Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07369


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Full Text
/
vnxo mu n; 20.
Por 3 meses adiantados 4$000.
Por meses vencidos JfOOO.
ENCARBEGADOS DA Sl'BSCRII'i. A O ItO NORTE.
Parehiba.oSr.JoaoRodolpho Gome: Natal, o Sr. Joaquim
I anaci Pereira Jnior: Aracaty, o ir. A. de Lemus Braga ;
Cear, o Sr. J. Joi de Oliveira : Maranhao. O 8r. Jos Teueira
le Mello ; Piaubv, o Sr. Jos Joaquim Avellino .Para, o Sr.
Justino 1. Ramos : Amasonas. o Sr. Jeronjmo da Coala.
PAKl'lA DOSCOBREOS.
Olin.l.i toos o* da, tu' ti......alMraaalndia
Igaarassa', G i moa i'
S. \i:['. i: i. ,
s-'..... j \ i ;
ra, Florea. Vtlln-I: Boa-!
I Ipoiu,... oerl.aSco., Rio I Una, I
funtnii... a Natal: BHaua-fereai
T...I.* ... o.rr...... (i.fUTu as I' k*ro.a ro.nl..*....
ni Icrra-lc
I .
* A:
AUDIENURAS HOS TRIBUS ,ES DA I IPITAL.
Tribunal do c/mmercio : segundas e quintas.
Retaco ter*jas f> rJS t sabbados.
Iazeuda : Ruarlas e sabbados as 10 horas;
Julio do cajrnmercio : segundas as M borai e quintal ao raeio da.
Dito de fjrph.ios : segundas c quintas as 10 hora*.
Primeirr, tara do rivel segundas e senas ao mch dia.
Segunda vara doiivel : quartas e sabbados ao rmiodia.
EPHEMERIDESDOUEZ DE JANEIRO.
S Quario minguame as 10 huras e 27 minutos da Urde.
15 l.ua nova a 3 llorase 13 minuto da manha.
-- ijuarm CTeseenteisl borne :it minutos da larde.
2'J La eheil as ti horn e .Vi minutos da rnanbaa.
PREAMAK DE HOJE.
I'rimeira as 2 horas e 6 minutos da inanlija.
Segunda a* 2 bura> e 30 ninuloa da larde.
DAS DA SEM \Y\.
S5 Segunda. A conversa B. l'auloap. ; S. Juuiilino.
2a Terca. Si Polvcarm 5, Hateilde raioaa.
27 Mu,ira. S. Ji, ni rvasstofno ii. d. da reja.
28 Quinta. Ss, Lenidas, Flaviano, Galnico e Tbvn
u. S. Francisco de Salla li S. Pedro Tboiuaa c.
30 Babbado. 8. Mariioaa >. tu. : S. J. riml,., \. fr.
31 Domingo. S. Pedro 1 Cyro e Tacio un).
KM. .iiiti-.i, iUOS lA Sil 0 D" *i ,
Alagoas.oSr. Claudino : |
Rio de Jaueiro, o Sr. Juan IV: na Han
Bal PER> \Y..\ I.
O Pt. DIARIO Ma F| a de Far.e.
linaria, praca ludependeoria ni 6 -
PARTE
GOVEBNO D** PROVINCIA.
Por portara de -"' fo' nomea lo ajulan'e do pro-
curador l.cal da lh*nuraria provincial na romarca
lo Brio o haeharel l;ranci*c.-> Teiseirs de Si.
__ pjr portara de*la dala foi esunerado do careo
ele subdelegado da fregueti . ce<-arias, egundo as cundife da ordem, remellen Conforma.l)rmelr|io de Ciusino Coelno,
' do-e as ramas e n mais. ajudaule de ordeus en'cerregado du detalbe.
Dito ao eommanlaote raaerloi da suarda nacio-
nal do Kccife, recominenlin lo a espedicalo de so n .
orden*, para que o bilalhilo da cuarta nacional de
.atual.io preste no dia 31 do correnta unta guar-
da de honra para aeaiatir a festividade que all se
tero de celebrar uaquelle da. .omiuunieou-seao i
delegado do 2.' districlo du termo do Recite, era
resposls aoseu nllicio.
Ifere
TRI3UrIfi.Li D3 COBiaiERCIO.
sessao administrativa em 25 de janeiro
' de 1858.
Presidencia do lirm. Sr. deiembargador
Souzo.
As 10 horas da inanhai, aehando-feprsenleo
, Hito ao mesmo.A vala coiiie requisilou-mo o srs rlenutailaa li.-i,. Piulo do I .m, .c.,,,ii.
Antonio d. Coala Vere.ra. e nomcado p,ra subslt- chefe de po'icia. SU.-,. V. Ic! de expedir a.ana. u ',!'. Sdva. abrile a"e,sao.PP
2.-1) con.elh, de beuericeneta beque, rpoU dat t.b.Wlalea, i- ei .rciaa, oh neetnidadea lado, aoico .ncarregad do aoccom. puiihc.i. (i con- ~'~-------7~T~-------------------------
jloriado Goita'. por assiro o liaver pedido, o cidado
[ordena, para que o coiumaodiiile do 8.- Inlallilo da
Por pirlana de igual iiala iuam demillidna os >
tui-lo Antonio Carneiro de Barros Monte-Rao.
alteres do corpa de polica Francisco Xavier de Sile
n al cauta de Albuquerqoe e load Farreira da Penlia.
Detpaehot do dia J !.
ReqneriineiUu de Antonio de Soma K?z< p">-
pondu-se a litera obra do acule do Bain lardlm
con) e abate de un por cenlo sobre a lotalida le do
ornamento.Mandou-se por a obra novamenle em
pra^a com a madifi'aco propoita pelo suptdicaute.
Jos Kerreira da Cosa ovaes pede deferimen-
to de urna peticao, a qual ten.lo ido iiitiirmar ao
suarda uaciouai da fregu a de Jaboai.":o preste
diariarnenle ao delgalo lo-J.-dialriclo de'le termo, i
de.Je hojale o da 31 do ctrrenii'. 8 gaardaf na-
ciouaes, afim de aunliareni u niinalenCil i da ordem .
e sesuraur^a publica drenle a festiviiide que all
e lein de celebrar.Cominiuicou-ie ao chele de
policio.
Dito ao caminan lanle da< armas.Achando-se ja
ne-la cidade o altere* Antonio Jos Ribeiro, de
quera Iratou o oflisio de V. Etc. de llj do corren-
te. e que respandi a 1S, e alies hi lo ine elle razoes
inspector di arsenal de marinlii era 7 do presente alienliveis para ule coiiliiiuar na comnvssaa do
(aiieiro, n.lo cin-la que fos melli! i a decisdo do li tverua Imperidl a peliQla a
qoe ae refere o supplicanle.
Jos db Cosa Branda o Ordeiro. arremita-ile
dos peligios de Mmgninh i e Caponga, pede que
*=eja coudo lo dil 17 4o C irrente o y.r.iti do contrato
que eslava enearresado u i ieso-/.ia rte S. Benlo,
termo de (, irauhuiH, sirva-s? '*". Eve. de ordenar a
sua subsiitiiiclo, carninunicjido-me q'iem lera d
sb-lilui-lo.
Dito aa mesraa. Trantmilto par copia a V.
Ese., para icu couheciuinlo, o avno circular ex-
lle lida e apjirovada a acta da antecedcole.
EXPEDIENTE.
i o preeasnle a colaijto ofllcinl dos preeoa corre-
le', relativo- a seni.iua linda. Uaodon-ee ar-
ehivtr^
DESPACBOS.
I ii reqoerimenlo iie Prenle Vilnna Si Cirapa-
nhia, yit.irini.lo pelo Sr. desembargad r i.--d|. (i^_
din lar o resisti do aeu coulralo Sacial. Kegit-
lre-se.
li mal nada haveudu a tratar, o Sr. presidente
encierrou a se
BLGICA t O BEI LEOPOLDO EM 1857.
I.
Ja mencionada arrematacita, e nio do prim-'iro como I pedido pe i ministerio da guerra era S do corren- ; Sje a questo que ha pouca as lava violentamente
entende a Ihasonraria,MinJou se ouvir a directo- le, deteiminando que os contraas, que d'ora em I a IBalgiea fosae arreb-lada.com o proiecto da lei
ria daa obra poblieis. dianle e fuerem cam ciruiiiea que bnuver'iu de deslioado a nsdve-la, pelo venlu da> cora
Joaquim Orre i le Achujo pede qieselhe mande j servir dos liospilaes ein viril le do aviso circ.iLM^t^aaaafcl:!'-!- por es.* i.^ra-iilo, eu me conten Un a cmn
dar cerlit. da informaca.! que deq o jiiia da di- j 23 de jupio do anuo prnjiin pa-sil.i, coiipfA!:e"h la dapj ri la grande derrota do peder legal e da II-
reito do Rio Formn s .hre a qaeia que entra o a clausula do aeram elles obrigados a Iralarem em I berdade eonililaciooal : nao aoa daqoelles que se
delesado de Serinhdein apreseulou o supplicaule. mas molealiai, fora do* ditos hospUaes on enferma-1 apraiem ero revolver einsas para ir buscar I go ;
Pal negado. ras, os ofleiaea do eierciti, anas mulheres e Bihos.) mas aqui Irala-ie da alguma eousa q'i
Jos l.ourenei do llonle Baxem, re-ruta, pede I -Tambem o offleioii Ibes orara de faienda. indo a i nao das caio ras belgas foi i
ser posto cin liberdado. Manioa-se requerer ao | Dito ao mesm i.Ten lo n.'sta dala ordenado que neerrada a 13 de jnlho pim lo, o problema re-
governo impenal, visln aeiiar-se jii com prafa. luesaiiraria da faienda proceda de eonformideda gioian dos eslabelecimentoi de earidad......
Manuel de P.iiva llirarho, soldado ao carpo : com o parecer, junio por (opia. do prndenle da
de polica, pede baia do aervleo pela seo mo esta- reJaele, aOaa de obsiac-se edilicaeia dentro do
do de siude. Foi negado, alenlo o resultada da ; raio da serventa mil lar da tartaleta t TaralOdar,
sonto de. oolidas as que ja c^tiverem feilas sem li-
cein; i do governo ; asim o commuuico a V. Exc.
pira sen coiiheeimeuln, e em respoala ao seu oflicio
de l'.l de novembro linio, sol) n. 754.
Dito ao ebefa de polica.Para pader resolver so-
inspceeilo de saude.
Manoel l.im Barbota deCa se para asseutar praei como voluntario no oitavo
b.talhao de infantera. Mandpu-te aprescnlar a
iuspec^o de saude no qi.arlel iceneraJ.
UITi-io do inspeclor 1o arsenal de marinha,
parlicipaudo que a llieioura-ia de laten la deixou
ile pasar a falla das ferias dos operario* vencida de
II a 20 do crrante.Fot informar com urgencia a
thesonraria de faienda.
D to do delegado do tislrto littersrio de Sin
Fre Padre Gon(*lves, psdinda ser exonerado do
mencinalo logar, A informar ao directir da
iostrui-ea i pa
Diio ao Esra. brlgadeiro eonaniandanle supe-
rior da guarda nacional do Recife, apresenlai i
iiliai;ao do corneta mor Joo Pinto de Araujo a 1 >i
cmelas Anl una .1 ni das Pa'os e Aulr Jo- M i-
relles ens i ii is pan o q-aiuto biiaiho da mesroa
uar.l* Badooal. Foi remanido a' t'iesoorar.a .le
oda para maular abrir os asseulamentos de
preces.
Dito do director Interina das obras publicas,
ranlo o seu parecer na preleocHo do arrematante.
pareceu Umhein sbitamente; ao contrario i ida la
exi-l nos fados e nos espritus. S.'ii s. em que
dia, n;m sol que irma, oein porque g i mete, nein
peranie que cmaras vollar elle ; mas hacerlo
que hade voltsr. Podara pois s-r ainda boje til e
na hecertamenle inopporluno filiara lal respeilo.
liequaiilii as gran les questSas esli ao nie-inu
lempo em snspen*3o e lempre vives, que a verla le
Algnrowp.layraa aemelhanles sobre os princi-'mente 5 a sociedad e com cada orna della., i i
pos: ellas tem aido lio debalilo*. que nao carece m cada homem m rre l.doiotei.o, ssim moral co I pelas leu e cesla.....loa
roa de comentarios, a boje a melhar demonstra- mo malarielmenle, to esqoecido pela norte, como Ora. as leis e os i -.,,.,,.,,',',.
e nrenao mai. .Imples. erever a aqnellesqoe ll.e soecederem sobre a eaperB servir
Oue o soccorro poblieo no bula para o alli.i*| eie da lesra. E homsns de um espirite raro e de un dos pelos m ielheslor.mproplos-
da miseria, so o conlestam e s polem couleatar, o ceiafo'generoso, Jefferson, por eiempl", lealaram ., i ivil sio orna ca
que querem faier do soecorro publico um dire.to sostenlsr esta doolrina, bem qoe nao lenham eer- qo-nc ncipios i go* eaigein
absoluto p.ra a pobre, um dever eilnelu parane*- lamente esofessadu, nem prnvavelnwnte entrevisto lamnem que nao sutTram o leq lo*, mas igualmente
jado, coste o qoe costar. S6 a cites he licito tratar lodas as conseqorneias : lio contagioso be um falso as i entre vivos em i.-iii-.. do> esiabelaei-
i inte da cari la le psrttcolar
sil i- Ir* de riil.e c|,- can
s desla pi iject ,|. |
", aia 11 na l.. me a. c m i uto
i o* -eos de-
I inabaeole %.
Blselros, e transfer
liiale que ulli'ii.mente se
Ci.nmunicou-se tliesouraria de faienda,
II lo ao ine o Cearl em alguma embarcacao de vela, conforme
Sme, propot em oflicio de hinlem, sob n. 17 os ob-
. C.I
soa goirmel para o rpidas, contagiosas, que ,. propigim com incrivel
siruiiiie.se arsenal. celerida ic e com as que he mal. fcil Irau-isir do
que raciocinar. PorerrKlransigindo, presanlernen-
i' com uma imprtssAo publica, el-ret f.eopol >a mo
sbandonoo nem o poder nem o foloro. Beslabele-
ceii o carncler .11 lei cuja I icorai i adan
Vnlonio Uanriqoa de Uiranda.A'informar a'Iba- jecios compr- to* para a eapitania daqaella provin- Eu nnnea consentira qoe fiesss parle oe nossa
souraria provincial. cia. deveudo o fre deesa con lcrala *cr paga lili. legHla{4o um i le que p idarie ler o. Funestos eflei-
Dito do inspector da (hesooratia defataula, Dito ao juit de dir.ito de l'a u'Alho. Hiten lo, i-inein. Elle henrou e animou a maio-
iocluso o do in-pectur da alfan lesa, rm qoaapre- ein resposla ao seo oflicio de III do correle, que a ria qoe volara os arligos casenciaes da lei:
santa a impo-sibLdala m que se aclis de sabir do Srac. compete prorogar o pruo da curreccSo, iuf .r- eircomstaneiae em qoe estamos, a maioria da eama-
porto a escuna al.indoy.in pela falta de rinnlia.eui. mando i presidencia dea na ivos que determinaran! ra, cojos votos, como maioria sS.....laven >er os
A informar aocomm.ndaulo da estaca, naval. a sua proragacao, que uio Conven sejs loaga sera meas golas, lem urna n d,re posieo que oceupar. harnete, ns f chr-lga, de iluac leroivel a se-1 dnaa espacies
Dilodo enrfa de poliria, duen lo que o admi- grave necessidade. A- nisellio-a nie renuncie a iiulinuar ili...,s.i, I i.ii...i........ ,. ^ ,-..,, .
Bhtradorda casa d. dteacao revisita a mud.nc. Dilo ao i,,,,.!;., p,...i^ a. i,,, j. ai.-i.. ta t. :,.'., ..[...I' '. ...:'.:.",';!'.. -' "V'.'i"' ,.,Uf'-''' leit ledos o. honens, a eos I .... ornas por objecto estele ei sobra as tanda-
ido evhaundo o seu telo e n* seos reo respailo estar .empre presente ao
ss tornas. evidentemente InsofRcienl penaamenlo do*amigos da I berdale : lesii mu
nie .i carldade parlicolar seja esaencialmentere- .n- i.r- os
Hojosa e ehrialdla, seria preciso ler ii^m ;i.
coiihecimenlo do corceo humano e da historia das aquel les |us > ei,cerram un eslreilo espafo da vi
seeielades modernai para conlesta-lo. Antes do da. Forama*sim para a f.rea e honra do rgimen
christianlsmo, giguea piulo.oplms e algons postas livre, infiuilivamtnle mais do qoe pod'rism la.'i-r
linhsm entrevisto a aympalhia activa e dadic da .' mais peudenlea eentra as iu-
iioiiieiii para com qo.dqucr homem, sii em razio I llaaneiea ho-lu a* iiberdade.
nmunidade de u..lureza, co......un helio : IV,
rao ite verdad ou de emoi;ao moral ; id o chris- Dos principio* de projeclo de lei pssso para as
liaoismoo cunverleu em um seiiliinenlo peina- precauri,.* inm rtaspa I previnir os abnso a que man la o iio
nenie e popular, seuiimeiito qoe dimana necessa- estes principias poderiam d ir logar : ellas ao de 0I.....
Semelhante sysle .; era'fvidentcnente eoi
i e |ui la le e .. !i.-i.....i, ao i i la liberd
: o.- ev.-uiim pe i- ae
i.-- i i. ir. i Mil. haveria ama elao- cedela sesao par.
I IV. -n i -. i : "ii na l e-- ni !-
i menos valida.* primir arbstrari.
lida ao terv ; i ;
i -'.ule. oeste ajilen n- ailoi i espeeiaes.
da(1a earidoaa, fel* Sub a cmiicjie de ans erla C)janlon
.....linni'S-
Iraliva era nc i | inlo i con levalidaqaan mea-
;ao lo. di lingoiii la duas parl-s na von- laea d direito, t.>n
I i i i; lor, ; ; .V I II s
acia que elle
que Cil i,
\ .

