Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07373


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Full Text
amo xxxn s: u.
"-
Por 3 mezes adiantados 45000.
Por 3 mezes vencidos 5s000.
SUMADO 0 DE JOTRO DE i8oS.
Por anuo adiantado 15)000.
Porte franco para o subscriptor.


ENCAKREt.ADOS DA SL'BSCIUPCA'O l'O NORTE.
Pariluba. o Sr. Joo Rodolpho Gomes: Natal, o Sr. Joaquim
Ignicio Pendra Jnior Aracaty, o Sr. A. de Lemus Braga ;
Ceara.n Sr. I. Joie de Oliveira ; Maranhio. o Sr. Jos Teueira
de Mello : Piaubj, o Sr. Jos Joaquim Avellino Para, o hr.
Juslioo J. Ramos ; Aoiasonas, o Sr. Jeronjmo da (.oila.
PALUDA DOSIOltlU.IOS.
Olin.la loH.>
......... ireaieiaMeas lodia.
i ', Guanos, e Par.lliba, na aeaan felras,
S. Antao, ll.-s.-rr... 11.m, i. Careara', Allial...... ., i rcrca-rei
S-l I" 1'All.o, N.,...r.-i,. Lia H l- -...,. I
t., Flores, \.li.-l. Boa-Vi. a, Oarfcarj Ex',
Cabo, lp..pi,i.. a' i ri ,. ,,
fiawaieii..... nalal: ,( i u-felraa.
-torren.a parir m a. Ir) moa. da mantilla.
1 qa.rlau
i ..-ln.,..
AUDIENCIAS DOS TRI8UNAES DA CAPI1 \l..
Tribunal do commercio : sesiituijs e quintos.
11 :l .. > : lerdas feiras e sahbsidos.
Kazend" : quarta* e sabbadus as 10 hora.'
Juizu do cotnniercio : secundas as 10 boras e quintas ao rucio dia.
Dito deorphus: segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel .- segundas sextas ao rneio dii.
Segunda vara do ci\et : qujrlas e sabhados ao me o dia.
EPHEMERIDESDOMEZ DE JANEIRO.
6 Qtiarto min fritan te as 10 horas e 2" minutos da tarde.
I'i La nova as 3 borfl e 1.1 BQUtOfl i ri.ahh.ifl.
22 Oudriu escnicas 2 horas e 37 mlnutosda larde-
2'J La clteia as ti horas e 152 minutos d*i in.-inliaa.
PKEABJAH DE MOJE.
Primeira as B horas e 1S minutos da mauhJa,
Segunda as 5 horas e 2 miuutus da Urde*
DAS DA SEN \.\A.
25 Segunda. A coin* N dB S< paulo ap, S. Juvcntino.
2( Terca. S* Pohcarpo ; S. Malbilde r..ii.l,.i.
27 ijiirta. S. Jui. Llirvs->L<>ni(i b. d. dfl gDBJI*
2H Quinta. Si. Le iDidaSj Flaviano, Galaiirc*. e Thvrso nim.
29 Seiia. S. Francisco de Salles b. : S. Pedro Tliomai c.
30 Sabbado* S. Uarainluv. n* S-JaeJniba r fr.
31 lJuiuingo. S. Pedio NoUfCO fundador; >s. Cvro e Tacio mm.
E.N'CARJkEGAPOS l'\ SI I.M.HMW 0 DO M I
Alagoas.oSr. ClauJino FalcM Dina U.%I.j, o Sr. D. Duprtd-
Uiu de Janeiro, o Sr. Jmo Pima Martms.
EN I'KK\AMItli.O.
O Ptoprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa de Fara, na aua
livraria. praca da Independencia ns. A e V
PARTE OFFICIAL
p
POYO
o peinara por alguna momentos. Mas ein breve patine, eom os assignanles do o Diarios, exprinnndo
veio o desensao. A caita de desculo s.i podu lo- os ineus votos arrenle pela grandeza e propeniade
mar em descont as boas letras, e com terror se vio do impeli. Polla elte camuhar sempre coro um
G0MMAMJ0 das armas.
eja*rtel f amoral do consolando daa armas Jo
Poroatabneo na eldade do Recite, coa 2X de
Janeiro do 1S58.
ORDEM DO DIA N. 15.
Ilaven !o fnaliado a licencia de um m.z que o
S leuente da companliia fu d cavall.ria rleta ,
ItaaroiCfO Jos Joaquim Coellio Jonior blete por El'"' oma Para descontar letra, mas nSo de l.ockn.iw, onde se li.ivr.nl concMilra.1 > r
a"n*o do mioislerin ulli'oo, para se demorar ni provincia da U.ilaaa. 1ae *<* aonima al puucos. das descontada pela Delhi. que nlrniueavam a oarnii;o inglcja. enlrin-
e oo lento feilo a aua apreaenl-cSo. o briza- me!ma ''"* "'l0 chcaou a Irea millie9 de marcoi cbeirada na sur. reMdrnria, (oi lomarla pl.> central
is ioUrino, lento em d ">" I em ehefe, Sir Collins Campb.ll. Fo o ulmo cor-1
bnlrelanlo se lornavam de.favoraveis a< esneran- reio de Uomhaiin que nos ironxe os promen.rres .les- '
cas de se realisar o empreslimo de dei milbes de le supremo e sngrenlo failo. O general liieanri a
marros de B.inro. O Banco da l'ruasia precisava para 13 de nuiemhro, em Allumbacb, ponto foriili a lo
91 mesmn a sua prala. em ronsequencia da cris que a :l milhaa ne l.ucknow. e immedialamenle cuine<-uu
peno, rolsa ei.e camiuliar semine rom um
que o numero da9 letras boa i era mullo diminuto, passo li'me n*s vas da civi|i9^c.lo e do progreno,
lo era 1990 de admirar. qDe aillo abenas diaule de si 'u.si ell fnzer aem-
Aq.....ia Suecia, na or, b 1, na Dinamarca, na pre um ronlrasi. sensivel rom la repoblica deeor-
limlalena, c no inlerior da Allemanlia, coulinua d -nalas que o cercam. e desl'.rrle al'rslar ao m-91110
vam as banca-rr>la, e cad* b.ioca-rola ecada sus- lempo, poraule o muu I >, a prudenri. do seu
peusao r|e pasamento s* f./.i. inais no menos sen- I e a eicrllencia das saaa insliluirit-s !
Iir em llnlini;., e lir.ia o valor a' gran le quan- A qalnxeoa que se flnaliaoa os lrone a polica
lia de lelras que se acli'am nos porlefomll!. de uroecentieimenta decisivo 11.1 India. Acidado
em eran-
Ihdos de
deiro commandante d.s arma
visla da parle que a semelbanle respeilo llie en-
dereijou em dala de hnnlem o reipectivu Sr. c.piliao
commaudanle, e o que tletern.in.i a le de -2i< de
maio da 1835, declara ausenleo momo Sr. (eoenle.
que val ser chamado por edilal.
Jo.io Jo-c da Cosa Pimenlel.
EDITA I..
J0S0 Jus da Cosa Pimenlel, goarda-roupa de S.
M. u Imperador, conuneiilador daa urdena de S.
Denlo >le Avia e da Rosa, cavalleiro da or.leru
imperial do (".ruieiro, condecorado com a me lalha
de nuro da campanba do estarlo oiienlal do L'iu-
guaj, liri^al-iro do etercilo. inspector aei.il di
arma de aililbarii, o de idilios bellicos, coir.man l.nic das armas inte-
rino da provincia de l'ernambuco, por Sua Ma-
seslade Imperial e Constitucional, que Dos guar-
daj, ele.
paco saber ao Sr. lenle da companbia Pisa de
cavallaria riesl. soarnicAo Jo-c Joaquim Coellw Ju-
nior, e a lodos Bq'jellrs que poderero e quigerem
lazr cheizar ao seu eouliecimenlo, que n3o se leudo
elle aprestnlado em lempo da licencia de um mez
que obleve por aviso do ministerio da guaira de 2G
de novembro ultimo, para se demorar na provincia
da Babia, f'i em ordem do dia de boje, sob o nu-
mero 15, declarado auseule, e he chamado pelo
presente edital para que se aprsenle dentro do pra-
zo de dous mezes, a contar da dala des e, sob pe*
na de proce parecimenlo nos lerraos da Ici d (i de maio de
1S35.
E para qoe o referido Ihe consle. fie larrarin pr-
senle elil.il que assiiznei, c flz sellar com o\ sinele
mas logo depoia da sua partida, o (averno dosullilo
recurren os meios de fazer cessar semellimie altado
de eoaun : oro jniar fui dado pelo minialerlo dos
no-.i-io'. eslrangeirns, AIPaclii, em que Mr. l'hou-
venel e R-scln 1-Parba se arharain reunidos pela
primeira vez. II poil o embaite.lor de l'rauca fez
a :l de diaembro ornavisilaao grUo vhrir qoe lli'a
p.gou a 25. Os l'siemunli .9 de esliraa e lympalhia
luram reciproramenle Iroca os neslai doaa anlrevil-
lai, ea reeoncilia(Ss r.i cmplela. Da-se grande
Imponencia a eme resiab.lerimeniu da boa iolelli-
geucia eulre a Iranra e a Forte.
Compre-me ain la dizer-llia ilgumas palavras acer-
ca da crise, cuju lim cu eiperiva aononclar-lbe no
iul-resse de I0.10 o mundo commercial mas que des-
srar;ain*nle anda dura.
.ilii reinava igualmenle ; altm disso os homens ale
eslado prusianos fcavam dt cerlo modo receiosos
por causa da rpida mu lan a de oplnilo das aulo-
rida es de llamburgo. Apenas llamburgo havta co-
meta do a u.gociar um emf restimu de 4 ale G mi-
nina. ,|ue determina o eslabelecimenlo de urna rai-
as hoslilidades. Parachogara residencia n le se i
eehovatn com o general Qavelock e seos soldados, ai I
mulheres, os meninos, os doenles e feudos, elle fui!
obrizadn a abrir caminlio alravez da cidade occopa-j
da por immenso numero de insurgidos. Cada polle- '
gada da (erreno fot conquistarla cusa de um com- '
sa de iiescontu com 15 milli'ies. Que garantas tinha bale sngrenlo. As per las de Sir Col ns Camph-ll
a Prussia que essas snmuiss em breve nao se loma- i foram immensas, elle proprio ficoo levemenle fen.lu,
riam insullicienles, e que a Praes.il fazendo o em- mas alinal ilepois re quulro das de lula cncarnira-
preilimn se nao privara de'se modo dos meios pan da, o general mglez chegoa al a rosi lencia onde i
lazr lace a' cnae no s.u proprio paiz, >em lalve elle fz a o j.inr^ilo com os geneiaes llavelocke'
elliiMzm ule Iranquilli-ar a clise de llamburgo'.'
Em breve, as ueguciai;5es ptndenles em llamburgo
nao hverain nenliuta resultado. A litaaeio era tris-
lissima, mas felizroeole :liegoo a salvat^ilo de
Viene. O in nislro de llamburgo naquella corle
talrgraphou liaver coucluidc eom o Hinco nacional
da Austria o desrjado empreslimo de ID inilhoii de
marcos de Banco em prala '
O Banco de Viena, inso vavel, se aeliou apo-
9it;3.> de poder emprestar a llaabarge III milhOes
em prala. O neocii facilneule le eipiica. Jua-
Oolram. Iiiiine.iaiameule lomaram-se me das pa-
ra lazer evacuar os feudos, os doenles, is mulheres e
os meninos qoe foram enviados! a C.wnpore, onde
chegaram sem que SiHrese a menor aggressAo.
He este um leaaltndo nai imporlanle, que -anun
cia o lim iia lula ; mas Sir Collini Campbell anda
lem que exeruiar urna rude e lonja larefa. Tm 2
mil homens sob su .9 orileus. inclusive os auxiliarrs
indgenas, mas lem diaote de si 70 mil inimigos es-
palhadoa no reino deOude, e que cumpre vencer ou
em campo raso, se uus.irein lenlar urna halalha, ou
nenie por su o B.r.co de Vieoa insolvavel, e por alacaudo-os separadamente as numerosas foria'ezas
isso nSo obligado a trocir os seus bilheles conlra pra-: que cubrem o paiz. A populadlo do reino de Ou-
' le he mu bellicosa, he ella qua'rompuuha especlal-
la, ell- polia p.rr algum lempo dispr d'uma parle
da prala que se arhava nis seus deposid.s, isso
taulo mais, porque alean da imlubilavel ieguranc;a
que ull .recia ll.iubuigo, se oblinha um juro de (i
por cenlo. E mais, o prop io in(ercs*c da Aoslria
I aconselhava a concaitlo ltsse empreslimo por se 1-
! cliar
las arm.s .mperiaes, e que ser-' publicado Has ga- | ii,;,'nbVIgo.C<""""!C"' "" "" '"m" ",'^'-> C""'
l'.iir.-i ii.i 1 aqu em II imborga se convencern),
qoe nao sa oblara uenlium r-sudado, empregainlo a
zelaa deila rapilal.
Qiarlel general na cil
laneiro de is'i-s.
J0S0 Jos da Cola Pimenlel.
do Kecifa, era 2K de
CORRESPONOEECIAS DO DIAHIO DEj PER-
RAMBL'CO.
MAM DIRIJO
5 de Janeiro de 1S">8.
Durante as ultimas semanas a altenr.le eral fui
preoecupada pela crise luanceira e commercial. Na
lunilla ultima de dezeinl.ru lindo ja falle! idos seos
elleil s iiosta pra^a, e para melliur enlen limjenlo dos
seus Isilores voo resumir as primetrai pilases do de
corso da crise.
Em llamburgo se viva na melhor espera ira que
a crise r >mpi la nos Erla los-Uoido, e dalli passada
para a Inglaterra, nao nrejudicana mu gr. vemou-
le o coinmercio d'Allem.iulia quando a b. uca-rota
d'uma casa de Londres, mudo engsj.ila con cas-s
da buecia e por eslas com ll.mhurgo, fer de re-
peule vollar una -^ran le quantia de letras md "*a-
dis por una casa -lesla p-.^a, que ni 1 po 9 re-is.
lir a s*e golpe. I na leotaliva de occ.rri r a casa
embarzala, n.lo leve o resollado dea-jad 1, e em
consiqusiicu quisi todas 09 casas dests pri ;a, com-
prom Mli.ias no aceite de lelras da Soccia. se viram
obri^adoi a cessar os seos pagamenlus. E talo em
21 de oovembro se eslabeleceu acomp u'iia de
garanda do d'.cuntopard, por reala de e.'ipioro
segundas lelras, conjurar-se o pani-o. S lija en
poucos dias easa comnauhi nao se achu com for-
.,as p 11 1 izer face a' impeluosida le das ci.cuins-
Uncias, e ce'soo a sua aelividade. A praca que mo
ochava nutro modo des.il.acao, dirigi- -o ao go-
verno, reclam nido o seu suecurr.-. O goveiuu acce
deu a e.sa evigeucia. e approvou o plano prnpoalo
pelos repiesemanles do c irmercio, a' askim cba-
raa la lep. rimento i'uins ios iluii.ao para fazer embreslimos
sob-e gneros. A teparlicjao das Baaneti Fui aalo-
isada para emillir bdlieles na i.npnrlam la do
millioas ie mreos de Banco, e eom elle,
presums sobre gneros na imporl auca
66 1 |l por cenlo da seu volor. Mas lamben
di la em poucoi (lias se m slrou insullic
preciso fazer-se novas tentativas; as ce'
pagamentos se seguiram com urna rapidex
ra, e ain la nao se poda prever o lim. Depi
azer em-
- SO ale
esla me
eme. F01
atajea de
alerralo-
is de ha-
verem cahila as casas envolvidas cun a Slueeia, se-
gdiram as casas dinam.rquezss e ora guezis, e
lim" das en qne suspen leram 15 ala esas.
O iiiiii o foi Ilimitado, e apresenlaram-ie os planos
excenliicoa para salva^nO.
A lepula^Ao do commercie projecloa o plano de
enmtir o Estado papel-moela na impdrlancia de
Irinla milhOes de marcos de Banco fiom cir-
io Toreado. Couvocoa-se a asironlos idos noli-
veis, a qual em ses.au do dia 5 de dezembro appro-
vou qoasi unnimemente o plano da roesroa depo-
i;io lo commercio. M.as o sealo si oppoz a dar o
seu vol declaran 1 i-ae contra a emis-ao de papel-
miada c un corso forgad,. porque isso seria urna
grande calaiuidade p 1 .1 II nnburgo e leria por con
tieqiieocis a sa'iiJa da (trata do Banco, e privara
em pouco lemiio a pra^a do llamburgo dos seus de-
psitos de prala. Ja alguna das aules, o senado l<-
nba enviado a Berlin um empregado da repartidlo
dos fioau^as para negociar com n governo da Pros
su acerca de um empreslimo de 4 ale 6 roidies de
marco de Banco, e esio fe. lelegrapiiar durante a
sessao da asaemblea dos nolaveis, em 5 de dezem-
bro, qoe o governo prussiauo leudo conheeimento
do plano da depulacAo do cnmmereio tirilla suspen-
dido as negoci.iiuies acerca do empreilimo pedido
por llamburgo. Easa Bllela deu ao senada a forja
neces.aria para fazer resistencia aos nolaveis, e lio
di 1 aglate o iii'.rao senado apresenlou um novo
plano que era o eslabeleci" eulo d'uma caixa de
aJsac inlo do Eslado com um capital de 15 milhes
de. marcos de Banco. Para procurar estes 15 mi-
llui o senado prnpoz depositar 110 Banco de llam-
burgo o valor da 5 inilhoes em fondos publicas per-
leiiceiites ao Eslado, e de fazer um empreslimo de
ID milhes em paiz exterior. A nova proposta do
leado fui eppruvada quaai unnimemente, e no
dia 7 a nova caixa de dcsconlo eulrou em aclivl
dade.
Pareca asaim conjurada a crise, ao menos pra-
prala emprestada na caixa de desroulo do Ella 1".
Alcm d'iso em 10 de deiemliro, cinco casas de pri-
meira ciasae de.la 1 1a ;,i doe araram ao senado, que
se achavam obligados impendern os leus pagi-
meulos em poucos das, se uto fos.em ellas eflicaz-
meide soccoirnlis de outro modo, do que conlra as
lelras dos seu. porlefeuille>. Isso produzio elleilo.
A suspeinao d'essas casas lena causado urna destra-
ta indnivel, o lalvez obrigada dom lerdos da pra-
(1 a impender igualmente os seos pagamenlos. O
senado de novo convocou o natafal para o da 12,
liara proptir o soccoiro das casas de influencia. A
asseroblca dos nolaveis approvou a (itoposla do se-
nada, uomeandn para esse lim urna eenuDiiago de
connaiica, a qual |.go enlrou em aclivida e. e desde
esse momento ccsiou o pnico, e a cn-e lomou um
caracier mei.os drsesperaiio lie verdadt que con-
linoaram as quebras de l.c- casas, que nao podiam
ser salva-, 111 .s linha se a certeza i(ue com o soc-
corro das cinco grandes casas a grande Miarla da
praca esta A salvo ; isso fez renasesr a conlanca, o
Imlifiro a|>p.ireceu de novo, e penco das de|iots de
haveteio cli-galoos oiloa del roilhoei da Austria, o
li meo riu notite di lia cria.le enip. entoo ao B mea de
Roslork dous niilhss de marcos em prala, a rlgaai
din rnaii larde o Eslado di l.ubeak concluid um
en.pieslimo de un milliAo de marros eo'n om casa
deila praca. C-imo diaie, a-:riie aioda nAoacabuo
uiciraiiieiile, e lubretodo se receiam as nolici 1 rjae
deven Irazer os ptoxlmoa paquetes Irarisall.nltru-
mas ai prlnclpiaa difliculdailei te arham vencidas.
e com nova coragem principiamos o novo *nno,
Ooanlo a poltica malte (n.uco ha a dizer.
A conferencia id Pars que aleve Iralar da finI
sol:
neme os regimentis dos rpavos a sold da compa-
nbia, e deve-se aguardar una lula desesperada:
mili a disciplina e o valor das tropas europeas ven
certo fcilmente semelbanle resistencia. He islo
para 09 inglezes smenle una qucslao de lempo.
O que se fara' porrm da India a.sim que a rebel-
I1A0 liver sida vaneidl '.' Na miaba caria preceden-
te, dizia-lhe en que era mu provavel que o governo
da India fusse lirado a' companbia, e que os jornaes
inallllam n.ui furlemenle nesle sentido.
Hoja leuho um fado mais positivo a annonciar-
Ihe. .N'uma reuni.lo geral dos accionislas di com-
panbia das Indias que ha pouco leve lugar em Lon-
dres, lendo um membro pergunlado ao presidenle
dos eilalielecimenlos a rfs(ieito do lull que deve ser
aprsenla lo ao pailamenlo qcerea do governo indio,
o presidenle Ihe deu a reipooli seguinlaa: 1 Eu e o
vicepresidente Ovemos sabbado passado ama entre-
vista com lord Palmerslon, qne nos romrounicoo
que o mini.lerio lenciona propr ao pailamenlo um
bil para que as posseses de S. M. na lilia sejam
collorarlas sob a auloridade directa da coroa.
