Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07363


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Full Text
AMXO xxxiv m: I i
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 5 mezes vencidos 5$000.
TERCV FEIRA !0 DE JOTRO DE 1858.
Por anuo ndiantado 13$000.
Porte franco para o subscriptor.
\
ENCARRKGADOS DA Sl'BSCRIPC-VO DO NORTE.
Parthiba, o Sr. Joao Rodolpbo Gomes ; Natal, o Sr. Joaqum
Igaaco Pereira Jnior ; Arica ty, o Sr. A. de Lomos Braga :
Oir, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Jos Tfiw-ra
.Mello ; Piauhy, o Sr. Jos Joaquim Avellno ; Par.. o Sr.
Juttino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. Jerooymo da Cosa.

\ .
>
PARTIDA DOS COR REOS.
Olin'Ia todo* o* da*. M *> I nu-ia liorat do da.
6wr*M .i.: i l'araMl n.i> Mgaodai i Mitas-ralns.
5. latfo, Bewrrot, !>>." Altiifa i e Giranfe im na terea-felra.
S. Loan-nr.i. P.io ef'Albo, Mtarath, l.nii...-iro, Bftfjo, Pejquera, I
ra, KU.rr-, Villa-ftclla, |.t>; -Vala, Ilnrkui | iKll |ii..-',.
( h- } SernMemJ Rio Pon.....o, Lna, Barrelroa, Ab^-itci,,
iHantalrua Natal: nfaiat-felrva.
[Todos OS e rroiOl parlrmi u 10 ora* da manh.1.
AUDIENCIAS DOS TRISUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : segundas e quiutas.
Rclavi'io terpas feirase sabbados.
r'azend i : quartas e sabbados as 10 horas;
J ui/o do eommercio : secundas as 10 horas e quintas ao meio dia.
Dito deorpaios: segundase quintas as 10 horas.
Prmeira vara do civet .- segundas e sextas ao meio da.
Segunda vara do civel : quirtase sabbados ao meio dia.
EPIIEMEKIDESDOME/. DE JANEIRO.
6 Quarto minguante as 10 horas e 2" minutos da tarde.
15 La nova as 3 horas e 13 minutos da nianhda.
22 Quarto orejenle as 2 horas e 37 minutos da tarde-
29 La cheia as 6 horas e 52 minutos da manha.
I'KKA.MAK DE MOJE.
Primeirs as S horas e 30 minutos da manhfia.
Segunda as H huras e 5- minutos da tarde.
das da semana.
18 Segur da. S. l'rsra v. m. ; S. Liberata v. : S. LenKirdo h.
10 Terca. S- Canuto rei m. ; Ss. Audifax e Abbacuc irs. inm.
20 Quarta. S. Fabiao p. ii. ; S. Sebasliiio ni.
21 Oiimtii. S. Igez v. ni. ; S. Patrocolo m. ; S. Kpiphaniob.
22 Sexta. So. Vn-Miie d'nc. e Anastacio mm.
2*\ S^ilibado. S. Ildefonso are. ; S. Emereticiana t.
21 Domingo. Nossa Senbora da Paz ; S. Timotheo h. m.
encarregados da scbscripca'o do sil.
Alago.is.oSr. Claudino Falco Das : Babia, o Sr. D. Duprad
Rio de J.ineiro, o Sr. Joao'l'ereira Martius.
EM PERNAMBL 0.
O Prooretariodo DIARIO Manuel Figueiroa de Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
V PARTE OFFiCIAL
COMMANDO DAS ARMAS.
Saartel cameral da eominando d>a armas de
Peraaaabaco na el Jada do Hed, o. I ti de.
, lanairo de 1858.
* ORDEM DO DIA N. 7.
O brigtdeiro commaiirtanie das arma interino-
t determina qua o mappas durioi do. corpos .ejam
i atrege no quartel general 8 hora do dia.
(Aoigoao.J Joao Joie da Co*ta Pimelel.
Conforme. Horacio de Guimio Coelho, alfares
I ranle de ordens.
ta-se por lano de elevar-ee a uineralisacao das idea, Ser n eosIo das mulheres. um guia tilo mu-
de delallie, se importa tirar tlll is oa a. leis philo-, ro como o dos humen* n.sla apreciaran ? Sim e
sophicas da alma humana, ou a eipoiicao tcienlilica n,1o.
de nosias faculdadM, ou ainda i. sciencia dos eran- Ha om Rosto etlico, razoavel. justo, alsumas ve-
a de nma mijssa, de urna narao, de I es elevado quenasce da cnllora da inUlligenci.i e
creace pplo eiercicio da rompara(o, o qnal, ora pro-

