Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07365


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Full Text
AUNO xxxiv m: 10.
l'WK-f-----
Por o mczes adiantados 4{000.
Poi- 3 mczcs vencidos 5<000.
0


'.'" ~V ,:;

"i.CUl BECADOS DA SLBSCRU',.VO 110 NORTE.
Paiahiha, o Sr. JooRodolpho Gome; Natal, o ?r. Joaquim
Ignac i Fereira Jnior : Araeaty, o Sr. A. de Lemos Braga ,-
Gear, o Sr. J. Joi de Oliveira ; Manoho, n Sr. Jos Teiieira
de Millo ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Par, o Sr.
Justino J. Ramos'; Amasoni.s, o Sr. Jeronymo da Cosa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Ollatdl todfll o* da, s* f itvia hor.is .1
l.-il.n.i-^ i', (. i .r 'i l c-liiiki I .- I ":-..
5 ti \ iibanM : ii. i.'rr.i-f.'in.
s I P \ i *i'<" i. I.in.....tro. Un1!". I Infiaie
rj, i | \ 0ri rj f l.v.. n
1 l;juri. >- 11 rt 'i I, l WMOi Cna, Haiirciro-, AlH-FlHii
Him''ti:.-ii..- .Vn.il; ijiimr-i^-l IT4-.
(Todos n oorreiu tarim lo hora* 4* manhla.
Al DIENCIAS DOS TRIBTJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
B.clac.10 .' tergas fciras o .sabbados.
Faieoda : quarias c sabbados as 10 horas;
Jui/o do commercio : segundas as 1U horas c quintas ao ncio dia.
Dilo deorphaos : segundase quintas as 10 horas.
Primcira vara do civel : segundas escitas ao meio dia.
Segunda vara do civel : quartas e sabbados ao meio dia.
EPREMERIDESDOUE/ DE JANEIRO.
fi Quarto nunsuanle as 10 horas c27 minutos da tarde.
15 La nova as ;i llorase 13 niatos da in.iiih.ia.
22 (Juari" crescente ll3 horas o 37 minutos da tarde.
2'J La cheil as ti horas c Si minutoi da manhaa.
PREAMAH DE UOJE.
Primcira n 10 horas e 6 minutos da manboa.
Segunda as 10 huras c 90 minuto! da tarde.
DAS 5EM \> \.
is Segunda. B, l'iin \. m. ; S. 1 | .. b.
19 Terca. S. Canuto m m. : Ss. Audifax e At.li.irui its. mu.
2q Qu irla. S. Fil 5. 8
-i Quinta. S. Ignei v. m. : S. Palmelo m. i S l
22 Bella. Ss. mm.
-t G ibb lo, S lid tenso are.; S. Emerencians-T.
24 Domingo. x rada Paz; 9 :>. m.
ENCARREU IDOS IM -I BSl RIP \ O Dn M l
llagosa, o Sr. Claudino 1 Diss: Usina, o Sr. I> Duprid
laiiciro, o Sr. Joo Preira Usrtins.
EU i
0 Pi MAMO Manuel Figotirsadc lana.niwa
livrari aprudencia ns. ti
PARTE DPglSIAL
MINISTERIO DA FAZENDA.
Ev adenle do dia 18 de dezembro de 1837.
V Ibesouraria da Baha, dsclar.indo que. para
poder o tribunal do Ihesouro resolver o que fu- de
os memos fsetos, e contra quem mais de dirsitn for; cedo ao supplicanle o prazo de ."> dias para provar
ab nilpAdl a *v ^trt fl F__a.* a .1 a l! I ... ^ - e outrosim, qae, ni forma di lei de-8 de oolubro
de 178, art. 1:1, e ordem do Iluso iro de 21 de ja-
iaencAo, *e ja nao esliver com praca.
Josnna Moreira Joaquina, pedindo om prazo
neiro de 185(1, e nutr-, compilla palos mcios lerjaes para eu fillio Bufalino l.mhehno, provar isenciio.
o referido colleclor a entrar pira os cofres pblicos I Concedo ao recrula de que se Ir.ita o prazo "de 10
com as porcenlazem das quantias que .i elles ao re- i dias para provar isenrao.
colheu no desudo lempo, e cun os juros de !l ,, e que i Jo.e Carralho dos Santes.pedindo pasamento do
faca cassar a pralica de se no debitar a eommissao concedo que fez na coberla da parte do edificio onde
juslii a sobre o abono dss sommas desapparecidao por i dos eiactores, que nao recolhem nr vencimenlo os' funeciona a Ibesouraria provincial.Informe o Sr.
- iaA -t .__; l^i.ii'i Hu nltnlaai** > i "ulule benlit I > ..<->....
occanao da epidemia do cholera na cidade Santo sa|,|ni. ern ieu poler, conlando-se-llies os juros da
Amaro, enmpre que as viuvas dos respoosaveis por
ellas procedam as precisas joslificatoes em juno
competente com audiencia dos fiscaes da Tazenda pu-
blica ; deven lo a inesrna thesooraria euvia-las de-
pois ao Ihesouro.
Da 10.
i' Ihesonraria da S. Paulo, declarando que foi
apprivada a resoluto que tomou de ordenar ao col
le at a eflecttva restituidlo da miisma eommissao
aos cafres da Ibesouraria.
D.a 28.
A' thesooraria da Parahiba.Rirnardo de Sonza
Tranco, presidente do tribunal do Ihesouro nacio-
nal, declara ao Sr. Inspector da Ihnsoararia de fa-
zenda da Parahiba, em resposta ao seu cilicio n. lili
de I10 de onlubro ultimo, no qual commumea ter re-
laclo- da capital da_ provincia que rulo continuasse,; olvido allirmulivaiuerite coixulta que Ihe fizera o
1 inspector da respectiva alfandega, se depois da exe-
cu;ao da nova tarifa continua em vigor a ordem do
Ihesouro de J de julho de 186, na parte em que
facilita aos despachantes darem o vtor a cada urna
mercadorirt, e por esie valor calcolarem-se os res-
peclrvcs direilos para dellea se deltzir os 5 por can-
to do expediente ; que foi pprovada a soa decislo
por estar de accordo com o 5 8' di art. 3" do de-
creto n. tis de :t de julho de 1850, cujas diapoii-
Ces eontiuuam em viyor com as alleratoesdo cap.
.1- das dispusieres preliminares da nova tarifa.
Da .).
A' Ihesonraria do Par.'.Be nardo de Sooza
Franco, presideute do tribunal do Ihesouro nacio-
nal, declara ao Sr. inspector da (hasnuraria de fa-
zeuda do Para', em resposta ao seu ollicio de 28 de
sob (ena de demissio, a fazer extensivo aos proces-
aos que eorrem pelo jaizo de orphjs, o beneficio do
art. iiS t' do regolamento de 10 de jutho de 18.V)
que perteuce aos processos em que figuran} com
partes a fa/enda publica e ajusticia em conformidade
dos nti.lOO da lei|do 3 de dezembio de IM I e 40 do
decieto n. s.ti de 2 de oolubro de 1851 ; davendo
ser nigida a competente revalidarlo quando (aes
procesaos f.irem apresenlados ao sello fdra dos pra-
os marcados no referido regulameuto.
Dia 21.
A' thesouraria do Maranho.Bernardo de Sou-
i* 1 raneo, presidente do tribunal do Ihasouro nacio-
nal, em resposla ao oflicio do Sr. inspector da Ihe-
sou-aria de f*zenda do Maranhao de 25 de setembro
oltimo sobn.88 emquedcnnta de haver indeferldoo
recurso de Joaquim Alves de Pinho, interposto da
dec sao da alfandesa que o nbrigou a pagar em sapi-
r id i os direilos do art. i.l da nova tarefa das 200
eestis ou condeca de vime, alm dos do art. l'J2 da
inc-nia tarifa, das batatas que coutinham, nSo c.m-
seu indo que se despachesaern pelo paso bruto, ron-
fon id o citado art. 192, por enten lor iza do envoltorio, nao so que alarifa n,lo se refe-
re jo caso em que a mercadura vera dentro de envol-
torios su jeitosa direilos superiores aos da mesrna
ruar;adoria,mas qae.permillindo se o despacho por
peso tirulo,autorisava.se a fraude prejoizodosdireilos
da lazenda,visto como lemelhanle envollerio n3o era
corr rnnin e ordioario da mercadoria ; daclara ao mes*
mu Sr. inspector : |-, que a thesouraria n9o devia
lora ir conhecimenlo do recurso por caber o negocio
na algada do inspector da alfandega, conforme o ar!.
ili las disponerte" preliminares da tarifa, e 2-, que
exacta foi a inlelligencia dada pelo mesmo inspector
da nlfaudega a sobredila tarifa em vigor.
I lia -22.
A' presidencia do Maranhfto.lllm. e Et*caH Sr.
r espoudendo ao oOicio que V. Exc. uiiigio-me em
dal i de 2S de outubro ultimo, sob n. I, pelo qual
consulta,para poder solver a quesillo quo Ihc foi pro-
i pelo )uiz de orphos da eapfUldsMsa provin-
cia! se as petunias q ;a lem de ser juntas a autos de-
ven* necesssnamente pagar o sello respectivo antea
da juntada, ou se podem ser juntas sem sello, sendo
esle pago antes da concluan para senlenra final, \ --
i i uno o colleclor das renda geraes da mesraa ca-
pital euten le que os despachos prulcridns em peti-
efi .n\il.as fura ras autos dilo a estas a natureza de
im iraeutos, e que por isso devem pasar o sello de
lii I r-,., na roiiluriDiitade do art. :l"i du resol menlo
de 0 de junho de 1850. onde di/. : nCtoalqaer nu-
tro locumeuto ou ppele ; declaro i V. Exc, p ira
os I us convenientes, que he manifestamente wapro-
ced isla) a intelligencia dada pela collectoria ao cita-
do .ir!. :l> do regolamento do sello, quando, para e
rain ao, processos as pelones, exiae que pisoem
o sello de ll) rs.. prnviii lo o erro daquelle exactor
rio iniiai lerar docuriieulos as n!re lilas peli^a', e
son u que a palavra papel do referido artigo com-
prel en le taes pelicss, quanlo etll's nem estas por
serem despichadas loroam o carcter de documento,
ii-ii a destenacao de papel Ihes pode ser apphcavel
por se referir o reculamente uesia parte aqoelles pi-
pen, que sem serem dacumentns ni rigor do termo,
Is j lulam aos autjsou as peti^as ou se apreseatam
para prodozirem em publico o elfeito para que fu-
tan passados.
Dia 33.
\' directora das renJas.Declaro a V. S.. pa-
ra o fazer constar ao colleclor da villa da S. I'idalis,
m resposta ao officio que Ihe dirigi em 13 do mez
fin lo. que os titutos de numeaqAu dos escrivaes dos
sol leiegalos pagam sello e novos direilos, como o
decipio a ordem de 22 de agoslo de IS5 ; que os dos
iui.es de paz, de que trata o ail. 42. segunda parle
do regulameuto de 31 de Janeiro de 1812, nada pa-
gan ; e que os dos olliciaes de jostiea dos jnizes mu-
nn-ipaes e dos subdelegados pagam sello e os novos
dir.-itos da tabella da Iti de outubro de 1850.
Dia SI.
A' alfandega, communicaudo qne o tribunal do
Ihe muro iu Inferi o recurso do negociantes Filguei-
ras Senda e f... que prelendia.ni despachar doze ara-
dos livres de direilos, na forma de decreto n. t,t7
de 2fi de agosto do anuo, pois que aquelles tastru-
mellos se acharo comprehendidos no arl. 151 da no-
va 'arifa e nflo no arl. 1,038 do sobredito decreto.
--Circular as theiourarias, decleran lo, de confor-
/uiz monicipal le Serinhlem, oolro ao delegado do
mesmo termo, e oulro finalmente ao juiv, muuicipil
de arreiros.
director interino das obras militares
Pedido de 30 brajas de cordal para azelhas de
vasos do uso da fortaleza do Drum.Forneca-tt.
dem de diversos objectoi para o cipediente da
mesmo fortaleza.Furne^a-se.
Oflicio do bngadeiro cnrnm.inria.nt s das armas, j
no linio pagamento da qoanlia de 5000S que o des-
penden com transpone de aitigns de anlamenlo pa-
ra ai [iracas do S- hatalhAo de infaiil.iria,dlac.id,i.
em i.omina. Remedido ao Sr. inspector da Iheiou-
raria de fa/.enda para ordenar o pagamento.
Espediente do dia IS de Janeiro de 1858.
Ollicio ao commandanle das armas.Para mandar
dispensar do aquartellamento o alferes Januario
Coustancio Monteiro de Andrade.Communicon-se
ao commandanle superior e ti thesouraria de fa/.enda
onde exerce o referido alferes o cnipregii de cscrip-
Inraris.
Dito ao mesmo.Apresentanio para recrula o pai-
sano Loarenco Jos oo .Monte llezerra.
Hito ao mesmo.Conlinuando a necessidade de
conservar-se destacado na freuoe/ia de S. Benlo do
termo de liarauhuna o alferes Antonio Jas BJbelro,
nflo he possivel etonera-lo da eoiDlDissaii em que se
, acha, como V. Exc. solicila em seu oflicio de 10 do
ouloro ultimo, sob n. ISJ em que coinmunica ler rorrenle, visto dever preferir a oulro, aquello servi-
respondido afiirmalivamente a' consulta que Ihe fez
o colleclor da cidade de Macapa, se devia ou uao
cobrar a laxa dos cscravos que, nendo residentes
dentro dos limites da cidade marcados para o res-
pectivo lancamenlo e matricula, sdo comtuJo em-
pregedos diariamente em logar dntanle da inesma
ciliada cerca de una legua alem dos limites, que foi
approvada a sua deliberado, nao i porque os es-
cravos de que ss trata nao estao comprehendidos nos
'I*, i" e .V do ierrelo n. ill de 1 de junho de
isi i. como lambem porque ja foi a especie sujeita
resolvida pela decisio de 15 de Janeiro de 1855.
Dia 30.
A' presidencia do Iribuual do commercio.
Ten la concordado com o parernr > eommissao des-
se tribunal sobre os requerimenlns dos propricla-
rio, reodeiros, e administradores ilos tilinches al-
faudegados da corle, em qoe solieilavam a fjcul.la-
de de elevar o prer. da armazenagem dos gneros
recolhides era seos trapichas, com o qual parecer
o ronformou o mesmo tribunal, e V. S. igualmente
o adoptara, segundo me coniruunic iu em seu oflicio
de li de agoslo ulliino ; participo a V. S. que foi
loandada observar, para a cobranza daquella arma-
ix'iwgem, do 1- de Janeiro prximo futuro em diao-
le. a tabella junta, enlre a quil e a que foi orga-
nisada pela sobred ti cosarnisali apenas se ola a
riliTeren'a de ter sido redo/ida a :, i rle a laxa de
00 rcis marcada para a sabida dos saceos cora aaan-
car ; seivindo-se V. S., na confnrmiriide do qoe
prupnz a meima coinmis-ao, mandar confeccionar,
par ser presente ao tbesouro, a tabella geral qoe
tem de regular as laxas da ermattnagem de todos
osgenraais e mercidorias que se reeolherem aos Ira-
piches oe deposito da corte.
Tabella da armaienagem e lingadot qoe bao de pa-
gar nos trapiches desla corte o-, gneros abano
mencionados.
itsaear, ..
e estada por seis me/.
COMHAMDO DAS ARMAS.
9nartel general do commando da aranas dr,
Pernambaco na cidade do Recite, em 20le
Janeiro de 1 858.
OBDEM lili DIA K.9.
<> brigadeiro commandanle das armas i ilerino de-
Clara, para que tenba a devida observancia, que por
aviso do ministerio da guerra de 8, coiimunicado
em'oflicio dnquartel general do exercito de 9. todo
do crrente mez. foi delerminado que o Sr. secundo
nrurgiao do corpo de saude Dr, l.uiz Carlos Augusto
da .silva se recolha a corlo, a fina de ir servir na pro-
viocia de Sania Culmina, em sohetitoirlo ao Sr.
segundo eirursio Dr. Minoel Jos de Oliveira, que
lem de sezuir para o corpa do exercito de observa-
do na de S. Pedro do Rio Grande do So Declara
tambera, qne hontera foi dispensada do aquarlela-
menlo, em Tirti.de de ordem da presidencia exarada
cm ullicio de 18, o Sr. alteres do lerceiro bata'hao
da infatilaria d.i guarda uacinnal do muoicipio do
Rerife, Januario Con-lancio Monteiro de Audrade,
vislo serem os seus servidos necessarios na Ibesou-
raria de taaenda, em cuja reparticilo he empregado.
Asaigoado.; Jnao Jo-e da Cosa Pimenlel.
Conforme.liemetrin de liusmao Coelno, alferes
ajudanle de ordena uncarreuado do delalhe.
Entrada
l.mgado
lleiu. .
dem.
I km.
por sai:ida.
arroba so rs.
caixa 800 a
fecho
barricas
aacco
150
50 o
do correle, o augmento que leve o crdito consig-
n i 'o pelo mesmo ministerio para as despezas a car-
I < le cada uina das Ihesourarias no ejercicio de
1816 i 1857. e as quaotias que devem ser annulladas
em diversas verbas.
--\" Ihesonraria da Pernambuco, qne ponina
di< >osicao da presidencia a quantii de 75:001)1 pelo
ere oto creado pelo decreto n, 885 de outubro do an
100'.
lo
lo .
20 i)
niercado-
Parlaba de trian,
tntrada.pir barrica de (i .1 cada uina.
Estada por semaua a a a
Sabida para embarque a i
Dita prra Ierra g g ,,
A armazenaffom dos oulros gene os
rias que se recudiera aos referid Is trapichea sera"
aquella ern que convierem as parles, ale que se or-
ganise urna tabella geral das laxas para lodos os g-
neros ; nao pudendo porenl, d"ora i-m diante, os tra-
picheiros exigir augmento superior a 30 por rento
sobre ns prejos que esiao n use le cobrar. Tbe-
souro nacional, 30 dejkzeinbro de 1857.Bernardo
de Souza Franco.
Remetleu-ie a' alfandega e consulado a tabella
upra. '
GOVERNO DA PROVINCIA.
Por portar.a de Jl do corren! fui nnmearin o
Sr. amanueuse Jos Antonio da S Iva Mello para o
luaar de eacriptorarie da secretan do gnveuio, ern
vista do resultado do concurso a qie se o'uceJeu.
Despachos do da 19.
Requerimenlo de Antonio de Souza Res pro-
pondo-se a aceitar a obra rio acodado Bom Jardim
miiladecom o aviso do ministerio da guerra da l icnm o abate de um por cerdo sobm a totalidade do
iircaiu.Miio.A informar ao director interino das
ubras pobllcs.
Antonio Manoal \avier llil.mcoort, pe lindo
nma passagem de estado para a Rabia. vio ha
lugar.
- Jeronymo Cesar Marinho Fa cao, pedindo ser
admittido ao concurso do lugar de escriplorarip da
secretaria do governo.Nao lem lugar, visto
no pssudo, em conformidade do aviso do ministerio j po artigo 4 do acto da presideocia de 20 de Janeiro
do imperio de 10 do rorrenle, e em virtude do con- | de 1833.
Ira o celebrado em 6 de outubro ultimo entre o go- Joao Baplista Pessoa de Barios, pedindo para
ver io imperial e a Associae.lo de colonlaacJIe para a>; sentar praca no I. batalbao de infanlaria.__Apresen]
pro/incias de Pernanbaco. Paralnbi e Alagoas, afira
de loder a sobredila presidencia uccorrer as respec-
livis despezas.
--A' de S. Paulo, qne demilla o colleclor das ren-
d i zerass do municipio de llapeva da Fachina, re-
moliendo quaulo entesa autondade competente to-
dos os documentos e papis iudispensaveis acompa-
n'ia los das necassari is infurmaces sibre os fados
criminosos por elle praticados no cx^rcicio de seo em-
pre (o, afnn de qoe se instaure o processo de respon-
sab hdade contra o mesmo colleclor e o escrivao que
ser-'ia na collectoria ao lampo em que tiveram lu-ar
\miU HE HOMBRO (*)
POR MAX VALREY.
XI.
' niriuoriJo. i
i'uando o lempo eslava sombro, quan.lo o venlo
do oeste arraslava nocsu grandes nuvens cinzenlas,
com'* acontece requeutemente as costas da Breta-
nhi, Marida e Manoel passavam mnilas vezes horas
mi liras vagan lo sobre a praia. Sua conversaron to-
Beva rallo um geito mui difl'erente.
lovejei militas vezes a sorte das carapnnezas,
qui via, dizia Marlha apjianln-se an hrac.o de Ma-
noal. Smenle sabem cortar relva, e fiar; mas quan-
do Ira7.m de noile para a easa o feue de raierna,
qoe deve nutrir suas vaccaa, e o fuso clieio de lio,
tem o direito de estar saliafeitas de si mesmas, porque
Iral illiaram, foram uteis. (Inanias vez con iece-1 nvergonhei-me da inutilidade de mitiha
vid.i Tinha horas de desalent, durante as qoaes
aejnta.fi o ageordota de ter desenvolvido minhas fa-
eiildaites por mato de sua conversarlo e do esludo.
Para que final cem qua pcnsaineuto '! dizia eu a
lita loeims. A pervinc, que abre a meus pea, lem
um lim, conlribue para tornar o houirm mais feliz e
me hor revelan lu-lhe a bollen; mas Bjojoni coila
em iijinha alma eem minba inlelliscncia '.' Para que
infuiid.-r-me o horror do qoo he uie.quinlio e vul-
. ,r N lo abe es*e sacerdnle qne aquilln que elle
quer dar-me n.io -era mais do que um efflbaraco,
un incoinmo lo, urna causa da rcvoHa e de dnr na
vid i que lenho de viver Depois riue o conheci.
senil rpie i.' linha rafia. Daos li-z-me padecer
para que eu pns* amar e cnmprelici ler o foos me-
Inor. Nenliuin.i inulher o amana a o comprehen le-
na tanto como en, no he lerda la,
' I mm I responda por um aperlo de inao e por om
odiar e Uarllia cnnlinu.iva :
i.luem me dera que ro.semns pobres, bem po-
brrs estaramos mais sola lol ; VOOSC nao teria ou-
tra distraern, nem oulro pens.imenlo, sen.io eu.
N i i conbec- I idos o; mena deleites : son lerrivel-
mi nte eioga. F.tperimentai um desles dias um seu-
lin enl.i 1,1.i m;i i qu- n ni aires i i direr-lbe. Ale-
gru-ina de falo c mli-cr asara Julia, pus voss
ri 11 i'bracaibi ii partido contra in.iii na fespera .
rb >rei leda a n Ter ciume de Julia lie lonco
Pode ser que i ac, dine Marlha ;
tc-se a' inspeccAo no qoarlel geuei-al..
M niii'l ie I'.iim Itiracho. sollado da segunda
corapanhia do corpo de polica, pe indo seraifptnso
do servido atiento o seu estado de stude.Informe o
Sr. commandanle do corpo de poliria.
I.niz Ignacio de Oliveira Jar' im professnr pu-
bliruda instroci;,lo adementar de Flores, pedin lo fa-
culdad para usar de urna licenja que nao pd le g ,-
tar n'. uiro lempo.- .uforine o Sr. director geral da
n-irii-.i,, pi,!,nca.
JiC i.ourenc,n do Monte llezr rra. pedindo um
prazo para provar IseacJIO do recntamento.Con-
Vide torio u. II.
mas quando Irata-se de voss-, ludo me inquieta,
tjue seria de mim se voss amasse amis outra rao-
Iher i
l'ma minha.i Manoel chegou ao ;>on(n de iconiao
mais larde que demslume : Hirthi asperafa-e des-
de alguna instantes. Elle eslava paludo, e linha na
mm urna carta.
S ni chamado a llespanha, rlisse com voz sorda.
r>Ao vas, eu morrena disse Marlha agarran-
do os bracos de Manoel, como se q nzesse dete-lo.
Sua caber; i fidu apoiada au bou bro da Manoel. o
qual colino.Ihe de beijoi a fronte e us cabellos dizen-
du-llia :
Como podaste imaginar qoe eu cnidava em
.leixar-ls Tens-me repelido mili- vezes que
abind.marias Iu lo paraseguir-me, e julgas-me rapaz
de sacrificar a qualquer inleresse a fehcidade de vi-
ver junio de ti ... (,'oe rae impnrlam a amb lo t a
gloria'.' Nao estas contente'.' Meditas emolida
colisa .' .Nao ras grabas a Dos de le haver feilo co-
ohecer o iraor .'
Durante mais de urna hora Manoel emhalou Mar-
lha na nnsma ternura apaixonada; i lia nuvia-o muda
de alegra ; teria querido pasear assim a elernidade.
>esse da Marlha nao volloii para o caslello pelos
campos ; lesnio a inargein do mar. como fa/aa mal-
I i. letofl. Era duplicar a extensao do camiulin. po-
r mu Manoel |iodi> acompanha-la -em o recelo de
ser vislo : en.T'ues rchelos escarpados l'orin.u sm
do lado da Ierra um.j inuralha cmilitiua. 11 mar es-
lava tao alto qje a oxcepcAo do fui du das bahas a
arca eslava por tuda a pane cubera pela agua. Era
preciso pois escalar a rada inomenl > rochados qoe o
<- '.' lomava escorregadieo. Morda, que flca'ra
logre, "Hova llgeirameole de urna peora a' oulra
sem acedar o ioecrro de Uanoel, n qual menos fa-
miliarisa do que ella con lal iireleio, en.lava a
ileseiiibarai-ar--e nos peioril logares, Chegaram as-
sim dianle de urna roi,;a formada ni meio dns reche-
doe pelas ultimas marea grandes. \.u poda avla-
la, pois de um lado licavam os radiadas a pique, de
muro o mar. A acu i liuha apenes meio pe de pm-
luu lidade. Marlha preparava- porenl Manueloppog-ee absolutamenle iise:en-
Irou, o lomou-a nos bracos, ll n uilo a (.assagcm a
qual no s isl iu mala -le dous -"son -is, Marlha, cuja
rabera eslava cahi la lobre o hombro de Manoel, jul-
s..u ver cinc ieiita paasoa acuna della ora caeailor
; iiio na eapiogarda. l.embrou-se loso ,!., mar-
ques le Ro-bac, i. qn ii difertia-aa a i ve/^> em pas-
aaaf com lra:s de rajador, e (" tiesa qoe i
vesae fisto. Manoel, adveittdo par ella, niidesco.
nr.u tu nada. r.i.nr u-... para Iranqntlliai la,econ-
segmo persui ll-l ii i,
mesiai i n ni n marque! d U--h ic, em v.
de despidr-se da mal, romo cor una va, depois de
te-la r-couiuM 11 i porli de sua rtm ira, enlroa dl-
zendo :
i;o de bstanle imparlancia para a ordem publica.
Assim sirva-se de providenciar de oolro nodo, como
mais conveniente julgar acerca da I illa que se d uo
balalhao a que perteuce o dito nllicial.
Dito ao vice cunsul do Itraail na cidade do Porto.
Transmitlindo a lista dos emigrantes porluguezes
fmdoa narj esta pruvincia na barca o Svmpalhta, e
procedente daquelle porto.
Dito ao coinmandante da eslac.no naval.Em vista
do que requisita o Dr. chefe de polica, rva-se V.
S de dar as necessarias ordena para que o brigoe
Xioga'e cndala para o Rio Formoso os presos
que all devem responner a' prxima sasiJo do ory,
indo conveuieuteineiite escoltados. O ^rlgue deva-
ra' partir no dia 20 dncorrenl enlendeiido-se o sen
cominandante com o Dr. chefe de polica, e convem
que se cunserve a cruzar por alguns das na costa do
ul da eslavo, receben iu na volla os preosque hou-
verera de ser remeltidos para esla capital pelas auio-
liJades do Rio Formoso, com quera o m>smo com-
mandanle se entender' a e,se resuelto.Cuinmuui-
i' u--e au chefe de polica.
Dito eu coronel lienrque Marques l.ins.Pican-
do inleirado de haver V. S. eulrado no exercicio de
roinmanilaiilc superior da guarda nacin; 1 dessa co-
marca uodia 7 do crrenle, nao o po leudo fazer
antes por graves ncommodos de sua saod'. segundo
me declara em seu oflicio daquella data,' lou corlo
que no exercicio e suas luncces V. dar' ao
S' veriin molivos p 1 applaudir a aua uu.neac,ao pa-
ta pina commissa iu impurlame.
Dito ao coni'so enancm lienrque, de Rezende.
Inleirado pelo oflicio de V. S.. de IO Oo corrente,
de haver dexado o exercicio da directora geral da
iuslruccao publica, que eastunio o Dr. Joaquim Pires
Machado Porlalla, por se haver lina I isa I, a lireii{a
com que esle se achava. cabe-rae a satisfacao de -
gr.nlecer a V. S. os bona aervicoe que prestou du-
rante u riereicio daquella comn
Dito a thesouraria He la/enoa.Para m nial pa-
gar a Simplicio Jos ite Mello a quanla de 09730
rs., importancia das diarias ai......idas ao recrula
Sdsino Jos de l.iina.itemelteu-se este recrula ao
commandanle das armas.
Dito ao juiz de orphans do Recite.Para m-iidar
apresenlar so inspector do arsenal de marinha o me-
nor de que trata o seo silicio de 16 do co rente, afim
de ser alislido na eompanhia de aprenzes m.ui-
nhairos.Commuuicoa.se au arsenal de Diaria!
pito a' direcejn da direcrao de coloniaa{Je. \ >
oflicio da direreau da issoeiacilo, em que me partici-
pa que u capitn da barca aSyiBpaUlMa se recusara
entregar os colonos que condasioa boido da mes-
illa barca e sus bagageos, declarando que delles si>
faria eulrega depois ue have-los apreseutedo au con-
sol de Portugal, devo responder qoe nao lem cabi-
mento empregar o goferno medida alguma de coac-
tan em contrario, quando os colonos porluguezes a
bordo da horca Svinpalhaa na 1 se recusam a con-
correr ao consulado de so nacao.
Dilo ao haeharel Joaquim Pires Machado Pnrlella.
Dizendo ficar inleirado de haver S. me. reassii-
mido o exercicio de director geral da lastrareis
publica.
Dilc ao bacliarel Francisco de Ataia de Oliveira
Maciel.Diteudu e-lar sciente de ler S. me. reaseo-
