Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07367


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Full Text
ANUO mi? KJIl
Por 5 mezes adiantatlo! OOO.
Poc 3 mezes vencidos 5$000.
ENCARREliADOS DA SIBSCRIPCA'O DO NORTE
Picihiba.o Sr. Joo Rodolpho Gomes: Natal, o Sr. Joaq
Ignacio Hetaira Juniar : Araran, o Sr. A. de Lemos Bra| a .-
Cear, o Sr. 1. Joi de Oliveira ; Aaranhao. o Sr. Jos Teiu ira
de Mello Piauby, o Sr. Jos Joaquim Avellino Para, o Sr.
Justino 1. Ramos; Amaionas, o Sr. JeroDjmo da Costa.
PART DA DOS COR REOS.
OlnHa torio* i).ilu<, i 9 Mia h<
I. i-i.
s I i Boalts. Cmara', Allioho tiaraahna: na tare
SrLoare M Ubi, N-iare.*, Limo-ir, Brci, Pei i
tm, V -Via, ojucurv e Esa*, n..-- parta
Cibo, lptijur,i, SrrlablcB, Rio ForaHito, Una, Ba A M-frata,
Klatealairaa a INataJ.
T'idnj ol COrraioa pairirm s 10 horas da manhSa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : secundase quintas.
Relacio : Urff feinit sabba.los.
F.izeoda : quartM e sabbados as 10 horatv
Juizo do commercio : segundas as 10 horas c quinta i ao meio da.
Dito deorpbt'ios: sf^undas e quintos as 10 lior.i*.
Primeira vara do civel : secundas e sextas ao mcio dia.
Segunda vara do civel : quartase labbados ao meii da.
BPHEMERIDESDOHEZ DE JANEIRO.
fi Quarlo minpuante as 10 horas e 27 BiduCm da tarde
15 La nova as 3 horas e 13 minuto* da manhaa.
22 Ruarlo cres.vnic as2 librase .7 miii-ji-js iJ,i larde-
21' La cJicu a.s ti horas e ;2 miotiUM Ja man) ia.
P REAMIS DE lio i K.
Primeira a* 1 hora e 18 minutos da m,inhi.i.
Segunda a 1 hura e 42 minutos da tarde.
hlA*. I\ SEM W \.
23 Secunda. A conrersao le S. Paulo ip. S, Ju\cnlino.
M Trr<;a. S- Polynrpo : S. M.nhiide rainba.
27 Quartt. S. Joao Chrjiostomo b. d. di arela.
2s QuidU. Sf.Lenidas, Ftaranoj Galauico e Mnr-.- mm.
2 BiU, S. i Salles h. s. PedroTboiai r.
30 BtbbadOi M irtntu *. m, ; s. Jadna \. fr.
91 Domingo. S. Pedro NoUaco liiiidadnr: Ss. Cfro e Tacio mm.
PARTE OFFIQIAL
rol
GOVESNO DA PROVINCIA.
DespacKot do dia 22.
Reqaerimento do padra Manoel Ferreira Kabel-
0 Ar.nha, pedindo pagamento da importancia des-
en lula com o. ul.usis i' aula da Baila Verde, e
pertencenle ao exercieo lindo.Eapere a concesslo
lo incestarlo crdito.
__ Jernimo (iinlln de Csrvalho pedindo licen-
ea pira cunear particularmente primeiras ledras,
vislu ler ido aporovalo era concurso.Remellado
ao Sr. director geral da instracQlo publica para coo-
ced-r a lieenr,. pedida.
Joao Carlos Augusto da Silva, pedindo paga-
mento da qoanlia de 81*1100, importancia de azeile
foni.ci ti para illeiminac.lo do p.lacio do governo.
luform. o Sr. inspector da Ihesouraria de fazanda.
Jlo Antonio da Costa Medeiro, profe-s ar pu-
blico de intlruetlo elementar de S. Pedro Marlyr
de i (Un ia. pedindo >e Ihe conceda a Kralincac.il>) a
qae tero direilo na I Tina do artigo 28 da lei provin-
cial n. 369 de ti de uni da IS-V.O flupplieanie
nao mosira que lida de eierciciu elTeclivo na ca-
deara maja, de 15 anuos.
^^^^yi*in|-1 'fin" da Costa Campello, pedindo que
* se decida te o eiame de sulliciencia para o lugar de
escrivDo do commercin pide ser feto pcranle qual-
qaer jan municipal elTacliro, ou outro Inbunjjl su-
perior, ou rmenle perante o juuo do commercio,
send.i que o ^iipplieanle ja presin eiame perante a
relacen.No ha qae deferir.
Jos Car.alh dos Sanios, sobre concert que
fes na parte do edificio onde funeciooa a Ihesoura-
ria provincial.Volte ao Sr. inspector da Ihesoura-
ria provincial para mandar elTectnar o pagamento d.
que se irala.
0:H-iu ao coTimnlanle das armas, sulicitando
providencias obre a despera fela com om recrula
qee n.Vi asseuloe prai;a.lulorme o Sr. inspector
da Iho0r.inafie f-iienda.
ilo do comman tan'.e superior de Olinda e
Ignaraiso*, fazeado ve- que nilo e.ta no ceio *ie ser
recrula io o suarda nacional Jos Mara da Paz.
Informa o Sr. juir municipal do termo de (Huida.
Dito do director R.ral da iustruc^do publica,
infonn-inlo o reqaerimento em que Ros-i Mari* ton
saca e Albaqaerque.prof.ssora publica de nslrucrjo
primaria de S. Pedro Marlyr de Olinda, pede que
se Ihe conceda a gratificarlo a que lem direilo, por
contar mais de [ annos no magisterio. lulorme o
Sr. inspeeler di Ihesouraria provincial.
Dilo do mesroo, devoivendo o reqaerimento
era que u padre Antjui. GooQstvet da Silva, pruf"--
sor poblico de Tracanhaem.pede a loa jubilar,1 por
contar mais de O aunos de effeclivo nercieie no
ms2isl.no.loforme o Sr. inspector da Ihesonrana
provincial.
Diln do inspector do arsenal de mirinha, ni-
brinda o reqo.lmenlo em que Jovino Epiphamo da
Cunlia, .inprexado em cnadjnvar a e-rri|ilurai;;Vi da-
qaelle arseoal, pede a elevarlo de seus vencimen-
tos.Informe o Sr. inspector da ihesouraria de la-
zeoda.
Dito do juiz de direito da comarca da B-ia-
Visla, dando parle de urn anassioalu all coinmelli-
do.K.iaetlido ao Sr. D-. rhef. de polica.
Dilo de Manoel Jos Pereira Bsrges, pedindo
esonerac^lo do cargo de secundo sopplenle do dele-
ENCARREGADOS t.\ SI BSCRIPI, \ i' DO >i I
Magoas.oSr. Claudino Falr > Diaa: Babia,4>Sr. D. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mari
EM PERNAUBI I I
O Proprieutiodo Id ARIO Manoel Figueiroa de Karia. ni snt
hvraria, praca da Independencia ds. C e H.
s caraca do Brasil nos paije* segointes : Es-, Dito ao mesmo.l.oromdnico a V.S. que eetne XiBjti
ladoa-L'nidjs, lir.la llrelanha, liambargo, lle iih i, Portugal, Sardenha, Blgica. Prustia, Suma, de oslado dus negocios do
que parte hoje.C imperio ero datado 8 do! Dilo ao mesrao.Dizendo que pode dir bailado
e ios vice-consules do Porto, Havre, Boideaui correnle, houve o governo imperial por bem no- erviri daquelle corpo aos soldados Belarminn A-
lil as dos Ajores. mear engtnheiro fi.cal dos Ir.ibalhoi da estrada de gusto da Ro:lu. Agoelinho UM Das Antonio Vi-
(Dito ao commanianle das a mas interino.Ha-, ferro nesla provincia, e arbitro por parle do govenio i cenle dos ShiiIo, o- dimm lem liualisado os seus en-
VI ndo declarado o Em. Sr. miuislro da guerra, em nos processos das respectivas dosapropriac.Oes, ao ca- gajam.nlos.
de 'i do correnle, ler-f determinado qo o i pilo do corpo d. ensenheiros Eroeilo "Virialo de j Dilo ao juiz municipal upplenle em exerrio do
tejnenle do 'J.- batalhto de lufa ilaria. Joaquim Fa- | Mul ni-, o qual honlem chegnu a esla provincia, | lerrao do Cabo. Pelo ollicio de Vmc. de 11 do enr-
ielo de Malos, passe a servir ks ordeus do coronel i -e me apreseutou; vencendo pelo ministerio do im- i rente fiquei inleirado de ler fallecido o labelUao e
se Vicen'.ade Ainorini Bezer a, commandaote das pecio o dito eiuenhetro, alem das vaulagens de om-1 escrivao do crime e civel interino, e encarregadodo
roas da provincia do Amazoras; asiim o commu-1 missSo activa desigoadaa nas ultimas tabellas do mi-, registro geni das h-,pnlheras desae lermo, Isuacio
co a V. Exc. paia .sea conhecimenlo e executao. mslerio da gome, a graIificac.io mensal de 5508000 Tolentino de Figueiredo Lima, a.ndo uomeado paca
rei-, para cujo pagamento, as-im como para o das I subslilni-lo inlerinarneale Mauoil Clemente Ribeiro
despezas d. viageus por mar e Ierra, que o mesmo i VarejSo.
engenheiro fizer para de livoa ai commiises deque he inearragado, se ol- | di Silva e Mello para o
Nao ha nada mus affeclaoso, liria o Aleeriro. vox, e comparai. c pdenle., toda a enerfia e vila-
>ao ha nada hus cmplelo, dizia a Nalurezi ldade qae ella g-.la em urna hora com o Irabalho
- -Deu-se sci.ocia a llicsourarij de fazeuda.
Dilo ao mesmo.Transmiti por copia a V. Exc,
ara seu conliecimenlo e directo, o aviso do muns
no da guerra de 7 do corren e, autori>ando-ine a
izer alugar om predio qae sera exclusivamente des-1 citaram do iniuielerio da
o amanense Jos Aulonio
'ugar vago de eicriplurarin
nado para o quarlel geueral desse cummando.
gindo que eu informe se nao havera' algum pro-
nrio nacional disponivel que poisa applicar-se aquel-
la fim, para evitar despezas, on mesmo alguma ac-
cpmmodai;."'0 apropriada em qualquer dos esUbele-
efmentos pblicos.
I Dilo ao m.srao.Kvinetto p>r copia o V. Exc.
pira leu conhicimenti e direcc,lo, o aviso do mims-
t rio da guerra de 5 do eorrenle, no qaal se delermi-
ni que fique suspensa a remesn das pracas de pri-
n eir linha qu. anda reslam tara completar o u.
d i 300 qae par aviso de i'.i de itlembro O auno pre-
x ido pastado se ord.noa foiiem desla provincia
ra a corle ; devendo porm lazer-seefieeluar a r-
essa das 50 pra;as a que se i.fere o primeiro doi
lados avisos.
Dito ao mesmo.Commonicaodo (er dado as or-
n precisas paia qo. > Im- b lilh.io de infanlari.
saja indennisado da qnanlia de i' i-*'i rs. que dis-
pendea com o enl.rramenlodo soldido reformado do
e ccilo Antonio Francisco da Rocha, fallecido no
b)spitt regimenlal, qae se ach sob a administrarlo
do mesmo batalhao.
Dto ao mesmo.Inleirando-o de qlie fica exp-
d da a ordeio para se abonar, nos devidos lampea,
a Manoef l.uiz Aires Vianns, i quanlia de iO?OI)0
r meniaes qu. de sen toldo prdeiide consignar nes-
la provincia o capilao Visate ile Paula Ros de O-
lioeira, a cujo reqaerimento acniupanh iu o ofcio de
V. Exc. d. 19 do coirenle, sol n. Ib.Dea-te or-
d jiii a' Iheaonraria de fazeuda.
I Dilo ao Sr. cnsul da Prussia.Acenso a recep-
rao do officio que em dita de 18 do correle diri-
giu-me u Sr. (iutlavo II. Prae;er cnsul da Prus-
sia, no qual solicita lha seja communicada a de-
ritao d.sla presidencia acerca co requenmenlo que
como procura lor dos herdeiros do finado AJe-i-e-
lens apresenlou-mr, rerlamamlo .-oulfvrdsisacliu
da Ihapajuraria, pelo qual Ihe fui recasada a enlr.-
ga do^*foduclo do eipuliojfdo fallecido. Sendo a
p.ialeria, por soa ualureza cont^urosa, da privativa
all ba irao da Ihesouraria, .nlandi, depois d.t in-
rm ,:n... necessarias, dever subioelter esle nego-
cio a' considerarlo do goveroo imperial, e agg.cdo
' -ai s laclo, a qual ser' imn-di,lmenle com-
rauuicada ao Sr. cnsul da Pussia.
Agradecendo ao Sr. G. II. Praeger, consolada
Prutsia a beuevolencia com que se dirige a esta pie-
sidencia, e a maneira porque j islamente aprecia os
meos seiilimenlos, folgo de ufle'ecer-lbe novamen-
le ot proleslot da miuha mais perfeila coniidera-
cio etluna.
Dito ao commandanln laperc- da guarda nacio-
gado de Sanio Anlio.f nform o Sr. Dr. chefe de | Bl do Rio rormoso.Communi:ando-lhe qu, se-
sundo coma de participado da secretaria de estado
dos negocios da juslica, fura, p>r decreto de 18 de
dezambro ultimo, reformado no mesmo poslo o tu-
nele coronal .i i enliga goarda nacional Joao Lo-
an dot Sanios, coja pilante ja ()i soljcilaia m-
quella le-Tetaria.
Dito ao iospeclor di lliesooraiia le f-zania.De-
poliea
Z-a,|MdleBte do di. -2(1 de i metro *e 1818.
Uffieio ao Evns. prpsrienie da Baha.Saliafa-
zendo ao que V. Kxc. requitilon-me eni seu ofllcio
de 30 da dezembro ultuni. exped a ordem n-c--- -
na para s-r enviada ao insp.clor da Ihesouraria de clarando-lhc que secando a commaoieacto da se-
fazenda desaa pr,:vincia a gnu de ct.sat.to d. con- crelaria de estado dos mgocios do impeo de 31 de
tigoatao de IjJUOO n. mensaes que aqu de.xou o rttzembro nllimo, tora nocae.do, por portara da-
tenenl. ajodante do 2.- bal.lha. d. iiifanlaria. Au-I ,, aHt3 nm,ca l-rancisc d, s Sanios Pa o et.me a qu. procede,, a repartir,, doquarlel-
relio Joaq-im P,nt.-txp,d,o-,e ordem a llie.ou- l,,H, d, J;e,e J correio da olla do Cahrobo'.- ro.str. general sol,,. ,. cniasM.clusas de diversa,
Loiniiiunicou-ie lamber ao ad ninislrador do cor- I ollicinas des-e arsi-u I, relativas aot me/es de agosto
i lio e ao Horneado.
Dito ao niesiii.Commanicanio que. tgunln
consta de participadlo da secretaria de estado dol
nsfgocio do imperio de 8 do cor ente, fra, por por-
tara daquella dala, n me ido Jos Peixoto da Sil-
ordeus.
Dilo ao capilla Emeilo Virialo de Med.iros, en
genheiro fiscal da eslradi de ferro.Remelto-lhe
por copia para teu conhecimenlo u relalorio que em
-J1 de.emliro nllimo dirlgio-me aerea da entra-
da de ferro o engenheiro do governo C. B. I.au.. e
pude Vmc. comrauiica-lo ao superintendente e ao
tmgenheiro da compauhia da mesma eslrala.
ilo a commissan de hygiene publica.Em vicia-
de du aviso do ministerio do imperio de 9 do cor-
renle, Irammillo a commis-a. de hygien. publica
desla provincia, para sen conhecimeato inleira e\e-
cutao na parle que Ihe diz respeilo, o incluso ex.m -
piar imprcaso do decreto numero 3052 da 12 de de-
zembro ultimo, e regulameuto, que o ai-ompjnhuu,
e pelo qual se altera o que loi mandado execular
pelo decreto numero 8JH de 29 de lelembro de 1831,
licando exliucta a mesma commis>ao de hvgiene,
eujo presi lente, na conforraidide do artigo 9 do ci-
tado regulamenlo de 12 de dezembro, exercera' as
functaea de impeelor de saude, em qaanlo e'l. nao
oc iioiuead..Olliciou-s. larobem no mesmo Iheor
a Ihesouraria de fazeuda e ao provedor da saude do
porto.
Duo ao Sr. James Templelio Wood, suneriten-
deole da eslraJa de ferro.Dn larando-me o Exin.
Sr. mm -to do imperio em aviso de 28 de dezembio
ultimo, que na occa>i.io de copiar-se a tabella dos
preros de passagens e fretes, que neompaiihuu o de-
creto numero 2tl| de 7 de noveniliro ullimo, foram
cono effeito conimetlidaa, como se v.rilicoo pelos a-
potilameiilu. que serviram de base a or^a,nsai;,io de-.-e
irabalho, a. duas inexaclidoes que o Sr. superinten-
dente da ealcada de ferro James Templelon Wood
nolou nos arligot 12 15, segundo me fez ver em
tiftirio d. 27 de novembro nllimo, que sobmeili a-
quelle ministerio ; assira o commonjeo ao meamo
br. aupennleiidenle. remelendo-lhe orna nova copia
anllienlica da referida tabella, exlrahida de oulra
que acoinpanhou o citado aviso, e na quai se acharo
coneign.idasas inexaclidAes apuntadas.
Dilu ao mesmo.Cabe-me a tatiifatao de com-
municar ao Sr. superintendente da estrada de farro
do Recife ao rio de S. Francisco que pelo governo
imperial foi nomeado engenheiro fi-cal dos Iraballios
da esirada e arbitro por parle do governo !<" |ro-
ceaaot da. respectivas desapropriacajei o eail .o Jo
corpo de engeoheiios Ernesto Virialo de Medeiros,
o qml icne-aa |a nesla provincia. Kazan Id esla
c -niinuiiii-ar.l< na Sr.
elle e o engenheiro em chefe da companhia pres- i
lem ao dilo engenheiro do governo lodas as in-
loimarSes e facilidades tendentes au cabal desempe- |
uno das dcmiuist.i de que he encarregadu o mesmo
engenheiro da roo lo que .aro laliefeilos os desejo. I
no governo imperial.Oflicioa-e lamben) xo gr.
W. M. Perinlou, engeuhero em chefe da etlrada de .
ferro.
Dilo a,, diraetar rio arsenal dr guerra.Para mato '
dar aprumplar n'aquelle anenal, com destino ao 8.-
balalnio de iufsularla, o f.rdamenlo rousianie da
ola melosa por copia, relativo ao segundo sumc-lre
do anno prximo Im lo.
Dito ao mesmo.Remello a Vmc. o relalorio do
fazeuda ai convenieules da secretaria do governo, yislo ler .ido approvado
na concurso a que se proceden oa ronformidade do
- 5 2" M. i do arto da presidencia de 26 de Janeiro
de 1853.Commuoicou-se a Ihisouraria prnviucial.
inleira.
Veudo-a aparlar-se, o Maigo qae alcalifava a eo-
Irad.i do bosque, dizia com pezar :
a Vi, parar ella hoje juulo deslas bellas ar-
vores
udilTereule do profeiior p igo, Se o ninino aprende,
seus ol-oj molhaiu-se ; o cnCo.,1, ap-rla-se-lhe elle nada con-cgiu'. Eeperaofa, deatrumo, ancieda-
de.i, tu io o qo. roustilue as paixes. enconlra-se pa-
ra ella nesla occopocjjo. Enlrelanlo sobre o papel do ;
A propna sombra, alongando-ae por cima de soa filho, quan lo eecreTe, loapenta de seos labios, ooau-
do responde, ella a-sisie ao -en pentameoto, inlri- |
ga-n. la-lo brotar, ella o cria ngand i ver.
A re-pello do casamento, lorne-ie elle o que deve |
er, o quesera', que a inullier achara' ne.ta ocieda- I
de um duplicado naprego pan -na aclividade, pri-
me,lamente, n i tdaviaiatiaijie de sen heos par,cil-
iares, depois n.sse bailo papel de esposa, de cumpa-
nheira. Para islo no Iral ,--, de renovar as leis,
baila apropriar ao casamento um facloquc lh" per.
lance e que nao pode ser em h-neli-io s.n.io coro
le, um faci auligo, ienao como o mondo, ao me-
ainda no vigor da idadr, o qual anslaram na exlre- : nos como a civilitatSo e que vai uccapando man lu-
caheta, lez um esforto para dele-la ; masasjnoei
obe lerendo a seu designio, deu alguns paeerM para
o lado da menina e c'oamou-a. Sua voz doce e so-
nora como um canio, detla por Ora a ates eolle-
quiot ; todava o Rjuxinni di-se anda baixinho a
ioolinegr.i !
i En quizera cinlar como allam as malherea !
A menina acu lindo ao chamado da mai, enconlron
no caniinhn a mociuha. a qoal volloa eem lia pe-
gaodo-lhe da ni-, fiara moderar Ihe o petao, todas
lre alegres e satisfeilas foram (cr cora on hornera
C3MMA.\D0 DAS ARMAS.
Osarte! gaaeral do coramando d.aaraaaade
Peraambaco u cldade do Recite, era 23 de
Janeiro de 1858.
ORDEM DO DA N. 12.
O br;:deiio mnmafldan!? das armai interino
declara, q,e o Sr. coronel eommahdale do oilavo
balalhlo de infanlaria, engajou limiten) por mait tiis
aunoa, nos termos do icgulamenlo de 1 i de dezem-
bro de Is'ii. piecedendo exime de lani Ia1e, o cabo
de eaquadra da sexta eompaohia do mesmo bata-
lhao Jos da Cruz Pacheco, percebendo por sobre os
vencimentos que por tei Ihe compelirem. o p-emio
1 W0| "., pago na forma do arl. :! do decreto n.
liOl de lo de junho de IS'ii. e lindo o engajamenlo
urna dala i e lerr.s de 22,500 bracas qaadradas ;
perdendo n> caso de detercAo aa vanlagens do pre-
mio, e aquellas a que I,ver directo, desenntando-se
no lempo do eng'jamento o de prisao em virtud, de
sententa, e av.rbsndo-ie este descont e a perda
das vanlagens no respectivo Ululo, como est por lei
determinado.
'Asaigoado. Joao Jos da (lala Pimenlel.
^Conforme.Demetrio de Ijusmau Cocino, alferes
ajudanle de ordens encarregado do detalhe.
iiudade do bosque- E-te homim segurava pela mo
a um menino rosado e louro que o deixou para cor-
rer ao encontr da mal e das irmaas, as quati que-
na abratar primeiro que o pai.
Apenai esla bella familia te reuni, ouvio-se de
lodos o lados a legoiute eiclemacao :
" Eoi homena alcevem a qu.ixr-sc
* Mullas irmaas. dus. a Perpetua, c-lei-me para
nao eutriti-cer o agradjvel eapacliculo que leudes.,
vi-:i ; mas n,i> accu-eis" df li unons, eu lenho vilto
chorar aos mii- felues.
ci Cuidado, ioiiiIii ircala, dase a VioIfTVTTr.i
eorapanlieira da quo fura colhda pela mociuha. Es-
gar na trra a' medida que a ligara da mulher te
vai elevando. Eu explico o meu pensamenlo.
Os horaens oceupam lodosos empregos : elles j al
gam, sao poetas, sollados, legltladoraa, UDi-oe, o
muudn Inleira gyra sobre ellea. Tal ha n fado p,|-
pavel; mas por Ira/ desla realidade vis vil, exitte al-
garaas vezes oulra realid.ide aaecetl que a determina
ou modifica. To las aa palavras eloqucnl.s a que o
ora lor dev. sua gloria, todas as arcSes enrgicas qoe
illuslram os homena pblicos vem delles soa, ou i-
char-se-h. mullas vezes meio envidio na sombra por
ran le luz bullanle que ot IpreaaeU i I-
mirac.io uVmjallidao em lo lo o esplendor de aeii po-
tis mu perlo da linda mocnha e mal perlo da toda I der, um ent. n,\-ieri,-, que seni ser oevido do pu-
aJaf.,1.,.1. I. C^ .. _i___ .......... ... 1.1 i -....'___i- ^- ___. ...
.VitlViTi-inu.
raria de fazeuda no temido de remelle, para all a
guia de que se (rala.
Dilo ao mesmo.Cumpre-roe declarar a V, Exc.
era tesposta ao tao ofticn de 1*2 do correnle, que
I exped as urden! convenientes para que a Ihesou-
raria de fazen la deata provincia, considerando ms-
peosa a cansignacao de IOJO0II ra. mensaes que do viJ par. o lugar d. agenle do c.rreio da villa do
seo loldod.uoo ne-la provincia o lenent. francisco Eko', vago peU .iauni'aSo que pedio Jo. Pereira
Uecriqae d. fvoroiiha. remella a Ihesouraria de.sa ti .,;,, alUanda.-CommuiiiMu-.e igualmeule ao
provincia a guia necesaria, em que se declar. ale administrador do correio e .o nomeado.
luando bl paga a ultima presl.tao.Expedio-se b.to ao mesmo.Sendo-me declarado por aviso
ordem neste tenliJo.
Dito aa coutul geral do Brasil era Fcanc-.Aclia-
le encorporada e loatatlada ne-la cidade a atsoc ocio
do colouisicao en Pernambuco, Parahiha \la-
goas, cujo fim o aeo ututo dislinctamenl. inlica.
1 seus estatutos foram approvados pelo decreto n.
1979 de 26J le selembro de 1857. e pelo decreto o.
98fi de 7 de outubro do m*s,no anuo approvou o
do ministerio do imperio d-e 5 o correnle, sor, n.
2, que S. M. o Imperador, lioovs por bem approvar
a exoueracao que esla presidencia concedeu ao se-
gando cirurgiao l-'raocitcn Mace ano de Aranjo Li-
ma do lugar que interinamente nercia de faculta-
tivo da colonia militar de Pimenleiras ; assim o
eommunieo a V. S. para seo conliecimenlo.
Dilu au mesmo.Communic m In-lhe qae
------- -------------- u........ ...^.....vmu tibe, as-
joverno imperial o coulralo que por sua determina- g4ndo consta de aviso do mini-lerio da guerra de
;.lo foi celbralo pela rep.rlitao das lerrat publi- I de dezembro ullimo, fura naqoella dala conce-
at, eulre o governo e a raeaina associat-lo. Por diio ara mez d. licenta de favo.-a lenle do 7
islas actos a assiciaeV, adquiri meioi ampios par
levar a eflelo os seus desunios, com bstanle pro-
-'eito proprio e dos qoe com ella contrilarem, e
inaior anda das provincias a que se dedicam os aeui
esforcos. Tendo o governo imperial collocado a re-
ferida a.ai-tac Vi'oh a niniln inspecrao, e desejando
,,a ar.leulera.nte con-o-rer pira que u psiz receba o
naior numero possivel de brifos que ihe fallecen)
ii mpacabundam em oulros piizai, dinjo-ine a V.
!)., rogando-lhe preste us seus baua ollicios a aseo-
lacdo mencionada, toroando-a ah condecida e jus-
am.nto apreciada, aaxiliaiido-a eliicazmenle na
iealiss{1o vanlajosa doa teua conlralot, e inlervind ,
em to lo qo. for de mi-ter, pira qoe postara er
vencidas as diftleuldades inherentes e ama nprez.
nova, e qae to com n lempo lerao de aplainar-te.
Cerlo do patriotismo que caracterial a V. r-., ante-
c po destejo' us meas agradecimeolos, pois coope-
rindo pira o preouch roenlo dos fins da as-nei-i^an,
f ir V\ S. u.i >so um servir importante a esta ptr-
.! do imperio, mas lambem a mira particular
marr.
Aproveilo a oceasao para exprimir a V, S. os pro-
testos da roaia sabida consideracao e disdncla esd-
mi.OlTicioa-se tamSso uamesmo seulido aos eon-
i-l, o
islalh
balalhlo de infanlaria E-lev.lo Jos Paes Barrelto,
LE1TRA PARA AS SENHORAS.
(Continuarao don. I 'i
.1 mulhtr a maii bella d.n rrtaluras de Dos.
Era no campo e n'um lindo paiz.
Via se no fundo orna bonita casa eomo qne perdi-
da no meio das relata da aores. Nfrenla a de
arabos ot lados della havia prados e um bosque que
Ihe er.nii ligados por om pomar bello e por ora jar-
dn) bem cultivado.
Croa menina corra not pradoa, e as Ihorinhas e
hervat come;aram a fallar unas lis oiilraa.
F.lla he mais geniil que todas nos, diziam i'
operinlendenle, espero qoe primeira-.
" lie mais delgada, accescenlavam as ultimas.
He maia delicada, d,-e a llonina.
n He mais seductora, disse a roaa de Musgo.
He niail amada, ,ii--e o bata-, de ouro.
o He mais ingenua, dase a Argentina.
i II-' mala alegre, exclam-,ii a Margari.la.
" Tein a cor mais freici, disst a Primavera.
lie in us llexivel, dis-c o Junquillio.
a Ha mil ,| -.. ,,
He ja melhor, ied.
i lie una parala viva, disae a lulla deorvalho.
o II. am ,luende, dase a ngel ea.
i Saa bocea he ama rota pompn, dase o Jasmira
encarnado.
a Tu 1o islo he verdade, disse o Reglo quo corria
no prado.
I. roa moci-iln paueiava no jardim. As llores co-
raei; ,r,im a falla, -II,o :
i Sois mais bonita que nos, bella mocinlia, disse-
ram-lhe Indai.
Mais fresca, disae a Rosa de Maio.
' .Mus corada, disse a Rom-la.
Haia alva, disse o |,v,i i.
Alais ebeiroaa, disse o Jasmim brando.
o Mais graciosa, disse a llainha .los Prados aquem
o jaciliueico linha concedido as hourai do jardim col-
livado.
o Mais pura, disse a Lagrima de Venus.
c Mais cala, disse a Flor da laranjeira.
A mocnha nao entenda a linguagera das llores :
sea nlhar candido e melgo parara sobre cada ama
tem corar ; ella admiravi-as todaa sera caber dos
louvores qoe Ihe daram. Mu lendo vislo a Vilela
e-ta felicidad*. Si o pobre pai vot ouvissa ; se elle
vos vase e coinprebeudesse...
\', I diss-a Perpetua, oh minhas irmSas. las-
limai esle pobre pai, laslimai esla pobre mu infeliz,
mas lastiniai-me lambem. "sao ser eu como v,.- SCJH
flor do lempo preseute '.' Porque razilo, liado n >- i-
do do meio de vos, sou a /hr da oulra rida '.' I
P. J. Slahl.
Enlrelanlo sua mitsJo principal nSo he agradar ao
lioinem. mas ajuda-lo assim no domestico como no
estado poltico euo estado religioso.
Heos, ser eleino, tanto e perfeito nada faz no lem-
po lena > em villa di elernidade ; nada faz na ordem
da nalarezi que nao coordene ,i ordem da graca ;
nada faz para n homeni lenlo paca locificac-ae s,
mesmo no hornera e pelo homim, altrthindo-o a si,,
cumulan lo-o de eu .mor e panilhando com .lie na
propna felici lade.
A--IU), quando indo formar a mulher na origem
do mundo, Dos ditas. Nao he bem eiteja ,, .- faeamos-ltie um adjoloro qoe Ihe teja se-
melhante.o Por esta grande palavra, da qual quiz
fazer orna lei da ordem social, eitabelereo a muiher
como o adjulono do homem o.lo s para lado o que
te refere s suas necessidades maleriaes, seuo lam-
bem para lo lo o que se refere s suas necessidades
espirilaaes. He por lauto um dev.r da mulher cui-
dar da alma do homem, edilira-lo por seus exem-
plos, melhora-lo por suas lanas inspirarnos ; sanlifi-
ca-lo por suas rirlude.. Aja lar o homem a fazer
ai ulviajlo be a flin prinaipal da sua mulher, sua
mfllao, aeu niini.ii.iio, soa g'ocia, sua grandeza e
ana dignidade. As.iin, a malher lem nos de.ignos
deJDeos, urna del.gacRo, eu dira quan urna con-a-
grar-je religiosa. II. de alguma torle, o o sacerdote
da lamilicia, n como o homem he o seu re.
Mas obaervamoe lambem que as palavrat ; o Nao
he l>eio que o homem aleja >o. i lem evi.tenl.me-ile
nm seuli lo geral, indeterminado, absoluto ; e que
blko confunde sua voir^NT) essa voz arrebatadora,
que sein ser vala do publico,XiTAaiiunica saa furti
d.elailicidade a essa aclividade labliSa-?raraqS
observa, isto .sla' fora de dovida. Pimi em revala
pelo pensamenlo os homens eminente! que v,,. -,i i
cunhecidos, e mais de umi v.z, p*nelrando o tegre-
do de sois vidii, detcobnreitnellas urna mulher qae
lem |iarte em toa conduela, ella lie a inspirara i co-
mo ellea sao a lea-ajo. Verdadeiro em lodes o lempos,
esle laclo lorna-se quasi orna regra depois qoe a
educacSodas malherea se forlilica. Mais de orna ex-
istencia viril be dupla, por ruste) diz.r, ella repre-
aenla ot dous sexos e um nemea nao de tatvti cm-
pl.tamenle elle sen.'io com ama malher e por urna
mulher.
Ora io o casamento p de dar a esla aet-lo feminina
un-, carader de conliioila le a da pureza. B* ni,
creio na iiilluencia benfica de urna mulher qu. se
nao amava honlem e qoe ni. altura' mais amanhia.
Sera lembr.iiica e tem eaperaiu;,, esla aiTeiran no
pode aconselhar ; como ella cnnheee a saa pooca alu-
rarao, da-ae presta em teslemonhar tua existencia
pela violincia de sea imperio ; a malher que o ins-
pira be orna amante e nao ama companheira. Mas
urna long. vida percorrida e a percorrer junio-, a
commondJo do faturo e do paitado, ot lilhoi prn-
cipemente a educar, ludo no casamento communic.
ao poder da mulher uuu calma e urna teriedade que
f.z delle urna prnaaao para ella.
O que ha de relativo nesla existencia ai faz a-
coiuoda-la man felizmente a' nalureza feniuiiia. Vi-
ver para ootro, te>temunhar-te par oulro, disappa-
recei em urna gloria ou em urna virtud, de que se
he principio, mostrar o beneficios e peculiar o bem-
leiter, aprender para qae oulro taiba, pensar para
que oulro falla, batear a luz para que outro hrilhe.
uan ba destino mais bello paia a malher ; pois lodo
islo tiaeatce sirriiicir-s.. Ora. que mais nobre pro-
fiaaao do qe icrificio .' Qae em prego ,la v ,.i. ,,,
e lelembro do anu pioximo pastado, alim de seren
ali-feilas as exigencias daquella reparlito, confor-
me delermini o aviso do ministerio da guerra de 7
do or/enle.
Dilo ao juiz de direito da 1 vara. Tendo esle
juizo deilado de remetter as informares que Ihe
exigi esta pr.ai leticia em ollkio de 15 de abril do
auno prximo lindo, para latiafaier o evlio do mi-
nisterio da juslita de 12 de mareo dsquelle uno,
acerca dat duvidas presntalas pelo |uizde direilo
d. comarca de Csmpo-.Maior da provincia do Piau-
bv, julgo conveiiieul. Iraasinillir a Vine, nova copia
dj citado aviso aliin de que tejara ministradas com
a maior urgencia lata informarfies, ni conformidade
du viii de 30 de dez'inbru uluoio.
Dilo ao mesmo. |'dra canipiimento do aviso do
detde rnlao : Fat.moa-tba ocn adjoloro qoe Ihe se- """ aProlpiiado a lodas ai quilidadM da mulher t Ei-
n melhaate, lem o mesmo entilo e'que ella- sic- '< '"eia -oi|,ra convein a' tua cierva, esla inler-
|ue l'eoa cemliteia a mulher remo -o adju-' mIUencl d. aCeo a' sua flaqueza phvajra, esle. ar-
1* ""Kl"": enlev, atla vigilancia a"
m.tc's em que elle pode achar-se. Ouer dizei ,u* *, a noacipalrn nlc esla vala de cou-ol.do'a
que a mulher uao he o adjulono do homem i. -1 Uma. foda a eipoaa verdaderamente esposa
ealado domestico, ma- lambem o adjoloro du hoinen, "" por carre,ra a carreira de sin marido.
n eiledo polilICO e no estado religioso; BJJ i somonte'..WgaadVeA a ,ia justa altura, as faiicc.'! da espoaa
iiadjuloriodo Uotnem Esposo, mas lanbem oadjulo-^" da mal apreseulam-iius um dos mais nobres em-
rio do Homem Rei e do llmnem Sacerdote. Em um, preg ,s da vida, e leontcieocil publica deve procla-
| palavri, qoe Independentemeale de sai miisio di 1 m-Im leberanaa.
ia, a mulher lem lambem que exercer nina mis-1 Kolro Ululo revale a mulher de urna realeaa
sao no oslado e al ua igreja. real, he o Ululo de dona de cesa. Da dona deesa de-
miinsierio da juslira de 31 de dezembro ullimo, I de olho azul meio n culi, debaixo de om abrigo de