TRIBUNAL SO COMMERCIO.
SESSiO ADMINISTRaTlVA EM 1 S DE JANEIRO
DE 1858.
PresiJencia do lij-tn. Sr, detembargaior
Sonsa.
As 10 horas da manhaa, achando-se presente os
i-, deputados Kego, Basto, l.emos e supplenle Ka-
nos a Silva, abrio-se a sessao.
lie lidaa approvada a acia da aatfeedenle.
EXl-KUlr-NTE.
Foi presente a cotac/io ollicial dos precios corren-
es, relativos a semana linda. Mandou-se ar-
chivar.
DESPACHOS.
Um reqoerimenlo de William C. Phillips, pedin
do o registro da procora^ao que ajonla Como re-
qoer.
Uulro de G-eorge Patclielt, informado prlo Sr. de-
emhargador fis:al, pedindo o lugar de correlor.
Prestada a lianra pelo juio especial do eommercio,
pase-ae titnl.i de correlor geral desta praca.
Oulro de Jaqnim da Cunha Freir i\ Irraito, in-
formado pelo Sr. desembarsador fi*cal, pedindo
de*oDerac3o da respon.abiliaade pelo cter cMonda-
li,i> que .e perder.Ka cisas para ficarem iseulot da responsabilidade.
Ootro de Parante Vmnna & Companhia, Informa-
do pelo Sr. deiembargador fical, pedindo o renislro
do tea contrato social.Eliminem o art. 26, por ser
contrario no codito do eommercio.
E m.is nada havendo a tratar, o Sr. presideole
eucerrou a ae**3o.
ama assemblca, a mulher ap*g<-se,e o homem appa
rece. O mondo dos factos sempre presente a* mu-
lher, rouba-lhe o inundo ti.. Idaat. Nada prova Is-
so ms claramente que a maneira porque ellas rn-
nliacem-s< a si mesmas.
As mulheres posiuem nma consciencia incrivel de
seus senlimentos e al de suas p iy*icnomias. Grabas
a esta sensihilidad elctrica qu impressiona-se do
imperceplivel, ellas acham i* lempo de sentir mil ve-
/.es mais do que Ba, e de pulir que senlem : todo o
manejo da casqoilharia, a ciencia dosolhares, das
inflesSes de mi, dosgestoaj moitram-no. na mnlher
um ser que assisle a' aua vida a.e. dos menores deta-
ll..-.
D.ssercis que nm espelhi invisivel pira todos a re-
flecte sen*.pre a taaa pmpri^> olhos ; todavia o nn.ee
le i,-.ini em eu largo JnliJo plnlnsophico, ll.e he
estianha : Ella nao se pnssue s. ientiliuduivi. : alia
n.lo pode defmir-se, e a-sun deve ser. O genio da
analyse eiclue quati semiire o la synlhese. A iulel-
ligencia humana he lo'imperteila mesmo m tua
grandeza, que sua supei.un Ja le serve-Ule militas
ver.es de limile.
Comprehendcmos poriissoque os syslemas niela-
phisicos, as alisiraicc, idai geraes e pnliticas de
palria, de gualdale, devem ser ind.flerenles ou es-
Iranhas s niulheres. Najo ha miis que nm meio para
inlrodon-las am sua iiilelligencia, he faz las pas-
sar pelo corarao ; pinlai a's milheres lodos os sof-
rimeutosque nascem pira os ii dividoo* da desigual-
dade social, e eutao, rr|a. somenle eniao, ellas apal-
cur. anlc de ludo em urna obra a sua rolaran rom
o principio da arle ou com lal reara de convencao.
menln do homem c para a felicidade da Ierra, a in-
telligencia oj o corarlo 4mar he p.ns.r. Pens.r
nao he ainsr. O que sao lodos os syslemas de philu-
soph.a, toda- as utopias sociaes, todas as utopias po-
lticas, todas as creaefies do espiriti, obra* muilas ve-
zas pasiaceiras, que, sublimes boje, sero talvez es-
teris ou ridiculas amanhaa em compara-... da ter-
nura, esla virtude adoravel e immulavel qoe nao
:;fVnafin'it.
LEITL'RA PARA AS SENMORAS.
(Continuarao don. fi.)
ora, se o juiz he eminente, o transporta, por asim tem idade nsm data, eqne he a nica que nos apro-
dizer, posteiidade, e estabelece seo tribunal lora
do lempo.
As mulheres pnesuem raramente esla sorle de cos-
to ; mas ha nutro, iustinctivo, rrefleclido qne nao
inquieta-se nem do slylo, nem da hahilidade de
.nii.pn.ir.ii., ou que, se o enle, nao tem conscien-
cia disso. A emorao be o seu euia, a vida sua pr-
meira necessidade. Para elle o pastado nao tem va-
lor, o futuro o nao tem larubem, o presente s he
ludo, o presente, isto ht, o aecurdo do artista com
sua poca. Tal he o goslo do publico ; lal he o gos-
lo das mulheres.
I>els .ioo costos, desles dousgoias, qoal deve o
eenio Hgatr Amboa. N.io ha arailes obras senao
j que perlencem a lodoi o aecul.a pela verdade
eterna, ..,.,- ,,,, i,,,-,,,,.,, eslreilaroente oa eimea
pela verdade rel.iiv. ; ra aoradar as molli.re< he
er de seu lempo. Unqui a brllbaule gloria .lo It .-
cine, de Joao Jacques, de Voltaire. Quem os obli-
gas, philo do vulgo '.' As mulheres.
Kesumamns. A intellicencia perlence ns mulheres
como aus homeus, antes com qualidades do que em
proporroes dillerenles. Esla dillerenra sera aqu a
icnaldade ? Evidentemente nao ; porque as mulhe-
res nao vencem enSo as qualidades secundarias,
os homens dominain as qualidades superiores ; mas
xoosm-se pelo* ulireiljus do beinem : o que he pa- | observemos lambem que estas qualidades superiores
ra nos a justicia h' par.| ellas a canJade.
Parallelo do homem e da mulher.
u-.iali.lj les dislinclivas desla.
Quanlo ao r.orpo.
Eulre os animaes a superioridade de forra.de bel-
leza, de tade, acha-se ore no roncho, ora na fe
mea. Se a leus deve invejur ao lea a sua forfJlida-
vel canda a sua juba real ; so o jumento excede
em forrea a jmenla ; se o tooro ostenta sobre fraila poderosa e obre en largo pesclo os mulos
de aua sute.ania natural, a familia das aves de ra-
pia mostra-nos as femeas superiores aos machos pe-
la energia muscular e pela crander.a do taman'in.
A femea do falco he mais corpolenla, que o ma-
cho ; a femea d.i aguia mais forle, que o ma-
cho.
Entre os insectos, as formina--, as aranhas mantrm
este facto da superioridade feminina. Anda mesmo
na* espacies em que o macho tem a forra em parli-
Iha, asa superioridade na cheua nunca domina-
rlo ; nos dxn'i-ilins de animaes nao ha sent..r, ou
antes be a femea qao \\< senbora ; os curtiros de
ahalhas olTrereiii-no* o curioso espectculo de pas
dominados, nutridos, eipetlidos e mortos pelas
mais.
Entre estes diierenles modelos, qoal escolhen
Dos pira din elle coulormar a rara humana .' Na-
i. unn e todos.
Em neniu-na oulra espacie o predominio da for-
rea masculina. Iii- msis laugnaU lo, poiom em nenliu-
ma onlra lambem a grac e a belleza perlencem
mais etclasiv.imenle ao sexo fraco.
O eorpo, com eff.'ilo, he um iuslramentoum
a lomoum interprele.
Com ni-lruwjnlo, o orcanismo mss-ulino he
avdanlemente superior ao da mulher. A* pernus
do hoin-m, m >is vigorosas, traiHporlain-uo mais lon-
go e mais depressa ; seas bragas mais musculosos
levantara e susieolam pe*os mainrea ; seu paila- da
-ons mais podern.os e sea estomago, consomidor
mais euergico, reoova melhor saas forjas ; mas se
eoiisiderarmos o corpo como adorno e como inter-
prete, a compararlo d toda a vaolagem s ino-
Iherei. Um bello rosto da malher parece a obra
mais acubada da creajao. t) corpo da mulher (qnan-
do digo o corpo, digo la.ubem a figura) he, -e as-
sun podem is fallar, m.l vezes mais eloquenle, mais
dolalo da palsvra, do qoe o do homem. A physio-
Domia masculina, o geslo mculino (em cerlamente
urna energa singular da expresso a de accento ;
mas ellesrepre.enlam a lingua franerza, lingaa pre-
cisa, forle e limtala. A pessoa da malher, pelo con-
trario, lernhri a lingaa grega ; ella diz ludo. Ins-
trumento maravilhoso de flexibilidnde, de riqueza,
de varie.lade, presla-re a todos o* matizes, O ho-
mem lem dez trillares, a mulher cem ; o hornera
tem om sorriso, a mulher mil. A voz, principal-
mente, sonora e grossa no hornera, abunda na ma-
lher em serni-lons, em qaarlos de lons que repro-
tluzem, como oalros tantos echot, todas as vibra-
ct5cs do ror.tr ur e do peiisamenlo.
Assira ralalivamente ao corpo, o homem eicede
em Ic-lo mais forte, a mulher em l-lo mais deli-
cado. Ha portanlo igaaldade na dilTereuca.
Oaanlo ao eipirilo.
Da Kazao.
i'm priroeiro objecto ollerece-se a nossa analy-
se, a intelllgencia, isto he, a razao corn seus severas
ailrihuloi e a imaginacao rom sua risonho e movel
cortejo.
Fallaremos primeiro dessa razao pralica e de uso
diario qae consiste na dtsposic,ao bcro erileinlt.li da
vnla ordinaria, e de que slo dop^n leticias neeessa-
rias o espirito de orlem, a previdencia no governo
interior, a arta da ooncorl-ir a riqueza e a dtspeza
domesticas".' D-flui-la, lie desena-la como o apana-
gio uataral das militares. Ptle-se mesmo concluir
dalii qu^, se para Nao e.liva-se.n preparadas por
ama e.lacarilo conv^uiente, ellas desenvolveran]
na a l'tit ts r..;!. I is r-ii 1 is, n.i ,|.re-.;ru dos oeeo-
eios privados mna prudencia de dalalbe e urna pre-
ra.'irlo minuciosa que o vigor do espirito masculino
mui.'as vezes exelue. O Irunem he melhor especula-
dor que a mulher, a mulher he melhor mordomo
que o homem ; um sabe melhor ganhar^ a oulra
sabe melhor conservar a forlona.
Portant.o anda aqu, iguald.de na difTercnca e ne-
cessidade d> assonaca.i.
A razio he umbem essajosleza de espirito qne
as ci'Cumilaiictas dilliceis, nos faz escnlher o part
do mais sabio. O homem e a mulher mostrara nislo
qaaldodes e defeitos opposlos : o homem deixa-se
mais cunduzir p.lo calculo a pelo iuleresse pessoal ;
a mulher pela paiao e pelo sentmento ; tima juica
pelo inslinclo, > ootro pela refl<*tao ; o homem ve o
verdadeiro.a mnlher o sent. Ped um conselhn a nma
mulher, sua resposla sallar sbitamente por um sim,
ou por um nao, como om. faisca ao choque de urna
pe Ira ; n. s nao a obricueis analy.ar os motivos do
seu conselho ; lalvez que os ignore, talvez que s
ache ma's razOes para dar, e todavia tem razao. Pen-
co acustumada ao exorcicio severo da lgica, pouro
propria por sos nalureza para a dedcelo rigorosa
das ideas, ella nao he sensata sean por inspirarao,
co.no o homem he poeta. O hornera, pelo conlia-
rio, tem a reflexao por primeiro fundamento de n
bom sen;.! : couselheirv secu-o, porem mais lenlo.
elle lem necessidade de esclarecer-se primeiro para
poder erlarpcer os oolrcs ; cumpre-lhe pesar o pr
e o contra. Elle nao lem razao -en 11 a Inri de ra-
ciocinios.
'.'nal desles dons bons sensor he superior ao ou-
lro Nenliiim, Separado*, tiles let.i igual valor ;
niiidus valora dez vezes mais.
Da razao dep'iide alada essa faeulJide qne nos
srve para conherer os oulros e para conherer-nos a ;
uvas mesmos. U conlierimenlo do. oulros lem duus ;
ohjectos, os homeus e o homem, o individuo e a es- .
pecio. A penolraru ferrt'uina he sem igual para |
folsftr os tn I v. |y .-. Qi metmr.s moviraenlns do;
rorarjo, us rt trillos mata occollos, as prolenr-.e-
mas serrlas Ihe tfl vi.n II oerno lacios eileriorr*. .
Tado osysternt dadafaza c le ilomintcao das mu-
Hieres fiin !a--e subte esln conheelmanto, e elle he-
lia profundoaQi t'tsU-l-io* multas v*/.e* para cen-;
IrabaliOfir o imperio as leis a daa coslumes. lie
armada rle-la s inicia oinuipnlonlr que a esposa
easMOguo algam \-/-s ein ntripar--c, e que a cas-
qtiiltta cuv.rna ; Ite apnisda obro esla ancora llur-
l.i.ii a ni lav a itialialivel, que Olimene ott-a dtrer
a Al-esla o s-u suhlitne : ENa.t me acratla -> Mas
a i.lo limiia-se a -acacidade feniiniia. A mulher
cuiihece admiravelmenle os horneas que ella cuntie-
re ; nJo conh.ee o homem ; nada Ihe escapa no in-
dividuo,qussi ludo Ihe he obscuro Da especie. ? tru-
O mesmo
acontece com a idea dk Dens.
Para os horoens, Dejos he al tima cousa ; para as
mulheres, he alguem b BOt o nplicamos, commen-
lamose creamos algunUs vezes; ellasoamao. A mu-
lher pois na* ideas coinplelainente abstractas, podem
elevar-se pelo estada iic razio qua compreheiide,
raras vezes al a' razp qua nea.
Ntnbuma dascoberla malheinatic.a, nenbiima the-
oria melaphysica, hejilevida a orna mulher.
Na Grecia, oode us discipu'os femiuinos apinha-
vam-se em torno .las igra ii les escolas; onde Pilha-
goras eoniava entre os seus adeptos um povo de mu-
lheres, nenhom syilrjma pililo, opbico nao sahio nun-
ca da cabeca de urna- roulher. Inlelligentes como in-
lerpreles, apaixonadns como siclarias. seu poder pa-
rava, e tem sempreLarado, onde a creado romera:
lia imaginacao.
As malh.rcs *ao ariitaa por temperamento. Im-
pressiunavei* como/o artista, -serdciros instrumentos
de precisa como ojar!ilafel!as senlem e uolam, p r
assim dizer, as varjiacoas man imperceptiveis de at-
mosphera no dominio dos senl menli.*. Bem como ao
arlisla, o mondo real pesa-lite^, e man que o arli(a
possuem una qualdade eminente. O aiiislanoen-
Ihuiiastna, mesmo no amor, nao v sean a gloria.
islo he, a si. A mulher na propria g'oria, nao v
senao o amor, lo- he, um ou-ro. 'Ludo pois parece
chama-la ao primeiro lugar ms artes.
Iitiniie vem enllretanlo qae desde a anligoi lade ale
aos iiossoi das, upo cila-se una s obra erando que
seja assicnada enjn o nomo d< urna mulher'.'
Nti pintura eni e*cnlplora rao ha nenhiim quadro,
netil.un. pai*acem, nonhuma estatua immorlal, ao-
jo autor seja umit mulher !
Em msica, njto ha uenhtinia sympbonia, nenbii-
ma opera, nem ijnesmo urna sonata, fallo das ubras
primas, que lennam sido cumposlai por urna mu-
lher !
>.i arte dramfitica, nHo ha urna tragedia, urna co-
media verdadeiflatiienle celebre que leuha saludo da
man de mulher !
mesmo phenomeuo; o tambera abis-
im Tacita, nem um ThucyJides le-
Nl epopes
tona nao cuta
minino.
Como explicar esles fados ?
Pela in-ullciencia da eduertrao feminin? .' Sem
duvita he eslaluma das causis que os lem p'roduzdo
mas nao he a nica, au he mesmo lalve prin-
cnkil.
t^otri elTeilo a o.tndo da mesica, por exemplo, oc-
cupa mullo nijiis logar na vida nos molhcre. do que
na dos binnoii i; a probssao I tealrat esla' aherla a*l
aclrtzes tanto quauto aos art tres, a lodivia nem o
eommercio as iduo das grandes obras harmnicas,
nem o contar o perpelno com o goslo publico que
creou em par!c Moliere, Shakespeare e l.esace, nao
lem dado as aiulheres o genio dramtico ..ti rousicil.
Cunipre por lano ir procuiar a solurao do proble-
ma em oulrajparle, isto he, na nalureza dos entese
das coatas.
Sohr quel funda-se o genio dramtico"' Digo sanio
o nao lalonlii.Sobra o cunliocunonlo, n3o dos ho-
mens lmenle, mis do bomn. Hacine o defini
urna razao sbbliine, Quer i*o dizer que nem o es-
pirito, uomia linura, nem o couhecimenlo dos inli-
viduos. 'nena a observacau sacaz dos ridiculos de um,
tita, nao bailan) pura forma- o, eque releva que le-
uha por base esta faculdade io.len.sa e geradnra que
paira sbralo todo das creatinas humanas. No domi-
nio da imaginario, o genio representa o que figura,
na philosobhia, a for;a s>n'h.lica.
O que le qo. eonslilne a superioridade do liislo-
riador? A(sciencia dosgranles movimeutos politi-
ces oa snc|aes, a romprehenulo philosophic.i das leis
geraes da Mrna hiimaua ; a apreciaoao certa das pai-
xes e do- inslioclos das m .--as ; emfim o dom de
acrancar-jse a' sua poca, a' sua patria, e ir apear-
nar-se era oulros sculos i> om oulros povus, sem
doix.ir toiavia de os julcar. I'aculdades tudas de ge-
neralisarho e de listracrao.
Donde vem a craodeza in-nmparavel da epnpa '.'
De ser enlre (odas as obras d'arte a nica que resume
ai um ko facto, urna idaila iuteira da civilisagao,
am povd, nma crenca. He ; mili poderosa das svu-
theses p leticas.
Ora.sja nos reporlnmos a' snaly moral qoe temos
ensatado:, ach imin que na facoldades d. qoe se com-
poe o eenio sao precisamente as que fallam a' nalu-
reza da mulher. As mulheres, as formas mais ele-
vadas d i arle, podem pois ntostrar-se encenhosas,
'loqu'iil's mesmo, mas raras vezes superin-
r.n.ip.'i.taran, ou entes em consequoncia ilg
l*t. ha qo airo gencios secundarios que pro-
-Ibes .urce* lernas,
res. Po
mesma
mellen
giaca, a romanea, o oslylo epistolar e a conversaran.
Ah Injl.s as suas quallade. sao bem empregadas,
seos dtjfeitos tornam-.e qua datles.
Na oesta elegiara o poel i n3o he nm creador que
dominji, he om esrravo inspirado qoe obedece. A
alma Jmhriagadn de si mesma, ou enternecida sobre
si mesina, eitlliusiasma-se, ou conta a si mesma o
que ella he. As molh.res tem achado oesla paesia
do corarao arrenlos inromparaveis. Sapli i era s-
menle a voz mais r-irun i... i de um coro tnleiro en-
cantaeor de poetas fomiiiinos do que a Greda le or-
golhak-a ; e em nnssos din*, em que a ra reir das
lellralt loma a abrir-se para as mulheres, o amor, o o
anuir maternal, lem encoi Irado nellns interpretes
menea sabios, porem lalvez mais verdatleiros e mais
profundos do qae em oonoc grandes pealas.
O Romance he para a epo ;a e para o drama o qoe
o individuo he para a mullidlo, ludo o que ha de
profundamente p.ssnal em caita .ule, ludo o que he
verdadeiro fora e ao lado da verdade eral, a varie-
'la.lo. a oricinalidatlo, a propiia excentricidad., coni-
poem o seu mais rico o mais natural dominio ; o
qne I ella procura uo corada humano sao os mys-
lerinfe. Elle vive sobretodo pela analys. ; por isso
entra as ultras primrs da epopea domestica, nao he-
miarios em insrrever a prit ceza de Cleves, Corinua,
Ade|a de l.euange e Maupiat.
A mulhere. sao mestras dos homens, e devem
se-lJ na conversai;a> a no uslylo epistolar.
Ol reprei.nlaan-aoa rom eaeilo as cartas e as
con ersare* l'm improviso ; improviso de sonli-
mei lo* lano qsanlo de palavraa. A tensnc.iu fai
na er a palavra ; a palivra faz lambem nascer i
entibio. Uuanlu mais mprevislo he o pensamenln
par aquello que fslla, i mais claro para aquello
que escola, lauto mais agradavel e pirante he a
con reisac."o ; c vendo o cesto, o olhar, o acreulo
aja ar a Itnciiacem, lodos les maadiahos tlit idaa
llgotrai alavam-te ao ai, lemelhanles a nutras lan-
a- Imlh .- .le s.tl'n furia cjres que se nao podem
peilar, t|uo de-appirccem apenas algaem a toca e
que reiia.-oiii Ipenai do t.vo se sopra. Este gmio
per|tcnce priiicipaluieiile ii mulheres.
nao sao a partilha senao de alguna raros eicolhidos,
que nao apphcam-se sen,lo a posices etcepcionaes
e nao potlem mais ser consideradas comu urna ne-
cessidade do que como urna recra. O genio nao he
nece-sario para con-ltluir orna crealura inlelligenle.
Demais a inleliigencia nao cotnpe o hornera lodo
inleiro.
Quanlo ao carcter.
Daas aeceproes usuaes tem esta palavra ; ella sig-
nigca um eslado habitual da alma ou humor, c vi-
gor moral, oo enraaem.
IJuanlo ao humor, as mulheres valem muito mais
ou mullo menos que os homens. lia entre ellas ca-
racteres diablico*, mas lambem os ha anglicos.
i.iuainln as mulheres lem o humor igual, esla icual-
uade, que parece apenas a ausencia de um defelo,
lorna-se Bellas um lodo de virtudes ; a graja, a be-
nevolencia, a compaixo nascem como em sea se-
cuimenlo. (luanla* qoslidades deliciosas nesta t
palavra: Um carcter enrotilador Ora, conf.ss.-
mo-lo, esla palavra s applica-se as mulheres. De
vinle homens nao se tira um que saiba qu a man-
t l.in he tima forra. Sua vaidade salisfaz-se mesiuo
em seusassomo* : esla desigaaldade de humor pa-
rece-lhes mostrar o homem forte, o .enhot ; elles
acredilar-se-biam meuos homeus se lo-- -m man-
sos.
Por compensacao, o vigor moral, o qne en rlia-
marei o poder execulivo, ualuialmenle mai* fraco
na intilher, he anula ettfraquecido peta sua educa-
Cao. Ella na. sabe obtar, nao sabe querer, porque
seu carcter n.-io foi exorcid. nem na volito te nem
aejo. Nao reciisemosfloilaviti a coracero os molhe-
rrs. Ellas lem a sua cuiuo os homens a .111.-. e cer-
lamente nao he nem de menor importancia nem da
urna applicarao monos ulil, e menos coromam. Se
lrala-se de allrouiar um perico, de derramar o seo
sangoe, o bomein arroia-se e a mulher treme ; esta
he a eoraccm activa e exleror. Mas o homem nao
sabe nem oflrer, nem restenar-se ; as doeoca o
alialom, as perdas de fortuua o esraacam : he ah
qoe as molli -r.'- Iriumplituii. llrandas para com urna
itni fortuna, nao somenle suppoilain seus males,
senao ate suppurlatn os alheios, A nielado dos ho-
meus s susienla-se apoidos pola mulher ; .3o
as mulheres que reatiimatii o commercianle abali-
do. o arlisla danuimado ; com a morle no coraban,
ellas sorriem i. na o lazororn sorrir ; represenlam ao
mesmo tempo a resignarlo e a espranos.
t) c rarao.
O corarao nao tem neee-sida le de or definido ;
quem seule esla palavra a cotnprehende. e lodos a
senlem, porque ella abraca lodas a* affetces que fa-
zem do homem lillio, par, IraMo, mirido.
Kelalivameute ao amor filial ajunlaremos urna s
palavra ao que ja dalle distemos : O lypo de Anli-
gone nao (em euie'hanle entre os lilhos.
Relativamente ao amor materno, observemos que
todas a. lincuas anl.ca* a modernas expriroem por
urna s palavra a affaijlo da irmilo ou da trm.'n, du
e-poso ou da esposa, da lilha ou do filho : diz-se
amor filial, fraternal, conjugal ; mis a ternura de
urna mar para com seus lilhos he marcada com um
carcter too pessoal, que lo I >s os i ttom.s Ihe tem
C'iisacadu oa uuma particular ; no -ni como n .
norte, ibz-se o amor itmaleinaln como o amor tr pa-
ternal, n Compre pois que este senlimenlo linha as
mulheres urna energa mu natural, puis que eacoo-
tra-se al etn coracGes de meninaf.
A lernura roti|ucal lem anas li r m <, nao s3o co-
nh-n.los os seus hroes. Que modelos podara o.
homens oppr a Alcesle, a Eponiua, a madama de
I.,.vllele ?
Este amor he mesmo tao natural ao coradlo das
mulheres, que anda quando eilincto por oulra pa-
xao, desperla-se muilas vezes se o marido rorre al-
gum perico.
L'm marido biter-se-ha talvez por causa de sua
mulher, com quanlo Ihe seja infferenle ; mas be
seu orgolbo que a defenle e nao o seu coraran.
A amizade fraternal offereee modelos igualmente
ncantadores no irmo e na Iridia. Conforme a van-
lagvm do anuos d a om cu ao oulro o papel de
protector, este papel muda de carcter sem nada
perder de toa grara. O rosla prologo como caval-
leiro, a irmia protege como mai ; tua amizade tem
um sexo sem nada ler dos sentidos.
nanlo a raridade, ninctiem disputa a superiosi-
datle mulheres ; ellas lem o genio desla virlu le.
I m homem que d, t d o tea ouro, a mulher
ajaola-lba o seo concia. Imluir, moeda fraocea,
nas mloi da urna mulher boa allivia mais pobres qeo cem francos nas mlraa de um homem : a carida-
de feminina renova cada dta o milegre da molttph-
carao dos p te-.
Do arnor.
I.ma palavra po loco utn abvsmo entre o homem
e a mulher que amam. A mull,r !{/. : Ra snu la ;
o hornera diz : Ella he minha. Ha dilTarenfa da-
quelle que dti, para aquella que roer he.
Aiialysemo com olhu severo os amores masculinos
e acharemos nel'es moitos elementos eslranhos ao
amor ; a vaidade, o desejn sens.nl nSo dexttm
paixan mai. qae um quarto di alma do* hi men
mesmo nesle quarto ha sempre logar para os sonhos
de gloria ou tle ambicio. O artista, o -ai. ... o espe-
culador, parmanereiii laes loroaudo-se amantes ; he
junio da mulher amads quo elle- va chorar suas der-
rotas ou ens .herbece)-se d.; seus triumphos, mas elles
en-niisrli cem-sc ou chorara. A mulher que ama nSo
podo tenia amar. Moliera aenoa .la* combioaroes
de genio em llarpagon; elle o pinloo amoroso, posto
qae avarento ; elle o deixoii avarenlo p. slo que amo
roso. Se livesse eicolhido para Ivpo ama malher,
tena furo..-menle, feitu cahir a avareza diante do
amor.
Com elTeilo o amor lanca la profunda raizes na
alma das mulheres que anche-a toda inleira, t ale a
regenera. Se urna mulher casqutlli.i checa a amar,
acaba-se a casqoharta ; se urna malher leviana ama,
acaba-se a leviandade '. Tim-se visto mulheres man-
chadas por mil desordens, reeubrarem de repente no
amor urna paixo profunda, al mesmo o pudor, al
mesmo as delicadezas da allie.rao ; m s se um ho-
mom corromp io apaiiona-aa por unta moca pura, o
que he que elle faz '.' Em vez de purtficar-se como
ella corrompe-a como elle. A mulhere. achara lo-
das as virtudes em s.u an or, os homens inlroduzem
no ilelles os vicios qoe os manchara.
Se o acato, ou um capricho entrega a um homem
enamorado de orna mulher, nutra mulher que elle
nao ama, mas ruga belleza ou poslo litoncea >ua
vaidade, elle bem diz a sua sorle e delta asa ; urna
mulher que ama verdadeiraineule repellir cora hor-
ror trmilhanle paiiilhu anda que soja com um he-
me ou cum um suhorann. Alguiiias lem preferida a
morle a este tupplicio.
Assim, vanlagem para o homem no dominio inlel-
leeloal, vanlagem htlaura.la do lado do caracler, -u-
i)*pois tiM arlitli creadores, vem os srlislas Id- prcmacia das mulheres p'ara ludo o qoe respetl
ler bretes. Comedante! ou cantores, elle* devem lr
romo qnal i i pr melrat, o l .l-uio de observarajo,
de .lelalhe, urna llexbilidide n'orgaos que prssie-ee
a lilos ot iiiovimeriln. lo pensantenlo, e prinei-
palmenle essa imprenioDabilidade movel, ,n lente,
valiada, que multiplica em umi propore,ao qa ij
imlrivel M n-..i'.-s eos -ign o- .le-lina.lo- .1 ro-
prf.*enl8-l.s. l'oi isso tiulliores nascem mus na.
tufalmenle comedanles < u. os homens. Indas as
griiides cantoras, a eiperimcia o prova, che. .... ao
grjio supremo do sen talento ante- dos viril anuo*,
i.lu he, depolt tle qualro atu.os d. esludo ; um graD-
le cantor reqaer t le.
Ksls-nos anda fallar !e urna faculdade impor-
ta ile da inlelligeucia, u djm de gozar das ubras do
espirito da aprccia-iai.
a ao
corelo. He o roraro que f./. des*.is croaiuras lo
fiageis iofaligavew, gearda-doenlet : urna mulher
pelonga enlao toH vigas durante mallas noilcs suc-
eeasivas, ao paiao que o homem mai- rol,oslo, esgo-
Indo por algumas horas sem saBna, adormece junio
daijiielle que se lina. Be O corarlo que lt.es lupin
e-as delradezjs sublimes que nao ronheceremos
Honra. .Madama de Cantal, no ronmcmln de lomar-
se mai, v u marido a quem adora murljlmenle f-
tido na caca pela imprudencia de um de seus joven*
parrles. E-te inaurelat desesperado quer mar-ae.
Madama do CaMel aabe dala o de rapeale manda
dizer-lhe pelo spalllo da povoaclo que o lem e-co-
Ihi lo para pad^iuho .le seu filho.
Ora quem pa mais na blUnca divina e na balan-
I ..J humana, quem coucone mais para o aperfeiroa-
lima realmente de Deas '.'
Se amanlla o genio desappareresse do mondo, o
mundo t.rar a sempre digno dus olhares do sea crea-
dor ; roas se a ternura, se a caridatle lo-em abolidas,
a Ierra serie o proprio inferno. Santa i'hereza o dis-
te em una palavra sublime : a i.i-i into lastimo o.
demonios, (xclamava ella, elles nao amam a
A mnlhe- be pois igual ao hornera, igual e diffe-
rente. Seu papel, como sua nalureza, deve por lauto
ser icusl e lilferente.
Cerlos ollicios domsticos e a maior parte dos ofli-
eios sociae- rerlam.nn as qualidado masculinas,
querer cnnlia-los as mulheres seria rebaia-las. con-
demnando-as forrosamenle a Inferioridade ; mas as
qualidades feminina. reclamam lambem certos em-
pregos e rumpie salisfaze-lai.
Ernesto l.egouve.
11 los sobre o homem e a mulher.
O liom.m, vi-lo de tooge, inspira algum inlorcs-
se ; mas ce intaretao diminae a medi'.a qoe noi
aproximamos dolle ; com a nimbar acontece inlei-
ramente o :ontrano.
(Ileaticheno.
Alm da belleza e das graras do corpo, as mulhe-
res possuem cerla finura de espirito e certa delicade-
za a quo os homeus nao chegaro jamai. por si mes-
mus. He somenle tratando com a- mulheies que el-
les adquir ni esla jovialidade, essa elegancia, essa
pulidez, esia complacencia a que nao chegar jamis
esse b.'llo cenio educado nas florestal, notridn no
meio do templo das armas, ou embriaga lo dos vapo-
res do mal. He um caracler feroz, ni lomavel, inci-
vil e feilo para si t. Anda mc*mo o homem qae
lem mai. tlenlo, n.lo passa de om diamante bruto,
se uo lera sido lapilado pelo bello sexo.
;l.e Cama.)
Se nao f .ra a malher, o homem seria rod, gros-
