregados de negocios junto
da Porta.
y^o sera exercido protectorado algum exclusivo
por una putencia eslrangcira qualquer. O Homero
das tropas necessirlas para a seguranza iolerna e
externa sera lixado quando os novos principes liou-
vciem sido instituidos, e quando a novajcotisllluiro
lr posln em vigor. Este numero urna vez eslabe-
lecido, nao peder ser modificado sem o comenti-
menlo da l'orla. lio vedada a conslruccao de for-
talezas sobre a margeui e-querda do Danubio, e as
quarenleuas ser.lo snpprimidas.
lodavia os govemos ler.lo direilo de as rcslabelc-
cer, se dir necessariu.
Os eslraugeiros poderao fazer acquisicn das pro-
priedades lerriloriaes, cum a condirao porcni de pa-
garen! a inesuia sin que os oulros proprietarios lei-
riloriaes. Todos os Itabitaules, sem exceprao, pa-
garo o imposto territorial. Os principados l'orniam
laijiio no caso de ser ali-olvido
a ". t Inlenar.i que sf o miunlro publico nao adiar
motivo de aciusacao, sejam iminediataniciilc resli-
luidos os escriplos sem que (eoba-se a obtigacau de
esperar que os orgaos supeiiores do ministerio pu-
blico lomen! urna deci-.io sobre ama reclaiiiarao que
teria podido ser fela contra a deciso dos orgaos
iuferiores.
o t. Ordeoara' que 'oo toda a apprelicnsAo de
escriptns sejam indicados por escripto as razoes que
a motivain ; e quaudo foiem pSvHeos, o artigo de-
cusado.
i' 7. Ordenara' contra a opinian defendida pelo
ministro do interior, que Me pottl ser pedida a
coucesso contraria ao lexlo c ao espirito da lei de
19 da mato da 1831, de vender um escripia que o
proprio aulor publicuu...
ic 8. Ordenara'as autoridades de polica que nao
recuscm a pessoas que guzam-de lodos os seus direi-
los legaesa autorisacao para exercerem um dos ol-
io io. previstos pelo arl. I. da lei de 1-2 de maio de
IK3I, e que nao (omein a ouioii's polticas para
regra das aulorisaroes que lem dejtconccdcr.
!>. Prohibir'as autoridades competentes iinpe-
diroui os redactores de gazelas de fallar sobre qual-
ipicr ohj>clo urna vez que esses ubjectos nao caiaru
-ol a applicarau das leis penses, procedimenln que
rial que leve lugar a It'i de marco, e a assigoalura do
Iratado de paz a 30. Posto que este ultimo acouleci-
ineulo seja o -junio ein dala, fallar-lhc-hei pri-
bradon : viva Napolcao IV Esle assomo entlu siasla
nao leve cello !
A lli di- marco, noilc*, lioave ama illumi
ineiramenle nelle, como tendo mais elevada impor- [ por ordeni : os edilicio- pblicos, os cafs, as
tancia sob o aspecto pohlico.
dos foruecedores e dos fanecionarins responder m ao
Leinlirar-se-ha que,\ na minlia ultima carta, nao convite da polica; assim a fesla foi'pouco biil
duvilava eu de maneira alguma sobre o resultado jante a isto ama r.huva copiosa qae n.io cess
do eongresso de Pars, (^omo todas as potencias se raliir durante toda a noile. Em summa,fora do
actiavim peifeilaiiienle de accordo sobre o fuuito da 'doofcial, o eolhusiasmo produznlo pelo nasc
queslao.ns dbales piopii.uneiile rallando, o versa-; lodeNapoleau IV fot completamente nullo.
rain sobro a forma. Entretanto, cuino a forma he I Fustes dous grandes successos que acabam
muito em diplomacia, liouve iiecessariainenle discus- ; lugar no mez de marco de ISili, comc^am urna plia-
ss in.iis ou menos animadas, igilarao, pausas ; a Isa nova no reinado de Napolelo III. Pacil cou a
Russia sobre ludo .o inoslrava mu escrupulosa sobre Europa c Dos IIic una i IS11, na occasifto do nasclroenlo dore! de Roma, et-
iici- lo ebegado ao apogeo do seu poder e ulvcz i a sua
escolba das palayras, e
vez o Iralidliio daVedacc
denle mala digno de ser as
fez alterar
o dos pioiocoln
igualado, no .
de
II
tUis lorluna. F". o que lara este genio activo e ioq
conferencias, foi o convite feito Proasia alim de as- i .Napolcao procede em poli'dca como os nossos a llores
sislir ao oougreaso de Pars, como assignalaria do de|melodramas fazem com as| suas pecas. Tral; o pu-
tratado dos Dardanellos de ISil. A entrada da blico como espectador, pouco sensivel a qui m be
Prussia ao principio eansou algumas pertarbardes, I preciso em cada aeena urna nova emoflo, um ibalo.
em consequeticia da pretOn(So dos seus idcnipolen- l ou enlao'impacienla-se, apupa o ador e o aulo efaz
ciarlos de quercrem ser admillidos sobre o mesnio dcscer o panno. Vamos ter as feslas do baplu mo, e
una parte integrante do imperio otlomano ; as me- \ s-poderta ser permillido uo casudecerro, de guerra
didas de inleresse ger.d adoplailas na Turqua, ler.io
igualtnenle vigor nos principados.
Estas resoluces produziram um eflilo tanlo ruis
desagradavel, por isso que aules da abertura das
conferencias, o principe Slirbey haxia formulado o
voto geral das populacoes uos qualro pontos segua-
les :
I. lteuniao da Moldava e da Valacliia ;
-T. Snccessao hereditaria para o principe :
3. SupprcssAo de loda especie de proleclorado,
mas garanta das grandes potencias;
. Neulralidade do territorio moldo-valacliio.
Por conseguinle, o principe Slirbex, protestan
contra todos os pontos adoptados pela conferencia
de Censlantinopla, que dcslroem a seu ver a auto-
noma dos principados.
I oi.i i .n i.i ilo Iieuova transcripta na l'ressc ex-
priuie-se nos seguales lennos relativamente aos ne-
gocios da Italia.
O general Dorando para dar impulso a man-
ilas gazelas que recbenlo, pelos vapores l'imuas^t.f"'^:. !l,b.el,eCC'1-.m_"-COI',ell'U ''C illl"'ri""i",u
car iniuii i.ii tlMchar-so Smc.
Sfies de prcsloiUe da commissao de bygiene pubiica.
lar a fir-
Jior urna
Commonicnu-se a thesoeraria de fazeoda.
DitoAo Dr. .loao Pedro Maduro da Fouscca, di-
zendo que (ir.i inteirado da deliberacAo que Smc.
tomou de enviar commissao de lijgieue publica os
medicamentos que sobraran) da atnbul mcia que lite
tora foroecida p ira soccorrer a pobreza do 3. ds-
triclo medico da fresnezia do Kecife.
HitoA adminislractlo dos cstabclccimenlos de
caridade, recommendaudo que va examinar,alim de
ver se com a remojao dos enfermos militares of-
ferecera elle snllicentes commodos para receber as
irmlas de caridadeqoe devem chesar da Europa.
Portaraemittindo de conformidade com a pro-
posta do chele de polica, a Candido Jos de Barros,
lo cargo de subdelegado do districlo de Correntcs,
termo de titranliuns, e nomeando para o referido
cargo ao capitn Theotonio d Sanea Cruz Oliveira.
Commanicou-se ao referido ebefe.
DitaConecten lo dous mezes do (cenca com
vencimentos, ao promotor publico da comarca de
liaraniuns bacharel Judo Barbosa de Vasconcellos,
Fizeram-se as necessarias cominuiiicates.
DitaNomeando, de conformidade com a propos-
ta do lenenle-coronel commandanle do :1. balalbao
do servido de reserva da suarda nacional do muni-
cipio do Recife, para olliciaes do mesmo balalliAo os
ctdadAos seguales :
1.a companhia.
TenenleJoo Mariins Kibeiro.
4.11 companhia.
CapilaoJoaquim laldino Alfas da Silva.
AlfercsVicente de Paula de Oliveira Villas-boas.
Coramunicou-se ao respectivo comiii.ind.inle su-
perior,
DitaNomoatido.de conformidade com a proposta
do major commandanle do t." csquadrAo de caval-
laria da guarda nacional do municipio do Recife,
para olliciaes do referido esquadrao os cidadans
goinles:
Estado ma Alteres porla bandeiraAugusto Coellio l.cile.
I.1 companhia.
CapilaoManoel deSouza Lean Jnior.
TenlePermiuio Francisco de Paula Mesquita.
AITeresAristteles Carneiro da Cunha.
2.s companhia.
CapilaoAntonio Pereira da Cmara Lima.
TenenleViccute de Araujo Pinliciro.
Parlinpou-se ao respectivo commaudanle supe
rior.
DilsMandando admitlir ao servico do- excrcilo
como voluntario, por lempo de ti anuos, o paisano
Joao ll.ipii-u da Rosa.Fizcram-se as necessarias
communicaces
sendo' todas as o i
catlioli-
Iras pro-
conslilu-
0 /.cuitis colhemos anda as segiiiules uoliciai
A UniXo-Americaoa Geera tranquilla. O senado
adoptara por 11 votos contra !_' em terceira discus-
sao o projecto de le que appr'ova o crdito de Ires
nuil,o", de dolars para augmento dos armamentos,
o que demonstra que nAo he mu pucitico o espritu
que o anima.
Fin dos sustentadores do prqjeclo, o general Cusa,
disse que a Inglaterra tiavia sotlrido (auto pela guer-
ra emprrlieiidi.la contra a Kusia, que bem se po-
derla soppor que qui/.esss ver se llie seria possivel
readquerir a reputac.io por mel de ama guerra com
a America.
A queslo eun a tiran BreUnha nao eslava anda
resolvida, por nao querer u governo americano acce-
der .lojalgamento por meio d* arbitros, visto que,
segn lo o seu pensar, a repubiiea nao pi.Je esperar
jusiira de te-tas cornadas. '
No Mxico continua a dsordcni, sendo, lautos os
partidos que nao be possivel enten.te-los.
O coudilho ilaro 'i'amariz, Icntara mu
ni.i de governo. subsliluindo rcpublici
"i -' monarclna constitucional.
Eis-aqui a anaiyse succinb'i seu plan
A nacao mexicana be e s?ridependei
ria, n tomara pela terceira ver. o titulo de Imperio
d'.limhiiac.
Sua relgiao ln> c sera' semprp a religill
ca, apostlica romana, *"'"'' '*
hitmlas.
A forma de governo sera' a monarcliia
cioiijI fieredilaria.
A naAo proclama desde ja parasen pritjieiros im-
peradora Agostinho de llurbidrj. Se este
a cora ella ser confiada a D. Antonio de
ni.iriz. e ern caso de recusa da arle dcste
se reunirn ee!eg?ro um imperador.
Logo que u movimeiilo livor Iriumpli
estabelecido un eongresso supremo provisil
poslo de dous represdiilautes por depart
qual Domeara' n chele do dito muvimenl
por qualro couselhciros. Esse eongresso r
antes de ser formalmente iustal[ado, uom
regencia coraposla de (res pessofS que ser i
regadas do governo provisorio do impel
convocarAo tima assembleade dpj.ul.i.lo- |
gir a constituirn imperial.
O eongresso provisorio de accordo com ;
lomara' juramento ao imperador. Caso
I lu Imlo nao seja elcilo imperador, ncm o
riz, ii primeiro eongresso constituidle far
colba definitiva, e recebera' o juramento^
monarclia. Todos os Mexicanos nalos e
sao cidadAos do imperio, e podqm aspirad aos em-
pregos pblicos.
A propriedade lie inviolavel ;{ as leis d i imperio
protegern-na.
O clero e n exercilo conserv^m lodos o i seus di-
reitos e privilegios.
O eongresso provisorio o.rgaiiisara os iliflcrcnlcs
amos da adminislracio. Osfunfccionaroshiie acet-
lareni o nov
3.a Seer.io.Circular.Ministerio dos negocios
da justic. Rio de Janeiro em T de fevereiro de
1836.lllm. e Exro. Sr.Sua mageslade o Impe
rador, lia por bem que d'ora em dante V. Exc,
nao faca stibir a sua augiisu preseuca quaesquer re
presemaces ou ollicio dochefede polica, juizes de
de direilo, juizes municipaes, delegados e subdele-
gados dessa provincia, expondo as duvdas,obstcu-
los e (acunas que encootram na cxecucAo do cdigo
criminal o do processo, sem que venham competen-
temente instruidos einformados.segundo prescrevem
os artigas t95, 49< e 497 do regulamento n. 190 de
31 de Janeiro de 18V2.
Manda oulro sim o mesmo augusto senhor ; 1.
que a forma estabelecida pelos citados arligos seja
npplicavel a todas as autoridades e extensiva lambem
as leis civls e do processo respectivo, sendo ouvido
qtanloas leis commerciaes, o presidente do tribunal
do commercio do dislricto, em vez do presideule da
relacAo,
2. ()ue compeliodo ao poder judiciario a applica-
cao aos casos occorrenles das leis penaes, civis, com-
merciaes e dos processos respeclivos, cesse o aba so
le commcllem muilas autoridades judiciarias dei-
^e decidir os casos occorrenles, e sujeilaudo-
os coraOTftWt_'das a decisAo do governo imperial, pelo
qual esperain ''inda que lardia seja, sobrestando c
demorando a adim'n.slrarao dajustiea, que cabe em
saa auloridade. e prvaiioV)__assin aos Iribuuaes su-
periores dadecidirem em graenie recurso, e coinpe
ternemente asduvidas que ocrorrercm na apreciaciio
dos faetos, e applcac.Ao das leis.
3. Que V. Exc. faca sentir as aobredilM autori-
dades, que os diados rligos W>, it'ti e i;>7 do regu-
lamento n. 1211 de III de Janeiro de 1812, nao se re-
feran de nenbuma maneira aos casos pendeutesda
jiirisiiccao das inesin.is aulnndados. seno aos que
lem havido, e em cuja decalo ha occorrido duvidas
e se lem cochecillo obslaculos, ou lacinias, sendo que
o goverao imperial nAo pode seDAo por modo geral,
oo regulamentar decidir sobre essas duvidas, obstcu-
los e lacuaas qoe se encontram na execucAo das di
tas leis relativas ao direilo civil ou penal c processo
respectivo; por quanlo, seas suas decises versas-
sem sobre os casos individuas e occorrenles, i1.iri.nii
uzo a coulliclos e collisoes com o poder judiciario, ao
qual essencialmente compelo por sua natureza a ap-
plicacao dassobredilas leis, e apreciacao dos casos oc-
correnles.
t. Que em ronsequencia, e se alguma auloridade,
em ver. de decidir os casos que Ihe sao sujeitos, qni-
r.er, sol prelexln do riuvidg, subinelle-los ao gnver-
.no imperial, dexe V. Exc. devolver-lbeas represeu
tacfies e oflicios respeclivos, para qae ella julgue
conforme a lei e jurisprudencia, dandn os recursos
que couberera pAraos trihunaes superiores.
Dos guarde a V. Exc.Jos Tkomaz Sabuco de
debaixo do nome de congreuo permanente de ma-
rinlia militar. Os membros sao o contra-almiran-
te llellegarde, o conlra-alniiranle Couilois de At-
collieres, o capilAo ile marinha Bici, o commissario
ein chefe Prola, e o dreclorda
vacs Coccou.
n O exercilo sardo vullara da Crimea durante a
primavera. A intendencia lornou a por a venda os
mus compradps para o servico do corpo expedicio-
nario. Calcula-se que o exercilo 'podera estar de
volla no mez de mato para as feslas do Estatuto.
a As estradas de ferro qoe a Austria venden no
reino l.ombardo-V'enesiauo consisten] em 102 kilo-
metros acabados, e em servico, cm c ii'Jli kilo-
metros anda em execucao.
i> Os bispos lombardos ancioso por gozarem das
vanlsgens e privilegios quo liles concede a concor-
data siibmellem ja obras a censura eeeleaiastiea,
l'eni-se visto algumas exposlas i venda munidas do
admiltitur e do sello dessa censura na l.om-
bardia.
" A frota norle-amcricana vai parlir para o es-
trello de Ijibraltar. As ordens roceliida-. pelo com-
nudoro Stoigoarn pareceos nudas em vteta >lo um
. r.i n,ineulo possivel entre i Inglaterra e os Estados
. ...".-...-. I nulos. Os qnatro vasos de guerra do commodore
tat parlir de tieuova para u arclupelago e Cons-
tantiuopla ; mas romo sejriam inimedalamenle lo-
mados em caso de guerra, pela forras navaes de
Malla, saiiirao do esireito, irao a Cdiz aguardar
os acontecimenlos para vollarem ao Mediterrneo,
se consolidar-se a paz, e para ganharem o Oceauo,
se romper a guerra.
.i Reina o maor terror em Parma. As prises
elevam-sc ja a quasi 100. A polica faz guerra aos
bigodes, como cm aples, lomaudo-os por um sig-
nal de conjurara. O general austraco, comiede
Crenneville transporta os presos para a Ierra austra-
ca, para Mantua, onde serao julgados por um cou-
selbo de guerra composlo de olliciaes austracos.
A cidadella de Placenca ocenpada por tropas
austracas serve lambem de prisas). Ha 8.000 ho-
mens dessas tropas as Legaccs romanas, que for-
mara a-, guaruicoes ce Ancolia, de Ferrara, e de
Bolonba. O governo pontificio deve concorrer para
sua manutengo com IliO.OOO escudos por auno. De
IN'iS a 1832, poca cm que o Estado romano con-
ceibsu esse subsidio, as tropas austracas linliam cus-
lado ;I,c40o,immj escudos.
n aples 2S de marco de ls.">(.
Antes de ir a Ruma para urna mis'.lo misterio-
sa u .-r. O razio Mazza, anligo director da polica le-
ve uma'polemica com a cazela de Pars o l'nivers.
o Mr. Jules tiondon censurou-o por acrescenlar
sempre e sem necessidade ao
llieto absoluto; o Sr. Mazza
ou de insurreicao, no limite dos arts. 3 c lli da lei
de li de junho de 831 sobre o estado de cerco.
o 10. Nao permiltira' qoe as autoridades de poli-
ca, bem como se fez por um decrelo do ministro
do interior de 2S de tiovembro de 1833, lornem
mais rigorosa a prescrip^Ao do arl. 3 da lei de 12 de
maio de 1831, a qual ordeua o deposito de umexem-
pLir de toda a gazela un escripto peridico, marcan-
do lloras arbitraras para esse deposito, e impedindo
assim em certas circumslancias que appareca urna
gazela, ou pondo todas em certa dependencia por
conceder a tal respeilo excepces para serem relira-
das quando ibes approuver."
(i II. Prohibir' as autoridades compelenles,
quando auturisam a venda publica das gazelas, ex-
cepluarem algumas dessa aulorisarau.
12. Prohibir' as autoridades competentes acba-
rem interpretando contra o texto e o espirito da lei
de :tl de dezembro de IS--J. as disposices relativas
as pessoas recenletnenle estabslecidas, meio de clie-
garem a suppressAo das gazelas expellindo successi-
\ ament os reaarlores do lugar ern que sao publi-
cadas.
13. Prohibir' emlim as autoridades compelenles
impedircm a propagarlo das gazelas, qnc nao cun-
conslrucces na- j cordam com o sysleiua do governo. inculcando aos
dimos de eslalsgens ede bolequiisquo a liceiia que
pe que us plenipotenciarios dasoulias puleucias, pre-
lencan ctiergicainentc Combatida pela Inglaterra.
Mas cl-rei da Prussia euvioii aos seus agentes em
Pars novas inslriicrnes que Ibes recominendavaiu
que^e calassemcompletamente as discussoes, e vo-
lassein sempre com o conde Oriol! e o barau de llru-
now. Kulo as roiiioionei i- reassumirain u seu cur-
so normal, e, depois de dezoilo se.soes, u Iratado de
paz fui assigiiailo nodomtugo Ilude iiiarco s duas
horas depois de meiodia. A formalidadc da .^sig-
natura duruu quasi duas horas, us plenipotenciarios
alem da assigaatnra embalso dos sele proloeolos.
junlaram paragraphos, cujo numero, dizem, qoe
chfga a :1S1.
As duas horas, os canlmes dos Invlidos annuncia-
ram a Paris este grande acoiiteciinciito : to.i.i. as
casas ornar.un as varandas como por encanto, e a
noilc tuda a cidade foi esplndidamente Iluminada.
Na terca feira I de abril urna magnifica revista de
mais de ln i.lint lionieus, leve lugar nu campo de
Marte. O imperador eslava escollado de um brilhan-
tc eslado-mair, no meio do qual se observara o
conde Oriol! com-sua casaca militar, c urna tnultidao
de olliciaes ingleses, austracos, prussianos, sardos,
turcos, etc. Mais de 300.0011 especladores aasisliram
a esla revhla, que um esplendido sol de primavera
anda (ornava mais brilbante. A noilc, como para
rematar dignamente esla fesla da paz, todo Paris
de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBOCOi
iai. .ni
casas
ante,
u de
iiiiii-
i nen-
ie ter
11610/
sem dnvida as da coroarAo : mas depois '* E nlim,
eis-ahi um acto terminado, um aclo ebeio de f iripe-
cins ; aguardemos o oulro.
Mas foi a paz Bssiguada, eja trata del
grande expedicao. pata halvlia, c ile nutra
Medagasear.
Asseverain que a Inglaterra nao icstiluir
de Franca.
A Italia est sempre cm um grande estada
mentarAo, especialmente o ducado de Parma). onde
os assassinatos polticos se renovam muilas jvezes:
do/.en las pessoas bou sido presas : a Indepejulence
Helgc narra a esle respeilo, una aneducla ii(ni cu-
rii
o Alacaram urna diligencia, ha poucos da
fronleira ; mas eram ladres ; eram lodos
lados, de casaca prela e bolas enveruisadas.
inensderam as maos as mulhcrds para descer
ruagem : como um menino que se ae.hava
viajantes livesse me lo, o chele dus lailres
pressa cm loma-ln nos bracos e aquiela-lo
cendo-liie bolinhos. Eslts salteadores de
singular nao puzeratn man ncm no dinheiro i
joias que cliainarain pelo uome. poil que o coiilnjciam, a
chave de um cofre onde se arhavain uus vijilu mil
francus perlenccnles ao governo ; depois.
urna
'on Ira
a Iba
le ler-
na
signa-
os bo-
da ear-
nlra os
e deu
offere-
especie
em as
i.lulur,
ram com esta somnia, saudaudo corlczmenle|a lodos, '
tas em-
lhes
paz.
illuinara e-pontaneamenle, coro um luxo de lam-' c deixando os viajantes nao consternados,
pedes e lanlernas chinezas como nunca se vio. Des- bevecidos.
de a Baslilha ale a Magdalena, o aspecto dos boule-
vards era verdaderamente phanlaslii-o : ama da
Paz pareca querer justificar o seu nome : urna inul-
lidao compacta e alegre nao cessou de circular as
ras noile para guarda espectculo digno das mil
e una uoites.
Lni Rusto editor de estampas, no houlcvard dos
[tllanos, tinha eollocado diante do rotulo do seu ar-
toi dada para taca eslabelecimenlos Ibes veda niazcm o retrato do imperador Alexandre II, cas
ao aceitar
liara Ta-
as cortes
do, sera'
rio, rom-
imenlo, o
assslido
rovisorio,
:.ira' urna
u anear-
e que
ara redi-
regencia,
o Sr.
t. Tama-
urna es-
do novo
adoptivos
;ovcrno conservarlo seus cargos
Os corpos do exercilo que proel iniaiem imperio
c os que n elle adherirem, serao. deuomiuidos Cor-
pus Regeneradores, e protegerAo a religiA i calboli-
ca, a independencia do imperio, jis garantil s sociaes,
a disciplina militar bem como a lid observancia das
leis.
A presente organisaclo dos tri|>unaes bemaulida.
Os cundemnadus nolllicos sAo auiin-lia.l is.
O imperador, se nAo fr casado, devera' casar im-
mcdialamenle com una Meiiealia porlenceiile por
sua origem a' rara indgena. A futura nperalriz
sera' igualmente designada pelo eongresso |iur mu lo-
ria de votos.
O autor dfssc plano giganlcro foi pteso anles
mesmo que comcasse a pii-lo ein execuc/i).
OfpjDeral Walker apossou-se Ida lodos os navios
da companhia Transito* transferio para tina oulro
u privilegio de que aquella gotava.
O goverao de Costa Rica niio qtiiz receber o coro-
nel Schlewin'jer como enviado de Nicaagua, por
nao roconhecer o partido eslranueiru qui all go-
verna.
A repblica de liiiatimala fez ga com i de Cosa
Rica para jaulas invadirem iSicaiiaitua.
lima currespondencia de Tillis, recebiaa em S.
Pelersburgo, conlem algumas indicares issaz im-
portantes sbrelo papel que a Rus|a se pro loria des-
empenlmr no- negocios da Persia. Numerosas Iro-
pas de cavallaria russa estao concentrada i as pro-
vincias lurej-caucasianas, de m|ido que o general
que as comm,nda pnder fazer fare a todat as even-
tualidades que resultaran! de una cullifii enlrc os
persas e os afgbans.
Na Suissa, os partidos romecamj a gil r-se, em
vista das eleices que devem lr lugar pro: mmen-
le. Participan) de leme que os rferrutamt otos para
a legiAo anglo-sulssa foram suspensos, d mesmo
modo que para a legau anglu-ilaljana.
Os joruacs da Italia conlinuam a dar tristes pur-
mcnoies ceroa da situaco do ducnlo de 'arma.
A' visla do que de Tumi nos c(rrcvem julga-ie
que o governo sardo dispor-se-h'ta a adiq lar serias
medidas para proteger os seos c tagio das desordeus de que a cidade de Pa rnj he o
thcatro.
EOecluaram-se numerosos arreLslus por rdein do
general auslriaco de accordo cum lis aulori lades lu-
caes.
No dia lo ou iJ de marro, o czar Ale andre II
devia fazer urna excursAo al Finlandia iara ins-
peccionaras fi.rlilicacoes ao longo das eos as e visi-
tar alguns pontos interiores que i Me aiuds nao co-
ndece.
O itinerario devia comcear por llelsin ;fors, se-
goindo-se Abo, Tavaslbous e Krkholin.
Sobre proposla do ronselho du le que as pequeas colonias de Bohemios c uo habi-
tan] as oidades ou as aldeias. lica taui sujei as ao rc-
crntameolo.
Escreveinjde Bucharesl a latela /ftisfr ara
A resolucao relativa i Valachia e a & oldavia,
adoptadas na conferencia de Constaolino ila, pro-
duzlo aqu urna rerla agitafio. Es-aqai i resumo
dessas resuluces :
Pendo a actual guerra annullado lodos los trata-
dos que snhsisliam cnlre a Kussja e a Ti rquia
"alarhia,
r igual-
-b3o em
hilantes
a Porta,
regnl menlo nreaniro da Moldavia e da
que e basp.t sobra esses Iraladoi deve stj
iiieiili- cnnsideradn como nullo. tnmear-s
Conslanl inopia rommi'.i'CS cnmposlas de b
do paz, para se elaborar, sob a vigilancia ti
os nuvos estatuios orgnicos destks daas p itencias.
Ao lindar do prazo lixado pelo Iratado Ce Baila-
Liman, os dous principes que reinam acli almenle
flujo.Sr. presideule da provine*! de Peruam- darse a sua demissao. A Porla aomear n< se meio toridades se lovanlar o embargo, ou se aoeuiar 6s
le rem essas gazelas, e amcacando-os de cacar-lhea
liceuca uo caso de conlr ,\ etirao.
Na gazela de llanovrc l-se o seguinle : ; cerca
desse reino.
A scssAo das cmaras foi boje aherta pelo coinmis-
sariu real, conde de Kielsman-.-gge, ministro de lis-
lado. Eis aqu as principaes passageos do discurso
prununciado pelo commissario do re :
ii Pela volitado misericordiosa do co, foi restitui-
da a Europa o maior bcuelici dos povoi, a paz.
A patria alientas fieon assnl preserva la ilo pe-
rigo de mellei-se na guerra que rcbetil.ira cnlre
muilas poleucias europeas. Todava, as circuinslan-
cias amcacadoras, em que a Europa se lem echado
desde o comeco do cundido europeu, nao deivar.nn
de influir sobre a cnn-tituicAu militar da Confedera-
CSe -ermanic i. e dosEslados all luvncs. Obrigaraui a
Dieta a ordenar pla sua res'o't.Au ue s ilc feverei-
ro de ls.3.3 urna prepararlo de guerra, da qual re-
sultava pira o governo o dever de fazer despezas ex-
traordinarias.
< Alem disto as dsposiccs revistas da eonslilai-
.. i i ni.ilor da Coufederacao auganentaram o couliu-
gente federal, o numero dos homons que estao de-
baixo de armas, e o lempo do servico, de maueira
que lornou-se indispensavel um augmento perma-
nente das despezas militares. Sua mageslade espera
que a assembiea dos Estados se lembrar, quando
Ihe l.iri'in feilas pruposias a esse respeilo, da neces-
sidade de prcenclier conscienciosamenle suas obliga-
oes para com a confederarau germnica.
a Sabis que sua mageslade para executar as reso-
luces da Dieta germnica de 2:1 de aguslu de 1S3I
e de 12 t Itl de abril de 1853, xio-se obrgado a fazer
pelo decrelo de I de agoslo do anno passado, urna
serie de modificarues da conslituicao de ISiS depois
que baldou-se a terceira tentativa para conseguir
una modilicacao dessa lei consliluciunal pelo vol
das ddiborarnes da assembiea geral dos lisiados,
lera agora de accresccnlar as modilicacies reserva-
das no decreto de 1 de agosto de 1833. Scr-vos-ho
feitas algumas proposlas a respeilo da modilicacno
da composirao das cmara-, da lei eleiloral, a do "se-
gundo paragrapho do artigo 171 da consiiluicao de
1S10, e a modilicacAo do capitulo das hmica*.
Sua mageslade recommenda vossa particular
altencAo o projeclo relativu a modilicacao do capilu-
titul.i do rci o epi- lo das linanras.
eslraoba isso, ores-1 l'ma caria de Constanlinopla transcripta nu Jar-
Fin da, dizia Mr. i'hiers, fallando da poltica de
Napoleolll, gusto ba-tante da coziuba. (mas nao
goslo do coznheiro. s A plirasi foi referiila ao im-
perador ; entao nao lumarc M. lliters par
la, damnificara us uieus inolhos.
feito, a casa benigna atlendeu ao meu requerunentu
, ja lem lran.pir.do alguma cousa. ^iamento, e vulou que a discussdo I casse para
mira nutras, um artigo de un. nteres- jj^ ^^ Q ^.^.^ movim(!nl0i ;jo ,em.
pando declarando-te absolutista dedicadoaS. M. Per-1 "Os1 a'e Debales diz o seguinle sobre o Egyplo :
liando II. Julgou para esse lim dever publicar urna
brochiira. ,
a Esses dous conlroversistas nao se entendrm.
Mr. Jules Condn ignora quo cm italiano o termo
assoluto nao lem signilicacAo lAo forte como em
francez. Ha as companhias dramticas aprima
donna OMOluta, sem que isso exprima nutra coosa
senio a primeira de todas.
o Mr. Condn v pois uo emprego que faz. o Sr.
M.i//a do (orino nssoluto una
grava, e censura-a ; o Sr. Mazza julgandu-se alaca
do em seus sentimenlos realistas defeode-se. como
se o l'nirrr.i o quizesse allrahir ao liberalismo.
o Os terremotos succedem-se na Calabria.
a O Vesuvio laurou cinza pela terceira vez desde
l'.i de dezembro que comerou a eruprAo.
o Ouanlo as nossas estradas de "ferro fazem-se
inda proposlas ao governo. Agora be um Inglez
chamado Cnnder que aprcsenlou um projeclo para
unij us dnus mares por urna estrada de ferro de a-
ples a Brindes.
ii Segundo o coslume sua proposla foi bem aco-
Ihida ; mas he a sorle que todas lem lido : bom aco-
Ihimento, demoras, e por fim deslenlo.
i I odavia ha poucos pai/.es em que as condicoes
de prosperdade sejam mais evidentes, lano para
urna estrada alravcs da Italia, de aples a Brindes
ou a Uarlella, como para oulra que prolongando a
de Frascati viesse ligar-te ao ramo deCapua, e unis-
se assim Roma c aples, baveria grande abun-
dancia de viajanles e de mercaduras. He de es-
perar que algum dia o governo abra os olboi, e lo-
me em seria considerado as propostas feilas por ca-
pitalistas eslraugeiros.