inido^^fiiceues de juiz municipal da segunda vara
da!-^ termo. Fizeram-se as convenientes cominu-
nicac.ies.
Dnu 10 barharel Jos (.iuintino de Castro Lalo.
Declarando ficar inleirado de ter S. mr. assumidn o
exercicio da segonda vara de direito do Recite Fl-
zeram-se as convenientes cummnnica;es.
Dilo a cmara de OlindaAcnasand recehido o
mippj eslalislico da raortalidarie havi la naquelle
municipio do I- de outubro de |S5ll a 1(1 de setem-
bro do auno pa-sado, bem como o balance da receila
do cemitcno publico de N. S. da 1 oncei.io daquella
Cid ida.
Dilo ao eomrriiasario vaccinadorPara apromptar
com urgencia algumas laminaa de pjs vaccinieo
para serem enviadas .10 Eira, presidente do Ma-
raiilnlo.
I'nrtaria C.oncedendn a exnneracao que pelio o
barbarel Francisco do Ileso Barros de l.acerda do
cargo de subdelegado de Muribera. e Horneando para
aquello lagar o eidedflo Jos Cirios Teiieira.Com-
municou-so au rhefe de polica.
Dilo ao agente dos vapores brasileiroaPara man-
dar dar paasagem de estado para a enre, an phar-
maceolico alteres do exercito, Anlouio Jos de
Brito.
Hjcptiimlt dn tterelarto da proHatta.
(Illirio ao inajnr Sebastao Antonio do Ileso Mar-
rosEnviandollie cilicios para serem entregues por
elle, um an juiz de direilo du Rio Formoso, oulro ao
Minha roai, tenho de fallar-lbe. Cuido que
Vme. deve eslar salisfeita 'te mim, coiitinuou ella
recnslande-M em urna pollrona, e que reprsenlo
sollrivelmenle ha tres mezes o papel de hnmem que
quer casar. Comquanlo a tehcidade conjugal ole
seja precisamente meu sonho, lodafil n.io lenlio
desprezado nada para fsvorecer-lhe os designios, e
tenho sido sentimental, como una hlala alterada,
lenho gasto grande quautidade de prosa e de venos,
tenho tentailo mesmo ler um tratado dn me!a h\ .1-
ca ; porm. Vine, deve ter pecebido. que mada-
masella de Mnnlbrun tm sido insensivel aos meos es-
(..rrns. Agn esla prova lo para mim, que epezar
de todas as qualidades physicas c inotaes, queme
ili-.tn.suom, devo renunciar a felicidade de commo-
ver-lhe o coraran, e por consesuinlca aaporaaea de
serum dia pnssuidnr desle castello. tira, como sei
que Vroc. nao me Iroiue a esle luga-, para oulro
lira sonio para fa/er-me casar com ella, espero que
nao fara' nenhuma objeefJJo ao men desojo bem de-
terminado de aban tona-lo sem demora.
Madama 'le Rosbac ouvio as palaeraa do lilho sem
inlerrompe-lo. Era evidente que o joven marque*
era ao mesmo tempo dominado e animado pela Dal.
Bateo bem longo de ver as couias cunin iu,
respondeu ella quando o marque/ deitoo de fallar.
Peln contrario acbo que ludo va ptimamente.
Agradas rnuilo baroneza, a qual repete-me todos
os dias que s o marido que (lie connin para a le-
brinba. Quinto a raadamesellaHarUia, aioestoa
Ido ceit comn tu de sua indillereuca a leu respailo.
As mi-cas sosiam di f'" de ser galanteadas por
iiiuilu lempo. Pela minha parte reseilei tres vezas
a leu pai antes de decidir-me a rasar com elle. .Nao
peraaillirei que deiies a castalio ; pelo contraria re-
Commendo-tO que le mostrea mais enamorado qua
nunca ; puis convem que tfe negocio seja irriojads
ntss de follarinos para Paris 1 aqoi nlo lens rival.
Mas, minha mi, enlao \"me. ndo vr ora labe
nada do que eunU-se a respei'u de 111 idamesella de
Monlbruu *.' diise o mancebo desgasto,u dessa oppo-
sie.io.
(Joe .' ornou a marquazi, aquella ridicula hi|-
loriada petna quebrada '.' J,i le disse que Marlha
paliara uni da las noile, em qua ene seductor
de aldcia ferio-se. (Jaauto ,1- innrinui... di ci-
dade, nao vejo m i 1- sr..inte mal ; se Marlha est
om lano eoraproaiellada, i*-u a lornail minos
lnlicil.
Nao trala-se lo bello cinlor de romanc
mado .lorce Servel, po m do Hesp nhol qne vive
rom 1 aoachorela s< bre non sei qua rochado vulnho :
1 m 1... 1 lem reparada qu 1 raid m
l.run ania-o !
A elle' Q 'ni le deu c,-i n ticin .' Marlha
Rao Ihe falla ''.: i-l 11 linca.
- N" 'olio taive/ ; mas ooi rchelos eila dcia
mudo bem Mr. Belmar toma la not b
QUESTA'O PARAGUAYA.
Emitlindo algamai eoDsdara(Oea relalivaminle i
grave queilan (;ue na actuulidade se agua enlre o
imperio do Bratul e a repblica do Paraguay, jul-
gemns nao sabir da esphera em que se contm a
leis de mero di eilo publico e de juelica inlernacio-
iiil. deixando nteiraiuenle de parle, |iQiquo u3o
nos convem exprimir o nosso pen-amento, a conve-
niencia que pode ou nao bave para os diversos re-
tados ribeirinbnsilo Prala em permanecer estranhoi
aos resollados dessas difllenldaJea.
He evidente que tt um goferno nma o do Para-
goay pensara em innovar os principios de direilo
internacional I t ao ponto de negar a regulansac,,io
e passasein as bandeiras eslr.uis-iras as aguas de
um rio que nao corre exclusivamente por ambus ns
lados do seu territorio.
Accresce que, no tempo de liosas, a polica para-
goaya nSo viven senao d..spr testos que duisia con-
tra a clausura dos nos interiores, que consliluia em
venlade um don traeos da selvagaria do giverno da
dicta lora argentina.
Agora, prcscinriiodo dos principios eternos, e re-
terindo-ooa ,ui tratadoa celebrado! enlre n imperio
do Brasil o o Paragoay, e po-lenormente entie o
Paragoaj ea Confedarafao Argentina, encontramos
los po- estipulares precisas oa direilos pri-
mitivos da livre navsaeio enlre as b.udeiras das
paites eouirataoles. Ouc succede actualmente 1 t
I sragaay, liel a suas maaimai t peeiaea, oppoe lan-
as dilliculdades ao exercicio de ama lberlade que
cousesoio, minio a aeu pozar, que e:^.sa mesma li-
berdade se I u ie irrisoria.
Effectivamenle, -.1 10 sorarpacrrlaadcs os impostos
que subo prelexlo de visita, deprallao, de papalotas,
ele., dase pagar cada navio que, ptuetrando no Pa-
ragoay. se dirija a Assamp(ao, igaas acuna ou abat-
i, inda quati la nao leve carga ou issagairoa para
'" pnrii--. ublics, eiicnolrasre......im total
de ; ki pasus, ni fallai em urna p ircao di
> de ana a> sien a completo de peualidade applieedo
sol as fonnas de prisa... a de mol
contra os capillle de preencher alguma das fnrm iliJsd .-.
contra os paaaageiroe que se soconlrarem a burdo
sem qoe e-iearn munidos de pasaapoiie, na hvpo-
Ihoaa mesmo de nao preteuderem sallar em trra em
ponto algom di Paraguay.
lauta descoi fianca e lana flsealissriao eonslltoem
ao mesmo tempo urna violaedo do direilo coininuin,
o na especialidade uina falta completa au espirito e
ao r imprmenlo dos tratados precitados.
O imperio do Brasil se acha por eoosegolnle no
sen d.redo mais perfeilo para eiisir que o simples
Ir insilo lluvial seja isenlo de toda e qoalquer irapo-
sieao, por mais iusignilicanie q0B seja, e que os na-
vios de orna di.s duas naciies que tiansii un pL.|a9
aguas fluvjaes perlencenles 1 oulra, ou communs,
tenliam facul lude de enlrar. porein nao obrigacao
de I1/..-I0, em um dos pontos all habilitados para o
commercio eslraugeiro.
tls arts. j" a fio rto tratado com o Brasil, qae temos
i vista, se exfressam claramente sobre isses dous
poutos, e o givemo do Pwagnay nao pide oppor
preleito algum a realisario de exigencias tao razua-
\ lie.
Nao davidanos eooeegalnlrmente de que, no caso
em que as ultimas tentativas conrilialnrias naufra-
guera, o Brasil recorra aos argumentos da fort;a.
He por outo lado iuconteslavel que a causado
governo das provincias araeulinas se acha nesta
quest.lo ligada lor um vinculo de inleresse commum
cum o Brasil.
yuanloasotitraa repblicas do Prala, n.io emi di-
remos o nosso pensamiulo sobre o que Ibes con-
senta.
Apezar de tildo, e sera tomar inleresse particular
e directo na queslo, curvar-nos-heroos ante un
principio que rao lem patria nem partidos o da
juslica e da civilisa^ao.
Es-e principio, mais hoja mais amanilla, ha de
anear pul Ierra o edificio anormal e anli-social da
poltica paraguaya; porque 1 eiesptso a o exclusi-
vismo, dehaiso de qualquer forma, nao re-istem a
crranle de ii fluencias progressi,ta, que inunda
snccessivameni! os panes anda os mais lechados e
rodeados de escolhos.
Commercio del Plata.)
O PARAC-IAV E BRASIL.
Paran, JO de Doverabro .le |i--,7.
Netla dala aserefo largamente V. reipnudenrio
a's aoll nltnnas. O objeclo ile-l.i be I r-ll algumas
DOtieiss, e por -onseguiiile pa--" a i-so.
Seguiida-I'eia 2.! do rorrenle den nrs;a o Sr. P-
rannos, ministro brasileire, um banquete, ao qual
ssistiram o fice-prasidenla Carril, os ministros, o
Como u s ibes t
Eu os vi.
Ah de eras'.' di-se a marque/a ; pnia bem,
amaohla a hironexa aaber qoem he sua lobrinha.
0 m.rqoez 1 ra pouco inledigenle, ignorante e
fraeo : raaa nlo eslava as..is corrompido para que 1
fro c)oitmo, cun o qual 1 mili suhordmafa lodos
os -eniuiienlos I lmanos ao inleresse, nao pruluzs-e
'elle revullas, iiifelizmenle passaceiras.
Minha mi, exrlamou elle, permilla que eu
me retire, e deixe os sm ares de madamasella de
Mnnilirun arranjarcm-se como pnilerem. lia minio
lempo que represento um papel ridiculo, nu me
hra representar um papel infame.
Seiseenioi mil francos de dele valora alguns
dessosins e aisiius enfados, disse a marquen, lo
me pareces esquecer-te de tua pusic.lo. leu pal l-
menle rienuu e seu mime 1 seo titulo, o que Do
secute em que vivemos he um patrimonio de p ioc 1
importancia. I* io creas que te encontrar
um.1 molher r ca que consinta em casar comligo
pelo prstor de-er marqusia, Sera eireomstancias
parliealaras eu mi lena ornado cuidar en
DSiell 1 da II ni brun ; 111 s en sabia que lu iquillo
lue le seria pn |ii licial em 00Ira parta, i'qui le fj- I
vurecera. A liar meza deaejl qoe ea 1 com a 10-I
brinha. porque espera que 11.10 lendu pioli.-io nem I
onona propril, lirats al.-oliitameiile d
Iclla, e po leras acompauha-la o qoalqoor parle qoe
Ihe apruuvcr ir Nlo conles que en -ib lu por
muilo lempo 11 deeoesaa di vida dissipada '.1 qoe
eilas habituado. Minha riqueza pessosl he apenas
suilc-ienie para que eu posea nver eeia.11 deeenla-
inenle la irin. 0. Se nao casare com madamesell 1
de Monlbruu, -. poder.is 1 imar doas resolo'
fazer le sol la Jo, 00 entrar romo loparnuminrki em
lignina idmtnilrac .
F-le dilenin. fulmiiianle poi termo ,is 1
do oven marque.'., o qual retir... lepara 1 aua c-
mara mm de-goslos diien la ci m igo v i une n.io
tenho au menos finta milfrancoi de rea Inla mollas
|ue uaritcera 1 invancidaa de qne Dooi 1 la
tem o direilo d( exigir de m i- en ll irai 1
de e a virio lo unlo qoind 1 Ih deu com que pos-
ara saii 1 izer 11 tai as io 1- pli
No lii legainte o hora, em que a baronea liaos
jomaos, que tu la- as 1..... m-lbe do Pa-
rts, Madama di Rosbac enlroa na Ala Sua falla
eslava no piano eilodande um ifo.
SsUia, vi desenliar no camarim. tua malina-
d.i faliga-oae, edon com dore* do
leza.
Svlvii lo sobre a t.i.i
um olhir qae dma claramente que al
-1 eme |oec iin ro
\ ni rqoeza issentou.....Iiiod da amiga, lomos
uiu 1 nul, e pirctu l-lo al'eollnlint >u lim de
en.-arregado de negocios oriental e oolros. E-te con-
vite leve por can-1 1 termioi; .0 dal m s H 1 ieu's que
com o governo da confederar; 1 1 hara enlabolado.
Versavarr. taes negociafea lobre a qoeslao par 1-
goaxa, e segundo ioforraac^lej que ,-ollii de p
que ci iisidero e be mui competente, esle sovtruo -
a poltica do Brasil ; mal anida o proprio
general I rqaita esta' deiigoado, conforma os ijuitei
feitos, para couunandar coran general em chele as
forc.i- invasorai do Paraga 11 que mirrliem por e-ie
lito -e me isseguroa de um molo mui posi-
livn,assim como que o goferno da roiiloderaroo p 1.1
de 111 a 12 mil horaeus em armas para fa/.erem a
uivas.io unidos a's (oreas bralllfil is.
Em recompensa de ludo 1 -lo. o governo imperial
empresta .10 da confederoc.io dooj mlllioes de ,
fortes, e alm di-so sarante que lodos os saques que '
lizer o general l'rqiiiza como ceneral em chele di
nercdn largo latilfeiiei pelo banco Mano, quo deve
eslabelecer-se no Rosario. \'ai ser eala orna suerra .
porfiada, pois que os Paragoaj os nao afrouxar 1111, o
e.l.i.i minio preparados.
as conferencias toeou-se im nm pouto de mfli
dillicil solucao, que licon para resolver-se depois de
consultado o governo imperial. Qual seja ignoro :
provarelraente re-.; 11 a Boeaos-Ayres.... So al-
gas soasa ebegar a saber, ce iimunicar-lhe-hei.
A nulicii da niorle de Oribe foi recebida nesla
por una como nio asouro e com leutimeoto, por
onlrvs romo una nova de miita importancia e de
consequencia para a cansa que desej'am Iriiimplie.
O governo da Confe ler.ic.io a sentio muilo.
O ini'ii-u 1 ingle Mr. Cbristie r'elira-se desta com
8 legacJJo. Antes de faze-lo, purera, e em virlude de
ordena do sen governo, reiteroo de um modo enr-
gico o protesto que linha teito contra oa direilos dif-
fereociaes ; islo he positivo. Tambera deve retirar- [
se algum tanto desgosfoso, em conaeqaencia da po-
ltica que esle governo observen rom o gabinete do
Brasil, e ouj a qaal nao deve eslar muilo eonform
o ministro ingle/, ele.
{Xacional le lluenos-Axres.
II e por isio que de 11;?- leer ehi
I im ^li Ro 1. 11
liadas 1. a seguranca do tratado de 6 de abril,
rabal an iscaram-se .1 dirigir.
Albuquerque pelo no Paragoaj. e |.i i'-j era di m 1-
sta lo .11 riu si. 1 irque, ai 1 la 11 1 m il 1 d 1- circ na-
1 mais favoraveia, lmn mui pouco piovcilo a I
colber de1 leutaliva feila p ira abrir um novo mer-
cado ao eommereio. Porm asengeoc
no parag oayo deram om golpe mor I 1
/.as, que '- d aniiii.irin p 11 1 11
modifiquen] us regolamen
1 se faca com 1 e seja mi .
cuslosa.
Como se v, a qoeslao qae se ventila no Para-
ga v n.i 1 Iu 1.. la di interri i> ra Eoi
devera lar .e ou cedo tirar proveilo das i
da livre 11,1, ,,.!,|U8 Brasil rarin lica cora lou-
vavel pe si-, leuci.-i.
a Acresce'ntaremus qu". qenesqaer qOJO
leuJeucias do presidente l.0| 1 para ai d
seu predecessor, pireee-noidiflHI qoe o boroseoio
deque lera dsdo provn em us de urna oeeasiaa
no 1 prevales; 1 sobre ioai 11 e nao o con-
ilu.i a liirai o tea paii de ama Iota desigual, exe-
cul iu lo lealmi-iile o tratado de livre naveg
voluntariaiuciilc II
ll lo Re.
m
QUESTAO' PARAGUAYA-BRASILEIKA.
Iradii/imos do cijouinal des Debalsu de 24 de se-
tembro 11111 artigo a que deu iDargem a publicar.io
de ama carta dirigida pelo Sr. E. S. i.aplace, con-
tal de Fraaca. no Paraguay .10 redactor daquelle
diario.
O Sr. I.aplace refuta nessa carta, cti obsequio a
verdade, du qoe nao ha mulo foi dito DI Ir-
de de Boenot-Ayres sobre una conrarsacSo en-
tre a presidente do Paraguay a o ministro do Bra-
li!.
Funda-se na prudencia do Sr. Lpez e no Se-
minarios de IS de julho ultimo, que prolestou ouer-
giraroetile contra as asser^es ta oOrden.
Como remo os Ititores, o artigo do aJoarnal des
Dbstu he um eorollario do que esememos no
nosso nuiiero anterior sob a epigrepheaO Sema-
niroe. As ideas emdidos nelle sobre a poltica do
Brasil a respailo do Paraguay, navegaban do rio Pa-
raguay, regulamootoi para eisn uavegtu e ne ir-
lancia fulora para o commercio do mt>" lo, oas pos-
--.-11 s braiileirai em .Mato-iitoiso aSo as maiiju-
dieosas.
A exactdao das aprecacfus lo njooroal dea D-
balas aera titam o que temos di o outras ven
o inleresse que inspirara e-les paizei aos boinetis
peosadore do velbo conlinente. O seu iui/
coran o de toda a impreusa euri pea lobre 1-
polticas, ou de direilo publico que us rjvldaira, nlo
inao mu desapaiaonade, e portanlo mu
lapreciavel. E p is, nao davidamos qua ai'gaguiutes
liub is 1 : im .i.. cem goelo.
r la ni...1 pane felicilamo-noa .laque a palavra
abn 1-1 iu- ...
1 naes, eoroo a que Imie eotil
1 re o Paraguav e o Braiil, venln em apoio da D
. Ibes.
Na America do Sul, diz o '.Journal dea |i b
! assim cuino era lo las ai parle-, .1 aerra nao -
(razar lenSo fuoaiUi consequeocias felicilamo-n -
pois por ver desapparecer do dbale aziil me entra
0 Brasil c u Paraguas um (acloque pareca ser pre-
da um compieio rompimenl .
o As niences do Brasil a respeiln di Paraguay
nao sao por ino in algam iggressivis. rem
prova disto vendo quo o cahinele do Rio raen- .u
responder inlerpoll.,c3o do seuado sobre o- nos 1-
cio, d 1 Paiacuav, dan lo como razao estarem anda
pendentes as negociaces. e lambem o fado de ler
confiado .1 misado especial tn tr. Paranhoa, ex-mi-
111-lro dos nes.icios estrangliros, que devia dirigr-se
1 \ milpea '.1
o 0 Brasil lera, pelo qaa luc ao Paraguay, eo-
aao resilla des doeamentos que temos fin ima
poltica mui lita e mui declarad!. He ribejrlnho
lo rio l'ar.isoay, possue Immonsoa lerrileros mol
ricoa e quasi inexplorados, dos qoaes ha aqnelle rio
o canal naliiral pera o Ocano Atlntico. Para dar
vida aquellas magnificas resines lem (eilo i
sas isualmente nnccssarias: ibrio ao rnramercio o
porto de Albuqnerque na provincia de Malo-Gri -
e releliruii ,-i ti de abril de 1 s">(> com o Paragoaj
um iralado que anegara a livie oavegicao do dilo
riu.
tiesta ciaste de tratados rcserva-se sempre n di-
reilo dos Estadoi ribetrinhes, aulorisidos a defen-
der-se do cnuirabando e de ludo o que alienta
sua seguranca por meio do regulamenloi (lu
liaes.
l'oi pela nalorczi e Iramcendencia di
sul imeiilos que rehentou a diesideocii. Na opinilo
do p.ivu e do soverno do Brasil, as medidas I.mia-
das pelo Paraguas, para resillar I aavegacJo, lo de
tal modo ooerosas e vexalnrias que equivalem a
suppre-s.io .le.-a livre navesiclo adaiillida pelo Ira-
lado de (i de abril.
Atud.i quaudo es navioa fHo destinados dieee-
l.imenie e nao di vam -euo solear a- asnas da re-
pnblica, he mister que (u'idem oilo vezes, ni- ir .
Bocas, no forte de Humada,110 do Pilar, na Aomp-
cAo, na Conceicao. as boceas -lo Apa, uo Cerro (ic-
Cldeolel, e 110 forte de 0 > mp 1.
o Alem do lempo perdido I a que pagar em todos
esses punios direitm exorbilt ule- pelo falo noa
papeii do navio e dos pas aportes. Us nanos de-
vem lambem, queirara ou alo quoiram,, lum ir e
pagar em qualro desiai e-laies praticns quo 1 ala
teein que fazer, e subroeiler-;e a pr-scripen.- aani-
lariai que imporlam gr.ivamei relativamente enor-
mes.
RIO l'E J VNEIRO.
-i de jaii.eii.. de >Sj}jH.
Ha lempos qoe Ices erttmrvs .le aorne Balfuizir?
Francisco e Cilisto alerrom o municipio do Rio Bo-
tillo cun contiDUadot ciimas, ja roabando casal, ja
raptan.lo e violando mocas brancas.
O digno chafe de polica da prefnela, Sr. ir,
Paranagoi, lem dado enrgicas profideoeiai pira
capturaros tres nialfeilures-, qae lio escravoi fgi-
dos de ha mudo seu aeabor.
Por dan veas a lon-i mandada para os captti-ar
foi or elles repellida a tiro. Di ultima I
nove praeai que aticaram o rancho em que .re
esiav mi acooia los i'u-aiam fondas seis, ama dell 1-
mortaluienle, e o inipeelor do quarleirao S no 1 1-
lo, que acorapanbr.i no ataque.
O Sr. Dr. Paranagua, ao sabir do eeeorrido, m n-
dou iinineJialainenie iio/.e sida los de ovillara e
viute e treda infaotanasob ;.....dens ds Da
res. \|em disso man louolTereeer o premio':.'
peta captura de cala um dos criminosos.
Batamoscoirrencldoi de qu-a eala her estirlo
-1 11-. cujai vid -io proel...
que o aieojplo |de os espera cohib qa is-
qoer oairoi bandidei que p rvinlon se lembrum
te renovar lacs (jcaubas.
A respeito dos tristes seonlectmeoloi do i',o 1 1-
i'ilo. de qn-bonle!, demos uoticia, pe 11 i
,'-1'1 ife-n ......(otte :
" 1 ni lacio importante se de 1 ha d
da ida do lim linnilii. Tres i retos nina -, Fran-
eiic Ballhai ir e 1 iseeram a 1
boje de Antonia Paine:,. 1.1 iiuUnilh ..
: elle, asto na n ene kjo
livr s. I en lo Si lo, DOl im,
lu, ha cuco annoi I-. i 1
1 dita rateada, 00 le fizaran) rancho, entre-
- In loslnas, e fiveraai iem| re
pCilicaitieulcsein <
. 1 e-lo aun
le C inlagallo urna 1 1
alsuns instantes cellocuu-u sobre os joelbos di-
zendo :
Pens, queii la Ameba, que foss lem coi be-
cimeulo da noticia que torre (m toda vi/.ini. 11 ;
'Jue uulicia .' disse a baruneza com ar dislra-
hido.
A noticia do casamento de soa sobrinha con o
aenhor Belmar.
tjuein inventen semelliante tolice .' (ornea a
barone/.a Iranqu llmente.
F^nt.lo nao he verdade ':
Voss esl loara '.'
De cerln ella noticia :iu mas era apelada em (acloa lile extraordinarios....'
Ouaes fados f
Meu Dios, querida amiga, nao sal se devo di-
zer-lbe. Allirmam que voss deiaioa sobrinha pa-
scar -ii/inii 1 com csse wnbor.
(jaral teve a audacia de dir.er lal cnusa '
n.iasi todos. Eolia vena di/.-me sinceramente
que lado i-si he fabo.' tomou a marqueza depsii de
urna p losa,
Como pode ross Inaislii .' !' ir rentara as |is-
aoas de nona qualidale c.i-1 n 1 im laei homeui :
Se os deii.imos \ir j bosss caa, be justamente 101
que sin sem conseqoencia,
Querida Amelia, disse 1 marqueza tomando as
niios di baroneza ernn um ar ragieamente seiiiimen-
lal, I imisade iuii 5l gl mdes deveres. Se se trata -se
.le minha luna, e eois na 1 l re*i n, de la-
zer u qua agora fajo, eu licaai la mudo
me peca explirae.i.i, ma- -isa o meu conselho : nao
receba ina.s em sua casa el e senhor B Im ir.
Has eiuliui qm iba 11 f Qoe ha disse a
baronesa.
Ha que o senhor Belm 1 laz-ie moito apaixn-
nsdo de soa iobriohi. Cura qie intailo ; II !,.,
.1 levinhir.
lano paior para ene ranhor, se tora
cato. Marlha be muilo bem daca la, e n
para i--. o9 > dar-me cuidad 1.
fj lelia, Marth 1 ii^ iem dui
p 1 feil 1 de te las as moras; ,
npre inri p iu......11 quenles, um poo-
1 i tfianai 1, n io palera rabel qae lu h h
que lem 1 rem- sin 1
ca-. Me um jog 1 seguro ou casam ou recebera i> .-
lo de seu -.1 1.
Mil -' lo lo. Fiel
Poii I nha deixuu-ie tes: r inais
menos dal 1.,, duba
lili la
cicr. quando iionl id iu li a 11 j,,
.- istell 1
F..s leohor i! di lar h-i om n.
m 11 .1 baroneza no emolo de farnr. I. uno foi qa o
idmllli em minha 1 e elle apreaentar-iaairda
,1'jui, manduti liojg-lo fon pelos m i
B -.,: 1
: II
1 I
;;i maoiciad :. 1 a es-
ll u:n si. Fran 11 rom fe-
r e-ie quatro paisanos e um loo
tuenle.
1 \ 19 de de/emhro procedeu-se
gencia c ni nove pracaa rj 1 c irp 1 policial c 1
, irm los, atem do m srAo,
oflieial : leg: do, .- I -.
r do ru-
co, (.,i em pesso dirigir a caploi 1 ; mas nada se
descobrio nena occ 1
are lira diligencia tere losar na madr
l'i, indo o mesmo delegado com igoal terca policial
e-dezenofa paieaooa armados, aleando insp
eseril e enlai nada niaii puderam descubrir se-
ni um rancho cora grandes lamaral de milho e (ei-
Au em derredor.
i Finalmente ne dia 37 pelea ll da noile
alada O delegado COm a te ca policial nove hoinen-
eo inspector Bnlo. e na madrogada le -JS
I ir ti" rancho, quo era muilo prximo a esa
d.i fa/enda. A furca fui logo recibida com 11
eonlinuendo o fogo com freqoeacia durante um
iii> qae, amatihecea
por r-i.-.r posta ima de rombate, tan 11 li lo i^ri Im
ora sargento, cinco praeis e o inspector Brilo. \|.
'.--. I eli/menle I ido
se espera da pericia e dedicarlo do Dr. Malos, me-
dien disltneto do Rio Bonito.
10 a forsja ero ain la msiilt ola f oftaa
sua retirada, [01 preeilS maoder-st pedir 1
villa, [lio, como era di crer, cau-011 ;:lli gran le
alarma, o digno joii da direito deadirersaa
denclai no sentido de apliei la fortale-
cer a aaloridade polici 1. IU 10 1 tu qoe o 10I
do parliiM i testa de 20 pessaai armadas, e
labrlele i-e desi 1 com riissla |
ler esonera 11 do racea-ss
labatiluto in sub leleg ido, a aneila Ales in-
dre Rodn .. qoe.coui (o la o denod
I -n 1 ovan.; 1 !., id 1 I -guio para u lugar da Iota
e foi anudar a relira la dos rorl
A e-e lempo u. Ir- linliam mti-
rado tambera, iodo, porein, ; .rea no raiii-
nbo da Vinosa, com auip! 1 mooiijo e com o 111 ior
rie.-iu'i Maitl u pelo calumbo do
bai'i.
" ti Dr. jui/ de direito o O delgalo de pol cia
ao savernn dando p,rte dooecorride
a pe lindo coi lai. fto entretanto chega-
ram a filia oe I horas da noile. raiH de
^-i praca do corpo policial. A' espera, porein, de so-
soverno ,n,s iiicios do Dr. iui/. de direilo
e do dele. 1 !c linda as e,,.. rvaui a li.i
1 orrti 1 Mercantil ao Rio
Marlha! qae recompensa por lodos 00 eaida4os que
lenho lilo com ella que inon-lr 1 d 1 ingralidjo.
I ranquil,...e, 11111I11 amiga, lalfel M.nilia
ssji iiiiiocent, mas infezmenli ninguem o n Ka,
I! preci-o tan pouca Colisa para perder uina 11 a
na opinila pal
Vou man la-la chamar, ron fallar-lbe \i
a i.arone/.i,
NSo meltamoi es criados nene negocia, (alvez
elle-ja saiham mais do que ceiivem.
E a marqaeza aolreabriado a porta do camarim
di imoo :
Syliia I Sylfii!
ijlvia na 1 1 espondeo, pela eicelleols ri/.lo
ri que e>tava ne-se m imenl 1 no 'n 11 lo do
Conreocl la de que a consersoelo enlre aa lual ui-
gal liria iotaressaole, fisto que era de-.'-Ida, ella
esculara alraz do reposleiro em ve/ de rleeeuhar, ea
primeira 1 1 di barsueza ronlri Marlha
!.'ier ll ir-, ilegre
[ior ver--' erafira m it. 11 em umi ferdadaira h -tu-
na de om r, SyWla conloa pelavri por p
Marlha o que seab vi de oof ir. (Juando ella rert lio
lavrai nllraj inbam -ido proa m
!. M irll. 1 corou c emp Ili MI
1 -.obre um b im 1
-ni; i--. Sylvii lo desespero que 1-1-
b ,\ 1 de causar, pegoo-lbe das maos.e pn/ -*e a cho-
rar. Na Igans minutoiMarlha io(aooai<
e disse a meca :
Deiie-uie, Sjlvia, tenho alisolalamenle ae-
ce--i la le do e t;.r
,o qae linha d 'ar u .1
alreveu-ie 1,-1 a 1 1 urd un
11
.
lile.
I >aca na evlre-
.....
percebi .lie :
\ senhora n de-
o
;
1 "He.
ria-
1 I :
1 ba-
. -me
1 di
'- nte.
| ....
qoe n inorrer
1'1 onda a baronezi 1
ttftt i' di l cxteriii rtreliTl o qae el- .