seiro, solitario, ignorara a graca qae he somenle o
sorriso do amor. A mulher iupend era lomo delle
as llores di vida, romo estas Irepadeira do bosques
que ornam n tronco dos ctrvalhos cora suas perla- |
mal is gr Haldas.
Chateaubriand.:
Depnis de ler dilo, lido, escripto c ouvido moit
obte as mulheres, ei* u resultado da h -m e de mal
a tea respeito, sem querer ser mordaz uem galantea-
dor. Ellas sao mais araavet*. mais bonita*, mais aen-
siveis, mais essenciaes e valem mais do que nos.
Todas as mperfeiroes que Ibes exprobramos.nao fa-
zeui taolo mal como urna so de noisu* def.ilos, e
anda solios a causa de lodas pelo nosso despotismo,
pela nossa injusticia e pelo nosso amor proprio.
ti prncipe de Ligue.)
Todos os homens eilao convencidos da fraquez. das
malheres e lodos os homens sao escravo* dolas.
Ileaiichene.)
Injusto, ingrato, inconsequenle, o humem expro-
ba ludus .s das a mulher fraqiiezas qae elle proprio
provoca | or Indas as tortea do meius, e que converle
em seo provena com 13o pouca delicadeza como re-
conlieciuieuln.
(Ideas.)
Os boinena esltidam ns mulheres, jolgam-nat e
eiigaiiani-se frequenteineiile ; as mulheres olham
para os hoinens, advinliain-nus e raras veiei enga-
nara-se.
.1 lem.
Os horren dizem mais mal das mulheres to que
pensain ; as mulheres pelo contrario penaam mail
mal do homens do que ditero.
(dem.)
As mulh-res nao devem queixar-se dos homens ;
elles sao o que ellas os tazein atr.
Uncios.)
Origtm it tatele.
As ralbas no licueira.
Bellas damas e aneaoladoraa donzellas que miran-
do-vos em vossos espelho, teitmaii nos adornos dos-
le invern, ja pensa-les nlgam lia na origen da loa-
lata 1 Proeora, medllsi, recurdai, consullai a his-
loria e a moral. ,\3u a .exhibis Ora, he preci-
ta um felieeiro, para iitslrair-vos, e esle fetliceiro
ser Mr. Aflonso Kar.
Es o que me conloa um rabhino, di/, elle :
O primeiru habitante do E.lea, acordaudn, vio
an seu lado, era vez do sua costilla, a carne de sua
carne, e os oso. de .eos ossus ; e o seu primeiro
somtto foi o sen ullinio repouso.
A mulh.r era nascida ; a serpenle o mais astucioso
dos aoimies aprnximna-se dola, e murmuruu-lhe
ao ouvid : o Quanlo sois bella i> e depots acon-
selhou-ll.e que comesse do fruclo da arvore da scieu-
cia.Ets-aqut, disse a malher, om cavalleiro que
me inspira grande confianra pela sua franqueza ; he
evidente que nao quer encniar-me. Dilo l-lo, CO-
Iheu o fruclo, e den melade delle a Ad3o ; mas ele
fez esla prmeira vez o que tempre lem feilo de-
poii ; erri vez de execular-se de bom grado, mtrea-
dejou, dsfentlea-se, refusou, acabando todava por
comer. A mulher linha porl.nto om quarto de ho-
ra de av.inr/i sobre elle, e o tem sempre eonervado.
Com elTeiln, a mulher sabe todo ; pelo meno ura
quarto do hora anles que n homem. l'm menino he
apenas cm galopn) que s pens no arco, na bola e
no pilo urna menina porem be urna mulher mais
pequem.
Eva s.'iid'i a prmeira que vio a sna nndez, pedio
a Ado folhas de ligtieira para cobrir-se. l-'oi esla
a origem dos vestidos e de ludo o que se segu. I)i-
zendo a Ado, acre-cenia Mr. Karr : a Meu amigo,
lo es mt ts alio e mais forte que cu, colhe-me por
favor as folhas desla arvore, ella creava ao mrsrao
lempo o pudor e a catquilharia, o cime e a preten-
dida su[ eriondade das forras do homem.
Com i lleito, soh o pretexto de ser mais alto, rr.ai*
forle e mais ntelligenle, o lioimm nada lem do-
xado i mulher das curveas da vida. Eva diz anda
eiemprn a Adi : o Meu amigo, rolbe-me estas fo-
lhas de igueira o e A.lo lallga-se por alcanra-las.
A folha de ligueira lem patsado por grandes inodi-
lica^es dopot* da prmeira Eva.
Na quarla gerario esliveram em moda as folhas
de flcumpts. Isto chamava-se enl.lo deroltr-se
ou veilr-se, como tctntlra.nle trajar veslt loa -em
roopinlio. Ao aliena repeino suceeden a ..fien- ,,wn.
plitu/olno, coja folht he grande; depois n olicus
elasficai. ; depr.rs gradualmente passoa-se para a
seda, pira o brocado. As folhas de figuetr... |,0je,
nao (en. men* de qualorze metros, por causa dos
fulhoi (bahado<). A prmeira folha. a que anda se
v nas | gucira* de nossos ijrdins, S cabe e renova-
se utna ,ez por auno, ao paseo que, de prozresso em
progreso, a qoe as mulheres ompregam cabe e deve
ser suh'tuida lo la as semanas, ou antes iodos o
dias. .1' novas folhas brnlam sobre arvores mu al-
tas e d lliceis. A.loo hesita algumas vezes :Meu
amigo, Ihe diz enlao sin mnlher, u quero que
quem ti e veja diga : Olhem para Eva : suas fo-
lha fonm culhida. no cimo da mais alia licueira,
Adn deveser um bomein bem foitea bem cora-
joso, e lermitte-me qae acre-ctile, he preciso que
elle ame muiloa Eva.
Ada., responde : nlie jasto,- e trepa clieio de re-
conhermeiito.
Aleni daaluoiificares snreessivas .la folha do fi-
goeira, Eva inveninu aeeesaorio., c ttrvindo-se
sempre do quarla de hora de intelltgonra que lem
de avanro sobro o homem, Ihe diz : Meu amigo,
lu s o mail forte, tu e- o soberano, lu s meo te-
nbor. I.'fano-ntc tle ser la ; quero Irazer o .igual
de minha servidlo. Kora-ine o nariz e as orelbas
em teslem-inlio de escrafidao, po ahi anneis re
cadeia. Pe-me lambem cadeias no) bracos, para
meatrar a lodos os olhoa que sou toa serva..'
Daqui, os brincns il. orelhas a os brarelelo.. Al-
cuns ,\,laos doxaiii-se persuadir que as-m romo se
mellein os vn.los precio em .las va-ilha., he
pruden e lambem mellar Eva em .bos envoltorios,
em duas folhas de licueira :a segunda I .dita cha-
ma-te urna rarruageiu, e nella atam-se cavalloi.
I tiialinenl, lodo* ses borneti* que agilam-se,
andara, enrrem, que se teotevelem, lutem e malam,
he sem ira Alan a quem Eva di-se : ,r Meu amigo,
collie pira intu e-l.s I. Ibas .lu figutira...
Iloje a mola n. admita a (otilas dos maii altoi
galbos, o que faz que qua-i lodos esfollein a m3o< e
oijoelho* para alcanra-las, sendo grande o numero
dos que quebrara ot otees.
A*i- latina, cajo loan v.ii sempre i
do. Ellas e-t.lo j,i na* folhas tle prata e ooro. Sai
ligaiira nasce na* minas da Australia a da Califor-
nia. Se quanlo antes Dio se compadecerem de vi...
lie acabar per pedir Ibes que Irepom em sou lujar
na arvore do brm a'do mal, que para elle torna-se a
arvore do mal -rnenle.
(Moseu das tamillia.
I.inha !>'.Onda eslais".'lea-soOnde! eil.is .'
I.uilr.i loicoraeties, lea-secomes-te.
I mi. i 138arvoae, lea-tearvore.
i." artigo.
Linha llle rhamou lea-se e a chamen.
Linha fifias mulheres lea-sea malher.
Linha 93ol.jecc/ns, loa -eabjec50.es.
Linha 137390, let-aa930.
Linha 143que denlre todos que mail, lea-se
que dentre todos mais
i. artigo.
No lim [Reres/]lea-se (Virev.
'>." arlico
Linha Oque quer dizer .1 mulher lea-seque
que queras dizer a mulher,
Ltnlti 1ide imaginadlo, lea-se de tua ima-
ginanu5o.
ti." rtico.
No lim I!. tleS. Plgne] lea-se I!, de S.
Pierre.i
7 arlgo.
No fim .Svliano Marechalj lea-se (Sylvano
Marechal.
DESPACHAR\M-SE PKLv POLICA.
Dia 16 de Janeiro.
Francisco Teixeira llaslo, |>orlucOez, lagitimou-se
para oblar passaporle para a Europa.
Luiz l.ocien Poulain, Francez, legitimon-se pira
obler passaporle para a Europa.
1S
A escrava Prxedes, que desembarcan nesta pro-
vincia, por doenle, viada do MaranhSo, porteronle
a Joie Antonio Martins Sobiinho, obleve passaporle
para o lito de Janeiro, remedida pelos consignata-
rio* di seu senhor Adriano Je Castro.
A escrava Angela, de D. Rosa Maria JOsliniana
das .Noves, obleve panaporle para o Aracaty, remel-
lida por soa senbora para ser all curada.
Francisco da Costa Atnaral, Portuguez, legilimou-
se para obler passaporle para Portugal.
Conforme.O secretario,
Rufino Augusto de Almeida.
Aom&VLsa.
/- fettatte arraal.Ha n te mez que rogolir-
meule se lazem em u5i3, ar .baldes as fesltvidades
das diversa* capella. 1) armo em auno mais latido
se torna o apparalo campestre que preside este fes-
tejos e mais numerosa a eoncnrreaclt qu. ollerece ao
campo. Esle innocetilo coslume que de ha moilo
so ach.i arrigado enlre mis, repulamo-lo nma neces-
sidade para Iotas as olas-es .11 nossa sociedade. Os
ardores do eslo que afugenlam para o campo lanas
familia*, despenara pellas o aesejo de esquecer por
algum lempo os trabalho* da vida, enlregando-se
iiinorenles dislracres, sb a influencia de urna at-
mnsphera mais brau la e mai* fresca, e por ronse-
q.leticia mais restauradora e ada. A doce e candi-
da harmona a que se eniregam as familias no ar-
raal, as novas relare* de amisade, que por essa oc-
casiao se ebre.ii, f.irliliram e eonsoli lam os lasos so-
ciae e fazem desmaiar algum lano as negras cores
da minga que lepara os horneas e os conslilue ini-
migos um do* oarroe. A pralica de festejar por esse
lempo pa lroe.ro* de cada arrabalde depe altamente
em favor da reltgiosidade de nossa Ierra e da morali-
d.de de nossos coslumes. A festividades consli-
luem o passalerapo man caro aos visitantes da cida-
de, e lodos sabetn que he juslaineule mais concorri-
do e povoado dorante atesta o arrabalde cujn pa-
drneiro lem melhor festejo. A caresta de lodoi
os genero^ mais necessano a' vida n.lo lera arrefe-
etdo o ardor das feslas de arraial, e parece alo qoe
se procura nas frescas brisa to campo, e na crvslal-
laa agua do Capibsrhe e Jaboatao, suav ar a acri-
monia dos negro eaidadot que a siluac.t i inspira.
As fe-la* jj i',,,-,,. Sinlo Amaro, Jabeatlo, Ap pu-
co ele. se annunciam com o mesmo, senao com
maior ettrepilo ; e a* estrado* que con luzem a e*les
apraziveii remansus da prazer, e da felicidade, otfe-
recein aot domneos o mai* bello e vanado especio-
culo, lie una mullidlo itiimetisa e feliz qae so arre-
mera por ellas, chei-s de galas, cm procura do
CONSULADO PROVINCIAL.
LaDcamento do imposto de V por cento
sobre os diversos estabelecimentos da
Ireguezia de San Fre Pedio (ionralves,
lelo pelolanrador do consulado pro-
vi icial Joao Pedro de Jess da Malta,
para o auno inanceito de 1837 a
1858.
Aren da Coneeir3o.
Numero >. Jallo da Cosa Itibeiro, loja a
retalho............
Meto i.Miguel t.onr.,ilves de Bcilo. i lera
dem li. Domingos Joi Vieira Braga,
dem.............
Largo da alfandega.
amen 1. Tasso iV Irmao, armatem de
ret nlher............
lem It. Joaquim l'aola Lopes, idem. .
- Antonio Annes Jacome l'ires,
I dom
dem
dem 7. Jos Joaquim l'ereira de Mello,
i'lem ....
I.len. ^ B. Joo da Cunha Neves, idem.
dem 7 ALuiz Anloiuo Aniones Jacome
dem.......
,. Km da Cadiia.
Numero >.Fnnle & Irma .s.....
I I-tn i. Barroca & Catire, armatem de
la/endas...........
dem ti.Jlo Ilaptista Fragoso, loja a're-
tal ha ............
IJem 8. Antonio Francisco Corma Car-
rloso. idem...........
Idem 10.Antonio Lopes l'ereira de Mello
ar.nazera de fazendas.......
Mem 1^. Bailar ii Oliveira, Idem. .
Idem II.Lelellier & C, dem.....
Idem Ib.Joao liiunel, fabrica. .
Idem 16.Lacaze, luja a relalho. .
Idem -M.Lah Antonio de Siqueira, idem
lien. -2. Joao Pereira Moulinho, idem.
1 Isn n |(._Manoe| .Antonio da Silva An-
luie, (primeiro andar', idem. .
I len lili.Joao Baplsta de Campoi, idem.
Ideo- SBastos & lionralves, dem .
Iderr. :iu.(iuslavo Joi do Reg, armatem
de recolher
fazendas...........
dem 52. .lose Barbosa de Mello, loja a
relalho............
dem 56. Padre Ignacio Francisco doi
Sanios, loja a relalho.......
Idem jti A.O mesmo, primeiro audar, (y-
pograpfua...........
(dam 60. Fortunata Cerdoso de GoOveia,
loja a retalho.........
dem 82. Antonio Francisco Martios, ta-
berna ............
Idem Paiva & tairairles, loja a re-
talho............
Idem tn..,1'i'e Motileiro de Siqueira, idem.
Idem GH.Pinto \- Souza......
Idem I.Antonio Loit de Oliveira Azeve-
vedo, arniazem de fazendas.....
dem 3.Amoiim \ irmos, idem .
Idem 5. femando de Lucas & C, ta-
berna............
dem 7 Thomaz Taiteira Baslos, arma-
tem de fazeoda.........
Idem !.David & C, liberna.....
Idem II.Joao Praeger. idem.....
Idem 1.1.Jos Aulonio Fernandei Fradik,
idem............
dem 15.Joao Feroandes Prente Vianna,
armazem de fazeiida.......
idetn 17.Andr Alvts Porlo, Iota a reta-
lho .............
dem 19.Cals & Irmlos, armazem de fa-
zendas............
dem 21.Pinto i\ lrmao, loja a retalho .
Idem --;( Paln v'ash & C, armatem de
fazendas...... .
dem 25. Garrrier, lypographia. .
Idem 27.Almeida Gomet, Alvea & C, ar-
mazem de fazendas. ,......
Idem ;)1. Luiz Freir de Andrade, ta-
berna............
dem :13.Ferreira lrmao- & C, armatem
de assacar..........
Idem 33 A.Lecler, fabrica .....
Idem :I7. Mmoel Joi da lonseca, loja a
relalho............
Idera 39. Manoel l'ernandes da Costa,
taberna............
I lem l.Andr ftarbose Soares, idem .
Idem l:i A. Uoraingos Joaquim Ferrtira,
123000 |jein /,-, Is,a(. Collo'& c arma'iem dt
^^ I fazendas.........t B
aOJOOO i,|ein V7.Souza i\ Carvalho, fabrica '. '.
s.-titai lara*'.Isaac, Curio C, armazem de
"CUUUI fazenda.........
liiNHHi !em:'1 l')del Piulo C.,.dem .' '.
1U30UO i idem ,3.jo-a Keller & C, nrmatem de
j fatendas..... .
11 i lem .V>.Orne
lfOOll
39200
19D6U
WJUIHI
211000
l:!-nin
13*010
1 uooo
smo, idem.
'jV-i ldem 5" l'orlunalo Cirdoso de Goaveia,
-SBOtlO laberria........
v> !'!e,n -VJ mMmi,s id,n>.....'
i'JuliI'*"?0' ",'"I'0S d?' ""V 1,armaoiV da so- I loeit 32. Ch'riiiovo Ferreira' Campos',
ce iaae. lie reno que o luto ja passea pelo cam- | loja a relalho
po, e que as sedas costosas c os ornatos de subid.....en 3*.Joaquim Jos da SilvaVc..'lo'
ineroja gtiilain de por em lula com a verdura du ja de cambio
arvuredo e corn as lindas pealas das flores .- mas o '
que querem'.' ilepois que temos lanos vehculos que
fcilmente us tran-t
-ti irlard pata lora da ci lade, era
iroi itlivel qae os vicios desla n.u fos-em lomar o
su lugar eulre os cosame innocentei .la aldeia.
Va importa, qaeoa gasta he porque pode ou porque
I ,e .1 i ; ou anda purque.... nao sabemos. O quo
ha cerlo be, que o Sr. luxo lamo lem de oslenlu-o
enroo de Iraicoeiro ; lie-se quem qutzer nelle e de-
pois quem poder, quo patzuo as casias.
Itectifirariioio' Joaquim Pereira da cocheira do
Sr. Pas-ns no aterro da Boa Vate, fui quem de seu
motil proprio, como toldado de eavtllaria, orie-
tlett 31.Aosusto Cesar tle Abreu, arma-
zem de fa/en ta, Idem......
Idem 3s.Anionio tmigdio Ribeira, luja
de cambio..........
10.Rocha A ijma, |0ja a relalho.
I lem i. Joaquim Luiz Vieira, fabrica .
i leu i i-----Inniii.i/. tenanles da Cuitlt,
loj i a relallu...........
Idem (. Antonio Luiz Vieira, fabrica.
Idem Is.Nareiro Mana de Carneiro, loja
a relalho. "........
Idem 50. Manoel Atilonio Flores, idem.
Llera .V) A. Cunha ,v Amorim, dem.
fvjOUO
2*8000
koijo
8-3000
800J
rl^WU
8tXK)0
12000
125O0O
219000
Idem llt.Pires a; Ooncalves, fabrica .
dem !.Feidel Piolo C, armazem da
fazeudas...........
Roa do Trapiche.
Plumero 2. Joao Caroll Jnior, taberna.
Idem 2 A.Pterre Puck. botequim. .
Idem 8Heorique Forster, melade, arma-
zem de fazendas. ........
I lem III.Paln Nash i C, idem .' ."
I peni 12.Blamlin. boleqoim.....
Idem 14Andr Alvet Porto, idem .
Idem 8e 16-----Brander Braodei & C,
armazem de fazendas......
Hem 18.Edaaidoll. Wvalh, idem ."
Idem 20. Luiz Puck, I.- andar, bote-
II .1 i':l .
89000 UmJO A.-L'uiz'pecii, armazem'de're^
' u" Co her.
ii.-ii. ,.. .. .: *.......
.... -i i. ...---------........' """'na.s.ntina (\ .vtnorim, luem. .
nanea do subdeleeado da Boa \ isla, e o crioulo Joo dem 52. llenrique (ilbton, armazem de
e-ti t.i.jiru da cochetr.^ lodo a cavallo. persegutram fazendas
uo lugar
o aeeaesioe do Allemao, e prenderam-u
dos Itemedios.
l/oipital de Curtdade. Etiitiam no dia 17
do crrenlo 17 homens e i'i mulheres trata-
dos pela candade, 9 homens e li mulheres que
pagam a casa, e II pravas do corpo de polica.to-
tal 70 doentes.
Mortalidade.Relajo das pessoas qae foram
sepultadas no cetuilerio publico, no da lt> do cor-
rele mez :
Joauna, prela, escravt, 8" annos ; dyarrhea.
Clara Joaquiua das Chagas, parda,.viuva, .'..'i atino-;
liepattie.
Lzaro, preo escravo, 10 aanos ; ttano,
1-raucisco, branco, 17 mezes .- Oonvaladee.
11 u len. i.. escrava, preto, I anno ; ioflammarao de
inleilinoi.
Beulo Berilio da lonseca Mello, branco, solleiro, 20
tunos ; hydropisia.
Mara, branca, 9 annos ; colrelo.
Total7.
Dia 17.
Manne! Antnni.. da Ceneel(lo Mallos, br;nco, sol-
leiro, 37 anuos ; phlhisica.
Anna Mari de Jess, blanca, viava, 110 annos;
molestia iolerna.
Joao, prelo, escravo, 25 anuos ; apopleja.
Francklin, branco, 53 da ; iunainniac.2o de intes-
tino.
Andr, pnto, escravo, solleiro, 2n annos; leilo
pulmonar.
total5.
Malaiouro publico.Malon-se no dia Ib para
consumo do da 17 du correle, a laber :
Companhia das carnes verdes......7ll liis.
Ricardo Homnido ta Silva
Hilarte............
Luit de Queirot.....,
Dia !7 para Is.
Companhia das carne verdes. .
Ricardo Romualdo da Silva .
Duarle......:.......
Luiz de Queiroz.........
Total.
I nial. 73 bois.
,tlc an.anhaa.
!E2?ART!Q. Dis 15 de Janeiro.
Das pirlicipacoes recebi.las consta que foram presos:
Pela subdelegada da fietioezta de Santo Antonio,
para currecrao JloSegltnande Pereira, pardo, sol-
tetro, idade de 51 anuo-, Brasilairo, artista, labendo
ler c esrrever, e Bellarmina .Maria da Conceirao,
parda, solleira, idade de 50 anuos, Bratileira, lav.t-
deira, analphabeta ; reculhidos a casa de dolenru.
Pela stibdelegacia da fregnitia de S. Jos, por
andar fuuida, a escrava Thereza, cabra, idade lli
anuos, natural do Ico ; recolhida a casa de dtlviu-.io
16
Pela subdelesacia da fregueza de S. Fre Pedro
' ionralves. a requi-n n .lo ron-..I francoz, o niarujo
ieniand. braiicu, solleiro, idade de 30 aunas, na-
tural na Franca, analpbaheto.
Pela subtelegacia da freguezia de Sar tu Antonio,
para averisaares pnr tenlativa de morlc, Verssirao
Kaimundu Nonato, pardo, snlleuo. idade de 23 an-
uos, Brasileiro, arlisla, analpbabelo, para averi^oa-
ees por rrune tle furto ; Mana Escolstica do Cou-
lo. prela, solleira, idade de 10 anuos, Rrastlelra, en-
gointnadeira, aiialpliabela.
Pela dele.-iria do primeiro ditlrieto da capital,
corno aolor da rnnrle do altralo Carlos Holl, prati-
cado na manhaa do dia lli do cuirenle, na ra do
Ces do Capibaribe, Pedro Celestino Maguo da Sil-
va, pardo, vtuvo, idade 31) aiinoi, Brasiielro, ex-ra-
dele do exercilo, ailista luarctueiro, sabe ler e es-
crever.
Pela subdelegara de Sanio Antonio, por desor- j 'era 2I>.
dem 5i.Miuoel de Azevedo Pontea, lo-
ja a relalho..........
Idem .ib.francisco Custodio de Sarapaio,
idera............
Idem 5li A.Antonio Joaquim Vidal & C,
idem............
I lem 38.lelo Antonio Pereira da Rocha,
fabric;.............
Idem 6l).Aulonio Aulunei Lobo, idem .
I lem l2. Fox lirolhers, armazem de fi-
tenla............
IJem li.Aulonio Fraucisco Correia Car-
tlosn, loja a relalho.......
Idem oo'Antonio Pedro da Neves, botica
Idem I.Jet Jorge Piulo, taberna. .
IJem 3. Salvador Pereira Braga, luja a
realho............
Idem 3 A. Joaquim Baplislt de Araojo,
loja a retalho..........
dem .'..Anlouio Bernardo Vai de Carva-
lho, idera...........
Idera 7.Antonio Lopes Pereira de Mello,
idem............
Llera 9 Jotlo Jos de Paiva, idem. .
Idera II. Manoel Joaquim de Oliveira,
idem............
dem 13.Manoel Moreira Campos, idem.
Mein Li. Crin>liano Bourgard, idem. .
dem 17.Dominsos Teixeira Bastos, idem
Idera ,9Vaz e Leal. iJem.....
Idera 21. C. J. Astley, armazem de fa-
zcnd'S.....".......
dem 23. Jos Joaquim de Catiro Moura,
toja a relalho..........
IJem 2"..Manuel do Niicimeulo da Silva,
labor ta............
IJem 27.Placido Jos do Reg Araujo, lo-
ja a relalho..........
dem 2t.>eilo & Sanios, idem. .
dem 31. Ismael C-sar Daarte lli be tro.
idem.............
tem 31 A. Viava Cantoso Ayres, idera.
Idera 33.Jera RoJngues de Araujo Por-
lo, dem...........
I 'em 35.Ferreira & Malbeus, idera .
Idem 37. Rabe Schmctlau & C, arma-
zem da fuzetidas.........
dem 39. Mauuil Com; ti ve- da Silva, lo-
ja a retalho..........
dem SI.Joao Canino Ayres. idem .
I lera 13.Manoel Luiz i.oni.'.lves, idem.
1 len iJuse Fortnalo dos Santos Porto,
Jera............
dem 7Manuel Ferreira de Sa' dem .
Idem 49 Manoel Aulonio Munleiro dos
Sinlu-, ideu...........
Idera 51Juno da Couha Magalhiei, idem
Idem 53 Jos Pires de Moraes, idem. .
Mein 53 AJoie (jomes l/Oal, idem .
Idjm 55Jos Maria Pestaua, loja de mo-
htlia ............
Idem 57loa Fernandes Pareule Vianna,
luja a relalho..........
dem 59 Joao J' se Ribiiro Cumiarles,
idem.............
dem lllVicente Jo. de Brilo, botica .
Idem i..IJoi Joaquim litas Fernandii,
armazem de recolher.......
Roa da Cruz.
Numero 2 Jamos llalliday, armazem de
Ijzeinlas ...........
Idem i flj, ii. Biabar i, C, idem. .
dem t;.James Kyder v\ t'..,idom : .
Idem 8.James Ryder &(;.< idem .
Mein li llenrique Brutiu A t;., i "em. .
Idem li llenrique Brann A, C, i tem. .
Idera |Anselmo Ju- Dudilc Ce.lrim,
loja a relalho.........
Idem K,_ J. II. Denkcr, armazeoB de fa-
zendas............
| Heno 18.Arknrlgbt toeknin & C, idem
Flix Snuvaae A; C., idem. .
lliyiOII
13000
8J000
169000
89OOO
lojpuoo
32^000
1I5000
165000
169000
s-n,
10-3001)
25000
103OOO
lOsOOO
121000
88000
12j000
8|000
IO5000
}O00
1.3000
10.3IKK)
lajooo
1230110
113000
2.3OO
105000
1600
K3OOO
I ti3000
123000
i2;ooo
2>000
219 00
329000
203000
209000
125000
149000
103000
123000
II.3OO
I25OIIO
123000
2S3000
211000
IfifHH)
I69OOO
2i|000
I lem 22.Hebrard, holequim. .
Mein 2Julo Mendebour, idem. ,
1 lem 21!.Joao Couaes Jardim tS C ta-
berna......
dem 2(i A.-Zacaras de Sania Isabel, fa-
nriea..........
dem ja.Manoel Antonio Pire, taberna!
dem 2S A.Manoel Antonia Pires, pri-
meiro andar, holequim......
I le -, 30.Manoel I ern.111 les da Cosa, ta-
berna .......
dem 31Viava Rivmond i\ C, idem .
Idera 3li.Matheos Auslin 6i C, arma-
zem de fazendas.......
1 lem :W.Soalhall Mellon 4 C., idem .
Mera 10.O mesmo, idem......
Idem 42.Adamson Howie A; C, idem.
Idem 14.Braga, Carvalho <\ Silva, idem.
I lera lli.Ilujitou Rooker & C, idera. .
Mora 1KO mesmo, idem......
Idera 3.A. J. do B. Medeiroi & C, ar-
mazem de anucar........
Mem 3 A.Mananta S. Beado, primeiro
andar, holeqotm........
Idem 5Jo. Velloio Soares, armazem
de assacar......
Mera 5 A.Mariano! S. Beado, primiiro
andar, bolequim.........
dem 7Feliciano Jos Gomes, armizara
do assocar........
Mein 7 A. Francisca Antonio Coelho,
primeiro andar, holequim......
Mem 9Fonseca, Medeiros & C, arma-
zem de assacar.........
dem 9 A.John Roben, lypographia. 323001)
dem 11.Fonseca, Medeiros A; C.i aima-
109000
163OOO
83OOO
3000
3000
IO5OOO
169000
103000
12300O
163000
215000
123000
12J000
1OVJO0O
123000
ibcooo
123003
109000
125000
165000
85000
165000
I23OOO
12/000
IO5OOO
168000
105000
8i?000
89000
4/H00
105000
12*000
3000
U3000
125000
168000
I65OOO
125000
85000
65OOO
163000
165000
I25OOO
83OOO
ItisOO
1I3O00
123000 |
209OOO
I69OOO
**%m .
W800
169000
1280IH)
49800
29OOO
4-3800
69OOO
119800
12900IV
165000
169000
I '3000
23O00
1113000
1.13000
2O3OOO
85O00
325OOI)
408000
2I5OOO
05000
325000
'1O5OOO
lem tiuiihermo da Cosa, prelo. solteim, idade 28 I ''"m 22.Jlo Soum, botica .
anuos, naturl de ingota, sem ollciu, aimlphahetu ; I Idem 21.Luiz Pedro das Neves, idem .
e Antonio de Siqueira, prelo, solleiro, 1 lade 30 au- | Mem 2H.Mturon tS; C, I." andar, loja de
EUROS PRINCIPAES ROS RTICOS PUBLICA-
DOS SO NUMERO \ 1.
1. arligo.
Linha 19Ihe resara, lea-se Ihe recava.
Linha 47morrerto, lea-ie morreris,
I.tuba i'JDisse meu Senhor Dos,lca-seDisse
mail o Sr. Deoi.
ios, natural de Angola, sem oflleio, analpbabelo.
Pela tabdelesaeia de S. Fre Pedro Gaoealve, a
i.'.jiit-irau de -eu senhor. o escravo l)ioii!Ziu, Dfelo,
solleiro, rrioulo, ida le J.tannns.
Pela sub i.-i.v 1-1.1 de S. Jote, para correcelo, o
e-cravo lien dicto, prelo, solleiro, i lade 30 annos,
it.'.tor.il de Ansola.
Pela sol lelegaeia da frc.ozia da It la-Viril, pa-
ra cotrecrao l.tn/ de Franca, pardo, ca-atlo, Brasi-
leiro, ida le 38 iituos. '0111 oflleio, analpbabelo.
Conforme.o secretario,
Ilulino Augusto do Almeida.
Por podara da presidencia, d 16 do corrale, foi
lionera lo do c irgo de subdelegado d3 froeuezia do
Limoelro, o lente do corpo de polica Jos Anto-
nio Peslana, e nomeado para o siibililoir, o leoeule
do uiesuiocurpo Joso Cuueguudes di Stl>a.
relalho.
I lem 28.Andr Barbosa Soares, taberna.
Mein 3(1.Minorl LniiCorreia, fabrica .
Ilnn 32.Manoel Antonio .la Cunha, ta-
berna ............
I Iota 12 A. .1 ti o Loorenen Pereira da
C juba, fabriea.........
i. .Manuel Jos do Oliveira, ta-
berna ............
M*m 36.Antonio Lope Braca, idem. .
dem 38. Sdiaffiillio Ov C., armaxemde
I /.en las...........
dem iO.Jle Pedro Adonr \l'., idem.
Mein 12.James Crablree \ C, dem. .
II-ni 14.Antonio Jos Caelbe do Rosario,
leja da n. billa.........
Ilem 16.Manoel Jote Correia, taberna .
Mem iH. Harte, Souza e C, armazem de
zem de assucar.
Ic'em 11 A.1, ..-erre & C, primeiro an-
dar, armazem de fazendat.....
Idem l3.-llaslos; viuva de Souza Mun-
teiro, armazem de assucer......
I lem 15Baslos & Irmao, idem. .
lera 17.Jo-e Penlo da Fonseca, idem.
Mem 19.Mauoel do Kascimeulo Aromo,
idem..........._
Largo do Corpo Santo.
Numero 2.Josu Alve Barbosa, loja a re-
lalho.........
Mein 2 A.Manoel Francisco de Arrodar',
primeiro andar, holequim......
Idem 4.Joan Francisco de Carvalho, ta-
berna............
I lera 6.Palraeira & Belirio, idem. ".
Ide.n 3, 5 e 7. Carvalho A C-oimaraes,
nrm-zem de assucar........
Id:m 11.Siun ler Brothers \ (.., arma-
zem de la/.enJas.........
dem 13.Ttmm Monten iS, Vinatsa, idem
dem 15.Jos Antonio de Carvalho, ar-
mazem de assacar........
dem 17Joao l.eilede Aievedo & Filho,
armazem de masiames.......
I-lem 23.-Miguel Aulonio da Cotia, .idem.
I dura 25.Caelano d Cosa Moreira, idem
Mura 29.Manoel Teiieira de Andrade,
loja a retalho.........
dem 29 A.Jacintho Simes de Almeida,
dem*...........
Roa do Yjgario.
Numero S.Rostron Rooker A; C, arma-
zem de fazenda..........
II'in ti.Cuilherme Pruccell. fabrica. .
Id.'in8.Francisco Ribe.ro Pinto liuima-
rlai, taberna..........
Idem 12. Jos Martins Nogoeira de Mel-
lo, idem...........
Ilem li.Joao SimOes de Almeida, idem.
Id-m lli.o mesmo, armizem de recolher.
Idjm 18 Alfredo Cuilherme & C, arma-
zem de alinear.........
Mem 20.Brilo (Jueiroz cv C, idem. .
Idtra 1.Manoel Ignacio de Oliviira Bra-
ga, armazem de maname.....
Idsm 3.Johtislon Paler & C. armazem
de fazendas..........
II -'ni 5.Luiz Borgeeda Pergueira, arma-
' ni de massame. .......
M;tn 7.Marqocs Barros i C, armazem
-le assacar.........
I lera 'I.Carneiro ,v,- Ramos, idem. .
Ilemll.l'ernandes cv Mello, idem. .
Mem 13.Manoel Jos de Agolar, taberna
Mein 15.Francisco Alve de P. & C,
armazem de lazendas.......
Idnn 17 francisco Ribeiro Pinto liui-
marac-, leja a relalho.....
8-0011 Mem 19.Luiz de I ranea &C. armazem
de as Idem "21.Alfredo uilhenne i 1 ilem
Idem 25Brilo (jueimz ,\ C, armazem de
.'--tirar........
Mem 27.Antonio 9a Silva Beiri'a, fabrica
Mcia 29. Joaquim A. da Silva Passos,
nlem. .........%
I lem 31 e 32. Catiro & C, arrnazem' d
alinear........
Mem J3. Joan I ernsndej Bapliatf, 'ta-
berna ........
v 1 i. l>'ve''"-u'o Vicario.'
A umero .1.uerculano Jos Gomes, tlbero
"ua da Cacimba.
> omero A.:Marcelino lose Soares B->-
dao, lea a retalho .
2 i-IKK 1
203000
2SHHI
2480011
125000
gJOOO
169000
I23000
109000
109000
89000
219000
2..3OOD
249000
28300
329000
28.300)1
909000
303000
690IM)
(3000
I23OOO
129000
163000
2090OO
B900Q
II9OOO
16SO0O
85OOO
63000
83900
4JO0O
39000
19380
85COO
89001)
85000
31101)
69000
63001)
169000