L-se na Uazeta de Sepntr com a dala de Ber-
ln do abril.
0 Sr. Malbis, e ssssenla e oilo depulados lizeram
na cmara dus depulados a seguinle proposla :
o A cmara dos depulados exprime a esperanca
de que o governo fara as autoridades da polica vol-
larem tm que respeila a imprensa aos iimiles das
prescripces legaes, c impedir que o eiercicio dos
direilos dessas autoridades deslrua ou diininua a
bherdade da imprensa fundada na conslituicao e
na lei.
# Qae princi plmenle primeiro o governo renun-
ciar depois de novo e profundo examc a interpre-
la(ao das leis, cm xlrtude das quaes se arroga o di-
reilo do retirar pela via administrativa as eonces-
saes relativas aoexenicio da prolissao de tmpressor
ou de livreiru, ou provocara na prxima sass.io a
solucAo legislativa da dissidcnca qu existe nos ter-
mos das decises da segunda cmara de 12 de maio
de 1833, e de 17 ds m.rco de 1854, entre u governo
e a representaran nacional sobre essa interpre-
tarn.
n -2. Ordenara as autoridades policiaes, que nAo
apprehciidam de ora em diaute ga/.elas ou escrip-
los peridicos como meio indepetidcnlc, o exislenle
por si mesmo de coarelar a liherdade da imprensa ;
mas que conforme a lei de 12 da maio de llsl as
apprchenses sero simiente medidas preparatorias
de processes judiciacs, e nao serla ordenadas, seno
qua.ido se tiver motivos suflicienles para cree qoe
sejam confirmadas por jiilgaineulu. *
" :i. Ordenar as autoridades de polica c de jusiira
contra o aso seguido al agora palos ministros do inle*
ior e da juotica, e conforme o arl. 211 da lei de 12 de
maio de 1831 que levanlem o embargo dos escriplos
apprehendidos provisoriamente, se a pronuncia judi-
cial nAo for decidida nos dez. dias do embargo, e em
Indo o caso no lim desse prazo qaalquer que seja
o estado do exame de apprebeiisao.
i< I. Re-dabelecer as relnces que resull.im das
leis de II da Janeiro de 1819 e'd? 12 de mato de 1831,
em vrluile das quaas as autoridades de polica nao
sao em matei ia de appreheiiso de escriplos mais do
que orgos do ministerio publico, e loca a esle Me-
ntir de urna maneira ndependenle das mesmas au-
Esercvem-nos de Coustantiuupla a 21 de marco :
o Soiibemos esles das que fora aberli ama subs-
cripto em Alexandria e no Cairo para a grande
empresa do curte do islbmo de Suez. Firamos mui
nestas duas cidadet,mas nao o eslranhatnos. lambem
e-tamos mu dspustusa lomar parle acliva nesse ne-
gocio, logo que assim nos for permillido. Dizem que
o banqiicro designado pela companhia be o Sr. Al-
imprudencia iniii', len, um dus negociantes mais estimados de l'.ons-
' tantinopla. Anda nao sabemos a proporcAo que nos
sera reservada, c como anda au fui indicada a po-
ca da subscripcao ncm a forma, porque ser fela,
estamos reduz.idus au desejo e a conjeclura*. O ceno
he que a lympalbia, que excita esse projecto, he
aqu mui sincera c mu geral.
o Cor i.iuienlo na crisc que alravessamos a opitiiao
publica lem una mullidlo de preoccupaccs mais
ou menos fundadas ; porem nada poude i.npcdj-la
de ler lambem essa. Segundo podemos julgar pela
leitura das gazelas da Europa, parece que houve o
mesmo por II: apezar dos cuidados da guerra ou da
alegra de urna paz prxima, esse grande negocio
moslra nAo ler perdida o inleresse geral que excilia
a principio, e qu* lem augmentado de da em da.
: Ouvimos dizer que a subscripcao reservada a
Svria era de I milho ; creio poder asseverar que
ser insuflicienlc, e que convM medir para mi as
cousas com a maior largueza. Anda nAo chegou o
momeDlu para a capital do imperio turco, e conce-
bemus muito bem que podem haver causas legitimas
c especiacs de Memora ; mas esla nAo pode ser aiuda
longa.
u.Aqui como na Alexandria, como no Cairo llave-
ra' bom numero de Tarcos que quererAo subscrever.
NAo serAj s os Fiuropeos que comprehenderAo a alta
ulilidade e ns beneficios de tal empreza.
o Aflirmo, sem alias poder entrar em nenhum de-
lalhe, que o proprio governo esl cheio de benevo-
lencia, e que os personagens mais importantes estn
disposios a favorecer com sua influencia esse projec-
lo. que tem de abrir ao imperio lurco novos recur-
sos de commercio e mesmo de segaranca.
o A piedadc dos liis vio desde o principio no cor-
te do i-thun. de Suez um meio mais fcil de fazer
a sania remara. NAo podis fazer ama idea da iio-
inrn-a vanlagcn que teriam os renles, se podessem
ir diieclanienlc por mar de Constanlinopla e das cos-
as da Svria no mar \crinelhu, a Dyeddak que he o
porto da Meca. SO esta ronsnlcraco bastara para
tornar a empreza popular enlre ns Turcos, que a cn-
nliecem, por quanlo be viagem mui ruda a das ca-
ravanas.
o Porem o governo lem motivos se nAo mais se-
rios ao menos mui difiereote*. As perluruafoes qae
honre recenlemeute ns Vraba, o que anda nao fo-
ram applacadas, segundo se er, o faztm dar alto
preco a um meio rpido e seguro de enmniunirar
com essas regiOes. Ja foram urna vez sublrahidas a'
sua auloridade, e cum as dilliculdades que ha para
ir ah (odas as ve/es que faz-se misler reslabeleccr a
ordem, a Porla nunca esta* sem cuidado de una pos*
sessAo lAo precaria o aliaslAo importante. O sullAo
como chefe supremo.dos renles desejasobreludo con-
servar, urna soberana manifiesta sobres cidade do
propheta.
" Assim as consideraries polticas e religiosas reu-
nem-se para sustentar esse projeclo, que lodosos es-
pirilos esclarecidos apoiam. c desejam, e que sera'
inmensamente til a' civilisacAo dessas regiOM, o a
huinanidadc cm geral.
Journal de< Debis.
.OP.Iti:spO\|iF,M.|\ mi IMVKHi lli
PI.RWMIII ni.
PAR'.
t> de abril.
O mez que acaba de sumir-se foi issignalado por
dnus acnnlermenlos que laro poca na historia de
Japoleao 111 ; o uascnueblo de um principe impe*
armas da llussia, cercadas com vidros de cor. Esli
exhibicjo original leve um exilo feliz. Os bairros
commerciaes e populares, assim como os bairros
S. Denla e S. Marlinlio, que, depois de algum lem-
po' nao brilhavam nos dias de regusju publico, res-
plandecan! no-la noile em todos os pontos, reper-
culiain os grilos de alegra e as detoaa{es dos pelar-
dos e das pecas de arlilicin. Uecidtdamcnle hojea
paz be mais popular ein Frange, du que a guerra :
u espirilo publico esl ein prugresse.
F.i.-aqui em que termos o Monitcur, aiinunciava
o grande acontecmciito de MO de marro.
0 A paz foi as.gnada, ha orna hora, no palacio
dos negocios eslraugeiros.
Os plenipotenciarios da Franca, da Austria da
tiran-Bretaiih.i, Ma Russia, da Sardenlu e da Tur-
qua, dcraui o -o i ataiguatara ao tratado que pue t'mi
a guerra actual e que, regulando a quedan do Ori-
ente, lirmava o repousoda Europa em bases sulidas
e dura muras.
A troca das ralificaroes lera lugar em Paris den-
tro de qualro semanas, ou mais cedo sa lor possivel ;
anles disto, as ratiheacoes di
ser entregues publicidade.
Assim, as clausulas do Iratado do Pars nao serao
ofticialmcnlc condecidas aules do lim dn mez ; cum-
ludo, apezar do mvslerio cum que os plenipotencia-
rios se cercam. '
Cilar-llie-hei c
se geral quo diz respeito navegacAo do Dauubio,
que de ora em vaute ser aberla a todas as mariubas
du globu. He nina cuuquisls importante a conquis-
ta desla grande via de communicacAo, que atravessa
melade da Europa central.
Todava, a assignatura do tratado de paz nao en-
Cerron ascouferencias. Os plenipotenciarios conli-
nuam ase reunir para discutir resolver as que-toes
secundarias quo se dcixaram muuieulancaincnle de
parle para chegarem mais depressa ao resultado lo
impacieulemente desejadu ; entre estas questoes se
ada a uuva delimilacAo das fronleiras rustas na
Batsarabil c a reorganisacAo das provincias danu-
bianas. A conferencia se occapar igualmente cum
a situacu da Italia e com as reformas que ah se
devem operar para Htisfazer as neceasidades legiti-
mas e embargar dests maueira o moviinenlorevolu-
cionario, que amcaca sempre perturbar este infeliz
paiz.
Poslo que o Iratado de paz nao tenlia forra de lei
se tiu dtpois da truca das ralilicaces, da-se Iflo pou-
ca importancia a esta forinalidade, que o governo
britnico Iransmillio a 2 de abril pelo lelegrapbo ao
coinmodoro Wattow, orilcm para sabir do Bltico e
voltar com luda a sua esquadia para a Inglaterra ;
os cnsules receb^ram aviso de que o bloqucio dos
porlose das costas da Russia eslava levantado, e que
as Iransacces commerciaes podalo, continuar com
esle paiz.
Lim ukasc do imperador da Kussia que pcnuillc a
expurlaco du Irigo, acaba de ser publicado.
1 alenlos agora do nasdmcnlo do principe impe-
rial, que deve consolidara dvnasda napuleonina, se
alciuna cousa pode ser consolidada pelo lempo que
corre.
Fui a 13 de mareo, pela volla das cinco horas da
manli i. que a imperatriz comerou a experimentar
as primeira- dores; api dura rain-se ao meio dia, e re-
appareccram larde com maior loica, o parlo foi
dos mais laboriosos; a cranos se apresentava pela
cabera, sem poder sabir c .lineacava ser sulfocada.
Tratou-se euto do emprego do clilorofortnto; mas o
reccio de accidentes neivosos, as ve/es mui perigosos
cni lal circumslaucia, lez quo se renuuciasse este
projeclo. e depuis de urna hura de um tr.ibalbu do-
loroso, a imperaliizpari um principe, a 10 de mar-
ro as durase uuiquarto da madrugada em preseu-
ca do imperador, do principe Napole.io, do principe
-Mural, do ministro de estado e do guarda dos sellos,
teslemunhas designadas pelo imperador. O princi-
pe imperial recebcu o nome de Napuleo Eugenio
Lola Joo Jos.
Como dexe imaginar, a alegra foi grande as
Tuilerias ; mas fez sobresabir melhor o mao humor
do principe NapoleAo, que xio por este snecesso des-
vanecer-so todas as suas esperancas. Observou-se
cora cerla sorpreta, que elle nao a-sslira a ceremo-
nia do baplisino : deu como razio a molestia grave
do pal, mas ninguem acredilou este prelexlo.
Pela manhaa, as 6 lluras, urna salva de 101 tiros
de pera, anmiiiriava pupnl.icflo parisiense que u
Ihrono imperial acaliava Me ler um herdeiro.
O senado, o eorpo legislativo e o conselho muni-
cipal, desde a vespera se achavam em sessao perma-
ueiile, aguardando a noticia ollicial do parlo da
imperatriz.
Sotibemos por meio dos jornaes belgas o ceremo-
nial adoptado para a nasctiiienlo dos priii'ipes, li-
111 os do imperador, o Monileur nAo leve a cora-
gem de publicar esle documento, e o felicitamos por
Mo, o que prova que elle anda respeta um pouco
o li .ni tanta dajiiarao. Esle culto, esle foUchitmo
por ludo quanlo diz. respeilo ao soberano, aceitavel
sobre a anliga monarchia, loruou- paiz. que emsessenta aunos lem sem dnvida mudado
dez vetea de governo, e que depois de ler mudado
lanas vezes de crencas, aeabon por ja nao ner em
nada. Como mite riria um Francez. de 1856, a o
ver estes paragraphos do ceremonial.
,i Depois da ceremonia do baplismo, so cantar
um Te Deum, e, aolesdo Ti Deum o principe impe-
rial sera reconduzdo ao seu aposento.
o o grao chanceller da legiAo de honra levara ao
principe imperial o grao cordao desla ordem, e a
ii medalht militar...
No dia IHde marco liouve a recepcAo de tolas as
corpora{oes olliciaes admitidlas a cumplimentar o
imperador e a respectiva apresentarn ao joven
principe, oo antes a sua lidelidade peanlo o berro.
Pude ver nos jornaes francezes lodos os discursos
pronunciados nesta occasiao. Reroinmen lo-llie o
diaourso de Troplong, presidente do senado, o de
Mornv, presideule do corpo legislativo, e IS respos-
las do imperador : san pedaeos curiosos. I'roplong
fi'llnu .inte; romo prophela do que como liomein dr
estado, di-oui- o cntica de S. Sime.io.
Km lim, os poetas olliciaes lambem n m tem lata
do .i sua inissAn: .sao, como os ronfeileiruS, parliMa-
rios de lodos os daplismos. o
F.sqoeria-tue di'er-llie que, ao passar ante o ber-
ro do principa imperial, um couselhviio de estado
ASSEMBiLEA LEGISLATIVA
Vir.GlAL.
Sessa'o ordinaria de 2'i de abril de
/'residencia do l..ini. Sr. barao de Ca
Coucluso.
f) Sr. EpoMiltondat :Sr. presideule,
fundamente adiar-me em divergencia con
tres raembroi da commissao de contiitaicj
res, porque detejava sempre acompandar
que me volam atleiro e amizade, e lambe n porque
em quem
tislraru.
detejava sempre mililar ao lado daquelles
reconhero superiondade de tlenlo e i
(RO apuiado..
Sabbado, Sr. presidente, quando acabii de oovit
a leitura du parecer da couiraistao de cuo itilurao e
poderes sobre a nollldade da clelcao do Si Jo.n Al-
fredo Correa de Oliveira, vendo qae iam ser a hol-
lados direilos legtimamente conferidos, endo que
e principios da ordem publica. Mostrare! aos hon-
rados membros que neuhuma nullidade desla or-
dem, isto he, absoluta ou substancial, te den na
eleiro do Sr. Joo Alfredo Correa de Oliveira.
Se isto conseguir, ajerei provado a i alidade dessa
eleifaa.
As uullidades absolutas oa subslanciaes sao quuli-
licadas, pelos entendedores, em Ires especies, ou
sao contideqaJas debaixo de iras pontos de visla :
primeiro, qaainlo se da violceo de alguma lei pro-
Jiibiliva, anda que esta lei-nao lenha coramioado a
pena de nulHdadc ; segundo quando se d violar,m
de leis cunsljjulivas do formlas e condi^es essen-
ciaes dos actos que regalam ; lerceirn, quaudo se da
a nlr.icrio de urna le que traz cxpi essamento a
roinimnarao de nullidade. Estar a eleiro do Sr.
Joo Alfredo Correa de Oliveira cm alguma Mesas
hypolhese llavera alguma das uullidades eiiuiue-
radas afleclado a eleiro deste cidado ? Creio qoe
nao ; e para que sto demonstre e prove, dividir! a
que-t.i i cm duas partes, com o fim lambem de faci-
litar a discussao, e melhor coordeoar os meas racio-
cinios. Veret na primeira parle, isto he, na volaran
quo obteve o Sr. Jato Alfredo, se liouve alguma das
violantes, ou iofraeces que ficam apuntadas; de-
pois tratare de examinar se, nao se tendo dado ne.
iihuina dessas uullidades na volarlo do Sr. Jo Al-
fredo, pode elle exercer o cargo de depalado provin-
cial, nao obstante nao lera idade competente, a ida-
de que a lei exige.
A lei regulamentar das eleires de 19 de agoslo
de ISili diz no arligo 7(> o segunde :O eleitor po-
de volar, sem limilaro al.nina, naquelles que em
na cousciencia furem dignos, c juicas que lem as
habilitarles precisas, rumpclindo exclusivamente a
quem verificar os poderes dos eleilos examinar se
lem elle- as comilones de iduneidade exigidas pela
conslituicAo.
i) Sr. uiz Filippc : He o que dos estamos fa-
zendo.
O Sr. Oliieira : isso he contra
niao.
t Sr. Ilpaminindas: I)iz o artigo 195 da mes-
ma lei : eu pero a casa, que atienda bem s ex-
pressocs da lei. que sao as mesmas da consiiluicao
do oslado.,1 No arligo 7(i diz : que o eleitor pude 'vi-
lar sem limilac,ao alguma ; no arligo 123 diz o se-
guinle:Neuliuin eleitor poder votar para depala-
dos, senadores c membros dasassemblasprovinciaes,
o retira- i em 1 e primosinnos.
O que temos deslas duas disposices ? temos pri-
meiro. que ba pleno arbitrio na votarAo, qoe nao ha
limilaro alguma no-voto, e segundo que ha urna
nica evcepo.iu na votaco, que o eleitor so nao pode
roor em seus prenles.
O sr. /.ut: Filippe : Assim pode presentar
muilos ouli os argumentos que provem qae a elei-
ro do supplenle de que se trata uao foi vio-
lada.
O Sr. I'.pominondas : E o honrado roembro
cm coulra-pusicAu pude aprcsenlar qaantos argu-
mentes quizer, e da maneira que Ihe parecer, em
Melc/a da-na opinian.
o Sr. Imz t'ilippe : Eu nAo quero mostrar,
que a eleico foi violada na lomuda.
t Sr. lpaminondas : Por lano, nAo ha prohi-
birlo alguma para o eleitor volar ou deixar de vo-
tar em quem bem Ihe parecer, lapuiados) logo nAo
se da a nullidade por se ler violado ama lei prohibi-
tiva, nAo :,e da tamben! a nullidade de violar-se urna
lei que (raga expressamsute a comminacao de nulli-
dade, era lo punco se da a terceira nullidade de
ercin-se preterido formulas ou condicoes essenciacs
do acto, porque o processo eleiloral ja oi approva-
do : logu debaixo deste ponto de xisla a eleiro do
Sr. Joo Alfredo Correa de Oliveira be tio valida
cuino a eleiro dequalqucr um de nos.
OSr. .tbilio: Debaixo deste ponto de vista,
apoiado.
a sua npi-
PRQ-
I83C.
kwragbe.
inlo pro-
us illus-
o e pode-
pes esse cidadao nao lixera una nica voz
gcete para defender esses direilos, o med
tratado nao poderao ,n
1 1 muvimciitu ful evilar quo essa seulenca se
revelia, e fazer ludo quanto podesse
malares esclarecimenlos sobre a questo.
fue se er-
primeiru
proferisse
aara obler
Com ef-
po, e com elle a reflexAo : eulao conhe i que ha-
via pralicadu ama temeridade, que ha ia lomado
sobre mira um peso enorme. A idea d urna fu-
ga c o abandono da qucslAo pairou sobi i meu es-
pirilu ; au mesmo tempu porem a ver: anha im
mensa que acuuipauhaiia esse meu pro sedimento
nbrigou-me a fazer das Iraquez.as forc* s, como se
cwtomi dizer, e vn boje, embola cor tlrangida-
mente, continuar a discussao que sem I ida a pru-
dencia eu itnlia encelado, porque sua nnf ui.iium e
gravidade uu e-I o em prupurr.iu com a curleza da
minba inteirigencia. Nao apoiadus.i
Sr. presidente, u parecer da illustrc ominissAo
de cunsliluicu e poderes po.ic ser curaba [ido, pude
ser regeitado pela nica razu de nao est
a materia de fado, pela nica razu de n
bem elarat os IuihI..nclitos em que ella sil
na i serem evidentes.
A commissao de conslituicao e poder s dizhe
mil la a eleico do Sr. JoAu Alfredo, porqt e elle nao
he sai jitrs ;mas a commissao de cou
poderes que beben in alguma parle, qu
ro, us fundamentos desse parecer, uau
Irazc-los ao coiihccinienlo desla casa, para
podessem avahar se eram cu nao proc
eram ou uu incuucussos. A commissAi
voii que com elleilo o Sr. Jou Alfredo
r pruvada
o eslarem
batea, de
lltuiro
fe cu ignu-
C i'.l.ll u
que ludus
denles, se
nao pru-
io era tui
juris, para conseguir una decisAo que n da menos
importa que a aunullacjo de ihreilos lar
mcule adquiridos como os dus de mais mer ibrus des-
la asserubka. Nu apuiados e apoiados. A com-
nn>sio disse : O Sr. Juo Alfredo nao he mas nao disse a raz.io em que so fiiudava | ara cimt-
lir essa proposicao ; a commissao de con ililuico e
poderes nao dis-c aoudc tinha ido cucontra : a pruva,
a certeza, a evidencia de que esse seuh r uu era
$uijurit. Eu esloa uo meu direilo, qu indo peco
S illustrc commissao a prova desta sua assircAo ; he
una assercu de faclu que nao pode ser ecebida e
acreditada por -imple* conjeclura, que < leve autes
de ludo ser provada cora toda a evide ca e cla-
reza.
Na discussao do adiamanto o i lo-tre jrcLitor ila
coinmissAo de coustituirau disse, qoe ni i era urna
materia sobre a qual tivcssemos de julga'pelo al-
legado e provado...
t .s'r. ./. Cacab-iinti:Belalur uau.
t Sr. i:pamuionda~ :... O piimeiroj merabru
quo assiguou o parecer, u que fallou em primeiro
lugar, dissa que mis uo linbamos de juli ar a visla
de provas exidenles, e que baslava o conl ecimenlo
que parlicularmenle linliam a cuminissAo : lodos os
depulados a respeito desta circumslaucia, Lu nao
posso admillir a theoria. Enlendo pue a nullidade
tilo pode ser decretada, nao deve ser|reconl ecida por
meras hv polheses, mas sim com documeuli s claros
evidentes ; era da ohrigacu da commissAi. ao ine-
nus explicar-uus como adquiri esse conh rciraenlo,
quando nao ^quizesse declarar que ella si fun lava
era docuineuti.s que oblivera por tal uu al forma.
He crrenle, seno me engao, que i idade se
pruva par um i ccrlido de baplismo, e quaudo suc-
eda (.entre mis pelo deleixo das pessoas e icarrega-
das destes actos que se nAo ade a coi lid. o, o meio
regular me parece, que be dar una juslil cajAo pe-
tante a auloridade competente, fazer r m que se
abra novo asseuto para dahi ex(raliir-s< o docu-
mento que serve para o caso. E sem isto, como
pederemos quallflear nm homem de mili r ou me-
nor '.' Cum lal ausencia de provas, quei i | olera
Mlu non que o Sr. Alfredo he menor ? N lo poder
milito hem succedlt que elle nao esteja essas rir
enmstanciat'.' Se este fum'aincnlu he sulli leulc pa-
ra que eu negu a meu voto ao parecer q le se dis-
cute, todava nao laco questo delle ; vou examinar
o parecer da eomroistRa debaixo de outn poulu de
visla, admiltodo por hypothese que u Sr. Joo Al-
fredo nao he sari jtjsrts, nao tem 2"> aoms, ou nao
eslii as exceprocs que a lei eslahelecc quanlo a
idade ; moslrarei aos nobles depulados (jueaclei-
r i do Sr. Joo Alfredo da maneira porqt e se pro-
roleu. igual a maneira porque scprocelcu a elei-
ro de cada um de nos, mo pode ser julgada inva-
lida, ao pavo que a nossa loijolgada v ilida ; eu
argumentarei debaixo da mesma hxpolhes que of-
loreceu a illu-tra commissao de poleres, isto lie,
que o Sr. Joan Alfredo nao era tu inris.
A commissao de consiiluicao dizhe tralla elei-
co do Sr. Joao Alfredomas porque he milla essa
eleiro \'
ii Sr. Lu: Filippe :Porque lie Ilegal.
t Sr. Epatiftnoniat:Ha, Sr. presideule, daas
especies de nnllidadcs, as util!i>lades que sao subs-
tanciaos ou absoluta-, c as que sao relativas nu ac-
cidentaos : nao Iralo das secundas, spoi.|iie mera-
mente exempliflcativss p rnnneitlivat, e cread?.,
no-; interesses indivldnaes, pmiein ter tqppridat e
revalidadas, p parecem-m^ sem importancia ou inap-
plieaveis ao processo eleiloral, Iratarei somente das
legitima-
" Sr. lipnminonda< ; Vejo anda, Sr. presi-
dente, que em oulro artigo a le contera urna dispo-
sico claramente prohibitiva, quando diz : nao po-
dem ser eleilos membros da assembiea provincial o
presidente da provincia, o seu secretario, e o com-
mandanle das armas. Aqui a lei eslsbelece nma
prohibirlo na eleijAo, e por conseqneocia nullidado
na infracro, embora a romminarao nao esleja cx-
pretsa.
/ mSr. depuiado : E o que resulta dahi '.'
t Sr. /-.paimnondas: A consequencia que er-
lou tirando, lie que a volarAo, e porlanto a eleico
he valida. Se so da prohibirn quanlo aos prenles1,
o presidente, o secretario eo commandanle das ar-
mas, he claro que para lodos os mais ha permisso,
ronscutiraenlo. ."-e t da nullidade quando ba prohi-
birn, he evidente quo nao lia quaudo existe per-
misso.
Maso mesmo nao succede quando a lei to arligo
N. marca as qualidades necessaiias do dcpulado pro-
vincial, Diz esle artigo : a idade de 23 annus,
prohidade, e deceute subsistencia, sao as qualidades
necessarias para ser mimbro das assamblcas legis-
lativas provinciaes. Aqui muda a lei de palavras.
Ser memliro, nAo be o mesmo que ter rotado, ser
eleilo. Ora, se o legislador n'um caso usou de cerla
pbrase eexpresses, e n'oulro empreguu pirrases e
expresses diversas, segue-se que elle quiz distinguir
as cousas, seguc-se quo ha dous actos bem dis-
liuctos, duas prescripces legaes luleu ameule di-
versas.
t Sr.
mos.
I.acerda da um aparte que nao ottvi-
t Sr. Fpaminonda* : Nao pode ser memoro da
assembiea provincial, be o que diz a le ; mas pode
ser volado, ser eleilo, logo a eleiro de valida.
Sr. presidente, eu vejo que a lei regulamentar
das elcicoes copiou as mesmas expresses da consii-
luicao do estado,porque esta no arligo '.' diz. assim
s que nao podem rotar as eleices primarias
de paroebia, nao podem ser membros% nem rotar
na Hornearn de alguma aulori lacle electiva nacio-
nal ou local.Porque razAo diz a conslitnirAo ser
memliro, c nao diz;r rotado, ser eleilo '.' Entre-
tanto a me-m.i constituirlo uu arl. 70, prohibindo a
eleico do presidente, secretario e commando das
armas, emprega as palavrasnao podem ser eleilos.
Porque motivo esla divergencia de expressoes? Sem
dux ida porque os actos sao dislinctos, e o legislador
tendo pensamentos diversos, exprimio-os pur pala-
vras differcules.
He puis de toda a evidencia, de ccrlo e incontes-
lavel, qae lano na lei regulamentar das eleiroe-,
como na lei fundamental do estado, ser mimbro n;1o
quer dizer o mesmo que s;r eleilo. Eslas ultimas
palavrasser eleiloexprimem a votarAo, a elei-
co, a escolba, designara o aclo do corpo, eleiloral
conferir direilos polticos, designara a delegarn de
poderes. As oolras palavras pureraser merabro, de-
signara somente o exercicio. o facto de exercer. as
funeedes de depulado, o uso e gozo dos direitos po-
lticos couferidos, o aso o gozo dos poderes delega-
dos. Ora, porque o cidado uo pode exercer as
(uneces polticas que Ido foram dadas, porque nAo
pode anda usar dos poderes que Ihe foram delega-
dos, segue-se que essa delegarlo he milla e irrita,
segue-seque taes funeedes e direitos politicos foram
conleridus Ilegtimamente '! O impedimento que ha
para o segunda acto pode invalidar o primeiro '.' De
forma alguma. Provado como fica que ha dislinc-
c.Ao esseocia! enlre jfr elrilo, ser nomeado, e entre
exercer as funeciies para as quaes alguem foi eleilo
e nomeado, lorna-se evideole qoe o parecer da com-
missao de conslituicao e poderes nAo lem base, nao
he suslentavel. O Sr. JoAo Alfredo lem a sua elei.
rao valida, porque os eleitores Ihe deram os votos
de conformidade com as leis respectivas, porque
nesse processe nao foi preterida ou viukda forma al-
guma essencial. 11 Sr. Joo Alfredo nAo pode, cm-
q uau lo nao for sut juris, \ir exercer as fuucees de
depulado, isto he, vil ser membro da assembiea le-
gislativa provincial, que he o que diz a conslituicAo
publica do imperio, e lambem a lei regulamentar
das eleires que nada mais fez do que copiar a lei
fundamental do estado. Mas permauecendo valida
a ua xulacao, permanecendo valida a escolba, a
eleiro com que o honrarara os eleitores da provin-
cia, pode o todo o lempo que preencher a condicAo
la idade que a lei exige, vir tomar assenlo. vir
tr membro, e exercer as InnccOes edireilos polili-
-os que Ihe foram conferidos, e usar dos poderes
que pela provincia llie foram delegados. A commis-
sao de cou-tituicao e poderes, por tanto, oo pode
sob funilamenloalgum dizer que he milla a eleico
do Sr. Joo Alfredo, e deste modo arrancar-lde vo-
luslAo legtimamente adquiridos como eu adquir os
mees, eu que eslou defendendo esla causa, e como
os dos Ilustres membros da commissao de consli-
tuicao e poderes, como os de lodos os membros desla
assembiea. Se nao quer a cummissao de coustilui-
Co e poderes que o Sr. JoAo Alfredo cxere,a as
funcjOes de depulado, que ssjo membro desla casa,
por causa do nico impedimento da idade, entao a
coiicluso do parecer deve ser oulra, devera dizer
que elle nao pmle ter assenlo na casa, que nao pode
entrar nogoao dessas direilos polticos conferidos
pelo corpo eleiloral, seno depois que mostrar que
lem a idade precisa ; mas a commissao nao pode di-
,er_a vossa eleico be millaporque nella obter-
aram-sa todas s formlas e prescripces, iijo -e
uullidades substanciaos que nao podem ser suppri- violera ou preteno preceito algum legal,
das. nem revalidadas, porque atectom os interesses I O Sr. I.acrrifa ;Pretenu-se j porque
ratio a
MUTTCOT"


J.
csmamdoOurknry pnaa cliuci'ilo l'nrlellii I da eonstiloiclo, porque nella a
O Sr. /.inmiiinudas :Pela mesma rallo, imr- j lersatam preceitos sacramentar*,
que a mminissAn ileu se parecer d.i forma porque I he considerado inhbil pjra roce
esta concebido : ne^lc | I'crguiuo cu, o Sr. JoAn Alfredo nAo pndia na
poca prxima a eleicAo ler-sc emancipado por vi;i
de casamento '! nAo poda apresentar-se aqu tul \
juris c assim exercer a* funrr,es de membro da a-
semhlca provincial'.' pedia. U Sr. JoAo Alfredo nao
pode anda hojecasando-se emancipare o \ir a as--
semhlca diiereo eslou emancipado, ( nao apoia-
dos I cu eslou habililido a exercer as foneees de
depulado, islo lie, eu pomo ser membro da aem-
bla provincial, porque lenho todas as condiefies
eligidas pela le, c porque minha eleii;Ao ha lo re-
colar e valida como a do* oulros. O Sr. Jlo Al-
fredo pode formar-se elle anuo, apresentar-se para
o auno com o seu diploma, e diier a assemblea
eu estoa habililado oa forma da lei, eu sou suijiids
quero lomar aaaenlo, hoja quero ter membrn da a
sembla provincial, para qoe fui cliito regalarme*-
te, quero exercer as funeces que roe incomliem
por ter sido escolhido por ama eleir.lo feila com ut
frmalas o disposicAes legaes.