\ -i b !.; m ishii asti ds ea -. e#.
dome- -------iTrninti qoe malla asa
adraiaislr.11; le da seren 4 ,,
ciai oci iip .-. e 1 u )ore, t daaiq-
'1
desta materia proeuraremoa e&amii 11 is i
. em qae -e proteo le fon lar 1 esees
rencia dus uieinl.rus d> corpo I-. ilatli 1 1 ara oveMaa-
penhar essas impoc antee fuaeryasa*
Nao procedo o argumento do qoe ementas e
pei-i.ie, ciicum-l.iiiea. um depulado 00 um en
per -111 prep.nleranclo, ao irgilin .1 m-
floencia em urna provincia, be a 1 iai- apio para di-
ris:-la. e aerenar una tempe-lade politice
:- e outrai qaacsqaoi cir.-uuistaorus anormaes
1, porem casos de pxcepc.lo, a
nem lie Basa podra ser opiin.io nosso que a governo
le absolul.imeiite inhibido rto asesinar un.
oulra vez um depulado 011 saoieer para prr-ideote
dsi provincia ; seinellidule idea (ora ab-uida alem ds
ser iocoaitiloctoaal.
- se fonda o costam*. na -e
rera o lystem ate hoje obaoia nuci-
palmenie dujs. una apiaiente, e nuda leal.
\prcrienn a
A razia appirenle, iqi ella que sCrxe para di-far-
!"ral trece aaaeer da eomlstira^ie d
que sendo os prese!, u|. 1.- provincia. ... pri"uiFira
inierpretes e execotem ata poltica do .......ascrl -
diveud.i ser os dejiui i.l.i- e -en aorai da malaria p ar-
; .
: lica, em que laa ss
votos le>-"
1 oecu,
lasle a....., una tai Uteeni aaeraSea a ad-
iiniii-trae 10 a pallliCI, o que he tanto m .1-
veoienlc quiniu nos parece qae um preataoole te
pruvincia deve ser mala aJininislraJur do que po-
ltico.
Me nlo qoer dizsr que o presidente de provincia
deva ser in.lillereiitea polilisa do iiiini-ieno, tt qis
he delegado : 0MI -emente que Ihe cumpre em bem
da proviuea enlresar-se muilo BMI 1-
pniicipios, qae separara o- ptrtiJof. do qoe aes cei-
pados .1 Imiiiisiralivi.s. qaa tais) leen.. Boa n.nvina
que live--em ciir pjlitica.
hlo quer dizer qae be inaito nielhor que o pr 1
denle da provincia se o.-ci pe de fazer abrir estradas
e canaes, ecoooauser e li-co'.isar as rendas 1 ut
nvolrer s espalhar a m-uu.-i. .0 garaailia pela
r""- : 'ur col ins para o sPin do ir.
com /elo para o 1 tija alien de que
i es e por falla de asseio, ele..
ovolver-so em ca apeabas eleitorars f pea
der o aeu lempo em perfiaa rootiajlarjla de prtanl-
1 venlura laaS bous e Oleas, devem ter
-' '-,' ladina a propugoadaroo romo lem -eos sla-
les.
aa a palluca mata a a Imi-
'i trae,.,, qaando o pie-idenlo da pimiiicia mus -1
' do qi e |M.r e- a.

. e ejtaal-
: n 1 s-ln dioi.-ol! 1 le dales I
: nucipics ende aquelles que
'om a nube.a activa da poltica, oa larabim
rieisioaa -
' n is. qui- nao I lesislatn...
1 real.

lio per ras
1 da -alista
-
a cerran lo a- '
. iMee
P irque ol e ha de 1
r**l hoe : 1.11- lasa i,.rn qr,F
illa h ..,
alil .1 rasl -i.ii. 1 di :
: lempre luoilo perniciosa ao \
11 ni.1 ni 1 pailamentjr li Indispaja
. ata, nm-
. nr ae
-. as mam -
lid :o .111 maloriai ie.ir=.
Qoando.a tdwUdadaoaa t'in.pan das leaalaia
mullos individuos em mnh cmara. 1 al
I forma, realisa a xridadein maiona parl.iriienlar. .1
legitima do lysterai representativo ; >e |
nlerene in tnnpoianameii-
e a esp-raiiri di
- qua coiiscgueo anebinhar om numero mais
I il reunan, semplliaii-
; l lisa con- taria ficticia, que
: em principios, e qu" po-Unlo de om
lio p 1 1 "iiiroden.i ds evi-lir.
' '' h la a par -. que sempre sr< deve ler
c..i vista he o bem do ,n|i-
lirlicias f srlitci >. f
' mudo com os meios de qaa se pr-vale'tin na
mim.lerios para orgitii-a-le. .din enla-l.s, e 1
larva-las.
1 n qaa rnerci.a o apoio da aaeio
: cin mi nina desta rdera.
He (al-o i 1 nassejarn da 11: : -
lea 1 repre-nijiuu. 011 culio o -v-leiiii represenu-
dvo I iiiFiite desoM profoada-
menle carroptar, o que aiagoam aoaara' d./er.
V. par im- be I 1 -rio real; b* e-a mes.
ir.a su..posta DOC tea M ininisterui-de
- 'olhlf entre os senadores e deputa ''" os BNsajajaa>
*- lem I as, afim de cerrar aa filenas de soa
ido iiiilu. unas, a iiliilaioade aos
man torteleci a op ni.io que -
tenlimos.
I t pile -rnenle
romper o e-lado alaqi eino-lo portanlo, e ele ilea-
trui-ls de ludo.
e qae nao ; csri qae as pr
ocia peitencem ios depulados s se-
na ores, o '
pelas ambicies e iotas 11 fluencias parlamentar.
-s 1 r ifincau i-ra 1 ad.nm -iradore- rom darasoao w(-
1 cooceber e execatar 11 in-
lifOS, e in-'1 l.i- 1- erante inip n.....11 |
er foi
peridada para ellas.
Nao vemos pois, n.i,. eneonlrimos fundamente al-
nle, osa abone o ivstesaa ale ho-
la interiormente seiia. A baroneza eslava amia
vetinelha e irada,
Ileverdida Martin, que vos,.- r-inversno em
partteolar sobre. com esse estro- seiro
que charaam Belmar .' disse com a^prreza.
He verdad? que Isas acontecca-me hnnlsin.
Mudo urna pollrona para jun-
io di 1 1.
Eatrere-M a ceafBiaa lal Emmorar-ae -la
Bill 00 ii. romo lodos o- coles f.-acos, Fiailavi-oe
nte'quando suliia de sua passividade hi-
bilu.il.
Nlo 1 coleada, m Mirtha (-
menle asaentaulo.se. 1 nulein vi llanri 1 11
de l.-ilbarina encirt Irai o **r. Ilelmar o* praia.
lile ac abasa de receber uina caria que chaniava-o
para a II-; I niini para dar-me
en 1 a ale ha ailraoi -
droario entre -m--e quv-i tolas as
- ine-mo de dizer a \ me.
i que v : I niia
1 Basto,
Ora -se mada-
.oadi pela
urna 1 ra. A jielle senhoi i.ao te
Nao a 1
Foi mada-assi u Resajaa quem di-.a Iba
'
lo-BJM qse
a- a ic; ul*.
i-e a marqoera
ia no- tem
'.
a
leutire 1 re.
' cmara, e ah
i

1 ba-
1
-1
1, ida
lasa 1 ......es es.
1 ve
1
MUTILADO
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRA
y


.
rni
que
.lea reforma,
- "^-unipanliia uAo pe-
. '"/fque por isso soliei-
.iptrliiralgaiif pequeos favo-
iil a i^HT-h) do i'.i imsolo dos
...uni djesSeriSo que manda para o
a a lorm viagem dos seus paquetes.
4ino< iiubVr annuiidar que o Kovernu impe-
il-ndeu a tsle pedido, eque d'ora avante nao
a eonipaiiliiu de paiiar dirtilos ile consumo poi
ra iiuu li.o he ruiisiiniidu nu paiz.
Banco do Brasil.IoitaHidl a etsemMl a,e-
.al dos arcionislas huniem ao min da, soba pre-
oe quo cm,li-
li.fT^
obrt i : a'.rcepeil ir a
.111 -.
irlo | lerariaol :
a ri :licljm es lioi lena gravea i bre o a>|-
quelqoer un. seria a ceVr-
liui n.i da ii: la >ma
uacflo mais seria e ntais di icad i ii i que i
),r_ primeira villa, porqoa nSa kn dos interesses dnyit.-.
. |e_ ernprexii particulares quo >e Irala ; ha do fular?! .!;i
ia imprenta ; o quem di/ .i im| ;ena, dii a alma
de uro paiz. .
Qnaato a ii' i bllaroi i por (oos, sempre unidos,
simpre Hgadoe cm orna ni rontadr., eontinaarern >
mi nosio posto a df i ner ai lntlilD(Sea que aceita-1
mos, e a rcah ,ir j ni--.." qi o :n foi couliddj.
sidencia do Sr. cunsellieira Jos Pedro Das il* Car- repoblie, mas
valho, servindo de primeiro secretaria o Sr. Dr. Je-
rnimo Jos Taladra Jnior, e de aegnndo < Sr,
l>r. O.Diniz, verificnu-se acliurem-se presantes 72
aeeioaislas represenl"iido 15,153 scedes. i.ida a acia
da olinna sesudo, o Sr. II. Uilieiro de Carvalho apre-
sentoo a senuinte emenda : a Cm vez da dizer-se ;
-cnreriados os Iraballioi da asserubla ceraldi-
gs-ie :enterrados os Imbalhos da spssHo, ficaodo
adiada a soa cealinoacAO para lili das depois da
pnblieacSo do purrcjr da cummisso.8. H.
Konilmcotandu a soa emenda o Sr. ii. I(. de
Carvalho, declarou que a jalgava aooossaria aliio de
mo cimsiderar-se a aclwil sesso como urna assem-
blea ceral extraordinaria, nal simples continaac.30
da ultima assemhla geral ordinaria que leve locar
ara {tiln protimo passado.Sojeilaa' volaeao, fui
approvada a acia cora a respectiva emenda.
Km seguida, Irataado-se do ubjeclo da convora-
cAo, que era a iproeiav8o do parecer da cummisso,
a qoern foram altelas as propoaUsde reforma apre-
smladas na ultima insilo, lie ollerecid.i a Mgoinla
proposla pelo Sr. J. J. dos Sanios Jnior, qu posta
a' volarrto |i approvada :
i l'roponho que a discusiflo do parecer da rom-
nn..,io especial aeja adiada para o primeiro dia ulil
depois da sabida do paquete iuglez da marro pr-
ximo.
{{Jornal do Commerrio do Rio.1
Entrn o paquete aCamilli, com dalas ds Moulc-1
Vldo ate- 5. "
Biaa cidade fleava litiadap r 1100 rule id 4o w-i
ron I Brigido Silvaira. I.- andooando al
marcliaa forjadas o departamento de Minas avanc, oj
obro a cidade, que cida.
Cautiva por sam
As folliaa do F.spirilo Sanio recebidas lionlem,
alcanram al liI do passado.
O 'i Crrala da Victoria d as seguinles nolicias :
ii No da 13 do correte mez fui pre^o e recolliiio
a cadeia da Itapemirim l'orlunalo Jos lavares da
Silva Medella, pronunciado pela morle do infeliz
.lo-i' de Barros Pimentel, snecedida no auno de I i--
junio ao rio 'luqui, em cujas a^'oas foi laucado o ca-
dver.
- He mais urna prisAo importante cft>cluada pela
polica da provincia ; prisao imnurlante j pela posi-
-dade do
n leudo siio recnir.mendaJa pela polica a cap-
lora do criminoso, o Sr. capilao Arrlianjo Jos de
Soaza, delegado do termo de llapemiriiu, exppilio
orna dilicenria, commaudada pelo cabo Jote dos
Santos, a qual eomcguio realisar a prisAo na propria
la/i ii 11 do reo.
'i Nanlrauor. na barra de S. Mallieo> n patacho
n irioiul iiAodaz", de propriedade do Sr. Manuel
Moreira Bola : aalvou-se parte do cairegamenlo ;
felizmente nao lemoi a lameular victima aliiuma.
n O biale Feliz DaaUne, de propriedade do Sr.
Manoel Joaquim dos Stnloa, que liavia cncalhado
na barra, j eslava concertado e recebia carga.
Mm dovida sorprender a cspilal da
iniegoio i'-ci imento. O govev-
no armou-se : deoembitcarain "iii prajai de eaj|8
urna des csiaces eilranccira* paragoardnr a ali^h_
dega. o Itlico Mili i' e aa le arni's. c bitloo eaan B|_
litado para cvoler os su. leva loa, que se aciiavafn no
Cerrilo. i
\< lu _-i. ij.io n e verno linlia nr, rampanlia.'e que
se diriaiam sobra Minas, retiocederar.i e atavian, j.,
em marcha para capital. Eiptrava-ie que a ^,, che-
cadn poria termo a' aoblevarjo, soppo-lo so
que n coronel Silveira agaariava por momjitoa ro-
la Bo6Doe-Ayrea,
OSr. cnnselli-iros l'.irinlos segua no da 30 do
pa'sado pir; a Aisumpraa.
A maulla. seremo< rnais eilenso^.
.Jornal d, Conwtercio do l'.ij..,
6- )
llrcupoii honlem a allorcSo da praja un fado
oeroiru.u entre o Sr. coiiKlbeiru l'aria e O blOCO do
Brasil;
>.'u nos cumpre ODuTor nem noi leva aqleceden-
!, ncm nos commenlarios encontrados iiua 9a li-
zcram. Secundo inforinacns fidedigna!, onsla-uos
que ai cousas se pasearas d i aegninla modo :
O Sr. consellirir.i Paria .presenlou lioiilem as 11
horas no Banco mil tontos oru notas ile'sa eslalule-
cimenlti, e pedio o seu nagaraenlo. A^a haraa da
larde t nbain-se apenas conlado diucnlqs condi-, H
Sr, consclh'iro Paria, ICOD*MMiando-lsi sobre o que
daeia fizer a" v -lauda emergencia .le na poder ser
salisfeito pelo Banco unqueile mo-mi', da, fui bus-
car un labelliao para faici mesmo no eslabeleci-
menlo u protesto dos bilhelu nao Pjigo?, o que nao
sabemos se se vcrilicon. /
10 -
Anle-lioalem e liontem paaou. 0 Banco do lirasi!
ao Sr. rcinelheiro Paria, em troco de sua uolas,
cen cantos de res ; islnl,;, ssienta conloa no dia
S e qaarenla honlem. Falla p.-ira completar a quan-
lifque fji presentada ao Iroo no dia ."i do corren-
le plcenlos e cincoenta coil,,..
_ ^__'. (forre Mercantil do Rioi
prli ai ibias p iblic u : vai n

ii trucc..! i a inriic ir a n
cunvenha fai r-soneste mu i n i
c onlra pai ocios de i mt :. .r
o mal de i lia di ecu ui de
nililai l)r. .\r i
'la' ene u i : i do i
Liis proilm
m/lll r | i
., I
i.nili.i na S. Eie. esl.i'ajonlaiido o maleriaes in-
i i a' asiembl
laliva pri i n la
man ivind oro.
Uiloi mexicanos .
Al.I AiMIEliA.
" ciii.'iiii uto do dia 1 a i!'.
I lem di dii ao......
.-i"-1 flOO 1 i i ..
100 I barril feixe;a Maooel Florencio Alv.s de Mo-I
1; i ra--.
, : nal : i ordem.
I:- :." h arib> vindn de Ham-
. a II. iunii \ (.. manil atoa e-
l S0j;l)3 ciiinie:
--------------."itl liarris alralrlo, .' i dil i pol ii, 6 d
32:31 l-:^7l lli is i!e zinco, JO ditos ali lia le. jn diios oleo de li-
arrezam lir.jc ^1 de Janeiro.
inji'/.al.nwn lar m.irliinisiiiii.
Barca inzlezaElisa Uandmoaada,
Barca in Ii -bacalhao.
coja intlallacao lie no da I del Briaua irzlezAmaronmarcadoriai.
Bn,ie i iglezClaodinbacslbo.
o l.iUhy.
I Franris .! 11 o.
- Hilai .-i di Silva i
: enenle Antonio Vctor de -1 i; irreto,
i.- lente Jo a i (ii i ima.
'i, nenie Joi i ac Fern
Dito Antonio J w l)i Num 3.
i \ auna.
ii Em. Sr. '.. r. doAmaral moslra-ia p [ Peihladoobiectos para o ai
^ nah.... auuu a a. ....... i .........._ i .. '
doamelh res i! i e lii| i i promover obi
l iliafeil ii
coi.....loinp ilamelito qae S. Eie, lia lirio acore i di
polilica, tratando a [odoi e im a mesma afl
e r rlezia m I i i maneira que
porfiam lodoa ero crangea." a slima e coudina do
oini itrador.
\ .aicinri da vi la c propric lada eonlinoa a ser
eflicazmeole garantida, o ......i'cilimivel cliefe de
policia M. J. da Silva !> recegozai Jaiodaa
confian;a do presidente.
Val.
lima nmerieanaRen lieifamilia de trigo.
Iiarca br.iaileiraCeciliao reato.
IVIMENTO n V ALFANDEGA.
Volomes entrados com fazenda ....
" com S'-'iiroi ....
Total
Volcmes.ihidoi comfarendas
o com gneros
IMP0R1 VlVO.
Tolal
318
121
103

