Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07360


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Full Text

ATO XXXIY C 14.
Por 5 mezes adiantados 4#000.
Por 3 mezes vencidos 5000.
SEXTA FEI\ \* DE JAXEffiO DE _88.
-?.>!<-__
Por anuo adiontado 15.S000.
Porte fianco p.ua o subscriptor.1
ENCARREGAOOS DA SLBSCRIPCA'O ItO NORTE.
Pirahiha. o Sr. Joao Rodolpho Gomes; Natal, o Sr. Joaquim
lltnacia Perein Jnior ; Aracaty, o 8r. A. de Lentos Braga .'
Cear, o Sr. J. Jote de Oliveira ; Maranho, o Sr. Jos Teiseira
da Mello ; Piauhv, o Sr. Jos Joaquim Avellino ; Par, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amisonas, o Sr. Jeronjmo da Costa.
PAR"IDA DOSCORRF.IOS.
Olinda torio n- .lias, i o < meia hor. .1.. di,.
tauraaaa', G.,i.,,.. .-l'ir. i.,!., na* sernas, seit.s-r.nra.
f.. Aaiaa, Baurroi, Boa U Craara', Alil.ho Ganaaia i ... lana-Caira.
Cuanta, Liinueiro, Ilrrjo, l'ra.iiier. Ir.:.
!-. Loan.-;,,, s>.i>ai'Aihi.
ra, flores, VilI.i-IU'll.i, loa-VisU, Otiricurv K\u', MI ^urtu
Caito, l|ojuc. Stmliicm. Rio PomotO, l/tia, Barreitoi, Agu-I'reu,
Pim.-nirin* e Ral: fiiaS-raIru.
(Todos os correio parten 10 kur*a da manhJa.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES l>A CAPITAL.
Tribunal do commercio : secundas e quiulas.
t'l.n; i o: tercas reirs e sabbados.
Fazeuda : iguarias e sabbados as 10 horas.'
lozo do commercio : segundas as 10 horas e quimas ao racio dia.
Do deorplios: segundase quintas as 10 horas
Primeira vara do civel ; segundas e sextas ao mei > dia.
Segunda rara do civel : quartase sabbados ao mcio dia.
EPHEMERIDESDOMEZ DE JANEIRO.
' Quarto minguanie as 10 horas r 27 Dnatol da tarde.
15 La nova as 3 horas e 13 minutos da inai.hja.
22 Quarto crescenteas2 horas o 37 minutos da tarde-
29 La cheia as 0 horas e o2 minutos da manhtia.
PREAMAK DE HOJE.
Primeira as K horas e 18 minutos da macha*)*
Segunda" as 3 horas e 42 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
II Segunda. S. Hyginop. m. : S. Theodorico : S. lloro-ata v.
t2 Teca. S.Satjm m. : S>. Arcadio, tico c Taciana oiii*.
'3 Quarta. S. Hilario b.; S. tiunesindo presb. m.
' -f Quinta. S. Felil S. Marciana v. : S. Dacio b.
13 Sena. S. Amato ab. ; S. Secundina v. m.
16 Sbado. S. M.invllu p. in. ; S. Plifdlla m.
17 Domingo. O Sanlissimo nome de Jess ; S. Anuo ab.
i
PASTE QFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Ecpedlente do di. 7 4* i metro da I858-
Oflicio ao enraman tente das armas.Recoromen-
dan Jo a expedido d suas ordens para que ceja dis-
pensado do aquartelamento o capillo Francisco de
Paula I, un; ilves da Silva.CofDiouuicou-se ao cora-
nuil Idnie superior.
Dito ao mesmo.Diiendo que por part do ehefe
da esi id,, manir da guarda nacional do Recife ser-
Ihe-hto aprsentenos para 'eruta. os guardas Frao-
risco \ vier da Soaza e Manuel Mairelle! dos Sao-
Ios.Officinu-se nele sentido ao mesmo chele.
Dito au mesmo.Transmillindo em origiqal, alim
da ser prsenle ao conselho a que lem de responder
o capiUo Jos Gomas de Almeita, o oflicio do direc-
tor interino da colonia d. Pim.nleirae acerca de
despezas faites naquelle est.inelecimenlo desde junho
al outubro do anuo prximo fndo.
Dito ao chee da polica. A'visla do qne repre-
sentla o director garal dos Indios no offlcio junio
por copia dalado de 20 de detembro prximo pasta-
do, expec.'i V. S. as ordens necessarias para que os
ludios aldeadus nao sejam chamado jamis a servi-
dos oo diligencias qoe tenham demora de man de
om dia.Communicou-se ao director ginl dos In-
dios.
I'ilo ao commandanle superior d* Olinda n Igui-
rassii.- -Inlcira l) de liiver V. S. dado as ordens n-
c.siarai nao s para qoe o destacamento da guarda
nacioual que deve substituir o de primeira linna da
villa de Iguaraetii, mas lambem para o destacamen-
to das pr.ras que (orara exigidas para a guarnirlo
desta capital e qoe ponlualmente aqui ce apresen-
taram no dia do crrenle; teoho a declarar a V. S.
que o destacamento da guarda nacional de Olinda
para a guarnico deala cidade nao continuara alem
do mez correnlt.
Hilo ao comr.and.snte superior de Garanhons.
Recommendando que, nos termos do art. 45 do de-
creto n. 1.130 de 12 da marco da 18511, mande pa-
sar guia ao capillo da 4a coropannia do batalhao '27
da guarda nacional sob aeu commandn superior, vis-
to que (era elle de madar-se para asAlagoas.
Mo ao commandanle superior de Sanio Aullo.
Espeja V. S. as coas ordens para que fiqoe ,i diipo-
sic.ao do delegado de polica do termo de Sanio Au-
llo um deiacani"iiio do 10 guardas nacionaes. que
devarflo pereeber os venciraenlos que compelen) a
pracas do ecarcito, o serlo rendidos por oulros no
lira de cada mez ; mandando V. S. reunir ao mesmo
dealacaraento o cornela que exisle naqu.lla termo.
Dilb ao delegado d Caruar.Conba-rae a sals-
la.;.i i de caber pelo oili:o de Vme. de 30 le rlezem-
bro ulm i dos felizet resollados da misso que ahi
abri o reverenJo miisionario capuchioho, e doem-
peuho com que o povo accorreu a ouvir a palavra di-
vina, e inleirado de haver sido constroido durante a
miasao o ceraiterio de que villa uecessilava, devo
esperar que conlinoe a obra al Picar de (o lo con-
cluida, e opporlonamenle allenderei ao que reclama
Vine, para os reparos da mlrz.
Dito a Antonio Jos de Oliveira.Dizendo ficar
cenla d. ler Smc. entrado buje ein ejercicio como
juiz de paz do ( districlo da (reguezia de Santo An-
tonio.
Dito aocomroandaole de polica.Aulorisando-o
a por em liberriaoe o soldado da 4" cnmpanliia da-
qoella corpo, Franeisco Jos de Sani'Anua. visto ler
lu lisa.lo no da 3 do crranle a pena de um anoo
de prisao que Ibe impo o constllio de jul^amenlo
pelo crime de deeerco.
D(o ao mesmo.liileirando-o de haver lanrado
o requerimenlo em quo Galdino Jos de Sanl'Anna
Jsde baila do servirlo daquelle corpo, o despacbo se-
Riiale : E diseu novo ennajamenlo.
Jilo ao vicario do Altinho.Em solor;ao 4s duv-
dasqne Vme. propoe em seu oflicio da 22 de dezem-
bro illimo, cabe-ine declarar-lhe :
1 Que os proprielarios oo posseiros das Ierras
obriztdas ao reitislro nao lem oecessidade de apre-
senlar-lhe o ttulos ou escripturas das soas Ierras.
2* Qoe De caso de possoirera varios individuos
urna purc.io le Ierras por dividir, tocando a cada um
orna parle, auer Calculada em relac.au i >uaeiienslo,
quer em reacio ao seu valor total, deve a declara-
dlo para registro ser (ella por todos os possuido-
res, desigoindo-i nao so lolalidade do terreno,
com sita steoslo a limites, e lambem osen valor
quando aelle se reterrem os quinhes, mas lambem
a parle que no mesmo terreno lem cada om dos
postuiderei.
3 Qia a (orma das declarares he moito simples,
eootvte em ama nula em qna se expresse quem o
poseuiCor que reunir, a larra queda ao registro, a
freguezia da siluaco, nome particular do aitio, sua
conir iniacio, limiles, ettenslo, couviudo eiplicar-se
se o possoi.lor he proprietario ou simples posseiro,
ou occaoanle do terreno, de modo que se conlitja
com qoe litlo o possoe.
Dito ao tliesuureiro das loteras.Para que infor-
me se ja, (oram entregues ao lltesoureiro do palri-
monio dos orphaos os benefcios das loteras qoe cor-
rern! em uovembro e dezembro do auno paisado a
(avordo meiruo patrimonio.
Dilo ao juiz municipal da Olinda. Declarando
qu* as chaves do quarlel de Olinda, de que Irala o
oflicio da presidencia de 21 de dezembro ultima.
devem ser eutregues a Jo-e Amonio de Araujo, di-
rector superintendente e membro da atiociac,ao de
roioiMsrfcao.Lommunicoo-se ascocia^lo.
Portara.Momeando a Mauoel Anlonio Viegas e
Hercalanu Olegario Rbeiro Castro, aqoelle para es-
rriplurario, e este para procarador do patrimonio dos
orphos.Ommunicou-se a esle.
Dila.t.jnceinilo a ezonersclo qoe pedio o ma-
jor Bernardo l.uu Ferreira CeMt ue l.oureiro do
amprago d. director inlrrino da colonia de Pimen-
leiras.Fizaram-se as cornmunicac.6es precisas.
Dila.Concedendo ao arrematante dos cuncerlo*
da ponte de Pirauli\ra, Joiqmm da ('.osla lalo,2
mezes de prorogac.10 para a conclnslo ilaquellas o-
bras.Fizeram-se as convenientes communicar^es.
8
Oflicio ao commandanle superior do Recie.ln-
lairando-o de ter mandado aier as notes conveni-
entes nos assenlamentoe do tambor Caetano Jos da
Silva, que por doenle di despedido do 3.' balalhlo
da infamara deite municipio.
Dito ao meemo.Scienliticando-o de que se man-
' rluo abrir n assenlamento de pratja do lambor Am-
brosio do Rizino, a qoe se retere o oflicio de S.
Esc. de hooiem.
Dilo ao commandanle das armas.Dizendo que
pode miniar alistar para nservi^o do esercilo o re-
crula Jernimo da Silva Mello.qoepara issooi julga-
do apio em inspec^lo de saude, segando consta do
termo respeclivo qoe acompanl ou o oflicio de S. Ec., da Fonseca do eiercicio do
de honlem.
ENCARREGADOS DA SL'BSCRIPC.VO DO SL'L.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias : Babia, o Sr. D. Duprad-
Rio de Janeiro, o Sr. Joao l'ereira Marlins.
F.M PERNAMBUCO.
O Proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa de Faria.na sua
linaria, pw.-a da Independencia ns. 6 e 8.
seo emprego al que se Irapiche Cinha e armaiem de deposito le Joao Viei-, tan les quo a litaatjlo primeira mo lem mu.lado, e logarejo vizinho para reparar o lelhado de urna ca-, da : uChrisliana ceras la, ou (e lanceras daquico-
concluam o axame e balando, e te eonherja o verda- ra de Araujo., Manoel Ignacio da Oliveira Lobo,: no eulaulo a ac.ao se^ue seu curio, e a emocao lor-' sa ; elle mesmo eieculara' a obra sobira' ao tecto,' raigo.Some-le Inecclama Apollonio.ea dor inili-
"' '* "...', '"" conl's-Communicou-se a Ibe- | Manoel A Homo Kibeiro e Jlo Baplisla de Medei- na- Eit-aqul o que se pascara ha Irinla annos : a per- Bita' promplo. Friiz, com ama laca, d.' um lalho | res que ha lano lempo se compriman) nesle nobre
sinagein ijue vimos contemplar lio melancolimeote
a lorre da ureja, he um disiinclo operario da fabei-
ca de sen pal. O meslro pedrairo, o velho Nellc-
maier, dirige a casa com ama prohidade severa e
qoasi selvagem, dir-sa-o-liia o paU-lamiliasn dos
sonraria para (ranqoear os documsnlos e ao director ros & Ig" >cio.Archlvem-sa,
das obras publicas encarre^anlo-o do came das. DESPACHOS.
eonlas. Um requerimenlo de Manoel Mara Rodrigues do
Dila "torneando o agente pagador Raymunlo da .Vasciraeii'o, amanuense da secretaria Ju Intiunal,
Silva Maia, para servir internamente de Ihosonrei- de II do correnle, peiindo ao Sr. presidente, por
roda repirticlo das obras publicas. F'izeram-se as' nao se ler reunido o tribunal, licenr.* para poder
convenientes c3mrnomca;Aes. I etercer i iteiinamente o oflicio de escrvlo do juizol anligos Romanos, allribuindo-se'o direilo da vita e
DilaO presidenteda provincia, vendo qne entre especial do commercio, para o qaal ci nomeado. \ de morle sobre os lilhos. Elle lem dooi lillios. Apol- minho, rommunici'a Christiia -u is auspeiUs. ( roe '
proposta opposlos. Apollonio he o nesso herue he ama ca li/.era suas conli Uncas ao \eiho ; porm vai ler
conscieneia rada, om corarlo Arme e estoico ; a ; com elle a diz-lhe ludo: conla-llie a traille de
a f
settmbro de lb.j7 c a portera de 17 de dezembro i Oolro re Joaquim da Conha Freir >S: Irma", pro-
ullmo ce derarn equvocos, resolve que pela respec- prietarios do cter Mundahii o que perdera-se,
e passem patentes a Francisco Fer- inclusive os respectivos papis, como provam com o
Dilo ao mo o recrola guarda nacional Jos Anlonio de l.ima,
que (oi jnlgado incapaz do setvico em inspecclo de
taade.
Dito ao mesmo.Apreientindo para recrola o
paisano Henrique Nunet.
Dilo ao mesmo.lnieirandu-o de ter concedido
ao recrula Manoel Joaqoim Meirelles o prazo de 10
dias para pn.var isen;lo do recrulamento.
. ?," Etni. presn:enle do supremo tribunal da
jaslic.a.Cumpre-me transmi lir a V. E\e. as res- da nacional do municipio do Cabo, datada de 27 de qoer licou o tribunal inleirado.
postes dadas pelo ju Pereira da Conha a's portarits qu. por mea inter-
medio Ihe dirigi V. Etc. ein virio le dos procesaos
de reclamar;!) de anliguidade por parla dos juicas
de direilo Manoel Jos da Silva Neiva e Julio Cesar
Berergoer de Bitlancoorl.
Dilo ao mtsmo.ltc-p.ni Irn lo ao oflicio qoe V.
Eic. me (ez a lionra de dirigir cm data de 30 de
dezembro ultimo, cahe-me declarar qoe dos juizes
de direilo com jtiri-jjicr.lo nes a provincia o Df. Julo
da Souza R>'is ha o uinco reputado provincial da
legislatura linda, o e-lave com asseulo na respectiva
assemblea desde 311 de marco al H de junho do au-
no passido, tendo para esse ( m deixado o ejercicio
do eu cargo na eomarca em -.tlde (evereiro do mes-
mo anno. Encerrados oa trab Ihos legislativos obleve
em l'.l de junho urna licenc de dous mezes para
tratar de sua saode.
Dito ao chee de polica.Por quinto o decrelo
numero 18117 de 21 de eveniro >o anno protimo
pastado nao Jispo/. sobre a quanlia da liain;a que
nrof.inJo e incisiva! na corda que o deve susler ; coradlo. Coma mo que liulii livre repellecum (arca
dlipoz as cousas por molo que Apollonio deve ca-
hir niort no lagea.lo Mas om dos obreiroa vira o
asaaasiDO iotrodazir-M de ooile no lellieirn e prepa-
rar o seu crime ; a principio nao se anima a (aliar ;
ni i- e ni pooeo, ilepois que Apollonio e poz a ca-
raira de Barros Carnpello para lente qoarlel-m*s-
Ire, e a Manoel Clemente Ribeiro Varejlo para alte-
res secretario, licaujo alterada oessa parte a referida
portera.
Oflicio ao Eira, commanlante snperior da goar-
da nacional do municipio do Kecie.Com a inclusa
documento que ajnntam, pedindo desooeraclo do
lermo de responsabili lade que r.ssignaram pelo mes-
mo cterMaja vniajao Sr. desemliargador fiscal.
OutroceJoic Joaquim Carneirn. Porluguez, com
33 annos de darle, residente em Mundahu no Cea-
r,i, anule commercia em mercaduras nacientes e
copia da portera expedida pelo ministerio da goer- eslrangeias, pedindo malricalar-se. liaja vista ao
ra a ll.e.nurari de areoda desta provincia em 21 i Sr. desembargador fiscal.
il.ro animo, respondo ao oflicio que honlem | Oulio de Amorim, Fara, Guerra ci C, informado
deve prster o amanuense encarrregado de receber ehefe de polica.
me dirigi V. Ele. sol. ri. ID acerca dos vencimenlos
qoe deve pereeber o majar comraaodanie ioterlna da
i" balalhao da guarda nacional desle municipio.
Dito ao mesmo.A" vista do que V. Exc. infor-
mou em seu oflicio de honlem sob n. 1i, lenho a rfe-
clarar-lhe que deve ser dispenso do servido activo
oguardi do 2 batalliao de infantera Marcos Agapilo
Xavier Ramos em quanto exercer o emprego de
guarda da casa de detengo. Comraunicoo-se ao
os dmheirot do cofre da noticia, teulio resulvido ar-
bitrar essa fiama em 4:000}t0 reis; (cando aisim
resolv da a materia do oflicio qOe h >ntem me diri-
gi V. S. cob numero 1:1.C>mmuuicou-se llie-
souraria de (azenda.
Dilo ao mesmo Nao havendo actualmente edi-
ficio publico em que se prssa eilabelecar a casa
mortoaria com o gabinete e a uestes necesarios para
os ezames e autopsias, ordanidas pela polica, e in-
dispensaveis instrucQio dos processos, foreoso he
adiar a realisar,ao das provdi ncias que V. S. a esle
respeilo solicita em seu oflicio de 30 de dezembro
ultimo ; e quanto aos inslruDenlos cirurgicos pre-
cisos para as autopsias, pude V. S. requisila-los
quando se lornariiu uecessar os, al qoe a reparli-
c;V> os lenha.
I) lo ao en nui.ii i me superior do Bonito.e-
volvo a V. S. o mapp. geral que acompauhoo o aeu
ofQcio de 1K de demhro u.timo, alim de que a
somina telal dos ofliciaese guaras compre eu ii lo.
sol. a denominadlo genrica das duas armas io-
faritaria e ca vallara seja si bslituida pela de.igna-
Cao da forja numrica dos ol caos e guardas de cada
mu dos eorpos ; conservando -se entretanto as unirs
indicarles e dislurcies quan.o .i forja activa e da
reserva, estado-maior, cathezora dos ofliciaes, e o
mais que contera o referido raappa.
Uilo ao commandame superior do Cabo.Em vis-
la do qne V. S. propoz no sea oflicio de 30 de
dezembro ultimo, resol o de aguar para at paradas
do balalhao numero il de intentara da guarda na-
cional desee municipio, a da respectivaacumpanhiae
os lugares indica los na tabella junta, na qoal se de-
signan! as pocas em qua mesmo balalhlo deve
reunir-se para as revistas de qne trata o ~ ti] artigo
esle furioso que se qoer agarrar com elle, i Oh I
exclama este, cujo odio se conveliera em furor, des-
cobres emfim o (eu semblante verdadero '.' Etpel-
lisle-me de lodos os lugares que eo oceupava ; ago-
ra chegou a ruinha vez Lanr;a-te no abvtmu, en
le arrastro comigo. n Apollouio comprehende qoe
ludo esla perdido. A ro3o com qoe se segura ao ao-
gulo agudo do muurlo rain-e i a adormecer. Com-
pre que agarre o irmlo pilo br.ie i com a mo es*
qu.r.la e o lance no espiro ; senlo Fnlz se precipi-
lar com elle !Mo nlo !exclama Apollonio,
nlj serei eu !Muilo bem \. diz FriUquerec an-
da (azer recabir isln sobre raim ; mas locas ao ler-
Dilo ao mesmo.Inleirando-o de haver mandado
pagar a importancia da (olha e prel qoe vicraiu ali-
neos ao oflicio de S. Exc. sob n. 13.
Dito ao mesmo.Dizeudo (car scieole de ler S.
Esc. manladoalistar no 10 balalhlo de ratanlaria
como addidos os recmlas Dimlo Firmiano Franco,
Manoel Gnnfalves, Mannho Floreocio da Audrade,
Conslanlino Alies da Silva e Bellarmino Joao dos
Sdiilos ;qae (oram julgailoj apios para o serviro do
exercito am inpecc,ao le saude.
Dilo au mesmo.Declarando qoe por parle da
commanlante do corpo de polica serlo apresenlado
a S. Exc. para recrulasdo exercilo os paisanos Jos
Pedro Cardoso, Jos Thumaz Adeloe Josc Andr
da Silva.
Dito ao mesmo.I'revinindo-o de haver aulorisa-
do o intpeclur da Ibesouraria de (azenda a mandar
adianlar nos termos do art. 28 da le n. .">l 4 de 28 d.
outubro de I8i8us tres mezes desold que pedirn
os lenles H-nrique Eduardo da Coste Gama, An-
gosio Leal Ferr ra, e os alferec Jos Virgilio de l.e-
raos e Joi Quinlino da Rocha.
Dilo ao mesmo.Ao ehefe de polica recommeodo
qoe d as providiucias necessarias contra os culpa-
dos no espancametilo do 2 lente Francisco Pedro
Borges, deque traa V. Exc. em seu oflicio de hon-
lem, sob Dumero H.
Hito i c iiiima idante superior da guarda nacional
da Flores.Em resposU ao oflicio que V. S. me di-
rigiu em 17 de dezembro ollimo sob n. 23, lenho a
declarar-lhe qua oscurpos da guarda nacioual desee
monicipio e dos de Tacarat e Ingazeira, devem es-
colher para seus respectivos uniformes um do figu-
riuos que o governo imperial adoplmi para os cor-
pos denominadosfuileiroa e caradores, cum-
pelo Sr. desembargador fiscal, treplcando do despa-
cho de-te Ir.buiidl, de I" de ileieinbrop. finjo.In-
dareri.lo.
Oolro de l.eorge PateheU, Itrasileiro naluralisado.
maior de 23 anuos, a domiciliado nesta cidade, aon-
de lem pralicado commcreio. pedindo o lugar de cor-
relor gcral desta prar;a. llaja viste ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Oulro le Prente Vianna ^ C., pedindo o registro
do seo contrato social. llaja viste ao Sr. desem-
bargador fiscal.
E m.ii nada havendo a tralar, o Sr. presidente
encerrou a sesslo.
Sitie tatuca.
I do dectelo numero I3>1 le (i de abril de 18,'ii. i prindo advertir que nao pode haver"eacolha quanto
Quanto porem aos exareicios se providenciar em
lempo couvenieute.
Tabella demonstran va dos legares que foram deiig-
nados pelo Exm. Sr. presidente da provincia para
paradas lo batalhao n. II de Infantera da guarda
nacional do municipio do Cabo e das respectivas
coiopanhias.
Lagares.
O balalhao reunido. ... I ovoarl) de N. S. do O'
perteneca.. 1 fregue-
zia de Ipomea.
A t.. 2.a, 3.' e t.'com-
panhias cada orna. > a ni--ma p.>\ i.ir.io e em
lugares separados.
A .(.", (i.', 7.' e 8.'. lio engenho Sao Pauto,
perteuceule mesraa
(reguezia.
Observarlo.
Ac revistes das coinpanhiis lerao lugar na I.1 dn-
mioga de cada mez da. 3 '. horas da larde al t
5 ; a do batalhao se efleit i.nj no domiogo qoa o
respectivo commandanle roircar.
Secretaria do governo de l'ernambuco 8 de Janeiro
de 18o8. Jos B'oto da Cunta Figueiredo Juuior,
ollicial maior aervindo de secretario.
DiloAojdirector da jns rueca publica, dizendo
que pole autorar o protesor publico de Goiannaa
comprar para o uso de sua a lia os objectos constantes
da relarlu nula.
Helarlo a que se refea o oflicio soppra.
macadeira...........j3ooo
Tres classes de louro com 12 palmos para
uto dos alumnos. ,.....
M.VRTH4DE JIOMBBOC*)
TOR MAX VALREY.
li banco, c un 12 palmos.
i cabidas da 10 palmas .
I cubo.......
I escrivanta.....
I caivete .....
18 linleiro......
1 cuco de f.dlia. .
1 talha de barro .
2 livros de escnpturaijlo.
219000
IbtlOO
2*360
1*1)00
5SIH)
."-,i;ii
52HI
300
gfO i,
117-llill
DitoAo inspector da aKandega dizendo, em res-
posta ao seo oflicio de lin -m. que na raesma date
se mandn dispensar do aquartelameolo o capillo
Francisco de Paula Gon;alvs da Silva, que he feilor
couferente daquella repartiro.
DiloAo director das obras poblicas.Verifican-
do escrupulosamente o niini to de lampeet que ex-
islem nos diversos bairros deila capitel,informe Vme.
qoal he elle, e a dllarenea para o dos combustere
que e devem eslabelec.r coi a Hluminar lo a gaz.
DiloAo cvpiii i do porlc.I ni ra I .'.lo desa-lre
queoccorreu na sabida do vapor ve era resultado precerera dous humens da laricha
da pr.licagem, alem du que cofTreo o patrio, aopro-
vo que na enfermara d. marinha fo.se recolhido e
trata lo o referido patrio, cerno Vme. partieipou-me
em sea oflicio de honlem. J{ pelo que loca a eahida
dos vaporosa noite, convem que Vme. a nao eonsin-
ta quanlo urna outra hora hiuver silo aolorisada
pela presidencia.
Portara. O presidente provincia ordenan lo o
came e bataneo do recebido e dispenJido pelo Ihe-
soureiro da repartirlo das obras publicas, resolve
suspender o mesmo thesooreiro Jos Marcelino Altes
o uniforme pequeo, que he nalleravel, e deve re-
gabr-sa pelos modelos adopladqs pelo mesmo gover-
no para cala una das referidas armas dislincte-
menle.
Dilo ao inspector da Ihesoararia de fazenda.Ex-
peca V. S. suas ordens para que o colleclor do Pao
lo Albo pague nos dovidut lempos os vencimentos
de 10 praca. de prct da guarda nacional que mande!
destacar sob a directo do delegado de polica da-
quelle termo, as qoaei devem ser substituidas por
oulrac inensalmcute.Ofliciuu-se nesle sentido ao
respectivo commaudante superior.
Dito ao mesmo.Itemelienlo a V. S. para sea
conhecrnenlo copia do oflicio que me dirigi o col-
leclor de Goiauna em ti d correnle, acompanhada
da 1. via das relaeOes das diarias e vencimentos abo-
nados a qualro recrutas apurados naquella comarca
e s praris.ii guarda nacional qua os escoltaran)
al este capital, lenho a declarar-lha qoe o recluta
de nome Manoel J os da Trindade oi deslina lo pa-
ra o servido da armada e os de mais psra o do exer-
cilo. Fez-se o expediente mandan.to-se apreieuter
ao capillo do porlo o recrut. deque te trata.