. -
elfeiio co.nineliida*, como sevrifieou plo* apon- I oonenlos de deapesas a eargo di ev-iii*-lureiro da-[bate semabaleras armas; proteaau a pa/ do paii
tamenios que s'rviran de beeee o:s ui-..';a i drsse jquella repartiere; leuho declarar-lhe qoe nesla perlorbado.diiposle a appellar delle para o paiz em
trabalh i, as doaa Ineaactidoea que oSr. sup-rinlfii- data remello a promotoria publica ns erigiaaes do iejom ; manteve a que<'.i sem leva-la ao eitremo
d i n 11 .nana desia presidineia de II do corrate
D.tl i admim-lraca ge-al dos e*l.ih'le-iinuto*
ile aaridade. Dr.-u lo qoe en vista do qu- evpoz
aquella astmiatetractto em offieio de I ao correle,
iLspnise o individuo que eieree as fonexues de re-
s.-nli. da caa das esposlas, nomeau lo quein o subs-
lilua.
Pallara.Coneoierulo .1 das da Ueenca -
denle da estrada de ferro James Feasplelon Wood reforid oflicio o dacomeales para o fln daternina-
notou nos artigos I- e l, segundo ns fez ver m of-
ticio ile 27 do noveinhrn ultimo, que sub o-lli aquel-
la ministeri >; nosim o eommnnico so ra isn Sr.
snpemen lenle. renetlon :-l!i" urna nova capia
aothenlici da referida tabella, ettrahida do nutra
qae aeomp'iiliou o citado aviso, e na qual se acliam
rorrig las as iuesdclides apoatadas.
_ o __
Offieio ao Eitm. mni^irn il i it- .it an I
Acenso a lecepclo dooffi*io de V. Esc. de 7 de no-
vembro ultimo, pelo qoalserviose V. Cv--. 1 in-
formar-me d> retar larn-nta que sofTria a tisrLda
das irraaa* de cari tade peliddi pira esta provinci-.
Vista ibia voota.te das autoridades soperioree, ea-
pero que se realisa a des .jada viada da* irmfas,
das quaes .lpenle a resenrrarlo dos esibe!ec:men-
tos de caridade e e lucaru de ineiiin is c oiph.l n
da provincia.
Para a casa dos aipastoi e para o collegio das or-
pjas devem vir 10 trmlas, ou melhor II, como uii-
nifesluo-me a snpariora n*ta provincia ser de ne-
cessidade. Tendo-se reunida diversa* peasoss sbaa-
tadas e de reeonlie-ita rapacidad* para a creaco
de um eollOftia de meninas dirigido plas fllhas d
I
verdadero proeedimento de re coatilncioual
rei.
II.
Ao nrimeira aapacta, quando i se considera o
leslo, prinei|.....I. prajecto a cus., qiip naja s hre alies quesillo.
Qtt f-r. COm ell-i|u Mte projprlu
C illoca a caridade particular ao par d> soceorro
poblicojolgando-a* ambo Indi'peosaveN para a lo-
denadeaoiuiz nooiripal dt Becada, bacharel Sergio I la contra o pauperismo e p.ra allivio da ini*e-
Dinit de Moora M-llo
Dita.Maodaudo adniltir aoser^ici do acere ;
por seis anuos, comn v i| .; bario, i) paisano Haimun-
I I as i da Silva, a qiem aeri abonado o premio de
300-Fiterara-se as convenientes cointninicacoes.
COMMAMW OASAitilAS.
'Scxrtpl general do coramanrlo dns armas d
Fernaoibaco na cidade do liedle, eos 25 su?
Janeiro do 1858.
ORDEM DO DIA N. 1!.
Sen.ln a guarda do h. apilal rsginental fechada
diiranle a noli, e n3 i |i "leu to p..r tal molivo -er
.ir-- isla, una cansa e igote, e que se ani
so* obra, sem ler necessidade deesnerar
que ella core o mal qoe cmbale. Cmlenli
Irabalhar modestamente, se tubmetta a loa propria
i qu zi ; sttribaindo a Dos o Iriompho.
Hee i a caridade chn-l.la, e he na historia do*
p \ is ehristfios qoe a vemos nairer e II ireseer, se i
e por toda a par a inesna no ton l
lo vari de forma e de earaeter, segundo as diver-
8 I.....le-cnvolviui',nlo e as fieissilu li-- dr
sea deslino. ntreos protestantes, issim cono en
li.iiicoi, na* missoes remolissimas, assim
i 's nbris qu se levain de porta em por-
la.os fastosle-m realisada isindoccajei que s po- rooda{0ao da libeidada religiosa amcarcter leigo,
diam tirar das doolnnas ; a earida le parlienlur lor-i e para liga-las ma s eatreltamanla ao poder civil.
-te ios soetedates christiaae que adevio fazei Qoeien ir anda mais adiaale t Con penco 10 che-
liosa, e, para rjar-lhes o ver I id >iro n ime, chnstaa. a fe ehrislla, e qu ueuhum oolco principie nunca s-r.,'. ou a inle>dite-l it abi ilalaneale, i u a ob-or-
i ni accaoda f ebria- Bzera e n parle algoma. Aceiten os goveroosqoe *e-las c mplelaraenle no cala l ..
c as ao astado, islo ti", a coiAa i m>.
'':'";";' poder civil, real, electivo, ,, ,,..i,,.. lie sempre con eaUena cir- Pode-s. res
.-ininiatrsiivoe jodiclario. UconteUio da eommu- ,. |(M ,.ln coro, B ao narlane I
na eadapotavno pernenle da provincia aa ega-1 /j, devacas i.....iidicam se ; I i- oo tradieoea, u-
lara a caridade particular, acolo como e\-
cluivamenl, ao inuos come essencialnenta reli-
miaara ; o conselh > le b-neficeacia nclibera rt -.-n
respailo ; a govern i de el-rn ibes concede
recusa e aoiorisacflo ; ellas viven ao lad.i e e mu
qoe -.i. .. i r.iiisfiiin .te beneficencia :
su senles sao lobmetlidoi a* neamas r-uri-.^
nemn publicidad*qua ui seos; a admiiiiatracftv
central a a liuintslra^ao common as Inspeccionan :
oa tribunaes ordinarios os julzam ; auaa poi.......
in.s proe asoa teniloriaes alo limitados. .>a ia mais '-
poderla imaginar para imprlnir mala forlenento
I i anleri ir le an ten se
; o. i ti > eenao depoisde moitaa es
* m mu ti regol ir:!.i'e que os altis a rrlorina,
lonse deassenlar, uai ( i.i i ico i i lo 11
Ira....... i roprio er ren-
ral ui **gra pelo raspeil i i itemnnha .
peta cautela com que procede em ..-u Irabatajo de
renener
i meainoespirilo reina acab di
" U pra ' o m II
- daa
arlificsases id aas qoe
na aa -
eia pal
ll* |.r..i-cl:i contr..
/e. s
r**eb. Veshai oe-
-ilili.n silo o de-
envolvineato sai >< qaa.
E a este lilul
la canio a do | oler a 'ninistratlVO.
Becanbece e consagra o direilo qu-lem a "carida-
de pariicolir i etercer-se livremente nao ne
preaeate, ma* lanben no futuro, por fondadles
i permanentes como por dou* pass^geiros e abrigando
inda(6ei j a OOdicSes determina las, ja a
sdminislradoresespeeiaes de sua aeeolha.
Paren, reeonbecendo ao inesino lempo qae e^la
esplendidara uite : erob ra em um Ihs Iro ti; ill mo
de-i.i, na Hollanoa le 1853 a IR5I. um a le nova I tro .!>, .-.;.'.-. M. Verh ...... -'.,.
utos de ben i trn ar-
tida e pi maleada ; esta lei faz da caridade psrllco- eJo para captas
lar, religiosa e livre. oros I da allivio dos tari lados en qae en
pobres, o recalando qoalqoer systema de candada of tosqaeeltae roa-
na,,, a talar contra o pauperismo es_injn-| Foi loslaraeole isla o qoa acontecen em Itruiellas ficialelegal.pt i que provocar a I
rte, e-i soblime ensillar tal como na*ceu do Bvan- era I 7. a o que delerminoa em 1856 a apreseola-
gelho e coma se manifeitou na hitloria ; elle nio I {lo do projeclo de Ui cuja discvsi leserUo
ablieara', para agradar-lhes, sua niigHu duilaiiieiiie inlerrompja. Antes de 18 7,
tararea, e os governos nanea ehegatao a diaposa-lo. lajo da fondaij&ei ale caridade luiha alr.n ., i
(.sracterisar a caridade ehristla, he'-provar qoe
ella tem absolatanjente necessidade da til
Ha iii'iuieta-ae siu la com outra
Nos ..uiisiis PaizesvBsi*
0' luslri i, a lber.la le
S. Vicente de Paula, e estando ja lomada a rasa pa- ron la la, determina o br.gadeiro eamman lano 4a
ra e*se lim, rogo a V. Ese. pronove a vinda daa 101rmas interino qu a miaa guarda seja visitada
ir jMas pedidas para esto eslab asseeoran-1 nn ni pelo Sr. nfljeial snearregaOo dessa aervie
dolos V. Etc. que ser 11 bin acolln.l.s e qu po-' ns de mais suardas da oaarni(aO, cono pete S
dem conliar as pescos que tensan I paito a ri
cao e manuIsncAo do novo collegio paia edocaedo
de suas prapriaa Albas. Alem das d-spezas da trans-
porle, he aulorisado V Ese. as mais que forera ne-
VARTHA DE TOTIJRIX (*)
POR MAX VALREY.
XIII.
offleial que esliver de da a |i aeja, aiim de que ella
conserva vigilante, e o servido se fa;i com a de-
vi.la rogularidade.
Assigoedo. Joo Jos da Cosa Pimenlel.
' oe le,
iterferoncia d i osla lo > h ai idores, a'oda os n*is nroduiiram, dizen, ao i r pres-
lervenfao o qae combateran ne sao.
, como M. Tl.orbeeke, tiveram graod Mssjt
untar aeu j | not-i .. [.rm -n",
limo ;- Inqai .a ,-_
redo e cu'i.o III
bure
recer lano do eonselli i c immunal cumn
laciu permanente da provincia ;
I
qilni siirrurre ; ; ri-cora a ealvaclo alera das ll-
i^ drj.ii- mas ao m ism i lempo que oallivio dasangaslias ter-
rems. I caridade ebrialla l*n pan Maosa
COSt; r a perdoar-me a ruina de las illuses : mas
estea eeilo de que dopois M :s de agradrcer-me.a
Seiihor Joflo de Vil a, lurlo esta aeabado entre
, -. ititaa-lhe sua palavra. disse Juii c mi sober-
ba otsni'l id enlresindo-dhe a caria de Manoel.
K Sean um instante inimivet ten lo os ulh
nos drlle.
D?vo estar nagniliei assim, dizia comsijo ;
estivessernos sos, elle cali ria a meus pea,
Mas, senhora, liiibacioii J.i.io fasciosdo, ex-1 ven sua Malenca da norte.
imava-ine c ic
i irse, eu cuilava que v
rn '.
O mineebo cstremeceu muindo eosa branda
Mr. Serve!, disse ella con a voz nas fageeira,
visto q ,e V. S. 1," meo ara quero
meo meo prosima ca*anenlo cono eenh-tr
Villa. Csnno supponho qoe rollar breve- de mol r, e oltn upara Martha, como "se nunca
mente fiaia jontoda senluira soa ma*, en^orre&o-o t tivefse vito.
oe dai es^a natica ao. meos eonhocidos d Hre-, ;.,i0 ao nada, nao lenho irmaa,
taraba. ... _
lio aero ra/s nn: Udas se a Imiram da inpa<
bilidade cun que a mor parte dos condernnadoa ou-
Tanto no moral eom
I. un a eouqo -la e a rovolurao. a Kr. nca irr.por-
t ni na i. irpcalo do- ,,,._
litlos de s..ii o [i ider no es-
. Urna vez a man antee de votlar ciara
inoriiiii.u i
Jorge licon em sua caleira como fulminado. To-
nino um hvro que achou .i ni >, ib u>-o, e leu in-
deliiti.lam-nle a mosma pisnisein It ronsicieneia
rio qu- taria.Julia collocara-se junio de Joflo.teada o
colovetto t;r.i-io*amuie apoia lo sobre o velt ido que
eobria a chanin, brinc iva con as titas de u i m -
cado. O Hespsnhol eslava sombro, e nio ulhava
para ella.
9 a Villa, disw ella d'poi* de ter-
se corlifieado de qae eslava ne*si noile mais linda
do que nonca, tenh i vonta ..- da dizer-lhe a
;>.uij.i .. sean hojs Ua enfadado.
|}|g onbora resp ndoa Joflo em tomfrio, vol-
tandn-s* Involuntariamente p.ra en,.
E*l.'i eom rium* de Mr. g
II- venia le. iliss Jao, O qil.l era ai-.ilull-
nsenle iae ip n de dis*imi
Porque .' tornou Juia ene rsndo-o eom ama
delirio-a \[)ress3.i .'e ingenaidede.
Parere-roe. senhora, qoe soae conversarles em
v../ ti .
A'.! i--i i a i hi ludo, diese Jolia com genli-
d nil. i: n tal i j \. -. .i-
i! a fnrioa
Sin eu esta* i furioso, c linha nuila
.ia dejan.! mo mente
de ispr asgo,
" gao em qn* nos sea-
mos, la-i le o direil i .. Drna fran-
T"" lo pe*a i hre miro '.'
ra mi leald e.
O '" i lo rom qn* Julia proona-
cio'J p
pliqoo-ne ao nanos a negada repentina de .Mr. no physleo o primeiro eff-ito dos golpea ese
Serval ; esplique-me poique elle f^llava-ilie em mente violentos he aiinullar a sensibilida
voz ba,va. mesma lampa que as prssoas qae anchen sala
>.io me abanare! i nais j isiifiear-me, dia* seem er, uer-se dame de -i >< (ormidaveis I
Julia em lom ca la vez mais fno a inedi la que e~- da guilbulina a da eternidad*, o reo perrel e
levi ceria da emocao de Jola. .. mii p ilavras que o separan do numero d .-
E fe um moviinento ( ara reiirar-se. vvenles.
i(;,i-me, pir lavo '. diosa o p bre J te de-
voz | XIV.
a! No dia i i idanadeRosbar, o filhv. afilha,
Joan a Juli:i pntavan ein ea-a ,a bar>nra de
Cernea.
-- '' o no*so padre pergon'ou madami
-leo charo amigo, disse Marlha a este, deize- ind que nao se | .er. sen talber.
r-lhe. Fui .i |t. ma, Cernen,
O arer.lo'.e sabia que o nslineto da eonsolaeito i- o natural de B...que apparenri un.
''De a muilier a loma superior ao homem Ji ntem o noite no saldo I1 disse o joven marque/,
les crisea la vida moral. Fez um Bienal de N i cha, senhora, qoe com sea roslo pallido e seu*
asseolimenlo, e asaeniou e jonto da porta, Marti inelhava-se ao espectro de Ban-
' ido.
Julia .leo diop-ssns .ni vallar a cabeca,
rassoo a carta, e la'ieiu-a ao I
Mo creio ma'. stno a se elle
n lo-se p ra Jolii.
i) disenrto da Julia pareceu petrificara
Durante i tundo* elle ticen em >ua pres n
"Ibas lila* sobre orna rosa biangs perdida
.: i m M da* ren t de sen corp nlm, e dia n
so : Aquella flor vai cahir. Bepealinameale pa<-
ti i-ii i p ..i fr nte, e deu algaas ; is*.- h
Ella eiivolveu-o cun uno hsr ebeio ile amor, e a riireila a esqosrda. Procorava o chin,-..
rollan lo M apo ar-se n i chamin. ..ib r. n habito, !.-,n como o nslineto,
Quanlo llie agrade v> soa i liase el- ezei mover-s* oe rpo, .em q ide I une
la ukIiii.ui i>parsJ-o. Vsora devo re nisso. Vehado o chapeo, elle ali
eiolicacao qoe Ira poueo Ih* reeusava. Mr. Serv-el lAo a pas*o firme, e *ahi .
est enamorado de.....o ledo moilo lempo, e seu Vos triuu ..,,,. lo qo* om Im-
am >r lein dado lugar a nil boatos, co,..... de aira amante Ihs rouba
cia eo Ignorara antes de ler a rarla oe seu smigo, ima mnlh*r. le ai.....s |, ,, f
Pens que elle veio a P. ns s un "ale para
eu easava con, vosea.
['. vos* anou-o perguntoa Jada en
toin que tr.itii um profu ida cmi u-
J .o! -Ii-.o a vm
olbus aereacantavan a a ti palavra um rommrnta-
iti qu* ki aroei a i ..
Ngo quero m-i* n. e ell llie f ili". J,-...
S i vejo un naia e Impedir is ,; ha
- dad*.
Parque encabrio-I i- .'
N,to estando a nos, essamenlo annm
anuos b- ,, r0 n, mM| ,fr
PW a II' d IC n ., e --:n e-. f ;.
imp ssivel am ., na qual a
;' 'i' na salgo da
entretanto qae
1 le Ihe n i i'r me .i i
i.....i MI na '.* voil !..-.. !ir;r ,;
P"rta : Ell a v i i. I Ua,!',.,. por ,.
. miro d J ir^.'. n qual deiioo-se
n resistencia para um sof collocado no i
eamarrf,
"leu charo Jorga, di*s* Uai lisa aperlando-lhe a
D) iva-o inuitii '
Jorc i'.itii-n.'.;,i.i.,i -en olh ipiotadoi,
snl i ira .\ i imilla a Julia lornou e|a.
> i-i .....inciees i: .:. mo me falle ale a-
raor, .; .. i ,-.: repellindo a mg* ile M n
- e cabeca i
obre a> i
Ma'lh i lomou-lhe oovamei le i lio. .! rge enea-
roo-a vio qoe ella rhorava.
'' rao- di r m? pergunlon com doreza.
a imiuisli i
.
aut risad -
M'-
- niiiiunas ii --t..li I |-
haveren sido conpetealanenie
qan .' .. acre-ceiilnu elle Vullando-M p ra Julia.
.', camarista de Marida Iba eom ra lodas as eir-
comslanciasdos smuresda viacondeeaa eomjorce,e
i, i. i. rqoei i >
neiihuina oecastlo ae aiorm. ala-la.
0 -p-c!iii : |! mqu 'ii evi-lio na !l
Ii, i \ lenli.i lea ii "i d-t. rt
tal re.piiii. responden Jalla com deteniba
Cea inri lev eotihecer n
Ii de Mr, Serva:. lurm u
1 i i ide podsaia dlzei ni ^
rn, r nr. ,
i nada di --" diali go ; os lie.
nhea qoe areeio pli menasdis- lem i; roas
11 ao rn
Choro porqae vosi nos dse i vendo qae tratava-s .1.
Pides; Jorseapp ava lie, los e os o
renda !'. cr erol
la aies do m ndee m n
di.se Jorge com irania, vosse
c im voz bia e penctran-