couvem qoe Vmc. minilre com toda a brevidede aa
informacoea que esla presideocia exigi desse juizo
em ollicio de 15 de abril do a mo prximo paitado,
afim de sitisf izer o aviso de 13 de mareo, de que en-
vo copia a Vmc, podendo acontecer que se lenha
ora nai Alagoat, para vir a esta provincia Iralarde desencaroinhado a que acompauhou o ciado ollicio
negocios de toa familia. Cominunicou-se ao bri- de 15 de abril.
Duo ao mesrao.Nao leudo sido al agora mni-
gilieiro commandante das imss interino.
Dito ao mesmo. Envan lo copia do aviso da
guerra d. 2 do correnle, em que te manda suspen-
der do 1- de dezembro do
em diante a contigo
Ira-iai por etse juizo as inforraatOes que eala presi-
dencia lite eneio em virtade do viso do ministerio
folhas verdes, abaitou-.se, colhcn-a com seus dedos
delicados e depois de haver respirado o seu perfume,
collocou a junio do corato.
o Quaolo he feliz a Vilela disseram as outras
llores.
Crai mota paaseiava no pomar ni exlremiladedo
bosque Sua belleza era tal qu. nao lmente as fl ,-
re, mai anda os proprios frucios e arvores, vendo-
a, nao pnlec-ni Beir silenciosos :
He a uosta rainha lal era o grito de todos jan
;Padre Ventora.
Coolinuacao do mesmo liiiimplo,
O titulo taulu de mu ale familia s repreaenlou
por muilo tempo ideas de dedicado e de ternura.
I Di das obr.it do noaso lempo lera, assim o creio,
f.iz.r ver qu. ser m.li e eapoaa nao he toineule amar,
mas Irabalhar. A malernidade he urna carreira, ama
carreira lo meiDM lempo publica e particular ; o ca-
i smenlo urna preiltas com lodas a suas esperanrat
e oceupacea.
A espeilo da malernidade, quera o contestar '.' A
palavra edocaco malema sai por si diz ludo. Nega-
ra algutin que umi inora leva Inda soa mocida le e
urna mul-.er loda sua vida paia prepirarem-se, om
' pan ai funrtoes de e.lacadora, e oulra para a de-
sempenbar ?
pen Jem a prmperidadi inlcrior, a laude dot lilhos, u
bemeitar do marido.
Ella occupa-ie do bello como do bom, pois o nr-
ranjamenlo de sua habitable he como a obra de arle
que ella crea ren-va cada da. A boa duna da casa
tem Deeeatidadl d. loJas aa quahdades f.mininas.
ordem, fineza, bondad., vigilaucia, brandan. Ella
repica as fortunas abaladas, sabe lianslormar a ibas-
tanta m riqueza, e o etlriclameule necessario em
aba-lauca. Ella governa enilim, governa para lalvar,
e seu imperio he mais real do qoe o dui mini-iros e
dot reis. L'm ra, por mais hbil que leja, nao pode
la/er que o qae se chama seu reino fique ao abrigo
das intemperies do co ; que a chova, a saraiva, a
guerra au venham dastruir suat estrada! e suas sea
ras. C'm rei nao tem nenhumt aulorula le sobre as
Duer a urna mulher : Vl durareis vojaoi filhos I airna" 1 He "4o pode mandar que seua vaaaalloi fal-
brodo anni. prximo patsado da Justina de 21 de Janeiro do anno prximo passado, lo dos qaaes ella passeiava.
atao de 12; menian, que de sobre o precedentes que lenbam havido relativa- o Tem mais bull i que
sin sold denou neila provincia o alferes do corpo I mente ao fado occorndo no jury du termo do Porto Cereia.
*frT1".r* **" e'0* Oliveira Cilheiros de Moa na provincia do Para.'convm qae Vmc.
qae nenhum de nns, dizia
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
de Albuquerque.Cjiomunirou-se ao
commandante ao armas interinr.
Diloao meam>.Coramanicaiido-lhe teaem tito
ap|ir-n-i las as inimeacnes que fez esla presidencia
de Diogo Biptiaia Fernandas para eaarda da al-
f4J?liSa e d >a*a Valenlim Dni Villela e Tiboc-
tio Piulo de Almeida Jnior para guardas di me-
sa alo consolado.
Dilo o mesmo.Tranamiltodo copia do aviso
do imperio d. 31 de dezembro i.ltimo, declaran lo
ler-se solicitado do ministerio da fazeuda, qoe fosse
posta a' dispo-i ;.v, da presidencia, nessa Ihesouraria,
a quanlia de 2O.O00-; pan auvtli ir a con-lriicc.lo de
um caes lias vizinhantas do palacio desla preti-
deneia.
bngadeiro segundo determina o aviso de 7 do crrente, eum-
pra cura a manir brevidade a exigencia contida no
primeiro dot citados aviaos, do qual Ihe remello co-
pia, previondo o caso de ler sido extraviada a pii-
4 tisaii,
-i DB i.\:.'i 11.0 DE 1858.
n fitturo do. aonoa arttttai mecnicos.A rompa-
nhier de apreniiret menores do arsenal de ma-
rinlia.
* Temos [.ara nos qae no Brasil ha indiligencias
rosis largas mam externas do que na Europa.
Ella asserta,. qoe a primen- vi.(a parece exagera-
da, perde o sen caricler paradoxal, te allendermos
qiequanlo maiai.iovo.de om paiz tanto mais a in-
te lig.ucia he nava e fresca, e lalo mais a ndivi-
duilidade lem faeilid.de em compreheuder s cou-
ai e paoha-lai ; mat L'davia nlo pule conhece-lat
comeas, grio de perfeito''i que si tero felizmente
atlingido na Europa.
J nio podemos coohecer as MW em eaae gr
de p-rfeia;.io por causa do graiii.'e desejo que lomos
de ipreoder, e da avidtz com qoe .queremos saber.
t im .Helio, ora profeasor ama os primeiroa ele-
m iioa -le urna tei.ncia ou de una ai 1^ um diici-
poln ; mil .lie lem eomprehendido a.t! pouco da
om um simples lance d'olhos, ja' ^"oter oceu-
pai->e com coaaas etlranhas a easet primea ro. ele-
meilos. e que nao esiao em relatao com os princi-
pies que Ihe ajo entinado!.
.Aleen disto, apena! Comprehende algumi coi.''
poi miio de orna simple, explicara,., elle confia de -
maaadam.nle uosaeua recurM! inlellerloaes. pare-
cen lo d.sprecar os pnmiiro! elementos que sempre !
dev i eiladar .gravar na memoria, para nunca o:
esqiie:er : pois que he Mi a podra fundam.nlal d. '
qoatqaer ic.encia, de qualquer arl. de qualquer
ofli 10. ^
I e a luz que .'claree o homem nm seus esludns
e Icabalhos scienlilicoa, e o dirige no preprio Inb i-
Iho mino il.
N i Europa o m"nino pobre od rico qu. pretende
pptiMr-ei aoa estarlos, vai sentarse nos |)an>. ,|e
im; eacolt primaria : ah elle recebe lices imples
militas vezea explicadas e rep-Udas ; nao te tem em
vi-l i nutro alvo mais do que gravar-Illa ni memoria
o irimeiros pnnci|iioa, afim de que nunca ot .s-
q u i; i.
Depeia, qusn l eonl no i ot eatodoa, f.-equeniando
ot i-nrso. anivertilarioff, uta inielliaeuria lenri e
enri inr ia de elementes, he enlJo Capaz de eoro-
pralieadar.
Di menni lorie, nos Irabalhos maneacH, opeca-
rio que nio pula sacrificar o fructo de arduas lj.
digM para pagar professore que instruam teus !-
Ibes, mauda-ot fazer o tirocinio em cata de um boro
meslre.
Juanlo ma-'i tempo permanece im caaa desle mes-
lre, quanto mais halnlil i loa se icl.am na occanao da
anida, e poderlo ser contados na categora dos
methore operarios.
He por isso qoe nos esludos Ihe.ricos assim como
pr.licoi, cumpre que u homem Itnlia lodo o cuidado
ceiii as bases do se i e ulicio moral afim de que sem-
pre se cunserve firme.
Certamenle o Kra.il de am paiz novo, mas um
dia, sub a relkkjU da sciencia, podera' fcilmente
lular com Indo, oa pmet d. mundo, quandu te tra-
tar da dar ot malea conveniente, a lodas as claates
da sociedade, para beber, no sei proprio gremio,
lalos aasaheaaiurns que ah etiao ncerrados, quan-
do por oulro lado as classes pobres liverem compre-
heiidnlo a ulilnlale do Ir.fcalho, p meiramenle para
, s itisfazer as sues necessidades e ai otr om pouco a
sua po-icao, e depoia a uiili ta la- na ioalraCs*as ana
deve dar a sens filhos,quando sia iestroeela se
poder obler oo gialoilamenle, ou mesmo por meio
de sacrificios pouco onerosos. Aasim um pai pobre
he mais obligado do que uulio qualquer a cuidar ua
dncat io de seat filhot.
Se noi primeiros annoi elle lev. o infa.rluuio ale
nao frequeutar as escolas, sempre tirante o curso
da vida, dan--" circuroslanciasem que elle, ernbora
pobre e eaquecido .m razio da sua obicuridade, se
eavergooba de o:)o poder escrever aera ler.
C-intiderand. Mili musas e animado ale boosten-
liroentos, elle nao ha de querer qu> leus fltbos sof-
r.nn mais i .nlc astim como .Me.
Se o seu salario nao he sufilcten'e para dar urna
insiruceao brildanle, todo o seu detejo sera'eusinar-
Ihe o qu. he iinlspeusavel aliui de fazer dos lilhos
que elle ama liomens uleis a lociedidi.
Em Franca, na Blgica, na AIIPDinha, ha .seo
,'is priminas. medias e -upeiiores. sob a protcrtli.
do governo, que os meninos de familias pobrea fre-
queL'ti"1 lo los nadie., com aniduidide. Nenii et-
I.. iiisirucei-i be ministrada poi profes-ores ha-
bis a experimentados.
roo'l g*>' P0,1' "'r "dmil di sem rclribuicao
algnma ." elada-ai desda aA II.alca leieocia
mus arilu. C dilCl.
lie verdal' 'P" "n Eorapi, I -ncielide esta'
mullo adlantadi tseleneiM, arle., ludo emlim
l lem cheeidn i ,,' :n< soperior. I m individuo
ii I p de obler a maia Pequea pos i;.lo ou lu_ u ,.m
qu. ai governa ou o chela,' da casa que o empresa Me
CMtrjim ronvencidut dot *' conhecimenlos e da
-o i capicidide.
He p r i-.i que o operario man..'* ensiie.r
!' i1 di 'i.....ni .-.--i irle -em in i '''''.' i he urna
n lili I I le..... nm pobre ceg na -li |
diiiidn pela, meaite que o dirige,* I tua ign.^fancia lie
ligaron vm tal, qae, recebando d,. meimo mealri
ordeo i prncripcOes acerca da obra qut lira a ."-
Ten) mai-a perfume, dizia o Morango.
Vejam o i eludo de seas faces, dizia o Pecego.
E a re lo i lera al. seu seio, dizia a I.arabia.
E a riqueza de sua estatura, susprala o Junco.
F. a elegancia suprema ale loda sua pessoa, dina
meira, como faz suppor a demora havida ua etecu- : a Acacia cor de rosa.
{o da ordem de que se Irala. E a firmeza de lodo o seu porte, dizia o Car-
Dilo ao inspector da Ihesouraria provincial, para j valhn.
que informe se o llieaoureiru interino das obras pu-
blicas lem prelaalo a lianta uecessaria para recebrr
diuheiroi pblicos.
Dito ao commandante do corpo de polica.Hi-
cmitmelitando a expedirn de ordem para que urna
escolla de seii pritas aeompauhe al o Rio Formosu
igual numero de criminosos que pelo chefe de poli-
ca sao remellidos para all no brigue de guerra
rutar!, muitas etplicacei tao anda insuflirieules.
Alim dislu. urn joven arlisia mecnico que poa-
-ui- alguma nilrercjao, tem alla um bello fjluro
diaule de si. Com efl.ilo, te em principio elle he
obrigado Irabalhar urna semina inleira para poder
ostentar algumas etes velhos pas enfermos, tein
Jtodo o damiogo pira descansar ororpo, niaa n.io o
espirito, cun alguns cuuliecimenlos que ja' lem ad-
quirido, e se peusa bem pode culliva-los por a, taj,
compran lo bous livrus com as pequeas ecouomias
que prile fazer.
Mais larde se este maneado continua a progredir
ne.-a boa vida ; oh enldo a porta Ihe he abarla '
0 futuro ja' se Ihe mosira risondo ; urna occa-iao o
Colloca onde nunca, sem elle theor de proceder, elle
lena pitido penetrar.
E d'onde Ihe veio a dea de se comportar bem e
de Ira-ajara -i proprio esaa bella inineiri de mor '
Naluralmeiile dos elementos que receben da
ciencia.
Na llor dos annos elle fa'ira esclarecido pela luz da
ciencia, e e-I, luz lh. parecen sempre lia bella,
que elle seulio qoe della linha nteemdtde pan -
dir do estado obscHro em que te adiara collocado
por seu nascimenlo.
Ei-lo, pois, dojs homem olil e capaz. Se se raai,
.eala1 certo ds que lodoa os aeus filhos ser i iiitrui-
dos. E porque ralle o faz elle '.' Porque eompre-
lieuleu o qu Valia a ignorancia, a valiaa;.lo, por-
que sabe qaem o s.ilvou. Eil-ehl o que he a Soce-
1 I-i tea de boje na Europa sb eala r.lacd >.
Vie-te, p.is, e a clatse opeiaria lem comprehen-
di1o,a|'ie sem nstructao aio liana remed., contra a
-ua -tliiacao p'ibre e miseravel.
Aasim, n'um paiz novo como o Brasil, a initruc-
tV> publica de necessacia. ai eacolas gcatoilas to
j indispeiiaaveis, e esae molo da iaitrucetl. d.ve lar
| examinado com a maia preciosa soltcilule ara favor
dos ramillas que nao ao favocecilas da lorluna.
i! 'm ensilo, quanlas nlelligenciai iovenii pa ve-
gelam naoecio-id.il-' na pregoica, por fallarle!
cuidado alos pai-! lalvez qai am dia, dan lo-se a '
e---'s meninos a inslruccao h-q neee.sara, vitajemoi
surgir do cenlio d om mondo lio p ivoi I >. rabeen
i|ue um dia fanain boan e gloria ao paiz que Ibes
. leu o ser.
Atllm, I in-:r-i-;ao M deve de-eiivolver o mls
possivel n'um pul como inotio, i-irqu. he eai. o
relo de lazar prosperar e mais tarde tonia-io co-
ndecido.
Nio nos dirigimos i'elatM dai p.sioai qoe te a-
cdim colloca la- im certa cttegoria loeiil, que
(n/am de alguma- comino lid.ates, queremos f,li-r
inte de--1 .-i,.-. i i. i ve v \e( a fraeto d. um
irabalho mais |ue mediocre, por exemplu, o artista
mecnico.
'. poia. q le pl| | [ r |tj .!,ni._
le que. se den
vadiaclo Conlinat, lomara' ndabilavelmene etse
lillijru.iij infeliz do qae elle, pela raiio deque
E a ligeireza do seu passo. caulava o Pastari-
nho.
" E a iuiell genci i de sua fronte, dizia o Peuit-
ineiilo.
E a ternura ale seu olhar, di/ia o Suspiro.
ai E o lano odor de virtudes qui a cerra, dizia o
Cravo,
e Nao ha nada mais temo, ditia a Malva.
quinte miii n tempo passa, mais o paiz progrid,
nao s em civil,- (lo, miniada em cenhecimenlot,
em cieuciis, em industria, emfim em ludo.
Podem-ae contar liomens rapares no Bcatil, c.mo
ein oulra qoalquer parle, mat cuino o numero des-
s-s homena nla esla' disseminadn nos diversos pon-
tos do paiz, s-.eai.---e qup em diversas provincias, o
numero he algumas vezes mu restringido para a
pojiulacao. e particularmente para oa coiilieciiiieu-
(oa ni lu(nae, pois que a industria haij. lem loma-
do um lal gaao de exlenso e de aperleie .amento
nas uniros pai/.es do inuii lo. qoe se aleve applicar
urna sena rfttenC/lo -obra esle ponto, que em uossa
opinio ha huje o mellinr.
He, poi, ua industrie bojl que ha mais a fazer, a
especalir, a c imbm ir, a irraojar, e quanio mait s.
caminhar, niai- ae pcogceliro" nas combiii-i-oes no.
clculos, malures mu,nicas s. hlo de fazer, mus
coii-ia -e de.scobrir.lo, e ns meiot parlicularea que
al boje linham paitado detapercebidoi tos olbot
daquelles que dillet te liuhaui per tala a parle oc-
cipada com o mais etcrupuloso inlerrMse,
Sa om homcTi, por templo, que lem consagrado
lo.a a tua vida ao inleresse ala scaencia e nas deseo-
birlit nio (."le cooaesuir, apezar 'le om Irabalho
cunltnoo, motirar aos olhot da inundo iaiieiro o fruc-
to de lanas fadigas, vira oulro ipt si conlinaar os
aeu- Irabalhos, compiilsa-los-ha, e lalvez por meio
de ide.i ou calclala estabelecidot de um modo dill'e-
reule consiga resolver lories os prohlema|e ai dilll-
cullades que linham orcupado por muUo lempo o
espirito de ten peedecessor, ate linham parecido
impossiveis iquelles que nao queriam acreditar
nelle*.
A--im lomarmos como exempio, S:verv e Pi-
pa, estes Jous pas da scienria, cojos noni. figu-
ran) na historia da invencao do vapor, vereinot que
e-lea grandes bomeni, de|io|a ale lerem c mtlgra t i
sciencia muiloa annoa, % p uleram fa/er que ella
da-ise om pequeo passo, legando llgun q i- p .r
u.ia criticas conliiuias e -. ipreaenlavam
certa, obstculo a' idea que ais domnala ales le moilo
tempo, im- um grande pista pin oairoi, que n-
bniiii apiecia-los e que eraiii interarrenle dai laai
iulentoes.
Sabemos que nas deeeubertat nm homem nS i pi le
azer muii i coat na tai vldii poit qoe a grandei
detcoberlai *exgem moilo lempo |,ara se nauta-
ra-in, he precita laots lempo e experiencia anaote
eogeaho, para ai conduzir io e-l i 11 de ni iiun la le.
As suas mais preciosas pioducc.s -ao as que se
pe lem producir do primeiro jacio, lie astim qoe -e
dando a piimeira pincelada. ilo he. imitan lose toll
n Corel maia teduclorit, a in-tru-i ., quetedave
ui'-ii o n, te veriara et brochar
i oulrai capa-
ci i. les eilrio ......r
um asaumpto de lula, e continuar detl'.rll ot Ir.i-
baldea de mailoi oalroi, que te oceapirinj duranle
cerlo lempo com Irauallios laaltil duriolt stu lem- .
e votan filhas, au sera pcrmillir-lde. nio tari im-
por-lhe a acquintao de toaai as srienciaa e ao mesmn
lempa, dar-lhe o emprego detlas '.' Se te codsidera o
migi-leiin como urna carreira taflieieule para a ac-
lividade de um li uneiii. qoe se devera' dizer rtetta
eliicaf.io pela mal, na qual ella prodigalita nio l-
menle lolo seu eipinto senao lambem sua alma e
sa vida '.' Vele urna mai dar orna lic.ao a -au fildo.
observai soa physiunomia, etcalai o acceulo de sua
(I' Trinla rondc/ies, diz Uranio me. te requeren.
para quo ama mulher seja perfeila e absoluta ero
belleza.
I res couaaa alvas : a pelle, o denle" e as maot.
tres prelas : ot olhos, as subraucelhas e as pal-
pebrat.
I'i cu idas o I,titos, ai faces e as embaa.
lies eompridll : o corpo, os cabellos e as maot.
I ru curlaa : aia denles, as urellias e os ptJt,
Tres largas : u peito, a le,la e o espaeo entro as
-ohraurelhss.
Tres eslretlai : a borca, a cintura o peito
d i pe,
Tres grossas: os bracos, as cuas e a barriga das
perita.,
I res finas ns dedna, os cabellos e beitos.
Tres pequeas ot seioa, o oaril e a cabeca.
pe, mil deiiionslradoi otis por aquelles qae se se-
guem.
O nossi (averno rom a ua perspicacia habitual
aoube compreheuder e lomar esli cousaa em con
si leracilo. Elle vio que o paiz era pobre de Iraba-
Iba lores, pulir de pestoas que pelo limpies Iraba-
lho de seua bratua pudeste alar a induslria n ca-
nelar de perlea.ao a que ot.Europeos h3o rtiegad a.
O que fez elle pac necorrer a esaa penuria de
Iraballiadocea ?Organisou nos diversos arseoaesde
inariiiba do imperio urna Mpeeia d"a?oinpanliia de
aprendizes operarios, que aleir. alas parles princi-
pies da industria a que sin d<-.linailns, rerehem a
instrocrlo uecessaria a qealqaer horneen para eo-
macar a carreira qaie eli: deve em|ireheuder, i,,io
como humeen material, mas como artista.
He e.te o melhor meio le raminliai mais rpida-
mente na estrada do progresso, pois que ao lado da
Iheoria vira'uinr-se a pralira.
.Mai-i ir le ettei meninos comprcdenderlo lodos
os larrificioi qoe o governo por altes faz, pdenlo
ler nao so ama bella pisicl a pecuniaria, rn.s oie-
recer os teus servicos .iquelle que durante seus pri-
meiros annos soub lira-loa da Irisle siluarlu em
que se lohavam e fa/ec nate.r pur esi m'ean no
paii eaa. primeiro elemento do carcter industrial
laaa uiil n'uma toeledadl como a uossa.
O primeiro arsenal qoe tniiou a iniciativa nesla
circocnMineia fui n r-enal imperial de mariuha de
l'ernirobuco, e sem qne queiramos de maneira al-
guma deuar em silencio o nomo alo sea illuslro ins-
pectoi ictual, o Sr. Eliiirie Aaluoio dos Santoi
devenios reci.nbecer os lertjcea que elle lem pees-
lado a |ira.x iiiceaa. em virlude dos esforros que ha
empregado em favor da inttitai{ae e iulalliclo
dessa ulil eompauhia.
Sem ex.g.iaeao podemos compacae esse quael-l
dosniph.i.s ai,, anenal de marinha a tma
Europa, que nio encerr lilhos ale pas rirus'e aajiii-
l.-nio-, ni | pobre, meninos, qu? -,, pod.ttl achac
io e .mpaco na pruleca_io d Linerrr, e dot
I e i-.t a,i encacregadot por elle de I
.....itiaa pin e poderem applicar acel-1
mente a qualquer arte, a qoalquer bllicio ou a al-
1 1 i1". nS ti i le duvi I -i .fie -e am du
de entre elle* cnnsegoic por boa
ronli i- i ilo, ou i di elevar-te, le-
os que <* governo, i:1 mu .1. ver ne.. .
l roturo, lia da comi ie-
'. > r :.....im ii prizer, mas como um de-
ver, ipphca tobr. a ,.j0, (c).
tu- o iicrificioi di
- re que
e1:- II ,11 li i |Oell '
.
qo- ten te n govern .
-. du-r sejan ..-.. iot
launas oerlos que elles se
i loJu o. Uballajj que IbH fonna cniliejo- rola-
leen ou calem-se. Serete cousas, lodo Ihe escapa. A
dona de casa, pelo conlraro. lem em sua mo, por
Mtim diur, cada am dee habiisuies que animara
cala um dos objeclos que computen o seo pequeo
iinp< os actos violentos ; melhora seos lervot como aeot fi-
llioa, e iiendum he alacado de um so rmenlo qae
ella nao potsa ir loceon-lo. Por ella, n movis es-
lio sempre limpos, a roop sempre lavada. Sen es-
pirito euche esta casa, modela-a ao eu moJo e nada
falta a este governo domestico, nem mesmo o encan-
to ideal.
Qual de mis pastando a taede por umi povoaa-ao,
diaole de algumas habilaageeadi componer., e -
vniainlo alraves dos vidros o lar aceso, a mesa pos-
la sobre orna loallia grotta, mat limpa, e a topa fu-
migando na mesa, nao tem pensado rom urna sorl.
d i e-alerneeiraenluqaie chamal ei potico, neste pob,e
obreiro qu., depois de om longo dia pastado em re-
volver a Ierra ou o geuo, e a tremer debaixo da chu-
ra, vai reeolher-ss a eale pequeo aposento 1.1o
aceiado para repous-r eus olhes e seu coratau falt-
gados de lautos Irabalhos eufailonhos ? Talvez elle
nio se apirreba deste seutiineulo de bemeslar, mas
elle o evperimenU.
O proprio homem de leltrat denoil de longas e
aridaa medilaces, acha uu,a etpeeie de rpou,o aiue
idealita na vi-la das occupacet econmicas.
Iivamenle a inslructlo desaea pobres meninos, e qu.
"-'" ll,n n>me de mal de familia, que -iglulica
a me-m i la mi, dona da Casta, lem usa
lulondadct' real que o iiirnilramot rercalude
ami aureola de respeilo e de amor ai< oo fondo dot
coratoe que lem deiconheci lo mait a toa sanidad..
BmS. Lauro, eala aaene obra can un.a orle de
pretagio toor. as pobre creaiuras perdijat, que a
priaao ncerra. At palavra m.i. CMaoleefie, e
cuidados mus eouslani.s das peuoaa que aa cercam
u.lo inspirain-lhet senlo uuu gralidlo misturada da
de-conli in-a ; mu e urna mli de familia dat.ee *n-
(re ellas, te Ibes da' contelhoa e occurroa, ei-lM
a haia- d urna eenfotl i respe.....a. ) mo de Chci.-
lo tocando as feridas do leproao nao pareca man
divinamente miaerirordioa ele maa.rttel du qae
o be para n mneai pirjidat a mao prolactera da mal
de l-milia.
Tal he a trplice tnherania da nulhee ne mo di
sociedade eoiijogal.
Erneslo legoovc.,
I'ensai ionio lobre a belleza (obn o espen .
e obre o corceo.
Para ser perfeila. a belleza ola deve ler lmenle
xlerior, n i( ,ria lambem que -rja interior. Talv.i
nao hija foi mai ver la.leirainenla bellai tinao ai qoi
abn^am ana alma bella.
Slahl.
I ma mulher pode ser mu boniti tem ler i oseenr
belleza.
,ldim.
Ama) a nma molhir qoe nio seja mii< qu. boniti.
amor acabar : ai grabas, os encolo, do carpa.
sao limitad ,> ; t medida de vosaa rucian lide awr. a
de VaMtl lmur., \junlai engenhu a etlet .nenio.
e,ll"lor'-- a ele- encanloi qu. o gozo dlro. e ve-
iaus enulliplicarerc-se, esptldarem-s. amata-
remse : o esagraabe he paia a belleza o qae o unalbo
da insidias he para at llores.
Berni
Belleza tem engenho he corpo sem alma, atsim
como belleza ten: virlude he flor em cbeiro.
\K l'm annimo.
lia heller.li insup>orlaveit, bem que icoeleati-
veis, as quaet em vez d. allrahir, fairm fagei oo-,
liomem a e ao din do niundo. Silo aquellas nije n-
nliuiiia iiilelligeucia. nenhum enlimeii!,.. eahoma
paix.lu nao iIIumiii,t nem nliimiuir.i jaman.
, .Slahl.
A benevolencia he om dos adornoi da belleza
Mdiafeil lano urna linda bucci como um .ocrita.
mofador.
.. Madama do Defaul.
i mi mol.ier bonita tem vtor durante om anno.
duranl. dous annos ; mat no lerceira anno que
imporla a forma gradte do mi rotlo* qoe vot ira-
poeiam soa etlaluca, leu pe, isa roan adorado, ad-
mirado! e cnmenladoi durinle orna lio tonga irrie
o. loai-.' Se niu.it euHoalgoma couu nesla mulher.
be vean malher e nio a mulhtr buni.a. A malher
bonila nio pa.ta de um luxo imporiono, de om *-
pamgio inquietador, da umi libelen pecigota qaa
lem o seu lado bello vollido pana toa, e daqoal N
tendet o reverso ; he ipinu ama machina para al-
lrahir o ralo.
Octavie Feuillel.
Ua em algumas molher.a urna grandaza arlili'itl
ligada ao inuvimenlo dot olhot, a ama pcoael
beta, aos modos de andar e qo. nio vai m.e longe
iim etpinla deslumbrador que iinpn e qa to se .t-
liraa porque nio h aprofuudado. Ha *m algocn.s
ooleas urna granleza simple., natural, iuleptud.nl.
tu e do andar, que lem ana origem no cojtJo
e que lie cuino ama r n-- juentu de eu alio nasc,
: ment ; um merilu pacifico, poreen .olido acomia.
nha lo de mil virtudes que ellas au podem cebne
!com loda sua modetlia. qaa eicapatii eque motltam
'te aquciie, qU0 iem elh
I liruvtre.
x ".....-eneii e a neenidade tao man irreMtli-
vel alir.ctvodatmulheie-.
Isidoro Boerdon.
0 que maiiigradi-noi na mulliir, de o pudor, he
a c.ilidaja.
dem.
1 ergnntando ama mulher de Alhenas pot modo
de chas.:o a una Lucedemuiiia o qoe linha levado
em dol su seu marido, tela re-poudeu-ihe sem he-
lar. (A ca.lidi le
E. Dcschinel.
Lmi malher casia manda obedecendo.
i Poblius Mrui
lia nma penonigem cima de ama mulher bella,
he urna mulher bella e modesta.
I'vlh.igora.
Muito engenho pode levar orna mulher a f.r.e
loucuras, moilo curasao nao pnde leva la a f.zer t-
nao algumas dessat adorav.ii lotices que farem de
una mulher o qae chamam am animal du bem
Dos.
Mlhl.
0 ng.oho nao be indispeotivol a ama malher
lia um grande numero deltas que ao bem taceedi
das a furca de medida e dolo Helo que falla mallas
vezes as muflieres de engeoho e quan nanea as de
coratlo, porque o laclo he urna qualida le do cora-
to.
Ilam.
1 ma malher que ni lem ronceo pode ser sufliri-
enle pan ludo. L'm* mulher que tai lem engenho,
pode nao ser boa para grandes couiat.
I lera.
No pensamenlo de Deo, lomele dan malher!
devem achar-te ligadat a vida de cada homem : tu a
rali e a mii de teut filhot. fora desle. doot amor*,
legilimot, enlre eslas du.it ere.turas sagradas, tai ha
agUace* vlet, iUataOea dolorous e ridicula*.
(Oclivio Feoillel.
A mulher he tmenle quero pode viver e morree
pelo coratao.
\rteni.) Ilaia-a. -. *
He no coratao qoe Dios collocou o nio das mo-
Iheres, por que ai uhr. desle genio to lodat obrat
de amur.
Lamartine
(luando a* mulheres sao verdidatramenle sepn
veis, exceden) ios homens por umi dilicaden de
que ellas nio ilo suscepliveis.
Madama di (nolis.
Anuir e ser amado.
Como de grato ser an.ado !
Todos lem feilu esla exclamatlo, to-loi ainm
I fanainos-nos ais ver que mua (arde o paiz, per
hl. deeootidenreomo um dever execula-los com fsfurCo conslaules e nao inlerroropidu.. e p-la toa
u mili escrupuloso rigor. marcllK pru.,re..,v.. tI,Clinlrar, ? n,Jrill ,.
A-.im o devem fazer, poia que cm roniequencia
di minio delicada deque esiloencarregedo., bao de
experimentar cerlo leo I i ment de tympilhia para
rom esses pobres meninos, nio su pnv idot de pai e
mai. senlu privados doi meios de se elo-irein p.e
ti proprios.
Aisim, cumpre qne os paia lenhan plena e inlei-
ra cmliaiica ne.-a otll in-lilmcan, riess, romjianliia
que de o nico meio d fazer d. nm filhos, I
mena capazos d. Ihet couliar ot Irabalho. que aj
ou tem sido dettinada-, lambem nao deveenos p.s*
sar em silencio as lir-. i logaa Tranceza que co-
netariiD a ter dadas pelo Sr. \ tegai director da ot-
ela.
Inician ln-.e oa meninos nesta liugoa, qoe he, por
as-nn dier. oo aera am pouco lenpo, urna lingn
un,venal, poderle ello., com os elemento! que Ihet
lo eiplicadea, aogmeetar oa eonhccimeniot que ja
letprlvadoi de qualquer aetiliinenln, mu hom.ni po-i-m, per vil di leiiura de l.out livrus fiattceze-
/es de ser e.en da. u.i i illostricSe, mais rnl.t que em ........opinilo taj os roelhores
uieis, que poderle talvez entinar a rooiioi oolros, I Com Me. a Fraaca, n.rcu de etviiit.eao d'an.
| qoe 'luraiile eate mesmo lempo parectam lalvez nao e de aeieeicia., al hoje i- lem mnilid i '. altaba oa
querer compreheuder a reoectiva alilidlde. lopinilo publica, dando iia.ciuieiu ,...
M aventaremos, I idea de qu se au encoutra- ees arlislas. mas anda aui maioeet ii-tiiiUres ala
riam enlre cssas lenraa inlelligeuci.is itlu-lraamoa, be apoca e aus tahaui man dialinclos
amante p,ra ido elevar demasiado alto a. n ,..,,. I! onde se po lem achar melhore. obra. 1n qoe em
luppotii <"ea. llevemos tappor com ludo que se en-
coeelrar.lo a.guiiin- ; poia he mullas vezet na elasse
pobre que se acham a inlelligencia eascapaci-
11 le,
Vemos umitas, vezes sabir da mais baixa extraerlo
homens que depois necopa-n na sociedade noires
ponco conimoiit. E porque razan Porque muilaa
ve/e* na clitn pobrete eucontram mancbttqai
teiilem melle .r do qoe -quelle- oriundos ale lamillas
friiirez, qoern he qoe lem taludo reproducir pelat
ca'iret mait tedoclon. as sciensiat e as artei t.w-
deuli-menle to os Francs.
Foi por isso que se conij rehendeu peef.ilameei.
que era ulil acretceolar u eurs i da liugua fraurer a
aot oulros.
segundo a organisatao do ealabelec'menlo, o me-
nino, no primeiro da da saa admis-a-a, comea a a ga-
libar um pequeo salario, o qual vai ancmeal.-ida
ricas, a neCSMidlde le aprender e dudar paia me- ., g,i lo a hab.iilal. e o Irrhalho. que exerula F-i.
Ihorer nio I sorle da ieu, pan, miil......la por -alario he depositada .ni um. cien, e delle te .,
que elles tem nece-sialaale de ins'ruct.inpsr.i .,, un,- lira orna pequea qoaolia para pag.r ao irefesaor
ro meeu de tdhirdoi ambararos <-m que leuchim col le masa I. O re,lo he guar.,!, pin Ihe |,ei aa-
l(""',0' .,, | trege no minenlo da s.a S.1I11I1 do etUlaele-imeo
\ o ar-enal imperial de marinha o cnconirara poi. \ lo, depoil de S ou (, anno. de iieocoio. Enirel.nlo
; orna cornpiuhti de menino., que receb.m, cuino no. I te um, mai ,,u pirarjli pobre le am de-,, m.e.,c.
eslabelecimeulO! publico, .la luropi. luda a.u-lroc- pioiac ni ligenen. pode lilac em -eu beai-fiuoa
cao neeeisaria para delle. fazer liomens oan, dirig, qoanlia ecoi.omi.ila
da por i:m olcial da marinha que be tambero pro-
Oulroi profei-orea nittem no dito cslibelei-imen-
lo, encarregados de dar corsos di liugoa nacional,
la letan e iicripta, de anlhmetlca, dialgepri. de
''omelria e de geometra redi!.1 .
I in eonteque ntnlo qu. o governo nea-
lanlagem m.ile.nl, ai re-c qoe o menino
recebe urna diana la- HJOri. para., -u .u.ienlo. Tem
ca.1 accia la, comida abundante, boa cama, e l cna-
: -1 |ear os -erver.
A lem moral, 1 "Icrqual-
|u-r .,: 1-1.1 doa mu- 11- 1, >,^a rn
" I, qu. I'ie pode dar or-
- ndo |ai ultimameule tiveram lo- lappar qtn a Companlua ....al
1--ei-mezes, 4e marraba aja Pernami.ur,, rara 1 -.mente l.oi
incluir que fieimoi talli! re- coverno que a tuatenla. mi- mem du
""['.' i1" o.hender.
- 1 inhei imenloi e .:., rapu:- ac-
dada d -. ',," aqu.lle. que ; nnnn n.1.1 -..,, | ,;,, tu>.
1, vem jautar-ie a isecioici, inini como "' em ''ftibidji bem cganitidit,
..malMi-el-t.,
MUTII ARO
MFI HOR FVFMPI ARTFrhM ;


