Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07361


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Full Text
ANNO X
Por 3 mezes
Por 3 mezes
ai i
xiv n: ii
SAINADO .0 DE .IAXF.IF0 DE I83K.
>*<_.
ve
iantados 4$000.
ncidos 5$000.
->:c<-
Por anno adiantado 13$000.
Porte franco para o sul)Sciiptor.
^^
AMBUCO
ENCAKREGADOS UA SUBSCRIPTO
)0 NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpbo Gomes; Natal o Sr. Joaquim
Ignacio Peteira Jnior ; AracalJ. o Sr. A. de Lemos lirada ."
Ciara, o Sr. J. Jo. de Oliveira Maranhao. o S Jos Teiieira
de Mello ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquim Avellin i; Pari. o Sr.
Justino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. Jerooymo c a Costa.
P.iRTIDA DOSCORRF.IOS.
Olnda lo Isut.i-,.', i. mi.ni ParehtM^ ui (4m r Hitat-feitM.
1 Bonita, Carura', Altinho wanhai: na Itita-Mn.
S. Luurni.-.,, |>,,,, d'Alio, Ifasarata, LianMra, B Pvaajaaira, J11..../.M-
r, Flu,'*, TUa-BcUa, Boa-Vb, Ovican Ex..', mi i|urua-feiraa<
Cabo, l^ujut-, Soriaaleai, Rio Fornoso, Coa, lijir-ito*, Agua-riou.
Mawnleira NaiaJ: faioiaa-feiraa.
'Tndoaoifirreici pai ico aa iu Hora da manh3.
PARTE QFFICIAL
GOVERNO DA PHOV1NC1A
E
AUDIENCIAS 1>OS TRI3UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do cotrimercio : secundas e quintas.
Relac-io lerdas reiras e sabbados.
Fazeoda : queras e sabbados as 10 horas.*
J ni/, do commeicio : segundas as 10 horas e q linlai ao meio dia.
Dito de orpbaos : segundas e quintas as 10 horas.
Prirneira vara d> civel : segundas e sextas ao tneio dia.
Segunda vara do civel : quirt.is e sabbados ac meio dia.
EPBEMEKIDES DO MEZ HE JANEIRO.
fi Ouarto minguante as 10 horas e 27 minutos da tarde.
lo* La nova as 3 huras e 13 minutos da m.inh."in.
39 nuarto crescentcas2 horas e 37 minutos da tarde-
2! La clieia as 6 horas e 32 minutos da manha.
PHEaMAK DE IIOJE.
Prirneira as 6 horas e 6 minutos da manha.
Segunda, as O horas e 30 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
It Segunda. S. llygino p. m. ; S. Theodorico ; S. Honorata v.
12 Terca. S. Salym ni. ; Ss. Arcadio, Zutiro e Taciana miu.
13 (Juana. S. Hilario h. : S. Isuncsiiido preso, ni.
14 Quinta. S. Flix : S. Marciano v. ; S. acio b.
13 Seita. S. Amaro ab. : S. Secundina v. m.
16 Sbado. S. Marcello p. ni. : S. l'riscilla m.
17 Domingo. O Sanlissimo nome de Jess; S. Antao ab.
ENCARREGADOS DA .-I BSCRIPCA'O DO M I
Alagoas.oSr. Claudino Falc-ln Dias Babia, o Sr. D. Duprid
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira llartins.
EM PERNAMBU.O.
O Propietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na tul
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
i barracas da madeira.M indoa-se tirar licenc i da bandeira de mitta, bem como a cera ero vela < goi-
camara municipal, zamenlo que fossera necesarios ; assim o comrau-
Dilo d Miguel Figueiroa de Faria, como pro- nico V. S. para seu conhecimtnto.
; curador do major Bernardo Luiz l'irreira Cesar l.ou- Dito -i' mesraa.Remellendo por copia, para seu
. Por iwi.ri.H. II do ,sr....i lineado o '.*""' fti,aio Pagamento la importancia do azeite : cdnliecimenlo e eieeucaa Da parte que Ihe loca, o
,. "..r. P"1"1.,-' L^ '*\!V%?. '""> P." Ulumioarao ,lo qoartel da colonia!.viso n. 31 de it deidwembro ultimo, em que o
".cun- .. .,, i zenibro ollimos. Remelleu-se ao respectivo direc- ', solicitado do miuister .i d
ae l I I ,. ,,.j^- __- :.._._ .____.,___. i._j________ .
Lata
aiuen-
olouia.
flli o
Sr. maior do eslado-maior da segouda elasse Sebas-
lio Antonio du Reg Btrros, para esercer in erina-
nianle o lugar de director di colonia milar
mciil iim-. e o Sr. major reformado Bernard
Veireira Casar 1,-inreiro, pira tercer iuteri
lo o lunar de ajudanla do direeler da raesma Tambera por porlaria da me->ma dat;
mesmo Sr. maj-r Reg Barros nomeado sqjidelcsado
do dislricto da colonia miliiar de Pimenleiras, -cn-
do eionerado detie cargo o Sr. major Cesar l.oo-
reiro.
Por porlaria da 13 do corro ule foi conceda a
l.uit Paolino de liollaiida Valen;a aeoneraCAo que
pedio do lagar da profes maria da (regufzia deS. Benlo.
P..r pirlaria da metma d-la foi nomea lo 1"ir
mino de Oliveira Mello, para o pinto de alie es por-
ta-bandeira do balolhu n. 3t> de utilitaria i a guar
da nacional do municipio do Brejo.
I.izenia as competentes
detemliro do anno proiimo findo, com declaracAo de que nao lie mister para isso automarao da pre- | mi o do actual diclador, o Sr. I.opez, para quem as para podar debauo deasa prewlo contrgair. dos ras-jeclivos r.ipHaes, importancia dos beneficios, sideoeu. '. lradi;0et de seu anlecesior Francia sSu um legado impr coiidicss a seos tizinlio*. anda que para isaa
sello, i nposlo. emolumentos, nunern dos liilheles Dito ao director uterino das obras publicas.- -Com-1 transmillido e seguido religiosamente sob as appa- tive.se ampio direito, anda que sea dignidad*
de cad orna dellas, e quaesqner oalras ni Jicarcs munieando que se e\|iliii or lem n lliesouraria pro- j renrias as mais hypocritas. >" mais altos in'.eretses o ciuntm. A que.lio ac
e nliserva(deaqae parecerem conveinenle'. vincial para, em vista do competente certificado, pa-1 Nossn fim, ponanlo, lie fazer sentir i imprensa '"al com o Piragua) he a prava mais palpavel d*
Porlaria.O presidente da provincia, em villa Re ao arreiiintaiite da conservac,ao da estrada da i porlenha a conveniencia da enirar as mais alias nossa a dos doi omentos de despezas felas pela repartirlo Victoria a importancia a que lem direito por liaver
d^s obias publicas no I- semestre do ejercicio fia- cumrrHo ss cotidic du sea coulrato uo ruez de
do, os quao pela Ihesooraria provincial Ihe f.iram dtzembro ulliino.
apresentados e reconhecidos por talsificados. e das
informices liavi.las da mesma repartilo das obras
t
i
tor. para atlendtr. como Tor justo, o supplicanle, ordens para qus leja aogmeolado com a quanlia de
iiil r 11 ni lo Ingo a presidencia. tres contosde res o cradita di'lr buido para a colo-
Dilo de Mara Isabel Rabelln, paditido seja nia militar de Piroenleirus, recommenda que aquel-
illeminado do numero dos educandos do collegio dos ] la thesouraria enve mentalmente a conla cirenros-1 publicis, reolve d'emiltir a Jos Merellino Alvos
orplian<. seu lillio JoSo de Siuza Mallos, allegando tancia la da dc-pezas que no niez anterior se hou- da Fonseca do emprego de lliesoareiro desta repar-
achar se o mesmo sollre ido molestia incuravel. | ver feilo com a reparli(ilo espucial das Ierras pu- \ lirao,.! ordena que coulra ello se proceda na forma
Mandou-se iuformar o cmisellio administrativo do blica, eoloni patrimonio dos orphaot. I como j foi ordenado. Dita Es.onerando, em vila do qua eipoz o Dr. | dala de 11 do ciirrenl).
- Dilode M ni el II rm rd da Silva Vereira, le-1 Dito a' mesma.Iransmillindo por copia para ter i chefe < e polica, o cidado Manoel Duarte da Coila Portarla.Mandando admillir ao servico do e\er-
Dilo .10 mesmo.Informe Vmr. pelo exame do li-
vro da rereila c de*peea do thesoureiro da reparli^ao,
qmes as quanlias que da esrripiurdC.Ao do mesmo It-
ero conste terem sido dispendidas com os arligos de
que Iraiam os docuniinios considerado! falsificados
pela lliesouraria, sobr-i os quaes iul'ormou Vine, em
Detpachos do dia 1 :l.
Requeriinento de Antonio Ferrelra de Carva-
llo, pedindo p-n aer posto em liberdad* o recrota,
vindo da Garanlions, Thomaz Joaqnim de Arauo.
Mandou-se informar o juii de direito da iiespec-
va comarca.
Auna Francisca de Arruda Reg, solicitando &
entrega de seu< tilhos, educandos do arsenal de ma-
rinlia.Foi a informar ao cousellia admiuislrativo
do patrimonio dos orphao*.
Antonio dos Santos Falcan, professor publico
da inalruer.au eleaienUr do primeiro grao na povoa-
53o de Corrale,'diado dous mezes de licenta com
ordenado.Foi a Informar ao director geral uteri-
no da insiruioAn publica.
Amonio Candido da Silva, pedindo a enlresa
de seu lilho, o reerula Camillo Candido.Foi a in-
formar ao inspector do arsenal de Marmita.
Clau liuu dos Santos Lopes Csstello Itranco,
reclamando contra a suspensSo qae acaba de s. firer.
Manloo-se informar o director geral iiileniio da
inslruc^So publica.
tiuilherraino de Albuqoerqne Martins Pereira,
pedindo para ser encammliada ao governo imperial
urna paltc.ao em que sopplica ser prvido no lugar
de esciivao da fazenda nacional deila prorinca.
Foi a informar ao juiz dos faitof.
Jos (jonr^slves da Cruz, pedindo pennis-a i
parasambarcar, da Goiaona para esta capital, orna
porfo de fariulia de mandioea.Remetieu-se ao
delegado daquelle termo alim de aer atlendido o
sopphcaute.
Julo H nit Ribeiro da Conha. pedinlo por csr-
lido a p irtaria que o nomeou segundo suppleule do
juizo municipal da segunda vara desla cidade.
Mandou-ie dar.
J ijquin Jos de Mello, reerola rindo da (ia-
raohuns, soliciando o prazo de vinte das para pro-
var iieu(Ho.Concedea-aa otlo.
Joio Francisco Coeltio Bilancouit, pedin'o
passagem de estado para ir com um lilho menor ao
Rio tirando do glorio.Espedlo-se ordem ueste sen-
tido.
Manoel Sabino de Mello, eapilS do 10. bala-
Ihao de iulaotaria, pedindo o adianlamenlo de tres
mezes de sold.Pal negado.
Mara Jos Lins S>riano e mais herdeiros de
Jos Martina Sanano, senhores dos terrenos de ma-
naba nomero 1 .ni e 190 A na roa da Praia, pedin-
do permitido para Yeod--los.M-iudou-se informar
o insp-rior da Ihetouraria de faz-nd i.
Ollicio do commandanle das armas, cobrindo o
rrqiieriiiienl.i em qoe o major Frannsco Amonio de
S uza i\ 'iin-,i i- 'in-de pasimeulo de aluuueres do
cavabos para dill-rentes diligencias.Foi a informar
ao rhefa de polica.
Dito do mesmo, apra aobra pagamento de alaoe do alfares do 9.* balalliAu
de infantaria Tin m Comes Vieira Lima.Foi
inforninr ao inspector da lliesonrana de fazenda..
Dilo do thesoureiro das loterias, r-spu leudo
ao da presidencia da 7 do crreme, acerca da entre-
ga ao thetooieiro do patrimonio dos nrphSos dos be-
neficios das luterias que correram em novemhro e
dezeiuhro do anno findo.Man lou-se informar ao
reiptctiao consellio admiuiairalivo.
Dilo do subdelegado supplente em eierclcio da
fregoezia de Grvala, solicitan lo pagamento do alo-
guel da um cavado que roudozio para esta capital
um preso doente.Remelteu->e ao chefe da polica.
Requeriinento de Vicente de Paula Ros de
Oliveira, eapitdo docorpn fixo do Amazonas, pedin-
do o adianlainento da quantia de quindenios mil
res, para II s-r descornada do sea sold na rallo
de qoareata mil r-is mentara, aiu de poier seguir
para aquella provincia. Nao tern lagar o adianta-
menlo, mai sim a reserva do sold para ser entregue
a quem o suplicante raqoerer.
14
Reqoerimenlo de Antonio Ferreira de Cirvalho e
Oliteira. pedindo que o reerola llinmaz Joaquim de
Araojo fique em cn-todia, emquaulo prova isenro.
Foi negado.
Dito de Carolina Cvriara Pereira do Santas,
professora substitua das cadeiras de intttocgo ele-
n-'iil.ii- d-sta cidade. solicitando exourrarao de se-
melhanle cargo. Mandou-se informar o diieclor ge-
ral interino da nstrueQ publica.
Dit is da Francisco Pairo Birgcs, Hiracio Al-
ve da Silwa.'.e Carlos Esteves do Freilas Goimarae,
ofiiciaes do eiercilo ullimamente promovidos, pedin-
do.o adianlamenlo da .1 mezes desold. Mandoo-te
abonar pela Uiajaooaaria de fazenda, nos termos do
art. S da le n. 514 de d8 de oulubro de ISiS.
Ilil i do Clara Joaquina de Oliveira Moura. pe-
dindo, visto o sou estado do indigeucia, matricula
gratuita no Gymnasio Pernambucano para um filho
menor.l'oi a informar ao regelor daqulli estabe-
leciineuti.
Dilo a Jos Francisco de Sa' Leililn, pedindo
a fallara no arsenal de guerra desla provincia, de
n ii i prenia oara o atolla de que usa a secretaria de
polica do Rio Grande do Norte. Foi a informar
ao respectivo director.
Dilo de Jo da Costa Brandao Corjeirn, arre-
mit ma tos pr-dazin das harreirai do Manguind
, a Ci panga, silicitau lo permissao ptra construir pro-
visori ament ao lado dis mesmai barreirai duas
nenieido batalhlo n. 21 di guarda nacional do mu-1 a devila eieru^ao, o aviso espedido pelo ministe-
nicipio do Garanhuns, per indo que se mande refnr- | rio do imperio era 29 de dezembro, sob ti. :'.:t,
mar a proposla uliimainente apresenlada para ofll- acerca da remessa mensal das canias da des-
ciaes do mesmo bal-linio, afim .le er otila coalem- peza com a calchese e colonias militares,
piado para o poslo do capillo, que diz compelir-llie. | Dilo a' mesma.Commiinlesndo haver participado
Io negado, por nao ser o soppllcanto o mais an- o jUi7. monicipal e d'orphlos do termo de Cmara',
l'g"- "-i.rislovao \-nicr Lopes, que no di 2:1 de dezem-
Ollicio do director interino das obras publicas, l bro ulliin. msMiinira o owrcicio das faaccoas do
communicando ter o arrematante do 21.* lan^o da i seu cargo. Igual ao Btm. presideule da rcla-
eslrada da Victoria, cund ido a 3." pane da obra, e a>.
pidiudo qua se Ihe mando pagar a :!. presta^o a
que lem direito. Hemettiu-se ao inspector da the-
souraria provincial, pira q le, visla do conliecimen-
prestarlo.
Dito do chefe de policia.remillendo a eonta das
despezas fuitas com o austinto dos presos pobres da
cadeia de Garaiifiuus, doi'anle o mez de dezembro
Dito a* mesma.Communicando que, secundo
censloo de avio da ministerio da fazenda de 2a de
dezemb'O ultimo, foi concedida a Maximiano .Nar-
ciso Sobreira de Mello a demistao, que pedio, da
pralicaole daquella tliesourana.
DiloAo commanda.ite superior da guarda na-
cional de Oliuda e Iguarasru.Communicando lia-
ver nesta data autorisailo a Ihetouraria de fazenda a
do car;o de prnneiro supplente do delegado do ter- ci'o, romo volunlnrio por aapaco de seis anuos, o
mo de Santo Anlio, por se adiar mudado para o da [ paisano Eduardo de .\ i. -vedo Aniorim, abouando-se-
Escadi, e nomeando para aobstlloi-lo ao ciJadi Ihe o premio de lilil; Fez-se a respcilo ocouve-
ullimo, e piiindo o respectivo pagarntnloRernet- i mandar pagar, conforme S. S. reqaisilou, a folha
leu-se ao inspector da llusouraria proviucial para dos venclmenlos do chefe do estado maior da guarda
mandar pagar.
Dito do mesmo, pelillo qae se mande pagar ao
subdelegado do dislricto de Pedral de Fogn, confor-
me requisita o delegado do lermo da Goimina, a im-
nacional son seo enramando superior, relativos ao
mez de dezimbro ultimo.
Dilo ao commandsnle soperior da guarda nacio-
nal da comarca di Bonito.Itespondendo ao seu of-
portancia da despeza eila nos sus mezes decorridos j licio de 17 de dezembro ulliino, tennn a decl.lar-
de jullio a dezembro ultimo com o fornecimento de
; luzes para o quarlel do deslamenln daqaelle distric-
tn, e com n alagael da ca que all serve de qaar-
lel. Remetleu-se ao insiector da theiouraria pro-
vincial para mandar pagar.
Dilo do commaudanic superinr da goarda na-
cional do Brejo, pedindo pigamenlo dos vencimenlos
das praras alli destacadas, relalivas ao mez de de-
zembro findo.F'oi remedido ao inspector da theson-
ria de fazenda para inimlir pagar, estando nos
lermotlegaei.
Dilodo inspector do arsenal di manaba, par-
ticipando o contrato feito com Manoel Amonio de
Jess, para fornerimento de lijle as obras do me-
Ihnramento do porlo, e onlras cargo daquella re-
partirn, e pidiodo a appi-ova^ilo da presidencia.
Foia informar ao lospectir da thesouraria de fa-
zenda.
Dilo do director in erino das obras publicas,
informando acerca da reclamarlo feila por Antonio
Feroandes Dallro, sobre a escavarao di urna ladeira
que ei*t no 17." laugo da estrada da Victoria.Foi
informar ao iuspector da thesouraria provin-
cial.
Conla de Manoel F*i|oeiroi de Faria, pedindo
o pagamento d 209 eiemplares de leis provinciaes
de IHlti a 1854. Remellen se ao inspector da Ihc-
suuraria pruviucial para n indar pagar.
Expediente do dia II de Janeiro da 1358.
Ollicio ao Eira, brigadero rninmandaiile supe-
rior da guarda nacional do monicicio do Recife.
Pode V. Ele. mandar dtpen-ar do servir do se-
gundo beialbao de inf-n aria da guarda nacional
desle municipio o cometa los di* Santos], fisto q-ie
nlTra molestia clironiea, agundo V. Eic. declaruu
nu seu oflicio de 9 do con ente.Cominuuicou-se \
thesouraria de fazen la.
DiloAo mesmo.Para mandar aggregar ao 1.'
balalliSo de reserva, visto ler trdo paasagorfl para a
l'-la respectiva, alteres Jo- Luiz de AzeTOdo
Maia, que diver ler excluido do 2.- balalliSo de
||it nUria, a que perlenci^.
Ihe que pode V. S. pastar a revista de iuspecrao uo
esquadrao de cavallaria n i do municipio do II un-
i, na comformidade do 5 IU do art. I do decreto n.
t. i'i de (i de abril de t v i. urna vez que me parti-
cipe anleciptdameute o da, em que se houver de
etfeeloar essa fornialura ; devendo, oolro sim, re-
meller-me a proposla para o preencliimenlo das va-
gas etislenles no referido esquadrao.
Dilo ao Dr. juiz da dreilo da comarca de Flores.
Informe V. S. sa no di'tncto da Baixa-Verde
existem terrenos aurferos, por qaem foi reconhoci-
do seren el I es aurferos, se nessa descoberla leve
parle o inglez Johu Donnetl\, e fiualineule a quem
pertencem os mesmos terrenos.
DitoAo inspector di llie-ouraria provincial.
Com o ollicio de Vmc. de 8 d> crrente (bram-me
presentes os documentos de disprzas feitai pela re-
pirlicilo dat obras publicas do primeiro semestre do
exercicio pastado, os quies a coutadoria achou vi-
ciados e considerou falsificados, e leudo do director
geral interino das obras publicas, a quem mandei
qne informasse a este respeiio, recibido a inform-
ao por copia junta, resolv pur portara desla data
demillir o Inesoureiro -la retn la reparlic.lo, Jos
Marcellino Alues da Fonsera, e ordenar que contra
elle se proceda na forma da le', remellando ao pro-
motor publico deita cidade os mencionados docu-
mentos e inturmares, alim de promovor-se a res-
pontablilale do dito empregado. Envo a Vine,
copia dos documentos que acompanharam o *eu ci-
tado ollicio, e eoDvro que lejam escrupulosamente
examinadas as contal, presta las peto ex-lliesourciro,
que contra elle se proceda com todo o rigor da
le.
Dito ao juiz monicipal !o termo do Garantan*.
Commomcan !o ficar miniado de haver Sise, pro-
cedido eriminalmenle contra Antonio da Coala No-
njs e Manoel Jinquim d; Birros. em contequencia
da queixa aprcenlada por Joilo Benlo da Silva, co-
jos papis foram a Srac. remedidos pela presi-
dencia.
Dilo ao bacharel Orietovio Xaviei Lope*, juiz
municipal e de or haos do lermo de Cmara'.
Dilo ao inc-ino.Coinrnunirann to ler dado o con-! Coinmunicanio licar Oletrado di haver Sme. reas-
MARTHADE IOMBRIK*)
POR MAX VALREY.
(Conlinuarao.)
O qoe Julia tema mait do qae lodo era ser (rala-
da como til lia da fortuna na sociedad aristocrtica,
de que fazia enlfio psrle. Teria desesperado, se suas
amigas sutpeilassem que polera aaiar o lilho de um
advogalo de pequea cidadi, um limpies eitodaule
chamado Mr. Servel. A sorle do pobre Jorge eslava
pois de anlemao irrevogavelmenle fin a ; mas a
qutda que deu ao dxar o apo-ento de Julia, veio
apreitar -,ua dtsgra^a. A v I
aprestar sud '-i;i -ii. i. ,\ yscoiiueiis* lid o -m.mmv
lano que se expozesse a urna scena capaz de arrui-
nar sua replalo ; alcm dislo as frequenles visitas
de Joaoao caalello, linham feito apparecer cm sua
cabera orna nova comlnn n;,io.
Nao lendo o ganeral. como dissemos, nerhoma ri-
queza, deixara Julia em siluarflo asss precaria. Sem
dinheiro seu titulo de fieendena, n.lo lioha grande
valor social, a ella nao poda ditsiraular a si mesma,
qo no liuha muila prohabilade do re fazer aa
lorian* por um casamento vantajoso. A leviandade.
ou, para fallar mais claro, o disregramenlo de sua
conduela, era um des** factos pateles, qoe niu-
gueni ari cula em voz alia, em q ionio urna impru-
dencia nao nbriga as inollieres uns corapro'noiiidat
de nina teotadade a executarem urna eomplice sol
pena de vereca por em duiida sua prapria virlode,
mat qua lodos repetem ao ouvido. rvenhum dos ha
in is qoe ro leavain Julia, poda cuidar em rasar com
ella. Juba b-in a sabia ; por **a lanrou as vistas so-
bre Joao, logo que leve a carleta de que era rico.
Urna mullier rasquilba dovia ser fiialmente imii-
pallnc-a este u'Hino. S- is lalaa e'a* dli-nldides
s.i i in l apena >ii p ira lereea naaei r o amor nos
humen apai\ u i i ~, pilo contrario os liomons indo-
IriHe* e timnl >s lem oaeesifdade de que Ibes seja a-
planado a eaminho. Quando elle* si enamoram, ca-
h-m mal* complelarnenle d i que oa outrot, s,-i, M ,i ,.
minio dat molii-res, porque o habito lem grande po-
der sobre as peaooil daaaa raracur, e para ellas he
mais fcil tupparlar ind-linidamenie um |ogo qoe ai
molesta ilo (('i- acii r as futis para qu-bra-lo.
Juba tlohe pois calculado perfeilamente d'iendo
coinsigi que faria do amigo de Manoel um adorador
()'VleOfro n. II.
veniente destino ao gaardi nacieoal Claodlne Joao
l'euolo, que S. Eic. remeleu para remita.
Dilo ao Exm. brigadero commandanle datar-