Dito ao director interino das obras militares.
Ficando inleirado pelo seu oflicio de honlem de ha-
ver Vme. contratado com Jos de Carvalho dos San-
ios suh.tiiuir por oulros o frechal, a Ierra e as npss
que eii.-.uil rara ni arruinado na parte do e lili-n. do
collegio, onda funcciona a (hesouraric provincial,
ludo pela quanlia de i id;, inrloiudo um cano de la-
te pintado para ronduzr ao paleo as aguas que
caliera do lelbado da igreja sobre a coberte do mes-
mo edificio, lenho a dizei-lhe ara respocla que ap-
provo este eoulralo.
Dilo ao inspector da Ihtsoilraria provincial De-
claro a Vme. que a somraa ds|inada menialm.nle
psra as despezas da repartidlo das obras publicas de-
ve ser dividida em qualro parle, e cada om. destas
entregue ao Ihesojreiro da referida repartirlo no
fm da respectiva semana. Coramonicoa-se ao di-
rector das obras publicas.
Portera.Exonerando o major Francisco Anlonio
de Sooza Cernida lo cargo de delegado de polica do
lermo de Garauhans por ler de ir reunir-se ao cor-
po (Ja g .inucl i xa da provincia de .Minas Geraec.
Fizeraro-se as necessarias comraunicaroes.
Dita.Concedendo um mez de licenr a sera orde-
nado au protessor poblico de inslruerlo elementar de
Aguas Helias Liberato Tibiirtino de Miranda Maciel.
Expediram-se as necessarias corjiruumeares.
TRIBTJNAZ. DO COMMERCIO.
Sf.SSO ADMINISTRATIVA EM14 DE JANEIRO
DE 1838.
Prcidencia do Bxm. Sr. detembargador
Souza.
As 10 horas da manilla, achando-se presente os
Srs. depulados Reg, Basto, Lemos e suppleule Ra-
mos a Silva, abno-se a sesslo.
lie lida e approvada a acia da antecedente.
EXPEDIENTE,
eg oflicio do serrelario Jo tribunal d> commercio
do.Miranhlo, de 10 de dezembro prximo lindo,
c .mmuocando ter -e malricol.do all om coramer-
ciante.Aoeuse-ae a recepjlo e arrhive-se.
Foram presente.i as eolar/.et ofliciaes dos preros
correnles da pr.ici, relativas as duas ultimas sema-
na.Arehivem-se.
Foram presentes os mappas do ultimo semestre, do
IX.
(Conlinuaruo.)
Jorge tentara mil vezei laucar a vista nessOpavi-
Iho, mil vezes imaginara entrar uelle Chegando ao
ponto de indignadlo que gela a alma e da as noatas
.croes a apparencia de calm >, levanto um pooco a
cortina, e a claridade indecisa da la poz-se a exa-
minar alternamente ludo o que o roleava. Jilo ha-
via nada mais casto e mesmo mais serio do qoe o
interior desse pavilhlo : lulo ahi respirava o amor
da arle, a piixli de Irabalho ; porem as inclinaroes
estudiosas daquella qoe o haulava nlo se revela-
. vam senlo alrave dessa suave emanarlo de poesa
que ini mollier joven e baila espalda ao redor de
. ci. No meio de urna raesx coberla de minerae* e de
plantas aeccas arhava-te urna cesta do porcellana
conten 1. uros moula de cactus vermlhos e bran-
eos ; outra cesta suspensa do ledo e ch*a de helio-
Iropius e de vilelas derramava ondas de perfumes
lo.las as vezes que o vcnlo a fi/i i o-cillar ; prate-
leiras caberlas de livros, um piano, a um cavallete
guarnecan) a patilhln.
Manoel vio om volme- alierlo cobre lim soFa, a
eonseguio ler-ll.e o lilnU. : era urna traduca do
. Proroetleu de F.schvl.i.
Com efleilo, disse elle a si mesmo, urna mollier
ordinaria leria poesas amerocas, porem as nslure-
zaa superiores adoramos contrastes, e nada deve ser
mais deleitoso do que meditar nos mvtlios anllgos
esperando ceu amante.
O ROMVNCE DA VIDA DOUESTICA NA AL
I.EMA.NUA.
'/ U. Gustase Frei/taqe e Olio Ludira.
II
Iwischeu llimmel and Erd (Entre reo e Ierra), por
M. Otto l.adwig ; 1 vol. Franc(orl,l836.
A for;a, a snhricdade,a precislo magislral, que
ainda fallecen) .i M. Gustavo Freylag, au as acho em
am oolro quadro da vida dome.ca, lambem aco-
Ihido com syinpalhico enlhusiasmo. O autor de
cDoil el Avoir !Deve e Haver' gola das iaas garaes,
daapintir.il que representan) toda una ocedade ;
mas cala smenle na falla de esqu'cer-se nos de-
senvolvimeulos de sua fbula e de enfraquoccr as-
sim o effeito que quer prodo/.ir. O esenptor de
que vou falla., me parece preoecupar-sa com os
interesses e devere da Allemsiiln, mas que facili-
dale qoe ha ein suas invenres! Nao ha ein seu li-
vro scenas inuleis ; episodios parsitas; seu cami-
nho he Iracsdo por mo segura c vai al o fim sem
desviar. Nlo he esle o nico cintraste que uns apre-
sentam osles dous homens ; ni i se pollera imaginar
duas nalura/.aa mais dessemelli inte-, M. Freylag be
expansivo, M. Otto Lodwig he concentrado ra si
mesmo, M. Freylag he alegree vivo, M. Lsdwlg he
sombro e lerrivel. Este pinta ol inovimenlo das
grandes cidade*, aquelle preuJe-se as existencias
mais olsrura. Un inultiplica as figuras emana
lea, seos heriiec, ainda quando co s caueiros de
ama cjsa de commercio, lem una vida agitada, ro-
manesca, cheia de aventuras ; uulro loma duas
oo (res persouag.ns da rlasse dos artilla*, e destes
deslinos apparenlemenie lio simples, (ara sabir com
a maio- naturalidad* tragedias cheias de horror.
Se se p!eie (iludir estes d >us talentos, s? as ideas
de M. Freylag fossera postas em urna obra coma
forra o prec-lo de M. Olio Ladwig, qua romancis-
la que leamos !
Estemos am urna pequea rilado d'Allemanha, e
o hen. da historia lie um pe retro. Mira! bem Ba-
te jardn), e prega os olhos naquelle hornera que
passeia. Todo he grave, severo, quasi solemne, no
quadro ]oe lentes debaiio dos olbo*. A casa, nlo
obelante as cuas portas verdes, tem urna physiono-
mia rgida ; o jar Jim lem um aceu rniiiucion. Se-
r um artista, este homem, qoe passeia solitario, e
cuja pl ysioiiomia inspira respeilo '.' Dir-se-hia um
discpulo de Kanl, nm estoico que medita sobre o
destino humano ; he de fado um estoico, mas um
ettoico que nlo leve oulro mestre que nao a expe-
riencia la vida, (loando M. Nettemaier sahe a ra
com sua bengala de casia de ooro e soas roupas a
moda, lodos Ihe leslemunham urna deferencia ao
me'uio lempo sympsthica e limida. Nao ohslante a
doce etpretslo de seu semblante, quem onsaria ter
familiaiidade com semelhante homem '.' L'ma digni-
dade natural Ihe deslina um papel excntrico ; he a
diguidale do soflrimento, he sobr.lu.lo a dignidaJo
probidad* teroz da pai reviven no (cilio sob formas I seu marido, os seus furores crcsceolcs, seus remor-
in.iis brandas. Frite h. um (nlgazai, qoe nunca | sos coiiverlidesem ura o li implseavel contra Apol-
enheceu os escrpulos da consciencia. Appollono Ionio, (t vedio comprehendeu tu lo de-le a primei-
ama a urna joven, a bella Chrisllana, que lambem oj ra palavra; ura fralrienlio vai ser commclldo e tal |
ama. Polerlam casar-se, que sao dignos nm do oa-1 vez que nao hoja mais lempo de previni-lo. Manda mo de las h y pe lili ce Apollonio bem deseiava
Iro, e e.le casamente s a a ategria io velho pai e ; a loda nres.a avisar Aoollonio. mas quer lambem aolnr algum oulro poni de apuio, porm cabe qoe
o irmlo se aproveilaria do momenlo em qoe elle
soltasse o ni.iorl... Mas eic qye Frite vai dar o ar-
remesso; a mo de Apollonio escorrega do pao em
qoe eslava prea ; se nlo encontrar oolro ponto de
partida, esta perdido. Talvez qoe com om salto r-
pido podesse abracar a viga com as duas m,l..s. mas
e'le moviinenlo pedera cansar a queda de Frite.
Entretanto he es-e o meio nico de salvac.30 para
ono. Que faxer '.' Enlilu passam-se pelo espi-
seu velho pai, lao probo, lio altivo, aquella que
elle nao ousa i.ornear e as pobres ctenlas. Recoi-
da-se do juramente qoe litera a ti mesmo : sera
d ora em v inte o uuico apuio dos seus e he preciso
que viva '..... Toma o impulio e abraca a viga ; a
no momenlo, o irinao, que nio ada resistencia,
cmbatela e cahe. l.c em baixo. la, no fondo, a seos
pea, onve Apollonio as rodas do grande relogio que
se movem ; sam duas horas.
Os pasearos, nschineas, perturbados de seo
repuuto por esta lula, sngram como flechas do alto
da lorre fiara os andaimes; depois voltigeiam nos
ares soltando agudos piados.
I. embaixo, sa a queda d'um corpo pesado sobre
o lagedo.
Do todos os lados rompe am grito de horror. Aco-
de muila gente, balando palmas ; semblantee palu-
dos de vivos miram o semblante inda mais pal-
udo du cadver, qat esla' no chao coberto de san-
gue.
E este tnmollo e estes gritos e ela gente qne
corre e estas palmas qoe ettalam, ludo se vai cru-
zando desde o adro da igreja ale as ras mais lou-
ginqoas da cidade.
Ao passo que la' era cima as nuvem no co r.ao
se sospendem; pastara, prosiguen) pacificamania
iua grande viagein.
lie qoe as nuvens vrera lodos os dias tantas mise-
rias, lanas calastrophes, produzidas por aquelle
memos que slo victimas dellas, que um caso par-
Ocular nao as poderia commover u
Iro, e e-le casamento seria a alegria io velho pai e ; a toda pres.a avisar Apollonio,
felcijide da casa. Pirque naoseinmprio o seu impedir que a vergonha do crime recaba sobre sua
destino? Ambos igualmente liudo i, nao onsam I familia, sabr os IBhoc de Ctirisliana.
coufeasar que se amara. Frite he mais ousa.lo, fre- Frite Irabalhava nesce dia na torre de S. Jorge,
qoenta as lascas e os biile, tem licil elocurlo ; ; alleclando perteila Iranqnillidada de espirito ; o
Frite he que se encarreg de transmit r Chrislians j velho az-se ene iminhar para elle e deipede depois
as confidencias -de Apollonio ; mas Chri'tiana he I o seu guia. Ei-lo s com este fllho maldito, rom es-
lo bonita '. se elle a apanhasse para H Subilo se le humera qoe deshonra a f.milia, e que quer ma-
Ihe despena esle pensameulo e elle nlo o repelle. lar seu irinao : ei-lo > com elle no estreno andai-
Frite nlo ama Chrisliana ; acha-a bella, deseja-a e i me em cujo exl.emo se cava o abyamo : i (.)uw.e(e Apoll
nada mais; conliado em sua supaii. ridade, clieio ni .lar leu irmlo. Frite, ne-le momento, leu irinlo "los
de des lem p-l. e.ranli.mente desea irno. vai roo- che por tu.i causa e (iepedar;a a caliera coolra o
barChrisliana :. Apollonio, e -lepada! ar estes dous j lageaJo ; denlro em urna hora, o segredo'sera' reve-
coracijes. Figarai-vos um Jago d. baixa condi- j lado, o assassino sera' condecido, e uosa casa m in-
rao : a Frilz poo-o se Ihe. da em a redar um do chada e os pobres inenin. s perdido, g loa mcrle
oulro Apollonio e Chri'Uan. Intriga! a calumnias! nos pode salvar e reparar la infamia. Tro pedrei-
Indo Ihe serve. Apollonio esl persaadido. qo. | ro que cahe do alto de urna torre e qua se mata he
Unstiana repellio cora desdem o seu olerecimenlo ; 11, sagrado aos olhos das luibas como osnldido
que c.|,a no campo de b.lalha.
Clin.liana ce convence, com a morle n'alma, qua
Apollonio nlo merece o seu amor. .Vd.vinha-se o
que se seguir : Chrisliana. levada oelo despeilo,
constte em desposar Frite, e o pot re Apolomo,
para occallar sua dor, apreisa-se >m deixar o
psil.
Pasam-se alguna aonos. Apollonin e-la em Co-
lonia, em casa d'um mestre pedreiro, onle adquire
muitos couhecimentos. lorna-se pelo si o zelo r mo-
ralidade om artista de menta, emquai lo que Frite,
o heme das tabernas, compromet, de dia pira da
a honra e o crdito le seu pai. O ailo sutpeila
a desordem que vai era seus negocios, mas perdeu a
viste ; em balde loma a si ahstinadan ente a direc-
Slo do Irabalho ; a desgrana que solfreu Ihe veda a
vigilancia. Nada ha de mais dramtico em a narra-
Ninguem sera' ca-
paz de suspeita-lo. Esla morle honrada, interne co-
mo tu s, nao a mereces. Tu neveras acabar na
mo do um ahwz, lu que mataste leu irmao, que
quizesle envenenar o Iot_ro da leus filhos e deshon-
rar o passado sem mancha de leu pai ; mas eu nlo
quero que se diga de mira a Seu filho nioireo no
ca lafals' ; a nlo quero que se diga de meas netos
ir Sio os lilhos do assassino Escute : oljuando eu
liver contado dote, principilar-te-has daqui era
bauu ; senlo agarro-le entre os meus bracos, preci-
pito-me comligo e leras a miulia morle sobre a
onsciencia. Frite, aterrado, lente negar ludo:
Nao seio u qoe quer d zer, m-ii pai; sou innn-
c-iile... Mas o pai ja Indi, comedido a contar cim
sua voz firme e lenta : Lio, dou...MeU
_ pai, ou-
5I0 de M. LuJvvig, do que as angustia! desle rgido I ra-me .... Os juizes ouvem os acensad <. Halar-
persnnagem, qoe ocrulla sua cegueira rom urna obs- i.e liei, porque assim o qoer ; p ruin oura-me !......
Iluarao allern ilitaraente doloroso e cmica, defen- | O pai conlava sempre... Ilonivel angustia! o 11-
deudo como ura Ihe-ouro sua unp-icienie auloridale
e refugiandoe ein um silencio feroz. Entretanto,
Chega um da em que s (az preciso um remedio pa-
ra o mal. Acoramonavai man. ar reparar o
ledo da igreja ; he um Irabalho consideravel, e nao
obstante a auliga reputarlo de M. Neliemaicr, he-
sita-se em conliar-ihe a empresa, lamai lio era o des-
crdito que para a casa linlia ararreladu este des-
granado Friiz !
O meslra pedreiro he forjado chamir para junio
de si seu filiio Apotlonio. Bastante Ihe costa lomar
este partido ; nlo era isto o mesmo que confe-sar
sua propria iusulliciencia '.' nlo era lam lem exp.ir a
familia om novo peiigo, a ama lula e ilre o dou
ir.olos ? Frita ..e enfurecer' ; mas nao mporla, por
qoe assim he naressario. .xpollonio he c untado para
presidir aos tr.ibolho da igreja.
Apollonio em chegando poe mos a olira, elle ama
sempre sua carinada, mas escrpulo!, como he,
comprrhendeis quo evita v-la. Ooando nlo vigia I -
(leiivel aneiio eaeotara'a ceolenca que pronun-
cio ; -e o lilho te recasar malar-se*, o pii se preci-
|i Ura com elle no abvsmo.
Sio deesa*scenasexcoccaivac, impnssiveis qne i.a-
recem nalaraes as coinposijoesde JI. Lu Iwg.atan
lu as couduzan) e preparara os deseuvolviineni >-da
analyte. Felizmente para o estoica anciao, feliz-
meDla lainb-Mi) para o romnnoe, que ji se perde
era melodrama, uso te vea' esle pal condcmnnr seu
lilho ao suici lio. L'm iucidenla muilo natural pie-
vine a calaslroph?. O meusageiro despedido para a
Bldeia viriuhi Iraz boas novas ; Apollooio volla slo
e salvo ; Frite nao se matara", pulir' para Ameri-
ca. Einqnanlu Frilz Ihe esta' ein eo-a, o anciao Um
nzio para temer ; o crime que hoje aboitou, pode
manilla levar-e* a efleilo ; Frite partir', vai par-
tir. Mas qoe ir-se asiira, conjemna lo por -m
pai, desprezado da sua mulber, repellido al por
seus lilhos, que vagamente comprehendem esta hor-
rorosa tragedia deixar juulot Apollonio e Chrislia-
trabalhadore, tranca-se ein seu quarlo, e ahi, pon- i na A esta idea, e-cai oui-lho o corarlo ludas as
lo era ordem as eonlas, procura repaiar as (alias le j cliainmas do inferno.
Frite.. O Irabalho. a dedicarlo aos inleresses da fa-
milia, aos inleresses de Chrisliana e de seus lilhos,
eis loda a consola;!) de Apolloiiio.Chris ana, il I u li-
da por grosseria, julga decididamente que seu cunta-
lo ad Ihe lera odio, e he mais nasa 'li que relalhi
aquella cxistencii lao amargorada. Aba idonada |i r
seu marido que paesa a vida na taberna mal diepos-
te com seu cimbado que nem te digna dirigir-lbe a
palavra, soziuha em lace de um ancilo ceg e som-
iri ., nao lera outra cornpanhia e outra 1 leg.ia tea! 1
sens lilhos. E tedavia degrac;ada de C! ristiana, de
Apollonio,de lodos ot habiiaules da aerar, de portas
ver.teio, se Chriitiana soube.se que Apo onio sempre
o araoo, se Apollonio sabe da traic.ao di seu irmao''
OuBiido o (alai segredo r descnberlo, que devera'
s-lo Chrisliana procurara' debalde imilir a resigna-
rlo e-ioica de Apollonio ; ella nlo podi ra' dissnnu-
lar a' Frite o deapreto que Ihe inspira iua baixeza.
Este humem a quem olla nuir na vida, 1 uubon-lhc a
No mesmo .1 a em quo so deve pr ;i caminho,
I lonlocempre placido e brando, acaba no ledo
da igreja o grande Irabalho qu. ha tantos mezes o
ocrupo.
Examina pela ultima vez s* nada Ihe (alta, sa-
ben o qu. um*esqaecimeulo pode Irazer as mais (u-
nesi ,s ronsequenrias.
V.Je o la' a (rabalhar, o escrupuloso obreiro :
Irabalho eslava acabado. As chapas de (lan-
dres novo ciultllavam com o sol em lomo Ja su-
perficie umbra do lelhado de ardosia. Os ganchos,
o miullo, o astento lluctuanle do pedreiro, os an-
daiioes, emfim ludo ja se linlia lirado. Os Irabalha-
dnre* que sustentan) a e-ca.li emquanto o meslre
sol ,ja se linbam retirado. Apollonio esteva 1 Sibro
a estrella prancha qoe formara urna pon, enlre o
labiado de vigas e a porta de servido. L'ma preon-
felicidade ; vendo qnanto vale seu cunl Uo, ella v coparlo ainda o retiuha, pareria-lh* ler-se esqueci-
ainda inelhor o avillaineut > do seu m irido. Frite
comprehende isto ; senle-se desprezado. lera vergo-
d'oma lma escrava do dever, e quera a conseien- n,la 'lo si mesmo e reerudesceni as ma'a pain.ts nes
cia impoz terriveia prova;oe. lia cerca de nn I'* ,'nla pervertida. (Ira procuri disli icres para
Irinla aonos. n irmao de M. Nelemaier, lambem pe-1 "*as remorsos m brutees orgias, ora da-se contra
- pai e seu av, eahira do alto da ,aa mulher e ceir seas lilhos a' todos os Irdtisi.ur-
dreiro. como seu
torre d' jma igreja e morrera ioitentaneamente, dei-
xaud > nma raulher joven e daus filhos. Desde ese
da. .\l. Nettemaier he o chite da amilia ; elle re-
colhen *ob seu tecto sua cunhada, e eucarregon-se
da edu ,"... dos meninos. A viuva, quo jl nlo he Sfa^d*' o obreros de M. Ludvvig'.' At lulas e 01
joven, lempre be bella e graciosa ; a ternura qua I ofl'rimenlos da alma. Quando as paixis ale ver-
eda lera dedicado a eu cunhado he misturada de dadeiras, quanto ns dores si, prufundas e profnn-
venerar;lo, efaz ver com ene cortez cavalleirismo darnenle observadas, a alma do hoineui m.iis ob-
a auste-a personagem trata a mli de seos sobnnhos. rJ"0 v,1'e' ,0'." V"lc"} do m anula, alma de
sua multier
tes do furor.
A pintura drslas'lres almas lie feiti com linio
vigor como del cadeza ; eis aqu relaminte a poe-
sa d. realidad. IJueio os lao dram iticos e lao
a Jorge aqu disse comsigo. E rorapeu a tela com om
murro.
Seu plano eslava formado nlo quera moslrar-se
s Marlha, senlo quando Jorge eslivesse junio de
quaodo nenhoina descolpa (osse mais possivel.
Transporlou urna cadeira biixa para alraz do piano,
e cerlilicoa-sa da que eaieril perf.itamente ao abri-
go de lodos os olhos. Abaix. depois a cortina para
que nada podesse Irahir su 1 preienr;a. Acabara essa
operadlo, quando una chive rangiu na fech idura.
Manoel leve apenas a forja de langar-so alraz d
piano. Ainda nao eslava asentado, quando enirou
no pavilhlo ama molher envolla em um manto de
seda1 preta. Alguns raiosda ua que formavara tachos
luminosos diante da jane I, s serviam smenla de
tornar mai completa eceuridlo dessas partes reti-
radas do aposenl-. Manoel pode pois slender um
ponco a cabera fora do piano eem receio de ser des-
cebarlo. Vio Martha lancar-se sobre n cofa como
urna pcacea man laligada que commovida.
lie claro qoe ella est habita la esas expe-
dirnes nndornas, disse Mainel comeig; e ea Ih. era
lao reconhecido peta sua vis te a B .. !
lie impossival calcular quaola lorr.a fo precito
Manoel empregar para (i. ar iminuvel durante os
poucot seguudos que pastar im antes da chegada de
Jorge.
Este entrn como um loteo no pavilhlo, e sem
(echar a porta lanfloo uo so( um masso de cartas que
espalharain-se sobre o assoalho.
Eis-ahi todas nlo era ludo o que a senhora
quera de mira '.' grilou elle com o acento da co-
lera.
E paron a piucos patcs ele sof.i de brajos cra/.a-
tn sobre o pello.
Jorge, tranqnilln.se, au Ih'o rogo, disse nina
voz lnguida que fe/. Minoel estremecer de espanto.
Esa voz aSo era 1 de Ma-iha, era a de Julia.
lima alegria Uo viva inundou o coradlo de Ma-
noel que passou-se algum tempo antes que polesae
elle compreheu ler que a poieJJo, em que se achaca,
Algumas peras da msica eslavam eapallndas so- ora Ci ridicula,quanlo desatradavel.pois era evidente
lira o piano. Eli leu ah os nmnes da B'ethoven,! qu, a secna a que ass.iia .,,. ||ie uleressav em nada.
de Mnzarl e de llaydn.Sampre o mesm 1 cyilema, ; El'e o ronheceu emfim, e odavia licou pelos mes-
|iea* cu.nigo. s esse grandes nie-lres deviain ler o
mos motivos que deviam e-l leito retirar-se. O
direilo de eolrar ueste suicloario. pa|iei ,)e espiaba Uo vil que antes gmt repretema-
l'mi tela verde cobri.) o cavallete. Elle levanlou- lo ale o flu sem que nioguirm o saubesie do que ser
a, e ruoiiha-.au seu retrate.Sem du vi la ut.-tiluio obrlgada a conlaetar que o r*prsentra involuutei 11-
.------------------------------______________ 1 mente algunt instantes. Multas lotcese mullas (al-
(*) Vid* Diario u. 8 I ui tem sido iospirada por nm raciocinio emeltiau-
t aquella que fez Manuel liear atraz do piano.
Nlo quero mais caber nada, dizia elle eomtigo para
tranquillitar sna consciencia, e urna acea de rorapi-
mento uSo exige imperiosatnenta o segredo.
Esse combate interior, que oceupa perlo de meia
pagina em nosaa narrarlo, nao durara cerlamenle
mais de doos segoodos. Jorge esteva ainda immovel
danle do so( em qua a visrondesa s. deilara ni
allilude de urna mulber abatida pelo sodrimenln.
Jorge, disse ella emtim, a porta licou aberla.
A B*t* observarlo pradeule, mas feite em lora af-
tlicio Jorge tornou :
F queme imparta, senhora, qoe a porta tsleja
aberla '.' V. Exc, est mu tmida ho;e, nlo o era as-
sim, quando .slendia-me a mo para ajudar-me a
escalar a virante de sua cmara ; poram ja faz om
mea, a sem duvi.ta asqueceu-se disto.
Manoel vina vsconlessa levar a mo a fronte com
am gesto da desespero.
Diga-me francamente que nlo ama-me mais,
diga-me que nunca amnu-me, conlinuoo Jorge exas-
pralo. Antea quero saber logo a verdade.
lu profundo suspiro (oi a nica resposta da vis-
condea.
Enllo he verlade disse Jorge ; a senhora nlo
o nega I
Sua colera aplacou-e sbitamente. Elle lan-
Porque nao a deapoiou elle '.' Ei a pergunla que
militas ve/e- se lem le.lo aos habiiaules da cidade.
Files nlo eabem os tegredos destas duas almas, nlo
sabem de que drama fra Iheatro a caa tranquilla.
N'etle inesni) momento, depois de lanos aonos,
quande o grave arli.la passeia a pnssoi lentos nesle
pequeo jardira lio bem conservado, iraagtra da re-
golaridade de sua vida, honiveis recordaioes Ihe
aisallain o pensamenlo. Elle olha para turre da
igreja, para 1 lorre de S Jorge ; recorda-se que ha
trinta i.nnos, era am da goal, vollava elle para a
sua cdide natal para tralilii .r cora seu pai e cea ir-
mao ; "ia do longe ela metma lorre, e seu corarlo
bata de alegra. Qu. nm dan.; 1 no dia de hoje :
qua re:ordar;es se prendera a esla lorre de S. Jor-
ge qui horr.vel historie I "Mas eu me esquejo,
diz M. Lodwig, de que o leilor nlo sabe de que Ihe
eslnu (,,liando ; he precisamente eila historia de
Irinla i nnos que Ihe quero contar.
Se eu qii/e.-e conla-la por urna vez depois de M.
Olio Ludvvig escreveria um livro iuleiro. O tecido
de su obra he lio miado, a narraras 13o lgica t
llocoucisa, queqoaique nlo he possivel resum-
a em atenuis paginas. Mas nlo creais por icio
qoe o .actos sejam numerosos complicado ; duas
ou Ires aceas lerriveis, talvez exageradas, compem
a parte exterior da narrarlo : o recluite do drama
se destivolve na alma desadores. Parece por ins-
mulher .s deviain saber que o homem, de quera el-
la slo ,nceramnle amadas, a colloc em aau pen-
samenlo lio cima ds hu-nanidade, que at regrac,
que se applicarn as nutn- mulhere, nao as al-
canram.