m um W \\K] Tul fi

I e i 10 rs. a
i ben-
jhar coro
u des'e mun-
a longe de 110 OS
rMMf a subir a- moii-
onlrar oin abrigo duran-
,i-\ lo para o repouso ; tus ter
neiu da prudencia, qoe conhrea os
.ineiiloi e os esalta aoa olhos dns ou-
. jui parcial, severo por oreadlo, iuiltil-
por cjrnlio, que siuina para mu a perf-- i e
ama pur ama ato dos noaso deftiti* ; lie ler
uro amigo a qsern sa cusa eonfiaa ludo, porqu lu-
do se llia de'ua adevlnhar ; ser amado. emHm, he
viver anlre roitTianc,*, carinos, delisias ; he le eu-
eonlrado felicidade!...
Mentira !... He le-la perdi.ln pin sempre Sr
anudo.... he ser maldito : volado ador sem appel-
lo Desde que somos amado desgrana e a moile
l-uo-nos e olarisam-nus a escollier enlre ambas;
estas cimas dmndadea velam inceHiDlemtnte i Bel-
ei porli ; (neniara os Bateas pensameulo. retm
na memoria tafea os uoines caros qua d > labios
sahitam como acariados.... a he forroso esrollur,
nikii arada uo'so, eolre uro amor fatal, desasprra-
do, que nos Hallar a vida, a um amor sublime e
nImiiiainenle partilliado, que Irara conasigo a
ni'ine.
I in amor nobre e puro Inspira mai inven que
lodas as honras, todas a riqueas e lodo o poder da
larra... Ser ainado he de ludos os bens o que me-
nos no ptrdoarao. O trdadiro amor allialie as
tempestades da vida como os altos rochedos etlra-
hem as dos cos. Uoua seres que se imam sao dou
Parlas, maidous Tanas invejados.
aV loeiedade inlcira se lisa aonlia riles. A< mu
Iberas, os horcona ep'inlain-noe so dedo, e excla-
mam coro raiva :Ainam-se '.islo he : oepre-
Irn-no : par elles somos uada '. Amain-se quer
duer passaro diente de nos sem nos ver ; esta ri-
quezas que com lanas fadigas adquirimos, despie-
.jA?.EIH^DE 1838.
-S 6 HORAS DA TARDE.
RETMSrECT) 8EI.ULU..
emaoa ptwonic em >lena i'"- A icloalida-
e, n<.o obitaute a paral)ala qu^ tem reinado docouh
inercio dorante m&i< de ire emanas, coni totloai
irdiisac^oea luraiu un pouc. mais animadas. Amia
cout.nuU a rtmes-i >le m- "a inelalica para I Eu-
ropa em grande e*cal<<. n.Hs islo mo pode caoi ir o
menor susto, poi* que, lo,ja que as circuiuslRiiria*)
melhorem inlritanienie as pravas europeas, o ouro
corara, a mocidade, era dalle se Umbralo, po- '> em chela da furcasin.asoras, bnlre-Kius dar*
terau o seo orgulho mals alio do que o nosso or-
Rolho possuem thasooro maia precintos do que os
dossos thesonro... lera o seu amor 1 De nos nada
mais ciinhecpin senao os deleito!, a dclles riem. Em
verdad esta fidelidad he nma alTronla ; e*las dnas
.lincas que vivera de ti, isoladas no meio da mulli-
dlo si j revoltosos que se devem castigar, a a socie-
dada inteira d,i' a rriios para livrar a senliica a
asta felicidade inslenle.
Eolio ama eonjuracAo tacita >e oigauisa no mon-
do centra elle. Kumore abalados aiinuncia.ii que a
Ierra vi Iremer sob seos ps. O amantes dio as
rnAus, lilam-e cheio de coulianj, e orna dizem
ambos :Nao la abandonare!.
Mas bem depreaa inimigos a inimigas surjein de
lodas a parle, aqoelle com ini>ullo falla insidiosas, lira hornera amado perere sempre
encantador I Que tnulher he to generla para dese-
deuhar a conquista do hornero que (abe que he urna-
do com paivo /
E qua hornero, que prente; mesmo he generoso
tambera a poolo de, dianle tt'uini mulher, nii diier
roai denoeile a qoem ella ama, mesmo quan lo le-
RitiraameDle '? A lula trava-se, a a felicidade he
destruida. E se por acaso resitle a lana sanlia, se
hade lalaorla delicado, eieloiWo amor, que naila o
pode alterar, enlilo he o proprio destino que nos
penejua : os mais desasir chovem obra nos : o
exilio, a ruma, o dever fatal separam-nos violenta-
mente..*.. Einlim, te o amor cheio de animo affron-
ta laea golpe, se resiste ao eiilio. ruin, ae dei-
pedaga alo a eadeias do dever, se a cbamma do
coraigo he de lal sorle ardente que nada a pode ei- j
linguir, ha a motte, a morle ciumenla que se en-
carrega de tudo aniquilar.
0 amcr DAo pode viver irnao do soflrimaulo ;
cesia com a felicidad, pois que o amor feliz, he a
peifeicAo dos mais bellos nnhos, o tudo que he per-
feilo oa aprrfeicoado loca no sea termo. Oh o
proprio amor lem o iosliuclu da sua duracao ; sabe
que deve ostentar-sede tormento, e roostrar-se en-
genhoso em crer iiicessantemnle novo alimento ;
sabe qua a loriaras lio a gaianlin da sua durarao,
e inventa milhares de males afim de viver taaia
lempo ; sabe qoe ao olhus do l)e>lino ai suas ale-
gra sublimes silo privilegios injuslosi e apreei
a tpia-lo com supplicius quo a si mesmo impde
para que Ih'us psrdoem ; supporta lormenlo afliil-
ciae, Oicolhidus para conjurar deigraca rears que
rcela ; toina-ie /p|oo em motivo com medo de o
ser com ju-n; i : inquieta-se a faee de parigo ima-
, arios para a-liar o momenlo lenivil d verda-
deiro pens ; compraz-ae com faier derram.ir la-
grima inuleis, que pode oslar com urna pala-
vra, para secar a fonle do amargo prauto da au-
nicia o du abandoito. Mulls ve/.-s. Infeliimeu-
te, chega a Irahir o seu amor para o salvar prota-
nando-o :
A verdade, poia, ha esta : he o contrario do que
a invena.
Ser amado !... he viver de tormentos, he errar
em um deterlo mdi lmales lendo um cpgo por gni ;
ho Iremer a cada pawo e tremer pelo que se ama ;
ha ler um juiz mimigo a fraco cujos coolhos no
astiaviam, quo n-in conhece nam oa eu delailo
nem o nos-us, c que uos lanja em roslo todo c
bous doles que possuimos. porque nao elles que o
atornieulara ; he ler um iiiiinigo prfido que po-
sde o trgredo da nosa fraqueza.qae lacha de crimes
lodas a ooiaaa mal nobre acc,es, e que se arma
oa sua raiva facticia, com o segredos, com ascuufi-
deuciai felia ; he ler pur allmdo um traidor, um
adversario implacavel qus sem ramaaso lala eunlra
nos, espiando todo o nusios seutimenlos ; he abri-
gar oo proprio domicilio a mais lenivel das tapio*
uageo : i do eicravo revollado.
Ser amado... he viver de abocgarn's e drscon-
fianca. Para uiu hornero, he renunciar fortuna, a
todas ns aflei(oc de familia, a lodo oa prazere do-
mestico, a luda a carrairas, a todas a glorias, al-
guma*vezes mesmo ha deitar-se deshonrar. Para
urna molhcr ser amada, he mentir a (odas ai ho-
ra, perder o locegj, a alegra, a uzJo, o palor, o
talcitlo !
Oh oo primeiros dias um davida o orgulho lie
lisonseado, o coraran commovido, e a mulher aoja-
da parece mais bella ; lem mais eonfiaura oo seu
poder ; ma brm depressa a conliani^a dissipa-se,
porque u mimigo uAo pensa sen.lo era deslrui-la.
Pouco a puuco apodera-te de todas as idea, absorve
lodo o stfnlimriitos, vario, aniquila todas as re-
eorda^es, estabelece-se como seuhor nessa alma, e
quanlo mais seguru I'raa huiiilidade orgulliosa Irava-sa entre tile e a
mulher amada, ou man que amada. A guerra de-
clara-so iavoluntariamnil ; o amor... ha a supre
roa ioj jili^a... urna preferencia lie sempre iujui-
lii;a... mu como he necessario pa^ar earo e ferencia quautas recriminafiier, que azedumes,
quanla malevolencia intxgotavel, que cium-a nn-
nuciosos e provocadoies !... Cousa eslranha como
e da' islo'* Todo neisa mulher Ihe adrada, o tuda-
via ludo que ella faz, tudo qoe diz Ihe desagra la '.
Temde queso queixar della ?Nao.Para que,
pois, a atormenta sem cessar Porque a ama !
Poique eisa mulher, Mi conceiluosi na sua con-
versajaii, lio divertida uo sea trato esta' agora seo-
1 re Imte e inquieta '.'
Porque he amada.
Porque essa oolra, que era l."o csvella, 15o ele-
gante, que imponha a moda, que se vai brilhar em
tudas a estas, escomMda agora debaho dei<|ir<-
irs veo, sob esse tecidos pesadoi, he gellida, abor-
recida para lodos .'
Porque he amada.
Porque eisa mullui, coja vuz he lio bella e que
15o bem canlava, nao caola mai-
Porque he amada... e no enianlo Toi pela voz
que a marani.
Porque essa molher, qoe eserevia paginas IAu
cliciaj de fogo, cuia imaginar^ao era ISo ferlil. nSo
escreve neto um o drama, um 10 romance mais '.'
Porque he amada, c porque o amor, que he
craso dos seos poticos pensamentos n;io consenle
rhinieras como rivaes porqoe lem a preten^.i,i de iea
lisar todos-os soas aonhos, porque lia iuvejuso de lo-
da aaua> creartes.
i.onsenlT em ser amada, he abdicar, he perder o
livre arbitrio, aoiquilar a propria iodividuali-
dade.
II am-ir embellece a vid ; qaando amamos, o
reo dfigora-e-nos mais bello, a agua mais lmpi-
da, o aol tiin mais fulgor, as aves um mais suave
cantar.u
Onde he que o po-ta, furam buscar islo 1 (Juan-
do se ama, ao contrario, nu se \p aeoio o objeclo
mido ; ie ni esla' prcenle, nadase niii -_
nove, esperase e lamenla-se a sua ausencia ; ae es-
li' preieiile, n,ii se M'-oiuin a elle, n.lo se peina
I '! nelle, e poorn irap-iii eni.lu que n eo esle-
a puro, que a agua seja clara, e as aves Irioonj bem
aa nial.
NSo he, ao contri-rio. o amor que vem tgnir lo-
i1 i uniros prazerea .' Acreditam porviolura que
diiissercsqueseaiiMni.nl da era que rilan dp
mal um com o oulro... e quanlo Biaia m aun man
'nieiile se rnrouira motiva p*ra e-lar de mal....
eiam mailo sen-ivris aoi eiicanlot de um lilla Igra
davcl e campclre '.' Acredilam que o rTiieliaole em
tainpi inaii dadieadp, e-culo coai o inesin delirio
a aua atia favorita quando um penainenlo daciu-
mei o preorcupa '.' Acreditara quo urna mulher se
divirla cum una cuiive'sarAa coneeiluoca, qu la la
aquelle aqnein ama nelia nao quer tomar parle