Asaim a que.lAo esla decidida, salvo a approvai'.1o
parlaroenlo que u.l 1 pudea fallar ao bil, pois
que a opinilo publica e pronuncia raui cnergica-
menle conlra 01 aclos da companbia, que aecusam
de ter feilo naseer a Imarreitjao em consequencia da
sua incapacidade e do seu roao svslema de aduiinis-
IrarAo.
Esla grande reforma val modificar complelamenle
a stluacAo da India que faro, sob u governo .11 me-
Isnpole, prugresos muilo m ns rapi ios na Mirada la
emiisacao. Oulr.. fado, lalvex na 1 menoa eoniida-
ravel, esla lainhem em vrspera de re.lisar se, e e
lieos couliece luda a nfloencia eivill.adora que e.le
faci lera sobr. a ludia e sobre a frico oci lenlal.
(.lucro fallar do canal projeetado de Suez entre o
mar Mediterrnea e u mar Vermellio.
J.i Ihe lenho dito algumaa palavras acerca desle
negocio e da oppoaifllo que o minisicrio ingle par-
ela decedirlo a mar eieeafaa do canal. El d 11-
leinenle lord Palmer.Ion roceiiva qaa aslegra-ile
fado, mudando as vas de c .mmuni.-ac.Ao exi.lentes
do
icAo da |ue-t.i 1 do* prini ipa los danubianos l.m-
Irem anda nao se reuni no mez de dezembro pas- I''""' \, ,"'D" e a I"ll,a' y0'*' P"'encias .enlio-
ras do Mediterrnea, e.peci .Itneule a Franca, dema-
ndo.
Aeeic da quesillo enlre a Dinam'rc e a Alte
tnanha conlinuaram as ueg-Tiacdes, roas por ora ni-
do s- sabe de qualque. leudada ''ecisivo.
O estado do .sude de el-rei da Prussia lie sempre
o mismo. J ntlo he mais queslAo de poder elle de
novo encarreg ir-se do governo. Muilo se discuti
as ultimas semanas em l 11 n a queslAo, e que
inaueira devrra itr continuada o governo quando
se bouver lerininailo a mi.- .lo prirui, e da Prussia.
r.illav?.-*e da puasdnlid.de da abdieacAo de el-re,
mas pret*nde-ia boje que nao assignai elle o doru-
uieuio de ali liracA ScgOl do a verba da cunsiilui-
5A0 deveria-se eslabelecer a ama regencia, mas lau-
to a corle, como o p.irliiio federal se declaravam
conlra a mema regencia po icquerer ella a COOpa-
racAo das cmara*. Parece qoe nos ltimos alia
houve urna decisAo i favor na conlinuacau da dele-
garlo oq goveruo no piincipe da Prussia eom pode-
res mas laigos
Eis aclualmente o estado dos juros nis dilTereiites
pracas da Europa :
Londres 8 (>|0.
I'aris n o.
llamburgo a K fjfl,
Berln > a 7 oi<*.
Auister lam 7 ij|t*.
\ lena o'Auslna 5 a' 7 0|.
Tarn 10 01O.
Madrid S rj|0.
Ns Vork 7 a' 12 ()|0.
Conclnirel rom orna Irisle noticia : o consol geral
do llr.sil em Haraburg", o Sr. Coria, perdeo no
da 7 de d.zeml.ro o seu inlelligeute o eslimavel li-
Ih", llippolv lo Cumia, de u na muleslia do pello de
que 01 atacado no mez de igoslo, e que rea'slio a'
lodos os esforcoos da modicina e aos cuidados di sua
extremosa famjlia.
I'.i-se lodavia o-na mlhora sensivel: ns'Bancos
livre aoi inetoi, redoiem a laxa d >. desconlo em
lodaa ai pracal da Europa: na Inglalerra onde a
crise lem solo mais vivamente lenli la, ain I;, s.. lo-
man glande, preeioa-oea. e o Banco reduxie tmen-
te o juro de lll Op) a s ol(l. Em Franca onda a il-
liii.lr do romm-rcio lem lido melhor, o juro foi
bailada pelo Banco a 5IrR) ; ma e-las rednredes
provam qoe od nheiro abunda, e q-.i. eonfian(a
reuasce : ellas nao provam que os colisas cornmer-
ciaes lenlum alravessido complelamenle o periodo
de oppre-sdo, e ene nlra 'o un movimenlo d-' reila-
beleeimanlo. Com clf-io, 01 trabailios commcrcta-s
e lnanceiros anida nao sohiram do ela lo de lorp n
em que a crise os nergalh : a e-peeulaeAi que he
a alavanca du commercio, nao ousa lenlar n .vas em-
preat, poil qoe be ella que mais lem loQrido com a
diminoi{ao doe prero.. He necessario poi9 ainla
um ceno lernpo para liquidar aa pardal que bto
sido experimentadas, e em que cada um lera' a sua
parle, ou dtreclamenla ou por va da repercus-Ao.
Mas esla liqtidar,ao esta em b.nn catninho, e se de-
vera'operar sem nov is desa.lres, em virlude das
facilidades que dAo 01 Bmco, e da almn tanca dos
capiaes que le realisam pela ale, geral dos ell'eilos
pblicos.
A poltica em Franej esla' iempre mu ssreni. O
governo faz preparar por meio do Oeotalbo de esta-
llos projerlnsde lei que devem ler apreseiiladoi ao
eorpo legislativo, qoe e reunir' a 16 desle mez.
Enlre estes projecloa, cilam um qoe lem por objeclo
suppriniir ai leis aoure arara, e de\ ir fti parle* o
dreilo de proceder como entenderem a laxa do juro
do diulietio, linio em materia civil, com 1 em ma-
lcra c 11.-n,.re .1 : o Brasil jj' goza desle muilo an-
oos de-la reforma Hlotir, e a Franca esla'sobre
I esla quaslAo econmica assiin como sobre mudas 00-
Ira9, do qr.e o Brasil. O no.so paiz, apezar da. pre-
lenaSe9 modas vezes jastiQcada per una civilt-icao
deseiivulvida, sacrifica modas vezes .' rolnia : na
se desembarace voluntariamente dos seus velhos
obstculos, e ale 110 lelo da conseibo de eslado, ape-
zar da vonlade mu eoohaelda di imperador, esla
quesi.io da lilicrdade do juro do dnbeiro enconlra
mudas resistencia.
Nada anda est decedido, na Prussia, acercado
eiercieio do poder real. O que pareca csrlo be que
el rei lre.lenco (animarme anda mo esla em es-
lado de reassumir o poder real, e que a sua enfer-
nidade linda esla no miamo, islo he, a sua memo-
ria lem laes Incurias que elle nem sequer recouhece
as pessi as da sua intimida le. Dizetn qoe o prin-
cipe real quiz.'ra -iniplesinente fazer prolongar por
uro anuo a delegsfle que Ihe fii relia do poder
real : ras asseveram que este expedienls encontrara
obslact los na. cain.iras p.-us.ianai. q io pretenderam
usar do diredo que gozatn da deferir-lhe a re-
gencia.
Un desastre Itrrivel acaln de fulminar o reino
do sepiles No dia e na nade de 17 de dezembro,
um lenamolo de eilrema violencia causoo immen-
.'s deeaalre ne provincia Citerior e na provincia da
Baslilicale. A ci lado principal, ? denza, licou com
todos os seus edificios de-lrui ios, r ralhe.lral, os tri-
huuaos dcsabarain, e ella aprsenla n a-peclu de om
mouiAo de ruina. Doz.e al leal alUo qoai iniqul-
ladas : ennlan-M em duas .'enlre ellas 7no vicli-
mas. iOU em Caslella e :iOO em Pola. El re I-
Napoles enviou imine lielamenie lo las as leudas do
exerciln para abrigar ai vletimai desle deiislre.
Lngtnl.eiros, eiifermeiros, Iropm chegaram aos lu-
gares jara Irabalbar na. ambulancias e con-lrun
barraca*. Nuvos abalos Overam lug ir na propna
enlate de aples a 19 e 2U, mas sem acciJente.
Pars 7 de Janeiro de 1H5K.
Eis om novo anuo que comees, e permillir-mc-
ha que em primeiro lugar eu dirija aos seu. ledo-
res, |iara os qoaea j 1 suu um velbu conhecimenlo, os
votos que faco pela sua pros leridade.
Embira eu nao lenlia a benra -ie pertencer a na-
rao braiileira, nada do que prrleuce ao Brasil uAu
me he indilTereiile, e be para mim orna duplico fe-
lichlade poder contribuir pata que a Eoropa aprecie
o Brasil, em um dos mais c. nsideraveis jornaes da
tranca, e a inleirar o Brasil sobre as eouial euro-
peas, em um dos rrrgaos ma9 imiorlantes do imperio
-.il-aineric.iii.. Prrmilta-me poi, n momenlo da
renov.ie-'io do auno, rnir-me om cororoooicaco sym-
MABTii.4 de n\mu (*)
POR MAX VALUEY.
XV.
Conllnaacflo.
Emlim a polla abri se, e enlrou Manoel. A tic-
una bnlliou nos olbos de Marllia, a qu.| precipi-
tou-se para elle. Nana primeira momenlo 11A0 vio
na la ; mas quando Manoel assenlou-se a seu lado
no sof', ella reparou em sua pallidez e aJrairou se
de seo silencio.
C uno eila' vosii pall le '..,. Q ie lem '.' dini
com voz inquieta.
Manoel na sabia iliisirnol.r, e respondeo :
Nada, absolutamente nada, tloe houve entre
vosav e sua lia'.' Mo euleud utna palavra de!
sua caria.
'.erlainente havia granile dislancia enlre essss im ;
I iv .1- piuiiiinc liisci-m vi-ivel r tnl..iiu.;o.e a expa-
lio de alegra, e as ellu-es de lernura qu" Manila ;
-ouliora. Todava o corarAo de urna mulher, que
ama pela primeira vez, cncerra laes Ihesouros de
nonlaBssa, que a llovida 11A0 pude entrar nelle.
Alero dalo Marlb* eilava por si raaaaaa lo commu-
vida qu> a perlurb.iolo de Manoel pareria-lhe na-.
toral, e uo vio em sua cunuiilade seuAo urna al-
fe.-luu-a S"licdu.le
__ Que impela n que padec".' dsse ella. Agora '
luto e-la' 'sque-ido.
Paren M noel deaejava que Marina fallas-e. por-
que n.io tabia a que Ihe di.-esse. Demai quena .a
ber ji-l .menleo Miada das couias. Iiuillio, o por
lim ella obedeca Ihe.
Manoel leu lo a fronla apolada na m.lo pareca 00-
vi-ls altcnlacien'.e, ella |oiejuiga lo mu com-
movlde p-l aeOl loiTrimentM, C pelos in-ullos que
reeebera. E'ilre.anl 1 i--init lava-llie milito cui-
dado. CvOM lena ella podido compadecer se de OU-
() Vid Diaria u. 21.
Irem. se acbava-se liio inl. I A vista da iniillier a
quem tanto amara produzira nelle tima imprenio
I rn I vi n I Bem n senta, ain iva-a anda ; poim a
vida do eoraco datura de ser-llie sollicienle, elle
eonhova (miras j-it.ees, culros guzos, e o pensa-
meiito de qoe dah eu, diai le devena encerrar.e
evrlu-ivamenle com ella, enchia-o de folla. Un
phrase de .alarlha arrancot -o cmliiu a suas som-
bras medilHCes.
EniAo taiga que soa lii ignara sua viuda para
a ll.'-t'.iiilia..' disse elle tnli rrunipen to-a pela pri-
meira ver.
Di cerlo ella o ignora responda Marine, e
provavelmenle ha te ignoia-lo anda por muilo
lempo, porque nunca leve relaoAo alguroa com a
prima de ininha inii, e esla'mudo irrdala para
cuidar lio cedo em ter inforroac.es a roeu res-
pedo.
I'm relmpago de alegra aliavessou a alma de
Manoel. Seu destino nao ira pois irrevogavel :
M.nlha [.odia recobrara dlei;Ao da lia, sua nnue-
za.e elle sua liberdale. Mal como romper com a|.
la .' Como (./-la compre'.eiider que devia vollar
(ara a Franca? o rgoWme naiconbece ubstaco-
loi. Logo u. Manuel enlrevira a possilnlidade
desaa sulucAo, devia lenlar ludo para cliegar 1
ella.
He nma oecMridede, liiia elle coih-lo ; he
mais do que isso, he um devir,
lie-de alguna InilantM Mar haguardava o silencio.
Mirlba. di.-e Manoel, ir em mea imnr .'
Ella rwpuadeo li- eom um ulhar mais aloqueole
do que lodos os prule-los.
Pois bem, conliiio.ni SJluoel, eu seria um e-
goisla, um humem inJigno e seu amor, iniuno
iiie-iuo de sua estima, se n.io live.s. |,,,[0 a for(.a de
11.....nlar esse amor que he lo.la a imiitia vi 1,.
IJue quer voss dliei'.' iuteiroinpeu Marllia es-
lupefacli.
Que ii3o posso aceitar 01 sacrdieios que vo:s,'.
quQr zer-me. que ote poeto normillir qn renon-
eie por mu respelto a lu fomdia, ao f,ir,ir,, (.,,_
Ihaiiieque llie tila re.erv i i, ( .na palavra de ter-
nura, n irieii.r ano oe lubmHita m.le f.ze-la reco-
brar e ilTeicio de sua lia. llevo exigir qnevom} diga
es.a palavra. que ds> es-c pa.su. Miulia vida ser hor-
risel. Condemno-me sio eleino deses|.eru, a tierna
liada prepon lerancia nos negocios da India. Ele
previa a pos.iliiliilade de urna guerra, e nesle casi,
parecia-ll.e que as po.sess.s a.ialicas da Inglalerra
hcariam expo.tas a graves ur go, em eoosequencil
da f.cililade que tena a Franca de se apoderar do
ranal de S lez. e lransp.irl.ir a lola para as Indias.
O commercio nglez purcn Bge parlilhou esla ap-
|i rlien-nes: ha para elle tara vinlagim a tirar de
urna va de rominunic.i-a 1 mais curia de nul-de
com Bombaim, Madrasta eCalcoll, queesia cou-i-
derafAu o induz sobre todas as oulras. e elle se pro-
nuuciou unauimemenle em favor do canal de Suez.
Lord Palmerslon foi obrigada a respeilar e-sa ilis-
pM{lo dos Mpiritoa, lano mais quaulo as necosai-
dades da guerra loruaram paleuls a grave culpa que
elle commeltera 11A0 se iproveiliodo da ollera que
llie lizera o vice-rci .lo l-.gvplo, de fazer passar pelo
isllirno as trepas ingle/o..
luisomeiilen.nl larde qoe elle reecorreu a este
meio, que produzio perfeilamenle um bom resuda-
do, c que diminua dous meze. o trajela da India.
Desde enlAo lornoa-ie claro a lodos os olhos que um
canal que poup rsse as despezas de iransbor.lamen-!
los fura inliniiameole preferivel, e a causa do ra.-a-
menlo do ialhm 1 foi gaulio. As.im lord Palmer,Ion
que se 11A0 obilina contri a opinigo publica, ja tu-
mou urna metida mu s gnilicliva ; mandn con-;
videro embaixai'orde Inglalerra emConatantina-
pla, lord Slralfor.l de le I I lie a aproveilar-se de
una Heanfja que linha sido preceil'iit-meule cunee-
dida e a deiiar sen poslo. Com efleito, lord Red-
clifte parlio de Conilanlinopla a 12 de ciezembro e o '
l'legrapho nos onnenciou a sua ehegeda a Trie-te.
Ora lord Redcliffe lem sido o aiilagunista mais deci-
dido do canal de Suez : fui elle que lizera esfurc as I
junio do suli.io e dos seus miDlatrof, para que illese
recusasse a dar 10 vice-ioi a autorisncAo si 111 a qual
ela graiirle obra nao pode ser emprebendida. A
parlida deste adversario obstinado supprime pois o
principal obslarulo, e como o chefe da empieza, M. '
Ferdinand de l.es-cpa, se a. ha ue-le momenlo em
Con.lanlinopla. com.. elle he poderosamente apoia-
lo pela embalvada franceza, pode se esperar que !
os obstculos lljam promptamente applainadoa.
Pdese ainJa mais conl.r com iilo, porque urna i
aproximadlo se acab de operar enlre u embaixador I
franez, M. lhouvciiel e o chefe do ministerio loren, 1
HesciiiJ Pacha, grao visir. M. Thoovenel vira com
desprazer a uomeecAo para eile posto eroiuenle da
um li inein que passava por ser uilluenciado por'
lord Re id.lie elle se racusara de fazer a Re.clii 1 a !
visita do eslylo : em quaulo o embaixador inglez
esleve em t.ouslanlinopla, durou a desiidelligencia -,
LISBOA.
13 de Janeiro.
Dar boas feslas he coslume volito, mas que eu rrs-
peiln ; receba-as pois, e d'-as a e-ie pal que alinal
se se livre do llagello que desde 9 de selembro Ihe
I dzimava a popn|ai;Ao da capdal. A vespera do 11al.1l
de Chri.lo au poda ler sido solemn ada com maior
coiiUnl inenlo. O povo religioso, como be, e como
-einpre oi o de Portugal, coma alegre para a Igreja,
ico tan lo com liarmoiiias e cantares a lolidio da-
quella 1 ode |n elica e Ires vezes -nula. Lisboa, como
que reo.iscia das Irevas do sepulcro; a mulli.iAo f-r-
vorosn povoava os templos, rendeu lo grabas ao Allis-
simo pela meic qoe se dignen coucider nos lenni-
nainlo a devastai^ao epidmica.
O numero dos alacados desde o dia 9 di selembro
ale 2 dezembio, em que por n.io ler havi.lo ne-
nliuin folleeimenlo, lOabua a publicacao dos bulle
lins diario., foi de 13.925 ; o numerodoa fallecido-,
chegrru a i.lisl;a (ir prelo ros morios para os ac-
commellilos de feb e foi geralmenle de I para :1 ; a
pr..porc,lu da inortaiidede nos hospilaes, de 1 para
2, 7 .
Em oeral foram ataca los mudo mai 01 homens
que as mulheres. A epidemia respeitou ale ao fin 01
eslabelecimenlo. pi-, us as> los de cari lade, e aqU'l
lis oliic as onde he empr.gada a tlluin nir.i 1 ,1 gaz,
comei.-.u 10 pela prepria labiirs da Boa-vale.
Al Iri voodas parecer mi sempre ler urna inlluen-
cia nos .oeoles. inormeule 110. mais alacados,
As religiosas de vario, convenios lem (eilu um bel-
lo servir publico, recollienlo pelo amor de Dos as
orpliasn has da febre amarella.
lomara que se conveucam de lodo que aquelles
santos nfugios aiuds p ideriam ser polerosaineule
aprovedados para a edueaclo po(iular, aaormeole a
do sexo femimiu, lAo desprezada anida. A areno das
re guisas he memoria, e lano mais por ler sida ab-
solillam Mlle espontanea.
O ollimi numero da Olleta Medica de l.iboa
conforla sobremaneira da capdal, acerca da repelic,Ao da doenja epidmica
no vera, prximo fulero. A olliini epidemia de C-i-
brallar loi em 1SS ; de en Ao ale boje nAo repello ;
a antecedente linha lido lugar em I Mili. As dual
epidemias desla moleslia em Lisboa rj. qui letroa
claia noiicia, foram em 172:1 e I71I. e de.te ultimo
anuo ol ao passa lo, n.io tornamus a ler a febre a-
marella.
Aeha-M consliloida a enmara nislocialic', o que,
par falla de numero su pule verificarse na lesso
de 12 di dezembro.
solido do corac.l 1 ; porem as minhai limas mais
amargas lere ao menos a consolado de taber que
VOts lie feliz c que l cu |M ero.
N.Vi fall-s assim, .Manuel, esclaicou .Marllia ;
lie impossivel que digas isso seriamente. Cuidas que
eu lenha-me esquecido dos nossos bellos soiibos de
vida laboriosa o retirada '.' Se a soeiedade ahaulo-
nar-no, que perderemos '.' Aquelles que amam-se
uo precisam delta. Teruel para irruios lodos aquel-
los, coja causa defendes, eelles ouvirAo las pal.vas
cora mais respedo, quaulo c imparlilh ires de seu
deslina.
Esse impulso de ternura cummoveu Manoel modo
mais do que desejava ; todava elle di--e com
sigo que era roi-ler ler coragem, que esmorecer
uesse momeulo era fechar pin sempre sua cadete.
Vossr tem urna alma gran le e um corceo 110-
bre, lomou elle com eaioree ; mai uo sabe nada da
vida. Sua imaginicao enlhii-iasmaila 1 engaita acerca
dos s..||Vimenlos mudo reaes que a aguardariam em
minha casa. A f rile 'a felict 1.1 le qoe nos pareca
inesgolavels po le seccar algu"i iba. \o leria vost*i o
d redo du aecusar-me, se eu Iba di-stmulasse agora a
verdnde ?
Mailhauo linha neiihuma experiencia das paildee;
mus uina inluieio repenliiu reveluu Ihe que quando
prevemos que o amor pule acabar, he porque j.i tile
ce>sou de existir.
Ah meu Dos, exclamo ella recoslamlo-ie
no sof ; elle nAo arna-me mais !...
y. rnelteu a cal.ee 1 enlre o. cochina, o|uesu.lo.