Eallo, Julia, voss nlo ama-me mais'.' lornou
Jorge .rollando ao sea nico cuidado.
Ei devia lalvez dizer-lhe que im, respinilea
Julia rom voz entrecortada. Sera' por ventora ama-
lo, exp-lo ao p.rigns qu" voss tem corrido .' Se-
ra" amado, deixi-lo sacrificar seu fuluro. rele-lo na
Bretenha, quando devia estar ein Pars, vhjar '.' Ah '.
Jorge, quanlos remoraos vo tam-rae dado 1 ip in-
te s ve/es leubo (orinado o projeclo de nlo (orna-lo
a ver '
I. illa ainda me amas, disie Jorge com exalla-
r;3o. I. ua me importe o (oturo. que me importa a-
quillo cue nlo < tu .' l'oren se me ama, porque
me ten* (cito soflrer lano ? porque me pediste las
carias''
Meo Dos! nlo sei '. e-lava lao perturbada,
lao inquieta : lemia que se riescobrisu a verdade,
receiavs que sna rali concebesse alguraa desconliaii-
50, e livesae a idea de percorrer seus papei. Voss
nao sal.. qoanlo he honivel para ama rnulher seulir
a vergo iba suspensa sobre sua rabera.
Quem ousaria censorar-le ;' \caio podera-se
.; in--e sobre ama cadeira, c poz-se a churar como
menino. A visrondeisa levanloo-se para dirigir-se adiar aln.n 11. estpidas que nlo comprehendam o
a elle, e de passagom feclmn aporte. Manoel nlo que ha de grande e de sublime em li .' Enllo ain-
disiiug.iio mais nada ; por.im oavia-a dizer com voz
(raca :
Jorge, ea Ihe rogo, nlo chore. Voss nlo sa-
liera' jamis quanto eu soflro tamben). Se ama-rae,
eulia coragein.
Mai para que aquelli carta do honlein ? disse
Jorge. Porque ul haven.ns mais de ver-nos '.'
Por ventura posto recebe-lo como oolr'ara de-
pois do que acnuleceu, quando lo los os olhos eslo
filos sobre nos ?
Seu nome nanea (oi nronunciado nesse nego-
cio, somente fallo se de aterira. Cuitada lio no-
bre e lio dedicada, v-la acensada e nlo poder de-
(end-la I diise Jorge com transporte.
Julia nlo responden nada. O elogio de .Martha
nlo poda ser-Ib agr ijsvel ; alem dislo Jorge com-
mellera urna iinpiudeucia que uem sempre evitan)
M homen 111,is enamorados. Julia lizera aquillo
de que Martha era acensada : ella vio quad om m-
sallo uo que Jarg. ucjbjv de diter, Eulrateulo as
Cesar ou de Bruto. A' proposito daC i.omba de
M. Merinre, po.ie-se recordar aqu memo oElec-
trode Sophodes ; certas pagnaselo romanea de
M. LndWg fa.-.em pensar na tragadia anliga. E 110-
tei que Dio ha preieuroes, nem declamagoes ; estes
analves dn corarlo sao bem modernas. A exeru-
rao correspond. a (or<;a do pensamenlo oeslvlohe
original como .1 primeira roncepclo. O ntor soffre
tanlo como as suas per.onogens, aisocia-se aos des-
linos da casa de p trias verdes, a seu tiflriraenlo
hriliia aqu a alli com uni lynsmoda un earacteff
singular, dir-se-hia om suspiro, uii urn riso ,1 1 ar-
go. Nolai s.ihntodo esl, especie de eslnbilh que se
repele a inlorvallos .Fttia cada vez naii sombra
na casa da porte verdes, c quando Frite chega a
taberna, todo 1 heio de seus remreos e procurando
atordoar-se, este grito que se eirapa de vinle buc-
eas avinha las.Ei-lo ei-!o vamo-nos divertir !
vamo-nos nr 1 i)i kornint er ja Nun wird's
(aneos !
Eu tentara debalde reproducir o cxlranho efleilo
do de por pregas em alguma parte. Para melhor te
recodar do qu. tnica eilo, interroga cora a vila
um Millo de pregoa e de ardosia qne Ihe esla' ao
pe robra una viga. Nesle momenlo, soa-lbe um
naso surdo e rpido na escada da torre. Nem ao
menos Hieda' alinelo o pelreiro, que araba d. per-
ec er urna folha de M 111 Ires ein seu.caixlo. DeaSM
que tletrouxera exactas, urna he,qoe deveria ler pois
(al 11 lo ; be qoe linha esquecido, na distrac;oes de
sua dor, de consolidar ura dos pontos de ceu Ira-
lilil...
Coltocalo no limiar da porte, eximina de alto i
baixo luda esta pirle superior da torre. Seo erro
isliver desde lado, elle pulcro repara-lo sera o mou-
llo e sem o apparelho volante. Bastar-lhe-h 1 a es-,
cada para chegai ao lugar em qne se v a (alia. Era
ruin effeilu desea lado. Cerca de eis ps cima da
cabera, elle tuiha tirado urna (olha de erdoeia e s>>
esruerera de aubclltoi-ta por urna folha de (landres
snlilameule pregarla. No enllanto os pastos sordo,
tuitivos, precipitados viuliam mais e mais se avizi-
nhaado ; o homem que (azia esle ruido, ja pascara
i 1 de pedra, e galgava a que vai dar no Ira-
ve amento do ledo. O relogio comecou a balar ; era
nma hora e Ir quartos. Apollonio aluda nlo linha
lomado a refriego do meio-dra ; mes era (al que se
chegava a descubrir nm erro em sen Irabalho, nlo se
forrara de descanso emquanto nlo reparava o erro.
Elle linha v diado sobre seus paseos da porte de ser-
viro para a ponte de pranchas para tomar a escada.
-obre urna viga ; a nn momenlo em qa. te
inclina desta lado, cealeae de repeole agarrado e
puxi.lo cora violencia para a porte da torre, los-
tinclivamenta segura-se cora a ralo dAeila no n-
gulo inferior d'uina das travs, emquarllo a mo
e- itierda debalde procura um ponto de apoio. Este
desl.s quadros ; he preciso lr as paunas de M. i mnimenlo, que Ihe faz dar una meia-volte, pe-
Lodwig. Assim preparada a sua obra, o autor vai
einliin occasionar as cataslrophes. Frite nao recua
peraute o pensamenlo do criui, esta' decidido a de-
emli ira;; .11 desle irml, ruja presen ;a Ibe re-
lembra a sua infamia. Julga que mala idu seu ir-
mao, matera' remrso. Apollouio he mu dado a om
roa coosa. Jorge, devemos separar-nos. Temo que
se descobra que sahi do rastelto esta noitr.
Separar-nos ja, de Jorge, e por seis sema-
nas Jure-me qe ama me.
Mas lu o sab-s lana como eu, respindeu Ju-
lia. Se eu nlo te amase, tena saeriO.-ado ludo a
ti '.' Me exporia como faro'.' Mas rdra-le ea le ro-
go. Morro de susto !
Adeos! aileos disse Jorge, eu lo obelecerei
em ludo.
Manoel onvio rumor de om beljo, o depois vio
Jorge abrir a porta e deaappareeei no boiqae.
Logo que Julia licou', levanlou branlamrnte a
corliit 1, e poz-se a apintar as ranas espilladas sobre
o sufa' o srtbre o aieoalho. Depois reunio-as no len-
co, e atou-as rom lenta (ranquillt lade e angue f. 1
quanlo pode ler urn eaixeiro fnrmanlo qialquer em-
brollio. Emlim envolveu-sa em cen man, e ahio
do pavilhlo, roja |.orla techuu cuida.iosi cente.
Manoel deixou logo seu escondrijo, e ecaminon
de novo o pivilblo. 'ludo o que ah se ichava, mu-
dara para elle de -ig'idi 'ac/.u. No mnor objecto
descohria um motivo de amar de adminr Martha.
1111 (acede seu aggreisnr- Atlonilo, vfi um sem-
blarte hediondo, o semblante paludo e e'.vagem do
i. 11 io. Nem lempo Ih. sobra para inttrrofar-se pela
ranea daquella scena. Que quere.' griia-lneelle.
Reconhece Frite., mas nlo ona acreditar em seus
olbo. L'ma gargalhada, dessas de louco, Ibe rospon-
Eata icena lerrivel prodaz urna siloar.no em que
I novo se desenvolve a (orle inspirarlo moral do
M. Ladwig, Ningoetn suspeila o drama d* torre de
S. Jorge, toda a cidade ignora, qoe se passon na .
casa de portes verdes, rnente se sabe qoe ha ahi
um velhu ceg, urna molher joven com pobres fi-
lhos, e pensae era ger.l qoe o honrado Apollouio
deveria despozar sua candada. E o des-jo do pai,
he a esperanra secreta de Cririitiana. S, Apollonio
cada vez e interna maisem ame reserva silencio* .
e Irisle. Evite a cunhada, acrosa-se de a ter ama-^^
Jo, de ler excitado os ciuoa (orores de Frite, de ler
sido a causa desle drama sangoinolento. F'rilz, qua
o quiz assassinar, jastificava seo (ralricidio por 10-
phismai horroroso ; elle, pelo contrario, invarleo
os papis eintenoga-se tremendo ss nao he as- -
sassinn de seu irmlo. Esta consciencia 18o esern-
pulosa he imp.issivel para si mesme. L'm de DOlsos
poetas exclamou em um helio verso :
2 Est-ce qoa l'innocenl connail seol la remora t
lie esle o siipplirio de Apollonio ; ello tem remor-
sos, visf.es, vcrligeni. A scem de horror da torre
sempre Ihe esla' danle dos olhos. O romnenla nlo
pode entretente deixar esle desgranado abandonado
a iniquas torturas. Para livra-lo do demonio qna o
possoe, he preciso qoa Apollonio d prova de soas
(oreas, li o dever que o ha de salvar. Arrbenla
urna tempesta Je na cidade. Cahio um raio na lorre
do S. Jorge, a ardoiia derrete-se, as travs ardem ;
se a (orre desabar no meio das chammaa, n ineeu- -
dio, derramado pito vento, devorara' rnetade da ci-
dades I m grilo immenso :Fogo Fogo 1 na torre
de S. Jorge retumba de lodos os lados, ueste
redoraomho, nesta contuslo produzida pala dor, pa-
rece que sn ura hornera pode combater elli'azmcn-
te o il igello. o Nelemaier onde esta' Nete-
maer'.' bradam militares de vezes. A prova he
decisiva para hroe de M. Ludcrig ; ho na narra-
dlo do romance que se deve ler esta tocante pin-
tura :
o Cahio o raio, bradou ums voz. E Apollonio pen- .
ava conmigo ;Se o raio cahisso na lorre da S.
Jorge, naquella lugar era que (alia ela folha ds
llandres elle tentar a debalde subir a' torre, par.l
acabar seu Irabalho incompleta, e elle pensamenlst
n io o abaudonava', se eu fosee obrigado a subir te*
"in cima, seluat horas acabavara de soar.... Su-
bilo retumba um grilo de angustia por entre o Iro-
vlo e o 10111 rojeo da tempestada.cr O raio ca-
bio o icio cahio na torra de S. Jorge soccorro '
soccorro a S. Jorge depresca fogo fogo .' n*
torre de S. Jorge i A< irombelas ol.arara seas
lagabre* appellos, os tambores rufavam, a sempre a
lempeslade, sempre o ribombo e os relmpago do
Irovaa. E vozes que grilavim :o Onde este'No- _
teraaicr'.' ro tile nos pode salvar Nelemaier !
Nelemaier Ao fogo '. ao fogo O logo he em S.
Jorge Nelemaier! OnJa esta' elle '.' Ao fogo a*
S. Jorge .
a O architeilo vio empsllideccr Apollonio. E os
gritos cu.im 11, v in : o Onde esla' Nettemaier ?
De repente un. vivo rubor anima as faces paludas
do mancebo ; elle se arge, ahotoa rpidamente a
veslia, e ate ascorreias de couro do tea barrete por
debaixo da barba.aSi eu la car, disse o mancebo
ao archilcdo preparando-sa para sabir, tende cui-
dado ero mea jai ; na mulber de meu irmlo e eco
seus filhos O arcbleclo tremen e temen : este
ti eu l cardo mancebo echoou-lbe aoc oovidoi
como se elle liessedito;"Eo la ticarei.O archi-
leclo suipeiloo qoe eti parase, este rcenlo,|.te s-
bila l-ri-i 1 du Apollonio devia ter ligar lo cum os
seus -..1.1 mientes maraes. Todava estes s.dirimen
los, nlo os trana de sorte algum 1 a physionomia da
Apollouio; a inquietaran que Ihe sssombiavao rodo
linha desapparecido. No meio das preoecupaedes o
dos terrores desle momento, oexcelleule homem ei-
li-e.i
rollerrlo aquella qa. Manoel achara lobte o sote'
tha rparou cora (error nessa lacuna. ssa caria
era talvez a mais compromeltedora de lodal Julia
escrevera poucot das dep ns de ler jurado amor a
Jorge em um momento em que por um phenomenc
a*-a ordinario as correspondencias amorosas p n
r)ai desigual qu seja a alfeiclo dos dous amaoles,
Ha chegava mull.n vezes a responder-lhe em um e
Mo quasi lio ar lento como o delle. L'ma viul -ni,
iqi ielecJo apoderou-se da viscoadessa. Ella teve
ora lisiante o pensamenlo de que Jorge a guardsra
toma um penhor de amor, ou coma ama arma can-
ica elle ; mis a le illa le bem mohecida de Jorge corarlo. Era viciosa pela cabera, pela imaginadlo.
Inriiava inidinis-ivel a segunda de-sas suppo-iree. I As mulheres deisa especie lo as mais corrompidas
Quanto a primeira ella nao nchoo-ie (uudanieuln, de (odas, e as nicas indesculpaveis ; pois aquellas"^.
porque Jorge Ihe dissera qae reslitois-lbe todas as I qo* sao arraslidas pelo seu temperamento fogoso
uas caria, e Julia hni caba que elle nunca maulla, merecen) antes ser lastimadas du que da.prezadac.
EU* chegou, poit, a convencer-se de que a carta per-1 Raras vezes chngam a1 peiver-i.lade ; em sea avilta-
dera-se n pavilhlo. Nada po.lia ser Ihe nials des-j ment conservm rauilas vezes algumas virtudes ni--
agradavel ; os leilores o rompreheoderlo fcilmente linclivas ; se suecumbem he por fraqueza. Quanlo
(a, Julia nlodormio. Cora o auxilio das norOes co-
bra o homem e sobre a vida qoe tirara as confi-
dencias de suas amigas de collegio, a noi romances
lidot ocultameale (nrmou contra o corarlo sexage-
nario do general am plano de campanha que reali-
sou-se cem mo la difllculdade. Julia veo a ser via-
condessa de Cernan.
O general nlo era rico, mas gra;is ar eu nome,
as soas relaees de familia, a soa poslo, Julia po-
de representar eerlo papel na sociedade elegante, e
lanrou-se nella com ardor. Teve logo amanlea, bem
que a paixes eslivesscm nella lio ausentes como o
carcter a os designios de
as inulhares de senlimenloi fros e de alma glida,
nem .o meos uTrern a illracro do vicio ; proca-
ram-110, amara -no, comprazem-te com elle. O qua
querem do am. r-lo satislacies de vaidade, as ento-
rnes do mysteiio, o prarer inulto maior do que se
crl- para certas ualure/as, de zornbar das leis da so
re la le, de engala impunemente. Julia teve poi
da me inus, nal de receber me como d'aules '.'
Jcrge, voss ama-me e preza lia pouco minlia
reputar i-. disse J0I1.1 em loai do queixa.
Todo !.' acabado. Vo** quer romper co-
migo, g-ilou Jorge cora dwespero.
Jirge, vos he urna miae*. Q lera Ibe lilla
de rom iiin-nlo '.' Enlio n.i araa-ine baslanternente
para ter a coragem de tomar durante algomaa eraa-!
as precaurps indispensavei'.' Al u nstenle em |
que voi anuos para Pars,nlo nos veremos senlo era
publico : assim he precito no inlerese de nosso a-
mor ; mas ein Paric urna mulber na nimba [1. -
he completamente livre. Eallo vou. saliera' se
amo-n.
V .-"' ha de passar anda seis semanas pelo
menos na Bretauha, diste Jorge lii-teiuinte. Seis
semana-i 1
Vissenao pode deixar de concordar que te
quando couhecerem
Julia.
Sna vida (ra at eall a de motes mulheres des
Somente ella poda ler linio goslo, (anta elegancia, i sa poca. Filha d om coronel do imperio, educida
a ao mesmo liinp. tanta iniplicidade. Durante em Saint Denls, deixaff* esse astabeleciiiieuto em
quasi urna hora elle recniroo o aloma de ras llares, I ISJ1I na idade de dezeseil auno. iu pai morrera
abri seus livros, admirou suas pequerus estatuas, : mullos gaatM antes denan-lo a lamilla era um ela-
fez soar at teclas de seu piano, deleitou-se eu lim : do v millo da miseria. Julia era nina desas uiolhe-! amantes stin ama-Ios, edoi quaes Dio f.u mais imi
com lulo o que lica a delta nos objerios J qoe ser-I re aascidll nieretri/e-, para as quaes c ha dout I da, o que nlo achou moito mao. I cria queri !n a
via-se hahitualmeiite. t'.onleiupiou inuiai vezes cora movis na vida, interesse e o prazer. Estas mu- preseular-se como herona de romance ; urna grandt
Hieres nlo vOein entre O vicio e a virlude outra dil- \ paixao he am nele-tel, lobre o qual estas mulheres
lertin; 1 senlo a dos beneficio* qoe d il:i poden) tirar, gn.tein de collocar-se aos seus olhos e aos dos oolrni.-
e a felicidad* dai eireamcteaciai he que as irapede da Foi ieco o que a fez aceitar o amnr de Jorge. I'.liaa\w
eanir ate o uiinn g.. .la escola o-ial; porm a es- araon-a eegameale cora tolo o ardor, lodo o entho- ^^
pbtra era que Jul a m\ 1, en lao resnela que a pe- eiasoM da mor lude ; Julia foi para elle nm aojo.
zar de sua I .'-rnin ir o de cohit da pobreza lodo I ama snla. Ella nao quiz deseng.na-li. Com uso
dormir em seu sote'. Arrancando a* coxins fex cahr lo cuito, ella nao poda por uuito lempo calis gui-lo. amante depravado ella tena telvr/teilu alarde de
oro papel dobrado. Nao duvidou que loae nina da-1 (,.,; dezenove anuo, quan io nm velho general, : 1 -'' '' l"1 : mancebo, achon
cartas de Julia, e u.io querando que Marti a a ach.: ,jp dever 1 a vida a' dedicarlo de ceu pai em om delicilo representar., co nadia da virlode, e admi -
-e nu ilia seguinle, raelteu-a no bolso. Quinto ao ,1 ,ol das da'ctmpaiiha da lin-siu, rou-se em seu novo papel. Qlando ella ronheceu
somuo, chamou-o em vao ; mal chegou a ese esla- Veio visllir a viuva de sen ilvador. O visconde de \ Jorge, era viuva deide -en mezes, e vinlii acaba
lo intermediario, nn qual parece que a vnnta le di-I (>n nn linbl necea poca perlo de ceesente annos. i o lulo era cai da cunhada, a baroneza de Cernan,
Seo- cantarada diara que lora helio em seu lem- q;ial onliera agradar por meio de consternes adu-
trnteza a lela que lampara. Nao cain;ir-in n Pa mais
como podara desconfiar de Martn Ella appara-
cii-lhe nes-e instante lao acuna i. lodi a ealom-
nia, ds loda a desconliaora \ eo-lbn um.l 1 i.-a
de inoo enamorado : elle dase a si mesuio que se-
ria delicioso pass,,i- 1 noite no pavllUe re Marlbi,
po : p rem a idade, as ferda e as la ligai di ,rr.
nlo linhara-llie deixado uenhun vestigio .!e seu an-
1 rige o soiiho, eilado delicioso quando a < legria cu-
be uossa alma.
X.
No dia legonle no da scena do pavilhfio, logo qoe ligo esplendor. Quanlo ao mai- era um velho am 1-
a vitcondeisa acordoa, poz-se a contar a cartas qne vel .1 oulro deleito senlo o de inetler frequente-
Jorge Ihe entregara na vepera. Esse exime Ihe of- I mente na conversarlo a bittoria de san all n feile*
11I10 razio, dse Julia : agora sou lio vigiada 1 Es- I fereeeu grandes difii-.ulaa les, porque B:revendo-M mililares a de seus inuinplios casraopolilas a res|.ei-
tou cada de que o inarquez d Ho.-ujs suspeila algu 1 Uvera u cuidado do Dumera-lai. SurieuU falteva a' lo do bello sexo. Na uoilu que aegaio-s* a em vi-i-
lii.e-. Naquillo que Jorge vio urna paulo que ba-
ria de ocrupar-lha (ola a exisleuci, ella vio orna
distraerlo -ufliiieote para ssppnrlir sem multo en-
tedo algos metal de exilio no campo.
Coiitinuar-ic-ht.




sua mi., ie natal, Ha
jernnculava omi upada aRuaira etperanca., tinlil alJ.t.lo
Era o mes.i.o Anullonio d'oelr'era que Ihe eslava em I nhi salva (
fronle ; t* a mesilla alltliide molesta, a un......ie- I deste peo i
ialuf.1i> lranquill.1, que, Jf'le o pnmeiru enconlro, i arabasE
Ih'iuspiraram pelo juven arli :hia...Se elle Coe licar! pensava comsigii o ar- rar linalin mi tlepui ,|? leagat huras
olnleclu. E nao leodo lerop.i ile reipunile.-llie con- j elle mean i noli i, depoli .| mei
lenlou-se cum aparlar-lhe a rulo. Apollonio rom- dlaer e-la
lirehtndeu ludo qu.mlo quera di.er t-ie apert de i nnile Ihe
inJIo. Suaa fei<;ds eiprimiain snbilameule urna es- Para os h
aleu.na v
o meio de
ma qae se
raeiis qu
sempre, si
do, eplog
BU a urna sitnpiei | alavra. Para um lie
ibufar a voz da cont( enca que Ihes clia-
aprisenlem e qae tbmii. e esle ho-
#e dlspeiiiam da dever, ve-lui-hei*
a caso nao Iriumpli.. o lilirrlador indica-
r sobre sua conduela, discutir Isto e a-
qutllo, o o oefez e o que nao >i. Para oulrua, he
mu 1 u de arre .ar p >r instantes o pensa-
erico, de i 11 a-1 ir a meaiiim. llera te sa-
;nle, que mnuein polia aliar-se ao cu-
ilha no maio da lempeslade......
oando st vio abrir-te a porta de servir,
vn urna cbainma nppllcada a' parede,
coinprehendeu que im humero lano ou-
grande o estupor como no momento em
o rtiio. E seis a eicada agarrada, ei-la
jiiq' coro o humem, no meio dos relm-
pagos e do i lurbilhes de nevo ; he filia debmo,
esta escad
raila como
Suem res
difirante
Koim cria
lavam lod
da um dos
viva era
tem pesia p
todos cah
homem d
gada deset
ttstemunh
sai sobre
com angas
I lio poz-se
agratlecei
Teresio
Apollonio
cerca de
ila, elle
lecie de lenra piedad por seu velho amigo ; pare-
la aprotimar-ie a ilfliccio que ja Ihe linha Frito e
i der anda mai> tslou promplo para elei acdenles, diase-ihe cm
neo lerno aorriso ; ma o lempo corre, adeus El-
es partiram, e Apoliunio.mau lieeiro, iiimio-se com ralampagij
jouco da vala do architeclo. Dorante lo lo o Ira- as rham
. eclo que o epirava da igreja, no meio da* clamores, am urnas
ao meio dos elaroea e dos tambores, alr.ive/. do es- rain comd
11 ni tu lo da tempestada a do Irovao, o archilecto di- o vento ai
ia comsigo :Ou nunca mais hei da ver esle jo-
veo, ou.seevir, elle lieara' cralo.
A pia{< de S. Jorga eslava apinluda de nomina,
a lodos os olhos eslavam cravados com angustia na
agotha da torre. O tmmenso a mitigo aditicio le-
vanlav-aa como um rochado no meio desta balalba
em que a noile eos relmpagos pareciam desperla-
lo como ama preza. Ora o envolvan) lavas da lo-
go, qua ch.mmej ivam com lal furia, que se n pode-
ra crer todo incendiado ; ora a noite avantajava-se
a o engulla da novo em suas vagas sombras. Do
neiioj modo a msllido apprrecia por instantes
eos ps com os semblantes lvidos cosidos uus aos
luiros, a depois abyimava-te sbitamente as tro-
vas. A lempeslade arrancava os capotes, abalava os
lomaos, aroulava-lhea os semblantes com os cabel-
los, como para ie vinjar de ler atacado em balde o apenas un
giganta de pedra, a de se ler ferido em ons espigues, melo do
oo enl.lo os ctgava com seo p de nave, que ao ca- bia, realrr
ru fulgurante dos relmpagos, assemelhava-se a ama me da ag
cbova de foso. Tamhem
Apollonio abra passagem por entra a mullida o e quando se
lanc.a-se a largos pasaos na aseada da torre. Em quando se
chegando a plataforma solicita debalde que Ihe dera tava foi 13
iniorni.ic.6es man precisa*. Os guardas, pensando qua calnn
que o raio viera fri, reaniam a pressa muilos objec- que se ba
los a preparavam-se pira fugir da lorre. Apollunio
toma lanteroai e dliige-se aos aodires superiores pa
ra esclarecer (oda esta parle do edificio. Interior-
mente, nenhum signal revela o fogo do raio e Conse-
co de incendio ; uto ha fumara, nem cheiro de en-
vofre. Apollonio tente o- enmpanbeiros na escada e
grita-lhes que esta' all. Neate momento, um clarao
acolado deaptja-se pelas alienaras a dentro, e logo
dapoii estoara o Irovao sobre a torre. Apollonio lica
como aturdido pela eslrondo. Se inilincllvamente
nao leva a muo a orna trave, cahiria da escada. I m
denso vapor da eniofre Ihe embarga a respiraran.