inut.iv suri.
C .ita : .: lia
Voss ps leee
nunca enea !
i ::-, di*se a moi
: i ano ; nlo eo
Panto cono en en! u J rg, sallando de fu-
ror, i: nlo com i eu. -Irev.--.
i..... ngo .",-! capazos d nutra cooi i. -
ahi o qua v.i-i- chama amar lanl i m ea .Meo
' eslava 13o > si haf lagri-
mas tiara clinrar meu p-i. Junto de minha i. n ti
I ira *lla
par-
ola" m ella i,un um pensainonti : quaodni
: me qoe ma-me
fnl me! ella dizia a oi.tio as palavras que tiriha-
lormira e*la uo,i. ,nf, ,ilI(l
sla -ron.i Martin eotrava r
nao ama-o,
lia mo'I
_li ; i > > ;''" -! r-'-r'-; i riS-tr;impntf niii:.it_
, n!c h eu'- !l.o*. IHflUtl f r u t ii.
mortad.ffle..Ida.rl;, r. ptrife
'- i .... -ni mui alio ni. ...... -., ,! ;, ,,.,-.,
vein '' >'fd vi'r);,|.i|.|r-, .;..,._ Honbrqoa repeilole malvnde/.aamaU>.....
imenlv, eo leria -reciii .aier-lhe umaeoii- > -1 :.; n rje orcupasa rm i e(l
l>'nia ; ma- e (..... meaol r.a...
Ort.n.i.: ta mesat e earr*va. VoUoa cabffi e enea- v Tfr| M-lhe que Marlha mvia eropre
?enleaMia, q m -ua ramaritia. t|ue oao hnh.
ipie
anra *i':i< u h iiinti
r ... ", : Julu, i:
'
-. um rJelil
i'i

!' IM r.|. r-uii-.t rt\
-ii i> padre, -m-ci- bu i ni lignai
.\frfaaa m- (it. trucaran, mti olhar. OdeJiili-
ti/i.-i : m .1 i e ti iiM-ie, a o de Marida :
n S-i tn lo ie*jii v e.i \ i r-.. am
I e deapreada i r Marllia ara
tttit do '; : boli ienlo para ropellir a viacon '.<'
\ i.: 11 -.; .
i." pr*ei n *c?.\t r rum i*lo, di**e alia a -j m><
un levantan In-a ti- meaa. \maoha*j .lirih i i -
i uu com a lia. E i i n
iihu nrm le*. .
tmenle a rdr.t que loo Ihe moslrar.i na
molhtreg i am espectculo cuuosoe^io-
I co. I
Meia hura d^po* ~ doai miKM i
an ra di ;.,... i m e rrezinUa de
do 1 ii. ; i BOSa mulli-
A :ii.n .juc/a i ni 'i uma
abro-a p'.r rfMract;lo t com am Unce le viala l*u
it- .ii : a tinha ijuerila, penaatem
m rn C i ei o que lie a vida longc 'I" i; '!
.1* ii qu* o* ni. ii ,j .i i ..-.ic.-hi i, mnbi .
', ral ,i ira i .u.t-r.. .
BU* s qi quera eaber. e entfej
e'papef a11 < exa, a qual Uinuu-o i
(jn i :r.. .: i i lera.
|i i
nan. Eu qne p elendi.i (ax -la imnlia hcrlei
. i .
.i im .i n ex i, mi in te
! r .. t i ; i: |
>.ii itobrinlia ha j a muilier, be a
'-a ca-s f. Cuide no iolaui i
ixaa
pertorli a ai barn
I'eu o moilo ncao, re leu ella com
; Cooi i c i-le i| ra .'
a- "1 -- i m i -
';..,;
c in e-teu;
tO a IO< la I
ii .i npa,
A bar* i qnasi c itij
:, i i; 'tii c mu i d .. .
c i a de
- !
sillera i
xem M
I lei.
pa-rmltu-lli
Jii-uon ,:pr
me drt
ben lu it io. H*
Vii.c BjU)* i.

ne a" la nil a de Ma


51 iba qoeri
1'O
ou'-ira1 nam nj.