O Sr. ihilio:Nao ha eleiroes hv polheticas.
O Sr. Hpaminonias :Sr. presidente, para que
os nobres depulados me possam combater com vau-
tagem, he necesiario que destroam o primeiro prin-
cipio que eslabeteci, he necesuno quemnstrem quo
na elei'.uo liouve nullidades o emquaulo osynobres de-
pulados me nilo mostrarem iitu, o que nao podeni
fazer, ( permiltam-me dizgr-lhes, ) porque esta elei-
ri" foi feila* de eonlurmWade com a comlilnicAo do
imperio, o coro a lei regulamenlar das eleices, cu
concluo, qoe nao ha mais do que a falta de una
circumslancia nao essencial, mas cphemera, a qual
su inlloe sobre o exercicio da* funcres, e nao sobro
a validada da eleicSo, sobre a legitimidad* da es-
colba. Amanbaa es-e sopplenle pod fazer desap-
parecer esla circumslncia e apresenlar-se nesla
casa, com linio direilo como mis.
' m Sr. De/iutado :Como se reenhissea eleir.lo
no presidente da provincia.
O Sr. Fpaminondas :Ahvpolhese be diversa,
porque a lei prohibe eipressanienlea eleirAo do pre-
sidente, apoiailos )
(Ha muilos apartes.)
A lei dizque nao pode ser eleito o presidente
loso he prohibitiva, Iraz consigo a Hollinarte, erabo-
ra ella nao esteja expressamente comininada; oa lei
mas a respeito da idade simplesmenle, a lei nem
contera alguma disposirao probibitiva, ncm com-
roina expressamente nullidade ; e se os cscnplores
de direilo s tem eslabelecido essas especies de nul-
lidade, nao se verifcando ellas, o acto lio legitimo,
a cleirao he valida ; o Sr. Joao Alfredo pode depois
que preencher a condicAodn le vr aqoi e dizer
eo fui eleilo tao legalmenle como vos, cu quero ser
memhre, quero eiercer as funeces de depulado
provincial.
O Sr. A. Caralcante :Mas se nao pode baver
eleicAo hypolhetica.
O Sr. Fpaminondas :Assim, nao sei com que
fondamentos a commissAo de coustiluicAo c poderes
sustentara' o sea parecer; desejo ouvi-la.
Tocarei anda n'oolra bypothese ou recorrer! an-
da o outro argumento. Arlia a commissao de consti-
tuidlo e poderes, que era esla occasiao opporluna
para jalgar invalida a eleicAo do Sr. Joao Alfredo '.'
aeha, que devia restringir esses direitus legtima-
mente adquiridos, sero qoe o Sr. Joao Alfredo II-
vesse aqu viudo t acha a commissao islo juslo, acha
legal, acha de conformidade comorcgimenlo os pre-
cedentes da casa '.' Eu dii:o, que nao tapoiados'i di-
go qoe nao, fundado no regiment, fundado anda
no juizo esclarecido da-commissAo de constituirn e
poderes manifestado nassessoes preparatorias, quan-
do dea o sea parecer sobre a validada das eleicoes.
A commissao depois de reconhecer a validade de
toda a cleirao, concloio que s deviam ser reconhe-
edos depulados os viole e qualrn membros nicos
que tinham aprcsenlado os seus diplomas. Nao obs-
lanle as explicaces que eolAo ped, a Ilustro maio-
ra decidi naquellc sentido. E como boje quer a
commissao dar um parecer sobre a validade de elei-
roes, quer excluir o Sr. Joao Alfredo sem que esse
senbor livesse aqu apreseulado o seu diploma t
(apoiados.)
f'orex:Ora, os precedentes nada valcm.
DM.10 DE PRHAMBUCO SIXTI FijM 8 D! MAI0 66 IS56
couimi-ao que onlra rousa nAo
ta aatomblca, que Ibe deu, a missa i esnaeial le pro-
pugnar pela niaiiiilriir.io das leis.
O Sr. foreHdo :Dmonslre s-o, ipie cu que-
ro volar bcm.
II Sr. /.i; Filippc :-linons rarei.. < o art.
" da consliluirao do imperio. I.r.)
II acto addicional no arlt. I. diz (O.
Diz lamlieni oarl. 95 : (l.i'.l
Nao pode volar diz o alrliso.
Sr. Florencio :Mak poda selr eleilo.
O Sr. l.ni: l'ilippe :Nao pode, porque a rons-
(luic,ao tilpodein ser;eleios depulados, os que
podem ser cleitores de proclua, | inlnn ser cleilores
de parocln i, os qua podem volar logo, os que nao
podein ser cleitores, nem volar na i assemblcas paro-
cbiaes, n.lo podem serelejtos depulados
O .Sr. Ipaminonda :-A pioposicao inlerme-
dia he falsa a vi-la da conslituica
1) Sr. Im Filippc :Ku li eitas dspnsires de
lei para-salisfazer ao desejo do nqbre depulado, e
rrno que vista disto nao Iba reatar duvida al-
guma.
i Sr. Floread >:Anda me i|
" Sr. Lu: i ii.ppe !-4Ainda '.
las agora mesmo...
O Sr. Florencio:NaQ, temos
O Sr. /.ni: Fitippe:Mas o n<
gou a dizer que o Sr. Joaq All'red
mmente eleito, como qulilquer
O Sr. Flnrenrio :Eleilo. sinj
O Sr. l.uiz Ftlippe ;Nao esl i, porque a le Me
oegou, como demonslreil capacd. de para islo, quau-
'\o eslabelere as condires em qu dvvia estar o In-
dividuo a quem poda aer incumbida a mlxlg de
legislar, condices que todos poisonnos, e lora das
quaes elle se acha. 11 nobre de litado n3o demons-
troii o ronlrario, romo dizer que sua eleiro he 13o
valida como a nossa'.' Protesto
5IJ.I ..
O Sr. Florcwin :A coniliti
eja volado.
O Sr. Miz Filippc : i A con:
poderao ser votados.
O Sr. b'pamiiK>nda<: -r Nao
nenhuma.
O Sr. tuiz Filippe : t IHz a
de volar lias assemblcas pirorhia
Sr. lulo pmle volar, se (tilia con4liIiiir;ln,
nao po le votar nao pode sfcr volado
f Sr. lpaminondat i:VondeTe>l,i csso principio"
< Sr. /.ni: Filippc : |lesull i da combinaro dos
dill'erentes arligoa ta con>(ituira
(' Sr. Florencio: lli prec
mente o diga.
O Sr. /miz Filippc : Mas lainda quando esla
doulrina fosse verdadera i)ro ron-, algoma aprovei-
io una infracraoi ramenla civil, com maloria '!c razia nao pode estar
icleriraui ou p,.s- liabliladn para goliardos direitos polticos, anda
islo que o eleilo | mesmn.....-eral. Se a re-pciio das regrai geraes dos
er votos, parecen I direitos poltico* as d esla circumslaocin, so os ,i-
evia propor ti oa- reilos rivis, devetn preceder eservir de funilam
esta alsuma.
Se qui/.csse expn-
l dscussao.
bre depulado che-
eslava tao legiti-
le mis.
para o -jo/odos dimtos pohh
mais forte anda a respeito I,
direit'.s
lo
nina razia
le volar e
contra esta propo-
lir.lo concede que
liluirodiz: nao
mo-Ira isso em le
lei: ala excluidos
le : logo esse
'pie quem
'O que a lei clara-
conloime a iiilerprelacio da-la pela assembea geial
no artigo s:i da lei das eleiroes.
Tenho provado, Sr. presidenle, que sennembro
nao he difiranle de ser eleilo, porque a coralituirao
nao lein un sii arlKO,que eslabelera esla c apenas se trata de ser votado'na le das eleiroes
~ pela ra/Ao que ia dei
-,-r xala'lo.especiliradaincilc dclenninados na ronsli- 1 arliqo75, como d'isse.exge a idade de25 anuos,
".'. '".:: \"'\^t!:"''jyV!".'!i.V l:--.'"''-'-'rio, e as eicepn.es da lei silo islas : ser ollicial militar,
malar da 21 anuos tiesta excepcao nao Ma om-
prclicndidnn Sr. Joilo Alfredo. Ser clrigo de
orden- sacras lamhem nao, ou ser casado, o que
lanibeni nao aproveila ao Sr. Joao Alfredo, porque
anda sendo rasado nao tinlia -I anuos, visto que
nascen em de/embro de |S:|."> romo prov.i a .eguinle
certidao nioslra Anda mesmo diso, que fosse
casado ou ollicial militar, h leudo a idado de ~2i
anuos, nao podia ter assculo nesta rasa. Assim, oSr.
Joao Alfredo nao esl comprehemlido na regra so-
ral, islo he, nao lein i annos, nem as exce|ires da
le, que sao os barbareis formados.os clrigos de or-
dens sacras e os ofliciaes militares: que o Sr. Joao
Alfredo nao he bacbarel formado, nem clrigo, be
cousa que nao admilte duvida.
Asora, Sr. prcsiilenlc, me proponlio a mostrar a
Validado desle documento, c a importancia que elle
pode ler com referencia onlro qualquer que podes-
sr ser aprcsenlado na cas. A cerlidAo de idade,
Sr. prc-nli'iiic, lie a mesina, que foi pelo Sr. Alfredo
ollcrecida pessoalmenle na occasi.io de assignar a
sua matricula na academia de Olinda, e hiendo eu
inuilo bom conceto dos principios severos, da boa
educaran, e iutelligenca desse moro, nao poMO
dcixar de reconhecer que esla cerlidflo he a mais
que o gozo e exerricio dos direitos polticos cin co-
ral |a tenha Sido ifrniilieri.lo. que iXIsla da parle
do candidato.
Sr. presidente, a idade de >\ anuos he Instante
para lodos os actos da vida civil, nos termos da lei
de II de ontubro .le 1831, essa idade porcm sii por
ti nao he bstanle para que qualquer entre no gn/.o
deses direilo*. t Sr. juit de orphaos que se acha
presente que o diga.) He necesario que seja recu-
nhecida a rapacidade, e que essa idade seja pravada
judirialmeiile, salvas as eiceprocs da lei, que con-
cedem a emancipadlo legal, e' conscguiniemenle o
eiercicio dos direitos polticos, mas anda neslascir-
ciiinslaiicias sao MCesiariM f provas peranle a au-
loridade, que lem de reconhecer os direitos po-
ltico*.
laria ao Sr. Joao Alfredo, porque
mas n.lo poderia tomar assi*nto u
O Sr. Fpaminonas:p. o qv
O Sr. /.uiz Filippe: i Esla
O no!.re depulado linda Chego
emancipacao posterior luir m
lomar assento, logo que livesse
o miniara ale eolio de ser inemhro da assernblca
loderia ser volado,
|i casa,
e lem islo'.'
le a queslao vital,
a avanrar, que a
labililava o eleito a
aado o deleito que
3o legal podia ser
lo.
provincial ; islo que a hilbilita
adquirirla mesmo depois d eleic,
Eo para combaler este a|rgumento do nobre depu-
lado, somonte Ihe peco que alenla ao absurdo a que
isto darla lugar. Veja esla, bypo hese. A conslilui-
cjto eiige a idade de III allos pala ser senador ; mas
pelo seu principio om homem com .'lli anuos poda-
se aprcsent.ir candidato, ser ele
abrigado a esperar qualro anuo,
admillido.
' Sr. Fpaminoiida* :Moslrai ci que nao lem ap-
plicacao.
O Sr, Luiz Filippe : Esla mi mesmo caso.
O Sr. /rito : Ja houye pre
naci deSoua l.eao foi eleilo si
OSr. .. CacataMii: r Tinhi
pa^o legal.
O Sr. /.ni.- Filippe : p Sr. gnacio Joaquim de
Souza l.cio eslava cuiancipado.
Hesullava ainda disto qi(e qual
cola podoria agenciar voto*, ole
to e o seuado seria
para quu elle fosse
edenle. t Sr. Ig-
loo .-la laiil.-.
caria do cinaiici-
|ucr menino de cs-
- um nmiiero sulli-
O Sr. l-pamiiiviniti- :Sr. presidenle, cu lenho cenle para tomar assento atesta cusa, e el a nao o po-
ouvido inaisple urna ve/, invocarem-seos preceden- da excluir, porque elle poderia c
les quando clles servem para apoiarccrlos lilis e ; po. depois de feila a eleiro, vici
tenho ouvido mais de nina vez rcpellircm-se.os pre-
cedentes quando clles nao servem para apoiar esse
mesmo* fins ; mas o que he evidente, he que ilcve
baver unida.le as deliberarnos desla casa, o que
he evidente, he que se os precedentes algoma vez
nao eslao de harmona com a razao c inlelligeu-
cia esclarecida, clles saoem regra lilhos da expe-
riencia, da rcflexao e devem na roaioria dos casos
ser invocados para a decisAo das quesloes ocrur-
renlcs : ora, tendo ja a casa decidido, que se nao
pode jule.n da validade de um diploma, seniio
quando esse diploma ven) no seu couhecimenlo,
que >e nao pode julgar da validade de urna ol?i-
(3o, seno quando o depulado ie aprsenla, pa-
rece-me quo sen.lo deve fazer agora urna excepcao
,o.liados e qoe a assereblca deve reservar-se para
qoan.lo o Sr. Joao Alfredo se apresentar aqu c ili-
sereis s meu dipluma, quero eiercer as funeces
de depulado para que fui eleito.
Sr. presidente, lenho ezposlo brevemente as con-
sideraccsqae me levam a volar contra o parecer da
illnstre commissao de constiloicao c poderes. Ad-
miro a farilidade com que a commissao deu esse
parecer anudando direitos adquiridos ; crcio, que a
materia he grave e importante c que llevemos al
um cerlo pooto ler em considerarn a pessoa sobre
quem ha da recahir esse daino enorme. Vamos
expedir da casa om pernanibocano disliuclo, um al-
indo nosso, qu sempre nos tem acompaubado, e
ruja familia tem prestado serviros a causa que de-
le Hilemos. *
O Sr. I.iii; Filippe :Eu nao quero saber, quem
he a pessoa.
O Sr. Fpaminonia' :Creio que llevemos lomar
urna deliberaran, que possa servir de norma para
tods os casos idnticos, que para o futuro occor-
rerem, que devemos loma-la com loda a madurrza
c rnlexao ; a mais assisada sera' reconhecer valida
a eleicao c deixara apreciaran da circumslancia da
idade para quando essesupplenle apresenlar seu di-
ploma. Se hojea asseroblc se pronuncia.com tanto
risore severidade rcnlraelle, amanbaa oulros se
prniiiinriai/i i do mesmo modo contra nos : enlao
o arrependimenlo serodio, o estril, vira' amargu-
rar-nos para sempre apoiados ;|muiiu liem.
( Sr. l.uiz Filippe :Eu principio por minha
parle asradeceudo ao illuslre membro que acalmo
de fallar, as expressoes obsequiosas com que se dig-
noo tratar commissao, e per...Ihe lircnra para Ihe
dizer, que a argumentarlo qoe o nobre depulado
apresenlou em favor de sua opiniao, nao esla de ma-
imo correr do lem
ida om sua origen),
II r\i-.'. .' ,l;.l e-rn-
tar-se reclamando o seu lu^ar e com iUBlira, sesan-
conseguir as babililacuei .;n, a i
do quer o nobre ilcpuladn. Aaail
liir .los bancos das escolas, ineni
rom as cadciras dos legisladores
do carcter de depulado, defens.
provincia e incumbido de prove
romo liearia de algum mi,do anJ
quero de modo iieiibum nue es
lejam applicadasao Sr. Jolio Alfredo, de quem ali.
m moco lalenloso,
i proveilosamenle,
as circuiiislaucias
i qnesles pessoaes,
le odiosidrfde, e se
, oulros rulen le i .
nleresses indivi-
formo um bom conceilo. jilso-o
e que cerlamenle nos ajudaria aq
mas urna ve/, que elle nao esl
legaes, creio que he mesmo da ditnidade da assern-
blca fazer com que essas cinidiri s nao sejam prclo-
ridas em favor dalle, apef.nr do
de fazer guardar por todos os mei a sua disposicao,
de fazer respeitar religiosamente as disposires do
nosso paci luiidaiiiciilal.
lia om aparte.)
loreli/meiiie, quando si asila:
ellas tomam tal ou qual carcter
alguem ha, que nos fara juslical
que somos levados por mesqiiiiib
duaes.
" Sr, Florencio : Nilo, iusnjaao.
OSr. /.uiz Hlippe:, IVkIi baver, nao digo
que o nobre depulado faca essa j
O Sr. Souza Carcalho-,: A ommissio esl.
na disso.
O Si. A. I'avalcanti : I fl mpu orgulho nao con-
som, qoe lal juizo me abale.
O Sr. /.uiz Filippe: --- yucirj me condec sabe
bem que nao he este o movel de minhas aernes.
t) nobre depulado disse ,-iinila que bavia innppor-
lunidade na adopr.o do parecer la commissao, disse
que mln era propria a occasiao, porque o Sr. Joao
Alfredo nao apresenlou o seu diploma, e que como
queja esl reconherida a validade dasiia eleiraopela
verificaran que se le/, dos poderes de diversos oulros
memhros.
OSr. Fpiwi'tnondas: Nao foi justamente islo.
If Sr. /miz Filippe : i'rimniramente nos ve-
mos, que s so apresentaram aq
sessiies preparatorias, o que son
ti i 'diplomas ims
ente sobre esse* de-
veri.i a commissao dar n sen p recer ; :i assemblea
resnlveu que se chamasscln suppl
te foram ellcs chamados, inclu
renrio, que esla n'uma or.lem
ao Sr. Joao Alfredo, sobre elle li
inlci'por o seu parecer, mas po
ncira alsuma a par de sem lalcnlos, a que rendo con'derase, c mesmo desse o
validade da elcirao dos inemtir
na ordemda votacao'.' certanitn
Em sesundo lucar podia acn
sinceras homenagens.
O nobre donutado a principio dcclinou da ques-
lao di direilo ; elle vio quo ncslc terreno cerlaucn-
te se nao poderia sustentar por muilo lempo, c ap-
pellon para a questao de fado, ahi principalmeiilc
asseslou toda a sua baleria e fez-se forte, mas eu
jnlgo poder dizer qoe o nobre depulado mo foi mais
feliz do qoo seria, se encarasse a questao pelo lado
do direilo. O nobre depulado dissevos nao sabis
seo Sr. Joan Alfredo he ou n3o >uri., v sabis se o Sr. Joao Alfredo tem ou nao :Ti anuo?
eu respondo ao nobre deputudo ; a commissao nao
lem provas sullienlicas deque o Sr. Joao Alfredo
nAo seja ni lurlt, mas deve suppr isso, porque, o
que presumir respeito de um moro joven anda,
como poderao alie-lar lodos que o conhecem, que
esla cursando urna Faculdade, que vive em compa-
nhia de seus pai, e que nao lem pelo menos, que
conste, una renda liquida de que tire subsistencia,
condiclo indispensavel para o cargo de depulado,
romo lem exigido a eonslituc.ao ? O que soppr,
digo, seno que esse individuo be aioda lilho fami-
lia, que nao esl emancipado, qoe nao esl no gozo
de seos direitos polticos Assim ao Sr. Joao Alfre-
do oo a alguem que por elle se interesse incumbe
a prova do contrario, porqne a prc-umpruo he con-
Ira, elle e deve estar em p at que seja destruida.
O nobre depolado sabe bem, que nao ha um do-
cumento, ou facto algum que possa provar autben-
Eiites, elleclivainen
ve o Sr. ni i T Fio-
inferior em volaran
iba n commissao de
lia f /."-I... sem que
seu juizo a'cerca da
validarte da elcirao dos inembns que o precedan)
a qua nAo.
trerquo nem ncsle,
nem no auno segunde compare esse o Sr. Joao Al-
o esla questao, ruja
Credo, e leria do licar sem subir;
decis.lo he, da mais palpavel c iiiconlcslavcl necessi-
dade
Sr, licijo llarros : Elle
casa.
O Sr. Luir Filipnc : E se
(i Sr. Fpaminonda* da um a
mos.
( Sr, Ia'i: Filippe : Sem
/.esse conbecer o modo porque
respeito ? eu creio que ii5o. crd
questao cuja deciso he nrseule
perar o arbitrio ido suppelnte para prouuuciarmos
o nosso juizo sobre ella.
Nao lendo sido demonstro
que se lem tratado, esla as en
eleilo depulado, julso, mcus senliorcs, que pederis
r da commissao.
revs rellexcs, pon-
sem escrpulo approvar o paree
O Sr. Ignacio de Barros faz I
demudo que n principio capitajl da argumentarn
do nobre antagonista nao pode pievalecer.por prndu-
zir consequencias absurdas ; poi qoanlo a prevalecer
o principio de qoe as condices de elegihilidade le-
gal de nlgura csrgo podem deix ir de ser as mesmas
do excrcirio desse carso, pin
ticamente aquella proposito ; porque, como en- I lempo aquellas condires se coiiiplatariani, a preva-
contra-los ? quem os fornereria ".' Esperar que elle ,ecer scmclhanlc principio podei-se-bia adinillir que
em algum caso de ursenria, rerabindo a eleirio de
i mis ven irnos sa-
tos para se senla-
Vele a sravidade
dos inlercsscs da
suasnecessidades,
csquiuliada NAo
as minhas palavras
o lizeise, seria cerlamenle exigir de sua parte sin-
gular abnecar.lo. Assim, na falla dcsles dados a
commissao baseou-se sobre esla persumpc,ao, que
deve ser aceita, at qoe seja victoriogarucnle com-
batida.
i'm Sr. Depulado :Ha a secretaria da Aca-
demia.
O .Sr. Luiz Filippe :Nao fallo quanlo a idade,
porque elle poda ler menos de .'."i anuos, e ser sui
i un--, e-lar emancipa.lo. Porlanlo, repilo, nAo es-
tando ao alcance da commissao esclarecimeoloi'exac-
lo* que a guiassem nesla queslao, ella julgoii que
proceda inuito regularmente doixaudo-se levar pe-
lo conhrcimenlo que lein do individuo, e pelas in-
lorinariies que aliundc colbcu, lirando-llie salvo o
lircito de ocfenrtri --., c mostrar que eslava no ca-
so de ocrupar um lusar entre nos. Ouanlo' veri-
licarao da idade i.ao havia diiculdade, porque a
serrelaria da I ambla le de ilirelu podia-nos minis-
trar prora sesura ; mas, n,1o era islo bstanle, por-
que a respailo dos oulros quesilos commissao l-
nha sempre de lular com duvidas. He porlanlo.in-
justa a increpara., que Ibe fez o nobre depulado do
querer precipitadamente privar o Sr. Correa de di-
rei'os legtimamente adquiridos. Entre o perigo
da violscilo de um pr*ceito constitucional, e de f i-
/.er pairar sobre a validade da eleicao daquellc se-
nbor, suspeitas qoe elle podia destruir, a commissao
nao diividou tomar o sesundo arbitrio.
O nobro depulado entrou ao depois cm rnnside-
larnes, que tendism a demonstrar, que o Sr. Jlo
Alfredo tulla sido eleilo lesilimameiile, o para islo
soccorreu-se elle do arl. 7 18H>, e di-seo cUitor pode volar sem lumia, n.
alguma uaquelles que em sua conscieuria forai du-
iios c uUar que leem as qualidades precisas fl.]
E.lc ar. nnieiilo nao procedo ; nao be o eleilo'r
quem julga da aplidao do eleilo ; esla faculdade be
delegada assemblea, e o preceitn da le, em minlia
opiniao, lem |>or lien garantir ao eleilor Inda a lber-
dada na cscolba da pessoa a quem lem de dar o seu
vol.
Ora, loda a vez que o eleilo nao reunir roodir.ies
i'vi.i l,r. pe.i mu.Muir.., sua eleicao lendo sido
conseguida contra expressa disposicao de lei, esla
viciada, deve ser considerada nulia." A conslilui-
SAu do imperio exigi para ser eleilo diversas con-
denes em que segaramenle nAo eila comprehemlido
o Sr. JoAo Alfredo, e a exceptes que eslabelece
linibem n.lo podem aproveilar.
pes egal lal cleir.io sem
r em exercicio do
algum luMi-cionai io electivo ei
n.lo eslivesse habililada, seria I
que o Ilion i .nano podesse enl
seu carso. Alai respeito o oradnr apresenlou algnns
eiemplos.
O Sr. Antonio Cacalraiili Sr. presidente,
acoslumado a lolar com quesir.es odiosas parece
diflicil onlrar na
um engao, assiiu
mu a obrigarAo restricta, de aiugnando um pre-
los elcilos nao n foi
um
que nAo deveria ser-me inuil
prsenle discussao ; be porm
nAo aronlece, c maiores embarajeos enconlro por en-
trar na discussao de um parecer, que lem por lim
excluir da represcnlarao provincial a um individuo,
eleilo para isso, pelos cleilorcs '
que nao reunei segundo o parc'er da commissao,as
condires exigidas do illegibil lado.
l;a/eiido parle da commissao
deres, leudo merecido a honra
casa, para a ruinnnsiao, que
poderes de seus membros, me
I ni Sr. depulado ; Ha Um aviso, qoe diz, que
he bstanla ler -'I annos. *
(I Sr. .1. Catalcauli : Os avisos s servem pa-
ra explicar ar-lfis, c todas as vezes que oxcedem Ba-
se* termos, alo podem ser aceilos.
Sr. presidenle, a respeito dos dircilos polticos de
volar Oler VOlldo, a le lie mus risorosa, a ronsli-
iui...i'i do imperio exige absolulamenle, quo o rda-
dao jii esleja no gozo e exercicio dos direitos rivis c
polticos. Tudas as viv.'- i|i". sn traa do urna funr-
rAo da vida polilira ou civil cm geral, equo be de-
clarado por qualquer pessoa, que o individuo nao es-
ta no gozo de Seus direilos cvis ou polticos, incum-
be parlo prejudicada provar, que esta asserrAo
nao he verdadera ; prever qoe um faci que a lei
reconbece romo sullieiente para a emancipacao exis-
te de ana parle, a Ibe concede entrar lio gozo deo-
ses direilos : be noceasario, que essa parle prove, e
nAo n fa/cudo subsiste a presumprao de que esses
direilos nAo cxislem, porque a parle os nAo provon ;
c se islo se da a rcpeitn los direilos civis, a respeito
dos polticos com maioria de razio, e muilo mais
ainda a respeilo do direilo do volar e ser volado.
Se pois a commissao he eucarregada do examinar es-
ses direilos, nao pode dcixar de se faedar na pre-
sumpcao legal, de quo o Sr. JoAo Alfredo nao he
-ni jnri<. Indas as ve/es que nlo consta um m laclo
positivo, que a esclarece e seja capaz de mostrar que
a cmanriparao existe,
Sr. presidenle, a asserr.io da conimi-so, que se
conlrm ;io parecer, funda-s em urna presiimprio
legal, (pie corrobora o que ella assevera fundada em
iuformaroes ; alui da presniuprAo de direifo que
tem, a commissao asevera, que nAo existo facto al-
gum. que possa fazer erer, que o Sr. JoAo Alfredo
perdeu o patrio poder ; nao ha um so ficto, digo, a
commissao o atlirma, e sui altirmarAo deve merecer
le, emquanlo se nAo provar o contrario ; emquanto
se nAo provar qoe o Sr. JoAo Alfredo pode lomar
assento nacdsa. eu continuo a sustentar, que elle he
lilho familia, que elle esl soh o patrio poder, o
qual nao se pTdesem a condicao da idade, que elle
tilo be ntfjaril; e em quanto o Sr. JoAo Alfredo j
nAo esliver fora do pililo poder, he considerado
nSo emancipado, uAo pode gozar dos direilos polti-
cos, porque nao lem os civis.
Sr. presidenle, a commissao por ler avanrado se-
melhaule proposito. oAo podia incumbir de forma
alguma provar materialmente, que de faci o Sr.
JoAo Alfredo nAo eslava emancipado, porque esse
facto deve consistir na presumprao de direilo que a
commissao declara, qoe exisle a esse respeilo ; c
islo he bstanla sem duvida para que elle nao possa
lomar assento nesla casa, legalmente fallando.
Sr. presidente, esse fado precisa ser contestado
pela parle inlcri-sada, esse parecer da commissao
podc-sc dizer, que be urna provocarn para que o
iuleressado aprsente aqui os sons documenlos.oque
por forma alsuma I lio be inbibido:elle pode renut-
Icr no secretario da assernblca os documentos ne-
cessarios para que possa tnmar aseolo, os quaes pro-
vem quo elle esla no so/o de seus direilos politices.
Se por lano no correr da discussao nao foram apo-
sentados esses fados, se no correr da discussAo nAo
se provon, que a emanriparfio exislia, nao se pro-
vou que exisiia um faci positivo, que eonslituisse
una ilas rnndires que a lei considera como bstan-
les para perder o patrio poder, a casa nao pode dei-
xar de considerar o Sr. Joan. Alfredo romo nao eman-
cipado, como nao estando no gozo de seus direilos
civis e muilo menos por consequenria dos direilos
polticos, que dalles dependen).
Ilirei anda. Sr. presidente, quo menos perigo
exista na exclosau de un supplcnle nestas cir-
cunstancias, nao se provando como ciirapria, que
a emanciparn oliste, do que na idnliaijlo in levida
desse supplcnle, quando a constituirlo expresa-
mente o prohibe. a I.-1 Inpolhese o laclo deve-se
dar como provado, por que a parle inlercssadas nao
leudo aprcsenlado as provas de sua emaneiparAo.no
poda ddixar do sor considerada como nAo emanci-
pada, e quanlo a -. a adinissAo decrelada contra a
consliliiicao, Ira/, cm resultado o meuospreso dessa
consliluirao, que juramos inanler, observar e fazer
observar em loda a sua pleuitu.le ; alem de que
Dame* privar ii supplenle immedialo, de direilos
qua Iba dcvo.in compelir.Alein disto, Sr. preasd**-
le,hc*sabido, que a asseinbln nao poderia mais de-
cidir em contrario, ainda mesmo que posteriormen-
te se conveucesso por provas aiitheulicas de que essa
emancipacao nao exislia; acodo consequencia, que
lena praticado um acio illcaal, que nAo po-
deria mais revesar; ,. dabi resullava sem|du-
vida, que desempenhasse as funcres de depulado
um individuo, quo nao liiiha os requisitos exigidos
pela cousliluirAo.
Trovado pois, Sr. presidenle, que o Sr. Joan Al-
fredo nlo esla emancipado, visto que elle uAo apre-
senlou documentos cm contrario, nAo o conteslou...
va presente '.'
O A. Cacnlcanti : Pode remoller ao secrcla-
ro da assernblca a certidao de emancipacao.
Sr. presidente, quando eu vi apresenlar-se n re-
querimenlo de aJiamcnto, entend que elle linha
por lim obler lempo, a lim da se apresenlarem al-
guus documentos ; depois, avista das razes dadas
em sustentadlo do mesmo adiamanto, como reco-
nheci, que era nicamente para se esludar a ques-
tao, que so nao tinlia por lim apresenlar documen-
to, r que a qucslAo ticava no mesmo p, no mesmo
eslado cm que eslava anteriormente, loi que pedia
urgencia, c volci contra n adiamento, que nAolrou-
xe csclarccimeulo algum a casa, a qual alias eslou
bem convencido, lamben) esperava por esses docu-
mentos.
/ m Sr. arpillado: l-'oi mesmo para que se es-
ludasse a queslao.
(Cruzani-se varios apartes.
(' ^r. .1. Caralcanli : Sr. presidenle, nlo be
possivcl adiniilir-se, que comuiissAo incumbisse
provar una proposirAo negativa, incumbisse provar
aquillo, que nao se funda em fado algum, aquillo
mesmo que ella declara, que ella ifliraM, porque
nAo lia nada euieconlrario, sendo (jue alias seria lie
cessario, que se ipreMnlasse um laclo em contrario
para se poder dcixar de seguir esla Opinilo,
lia um aparle.