i ni o ii.o; r .. -.-i ra.
11 millio coosatvou o
O b.icilli.iii nao obstanle o rnnlinn'.i. carrega-
meotoa -sii e- lem ches lo, te i irn
esa i.; ,.i n.i. ipiii baiaado de 140 m. a libra.
A faniiln .le trigo ia acha em igual circom>lao-
Cia, ma* nem poriasoht muila razio pr lauto da-
crp-rer os pata.
O azule de mamona aiuda nao b.rxoa de 7n r*.
a garrafa,
(l acile de oliveira tar.bem conservou o mesmo
preso.
A mjuleiga iugleza continua a ser vendida a n.
I2t0 a libra.
i\ir refinaiH vendei:-e do nie'hor a -Jim rs.,
lo pd_ do rali, inferior i 1811 r. e do erytilliai.....40 ,-. a
Os qoeijos veuiler.nn-se a 3$O0 e 3i300 rs. cada
Din.
ii arroz pila lo veodeu-s: a I9(, I ill e i (id rr. a
libra.
A carne le poroi veodeu-se a 320 r-. a libra.
A banba em rama venJeu- a 70 r-. a libra, c a
derret la a 960 re.
( loucinho vcndeo-
O viiih iiiiuca mais baixar. de (iiii e 720 r-, a
air.u i do ordinario, e do malhor a 960 r-,
Al gallinha ja nem se deve fallar nella, porque
'o obegam pin qum lem moilo dinheiro, lodavb
adidas a L960O e 2$ t-,
A verdura quan lo nteamo se rendetie por baixo
prera. della pouco caso se faz, porque iieulmiua gra-
ra lem em patulla de carne magra.
O eaiv.l 1 lie um i miseria dar-se 480 e 320 r. por
nina iniicliilinha, foi o preca) por quanlo se veirdao.
O ovo vi;nJeraiii-so a : por llo is., e lio ri.
cada um.
Todoa o mais genero ronaerviraai a sua caret-
lii, ma quie Lieos qae S. Exe. o Si. presidente da
pr.ninri,.......i .as.? orna rommia-ia para examinar
a- causas ue a laso di hiuar, aliui de se turnaren! as
providencial.
HotpHaX de caridait. Exisliam no dia 22
de cirfM.le 2 huinens e 25 miilheie
pela candada, S homens e II mulheres quo pagara
a rasa, e 11 praga do corpo de polici.
Total ..*> doentes.
Morlali4aie.Retaclln das pensoii qoe forana
sepultada-ao cemiterio iniblico, no da 3 do cor
ronte mez :
Joa tabriol da > Iva l.oorciro, branco, solleiru,
"ib auuoi ; Cungesl3o cerebral.
Uaooal Antonia, branco, Porlngoez, solleiro, 19
snnus; febre ainarrlla.
Demetrio, branco. ii anuos ; febre intermitiente.
Goilhormino, pardo, \ mezes ; teano.
Marcelina l.uurcnra da ConceisDo, prela, 45 an-
uos : eongealio cerebral.
Candida, parda, i auno* ; cintro encpplialo.
Coustaoeio, prelo, 1 aonu ; bronchilis.
Tota!7. ^ _
Mala'loum publi consumo do da 2:i_ir6'corrente, a saber :
Companhia da carnes verdes........17 b is.
Ricardo Romualdo da Silva........."i a
l.uiz de (Jueiroz.............. l a
ra elle oolra \ei.
As nolicias liazidas pelos dous vapores cbe.'ai'.os
dos porlos do sal do imperio, eao destituid"* de iu- I
leresse. quanlo a roosas d, interior; lodavia suu- I
bemos qne qoatro boas casas cuinmerriars da prac;.i !
do Rio de Janeiro h.iviam snapeodido seos pad-!
meulos. I ma dallas depon de aKuus dias recoiiip-
cou as uas operai,cie<, duai ouiia esigiram prazos
de i a (i inv/.es, e a quarta se achira absolulamenle
mpussibilitada para coalioiur i existir.
A queslau paragnaya ailida -e chava uo mesmo
terreno, ti Sr. Paranhos linha partido para Al-
uiupr3o uo da lili do pausado. As opiuibaa acere.i
I da sulur.lo des-e negocio itio lio ananiraes. L'm
pensasa que nio se pode piescindir da guena e ou-
tro que todas as dillicul lades se raaalverSo pr
meio da dipumacia. Pela nosia parte laiiibem nar-
lilhamoi esta segunda opimlo, e alein de oulros mo-
tivos que leinos para pensar desla maueira, icerescc
que i lioguagem da impr:nsa paragoava, que al
muilo oouco lempo se liavia loniadu InaupportaTel e
um lano brutal, boje e vai modificando ilc llgulM
lorie ; e ja se qoeixa de que o embaiadur bi sal ai-
ro nio traa de desvanecer os boatos que se upa-
iliam no noi te icerca da e niueucia do uin.i gaerri
enlre o llra-il e o Paraguav, e cernina as oulras re-
pblicas do Prata por lerem adherido a' nona cau-
sa, que em abono da verdade lie a da juslir i e do
prograiao. .\--im, se a guerra for indiipeuaavel, o
ilrasil lia da sotlrer sacrificios, Bill o quo be incoi,-
lesluvel lia que as medid. para este liin adoptadas
pelo nosso govemo sao de u n alcance elevado, e um
da a historia fara' insigna joctica a' el-v.ir.io dos
desinnius dipluinalicos dus eitadislas braillail os naall
quesillo.
lodavia no caso de guerra, Urquitl sera' o gene-
21 ,ii,i licio. ainil; li.ilirl i ; sem de-1 Paiacho araericauo ikelch Coinmeree, inda i en molnos,
claracfio do motiro Manuel Joaqum, bran-l Philadelphia, comigoado atlleatj horater e t., ma- V.....as de boi .
cu, rasa lo, PortugUM, idad 2 anuos, ni a "";-'"" o sesnrale Sabio........
ruii) anal habeto s 'M"|r'" f-ninha fe tugo, 2>2 bsrriqaiohaa salsa parrilba .
bolachinha, 15 eaiiaa panno to aiaod.io azol, 500 Sebo em rama .
n -ii is da papel de emhrulbo, jj caixaa ca eir
dita cha, ton barrilmhos banha de porro, l barra
Pela subdeleRacia de S. Jos, pordi-sor-
loni Hanoel Antinio, branco, soll'ini. lies-
panliol. idade de 36 anuos, seai Ollicio, sabe vinagra, I" ditos oleo de lionaca, 100 saceos (arelo :
ler e escrever.
Conforme.O seeretnrio,
Rufino Augusto de Almifdl.
DESPACHARAM-8E l'KI.v POLICA.
Dia 23 de Janeiro.
M.im-i'l Feriitiies Forreira, snblito por-
tugus, lecitimou-se pira oblr passaporte
rara Portugal,
Conforme.0 secretario,
Rufino \uvnsto de Almeida.
aoi iiiejiijos.
CONSULADO i.l.RAI..
Remlimaulo do dia I a ti. .
dem do di 23.......
Sola ou raqueta
I i .i ....
I nli."- de boi .
\ ioagre .
78:48
:4t5s816
79:905*146
publkacj^v aVC^Do.
doze mil homens, e o lira-I em[irc-l ra' dous mi-
llioes de pesos forte a Rueros-Avres, Ihe proporcio-
nara' oulras vautageos e he obrigado a goarnecer,*-
suas frouleias. y
O paquete do noria deilin) em paz as provincias
daquelle lado. O partidos polticos que enlre DOS
i se lornan acvos quando se trata de eleii^es, ja
a c'-lavam preparando para a lula que se/vai abrir
no Alarauhao por occasulo da elei(.1o para |ircencher
a vaga que na cmara vitalicia cauaai
senador Viveiroi. lie provivel que asacfil presi-
dente doquella provincia, qie alchje lem sido aca-
lado pur lodos os patlidos,^*Ur^pi-ca assuas boas
qaalidade, se nao se qi/ei decidir em favor d um
delles. tierl**aole as elei;ei nos governoi repre-
leulalivoi, aspecialmenle ei.lre nos, sao ama perfeit
calamidade, e mai doloroso anda se torna essa i-
loarao, quando v-se que a resuilado exlrahid dai
ornas he de pouco ou nenli im proveito para o paiz ;
de serte que se pode dizer que, em aeral, todo o
bera que a sociedade lera n-colliilo ale hoj", quisi
queso lem viudo dos seos ministros de estado e dos
prpsidenles das provincias.
ln e F.xm. Sr mnselheiro Jos liento da
Cunta eFiguelredo.Acaba de cheear-me
as mSos um paoel impreciso intitulado "le-
latorio iln estado sanitario da provincia de
PemamDUCO no annode 1836,. presentado
pola comaiissSo de bygieoe publica, do
qua -i pretende contar a bisloria da epide-
mia ir cholera,! une leve lupar durante a
adfliinistraijSo de V. Exc. E comonesse pa-
irateda minha pessoa em relaco a
'te V. Exc e da correspondencia liavida en-
tre nos acerca da creaco de um hospital
hoini-iipatliicoo nuquella tremenda crisa pa-
ra tratamenlo dos enfermos pobres, e aiuda
pareceudo evidente que o couli lo em tal
relalorio nSo seji outri cousa meis do que
os appenaos promettidoa por V. Exc. ao seu
relalorio na abertura da assemblea pro-
iraiaons' vinciai em 1856, c que nunca la ebegaram,
embora por alpumas vetes houvessein si-
do requisitados pela niesma assemblea, nao
teiilm reme lio senSo dirigir-me a V. fcxc
peind.i-llie reverentemente que se digno
de declirar-me se toma sobre si a res-
i o.isaljiudade de todo quanlo se acha cs-
lolal.
53 bois.
Mi amanhua.
As noticias do interior delta provincia aununci.lm
a ronlinuarao do socego.
A proposito : espallioo-se uHmamnle 8qui o
boa; de que algons arinazeoarios de BMoear lem es-
cupi a acunselliado algn lenhores deengenho,
para que relardera os seus assucare no engenhos,
aflm de esperar que passo a crise commsrcial na
Europa, e que appareca n melliura no rcspeclivo
preco. Nio sabemos alo que ponto chega o grao de
veracidade de semelhant boato. Como quer que
eja, e>(e conselho he asn imprudente e perigoso
por mullas raziei. A estriao pode mudar para a
do invern, e Millo os assucares correrSo grandes
rucos e perderio em qualulade. (Juanlo mais lem-
po ficsr demorado, quanlc mais lempo ser.' dado
para irein chegando as safras da oulras parles do
mundo e ae fazerem deposios na Europa ; e o cerlo
he que o senlior de engentn era nada po le inellio-
rar a sua eiiua^ao, ira' smente accuinulando o ruco
que incorre a qualidade da fazenda em d-lerioracso.
com a perda dos juros que poda ir ganhandu com a
venia iinmediala dos assucires.
O qne he cerlo, e he borc que o seuhor da eng'-
nho ...ba ja, he quo a baa no prero, do aisacar "ovllale, senlo O que n se lindou. mao pa-
ua<> hr devida a' criie enumercial pela qual esta' ia CWDeuDl, COmo ja IDO noticiamos.
pauand.i lipje a maior parli do mundo, lie ver'a- 0 digno lubdelegadO interino major Clatl-
d le t|ue c-ta rris.i (uletir acceierado lamelhante dllO l.esar Freir, itO pode policiar O lugar
COMARCA DEGOIANNA.
Itimbctj cJanoiro.
He nos bastante doloroso nao podermos
ser mais IVequentes em nossas missivas ; a
falta de um estifeta regular, estamos redu-
lidosa cmela, quem an la a favores anda
sempre mal feito de corpo, a vista disto es-
peramos absolvicSo do nosso amigo, pro-
mettendo-nos melborar quanlo nos lor pos-
sivcl.
A-':ora ia que as pazes cst3o l'eitas, receba
as l'oas feslase melbcres cntralbs do atino,
pois corilialmente Ihe desejimos, acooipa-
nhado de cavacos do banco, que silo os me-
lhores que tenho visto, pais serven! para
tudo.
Como nilo estaro os arrabal les dessi nos-
sa bella Mauricea cheios de viila Ahi se
esqueeem as fadigas de todo o auno, a mar-
gem do ameno Capiparibc, fialernisam-S' as
lamillas ; que reuniOes, que saraos '.... Vire
foltai sr. escrivao.ja nos est chegando agua
a bocea e assim amor quo se n5o pode baver,
nSo se vai mais la.
0 anno novo por aqui vai indo sem maior
DIVERSAS PROVIH0IAS.
lien lmenlo do da I a 22. .
dem do dia 23.......
. ora
. .
ti
meio
....
. pipa
-""! i Janeiro to 1858 Jlar-
que du Amoria, srrretario da dire tona.
i".!," "" '"' '"'ll'1'' 00 "'O- sr- inupertor da
tbesoui i f1 publica), que a
mesma Ihcsouraria eaU lutorisada, po
! dem do tribunal lo lliesouro nacional, par
loroo emprear em compra de apohce> da dm i
Hiblica a quauda de 2.'. c ,:,t aje
patrimonio do Seminario Episcopal quena
POH BO : las apolires eulen
ila-SL'com mesmo lllrn Sr. inspector.
Secretaria da Ihesonraria de fainada '*
3:7ia367
K23J 159
I:57076
EXPORTACAO'.
I'arahiba do Norte, Male nacional nCaranes. de
28 lonelsda, coodazio o leguinle .9 mollios eslei-
rs de carnauba, 300 caixaa sabo. 1 caixao latiohaa
de clii, 9 barrica estucar refinado, 1 arrobas velas
de carnauba, :l aaccos cale, i calva e 1 barrica velas
de carnauba.
Aracal) e Vaso', hiale nacional alluvidasn. con-
dozio o egoinie .- :iH voiumea gneros estrangei-
ros, ;18 ditos ditoi nacionaes.
RECEBDOKIA UE RE.NXS INTERNAS UB-
RAES DE PEHNAMBl'CO.
Rendimeuto do dia I i 2a). 15:4139372
dem do da 23....... 2:7419261
. 01
> ni,i mirado no dia 2J.
Rirlimond--;ii uias, brisue americano uBran-U- ,
inei,, de 207 tunela la-, eaptlao D, Dotnack, prnauibu1'o I.) de aneiro de 1858. -
equipagem 9, carga 1,530 barrio oom fariuha de Cla' Diaior.
Irigo : a Rostroo Huoker o. <- l'enence a Phila-
delphia.
Navio sabido no mesmo dia.
Genovallarca arda Paolo, capilao francisco
V illa, carga ucar o coaros.
Rio de JaneiroI'aiarho nacional aValentr, capi-
13o Jos Marques Vianna, c.irgi assucar a mais
genero
-Uilll nacional nCorreio do.Nnrle, meslre
Jnao A. da Sllveira, ear^a virios genero. Paisa-
Kmilio Xavier Sobreiri de Mello
; a Babia.
O veleiro bea conhendo palhjbolr
carga varioi ginara. Pwsa- *migos, preteade seguir com muita I'
geiros. I.uz F. de Vasconcillos, Amaro l-'rnao de 'aile, lem aborde d
i. iU"0)"".i l regainen'o '. i .,,i: trata-s rom
llalua lliale brasileiro liau- xtoigoea, moatri Contignetano Antonio Luis tan Ovaira v r
Aol mo l'edro dos Siulos, car^a (amiba da man- vcdO,"rua da Cru n i
di ici e mais genero*.
S. Thoroii patacho ingle*
Daniel Campbell, em lastro,
S. Agoeaa, capilao
2-741326? ''" :"'"ll"" brasileiro meslre J-e us, por ter a maior parte do
----------;."_ d-M." ^^^^^^'&C^'^^t.y'- \raui-c com os corsign.l.o
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenlo do dia I .'.l.
Idam do dia 21. .
52:9529339
.-508/7j3
54:4619092
l'KAi.A Un RECII E.23 DE 1 xfEIRO DE
1858, A I HORAS DA I \RUE.
Recut i ii anal.
Cjmbioi Seeou por 1$ sobre Londres, 420 a 430
sobre Pars, 110 a 1*20 lubre Mi-
boa, e ao par sobre o Rio da Ja-
Janeiro,
crilo nesse papel da commisso de lly- Algodao-----------\ leraraao mercado 54 saccas, ven-
l'ened iMi ile lirasiieim ill-iierilieii, meslre Izido-
ro 11. de Mello,carga vanos genero.
M M'I'A demontlraliio d'agua que fac 0 banco da
burra ie*le porto na semana ltimamente
finia.
giene na parle que me be relativa. Cou-
li o mtito no cavalleinsmo de V. Exc.; e
por isso nflo devo uuvi lar que serai satis-
f'eito ; pelo que antecipo os meus agradeci-
mentos.
I iu o necessidade, Sr. consclliciro, da
resposta de V. Esc. para me saber dirigir
na _analjse que devo lazer ao raerjcrtiTiWo
rclainriods commissao, que tanto inleressa
a nimba dignidade, como a de V. Iac
Tenho a honra de ser de V. Exc. atiento
reverente c iaJo
lir. Sabino Olegario Ludgero PiDho.
20 de Janeiro de 1858
lllni. Sr. l)r. Sabine Olegario Ludgero l'inho.
Recifel de Janeiro de I85S.Nao lue a forluua
de recabar a caria que V. s. se dlgnou duigir-ine
rm data de 20 do crranle, e que vem impreaia no
Diario de hoja: todava, acudindo ao appello que
V. S. fai a meu cavalleirismo, apresso-rne em res-
ponder : I." qoe o appeuso n, 5 que a respeilo do
chol-ra offeraci a' aem.loa provincial, nia te acha
anda impresso, e isso por rirciimslancia- indepan-
di-ntei de minha vonlade : 2." que eu, fall, ado a'
assemblea provincial em 1856, alo poda ieporlar-
me ao relalorio da junta de bygoe, a qae V. S.
allode ; porque esse documeulo du aprwoniado na
a roiin, mas ao mea digno uccessor em 1857
qae os un hourados aulhores, que o (eriam redigido
segundo a ua consciencia.e em a menor luggessao
de minha parle, ia< mu sullicienle para loiuarem
-obren a respuiisabilidade, que creiu pamente n.lo
quererao subrogar.
Agradecendo a cnrtezia cora que V. S. rae lr;(a
tenho a honra de assignar-me.
De V. S. Humilde e muiln obrigado servo
Jo.'r liento da Cunha e HQ PR.VCA DO RECIFE2:ll)E JANEIRO AS
:l HORAS OA TARDE.
Cotares olliciaes.
Descont de letras15 0|0 ao anno.
Cambio -obre o Rio de Janeiro15 d|v. ao par.
i'. Borges, presdeme interino.
L.Dobonrcq Jnior, secretar o interino.
Nominacio
dosdlas.
Domingo .
2. feira.
3. feira.
i. feira. .
5.a feira.
feira. .
I
Sabbadn
l'rearoar.
Raiva mar.
'I I. 3 pos iuglezes i>
i o |
5 e
10 pea luslezei
ID
II
II
12
IJ
IH|2
-f^~ -llaranho.
Otxervicto.
NosdilTerc'nte ancoraj^uro do pnrlo oicillon o
baua-mar da il e 20 a 14 a 22 pea inglczes O
preamar da e 29 a 25 e 31. Era 1 de Janeiro de
4858. Joic Kauslino Pene.
_____ 9,
Serretari_ do govemo de l'arnambucn _>! da ja-
deudo-ia a 79500 o lino, 7#:f00 o
re.ular e 7;|oiJ o de segunda
snrle.
Assucar-----------Vieram ao mercado 31,000 saceos, ]
a as venda regularam : branco |
de 396) ii a I92OO, somenos de :fc '
a 39IOO : macavado purgado de '
25600 a 2/fsOO, America de
a 25400. Canal de 29200 a 29240
por arroba.
Couros au lira echado compradores,
nem ha prero.
Bacalhao---------R-lallio i-se de 138 a 14:, a fica-
raoi em ser 12 000 barrics.
Carne sacci- Os preros variaram ramio p*la
Ijrande do Sul veudeu-se de 39 ;' EDITXI
7~- C,Uv''? Bu V" Ayr"ae^I580" Acnaedo-e vago um lugar da araanuenie da ie-
1 .^n, ficande era s_r 11,0011 ir- cretaria do govemo. e eslaudo deignado o dia 9 de
robas da primeua a 1..000 da se- fevereiro prximo vindooro para o roncorso respec-
r ~''" ,a- tivo, na conformidade do 5 1- do arl. I'do regula-
farinhade (rigo- O mercido rerebeu :t carregamen- ment de 26 de Janeiro d- Is", I S Exc o Sr pre-
I^^adKleto.a^'a^,Rd: i!." "1 pr"t,nc"l ,uni "< lazer publico! ga e pssageiros, tr.ta-se na ra do V.p.no
I.hOO de rliclimoinl e 1.HH) de para conhecimenlo de quem |.osa inlereiiar, de-, O. 5. *
Ilnladelpnia, com as quses o de-, vendo 01 preleiidenles ao referida lugar pre-eniai
pomo tubio a -2..I00 barricas. ; a, suas peiircs nc.la secrelam do govarao dentro I K.\r;\ (l Hif (I lailP.rn
Relalhoj-se de SU a 249 a d. do prazo qoe a contar de.la dala terminara no da CVllll .laill.irO.
Richmo-ad.2.?a2.5ade lriesle, H de fevere.ro. Jo Benlo da Cuiiha Eigueiredo I ^ai seguir com brviia le o bea conlMan
",.!'. I1?""'??4*1,'-" Jnior, niiial-inaior servindo de secretarlo. do brinue nacional lumAn. amia recebe
a de Philadelphia e 229 a de Ge- ; Secretaria do governo de Pernambuco 19
Mauteiga-----------v"nd,use 1 ingleza de 900 a 960 [ eeb't de 183 V j
S. Esc. o Sr. presidente da provincia man-
da fazer publico, que existera uesla secreta-
ria, j informados, os requerimeotos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes leem
deix.nlo de ser remeltidos assecre' ias Oe
Para Lisboa 1 ,a ,,,,, ,
dade o novo e veleiro lu;,... poartnfSJOl V
seu carn .
"lo e 1 asi>,_
gaaUrio* ihomaz de
Aquino ronseri ,\ tilhos na ra do Viga rio
n. 1!), primeiro andar. Adven,-.,.
carrega lores q tie o frete be de I tu .
arroba de asquear.
Lisboa.
com hi 1 i Ixirjnc p
o"1 ''"..... I- 1 11 pal te ri.i cargj
prompta, | ortie Mm latea ti*
un os cojisijjnalai ios Nova* A C..
rita do Trapiche n. .".i. m (nrn o ap.lin.
na praca.
segu com lirevilade o patacho Santa
Cruz, recebe carga os ; a tratar
com Caelaiw Cyriaco da t ,M na ra da i a
dea do Recifc o. -2.
ara o Rio de .Janeiro
Vai seguir com brevidade o Lem mohe-
cido brigue nacional Almirante, anda rece
be carga e passageiros: a tratar rom Per
nandes & l-ilhos, ra da Cadea do Renf
I' .RA <>CK\K\ .
Segu na presento semana o bem conhe
cilo hiato Capibanbe. pra o resto da rar
. porque gr
dss foram foilasaos especuladores,
lalvez ven lia.
fellas dua e tre- v,/.;s da- mesmaa p-rcella de as-
sucar, e sendo colada estas vendas,fi/.,:ram appare-
cer o ronsomo amito maior do que actualminte he.
Assim, romo em o anno de 1855, -era consequen-
cia de aigomas safras peqninaj nos E-tados Uaidoa.
o doposilos na Europa diminuirain.e 01 preco igual-
mente aubirain, he natural agora que. augmanUudn
os dep Hilos em ralo das grandes safras, os presos
diminuam, e islo ha orna c>usa qoe sa pude contar
com toda certeza. He ponivel e at nrovavel que
hija oscidajlo nos prejos. mas he mzalo natural, na
ordeui das cousas desle mundo, so.ipor que atinal
loriiein a licir mais baiso do que actualmente aillo,
Ao paiso qoe fallamos so ir este aisnmpto, occor-
rem iembem naluralmeote o alio, preros por queso
rnmrram os escravoi, e o ciascido jirnal que se d.'
ao Ir.ihallndores livres, prer bascados naqurllrs
qoe vigorav.im durante o dous annus passaJo para
o assucar, mas quo com a declni ir.l 1 no prpro de-le
geuero, devem declinar os prefos dos principad g-
neros de importarlo do estn ngeirn, como firioha de
trigo, vinhos, bacalhao, elc.e as fazenda seccas co-
mo msdapol&rs, clulai, etc., que todava aa.iu tim va-
riado ou ohido luoilo em preco.
Arsim, nao vemos razSo para que nSo h: ja algoma
literaf)o nos joruies, e para qoo lodos 01 preros nao
offraru na mesma preporrao.
Viraos alguma carias de Inglaterra por va d