325000
6300(1
165000
123O00
16/00!
IO301
89000
63O0O
1250(10
IB8O011
I63OOO
83000
85OO)
11,3000
3000
3S3U
5S280
^/1MTll Ann


1 lem 3.l)eru,irdiiio de Sea* Silva, ar-
mazem de courrs.........49000
Htm II.Antonio Ramos, tahern 8J000
Uem 13.Manuel Jos de Oliveira & Ir-
mao, dem..........SjOOO
dem U.Jci Rodrigues de Araujo Porlo,
arnuztm de fazenda.......4;O00
iConlmuar-seha.)
O vapor Cruzeiro do Sul, entrado doi porloi do
norle, fui portador de jornaes desse lado do Impeiio,
rom da la* que Icaiiram : do Para a 10, do Mara-
1 li.n a 12, do Cearn' a 15, do Kio Grande a 16, da
l'arahiba a 17 do correnle, e do l'iauliy a 30 do
plisado. Ei o que relies e na cartas dos nosstis
rorreipondeoles eucontramos digno de mtui;3o.
Amaionaa.
DIARIO DE PERNAMMJCO TTmC \ TT.Uw 10 DE i\NER0 DE IRSfl.
e augn enlar a provincia que os vio Hatear ; todava
amia i adapte lem (eito, atliMilando- de que carecemos ; e a nos*o ver, nada po ler-se-h.i
consentir sem que lentiamus iuvettac,ao a vapor no
Parnalliba. Alem dai inconleslaveis vantaaeu, que
de semelhante pnaao rellar3o para a provincia,
vanlaiwns pir todos nsconliecidis, urna, e ein uuisa
humilde upiniao, a maii importante, e neceaana
actualmente, lie a facilidad? que (eremos na impor-
l-r.la .lo eslrangero, e mesmo do que precisamos,
, ludo is*o ja ilu dina ein minha plisada Carla e ruin
' looa a pretenda de espirito fumas, aos soldada- t
lhs diatamot:aullo, atrev lo, querem roobar
DOMO mano '.' Ao que noa repoiidarnmnao, aenho-
res, queremos apenas eisraioa-lo, se Iraz alnum ) i -
nheiru falso.Pude etainina.lo, dissa eu, que uem
elle, nem nos lema* nina conducta lio degrada ale.
e nem seiiamos capazes de con-entir que elle I-I
obrasse :correram-no com elleiln, porem na la
encontrando, deisaram-no, e nos nos viemos embara
produiido ein oulras provincias ; a da esportelo do I onde ealamoi chelos de temor, teniendo urna busca a
que temos, algunas coos.is bem endaveis, e por al-
tos procos em outras provincias onde sao ra>as, s,to
aqui quasi que depreciadas, pela abundancia pou-
ca procura que ha. Presentemente nao faz vanta-
uem a.L-uinn ao productor espertar objeclo de que
nA carece, e que na provincia nao eoconlram fcil
venda, a a pessoa alguma convem, por cerlo, impor-
tar n uilas colisa* de que carecimos ; visto como o
transporte he o mais dispendioso, e demorado pns-
vel. ai al perigoso. Se ao mena i Uvessemos vapores
Nenliumi noticia havia no Para, delta provlnci-,
|>ela falla mor dos vapores costeiros, e rapidez de vilgem dos pederamos importar e portar, por qoanlo distan-
la linha geral.
Para.
A polica, depois da innmeras tentativas infruc-
tuosas, eousegom descobrir alguma coma, em con-
lirmacdo dos boatos e das denuncias que havia Mel-
lado, acerca da moeda falsa. O corpo de polica
fabio uo da 7 do correnle, quasi lodo, a diversas di-
ligencias, alnn de deseobrir e capturar os criminosos
incluidos oeste attentado. O invern nos ltimos
do Casias 1 lenuas riesla cnla I a viudo t alli o
vapor, llalli paia aqui toroar sehia fcil o transpor-
te, maiime liavendo urna estrada, que com pequeos
reparas pode-re tornar esrellenle. Mas o encane-
gado lia naveaaraii a vapor naitielle rio he om tal
Jos Pedro dos Santos, pn prieta 10 de qua4i todos os
vehculos de conduela, que sao destinados a navegar
no dito rio, e de modo alzum llie convem que baja
om vapor, porque eolito nao poi era mais ella, gros-
iill, havia sido tao copioio, queja se julgava dema- ,elra malcriadamente, impor aos que se llie diri-
i.iado. A respailo de urna basca dada peto polica, Sn> o que hem llie parece.
um casa de um negociante dalli, complicado as
moldas falsas, diz o u Diario do Coinmercio :
lavendo pois navegando a vapor no Parnahiba,
od ao menos no Ilapicor do Maranho, esto pro-
ir No dia 2 do correte mez. o l)r. Duirlt, 'de-. yincii leva,l niafiam a oiilra muitas do imperio
lagado da polica deato cidade, acompanhado do Sr
lubdeltgado do segando dislriclo, e de ama forja
lo corpo de polica, commandada pelo Sr. majar
Fernanda Hibeiro, dea ama rigoroia bosea na caa
lo commeroaute porlogoez Francisco Antonio da
.anha na ra nova do Imperador.
a Es ' icta da provincia, por causa de moeda falsa : se
Droloogou desde as 6 boras da maohaa al as 3 da
larde.
porque ella lem em si elementos de prosperidade e
riqueza.
I A solhridade publica i ao lie boa nesta cidade,
diversas molestias persegoem aos seos habitantes, e
nao poucas vidas teem ndo ceifadas palas febres po-
dres ou malignas, pela phlhvsica, proveniente de
conaiipace, as mais das vete* apanhadas por eaosa
do grande calor, qoe promove constante transpira-
rlo, e excessiva sede, e oltimamenle por urna rjyar-
rheu.que melhormenle poder-si-hia chamar chole-
.. Em um mirante da caa enconlrou o Sr. dele- rina- porquaulo alguns svmplon.as desle maldito di-
;ado, que se hoava com a maior diligencia, om ba- i diiihiii.vo do desertor do (unges, veem aagravar os
t.u'e u.n caiao com escaninhos eugenhuiaroeiile"'ff",nentos, que atormentam ao enfermo, segundo
arranjados. os quaes, segundo declararan, os peritos | mqmtmm^immilijl,partala.
do corpo de delicio, a que logo se proceden sobre
iqoelles Iraslres na secretaria de polica, nao podia
lervlr senao para rnoeda falsa ; deveodo, por isio
lerem enes Iraslres considerados como i.oslrumeu-
tos doenmede introdcelo daqoella moeda.
t Nada podemos por ora aSirmar sobre as cr-
urusluucia do facto : porque bouve naquella di-
ligencia tal legrado, qoe o proprio subdelegado e a [
forja publica soubcram que isin dar basca naqol-
la casa, quando alti entraran! por ordein do delega
do ; a como se labe nao le filiara agora aqui am
moeda falsa.
Se combinarnos porem o Neto daqutlli busca
com o de haver levado o vipor aSolim&ei nol'do
correnle orna fura di linha commaudada por um
otlicial, cora a maior reserva acerca do seu deslino,
a qoaodo h.i pouco se recolheram lodos os destaca-
mentos do interior para seguirem para o sal: pode-
mos concluir, que a moeda falia indi pilo iolerior
da provincia e nao nesta cidade.
* Vieira da Cunha esta' incommonicavel na ca-
dito publica, e quatro caxeiros seus no quartel da
polica.
Mirinhio.
Uo jornaei desla provincia nada dizem, qoe digno
eja de menguo, por ino limltaroo-nos a transcrever
aqu a presente carta do nosio correspondente :
Nesta ultima qainzena a alinelo publica lem
sido aqu oceupada cun as demtsirs no corpo de po-
lica, a posse da meia da Saula Casa da Misericordia,
a eleicao da directdrto da nossa campanilla de vapo-
res fluviaes e da dirercao do novo Banco, e sobrelu-
do com a noticia trazida pelo Cruzeiro do Suto, de
morte do senador Vivairoi, e o aspecto iramiuenU
de urna eleic.ao primaria e secundaria em toda a pro-
vincia.
a Para moralsar o corpa de polica era mister nao
i om regulamenloapropriado, como o que acaba de
ser etpedidn, miis principalmente a substiiuieila de
alguns odiase*. O Sr. Paes Barreto, nio recaou
(liante desla necessidade, e leve a fortuna de ver o
. san acto geralmente approvado. Os demittidos foram
Pedro Miguel Lamugner Barradas e Jo-e (jullher-
raede Alineida. dos poslos de lenles do corpo de
polica, e Joao Baptista Oriy Jnior c Migoel Fran-
cisco Gomes de Faria, dos de aireres;;endo Ho-
rneados o alfares da segunda companlna Vinalo Car-
dlo Pires de Oliveira, para leoeute da primeira. o
altores da primeira Muimo Fernande Monieirn
para lenle da segunda ; o sargento Jos Vinssimo
Nioae o cidadao Joaquim Simpliciano Nuoes Lis-
boa para alfares da primeira, e o sargento Angelo
, Msnoel da Freilas e o cidadao Filippe de Barros e
Vasconcellos para alteres da segunda.
A mesa da Sania Casa da Misericordia, que ser-
vio o aono passado, foi recondozida pelo Em. pro-
vador, com eicapQio doSr. eommendador Jote Viei-
ra de Souza, que em consequencia de sua Hade foi
labsutuido pelo Sr. Kaymando Gomes de Soaza, a
eoea ezcepcao do Sr. Ju;lo Joaquim Lopes de Souza,
qM.tyvlio eicnsa do cargo de consultor, e em cojo
'ajar foi nomeado o negociante Luiz da Bocha San-
tos. A Casa de Misericordia he aqui urna innaodade
de que he provedor o presidente da provincia, e qoe
apptiea a fios de beneficencia a sua reuda animal de
-'0:0675:.!u.
A final os esforc.08 dos Srs. Taques e Paes Bar-
reto conseguirn] a organisa{Do da nossa companlna
da vapores fluviaes, a qual elegeu :
Para directores, alem dos 3 emprezarios.
Dr. Francisco de Helio C. de Vilhena.
Clemente Jos da Silva Nones.
Jlo Pedro Kibeiro.
Dr. Antonio llego.
Supplenles.
Antonio Jos remandes Guimares,
l.uir da Hucha Santos.
Presidente da aisimhla peral.
Cammendador Jos Joaquim T. V. Belford.
Secretarios.
1. Dr. Antonio Uenriques Leal.
'i. Dr. Kaymando A. Valle de Carvallio.
CommissaO fiscal.
I.uiz Miguel Qaadros.
joaquun Serapiaoda Sirra.
Hay mundo Penalorli de Araujo.
I Esta cmprea he obrigada pelo sen contrato a
presentir aqui os primeiros vapores em actembro;
desla auno.
i O resultado da elelcao que furamos accionislasj
do Banco do Maranho foi o seguinte :
Mesa di assemblea serai.
PresidenteDr. Francisco de Mello Coulinho de
5;
Cli'i
l.
410
sa-
ls i
376
345
aos
661
lili
398
Vilbena. .
I- SecretarioDr. Antonio Uenriques Leal
l* SecretarioDr. Antonio Marques Ro-
drigis ............
Directores.
Clemente Jos da Silva Piunes.....
Joaquim Jos Alves........
Joao Jos Fernandos Silva......
Manoel Pereira Guimaraes Caldas ....
Joaquim Marques Rodrigues......
Alsnoel Guu^alves Ferreira Nina ....
Suppleules,
Antonio Lopes Ferreira.......
Antonio Joaquim de Lima......
Commisso fiacal.
.los Antonio da Silva Guimaraes .
Manoel Antonio dos Santos......
Marlinus lloyer..... .
^ao he somente de empresas de navegacSo e de
bancos que Iratava dolar a provincia. U Sr. Paes
Brrelo mandn prr em hasta publica a obra do ca-
nal de Arapahy, para acabar com a grande mamata
qoe ezislia na administrado desta obra ;' nomeoo
nma commisio compoila dos Srs. Antonio di Ca-
oba Kabetlo, coronel Joao da Croz, Antonio de Vi-
lhena e Torquato Teizeira Mendes, de Casias, para
e encarregar da abertura de urna nova estrada en-
tra a referida cidade e a villa da Barra do Corda.
feriis preoecupac/jes, aqui arrebentou como urna
bomba a noticia da morte do senador Vivstros. Es-
cusido he dizer-lhe que ella inmediatamente absor-
veu a atlencao puhlica. Limilo-mi, pois, a cora-
municar-lhe qui ja se acham em campo as candida-
turas do eommendador J >e Joaquim Belford e do
eonselhciro Joaquim Vieira da Silva e Sooz i, a qual
lem sido geralmente bem recebida ; que as coo-
versacAei leem sido apoutodos os nomes dos Srs. lia-
rlo de S. Benlo, Fabio Alesaudrino, Francisco Jo-
s Furladn, Frederico Jos Corras, desembargador
Mariani, Joao Francisco Lisboa, e Iziduro Jansen.
i Do que for occarrendo a esto respeito, e da
grande cavalhada que ha de haver, opporlanamente
Iha darei couta.
Pisnhy.
De ha muito que, nenhuma noticia verdadeira e
despida do interease particular, us haviisido (rans-
mittida, desta provincia, pela falta de um correspon-
denlu desinleressado e sincero. Agora es*a lacuna,
que nunca foi possivel supprir, consultando o jorna-
lismo il'alli, que su vive no centro da desapreciarlo
desae sablime vehiculo, comeca a desapperecer in-
teirimante, com a adjucaiao do presente correspon-
dente :
A edilicica i laotu partuul. r como publica nao
lem progredido, em relarao aos allimos anuos, nao
obstante a grande procura de cansa e esceasivos alu-
goeis ; como a necessidade qoi ha de aformosear-
se a cidade, coneluindo-se o arruamentn. A matriz,
qaartel, casa de feira, e o rt m.teno estao lodos em
principio ; algumas destaa obras depois de conclui-
das, lamar-se-li.it> bellas.
i Os gneros < llimenlicins esiao por alto preco, a
_ I caro* costa 100 10 rs. a libia, em urna provin-
cia como e-ta exclusivamente i raedora ; a falla de
dinheiro miado he grande, am palaco aqui cosa
&M6UC&H0 !
p A instiucQio primaria e secundaria da provin-
cia he ma' : carecemoi de serias medidas para me-
lliorar taroanho mal, mas o que he ludo, he que sil
dous ou tres professore*, e duas oa tres profesaras,
sao os que, dentre quarenta e linios que lem a pro-
vincia, inerecem o nome de meslres. Confiamos
ni jilo no/.ido e illuslracllo do actual direcler ra
nslracc,Ao publica, o Dr. Carlos de Souza Maii">s<
e esperamos que S. S. aprsenle algumas (pedidas
u|iis, antes da abertura da asse oblea proriuciai em
j l i lio vindouro.
Ja que llie fallamos em iNMaMea provincial
llie diremos que ja be conlieci: o o resoltado das
eieires do primeiro circulo ; a ebapa coucilisdora,
emposta de saquaremas libeiaes, Iriumphoo no
pnmeiro, e conla-se que triom aliara' no segando
lambem. Aguardamos o resullail o final dai eleicAes
em toda provincia, pina Ihe commumearmos ; :nss
llie diremos que mullos sao os descontentes, e outrus
liiuts os que tul.ain de prazer. Os que por aqui sao
clumadus emperrados, exclusiva- tas etc., leem esta-
do em completo desaponlameu o, e aodam forgi-
cando om oieio de alrapalharem o que esta' lulo.
J.ao querem conhecer que a poca nao he da ex-
clusivismo, e nao teem de quein se qucivir se nao
de si mesnius.
O jury esta' fanecionando; lem havido alaumas
absolvires e algumas coodeiunsi.es ; he presidido
pelo iutegerrimo juiz municipal desta cidade Dr.
Gil Cislello ilranco.
a Na icsiao de hontem (-20 do correnle) deu-se o
segoinle facto interessanle ; e di;no de ser publica-
do : entreva em julgamento Fid Igo de tal, accasa-
do de haver assa>sinado a Miguel de tal, e nao ten-
do defensor o juiz nomeou ao bacharel Deolindo
Mendes da Silva Maura, que cliegou de Pernam-
uco no dii 2li do crrenle, para se encarregar da
sua defeza. O accuiado declarou peraula n tribunal
qoe era o segundo julgamento 1 que se submetlia,
visto que, coudeinnado noprimiiro, havia protesta-
do por segundo ; mas isto nao :onslava dos autos,
os quaes estovara preparados como para pnmeiro
ulgameulo. Podia-se duvidar de que dizia Fidal-
:<>, mas grande numero de jaizci de fado, e o hbil
advogado o Sr. tenante-coronel Pestaa, que ja o
naviam julgadu a defendido, conlirmaram o que
elle dizia.
Enlao vio-se o escrivao do jury tahir as carrei-
ras, a ir at seu carlorio, e vollar imroedialamente
com om masso de papis que devera estar juntado
os autos, e que dormiam em sao carlorio somno de
fidalgo. Dtfio estando devidameiite preparado o pro-
cesso, pan ser submettido a julitamenlo, o advogi-
do do reo requeriu ao juiz, qie inandasse leste-
mauhar ooccorrido, e que fizesse recibir a pun-
cao sobre o culpado causador, {por deleito ou oo-
Ira qualquer causa,) de semalhanle proletario no
julgamento do seu conslituinte com o que preja-
dicava a parle, e a juitica publica.
a Nao podemos nada raals d zer a aile respeito
poique aconlaceu islo hontem, n hoje Ihe eicreve-
mos, todava coufiados na prebidade e juilica de
que be muilo amante o Sr. Dr Gil, esperamos que
baja punicao, quando o3o severa, ao menos que sir-
va de correcto para obilar que contiuuem delai-
IK laes em delrimanto das panes e da ju-lic i.
a A leo*, saode e paz.s
Ceara.
A minociosldide da cariado nosso correipondcn-
te, e a deficiencia de noticias de que se resenlem os
jornaes desla provincia, limilam-nos a da-la SO e
nicamente, como o resumo do que ha digo de men-
c,ao :
o Hoja comec.o a presento dardo-lhe noticia do es-
lado sanitario desla cidade, que nao he muilo lison-
geiro. lem apparecido algnns casos de beiigas, e di-
zem que iIguus outrus de febn amarella. Isto po-
rem nao se pode ainda dar por averiguado. Entre-
tanto devo dizer-lhe que o govirno teto compndoo
seu dever em presenta desses males. Acha-ie aberto
o hospital da Jicirccanga.psra onde sao remolinos,
pela pulida lo mi os pobres, que -ao acommellidus
da hesiga, e qoanlo febre, o presidente ollicioo ao
medico da pobreza e ao provedor de saude publicas
pedindo-lhes um relalorio cireumslanciado do esta-
do sanitario da cidade, eque he indicassem as me-
didas mais propriai para melhora-lo. Por ora sil sei
diito; nem mesmo posso dizer-lhe se foram Irans-
mitudas ao invern cssas infoinares, sendo porem
de esperar que assim tenhs ac itecido, atiento aoze-
lo, com que ambos aquellos funeciunarios, sobre lu-
do um ilellts.ci -liiniam cumprir o deveres inheren-
tes a sius cargoi, ou qualquer oommissao de que sAo
eocarregados.
a Continua a vaccina em grande escala, leudo
prestado ueste asiumplo es ma s relevantes servidos
o Dr. Jos l.ourenrn de Castro e Silva, e o dislincto
medico do meio batalhao o Dr. Josc Joaquim Con-
nives de Caivalho ; servico-, que sao tanto mais
apreciaveis, quanto sflo feitos jspoutaueamenle.
a E*se imtsda da saude publica lem sido levia-
namente exagerado por dous ji ruaei, qoe querem a
lodo o transe estar em oppusnao svsieaialica a todo
o governo, que nao recebe o lauto de sua mo. A
nao ser o hom sens i da popular.iu, lemelhanles uoli-
cias podenam trazer graude falla di geuero* de pri-
meira necessidade ao mercado, mullo embora os ba-
ja as localidades vsziuhas, se bem que um nouco
mais caros, do qoe nos annos anteriores. A noticia
hyperbolica dos laes jornaes n. sceu de ler havido no
da 8 do correte sement das rezes eipostas ao
comtumo desla cidade, No di i seguiule porem hou-
ve grande farlura de carne, e nos das posteriores
cliegou j feira da povuar.ni, nu antia villa de Ar-
ronches grande quanlidade deise genero.
ii A farinha lem-se vendiiio a 240, e 280 reis a
len;a ; mas ha sempre para o conmino do publico.
Entretanto como os matulos em graude horror
734
669
cada instante. He verdade que me lenho prevenido
da melhor forma possivel, ji nao algo neste vapor
lemendo nao va ser coirida minha baaigem e en-
contrar agraude porreo, que lenho de vollar
com ella.
Se u3o fosee a devida responsabilidade qoe tenho
de me justificar peraute os senhures, eu aliraria ludo
ao mar, e nao me arriscara mais em semelhanle
sol la, ii porem a,-un nao farei, e no vapor da II
pretendo d'aqui sahir, e, Dos queira, seja feliz em
minha volla. A fazenda he muitu urdinaria, e de
mais a mais tuda assignada por nina s pessoa ; se
tivesse mais firmas, eu anda me ia arriscar, cuslusa
u que me custasse. Remello urna fnlha, e nella ve-
rao o tal annunciozinho que tanto mal nos fez. As de
dez nem uellas fallo, porque silo tao ordinarias que
oem inerecem a penua de fallar-se nellas. Temo
multo que minha familia saiba o mea risco, agora
mismo escrevo que lien sem nnvidade e com saude.
Adeoi. Com nossa vista sere mail minucioso. O
mesmo.Rio, 2li ile agosto de 187. n
o Como j Iha disse da vez passada, e*la carta veio
dentro de oulra dirigida ao administrador interino
do c-irreio; tirilla sobrescripto para Salgado Ov; Irmo,
e violia cum a mesma letra, tinta, papel, e ale l-
brela, das carias escripias aquello administrador,
mulher do referido Maunel Caetano, e a dous indi-
viduos mais, e to iaa| eram aasignadas por esse Ma-
noel Caetano. A letra della foi deraais reconhecida
ser desle pelos empreados do correio, pelo seu pro-
prio iinun tambem envolvido nesta causa, e pelos
tabeliei desta cidade. Como pnderi ver comparando
ludo quanto ja Ihe disse a este respeito, nao pode ha-
ver prova mais completo e mai* satisfactoria em um
erime cujos vestigios sao tao fugitivos, e que alem
disso era provado por ootros toctos descoberlos pelo
enrgico, aclivo e muito afilado chefe de polica era
ii.i* diligencias e pesqaizas, as quaes deram au pro-
cesso urna for^a moral soperior a ludo. Apezar, disso
porem, os redactores do a Cearense, depois 1a au-
diencia do juiz de direil, e antes de lereste lavra.o
a -na Malenca, disseram com nimia iogenuidadede
bastante desembarazo, que no processo aqui instau-
rado nao havia prova para a con ir-mnar.ln de Dia-
guem Veja e aprenda como se privine um juiz tao
miiocoii'.e- e como se aprecia a Justina e o pudor
publico.
O Dr. juiz de direito nao nieve pela insinna^ao
dos amigos, e correligionarios, ecnndemnou n-.--.li-
gados nos artigos 17i e 175 do cdigo penal, grao
mnimo. Quanto lo grao da pena porem o Sr, juiz
nautragoa completamente, e cun quanto o respeite-
mos bailante, ja como liomem. i' 'omo magistrado,
somos obrigados a dizer, que Sr. Dr. A) res uo lem
justificarlo possivel pj/'1 ua seulensa.
E*s tambe"' be ^roz geral. No vapor segdinte
pretendo feuar-llie de.fe assompto com maior es-
paco, 0 euiao lalvez aualyse uus rticos, que so-
lin'r-ia malcra acha-se escrcven lo o Dr. Pompeo,
os quaes lalvez sejam reproduzdos nessa cidade
pela mesma maneira, ecom o mesmo fin, com qoe
foram transcriptos no Liberal o una artigos publi-
cados no a Cummercial i d'aqui sobre o xnesmo as-
sumplo.
Neiiei ullimos das houve Joas morles repen-
tinas, ama dasqaacsado lenle Manoel Xavier
Torres, cansou bem -emarao neita cidade. Por esse
lempo ha sempre por aqui caso* semelhaules.
A polica nos me/e* de julho a derembro pren-
deu mais de 20 criminosos. I o l.s os dias oSr. Abi-
lio vai dando prova* de sua energa, e grande acti-
vidade. E*se iutegerrimo magistrado tem sofliido
algumas acensares pelas nomeares que ha feilo
no pessoal da polica. O Cearen-e o tem agredido
como saquarema ii enrage a ; nao ti porem aecusa-
c3o mais gratuita, nem mais injusta.
o No lempo do Sr. Mendes Guimaraes de sele no-
mearoes qoe appareceram, nenhuma foi saquarema :
ltimamente lem sido nomeados para a Granja dous
chimangos, ou liberaos, |>ara o Cralo uulros lanos,
o mesmo para Missao-Vilha, igual numero para
Barbalha, nutro lauto, c ludo isso saccessivamcnle
para o Aracaly ; um subdelegido para o Acaracii
lambem do mesmo lado polilio ; e para Ihe i/rr
ludo em urna palavra so as nnmeaces de pulicia mi
tem sido distribuidas igualmente, ha sem duvida
maior numera de nomeaces lilerjcs. O uCearenseu
porem nao se conlenla com iss'i ; quer urna inver-
saocomplela e um instrumento capaz do opera-la
melhor, do que o Dr. Abilio. Parece que cssa lctica
vai por loda a parte ; e nAo vaflB os que assim pen-
sam que sao ellrs es que maturos obstculos ollere-
c*m a conciliacao dos lira.ileiros Til
o O Dr. Abilio nanea foi estremado em poltica,
e ezercendo por msis de seis anuos o cargo de ma-
gistrado nessa cidade, sempre den provas de intiira
probidade e de om talento superior, alem de urna
moderarlo a toda a prova. Os jornaes do partido li-
beral il'aln nunc fallarara em seu nome, senao para
tecer-llie elogios. Pois aqui de um momento para
outro, o uCeareineD, rei das tempestades, desenca-
deou-lhe por cima da cibecs lautos furaees, que o
fizeram o mais estremado dos vernielhos. Mas
isso lem a sua explicarlo.
iP. S.Em minh carta passada, qoe cliegou pelo
lguirissii, que aqoi aportou na larde do dia 13,
eiicnnlrci diverios eiros, alguns bem notaveis, e lu-
ir ellos a citac.30 constante da le de 3 de dezembro
pela le de 3 outubro de 1833, que he a que Irata de
moeda falsa. Por so apressu-me ein fazer aqui
etsa especie de ernta.
' Consla-me que alguns dos advogados doi Salga-
dos qoeixaiu-se de que eu nao fui bom steuographo
a reipeilo de seus diicursos. Creio que elle* estao
engaados, e que nao Mies fiz injusti;a ; mas emfim
como Uve a iufelicidade de dizer smente a verdade,
nao pude agradar ao anuir proprio. Eu j ecutava
com isso.
I Nada mais por heje.-
ii O presidente publicou agora um regulamento
para as eompanhias de Irabalhadores, que liverem
de ser orgmisadas, segundo urna lai provincial do
auno prximo passado. He um Irabalbo bem aca-
bado, eque assas demonstra o espirito creadore iu-
faligavel do actual administrador desta provincia.
a Acaba de ser nomeado promotor publico ,ta ci-
dade do Aracaly o bachaYel Domingos Alves Ribeiro,
lillio d'alli, e cuja familia e'leve empenhada na ca-
prichosa eleirao do anno prximo passado. Como he
moco lem urna carreira a tazer, pode ser qoe o
Dr. Alves Ribeiro se colloqae muitu cima das pai
xes loucas, e cumpra smenle a le e o sea dever.
Assun o devo esperar de um bacharel illuatrado, co-
mo dizem que lie o nomeado, mas a sua Hornearlo
para qualquer das oulras comarcas vagas da provin-
cia, sena sam duvida alguma de maior prnveil i pu-
blico e de raeuos difliculdade para o proprb Sr. Dr.
Ribeiro.
Llipgou a' comarca do Aracaly tomn posse do
seu cargo o juiz de dircilo da mesmi. Foram, ba
pouco, nomeadus para alli um delegado militar, um
subdelegado e om supcleule de delegado. Estos dous
individuse o promotor publico da comarca perlen-
em ao partido liberal ; o delegado nao tem partido,
e pela sua conducto as diversas commi**es, de que
o govemo o tem investido, ha merecido elogios de
una e oulros. O Aracaly lera hoje aotoridades iu-
dependantes capazea de acabarem com o espirito de
anarchia, que he alli lo commum.
O Dr. Abilio segae pira ah nesta occaaiao, afim
de ^ii/.ar una lirenc i de duus imzcs,que Ihe foi con-
cedida pelo governo imperial.
o Fallava-ie aqu entre os radican, qoe loda e*sa
guerra promovida ao Dr. Abilio, e qoe boj ces'ou
um poaco, era para faze-lo suhalitair pelo Dr. \ra-
ripr, oa pelo Dr. Toscano de Bnlo. o primeiro ao-
briuho, e o segundo genro do senador .Menear. Di-
zem que para auxiliar esto plano foi enviado a
curte um embaixador, de coja missSo se espera ainda
o resultado. M-s ou fosse a*im, ou nao, o certo he
que ha aqui urna rodinha, que prevalecendo-se im-
prudentemente do nome do Sr. conselheiro Sni/.a
Franco, aprega qua ba de conseguir remover, de-
initiir e nomear empregados, que liverem a velei-
dade de se mostrar ndependenles da lulelli do chefe
dessa rodinha. He por isso que o chefe de polica
he accuiado devermelhocontra a eloqnencia dos
fados, que be invencivel.
esta fura di puni;3u quo as leis cstabele-
cem.
Nestas termos, he claro que niio posio,
uo devo, iinm desejo discutir com o beral. Ap na*, limtlar-me-liei a dizer, pelo
que toca aos documentos de despezas pagas
pelo i'x-tlii'soiireirii das obras publicas, que
appareceram falsilicados estando por mim
rubricados, que nlo exigindo a lei que o
director rubrique taes documentos, e fa-
zendo-oeu por proprio arbitrio, nicamente
como medida de cautela e liscalisaQo. he
visto que rao iria rubricar os que estives-
sem falsificados e responsabelisar-me por
elles, se al ,'uma parte tivesse no vicio que
encerravaiii.
A toda a gente deve occorrer que ta6S do-
cumentos niio deviam ser falsificados antes
de serem certificados pelos engenheiros o
rubricados pelo director. NSo se pode sup-
por que estes recorressem i falsifica;i)es,
para acobirtar malversa^es, porque a fal-
tar-lhes a precisa probidade, oulros seriam
os meios a que podenam socorrer-se. Isso
entra pelos olhos de todos.
Siiiiu duplamente a triste oceurrencia que
acaba de dar-se com o thesoureiro das o-
bras publicas, no momento em que tenho de
relirar-me desta provincia. Sei quSo fcil
seta a calumnia inventar o que quizer a meu
respeito; e pelo que toca ao Liberal
nao me be licito esperar, em vista do pro-
cedimenlo que acaba de tur para contigo,
que em minha ausencia guarden lealdade e
justica, que a gravidade do caso exige.
I ac ell! porem, o que quizer e melhor
convier acs seus lins; por mim asseguro-
Ihe que nSoestou disposto a alimentar pol-
micas inu.els,s para cevar paisoes e desa-
bafos.
Sou, srs redactores, etc.,
F. Rapbael de Mello llego.
17 de Janeiro de I85S.
Ilueijoe lia mengos .
Sal porloguaz ,
i) do Maranho. .
Sol.........
Spermacete ....
Slearina......
S.ib.'m de Maranho
Ceblas.......
Toucinhn......
Tachos de cobre .
Vinho brauco .
n tinto .
Viuagre
francet. .
hespanhol
om
alqueire