11 p-.i porlucoeza nSvmpalhia.i vindi do Porto,
contiena la a Bailar cilOliveira, manifesloa o se-
ainl
. _>n diiM cevada, 5 eaiiOai ro-
Iri/i. 200 canaalras cailanhas, 132 rodas de arcos da
iirios.
133 b, rus \inliu ; a Jos Antonio da Conha &
i alta (Ir rerpeito. Somos informados de qoe em Iraao.
urna certa casa aa ruadopoeo a reonem toda ai 2 dlln-azeite, C caiiOea follios de algodao, linba,
noiles ama cerla sucia para tratar dos mus heroicos eoxoiulh >s e loalhai da liubo ; a Joaa Francisco do
leiloi, e isln p ir IM na lo que n.in p,i le s-r tolerado: sa" l.e Ii o.
:_ : l: :
BAHA 9 DE JANEIRO.
$0 dia 5 foi coodcmnad'i pelo Sr. I Ir. ebefe i!e
policii, com audilor da mi rinh.1,0 reo .Marco Bot-
ses Ferraz pelo crime de inioorlaijio de africanos.
Em seguida vai a seiileuca
n Visto os aules e d'Spoiic/ifs de dircilo que re-
cem a materia, conderrmo n ico Marcos Borgei fer-
rar, como autor do criuer imparlar.lo de africa-
nos, pena de :l anuos e pn-.m simples), grao mi-
iiiina do arligo 1"'.) docodi:o penal, mais ua mulla
por cabera de ca i Africano iiuporlido na
escuna Kclampago p^ra esla provincia, eoui a
Pelo l)r. delegado de policia da Serra acaba de abrigaejto da bler a detpna com a reexportadlo de
ser elfecluada a prisao de Joo (jomes da Silva, que
fra precoaxada por baver craveineule acuiilado no
lo gal de Una, em aco-lo ultimo, ao iuspeclor de
quarleii.ln du dilo logar.
i O Sr. l)r. Nicolao Rodrigo*! le Snnloi Franja
l.eite.emprezario da colonia Transylvania do Rio-
IJoce, ehegaa a esla cidade no bale de ferro de sua
propriedade no dia (6 do concille. Consla-ncs que
S. S. vai ao Rio de Janeiro tratar de negocios inhe-
rentes a eoloniaci3o daquelle locar.>
{Curreio Mercantil.)
9
AOS NOSSOS LEITORES.
Firmes na raeoloe&o que tomamos de n"o rp.lcr a
nma imposicao inadmi-sivel, fortei pela ailo de cs-
rereea e de peOflaiDaole, sen.la podemos ainda conli-
nuar a publicaro da nos-a tulla, ao r'.euos fa/.emos
qoanlo basta para miniar a pablieklade eiseneial a
esta grande cidade.
EHamea eonvenridos que lodo o publico nos ap-
prova e que o nosso procejnneulo ncsla dillicil enier-
cenci.i lem excitado a sjmpalbia geral, a par da re-
provnr,So que provoca o'aclo improdculo c irrcllicli-
do dos iks-iii opranos.
A cansa da imprem, que buje soiteutamos, e lam-
bem a csuia de toda a nduslria que brevemeole se-
na ameacada nos seas inleresses e no seu futuro se
UvMiemai deixado pasear um exeinplo lao ptricoso.
tfaalgani das o empr^cados do caz amo^araui
deixar a cidade sem illominac.io ; a renercusso dcs-
se primeiro movimenlo acaba de se fazer seulii no
loru.iliMiin ; ha de crer qoe elle se ealendl e se des-
envolva.se a energa com que procuramos reprimi-lo
mo adiar apnio as autoridades.
Estamos disposio*, se necessario for, a-resislir, con
liados nicamente nos recursos proprios. e temos ple-
na conlianca a alravesar a criso e poder brevemen-
te vollar ao estado normal, ciubora nos custe csla lu-
la alguos sacrificios.
Nao recelamos, pois, unicamenla pelos nossis in-
leresses, c sim pelos inleresses pblicos, que podem
ser envernante Tendido se coulinuar esle funesto
s> lema das imposi.
Moje fui a imprensa que soffreu ; bonlem foi a ila
lomin.irao ; imaaliaa sera a coimnodidade pobhcs
aflecla a lautas eiuprezas quo dependem dos aeu-
operarioi ; sera mesmo o servico publico na a famle-
8fl. no consulado, as arseu.es, em todas as e-taees
qoe exigem Irabillmdores diarios.
Neslas circumslancias entendemos qoe compre ,i
autoridades obrar c obrar com eneicia ; na lie o
mmenlo de perder lempo em refleclir e consultar
mas de envidar os sforcos para deslruir em na-cen
ca um mal qoe pude tomar grandes propurrrs.
reconhe.crndo immedialamenle o inconveniente que
resudara dessa repentina canaca* da publicidade.
fez o qo: eslava ao seu alcance, mandando dislr huir
pilas folhas diarias os compositores da lypogriphil
nacional. Filies recelaram ; qulzrram azrr causa
< immum com os Mus eompoarMtros ; o que bom
musir a lllieiacio que lem bavido e a especie de
augeslo que exer.iem algons mais exaltados sobra nu -
tros de animo tmido e irresoluto, que por lim sei.ni
os que han de loffrer.
fcssa coacrao anda mais se patcnteou no dia em
que abandonaran! as l> pograpbias ; fui preciso que
einpregassem a violencia e a seduceAo pira fa/areui
que mullos, alias desejosos de ficir,"os acompauhas-
lein.
One a policia deie intervir em urna circumslan-
cia aemelhanle, ha ira ooa poni que n.in a limite
duvida ; cnlrelanto esperamos Iranquillamenlc a ae-
n-,io da represeulacao que dirigimos a autoridad*
competente.
Ooalquer que seja o resollado da prsenle sita-
cao, emquantn ells dorar, as Ires folhas dianas,
Jornal do i: nnmercio. Correio Mercantil e Diario
I" Rio, miicliando uniforme-, conservaro a sua
pul.ln-ai.A i especial ; mas fallarAo pela mcsnia voz, e
lun biii s e nico peniamenlc.
II
A cnaccao que obrigou os nossos operarios a aban-
donaren! as nos-as oflirioas anda continua; mas fe-
I./mente ja come;am a apparecer symptomai que
aiiiiunciain um prouiplo rcslabclecimcnlo do servicn
regular.
Alsiunp romposilores lem-sc dirigido as Ire em-
prezai diarias olcrecendo-se vollar ao Irabalhl, e
lem sido recebidos sem hesl',ao e sem drspeilo ;
porque le enlendcmo:. dever resistir a itnpoiicSea in-
luslas, nem por isso conservamoi resenlimeulo con-
tra aquellas que foram levados par nm Mso espirito
de rlasse. ^
(luiros artistas se queiiam de rAo podaren icguir
impulso de sue vonlade e lomar ao seu lucir "par
causa doconstrancimiMilo emqua se aeham.por cau-
sa di inlluencia nociva que sobra ellos eieream il-
gaM mais exiliados a queni nao lembra de cerlo a
i i i do que farlo ollrer seus companheiros e suas
lamillas innocente*.
Agrad irameole ao Sr. chefe de policti
as medidas promplas e enerciras que lomou p ira .-
ranura neja-anea do* operarios que Irabalharam
demiaga nal rtoasai elheioai, e que receia-
vni i-iiv.z eai fin lainenio, algama violencia em
viriode da aaa lealdade adatan c instancia, lauto
ro^is dicna de elogio quanio foi espoulaoea.
Esperainoi porcm qoe na parara as dllicoociai
pohciaeanes'e sentido, e qae secslemlam ale c pon-
to da livrar a maior parle dos rompo-ilores da pres-
ir sobre ella urna pequea e dimi-
nuta rrieclo dominada por cerlo eiullamento que
i deprecia pira id deixar o arrep indimenlo.
Ao Sr. ministro da Calenda baalem meii i
maahaaaoi a soasa greli II i el i are! idencli aalolar
que lo-nou, apenas soul do oecorrido ; n embora
illa iiio prinliizis-e o desejlde effeilo, c
jas a boa vontaJe ilr S. Esc. e do Sr. idmlnislri lor
oa lypograhia nacional, esse wtabeleelmento
ser-nos de om erande auxilio.
ii >.-. Saaxa Franew, como homem que reconliece
a verdadetn aalielada mprenia, aemprehendea qae
podl rrti,~r os | -~ ,< em face de
BOM o cine icia qo pnv iril a capital il, Imperia
tas tus grandi oreaos d
luz moral que; eorno o fago de Vsla, se alimenta
diariaroenla pan nanea rtliagair-s
mi elieilo a eauaeqoencll da dnra-
I leisa cnse, se pir um scao quo alo esp(
e realise, ella ebegane a
lodos, logo que n govern i a fea ellecliva"; por
quaolo do depiiinenlo das lesletnutmas de-la sum-
mario, documeuloi e inicie icalnrios, le manifesla
claramente ler o dilo reo comprado em Onim, e em-
pregado em o irafeco de Africanos baeaei a eaeena
cRetarapaaoB appralseadid telo hiele rltapagipea
a 1) di outunro de 1831, n i lucar Ponlinbas, jal-
eada boa preaa, n.lu procedend a allegacAu do ico
d peilencer e-sa srun ai Coiciae de Onim, e de
ler sido per este comprada o destinada ao commrr-
cio de llsvana ; porque tal allecaro, detmenlidl
pelos autos, be, alm disso, destruida pelo fado da
refer la apprpbenp.lo, poli se perlencesse a e-s.'U^3>
aaCaseioeo, fona destn ida aUivana, nao',s"a
lido a direccJo que leve. aaodo nvesse igual em-
preco. Nfl i procedo Umbam a allegaeAo da n." ,cr
o mesmo reo ncioi para c>m:.rnr o possuir a efe-
ri.la eseona, e de achar-se em Ajada aegociaui o em
azeilc e nnlroi obeclos d'> coinmercio licilo ; '"por-
que ino>lra o proetsso e provam os docomen os e
ialerrocalorios de aeoa ce-reos condemnidos, aero
reo .Marcas Borgei Penal > dono da dita escuna,
qae comprara em Onim, onde entilse aehavti a
onde embarcara os Afiieanoe appreheodidos, o|Ue
constitua, mis lernvjs eiprenos da le de 'i de le-
lembro de 1850, auloiia ni chin de impon
-. prohib la pela le de 7 de nove
1831, c punida com as pon do artigo 1711 do cdigo
penal. Pague o reo as cuslis prorala, intimado o Ilr.
prom rtor.
A di-mora bavida neatl ul--.imjn!o lina! foi de-
vida inlerposieao do rec irsos da pronuncia postf-
riormenle a captura do reo pronunciado Ssoilo Da-
risan, que obricou-me abrir a conclasAo para
proceder ao couipfl'iila iilerrncilnrio. Babia j de
Janeiro de 1S"iH. Jaalinieoo Baptilta .Midureira.
Conforme. O ecrivao da aadiloria de inariulni.
Ladislao l'ereira Pinto.i
(Jornal dt Uahia.
CllP.ESPO.NDEKf.lAS DO BIAKIO DE PEK-
NAMBUtX).
ALAI.GAS.
Macelo IS de j ineiro de ',
Os festeiroslourislaa estn qui-i lodos restilui-
Jos a nana capital nediot, eorroboradoa, (orialeri-
iu-, r.lrescados e bem dupostos a acuernar a pe
uedo os ardores da calida Macei, que val recn-
rando em sua vida ordin; ria. abrazada pelos arden-
es soes eslivaes que aqiieciin seus ares ale os Si
;raos oFalirenlieil, sem que os venh.ini refrescar
s chovas que soem calur na-la iiundra ,1o anuo :
aqi.ariu-i. desla vez pan-ce ler sido una irrisfo ou
erfi-ila arlithere no seu inli.vi ame. Nada b'a oc-
urrido ltimamente que mereja as boinas de sar
ni en 'do era miaba c irnica ; e se Ihe escrevo
e lo sonirnta para readquirir o foros de ponljal
oc ha muito perd.
A provii na rnnlinoa ni remanso dp perfeila
iraiiiuillidade : alm da varila epidmica, que,
i mu 'o Ihe parlicipe em miaba ultima caria de :>ii
o mez passr.do, lem Oagollado a nava e Oorescenle
illa do Pilar e a cida le do Papado, nenlium* ou-
|ra molestia de carcter epidmico se ha um
m Huiros pontos da provincia cujo estado sanitario
Iode-se dizer satisfactorio.
Prosri le em rpida e iscendenle escala a cscai-
" a en...lia dos asneros alimenticios de priraeira
ie-i- i lado ; mas creio qoe actaalaaenta esse mal
he ceral no imperio, e os que mus soflrem cc-m es-
e precario estado de coasas sao os militares, em-
bragada! pblicos e eotree senidere do estado,
que vtvem somrnle de seus mdicos soldVs e orde-
nados sem poisuiem neneros. propriedadea ou ou-
(ros qu.ie-quer o j-closcajos precos pussam allear a
u talante, afim de sostiilar o equilibrio oa lyite-
:i do coinpensacao qne as demais classes da socie-
ide pozeram em pralica
i (li eneros di primeira rteceuhlndl que se enm-
ir i lia ,"> ou seis afinos com ."i lilvez se nao
chamamoa porlaulo a atleujao da aataridada com
plenle, para que lomando na devfda coaaideraeio
eise modo de proceder, faca comer a issa gente,
que sem respeilo as fauilias leva a lano o .-ou ar-
rojo.
Casa de to'iolnnem. C.onsla-no< que eviste no
Casanga urna cas.i de labolsgamj oue vai-se lernau-
lab.m nociva a milita gente. .I demonslrimos
qoAo perigoso se lornava leraelhanle vicio, e os
inconvenlenle que delle ("le resallar, mas oa
poique se fizem sor ios ou p ir perliuazea, niu-
uueuf allende, a m aa calda em cavar a sua rol-
pois percam-se imbora, c ja' que se nao quer
attender ao niifso eniiseliio. nesse caso lecorreremoi
a nlervoncAo da policia para que lomando na de-
viJa considerae.lo, faca acabar com seinelb^-nles ca-
sas, em que o lucro lmenle be ceno para aquellos
-o vao tirando o seu burato.
Differenra de uios c cottumet. lim emponez
que nunca linba viudo a ela praja, eja' c-nluva os
seos \ lustros, a tarea de licencio foi foreilo a v r
a ella e onde se demorn por atpaco da iim mez a
tantos das. Em ar.ia occa-iaa em qim bira um seu
amiso visila-lo, depiis do baver tratado acerca do
objeelo que ohavia Irazido a praca, Ihe pereunt u
que (al linba aclia lo o Recife, ao que reipoodea
com |.riii.iiiii.l.ni o cainpouez, que nao padia ser
peior, porquanln grande era o idinlicio da cidade,
que nao se poda aco-luiaar eooi oe usos a c.-ln -
nal i! i loesr em qoe ouira eaaaa naoM va senao
a intriga e o lato, cans ,,,. lenSo dan no lucar de
sua habilafio, em que su rama a p II I a siinplicida-
de. Pereunia la ain la mais pelo amigo esa que em-
itirla essa ditTerenea de usos e coilumfs, respi ndee
qoe na sua Ierra nAo se lian) as lenhorai com ess"s
chapeas de alus larcas que aqui se u-a, como se fo-
ram catporinhai de bamba mea boi, que ein saa
Ierra nao se sabia o que eram Iheatros. baile-......-
Iras cousas mais, ao pasto qae aqu he lomen! de
que se Irala, ojeando all cada nina cuida no* leal
rranjos domsticos, a uoile rezam o n lereo, e nos
douuucos vao a' missa conventual, e Indas n-lnlis
sem essjs luios apparalatol qoe s servem de arrui-
nar a um ebefe de familia. qu inultas vezes se pri-
van In da cous?s mais neeeuariai, vij satiifaier aoa
u< mulher e de suas li-
Ihn comanlo qae vivam contentes. E poderei,
meo amico, acosvmodir-me oasla larra ? Nao, mil
ve/e n.'io ; os meus necocios eslao por conrluir. mas
eu ludo rieixirei, com lano que es>" mal epidmico
nao venbi loear-rne ; poli mais vale ser pobre na
roca, do que rico no praca, por esse modo, cm qae
toda a riqueza be sbsoruda com modas, Ihealroa,
bailes, sniies. ele, ele, e por flu religiao inda.
I'j-ii form despedio o eamponas ae sea amigo, que
nfl\dexen de Ibo dar razio, porque nj deiliva de
solTriV^-si\iUnlo rom laes e\:een-i a.
(I ral:ameiTtv_do aterro da Boa-I Uta. J urna
Ver. demonstramos que e'se modo porque se faz o
calcnenlo do aterro da Boi-Vrsll nao pola oaere-
cer durara slgoma, que nao Importara em ouira
censa mais do que a absorpeje dos dinheiros di ca-
irel pblicos cora as. continuada! reparacOei que se
fazera. E poder sor de durarlo um cal;am*nlo
feio de esjtHha; de podras socados a ra icetaa
qae neei -..,, iemtnle o 'leve asroigilbat, are
qaaii *Ai Qoal o resalla o .' be eflaclivamenla
em raparos, parque quando um lozai fiel
prompl i, ooiroja h ach i lo lo esbaracado. Pa( i-*a
porlaulo i-in caleamenle melholieo, gaite-sa mili
dinheuo, q -o a economa nao lar lira em ip arecer.
Raja vista par;, q ealeernenlo das mas Nava, Ct-
buea e ouira, eeolio roapondam-aal leba lala
frequencii, em repara-las, e me-uio se os moradores
dellas soiTrem lana poeira quauls sjffrem os do
alerroda Boa-Vuta i
Hospital de CarUait. Exisiam poda 19
do correle 20 iiameiis e 26 muliiercs Iratiidos
pela cndale, '.I humen e 11 mulberes que pag na
a casa, ell pravas do corpo de polica.Tolal Sd
daeniea.
Mortalidad?.Uelaco dis pessoas qoe foram
sepultadas no eamilerio publico, nu dia 19 do cor-
rete mez :
Mana, prela, 8 mezes; coqusloche.
Mana da Cauceieao e Silva, parda, casada, -21 au-
no- ; plilbisica.
Joaepha, parda. (Odial; letano.
Mana, parda, li mnoi j bezis
1'ersiliani, parda. :'. mezes ; couviil-es.
Aalomo, prelo, solleiro, -J anuos ; bvilrnpeaia.
Joaquim CVoeueira Freir, brauco, solleiro, 'lli
anuos ; utna queda.
Tolal7.
Uatadoitrn paolieo.Matm-se no dia 19 para
consom do da -JO do crreme, a saber :
(ompiiiibia das carnes verdes........51 liois.
Ricanlu Komoaldo da Silva........(i a
Duarle...................;
Luiz uc Qaeiroz..............-j a
nliar-, i ditos pregos, l dito farinlia de tnco, s
caitu n ii-, i din i. par bordar, i din fazen- ,:| j. Benedicto do Espirito Sai
du de altadla, i ditasisii i n ,,, j|arlrii e Joaquim Jos Lima de
logar, t dita colhares, -' ditas ferrageni, 9H i g _
Us, :, ditil couro de lastre, 311 dllas queijos -t di-
las vi i i, KM) pnianlos, 3 embrulhos aiioi
urdem.
_' r iis ii pannei : l I. P. \ iglej.
I algodlo, i ..las I las ilc lia
e de lie e seda, 1 dita coi la- de rame, l dita ca-
luii-ias, i dii.i ma lez i, I d-i.i i h icolale, i ditas i> -
i ello, I embrulbo amostras ; a Timm 'ioosea A
N i. ii na \ I. .
3 calzas miadezai *, a Jos Alvas, da Silva Goi-
marH.
1 fai lo d/ nda de l.ia. 1 embrulbo amostras a
Jola Keller m C
1 caiza mu lozas ; r, .! is K, da Silva Azarado.
IBciixii espelhos, 1 dita lerragem : a Bt
a Bran !.-.
i ciizi pedraida ardolia, I dila miuJezas ; a
Joa .la-i- de Carvalho .Moraei.
G canas couros, I dila larraeem, I dil aeullias ; ,,IL!' "iiiii' uo Espirito -auto.
a Fi. h. Wyaii. Dilo Manoel da l'enlia.
! 1
1,1
I I
lem
i6a i
,(i" lim Je lima Jnior
I ianc.scodo.NSai
1.1 l em
I7fi Jar- ritho i. imea a -.,|va
ouza liuedes e Aniomu 's" Manoel Jo; Ferrira (.uMno
Jo* a Smpalo. I84B vi
lu/ Jos de tuza.
!)iiu no i ahope Monleiro de Mello.
j. diti i Peixoto.
, .1 is oncalves -' .
licnjainin.
; gi uto francisco Eduardo
Dito Manoel Saturnino da Canoa.
Cnbii i o loro Jos eia Silva.
Dilo JoSo Francisco dos Prazores.
Dito Jos Hay:, nudo de Ctrvalbo.
ni.o Izidro Jos.
Dito Joio Domingues da Cruz.
Soldado Jos rbeodoro de Azevetlo.
iiiio Francisco Jos dos sanios.
Tolal. (il bois.
.//' amanltua.
KEFAiTiCAO BA PCIalCIA.
Da i'j ile Janeiro.
Daipnrticipnriies recebidas eontla que foram presos
e recolbidoi caa de delemo :
Pela subdelegacia da fragueiia deS. l'rci
Pedro C.oDcalves.por correccSo Peter Casttn,
brauco, solleiro, natural da Inglaterra, ida-
de i!c 20annos, marojo, sabe lere cscrevor.
Pela subdelegacia de S. Josc, por estar
pronunciada como incursa no art. 260 do
coi. crim., Mara Alejandrina do Rosario,
par.la, casada, Brasileira, idade du 6 annos,
ngommadeira, aatlpnabeta; e n.ir andar
tugido o cscravo Miguel, .reto, solleiro,
Africano.
-o
Pela subdelegacia da fregoezia da Smlo .
ossam boje obler com o dobro ou triplo dea qeio- P nspella de ser crim noso ,e morle, Joiu \ -la-
ta, de maneira que o militar e o impregado publi-
co que passavam naquclla poca parca e econamica-
mei le com scu< mdicos sidos c ordenados, era-
is actualmente em apaios para manter-se boueila
e-honradanenle rom esnrs mtales sidos e ordena-
dos (mata ou menos), os quita e podem considerar
1110 llamos, pardo, >oll re, natural da illa do Ca-
11 '. i-lI le de -1; anuos, agricultor, lOalph-'belo, para
averigoatoM policteei Perpetua, liberta, prela,
olieri, nilanl de Angula, idade 32 aaooi, liva-
delra, analprnliela, a requisicdo de seo senhnr ; o
escr..vi llene luo, prelo, crioulo, idade 33 aoaos,
eHeolivamenlc reduzidoi a melade. ou terceira I earrairo, a requi.ir'io da'depotilario'aral;To erra-
ne, mu tina deeexeessiVM precos de lodos01; -1"Gildino, pardo, eolteiro, nataral du villa do Ca-
,i bo, iiia.ia -i~ annos.
Pal' : ii Boa-Vbla, par
enme de ferimi I I i Veira da t.o-ia Unima-
rlles, brauco, lolleiro, Porlaguei, idade 10 anuos,
sapalciro, -abe ler c eserever.
Conformo. fl secrelario,
l'.iilino Aa. uto da Alenla.
era, eebj"- encavel a vil., So i
pro.oplamnile anplicido sobre ene borrivel ra
aleiim emplislroheroico que cmbala e renca o |.
ni o se onde iremos parar .'
lie, ilo, os queso acba :i mais acabrunaadns ron
os rigores di actaalidade, lio os militares e empre-
ad is pblicos ; porque ni Dueneionaad i os capita-
listas e mais genle rica e aballad! os produelores
ni remedio pa,a os miles da caresta dos
gejoeroi na elevacao dos precos
ii..in da presidencia rl bintem
dos que produzem ;l 18) l'oi conc; lid.i a esnnerarSn n-'iiU n*in
propneUrici no tevantomenlo dos alugueis de i, ,-,e, -- i i-i ',
cus preaioi; i in.u no da cusi de iui --'.",! "'s U"
faxeodis ; o artista, operailoa, Irabalhidores e no-
no alleamcnlo il .. u, ,etv ...^ ,,
.lirios; nas o miiil.ir eoeinpregado publicada
quero exigirlo maiore i... p U
pre.iim, .:ii,i da entrarera tambera no eq
pelas demais claves'.'!
nu eviee qoe o mal, as-ini como o
. reparlido por lodos o mal cqail iti
le pi nivel: oeizir cabir o mal actual com lo
eeabruDhador peso somante iobi lores c
estado sena m afeil ios qae dlrigcm ns
de-linos di ii cao eorrs i i lobrigiclo
forcarem p> r sanar se mal e remedio roaia pr mu-
lo! parece obvio. U aogoento razoavel del
-es do estad .,- ue para
-;.s c'in.-
le ama medida iccl id a argn-
m eilabeleccr-
e lailibno iali ni n ; lo pel ciiiucco ilo
u Ico, rr, i
nanm c delern mar.m
''- '.' ando nao leja cine 11
eerda lo carga d ibdelegado du fregue-
'ia dal lo pira o substi
tuir o cid i. i Jos Carlos Tei&eira.
i caii i h s ; a Borle j Soaza.
i -i. lencos de algodao, loalltasde linho, bicoi
e penle a Manuel da Silva M.ndoIKiN icira.
ranas linhai c oimiS-de linlio :
a Jua l into icis de Soaza.
b.ur linho ; a Jo.io l.uiz l'erreira l'.ibeifo.
I.eaix.lo escovaa, I caiza paes, :l ditas e 1 bar-
1 geni a terraraenlas; a Feldel, Pinto & C.
i linhai, l barril vinha ; a Amonio l.uiz
de Olive ra Azevedo.
I sacra, haloques para pipa, 12 rralho de pin, 1
baizole e matfeira para pipa, 1 ptaina de madeira
com ferro e cavilhi, I biaorna de Ierro cum marrela
apanga! a tmorim A Irmaos,
e iiiiis linba ; a Camlnha v\- Filh .
I cauao prala em obras ; a Manoel Antonio don-
calves.
Osaccos millio ; a Joaquim da Silva Caitro,
I "i dil il feijlo ; a Casia lima .lunie.r f) ("..
1 eaizit camillas, t dila alamares, panno de linho,
aoberlor, laalhas, guardanapos, metas camisolas,
apalo, etc., :i birris caslaobas : a Francisco Cus-
todio Smpale.
1 calxSo obras de prala ; a Jos Hodrigues 1er-
rcira.
7 dila i votantes, rendas, ga'e*, espcguilba, co-
zins e pomada e embrulhos lgnora-se; Francis-
co (iuedes de Araujo.
Ibanil vinbo ; a llenriqne de Oliveira Soares.
15 pipas dilo ; a Moioel do Nascimenlo Pe-
reir.
330 cnnailr'es hlalas, 1 caii.lo um palco, orna ve-
- l corda de prala ; a l'orliiuilo Carduzo de
Goaveu.
1 barrilpiios; a AoloniodeSoazi eSa.
I fardo peloci i, -2 caoailrai castanhas, I bah 1
roupi, l barril linho ; a jrlholonicu F.
de Soaia.
I I ir j capacho!, 5 raizal reros, obras de pallie-
la, esco.n, pomada ele; a Franciseo Alses de
Hoho.
2 ca ;.is raivos salgadas; Minoel da S. Sanios.
1 bar-il azeile. 1 dilo vinagre, 30 diloi precos, II
ditos ei riladas. caixas e :! cinbetes fecha luras,
ferros de ene >:imnr, eandieiros, eurlin.-, marlellos.
: ', 1 canaslra smenles de raizcs de .lores ;
a Tbom z Flrnandes da Cont) i.
"i caii.Oes docts; a Tlioma.-. de Faria.
I dili carne de porco, I embrulbo pathoeai, 1
srade, :! volumes ceios de pao caalaoho, I arado
a:n -2 pi-daeos ; a Manoel ti. de (lliveira.
Ja ii iotas azuleijos, 1 barns viulio ; a Jos M.
Lopes.
I eainoto reros : a Francisco Jos Goocalva da
Silva.
20 sir-ns fei ii, 10 ditos cevada, 10 ditos farello,
106 ro s arcos Je pao, barns vinho ; a Mauocl
D. Rodrigues.
3 caitoles lilas para silbas, cabralas de lila, \i-
drilho de palhela, rendas, espcguilba, volanles, es-
aoi adras para aliar ate.; a los Alves da S.
tijiin .i les,
I en..a macolla : a Joaquim Pinto Alvos-
1 d: i urna alampada de melal amarello ; a Mar-
celino ii. ,|, Fonte.
I ba *ri| salpcaos o presuntos ; a Manoel de A.
Aln'ra- e.
100 ludas da arcos de p ,o, il bariii pi
eaizas leehadaras: a Manoel Ferrelri '..< Silva
Tarrozo.
1 caisole l.l, relroz, filas, redes de seda, dila de
lil. en. nas a Joaquim Lopes de Alutida.
2 fai los coiius de liubo ; a alauo-1 Joaquim II. e
Silva.
5 le-nos dcennileca, 1 caiv.lo cnxins de linliu e
vellud Ibo ; a J. F. Paredes Pinto.
10 b-irns liiiho, 5 dlai vinagre, -2 eanaslrai ras-
l.'iib il.1 dila m.ieaes ; a Antonio Alves de Mi-
randa.
SO r idli arcos de pao, 3 ca'ues vinho, I barril
CHtan ns ; a i.uiz A. F. Vieira.
1 cnohete relroz : a Joaquim l'erreira Mondes
GnimirHas.
S ea \oies urna nmbela de damasco e spresto-, I
pani ; i, | pedra dar, I banqueta para sele casli-
:''. i i a imagen] na cruz e eotraa, una auslodia,
1 vaso pequeo, 1 resplandor de prala. urna vara
daorai a para umbela ; a l.uiz \nlunio Siqueira.
11 lacea feijo ; a .los Marcelino da losa.
2\ incorelas azeilonus, 1 cana palitos, I dila II-
nba, rsiiroi, a carias da jasar, I canaslra rolbas, I
dita a los e ceblas; a Amonio Barbota da Bar-
ro-.
IS irrs pregas, 5 eaabales machados ; a Jos
Anlonio Moreira Das.
1 ca vas linhai, 1 caiv chapeos ; a Joo l'er-
aan.le Prenle Vianua.
i birria nozes, 1 caiva carias de osar, pennai de
lou-a, b rdoea para viola, papis do carmn, penles
e ni>r as de osso ; u Albino Jos da Silva.
I cu alele lecido de palhela. i ditos e :10 barris
Ierras pedreses e prng ; a Barroca & i.i'iro.
1 esizaa eblpol, I runbele tpalos de laa ; a Jo-
s l',a ii,la Oa Fonseea Jnior.
'< l r los capachos, 1^ barns, 13 caixoles e G cat-
n fe Ii.dura-, fauces, machados, ene m, inarlrl-
los, fe-ros para calafate, pregos, palitos o euebadas,
I iiiia vulaules, renda de palhela e vidrithrs, I c^i-
xao vinha, I barril presunlos e salpicos ; a llenri-
quo i 'i l.r.eiia So.res.
2 calzas eocliouilhus; a Domingos Alves Ma-
Ibeus.
lihirris prtgos, S caixas panno ile lnhn, (olhoi,
loalhis, fuardaiupos c coxins de liuho ; a Carvalho
i\ In I
.">l iiaixOei figos, 1 dito nozes, 1 barril indiadas ;
a Ii si \reira da (anilla.
1 c alo irala em abra ; a Mor.-ira \ Uarle.
1 d ta dila jila ; a Keseode 4 C.
I caita linba ; a Vidal ,, Bas-
tes.
10 ditos ditos, calilo linha e panno de linho,:!
dilos tachaduras a Antonia Moreira Vinhas.
I rano mol los do ferro fuudido ; a Francisco
Anlo no Carvalho C.
'2 eaizai fechaduiai ; a Anlonio Moreira VI-
nlni'.
I ciixole filas Je sola ; a Jos de l'.-r. i l'erreira
Juncr.
1 cniSo loucj de porceina, ehalll el
1 lencos de seda, vidros, eaizas de perfuma-
rla, i palos e miadezn ; a Jos l.uiz de Souza.
10 caixdis poma la, I dilo papis de icbique ; a
io Lopes Pe ene de Mello.
50 r- pao, l*j birria pra -, i ca
do r?troz ; a Antonia Baptista Kogoeia.
ir iiasobrai de prala; a Manuel Alves Far-
reira.
2- noi ruin badiles, 1 cmaO prala rin obra, ima-
-"*''-. i bordados do onro ;
i lenacio de Oliveira
l cu. ira ra {les ; a Antonio Parelra daSilva.
- < Has ceboli i a Joaqun Finlands da Silva
I vio apilas: a Manoel ds A/evedo An-
dr.id i.
I rana podras de ardosia ; aTbomaz Fernanda!
da i.nnlii.
vas raiiidezas, f> dilas e I fardo fi as, :) cai-
nsraeias da algodao, 3 ditas calooaas, l dita obrai
de aeo ; i; dilas ditas de papel, erabrulhes amos-
Ira- ; a .loa i F. P. Vianna.
Izai e II ir.:..- tazanda de algo Io.de dilo
e liubo, de hubo, de ligedlo e laa, de l.li, de algo-
dao de dito e linha, le linho, de algodlo e Us, de
lila, de ligedlo e seda, de uila ; 10 eaizas miodazas
G dilas vilros, 36 ditas obras le maleira, 1 dila
ehapeoida pilha. I dila lauta, 1 dita ama balsaca,
l dita um carro. 100 dilii velas, iidilaaqn
dilaie 2embrulhosamaslras ; lOgarralri
100 hrd.ir papel de embrulhos. 101 diloi farelo. 25
dilsi ceraJinhi, 100 barricas cerveja, 100 iai gi-
nebra, 10 manos de junco,--! peca- de carne fumada
lo I i-Iros de carvSo de pedia, Ji) barris pola--ii : a
H. Browr&C
Vapor nacional oCruzeiro do Sdl.a vini'o doi por-
loi do norlc, consignado a agenda, manilcslou o se-
gomle :
20 saceos com'mhoi, 10 encapados com 10 alquei-
res de tapioca do Para" ; a Francisco Alvet de Pl-
ano.
' caiva, biseeiloi ; a Arckwrghl Taikues j ('..
is r.inis claviaoles ; a Bsrri ca ,\ Castro.
I eaizota rape ; a Manoel Alves lioerrl.
1 caixiiiba coraos em ouro. 1 calalo bo .---, ] pg.
cate chales da merino, i eaitota paznrjr, I dito dl-
nbeiro e volaran igaora-ae ; a ordem de diversos.
Brigoe nacional Damlo,s viudo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Jos Joaquim Das I -'emendes,
manifesloa o segninta :
IHH) barricas fariiih i de Irgo : a lasso ,; Irmilo.
66 meios barril manlaiga, pacota chapees do
chin ; a Jola Piulo lecis de Sonza.
10 volomes com 80 barns abatidas ; a Manoel
.lose Harlloi iU silva.
2 eaivas rap ; a Seve ,\ ('..
2 dilas dilo ; a Jos Joaquim liores de Castro.
:.ii barril i 30 mei is .iiins maoteiga, 157 barricas
familia de Iriso. : dilas dila de man Moca, 22\ ..c-
eos arroz, IDO ditos (eijo, 318 dilos cae, 'JO rulos
c 117 latn fama, iva caii i dii.s merca-
dorias, i caixlo chapos, i dio ama bomba, .50 cea-
Ios champanha, I cana obras de larlarugj ; a or-
dem.
Vi par nacional eParana', procedente dos porlos
do sul, manifeston o euumle :
I cana livros ; a Amonm Irmos.
I eaiilo cbaruioi, I Isla i|ueijos ; a Guilliermc da
Silva liuiinn
I calilo fizenil.is : a Mcnnel Anloqlo Diis.
60 barns manteiga ; a Ferreira & arlina.
ht meios barris maoteisa ; a Ferreira .-; Arania.
7 laicales charutos a Domingos Alves Matheus,
-_'.s picles lap oca ; a Mantel lavan- i
1l volomes charutos engarros, t calilo chpeos
de Ubre, I barrica cale a erdern da duersos.
CONSULADO GEBAL.
7J: "r
1:61
DitoMarcolino Evangelista da PsixSo.
Dilo Luiz Correia lina.
Jos Kento da Cunba i igueiredoJuoior,
I -nr.
188 Fe icidade Perpertua, Uan
da i onc ra
ni idi i i
1*8 Vntonio Maciel d^Ompos
20- Vitiva t> linrdein estre
de Abreo
20( Viuva del <,aTlcr das
ci..
i. S I lem
Miiomoi -qUirn vinhas
-1" :iai;.iadi
ceigio
Co A \iiionio Manoel de i
2\2 lu de Manoel jiaquim Piu-
lo ll ICfllrJo (,uimai
-'ll.lnsnnn Irancjsc Mondes
josi-i.i-iuo ua i.uiiii.1 i i ipii uo Jnior. ,,,. TT
SecreUiradogoverno .1 'lvniamliuco i: ""'''.'""' As* ifittM
mbro do isT. .
S. Exc. o r. presidente da provincia, cm ,8*n">"o ourenco do Espirite,
illislorvulipia ,1a rt^.li.Trt ari.i.al.1. ....i.. ... aillo
rita
.atina liareis.-.i
-'-" \ Viuva de Frailase** Xavier 4ai
Cli.i -
--1' B I do lir-co Barros
' I
observancia lie ordem expedida pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros, m.inla fa-
zer publico nesta provincia oseguinte an-
nuncio. transcripto o Jornal do Commemo
o. 3j: ao 2 i de novembro ulliuio :
Mtuisierio ous negocios estraugeiros.
inetorios dos cavos Guyana, Dous Ami- -: "' 'o\ anoel da ParxSo
gos, Isabel. Aven ijieiro, Virginia, Esperan- --.' I:''"
(a, Felicidade, Somma Viva, Empretaende- a ** I tea
dur. Improviso, Bella Niquelina, Santa Cruz,
Aovo Mello, Magano. Piratinio, Purissima
Coiiceir;o, e 5. SebastiSoe Paquete
de Sanios, sao rogados a virrin ou maoda-
rem seus procuradores i secretaria de esta-
jo dos negocios estrangeiros, dentro do
prazo de 6u di 's, para daretu altiuns escla-
reci culos relativos aquellos navios. Josc
Beuto ua Gunlu l'igueiredo Jnior.
Kendimenln do dia I a 19.
Idua do dia JO. .
.t:

0a
W \niaiii ABlonio de Fina
i I Maooel Anlonio da Silva Moreira
13 Fi mi seo j.
i i Man I .la Silva Sai
iT 11 rdeiros de Beroardo Doa'te
Bran
r:i Desembargado'r Metano Jos-d
Silva Santiago
Jl jOdloJoH riiMil-s de Carvalho
Ji

DtVEB 1AS PRO'
Keiidimenlo do da I a 19. .
dem do dia 30.....
1CIAS.
3:176,1740
i80>19j
3:306993)
DESPACHOS DB EXPORTAC.VOPr.L4 l-\
DO CONSUI..M) DESTA CIDADiS KO IMA
DE JANEInO DE
lili i I.- S. -MiL-uelPalaeho portonoM Lima, rii-
\ -i ns carre^adores, 10 barrica, e i I barriqniabas
estacar*.
Lisboa Brieoe porlngoei oVenom, diversos car-
rceadores, '80 aero* esincsr.
Lisboa Barca iioriuguez MariaJosa, prancis-
eo Siveriano RabelloiSi Filhos, 63iai oesjomnia;
Almei la I,,mes Alves ,', C. 300 COnros -
Lisboalliicne porluguez oiloDleiro I, Novaas tV
C, lo eascoi mel.
PorteBrisue purluiioe7. .'irovadorc, llarlholoineo
Francisco de Son, I eaixao as.ucar ; Carvolha
Irnalas, i'.2 couro, salgados.
ParlaPatacho portugacx aDuqoede Pirta, Amo-
nm InnSos, 2 barriquinhis a.-uc.ir.
Rio da PralaSumaca bespsnhola aMlIbildei, Ara-
naga i\ llrj ni, Ti | ipas ngiiarrlente.
Itosiiiiollrii-ue americanoValenlea, Amonm Ir-
mlos, 2u pipas agurdenle.
LisboaBriaue poriuaueaa ollesolvido Hallar A
Oliveira. S00nacos assucar.
denovaBarca arda iPaoloa, Wbal;h
uior i\ Leal Keis. 50 saceos atsqcar.
EXPORTACAO'.
Paraliib.l do Worie, lancha nacional
Lomos Ju-
"Concr irla
Coii:> g-eral.
Relae,3o das cartas seguras, vindas do sul
pelo vapor Paran, para os senhores abai-
so declarados:
\riliur l'abi.aii de Alccida Menlonca.
Hraua eV Aotunns.
Eustaquio Antonio Comes.
Francisco Antonio de AiLoquerque Mello.
Rrsncisco Antonio de Carvalho Jnior.
Cuilberme di Silva Guimai
Izidora Seoborinhi Lopes.
Joaquim Corroa de Rezende Bogo.
Joaqom LoJrisues t.oellio Kelly.
.la.o Bom e Ca istrano.
lu i lieo-lato Boman
(os Can lido le Barros.
l.uiz los Ferreira.
Narcos Joaquina di Costa.
Manoel ilves Guerra.
Manuel Barbosa Alvares Ferreira.
Novaes & C.
Tliumaz do Faria.
O ofciil papelista,
Ismael Amavel G inuvi da sil- i
CONSEI.HO ADMtmsHtATlVO.
(i conselho lmiuisiralio, era cumprl-
mento do art. 92 do regulamento de itde
no do 18j, faz publico, que foram
as proposta de Joilo Carlos Augus-
to da Silva, Antonio Pereira de Oliveira
Ramos, aJoSo liento para, para fornore-
retn
0 1. *7 cana las de azeite de coco a
) rs.
0 2." 13 bonetes para n ir-cio bil >3o do
Ce ira 9 rs.
n 3. fi'ioo botOes grandes de metal ama-
rello a 60 rs.
I. avisa ao supraditn
ra'i recolher os r< -
vosobjectos ao arsenal de gui rra no da ..'J
ni coi i mi '.'.', e ao oltiii-.o que o mestno
i.i o prazo iicdido em sua pro-
posta.
Sala las sessies do conseibo admioislra-
iivo '' do arsenal de
ra 10 d jane-ro de Idos Bernardo Pereira
do Carm Jnior, vogt i e secretai io.
- iM.iin. .-r. insjpector a thesooraria
provincial, em cumprimento das ordens do
Eim. Sr. presidente da provincia manda,
convidar aos proprifitarios abaixo nienciu-
ni los, entregar ni nesoM Iheannraria no
prazo de .'10 lias a rOntar do dia da prira li-
ra publicaeSo do preaasvte, a importancia da
qoota com qoe devem retirar ara o calca-
menta das ras Imperial, do Moudego, l.i-al,
oda Passagem ol a pon|so grande, coiifor-
me o disposio na le sJWTjviiieial n. 350.
Advertindii qii(j a falla da enlrega vulun-
l-'lor .tas VirladeiB, de 6 toneladas, ei ndu/io o "te- taria sem ouoijb ruin o duplo das referidas
gii.nle -1... vo.....resgeoeros es^anjeiroe, 123 ar- q,10ia.s na r>oiWrroidade du art fi.- do regu-
robas de carne secca'J iicdras de air-*>r I mu, i i^T--i j ,
pate., i dita eoiehiies. I dita ia,a.c, s ', { amento do 2 .lu dezembro de IS.it.
(umitas anuear, I airaba ula parrujbi. Iua Imperial.
Marselha, barca francea iRaoaloj de 530 tone-
lada, con I11/.10 o seiiiiiile : 'i.lp lacena com
-J"i.."i'H) ai lobas de ssiacar, II:! loiielJdi s de oaos.
Liverpool, brigoe nacional cMafraf, de 21lt tone-
^iiinla :500 sal-ces.X-,!) barri-
cas e JllO bariiquinh-s assocar.
RECEBaJOKlA DE RENDAS IM :UVAS GE-
RAES DE I'EKDIAMIH CO.
Renlimeiilo do dia I a 11).
dem do dia 20.
12:1.17-111.
IVUO PROVINTsAJb.
Remlimenln do dia 1 a 19.
ld-m do da 2>.'.

: lelos pomada, 2 catiOt balai, lilas e
- -. ,; PfiLA POLICIV. da linno; a Antonio Joaqolra Vai de Mi-
>nio,roi-,l!"-,!:',':0(;,'",nr'>- n "*'*'lrr. 2isas e 1 euol.el.prejo, fechado-
Antonio Rehallo de Oliveira, Port y;ia. i dii. palitos, i can,
iesi(imou se pira obter passsporte para a pomada, 6 c......urn allmi, SO diu'i casiaoha
Europa com sua ramilla. 100 incort >s aieiloaas;a Almeida Cuines Alves
Jos Das da Cos a Portuguez, I giti nou- .'
PortiiifaL barril paios, 5 barricas notes, 5 saceos rolbas, 4
Osescravos Roaaiia S hastian Bandic- la'e mesa ; a Jos Carvalbodos
toeAnto io, .obtiveram simplo.1 despacho]
m pai Barr Cran lo em cora-
panhiadescu seuhor Bernardo Perei do
'' rio,
cida.
60 Ii '- e ros de Jo Mari", de .1
Moni/.
uno da Silva Gl
6*> I lem dem
ns Miguel JoaqUim de Souza Vianna
70 O menor Joaquim
72 1).-. Francisco Conexivos de Mo-
ra es
7i Jos Jernimo da Silva
"i 76 Rosa Marta Monleiro Paiva
T'i a. JoSo Baptista de Oliveira
"ii R Anlonio Pernandes Vcilozo
78 Francisco dos Res Nunes Cam-
pello
M i; ncisco Ribeiro PavSo
82 Padr albino de Carvalbc Lessa
s l.uiz Gomes Sil verio
S6 Auna Francisca de Azevcio Coe-
llu
sr. A Antonio Josc Maciel
su dem
ni; It EslevSo Casado Lima
8 i lem
90 losepha Therza dejesos PavSo
llt i-'ilhos iic Candida Mana da Con-
e !C3o
:::::
l:3Um
58:808: li>s
N IVlOI ciitrados no da .
| j r^s 33 das. H-i-ru* hcipa Tool oDIaoa,
espillo Jas Sinioan, equiua-
1 n-.a 1,500 r|Uiniae hespai.bnes de carne sec-
t ; I .'.ran iSa t 'in. l'erlence a arreluna.
Arriban a esie .ano. e m ls;niasde viagem o bri-
goe brasileira sAdelphoa iue daqui sabio com
destina ilhl de 'ernando.
:- mos sahid s no mesmo -I...
Ric-de JaneiroBares americana Heorietla, cap- 36 I>'r'0 Valeriano Bal
. L. Ellas, em lastro do arela.
IBarca inzleza Prospero, eapilSo 1". I a
verner. carca assucar.

is NO
1.-2C0
!I8 Vicente Licinlo da Cosa Caro-
li,l0
100 Antonio Luiz de Freitas s'ss 00
102 Herdeiros le Jote Jos da Cruz 11,10o
ioi Herdeiros de igutcio doa Reis
Nunes Campello
110 Francisco das Chagas
ODr.Anselmo Frajcisco Peretti, coomen-
lor iii imperial ordem da Rosa, eju : UOa Jl.-' noMa q
direito do eommercio, nes.a cidade o UOB Joaquina Mana do Espirito
Recifede Pcrnaubucoeic.
I-'icosai i-e aoa quo o presente edital vi-
re nt, queacba-se vrgo oofllcio deescrivo
dojaizo especial do eommercio desl
o.-, em consequencia do fallecirxieato doser-
vciiluarioMaxiiniano Francisco Ruarte; pelo
que devertto os pretendentes ao esmo ofQ-
co mostrar-so suflicientemente habilil
do |iraz') de 60 das, contados da da
la di
; .Ma qne ebegue ao conbecimento de
todos mi ndi i passar o resente que ser af-
r do coslumee publicado
impn iis.i.
Sanl '. ado fe nos
ti iia I baln, : caixSes linha, cotharnos.ro- 1' IJi Franc -
J*i P" Ires, volanles, pa- i au leira, escriVSodojUIZO
is deo--. fran i deiigodio o dita de especial do con nercio o bzes^ever.
Anselmo i rancisco Peretti.
la i
: da Ii la : dio e .'.,
virtude de iir ..,' pRAt; \ DO ,) is
";- ," '' astada ei oeila a 3 HORAS ia i IRDE.
a|n onlro heroieo qae o lie di imminenle cnse I tei
iolemeiseib be idndedir- lideleti
res Parto110 0|O......I|v,
! "''' lOJUI r o i:
lisio p r le loa como ., ,j;i f_
poulo de .li'iv :r i- r mul-
las .,.s a priinr, cid -.:-_ do l'.ra.il .., u-i u-ianle l-.-liva re, o do ti co : fallai
jariiaLi,,,, um repregunte genaioo ds imprea
1' '" "''" : i a n inh I
Oa lenlinamo, immediilamanla fallar esse impal- epiailo obre m
loas diicassaa Inprfai i as Idear, ai
qoe a pablicid.de matem Da po,
lo aos eoaheciimmtae diverioi;. enl.lo 0 Eim. Sr. Uaosl I mai -...
como <|ue oini i
moral a mal i pata,
Ou ferial ir a.|ui e all da !.
ruspiqatno joriia'.-s epb i
- ti
ii n
i ,
provu -
Cl......'" aialiai o n eioa I qae pode dispar
a referiius que coiivha ciitciqai o as oiceisida-
i llorp pri ii : me interino,
lurc i Jnior, secretar! i ,:.: riu .
C 1
I I.
i Paria, 11 i .-. i. a i. p r ir. i
- I. -:. ia, 1211 reinio.
-Has, l-J a 13 | 'nenio.
-inr .- bes nu i i ..' .
Dilsa mei: ........
1 '......'. i
i .
1,1 ....
inoel j".::;illin Das de Castro.
i in : a Frene seo I i Coelho,
Il Iro las de arcos de peo ; Bailo ,\ In
2 iirrii vinha : a Joilo Kellei i C.
1 aiv) crneirai ; a Novaes ,\ C.
I '. lo prala, I biaorna de ferru, 9 ilveiros eana-
|i imitas ; a ThomiZ di Anua
'
i i ua sni ifim.
lf eai nm Di Fernin-
.
l
S mo
I dito rel .'. ua. i ;;r.iii it condec ;a D
1108,
Secretaria do governo de Pernambuco 19 ',"',',' ',',':
ro de 1807. '
Sin lo
110 C Joaquina Marques ,
ni I) i lem
11-; JoSo Medeiros Rapo o
iij a Her ieiros de Delphino Cob-
rjalvcs Pereira Lima
11 Candi ti ano daStnla Cruz
II* A i
116 dem
i is ioanna rio dos Cu
res Mai
i-o a Francisco J da Costa Cam-

120 D Ira Josi
Cosa
120 i. i iem
l o I) l lem
da
Kr- p Ii ; rovini ia man-
t publico, i i-i rusia secreta-
ria, ja loformaios, os i itos das
iradas, os quaes let m
i o- ser i'- ettid rias de
ilta i'o pagamen o
ente l'-mbelino Cavalcanti do Albuqucr-
": i' imii es de
\n- Joaquim Jos dos Sanios Arauj
i ..',
i II irriea e i can iltrai
' iva.
.ictoiloSactanienlo.
n r- i ., o seeuinle : lt '' i-1"^
' mandioca ; s Anlonio I
- -I- 81*11 ,.. C.
til da. cera d* earnaabl, 350 couros leccoi; l '' Baptista do Amaral e Mello.
ijoa
pores a rc-
IIJOOO
j i Aolooia j.i Cnoha,
lose Jernimo Monleiro.
Mano -I da lincha l.ins.
J i9o Baptista do Amaral <
Jo.'io Carlos bliaber [sentenciado)
123 ,1 J i3o Baptista de Araujo
'
I22C II.mi
I2t Francisco da Cnnl
lino .1 >.,'- i
131 A Amaro Jos
131 R Jos I l l'Ti ira
scimento
i.o i lem
ic> !
1,1 l
ili. i .
I6 a Vii va de 'mmi' o da R
Guterro
: lem
150 Vicente Thorcoz dos Santos
55 Mi mol Jos Carneno
.i7 Vnn Mana da Alleinia
59 JoSo Jos Feraea I".-- le i arvalho
61 Viuva e II. .le Joaquim Joas> Fes
nandesde Alrneida e salva
Jos \nimi -i de araojo
65 Antonio C.oncalves l'ereira Lim
(i7 Herdetroa de Maooel Carneiro
lilis de Ali)uiiuerr,iiij
ti ir ncisco Antonio de Oliveira
73 Jos di Silva Sareiva
Antonio de Arauo
77 I lem
77 A Uem
: i l lea
81 Joanna Hara dos!'r?7 83 Herdeiros de Joaquina i.anlilj
d I Mianda
s5 li mingos \iiiiiie- Yiiiaca
87 Prancis naa
89 \ iuva o herdeiros de Jos* da Sil-
va Coimbra e V. l'ereira do
Reg
ni Antonio da Silva GusaatoJa-
men
' a'h imingos Jos dos Santos
i7 i; i
99 Manoel Jo.iiiuim da Silva
ll JoJtol le Sonta
lea Lnix da Costa Leito
107 Jos Pedro BapUata
10 Francisca do Refo Bauvosi
' l-'raiicisea
113 J tao Leile oe Azcredollaia
ti.i l .
1 cite
II* Jo i I .m letras Rspaan
i-'' i -" eco Martina las Ni
i-"' J dio Rodrigo m Banosite
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;;-' 11 edei. .. a Gasa i
137 i ranciaco Losjms da Silva
ralina co Hii/>nu
III Ca, tauo l'.c im-
i e Candida r>e> Campos
1 i:i Vicente Thomaz dos Sanios
l >i a loeiii
I ii Mil mo Luiz de Kreitas
147 I
ola Rita
i-ii Antonio Luiz P
Dctaa i l. n Sirva
S l'a lista da -Nlva
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i"1 I -i Di lio llaihosa
IOS Dlonio Luiz i.c f'ieilas
16j I -
iiiT Elias Baptista Olisajri
l'J lir. Miioem Joaquim Moracs S
171 Gabriel Antonio
17.1 .Vi i-i ,l,,s da Cost..
17o Joaqun i.uiz do-. >aulos Villa-
Verde
177 Ca Un Martina do Sicramento
171' I '. na oe JeSaM
i^i i lauiiii?. Manas do Sacramento
183 Joanna MiliUua Je Jesai
180 J...hu, do Rosario i.m narSes
IS7 Herdeiros de AdriSo los dos
itos
189 Mai .. .i i i '
191 Joaquim Antonio da Silva >e-
nlor
19 l Dionisio Hilar io I
da Silva
197 Jos Marques Vianna
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-jo-') id
iu7 i rancisco llaWonsn Martins
-O1' Josc Mi una da Silva
-1 Antonio Jos deOsveira-
21 1 dem
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mamo w per* Hirro i ni unun ni .tv.*1
*l Manuel e Lucinda, Glhoi Marques 12.600
*1 A Albino Jos Ferreira da Canha l*,M0
41 B lilcm 10.8 10
4:t dem I4.W0
V, dem 10 800
49 Joao .Vulonio Carpinleiro 18,000
51 dem
51 A IJeni 21.600
'i; \ Mieiier Ignacia
55 Ihereza de Jnu* Mari 9,l0
SI llerdeirof d Candido Jos de Sales 30,000
59 Ignacio Jos Olureira 10.WH)
61 Jo3o Antonio Carpinliro IC.iOO
Paiagtm.
Ni.
'2 Josephini Sebaslian Civalcanli de Albu-
qnerque 30,000
4 Jos Joaquim de Uiiveira 1:20.000
i \ Mam il.O-iO
6 dem IK).(HK)
6 A dem 80,000
6 B dem Is.nou
10 Tlicrc7.i (onralvps de Jess Azavrdo 21 6 10
12 A Antonio Joaquim I ;t rreira de Suuza 18.000
1 Idean 7,200
I i A Idm 18,000
l Praocfsea ras Chaca Olivfira 9.000
30 Lnita Minada Concento Cedria 10,800
.'.! llerJeiro* de [ftoaeio Firmo Xavier 75,00n
'."( Antonio Joaquim de Mello 27,000
36 A Mara Francisca Marque Amorim i.i.OOO
X dem 60,000
98 Therea Gon(ilvei Jt.su* Azevedo 36 000
30 I tai 75,1100
:t dem :li,(MK)
34 I lem 60.000
:tfi Mero DG.OOO
;><; Vlava e herdeiros de Manoel Joaquim
. Pamir. 15,000
1 r. Hufino Auauslode Almeida 30.000
3 Manoel Antonio da Silla Kioa 30,000
5 dem V> 000
S dem 30,000
C dem 30,000
5 A 1 lem :>o,iioo
7 llcrdeircs de Janaatin A. la Silva l.
Ciera ;l;.-,,i0
7 A Hicreza onrilves Jesns Azevedo 37.O0
9 francisco de Paula Da l-Mnand.es 24.600
15 Manoel Antonio da Silva Ros 30,000
17 l'raii-isco Kibeiro de Brillo 73,000
17 A Sabali3o Jos da Silva 15,000
17 B Francisco Uibeiro de Brillo 30,000
17 C dem 22 500
17 I) dem 30,000
19 Herdeiros rl. JuSo Joso da Cruz 60,0i 0
2\ Juao Antonia i'ereua da Bocha 52,50:)
25 Joi Antonio de Cartalho 52,500
27 Manoel Aulouio oa Silva II i o 39,000
29 .'os da Fonseca Silva
39 Therea Gone,alve de Jess Azevedo 52,500
E para constar se mandou alliiar o prsenle e pu-
blinr pelo a Diario.
Secretaria da llieonraria provincial de Peroam-
co l de Janeiro de 1858.O secretario,
A. F. d'Anni;nciaQao.
- Pela secretaria da directora gcral da
inslruccjo publica provincial faz-sc constar
que o lllm. Sr. Dr. Joaquim Pires Machado
Portella reassuatio hoje o exercicio do cargo
de director g?ral. Secretaria da inslrucrjao
publica 16 de Janeiro de 1858.O secretario,
Francisco Pereira Freir.
, De ordem do lllm. Sr. inspector da
tliesouraria de fa/eu .;> so faz pdico, que a
' mesaia thesouraria est aulorisadn, por or-
' dem dotrlbunaluothesouronacion.il, para
emprear em compra de apolices da divida
publica a quana de 2;4839t00, por conta do
patrimonio do Seminario Episcopal: quem
pots quizer vender as ditas apolices. enten-
ila-se cotn o mesmo lllm. Sr. inspector.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
Penumbuco 15 de Janeiro de 1858. O olli-
cial maior.
Emilio Xavier Sobreira de Mello,
Pela administrac/flo d* mesa do con-
\ salado provincial se faz publico, que os 30
dias uteis para a cobrarfea bocea do cofre,
los iotpostos de 4/ sobre diversos estahele-
citnentos, de 40} sobre casas de modas, e de
209 sore csas de jogo de bilhar, do auno
financoiro do 1857 a 1858 se principiam a
contar do dia 18 do correnle mez. Mesa da
consul.tdo provincial 1 i de Janeiro da 185S.
Antonio Carnciro Machado Ros.
O lonselho de administrado do fsrda-
meo'o do corpo de polica faz publico que
precisa comprar para as praras de pret 300
pares de sapatos de sola, e vira, feitos na te -
ra : as pessoas que so propozerem ven ir,
deveriid comparecer na sala da secretarla -o
mesmo corpo, no dia '.'I do corrente mi7,
pelos II horas da manhaa, com suas proyos-
tas em carta fechada, acompanhando as res-
pectivas amostras. Quartel do corpo de po-
lica 19 de Janeiro de 1858 Epiphanio lor-
ges de Menezes Doria, lente secretario.
Cumpanbia de aprendizes marinheiros
Achando-sc creada nesta provincia, por
decreto n. 2003 de 2 i de outubro ultimo
urna compaubia de aprendizes marinheiros
sob as mesmas coodices das do 11 io do Ja-
neiro e Baha, pelo que deve ser formada de
menores do 10 a 17 sanos, convida o inspec-
tor do arsenal de marinha as pessoas que
queiram apresentar seus lilhos.. bem como
prenles na qualidr.de de nicos ascendentes
ou tutores, para a mesma companhia, o fa-
zereru com brevidade. cc;los de inmedia-
tamente entregar-sc-lf.es, caso exijam, a
gratilic^Qo de 100o yor cada lu, autoi.
no decreto u. 1591 de 14 de abril de 1855.
sendo que a apresenlac,ao dos menciona o*
em segundo lugir deve preceder a compe-
tente hernia do juizc dos orphos.
Inspecgao do arsenal d? msrinha ^ie Per-
nambuco em S'6 de dezembro ile 1857. O
inspector, F.iizario Antor.io dos Santos.
IRSPECCAO- UO ARSENAL l)E MARIMIA.
i'endo de effectuar-se a compra no dia 21
do corrente, as 11 horas da manhaa, tiea-
gulhas de palomb, colheres de ferro, ceia
i m arente, delaes de rc/ucho, Bo de vela,
lona ingleza, livros em branca de 50, loo'e
-ioO folhas, lapis, papel almajo ordinario,
remos de tai, c de torcidas francezas pira
o pharol, convida o lllm. Sr. inspector aos
preteuJcntes a venda a comparecer 'm no
dito dia com suas propostas em carta f. cha-
da, acompt aliadas ae amostras at a refe-
rida hora.
lnspecc,3o do arsenal do marinha ds Per-
nambuco em 14 de Janeiro do 1851.- O se-
cretario. Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Foi apprchendido pela delegacia do
segundo districto, no dia 14 do correnle,
u ii cavallo com sellim e sem reio : quem
lor seu dono appare^a munido .las provas e
signaes competentes para so Ihe entregar.
Delegacia do 2." districto do te.-mo uo Reci-
lo 15 de janeiio de 1858.
Joo Francisco Xavier Pses Brrelo.
- Poi apprehendido no dia 4 dodezem-
hro prximo passado, pela delegacia oo se-
gundo di: Iricto do termo d.i Itecil'e, um me-
nino ponime Jos, de idade Se 12 anuos,
esboelo, natural do Limoetro, lil;o de Jos
do 0" ef.una : que.n se julgar com direito
sobre elle, comparec,t oeste delegacia para
lhe ser entregue. Delegacia do 2 districto
do termo Juiio Frannscu Xavier l'acs Daireto.
ra a Bahia.
O veloiro e bem conherido palhabote D ins
Amigos! pretende seguir com milita brevi-
dade, lera abordo dou; tercos de seu car-
rege ment prompto: fsts-se rom o sea
consignatario Antonio Luiz deOliveira Aze-
vedo, ra da Crtz n. 1.