Lisboa, ir.-i/i las polo navio poituguez a.Mari Kelila
que amoncum que osa.-sn -nrese o algodao baisaram
de priuo, o cooros nAo tin um rolarlo aUuma.
Tinturo ha ido mis quebias em liglaterra, llam-
burgo e 110 o jrte da Europa ; mas a criie ia inrllm-
rando indub lavelmenle. lor noticia telegraphica de
2i i!e dezembro, roube-ie jue o Raneo de Inglaterra
linha boltado Os de*contot de 10 par* S pur cenlo. u
em Franca licavatn a (i por cenlo per letras alo o
prazo de 90 dis,
A crise em Ncv-Yoik nao linhs soffrido altera-
j'i 1 ligan)!, d poi das ultimas nolinas que recebe-
roos por via do pnqoele dd Southampton. O guvir-
110 da Suecia submelleu a cousidera^o dos l.-t.i loi
urna propoala qoe tera por lim negociar um empres-
limo de 12 inllliSts de thalers para roadjuvar o coni-
merrio e a industria na prosele crse, e a llincu na-
cional loi euc.irregado desle objeclo ; todava, as nu-
legidaads Suecia Noroaga eramterrlvels.
t) imperador d'Amlria enviouao senado de llambur-
ao del milhoes da marcos bancos, emprestados pelo
Banco nacional da ViennacKin o prazo de om anuo a
(> por reata, e sob a garaalia du Balado, com o liui
de soecurrer a caa Oani.ella praca que sr lebavam
aa uiainles dillkulilades era consequencia da cris.
1. 'ii-1 iva que em virlude desle auiiliidelo mallidaa,
a eonuanca 1,1 reappareceudo, e as (idusacc,(kt re lor-
Ba 1......his lacep.
(luanlo a guerra da Ind a. s.ibe-se qne dons gene-
raes ingieres iinhim partido de Cawnpor a' Irrnle
de 10,000 homen, -contra os levoltosos que clavan)
reaaldoe nao iteinaaotjai la l.uiknow.
Fallecern doranlo a komini 12 peasnas, aindo.
II bimens, 7 mutleme 1 i prvulos livrej ; 6 lio-
meua a I mulher, cscravas.
I,'/.re ,1 urna morte, sem respeilo a priraci-
PAGINA ftVLS^.
a/3 i.'.
taita di ncoiili'rinento e mal Jade uo mesmo
lempo.A praprialaria reuma cacimba d'agai de
beber quj evi.le no cam uho do Monte em Olinda,
cedeu ,10 povo daquelle logar a tirar agua, vislo a
cisterna do mesmo caminlio. que a foroecie, hiver-
>r evlidurido, com I condirau porm de limparem-
11, e psra coja lim con para se prestaren) a essa Harvico, e do qual sem du-
vida Ibes le-uili na nao peqin no bem licio. mas al-
guera cnlandeiid) o contrario) nao coii-cniin que 0
vo se ulilisusse dess '
ra autori iade policial, quanlo mais boje...
0 Sr. capilao delegado da comarca, tem
se es lo rea do a lim ce capturar esses lacciuo-
las do rouho do Guerra de Mocos.
.No dia '21 ded-'zembro, na ladelra dos Ou-
rives,subdelegada do itambe, junio a Pe-
dias de Fogo, Manoel Jos e um ilbo, de-
ramem Manoel Uourado tres facadas, ate o
presento a polica tio tem poliJo iescobrir
esse 1 Manoel Jos, que.segu-ido di/...'tn, ji
tem urna morte. Agora que fallamos em l'e-
ilras de F'ogo, nSo podemos deixar de reco-
nnc'er o grande servido, que ha l'oito o sub-
delega lo 'e [tambe o lente coronel Ma-
riano Ramos de Menionga, h bem poneos
di-s I'-,)/, um; ptima acquisiQfio de um tal
JoS 1 da Lina, facemora de prclissOo, o qnal
C la-se na cadeia do lioianna, durante o
tempo em que o lenle coronel Mariano es-
teve inlerinamente na delegacia.abandonou
os seus inleresses particulares e alazeres
mesmo domesiicos em Pedras de Fogo. on-
de mora, fez sua estada em Goianna, aliin
deque na solTresse o servido publico, tanta
deiicacaoem um homeai iuteirainente in-
depen ente do governo, he digi.o de todo
louvor.
Tendo a guarda nacional de dar recrutas,
o commaii liiue do Itambe nieiteu-se na
moila, pausando o commandoa um capilao,
dessa arte descarregou a odiasidade no ca-
pilao, c(fS|r>BaavuLarrieuto senao tem feito
6tn r gra, segundo o clamor publico ; venha
mais esse recrutameuto, venha mais osan
llagello, veuba mais esse cnfraquecimenta
nos poucos'bragosque temos ; o recrutameu-
to em si he mao i quanlo maia se fazeado
caprichosamente e se a cousa vai assim, te-
mo que nos prendara para soldido.
.\io queremos dizer com isto quo o Sr
capiu cofiiini.n janle capriciosa.lente re-
crutassB, nao, pois he urna pessoa digna de
estima, e por isso julgamos que ames foi
mal informado a res jeito do lecruta Lucas,
pois he illiii de vi uva, c mesmo ja tem essa
viuva tres lilhos no rxrcito.
Os areneros alimenticioseslfo indelinaveis,
fariuha 6VJ a cuia, f.'ijlo a 3(560, carne ver-
de a -Ji, -S, e ale a 32 patacas a arroba Al
nide iremos pari !
I-. porque tem chegado a carne vrie a e-
le nr.'co ; qual o motivo, be boje oque se
procura saber, oo se dogo nSo saber, porem
nos quo cstao os muilo'pcit) de Podras de
Fogo, vernos e sabemos dos manejos.
A sociedade das caro a verdes, boje esta-
la DCSS capital, tem manila I
- para ee&cs serles comprar ga-
1 a torto e a direito,esses agentes com-
praram gados 1 iO mil reis.qoeaa'es daso-
cie la e nunca se compraram por m
2.'?,como aconleceu com os ga los do bario,
ra se o ga lo de refago por as-si n dizer se
40/, quanto se nSo dar pelo ga-
do de primeira orden)'' 80, 90 e mis 1...
V. para que 1 ira dest'arte tizer quebrar os
marchantes, cucnao quizeram a sociedade,
e tica com o ompo franco a socieJade.
Amigamente os criadores m?o'avara Mu-
jer nsi,-aiios as feras, bote vendemos na
Descont de iellras, 1J a IS por cenlo,
ni KOOnca hdsnaulaolas.
Un
rs. a libra, e a franceza da 600 a
630 is. por libra, etistindo hnje
em ser ion barr da primaira e
'.10 dassunda.
Descnulo-----------Kegularam de M a Ii por cenlo
ao anno.
I'retes-------------Para Londres a 25, Canal 20, Ha-
vre lue Marselba 50.
Kulraram duranle i semana : nacionaes, I bricue,
2 vapores, c I patacho ; rnrlenoez. I barra ; ame-
ricano, 1 barca e I patacl o : heapiol*el, 1 bricue;
uif.'f -2 barcal, t brigai e I patacho.
Sa iran dorante a semana : nacionaes. de suerra
I hrigue escuna, e mercantes I barca, II bricue, :!
vapore!, 1 patacho e ."> Matea; porlogofi, I brigue ;
.inu-riieaioi. I barra e 1 hiato ; dtnnmarqoez, I bri-
; 11.nres.'/.r-. 1 a
carga pissageiros a tniar com Fernn
des i Fiihos, ra da Cadea do Recife
Porto.
' S, inpalliia.de pr'-
estado por falta de pagamento do respec- meira marcha, i.usaiii com mmln bn
cue
alera, I barc e 2 hngues : sar-
(Ivn porle no correio.
Jos Rodrigues de hraujo Porto.
Vicente lmbelino Cavalcanti de Albuqucr-
que 2
Joaquim Jos dos Santos Araujo j .
A Jirercao da companhia de vapores a re-
boque.
fiiogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
agosto Pater Cesar.
Vidavdepor terdcui tercos de sua arga
|-rompa : parao ri'stanlc e jia-
aos quaes offeriXX arelados rom modos.
tratarse com os atoasjjajss]
Oliveira na da Casiam do Knil- merip-
torio n. 12.
lo, 1 barca ; e ingltias, I barca, 1 brigue a 2 pa- ?"T,"' otc' V, --
lacho. =i Jos Jernimo Monteiro.
E.islem fondeados no diverso aneoradouros do' MaJ'0Cl da Rocha Litis.
osqoelra 72 navios; sendo, nacionaes, de guerra ,0'o Raptista do Amaral e Mello.
mosicenaa.
l'ecas......
Mueda de 9)000 .
Dita de 20j
KA l'.V.l'aiacea brasileiros.
auna columnaris.
Hilos mexicanos .
I bngu barca, l linifae, 2 hiatcs, i escuna e l lu
le ao servir.ii da nlf.in legr, e nacionaes mercante-,
" luigufa, palachos, I vapor da compendia Vni-
lanle e i hiales ; lindeles 9 I) ireas e (> lnigui- ;
:ll.-iM)il franceies, 1 galera, i barca a 1 brigue : porlugii,- n -,
IS-HHl
JJ300
2)060
-JS080
.iu- 1,0
IS;2U!l
1I5JU0
215000
2SID0
2:100
IfSOb
AI.FANEA.
(endimento do da 1 a 22. .
dem do nie 23......
2u3:708j(il
2v:,ii,-i;i
280:22:.; I '.',
Descarreaam hoj 21 de Janeiro.
Uuca iaglczaChrokeebacalhao.
Sarca injlezaOberonbacalhao.
Ilarc iuglezaCraaaderferro e rarvSo.
Barca inglezaElisa Haudcar\A i.
Urigua inglezAukizoiioreadoriaM
Barca himburguezsE-lher & Sophiamercado-
rias.
Barca americanaKeinderrarinha de trigo.
Barca porluguezaMara Felizligot, trelos, re-
bolas e arco,
MOVIMENTO DA ALFAMJEGA.
Volomes intrads com faienda .... 2:11
* com generes .... 102
Volme-.iliidoi cernTazindas
t b com gneros
"i b.rca. '. brigoes e 2 palachos ; heapanhoe-, I bal
cu, 2 lirigue e 2 pnlaos ; americanas, i barcas, I
brigoe, 2 patachos e 1 hiato ; suecos, 2 briguc- ;
diuamtrquezes, I barca e I brigoe ; sardos, 2 pola-
cas e I escuna ; lanmbiargoezei, 1 birca e 1 brigur;
hollande/., i patacho.
, Observaron.
Chegon a sabio no mesmo dia 18 do correnle via-
da do Rio de Janeiro o valor nacional eCreteiTO do
Sola, e no dia 19, do porlostos do norte, o vapor
oParann da nieima compinhia. .
Em 21 fundeou no Laireirao a seguio para a Eu-
ropa, leudo vindo do Rio le Jaoeiio, o vapor ingles
'i Avon.
Total
... 88
... :i7
Total 162
IMPORTA! lO.
Barca norlogucza ir Maris Felii, t viada de l.i-
hoa, consignada a l.uiz lose de Sa' Araujo, maui-
feiou ii Hgaiate :
80 caicos Je pipas, 80 diles de ancorelas, 20 bar-
ril vinagre, II Unos viuho ; ao coii'ignataiio.
8 barra ateit doce ; a Aulouio Friicisco Marlins
de Miranda.
I dili nnho ; a Manoel Jos Danla.
II ditos dito, 150 rodas de arcos d pao ; a Ma-
noel Jr,, de Sa' Araujo.
3eai:ai calcado; a Manoel Irancisco Moreira
lu.
1 dita imagenr, I condec sapilos de trancinha,
2cevtmd veiguiuha pra roopa ;a l.cme Jnior
i\; l.eal Rail.
I canute imagens de martina ; a Miguel Jos Al-
ves.
10 p pas vanias ; a Franrbeo Severiano Kabello iV
Filboi
"*" molhos ceblas ; a Amnrim Irma i.
800 irasdelagrs de cantarla e W) pedras psra
abra diversas ; a liarroca Castro.
fpi has de cantara, I caiiote damasco, galao de
reros i le. ; ao partre Antonio do Santos Sena.
- semai a Antonio Jos do Ciatro,
bairis azeile. i caixatea ligo, I dito amenas ; a
Alien ,i i, mes Alvo t\ C.
1 larris vanaoa. 2 lardos tanas d- cobre, (i ditos
camal le f-rro, b lavalorioi, 1 relrele, I elisio
molalas e ralralos de familia, I dllu hinco de na-
diiea viuho, i dito livro-, :i ditos imagini f
io'.s pararaantca para miaaa, 1 dilo meinbo para ra-
lo, um banheiio de clima, 1 dito do cimicupia ; a
Ignacio de Oliveira ,\ I-'ilhos.
i ea > ii mercnria, i dita upado* ; a Joau Fernio-
des I', rente \ lanm.
PAUTA
dos prerns mrenles do assucar, algodao, mais
teneros e proturres nacionaes que se depa-
rham na mesa do consulado de Pernambuco
na semana dr 25 a 110 d, Janeiro de 1858.
Assucar branco.......(jj
u mascavado..........
b refinado........
Algodao em pluma de 1." aorta
i) 3.a n
u bu 3.a B
a> era caroro.........
Aguas ardentesalcool, du espirito
d'aguardeote. .
de cachara .......
eono
2*400
5tao
7>,50 )
atoo
Joao Carlos (sliaber ;sentenciado)
Dr. Jope Monis Cordeiro Gitaby.
Capilao Francisco Antonio Cirvalbo.
Dito Fiburcio Hilario da Silva lavares.
l>ilo Jos Francisco da Silva.
enenie Antonio vicior de si Brrelo.
!. lente loa !e Cerqueia Lima.
lente Jos Cyriaco Ferreira.
Dito Antonio J-. Dias Nunes 2 .
Alferos Luiz Vicente Vianna.
Dito Jos Benedicto do Espirito Santo.
Dito Pedro Marlini e Joaquim Jos Lima de
Sousa.
Dito Jos Vieira de Souza t'.uedes e Antonio
Jos de Oliveira Sampaio.
I." cadete Luiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Caliope Monlciro de Mello.
2. dilo Francisco Pereira Peixoto.
Dito Manoel Jos Concalves 2
1. sargento Francisco Eduardo Benjamn.
Dito Manoel Saturnino da Cunha.
Cabo Theodoro Jos da Silva.
Dito Jo3o Francisco dos Prazeres.
Dito Jos llayaiundodeCarvalho.
Dito lzidro Jos.
Di'.o Joao Domingucs da Cruz.
Soldado Jos Theodoro de Azevedo.
i.
i;Uii) Dito Francisco Jos dos Santos.
b870fJ |)ji0 Thom do Espirito Santo.
' I Dito Manoel da Penha.
LEILO
Tasso Irmaos i'.iztm i i
!&o ;>o:- atertnedio
agente Postara e por con
tu de quem pertoneer le
4>7 bar ren com i' riah i
de trigo dix marca F>-0
TANA e 800 ,11 aren
IIAs JAI.i. toda ctwgpUU
ultiiuatueote vaoro, era lotea a von
(le dos co 'ipr.adores : tet*
ra-l-ia ;6 uo corrente p
11 horas da i>niihat Boa
seus armazeiis na prac
da l'oute I^ovh.
(ienebra
de canna
dislilada
do teino.
povo se uiiunsse sana f(or. a ronm que pormil- porteira do corral, a que,-\ mais de, o ore
! n,^aec'TrJc,"!arj"1 a C3',n!ba- a '""""s i >m espi Ibado agentes, a
nflo ae poder mais beber a asoa della. e como a pro- nrarern o Culo Itiia mar ,vno nrann f,,r
prieUria catraohina lia vil proceJimanto, lev. em
ratriboitflo urna solemne dessampeilara. Ai>im se
pagaai os beneficios a quina os presta, uta lie a nr- '
,lrin d.,s rousis. vai ludo na,
Fallava-se, que o contralo das carnes ver-
,ies era anti-constituiiotial, jorem o ..
Do tendo marcado os eros para a abun-
dancia, para a eseacez, o contrato nSo per-
deui lutando mesmo com casos imprevislo-
comofossea robre, e porqno? porque fas
razao o precn porque
I hada a eme.
Seu tu:igo ve lio
Aniciiio Aogaslo
a HcKjoisla
i An-
a ponte ata Tocaruiia.0 estada drill psela I
be lil que Ijt raal r alg ama cilan ipbe, lint* que
q'iando o iimniiiiK lem da pauar por alia com maior
naa iro di paiMgilroi, uma paila dellas aa spa
rom rscci'i de que ella afl i pom cooiporl .r o nesu.
a n.lo s? lii'- pin is-o o san dasabiiiienlo. Para avilar
pal ilgam i dligrai}!, co iveinente se faz qu qoanto
antes alcaide em sua isparijSo, apara cojo lim
rhii.i.iiiKis .i a!Ieiii;.;,i de uim paail antarii-la,
/,' Kfiu oii-taulr o iin**,-i coas si...
Ido em urna de n nru i
que liodoD, aeai'ea da ibaio di sj c
IiikI.is qiieoles, e mij Lem ainailurrculaii, lodavia
i se reinn i aaasa na i. como c nleobaer*
vaanoapai esusToa. Bm mal aitaaramoadaeao-
Btilta una adinirdr.,o"q'a"0 .ror parmia '.'.".- -rquencias quc data r.vir. e a eip-
i am ouuo anuir que tile deixe vagalar iunij a "eaela nuimostrara em viUa doi relos qne i r. ii, oart.201 lu cod. enm Jacmlho Roque da
m .' O amor divino, n ii Mili, o" proprio amor i apparireudu, cuuiu alsui,- j.i le 111 app^r.-n,! i. t (|(le Cunha, pal i 23 annns,
Da
BEI'JIVS.Tig&O DA POLiaiA.
Di 23 de Janeiro.
: i i- r. n-i i qae [orara presos
a reeolhida I rain de delrnrfm ;
Poli subdelcgacia da freguezia ,|,-. s rri
Pelroti -. pronunciado como ineurso
roalernal, a amor da paliia, o mor dll ai I
da natureza, tuda aniquila... em (urnii .le
a snli t.lo.
anuir
i crea
todava ao -e q isr altri aair a tae desmanchos.
IScser.laa anal)tica dus w. parquo e vaade
rain os guiaras na aemara que (ind, i lor, anali or in-
i de postura municipi l Domingos da
lincha, branco, viuvo, rortuguez, idade 47
2 r,ii\, ispaloi de Irancinlia
i mus Porte.
i balagi derlm'l ; a Oliveira A. Maique.
10 birria viobo : a II lis (\ Irinns.
:i dilo dilo, "ill rodas arcu ut pao :
Janior ,\ Cardos,,.
10 i..-i.i- pipai vinagra, lt barril aulla, 20 raisas
btalas, |a, iu saceos fsijio; a Antonio
Jaaqaim de Si nza Kibeiro.
00 larris jo |,jpd1 cascos vasios ; a Joao M.ire-
dn So ttnaral.
20 \i luin. pipai e .vi barra cascos vasios;
Ionio Sdiciri a Soan .
i -. um cniide;ai .1 Jalla Siniln de AlmeiJa.
SO 1 ipas raiiaa 1 Jos l' r-ira i, Sanio.
2 cunas je ferro ; 1 losa Octavia le Talles de Sal-
dante
1 ill apata ; a Antonio dos Santos Vieira.
1 barril vioh I ,1a Silva.
I raisolo livroi Fortunata Cerdosa de Cunara.
6 barril vil vasius de pipas ; a Luir
ile Olivnra Lima.
1 neroei, 30 dlloi fiin, lo farda albos.
I eait ate semeatn, 30 raiva balita, lo barricas
; a Antonio Alberlo d Sou/.a As
Licor.............
B..............
Arro pilado. *......
em casca.........
Azeite de mamona ......
i) a> mendobini a d coco.
b de peive......
Aves araraa .......
papa'jiiws.......
Periquitos............
Bolachas........ ...
Biscoilus............
Cacao .............
Cachimbos...........
CafIS iiuiu............
ii em trSo estollio .
i) rom casca.........
a muido...........
Carne secca ..........
Cera de carnauba em \ i 1. .
em velas........
Cliarulns bous.........
ordinarios ......
11 regina e primor .
Cocos senos.........
Couros de boi saldados.....
d seceos ou estovados. .
o verdes..........
11 de onra........
ii d cabra cortidos .
a i) carneiro.......
Dore de calda.........
11 11 goialta........
aecco ..........
1 jalea...........
Espanadoraa grandes......
b prqiieiins.....
Ealeirai de preperi.......
Lsipa Daciooal........
ilmngeira, mas d'olara
Fu iulia de aramia.......
b 11 nnllio.......
11 b mandioca......
.............
Fumo em rolo bona .....
i) ordinario........
u em follaa boi........
ii u ordinario ,
u b restollio.....
're...........
i,mulla ............
, Iperacuauha........
Lcnha de ai haa grao les ...
m b pequen 1- .
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Alriueirc 13001
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C J. Astley & C, fario lei'Bo por ia
tervenc.lo do agente Oiveirs de 5 birrm
de cerveja branca, em lotes a vontadi do
prrten lentes : ierca-feur* ?r, do correosa aa
lu horas da auaba imprelerivelmeote ao r<
do armazam do S-. aasasta I i-rreira d
la, ra !a Madre da D
DitoMarcolilio Evangelista da TaisSo.
Dito Luiz Crrela Lima.*
Josi liento da Cunba FigueiredoJunior.
Secrelaira do governo do Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S. Exc. o r. presidente da provincia, em
observancia de ordem expedida pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros, manda la-
zer publico uesla provincia o seguiule an-
nuncio, transcripto do Jornal do Commercio
c. 3-23 de 2i de novembro ullimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.Os
proprietorios dos cavos (.uyaoa, Dous Ami-
gos, Isabel. Aven ureiro, Virginia, Esperan-
za, Felicidade, Somma Viva, Emprehende-
dor. Improviso, Bella Miquelin, Sania Croz,
Novo Mello, Magano. Piralinin, Purissima'
Conreico, e vapores S. Sebastiao e Piquete ; O agente Oiiveirs fara leilSo, por or
de Santos. sCo rogados a virem ou maoda-idem io capiiiJo Jacon..on. do brigoe kaaa-
rem seus procuradores a secretaria de esta- burguez rtaney, or autorisarao da altan-
do dos negocios estrangeiros, dentro ^[fr-fa. nrnte a riarw ais na psjrtoaacrr o am
prazo de 60 di-.s, para darem alguns esrla- preseiir; dos sSHatsnrSas' agente
reci -enlos relativos arjuelles navios. Joa cnsul de Hambure--, da poirlo Ai MM
Benlo da Cunha Figueiredo Jnior. Iho lira ao de itn bn;ue : seajno.la-'.
o lllm. Sr. inspector da Ihesoursria de ti" corrcnti-, as 10 horas da mantiSa em poo-
rav.enda desta provincia manda fazer pubh-,''. Por dever tfaU) ag'
Leilao de feijao.
lerca-feiri 6 do correte
Manoel Joaquim de? oliveira leilio, :ior inltTi.-edii do agente Borja, r.
porconta c risco de quem perlenror.
saceos com rcij.li) : esa seu armizem na rvas
do Codorniz n. lfi, as II horas da manlaa
do refe: ido dia.
cci, para conhecunenlo dos ioteressados, o
aeguinte mugo da lei n. 939 de 26 de setem-
bro de I8.'i7.
Arl. II Osesc:iv3es o tabelliaes, que no
prazo marcado n is regulameulos deixaruoi
de remetter ao thesonro ou as Ihesourartas
leilfo ,
pollo.
noarmazein do \raujo, caes do *
O agente Olive ri tari tattO, por or
deni do eapko licefcsaan, do hngue liara
burguez Nancy, por auto-isai;o da altan
as provincias as c-riidOes de siza dos ron- i 'legn' CU"U c. "s'" f* **" l*crl,:er,
....JI........-......_ ". *J. l\. ') preaenca dos senhors geme Ll
tratos de compra e venda dos bens de raz,
cujas escripluras tiverom sido lavra las eoi
seus caito ios, incorrero, porcada Oertid&O
mi remetti la, na mulla de 503 a 1O0B, que
Ihes sera un osts a lininislralivamente pelo .
presidente do tribunal do thesouro na cr-
consol de H saa de u
mes de lazcn las lo, e ni ha
Ul ka v.ii ado a boa
.ue na sua recenta vi.gem procedente de
Liverpool: m jimia 'reate.
te, e provincia do Kio de Janeiro, e pelos ^r'nj'." d* BM,,ba. P0'" d r'
inspectores das thesourarias de fazenda n.s, B "
.1 i versas provincias. O agente llorta, r-.a., eu armar-m ni
secretaria da Ihcsoiraria de fazenda de ra do Coltpgi,, n. 14, fa--a l'ilao de uma ex
-kki 'ernainl""-<'23 de Janeiro de isjs.-Servin- eeltootnBobtiis ila Jacaranda, rom podra