A' sisla desse de-espero spin orguiho e --111 colera
ociuai;.ode M.moel parlio-ie. O amo lriamp|ioo
de lu lu nesse in-lanle. Fui uns inelieidade para
M iriha. Se elle le booves-e ni"strado duro e cruel,
eila leta morrido, ou ler-sa bia retirado curada.
lulg 11 -e amada, e veio n ser a victima pre.l stina-
1.1 1.1 lula Iravails na alma de Manoel entre leus
irislrri'los generoso! e o egosmo.
V. |.' s,- Uncir i1- -eu- pea] e eobril-lhe de lieij 11 e
.le lagrimas una das mns, a qu ti do l.al le ella II-
iJr..ava -e (i.ra reluar-lhe.
Uanha, exclamav elle, na me com
deite. \ 110-le ii.is 1I0 que a ...... 111.-111 1, c cui la-
va lmenle emjiua felleidade. I .- mil vezei
razio : sao menino-,., as 111 ixiinas da Mbl I 1-
ria do inuudo. O amor he ludo. Lauca sobre 1111111,
A eam ira dos depala '01 lio que uo p.ide funecio-1
nar mudas semana- p r falla de niemliroi prsenles.
Algum represenlaule di gremio regenera lor diri-
gir.m ama circular aa| luientei convi lan lo-os a
voltaiem a l.'sbu. Esta falla de comparencia tem
pro luzi lo certa inquietadlo nos nimos liberaei,
mudo mus por se filiar com gran le insistencia na
pos'ibdnlade da d1-solu5.no do parlamento. Ha mis-
ino quem Issevere que lindl que si pre.enlassem
M depulados, a cmara seria dlssolvida. Acredito,
que, ou leja, 00 uo, 11 io qoerera1 o governo con- |
serear-se em dictadora,e moito menos cre.1 que eh
guem a verificar.se as roxes 1 11 1. la espalhan 11 1 -
gero 1 reipeilo la conveniencia daosa dictadora
prolongada e meimo p'rmineme, Coinrldem esle
, boatos com a piibhcaca de om seminario qoeppi .
rece a a 15 do paseado d-lendendo a' Motile oulran-
cen a necessidaile de mudar o s\ -lema representad I
vo pera o abialoliimo, porn com um re que noi
responda pelos seus ictiil. O di fe do Miado res-1
ponsarel he um pentamenla intempestivo, p.ra tlie!
nAo chamar ibaordo. o lal icmanario, Kei e Pa-
icn lem como redacloresdous nomesnAo coobeci-
dos na imprenia.
Na o R-M.loe.1oi. appvrrcn a seguinle Carla
1 Sr. rediel ir. II .il-m recebeo-ae nesle quar-
tel urna folha intil il ida a llei e Palria que seus
aulores ollereceram ao nosso comman lanle, alim de
ser di-lribnida pelos oflleiaes.
o Nao se a inleocio que o. aalsrM ou redactores
liveram dirigi tonos um papel le stmellianie nalu-
rea ; sebe concitar-nos a revolta, f sltiaram com-
plcl.mente ; mis nA 1 lomamos Iniciativa nessa- coo-
si- ; s .mu militares, e estamoi l\ ibilua los a c mha-
ter lodos pelo piineipio liberal e nflo pela servi-
. dio ou absolutismo ; lemoa bem pre-ente que o. li-
tlos gloriosos de Slilinlia, Tereeira, Sania Mara,
Antas, Sorra do Pilar, Sa' da Banderea, e lanos ou-
' Iros que distingoem os noaaoi cli.fes. foram ganbos
e .mil den in a favor da liberda le ; lembra-aoi a bis
loria dis nosaM ltimos Irinla e ele annos ; taulo
sangos porloguei lAu gtori isamml derramado na
l.'UZ dui Morocos, tniliii lerceira, as lindas do
i P.rlo.e as de Lisboa, etc., e lamkem nos na esque-
' cm as f.iri-19 de D. Miguel, os fuzlarotnlos da Aus-
tria, as em I 11 les de aules, e as venes do delega-
do de Curalo mnchalos de langua romano. Billa
de cil ico-*.
a O ollererimento dos redactores do cr Kei e Pa-
tria n seria um insulto, si nao fj-sem ellos dous 111-
I mes, um A. Cesar, que ninguem couliece e que pille
li .er um pssnlonymo ; e oulro urna en inca, que
empregava melbor o I.ledo que Deis Ihe deu em
mil nutras colisas do que cm principiar a sua vi la
! Iliteraria dizen lo que q ler -er escravo.
o Em 11 mie de lo tu exerciln liberal, e em meu
nome regeilu a i lea d 1 a Re e Patria, e diipenia a
continuaco d 1 f rlb 1 lili I unira.
Belem, 17 de dezembro de 1857.AIriano Cirios
Pinheiro -\rrae-.
O signalario be om joven ofticia! de arlilhiria qui
e lem experimenlado oo jornaliam 1 .....nuila it--
Imi. 10. Das f dhas de l.i.haa e Porto sri o .. Ilraz
ruanas, desli ultima cidade, velo a campo contra o
ivo absolutista. O silencio das oulras redacc/ies,
hngede mostrar idh-.Ao. asiento eam bonilanla-
menlns, que ha um enero de aggressjl cuno oulro
qual quer. F.xeoio dizer-lhe que nao ha um Parto-
guez que nAo ponhi as mais n, fugo pelo couslilu-
l.riomlismo do Sr. IJ. Pe Iro V.
Ora, dipois desle deliauporio m imprrnaa lem
n-les ol.....ii das apparecido na. esquinas dn capi-
| lal mis pasquins absolulislas. que a miitli gente de-
ram cuidado, alada que oros suppsm que and 1
all en-oberl 1 algum 1 arlimanhn revolncioniria. O,
j peridicos andar a allnbuir esles manojos aos ehe-
I fes los (larli.lo. deque una eouljos Ha orgAm. Por
.lomillo o o lt-i e O den 1 da que a nve etiii he
I histories; o Portauela apona par.i o a Ral o
Ordem e ublieou rrn aligo denng igio que Tez
sensieao pela piu.-a delica.l-za eom que era all tra-
tado el-re, a quem a opinilo de lulo o paiz absolve
1.1 mais leve sombra de o miiiigcncia coin os propa-
gad arel de lemellianie pensame do.
O qua lio c-rt 1 he, qus 01 c lina n 11 .les dos r ir-
pos forim lo'oi ehamnloiao minliterio d 1 guerra
Ni. II di/ o qni la s' pi.auu. mas he de crer q.i o
governe eeordav enmelnlis po'.icnistenlenle a
precaver qualquar e.peculae i.
Subre a no-a cierna ijuesiar. com a Sanli S, os
1 qu. ha:
l'mhs con-la.lo ollicialmenle ao nosso governo noi
ultimo, das de Miembro qne e einte padre linhi
, ap|irovadii a concordall coin a corle le I! un acerca
Ido padreada poreagoei no Oriente, rom qoatro
i mediOeacan fedas |. -I t. crls. slo Ihe dt noli-
cia em lempo competente. Cin-la-me uncui a olil-
n hora, e por canal li led gao, que as inairuce-s
invta las ullun enle de Roma ao novo neg-la'do-
por parle da corle poDtifleia), Ao concebidas em ter-
mos taes que o pro nnn-io apisl.lico nAo po le esci-
tas s mo Jilicace. folias pal psrl imeut > porluge 'z.
resudan.lo dalli qoe este negocia, queja se ach per-
'loria duejada con-luila, esta' cada vetmaisenre-
I dado e tonga de terminar.
Giaharlempa ln sempre a bise de lula n dip'o-
macia : a orle d> liona, ale monos versada nei
incas diplomticas do que ootra qualquer, vai pro-
craslin.ndu, cuno desle o principio Un feilo, o des-
enlace de urna queslAo em que se acham envolv.dos
lA.i opposlos inlere--e-.
Diz-ie que o novo ministro dos negocios eecle-i-
asiicus, o Sr. Joso Silvestre Kibeiro, Overa ha p meo
urna explica(Ao com o pronuncio do papa, di qual
esle licou soiisfeilo .. porque Ib- firam da las lo.i,- as
ali-laei que llic cram devidas, ,, leiloa! pala-
vra! coin que se exprime o correspon.lente te um
dos peridicos do,M u!i >. Miii abanle acres:en-
lavl :
O que no'iei he se a dignldadedo [averno li-ou
,alvi t.io inteirameulo como eouviiilia. O lempo que
ludo 1 liar..', tambera poro' a publico o que por ora
1 lalvez se]a bom que se alo patntele completa-
mente.u
Em Singapora 1109 eslreitos de Malacea faz-si
um memorial, com dala de 17 da Miembro uiltroo,
coulra a nona eoncirdala cmi a oirte pontificia, em
reacAo a ilha de Singapura e b ipade de Malacea.
1 Vi oras copia, a nica que ehegoa a Pociegal ; Ira-
I zia urnas 2 1 assiguaturas, que foram promovida, pelo
vigarib apuilol co di Pennsula Mal.oa. Mudos
! Porluguezis .I.1I.1 resllenles, e por corto 09 mais
re.peilaveii, dignamenle se recusava 11 a assig-
' nar aqu'lle documento em que a dignidade uacional
' he IAj menosprezada. 11 papel be dirigido ao car-
deal prefsile di s-grada congregarn da prop.ganda
em Roma, para o levar ao conheeimento il^y -unrn 1
pontfice, lele se colhe que o hispo daqueda rilo
cese ja' linha escupi a' curia 111 me.nio ssnlide.
Vanas sao as ramas ad.lor.idas no memorial conlra a
dispone,.! 1 da COOCor lata que faz. da ilha Je Singapu
ra urna pal do futuro bispado de Mil icea e resi-
dencia do prela le poringuez, pela Ma diosesa licor i a
lelo tratado de 21 de fevereiro, perlencendo ao pa-
droa lo da Porlugal ni Asia. As iras doi signatarios 1
fundam-se-lhs em .niiip.illitsaretn com a suj.ir.lo a
hispo, portogoezes em lugar de mis-ionarioi propa-
g ni l-las. Rec irdaiii porania sua sanli la le a ques-
lAo da bulla a mulla precare n e eoncluem allegand.
e encarecen tu os servicia es|iirilu.es que u.zem ler i
feilo a p.op.iginda, e po lem ao sudo pa Ir. que nAo
sujsiteaa bispnio de Malacea a ilha de Singa pura, I
que he o punto mais cidral da India.
Os pr-tpagaodblai qoe tachan, m PorlngnezM de1
reb.l les i vonlade pontificia, impiiileidemeide se'
niorgem contra as dsriies do chefe 'la |gre|a, por-
PSRSAMBGQ.
PAGINA AVULSt-
LL3D .' aaSu, !
I'e'ca tlf esteral. Smi i.il.rmadoi He qoe
evi-lem per ahi cerlos tu Im lu is que lem por rma-
me pescar as cabras alhei... e coin e.pen.iid.i 1e 11
para as han las do paleo da Pa'aizn, mi. nAe te
pan-e que lies pese.rus eiam fedas com o menlo
de ceoiai mal a algueo.. Nos noi explicarem"-
quanloo seu protesto he.contra n concordata pura, l.s lividu... exi.lem. qoe o leo Ir.lico he os.tarer.
.nles d-s mu,I,-ar,,.-s .presentada, pelo n .-, par- cn-iro. paraexpo-lo-a lin lim iriago. 0 I Mi
lmenlo, eoeiplrando BMim contra o qoe o sobe- actoalmenle seje diflic.l encontrar ese> amm.ei
-ano (lonUbce. fazendo-nol10 devidaijoalica. havil gurdos, lo quwem deixar por ...o o povo p.i.i 40
di.po.ioem no..,, favor. Oefi-dd daqoelle .loco- de-sa refeico. o enae v ,,
p-cando ai eehrinhis
a 01 que o alheias. roalan loa. e expanda-as a venda p r car-
, neiros. Ja se v que e-se modo de oegnri.r olo ha
o anSaea- Ilcito.e que nilo deixa de aar lacnlive 5 em-
pois, serta urna croel lade, anda nresane
quando o verdadeiro dono se aprsenle reclamando
a sua propriedade. Ouerem mediar '.' Esle ferio lem
se dado mudas veio.. e oln exista um dos pnenles
qoe nao .lim lera aasteau-le quan,lo algaem o eoes-
r.i cuntestir. e a polica deve lomar detle ronhrrt-
mento, porque nAo he pos.ivel que laes negociaolM
palien inclumes, cometido rnmo se du trolas
a bragas enyla.e|veuden ln galos por late,
I na boa eiaaseafearao.l'm oiticial de oflici^
foi encarregado de fazer urna peqoeoa obra que ao
ila continua mximo poderla cu.lar Id?, material e jornal. Prnmp-
pioxiino la que (ose a obra, foi entrega la a seo done, que
villa da l.erlan. re-ehe-la pergiinlou o rolo para llio p.aer. o o lti-
iSarrnichi eial de ollicio Iba respon leu qoe HiHHlO rs., inte
mil res .' Ihe replicou o dono : islo he modo caro ;
moni 1 reverler.i
redigiram.
ralleceo Hw. .....,..<,. usan o ,i-/.niiuiu em c-aca- Ilcito 1
vem o padre E.levlo Jeremas Mucareabn, eme- Dar .ca-l pa
goda S de G01, protonolare iposlolicoe deputado quando o \e
as corle, mi-s 1 que lem desempenhado zelosamen-
le em varias legislelorM, ineaniaval e disvellado
represeolanle dos povos 11 ln lia. o S-. Jeremiaa era
lovido eom alienen 1 na cas. electiva e gozara de
mudas s\ mpalhijs pelas iuss bois quiliJale pis-
soae.
P-rece que o brigadeiro Augusto Xavier Palmei-'
rim foi el.ilo depula lo por Mocamb que o Sr. Icr- i
reir pela Iujij,
O blepo de M
permanecer na SOS resiJencta da Ariioin, prximo i
ilo BomJardim, em P.rlugal, vai 11 .rescendu *ob
dneccio do uovo superior, o Dr. Constancio Fio- pete ale lM psnae'laiM'aaK nial!. S IMSMaTnW
nano de lana, nalur.l dos c.l id 1. da ludia. Falla- cial. porque ga.lc. 7- em 1vi.rn.nl09. 7 em om
se 111 nomeaeo do bispo de Vino para a milri de carro para ir a Apipucos :l. .m comeiori... com ls
vaga pela nonieaco do arcebispo daquella | do meu Irabalho forman) os iOafn 1 ni. Enlle devo
eo pagir carro, os seos eper nrioi s s seu bna
Cinnl
li >cese para a caleira patriarrb rl de Lisboa.
O novo palriarcba esla telan lo da sua confinm-
Coao peloa seus procaradores neranle a Santa Se, e
diz-ieque l. para o meado de fevereiro salar na ca-
pital. Obispo (liFiincbal ilha da Msicir, foi
transferido para o bispado da Gurda.
Em Lisboa continua
ultramontano, intitullo
1 ISlll
ido lem lugar. Em visli de tal resoluco, decidio-ee
o .lcial em fazer um ah.lmenlo de 2;, rom o qaal
le conf.irriu.ti o dono da obra para evitar cursletla-
' cues. Ora, j algum du se vio pagar carro para usa
ferreiro, sapaleiro, pedreiro, rarpmteire pavear por
punliear-se o semanario ronla da oba que fez' be o qoe se nao err ; mas
I. .je Inlo veremos, porque lodos'querem osientar.
mente o a Domingo.* Sao redactores, os Srs. sou/s eja porque modo or. Nao ie pense q.e he o
inteiro, padre Amado e marque de Vallad.. E- doria que esereve 11 -, a fado se dea lal como nar-
,. ....__ ------------ __ ------- ^wu >..^ ...., ecr una sel cune I
cuso dizer-lhe que e.lo peridico anda sempre em ; ramos, e deixamos de mencionar a panol que
ocra-io pioxima com os que enconlra no eamiohe. revelou por nos haver pedida reserva
A tolerancia nAo he o sea forte, o que do lugar ai, .4 poli,.He intolerivel a .cumio qoe la-
vezes a rendida, e.car,pella. [ zem a noile o. prelos dentro e f..ra d'alguroa. la-
->a minln de 211 .ls novembro Ihe dava idl dis brnas, ,|ue fazem lana algazarra qoe ineommoda
rerormil projactadas para a esrola polx lechines e Os laberueiros consenlem cm l.e|reoni.>s. porque
j ensino militar, como e colina da re.tono lido polo disio Ihes resulla s prompla exlric. lo da agurdenla
I presidente deste irnpurtanle eslabelecimenlo scien- e por crinseguinle o lucre, na p'aMO qoe ns denu*
' tilico, por occa-iAo da dMlribalealtf de* premios il- daesoaesclavos ene naVaaeo. He pren.o portaol*
caneados 11.1 ultimo anuo lectivo, e conferidos pelo qoe a poli.-ia pr. Inl... taes reuniues, e pira cujo lio
i ch;re do esta lo, que pessua.cente assislii aquella chamamos a sua illeoco.
solennidade. II1 poucoi das publicou a folbs ..lli ', /../, ,r Santo '.im ro. VmaoliAi he o da
leulom decreto regulameuur sobre lu..s, repeli- da faite de Santo Amaro aa Ganada Nova. 1,renda
..'.-s semanaes, exeretcios pralicos, excar e, -xi-. deve ser por cerlo concurrencia de povo deve
mei d freqiieni-ia e exames lines, lano da escola para all allluir, un. a cuinpr.rem ai uas pcomessa.
|.ol>leclinica de Lisboa, orno da escolado exer- ouiros porem para se rerrearem. lie rTTa rtWll!
'"" Sudo Amito utn dos sanios que man dev.Ti 1 lem. si
lo me bem que e=te regnhmenlo he apena, pelo que no da de soa fe-ia faz admirar a grnl-
o pre-'ilegio das planeadas reformas, pois cou-a al-
giimi se ada por ora disposla lec.ilmenle. quanto
ao internlo e semi-iidernalo dos alumnos mtlita-
ies. etc., ele.
Pcale regulamenln, o ninis digno de mnelo he e
quinlnlade de Cira e azeile que recebe das pmmrt-
sas que se Ihe faz. a cojas romarias lie compridn no
da de soa fesla.
O vapor nac mi Per.inung. viudo de Ma-
ceio e pon-, intermedio*. Irnoxe a seu bordo ... se-
pa--mi a ser
ti
P
abnelo da. fallas justificad is e o svslema o,1. e\..- -uinle- pn-.,igeirns:J. Nepomucei, M V. I I
oaes, que, leudo sido ale agora por e-cnplo, Alenc.r, Ignacio M. Rd.e.r,,, paire xldonu. J..,'e do
Oliveira e I ensilo, Jea Vnioni. .ti ii.a lae
lemexentilo em 11. ,iu-.-. .: i. K Alaes daSsIva. Pata
mu. nao Lu mais gos R. de C. Jnnior, Lall Irnei-c, da Silva. J01-
loqus regress-r ., pralica dos te multe empregada quina Cirdoto Avr.s. Jos G. Malv.ira. oa leoliora
na uiiivor.1 Lulo de C......lira rom certas modifica I filhs I eacr.vo, Ari*ti4a da Salva lobo D \-
. "" I......11.oq1epe1l-1.ee I maneira de regular deai.le E. de Sdveira |..... J t: lesna o
as qualilicacoes.lnsalummis nremi.doi. Iho, 11. J. II b.m. Fra.ici.co Anlomo de Onveira,
O rol uro m ntrara se hoove acert as allerac-s. Mano-I Jos de Oliveira, Dr. J. C. Ilaudeira de M
Q tanto ao ,.jor,i Mereanllla qu Ihe bel .le d ta wnhora, I llhe e 2 e-cravos. Jo.qsim M. a
ler qoe la olo veja 1 II um- ampio que os cidros, II rln Wanxleriey o I crudo, aeasre Aui.no sjaS
maeeompeniarom a lareoia .lo n.io a v.a-it 1.1,1 de Daarlee I criado, Torquam da Silva, padre Fsarea-
papel. Olanlo 1 redaecAo, he Inniladisiimo o nu- da ti. de Oliveira o I cralo. Ilr. Anloruo \ te \-
1 m-ro do roll iboridores, e nlo se rrnli-oai o que lio raoj*. Pedro 1. ime. F. de Alhoqoerque Vaebosotule
iiompo9ainnle por -ln seaiuiunciava. l.-gi 11, pn- A. da S. Paisa e 1 criado, fi.iiqailti.u I. de I a
I metro Somero da sua poblieaego discursoo sobre o Mello, Anloiuo Francisco de I. e Mello. J. ( de I
, Uredo que dizia isaMr Ihe pera* privileeiM oIB- e Mello, J I.. Freir, Ernesto A. ,|. M>. | retro
j ciae, quando li. cinco anuos o ..Jornal do C unmer- Pergeulino I). Madureira, Lanrlntlna Jote de Mi-
,010.1, sem favor nem excepees, lem feilo lodos o- randa e I criado, iosaain J.-c lavares di Co.la
, e-forcos pan disempenher o seu prograintni chai- Ign.cn V. de Mello I criado, |l. i.olelina f \ 1-'
in-nie, .eulo orglo da associa^o commercial de eir d Mello e 1 e-era,.. |i M nervina C. Vieira
Lisboa. Esle effeclivamente eegmenlea defrmalo de Mello, J. l'homaz V. de M-lio. D. Lelbailoi ai
I sem engordar a letra, (.da da be mais noticioso elCVlelra de Met... M g 1 1 J -. II. Golmarles. Joa-
na parle econmica, atminstraliva e mercantil no quim P. de S. I criado, Cmcinalo A. C. Csmbuim
lem oulro no paiz que Ihe dile a burra alante. e 1 criado, I raoc.-co A. C. Cimh im e I ciado'
A historia la aepancAo do ir.Mercantil dava mu- IhedoroC. da Silva. (, Inoraae de rredas Barbe/a'
tos eapuotos a Piulo de Kock. Jefe Dav.d Madeira. I .ausco Jo-e de S. Jeruvm.'