Seguo nestes dias a bar:a Cecilia, car.it.7o
Casoar l.eila de Firias, recebe carga : a tra-
tar cotn Caetsno Cyriaco .la Costa Slorcira,
na roa da Cadeia o Uecife n. 2.
Para Lisboa segu rom tola a brevi-
dadeo novo e veleiro brigue portuguez Ve-
nus, por lera maior parle do scti carregi-
mento prompto: pura o resto e nassageis -
trat-ir-sccom os co^-sigr atarios Tlinma/. ile
Aqumo Fonseca & Fiihis na ra do Vigario
a. i, primeiro andar, idverte-se aos vSra.
carrega^ores queo frete he de 140 rs.'por
arroba de assucar.
PARA OARACATY PELO ASSI'.
saheimpreterivelmenl: no dia22docor-
renfe o hiato nacional Davidoso, ainda re-
cebe carga : Irata-se com Martids v IrmHos,
ra da .\kdre de lieos n. 2.
Para o Rio de .Janeiro,
O bem condecido patacho nacional Valen-
te pretende seguir com muila brevidade ;
tom parto de sen carregamenlo engajado :
para o resto, trata-se com o sea consigna-
tario Antonio Luiz ddUiiveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
Lisboa.
Segu com brevidacte o brigue portu-
guez Atonteiro I, tetr paite da carga
ptpmpta, para o esto -|ue lhe ialta tra-
tante com os consignatarios Novaes C,
tu i do Trapiche n. 34, ou com o capito
Da piara.
Cru
arann o.
egue enm brevidado o patacho Sania
z, recela carga e passageiros; a tratar
corji Caetano Cyriaco da C. M., na ra da Ca-
dei i do Rcife "n. 2.
Para o Kio de Janeiro
Vai seguir com brevidade o bem conhe-
cidn brigue nacional Almirante, ainda rece-
ba carga e passageiros: a tratar com I Yr-
narides & lilhos, ra -- Para o Porto segur impreterivelmenle
a bire poitugueza Sania Cruz no dia 27 do
correnle Para o resto da carga e passaen-
ros, trata-se com os consignatarios Tfaomaa
de/'.quino Fonseca & Fiabo, na ra do Vi-
gario n. 19, primeiro anlar.



COMPANHIA

ambiican .
O vapor nacional l'.'r iniog, mmmsndeiite n
lese iie Moren-a, aliira p:r,i m porl n do *ul d< ra
caleo di* 22 do correle a. 5 aeree da manliaa.
recele rargapan os ditos portoi al o die20, a i|Uil
tara deneettaoa no arnrizem ds companhia, ie
i .1 iicompclsolea deipashos < cnnhecimeu-
los.oi qoa> forS fnlrecu* astignadoi no di 2t no
eecrl ptona dt cerencia, cojo eipedieote se fechara
i horas da larda Uj mesnio dia,
PARA O CE ARA'.
gue n-: presente semana obemeonbe-
ci i. hiate Capibaribe, p ra o resto da car-
ga < passageiros, trata-; e na ra do Vigario
n. 5.
No iposito junto ao becco do Rosario
n. ii, tem sorvete todos os dias, dema-
nlia.i e i noite, assim como o bom petisco
c'e Qambre
H.JA... ii\i\. .. ha/a : :
Ra azes, temos o nctar :
N sta quadra cbammejante
1 lo o mojo que se preza,
Refresca o peito anhelante.
O sorvett 'iquantmti satis,
"pinam bons professores
He reagente infallivel
Contra mrbidos calores.
A elle, rapazeada !
I'c pitanga ou anan / :
O Soiies junio ao Horario
Para agr lar ludo faz.
O salio he dos primeiros
i: candelabros, crystaes,
Boas Inicias, sa/.ou"das,
ho mercado sem rlvaes.
Mas a bolsa vsorlida.
Minguen) so far;a engrnalo ;
Oaeo Ferreira nao supporla,
Tem nojo do tal Dado.
lio chegado a loja de I.econte, aterro
da lioa-Vista n. 7, exccllente lene virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, lirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famadooleo babosa para limpar e fazer eres-
ceros cabellos ; assim como p imperial lie
lyrlo de Floreoca para brotoejas oasperida-
des da pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.

.
Ijenrique Bruna A c. 1'arSoleilSo, por in-
terrenc^io do agenta uiiveira, domis com-
pleito sortiraeuto de fazoodas inglezas, f-an-
ceaias e alernaas, asmis proariss do mer-
cal o, apara a ;roxima quaresTia : sesta-
feira 22 do correte, as 10 ^or3sda mi o iSa,
no son armazem na ra da Cruz.
Leilo de billas.
O a,; 'nli lorj.-', em o seu armazem na ra
doCollegio n 15 far )ei!3o de urna infini-
objectos, bem como : obras de mar-
ciaeiria novas e usadas, um soffrivsl piano
hajnbnrgaez, urna caisa com chaoeos do
Chili, urna gran e quaotidade de estam as
Si -. e i ^olleQOes, urna porfSo de tn-
de globos de diferentes modelos tio-
rds, ; ppar Ihos de l" lina, 'ora ilmo$o
ejanl r, vidros para sala, ditos para servico
de]mesa, obras iie auro e prata, quaaros
com estampas etc., eti : sexta-feira -2-A do
correlo, as 11 horas da n anhila Ncssc
mesmo dia, no referido armazem, tambem
ir.io a ieil.ii> os mov. s perteneentes o di-
o coilegio ':u .-.^iiio Andre, cojo lei-
lo nao pode ter lagar all, no dia designa-
da, consistindo n umn esplendida monilia
nd, moderitissima, un ogtimo
piano forte, (quasi sem uso algum guarda
rouprs commodas, toilettes, cama frati-
ctza, de Jacaranda, moolia do segunda sala,
gaarda-lou^a, aparadores, mesa elstica,
lavatorios, candelabros e lai,ternas de vi-
dro, vasos ricos para cieitede sala, de por-
celana e de marmore, o outros amitos ob-
jejetos. que ja foram i nunciados, e que se
acharau patentes anc carne dos pretenden
las ; os quaes definitivamente serio ven-
d Jos sem reserva alg;iaia, visto seren para
liquilacSo.




DE
PARA
(i veleiro bngue nacional Veloz pretende
leguir com multa brevidade ; tem prompto
sen earregamenlo: para o resto,
e passageii -ge com
o i consignatario Antonio i.ui/. de i
vedo, ra da Ciuz n. 1.
Para o Porto.
Sabiri t o uia -s:, do corrente o I
Trovador; para o resto da carga
ita-se cornos consignatarios i
& Castro, na ra da Cadeia do Uecife n. 4.
Para'
Segoe no dia 25 do mez corrente o palha-
bote Venus, recebe passageiros a tratar
com Caetano Cyriaco da SI., na ra da
' .lea do llecfe n. 2.
Segoe nestes das para Macei eS. i
guel de Campos a bi rea Concetcao I'. : ; 101
qaizer carregar enlenda-sa com o mestre
l'edro Nolasco da Molla, na escadinha, ou
n roa da Cadeia velha n. i.
Para Rio Graada to Noria a barraca I ni.lo
da Norias, mesire Manoel Ignacio Rodrigoet, anda
recele alguina cerca : a traler ua ra da Cjilea do
Kecife d. 50, priniiro andar,
'- 0c
Brochtiras e rae rler-
f;c s.
Ka livraria ns. (i -e S da prora la In-
deqe idencia da-se trabalho ellectivo de
encadernacSo e brocliuras, as pessoas
particulares cpie loivni afianzadas.
Jo5o LuiZ GoncalV (S faz ver a osla prar;a
que tem justo e contratada com o ir. Ua-
nocl Ferreira Lima a soa Ub irna sita na roa
Direila n. 27, ese alg i-ar com di-
reito a ella, apresehte-t-e no prazo de 30 dias
rdad ta ste Godos os quaes jul-
gk-se livre e d la. Uecife 2i de
Janeiro de IS58
i Fugin doeogenho Brejoda freguezia
do Santo Amaro Jaboatio, no dia 12 do cor-
rente, a escrava crioula l.uduvina, cornos
signaess ;uintes : altura regular, cheia di
corpo e bem feita, cor algum tanto fula,
olhos grandes : roga-se as autoridades i>o
capiUi d .iTi;.o a soa captura, c
o sobredito engenbo, ou nesta
i raen na roa do Trapiche o. 9 e 11, armazem
i I' a ''ir s c; C.
Na botica da ra .lo Cabagi n. 11 pre-
UiDbem toma-se
um p ra c 'branca
nbro passio
i ili^eilo.
iluc tabique, ha o maito conlie-
i, eouli
les : i. g r-se a qualqi ou capililos

. i o ;eo tri.balho. na ra da Ca-
Iha n 1.
lis abaixo i! im so c "<
admit-
o Sr. Alex'odrn Ferreira Camiaba,
commercit
inte j licando
m diante i en i da Or
i: e cial di a' ais i as >ign I i o 1 =
de Janeiro do i rn nte.
Caininh i & I'iili is.
- Precisa-se de amassadores; [sga-se
bem na paJaria do C ora Menino.
Osbalo asslgnados avisam aopublico
quo esto recebendo contnuadametilcgru-
des.sorlimento.i de obras de ouroas maisem
moda, tanto para senhorss, como para D-
mense meninos, a pretjos miniorazoaveis;
passam-se coutas com respansabilidade, es-
pecificando a qualidade do ouro de 14 ou 18
quilates, Qcando assim sujeitos os meamos
por qualquer duvida na ra do Cabug
n. 11, loja de onrives.
Serapliim & IrmSo.
OSr. Joa(]um Antonio de Moraes
que morn ou moni na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, queiradirigir-sea esta ty-
pographia a negocioque sabe.
Temos por vezes levado ao conhe-
iin.ciilodojiublico que um 'unecionario
publico tendo abusado da coofianca de
um bomem de q:em se dizia amigo,
comprometteu-o em quantia nao pe-
quena, e tendo alcancado ludo quanto
aiiil.ii ionava, nio tem dado cumprimcii-
to a seustratos; o pelo contrario vai en-
tretendo-ocom promessas v5a$, sem que
trate de acabar com este desgracado ne-
gocio, isto ha mais de? anuos!! Quem
tal oira!! Hasta de tanto soUrtmento
Sr......Se dentro de ."> dias nSp
estirereste negocio acabado, levantara'o
veo que robre esta perfidia.
Aluga-se. o armazem da ra do Trapi-
cho Ciovo ii. G, proprto para deposito : a
tratar no primeiro andar do mesmo.
D-so dinheiro ajaos razoaveis sob
penhores: na iu> dafraia, segund andar
n. 43.
Osebaixo assigaados scienliGcamao
respeitavel publico, que ellesamigavelmea-
te dissolveram a sociedaoo gue tinoam na
botica da ra do Cabug ll. 1, sob a nriiid
le Joaquim Mailinno na Cruz CorreiaatC,
Qcando o socio Augusto Jos Fregoao com
, a o ^siivw o i-.i.-.ivo da mesma ?u-
ciedade. Recife ii ds Janeiro .10 itta.ju-
iiiiiio MartiaQO ua Cruz Carreta.Augusto
Joe Fragozo.
O abaixo assignado previne aos deve-
dores de mais do auno, que se Ueulio do
prazo de 3o dias a contar da data uo pr-
seme, nao verem reinir seus dbitos, fu
publicar seus nomes por extenso, e as quau-
lias que eslo a dever. fernaiubuco 18 de
Janeiro de 18a8.Jos Joaquim Aloreira.
J Falque .\isa so publico, que Anto-
nio Jaso Lene Bastos deixou de ser seu cai-
xeuo dtaae i u jaueiro de 1858.
Na roa da '.:adeia do Uecife n. 54, dc-
seja-se fallar co3 os seuhores abaixo decla-
rados, a negocio de seu i ulerease : Ignacio
Francisco Caetano. Manoel' Pereira Rrandao,
Amonio .Nur.es do Uello, Francisco l.uiz Vi-
raes, aos herdeiros do fallecido Luiz Pauli-
no Cavalcanti vellez de Guivara, Jos Eus-
taquio llaciol .Montei o, Vicente ferreira
Sarros; estes senbores moram em Olinda :
e mais aossegii tes : Jos Fn ncisco Belem
Jnior, Boniisci i Jos Comes de Uattos,
Victorino Ferreira de. Azevedo, e estos do
Recife. .Nao so para ale cansar.
Alugs-se urna boa casa no Poco, con-
fente osilio doSr, Joio Uatbeos: a tratar
na ra o Caqug, loja de calcado n. 9.
'' carteira rom nina
letra, dous vales e20$ ate 30jj em dinhei-
ro e alguna outros papis : iiK^m quizer
restituir pode ficar coro o dinbeir e diri-
ja-sea ruada Cruz n. 11, casa de J. Prae-
geroi C.
O Sr. Antonio Coras Uibeiro tem urna
carta vinda de Macei no escriptorio do Sr
Manoel da Silva Santos, ua ra da Cadeia do
Uecife o. 62.
- OfTerece-s2 urna mulher para criar um
menino de cite em sua casa : quem pre-
cisar dirijs-se a ra do Rosario u. 58, de-
fronte da ra do Araglo.
A fabrica do sabio da ra Imperial,
admilte serventes esclavos para o servico
interno da mesma fabrica ; pagase bem.
.' cratos.
pelo novo syslema eleclrotypo, ra Nova n.
23, galera de Arsenio & Gadaull, primeiro
an lar.
Joao Jacintho de Almei la. portogoez,
relira-separa i. ropa a tratar de sua saude.
--- Na padaria do l'oiicinann c Salgado,
precisa-se de u i bom ferneiro
Fugio bonlem, 17 do crente, um es-
cravo por norae Theo loro, prelo, crioulo,
pescador, baiso, cornolento, rom muitos
cabellos brancos pela barba epeilos, id de
35 anuos, pouco mais o menos, es: daudo;
de prosete a ndava con os ps i ochados e
trazia um ierro com gancho ao pesclo por
distinctivo de fujSo, be muito descansado
na Ma; levou camisi dealgolSozinhode
listras, calca de ganga azul e cha o de
nussa bi.ineo. Desappareceu este escravo
do luga.- das Aras, da companhia de dous
parceirosqueo conJuzi ideJaboatffo parao
itecife : quem <> pegar, leve-o a ra da Con-
cordia n 26, armazem e maleriaes, que
ser recompensado.
Aluga-se um sobrado Uc nm andar, ou
". sem elle, qor
' nba d I quartos e quintal, era
boa ra aa : i Santo AnU ni i .
quem a alu tar, d'rija-se a roa da
Viga o n. 10, ndar, que achara
com quem ti atar.
I 'fe -se u' rax^iro com praicr
ie pada l UiiadoF i? iio Maito a qualquer hora
do dia ara ir: lar.
I ::r ama ama sc
tratar i i o um anno : quera prc-
teuder dirija-ie apraca da Independencia
u, 22.
!': m caixe'tro de 14 a 16
annos; na travessa do Serigado, taberna
u l
Francisco Ah lePinho mudon -
csi (er.cia da roa do l.ivramcnto para a do
Vig irto n 15, i imei o an lar.
I is, b ; as -amaras, ca-
pas viatorias a uso da liahia : un ruado
Apollo n. 9.
FoUiiniag d
aimaiiak.
Acliam-se a venda na livraria ns. G e 8
da prai da Independencia .is (otblnbni
com o a (mana k administrativo, mercan-
til eindustrial para o anuo de 1838 a
640 rs. jada nina-Tendo o pi ero do tra-
balho tvpographlco subido mais de 60
por eruto do que se paga va no anuo
passado, nao (o possivel ao editor con-
servar o |nri;o antlgo como desejava e
uno nao esta' em relai 3o
ao ]u ri- que elle paga aos operarios.
SEGURO COHTM 0 FOGO.
i OMPANBIA
ALMAKCE.
Estabelecida em Londres,
ern narco de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS I
TERLINAS.
Saun ers, Brothers A. C. tem a honra de
informar aos senbores negociantes, propre-
tarios oe casas, e a quem mais eonvier, que.
estao plenamente aotorisados i>cla dita com-
panhia para eilectuar seguros sobre ediii-
cios de lijlo e pedra, cobertos detelhu, e
igualmente sobre os objectos quo contivo-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia.ou em fazendas do qualquer qua-
lidade.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira
muJou isna residencia para a ra largado
Rosario n. 28, segundo andar.
-
.:... v. U
'


00
RITA DA CADEIA, DEFROSTE DA ORuEat rERCEIBA DE S. FRANCISCO. vj
Cnda acachara sempreos mais acreditados medicamentos tanto m Unturas comal
m glbulos,epreparadoscoin o msior escrupuloo poi presos bastante commodos.
iasa
n S

C Dr. Ignacio Firmo Xavie i -
labe leceuem seus to da Passagem
Jt. da ttagdaiena, que fica ao norte g
J da estrada entre a ponte grande 5
ea lequena do Chora-Menino, ex

:.j

^ -..1~..1.v------------------..-.v.....U, ^- _
g ceUntes aconimodacdes para re- ^f*
l ceber todas as pessoas enfermas -'
de .seus W
z que se quizerem utilisar
2 serviros mdicos, os <|uaes serio '".}
:" protado com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o Gin 8U| ra-
ind i ado e para i cer cjualqui r
outroacto de sua profisso den-
{.'- tro ou fra desta cidade podera' O
-..o ser irocurado a qualquer hora do .'')
:.,i da eda noite. no referido sido.
:.,'i a c\cepeao dos dias uteis, das '.
horas da manhaa as \ da tarde.
9 que sera* encontrado no primeiro O
'.-} andar do sobrado n. do jiateo
'->:'


' ('.armo.
.* ^> -
O abaixo assignado participa ao res-
peitavel publico e mxime aos Srs. pais de
seos alar, nos, quo pretendo dar principio
aoexeir.iciodeseu magisterio no dia 11 do
corrente, admittindo em sua aula alumnos
interno> e externos para serein leccin
em prineiras lellras,latim efrancez: quem
de seu presumo se quizer utilisar, dirija-se
ao teiceiro andar do sobrado da ra
n. 58.Jos Mara Machado de I'igtieiredo.
H livraria da ornea da Independencia
r.s. b 8 ; recisa-se fallar ao Sr. Luiz P
i a \ iauna.
i r.....-i i- (! nrn caisero de Ha \p.
annos i i la li para Laberna, e .le Dad< r
sua conducta : a tratar na rua larga do Ro-
sario n. 25.
COI.LFGIO ATUENEO PAI.I.ISTANO.
EstabeUcido m imperial cJ;ido de S. Paulo,
de o,i e be director c prourieiaro Julio ila-
rianr GiIvSo do Moura I.acerda.
Oab.nxo assignado participa aos senho-
res p it de familia desta provincia, que es-
ii i.i imperial cidade de S. Paulo,
cap tal .;a rovincia do i do i e, o coi-
legio denominado Atbeno Paulistano, com
otorisacao expressa, e nelle recebe mocos
de tol'sas idades, prestaodo-lhes a instruc-
qSo uer.essaria, casa, sustento, roupa lavada
e engemmada. ."^este coego ensina-se:
primeiras lettras, grammatica nacional, la-
tim, frunce/., itiglez, rhe'onea o potica, a-
rilhmeuca e geometra, pbilosopbia, histo-
ria e geogr pbia, e lambeo msica nsiru-
mental e canto. Funcina-n disri;
reg las por 10 professores escolhi-
dos das es toas mais habiliadas.
0director com sua familia residente uo
I '''ment, faze.n com que o servido,
feito por veladores, criados e escravos ne-
cr..sssri >s, seja sempre regular. Hnito ra-
zoavei e intensas sSo as condicoes que
se Um estabalecido para esse coilegio, que
conta IIm grande numero de collegiaes in-
ternos, meio pensionistasi e estemos, dos
quaes l.'i'i tem sido a prova los e i
mia d: sciencias jurdicas daquella cida le,
sendo :
id s em francez......4 i
I lem em ingle/.........26
1 lem em latim.........-I
I lem i m arilhmolica e f,':onir,lria. 16
Tlem em rhi lorica........ja
dem em phosopbia.......jo
Idcmem historia e gographia. : 8
PRF.COS FIXOS
Botica de tubos grandes.
hila iln 4
I'i I? do 36 o
Hila de 48 o v
Dita de 60
Tubos avulscs a......
Frascos de linturrademei onca.
mual da medicina homeopathica .o Dr. Jahreom o dic-
cionario dos tormos de medicina ;. o .
oir.a Joaeslira do Dr. Henrj......
ienlo do cholera morbus ......
jrio 4o Di. Mello atoraos........
tP/OOfl
15*000
encono
30,-oC
JOOO
2noo
10/00
2/(100
'00
PEORAS PRECIOSAS >
-
^dereroa de hrilhinlat,
f diamaiiles e peroias, pul-
t leiraa, alfiaales, briur 2 t rzalas, boloM ani
d l'erenlfs eo^tus e de **
* diversas pedra de val
Compram, i
15J* SC IUEI!
Roa o Gaboga' n. 7.
eceheia :
: ? ; -