mas.Sirva-s* V. Ele. de mandar apreienlar ao
major do corpo de polica Severioo llanriqurs de
Castro Pimentel, duas praras montadas para acom-
pauha-la cm diligencia a c da le di Olinda.
Dito ao mesmo.Inleraio de liaver V. Exc.
mandado ali-lar para o sirvii^o do exercilo os re-
crutaslqoe meociona em seu ollicio de 9 do corrate
sob n. 17, lenho a declarar-llie que deve ser re-
medido ao capilo do porlo o do nome Jos Floren-
tino da Silva,alim de servir na companlna de apreo-
dizes inirinheiros.
Dito ao mesmo.Communicando ter mandado fa-
zer o abono pedido pelos alferet Thomc Gomia
Vieira Lima. Joaquim Aloe* de Freitas, e Antonio
Ktymundo Campello nos requerimenlos, que vie-
ram auncxoi ao ollicio feS. Exc. de 7 do cr-
renla sob n. 7, e in 1 f ti 11 > o era que o len-
te Joaquim Cardoso dos Santos solicita igual a-
bono.
Dito ao mesmo.Comrrunicandu que, em vista
do san ollicio de 9 do crrenle, man leu adlanlar um
mez de suido ao capitao \ cenle de Paula Ros de
Oliveira.
Dito ao mesmo.Para iuformar snhre a conve-
niencia de ser dispenso do lerviro to, como solicita o dneclor interino das obra pu-
blir H, o guarda nacional ( o :1.- balalfiao de infama-
ra Francisco de Barcos 1 alco, feilor das obras do
Gimnasio.
Dito a thesouraria de fizenla.Ilavendo-me o
cidado Mtnoel Alves Gu-rra apresentado a carta
datada de II de dezembrt ultimo, pela qual S. M.
I. ho*e por bem ronfirmi-lo no emprego de cn-
sul da Confedpracao Argeulin.1 nesia provincia, as-
sim o commuiiieo a V. S. para teu conhccimeiilo,
e alim de que o firi constar ao inspectoc do artenal
de marialia e an adininistiadnr da mesa do consula-
do. Deu-se conheeirnenlu ao chefe de polica e ao
aopiMo do porto.
^ Dita a' raesma.Conalai do-me de aviso do mi-
niiterio da coarinha di 3 de dezembro ultimo sob n.
91, ler sido .ppiovada a retolu;ao que limeide
mandar fornecer, pelo ra-ual de maiin'ia, para o
leivico divino a borlo do navio chef da estarla na-
val desla provincia, Ires sangoir.hos, urna'sacra,
tout amictus, urna estola urde, nina branca a urna
dedicado, e depois ora marido. M-nns de qoinze das
depois a conquista de JoSo ora um fado consumma-
do. A iinpissibilida le. em que Jorge se arhava de
vir ao castillo, deixara a J ilia o eanipo livre ; mas
depois de corado elle poda tornar-sc nm enibaraco
serio. Romper aberlame te, era iinnossivel, por que
ella I nlia de oastar anda -n semanas na Brctanha.
Era preciso afasta-lo sem f ze-la desesperar, e so-
breludo recobrar urna correspondencia compromet-
tedora. Alguraas eartas sagazet e a trena represen-
tada no p.ivillifi'i, haviam si'o snllicianles para obter
o resultado, que ella denjava. Jalla uao podera ad-
quirir arhave do pavilhio de madamonella -'e Monl-
briin. sendo se.luriu lo-ihe a camarista ; te fusse des-
coberla a verdade, ndo smenle illa veria desvane-
rerera-se at suat esperancas de casamento, mas seria
obrigada a deixar ignominiosamente o castalio, e
perdera para serapre a prolncfilo 13o ulil dabarone-
ia de Cerneo.
Durante o almnrn ella obiervoa altenlamente, a
plivsiinomia de Marlha. e f;z-lhe algurnat pergun-
tat intidiotas para saber, tt sahira de manha. Pou-
co depois, rerla de que ella viera da aua cmara, e
'gnorava ludo, Julia fingi l >r uicessidade de orna
PfC de msica, qoe Marlha Ihe lomara emprestado
alguns djt antea, e logoqot terminou-se o nlraoco,
arnbat gauharam o caminlio lo paulino.
Nada Irahia oque ah te patsira na vespera. An-
tes de sabir as seis horas da manha. Manuel (vera
o cuidado de tornar a pr lu lo em ordem. Julia com
aleara e mrnenice allerlad; desairuraoo todos os
objectot, prorurou em tudoi ns canloi. mu loo dez
vezes de lugtr os coxins do suf tein adiar coma al-
guma que sr astemelbasse a urna caria. L"m ponen
i Iranquillisada por esta pe'qmza infructfera, disse
rom >i.o que Jorge deixara I. tve/, calnr a caria no
busque, teparou-se de Marlhn e passoo o dia explo-
I rando todas as ifredti e loi as as maulas da vizi-
uhaii;a.
Emqaante ella rnlregaaa-ie a casa busca, Manoel
prgonlava Pili uie.n ., que f.-ria di carta. I ru
inlgado filiar a del-ra b-/i, s( boave-se lido nina ao
linha, mat acbava que nina muliier corrompida como
Julia nilo deiia gozar em pa; do resollado de seut
ardil e de sua. vilezas. Ponee l!ie importara que ella
i nnbaaaa de Jorg, n;. i-r fi i., Martha s-r calom-
niada, baver-lbe 1-il.. desconfiardella, erara a teut
nlhoi crmes imcerd j ivm. Se nao poda riesmnea-
ra-la, ao manea qoeiii ioqoiela-la, pertnrba-la, fa-
z-r-lhe laber que una das peisons de sua snciedade
habilual livera sua caria ni. Olio*. Nada eslava an-
da determinado a esse reipeitc m su eapirilo, quan-
do ciirgou a hora -la taita da Marlha. A unir re-
soiur.u qn ell lomara,era d damoiselie de Montbron, do* icontecimenliii da vs-
pera i a leuibranea de ica aospeitaa (azia-lbe
sumido naquella dita o exercicio das tuneees do
seu cargo, qae havia deixado alim de siibsiiluiro
luiz de direito, que por aeher-ea impedido, paau-
ra a Sote, a presidencia do tribunal do Jor\, em
cuja sesto furam jaleados dez proceisot.
Dito ao inspeelor do arsenal de marinha.A vis-
la do que me ln recommenda lo em aviso do minit-
lerio d marinha de :1 de dezembro ultimo, sob n.
94, coovm que Vmc. empregue Indo o esforen para
queso realise com a maior breviJade pu-sivel a
conslrurca do liyil, da que traloa o ollicio qae
dirig u Vine, em 2 do corrent. cnni referencia ao
aviso do mesmo miuislerio de 23 de dezembro, i.l-
mo, sob ii. 92.
Ditoao mesmo.Cominunco a Vmc. para seu co-
nl.-'rmenlo, que segundo coustou de aviso do mi-
nisterio da marinha de 31) de dezembro ultimo, sob
ii. 93, foi approvada a deliberarlo que tomei de
mandar fornecer a e-tara i naval para o serviro di-
vino a bordo do navio-chefe os objeclos constantes
do ollicio que dirig a Vmc. em 11 de dezembro ul-
timo.
Dilo ao capilo do porto.Coramonicaiido que
por parte do commandante das armas ter-llie-ha
aprsentelo o menor Jos Flor-ntino da Silva, alim
de ser alistado na companhia de apreudi/es mari-
n luiros.
Ditoao direcior interino dftebrai publicas.Com-
munieando que em vitla dos dncumenloi de despe-
ras felas por aqualla repartirn no 1* semestre do
exercicio lindo, os qaaet lorara oel thesouraria pro-
vincia reconhecidos por falsifieaios, re'olveo por
porlaria desla dala demillir a Jos Marcellino Al-
vet da Fonseca do emprego de Ihisoureiro, ordeuan-
do qoe contra elle se proceda na forma da le.
Ibln ao commin I me do corpo de policia.Para
mandar apresentar cura o ollicio junto ao brigadei-
ro comman lanle das armas a guarda nacional Clau-
dino JoSo Peixolo, qoe o commandanle superior des-
Alexan Ir Josc de llollanda Cavalcinli.
DitaConcedendo a professora publica de ios-
truc^il'i elementar da fregueza de Santo Antonio
docta cidade Alexandrina de Lima e Albuquirqoe
viole nas de lieenea com ordenado paca tratar da
sua saide.
'2
iiiiuio ao commandante dat armas. lomndo-
se naeasaaria ;.....oa icflo ioi rlna d om ofll ial do
xrciio para o lugar vag di director da colonia
mililai de 1'unenMr.i-, sirv/-se V. Eie. de decla-
rar-mc se lia om ollicial de prirneira cla-.se disponi-
vel qua possa tec nomeado para esta commis-o, e
em falla de ollicial delta eiaaca quaes os de oulra
que possam oceupar u referido lugar, notando V.
F^xc. a nalureza especial da comraisso, que requer
intelli :encia, discrirole probidide, que iio con-
vm c ina-ia a olliciaes qae n.io leiiham a patente
de l'iieot* uu capilo.
Dili ao mesmo.Nesta data aotorise o inspector
da Ibes,Mirara de fazenda, a mandar adiantar os 3
mezes d sold qu* pedio o alteres Joaquim Ame-
rico d i Silva, sobre ceja prelenr,lo V. Exc. iufoc-
moa (m ofiicio de 7 do corrate, e indeferi o re-
queriinento em que o capilo Manuel Sabino de
.Mello soliciloo igual abono.
Dilu o mesmo.Tendo por portara desla data
demiliido ao lente Joaquim Jos dos Sanies e
Aranjo, do lagar de direelor da colonia militar de
Pimeuteiras, e ordenado que conlra elle si proceda
ua forma da le, passo as maos da V. Exc. os docu-
mentos a qo* se refere a porlaria por copia junta,
afim de que V. Exc. se sirva de mandar proceder
na rm formidade do art. 155 5 3 do cdigo do pro-
cesso criminal pelas malverstc/ies, excessos e abuso
constantes dos mencionados documentos.
Dte ao chefe da policia.Communicando ler
mandi do pr em lilierdade o remita Joaquim Jos de
Santa Anua, qu* foi julgado incapaz do servido em
iospecro de san le.
Dit< ao cnsul de Franja. \rraso a recepto do
cilicio que lionlem dirigio-me o Sr. V. de Lemont,
cnsul de Franca ne'la cidade, com a qnantia de
553y iTiporlaueia da siza e despezas accrescidas pela
venda da barca tRaoulii, a cojo pagamento se obri-
gara o niesmo Sr. cnsul de Franca. E rcraellindo
aquelli soiimia a ihesoiiraria, ordeno que se far.a a
este reapeilo a eseripturac.lo necissaria, e nenhum
enibariro se opponna irais por semellianle mutivo
da parte do consulado a" barca sRaeole.
Ven lo assim l-rminado esle negncio, ja 1,1o demo-
rado, r'evo assegurar ao Sr. cnsul de Franca que a
mesa do consulado nao poda de-erebararar o navio
obrigado ao pagamento de direilos, sem qae cons-
taste acharein-se talisfeilos, e que tmente esta ra-
zao e nao a falla de coiifianra no empeoro qoe o Sf.
cnsul contralnra pcranle a preei lencia da provincia
delerminoii o preceder da administrado fiscal, que
alias ud > aprisiou a arrendarlo dos direilos dolidos
da vin la da eRaoala d'ipeil da expediro das ulli-
maa ordetis a esle cespeilo.
Ouera o Sr. V. -le l.emnnl, cnsul de Irarri,
aceitar ns prole-tos da miuha mus parfilla eonaida-
rajao ti inleiro apreco. Rem th-soiiraria de fazenda.
Dilo Ihsourara do f'Znda. Visto o qoje re-
presen oa-me o director da Lculdadi de direito des-
la cidade, nao Inven I t quola cpeciai pra as dei-
pezas (la secrelaria da facaldade, manda V. S. pagar
pilo crdito con:ignado engloba lmeme para at des-
pezas da menina faculdade a importancia do armario
de que trata a conla junta, que acompanhou o ofli-
cio do fenlo direcior.C inmuuicuo-se a esle.
Dilo a mesraa, transroiUinlo a prirneira via da re-
lajan Cas dianas abonadas pelo colleclor de Seri-
nhem aos recrulas Jos Florentino da Silva, Anto-
nio Ra raumln Ferreira e Antonio Manoel.
Dito ao commandanle de policia. Para mandar
apreteidar ao arrematante do pedagio das harreiras
do Manguind e Cipunga, Jos da Cosa Bran Ha
Cordeiio, d'amanbaa em diente, 2 prajas daquelle
corpo ; pedagi).
Dilo ao joiz de direilo de Goianna.Dizendo tirar
inleira lo de ler Smc. nomeado o bacharel Luiz Gon-
Qa|vsra Silva para substituir interinameole o pro-
motor daquella comarca, que veiu para aqui com
licenQr.
Dito ao visara da Alagados. Aos paroehoi que
do regrilra da* Ierras percebem emplmenlos, per-
tence fizer a despeza com os livros para esse fim ne-
cessanns : assim lica.re-puiiliio o seu ollicio de 9
do conente.
Dilo ao bacharel llisbello Florentino Correa de
Mello.D ii < gota da lic-nra que Ihe foi concedida.C iiiiinu-
ni-ou- te a Ihesouraria de fazenda.
Dito ao commissario vacnuador. Vccutando re-
cebido o raappa do* vacciualos por Smc. uo muni-
cipio c esta capital.
Dito ao capitao do porto. Fien inteirado do que
Vine, me communica em seu ollicio de honlem. sob
ii. relativamente ao tirigue hespanhol etlfbanna
que, estando em uerigi na barra do Bio Fonnoso,
loi socrorcido pelo vapor opersiiiuugai), qu.' se pres-
Dienle expediente.
Dila. O presidente da provincia, lomando em
cnniideracao ot ollicin e documentot que Un foram
presentes cerca da administrarlo da colonia mili-
tar de Piraenteiras, e o que intormou o lenle Joa-
quim Jos doi Santos Araujo, ajudanla do director
ila colonia, dos quaes docdmenlos e papis retulla
qoe o ni- mo lente n.1o dera conla ao director da
omina que para enlregar-lh: recebera ultimamenle
da thesouraria: fizara um aolorisar.lo dupezit avul
ladas ; malbaratara os dinheiro* pblicos, deixfera de
pagar, corao devia, L.zealo ai .eies do director, as
pri^ai ecolonm, ,, enlteta.ilo deoporpagasd.it
seut ven.imcnl.is aleo ultimo de oulubro; se pagara
mdeiid unenle de qu lolias que enns derou Ihi le/era
devela-, pelas pracat e colono-; funbnriue negociara
com as mesmaa pra(aa e colouos. teode na colonia
urna venda ; resolve demillir do lugar' de aldanle
direcior da re tari Ja colonia an mencionado leante
Joaquim Jos dos Santos Araujo, e ordeua que con-
tra elle se proceda i a forma da lei.
13
Expeiienle do secretario da provincia.
Oflicio a Ihesouraiia de lanuda.Tranimittindo
ai duas inclusas uniros do tribunal do (hesouro na-
cional datadas de 2c e 31) de dezembro ulliino, ns.
360 e 261.
Dito ao Dr. chefe de policia.Participando, de
ordem de S. Exc. o Sr. presidente, que se expedio
ordem a thesouraria provincial para pagar em vista
da conla que veio annexa ao oflicio de S. S. de 9
do corrente sob n. 29, a importancia da* dn-
pezas fe tas com o milenio dos presos pobres da ca-
deia do Bonito nos mezes de oolubroe dezembro do
auno prximo passado.
Dilo ao major reformado do exlincto esquadrao de
cavallaria da goarda nacional do Lmoeiro Jos Cae-
lano Pereira de Queiruz.Communicando qne a'
mesma secretaria da pretilenria foi remen ida pela
de eslado dos negocios da juslifa a patente da re-
forma de S;iic, sanido oequivoco que neila se deu.
considerares, cono energiesmente o reclamara os i Sim : essa qocstlo com o governo do dictador l.e-
seus mus vilaes inleiesses. Desejamos o debile dis- P". e d.u com i poio piraguas o, esta" irreromvel-
ta quesiao, para que do choque das opimes resolte mente decidida i l.vor do Branl. A diplomacia de
a r piiiif, ni d qu rom apno moral de um eslado tolo* os governo* ailraageiros que manlem eere-
limilrophe, offerecido a oulros, se c ni isolamento, que este o-ialu quo.n se altere. lados de l'.ati, isiao da na lado ; etcodia-o* pe-
Dasde ja -leclaramoi com leal lade rejeilamo* '* f-"* moral, pela saicri oa lailic.*. Ji *e **
um dbale seria, conscieucioso e m id*radu com a- 'I* man que su Hiriente teria lal apoio para qne o
quelles que julgam adiar razoes as argucias prelen- | BraaMi se nao liveite lista* de longaaimidade e ab-
r do dictador Lope!, e qnerem sustentar que a negarlo, impuzexe condi^Oes man uu.meooi jo-li
siluaco poltica, cominerrial, exterior deste estado,, soverno da repblica do Paragaax.
lie a que conveni ; qo* della nao resulta os no-tos Longe disso. tu sabido quaes sao ai exigencia* do
grave, prejuizot ; e fin Imenle que a nossat parlas' maroo brasileiro. Sius etfor;as oele momealo
nossos nulos, os Paraguayoa, p,tsem urna vida pa- tendeui para obter que eilipuliniet ajustada* ha
ramele vegetativa e al brutal, n.ie nos-o eommer- mais ele auno c meio nao tejtm lergiver**d* eyni-
cio, que nossa navegara) nao assu'ina aquella dilata- cameule, para que nao seja escarnecido lee era-
rlo que nossa potic-lo aspira, a para a qual sobretu- | penho.
do somos leva los pe t nossa civitisacalo. Exige com plena joitir;a qae seja rumpnJo tille
He de prirneira iniuicao que a imprensa de Bue- ral e genuinamenla om tratado oeaoeiede debtixa
noi Aires deve r.imbaler essa poltica jesuilica-japo- dot bous aospdos aJmiltidos por ladat ai n*rdea ei-
nezi, adoptada pelo dictador do Paraguav, apezardo
empenho la inleiessados defensores.
A imprensa porlenha, podemos dize-lo com orga-
vilisaJai.
A lodo* ns governo dos estados do Prala cooven
sem duvida dsr Kimplesmenle um apoio moni
lho, honra ao pa-z por sua llustrar^lo, por sua acti- Brasil ua prrsiute queiiao. e nao menot a diolama-
iMade, pilo aapirite do progresso que a anima. E cia eilrangeira. porque lem a coosciencia de qee
sendo assnn, he de vital neceas dade que, compeiie- um governo como o Paraguas, o, qoe por aotca pirir
Irn bi-se da silu-^io provocada ror aquello dicta- i he orna exrepru e ama auomalia repugnante no
dor, essuma a postran que Ihe compele. Seo corapor-1 meio de estados libanes e civilisada, loroasae
lmanlo afiectara moralmsnle o cnlosso de hvpocri- provocador da anlipalhia oniersil, a eipacialmen-
sia, a o futuro do coinmercio do estado, cora seu cor-
lijo de felizes resultados, au se far esperar por
mullo lempo.
A imprenta porlenha, embuida em ideas libertes,
le porque o governo do dictador Lpez ** alete
querer sujeilar os inleresse* da lodos a teut calclo*
visionarios, mesquinhos e pisssae* da orna palmea
ini'iiH jesuilira. compresin e mail qae rrtrocada.
lano em polilira como em commercio, nao pode, nao i Ainrta mus : esse apoio moral de tadoa os governaa
leve deixar influenciar sa por qualqoer grupo de do Prala, de todo* oa governo* eitrangeire* dada ao
ideal exaltadas que por ventura lenha explorado an- ; Brasil na prsenle qoeiiao, deve ter tanto mail leal.
tigss ij mpathiat e odiot de raja para com o Brasil i decidido imponente, quanlo lodos elle* por ai, por
nerdadoi dat nieiropoies.
.No noeao humilde modo da ver o imperio na pr-
seme eoojnnetnre repreienla a boa causa do direito
da civilisara^, d, es-ola progresststa polilico-econo-
mica. A que.io.lo Bratil. especialmente na actua-
lidade, n.lise retente de ambicio, de vistas de ac-
quisirlo ou aogmeolo territorial com sacrificio para
o Paraguay.
O Brasil reprsenla honrosamente e com mnilt
lealJade a civilis.rao, o progretso, e talvez lambem
o* mais caroi interetses de lodat as repblicas do
Prala. Por isso mesmo qui o Brasil he notso comer-
raneo, he neeao limilrophe, comparte camnaato os
inleristes que devem derivar da livre navegado dita
rios ale a provincia de Malta.i iroso sem as Irave* In-
rninmodas e provocadoras com que a poltica hyp i-
cnla-japeneza da Lpez qoer impedi-h.
tius agentes diplomticos e consulares, ponan* eon-
cidadaos, leem a dolorosa experiencia deata prover-
bial e desearle? soheibia, deisas ex genciat *am qoa-
liti.-.ira.i que disliugoem o rgimen interno do Pa-
raguav, drss.i oppres.ao ao estraiigiiro, e ele ao*
couterraneo di* ettadoi da lingui heipaahala, eaae
egoismo e m fe com que oeg em seo territorio e
liberdade de counnercio e navegaqao, qoe n.lo ha
mullo lempo reo.iinava e cllerecia. e de qoe ca-
lado do Paraguay goza ni* igoas argentina* o naa
dos oulros viziiilios, nao pode por uto deixar da cha-
mar contra n a man tevera reprova^ao de lodae, e
e-p'Cialmente da de seu oiziolio*.
Semelhanle procedimenlo, ioexplicavel, jeeuilico.
ui pode deix ir de evitar a concuo de todot, para
que, coadjuvsdo o Brasil oa prsenla emergencia,
obleada pacificamente que o governo de dictador
O Brasil n/sia rniijjnctura nao qner mais qo* a \ Lepa principie a miliar a cenja da urbandade, da
COMMANUO DASARMiS.
ejnartel ccnerjl do commando cU* armas de
Fernanabaco na cidade do Recife, en* l'ide
Janeiro de 1858.
ORDEM DO DIA N.6.
O brigadeirocomuianlanle dai armas interino faz
publico, para conlieriinento da guarnirao, que por
portara da presidencia datada de houtem, foram no-
meados ot Srs. mij ir do carpo de estado maior de
2.1 clatse Sevastiln Antonio do Reg Barros, e roijor
reformado da guarda nacional Bernardo Loiz Fer-
raira Cesar l.eereiro, para exerrerem inlerinamenle
o primeiro o lugir de director e o segundo o de aju-1
ilanie do director di colonia militar de Pimenleirat ;
a q-ie lira dispensado do aquarlelameiilo p -r -e achar
le iie a ; ii i Hibililado de servir aciivameute na
gu-miran deita cid le o Sr. capillo da 3.* eomp*-
nllia do 3." balalliii i i ira ir la u iriooal delta muni-
cipio, Jodo dos Saet ii Porto Juni t, na forma do of-
licn da presidencia la inma dala.
Determina o reendo briga leirn commandanlo I -
armas, que ne-ta dita ti jn-m desliga 1nt dot lnla-
IbOe* em que se arliain iddnloi por terem de reu-
nir-ee aoe eorpos"a que prtencem. Han, capitao
Vicente de Paula Rios di I Uncir e alteres Jo-e Vir-
gilio de Limos, cuias guias de as-euia n-nlos deve-
rao ter am inliia entregues no qun'li-l-general.
(Astigoado.i Joan Jos da Cosa Pimenlel.
Conforme. Demetrio deGusroau Coelho, alteres
ajudanle de ordens, encarregaio do detalhe.
exernraolilleral do solemne tratado tan rer ni......-li-
le feilo a ratificado entre os d *os estados, e que com
umi fe irais que pnica lera sido lergivcrsadu pelo
presideule Lpez.
O Brasil, finalmente,nesta amasiato s aspira a que
o Paraguay, peto eileilo suave e latente da coramer-
cio e navegaban livre e expansiva, sua dee lorpor,
lessa miseria estpida e sobretodo opprestivaem que
existe peloi meioi legaes e suaves, pelo etleiio m-
fnn de sua rlvilrssca. i. Os Paraguav os ao.vmericauos.
sao seos limilophres, se alo da mesma lingua, ao
menosda mesma religilo, dos mesmot ce'loine'. e
romo_lal -leseja elle vivamente sua protperidade. sua
rivilitaran, para que em breve rossain ebegar aos al-
ia* deslios S que seu ferlil sote lem direito ; n.i
devem por tnai. lempo viver deb liso t\u jug i, ebai-
xo da polticaoppreacdra que os devora.
O BRASIL E O PARAGUAV.
I.
I raa alta quostao polilicu-commercial ocenpa na
arlualidadc a allenrio doi (laizes limilrnplies do es-