Lanca-se para ama das aberturas para respirar o
puro. Os operarios, que eslavam mais loogc do lu-
gar am que cahio o raio, nao solfreram o mesmo
choque, maso lerroros prega immnveis nos ltimos
degraos da escada da pedra.Sub! Ihes grita Apol
Ionio.Depressa agua '. bombas I Para esle lado
be que se deve atirar ; he onde tinto falta de ar e
eheiro de encofre. Depressa agua e bombas pela
parle do servico O carapinleiro, que pz js o p
na escada, responde tossindo:Mas esta fuuura us
tnfl'oca. Depressa replica Apollonio, a porta do
servico nos dar raaii ar do qne havemos precisar. O
carapinleiro, o pedreiro, o famisla, carrejando bal-
des e bombas, laocam-a* todos a' escada ; oulios se-
guem-nos com cauecos d'agua ira, e um dos pedrei-
ros com ora vaso de agoa quente. Em semelhanles
momentos, o homem que tem placidez, o homem que
eabe obrar possuiodo-se inspira confianza V tolos ;
falla a he obedecido. O caminho de laboas, qae le-
tra a' porla da servido era mullo eslreito ; porem,
grabas as inlelligenles disposiedes de Apollonio, ludo
aln coobe em um momento. Apollonio era o pri-
meiro do lado da porla ; seguia-se-lbe o carapinlei-
ro, depoit.a bomba, depois o srvenle. A bomba es-
lava enllocada de lal modo que os dous homem po-
diam maneja-la. Por delraz do srvenla eslava um
los trabalhadores pedrairns, preparado para derra-
nar agua quente nos vasos para que nao se enrege-
assem. Oulros derreliam gelo e nev ; oulros pos-
ios na escada de distancia em distancia, formavam
cadeia ecommonicavam com a cmara dos gaardas Eis-aq
da torre,linle havia agua de reserva. Explicando ao exagerar
pedreiro e ao carapinleiro o sea plano de halalha, pro'unda
Apollonio Itnha tomado com a niio direita a encada sonbesse
de ganchos, e a mSo esqoerda ja dava tolla a chave nao. i
na techadora da noila da servico.
Eslavam todos cheio de esperance ; mas qoan-
do a tempestada aoprou pela porla a dentro, sibilan-
do com furor, sacudindo coro o barr*te de carpin-
leiro, cobriodo todas ai travs de um p lino de ne-
v, uivando, agilauclo-se, eslroodaodo de cuna para
baixo, os mais intrpidos desesperaran! da empreza
a quasi a abandonaran!. Apollonio linha sido Min-
iado a dar ai coslaa a porta para tomar um ponco de
respirarlo. Sem perder lempo, agarra-se com am-
as ai roaos a's dobrai superiores da porla, e, dando
npre as coslaa ao vento e a lempeslade, volla o
Uo para1 Iraz alim de ver n que psssa no failigio
[^lorre.Nada esta' perdido.exclama ella com
fo'C.3 de aeui pumes, porque qoer seus com-
paabeires o oueam, nao obstante o ronca da tempes
lada e os ribombos do IrovSo. Segara na pona d'um
daa vasos emquanto o eaipioleiro o entorna na bom-
ba o^la-a a cintura. Indica o signal que hade dar
do Ir a oecaiiao de faztr eiparzir a agua. Com
i direila sempre presa a' parede peodura-se
corpo para for.i da porta, com a escada na mo
asa,arda a procurando fia-la em um dos ganchos do
lete. Tentativa insensata pensavam entre ai os
saaja eompauheiros. Nao arrojara a tempestada pe-
lea ares a escana e homem '.' Felizmeole para Apol
louia, ama rajada da vento sosleulou a escada encos-
tada M tecto. Elle bem deveria ler ah vislo, gra-
sas ate relmpagos, qae o gancho lulo estava coberto
deeie p de nev qae rolava de cima do tecto em tor-
bbdes a iocommodar-lhe es olhos. Senlio todava
que arada estava segara. Nao havia lempo a per-
dar, lanrnu-sa aos degraos. Elle devia cumiar mais
na fari-a de teo bracos a na ligeiraza de suaa nnlos
do ajoe na agilidade da aeua pes, porqoe a tempesta-
da baloocava a escada era todas as direcccs. A'ci-
ma, am pouco cima dos primeiros degraoi crepila-
vam rliaminas azolada debaixo desta aoerlura qua
elle desprezara fechar ; era ah, doos ps cima da
abertura, que liaba cabido o raio. Ila anda uioa
hora que elle tremia e Umia ao prnsamenlo de que
o raio podeise ler cabido nena lagar e que fosse
obrigado a' la subir. Tro medonto cortejo de visoes
mortferas, ereadas pato delirio, se Ihe r-rendia a
esle pensameolo. Agora linha-se realisado ludo
quinto u horrorisara ; mas esta abertura fatal, cuja
lembrauc.a Ihe fazia lebre, nao o inqoiilava mais do
que qualquer oulro lugar da lorie; elle la eslava
aobra sua aseada, sem temor, sem verligam, e sua al-
ma l era capiz de um senlimenlo de geuerosa ener-
gia : elle quera salvar a igreja e a cidade de orna
emineole calailroplie. E mais ainda, esta circoms-
lancia, cojo perigo le Ihe exagerava pela inquiela-
cjlo e pelos ieus escrpulos, julgava-ie ser uniacoa-
aa feliz e benfica. A agoa que ahi ie linha accorou-
lado durante algumai semanas Mola acabado por ge-
lar, e era ella qua impadia o incendio de ganbar
terreno. O incendio nao lavrava, pois, sen.loem um
pequeo espado ; o gelo .repellia obstinadamente as
pequeas chammas que crepilavam sobre elle, e op-
ponhi-se a' qua ellas formasaam um foco da onde
se lani.ariain para fazer ans estragos. Se este foco
ae formasse, ninguem duvida que o incendio devn-
rassa a torre, e eniao ir-se-hia a igreja e lalvez que
loda a cidade, ao meamo lempo atacado! pelo fogn e
pela vanlania. Ah elle precisava da forra qua Ihe
dava esle pensamenlo. A aseada ja nao se halanca-
va para nm e oulro lado ; corvava, enfraqaecia.
D'onde provioba isio? Suppos'.o mesmo que o gau-
cho fosse mal aegoroe do contrario eslava bem cer-
to Apollomo,esle movimrnlo era ineiplicavel. Cum
pouco elle comprehendeu ludo ; a escada nao eslavo
suspensa ao gancho ; alorduada a vista com os lur-
bilhes da nev, elle a linha pregado com certeza, a
um dos ornamentos de llandres qua gaarneciam as
bordas do tecto de ardosia. Sfu peso junio ao da es
cada fazia eufraquecer eada vez mais esle soslenta-
culo, bem fraco ; roas algumis pollegadas, e o 1, n-
dres cadrndo de lodo, ir-se hia com elle a aseada pe-
lo horroroso abysmo.
i' Era chegado o momento de desenvolver esles
recursos de coragem e de preseora de espirilo que
elle encontrara' 13o oosadamenle. E nao hesiUo.
O gancho eslava a seis pollegBilas da chapa da
(landres. Galgando mais Ires degros di escada,
alie poda agarrar o gancho com a muo esqnerla,
depois suspender a escada com a man direila a li-
xa-la no gancho. Dilo e failo. A eseada ha filada.
V mo esquerda larga o gancho e vai unir-se a di-
reila no degra'o ; os ps aesentam-se a lea lurno ;
esta' salvo Apolonio vesse momento as ardosi.is
que esia.i abaixo da abertura comeram a eeder a
aecao das chamas ardem, estalam, e a malcra i.i-
randescenle, rolando, voando pelas arel vai cansar
muitis dfsgrai'ss ; mu Apolloniollira do machado
qua Iraz a' cinta, a dous un tres golpes bastara para
deilar abaixo as ardosias ; da' depois o signal con-
. teocionado e euraeca a bomba a' expellir jorros d'a-
' gua. Dirigia primeiro para o lado da abertura e
i aisiro augmenta a resistencia qua a borda du le-
lo, com seos pedacos de gelo, oppunha as chammas
pie crepitavam debaixo, A expiriencia surte b m
. efleilo ; o arremeti da bomba lie vigoroso ; onde
loca na ardosia, a ardosia qoebra-ie, eilalnndu. O
incendio sibila e ruge de colera deliai v da agua
que escorre do tecto ; a bomba o lace a' seu lurno
da-lhe em cima directamente e a violencia dos gol-
pes antes que a nalureza da agua acaba por tri'.m-
phar. Apollonio desempenhou sua tarefa. A luper-
'icie incendiada poe-se-lhe negra ante os aldea,
i nenhum sopro ja corres>onda aos ataques da bom-
la. De repente la' emhaixn, no fuudo, a' ieu* pea
ig!tam-ie as horas do refugio. Soou duas v*zs
Jioas ititt '. duai horai e ella anda all est', so-
"bre a eicada, no cimo da lorre, a nao rola no abyi-
Que difTeren;* enlre a realldade
. -.] \l v 77TU t= pi \S| hO M :
a li-, r>uioMi :., lo.,: i i-ranca gloria-ie pala
do nm paiigo hirrivel. i h orgiillin .sua liileralura desfallece. A hulnir dir as causa,
ment fra-llie um, aapplica de ac.;lo.]e deate eonli ..le, ella dir lobrelodo, nos u apn
- ii i. pensava o n elogios que ia rere- que nao hnuve senao nina prlaa panageira, un da-
va em seos colinda lios.que mu a respi- i .tierimeiilu momentneo da consrienria pablica, n
senlimenlo de i leial reapiurcer.'; af noa prm i
po', consrvala lo men -< em obras de rrilien e de
historia, reanimara os trabalhoa da imiginacao. Nao
diixaremus que os n .sos vi/inhos proaigam-oa na
reacio moral, eojes s\ mplomai aeab iraoa de apon-
lar. Coinprehendeieuios a mpiraffia dos r m incu-
las da Londrai, a eetheMea viril de Carlos Dirkan,
de tiiiilliernie Tbickeray, do ini^tress Gaskell, de
Callos Kingsley ; cmnprelienderein.is o que a mora-
lidade unida a poesa ensina aos romancistas ds l-
d ansusli i.
. o que qaerero
palavras :respirar livreinenle !-Esla
ouxera a alegra e o i raier da vida,
mens como Apollonio, a mclhor recom-
pensa de ma boa aegao, he que se liulam ainda
mais forK i para fazer nutras.
K.itr* auto, a Booltldfe estiva anda em lamul-
lo na prai a, quando faiilou o segando raio. Foi
um momi Ho de estupor, bulante o intervallo dos
i, virain-so as ardoiias du ledo peque-
las qae se agilavam, vnllejavavam, rom-
pos oulras, a, quando te toparam. forma-
una especie da fog leira ; al^umas veres
dissipava e muilaa vizes ellas psreciain
exmelas or si uiesmas renpparecendo depois e su-
bilo niaia rivazes o mais elavadts. Ijm novo grito :
Fugo -retumbara anda mais violentamente
pela cida f. Grilata-ie tnmli'm :Nellemaier '.'
Nelleni.ner *Bala1 na lorre disse
\ uiiinarao (o geni- Muilos alo m-
pollonio, que o chainavam e eran preci-
que por elle grila.am. as hoias de
Onde est,
uina voz.
nlieciam
smenle u
dar publidss a mullidSo pega-S) assim a ora nome,
parece pequea. Ir da grann, e he lan-
um sino nesla horrorosa allura. Nin-
iravs. Cenienares de semblantes, todos
aiprimtam uina mssma emurao. Rio-
bm semelhame audacia, e no enllanto es-
s vendo o audacioso ; uingnein cria e ca-
assislenles eslava lainbem na escada [lio
en^usiia ), lodos eram abalados pela
neste frgil apoiu ; se o homem cihisse,
lam com elle.... Finalmente quando o
ceuda escada, quando a escada despre-
u pala porla de ser i$o, quondo todas as
s da seena nao ie seiitiram mala suspen-
abysmo, a admir. rao cime^ou a' lular
ia. Urna voi Iren ula, ama voz da ve-
' cantar n psalmo : "Agora, vos lodos,
Dos.E quando ella chegou a' esle
4-oUeos que vos salvia I* enlo he qoe
elles comp ehcnleram ludo qu.inlo linham a' perder
u.1.1 quan o Ihes linha Conseivado a dedica^io de
.Militares de vozes euloarara o psalnio
eni cro, e} o hy mnu de recon'iccimenlo percorreu
em pouco toda a cidade, calenden 10-ie de ra em
ra, por luda i parle onde has am homens, psne-
Iraudo na; casas, naicmaras, rabindoat aos'"--"
tos ; o enfermu em sen leilo, > anciao em "' P0'
troua, enj que o relivera a fruqueza, un""1'^ de
longe a' 1-ie concert ; ate os menino* que Dio
eoniprelie|idiain nem as palavr i< do psalmo imn o
perigo quk se acabava de corier. "l0. cs memos
canlavamL A cidade era com. urna immensa ca-
llieriral, < a leu pesiada, com pareca upi orgao giganlrsro. E de novo rebenla-
vam esleJ gritos : o.Nettema'er onde esla Nal-
lemaier'.''un !e esla' o no!0 salvador, o nosso li
birlador Jo nosso vlenle mancilla al
Ja' nad se pensava na teinpedade, as lurbas api-
nhavaro-le ao p da torre, a in radiara a escada de
pedra....]
i utni icena locante ainda mema em sua
o. eis-aqui principal nenie tima iDtencSo
(nento moral : cu que er.a que M. I.a Jwig
exlralnr ilclla urna lino para si mes-
he ni o hroe deste romance que tem de
esconjuralr a seus demonios; M. I.udwig lambem se
l-'onler \ C, iuauife berrica macan ;
-
- .la |.r.i\incia n reconlieceni, todos o proela- sgii i lo | lleuiA
mam,eieico-oja aob trea admiDisIracoea e soh a guinle*:
iiispeccllo ds doos chefei de polica, honrados, m -"J lonelalas de gelo, I
i irciaei, a itlranh aoi nilio-. e aneitOaa da provin- meamos.
cu, que uvram mulla oecatiSa de atamlnar e reco- llrigua nacional Almiranle.vinlo do llio ile
nhecer o que digo, mas istia lijo agralaaos meus neiro, consignado a Juaquitn Das Feruaudci.
graloilfll ii Imigoa, que a leda o cusi querem fa/er Ihos.
erar a una tdmuiistiur.lo nova, que en son alratnla- i 2*2 r.nsueiras de pinbo : a lo Hegil.
noaa meo c npregado, eseCDlan seus planos, embora ^'il voluntes barrica! eaiai ; a A. J. M. i a
em particular confeaaan a verdade. i canal rapo ; a Isaac Cilio i\ C.
II Joma do Cummerciou ja se retralon, o "Libi-I S;KI barrica! fannba de Iriso, 30 harria inanleiga,
alu laiiibeiu o fai, por que cima de ludo est a i 1011 meios ddos com dita. 15o caixas aab'o, 1 pt-
Dravmcial
1 \ni. Sr.
em cumprimento da ordetn do prar;a para ser Brremalado a quem cor me-
presidetile da provincia do 1\ de nos lirer a obra do 1 Unco da rmiicec3o do
a<,,:dcz.'tDbro ultimo, nianda fa/er puhlico, que Japomim, avaliacia em 17 :n.; r<
Ja-In0(,ia 8 i0 eorten*t pirante a juma da I. para conslai se mandnu anisar oprc-
>\ Fi- fil/cn'ia Ja mesma lllp^0llrara, seli-dear- icule e publicar pplo Diarm,
rematar, a quem por minos lizera obra dos secretaria da Ihesourana provincial de
reparos do qiurtel da villa do (.abo, avaha- Pernambuco 7 da i.ncirode 18JS o N(.
Silva, dos em 1.210a rs. cretario.
verdade.
As accusaces do uLiberal a Jornal doCommer-
cio.ii sendo, Como esta a que me reliro, paras iuven-
10?
As pessoas que se propozerera a esla sr-
reaiiilai;o coinpart'Qain na sala das sesses
crelario,
A. 1", da AiidudciqSo.
pai
rroa,731 saceos cae, latas lumo : a crdem de
{ diveriui.
lenianha. No da em que as pintura baje iao procu-1 cues, nao stndo provadl, iro cada vez mais de-1 CONSULADO (jERAL.
ralas de oossos romancistas e de nossos es^nplores! monslrando que he su u odio, e a immizade quem as ; Itendimenlo do da I a 13. i )::lltis096
do Ihealro niopass-rem de nauseabundas carranclas. 'lila, mas en t-nho para mm a prova inconcassa da dem do dia 14....... 8:!l3aWU
e ele da indo esta' longe ssber-se-ha finalmente que \ ordem, da legulaiidade do eslabelecmeule, e o nom
a novidade potica nao esla' na pretendida ousadia i concedo de lodos que conhecem o zalo com que tu Vl:-J70303ti
dos assumplos, mas na alma do eaeriptof ; o Ihema cumpro os meus deveres, sem ler em vsla a maxi-
azetie de palma, 159 tolos fumo, li saceos i da mesma junta no da acitna declralo.
*t^Uit= mais balido pude tornar-se una mina de uuro, si o
escriplur o Irala ro n nma ins|irarU franca rdan-
la Dii'kens e Tacheray, provaram-no naltig'a.rr.i e
un IHu conliecida tle TallcjrandPal de tele,que
lem salvado a um e felo conservar a oulros
Keiiuiia 're ao Sr. juradu com docamentos olii-
Alleroanlia toaba le prova-io por sua vez. Ets aqtii I ciies na m.' o, se elle se resulver a publicar o seu no*
por que me lelicito de assiguar a allenrao dos espi-
ritoa elevado* a escola potica e mural, que -
volve alm do Rueo, eila escola qoe ja eaU'ennili
(nula com M. Barlbol.l Aiieibach, eujo critico be
M. Julieo S-hmidi, e aqual agora se vem poalai na
primeira ordem esles dous homem li i diversos em
lalento a nalureza .-k.ijs iuii..lineiile devoludos a re-
generaqao de leu paz, II, liuslave Frevlag e M.
Olio I.udwig.
Sainl-lle l'aillandier.
Ilecue de /)?n.r-.i/od.i
me. se pretender provar n que inventon, senao, nlo.
A aulori lade superior tem em suas rolos lo los os
molos do conhecer a verdade, e n publico sensato
-alie o peal que .leve dar a acrusaroes desla ordem.
Son -ni mllante leiior.Florencio JetCarneiro
Monlairn.
I \ de jaieiro de 1837.
FAGINA AYULSfi.
12; 191:4\ s
(iiiirda nacional.Esla milicia qoe no romeen
a -in nova organisacao pareca orna for^a publica
considerada de urna maneira geral, puis qua quasi
cmplelos eslavam ns seas corpos, boje he am ex-
tracto, por assim'dizer, da reuoiSo dc-sa forra. No
.irineipio o batalhao mais pequeo rnntava :INI pra-
vas pelo menos, e o maior cerca de 600, e boje os ve-
utos reduzdos, uns ao estado de eompanhiaa, e ou-
lros na melado da for^a, por se acharem com 100
1)0 praras aqaelles qoe se corapunhain de :! 300 esles da forja de oOO. E a que lia devi.ia lo ex-
traordinaria diminuirn ao inju'lo proceder dse
excluir do servido todos aquellas guardas que po.lem
dar urna contribuirlo mensal para urna cuusa cha-
mada msica resultando des-a isenrao que os
mais guardas, a quem a soile nao permiltira quei
conlrhuis.em pura a musiea, lopporlem maior iie-'o
da scrviiji, visto como quanlo mais redoaidoa lurem
os corpos, forcotamenle lano maii amiudados devem
ser osaquarlelatoenlus. Esle prieilagloi qaej for-
inain abusos, revelara de oais um eonlraaanao, por-
que ni. o lim da in-tiluirao da guarda nacional
pira garantir a |mp*ndenei, e seguranza da pro-
priedade, paraM qoe inais no ca-o eslarau de pras-
l-r-se ni- -erviro esse favorecidos de bens, que dao
(lili,/para a msica, So qoe aquellos sobre quera
;/ies fezem reral ir todo o peso do servico, que nada
lem por serem artistas, que apenas ganliain o triste
salario de que vivem e manleiu as suas familias.
t'm pedido.Pedimos ao inspeclor competente
que prohiba a Carlos cerradores que trahaiham em
um armazem ao p dos fundos da cadeia velha, de
an.larcni qoasi nf, a ponlos de nao poderem as fa-
milias rbegarem em suas varnnda.
Falla dere<>eilo. Somos informados de que
lodas as imites s rene um crupo de rapazes na
ealtada da igreja doi llartyrioe, a sem reapeilo ao
lemplo fazem quania cacoada I.a a quem pam, e
depoii Iravam coiiversaros qua su sao propnas de
l irimlii, e nao de seren proferida! na porla de um
lemplo. lie preciso pms que nau continu sem.litan-
le modo de profanadlo, do contrario chamaremos a
allenrao de queiu possa fazer couter a essa gente
sem regiile.
I'ergunla (uenao offenie.(ja\ a razan poi-
que cario laberneiro em uina accaaiaYo em que pas-
sava o Deca feclou a sua laberna Seria, cuino di-
zeni, por causa de seus pesos e medidas '.' Permita
por (auto que Ihe .libamos, que se nao lomar cuidado
cora isso, algun dia sera pipiado cun a b.cca na bo-
tija, e veja que mais val ganbar pouco por meios l-
enos .lo que expor os lucros fraudulentos para uina
defeza.
/ectt/icarS). i.iuando em nma de no<>as
Paginas demos noticia re que os intestinos da
parda que se sappuuha ler aido envenenada, iara
para a liahia para seiem suhnieltidos a um exame
cliinnco, por nlo existir nesli prnviniia nm labora-
torio, foi por que a^sim nos inlnrmarain. lioje porem
que estamos inelbor infoiroados podemos assegmar
que os referidos intestinos lulo seguiram para a Ha-
ba, e stm foram eiiviatlos para casa do Sr. pnsi-
dente do conselho de llyglene Publica pira serem
examinados, e que nao su exisle na repartirlo da
llygtene um Ubnralorio para as invesligaees de
eitvenenamenlos, como que igualmente o lem o Sr,
Dr. Cosme da > Pereira mandado vir de Pars para
o seo uso.
Dizem-nns do Itio I'ormoso, era data de K do
correle, qua o seguodo dislricto d'Agi.a Prela, ila-
quella comarca, se acha desde algiun lempo sera sub-
delegado e sem juiz de paz; porque a pessoa que
ful Humeada pira oceupar o primeiro destes dous
eargoa, ainda nao prcslnu juramento : os respectivos
inppteolea nao se tem querido encarregar da tarefa.
Esta', pois, aqii.'He dulnclo sem aulori lade qoe faca
respailar a le e os Ii; luanles honeslos e pacficos
sujeiloi a desacatos a prepotencias, de que alguem
ja' lem sido victima nes-es ullimos lempos.
Mn/ina.Pedimos a. s liscaes, que a bem da
humaiiidade prohibam esie mo e perigosn coslume
de se picar carne nos agougues a machado, resul-
tando desse pro-ess i ficar ella chcia de csquirolas de
alguem. Itorn he prevenir o mal antes que elle ap
pareja, e nma vez demonstrado o inconveniente, pa-
rece dever lar Hendido.
llo$pital de Caridade. Exisliam no da 13
do correte 17 homens e 23 mulhercs trata-
dos pela caridade, '.) homens e \ mulheres qoe
pagam a casa, e 10 pricas do corpu de polica.To-
tal 73 doentes.
Maadouro publiro.Malon-se no dia 13 para
consumo do dia 14 descorrele, a saber :
Compauhia das carnes verdes......(0 bois.
Ricardo Itomualdn da Silva........7
Manuel de Sola 'lavare
Duarle..........
Luiz de Queiroz ....
Clemcnle.........
3
1
Tolal.
bois.
:ertas inquirlaces do^nlias. Alma eandi-
ii ii un lo por um pr sina sinislro. Antes
de escrever esle romanee, M. I.udwig tinha escriplo
loas da mi que revelavam, com qualid'des da pri-
ir.eira or em, nina insp i.ir.lo pooco senbora de si
mesma. Os n ais ferv dos admiradores de M. I.u-
dwig assi i(artni-se comcertos ivmploroas estranhos.
Esle sombro vigor assemelhava-se algumas ve/e ao
vigor do delirio.Quer elle pinlasse nos dVlachabensu
o supplicios do herosmo, quer moslrasiC no Fo-
reMten una humille familia de nossos das perse-
guida put esla I ii lula.le qae alormenlava os Atil-
das, ma imaginajao espavorida produzia eQeilos
grandios a, porem dolorosos.
Dir-se hia que elle soffre em mas proprias inven-
rO s e qt e nma forra irreaisltvd Ihe dominava o la-
lento. Seus primeiros dramas puderiam ser dedicado
aos roini nlicos de restaurado, f Zacharias, Werner
e a' Hei rique de Klesl. Zarhai las Werucr, qui ler-
minou si a vida as extravagancias do mxstirismn,
nlo obei ecia a' urna iuspiraeao mais lagubre quan-
do escre ra o no :2i de Feveieira, e esse desgranado
Ueuriqua de Kleisl, que acahou por pedir ao suici-
dio a cu a de suas torturas moraei, era por ventura
o mais d laolada do que M. Ladvvi?, quando coutava
a horrorosa historia intitlala iMigoel kohlhaas'.'
M. I.udiig he livra liualmente de sua melancola'.'
Oueremjis er-lo, O romance, tle que acabo de fallar
be dedidado a' M. Rerthiil Avaibaeh, a' esle artista
franco e lincero que conhece >i precio da vida, que
nega sob mullas formas a ser ii.la.le de e-piuo. a
alegra da virlude e a rouliatir.t as leis moraes do
auiversi|.|Esla dedicatoria he rumo um penhor de li- osss e que iem fatal se podo tornar a grgnita de
lurlainonlo espiritual. Se al. I.udwig nao heuvesso
coroadojioa obra pela scena que acabo de IradOllt,
nao leri a idea de i Acrecer em liomenagem ao au-
tor das jllisloues di Village i do oEcnn da Com-
perco. Que elle pois se retempere nesle pioposilo.
Desembarazada dos laivos da duvida, sua imagina-
rio desenvolver' um novo vi;or, am aigor sao e
(erando, e o lalcnlo que Ihe se va nulr'ora para de-
solar leas leilore, curara' as ferida que fez.
.i inis alioai. I m poela alienan diste :" A vida he Irisle,
a arle Ne serena, aDigamos anda melhor :u A
vida hejbella e ba para quem a interroga como chru-
lan, como philosupho e como poela. He preciso mos-
trar que o mal. per lira de eonlas, nunca triumpha,
que a p^opria dr he um bem e que a virlade se a-
liroveil't della ; he preciso moilrar que o mundo he
bello, nao ob-iaule os raaos e ou infames. Porque nao
se lambrou M. I.udwig desse papal da poeii*, ao
terminir a sua narrarao '.' Apnllomo, nesla parle do
romance, nao est sulllcicniainanle curado de seus
terrores, nlo goza ainda bastante das victorias de sua
virtude, ma consciencia ainda o atormenta e elle nao
ousa desposar Chrisliana. Sinlo esle lira do romance,
siiilo sobreludo a moral meta ihysica e muilo pouen
inlelligivel, que o aulor liro'i de seu romance. M
Ladwig intitula este livroaEnlre loCiel et la Terre.n
por que ai aceas priucipaes s- passam sobre o leclu
da igreja de S. Jorge, no dom nio do pedreiro, como
elle di.se ;e depois de repeule, na ullma pagina,
fazeodo deslis palavras um symbolo philusuphn, re-
rommeiida ao homem viver la.nbem entre o ceo e a
Ierra, isto he, nao aspirar o c.'ii, porque o eco i .i..
eibtejfra de mis, e o que designamos com este no-
mo naje ha sena i a felicidad!: de urna consciencia
pura. :Creio que, Iraduzindo-o assim, dou ao pen-
samenlo de M. I.odwig, urna precisao que elle nao
lem ;, todava se bem rompreliendi suas loysleViosas
palavrai, M. I.udwig, passaria bem depressa de um
a uiii.ii extremo. Ha pooco elle malduia a tura e a
exi-lenci.i deste mundo ; luje chegaiia elle a negar
a iiiiiuorlalidade d'alina e, prtn teiido-se a vida pr-
senle, quereria roubar-nos a esparanc.a e o senti-
menlp da vida fulura V-'e que M. I.udwig anda
lem qae fazer progressus ante: de adiar o seu equi-
librio.