meio
libra
milheir.
arroba
libra
bar de
ii
pipa
. barril
Exportacao.
. arroba
Algoiln .
Assucar brulo ....
Arroz de vapor. .
ii em casca .
Borracha fina ....
i entrefina. .
o grossa .
Cacao ........
Crivo........
Castanha.......
Cuinar.......
Couros seceos ....
)) verdes ....
Farinha d'agua .
Ilumina peixe.....
Guaran.......
Oleo de cupahiba .
Piassaba em rama .
Puxiry........
Salsa parrilha ....
L'rucii em inassa. .
n em grao. .
Tapiuca.......
PRECOS
OuroPecas........
a Soberauos ......
)) Moeda de i.....
i 'ni; i* hespauholas. .
mexicanas. .
agoias de 211 pesos .
I'ralaPatacas hespanh. .
)> mexicanas .
)) i) francezas.fr
CAMBIOS. ,!.""dres,-.?',om
alqueire
arroba
l:4tHJ
1:IMHI
:600
4:000
600
:U8t)
:950
50:000
50:000
300:000
210:000
280:001
20:000
(1:800
2:11011
2:000
9.000
.vooo
A:V0
1:000
:7IH)
:I(MI
8:000
|(I;IUHI
1:000
60:000
55:000
350:000
250:000
300:000
22:000
7:000
3:000
3:400
11:000
7:000
6:500
alqueire
libra
libra
I
alqueire
libra
n
3(1 libras
arroba
libra
arroba
:200
:S0O
:SIK)
1.1:.500
38:000
5:000
CAMBIOS
Sobra Londres, 23 d por 1; a 60 d.
Paris, 340 a 350 ra. por fr. (O d.
Lisboa 120 a 125 por % de premio,
lesrenlode letlras, 12 a 15 por unto.
OI.'ROOm as hespauholas. .
Ditas inexici nas.......
Petas.......I8?IOO
Mosdaa de '.i;0UO 0#300
Ditia de 209 .
RATA.Patacos* brasileros. 25080
I iios eolumnarias. yotjii
1 iios mexicanos .
:usooo
305(100
1SS2O0
99500
2I|000
391 i'O
39100
11680
Caixa Filial do Banco do
Brasil
FM II DE JNE1RODE1858.
Directores da semana os senhores : Ma-
noel CotKjalves da Silva e Jos Pereira
Vianua.
A caisa desconta lettras a 13 por cento ao
anno, e to na dinbeiro a premio de confor-
midade co n os seus estatutos.
ALFANDKliA.
endimentc do dia 1 a II!. .
dem do dn 18......
ir.7:5W>:i'W
36:4Mf648
304:053|98t)
. paneno :
. alqueire :
DOS MEIAES.
16:000
0:21X1
9:000
30:000
39:000
36:500
2:020
1:000
1 :S0O. I.- cadete Luiz Jos de .souza.
Dito Feliciano Caliope Monteiro de Mello.
2. dito Francisco Pereira Peixoto.
Dito Manoel Jos Concalves (9).
("sargento Francisco Eluardo Benjamin.
Dito Manoel Saturnino da Cunha.
Cabo Tlieodoro Jos da Silva.
Dito Joo Francisco dos Prazeres,
Dito Jos Hay rundo de Caivalho.
Dito l/idni Jos.
Dito Joao Domingues da Cruz.
Soldado Jos Theodoro de Azevedo.
Dito Francisco Jos dos Sanios.
Dito 'f borne do Espirito Santo.
DitoJIanoel da Penha.
itoMarcolino Evangelista d*P*ix3o.
Dito Luiz Coneia Lima.
Jos Rento da Cunha Figueiredo Jnior.
Secretaira do governo de 1'eruauibuco 19
de dezembro de 1857.
S. Esc. o Sr. presidente da provine ia, em
observancia de ordem expedida pelo minis-
7:5001 lorio dos negocios estrangeiros, manda fa-
3:5001 zer publico netU provincia o seguinte an-
:100 [nuncio, transcripto do Jornal do Commercio
n. 323 de 2i de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.--Os
propnetorios dos uav;os Guyana, Dous Ami-
gos, Isabel. Aveu'ureiro, Virginia, Esperan-
za, Felicidade, Somma Viva, Emprehende-
dor. Improviso, liella Miquelina, Santa Cruz,
.Novo Mello, Magano. Piratinin, Purissima
Conceic3o, e vapores S. Sebastiiioe Piquete
de Santos, sSo rogados a virem ou mauda-
rem seus procuradores secretaria de esta-
do dos negocios estrangeiros, dentro do
prazo de 60 das, para darem alguns escla-
reciatentos relativos aquellos navios. Jos
Bento da Cunha Figueiredo Jnior.
:I50
2:500
1:000
1:000
14:000
1:600
:600
32:000
94)00
4:000
.5.000
Nao ha
Milito
procu-
radas.
Nao ha
Yin ha
Nao ha
Lisboa 103.
(i"ranc,a 370d. : Hamburso
Ado Acrr.es ,l II. 130 : Descontode letlra- 1 0|Q
^Diario do Commercio do Par.i
sIfSf^bijf.
De*carrezam lioj 19 de Janeiro.
Burea ingle*aCruzadormtreadorias.
Ilirca ingle/aElisa llandaidem.
Rrigae in^lizL'renialouQa e cerveja.
Brigue iugh zClaudinbacalhao.
Barca porlu^ueza Svmpathia ceblas, batatas,
e arcos.
Ilrigue nacii nalAlmirantefarinha de trigo.
MOVIMENTO DA ALKANDECA.
Volumesan radoscom faaendas ....
v coto gentros ....
Total
Voloroassahidoi comfazendas
a cun gneros
Total
CONSULADO GERAL.
lirmlimentd do dia I a 16. .
Idam do dia 18. ..... .
235
3HII
021
170
181
360
60:664*656
6:1389585
66:803-21!
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentii do da I a 16. .
dem do dia 18.......
2tf63#433
4J7'.II)
2:7059228
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
00 CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
18 DE J.i.NEl .o DE 1858.
IitlirallarIlrigue francez Charles e Barllie, N.
O. Bieber <& C, 600 saceos assucar.
PortoPatacho porluguez Duque do Porlo, diver-
sos carree adoros,125 saceos issucir.
GihraltarPatacho inglez Express, Siunders Bro-
thers & (.., 1,300 saceos assucar.
GenovaBarca sarda uPaolo, Lemos Janior e Leal
Reis, 500 saceos assucar.
LisboaBrigue portugutz Monteiro Id, Novis &
C, 64 caicos mel.
Buenos-AyesBrigue belga Eugenio, Amorim
1 raos, 135 barricas assucar.
Ilha de S. Miguel Patacho porluguez 'Lima, F.
Medeirns r C, 20 saceos assucar.
Lisboa Brigae porluguez Venoso, Thoraaz de
Aquino I .nuera Kilhos A; C, 57 siccos asiucar.
Lisboal!i ca porluguez Mara Jos, Franciico
Sevenaui Kabello ,\ l-'ilhn-, 28 cascos mel.
PorloUn: ue purluguez Trovador, Barroca ov
Castro, 50 saceos assucar.
RosarioBiigue americano Valeole, Amorim Ir-
maos, 35i barricas assacar.
LiverpoolBarca ingleza Prospero, J. Keller A
C 320 siccos assucar.
EXPORTACAO'.
Bahii, brigue nacional Valle, de 190 toneladas,
coaduzio c seguinte : 5,525 alqoeires farinha de
mandioca, 30 ditos feijao, 50 saccas com 25i arro-
bas e 2 libras de assucar.
Havre, uniera franceza Olinda, de 11 tonela-
das, cinnliiMo o se^uinle : 400 saeeai com 2,022
arrobase-.i libra* de algodao, 1.856 couros salga-
dos e verdis, 3,300 saceos com 16,500 arrobas de
assucar.
Falmoulii, brigue inalez llarry llayne, de 190
toneladas, cooduzo o srguiule :5,000 saccoi com
25,000 arrobas da assucar.
Idliimili, brigue hollandez Twee Allda, de
320 toneladas, coiiduzm o seguinte : 4,000 saceos
com 20,(XK arrobas de assucar,
Lisboa, ingue porluguez Peninsular, de 385
toneladas, ;onduzio o seguinte : 122 cascos mel,
ceos gnrnma, 1,500 ditos asaucar.
Rio de Janeiro, brigue nacional Tres Amigos,
de 32 iniiel i la, conduzio o seguinte :4,287 vo-
lme* divirsos gneros.
RECEBtDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEROAMBUCO. '
Rendimento dodia 1 a lli. 10:6893192
dem do da 18....... 8069699
mo&vAtmG ;*.* potito
Nivioi entrados no dia 17.
Terra-Nova31 dia, brigae inglez aClau1a,de
172 toneladas, capiaoj. Brookiny, equipasen) 12.
carga 9,633 barricas co-n bacalhao ; a Siondirs
Brolhcrs & Companhia. Pertance a S. Joao a
Terra-Nova.
Rin-de-Jaoeiro17 das, brigue brasileiri ul)a-
milo, de 231 tonelada, capilo Manoel Joi Vi-
eira, eqaipagem 12, carga 700 barricas com firi-
nha de trigo e mais gneros ; a Josc Joaquim
Das lernandes. Pertence ao Rio-de-.laneiro.
Passageiro, Joaquim, escravo de Amonio J ose Dias
eutregar.
demtti dias, patacho nacional Sorpreza, di 144
toneladas, capilao Antonio .ln-e Pereira Parob,
equipagem 10, carga 6,350 arrobas de carne seeca,
a Amorim lrmao. Perlence ao Rio-de-.laneiro.
Passageiro, Manoel Francisco da Silvi.
Navios sabidos no mesmo dia.
LisboaBngoe porlogaez Peninsular. caritao Ig-
nacio v entura Fernande*, carga assucar e mais
gneros.
KalmoulhBrigue inglez llarry Ilaine, pilan
Thomaz N. Bunl, carga assucar.
Rio-'le-JaneiroBrigue brasiluro Tres Amigos,
capitao Claudino Domingos Gonlves, carga as-
mear e mi i s ge n oros. Passageiro, Jos Mara da
Silva Ferreira e dous craso, Antonio Marque!
do Sacramento, Joao Ranulpho de Lima.
BabiaBrigue brasileiro Valle, capitn Frederico
Jete l'ralas, carga farinha de mandioca e mais
genero.
Obervaf,3o.
Sabio e rundeou no I.amniao, pjra acabar da car-
ragar salera franceza Raoul. da qual he capi-
lao llondl.
Navio entrado* no da 18.
Maranho30 dias, patarh.i brasileiro Tamega,
de 216 tonelada, Oapltao Manoel dos Santo IV-
re ra e Silva, equipagem 11, carga farinha mais
gneros ; a Novaes&C. Pertence a Peruamburo.
Para e poitos intermedio." dase 13 horas, vapor
brasileiro Cruzeiro do Sul, commandante o ca-
pi.'m da mar e guerra Gervasio Mancebo.Trouiea
sen bordo os srgiiinles passageiros: Pedro I, d
Coala, alferes Luiz Q. Coulinho, sua senbora el
fillia, Antonio P. ferreira Filho, Fernando P.Fer-
reira e I escravo, Francisco R. Sampaio e 1 escra-
vo, Dr. Abilio J. T. da Silva e 1 ecravo, Joaquim
da R. M. Jnior, Guilherme P. de Azevedo, sua
senbora e 1 criada. Vicente M. dos Sanios C, Jos
J. Teisera, Ernesto A. Paula. Frederico B.: An-
tonio de M. Reg, Jo- A. P. Vinagre, Franci>co
F. Jnior Eduardo J. Dr. Alvaro de A. e
Mello, Joao L. P. Lima, Roberto Uuton, Fran-
n-rn A. Ferreira e 1 Dala, Antonio I. Vidal,
liento Jos da Costa, Joaquim I. R. da Cunha,
1) Anna C. Pinto, Dr. Anesio S. C.daCunba e 1
escravo, Jos A. A. Mou'eira, Francisco S. S. Re-
lamba e 1 escravo, Judo N L. Eranco, Manuel
F., J. F. Pire, Antonio Jos Banlo, Antonio Mar-
lina, Antonio M. da Costa, Jos de Sou::a, Jrfio
II. G., Manoel de Araujo, Firmino Pereira e 15es-
cravo a entregar. Seguio para o Rio de Janeiro
levando desla provincia os segoiotes pasaageiros :
Francisco de P. Bitincoorl, 1 filho i escravo, J.
B. Telles e sua senbora. Paulo Auiran, Manoel
I. Moureira, Miguel J.Simes, Dr. Malheus Ma-
garino*, sua mai 1 irmaa e 1 criada. J .mes
Hunller esua familia, Joao T.'.i Silva e 1 criado,
Joaquim Cardoao dos Santal, Icidorn Salomau e
sna senhnra, Dr. Joaquim II. G. Campos e 1 es-
crava, Manoel Sabino de Mello, Pedro L. da Cos-
a, Manoel I. da Silva Le3o, Jofto Napomuceno ,
Jos V. de Lemos, Jos A. da Silva Leinoi, Frau-
ci-cu R. de MePo Reg, Agoslinho Lidiarle, J. A.
Miranda e Suva e i eesrravo, Joaquim Jos de
Mallos e 1 escravo,Joao M. do Moraes Jnior e I
escravo, Raymuudo P. Barliuza e 1 escravo, Al-
fredo I. de Sa, Antonio J. de O. Pinto alferes
Jos Virgilio de Lemos e 1 escravo, escrivao da
armada Vicente V de Andrade, RavmundoM.
Vi.uina, Dr. Joan P. da Silva Jnior e I es-
cravo Manoel B. de Albuquerque Manoel
B. de A. Jnior, Josino B. de Barros el escravo,
c niele Jos B. T. de Mello, George II. B., Sebas-
tiana M. Pestaa, Fraaciaco C. Acacio, Manoel do
Rozara, 2 pricii da pret, sendo ama invalida, 3
re rutas para marinha, 1 dc-crlor 29ticravos a
cniregar.
Richmnnd31 dias, barca americini Reindier,
de 426 toneladas, capilao L. L. Simes, equipa-
gem 13, carga 3,150 barricas com farinha de Iri-
go ; a R. Rookir 4 C. Pertence a Philidelphii.
Navios sabidos no mesmo dia.
MarselhaGalera franceta Raoul, rapitoo Hondt,
carga asiucar e ossos : a Lasserre Tisiel-freris ti
C. Sospendeu o lameirao.
GabamBarca franceza Lonise Marieu, capilao
Morion, carga parle da que Irouxe.
Olllm. Sr. inspector da thesourarta
provincial, em cumprimeoto das ordens do
i .mu. Sr. presidente da provincia manda,
convidar aos proprielarios abaiso mencio-
nados, a entregar na mesma tbesonraria no
prazo de 30 dias a contar do dia da primei-
ra publicaciio-do presente, a importancia da
quoti com que devem entrar para o calca-
mento das ras Imperial, do Mondego, Real,
eda Passagem at a ponte grande, confor-
me o disposto na lei provincial n. 350.
Advertindo que a falta da entrega volun-
taria sera punida com o duplo das referidas
quotas na conformidade do art. 6.a do regu-
lamento de 22 de dezembro de 1854.
Ns.
Ra Imperial.
da
besiga, e por uso recaara vir a' cidade, o que podia
concorrer para qoe tao cedo oiio desceise o piejo da
farinha. o presidente mandou ver urna grende por-
c.l3 a Cascsvel, e dizem qoe inanda'ra lambem vir
alguma do Acacaro' na volla do vapor Iguarussu'.
u Em miuba passada correspondencia Ihe disse,
que te podeese maudar-lhe un a copia da carta di-
rigida da corte por Manoel Celanu aoi duus Salga-
da!, o faria, para qne della livsssem os seus leilores
inlairo conhccimeiilo. He o cue von fazer na pre-
sente occasiao.
Ei la :
Srs. Saleado e Guimaraes. Esse Goimaraes vi-
nha cm breve, que alj-uns for;adaaicule tem Irada-
zidu por Guilherme.'.Bem I inge esta boje minha
linguagem da que escrevi pek Dr. Jaguaribe,
Rio Graude e l'arahiba.
Estas duas irmaas, qunsi qce gemeas, em rilarlo
ao san lernturio almo na niaicba do progreuo,
goam de paz e tranquillidade. Nada ha que per-
luibe o silencio em que vivera mergolliadas, e do
qual ii> despertara i ebegada de um vapor du sul do
imparto.
(M*rrep0iti>ettcto,
Srs. redactores do Diario.O Liberal
l'ernamhucano de hontem, mimosca-me
com um artigo da propria redacco, que
merecera de mim urna resposta seria, so o
seu fim fosse outro, que n3o molestar-me
com offensas e Insultos pessoaes.
Esse fim foi completamente satisfeito; mas
. que
Pan arrojar-se ao abrsmo do nada pouco falla ja deverao ler recebido. Chcgui uo dia 11 do cor-
10 IK77. que pouca saudade nos deia ; desajamos- rente, (agosto) no seguinte sabi a ra com o Cvrillo pP'* minha parto devo magoar-mc i
Ihe qoe com saude e dinheiro veja o desponlar da au-i e [cario,vendemo doze de vinte, uo seguinte I por tses offensas, do que deplorar que
rorado1858. quinze, ei no lerceiro Ireze, qi.e ludo monlou a SO-5 jornal importante, que aspira aos foros "de
a Lm anno novo vai comeQir.c no, se Vmc. con- rs.; no da i foi ludo de>cobcrlo, e dadas urdens rave aue Se diz o orir-tn ne nm <,rr,H<, rv,r
sentir, vamo necopar algumascolumuas do seu Dia- terminantes pela polica, pois que um sujeilo disse
lo, tomando sobre uossos hembros a pcssla larefj na pulicia, que veudo o pussador conheci^-o ; a
Ii cnmmunicar-lbe o que occorrer por esta pequem, ; pulicia mandou augmentar o minero das palrulhas,
esqoecida, e air.zada provincia, .digna de melhor que policiavam a cidade, e ma Ignorando esta ul-
sorle : urna coasa Iba protestamos, e be a imparcia- luna parte sahimos muuidoa nn lupradito quarlo da
lidade na narraejo dos fado de qualquer especie paraurna toa impreza, emquanto o negocio nao
que ellos sejam. Nao he um protesto de missivisla de e vulgansava mai','.'.', sendo o Icario o Iroca-
jornaes, que sem cumprir os que fazem, tanto qaan- dor, e eu e o Cvrillo os depo diarios do trocado,!
lo cumplira um cao se piote*l;i*se nao lamber o fo- do que e devia trucar, e fumo* na distancia quasi
Ciaba, se Ih'o unlassem de manleiga. Nao temo a de um quarto de legua para o eflilo premeditado ;
honra desee contiendo de Vmc, porque nanea Ii- na primeua luja em que manamos o Icario trucar
vemos a relicid.ide de ir ao encantador Itecife, na e nos licamos a cspieia. Oven m |o,/o a intelicidade
Vmc. conhece amigos noso, qo* Ihe fallaran a no- de *er a fazeoda conhecid., e o tal labrego da hija
so favor, e que, de mui ba vmila le, g-ranliiau a fallando lito disse .he sera duvida o senlior o in-
Vmc. a letlra da quam,., imparcialidade, que a troduclor drssa fazenda, e a iiso ouvindo a palru-
seu favor nesta dala lacamos. Iba, que seICBava seineada por loda I palle,__
A provincia goza de Uaaqrjtlidaaln, a vai progre-: corre-o, e cercando-o diz '.queremos evimina-l'o ;
dimlo lanlu moral, como in.t,r.|rneni(a gradas, em cu |iorin que ia |>rev-un o, Icvaudu a fazendi
grande parle aos eaforroa do Ulu.ir.do mancebo que em'
presenilmente ailiiiinLIra, e e, grande parte a deila
alguns Pnuhyensea.qae oau be sacrificar anligos odios, ou di**ei,res p'>\rtica4 p (jj,.
rein as in.ln- yara, de comu^m accordu, ic,IC'jiaren,
cm baicu de netos cuuduceues a iizcr piuer|r| | dula qus iii cahtram au mai cooJo s
1I:I CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimen o do da 1 a 1(.
Idam do da 18.
41:1)55025
.I.HIi/151
::t50ji7H
Mitm.
y HA' 10 DE JA MEMO DE 1858.
lmporta;ao.
Aguarden(3 de canna
forte .
pipa
garra f.
orgfio de um grande par
tido, o representante do um pensamento po-
ltico, proclamando todos os dias que quer
moralisara imprenta desvirtuada e avil-
leda pelos seus adversarios ; escolha um
pobre individuo, que ao demais a ningu.-m
faz sombra, pa.a colloca-lo nas aras do sa-
crificio, ou juigi-lo a seu poste esobre ella
jogar todas as sella* envenenadas que o odio
(Ulvez gratuito a vindicta, a maliceicia
e a calumnia sabim manejar, ferindo-o des-
lealmente no na sua honra ; e isso d modo tSo traiqociro
que nem se quer Iba deisa a faculilaJe de
um deslorgo legitimo, visto que loda a sua Polimcnios.
| linguag'tn reveste-se de ambiguidades, eo I'1''-
Aniseta
Azetouas........ancort.
Azcile doce...... barril
Albos..........nrainuca
Armas lazarinas ..... urna
i) hollandfzas. ...
Assucar.........arroba
Hlalas..........
l ir illiao........barrica
Banha.......... libra
Chapos de Chile..... am
Cerveja..........duzia
Cavadinha ........ arroba
Cominhos.........
Cliuunras........ )>
Carne secc.i.......
Cera em velas......libra
Cha hyson........
Chumbo df miinirao. quintal
Cabo de lii lio......
Caf pilado........arroba
i) cora casca......
Krva-doce........ >
l-'iso seceos.......
l'olha de l'landres.
Farinha do (rigo. .
Geiicbra cm ....
Licor........
Massai.......
-Manleiga uglezi. .
franceza.
luppuulia ;
cana
barrica
garraf.
botijas
pipa
duzia
caisa
libra
)>
duzia
barril
esma
a
a
ra
vil e indigno ; mas infelizmeuto he usado e
unKiicaUd.
8:0011
4:000
1:100
:ili:IKHI
:0M
5:000
: 1:600
3:000
15:000
:(80
6:500
5:000
1:000
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10:000
1:500
1:300
1:000
21:000
35:000
6:000
5:.")tl0
9:000
4:000
22:0(10
34:000
1:000
::io
115:000
l:ll!0
5:000
:800
35:000
15:000
1:600
:380
6:000
:700
:t)00
1111:000
8:500
4:500
1:300
37:000
:l(Ki
5:500
5:700
5:660
3:500
16:000
:500
16*00
5:500
O Dr. Anselmo Fra.icisco Peretti, conmen-
dador da imperial ordem da osa, e juiz
de direito do commercio, tiesta cidade do
Itecifede Pernanibuco etc.
Fago saber aos que o presente edital vi-
retr, que acha-se vago o oflicio de escrivSo
do juizo especial do commercio des a cida-
de, em consequencia do faLecimento doser-
ventuarioMaximiano Francisco Duarte; pelo
que deverao os prelendentes ao mesmo olli-
co mostrar-se sulficientemente habilitados
dentro do prazo de 60 dias, contados da da-
ta deste.
E para que ebegue ao conhecitncnto de
todos msndei passar o presente que ser af-
lixu'lo no lugar do costume o publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade doRecife aos
15 de Janeiro de 1858. Eu Francisco Ig-
nacio de Torres Raudeira, escrivao do juizo
especial do commercio o hz escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
Secretaria do governo de Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da fazer publico, que existem nesta secreta-
ria, ja informados, os requerimentos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes teem
deixado de ser remedidos s secretarias de
estado por falla de pagamento do respec-
tivo porte no correio.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
5:000
0:0001 Vicente Umbelino. Cavalcanti de Albuquer
17:000
5:000
1:350
1:700
22:000
:|K:'.KKI
6*00
0:00n
10:000
5:0110
2'i.uilO
36:000
1:500
: 10
130:000
3:600
0:000
50
:600
40:000
6:300
1:000
15:000
2:000
:300
7:000
:7.i0
;70
(|tte 2 .
Joaquim Jos dos Santos Araujo (9).
A ditec^o da companhia de vapores a re-
boque.
Diogo Jaques da Silva.
Feliciano Renedicto do Sacramento.
Augusto Pater Cesar.
Jos Jernimo Monteiro.
Manoel da Rocha I.ins.
Joo Raptista do Amaral c Mello.
Joao Carlos Islisber (sentenciado)
Dr. Jos Muniz Cordeiro Gitaby.
CapitSo Francisco Antonio Ca'rvalho.
DitoTiburcio Hilario da Silva (vares.
Dilo Jos Francisco da Silva,
lente Antonio Vctor de Si Barreto.
I." lente Jos de Cerqueita Lima.
'lente Josa Cyriaco Ferreira.
Dito Antonio Jos Dias Nunes (%.
Alteres Luis Vicente Vianna. -
Dilo Jos Itcnedicto do Espirit Santo.
Dilo Pedro Martiui e Joaquim Jos Lima de
Souza.
Dilo Jos Vieira de Souza Guedos 0 Antonio
Jos de Oliveira Sampaio.
60 llardeiros do Jos Maria de Jess
Muniz
(i i Antonio da Silva Cuimares
66 Mein idem
68 Miguel Joaquim de Souza Vianna
70 O menor Joaquim
72 r. Francisco Goucalves de Mo-
raes
7* Jos Jernimo da Silva
76 Rosa Maria Monteiro Paiva
76 A. Jo5o Baptista de Oliveira
76 R Antonio Fernandes Vellozo
78 Fraocisco dos Reis Nunes Cam-
pello
80 Francisco Ribeiro PavSo
83 Padre Albino de Carvalho Lessa
8 Luiz Gomessilverio
86 Anna Francisca de Azevedo Coe-
lho
86 A Antonio Jos Maciel
80 I) Idem
86 B Lslevao Casado Lima
88 dem
90 Josepha Thcreza de Jess Pavao
o* Filhos de Candida Maria da Con-
ceicao
06 Tiburcio Valeriano Baptista
98 Vicente Licinio da Costa Cam-
pello
100 Antonio Luiz de l'reitas
102 Her.leiros de JoSo Jos da Cruz
10 Herdeiros de Ignacio dos Reis
Nunes Campello
110 Francisco das Chagas
110 a Justino Marques dos Santos
IIB Joaquina Mana do Espirito
Santo
1I0C Joaquina Marques
HOI) Idem
112 Joo Medeiros Itapozo
113 k lleraeiros .le DelphinoGon-
ralves Pereira Lima
114 Candida Mara daSinta Cruz
UVA Idem
116 dem
118 Joanna do Rosario dos Guima-
raes Machado
120 Idem
120 A Francisco Jos da Costa Cam-
pello
120 B Francisco Jos Muniz
Costa
120G dem
120 1) Idem
130 E dem
122 Idem
122 A Joao Baptista de Araujo
122 B Joao Jos Pacheco
122 C Uem
124 Francisco da Cunha Gomes
130 Paulino Jos Goncalves
134 Mara Roberta da ConceicSo
134 A Amaro Jos Gomes
13B Jos Francisco Pereira
136 Manoel Palro do Nascimeuto
138 JoSo Jos de Barros
lio |iem
142 Uem
144 Uem
Uo dem
1 6 a Viuva de Simeio da Rocha
Gu trro
148 Idem
150 Vicente Thomaz dos Santos
153 Idem
154 dem
156 Uem
158 dem
160 dem
162 Uem
164 Uem
166 Jos Joaquim de Urna Jnior
168 Victorino Francisco dos Sanios
17 I lem
176 Jacintbo Comes da Silva
180 Manoel Jos Ferreira Gusmo
184 B Anlonio Moreira Reis
186 Paschoa Mara do Rosario
188 Felicidade Perpertua, e Maria
da ConceicSo
190 dem idem
198 Antonio Maciel de Campos
202 Viuva e herdeiros de Silvestre
Ribeiro de Abreu
20 i Viuva de Francisco Xavier das
chagas
206 dem
208 Antonio Joaquim Vinhas
310 Herdeiros de Atina Rita da Con-
cciejio
210 A Antonio Manoel da ConceicSo
213 Viuva de Manoel Joaquim Pin-
ato Machado GuimarSes
2l4Joanna Francisca Mendes
216 Jernimo de Abreu eseulitho
Joao
218 Antonio Louren^o do Espirito
Santo
220 Joanna Francisca Mendes
220 A Vi uva de Francisco Xavier das
Chagas
220 B Francisco do Reg Barros
220 C Uem
222 Antonio Manoel da Paixao
22 Idem
224 A I lem
226 Amaro Antonio de Faria
228 Manoel Alves
il Manoel Antonio da Silva Moreira
3 Francisco Jos de Campos
15 Manoel da Silva Santos
47 Herdeiros de Bernardo Duarte
BrandSo
49 I)?sembargador Caetano Jos da
Silva Santiago
51 Jo3o Jos Fernandes de Carvalho
53 Joaquim Jos l.eitao
.*>5 Manoel Jos Carnr-jro
57 Anua Mara de Alleluia
53 Jo3o JoseFeruan les de Carvalho
Cl Viuva e II. de Joaquim Jos Fer-
nandes de Almeida e Silva
63 Jos Antonio do Araujo
65 Antonio Goncalves PeieiraLima
d7 Herdairosi de Manoel Carneiro
I.ins de Albuquerque
71 Francisco Antonio de Oliveira
73 Jos da Silva Sarava
75 Jos Antonio de Araujo
77 idem
77 A dem
79 dem
81 Joanna Maris dos Prazeres
83 Herdeiros de Joaquina Candida
de Miranda
85 oraingos Antunes Villaca
87 Francisca Candida de Miranda
89 Viuva e herdeiros de Jos da Sil-
va Coimbra e V. Pereira do
Reg
91 Antonio da Silva GusmSo J-
nior
97 A Domingos Jos dos Sanios
97 B Uem
99 Manoel Joaquim da Silva
101 JoSo Paulo de Souza
103 Luiz da Costa l.ciie
107 Jos Pedro Baptista
109 Francisco do Reg Barros
111 Tbereza Francisca da Costa
113 JoSo Leile de Azeredo Maia
11> dem
117 Mara das Neves Leite
119 JoSo de Medeiros Raposo
125 Louienso Martins das Neves
129 JoSo Rodrigues Bandeira
131 laem
133 JoSo Rodrigues de Miranda
135 Frederico de Souza Gomes
137 Francisco Lopes da Silva
139 Serafina do Rozario
141 Caetano Bessom de Assis Cam-
pos e candida Bessom de Assis
Campos
143 Vicente Thomaz dos Santos
143 k Idem
145 Antonio Luiz de Freilas
147 Uem
149 Irmandade de Santa Rila
151 Antonio Luiz Pereira Bastos
153 Ponciano Lourenco da Silva
155 Clias baptista da silva
157 Uem
161 JoSo Dionizio Barbosa
163 Antonio Luiz de Freitas
165 Uem
167 Elias Baptista Oliveira
169 Dr. Anlonio Joaquim Moraes e
Silva
171 Gabriel Antonio
173 Narciso Jos da Costa
175 Joaquim Luiz dos Santos Villa-
Verde
177 Claudios Martins do Sacramento
179 Joanna Militan de Jess
181 Claudina Martins do Sacramento
183 Joanna Militana de Jess
185 Joanna do Rozario GuimarSes
Macbado
187 Herdeiros de AdriSo Jos dos
Santos
189 Mana Jos de Moraes
191 Joaquim Antonio da Silva S-
nior
193 Dionizio Hilario Lopes
195 Jos Monica da Silva
197 Jos Marques Vianna
199 dem
201 Idem
203 Uem
205 dem
2o7 Francisco Ildefonso Martins
209 Jos Monica da Silva
-1' Antonio Jos de Oliveira.
213 dem
213 A. dem
213 B Claudio Dubeos
22| Francisca Anglica
223 Frauclsco Antonio de Oliveira
U Malinas da Costa Oliveira
227 anoel Jos de Souza
229 Francisco Alves Aleixo
231 Manoel Gomes de Moraes
235 llerdciro de Jos Maria de Jess
Muniz
Ra do Mondego.
66 Feliciano Augusto de Vascon-
cellos
68 Irmandade da GonceigSo de Be-
beribe
70 JoSo Jos Fe mandes de Carvalho
72 Cabriel Antonio
74 Francisco Simes Cordeiro
76 Padre Francisco Jos 'lavares da
Gama
78 Uem
80 Francisco A BtoniolGaiSo
82 Herdeiros de Caetano Carneiro
Raposo
1*5 Rosa Maria Diniz e Filhos
149 Marcelino Jos Lopes
149 Viuva e herdeiros de Luir. Go-
mes Ferreira
153 Henriqueta Frederico Meuron
Ra Real.
Ns.
2 Manoel Jos da Silva Braja
4 Herdeiros da Jn.e Ferreira de Mello
6 Manoel Pereira eixeira
8 Anlonio terrena da Cosa Braga
10 Joao .Martins du Barros
12 Francisco Accicli de i. un vea Los
14 Luiz Jos da Casta Amorim
1 Auna Barbosa Correa Mello
3 Clira Clemenliiia Carlota
5 I ilh .. de Jos llodiiguei dos Sautos
7 Dr. Jos dos Sautos ones de Ulneira
9 Manoel Correa do N ucimeuto
11 JoSo Damascioo Borgea
11 A dem
13 Jo> Jernimo Montiiro
15 I icni
21 Jos Bapllsta Ribeiro Faria
25 Msnoel Pereira Teueira
27 dem
39 dem
31 Mein
33 11 "r de i ros dor adre Jos Goocalo
33 A Manoel Jos Dela
33 Luiz Joi ila Casia Amorim
35 Mara da Loa Ttiieira da Costa
35 A Sebasliao L >pea GuimarSes
35 B Maria da Cuuceicno
37 Albino Jos Ferreira da Cuuba
39 dem
41 Manoel e Lacioda, lilbos de Manoel Jos
Marques
41 A Albino Jos Ierre ira da Conha
i I II Idem
43 dem
45 dem
49 JoSo Antonio Carpir teiro
51 Iilim
51 A dem
53 A meuor Iguaria
55 Thereza de Jess Mari*
57 Herdeiros de Candido Jos de Siles
59 Unacio Jos Oliviir.i
61 JoSo Antonio Cirpintiiro
Pasiigem.
Ni.
2 Josapliina Scbasliaui Ctvalcanli de Albu-
querque
4 Jos Joaquim de ULvtira
4 A I tem
6 Uem
6 A dem
6 II Idem
10 Thereza (ionct I res d* Jess Azevedo
12 A Antonio Joaquim Ferreira de Souza
14 dem
14 A dem
16 Francisca das Chifei Oliveira
9 I 20 Luita Mam da Corceicgo CiJrim

10,800
82,500
25,200
18,000
14,400
25,200
25,200
25,200
14,400
25,000
22,500
28.800
10.800
18,000
14,400
15,000
9,000
9,000
9.000
14,400
18000
16,200
14,400
28,800
14,400
10,800
10,800
6,200
10,800
9,000
9,000
189,000
35,000
20,000
20, WO
35,000
22,500
22,500
22,500
10,800
9,000
9,000
9,000
14,400
10 800
12,600
12,600
10,800
10,800
18.000
7,200
9,000
10,800
5,400
5,400
5,400
5,100
9 000
1 .400
14 400
5,400
5,400
5,40o
5,400
5,400
5.00
5,400
5,40o
10,800
7,200
18,000
5,400
7,200
14,400
7,200
14,400
9,000
10,800
10,800
3,600
3,600
5,400
10,800
9.000
9,000
22 Ilerdeiroi de lanicio Firmo Vavier
24 Antonio Joaquim do Mello
26 A Maria Francisca Marques Amorim
26 dem
14,400
1.800
10,800
5,400
5,400
3,600
3,600
3,600
7,200
i 500
21,600
28,800
21,600
60,000
37,500
21,600
18,000
18,000
18 000
18,000
18,000
48.000
112,500
75,000
18,000
21,600
45 000
45,000
18,010
60.000
10,000
10,400
10,000
41,400
21,600
18,000
111,800
10,800
9,000
9.000
10 800
9^000
9,000
10,800
10,800
9.000
9,000
10,800
10.800
9.000
9.000
9,000
7,200
14,400
7,200
li,400
7,200
9,000
25,200
18,000
18,000
21,600
18,000
18,000
10,800
18,000
25.000
25.200
67,500
67,500
30,000
18,000
18,00(1
18,000
18.000
18,000
14.400
,000
18,000
9,000
18.000
18,000
14,400
10,800
9,000
9,000
9,000
10,800
10,800
45,000
9,000
9,000
9,000
45,000
9,000
9,000
9,000
14,400
13,600
14,400
14,400
21,600
18,000
18 000
14,400
18,000
60,000
60,000
90,000"
45,1)00
82 500
150,000
150,000
180 000
120,000
37,500
75,000
60.000
112,500
120.000
90,000
25,200
30 000
16.200
45 000
18.000
30.000
30.000
45.000
45.000
82.500
.'10,000
18,000
18,000
18,000
25.200
60.000
11.400
22,500
10,800
14400
21.000
18,000
12,600
14,400
10,800
14,400
10.800
18.000
30,000
21,600
9,000
9,000
30,000
10,800
16,300
30,000
120.000
90,000
60,000
60,000
18,000
21,600
18.000
7,200
18,000
9,1)00
10800
75.00o
27,000
43,000
60,000
36 000
75,000
36,000
60 000
36,000
/
' '
f
"i