S- a i
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pea lea J i
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Na* faro .-. -r0#
elle ru-
Uattba.
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< Ibna <]." f!*. 1 : i
tth |,
i. i:i i ; para <
el aii.
Cuid lo, >se a marqu >i -
oe a
ler de Al riba. Sua itlKiriti lia altiva e eovllad





c i. ii- i :.. --p M
1
.
de ttM

la-
igus cam r -
'"'...... ''' l"qielva dian ,ru ., ,,,.
.rn u elisio Jorae, qoa ia vos* .
. nloa a cabera, olhou con
isse :
i ico .': i. Vi
Jalia mi digm de ll. N.lo cr
de sai c m ella pr i-
vo* irreeusaveis. I' ras ron -
ti mesi m i Sem dovids
.
. entre ell c Julia,
Vid Diario n, '7,
:-ii tul, e que cansar aJiniras^ao he quau
smpre domioar.
Jorge tirara icntoila neis sem vr. .om anvir, *
sohretod.....m ler nada. Jaita sem deixar seolu-
Igar ohamon-o pelo pro|iria ame. Jorga eslreme.
cen ilin^i .-., para el l'or um naos m
bou ;a le iaslinriiva loa i snbtrahio-se am punco ..
Ihe ironarav i astee
I ama | .!ir ma Junto da chamine.
_ Iranguill ii
i, co..... ,i* nutr
i;o a entre
henda que uiugoe

livi ii -.i*i'i .tole lal
Malur-
A Icurui :
onlros. .' u -i' n '
deese imperli-la de matar-s*.
Es; ma mais .
eirlaroon i ai ate ii i i m m ti ,eolu para
agarrn o braceo do vell-o, e Impel
ra a porla ili/.n In-lhe ;
It*(ire-s*, .,< i r > a : -.. ; ngo uno nada.
M.irth. que lieara ite *.se m imantn iiteneiosa
em um rtnl
do-lhc
C'.mii Ii boa !
iio ei......i u lu iiin.
rile ehamou Marlha com um otilar, .! -
so-lhii:
Minha lilhs, vou partir con
lia. S ; -.- rm 1' rio, i
ro se apoderar novamenle detle. o n
remo1 i re*i rites para sal' la
i es lii il rcon l ri/i lo a i... .
. es i1 a' tuin rompi [i r.i u ,-. i v
J ir domino.lo pelo mssuplismo qu etercem
a para a vi^ni ..i Ihe .iuf ana ansa
ds Bretanha, a*
i"ir> lizia < :n de i.rn,.. i
, e\p-rieneia para
nao saber no- un .i i-..'i e*pnn liva en-
i i -
*i n ma. i. -(...
nte i
qu i-- lr. Sera
taza, i
ul r-

11 -
l soto iie mim,
/^ mni i. i i l\ ii.li
uu.a scena di



i
- iones Ro lo sacerdote a a ternura da molher, subi
re o hombro, disoa-lhe: wo rniiteaeig ama Mge de posta, e Marlha aper-
mara, ilu um
arito vendo o eora qo.bia
eapaalhaaJas. AvMou no toen n Li.....tasa- I
i is .i--,ii.i i... em um ... m
i !.iv.-a dirigio-se (..ira a me le V l
amadel'.osb mello-lai no rolre. !
., .i qoe ella sol.ria.
na trra fira EntSo, aenhora, que lem a diier 1 es
: : ra Ir t'inia. ;:...., poi essa Iraaqoi lade appa-1
, i. rente.
'ala que Vme. nio saibs, minha lia, rtspaa-
-- IcoMirth. Amo o Sr. Belmar, (he que
milaf? iqueiornn tempre o t o '. i>s u i permi'ia easir tom elle.