O que a commissao allirma, be que nada exisle.
Agora Iratarei do argumento aprcsenlado pelo
honrado membro. que impognira O parecer, c que
eu me incumb dj provar, que era urna subtilcza.
Sr. presidenle, os artigo* da cousliluirAo, que
Iractam dos direitos de volar o ser volado," nAo la-
zom dillereaira alsuma entre poder ser membro de
urna assemblea provincial ou oulro qualquer corpo
electivo e poder ser eleilo ; nao lia un s artigo da
consliluicao que esleja eni divergencia. A lei re-
gulamenlar das clcires nao Irala das qualidades
exigidas para volar e ser volado, ella he feila em
consequencias da consliluicao, nlo lem por Bmte-
ngo rrarcar o processo c refere-se em ludo, o que
loca as qualidades exigidas para volar e ser volado,
a iiii-ina cnnsliluicAo. Se se desse o caso de que a
lei eleitoral podesse contrariar nm artigo da cousli-
luirAo, se se desse o caso de eslabelecer a lei urea
diurtica entre ser eleilo e ser membro, resullava
dabi, que a lei eleitoral involvia a dcrrogacAo ex-
pressa de um arligo da cansliluirac.
Nao ha um arligo na coustiluicao, que fara di-
ferenra entre ser eleilo ser membro; a:consli-
liiinra tratando dos pobres, diz nicamente, que
nao podem votar Ir c n.lo podem ser membroj,
os que nao podem votar ; mas a lei das clcires
lalla em todos poderem ser volados por um motivo
mudo rasnavel, que eu vou explicar. Quando a
lei eleiloral diz,que nao podem ser inembrus das as-
semideas provbMiaei aquelles que a coustiluicao Ion)
delermiiiado.iiAo faz mais do que copiar a mama cons-
liluirao e ahi desenvolver a materia couvenicnlr-
mcnle ; quando pomo Iralmi de volaran, quando
disse, quo todo* podiam ser votados, apenas quiz
dar a liberdadc ao eleilor de volar em quem bcm
Ibe parecesse, cumprimlo as a-semblcas, como a lei
mesmo declara, examinar a. qualidades dos elcilos ;
donde se segu que a lei quiz impedir qualquer
coaccao filia ao eleilor, que llvemo por lim prohibir
que ello volasse livrcmrnlc ; o islo poique cunipria
as assemblea de que esses elcilos Gzessam pule, exa-
minar wlla reuniam ou n3o em si as qualidades
precisas de elegihilidade.
O Sr. Florencio : J, vra mudando de opi-
niao. '
" f.% Cmakmti: A lei de eleic,oes le/.
essa ilillerenra, porque realmente era necessaria ;
den ao eleilor a libcrdade de volar em quem Ihe po-
recetse, subsisliiido o principio da consliluirao, que
ella Idinh-m consiaua, de uAo poderem se cleilos
laes e laes individuos que nlo reunam lacs e laes
qualidades de elegibilidade, culos poderes serao devi-
ll( isso o que vou fa- damcnlcapreciado pelas assemblcas de que deverao
fazer parle.
vo mais do que Ihe lie devido do imposto arremata-
do, ser punido com a mulla de 109 rs. *
.' Arl. 4S. Toda a pessoa que for encontrada na
ou lomando b.inho com o carpo descoberto, sem a
devida decencia, a visla desla villa e das povoarcs
do iniiniripin, sera iniillada em J-j rs, sondo paga a
dos oscrovo* por seos senhores.
" Arl. 10. l-iraui prohibidos os aliavissadores e
coi rectores de fariuba, lcgumes e oulros gneros,
que sao levados para o mercado publico desla villa o
povosrajes do municipio ; os infladores sero mul-
tados em 111 11 ni rs., e -o pulieran comprar para re-
vender depois das tres horas da tarde.
< Arl. 50. I i- .un prohibidas as farras publicas
em que se apprcsenlam individuos ornados com in-
signias ecclcsiasticas, arremedando as funcres do sa-
grado ministerio, os infractores sorgo multados em
Jrj rs., e nao leudo com qae pagar, em oilo din de
priego.
ii Arl. -l. Toda a pessoa que pronunciar as ras
desla villa c povoaroes.nomes indecentes c otmceuos,
com oHepsa da moral publica ser inmediatamente
presa o conservada assim por qualro das, sendo
mais multada em jnhhi rs., se poder salisfazer a
multa.
o Arl. ~v2. Os animan morios que forem encon-
trados as ras desla villa e das povnaces do muni-
cipio serAo conduzidos para fora della pelos respec-
tivos donos.sob pena de seren mandados conduzir
por urdem do liscal a cusa dos mesmos ilonos e de
pagaran estes A mulla de i-mu rs., c isnoraudo-se
o dono deverAo*ser igualmente conduzidos por or-
deni dos li-cae-, cusa da cmara.
a Arl. .VI. Os propietarios dos terrenos nu edi-
Veraidein. Ainda mais, Sr. presidente, a cerlidAo lirados dentro desla villa, sAo ubrisados a mnra-los
reno a si o carcter de idenlidade da pessoa ; be de lijolln a frente e caia-los, sob pena de itrjfKK) rs.
sabido que o mesmo eleilo que consto das acias, be i de mulla.
aquelle que consta dos llVTO* da academia jurdica I i Arl. Os propietarios s3o obrigados a ler
de (Huida, he aquella de quem nos traamos, he j caiadas as frentes de Mil casas dentro desla villa e
aquelle cuja eleicao a commissAo considera nuil*. 1 tambem os oilcs das mesmas que deitarem para o
l'eilas estas considetaces. provada exuberante- I lado dos beccos, sob pena de rfltHl rcis d* mul-
inente a asserrao da commissao, tanto quanlo cou- la.
leria participado a
aAo parlicipasse '!
idrle que nao ouvi-
|ue a assemblea li-
nlcnde a lei a esse
io que islo be urna
c nAo devenios es-
que o individuo de
idiccs de poder ser
de que com o
consliluicao e po-
ser eleito por esta
lem do veri licar os
parece, quo curre
nao pode tomar assento,
a/.er algumas cousi-
cer, em que consta, que
legtimamente, e por isao,
corre-me a obrigarao, digo, de
derac,es em favor desse parecer, e mesmo se for
preciso exhibir alsuma prova, hue possa convencer
a casa, do que o Sr. Joao Allrcdo nAo pode tomar
assento como drpulado provincial.
(I sr. Hoirmio : Isso se bom.
(I r. A. Cacalcanli
zer.
Sr. presidente. Irala-se de ou fados diversos;
primeiro.de nao ser o Sr. .loar Alfredo .i juns ;
e cm segundo lusar do nao teri a idade exigida pela mo dos de mais COiWetecivos
consliluirao para rcprcsciilar a provincia nasla casa.' -
A respeilo da priineira parte c
cao de direilo, a respeilo da s
documento que prova nlo eiisl li c.-sa idade da parle cumpria c para o que leve o tci
do candidato de que se lala.
como \ Exc. oa ca~a nao ism rain, slo adquiridos
em resra aiileriormeule aos pnlibros, o por urna cx-
repi. ni he que o fado de se adi uirircm direi'os pn-
lilkoslra/ como coi
I rovada, Sr. presidenle, que n.lo podem sor elci-
los membro* das assemblcas provincn, assim eo-
mo dos de mais corpos eleclivos. o* lilhos familias
IZ"":,Z ","r? '",r 'T v,,n" ri:i""" -......,o si-'" K* S
oat I i mP" l'r",a', "''" '""l,em' ,",e "Sr" lni" Allrcdo,quenao
SSTJS.'i'H ES-^.*! -"*> '-vinca, ron,,. Ibe
linda ja emanripagii
desia assemblea.
...upo ncccario, que
legal, nao podo fa/cr parle
Agor., sr presidente, Iralarei da segunda nnc*.
IAodiversa da de einancqiarAo, c he esla a da idade
I un, a-se a minha amarran cm um documento
cqncncia r, so/o dos direilos ci- lirado da serrelaria da l'acuhlade de Direilo ni e
vis porqne esles esMo con.prthendidos aqaclles. prova, que .. Sr. JAo Alfredo lem J\ anuos icom.
en* inconcebivel que um homem possa gozar dos pidos, e por consequenria n.lo esla, nAo pode Miar
cm que anlerionnen- comprehemlido na regra geral alabelecida no arl'i
lllicn. n n lis ponen na eXCep-
direilos de cidadlo brasileiro,
le goze dos direilos de simp
evidenle. que lodo o que nao poder ser ridadAo e I enes do arliso U.'accommoil.d,, !is assem'nlaVnro"
nAo esliver habilitado para o .,mralos da vida pu-1 vinciaes pela forca do arligo i do arlo adilirmnal o
ILEGIVEL
be em minhas Tracas forjas intellectoaes, nAo posso
dcixar de esperar, que o parecer seja apoiado por
esla assemblea, reslando-mc pedir dcsrulpa de ler
por lauto lempo oceupado a sua allenrao, oque foi
sem duvida pela importancia da queslao, e pelas
dilliculdades com que lula aquella que lem pela
pr nucir vez a honra de ter assento como depulado
no recinto desla ilhiilrc assemblea.
O Sr. F.pamintmtti ( N.lo develvou sea dis-
curso..
" Sr.Florencio : Sr. presidenle, se nlo fosse i
necessidade urseulc.que tenho de juslilicar ale certo
poni a ni" iifi.-.ira i do minhas ideas a respeilo dos
bellos discursos que se pronunciaran), sesuraineute
eu nao pedira a palavra para justificar o meu voto.
Se nAo fossem mesmo alguus apartes, que dei eo Sr.
l.uiz Filippe, eu nAo leria pedido a palavr*. Ale
enl.io eu confesso do todo 0 meu cnrarAo, que vola-
ra a favor das ideas erniltidas em pnmeiro lugar;
mas he forzoso confesiar, que o illuslre membro da
commissAo de ronstitiiieao e poderes, que se ausenta
a minha esquerda, plantn no meu espiriloa opiniao
contraria.
Equecia-rae de dizer urna "cousa : cu ped lieen-
Ca a V. Exc. para fallar.lambem apero agora aos.Srs.
jurisconsultos por entrar nesta quesio, na certeza
de que son a isso levado smente pelo desejo de mos-
Irar a modilicacao de minhas ideas c o meu modo de
pensar.
Ora, Sr. presidente, com edeilo o honrado mem-
bro que fallou em pnmeiro lugar, quasi me conven-
cen de que podia ser eleilo aquello, qne nAo podia
sar membro da assemblea provincial ; mas o honrado
membro iW commissao de poderes, me convenaeu
intimamente de que essa dislinrro, que se ola na
lei, lie urna disposicAo|neccsssria para que a liberdade
do eleilor nAo fosse por forma alguma coarclada por
algumas dessas iuslriicrocs, iguaes aquellas de que o
nobre depulado ha pouco falln. Ora, se o eleilor
.pian,le tem de volar deve exercer esie direilo am-
pio, deve procorar aonde quizar, cnlrelanln a pro-
ceder essa grande liberdade peranle as|asemldas tam-
bem, seguir-se-hia algum absurdo : par consequen-
cia o eleilor vol como quizer, porcm a assemblea,
a corporarilo a que lera de pcrlencer o eleilo, ennhe-
rer se .elle lein proeucln lo as condices laes c
laes.
Que quem volou no Sr. .loo Alfredo, aquem ali-
as vola muilo sympalhia, mas de quem leuho mui
pouco couhecimenlo: que qucinjvotou ncllo exerceu
em acto legal, nlo ha duvida nem nma, mas que
elle possa tomar assculo sem ler idade. he o que cu
neso lia um aparle.)
lambem me parece nao ser milito coherenle, que
o individuo seja voladoseni romtudo poder ser mem-
bro. porque se a casa reconhecer, que elle pode ser
eleilo legtimamente, ncressariamenlc o hade admil-
lir : por lano me parece mais rasnavel, que com
quanlo o clcdor posta volar cm quem quizer, a casa
conbecendo que elle nao esla as condices de lo-
mar asaenlo, diga que elle nao he depolado.
Assim, apesar da impressAo que em meu animo
produziram as ra/.es do nobre depulado, que em
primeiro lugar fallou, nAo posso negar, que depois
do bem elaborado discurso do illuslre membro da
commissAo, me convenc do contrario e por isso voto
pelo parecer.
Dada a hora.
O Sr. presidente designa a ordum de da c levan-
ta a scsio.
Sessao' ordinaria em 2'.> de abril de IS56.
l'rcsdeucia do Sr. primeiro secretario.
As 11 horas feila a chamada, e achando-se presen-
tes -Jl Srs. depulados. abre-se a sessAo.
He lida c apfirovada a acta da sessao ante-
rior.
O Sr. primeiro secretario 16 o seguinle
EXPEDIENTO.
1.m nllicio dosecrclario do governo, remelten-
do 36 exemplares das leis promulgadas por esla as-
semblea no auno passado.A distribuir.
Oulro do mesmo, remetiendo as conlas do balanco
da receita e despeza da cmara do Cabo, dos annos
linanecirosde IS.'ii a lvV, c bem assim de I8J a
IS.T7.A commissao de i.remenlo.
Outro do mesmo, remetiendo a esla assemblea a
uformarAo dada pal* Exm. Sr. bispo, sobre a crea-
cao da tregueza do Sen hm HomJesiis de I'ancuas de
Miranda.A quem fez a requisic,Ao.
Outro do mesmo, remetiendo urna peticao da c-
mara da cdade de Olinda, pediudo a csla'assembla
a concessAo de seis loteras a beneficio das obras de
um remucho naquella cdade. A' commissao de
peliees.
Oulro do mesmo, Irnnsmellndn o relatorio da
commissao da cmara do llreja, e bem assim as res-
pectivas conlas do anuo fiuaiiceiro de 1S55 a is'n;, e
urnas posturas iddconaes.A commissAo de conlas
c posluras.
Oulro do mesmn, remetiendo as conlas da cmara
municipal de i Mu la. do ann linanceiro de IK.il. a
tS-Vj. c bem assim os respectivos balancelcs o orca-
uienlos.A' commistjo de conlas muuicipjes.
I.'m requerimenlo de Alexandre Barbosa da Sil-
va, arrematante do isoposto de 500 ra.de cepo e re-
peso do arousuc da villa do I'o-d'Alho, pediudo a
esla assemblea a appiovar,.lo do abale feilo pela ma-
ma cmara no precu da arremalar,Ao.A' commis-
sAo de orcamcnlo municipal.
Oulro de D. Anna Francisca Marques, viova do
escrivAo Joaquim Jos Cyriaeo, pcdindu a esla as-
semblea se digne autarisar a cmara municipal de
Olinda ao pagamento da quaiilia de 5GJI'I que a
mesilla licoua deverjo fallecido seu mando, de cus-
las de processos detenidos.A' commissAo de orna-
mento* municipal.
He lido c approva.l'io scsuiuie parecer :
A commissAo de. pelircs, lendo presente o re-
queriinonto c documniilni dirigidos a esta assemblea
por Jos Isnscio Itil-eiro, continuo da reparlicao das
obras publicus, pedi lo a sua aposentador!*, obser-
vando que delles na cusa a informacao dada pelo
director daquells rejarlicao, que servio de base ao
ni lcile inieuio da presidencia, he de parecer qoe se
peram sobre isso infrmaa;fia governo.
,i Sala das coihii:--m.- -29 de*abril do 1856
A. t'..\ ilcanii.as miento Portella.
He h io oseguintc parecer:
A commissAodCcOcli^ea, a qaem foi prsen-
le o requerimeutS-*? Thomc Vieira de Alcntara,
pediudo a ola assemblea que determine o pagamen-
to do dote que Ihe .si a.I-ver a administrar iu il
eslabelerimeutos de .aridade, por ler o requereute
casado com a exposb. Tbereza Iraucisca de Jess,
com peraalsflo da ncnn adminislrarao, cxfminan-
do os dorumenlos eeM que fuidamenlou o seu pe-
dido, be de parecer "ie, segundo os eslvlos da casa,
seja marcada a qual '. necessaria na occasiAo com-
petente.
o Sala das commjswes da assemblea legislativa
provincial de l'crnambuco II de abril de 1856.
Manuel do Nascimer'o Machado l'orlella.A. Cs-
valcanli. ..
O Sr. Laceria :--Vero a palavra.
" .">>. l'rctiacntc :Esl.i adiado.
II Sr. Ihcodoro 'epier a urgencia para discus-
sAo do parecer, a qual he approvada depois de algu-
mas rellcxes cm ronlrario do Sr. Abilie.
Entrando cm diseusslo o parecer, o Sr. Abiho jus-
tilica e manda misa a seguinle emenda :
ci He a COmmissBe de parecer que seja nuvida pre-
viamente a adrantrarlo dos cslabeleciinculos de ca-
11 la Ir.S. It.AlliliO. 1)
Depois de slgamas reOelba dos Srs. A. Cavalcan-
li, Nasrimenlo l'orlcila, [cerda, 'ihcodoro o Ahilio,
tica a discussAo adiaJa pela hora.
ORIJEM 110 DA.
Conlinua a segunda discussao do artigo i I das pos-
turas do l.unoeiro com as seguintcs emendas :
,i i.iuem fizer vossrlas pelas ras em horas de si-
lencio.e pralicar injurias obscenidades contra a mo-
ral publica, ser.i mollido em -JiMMl rs. c nao poden-
do pagar a multa, so'rer qualro dias de prtsAo.
S. II.Oliveira.
o Seja supprimida a emenda do Sr. depolado Oli-
veira.Caslro l.eAo.
o SupprhM-M o art. i i.-Ahilio.
Aoarl. i i.
Aquelles que llzerem voscrias as hora, da silen-
lencio, scrao presos por -.:( horas.
Jos Pedio. >,
Encerrada a disni-a,., he approvada a emenda do
si. Ahilo, Picando prcjudlcadas as domis, bcm co-
mo o arliso.
i'rosesi.ind a discus.io agoaporovado. os artigo*
ib, .,, .\ i, M), 0\,.r>, 53, :,, 55 o 50, rujo tneof
he o seguinle : '
Art. I odas as rasas que ,e edillcarem ou
reedificaren, as ,t prlnelpaes desla villa, lera,,
cornija na Irrite, sob pena de llWJOO r.is de
mulla.
., Ai I. 17. lodo o arrematanle que o luir io |.o-
Arl. 55. lodosos quinlaes que deitarem para
os beccos serAo feilos de lijollo c caiados, sob pena
de -JU; rs. de mulla.
Art. 56. As pessoas que nAo tendo Ierras pro-
prias sol tai em os seus animaos em terrenos, e pastos
alhelos para se refazerem, pasaran 1f>000 rs. de mul-
la por cada animal, alm do damno*cansado que Ibe
for juntamente exigido pelo dono das trras e dos
paslos damnificados.
Arl. 57. Toda a pessoa que dirigir contra os fis-
cacs palavras injuriosas c Insultos, no exercicio de
suas funernes sera punida com a mulla de IO?IHIO rs.
e prisAo por (res das, nao t*udo com que pa-
gar.
Vai i mesa a sesuinle emenda :
Supprima-se o arl. 57. Caslro l.eAo. >
He approvada a emenda, bem como os arts. 58,
59 60 61 e 68 que dizem :
Arl. 58 FicAo prohibidos os toques, e dobres dos
sinos desde as oilo da noile at as cinco da manhAa
excepto as Matrizes para admiiiistraco do Sacra-
mento, c os sisnaes de missa de madrugada, e de
Natal, de incendio, ou rebate, nao podendo dsr-se
mais de qualro dobres, ou repiques por cada pessoa
que morrer, sendo um ao receber a noticia da mor-
te, outro na occasiAo do enterro, outros dous no
inlervallo de um ao oolro, dorando cada um dez
minutos. Os sacrisl.les, chefes, ou Ihesoureiros das
eorporaces religiosas que infringirem quaes- quer
disposicies riesit arligo.-eran multados em 58000 rs.
e tres dias de prisAo.
Arl. 59. A ninguein he permittido tapar, estrei-
tar, ou mudar seu arbitrio as estradas ou caminhos
do transito publico, sem consenso da cmara mu-
nicipal,.sob peua de 3|060 de mulla, oo oito dias
de pn- io, nAo podendo pagar a mulla, repondo-se
as servidoes no anligo estado i costa dos infractores.
Arl. 60. Fico prohibidas no centro da villa e das
povoares do municipio as ullicims de fazer azeile
de mamona. As que exislirem, e estabelecerem
dentro do municipio, c fora do patrmonio da c-
mara, pasar., animalmente 23000 de licenra. O
contraventor da 1.' parle do art. ser multado em
:Hr*tX)0 e obrigadr. a dcmollir a oflicina a sua coila
se uAo removcla dentro do prazo marcado pela c-
mara. O da >. parle soll'rer a mulla de .5-000.
Art. 61. Todas as penas combinadas nos artiga*
d'eslas posturas serao duplicadas na reincidencia.
Arl. 62. Ficao revogadas todas as disposices con-
trario as prsenles postaras.
Esgoladaa or.lem do da, o Sr. presidente designa
a ordem do da seguinle c levanta a]sessao.
PAGINA AVUlSA.
QB3DSS HA, i
EqaouH ifoporiiuo o Sr. Dr. .subdeleja-
do da Boa-Vista ignora, que o inspector da Ca-
pungo, segundo di/.ein, mora na Torre, seno te-
mos f, que ou morara em sou quarleirao, ou
cntjoo demitiiriam.
r.onsia-nos, que as Cinco-l'ontas, Iwm
confronte bocea de urna peea da fortaleza, lia um
estabelecimento de garapas picadas: o dono para
afastar tlcllc qualquer responsabilidado mudou-se
para outra rasa, d,xando na fabrica um sou c-
nhecido : consta mais quo o mel ha conduzido pa-
ra alli alia noito, c que a concurrencia lie grande.
O ganlio lie du/.cntos por cem!!! Pedimos ao
Sr. fiscal que.... ora! caque', mas se onegocio
be de queslao multcm o homem ale que...
O pobre velho Joaquim Jos Amando anda
pelas ras da Boa-Vista em mangas de camisa, ps
mis, sem chapeo, apuoado pela canalha, etc., ele,
ARosadasPrainlias,daruadoRosarioeslrcita,
qiieinnundaeimmunda3ruu,omaguasptt(ridas, fot
alinal presa por um guarda municipal, econfessouque
o seu senhor naoqueriaqucasaguasfossem laucadas
aomar, c sim na rita : foi multado ea negra sola.
Dos queira quo islo sirva do lijSo aos que de
proposito transgridem as posturas municipacs.
A familia que mora na rasa n. 105 da ra
de Santa Rita, tem sido soccorrida varias vezas com
alimentos e dinlieiro pelo tliesoureiro da commissao
o Sr. llemetcrio Maciel da Silva.
Consla-nos que denlre os bous servujos pres-
tados na Yarzea pelo seu respectivo subdelegado o
Sr. Francisco Xavier Carnciro Lins, curara a um
grande numero de pessoas pelo systema homcopa-
thiro.
Consla-nos que na ra do Sebo lia agora um
rf.go, que bstanla encommoda aos habitantes da-
quello lugar ; esto REG ha incantado sem duvida;
das 7 s 10 da noile encollie-se, e eslira-se de urna
esquina a outra da ra, de sorto que suppe-se ser
por alguma poca ou charco, porcm nada so v
porque tiernanhaa o bego est mudado!
Pedimos a esse ninguem, que em certa bo-
dega ferio a reputacao de um mojo do Recite, s
por supp-lo nosso noticiador, e por consequenria
influindo indirectamente pelas boas ausencias que
tazemos do activo subdelegado daquella freguezia,
que dei\e-sc-de andar lio injustameme aggredindo
o crdito de quem nos parece nao se lembrar que
elle vive, do contraro...senao...ao dopois... nao
digaSanio Antonio mo enganou!
Esto extintas as reunies de Fura de Portas;
granas pericia do subdelegado: as tabernas nao
se reiincm mais do ires pessoas, alguns taberneiros
tem sido multados por venderem agurdente a es-
cravos..
Pedimos a um nosso noticiador honorario do
Rocifo, quo nao nos esleja cmpanv.inando com no-
ticias inexactas: outro, ollicio amiguinlio; para lu-
do podis servir menos para chronista. sois por
naiiirc/a anachronisla, c islo nao nos serve o nem
nosenta, entendis? Queris dar-nos noticias'.'
Indagai bem dos factos, e nao fazo] com que ven-
damos gato por lebre.
Na noile de 2(> para 27 do passado foi ata-
cado na ra do llrum o inspector do primeiro quar-
loito na ra doBrum, pelos quadrilheiros do Ti-
ro, en occasiao que rondava : osla quadrillia tem
tomado corpo e incremento ; est reforcada por de-
sertores da armada; um dellos (desertor do vapor
Bebcrbt) foi preso pelo sulidcle;;ado no patacho
Flor ta ahta.
Foi lamlicni preso nm lamlior do batolhao do
aililharia da guarda nacional, por baver ferido a
um inspector com a bayoneta no boceo dos Porto*,
o isio por nao consentir o dito inspector reunio
no lito beco, onde rommumincnio sempre ha dis-
turbios. Quid inde, se os tambores, como di*
/.empeora illiinitada protercio?
Faz mu Iremof
^er um tambor!
Consla-nos que os marinliniros dn armada
nao iransitam mais pelo Recil'e, depois das 9 ho-
ras da noile. O subdelegado do Recite, de rom-
binacap com o Sr. capitn do I'orto, fizeram esse
niio pequeno bem aquella freguezia.
Um aucniado sui generis.
, FnJanode lal, inspector etc. Allesio que fal-
l locera neslo bicii quartoiro da epidemia reinan-
te, segundo di a inai da fallecida Candida Ma-
,< ria du Bom-Parln, a qual bc bastante pobre.
He n que posso alteslar.
Senboros rodacioros.Maldiio:- papsda ne-
gra que paria lenha na jmila I 'adeno deenxa-
quecas, mas isto nao vale nada quando a linhosa
da elliiope principian matrocar-iuc os uuvidos com
os terriveis pa...pii... p...p! Ora quem tbe
papuzasse as ventas, para essa renogada nao estar a
inco.iimodar-inc o a lodosos meiis vizinbos...
Considere b-in e.ilo.Sr. vig.irio,o -luepratirm:
saiba que estamos de indo informado, e ^e nao
Invamos ao ronherimcnio dopuMicno qnc. a vnz
publica diz, que S. Kvma. Ilzei.i, be porque ain-
da queremos poupar-lhe. S. Rvma. sabe que o
que praticou nao foi por Iraz da cortina, foi pu^
blicaraente. deUando-nos, portanto, o direilo sal-
vo de o censura unos, nao o faremos...
Releva notar que aquello ds Srs. parodies da
provincia quo tiver a sua eonsciencia tranquilla,
nao nos inlerpelle por favor ; [H>rqtio do quem
tratamos, a maioria dos seus fragules sabe per-
feita mente.
Acaboii-si! o cholera! Alvicaras! S morro
-um1 !
as loteras o priiicirnliilbctc bramo, e o ul-
timo sempre san premiados... Bom proveilo, bom
proveilo !...
Dizem que um moco morador pelos fundos
da matriz de Sanln Antonio, pur eima de urna ro-
si'/a, espancra atrozmente a um menino forro que
lem em sua casa, o que foi presenciado por mui-
ta gente sua vizinha.
Como lio sabido, acba-se nomcado promotor
publico de Pajeu' de Flores, o Sr. Dr. .los da
Costa Honrado. Drnosos parahens aos Florenses
por terem de hospedar um moco, an nosso ver de
mritos inconleslaveis, e felicitamos ao Sr. Dr.
Dourado pelo primeiro passo que tao justa e dig-
namente o governo provincial llie faz dar, oa es-
trada espinho-llorida da magistratura.
O Sr. Dr. Francisco de faula Salles, que tinha
sido nomeado para o referido lugar, passou para
ollicial da secretaria do governo. Felicitamos ao
Exm. Sr. presidente pela tao boa esrolha.
At amanhaa.
COMARCA DO BONITO.
J~ de abril.
f.heio de prazer, amice,
l.he digo que o gangelique,
Por causa de meo fardioho,
Ja deiiou esnj.fnnlinho
(toase* rosta* ja resplram,
O I. ii. lai dr glicina
l"oi-se a me,, icolia,
Va-se pr'a longe o nos
I) iiinu IAo feroz !
Oraras a Mizericordia Divina, cshi osle termo li-
vre dilinitivamente da epidemia ; de nenliurn poni
do lionito chegam nolicias, que nAo se'jam fnvoraveis
graras e mii vezes graras a Divina Mizericordia.
Foram grsndes e longos os nossos sofTrioientos, ex-
cessiva he por tanto a satisfarjo.
Parecednvidarmos boje qoe passamns por lio gran-
de cataclisma As nossasculpassao immensas, as
penas foram severas, a emenda e arrependimenlo de-
vem tambem ser sinceros. Para conhecermos qoe
Dos nimia- vezes se enfada de tanto peccar, temos
prova bem recente, c ja nAo precisamos por cm du-
vida esses antigos exemplos, de que nos falla a histo-
ria de lodos seculos. Fiquem eternamente gravados
nossos coracoes os terriveis dias do cliolera-morbus,
e nos convenimos que essa arma, de que se servio
a Providencia para nos^dverlir da necessidade de
nao Ihe olfenderraos lado*, he nenhuma era relaro
as de que dispoe a tremenda justica.
Amigo, mis lodos de joclhos no chao,
Coro pia humildade roguemos a Dos,
i,iae sempre nos olbe como lilhos seus.
Dos erros passados pecamos perdao.
Orando conlriclos digamos : Senhor !
Ja maisconsenli quo volle o malvado,
i.'oe mis promellemos, lomados de horror,
Deixar para sempre o feio peccado.
Sejamos sinceros, que os nossos pedidos
>o alto da cruz ouvidos serAo ;
I eremos certeza do nosso perdAo
O'os erros passados sern esquecidos!.'
As bexigas roarcham para sne extinccAo, Indo pois
camiuha bem.
A -endura dona polica ja' vai fazendo das suas, ha
pouco melteu na cadeia um inspector por suspeila
de proteger a dous ladres, de quem se diz ser so-
cio.
De Pimenleiras vieram para aqui, onde esliveram
\ dias uns dez soldados de linha, e ja ^se foram,
ignoro o lim, slo negocios em que nAo .mello o
bicco. s
O que sei he, que o dicno director daquella colo-
nia, o capilo Gomes de Almeida be mullo promp-
to em salisfazer as requisices do delegado, com
qae em lem eslado na mais perfeita harmona, isso
he bom.
Hasta por agora, de certos diaspara c,;i modo
qne ando um pouco l'aresseu.r....
Saudades a Indos os nossos amigo?, e acredite sem-
pre na miaba amicitia para com o amavel com-
padre.
Ia-mc esquecendo :
Os nmeros do Diario chegam qnasi sempre com
falla dos ultimes, vinrfu dahi o portador que os con-
duz nos dias t e 1.1 'e cada mez, nAo he mi que
me traga os numei desses dias, visto como ia ca-
pei'r sahe nos laes 1 e 13 ao meio da.
Ja que Ihe fallo nisso que lem alguma Telarlo com
o correio, conven) lembrar, ou dizer ao nosso aniigo
que dirijo les af/aeris daquellare parlirAe.que os es-
tafetas que dahi parlera, segundo reza sua folhinha,
nos referidos tempos, deram para chegar aqui de-
pois de 8 e mais dias de demora, dizem ci que adoe-
cem, porem pode muitas vezes nao ser smente cau-
sa a ilnenri, c sim urna cousa chamada vadia;2o.
Com isto nAo jolgo ollender ao digno administrador,
que nAo lem culpa do malandrismo dos laes bpedes
e se Ihe parecer que o oliendo risque esla petile por-
fi de minha roissiva e adeos.
Quando se encontrar ahi como meu amigo l",..,
diga-lhe que me foi moiio sensivcl o cuidado que le-
ve de mim nos aperlados dias 26 e -27 (reliro-me ao
lempo da epidemia,, ua senhoria, que ha mais de
dous annos nAo se lembrava de minha pessoa. Sim-
bolisou o amicus certus reinrert xcernitur, da arle-
zinha, islo he, nao me esqueceu na hora exlrema.