Esla Ir .uniachia, tomada dli panlheismo, lio nma
iMiuius.in perigoss para um livro, cojas molhoraa
parlis sao anim-das por um pensaineiilo moral. Fe-
linndiite i impressaj g.ral qui lica no espirilo ofl'us-
ca esla ultima pagina. A virdadeira couclusao he
que nao ha necessidade de biilhar em ora Ihealro e
de allrahir a altenc,3o dos homens para qne a vida
adquira tojo o seu preio, e que cada um de mis no
silencio e na obicundade pode allingir a verdadeira
graiwleza. O heme de M. I.odwig da' a roao ao de
M. frejtag; Antonio Wohlf, rt e Apollonio Nelte-
niair, o ertisla da pequea ci lade, e o caneiro cin-
prcgjado .la grande cidade, ios progama DMaMM
doulrina. Esta doalrina nlo lio nova ; o que he no-
va, lie a sinceridade ardenle ci m que osiloos escrip-
lores descmpenharam ana minio, be e-la fe vigorosa
que Ihes permtllio pregar o cumprimento do dever
semcahir na banalnlade da tala enliga oa as de-
claiiiares revolucinnaiias dos ullimos tere pea, D'ahi
umi verdadera poesa perfenamcule aprooria lo aa
nos^o \l\seculo. A Allemanlia prcenlio que ha-
viainella um principio de vid. eo Iriuinpbo moral
foi lio gran le como o triumpho lillerario ; felizes
us escripores, que prendendn a leilural GecOea roma-
oesicas, fjrnecein assim a sua patria comulacis e a-
uirpai;es !
"ftoral.dade c poesa, tal he ten) doviila a le cierna
da arle ; parece enlrclanlo que era certas epoces he
ir.a|ii neeessano que nunca, recordar esla le impe-
rioi. Nos lempos de cullura retinada, o temor da
bajialidade gera a pesqui/.a do mil. Na se pin!, o
Senhores redactores. Pesa sobre niinha cabera a
mais odiosa e cruel imputadlo !
S ti .uro-ano de falsatin por ler-a encontrado em
mullas cuntas do exercicio de Is'ili a 18-i7 alguos
domnenlo! emendados.
Ileconhero que son u nico responsivel, na qua-
lidade de Ihesoureiro que fui das obras publicas,
por totlas as quanlias que recebia para despender,
aslim com) que correm por mu.ha cnnla todas as
fllate e irregularidades encontradas uos respeclivm
documentos ; mas quem soubir que os documenlos
das obras publicas sao Iransinissiveis, e que mailas
veef, qti3i.li! chegain a pagadura, tem corrido va-
rios p-rl-t.i iris ; quem sonber que os documentos
nma ve/, pagos e averliadus, san enimassados e ni la-
hem para ser rerollti los a tliesouraria no fun do
semestre : (nem seuber da BBstomeratlo de rerebe-
dores que ajiparecem em um .lia dado de pagamen-
to, e qua nlio deixa.a lempo a um exame, que o
faria quem ja' estivesse previnido ; reeonhecera'
que facilm< ule poderla ser illadi io,e qae fui victima
de minha I oa fe e iraprevidencia.
Seja por mu qtial lar a consequencia desse transe
lerrivel, [urque eslou pateando, eslou tranquillo;
porque tenho consciencia de ronn : e aaperoam Dos
qoe meus sdores p ioco ou nada sollrerao, pois qae
sen.io I nlti um real para dar de comer asis fi los
innocentes, tenho amigos que me valen: nesla lerri-
vel ctitijiiiiclura.
Jos M. A. da Fun seca.
Ilecife I > de jantiro de IKiK.
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Kendimenlo do da I a 13. 2:0379398
Idtm do dia 1 i....... ItcTi'.t
2:l9i|U7
Pelo administrador do engerho Ci-
qtita foi rcQjetliiio a esla subd legaca um
catallo preto, magro, o qual foi poi < lie ap-
pelo meio da, compelenlenienle habilita-'
das.
A arremataco seri feita na forma da lei
provincial n. S*3 de 15 de maio de 1854, e
sub as clausulas abaixo copiadas-
i; para constar se mandn allisaro pre- prehcndtdo dertro das" cannas'do ine-sr
sent e publicar pelo Diario eiig-niio, pelo que se ach. dito cav5i| d,-
. arelarla provincial de Pernambuco 7 de pos.tado : quem se julpar com direito ao
jane.ro de ISaS.-O secretario. mesmo, comp.rcca, que provando legal
A. I da Annunciaqo. mente, Ihe ser en'regue. M'o^adi > II de
Clausulas n.i,oa nor, ,r,.mno JbQciro de l858"". M.bdclg..i,..
Sonhoros redactores.liu faltara a uta dos
deveres mais sagrados, o da gratiJo, se
no desse um publico e solemne tcstemu-
nho ao digno e habtlissimo pralico, o Sr.
cirurgiSo Francisco Jos da Silva, pelos dis-
velos e itnpagavel solicilude que desenvol-
veu, duriinte o espago de um mez, em que
me vi a hragos com urna impiacave! gaslro-
'.ncephalte, que me levou a bordo do t-
mulo.
Com ell'eilo, ho a pericia e consumado co-
nhecimeiito na sciencia medica do lllm. Sr.
Silva, qutj devo acliar-me restituida a vida,
o Da va la mais feliz convalesccnca.
Aceite pois, o Sr. Silva os meus sinceros
agra.lucinentos pelos cuidados e sabia assis-
icncia, que dispensou par* comigo, e que
sao mais um louro que se yai ajuntar a
bem guarnecida cora, que tem sabidj al-
catigar, no exercteto de sua numerosa cl-
nica.
Bulbina J'icl da Silva.
*&viMit(Utz> i pedido.
Senhor*Diz Antonio Jm Barbosa Bahiano, mo-
rador no termo da villa do Ouricurv, provincia de
l'ernamhu'o, casado e com lilhos," que iendo ido
cum ntcocio a provincia do Fiaohy no principio
deste anuo em compauhia de leu pal u capitn Ale-
\ inore d.i: B.trhusa Baliiano, fora despticamente
rerrnlado t aquella piuvincia para o servico da ma-
rmita, e pi slo que reqaeressa a auloridade compe-
tente, faite tdn ver a iojotlica que se Ihe faaia e a
lien(ao qon Ihe aatitlia, uao foi alteudido a pelo
cutiano I -ve o deslino de ser remetlido, como fui,
para a provincia do MaranhAo, e al.i embarcado com
directo para esla corte, alim de assenlar prec.it :
eotraloDtO i Divina Providencia aoxiliou-n a sal-
var-se da ujusla oppress.lo qua se Ihe fazia, fa-
iteado com que elle regressnsse ao ido de sua fami-
lia, queja pranteava a toa perda; mas nem ainda
assim tem lodido gozar socegu, por quanlo os seus
iuimigos pieiexlando ser elle desertor de mannlta, o
pei-e, tieiii com atrocidade, e n.io o deixam crear
seos fillus.
Ora.deserlor s poderia ser o sopplicanle se hou-
vesse assantadn praea e jurado bsndetra nesla cjrle,
porem as-nn i>no acunteceu,porque du Ceara pode e%-
capar-se das garras dos seus alcuzes, ao pasto que
seinlti casado nlo pode em face da le ser recrolado ;
e como sem o soccorro da soberana auloridade de
V. M. I. nao pode gozar da tranquillidade de que
carece, vari requerer a V. \l. I. se digne por sua
suprema d. libera^Au, garauli-lo de novos viden-
cia-, .ircl.it ando uo ser elle desertor, visto nao ler
assenlado (o-aeo, nem eilar injallo ao r. rrui inenl i.
orna vez que he casado, e assim V. al. I. ampara-
r a uina familia consternada, que recorre a sua
alia prolerrao.
Pede a \. M. I., defira-o na forma requerida.
F. K. M.I'.omo procurador, I.oiz lleraclilo da
Fontoora.Kio de Janeiro Ji de setembro de 1858.
Nao tciuoi o snpplicanle asienlado pra;a, nlo
pode ser considerado desertor e nada ha per laulo
que defeiii.J. A. Saraiva.
Corte 25 de selembro de 1S07.
despachos de exportacao pela esa
do i;isi:l\o desta cidade no du
II DE JANEInO DE 1858.
PorloPatacho porluguez olluque do Portn, Fer-
reira ,\ .-Ir.tojo, 1)5 couros salgados.
Lisboa Barca nortuaueza Ligeiraa, juilherme,
(iarvaiho t\ C, 344 saceos arencar, 55 ditos
gomma.
Lisboa Rrigaa portugue/. uPeansulan, Novaes (fc
C, 130 saceos assncar.
LisboiItrtitue porluguez Kesolvidon Bailar o
Oliveira, Iihi saceos assncar,
Porlo do RosarioBri^ue ameiica.no i\' il.rtte ., A-
rnnrim Innos, 330 barricaa assuctr, e 18 pipas
cachara.
MarselhaGalera francea uRaeulo, diveisos car-
revalores, 1,930 saceosassacar.
Gibrallar Patacho fiancez o Express. Saunders
llrnllters >\ (.., IKI saceos assurar.
FaltnoulbBarca hollandeza -lisie Alidaia, lleor.
Kruno & C, 1,1110 Saceos assucar.
liibrallarBnsue franrez -Citarles llerlheo, N.
O. Bieber & C, (i(MI arcos assucar.
Canalllrigue nudez llarry llaineo. James Bvdes
\ C., HtHI saceos assucar.
tieuovabarca sarda I'.i.iu l.emos Jnior e Leal
Keis, liitii sarcos assucar.
HavreBarca franceza nll Indan, diveisos carrega-
dores, 300 sano- a-sucar, 334 dilis algodao, I
cana charuioi, t muidas de ouro, a 1 barra de
dilo.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTURNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimeiilo do dia I a 13. 7:742*398
dem do dia li....... 6S6O40
o:398ffl3(i
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 13.
Idtm do dia li. ,
31:4609744
4:409/432
..iiKTjl
toith&im$6 si
Navios entrados uo dia 14.
Aracaly13 da, hiale hrasileiro aCapibaribeu, de
32 toneladas, meslre Trajano Anlunes di Costa,
equipagem 5, carga familia de mandio:a e man
caeros ; a Luiz llorses de Cerqueirs. l'crleiice a
Pernambuco.
Sidnev70 das, galera inglea tiSpeedvu, de 1,0011
toneladas, c.ipil,tu John Nixhtingale ei|uipagem
13, carga hia ; a ordem. Velo refreicar e segoe
para Londres. Perleuce a Liverpool.
Macei das, barca inaleza uAnn.t 1 aldninu, de
2S0 ionol.i|as, rapiao Colby, ciuip i;em 15, car-
ita aluudao ; ajames Rvder A; C. Vtio receber
ordens e segu para Liverpool. Perleuce a Li-
verpool.
Havre33 das, lugre trance/ Tupan, de 08
I meladas, capitao Lelour, equipagem 1:2, carga
f ireiuas e mais gneros ; a N. O. Bieber A C.
Perience ao Havre. Pa-sageiro, (jatpai Villar.
letra Nova25 .lias, barra ingleza Oi.eena, de Mi
toneladas, eapilla II. Bailcy, tquipaiiem 14, car-
ga 3,016 barricas com hacalhao ; a Jamei Crab-
Iree cV C. Perleuce a Ierra Nova.
Porlo31 dias, barca porlugucza iSympilhia, de
281 toneladas, capilAo Anlonio R. do- Sanios,
equipagem 15, carca viudo e mais greros ; a
Bailar A, Oliveira. Perlenre ao Puro. Truuve a
seu lun a 19 passageiros e h8 colono i.
Navios sabidos no mesmo d a.
Canal pela ParahihaBarca incleza l'Uisa Hauds,
capilo Samuel SLtd.iov, em lastro.
Rolberdam pela ParahibaPatacho lio landez Spe-
culanl, capitao Waglendonk, em lauro.
Canal pela ParahibaBarca Tranceza olmpico,
capilo Rolhier, em laslro.
LisboaBsrca pnrtugaeza Progresista, capitao
Anlonin Jos Rodrigues, carga as-u \.r.
especiaes para a arrcmataQao.
I.a As obras dos reparos do quartel da
villa do Cabo far-se-hSo de conformidad^
cora o ornamento ai.provalo pela direcloria
em conselho, e ^presentado a approvaco do
Esra. S. presidftte da provincia, na impor-
tancia de1:-2IOa rs.
2.a O arrematante dar prittcioio as obras
no prazo de um mez, e as concluir no de
quilru mezes, ambos contados na forma do
arl. 31 da lei ti 280.
3.a A importancia da arrematado ser
paga em tres prestaces iguaes : a primeira
doois de fe ila a metade das obras ; a se-
gunda, decois da entrega provisoria; ea
terceira, depois do reccblmento definitivo,
J. <:. I'aes Brrelo.
Compauhia de aprendices maritibeiros
Achando-so creada ne.-ta provincia, poi
decreto ri 2003 de 24 de oulubro iiltimo.
urna rompanbia de aprendizes mailnbeirns,
sob as mcsirias condicijes das do Rio de Ja-
neiro e Baha, pelo que deve ser formoda do
menores de io a 17 annos. convida o inspec-
tor do arsenal de mantilla as pessoas qui
queiratn pres-nUr seus lilhos. bem como
parentes na qualidadn de nicos ascendentes
ou tutores, parr, a mesma compauDia, o Ta
zerem com brcvidade. certos de immedia-
lamente entregar-se-lfces, caso exijam. a
gratilictcSode 100o jlr cada um. autorizada
^."i yen(icar-se-ha seis mezes depois da no decreto n. 1591 de 14 de abril e IMtv,
sendo que a ap:esentaro dos mencinalos
em segundo lu:'ar deve preceder a compe-
tente liernca do juizc dos urphos.
Iii-.peet,'jii do arsenal do ntirinha de Per-
nambuco em 26 do dezembro de 1857. -- O
inspector, Eliziario Antonio dos Santos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho t din ilustrativo, em cumpri-
mento do arl. 22 do regulamento de 14 d
dezembro de 1852, faz publico, que foram
aceitas as proposta de Jo3o Hibeiro ni
maraes, e Joao Benlo Para, para forneco
rcm :
OL' 10 anobis de arcos de ferro d<
1 l|2 nullegadas a 2/rs.
O 2. 686 botes de metal amareHo com
a lettra C a 120 rs 4i ditos pequeos a
10reis.
E avisa ao primeiro vendedor, que devr
r recolhcr 9S respectivos objectos ao ar-.
nal de guerra no dia 15 do crrente mu ;
ao segundo que o mosmo fara durante o pra-
zo de 30 dias pedido em sua proposla
Sala das sesses do conselho a Imioistra-
tivo, para fornecimento do arsenal de guer
ra, 13 de Janeiro de 1857. Bernardo Pe
reir do Carmo. vogal e secretario.
MHim*.
Alt amanhaa.
BEF RTICA O DAPOX.IGIA
Das p irlicif aees recebldas no dia I de Ja-
neiro consta :
Delegada di [goaran.Queuodn 10 do cor-
reule, a noite,fm aseatainado com duas facadla e al-
gumas caceladas, om |irelo escravo |de nome Joao,
propriedade do lenle Francisco Cockles Tetxera
de .ir.ii.jo Silva. fado deu-se no segundo dis-
Iriclo no logar denominadoPranclttloIgoora-ee a
causa e quem o autor. Snspsila-se do ciouln Va-
lenlim Buboa e do mulato Antonio eterave de
Senhoriuha Mauricio lavares ; o pnmeiru foi preso
e o segundo esl oculto.
Conforme.O secrelario,
Rufino Augusto de Alie.da.
Por portara de hnje.ll loi axonprado o major
reformado ll.rn-rilo l.uix Lerreia Catar Looretro
do carao tle subdelegado da colonia tle Pioenieirat,
e nomeadn para o subsliluir o major do estado maior
da secunda classe do exercito Sebastian Antonio ,1o
Reg llairos. que toaba de ser Humeado director in-
terino d'aquella colonia.
despacharam-se pela polica.
Dia 15 de iyneiro.
O Dr. Carlos Cordn. Inulez, Itgitimon-se pata
obir panaporte para loslalerra cent soa lamilit,
O Dr. SI alen Slagarins '.^ervintes. natural de
HuDlovIdoo legitimoo-te piia obler passaporlt para
.Montevideo com sua familia.
uniforme.--0 secretario,
Rufino Augusto de Almeida.
*on'&ponbcntia$.
PARA DESENGAO DOS IN'CRKDIJLOS.
8.a aec.;So. Palacio do governo de Per-
nambuco, em 12 de abril de 1857.
lllm. Sr.Em resposta ao ollicio da 7 do
correte em que Vmc. pede a exonerando
do caigo de subdelegado da freguezia da
Boa-Vial i, tenho a declarar-lhe, que a vis-
ta da informacao ministrada pelo Dr. chele
de polica, nSo he possivel conceder a exo-
nerarlo pedida, visto que s3o necessarios
os seus ;.ervicos. e esta presidencia espera
que Vm(. continu a presta-Ios.
Daos guarde a VmcJuaquim Pires Ma-
chado Portella. Sr. Rufino Jos Correia de
Almeida, subdelegado da freguezia da lloa-
Vista.
I.* seclo. Secretaria da polica de Per-
naubuco -2 de Janeiro do 1858.
lllm. f.r.l>eclarando-me o Exm. Sr. pre-
sidenta ila provincia em ollicio de 31 ile de-
zembro prximo lindo, que nSo he possivel
conceder a V. S a exoneracao que sol citou
lo caigo de subJelegrado desta freguezia,
assim Ih o communico para seu conhecimen-
lo, e es.iero do seu patriotismo, que conti-
ne a prestar-se ao servido com o zelo que
o distingue, apenas cessarem os incommo-
dos que allegou.
Dios }:uarae a v". S Agostinho Loil da
Cama-- lllm. Sr. Rufino Jos Correia de
slmetda, subdelegado da freguezia da lloa-
Visla.
<&
Srs. redalorrs.Reipomlrudo a urna correspon-
dencia doSr. Dr. Stlvino Cavalcanti, conclu diteo-
de qoe nao luvidana responder a qualquer arnt-a-
ro que se me li-sse pela impien-a am liogoagem
i coromedida e honesla.
I.in jralo no Liberal n... de \> do eorrente vem
, a esle convite publicando nma serie de ficto dos
pues mea. cusa, e que diz serem feralmente conhi-
cidos.
Nao basta, Srs. redactare*, que o Sr. jurado invente
orna serie de fados, que sao lodos falsos para me
foit.ar a vir discutir pelos joruaei a verdade dellei,
qualquer os pode inventar e publicar, 111 :s onde a
prnv a "
O que responden a ama accaiafllo sobre Licio que
nuuca exulio, sobre occorreocia que nanea se deu.
neati-iai, e nada mais be-o u qae me cumple
faier.
1110 yue dilferen;s enlre a realldade e as vises de
seu dilirio Tantas veis que sonhara que la esla-
va, qae doas horas acabavam de soar. qoe a verli- I arle desenerada. Orteiiea e eralvilbol alo ns he-
gem so apoderara delta e qua o precipilara sobre o lujes do dia, tem poetas de fama para celcbrar-lhcs
lageio em evpiae.io da algum criine leoabroiol I ei ta, lOhai. Nlo -e Iral
eram taootoaliot, e hojo'oaa lis um 1011I10. elle es-
lava realmeiu na torre e a escada era abalada pe-
vidiopara proOiga-lo, piula-se por complacencia, Al-m tsln accrosco que en no eslou dUDMlo a
coto si se dOMobritae com vela nova o frtil. Os lu-: cooiomlr u mea lempo em alimentar polmicas desla
giles obscuros das grandescidades.as cou.tts turv.is, ordem, o re-punder e aecoucOei quaado quem as
lenabroMi, ludo qoe inn vircadeiro poela avila, o fax loma uina mascara, e eu rae aprsenlo desco-
que o sal) rico a-simiala lmenle de pttsagem e de- birlo,
gna com um rasuo ar.'eute, lurna e a Histeria
lo venlo, ea ii,vearodeava-lh a volla fin loiM-
Ihes e os relampaejba fozilavara-a no reo por cima
gnele, amda me
o ro.'n.tir. do
qae nlo condemnar oa ir.aos Mllnetoi da naloreu.
Ekilrelanlo qne nos goenginimat, embora a Mire
(lanorivnia revela o deslsal que me fura
cobro.
R"pilo, eslou promplo a discutir seriamente e de
PIUCA DO HtCIIEl DE JANEIRO AS
il HORAS DA TARDE.
Colares olliciaes.
Desconlo le letras12 0|0 ao anuo.
'P. Uorges, presidente interino.
L.Dubourcq Jnior, secrelario inleiinu.
CAMBIOS
Sobre Londre, 21 a 'JO d. v.
Paria, 390 a W rs. por fr.
c Lisboa, 110 por % de premio.
Descont ce lettra-, i-J 13 por ceulo.
OI'ROCuras liespanliolal. .
DtUi inexicauas........
Sloedas de 69400. .
" de 5HU0. .
RA l'A.PalacSet brasileiros. .
Ditos culi,mnaries. .
Dilu mexicano! .
AI.I AMIEliA.
Keiiiiiinenlo do da 1 a 1*1.
lueto do di* 1 i......
1.1 se Irala nuis de encaoiar a inlelb- am modo comedido e honetle quando o Sr. inrade,
teos de elevar a alma para o Ideial ; I ou quem quer que s?ja, pnblteof o seu nome e pro*
Ihealro, parecem ler oulra ambicio duzr entra prova que Dio .1 sua honrada palavra,
Ma caber 1, e a* el ra., 1e caija relmpago a rede de de to/os qu- eonaeme a lociedade freoct /a, alo oba-
neve que cobria os lelha0S| a, roiildnlias, o valle, lajr.le a abalitnenlu dos ctracleres e a Carropco dos
o pait inleiro, aisemelh.iv,.,, lim ,-nmcnso in- Cftlomee, aeariiaea muilo vivameuleo DOaao mal
cendio, e duss hora-s.i^am ,',,,,, pn. e ts slnet paca tjoe nlo o cureraoi algoia dia. Jo momelo
uivavani. acoulalns e bali loa v.|a Umpetlade,e I pique a Franca a'.tlii de 1 afilar grau I
ella eslava de p firme em sfu !>,, nao linbs ver-
lig-m. nem era preeipUado do alto i, c... |( .
,, Elle ...bia DOC lano que nenhum ,.
va-lhe suure a conscien.ias linha feiu0 spil de_
ver quando milliare de buaieus uao o icri^ feil0 .
exlerior, caita a penan qoeoi vida inlelleelaal pot-
11 ..il.T. .-i', por muilo lempo ie mdanles m itom 1.
JjtVt hatera olilu om ilngolar ......rasle a Aleme
1)1.J soffre pelo papel mediocre quo ter.i apraaeolado
q.i publica europea < sua lilltialuta ss levauu para
por que quero di-rultr cum aqurlle que me tler ga-
rant 1 de tu 1 penna ronheci la, por que eu m- apre-
eulo sem reburo. poi qoe do contrario amanhaa vi-
ro .1 hoeuagem tiruleola e o Imolto, e se eu chamar
1 respontabilidndeappireeer lnalmenle algum mei-
. 1 Srrhil'nm qua pe lera ser aotoivido, anda
ll Julo sir verdadera a mpuiar.io ti intu
ffla.
Sanhore redactor*, exerr 1 um cargo pbbliet, di
rijo em etlabtleclmenlo qne a mu.los lenlio oovido
diier m um modelode ordem, de regulariJado e di
assiio,pondo de lado a invlcsiialudun u> liuiuena
Descarregam boje 15 de Janeiro.
P.ri.ie intleJ,irel Pelbladotbjectos pira o gaz.
Barca ngicaaBlita llaadimtrcadoriai.
Escuna li.illau lea/.nervermercadoiias.
ilarca franct-zaLouiso Marifdem.
Itarea inalezaCruzadordem.
Barca americana Imperador fariohi de higo.
iir: jo e s utrnAlmilaI a boa do.
Rruae iutilezL'rantaarroz.
lri'ue iia-innalAlmirantefarioha e fumo.
M IVIMBNTO DA AI.IANDEGA.
Yolumes mitrados com fazem ai .... SS3
k o com genirot .... 263
O Dr. Anselmo Fra.icisco Pcretti, ccmmen-
dador ila imperial ordem da llosa, e juiz
de invito do commercio, nesla cidade to
liecifade Pernambuco etc.
Faco saber aos que o prsenle edital vi-
ren:, que acha-se vrgo ooflicio deescrivo
do juizo especial do commercio desia cida-
de, em consequencia do fallecimento doser-
vetiluarto Masimiano Francisco Duarle ; pelo
que deverSo os pretendentes ao mesmo olli-
cio mos-lrar-M! -unieienteinente habilitados
dentro do prazo de CO dias, conados da da-
ta deste.
K para que cheguc ao conhecimtnto de
todos mandei passar o presente que er af-
fixado no lugar do costume e pu ilicado pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade ioReoifc aos
15 de Janeiro de 1858. Eu Francisco Ig-
nacio de Torres Bandeira, escrivo do juizo
especial do commercio o lizescrevtr.
Anselmo Francisco Peretti.
Secretaria do governo de Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S Exc. oSr. presidente da provincia man-
ds fazer publico, que existem nesta secreta-
ria, ja informados, os rcquei imentos das
pessoas abaixo declaradas, o qua?s teem
deixado de ser remettidos s secretarias de
estado por falta de pagamento do respec-
tivo porte no correio.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
Vicente limbelinoj Cavalcanti te Albuquer-
que (2,i.
Joaquim Jos dos Santos Araujo (2>.
A dtreeco da companbia de vapores a re-
boque.
Diogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Augusto Pater Cesar.
Jos Jernimo Monleiro.
Manoel da Rocha l.ins.
Joao Baptisla do amaral e Mell j.
Joao Carlos lsh.-ber (sentenciado)
Dr Jos Muniz Cordeiro Gilaby
Capii.i.i Francisco Antonio Carvalho.
Dito Titiurcio Hilario da Silva lavaies.
Dilo Jos Francisco da Silva.
Tenente Antonio Vctor de Sa llarrelo.
t.' tenente Jos de Cerqueira Lima.
Tenente Jns Cyriaco Ferreira.
Dilo Antonio Jos Dias Nuiles -2.
Alteres Luiz Vicente Vianna.
Dito Jos Benedicto do Espirito Santo.
Dito Pedro Maitini e Joaqun Jos Lima de
Souza.
Dito Jos Vicira de Souza Cundes e Antonio
Jos de Oliveira Sampaio.
I.a cadete Luiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Caltope Honteiio de Mello.
J. dito Francisco Pereira Pen.olo.
Dito Ha noel Jos Con;alves (21.
1. sargento Francisco Eduardo Benjamn.
Dito Manoel Saturnino da Cunha.
Cabo Iheodoro Jos da Silva.
Dito Joo Francisco dos Prazires,
Dito Jos Rayoiuiido de Carvalho.
Dito Ditiro Jos.
Di'.o Juo Domingues da Crin .
Soldado Jos Iheodoro de Azevedo.
Dilo Francisco Jos dos Sanios.
Dito Thome do Espinto Santo.
Dito .M-. noel da Pcnha.