IOjjOOO
Ij-o.ii
do de ollicial maiot,
Luiz Francisco ,S. Paio e Silva.
Pela iaaspeccSo da alfandpga so faz pu-
i, o ii lunas
PraaichSes de amarello de 2 costados utn
ii louro......... i,
Costado de amarello de.15a lp. do
r. e 2 'i a 3 da I..... n
ii de dilo usuaes....... n
Lostadinbo de dilo........ a
.-'. illiu de dil............ i,
". Inrrua/eil, 20 cuijas bolas a Jese j'iaquin '"!"' de di.............. "
. ll 1,-iHI
II
. ;ili 2 i ij80 i
i
IgOOU
.; gOOO
s-oo;i blico, que no da 28 do corrente me/, depoiM
" do meio dia, se bao de arremat-ir em basta
cenlo
diversas di! anda e de ama
sem reir, uni 1 korto, lo
guarJa-rnu. -ma IteaKaaa.
marque; .. |rit"S para enanca. lava'
mesas
publica porta da mesma reparticSo, sendo IhosdtMirad -
a irrenitiia^o Itvre de direiios ao arrematan- Irivel i*lW baillbnrgiieag da Jacaranda.
Pirca ioares,
I ivSo, u)na balanza ; a Nones Ov C.
1o I irri- el ; ,i J,..- J,, <] u. n il v,;;,,.
l- h un- vi nho ; Folien Joieti un.
2n aillos viniera, 10 ditoi ceva. 10 iDeorilis
i.-1 i i .1 i aia.
154 aneoretai fi:os ; a Jis Marcelino da Rea.
1 cuija hvro : n Basto .\ Lima.
I barril vinlio, la ancorelai a 2 eaiioea Dgoi, I
de iniini .
(ni de dil i .
de dalo ....
iliin ....
cedro .
Toros .!-
\ aros ite pereira .
a ti aquilhadas .
quins
quintal
du/ia
a arrematarlo livre de direiloaaoarrematan- Irivel i*v>> hamburgoet de Jacaranda, um
id. eni um "U 'lniis lotes, loo gondulas, tO laogno, proprio para aprend/
calcas, e 100 colletoa ue bnm de linho Irn- cand Isi rnas dviiro. en
cado, no valor de .-70'J rs. as Ires pet;as juu desasa, lour,
tas, impugnadas art. 8 das disj preliminares, aos ne- ojectos que I
iciantes desla praca Burbo Soma i-niega de Pernambuco '23 de Janeiro ds ma ; ebeasssissa nnfla, de
1 1858 0 inspector, B.J. Fernandos Barras, idade do IS annua, iiomu figura,
Quando a importancia da arnaatacJio cipiodo costura, elc.e uesa asacrava o
raeoltar-se-ba ao arroma lo oMia idade, rjptitaa cosiaheira i;i.arta-
tante BSSignar lettra a prazo de mezes feira, 27 do coi rente, es II luras da ma-
<-nin o juro de l|2 por canto ao me*, ;ran- ntia.
(ida por assignanin daaJfandega se o mes-
nio ar.cmatauli! o nao for.
ISOO
ly2H i
l-MI
18280
n i-i
l.'-O'HI
73000
Il'NHKI
'**.
Ii i churas < i ncads; r-
R tingues, pardo, solleiro, Brasileiro, dado I 3,2(0 banicubicalhao, es mames.
o relilos
lo Brasil, na razao de 12CIQ0 por accao.' patt'culuics|a- Ion ni afisu> tdi
MUTILADO
MELHOR EXEMPLAR ENCONTK


*
o
Folhinlias de
almauak.
A:liam-se a venda na livraria ns. 6 e 8
i praca da Independencia ag lolliinhu?
a u almi ii,iL administrativo, mercan-
i e industrial para 6 anno de 1858 a
>V0rs. cada urna.leudo o preco do tra-
iall o typographico subido mais de 60
por cento do que se paga va no anno
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o prec/j antigo como desejava e
mes:noo accrescimo nao esta' em relacao
ao preco que elle paga aos operarios.
Na rua larga do Hosario n. 6 primei-
ro andar acha-se urna sla decentemente
preparada propria. para familias tomarem
sorvilee una outra para petiscos
A ella rapazeada,
V'pnham sorvete tomar
i'ois sendo muito baratos
Breve se pode acabar.
S3o a trezentos e viola
IstO se faz p'ra gradar
E quem levar o troquinhn
Mais barato ha de tomar.
Fiados nSo me convem,
l^uemquizer traga dinheiro
Ktohe para eviUr duviJas
licsculparem o caixeiro.
Ra larga do Rosario
Numero quarer.ta e seis,
Carvalho todas as noiles
Principio dar as seis.
--- O constructor particular los Elias
M'tludo Freir tendo ja offerecHo ao com-
al ei ci em geral os seus trabalhos theoricos
epi ticos, e como um dos seus discpulos
cistasse um barco com as dimenses seguin-
tes : 118 ps de compriT>eolo, 32 de bocea.
14 de pjntal servind i-s<> da escala ingleza ,
sua tonelagem 500 ou 27.000 libras, o mes-
nio plano pode servir para um palhabote de
70 .oneladas ou 3780 libras com as dimen-
s6i seguimos 59 ps de comprimento, 16
de hoces, 7 de pontal, e o mes no con.struio
um modelo rr nito elegante por suas sabidas
Ja:; as ; qualquer mercantil podevirexa-
mir ar na ra do .Nogueira n. 7 ; assim nomo
um outro discpulo riseoa um barco para
vapor, sendo sua tonelagem 900 ou 48,600
an jb-is, com as dimenses seguales : 180
pe de cumprimento, :l de bocea, 13 de
portal, o mesmo est contruindo um mode-
lo para ser examinado por qualquer pessoa
qu j qujcr mandar construir.
Na ra da Cadea do Recifa n o, iie-
srja-sa fallar com os senhnrcs abaixo decla-
rados, a negocio d" seu inleresse : Ign-nio
Frincisco Caelano. Mnuoil Pereira Branda o,
Aitonio Nuues de Mello, Fmncisco Luiz V'i-
laes, aos lierdeiros do fallecido Luiz Paulino
Cavalcanti Velles de Guivara, los EusU -
quo M.ciel Monteiro, Vicente Ferreira de
Ba tos ; estes senhores moram em Olinda :
e i tais os seguiutes : Bonifacio Jos Gome s
de Malos, Victorino Ferreira de Azovedo, es .es do Recife. Nrto so para at cansar. Re -
eifa 22 de Janeiro de 1858.
Da casa de Manoel Erancisco Duarte,
nc silio do Manguinhodcfroote daponledo
m;siio nonio, que faz duas estradas, um
pira os Afilelos o outra para ponte deU-
cjia, fugio o seu escravo de nomo Jos Lu-
cio, crioulo, de Hade de 40 anuos, com os
siguiles signaes : cor fula, de estatura
biixa, magro, pernas finas, sendo uina del-
las torta em raziio de ter o joelho para den-
tro, falt*,de denles na ohlem superior. Este
peto foi compra.o a um lavrador do ange-
l jo (a niara gibe, perleoceulu ao Sr. Ujiuo
d j mesma no-.ue, onie tem irmaos : qu.il--
qjer pessoa que appretiender o dito esrra-
v), eo levar ao dilo senhor no lugar cima
' i""J"> onerosamente recornpen-
si lio.
Nodia 18 de jrneiro fugio nnia negra
crioula, de nome Marcelina, de altura regu-
la r, cara compri la e descarnada, com falta
da denles : quem a pegar,-leve-a a praca
da Boa-Vista, botica n. 24, que sei recom-
pensado.
Precisa-se do um caixeiro par taber-
na na ra do Iloilas n. i>.
Franeisco Ignacio Tinoco d-; Souza
taz scieote ao publico e ao eomrneno desta
fraga, que. foz sociedade na sua leja de f-
jenlas da ra Nova n. 42. cora osftrs. Anto-
nio Luiz de I!ii rus e Antonio Alves de Car-
valho Veras, e que rs transaccoes d'ora em
c iante serio feilas sob a firma do Tinoco
barros &C, sondo aquclles scus socios os
(renles da casa.
EMPRE5TIMO MlRITIMO.
Precisa-se da quanta de 15.0003, pouco
mais ou menos, arisco martimo, para pa-
itar os concertos do brigun hamburguet
Nancy, capito P. Jacobson, o qual iniode
Liverpool para Singapore, com um carrega-
nenlo de raleadas e oulras mercaderas,
arribou a esle porto com agua aberta: as
pessoas a qoeni o negocio cunvier, h3o de
entregar suas propo>tas em carta fechada no
vice-consulado de Hamburgo, na ra da
Cruz n. 4, no dia 26 do correte, at ao
metadla.
J.Ruitder. na ra Nova
i'-
-- Precisa-se da IaoiasaaaVes: na
dara da ra do Livramento n. 3-'.
Na agencia da Coniranhia Pernambii-
can, no Forte do Matto, lia i-arlas vindas dos
portos do sul e norte, p.-.ra os soguinlcs se-
nbores Mr. Francisco luguste da Cosa,
capitSo Uorningos Silva da Cosa, Severiano
Silva de Carvalho, Luis Francisco Sarnpaio
Nlva, Severlno Facundes Conjalvcs, Jos
Goncalves Villa Verde.
Isabel Mara de Figueiredc faz sciente
aos pas de sur* almonas, e a ojosos que
se dignarrm de llie confiar a eluctQSo pri-
maria de suas filhas, que desda o dia 11 do
corrente acha-se ab-rla a sua aula, na casa
n. 3 da ra do Aragao.

i Sh I l| |.\
para
ajuunrie por
Offerece-se um bom destila ior
engenho ; quem pretender,
esta folha.
SEGURO COMBA 0 FOGO.
COMPANHH
1
Estabelecida em Londres,
em marco de 1324.
CAPITAL
CINCO Mll.lini.s Di: LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamente autoi isados pela dita com-
panbia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de tijblo o pedra, cnhert3S de telha. e
igualmente sobre os objectos quo contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobila, oo em fazendas de qualquer qua-
lidade.
O bacharjl A. R. de Torres Bandeira
mudou a sna residencia para a ra larga do
Rosario n. 28, segundo andar.
DO
OLORioa mam
n i K' A 2A CADEIA, DEFRONTE DAORUEU TERCB1RA DE S. FRANCISCO.
undi-seachaai sempre os mais acreditados modicainentos tanto en iiniums como
m glbulos, preparados com o matar cscrupuloo porprecos bastante romPiodos.
-Hegio d' uro-
an:io t!
ra, est belecido 110 caes
do Ka tu; .
i- n- A-ilam-sea venda i conliei
O abaixo assisnado. director do collegio, rn,:,,i ,
mente ruis de -cus alumnos, i ['''l''," anno|ue vem, dagsejjuinti
principio as disciplinas queseensinam < m
.1,
1 E?OS FIXOS
Botica de tubos grandes.
Hita de 24 .
Dita do 36
Mita de 48 <
Hila de 60 *
Tubos avulsos a......
Frascos le tintur'tdcmeia onga.
o.xnnal da medicina bomeopathica do lir. Jahr com o dic-
ciijnanc dos termos de tr.cdicina ; ,
Medicine dojBestiea do Dr. Henry......
''.atanienlo do cholera mor bus .
Repertorio o f>: Mello Horaes
10/000
159000
2C000
309001
leooo
i
o/ooe
2/0 00
i, ,-,... ,.
Jj PEORAS PRECIOSAS-
\ Adr-rrcnsdo brilhinlaa,
diamntela perolaa,pal-
S leir.-ii, ilOntlca, bro
e rn/.eias, boldea i ano
* J diversas pedral de v;.l..r. :

'
iftik ii vinv.i
,-,
OL'ROE PRATA.
eu collegio, e que, contina a receber in-
ternos, semirinlernos e externos.
Silvano Tiloma/ de S >uza MagalbSes.
Osabaixo asslgnados parlicipam ao
corno do coramercio, eao respeitavel publi-
co desta praca, que tem dissolvido amiga-
velmente sociedade que tinham na loja de
razendss sita na ra da Cadea do Recife n. D'ta religiosa
'''. a qual gyrava soba firma a i<
tos i\ Gonc*lves. Os mesmos julgam nada
devera e-ia nrapa. roassealganm sejolgarl
ser seu orador, aprsente sua.- eontas para
seren papas .i [iquidac3o i! rsi fica a '
cargo do socio Goncalves. Recife 21 do Ja-
neiro de 1858.Antonio Manoel Itastos.
Jos I ourenco <".on?lves.
Precisa-sede urna ama guesaiba co-
zinhrr, e la/er, lodo o scrvic de casa : na
ra da Concordia, junto ao sobrado do Sr.
Pedro J'eixeira CuimarSes.
lidades
Folliinlia de variedade, contendo, alem
mezes, rnuitas noticias scien ti liras,
modo de plan tai e colher a nova i mna
de assuca, noticia breo milLo e al-
godao, e urna sei ie ihecimento:
.las arles, ele, etc., cada mna. .",11
a qual, alera dos mezes,
se reumoa continuaco da biljliotlieca
lo christo brasileo, contendo
; \ Mdcm-M j
n*lbore i. brica le 4* r rta <
rn-se Umb
qu
C^all -i. \ i
Rt-.a do Ceborja'
n. 7.
rii/elas, cerdees. lr;:iire|-
liai, med ilii's eorrenlea
> t ...... *.- enfollet para reoslo, a
t"'- oniraa mailoi abjectoide
Irocamprala.ouro, bri- |dOS QK VSlXr S&A E.11'1 T"'.H 7. ,,
Apirclnos i'oroplclos d>
Aderecoi compleloi curo, meios di>oa, pnlse-
ra. elfiaetee, brinco, 11 cnztahar e que poss fazer algom semo na
ra na ra do Cnldeireiro n. 4.
Preeisa-se alugar nma prela auesaiba
Compram, vendem
iCasa desanide i
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- *g
S3 ^beleceuemseusitio da Passagem v
.* ^a Magdalena, que fica ao norte j-|
g. da estiada entre a ponte grande ;*
i e a pequea do Cliora-Mfnino, e\- '/
^- cellentcs acommodaedet para re- v
ceber todas as pessoas enfermas i?
que se quizerem utilisar de seus O
o
o. 52,
avisa ao respeitavel publico, principalmen-
te aos seus freguezes, quo recebeu ultima-
mente tres ptimos officiaes de alfaiate ;de
Allemanha, e por isso se icba habilitado a
prorapticar toda e qualquer obra que se llie
encommendar, com toda a brevidade poss>-
vel; tambei: cncontra-se conlinuaniento
fazenlas escolhidts para as mesmas obras.
.'....;.. .'.,. ".. ....... -....,...
^-5 l*m ofllcial de pbarmaci^,batanle prili- ^-^
l'.U o. ofterece-se para ercer sua arle, un f.
'.'.. qualquer paite do imperio, qunn de sii* J^
,- rrufos quir.er e ulil'sar dinja-se na da {:
dh Cadea du Kecile u. 16.
Piecisa-sr de urna lavadeira de bar-
relia |iara lavara roupa de urna grande
seracpi mdicos, os qraes sero
prestados com o matar esmero.
O mesmo Dr., para o lint supia-
indicado e para exercer qualquer
;' outro acto de sua proissao den- .
9 tro ou fra desta cidade poder a' [;
^ ser procurada a qualquer Lora do _';-.
S dia eda noite. no rele ido sitio, $$
5 a eveepcao dos dias uleis, das 0 (\'
- horas da manbaa r's da larde, @
>.' que sera'encontrado no primeiro ffi
@ andar do sobrado n. 9, do pateo @
Jj5 do Carino.
prev

dem
conimodo como costuiuam,
0 BlBLlOFilkl)
PUBLICACAO PEBIOOICA
nes>
DR. CFiLGEIRAS.
Seg!
iro
contra
Francisco Ignacio Tinoco de *nuza vai
ao Artcaty, e pede desculpa as pessoas de
quem deixou de despedr-se pe a rapidez de
sua rartida, offcrecendo-liie sr-u prestimoe
servieos em qualquer parte que se adiar.
O iProgresso.
Publicarlo scientica < industrial,
offerecida i classe industriosa do Brasil
e Portugal.
POR
loo Carlos de Sonza Maclindo
NATURAL DE PERNAMBUCO.
Primeiro-tenento d'arrnada brasileira.
fogo.

O ahaixo assignado participa ao res-
peitavel publico e n.axime aos Srs. pais de
seus alumnos, que pretende dar principio
so exeieicio de seu magisterio no dia 11 dg
corrente, admittindo em sua aula alumnos
internes o externos par serem leeeionidoa corre*pondente s despezas j fetas. Toda
OB1BLIOPHILOhe una publicado
mensal e sahira a luz no ultimo de cid:,
mez, forman 1o dous volumes por anno.
Constara cada numero de 3'J a 40 paginas ou
* a 5 folhas de lmpressao ntida, em ptimo ;
pa el e typo expressamente comprado para
i II. Os escriptos nSo serSo inte
e terao pagiaacSo especial, para q
licar divididos, sem ofTenJcr a u idade da
publtcaco, a qual s sea conservada as
capas mensafs e no frontispicio, iuce e
capas do fin do semestre, poca em que co-
mecara o segundo volumo. Quando em al-
gum mez a materia exigir augmento ou di-
i do Menino* : Z^XXV^TZSZi
tissimo Sacramento, Senhor dos A } graadas para eoMnai. >nm- g
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carmo, '" la,""n"; "''?" "!. n,oi. ,,,
l"lrnlr r moilai ou:rrs qualidi, jf (rr- 9
San-Jose, Santa Anna, Anjo da Guar- 'a,i0 po
da, San-Francisco de A is, Santa Rita, .": N s' ,;|-
Santa Barbara, Almas, Cora< io de Je-
ss ; assim mino outi ai u:
.etc.......... 320
D lesiastica ou de padre, elafa
pelo Uvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo .i rubrica, a qual
foi revista pelo H\ra. Sr. bispo, que a
iulgoucerta, cmodo sua carta evis-
preco corumudo iia roa ^B

Vende-se superior Imha de ilgod.lo
brancas e de cores, em novel I pare colu
ra : em casa de Soulball
do Torres ti. 38:
Mellos & C, rui
tente nesta typographi. inii
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra- ......... 160
endem-se nicamente na livraria ns.
la Independencia.
Vende-se ama poreSo debarris e pi-
pas novas de Lisboa i n i becco :
io r.
- Vendem-se 120 caibros de 30 pal
urna rorcaode travessdes que servil
sndaimes ; na ra do Caes, sobrado n. 5,
que esta em concertos,
Attencao.
Milho
laos ao
COMPANHIA NOKTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDBES.
Preni ios dim:// n idos
t-CENTES
'rompidos l^.,| .AstlOV tS" Co "* !>:\ lillSD Jos Alves da Silva Gu
ue;:ossam -> tido para socio do seu
lMI. Vendem-se sac:os de milho ehegados l-
timamente dos trata os-L'nidos, de muito
l-pegou o primeiro numero contendo r>0 isurerior qu:.lid-.de, m: Ihoi do nue vem de
Pginasern oitavo grande, e vende-se por Fernando; noirmazem de Tassd IrmS
saooo. Kecebem-se tambem usignaturasi pe d ponte nova.
p8ra os r.umeros SSguinles, que serao de 5 .
a 6de que se cjropor dila publicacao. "* "nde-e um ptimo prcto. coco, tp-
'X" vrari.- PPnnomipn oosto e sadw, propri. para todo o ser?b;
ier. .1 trapjflne^do
defronte do arco e
to Antonio.
AVISO
san
mlnmcao das paginas determinadas, o mez mados, tendo no braco direito umsig
ausentou-se no dia Ti (e dezembro prximo
passa lo o es -ravo crioulo de nome Jos Boi,
ernio os seg ntes signaes : cor prela. i lade
:.i ?ni)os, altura regular, rara redonda, com
as fonles salientes, bocc grande, dentes li-
seguinte compnsala o anterior. No se ven-
derlo nmeros avulsos: s os assignantes
receberfio o Bibliophilo, sendo ssigoatura
de IOWO0 adiantados e teiettidos com a
resposti ao prospecto e convite do redactor,
o qual se respoosibilisa pela prompta resti-
tuirn no caso de sobrevir qurlquer traus-
----nal de
gol,e de fouce, e sobre o pulso do mesmo
braco urna cicatriz proveniente de queima-
duia, he tendido de urna verilha : quemo
apprehen dar 50?0OH ce gratiCcacllo.
- Conducido por Jos Mari, e Uanoi
...beiro. mancado pelo absixo assicnad
blicacao, sendo que nesta ultima byp. Ihese apadrinnado, c por s$o so|to o escravo Jos,
se (ic.iuzra da assignaui a a importancia preto, criou'n, altura
C01IMERCUI.
marSes ii;m admit-
estabeiecimentn de
quenquilharis, na ra do Csbus n. I 1, ao
Sr. Cusi lio Jos .vives Guimaraes, e oes-
tabelecimento vai .-yrarsob nova firma de
Custodio Jos alves GuimarSes & C, e am-
bos sSo solidariamente responsaveis pelas
antigs e luuras transaccoes. Recife -12 de
Janeiro de 1858.
Kscrlptorio de agencia commercial, na ra
da Cadea de Santo Antonio n 21,
prlmero andar.
Neste escriotorio se abrir um curso pra-
tico de eseripturacao rrercanlil. por partida
dobrada, com esplicae^o dos principaes de
veres dos em pregados nos escriptwios com-
quem o pretender, dirija-s i
Cunha.
botera
l'arinha de mandioca, milho e iei,Ju o
mais barato do que em outra qualquer par
le ; na ra do jueimado, loja de (ama
II. H.
TACHASPARA ENGENHO
Da fundirlo i e 0 W. Btrv man
na ra do Bium, passando chafa
ii/, continua a have um completo soiti-
mentode tachas de ierro fundidos i
do, de.) a s palmos de baca, as qua.
Bcliamavenda poi po orommodoeoom
promptidao, emb; oucarregaas-
se em carro sem despi zai ao comprador
gmeasadeRabeSc*uneUrj drCosBMakti
nia>Kadeian. 37, veud --n-se ciegan-
pianos JOalarttalJTalH^ri ate Tr
umano
L(1Ln.0..q-"e.imi)OSSiblli,e ou suspenda a pu- Ribeira, mandado peta absixo assignado mercjses, e regria de joros, cambios, com-
isso solt o escravo .1
ara regular, cara redon-
em primeiras 1-ltras, lalim e francez : quem
de seu presumo sequizer utilisar, dirja-se
ao tercerro andar do sobrado la ra Nova
n. 58.Jos Mara Machado de Kigueiredo.
Na livraria da praca di Independencia
ns. 6 e8 oreeisa-s3 filiar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianiia.
I'reeisa-se de ora caixeiro de 14 a lii
annos de idade, para taberna, e d fiador a
sua conducta : a tratar na rua larga do Ro-
sario n. 25.
DA
MOV I ffl
O Sr. Ihesoureiro H^s I iterias manda
fazer pblico que se acbam a venda no
pavimento terreo da casa da rua da Auro-
ra n. 20, das 0 horas da manhaa as Ti
da tarde bilhetes e metas da quarta
parte da primeini lotera de Gymna-
sio Pernsmburano, cujas rodas andario
nodia ( do corrente mez.
Thesoiiraria das loteras, 2." de Janeiro
de 1858. Oescrjvao, Jos .Varia da
Cruz.
iofitipa.ihia
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTBJ
130
31
Bsti ibeleciiia no io
tle .Janeiro.
CAPITAL ii;.00).000:()00
Agencia, rua da Cruz n. i.">.Escriplo-
rio le viuva AmorimiV lilho.
NesU ai enca acettam-se seguros tanto
martimos como terrestres aos precos mais
mdicos ppssiveis.