Au nosso J. dos S. Bastos de S. Joao do Cariri Novo
Parahiba): que ate boje se dignou o |Altissimo de
conservar-me ; oulro lano Ihe desejo ; queme man-
de novas suas e dos seos.
Finalmente ao nosso-amign A. qoe mora ahi perlo
dos meus no B. defroole do M. que me escreva, pois
o lenho feilo muilas vezes, diga-lhe que s recebi ha
muilo urna cartinha sua, que deixou na colonia de
Pimenleiras. Muilo desejo saber noticias de pessoas
a quem eslimo, mxime depois de IAo grande cala-
midade.
Adeos,
Au relorneur.
Helarlo das pessoas qoe fallecern) do cholera-mor-
bos e foram sepultadas no cemilerio publico das ti
horas da larde do dia as (i horas da larde du
da 8 de abril da 1836.
Numero '21(19- Escol.slea Joaquina da ConceicAo,
' Bambuco. 60 anuo, pr.ta, Boa-Visla, ra do
Mondego n. 35. r '
Numero St,,_Manoel, l'ernambnco, 2 annos, pardo,
ihL Zl uV,,s A3uas Ve,d" w.
dem MH-Dm,..,, l'ernamboeo, 20 annos, sollei-
vLEOL .""'"r" .' S' '"io, roa Nova, n. 19.
dem W)-Jo*epha, l'ernambuco, S anoo, sollei-
ra, preta Bo.-V,,,,, s,rada dos Alilos n.
dem Kill-Joaquim frica. (10 annos, solleiro,
preto, Boa-Visla, Aterro n. fi-2.
dem 871Librala, l'ernambuco, i auno?, parda.
S. Jos, ra llireila n. 133,
Helaran da* possoasque tallecern) do cholera-mor-
bos e foram sepultadas no cemiterio publico das
ti horas da tarde do da J8 as 6 horas da Urde du
dia 29 de abril de is.iii.
Numero 2170 Salvina, .1 mezes, parda, Hecife,
Iravess* do Chafar n. 81.
RetumoMa mortaltdade.
Morlalidade do dia 30 ale s (i horas da tarde3.
11 omen- 1 mulheres 2 prvulos 0.
Total da morlalidade ale 30 3,396.
Ilomens 1418 mulheres 1.11.1 prvulos 163.
Hecife 30 da abril de 1836.
A commissAo de bvsiene publica interine,
Drs. Firmo Xavier, secretario,
servindo de presidenle.
I. I'ogqi, adjunto,
servindo de secretario.
I." de maio
Hospital do Carino 7 doentes em (ralamenlo.
Resumo da morlalidade.
Morlalidade do dia I ate s 6 horas da larde1.
Homem I mulheres 2 prvulos 1.
Total da morlalidade no o dial.-3.330
lllomens l I:, mulheres 1547 prvulos 361.
Hecife !. de maio de 18.16.
A commissao dehygieoe publiea iblerina,
Drs. tirmo Xavier, secretario,
servindo de presidente.
/. Foggi, adjoocls,
, servindo d* secretario.

REPAKTIQAO DA POLICA.
Secretaria da polica de l'ernambuco 39 de abril
de 1856.
_ lllm. e Exm. Sr.l.evo ao conhecimento de V.
Exc. que das ditfcrentes participares hoje recebidas
nesla reparlicao consta que se deram as seguinles
occurrcncias:
Foram presos: pela subdelegacia da freguezia do
Recife, n porlugucz Josc Alves l'ereira, pur furto,
Joso Francisco, e o preto escravo Joao, por briga.
Pela subdelegada da freguezia de S. Antonio, o
pardo escravo JoAo Francisco, por andar armado.
1'- pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla,
o pardo escravo Antonio, por insultos.
Dos guarde a V. ExcIilm. e Exm. Sr. conse-
Iheiro Jos lenlo da Caoba e Figueredo, presiden-
le da provincia.O chelo de polica, ut; Carlos
de Patea Tei.veira.
- 30
lllm. e Exm. Sr.l.evo ao conbecmenlo de V.
Eic. que das d Hieren tes participac.es boje rece-
bidas nesla reparlicao, consta que se deram as se-
guinles oceurrencias :
Foi preso : pela subdelegacia da freguezia do He-
cife, o porlugji'7. Antonio 1 'ernaiulcs Duarte, por
uso de armas prohibidas.
E pela subdelegacia da freguezia de S. Jos, Ja-
cinlho Ferreira, por furto, eFrancelino l.uiz C.orreia
para rccrula.
Dos guarde a V. Ese. lllm. e Exm. Sr. con-
selheiroJosc Benlo da Cunha I uncir o. lo. presi-
denle da provincia.O ebefa de polica, Luiz Car-
los de Paiea Teixeira.
MAPI'A demonslralivo do mnvimeuto do hospital
de San-Jos do Hecife, desde o dia de sua
iu-lallar.ui, 21 de fevereiro, al hoje, dia
de seu encerramenlo, J.'i de abril de
IHtl.
EM29DE
ABK I I. OE
1836.
.Ser os.
Masrulino.
Femenino .
Ftal
l.ll
IH
l.-
lnl
OBSERVACAO
No dia 20 existiam (i em Iralamenlo, dos quaes um
foi rcmellidn para o hospital do Carino, c ,1 lver,m
alia e loram soccorridos com .V^IIIM.1 rs. cada um, pe-
la commissAo parochial.
O secretario,
./. /,'. Vinheiro.
diario de ^crnambiifo.
A ordem do dia de hoje na assemblea provincial
versa sobre a leilura de pi ojelos e indicados*, sobic
a discussAo de pareceres adiados e apreciadlo dos
projeclos ns. 1 e 2 e a contnuarAo da antecedente,
BllXETIM 00 CUOLERA-MORIILS.
Partid'pirSes dos hospuaes.
Hospital do Carmo entraran 2.lenles, sahiram
curados 2 e exitrlem cm tratamentn ,1 mulberr o 2
bornea*.
O MONTE PO ACADMICO.
Son pnlest arhor liona matos frwtus facer.
lia i-.u. -.. mais de um anno, que em um d.i-nu-
meros desle /orto appareceu um escripto assignado
pelo Sr. M. P. de Moraes Pinheiro, e oulro logo de-
pois firmado pelas iniciaesO. (i. L. ambos cen-
linham a mesma ideis, ambos se propunham a' um
mesmo lim acaridade. Com esta ideia sublime
com esle lim sanio e randioso identificon-se o peosa -
melo nobre do Sr. Dr. A. Marques Rodrigue, o qual
com arndamento iralou de formar ama commissao
provisoria, conslituir urna sociedad*, confeccionar
estatutos e agenciar subscripsOes. Mas urna empieza
desta ordem elevad* a' um grao de ta sabido mere-
ciraenlo nAo poda realisar-se simplesmente pela
vonlade do Sr. Marque* Rodrigues, que cutio cur-
sava o .- auno jurdico ; felizmente, porem a voz
candida da benelicencia enconlrou echo nos corare**
seosiveis dos Srs. JoAo Alfredo Correa de Oliveira,
l'arquinio B. de Souza Amaranto. M. P. de Moraes
Pinheiro e Antonio Americo de Urzedo Jnior, ns
quaes de commnm aceordo lizeram parle da com-
missAo directora, e coraram inmediatamente de re-
digir OS cunlos, alim de quanlo aules apresenla-
los a' sociedade, que se denoininou o Monte l'io
Acadmico.
Fundada que foi, as dilllcoldades que a principio
eram insuperaveis, desappareccram como por en-
canto, desde o momento em que a commissAo provi-
soria depois de organisada dirigio-se ao lllm. Sr. Dr.
I.miren.;,, Trigo de Loureiro, e solicitou d'elle a gra-
ca especial de a presidir, desempenhando igoalmen-
le a gravosa luuceao de Ihesoureiro; o illuslre a pres-
limosn lente da primeira cadeira do !. auno, com a
adabilidade c Ihaneza que o caractensam, nlo con-
tente com a honra qoe acabava de fazer, acceitando
a presidencia e o cargo de Ihesoureiro, patenleou da
cadeira de Economia Poltica, materia qoe ness*
lempo en.-i-ava. com palavras ungidas de ardenle ca-
ridade o mais serio desejo pelo progresso e bem-
eslar ,la sociedade, que logo Irlhoo a vereda mais
azada paral soa procopla prosperidade ; e desl'arle
lloresceu d'um modo inellavel, sem nunca encontrar
bice em sua marcha radiosa !
O Monte Po Acadmico sera' sempre grato aa seu
digoo e Inora,lo presidente o lllm. Sr. l)r. Luurei-
ro, por isso que elle na qualidade de Ihesoureiro
tem invidado todos os esforros, para qae esl* pia e
santa inslituiclo estenda profundas raizes, e produza
sazonados Inicio-. L'm voto de gratula.) e respeito
Ihe tributamos em nosso propro nome, e em nome
dos subsidiados ; por quanlo he inconlrastavel que
ao benvolo professor, mais dn que a' ninguem de-
vem elle* o bolo com que o Monte Pi Acadmico
soccorre as intelligencias desfavorecidas da fortuna.
Esle obelo, propriagiente chamado do tlenlo, ni he
concedido aos estudanles da Faculdadeque forem
pobresqne nAo nftrrrem repruvrranqoe liv^rem,
ptima conduela moral e civilqM se dedicaron
aos estudos com sincero amor.
Nos ufanamos por dizer, qae a distincta mocidade
da Faculdade de Direilo desta cidade muilo tem
contribuido lambem pera a manutenerlo d'essa socie-
dade ; visto como 120 subscreveram-se ua qoalida-
de de socios, sendo :Jo .- auno passado V), dos
quaes apenasb nAo puderim salisfazer a stgouda
preslarAo annual, e 11 nao se assignarain :do 5.-
auno actual 17, dos quaes s om satisfez a segunda
preslarAo, e li nAo subscreveram !!do ir anno
:!5, dos quaes nicamente 10 deixaram de salisfazer
a segunda preslac,Ao;por motivos plausiveis, e i"
nAo inscreveram os seus nomes no livro dos socios :
do 3.* 21, dos quaes smenle .1 correspondern) a'
segunda prestaran, e 4ti deixaram de se inscrever:
do anno acloal !), IAo snmenle nove! dos quaes
apenas um, nm s concorreu com a seganda
prestscao c os tlemais 78 recusramos suas asslg-
naturas !!! ,1' Ja' se v pois que o 2'. en.i.-annos,
do anno bissexto de 18K-. por certas razes qae nos
nao compele averiguar, foram esquivos emprestar as
suas assignalurns, e por demais remissos em concor-
rer com a segunda prestadlo ; ao passo qoe o 3.-, a
de preferencia o i.- anno de boje, e o .1.- do anno
pretrito cooperaram com sumnia dedicado para a
fundacAo de IAo benfica iosliluicio !
Nada mais juslo; nada mais ap'razivel do que lou-
vsr a accao generosa e philaulhropica d'esses 36 so-
cios, dos quaes lalvez que alguns menos abastado*,
auxiliando o Monte l'io Acadmico com as duas
preslarOes, l'.zessem de soa parle nAo pequeno saet-,
licio ; o que cusla-nos demaziadamenle crer fonda-
dos no art. I, do cap. 3.- dos mesmos estatutos, cuja
disposicao aqoi trasladamos textualmente:Arl. !.
Sera' socio o esludante, que pasar annualmente a
quanlia de eo>l2l a primeira em 15 de marro : a segunda em 1 de on-
tubro.
Ora, com a simples leilura desle arligo, Cea prova-
do exliuher.iiilemenle, que a bem poneos estudanles
de direilo sera didiril, ou penoso dispr da insigni-
ficante quanlia de I ikhi rs. mensaes; pois tanto im-
portara duas mdicas preslarOes no lougo decurso de
um anno Mas demos de barato que suOram algoma
privarAo ; anda assim um incommodo momentneo,
que 11 -i. i queremos exigir nem nos rumina no espiri-
to, be por cerlo muilo inferior a valiosissima remu-
neraran, que encontrara, na providencia, as almas
virluosas e bemfazejas. O evangelbo cirra-se lodo
nestas duas palavras de grande consolacAo e amor
caridade e fraternidade O Monte Pi Acadmico,
esla obra giganlosca, assenla justamente sobre a so-
lidez destss bases iuconcussas; e em ultima analvse
sAc eslas as doulrinas mais poras, que os nossos maio-
res inlillram em nossos lenros |r.,rar,,es como pri-
meiro leilo que bebemos, resollando de tuoo qoe o
cumprimenlo de um preceito IAo humanitario, qual
he acaridade, da ao cbns io direito a urna re-
compensa, e assim vem a ser o premio a consequeneia
necesora de nma acjAo meritoria, cojo grao do vir-
tud* esl circumscriplo no lim immedialo com qoe
a praliramn-: logo he obvio e coucludente, quena
inlenro he que consiste loda a virtude, a qual liga-
se mu naiuialenle a idea de urna recompensa in-
linila. A caridade he urna arvore, que quandn bem
cultivada na Ierra fruclilica no eco Ser misler al-
guma provai' Pois bem; miramos urna nolabiliria-
de porlugoezs:A caridade e a pnilanlropia, he el-
la quem falla, lorilo na moral dnos polos oppos-
tos; esta tein os seus tnolivos na tena, aquella no
co.
Aindamis; a mesma iIlu-IrarA, n'uma rellexao
indicio-1 accrescenla :A caridade be como o sol ;
luz para lodo o mundo. Isto posto, Dea perfeilamcn-
ta corroborado, o que acabamos de referir. D'aqoi.
porem, se nao conclua que lemos por alvo irrogar
urna censura a classe acadmica, no ; ao contrario
lisoogeamo-nos por fazer parle le IAo dislincla eor-
poraeAo. Mas, so por vcnlora alguem possi aleivo-
s.menle, fazer a nosso respeilo um juizo suspeilo e
inconsiderado; desde ja protestamos conlraallefre' i
pcllindo junlameutc toda e qualquer MNnM^a de-
sarrasoada de pessoas inenmi>elentsarWa nos re-
pulamos aptos para apreciars rircumtlancias de
cada um ; respeilamos as.(Je lodos, e nos capacilamos
de que, se alguus nao se subscreveram para sucios
do Monte Vio~4cadcmico, ou mesmo nSo correspon-
dern! na segunda preslarAo, be por que Ihe* foi ab-
solulamenle impos-ivel e nao porque Ihes fallasse a
boa vunlade.
Fazemos pois juslica as inlcncesdos nossos colle-
aas, ns quaes ainda nos maiores apnrosteem dado ir-
refragaveis provas de inleira philanlropia e lincrali-
dade : agora cabe-nos a salisfaclo de convidir os so-
cios, para que continen) a auxiliar Monte Pi
Acadmico rom o mesmo zlo, c com mais dedicaran
do que a do anno passado,
l'or outro lado he cerlo, qae sentimos amargaroen-
le a falla, que faz ao Monte Pi Acadmico M) mo-
cos de esperanzas, os quaes pelo fado de lerom re-
cebido os graos acadmicos, consla-nos, qua deixa-
ram de perlencer a referida instituirAo, e por con-
seguinle nAo pro-iim mais os seos valiosos soccorros.
Alem dislo accresce, que 2 socios do 2 anno despedi-
ram-se; do .'I, por causas ponderosas sahiram .1; do
I. deixaram de continuar seguramente s, todos por
motivos plausiveis; do .1, nAo consta, que se livesse
retirado sncio algum.
Do exposlo se deduz lgicamente, qae com a falla
de tintos socios o Monte Pi tcademico nlo podera

-
.1 Fiesta Hita h;~o sao enumerados nos respecti-
vos annos .1 s- dos que restam ; porque um se inscre*
ven com non* descnnliecido. oulro debaixo do ano-
mino, e os mais I sao incgnitos.
MUTH A


oaio te mmmt vm fem i bi muo e irn
mlentar-se. ou por oulra nio podara proaegulr no
benfico inleiiin ein que est, e sempre esleva desoc-
rorrer aoa ilotas da iutelligencia, e avivcnlar a espe-
ranza e o desojo da ser ulil a patria, subsidiando a
1 roo'cos diunos, a por cario mullo neceaiitados dos
favores qoe prodiga I ia o arl. :!., do cap. 2., dos es-
tatuios. Oala, qua fosaem sonienle :! os desvalidos
da fortuna I Oulros, e ein numero avallado conhe-
cemos us, que Mido no caso de merecerem o bolo
do talento; o Monte Vio Icademico actualmente es-
t qn.isi exhausto, nao lem fundos para faier face as
detpezas, nao lem monis parasoccorrer aos subsidia-
dos ; lodavia elle nflo inorrera as garras da miseria
romo o aolor dos /.uadas na emrita doshospilaos,
nem nns deliquios da fome como Olway, e nem as
torturas do suicidio como Cbalterton ; para Uso ron-
liamos demasiadamente nos seamenlus de religiosa
caridade, que lano distingue, e avalla a mocidade;
o Monte Vio Acadmico, pois, e>pera dalla toda a
proteccao ; a seiva que o dave vivificar; os recursos
de qoe deve dispor, alim de animar as intelligencias
privelegiadas.
Praia aos ecos, que taes scenas de horror, c do
vergonha para at leltras se nao repilao ; e qua os ta-
lentos eminentes assumao a importancia, qoe Ihes he
devida por ttulos exhibido" por sea propria nalure-
za! Ser-nos-hia assas triste e doloroso, e acaso > la-
semos supplautada a caridade, que na bella phrase
do cbristianisrao, he o dever por eicellencia.
Desparlemos, porlanlo, do pesado letliargo cm
que jazeraos, e concorramos todos para a vida e pros-
peridade do Monte l'io Acadmico : nelte vemos nos
levantado un momenlo de gloria para a l-'aculdade
de Direito do Recite ; e tanto lie assim, que o Illm.
Sr. Dr. Joaqulm Vilella de Csslro lavares, em urri
eloquente discurso, que pronunciou por occasiao da
installacao do Atheneu l'ernambucano, do qual he
elle digno presidente honorario, comedn por di-
zar:que a crearlo dessa associao,1o Iliteraria era o
complemento do Monte Pi Acadmico.
Agora so not resta dirigir em oome desla socieda-
de de beneficencia duas palavras aos Srs. esludan-
les do prlmeiro anuo da Faculdade ; e vera a ser,
que desde ja o 'Monte Po Acadmico conta com os
impulsos de geuerosidade e philanlropia dcsws jo-
ven, para asua maoulencao brilhantitmo ;e nos
pela nossa parle nos congratulamos com a esperanra
de que nenhum delles deitara do contribuir em lem-
po upportuno para o progresso do ,1/oh/ Po Acad-
mico ; porquanlo, be um benelicio, do qual Ibes
resultar miniares de felicidades e f uijoros T .
Trabando estas toscas linlias, na falta d'oulrai
peinas reconhecidamenle liabas. Dio fazemos mais
do que rumprir com um dever sagrado, que nos
impoe a consciencia ; e so por ventura forraos allen-
didos am nossas supplicas, dar-nos-hemos por bem
pagos do nosso Irabalho ; lembrando em ultimo lu-
gar a abencoada mxima do Evaogelho, que serve
de divisa ao Monte Pi Icademico :Son yiotesl
arbor bontt mulos fructus facer.
| F. /'. Correia.
Recite 29 de abril de 1856.
Srt. redactores.Deparando na Pagina Avolsa
do Diario de 12 do corrate, com amas linhas de
loovores ao Sr. Jordo,pharroaculico na roa do Ca-
bug, por Maver offerecido gratoilamenle remedios
para o IraUmenle dos pobres do engenho Camaragibe,
e outros adjincios de Serinhaem ; julgo na.) dever
deiiar passar cs'e elogio, tecido sem duvida i vista
de|oformac.oea mal tomadas,detpido,comoelle vem,
de qualqoer explicac/io.
Tenho mandado buscar do Recito grandes por-
roes de remedios, dos quaes alguna lem vindo da
pharmacia do Sr. Jordn, e lodos tem sido compra-
dos. Somonte em urna enrommenda de medica-
mentos que meu filho Jlo da Silva Ramos fez.como
cousa saa, e sem eu o saber, e que imporloa em
219320, o Sr. Jordo abaleu a metade desta qnan-
tia, fundamentando seu procedimento em saber qoe
o remedioi, que elle Ihe pedia, aja para a po-
breza.
Ja se va assim, que a esmola he menor do que se
poda jolgar pela leitura do Diario, pois com
11*8660 de remedios nao se soccorre a pobreza de I-
gun engullios. Mesmo assim o Sr. Jordo merece
elogios porque fez urna esmola a pobreza ; e nem
nosso fim be negar-lhe o genio philanlropico de que
tem dado provas na actual crise, como quando ofTe-
recen remedios gratuitos para oterceirodislriclo cho-
lenco da freguezia de Santo Antonio.
Acceile tambem o Sr. Jordo os meus louvores.
Pretendo nicamente com esta declarado afTaslar o
odioso, que alguem poda formar a meu respeito,
jalgando que eu da,a como meus, remedios que
nutrero me tinha mandado para distribuir pela po-
**f* I"*) Rogo.Sr*. re.(actores.a publicarn dcslas
linhas em seu couceituado jornal.
Sou.Srs. redaclores.de Vmcs. altendo venerador.
Engeaho Camaragibe 22 de abril de 1856.
Jos fiugmio da Silca Ramos.
*pii)icacSo a pebitoo.
IMPORTACVO
Brigne portuguez Brlhante, vindo de I.islioa,
consignado a Domingos Jos Ferreira uimaraes,
mauifeslou o seguidle :
t> barricas ossos calcinados; a Manoel Joaquim da
(.osla.
66caifas vellas de cera; a Francisco Severiano
Kabello.
1 caia,sapatos ;a Domingos Ferreira Maia.
10 pipas vinagre, 20 barris azeite, 1 dito vinho 10
dilos pene, ? ditos noses, 11 ditos alpisla. 80 ditos
trelo, 10 rava* cha, 2:1", restos batatas, 120 saceos
feijao, 2,186 molhos ceblas, 25 pipas vasia, 100
dilas abatidas, .VI barris abatidos ; ao consignatario.
Vapor inglez lmar u Viudo de Sonlhainptou,
consignado a agencia, manifestou o teguiulc :
1 caisa joias ; a 1". Souvage & c.
2 ditas ditas, I dita amostras ; a l.uiz Antonio de
de Mqueira.
1 dila amostras e 1 dila joias ; a J. heller & Com-
panhia.
1 dita joias ; a Cari lleer.
1 volume joias o 1 eaia amostras ;,' a E. II.
Wyall.
Scaitai ioas, 1 dili relojios ; a Kabe Schmethau
& C.
1 dila dita, 2 ditas o t embrulho amostras ; a T.
M. i\ Vinassa
1 cala reloaios; a E. de Oliveira.
1 dila ditos, I einbrulliu amostras ; a II. Cibson.
I dila amostras ; a Scbaphcitlin & 0.
'. ditas amostras o I embrulho dito ; a II llounn
&C.
1 dita ditas ; a lote Antonio Bastos.
2 embrnlhos amostras ; a Fot Brothers.
2 ditos ditas ; a C. J. Asllev & C.
2 caixas bitas ; a F. II. Fruerkerrd.
I embrulho amostras ; a Mr. Calraont ,\ Compa-
panhi.t.
1 embrulho amostras ; a Soulliall Mellors.
1 caizaditas ; a Feidel Piolo f3l '-.
I embrulho ditas ; a G. I'atcbetl.
1 dito dita ; a Isaac Cario,
1 dito dito ; a Manoel Gonralvea da Silva.
2 caitas livros e calcados; II. A. C.pwper.
1 embralho circulares ; a Sulrlario.
2 dilos impressos ; a Bastos & l.emos.
1 volume dilot ; a Arkuriglu.
I dito dito ; a Soares.
I caitii diulieiro ; a IVovaes ^
6 barris vinho ; a Adamson 1
Vapor francez Lyonnais n v
signado a agencia, rnanifestno o
I caiza ignora-se ; a J. Keller Jt C^
3 volumes bagagem de passageiros ; a }. Thomza.
3 eaixas ignora-se a SchalTbeitlin & C,
i volumes dito ; a Fremont & l.asue.
1 dito dito ; a J. Ricardo Coelho.
1 dito dito ; a i. Saporiti.
3 dilos dilo ; a Joao Fernandos Prenle Vianna.
1 caita, dito ; a l.ecnralc Parea & C.
1 malla dito ; a F. de Assis Muslime.
Iliale nacional Duvidoo, a viudo do Araratv
consignado a J. Marlins & Irmos, maoifeslou o se-
gu nle :
I lardo, 1 volume e barricas calrados. s sarros
gomma, 332 raitotes velas de carnauba, 7 barricas-
cera amarella, 1,756 chapeos de palha, 2,661 esleirs
de palha de carnauba, I caita. 3 barricas e 1 pacole
carnes, 18". couros salgados, t!Ml meios de sola.21
molhos courinhos miudos, 1,.'..V.l couros de cabra : a
ordem.
Brigue hamburguez Main,' vindo de Montevi-
deo, consignado a viuva Amorim & Filbos, manifes-
too o seguinte :
58 barricas de sebo e 'JO toneladas de areia para
lastro ; aos mesmos.
Barca inalez Midas i vinda de Terra .Nova, con-
signada a Me. Calmont j Companhia, nxjnifeslou o
sesuinle :
3,03*. barricas bacalho aos mesnios.
x-ONSUI-ADU t.EIIAI..
Rendimento do da 1 a 20 55:9839516
dem do da 30....... 1:387*131
oT?5l
do Havre, con-
nte :
AracalyMale brasileiro Aurora, mestre Joa-
quim Joso da Silveira, carga faiendas e mais g-
neros. Passageiros Raymundo Carlos l.eile,
Francisco (.ornes oe Mallos e 2 esrravos, Joaquim
Lepes Ferreira.
Maranhao IIate brasileiro Venus, mostr Joo
llennquesde Almeida, carca assucar c mais ee-
""J1; **". Antonio Pessoa Villanova.
Philadelphia-llarra americana iCarlotl E.Tay,
capitao WHIlam J. Ctark, car."., assucar* l'a.sa-
=eiros. Albert Portier Damon.sua sci.hora, 2 cria-
dos, Eliza Handeira.
Barbadas Brigue ingloz Volenlea, canito C.
Acland, cm lastro. '
ItioGrande do Sol por Macol,, |irR111. |,rasileiro
Adolpho... rapilao Manuel l'oreira de S.i, carga
fazendas e mais gneros. Pa.saaeiros, Jos An-
lon.o dos Santos Audrade, Franciaco Monleiro de
Mqueira, Antonio Monleiro de Siqueira, Tiliurcio
Alvos de (.arvallio. Jos Fernandos da Cosa San-
tos.
v ~>t *'!c* ",'"''" >">dia I .
>cl,edroril-.(,alera americaoa eKaiobdW. capi-
llo Ilenry R. l'laskel, carga a mesraa que trouxe.
Soapendea do laraeirio.
Liverpool por Macei-tiaiera ingleza Imogene,
rapitao. \\ illram, em lastro o algodAo. I'assa-
geiro, JoSo Gomes Jardim.
I.oanda por MossamedosBarca perlnsaea -Pro-
gress.sla... capitao Paulo Antonio da Rocha, carga
agurdenle o mais gneros.
(SNtacS.
.">7:370".\V)
DIVERSAS PKOVINCIAS.
Kendimenlo do da 1 a 211 5:7563447
dem do di 30.....j 57*593
lllol. Sr. Tendo cessado, grabas a Oeos, o cho-
lera na I.age Grande, paraende Ihe pedi o cirurgiao
dessa colonia, j me dirigi ao mesmo cirurgiao alim
le vollar. Approveilo o eusejo para agradecer V.
!. a presteza e bo* vontade com que seniprc satisfaz
minhal rcquisicis, e a franqueza com que me ofle-
receu os medicamentos dessa colonia, dos quaes me
servi tambem. Estimo poder afirmar-lhe que o Dr.
Simplicio Los de Sonza Fonles desempenhou a com-
misto de que o encarregoei. Aceite ainda esla vez
os protesto* de estima e considerarn que tributo i
pessoa de V. S. Dos guarde i V. S. Bonito 27 de
abril de 1856Illm. Sr. capito Jos Gomes de Al-
meida, dignissimo director e subdelegado da Colonia
Militar de Pmenteiras.Dallino Augusto Cavalcau-
li de Aibuquerqoe, juiz municipal e delegado.
C^ommcrcio.
. CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 a prazo.c 27 a 27 5|8 d. por 1
Pars, 355 rs. por f,
Lisboa, 100 por 100.
* Rie de Janeiro, ao par.
Acedes do Banco, 35 0|0 de premio.
A cees da companhia de Beberibe. 5)9000
Acre* da companhia Pernumbucana ao par.
a L'lilidade J'ubca, 30 por cenlo da premio.
lodemnisadora.sem vendas.
Disconto de leltras, de 10 a 12 por Oi.n
, METAES.
lluro.Onras hespanholas. 38a281500
Moedas de 69100 vellias .... iwin
65OO novas .... 16^KK1
48000.....'. uaooo
Prata.Palacoes brasileiros.....
Pesos columnarios.....
mexicano"......
25000
28000
1?S6B
lALFANDEGA."
Rendimento do da 1 a 20. .
dem do dia 30. ,
:155:(M!1S!MK
15:038j303
370:0885271
Deiearregam hoie 2 de maio.
Barca ingieraSoraiedonbacalho.
Galera inglezaBonitamercidorias.
Barca ingleza./. liarte!dem.
Barca inglezaMidasbacalho.
Escuna inglezap.ltzaferro
Barca francezatmma Mitkildemercadorias.
Bngue hamburguezMainsebo.
Brigue portngaezBri/naniediversos gneros.
I alacho brasileiro maconaitomo e charulos.
Escuna brasileiraGraciosa..salsa parrilba,
RENDIMEMO DtllMEZ DE ABRIL.
Brndimcntn total
KosliluiriH's
I7:088.-s271
1189800
Rs. WQ&Htti
/m/mrl'i' w.
Diroilns de consumo..........
Ditos de 1 por ceolo de reexportarn
_ para os portos eslrangeiros. .:.*..
Expodiente de 5 por cenlo dos seeros
eslrangeiros despachados com carta
de guia................
Dito de l|2 |ior c. dos lioneros do paiz.
Dilo de I 1|2 por c. do* geoeroa lixrcs.
Aniiazcnascm das morradorias.....
Dita da plvora. ^...........
Premio de 1|2 paKoalo dos asaiguados
Mullas ralrulailas nos dcspaclios. .
Dila- ilixi 1-, -..............
Interior.
SeUa fio................
Patulea dos desprtanlos goraei. .
Ditas ditas especiaes..........
Feilio de ttulos dos despaehanles, dos
^caizeiro despachantes, ele......
iumeulus de rorldcs. .;....
Eeaolu
:Mi3:8879l07
399163
7083372
10635I3
1803:103
42330
IKNKHI
3:6623503
533733
2703060
l6fSM
.503000
123500
73200
235200
"i:8l6etlin
RENDIMENTO DAMESV DI CONSULADO DE
PEK.NAMBL'CO NO MEZ HE ABRIL DE
1856.
Consulado de 5 por cenlo. 53:78!3808
Anroragoin.........
Dircilos de 5 por cenlo na
compra e venda das em-
barcarse* ". .
Expoilioiiiodas rapaiaziai.
Sollo lito e proporcional. .
Emolumentos de eerlidoes.
I :!10
((.>32tHI
e 1395511
'.n 8*252
1*640
. Dtcersw procinrut.
Dizimo do .iL-nd.m c oulros
veneros do Itio Grande di
N'orle.......
Dito dilo dito dito da l'ara-
liiba........
Dilo do assucar, c outros
seeros da dila.....
Dilo dito do Rio Grande do
Norte.........1. .
Dito dilo das Alagoas. .
|100
53:789|B08
3:560*712
57:3708550
13785
6 89364
123587
O Illm. Sr. contador servindo de inspector da
thesouraria provincial, em cumprimento da resoln-
rio di junta da fazenda, manda lazer publico que
vao novaineiile a praca nodia 15 de maio prximo
vindouroos contratos abaito declarados, para sorein
arrematados a qiicm por menos lizer.