I

28 Thereza Connives Jess Azivedo
30 la,,.,
10,800 :., uem
3 i Uem
36 Idem
38 \ iava e hirdtirot de Manoel Joaquim
Ferreira 43,010
1 Dr. Rudno AurusIo de Almeida 30,000
3 Manoel Antonio da Silva Ros 30,000
5 Mem 45.1100
."> Mm 30.000
i Idem 30,000
5 A Llera 30,000
7 llerdeiroi de Januario A. di Silva R.
Caera 37,500
7 A lbereza Connives Jess Allvedo 37,500
9 lranccode P,nla Das Feriiandis 21.600
15 Minoel Antonio da Silva Ros 30.i 00
17 Frantisco Ribeiro di- Brillo 75,000
17 A Sebasliao Jos da Silva 45.100
17 ti Francisco Ribeiro de Brillo 30.1.00
17 C Idem 22 500
17 Ii Idem :!0,C0O
19 Herdeiros de JoSo Jos da Om 60.(00
21 J..ao Antonio Pereira da Rocha 52.500
35 Joe Aiilnn.i, i)e Carvalho 52,508
27 Manoel Antouio .la Silva Rm 39,000
29 Ji'-c di lonseca Silva 37.500
39 Thereza Connive de Jess A.tevedo 52,00
E para constar se miodou atusar o prsenle e pu-
blicar pelo aDiirio.i*
Secretara da tbeooraria provincial de Peruam-
co 1 i de Janeiro de 1858.O mrcr elario,
A. F. d'Auuinciario.
Pela snbdelegacia da fregutzia da
Varzea se faz publico, que se achato de-
MUTILADO


psito u-n cavallo russo, gran le. castrado,
ainlanovo; o qual fora apprehen liJo por
Curtido um individuo que com elle se-
gua : quem for seu dono, provando, llie
ser entregue.
m.\mo de perhambco Troca mu ic di Janeiro ni; iim
l'ela secretaria da directora geral da
instruccSo publica provincial Taz-se constar
que o lllm. Sr. Dr Joaquim Pires Michado
Portella reassumio lioje o exercicio do cargo
de director geral. Secretaria da instruccSo
publica 16 de Janeiro de 1858.O secretario,
Francisco Pereira Freir.
\.
N
|N
9t*la$ 'Z-Mttfi*.
Brochuras e encader-
Haeeio'.
Seguo nestes das a barca Cecilia, espurio
Gaspar Leite de Haras, recebe carga : a tra-
tar com Caetano Cyriaco da Costa Morcira,
na ra da Cadeia do Recite n. 2.
Para Lisboa segu com toda a brevi-
dade o novo e veleiro brigue portuguez Ve-
nus, por ter a maior parte do seu carrega-
mento prompto: para o resto e nassageisos
tratar-se com os consignatarios l'homaz de
Aquino Fonseca & FilhuS nn ra do Vigario
n. 19, primeiro andar. Adverte-se ao .Srs.
carregadores que o frete he de 140 rs.'por
arroba de assucar.
PAKA O ABACATY PELO ASSl".
Saheimpreterivelmente no dia22docor-
renfeo hiatenacioual Duvidoso, ainda re-
cebe carga : trata-se com Marlids & Irmos,
ra da Madre de Dos n. >,
Para o Rio de Janeiro,
O bem conbecido patacho nacional Valen-
te pretende seguir com muita brevyjade ;
tem parte de seu carregamento engajado :
para o resto, trata-se com o seo consigna-
tario Antonio LUiz de Uliveira Azevedo, ra
da Cruz ii. 1.
Lisboa.
Segu com brevidade o brigue portu-
guez Monteiro I, tem parte da carga
prompta, para o resto que llie (alta tra-
ta-se com os consignatarios Novaes 6 C,
ra do Trapiche n. 34, ou com o capito
na praca.
Para Lisboa.
Segu em poucos dias o veleiro brigue
portuguez Peninsular, por ter parte de
seu carregamento prompto, quem no
mamo quizer carregar ou ir de passa-
gempara o que tem excellentes eommc-
dos trata-se com os consignatarios Novaes
& C. na ra do Trapiche n. 54.
PARA RIO
DE
veleiro brigue nacional Veloz pretende
seguir com muita brevidade ; tem prompto
metade de seu carregamento : para o resto,
escravos a Frete e passageiros, trata-se com
o seu consignatario Antonio l.uiz de ulivei-
ra Azevedo ra da Cruz n. 1.
Para o Porto segu em poucos dias,
por ter prompta a maior parte de sua carga,
o veleiro patacho portuguez Duque do Por-
to ; para o resto da carga e passageiros, para
o que tem excellentes commodos, trata-se
com seu consignatario Domingos A. Ma-
theus, na ra de Apollo n. 23.
Para o Porto.
abir at odia 23 do correte o brigue
Trovador ; para o resto da carga e passagei-
ros trata-se com os consignatarios Barroca
& Castro, na ra da Cadeia do Rccifc n. 4.
Para'
Segu no dia 25 do mez corrente o palba-
bote Venus, recebe passageiros a tratar
com Caetano Cyriaco da C. SI., na ra da
Cadeia do Recife n. 2.
AlaranhSo.
Segu com brevidade o patacho Santa
Cruz, recebe carga e passageiros ; a tratar
com Caetano Cyriaco da C. M., na ra da Ca-
deia do Recite u. 2.
Para o Kio de Janeiro
Val seguir com brevidade o bem conhe-
cido brigue nacional Almirante, ainda rece-
be carga e passageiros : a tratar com Fer-
nandos & Filbos, ra da Cadeia do Recite.
Para o Porto segu impreterivelmente
a barca portugueza Santa Cruz no dia 27 do
corrente Para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com os consignatarios Tbomaz
de Aquino Fonseca Finho, na ra do Vi-
gario n. 19, primeiro andar.
deqe
nacts.
Xa livraria ns. 6 e 8 da praca da In-
tendencia da-se trahalho ellectivo de
encadernacao e brochuras, as pessoas
particulares que forem afianzadas.
Os abaixo assignsdos scentilcam ao
respeitavel publico, que ellesantgavelmen-
te dissolveram asociedale que tinham na
botica da ra do Cabug n. II, sol) a firma
de Joaquim Martinho da Cruz Correia&C
Gcando o socio Augusto Jos Fragozo com
a botica, e o activo e pasivo da mesma so-
cicdade. Recife 18 dejaunro de 1858.Joa-
Q.uim Martinho da Cruz Correia.Augusto
Jos Fragozo.
O abaixo assignado previne aos deve-
dores de mais de auno, que se dentro Ao
prazo de 30 dias a contar da data do pre-
sente, nio vierem reniir seus dbitos, far
publicar seus nomes por extenso, o as quan-
tias que estao a dever. Pernambuco 18 de
Janeiro de 1858.-Jos Joaquim de Moreira
Antonio Jos da Costa vaha Earopa a
tratar de seus negocios. ieixando por seus
procuradores os Srs. Mat & Irmao, em pri-
meiro logar, e em segundo lugar Manoel
Caetano Borges da Silva.
--- Couduzdo por Jos Mara, e Manoel
Kibeiro, mandado pelo abaixo assignado
apadrinhado, e por isso snlto o escravo Jos,
preto, crioulo, altura regular, cara redon-
da, algum tanto rorpulc lio, carreiro, e re-
presenta t-r 10 a 45 aunis de idade pouco
mais ou menos, gago, a entrega-lo a seu
?.0D0. Dr. Jos Ignacio ia Cunta Rabello,
illudio os portadores, e "ugio ; e como to-
nba illudido juntamente os empenhos do
abano assignado para o irender, quem til
o nzere entrega-lo ao referido Dr. Jos Ig-
nacio em sen engenho Trac.utihem, ou nes-
te engenbo Agua aznl do abaixo assignado
recebbra do mesmo ioOj, assim como perco-
bera a mesma quantia. e mais at, quem no
mesmo engenho Agu azul trouxei o escravo
JoSo, fgido em principios de novemBro de
1856, pardo, idade do suprndito Jos, testa e
olnos pequeos, apertaodo-os quando ri-so.
nariz afilado, beicos grossos, cabellos um
tanto desembarazados, corpo e altara re-
gula, pernas linas, ps mal feitos, mostra
sjr cambado por bichos ou cravos, tem a
unta do meio deum dos tragos defeituosa,
e outr'ora quebrou a cannii do pulso de am-
bos os bracos, e que lalvjz anda mostr,
explica se mal, e as vezes zagueja, be taoi-
bem carreiro, e ptimo tribalhador de an-
chada e fuuce. Km poder do abaixo assig-
nado continua a estar igualmente o cavallo
apparecido em seu| engoii.no, e annunciado
em abril do anno prximo passado a reapei-
to do qual ha rtzoes para erer-se que per-
tence a alguem do lado da Capunga no Ite-
cil'e. Agua azul, na comarca do Nazareth,
24 de dezembro de 1857.Antonio Luiz Pe-
reira Palma.
- Oerece-sa urna mullicr para criar um
menino de leite em sua (asa : quem pre-
cisar dirija-se a ra do Rosario u. 58, de-
fronte da ra do AragSo.
- A fabrica do sab3o da ra Imperial,
admiti serventes escravos para o servico
interno da mesma fabrica ; pagase bein.
RETRATOS
pelo novo systema elecirotypo, ra Nova n.
23. galera de Arseno CaJault, primeiro
andar.
Prcisa-se de um cixeiro do 14 a 16
aonos de idade, para tahea, e d fiador a
sua conducta a tratar na ra larga do Ro-
sarion. 25.
500000 de gratificacao.
Tejido sido futrado diversos materiaes
dos depsitos, alvarengas etc., etc., pci-
tencntesao emprcteiro da estrada de Ier-
ro Gj Furness, este pelo piesente pro-
mette300$ degratilicacao a quemlhe der
noticia com provade pessoas que tiverem
Curiado ditos materiaes du de compra-
dores de taes objectos, piomette guardar
toda informaraoemsegtedo.
Perdeu-se urna ca teira com urna
letra, dous vales e20$ at 50$ em dinlici-
roealguns outios papeif : quem quizer
restituir pode Acareme dinheir e diri-
ja-se a ruada Cruz n. 11, casa de J. Prae-
' GABINETE PORTUGUEZ
DE
Le tura.
N5o| se tendo reunido numero sulliciente
de sejnhorcs conselheiros para a sesso le
15 de corrente. sao novaniente convocados
os mesmos senhores para sessao ordinaria
no dii 20 do correte, asi! I|2horas da tar-
je, n i sala das sessOes do mesmo conselbo.
"aria do conselho deliberativo 16 de
o de 1858.0 secretario,
Rodrigues Pereira.
ASSOCIACaO PDPILAR
DE
irdem do lllm Sr. iliieclor, o abaixo
assig ado-previne aos senhores socios, que.
companhia
de paquetes ingleses
a vapor.
No dia 20 dula mei spera-ae do >dI o vapor
Avon, cunniMii l.iu e llivui, o qoal dtpois da de-
mora do coilume ipnuira para Sonlhamplon, lortn-
do noi porlo S. Vieent., Tenante, Madeira e Lis-
boa ; para paisagtiroi ele. traia-ie coro o agentei
A damson Howie roa do Trapiche Novo n. 42.
H. B. Embrulhos s6 te recebem al 2 horas antei
de se fecharen) as malas e depois mais 1 hora pa-
gando miis um palacao alera do frele.
Secre
janeir
lio
tendo
diar
Attenc&o.
Precisam-se de costureiras para costu-
ra de alfaiate (|ue tejam peileitat as
suas obras, com especialidade em coletes:
na ruada Madre de Dos n. primeiro
andar.
No deposito junto no becco do Rosario
n II, tem sorvete todos os dias, de ma-
nhSa e a noite, assim como o bom petisco
de fiambre.
HAJA... HAJV... HAJA I
Rapazes, temos o nctar !
Nesta quadra chammejanle
Todo o moco que se preza,
Refresca o peito anhelante.
O sorvete quantum satis,
Opinam bous professores,
lie reagente infallivel
Contra mrbidos calores.
A ello, rapazeada !
De pitanga ou ananaz :
O Soares junto ao Rosario
Para agradar ludo faz.
O salSo he dos primeiros
Em candelabros, crystaes,
Boas fructas, sazonadas,
No mercado sem rivaes.
Mas a bolsa v sortida,
Ninguem se faca engracado ;
l)uno Feneira no supporta,
Tem nojo do tal fiado.
--- Precisa-sede um caixeiro para depo-
sito de massa ; na ra Direila n, 93.
- He chegadn a loja de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescara pello, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famadooleo babosa para limpar e fazer eres-
ce r os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenca para brotoejas e asperida-
desda pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
COMPANHIA
Per ainbticana.
O vapor nacional Pernnonga, commandsnte o
lente Moreira, salur.i para os pollos do sol de na
escala no di 22 do trrenle as 5 horas da manha,
recebe carga para os ditos porloi at o dia 20, a qal
ser depositada do armatem da companhia, acom-
panhada dos competentes despachos a conhecimen-
los.os quaes serio entregaos assiguados no dia 21 do
i- riptono da gerencia, cujoaipedienle so fechar
at I horas da larde do mesmo di.
PARA OCEAR.V.
Seguo na presente samana o bem conhe-
cdo hiate Capibariba, para o resto da car-
ga e passageiros, trata-se na ra do Vigario
n. 5.
Para o Rio Grande do Norte a barcaca ol'nio
doNorle, meslre Manoel Ignacio Rodrigues, ainda
recete tlguma carga : a tratar na ra da Cadeia du
Recite d. 50, primeiro andar.
&&134I.
N. O. Bieber ; C., farao leilao.por
intervenrao do apetite uliveira, de um
completo sortimento de lazendas ingle-
'/.as, francezase allemaas, de seda, laa, li-
nhoede algodo, toJas proptias do mer-
cado e para a pro\ima quaresma : quar-
ta-lira20do crtente as 10 horas da
manlia no seu armazem ra da Cruz.
de havor amanhaa (19) sessao extraor-
. sao elles convidados a comoarecer
as 6 12 horas da tarde no lugar do costu-
me. Secretaria da AssociaQSo Popular de
Soccorros Mutuos 18 de Janeiro de 1858.
Silva Lint,
1 secretario.
OSr. Antonio Gom-s Ribeiro tem urna
carta vinda de Macei no escriptorio do Sr
Manoel da Silva Santos, ni ra da Cadeia do
Recitein. 62.
[1-ouis Lucien Poulan, socio gerente
da casa commercial des t pia$a sol a fir-
ma de Leteclier & C, tendo de fazer urna
viagem Europa deixa en;arregado dos ne-
gocios da mesma casa, cotn procuracSo bas-
tante, i Jos de Albuuuerciuo S. do Amaral.
e Luiz poulain.
Fqgio do sitio do set senhor, no cami-
rJho nop da Soledade, um moleque crioulo
de nomp Pedro, de 16 a 18 anuos do idade,
ne baixj e grosso do corpo, olhos vivos, o
cambado dos ps; levo i jaquela e cslca
branca, e chapeo de Ds* pieta : quem o
pegar e levar ao seu dono, no primeiro an-
dar n 90 da ra do Torres, no Recife, ser
bem redompensado.
Crisnirt em Oli:ul:.
No dia ai do corrente mez, pelas 4 horas
da Urdej S. Lxca. Rvra. .dministra o santo
cnrismana igreja do Seminario.
Prcisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, que satba cozinliar o fazer as compras
para casa de pouca familia : na ra do uei-
mado n. 25.
Na ua do Cabug n 11, prerisa-se de
um ollicial que suba bam liabalhar em
pharmaci), Da-se bom or leado.
Os abaixo assignados avisam aopublico
que estSo recebnndo continuadamentegrau-
des sortrmentos de obras de ouro as mais em
moda, tanto para senlioras, como para ho-
rneas e meninos, a precos muito razoaveis;
passam-se cortas com responsabilidade, es-
pecificando a qualidade do ouro de 14 ou 18
quilates, Picando assim sujeitos os mesmos
por qualqunr duvida n ra do Cabug
n. 11, loja de ourives.
Seraphim &. Irmiio.
OSr. .loaquim Antonio de Moraes
que motn ou inora na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, queiradirigir-sea esta ty-
pograpbia a negocio t|ue sabe.
Temos por ve/.es levado ao conhe-
ctmento do publico que um iunecionario
publico tendo abusado da confianea de
um bomem de quem se dizia amigo,
comprometteii-o em quantia nao pe-
|uena, e ti-nJo alcanrado tudo <|uaiilo
ambicionava, nao tem dado cumprtmen-
to a seus tratos ; e pelo contrario vai en-
tretendo-o com promessas vas, sem que
trate de acabar com este dt.'sgracado ne-
gocio, isto ha mais de 7 a.inos Quem
tal dira! Basta de tanto soll'rimento
Sr......Se dentro de .") dias nao
esti ver este negocio acabado, levantara'o
veo que cobre esta perfidia.
COLLEGIO DE SANTA TliEREZA.
A abaixo assignada. professora parti-
cular, e directora do collegio de Santa The-
reza. participa aos pas das suas alum-
nas, e as pessoas a quem interessar, que ja
princioiou o exercicio das Jiffercntes dis-
ciplinas de seu collegio, e quo tambem con-
tinua a recebar pensionistas, meio pensio-
nistas, e. externas, na prarada Boa-Vista n.
32, segundo andar.
Thereza Cuilhermina de Carvalho
Furtaram ao amarillecer do dia 14 do
corrente, do sitio do becco do Espinheiro.
um cavallo russo com pintas de pedrez,
grande, com mal de besta as duas mios, e
com um R na anca esquerda alem de ou-
tms ferros: quem delle tiver noticia, e do
ladrSo os apprehenda, ou dirija-se ao Dr.
Diodoro l.'ipiano Coelho Catanho, na ra do
Collegio, sobrado n. 23, primeirc andar, que
ser gratificado.
Aluga-se o armazem da ra do Trapi-
che Novo n. 6, proprio para deposito : a
tratar no primeiro andar do mesmo.
D-se dinheiro a juros razoaveis sob
penhores : na ra da Praia, segundo andar
n. 43.
Roga-soao lllm. Sr. Dr. JoSo Mauricio
Cavalcanti da Rocha Wanderley, de ter a
boodade de declarar por esta folha o lugar
em que reside nesta ci.lade, para ser procu-
rado a negocio de importancia, oudirigir-se
a ruado Collegio n..'!, primeiro andar, das
10 horas as i.
Aluga-se um neg'o que saiba cozi-
nhar, ou urna negra, paga-se bem : a trttar
na ra da Cadeia de Santo Antonio, no cal
dos arcos.
Os abaixo asstgnados dissolveram
amiga\ cimente, no dia 31 de dezembro pr-
ximo passado, a socieda le que tiveram as
lojas de fazendas sitas na ra do (ueimado
ns. :>3 e 37, que gyrava na razSo commer-
cial de Rodrigues & Cima, ficando o activo e
passivo a cargo do socio Josquim Rodrigues
lavares do Mello. Recife 12 do Janeiro do
1858. Lima Jnior & C. e Joaquim Rodri-
gues Tavares de Mello.
O ebaiio assignado faz trenle ao publico que o
Sr.Manoel Brainer de Barros nao he mais sen caisei-
ro do dia 14 do correnle em diaole. Antonio Do-
mingos Pinto.
NO CONSULTORIO ;;

O
-':-
I onsuiiorio
S CENTRAL HOiUEOPA-
| THICCI.
RLA DE SAMO AMARO, #
(Mundo Novo n. (i) .;';.
@ O Ilr. Sabino Olegario Ladeara Piaba JK
^ da consullas lodos os dias olis, desde as 8 ii.-r.is d* inanhUa as 3 da larde. Os com- M
9 tes para vizitas dever.lo ter dirigidos por .c-,
d esenpto. Os pobres sao medicados gralui- "*?
^^ lamente.
Di-se 1:0005000 a premio sobro hypo-
thecaem bens de raz: quem quizer, an-
nuncie ou dirija se a ra do 8. Jos, casa n.
26, que se dir quem d.
Da fabrica de sabs da ra Imperial
ausentou-so no dia 27 de tlezembro prximo
passa lo o escravo crioulo de nome Jos Boi,
ten lo os seguales signaes : cor prela, Idade
35 annos, -llura regular, :ara redonda, com
as funtes salientes, bocea g-ar.de, dentes li-
mados, tendo no braco dp-eito um signal di>
golpe de fouce, e sobre o pulso do mesmo
braco urna cicatriz proveniente de queima-
dura, he rendido de urna verlha : quem o
apprehen ler, leve-o a da fabrica que se
dar 509000 de gratificado.
O
8

-i
Homeopathieo
liui chis rii7.es nu
mero 28.
Acham-so sempre os maisacredi- >
tados e bem preparados medicamen- a
tos de homeopathia, tanto em tinta- 2
ras como em glbulos em caixas 9?
n?J mais ricas possiveis eemtub s avul-
gg sos. O Dr. Cisanova d consultas djh
a tolos os das e po le ser procurado a g,
^ qualquer hora pra visitar doent-s e S
praticar qnalquer operaciio de cirur- ?
-.~j gia especialmente de partos.
OO^yO::: vxxx ^0^0
Joao Fernn-tes Prenles Vianna, la?
se.ipnte ao commercio desta praga, queem
31 de dezembro do anno passado, vendeu
sua loja de f.Trageos sita na ra Nova n 20,
ao seu ex-caixeiro e interessado o Sr. An-
tonio Duarte Carneiro Vianna, qu dora em
dianto vai continuar com dita loja por sua
propria conta.
-Antonio Pilarte Carneiro Jnior par-
ticipa ao publico, que desde 31 de dezem-
bro do anuo passado, passou a assignar-se
por Antonio Duarte Carneiro Vianna.
Precsa-sc de um ciixeiro. na padaria
do Forte do Matos, quo tenha alguma pra-
tica da mesma ; e tambam precisa-sede um
forneiro.
Na rua da Cadeia do Recifo n. 54, de-
seja-se f-llar com os senhores abaixo decla-
rados, a negocio de seu interesse : Ignacio
Francisco Caetano, Manoel Pereira Rrandao,
Antonio Nunes de Mello, Francisco Luiz Vi-
r3es, aos henleiros do fallecido Luiz Pauli-
no Cavalcanti Vellez de Guivara, Jos Eus-
taquio Maciel* Monteiro, Vicente Ferreira
/farros; estes senhores nioram cm 01 n la ;
e mais aos seguintes : Jos Franci-co Belem
Jnior, Bonifacio Jos Gomes de Mattos,
Victorino Ferreira de Azevedo, e estes do
Recito. Sao se para at cansar.
Precisa-sc. de urna ama s para eagom-
mar c coser par^duss pessoas; no pateo do
TerQO n 40, se dir quem precisa.
Altiga-s tima boa casa no P50, con
fionte. o sitio .loSr. jao Malheos: a tratar
na rua do Caqug, loja de calcado n. 9.
Folhinhas de
almanak.
Acbam-se a venda na livraria ns. (i e 8
da praca da Independencia as folhinhas
comoalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o auno de 1858 a
640rs. cada urna .Tendo o precn do tra-
lialho lypograpliico subido mais de 60
por cento do que se pagava no anno
passado, no foi possivel ao editor con-
servar o prero antigo como desejava e
mesmo o accrescimo nio esta' em relarSo
ao pceo que elle paga aos operarios.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPAM11A
Rl A DA CADEIA, DEFROUTE DAOKDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde seacbam sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos, a reparados com o maior escrpulo e porprec.os bastante commodos.
PREgOS F1XOS
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 2* 159000
Dita de 36 o 205000
Dita de 48 < 259000
Dita de 60 309000
Tubos avulsos a....... 19000
Frascos de tioturrademeia on$a. 29000
Estabelecida em Londres,
em marco CAPITAL
CINCO MILBO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para eflectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pedra, cobertos de telba. e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, oaem fazendas de qualquer qua-
lidade.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira
mudou a sna residencia para a rua larga do
Rosario n. 28, segundo andar.
SCasa desande I
C0ISBLT0R10 Kfl&QFTHICQ
DO
& ,
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina : ...... 209000
Medicina domestica do Dr. Henry......, *10/000
Tratamento do cholera morbus ....,., 9/000
Repertorio lo Dr. Mello Moraes......." .' |#0o
fSSSSSSumm i switi
$
^ Aderecoade brillianl.s, I 1J4 || firp.ltif.
? diamante e perolas. pul- u,),'*
J teira, alfineles, brincos B ,
? a ro/.elas, boloes e anneit J Kua CaDUga n. 7.
?; de diflcrent.a gastos e de \
* diversas pedrat de valor. < \r-
s Recebem or to- eenfe"e'psr8 relo,!io'e *
't,u PUI tu 5J ootrot mallo objectos de *
BWM8B8BaBBBgagWB m
M OL'RO E PR.VTA.

j Aderemos completo! de 5
A ouro, roeiot ditos, pultei- ;,
* ra, alfuiete, brincot e >
ft rozetas, cordet, tr.incel- S
;i-' lin, medalhas, corro^tpt i;
Seguro contra
fogo<
S