familia : na livraria ns. 6 e 8 da piara
da Independencia.
Precisa sedo um criado estrangeiro ou
nacional forro ou captivo, que enlenda de
tratar do cava los, bolear e servir a mesa, no
consulado de tranca rua do Trapiche Novo
n. H segundo andar, dasit horas da manha
as .'I da larde.
Precita- de urna na eslramcira ou nacional
qut rain* cu/inri ir e engommar, para u tervieo de
urna pequea familia na Praliiba do Norte |f_
lar do ajuste no Mtrro da Boa \'i-la n. 33, tegnodo
andar al a< I hora da manhaa das lOliSharaa
da laida na mi do Trapiche Novo o. li, primeno
audar.
Preeisa-se do urna ama para o servido
de casa de nouc familia ; na rua de Santa
I '"ereza Q. 36.
-- Precisa-sede nma ama de leite :quem
estiverno caso, dirija-se ao pateo do Carmo
na taberna da esquina que entra para a Gam-
boa do mesmo nomen. 6, que ahi achara
com quem tratar,
Precisa-se de urna ama boa cozinheira
para urna casa do pouca familia ; na rua dos
Hartyrios, tnberoa n. 36.
--- O abaixo assignado, erirrpelenlementc
aulorisado pelo Sr. Manoel Jos l.eite para
promover a cobranca dos ^eus devedores,
moradores nesta cidade, roa aos mesmos
lenltam a bondade de candar pagar seus d-
bitos 'ua do Queimado n. 10, loja, afim de
n3o obrigarem ao annunciaote a recorrer
aos metas judiciaes. Recife 23 de Janeiro de
1858.Joa j Augusto llandcira de Mello.
Aluga-sc para algum* casa estranci-
ra um preto crioulo, bom co/inlteiro e fiel:
quera pretender, procuro a Carvalho Couto.
no trapiche do algodao.
BLictuo' ji;ridic\.
(ihegou Je Lisboa Maroel do lasi
to Pereira,tu* do Apollo n. 16, segando an-
dar, a obra em 8 volamos rheorii do Direito
Penal pelo eonselbeiro Silva FerrSo, bem
como o coligo na Proftia, traduccSo do
mesmo sen ior; aquella :ara ser entregue
aos Srs. sul scriptores, pelo prego de 109000,
e para os q je nao jfio pelo de 145, pagos no
acto da ent-ega ; e esle, [ara se vender pe-
na mesma cotlormidario.
Je lotos Os
particularn
inclusive a:
te dasaffecjoes dos
circulatorii
te reconhe
1858.Dr. J
de
ixo assignado. leudo resolrido
residencia en i seu sitio na ca-
irgem lio Itio, pretende regular-1l,lre'1" -7, ese atguein se julgar coro di-
reito a ella, aprsente se no prazo de 3 dias
a contar da dUa deste, lindes os quaes jul-
io de 15^00
O aba1
lixar a sua
punga, a rr.
mente ahi dermanecer dr a 0 da tarde as 7 da
manbaa, alora dessas Loras ach-.-' na
moma casi em que desde mirlo habita, na
rua do Livr in.ento As aessoasdesta cidade
o de su clientella, q.:c (rccisarem de sua
presenta i aquellas norai, serao prompta
mente servida, mandanu i-lbc all aviso, e
quando n; i queiram torease Ineommolo,
podem dlri ir-se ao Sr Dr. pereira do Car-
ino, que se ,. c-ura a substiloi-Io. Pareos
casos ur-;ei les tclia-Se mi nido em seu sillo
Je urna am lutancii provida das substancias
que poden! ser precisas nessas oCCasides
Com quanti continu a i.ar-se ao exercicio
correspondencia leve ser dirigida ao es-
Cfptorio do rert-rtor, rua de S. Pedro n. 85,
' ty.ogranhia do Sr Paula Biitj, praca
da Constiiuicao n. 6*. Para tora da corte lia-
vera o augmento do sello respectivo. Subs-
ereve-se em Pernambuco na livraria ns. C e
8 da praca da Independencia.
Va fabrica da rua do Bru o 28, pre-
cisa-so deolliciaes de caldcireiro, serralhei-
i o, funileiro e laloeiro.
Preclsa-se de urna ama aecca, de
bonscostumes : no aterro da Boa-Vista so-
brado amaiellodelVoi le da matriz.
Defronte da ordeui terc i
ra de S. Francisco
CONSULTOKIO UOMEOPATUICO
DO
DR-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
ODr. Lobo Moscoso, d consultas lodosos
lias e pratica qualqueropera^Sode cirurgia,
assim coDo.accodo com toda a prom
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, praticando iso-
peracOes r.anuaes ou nstrumentaes, quan-
io niio possa conseguir resultado por meio
j liomeopathi-, que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insupe-
raveis.
PENTES DE OITCaOL'C E^D-
RECIO, DE FAVhLLE-DELElT'ARR
DE PARIS-
Quatro anuos de experiencia tem assegu-
rado aos peales de caouljhouc a voga que
boje tem, n3o s em Franca como no mun-
do inleiro ; sSo se.m contradicho os n i s
sgradaveis de todos os pentes, mais brandos
que os de lartaraga, sao os nicos que nao
Lizeni cabir o cabello, por causa da eleclri
cidade que contera,accrescendo a estas van-
Ugens a de niio serem piis caros do que aA
de bfalo a esta admiranvel invenefio de
esuosiSo universal de 1855.
DAGIERREOTVPO
A galera e ollicina do aterro da roa-Vista
n. terceiro andar, acaba o receber de
l'.anea pela barra Tampiro um rico sorli- :\
ment de calxiahas o oulios objectos para a
collocaeSn dos retratos. Existe na mesma
casa
da, algum lanco corpulento, carreiro, o re-
presenta ter ii a a annug ue idade pouco
maisoa menos, gago, t entrega-lo a seu
dono o Dr .los Ignacio da Cunha (tabello,
Iludi os r orladores, efugio; eeoroote-
nha illudido juntamente os empcuhus do
abaixo assignado para o prender, quem tal
o li/ere entrega-lo ao referido Dr. Jos Ig.
naci em sen eog-nho Tracunhaem. ou nes-
loengearru Agua aznl rloabaixb assignado
recebara do mesmo IOO9, assim com > perce-
ber a mesma quantia, e mais at, rjuei
panhias e sociedades ; logo aue hajam con-
correnlef. em numero sattlclenle, ?e marca
rao os das e. horas das licoes, e se dar
principio aos trabalbos: dinjam-se ao es-
criptorio cima, ou na rua do Crespo n- 15,
loja.
-_ Orender a Brandis & C, qoerende fi-
nalisar a venda de norces de ferragens q
miudezas, tarao leilao das mesmas, por in
terveneflo do agento Oliv ira, assim como
tara melhor satisfazer a seus freguezes, de
4tffe--entes facturas de armam 10I 1 c insls- '
ido em lazarinas e espingirdas de carja

Test; i paite da primera
(1 Concetca. leOliuda.
l'oram vendidas asseguintes sortea nos
lelizes bilhetes rubricados pelo abaixo as-
signado :'
Cba los, de grande procura, e de prompia
venda : quarta-feira, 21 do corrente, as 10
lior.s da manha, em seu arraazem, na rua
do I rapiche n. l.
Lotera
DA
mu no sortidas, papel mar lira ep-.utato, e ouiros
mesmo engenho Agua a7ulin.i!iscr o es;ra\o Migos recentemente importados a despa-
J08Q, fgido em principios de novembro de "
I806, pardo, idade do supradito Jos, testa e
olnos pequeos, xpertando-os quandr ri-se,
nariz afilad), beicos grossos, cabellos um
tanto desembaracado?, corpo o aitura re-.
gula, pernas finrs, ps mal feilos, mostra i
s r cambado por. bichos ou cravos, tem a
iunt do meio de um dos bracos dereiluosa,
e ootr ora quebrou a canoa do pulso de am-
bos 08 bra;os, e que talvez ainda mostr,
explica se mal, e as vezes gagueja, he tam-
bem carreiro, e ptimo trabulbador deen-
cnada e fouce. Em pdenlo abixo assig-
nado continua a estar igualmente o i-avallo
apparecido em sen engenno, e annunciado
em abril do anno prximo passado a respai-
lo do qual ha r-zoes pura cier-se que per-
lence a alguem do lado da Capunga no Ks-
cile. agua azul, na comarca daNazaretb,
2* dedezembro de 1857.Antonio Luiz Tc-
tcira Palma.
--- He chegadn a loja <*e Leconte, aterro
ua itoa-vist 1 n. 7, excellente leite virginal
e rosa bra ica, par* refrescara pelle, tirar
pannos, sanas o espionas, igualmente o a-
lamadoolco babosa para limpar e azer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyno de Florenca parabrotoejas easperi
desda pelle, conserva a frescura c o avellu-
dad d\ primorosa da vida.
Quar parte ta primeira
i ra do jyiiiii sin
l>rnambucaut>.
Aos /i:)0(i$ e 1:000,?.
Hs.3361 hOOOJ 1 meio.
1542 Bilhete.
115 ! eio.
y ..7"i Bilhete.
lit" Dito.
1125 I00.S 1 meio.
511.; 1 on.s- 1 (tO.
1613 1 dito.
2612 Billieb .
2789 30.-} 1 me 1.
15 1 dito.
450 Bilhete
929 I dito.
M Hamburgo.
Coofeit? ra
Rna da Croa 17.
Acba-se s~pre u;n gn nde .-ortimento dr.
qaall adea de fradas proprias para
"esenti tanto para lentro como para fra
do imperio, e quem pretender man \ encommendaa, pe le-se que sijam feits em
temoo, que serio bem servidos ; igualmcr.
to se ac .ara doo-s seceos calda de todas
as qualidades, e so (Asaca ao comprador.
Na nova loja do 4 portas, na rua dn
Queimado n. 37. beche^ado pelo ultimo va
por um ricoSOrlimento de eliapeos amazo-
n-s para seobora, ditos par- neninoeme
nma, de niclhnr gosto possivel, cbapeosde
cba larga eofeitados para Mnnorae para
menina, chapeos pelos -aia hornera, de
procos, lencos -ie labyrimho a ic.
rta fraacez a rr.uito linas
360ocovado, olindiaa* mluas nimio ba.
a.1W0O o covado, mantas pelas de 1
ludio, sedas de diversos procos.
iap
da in lependeacia, leja i
cebe-se do Rio todos os mez?s o verla
lo i ordeiro, e D mesmo veno
poreSo c sreUIbo; assisa como ia
. le-a continoi > segaiiDl -
Assim como alguna premios de 20* e i'^r^ 7'!l% r-i!' rJ,,'ro'-
I0000. -e"" .' .""V.'. Stosso._ meio grnssoe fino.
Em consequeneia do nnuncio do Sr.
Ihesoureiro das loteras da provini
que declara que serao pagas aa
grandes e immediata na i Ltracqao da lo-
tera; o abaixo assignado rica dispenso da
obrigacao que tinia contrahido com o
respeitavel publico de pagar as mencio-
nadas sortes.
Recife 23 de Janeiro de I SOS.
princeza do Rio da fabrica oo Itoca, e do
Lisaro, fabrica.lo no Maranhao, lano em
libras como a retalbo.

aWft
P. j. yme.
Precisa-se de um liomem para dis-
tribuidor deste Diario : a fallar :, i I,vi ,-
ria ns. (j e S da praca da Independencia.
--- Frar.cisco Xavier Carneiro da Cunha
cnsioa com esmero os primeiros elementos
nstruccSo primaria, junto ao Ochanga,
de
vCilISHO
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGt
NHEIRO DAVID W. BO^VMA^
RUA DOBRUM.PASSANDOOoHA-
FAR1Z,
i a semprn um grande sortimento dos se
guintes objectos de mecanismos proprie
engenfeos, a sa.'ier: miendas e meia
moendas ia mais mo lena conslruccao ; t>
etaij de ferro fundido e batido, de superior
qualidadeie de todos os tamanbos ; roda
djutadasp.ira agua ou animaes, de todas M
proporcocs ; crivos e bocea de fornalba e
mita&'lS !SSmkrSSX m^,a m""!0 ^osr^r7eojotfa: ^'Te ^v,?^ ^'T^10^'
lotera cima, os qu.es sao garan tTdos d S ?"t so"c,lu-,. b,!,n con, pel* e-uc- o te ele r8V"h0es. inbos de m.ndio,..
oitopor cento da le. 0 mesmvendeno g! SSS*?do* qw entregues a seus Uu elc-
guinte premio da loteria do rccollnmento de

i RAPE C-iKDEi.


O preprielario da fabrica de rape
Cordeiro estabelecida no Rio de Ja-
nero. (z sciente, que seu nico de-
posito mudou.se ua roa Direita n. W:
56, para a m-'sma rua n. 31, sobra- >
futro siip, avisa ao publico,
do
CO, *
que censtando llie, que se vende ra- *''
p con a astuciosa denominacSo ue (^
rap Cordeiro, roga portanto aos (g.
consoJiidores bajara de examinara
com tila a sltencao, assim como os W
fy envoltorios.
os, pois que. fcil I lies si
sVuma beia coleccao de ailine-sTcIs-' SS,nir '"'v' a" verda ''"'" r*'
'.lelas de curo para retratos. Osprecosdos A ".'?' '" l"U ce,U5<> tem '-
etratos conlinusm a ser variavalmente de **'^,'. -
lirda.
1
I
i
t
1
recio .Numero
bilhete
dito i>
meio >
dito >
33d l
2050
1233
349*
1:0003
IOO5
20o
2(13
Tambera se vendem bilhetes era pnrefio
de iOOOOO para cima, dinheiro a vista, pelos
precos abaixo mencionados.
Bilhetes 4-300 Itecebe 4:000
lieios 2C250 2:000a
PorSalusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
'
t.ompra-so effeeuvamene na rua das
flor
A Iocali lade destinada pa'a este eslsbe-
lecimento de educacSo, alem de ter em sao
r.ivor, no mais curio espaco de lempo, os
recarsoa deque hoie dispoe nossa capital,
para satiaraeSo da vida, He sssis agradavel,
n 10 so pelos mimosos banhoa do bello Ca-
li iba ri be, como pela ameuidade do clima,
lao digno de ser arreciado, qunito se resen-
te deSta faiu ootros muitos pontos da pro-
vincia, depois daa inva micas, que
nos lera desastado : se 1 clima ha silo sem-
pre propicio a todos iodistioctameute ; de
tal soite que se torna de tnveito
aos meninos d 1 campo que nfloesUlo clima-
lisados in capital, onde muitos iafelIzaK n-
le tem sido victimas, ainda mesmo as oo-
casem que os casos graves de epidemias
nao se realisam a resoeito dos naturaes:
prodispOa os e'.u jara, n > <
6 a 129 en, c,r^u IS, de 1 ib> ,-n, ,,,,.1'u- #041"^^^-^9
ras pretssou douradas, de 12 a 16/cu. cas -- \a ius de Jos. cas-, n sa lava <
.... ........... ~ Ps as obras da alandega precisa-se
olllclaesde eireiro e car inleiro ; din-
Ijam-M 11 1 Iminist ador da mesma.
Paulo Gaignaax aeotisl.rua.\ova n.i'l O solicitador Jos Coelbo da
' Araiijo n.iidnu sua r. si leticia para a rua Di-
r. 11h o. :; ... -:i.. |0 sedar, onde p *e ser
procutai<. u mesmo c mtinu'a a leccionar
piano das 3 boros da tardo as 7.
JCEZ.
JS raulo,,i"li,,o|iiaeDtiH.rua.\'ova n.il 1 '
& na mesma caa lamagaae por danlrifie*. S
- .-. ;
- -- .. ...

NA MESMA ITXDigAO.
seexecutam touas as encommendas cual a
superioridad ja com a devida
presteza e com odidade em preco.

e ios
coherios e deseo cries, pe-iu. nos e gran-
de uro patente ingtez, par homem
c senhora. de um dos nHtiores fabricantes
de Liverpool, viados elo ultimo paquetn
inglez : em casa de II Mellor A c
rua po Torres n. 38.
VINHO DO PORTO SIPEHIOB.
- uque18li.
F.m caixas de urna e duas dozias .16 gar-
rafas. *
J080 Luiz Goncalves faiver aeslapriea
quo tem justo e contratado com n Sr. Ma-
noel Ferreira Lima a sua taberna sita na tua
O Sr. Joaquim Antonio de Moraes
((tiemorououmora na rua do Caldeirei-
10 desta cidade, queira dirigirle a esta t\-
desembarada." Recife 21 d PSraPua anegocioque sabe.
n un s e sua arte, apj lies se
ente as .. eracoes cirorgicas,
dos partos, e t ala especislmen-
orgos respiratorios c
, cuja prtticii I be he, geralmen
:ida. Recife t.- de Janeiro de
o'i 1 Ferreira 1 a Silva.
-Xa i 1
serventes
ndico da
forros
Aurora precisa-se
Janeiro de 1858
C os' iireii
Temos por vezes levado ao conlie-
cimento do publico rrue uro lun ioi ario
publico lend 1 busado da 1 onfiai
um homem de quem se .i/.i.i a
mpron etl :u-o <-:i quantia nai
r|uena, lendo alcanrado ludo quanto
No aterro da Boa-Vista n ti, precisa-se
da costurelras para 1 Ir s Bnas e gr. -
t:
Compra-se eliV-livainenle bronze, lao
tao e cobre velbo : no deposito da fundica-
da Aurora, na rua do Brum. logo na uitra-
a n.28, e na mesma lundicSo, em sanio
tmaro.
Compra-se urna canuca com pipa para
1 agua, '119 sirva para andar coai
boi; na liviana ns 6e8daprica da Inde-
pendencia se dir quem com; ra.
Compra-se mna morada do rasa ter-
rea no bairro la Boa-Vista ou era anto An-
tonio de 1 001 (a 1:3009 : quem a ti er <
quizcr vonder, annuncie para ser procara-
do, ou dirija-se a rua da Mangueira n. II,
a qualquer hora do dia, que achara com
quem tratar.
Compra-se por t.vlo o preco o manifes-
lo 1 iij pelo fallecilo senador Manoel de
Carvalho Paesde A airado, no anno de 1824,
como presidente de l'emambuco: dirja-se
a livraria ns. B c 8 da praca Ua Indepen-
dencia.
no
CENTRAL H33.E0PA-
Rl'A DE SAMO AMARO,
nincionava. a dad 1 cumprimen-
" to a sen.- tratos: e pe 1 contrario vai en-
.'' tretendo-o com piomessas vaas, sem que
trate de acabar c meste desgranado ne-
jocio, isto ha ma .ie 7 anuos!'! Quem


(Mundo Novo n. fj
::: sr.
di
jB horas da manhaa .' da lardr. o
Y? l para vitiUt deterja ir dirisidm por
011 esclavos, para @ eiicriplo. Ou pobres lao medicado graloi-
tervico o'cljtuxo decobei ta,
JOHN GAT1S,
Jcorretor zeral
OE LEILO'Ei COMMERCIAES,
n. 20 rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Coipo Sanio
tanto solli'imento
. S,- dentro de ". das nao
ODr. Sabino Olegario l.udg.i. V;ahn '';' e*?v'este negocio acabado, levntala'o
deonsollat lodosos diaa ote, desde as8 "^ vc0 (luc OOreesUl peridia.
cunvi-
A til.rica do sabSo da rua Imperial
admitte serventes escravos para
mesma fabrica ; pagare bea,.
Vonde-se na rua dn Cadeia de Santo
Antonio n. s, um preto -le n.iQ io, por preco
cumoioJj, proprio para servico de cm|
vei rioha de milho feita na tr-
ra 1 .'aa e animaes a 23 a arroba,
dila Im 11 00: as Cin-
co Ponas a. 102.
Chamico.
Km larris de oivo : pii,..r
commdo ea casa de Brroca",\ "c-Mro.'
rua da Cadeia do Recife o. .
1 sva.jos que ato proprlos nesses primeiros
impulso desoa ,, n5o estflo
afastados A*s distraccOes perniciosas, Ua
fdUese f-cquentes as gandesci lades, cu
jos atrativos seductores prendem como por
encantos o espirito vaciNnte da puericia,
inutiiisando os s"crilicios que demanlam
urna elucacao regular e honesta, que na-
turalmente, todos solicitara para csu pnr-
C^'O estimavcl desua 1
Oannunci ote cootando em su favor
com o auxilio da i\
as diversas cirenmstaacias .
io de longos aun is de ensino, 1
publico, como particular, nutre as mais h-
soogeiras esperancas d latisfaier -*-'0 !"'ro 'i'">-evenda o verdtdu
plenamente a expectativa daquelles uueu'!T 'T mele/es |>lenl-: na 10*
honrarom con. sua coafianca] para 3 que itaaW,tM. """^ *"*"*
otlerece seus servidos no in iicado lugar.
sellins
palete ioglez.
Precisa-se de um caixeiro ->sra taber-
na, que tcntia pratica e d lia lo- a sin con-
ducta : na rua deltortas n. 4, se achara com
quem tratar.
O *r. I rancisco J 1 Rodriga)
liveira tem urna carta na rua da \urora
n 18.
abaixo as
le em a taberna s I 1 na 1
I. auaoutr'ora gyrava na firm
an lo a no a \> m aue.
dominacao de C isla.-. \
vo e p 1
-e j 11 eiro de 1858. Jo ;, ira a
Costa Larangeiras, Ai v /.
Nova agua d

malabar.
Ven -se esl a a is a nelbor que tem ip-
rec:i1 abello e suiasaa na
1.1 livraria"
' (menle.
;:!-,::: ..:--.. ._ ... .-.: .
.,- ..- *. ... ... .
interno d
.'ratos.
Manuel ffonso Aquino de Albuquer-
queouiou a sua residencia para a rua do
Livramenlo n. 23, primeiro an lar.
- Piecisa-se de urna amas para engom-; pelo nov. syslema electrotypo. ros Ni
para d as; no pateo do 23. galeradeJArsenio (,'adr.uli, pri
-- "i ie il -que de bonita figu-
ra, de 15 > 16 annos, sabe cozmhar o diario
de urna ;n,. ,, achaques, raui-
0 lo habili loso, e se alian -a su con KlCta, e se
ia paia esperimenUr : na rua da l'raia 0.30.
Attencao
a.
laiversal n.a do ollegio
11 20, oa-se junto uro impresso gratis
-. forma deaopiicar.
- Vende se superior milho <
r/andea ,, ,.,.,,
t.omoan no I or
0 tUtUTEM
- a roapa Mta, oa j ,s,.
-la rua co
. -i 1 que \ ira 1 ira o
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esa &j, di na ora gil ,,
Ter v
il .1 en-
riar c seja sala; a
unto ao ano Rao 1 1 cores a 22. 243
,*, caicas de casemira preta a
razendo para o tiymoasio l>erns isas Irancezesbraa-
..L '. e.illetr dm
'""ocomi pSSSSS
irsua SS. t -
pw com farinl a Ce mandioca a 79500 7 *?** "
anlar.
meiro 1 o sacco. e saceos con gomma
1 tullas, ludotm bom estado.
o fumo em 1 por al-um. p.....dome mo logar
I adquerirem as esmolas do costume.
para
e oulras mi. por prego coro-
modo A loja esla aberta He as s li2boraa
de noite.
MUTILADO
V
MELHOR FXFrMPI AR fmpom
r-t