DitoMarcoiino Evangelista da I'aixao.
125:879(4913 Dito Luiz Correia f.ima.
IO-.93lt739 Jos Rento da Cunha Fijuetredo Jnior.
---------------- Secretaira do governo de Pernambuco 19
- de dezembro de 1857.
S. Exc. o sr. presidente da provincia, om
observancia do ordem expedida pelo mutis-
enlrega provisoria.
a Na execuc5o da obra o arrematante
seguir as prescripcocs do eogenheiro rea-
pu'tivt).
5 a Para ludo oque no estiver determi-
nado as presentes clausulas nem no orc-
n^ento, seguir se-lia o que dispon a respeito
a lei D. 286.Conforme. O secretario,
A. F. da Annunciaco.
OlIIm. Sr. inspector da thesouraiia
provincial, em cumprimento da ordem Jo
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 Je
dezembro ultimo, manda tazer publico, que
no dia 28 do eorrente, perante a junta da
fazenda da mesma thesouraria, se ha de r-
rematar, a quem por menos lizer a conscr-
vacaopermainente da estrada flo Paod'Alho,
por lempo de 10 mezes, e pela quantia de
6.IUU.3 rs
A arretnatacSo sera feita na forma ra lei
provincial n. 3i3 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que sa propozerem a esta ar-
rematacSo comparegam na sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de jaueiio do 1857.o secte-
lano,
A. F. da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremataeo
I.a Exccutar-se-bSo os trabalhos da con-
servacao da estrada do Pao d'Aiho de con-
formidade com o orcamento approvado pula
directora em conselho e apresentado ao
Exm. Sr. presi lente da proviucia, na impor-
tancia de 6:901)9 rs.
J.a O pagamento verilicar-se-ha em dez
prestaQoes mensaes.
3.a Para ter lugar o pagamento do cada
prestacao sera mister que o arrematante a-
presente allestado do engenhe-iro, provando
ter cumprido as suas ohrigacoes.
*a Para ludo o mais que uo so adiar
prescripto as prsenles clausulas nem 110
orcamenlo, seguir-se-ha o quo dispoe a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme____
O secretario,
A. F. da Annnnriaco.
-Ollim. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de .'10 de
dezembro ulltino. manda fazer publico, que
no dia 4 tle fevereiro prximo vindouro, pe-
anle ajuma da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar, a quem por
menos lizer a ebra dos reparos de que pre-
cisa o c.ilcamcnlo da estrada do Manguinho
entre a poni do mesmo nome, e o comeco
ila segunda parlado primeirolanco, avaha-
da em 4:368 rs.
A arremataeo ser feita na forma da loi
provincial n.343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
as pessoas que se propozerem a esla ar-
icmaiaco comparecam na sala das sesses
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pe o Dtario.
Secretaria da thesouraria privincial de
Pernambuco, 7 de janeire de 1858.---0 se-
cretario,
A. F. da Annunciagao,
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1 a As obras do calcamento da estrada do
Manguinho lar-se-liSo di conformidade cum
a planta e orcamento approvado pela direc-
tora em conselho, e apresentado ao Exm.
Sr. presidente da provincia na importancia
de i;.(685 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e dever condui-las
no de cinco mezrs, ambos contados em
conformidade do arl 31 da le n. 286.
3 a A importancia da arremaQ.lo ser
paga de conformidade com o art. 39 da mes-
ma lei.
4.a Durante a execuco dos trabalhos o
arrematante dar um livre transito aos car-
ros o cavallos.
5,a
iprar
CONSEI. 10 ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de coa
o segumte :
Para o meio batalhilo do Ceara.
Bonetes 13; easemira verde, covado* h lift
dita amarella, covados 3 l|16.
Armizens do amoxarifado.
Rolos de elia marfim 4 ; pos preto, ar-
robas 2; seccante, arrobas l ; azette de
coco, caadas 47 ; pavios, duzias 9 ; velan
estearinas, libras 100.
Quem quizer vender, aprsente as sua*
propostas em carta fechada na secretariado
conselho, as 10 horas do dia 21 do crrente
mez.
Sala dassesses do conselho administrati-
vo para forneciment do arsenal de guerra,
13 de Janeiro de 1858-Benlo Jos Lama
nha Luis, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carmo, vogal e secretario.
Ojuizde |>az. do serfumio iliitmlu
da fregiie/iti do S. Antonio la/ publico,
queda'audiencia as qtJBttM e sabbadoa,
as duas hora* da tarde, na caa de m
residencia, ra do Livraioenlo i,. ."5 t r
para despachos pode ser'procurado'na
ma l.stmta do Rosario n. -2>.
INSPECI Air DO ARSENAL DE MARINII V
lando de effecluar-se a compra no da S
do eorrente, as II horas da ma ihJa, de r-
gulhas de palomba, colheres de fe ro, ora
em archote, de lans de re ueno, lio do rta.
lona ingleza, livros etn bronco Je 50, IW n
200folhas, lapis, papel almaco ordinino,
remos de faia, e de torci las frangas para
o pharol, convida o lllm. Sr intpsctor aos
pretndanles a venda a comparocer-m no
dilo dia com suis proposlasem cata fecha
la, acompanhadas de amostras al a refe-
rida hora.
Inspeccao do arsenal de mar nh; da Per
nambuco em U de Janeiro de iKjs-Ose
crelann. Alcxandre Rodrigues dos aojos
Pela adoiinistrac3i> da mesa dj con-
sulado pmvinciil se faz publico, que os 30
diasuleis part a ebranca a bocea docof.e,
dos imposlos do 4/ sobre diverso* estabele
cimentos, de Mf sobre casas -ie modas, e de
MI sobre cisas de jogo de bilhar, do auao
liuanceiro de |is>7 a 1858 se i rincipiam a
contar do dia 18 do eorrente mez. Mesa do
consulado provincial I i de jan.tro de 1848.
Antonio Carneiro Machado Ros.
mviM m&Hm**.
Haeeio'.
Segu nestes dias a barca Cecilia, raptt.'m
Caspar Leite de Ferias, recebe carga i a tra
tar cora Caetaro Cyriaco da Costa Moreira,
na ra da Cadoia do Rccife n. 2.
Para Listos segu com toJa a bren
dadeonovoe veleiro briguc pjrtugurz Ve
i us, por lera maior parle do seu carrega-
Na execucao dos trabalhos o arrema- | nieDlo pro[nplo: p,r, 0 resto e
.1I-IKWI
309000
1H;iotl
9*500
9 80
JO0K0
1S880
aiiicnlo seguir-se-ba o que dispOo a respei- ; arroba de assucar
to a supra-iueucionada lei n. 286. Confor-
me.0 secretario,
A. F. da Annunciaco.
O lllm. Sr. InsDcctor da thesouraria pro-
vincial, em cumpjimento da ordem do Kxm.
Sr. presidente ua ptovincia de 31 de dezem-
bro ultimo, manda fazer publicj, quen>> da
* de fevereiro prximo viadooro, perante O bem conhecido patacho nacional Valen
a junta da fazenda da mesma tbetoaiaria, le pretende seguir com muita brevidade;
se ha de arrematar, a quem por menos lizer tem parlo de seu carregamenlo engajado
que precisa a ponto de para o resto, trata-se com o seu ranteraa
PARA OAHACATV PELO aJJgtf.
.sahe imprelcrivelmente no liai'.locor-
renfe o hiale nacioual DuvuIomi, anular'
cebe carga : lrata-?e com Marti Is e- Irmos,
ra da M 'drede Dos n. 2.
Para o Itio de .Ibim iro.
os concertos do
i.(iiatii.a, avaliados em 3.473) rs.
tarn Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ma
Lisboa.
Seguc com hirvidade o In ijjtic poitn
juez Monlcif' I. lem jitnl. aV 't,;1
promptB, jura '> rolo juc Un- lilla It.i
terio nos negocios estrangeiros, manda la-; ficar-se que existem mais pegas arruinadas
zer publico nesta provincia o seguinte un- ido 1ue *s 1ue menciona o orcamenlo, oar-
nuncio. trttiiMtiptodoJornil do Commercio rematante o commumeera imteJia.mcnte
A arrcmatacn<> sera feita no forma da le da Cruz n. I.
proviucial n .'43 de 15 de maio de 1854, e I
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas, i
As pessoas que so propozerem a esiaar-i
rematado compiirecam na sala daaseM
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas-
E para constar se pandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de *'-*'>m conMgnalarios Hmn i C
Pernambuco 7 de Janeiro de 1858.O secre- "m do Trapiche n. .ii. mi < om o ca]
lario, n.i pi.it.i.
A. 1'. da Annunciavo.
_ ,. Para a liahia segie em poucr das n
Clansulas especiaos para a arrcmatacHo. veleiro ebem conhecido hiale Caattva,
I.a Os concerios da ronte de Coianna na ja ler mais de metale de seu car -ec*n i nlo
importancia de 11:472") rs., serao leilos de promplo: par o Wat ia Carga e paaattai
conformidade com o orcamento apresentado ros' 'rala-so com o c>n>ignalno D imiiii-'o-
nesta data ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
2 a O arrematante dar comeco a obra no
prazo de uin mez, e concluir no de seis,
contados da data do contrato
:;..! Se durante a execuciio daobraveri-
n. 323 de 2 de novembro i Itimo
Ministerio dos negocios .'strangeiros.--Os
a repartico das obia publicas, alim de ser
autorisada a collocacao de laes pe;as, sen-
propnetorjos dos navios Guyana, DouaAmi-1 Jo s'" valor pago fora do contrato, e
gos, Isabel. Aven ureiro, ^ uginia, Esperan-]*0'* ornamento.
a, Felicidade, Somma Viva, Emprebei.de- 4-* arrematante sugeitar-se-ha na exe-
dor. Improviso Della Miquelina, Sania Cruz,
.Novo Mella, Magano. Pmtinin, Purissima
i onreieo, e vapores S. Sobastifioe Paquete
Volamoss.tiiidoi ermfs^tndas
e i) cum geueroi
Tolal
Tutal
cu^o dos trabalhos as prescrieoes do enge
nheiro.
Alves Matheus, na ra du Apollo n II
Para o Porto segu em poneos da,
por ter piompla a maior paite de sua carca,
o veleiro patacho portuguc Duqe do Por-
to ; para o resto da carga e passageiros, para
o que tem excedentes Commoos, t:al-e
com seu consignatario Domingos A Ma-
theus, na ra de Apollo i. '.':t.
Para o Porto.
.'ahira ate odia :\ do eorrente o briguc
1 Trovador ; para o resto da c rtj* < paaaatfol-
' ros trata-se cornos riiiMgnal*riin Herraca
. oiCrstro na ra da Cade a do Reciten. 4.
Para Lisboa, o bn.-ue poitiigurj Me-
.*.* ^aJU'l0n..q."e.n:'OCSllVera,,Uld'S: Volvido etta apto para %ep rom mu,t.
-,; do Santos, sao rogados a virem ou manda- P0>'KSe;uir;"fl ,|ue ,'ls^"'" H lei Pr'""lic,al brevidade, por ter a m.ior par-
____ rcm seus procuiaores a ici-rctana de esta-tn-286.Coulorme---Osecretario,
183 do dos negocios estianici'os, dentro do A. F. da Annunciaco.
93 prazo de bo di s, para duren, alguna escla- j ... onini. Sr
regamento Contratad*
veitar-se da pr^.i ova
lypORTACAO.
Patacho iu^Ut Si. AgBoa,.liado de Uoslon,
con-J 0 lllm 5r.
ilo seu car-
qii.m quiza' apro-
ainda lela, e das
inspecl1 r da thesouraria boa* COH licOes que o navio "(Tereco, relati-
a vas a -na rxiri-iruccio e norceM, dirija-ana
e ra aa cadeia do lenle u. 12, escnpturio de
inspec.or da thesouraria I no dia 8 de Janeiro crreme vai novaniebte' altar A Oliveira.
recin etilos relativos aquelh s navios. Jos provincial em cumprimento da resolucSo da
,t> beulo da Cunha Figueiie lo Jnior. JllIlU Ja fazenda, calida fa/er, publico, que
mi iTii Ann


'".-i.''.
habi m. HnNAsmrro mn \ mu is de iakeii m
Para Liiboa.
Seguem poucos dial o veleiro brigu i
portuguez Peninsular, por ter patte de
seu c.irregamento prompto, quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passar
gem para o que tem excelleutes eommo-
do trata-$e com os consignatarios Novaes
& C. na ra do Trapiche n. 34.
Para Aracaly segu o hiate Duvidoso,
j tem pa-to da carga prompta ; para o resj-
to e psssageiros, trata-se com Mirtina &Ii-
ra.iu, ra da Madre de Dos n. 9.
Mito.
? -
LEILA'O DE MOVIS.
O director do colegio de Santo Andrt)
leudo mudado de residencia o mesmo co
legio, que seachava na ra do Hospicio, e]
dilinio contiguo ao Gymoasio pernambucaj
no. i'i-a leilSo ahi. por intervengo do i
gente Borja. de todos os muveis existentes
no dito edicio, consistindo en una exce
lente mobilia de Jacaranda, gosto dominanl-
to, un ptimo piano hamburguez, vertica
um dito horisontal de mogno. candelabro^
e laoternas ie vid -o, dous grandes vasos d
marraore (obra prima), diversos ditos porcellana, calungas e mais enfeiles etc.
esleirs e tpeles finos le sala, touleites utni
excelente cama franceza, um grande cabidt
portil, guarda-roupa, commodas, mobilia d
segunda sala, dita da de janlar, aparadores
guarJa louqa, mesas de janlar, e de enaom
mar, lavatorios com pedra, louca e vidrosj
para servico de mesa, moris de differen-l
tes qualidades e misteres, e outros mullos!
artigos necesssrios etc., que se acharSo pa-
tentes: secunda- feira 18 do crrenle,as 10 ho-
ras da manhaa, no supradilo lugar.
r





Brochuras e encader-
naedet.
\a livraria ns. 6 e 8 da praca da In-
deqendencia da-se trabalho eilcctivo del
enea dernacao e brochuras, as pessoas
particulares que forem aliancadas.
Na noite do dia 13 do corrente ausen-
tou-se o preto Joo, de nacSo Angola, com
35annos de idade, pouco mais ou menos,
tem falta de cabellos no alto da cabera pelo
uso de carregar pesos, he um tanto gago, e
tem urna das tiernas um pouco arqueada, le-
vou camisa de algodSo riscado, e calca tam-
bera de algodSo ; ignora-sn se de riscado,
ou azul : roga-se as autoridades pollciaes,
apitaes de campo, e a qualquer particular
a aoprehensSo do referido negro, ou noti-
cias delta ; gratiQcando-se a quem o con-
duziracasa de Manoel Antonio Goncalves,
sen senhor, com loja de ouro na ra do Ca-
buga n. 3.
AOBARATEIRO.
Na loja de fazendas e obras feitas de Jos
Mara Lopes, nos quatro cantos da ra do
Queimado n. 18 A, esquina que volta para o
Rosario, vendem-se palitos de alpaca preta
e de cores a 4/, ditos com gola de velludo
a II, gndolas de alpaca preta e de cores a
'51100, ditos de merino preto de cordo e
setim a 125, ditos de casemira de cores
francezes a 203, ditos finos a 268, ditos de
panno prelo e de cores a 225 24$ e 2t>s, col-
letes de Instilo a 2a, ditos de setim a 69500,
superiores chapeos b'ancos de castor a 10?,
camisas francezas a 25500,ditas tinas a 29800,
e um completo sormo .lo de fazendas e
obras feitas por precos commodos.
C'JLLEGI'J DE SANTA TliEREZV.
A abaixo assignada. professora pa'ti-
cular, e directora do collegio de Santa The-
reza, participa aos pais das suas alnni-
nas, e as pessoas a quem interessar, que ja
principiou oexercicio das Jifferentes dis-
ciplinas de seu collegio, e que tambem con-
tinua a recebar pensionistas, meio pensio-
nistas, e externas, na praca da Boa-Vista n.
32, segundo andar.
I urlaratn ao amanhecer do dia 14 do
corrente, do sitio do becco do Espinheiro,
um cavallo russo com pintas de pedrez,
grande, com mal de besta as duas mSos, e
'Oin um R na anca esquerda alem de ou-
trrs ferros: quem delle tiver noticia, e do
lidiSo os apprehenda, ou dirija-se ao Dr.
Dodoro Uipiano Coelbo Catanho, na ra do
Collegio, sobrado n. 23, primeire andar, que
sera gratificado.
- Aluga-se o armazem da ra do Trapi-
che Nova n. ti, proprio para deposito : a
tratar nr primeiro andar ao mesmo.
ERKATA.
No Dilrio de 13 de jaueiro, pagina 3.*, columna
2," em lugar de adoracilo laii-se atto-
rarao.
Apparaceram DO nceuho Serrara.da J.1I1 alan
dou* cavjllos, um pedre e ootro caatanho : quem
ae joluar coro direito a ellea, pode procura-Ios i.u
inetuiu enginho.
O abaiio anonado Faz aciaule ao publico que o
r.Minuel Braioer de Barroa nao lie uiaia seu caixei-
ro do dia ti do correulo em diaole. Antonio Do-
mingo* Pinto.
Fugio na larde do dia 8 do crrante da pida-
m de Santo Amaro onde eslava atollado, o prclo
Angualo, de narja, idade de 35 a 10 annos pooco
niaia oa menos, ello, cheio do carpo e urna perna
um pouco india la e um igual de frula enliga, lf-
vou cale,* e camisa de elgoo de riacado. barba pno-
ca : qoam o pegar leve-o a ra dea Cruzee n. 21,
que aera geoercaamenle rerompeotado.
AVISO.
Antonio Lopee Pereira de Mello & C, rompra-
raui por conla e ordem de Jos Joaquim da Silva
M., da cidadedo Aracety, um bilriate da 1.' par-
te da 3. lotera do Hospital Pedro II o. 1231.
British clerks Provident Association.
The halfyearl'v meetine ot this asso-
ciation will take place today at 5 o'clock
at. the British & Foreign Library : rua do
Trapiche.
Kobt Okell Ion
HonSecv.
Na rua daCadeia do Recite n. Vi
primeiro andar precisa-se de olliciaes de
alfaiate de obra grande e pequea, bem
come cosluteiras para colletet e calcas e
Juntamente precisa-se de urna ama para
cozmhar e engommarem casa de homem
solteiro.
No dia quarta-feira 1." do corrente
(ligio da estarao da estrada de (erro as
Cinco Pontas, ttm cavallo rodado, nao
grande, regular, gordo, anda bem, g-
nora-10 os signaes particulares: quero o
tiver .pegado levan' amesma estaco ou
ao Recite rua do Trapiche Novo n. 2. se-
Rna >'ov n. 60.
Precisa-se de ofliciaes e coslureiras para
toda a obra ; na rua Nova, esquina da pon-
te, loja deairaiate.
Precisa-so e um, ama para casa de
pouca familia: Da raco Hospicio n. S4.
Perdi'u-aa um delal de ouro, comas
lettras ioiciaes L. S C. desde a rua da l'iaia
at a ponte da Boa-Vista ; roga-se a quem o
achar, levar na rua da l'-aia n. 20, primeiro
audar. que ser recom < nsado.
Precisa-se de una pessoa ou fami-
lia que se encarreguede lavar e engom-
mai com promptidao e muitoaceio a rou-
pa de um homem e de alguns meninos.
Quem le achar nestas circumstancias,
queira dn igir-se ao largo do Collegio n.
VI, segundo andar: de manha ale as 9
horas, e de tarde a <|tialquer hora.
Atteiia>s
Precisam-se de eos tu reiras para costu-
ras de all'aiate que s>jam perfeitas as
suas obras, com especialidadeem coletes :
na rua da'Mddre de Heos n. "li, primeiro
andar.
Attencao.
J|P Precisa-se de urna ama forra ou |g
iB1 captiva para o servico de urna casa Sr
SP de pouca familia : a Iralar na rua do @
: Queimado n. 6, pricieiro andar. t)
No deposito junto o becco do Rosario
n 11, tem sorvete todos os dias, de ma-
nliaa e a noite, assim como o bom petisco
de Cambre.
IUJA.... HA Ja.... 1UJA !
Rapazes, temos o n jetar !
Nesta quadra cbam nejante
Todo o moco que so pieza.
Refresca o peito anhelante.
O sorvete quanturc satis,
Opinam bons profesores,
He reagente infallivel
Contra murbidosca.ores.
A elle, rapazeada
De pitanga ou anautz :
O Soaies junto .10 Rosario
Para agradar ludo f.iz.
O saino he dos primaros
Em candelabros, crystaes,
Boas fructas, sazonadas,
No mercado sem rivaes.
Mas a bolsa v sorti la,
Ninguem se fara enuracaio ;
Oueo Fer.-eira niio iupporta,
Tem nojo do tal liado.
1 Precisa-se de um caixeiro portuguez
otl brasileiro, que tetilla pralica de taberna,
e H fiador a sua conducU.; na rua de Santo
Amaro n. 8.
j Urna preta pretende libertar-se, e fal-
tafado-llie parte do dinheiro precisa quem
Ib adiante para ir desconlanJo nos scus
se vicos: a quem convicr tal negocio, di-
nj -se a rua do Vigario n. 12, taberna.
- Precisa-se alugar tima sala pequea,
pa a homem solteiro, preferindo-se no bair-
ro lo Kecife : quem tiver annuncie-
-| Precisa-se do um c lixeiro pera depo-
sit de massa ; na rua Uircila n. 93.
- He chegado a loja de Leconte, aterro
da loa- Vista n. 7, excellente leite virginal
de osa branca, para refrescara oelle, tirar
pat nos, sardas e espinhas, igualmente o a-
l'ai ado oioo babosa para impar e fazer eres-
cei os cabellos ; assim como p imperial de
lyr o de Florenqa para broloejas easpenda-
de; da pelle, conserva a frescura e o avcllu-
da o da primorosa da vida.
I
Folhinhas de
almaiiak.
Acham-se a venda na livraria iu. 6 e 8
da praca da Independencia as (olhinhat
comoalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anuo de 1858 a
GiOrs. cada uma.Tendo o preco do tra-
balholypographico subido mais de 60
por cento do que se pagava no annp
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o preco antigo como detejava e
mesmooaccrescimo nao esta' ero relaco
ao ptero que elle paga aos operarios.
Precisa-se de urna ama forra que sai-
Da coiinhar ; na rua da Madre de Dos, loia
n. 34. J
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COftlPANHIA
SGISLT0R10 HLIE0P&TH1C0
Dt)
a,
i
RA DA CADEIA, DEFRONTE DA ORDEM TERCEIBA DE S. FRANCISCO.
Onde seacam sempre os mais acreditados medicaoienlos tanto em tinturas como
em glbulos, reparados rom o maior escrpulo e por precos bastante commodos.
PRF.gos FIXOS
Botica de tubos grandes.
Dita de 24 ,
Dita de 36 i
Dita de 48
Dita de 60 i

>
10/000
(53000
209000
259000
30500
Tubos arulsos a....... laOOO
Frascos do tinturradomcia on^a. 290OO
Manuel da medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ;..... .
Hedieini domestica do Dr. Henry...... ,
Tratamento do cholera morbus ",
Repertorio o Dr. Mello Moraes ..'.'.
20500*
10/00
2/000
l>00
*>:?? *-?.??? .?;*.v*>M
Estabelecida em Londres,
eai marco de 1J124.
CAPITAL
CINCO M1LHOES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunilers, Brotliers & C. tem a honra do
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para effcctiiar spguros sobre edifi-
cios detijolo e pedra, cobertos delelha.e
igualmente sobre os objectos que Ctitive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade
-Precisa-sede urna mulher que no te-
nlia lilhos, e quo engomme e cozinhc bem ;
quem se julgar rapa/ de desempenhar, pro-
cure no Hospicio, sitio do leSo, que. achar
quem precisa, e paga bem. No mesmo sitio
precisa-se de um feitor traballiador, e que
entenda de jardim e de sitio, a quem se pa-
gar bem.
Precisa-se de um ciixeiro de U a 16
annos, que lenha bom talho de lettra : na
rua do R'.ngel n. 13.
O abalxo assignado declara, que dis-
solveu amigavelmento a snciedade que linha
com o Sr. Custodio Kerrcira Moutinho, em
a loja de ourives na rua larga do Itosano n.
'26, que gyrava sol a firma de Francisco
(iomes de Ma'.tos Jnior A C, (cando car-
go do Sr. Moutinho o activo e passivo do
dito estabelecimento, sem responsabilidadp
alguma do abaixo assignado, que continua
na posse do mesmo estabelecimento Fran-
cisco Gomes de Mattos Jnior.
o
'.i
J PEORAS PUECIOSAS.

\ Aderejosde brilhanlM, .
* diamantea e prela*, pul- *
* aeir.i-, ilBoelea, briucoa *
. roalas, bolOes e annn*
V de rtiflereiilfi aoalos e ile i
*r divereas peilras de valor,
|
Compram, venden-.

u.'i it mim
Rua do Cabaga' o.
7.
*>.'? .K*^.*5 *.'?****?:*
OURO E MULTA. |
S Aderero complelos da %
ouro, meioa diloa, pulae
8 ras, ilfuirlea, brinroa a '?.
., rnietaa, conloes, trancel-
i lins, medalhas, correnles W
o ... .
Seguro contra
fo^o.
j^eceher>, Dor to-? e,'"fe'',"'par"rel02i0,e
I "* *" utroi muitoa objectos de *
tSp^a.^rb^idososvaporesdaEu-l?- -
S lh:...i..< .ii,n....i.c. .... r S Aparelhoa e.o
>
ll.alcs,',liamai.lese pero- S rtri 't Aparemos eompleloa da ?
,. Topa aSOOr>.8dO lUaiSi P'apararh.,, bandeja,,
bja
iimp'elri>
* las, e oulras quaesqo
! joias de valor, a diblaaire *! niffprill (,nl
ou por obras. ini.uei IIU gOslOt
** >' d Franca cono
salvas, eaatlcjaei, colherea +
t J ? los outroa objectos de S
prata.
:***:*$s^j8S!>.*.v :.*:?
COMPAMIIA N0KTI1EN,
CI.V EM LONDBES.
Vrcmins diminuidos
AGENTES
C.I.Astley ^'Co^pai.liia.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
Em cumprimerito do art. 36 dos estatuios
sao convidados os senhores membros do
conselho ase reunirem em sessao ordinaria
no dia 15 do corrente, as 6 1|2 horas da tar-
de, na sala das sesses do mesmo conselho.
Secretaria do conselho deliberativo do i.a-
bitiete Portuguez de leitura e-.i Pernambuco
12 de Janeiro de 18580 secretario,
M. J. Rodrigues Pereira.
REQUIE A MARA MARI*
NANGELI
Snblia.'o 16 le i niciro he o
anniversario da sentidissima morte da
eximia artista, a eslimadissima Sra. I).
Marltta Slatinangell Glauti-
iuni, quo deixoii mullas saudades
em todas as pessoas que a conhecc-
ram, e inconsolavel seu mari lo As
lila iipu*,
proprii par a sry.;o defngmhq ou (j,.
rua, i! :I5 a M anuos 'le i lada : queta pre-
leo 1er. dirija-se ao pateo de S. Josat. 4&,
que adiara com quem tratar.
- Ven le re i ciuarta prrle il<> urna casa
ESTABELI> 'crrea si' i" rm oa it i la ii 1H: quem a
pretender, dirja-M a rua do alatijuco n.
1, a tratar com Francisco Teixeira Barbosa.