.* soa


MUTILADO
MFI HOR FVFMPI AR FKtrnMTC


MARIO DE PERNAMBTCO rKBCA PEIRA c2 DE JANEIRO DE 1
religlO, BSR irt.i--
I loma > upeil ) a* !>-
\ Bfflgici lem tnUt u
wiei.io, que fdzendu-e libe-
..rtinle part ao mtnei, Miie-era e
,-taa : admirnfol forloua e ce" ien-
pr ncipacj rau SUI ie\olur5i t do sua COOllUui{8o.
CAS MA \!( \i(.ll'\. DO l-.M. K
contenan) ils ic-r n .- Libios a qu -. leve Im cont-
.i mamiteiir.'iii da ura suvvruu Im*.
I-'.- |o ''-! o sera urna falla im| ?rd ivel,
d Ellefl lem ta ffliclda le, qoe tira
>. chriAtl e i Mlholico, inarchou rom *ll**i para con-
it.ni poli ron\idou as ditpoai(Oef ^ ? projMto >l quilla o a primeia lber da le ; Ibc* i ^iiiih m iii
ou s do partido t\u* o defenl-'n. mi o paz tro necirlo o &eo toiicorso para roniolifla-la e con-
ai e ira o, acho lea r*it* nqaUlacdei . a coa-
. nvel iiln*-
i libera** be I gai uta-
superficie das coosas e ims
. i turae* de deflOMtanfj a de ho-
jsr a* preleo^Oei e *** rallas ile tiioa
ilOilCOI ; aao, M f >rm..- man tltanle,
ulorarinea rom plena liben.ade de espirita a
nli.iran os liherae* belgas <] duiia, cxcessivos e IsHeaapeitivo*. Acho j^u iIhimi-
teqtie tile* fueran) un i prni-M caso ilas aarnitli;i
rarlerrs e dos I com que eslavain armados contra os pernios de que
1 se airecciavam.
Ouanio as garanliaa ospeciaes e adminisIratWas
iosllUldas pelo projelo de le, dre apaaai orna
palana, lie o podar lata ot torta* ananas fino-
ras a em lodos os seus sr*Oi, re, n)inistros eoiisf)-
llios conimunaes, dtpotaej6e4 proviiiciaea, conelho*
de beneficencia, trlbooati, ii_t*r rindo ineesaanlo-
paenti e neressariarnenla pira aulorisar, ftgiar, na-
iiitclti, mullos aaerilicios : m** qu uo heileni
que dIo percaffl por tibieza o Mi/ r\\ que oblive-
iiin a*airada < carreiri ; a allumca rlirislaa lie
para elles a ODaija do liom e dur liberal.
EU-aqoi o Manado acto, de natureza diiTerenlp,
purm alo meatos r;i\e. que o* Belga* lem em
I arando iuiereise de uin n.lo (leriier de vista am so
da.
A Blgica li!erl('u-e por ii raesma : iii.s ella li
i, tu ,a io Sr, / i i
l'reseiites o- Sentioros Reao.Millo, l'mto e (a-
meiro, alteado ruin cansa o< Sr*. Keao a Albn-
querque e V'iannv, e sem alia o< man senhore,
aiifio-s b ie*s8o e foi lida e approvada a
anlccedonle.
Fot lido > sega i a le
EXPEDIENTE.
L'tn officio do engenheiro cordeador, in-
forman lo cirouiuslanciadainciiii' a* erca
Cecas......
Una- de J>~ .
;.\l V.Palaces brasileiros
oo tum oarias.
Hilos ineiicanns .
iS~'' i' i--- ido andar, oaao Rio I
1 W*** no Antonio Josc Corroa.
ji- tu)
CUMI 2plU0 "
I 2BIO0
19H0H
IC-S.
"**" ,i; melloi .i,li postivrl, |>top .
''"' lud
Brasil
KM 23 DE JXNKIlin li: 185>.
Directores ih semana os senhores An-
i5o le D. Josepha Clara da Silva, que lonio Marques deAmorim, e JoSo Pinto de
i;u licenca para construii 1,700 pal- ''""'''>
mosde muro em seu itio de Santo Amaro A c;iixa descoota lettrasa l por cenio ao
uo lupnr em que a estrada velna tn angun a""' a toma dinheiro a premio de conlor-
i'om a estrada do Pombal.a cmara des- tiii.lade -ora os seus estatutos,
paohoi a pelicSo da snpplicaDle, declaran --------------
Al.l AMlHA.
fniva !7linl iln lla..A/ln Henrique Bruno & C, farSo leils
UOlxa AMIai (SO 3Sa>!<*0 (IO inlerTenao do agente Oliveira,
: nr
urna i.l....
i
I MMll.i .
Preci-a-s i le ri. caixeno
completo softimento d miudezas, to m ,:..
piompia exUaecSo, e as niis propriasdo nos; nal
mercaou: quinla luir S do correilte
10 huras da Cruz.
le li
1 '-. M.
... ,.
jM.h ii real du parda, a HBeada do< rneM de pceeiunar e jalgirat faaia{Bi da lib.rdaila re
Kl.ncia.oo de rrhlbi|la;3o .i- l'.,rra relativa d(M KIOU. St loila esla autonla le. tu lo- alie* ilueili
pili.lu- l- j phrjsei provav.is de ru luluiu. allribui lo, ao pmler civil, rio blarem par prrve-
VI. 'iir ou upprimir otabatoe, eulpado ser o pa-
N;iu ln eada invi dilTieil ilo q^e urna Iraiisforoaa- iter civil de nealiiteneia no ;S i pira .>< eole. Indiviioaat ci mII.cIiyu, gjua laeapneldade. Nao Valeria eartamenla n pena oU-
eaataai leoza vida, inor.n otene alta dave eooMtjar belecor a eombinar aabiami nlo o. podere. diverjo-,
pur un i renoocia le i rownio. .ilellioro aabea daatloado
oha neeeMidad*. ab*olola neceidade de qoe a Eu- qu teildo projectado desaproprlar por uti- AI.FAMIKI'.A
ropa aceiUHea tanecii.....neooi tai lependenria. A dade publica 0 mencionado sitio, e achail- ?" ""ineBlo ilodial a 23. .
Eoropa a fex dep~i. d lonaaa a diflicei. delibera- do-s* iJSle negocio aSectO a assnmbla pro- "J......
...ie-: a ai.; i,, de alta e cara prudeiicl.i. oo. pai- rioClal. a i|Uimii pedio a COnsignacSo de fun-
tei, a Balgiea no oorla a a l.onibardia non.....-da, dos pea esse lim, nao lite pudia conc
roram,haqaitro.eeolOi, a cosa a o Iheairo do ro< Iicmc-reouerida e que em lemgu oppur-
LEILAO
urna an,.
.. ra do Hu
lado : na ra da I.loria n. li
.imVj';'""" d'nh*ro 3 juros dr
239:2Vlo:> ,_
sofialtos contra
ama leatac^o para
pira Sa deten lerem
pdlerosnS VIItlhos. ern -empri
amliii;J->, mu i pr -/ i para
r1"^ i. (Pudor '.. """ ; q'.t ;
l;issoIrma<)8fazem le- '^ei.k- Z"" "*!
ii^.N.i UIo por intermedio d<>
iio:.-H75 agente Pestaa e por con-
neiro. ta (le qumii perteneer de
I cro/a n. :,b.
ia roa de Santa
Eomnisam-n mob|M
sapropriacao
ulm do li-eai de Sanio Antonio.
IIj'im ni^l^/.tCbrukeibaealhaa
mu' i
pediq- ';,rra hambartuoat-llui ^ Sophia ~ uenebra.
47 barricas com farnliw|conU: no>*,eodes*uTiH
de trigo (I: marea
TANA e 5100 da marca
II k A34L toda chegada
ultiianiente do Rio de
, Qaem precisar des traba Ihadore
- Precisa-se de urna mutber r., interno de casa da r.m.Ha. .,,...,.',";"
gommar e seja sadia a tra.'.r ,,, ri,' 0
iJOVe, rasa terrea jolito ao -Olir
na temporal du livernn dj ocie.ia.te. Eata graada I aateale em sua a linmi-i h.; m.fom.i masos
farta pn*.uu ; lentamente laliariusaineiile, port-m de- j que o lilier.ie- balgaa dipoalaoi ponea eaofian^a.
decididiiieni. s pelo concuo du, principe, e doiiSo laeta de ana proeacii e da ana palavra nai at-
povu, a igroi* oi arradada do mundo e abrigada a I aamblas oaeionaea, ha a raaia poderoa i^i* Inspec-
recolli-r-se em-i mesmo. Od.md.i *e diz que em coei e mais linne barr.ira loatra a iuvatla d'am-
iios-os das o e>iadn baatheo, eoolanda-n toda M oirilo conirano an espirita do |.hz do lampo. It-
eoaaef, para aipciaair piu termo* enrgicos urna com-1 llicl.m o. libera." belgaat le lie uin grande peni; >
piel, fabidada, O que *e pode razoav.lmente dlzer t para os ami^oi da liban de, n.Vi eunlar battaiita
lie que e*tado ternoa se lelgo. A dislincrao entre \ com a liberdade e procurar em eoroblnacOei arlili-
a or.lem espmlual e a onlain temporal, que enclieu ciae. B trapaceirss. ou me'ino .poresiivai, garaoliat
eonfosameule a bUtoria das n^r-s ehri.Ua, d.fiui-
Hramanta se aaelareeao e re.iou ; das contando
relnjiosjs e polticas de que fui objocte, eata .1 slinc-
ao pnssoii p^ra a Ideas publicas, das ideas para os
fados e ios fado, para <;* instHatfAt*. Iloje, em
graos diversas de clareza e d* prosperidade, elle
onstitue um das caracteres ,sseBela*f, lalre o sa-
ra.-ier Dzaia eaieactal dai modomoa locieiade.
II .. aata n a., esia lo de eoosaa que n luieja ca-
tbolica se dev. boje adoptar, be a Ir.iisloniueio que
ella teta e j..z, que realizar, para nAo di/er qu. so-
frer. A igrvja lie um poder hvre ; perlence-lbe ro-
lahaear poi te ella se aagaaaaae, -e peraisti.se aaa illu*ese pre-
tences sem ruiidamtnla, lera de sollrer necessana-
menle a pena. Oros nao a Itbeitou da bceesaidade
da iutellitieiicia. nsm du dever daabedona. PorA
es poderes civis uo tarlam rjza i de se dar pressa
contra seos adversario. Dorante a revolujilo d,
in^l.iien ,. ,-ni 11 > Vi. uo momento .m que eslava ps-
ra romper a ((ueria entre > re e
yueria entre i rn e .. parlameiiio. uin i f" liquem eslreilamenle unido-, como lo
liumeiii il'urn senso e il'uin talento raros, cuja nome 1830, ou que. em .uas lulas constilocionaes,
daiiar daaar UaoqaiUa,' a Europa deU.r' de con- e que advogado he declara'a que ja havia
liar na soluto qu em 1830 la receban o problema requerido mandado de levatuamento do
europeo. mencionado embargo.A cmara lieou in-
A boa ordem no interior ha para i Blgica a ga- leiradi c resolveu que se recolliesse ao cj-
raoiia necessaria da iegorauca oo exterior. fre o dncumetlii passado pelo Solicitador
A boa ordem lol.nor depende na Blgica da con- que veio anneso ao ollicio do procurador de
^mem^ut^md^i^c^'e'^eV^
Para qoe a Balgiea nlo aeja victima delta, agil.coei ,,lru <"> bacharel Jos Honifacio de Sa
desregradasqaedespartan] immediiianiente na Eo- '.ereir coTiraunican lo aclar-sa uo exer-
ropa a llovida e a inquietaran sobre o seu fuliiro, be c'CIO da subdelegada da fregueziu de S lrei
precisa, oo que o partido hh.ral e o partido caiholi- Pedro onr;alve3 para ,cujo cargo fora no-
res-
ficou obscuro no cilios luinulluaso de seu lempo,
Sir llemjamin Kodyard, liza a cmara dos eom-
iiiiins :
. Se qoando nos reunirios lia tres annos, se nos
dis-csse qoe jeoiro em lrei aonos loriamos um par-
lamenta, qoe a tata dos ames seri. bolida. que os
monopolios, tribunal de a las-c mmuses, a c.ins-
ra nalla (atolles o voto dos bispos serism toppri-
midos, qoe a jaridirtjia do eenselho particular e-
ria leiulad.. e restricta, q te ten irnos parlamentos
Irieiinaes, que digo eu '.' om parlamento perpetuo
que niiiU"iii poderla dmalver. sean mis inesmos,
cerln que teri anos lud i i-tn como um aonha de le-
licidade. Pois bem pi.suim.x verdad
em evplorar as suns fallas e cumniinar-lbes ojeas- ludo islo, n de m.la unzan os ; insistimos sobre no-
ligo ; incumbe-Ibes boje pelo contrario cuinpir um
duplice dever, em soas relaces com a igreja : um,
por a salvo de duvid. o carcter puramente leisu da
rJem temporal em ooisai sociedades modernas, e
manle lo em sai lirme resoluco ; o outro be res-
pailar sua diizuidade e ler em multa allenr.io os seus
escrnpalos, embarar is e por que nao dize lo *.' ale
Certo poni sus frnquezas na dillicil piovaura da
trans irmacao a que nesle momenlo sea cli-ma :
porque he para o govarno, como para a sociedad,
ioteira, um laleresia immanio que a igreja nao se
enfr.qiifra, qae ^eu recolliunenla na or.lem espii-
tual nao Ihe lejl urna derru., hiunilhsnle, o que em
sua nova aituacao conserve sobra oa pavos eata 10-
luenc a moral, sem qoe nao podarla passar a civili-
sar.lo de iiussos das anda mal! do que a barbaria ila
meia idade.
II i ividentemcata na Blgica orna frarcSo .11 cle-
ro e d.. partido calholira, que mo si nao eompr.-
Iien.te a luva siluarao da icreja a nao se presta
obra .la lran-f..rmario, mas qu. a impe le raic^Ao
v nao llie desej.. outro liiluro que nAo seja relroara-
dir para O plisado. Nu lenbo necessidade de repro-
dniir aqui ts actos, o* documentos ; as palavr.,
pelas quaes esla pnnao do* ralbolieus belgas l.m
manifeslado por mais .le una vez ot seus senlnnentos
e as suas tendencias; t ..lo mondo ua Blgica os eo-
nhece, t fora da Blgica, os que os nao renbecem
de urna maoiiri precisa, facilmenle o imaginarlo.
Eslou ceilo de que ningnem julga mais severamente
do qae eu as ide.as, de que nimruem deplora mais
I-ralii.i tainenle a influencia, na Blgica como em
qualquer oulra parle, d'eila frcela do partido. .Nao
aarei j que diga, como lautas veies se lem dilo a
proposito de uo-sii propria revolucao, que he sobre-
todo i.b-l n .. ;. e as pretrr.r.its di um dos oire-
mos que se d-ve imputar os lameolaveis ejeessos do
eilremo contrario. Sao mentirosas e miseraveis na-
val garaoliasIA posse aelail de lodos estes b. .
be ana sadhar garanta giramem-sa reciproca-
mente. Tobamos mi lai u, para que, procuran lo
alravez de (ola a especie de acasos urna pretendida
Mgaraoe,!, n, a ponhamos em perio o que ja possui-
mos. Aiud que obii-iilin ios ludo quanlo de-ej i -
na*, ate gozaremos d'uma seguranra ntaihamalica-