D-oi Ihe d.- fortuna e Ihe firi prosperar os bons O vapor nul-i elvn-.., viudo de Sonlhamplon
dese|os. e porto. nterin'.lio t-ume a eo borlo o |>eguia-
II1 all urna eoosa de que me nlv permillo du- i le, pas.az.-iri:F nnuer, ua asssheata e I nuda,
ridar lie na s Isalult 11 le des ice oinslal. j 'l'.aoet. M-rnli-ld. Vinas-a. R rea. Weilier.lt. II Im
O novo mioiilre da ju-liea, pual cou urna obra aua senbera, I filho e 1 criada, !>. Lin.l.av. i.u--
de e lucacao nesle. ullirons d'HlAlgans frueloi d. nlo, He Marcl oc, Ford, J. da S. Cunde, i. \. de
leitura e da experiencia para uso .la noeidadea, Meu I.mea e .1 Bines, M. L. R. VilinQI, sea letie-
assini se chama o litro, cojo primeiro velme o Sr. re, 4 amaea I ruada. O uie-mo vapor leva a seu
S'lveslre llibeiro offereceu ao publico. O aulor ap- bordo desla provincia para es porloe do aul 1,. II.
preseida-se rotn modestia no prologo e parece mi- Nowhall, msj ir A. J de 51. Catiro, 'lenj-nle Mev-
n 1 I 1 le li 11 desej -. lile laz. eme.ber ptimas e-- nai, T. |) Lee Ion, Nicol.o II.uno, Mao.el de Bar-
pe a ocal, se a fu tura pa.la d 1 ui.lr.icro publica Ihe! ros Brrelo, Anajete de Bil.ncourl,
riel 1 ier confiada. Creie ler-lhe .ido qu. m all- Motaifei ./' ridadr. Exisam no di.. _"
ma iCMlo Ig.-l.iliva se deliberara ciear esta eerteiro,
desmembrar a repnrlirAo da instrutc.An pohli a do
miuislrrio do inlerior e aunexa-la a dos negocios ec-
cl-sia,lieos, passando ne-se cas,, a repsrlic|i dos oe-
g .rio. da |,iti,-a |iara a | t-la do reitio.
O principio faii.lamenlal da obra do Sr. S. R hn-
ro, he que a ceraeo acluel vai ein progressivo a-I ie.de mez
do crreme 22 humen, e :KI mollicres Irala).,.
pela caridade, 7 homens o t.~ mulheres qoe pagan
a casa, e 9 pracas do corpo de polica.
Toial 83 doenles.
Mulil.1 j./e._Rclar.lo das peisoas qse forsm
sepultadas no reroderio publico, no da 2S do cor-
s queros, a la colera ; fallel-le como a urna mu-
Iher val ;ar ; mas uo chores, nA 1 podes laber quau-
lo ai lu lagrimal fozem-me padecer.
rallo! modo tompo assim. Pooco a pooco Mar-
llt.i anan lonou sem re.isiencia A nio < lonearlcai,
depol .poioii .1 fronte Sobre o hombro de Manoel.
j Esle pimava Ihe com as mais sorebrias ci'.rea o bar-
rivel vacuo de sus vida, o enfado c o deigosto que o
leomp inhivem ,, 1. |r) 3 parle depuis de soa Mpira-
c,o. M11 Iba ouvi;,-o em silencio ; eu coracAoei-
lava che n de alegria e c.mlulo as lagrimas chiaro-
Ihe pela- faces de quaulo em quando.J bem como as
guitas d'agua que raliem das f litas das mores rnui-
(lu depoil de ler ce-sado a chova.
(Juan o Manoel aehoo-M em sua enmara depols
de ter pnssade um dia iuleiro junto de Marlha, per-
j gunlmi i si rae-mo que firia, como irnnjarii aoa
vida? Esa queillo einbjr-{>u-o gravemeule.
Como Hilemos, Manuel linha una Imaginadlo au-
daz, reoui la a um cararler fraeo. II malo por
urna paiAo mi por um projecl', e-quecia-se na con-
lemplaco .11 alvo de lodo aqolllo qoe o aeparava, e
qoanlo ebegava a oceaaiga de obrar, no leudo pre-
vi, lo n"tihii'in dilll -ii'-11 ic. a mais leve o de.coiicer-
liva. En un 1e-.es h .mena que plrtem anntnician-
du de boa f que vio derriba m inlanh s. e qne, se
ochara o cnuiMitio impedida p 1 urna la de aranha,
vi.Ilain diiendo eom goal bol le que Ihes foi inipos-
livel psnir. I ma d. maiorea desgracia qaa pode
acoiileeei a urna mui!i-r he amar um humem de lal
carcter pois elle posaos o que be precila pan le-
duzi la, luida do qoe seria mi-l -r pora -u-lenla-la.
Manoel l vis duas ros .lur-s tomar: fuer
Marlha sua IIMOI* ou|.na mull -r. Easai du is re-olu-
c,es assoslav.im no igualmenlo. V n ln le paite a
Mpecls de terror que o cnsarnnlo Ihe coisva, nlo
poda loppnrlar .. penaemenlo le qu- represenla.ee
n 1 meiedlde om papel igual 1 d i- inalherea que i ig
hahiloelrnentr, Reonnciar i. ricas e bi ilhanles re-
l.ces a qoe eslava habiloido para anceiraree em
nma vidi humilde e obscura en um as ceno para a sua vaidade, um perl <. pt
aoi projecloa ambiciosos. I'u dic.r loas r
eom Marlha, atTontar a 1 led la parecio-lhe
ni ns fcil de lonze, pnrm de perlo elle desc.*bria
j mil incnvenienles, (| (|ue lobrelu lo 11 iisoslevi era
1 que couli.-cii sulliciqnieiuenle os homens (ira licir
cerlo de que os mais viciosos de seus amigos polti-
cos hau.m di iervir-se de la vida privada como de
tima arma.
llepuis de ler examinado tongamente a qnestio de-
biito de totas as soss faces, o sempre em om ponto
de isla egosta, fez. u que da ordinario lazia em
casos difliceii, jilo he, ni 1 leliindo-ie com coragem
liara uenlium sacrificio, uo lomou neiihuma resolu-
(lo. A*dreumslanciai liearam encarregadas de ar-
ranjar seus negocies.
Duus das depoii de sua ehegida a Madrid, Mar-
lha acliav-se cslahelecili oui um modesto aposeuto
da ra da Alcal.
Ouando dous bracos de um mesmo rio se reouem
depoil de lereni |iercorrilo regiOes diflerentes, um
carrega aiijo, ooulrolraz os restos perfumados dol
arhu-ins qoeguarneclam >u, margeos, pian ...
certa temii 1 sutes qoe euai iguii 1 uhim-M eoofnn
dido de nov.. |i-se urna eoaea analogl entre doui
amanles que lernam a verse depoil de una louga
separarlo. Marlha e Manoel o eiptrimenlinm.
Dorante os primeiroi di- de loa reonilo Marlha
a ii'irou-sn, e stlligio -o peina mudang 1- qu jalg iva
nutar as ideal de Man sel. Reeeiava nlo adiar maii
nelle o enlhosiaim 1 pele gran le e pelo bello, a exal-
I teo do lenlimenlo que tanto a deleitara : Manoel
lameniava vagemeole a liberdade o ... diilriccoei de
101 esiilencii de solleiao ; mes pooco a pouco re--
labdeceu-se o nivel enlre -uas imaginac.0'1, aeos ri-
raides comeraram a palpitnr uniaonos, e ambos
-e ahorraran na iminen-a feliridade da vida em
coiiiniiim.
Dtiranie nm aun 1 roram l-li/e, g iiarara da feli-
ci lade eiclueiva e quasi absoluta que he o adracli-
1 o, .. e.c 1II1.1 e n con lemnafla d 19 alfeicfiea que li -
c un foio d 1- .1 .-tes .I. fin 1 ha c das ribrlfl Q -
ni--, rodoa devem participar dos encargle tos
nfinmenloi da vil... Nmgnem lem o direito d
zer .ni niiiliu It all que u -..flriraeiil .- ,1.1 t.rt .
ni" po--.....ole io.; 1 lo. Aquelles qua .. lenlain lio
i-- i-rla.l hii-iii. leiril Dem.ii qualquer ei*u
- i \ la iem contrapeso perece pelo leu proprla
excess.. A fel im 1, ara la
mesmo no lo sn or, deve perecer, e perece pelo
egosmo, Maiiha a--nn o lenlii e du a, mai e
: Manoel lan.bem esqueciA.e le lu lo, al di
:iia ainl.tco, 011 aules, junio de Marlha sua an.L (le
fian! ment M parle seienlifiee, mielleclu.il e ma-
terial ; ma* qu. na .r lem mural parece retrogradar.
I.)ue lodo o hemem que libe pegar n'uma peuna ao
pe d'um prelo, deve pdr loto o empenbu em rha-
mar a gente nova a melbor camiuho, |ireparan,|o
mais ittipieioM futuro. Esta llieona he sil ; oxaU
que o autor ou alguem levasse esle ardor amplamenle
para o campu da pralica !
No da B eanlou-se o solemne I e-Deum na bas-
lica do Saulissimo Corac.'.o de Je.os, a que Issisdo
el-rei, a curte, o corpa legislativo e innmera mul-
lidlo.
A cidade leauima-se ; o commercio denota mais
vida ; 09 e-perlaculos silo mais cmicorridas.
Antes de hoiitem em S. Carlos foi espantosa ,a
eoncerrencli p-ra ouvir a Charlen na Filln do
Reguiienlo que ha dous anuos aqu fez a celel.re
Altioni.
o rafo-concerlo j.i abri, e ja coroecou com us
seus bailes de mascaras. Se no he esplendido he
Usa! loxorioso para I.i-boa. DAo mais do que pro-
rnellerain. caqui est porque nao lio de ir aofuudo.
L.
I rnava-se ora sonho, asaim como alzuns mezes an-
tes seu amor nao era mais do que om sonho cm soa
vida de ambire,o e de pr.z.er. PeMav lodosos das
cun ella, f.llava Ihe de seus projecloa de Irah ili..
cousagr.va lungas horas a espor-Ihl o plano da. ulir.i-
que rnedilava, e nAo escrevia orna 10 linha. Merina
reprehendil-o mudas vezes pela loa preginra ; ma
iuleriurmeiile eslava saltsfetla de ver que Manoel
no viva sen;! > nella por eda. He preciso ler M*
fri.'o mudo pora deiconlur da felicidade.
\\ II
Slameles depoil da chegada de Marlha | Ma-
drid, Joo de Villa linha vo ta lo para ah com a ns.
cundo...1 de Ceroso, cora a qual rasara algumas se-
manas drpois do serAo. de que ;i fallamos, fjs dooi
amigos nao linliain tornado a ver-e. Manoel rom-
pera com tul.'- o. seus coiihecido. S'.menie urna ;
pe-son vnilia o- VCZM o sua ca-a. era um primo pa- '
terno chamado Dora Ramn Moreno. Ilo-n ll.ui ,11
era oro m-ncebu tle viole ann.if, anlenle, ingene i,
muilo enlliusiasrnado poi Manoel, e a imira le apa).
sonado de Marlha, cuja biitoril saina, e com a qual
conversara alguinas ve/es.
I ma noil" Don Ramn depds de ler procor.d.. de
bal I" Manoel em *i\a cmara e dos paneios, su!,.o
ao apoienlo do M rlha para lizer rao primo qoe sua
mi, chegads de-de pone .- disi I Madrid depon de '
I mga au-encia, dMejava I illar llio. Manoel reipon-
deu qne itia ve-la 00 dia legoiule. EsM crrutn--
lancla perfeitamenle Iniignifieanle na apparencia ba-
vli de ter canseqoeoc is iiit.iicui.nc-- pin 1 felici-
ta le le Marn.
A lia le Mannri ll-'lmir rasara com um olliei.il in-
1 mor que na acasos des goerras civil 11..h im eteva-
1 rapi tamenle ellas dignidades do esereilo. \-
ni,1- lingo '-/ni que a bellen la lendra Moreno
eontrit-inr.. mu do para esse ali.tnl ,:n-nto ine-| era-
1 1. C -mo quer que f -. g genet i| Moren goasvi
I um. c .1.-1'- r-.,' 1 bem merecid romo militar, o
icli iva-e en ... I 1..... I mena padil ros
|. Madrid o que aeonlaeo neces-ai em om
pai,-, cm que as re u i lis felM quMi sempre
pe c sereile
\ -.1. ir Moren mo lillia .1* m-'
su 1 1II1 p ... .i 1 social, s i jsx qus I I 1 -ua 11-
1111I11 parli lpa> ie de an Oi triumphos
de Mantel deUiUvam na ; ella loulidvo p ia lile I
Dtoiiizia I ra arisca da Candira, perd, viuvi, i I
anuos, pneii.no.iia chronica.
Joaquim A Ivs B-rerra, pardo, cande 21 aasax,
frulas na garg.nla.
Minoel, reremnasridn. brinco, om da. espasmo.
I liorna/, br.itieu, mezes, convul-.-e.
I ni panul, pralo, muri no naiedoaro, lelane.
Mana, branca, um anuo, gaslro entente.
Manuel Texetra, branco, cando, 22 auno, Irl-r.
amarella.
Idel.no, branco, 5 anuos, iisiiga.
lolal.7.
Maladour'i pu'jltrc.Maloo-se no da _N pesa
consumo do da 29 do crranle, a laber .
Companhia das earnes verde........
Ricardo Homoaldo da Silva........
Hilarle...................
I.oiz Moreira da .Mentn.........
Manoel de Sou/a I asare-..........
lu z. de Ouenoz..............
'. I cu. en le...................
2" I......
L.lal.
I
I
I
II bei-.
/c tlc/asii u'ssn-j
um ca-amenlo neo ou aUum empregn brilhanli qoe
pedeaaa lgalo oe par i 1 o malera 1... .. meil. 1 dr lo-
do- na me apiade, porque era a elle qoe desia so*
fortuna. F.rou pois m-d.. alfl rl, qo.nto lilli
I.ilion Ihe dn amor de Manoel para com Marlha, e
1.1 inaueira peta qual ele viva de*.le um aneo
, Exagerando mudo sua intloencia labre o obrinhe.
jellajolgoa qoe Ihe serle fcil rocoadeei le isifss
chamara 1 lei sensalas e raaateea ler com ell*
urna exfrlica^Ao. *
O resollido de o eolrevi.la com Manoel torno*
foriusa a aeori Moreno. Manoel re-pon leu ..
-nenie ai -uas deroon.trar.net amtgaveis ; nai
quando ella quiz fallar-lhe de Marlha. rogeo II,
*eren e framente que nonca trole seo din* negocio
.-res-enlou ( 1 Marlha era lado em os 1
I que em compaiaco de p,| amor, nada lirada a seus
olhos inleresM u-m Inaerlanria
N 1 dn legeint* a unen kVsreaa formen um con-
elho Cum tres ou quatro imiim nthM. aos qun- re-
petiocem deoespei-e qaa -.-u tumiio eslava i--
lo, que a rxlravacaala I .,uice>, qual elle .acnn
-i ratoro, I iha-llie feilo per ler o jnii". qun
era veta lidioso para ua I. -inlia v.-lo em urna sita
-, I tal, e unmotal. e qu- elles deviam atuda-la rom
O postor O talve-10. Squell- uue a novia ni
erem excedente pees***, in. ipasta de fallar o sua
palavra, ou de < losar v,.lunariamei.le um .lesgoslo
o alguem ("lavia |-ilgaiam da seu .iever fazereeo
ludo para separar Maoucl ds molhtr quem
l I,
.-. Manoel llveM rKide aa devaaeidao, rodate.
das roolbere mata vis, na mei provavel que nem
ireates, oeai -eu. ..1 ... .. -. lorian inquietad.,
por .->. I) vicio leen -u lagar aa 1..... suriedade.
lie. le [ r.i-i lula vulgar >'..- a muII.ir el-gmle, ru-
|ai favores ...i muiia .e aaw mesessaatv
i. politice, rala qnal (. 1- ., vid -o a .en Basto, a
11 e-mu rom prevtita e Itonra, eom '..' i" que ssiba
I.....r -e 1.ou pro reacia m .. mais
rsobre. e irn ie qoe |.|*, o er
: ore, nobre, gran Ir. ,1. ...... te I. |< r-.i, o
1e Iraiisacco v.rgonhosR. per rbi inevilaVsHivieSkio
a ordem MUbeiedd*. II- o imm ge comiuein.
ira o qual lodo he perrntlii lo.
CsWft'aBinT *>-sl 1


DIARIO DE PF.KXAMliTU) SAMUIiM "0 DE JANEIRO DI" 1858.
to to imposto c!e por centoso- horas e to minutos, e durou i a 5 s :tii ios
versos estabelecimentofxlafre- ;;-'," o i:v:n..i sentio-se i i natos dc-
guezia ilc Santo Antonio para oannoli-
nanceiro de 1857 a 1S:>S, fcito pulo
Lancamenl
bre os d
lancador Francisco Carneiro Macliailo
Hios Junior.
Rua do Sol.
Numero A.Antonio de Azevedo Villarou-
co, arroaaem de |ij dem 19. Primo Feliciano da Cosa, ar-
rnazem de madeiru.........-.'o
dem 21.Victoriano de Alraeida llabello,
taberna...........28000
dem 23. l.nii da Costa l.eite, linlequim. 3S200
dem 25. Barro A, Silva, aimaieni de
nadeira...........TIBOO
dem 25 A. Evaristo Mendea da Cunta
Azevedo, ermazem de cal......3s900
dem 25 B.Jom|uiiii Guimarnes Ferreira,
cavallorija..........78800
dem 2"> C Joaquim Francisco de Torres
(iallindo, imm mdeira. 7Jt00
Una dan-1-lores.
Numera 20.Denlo Jos Pereira, roclieira. 11800
[lleta 28.Qoinlelro & Irmao, dem tyi)
dem I.Manoil da Silva Altea Ferreir,
toja de mobilia..........' "_'"''
Mein 19.Crios Claudio Tree, fabrica. 69720
dem 27, Cosme DamiSo dos Suiloi, toja
de mobilia..........8KW
Ifcm 3:1.Joaquim Francisco da Roa, co-
cheira............12*000
Urja da Pea.
Numero 1 A.Joaquim Marques dos San-
ios Sciuza Mello, cacheira.....I9|QOO
Mein 3 A. Joaquim Joie de Oliveira,
idem.............8/OO0
dem 2. JoSo Mauoel de Siqueira, ta-
berna ............iit.oo
Mein 42 A.Francisco Bogel de Almei-
da Guedei, cavallarica.......7c200
Ra daCaruboa do Carino.
Numero 4.Joao Mauoel deSiqueira, ta-
berna ............ 8;000
dem It. Jnij (onralves Lucas Lisboa,
luja da mobilia ......... 858OO
dem ib. Joaquina EsperidiSo da Silva
(iuimares, taberna.......8JOO0
! U9 3.Antonio Gomes de Araujo, dem. 8s000
Largo do Carino.
Numero 2. JoSo de Castro Uliveira (ioi-
maifles, taberna.........3j3tii)
dem 16. jujo Baplisla Cesar, luja a re-
I. Iba.............:il810
Mein 18.Jos Vidal Franco, loja a re-
lalli............6JO00
I hni 1.Joaqoim Manoel Ferreira de
Sima, taberna.....- 9S00
I lena 3.Marcolino Lodgero da Fonseca
1 inli, botica..........3*360
I lem 9.Manoel Jos de Castro Guimarits,
tabtrn............
Mein 13.Bento Alees da Croz, idem. I
lina das Trincheiraa.
Numero 8.Jos Joaqun] da Cunba (ui-
m mies, loja a retalbo.......59760
I lem A.Manoel Antonio da S Iva Rios,
idem......-......2S400
dem 50. Lucas Evangelista *osies da
Brilo, loja de mobilia.......6JO00
I Km I.Manoel Jos Soares lioiniaraes,
loja a relalho......... 89790
I iea 43.Francisco ."(erario Braneo, idem 4JJ8O0
Rna do Livramento.