E para constar se mandan aflitar o presento e pu-
blicar pelo crDiario.D
Einpedramento do l'.l.- lanro da estrada
da Victoria avahado mi.....5:10591(10
Dito do 20- lauco dem......5:2li3INKI
Dilo do 21. lauro, dem.....7:ii72.-"iiin
Dito do22.'..aur.i>, dem......9:677*050
."secretaria da Ihe'onraiia provincial de Pcriiambu-
co .10 de abril do IK56. O secretario, Antonio Fer-
reira d Annuiiciaro.
at)eclarac0cg
O consellio da admiuislraro naval contrata
para os navios armados, barca de escavarao, enfer-
mara de marinlia e mais dependencias do arsenal n
fornecimenlo de carne verde, pan, bolacha, arroz
branco do Maranhao c farinha de mandioca ; pelo
que convlda-se aos que iuleressareni em dito forne-
cimenlo 1 comparecerem as 12 horas do da 3 do
mez de maio vindouro com suas amostras e propos-
tas, declarando os ltimos preros, o quem os liado-
res. Sala das sesoes do con naval cm Pernamburo 30 de abril do 1856___O se-
cretario, Chrislovao Santiago d<*Oliveiro.
CO.NSELIIO ADMINISTRATIVO.
O eonselho administrativo, om cumprimento do
arl.22 do rogulameiilo de li de dezembro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as propostas de Do-
mingo* Francisco It un .Um. Siqueira & Pereira, Jos
Francisco l.avra, Guilherme da Silva Goimaraes,
Antonio l'ereira de Olivera Kamos, Joao Femandes
Prenle Vianna, Manoel de Azevedo de Audrade,
Domingos Jos Ferreira Calmarte*, Jos Antonio de
Aojo, e Jos .Nogueira de Souza, para fnrnece-
rem o I." 212 bonetes para o 10.- batalhao de inlan-
taria. com o respectivo numero de metal amarelln, a
1*4*0, o 2.- 1003 varas de algodaozinho para cami-
sas a 187 rs., 1492 meias ditas de brim branco liso
par fanletase cairas a .180 rs.,850 covados de olan-
da de forro a '.17 rs., 105 varas do aniasem a 500 rs.,
o 3." 101 covados de- panno prelo para polainas a
13*I10, o i.- l covados de casemira encarnada a 25
rs. o 5.- 125 pares de spalos de sola e vira, fetos na
proviucia a I58OO, oli.- ill! esleirs ile palha de car-
nauba escolhidas a 360 w., o 7.' 26 bandas de laa a
:i*750 rs., 27 covados de oleado a 1*200, 1220 varas
de cordo de laa a 601., 31 grozas de boloes bran-
eos de oso a 220 rs., 25 ditas de dilopcqacnos a 220
rs., iX dilas de dito prelo pelo mesmo prero, 2010
boloes convexos de metal bromeado, com o numero
llldeinelal amarelln a 120 rs., 2100 ditos de dito
pequcuos com igual numero pelo mesmo prero o X.-
a H.4 320 pares do colteles grandes a (O rs., .:,tl len-
tes de cobre lino de 6 a 7 libras cada um a 13200 a
hora, o 9." S10 varas de corda dolrelroz a 80 rs., o
10.- I leni-oesde lalode 16 a 20 libras cada um a
800 rs. a libra. 20 ditos de dilo de 1 i a 16 libras pe-
lo mesmo prero, o II." 10 toneladas do carvao de po-
dra a I85OOO rs., o 12.- 1 livro impresso para matri-
cula dos ravallos pertcncenles a cnmpauhia lita de
cavallaria com loo folhas por ,505000 rs., 1 dilo dilo
para registro das pravas addidaa ao 9.- batalhao de
infnitaria rom 900 folhas, por 80SOQO rs., S ditos
dilo para as coinpabhia.coin 50 tullas a 30-3000 rs.
E avisa aos supraditos vendedores que devom reco-
Iher os referidos objeclosao arsenal de guerra no dia
2 de maio protimo vindouro.
Secretariado consellm administrativo para for-
lecimenlo do arsenal de suerra :I0 de abril de
856.Hernardo l'ereira do Carmo Jnior, vogal e
secretario.
Qfvto it>et900.
MEZ
Mariaiino.
O livro rio inoz Hariaune ati;menlai|o iln varias
orajies, nniro usado jielnsdevotos da PENUA:
vcnrlc-se smcnio na livraria ns. 6 e 8, da |>rara
ila Inilcpcnilenria, a dez tustoes.
APRENDIZES DE COMPOSITOR.
Esta lypographia tccelie meninos que
saibam ler cortcfliuneirtf, para apren-
dcp a com|K)silp, que come^arad a tja-
nhar loj;o (jiit- farain qualquer tialtallio :
cxla artealmde sor considerada nobre,
oll'ui'cce um liict'O razoavel, poriitiaulo
11111 compositor liabil piule ganhar de
(illd.s a HOO.sOOO iris por auno: na livra-
ria ns. (i eS, da piara da Independencia.
HOTEL
i:t
Cale Francais.
PIERRE PUECH, ptoprielaitedeL HO-
TEL DE LA BARRE, a l'liotmcur de pre-
venirle piiMie, que le susdil btelvicnl
rl'elre, Iransfr au 1" e'tage, ons la deno-
minalion: HOTEL ET CAR FRANCAIS.
Indepeiidemment de la TABLE <'H0-
TE, les amateurt de la lonne cuitine
Iroiivcronta (otiles les lientes du jour de
<|itO Satisfaire leurs gOUtS,
UNE SALE tres agreabie par s,i sita*
tion est specialctnent reservee pour le
BILLARD.
Les personnes, qui desireronl (aire des
commaiides en Villa et pour la Caih-
pagne sont prii-es de prevenir la \eille.
Le sottssijjne avantagcirtement connu
depuit pliisicurs annees, ose se latterquc
les |>ersoiines qui oul Irequenle son eta-
lilisscmcnt eontinneronl a 1'lioniiorci' le
leurs visites ; tous ses elorts joints a l'ac-
tivite de ses nou\eau\ emploves lui ont
esperer une boune elientelle.
3II633
4:8 60771
Deposilns sabidos
Ditos ctistcules .
5:8163010
63:1865500
2:8:;0f>6S2
5:7:33071
.Mesa do consulado de l'ornamb
ico 30 de abril
$Ct>i$f>3 fttatititttod.
de 1856.O oscrivao, Jacomc (eriirdo Marta l.u-
machi de Mello.
DESPACHOS DE EXPORTARA) PELA MESA
DOCONSLI.ADO DESTA CIIVADE NO DIA
30 DE ABRIL DE 1856.
Buenos-j\\res-Polaca hespanhnU Flora, Viuva
Amorim & l-'ilho, 3.50 barricas assucar branco e
masravado.
I al ni mi 1 liBarca sueca Sir Charlea Napicr, James
Ryder Companhia, 600 saceos assucar masca-
vado. ;
Baenos-AyresBrigue hespanhol eCholoa, Viuva
Amorim & Eilho, 380 barricas assucar branco c
mascavado.
oel I11, diversos
en e mascavado.
IV, Bailar &
I Brasil,., de 28
56 volumes ge-
arrica c 1 sacca
arrobas e 2i li-
30 fardos taba-
369t96tfe)47l
Anvi * lieiro .... !Ki:18l5i-i6
. 186:7885015
Drinitilt.~~
no ultimo de
Em K.l.iinn
marro '..". ...
Entrados no corrente
Sabidos. .
Evislonlos
32:6i85>*W.
mor 12lj5>500
32:7688679
16:7075831
.V' tmttintet especies.
Itcirt...... 1315028
***......1339380
1:'J705S18
Contribuinio de caridade.
Krudimentn neste mez ....,,.
Altndola de Pernamburo 30 O esrrivSi
:i.5i-M5
1856.
Faustino Jo' dos SUItU*.
() Nin^oem poderia faier um tal juio do Sr.
Ramos, ao porque o Sr. JordAo ollerecera alguns
medicamentos para a pobreza habitante nos arredo-
res do t^maraxibe, e ieus contornos. Nno demos
a otplicarao detsa offerla, porque julsamns, ,,ue
qualquer etphrarao minuciosa a re-prilo do rarda-
de pode desmerecer urna ar';ao meritoria; no en-
lanlo agradecemos ao Sr. Kamos ler corroborado a
Portollrisuc porlogaez S. Man
carregadores, 2 caitas asuscar brai
PorloBarca portugueza uDuarlc
Olivera, l.iOsaceas algudo.
Exportacao
I'arahiba, hiato brasileiro (Flor
toneladas, condaizio o seguiute :
eros eslrangeiros, i rolos salsa, 1 ti
cafo, 2 barricas assucar, 6 latas fumo, 1 sacca gom-
ma, 100 caitas charutos.
Maranhao, hiile brasileiro Venusn, de 122 tone-
ladas, conduziu o secunde !21 volumes gneros es-
lrangeiros, 155 barricas com 2,581
bras de assucar, 6 caitoes charutos,
co, 20 rolos fumo.
Aracaly, hiate brasileiro Aeraran^ de 35 tonela-
das, conduzio o segninte : 1,070
eslrangeiros, 51 barricas e 10 saceos a
ique de cobre, 2 barricas bolachas, fl garrafao es-
pirito, 1 raiao milpa, 1 caiiote lampces.
Philadeipbia, barca americana < E. Tav, de
34S toneladas, conduzio o segninte : 4- 1,000*saceos
com 20,000 arrobas de assucar, 1,1.50 oouros salgados
com 12,811 libras.
Rio Grande do Sal, brigue brasilciio Adolphou,
de 212 toneladas, conduzio o scgointi: 17 pipas
agurdente, 325 barricas com 2,158 rrobas c i li-
bras de assucar, 2,000 cocos com rasca.
I.oanda, barca porluuez* Procresiista, do 310
toneladas, conduiio o segaAnte :266 tascos aauar-
derfle, 100 latas assucar refinado, 90 caitas labio,
5 barris inel, loo barricas assucar, 2 ca les chapeos
2 rolos fumo, 5 piedras de filtrar, 100 dnzias de cocos
do beber, 10 barricas baca Iban. f
Rio de Janeiro, patacho brasileiro l;|or da llaliia.
de 216 toneladas, condoli o seguiole :i 1,650 sac-
eos com 8,250 arrobas de assocar, 1 -upa e 60 gar-
rames espirito, .50 pipas agurdenle, :j0 saccas com
23:1 arrobas c 19 libras do algod.lo 1.a sprte. 38:i ar-
bas de grata em betigas, i rolos si Isa
2,951 meios de sola.
Macei, brigue brasileiro Adolpho
neladas, conduzio o seguinlc : 582 v
sas mercadorias, 30 vci gallies e 5 fci
1,000 alqueires sal, 180 volumes mercadorias diver-
sas do paiz.
Liverpool por Macei, galera inslezaj Imogene,
de 335 toneladas, conduzio o seguate ::200 tonela-
das lastro de ara, 36 saccas com 217 arrobas e 16
libras dealcodao, 18i molhos piassaha,. 30,000 libras
zinco, 1-5,000 Huiros.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 29 ... 19:3715600
dem dojjdia 30....... 1:3063319
50:770j9(9
parrilba,
de 212 lo-
dumes diver-
es de ferro,
Para a Babia segu em poneos das o velleiro
hiate nacional Castro por ja ter parle de sua carsa
prompta, para o resto (rala-ee com seu consisnata-
rio Domingos Alves Mallieus, na ra da Cruz n. 51.
Para o Rio de
Janeiro.
Recebo ahuma carga o brigue nacional Flor
do Kio que ngoe em poucos das por ter prompta
boa parle da carga. O mesmo navio precisa para a
inpularao marinlieiros nacionacs, os quaes engaja
a soldadas vautajosas. Trala-sc para carga e escra-
vos a frele no cscriplorio dos consignatarios, ra da
Cruz n. 49 I." andar.
Ohiate nacional Novo Olioda, que sogue
viagem para o Cetra, precisa de i ou 5 mariubeiros
nacionacs.
Para o Rio de alaneiro,
pretende sabir com muila brevidade o muilo veleiro
palacho nacional "Amazonas, por ler pane de seu
carregamento prompto : para o resto e eseravos a
frele, trata-so com o sen coiisigoalario Antonio l.uiz
do Olivcira Azevedo, ra da Cruz n. I.
Para a Baliia
sabe imprclerivcimente no dia 3 do maio o veleiro
Imito nacional 1'Amelia anda recebe alguuia car-
sa miuda : Irata-se ron, seu consignatario Antonio
Loil de Olivera Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para a liahia,
o bem coiibecido pataclio nacional Esperanca se*
gne para a Babia no da 8 do maio com a carsa que
livor a bordo : quem nelle quizer rarresar eienda-
se com o o sea consignatario Autonio l.uiz de Oli-
vera Azevedo, ra da Cruz 11. I.
Para a aliiii,
a muilo volcira e baca cnliecida sumaca nacional
Ilorlencia, pretendo sabir para a Babia com mui-
la brevidade por ter parle de seu carregamento
prompto : para o roslo, traa so com o seu consig-
natario Antonio Lui/. de Olivcira Azevedo, rua da
Cruz n. 1.
Para o Porto soauc ale o da 15 de maio o bri-
gue nacional uS. Jos, o qual tem grande parte do
seo carrcsainento prompto : para o reato da carga c
passageiros, Irata-se com os seus consignatarios Fran-
cisco Alvcs da Cunha iV Companhia, rua do Visarlo
n. II.
Para Lisboa
sabira com toda a brevidade o patacho porluguez
iBnlhanlc. capilao Antonio Braz l'ereira ; para
carga trala-se com o mesmo capillo, ou com o con-
signatario Domingos Jos I'cireira (luimarAcs, na
rua do t.tueimado 11. 35.
Para o Rio (ira tule do or le e Asstt'
sahe coir. muila brevidade o Iliale Anglica- : quem
nelle quizer carresar 011 ir de passagem, dirija-so a
rua da Cruz n. 13, prunciro anudar.
Para Marselha sabira dentro ein poucos dias o
brigue francez Eruesl capillo Moulon, prosado o
encavilliado de cobre, e do lote de 3501) saceos ; para
frele e passageiros Irala-so com viuva \inorim e li-
Iho.rua da Cruzn. 45anda mesmo a prern rcduzido.
Rot>imento bo pvtto.
/'ai-ios entrados no dia .30.
AracalyI i dias, hiate brasileiro liuvidoso-, do
13 toneladas, mestre Estacin Memles da Silva,
equipasen! i, carga couros a mais gneros; a Mar-
lins & I maos. Passageiro, J0A0 Paschoal do Es-
pirito Santo.
libas de Sandwich10 mozes.galera americana Ra-
inbow, de 173 toneladas, cipilao lleury R. Plas^-
kel, equipascm 20. carga azeile; de "peite ; ao
capitn. Velo refrescar e segu para New-Bed-
lord.
Camaragibe2 dias, biale brasileiro iSania Luzia,
de 2i loneladas, mestre I'MevAo Jtibeiro. equipa-
geni 3, carsa mancar : a Manoel Jas l.eile. Pas-
sageiros, Manoel francisco da Cunha, Balbino
Josc Francisco.
Trieste17 dias, barca hambnrgueza' Preciosa, de
211 toneladas, capullo J. J. Kear,
carga 1,560 barricas com farinha
O. Ilieber & Companhia.
SatHos sahidos no mesmd
noticia qua demo-, ao menos no que disse respci'.o a ParalubaHiate brasileiro Flor do Brasil, meslre
mol de pequea porclo de medicamenlos onere- J0A0 Francisco Mnrtins, carca fazelndas e mais ge-
nis pelo pharmacealico da rua do flabng*. neros. Paagero, Izabel Therea da Silva e 1
Os fl. filho menor.
oquipagem 12,
de trigo ; a >'.
dio.
el>r3.
ILEGIVEL
O agente Oliveira fnra leiMo para liquidado,
do eslabelecimenlo de fornecimentos para navios.'ar-
inazem sito na ruada Cruz do Recite n. 1:1, de Joao
Carlos Augoslo da tolva, conleiido cabos de linho e
lonas da Kussia, ditos inglezes, flele sonido para
baudeiras, bandeiras iinperiaes,tintas deoleo.latasdc
oleo de linhara, remos do faia, barricas de cemento,
barris ile pite c de l.r.-u da Succia, gratado Kio
tiraudeem tietigas, azeile dore refinado engarrafa-
do, licores, doro do goiada, caldeinln de cobre, ar-
maran e utenrilios do arma/cm, e outros gneros
miudos : sesunda-raira 5 de maio protimo, as 10
horas da manila 1, no supra-indicado armazem.
Jos lliplisla da Fonseca Jnior lani leilao por
inlerveiirao do agente Oliveira, e por coolaeriaco
de quom pertenecr. do loo barricas de superior fa-
rinlia de trigo de Billimore; sotia-leira 2 de maio
protimo, as II bords da maiibaa, no armazem de
Paula Lopes, defroute da esr.idiuha da alfaudcgal
Agencia de le loes.
Na rua da Madre de Dos n. 32, no Recife, osla
aborto a armazem do agente de leiles Vieira da Sil-
va, no qual se recebem todas as qualidades de mer-
cadorias para serem vendidas em leilao, na forma do
que dip.e o codiso roinmerrial ; logo qoe hajam
mercadorias a venda sera anmmeiado o dia do lei-
lao ; as ordens fcs comraillenle* arto otarla e
promptamente rumprida>.
Precisa-se do um caiteiro pira padaria, o nm
ama'sador que entenda bem de mas da Sania Cruz, a entrada da rua do Rosarin n. 55.
Odoolor Olegario Cesar Caboss, lormado ein
medicina pela "-aculdade da Baha, avisa ao respeila-
vel publico desla capital e especialmenle aos po-
bres, que queserem utilisar-se do sen preslimo, que
arha-se residiudo no primeiro andar da casa n. H
sila na rua rio Collcgin, onda pode ser procurado a
qualquer hora.
- I m rapaz muito condecido nesla prara e que
esta arrumado ha anuos, desoja mudar de lugar pelo
que recomeuda-se anuem possa interessar o seu pres-
limo para raitoiro de embarque ou outra qualquer
cousa. por saber mais que urna lingua ; o mesmo d
fiadores a sua conducta ; auuuncia para ser procu-
rado.
Precisa-se de una ama de leite que o nao lenba
ha muito lempo e que soja sidia, agradando nao se
duvida dar-se-lhe bom pagamento ; na rua da Cruz
11. 7 lerceiro andar.
l'rccisa-se deumapossoa livre ou escrava para u
serviro interno e compras ile urna casa de pouca fa-
milia ; agradando pagase bem, na rua da Croz 11.7
lerceiro andar.
Hoje2 de maio, na sala das audiencias, as II
horas depois de linda a do Sr. Dr. ;uiz de orphaos,
se bao de arrematar os movis que foram da finada
Maria Madaglena das Virgens, conhecida por Feli-
cia.
_ Fugio no dia 27 de abril oescravo Manoel, de
85 anuos da idade, mameluco, alo,, rorpolenln, tem
falta de um dente na frente, rosto grande, principia
a huc.ir. bstanle regritta, be cantador, ualural do
1 jai", provincia do Geera, e vendido nesla prara p'or
ordem de Joaquim Lopes Uaymuirdo do Buhar": ro-
sa-so as autoridades policiies, capitaes decampo e a
qualquer pessoa do povo a captura do mesmo, e
conduzi-lo a rua do Collegio 11. 16, que sera gene-
rosamente recompensado.
Roga-se ao lliesoureiro ou caotelista que esla'
11a obrigarao de pagar os premios desla lotera, que
corren nu dia 30 de abril, que nao paguom os nme-
ros 1923, 3936, 3606, 3611, 3696 e 2177, pois-foram
roubados no mesmo dia 30 do dito mez, assim como
se faz o mesmo aviso com um roeio billicle do Rio
de 11. 3606, que tambem foi roubado por estarecn to-
dos junios em urna carleira, o dito bilhete he da lo-
tera ilas desvalidas.
O abaito assignado tendo de liquidar o seu es-
labelecimenlo sito na rua da Cruz n. 13, roga a to-
das as pessoas a quem se ache a dever, se sirvam a-
presentar-lhc seos ttulos 011 ronlas para seren ron-
teridos, e entregues ao Sr. F. G. de Oliveira, agente
de leiles, o qual Macha encurregado dessa liquida
rao.Joao Carlos Auguilo da Silva.
A pessoa que aunuiiciou qucier comprar o re-
pertorio daa ordenaron a oulros livros, dirija-se a
rua de Santa Isabel n. 13, que nao s encontrara' os
que unnanciou, como achara' mais os seguales :
Primciras linhas sobre o processo orphanalogico, l)i-
reilo privado natural, instituires de direito civil lu-
zilano, O sndkador do cambio, banco e commercio;
Direito mercantil ; Direito civil de Portugal; Col-
lecrao das leisdo imperio do Brasil ; Cdigo do pro-
cesso criminal ; Diccionario portoguez e francez__
Boquete; ilcloise el d'Abeilard ; o Consliluicao po-
lllica do imperio do llrasil.
De ordem do Illm. e Etm. Sr. Dr. juiz de H-
reilo especial do commercio Anselmo Francisco Pe-
rcle sao convocados os credores de Nuno Maria de
Seitas, para uo dia 9 de maio protimo futuro com-
parecerem na caa da residencia do mesmo juiz no
largo da Sania Cruz, bairro da Boa Vala as 10 ho-
ras da manbaa, alim de ler lugar a nomearao de ad-
ministrador 011 a I111in1-I1.nl nos da casi'fallida do
dito Seitas.Recite 30 de abril de 1856.O escri-
vao, Maximiano Francisco Duarte.
Agencia de passapottc.S
(.'andino do llego Lima, despachante pela rcparli-
yio da polica, tira passaporle para dentro e fura do
'imperio, e despacha eseravos por commodo prero, e
com presteza : na rua da Praa primeiro andar n' i
JOIAS
Os abaito assignados, com toja de ourives na rua
do Calinga n. 1!, confronte ao paleo da, matriz e rua
Nova, fazem publico, que estao recbenlo continua-
damente muilo ricas obras do ouro dos melhores
gustos, tanto para senhoras como para homens c me-
ninos : os prejos enntinuam mesmo baratos, o pas-
sam-so cuntas rom respoiisabilid?4o, especificando a
qualidde doonro do 1 i oa 18 quilates, licando as-
sim sujeitos os mesmos por qualquer duvida.
Seraphim & Irmao.
bu abaito assignado, ontr'ora consignatario da
barca americana Calherine Augusta et-capitiio
.leorge L. Hawc, aviso ao respeilavel publico e em
particular aos que com a dita barca liverem conta
que nada tenho com a dita barca, nem neihuma
responsabilidade. pois qoe tendo vindo dos Eslados-
I nidos (.uslavus llairison, com poderes especiaes
paia lomar o commandoe liquidaras dividas da dila
conlornie c3e tem aiinunciado por este jornal or-
tanto quem com ella liver negocio, com elle presen-
temente rpita 1 se deve entender.
liecife 29 de abril de 1856.
II illtam lAlley jltmor.
Arrendn-se urna olar.a na Iravossa dos Reme-
dios, com todas as proporres para se trabalhar em
obras de lellias, la.lrilho. ele, com dou, l,011s forno,,
encllenle b.irre.ro doce, c com duas raucas para
conduran do barro o mais serviros da olaria 1 ira-
lar na rua do caes do Rain., primeiro andar do so-
brado onde mora o Sr. Dr. Fernando Alfonso de
!.'. .! STVS a'U'a"' ou C0'P"-se una
escrava boa quibindeira.
Rosa-se a quem por engao levoa um chapeo
coin fumo de merino, domando out.osem fumo, nao
sabendo o lugar por ter estado em diversos, qneira
eva d.lu chapeo h quina da rua das Cruze., defron-
le da praca da Independencia, por cima da lo.a de
sapalos 11, 2. J
Aluga-se na povoacao do Monleiro nina casa
com duas salas, em urna das quaes ha urna armarflo
ac taberna, alem dos commodos que a mesma lem :
quem pretender, dirija-es a rua do Vinario n. '>
segundo andar.
Prccisa-sc de urna alna do leile, livre 011 escra-
va, paga-se bem : a tratar no pateo do Terco n. 32.
Aircnda-se o engeaho Vinagre, silo no termo
de Iguarassn inoenta e corrente, e vende-se a safra
fundada. Tem proporres para safrejar de 2 a 3,000
pues animalmente, com muilo boas millas c todas as
madeiras para o cosleio do mesmo eagenho, c peone
encllenle cercado : quem o pretender, dirija-se ao
eosenho Araripe de bailo, a fallar com osen nro-
piictario.
Bento Candido llotelho de Azevedo vai a lu-
ropa. e deita por seus procuradores 05 Srs. Jos Al-
ves da Silva uimaraes c Francisco Jos Alves Gui-
maraes.
Precisa-se 1I0 una ama para eozinhsr em rao
do pones lamilla, da-so preferenri, escrava : quem
liver, dirija-so laberua quo faz quina para a rua
dn I agames n. 1.
Atte rfelo.
A pessoa que anniiiicion querer comprar ama toa-
dla de labtrinllin, pude dirigir-se a prara do com-
mercio n. 6, armazem.
Tendo sido julgada i favor da I-Ama. Sra. D.
Tboreza Adelaide de Siqueira Cavalcanti a causa de
divorcio que pende no juizo ecclosiaslico por parte
della contra sen marido u Sr. Antonio Carlos l'erei-
ra de Burgos Ponco de Len, era de esperar que esle
senil.o lahcasse mao de lodos o recursos legaes para
ver se consegua a reforma da sentencia, e eslava no
seu direito. .Mas constando que, alem desses recursos
legaes, oSr. Burgos propala geralmenle que a fa/ao
esla da sua parte, que se Ihe fallou com ajuslira,
qne a scnlenra he iniqua, etc. ; e lendo ao mesmo
lempo apparecido em varios jomaos desta capital ar-
ligos anonyinos, nos quaes oleivosaanenlc se altera
os fados e desvirta a questao, e Iraicoeiramcnle se
calumnia e insulta o respeilavel ecclesiaslico que co-
mo juiz julgou o processo ; pretendendo-se desl'arle
prevenir e inlercssar o publico em favor do Sr. Bur-
gos : protesla-so admenle por parle da Etma. Sra.
D. I hereza contra esse procedimento inslito e des-
leal, pedindo-sc ao publico em geral, e em particu-
lar as possoai qoe leem ouvido o Sr. Burgos. 011 que
tcem lido eases arligos anonwnos, que suspendam n
seu juizo al lerem as peras mais importantes do
processo,e lalvez mais alguma cousa,que brevemente
serlo publicadas o distribuidas om avulsos.para enlAo
julgarein com conhcciniento de causa, de que lado
esla a razaoc ajuslira. Ileso assini que se conseguir
esclarecer o publico, he assim que pratica quem lem
consciencia de seu direlo e justica, c nao alterando
os tactos : apresentando a queslan de bailo de um
ponto do villa falso, e insultando os juizes que nao
|ulgam conforme os nossos iuteresses ou o nosso or-
gulho. Esla velha tctica, sobre ser indigna, ho im-
prolicua, porque o publico nao se deita embahir por
patranbas e aleives.
Francisco Xavier Paos Brrelo, nao lendo po-
dido, pola chesada anticipada do vapor Timar, ein
que seiue para o Rio de Janeiro, despedir-se dos
seus amigos, Ibes roga qnoiram desrulpar essa (alia
involuntaria, e continuar a bonra-lo com as suas
ordens.
Antonio lose l.eal Res vai a Lisboa.
Roga-se pela lerceira vea a Illm. Sra. D. Ma-
ria Soerina da tocha Luis ca tea irmao > Sr. Jos
l.uiz du I'..Odas l.ins, moradores no Hio-|-onnoso,
digncm-sa responder as cartas que so Ibes lem diri-
gido, pois ne-sas cartas nenhuma esmola se Ibes pe-
de, e sim tralam das dividas aclivas do fallecido
Jos Antonio Alvos da Silva, as quaos ja foram par-
tilhadas ; c sendo Ss. Ss. lidalgos, nao devem dever
aos pobres plcbcos.A. P. da S. L.
Joao Pracger, dono do hotel l'nion, avisa ao
corpo do commercio c ao publico em geral, qoe
Adolpho Berangcr deixou do ser seu caiteiro desde
o dia 21 do crrenle mez. Recife 29 de abril de
1856.
Pergunta-se ao Sr. subdelegado Joao Themoteo
de Audrade do distrclo de Panollas do Miranda, qual
o motivo por que quando saho para fra de seu dis-
trclo tratar de seus negocios, porque nao passa o
etercicio aoi supplcnles '.' Pois tem supplentes, que
ha mais de um anuo foram Borneadas, apenas, e ape-
nas o primeiro suppleule esleve em etercicio no
principio do terrivel llogello ; poi, no dia que locou
uo distrclo do Panollas, lioou lao amedroulado que
correu a unhas de cavallo com familia e todo, neste
momento soube passar o etercicio ao primeiro sup-
[lente. Este apenas enlrou em etercicio, encarou o
terrivel flasello a sangue trio, e prinripiou a dar as
providencias necessariai, ajudando a consolar os
allliclo?, ja cuidando no cemilerio extraordinario,
que por ordem de Illm. Sr. presidente da cmara e
do Illm. Sr. delegado Joao Vieira de Mello e Silva,
esle honrado empregado que tanto trabalhoa a favor
de tantos afilelos, e julgo que em rernmpensa, o ter-
rivel Magollo nivoso roubou-lhc a chara e innocente
esposa, 3 lilhos c 5 eseravos. No fin de poucos dias
o dilo supplente de Panellas foi accommettido do
terrivel llagello, a ponto que nao pode deitr de
usar de alsuns remedios, lano que foi visitado pelo
medico Araujo Lima, na casa do cidadao Manoel de
Souza Silva Serodio iaonde eslava o dito subdelega-
do) que nesta occasiao tatnhcm eslava rioente o ines-
mn Serodio, c apesar de doenle o primeiro supplente
com ludo eslava dando as suas orden. Nesla dala
enlrou o Sr. subdelegado Joilo Themoteo de Andra-
de em etercicio, e dahi em dianle nunca mais lar-
goo, apesar de sabir fura de seu dislricto. Nao sei
qual o receio, pois que quando sabe para fura do
dislricto eulrega suas ordens ao Illm. Sr. juiz de
paz. desprezando os supplentes. O segundo sup-
pleule o Illm. Sr. Thomaz Ferreira da Cunha, esle
na vaga de um primeiro supplente, antes do qne
existe, esleve no etercicio 25 horas, c nao sei o Sr.
sobdelegado que receio ou que scisma leve, que en-
lrou logo em etercicio : verdade he, que o segundo
supplente na verdado he um rustico, e bem peuso,
que talvez criminoso, qoe pelas primeiras autorida-
des da comarca o ignorarem, j nao solTreu; alsum
incommodo. Aqui tico, se nao me respnnderem irei
mais adiante. Recife 27 de abril de 1856.
I rr Imn lo Lacea & Companhia declaram que
por assim concordaren), ronluuia no etercicio de seu
eaixeiro o Sr. Antonio Jos da Cunha uimaraes,
que linha deitado de o ser no dia 21 do mez proti-
mo passado. Recite 1 de maio de IS56.
MU."A ATTENCAO.
A' padaria da Passagem, passando a pnle, ladjo
direlo.
Neste enligo eslabelecimenlo encontrareis, Srs.
freguezes, que vosdisnardes bunra-io, o liom e sa-
boroso pao de Prevenca, redondo, rrioulo, ele, com
as competentes bolachas de lodos 05 tamaitos e qua-
lidades : uo seu fabrico naveta lodo o esmero em
applicar asmis bem acreditadas qualidades de fari-
as que presentemente etislem no mercado.
Anda se aluga a casa em Olinda, na ladeira da
Misericordia o. 12, caiada e piulada de novo, desin-
fectada por nao ter morrillo iiinguom do cholera na
rua do Rangel n. 21, a qualquer horado dia.
Quem annunriou comprar o Digeslo Portu-
gus, l'ereira e Sonza. Repertorio das Ordenarnos
do Reino, Proresso Civil e a l.esislarao Brasile'ira,
procure : na rua do Rangel n. 21.