mele intailivel ; todas as iaranlias"buinanas podem
corroniper-se fallar. A prov lancia de Ueos n.lo
olfre que a prendamos; ella quer que a torlous
bque em suas loaos I
J.ilicio-o f virtuoso eenselho que se diriee aos
amigos da Iib9rdade em lolosi.s paiziaera ledos
os lempo- : nunca prelendam .lies ..aullas Influi-
ris ; que lo desconheci m valor das qu> pm-
soem, que as emprettoeni com p.rseveranea ; re-
ignem-se a velar sempre rara eslar em legoriiica -
a Combitar pira vencer v.laod) e embalen.!,
emprp, nao esagerem a imporlani-ja das quales
esp.ciaes que se p.issam olivar enlre elles o.seus
dvorsarloi ; na., procuren, resolte-las sbita e ab-
solutamente, por medidas igualmente .jaitsra las ;
lenliaiii conflau.'a na eflicicia geral dai inslilaiefiei
livres, nosesforrosita sua propria libtrdade, no res-
peilo para om liberda I. de Iotas: eoi.....Isa
bellas rondijies, a cridad, particular portera' tam-
ben) ser livre, em
fonm em meado no da \i do crrente O ie se
respe- ion 'e>se.
dades. C'jinm tnicaiido que bavia dado cunpi tmpii-
Uiz-se que om dos mais coosideriveis adv.rsario''" a "lem desta cmara de 11 do corrento
do projecta .1^ l-i sobre 0a ssUbsIeeimeoloa .le can- dadee do partido calimben, eiclamnu ora da, Dio deposita dos restos morlacs do coronel
no debate publico, mas em urna couversafjSo francisco Jacintho l'ereira, e comprar una
Volumiisabidoi comaz.ndas,
a n com generus
Total
CONSULADO GERAL.
I7s
JSU
l"ii lmenlo do .lia 1 a -1\.
1 -lseiii do du -1-. .
79:9039146
l03f908
82:011*051
DIVERSAS PROVINCIAS.
KendJmenlo do da I a 23. .
Idim do dia 23.......
:M>5U()
s:607|226
; quem n pe 11
seus armazeis na traga sobrado o. 12.
(la Ponte ?lova.
C. J. Astley & C, far5o leilSo por in-|
tervcnc.'io do asente (Hiveirt de 50 barricas i
de cerveja branca, em lotes a vontade dos
pretendentes : torca-feira 56 do correte >
10 horas da manila impreterivelmente ao p
do armazjm doSr. Vicente I erreira da Cos-
ta, ra da .Madre de Dcos.
grosso rio cora
h've a praca da Boe-vlaU.
DESPACHOS DE EXPORTAC.VO PELA ESA
un CONSULADO DESTA CIADE NO lA
23 DE JANB1 O DE IS38.
MoulevideoPatacho hespaubol oErmesindai., Vin-
..........r.ii.ntiiii- ._ -----------
fura e\pul vejo para a li barda de '.' r.ii a opposlego das cmaras quisilesse a sua disuensa, nao s pelos afa-
que reroiiiru o fruciu das v.ciorias dss ras 1 S o zeres do seu lugar como por estar traanlo
governo lie qoe lu vencido e eipellido *
Goliat.
Val-Kicher, jolln d 1857.
: llerue de* Den.: -Moiult.
Farelo de
Lisboa
Leilao de feijao.
lerga-feira 6 do correte.
Manoel Joaquim de Oliveira & C. faro,,
leilao, por inleraedio do agente Borja, c\n "'"/inheiro : n. ra do lluei
por contii e risco de quem pertencer, de 160 : ,-
saceos com feijao : em seuarmazcm na ra !.,'" ende"sf um c"'al|o ja muito
do Codorniz n. 16, as 11 horas da manha; e,m cabr">let, novoe ra
Em saceos grandes de eslops, Ira
Jr"",or & '; armazem. ra do"
W'nr"le d* eSCidln"a. inazem .te
r\nnes, precocoAmodo
-- Vende-se um moleque bonita licura
o bom coxinheirn; n. .. .... ___,mad
do refciidodia.
PAGIN& VULSa-
Ol atravesiadores de farinha do lugar do Horro.
luf rmani-nos qu. ainda continua a slravessar-se
farnili de mandioca no logar do Barro, e que entra
nesle monopolio o inspector do quarleirio. (Jue
esisiem all alraves.ailores n;lo ba diivida, mas que
entre na epeculai;;lo o inspoctor anida queremos do-
vidar, e pedimos ao Sr. iob lelegado digna-se eli-
minar, e mesm i verihear o fado, e se ha ameacas de
ser n-crotado o malulo que Insiste em vir vender a
larinba no Reelle, el:.
.401 Sn. /cae-. Uontem dirigio-se a nom
cas. nina penca de merecida conce lo, moradori na
!loa-\ isla, para mo>trar-noa uma poreao de esper-
de orpanisar um mappa que Ihe foi exigido
|i-loK<.m presidente da provincia, da mor-,
tahdada que houre ueste annoQue seof- ',""'_ ,.
Iciaase ao juiz de direiio, presi lente do ju-
ry re,| iiMlan.ln a dispensa.
Outro do contador, informando nao cons-
tar dos livros seu cargo, que o cirurgiao
Jos Antonio Marques fosse pago do ir,ha-
Iho de ter feito corr las sanitarias no di .'!l
de ou -co deste anuo com o sub '.elega lo do
Recifeeliscal respectivo Mandou-sa pas-
sar mandado.
Outro do mesmo. informando que Fran-
cisco Ferreira de Mello esta no caso de ser
Pgo de metale Jas cusas que requer, mais
que a respectiva quola se acha esgotada.--
Despachou se a pettQao do requerenle no
sentido de ser pago quando houver consi-
nac3o.
bem ser livre), em suas fui dae.is permanenle*. as- : maceta ralido. que junlameine enn om crescido pu-
sim como einisuas liberalidades qi.ohdmia.. ...,n .pe','h;,l'> gomma, havil loado de um. garrafa de
nem os eaaveolos, nom*. bem .ie ntio-aortt,IMt*yaiprads a om malulo pe prejode uma p-
nem as caplii;>. d? heranr^as, nem as prelencOes, lHfJ Nidi he na n-ssa opiuia.i mai< capaz de in-
n n o en ali.,ni i. .I._:^-__ I ,.,.- I .___.______
que se cliamam cleriraes, stj.m para Itiner pa'ra o
futuro da Bilgica o para a direcrao de seu go-
verno.
VIII
Porm io I fallo como su st traais* aqui d. nm
debate poraihenle parame atar, como se a qoe.tilo
das fundar;6ei candosas se encerrasse no recinlo das
cmaras belfas, com i se ellas cmaras ossem. eo-
s da polmica dos parli.lo=. A' cada um as mo he sao hireiti, livres >m Iraia-la a resolve-la
jUd] Ullril1! r rf I r'SillllW.ll,!!__. 1 I S .' s __-----J- 1 a*
suas obras ., .......,.....n.a.a. .la obras, finan-
do o espirita delicenei, de impiedad, e de auarcliia
lulo enrnnlrasse emseu camiulio o espirita de resii-
tenci egosta e cesa, anda assim arrastrarla os po-
vos para o ab] uno. 0 que he verdade, he que, de- ; Iransp, rl,,|
pois das jran.les revolques, quanlo a sacie i.,le fa- ; do reduzido a' iiereisid.de, primelr'o de adiar a *-
jiga.li prucora rebabililar se e eslabcltcer-se recu- 'pois de encerrar orna del buraca > legl-laliva que
larmenta uo novo estao que Ihe prepararam estas | nu era mais urna deliberadlo, porque ja' nAo bavia
seaundo soa ouviccao Es^u.co a commocao, stus
n.ullos, ,a ameacas, s............X.tVil*-
leniores conjieci ios, o advogado. ou os amigos
esnmidos cr, projeclo di lei. Esquena a lula
las cmaras un ras, e el-rei leopol-
--.......... -." *s "" 'jout-ism lesi.-cna
ifpcflodo (iMlismn perseguidor; mas. o que
"> Vil: sobilo suspende-se o irabalbo
lerrivei. crise, he que se luroam iuda mais fune-l
a obslinac.io as tentativas do espirita retrogrado,
qae ataca sem poder Irimaphar, ameaca sfin deiiar
desfechar o golpe, in.uria sem poder re'formar. ga-
Ue nlo s elle etoeau upirilo revolucionario, oao
impied.de cwiica su b\pornl, restiscila ao
he
.- de
inda ... -".I pdhea, om que d. boa vonla-
regener.cn i... : Jo'perlam-se as ms pai-
de se oceupara o pub,... -lita, ,%m 0,,io,
iSs ale nos corarots Iranq- rnjisa irri-
ilescouliincas nos eapirital iurerlos : > ,
1 ini-se, oi'lmmens honrad,.s se inquitlam
dade, que ciminluva para o bem, susptntein-se m
duvida, tenia la aceitar eom ambas as mSns difen-
soret contra o velho phania-ma, que nio a com re-
hende, nem a ama c pretende rer.inquisla-la.
Tmho por cerlo que eslas apprehen-es soscil las
pel.s tallas de urna parle dos calmbeos leuda lido
orna das causas das tristes scenas deque a Beliica
acaba ds ser lliealro. ,As eommoc.ots qut Violsrim e
su-p-r. 1 -rain brulalmenle a liberdadi constitucional
dos representantes do pair nito linham provattlmen-
ti em i mesm-s senSo ponca forca, a po leri.im
ahi htrtrdds. t>ul fai a vnrdadei.'a uiureta deste
aclo deplorael 1 lie um citante, um acce-io
passageiro de lelire perniebsa, cuino acontece nos
plizeslivres ? Heosvmploioa d'um mal profundo
e permanenle que ameara.oa Btlgica, mais ainda i>
futuro .lo que o presenta.
Di.-em-me c allirmam-m* homen< btm instruidos
ue se Oa^'a responder aun a esla ultima ques-
1.1a. Se icreu.''frmo-los, o espirito de anarchm, lo-
mando iihreluiio **'_'* momsnlo a forma do espiri-
ta de impiedade, ,,"''rien!! ardeinemenle e com
successo i Blgica ? Umi '?',,* ilejiirijaes obs-
curos, grosseiro, que lem
liantes, sao basjtanles para
II popularan aslidcas deslroclivas e a" P1**! des-
r.gradas ; i.ao l.vam directanienle a u.""* 'volorn
poltica prxima], fomtqlim uma revolu,.'*', ">arl
qqe proira a produiira loda uoolras. S.ic.'"'Ses
secreta9 e at sociedades publicas conc.rrem mais ''u
menos ininifeslhmenle para *st. trabalho de per-
vei-.i i,er-.l, que a lera tro luzido, sobreludn na
cidade, os miis .jne.los elteitos. Como explicar de
outro mado os espectculos qae nos den a derradeira
commocAo'.' De um lado o nuncio do papa, do outro
^".da um poueos a.^:^-
Ih *" vi '*' Pr,>pagam
facilmenle reprimidas se, ao lado' de sua explosao, irmass de canda|de. irmaos das escolas chri.lai-, pe-
1 quenas irinaa. dts pudres, os mais elevados e os nial,
modestos representantes da igreja. calhuhca insuda
dos aos muros de llruxelU por hootCBI '''' ""''
belga, em presenra di burguezts btlgss, especdo-
res ludillerenles ou -i-onhos'. \> se,i,r,-,es e as bru-
talidades pollcas t,m sido frequenles na Blgica :
os ultrajes religiosos sao ah im farlo novo, e mais
inquietadora das mautaslaris papulares, porque be
o que revela mus grave afielarlo dos coslimes aa-
cionaei.
Nao vivo na Blgica, por mim olopoderia apre-
ciar o que ha da ierdadeiro esla linilra precioso
do qut li te paisa. Suspeilu que vil nislo grande
exagernao, nao 'porque ignore o rpido poder do
mal, qu.n lo lem para propa.iar-se a SCflo secreta t
a icjio poblics, as pailitas que se tncobrem e os
oreaos qoe ftllam lodos ns dias; nao porque eu n3o
saiba qual h* a impr.videnc i doi bomens honrados,
soa di-poiicao para cegar-se sobre os perigos da si-
luarao e as probabili lades de derrota, para poupar-
se as ladigaa do combate : mas sei lamdem qilo
cridlos t.lo us tos lerrorts, com que promphdlo
elles exageram algomis vezes o prrign, i ara se allri-
buir o d'.reilo d* recorrer ais meins exiremos que
asseguram om momento, se t.u salvar. Nao possu
cier qoe um pait que diu da vinle a stle annos lars
nao se bouv.sse deludo entrever a adhtsao inacti-
va, porem real. d ama porcia consideravel da bur-
gurzil belga, II" islo que explica e jusiifica a medi-
da tom... tn pela governo ja el -ral Leopoldo. As f*l-
las cominelti tas ou as trac is enlrevi-tas no seio do
partirlo ralbolico, e o perigos diversos que, sob M
liornas de coiiveiilu*. bens de mao-morla, caplar.V.
de heranri-, prepondeaiiria clerical, seriam para
temer p<>la nov. or.lem social e das liberdades da
Blgica, explicam por ventura e justifican) igualmen-
I. a opt"i.ii;ao ardente e ar lentemenle prolngala
que enconir.o o projeclo de le belga e que servio
de preflCl* e il prele\to para a CMinnorfio'.' Nao
r <-s. pensa-lo.
VII.
Li iltenlamenle lodo este longo debata. Mais de
urna vez eii-oi.lrei nos disearsoa dos oradures do
parli lo caltiolico, Ideai que nao partidlo, racioci-
nios qoeconle-taria ; porem a impresslo gerai, que
elles mt Inspirarais nao be a de um espirito di vio-
lencia e de naedo hostil as t.'itdeucias como ios prin-
cipios da socie lade moderna. Seuta-se pelo contra-
rio um respeilo qne nada lem di alTerladu pela
consl lorio do paz, uma delicado pralica suas
liberdades, um certo sopro liberal que nao se extin-
gue nos transportes da lula contra os hher.es, e qu*
folguei de encoutrar no meio das ordens Ha fe e da
pie ia le ritholica. Pcsuado me qu* a mor parte dos
chefes pulimentares do parllo calbolico censuran,
amalgmenle certas pritieis, certas palavras da frac-
i,,i i \, l-:.| reirograda do partido,* qut se len-
tissem fazer sobir ao poder rcluzir a leis o IudIo
iaiois ideias e de seus 'esiginos, esla frarcao nao
s.bleri.i a malorll atsla maioria calholira qut hoje
ce no seio da cmara dos representantes bel-
gas, e que sciln re volar o arligoi essenciaes do
projei 1 > le l^i sebee a cari lade.