Numero 2.JoSo Fernandes Lopes, loja .1
retalbo............165000
dem 4.Azevedo & Rorges, idem 139000
Man <.Laoltlaa Jaa Ferreira, idem. 129000
Mein 8.Coellio & Almeida. idem. 129000
I lem lo.Antonio Jos Enes Braga, loja a
retalbo...........139000
Uem 12.Antonio Monteiro Petsira.ldem 129000
Mein 14.Antonio Cundido de Araujo Leal
idem............16?0OO
Mam 14 A.Laia de Franca da Cruz Fer-
reira. idem..........49320
Mein 16__Antonio l'iimo S are. idem. 1(150,10
Mem 18.Jos Idas da SlWl Cuimares,
idem............I29OOO
Ham 20.Correa & Irtale, Liberna 1;ooj
Mem 22.Francisco Antonio das Chaga-,
'botica............99OO
Mein 24.Jos Manoel l'oreira de Men-
donca, taberna.........10*000
Mem 26.Manuel Aulonio do Carvallio,
f.brica...........12:1100
M Iho, loja a rel.lho........8*
Mem 30.Antonio Jo. da Cimba, bolica. 89000
dem 32Francisco do Prado, f.brica. 12-tkiO
Mein 34.Jos Joaquim do Novaes, lija a
relalho............(18000
I l-ra 36 Joao Amonio de Macedo, idem I
Mein 30.Francisco Jote daSilva, taberna 8"SJOO
Mem 38 A.Joaquim Moceira Guerrido,
loja a relalho..........85OOO
I lem 3 Vnlonio Ferreira Piulo, taberna. 89OOO
Mem 3 A.Jos' de Palva Ferreira Junior
loja a relalho.........RjiiOO
Mem 5 A.Jos dePaiva Ferreira Junior,
1 lem............39200
Idem5Mannnl Jou-Moreira, taberna 19900
Idtm 7.Jos Fiancisco Brandao, loja a
relalho...........5i7(0
Idem 0.Miguel Tciseira da Cosa, idem. 8JUIKI
Mein 31.Sibino Jo< Carvalho, idem. Ce"""
I .lem 13.Aulonio Joaquim Vtnhai, idem 59760
Idem i5.Felii das Mercs Munz, idem .">j7Wi
Mem 17.Jos de Paiva Ferreira Junior,
idem............8.J00O
Idem 19.Custodio Manoel de Guimariles,
idem............8)640
I lana 21.Manoel Francirco de Mallo, idem 8:000
Main 23.Gullherme Celestino do (.armo,
idem............59760
I lem 25.Joao Loiz Vianna, idem. t&uu
dem 27,Jos Piulo, idem.....69OOH
I iem 29Rufino Antonio de Mello, idem 83000
! lem 31.Geraldo Percira Dul'a, idem .
Idem 33.Sancho Marlins da Silva, idem. 10-9800
I lem 35.Joao .le Santa Roza Muniz, idem 69OO
Idem 37.Anselmo Jase Duarle Cedrim,
llfm. ..........557f,0
Id-m 39.Leodegario Antonio de Oliveira,
i.lem............ 4-000
Idaoa II.Innocencio da Cuuha Goianna
Junior, idem..........99760
Frente do Livramento.
Numero A.Francisco Alves Piuho, loja a
relalho............tijTO
Mein II.Jos Je Paiva Ferreira Junior,
"lera ,.......'. 298SO
Rua da Pe.ha.
Nmero 3.Pedro Jos Carduzo da Silva,
loja a retalbo..........',- 00
Mem 29. Vntoiiio Joaquim Vinhas, idem. I|B00
Mem 33.JoSo Piolo Regia de Su/a, ta-
berna ,...........88O00
Mein A.Joan Piulo Regis de Souza, idem H3OUO
Largo da Penda.
amara 2.Feliz Ferreira Lima, loja a
lelalho............89000
Mem 10.Jos Das da Costa Cardeal, ta-
berna............. 4^800
Rua do Popo.
Numero 20. Manoel Jos Carneiro, ta-
berna ............ajaoo
(Confinuor-je-Aa.)
e Str-
consi-
f&txlo $$ r$etmx*touw.
Pala tapa* n2lez Tyae, entrado lionlem de
S miliamplon, lando locado nos porlos do coslume,
rerebemoa as cartas do noMos correspondentes Irans-
erlptaa un outro lugar desle Diario, t tambem l-
zalas inglezns, frnuezas e porloguezas, eslas al 13
do corrale e aquellas al 7.
A febie amarilla Imha cessado de fazer estrago'
*m Lisboa, tendo.se cantado em diversas igrejas Te-
Deam em acviio da gra<;a.por lo assigoaljdo favor;
rnlietante con-la que apparecna em Kavona na
Fraofa, onde celebram-se ja os ollicios divinos, se-
grjnam a litliaigia romana.
\< corlea continuavam regularmente em srus tra-
balboa, leudo aido approvado na cmara dos depnta-
dos o projecto de resposla a' f .lia do Ihrono, tal qual
n apieseulara .1 respectiva rommi-jn.
O re lorna-se cada vez mais popular eom raz.ln
a' aislado procedimrnlo que Uvera durante a lerri-
vel pruva^ao pela qual passara o pBiz.
Lllimamenle em varios ponlos da capital appare-
reram etciiptos proclamando o absolutismo, pareen
can o Sr. 1). Pedro V ; cnlrelanlo esle faci pone
.....enbuiua ini|ris-Jo produzo no espirito pn-
blico.
I.. 1 Ilcpaiili.i linliam (ido lugar rs Ires dial do
tea, dadas pela muincipalidade da capital para ce-
lebrar o natalicio do principe das Asturias.
No dia 5 do crreme foi a rainlia a' Igreja de
Neaaa Senhora da Atocha, para apreentar a pi n-
i-ipe, estando toda a eoaruir,ao de Madrid formada
em alas no Iransilo oor onde devia passar.
Falla-se cin inodilicarao miniflerial.
Em Franca a Iranquillidade publica rrantem-se
lUllaraval. O governo mandn adinillir as olli-
cinas nacionaes lados os operaiios qu era virlode
da trise romu.ercial fiparain snn Irabalbo as dille
rentes fabricas particulares.
O procediineiilo do um cruzeiro inalez para rom
um navio fiancez earregado iie negros livres que Ic-
\,m da costa de liadagasear para a liba de bourbnn
laspeou muilo ao almiraiile llaiualin e aos gene-
Cnrakarl Pelissier, que ae i..n lora a pru.l>ncia
e modelaran do imperador, poderia ter dado occa-
aiao a scenas desagiadaveis, entre as duaa nares,
todava afli.nia-se que ezplicajes mui vivas sede-
ram por esla molivo eulre o mioislro da Diarinba
Craneal e lord l'easley.
A Pressen acba-ie suspensa denla o dia 4 de de-
/eiuliio prozmo paseado, am consequencia de rie-
iiiieliigeiiciat cnlio Mr. Millaud, eucces.or de \lr.
Girardin, a o gerente lilular da sociedade, .Mr.
Uosy,
11 reino de iples acaba de pastar por orna es-
pinl.iaa eataslroplip.
lio tremor de ierra cauoa all grandes .Iomi-
Iraa.
Eia o qae a esle ropeilo enconlramos noi peri-
dicos que temos a' vista.
1 Eutclivampiiio, na noite de ig para 17
poi> c 1(1 OU 25 SI ;.u; dOS,
.. Esle uttiaio Un iSosrnsivcl tjun fez pa-
rar os doos relogios do obs?rvalorii real.
o llouve tarobem dous abtiios das tras ho-
ras es 5 ils n;.^n|.,'ia, iuo dui iran alguus se-
guo s mas loain quasi ii'Si'.nsiTeis.
11 Os despachos de Casera, ola, Aversa,
Pozzuoli, Sleme t> velnt, mencionsm-o
mesmu faci em lodos aqiielles pontos
n No Principado Citerior, Kboli o Cam-
rar'ia, os iluus primi'iro.s ahilos foram mais
sensiveis. mas n9o ba que cplorar nehhu-
ma Tictima.
Em r.vi.i, a romnior;.""! foz-so sentir.
mas sem causar ecidentcs
a Em Castellamaro resultaram l'eriJos 2
homciis do povo
o Despachos recebidos pin aples no dia
I8annunciain que a comiounicacSo lele-
grapliica entre tboli e Sala foi iiitenom-
pi la.
Na ultima dctas ciJaJen lia que deplo-
rar .1 victimas.
A cadeia, o quaitcl, c oulros edificios
pblicos souTcrain muito ; (m Alera a me-
lado das casas cahiran!; em l'adua fcaram
arruinados uns cera eiilicios, e nao se sabe
aioda o numero dos morios
o Em Polla os desastres liio sido maiojes
e as victimas numerosas.
I. u rtUletta, em Petrosa c em Caggiano
morreram algunas peasoas, e ho si lo des-
truidas multas caMi;. ; pin Salerno ficarain
deteriorados varios edificios o palacio da
in n encia, e o quarlel da 'iclidarmeria,as-
si m como urna torre.
Aquclias ruinas esmagtram duas mu-
lheres.
" Rm Campagna contam-so varias casas
arruina 'as. comprcheuendo nellas as do
sub-intendente
Otei, ao saber estes desastres ordenou
aos seus fuucciouarios que no pon; em des
pea al^uma, mandou ao intendente que
sedirigisse em pessoa sos lugares do sinis-
tro, e lia aulorisado o eiuprego dos fundos
das caix.as municipaes e provinciaes para
soecorrer as victimas.
(]..mo se (aulas desgranas nal basl'ssem, o paiz
acha-ae inda amtacado de entras. Us tremores do
(erra coutiiinam, e as fontes vizinhas do Vesuvio
lem seccado, o que se considera como o signal de
ulna proiiiria ernprAo daquelle f .rmidavpl vol^ao.
I'.iu.-os das anles do terremoto de Nape les, islo
he, a 11 i|p ilezeinbro, seulio sa tambem na Suecia,
em llerucsand um tremar de Ierra lo forie qoo a-
balou as ca-is pelos alieireos, agitando todos os seos
movis. F. li-meule limitou-sc a islo.
Em am dos dias do mez passa.lo, S. Sanlidade or-
denou peas- .lmenle em Roma ao principe Luciano
Uonaparle, lilbo do principe do Canino ; o novo
pa ir tioha ja celebrado a sua primeira missa.
a Parece quo o governo pontificio j.cnsa
em entrar no camiiiho das reformas c para
dar principio se mandou por em execueiio o
motu proprio de Porlici, ro qual S. 8. pro-
mettia aos seus subditos que os municipios
seriam electivos.
Em Roma val a proceder-se rcnovac3o
da municipalida le por esto m thodo, e ou-
tro tanto se er que se farit as dentis que
existen ms Esuaos Igreja
Foram aberlns os parlanientai da Blgica
ilenlia, conl.indo o parliJo liheril em amboj
deravel maioria sobre o sen ad' er-ano.
Da Soiaaa nada ha ileealraorcinario.
Lu Inglaterra e parlamento iltpois de approvar
a condeca do governo relavaniatile ao llanco, a-
diou-se para favaieiro.
Goma que neate Uanipa sei a lobraettida a' sua
can leraclo a reforma de estada da ludia, palian-
do esla i.u u a depen tencia linmedi.il.i da eoroa,
com o que cortamente melle tira' a ganhar, emrc-
lant.i assegura-se que a comp.uihij entilara' lodos
os esorros para que til med la n3o seja adop-
tada.
1) Obsrvelo falla da retira la de lord Stratford
de lte.leliffe como um faete conumniada, sem com
Inda indicar o noma to sen loeeeaaer.
A respe,lo da guerra rf lula, Lem que 0) In-
glezrs lenham lomado Uelhi, alancan lo varias ou-
Iras vaniagens. lodevia aa eaaaai complieam-M cada
vea mais, rebentando novas nnerreifSea em ponlos
al enl.lo submissas e liauquillos.
Sir C.uiii .eII lera a' sua disp laica nina foica .le
22,000 liomens, luelestva os inaibadorea lodioa,
mas o leimlgo a combaler be aera comparado muito
mala aeoieroae.
lodo o reino de Ou le arlia-ia em amias contra
oa Inglezes, sendo os seus habilaaltt os mais belli-
cos de loda a India.
.Na Chana coiiiji.ua o cerco de Naekin peloi rebel-
des, e os praearatWoa par paito ds lu^lezos para o
ataque de Canto.
as carias dos noiSOl correspondentes encontrarlo
os leilorc noticias mais circomsl ancladas, eandn as
(iiiaucciras um pouco mais an-madoras que ai do
vapor passado, principalmeute pulo que diz respetlo
a' luglate i .
Ilainburgj parece devera sua ealvacio ao Banco
de \icna, que llie mandou por empreslimos a
quanlia de lo milhfiea em prate.
Nos Esados-l.iii.ius a' ctlse linanceira linba por
ftm panado. liavia aheodanela de dinheiio.
Qoanlo aos nceocios polticos linliam osdilleren-
lesminilros apreienlado ao cengresso os seus rela-
tnos, nos qu.ies he eiposlo c icuraslaiiciadamcule
0 e-lal.. do paiz.
l>o Mxico diz o ciNew-VuiU-lleraldo de 15 da
dazeiubro seguidle :
a Aparte setemptrional do Mxico, onde
a tranquilidaP? se lia mantido mui bem, foi
agitada no dia l'5 de nvete hro em lampeo
por urna tentativa ibominavel.
Naquelledia, o genera .Moreno o alguns
olii.-iae.s ii.i guatnicSo e ucupregados civis
forata convida los para u na fesla dada por
E. Eulogio Ceothier, Vald bitantes conjjrados com um fim criminal.
No curan da festa, o grito de Ueligiiio e
foros foi dado por alguns sol lulos da guar-
nic.io o os earregadorea da porto.
a Os conjurados apo leiaram-se descon-
vidados; mus tendo conseguido salvar-se
alguns, se restabeleeeu proaipto a onlem.
" Valdoiuar foi niorto no inolim por um
sargenta
As ultimas noticias do Uaxico, nue al-
catiatn al o dia 4 Je dez;mbio, annunciam
que as tropas dogovomo balerain os insur-
gentes eut Pueblo o oulros ontos.
" Os assumpto-i i repblica linliam vol-
tado a tomar inelhnr as.jeito.
A posicao dos dous parli Jos em Yucatam
era a mestna,
O iiesidentoComonforto o tribunal su-
premo foram insultados nicialmcnlc no I.'
de dezeinbro.ii
A reipeilo do general Walkt* c:r(3 dos Estados-
Luidos iioliciam o egoinle :
" Como ja se sabe, sah o Walker da Nova
Granada no da 13 de nov -mitro ultimo, dcs-
embarcou no dia 25 em Ponte-Avenas, em
frente duGrevtown, illui-inlo a vigilancia
da fragata americana Saraloga."
As 1'orc.as aciuacs do Walker ascendem
a 186 liomens, dosquaes 15 bao desembar-
cado na en.boca.lura do Jolorado tomando
posico n'om libte dorii-. Em Ponte Ave-
nas esto acampados 141 homens. Walker
espera novos reforcos.
O genera] Martnez foi elcito prasidonto
em .Nicaragua.
SO leve contra si oito\olos.
O governo do Niaetrsp.ua l'.z grandes pre-
parativos pa.a cinppnhiruma guerra seria o
enrgica contra a Costa Itiea.
o general Jerez esta em Kivas com "00 ho-
mens, lirados do departt.mento occidental,
e isla lorpa sea aogmen -da com outra
igual asrdeos do general Martines, o qual
deve tomar o caminando o.u chelo do exor-
dio
go croo da Cos i Rica manifestou dse-
jos de arranja'as difculdades com Nieara-
gua, depoia dcsta estab.lecer um governo
constitucional.
O governo Boffreu muito com o sitio do S.
Carlos o bloqueto do rio.
Em nmpeiiodico dos Estados Unidos le-se
o segitiiite. :
O partido revolucionario tnumpliou
completamente na republiL-ii do Kolivia.
Odoutor I.-nares foi recooheei tn com
lente provisorio, eo amigo chafo, o
I Cordova fugio <'.v pai/..
Em S. Salvador honveram muitns tremo-
res de Ierra, que foram Uto Tates como o
n lo de 185i, i.
i 'pndenle Ka'apreienton o of-,
iriu qo i o Sr. .: n Benlo .-/ a1 c........isilo de I-. -
er o q
lirio am que LislmaBiige poiluguez Venoi, T. de A.,[F. & .'rzella de Angola, ......
i I ilh". II"lacena assucar. lu, ii........
laucar, a 50 aacc
m i.
sbaa Barca portegaeza aMarli Josee, I S. II.
i\ Filho, '.i. i roa besucar.
lilla dila durup i. .
Ilil.i ilii.l lli.i .^e^ro
1'llfJO i
I[!' pa .
cieno, encarrego-me eu da ii i.-cu-ver o que-
.. I. -lo :
I lima. Sr..V vala do final do ol i
Vv. : s. m; i. man m o i qnei iinento de
geade Mendoiia, u e es<.i adii.iui que ale exeiclle o ata presuma mil pilal l ,,,ri. Vaqmilae do Maranhao.
i es vi.tai da eommia- LisboaBarca peilugnezi iMaria loao, Francisco Vaquetas do rata'. .
aso d. hvei-eni publica, di v i i, ......em,. |.r a p ip i i: i de i Hiveira, 2 airobas doce, I garraflo a- Bitas de Peri ambucc.
que pede nepote iie venuesdo o eom resellado da goardenle. /.-.
na guarde a V. S Palacio do govero Rio da PialaEscona larda *Emilia, Bailo & l.e- tzcil
ItrjIUJO r <
- n ii- i i
".. 'i i a >

; i
: i
I U-|i II i
de Pernambueo, 12 de novrmbro de 1855. Jos
Benl i da Cuuba e 1 i neired .
Fin vlsla -lisio, podera* anda o coireapondenle
Ksuapeitar que o Sr. eonselhelro Joro lenlo se-
ja rapan do aublrahir docomenlos '. !.. 1C a' v -ia
daquelle que o preprio correspondente uan-creven,
ciroiiliapiii.inreiiliii '. peder' algaem ilcivar de
laconhecer que o Sr. Jos Benlo endoa sempre
mudo rm rrura ? A.sim como be ei-la s.'lo loda ai
ouiras : Feliz de quem pode ler a sua consciencia
tranquilla !
O cirrespondenlpKlie que nos paraca quo vai 'ol.ranlo aii remreos : ja conceden quo o Sr.
Jo' Benta lile fea o contrato, apenas nfluio :
iilranseain ; e linalmenle acaba de convir em que
mi. 2"> lipas raJ!{a.
Monlevi :i'.'Polaca i-i panhola Erniezinda, Viu-
va Amoro i\ Filboa, 100 barricas assucar.
Rio da PrslaSumaca he-p-nhola oMalhildea, Ara-
naga Bryao, 190 barrica a LondresBngne ingjei aMellicontt., s- Brolber- &
C -i sari o assurar.
KliClilii.imr.lA BE RENDAS INTEBNAS CE-
HAES Mi PERRAMBUCO.
I'.cndimpr.lo do dia I a--N. 80:58
dem do dia '.i....... I87S780
doce.
- /' 'l'.
_ i i
i
roame
g-eoet "-
de c b 220 barr.ii I (eia le r-rr.. 10
.le dril.-1*, e varias v>-luraea. ..rii ,j.i ireetei
e merradoi i
ISarr.i porloguei i i Flor do )
ves ; 4") banis o 12 sisas de ..,. ,..
v n .-, "i de rarm ., i,-, ,. j..,,.
200 ni.in- lasa), 100 malhas de cebubs, I JO anco-
retas de azeil ni, 30 i cees le lemeas, ilOvolomes mencionados lias munidos te seos (i
,l"i';l I 20dec ra.-jo, ,,.,,,.. Paco da cmara m
de ii al ..... -.i de pirae.ila, 11 "
-- Peranle a cmara municipal de*U ri-
dadees i rSo em praca nos das 30 do cjtrveav-
M I iven ii fu!u o. os reparos da
ponte denominada do Maduro, orc'dn
72o? os que se propoierema irreeMUrc
i ai (.mi no saco da nvesma cmara, n -
unicipal do Ra
CONSULADO PROVINCIAL.
Aiiiendoa Hoce rm milo.
llanda de parca......
Btalas ..........
Cera branca em ^rume .
Hila .lila cm velas .
Cebolai.........,
Cenfeio..........
Ceva 11..........
Ca Da de varea......
i. de porco.
Chourica........
------------- : Figos ...........
21:0733013 Failnh de (riga......
----------------, Maulis i de |iorco. .
a I m.
:|-_mii
ISoOU
be razoavel, que se observe o resollado da qual- Rmdimoul'o do da I a28.
quer substanciaque se \r Itr viilude curaliv ....
Mallo bem ; louvo a docilidade da c rrespondenle
K. cSapienls cal moler eoneiliama.
Esloa confi.rme com o corre-i oii.U'nl- K, e ir
iili.uile sera' ua-lar lempo iimlil. Fica poh encerra-
da a diaeenSo.
ii ilaeeioentt.
'.t de Janeiro do 1858.
Idem do dia 29.
c\:tt&p0nt>tncia.
BULLETIM.
LIVERPOOL S DE JANEIRO DE 1858.
ImpnrtafUu.
I.ivrrs de diretlua para o vendedor.
Milito
62:120353.1 Presante.......
2-025/0061 Sal triguairo groase. .
--------------- Trigo rija do reino. .
I 1:1453539 Dito molla.......
i'niriiiha........
Vinlio .le l.i'boa linio .
Bita lila branca ....