Ven.ie-se um aacravo preto, m >qo. re-
forcado, de boa san le, proario par en|e-
ulio ; na rua dos l.uararapes n. '-0.
de Lisboa, as quaes veudem por
preoo eommodo como costimianu
na
DA
provincia.
O abaix
ALUeiJ EL
Aluga-se utna preta forra ou captiva para
fazer o servic^ interno c externo de urna
easa de pouca lamilla ; paga-so bem
pateo do Carino n. ;. primeiro andar.
o assirjnado avisa ao publicojtjue
dehojeem vante se obliga a pagar a sor- !.? JU
te grande ea immediata no dia' da ex-|W #.
tracro em seu esrriplorio na rua ilo ''*U
NO CNSl l.iOlo &
Hoiiieopalhieo
a das Gruzea nu-
7l|2lioras da maobUa celebrar-se-ha
urna missa na igreja matriz di Bo-
Vista, pelo repoiiBo iiiii. Todas as pessoas que quizercm
assistir a e!e acto piadoso, obsequia-
rlo immensamente o infeliz viuvo o
sera eternamente agradec'o.
No dia 12 do corrente perdeu-se urna
lettra da quanlia de tiOOsOUO ha duze mezes
de prazo, aceita por Zeferioo hodolpho Hel-
gado do Rorba. a favor de Manoel Jos de
Alhuquerque, garantida por Tertuliano, ir-
tnSo do mesmo Zet'erino : a pessoa que
adiar, a podera entregar na rua Nova n. 12,
loja de Diogo Jos da Costa, que sera recom-
pensada. Previne-so .o mesmo aceitante de
Jila lettra, quo nao faca transaCQao alguma
senao com o proprio dono da dita lettra.
ColtegiD
3v
^asadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier cs-
tabeleceu em seu sitio da Passagem
da .Magdalena, que lica ao norte
da estiada entre a
Precisa-se de una
rua do Hospicio n. 15.
Precisa-sc
Hospicio n. 9.
.
)s ahalso asslgnados avisara aopublico
qu > estSo recebendo continuadamente grr u-
de i sorti ment-, de obres le ouro as mais em
ra< da, tanto para senhons, como para bo-
rn OS e meninos, a pre^Ds muito ra/.oaveis;
sam-se coctascom re^ponsabilidade, es-
'ificando a qualidade do ouro de 14 ou 18
qi ilates, tirando assim sujeitos os meamos
po qualquer duvida na rua do Cabug
n. 11, loja de ourives.
ScniDhim & irmSo.
- Os abaiso assignados dissnlveram
an igavelmenle, no dia 31 dedezembro pro-
xi no passado, a sociedade que tiveram tas
lo as de fazendas sitas na rua do oueimado
ns 33 e 37, que gyrava na razSo commer-
cii I de Rodrigues & LOMi, fieanJo o activo e
pa isivo a cargo do socio Joaquim Rodrigues
Tarares de Mello. Recite 12 de Janeiro de
18 ifs. -Lima Jnior & C.
N travessa do patoo do f.armo n. 21,
encontrarlo os amantes do nieihor ref^sco,
so vetes das mais saboiosas fruclas, todos
os dias das 10 horas da manliaa as 10 da noi-
te : a elles, rapazeada.
Precisa-se de um rapaz de 15 a 20 an
no, para criado de homem solleiro; atra-
a na rua do lru u, armazem n. 24.
O Sr. .loaquim Antonio de Moraes
qi e tnorou ou mora na rua do Caldeirei-
rc desta cidade, queira dirigir-sea esta ty-
pt grapliia a negocioque sabe.
i A mulber honesta que pstiver no caso
dn ser ama secca para tratar de urna menina
rekem-nascida, criada por sua propria mSi.
di rija-sea loja da rua dr Crespo n- 3, ao pe
di i arco de Santo Antonio.
Em Santo Amaro, na primeira dasca-
a do Sr. Antonio Jos Gomes do Correio,
nde-sa urna escrava crioula, de 18a 20 an-
3s, sadia e disposta pa-a todo o servido.
Um individuo hat litado em commcr-
conhecedor das linguas franceza e in-
eza, deseja associar-se, a nma casa com-
5
m
..:
.-. uct .uaguaiena, que nca ao norte ^
da estiada entre a ponte grande *
ea pequea do Chora-Menino, ex- :
cel lentes acommodacoes parare- ",
ceber todas as pessoas enfermas -" I
que se quizerem utilisar de setis %.'.
servicos mdicos, os quaes serSo '..'.
prestados com o maior esmero. @
^ O mesmo Dr., para o lim supra- .'}
W indicado e para exercer qualquer v;
'& outro acto de sua prolissao den- ^
.- troou fra desta cidade podera'
g! ser procurado a qualquer hora do j
# dia e da noite. no referido sitio,
^ a excepciio dos dias uteis, das 9 ^
^ lloras da manlia a's X da tarde, $fe
@ que sera'encontrado no primeiro $g
5^ andar do sobrado n. 9, do pateo g
^ do Carmo. 5
O abaixo assignado part'iciDa ao res-
peitavel publico e mxime aos Srs. pais de.
seus alumnos, que pretende dar principio 'H'""'
aoexerciciodeseu magisterio nodialldo wa,cosposais.
corrente, admittindo em sua aula alumnos
internos e externos para setem leccionados
em primeiras lettras, latini e francez : quem
de seu presttmo se quizer utilisar, dirija-se
ao terceiro andar do sobrado n. 58.--Jos .Mana Machado de Kigueiredo.
21 primeiro andar. Vende' 'vj Hiero 28. C:
em po.rao de 10(l.>- para cima dinl.eiro a ag Acham-se sempre os mais acredi- tt
vista billietes e meios garantidos dos 8 th '"dos e bem proparados medicamen-
por cento pelos seguintes precos:
abetes l.s")00 Meios 2{|250
os bilhetes da lotera recolhida
bidosem troca de outros.
I'.J.
sao rece-
Layme,
ama de leite : na
do um criado : na rua do
Companbia
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
Estabelecid.t do jRo
de .Janeiro.
CAPITAL ..000.000:000
Agencia, rua da Cruz n. 4.">.Kscriplo-
riode viuva AmorimiV lilho.
Nesta agencia aceitam-se seguros
maritimos como terrestres aos presos
tanto
mais
gundoandar,
sajo.
que
bem
recompen-
Lotera
DA
n ercial, para a qual entrar! com sua gen-
c a eoito ou dez coutos de res de fundos ;
quem quizer, deixc carta fechada com as
niciaes A. X. I.., na rua da Lingoeta n. 2,
PROVINCIA.
Provincia.
Corre sabbado I (i do corrente a quarta
parte da lerceira loteria do hospital Pe-
dro II.
P. J. ]>ynie.
Precisa-se de urna mulher portuguea
edi bons costumes para dirigir urna casa e
cuidar de alguns meninos : quem a isto se
quizer sujeitar, aimuncie pur este jornal
para ser procurado, ou dirija-so a rua da
Santa Cruz n. -28, para tratar do ajuste, das
6 as 8 1|2 horas da manlia. e das 3 da tarde
em dianlo.
Precisa-se alagar mensalmente um
preto para servico interno e externo de pa-
dana, que se dar bom aluguel : na padaria
do aterro da Hoa Vista n. 66.
Precisa-se de nma ama para casa de
duas pessoas, para comprar, eozmliar e en-
gommar; q roa do Rosario da Boa-Vista,
loja n 26.
P 7.1eu-se urna carteira com urna let-
tra vencida em 20 de nove-r hro, d-i quantia | ,,| Jra !
pavimento terreo
ra n. 2(j, das
da tarde bilhees e meios
parte da terceiri lote ia do
O Sr. thesouijetro das loteras manda
fazer publico que se aclinin a venda no
da cusa da rua da Auro-
9 horas da manhaa as 5
da quarta
hospital Pe-
droll, cujas rodas antiarao no dia 1 (i do
corrente.
Thesouraria das loterias, i) de |aneiro
de 1838.OscrivQo, Jos Maria da
Cruz.
Temos po ve/.es levado uo con'ie-
cimentodopubl
publico tendo
um homem de
comprometteu-it
>"a livraria da prac* da Independencia
ns. 6 es precisa-se fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianna.
Treclsa-se do urna ama de leite, forra,
que tenh bom leite, quem quizer dirija-se
a boa-Vista, rua Formosa, a penltima casa
Jo lado direito, entrando pela rua da Au-
rora, ou na Praca do Coroo Santo n. 48, casa
de ISostron. Kooker C. ; na mesma casa
precisa-se de um coznheiro ou cozioheira,
livre e de boa conducta ; paga-se bem.
Manoel Jos Leite tem constituido por
seo bastante procurador, tara promover a
cobranza de seusdevednres, moradores nes-
ta cidade, ao Sr. Joan Augusto Bandeira de
Mello, a quem passou, para este tim, a com-
petente, procurarlo ; rog, pois, o annun-
Ciante a ditos seus devedores, que hajam de
enteuder-se com o mesmo Sr. Bandeira na
rua do Queimado n. 10, loja.
Manoel Fernandes Ferrcira retira-se
para Portugal a tratar de sua saude.
- Precisa-se de urna pessoa capaz, o que
d fiador a sua conducta, para cobrador da
barreira do Manguinlio : na praca da Boa-
Vista n. 7.
O pratioi-mr faz publico, que de
conformidade com as ordens do lllm. Sr.
canilodo porto tem de ser vendida em hasta
publica, e n'uma so praQa no dia 20 do cr-
rante, as 11 horas da manhaa, no barrado
da praticagem tima haleeira, pe.rtcncoote a
associacao dos Pratiros: as pessoas que
quizerem examina-la podem se dirigir ao
mesmo barracao, a qualquer hora do .ta.
Aluga-se o sobrarlo da rua do Hospi-
cio, coniiguo aoGymuasio, ou em spala lo
o andar, a loja o a coeneira do mesmo so-
brado, q*e tambem se vende so houver
quem o pague pelo seu justo valor : a tr-i-
tar na rua da Madre de Dos n. 32 con: o pro-
pietario Vicente Eerreira da Costo.
Precisa-se de urna ama para o servico
commum de urna casa de pouca familia : na
rua Nova n. 60, loja.
Precisa-se do um caixeiro que lenha
pratioa de taberna ; del'ronle do Rosario -ia
Boa-Vista n. 2.
PUBLIC4CAO' JURDICA.
Chegou de Lisboa Manoel do Nascimen-
to Pereira, rua de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volumes Theoria do Direito
Penal pelo conselheiro Silva FerrSo, bem
como o cdigo da l'russia, traduccSo do
mesmo senhor ; aquella para ser entregue
aos Srs. subscriptores, pelo preco de tOjOOO,
e para os que nao s5o pelo de 14, pagos no
acto da entrega ; e este, para so vender pe-
lo de 1:200, na mesma conformidade.
O abaixo assignado, leudo resol rido
Gxar a sua residencia en. o seu sitio na Ca-
punga, a margen, do Rio, pretende regular-
mente ahi permanecer das G da larde as 7 da
manhaa alora dessas horas acha-se na
mesma casa em que desde muilo habita, na
rua do Livramento As nesso?s desta cidade
e de su, clientella, q'ie precisarem de sua
presenca naquelias oras, serSo orompta
mente servidas, mandando-llie all aviso, e
quando nao queiram ter esse ucomraolo,
podem dirigir-se ao Sr. r. Pereira do Car-
mo. qu i se prestara a substitui-lo. Paraus
casos urgentes ucha-se munido em seu sitio
de urna ambulancia provida das substancias
que pedem ser precisas nessas occasies
Com quaiilo continuo a dar-se ao exercicio
de todos os ramos de sua arte, applica se
particularmente as ouerac,oes cirurgicas,
inciusive as dos parios, e t'ata especialmen-
te das airecccs dos orgSoa respiratorios e
circulatorios, cuja pr-iica Ihe he geralinen
te reconhecida. Recifo 1.- do Janeiro de
1858.r. Jo3o Ferrcira da Silva.
II HILlOPIIlO
PUBLICADO' PERIDICA
DR. C. FILGUEIRAS.
OUIBLIOl'IIILOhe urna pablicacSo
mensal o subir a iuz no ultimo de cada
mez. firman lo dous volumes por auno.
Constata cada numero de :>"2 a 40 p'ginas ou
4 a 5 follias de imn'ess.lo ntida, em ptimo
papeletypoexpressamente couprado para
ella. Os escriptos oBo serflo interromiiilns
e tcr3o paginacSo especial, para que possam
ficar divididos, sem oflenJcr n u:.idade da
publicacao, a qual s seta conservada as
capas manases e no frontispicio, ndice e
capas do fni do semestre, poca em que ca-
melar o segundo volume. Quando em al-
gn mez a materia exigir augmento ou di-
mlnuicjio das paginas determnalas, o mez
seguints compensa'a o anterior. Nao so ven-
i
:;
tos de homeopathia, tanto em tintu-
ras como etn glbulos em caixas as *&
mais ricas povsiveis e cm tub s avul- @
sos. O Dr. Casa nova da consultas fe
todos os dias o po le ser procurado a S.
qualquer hora para visitar doenles e ::]
pratiear qualquer operac.1o de cirur- fe1
gia especialmente de partos. 'M
SvS;i;;H;;;;;:.;-{;:.;;;;OS33y
para
Prrrisa-sc de tomar a premio a 6 con-
los de res a um por cento, dando-se por se-
guranza um predio de grande valor quem
quizer fazer semelhaute negocio annuucie
qara ser procurado.
Xa fttndi^o da Aurora precisarte
de serventes forros ou eseravos,
servico debaixo decoberta.
JOHN GATIS,
corretor geral
K AGENTE DE I.EII.O'ES COMMERC1AES,
n. 20 rua do Torres,
IMUMEIKO ANDAR,
praca do Corpo Santo
Oefronte ,.i ordeui tercei-
ra de 8. Francisco
CONSULTORIO 1IOMEOPATHICO
DO
DR.P. A. LOBO HOSCOSO
Medico partero e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, da consultas todos es
lias e praliea qualquer operacSo de cirurgia,
assim corao,accode com toda a promptidao,
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, pralicando aso-
peraQes manuaes ou instrumentaos, quan-
lo nao possa conseguir resultado or tneio
la homeopalhin, que tantas vezestem ven-
cido difiiculdades, que pareciam insupe-
raveis.
- Precisa-se de urna ama lorra ou cap-
tiva, para o servido do uroa casa de pouca
familia; na praca do Corpo Santo n. 17.
PESTES DE OITCIIOIC EM>
KECIO, DE FAUVELLE-UELEBAHH
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
hje tem, n3o s em Franca como no mun-
de inleiro ; sao sem rontradiccHo os mais
agradaveis de todos os pentes, mais blandos
que os de tartaruga, s3o os nicos que no
l'jzem cahiro cabello, por causa da electri-
cidade que contm.accrescendo a estas van-
tagens a de nao serem Oais caros do queaa
di bfalo. A esta almiranvel invenco de
exposieSo universal de 1855.
Precisa-se de um feitor para lomar
' I conla deum sitio : a la lar com o annun-
ciante na rua Real n. 15, casa da esquina,
que volta para a capelia da Estancia.
No Jia 3 dejar.ciro de 1858 l'urtaram
do ceredo da fazenda do Balsamo, do abai-
xo assignado, do termo de Cimbres, DO ca-
vallo com es signaes seguintes: castanho
pequeo, com > redemoinhos no encotitro
da pa, sendo um na direita e outro na es-
querda, urna pinta prcti na p esquerda e
outra no quarto do mesmo lado, ao pedo
mesmo quaito com urnas pintas, cauda
comprida.cabeca um poi cofeia, d^de de 7
a 8anuos, baixeiro o bom meeiro, quando
anda no meio pega bastante na l>rida, no
haixo abre um lauto as pernas, e lem um
ferro no quarto direito o abaixo assignado
roga a todos que por acaso vtrem tal cavallo
em m3ode alguem, ae o tomar c manda-lo
trazer na villa dn l'esqueira, ou na dila fa-
zenda, que serao bem recompensados.
J. Ignacio de S. Cavalcanti.
Na travem da Madre dcDeo&n.!,
Tendera ae bdmxm muilo superiores'
por arrobas, saceos grandes com Earalss
papel pautado, dito de peso pautado, di-
tode machina, dito de iirotocollo, dit'i
almaco de linho \ei dadeiro primeira
segunda sorte, assim romo amendoa,
nozes, passas, licores, .iaoiIc engarrafado,
cognac, papel de emb ulho de di\ersas
cpialidadese tamaitos, cominhot, erra-
doce, cai.nella, .ll.i/ema, albos, vinlio t
vinagteem pipas e barril, osrvreja peta
e branca, cha' da Irdia, ijito nacional,
a/.eilonasel.uinlia de trigo muito supe-
rior, ludo chegado ha mugo e mais em
conta do que etn (|ualquer outra parte
Fazendas de
bom gosto.
I indos easaveques dn fustao brinco bor
dados, o enfeilados com as modernas fran
jas de bol'o, basquines de rambrtia branca,
bordados c enfeitados com renda, taimas d
rosti acolchoado. bordadas e cn'eiUda*
com trancas de muilo gosto, ricos vesUdos
de seda de cor com tub ios os mais sope
rioresquclem viudo a esta praca, superio-
res corles de calbrala brancas, birlados.
liras bordadas, pinno de entre-meos, man-
guitos bordados, gotlinhis bordadas, e ou-
lras mnitas fzendas de bom gosto ; na loja
do sobrado amare lio ni rua do Queimado
ti. 29.
FiBIHHA E 11LH0
Far'mba de mandioca reeenlemente ebega
da do Maranhao pelo vapor Oyapock ; vao-
de-se ni travessa da Madre de'Dos, arma-
zem de Kerreira & Martins n. la, a ISO o
sacco, e por muito menos sen lo era pocco.
Arroz de casca.
;*** '- '- >;.-. .-. .-, -.. .--, .-. .--, .-
J--.r.--;-.-,-:.:..-..-:.::..::^-.J\^^
1 Consultorio
f
-.:
i CENTRAL HtliKEOPA-
THICO.
RUA DE SAMO AMARO,
'..! Mundo Novo n. )
]'j O l'r. Sabino tllenarm l.uduaro l'inho
deooaultaa lodoi ei diu oiei, deadaaaS'B'
'~r horas da irwoih.ia aa .' da lard*. Oacanvi- -*
\'$ les para vi/iIh. devcro er dirigidof ll|ir _*>
:.> tKrlpto. Oa pobres sao medicdiloa sratui- ^
"' lamente.
Arrenda-se um sitio na estrada do Ro-
sarinlio, com sotTrivel casa para morada, e
i la ota lo de multas arvores fructferas,
r..mu sajan): larang iras de umbigo e se-
lectas, coqueiros, margueir.is, jaqueiras,
oiticors. oiti da praia, pitombeiras. man-
gaheiras, cajueiros, dendeeiros, jambein s,
limeiras, ecafeeiros, alem de outrosmais,
e lendo urna excellente baixa para capim,
com algum ja plantada, ou mesmo para
plantaeJJo de horlaligns. Quem o pretender
dirija-se ao armazem da rila da Cruz n. 46,
tratar com Manoel Jos Corris, notando-
Lotera
DO
Hospital Pedro
segundo.
Aos 4:0005 e J:O0O.
Corre amanha.i.
Existe ainda um resto dos felizes bilhetes
inteiros o meios, garant los pelo abaixo as-
signado, as tojas do costme. O descont
dos oilo por c Mito da le ser pago logo que
saiam as tisis : na rua da C.adeia n. 45, es-
quioa da Madre da II > s
Rlbetes 53000 Recebe 4:000/ .
Meios 2-3500 2:0003
Por Salustiano de Aquino Ferrcira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Manoel de AzeveJo Pontes faz sci"nte
as pessoas que tiveram cuntas com o falleci-
do Sr. Joaquim Ribeiro Poiil'-s, eso cuasn
devendo a mesma casa.para vircm pagar ate
o dia 20 do corrente, e do contrario lera de
fazer docr andar as pessoas que so acharetn
neslas circumstancias.
--- Roga-se an Sr. Dr Manoel Jos Perei-
ra, que teiilia a bandado de vir a rua do Cres-
po n. 1.1, a negocio de seu interesse.
O arrematante dos pedagios do Man-
guinho e Caponga, nSu leudo enmelado,por
motivos, a arrecadafSo do dito imposto no
dia 13 de Janeiro, confirma annuuciou, avi-
sara por este jornal quando esta lenba lugar
Luiz Lucien Poulain relira-se para
Franga.
Di-se dinheiro aju-os razoaveis sob
penhores : na rua da Praia. segundo andar
u. 43.
Apipucos.
Tendo de fizer-se a testa do Senhor dos
Passos na sua igreja dos Apipucos no dia 17
do corrente, convidamos os irm.los e mais
devotos, e a ra azoada, para que nao deixem
de comparecer as vesperas c. dia, pois tem-se
do festejar com aquella decencia que requer
o noeso padroeiro : no domingo de larde ha-
ver cavalhaJas.
- Jo3o de Olivcira Tr.ivaso, subdito
portuguez, retira-se para a liba de S Mi-
guel.
Francisco Tetxeira Raslos, subdito
poituguez, retira-se para Kurupa-
A 10)000, sacca grande : ruado Amorim,
Travassos, Jnior a C
\oescriptorio de Framisro Ser-
rino Kabell i >!v l'illn', no largo da As-
eembla, vendem-se harneas com farinba
de Triste c de Baltimore, de snpci iii
tpaalidade c por preco eommodo.
Vendo-te farinba de mandioca em
saceos de superior qualidade e por pre^o
eommodo: a tratar no rscriptorio de
Francisco Sevcrino V.aliello A Filho, no
largo da Assembla ou na travessa da Ma-
dre de Dos ai ina/.cm ns. V e ti.
Vende-se firinha de milho feita na
trra, propria para padaria e para casa que
lea uso do liaballiar em bolinho-, pelo di-
minuto pre<;o de 2;00 a arroba, assim como
tabem saceos com mifio da trra ion
sacco : as Cinco Ponas n 1V2. taberna de
fronte do ponto do partida da estrada de
ferro.
A loja da es-
t relia.
7W00
0-
Na rua do Queimado n. 7, loja da es tralla,
vendem-se as seguintes fazendas, mais bara-
to do i]ue em outra qualquer parte, a sabor:
l'atitots de panno francez. linos a 20f00#
Hilos de dito ditos -saoo
Chapeos linos pa a senhora
Ditos ditos para dita
Crosdenaptes preto c de cores
Panno preto fino .ara lodos os presos.
Chapeos francezes a Tamberlik, para
homem
Collarinhos e manguitos inglezes, de
um novo go'to, eda inelhor quali-
dade que oeste geuero tem appare-
cido ate boje 12)000
e oulras mudas fazendas que sevendema
dinheiro vista, por menos do que em oo-
tra loja.
Pechincha.
Amei*as. abrunhos. ginja, em caixiobas
de 5 libras por 39000 cida caixinha : no de-
posito n. 6 da rua da S Fsancisco.
He muito barato
Recebeu-sc do Porto (inissimas toa I has de
labyrinlbo, do panoo de linho. e cora bico
lygo as pontas tambem de linho por 59!.'!
s ha uo '.I. psito n. 6 da roa de S. Fran-
cisco.
Pianos,
rira casa dellabeSchmcttau &Companhia
rua da Cadean. 37, veudem-seelegante
pianos do afamado fabricante Traumsna
ic llamliurzo.
Re
06
I V>v
cobertos c dcscobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente mgl<7, para bomem
e senhora, de um dos melhores fabrieante<.
de Liverpool, vindos pelo ullimo paajnele
inglez : cm casa de Soutball Melior |
rua po Torres n. 38.
::
-..
9IN
Atteucao. %
que a raza')
Vianna & C.
commercial ser de Prenle
.eU JKXS *TJ^SSl 'mA derno ':|"",'ros vulsos: s 08 assignantes I SO porem, que. ser eil'cluado o arreo 1a-
irZ ,PpmL miida, ^T'' de receberJo o Bibliopbilo, sendo a .signatura monto cm quem so obrigue a conservar
P X -?.p 7, itnir 10" ? 2",C,,M de l0;;00() di'ntadose remettidos com a! samuro o d.to'sitio cm bomestado augmen-
aneisco Ignacio l.noco de Souza, e resposU ao prospecto o convite do redactor, lano a sua plantacSo e nunca destrurido-a,
oqual seresponsabilisa pela piompta resti- por cojo motivo nao se duvida modilicaro
tuir.lo no caso de sobrevir qualquer trans-| preco.
torno que impossibilito ou suspenda a pu-i
blicaco, sendo que nesta ultim hvpothese | Precisa-se de urna pessoa para o servi-
se deluzr da assignatura a importancia eo interno de urna casa estrangeira que cozi-
correspondente s despezas ja f itas. Toda i une e engomroe : na rua iova n. 17, se dir
a correspondencia deve ser dirigida ao es- 'uem. precisa.
Vende-ae a luja d. mapa feita da ra V
Nova n. com pouri* fuudns propfM Sfl|
para prui. ipianl. pat I ./.r b^al.isie ne- ^
roco : a Iratar n. tmrnrnm rn* a. 88. B
a:-;>/:-;.- .
.--.' ... .-.:-.
O padre Francisco Vcrissimo Bandeira
fazpublieoaoshabitanl.es de Behenbe que
a sua aula est aberla para quem quizer ma-
tricular seus lilhos, e que contina no exer-
cicio de sen magisterio.
co <[in! um i'uiiecionario !
busail i ti.i conlianea de i
quem se dizia amigo,
em quantia nao pe-
Flele de diversas cores : em casa de
^oulliali Mellors Aluga-se urna preta para o servido in-
; torno o externo de urna casa de pouca fami-
lia na r.rat;a da Independencia n. 4,
quena, e tPiidoi alcaneado ludo quanto
ambicionara, ndo tem dado cumprimen-j Perdeu-se no dia 7 do corrente um al-
to a seus tratos ; e pe _> contrario va en-. nete de ouro esmltalo, desde a encruzi
tretendo-o com oromeisas v5as, sem que
lilaila da Capunga at a ponte da n t-sina
trate de acabar
gocio, isto ha
d rs 1223i00,uni vale de 37900,um dito de
I69'i00, algum linbeiro e out'ns paneis ;
quem acnou e quizer restituir, manee a rua
da Cruz n. U, em cass de J. l'raeger i C.
com este desgracado ne-
niis di 7 annos! Quem
Hasta de tanto soH'rimento
Sr. ...... Se dentro de ." dias nao
esti ver este negicioacibado, levantara'o
veo que cobre esta per lidia.
quem o achou e quuizcr restilui-lo, leve-o i
rua .Nova n. 71, que sera bem recompensado.
Iia-'e sobre tima pcta de meia idade
que saiba cnznliar, a quantia que se con-
vencionar parn com seus servidos pagar, se-
gundo o |uste que se fizer : que i quizer
este negocio, procure na rua da Moeda n. 321 ro, l'uui.eiro e latoeiro.
Compra-se o Auxiliador da Industria
nacional, de abril, novemliro e dezembro de ..
1811 : Janeiro ate dezembro de 1842; ja- '<
neiro a junho de 1841 ; Janeiro at dezem-l
bro de 1844 ; levereiro, marco, abril, maio,
junho p. jultio de 1855 : no cscriptorio dos
mnibus.
i-ompra-se efFeclivamente r.a rua da '
Flores n. 37, primeiro andar, plices da di-1
vida publica e provincial, aecesdascompa- cn e WOrs. en la nma arroba esa saccas : n>
nh8s, e da-se dinheiro a juros em grandes e ; armazero da trtvessa da Mauro de Dcos
pe juenas quaniias sobre penhores. : 10
J. 1. da Fonseca Jnior, rua do
Vigario n. 23, compra acces da divida '.'.
publica provincial.