A rniiln pr-rso isao a esle respeilo nao hs uma
siini.l.s conjeslorl ; o passsdo me aolorisa a me
confirma ii^sle jeizo. A Blgica lem sido gnverin la
por mais ae un vez par gallinetas lindos do parti-
da eattroliro, <; i* i so par-
lid* liberal jo.le datipprovar soa polilica e com-
bater suas medidas, pude desejir legilimimtnta soa
}nd. erar qoe seu gavaroo Valeria mais qne o delta,
las como farlo geral e para os espectadores .\tr.-
nln.s as lulas dos partidos, be evidenle que esle ga-
bineles i iib iliea* ii'in l.ciram nem compromelie-
ram a conitllolfla belja, que sob soa admioislraiao
Is liherdades belgas se desenvolvtrim sem obstcu-
lo nem alteraran grave, qoe na Blgica em urna pi-
tarra o partido Cllholieo e'u partido liberal sao duss
partes i rsas, porim Bao radictlm.n-
i". i nlrariai, n '. naloraaaa naciouaes, ambas
eapaie* da i nimlie pmler e desua-
da succedeiori ..lieruiliv.iinenta segundo as varia-
Cesd.is ir, n.r .tan'ia e do -nlimenlo publico, sem
que um ..i: oulr> ponda 'in perigo as grande- losli-
luires e r- inleress.s superiores de s.o pair.
^ Como al > sartl ..^sjrn >: be pela uuiln do par-
tido liberal e do i arllo radnljco que em 1890 a
Balgiea libertada e fundada .' Nao se mharaa
Mese Dio meMtrmm,n'esla poca decisiva, ani-
mad .s daa meiaaat Islaias r* dos meemos sentimentos
para a htdrpt enca ext-einr e a cons|ilnir;.in mtl-
rior de sua palia '.' l) que I. que sobrevol depoie
dignar do que ver licar impune um tratante dessa
ordem, qu. anima-se a abusar assim da pacitncia e
boa fe do pobr* povo, que alm de comprar boje
ludo a peso de ouro, deve ainda sollrer a traode e a
salisficao !... He de notar que esia pessoa que nos
procorou tem padecido meoiomodoi da aiomjao,
como naaseas fortes, vertigens, ele, e a quem s* nao
he isso devido a tal falsilicarao. oa alguma peior que
nao fosse apercebida 1 Alguna dra> ames a pessoa de
quera fallamos notara no talle au loma-lo uma con-
sisleucia eslraulia a til ilimcutarao ; mas nao dera
muid alleocao ; no dia porm em que nos procuren,
querendo lomar um punco de sro d.bald. tenlou
bave-lo, nunca mais o leite coagulava-so, e xami-
nando-ie qual a causa, den com a f.lsilicarao de que
tratamos. Nao he a primeira vez qoe temos fallado
contra I filsilicicao do leite ; mas be frustrado nosso
Irabalbo; porque clamamos no deserta.... pacien-
cia. lalvez um din algueui nos oura. O que acon-
tare com o leite acontece com nutras mollas cousas
qut fazem parle de nossa alimentaran. O caf, por
exemplo, jamis se encentra puro" as tabernas, a
chicoria, o milbo velho e carunrdoso. a cavada po-
dre, redu/ados a ca'rvlu dan sempre dous tarros no
pesn do comprado. A manleiga, repare quem a
Comprar) alein do aspecto de nnuteiga panada un
gral, ou pilSo, pr.nliiz urna comichld forle no pala-
dar, ou le mniias vezes dlSeavolve borbiilba., o que
sem duvida he devido aos ingredientes da falsifica-
ran, cuino queijo velho, ou ardido, ele., efe. O vi-
udo nao passa sem um bota moli, de pao c.mpecb-
agurdenle, e assim ludo mais. Ale algurn lempo
taziam-se uma tez por oulra visita! unitaNas uas
tabernas ; porem cabio isso em desuso, e demais lor
nsmse tmje desnecessarias, porque as gulas do povo
ja lem callee ol* senlem mais com essas musas.
na* pedimos a quem nos po.tar e qarxtr dar rtme-
dio, qoe tenh i compaixao da saode e da bolsa do
pobre povo, qut nesla quadra dasgracadl mersce de
cee.'o qut se atienda a seus sollrimeoios.
A falla de carne.No domingo 1\ do eorren-
le, a popularlo da Ireguezia da Boa-Vista resenlio-
se de talla de carne, porque a peqoena quanl.dade
que hoove, alcm de ser ven lida por empenbo e a
vunlad* de insolentes carniceros, acresc* que orna
"arle dalla, segundo nos consta, perlencenl* a Ri-
cardo nowa,l(1" ,la Sll,a'/' "leila.li ao mar por le,"
sido julgada em nin ""id^ eslava sendo vendija
assim mesmo a H patacas. He este o individuo que
tanto clama.! contra a companbia. e que propalava
lanos beneficios a popularan, quando elle mesmo
he o propno a expr a venda carne eormpll. tlue
eiridade : I Esleve por lano a p-pulara sem carne
uo domingo, e pelo que grande foi o clamor.
O cae* do Collegio He com elTeilo para la-
mentar que nao tanda sido observado o ino estado
em qoe se arham os bancos que serven) de recreio
no caes do Collegio. l'ur ventura sera esse um dos
lugares que nao merera ser lomado na devida con-
sideraran t'.lo menos nao o eremos, antes julga-
mos ser um dos que mais merec* tala mencao
lana que, I nosso ver, nao podemos deiiar ,le nlar
nessw lseos bancos que all s* roll .caram, e que
sem duvida nao podiara ser mili ridiculos Vergo-
udosoe. Ah temos assenlos de ferro, u qu. dar n.slo mais realce ao caes, e s.r3, de milio; .
ourarjao.
, r ~' pretepe d't eitraia. ,if ,ro,'o de lltrrot.
provas de mo.ilidlde, de bom espirito polilicj e ,j# i ileilisoo-ie finalmente o que bastamos noticalo
prudencia, no meio de Un diniteis pruvaro.s, m-, irca deese presepe di estrada da Joao de Barros.
qua-i aeahirsnb o imperio djs mo.l*rn,.s"idvogado'si'>So dia -'do crrente, depoil d* bem disposlas is
da incredulidad* d> licniri, vulgares cop '"J". Iravou-se urna lula, da qual resullou urna
mestres apstalos desta delestivel canea. Em todo o '"" s0,nina rt eaceladas, que muilo renhida t fa-
caso e nesla l'.'.aiCl* verdad-iramenle critica, ha Ilal ,e lorna'''' em consequencia ilo nosso aviso
dous actos capilaes que re?ordaret aos homens de "''". Il}>" ?".' a"' miniada uma palrolha de cival-
bem e aos homens ejsclarccid s da Blgica, parliea- '. 'r'*i 1ue P''"l' contar semelbaute desorlem. Acora
perguntarimos mis ao Sr. inspector de quartein'io st
seria issu pona ou cabaca '.' E o que nos respon-
der Anda se apresenl.ua n.nlrariando es .e farlo
romo ja o fez da oulra vez. .' Cremas que o ulo faro,
porque entro, ninguem o acreditar.i.
Hospital de '-ariiiade. Evisliam no dl.i -2'\
do correule I buineus e .Ti molberes traanos
Porlo-llarc. portugoeza ,oa.a Cruzo, Thomaz .1- ruido ("oK 1^' ^ *1- 'l"" ""
Aqu.no lonseca & FUhos, 230 saccJs assucar. 7J ,, .,' ^'e,8 V'' '" le!li,U dC Uma CX'
barns mil. eellei.te rnohiha de Jacaranda, com pedra
PorloBrigue pnrluguez Trovadora, Almeida Go-
mes Alves ^\ C, .10 saecus gamma, ;>0 ditas as-
porlugueza Kisolvidon, diversos
carregadores, ill Sarcos gomma, 3.VJ ditos issocar.
Lisboa Barca porlu^uez. ".Mana Jos", llalmeira
o, l!elli3o, ItU saecus gomma.
EXPORTACAtr.
Geara, Mate nacional >C.pibaribta, conduz.io o
saguiute .:il volme- gtueros eslranseirus, ,"i7 di-
tos diloe aaciouaes.
Rio de S. Francisca, hiale nacional uBeberibe,
eouduzo o seguinte :d"0 volumes goneros n.iu-
geiros.
RECEBtDtlRIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNA.MBLCO.
Rendimenlo dodial a !. I8:tp4536
dem do dia 25....... ;,.-:sh
18.919*916
sens-
aru.^.ezem.e^ J'rJa'5e" &2*TJ*
Vende-se
boa
n 6.
uma preta de me. ilide,
quintan-lein : 0 pateo de 8. Pedro
Pechincha!
A 1:000,25000, -2S500, Jj-OOO, 40OO e
. um 2!lf.de,0 y,w! com :1uc arana a Is.
em, i;d J013""6 '"l" "J ^Ca 9, VoOO
Feiles e, 3, r* dltos, ''' .vo Jrl de mus de vara
r.sooo.
e cotn
Outro do fiscal da l'.na-Viila ir,fllrm,i CUNM.I.AIIO PROVINCIAL,
ecer padaria na casa da ru da Soled* le ao
taimente aos libertes.
t.iuaes sao entre os Estados modernos aqaeHes em
que o governo tivr* tem p.o.perarlu durado mais
-olidaminte '.' Evi lentamente na Europa a Inglater-
ra e a Hullenda. al.-ni dos maits us Instados-Cuidos
da America, tres estados prole dantos, ja' se lem dito
e d'ah concluido qun o protaslanliimo ha estaneial-
ado direito da igreja do mesmo notne, visto
ser o Ideal desigaado para esse (im.on-
cedeu-.se.
Despacharam se as pet'coes de Antonio
Naletilim da Silva l!a-roca. Antonio Ferreira
Marques, Domingos Comes, Francisco Pedro
Advtncula, Francisco Ferreira de Mello, ller-
culano FlO'encio do Espirito Santo, Ignacio
Gomes da Silva, Joaquim Inoma/ Ferreira
K.or06, JoooJoaqnimdo Abreu, Jo3o Seve,
Jos ferreira Cerillo, I) Josepha Clara da
Silva. Manoel Jaques da Silva, Manoel de
aouza lavares, .vianoel Jos de Frenas, de-
sembargidor Manoel Rodrigues Villares, sa-
lustiano Augusto Pimenla de Sjuza Peres, e
levantou-so a sessSo.
Eu.M.noel Ferreira Accioli, secretario a
subscrevi. ~ Franca, pro-presidente. -- Ga-
meiro.--Piiito.-Rpgo Mello.
B12PARTIQAO DA POLICA.
Dia '2b de Janeiro.
Das parli-pacota recibidas consta que oram presos
recibidos a casa di delencao :
Pela subdelegacia da freguezia de S l'rei
Pedro Gincalves, por bnga Jacintha da Cos-
ta, prcti, solleira, natural de Angola, id-de
de.'i arnos. lavadeira, analphaheta ; Ma-
nuel Pedro Pereira da Silva, preto. casado,
Brasile o, idade 16 annos, sem ollicio, anal-
phabeto ; Francisco do O', pardo, casado,
natural da cidado deOlinda.ilade 50 aanos,
pescador, analohabeto.
Pela subdelegacia da freguezia da Roa-
\ ista, p.jr ebrio, Marcos, preto, escravo, de
nacu Angola, idade de 55 annos, sem of-
hcio
Pela subdelegacia do Poco da Panella, por
suspeitasdeser desertor JoSo Chrvsoslomo
Marques, pardo, solteiro, natural da l'.rahi-
ba, idade25 annos,sapateiro, analphabeto,
para corecao por ser encontrado a uma ho-
ra da noite oesoravo Joaquim. pr^.to, sol-
teiro, Africano, idade 58 annos, sem ollicio.
Conforme.O secretario,
Rulino Augusto de Almeida
ERRATA.
Na Relrospeclo Semanal de .untara, em logar de
A artLah.lj.ii! puiica, como se ochava i.a pri-
meira lida, deve-s ler : A actividad i ublica,
ele. ; na hnha :i7, em logsr de Enlre-Rios da-
rn, ele, deve ler-s* Enln-Rios e ouiros e-lados
1i cunta leraeau argeulina darn 19 mil homens,
le.
leniose urrebentado um.i Jas pesias
principas?! do grande pelo met^hanico de
nossa typographia, e nao sendo possivel
iinpriin -lo no formato ordinario em
plantse nao remediaresteinconveiiienle.
lera' ellj distribuido nopresente.
CONSULADO PROVINCIAL.
ti
960,1998
56:422}O90
t> li^sei.f
P0t\
rf
Navio mirado no da -21.
Lisboa31 das, brigue poriugurz nConsl.-inteo, ds
238 loneladas, capilao Augusto Carlos dus Reis,
equipagem 17, carga sai a vinagre ; a Thomaz d.
Aquioo Fonseca & 1 ilhos. Perlenc* a Lisboa.
Vivios entrados no dia 2"..
Sumalra78 dias.barc americana iThetiss,ds iki
loiirladas, cpsioo Coss, equipagem 1^, rarga
pimenla ; a oidem. Veio refrescar e segu para
NawYwfc. Perleuce a Boslon.
Maranho-21 dias, hiale brasileiro Alfredos, de
21), toneladas, meslre Anlonlo Travasso da Rosa,
equipagem 10, carga farinha ita mandioca e arroz;
a Ballar_,\ Oliven., I'erlence ao Maranhao.
Aracaly7 dias, hiale brasileiro rlnveiiciveln, de
37 loneladas, meslre Joaquim Jos ila Siiveira,
equipagem carga cuoressalgados mais gne-
ros ; a Martina Irmias. Perl.nc* a Pernambuco.
Passageiros, M.lbias l.eopoldiuo de Oliveira, Jos
Antonio da Silva Nidia, Jos Gomes Vieira, Jos
Joaquim T.varei.
Navios sabidos no mesmo dia.
PortoPatacho pnrluguez Duque du l'orloo. capi-
tn Josa' de Campos Magathaes, carga assucar e
osaros.
Ilavana Brigue hespiolml Diana.., capilAo S.
Juan, com a mesma carga que Irouxe. Suspeodeu
do lam-iio.
MaceiB.rca brasileira Cecilia., capillo Francis-
co Lomes, em lastro. Passageira, Feliciana S. do
espirito Santo.
AracaljHiale brasileiro Duvidosu, meslre Pe-
dro Jos.'Francisco,'carga varios gneros. Passa-
geiros, Manuel Lins Wanderley. Francisco l4na-
cio Tinoco di Souza, Manoel /.ferino O. Torrts.
stiim
.xitteurt.
J'jira a Baha.
O veleiro e bem condecido palhabole Dous
Amigos, pretende seguir com muita brevi-
dade, lem a bordo dous tercos de seu car-
regamento prompto: trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz do Oliveira Aze-
ve.lo, ra da Cruz u. I.
Lisboa.
!
!45ucacao a -pc>it>o.
Srjiie com brevidade o brigue portu-
guez Monteiro I, tem paite du carga
promnta, para o resto que Ihe taita tra-
ta-se com os consignatarios lVorae ?. C,
raa do Trapiche n. i, ou com o capitiio
na praca.