Vinagre de Lisboa linio
Hilo braneo dilo ....
firs redactores.Maito co-dra a minba
vontade, vcuho pela prirceira vi. a pegar
da peinia para escrever para o publico. Pois
se ir quciem devorar, forcoso he nao con-
sentir.
lia homcm, Srs. redacto-es, nesta nossa
infeliz leriinlia, que, s porque suasvonta-
des Ibes dictam.e semalgnm outro predica-
do, se querem fazer gran les c espeitados :
he por conaeguinte preciso para elles alean-
carena o seu desidertum, que nos curvemos
e deixedjos-lhes o campo hvre : para o que
no estamos cerlamenle dispostos.
Compre!, Srs. redactores,lia poucos anuos, Idem de Pernambueo braneo.
Generof.
Algodao do l'ernonibuco por lili.
B tm.....
Mi-.liano .
Ordinario .
Idem idem da Babia bom. .
Mediano .
Ordinario. .
dem do Maranlia., fibra longa :
Alcntara. .
Ilapieor. .
Cavias. .
Idem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Assucar por 112 do Rio, braneo
l.ouro .
Masca vado .
o engenho l'indoliiiilta no termo do l.ecifn,
e i or minba infelicidade fez o mesrao o Sr,
lente-coronel Luiz. de Albuquerque .Mara-
nliao, com o engenho aldeia no termo de
Nazareth da Malla, sen Jo este liinilrophe do
meu : dcsfiuclattdo como me compelia a mi-
l.ouio.
Maaeavado :
dem da'llaliia e Maeeid braneo.
I.iuro. .
Mascavado .
Balsamo de cupaiba por claro.
~orvo. .
tilia propriedade, fui em luirte turbado pelo! Borracha por fina.
Sr. Maranb3o, pois nao quercnlo este Sr.
conteutar-se s com o sea engenho pelo seu
genio cubicoso, pretende cslend.-lo para o
la lo du ni cu, assenhoiiando-se por conse-
quencia do una parte do meu, que por jus-
tos ttulos me percence. naas se smenle so
intenlasspm os ineios legaes, estara satis-
feilo, visto como des'.a forma, exliiliiriamos
em lempo o^iportiino os nossos ttulos, e o
juiz recto como devenios esperar, profirir a
a.a senlenca tendo ent vista a cela razSo e
jostica ; ao que ceilamente ja demos prin-
cipio, am la quo nao sainamos qual o funda-
mento de una quesillo da nalureza da do
Sr. Maranlif.o ; porque o unieo tilulo que
cm seu favor lem de apresenli r, he o de
urna posse trgicamente adquirida, como
cass;utos a espor.
Assim da mcsina maneirn, quasi porque
quer o Sr. Maranliao, o antigo i roprietatio
do engenho Aldeia, que n lo que fosse sen
o quantum do engenho Pindobinha, que
agora quer o Sr. Maranbfio, fez vira sua pie*
sen;a o proprtetario destes e tambem a Ma
coinpanueira e os fez prender emum tron-
co, acommodan Jo porem as penas ispea-
soas, pois que ao jiro rielara rouhe por
sortc a prso pelo pescoeo e a cnmpauheira
pelos | es, conservados por esta forma assim
presos por rlgum tempo, foram remettidoa
, ara [guarasSU pelo tal Sr., e 0 certo be, que
desto tnomoravi.-l dia em diente, licau per-
tencendo ao cojo o peluca cm questao do
meu engenho.
Vejara pois, Srs. redactores, se he es'.c um
meiu legitimo ue se adquerir, atn la mesmo
se tal posse por muilo tempo fossa con-
servada .. Em qua ito mais que passado
algum tempo, foi o senhorio rivinJieado
da m3o des?~ polenta Jo, pelo seu legitimo
dono.
Mas dissemos cima que o Sr. quera, s
porque era sua volitado augmentar a sua
proprio lado, e porque ttio espera o Sr. Mara-
nliao pelasentenca que ba de julgar o nosso
direilo ? Tara que offerece a minha p-o-
priedade a unta o mais pessoas para levantar
outro engenho '' Para quo d despej i a mo-
radores, que ainda sfo meus '' Para qu Si.
MaranhSo. ameacai morado.es do minba
propneJado por derrubareai em inhibas ma-
tas, dizendo-lhes, que as matas so soas?
K porque tilo a piessa convida o Sr. aos
meus foreiros, pata o servido .la guarda na-
cional em Nazaretb, dizendo-lhes que aquel-
las Ierras hilo de ser suas, porque a senlen-
ca n i pode deixar de lite sur favoravel, e
quando seja islo assim, ja sera tempo do
y. dar direcco ao que he meu : lio muito,
Sr. Maranbflo, e veja que com quanto nao te-
nha estes requisitos, que por forca querS. S.
te-Ios, todava ainla posso administrar o
que he meu. E no fim be que secantam as
victorias.
Sou, Sis. redactores, de Ymcs. constanle
leilor,
Jos Luiz da Andrado l.ima
Pin io'iinba 14 de Janeiro de 1858.
l'rerm.
7 ||l .1 a7l|2d
7 da 71|8 d
(i l|"! d a (i:!|ld
i; l|2 d 6 3|l d
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500
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,., a,- i.,,.,.-.,... i depirae-ila. da masa-, s3o de 27 de Janeiro le 1858 M-noc J.'.a
li de baeilliuo, e vario v nmcs dirr-i-. ,,......, .,' '' "orl J"*
- Patacho p.rlMoM Clela, cap. Sanie.- |0 '.:l"1"1" '"'-.' '"'qucriue. pres.lrn'
pipa, 10 maladila, 133 bairia e 13 taiaaade |. ""'I'":" .anulo nho,3 pipaa, :. 112 litai e iai barns de vinagre, \-, "'a lar servio o de secreta lio.
v, .i pipa, B Ira un e bu iiarns iie vio
liairle e 2 bilbas de alc, 15 barril He carne, 7(1
le i.iueiuii.. 100 arroba de balada, 200 elsaa da
eb il i, 1 le cebe em vellis. 257 ,ias de cr, 10 de
rnaasaa, I-J meioa de Sal, 30 barrica de farinha,
! de l.acallno, 2 volunte da elfaiema, 7(1 .le pa>-
-a', 173 de r,jn,, 32 -lo caslanbas, 2111 do aieilu-
nas e varios vulumes diversos.
BMTKADASDA BinRA.i
19 de. Brig. porl. Arlivo.Pernambueo.
22 a
23
28 a
211 ..
i Jan.
Ba c.
Une.
l'dlll.
Gil.
Patli.
Brlg.
Palh.
Nerei la.Para'.
Ruel.a.Pera*.
Constantesrnbou por causa
do lampe,Peiuambuco.
\ a Betlinopor Maceto.Babia.
K arico. llalli.i.
Taraje Ipor S. Mi:
Baha.
Trovador.M.iranhlt.
'fe.
SAHIDAS DA BARRA.
13 de/. Birc. porl. Esperanc*.Bahi.
2 l|2 i (i d
i0| a C5|
Mediana .
Ordinaria .
Cabera .1^ Negro.
S-rnaiiibv .
l)o Ccar, pjl!c. .' .
Sernamby. .
Cacao, por 112 libias:
Para bnin.....
Babia, o.....
Caf, por I J Rio |.a sorle .
Segunda .
Eacelhido. .
Idem da Biltia primeira sorle.
Segunda o
Eseolbldo. .
Caslanha prr 112 i do Par nov.
Sebo por 112 de Rio Grande:
1! mi c duro .
Mediano .
Escure ....
Ora de carnauba, por 112 .
Chifles, | o 123 le vacca. .
Ordinarios. .
Cioa is d? i -yus por tonelada :
Branca. .
Prela. .
Clina por i da cavado. .
de vacca. .
Cobre velbo por .....
Couros por do Rio,
Soceos de :iu a 35 -
de 2u a 21 -
de Tauro.-, :{.", a io a
dem do r.i.i Grande, por :
Salgado, de (;."> a 70 :.
ii de 15 a 50
ii de vacca 10 a N "
Cavados iecco,10 a 13
. um.
demsalgadoi, 2! a 30
I.'.om dem lu a 20
Idem de Pernambueo, Babia, Marahio'ePar por j
Seceos vi.'., 26 a 30 7 d a S I
i. espich ido 16 i 20 !i .1 lo .1
Curtido 7 a 9 f '.) J 11 d
Molba.lo. salgado, 10
a 60 ,1. 1,2d a 5l|2d
Idem do O ar, Parahiba e Macead por
.""ros ciIk. 30 a 32 i. 7 d aKd
.\i libados .i a ."I i. l|2 d a 5 1,2 d
Cumaru por libra bom. H">
Ordinario.....!,(>
Jacaranda por lanciada, do Rio
e Baha...... II | a X. 1(1
(eritelirn, por nuaileir.lo. (0|
l'iassava. por 2240 do Para n. t I |I0 a l I8|
Babia.......i lt| a '. I2|
l'iaurim, por 112 Ib, bom. 6| a 8|
Salsa parrilba por libra boa IpS
Inferior......
tapioca pir 112 Rio superior. (>0| a (>|
Ordinaria invendaval ij| 50l
truc poi ., do Para beta. 6d 7 d
l'unio! e Cambios.
landos insleies.
Ilanrode I alalerra accSM
i-, a 163,1
15 l|2a 16 l|i
27 a 2S
0 a -
.".'o a 550*.
210.3 a 2I5|
lll i. I3| :ii i. -IS| ili[ 11 ."i2| :IS| a !2| :il| 11: : .":!|t
'-1 ,VI| 7| a 80| 15| 7,6
f 6a7 11 a ">
7 d a 8 d 10 1(4 d
9 d a 1, 9 11 9 da 10 d
i;.i a 6 l|2 (. .1 a (i 1,2 (i d a (i 1,2 d d d
Gii a 81G
8| a 10|(i 1| a(i|
tynMkac&0 (tp&fto.
Aa lilil. Sr. Preneiiee l-'errera de Andrado, reci-
1 ido em o seu sitio da' MaBlab iras na dia C de
Janeiro, prrante a numerosa phalange de leus ami-
Ijos e dedicados.
SONETO.
Paelieaa e loaras ver deidur
D'inliiido presar hora* Roiloai,
Suave MBraaoSal fruir mimosa*,
Conleiile vendo rir, vendo folgar,
Rlaenlia exiiteneta, ledo >ffaaar,
l.-inae de iliu-. s caprichos.i :
15 par aeeOes inelyaa e honrosa,
A eslima e RralidAo de mis captar.
Tal? ii Andrade, bem romprebendeilei :
K no seiu do pra/er e il'amicos dedica lo-.
Caa o premio dos feilos que esercestes.
A1 caridade leus das i3e votados.
Por ella alleic.'.js, eatlma ebllveete ;
L leus feilus por mil boceas sflo cantados
Consolidados.
Reduaidos .
I'undos de .
Ilelitas. .
Braaileiros. .
(i
llinamarqtezes
llespanli.ic-
llollan 'e/es

Neaicanoi .
l'oiluuuc.ts.
... 3 91 :ti a i 7f8
... o 91 7|8 a 95
. II l|i 95 a 95 1,8
Eslraogeiroi.
. 11|291 a !)li
. 598, a 100
... II ,295| a 97,
. 383| a Kj|
. 3101,2a ileil.
Dclferidos :i2 a 2j l|i
Passivos. :i
.....2 1,261 a65eid.
.....198 a99eid.
:i2o:t|l a 21 1,1
344 a 45aid.
D
llossos
1856
18 jj
nro em narra.
11 Por uguez em moeda.
o Briiil.....
un;,1- heipanbola. .
n americanas.
Prala em barra .
Patacas brasileras .
Pete colitmnarios bcpaii.
Hilas das repblicas besp.
Moeilas de ." francos .
Cruzados uovos.....
313 1|2a 1|2eil
.... 5UH a 110
.... 1 l|297a9'Jcd.
Molaos preciosos.
. Par onc-i 77j9
11 7717
1. 77|"i
a 763 a 7tl|(i
I 74,9 a 75,3
>i I 3(861 .')(8
.. Vi 1,2
II lal a I. !
Por J. A. (>. Cantpof

_ CAMBIOS
Sobre l.nnrc, 2;) l|2 a 21 l|2 .1 por I.-.
Pars, 420 a 1.10 rs. por Ir. 60 d.
a Lisboa, 110 a 120 por % de premio.
Pea-enlode lellras, 12a (aprcenlo.
01 IIO(Jucas despatilllas. .
DiUa mealcana.......
Peras......
Meeda de 9;tmo .
Hilas da 20a .
RA l'A.Palaeoe lirasilero
Dito columnari s,
Ditos mexicano .
I85IOO
9f3O0
:;n- 1-i
188200
9 1
Lieboi......
IV rio......
Rio de J ineirn .
Babia e Pernambueo
Amslerd, m ,
Maiiibur'.o. .
Pars......
.> 58 l|2a 59 rqi
. 59 I [2 a 59 3|
Cambios.
. 90 .1 d.il 1|i a .,1 :i|S
521|4a523|8
. Ii:l d v 2"i a 25 l|2
o
. .; m .1. 11,19
1 117
n 25.6 a 05.
. :i d. v. 25.17 a 25.22 l|2
LISBOA 12 DE JANFIRO DE 1858.
/'/t'-os corren/e dos gneros ile importctcoo
Braill.
Alqod.'io de Pernambueo.....
Iiiln da .Maranliao o Para. h |t0
Aaauear de Periianibuco braoco >. 29400
Hilo 111,1' avado......... 11 I-mi I
Dilodo .lio de Janeiro 111. o 1 -sn.l
Pilo da Labia b......... n
Diiu du, mascavadi....... l-'i o
Pilo do Para brillo....... ii -.'-IKIil
Asuardente de calina do Brasil.
Alpiste ......
Arrea la Lidia Coa .
29100 Arroz du MaranhSo e Para ord.
IJB880
51 1,2
.".-'O
518
.' mslenlam :i mpl. :l 3|S
llambuigo : mpl. 18 l|4
Madrid 8d|v. 925
Puado.
Inscriproes de :l por rento .
Coopon ......
Iim la defferida .
Caminho de ferro de leste
Banco de Portugal. .
Hilo do Porlo ....
Metaef.
Pecas de S--.nl.I....., S-l
Oocaa hespanholu...... 15*150 1
Iti'.i meiieanaa....... 149200 I4e30
Aguiaa de ouro dos Eslados luidos 183100 Isr'-11'1
Patacas lieipaniiolas..... 950 960
luas biastleiras....... 950 960
Hilas mevicanas....... 9.111 950
Vinle iianeii--........3{>520 :;-."'
Cinco Iraneoa........ 870 890
ESTADO l>0 MERCADO.
Do 12 de dezembro dn 1858 a 11 de Janeiro
de 1858,
Dcpois da nossa ultima revista nota-se
mais actividade no increado, com lulo as
IransaccO B silo limita as, emhora os procos
de quasi todis os gene os tenhain declinado.
O geral das transacqdesso (citas a dinbel-
ro ou a curios prazos
Ubserva-se que ha pouca von'.ade por em
quanto de alarg.r as operacoas commcr-
ciaes ; em quanto se n3o sal la.etn as contas
que sjdeviam rjtistar na crise porque pas-
samos.
O mercado de fundos lem estado animado,
c ilgumas Iransacoi'S se tem l'eito.
i\o acontece o mesmo as acco.;s, porque
os pr. (jos esC'io variando todos os dias. Com-
tu lo as 1,0 Hinco de Porlugil eslo mais
firmes.
Em eambios pone i se lem feito.
[MPORTAgAO.
AlgOdSo --Nada fcito. nossos precos sao
nomneos, diz-se que houve oiTeTUs a 150
para o do MaranhSo : as entra las sao j;i sic-
eas desta precedencia e. 15 de Loan Ja, calcu-
lamos em s r 100 s ceas.
Agurdente.As entradas sffo io pipes -le
Pemambajco e 50 cascos de llamburgo ; fez-
so alguma cousa na do Brasil aos presos co-
lados e nasqualidades esirangciras de 6tO30
a8--0UU o almudu.
Arroi.\pcnas entraram 720 saceos e 2,355
alqueires oni cascado Para, as existerin.s
sao rrgularcs : n3o tem havido alteracSo
nos precos.
Assucar.--O total das entradas neste pc-
riodo, sao 9i c.aixas, 11 l'.-ixi'.s, 7jj bsrri-
cas e 5231 saceos Sendo 942 eaixas, 11 fei-
xes, 100 barricas o 358 saceos da l'.a na, 10(1
barricas do Para, i csixas, 11 barncis, o7(i
saceos de Macei, 70 saceos e 423 barricas
do alaranlio, 325 e 4,039 saceos de Pernam-
bueo.
Mo obstante a declinaQo dos pre;;s as
vendas teem sido cm pequea escalla.
O deposito seacha iibunianlemoale sup-
prido, e calculava-so a 9 em :
Ciixss Feixes Ilsrrieas Saceos
3800 228 2100 10:1100
Ci leO mercado continua assaz l'roitxo
i-ara o do Brasil, e poucas sil' as ven las que
sefuzem Suppnndo o das colonias a manir
parle do coisumo As entradas foram 3,315
saccas de S. Tliome e 310 de Angol i. Caleu-
lunos as existencias ent 12,500 gtecas, das
quaes 7,300 das cujoc.ias.
Cacao.Os su.iprimenots chegados foram
389 saceos da Babia, 25 do Para c. 275 de
S. 'fbom. A penis a seotana passada se lize-
rain algumas veri las de pouca importancia
par consumo. Em ser 1600 saceos.
Couros.Tem esta lo completamente pa-
ralysados ; mas a semana passada ven le-
ratn-se os existentes do Para, fez so alguma
cousa nos espichados de Angola, e nos sal-
gadus desla preceencia e das lirias, as
mais qualiJades nada foito, e iremos tu-
ininaes.
G Jinma copal.N3o ha transacqocs, e Ita-
voiao em ser 5,600 saceos.
SI lacn Entraram 272 saceos de Pernam-
bueo, c3: ilo Para : o mercado achava-sa
dcsproviiio dese genero e paiece que ja
hi veo las nos suponmcnlos clieados a rs.
659030.
Oleo de copabiba..Sala feilo, e iiiecos nomi-
ii es.
Ouruc.Tambem preca nominal, e n3o ba ven-
das : entraram 3l palenos do Para', ltaverio em
-or 900,
Salsa parrilba.Timbem nata ib lem feilo ne-le
rtico, ebegararu 292 rolos do Para', e em ser ixisli-
r.li 1,000 lolas.
EXPORTACAO'.
A Hiriente.Nao ba urniiuma da nacional de
v ulio p ira, as neccstidade do consumo e os prepa-
ras para o fiaba de einbarqu be suprida pala feit.i
de cereae e eslramjtira.
\ilo.C mi lu i a i ouc Bn majlo no mercado,
sendo parle do que entra aromen .do. Os preeu no
caes lecm regul ida I 2-,'u i e :l> KM is.. e para em-
barqu deveni-se reputar do 33200 a :l>loo rs.
C.reae.Os tribus apresenlain ledesela para
maijr baiaa ; a concurrencia ao ucrcad i he mallo
limitada, e lia aran.le .lillicol.lado n.s vendas, parle
I-,- < ntra lai ato arinaaenadis.
\ indo.Como dissemos naneen ullima revista,
esle geaere Brava emap.lhia, pelas milicias vindas
ent lo no iiT_viie.il Chegaade mis a nao garantirme
os prx; i que corra:n de se lertm el.'eciuado aa Iran-
aaccSe iiaqiietl.i poca.
II \i o mercado acba-se na m'iini suaro em
quanto a vendas, Me obilante os pteeei trrem-se
tornado mais re2ulares, sendo para os brancos a
II a Vap. illa. Avon.It o ae Janeiro.
15 o Palb porl. Michaelenae par Seiub.,1.
Rio I,fui le.
22 o Kr\' o (^ansenle.Pernambueo.
21 n Palb. o Emilia.Babia.
o Brig. din. I la & Kutiua. Rio de Ja-
i eiro.
j. > o IIrs. pirl. Eoslaojaia.Ro de Janeiro.
27 Palh. a Cautela.Paie'.
t llrii!. i> I-lar do .llar.Babia.
2S a o ii I.relo.Rio 30 Rarr. ii latra Pella.Pernambaco.
" Palh. i. Osar.Rio Grande.
:ll ii Bii. s UnMe.Rio de Janeiro.
" l.aia I.Rio de Janeiro.
3 jan. Palh. a Mario gnea. Penumbuco.
7 I a Roa Pe.M.,ranl,.1o.
'-> o Barc. .. I'ior do Ves.Para'.
" (irallAn.Periiambno.
II o Bii. n Margarida.Pernamluno.
NAVIOS A
Compnuliia do apren.l zes marinliciro
Acliauio-se errada nenia provincia, n i
decid,, i, oijoj de 2 de outubrn ultimo,
una companbia de aprendizea maiinhei-. -.
sob as nesmas condicOcs das do Rio de j ,-
neiroe Balita, pcloquedev ser formada ale
menores de io a l7annos. convtla olosa
tordo arsenal de ntninlia as pessoas qu'
queiram apresnlar seus Ribos, bem aajajao
prenles na quaiiJadn de uniros a ou tutores, para a mestna companbia, o fa-
" zerem com brevidal... -,..tos de immedia-
Umente entregar-se-lces, esto extjam.
ralilie-.f.5ode 1005 porrada BM, aulon-
no decreto n. 1591 do n do abril de IH&,
sendo que a Bprcsenlac.'i j dos nn-ncioni '.os
em segundo lugar deve preceder a coas
tent Itrtiica do juizc dos orplta is.