_ Oucm annuncioa querer comprar os Diario de
7 de agosto de 1851, e 9 de Janeiro o 10 de feveroiro
de 1855, procure na rua do Rangel n. 21, a qual-
quer hora do dia.
A mesa regedora da irmandade de Santa R ita de
Cassia, om vista do quo dispeo arl. 47, cap. 3o
do lit. 2o do son compromisso, convida a todos os
seus inanes, a r.omparererem no consistorio da
mesma irmandade, as 8 c meia horas da manha
do dia i do rorrete, afim de proreder-se a elci-
oo dos nuvos funecionarios para o anno de 1856
1859.
LOTERA Di PROVINCIA.
O Illm. Sr. thesoureiro manda l'a/.er pu-
blico, i|iie se ocham o venda, na thesoti-
rana dos loteras, rua da Aurora casa n.
26, das! a'sTi horas da tarde, os bilhe-
te*, meios e quaiios daprimeira parte da
primen-a lotera concedida ao cidadao
Antonio Joaquim de Mello, para a ptiMi-
i-acao dos trabalbos biographicos, cujas
rodas andam mpretcrivclmente no dia
sahbado 10 de maio prximo
S e meia luirs da
turo, a.s
no salo do
do Carino:
distribuidas
billietcs, no
Eu abaito assignado. fa^o scienle a lodos os
meus freguezes que mudei a minha fabrica de velas
de carnauba do rna da t'.ideia para a rua do Viga-
ri.i n. 18, primeiro andar, onde podeni encontrar to-
dos os sortimenlos de vellas da melhor qualidade.
Antonio Ragmundo Pon de Lima.
Roga-se ao Sr. Fraocitco Lucio l'.uelho a bon-
dadede ir ou mandar entregar na rua do Vinario
n. 25 o lustro que alugou para o bailo do Cajueirn
que leve lugar no 2 da fevoreiro do eorrcnlc auno o
quel esla dala iiao cnlregou.
Do sitio da Estancia do tuquia dc'appareccu o
escravo cnoCilo, Januario, fula, bavo e grosso, bem
empernado, falla por cnlro os denles, reprsenla ter
a idade de 2i anuos, poucu mais ou monos ; um dos
rignaes mais nntavel he ler nina das pus secca ; lem
pai e irmao forros para as parles da Vanea : foi
comprado a Jos l.uiz l'ereira com loja na rua .Nova.
Ni rua do Collegio, o-Sr. Cypriano l.uiz da
Paz, no atorro da Boa-Vista, Joao Jos da Luz fer-
reira, na padaria do Sr. Beiriz, diro quem da 500
ou 6O0QO0O com hypothecaa;m casas terreas.
ISesla data tem-se justo e contratado comprar-
se a casa da rua do Destino, freeoezia da Boa-Vista,
defrontc do hospital novo dos militaros, com o Illm.
Sr. lente Jos Esleves Moreira da Costa, com con-
scntimenln de sua senhora, e so ha alguma duvida
saja apresenlada oestes 3 dias. Recite 28 de abril
1836.
lima prela cozinheira, que precisa de :!00>0OO
para acabar de pagar sua alforria.ronlrala-se a servir
por 2 anuos a quem Ihe adiaotar eala qoanlia : quem
ihe couvicr anuuucie para ser procurado.
I.ava-se c
n. t.
O roronel Joao Francisco de Chabv vende um
dos sena carros ; quem quizer comprar cnlenda-se
com oaiiniincianle.
Precisa-se alagar una preta ou prelo esrravos,
'.! Lpara andar rom taboleiro de fazendas em cnmpanbia
' de outra pessoa : na roa do Hospicio n. ;li.
I ma miilher branca, viuva, d? meia idade, de
bous coslumos, oll'erere-se para ser ama do um lio-
mcni solioiro : quem precisar dirija-se a rua Bella
n. 2.
engonima-se : na rua do Hospicio
HOSPITAL PORTUGDEZ DE
BENEFICENCIA.
Por onlem do Illm. Sr. provedor interino se taz
publico, que leudo a jnnla administrativa do hospi-
tal em sesso de 2 do correte reconhecido a necos-
sidade do regular o Iral menlo dos doenles particu-
res, de modo a fazer-lhes conhecer ao certo antes da
sua entrada no hospital qual a sua despeza diaria, to-
mando por bae da sua deliberarlo o disposto nos
arta. 11,12 e 13 dos estatuios, resolveu que loase
adoptada a seguiute tabella o disposiejoes que acoio-
pauliam :
DOENTES PARIICI LARES.
Nao accionistas.
|,a elasse por dia ISOIK
2-* dila ii :lj200
Accionistas.
I.' elasse por dia :V*000
3. dila ') 2-5IK)
As operares c sanguesugas formara urna despo-
sa a parte.
O hospital apenas presta o medico da rasa om ej-
ercicio, maso ilocnte lem o direito de reclamar con-
ferencias romo e quando Ihe aprouver satisfazendfl
as i sua cusa.
mullan,
convenio de Nossa Senhora
outro sim, que as lisias sero
gratis aos compradores de
primeiro dia til, a's (i botas da ma-
nba, e que no dia I principiaraoos pa-
gamentosda referida lotera, a's 10 lio-
ras do dia a"s da tarde, na rua da Au-
rora n. (i. Thesourara das loteras O
de abril de ISjtJ.0 csciivao, Antonio
Jos Duarte.
O abai\o assjjnado convida aos pos-
suidoresdos bilbetes premiados da lotera,
pie acaba de ser cUrabida, bem como de
oul ras quaetquer loteras desta provincia,
a yii em reteber seus premios, em seu s-
criptorio, na ruado Collegio n. 21, pri-
meiro andar, das 10 horas da manha a's
"> botas da tarde. Recife 1 de maio de
1856.Anlouio Jos Rodrigues de Sou/.a
Jnior.
Tendo sido mandado per ordem su-
perior cessar a abertura do cemiterio du-
rante a noite, l'az-se sciente a quem con-
vter, que de boje em vante os enterramen-
tossse farfio das ( lioras da manhaa a's
Gda tarde, egmente com licenca da c-
mara municipal.O administrador, Ma-
noel Lui/. Viries.
Aluga-se urna excellente casa a mar-
oem do rio Capibaribe, na estrada da
Ponte de Ucha, confronte a casa do li-
nadoE\in. bariio de Beberibe: a tratar
na rua da Aurora n. 6.
Dcsappareceram da Ponte d'l.clia,
no domingo 27do corrente. dtiasovelbas :
quem as liver adiado e desejar restittti-
las, tera' a l>Oudade de leva-las ao dito
lugar, no sitio da viuva Amorim, quese-
ra bem recompensado.
Joao Baptista de Albuquerquc dicla-
ra, epieas 17 barricas com bolachas julga-
das podres no acto do despacho, pela al-
landega desta cidade, nao loram remetti-
das pelos Srs. Tasso Irmap, em Pernam-
buco, esim compradas adinheira (G.sOOO
a arroba) a Joao Antonio Coelho e Ber-
nardo Castro Monteiro, contra quem ain-
da o abai\o assignado protesta proceder,
pois que laes senhoies lludiram sa boa
le'-Joio Baptista de Alliuipierque.
(Da POCHA da Parahiba.)
Jos Fraucisco de Souza l.ima (em tratado
comoSr. Joaqoim Antonio Dias de Castro vender
sua loja com miudezas, na rua do Cabug : qnem se
adiar com direito ao mesmo eslabeleciineuto, dirja-
se a mesma loja no dia .10 do corrente, pelas 2 horas
da tarde, sobre seus dbitos. Recife 2S de abril de
tSjti.
Mara t'.irneiro de Souza l.acerda Villasscca,
proles-ora particular, residente na rna da Aurora n.
i2, MSunde audar, acha-se no etercicio do sen ma-
gisterio, e contina a receber meninas pensionistas e
meio pensionistas: quem pretender confia-las ao seu
cuidado, pode dinzir-sc a mencionada casa para
tratar.
l'recisa-se de urna pessoa que seiba engommar
com perfeicao para nina casa cslrangeira ;'a Iralar no
silio do Sr. l.uiz Jos da Costa Amorim,na Soledade,
ou na rua da Cruz n. {
l'recisa-se de'umcozinheiroparacnfermaria : a
tratar na rua do Tociuno casa Ierra de vidracas.
l'recisa-se de ama ama que cozinhe com aceio,
engomme e Icnlia bom eomportamenlo, para casa
de pequea familia : na rua do Collegio u. 12, pri-
meiro andar.
Esta justa e conl.al.ida para romprar-sc, a casa
terrea n. Ib da rua do Amparo de Olinda : se al-
guein liver direito a mesma, rosa-se o declare ues-
tes Iresdias.a contar da dala da publicarlo deste au-
uuncio.
MUA AITEM.AO'.
Aluga-se um sitio no Monteiro, do lado qne
faz sombra, com eiccllcnle agua de beber, muilo
bous pos de frucleiras, como sejam jaqueiras, rento
e lanos pos de larangeiras, a mor parte de umbi-o,
honssaputiseiros e fructa pao, pos do assatroeiras,
mudos calezciros, boa goiabeiras ; linalincnle tudo
borne bello a desejar com a localidade : quemo
pretender dirija-se rua do Mondego, padaria do
Saraiva o. 95, que enconlrara' com quem tratar.
l'erdi haje 29 de abril da algibeira do paul
2.-4U0S, leudo estado na praca do assucar, indo dahi
a venda dos Srs. loules & Irmaos, e voltado para o
armazem que administro, perleneenle ao Sr. Joao
Iguacio deMedeiros Rege, e pelo amor de Dos pe-
co a quem os anona me restitua este diuheiro, l-
vrando-rue do estado a que fleo redozido com urna
perda superior ao que possuo ; e prometi cralilicar
generosamenle a quem mos reslimir levando ao
soliredilo armazem na rua do Trapiche n. :t, ou na
rua da Cruz no segundo andar do sobrado n..
tiuillierine Jos l'ereira.
Aogusto l'rederico de Oliveira lendo de reli-
rar-se para o llio de Janeiro, faz publico qne cons-
tituio em primeiro lugar ao Sr. Jos Joilo de Amo-
rim, e em segundo ao commendador Manoel Oon-
ralves da Silva como seus procuradores para todos os
seus negocios.
I'rccisa-se para casa de pouca de familia de
una prela escrava que saiba cozinhar : para tratar,
na rua Nova, primeiro andar do sobrado por cima ao
Sr. Ilecker.ailaiale.
Fogio do sitio da ilha.do engonhn Pota.o pre-
lo Itapbael, estatura alta, sem barba, olhos grandes,
e suppoe-se estar refugiado nesla cidade, ou audar
am alguma canoa, visto ser elle ranoeiro.
l'rcrisa-sc de um criado : a tratar na roa do
Oueirnadu n. X.
I'recisa-so do urna una para casa do 2 pessoa-
na rua das Irincheiras n. S, loja do lartaruguciro.
Alosa-sc urna boa escrava para lodo o servir
de una caaa, eoaomi..... rozinha c la/ compras
iralar na rua do Sobo junio ao sobrado novo.
Massa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio chamba denles com a ver-
dadeira massa adamantina e applica ventosas pela
aiiarc.-iu do ar : pode sor procurado confronte un
Rosario de Sanio Antonio n. 2.
O Dr. J. Chardon, de volta da sua viagem a
liahia, taz scienle aos pas de seos alumnos, que a
conlar do !. de maio proiimo, elle continuara a dar,
tanto era sua casa como cm casas particulares, e na
mesmas horas do que dantea, anas lie/Sea de francez,
ltimamente mu-i rompidas em razao do cholera.
Engenho para arrendar.
Arrenda-se o engenho Muribequinha, na fregue-
sa do mesmo oome : quem o pretender, dirija-se ao
engenho Santo Antonio Grande, provincia de Ala-
goas, que achara com qnem tratar ; he desnecessa-
1 io realar a boudado.por ler bastante coonecido.
8 MADAMA SCASSO MODISTA, g
jj? avisa a s suas frecuezas, que alm de ter T*
~3 aempre em aeu eslabelecimenlo, no aterro S
rig da Boa-Vala n. 29 o mais completo aorli- a
JV. ment de fa/endaa e modas, acaba .de rece- J*
58? ber pelo ultimo vapor chegado de Paria, W
_'_; um completo sortimento de chapeos da seda ;.'s
do ultimo goslo para senhora ,d itos de sol com 2
molas, chales da casemira lisos e bordados. ';'*
Vg dilos de tonqaim, ditos de reros, romeiras @
.-;-.; bordadas a matiz, luvas de pelica de Juu- ;:-u
^ vin e da seda para homens e senhora, dita ^
9 para meninas, enfeiles os mais bonitos que *.v
-; ; he poaaivel para senhoras, maniinlias de ij
S relr0s "'dadas por preso rasoavel, ditas de g.
W froco, penles de tartaruga de differenta **
%,- gostos, lencos de cambraia de linho borda- @
',5 dos, aboloaduras de todas as cores, entre- .'j
:q me'os de cambraia ebabadiohos para cairas ^
"';.- de menina, bicoi de seda de blondo e de '''
@ linho, meias de seda muito finas para noi- @
j vas, corles de vestidos de seda lavradoa, di-
W tos com o ltalo de pupalina, ditos pretoa '*%
~,i? de moiarcanliquel, dilos de barege tifese i/?-
djh tarlatana lizos com babados, leques, gol I i li
libas e peitllhos de fil, esparlilhos, bonetes 5?
para menino, om sortimento de bonecas '8?
::J de msssa e cera para brinquedos de cran- -^
fe ras, romeiras a imperatriz, litas de seda ga- ->-,,
JV; ze e grsdenaples de todas as cores, dilas K
"-'...- de velludo de todas as larguras, sapatinhos 5'
g de laa para crianras, tranras de seda e laa
y, de lodasas larguras, carofzinlies e maogui- ^
;.-; tos de cambraia, gorras de velludo bordadas *
-;-J- a seda, dilas a ouro fino: e outras muitas j;
;.;; tazendas que satisfaz as eiigenc^aa do bom 4
2j tom ; a mesma oflerece o sea preslimo pa- 2
'.: ra apromplar com toda a perfeicao e ornis "t-"'
-^ apurado goslo para senhora, ivslidos para -t
, baile, casamento e passaio, chapeos, tornan- x*x
tes, a tudo o mais qne se pode desejar con- w
.' cemente a modas. 9
Candida Maria da Paixo Bocha, professora
particular de instrucrao primaria, residente na rua
do Vigario do bairro do Recife, faz sciente aos
pais de suas altitonas, que acha-se aberia sua au-
la, na qual contina a ensinar as materias do cos-
ame, c admilte pensionistas, meio-pensionistas e
externas, por preros razoaveis.
Aluga-se por prer,o razoavel o segundo andar
com solio do sobrado junio ao botequim do Sr.
I'aiva.
Quem liver alguma menina orphaa, de idade
de S a 10 aunos, branca, que sirva para fazer com-
panhia a 2 meninas, dirija-se a rua I-'ormosa, casa
do meio, que achara eom quem fallar.
Na fabrica de (amneos, na rua Direita, esqui-
na qoe volla para S. l'edro, admitlem-se ofliciaes
para fazerem paos, paga-se bem.
Persunla se ao reverendissimo Sr. doolor Ma-
noel Thomatde Oliveira lente de Moral no se-
miuariolde Olinda, e vigario geral ad hoc na causa de
divorcio entre a Illm.* Sr.< D. Thereza Adelaide de
Siqueira Cavalcaule. e seu marido o Sr. Antonio
Carlos l'ereira de Uurgoi l'once de Len, em que
compendio ou livro de pratica achon que o juiz tem
rime i/ttatro horas para despachar os requerimenlos
das parles l C bem assim, que medo tem S. reve-
rencia de marcar a audiencia para nella ler lugar o
ser averbado de suspeilo, como por mais de urna
vez se Ihe lem requerido '.' Entretanto pede-se ao
Evm. c Kvm.Sr. hispo diocesano,queru ter a bon-
dade de laucar urna pouca de attenrao para o judi-
ciario ecclcsiasco, a fim de se|n3o repelirem escn-
dalos que envergonham a lodosas horneas que tem
alguma honeslidade.
Joaquim Antonio dos Sanios Andrade, actual-
mente residente na cidade do Porlo, reino de Por-
tugal, lem constituido seus bastantes procaradores
nesla cidade desde 8 de marro deste anno aos se-
nhoras Mximo Jos dos Sanios Andrade, Elias Jos
dos Santos Andrade e Francisco Cavalcanti de Al-
buquerquc, revogando os poderes de qualquer ou-
tra procurara-) aulerior, a qual se considerar milla
e sem mais viaror.Como procurador bastante, M-
ximo Jos dos Santos Andrade.
Joaqulm Mendes Freir vai a Europa, e deia
por seus procuradores durante sua viagem. em pri-
meiro lugar ao Sr. SebasliSo Jos da Silva, am se-
gundo ao Sr. Joaquim Olilo Bastos, em lerceiro o
Sr. Antonio de Paiva Ferreira.
Precisa-se de Orna mulher cipaz, que entenda
de arranjos de casa, para o serviro de um casal sem
lilhos : irata-se na rua da Alegra n. 7.
_ Precisa-se de urna iraagem deN. S. da Coocei-
3o e oulra de Nosso Senhor Crucificado, de palmo e
meio de altura os vultos :' quem liver e quizer tro-
car a inmune por esla l'olha.
Arrenda-se nina das loias do sobrada) de uro
andarno aterro Ida Boa-Vista n. II. sorviudo para
algum cstabeterimonlo com mais algara aceio e mes-
mo goslo, por se adiar nesio oslado, (endo at arma-
ro correspondente : a Iralar no mesmo sobrado.
Ouem ||er pcnl.ores cm poder de Joao Mo
reir Marques qneira remi-los no prazo do S dias
son pena do seren vendidos para pagamento. Reci-
te 28 de abril de ISjlt.
Oneni |i%er e ,|ailer ltoc3r |ul |1( ben[0s
de >. .s. do l.armo, mesmo rom cordao do ouro, om
segunda man, o um par do boloes
dirija-so a prara da Boa-Vista n.
para o mesmo lim.
O doonto quo rcrlamar oonlerrnria he nbrigado
no lim della a sali-lazer a quautia de liHHHi a rada
om du- mo.lieos, que forem convorados, menos ao
medico da casaeni exercicio.
Para as conferencias devem ser com prelerencia
convocados os mediros da casa.
Esla conforme. Hospital porluguez do BenelL
cenis 33 de abril do 1836.A/annrl ferreira de
SntiKi Barbota, socrelario do hospital.
Jos Teixeira Basto vai a Europa, levando cm
soa companhia sua mulher e um lillio.
Seraphim teixeira Basto vai a Europa.
Precisa-sede urna lavadeira de ba-
lela ijiie ilecoiilieriinenlorle sita pessoa :
na rua de llortas. rasa terrea com a fren-
te pintada d. azul c (.orladas brancas.
Precki-se de urna ama .le leite forra ou
captiva, sem virios nem achaques, e que tenlia
boa ronduia, oaga-se hom : no pateo do Hospital
n. 20, sobrado.
(gomptaz.
Compram-se notas do Banco do Brasil : na
rua do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compra-se para um presente urna negrinha d"
2 a 3 annos, ou mesmo urna mulatinha que nao te-
nba molestias : quem liver e quizer vender, annuu-
cie por esle jornal ou dirija-se ao paleo da matriz
de Sanio Antonio, sobrado de am audar n. 2, que
achara com qnem iralar.
_ Compra-se urna balanza romana : na rua do
Encantameolo o. 70 A.
Compra-ae a Recrearlo l'hvlosophica do padre
iheodosio de Almeida : na rua do Oueimado nume-
ro II.
Compra-se mn guarda-lotiea : na i ua
de Moras, casa terrea cora a frente pin-
tada de azul e portadas brancas.
Compra-se urna colleccuo da Marmota Ter-
nainbacana : qoem liver e quizer dispr, annuncie
por esto jornal para ser procurado.
Cumpra-se urna porcao de telbas servidas :
quem as liver annuncie ou dirija-se as Cinco Pontaa
a. 71.
Compra-se urna canoa aberla, qoe esteja em
bom estado : a Iralar na rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 13.
Compra-se urna casa terrea em qualquer das
froguezias de Santo Antonio ou Boa-Vista, em boa
rua, eom tanlo que lenha bom quintal, commodos
para orna pequea familia, e Me seja roreira : quem
liver annuncie.
n,7.-:on,pra'*e uma ba,anC" decimal, que pese
too libras pouco roais ou meaos : na travesa de Ma-
dre de Ueos u. 10,
Sentas.
Vende-se uma negra criola. de mnito bonita
ligara e mnilo moca com orna crianca mulafnba de
iovemezes.com muilo bom leile e mais dona mo-
leques e najaertra de habilidadea : oa ru do 1 i-
vramenlo n.** '
Vende-se ama canoa de lote deSOO lijlos,qne
precisa de algum concerl.,, e por isso vende-se por
mdico prero, e ja com parto da madeira precisa a
rallar na rua do Sol armazem de maleriaes defronte
do porto do capim. nuuio
Na roa das Cruzes n. >> vende-se uma linda
rom".',tita""i 'S """" e uma mula" de ^"32
rom habilidadeae ama prela de telo, bonita figu-
ra, engominade.ra e rozinheira c um escravo de a-
;ju para lodo o serviro de rua.
Na taberna de Groja,, de Cima alem dos sene-
ros ja annunci.dos a venda. Ion, manleiga ingleza a
loo r. muilo superior a 1M20, dila fraoceza a 860.
banba de porco a 610 rs. l.l.ra. farioha de trigo
para todas as qualidades de pao. bolachinhas muilo,
boas, sagn, alelna, talharim e ha pao lodos os dias.
, BATATAS,
anegada! ltimamente : na travessa d. Madre do
Dos n. Iti.
CEIOLAS,
por prero commodo : na travesa da Madre de Dos
n. 10.
Aencao.
Na loja d,,! ferragens e miudezes da rua Nova h.
115, vendem-sc por metade de seu valor as fazendas
do Batas l'ernaiiihucano, ronsistindo cm vestidos de
>eda e de ;ase proprios para Marras, bertas, romei-
ras, camisas, meias de lio da Escocia, bordadas, para
senhora, toiicas.le laa, lenciuhos de merino, man-
guito-, pannos, camisas de meia para meninos, ves-
tuarios do seda e da laa para os mesmos, cortea do
rolletes, luvas de la, etr. Na mesma loja encontra-
ro um bom sortimento de ferragens e miudezas, que
se venden! por menos 5 % do qne em oulra qualquer
parle, e dan-e amostras de bcos e filas.
Vende-se om bomsellim do borrajas com pon-
co uso, com lodos ns seus perlences de aro, sendo
ludo novo, .pie ainda no lo, servida lia rna das
vguas-Verdes n. 2't.


Na taberna da ra dos Marl\rios n. 36, clie-
uon om (rauda tortimenlu de queijo* do sertao do
Sendo mullo frescaes, quo se veudem pelo diminu-
to prero de 180 rs, por libra, ditos do reino a
9*000. caijoes de doce de itoiaba de 8 libras a I98OO
letria nova a .HU, niaearrao novo a .110, talharins a
1 O, cha liison a 2o560, dito prelo a 98000, nianlci-
ingiera a 'MO, dita francesa a 730, sabio liranco a
320 rs, ccv.nl.. a 160 rs, viohos de todas qualidades
e por manos do que cr oulr.i qoalqner parte.
Vende-so urna neura moca com aleamas habi-
lidades, com um lilho moleque de le 1(1 anuos mul-
to liouito : ua ra do I.ivrameulo n. i.
Vende-se muito bom loucinho de Santos a _!iti
a libra, e carne do niesmo a 120, latas de sardinhas
de > a ules a j60 : na ra das Cruzes n. 20.
Attencio.
Vende-se uma taberna na na Direilados Afola-
dos n. :tt, assim como dous inoleques, um com 10
anuos de idade e oulro com S : qoem pretender, di-
rija-se a mesma, que adiar com quem tratar.
Vende-sc uma escrava crioula, com idade de
18 annos, com uro filho de 2 me/e-, muito boa lisura
e bom leilc, e um crioulo com 15 annos : na ra do
Hospicio o. IB, se dir quem os vende.
Vende-se uma escrava moca c de bonita lian-
ra, boa ensommadeira e cozinheira : para ver. na
rna do Mando Novo n. (8, e para ajuslar, na ra
do Rangel n. 47, segundo andar, ds 2 as 1 horas da
larde.
No alerto da lina-Vise. n. 80, vendem- Ihas altimamenle checadas de Hollamla a 190 a li-
bra, grao de bico a 80 rs. a libra, azeile doce de l.is-
boa a j" a garrafa, niaearrao, lalharim e rlincolale
a 400 rs., vinho do Podo superior engarrafado a
15280, dila a baixo 1?, bolaeliinha quadrada ameri-
cana a 400 rs.
Vende-se uma carrora nova para boi, e uma
porcao de tnadeira que servio em uma estribara :
no lim da rna da Aurora, passando a fundirao do
Slarr, taberna debaiso do sobrado do Tinado Pedro
Das.
Cevada nova,
por prero muito raioavel; no armizctn ilo caes da
afaodega, de Antonio Annes Jacorn Pires.
Vende-se farelo
cailo no ultinio navio
Sevcriauo Kabello \
Yonde-sc urna esl
por preco coinmodo : i
A. J. I'anasco.
UE MI
\ endem-sc luvas pre
barato proco de laOOO

EURIO DE MRPIIONO SEXTA EFIRI 2 II MI 0 E 1856
e Lisboa muito bom, clie-
no cscriplorio de l'raoeisro
libo.
eda brauca, simples c Tica,
a ra do Cabula, loja do Sr.
10 BARATO.
as do (orral, de Lisboa, pelu
par, lirins trancados de hubo
de cores a 800 rs. a val a : no lim da ra do Ouei-
mado, loja de fazeudas
i. 16 A.
C.IIAVEAI .
Vende-sc a llieuria d ) cdigo penal por Chavea!
Adolphe,obra iiidispeuiavel a aquellas que estudalm
Vende-se muilo
galota, rila na casa do
o ttreeiro auno jurdico, por preco coinmodo : tu li-
vrana da orara da Independencia ni. (i e 8 se dir'.
Vendein-se duas
menor,
canoa*, urna maior e oulra
conduzir agua : a fallar
Reosnos
ezes de pa-
tente,
ig
os melliores fabricados em Inglaterra: cm rasa de
llcnr\ dibsou :rua da Cadeia do Recitan, :!.
Milho.
Vendem-se saccas com millio : no caes da alfan-
dega, armazem de Joso Joaquim Pereira de Mello.
Meias de laa.
Vendem-se na roa Nova n. 20, meias de laa mui-
to superiores, por preeij commodo.
Meias de laa.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57, vendem-se
meias de laa, liar alo, para acabar.
ATTENCAO".
Vende-se nma famosa negra, crioula, de idade 35
annos, sabe cozinhar e ensaboar, e mnilo liel : quem
a pretender dirija-se a ra dos Martirios, nume-
ro U.
Ha rua'do Livramenlo n. 2, vendem-se cha-
peos de sol, armacoes muito fortes, todos prelos, a
9200 rs. cada mu.
Vendem-se a precos commodos, caitas com du
zia de garrafas de vinho de Itordeaux, quartolas com
dilo, jrralas vazias em caijas de duzia, e qoartos
de latas de sai dinhas : na ra do Trapiche, em casa
de Lasserro l'isset Frente,
Na ra das Cruzes n. 10, ha para vender em
grandes e pequeas porcoes, as melhores e mais mo-
dernas bichas hamburg-jc/.a, e lambem se alluga.
Saceas com milho
muito Ijom: vendem-sc nt loja n. 2(i
da na da Cadeia do Recife, esquina do
Bccco-Larjo.
Relogios de patente
ingtmei de ouro, de saboneta c de vidro :
vendem-se a prero razoavel, em casa de
Augusto C. de Aliieu, na rita da Cadeia
do Recife, arma/.em ti. 56.
A 800 rs. o eovado
degtsderaples de seda (urla-cres para
vestidos: na na do Crespo n. II.
Na ra das Trncheiras. loja de cncadcrnacao
do Sr. Pedro, e na ra do Eiiranlanienio n. 76 A,
vende-se a obraConducta de uma sciihora ebria*
13a..
Vendem-se 2 prelos de bonitas figuras, que re-
presentan ter 30 a 35 annos, a eom pratica de tra-
balliarem na alvarangas : a Ilutar ua travesa da
Madre de Dos n. 18.
Vendem-se 3 escravas de bonitas figuras, cozi-
nham e engommam bem : na ra Direila n. 3.
Charutos.
Na roa da Cadeia do Recife n. 15, loja, vendem-
s superiores charutos da Baha, afuocando-se a qua-
lidade.
Unic
come.
Na ra da Cadeia doltecife n. 15, loja, vendem-
se ricas bengalas de unicorne, aiiancando-sc ser de
airme verdadeiro.
Vende-se nm piano muilo bom por preco mui-
lo era coala, 2 diccionarios italiano e porluguez, 3
romances mnito bouilos, sendo um em francez, um
pen'c muilo bonito para segurar cabello, e uma car-
teira de visitas, obra linda, (udo mullo em cou(a :
na loja do Sr. (juimariles, ra do Calinga, se vr.i os
objectos.
Vendem-se 2 caixoes proprios para taberna ou
deposito de padana,. mudo em conla : ua tua hi-
reila, fabrica de tamaucos, esquina da travesa de .
Pedro.
DOCE
do 59 A,
confrente ao Rosario em Sanio Antonio, avisa ao
rcspeitavel publico, que recebeu o verdadeiro doco
casca de ;oiaba, o niclhor que he'possivel encon-
itar-se nesta capital.
Em casa de Timm Momsen ; Vinassa.pra -
ca do Corpo Santo n. 13, lia para vender um sor-
timento completo de livrosctu branco.
menor, propnas para conduzr agua : a tallar eiu
(linda com Vicente I erreira do llarros, no Vara-
donro.
acreditada paitara do Han
Sr. cirurgiao Teiveira, com
miiilas freguezias na (Japuuga, Alllictuse lloa-Vis-
u, alte da da porta, a qual lem lodos os perlenccs
a Irabalhar, c na mesn a tem um eavallo para eu-
tresa de pao na freguetia : para tratar, na ra da
Snludadc n. 17, ou na nie-m.i.
Veude-se uma casa na cidade de Olinda, ra
do Amparo n. Ili, comi quartos, gabinete c corre-
dor ao lado, grande qiJintal, cacimba, coziuha fra,
chao proprio ; vende-se por necessidade : os pre-
lendenles dirijam-se ai ra da Cadeia de Santo An-
tonio, loja de marcinero n. 18.
Vende-se farinhajde mandioca muilo boa. em
saccas, chegada agora ,uo patacho o Valfiite : no es-
criplorio de Francisco Severiano Kabello & Filho.
Vende-se farohja de boa qualidade, em sac-
eos dealqueire, medida \ el ha a 5s000: noarmazcui
de Antonio Annes Jar|imc Pires.
VenJe-se o muijto apreciavel cli prclo, do
eicellenie i|iialidadeetii libras e por barato preco :
na ra da Cruz n. 2(>, primeiro andar.
A 3gM0 e 3800.
Na ra de Sania Rila (aberna n. 5 vendem-se sac-
cas grandes com milho a farioha muilo superior ;
no fondo da mesma rasa ha para vender muilo boas
armacoes de canias de vento a m ni los retalhos de
amarellos proprios para marcineiro, ludo por barato
preco.
=Vcnde-se o venfadeiro e superior licor ab-
synilie, ultimamenie c^egaHo e por barato proco:
na ra da Cruz n. 26' primeiro andar.
TEMTOS
para voltarete.
Vendem-se lentos tuio lindos para voltarete o
qualquer oulro jogo, cjiegados do Franca e por pre-
co baralissimo : na na da Cruz n. 26, primeiro
andar.
Arroz m saceas.
Ja chegou arroz pelo
zem de Jo3o Marlius d
de Dos n. 21, no ar
vapor, e vende-se no arma-
k llarros, (ravessa da Madre
niazem de Joso Joaquim Pe-
reira de Mello, no largo da Alfaudega.