tado do Paraguav.
Nao pudendo ser iodilTerentes a esia siloarao, re-
solvemot esponlane.1 mente lomar a penna para tra-
tar des-a qaetto trausceodenlal, que nossa iinprinsa
apenas tira tratado do passagem. Sorprende, na re-
alidade, a maneira por que nossos aschplorea evilam
semeliiaute a-sumplr, a exrepru do oEl-Ordera,
Huiro que se tem inlercssa 1o pelo fulLro a repo-
blica do Paragonay. He p>r essa razao que eseoiiie-
inos mas columnas para empeiiharmo-uos no e-l-i-
do deata materia.
E ette astado, derliramo-lo anlecipadamenle. nao
relleclii idea alguma nova no avenluraila. .Nao: tu-
te municipio pez a tua disposiclo corao reerula. ( leu a cinduz-lo para este porlo.
Communicou-se an brigadero comrnaudaola das I D'lft ao couini.ind.iiit? soperior do l'.onito.Accoso
irm i-. | recebido o oflirio qu V. S. me dirigi em 17 de
Dito ao mesmo.Fazendo igual recnmmemlarao dezembro ultimo, cobrindo at reanles de rondla
relativamente ao paisano lien-ulano Jos do as- dos ollici-.es da guarda nacional de-a comarca, e
cimento.l'.oinmunicoa-se ao brigadeiro comman- j quanlo i proposias a que V. S se refere, e que du-
dante das armas. vida peder aprcsenlar sem ordem previa, tenho a de-
Dito ao thesoureiro das loterias.Remitla-me | clarar-lhr, como ji o liz *ni ulli-iu de honlem rela-
Vinr. com a poisivel brividade um mappa das lo- i livamente ao esquadrao do cavallaria, que as deve
ler..s exlraliidas desde de man; i al o ulliino de remeller sempre que se derem vagas de posto, cerlo
horror; porni as rircumiiancias decidiram de oulra I
maneira. Vendo Marida elle leu immidialamente !
em seu semblante um* profunda tristeza.
Que lem vos- '.' peruuiou-llia mu perlur-!
Indo.
Marlha hesiloo por moilo lempo responder. A an-
gustia de Mano! augmiut iu.
Falle, eu Ihe rogo, lurnou elle ; seu silencio
mala-me.
Si todo fosee sabito, n3o puderiarooi mais ver- i
ios ditse Martha.
Porque .' como ".' eipliqae-sc, eiclamoo Ma- I
uuel.
Por venlura pono explicar o que nao eompri-
hendo ? Eu (inda na ininlia cmara a chave de mea
pavillido ; alguem eulrou la' e-ta nuile, e rasgou
urna tela qoe te aehava tohre o meu cavallele.
Meu retrato, di Vot' exclamoo Marlha isiupefacta.
Sim, disse Manoel tem cuidar raaii em dissimu-
lar. Durante meia hora odrei-a, ainal liroei-s.
O-liou a mira vosa, Manuel Poique '.'
Por favor niio me obrigae a dize-lo. lia mal-
vadizat, que vos-i n3u deve condecer ; ba nomet
lo infames, que eu nceiaria c-irrompern ar qae
Vnes respira pronunciando-ot em toa pre-enra.
Julia disse Marlha ; pode faltar, sei ludo.
Tu do he iiuuossivel; voes nao se teria deivado
calumniar.
Sei lado, disse Marlha; vi una noile Jorge sa-
bir de tua cmara.
V. guardn silencio ?
Eu lambem ja amava lano a vosse Cudava
qae ella amava a Jorge, lamentava-a.
Masilla na i ama a Jorge ; he urna creatina
infame, disse Manoel.
Eu soohe isso depois.
Como ?
Na noile em que Jorga ferio-te, eu nao dorma.
Ouvi um grito na direccao do pavilbao, t >ahi imme-
lialainente de iniulia cmara pira eorrer em tnrror-
I ro, poit julgava ter ricoohecido a voz de Jorge. Erara
1 5 doras da madrugada. Vi Julia atraz da cortina de
ua janella. Jore se firira talvez por eu amor, e
| elia dciiava-o morrer i. Cooheci que nao amava-o
i e desde esse dia desprezo-a.
Voaa n?o di-se nada, podendo com nma p3-
lvra jusliticar-se e perde-lt !
Jusiiliquei-uie para com vsMtV, disse Martha.
Uuaulo aosoulro-, nao me dio cui lado ; pnrim ani-
da qoe amallada d^llt-s m*; livesse leilo pa-leeer
mil veres mais, mi nao quizera comprar sua eslima
por orna denuncia.
E en pdle duvidar de V0H ixclamoa Ma-
1 noel aprusiuiau-Jo Marllii de seu corara por um
indumento exaltado. Ah! nao in'o perdoare duraute
toda a niuha vida '.
Prem vosse nao disse-me porqoe razan odiou-
me ? lo-nou Mirtha desprendendo-se mu vermeltia
de seus branis; \a> disse-inc porqoe rompen seu re-
trato ? II i iinlii Irabalhado tanto uelle Vosse o-
brou mulo mal,
V-jo qne pusso dizer-llie ludo, retpondea Ma-
nuel. VoSi he romo os anjns ; acba-se lao long do
mal, que pode conlempla-lo sem perder nada di soa
pureza.
E contou-lhe ludo o qae (izera, vira e ouvira na
noite pnce lente.
As no.e lloras da noile Mauoel foi ao caslello com
a carta de Julia no bolso e semsabec que Mefaria
della. Desde a sua entrada no sabio pez-se a observar
a viscondesta com urna attenrao que al enlo inio
Ihe concidera. Ella eslava asentada junio de umn
me-a sobre a qual achava-se una lanlerna acosa, e
(rabalbaca era umaobra de tapeearla.
A belleza de Julia era inccnletavel. Sua etlatura
era eleg. nle, sua lez branda, suas feiroes delirada,
seut olla is azuel, e seus cabellos Inuro. Fila tirava
admiravelmenle proveilo do contraste que exista en-
tre seu i-xlerior quasi celeste, e um espirito que nao.
era men is doqui anglico. Sua casquilh ira ganliava
muilo com isso, e as prCiens austeras.mas pnuco pers-
picazes que su vrra com seus ulhos, julgavara-a
branda, noa e afl'ecluosa, porque ludo em ua pessoa
era suave e gracioso. Se Iiouvissq lido cabellos pre-
los, snl.ir decidido, voi um pouro varonil, lena
pordido talvez a reputaran d.-sde mu to lempo. To-
dava os observadores saga/es podan] discernir f-
cilmente as quali lales de sua alma deb'ixo d-s bel-
leza* do corpo. Nos momentos em que ella nao se
observava, sea olliar era as vezes filo e penelranle
cuino a lamina de urna navalb i bem afiada ; mas ni
noile de que fallamos a M-conles-a obsrvava-se
lio bem, que Manoel custou a per*aadir-se de que
issa muliier de asjic.-to sereno c canudo cr.i a rfles-
ma do paiilhlO.
Nac quero sabir daqui tem ter visto corar a-
quella fn ni ii- inami re, disse elle com sigo.
Todav i Julia moslrou nina virlude lio ol.-tina la
que lile julgnu um instante que nao a baria nen-
liurna accssilo de enlregac-lbe -i cart.i Ella passoo o
sern ensillando um novo ponto de lap"rana i lilba
da raarqueza de Unsbac, e sii-tenUndn rnm un ve-
llio cura los arredores urna conversarlo tan moral
quanlo soporfica. Apenas dirigi algomai palivras
dislrabidas ao pobre Joan. A \i-ivel angustia desle
fez .Manoel apellar pela prirneira vez qu leo a-
migo podit ser allraliido ao caslello por um inleresse
muilo mait directo doqua elle julgara ate enlo.
A vijoudcssa linda diaule dejii una ceda chela
razao e da juilica.
11- g ivoraea dot estado* do Prala, e lemos perfei-
ti r.niMc.'o le que o Braail tambera qoer, nao pre-
len lem uirecle ou indirectamente ingerir-* na* ne-
garlos Milenio- dot oiitrne paisas, e penalmente
nos du Paragaiv.U dictador Lpez poda a siu talan-
te roanej ir ieis iiegociii interna*, como qoalqoer
particular governa sua cata, sua eilancia ; ponen
us negocios exteriores com ss oolre* naco**, nao
deve fazer uso dt* m-smas medidas, nem alrevir-af*
i aaarrfaesr a -ua poltica gottuca a onpalanla a*
iiileresse di militaran e commercio, priocipaV
menie dos islaJot lirailrophes. 4
I>< governo do Prala ubre lodo*, e o do Bras..
corao liinilrophe, e em geral lodos o% governoe ea-
traugeirus, por ina dip omacia, lem ampio dlratle,
be de seu vital inleresse euir-ae, cooperar asaral-
inente asa o Brasil para ene obra juila a qae\ale
i) liasil, porliota, asiendo na qnssUte paraguaya
na posir.io qae diixamos deseripta, nao pode, ndn I acloalnsentnae propia, 's man alim ioleri
d-ve deixar de ler o apoio leal, consceucioso d '- Ir. C IBBnMrcte, navegaran, rivilisa^ i. e al de
genlioos, de sua imprent*, de seus horaens polticos, ni lade, aluminio rerlam.io qoe asaim fat*aV
I i- Prtennos nao po lem a notso ver deixar de pres
lar ao Brasil pelo BOBOS aquella atlenciina considc-
L a imprensa porlenha. nelnmos assa grata i
r tur i. d ve por seui innrestei. p -r tu dignidad!
rafaoi benevolencia e impaiciali lade que ao dlleito piopria, lomar pana n'uroi que*lo lao ja-la qenn
a i-i er ir sena Uo rcenles aerviens. lo n.ili-a lor i e huin aunara, e de subidos inlecet-
Al caus.is q .- iis inJozem a a>sim pens-: -es cummecne.
cloras, Uo notoriat, e callo ain la t,i > na memoria e | Sim. A liir* naiega;Jo do alto Paragaav be te-
teus felizes resollados lao ostensivos, qae he intil cunda de uo-pendad* de um feturo candi
fazer dellas aqu menrn. | para estas regi-ies.e especi.l nenie para Ba*n**-Av-
Eite artigo ja vai muilo longo ; n'uutro seremos re, emporio coiomerrial dellii. Divisamos nt
maii explcitos.
II.
Repetimos hoja o que dissemos, eonclaindo o nos-
vir magesloso, reservado ao commercio e a nar-va-
(9o.
O citado piragoavo, havmdo livre nivea
so primeiro artigo : Os Argentinos, e sobretodo os j como eitaluir.im c tratados, ha de ceder a pr
Porlenlius, n3u sa polem recusir, pelo menot, a
perslar au Brasil, na quetlao verteute com o Para-
guay, una eorlez benevolencia e imparcialidad! :
nada mais se llie exine.
Nao duvidamo* desde ja de que a nossa prcten-
cao sera' allendida, par deferencia a nossa mpreuaa
pela maior parle dos Argentino.
Ciamos intimamente convencidos de qne noisos
ti nnens polticos e publicistas, pnnciplinenla ot
que esl.lo a' lesl.lo da imprenta, uulrem a intima
coimccao (ainda que com lerares a que preslamos
muilo rcpeilo nao o permutara propalar actual-
mente; qiieiillra.il por sua posirSo geogra. luc,
pela vasla penpdecia que oceupa nesta parla da A-
meiica, por su pipolaro, jior seut vastos recurtos
por sua elevada ci*/1lisaCala e liberalissimas inslitui-
ees, pelo progresio qui s desenvulve n i imperio
desde o Amazonas alo ao Prala, de,.le su litoral
ale seus mais remotos deiertos, e eniiiin pelo prot-
peridade de toas linaii'.as, que gozara de subido cr-
dito no iiSlock-Exclungei) de Londres, e anda poi
do o que diserraot ser de prirneira uluirao ; sera ua|rai circuinslancias que nao enumeraremu, po'd
o pen-araento de lodos ot Argentinos, de lotos os [ apiesenlar-.e ante os estados do Prala ua categora
e digoidade retpiclvas.
E o que lemns visto al agora '.' A maior modera-
ra i e circumsperrao. Conlido o Brasil na sua r-
bita, apena se faz sentir aos gabinetes dos estados
do Prala cora Ihaneza. com urna hrandura que non-
io lulos
Porienlio, de lodoi os ribecrinhos, de lido* os habi-
tantes tos pases I milropbea, de todeii ns estadistas
e polilicos de raenlo do commercio e de todot ns gov?rno das na-
rfie qoe mantera coiu estt plagas relaces com-
merciaes.
Anda mais ; a cvlitac,ao, a expansao conimercial
do inuiilo ei i mais que inleressadas em que cesse
esta anmala siluaro.
Os estadas do Prala especialmente nao devem lole-
rsr que, quando dalles irradia ii MVlliaacao, o com-
mercio. a naVegacSo, com seu immensn cortejo de
felizes resulta I-; qae esse estado do l'oraguav, cora
quera confina, com quem ma ilem raaiores ou meno-
res nlares, que s.lo nossos finaos, com nossos cos-
lumes, com nosso dialecto, com nossa mesma reli-
giio, cominue a viver sob o jugo de an. governo co-
de I i i e de seda de todas as cores, de que servia-se
para o teu Irabalho.
Se ella inlerromper soss bomiliae, dissera Ma-
noel cora sigo, metterei a carta naquella cesla.
Emlim a vis-ondessa levanlon-se paro ajudar Mar-
tha a fazer o che. Maooel assenlou-se nn lugar que
ella acabava de deixar. e dingindu a'guns cumpri-
I menlos a mocinlia, a qual alnixava a catera coraodo
I de prazer, tomou a c-sla, bruicou cem ns novellos
que ella continha, e emlira depoz alli a i'amoia carta
tora que iiinguem reparas-e mito.
Tomado o cha, a vitconilessa voon para o tea lu-
gar. Manoel dingio-lhe entao sobre sua as no Irabalho alguna gracejos que tinham por fim fa-
ze-la puxar a agulha com mais ardor do que nunca ; j
] depois assenlou-se junto da mesa e travoo com ella '
e cora a raocinda. cuja ingenuidad! deleitava-o, uma !
i detsas converszces de safilo, impussiveis de reso-
iinr. Aguardava impacienten ule a descoberla da
caria. Procurando um novello di leda Julia achou a
no momento em quercspona a um cumprimento
de Jo3o. Manoel linha in-tlilo a caria em um en-
voltorio com seu nome. Sem interromper a phraae
ella abrio-a lao negligentemente, como se fotse uma
nota de eeeloreira eanaecids desde a raandaa. Nen-
dum dos mutculos de seu roslo etlremecec, nenhuma
gola de sname subio-lhe at faces, nenliom olhar,
nenhum gesto traluo o que ella experimentava.
Fecdou leut.unenle a carta, lornoii a mellela no
envoltorio, e collocou-a tohre \ mesa ; dipoii con-
tinoou a conversaro sem e-sa vivacidade fingida,
cora que mullas vezes procuramos dissimalar uma
priocupa^au ou nm embarazo.
lina muliier de tal forra be om monstro, diste
Manoel coinsigo ; te eu suppocaste Joao capaz de
enamorar-te seriamente, creio ru lile diria ludo ;
mal lile Ii* inulto preguirosu p.ira dar-se a esse tra-
i baldo.
rodara sahindo do salla diase-lhe :
f'.uidado, amigo, cuidado.
Em que .' perguitou Joao.
Nos bellos Olhot da ijicoa .
E porque .' i mi ia Joao cun mais viveza Jo
que moslrava de ordinario.
Porque tu me perecea admir-tos demasiada-
mente. AOJoella molnei be o que por delicadeie de
lingii gen c iamam em francez ama grande casqai-
I t. I", n lltspanha lemos nutras jialavras |iara dizei
isto. Podes ilaolea-la, se le agradar; porm digo-
le comn amigo que le aeaoleto*, e te ella enfeitijar- j
l, procura-ine, pon joro-le quebrar O feitiro.
\\ apertando a mo de Joo,Mauoel deixou-o para
vollar a sua choupana.
S.
I m mez de tranquillxlade apparenle segaioo in-
cidaDlo do ptTiibttot Madama de Kosbic loiuaia
ra sua diplomacia. Esta unnea fez exigencias
elusivas.
Tem-se limilado a participar das concessSis felas
ao- patzes mais remotos, e aluda aqu-lles cujas ic-
i i-ues comiuerciae n>> sao da importancia das de
Brasil. Tem feito mus. II de uma perfeila in-
tuirlo que seus mlre-ses, que direitoi da ninnar-
rhia purlugoeza lera sido sarrifica los aos detajos r-
danles uas boas relacdea com o calados do Prala.
De faci, o llrasil com uma poltica elevada e
transceu leulal nunca qui/. fazer alarJe de seos re-
cursos bellicos, ou de oulros de qualquer nalureza,
cada dia mais imperio sobre a barouez i, a qual co-
merava a agastar-se seriamente com a sobrinh i pela
sua frieza para com o joven marque?. Esle galan-
leava a Marida por ordem da raai ; mas com lio
ma i xito que pirgunlava muilas vezes a si mesmo,
se o faci extremamente iroprovavel de casar com
seiscenlos mil francos de dnte valia a pena de enter-
rar-.e um viran inleiro no fondo de um deserto. A
nica distraerlo po-sivel para elle, em Cernan leria
sido ser o amante de Julia, a qual condeca desde
muito lempo. A vicondessa era uma conquista dig-
na de ser registrada e contada ; mas como a virlode
era nesse momento indispensavel aos seusprojecios,
Julia motlrou-se sempre intratare!. O infeliz mar-
que? vio-se pois redozido a passear solitariamente
uo meio dot roededot e dos campos plantados de In-
ga com os bellos trages campestres meditados para
om fim mais glorioso ea Iravar um namoro mui
prosaico com a camarista da ma Jamoisella de Hoiit-
brun.
A irnafla nao diverlia-se mait do que elle no cat-
tello : concebera por Marina uma des-as paixoes fj-
naliras que as raparigoiohas experimeulara ai veza*
para com as moras ; purera a pezar do agrado r un
que madamoisella de Monih'un a Iratava, ella nle
e-tava sali-feita. porque Marlha nunca Ihe fizera
ntnliuma cinfi lencia. Todava Silvia eslava certa
le que ella amava a Manuel, e cou-a exlraonliu-ria,
seu iiistinclo nascanle de muliier daminava c.iiiipl'.-
lamenle nesse negocie sou nfien;ei de familia. Nao
era pelos projectos d > marquez qu alia se inlere-sa-
va, era peto amor de Manuel, po-d que c nu uma
ingennidade digna de teut qualor?e aun -
escolhido ao mesmo totopo pira o hroe da viga his-
toria de amor que llnclua na imjgiii n;o da mur par-
le dai inoras dentellas.
Os neg icios da visconlissi nm Iiem. Jorge vinlia
loda a- noites a Cernan e voliava ora conl-mle, ora
desesperado, mas sciiipre defniuBdo por el,., ^ns
inomenlos era que elle estava pre-les a fazer espo
-.; bastara -lu la pronunciar umi patavra i Paria!)
paraaplaea-losubilsmenle. Qnentoa loto, eslava
i i in ns euiiii ua lo, i-i i bn, mais c '-<. D*-
mail .it dihVul lades d sua posir;ij imi.....llama
ine rus |u o -mes e r acervad n qoe n.lo
pil'im -eivar do apagar iitleiraiiieule em
pirite as pelavraa de Man -el.
De todas asios coosas nem Mulls, nem Manoel
viain nata. M'isdoque nanea ellea estsvim domi-
uados pelo sonlio. as h ras do calor, quanlo no-
nlium rumor eleva-ni da nalureza fatigedi
iulluenria dj brando eolorpseimente que *e apode-
ra de lodos ot enles, acunl.cia-lties minias ve/*- :
ar longos mimemos de rales dadaa, com o olhar
perdi-lu no hons inte, e-queceud.i--e dot livros et-
pallu Jos i >cai pl, e fallando em voz bn\a como ,
ao benfico iiillaxo derivado do commercm.
civilitsrlo etlurionaria, ii nio retrograda, vivifica-
ra*. Finalmente, untaos irmo* parsfosyo* poderaVa
ni.lis larde ou imis cedo stpirsr e aura salular da
lilierdade de que felizmente gozamot. O tempe di-
lo-lu. |
III
Matiramos oo nosio ultimo artigo qae o aasili*
da impreusa argentini, e lalvez o da de Baanaa-
Avre, como apoio moral poda concorrer para o
' irsi leralomi a qae o Brasil propnzera com mioi-
fe'la ju-tira.
n riinln a imprenta porlanhi, por considira(6e-
qui nos atreveremos a qoalificar aqni dr mesqoi-
por epdemeroi ceceos de influencia qoe o
Biaail nao promove, nem pretendi im lempo al
gum promover, e anda por enai anligai nvalidada*
nacionaes.lenliam declinado de lomar parte neeae lis
inleresiante quanlo j. lio ; quauJo a imprenta porlenha. por om recela a
Balee ver potril, lemesse qae, presiand-i leo apoto
franco au Biasil ni ver ente quetlao paragoeyi, o
imperio asminisse preponderancia na palmea, as*
in-|i|uirijei deinorraltcat detle astado e nos oulras
deltas regios ; quindo ainda a imprensa porteaba,
pospondo todas estas grande* rnnsideraces deriva-
das dos interesset do contrato da livre nuejara*
lot riii al o alio Pareguay ao porto brasileiro do
Albuquerque, e desse commercio qoe por nota pa-
tirdo, por neasi opulencia, por nossa civiitsieao o
iii-liluiret mais no perlenre do que au Rratll O a
oulros istados, preferisse o malo quoa omnalo, pre -
juliriul. anii-humanilario e illiberal em qoe exitle
esse misero e.l.i lu do Paraguty, qoe em verdade
tena huirivel e cruel, pensamn de corago qoe a
lelicadeza, o decoro, o carcter cavalleireco des
Mostradas prnoat que etio k Ictla de nossa im-
prenta a iinpelliriatn a timar s resol ora a generosa
que indicarais, para qoe o paiz e o mundo inleiro
-e compenetraste de quii o dictador l.-ipez irroga a
se lemessem perturbar o immensn rapos* di cree-
cao.A* patavra* qu* enta) eicapavam de seo* labio*
erain vagas e ar.lentes como tuJo o qo* n red**a.
Porque naa vem mar buscar nos para -pal-
lar-nos em teut abytmn- inormarava Marlha.
Ojini me dsra morrer. Voss neoca ha de amar-
me lanto como hoja.
Por ventara am*-se mais os menos replis
llanael. Des le o comer do* lempas am* Deo*
menos sus obn espallia o sol menoi raiot '' lan-
r;-ie a larra aea alba ram raen erder Amai
he viver a vida luliuili, absolala : esta nio pode e*-
golar-se.
E aqoelle que nio amam '
Os mirtoi debaixo da Ierra sao mais lelizes.
Porque lardou vosse em vir* l.hamei-o tanta
vezes !
Vosii) njo m* am* como es smo-a, responden
Manoel ; n3o (em s dlrnlu como ro, ni* molhoo
seus labtoi em loda at fonlet, nio pode saber qoe
(odas as aguas da Ierra io amargotat e anvenenadai.
uu tcnlio-*e su, quaodo uma mi abnrava a toa,
ado repeli mil vezei : oAmo-le la blaptiamsndo,
nao aperloo phanlairaa sobre ura confie vosea.
o i lu acordada de noite p-la voz lerrivel qoe ri-
luv.i Ihe aa ouvido : Que lent leila de tu-lo o que
I1 c lu raai tinham infun udo em tua alma 5 e
naoraeonheceo e-tr-mecendn que na* lli. r.i.,.,
mais nada, senao a det-jo el eme e intaciavel. Vosie
lie graneo a pura, nao |Kijmir-eaecomo eu ama-a,
eu que sou initenvel a corrompido. Vivo trnenle
era vease, sem eea-al naa (cria Ir nem virlode. te
ab n I i!iar-:ie nm da!...
Mas nao soa tul .'
Se eu le disses-c Sf-us-me so fim do man-
do !> vinas !
Ira!
>-melliinlt cnnvena(jips *ram mal peciaoat *s
toas langas elluss- a .;.. lacsaaa tilan
neo; suas asftea rnlacav.nn rm,,, ,,,, estrella-
mule. uma niniin pe iv i-ltie i'.i nle dos otaos .
Manael sprosiaaan lavolootineniaole. Mariba dai
-en ni'-ri', ot hbiot lu-asam-ib- i aaatsfJjaa eni
que ella parereit i rr !. -; ,. >,.., in-danle-s tena
- 11 mui Iscil a Man ,,d ota tal de uma emeie qu
IIatiba pela isa Cawtioede i :emr; au*
. Me amava-a uneeramri'l quera re-pita-l. A-
sulado pela MI | aria lr-qu.za rel.iass-.a irnes-
.....la P"" a borda dr. mar, e ah* naaaaaaa ca
. n reparar qae s vaca- m ln..>-n-lh o
"' ilo vallaoa para jante da Haarflaa at-ha-
bandada d Uariaasi nem neen
oulro diiigiani-i* uma s.i p.Ie. Mareo* ar nhava
algurn livro, .Mauo,-| (azia-iu- l-r liep-riti.l. ror-
ngie '.i grare e leverauna' -u" fetlaa *a ^etaaaar
cu '.i.'. .ieiii/mor-c-*. /
l\i itii a r\r\