InspeccSo do arsenal da naartnha
naniliuco em 26 de dezembro de 157. O
ms. eclor, Eliziario Antonio dos Santos.
CARCA.
Rio da Janeiro Barca porl. Joven Carlota.
Un : IB
Bahia. .
n
Pernambueo.
Para'. .
*
Maranlio. .
tlmviim.
Estrella II.
C nlan^a.
Aclvo.
Korleaa d'Alrira.
William.
Palach
B irea amer
.Brig. porl Conde.
i. 1). Anna.
Cal. o Vasro .la c, una.
. n Ctrico.
Pol brai /-'.i-a.
.Barc.porl .Nereida.
Brtg. a Rocha.
.Barc. o Auroraa chtgar do
porto.)
NOTICIAS DO FAQUBTB.
A ullima hora.Londres 8.
Fecharam-M 01 ."i 0|0 brasileos da 99 a 101.
Eos! 1,2 brasileiros de'.15 a 97.
Os 3 por canto poiluuezes I.WI 1:1 1(241 1(9
a .1856 M4$.
Dfsconln a ti por cenlo.
Cambios.
Lisboa it 1,1
Rio23
Liverpool s.
Rrasileiros -i 0,098100
i -;|-,_!I7
3 0;n Porluaueie 1851 (3 1)241 1(2
(1856 1
Metaee,
Ooro do Brasilenea ~i\M 73| 1
Patacas braiilcirai.i!) I|2
Cambios.
Libei -il l|4 a 51 S,4
Rio 2) a 2i 1(3
A bata aa tana da juro no da 7 do rorrele
lem prodoxido um bom cffeilo.
O mercado de also.lAo eonservr-ie firme e os pre-
cos cam li'iid.'ii-i i para subir.
O a--ir,ir tambem vai labiada.
As vendas da alitaJio esle auuo ale boje andam
em 48,000 saceos.
9
Navios entrados no dia 29.
Macelo e parios intermedio*2 .lias e !l horas, va-
por Nr.'iler i ePertinangaa, eonimaedanla o se-
gunJo-lenente Joaquim Alves Mcreira.
Ro de Janeiro2 Sia, Imane beapanhal "Visilan-
le, de 152 lontla la, eapiMo J "o Miretaball, e-
quipsgein II, ca.gi la-Iio; a Novaes & C Per-
tence a .Malavo.
HavreO das, barca franceza Peraamituco, de I91
toneladas, capilAo K-iuilazo, equipagem 11, car-
ga merca binas ; Lasserre, Ttasel Iteres ,\ C.
Perlimce ao ll'vre. Panageiros, Jaeinlbu 1. Our-
sin, Lula Oerain.
BabiaI i dias, e-cuna brasileira i.Zislosan, de 131
lonola.li>, cipiuo l-'raii:is;o Jus da O. Feijo. e- i montos
quipagem 0, cama varias general ; a Isaac, (Curio
& C. Perience a Pernambueo,
Seelhamplea e porlos intermedio 20 dia, vapor
ingles uTvne, comiii.uiJanlc Sjwver.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrizne braaileiro NemUB, capi-
13o Manoel I, im-s K. Maia, carija assucar. Pas-
aageire, FtedeaiSO (. de Souta Serrano.
Rio e JaneiroBrlgae brasiUiro .. Veloz, capilo
Francisco Comes, carga atsucar.
ParahibaHule braaileiro Fiar do Brasil, mestre
Jlo Iran.isco Merlina, carga dzendas. Passa-
geros, KlaardoGaJaull. llippolvlo Oadaoll, An-
louio M-irele-, Antonio Ferreira, Juaquim Anto-
nio da Figueiredo, Prederick de Oliveira.
Observacdo.
I un le u no 11 me ii,l-a um brigue inalez e urna su-
maca despalillla.
-
Vacciua poblira.
1 in consequencia da loogitude da repar-
ti .o, as essoas que quizerem aprov-tlar
boasemenle vacciniea podem comparecer
na casa da residencia do rummissario var-
Cinador, secundo andar do sobrado da roa
eslreita do Rosario n. 30, em lodos os
liados -as 8 e melase 10 horas da man
Giixa Filial.
A direcco da Caixa Filial do Banco I
Brasil, avisa aos senltoresaccionistas, que
scactiaaUorisado o Sr. thesourei o da m
ma, a pagar o 8.- dividendo feito pelo Ban-
co do Brasil, na ra/.ao de 12^110 por ac
Reeife 20dejanei o de 1858 -Antonio M
ques de Amorim, secretario da direclsrta.
Pela ad:i uistracao da n esa do con-
sulado provincial se faz publico, que i
dias uleis par-, a cobranca bocea docof'r,
dos Impost.is de i sobre diversos esta!.
ciltenlos, de Wj sobre casas de modas, < de
20 sobre casas de jogo de btlbar, do anuo
liuanceiro de 18i7 a 1858 so principian! a
contar do dia 18 do crrente mez. Mesa do
consulado provincial I i do Janeiro de 1858.
Antonio Carneiro Macbadu Bios.
Pela recebedoria do rendas internas
geraes se faz publicar para cunbecioiento
dos devedores, que i-s iin.osliis perleuci-n-
tes ao excrcicio de 1857 a 1858, a saber ren-
da dos proprios nacionaes, foros de let-
renos o de maurib, e tasa dos escravos,
iio sendo arreca la los pelos cobradores no
domicilio dos contribuntis, devem Mu
vir paga-Ios a mestua recebeJona, atiui do
evitaren! a cubianca executiva. R-c.-l.. ,1..
ria d,- Pernambueo 24 do Janeiro) de is8
O administrador, Mauoel Carneiro de Souza
La ceida.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselbo administrativo lem de comprar
0 seguinte :
Para o ripio batalli.io da Parabibs.
Coibires de ferro "2 espumadt iras '-
ferro 2 ; garios de fe-ro i ; pas de ferro 1 ,
pesos de b-onie de l|8al 1,1 arroba, joffi
1 ; casQaes de lano 2
Meio batallia,) do ("cara.
Casemira verde, evados 6 i|8 ; dita ama-
rella, cova'doa (i l|l*.
Aroiazcus do almns liado.
Cobre velbo, arrobas90{ i jl s depelii
marliut 4 ; ,s trelo, arrobas 2 ; .ccrant.-,
arroba 1 j.pavios 9 ; velas eslvarinaa, li-
bras 100.
Botica do hospital regimental.
Madapolao. liegas 10.
ijum qui/er vender,aprsenle as -
propostas em carta fechada na secretaria alo
coiisollio, as lu lunas do dia 3 do leven no
prximo vtii louro.
Sala dassessdes do conselho adminislrali-
vo para fornerimenlo do arsenal de guerra,
28 de Janeiro de 1898. Benlo Jos i.amo-
nha Litis, coronel presidente Bernardo
Pereira do Car.no. vogal e secretario.
--- A administrarlo geral dos eslabeleci-
de candado manda fazer publico,
que no dia 96 do correnle, pe s 10 horas da
raaobla, na easa dos excoslos, faz-sc pga-
menlo as amas das mensalidades vencioaa
at dezembro do anuo passajo. Adminis
tratjao geral i'os csiab.-lecitnpi los de can-
dado 27 dejT.eiro de 1H58 O MUtllna).
Antonio Jos Comes do Correo.
O lllm. Sr. inspeclor da thesoorana
provincial, em cumprimenlo das ordena do
l'xiii Sr. presidente ds provincia, manda
convidar aos propiicla.ios tbaixo mencio-
na.los a entregarem na mesota lltesouraria
no pr /n de nula das a contar do dia da
primeira publicbalo do presente, a impor-
tancia da quola com q io riwcm entrar para
o calcsmenlo d-s ras dos Martynos, II irlas
e trayessa do Dique, conforme o dtsposto
na lei provincial n. 350. A.virimlo que a
falta da entrega voluntaria sera punida com
o duplo das refnril-s quolaa na confontn-
lade do arl. 6 do regulamento dc"2de de-
zembro de 18.it.
Travensa do Dique.
Ns.
2 .nionio Jos de ParlasLins
Clau liua Maiiinba do Sacra-
mento
6 Tibu.cio Vale iano lliptisli
8 Idem
10 Isabel Marccllina .Scveriana ile
Oliveira
12 Miguel Filirio da Silva
It Dmandade do Scn'.or Bom Jess
das Portas
AI.FAMIJiCA.
endimenlo do dia I a U8. .
dem do _ia ^'1......
Dcscarrecam boje ;!0 de Janeiro.
[Iri^iie inglesI ranlaobjeeloa para o r
llriiue purtuituezCoii.|..uleliveraoiMOM I
Rarca poiluijue/aSympalhiaIdem.
Barca braaileiraKacifefarinha le Iriso,
MOVIMEMO l'A AI.F.vNul.iiA.
volume enliado coro fatend......
" com genero ....
luuinuncada.
ANDA (ICI RaNDEIBO.
O correspondenteK doiton com eneiioivro>
aluno pira polversar o HaetieHU. Agora ja'
|n5ofoioSr. eoti.elhetro J-i B-nl., nue col. luna o
conliaio, mi^ inft'no : lemis a fbula do cordairo
, com e lobo. Esta bem: i correspandenle K
recojo am pouqmlo, a islo j,' b um milagre ; mu
'nao li.-nii rm'i.r n;a do : dis-e, par etemplo, arioe e
ra do archivo di pre-
provtncil alj-ins d.tcumenloa que Ido
ivoraveii (que eavalieirismo que i,..
Sr. I i" li. i ( eeolrar i.i.i -i,, borrSe du o'f-
Bcio neo Sr. J i- Banlo di'lato h adminidraca da
o Sr. Jos Benlo nSo li re
sideneia desla
de dezembro ae aentlram em aples duua I c,iade, soi.ao do que reoebw ua commis.ao^eVv"
fortes troinores de tena; o pinueiro as 10 I gime publica. '
i
Hilo dilo nit-lli .r.
Dilo dilo aupertor......
Caf .1 Rio primeira sorle. ,
386*1 >t 16) Dito d h, segunda dila.....
615 Dilodilu li-iieii.i dila .
Hilo di Babia.........
'" 57*008 Dito de Cabo Verde.....
Hilo da S. T. e Principe. .
Cacao do Pai.i........
Hilo de San Tltom.....
Cera amiuella de Angola .
Dita din. de Beusuela.....
I.l l\.i 1 Vi i .oilii.......
Dilo lorofe..........
219 CeaKoa verde do Para'. .
1'-'-' t.iuros espichados de Minas .
------Coarel espichados ria Babia. .
r-'tal 318 Dilo di-los de Angola.....
liii is s Igadea do MaranhSo,
-" litios iin.is He Pernambaco. .
,:> Hilos ditos da Baha.....
lios diloa da Angol i. .
^ llil.is ililns de ili i V le..
Dilos sillos das illias......
C uiii dios...........
Denles de marlim le.....
Ditos i m le........
lilas dilo e-ci \........
El v t-doce...........
Farinha de Irigo americana. .
'- I- I ..un i.i da pao........
1 11 mm i copal amarella. .
--......-- Dila dili vermelh......
I i i INIl dila 01 inana.......
---------------- Melueo............
DESPACHOS DB EXPORTACAO PELA "ESA Oleo de cpenlo.......
IM) CONSULADO DES IA CIDADE NO DIA Ourui ...........
29 HE JANLI..O HE |sj.jst. PioenU da ludia.......
Liiiod Biiuue portugeeta eRafolvIdoa, diversos i Salsa punida de Ssnlarem. .
P
A.
'I'l
2-MU i
2*200
2)100
7o;0U0 759000
800
Ve,
imeiinhidoicom f .tiendas
o eom genero
Total
CONSULADO UERAL.
Hendiineiiln do dia 1 a -'ts. .
Id* ni do ilii 39.......
89:261
1:6719481
. -2-i:
19800
5*1)00
-,-aii
i- 111
25600
-Ti i.l
:,-i'n
100
117
293
2:17
160
207
217
197
11,0
195
21 MI
2J800
1-100
I -......
601)
180
16-
2p9O0
-'{-' Un de 135)1 a 1:1113 rs.
O d. 1 1 lio deale genera s,lo muito eicassm, lan-
lo que desde l2dedei*mbro do I8"i(i a 12 da |a-
neiro .lo ls,7. a evn Nac 1 para o Breiil anula foi
I I.SuO pipis, e a^.ra em igual periodo e poca
in na foi de 271.
Alem da etcaseei de eenero, a q talid le da novi-
dade bu la e mu inferior, e por esta raiAo mo se a-
59000
, ---------------- ,-- --.= au.no a,.,,, ?u o-
_'-i '' pjian viudos deembarqee e pues pata os porlos
39S00
1 -J.i 1
i 1 1
. 1 .
sS>70 1
:;-iin
.-ni
290
2'.i|)
180
200
127
302
da Brasil e aorta at a futura eolhaila.
Veere-co ain la que o piafa dos lavra lores
ohos ii'ivos lem sido
Pela iuspeceSo da alfandega so faz pu-
blico, quo no dia 5 de fevereiro, depois do
meio dia, s* lio de atremalar en. hasta pu-
blica publica, sendo a arremtatelo livre de
direitos ao arrematante, cm cinco lotos,
100 gndolas. 100 calcas o 100 colletos de
brim do lntuo trancado, no valor do 5-700
as Ires pecas juntas, impugnadas de coofor-
mida.le com o disposto no art 8. do decre-
to 11 1911 de 28 de marro de 1857, aos ne-
gociantes Benle Souza & C. No caso da ini-
po'tancia da arrematadlo exceder a uo- rs ,
facult-ir-se-tia ao arrematante assignar let- ,
tra prazo de 4 mezas com o juro de 1|2 por [Z "i,nna lg,lez d- "rfo'
cont ao mez, garant la por assignanle da ,8 ,"hos llc ,os Mar'a da
alfandega, seo mpsmoo nao fot, Alfando
ga de Pernambueo !) de Janeiro de is.
O inspector, B.-nto Jos Fornandes Barros
O lllm. Sr. inspector da lltesouraria
provincial de Pernambueo, em cumprimen
to da rraolnco da junta da fazenda, man la
fazer publico, (|uo no dia 18 do fevereiro pr-
ximo vindouro, vai novamuiuea praca para
sor arrematada a i|uem por menos lizer.l a
obra da ra oilicaco do sckuii lo lauco do Ja-
pomim, evaliada em lOiWM.
E para constar se mandou allisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Societaria da Ihesooraria provincial do
Pernambueo 28 de Janeiro do 18570 secre-
la 1 i o,
A. F. da AnnunciaQo.
O lllm. Sr. inspeclor da thesouraria
. rovincial, em cumprimenlo do despacho do
Esm. Sr. presidente da p-ovincia de 23 do
correnle, manda fazer publico, que no dia
18 de rever, iro prximo vindouro. vai nova-
16,200
16,200
1'.JnO
16,200
12,600
jl i.,.ii
- Costa
Parva
20 Idem
22 llem
2 llcnitiro do I ranrisco Jos Bar-
bosa
Auna Joaquina da Santa Cruz
r'rancise Thomai.ia da (n:i-
reico Cunlia
I lem
Idem
9 Antonio Joaquim de Souza lu-
btiio
ftua do? Mar v rio,.
Ns.
'-' Manoel Fruncisn ae Souta Car-
neo o Antonio ie Rosna i
t \tuva e herdetros do pe iro Ig-
nacio da Cunda
6 Francisco Antonio das Chaga
8 Anua Alcxandrini Jp Mura a
oulros
esla raaaoeipliea a runn qjabdids a pouea porrlo
havid i.
Vinagre.lia lamb*m filia dea.e genero no mer-
Cldo, e as ttansac.a'ies >a.i iii>iinili:aiiles.
EUBARCACOE3 DESPACHADLO.
Pernambaco. Palaeha porlui;uez alaria Ignei,
eapitao Horda i barr de vindi, 20 pipas \a
barril de vinagre, 50 barra de aieila, 15 de lond-
11I11, 17 de earnta, 50 sacros de pntenla, 86 de i 1-
I 1-, 12.1-11II./croa, 2 'e grao, 270 da farelle, 110
I cana de balalaa, 55 e 1998 mallos d,- eebala, 50
voluntes de lisos, 10 de pasn, 12 da no*e>, |6 d
11I11I. do qu am I "., "I'll,1'a praca, para ser arromatdo a quem I
o Francisco \ntonio das Chacas
i Viclorino Jos Carneiro de8a
Maxim j
Al.-xsndrino
Ba ros
Sa
Leal
la
por menos lizer, a obra do acude do Bom
Jardn., avalada em 1:15,-, seivittdo do, 16 Harta Francisca da ( nnrecao
baae a arremat.cSo o abaiimcnio de um por ts mbelino da Silva (.:,e.r.'
cenootTcrocido pelo arrematante Antonio ;-Jo Antonio Valentim a Silva Bar-
de Souza llego. rn .,
18,(100
ll.OK)
it.oon
II o o
18.000
M, I.0O
ll.lKKl
10,800
lO.WMi
138,*i
-Tl.l.Vl
60,000
21.300
18,1.....
I'l ,6 0
21.SOO
21,6181
32,40"
'"-' a...... loas,:, do cominbo.ie vario, gneros em ,c r ~ V ".'"V Sr' infl,cr-,or "a lliesouraria de
lonas. benerosero.ics Tazcna desla provincia manda fazer i.ubl,-
', Mrca parlogoeaeCralldSop,capillo Pestaa 1 co> p-*r* c""h(,c'mcnio dos interessados, o 32 Pedro
-'.' '''' P'Paa e 2h; barns de viulto, 16 pipas e :l barr. SORUinte artigo da le n. 1139 Jt -j* j,. (etem- '-lns
-'. .le vina ***
207
Vinagre, I 2'i barra e I ean .le ar.eile, U barr- bio lie 185
- s le cavada. 2. do farell.-s, Iso de sard.....a, 10 de Art. 11 Os escv3es o teliolh.ins nue no
fin '"' '". ">"< *'"i"' 2.,odes,mea., 25 de prazo marcado nts r^guiamonios deinren '"
" 1 remnilio., i* mo-os .le. sal, 200 ealiaa de ceblas, I
Herdeiros do Francisco (.oncai-
es Uorlr ciips
Alexanltino liodriguos
31 ll-rieiros Je Francisca Man di
DIVERSAS PROVINCIAS.
lien lmenle do iiu | 28. .
dem do da 29.......
-'" da ceta, 2 de farinaa, t de frala, a IIK) a .'.O ranas-
3-000 Ira- de balalaa, e varios volumei diver -.
1~7"i Barcaportagaru ..Mari; rida, eapilla Oti-
la veira ; 80 bairi de loaelnho, 1( de pelxe, IT 1 de
l-l'ii iar mili, 26 de azeite, 350 caitas da balita, 50 da
39100 vela de cara, 70 sacras d fejio, 201 dseme ... jfl
de remoller ao tttesouro ou s llicsourarias:
nas provincias as certidOes de sisa dos con-!
tratos do compra o venda dos bens de raiz,
cujas escripturas tiverem sito lavradas en
seus cario ios, incorrcro, porcada certidSo
nilo remelli la.
Conceicflo
Franeisco Jos Refalo Braga
Antonio I...,- ,ie|-,rj, 1 jlls
7 Carlos Pradenco Barben
9 M nana d ., Pereira
11 Antonio Ferreira Brega
i J e Antonio Marques
."m'posuSSSStSi ,:ido !t iSSSZSSTZSr
Silil a 11,00 111 Un,* ile eelud
1 Maranhio.Patacho porlogaei Boa Fe, eapilio
Alinela ; I bairi 1 aaearela de viaho, \> ,,,..: ,
I 1 i'ii'i- de vi .-i.',2.) barrisde louc nbo, 65de aji.nrl
ilenl -. a laceo de p menta, 20 de teraeas, 496 rai-
lOJOOO tas .le Bgoa, 68 de velas de cera, 33 de ac.,., | r|r
1501 velas acebo, l2*Vm>dhoi de cli..la>, 4ll0 amiba.
110 de balal-s, 120 birricas de bulaba, i de cera em
lf.^XK) r-000- b'ui, 10 d bacaldo, l-j de chooricoi, 102 pe;aS
l-S.'M
I36OO
I.?I0U
100
presideute do tribunal do thesouro na cor- is Kecolbimenlo la Clona
te, e provincia do Rio .! Janeiro, e pelos 21 JoM-pha Malla do Monte
inspectores las lliesourarlas de fazenda as 2S Manoel Jos Tva
diversas provincias. Rut d(. ,.0, (
Secretitia da iheso-.raria do fazenda de Ns.
Pernamhu o 23 de Janeiro de I858.-Servin- 2 Ifareiao fos da Costa-
do de odir.nl mjmr, 4 Scbast.o Luiz Ferreira
Luu Francisco S.l'aio o Silva. 0 dem
V

21.600
i ....
i i arte
18 o
..j., n
r-.v o
1S.I UM
-'I.

I ,"
li.lfo
I
15,000
3t,4jM
2l,6"t


DIARIO DE PERNAMBl'CO SAUCMio 50 DE lANEIKU DE 1858.