tW'RII E PKATA.
Adereeoe eomplelM de
aaro, roefoi ili'os, pulsei-
ri, llfioelee, lirinrof e
etas, i-.irdt.es, Iraoeel-
!,-.-. ;:. lalhaa, con
e ,, '" a enfeile* para ralogio, e
ilrotmnllofl objeclosde
ro..p,.:o%0rd.?br0.: VapCl Ba-| TpVraln-c.pl.,..-.
! ''BlM."l'niaBlM.pero. ,, 'SlJ)r ,< ,1, .. ,,,., s:, prala para rl,.,, bandejas *
glaseoolra qoae.qoer -"i-' ISOIIIMSUO IHaiS alva.; caelisae., e.lh.r.. 2
: juiasdc valor, a du.lieu,, .,, ., j.,. ,S d. apa d. eha, mi-S
| oa por obras. lUWU^I IIO gOSlO, tJi |M nuli0, DbjMlM ^ .
,,.to da Franca coi
deLisbosii, as quaes vendem por
pre^o cooimoao como cosiuuiam.
Seguro contra
fogo.
COMPANHIA N IHTH1 ESTAM l-l
:iHA I.M LONDRI
Premios diminuido*
tul STBS
C.J.AstleT ^-'o"-j):;iilii:i.
N>. lia 3deja*^e)u de ii8 farta
la do K.rWaiu 'ai-
llo, uo IWno de Cin .
I ''ii OS i^noVofi;uiiitt'> ;
pequeo, rom redemhinbos no i
lo ut i na direila c outrn na -
querda, urna pinta preta na p esquerda a
a no quarlo !> mesmo lado, M p. do
niosmo quarlo cun urna platas, rauda
niprida, cabe; i um poac i r< la, i i..,:.- i
anos, baixeiroa boro nteeiro, qua'
no meio pega bastante na brida,
baixo abre um tanto as pera um
ferronoqt ito oabaixt assinsaaV
ropa a lodos que por aciso virem lal easnata
i tomar e manda-lo
i ni villa de Pea |u iit y. oa na dita
onda, qucsciao bem r. r |,hj.
J. Ignacio de 3. Cavalcanti
--- O pratiro-mr aekaado-ae atitoria1it
para contratar a laclara dos coto- rt I
q n leessita urna lancha da prato
emivola a algnrn dos HUhorea rre.-trescar-
pinteiros, oa mesmo riaaeiro oflicial dr-sse
ofllcio a tomar por cmpreilada essa obra,
podeudo para isao examinar a laucha oui
se acba encalcada junto ao barraco da pr.i-
licaf;''m.
Precisa-se de urna malbei portafHH
e da bons costuaaa para dirigir urna cas e
cuida ele algiins meninos : quem a iata aa
sajeitar, annuncie por asta oraal
para ser procurado, ou dirija-se rua da
Santa Cruz n. 28, para tratar da S|*aata, das
6 as 8 lia horas aa manhaa, e des I da tarde
o ni diinle.
ILoteriai
DA
roviocia.
Total.
139
Enttc as condices csl.abelecidas, oque
constam do rogramma que lie? nesta typ -
grapbla, sSo mnito favoraveis, nao dorm -
1 rem o collegiaes lora do ijollegio, tratar
se no iMliegio todas as enfermntades m nos
sscontagiosas] agulas c-i ebronicas, com
taulo desvelo, que vario i cnll ?i%cs se lem
restab lecido com deficu Idade de molestias
gravsimas, nflo ponpaiido-se o coilegio a
tolas ns ii ligase ircomciodo.
Alen disso o director esta prompto a ser
correa pon ente de todas os pais de familia
desta provincia, dirigin lo as despeza de
seus GI nos de modo, qaenSo bajam faltas
nem disperdicios, compin o religiosamen-
te as cartas do ordens q ue lhe foiem trans-
ba tle cons-
truir i m grande ediHcii de proposil
um coilegio, era que amito lem empn
eachase munidodetolos osrecurs
cis ira na forma do seu programte faz .
que io l.1 qnizerem de) i isitar su
is que quizerem remetter seus fi-
r an a caria ao din ctor
abah ado, em que determinen; as
assislencias, e por ellas seresponsabil
O coilegio recebe I0OJ 's. por' trimestre de
cal '; sentlo |iorem dous -raaos
90/ r.s e sendo tres
9 rmSos, pagaran somonte 80; rs. por
tre.
Aaalademush i separadamente.
Hoje. ]uo naquella cidade de S Paulo, os
.
i a i ir um preco to ele-
vad >, t "i -i-, silo ios ..;-.' parame-
um moco para s!li estu lar, < (Terego
to la a vantagem icio
luniarlo, porque om pai mandando
seu filhn p.-ra o eolio io, gasta metade do
stana se o mandasse t'ara morar fora,
n ta grande economa de roupa, calr;a-
elc. Os senbores pas de familias que
'lar sus i no abaixo
.i ido, podera di i -lhe dir< cta-
re la, ou re i futios na
certezi de que encontrarlo franqueza e ver-
dade.
ito f.ii vis
i Sr Dr. chefe ; I desta
I ,.'. da Cama, tle
poie io os pais i millas obier os
esclarec
' o!l-i Paulistano nesta mpe-
rial ciua le de S. Paul
Odirector, Julio Mariano calvao ue Mou-
ra Ljcrda.
O abaixo assignado avisa ao publico|f|nc
de hoje em vante se obriga a pagar aser-
io ;'i.inde ea inmediata no da da e\-
traccao em seu escriptorio na ua do
Coilegio n. >{ primeiro andar. Vende
emporcao de 100# para cima dinheiro a
vista hiliieies e meios garantidos dos 8
por rento pelos seguintes preeos;
Bilhetes isio Meios2ST0
osbilhetesda lotera recolhida tiorece-
bidosem troca de outros.
P. J. Layme,
Companhia
KKaaH3
SE i ROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
perio mmL
ibeleclda no io
leiroe
CAPITAL ,(.000.000:000
, rua da Ct uz n- ">.Inscripto-
riode viuva Amorim >V Fillio.
i agencia acetUm-se seguros tanto
r-os como terrestres aos pretos mais
mdicos possiveis.
PUBUCaCAO' JURDICA.
ChegOU de Lisboa Manoel do Nisci-nen-
to Pereira, rua de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volamos Tbeorla do Direito
Penal pido conselbeiroSilva Ferino, bem
com ) o cdigo da Prnssia, tradueeSo iio
mesmo Senhor ; aquella para ser entregue
aos srs. subscriptores, pelo preco rio IO$O0O,
e para os qup nao sao pelo de lir-, pagos no
acto da entrega ; e este, para se vender pe-
lo drs lo^uo, na mesma couformlda ie.
O abaixo a>s:.-nado, lendo resolrido
lixar a sua residencia em o seu sitio na Ca-
. nnga, a margena do Rio, pretende recular-
mente ah pericanecrr drs 6da tarde as7da
manh3a, afora deesas horas ar;ia-se na
mesma casa em qoe desde muito habita, na
rua do Livramento. As pessoas desta cidade
e de so clientella, que precisarem de sua
preaenca oaquellaa oras, serflo prompta-
mentes rvidas, mandando-lhe all aviso, e
quanuo na queiram ter csse incomma lo,
pod m dlrigir-se aa 8r. Dr. Pereiri doCar-
mo, que s (i-estar a substitu-lo. Partos
caaos urgentesacha-se munido etn seu sitio
de urna ambulancia provida das substancias
que podem ser precisas nesgas i.crasioes.
Com quanto continuo a dar-so ao esercicio
de todos os ramos de sua arte, appliea se
particularmente as o;je,ragi>es cirurgicas ,
n c usiveas tos partos, e trata especialmen-
te das affec^oes dos orgiius respt atnos e
circulatorios, cuja pr-tica lhe he (,-eralmen
le reeonhecida. Recito i.- de Janeiro de
IS8.Dr. Joao Ferreira da Silva.
MBLlQtHi)
PBLICACAO PERIDICA
DR. C. FiLGUEIalAS.
n B1BLIOPHILO he urna puhcacJo
mensal e sahir a luz no ultimo do cada
mp.i, forman lo dous voluntes por anno.
Constara cada numero de 32 a 40 paginas OU
i a 5 foihas de ImpressSo ntida, em ptimo
lypo expressamente com arado para
ell O eseriptos nao sero interrompi los
e terSo paginacSo especial, para qie possam
Mear divididos, sem offender au idade ds
tublicacao, a qual s ser* conservada as
capas roenaaes e no frontispicio, ndice e
lo lim do semestre, poca em qu 1 co-
mee :ra o segundo volume. Ouan lo coi al-
7. a materia exigir augmei lo ou di-
mlnuicSo das paginas determinadas, o mez
seguinte compensara o anterior, flfio se ven-
derSo nmeros avulsos: s os asignantes
recebei .To o Bihliophilo, sendo a .asignatura
ile ii-,mjo adiantados e reuettidos com a
resposta an prospecto o convite do redaclor,
o qual se responsabilisa pela prompta resti-
tuirn no caso de sobrevir qu>.lquer trans-
torno que impossibiliie ou suspenda a pu-
1 blcaqHo, Be <.i < que nesta ultima liypotll9se
se di : 11 /-1 ra da assignatura a importancia
correspondente s despezas jfeitas. Toda
la correspondencia deve ser 1 i~i? la ao cs-
Icriptorio do reiactor, rua deS. Pedro n h:,,
I ou typographia do Sr. Paula Brlto, pra?a
Ida Conslilui^ao n. 64. Para fra da corte lie-
ver 11 augmento do sello respectivo. Subs-
creve-se 1 m Pernambuco na livraria n^. 6 e
i 8 da prQa da Independencia.
Ka fab-ica da rua o lircm n 2R. pre-
' cisa-se de oIRciaes de caldeireiro, t crrallici
' ro, fuoileiro e latociro.
Dt-se 1:0008000a precio sobre hypo-
iheca em bena d" raiz: quem quizer, an-
i nuncieou dirija se a rua Jes. Jos, casan.
i 6, que se lil i quem da.
Precisa-se de urna ama secca, de
bonscostumes: no aterro da Boa-Vista so-
bradoamarellodefroi te da matriz.
D-se a quantia
palo aluguel de u i ravo : ;o
do da esquina confronte a matriz nova de
San-Jos.
Na luudieao da Aurora piecisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico dcliai> o de cobet ta.
JOHN GATIS,
:orretor geral
E AGENTE Dli LEILO'ES COafliBRUABS,
11. 33. rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
Defroute da ordem tercei
radeR Francisco
CONSUt to uo 11cv, r.opaTI 1:co
un
DR-P. A-LOBO HOSCOSO
Medico parteit o e operador.
O I ir. I.oboMoscoso, da consultas todos os
dias c pratica qualquer operac.3o de cirurgia,
assim co^o.accodo com toda a proraptadSo,
s pessoas ^ue precisarem do sou prestimu
para o servico ce partos, praticando as o-
perac.0es ro*nuaes ou inslrnmentaes, quan-
lo nSO possa conseguir resultado por raeio
da homeopalhia, que lautas ve/es ti m Ven-
cido tlilliculdadei, quu pareciam insupe-
r;.vcis.
--- rrecisa-so de urna ama Torra ou cap-
tiva, para o servico de urna casa de pouca
familia; na pra?a do Corpo Santo n. 17.
PETOS DE (AOITCHOLC EaD-
RECIDO, DE FADVELLE-DELEBARR
1)!'. PARS.
Quatro abnoS 0 una lem assegu-
rarlo aos pentes de caoulchouc a voga que
li-jje tom, nao so em Franca como no mun-
rte inleiro ; sao sem contradicc^Se os mais
agradaveis le todos os peni es, mais brandos
que os de tartaruga, sSo os tnicos que nn
fazem canil o cabello, por causa da electri-
cidade que contm,accresceiido a estas van-
1 igeos a de nao serem "iais caros do que aa
de bfalo. A esta admiranvcl invengo de
exrosiQ5o universal de 1855.
DAGIIRREOTYPO
A R^leria e ollicina do aterro da Roa-Vista
n. terceiro andar, acaba oe receber de
Franca pela barca l'ampico um rico sorti-
mento de ceixinhas e outros 1 lijeclos para a
collocagao dos retratos. Existe na mesma
casa urna bella COlleccSo de uliinetes e cas-
soletas de ouro para retratos. Os preeos dos
ret'aios continan) a ser variavelmente de
' 12) en caixinl r.s, tle 7 a ls- em mol lo-
ras pretas 011 domadas, de 1"J a lt:/ em cas-
soletas do ouro, e de 18 a -io-? em allmetes
tambem da ouro.
Precisa-se de urna 1 essoa para o seivi-
50 interno de urna esa estraageira qOecozi-
nhe eengomi e na rua ova n. 17, se una
quem precisa.
M BDTKU FR1ICEZ.
SJ Paulo jai|;iiuustieDiiii, roa Nava a.41 1 ''."
..; Da roeuaaeiialun agaa e pid.alrifiM. @
Lola Lucien Poolain, socio gerente
da etfsa enmmercial desta praca sob a fir-
ma de Leteclier A (.., ten Jo de fazer un a
viagem iurop deixa encarregado dos ne-
goeios ua mesma casa, com procuraban bas-
iante, a J.isde Albuquurquc S. Uo Amarcl,
e Luiz Poulam.
-- J.tii'. Antonio Pereira pede a seus de-
vedoreseaoa do casal de seu lioado sogro
Francisco da Silva bajam de vir saldar seus
dbitos alao lim do prximo mez de tove-
reiro, lin ;o o ^ual ter de proceder judicial-
mente a sua cobranea ; os mesmos devedo-
res o podirflo procurar na sua residencia,
rua da Aurora, casa da esquina do Aterro n.
62, ou na rua do fjueimado o. 13, loja.
Ctirisma em Olinda.
.No dia 31 do correute mez, pelas horas
da tartle. s Exea. Rv<- a. administra o santo
ehrismana igrejado Seminario.
- .,,-.--^ ..,-.^ _.- .;. -j....,.,..1
Consulorio
CENTRAL HOfiEOPA-
THICO.
RUA DE SANTO AMARO,
(.Mundo Novo 11. 0)
-
. 1
-
I '1 II 11 r. Sibil Ludgar. I'.uhn ,,
.' 1I.1 noi.ullat In'tlus ns .luri ulcls, i
>- huras iU 111,111:1, ^ ;i. : tl.i tHitit. Oaeonvi- -; -
pai a viiiliD i i r dii 1 par a
.; eieripl. I ,!ui- ^
1 iroenl. '. .-
'- -W
1
5OOSO0O de ratifieac&0.
j Tendo sido urtado diversos
dos depsitos, alvarengas eti etc., pei-
tencentesao empreteiro da estrada de er-
ro <. I 1 1 nei 1 pelo presente pfo-
il i.s de;;: .1 quem lhe der
com pro\ adep -oas iro 1 tu
urtado ditos materiaes ou de compra-
dores de tai ol promette guardar
! 1.
Antonio Jos da Costa Cabralvai a Earo-
pa a tratar de seus 1 dxand 1 por seus
i os Srs. .Malta .ni pri-
meiro logar, e em segundo lugar Manoel
Caetano i; irges da Sil a.
D-se sobre e meia
le, que saiba cozinhar, a quantia que
ira cora se pa-
Dzer, e tan.
i-se moca por mitra de meia
le, 0.1 n 11 este negocio,
procure no Recil; no Forte d > Malos, rua da
M.. ,1a 11. 32,
--- Pi rluguez pan tra-
bad ar em um j llbeo : oa
rua do Coilegio, taberna 11 25.
DA
PROVINCIA.
O Sr. Iliesoiireiro d*J lolerias marHi
lazer publico que te achataa ,1 venda n->
pavimento terreo da rasada ruada Auro-
ra n. fi, das 9 horas da ni.inliaa as ">
da larde lii hete, e nn-ms ti. Itmiit
parte da primeara lotera do imol|ii
ment de N. S. de Olinda. cujas i-oda.
andario no dia 20 do corrente aaec. \d-
verte-se aos Srs. iogadoras qoe
grande ea immi 11 logo qui
s.jan publicadas na exbraccao.
Thesouraria dat loteras, 16 de uwsro
de 1838. (I escri 1 ia da
Cruz.
Precsa-S< alagar urna prela feria 011
captiva para o servido de una casa de lam
lia de 3 pessoas : a tratar em 1'eli ribe,eaat
do professor publico deprimeir.
Manoel Alfonso .'.quino de Alhuqucr
que mudon a sua residencia para a rua #0
l.ivramenl'i n 99, prin.eiru andar.
Ol n do lin^in Francisco da
Silva <)' .do procuradoi
bastante a ser cunhado LuizAal
ra. :i -. seu finado pai e SOgTO, (icindo sem efJeilo
Iguaa qualquer i 1 nu aabstabele-
cimeato, que non
abado, ftecife 15 dejan iro i'c I58.
D. fabrica do sabio da rua Impriii
ausentou-se no dia ".'7 de dezembio pri
ssa o o escravo crioulo de nom- Jo-
t'-ndo os segainles liga es 1 cor preta. 1 l,,i
35 annos, altura regular, cara re louo
as f.uiles salienl, |,ocr g'anie, denl
tordos, tendo no braco direito um sigMl d
- il c le foure. e ibre o pelee to Banasta
braco ama 1 revaeiaetoeqaaiaaa-
tiuta, he rend lo de urna verilba 1 quem >
apprphen ier, leve-o a dita fabrica n
dar 50:000 oe gralilie.
I'recisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que saiba cozinhar e fazer as compras
para casa d pouca familia na rua do Ujm -
liia.ln n. l>5.
Na rea om cllicial que Hltn bem tiabalhar Ciu
harmacia, l)>-scbom ordenado.
Conduzido por Jos llaria, Maro l
l'.ibeiro. icaadado pelo ln?o gsaigneda
apadrnhado, c por isso sollo o escrava
prelo, crioulo, altura regular, cara redon-
da. :ilitum Unto ciii|,uie,itu,cjtcio, e te-
presenta it IO a 45.ua .> ue idade sata
mais ou menos, gago, sHrega-le a sm
dono o f)r Jos Ignacio da Canba Ka
iiiuti o os portadores, efO|
nba illudido janUmeeta os aaapenhes do
abaixo assigeado para o prender, ejoaaa tal
o lizere entrega-lo ao
naci em sen eng n 10 rracunhSem. a
te enge: 1 ,,znl do ai
1,1 do Biesao 10';, > |rre-
beri a mesma quantia, e mais at, quem no
rnesmo aogei bu A^'ua azul Irouzar o fscravn
JoSo. rugido 'ni principios de uovenil
I86, pardo, idade do sopradito Jos, tesla e
Olhos pequeos, .peilando-os quanJi
nariz adiado, beif -
lauto dcsemlaraijados, corpo e altara re-
gula, peinas linas, ps mal felo, mosira
- 1 cambado por bichos ee erases, tema
iuula do meio deum dos bracas d"feilu
e oulr'ora qOflbroo a canna do palas de am-
bos ')s braooi, c que talvez amia mo>ii ,
explica se mal. c ts vetes gagnrja, he la
bem carreiro, e ptimo trahalhador do r 1-
cbada e fouce. Fmpoderdo abi;
nado continua a estar igualmente o cava lo
a parecido em seu)engeabo, eannuniiado
em abril do anno prxima '..--alo a rrspi 1
lo do qual ha r zfl para C Sr-S ue M 1
b a algaera do lado daCaeenga se Re-
cife. Agua azul, na coi.irca do Nazarelh,
2 tir. dezembro de lS7.-Antonio La
reir Palma.
" 11 ;t' (!.' >':;i" !. A?i''.
1 stabeledt I exnaa le a r\
mode quem qui/er, sbreos cammosTea de
que presenten r-ea mu-
ta r,,i do i.rsees
rua .la clona n. 59. O 1 a 1"
o ti.do a sorte ib- i
feito duas
brio o que de melbor nruntiar
alado um estabete-
'101
Alldre s
i
Ira erial
ii.ii.
...
por Besout, na ,vs a
ru 1 is 11. .i.
:. ual I-
-.- l'll.
mn
n. 18.
i'ic ola
tle bear-as *

; al alhos |
piquia, -
.
Pl I 1
annos: na rua do R ingel n. 1 t, e qea le-
. im tal .0 de lettra.
na pa-
de 3 amas.at!ores
15 ama s para t
mar c ,
Ter^o ti. W, se d:.a quem ;
MUTILADO
ILEGVEL
MELHOR EXEMPLAR ENCONTR,


DIARIO IW. PERNAmiCCO OflSTA TT.WA 21 DE JANTTP.O r>E 1"fi.
AtteiiQ&o.
t'ma pessoa tendo mobias, sendd 2 de
Jacaranda, obra muito boa, o de posto domi-
nante, com os consolos e mesa redonda de
assentos de pedra ; e doaade ambrollo, ludo
novo, indispcnsavelmente deve deslazer-se
do alguma dolas, por isso que yendo por
muito mdico prego. Tambem podo ceder
candelabros com pOs de bronze, ou to lo de
vidro, lanternas, ricos jarros de porcelana
dourados. tapetes, enfeites de porcelana-para
cima de mesa, jarros de pedra Wrmore,
etc., etc. listes objectos poden''ou aoompa-
nbar as mobias ou aere vendidos em se-
parado ; para ver-se. .atar, na ra da Glo-
ria n. 59.
Agencia de/pdlsaporte'e follia corrida,
Claudia-** llego Lima tira passaporle pa-
ra dey'.iO e (ora do Imperio, por commodo
m<0 e presteza : na ra da Praia, primeiro
andar n. 13.
Coliman la de Seguros
Indemnisadora.
A direcco la companbia convida os 86-
nhores accionistas a constituirem-se em as-
scmbla geral no da -2:> do corrente, pelas
11 horas do dia, para os lins designados no
art. 40 dos estatutos, a proceder-se a appro-
,yac5o dos novos accionistas. Recife 1 .de
Janeiro do 1858. Os directores, Jo5o Ignacio
de Medeiroa liego, Joo da Silva Negadas,
J. J. Tasso Jnior.
I'ede-se se houvcr quem lenha o nome
do Antonio Vieira da Silva, o que tenha rc-
cebido carta que n.ln seja sua em o mesmo
nome, que annuuciu ou procuro na ra da
Concordia n. 4, que se tiver carta e a entre-
gar, se lhe agradecer.
-------------------------------------1--------
______ &0MMW &
Compra-se um diccionario hspsnbol
portuguoz, ou hespanhol-francez, anda que
seja usado: no pateo do Terco, taberna
n. 12.
Compra-se um quarto para cabriolet :
na ra do Collegio, taberna n. 25.
compra-se efectivamente na ra das
Flores n. 37, primeiro-aqnr, apolices da di-
vida publica e provtnciarracces das compa-
nhias, e da-se dinheiro a juros em grandes c
pequeas quanlias sobre penbores
Compra-se elTectivamente bronze, lao
t3o e cobre velbo : no deposito da fundica-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicSo, em Santo
Amaro.
Compra-se qualquer porcSo de prata
em qualquer estajo, sem feitio; paga-se
bem : na ra da Cadeia do liedle a. 17.
Compra-se um carrinho pequeo de
quatro rodas, com coberta, ou um cabriolet,
qualquer delles, novo em muito bom esta-
do : quem tiver annuncie, ou procure no
largo do Corpo Santo n. 6, escriptorio.
&eti***(9
loMias
para o anuo de 18a8.
lia para venJ>r-sc na. vua do Vigario
n. l, JO saceos de S arreabas de cominos
muito novos, e se veyrim por jnnto ou a
rctalbo, da maneif que mais convier ao
comprador, pop m:nosdoque nos arraa-
zens.
R.31- RAUlGa DO ROSARIO R. 52.
Zleposito
haruos
BAZAR PEI1KAMBCAN0.
Tem para vender um variado snrtimcnto
de cigarros hespanlioes e do charutos, tumo
trance?, para cachimbo, phosphoros de cera
e de madeira, e tumi em folha o rr.elhor que
pdehaver no mercado, vendendo-se pelo
proco que so pode vender nos armazens,
tanto a prazo como a dinheiro, fazendo-sc
tambera negocio a troco de chaautos, sendo
os ditos de boas qua idades: a quem llie con-
vier tal negocio, appareca antes que se aca-
be a peciuncha.
Venlem-sc dous escravos, um crioulo,
de idade do 20 annos, bonita ligara e sem
vicios nem achaques, nutro de idade de 43
a 50 anuos, com oie.io decanoeiro, bastan-
te robusto : quem os pretender, dirija-ge io
aterro da Roa-Vista r. i, segundo anda r, que
achara com quem tratar.
REMEDIO IMGOMPARAVEL.
%V LP*o. R3A 23 OUElHBO
' SEDA
UNGENTO HOLLWAY.
Militares de individuos de todas as narres
podemtostemiinhar is virtudes deste reme-
dio incomparavel, c provar em caso necesse-
no, que, pelo usoqudelle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente saos, depois
de haver empregado intilmente oulros tra-
lamenloi. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas meravilbosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as re!atam todos os
das ha rauitos annos; c a maior parle deis
las sao tSo sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
eobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos c penas, depois de ler per-
manecida longo lempo nos hospitaes, onde
duviam sottrer a amp ttacao! Helias ha mui-
tas, que havendo deis ado esses asylos de pa-
dec metilo, para se nao suhmellrcm a essa
operacao dolorosa, f( ram curadas completa-
mente, mediante o jso desse precioso re-
medio. Algumas das tae.s pessoas, na efusfto
de seu reconhecimenlo, declararas estes re
aullados benficos (liante do lord correge-
dor, eoutros magistrados, am de mais au-
tenticaren! sua alllrmativa.
Grande e novo
sortiinento de fazendas de
todasas qualidades, vin-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Novillada de Pari=, f.izrnrla tila rom ra-
niapem e li*lra oaatlaada para vestidos de
eiitiora,muilo projno para asilacSo, co-
vado ........."... 19200
Belleza de Bengala, fa/emla toda de seda
transparente com lislras matizadas ,
propria pira baile*, covado.....ISjBOO
Cambraia seda de lieiiRalacom listras ma-
Itiadat, covado.........IJ100
Barega de seda cun quadros e listras asteli-
_ nadas, corado.........1)000
Grosdenaplesprelo c de coks, muito sn-
perior, eovad...........29000
lili dilu de diin muilo largo, proprio para
rroada obrai, covadi.......19600
Sodas de qoadriphoi, covado..... 950
Kolhoi de seda aitetinadi....... 950
Mussulina branca e de cures, covado. 390
Caatas Irancejasde cores li\as, covado. 9260
CblUl francezBS, o covado...... 9900
\ elbulina de cores, covado...... 800
Mantas de blond relas c brancas, proprias
para casamentas, covado......
Panno lino preto e decores, para lodosos
precos............ 3
Chipeoi de palliuba, forrados, proprios pa-
ra a es la rao...........19500
Chales de seda de cores, inperiores ... 5
Ditos de merino bordados a velludo 1.
Hitos da dilo da dito a leda......
Ditos de dito borda.los em 2 pona. 12&000
Ditos de dito com lislra de seda 7*000
Hilos ddilo lisos com franjas de seda 6*000
Ditos de dito com franjas de laa .... 5)000
Dilosdelaaadamascados.pretos e decores. :ijO00
Cravalas de seda com punas comandas a
regencia........... 5
Dilas de dita com dilas a principe de (al-
ies ............. S
Hilas da ditas a'americana......1:000
(borles de rollete de velludo de novo
padres s.......109000
Hilos de setim branco bordados, proprios
para casamente..... .... 5
Hitos de corgurSo de seda de novos pa-
dioes ............
Hilos decalca de casemira de todas as qua-
lidades............
Gupeos de sold seda superiores 7)500
Chapeos de massa francees.....7)500
Lencos de cambraia bordados, finos, para
mao.............1)000
I uvas de seda de todas as qnalidades, paia
homens, senlioras e meninas..... )
Aeaefio.
iVovalojadequa-
tro portas.
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello aca-
ba de abrir urna nova laja na ra do (Juei-
mac.o n. 37, passando o beccoda Ootigrega-
?3o, e ah se encontrar o mais rico sorti-
monto de vest Jos de seda com habados c
sen ellos, pelo menos preco do que em ou-
tra qualquer parte, asslm como um cmple-
lo sortimento de palitos esobrecasaeas, cal-
cas de casemira e colleles de gorgurSo, tudo
do mellior gosto e modernismo, ricos cha-
peos uc senhora de diversas quaitdades, um
exollente sortiinento de luvas e meias, gros-
denaple preto, o covado l;8"0, 2>, 2-;400 e
3)600, sarja lavrada preta, o covado 29900,
3)600 e29800, dita lisa hespanhola, covado
too, casses muito linas, vara 00, 500, 500
o Oin. chitas francezas linas, covado 280 o
3110, ditas inglezas multo linas a 200 rs. O co-
vado, tudo o bonitos padres, diamantinas
de gostos inteiramente novos, covado 800
rs.. indianas de seda, covado 1)200, (latidla
de todas as cores, covado 901' rs., velliul.ina,
covido 750, grosdenaple de cor9), lil ile li-
iilio lavrado, vara isOO, assim como muitas
mais fazcudasque nu bo possivel aqui la-
zer meucao dclhs todas, por haver grande
sortimento.
ti cocheira do C.uedes, ra do Cunno,
\ende-se um bom carro com parelha ou sem
ella, por commodo preco.
-- Vendo-se ou troca-so por algum predio
um terreno na ra lmperial.com -XlO palmos
de frente e os fundos at a estrada de ferro,
e dahi al a ra do matadouro publico : na
ra .Nova n. 67, segundo andar.
- Vendem-se travo.'amentos de louro de
varos tamaitos -. na praia de Santa Hila,
resillaban.
Deposito
)L
Cera de carnauba e velas.
Sebo rchuado e em rama.
Fio de algodiio da P.ahia.
Sola e. pellos de cabra,
liomma do Araoaly.
larris com breo.
No largo da Assembla confronte aporta
da nspeccSo n. .aonde so vende por menos
prego que em oulra qualquer parte.
Agencia
da fundic&o Low-Moor,
rua da Senzala lova
n. 442.
Antonio Luiz de Oliveira
A'/evedo tem para ven-
der em sen escriptorio,
rua da Cruz n. 1
Vi.iho do Porto em caisas de urna e dua.s
duzias.
A'godo da Babia.
Charutos superiores.
C unas de ferro para soltciro c casado.
Coni pequeo toque de
a va ra.
Completo sortimento do madapoles c il-
godes, iiso o de sacco, por diversos procos:
vende-sc na rua oo Crespo, loja da esquita
que volla para a rua da Cadeia.
AOS AGRICULTORES
Vende-sc milito de urna qualidade supe-
rior, e mais productivo do que o que temos
Nosteestabelecimenlooontinu'a havorl ueste paiz ; e por isso proprio para son eu-
um, completo sortimento de moendas elle: no armazetn do Tasso Irmaos, ao peda
moias moendaspara engenho,machinasde ponte nova do lecife.
rapore taixas de ferro batido e coado de
todosostamanbos para dilo.
IEC1IISH0 PAIA lili-
1H0.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENCK-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. %\
RL'A DOBKl'M.PASSANOOllA-
FARIZ,
ha semprc um grande sortimento do>
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenhos, a saber : moendas o metas
moendas da mais moderna ron ; ta-
clias de ferro fundido e batido, de superior
qualidade|e de todos os tamaitos ; roda
deuladaspara agua ou animaos, de toda as
proporr;es; crivos e bocea d* fornalha *
registros de boetro, aguillies, bromes, pa-
rafusos e cavilbes, Bombos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA Fl N DI CAO.
seexecutam todas as encomm.ndas nm a
superioridade ja conheeida rom a devida
presteza e com ocidade em preco.
VIMIOS FINOS DO PORTO |
DENOMINADOS: ()
(S
Acham-son* venda as liem conltccidas
folhinhas impressas nesta typorjraphia,
l>Hii o annoque vem, das seguntes qua-
lidades:
'olhinha di: variedade, contundo, alera
dos mc/.cs, inint;is noticias scientificas,
modo de plantar c colber a nova canna
de assucar, noticia sobre o tniUio e al-
;;-! ->, e mb i aove -I'1 connuciuitulOQ
.las artes, etc., etc., cada urna. 320
Dita religiosa, a qual, alem los mezes,
se reuni a continaacao da bildiotlieca
do cln-istao brasileiro, contendo os sl-!ruP?0es,!SCurbulichS
i istulas no abdomet:.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frtetras.
Gengivasescaldadas.
Nioguem desesperara do estado de.su-
saude se tivesse bastante confianca para en- c"r""sl1e vestido df sda de crese brancos
saiar este, remedio constantemente, segiun-1 Pek'm mals !uPlur e "'derno que
do algum lempo o tiatumculo que necessi-
tasse a iiaturezado mal, cujo resultado seria
provar itieontestavel tiente: (Jueludo cura.
O ungento he utit, maiparlicuiartnente
nos seyti iilts casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costas.
los mombros.
Eofermidades da cu-
em geral.
Enfermidades doanof
eaintes officos: do .Menino Jcsos, San-
tissiino Sacramento, Senlior dos Allli-
los, Pai\ao, Nossa Senhora do Carino,
Sa-i-Jos, Santa Anua, Alijo da Guar-
da, San-Francisco de Asss. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Coracfto de Je-
sus ; aSsim como outras oracoes, etc.,
etc. ........ 320
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da S
de Olinda, segundo a rubrica, a (pial
Ib i revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
ulgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta tvpograpliia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ta...........100
Vendem-se uniramrntc na livrarians.
6 e 8 du praca da Independencia.
Vende-se urna casa terrea de taipa no
lugar da Capunga Nova, em chaos fureiros :
a tratar no sitio do Chora-meninos.
- Vende-se o deposito da traversa do
Corpo Santo n. 29, com puueos fundos:
quem pretender, dir-ja-se a mosma, para
tratar.
Paula 4 Santos tem para vender no
seu armazemda rua iTo Amorim n. t8, bar-
ricas com superior farello, recentemente
chegadas, e por preco muito commodo.
Caf dos alliados
Rua do Trapiche ii. l-t.
Neste estabelecimento acha-se um com-
pleto sortimento de conservas inglezas e bo-
lacbinhas, etc., ele soda, biscuits e faney
biscuits sortidos, jams em jarse, pickles e
best, mustard, north, Wilis. qoeijos e ox
tongeuse couved bief, soch fyno, lierrings
table, solt e carrots, e fresh salmn green
pe os, e muitas outras conservas inglezas l-
timamente chegadas da Europa, tudo por
presos commodos.
Confeitaria
Inflanima^rio da ma-
tti/..
Lepra.
Males das pernas.
dos pe los.
de olbos.
Mordeduras de roptts.
Pieadurn de mv^qui
tos.
PulmOes.
Queimadelas.V
Sarna.
SupuracOes ptridas.
'finita, ca qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea,
t do ligado.
dasarliculaces.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
Vende-se esteunguento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, oStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 800rs. cada bocetinha,conten
urna instruceao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do.Sr. Soum,
pbarmaceulico, na rua da Cruz n.32, em
Pernambuco.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWVA
ta no mercado ."....... 3
Palito* de argautioa de cores escoras li^KlO
Dilos alpaca de de cores fina......Win
Ditos de dita preta........tSOOfl
Ditos de fuslo aaselinado......
hilos Hitos de l>imi deqaadiiahoi.....
Hilos de linni ptrdo fino......isUO
Ditos de brelaeha de liobo branco*. iodo
londola*dealpaca preta e decores. 5gQM
Km frente do becco da Con^resacao, passando
loi* e ftrr.igens, a segunda de U/euel:,s n. 10,
Vende-te superior agurdente de
Franca, tanto em baniscomo em caxas,
licores e alisMitic, ebegado leventemen-
te, pelo ultimo navio : em casa de J. Kel-
ler \ C, rua ila Cruz. n. 55.
SAPATOS 1)0 ARACATY,
dos melhores que tem vindo a ostemerca-
do, para homens e meninos, de palla e de
pre lias : em casa deCaminha oa Cadeia doKecife n. 60, primeiro andar.
Vendem-se bandos ou almofadas de
dina para augmentar os penleados das se-
nhoras ; na rua da Cadeia do Recita n. '.'i,
primeiro andar, casa de Manoel Antonio da
Silva Antunes.
POTASSA Di RSSIA E CAL
YIRGEM.
No deposito da rua da Cadeia do Recita,
armazetn n l, ha muito superior polassa
da Itussi3 dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e o> I de Lisboa em pedra, tudo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos prego
duqueem outraanalqucr paite,
Gortima do Aracaty.
Km porgdes o a retalho: vende-sc na na
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
suna.
Na rua do Crespo, loja de Campos &
Lima, ha para vender o mais superior rape
de urna das melho es fabricas de Paris ; os
apreciadores da boa pilada devetn animar a
prompla venda para continuar haver sem-
prc deposito, visto o que mandara de Lisboa
ser de pessima qualidade.
InchacOes.
Innamniaeodoligado
dabexiea.
AO
o que ca-
ra
o Pontos da Inj-i da ma da Cadeia do Re-
cita n. 54, faz sciento que pelos ltimos va-
pores viudos da Europa tem recebido um
lindo e ptimo soitimentn de fazendas de
bom gosto, c por procos dos inglezes, disto
anda n3o apparoceu, o para oque venliam
ver, lindas e ptimas sabidas de baile a 249,
casaveques de eanibraia com bico a 10?, di-
tos de casemira llf, chita larga frauceza a
240, dita lina a 960, -J80 e 300 rs niussuli-
nas de cores a :100, 3-20 e 360, ditas brancasj
a 280 e 300 rs., chales de merino bordados
de velludo a 14#. ditos bordados de retroz a
105500, n tos corles de seda.com barra, di-
tos de merino lisos 49800, romeiras do fil
de linho aojfiO e 3>5C0, ditas linas de cam-
braia a i?, grosdenaples a 1^020 o covado,
corles de seda de boa qualidide a 25t, cava-
dos de dita, bonita, de quadros a t?8u0, dila
de dita muito lina a 29O0 o covado, cortes
de casemira decorosa 43200, 4;50O, 5000,
555110, 6; e 7-, ditas linas de douior 10?, len-
cos de cambraia, a duzia a \#, 1/300, 1^00,
2- e 2-800, ditos todos brancos, a duzia a
3ji200, grandes, grvalas de cassa, a duzii
1(500, gravatas de mola, urna 1?, c lSOO
muito finas, alprca prcla, o covado a 601),
7o, MU), 900 e 1?, pannos linos pretos de
i;400, 3?, 3*500, 40, J500 e 5;, e muito fino
~~, -500 e 8/, cortes de collote de casemira
pela, de vatios procos, corles de velludo de
Tt S 7-500, e muilo fino 125, pegas de chila
escura com toque de mofo a 5500, mussu-
lina de urna SO cor, o covado 360, manguitos
com collariohos para senhora a 8? e 10?,
Duque do Porto. w
Impcratriz Cugenia. fcj?!
Leopoldo I. ,,*
I). Pedro V.
Engarrafados e entallados romo o v/
de Champagne : vendo-se em por- (>
coes vnntadn do comprador, na e,
. rua do Trapiche n 40, escriptorio W
(3) de Thomaz de Lana. (&)
relogios de pa-
tente
ingle/.csdeouro, desabnete c de vidro:
vendem-se a precorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Uecife, armazcm n. ",(i.
COM PEQUEO TOQUE DE
AYARIA.
Pecas de algodaode sacco. ditas dealgo-
do trancado proprio para toalhase roupas
deescravos; vende-se na rua do Crespo,]
loja da esquina quevolta para a rua da Ca-
dota.
Ao Preguica
QUE ESTA QUEIMANDO
boas fazendas por pouco
dinheiro.
O Pret*uica da
Milho.
IOS
Rua da Cruz n. 17.
Acha-se sempre um grande sortimento de
todas as qualidades de fructas proprias para
presentes, tanto para dentro como para fra
do imperio, e quem pretender mandar fazer
encommendas, pede-se quesejam taitas em
tempo, que serSo bem servidos ; igualmen-
te se achara doces seceos era calda de todas
as qualidades, e se alianea ao comprador.
Na nova loja do 4 portas, na rua do
Queimado n. 37, he chegado pelo ultimo va-
por um rico sortiinento de chapeos amazo-
nas para senhora, ditos para menino e me-
nina, de melhor gosto possivel, chapeos de
aba larga entallados para senhora e para
menina, chapos pretos para hornero, de
diversos precos, lencos de labyrintho a i?,
hitas do coberta francezas muito linas a
360 o covado, olindinas miudas muito linas
a 1-2UU o covado, mantas pretas do lil de
linho, sedas de diversos presos.
Vende-se um carro de 4 rodas de car-
regir gneros no trapiche, por preco razoa-
vel ; a tral ir na rua do tragSo a. 36
PILI LAS 1IOLLOWAY.
Este inesttmavcl especifico, composloni-
teiramente de herva medicinaos, nSo con- corles de cassa chita a 2?, chales pretos d
tem mercurio, ncmalguma oulra substancia merm a 2?S00 e casemira preta a I?00,
deleeterea. benigno mais tenra infancia, '
ea compleico mais delicada, he igualrnen.
te promptoa seguro para dcsarreigar o mal
na compleico mais robusta ; be jnleira-
ciente innocente era suas operafeseenal-
bas; pois busca e lemove as doencas de
qualquer especie c gtao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavam as por-
tas morte, preserva ido em seu uso ; con-
seguirn! recobrar a sattdee forcas, depois
de haver temado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas niio devem entregar-se a
Vende-)superiorfarinha de man-
dioca em saceos grandes: na tanoaria
detroute do trapiche doCunha.
Vendem- latas de mermelada com
doas libras a 8(10 rs. cada una, arroz de cas-
ca, saceos gran des, feilSo rajado a 7 o sac-
co no arma/i-:l do Sr. Annos, defronte da
porlada alfsn.'ga.
Na puia do Tra-
piche ii. 54, escriptorio
de Novaes & C.
Vende-se superior vinlio do Porto en-
garrafado em caixasde 1 e 2 duzias de
garrafas, bem como embarris de 4- c8.
a preco commedo.
Attencao.
Queijos do serlao os mais rescaes possi-
veis : na rita do Queimado u. 14.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e 4assentos, paiM i ou2cavaios, com co-
bert.i.e com oscompetentesarreios; etam-
bem um cabriole t inglez cora os arreios:
na rita do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista em casa do Sr. I'oirier
Vende-serta na da Madre de Dos
n. I 2, armazem de Novaes & C-, barr
de ferro ou cubeshydraulicos, para de-
posilosde fezes, a prerocommodo.
Vende-se mu itoem conta um piano em
meic uso, do celebre autor Broadwood, he
de mogno e quadi ado, e custou quando no-
vo mais de 1:0OOS : na rua do Trapiche No-
vo n. 10.
900
260
480
C00
260
280
300
25000
220
120
l?200, 105U0, 25, 25200 e 2:800 O covado,
cortes de cambraia a 39200, para senhora,
madapuloes de 2?600 at 5J500 cada peca,
chitas muito baratas, lauto pegas como eo-
vados, la de duas larguras para vestido a
1*600 o covado, o antas de velludo para ci-
ma de S Ha a Tf, ditas de laa a 4-51)0 e algo-
ii.uj 39, chapeos do i.r.ili de muitas qualida-
des, ilitos de mola a 55201), alpaca lavrada
imitando seda a 600 rs. o covado, ditas de
cores, camisas de meia de pura la, cortes
ue seda de phantasia para casamento, muito
ricos, algodo de sacco, em porcao, jara
210, emuitas mais fazendas quo deixam-se
de enumerar, e que so a vista do comprador
desesperagao; fac.am um competente enuaio se poder ver na mesma ioja ; d-se fazen-
dosellicazes efl'eilos cestaassombrosa medi- das com pennores, e leva-se em casa de fa-
cina, e prestes recuperarlo o beneficio da i indias.
saude.
.Nao se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquerdas scguintes enfermida-
des :
Accidcnte-:c[i;lcplico>
Alporcas.
Ampolas.
Aiuias mal d1-' .
Aslhina.
Clicas.
ConvuisOcs.
Debilldade ou exte-
nuadSo.
Debilidadeou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
iiysinleria.
Dor de garg na.
de barriga.
-- nos rins.
Dureza no venl i .
Enfermidades no veo-
Vende-se um mulatinbo mui linde,
perfeitameni'' bom para cris i o
ender, dirija-se a ros por Iraz Ir''
da obradoGymnasio Provincial, casa tan rmidadesjooliga
de portSoao lado, dag s as 9 horas da ma-
, e das J I jas 6 da tarje.
Vendo-se urna ctrroca e um boi di
mesma; qaomi imprar, din lerysipela.
iho Novo, a fallar com Joo R| oso da Pebres bilios is.
l'.useca.
Vende-se urna mulata msa que en-
i, cozinha, faz lebyrintli > e do-
ce, e um moleque cozinheiro ; no primeiro
andar no pateo de s Pedro n. 6.
Vende-se rannha de milho l'eita na Ier-
ra, para padaria e auimaes, a 8# a arroba,
dita liua para fasto do casa a 3/201) ; as
Cinco Ponas u. 152.
- Vende-se feijo branco, amarello, fra-
diuho e preto, muito a co muito
commolo ; a tratar na rua do Imorimo.
48, arma/.'Mti de Paula Santos.
-~ Vende-se na rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 8, um preto de nacSo, por pre-
qo commodo, proprio para servico du campo.
Fcbrcs intermitiente.
Febreto da especie.
Colla.
Ilcmorrhoidas.
Ilydropista.
Ictericia.
Indigestos.
Inllamniacoes.
Irregu la ri da des da
ilM'iistiuaiao.
lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
lias Un culis.
ii r'io de ventre
'. ht sica .o consumo-
I ulmouar.
r,i't:ni;.Mi de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios.
iTunioi
Iloloroso.
i Icen
\ enereo mal .
im-se estas pilutas no estabeleimen-
ilde l.on Ires 'i. 211. aStrand, o na
loja detod isos boticarios, droguistas e ou-
tras pesa las de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Ven lem-se 101 '. cada
urna dellasconten urna instriiecao c
paraexplica o modo desse usardes-
las pillas.
ti deposito geral U? em c Soum
Cruz ii. 22, em
Pernambuco.
Vendem-se (ondas de ago para umta
dous lados : na loja i B miudezas '..i rua lar-
gado (tosa :o u. j, i. l-.H'o cada urna.
rua do Oueimado eontinu'a a fornecer ao
publico,em sen estabelecimento na esqui-
va do becco do l'eixe frite, n. 2, o mais bel-
lo e varia
deexcellente qu -lidade.e piceos muito m-
dicos. N3o SO queima as fa/,endas j por
vezes annunciadas, a saber :
Olindinas pataVestidos de senhora,
covado...............
Targelinas idom dem.corte com 12
corados..............
Organdys idem dem, covado .
Cambraias eslaa>paaas. vara .". .
Dilas ditas mais linas, vara.....
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado...........
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado...............
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado ..............
Rretanhasde rolo com 10 va ras, pega
Hiscados monstros, lindos padres,
covado...............
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um..............
Mas alem destas, oltarece mais aos seus
freguezesas seguintos fazendas ltimamen-
te chegadas: mussulina branca inissima a
320 e 360 o covado, dila matizada, lina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
taaztnhas muito linas, escuras e claras, to-
das de deseuhos inteiramente novos a 400
rs. o covado, carmeliua, fazenda ainda nao
vista, trancada e com padres de litazinha,
pelo b.ralo pre$o de 280 o covado, cortes de
riscado francez, bonitos padres e cores fi-
xas a :32U0 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muilo fina, com 8 varas cada pegs a
75500, dita tapada tambem muilo fina, com
10 varas cada peca a 4;800 e 63600, chales
de l.a/.mlia muilo linos a 2^200, ditos de
merino lisos e bordados, de mui lindas co-
res, casemiras enleitadas, desdadas, mui
proprias para palito a 2200 o covado, brim
trancado de poro linho e padres novos a
i9440 a vara, ditos pretos de muito bom
gosto, e ate proprios para luto a 1#600 a va-
--- \ende-se un botede2a palmos, muito ra. cortes de collete de setim bordados
nem construido : na rua da Cadeia do Reci-
ta n 2, primeiro andar.
Vendem-se sarcos no milho chegados lti-
mamente dos Estados Unidos, de muito su-
perior qualidade, malbor ao que vem de
Fernando a 6/cada sacco. Adverte-se que
tambem vieram alguns saceos de urna qua-
lidade especial para sement, que se vende
a 85 : no armazcm de Tasso IrmSos ao p da
ponte nova.
A loja da es-
trella.
Na rua do Queimado n. 7, loja da estrella,
vendem-se as segundes fazendas, mais bara-
to do que cm outra qualquer parte, a saher:
Palitots de panno francez. linos a '20f000
Ditos de dito ditos 2W*)0
Chceos linos para senhora 6/000
Ditos ditos para dila '.?0s000
Crosdenaples preto e de cores 5
Panno prelo fino para todos os procos.
Chapeos franeczes Tamberlik, para
homem 73500
Collarinhos c manguitos inglezes, de
um novo gosto, eda melhor quali-
, dade que neste genero tem appare-
cido at hoje 123OOO
e outras multas fazendas que se vendem a
dinheiro vista, por menos do que em ou-
lra loja.
Sal do Ass-
Abordo do patacho An-
ua, ou com Tasso limaos.
ilelogios.
I ni raixas de tima
rafas.
cohertos e descobertos, pequeos e gran
des, de ouro patente inglez, para homem
esenbora, de um dos melhores (alineantes
de Liverpool, viudos pclouliino paquete
inglez : em casa de Soulbell Mellor
rua po Torres u. 38.
YIMIO DO PORTO SI PERIOR.
Duque1813.
e dua duzias de gar-
Chamico.
*
Lm barris de oitvo : vende-sr a pnaaj
commdo em casa de Barroca A Castro
rua da Cadeia do Recita n. 4.
sellins
patente inglez.
Sin chegado* acham-ie a aaa bem conhpridvf stllon incl/e. patenlr: ni ru
o TraiMche->'ovo n. 12, armazem de faieada da
A1jiii.hu c C. Home.
AVISO.
Na rna da Cruz n. ">1, primeiro andar, sa
la de barheiro, vendem-se bichas do. (taro-
burgo, tanto aos ceios como a relalbo, 1,
aluga-se mais barato do que em outra parte,
advertindo-se que s2o as mais modernas do
mercado.
Nova agua de malabar.
Vende-sc cta agua a melhor que tra ap-
parecido para lingir o cabello e aaiaaaa de
preto : na livraria universal na do .olir^io
n. 20, da-se junto um aaawosM gratis ea*i-
namlo a rorma deapplicar.
Os melhores relogios de ouro, patcntein
seco dol-oixe hrit. n. 2, o mais bel- g|ez, vendem-sc.por precos razoaveis, nt
iado sortimento ai fazendas,^ odaS|escriplorjol)0,g(into oiiveira.rua da Ca-
deia do Hecilen. 62.primeiro andar.
6
Sellins e relegios.
SELLINS a RELOGIOS da paiaaie
logias : a venda n armazcm de
linsirou Hnker ,V Covpaathia, e^-
i|uin.. 10 largo do Corpo Sauto du-
mero 48.
Fechaduras ]iai-,i casa d porgar.
Vendem-se fechaduras proprias para casas
de purgar, por preco commodo : na loja de
lerragens de Vi Jal $ Bastos, rua da Cadeia
do Kecife n. 56 A.
Vende-se na rua estrella do Rosario
n. :;i, armazem da trastes de JosC Moreira
da Silva, vidros man ms, -ara toil ettes e tocadores, assim
3/500, ditos de casemiras para calcas, linas
ede bonitas cores a 55500 e 63OOO, gravatas
Carros.
';..;;.
.;
y
o
%
o
o
1^ Vcndem- j- reirn vindo lia pouco de Vrnnra, feilo pe- 5,
$ Icis melhuret fahricanles de Pai e qu'rrn- '-.'
"fi do com b-ja parelhas de eavallof. Ven- i^*
r^ dfm-se lambem lui, arreirs para earres e A
2J cabriolet, como niuilu. preparot para dilu, ^'
9 I iiiiliem saino, courus de lu-li, vaquetas '..'
fj srandes pata cobeitas. collriras enverniu- Qi
..', das. lanlernao, vela para dilas, molas, euos i~
'<& patente e muita outras qualidades de er- ts
~ raaens, ludo pur preco commodo : na rua ."v*
.'. ViV t II i i
O
Nova n. 61.
o-
.i.--