DIARIO t>t praNAwroco ~ sautuoo id nr. unbho DI 1fif.fi-
tnait irritante injuria a piquia Prie di imprna
po teuha, que lumou al aqoi man ou menos parte
era ma defeza, diztndo insinuando que te arha
toliTenrionada por el la, como se eitivesie aojeila a
nn podiroto especifico.
Acreditamos que ett Ilustrada, posto que pe-
quea pai le da imprens porlenha deve por aua honra
prcleitar contra semelhaDte calumnia, contra seroe-
Iha ale inainuarao de qoe nos consta t utar o ditador
nos mus arrebalameolos contra oa Porteulios ingra-
tos, apoiando a alia a patritica quetlao que et' pa-
ra -etolver-se definitivamente, ou conservando uin.i
dig 14 neolralidad*.
Aquella parle da imprenta porlenha qne al agora
Dio lem querido entrar nesta qutilAo, toicilada pe-
las i onsideraeSM que desenvolvemos, e anda pelo
pundonor, que asiuma detdt j a poticAo que lite
compela. Esperamos eonliidamenle lera acolhida
nos'a patriotiea justa in Caoaa-noeoa verdide mofador riso, se nao com-
pai i3o, observar a manetra quijotesca porque o di-
PAGINA AVULSA-
' mavictima da iniiqen a.Y.imo-nos occupar
da infeliz viuva do eapiUe Cesario Martimo de Al-
buquerqae Ctvalcinli, dcsse, cujos serviros fallan)
bem alto, e que uo legou cora n sui roorle a sus
desventurada esposa, man do que o crep da viu-
vaz, e a mais horrivel indigencia. Como he sabido,
foi o capillo Cetario oro desset militares que gran-
de* urvicot prealoo a toa patria e na provincia da
Baha, aoode fez a campanha da i idependencia do
Brasil, mereeeodo por elles a cor firmarlo de Iris
poslos em doos mezas, de segundo lente a capi-
llo, e condecorado pelo Sr. D. Ped -o I, enlao impe-
rador do Brasil, com o habito da imperial ordem do
Cruzeiro. Por occasiSo de ama snblevaclo havidi
tadnr Lopet faz alarde ridiculo de preperalivoa bel-1 no presidio de Fernando pelos cabaoot, foi manda-
Ucea, sacrificando oa recursos detse desgranado
pait, que gime a braroi eom ama fome devora-
dos.
Cauta lastima e desprezo que o dictador Lpez,
em vei de fazer ridicula prai;a de fo> cas militares,
Dio horjvetee procurado remediar i fome a a fall
total de gneros alimenticios, empregando essea bn-
paclua com prevaricares ; pon, a excipc.Ho de dout comarca, nao provoco e nein uunca provoque! des-t Ha servidos regulares de navios de vela entre o
ou tres individuos, cn-parlicipanles do producto da I sas lulas estrepitosas que me creassem odiosididrs ; llavre eos portoa principaes da America do Sul,
venda da justicia, nao mais hovera, om se quer, que por isso deadnqae Ui a minhi apresenlsc.A'o que i tees como Rio de Janeiro, Montevideo, Buenos-Ay-
nao bemdiga nu juiz de direito que os livron de con- j os ineus amigos generosos e dedicados como se mee- ; res. Cima e Yalparauo.
Itnuarem sob a preasao de prevaricaraa repelidas ; travam.rae deram scinpre as melhorss esperanzas do j A ti de cada mez, parte de Soothamptoii om stea-
que uo bemdigam ao promotor, que esquecendo o ', Iriumplio que obiive e qoe seria mais completo, se i mers para o llrasil. (Is presos depatsagim sao de
espirito de colleguitmo, a iroizade mesma. cump'io j nao fosse a lealdade com que o meo maior e mais 1,lio francos e HS."; francos, segaDdo o camarote qoe
o seu dever, denunciando a auioridade competen! o-tt-ntinvo patrono riscava de quaudo em vez o meu
do pelo e\-presidente Manoel ds Carvallio, para
eommaodar o mesmo presidio, e ce mo capaz de res-
tablecer a paz, o que com efTeito couseguio, em-
pregando as mais acertadas providencias, sendo es-
ta a toa ultima eommissao por liaver aili falle-
cido, qaando coolava dezenove annos de praja.
Redolida atsim a viovez essa infeliz senhora, traloo
eos, hoje armados, no cultivo dos campos e em ou- depois de competentemente habilitada de reqaerer
tras industrial a beneficio di populado que vive na ao governo imperial a compensado dos servidos de
mili avilante miseria. I len marido na proporc/io dos anuos que servio, coja
___Orna compaixo e riso qoe o dictador Lpez jal- | greca Ihe foi concedida na razao de ."..~ hh i rs. men-
gne 'qae eom os fracos recursos qoe tem pode ir- '", di qoal gozou desde o mne le 1834 al 1830
rost ir ai torcas do Brasil, qoindo este, engolados j em que por um avilo fui obstada a coulinuacilo de
es re tos de concluirlo, qnizer declarar-lbe e fazer-
lhe goerra.
Qaetn ha que ignore a desprocorcSo entre oa rc-
enroe do Paraguay e do Bnsii'.'
O Bnail lem i sea favor, ilm da juslici da cao-
u, o apoio moral da todot ot estadoi da Earopa e
da .\ merici.
O Braiil tem a rea favor o etlado misiravel e op-
priniido em qae vive o Paraguay : dahi a resolacao
qae por ordem das eoasai resaltara dude que
atroiMim ot primeirot eauhes hrasleiro-.
0 dictador Lpez pareceo-nos obsecado. Sop-
19o mesquinho sold, diqaegozav aquella viuva,
e seos infelizes fillios. Qae liorr vel idea para a
classe militar qaa isso v Sir, fe por certo bem
horrivel, e anda mais horrivel qui ido se esquecem
os lervijos relevantes que se pretlaro, e deimpro-
vlto si reduz a mendicidade a nma infeliz viuva,
tendo o qae soccedia a'docapilSo Cetario 1
AdmiracHo.L'ra anciao tendo deiado a eida-
de de Oliud ha minios annos, por se haver retira-
do para o serillo, leve occasiSo de lassar por all e
oniao foi ao mosteiro de S Beato e maito te idmi-
roa di ver a mineiri porque com tanto zelo e de-
por-se-ha porveulora tuperior a Rotas '.' Oh nao dicarao se fuera 1,1o grandis reparoi a mo-tran lo-st
A ilifirenr;3, a disparidade entre nm e oolro' Pr isso mnilo titisfeito, ditie que como aqaelle
sio oaii que Hlenles : he disnicesiirio repell-lai i mosteiro linha encontrado nm atiba le qoe tanto cui-
aqu .
Jiilgimoa, portinto, qae enes ridicalot prepariti-
vos bellicos eom tanta ostinlacao propalados em lio
pouro lampo on ha annos serao a fogmira em que
teqiiiimarao aa leia da dictadura.
E qaando lasim inteodimos, he fondado em qae,
dasse delle, qae necessario seria igi alenla qoe en-
contrasre tambera um abbade gerat qui coidasse na
regeneraran moral e religiosa, afim de tirar urna
casa completa, e em que se funecio tem lodos os ac-
tos da ordem como elle alcancon.
Mvfina.Pedimos aos liseaes, qrre a bem da
se o cldidaos paragnayos, etse noisos desgranado* horLinidade prohibam issi mo (ensoto costme
irm ot, nao aicodissem om da o jago ominoso e de te picar carne nos arougue* a machado, resol-
terrivel que oa opprime, eulio declsra-lot hiamoil lando desse proceis> ficar ella cheia de esquirolasde
bem a no-so pezar e deipiilo ama eicepcao fatal de 0,9t>a e <|oe bem fatal se pode tornar a garganta de
toda humanidade. Sim. Bepilimo-lo : estes pre- algaem. Bom he prevenir o mal antes qoe elle ap-
paralivoa bellicos de que le etla abroquelando Lpez parera, e ama vez demonstrado o iiicuuviuieute, pa-
s
aeran i fognein onde se qoeimirao it leit di dicta-
dura, porque a populacho paraguaya vive na mais
degr idanlo miseria e fome, porque ha all as temen-
tea da llberdide qae principiam a desenvolver-se ;
porqie emfim a erite se aproxima, quer hija guer-
ra ou permanece a paz.
Se, o qoe nao be detoppor, hoQver guerra, a qoal
per iutra parle o Bmil repagna, o pnmeiro tiro de
canijo lira o grito de alar mi dado ao povo para-
guayo para que sacuda o jngo terrivil que o op-
prne.
C inlinnindo a paz, como comiqoencia indeclim-
viI telli, a livre navegacao doa rios illuttrira, eivi-
liuia esta popalica, e pilpavelmenti eonhecerao
qae aau siini(Jo nao p le, nao deve continmr :
um; nova ordem de coutu str o resultado inevita-
vel da modifieacao do goveruo do presideole L-
pez.
Guiara a fatal dictadura. O rgimen representa-
tivo, ai iiMtuicSet liberan,temearao o progreiso e
a cixilitacao. O Paraguay, ene eslado noss'o irm3o,
victi na immolada ao jesutico egosmo de Lpez, ha
de a cancar os illoi detlinos a qoe tua posirao e os
magnficos ncorsos di en tolo Ihe dao direito, tem
pmi r pela anarchia que, se all apparecesse, terii a
miit firoz poiiiveL
IV.
Distemos que as atluei-i meiquinhii em qoe se
mostra insigne o dictador Lpez nao o podem sal-
var. Vimoi agora mencionir por partot quaes el-
la! s.lo, pin deimateira-lai e polveriti-lii.
O dictador Lpez no ieo Seminario faz alarde di
haver jletliundo om vapor a' navegarao entre At-
tum.ifio e o Porlo de Albnquerqoe.
II i um estratagema miterivel para Iludir os es-
tadoi di Eorop, principalmente a Inglaterra, onde
minlirosamenlt fiz cantir urna liada ridicula de
seu oviroo e adraioistricao. Apezir disto, nao il-
lode, nao pode illudir os eslidoi vizinliot, e menos
aqnille que leem repretenlanlet que observam com
os piopriot olhot usa administraran ominosa e jesui-
. tica.
Eisa linha de vapor estabelecida desde a capital
lo Paraguay al o porlo brasilero de Albuqoorqu,
m Jlilo-Grosso ou alio Paraguay, lie um perfeilo
iri: de cora.
Hu ama burla, porqui nao ha actualmente iute-
rett algum de eommereio entre Malo Grosso e Pa-
raguiy, e nem elle se promove, porque seus produc-
tos s lo lemelhinlei. Os commercianles de ambos os
pafit, vendo entretanto que nao ha probabilidade
dad arar a actual litnacao, querem entabolar rela-
c6ei que eom e curio do lempo e debaixo de ootro
reg,neo mais liberal e civilizador podero diver-
in-h lo lornir de maior alcance.
Hl nma.completa burla, porque o vapor deslina-
di l etjaa eirreira, alara de nao levar on Irazer Bar-
ga ilguma de Importancia, apenas condozio tres pas-
sageiroa, eipies mandados pelo dictador para obser-
var o lado dos preparalivoi bellico! qoe te fazera
mi iirovincia de Malo-Groaio.
Hl ama perfiti borla, fioilmente, porque o com-
miriito, tanto o qoe tem ama ixisleucia rachitica na
AjucuspQao coma ode Alboqairque e Mito-lroiso,
qnet e precisa garantas. E como podero semeltian-
tei relances commerciaei lomar incremento e medrar
o com o etlibilecimenlo deisa linba de vipor entre
a dous porlos?Risom teneln.
Be sera david ama perfeila baria, ama astucia
metra vel de qae te socorre o governo do dictidor
Loprz pira ostenlir-ii propagnidor di navegarao e
eommereio, etlabtlicendo eua liana de vapor pira
Mala-Grotio.
Q jando quaatquer favoret prfidos, de occisiao e
voli veii qae hoje ditpens, ja tvb as imprissOes do
miii o, ja das do bom humor, nao podem, nao devern
inspirar confianra io eommereio do Paraguay, de
Malo-Groete e doa eitirjot vizinbos ; qaando etsai
ror :eties, qaando esset favores pirulos, oceano-
niei, dictados debaixo dai diversas impresset, s3o
deilruidos em um momento tob o influxo de urna
preiencJo desptica a pueril, podem, dizemot, eon-
tenlar, laliifizer ei citados vizinhot'?
Para que o governo do dictador Lpez inspiras
con lin(s a teas concidadaos, aos estados conterra-
neot e limitrophet, t nacOea eitringeirat, tena mit-
ter que cessatse de urna vez o rgimen interno, je-
sui ico e chlnez que formam a base de tua adminis-
tra ;o interna, eommereial e admiuitlrativa ; que
ini.ituic.uet mait liberan, monos Ivranuica, tossem
postas ira pntiei e por meios leaes, e qae offerecet-
eem giranlias daradouras ; que oa representantes
commerciaei ou diplomalicot dot estadoi estnngei-
roi que os subditos de todat ai nacajet do mundo,
tosiera tratados no pe de igoaldade, de protecrao, de
benevolencia com qoe o tao em Buenot-Ayrt, m
Coi federacSo, e finalmente em lodoi o estados li-
milrophei ; que i f dos tratados fosal lili respeila-
da e n3o burlada, e nao segoisse a aondueta pu-
nid, escandalossima e irritante que se leve com a
colime frinceza de Nova Brdeos, nem a que te vio
C013 a compinhii eommereial norle-americana IIop-
ckini, ele, etc. ; que hoovesse perfeila igualdade e
reciprocidade. e nao o horrivel monopolio feilo pelo
governo do dictador Lpez de todos ot principad
'.in duelos, lornindo-te inmoral e iniolilimenle o
nn co comprador e vendedor, e porveotura o princi-
pal tplorador de lodos os principa producios, co-
mo harva-male, ele, ele.
'.lo sendo esta a sai linha de conduela, nao fa-
zendo nma completa invtr>ao em sna administrarjo,
o qoe nao not parec maito fcil, a nao ser por um
meio qne opere, poli forc das idat civilitadoras
qo-i oiqolle paiz vao germioando lenlameule, nma
vneliimorphose, nunca lemelhanle governo inspirar
coi 6au(a, ha de ser for;o-amenle ohjecto de rito ;
si governo ba de aearratir infallivel a inevilavel-
menle sobre si a animadversao geral : dahi asconse-
qu 'lirias previstas que temos inigualado tanto agora
como em oolras oeeasioes.
De ludo quanlo temos expolio acerca do Brasil e
Paraguay, resalla qoe he di palpitante nececsidade
para o Estado de Bueuot-Ayret qoe a opiniao pu-
IiIim, preparada, encamiuhada devldamenle pela il-
loslrada imprensa, nao preste apoio a politice jesui-
tiei e damninha do dictador Lpez, eao mesmo Um-
p prene imparcial eoopencao na qoettao de que se
oci opa oa val ocropar se a poltica tendente a qoebrar
os^imbaracos com que se pretende sojeitar a livre na-
veiiaclo dos rim;que lodos os estados do Prala devem
on r-n completamenli ao Brasil, dando pelo menoi
ee apoio moral ao imperio, porque nio ha necesti-
daiie de allianca para guerra, pois sobram a pullu-
lari o elementos precisos.
>e ludo itlo risullarflo iodeclioavelmenle ai con-
sequenciat felizet queja indicamos ero prol de nos-
sos inleresset commerciaes e da causa da humanida-
de opprimida.
O governo do dictador Lpez, alero de ser empu-
jado a camprir lialmenle n tratados sobre nave-
rece dever ier atlendido.
Morlalidade.Relacao das pesson qoe foram
sepultadas no cemileilo publico, ou dia l:< do cor-
rele mez :
Francisca dn Chagaa Farraira, prila, solteira, 90
annos, phthisiea.
Antonia Marta Ferreira, brauca, iuva, Oinnot,
phlhitici.
Mrindolini, parda, 13 mezet, telmo.
Manoel Francitco da Araojo, prelo, solleiro, i>0'ii-
not, bevigas.
Antonio Jos da Silva, branco, lolleiro, 30 annos,
paralysia.
Jos, pardo, escravo, t mezet, be lU".
Isabel, bnoce, i. annot, iuflaroriacao de intei-
linos.
Cosme, pardo, 18 mezes, le'ano.
Manoel, pardo, 18 mezes, bexigas.
Total9.
Da 14.
Ladislao, pardo, 5 mezet, vermer.
Belarmina Hosa Teixeira, branca, nolleira, Va an-
uos, phlhisica.
Feliciana de Jesot, parda, catada, 4ti annoi, ma-
ligna.
Rota, prela, escrava, solteira, 20 anuos, phthisiea.
Auoa F'rancisca, parda, viuva, -< auno-, aneu-
risma.
Joanna, pretn, solteira, 35 annos, h\ dropesia.
Alexaudriiia Mana da Cunee ro, tranca, solteira,
I.) annoa. phlhisica.
francisca Mana da Concei;ao, parda, silla ira, 60
annos, diarrha.
Manoel de Rosas Brdeos, brauco, lolleiro, ti an-
nos, febre uare lia.
Mara, parda. 2 horas, ttano dos recem-nascidos.
Total10.
Maladouro publico.Maln- ib no dia 14 para
consamo do da I "> do corrate, a taber :
Companhia das carnes verdes......40 bois.
Ricardo Romualdo da Silva........6
Doarte....................4 b
Manoel de Souza Tavires..........2
Luiz de Queirnz..............1 s
prevaricacet, cuja historia horrarisar ao homein
Coiisciencioso.ao cidadao probo e repeilador dat teis.
O Dr. Manoel Correa Lima, na alta e importante
policio de primeira auioridade da comarca, e no ej-
ercicio de foncres mais iraportuntes, que de outrat
vezes fura chamado a preenctier. lis podido mencer
a etlima de lodos qoantoa delle h3o dependido, de
lodos quanlot coro elle lem lidado e pode, no intimo
de sua consciencia, rego*iar-te de haver sabido eom-
prebeuder o que se deve a um funccionario publico
Ilustrado, probo ejusticeiro e.o qae deve atea ptiz,
a que te obrigou servir, prestando solemne Jora-
meato, icio qoe para ilmat cnrrompida e corrupto-
ra he urna simples formalidade.
Quizera antes que o correspondente se occapatie
com as denuncia; que dei contra o l)r. Cardim, qae
as analytou, nao esquecendo as provat que os ins-
truirn), do qae se prevaler!, da ja maito batida e
tedio* oppotic,ao que enconlrava na realisae,ao da
vonlade que mamfestei e vi realisada, de ter honra-
do com um atsento na representarlo provincial ; pois
posso provar, e com documentos, sendo um 'orne-
ado pelo proprio punho do Dr. Cirdim, n3o so qui
lie nao goza de conceilo bastante para me guerrear,
como anda qae el e t procarou faze-lo (sem poder,
sem recurso depois que denunriei tuit prevari-
caces.
A eleirao provincial leve logar no da 22 de no-
vambro do auno pastado, tendo que o presidente da
provincia ordenara a convocarlo dos eleilores, por
portara de linios de selembro, se a memoria me
nao faina, mais de um mez depoitdo dia em qoe re-
quer a primeira diligencia para denunciar as preva-
ricares do Dr. Cardim. E como dizer-se qne eo
persigo ao Dr. Cardim, porque este me goerreava,
quaodo eu antrelinha reanle, de coHegnisroo e es-
lava em boa harmona com o Dr. Cardin ? OSr.
Jos Vfeira de Mello he homem sem importancia al-
guma poltica na villa do Bonito, onde se sabe qoe
elle he majar da secr.lo da goarda nacional da reser-
va, porqoe traja lobrecasaca com botet araarellos.
K um homem nistas circumstancias pode guerrear
alguem, qnando nem eleilor he ?
Se ea fosse persegu 'or e iniraigo rancorosn, sop-
porl-ria os incommodos physlcotque me acabrunha-
vam, continuara no ejercicio de minhat funcret,
para nao soceeder o que encaeden istn he, para que
oao foiie expedido um recurso do Dr.|Cardtm, irm
acompanha lo pravas valiutai qoe olTereci com a de-
nuncia, provasqoe a loda a laz motlram a existen-
cia de prevaricarles ; mas qoe foram colgada inu-
(eis pelo minio Ilustrado jurisconsulto Dr. Orte-
lovao Xavier Lopes, qae sob"lit"o ao Dr. Curres
Lima, e de quem ea pono d.ztr sirniles cun si-
milibus fcil* congreganlor.
.Tenho eomcieneia de qoe hei cumprido com os
devere de meu csrgo denunciando prevaricar-Jet
dos Drs. Manoel Henriqne Cardim. juiz municipal e
orphaos da villa < Bipilo, e Chritlovao Xavier Lo-
pes, juiz rnouicipal e orphaos da cidade de Caruai,
qoaesrjorr que sejara as adosarais que hajam de pe-
, ..lint mim, encoolrar-me-hao promplo a esma-
Ka-ltt, pois tenho cooscienncia de que compro cora
os deveres do raiu cargo, merecen lo a eslima dot
meut comarres e o bom conceilo dos meus su-
periores.
A publicaran da pretenle he mait nm favor ao
patricio maito respeitador,
Luiz de Albuquirque Marlint Pereira.
Recite li de Janeiro.
polire nome.
He porlautoao cavalleirismo e benevolencia dos
meus amigot tleilores detle circulo, que devo a nu-
nlia eleicao, e nao ao auxilio de combinacOei pan
as quaet nunca tomeicomproimisos decisivos. Acer-
ca do fado da me escraver o Sr. Mello Regu qae o
Sr. Dr. Nabar hnvia-lhe dilo qoe disputaste o lar-
ceiro lugar, t Igori sei que fone falso, fsaendo-me
todavii especie qoe tendo Ihe eo eteripto a seme-
Iliante re-neiio, como tev da carta iropresta, o Sr.
se occopa.
Em Martelha a companhia dat Mettageriaa impe-
riaes faz servico continuo para o Levante, Eaypto,
e Argelia. De Martelha. fazem o sirsirot regula-
re para a Italia e Hetpanha.
l.ma companhia Ingleza elteclui, noi din 12 a 18
de cada mez, viageut para a India, China e Austra-
lia por vil de Suez e mar Vermelho.
Ha lambem em Marselhi om tnico minial pan
o Bratil, elTeciuado por tteamert tardos. Etli ser-
vico ten' duplicado quandu ai linhat Irantallanlieai
G&mmtt fSarlc)at?c.
total. 53 bois.
Mi depoi d'amankaa.
TbiMio $t ^Jrnsttttifieo.
Pela barra americana n/ingarella > entrada liontem
deMew-Vork, recebemot gazelai diquella cidade al
5 do paitado.
Toda a Uoigo Americana achava-sa tranquilla ex-
cepto Kantai, caja popularan estiva ioteiramente
soblevada por causa da consliluica l.ecompton que
era altamente repiovada por lodos, assim not mee-
lingt romo nn imnrenta.
O governador Walier lnhi (ido varias conferen-
cias com o presidente em Withinuton sobre ot ne-
gocios daqaelle lerritoriu sera neiib im resultado es-
pecial. Parece 'qoe Mr. Buchanan em tua mensa-
gem ao rongresso, qae ja se echa prompla, sosleuta
o procedimeulo da convenci de knDtai.
Ut ministros de Inglaterra e Franca proleslaram
contra a expedico do general WaUer, dizendo qa<
a toa tbida dos E-lados -Toldos fura divida (ri-
queza e fall de eoergil da parte do governo.
Em lSew-York prccedira-te pac ticamente a no-
mei;ao do mayor > camarillas, sahindu eleito
para o primiiro emprego Daniel F. Tiewann eoro
ama peqoena maioria sobre o ieu competidor Fer-
nando Wood, candidato do partido democrtico.
O ailado linanceiro xa liniao liaba melhorado
muilo.
Ot Bancos de New-York linhim ero deposito mais
da 24 inilbes de dotlars, mmmi que nunca ante
liveram e que tejulga exceder a que liavia em lodoi
o Bancoi doi etladoi do norte no lempo da revolu-
to de 1837.
As noticia! da California eram iriportautes.
Tm novo territorio se pretenda crear ni grande
baria qae fica entre as monlaohas de Gooze Creek
a leste, a ierra Nevada a oetta e o rio Colorado au
tul.
Brigham Young, chefi dot Mor ues tinlia pro-
clamado a independencia de Utah, declarando qui
dalli por diante aquelle territorio o prestara obe-
diencia senao lis leit por elle miau o feilas,
No Mxico conlinuava a guerra civil. O gene-
rie Alvarez, pai e ti I lio, depois de qualro das de
porfiada lula, alcaoraram em Chelupa urna comple-
ta victoria sobre as torcas insurgentes, commaodddat
pelos generaei N icario e Juan Anluuio.
Tomada a cidade, Alvarez pai ird-nou qoe tost
entregue ao saque, no qaa foi promplamenle obede-
cido peloteos soldados, que commetteram us m.io-
re excetsos,n3o poopando idade nem sexo.
Juan Antonio morrea depois da iua derrota, mas
Vicario relirou-se para Ygoala i me prosegae em
seut idaiios de revolta, leodo-se ja declarado por el-
le a cidade de Coarnavaca.
Todava contderava-se como certa e prxima a
queda do dictador Comonfort e a s olla de Santa An-
ua a' direcoao dot negocios do pai..
Na America central a goerra lora olficialmenlc
declarada eutre Nicaragua e Cautil Rica. Martnez
presidente da primeira repblica xeparafa-ie para
pr-te a' frenle do exerciln. Sos proclamaran au-
nuncia a determinaran de minler n direilo da rep-
blica ao territorio reclamado e possuido actualmente
por Cotia Rica, eom ludo nenhumt nperacaoimpor-
tante India anda sido emprehioi ida por nenliuma
dat parles.
Nn Chil o novo gabinete era popolar e ai agila-
edet polticas estavarn em grande parle acalmadat:
todava em Yalparaizo o eommereio era lnguido.
No Per' conlinuava a revoluto em campo, sem
cora lado fazer muilo progresso.
A cidada de Arequipa eslava ainda liliada por
Castilla que a linba atacado variat vezet, porm sem
retultado.
Na I!alivia os revolucionario achavm-se lam-
bem em campo. Seu chafe, o Di. Lmdscy a per la-
va forlemeule o presidente Cordosa, tendo sido olli-
mamenla favorecido por nm pmnanciamcuto dos
cidadao de Sucre.
No meio da confosao gerat, Indios iaiu com-
mettendo muilot ultrages.
Srt. redar.loret.O amor da caria partmlar da-
tada desta cidade de 21 do mez prximo passado, e
inserta no Jemal do Commercio da corle, rio 1'
do crrente, uo eslava bem informado do negocio
relativo ao capitao Bezcrra, de que da nocia ; e
desfigura-o de sorle que te lancea talvcz lem o que-
rer) oa rbita da parcialidad, on la se fixi com as
palavrn < mat o como and Me dat armas aahe-se
com a seguale ordem do dia, qoe nflo pode deisar
de ter causado grande expedirlo e ditgosto ao Sr.
1 .que-.
Diz o notiriador que lendo-te ordenado aos rom-
rpandantes dos desucamentot do interior qoe fizes-
sem recolher parle da forra.de que ellea ditpOi,
afim de mirclmr para a corle, o capitao Bezerri.de-
legado de Pajeu' de Flores e commaodanle do det-
lacaroento, embarazado com o servido de polica, e
com as diligencias em que se lem visto envolvido, e
attendendo a reclaroacet do respectivo juiz de di-
reilo, nao lez recolher loto (nol--se bem) ai 18 pra-
vas, qui Ihe eram psdidas, e ofiiciuu a presidencia
dando as razes porque assim proceda, aguardando
ulteriores ordens. Agora vejaea o ofticio do capi-
lla lle/.err i, e digam os leilores que semelhaura
(em rom itlo.
o Illro. e Clin Sr.Tenho a honra de responder
ao ollicio deque V. tic. le dignoo dirigir-roe em
lata de 27 de outubro prximo passado, enviando
V. Exc. a inclusa copia de om oflicio, queme en-
derecen o juiz de direilo desla comarca, eujo origi-
nal uesla occasiao remello ao Exm. Sr. presidente
da provincia, daodo-lhe as razOes porque deixo di
cumprir as respeitaveii ordens do mesmo Eim. Sr.,
a mim por V- Exe. Iransmeltidns em seui oflicios
de s e 27 do relindo mez. O si teres, ele... (segue-se
diflerente...Quailel do cornmindo do deslacamen-
lo volante da comarca de Flores em Villa Bella, 17
de nnvembro de 1857.Illro. Exm. Sr. brigsdeiro
Joo Jos da Costa Pimenlel, commandanla das ar-
mas da provincia.Rrasilio de Amorim Bezerra,ca-
pii.i i commaodanle. a
Onde ttl aqoi a declararn de andar o capitao
embancado com ai diligencias da polica, de nao
poder mandir logo ai 18 pric,ai?
O qae diz eti offlrial ao seo general, que Ihe dea
urna ordem. e qae elle nao cumprin '.' He que res-
ponde an oflicio qun etle Ihe dirigi enviando-lhe
copia do qoe Ihe enderecari o juiz de direilo, cojo
original remelle ao Exm. presideole, dando a este
as razOes porqoe deixe da cumprir as suas ordent, e
nilo au cominandaute dat armas, a qoem nao d sa-
l -r ir i. e lala como om simples portador das or-
dens daquelle : he islo o que esl exprestoe elaro
no transcripto oflicio ; nao ha aqi nada da gratuito
nem he (radocrao elrginle. Nao he preciso ser pro-
fistionil, basla ter tenso coramum e um pooco de
imparcialidade para conhecer-te quanlo temelhan-
le oflicio esl tora da5 regrat militare! ; quanlo a-
bunda de meno'preru a autmidi le do general N3o
parece o commandanla dodeilacameulo que falla a
ette, mat uro o delegado. Quanto porein ao deta-
percebido confliclo, parece que foi elle tu percebido
pelo autor da caria, poremque oSr. pretideule po-
derla le razes, como leve, para appruvar o aclo
do delegado, mas nunca leve em visla approvar o
acto do commandinle dn dettacamenln para com o
Sr. comroan lanle dat arrna, ja pila desubedieucia e
a pela inslita resposla. Suppor islo teria grave
injusltoa a illuslraoao e mas inlenrss de S. Exr. o
Sr. Taques. Ora como cantara expeclac o que elle ja saina nao t officialmenle. requesitm-
du-llie havia muilo das a exonerarlo do capilao, do
cargo de delegado afim deresponder a conselho, co-
mo verbalmente do Sr. commandaotedas armas, ex-
plicando Ihe as fallas do capitn, e at incumbindo
aquelle Sr. a ette da esrolha de nutro official ptra
ser encarregado do lugar de delegado ? Que dir
agora a islo o aulor da noiica '.' Quando q .en a po-
demos, provar com ducumeutos quantu avaurimos
O que he fcil deduzir-se be. que se linha eaertpta
para o limbo, mas que dersm-lhe a luz aben^oado
sijiquem Ih'a den e osle inesperado logro he que
nao pode deixar de ler cantado grande expeclacaoe
desgoslo ao autor da carta particular.
CAMBIOS
Sobre Londres, 24 a 90 d. v.
c Pars, 390 a 400 rt. por fr.
i Lisboa. 110 por % de premio.
Descont de lellrai, 12 a 15 por canto.
OTROOncas hespmholw. .
Ditas mexicana-........
Moedas de 63*00. .
a de 49000. .
KA I A,l'itacet brasileiros. .
Dilu eolumnaries. .
IIilot mexicano! a
ALFANDEGA.
landlmanlo do dia 1 a 14. .
dem do dia 15.
2*180
13880
Dr. S'abor como Ihe cumpria em laet catot, nunca i esliverem organisada naquelle ponto.
me reiponden contestando a asie'erarao do Sr. Mel- Coorrier de Piris.)
lo Rigo, sem duvida pelos bous desejos ero que es- A Opiniuo.<
lava de suslentar sem campromitioi da combi-
naces....
Tanto mait acreditava eu no que me dizia o Sr.
Millo, quinto via que n proprio Sr. Dr. Nabor io-
frigo se mostrara ero aterever-mi pira que o de-
claratse netta comarca, que o sea primo o Sr. Dr.
Silvino, qae ei tao se apresentara, sobre nao sir seu
candidato, nao tomara por elle o menor inlerisse.
Eua pro n, p i dan em fazer deelaraces acerca do
sea prenle, combinado enm o seu silencio acerca
do Sr. Mello Reg, deixou-me a conviccao de ser
verdade o que esle me eterevera. Nanea porem
I or em duvida que o Sr. Dr. Nabor podetse ser
eleito presideole do eollegio eleitoral, independente
de mnha lemhrane,a, porque quando alguem qui-
zesse negar a toa influencia legitima nesta comarca,
ahi est o resultado da eleirlo que fall bem altu,
para atteilar o coulrario.
N'3o sei, poil, a qae proposilo o Sr. Dr. Nabor rae
rhamou a scena,mostrando assim um ceno desejo de landlmanlo do dia 1 a 14. 136:8319602
ferir-me... dem do dia 15....... 10.8043139
Emfim haja l o que houver, lenho a minha eom-
cieneia bailante tranquilla para da nada roe ar- 147:6353791
receiar.
Com oqui fica dito cnio ter demonstrado que inop-
porluna foi a transcripcao da arta a qoe rae refi- Descarregam hoja 16 de janeiro
ro, e por isio tqui ficarei de animo ditputlo a nao Barca inglezaEliza llandtlachas da firro.
vollar mais sotre o asauroplo que se discute, visto Barc porluRoeziSyropalhiaceblas a batatas,
como nenhum impendo a itto me chama. Bare americana Imperador farioha.
Jos Francisco da Cosa Gomas. Brlgoe tueeoAqollalaboado.
l.imoeiroSdc Janeiro de 1858. Barca inglezaCruzadormercadoriat.
Barca franeiziLouite Mariedem.
Bngua inglezJaiiet Pelbladoobjectos pira o gaz.
K-cuu4 liollandezaZwervercarvao.
Brigue nacionalAlmirantefarioha a fumo.
MQVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volomes mirados com faxeudat .... 36
> eom geuarai .... 1089
Dito Joflo Francisco dos Prazeres,
Dito Jos Raya undode Carvalho.
Di'O Izidro Jos.
Di'.o Joiio Domingties da Cruz.
Soldado Jos Theodoro de Azevcdo.
Dito Fiancisco Jos dos Sanios.
Dito Thome do Espirito ^anto.
Dito Manoel da l'enlia.
Dito Mari-olmo Evangelista da l'aizSo.
Dito Luiz Corris Lima.
Jos Rento da Cunba Figueiredo Jnior.