Nos, os passsgeirus do brigoe nacional iiAJolpho,.,
MaranhSo.
-segu com brevidade o patacho Santa
Cruz, recebe carga e passigeiros ; a tratar
com Cela ti'i Cyriaco da C. M., na ra da Ca-
deia do Recife n. 2.
I'ara o Hio de Jr.nero
Vai seguir com brevidade o tem conhe-
cido brigue nacional Almirante, ainda rece-
be carga e passageiros : a tratar com Fer-
com desti 10 iiha de Feruaido de Norouda, viemus nandes Filhos, ra da Cadea do Recife.
PARA OCEAR.V.
publicamente dar um leslemuudo di gratidao ao i
lllni. Sr. rommandante do mesmo brigoe Joo Car-
los de Oliveira Soares. pela m.ueira di-huria, e de I Segu na presente semana o bem conhe-
peifeilu pollita c.valleiro com que nm liuspedou a CJ |Mate Capibaribe, para o resto da car-
gae passageiros, trata-se na rua do Vigario
n. .
burdo de stu navio.
Yoi cab* uas columnas de um jornal ludo aquil* .
mente favorav! a'liberdita. Nao Into de ri,iCs- P"" naMO, l namons 10 mu neres que pagam 1o que nos dicta o corarSo igradecnlo, por issu re-
la-lo: o prutast.ntismo funda-se eom elfeilo eui t*?','-L .''"V* P P '"" duzmo-nos a diier, qoe apezar de seus Irabaldoe e !
um principo moral, em harmona coiu ut prinri, ios j uoentes. alfecrei de espirito, motivados por v.nloironlinoa- |
I l.-ra.s da ordem poltica ; mas obstrvare qae ao
mesino lempo lorna o seu triumpho principo,
mais diOltil e mais precario, porque abre a purla a
dissenres e a lieenfas di espirilu pngosis para a
linerdade. Nao h. esta a asprobrafio que iaeissao-
lemente Iht faztir. os sen. adversarios calmbeos
quando sostenan, f,ue. pelos alaquesque dirige ron
Ira a unnl.nl* e i auloridade, prateslisntitmu torna
a bberdad* muifo perigos. pura a orilem, prinsairo
fim e bise csseocial da socie.lade '.' yn.l be |JUis a
razao por qne, enlre tres Estallos prole.lanie.. or_
dtm e a liberdade rhegaram a rnncihar-se .' Porque
os hnos elementos da proles!.inli*ino veuceram ua
seus elen.i'oio. perigosos ".' litro as divers.s z*wm
desl. grlndi faelo. orna das principis, a principal
lalvez. lie qoe na Inglaterra, na llollanda* no, t-
lados-L'nidn. da America, a f riinsiaa mant*vo-sa
e le.enn.I en--' ale l.irlemen e ao par da lbenla le
publica. Digo moilo facilmenl- a le chrisiaa, a lirme
cr*nra nos dogmas fundameulaes da bristianistno
o imp.iu. eflicaz dla ereni; i sobre a vida. Vwl-
lem-se com eerla penetracHo imparcialidade a In-
que posta ler .oscilado entrt ti e esle. dissenim-n- glaierra, a Molan la e os Estados Ionios : pen.lre-
tos vitan que turo.ni us partidos inromp.veis i no interior de.la. sociedade. tao diversas a lautos
Nao geaaraesj ell-s jaolosa paciRcaaMaH da naci- respeilos; lartee-se-lbe o puli com ailenflo, cuino
nalidata que linham conqaisl.do e das insliluiees a antas vivos, nos sorprende-irnos do grande lugar
qo* linham volado juntamente .' N.m bao esrartar que airase dos ileseuvolv unilos d, t:-:sii;o e di
particular a a gloria da Blgica sa na Europa a pri- variadade das sedas lev* e ame a tem u ehristtanismo
ineira. al que lalvez a nica naci eatholiea, que dogmilieo a pratico as almas a uos coslumes. Estes
fenha Iranea.nenle aceitado as instituires as lber- i povoi ao mesmo lempo lizerain-se livrts e subsisli-
ili.tas polticas da eivilisaeso moderna couservan.ln nm cdristlos : prova esplendida, enlr. tantas oulra,
e pratieando cum fervor .ua anliga f '.'. Moilas na- de que a riligiSo!se allia bem om a liberdade. a d*
cor.' ealholicil lentaram e ainda lentam latabelecer qoe autoriddslhumana rdaxii te lano mais fscil-
em seu seio o rgimen hvre enm lodos os direilo, mele no mnndol social qaanlo mais conserva na-
que a acnmpanham em nn.sos dis ; por*m na se i.ridade divina (io mundo mn-al ieu dirnto e sua
podiriadiscotihecer qu om espirito de incr,dulils-i tarri ; -lug.i-iiiuiuiui... .uleliat, qu muito, se
Dia 2.
Exislism2l homens e 2i mulheres Halados pela
Cari lade, 8 homens a I i malhers que pagam a ca- (I,,V"1 de V'0"" a ludo, a' lodos com uqu.ll* tnc-
a. e 10 oraras do eorpo d* Dolida. lo """ Peculiar a om homiiii de estremada edu-
Total 78 dointes. I cacao.
Mnrlalidade.RelarSo das pes.nas qoe foraro : Arribamos, porque era um irapossivel ab-ololn
sepultadas no ceruiteno pbhro. na da 2.1 do cor- i aP,u",,ll0, >' ''da ; poique ja' uos fallavam recursos
rente mez : para mintannos urna m-i. tanga viagtm ; arriba-
Jo.qunn Ignacio Comes Ferreira, branco, Hltal-1 n>ot 'aapiWiloa pila jdversidade, que zomdoii do,
ro : ervsipelia. meios mais acertados, da derrota mais regular, como
1 beudolino Feruandes dos Sanios, pardo, solteiro l'ue 'ol adoptada por 13o illuslri coramsnlanie.
hvdrolborai. llesla-nos agora pedir disculpa a' eslt eavalleirn,
Jo-. pardo, solteiro, 18 aonos ; estupor. ''"' '"commodos que Ihe demos, e di termos assim
Total,,|. lendo sua modestia, sem que sobra esle artigo o con -
p|a i, -ullassemos.
Joaquim da Silva Bo.vi-la, branco, xiflvo ; eeri- A.'..'!'."Jo do briru Adolpho. em 20 de agosto
Para o Rio de Janeiro.
.lamente ontram.., apezar da todas as dilTiculdades Vai seguir com brevidade O bem COnheci-
in.operav,,., que enconiiou em saa derrota, nunca d0 brigue nacional Damfio, ainda recebe!
carga e passageiros : a tratar com Fernn-
diversas ditas de Jacaranda e de amarcllu'
sem tedra, um linio ge. ulleiorio, toilettes'
guard?-roupas, commolas. camas francezas,
marquezas, jeitos para enanca, lavatorios,
mesas de jamar, cadeiras fraucezas, espe-
Ihos domados, grandes e pequeos, um sof-
Invel piano hainburguez de jacaranJa, i
dilo de mogno, proprio para aprendizage
candelabros e lanternas de vidro, enreim
de sala, loucas e vidros diversos para mesa, j l"r8ara a ?? c .isa p.-cs, e < ulras fazen-
candieiros de varios modelos.eoutros muttos u ,"np"S e sem 'lcf,,'l >' objectos que fora desnecessario menciunar, I J ,na rua do OuiMina.l,., I .ja u. t7 ao
os quaes sern vendidos sem reserva algu- p 0,,ca-
tua ; e bem assim uma escrava cabrinha, de' """ l'esappareceu na madrugada de 2
idaue de 16 aunos, bonita ligura, com prin- P1,rH "- do corrente, do sitio de Victorioo
Antonio Moreira, na Jorre, a sua escrava
cnoulo de notne J zsepna, bem preta, baixa
e cheia do corpo, cara redonda, com vesti-
lodealgod.io azul ferrete, he do sertflo ,-
recea-se Unha segu le para o lugar d.-nde
veio : roga-se a quem a encontrar, ou mes-
mo aos senhores encar.egados da polica a
appe-chendam c levem au dito sitio, on a rua
prin-
cipio de costura, etce urna escrava crtoula
de meia idade, opliuia cozinheira : quarts-
fera, 37 do crrante, as 11 horas da ma-
ndria.
Prender a Brandis Aj C, querendo fi-
nalisar a venda de ponyes de ferragens e
miudezas, farSo leilao das mesmas, por in-
lervencSu do agente Oliveira, assim como I da Santa Cruz o 7
tara melhor satisfazer a sens freguezes, uel
Diferentes facturas de armamento, coosis-I nnnpir "Pti/imna rxzx n.m...
Un lo em lazar,as e espingardas de caca UiUhM TtKljEIRA DO iRMll
sorlidas, papel marlim e patalo, e outros
artigos
cha
ven
lidas, papel marlim e patalo, e outros i o sccreterio .1 ...i ., MI""
gos recentemenle importados e despa- de Nossa senhor. ,f.rma7 %****
dos. de grande procura, e de prompta nome a mes. reeelor TJl "^ "m
d.:quarta-fe,ra. 27 do correle, as 10 tSSSTtXSVS^S^:
horas da mandila, em seu armazem, na rua
do Trapiche n. 16-
tft>.*i>* VD0|.?0*.
Aluga-se um sitio com uma elegante
casa que tem commodos para qualquer fa-
milia, e foi acabada em agosto do anno pro-
simo passado ; o sitio he todo fecha lo de
muro, e bem plantado de arvores de fruc-
t:>, todos novos, e muitos dos quaes j bo-
lam, como sejatn larangeiras de umbigo e
selectas, sapotizeiros. mangueiras, jaquei-
ras, pitombeiras, etc., etc.: quero o pre-
tender, pode dirigir-se ao sitio do padre
Capistrano, na Capunga, a fallar com Loiz
Antonio da Silva Pereira.
A t te 1193,0.
Fugio no dia 21 do correte uma preta
crioula, de bonita ligura. moca, alta e cheia
do corpo, seta signal nenhum visivel. lendo
apenas os denles liaiaaos; levou vestido de
chita afogado, alguma roupa mais, e taman-
cos com que cosluma andar calcada. F.sla
preta veio do Pant lias, e foi vendida nesta
.-raca a Jo5o l.uiz dos Reis Jnior, descun-
ha-se que ella fura seluzida por um pardo
seu condecido, que aqui foi visto uma vez
a convesar com ella particularmente : ro-
ga-se, pois, as autoridades policiies daquel
le lugar e aos capities de campo a captura
da dita escrava, promettendo-se graticar
bem a quem a trouxer nesta praca, na rua
do Rangel n. 36, segundo andar, ou leva-la
a seu senhor no eogcnho Junco, em Porto
Cairo.
Quem perdeu uma carteira com al-
(?um dinheiro, dtrija-se a rua do Queimadu
n. 69, que sera entregue a quem der os sig-
nacs certos.
Quem quizer alugar um sitio em Sun
to Amaro, com muito terreno para plaotar,
muitos cajuoiros e alguns coqueiros, casa
pequea porem com commodos bastantes e
alucuel em coots, dirija-se a rua de Apollo
n. A, ou so mesmo sitio, passaOdo a cam-
pia de Santo Amaro, na estrada que vai
para Beiem, o segundo a direita, casa en-
carnada.
Manoel dos ltiis (Juaresma retira-se
para fora do imperio, levando em sua com-
panbia um criado.
Faz-se todo o negocio com as dividas
seguinles, dos Srs. coronel Apolinario Flo-
rentino de Albuquerque MatanhSo, viu*a
de Antonio Cavalcan'.i de Albuquerque Mel-
lo, Miguel Primo Villar do O' Uarboza. Ma-
noel Jos de Albuquerque, todos moradores
na comarca de Caranhuns ; Jos d Souza
Camello Pessoa, Antonio das Chagas Camel-
lo Pessoa, Braz Viveiro Camello Pessoa, Jos
Thomaz de Oliveira, Sebastian de Barros da
Silva, Vicente Joaquim de lirito I.yra, Ber-
uardino Jos l.imeira, moradores n Brejo
de Taquaritinga : quem pretender, dinja-se
a rua lilreita n. II.
em geral a coniparecerem ve
COm seos hbitos na .greja da mesmi 1
no da 17 de fevereiro prximo vindoro, as
2 horas da tarde, a lim de acompanharem a
procissao de cinja, que tem de ser ptenle
a vista dos heis pela ordem terce.ra de San-
rrancisco, na referida larde.
Compra-se o livro4.- de Mello Freir,
que trata de arcOes, traduzido em porta'
guez : nesta tj pograplna se dir.
- O cirurgiao Joaquim Jos Alve. de
Alhnquerque, encarregado da enfermara de
mannha desta provincia, teoito em vistss
a longitudc em que se cha coilocadi a re-
partido da vaccina para os que habitara fora
da c.dade, principalmente a quem nao tem
rehralos competentes para conducco-s e
desprezam poresti forma o nico meio pre-
servativo que a providencia nos tem rm-
cedido contra semelhan'e peste; lem re-
solv io vaccinar em seu sitio da Passagem
da Mag telena, lodasas pessoas que no. diu
desibbado at 7 horas e meia da mandil
se quizerem unhsar de seu prestimo,
estas porem, obrigadas a voltarem no ab-
itado segutnte para conhecer-se da boa ou
ma .juahdade, e ser ella replantada em nu-
tras que se apresentarem ; pois do contra-
rio n5o podera cootinuar nesse exercicio
por Ihe vira faltar sement Assim coro
continua lodos os dias ate essa hora, a dar
consultas, e acudir aos chamados daq'uelies
que arecisarem de seus cuidados mdicos
ou cirurgtcos.
O abaixo assignado, competentemente,
autonsado pelo Sr. Manoel Josc Leite para
promover a cobranca dos seos deredores,
moradores nesla cidade, roga aos mesmjs
lenhara a hund Je de mandar pagar seus d-
bitos 'ua do Queimado n. 10, loja, afim de
n3o obrigarem ao annunetinte a rerorrM
.os meios judiciaes. Recife 2 de jane.ro de
I8.18. Joao Augusto llandein de Mello.
- Precisa-se de uma uma de leite par
acabar de criar uma menina de seis mezes,
muilo mansa ; e tendo bom leite paga-se
bem ; assim como di-se Illa de gratificar;; o
a quem se quizer encarregar de procurar
na rua das l.iraogetras, loja de empalbi-
dor o 4.
Precisa-se de uma esnoa, que se a
nova ou quisi nova, e que carregue de Ico
a 5"0 l'eixcs de capim : quem a tiver, e qui-
zer negocia-la, annuncie, ou mande a rua
das Cruzesn. 18, segundo andar.
Na rua da Cadela do Recife n de-
seja-se fallar com os senhores abano decla-
rados, a negocio de seu interesse : Ifnse o
Francisco Caetano. Manoel Pereira llrandil >,
Antonio Nuncs de Mello, Francisco I.uii Vi-
res, aos herdeiros do fallecido Luiz Pasito o
Cavalcanti Vellez de Cuivara, Jos Eusta-
quio Miciel Monteiro, Vicente Ferreira de
Barres ; estes senhores morim em Olinda :
e mais os seguinles : Bonifacio Jos.' 1.0oses
de Matos, Victorino Ferreira de Azevedo. e
estes do Recife. NSo sa para ate esnsar. I.
des ,\ I ilhos, rua da Cadete do Recife.
bnie.
Total.I.
Maiadoiirn pubini.Malnu-se no dia 23 para
consumo ,in da 2 do corrinte, a saber :
Companbia das carnes verdes........."il bois.
Ricardo Romualdo da Silva........: I
l.uiz de liueiruz..............:l
Climcntt..................:j
Total. 66 bois.!
Matn s* no dia 2i para o consumo do dia 23 do
correule, a saber :
Companhia das turnes verde
Ricardo Rnmuald* da Silva
l.oiz de l.lueiro/......
Clemente..........
de !).
tl bois.
!
I o
I
Antonio Maria de Castro Delgado.
I''. Francisco Mendes di Amonm.
O padre, Manuel Tboinaz da Silva.
Pedro Antonio ds Carvalho B.hiaoo.
O sileras, Anloniu Joaquim Inicio
J. -o Joaquim de Sani'Anua.
Graciano Jo. de Freitas.
Auioiuo Nuues de O.neira.
J'>s!-- ''
CAMBIOS
Sobra Londres, 21 l|2 a 2 i |2 d por I-.
Pars, 120 i 4.10 rs. por fr. (rl) d.
* Lisboa, 110 a 120 por de premio.
Total. bois. Deseonlod* leltras, 12 a r- por cauto,
Air amanh'ia. Ol ROOnr;as hespanholis. .
i Ditas inevianas...... .
tlr^MK
3/iSXhi
quem se quizer
aproveilar desse seu prestimo, procu'e no
aterro da Boa-Vista n. *7, segundo andar, a
qualquer hora.
MfilERREOTVPO
N'a Kileria e otlicina do aterro da Boa-\ is-
la n. 4, terceiro andar, conlinua-se a tirar
retratos pelo novissimo .-ystema norle-ame-
riesno. a pfii'eieao dos retratos sahidos
. desle estabelectment he assas conbecida do
A barca portugueza Svmpathia, mena marcha, vai sahir com muita ore- Precisa-se alugar tima prela para o
vidade por t prompta: para o restante c passageiros, 8""" : *lerro Boa-Vista, lo-
aos quaes olferece adiados commodos,
trata-se com os consignatarios Baltar .V
Lmasenhora de tenra idade, que ha i cjfe .,2de Janeiro de 1858.
pouco enviuvou e perdou o seu liiho. pro-
pOe-se a ama de leite : quera se quizer -- Precisa-se de uma ama de leite : quera
esliverno caso, diiija-se ao pateo do Caroso
Porto*
Oliveira rua da Qadeia do Recife cscrip-
toio n. 1 i.
LisboH.
0 brigue portuguez Resolvido deve sahir
no lim deste mez, e pudendo ainda receber
alguma carga a Iretc : trata-se com os con-
signatarios Hallar c Oliveira, na rua da Ca-
dete do Recife n. 14.
Ba renca.
Vende-se a barraba denominada Kstrella
do Mar, du lote de 24 toneladas, a qual lem
4 ou 5 safras, bem aparelhada, e capaz de
fazer viigetn para qualquer porto ; os pre-
ja n. j.
--- Precisa-se fallar com o Sr. Antonio
Vinra da Silva, se anda existir .esla cida-
de ; a bordo da barca Flor Je S. Sin 3o.
Vende-se urna escrava mulata da-
a taberna da esquina que entra para a Ctm-
boi do mesmo nome n. ib, que ahi acbara
com quem tratar.
I'recisa-se de uma ama boa cozinhri-a
para una risa da pouca familia ; na rua 4oa
Martyrios, taberna n 36.
... o constructor particular Jcse Dias
Machado Freir tendo ja ofTereci lo ao com-
mercio em geral os seus trabalhos thconcies
e pralicos, e como um dos seus dtsciiulos
riseasae um barco com as dimensr.es serum-
es : Hispes de comprnrento, 32de!>oc-i,
14 de puntal servindo-seda escala i.igle/i ,
sua lonelagcm fiOO ou 27,000 libres, o mts-
nio plano pode servir para um pallihute ile
70 toneladas ou 3780 libras rom" dimen-
-es seguintes 5'J pes de comp-imento, lis
de bocea, 7 de ponlal, comcsiDJ construir
de 30annos, sabesndocozinfaai ,esnsaboar, um modelo truito elegsnti; por soas sabidas
coser e engommnr : na rua da Cruz n. d'aguas ; qualquer mercantil pode vircsa-
'*~>, segundo andar.
Vende-se urna casa 'ruca sita na
rua dq Pliaiol ti. 10 i a tratar no liceo
do Alireu n. 1.
Vende-sena na do Trapiche o. .">,
ion alqueires de cal branca de Jaguari- ,]Ue quizer mandar construir.
be de primeira qualidade vinda em pe-
dra e caldeada .aqui com agua doce, 200
minar na rua do Nogueira n. T; assim como
um outro discpulo riscou um barro para
vapor, sendo sus lonelsgcm 900 ou 48,600
arrobas, com as dimenssits seguinles : 180
pes de. comprimenlo, 31 de bocea, 13 le
puntal, o mesmo est coclruindo um mode-
lo pura ser examinado por qualquer per-so
tendentes dirijam-se a roa do Amonm n. 33,'ditos do'.i1 de Lisboa em p e 6 millieiros [ PER>. TYP. DE M 1 l>l 1 \l',l V. 1658
M11TII AHO
II FfilVFI
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRaul-


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