O Dr. Ignacio Fh ,no Xtryie- es- [-.
tabcleccuem seu sitio da Passagem ';:f
da U&gdalena, que fic ao nort
da estiada entre a ponte grande r??
ca pequea cel lentes acotnmodaroes para re-
ceber todas as pessoas enfermas Q
que se quizercm ntilisar de seus
serviros mdicos, os quaes serao @
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o liin supra- ?J
indicado e para exercer qualquer O
outro acto de sua prolissao den- >S
tro ou fura desta cidade podera' ^;-
ser procurado a qualquer hora do ;?
dia eda noite. no referido sitio,
a excepcio dos dias uteis, das 9 (8
horas da munluia a's 4 da tarde, {$
que sera'encontrado no primeiro @
andar do sobrado n. 9, do pateo $
^ do Carmo. A
O abaixo assignado participa ao res-
peitavel publico e mxime aos Srs. pais ic
seus alumnos, que pretende dar principio
ao exercicio de seu magisterio no dia 11 do
corrento, admittindo era sua aula alumnos
internos e externos pura serem loccionados
em prnueiras lettras, latim e Trancez : quem
de sen prestalo se quizer ulilisar, dirija-se
ao terceiro andar do sbralo da rua .Nova
n. 58.Jos Maria Machado de Figueiredo.
Na livraria da oraca da Independencia
ns. 6 e8 urecisa-se fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianna.
P'ecisa-so de nnia ama para casa de
duas pessoas, para comprar, cozinliar e en-
fiommar ; ns rua do Rosario da Boa-Vista,
loja n 26.
COLLEGIO ATHENEO PAUIISTANO.
IZstabelecido na imperial cidade de S. Paulo,
de que he ditector e proprietario Julio Ma-
riano Galvao de Motira Lacerda.
O abaixo assignado participa aos senho-
res pais de familia desta provincia, que es-
tabeleceu na imperial ci.lade de S. Paulo,
capital da provincia do mesmo nome, o col-
legio denominado Atheneo Paulistano, com
aulorisat;ao exnressa, e nelle recebe mocos
de todas as idades, prestando-lhes a inslruc-
qSo necessaria, casa, sustento, roupa lavada
e engommada. Reste collegio ensina-se:
primeiras lettras, gramroatica nacional, la-
tim, francez, inglez, rhetorica e potica, a-
rithmetica e geometra, philosopbia, histo-
ria egeogrrpnia, e tambem msica instru-
mental e canto. Funcionara diariamente
13 sutes reg las cor 10 Drofsssores escolhi-
dos das pessoas mais habilitadas.
O director com sua familia residente no
estabelecimento, fazcm cora que o servido,
feito por veladores, criados e escravos ne-
cessarios, seja sempre regular Muito ra-
zoaveis e extensas s5o as cond<;d>s que
se tem cslabalccido para esse collegio, que
conta um graode numero de collegiaes in-
ternos, meio pensionistas, e externos, dos
quaes 1.19 tem sido approvados peia acade-
mia desciencias jurdicasdaquella cidade,
sendo:
Approvados em francez.....
dem em inglez.......
I lem em latim........
dem em arithmelica e goomelria. .
dem em rhetorica.......
I lem em philosophia......
Ideraem historia e geographia. .
de Lisboa, as quaes vendem por
preeo eommodo como costumam.
COMPANHIA NOUTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C. J.Astley $ Companhia.
No dia 3dejaceiro da 1858 furtaram
do eercido da fazeuda do Balsamo, do abai-
xo assignado, do termo de Cimbres, um ca-
vallo com os signaes seguintes: castanho
pequeo, com 2 redemoinlios no encontr
da pa, sendo um na direita e outro na es-
querda, urna pinta preta na p esquerda e
outra no quarto do mesmo lado, ao p do
mesmo quarto com amas pintas, cauda
comprida, cabera um pouco feia, idade de 7
a 8 annos, baixeiro e bom raeeiro, quando
anda no meio pega bastante na brida, do
baixo abre um tanto as pernas, e tem um
ferro no quarto direito o abaixo assignado
roga a todos que por acaso virem tal cavallo
em mSo de alguem, de o tomar e manda-lo
trazer na villa de Pesqueira, ou na dita fa-
zenda, que serao bem recompensados.
J. Ignacio de S. Cavalcanti.
O pratico-mr achando-se autorisado
para contratar a factura dos concertos de
que necessita urna lancha da praticagem.
convida a algum dos senhores mes tres car-
pinteros, ou mesmo primeiro oflicial desse
dulci a tomar por empreitada essa obra,
podendo para issb examinar a lancha que
se acha encalbada jauto ao barradlo da pra-
'icagem.
Precisa-se de urna mulber portugueza
ida bous costumes para dirigir urna casa e
cuidar de alguns meninos : quem a isto se
quizer sujeitar, annuocie por este jornal
para ser procurado, ou dirija-se a rua da
Santa Cruz o. 28, para tratar do ajuste, das,
6 as 81|2 horas da manha, e das 3 da Urde
em diante.
Total. ... 139
Entre as condicocs estabelecidas, e que
constam do programma que lica nesta typo-
graphia, sSo muito favoraveis, nao dormi-
rem os collegiaes fora do collegio, Iratarem-
se no collegio todas as enfermidades (menos
as contagiosas) agudas ou chronicas, com
tanto de:,velo, que varios collegises se tem
restabelecido com deficuldade de molestias
gravtssimas, nao poapaudo-se o collegio a
todas as ladigase ircommodo.
Alem disso o director esta prompto a ser
correspon lente do tolas os pais do familia
desla provincia, dirigalo as despezas du
seus lilhos de modo, que n3o baiam faltas
nem disperdicios, comprindo religiosamen*
lo as cartas de ordens que llie forera trans-
mitlidas. O abaixo assignado acaba de cons-
truir um grande edilicio de proposito para
um eollegio, em que muito lem empregado,
eacba-se munido de toaos os recursos pre-
cisos para na forma do seu programma faz r
a usistencia aos filltos daqueas pessoas
qne nelle quizerem depositar sua conliance
Aspessdfs que quizerem remeiter seus li-
lhos dcvtm mandar urna caria ao director
abaixo assignado, em que determinen, as
assistencias, e por ellas seresponsabilisem.
O collegio recelie 100 rs. por trimestre de
cala collegial; sendo porem dous i'mSos
pagarfio somente 90/rs, e sendo tres ou
mais iriiios, pagarao smenle EO: rs. por
trimestre.
A aula de msica paga-s< separaitamente.
Iloje, quo naquella cidade de S Paulo, os
gneros de primeira necessidade, casas, e
tudo o msiis. se acha por um prec,o t3o ele-
vado, que 6(1; rs. sSo DStTficientes para me-
sada de um aioco pBra alli estudar, oirerego
este eslabelcriinetilo toda a vantagem pelo
lado pecuniario, porque um pai mandando
seu liiho para o collegio, gasta metade do
que gast; ria se o mandasse para morar fora,
alem da grande economa de roupa, caiga-
dos etc. Os senhores pas d>! familias quo
quizerem depositar sua confianza no abaixo
assignado, podem drigir-se-lhe directa-
mente por carta, ou remelter seus lilhos na
I certeza ae que cncontrarSo franqueza e ver-
jdade.
Esl i eslabeleciment foi visitado pelo
muito digno Sr Dr. chefe de polica desta
| provincia. Agoslinho Luiz da Gama, de
quem po lerdo os pas de familias obler os
' esclarecimeiitos que precisaren!.
collegio Atheneo Paulistano nesta i ni pe-
; rial cidade de S. Paulo 12 de novemb o 1857,!
Odirec.or, Julio Mariano Galvo de Xou-
ra LacerJa.
provincia.
O abaixo assifjnado avisa ao pubUcokrae
de boje em vanle se obriga a pagar a sor-
te grande e a immediata no dia' da e\-
tracrio em seu escriptorio na rua do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
em porcSo de lOfl.s para cima dinheiro a
vista bilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguintes precos :
Bilhetes i.sOO Meios :>sk>0
os bilhetes da lotera recoihida saorece-
bidosem troca de otttros.
P. J. Layme.
Companhia
Jt:
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
Qu^Pd^O @ i!SAIL
Estabelecida no HlO
de Janeiro.
CAPITAL ..000.000:000
Agencia, rua da Cruz n. 45.Escripto-
rio de viuva Amorim A l'ilho.
Nesta agencia aceitam-sc. seguros tanto
martimos como terrestres aos pregos mais
mdicos possiveis.
PUBLICttAO' JURDICA.
Chcgou de Lisboa Manoel do Nascimen-
t Pereira, rua de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volumes Theoria do Direito
Penal pelo conselheiro Silva Ferr.lo, bem
como o cdigo da Prussia, traduccSo do
mesmo senhor ; aquella para ser entregue
aos Srs. subscriptores, pelo preco de l<>;-000,
o para os que nao s3o pelo de 14o, pagos no
acto da entrega ; e este, para se vender pe-
lo de 15200, na mesma conformldade.
O a baixo assignado, tendo resol rido
fixar a sua residencia em o seu sitio na Ca-
punga, margem do Rio, pretende regular-
mente ah permanecer drs C da larde as 7 da
manha afora dessas horas acha-se na
mesma casa em que desde muito habita, na
rua do Livraroento. As pessoas desta cidade
e de sua clientella. que precisarem de sua
presenca naquellas noras, serao prompta-
mente servidas, mandano-lhe alli aviso, e
quando nSo queiram ter esse incommodo,
podem dirigir-se ao Sr. Dr. Pereira do Car-
mo, quo so prestar a substitui-lo. Par us
casos urgentes *cha-se munido em seu sitio
de urna ambulancia provida das substancias
que podem ser precisas nessas occasioes.
Com quanto continuo a dar-se ao exercicio
de todos os ramos do sua arlo, applica se
particularmente as operarle;, cirurgicas,
inclusive as dos partos, e trata especialmen-
te das affec^Oes dos orgaos respiratorios e
circulatorios, cuja pratica lhe he geralmen
le reconhecida. Recife 1.- de Janeiro de
1858.l>r. Jo3o Ferreira da Silva.
ALIGUE!,
0 B1BL10PH1L0
PUBLICACAO PERIDICA
DR, CFiLGUEIRAS.
O B1BLIOPIIIL0 he urna publicado
mensal o sahir a luz no ultimo de cada
mez, i'orm- n lo dous volumes por anno.
Constar cada numero de 32 a ti) paginas ou
* a 5 follias de Itnpressao ntida, em ptimo
papel e lypo expressaraente cj>nprado para
ella. Os escriptos nSo serao interrompHos
e tcrao paginacSo especial, para que possatn
licar divididos, sem o Hender aunidadeda
publicacSo, a qual s sera conservada as
capas mensaes e no frontispicio, ndice >:
capas do Iim do semestre, poca em que co-
mecara o segundo volume. Quando em al-
gum mez a materia exigir augmento ou di-
mlnuiro das paginas deterainaias, o mez
seguiute compensara o anlcricr. NSo so Ten-
derlo nmeros avulsos: s os assignantes
recbenlo o Bibliophilo, sendo a assignatura
de 10COUO adiantados o reaieltidos com a
resposta ao prospecto e convite do redactor,
o qual se responsabilisa pela prompta resti-
101(30 no ceso de sobrevir qualquer trans-
lorno que impossibilile ou suspenda a pu-
blicac.lu,sendo que nesta ultima hypothese
se deduzr da assignatura a importancia
correspondente as despezas ja feitas. Toda
a correspondencia lleve ser dirigida ao es-
Aluga-se urna preta forra on captiva para
fazer o servido interno e externo de urna
casa de pouca familia ; paga-se bem : ou
pateo do Carmo n. 9, primeiro andar.
O professor de latim da freguezia de
S. Jos, abaixo assigoado. declara ao publi-
co, que se acha aberta a matricula de sua
aula, e que os trabalbos lectivos da mesma
comecarao no dia 3 de fevereiro prximo
yuidouro : quem se quizer matricular, diri
]f"S a c"sa ,1e sua residenri, sita no pateo
no Terco n. 33. Manoel Francisco Coelbo
- Jos Dias da Costa retira-se para Por-
tugal a tratar de sua saude.
Precisa-se e tomar a premio 4 a 6 con-
loa de res a um por cento, dando-se porse-
guranca um predio de grande valor quem
quizer azer setnelhaute negocio annuucie
qara ser procurado.
Xa fundirao da Aurora precisa-te
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo decoberta.
JOHN GATIS,
corretor gerkl
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
o. 20 rua do Torres,
PRIMBIRO ANDAR,
praca do Corpo Santo
Oeronce da orden ereei-
ra de S. Francisco
CONSULTOIIIO HOMEOPATHICO
DO
DR. I1- A. LOBO HOSCOSO
Medico parleii o e operador.
O Dr. LoboMoscoso, d consultas todos os
dias e pratica qualquer operagao de cirurgia,
assim como,accode com toda a promptdSo,
s pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de parios, pralicando as o-
peragOes manases ou tnstrumentaes, quan-
lo nao possa conseguir resultado por meio
da homeopalbia, que tantas vezes tem ven-
cido difliculuades, que pareciam insupe-
raveis.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico de urna casa de pouca
familia; na praga do Corpo Santo n. 17.
PESTES DE CAOLTCHOLC END-
RECIDO, DE FAUVLLLE-DELEBAUR
E PAKIS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoulchouc a voga que
hoje tem, nSo s em Franca como no mun-
de inteiro ; silo sem contradicqao os mais
agradaveis de todos os pentes, mais brandos
que os de tartaruga, sao os nicos que no
fazem cahro cabello, por causa da eleclri-
cidade que conlm,accrescendo a estas van-
tag'ins a de nao serem mais caros do que a*
de bfalo, a esta admiraovel invenciio de
exposiQ3o universal de 1855.
DAGI'ERREOTIPO
A galera e ollicina do aterro da Roa-Vista
n. terceiro andar, acaba de receber de
Franca pela barca Tatpico um rico sorti-
mento de caixinhas e outros objectos para a
collocacSo dos retratos. Existe na mesma
casa una bella colleccHo du allineles c cas-
soletas de ouro para relralos. Os precos dos
retratos continuam a ser variavelmente de
ti a 12; em caixinbas, de 7 a 189 em moldu-
ras pretas ou douradas. de 12 a 16/em cas-
soletas de ouro, e de 18 a 25d em allinetes
tambem de ouro.
Oabaixo assignado faz publico, quo
nesta data tem traspassado a seu filho Jos
Leopoldo Bourgard sua loja, sita na rua da
Cadeia do Recife n. 15, (cando o mesmo seu
lilao obligado pelo activo e passivo da mes-
ma loja. Recife 15 de Janeiro de 1838.
Chrisliano Bourgard.
Deseja-se saber se existe nesta praca,
ou em outra qualquer do rasil Raphael
Jos Joaquim, natural do couto de Cucujes
bispado do Porto em Portugal : no largo da
Assemblea n. 9
Precisa-se de urna pesaos para o servi-
co interno de urna casa estrangeira que cozi-
uhe eeogomne: na rua >ova n. 17, so dir
quem precisa.
miim FRANCEZ. g
rS Pau'0'a,gnoa,'<,eD,1tliruaNov n.41 i V>
i BM -na cata tem agua e pon denlrifice. <{$
'' -: :'!:; 0:'^.'j-M
Restauran!
Campestre
Clie & p do arco de danto
Antonio, estamenha J
para hbitos dos ir* 9
% mos da ordem ter-
ceira de -S. Francisco
PROVINCIA.

O Sr. tljesoureiro das loteras manda
lazer publico que se acliam a venda no
pavimento terreo da casa da rua da Auro-
ra n. 2G, das 9 horas da manha as 5
da tarde bilhetes e meios da terceira
parte da primeira loteria do recolhi-
rnento de N. S. de Olmda, cujas rodas
andarao nodia 2 do corrente mez. Ad-
verte-se aos Srs. jogadoies que a sorte
grande e a inmediata sao pagas logo que
sejam publicadas na extraceao.
Thesonraria das loteras, 16 de Janeiro
de 1858.,0 escrivao, Jos Maria da
Cruz.
Lotera
DA

Provincia.
Quarta parte da terceira loteria do hos-
pital Pedro II.
Foram vendidas as seguintes sortes nos
felizes bilhetes rubricados pelo abaixo as-
signado :
Hs.200
5062
486
1092
283
."H24
18i7
1830
935
1836
3365
5275
2768
4:000$
1:000$
200)?
200$
100$
100$
100*
100$
50$
50$
50$
50$
50$
Bilhete.
2 meios.
Bilhete.
Dito.
Dito.
2 meios.
2 ditos.
1 dito.
2 ditos
1 dito.
1 dito.
Bilhete.
2 meios.
No Poco da Panella ao la lo da matriz, se
riptorto'dto redctor",~te8."pSro n" M. i"J" *b"t0 ncs|t>"t <^'PMtre. onde a
ouatvi.ographiado.Sr Paul Biito, praca''"P",^' h' "8 fesVv0S """0 *lgUm da Cotislitiiicao n. 6* Para lora da corte l,a- w" ,!I' des.canso' e alen, disto o bom emento, que U3o seja feito pelo lito seu cu-
__________H. .. iiunuaiUiiB n doce, ouei OS. POlim. arroz iln eit. hnlna Diado Purltn i-. ,1.. ;; il. iur.g
Assim como alguns premios de 20$ e
10$000.
Os premios cima notados sao pagos
no escriptorio da rua do Collegio d. 21.
P. I. L*yiMe.
Loteria
DA
Provincia.
Terceira parte da primei-
ra loteria do recolhi-
mento da Conceicao do
Olinda.
Aos 4:000e 1:000,?.
O abaixo assignado tem exposto a venda
as lojas do rostume os s"us bilhetes intei-
ros e meios da loteria cima. O descont
dos oito por cento sera immediatamenta
pago oa rua da CaJeia do Kecfe n. 45, es-
quina da 51a ire do Dos.
PorSalusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Precisase alugar tima preta forra oa
captiva para o servico de urna casa de fami
lia de 3 pessoas : a tratar em Beberibe, cass
do professor publico de primeiras lettras.
Manoel Affooso Aquino de Albuquer-
que mudou a sua residencia para a rua do
Livraroento n. 22, primeiro andar.
Os herdeiros do finado Francisco da
Silva declaram ter constituido procurador
bastante a seu cunhado Luiz Antonio Perei-
ra. para promover a cobrnnca do que devem
a seu iinado pai e sogro, Picando sem efleilo
da Conslituicao n. 6* Para fora da corte ba-
ver o augmento do sello respectivo. Subs-
ereve-se em Pernambuco na livraria ns. 6 e
8 da pr$a da Independencia.
CAF DO C0H1ERGIO
Hu do Trapiche Novo
n. 14.
Todos os dias das II hor?s da manliSa as
2 da tarde, e das 6 as 9 da noite, havera
S0RVEIE8 promptos.
Na fabrica da rua do Brum n 28, pre-
cisa-se deoficiaes de caldeireiro, serralhei-
io, funileiro e latoeiro.
--- Precsa-so de urna ama para o servi-
co interno de urna casa de pouca familia :
ua ru do Lncantamcuto n. 77, taberna.
doce, quejos, poJim, arroz de leile, bolos,
bnlaclunlias, biscoitos, chao-pague, cerveja,
licores de diversas qualrl>des, marrasqui-
no anizet de Bordeaux, vinnodo Po^to, ca-
f, sorvete, chaiutos, e outres militas cousrs
qus deixa-se de mencionar para nao se tor-
nar enfadonho aos leilores No mesmo Ites-
taurant recebem-se encommendas de doces
podios, arroz de leta e sorvetes para algum
soiret.
Os Srs. tenenle-coroncl Hcmelerio Jo-
s Velloso da Siveira, Antonio Silveira .le
Souza, e sargento Jo3o de B ito, teem cartas
na livraria da praca da ludeueudencia ns
C o 8.
-------------. ^------------------wj- ..,.. ^w, .v ..(
uliado. liecife 1 de Janeiro de 1858.
Abertura de aula.
A professora particular D. Cica Francisca
da Silva Coutinho faz sciente aos respeila-
veis pais de suas alumnas, que se acha cora
aula aberta para continuar com o seu ensi-
no, e conllnua a receber pensionistas e
meio pensionistas, na rua Direila n. 43.
Tendo-se mandado no da 15 de dezem-
bro prximo passaTo. por um preto, urna
trouxa de rou.a com as iniciaes J F K e M A
1. a entregar no port.i da ru .Nova a una U-
vadeira por nome Josepht, que Itva em A-
pinucos, auceeden qeraes-a lavadeira
diz nao te-la recebido, e como pde'rou
i fecisa-se alugar um escravo para ser- bem ter si Jo entregue a outra nessoa ro/a-
vico de utna padarta ; e junlam.-nte d urna se a quem a tiver recebido. ou dell i derno-
ama para servico de casa e compras, sendo licia, o favor de se din-ir a rua du'tfuar-
nnMif pCSSUaS d" '"""! Passando a' teis o 24, segn io andSr" que sera^nero-
lundiQao na mesma padana. I smente recompensado.
MUTILADO


'.
DTAlUo DE PEHXAMntT.0 TERCA FETRA 10 DE J.WF.TRO DE 1858.
- J Falque avisa ao publico, que Anto-
nio Jos Leito Bastas deixou do ser seu cai-
xeiro desde 16 de Janeiro de 1858.
J.uiz Antonio Pereira pede a seus de-
vadoreseaos do casal de seu finado sogro
Francisco da silva, hajam de vir saldar seus
dbitos at ao lim do prximo mez de feve-
roiro, findo o qual ter de proceder judicial-
mente a sua cobranga ; os mesmos devedo-
i' 's o poderSo procurar na sua residencia,
rua da Aurora, casa da esquina do Aterro n.
('-, ou na rua do Qaeimado o. 13, loja.
&i>mpx&*
Compra-s um diccionario hespanhol
mrtuguez, ou hespanhol-franeez, anda que
soja usado: no pateo do Terco, taberna
n. 12.
Compra-se effectivamente na rua das
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aeces das compa-
nliias, e da-se dinheiro a jaros cm grandes e
p< quenas quanlias sobre penhores
Compra-se effectivamente bronze, lao
t3o e cobre vellio : no deposito da fundicS-
d. Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da n. 38, e na mesma fundicao, em Santo
Amaro.
Compra-se qualqner porcSo de prata
em qualquer estado, sem feitio; paga-se
bem : na rua da Cadeia do Recite n. 17.
Letellier & C, rua da Cadeia do Reci-
r<> n. II, confronte a loja do Bourgard, com-
pram moeda de ouro de 309 a 219000.
&ctt$fg&
ffolfiiiia
para o anno de 1858.
Acham-sea' venda as bem conbecidas
fi lliinhas impressas nesta typographia,
fara o anno que vem, das seguintes (pia-
da des :
Folhinha de variedade, contendo, alm
dos mases, inultas noticias scientilicas,
modo de plantar e colber a nova canna
de assucar, noticia sobre .o milbo e al-
godao, e urna serie de conbecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a continuaoao da bibliotlieca
do christao brasileiro, contendo os se-
guintes ollicios: do Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senlior dos Allli-
tos, Pai\o, Nossa Senhora do Carmo,
Saa-Jos, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rila,
Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
ss ; assim como outras oracoes, etc.,
etc..........sao
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
loi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
'ulgou certa, cono de sua carta exis-
tente nesta typographia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra...........160
Vendem-se nicamente na livraria ns.
fc e 8 da praca da Independencia.
Milho.
KE.UEUIO 1MC0MPARAVEL.

sstlS;
UNGENTO HOLLOWAV.
Militares de individuos dt todas as nacOes
podemtcstemiinliar as virtudes dcste reme-
dio mcomparavel, c provar cm caso necesst-
"10. que. pelo usoquedelle lizeram, lem .seu
corpo e membros inteirame He. silos, depois
ae tiaver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ba conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que lli'as rclilsm todos os
das ha muitos annos ; e a maior parte del
las sao tao sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Qua p.tas pessoas re-
eobraram com este soberano reaiedio o uso
de seus bracos o pernas, depois de ler per-
manecido longo tempo nos hospitacs, onde
aeviamsuftreraamputac3o! Pellas ha mui-
tas.quehavendo deixado essesasylos de pa-
decimento, para se nao submetterem a essa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimento.declararam estes re
sultados benelicos dianle Jo lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren! sua aflirmativa.
Ninguem desesperara de estado de su-
saude se tivesse bastante co ilianga para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconltstavelmente: Quetudo cura.
O ungento Ae til, maspi rticularmenle
nos seguintes casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em gem.
Enfermidades doanus
ErupcOesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou faltad-
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
I uchaedes.
lflammacodoligado
dabexiga.
Innarirnagiio da ma-
triz.
Lepra,
Malee das pernas.
dos pcilos.
dn oihos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pul m jes.
QueiuaUelas.V
Sarna,
Supuracoes ptridas.
Tinht, em qualqi>r
parle que Reja.
Tremor de ricivos.
Ulceras na bocea.
do lifc'do.
. d:>s articulages.
Veifi- torcidas ou no
dadas as pernas.
Vendem-se saceos ae milho ebegados lti-
mamente dos Estados Unidos, de milito su-
perior qualidade, malbor ao que vem de
Fernando a 6/cala sacco. Adverte-se que
.lambem vieram alguns saceos de urna qua-
lidade especial para sement, que se vende
a 83 : no armazem de Tasso lrmaos ao p da
ponte nova.
AOS AGRICULTORES
Vende-se milho de urna qualidade sope-
is*, e mais productivo do quo o que temos
leste pai< ; e por sso proprio para semen-
te : no armazem de Tasso lrmaos, ao p da
ponte nova do Recife.
Na rua do Crespo, loja de Campos &
Lima, ba para vender o mais superior rap
de ama das melho es fabricas de Paris ; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
prompla venda para continuar haver sem-
pre deposito, visto o quo mandam do Lisboa
ser de pessima qualidade.
Na loja
das seis portas
Era frente do Livramento
Para acabar com um pequeo resto.
Pecas de cambraias brancas adamascadas
a 19600, com 6 varas, ditas com 8 varas, d
salpico, fazenda muito lina a 29500, chales
escuros de algodao a 500 rs., ditos brancos
de cassa a 480, sedas de cores para forro a
200 rs. o covado. riscados francezes escuros
a 160 o covado, cortes de colletes de case-
mira bordados a ij600, luvas de seda pretas
e do cores a 500 rs. o par, peitos para cami-
sa a 400 rs.
CEBLAS.
Vendem-se ceblas soltas, muito novas,
&> X--o. rOf
ROA DO 0OE1MAP0
e novo
sortimento de fazendas (
todas as qualidades, vin-
das pelos ltimos navios
tw Euvqvsl.
He
barato que
admira.
Deposito
DE
Cera do carnauba e velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodfio da Babia.
Sola e pellos de cabra.
domina do Aracaty.
Barris com breu.
osnos
ijaoo
11600
19100
iBOOO
29000
11600
950
95(1
320
8260
9280
800
Vende-se estejunguento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244. iStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda em
toda a America do Sul, Habana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocelinha.coolem
urna instruccao em portug icz para explicar
o modo de fazer uso deste 1 nguento.
O deposito geral be em casa doSr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuccj,
KOB LA1 1 ECTtLR-
O nico autorizado por eeil&O do comelhn real,
decreto impenal.
Os mdicos dos hospitacs rccminendam o
arrobe de Laffecteur, con.o sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
do de medicina. Este mecicamento de um
gosto agradavel e fcil a 'ornar em secreto,
esta em usnjna marinha real desde mais de
60 anuos ; ciira radicalmerte em pouco tem-
po com pouca despeza, sen mercurio, as af.
feccOes dn pelle, impingens, as consecuen-
cias das sarnas, ulceras c os accidentes dos
partos, da idade critica e la acrimonia he-
reditaria dos1 hnmores; convm aos catar-
rhos, a hesita, as contracQoes e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injec-
?oes ou de sondas, domo anli-s\ phililicos
o arrobe curia em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvetn incessantaa
em consequencia do emprego da copabibe,
da.cububa ou das injecce que rcpresenlcm
o virus sera neutralisa-lo. O arrobe l.affec:
mercurio e i o iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Lirral e de Antonio
Feliciano a Ivs de Azevedo, praca de I). le-
dro n. 88, ende acaba de chegar una gran-
de porcao c e garrafas grandes e pequeas
viudas di eqtamentc do Pars, de cata do dito
Boyveau-Laltecleur I2,rui hichelieu Paris
Os formula ios dSo-se gratis em casa do a
gente Silva na praga de t. Pedro n. 82.
Porto, Joaq lim Araujo ; IJahia, Lima Ir-
mSos; Pen ambuo, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha & Filbos ; e Morein loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magates Le le ,
Rio Grande, Francisco di Paula Couto & C
3
175000
9j000
I29OOO
7;OI)
69OOO
59000
39060
9
.-jooo
:
9
39OOO
-
79500
79 OO
19000
9
por preco commodo; na
Dos n. 28, armazem.
rua da Madre de
SYSTEMA
MEDICO
HOLLWYA
lECilISHO Pili SSffi-
.:(:-
PULULAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto ni-
teiramenie de hervas medicinaes, nao con-
ten mercurio, nemalguaia outra substancia
delecterea. Benigno miis tenra inianria,
ea cumple icio mais delicada, be igualaicn,
te promiilo e seguro par desarreigar o mal
na completlo mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operarles ee'ei-
tos ; pois busca e
NoYidartedo Paris, fazenda de seda com ra-
"''iii e litlra madsada para vealidoa de
enhora,muilo proprio pata aeilacao, co-
vaHo............
Belleii de Benaala, fazenda loda de seda
Iransparenle com lislrat matizadas ,
propia para bailes, covado.....
Carnbraia estila de Bengala com liatrai 111,1 -
lizadat, covado.........
Barege de sed com quauros e lislras asseli-
^ nadas, cevado.........
Grosdenaplespreto e de cores, muilo su-
perior, covado .........
Dilo nilo de dilo muilo larpo, proprio para
farros de obra*, covado......
Sedas de quadripho*, covado.....
l-oltios de seda *seltnado......
Mussulina branca e de cores, covado. .
Canal francesas da cores (has, covado. .
Clnlas (rancezas, o co\;ido......
\ rlhulina de cores, covado......
Maulas de bloml prelas e brancas, propras
para casnmenlos, covalo.....
Panno lino prelo e decores, para lodoso
preces ............
Chapeoa de pallinha, lorraflosAproprios pa-
ra a (lar.io...../
Chales de seda de eores, su|icrires .
Dilo le merino bordlos velludo. .
Ditos de liio tW .'aseda......
Ditos dejlii." '"T'-ftlos era 2 ponta. .
Dilos ileTlilo com lislra de seda ....
ma., de dito lisos com franjas datada .
di- de dito com franjas d* laa ....
Ditosdelaaadamascados.prelos e decores.
l".nalas de seda com ponas compridas S
recencia ,..........
Ditas de dil com ditas a principe de dal-
les .............
Ditas de ditas .-/americana......
Corles de collete de velludo de novos
padrees s .......
Ditos de selim liranco bordados, proprios
para casamenlo. .......
Dilos de gergorao de seda de novos pa-
dioes............
Ditos decalca de casemiin de lodos as qua-
lidadee............
Cliapooa de soldc seda superiores .
Chapeos de BMaea Trancezes.....
Lencos de carnbraia bordados, linos, para
mim.............
Luvas de seda de todas as qaalidades, para
homeni, seoboras e meninas.....
Corles de vestido de seda de crese brancos
'' k ni o mais superior e moderno iuo
ha no mercado......... 9
Palitos de ariieiiliiia de cores escuras i.-iiiKl
Ditos alpaca de de cores lina......">-><>
DitOl de lila prela........J.-ill'li
Ditos de fuslo assrlinado......6SO00
Dilos de u.uii;a de ciires......4m00
Dilos de lirini de qiiadiinhos. .... '.' 000
Dilos de brim paulo fino......4000
Hilos de brelanha de linho brancos. .
dundolosde alpaca prela e de cines. 5 000
Em frente do becco da Cengragtcjh), passando
laja de f-iragens, a segunda de fo;ends 11. 40.
ao canto que es-
t torra
O Ponlesda loja da rua da Cadeia dolte-
cil'e n. 54, faz scieute que pelos ltimos va-
nores viudos da Europa tem receido um
lindo e ptimo soitimento do ftzeadas de
bom gosto, e por presos dos ingleses, disto
anula nSo appareeeo, c para o que venhaoi
ver, lindas e ptimas sabidas de baile a -Jl,
casaveques de eambraia com bico a 10?, di-
tos de cas?rcira 12#, chita larga franceza a
240, dita lina a 960, 280 e 300 rs mussult-
uas de cores a 300, 320 e 360, ditas brancas
a 280 e 300 rs., chales de merino bordados
de velludo a 14!. dilos bordados de rctroz a
109500, lin os cortes de seda com barra, di-
tos de merino lisos 4?S00, romeiras de fil
r"e linho 255C0 e 3>500, ditas finas de eam-
braia a i?, grosdenaples a 1;920 o covado,
corles de seda de boa qualidede a 25-5, cova-
dos de dita, bonita, de quadros a ISStiO, dita
de dita muito lina a 200 o covado, cortea
de casemira de cores a 49200, 43500, 5n0(i,
5S500, 63 e~>, dils finas de doutor 10;. lon-
gos de eambraia, a duzia a 1*. 1/300, 1?50O,
29 e 2r800, ditos todos brancos, a duzia a
3.r200, grandes, grvalas de cassa, a duzid
l?500, grvalas de mola, urna 19, e 19600
multo linas, lpica prcta, o covado a 600.
700, S00, 900 e 1?, pannos finos pretos de
2o400, 3?, 39500, 49, 500 e 5?, e mtito lino
79, 7o50U e 8/, cortes de collele de casen- i a
pielf, oe vanos presos, corles de velludo de
T- e 7?5U0, e muilo fino 12o, pegas de chita
I escura com toque de mofo a 5,0500, mussu-
lina t unF so cor, o covado 360, manguitos
com coliarinbos ;sra seniora a 80 e Hb,
corles de cissa chita a 29, chales pretos de
merino a 20800 e casemira preta a I0OO0,
10200, 19500, 29, 89200 e 20800 o covado,
corles de cambrai. a 39200, para senhora,
madapolftes de 2o600 at<; 50500 cada pega,
chitas muilo baratas, lauto pegas como co-
vados,ISade duas larguras para vestido a
Na loja ". portas na rua do Queimado
n. 37, passando o becco da Cougregago.teTi
chegado a !sio estabeleciment um escol-
ente sortimento de vestidos de seda co.n
babados, pura divervos pregos, e muinis
mais fazendas, que nilo he pessivelaqui|
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais molernos padrOes a 1/100 a vara.sed.is
de quadros largos a 10200 o covado, ditis
miudiuhas a 1o300, ditas muito finas de
gosto iute ramonle novo a 10800, ISazinha
miudiuhas a 320, dilas com lislras de seda
a 750, corles Je casemira a 45, ditos enfies-
tada, covados 2o500. dila muito lina a 4o,
dita de urna largura 2sl00,grosdenaples pie-
toa 2o, chamalole muito bom a 30500, dito
largo com I istias assetinadas a 4o400, cbaly
lavrado loioo, um completo sortimento de
chpelinas psra senhora, gollinhas, man-
guitos, camisas, neias de seda brancas, lu-
vas de seda dos melhores gostos que ha, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linho muito finos, lengosde linho bran-
cos, de diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, que tenham vontade de com- @@^ @<$ @^@^,@5l
prar n3o sabir sem fazenda, porque n3o se a ........ rivivi'"n/i n,,T,,
No largo da Assemblea confronte a porta
da inspecgSo n. 9,aonde se vende ror menos
prego que em outra qualquer parte.
Agencia
fnndi$S.o Low-:>o- r
rii da Senzala r.
n. 42.
Nestecstabeleciiienlocpntinu'ai haver
uro completo sortimento le moendas e
meias noondaspara engenho, machi as de
vapore taixas de ferro batido e coado de
lodosostamanbos para dito.
engelta dinheijo chegando ao custo da fa-
zeuda.
Na na do Queimado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletes de velludo n> li-
to bons por II$000, velbutina sortula a "50
reiso covado. chitas francezss muito fin I8S
280 reis, riscados escocezes a'280rs., mus-
sulinasa 320 rs., ditas amalizadas muito fi-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos precos.
Vendem-se travejamentos de louro le
varios taannos : na praia de Santa Hita
restilacao.
Vende-se superior agurdente de
Fianra, tanto em harriscomoem caixas,
licores e abaynthe, chegado recentemen-
le,pelo u,.4imonavio : em casa dcj. Rel-
ler&G-, ruada Cruzn. 55.
S4PATOS DO ARACATY,
dos melbores que tem vindo a ostemerca-
do, para liomens e meninos, do palla e de
prelhas : en casa deCaminha\ Filbos, rua
oa Cadeia doKecife n. 60, primeiro audar.
Vendem-se bandos ou alraofadis de
cliria para augmentar os penteados das se-
nhoras ; na rua da Cadeia do llecifo n. 24,
primeiro andar, casa do Manoel Antonio da
Suva Antunes.
POTSM DI EU5SIA E CAL
flHGEia.
No depi-sito a rua da Cadeia do Recife,
armazem u 12, ba muito superior potassa
da Russia dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa e.- podra, ludo chegado ha
poucosdias, e a vender-se por menos prego
do que era outra qualquer parte,
Gomma do Aracaty.
Ero porgOes e a retalho: vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na tanoana
defronte do>*rapcbe do Cunba.
.\ 1-200 reis.
Na rua Nova n. 18. vendem-se. corles
de casemira de. algodao o brins escuros 'fa-
zenda m'Jit cortes e para cale.
...... .- .-. .-. .. ....,-.-. ...
......-^-V- :-^:.: <.: :.::.,; -...:>.;