Secreta ira do governo de Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S. F.xc. o or. pre-idente da provincia, em
observancia de ordem expedida pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros, manda fa-
ler publico nesta provincia o seguinte an-
nuncio, transcripto do Jornal do Commercio
o. 323 de 24 de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.Os
proprietorios dos navios Guyana, Dous Ami-
gos, Isabel. Aven'ureiro, Virginia, Esperan-
za, Felicidade, So mina Viva, Kmprehende-
dor. Improviso, Bella Niquelina, Santa Ctuz,
Novo Mello, Magano, Piratinin, Purissima
CooreicfiOi e vapores S. SebasliSoe Paquete
de Santos, sao rogados a virem ou manda-
ren! seus procuradores a secretaria de esta-
do dos negocios estrangeiros, dentro do
3iyxio
309000
18S200
'Jj.jiiii prazo de iiU dr.s, para darem alguns escla-
29' 80 recimentos relativos quelles navios. Jos
Beuto da Cunba Figueiredo Jnior.
otic$pi>nbctta$.
Srs. redaclore-.Chegando-rae as idoi o n. 126
do Jornal do Cominercio. gazata que ah te pu-
blica, nelle deparei com ama correspondencia do
Sr. Dr. N'bor i,irneiro II -erra Cavalcanti, ero res-
posla ao communicado que em seu conceiloado Dia-
rio pobhcoa o Sr. Mello Reg, historiando as oc-
curreuciat da eleirin qoe para deputados provln-
riaes se procedeu ltimamente neste circula, e n3o
foi sem grande torpreza que me vi envolvido nessa
polmica para a qoal ni i concorri de mo lo algara,
fazeado o Sr. Dr. Nabor Irantcriprjao de urna caria,
que na eonfiaoga da amizide Pie havia escripto,
alem de chamar muilas vezes meu pobre ame a
appello Ue fircjosi. par inlo, que ao publico fa-
ca en urna ligeira explicaran dessa mvtlificar;ao em
que me acho enllocada, cumprin lo-me danle man
declarar que nJo he inlenrio minha aggravar mais
a siluarao do Sr. Dr. Nabor nem melhorar a do Sr.
Mello Reg. E tanto heesse n meo desejo, que
ir.11 mi dirigira ao publico ante- de ter nma expli-
caran particular coro o Sr. Dr. Nabor, le elle de
presente nessa cidade se nacachasse ha dias, uandu
enteudo eo qae n3o devo dnmorar-roe ero destruir
a impressao desfavoravel a lealdade de minha con-
duela na referida eleirlo, quer em relarSo a diver-
sos outroi candidatos, quer acerca do Sr. Mello Re-
g, cuia candidatura nao roe poda ser indilterenie,
n3o s pelas relaeoea estrellas que ale hoje -onser-
v..mu. como tambem pelo inerecimeuto que lite re-
contiero.
Cumpre-me fazer reparo as inexactides que, tob
d rubrica Comarca do llonilo foram publica-
das no Liberal Periiambucauns de hoje
Sonapontarlo na Carla, com cojas inexaclidespas-
giro, qae indigna e peili lamento lem borlado, na- to a oceupar-me, como perseguidor arrogante e per-
REVISTA MARTIMA.
Ningpo he um dos cinco portos livres da
China. Esta situada esta cidade na provin-
cia de Che-Kiang ao esto da costa. Acba-se
edificada a beira do rio Takio, a cinco leguas
pouco mais ou menos distante do mar. Nin-
gpo he a metropole de um provincia, que
n3o conta menos de 536 habitantes por mi
Iba quadrada.
Como todas as cidades da costa, Ningpo
be fechada por urna espessa muralha ten lo
quasi duas leguas de circumferencia. Este
recinto con tem seis portas que dSo sobre os
bairros e sobre o rio. A cidade ha eJilicada
em urna planicie que he limitada de um la-
do pelo Liar s do outro por urna cordilheira
de altas collinas. Esti planicie, cuja exten-
s.lo o3o he menor de dez leguas, be corta-
da em todas as direcces por cannaes e ou-
tras correntesd'agua. Aqu como no resio da
China, cada polegada de terreno he cultiva-
da coro o maior cuidado. O rio a partir da
sua embocadura at Ningpo, esl sempre
cheio de innumeraveis barcos. Grupos de
Ibas impedem a circularan,prximo do leito
do rio ; mas na sua menor profundidale a
agua no tem mais de tres ou qualro bra-
bas de rondo.
Ningpo passa por nma das mais bellas
cidades chinezas accessives aos estrangei-
ros. As ruis s5o largas e muito lindas ;
veem-se ahi templos numerosos, e casas
construidas com urna elegancia eicepcio
nal. Veem-se bellos e grandes jardins e mul-
los cemlterios cobertos do llores e arbustos,
com tanto gosto como cuidado.
A pouulaQodeste centro martimo, exce-
de a 250 000 almas. A maior parte dos ha-
bitantes doa arrabaldes, oceupam-se da a-
gricultura. As esleirs e os tapetes sSo ma-
nufaturados em grande escala nesta cidade.
a pesca na costa oceupa mais de viole mil
pessoas. Os navios empregados nesta pesca
pertencem aos armadores de Ningpo.
Em outro tempo tinham os europeus fei-
lorias nesta cidade, e o commercio desta lo-
callidade era muito mais consideravel do
que hoje. Os outros portos livres da China
ganharam tanto em importancia mercantil
como Ningpo tem perdido- Com tudo esta
ciJde, Taz ainda .-andes transarles com-
merciaes. As suas imporlaces n3o montam
a menos de 50 milboes de francos cadi auno
e as suas exportarles elevam-se pouco mais
ou menos a mesmaquantia.
O'cha preto que se vende em Ningpo he
de mediocre qualiJade, e de diflicil venda
na Europa. O cha verde he de superior qca-
lidade, e na s conveniente para os merca-
dos estrangeiros ; tem a nica inconvenien-
cia de ser a folha muito larga.
A Russia onvia a Niogpo urna grande
quantidade do panno conimiim, de prer-o
muito baixo, ao alcance das elasses laborio-
sos. Este poito deve ser considerado como
u ni dos que apresentam menos recursos com-
merciaes aos estrangeiros, qne traficam
com as cidadss livres da China. Mas deve-
nios adevrtir que a frequencia das relacOes
internacionaes faz Irenascer o commercio. e
da-lhe algumas vezes um desenvolvimento
com que se e.itava longede contar. Se o com-
iiiercu da China com a Europa esta hoje na
m3o dos Inglezes e dos Americanos, he por-
que estas duts grandes narjOs martimas
trabalharam Dar este resultado, expedindo
cada anno mus e mais nivios mercantes pa-
ra estas remotas regidas. A Franca nSo tem
falta de portse de marinbeiros, paraapre-
sentar ama bella e numerosa tnarinha mer-
cante ; mas i3o tem companhias martimas
dirigidas por miras habis para estabeleccr
hnhas de naregacSo, sbreos pontos onde o
nosso commarcio exterior tem mais necessi-
dade de ser favorecido.
Na questiio das 1 i tinas transatlnticas fran-
cesas o governo decidi por um bom syste-
ma, dividindo esla grande empreza em mui-
las companti as, e deixando a cada portoa
iniciativa da forraacSo da compauhta da li-
nhi que Un pertence. Esta empreza ma-
rtima tem tudo a ganhar em nSo se achar
concentrada em urna s direccao ; porque
cada companhia seguir o exemplo, ou pre-
tender exceder aquella quese mostrar mais
no caso de servir de termo de comparaQio
Aquella que l'or dirigida com toda a capaci-
dade requerida, mostrara a sua superiori-
dade administrativa pela sua boa adminis-
tracSo.
O srvi?o dos steamers ser feito com
presteza e seguranza ; a boa ordem interior
dos barcos d3o detxar nada adesejaraos
passageiros, com relac/m ao bom tratamen-
lo que Ihe he devido. Este bom tratameoto
consiste na boa distribuirlo dos camarins,
na limpeza e bom servico dos criados, e as
comidas, onde dee reinar a abundancia
sem profusSo nem prodegalidade.
Seguiremos com attenco a organisai;3o
destas diversas companhias ajudanlo-as
com o apoio que Ibes pode dar a publicida-
de especial.
A 3 de agosto deste atino, reunirara-seem
assemblea s. ral extraordinaria os accionis-
tas da socielade de clippers franceses, para
del'berar sobre os negocios da companhia.
Depois de seria discuss3o, foram adopta-
das as novas medidas que faziam objecto da
reuoiSo. A gerencia foi entregue a dous
capiUes de grande experiencia, como sen lo
capazes de saber aproveilar bem, no inte-
Total 1125
Volamiit.ihdoi eomfaxendas .... 160
eom geoeroi .... 29
Total 189
CONSULA DO ERAL.
Kendimenlo de dia i a li. 49:270:036
dem do dia 15....... 8:13oj528
57:1051564
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Rendimenlo do dia I a 14. .
dem do dia 15.......
2:1948147
2865038
2:1805185
DESPACHOS DE EXPDRTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
15 DE JANEIHO DE 1858.
LiverpoolBarca ingleza oprosperoo, P. Vanme
C. 765 coaros salgados.
HavreBarc franceza eOlindan, L. & Tiuel-fre-
res, 16 saccas algodjo.
GenovaBsrca sarda aPaoloii, Lemos Jnior e Leal
Res, 1,200 taecoi astucar branco e maecavarto.
MartelhaUalera franceza aRaoulo, 1. Keller &
C, 900 saceos assocar matcavado.
Ilha de S. Mi.-uel Patacho portucaez Liman,
Thomaz de Aquino Fouseca & Filhot, 40 saccot
atsocar. 6 pipas cachara.
LisboaBrigue porlugoeta ultesolvidon, Rallar &
Oliveira, 100 saceos aisucar brinco.
Lisboa Brigae porlaguez aPeninsalan, Novaes &
C, 200 saceos atsncar mascavado.
LisboaBarca porlugaez Mara Josn, Francisco
Severiano Itibello \ Filhos, 100 saceos assucar
branco.
LisboaBrigae portucaez (iVenotu, Fonseco Me-
deiros & C, 78 saceos assucr braaoco e matca-
vado.
PortoBirca portogneza Santa Crnzn, Thomaz de
Aquino Fonseca Fithos, 52 barril mel.
PorloBrigue pnrtuguez .Trovador)), Carvalho &
Irmaos, 681 taceos attucar braneo e mascavado.
IiihraltarBrigue frnncez 'Chirles e Berlhe, N.
O. Bieber & C, 806 saceos assucar branco e mat-
cavado.
Buenoi-AyresBrigae belga nEugeniou, Amorim
Irmaos, 330 barrica! assocar.
GibraltarPatacho inglez oExpress-, Siaodiri Bro-
thers \ C, 1,200 saceos aisucar branco.
RECEBDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERSAMBIJCO.
Rendimenlo do dial a II. 8:398^436
dem de dia 15....... 5095786
9081999
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 14.
Idim do dia 15.
15:8709146
3.-965/851
39:8355997
itofciteitite Hp*tto.
>avio entrado no dia 15.
New-Vork 33 din, birea americana n/ingarellan,
de 322 toneladas, erpiao Bunker, equipagem II,
carga 2,914 barricas com firinhi de trigo ; a Ja-
mes Crabirre & C. Sigui para a Babia. Feren-
le a New-York.
Navloa sabidos no mesmo da.
MiceioBarca Ingleza aQoeenu, com a mesma car-
ga qoe Irouie. So-penden dn lamerao.
LondresGalera ingleza (iSpeedji, com a mesma
carga qoe trooae. Suspenden do lamerao.
O lllm Sr. inspector da thesooraria
provincial em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 91 de
dezembro ultimo, manda fazer poblico, qoe
no dia 28 do corrente, perante a junta da
fazenda da mesma tbesouraria, se ba de ar-
rematar, a quem por menos lizera obra dos
reparos do quartel da villa do Cabo, avaha-
dos em I:9l0f rs.
As pessoas que se propoierem a esta ar-
rematacSo r.omparecam na sala das sessOes
da mesma junta no da cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
A arrematarlo ser feita na forma da le
provincial n. 343 de 15 de maio do 185*, e
sob as clausuJasab?ixo copiadas.
E para constar se mandn aflixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretarla provincial de Pernambuco 7 de
Janeiro de 1858.O secretario,
A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1.a As obras dos reparos do quartel da
villa do Cabo far-se-b3o de conformidade
com o ornamento approva Jo pela directora
em conselho, e apresentado a approvacato do
Exm. S. presidente da provincia, na impor-
tancia de 1:210c rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e as concluir no de
quatro mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da le u 286.
3.a A importancia da arrematarlo ser
paga em tres prestaees iguaes : a primeira
depois de feita a metade das obras ; a se-
gunda, deoois da entrega provisoria ; e a
terceira, decois do receblmeoto delinilivo,
o qual verificar-se-ha seis mezes depois da
entrega crovisoria.
4 a Na execurjSo da obra o arrematante
seguir as prescripr,es do eugenheiro res-
pectivo.
5 a Para tudo oque nSo estiver determi-
nado as presentes clausulas nem no orsa-
mento, seguir se-ha o que dispOe a respeilo
a lei n. 286.Conforme. O secretario,
A. F. da AnnunciacSo.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 de
dezembro ultimo, manda lazer publico, que
no dia 28 do crtenle, perante a juntada
fizenda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos fizera conser-
vacSo permamente da estrada do Paod'AIbo,
por lempo de 10 mezes, e pela quanlia de
6:9005 rs
A arrematar-So ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das
E para constar se mandn aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro de 1857.O secre-
tario,
A. F. da Annuncia^So.
Clausulas especiaes para a arromatacSo.
1.a Executar-se-bao os trabalbos da con-
serva co da estrada do Pao d'Albo de con-
formidade com o ornamento approvado pela
directora em conselho e apresentado ao
Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de 6:9005 rs.
2.a O pagamento vericar-se-ba em dez
prestaees mensaes.
3 a l'ara ter lugar o pagamento de cada
prest ji-So sera mister que o arrematante a-
presente atteslado do engenheiro, provando
ler cumprido as suas obrigar,Oes.
4 a Para ludo o mais que nao se achar
proscripto as presentes clausulas nem no
orcameoto, seguir-se-ba o que dispOe a res-
peilo a lei provincial n. 286.-Conforme-
O secretario,
A. F. da Annanciaco.
E para constar se tnindou allixar o |
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro de I88.o secre
Uno,
A. i. da AnounnacSo.
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1.a Os concerios da ponte df Coianna na
impoitancia de 3472; rs.. serSo M|m de-
conlormidade com oorcimento apreentdn
nesta data ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
2.a O arrematante dar comftjo a obra r>n
prazo de um mez, e concluir no de sen,
contados da dala do contrato.
3.a Se durante a execuc.io da obra ven
ficar-se que existen, mais |ecis arruioadas
do que as que menciona o ntcsmrnl >, o ar-
rematante o communicara imaieliatamcnle
a repartirlo das obra publicas, afim de ser
autonsada a collocacSo de taes pc;s, sen
do o seu valor pago lora do contrito, *
fora do ornamento.
4.a O arrematante sugeitar-se-ba na exe
cuc5o dos trabalbos as presencoes do en-
nheiro.
5-a Para tudo o que nao estiver aqui di>
posto seguir-se o que dispon a lei provincial
n 286Conforme O secretario,
A. F. da Anuuociaflo.
. Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da resolucio da
junta da fazenda, rxtnda fazer, publico, que
no da 28 de Janeiro corrente vai novaroente
a praca para ser trremaiado a quem por me-
nos fuer a obra do t- lanco da ramilicec.lo do
Japomiro, avahada em 17:314)9 rs
E para constar se mandou aflixar o pre
sent e publicar pelo Diario,
Secretaria da Ibesourana provincial da
Pernambuco 7 de jmeiro de 1858___om-
cretario,
A. F, da Annunciaclo
^
&ttl*f**3tf.
mmtz.
A irauscriprao da minlia carta, pois.bempode tra-
zar intmcao nn.tira, de incolr no animo do po- resse dos accionistas, os sacrificios que de-
ve:;ac,l i, qae he de intiresse palpilinli pan todot, linas do Dr. Manoel Hennque Cs dim, juiz muuici-
oa astados limitrophet, sera' empuxado tambera a I pal e de orphaos da villa do 11 mi i; sendo que, fora
rondar do sytlema em qne ae collocou, como para | meu nstrumenlo o Dr. Manoel Correa Lima, juiz de
ex lar-te de todas as relardes amigaveit com os etla-, direilo da comarca, onde exeren ha quasi dout an-
do- vizinhos. Daixara' de opprunir.de vexar os diver- j nos as tunccOes de promotor publico, lindo tido ori-
lot tubdiloi dat naques eslraiiKeir.it, dot estadoi vizi- eem de loda esta rancorota persegoijao a vonlade
nliis, que accidentalmente viiitam aquella paiz ; por mim roanfrilada de occupai om logar na as-
ce? sar de desairar os representantes ofllciaei, como semblca provincial, pelo I o. ; tinelo eleitoral ;
eo itlaotemenle lem feilo ; e ene eoveruo dctalo- i vonlade a cuja relisaro se oppunliam o Dr. Cardim
rif I, emfim, lira' que modificar de algum.i maniira e Jnsc Vieira de Mello. Deixaria de responder a se-
Iranina coro qoe a popularlo paraguaya, digna inelhanls inexactid&ei le o corietpoudenle nSo se
1 11 ve-e occopado com o mu to illostrado, probo e j u- -
liceiro Dr. Manoel Correa Lima, ciuno joz de direi-
to da comarcado Bonito, aqaem o metmocorrespon-
der leve a levianlide maana e calculada de con-
siderado meu instrumento para li is iMloraut.
A reputro do Dr. Correa Luna, eo.-no fanceio-
oario publico he superior a estat calumnias
aisoalhadat para cootegoir seoqoi- se nao deve espe-
rar, ea para ter depolado provincial, como o con-
tegui, nilo pre-istva laocar mat da obrisar.i.i qae
me impSi ai leit de deonociar dot funecionanos p-
blicos imrooraet e corrompidos, funcciuuarios que
tao deleitados por toda a comarca em piso, qaa nao
de melhor lorte, he opprimida por elle, apezar di
imprem nSo i-i0 en, iua0 reterido.
I loilmeut, o aeiieroto, o jutlo denideratom a
que se prope eciunimeole o Brasil reclamando
pela man urgentes netwt(a,de,i pela dignidade e
ainda piloi interessii gtrM,i0 commercio dos etla-
doi vizinhos, e pela caote a> hamanidade, tera' in-
evilavelmeole eontegoido. >ri i,,ePB' goerra, ul-
rio recurso das niedes, do qual |an-,r,- niao 0
Brasil em ultimo extremo, >e atiim o ^uer aac_
eenor do Dr. Friucia.
\cornio Mw5JI,,,.)
lillrn a m-iniiariV.i de qui e i repugnava aceitar
candidatura do Sr. Mello Rege, quando he cerlo
que eo apenat (atia sentivel as djfficoldades que re-
sultaran) de lautas candidaturas, entre as quaet se
forjava urna cornbinaco, por a-sirn mostrar o pezar
que me firavs de r.Ao polar fazer p?lo mea amigo
todo quanto elle me merece. Cirreao, por eonse-
cuinle, coro a r-sponsabildade da mencionada caria
menos no qae diz respeilo nos parenllieses com que
esl retorrada, por serem elle* sem duvida de lavra
do Sr. Dr. Nalior.
He no entretanto exacto -jie, qinnlo o Sr. Dr.
Nabor rae falloo na transar ;a i que pretenda fazrr
cora urn dos cindidalos do se2undj circu) cesta
provincia, para ler eleito por all, Irazendo pa a
aqui n que conviesse na Iransaccao, en amroatln das
boas relar;6is era que me achava para com S. S.
..relacfies que creio nao ler llovido mulivo plausivel
para qoe ainda hoje nao peimauecam intactas, me
coinprometli a coadjuva-lo. lie lambem exacto que
aulrs da apresenlarao do Si. Mello Ileso, ailarla
de bom grado a lal combinara qoe devia conclia-
var u Sr. Dr. Nabor; e se nao o fia afiual, ao minos
em parte loi certamente por que o proprio Sr. Dr.
Nabor a diaconrhavoa. O que j.imas foi exacto he
que eu para tegurar minha candidatura, fotte pre-
ciso enlrar em comprometimientos om o Sr. Dr.
Nabor |ou cora candidato algum. Vivo felzmenia
im maito boat relac,oes cgm os habitantes daila
O Dr. Anselmo Fra.icisco Peretti, coomen-
dador da imperial ordem da Rosa, e juiz
de direito do commercio, nesta cidade do
Kecifede Pernambuco etc.
Fago saber aos que o presente edital vi-
rem, que acba-se vigo o oflicio de escrivflo
do juizo especial do commercio desta cida-
de, em consequencia do fallecimento doser-
ventuario Maximiano Francisco Duarte; pelo
que devero os pretendenles ao mesmo olli-
cio mostrar-sesuflicientemente habilitados
dentro do prazo de 60 dias, contados da da-
ta deste.
E para que ebegue ao conhecimento de
todos mandei passar o prsenle que ser af-
(ixado no lugar do costume e publicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade doflecife aos
15 de jmeiro de 1858. Eu Francisco Ig-
nacio de Torres Bandeira, escrivSo do juizo
especial do comaercio o hz escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
Secretaria do governo do Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da fazer publico, que existera nesta secreta-
ria, ja informados, os requerimentos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes teem
deixado de ser remettidos s secretarias de
estado por falla de pagamento do respec-
tivo porte no correio.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
Vicente Umbelino; Cavalcanti de Albuquer-
que ,3;.
Joaquim Jos dos Santos Araujo (2 .
a direcc5o da companhia de vapores a re-
boque.
Diogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Augusto Pater Cesar.
O Ilim. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 30 de
dezembro ullimo, manda fazer publico, que
no dia i de fevereiro prximo vindonro, pe-
rante a .junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ba de arrematar, a quem por
menos fizer a obra dos reparos de que pre-
cisa o caltjamento da estrada do Manguinbo
entre a ponte do mesmo nome, e o comerjo
da segunda parte do primeiro lanco, avalia-
da em 4:3689 rs.
A arrematado ser feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarle comparegam na sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandn aflixar o pre-
sente e publicar pe o Diario.
Secretaria da thesouraria privincial de
Pernambuco, 7 de janeire de 1858.O se-
cretario,
A. F. da AnnunciagSo,
Clausulas especiaes para a arrematacSo.
1.a As obras do calamento da estrada do
Manguinbo far-se-hao d.i conformidade com
a planta e orcamenlo approvado pela direc-
tora em conselho, e apresentado ao Exm.
Sr. presidente da provincia na importancia
de 4,3689 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e dever conclui-Ias
no de cinco mezes, ambos contados cm
conformidade do art. 31 da le n. 286.
3 a A importancia da arremacSo ser
Companhia de aprendizes marinheiros
Achando-se creada neste provincia, poi
decreto n 2003 de S de outubro ultimo,
urna companhia de aprendizes marinbeiros,
sob as mesmas condice* das do Rio de Ja-
neiro e Babia, pelo que deve ser formada de
menores de 10 a 17 annos, convida o Inspec-
tor do arseoa I de marmita aa pessoas qui
queiram apresenU seus filnos, bem cono
prenles na qualidadn de nicos ascendentes
ou tutores, para a mesma companhia, o la
zerem com brevidade. cortos de immedia
lamente entregir-se-lces, caso exijan, a
gratiticico de 100: porcada um. aulorisada
no decreto n. 1591 de 14 do toril de 185.
sendo que a apresenlacao dos mencinalos
em segundo lugar deve preceder a compe-
tente 11c nca do juiic dos orpfilos.
InspeccSo do arsenal de rmnnha de Per-
nambuco em 96 de dezembro de 1857. O
inspector, Eliziario Antonio doa Sanios.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conseibo administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o meio batalhSo do Cear.
Bonetes 13; casemira verde, covadosS Ip3 ;
dita amarella, covados 3 1|16.
Armazens do amoxarifado.
Rolos de petia marfim 4 ; pos preto, ar-
robas 2; seccante, arrobas I ; azeito de
coco, caadas 47 ; pavios, duzias 9 ; velas
estearinas, libras 100 ; botOe* de metal ama
relio 6000.
Quem quizer vender, aprsente as snas
propostas em carta Techada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 20 do corrente
mez.
Sala das sessGes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
13 de Janeiro de 1858-Bento Jos La me-
nta Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carmo, vogal e secretario.
O juiz de paz do segundo distncto
dafteguezia de S. Antonio faz publico,
queda"audiencia as qut.rtas c sabbados.
as duas horas da tarde, na casa de sua
residencia, ra do Livrament n. 35; e
para despachos pode ser procurado na
ra Estrella do Rosario n. -2>.
inSPECCAO' DO ARSENAL DE 1IARIMLV.
Tendo de eflectuar-.se a compra no dia 21
do corrente, as 11 horas da manhSa, de a-
gulhasde palomb, colberes de ferro, cera
i-m arebote, de ians de remcho, Fio de vela,
lona ingleza, livros em branco de 50, 100 e
200folhas, lapis, papel almarjo ordinario,
remos de faia, e de torcidas franceza! para
o pliarol, convida o lllm. Sr. inspector aos
pretendenles a venda a comparecer no
dito dia eom snas propostas om carta fechi
le, acompanhadas de amostras ate a refe-
rida hora.
Inspecc3o do arsenal de tnarinha da Per
nambuco em H de janeiro de 1858.-Ose
cetario. Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Pela administracSo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, qoe os 30
dias uleis para a cobranca bocea do cofre,
dos imposlos de 4/ sobre diversos eslabele-
cimentos, de 10.; sobre casas de modas, ede
30} sobre cisas de logo de bilhir, do anoo
flnanceiro de |1857 a 1858 se principiara a
contar do dia 18 do correle mez. Mesa do
consulado provincial 14 de Janeiro de 1858.
Antonio Carneiro Machado Rios.
terminarem fazer para rag^nerar prompta-
mente esla empreza martima. Para que Jos Jernimo Monteiro.
e-lis compaa ai lenham auccesto, he precito serem Manoel da Rocha Lins.
dirigidas por liomins especiaes, tendo experimenta- Joo Baptista do Mnaral C Mello.
do elles mesmot o qae nao eslo encarregadnt de
ellictuar para oolrot.
Enlre o Havri e w-York, lia dous servicos
mautaes de tti-ainers americanos. Ut sleamers que
navesam enlrn Itrcrne New-Yoik. Incam no llavre
para lomar carea e pastageiros. Neila linha ot pre-
sos de patiagnm tAo : primeira clatse, 350 e 500
francos, secundo a cmara que se orrupa ; segunda
classe 320 frai eos ; terceira rlatse, 2.i0 francos. Do
llavre a S. F'ancisco, via de l^ew-Vnrk. os prreos
dot passageiro. silo primeira classe 2,230 francos ;
trgunda classu 1,110 francos; lerceira claise, 800
francos.
Por esla via, esla lonja viagem pode fazer-se em
40 dias.
Durante Indi a eslac3 do esli, ha servicos resn-
lir>-s de tleamiri entre o llavre e ot porlot princi-
pan ilns marea do norte. Para Conslanunopl.i e
l) lena, loe n. o em Malta, ha viageni todos ot viole
diat do tiavre. C-reodet e maenilicoi paquetes a
vela parlero continuadamente do Havre para New-
Yoik e Nova-Orleant. Estes barcos ncabem a bur-
do esses militares de emigrados, que v.lo procorar
fortune ao Novo Mando, ajudaaoi pela melhor re-
iribuisao do dabilbo do qaa ni Europa.
Jo5o Carlos Islisber (sentenciado)
Dr Jos Muniz Cordeiro Gilahy.
Capilo Francisco Antonio Carvalho.
Dito Tiburcio Hilario da Silva lavares.
Dito Jos Francisco da Silva.
Tenente Antonio Vctor de S liarreto.
i.' lenle Jos de Cerqueita Lima.
Tenente Jos Cyiiaco Ferreira.
Dito Antonio Jos Dias Nunes 2.
Alferes Luiz Vicente Viauna.
Dito Jos llenedicto do Espirito Santo.
Dito Pedro Mailini e Joaquim Jos Lima de
Souza.
Dito Jos Vieira de Souza Guodes e Antonio
Jos de Olivei-a Sampalo.
I. cadete Luiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Caliope Monteiro de Mello.
'. dito Francisco Pereira Peciolo.
Dito Manoel Jos Concalves (i.
1. sargento Francisco Eduardo Benjamn.
Dito Manoel Saturnino da Cunha.
Cabo Iheodoro Jos da Silva.
De ordem do Illa. Sr. inspector da
thasooraria de fazeula se faz pirbhco, que a
me: ma thesouraria esl aulorisada. por or-
dem do tribunal do thesouro nacional, pera
empregar em compra de apolices da divida
publica aquaotia de 2,4*39100, por contado
patrimonio do Seminario Episcopal: quem
pois quizer vender as ditas apolices. eaten-
da-secom o mesmo lllm Sr. inspector.
Secretaria da tbesouraria de fazenda de
Pernambuco 15 de Janeiro de 1858. O ofti-
cial maior.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Pela subdelegada da freguezia da
Varzna se faz publico, que se acha recolbi-
do a casa de deten .Su o preto velbo de no-
me Roberto, o qual declarou andar fgido,
e ser escravo de Manoel Nelto, seobor io
engenho Monte: quem for seu dono, pri-
vando, Ihe ser entregue.
Pela subdelegada da freguezia da
Varzea se faz publico, qoe se arha tro de-
posito um civallo russo, gran le. castrad v,
ainda novo; o qual fora apprebendido por
furtado a um individuo que com elle se-
gua .- qoem for seo dono, provando, Ihe
sera entregue.
macelo'.
Seguonestes dias a barca Cecilia, capiUs
Caspar Leite de laas, recebe carga : a tra
tar con Caetano Cyriaco da Costa Moreira,
paga de conformidade com o art. 39 da mes- rutl d* Cadei" d0 Rec,fe L
ma le.
4 a Durante a execucHo dos trabalbos o
arrematante dar um livre transito aos car-
ros e cavallos.
o.a
Para Lisboa segu com toda a bren-
dadeonovoe veleiro brigue porluguez Ve-
nus, por tera maior parle do seu carregt-
roenlo prompto: para o resto e rassigei"*
Na execucao dos trabalbos o arrema- j Iratar-se com os consignatarios Thomaz de
tante sugeitar-se-ha as prescripcOes do en-
genheiro encarregado da estrada.
6.a l'ara tudo o que nao se achar espe-
cificado na presentes clausulas, nem no or-
camenlo seguir-se-ba o que dispOe a respei-
lo a supra-mencionada lei n. 286.- Confor-
me. O secretario,
A. F. da Annnnciacao.
O lllm. Sr. Inspector da tbesouraria pro-
vincial, em ('uui.jimeulo da ordem do Exm.
Sr. presideule da provincia de 31 de dezem-
bro ultimo, manda fazer publico, que no dia
4 de fevereiro prximo vin louro, peranle
a junta da lazenda da mesma thesouraria,
Aquino Fonseca o. Filh.s na ra do Vigario
n.19, primeiro andar. Advertc-se aos Srs.
canega lores que o Irele he de 140 rs. por
arroba de assucar.
PARA OAHACATV PELO ASM'.
sahe impreterivelmente no dia 22 do cor-
renfe o hiato nacional Duvidoso, anda re- ,
cebe ci'ga : trata-e com Martids Irroo,
ra da Madre de lieos n. 2.
Para o Rio de .Jaiu iro.
O bem conhecido patacho nacional Valen-
te pretende seguir com muita brevidale
se ha de arrematar, a quem por menos fizer | tem parte de seu carregamento engajado:
para o resto, trata-se com o sen consigna-
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, rta
da Cruz n. 1.
os concert? de qua precisa a ponto de
Coianna, avaliados em 3.472? rs.
AarremtUco ser feita no forma da lei
provincial n 313 do 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
Para a Rabia segu em poneos dias o
veleiro e bem contiendo hiale Castro, por
As pessoas que se propozerem a esla ar- ja ter mais de melado de seu carregamento
remalacio comparecam na sala das sessOes prometo -. para o resto da carga < passagei-
da mesma junta no dia acuna declarado pelo ros, trata-se com o consignatario Domingos
meio da, competentemente habilitadas. Alves Malbeus, tu ra do Apollo n. 23
mutii Ano