No cscriplorio de Domingos Alves Matbeus,
ha para vender por prejos mdicos, o seguinle:
Ricos e elegantes pianos.
Bezerros engraxados.
Coxins de linho para nonlaria.
Kspadas para oflkiacsda guarda nacional.
Charutos superiores,
Farinha de mandioca ca saccas de alqueire.
Baelilha de alhodao.
ua
Na ra da Cadeia 11. i
se guaran, as libras
preco coiumodo.
ana.
, loja de miudezas, vende-
111 e o comprador qui/cr, por
Gomma leararuta.
Vendc-se superior jo|uma'de araruta em lian iras
e as arrobas : 110 arniazeju de Joao Marlius de llar-
ros, Iravessa da Madre de Ueos u. 21.
Velas de Carnauba.
Na ra do (.laeimado In. 09, vendem-se velas do
carnauba em caixas de til a 00 libras, por menos
preco do que em oulra qualquer parte : quem pre-
cisar aproveile a oeeasitt.
CHAItMAS.
20
560
21M)
280
100
lilKI
280
120
."ilKI
SO
00
so
lili
10
.so
."ilKI
MU
10
200
20
.....
Si 111
300
320
Ka pra^a da Indopond
vende-sa eslo compendio
llerculano de Souza Banldcira.
bmaa livraria ns. (> c 8,
iradu/.ido pelo Dr. A.
lolliliihas
PARA OCURRENTE AMO.
Folhiohasdc algibeira;
ministrativo, mercantil
contendo o almanak ad-
1 industrial desla provin-
cia, tabella dos direitos parochiacs, resumo dos im-
postes geracs, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, previdencias sobre incendios,
cntrudo, mscaras, cemiorio, tabella de feriados,
resumo dos rendimentos
ca, por 500 rs. cada u
ditas ccciesiasticas ou de
Tito a 'iOO ris : na
da Independencia.
A melhor fai
di oca e
que existe no mercado :
vel, no armazem do Ca
3 exportaco da proviu-
na, duas de porta a 160,
padre, com a reza de S.
aria ns. 6 c 8, da praca
inha de man>
in saccas
rende-se por preco razoa-
uza, no caes da alfandega
REI.OCIOS coberds e descobcrlos, pequeos
cjgrandes, de onro e prala, patente ingle/., de um
dos melhores fabricantes le Liverpool, vindos pelo
ultimo paquete inalez : e 1 ct-a de Soulhall Mellor
Torres n. 38.
&Compauhia, ua ra do
Cassas franc
S40 rs. c
Na ra do Crespo
saslrance/.as linas a i
ezass finas
eovado.
n.5, vendem-se cas-
NS. PRLMS.
15
'JO
21
SB
25
27
32
33
H
42
45
48
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57
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73
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NS. PRE.MS.
156 4
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rs. o cova
do.
Para luto.
Cortes de vestido de cassa preta com 7 varas cada
um, do bouilos padroes a 2S000 : vende-sa na ra
do Crespo, loja da esquina quo volt para a 1 ua da
Cadeia.
A bosi fama
VENDE BARATO.
labras de linhasbrancas 11. .iO, 60, 70, 80, a I9IOO
hilas de dilas ns. 100 e 120 19380
Duzia* de tbesuuras para costura 19000
lluzias de dilas mais linas e maiorrs l>280
Macos do c.n da.1 para vestido, aluma cousa
eucardidos com 40, 50 e 60 palmos,
'.'''? cum '" varas de bico estrelle
t.aiMiiha- com agulhas raneczas
Cai\as com 16 nvelos de linhas de marcar
Pulceiras encarnadas para meninas c seuhoras
Pares de meias linas para seubora a 210 e
Miadas de linhas mnilo linas para bordar 100 c
Uroxaa de boles muilo luios de madreperola
Ditas de ditos muito linos para ealca
I ivellas douradas par, calcas e coleles *
Penlesdeverdadeiio blalo para alizar,a 300 c
Pecas de lita de lindo brancas com 6 e inea
varas
Caiascom colvcles grossos francezes
Carriteis de linhas de 200 jardas du muilo boa
qualidade e de lodos os nmeros
Uaciithofl com 10 grampas, e de boa qualidade
Pares de suspensorios de bonitos padroes
Torcidas para candiciro, duzia
Tinleiros eareeiros de porcelania, par
Carteiras de inarroquini para almbeira
Canelas muilo boas de metal e pao 20 e
Caivetes de aparar pennas
Meias brancas e cruas para homea, I mi. 200 c
Trancinha de laa de caracol o de todas as cores
palmo
Duzia de paute* de chilre para alizar, hons
(irosas de boles de louca piulados
Pecas de litas de coz 210 a
Carreleis de linhas de 100 jardas, autor Ale-
jandre 10
I uili.i- pretas de meadiuha muilo boas 20
Carlas de allineles de boa qualidade 110
Duzia de penles aberlos para alar rahell 296OO
.Meiasde lio Escocia para mcuiuo, braucas e
de cores, fazeuda milito boa 210 e 320
Fivelas de aro com toque.de ferrugem para
calca 40
irosas de fivelas para sapatos 560
Caiiinhas enveruisadas com palitos de fogo
de velinhas 120
Caiiibnis de pao com palitos de fogo bons 20
Caias com 50 caitiohas de phosphuros para
CJcharulos 100
Charuleiras de vidro 60 e 80
Castes para bengalas muito bonilos 40
A(acadores pretos para casaca 10
Sapaliubos de laa para criancas, o par 320
Camisas de meia para criancas du peilo 500
Trancelins para relogio, fazenda boa 110
Ejeoviabaa para denles 100
Aleni de todas estas miudezas, vendem-se nutras
mulissimas, que a vista de suas boas qualidadesc
baratos preco, causa admiracao aos proprios com-
pradores na ra do Uiieima'do, na bem condecida
loja de uidezas da boa-fama 11. 33.
Cal de Lisboa.
Vende-se uma porcao de barra com cal de Lisboa,
por barato preco, e retallio 38 o barril t na ra da
Cadeia do Recife u. 50.
LUVAS DE TORCAI..
Vendem-se luvas pretas de lorcal, chegadas ulti-
mamenie de Lisboa, pelo baralissimo preco do I9OOO
o par : na ra do ijuemudc, loja de uiiudczos da
boa lama n. 33.
LUVAS DE KIRCAL.
Vcndem-se muilo superiores luvas predas de lor-
cal, de Lisboa a 9OOII o par: ua ra do Queiinado,
oja de fazendas da boa fe n. 22.
Vendem-se espingardas francesas de dous
mnos, muilo propinas para caca c por muilo rom-
ea od o preco: na ra da Cruz n. 2G, primeiro
andar.
1 A1UMIA DE SAMA CAT11AKRA,
moito nova e de superior qualniade, a bordo do bri-
gue escuna /tapido, Tundeado em frente do arsenal
de guerra, vende-se por preco commodo : a Iralaj
com Caelano Cvriaco.da C. M., do largo do Curpo
sjiiin n. 25.
Livros (]lassicos
Vendem-se os seguintes livros para as aulas pre
paralorias : llislory of Romo 39OUO, Thompson 29
Pual et Virginie 28000 ; na praja da Independencia
ns. 6 e 8.
Ceblas de Lisboa.
As ceblas ja se vendem mais baratas, e continua-
se a vender na Iravessa da Madre de Dos 11. 21, r-
inazcm de Juao Marlins Barros.
SEMEMES.
Sao chegadas de Lisboa, e arham-se a venda na
ra da Cruz do Recife n. 62, (aberna de Antonio
Francisco Marlins as scsuinlcs semenlesdc hortali-
ces, como sejam : ervilhaslnrla, genoveza, e de An-
gola, fcijflo carrapalo, rxo, pintacilgo, c amarello,
airare repolhuda e allemaa, salsa, tomates grndes,
rbanos, rabaneles brancos encarnados, nabos ro-
lo e branco, senoiras brance? e ainarellas, couves
Irinchuda, lombarda, esahoia, sebola de Selubal,
segurelha, coenlro de lonceire, repolho e pimpinela,
e ama grande porrao de dillcrenles semenles, das
mais bouilas llores parajardins.
AGENCIA
Da funirao Low-.Moor, ra da Senzala-No-
va n. 42.
Ncsie estabclecimento conna a liaver um com-
pleto sortimento de moendas e meias' moendas
para cn;enlio, machinas de vapor e tahas de
ferro balido c coado de todos os tainanhos para
dito.
CJ$
Vendc-secal de Lsboa*ultimanieiilecheEada,as-
simcomopotassadaRussiavcrdadsira : ua praca do
Corpo Sanio n. 11.
CURTES DE CASSA PARA QUEM ESTA' DE
LUTO.
Vendem-se cortes de cassa prela muilo miuda,
poikdiniiuulo preco de 29 o corle, ditos de cassa chi-
ta do bom i;osto a*29, ditos a 2-100, padroes france-
zes, alpaca de seda dequadros de todas as qoalida-
dcs.a720rs. o eovado, laa para vestido lambem de
quadros a 180 o eovado; (odas es(as lazeudas ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
Vende-se em casa de S. I'- .lolmslon ra da Scnzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro c de montara, randieiros e casticaes
bronzeados, relogios "patente iuglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
lio de vela, chumbo de muniro, arreios para car-
ro, lonas inylczas.
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
Lcncinhosde relrozde todas as cores para pescoco
de seubora e meninos a 1-imn, baralhos de Carlas li-
Dissimas para voltarete a .'KM) rs., toacas de laa para
- -iii,. 1.,- e meninas a 600 rs., luvas de lio da Escocia
2iO brancas e de cores para homem c scnlroias n OO,
300! 5(K) e 600 rs. o par, camisas de meia muilo finas a
I-, ricas luvas de seda de todas as cores e bordadas
ctim .'uarniroe* e borlas a 39 e 3-9500, ricas aboloa-
iluras de madreperola e meul para colleles e palitos
a "lim e 600 rs., superiores meias de seda prelas para
Manera a 23500, meias brancas muilisnimo finas pa-
ra seubora a 500 rs. o par, linissiin.is navalhas em
estojes para barba a 29, ticas caixas pata guardar
joias a 800 e 19500, esixas muilo ricas com reptrli-
meiilos nicamente proprias para costuras, pelo ba-
rato preco ile 2?."i00, 39 e 39500, papel proprio para
os uamoradosa 40,60, 80 a loo rs. a folba, caudiei-
ms americanas mpin> oleganles. pioprios para eslu-
dantes ou inesmo qualquer eslabeterimento pola boa
luz que dilo a 59, Iravessiis de verdadeiro blalo para
prender cabello, pslo barato preco de 19, pastas para
guardar papis a "\li> rs., espellios de parado rom ar-
inacilo dourada e seui ser dourada a 500, -700. \g e
18500, estovas mu hssimo finas para den(esa500rs.,
ricos leques rom plumas c espelbos e pinturas linis-
simas aje 39, cliaruleiras linas a 29, ricis galhelei-
ras para azeile e vinagre a 2?. ricas e nissiuias cai-
xas para rape a 23500 e 39, penles de bfalo, fazen-
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro, c
tamben! no DKI'OSITO na ra do Brum, logo
na entrada, defronte do arsenal ilemarinha, lia
sempro um grande sortimento de taixas, lano de
fabrica nacional como eslrangcira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas c fundas; c em
ambos os lugares existem guindastes para ra re-
liar canoas ou carros, livres de despezas. Os
precos sao os mais commodos.
POTASSA E CAL YIRGE9.
No amigo e bem conhecido deposito da ra da
Cadeia du llecife, cscriplorio D. 12, lia para ven-
der muito superior potassa da lussia, dila do Rio
de Janeiro c cal virgem de Lisboa em pedra, tudp
a precos muilo favoraveis, coin os quaos liraro
os compradores saliseilos.
Vendem-se selUn com perumeas'
palenle ingles e da melhor qualida-
de que tem viudo a este mercado :
no armazem de Adamson llowie
& C.f oa do Trapicho 11. 42.
IECEAHISIO PARA EIGE-
HHO.
NA FUNDIQAO DE FERRO DO ENGE-
NIIE1K0 DAVID W-BOVVMAN. ,SA
RA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ.
lia semprc um graudc soriimenlo dos seguinles ob-
joctos de ineclianismos proprios para eugenhos, a sa-
ber : niocinlas c meias moendas da mais moderna
eonstruccao ; taixas de ferro luudido e balido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; rodas
deuiadas para auua ou animaos, de todas as propor-
ces ; crivos c boceas de fornalbae regialros de bo-
eiro. aguilbcs, brouzes, parafusos ccavilhoes, moi-
uhos de mandioca, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
e'execulam lodas as encommendas com 1 superior
ridade ja coonecida, ecom a devida prestezae com-
modidade em preco.
REMEDIO l.MCOMPARVEL.
Oh que pechin-
cha.
No l'asseio l'ublico, loja n.'.l. de Albino Jos Lei-
le, vendem se ricos cortes de meia casemira, escura
e muilo enrorpada, pelo diininiilo pre^o de 1s rada
um, dilos de brim de Indio 1 800 rs., elidas finas de
rores fivas a 220 o eovado, dilas prefas a linas a 200
rs., chales pretos a 1-<200 cada um, dilos brancos a
700 rs., chapeos de sol de panno com barras a 2-3,
brlns de linho escuros a 220 o eovado, corles de cas-
ias chitas muito linas a 29, a oulrns modas fazeudas
uais baratas do que se vende na California.
Genebra,
Acaba decbegar trusqoeiris com verdadeira gene-
bra de llollauda : vendc-se 110armazem de Tasso Ir-
maos.
Em rasa de Ilcnry Brunn S: C., na ra da
! i,ll^^l,?!S?toiE;ra HESE "'Slli^st?*?00 *-*!?! Cruzn. 10, ha para vender um grande sorlimen-
ue 111,1111;, 1 muito bous a 400, .iOO e bO rs., resmas
! -ii 1 quadernos di papel de todas as cores de folhas
pequeas a 720, riqusimos Irascos rom estrados
muitissimo linos 119200, 19500, 28 c 38500, jarros
de porcellana delicados e de modernos Restos, com
li inlia franceza rutilo lina a 29, frascos com essencia
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frascos pequeos e Brandes da verdadeira
agua de Colonia de l'iver a 180 e 19, sabonetes finos
c de diversas qoalidades, pos para denles o mais lino
que pode haver, agua propria para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras mudas perfumarlas,
ludo de muilo goslo e que se vendem barato, Itsouras
n.uilissimo linas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, para unhas, para costaras, trancas de sedas de
bonitos padroes a diversasilarguras e cores, ricas litas
de seda lisas c lavradas de lodas as larguras e cores,
blcos de linho linissimos de lindos padroes c lodas as
larguras, ricas franjas de algodao braucas e decores,
proprias para cortinados, e oulras mnilissimas cousas
que ludo se vende por lao barato prero, que aos pro-
{trios compradores causa admirarn : na ra do Quei-
inado, na bem conhecida loja de riiudezas da boa
fama n. 33.
Farinha do mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jarome I'ires ven-
de-se superior fariulia de mandioca em sarcos gran-
des ; para porcBea Irafa-sa com Manoel Alves (juer-
a, ua ra do Trapiche n. i.
Monhos do vento
aombombasde repulo par a r cgarh orlas e baixa,
decapim ,naf undirade D. W Bowman narua
do Brum ns. 6, 8e 10.
^No armazem de Novaos & C, ruada Ma-
dre do Dos n. 12, vende-se farinha de mandioca
em saccas de superior qualidade, por 'preco com-
modo.
Vendem-se barricas com farinha de trigo da
I |.i ronlierida marra MM.M, muilo nova, e de quali-
dade igual a de Trieste, chegada agora de Genova,
e por prero commodo : a fallar com Basto & Le-
mns, ru do Trapiche 11. 17.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construcc/io vertical e com todos o mclhoramcntos
mais modernos, tendo vi.ido 110 ultimo navio de
ttamburgo : na ra da Cadeia, armazem 11, 8.
L1QUIDACAO*.
O arremalanle da loja de miudezas da roa dos
Quarteis n. 21, qocreudo acabar as miudezas que
exislem, vendebaralo alini dehquidar sem peda
de lempo.
Franja combololas ara cprlinados, 1 era
I'rpcl paulado, resma, (de peso)
Dilo de peso, resma
Laa de cores para bordar, libra
l'enles de hualo para alisar, duzia
Fivelas douradas para calca, urna
Croza de obreias muito linas
Lencos de soda finos, ricos padroes
Caixa de linhas de marca
Meias para senhora por
I'entesde lartarugaqiara segurar cabello
Gratas de canelas finas para pennas
Dilas de botos finos para casaca
Meias pretas para setihora, duzia
Dilas dilas pira homem
Lacre encarnado muilo fino,libra
Papel de cores, maro de 20 quadernos
Duzia de colxeles
Espelbos de lodos os nmeros, duzia
Linhas de novcllos grandes para bordar
Ricas litas escoeezas'e de sarja, lavradas,
largas
Meias rrnas sem costura para homem
Dilas de seda 11. 2, pe^a
Francas deseda branca, vara
Caixas Pecas de lilas de cus
l.apis linos, groza
CordSo para vestido, libra
Toucas de hloude para menina
Chiquitos de merino bordados para menino
e oulrosmuitosarligos que se toruain recommenda-
veis por suas boasqualidades, e que nao se duvidara
dar om pooquinho mais barato a aquello senhor lo-
cisla^que queira a dinheiro comprar mais barato
do queso compra em primeira inao.
lo de ouro do melhor goslo, assim como relogios
de ouro palenle.
1 boa fama
VENDE BARATO.
Ricos pentes de lartarusa para cibera 19300
Ditos de alisar lambem de tartaruga 38000
Lindas meias de seda de cores para criancas I98OO
Bandejas grandes c de pinturas linas 38, 48 0 58000
Papel de peso e almaro o melhor que pode
haver 19000 e
Pennas de ac, bico de laura, o melhor que
ha, a groza
Dilas muilissimo finas sem serdelanra
Oculos de armarao de ac com graduacoes
Lunetas com ni macan dourada
Ditas com armacao de tartaruga
Dilas com armacao de bfalo
Ditas de 2 vidros rom armarao de tartaruga
Toucedores de Jacaranda com bons espelhos
Dilos sem ser de Jacaranda 18500 e
Meias prelas compridas de laia
Bengalas de juuco com bonilos casloes
Ricos chicles para cavallos grandes e pe-
quenos a 800 rs. e
Grvalas de seda de lodas as cores a I? o
Atacadores de cornalina para casaca
Suspensorios linos de borracha a iOO, 500 e
Penles muilo tinos para suissa
Escotas muilo linas para cabello
Capachos piulados comprido
PILULAS HOLLOWAY
Este iiiestiinavelespeciftco, composto inleiramen-
le de hervas iiieduiniirs. nao conlem mercurio, iicm
alguma oulra substancia delerlerea. Benicno a mais
tenra infancia, e a romplcirilo mais delirada, be
igualmente promplo e seguro para desarraigar o nial
na compleicao mais robusta ; he inteiramenle inno-
ccnle em suasoperaroes e elTeilos ; pois busca e re-
move as dedicas de qualquer especie e grao, por
mais enligas e tenates que sejam.
Entre militares de pessoas^curadas com esle re-
medio, muilas qjie ja eslavm as portas da atarle,
preservando em -en usu, consesuiram recokfaf
saude e Torcas, d >i de liaver tentado intilmente
lodos os oulros r -dios.
As inaisallliclas nao devementregar-se a desespe-
racao ; faca 111 um compleme analo dos ellir/.cs
elleilosdesta assombrosa medicina, c prestes recu-
peraraoo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar esle remedio para
qualquer das seguinlesenfcrmidades :
59000
18200
tilo
800
19000
19000
.500
38000
39000
29000
^ccideutesepileplicos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas nial u .
Asthma.
Clicas.
Couvulses.
Debilidade ou extenua-
rlo.
Debilidade ou falla de
forras para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de gaigaula.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfcrmidadesuo ligado.
" venreas.
Enxaqueca.
Erysipela*
Pebres biliosas.
iulermiltenles.
\ eudem-i
Febreloda especie.
Cola.
Ilemorrlioidas.
Ilydropisia.
ictericia.
lndigesloes. '
Inllammares.
Irre^ulandade dainens-
truarao.
Lombrgai de lodacspe-
cic.
Mal-de-pedra.
Manchas na cutis.
(Jlislriirc.io de veutre.
Pblisicanu cousumpcao
pulmonar.
Helenrod'ourina.
Rheumalismo.
S>mplomas secundarios.
Temores.
Ticodoloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.!
Em casa de Henry Brunn & C., ra da Cruz
11.10, vendem-se .
l.onas e brins da Russia.
instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos parajardins.
Cadeiras o sofs para jardins.
Oleados para mesas. ts
Vistas de Pernamburo.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Navalhas a contento.
Conlinua-se a vender a88000 o par (preco liso) as
ja bem conhecidas navalhas de barba, hilas pelo h-
bil fabriranle que ha sido premisdo em diversas ex-
posices : vendem-se com a rondirao de nao agra-
dando poder o comprador devolv-lls at 30 dial
depois da compra, restilaiiido-se a importancia : em
casa de Augusto C. de Abren, na rna da Cadeia do
Recife n. 3fi.
SYSTEM MEDICO DE HOLLOWAY
UNGENTO HOLLOWAY. .
Milharesde individuosde todas as najOrs podeut
leslemuuharas virtudcsdesleremedio iocomparavel
e provarem caso necessario,que, pelo oso que dclle
lizeram. lem seu corpo e uierobros inteiramenle
saos, depois de haver|empregadointilmente oulros
iralamenlos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessas curasmaravilhosai pela ieilura dos peridicos
que II, as relalam lodos os dias ha mullos aonos; e
maior parle dellasso lao sorprendentes que admi-
ra* os raedizos mais celebres, ijoanlas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o oso de seos
bracos e peruas, dejiois de ter permanecido longo
lempo no, hospilses, oude deviam sotlrer a amputa-
do Dellas lia muilas, que haveudodeixado esies
asvlusdepadecimenlo, para se nao sohmellerem a
essa operario dolorosa, oram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das lar- pessoas, na efuso de seu reconhci-
meiilo, declararan! estes resultados benficos dianle
do lord corregedor, a oulros magistrados, afim de
maisaulenticaremsua aftirmaliva.
Niivguem desesperara do estado desda saode es-
livesse bastante confianra para eusaiarestoremedio
cons arilemenle, seguiudo algum lempo o Irala-
menlo que necess.lasse a nalureza do mal, cojo re-
aullado seria provar iuconsleslavelmenle : Que lu-
O ungento he Mil man particularmente
seguintes casos.
matriz.
8000
38000
29700
79000
39000
100
68000
19500
210
210
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29000
29OOO
39900
29800
19800
00
720
28500
19000
500
biO
700
lloloes linissimos de madreperola para camisa 1-9200
80
19500
200
29000
006
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9000
200
800
500
391 J
(luadernos de papel paquete muito Uno
Bouilos sapalinhos de merino para criancas
Ricas canelas para pennas de aro a 120 o
Ricos porta relogios a I98OO e
j Ricas caixas linas de metal para rap a 500 e
I Estovas muilo linas para uuhas a 320 e
Dilas finissimas para cabello 19500 e
Dilas dilas para roupa 1?, 19200 e
Papel de linho proprio para carlurios, resma
Pinceis finos para barba
Duzia ile lapis muilo linos para desenlio
Lapis linissimos para rascar, a duzia
Uuzias de facas e Carlos finos
Ditas do facas egarros de balanro muito finas t9< jo
Ditas dilas muilissimo huas, cabo de inarfim 15jOO0
Caniveles de aparar pennas muilo linos 800
na ra do Queimado, nos Onah.1 Calilos, na loja de
miudezas da boa fama 11. 33, defronle da loja de fa-
zendas da boa fe.
CHAROPE
DO
BOSQUE
Foi lian-ir 1 ido o deposito deste champe para a.bo-
lica de Jos da Cruz Santos, na ra Nova n. 53,
garrafas 5.J50O, e meias 39000. sendo filso todo
aquello que nau for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o presente aviso.
IMPRTAME PARA 0 PUBLICO
Para cura de phlxsica em lodososseus difireme
graos, quer motivada por conslipaccs, losse, asth-
ma, pleuriz. escarros de sangue, dor de costados o
peilo, palpitadlo no coracao.coqueluche.broncbile
dor nagargaula.e (odas as molestias dos orgaos pul-
monares.
MOENDAS SUPER10UES.
Na fundicao de C. Starr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender moendas de cannas
19200 todas de ferro, de um modelo e eonstruccao muilo
1C200 superior.
ARADOS DE FERRO.
Na lundV'iu de C. Starr & C., em Sanio
Amaro, ocham-se para vender arados do ferro de su-
perior qualidade.
-se estas pilulas no estabclecimento oerat
de Loudrcs, :>j.i, straud, e na loja de lodos os
boticarios, droguistas e oulras pessoaseucarregadas
de sua venda emtoda a America do Sul, Ilavanae
llespanliH.
Vendo-se asbocelinhas a 800 rs. Cada uma dclla
19800 : conten urna iuslruccao em porlaguez para explicar
500 i o modo de se usar deslas pilulas.
| O deposito geral be cm casa do Sr. Soum phar-
19000; maceulico, na ra da Cruz n. 22, em Pernam
192001 buco.
'^ ROB LAITECTELR.
O nico autorisailo por deciso do consetho real e
decreto imperial.
Os mdicos doshospilaesrecommendam o A.-rohp
de Laffecleur, como sendo o nico aulorisadj pele
soverno, e pela real sociedade de medicina. Esle
medicamento d'um aosto agradavcl, e fcil a tomar
em secreto, esla em uso na maiinha real desde mais
de 00 anuos ; cura radk-almeiile cm pouco tempo ___
com pouca despeza, sem mercurio, as all'ecroes da
pelle, impingens, ascOnscquenrias das sarnas, ulce-
ras, e os arcideules dos partos, da idade crilira, c
daacrunouia hereditaria dos humores; convem aos
catarrbus, a bexiga, as rontracroes, e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injecres ou de
sondas. Como anti-syphilico, o arrobe cura em
pouco lempo os llu'ns rcenles ou rebeldes, que vol-
veu iiicessaules jn consequencia do empreo da
copahiba, da cu .ha, ou das injccc,6es que repre-
senlem o virus em neutralisa-lo. O arrobe Laf-
fecleur he especialmente rerommendado contra as
doenras iuveleradas ou rebeldes ao mercurio e ao
iodurcio de polassio.Lisboa.Vende-se na boti-
ca de Barral e de Antonio Feliciano Alves de Aze-
i vedo, praca de D. Pedro n. 88, onde acaba de chc-
' gar urna grande porcao de garrafas sranries e pe-
quenas viudas direrlamenlc de Pars, de casa do
dito Boyveau-I.atfecleur 12, ra Richeo a Pars.
Os formularios dio-i
va, na prara de
Araujo ; Babia, Lima & Irmaos ; Pernamburo.
Soum; Rio de Janeiro, Rocha & Filhos ; e Morei-
ra, loja de drogas ; Villa Nova. Joao Pereira de
Magales Leilc ; Rio (iraude, Francisco de Paula
I .mi i i\- C."
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores decabeja.
das cosas.
dos membros.
Eufermidades da
em geral.
Enrermidadesdoaiius.
Eruprs escorbticas.
Fstulas no abdomeu.
Lepra.
Males daspernas. a>.
dospeitos.
de cilios.
Mordeduras dereplis.
Picadura de mosquitos.
_ Pulmoes.
cllf Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tililia, em qualquer par-
le queseja.
Frialdadeou ralla de ca- Tremor de ervos
ior as extremidades. Ulceras na bocea '
1I'.rlclri,s- -dofigado.
Cengivas escaldadas. das arliculacoes
ncharoes. Velas torcidas, on uod.1
Inllammac.io do ligado. das as peruas.
da bexiga.
Vende-se esle unguenlo|no eslabelccimenlosera
Soru!.drf*"-.3f *"-. a loja de todos osle!
(icarios, droguislascoulras pessoas encarregadasda
i. enfa em ,oda a America Jo Sul, Havana e
II v[i.Ill ll,| .
Vende-se a800 'cis cadalbortlinha.contm nm
inslruccao em portusuez para explicar o modo de
raaer uso deste unjuento.
O deposilo gara he em casa do Sr. Soum, rJjMjr:
mareutico, na rol da Cruz n. 22, em Periam-
mtutotf fwit>o&.
Fugionodia 21 do corrente de bordo do
brigue nacional BOM JESS, o mulato de nome
Raphael, de idade 30 annos pouco inaisou menos,
levou calca e camisa de algodozTnho azul, ler fal-
lo de 2 denles na frente, cabellos carapinhosc ros
(o picado de bexigas : quem o apprehender leve-o
a ra do Vigarion. 5, que seri gratificado gone-
rosamente.
Em da de Pascoa, fugio do silio da Tamari-
sas .^. ra meneo rnn>J2^fX^*StoA1^9m+
ao-sc gralis em casa do agente Sil- i kanato n? """' p.roso- l,",-
D. Pedro n. 82. Porto.'joaquim \ direuS ^fnm. "'^ q.U'bri,d0 "rilna
aireua, cujo vulume he grande bastante, he de na-
cno ; prometiese a qualquer que o capturar, gene-
rosa conipeHsacao, ja que a polica nao cura deslas
a
. jo sai*
x elas slearinas
- Sabliadofi do correnle pelas 11 horas da noile
fuis.o da Csnang, sitio do Dr. Casleiio Bronco.o es-
pedras de marmore para If.'^me'mohr6 """ 0aqailn' p,jehn" P""""*-
m le ao mesmo Dr. ; sao seos siguaes 25 cara 2fi nn
bem retinto,
900
39300
380
400
18600
300
2*400
para 26 annos,
muita carne sobre os olhos, lem o
branco doi, olhos um ponco avermelhado, suissas
ralas, com bigode. e ponUl ;'nariz chulo, allnra a
corpo regular ; bons denles, ps chatos, e regulare.
emquanto a lamanho ; calcanhares rachados ; tendo
| aro sicnal muilo eerlo que he um remend de quei-
i madura sobre o peito direito ou esquerdo, descendo
mesmo aballo do peilo ; e tem muila prosa, lem a
falla naluraimente alia, e um pouco atrevido'; costa
muilo de cantar modas do cerlAo.e por isso, de sucias
' fugio com caira nova de algodao amerirano a-
zul, ramiza nova de riscado americano d'aisento
branco e lislra azul: c jaqnela nova de brim dsl-
godso, cor Prda.e quadros miudos, chapeo de pilha
de carnauba cobflto de tinla verde ou azul; e levou
> no pescoco, he filho de PajeuV,
ira la v ;,e pois muito se re-
t mesas, papel de peso inglez, papel de em- -
brulho, oleo de liniaca em botijas, chico- 5
* tes para carro, pianos de armario, lona e 9
o) brim de vella, cemento romano, armamen- >
lo de lodas as qualidades, cabos de li-
IX nbo e de manilba, pixe da Succia, cbam-
2 pagne e vinhos linos do Rheno: vendem-se 9
S no armazem do C J. Aslley & C., ra da
Sj Cadeia n. 21. @/
>> TAIXAS PARA EXGENHO.
Na fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o cbafariz, contina ha-
, ; 1 1 r r e Pols ne nalursl qoe pa
ver um completo soriimenlo de laixes de ferro fun- ronieiida ans ,1 a. ,,,
,., .,K, o 1 11 comeuaa ao> capuaes de campo sua capnra e aual-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes quer pessoa que ser gratificada levando-o ao'dono
arbam-se a venda, por preco commodo e com na Oponga ou roa do Queimado loja n. 21. Esle
promplidao: enibarcam-sc ou'carrcgam-sc cm acr- **f"v",,, ml'sn, aue ;1sem;"" passada foi preso
. 1 no porto das caimas no Recife por > nnilips do
ro sem despeza ao comprador. | CilIllpo de Vcta de I>orlas e qn, S oailE
DOS PREMIOS j TERCEIRA PARTE DA QARTA LOTERA A BENEFICIO DO GYMHASIO PERHAMBDCAHQ EXTRAHIDA A 30 DE ABRIL DE UH.
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