MAMO DE PERNAMBCCO SEGUNDA FEI1U 15 DI* JANEIRO DE IB58.
- S4#
%
>,
L00CAHO.
um varhiilo sortimonlo
..ihoea e do charutos, fumo
cachimbo, phosphoros de cert
-ira, e fumo em follia o incllior que
var no mercado, vendendo-se pelo
v> que so pode vender ros armazens,
.auto a prazn como a diulieiro. fazendo-9*
tambera negocio a troco de chaautos, sendo
os ditos de boas qualidades: a quem Ifto con-
vier tal negocio, appareca antes que se ca-
be pechincha.
Vende-se um molcque para o servico
de botica por ter bastante pratica, e inesmu
be cozinheiro, e urna crioula de bonita fi-
gura, com habilidades : no pateo de S. Pe-
dro n. 6.
lia para vender-se na ra do Vigario
n. 15. "20 saceos de 2 arrobas de cominhos
muito novos, e se vendem por junto ou a
retalbo, da maneira que mais convier ao
comprador, por menos do que nos arma-
zens.
REMEDIO IMCOMPAKAVEL.
X!*0. 'US k
ROA Dll OUEIKADO
-
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naedes
podemtestemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e pro var em caso necesse-
no, que, pelo usoquedelle lizeram.tem seu
corpo e membros iuteiramente siios, depois
de haver einpregado intilmente oulros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ibas re!alam todos os
das ha muitos anuos ; e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admiramos!
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o use
de seus bracos e peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, ondi
deviam sorber aoipulatro! Dellas ha mui
tas, que haveudo deixado esses asylos de pa
uecituento, para se nao submelterem a ess
operacao dolorosa, foram curadas completa
ment, mediante o uso desse precioso re'
medio. Algumas das t'aes pessoas, na elusa >
de seu reconhecimento, declararam estes re
aullados benficos diaute do lord correg-
dor.e oulros magistrados, alim de mais au-
tenticaren! sua aillrmativa.
Ninguem desesperara do estado desi-
saudesetivesse bstanle conlianca para ei
saiar este remedio constantemente, segiui
do algum tempo o tratamento que neceas
tasse a natureza do mal, cujo resultado ser
provar incontestavelmente: Quetudo cur
O ungento he til, mal particularmente
nos seguales casos.
Inriammago da mi
iriz.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enlermidades da cu-
tis em gcral.
Enfermidades doanus
Lepra.
Males dsspcrnas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de repti
Picadura de mosqu
tos.
PulmOes.
Queimadelas.V
ErupgOesescorbuticaslSarna.
Fstulas no abdomen. Supurarles ptrida
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Friciras.
Cengivasescaldadas.
lnchai;0es.
loflammaQo do ligado
dabexiga.
Tinha, em qualqui r
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veas torcidas ou n
dadas as pernas
Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qualidades;vin-
daspelos ltimos navios
da Europa.
Novidadcdc Parij, lanada de seda com ra-
ir>atem e luir maluada para veslidos de
enflora,muito propr o pata a eslacAo, co-
vado............ 1J200
Belleza de Bengala, fizenda loda de teda
transparente com lislras matizadas ,
propria para bailes covado..... 1j60fl
Cambraia t seda de Bengala com lislras ma-
tizadas, covado ......... IrlOO
Baijeg de seda com qi adros e lislras asseli-
liadas, covado......... laOOO
Gridenaplasprelo e de coies, muilo in-
ferior, covado......... 23000
Dijo dito de dito miiiu largo, proprio para
forros de obras. co\.ido...... 19600
as de quadrioho. covado..... 950
hos de seda aiselinido...... 950
Mlissulina branca e ce corea, corado. 320
Cissas franceasde cies lixas, covado. $966
Chilas francezas, o ccvndo...... 5280
Mtlbulina de cores, covado...... 800
Vanlas de blond pretas e brancas, proprias
I para casamentos, colado...... a
Panno fino prelo e decores, para lodosos
preces............
apeos de palliuha, ferrados, proprios pa-
| ra a eslavo.......... 39500
(bales de seda de cores, superiores ...
Hilos de merino brdalos a vtIludo 17S000
Dilos de dilo de dilu a seda...... 99000
Uilos de dilo bordado* em "2 pona. 12:000
Hilos de dilo com listri de sed 7.JO0O
Uilos de dilolisos com Franjas da seda C-iiIki
Dilos iledilo com franasde laa .... 5-rOOO
Uiiosdelriaadamascadis.prelos e decores. 38000
ri\a(;, de seda cora puulas compridas 3
reaencia........... |
Uiiiu de dita cora ditas a principe de (ial-
I".............
Ditas de ditas a'ameiicana...... I3OOO
Carlea -le cllele de velludo de novos
padrOS ... a....... IO3OOO
Dilos de selim branco bordados, proprios
par casamento. ....... j
liiun de gorgurao de leda de novos pa-
dres ............ 35000
Dilos decalca de casera la de todas as qua-
lidades............ 3
Chapeos de sold seda superiores 79500
Chapeos de massa franrezes..... 79500
Lenco de cambraia l ordados, finos, para
"ao. i.......... i-ooo
Luvas de .pila de lodas as qoalidadcs, para
horoens.senhoras e menina?..... 8
Corles de vestido de seca de crese brancos
i Pek m o mais superior e mudernu que
ha no mercado......... 5
Palitos de argentina dfl cores escura GsOOO
Ditos alpaca de de cor.-s fina..... 5)300
Dil.is de dila prela........ 43000
Ditos de fuslo assetlasda ....... 59000
Ditos de (anga de curte....... 19500
Ditos de brim de quadrinlios..... 39000
Hilos de brim pardo ino...... ruin
Dilnsde bretanlia de linbo brancos. 45500
(inndoliisde alpaca prela e de cores. 53000
Em freme do becco da Congregarlo, passando
loia de Orragens, a seiunda de fizendis n. 4U.
Deposito
DE
Cera de carnauba c velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio do algodo da Baha.
Sola e pelles de cabra.
<>omma do Aracaly.
Itarris com breu.
No largo da ftssembla confronte aporta
da nspec^So n. 9,aonde se vende por menos
1'rcc.o que em outra qualquer parte.
Agencia
r
Vende-^e estejunguento no estabelecimei -
togeral de Londres n. 2*4, oSlrar.d, e n i
loja de todos os boticarios, droguistas eou-
tras pessoas encarregadas de sua venda er i
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha.conlr i
urna injtrucQ5o em portuguez para explica
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, en
Pernaubuco.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWYi1.
PILULAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto ni-
teiramentede hervas medicinaes, nao conr
tm mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais lenra infamia,
ea compleifo mais delicada, be igualmcn.
te promplo e seguro para desarreigar o n:a
na complei^io mais robusta ; be inleira-
mente innocente em suas operaces eelTei-
tos ; pois busca e remove as doen^as de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazesque sejam.
L'ntre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja estavam as por-
tas morte, preservando em seu uso ; con
seguram recobrar a saudee forcas, depois
de haver tenlado intilmente todos os ouf
tros remedios.
As mais alllictas nSo devem entregar-se a
desesperagao; fagam um competente ensaio
doseliieazes elTeitos dcsta assomhrosa medi-
cina, e prestes recuperaro o beneficio da
gao.de.
NSo se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enlermida-
des : ~
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Debilidade ou exte-
nuado.
Dbilidadeoufalta de
forjas para qual-
quer cousa.
Oysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no,ventre.
Enfermidades no ven-
tre.
Fcbrcs intermitiente.
Febreto da especie.
Colla.
Ilemorrhodas.
Ilydropisia.
Ictericia.
IndigestOes.
Infla mmac. oes.
Irregu la ri da des da
menstruacHo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obslrucro do ventre
Phlisca ou consump-
rjSo pulmonar.
P.etengao de uurina.
Kheumatismn.
Enfermidadesjno figa- Symptomas secunda-
do, "rius.
Ditas venreas. Tumores.
Enxaqueca. Tico doloroso.
Herysipela. Ulceras.
Pebres biliosas. Venreo (mal!.
Vendem-sc eslas pillas no estaheleimen-
to geralde Londrea n. 244. Strand. e Da
loja de iodos os boticario, droguistas e oo-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llis: hi,na.
Vendeos-seis boeelinhea 800rs. cada
urna dellas con tm urna mstrucQiioem por-
tuguez pa ra explicar o modo de=se usar des-
tas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharm.ceutico, na ra da Cruz n. 2, em
Pernambuco.
Vendem-se fondas do ac cara umje
dous lados : na loja de miodezaa da ru i lar-
ga do Rosario n, S, a 15000 cada unta.
ao canto que es-
t torrando
O Pontesda loja d.i ra da Cadea do lie-
cife n. 54, faz scirnte que pelos ltimos va-
pores vindos da Euopa tem recebido um
lindo e ptimo soitimento de frzendasde
bom gnsto, e por precos dos ingleses, disto
anda n3o appareceL, e para oque venham
ver, lindas e ptimas sabidas de baile a 243,
casaveques de eambnia com bico a 105, di-
tos de casemira 12#, chita larga franceza a
240, dita lina a 260, 2S0 e 300 rs mussuli-
nes de cores a 300, 3-.:0 e 360, ditas Drancas
a 280 e 30o rs., chales de merm bordados
de velludo a 14#, ditos bordados de retroz a
10S500, linios cortes de seda com barra, di-
tos de merino lisos 45800, ronie.iias de fil
de Iinho25i0 e 3350O, ditas finas de cam-
braia a 5, grosdenaples a 15920 o covado,
cortes de seda de boa qualidade a 359, cova-
dos de dita, bonila, de quadros a 15800, dita
de dita muilo lina a 25200 o covado, corles
de casemira de cores i 9900, 4-500, 5000,
59500, 69079, ditas finas de doutor 103. len-
cos de cambraia, a duzia a 1/, 1/300, 1-500,
25 e 2:800, ditos todos brancos, a duzia a
33200, grandes, gravatas de cassa, a duzin
t^OO, gravatas de mola, urna 1, o t55iiu
multo finas, alpaca p,-eta, o covado a 6oo.
700,800, 900 e 13, pannos linos pretos de
23400, 33, 35500. 4s, i/00 e 5s, e muito fino
73, 75500 e 8/, cortes de colleledecasemia
preta, de varios preces, cortes de velludo de
73 e 73500, e muito fino 125, pei;as de chita
escura com toque de mofo a 5/5U0, mussu-
lina de urna s cor, o covado 360, manguitos
com collarinbos para seubora a 85 e 103,
cortes de cassa chita a 23, chales pretos de
merm a 25800 e 4f, casemira preta a 1300o,
15200, 15U0, 25, 25200 e 25800 o covado,
cortes de cambraia a 35200, para senhora,
madapoloes de 2-5600 al 5*500 cada pe^a!
chilas muito baratas, tanlo pegas como co-
vados, hla de duas larguras para vestido a
1*600 o covado, ttan'.as de velludo para ci-
ma de s- lia a 73, ditas de laa a 4550o e algo-
do :3, chapeos do Chili de militas qualida-
des, ditos de mola a 59300, alpaca lavada
imitando seda a 60o rs. o covado, ditas de
cores, camisas de meta de pura laa, curtes
de seda de phtntasia para casamento, muito
'icos, algodo de sacco, em poretto, jarda
210, e muitas mais azeudas que deixaoi-se
de enumerar, e que so a vista do comprador
se poiera ver na mes Ta ioja ; d-se fazen-
das com penbores, e leva-so em casa de fa-
milias.
S. SI ll.iillj. C., iianqueirosene-
gociantes, estalielecidos lia muitos anuos
em Londres, teem a tatistaccBo de par-
ticipara seus cori-esindenles e no publi-
co, que acabam de fundar casas filiaes
nos principaes por tos e distritos manu-
iacttireiros de Franca, Alemanha, Blgi-
ca e Hollauda, conservando alemdisso
las i'i-oprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
porto* raais commen:iaeso!aGra^Bretanha,
leestSo em posi^Soile ofl'erecer grandes
rantaj ns as pessoas (ptepossam necesitar,
auimem Londres orno era outroquaU
r ponfo da Europa, de urna casa para
Icomp i ou venda de artigos, bein como
para os negocios dt transaccSo de crdito
,i banco dequalquei genero.
As pessoas quenSo foreinconhecidasdos
aniunici i ntes deven" o ucoinpenliarsnas or-
dens com os fundos necestarios para sua
exeuccao ; (cando entendidas que osn-
nunciantes no teera difliculdadie em adi-
antar 73 (ijO sobre os gneros recebido
miles il sua venda.
Os precos correntei e mais nform; i ei
commerciaes, que loicm pedidas,serSo
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
Icorreio, podendoditigir-se aosannunci-
I antes.
Vende-se salitri refinado/chombo de
mnnicfio, enxofre e [ixe, ludo da melhor
Iqualitade e prego commodo : no^armazein
de'Jos Antonio MorsiiaDiasJi C. ra da
Moeda ii. 33.
Ven tem-se rastanhas vindas ultima-'
mente ilo Porto a lliii a libra, o imeixas
muito n ivas a 200 rs. no pateo do Carnio,
i esquina da ra de riortis n. 2.
la fundiyrio Low-JIo' r,
ra da Senzala .'ova
n. 42.
Nesteestabelecimentocontinn'a t baver
um completo sortimento de moendas e
meias moudas para engenho.machinasde
vapore taixasde ferro batido e coado de
lodosostamanhos paraditQ.
I VIMOS FNOS DO PORTO J
<$ DENOMINADOS : S
Duque do Porto.
Imperatriz Eugenia. rt
Leopoldo I.
H D. Pedro V.
w Engarrafados e enfeitados como o
de Champagne : vende-se em por- &
'A goes vonlade do comprador, na |fc
Jg' ra do Trapiche n 41), escriptorio 2
jt) de Tbomaz dolara. (^
relogos de pa-
tente
mglezesdcouro, desabnete e de vidro:
vendem-sea precorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazcm n. 36.
Ao Prcguica
QUE ESTA QE1MARD0
boas fazeodas por poucu
dinheiro.
O Pregutca da
ra do Queimado continua a l'ornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
na do becco do Pfixe 1 rito n. 2, o mais bel-
lo e va-isdo sorlimentu de fazendas, odas
de excellente quslidade.e pregos muito m-
dicos. Nao s queima as fazendas j por
vezes annunctadas, a saber :
Olindinas para vestidos de senhora,
covado............... 900
Targelinas idom idem,corte com 12
covados.............. 122000
Organdys idem idem, covado 260
Cambraias eslarrpadas. vara 480
Diias dilas mais linas, vara..... 600
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado........... 260
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado............... 280
Ditas ditas, largas,escuras o claras,
covado.............. 300
Bretanhas de rolo com 10 varas.peca 2:000
ftiscados monslros, lindos padres,
covado............... .-2q
Lenrjos de cassa com cercaduras de
cor, um.............. o
Mas alem deslas, oflerece mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te chegadas: mussulina branca finisstma a
320 e 360 o co va do, dita matizada, lina, e do
melhor goslo possivel a 320 e 360 o covado,
iSazinhas muilo linas, escuras e claras, to-
das de desenhos iuteiramente novos a 400
rs. o covado, carmelina, lazenda anda nao
vista, tramada e com padres de ISazinba,
pelo b- rato prego de 280 o covado, corles de
riscado francez, bonilos padres e cores li-
xas a 39300 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 varas cada pega a
75500. dita tapada tambem muito fina, com
10 varas cada pega a 4c800 e 6c600, chales
de Mazinba muito finos a ^#200, dilos de
merino lisos e bordados, de mui lidas co-
res, casemiras enfeiladas, mescladas, mu
proprias para palitos a 2#200 o covado, brim
Uangado de poro Indio e padres novos a
U440 a vara, ditos pretos de muito bom
goslo, e ale proprios para luto a 1#600 a va-
ra, cortes de collete de selim bordados a
3/500, ditos de casemiras para caigas, linas
e de bonitas cores a 5j500 e 65000, grvalas
pretas deseda a 13, dits de mola a 1/600,
alpacas de cores com lislras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padres
miudinhos e graudos, de muitos e variados
gostos, cores lixas eexcellentes pannos a
160, 180, 200, 220 e 2*0 o covado, pegas de
madapolao com 20 varas a 2o900, 35600, 4j,
43500, 43800, 53 e 3600, e muito liuo a
63400,cobertores dealgod3o proprios para
escravos a 700 rs. cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
clauas de todas as cores a 540 o covado. De
todas estas fazendas, e de outras muilas
aqui n5o mencionadas, se darao amostras
sob penhores.
Q Cabos sortidos da Hussia, Cai-
:.? 10 e Hanilha.
..: Lonas daRussia, brins c brin-
es.
@ Cobrec metal para forro com
& presos.
9 Oleo delinbaea e Velas steari-
V "'";
SfJ Estanho cm barrinba, lt-n-
;j3 rHha.
^ Vinlios linos de Moselle e Joan-
^ nisberg espumoso, e de Bordeux
a em (puntlas.

C. J. ASTLEV& C.
hmcasa de Ilenry Brunn i\ C. ra
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em cakas de 1 duzia.
Cadenas de vime.
Lin grande sortimento de tocadores.
Rebatos a oleo para sala de jantar.
Espelho com moldura.
Pianos dos melliores lubricados em liara-
burgo.
Caf dos aliiados
Rui do Trapicho n 14.
Neste cstabelecimento acha-se um com-
pleto sortimento de conservas ingiezas e bo-
lacbinhas, etc., ele soda, btscuits e faney
bisCUU sortidos. jams em jarse, pickles o
best, mustard, north, Wjlts. queijus e ox
tongeuse couved bief, soch fyne, herrings
lable, solt e csrrots, e fresb salmn green
; B t, 6 muitas outras conservas ingiezas ul-
limaa ente chegadas da Europa, tudo por
Megos commudos.
- Vende-se um mulalmho mui linde,
perfeitamente bom para criado ; quem o
pretender, dirija-se a ra do Seve, por traz
da obra do tiyonasio Provincial, casa terrea
de i':ifioao lado, das 8 as 11 horas da ma-
nlij, e das 3 \\\ as 6 da taide.
- Vcndem-so bandos ou almofadas de
dina para augmentar os penleaiios das se-
nlioras ; na ra da Cadea do Kecife n. 24,
primeiro andar, casa du Manoel Antonio da
Silva Anlunes. ,
Gastanhas.
Ainda existe um resto de canastrascom
castanbas superiores, era canaslras de 21
libras, no armazem deFerreira d Marti ns,
travessa da Madre de Dos n. le, onde se
vendem muito cm conta,
Vende-se urna linda mulatinha de 18
annos, com habilidades: na ra daPraia,
primeiro andar u. 43
Venrle-seum carro inglez de rodas
e lassentos, para 1 ou2cavallos, coro co-
berta.e com os rompetentesarreios; etam-
bem um cabrioletinglez com os arreios :
na ruado Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista em rasa do Sr. I'oirier
ROB LAFFECTECR'
O nico autorizado por dcrisodo consclho realr
decreto imperial.
Os medicosdos hospitaes recommendam o
arrobe de Lafl'ecteur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de uro
Attencao.
iVovalojadequa-
tro portas.
loaquim liodrigues Tavares de Mello aca-
ba de abrir urna nova loja na ra do Quei-
mado n. 37, passando o beccoda Congrega-
gSo, e alu se encontrar o mais rico sorti-
mento de vestidos de se la com babados e
se:n elles, pelo menos prego do que em ou-
tra qutlquer parte, assim como um comple-
to sortimento de palitos esobrecasacas, cal-
gas de casemira e cohetes de gorgurilo, tudo
de melhor gosto e modernismo, ricos cha-
peos oe senhora de diversas qualidades, um
escolenle sortimento de luvas e meias, gros-
dinaple prelo, o covado 1:800, 23, 23400 e
21)600, sarja lavrada prets, o covado 2:200,
23600 e >:800, dita lisa hespanhola, covado
23100, cassas muito finas, vara 400, 500, 560
,1*0-?n'tas frncezas linas, covado 280 e u
30'), ditas ingiezas muito linas a 200 rs. o co- cosi acradav! n
vado, tudo ae bonitos padres. diamantinas i f^a em uso na mtrinhi rl. / T We!*5>
de gostos inteiramente novos. covado 800 20 anno r. r.?.. im. f' desde mals de
rs.. indianas de seda, covado 13200, llanella DO" 0"0* ,'"r hp L?.lm.enle em PUC0 tcmf'
de todas as cores, covado 900 rs., vlbutina, PcccC?m ^"piS ,PmV.,11 mercuno' as af'
co.ado 750, grosdensple de c6r a, filo de l ^^das sam s nSSS^i "" TS"qU?-
nho lavrado, vara 13-00, assim como muitas n.r.os da dad filtVf "tdenles dos
musazeudasque nao be possivel aqui fa- LUadiados hnmnli da acrimonia he-
zer menean dellas lodas. or h.r>r.ii.lM rdllar' do.s ""mores; convem aos catar-
Vendas.
CarvSo cm saceos, vtndo do Rio Formoso:
ua ra do Crespo n. 12.
C'onro de lustro.
Vende-se couro de lustre a 36: com um i
pequeo toque de avaria ; na ra do Quei-
mado n. 25, loja de miudezas de i.ouvea &
Araujo,
Antonio Luiz de Oliveira
A'/eve'lo tem para ven.
der em seu escriptorio,
ra da Cruz n. 1
Vinho do Porlo em caixas de urna e duas
duzias.
Aigodiio da Babia.
Charutos superiores.
Camas de ferro para solteiro e casado.
Com pequeo toquede
avaria.
Completo sortimento de madapoiaes o al-
godOes, liso e de sacco, por diversos pregos
vende-se na ra do i-respo, loja da esquina
que volta para a ra da Cadeia.
zc mengao dellas todas,
sotimento.
por haver grande
Vendem-se travejamentos do louro de
varios tamanhos : na praia de Santa Rila,
reitilag3o.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barriscomoem caixas,
Lores e absynthe, ebegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler&C., ruada Cruz n. 55.
SAPATOS DO ARACATY,
do melhores que tem viudo a estemerca-
do. para homens e meninos, de palla e de
prulhas : em casa de Caminba (\- Filhos, ra
oa Cadeia do Recife n. 60. primeiro andar.
PATASSA Di RUSSIA E CAL
VIRGEM.
AOS AGRICULTORES
Vende-se milho de urna qualidade supe-
rior, e mais productivo do que o que temos
neste paii; e por isso proprio para semen-
rlios, a besiga, as contracedes e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
goes ou de sondas. Como anti-svphiliticos
o arrobe cura em pouco lempo os'lluxos re- ...
cenes ou reDeliles, que volvem incessantas He: no armazem de Tasso IrmSos. ao ce da
em consequencia do emprego da copahibe, I ponte nova do Recife.
dacubeba ou das injecgOes querepresenlem
o Virussem neutralisa-lo. O arrobe Laffec:
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de D. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcSo de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Lafecteur 12,ra hichelieu Paris
Os formularios dfio-se gralis em casa do a
gente Silva, na praga de D.Pedro n. 83.
Porlo, Joaquim Araujo ; Baha, Lima & Ir-
mSos ; Pernambuco, Soum; Rio de Janeiro,
Rocha & Filhos ; e Moreira, loja de drogas :
Villa Nova, Joo Pereira de Magates Leite ,
Rio (.rande, Francisco de Paula Couto C.
de ferro ou cubos livdraulicos, para de-
.>o deposito da ra da Cadeia do Recite,
arinazem ri 12, ba muilo superior potassa "
^^^i^^A Ps'tos Je precocommoE.
poneos das, e a ven ler-se por menos preco
do que em outra qnalquer parte,
Gomma do Aracaty.
fcm porgOes e a retalho: vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anua.
Vende-se superior farinba de man-
dioca em saceos grandes: na tanoaria
deronte do trapiche doCunba.
Na ra do Tra-
piche ir. 54, escriptorio
de Novaes & C.
Vende-se superior vinho do Porlo en-
gairalado em caixas de 1 e 2 duzias de
garrafas, bemeomo cm barril de 4- e 8.
a preco commodo.
Attencao.
Queijos do sertao os mais frescaes possi-
veis : u ra do Queimado n 1*.
Na ra do Crespo, loja de Campos &
Lima, ba para vender o mais superior rap
de urna das melho es fabricas de Paris ; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
prompta venda para continuar haver sem-
pre deposib), visto o que mandam de Lisboa
ser depessima qualidade.
A loj da es-
trella.
Na ra do Queimado n. 7, loja da estrella,
- .I.IUI-..I-UJ lumia maurcue lieos vendem-se as seguinies fazendas, mais bra-
n. 1 2, armazem de Novaes & C., barris : L do ('ue em oul,a qUi'quer parle, a saber:
rl0f.---------..l i.. P?.'110-'' de panno francez. linos a 20*000
SSttO*
16/000
203000
Vende-sen
a ra da Madre de Dos
AVISO.
Na roa da Cruz n. SI, primeiro andar -
la de barbeiro, vendem-se bichas de Ha-
burgo, tanto aos centos como a relalhre
alugi-se mais barato- do que em outra pa*
advertinlose que s3o as mais moderna*-^
mercado.
- V>udem-se 200 barricas vasias i
padanada ra da Senzala Nova n. 30.
*ft)k?#('iiW^>|. /
Ditos de dito ditos
Chat eos finos para senhora
Ditos ditos para dita
vende-se muilo em conta um piano em Crosdenanles nrr-to p

na ra do Trapiche No-
vo maisdei:0005:
vo n. 10.
Vende-se um bote de 25 palmos, muito
bem construido : na ra da Cadeia do Reci-
fe n. 2, primeiro andar.
Vende-se na ra estreita do
7550O
n. 3r, armazem de trastes de Jos Moreira
da Silva, vidros de espelhos de lodosos ta-
manhos, oara toilettes e tocadores, assim
como cadeiras americanas de todas as quali-
dades, e pedras marmores de todos os tama-
nhos, tudo mais em conta do que em outra
qualquer parle.
Vendem-se tres casas terreas de pedra
e cal, na ra da Amizade, na Capunga ; a
tratar na ra da Trempe, casa terrea junto
ao sobrado.
Mascaras linas
EstSo expostas venda no deposito n. 6 da
homem
Collarinhos e manguitos inglezes, de
um novo gosto, e da melhor quali-
dade que neste genero tem appare-
cido at boje i->-ooo
e outras muitas fazendas que se vendem a
Rosario; dinheiro vista, por menos do que em ou-
tra loja.
Sal do Ass-
Abordo do patacjifrA!..
ua, ou com Tasso Irmaos.
Relogios.
Os melhores relogios deonro, patentis
.. glez, vendem-se por precos razoaveis, no
ra do h. Francisco, mascaras finas de cera, (escriptorio do agente Oliveira ruada Ca-
aramee Papajgo, por nn-co muito burato. idni Hp Recife n. 62. orimeiro andar
Anda continuam a andir fgidos
sepuintes escravos: Laurindo, p.rdo "re
presenta 16 annos de idade. ror um pucr
ctara, cabellos crespos, foi ,cr,T 5^ S
> noel Maruns Veras, mor.uor no n.cbr
uos Porros, provincia do Rio i.rande do %
le .axillc-, com 18 annos pouco miio.i
menos, f(jr de guag.ru", cabellos estVw
altura r-uular, tem em urna das pemt?ln
renda, be i,|ho d, provu.c,. do MaranhC
roga-se as autoridades policiaes e capuies
de campo, que .pprehendam estes escravos
e fagam o favor ue leva-Ios a ra do Collerco"
n. 2, ou a ra l.,r,,i, n 26, que se recom-
pensara bem.
Fugiram do engento Agua-fra fre-
guez.a de S. Lourengo d. M,iu. os esVr.vos
-Miguel alto, secco, qu.ndo .nd. he^n"
inclinado para a frente, pone, barba Z
escravodeJoSoElitodo Reg Barro,' n
rador na freguezi. da Eseada! p.r. 3
poe-se ter tug.do. Severino, cabra, LTxo
grossura regular, tem um deleito em um
dos dedos da mao, represenU a id.de de
para 28 annos, e tem pouca barba; >
um quer outro fugiram no mesmo
quem c-s apprehender, leve ao engenbo sc-
^eosado0' qUe S6r eneros'Dn*e recom-'
lia poneos das fugio do engenbo Cur-
gah o escravo Joaquim. crioulo, de cor fula
parecendo cabra, diz que tem 18 a MsanSh
de idade. tem os pes mal feitos, urna cica-
triz de chicote sobre o lombo e outra sobre
opeito. levouumquartaocasUnhogoido foi
escravo do Sr. Jernimo Carnero de Albu
querque Maranhlo. vendido nest, pr.ca pelo
br. Antonio Congalves Ferreira (^can
quem o apprehender conduza-o o dito en
genho, ou oesta praca na ra da Guia n ti
segundo andar, que ser generosamente re'
compensado, e prolesla-se contra quem o a-
coutar. '
Fugio bontem, 17 do corrente, um es-
cravo por nome Tbeodoro. prelo, criouln.
r-escador. baixo, corpolento, com muitos
cabellos brancos pela barba e peitos, id.de
3o annos. pouco mais ou menos, espadaudo
de presente anda va com os pes ochados e
tralla um ferro com gancho ao pescoco por
disl.nctivo de fujSo, be muito descansado
na f.lU ; levou camisa de algodSozinho de
lislras. caiga do ganga azul e chapeo de
missa branco. Desappareceu este escravo
do lugar das Aras, da companbia de dous
parceiros que o conduzio de Jaboatio paraio
Kecife : quem o pegar, leve-o a ra da Con-
cordia n. 26, armazem de miten.es, que
sera recompensado.
So dial 8 dornez p.p., lurjio de bor-
dodobriftue Sagitario, um escravo de
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
24annosde idade, estatura regular, rucsa.-
do corpo, s tem barba no queix'o. ca-
bellos carapinho. e ja lem milites bran-
cos, he bem conbeeido por ter as mito
muito calejadas, quando fugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apar-
tados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senhor Mano-l
Francisco da Silva Carneo, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' besa
gratificado.
Dos premios da t
rceira parte da
da Coneeico
US. PREMS.NS. PKE9ST
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