;a*s
jABIO DK PERNAMBUfO UMIAriO Ifl l ANEifiO i-i ta*

I!
(
Lisboa. i
Segu cotn brevidade o brigue portu-
guez Monteiro l, tem parte da carga
f rompa, para o resto que lhe falta tra-
ti-se cotn os consignatarios Novaos & C,
rua do Trapiche n. 34, ou com o capitao
na praca.
Para Lisboa.
Se gu portuguez Peninsular, por ter parte de
su carregamento prompto, quem no
laesmo quizer carregar ou ir de passa-
gem para o que tem excedentes eommo-
ilos trata-se com os consignatarios Novaes
<*; C. na rua do Trapiche n. 3*.
PARA II RIO
DE
O veleiro brigue nacional Velos pretende
Sguirconi muiu brevidade ; tem prompto
nietade de seu carregamento : para o rpsto,
eicravos a l'rele u passageiros, trata-so com
o seu coasignatario A moni > Luiz de Olivei-
ri Azevedo, rua da Cruz n. I.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecido patacho nacio-
ial Valeote segu at o da 20 do corrente,
tiin a bordo dous tergos de seu carregamen-
to : para o resto, escravos a frete e passa-
i eiros, trata-se com o seu consignatario An-
' tonio Luiz de Oliveira Azevedo, rua da Cruz
ft. f.
Para o Porto segu em poucos dias,
por ter prompta a maior parte de sua carga,
(i veleiro patacho portuguez Duque do Por-
to ; para o resto da carga e passageiros, para
c que tem excellentes commodos, trata-se
rom seu consignatario Domingos A. Ma-
theus, na roa de Apollo n. 23.
Para o Porto.
abira at o dia 23 do corrente o briguc
Trovador; para o resto da carga e passagel-
iostrata-se cornos consignatarios Barroca
dtuto.
LEILA'O DE MOVIS.
O director do cotlegio de Santo Andr,
lendo mudado de residencia o mesmo col-
legio. que se acnava na rua do Hospicio, e-
'lilirio contiguo ao Gymuasio pernambuca-
no, far leilSofhi, por intervencSo doa-
t;ente Borja. de todos os movis existentes
no dito edificio, consistindo em urna escol-
ente mobilia de Jacaranda, gosto dominan-
te, um ptimo piano hamburguez, vertical,
um dito borisontal de mogno. candelabros
> la n ter as ae vid'o, dous grandes vasos de
narmore (obra primaj, diversos ditos de
oorcellana, catangas e mais enfeites etc.,
esleirs e tapetes litios le sala, touleites urna
oicellenle cama frauceza, um grande cabide
]iortil, guarda-roupa, commndas, mobilia da
segunda sal, dita da de janlar, aparadores,
1,'uar Ja louca, mesas de janlar, e de eiuom-
inar, lavatorios com pedid, louca e vidros
para servico de mesa, moris de difieren-
tes qualidades e mistetes, e outros muilos
urtigos necessarios etc., que se acharo pa-
tentes: segunda- fera 18 Jo corrente,as 10 ho-
ras da manhaa, no supradilo lugar.
ISroeliuras e encader-
nacoes.
\a livraria ns. 6 e 8 da praca da In-
deqendencia da-se trabalho efl*ect'vo de
encademaco e brochuras. as pessoas
particulares que brem afianzadas.
MfMMM 9IM
Chegou a loja ao @
H p do arco de Santo '
@ Antonio, estamenha @
para hbitos dos ir ;.
! maos da ordem ter-
8 ceira de S.Francisco |f
Sorvetes.
Na rua da Cadeia do Recite n. 15, ha-
vera' sorvetedesegunda-eira (18 do cor-
rente) na casa cima.
Restauraiit
estre
fina Nova n. 60.
Precisa-se de ofliciaes e coslureiras para
toda a obra ; na rua Nova, esquina da pon-
te, loja de alfaiate.
Perdeu-ae um dedal de onro, comas
leltras inicises L. S C. desde a rua da Praia
al a ponte da Boa-Vista ; rogarse a quem o
achar, levar na rua da Praia n. 29, primeiro
andar, que ser recomens do.
Precisa-se de urna pessoa ou fami-
lia que se encarregue de lavare engom-
mai com prornptido e militoaceio a rou-
pa de um homem e de alguns meninos.
Quem se achar nestas circumstancias,
queira dirigir-se ao largo do Collegio n.
37,segundo andar: de manlia at as 9
horas, e de tarde a qualquer hora.
AttencSLo.
Precisarn-se Je costureiras para costu-
ras de alfaiate que sejam perfeitas as
suas obras, com e&pecialiclade em coletes :
na rua da Madre de Dos n. 3(5, primeiro
andar.
No deposito junto ao Jecco do Rosario
n It, tem sorvete todos os dias, de ma-
nhaa e a noite, assim cono o bom petisco
de fiambre.
IUJA.... HAJA.... HAJA !
Rapazes, temos o nctar !
Nesta quadra cbammejante
Todo o mogo que se prezo.
Refresca o peito anhelante.
O sorvete quantum antis,
Opinam bous professe res,
He reagente infallivel
Contra mrbidos calores.
A elle, rapazeada :
De pitanga ou anaoaz :
O Soaies junto ao Rosario
Para agradar ludo faz.
O salHo he dos prime i os
Em candelabros, cryslaes,
Boas fructas, sazonadas.
No mercado sem rivats.
Mas a bolsa v sortiila,
Ninguemse faca engracado ;
Que o Ferreira nao supporta,
Tem nojo do tal fiado.
- Precisa-sede umcaiieiro pera depo-
sito de massa ; na rua Diroila n 93.
He chegado a loja da Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7 excellf nte leite virginal
de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa para limpar e fazer cres-
cer os (cabellos ; assim cot o p imperial de
e Flnrenca para brotoejas easperida-
pelle, conserva a fre;.cura e o avellu-
a primorosa da vida.
Folhinhas de
almanak.
Acham-se a venda na livraria ns. ( e 8
da praca da Independencia as lolliinhas
com o almanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anno de 1858 a
640rs. cada uma.Tendo o preco do tra-
balho typograpbico subido mais de 60
por cento do que se- pagava no anno
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o- preco antigo como desejava e
mesmo o necrescimo nao esta' em relacao
ao preco que elle paga aos operarios.
SEGURO CONT A 0 FOGO.
COMPANI1IA
C6HULYGR10 EdlJP&THCD
DO
tu
&! aaroe**
RA DA CADEIA, DEFRONTE DA OIIDEM TERCEIRA DE S. FRANCISCO.
Onde seacbam sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m globulcs,e preparados com o maior escrpulo e por presos bastante commodos.
PRECOS F1XOS
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de l% t 153000
Dita de 36 n 309000
Dita de 48 > 253000
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cionario dos termos de medicina ;...,... 20300*
Medicina dowestica do Dr. Henry......, OfOOi
rratamento do cholera morbus........ 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes........ efeoo
Estabeiecida em Londres,
em marco tle 1824.
CAPITAL
CINCO MILHOT.S DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Ilrotliers iS C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais coavier, que
estilo plenamente autorisados pela ditacom-
panliia para effectuar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, cubertos de telba, e
igualmente sobre os ohjectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Precisa-sede urna mulher que nao te-
nha filbos, e que engomme e cozinhe bem ;
quom so julgar capaz de desempenliar. pro-
cure no Hospicio, sitie do leao, que achara
quera precisa, e pag lum. No mesmo sitio
precisa-sc de um feitor traballiador, e que
entenda de jarim e de sitio, a quem se pa-
gar bem.
Precisa-se de um caiseiro de H a 16
annos, que tenha bom tal lio de leltra : na
rua do Rngel n. 13.
eS63B3ESBS8BarasaS363e3E8faEai
u.'i ia aiiuiRs
Rna do Caboga' n. 7.
Re<
9
Adaretosde brilhantes. *
diamanle e perolaa, pul- S
eirat, alOncles, briiiros *
e rozelas, bolees t anoeit ~;
?Sae*S6$ffl3B3S*
OUROE PRATA. *
de difleri-nles uu-lo* e de
diversas pedias de valor.
.'. Aderecos completos da
ji coro, nieios dilos, pulsei*
' ras, alfiueles, brincos a
^ rozelas, r.inicies, Irancel-
lins, medallias, correnlrs
o, e
Compram, vendem oa
Irocam prala. ooro, bri-
llianles.iliamanlese peril-
las, e outras qoaesquer
el)em por to.|-^^p-^
| dos om vapores da Eu- A^elh0<-
Seguro contra
fogo.
CO.MPAMll.V NOltTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
CI.Astley ^'Co^panliia.
REQUIE A MARA MARh
NANGELI
Sabhnrio 16 fie i niciri" be o
anniversario da sentidissima morte da
eximia rusta, a estimadsima Sra. I>.
Maritta .Marinansell Glu*ti-
niani, qno deixou multas saudades
em todas as pessoas que a conhece-
ram, e inconsolavel seu mariio. As
7 \\-> iioras da manhaa celebrar-se-ha
urna missa na igreja matriz d* Boa-
Vista, pi lo reponso de soa al-
ma. Todas as pessoas que quizerem
assistir a este acto piedoso, obsequia-
do immens*mente o infeliz viuvo e
ser eternamente agradecido.
os de *
niplelos de ?
| ropa asobrasdo mais* f." ;'a,a fh''' b'n^'ja.
?. ;:.,;., salvas, cnslieaes, colheres j,
^,"":".'."".....I'noder.u,goato, tan-it"S^%i^
M prata.

V.:

Camp
NoPco da Panella ao lado da matriz, se
acba aberto o Restauran! Campestre, onde
rapazeada, amante dus festejos do carop
encontrado o descanso, e alm disto o bom
doce, queijos, podim, arroz de leite, bolos
bolachinhas, biscoitos, champagne, cerveja
licores de diversas qualidsdes, marrasqui
no anizet de Bordeaus, vinhodo Po-to, ca-i
f, sorvete, chlalos, e outras militas couss
que deii-se de moncionar para nSo se lor
nar enfadonho aos leilores No mesmo Res
laarant recebem-se eucommendas de doced
podins, arroz de leite e sorvetes para algn
soiret.
Na rua da Cadeia do Recife n. 54, d
seja-se Miar com os senhores abaixo deca
rados, a negocio de seu interesse lgnaci
Francisco Caelano. Manoel l'eeira itraii la
Antonio Nuncs de Mello, Francisco Luiz Vi
raes, aos herdeiros do fallecido Luiz l'auli
no Cavalcanti Vellez de Cuivara, Jos Eus
taquio Maciel Montero, Vicente Ferrein
Sarros; estes senhores moram em Olinia
e mais aos seguiotes : Jos Francisco Beln
Jnior, Bonifacio Jos Gomes de Mattos
Viciorino Fe-reira de Azevedo, e estes de
Recife. NSo se para ale cansar.
O professor delatim da freguezia de
S. Jos, abaixo assigaado, declara ao publi-
co, que seacha a berta a matricula de sua
aula, e que os t'abalbos lectivos da mesma
comecarSo no dia 3 de fevereiro proxi no
vindouro : quem se quizer matricular, diri-
ja-se a casa de sua residencia, sita no patea
do Terco n. 33 Manoel Francisco Coelho.
0 arrematante dos pedagios do Man-
guinho e ('.aponga avisa que tem definitiva
mente principio a arrecadacSo dos ditos pe
dagiosa 17 de Janeiro corrente.
O Sr. Antonio Bandoira de Mello ten
urna carta na rua do Livramento n. '22, se
gando andar.
Fugiram do engenho Agua-fria, fre
gnezia de S. Lourenco da Malta, os escravo
Miguel, alto, secco, quando anda he muit i
inclinado para a frente, pooca barba, e fe
escravo de JoSo Etilo do Reg Barros, tno
rador na freguezia da Escada, para onde sup
pOe-se ter lugido. Severino, cabra, baixc
grossura recular, tem um defeito em uc
dos dedos da mSo, reprsenla a idade de 2
para 28 annos, e tem pouca barba; que
um quer outro fugi'am no mesmo da
quem os apprehender, leve ao engenho aci
ma dito, que ser generosamente recom
pensado.
Jos Dias da Costa retira-se para Por-|
tugal a tratar de sua siude.
Tendo-se mandado no dia 15 de dezem-
bro prximo passado, por um preto, um
trouxa de roupa com as iniciaes J F K e M A
I, a entregar no porto da rua Nova a urna la-
vadelra por nome Josepha, que lava em A-
pipucos, succedeu que a mesma lavadeira
diz nao te-la receido, e como pode mu.
bem ter sido entregue a outra pessoa, roga^j
se a quem a tiver receido, ou dell > der no-
ticia, o favor de se dirigir a rua dos Quar-
teis n 24, segundo andar, que sera genero-
samente recompensado.
OsSs. tenenle-coronel Hcmelerio Jo-j
s Velloso da Siveira, Antonio Silveira d<
Souza, esargento JoSo de U.-ilo, teem caria
na livraria da praqa da Independencia ns
6 e8.
abaixo asslgnados avisam aopublico
est3o recebendo continuadamente gr> u-
sort i meatos de obras di ouro as mais em
mbda, tanto para senhoras. como para ho-
misns e meninos a precos muito razoaveis;
ssam-se contascom responsabilidade, es-
ciGcando a qualidade do ouro de 14 ou 18
lates, Picando assim SUjsitos os mesmos
r qualquer duvida ni rua do Cabug
11, loja de ourives.
Seramim t IrmSo.
- Os abaixo assisni dos dissolveram
i migavelmenle, no dia 31 dedezembro pro-
Limo passado, a sociedade que tiveram as
ojas de fazendas sitas na rua do (jueimado j
is. 33 e 37, que gyrava na razSo commer-
ial de Rodrigues <\ luna. Pican lo o activo e i
lassivo a cargo do socio Joaquim Roarigues
Cavares de Mello. Recife 12 de Janeiro de
858, Lima Jnior & C.
O Sr. Joaquina Antonio de Moraes
Utiemorouou mora na rua do Caldeirei-
"odesta cidade, queira dirigir-se a esta ty-
pographia a negocio que sabe.
Em Samo Amaro, ni primeira das ca-
tas do Sr. Antonio Jos Ge mes do Co rende-sa urna escrava crioula, de 18 a '20 an-
uos, sadia e disposta para todo o ser vico.
Temos por vezes levado ao conhe-
ciruento do publico que um 'unecionario
publico tendo abusado da confianza de
um homem de quem *e dizia amigo,
coinprometteu-o em ( uantia nao pe-
quena, e tendo alcanr icio tudo quanto
ambicionava, nao tem dado cumprimen-
to a seus tratos ; e pelo contrario vai en-
tretendo-o com promessas vaas, sem que
trate de acabar com este desgiacado ne-
gocio, isto ha mais de 'I annos! Quem
tal dira! Rasta de tinto solIVimento
Sr......Se dentro de o dias nao
estivereste negocio acal ado, levantara'o
veo que cobre esta perfidia.
AOBARATIRO.
Na loja de fazendas e obras feitas de Jos
Mara Lopes, nos quatro cantos da rua do
(jueimado o. 18 A, esquina que volta para o
Rosario, vendem-se palitos de alpaca preta
e de cores a 4/, ditos c>m gola de velludo
a 41, gndolas de al jac preta e de cores a
59000, ditos de merino pelo de cordao e
selun a 12, ditos de casemlra de cores
francezes a 203, ditos fieos a 209, ditos de
panno p'eto e de cores a :!2o 24; e 2h~. col-
leles de fustSo a 2a, dito, de setim a 633OO,
superiores chapeos ban.os de castor a 10o,
Casadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
labeleceu em seusitio da Passagem
da Magdalena, que lica ao norte
j? da estiada entre a ponte grande
S e a pequea do Chora-Menino, e\- J^
g cellcntes acommodaeocs para re-
S celjer todas as pessoas enfermas $
g que se quizerem utilisar de seus &
2 servicos mdicos, os quaes serao @
2 prestados com o maior esmero. @
9? O mesmo Dr., para o iin supra- S
^ indicado e para exercer qualquer @
*T outro acto de sua profissao den- ^
&} tro ou fra dest cidade podera' ^
:$ ser procurado a qualquer hora do $J
dia e da noite. no rei'erido sitio,
; a excepcao dos dias uteis, das 9
3f3 horas da manhaa a's 4 da tarde,
# que sera'encontrado no primeiro ^
< andar do sobrado n. 9, do pateo $
^ do Carmo.
O abaixo assignado participa ao res-
peitavel publico e mxime aos Srs. psis de
seus alumnos, que pretende dar principio
aoexeicicio de seu magisterio no dia 11 do
crrenle, admittindo em sua aula alumnos
internos e externos para serem Icccionados
em primeiras leltras, latim e l'rancez : quem
de seu prestimo se quizer utilisar, dinja-se
ao terceiro andar do sobrado da rua Nova
n. 58.--Jos Mara Machado de Figueredo.
Ihiiiiiiiiiiniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii'iiiiiiiiiiiiilto d fran^Hi corno
de Lisboa, as quaes vendem por
preto commodo como costuniam..
LUGUEL
Aluga-se urna preta forra ou captiva para
fazer o servico interno e externo de urna
cssa de pouca lamilia ; raga-so bem : no
pateo do Carmo 11. 9, primeiro andar.
!-::: O-:":-:":--:-;-:--aaJs
ffi xo cuxsi 1.ionio q
O abarco assignado avisa ao pubricojque @ WM ^ m~* ^.vL!___ft5
de hoje em va nte se obriga a pagar a sor-
te grande e a immediata no dia da
JLotcria
DA
4*
piroviiicia,

e a mmeaiata no aia da ex-
traeco em seu escriplorio na rua do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
empoiTo de 100.S para cima dinheiroa
vista bilhetcs e meios garantidos dos 8
por cent pelos seguintes precos:
Bilhetes 4$500 Meios -2.s2:>0
os bilhetssda lotera recolhida sao recc-
bidosem troca de outros.
P. J. Layme,
Conipanhia
Homeopaiico
/ua das Gruzes nn-
28.
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
Estabeiecida no Rio
de Janeiro.
CAPITAL 10.000.000:000
Agencia, rua da Cruz n. 45.Kscriplo-
riode viuva Amorimi lilho.
Nesta agencia acollam-sc seguros tanto
martimos como terrestres aos precos mais
mdicos possiveis.
PL-HI.IC\r.AO" JURDICA.
Chegou de Lisboa a Manoel do Nascimen-
to Perein,, rua de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volumes Theoria do Direito
Penal pelo consellieiro Silva FcrrSo, bem
como o cdigo da l'russia, IraduccSo do
mesmo snnhor ; aquella para ser entregue
aos Srs. subscriptores, pelo preco de IO3OOO,
e para os que nao sao pelo de 1*0, pagos no
acto da entrega ; e este, para se vender pe-
lo de Iijiio, na mesma conformldade.
O abaixo assignado, tendo resolrido
fixar a sua residencia em o seu sitio na Ca-
punga, margem do Rio, pretende regular-
mente abi permanecer ds Oda tarde as 7 da
co.conuguo aot.ymnas.o, ouemsepaiadojmaiibna, afora dessas horas acba-se na
o andar, a loja e a cocteira do mesmo so- ; mesma casa em que desde muito habita, na
brado, que tambem se vende se houver rua do Livramento As pessoas desta cidade
quem o pague pelo seu justo valor : aira- e de sua clientella, que precisarem de sua
presenca naquellas oras, serao prompta-
Na livraria da nrarja da Independencia
ns. 6 e8 precisa-se fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianna.
Precisa-se de uma pessoa capaz, e que
d fiador a sua conducta, para cobrador da
barreira do Manguinho : na praca da Boa-
Vista 11. 7.
O pratico-mr faz publico, que de
conformidade com as ordens do lllm. Sr.
raoil3o do porto tem de ser vendida em hasta
publica, en'uma so praca no dia 20 do cr-
rante, as 11 horas da manhaa, no barracSo
da praticagem uma balceira, pertenconte a
associacao dos Praticos: as pessoas que
quizerem examina- la podem se dirigir ao
mesmo barracan, a qualquer hora do da.
Aluga-sc o sobrado da rua do Hospi-
mero
Acham-so sempre os maisacredi- C
tados e bem preparados medicamen- U
tos de homeopathia, tanto em tinlu- g
ras como em glbulos em caixas as i*
mus ricas possiveis e cm tub s avul- J
sos. O tir. Cisanova da consullas f%
todos os dias e po le ser procurado a
qualquer hora para visitar doenles e
p'aticar qnalqucr operacao de cirur- fe*
ij gia especialmente de parios.
t*S
i?
''i
m
n
o

Precisa-se de tomar a premio i a 6 con-
tos de res aun por cenlo, dando-se por se-
gurancia um predio de grande valor quem
quizer fazer seinelhanle negocio aunuucie
qara ser procurado.
Xa
lundirao da Aurora precisa-se
do serventes forros ou escravos, para
servic-o debaixo decobeit.
pa
lar na rua da Madre de lieos n. .'!_' con: o pro-
prielario Vicente Ferreira da Coso.
Precisa-se de uma ama para o servico
commum de uma casa de pouca familia : na
rua .*\ova n. 60, loja.
Perdeu-se 00 dia 7 do corrente um al-
linetedeouro esmltalo, desde a enc-uzi
Diada da Capunga al a ponte da mesma .
mente servidas, mandando-lhe alli aviso, e
quando nio queiram ter esse incommolo,
podem dirigir-se ao Sr Dr. Pereira do Car-
mo, que so prestar a substilui-lo. Paraos
casos urgentes tcha-se munido 0111 seu sitio
de uma 1 mbulanci provida das substancias
que podem ser precisas nessas occases
Com quinto continuo a dar-se ao exeicicio
JOHN GATIS,
correlor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERCIAES,
n. 20 rua do Torres,
PRIMEIRO ANDAR,
praga do Corpo Santo
Oe'ronie da ordem ercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
DO
DR-P- A.L0B0MOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
dias e pratira qualqueroperago decirurgia,
assim como,accode com toda a promptdSo,
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servido de partos, pralicando as 0-
pera;es manuaes ou inslramentaes, quan-
lo nao possa conseguir resultado por meic
Ja homeopathia, que tantas vezes tem ven-
cido difiiculdades, que pareciam insupe-
raveis.
rrrcisa-se de uma ama forra ou cap-
tiva, para o servido de uma casa de pouca
familia; na prac,a do Corpo Santo n. 17.