VIMIOS FINOS 1)0 PORTO
DENOMINADOS ;

Otique do Porto.
Imperatriz Eugenia. M
Leopoldo .
I>. Pedro V. W
Engarrafados e enfeilados como o &/
(^ de Champagne : vende-se em por- i
'S COes vontade do comprador, na ^
*? rua do Trapiche, n 40, escriptorio *^
'5) Je Tiioma-/. deFaria. ^

pal-
ente
relogios de
ar
-
mandioea
o
5 Vende-se superior farinha de San- IB
a& la Catharina agranel, a bordo do bri' ''
2 S"e Valle : a tratar no largo do Cor- g
'y po S;nto escriptorio n. 6, ou com o
... C ipitao a bordo.
;-.-. -. fr. .>. .... .-. ..-.
... ,.r u- .... :.. ^. ... -.., ..- ... -....-
3-n casaeRabeSchmettau &Companhia,
rua da Cadeia D. 37, veudem-seclegane
pianos do alamadofabricante Traumann
4c tlamburso.
Fazendas de
bom gosto.
I indos casaveques de fuslo brsnco bor-
dados, e enfeitadus com as modernas fran-
jas e botiio, basquines de eambraia branca,
bordados c enfeilados com renda, taimas de
fusto acolchoado. bordadas e enteitadas
com trancas de muito gosto, ricos vestidos
de seda de cor com babaos os mais supe-
riores que tem vindo a esta praga, supe: 10-
nglc7.esle ouro, desabnele e devldro:
vendem-se a preqorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Recife, armazn n. "(i.
CM PSQUSSO TOQUE DE
ATARU,
Pegas do alcodSode sacco, ditas dealgo-
dflo tr.angado proprio para tor.lha.se roopaa
deescravos; vende-se na rua do Crespo,
loja da esquina qucvolta para a rua da Ca-
deia.
cobertos e dcscobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
e senhora, de um dos m-lhores fabricantes
de Liverpool, vtndos Dlo ultimo paquete
inglez : cm casa de Soutball Mellor & C.
rua po Torres n. 38.
Pechincha.
Ameias, abranbos, ginjaj em caixinbas
de 5 libras por 2oono cada caixinba : no de-
posito n. 6 da rua de S. Fsancisco.
He muito barato
liecebeu-se do Porto finissimas toalhas de
labyrintho, de panno de linho. e com bico
largo as ponas tambera de linho por 59!.'!
s ha no daposito n. 6 da rua de S. Fran-
cisco.
A loj da es-
trella.
Na rua dn Queimado n. 7, loja da estrella,
vendem-se as seguintes fazendas, mais bara-
to do que em outra qualquer parte, a saber:
Palitots de panno francez. finos a "20000
hitos de dilo ditos 280004
Chapeos finos para senhora 16/000
Ditos ditos para dita 20o000
(iriisitenaple.s preto c de cores 0
Panno pr-to fino para todos os progos.
Chapeos francezes Tamlierlik, para
''""-em 70500
Coliarinbos e manguitos inglezes.de
um novo gosto, e da inelhor quali-
dade qut^esle^eijvo tem appare-
-- e outras muiias fazendas que se vendem a
dinheiro a vista, por menos do que cm ou-
tra loja.
Na rua Nova n. 18, loja de M. A. Caj'
&;C, ha um grande sortimento de obras fei-
tasde allaiate, de todas as cores e qualida-
des, as mais bem nr.abidas que se podem
encontrar ueste genero, casaveques e mon-
taras promptas para as senhoras que raou-
tam a ravabo, um granle sortioiento de dif-
ferentes fazendas para vender-se e fazer
qualquer obra de encoemenda ; o prege
si ra um s para todos.
Sabida de
rregiiica
Q ESTA QUEiHAIDO
boas fazendas por pouco
dinheiro.
O Freguiea da
rua do Queinjpdo continu'a a l'orneccr o
publico, em seu estabelecimteto na esqui-
na do becco do Peixe Frito 11. 2, o mais bel-
lo e variado sortimento de fazendas, odas
deexcellenle quMidade.e pregos muito m-
dicos. Nilo s queuna as fazendas j por
vezes annunciadas, a saber :
Olindinas para vestidos de senhora,
covado...............
Targelinas idem ideni,corle rom 12
covados..............
Organdys idem idem, covado .
Cambraias esta pa:as. vtra .
Ditas ditas mais finas, vara.....
Chitas fraucezas, largas, escuras o
claras, covado...........
Ditas ditas, largis.escuras e claras,
covado...............
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado ..............
Rretanhas de rolo com 10 va ras, pega
Riscados monstros, lindos padres,
covado...............
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um..............
Mas alem destas, offerece mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te chegadas: mussulina branca inissiroa a
320 e JtU o covado, dita matizada, lin, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
Ifiazinhas muilo linas, escurase claras, to-
das de Gesenhos inteiramentc novos i 400
rs. o covado, carmclma, iaz.nda ainda ljo
vista, trangada e com padres de ISazinha,
celo b rato prego de 280 o covado, corles de
riscado francez, bonitos padriies e cores li-
sas a 393OO cad um, eambraia lisa transpa-
rente, muito fina, com 8 varas cada pega a
70500, dita tapada tan.bem muito fina, com
10 varas cada pega a 4800 e 63600, chales
de ISazinha muilo linos a 2^200, ditos de
merino lisos e bordados, de mui lindas co-
res, casemiras enfeitadas, mescladas, mui
nroprias para palitos a2^200 o cotado, brim
trangado de poro linho o padres novos a
10440 a var, dilos prelos de muito bo.n
gusto, e ate proprios para loto a 11600 a va-
res corles de eambraia brancos, b ir a.los, I ra. cortes de collete de seti.-Q bordados a
900
125000
260
480
600
260
280
300
23000
220
120
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, HA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oA-
FARIZ,
ha sempre ota grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade|e de jtodos ostamauhos; rodas
tentadas para agua ou animacs, de todas as
proporges; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
rafusos e caviibdes, moinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDigA'O,
se executam todas as encommendas com a
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em prego.
Na rua do lrum n. 22, armazem de
l.uiz Jos de S Araujo, ainda exi-teru 30 va-
sos proprios para jardim, os quaes se ven-
dem muilo em conta para liquidag3o de
contas. e urna batanea com seus pertences,
propria para padaria, ou armazem de as-
sucar.
- Vende-se salitre refinado, chumbo de
mnnig.lo, enxofre e pixe. tudo da melhor
qualidade e prego commodo : no armazem
de Jos Antonio Moreira Dias & C. rua da
Moeda n. 23.
Vende-se o resto de madeira que so-
brou de nina obra, e tamben urna varamla
de 18 palmos, de ferro, 2 sacadas com 18
palmos, uina pouca do arca de fingir, e Jim
a 400 lijlos grossos, o bastantes lijlos
partidos que po lem servir para principio de
obra, que tudo se ende por barato para
desoecupar lugar : na ru* do Itangel n. 21, a
qualquer hora do dia.
Com pequeo toque de
a varia.
Completo sortimento de madapnlo^s o al-
godoes, liso e de sacco, por diversos pregos
venle-sen rua .10 r-spo, I >ja da esquina
que volta para a rua da v.\ ieia.
Vendem-se lats ae nu'rmelaia com
duas libras a 800 rs. cada u-p, arroz de cas-
ca, saceos gran les, feijS raja iu a 7 0 sac-
co ; no armazem do Sr. Aunes, afronte da
porla da lfanaega-
Entre uiilhares do pessoas curadas com
osle remedio, muilas que ja esta va m as por-
preservando em seu uso ; con-
recobrar a saudee forras, depois
leutado intil nenie todos os ou-
dios.
i afilelas nao
tas mort
seguiram
de haver
tros reini)
AS HK'li
e prestes recupeiarfio o beneficio da S|" pe"breS> e leVa-Sa Cm Casa de f-
lgc
11.ni.,-, chapeos do Ciiili de muitas qualid.i-
des, ditos de mola a 59200, alpaca lavrada
imitando seda a 600 rs. o covado, ditas de
cores, camisas de meia de pura laa, cortes
de seda de phimlasia para casamento, muito
ricos, algodo de sacco, em porg&O, jarda
210, em'jilas mais fazendas que deixa.n-se
.10 e\em entregar-se a ; ,ie Rumprar, e que so a vista do comprador
desesperigao; lagam un. conipc lente enuaio se rodera ver n mesma ir, i a Ts/r,
doselUcateseleilosdcstaassombrosa med- '
cia,
saude.
NSo se
dio para
des:
Accident
Alporcas
Ampolas
Areias(ualde).
Asllunu.
Clicas.
Convulsdcs.
Debilida e ou e.\te-
nuagiii .
Dcbilida leoufalta de
para qual-
busa.
perca tempo em tomar este reme-
bualquer das si guintes enlermi Ja-
sepileplicos
Fobres intermitiente.
Pobreto da especie.
Gotla.
Ilomorrhoidas.
Uydropisia.
Ic.ericia.
ladigestOes.
Inllainmagcs.
Irregu la ri da des da
menslruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
M il de pedra.
U nclias lin culis.
Ojslrucgao do venlre
p uisica ou consump-
gSo pulmonar.
R;tenc9o do ourina.
!'. leumstismo.
Symptomas secunda-
rios.
reas. Tumores,
a. II ico doloroso.
1. [Ulceras.
iosas. Venreo (mal).
-se estas pilul is do estabeleimen-
Londres n. S;44. cStrand, o na
forgas
quer c
Dysinter
Dor de g irganta.
de bai iga.
nos ri is.
Dureza n ventre.
Enferinid ules no ven-
tre
Enferinididesjno liga-
do.
Ditas ven
Enxaquei
llerysipel
Pebres hi
Venden
lo ger ild
S. ST1EBIEL S; C., banqueirosene-
gociantes, estabelecidos lia muitos annos
t'm Londres, teem a satisfcelo de par-
ticipara seus correspondentes c ao publi-
co, que acabam de fundar casas tilines
nos principaes portos e distritos rr.anu-
tctureiros de Franca, Alemanha, Blgi-
ca e llollanda, conservando almdisso
suas propras casas anteriormente si.il-
lecidas as cidades mais importantes, e
portns mais commerciaesda Gr-BreUinlia,
e estSo em posirode oCTerecer grandes
vantajent as pessoasque |iossum necesitar,
assim cm Londres como em outro qual-
quer (ionio da Europa, de urna asa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de tramacefio de crdito
o banco de qualquer g< ero.
tiras bordadas, pinno de entre-meios, man-
guitos bordados, gollinhas bordadas, e ou-
tras mu i las fazendas de bom gosto ; na loja
do sobrido atnarello na rua do Queimado
u. 2.
Tasso Irma'os
Avisa-n aos seus freguezes, que em con-
sequencia de novos soitinientos, que aca-
bam de roceberde liichmond, tem redolido
os precos das farinhas a venda em seus ar-
mazens aos seguintes :
.alega )
Haxr.Il ... .8253000.
'> 1 ulop. .)
Macanea. .1 <,,,,.
Colombia .{ -*000.
Contiauam a ler farinhas de Trieste das
marcas primeira qualidade e
SSSF.
i\a ru i
a-
piche n. 54, escriptorio
de NQvaes & C.
Vender superior vinbo do Porto en-
garraado em caixas de I o. 2 duzias de
garrafas, bem como em barris de 4- e 8.
a preco commodo.
Atten^ao.
Oueij is o sertao os mais rescacs possi-
vois : 111 rua do (Jueiciado n 14.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
o 4asse ilos, para 1 ou 2 cavallos. comeo-
as pessoas quenaoioremconheadasdo berta, c com os competente"aneios eUm-
tnnunciantesaeveaoacompenharsuasor- bem un cabrioletinglez com
3/500, ditos de casemiras para culgas, finas
ede bonitas cores a 59500 e 63O00, gravitas
pretas de seda a 1-3, dit s de mola a 1600,
alpacas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padroes
iniudinhos e graudos, de muitos e variados
gostos, cores Gxas eexcellentes pannos a
160, ISO, 2C0, 220 e 240 o covado. pegas de
madapajao co< 20 v-ras a 2-3900, .!;600, 4-3,
4-3500, 4;800. 53 e 59600, a muito lino a
O.-ion, cobertores detlgodSo proprios para
esc.avos a 700 rs. cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gaoras mes-
r.lauas de todas as cores a 540 o covado. De
lodas estas fazendas, o de outras muilas
aqui nao mencionadas, se darao amostras
sob pe:.llores.
: .: 10 e Manilba.
j Lonas da Russia, brins e brin-
i< i 1
Cobree metal para iorro com
pregos.
Oleo de linbnca c Volas st";u 1-
nas.
Estanho cm barrinhas, Bar-
lilli...
d.'ns con os fundos nccessarios para sua
e\eucco; ficando 1 n endidas queosan-
nunciantet nao teem didiculdade em ;. li-
antar ""> D|0 sobre os gneros receidos
antes de sua venda.
Osprecoi correntes e mais informacoes
urna dell sconten una 1 nslrucgSoem por-
luguez pi raexpticar o modo desse usar des-
tas pilul s.
O dono iito geral he em casa do Sr. Soum
pharmac ulico, n.i rus. da Cruz n. 22, em
l'eniamb ico.
Ven iem-se fundan de ago para um'o
dous lad( s : na loja de iniudezaa da rua lai-
i ga do lio: ario u. 35, a 1 ;000 cada urna.
antes.
--- Na rua do Encantamento, taberna n.
77, vendem-se favas novas chegadas ultima-
Miguel assores pelo ditnini'to
prego de lili) res cada libra.
Vendem-se dous hbitos de estame-
nha para algom irmao terceiro Franciscano,
por prego commodo : na casa do sachiislao
da ir.esinu orJcm lerceira.
OS ,11 icios:
ni)rua en 'trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista cci casa lo .-ir. Poirier
Vende-sena ruada Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaos & ('.., barris
de ferro ou cubosbvdraulico, para de-
psitos Je ezes, a pie Venie-semtiiioem conta um piano en
neio uso, do celebre autor liroadwood, he
le mog 10 e quadrado, e custou quamln no-
vo mar- de 1:0003: na rua 1.0 Trapiche No-
va n. 10.
Vcnde-se um bote de 25 palmos, muito
bem co isiruido : na rua da Cadeia do Reci-
te n 2. primeiro mi Jar.
\ Nuic-e um prpln muilo fiel, rKtm ensinlieiro
aptrfaili cineiro. Venle-se lainluin nuia prela
bu ro-nilic r. lavad'ir^ e muilu ful : queiu os
prelen le- iliiija-se a rua rio Cibiu;a, hubradu u. 'J,
. leiceiro andar, das i.cne horas en iliaulc.
o
:|3 \ inbos linos de Moselle e Joan- (?)
;;jj nisberg espumoso, e de Bordeux tj]
m quartolas.
C. J. ASTLEY & C.
WH :-,::: >coo
I'.mcasa de lleni-v Ilrunn i C. rua
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
icem calvas de I duzia.
Cade 11 ai de vime.
I ni grande sortimento de locadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
Espelbocom moldura.
Pianos dos melbores fabricados em Ham-
burgo.
PAST1S DE NiF
SSo chegadas pelo ultimo vapor as pnito-
raes pastas de nae : no deposito n 6 da rua
le s. Francisco.
Vende-se farinba de mam oca cm
saccosde superior qualidade e por preco
commodo: a tratar no escriptorio de
Francisco Severino Rabel!o & l'ilbo, no
largo da Assemble'a ou riatcavess: da Ha-
di e de Dos ai mazero ns. i\p (i.
--- Vende-se superior millio ; no arma-
zem da Compsuhia Pernambu(V.aa, no forte
do Matto.
Sal do Ass-
Abonlo do patacho An-
ua, ou com Tasso lrmaos.
Relogios,
Os mclhores relogios de ouro, patentein
glez, vendem-se por pregos razoaveis, no
escriptoriodo agente Oliveira,rua da Ca-
deia dobecifeu. 62.primeiro andar.
Sellins e rfil^ioe,
SEI.I.lNSe RELOCIOS de patente
, ii'-U'/ : a venda no armazem de
l.oslron Kooker & Companhia, e-
^Qj|9r qoiui, 'lo largo do Corpo Santo nu-
/*. mero 48.
Fechaduras para casa de purgar.
Vendem-se fechaduras proprias para casas
de purgar, por prego commodo : na loja de
ferragens de Vidal V Bastos, rua da Cadeia
Na loja do canto, na rua da Cadei do Re-
cife n. 4, ha bonitas sshidas de baile, pelo
diminuio prego de 213O0O, Unto de pelucia
como de o erin, com lindos enfeites, tras
bordadas de muilas qualidades, por baratis-
simo prego, proprios para endites de casa-
veques e rou ja decrianga; da-se amostras
com penhores, e leva-se em casas.
YIRBO DO PORTO S1PERI0R.
Duque181o.
Em caixas de urna e duas duzias de gar-
rafas.
Chamico.
Em barris de oitvo : vende-se a preco
corurndo em casa de Barroca & Castro,
rua da Cadeia do Kecife n. 4.
sellins
patente inglez.
S.1o ehegarlos e aehan.,e a venda o verdadaira
bem conliendossellin, inutees palenle: na roa
do Trapiche-Novo n. 42,irmazem de faiend da
Adamsoo S C. II,me.
Novidade,
Castanhas mui superiores, desirnbarradss
sabbado, 16 do corrente, de bordo da barca
M-muaibia, chegada do Porto com 33 das
de viagem, era canastrinhas de 24 libras, t
arroba e 1 lt2 dita : vendem-se nicamente
110 armazem de Ferreira Martina, travessa
da Madre je Dos n. 16, por tal prego que
ninguem deixara de comprar.
PATEO DE S. PEDRO.
Sorvete.
Dos raios do sol o fogo que abraza
Na quadra em que estamos nao custa soffrer
->e um copo de nev ao menos tomarmos
A tarde, depois que o sol se esconder
Que noite, que somno,
Kreguozes, u3o tees
N'um bello sorvete
Pordoze vintens.
--- No engenho Tres Brags da fregoezia
la Lscada.em poder do Sr. J0S0 Pereira da
Silva Lima, se acbam dous escravos para se
vender, sent um delles boni carreiro
quero os quizer comprar, poder* dirigr-se
ao dito engenho para os ver e examinar ; a
tratar do negocio com o seu senhor nos Ale-
gados, rua de S. Miguel n. 74, sobrado.
Vende-se urna morada de casa terrea,
de pedra e cal, sila na rua Oefronte de 8
Francisco, em Olinda, n. 0: quera quizer!
dinja-se a mesma cidade, atraz do Amparo
n. H, que achara com quera tratar.
/
do liecife n.56 a.
Carros.
00c
o
v-
o
.-
O
Vendem-ne bons carros nnvo com ar-
._. reios vindo ha pouco de Franca, feilo pe-
;' los meliiores r-iliriraiiles de Par e qu'riu- 9
\>1 do com boa parrillas de ravallo. Veo- jj
jBl dem-se lambem bn arreivs para carros e .r^
'.; cabriolet, como Doilin preparo paia dito, 3
V lambem cahlu, couros de lu*li, vaquetas '.-'
^ Brandes paia cobeilas. collriras envernlsa- (%'-
,t das. lanlenms, velas para ditas, malas, eiios *,
"5 patente e mullas onlras qualidades de fer- '.-;
'<$ 'afins, lodo por preco commodo : na roa (S.
ato Nova n, 61. '.:'
fjf*
No escriptorio de Francisco Seve-
ri no Ka bel lo & l'illio, no largo da As-
ivmlili'.i, vendem-se barricas com farinha
de Triste c de Baltimore, de superior
qualidade e por preco commodo.
Vende-se superior linha de algodao
brancas e do cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
Vendem-se 3 es.-.ravos mogos, bonitos
c saudaveis, sendo una negra perita cozi-
nheira, ima mulata eiigomoiadeira, cozi-
nbeira i costuraira. o un' niulatinho ptimo
pagem, tod >s por piego razoavel : na rua
Oireita n. 66.
Arroz barato.
Vende-se arroz pilado pelo diminuto pre-
go de 2} rs. cada urna arroba em saccas : no
armazem da travessa da Madre de Dos
n. 10
Vcndc-se ora sellim quasi novo, por
prego muito commodo: na rua Nova b. 47,
loja.
Vende-se o estabelecimcuto de caiga-
dos, com ricaarmagao de amarello envidrt-
gada, sito na rua do Bango), loja n. 20, por
seu dono ter de relirar-se para t-a da cida-
de a curar desua saude: juem quizer, di-
riia-se ao mesmo estabelecimcnto.
Vende-se urna bonita escrava crioula,
de 17 a 19 anuos de i )ade, a qual sabe cozi-
nhar o diario de urna casa, lava e engomma
soflrivelmente, e nilo tem vicios nem acha-
ques. D-se lo Ja a preferencia a venda eara
o m^to ou para (ira da provincia, e ao com-
prador se dir o motivo da venda : na rua de
S. Francisco {.Mundo Novo), c sa terrea n. 15.
At fe lcito.
Farinha de mandioca, milho e feijao o
mais barato do que em outra qualquer par
le ; na rua do Queimado, loja de ferragens
n. H.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fimdliMO de ierro deD. W. Bowman
na rua lo Ilium, passando o cbala-
riz, continua a ha ver um completo sorti-
mento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, de3 a 8 palmos de bica, as iiiacsie
Bcliam a venda por prerocommodoc com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
si- cm carro sem despezas ao comprador
Vendem-se las c.as.-is tei reas,sendo
urna no melhor local da na Bella n.
~i, com grandes commodos para mime-
rosa familia, quintal, cacimba etc., e ou-
tra na rua do BemGca n. V [passagemda
Magdalena) com muitos bous commodos;
avso aos festei-
ros deigrejas
Vendem-se na na Nova n. 2, lanternas de
papel de cores para illuminago dos frontis-
picios das mesinas, por prego commodo.
No caes da alfandega, armaze-n do Mel-
lo, exislem ainda alguns saceos de arroz de
vapor, chegados do Maranhao, que se ven-
dem uelo diminuto prego de 35tioo, para li-
quidar.
Na rua das Aguas-Verdes n. 46, ven-
dem-se 4 bonitas escravasrecolhidas, de 1
a 20 annos, perfeitas engommadeiras, ecom
mais habilidades, 1 bonito moleque de 12
annos, 1 escravo pedreiro, i escrava de
meia idade, e todos estes escravos vendem-
se a conteato.
Vende-se urna arraa;ao de madeira
envernizada e de vidrac,a :' no aterro da
Roa-Vista n. .18.
AVISO.
Na rua da Cruz n. 51, primeiro andar, sa-
la de barbeiro, vendem-se bichas de Ham-
burgo, tanto aos ceios como a relalbo, e
aluga-se mais barato do que em outra parte;
a ivertindo-se que sao as mais modernas do
mercado.
Vende-se um completo sortimento de
latas c-im bol.ichinhas doces e aguadas, de
superior qualidade : em casa de Southall
Mellors & C, na rus do Trapiche n. 38.
Nova agaa de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal rua do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma dn applicar.
f5#wr ***;f&u't*.
Fugiram do engenho Agua-fria, fre-
gnezia de S. Lourengo da Malla, os escravos
Miguel, alto, secco, quando anda he muito
inclinado para a frente, pouca barba, e foi
escravo de Jo3o Elito do Bego Barros, mo-
rador na freguezia da Escada, para onde sup-
poe-se ler tugo. Severino, cabra, baixo,
grossura regular, tem um defeito em um
dos dedos da mao, representa a idade de 26
para 28 annos, e tem pouca barba ; quer
um quer otro fugiram no mesmo da:
quem os apprehender, leve ao engenbo ci-
ma dito, quesera generosamente recom-
pensado.
Fugio hontera 12 do corrente o preto
Antonio, crioulo de idade 60 annos, pouco
mais ou menos, veio para esta praga ha fi
mezes deCariri de Fora, levou camisa do
algodao azul e caiga de cor, he cheio do
corpo, roslo redondo, olhos pequeos e ps
tambero, tem as pernas duas cicatrizes an-
tigs : roga-se portanto a alguma pessoa,
ou capito decampo, e as autoridades po-
liciaes, que o peguera e o niandem levar ao
seu senhor, no pateo da Ssnla Cruz, pada-
ria n. 6, que serao recompensados genero-
samente.
Ha poucos dias fugio do engenho Cur-
gahi o escravo Joaquina, crioulo, ue cor fula,
parecendo cabra, diz que tem 18 a 19 annos
de idade, tem os ps mal feitos, urna cica-
triz de chicote sobre o lomno e outra sobre
o peito, levoo um quartao castanbo goido.foi
escravo do Sr. Jernimo Csrneiro de Albu-
i|uerque MaranhSo. vendido nesta praga pelo
Sr. Antonio Congalves Ferreira CascSo :
quem o apprehender conduza-o ao dito en-
genho, ou nesta praga na rua d Guia n. 64,
segundo andar, que sera generosamente re-
compensado, e protesla-se contra quem o a-
coutar.
Fugio na noite do dia 6 do corrente,
de um sitio de lleberibe, una escrava B*Ola-
lla, de idade de 22 annos, alta, ciir acabucla-
da, cabellos corridos e amarra los, refurgada
do corpo, com os denles da frente podres ;
quem a pegar, leve a seu senhor A. A. de
Miranda GuimarSes, na rua liireita n. 69'
que sera grulilicado.
No di.i 1S to me p.p., Fugio de bor-
do lo biirjin- Sagitario, um eseravode
nomc Joaipiim, pardo escravo, de 22 a
Z4annosde idade, estatura regular, secco
do coi po, s tem barba no jin i.\>, ca-
bellos carapinbos eja*tem muitrs blan-
cos, be bem conheeido por ler as rno
muitocaiejadas, piando fugio linliac. ca-
bello a nazareno, tem os ps mcio apale-
iicnaj com mullos bous
grande quintal, alguns arvoredos, ca- liados, e falla muito manso: quem o pe-
cimba com boa agua, e um lormidavel gar e o entregar aeseu*senhor M.inocl
Francisco da Silva Carriego, na 111a do Col-
caes a margem do rio Capibaribe, eexis-
tindo presentemente nesta propriedade
urna taberna, muito conv'ua' a juem
quizer o ntinuar ueste genero de com-
mercio:para tratar e mais inlormacoes
na travessa da Madre de Dos n. 9.
legio n. 1"),
gratificado.
terceiro andar, sera' bem
PtP,N.-TVP. EM. F. DEFARIA.1858
i
MUTII ADO


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