180,00
180,00
6:1,000
60,l)oO
108.(1(111
15,050
90,000
77,10(1
10,800
60,000
12.600
35,200
21,600
14,400
18,000
8 Hardeiros de Mina Mara de Jcsus
f" liartholomeo Frrncisco do Souza
12 Viuva e lierdeiros de Jos Jua-
quim Fcrreira e Silva
1* Candida ROM Das Fernandos
16 Padre Jo? quii Pereira Freir
18 Irmandado de S. Pedro
SO llerdeiros de Jos Antonio Cr-
rela Jnior
H Viuva c lierdeiros de Agoslinho
llenriques da Silva
34 Jos Pinho da Costa
26 Tnomazia Varia de Jess
28 Antonio Pinto de narros, cou-
tros io andar}
28 l.ino.loaquim dcSant'Anna 32 Jos .Narciso Camello e Mauoel
Antono da Silva Hjoa
3t. Joaquina Mara da Con3elc3o
38 Fraocisco das Chacas de Cam-
ino
*o Hardeiros de Jos Antonio.Cor-
reia Jnior
12 llerdeiros do Jo3o Manoel do Oli-
ven a M.
'' Crpella de Nossa senhora da
ConceicSo da ponte
36 Irniaiidado de S. Pelro
8 Herdelros de JoSo Jos da Cruz
50 Vicente lar re ira Gomes
r Orpha Iunocencio llo.lrisues l.ima
' Margarida Francisca da silva
.>(> Amonio Ferrena Brasa
08 Joaquim J0a,i da CoaM Fajozes
60 Jos Fernando da Cru
(2 Miau Thisdora d'.issuinpc.aa
'i Jos Uarlioi Lean
66 Heidenoi de Amonio Franciicn Xavier
e Mauoel Buarque de Macada Lima
68 Jote da Mrdetios Tavarca
70 Joanna Mara dos Sanios Mora
rl Anlunio Pereira de Oliveira ltami>s
i Viuva ne Praieiaco Antonio da Silva
6 Amonio Juted. Ion,ees
78 Fiihoj de Ju,c Mara de Je-us Mtiniz
BO loaqalM Francisca da Ai.ve.1o
82 Manad Antonio da si va Kio<
84 Dr. Franelaeo a'Assit Oliveira Maciel
8( Antonio Falix do. S.nl s
8 J".lo Valenta) ViMIa
JO ranci-o. Xavier do Moraes
'>- Ealevao dsado Lima
'.'! Antonio da Coila llego Monlelro
'J8 Mariana ^ Conreicao Pereira
100 Aulonin Francisco de S.nl'Anna
10J M-iiano d> Coneel(lo Ptreira
104 GaldiiioTeniisloclesCaural de Vaieon-
cellos
106 Francisca Jnaqoina rfe Macedo
los Francisca Pinto Osarlo
110 JoJo da Silva Lourciro
112 Viuva e lierdeiros do .Manoel da Silva
remira
111 Cudherme Stares llolelho
120 Sirmnarin de Olinda
IIj Mara Felicia da Sledade
121 Amonio Moreira de Mendouca
12ti Costodio Uominaiies Coiecera
123 Filhos de IM.i Mana da Conceicao
130 Marcelino Antonio Pereira
132 l.uiz de Franja Soulo
134 Maiia da Couceic.lo Pereira
13t Mein
138 Mana dos Santo Pinlieiro
110 Francisco Baptisla de Almeida
112 Viuva c lierdeiios de Joi Dioso da
Silva b
I Joaqoim Goncalves Salgado
3 Joaquim Francisco de Azevedo
5 Mein
7 Mein
'> Maria Cordeiro Xavier de Rriln
II lrmaudadedc .N. S. da Guiccirao de
Babas! be
13 Dita das Almas de Sinlo Antonio
I j Albino Josa Ferreira da Cunlii,
17 Jo- Urnardo Salgueiro
19 Jo. Feliciano Poilella
21 Leandro Marlins liUueira
2.1 C irlano da Rock! Peieira
2> Dr. Cleinenle Jos Ferreira da Casta
27 Joaquim Celtio Cuilia
2J Viuva e herdeiios de Manoel Ferreira
Pinto
:)] lleruardno Jos LeilAo
37 Leandro Martina Filuueira
39 Herileiros de Franciico Goncalves Ko-
(biaaaa
II dem
I I A .Manoel Francisco da Silva tarrico
'i 1 Francisco Ferreira Suares e oulros
(9 lio.a Alaria de Frailas
17 Fraaciau Maria dos Prazer.s
19 A .Ionio Joaquim da Sonta Uiheiro
51 Irmaudaie das Almas do lenlo
53 Mosleiro de S. lieulo
55 Mein
57 Joaquim Jo- de Farias Naves
59 Francisco Baaltaa 'o Almeida
i I Antonio Goncalves de Muraes
I I II. Ileineterio dos Santos
I FranessM de Souza Uceo
(7 Mi.uel Francisco de Souza llevo 02
(.; Mnteiio do S. Uenlu
71 Mein
73 Anlonio Jos de M. Bolina
: i Hardeiros de Theoddra Maria da Con-
reirioe Jos BapUsU llraua
E para conslar se man.loo adisar o presente e pu-
blicar pelo Diario
Sccrelaiia da lliesouraiia provincial de IVrnar,-
boco M de Janeiro de 1858.O secretario,
A. F. d'Aunonciac,ao.
Porto..
Aliaren portugueza Svmpalliia,de pri-
men i marcho, vai sabir com muita bre-
vidade por ter dous terecs de sita carga
I f romp : para o retanle c passageiros,
21,600 ao* 'l'iacs olferece aceiatloi commodos,
trata-se com os consignalarios (faltar A
Oliveira ra da Cadeia do Recife eterip-
torio n. I-
Aracaty.
Segu com brevi la le o Mate Invcnrivel
por ja ter a maior parle dn carga; para ,|
reato e p.issageiros, Irata se rom Martina^
Irtnao, na ra da .Madre de Dos n. 2.
Par.i o Rio ilc Janeiro lahe com mili-
ta brevidade a barca Recife, anual tcm
H.oo parte deaeucarregamento prompto para
o restante e pauageiroa trata-ce com Ma-
nuel KranciSCO da Silva Can-ico na na do
Vigario n. 17 primeiro andar cu como
CapitSo a bordo.
P.lo GRANDE l)n SL.
Scguo por estes 8 das obrigue Concei i,
o pial anda pode receher algumas barricas
a fele, pata coniplelar o sen carregatnento
a tratar no esenptorio de Mauoel Alves
Guerra.
MARANUO.
Ssna no Hia 31 do inez eorre le o patacho San- !
la Croz, para miodezas o passageiroa Irala-serom
Caeann Cyriaeo da Coala .Moreira, na roa da Cadeia
do llecitc n. 2.
ARACATV.
Segne rom brevidade o Inatc Eshalaraon, rec^lie
cama : a iralsr rom Casiano C;risco da Cosa Ho-
reira : ni ra da Cadeia do Recita u. 2.
i ra o Silo de jHiieiro.
Va i seguir com brevida le o beot coiihcci-
do brigue nacional Panino, ainda rrcebe'
carga b passageiroa : atraiarconi Fernn-
des & Filhos, toa da Cadeia do llecife.
Na ra larga rio Rosario n. 6 primei-j
ro andar acha-se urna gala decentemente
preparada pro, ria para lamilrs tomaremI
sorvetee una outra para peliscos
\ lia rapazeada,
Venh mu s.i: vele tomar
i'-iis sendo maito baratos
Breve se pode acaba.-.
sro a trezentos evini
litse (a p'ra agr lar
E ipiern levar o Irnciniulio
Mais barato lia de tomar.
Fiados nao me convam,
Quem quizor traga dinliciio
l-lu he para eviUr duvidas
Desculparem o caisciro.
P.u.i larga do Horario
.Nunu'r.i quarer.ta e seis,
Carvalho tudas ;.s noiles
Principio daia as seis.
J. Ilmidcr. na ra Nova
Folhiali s
18,000
21,600
40,U( 0
32,500
15,000
18.IKK)
1,600
2:>,2(io
18,000
IB.KOO
21,000
43,900
2i,60U
.OOO
18,600
2S,b(l
ai ,600
23,l(Hi
21,tOO
2". -'III
21 600
43.200
18.000
18,000
28,liH(l
21,1100
18,000
21.600
18,000
66,600
89,000
18.000
.i.ooo Mgueem poneos das o patacho Tame-
.... SaS() recebemiudezase panageiros: .tra-
28.8tio la"co ogcomignotariot Novaes &C.,
2,oii ra do Trapichen. Vi- ou com o canillo
18 000 --
21,600
18.000
7,000
18,600
21,(100
21,600
21.000
44,066
67,300
i)
t)
t)->
Acliam-sc a venda na livraria ns. lie 8
da praca da Independencia as lolbnhai
ruin oalmanak administrativo, mercan-
til eindustrial para o auno de
lii-Ors. cilla uma.Tendo o pre^o dotra-
balho typographico gubido mais de 60
por cento do ipie se pagava no auno
passado, nao oi possivel aoeditor con-
servar o preco antigo como desejava e
mesmooaccrescimo nao egta' em rclncao
ao prevoque elle paga aosoperarios.
"'.'..'.'-'..' .'.'.-..-- .-^-x
vwjwi ,....-..... ... ....--.,..-
.:
O
.
('A
iSDLTOUO K-

DO
-Vil

IUA DA CADEIA, DEFRONTB DAORHEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
' ndn Beaobam sompre os mais acreditadlo medicamentos tanto em tinturas eomu
IS'iS "i Blobuloafn froparadnscom o tnaior escrupuloo por preqos bastante commodos.
PHKCOS FIXOS
P-oira de tubos grandes. 10/000
Pila de 24 o o .11 9006
Pita de 36 i> 20
Pita de 48 t > S5006
Pita de 60 a t 30rrop
Tubos avulsis a....... I^noo
Irascos de tinturrademri? onQa. 2rooo
Rio
it
ir, :,' ii
2S2300
18.000
25,600
:io,ooo
103,900
18,000
18.000
7,0o0
10,800
10,800
14,400
10,800
18,000
5,400
14,400
18.1KI0
18,000
18.1100
18.000
21.000
18,000
18,000
13,800
36,900
21,600
1,1)00
ii.ooo
21,600
21,000
18,000
is (hu
18,000
21,600
14.400
o.ooo
18,000
18,000
na praca


Oogenia |>e lever^irn pela, |o |,..ia da manliaa poda do r-
niazcn do Sr. Aunen delronle da riranriecn do
25 liairiscom Vinagre Lr, uro e linio.
. 1 io saceos ci n leljSo.
llenrique Bruna & C-, faro leilio por'
inlervenco do agente Oliveira.do maiscum-,
pelo s:iriimento de fazendaa ingltzas, al-
lem.'is, francesas esuissas, de seda, 13. li-
Dho e algoso, tolas proprisg do ino'cado:
e grande parte de prompta extraccao na pro-
sima quaresma : quarta fei a i de favereiro
a 10 horas da manhila, no :eu armaz.em tua '
da Cruz.
LEILO
DE
Segu ii da-fe ira i* de fe-
vereiro.
PELO AGE RITE
"estaiia.
Farileilfto segonda-f-ira 1- de fev^reiro
as ii horas da maahSa a pt ra do armazein
do Sr. Anuos defro te da ilfand^ga de
18 ggos cofn violto champanhe.
9ttl$0$ ; ,.;^.
I
'ara e ^onnlio.
O releiro palhabole Alfredo vai seguir via-
gera a estes dous portos com muita brevida-
de, para onde recebe carga a f.-ete : os pre-
lendenles queirarn dirigir-se ao oapilSo An-
lonio Travasso da P.osa, ou aos consignata-
rios Hallar & Oliveira, ra da Cadeia do
llecife n. 12.
Lisboa.
Segu com brevidade o brigue portu-
guez Monteiro I, tem parte da carga
prompta, para o resto que llie taita tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C,
roa do Trapiche a. o, ou com o capitSo
na praca.
Para Lisboa,pretende seguir viagem rom
brevidade a barca portugueza Mana Feliz,
forrada e pregada de cobre, de segunda via-
gem, tem parte de seu carregamento promp-
to : quem na mesma quizer cirregarou ir
de passagem, para o que tem escolenles
commodos, pode entender-ss com o capilao
Zefenno Ventura dos Sanios, na praca, ou
com o consignatario Luiz Jos de S Araujn,
na i ua do Hrum n 22.
mm^ ;m-mx>-
avisa ao respeilavel publico, principalmen-
te aos suus Peguezes, irn receben ltima-
mente tres ptimos i'llciaes de alfaiate de
Alleunn ia, e por isso se aclis habiltalo a
prompliQcar t' da e qualquer obra que se Ibe
euconimpiida-, com loia a brevi lade possi-
vel ; lambe encoiltra-se contiiiuamente
lazenlasescolbidas para as mesmas obras.
SEGURO COUTBA 0 FOGO.
COMPANBIA
Mstabelecida em Londres,
em marco de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHOES DE LIBRAS ES-
TEBLINAS.
Saunders, Rrotbers & C. tnm a honrado
informar aos senbores negociantes, proprie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estSo plenamente autorisados pela dita com-
panbia para cU'ectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pedia, ebertos de telha. e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem ns mesmos edificio-, querconsista em
moblia, ou em fazi-ndas do qualquer qua-
lidadc.
O'iem quizer alugar um sitio com boa
casa de mora la, boa haixa de capim, com
algum lugar para ler vaccas. e rom fructei-
ras, dirija-se a rea do Cal leireiro n. \2, que
achara com quem tratar.
O abaiso assignado, competentemente
sutorisado pelo Sr. Manoel Jos Leite para |
promover a cobanca dos teas devedores,
moradores nesla eidade, roga ans mesmos
lenbam a bon la le do mandar pagar seos d-
biles a na do Queimado n. 10, loja, a fin de
nilo obrigarem ao annunciaote a r correr
aosmeiosjudiciaes. UeciTe 2i dejaneirode
I8.)8.Joao Augusto Hjndcira de Mello.
O cirurgiilo Joaquim Jos Alves de
Albnquerque, encarregado da enfermara de
mantilla desta
a longilude em
partcSo da vaccina tiara os (jue habilam fora
da eidade, principalmente aquemnSotem
vehculos competentes para conduccSes, e
desprezatn p ir (sti forma o nico mero pre-
servativo que a providencia nos tcm con-
cedido contra seinelliaiiie peste; tem re-
solvi o varcinar am-seu sitio da Passagem
da Magdalena, .olas as pessoas qjue nos das
desabbado .le 7borasemeia da nanhfla,
se quizereta milisar de seu prestioio, sen lo
estasporem, obrigadas r voltarem no..ah-
ilado s"guinte para conhecer-se da boa ou
ma quali lade, e ser ell i replantada em ou-
Iras que se apresentarem pois do contra-
rio nao podar continuar nesse exercicio,
por llie vira faltar sement. Assim como
continua todos os das at essa hora, a dar
iasadesaude
S O Dr. Ignacio Firmo Xavier es
.'.I. labeleceuerascusitio da Passagem ';;;
'.'^ la Magdalena, que liea ao nort
Qa PRlinrla .ntiv .i nnnl. civiml..
i csiiada entre a ponte grande
:-^ e a pequea do Chora-Me
.",*-" ('i'lli'iitps nr*/iirtni^ para re- *
eeber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus [-
serviros mdicos, os quaes sero "]?
prestados com o maior esmei '..':
; ; indicado e para exercer qualquer "'.
' ouli-ii acto de sna prosso den- ?.".
Manual d#> medicina homeopathica do Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina :. a aojoo
Medicina osacstica do l)r. Ilenry........ 10/00
Tratamento do cholera morbus......... S/OOt)
Ite;;ertorio do Dr. Mello Moraes........ If04
? **..*:* v,
; PEDilAS PRECIOS
Aderocoade brilhanl.s,
" | diamanloa e perolas, pul- v
* se iras, alBnrles, brincos Bt
, r rozlas, bolooi e aunen
? da ditTerenl.a gostos e de v
Jj diversas pedias de valor. S
ItiL H IBBIVIE
Ra do Cabnra' n. 7.
Kecehem or o
* Comprara, vendem ou :- ,1 ., .. i o-v
Irocampra.a.ouro, brl- |OS OS VapOfeSda VAI

f
OUROEPBATA.
Aderaros eomplelm da ^
ouro, meioi ditos, pulei- 'v
ras, sinnoiet, brincos o
!. rojetas, conloes, Irancel- -
lins, medalhat, correnics
" e onfeile para relo-io, e ->
tos muilos objectosde *
.^.. :.-. ouro.'
Aparelhos completos de *'
% boras da manhaa a's 4 da tarde,
que sera'encontrado no primeiro '['
': andar do sobrado n. 9, do pateo {':
{.' do Carino.
"-..:-..-'. "r\r:.-^ '
--. ..-.-......
1
A

DO
flHKD@ il^iBL
:'
1!)
lstabelecida no
de .laneiro.
CAPITAL 16.000.000:000
ocia, na da Cruz n. 45.Escriplo-
riode viuva Amorimct Filbo.
Nesta agencia r.eelUm-so seguros tanto
martimos como terrestres aos pre^ >s mais
mdicos possiveis.
Pl.I.lC.i.ur JURDICA.
Chegou de Lisboa Manoel do Nascitncn-
provmcia, tendo etn vistas I lo Pereira, ra le Apollo n. 16, segundo an-
que se seba co locada a rc- Jar, a obra e.m 8 voiumes rheoria do Direiio
Penal pilo conselheiro silva PerrSo, bem
como o cdigo ,ia Prussia, traducco do
mesmo senhor; aquella para ser entregue
aos srs. subscriptores, pilo preeo do K'-imo,
e para os que nao sSo pelo te Mo, pagos no
aci i da entrega ; e este, para se vender po-
lo de 19200, na ^csuia conformldade.
W < CATIS,
corretor geral
E AtiENTE DV, LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20 : ua do forres,
PKIMEIRO ANDAR,
;n ,ca do Corpo Santo
AVISO COM1IERCIM.
Jos Alves da Silva Gui maraes lem admi'-
tl lo
SEGLUOS MARTIMOS E TERRESTRES PUBLICAt5AO' PERIDICA
de Lisboa, as quaes vendem por
pjreco couimodo como eostnmam.
Segruro contra
(i IIIBL10I1IIMI
DR. CFILGIJEIRAS.
O B1BLI0PIIIL0 be una pulilicac.lo
mensal o sahir a luz no ultimo de rada
me, formante dous voiumes por atino.
Constara cada tiumeto de 32 a 40 paginas ou
4 a 5 foldas de Impressiio ntida, em ptimo
ppele typoesprcssamenle comprado para
ella. Os escriptos n3o serSo inlerrompidos
e terSopaginacao especial, para que possam
licir divididos, sem olTender a ur.idadn da
IHibliCacao, a qual s sea conserva.la as
capas mensaes e no frontispicio, iulice e
capas do lim do semestre, poca em que co-|
mectri o segundo volume. Quando em al-1
gum iki-z a malcra exigir augmento ou ii-
minuicao das paginas determinadas, oaaez
seguinle compensara o anterior. Nao seven-
derdo nmeros avulsos : s osassignanles
go.
COMPANHIA NORTBEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Prern ios dim in tt idos
AENTES
C..I .Astley Coapanina.
OSr. Joaquim Antonio de Moraes
quemorouoii mora na rna do Caldeirei-
rodesta eidade, queiradiri] ir- i aestaty-
pographia a neg ci que sabe.
retratos.
recoberSo o Bbliophilo, sendo a tssignatura pelo novo syslema e
Je 109000 adiantadose retretlidos com a 23, galera delArsenii
resposta ao prospecto e convite do redactor, anlar.
consultes, o acudir aos chamados daquelles uMnai'lh.'rU^n0, f.C* ''"U,!"'''C'I,,C.,,1I." d '
que precisaren, de seus cuidados mdicos, %?'T |V ,l \, -' ,.',,bu'f n- an
oucirursicos. r. sjiaiojio Jos .Uves Goimarfles, o o es-
Ubelecimenlo vai gyrar suba nova firma de
leclro'ypo, ra Nova n.
ni <\ Gadault, prime.ni
fllC IAV ICUiltHII H
o qi al se responsabilisa pela prompla rcsli- r
|iuic,ao no caso do sobrevir qualquer trans- Precisa-sede urnalavndeira di bar-
Ujnio que impossibiliie ou suspenda a pu- rolla para lavar a roupa de urna
bltcacdo, sendo que nesU ulma hypotbese familia .,-, liv,-,,;,,, ti a a '
se deduzir da assignatura a importancia """ na bvraria ns. b c 8 da ,
correspondente s despezas afeite?. Toda ndePcndeucia'
a correspondencia dove ser dirigida ao es- f-/^*?^^
criplorio do redactor, ra de S. Pedro n 85, f-><":
OU i ty-.ograyhia do Sr Paula liiilo, praca
da Cotisliluicao n. 64. Para lora da cri; lia-
vert o HUginenlo do sello respectivo. Subs-
creve-se em Pernambuco na livraria n-. 6 e
8 da pr^a da Independencia.
Na fah'ica da ra do Hrum n 28, pre-
cisa-se do olliciaes de caldeireiro, serralhei-
ro, futiileiro e latoeiro.
COMPANHIA
Brasileira de paquetes a
vapor
O vapor OySDOCk) commandanle o primeiro l-
ente Antonio tornea de lirio, e.pea-s dos por-
tos du
Full Text
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