PESTES DE OITCHOIC EM-
RECIDO, DE FAUVELLE-DELEBARR
DE PARS.
quem o achou c quuizer restilui-lo, leve-o a I de todo;, os runos de sua arte, applica se
rua Mova n. 71, que ser bem recompensado. | particulurmenle as operaces cirurgicas,
nelusive as dos partos, e t'ata especialmen-
Precisa-se de uma mulher portugueza
edabons costumes para dirigir uma casa e
cuidar de alguns meninos: quem aislse
camisas Irancezas a 2c500,ditas finas a 21800, Quizer sujeilar, nnnuncie por este jornal
para ser procurado, ou dirija-se a rua da
Santa Cruz n. 28, para tratar do ajuste, das
6 as 8 112 horas da manhaa, e das 3 da tarde
em diante.
Precisa-se singar mensalmente um
preto para servido interno e externo de pa-
daria, que se dar bom alusuel : na padaria
do aterro da lioa- Vista n. 66.
Precisa-se de nina ama para casa de
doas pessoas, par.) comprar, rozmhar e en-
gommar; na rna do Rosario da Bua-Visla,
loja n 26.
Perdeu-se urna entena coro uma lel-
tra vencida em 20 de noverobro, da quaulis
de rs. I22;00,um vale de 37J0OO,um dito de
I69H0O, algum dinbeiro e outros pacis ;
q-jcm achou e quizer restituir, mande a rua
da Cruz. n. 11, etr casa de J. ITacger & C.
Lotera
e um completo sorlimc.to de fazendas e
obras feitas por precos commodos.
CULLt(.ll) DE SAMA ThEKEZ*.
A abaixo assignada. prolessoia parti-
cular, e direcloia do collegio de Santa 'f fie-
reza, participa aos pas das suas al 11 tri-
nas, e as pessoas a quem nlcressar, que ja
principiou oexercicio dis -lilferenles dis-
ciplinas de seu collegio, ?. que tambero con-
tinua a recebar pensin slas, meiu pensio-
nistas, e externas, na piafada Boa-Vista n.
32, segundo andar.
I uitaram ao amanhecer do dia 14 do
correle, uo sitio do beceo do Espinheiro,
um cavado russo com pintag de pedrez,
grande, com mal de besia as duas mSos, e
com um II na anca esquerda alero de ou-
lr< s ferros : quem delle tiver nolicia, e do
ladino os apprehenda, cu di>ija-se ao Dr.
Diodoro l'ipiano Coelho .atanlio, na rua do
Collegio, sobrado n. 23, primeire andar, que
sera gratificado.
Aluga-se o armazem da rua do Trapi-
che Novo n. 6, proprio para deposito : a
tratar no primeiro andar do mesmo.
U rbaiio atMgnado faz Itttola ao publico que o
Sr.Miiut-1 llidiupr de Barros ais lie mai eu csinei-
ro do dia 1i do correule em liaole. Antonio Do-
mingo?* Piolo.
Fusjo na larde do dia S fin corrente da puda-
rla de Sanio Amaro onde eslava alugado, o prelo
Augusto, de nacn, idaae di :i."i a 30 anuos pouco
inais ou iDeuos, alu, cheio lo curpo e una perna
um pouco incliadi e um HgDal de lenria anllga, te-
na ralr, camisa de elsoau de ruedo, barba pitu-
ca : qaain o penar li-te-o a rua das Ciuts n. 21,
que ser geuerosamenle rerompcaiado.
AVISC.
Antonio Lopfi Pereira de Mello & C, eompra-
ramporconla e ordem de Jos Joaquim da Silva
M.,.ii cidade do Ararely, umbilheleda 4.' par-
le 11 a 3.' lolerie do 11. I Penro II n. 1831,
Manoel de Azevedo l'ontes faz sciente
as pessoas que tiveram onlas coro o falleci-
do Sr. Joaquim Ribeiio l'oiiles, ese acham
devendo mesma casa,pira virem pagar at
o dia 20 do corrente, e co contrario lera de
fazer detcandar as pessois que se acliarero
nestas circumstancias
Luiz Lucien Poulain retira-se para
Fracc;a.
D-se dinheiro ajaros razoaveis sob
penhores : na ruadal'nia, segundo andar
n. 43
Lava-se e engoroma-se com perfeicao
e aceio, por mdico preco : na rua de S.
Francisco (Mundo .Novo; n. 68 A, loja.
O bacharal A. R. iie Torres Baodeira
I mudou a sna residencia para a rua larga do
1 Rosario n. 28, seguudo a idar.
te das alfreces dos orgflos respiratorios e
circulatorios, cuja prtiica iho he geralmen dVbufalrT (
te recoi hecida. Recife I." do Janeiro de
1858.Dr. Joio Ferreira da Silva.
DA
Provincia.
Corre sahhudo I ti do corrente a
parte da terceira lot
dio II.
I\ J.
quarta
a BiBLiopiii.0
PBLICA^AO PERIDICA
00
DR. C. FLGEIRAS.
OBIBLIOPHILOhe una publicacSo
mensal ; sehira luz uo ultimo de cada
mez. forman lo dous volumes por anno.
Constar; cada numero de 32 a 40 paginas ou
4 a 5 folhas de Impressflo ntida, em o limo
papel e lypo expressamenle coTiarado para
ella. Os escnplos n;1o serSo interronii los
e lero paginacSo especial, para que nossam
licar publicatao, a qual SO sea conservada as
capas mensa's e no frontispicio, ndice c
capas do tiro do semestre, poca ero que co-
mecara 1) segundo vulume. Quaulo em al-
gum mez a materia exigir augmento 011 di-
mlnuii;lo das p;gina.s determnalas, o mez
seguinlc compensar o anterior. Nin se ven-
derlo Humeros avulsos: s os assignantes
receberto o Bibliophilo, sendo a assignatura
de I0;n )u adiantados e reaieltidos com a
resposi ao prospecto o convite do redactor,
o qual si responsabiliza pela prompla resli-
lui^ao 110 caso de sobrevir qualquer trans-
torno que impossibiliie ou suspenda a pu-
blicacao, sendo que nesta ultima hypothese
L&yme.
a ao hospitul Pe-j se deJuzra da assignatura a importancia
correspe ndente s despezes j feits. Toda
a correspondencia deve ser dirigida ao es-
criplorio do redactor, rua deS. Pedro n 85,
ou a ty. ographia do Sr Paula Brito, praga
da Consliinic.i.i 11 64. Para fra da corte lia-
ve r o a igme.nlo do sello respectivo. Subs-
creve-se em Pernamhuco na livraria ns. 6 e
8 da pr> ;a da Independencia.
Quatto annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes do caoutehouc a voga que
boje tem, nSo s em Franca como no inun-
de inteiro ; s3o sem contradicho os mais
agradaveis de todos os penles, mais brandos
que os de tartaruga, sao os nicos que n3o
fazem cahiro cabello, por causa da electri
cidade que coiitm.accrescendo a estas van-
tagens a de nao serem mais caros do que aA
aJmiranvel invengo de
exposicao universal de 1855.
00v3&-O;;&;33SD
Consultorio
o CENTRAL HOlgSQPA-
O
m
o
o
THICO.
RUA DE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. (i)
<> Hr. Sabino Olegario Ledgtre l'inbo
d consullas lodos 111 ilirm otis, desde f 8
r.1 da iiianliaa as :! da Urde. Os rmivi-
; ;
m
9
Na rua da Cadeia do Recife n. 17
primeiro andar precisa-se de olliciaes de
alfaiate de obra grande e pequea, bem
come costil!eir* para colletes <: calcas e
juntamente precisa-se de uma ama pina
cozinhar e engommar em casa de homem
solteiro.
No dia quarta-feira 1 Ti do corrente
i'ugio da estacao da estrada de ferro nas
Cinco Pontas, um cavado rodado, nao
*| les para vizilaa deverao ser dirigidos por v-
;j ecriplo. Oa pobres )3o medicadoa gtatoi- '?
^ (menle. ff
Arrenaa-se um sillo na eslradc do Ro-
larinho, com soll'rivel casa para invada, e
plaa lo de inultas aivores fructferas,
Cumo sejam : laraugeiras d umbigo e se-
lectas, coq.i -ii ns, mar.gueiras, jaqueiras.
oiticors, oiti da praia, pilorobeiras. man-
gabeiras, cajueirns, dendeeiros, jamtein s,
limeiras, e cafeeiros, alero de outros mais,
e lendo uma encllente baixa para capiro,
com algum ja plantado, ou mesmo par*
plantacfio de hortalizas. Quem o pretender
dirija-se ao armazem da rua da Cuz n. 46,
a tratar com Manoel Jos CoTeia, i otndo-
se porem, que seta efl>ctuado o errenla-
aienlo com quero se obrigue a conservir
sempre o dito silio em bom estado ugmen-
lando a sua pianlacao e nunca ileslr i indo-a,
por cujo motivo nao se duvida modificar o
pre?o.
Precisa-se de uma pessoa para o servi-
CAF DO C0M1ERGI0
Km do Trapiche Novo
12.
ii.
Todos os dias das II horas da trunliiia as
da larde, e das 0 as 9 da noite, hovera
grande, regular, gordo, anda bem, ig-ISORVKTE3 promitos.
nora-tc os signaes particulares: quera o Na fabica daiua do Brum n 28, pre-
tiver pegado levara a mesma eslaiio ou cisa-se ce olliciaes de caldeireiro, serralhei-
ao Ueciferua do Trapiche Novo n. 12. se- r0- raoi,eiro e lale,ro-
No dia 12 do corrente perdeu-se uma
lettra da quanlia de liOOcoW) ha doze mezes
de prazo, cita por Zeferioo Kodolpbo Del-
gado de Borba, a favor de Manoel Jos de
Alhuquerque, garentida por Teituliano, ir
mSo do mesmo Zeferino : a pessoa que
achar, a poder entregar na rua Nova n. 12,
loja de Diogo Jos da Cosa, que ser recom-
pensada. Previne-se ao mesmo aceitante de
dita lettra, que nao laca transacQSo alguma
scn3o com o proprio dono da dita lettra.
Precisa-se de um feitor para tomar
conta de um sitio : a fa lar com o aunun-
ciante na rua Real n. 15, casa da esquina,
que volta para a capella da Estancia.
No dia 3 de Janeiro de 1858 furtaram
docerc-d'j da fazenda xo assignado, do termo de Cimbres, u n ca-
vallo com os signaes seguintes: castanho
pequeo, com 2 reemoinhos no encontr
da pa, sendo um na direila e outro na es-
querda, uma pinta preta na p esquerda e
outra no quarto do mesmo lado, ao pe do
mesmo quarto com urnas pintas, cauda
roroprida, caliera um pouco feia, idade do 7
a 8 annos, baixeiro e bom meeiro, quanu<>
anda no meio pega bastante na brida, no
haixo abre um tanto as pernas, e tero um
vS : ferro no qusrlo direito o abaixo assignado
roga a tolos que por acaso virem tal cavallo
era miio ele alguem, ae o tomar e manja-lo
,. Irazer na villa de Pesqueia. ou na dila fa-
> zenda, que seilio bem recompnsalos.
J. Ignacio de S. Cavalcanti.
--- O pratico-mr achando-se autoriss lo
para cor tratar a factura dos cotcelos de
que necussita uma lancha da praticagem,
convida a algum dos senhores mpstres ca'-
pinteiros, ou mesmo primeiro olficial desse
olllcio a tomar por empreada essa obra,
pudendo para isso examinar a laucha que
se arha cncalhada junio ao barracSo da pra-
ticagem.
Deseja-se saber se existe nesta p-aca,
ou cm outra qualquer do Brasil ttaphael
Jos loa ]u i ir, n toral do COUtO de Cucujes
bispado do Porto em Portugal : no lergo da
Asse iblea n. 9
Quem per leu um manual pequeo de
ouvir missa, no domingo de Ramos do anno
passado, na ordem terceira do Carmo; fallo
ao sachrist3o da mesma orem.
- JoSo JaoiOtbo de Alinei la, Portuguez,
retira-so para a Europa, a tratar de sua
saude.
COLLEGIO ATHENEO PAI:i,IST\SO.
F.stabelecido na imperial ci Jade de S. Paulo,
de que he director e proprietario Julio Ma-
riano G.lvao de Moura Lacerda.
O abaixo assignado participa aos senho-
res pais de familia, de-la provincia, que cs-
tabelecnu na imperial crlade de S. Paulo,
capital da provincia do mesmo BOOM, o col-
legio denominado Atheno Paulistano, com
autoiisac.lo excressa, e n He recebe mocos
de todas as idades, prestando-Ibes a instruc-
q3o necessaria, casa, sustento, roupa lavada
e engommada. Neslo collegio ensina-se :
primeiras leltras, grammatica nacional, li-
li m, fre ncez, inglez, rhelorica e potica, a-
rilhmelica e geometra, philosophia, hisio-
na egeogr-pnia, e tambem msica instru-
mental e canto. Funcionara di-riamenle
13 aulas reg las por 10 profesores escollu-
dos das pessoas mais habilitadas.
O director com soa familia residente no
estbelecimento, fazem com que o servico,
fcito por veladores, criados e escravos ne-
cessarios, seja sempre regular Muilo ra-
zoaveis e extensas s5o as coniigdes que
se tem estabalecido para esse collegio, que
conta um grande numero de collegiae3 in-
ternos, meio pensionistas, e externos, dos
quaes 139 tem sidoapprovados pea acade-
mia desciencias juridicasdaquella cidade,
sendo:
Approvados em francez......44
llemem inglez........26
I lera em latim.........91
dem em ariihmetica e geometra 16
liem emrhetorica........14
dem em philosophia.......10
dem eai historia e geographia, ... 8
Lotera
DO
Hospital Pedro
segundo.
Aos 4:000 e 2:000,?.
Corre amanha
Existe anda um resto dos felizes bilhetes
inteiros e meios. garant los pelo abaixo as-
signado, nas lojas do coslume. ci descont
dos oito por cento da le ser pago log i que
saiam i s listas : na rua da Cadeia n. 43, es-
quina da Madre de 0os.
Bilhetes 5ooO Recebe 4:000/
Meios 2T-00 -j:uooe
PorSalusliano de .quino Ferreira.
Jos Fortunato dos Santos Porto
Joao de Oliveira Travasso, subditr
portuguez, retira-se para a liba de S Mi-
guel
Rogs-soao lllm. Sr Dr. JoSo Msorirn
Cavalc nti da Rocha VVinderley. iM ter i
bondade de declarar por esta folha o logar
em que reside nesta ci lacle, para ser procu
rado a negocio de importancia, oa dirigir-sr
a rua dj Collegio n. 3, pr meiro andar, das
10 horas as 4.
Aluga-se um neg'o que seiba cozi-
nhar, cu uma negra, D>g*-se bem a tratar
na rua da Cadeia de Santo Antonio, no cafe
dos arcos.
Pede-se por favor i pessoa que levou
da loja de madame Mi locbeau. do aterro da
Boa-Vista, um hvro novo de amostras d*
franjas e trancas, sem o nomoaioda da loja,
de ter a bondade de o manjar entregar.
impv- 9,
Compra-sc o Auxiliador da Industria
nacional, de abril, novembxo edezembro de
1841 : janeiro ale detembro de 1842; Ja-
neiro a jiinho de 1811 ; Janeiro al deiera-
brodiit4i; fevereiro, marjo, abril, roaio.
junbo e iulno de 1855 : no cscriptorio dos
mnibus.
t.ompra-se effectivameute na rua da*
Flores n. 37, primeiro andar, a plices da di-
vida publica e provincial, accOes das comoa
una:, e da-se dinheiro a jaros em grandes e
pequeas quantias sobre penhores.
f. II. da Fonseca Jnior, rua do
\igario n. 23, compra accAes da divida
publica provincial.
Corr.pra-se cITectivimente bronze, lao
l.lo e cobre ve Iho : no deposito da fundicS-
da Aurora, na rua do Brum, logo na entra-
da ii. 28, e na mesma fundico, em Santo
A miro.
Compra-se qualquer porcSo de prata
em |ualquer fst:o. sem feiiio; pags-se
bctTi : na rua da Cadeia do Recife o. 17.
l.Minprae om cilindro
quem liver aiinuncic.
em aegoaJa .] .
&tt&m.
Total.
139
Entre as condices eslabelecidas, e que
constam do programma quo lica nesta typo-
giapbla, s5o mailo favornveis, no dormi-
rem os coliegiaes fora do collegio. Iratarero-
se no collegio todas as enferm ia les .menos
as contagiosas) agujas ni chronicas, com
tanto desvelo, que varios rnllegiees se tem
restabelecido com deliculdale de molestias
^.ravissimas, nao poupanlo-se o collegi j a
todas as fadgas u iocoromoJo.
Aleio disso o director est prompto a ser
correspon lente de lo as os pais de familia
desta provincia, dirigilo as despezas de
seus lilhos de modo, que nao hajam faltas
nem disperdicios, comprindo religiosamen-
te as cartas de ordens que lhe forero trans-
mitidas, n abaixo assignado acaba de cons-
truir um grande edificio do proposito para
um collegio, em que muilo tem empregado,
e achn-se munido de to los os recursos pre-
cisos oara na fo:ma do seu programma faz r
a assistencia aos fillios dsquellas pessoas
que nelle quizerem depositar sua conliaiice.
as pessoas que quizerem reroetter seus II-
llios deveni niamlar uma caria ao director
abaixo rssignado, em que determinen; as
assistencias, e por ellas seresponsabilisem.
O collegio recebe 1005 rs. por trimestre de
cala collegial ; sendo porem dous i>maos
cagarfio someiite Wtf rs e sendo tres ou
mais rmSo, pagaiSo somonte 05 rs. por
trimestre.
A aula de msica pags-se separadamente
Hoje, que naquella citada de S Paulo, os
gneros de priroeira necessidade, casas, e
ludo o mais, se acha por um preco tilo ele-
vado, que 6(b rs- sao insuficientes para ma-
sada de um muco para alli eslu lar, i IVtcco
este eslabelccimeulo tola a vantagem pelo
lado pecuniario, porque um pai mandan lo
seu lilno ptira o collegio, gasta inelade do
que gastara se o mandzsse para morar fora,
alcm da grande economa drf roupa, caiga-
dos etc. Os senhores pas do familias que
quize'em depositar sai coofianes no abaixo
co interno de uma casa estrangena que cozi- .assignado. "podem dirigir-se-liie directa-
uhe e engomo c : na rua *ova n. 17, se dir | mente por carta, ou reroetter seus lilhos na
cerleza de que enejutrarao IVanqueza c ver-
,_ dade.
..'V 4*V ,-> -V -
quem precisa.
-:- u.' -.. '! -.- -.- .. w
DEHTiST FRIRCEZ.
Paulo Gaignoa\ dentista,ruajNova n.il i
i:
:-
'3 na mesmacaaaleio .::m e piilantrific
S^iv^fNMS > S&-S?s## Bsclarecnneatosque precisare
Collegio Atheno Paulistano nesta
Este estabelecimento foi visitado pele
muilo digno Sr Dr. cheTe de pol ca desta
provincia. Agoslinho Luiz da Cama, de
quem poletao os pais de familias obter os
gundoandar, que sera
sado.
bem reconipen-
Francisco Teixeira Bastos, subdito
portuguez, retirarse para Europa.
Pa-se sobre uma preta de meia idade,
que saiba cozinhar, a quantia que se con-
vencionar p8ra com seus servidos pagar, se-
gundo o ajuste que se fizer: quem quizer
este negocio, procure na i ua da Muela n. 32
Francisco da Cesta Amaral vai Euro-
pa, e deixa por seus procuradores os Srs
Jos Joaquim Dias Kcriundes, Francisco Jo-
s da Costa Rib- iro e Jus de Almeja Fer-
rpira. O mesmo julga na 'a dever nesta pra-
Qa, porm se alguem se julgar seu cedor,
queira apresenlar suas cuntas para serem
pagas.
Precisa-se de uma ama para o servi-
co interno de uma casa de pouca familia :
na rua do Encaulameulo n. 77, taberna.
impe-
Vende-se uma escrava de bonita figura,
propria para o survic.o de engenho ou de
rua, de 35 a 40 annos de ilade : quem pro-
teo ler. dirija-se ao pateo de S. Jos O. 4i,
que achara com quem Iratar.
- Venle-se r-rinha de milho feita oa
ter a, propris para palaria e para casa que
lera uso de trabalhar era bolinhos, pelo di-
minuto preco de 2:800 a arroba, assim como
ta bem saceos com mil-o da (erra a 89 o
sacco : nas Cinco Poetas n l2. taberna de- I
fronte do ponto de partida da estrada de
ferro.
m
Arroz barato.
Vende-se arrez pilado pelo diminuto pre-
qo de 2a rs. cada uma arroba em saccas^ao
armazem da travessa da Meare de Dos -
n. 10
Vende-re ama linda tnnlalinha 4a 7
em vicioa nem achaque* : ao pe da poote do
da Boa-Viata loja Bandeira n. 10.
- Vende-se un mulata moca, qaseo-
gomma, cose e cozinha, fai labynntho*
doce; e um moleque cozinhei'o : nofri-
incu o andar do paleo de S. Pedro n. 6.
ao canto que es-
t torrando
O Pontesda loja da rua da Cadeia do Re-
cife n. 54, faz scienle que pelos ltimos va-
pores vindos da Europa tem recebidn um
lindo e ptimo soitimento de f-zpndas de
bom gnsto, e por precos dos ingl-zes, disto
aiuda nSo appareceu, e para o que venham
ver, lin las e ptimas saludas de baile a 20.
casaveques deeambraia com bico a lOj, di-
tos de caseraira 12|, chita larga francesa a
-240, dita fina a 260, 281 e 300 rs mussuli-
Das de cores a 300, 310 e 360, ditas brancas
a 280 e 300 rs., chales de merino bordados
de velludo a 14/!, ditos bordados de retroz a
to:500, linios cortes de seda com barra,di-
tos de merino lisos 4:800, romeiras de fil
'e linho 29500 e 33500, ditas finas deeam-
braia a 4, gros lenaples a 1S9M o covado.
cortes de seda de boa qualidade a 259, cova-
dos de dita, bonita, de quadros a 198u0, dita
de dila muito lina. 29<00 o covado. rrles
de easemira de cores a 4"v20ii, :500, ;/oOO.
5:500, 03 e 73, di las finas Je doutor IOS. len-
cos de cambraia. a tuzia a 1/. 1/300,1354M,
Si c 2:800, dilos todos brancas, a duzia a
.V.-'HO, grandes, ^"avalas le cas-a, a duzia
i-'iOo, grvalas de mola, urna la, e 13500
multo linas, alp-ca preta, o covado a 600.
700, s00, 900 e ts. pannos finos pretos de
2,1400 3?, 33500. 4-, 500 e 53, e m ito fino
79, 7350 e 8/, cortes de collecc de casemi'a
oreta, de varin> presos, corles de velludo de
73 e 7:500, e muito fino 123, pecas de chita
escura com loque de mofo a 54500, mussa-
lina de uma so sor, o covado 360, manguitos
com collarinhos para senhora a 8: e lOj,
corles de cassa chita a 2), chales pretos de
merm a 23800 e f, easemira preta a I9OO0.
1:200, 13500, 23. 23200 e 23800 o Covado.
cortes de cambraia a 3:200, para senhora.
madapoloes de J:b00 ale 5f5<>0 cata peca.
chitas muito baratas, tanto peca como co-
vados, 1.1a le djas larguras para vestidos
I.-600 o covado. mantas de vi llu io para ci-
m de s lia a ';, ditas de lia a 4350.) e algo-
dio 33, chapeos do Cbili de multas qualiJa -
d;s, ditos de mola a 5:2n0, alpaca lanada
imitando seda a 000 rs. o covalo, ditas de
cores, camisas de meia de pura 1.1a. curtes
>lo se Ja de pbSDtseia para casamento, muito
ricos, algodSo de sacco, em porci >. jarda
ito, e mudas mats fazendas que deixa n se
de enumerar, eque s a vista do comprador
se po lera ver na mesms loja ; d-se lizen-
das com penhores, e leva-so en casa de fa-
milias.
Vende-se um elegante realejo ain la
nao visto, com macacos que fazem mgicas
e toca t rabeca rabecSo ao compasa lis
excellenles peen de msica que o mesmo
ouliD ; um semelhanle instrumento, tor-
na-so assa-i reooinnu-ii ial i as pessoas de
apurado gostu. e tambera un rico sorli-
tiienlo de estampas de tolos os taannos,
de santos, persi nagens e psisigens. tanto
em fumo como coloriJo, e um estojo com
ereOea de cortas finas para d s-n ao : no
Ierro da Ro-Vista, lojl di riudeza n. 58.
VenJe-se um sellim quasi novo, por
preco muito commoJo: na ma .Nova a. 47,
loja.
VcnJe-se o estabelecimenlo dr cala-
los com ricaarni''O d i amare,lo envidr^-
eada, sito na rua do Itiu^ol, loja n 2u, oor
rial cidade de S. Paulo I i de n jvemb o 1857, seu dono tcr, d" r,:lir"' P" f a da ci la-
_ ... __ 1 < n numai flA hll .111 lii iiM.nn ra,.._>_ .4.
Julio JI .nano Calvao de Mou-
' O director,
ra l-icerda.
Oabaixo assignado faz publico, q le
nesta data lem Iraspassadj a seu lilho Jo 0
Leo odo Rnuigard sua loj, sita in rua Cadeia do itecife n. 15, catrlo o mesmo seu
lilno obriga lo pelo activo e passivo di mcn-
ma loja. Recife 15 de jtneiro.de 185.
Cbnslianu liouigard-
de a curar de sua -aule: q^ein quizer, di-
riia-se ao mesmo e-uh"l .ci.nenio
Venle-seuma bonita escrawa .-rioul,
de 17 a 19 anuos de i mato, a qual sabe ozi-
I nhar o diario de urna casa, Uv. e etigoosma
jsolliivelmeiile, e iijo lem vicms u ri cua-
ques. Da-se lo U a prcte enca a venia r
o uiato OU para l a J.i prono i I > I <
I prador se dir o motivo da ven a : n rua de
, S. 1 i-aacisco (Manda to c s* tcne* n. i5.
mi mi Ano


DIARTO T)F. rr.RNAMBIT.O SAfioADO 1G DE JANEIRO DE 1858.
lolMiilias
para o anno de 1858.
Acham-sea' venda as bcm conliecidas
f>llunlias impressas nesta typographia,
ara o anno que vem, das seguintes iiua-
dades:
Follitolia de variedade, contendo, alm
dos mezes, umitas noticias scientilicas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre o millio e al-j
godao, e urna serie de conhecimentos
das artes, etc., etc., cada una. 520
Hita religiosa, a anal, alem dos mezes,
se reuni a continuacao da bibliotlieca
do christo brasileiro, contendo os se-
guintes oflicios: do Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Adu-
los, Paixao, Nossa Senhora do Carmo,
San-Jos, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
- Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
ss; assim como outras oracCes, etc.,
etc..........3211
Dita ecclesiastica oude padre, elaborada
elo Rvm. conego penitenciario da S
eOlinda, segundo a rubrica, a f'oi revista pelo E\in. Sr. bispo, que a
'lgou certa, como de sua carta exis-j
tente nesta Kpograpbia. VOO
Dita de porta, na forma usada at ago-
ra...........160
Vendem-se nicamente na livrarians.
I> e 8 da praca da Independencia.
~ Na travessa da Madre de Dos a. 'K
"endem-se ameixas milito superiores e
por arrobas, saceos grandes com larelo,
papel pautado, dito de peso pautado, di-
to de machina, dito de protocollo-, dito
ilraaco de linlio verdadeiro primeira
. egunda sorte, assim como amendoas,
nozes, pass.is, licores, azeite engarrafado,
ixjgnac, papel de embrullio de diversas
qualidades e tamanlios, cominhos, erva-
vinagieem pipas e barris, cerveja preta
i: branca, clia' da India, dito nacional,
azeitonase farinha de trigo milito supe-
rior, tudoebegado ha pouco e mais em
conta do que em qualquer outra parte.
Na lja das seis
portas era frente do Li-
vramento
Cmbralas mussulinas de cores, fazenla
nova no mercado a 500 rs. a vara, mangui-
tos, gollinhas ec*misinhas bordadas; da-s
amostra com penbor. A loja esti aberta ate
as 9 horas da noite,
I
j\a loja das seis
portas em frente do Lf
vramento
Palitos de alpaca preta a de cores a ajOttO.
\ utos pretos a ;, ditos de sarja do soda a
13;, ditos de brim a 39000.
He barato
admira
que
r~
Na loja de i portas na ra do Queimado
n. 37, passando o beceo da ^oiigregagau.tem
chegailo a este esiabelecimenlo um escol-
ente sortimento de vestidos de seda com
babados, para divervos prados, c muias
mais fazendas, que no ho possivel aqu
mencionar todas ; eassas organdins dos
mais modernos padroes a l#IU a vara, sedas
de quadros largos klSSCJ o covado, ditas
miudinhas a l;3i>0, duas muito linas de
oslo iuteirameole novo a 1C800, laazuiha
miudinlms a 320, ditas com hstras de seda
a 750, cortes de casemira *5, ditos enes-
tadt, covados 2-3500. dita muito lina a 43,
dita de urna largura 2ct00,grosdenaples pie-
te a 2}, chamalole muito boma 3C500, dito
largo com I istias asselinacas a 43400, chaly
lavrido 19100, um com pido sortimento de
chapelinas para senhora, gollinbas, man-
guitos, camisas, aneias deseda brancas, lu-
vas de seda dos me'.hores rjostos que ha, se-
das brancas, eassas paiacoitinados, brins
de linbo muito linos, lencos de linho 1.rau-
cos, de diversos precos. Assevera-se aos
compradores, quetenbam vontsde de com-
prar no sabir sem fazenila, porque nao se
engelta dinheiao chegand ao custo da l'a-
zeuda.
Na roa do Queir.iado n. 37, loja de 4
portas, haconesdecolletesce velludo a>ui-
tobonsporll3000, velbutina sorlida a 750
reis o covado. chitas franoezea muito linasa
280reis, riscados escocezes a"280rs., mus-
sulinas a 320 rs.. Citas amUizadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos piecos.

-\
HADO
relogios de pa-
tente
Sal do Assii-
Abordo do patacho An-
ua, on com Tasso I mulos.
RL.MEDIO IMCUMI'AUAVEL.
Grande e novo
Ortimento de fazendas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Novid.i le.le Pars, fazeuda d< sed com ra-
|!ii e titira maleada para eslios de
fenhora.muito protirio pata aeilardu, cu-
lo ... ... 19300
Belleza He Bengala, t'atend toda de seda
i r.iii- ('renle com li-Iras matizadas ,
propria paia bailes, covado.....IrliOn
Cambraia e seda de Bengala cun lislras ma-
tizada!, aovada.........I100
liarei de seda com quadros c listras asseli-
naa, covado.........IjOOO
(jrosdensples prelo e de cotes, mullo su-
perior, covado.........2$000
I Hobc Jquills I
nglezesdeouro, desabnete e de vidro: SOSGG QS' SS
vendem-se a precorazoavel, em casade
Augusto Cesar il. Abren, na ra da Ca-
ricia do Recjfe, armazem n. 7>.
Sv3 PEQESO TOQUE DE
ATARA.
Pegas di algodSode sacco, ditas dealgo-
180 trancado oroprio para toalhase roupas
deescravas; vende-sc na rua do Crespo,
loja 4a esquina quevolta para a rua da Ga-
do i a.
Veuile-soum carro ingle? de 4 rodas
e iassentos, para 1 ou2cavallos. com co-
berta.e com os compelentesarreios; e lam-
bem uin cabriole!inglez com os arreios:
na ruado Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista era :asadoSr. Poirier
Vende-sena rua da Madre de Dos
n. \2, ,1 mazemde Novaes & C-. barril
deferroou cubos bvdraulicos, para de-
psitos,le le/.es, 1 jirerocommodo.
Vendc-sernuitoem conta um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwood, he
e mo;n > p quadradn, e custou quando no-
vo mais de i;ouo;: na rua do Trapiche io-
vo n. 10.
Novos padres de vestidos de to- *?
5'v das as qualidades i!e sedas preta, do ^
\i cores e de cambraia deu:gandis. fg
.;;. Estes vestidoss3o da ultima moda gg
'' de faris, ven le-se na rua do Qoei- a
'' mado n. 10, na loja de l.eitc, Ail'iur "f
$ A Compsnbia.
SOS.
itelogios.
Os molhores relogios deouro, va'.entcin
glez, vendem-se por urecos razosveis, no
cscnplorio do agente Oliveirs.rua da Ca-
deia do Becife n. 62,primeiro andar.
Dilo ii.iu de oilo muito largo, proprio para
f"rros de obras, con do......
-7- Veniein-se travejam^ntos de louro (le,.Sedas de quadriohos, covado.
tamanhos na piaia de Santa Rita
Altercan.
vanos
restilagSo.
Vende-sc superior aguare
tranca, tanto em barriscoino eu
dente de
em cai\as,
licores e absyntbe, cliegido recentemen-
(e, pelo ultimo navio : eu casa deJ. Kel-
ter A G-, rua da Cruz n. .">">.
S A PATOS \)0 ARACATV,
I ullioi de seda iMeliDido
Mussulina branca e de cores, covado. .
C.issas francezas de cores tias, covado. .
Cilas francezas, o covado......
Velbutina de cures, covado......
.Maulas de binad prelas e brancas, proprias
p.tra cas.iinenlos, co.'a-lo.....
Panno fino prelo e decores, para lodosos
precos ............
Chapeos de palliidia, torrados, proprios pa-
ra a e-lai;.i.i..........
Chales de seda de cores, 'i"1""*"
I96OO
950
930
:i:>ll
IJI.II
9*0
MU0
Farinhi de mandioca, milhn e fejo o
'ti mais bar lo do que em outra qualquer par-
te ; na rua do Queimado, loja de ferragens
n. 14.
dos melhores que ter vini-.o a estentrea- l,||u de merino bordado' >.nudo
> ... 1 11:1... j. .-. 1 j.i.....
Millio.
- Vendem-se saceos de milhochegados u
IjnamenLB dos Estados Unidos, de muito
ti-
su-
de
bue
do, para liomeus e meninos, le palia e de )>>]>* > ;"> prelha. : em e.M de Caminha A Filhos. rua J- -- ffij"^ 7J?!".
'-iifen. 60, priCjenoD'.ndar. ,)jlos ,,,,,....... coSfnnJasi
, ,. # I ljif"s de 1I1I0 cun Iranios de la
bandos ou almofadas do ,le |Sa adamascados, prel.
cntar os perneados das s- Grvalas ue seda com ponas
oa Cadeia doRecifen. 60, priCjeiroJ,f.ndar. u", "j.iV.h... rmV franjas de seda
v_j ^ i_ a j I lji/.s de dilo com fraiiHis de laa .
dci;)oo.d.la.rtm.irtos,prelos e decores,
ponas compridas a
dina Dar augtn
adoras ; na rua da Cadeia 00 Recite -'<
Drimeiro andar, casa de Manoel Anw'io da
Silva Antunes.
Vende-se a quarta prte de urna casa
terrea sita ni rua da Ro a- 18 : quero, a
pretender, dirija-se a rua do < alabuupo n.
I. a tratar com francisco Tciseira Barbosa.
Vende-se doce de caj' secco a 1^000 a
libra : no recolbimcuto di ConceigSo, em
Oliuda.
POTASSA Di BiSSIA E GAL
YIHGE1I.
No deposito da rua da Oaileia do Recife,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia dita da fabrica no Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa etn pedra, ludo chegado ha
poucosdias, e a venuer-se por menos prego
do que em outra analquer parte,
9
39300
17*000
SSOtUl
l^soou
79000
69000
59000
ncoou
:
.0 canto que cs-
ta' torrando.
Ditas de 1111 com ditas a principe de Cial-
lea............. 5
Ollas de ditas a'americana......1> Corles de collete do velludo de novo
padrf.ts s.......lOcOOn
Ditos de selim branco bordados, proprios
para casamento. ... .... 9
Ditos de gor^urao da seda de novos pa-
drOtl............3c<100
Ditos decalca de casemira de teda! as qua-
lidades............ 9
Chapeas de sol de seda soveriores 7^500
Chapeos de massa francezes.....7^500
Lencos de cambraia bordados, linos, para
n,ao.............ljOOO
Luvas de seda de toilas as qualidades, para
homeii", senhoras menina..... 9
Corles de vestido de seda de crese braucos
a l'ek'fn o mais superior e moderno que
ha no mercado......... 9
Palitos .le amentina de cores escura.* 09000
Hilos alpaca de de cores fin i......'> Mi i
Ditos de dila preta........
Hites de futido ass.tinado......
Ditos de ganga de core*......49 Ditos de brim deqoadinllul.....39000
Ditos de brim pardo lino......4c(>00
Dilos de brclanha do liuho bronco. I
iiimlolaiile alpaca preta e de cines. 5r00U
Em frente do boceo da Cougregtgao, pattaudo
luja de ferragens, a secunda de fazendas n. in.