Vende-se superior linha de algodiio
brancas p do cores, cm novello, para costu-
ra : em casa de Soutliall, Mellor & C, rua
do Torrean. 38:
Vende-se urna bonita escrava criouU,
pretas deseda a 15, dit:s de rroal/50. de 17 a 19 annos de idade, a qual sabe coz-
. wn ,, nhar o diar
alpacas de cores com listras de seda a 560 ; nnar dlar, de "ma casa- lav" e engomma
covado, chitas escuras e claras, padres soflrivelmente, e nao tem vicios nem acha-
miudinhosegraudos, de muitos e variados! 1ues- "a-se tola a prclerencia a venda para
- .^_.^, ^>u. n<._e ~nrps (vc n ovooiioiuc non,,c I o mato ou para lua da provincia, e ao con -
m rmore8sSddee iodos "t.: ^K 00, SU wFOXuL *? I Por se d!ra o motivla venda': na ru. de
dados, e podras ma
nhos. tudo mais e m conta do que em outra
qualquer parlo.
11015 I 1FFECTER'
O nico aulorisado p ir decisriodo contclho real,
ecre o imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Lafl'ectc ur, como sendo o nico
auto-isado pelo goi erno e pela real socieda-
dedt medicina. Es te medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta im uso na maii nha real desde mais de
60 ai nos ; cura radi clmenle cm pouco lem-
po com pouca despe za, sem mercurio, as al.
leoc^es da pelle, impingens, as eonsequen-
cias das sainas, ulceras e os accidentes dos
partos,da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores: convm aos catar-
.rincipae^ portse distritos manu- rbos, a bexlga, as contrac^Oes ea raqueza
dos ergios, procedida do abuso das injec-
Qes ou de sondas. Como auti-syphilittcos
o arrobe cura em po uco lempa os Ilusos re-
cciiti s ou rebeldes, que volvem incessantas
em ons''i!iietioia de emprego da cnpahibe,
dajCLbeba ou das in cc(,oes que represeutem
o vtr i.-, sem neutrali a-lo. O arrobe l.aflec:
mercurio e ao iodore lo de potassio.Lislioa-
Vende-se na botici de Barral e de Antonio
Feliciano Alvos de A. icvedo, praca de I). Pe-
dro i
S. SllKUlU. iSt C, baaqueirosene-
[ociantes, estabelecidos lia muitos annos
em Londres, Iconi a salisliicciio de |iar-
ticipara seus correspondentes e 10 publi-
co, ojue acabaa de fundar casas (iliaes
nos
factureiros de Franca, Alemanha, BSlgi-
ca e Holliinda, conservando alemdisn
Sitas proprias casas uiti nrmente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portosraais commerciaesdaGr-Bi etanha,
c estao i ::i posicode offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de urna casa para
compra ou venda de arligos, bem
]>..i\i os negocios de trans; ceo de crdito
i de qualqui r gi ero.
As |>essoas que nao Ion tn conhei i
annum liai suasor-
d 'ii- cora os fundos ni ci ssai ios pai
CNCIII
0 e 240 o covado, pecas de t.
madapolao com 20 varas a 2-!Ki0, ;:60, 4-, b- Iranctsco Mundo NOVO), casa terrea n. 15.
4500, 4;800, 5? o 59600, e muilo fino a
6:100, cobertores dealgodSo proprios para
escravos a 700 rs, cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
clauas de todas as cores a 540 o covado. De
todas estas fazendas, e de outras muitas
aqu nao mencionadas, se dariio amostras
sob pcohores.
\ Cahos sortidos da Russia, Ca- '}
n io e Manilha.
j3 Lonas da Russia, lninsc brin- 0
zoes. Cobrec metal para fono com *5

prego.
Oleo de linhaca c Velas steai-i-

Das.
Estanho
Q .lila-
:'; \ inlins linos de Alosellc Joan-
.;.,', nisl)erg espumoso, e de Bordeux
y-, em quartotas.
' :- C. J. ASTLEV & C.
em barrinlias, Bar-
Joi
Lmcasa de IIenr> Bninn \ C. na
iiu/.i.i.
88, onde acal ia de chegar urna gran-
de poroso de garrafas grandes e pequeas I da Cruz n. 10 vende-se
vindi s di ectamente ile farls, de casadodilo Cemento romano
Boyveau-LafJecteur i Lrua hlcbelieu 4 l'aris r.,,
os formularios dao-sc gratis em casa do a "; emca.xas de 1 ti
gente Silva, na prava de [i. Pedro a. 82.-- l*aeras de vime.
Porto, joaquim Aiaujti; baha, i.ima <\ ir- I m grande sortimento de tocadores.
mao-; Pemamhuco, oum ; Rio de Janeiro, Retratos aolo rua sala de iantai.
Iicando entendidas qi nunciai teem difliculdade cm di- SU" ?on; J"'" ''cr '' ''-'lU' Pianosdos melhores I
Kio Grande, Francisoc de Paula Coutou c. n"oa meinoies Kiuiica.ios em ii.un-
burfto.
Vendem so dous escravos, sendo um,
\endc-s3 o resto do madeira que so-
tan! cm nina varanda
. ntar 75 <<\'' sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
i urentes e mais inf ptimo moleque de idade de 16 anuos, de .
boa conduca, e um escravo carreiro, du 25 "rou l0 "ina ohra>
commerciaes, que forem po lio bom tr
enviadas gratuitamente, salvo o porte do Qireiln. 3.
le 18 palmos, de forro, _' sacadas com is
Para
coi adodirigir-se aosannunc-
.,n!, .
-. Vende-se salitre retinado,'chumbo de
mnnicao, enxofre e pixe, tuda d? melhor
qualidt le pn 50 commodo : 1
.de i Di is .'. t... rua da
Moeda 11. 23.
Vendem-se casUnhas viadas ultima-
nte do Porto a 160 a libra, e ameizas aigns artista V lits de merino da con tas
muilo novas a 200 rs. no pateo do Carino,: India, de cores dHe entes, (eitos no pjiz, propria para padaria
I es juina da rua de Hurlas u. 2. 1 tudo cor commodo preco. | -ucar.
s ; tas (ios ;i a-
ba liles.
-se na lnjn da rus do Queima Ui n.
s, chi| ur brancos, bonita 1 rma,
Ainda continuara a andar futidos os
seguintes os.-ravos: Caunndo, pardo, rei-
presunta 16 anuos de idade. ror um po
clara, cabellos crespos, laj escravo .lo sr.
Manoel Marliits Veras, morador no rucho
dos Porros, provincia do Ri
le; Caxiilc, com IS annos \ ouro mais ou
menos, cor de gungiru", cabellos rr^v
altura recular, teru em urna das pernea urna
leuda, lie lilho da provincia do Maranli
roga-se as autoridades poltcii es e carjii",-
decampo, que appri-licndam r-
e facam o Uvor uc ltva-h ana Qq 1
n. 2, ou a rua DireiU n. 2, que se recom-
pensara bem.
l"ugio-me. una escrava mo Angola
de nome 1 hereza, estatura ordinaria
do corpo. um tanto velha, por dina, e quando falla com algiiuia pes*ua li
muilo alegre e nacilica, tem a i-or (ula, tm
uns pequeos boloes no roslo, ventas ar-
regazadas ; sahio com vestido de gaera a-
zul o panno da costa, levando ib lab'leiro
pequeo, com urna luallia, o consla-me que
ella nao tem sido pegada, porque dizque
anda vendeudo ; foi escrava de Joaqun
Victra.e talvez que tambem fosando lir. i.n-
ceiro, e um sea irmao, cujos senhonos den-
la escrava anda inoram naruadoSr. 1
Jess das Cnoulas : quem a pegar sera besa
recompensado, levando a verda leira aeaho
ra na cidade de Ultnda, na rua do Amparo.
Diinda is do Janeiro de lo. Milonia Ma-
na do Kspinlo Santo.
hesappareceu da casa do abaixo aa-
signads, no da 16 do corrente, urna negra
com os signaos seguinles : idade 2 anno,
pouco mais ou menos, cor fula, estatura re
guiar, levou vestido de cissa rosa pintas
encarnadas, c panno pelo ja usado enm
barra de velludo quem a pegar, leve-a a
rua Nova ti .",, que ser bem recompensado.
lenlo da Silva liosas.
- Ksta ainda fgido desdr is. t o escra-
vo pardo, SalnmSo, ollicial de allaiatr, 1 la lo
38 anuos, baixo, grossu, denlos do p>* cur-
tos, anda calcado, lem falla do p- esquerdr*
e anda om perna de pao, elle diz er forro :
quem delle tiver noticia, n o trniiter ao Re-
cife, rua da Soledade o. 70, da-ae-lh* aae-
lade do seu valor.
Paginan do ongenho Agua-fna, (re
Riiezia de S. l.ourenco da Malta, os escravo
Miguel, alto, secro, quando anda h> muito
inclinado para a frente, pnnea barba. <
escravo de JJ080 I-lit) do Raiga Barros, no-
rador na fregtiozta da (Oseada, para onde *ap-
t'ie-scler lugido. Sevenno, cabra, baixo,
grossura regular, tem um defeno em um
dos dedos ,1a ufa o. represrnta a 1 lade de S
para 28 annos, e tem pouca barba ; quear
um quer outro fugiram no momo da
quem os apprehender, leve an encrenbo ari-
ma dito, que sera generosamente recom-
pensado.
Fugio bontcm 12 do rnrenlr o preto
Antonio, crioulo de idade 60 annos. paaaaai
mals ou menos, vtio para esta praca ha *
me/e deCanri de Tora, levou camisa de)
algodiio azul e calca de cor, he iheiodo
do, de a 8 palmos de bica, as qua es se corm< ro,to redondo, olbos ppQucno
lam em, tem as pernas duas cicatrizo m
tlgas : roga-se por tanto a alguma pc.oa,
Ou capitao de canijo, e as autoridade po-
lieiaes, que n peguem o reamlem levar ao
seu senlior, no pateo da Basta < ru/, pada-
ria n. 6, que sen'io recompensados genero
smente.
lia poueos dias fugio do '
cahi o esclavo Joaquim, orioulo, ir r r l.ila,
parecendo cabra, dil 'jue tem 18 a 11) a a nos
de idade, tem os jies mal foitos, urna cira-
triz de chicote sobre o loaba e m.ira aaM
0 peito, levoa um qoartto raslaaba goido loi
escravo do Sr. Jerontaao Carswia deARka-
querque Maranhlo. voiniid'i Mala praca
Sr. Antonio GonealTea Ferreira 1 -
quem o appralMSda 11 naata-at 1 sta ea-
genho, ou nesta praca na rua .1 < uta n. 4,
lido andar, que sera generoMM*)
-' riiTitra qij, ni o a-
1 es de lioto, pasquines i'-<' cambraia branca, I enutar.
bordados e entenados com renda, taimas de No dia ls domez pn.,| Imr-
1 irolchoado, bordadas e en tetudas N Q(k)br| ,.,, ,",
com trancas de muito gosto, ricos vestidos '
ladecoreom bahados os mais sope- ,l"1" ,oa,,lu.'B' I'-""
rioresquetem vindo a cala praca, soperio- 2*annosde idade, estatura 1
res corle-, -lo cambraia branro-, bordados, do corno, su lem barba w '
s bordadas, panno de entre-nieios, man- |.||,,s ,.:il-a|,n|,ns rjaicai nwHtra h
he liem i-onl
a ruado Queimado muitocaleadas, quaatfolagw lathai
bello a nazareno, lean os |
lados, e falla muito manso : qaa
. 1 11 s, ii|m
1 1 ancisco d Sil' a Ca 1
Attencao.
I'arinha de mandioca, milho o fetj5o o
mais barato do que etn oulra qualquer pai-
te ; na rua do Queimado, loja de ferragens
n, 1*.
TACHAS PARA EN'GEXHO
Da fundirpo de ferro del). \V. Ilowman
na rua do Bium, passando o chaia-
riz, continua a liaver um completo sorti-
mento de tachas de ferro fundido e bati-
ecliam a venda por preeocommodoe com
promptidao, embarcam-seou carregam-
se em carro sem despez.as ao comprador
Vende-se urna morada de casa terrea,
de pedra o cal, sita na rua rlronte de S
Francisco, em Olinda, a.9: quem qutzer,
dirija-se a mesma cidade, alraz do Amparo
11. II, que achara com quem tratar.
Fazendas de
bom gosto.
luidos casaveques de fustSo branco bor-
dados, e enloilados com as modernas fran
gitos bordados, goinhas bordadas, eou-
almos, urna pouca de arca de fingir, e ano lras muitas fazendas de bom gosto ; na loja
a -too lijlos grossos, o. bastantes lijlos 'io solll"ado amarello
partidos que poden) servir para principio de 2!l-
obra, que ludo so vende por barato para
1 -upar lugar : na rua do Uangel n.21, a
qualquer hora do dia.
Na rua do Urum n. 22, armazem de
Pi
l.ni/ Jos de Si Araujo, ain la existen] 30 va-
e miito liaos, dituc pretos de nova molae sos proprios para jardim, osquaes se
pelo 10- iiem muito em conta |igra liquidacto de I Em casadeRabeSchmettao &Companhia,
ts artista Pe palitos de merino da con tas, e urna balanza com seus pertnces, rua da Cadeia n. S7, veudem-seeleganto
ou armazem de lo ifamadoabricante Traumann
I da llamburso.
n. 15,
ri atifii

l'l UN.- MI'. DEM. F. DCFM-.U -
MUTILADO
ILFGIVEL
MELHOR EXEMPLAR ENCONTR


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