-
m
m
:-
..... < .'.-.
Russia, Cai- r,J-
Q
m
inhaca e Velas stean- f<",
I *^eliins e rUegios.
SEl.LLNS e RELOGIOS de patente
inalez : a ven.la no armazem de
lioslron Kooker VV Companhia, es-
juin.i do largo do Corpo Ssulo nu-
mero 48.
- Vendrm-se caixas de cha hysson de
superior qualidade e prego commodo, em
lotes a vonlade do COO)tirador ; un etCrptO-
rio de Mathcus Ausiin & O rua do I ra;'che
n. 3t.
aechaduras para cata df purgar.
Vendem-se fechaduras proprias rara casas
de purgar, por prego commodo : na loja de
ferragens de Vidal 3 Raslos, rua da inicia
do Recite n. 56 A.
perior qualidade, malhor ao que vem
Fernanio a 6/cada sacco. Adverle-se
Umbem vieram alguns saceos de urna qua-
lidajje especial pira sement, que se vende
' a 85 : no armazem de Tasso Irruios ao p da
ponte nova.
AOS AGRICULTORES
Ven le-se milho de urna qualidade supe-
rior, e mais productivo do que o que temos
neste pai< ; e por isso pronrio para semen-
te : no armazn de Tasso Irmos, ao pe da
ponte novado Recife.
Na rua do Crespo, loja de Campos A
Lima, bi para vender o mais superior rap
de orna das melho es I-icis de Pars; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
prometa venia para continuar naver sem-
pre deposito, visto o que mandtm de Lisboa
ser de pessima qualidade.
Na loj
a
Para acabar por este anno.
.Va rua da Cadeia do J&e-
cife n. 5*, ha um grande sortimento de fa-
endas por precos os mais commodos DuSS-
veis, que na realidade faa sdmiraraocom-
prador, a vista da qualidaoe e do liom gosto;
o annunciante pede quo ve-iliquem-se da
verdade : sahi las de baile de bonitas cores
a j?, ca.saveques decainaraia roteado de
bico, oruprios para as senhoras de bom gos-
to, pelo diminuto pre^o dn 10i*. ditos de ca-
semira a 123. chales da touquim de muitas
qualidades, chita francez de bonitos pa-
lmes a 280 rs. o covado, mussulina de bo-
nitos padroes a 320, 310 e 360 o covado, di-
la branca a 300 e 320 o covado, cuales ae
merino bordados de velludo, cousa muito
hoa a 143, dilos bordados de relroz a 109500
rs., ditos dj merino lisos a 4800, rnmetras
de lit de linbo a 2?;>O e ;i-ii'd, ditas tinas
a 4/, ditus de cambraia piira senhora e me-
ninas a 2o e 29500, cortes de vestidos de
seda com 3 babados a 80?, cousa muito lina,
grosdenaples decores bonitas a i#;i2u o co-
vado, cortes de seda de boa qualidado a 25,
sedas de quadros padioes bonitos a 1>80 o
covado, ditas de muito boa qualidade,
das seis portas
Ero frente do Li vramento
Para acabar com um penueno resto.
Ppqhs de cambraias brancas adamscalas
a 19600, com 6 varas, ditas com 8 varas, de
salpico, fazenda muito lina a 2o50O, chales
escurosde algodSo a 500 rs., ditos brancos
de cassa a 480, sedas de cores para forro a
290 rs. o covado, riscados rancezes oscuros
a 160 o covado, cortes de cohetes d3 case-
mira bordados a 1-9690, luvas de seda prelas
e de co-es a 500 rs. o par, peitos para cami-
sa a 400 rs.
CEBLAS.
Vendem-se ceblas sol tus, muito novas,
por prego commodo ; na rua da Madre de
Heos o. 2S, armazem.
lECAiisio im na
Atttncao.
Oucijos do setllo "s mais frescaes possi-
veis : na rua do Queimado Q. 14.
\-' ;' -" -..'-.'..' ;' '
. -...-
:
::>
attencao.
6
Vende-s aloja de roopa fiili da rua
Nova n. i. com poueo fundo o propria
pan pnneipianto por fazor bailante, ne-
guiio : a trotar na meima rna n. 9.
6
Fazendas de
bom gosto.
lindos casaveques de I'ust3o b-anco bor-
dados, e enfeitados com as modernas fran-
jas de botSo, basquines de cambraia branca,
bordados o enfeitados com renda, taimas de
rostSo tcolchoado. bordadas e enfeitadas
com trancas de muito gosto, ricos vestidos
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. rt \
RUA DO BRUM, PASSANDOO olIA-
FARIZ,
ha sem pre um grande sortimento dos se-
guintes objectos da mecanismos proprios
para engennos, a saber : moendas e meas
moendas la mais moderna construccao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
3ualidade|e de [todos os tamanhos ; rodas
entadas para agua oa snimacs, de todas as
proporces; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavilhoes, moinbos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
se executam todas as encommendas com a
superioridade ja conbecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
Vendem-se dous bois mansos, e gor-
dos : na rua do Rosario da lioa-Visla n. '28.
Na rua do lirura ti. 22, armazem de
Laiz Jos de SI Aratijo, ain la esistem 30 va-
sos proprios parajardim, os quins .se ven-
den rauil) em cunta pira liqui i -- > de
alpaca pela lina a 600, 7 0, 8i0, 9i0 e 13 o n. 29.
covado, panno fino preto il 29500, dilo mais,
fiuo a 39, 39500, 4/C5SO .'ovado, dito muito
lino a "9t0 o covado, cortes de velludo, fa-
zenda mullo boa a 7: e 705UO, dito Buito li-
no a 19?,pecas de chita escura com toque
de mofo a 595U0, mussuli ia de urna s cor a
400 rs. o covado, mnganos coa collarinbo
para senhora e meninas, I ot dados a 8f e 109
cada um, chapeos de sol para senhora a
19800 e 23,*itjs de seda a 2500, corles de
cass cuita a 23, chales (retos ce merino a
23800 e MI, casemira preta a 1>, I2U0,19500
i5 e 23200, e muito lina a 2;80o o covado,
corles de vestidos l'eilos para senhora, de,
cambraia 3S20O, madapoles, a peca 23800,.
3 33iu0, 3/500, 43, iso e 59, e muito fino;
a 6, chitas de cores escuras, apera 53000,1
#50, 6) o 79, e a covado a 160, 180 e 200 j
rs., cambraia desalpicos, a pees 33600, |as
de liuas larguras para veatido de senhora a
13600 o novado, mantas de velludo para selr
la de ca\al!o a 73, ditas d j algodoa 3--2 ditasdelaa a 49500, cha seos do ciiili n0
diminuto preco. e muius mais fazendas!
que s a vista do comprador mencioua-se.
\a mestna loja da-se blondas com peuho-
res, e leva-se em casi de familias.
/
,-..-..- .."... .- ..-,.-....
UJ '." K*t \-. <*- "j.- -*X \j.7 *.- -i" -- '* '.' .
% Farinha de
Biiandioea
\i Vende-se superior farinha de San- A
i -^ ti Catharina agranel, a bordo do bri- at
';.. goo Vaiie : a tratar no largo do Cor- S
po Santo escriplorion. 6, ou cotn o '
7i captiflo a bordo.
Vendem-sn cadeiras para sala de jan-
lar, muito fortes, c mfsrs para dito, por
precos commodos : na rua das llores. 11
dcL. Pugi.
domina do Aracary.
Era porcOes e a retalho: vende-se na rui
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Vende-se superior iarinha de man-
dioca era saceos grandes: na tanoaria
defronte do trapiche do Cunha.
Tasso Irma'os
Avisam r.os seus rregoezes, que em con-
soquencia de novos sorl mentos, qun aca-
, liam de receber de l'.iclinijii I, letn leduzido
contas urna balanca com seus perlences, | os precos das farinha a .onda em seus ar-
proprta para padaria, ou armazem Ce as-I mazensaos seguintes :
sucar.
AVISO.
Na 'ua da Cruz n. SI, primeiro andar, sa-
la de barbeiro, -vendem-sa bichas de llam-
burgo, tanto aos ceios cono a relalbo, e
aluga-se mais barato do qtiecm nutra parle;
a v-riin io-sc que sao as mais modernas do
mercado.
Vende-se um Completo sortimento de
ltase imbolachinhas doces e sguadas, de
superior qualidade : em'casa de Southall
.Mellors ot C, na rua do trapiche n. 38.
Nova agua (\,. malabar.
Ven le-sa esta agua a ^hor que fra ap-
parecidoparatmgir o cabello e suissas de
..- ii -..- ..v ..
Deposito
DE
Cera de nrnauba e velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodSo da Bahia.
Sola e pelles de cabra.
l.oinnia do Aracaly.
Itarriscom brea.
No largo da Assembla confronte a porta
da inspeccSo n. 9,anude se vende por menos
preco que em oulra qualquer parte.
CJjos sortidos
io e Manillia.
Lonas da Russia, brins e brin-
zoes
Ctibree metal para forro com
presos.
Oleo de
as.
Estanho cm barrmlias, Bar- ^>
rilha.
Vinhos linos de Moselle e Joan-
oistMirg espumoso, e de Bordeu\ ;';-
. em i lirtelas.
;'i C. J. ASTLEV & C.
hincasa de Ilenry Brunn & C. rua
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemente romano.
Cognac em caixas de 1 du/.ia.
Cadeiras de vi me.
1 in grande sortimento de tocadores.
Retratos aoleo para sala di; janlar.
r'spi lliocom moldura.
Pianos dos melliores fabricados cm llam-
liiirftC'.
Curros.
^:^
I,-: |
v-- .-: r
Ao ^regusca
QU2 ESTA QUEIUIM
fazendas ror pouco
dinheiro.
O ^;reguica
rna -io '.lurimrdo conlinu'a a ornecer ao
publico, em seu cstnlielecimenlo na esqui-
na do be < o do Peixe frito n. 2. o mais bel-
lo e variado sorlimento de fazendas, odas
de excellente qualidade,e piecos muito m-
dicos. tfSo s queima as fazondas ja pur
vezes amiunctadns, a saber :
Olindinan para vestidos de senhora,
covide............... 900
Targelinus dem idam,corto com 12
eorades........'...... 139000
Organdyti idem dem, covado 260
Cambraia estampadas, vzra 480
Ditas ti 111 s mais finas, vara..... 600
(ilutas flaucezas, largas, escuras e
claras, covado........... 260
Ditas diti s, largHS,escuras e claras,
covado............... o-.o
Ditas dit;s, largas,escuras e claras,
covado.............. 300
Rrctanhe.idc rolo com 10 varas,peen 25000
Riscados monstros, lindos padres,
covado.............. ;>20
Lencos d> cassa com cercaduras de
cor, un.............. jan
Mas lem dcstas, ofJerecc mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ultimamen- I
(ecoegadas: mussulina branca finissimaa!
320e 360 o cov do, dila matizada, lina, e do |
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado, I
iSlZinbas muito linas, escuras e claras, to-
das de de-enhos inteiramentc novos 400 '
rs. o covado, carmelina, lazmda inda n5o
vista, trancada e com padroes de lAazinha,
co b ralo prego de 280 o Covado, con.es de
-
O

':
-
O
i"' -

Yertilpni-*" bom earroa nvo!i com ar- f'oi
rpn \ in.lo lia pouco ile Franca, fcito pe- "-!
los melliorc* f^tiricnntcs de P^ns e qnirpu- '- -'
do com boa parpllus de cavallo. \>n-
dom-se tambem linni rrti's para carro e .'_
eabriolcl, como noilofl preparo para dilo-,
lambpm salao, cnuros do loilro, viqnolai
grandes pira cubera*, rolleiras envernisa- f*.
das. lanleroot, velas para ditas, malas, eiin ,v
pnliite e muila oulras (jualidaden de fpr- W
ragtno, todo por preco commodo : na roa ?j5
Nova n. (II. f-...
UNGENTO HOLLOWAV.
Milbares de individuos de todas as nacOes
podemtcstemunhar as virtudes deste reme-
dio iucomparavel, e provar em caso necesse-
rio, (|ue, pelousoqundellelizeratn,iem seu
corpo e memhros inteirainente saos, depois
de ha ver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos peridicos que Ib'as relatan todos os
dias ha muilos annos ; e a maior parle deis
las s3o tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputagao! Helias ha mui-
tas, que havendo deisado esses asylos de pa-
decimento, para se nao submelterem a ess
operaijao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laes pessoas, na erusao
de seu reconlieciiiiento.declararam estes re
aullados benficos diante do lord correge-
dor, euniros magistrados, am de mais au-
tenticarem sua alrmativa.
Ningaem desesperara do estado de su-
saudr- .-t tivesse bstanle conanca para en-
satar este remedio constanlcmunte, segiun-
do alguo lempo o tralanionlo que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar iocontestavelmente: (Jueludo cura.
O ungento he til, mas particularmente
nos seguintes cato$.
Relogios
coberlos e descoberlos, pequeos e gran-
des, de nuro patente inalez, p.ra horxem
esenhora, de um dos mt-lhores tal rirantea
de Liverpool, viudos reloultino paqutle
nglez : em casa de Soulbsll sltllor c\ G
rua po Torres n. 38.
Arroz de casca.
A lOfOOO, saces grande : rus do Amorim.
Travassos, Junljr AC.
Pechincha.
Ameixas, sl.iinhos. fi0Ja. emc;ixinbss
de 5 libras por tooo cao. caixinhi no de-
losito n. 6 da i ua de S Tsauctsco
He muito barato
Recebeu-se do Porto linisstmas toalhas de
>u>iniho, de panno de linbo e com bico
M'fio as pontas tamben de linho por'"
so na no daposito n. 6
risco.
InlTamniafao da ma-
iriz.
Lepra.
Males das pe ta.-.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pu lines.
fJueimadelas.V
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Imlia, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos,
l'lceras na bocea.
do ligado.
das arliculaces.
Velas torcidas ou no
dadas as peritas.
da rua de S. Irn
$ OO@@s
No escriptorio de Francisco Seve-
rino Rabcllo A; Eilho, no largo da ,\s-
eemblea, vendem-se barricas com larinl-a
de Triste c de Baltimore, de superior
qualidade e por preco commodo.
Vende-se arinba de mandioca cm
saceos de superior qualidade e por preco
commodo: a tratar no escriptorio de
Francisco Severino Babello & Filho, no
largo da Assembla ou na travessa da Ma-
dre de Dos armazem ns. i <: (i.
Vendem-se 3 esoravos mocos, bonitos
e saudaveis, sendo urna negra peri'a cozi-
nheira, urna mulata engommadeira, cozi-
nheira -> costur ira. e unr mulatinho ptimo
pagem, tod s por prer;o razoavel : na rua
Qireita n. 66.
?> verdadeiro algnd > da
Cali a.
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
no seu escriptorio na rua d* Cruz n. 1.
/efnaria de assucar
Montei o
Achcm-se estabelccidos lepnsitos nos lu-
gares seguintes: na rus di Cadeia do Recite
n. 30, na tnesmn retinara no Monteiro, no
aterro da Boa-vista n. 8, e no pal-o do'l'er-
?o n. 30, aonde ven le-se assucar cr\ sialisa-
do de superior qualidade, e refinado da Ier-
ra das i|t|i 11 a des interiores, por precos e
quantidades a contento dos compradores.
Gomma de matarana.
Vende-se verdadeira gomma de m itarana
a soo rs. a libra: na rua Aova, taberna
n. 71.
Sabida de
Na loja do canto, ni rua da Cadeia do lie-
cotno de carino, com lin ios enteites, liras
riscado francez, booiios padroesecoresfl- cifen. 54, ha boniUa sabida, de baile, pelo
xas a 3900 eada um, cambraia lias transpa- diminuto preco de 24*000, tanto do peluca
rente, muito lina, com 8 varas cada per;* a
73500, dita tajada tarobam muito lina, com
10 varas cada peca a 41800 e 63600, chales
de ISazinha muito finos a 2/MO, ditos de
merino Usos e bordados, do mui lindas co-
res, case liras en le i la das, mescladas, mui
oroprias de, palitos a 2'-200 o covado, brim
trancado de po-o linho e padroes no^os a
ii40 a vara, ditos preos de muito bom
Gosto, e (.te proprios para luto a 1/600 a va-
ra. corten de rollete de se tiro bordados a
3^500, dilos de casemiras para Calcas, finas
e de bonitas cores a 5.500 o 63000, grvalas
pidas dr serta a 1?, dit s de mola a 1S00
lpicas ce cores com listras de seda a 560
covado, chitas escuras e claras, padroes
iniudinbos o graudos, de muilos e variados
gostos, eores lis s e excellentes pannos a
160, 80, 2C0, 220 e 240 o covado, p
alboreas.
Caimbras,
Callos^
Canperes.
Corladuras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enermidades da cu-
tis em geral.
Enl'eraiidailesdoanus
trupcOes escorbticas
fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Fneiras.
Cengivasescaldadas.
IncharjOes.
Inllammaco do ligado
da bexma.
Verde-se esteunguento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, Slrand, e na
luja i e todos os boticarios, droguistas e ou-
li as pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha,conten
urna instruc^o em portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
phannaceulico, na rua da Cruz n. 22, en.
Pertiimliuco.
ROB LAFFECTEDR'
O un.ro autoritadu pnr tteei.'o do conttlho real.
decreto imperiaX.
Os mdicos dos hospitaes reeommendamo
arro >e de LifTecteur, como sendo o uiiict.
aulorisado pelo govci no c pela real socieda-
dedii medicina. Este medicamento de un
goslo agradavel e fcil a lomar em secreto.
esta em uso namarinhi real desde mais d<
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
foccOes da pelle, impingens, as consequen-
cias las sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos,da tdade critica e da acrimonia he-
redilariados humores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as contraeces c a fraqueza
dos orgios, procedida do abuso das injec-
edes ou de sondas. Como anli-syphilittcos
o arrobe cura em pouco lempo os'ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessaota.
em coosequencia do emptego da copahihe,
dalcubeba ou das iujeccocs tpie representen
O Tirussem oeutralisa-io. u arrobe Callee.:
mercurio e ao iodorelo de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). re-
dro n. 88, onde acaba de clu-gar urna gran-
rle porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas di cclamenle de Pars, de casa do dik
toj-yeau-Laecteur 12,rua inchelieu Paris
Os formularios do-se gralis em casa do a
gente Silva, na praca de .Pedro n. 82
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia. Lima & Ir
maos; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Rocha Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magates Leite ,
Rio (.runde, Francisco de Paula Couto& C.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWYA
f'
Pianos.
fim casadeRibeSchmettau &Companhia,
rua da Cadeia n. 37, vPudf m-secleBin-
pianos do afamadofabricantr Tratmana
da liamburao.
A toja da es-
trella.
Ka rua do Queimado n. 7. loja da estrella,
vendem-se as seguintes fazendas, mais bara-
te do queem outra qualquer parte, a saber
Palitots de panno Irancez, finos a :!VOO0
Hilos de dito dilos JlliaOI
Chapeos finos para senhora ^C/SOO
I''tos ditos para dita 'OsoOO
C.rosdenaples preto e de cores S
Panno preto fino i ara todos os t recos.
Chapeos franeczes Tamberltk, para
bornea
Collarinhos e manguitos ingleies, de
um novo gosto, eda melhor quali-
dade que neste genero teai appare-
cidoathoje |MM
eoutias muitas fazendas que se vendes a
dinheiro avista, por menos do que em ou-
tra loja.
T500
fe^41wk
-v, ^
A' I
PILLLAS HOLLWAY.
m >J\ I
te protni.lo e seguro para desarreigar o mal
na complei^'ao mais robusta ; he inteira-
, mente innocente em suas operaces e efTei-
Londres. teem a satisfaccBo 'lepar-ltos. pos busca e remova as aoPnils-ae
hcipara seus correspondentes e ao publi-j qualquer especie e grao, por mais antigs e
co, que acabam de tundar casat filiaei tenaza* que sejam.
S. STIKH1EI. i C, banqueirosene-
gociantes, ettabelecidos ha muitos anuos
em
us pnncipaes portos e distritos manu-
factureirosde Franca, Aiemanha. Blgi-
ca e Hollanda, conservando aUmdisso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
ico .t,,-Jto, 2-oe240 o covado, pegas de nortosmaiscommerciaesdaGr-Bretanha, As mais aiuictas uno devr
iim lapolio t o' 20 vsras a 2o900. .>6O0 u < .-i ir. i ilesesi'eracao: laearn um co
48500, W800, 59 o 5600, e nimio lino a *tM? em I,i,M'"t,lle lf-'r^er grandes dosemcazTs effeitosdesta.s
Agencia
-30 a
67400, cobct tures detlgodSo proprios para
esclavos 700 rs. ca li um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
clsaas de lodas as cores a 540 o covado. lie
lorias estas fazendas, e de outras muitas
aqui nao mencionadas, se darao amostras
sob penbores.
Coa toque de avaria.
ia fundicao Lovr-Mo r,
rua da &erzala ovs.
n. 42.
resteestibelecimenticontinu'a- haver
um completo sortimento de moendas c
noias moendas para engenbo, machinas do| le n. 2, primeiro andar,
vaporo t-ixas'i.c ferro balido e coado de
Vende-se elgoJ.1o encornado proprio para
roupa de cscravus, e lambem para saceos,
com toqui; diravaria. por preco muito bara-
to ; na loja de portas da rua do Queimado
n. 10.
-- Vende-se um bote de "Jo palmos, muito
hem construido : na rua da Cadeia do Reci-
alega
Haxall .'
Hunlop. .)
Macanea. .i
Golumbta ('
Continuam a ler farinhas de Trieste das
marcas nineirs qualidacee
s iacOOO.
a 'i;0(IO.
lobosos tamanhos para dito.
| YWIIOS FINOS DO PORTO
DENOMINADOS :
<,
I
9
Duque do Porto.
Impcratriz Eugenia.
Leo. o I o I,
l>. Pedro V.
Engarrafados c enfeitados como o
Vendse ume,cravn prelo, mxjo, re-
| forcado, de boa saude, pronrio para enge-
,gr;. nho ; na rua dos Cuararapes n. 30.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fiindicao de Ierro deD. W. Bowman
na rua do Bium, passando o chala-
riz, continua|a baver um completo sorti-
mento dr- tachas de Ierro tundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de liica, as quaesse
ecbam a venda por precio commodo e rom
promptidgo, embarcam-se ou carie:,mi-
tt
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigos, bencomo
para os negocios de transacrao de crdito
a banco de qualquer genero.
As pessoas quenaoloremconliecidasdo*
annunciante. deve 3o acompanharsuasor-
dens com os fundos necestarios para sua
exeuCCO licando entendidas que osan-
ntineianl.es nio teem dilliculdade em :rli-
antar "> |0 solire os gneros recebidoi
antes de sua venda.
Os precos corren tes e mais informacoes
coiiimeifines, que loiem pedidas,serSO
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodirigir-se aosannunci-
antei
V1SB0 DO PORTO StPERWR.
u que1815.
Em caixas de tima c duas duzias de gar-
rafas.
Entre milbares de pessoas curadas com
este remedio, muilas que ja eslavam as por.
tas morte, preservando em seu uso ; con-
liram recobrar a saude e forras, depois
de liaver tentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As mais alllicta.s nSo devem cntregar-se a
mpf lento enuaio
sonibrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o beneficio da
saude.
.Nao se perca Icmro em lomar este reme-
dio para qualquer das seguintes eulcrmida-
dcs :
Ma v\
a

prelo : na livrana universal ril do ,-0|lo"io
n. 20, d-se junto uso impresso gtt, eg.
natido a forma de spp ij^ar.
piche n. 5^
de Novaes s (j.
Vende-se superior vir bo do Torio en-
garraado em caixatde 1 e 2 duzias de
garrafas, bemcomo em barris de 4- e8.
a preco commodo.
(| de Champagne: vende-se em por- <$ em carro sem desoezas ao comprador
cOes a vontade do comprador, m mi i I,IUU1
rua do Trapiche n 40, escriptorio _._ Vende-se superior linha de rlgodo
brancas n de cores, o ni novell i, para costu-
'a : era casa re outhall, Mellor & C., rua
do Torres n. 38:
- Vende-se milbo em Fceos, por preejo
commodo: na taberna dol'araizo n. 16.
PASTAS DE KAF
So chigalas pelo ultimo vapor s peito-
raea pastas de nae : no deposito n. 6 da rua
de l'ra.icisco.
A Oes a vontade fio comprador, na
7 rua do Trapiche n
I '$ de Thomaz deFaria.
d @@S @@ @@ fl
. Na roa do E'ieantamento, taberna,n.
'CriplOriO "7*voni'"'""-'" favas novas chegidas ltima-
mente de S, Miguel usares pelo diminuto
pelo diminuto
reto d.: ICO ieis ca la libra.
Vendem-se caixOes com mergulhos de
parreiras mos'alcl, decheiro, da pida de
ago>lo. que ja esle an'oderum uvas, a 4#
o eaixffo; no sitio la Trctr.pe, sobrado u. I,
que lem taberna por baixo.
Accidenlescpileplicos
alporcas.
Am polas.
Areias mal de,.
Astluiia.
Clicas.
CotivulsOes.
Debilidade ou exte-
nuafjSo.
Debilidadeoufaltade
forgas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
Ili.r de. garganta.
de barrica.
nos ritis.
Dureza no ven! re.
Eofermidadesno ven-
tre
Eufermidadesjno figa-
do.
Ditas venreas.
i nxaqueca.
lin j sipela.
I'ebres biliosas.
-- Na rua Nova n. 18, laja de M. A. Caj'
& c_, na um grande sortimento de obras fei-
lasde ilfaiate, de lodas is coros e qualida-
des, as mais bem sesbadas que se podem
encontrar nesta genero, casavrqnes e mon-
tanas promptas (.ara as senhoras que mou-
lam a cavallo, um grande sortirrentodedif-
lerentes azendas para vender-se
qualquer obra de encommenda :
sua um s para todos.
A 10200 res.
Na rua Nova n. 18. vendem-se cortes
de casemira de algodao e bruib escuro7''fa-
zenda muito forte, propria (ara o diario
cortes e para caiga.
e fazer
o preca
fft><* [.
Uiamiyo*
Km barris de oitvo : venderse a pr
commdo em casi rio Barroca A Castro, togeralde Londres n. 244. aStrand,* ca
Febresintermittenle.
Febrclo da especie,
(olla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Iclerieia.
ImligeslOes.
Infiammaces.
Irregularidades da
menslrua^ao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
.Mal de pedra.
Menclias lia culis.
Obslruc(3o do venlre
Phtisica ou consump-
cSo pulmonar.
Relencjlo do ourina.
Rheuma'lismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
I ieo doloroso.
Ulceras.
Venreo mal .
Vendem-se eatas pillas no eslalieleuncn-
nia da Cedria do Iteclle n. 4.
sellins
patate inglez.
Silo cliejtailos n acl'im-fc a venda o vrdilira
e brm coiiIipridul s-llins inalf.-s pilenl: DI ral
lo Tra[iiclipNn\o u. 12, armazem de fareudas d
Adamsuu i\ C. Uonie.
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
lo Ja a America do Sul, llavana cllespanna
Fugio honlem 12 do crrante o preto
4nlomo, crioulo de idade 6u annos, pouco
mais ou menos, veio par esta praca ha C
mezes deCariri de Fora, levou camisa di
algodSo azul e calca de cor, he rhcio do
corpo, rosto redondo, olhos pequeos e nes
tambero, lem as pernts duas cicatrizasan
tigas : roga-se poitanto a alguma pesaos,
ou capilo di: campo, e as auloricades po-
liciaes, que o peguera e o mandem levaran
seu senhor. no pateo da Santa Cm, pada-
ria n. que serSo recompensados genero-
samente.
No da |2 do corrente de casa de seu senhor o eseravo Manuel, criou-
lo, de idade 26 annos, alto e muito cambeta,
a (onto de encruzar as pernal,- levou ferro
no pescoco, mas he paovavel que o lenha ti- -
rado, caiga de ganga amarella, camisa de
algodSo azul ; he muito regrista, lostum
andar pila Soldarle, Hoa-Vista, Ponte dn
Lchoa. i AcneOlinda : quem o pegar, lrve-o
a rua das 1 rtneheiras, sobrado n 50, no se-
gundo andar, que ser recompensado.
Fugio na madrucradado I .'do crran-
te o prelo Antonio, de nar.3o, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, baixo, cheiodo
corpo, pes comprtdos, peritas linas, bstanle
wansudo, com falta de tientes na frente, lri-
cos grossos e um Unto esquecidos, pouca
barba e esta rapada, cabello rapado un -
mesmo na testa a naviiba, tem as costas lo-
ds rom cadas.n uno ree,rist,tanto que passa
por crioulo; levou ferro no pescoco, o qun
se julgj esiar tirado, calc de g nga azul
ou de algodSo de listra, camisa ue nlgoco
trancado ou de ganga, ja velha, chapeo le
pello ou ae palb, velho, foi morador em f\a-
zareth ; lerou tambm urna trouxa com
tona sua roupa e manmento, por isso se
julga nSo andar por muito longe : assim,
quemo pegar, leve-o a seu senhor Wanoe
de Almeida .Nobre, no lugar do Luca, donilr.
fugio, ou a Antonio iNobre de Almeida, na
rua Augusta, que sera generosamente r.
compensado.
Ha poucos dias ftigio do engenho Cur-
Qibi o eseravo Joaquim, crioulo, i.c cor fula
parecendo cabra, drz que lem 18 a 19 annns
douade, tem os piis mal feit", urna cica
Iriz de chicle sobre o tombo e outra sobre
o pcito, levou umquartaocastanhogido.foi
eseravo do Sr. Jernimo Carneiro de Albu-
rjuerque Marai hSo. vendido nesla praca pelo
Sr. Antonio Goncalve:- Terrena CascSo :
quem o appreliender conduza-o eo dito en-
genbo, ou nesta praca ra rua da Guia n 64
segundo andar, que sera generosamente re'
compensado, e proiesta-se contra quem o a-
coutar.
No dia 18 do me/, p.p., fugio de bor-
do do brigue .Sagitario, um eteravode
nome Joaquim, pardo cf era \ o, dea
2iannosde idade, estatura regular, secn
do cotpo, %( tem barba r,o aueixri, t-
bellos cara|),nhos e ja tem muilis blan-
cos, lie bem conlieeido por terassato,
muito calejada, quando fugio linliaora-
bclloa nazareno, tem o pes meio apa Ir-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu snior Mai < I
Francisco da Silva Carriro, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, na' bem
gratificado.
Fugio na noite dD dia 6 do corrente,
de um sio de lieberibe, urna escrava it ula-
ta, de idade de 23 annos. alta, cor acabocla-
da, cabellos corridos e amarra los, n-rnrrda
do corpo, com os .lentes da frente podres ;
quem a pegar, leve a seu senhor A. A. de
Miranda Cuimaiaes, na rua Dimita n. 6a'
que ser gratificado.
F-giram nodis 28 re ilozemli-o prxi-
mo rassado, do engenho l'rarinh, fregupia
deBarreiros,oseseravoa aesjainiea: l*cdn,
idade de 30 a 34 aunes, groase .-,, ,,rpo, al-
tura reguler, cor bem preta, na<;fio .osla,
i.elesliiio, 3" annos, poico mais on nin
alio, chuo do corpo, bem ba-badn, cor lula.
tendo taita de um dente na fenle to queixn
superior, ntlural do l'aia. I > :to
annos alio, secco, sem barba, rendi.lo de
urna dasverllhas, tanibetn Ao Para : reeom-
nienda-se aos senhores cepilles de campo i
Vendem-se as bocetiuhas aSOOrs. cada apprehensSo dos ditos esrravns, que se dar
una dellas conten tuna inslruCCSo em por- |,oa recompensa ; podrndoqualquer pessoa,
luguez paraexplicar o mododesse usar des- oue delira li
las ptlillas.
ti dep '.silo geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Vendem-so funds de neo para urn e
li ns lados : na leja de miudezas da rua lar-
gado ltosario n. 3$, a lwOOO cada urna.
que dallea uve em nolicia, enten Vrem-s
rom o proprielario do dilo eng'iilio Fnnris-
coAlexaolre Duira, ou cosa Antonio i.tn-
calves Fcrrcira Cselo, na rua de Apollo
n. 82.
i
PLIl.N.-IVP. DEM. F. DEF.VhU1858.
MUTILADO


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