Arroz barato.
V ae le-se arroi pila lo pelo diminuto pn
criplorio do redactor, rua de S. Pedro n 83,
ou ty .ographia do Sr Paula linio, praca
da CoiisliluicSo n 64 Para fu a da corte lia-
vera o augmento do sello respectivo. Subs-
creve-se em Pernambuco na livraria ns. 6 e
8 da prr;a da Independencia.
CAF DO COMERCIO
2.$ui do Trapiche Novo
n. VI.
Tolos os dias das II horas da mtnhSa as
2 da tarde, e das Casilda noit-?, llavera
SORVETES prom,tos.
Na fab ica da rua do l'rum o 28, prc-
cisa-sn de olliciaes de caldeuciio, serraluei-
Compra-se efectivamente bronze, lao
tao e cobre velho : no deposito da fundieS-
da Aurora, na rua do llrum, logo na entra-
:::- ;;--;".;..;:;;. ;.;;. :;:*;,;. 4a a. 28, o na mesma fondicilo, en Santo
Carros.
i?:
DESTSTi FR1HGEZ.
P 9 ii i mesms raatem n: ia e p* lonlrihre.
Francisco da Costa Amaral vai a Euro-
pa, e deixa por scus procuradores os Srs
Jos Joaquim Dias Fernandes, Francisco Jo-
s da Cosa Rib ro e J.is de Almeida Fcr-
reira. mesmo julga nada dever nesta pra-
ca, porm se alguem sj julgar seu crelor,
queira apresentar suas coutas para serem
pagas.
Precisa-sede urna ama para o servi-
co interno de urna casa de pouca familia ;
na rua do Lncaniamtiuio n. 77, taberna.
Amaro.
Compra-se qualquer porclo de prata
em qualquer esta to, sem leitio; paga-se
bem : na rua da CaJeia do Recife n. 17.
Compra-se om cilindro
qoern liver aimuncie.
era itganda m.io i
*tia a
o
^i Va m b%m WW n"\o< m*n ir-
/, rein< \in.io ha pour.' friio pe-
*/' los mrlh.trc f*hrriiirt le Pai t)urm.
^p dn cin b'-a* par#lh**s dt \ e.
'n-e l.mSfin b>ni -jrri pojva rurrr.
liiMi.fl, rciitpi maii' .'"xalilr,
; l iiiiS-m ksUo, r^t.ros .o : *3 Cr*dp* r';*1-1 COJoSlJ '-- '" I-vas f>n%t-riiia<-
' I : -. < aSU< SttOjfl
\
p I.Btc e iciuiIh< i o.ras quainld ragtaa, loto cor prafs eaaaaaaa : aa rea O
Vendem-se 3 eseravos ni'.i: s. bonil is ''' N .\.< n. i.l.
e saudaveis, sendo urna negra nerita cozi- ...
ntieira, urna mulata engammadeira, cozi- Sr#W'
otieira -icostur n... ena mulalinhoptimo Tanda-as- orna Hmk aMhiiaaa aTaasNa,
"ii. lodi Uireita n. 6t. da Jioa-Vifta loj JJ.i.defla n. 10.
k\ ITII AHA


m.uuo de rr.r.xAMTur.o sexta ff.tr a i5 nr. janetro be ir.->r.
follinlias
para o anno de 1838.
Acliam-sea' venda as bcm conliecidas
folbinbas iinpressas nesta typographia,
pura o anno(|iie vem, das seguintes rjua-
IHades:
Folbinlia de variedade, contendo, ale'rn
dos in.v.es. militas noticias cientficas,
modode plantar e collier a nova can na:
de assueai", noticia sobre o millio e alj-
godao, e urna serie de conhecimentoB
das artes, etc., etc., cada nina. 520
D ta religiosa, a qual, alera dos meze,
se reuni a conlniuaoao da bibliotlieca
do christo brasileiro, contendo os se-
guintes oflicios: do Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carino,
San-Jos, Sania Auna, Anjo da Guafr-
da, San-Francisco de Assis, Santa Hila,
^ Santa Barbara, Almas, Cora cao de Je-
ss; assim como outras oraees, etc.,
te..........7>->n
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario dajS
de Olinda, segundo a rubrica, a qual
fot revista pelo E\tn. Sr. hispo, qiQ a
ulgou certa, como de sua carta enls-
tente nesta tvpograpbia.
Dita de porta, na forma usada at
ra...........
Vendem-se nicamente na livrari
o e 8 da praea da Independencia.
lioja da rya
n. 10.
Receben de Franca o saguinte : pents de
la-taruga a Isabel e Imperatriz, chapeos
desabados enfeitados, de palha e de seda,
enfeites de flores o de nas, ramos de flores
avelludados, tiras e ntremelos de cambraia
berdada, palitos de panno fino, casemira,
al jaca, e de brins, cortes de gorguro, cal-
cas de cesemira. visitas de blond e de ;ros-
denaples pretoe de cores para senhora
pe lina clorida para vestidos, dem de
4c> ultimo gusto, ricos cortes de si
ccres, e de tarlatana brancos, bordados a
velludo ea seda, eoutras militas fszeidas,
as quaes se vendem por precos milito ei cori-
ta ; assim como cortes de collele imitando
a pellucia a 25 o corte.
do
Crespo
lioo
go-
160
ins.
pu-
stras
sei a de
IU lj
a das seis
do Li-
portas em frente
vramento
Cimbraias mussulinas de cores, Tcenla
nc>va no mercado a 500 rs. a vara, mai gi-
tos, gollinhas eca mismitas bordadas ; la-se
anostra com pcnbor.
ai 9 horas da noite.
A loja estabertt at

Na loja das seis
portas em frente do U
vramento
Palitos de alpaca prcta e do cores a O 000,
ditos p retos a 4?, ditos de sarja dsela a
V.'-g, ditos de brini a 3?000.
J Vendem-se saceos de milho chegados
tlti-
su-
de
que
i pe-
menta dos Estados Unidos, de muiti
P'rior qualidade, malhor ao que ven i
P'Wnanlo a 6/cada sacco. Adverle-sc
tiobem vieran) alguns saceos de urna 4ua-
1 idade especial para sement, nuo se v mde
?rf; no armazem de Tasso Irruios ao pe da
psnte nova.
AOS AGRICULTORES
Vende-se milho de urna qualidade s
r or, e mais productivo do que o que temos
nesta pau ; e por isso proprio para semen-
t no armazem de Tasso Irmaos, ao pie da
ponte nova do Recife.
- Na ra do Crespo, loja de Campos &
Lint, hi para vender o mais superior pap
do arua das melho'es fabricas de Pars,; os
apreciadores da boa pitada devem animara
p -ornla venda para continuar haver iem-
pre deposito, visto o que mandara do Lisboa
S'r de pessima qualidade.
H admira.
Na loja de l portas na rua do Qucimado
n. 37, passando o beccoda longregacao.tem
chegado a esUe esiabelecimenlo um excel-
lente sortimento de vestidos de seda com
babados, pata divervos precos, e muias
mais fazeudals, que nao l:e possivelaqui
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos padres a \tOO a vara, sedas
de quadros largos a 19-200 o covado, ditas
miudinhas al t3to, ditas muito linas de
costo iuteirpmente novo t 1?300, laazinha
miudinhas a320, ditas co n listras de soda
a 750, cortea de casemira a 43, ditos entes-
tada, covados 2o500. dita muito lina a 49,
dita de urna largura 2;l00,grosdcnap!es pre-
lo a :>-, chafnalote muito bom a 35500, dito
largo com libtras assetinadas a 43400, chaly
lavradolsllfu, um entapelo sortimento de
chapelinas jpara senhora, jiollinhas, man-
guitos, camisas, malas de seda brancas, lu-
vas de sedaldos mellio; es gostos queba, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linbo m uto finos, lencos de linlio bran-
cos, de d versos precos. Asseve a-se aos
comprador js, quetenham -rontade de com-
prar nao sihir sera fazenda, porque nao se
engeltadinhcijo chegando ao custo da fa-
zeuda.
--- Naria do Quei toado n. 37, loja de 4
portas, halcones de colletcsi-c velludo o-ui-
to bonspdr UjOOO, velbulira sortula a 750
reis o covado. chitas trance zas muito linasa
280reis, rascados escocezes a '280 rs., mus-
sulinas a B20 rs., ditas amalizadas muito fi-
nasa340l-s., chapeos de sol desede, para
diversos breos.
dem-se travejametitos do louro de
manhos : na. praiti de Santa Hita
Ve
varios ta
restilaca.
Vende-se superior agurdente He
Franca, tanto em barriscomo em cai\as,
licores e absynthe, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : en! casa dej. Kel-
ler& C, ruada Cruz n. 55.
SAPATOS IlO ARACATY,
ores que tem viada a este merca-
dos mell
do, para
nrelhas :
hom8ns e menino;, de palla e de
em casa de Camin a A Fillios, rua
oa Cadeia doKecife n. 60, primeirojjanar.
Ve idem-se bandos ou almofadns de
augmentar os punteados las se-
clina par
nhoras
primen'ol
na rua da Cadeia lo Recife O- -'
andar, casa de Manoel Anto/uo tla
Ver
libra : ni
Olinda.
Silva An unes.
O rerdadeiro couro Castello a 3500 e43a pell< ; c recebem-se
patacesla trocos de sapalos > couros a 25080
rs. na i na do Uvramento r. 4t, loja.
de-se doce de caj' secco a 1/000 a
recolhiraciito da ConceicSo, em
POTABA Di BDSSIA
YIRGEI
No dep
armazem
da P.ussid
isito da rua da Ctdoiado
n 13, ha muito superior
e cal de I sboa era pedra, tudo chegado ha
poucosdi
is, e a vcniier-so por menos preco
-"
.Va
r
cifo n. 54
Na loj
a
CAL
ficcirc,
idlassa
lita da fabrica do Ro de Janeiro,
do que o i outra qnalquer i arte,
O
f
T
ROA DO fiERADO
relogios de pa-
tente
inglezesdeouro, desabnete e devidro:
vendem-se a pceora/.oavel, ein e:asa de
Augusto Cesar de Ahreu, na ruada Ca-
deia do Recife, armazem n. r,.
CiiM FEQEHO TOQUE DE
Sal do Ass-
Abordo do patacho An-
ua, ou com Tasso lrmos.
Vende-se a taberna da rua Direila n.
27, com poucos fundos, muito propria para
um principiante, e se far todo negocio com
quem a pretender ; o dono quer tratar de
outro negocio.
Grande e novo
sortimento de fazendas de
tofasas qualidade, vi-
etas pelos ltimos navios
da Europa.
Novidadede Paris, i -i 7p i i n de seda rom ra-
masem e Inlra matnada para vestidos de
tenhura.muilo proprio paia aesta^ilo, co-
vado ............
Belleza He Bengala, faienila toda de eda
transparente coni listras matiadas ,
propria para l>ale, covado.....
Cambraia e seda de Bengala com listras mi-
lua<1, covado.........
Barege de sed.i com quadros e listras asieli-
nadas, cevado.........
GroxJenaplespreto e de coie9, muito su-
perior, covado .........
Dito dito de dito muilo l.. 11 o, proprio para
f irros de olira, covado......
Sedas de quadriohos, covado.....
I-"Hunde seda aisetinado......
Mussulina branca e de cores, covado. .
Cassas l'rancezas de Cures li vas, covado. .
Clulas trncelas, o covado......
Velbulina de edres, covado......
Maulas de blond pretaa e brancas, proprias
para eas;imenlos, covado......
Panno lino prelo e decores, para lodosos
presos ............
Chapeos de pallinlia, torrados, proprio pa-
ra a MUflo..........
Chales de sedr, de cores, oper"" .
Dilos de merino bordados a velludo .
Hilos de iiiiii .I- "li" '- '"......
Ditos de dito brditt ero 2 pona. .
Uilos de diic"i" ll9*ra de seda .
Hilos 11* .mu 1 ius com franjas de seda
Un. dedilo com fraiijiis de lia .
uiiosdelilaadamascados.preos e decores.
Cravalas de teda com ponas compridas
regencia ,..........
Uilns de dita com ditas a principe de dil-
les .............
Ditas de ditas a' americana......
Cortes de collete de velludo de novos
padrots s .......
Ditos de setim branco bordados, proprios
para casamento.........
Ditos de gorguro de seda de novos pa-
dres ............
Dilos de calca de casemira de todas as qua-
lidades............
Chapeos de sold seda superiores .
Cliapeos de massa francezes.....
Lencos de cambraia bordados, linos, para
mao.............
I.uvas de seda de todas as qoalidades, para
homen, seohoras e meninas.....
Cortes de veslido de seda de crese brancos
fek m o mais superior e moderno que
lia no mercado.........
I '.i titos de argentina de cores escuras .
Ditos alpaca de de cores lina.....
Ditos de dita preta........
19300
1J600
|J,00
15000
2c(X)0
19600
950
151
330
8260
800
39500
9
175000
93 l-JOOO
7B0O
65000
5*000
3J000
9
1SOO0
105000
8
35OOO
9
75-iOO
75500
I5IHX)
ii;000
5o500
_PeQas de algodSode sarco, ditas dnalgo-
do trancado proprio para toalhase roupas
deescravoi; vende-se na rua do Crespo,
loja da esquina quevolta para a rua da Ca-
deia.
Venie-se um carro inglcz de 4 rodas
o tassentoK, para I ou2cavailos, com co-
berta.e con os competentesarreios; e tam-
ben un cabriolen nglez com os arreios:
na rua do Trapiche Novo n. 10, ou na Roa-
Vista em casa do Sr. Poirier
Vende-sena rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C. barril
de ferro ou caboshvdraulicot, par. de-
psitos Je lezes, a precocommodo.
-- Vende-se mai lo em coota um piano em
meio uso, do celebre autor Rroadwood, he
'^e mogno e quadrado, e custon quando no-
vo mais de i:0005 : na rua do Trapiche No-
vo n. 10.
Attencao.
Farinba de mandioca, milho c feijSo o
mais barata do que em outra qualquer par-
te ; na rua do Queimado, loja de ferragens
n. H.
v" Calios sortidos da Russia, Ca- $5
to e .'daniilia. ^
Loniis du Russia, brins e brin- @
zoes. O
Cobre e metal para forro com '$
Queijos fimendos novos,
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
'hs&Mi
UNGENTO HOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as narfips
nesetr barcaram hontem 70 cal!; com os dem testernllnhar as rludes ^^"^f
mellares quenos n.mengos chegado ulti- dio incomparavel, c provar em caso neS-
mmente de Hamburgo, o
armazem de Barros i\ Silva.
vendem-se no

-&SS

i-
Robe Jnuills
Novos padroes de vestidos de to- ^
V das as qualidades de se las prcta, de Si?
v[j cores e de cambria de organdis. i'Ji
3 Kstcs vestidos sao da ultima moda (fe
S .!e f'aris, ven le-se na rua do Ouei- A$
w mado ti. 10, na loja de l.sito, Atlhur ^
^s & Companbia. '..'
Relogios,
neceas*
no, que, pelo usoquedelle fizeram, tem seu
corpo e membros nteiramentesus, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Utas reiatam todos os
das ha muitos annos ; e a maior parle deis
Na rna Nova n. 18, loja de M. A. Caj'
&'C, ba um grande sortimento de obras fei-
tasde ilfaiat". de todas as crese qualida-
des, as mais bem acabadas que se podem
encontrar neste genero, cisiveqaes e mon-
taras promplas para as senhoras que mou-
lam a cavallo, um grande sortimento de dif-
lerentps Tazendas para vender-se e fazer
qualquer obra de or cortmenda
str um s para todos.
A19200 reis.
Na rua Nova n. 18. vendeB-se cortes
de casemira de algodao e brina escurot fa-
zenda muito forte, propria para o diario
cortes e para calca.
e
o preco
.^dt> v*ft>r*.
-- Desappareeeu no mez de oulubro pr-
ximo passado, do lugar do hemedio. fre-
guezia dos Afogados o mulato Antonio, i la-
de 60 tnnos. pouco mais ou menos, baixo
las sSo tSo sorprendentes que ad'miram os e grosso'dVcor"po~"rom~fa'lU dedel^Vem
mdicos mais celebres. Quantaspessoasre- --
.:
y
prego $.
Oleo de linliaca e
&

qmc
torra
Hilos de fuslao assdinado...... 59000
l'ilos de sanga de cores...... 49500
6*g [ Hilos de brim pardo Tino...... 4K)W)
Dito, de brelanha de Imlio brsncos. 4ji00
(iiindoinsde alpaca preta a de cores. 5*000
Km frente do hecco da Coni;recao, pass.indn
P ta acabar por este aun-
la da Cadeia do ge.
ha ura grande sortimento de fa-
zendas po procos os mais COmmodOS Dossi-
das seis por las
j'Em frente do Li vramento
Para acabar com um pequeo resto. I
Pegas de cambraias brancas adamscalas
a 196D0, com 6 varas, ditas com 8 varas, de
.'lpico, fazenda muito lina a l'sjOO, chales
oscuros de algodao a 500 rs., ditos braricos
le cassa a 430, se las decores para forro a
!00 rs. o covado, risctdos francezes escuros
n 160 o covado, cortes de cohetes de cMc-
inira bordados -. 19680, luvas de seda prelas
o de cores a 500 rs. o par, pcitos para cami-
:.a a 400 rs.
CEBLAS.
Vendem-se ceblas sallas, muito noves,
ia realidad faz admirar ao coni-
rista da qualidade e do lioni goslo;
ante pede que veriliquem-se lia
sabidas de baile Je bonitas cures
.bveques de cambraia ro :eado de
trios para as senderas de bom gos-
minuto preco de 10/, dilos de ca-
0, chales de tou^uim de muitas
qmlidadrjs, chita franceza de bonitos pa-
droes a 2. 0 rs. o covado, mussulina de bo-
Oes a 320, 340 o 30 o covado, di-
a 300 e 320 o covado, chales Co
1 opiados de velludo, cousa milito
ditos bordados de rclroz a 10*500
"o merino lisos a 45800, romeiras
linbo a 91500 e 3;>500, ditas linas
de cambraia para senhora e me-
e 2a500, cortes de vestidos de
3 babados a 80->, cousa muito dina,
gres lena les de cores boniUs a 1/920 o co-
vado, cor es de seda de boa qualioado a 255,
sedas de t uadros padtes bonitos a l>8b0 o
s de muito boa qualiiade, que
fazadmirkr, pelo diminuto proco de 25500 o
covado, c irles de casemtras de cores a 4.">200,
45500, /, 5*500, 69 e 79, dUas muito finas a
109, lenco > de cambala a duzia a U, IC300,
15500 25 i 2^800, gravetas' de cassa a duzia
19500, ditajs de mola a 15 e 19400 cada urna,
alpaca preta lina a 600, 7u0, 800, 900 o 150
covado, pi nno lino preto a '9500,
veis, que
praior. a
o annun
verdade
a 259, ex
bico, oro
to, pelo d
se mira a
nitos pao
la branca
merino
boa a t4-5
rs., ditos
de fil de
a 4/, dita
ninas a 5 9
seda com
por preco commodo
eos n. 28, armazem.
na rua da Madre
ce
, dito mais,
fiuo a 35, 35500, Ve 590 covado, dito n.uiii ?tfSQ \.:Q Q%}
lino a 79S< ) o covado, cortes de velludo, fa-
zenda mui o boa a 79 e 7f500, dito muito li-
no a 129,1 acaa de chita encura com toque
de mofo a 9500, mussulina de urna su cor a
400 rs. o c iado, manguitos com collarinbo! '<5
para senhera e meninas, berdados a 8 e 10*
l'i:.i de f-rr.'.geus, a segunda de fazendhs 11. 40.
Atenco.
Queijos do sertfto os mais frescaes possi-
veis : na rua do Qucimado n. 14.
Vene-se panno herno proprio para
oras do Sacramento: na loja da rua do
Crespo n. 3.
Vende-se panno escarate para fardas
re cavallaria : na loja da rua do Crespo n.
3, prximo ao arco de .Sanio Antonio.
CccSaveques de
ClBEAIiFSTAOEFILO'.
Rua do Crespo n. 25.
Vendem-se casaveques das qualidades ci-
ma m ncionadas, todos enfeitados o de mn-
dellosos mais modernos que presentemente BreUnhaa.lerolocom I0vara8,peca
existe neatem mercado. Unto para senhora RlscaJos rronstros "
como para menina e menino, vestidinhos de
cambraia bordados para menino so baptisar,
eostos riquissimos, tanto curtos como com-
pridos, gollinhas bordadas de todas as qua-
lidades, com Ibqos e pontas largas, mangui-
tos bordados com laco de lila e sem lapo,
camisinhas para dentro com golln e peito
bordados, entre-mcios e babados, ludo bor-
dado e muito lino, riquissimos chapeos para
enhora e enfeites para cabeca, tudo islo sao
azendas de gosto e quali lade, o melbor que
se pode desejar.
Velas rteari-
m as.
gj Estnnlio em liarrinlias, Bar-
> rilhn.
ft Vinlios linos de Moselle c Joan-
a nisberp; espumoso, e de Bordeux fk
. l em iiu.irlol.is. ^.
iS C. J. ASTLEY & C.
Lmcasa de llentv Brunn & C. rua
da Cruz n. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Cadeiras de vime.
l;m rjrande sortimento de locadores.
Retratos a oleo para sala de jantar.
i'-s|irllii com moldura.
Pianos dos mclhores fabricados em llam-
burf{o.
Freguica
QUE ESTA QESAD9
boas fazendas por pouco
riinheiro.
O Freguica da
rua do Queimsdo connu'a a fornecer ao
publico, em seu csUbeleciment na esqui-
na do boceo do Pcise hrito n. 2, o mais bel-
lo e variado sortimento do lazendas, odas
de excellente qualidade,e precos muito m-
dicos. .vo s queima as fazendas ja por
vezes annunciadas, a saber:
Ulindinas para vestidos de senhora,
covado............... 900
Targelinas idetn idem,corte com 12
covados ............. I25000
Organdys dem idem, covado 260
Cambraias estampadas, vara 480
Ditas ditas mais Coas, vara..... 600
Chitas fraucezas, largas, escurase
claras, covado........... 260
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado............... 2S0
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado ..............
ar
~-
de
i oca
SAFUNDIQAO DE FERRO DOENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, ,|A
RUA DO BRUM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
a serapre um grande sortiuento dos e-
l{uintes objectos de mecanismos propr os
vara engenbos, a saber : moendas e me as
moendas da mais moderna construccao ; a-
nhas de ferro fundido e batido, de super or
qualidadefe de todos os tamanhos ; ro as
dentadas para agua ou animacs, de todas as
proporcoes ; crivos e bocea de fornalbi. e
registros de boeiro, aguilhoes, bronzes, | a-
rafusos e cavilhdes, moinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FNDICA'O,
se executam todas as encommendas emi a
>uperioridado ja conbeoda com a devida
presteza e com odidade em preco.
Vendem se dous bois mansos, e gd
dos : na rua do Rosario da ISoa-Vista n.:
cada um, il'.apeos de sol para senhora a
15800 e 29, ditos de seda a 2/500, ciles de
cassa coila a 29, chales tretos ae merino a
25800 c 4/, casemira preta a 15,1/200,1*500
1 e 25200, e muilo lina a 25800 o covado,
cortes de vestidos leitos pira senhora, de
cambraia a 35200, madapoDes, a per; 25800,
3;; 35*00. 3 7500, 4, 4*500 ] 55, c muilo fino
a G$, chitas de cores escuras, a peca 5900,
5J50, 61 e .9, e a covado a 160, 180 e 200
rs., cambra a desalptcos, f peca 35600, lilas
de iluiis lar uras para veslido de senhora a
15600 o cov ido, maulas de velludo para selr
la de cav'ill > a 79, ditas de algodao a 39200-
ditas de lila a 45500, chapaos do Cllilj po,
diminuto 1 reco, c muitas mais fazendas.
que sviila do comprador menciona-se!
-..-
C
Na mesma I
res, e leva-
oja da-se fazerdas com penho-
eem casa de familias.
Vend
lar, muito
precos com|nodos
deL. Pugi.
m-so cadeiras para sala de jan-
forlos, e ccsis para dito, por
na rua das llores 11. ti,
r-
B,
Na rua do lirum n. 22, armazem le
Laiz Jos d S4 Araujo, sin ia existem 30 \
sos proprios pai'a j.irdim, os quaes se vi n-
de 1 muito era conta pira liqoidacSo Je
cuntas e urna balanca com sena pertenc s
propria para paitarla, ou armazem du is-
sucar.

AVlSJ.
(Na rua da Cruz n. SI, primeiroanlar,
la de barbeiro, vetidem-sa bichas de lia 11-
burgu, tanlo aos cantos co:co a rclalhol c
aluga-se mais burato do queom nutra patio;
:i1V''rlindo-se quo sffo as mais modernas do
mercado.
Vende-se um completo sortimento do
latas c >rn bolachinhis doces e aguadas, de
superior quiti luje : em asa de Soult all
Mellors cV O., na ma do Trapiche n. 38.
(lomma do Atacaly.
Jim porc( es e a retalho: venda-se na rua
da Cadeia n 57, e.scriptorio de Prente Vi-
anna.
Vende-se superior frinha de man-
dioca em saceos grandes: na tanoai ia
delronte do trapiche do Cunha.
Tasso Ir.ma9G8
Avisara aos seus Iregaezes, que em con-
sequencia do, novos sor ti atentos, que aca-
ba iti de reoeber de Itichrc nd, tem rcduzido
os precos das Fariritias a venda emseus ar-
mazens aos seguintes:
(alega \
Hszall .'. .3 235000.
Dnnlop. .)'
Macanee. .| ,Hlim
Columbia .( n-mM)-
Coutinuam a ter farinhas de Trieste das
mareas rnneira qualidade e
3SF..
^ Vende-se superior farinba do San-
iM ta Caiharina agranel, a bordo do bri- *
',?' gue Valle : a tratar no largo do Cor- S
w po Santo escriptorion. 6, ou com o ''?
5 i capitSo a bordo. -''
Deposito
DE
Cera do carnauba c velas.
Sobo refinado o em rama.
Pi de algodao da Babia.
Sola e relies de cabra,
i.omma do Aracaty.
liarris com bren.
No largo da Assembla confronte aporta
da nispei'cno n. 0,aonde se vende Dor menos
preco que cni outra qualquer paite.
Agencia
La fundico Low-Mo r.
a rua
T.l
Nova agua ilc malabar
Vende-se esta agua a n>\Qor que tem
parecido para Ungir o cabello BUissas
prelo : na livraria uuivcrsal rua j0 fj0||e
11.20. d-se junto um impresso gtjg
nando a forma de applftar. '
i P-
de
io
do 1 ra-
>'criotoro
rua da Senzala co va
n. 42.
"lesteostabelecimenti continu*a 1 haver
ubi completo sortimento de moendas e
motas moendas para engenbo, machinas de
vapore tiixas de ferro batido e coado de
t'; .osos tcmanbos para dito.
300
29000
indos padres,
covado,.............. ojo
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um.............. \<>q
alas alent destas, offerece mais aos seus
freguezes 8 s seguintes fazendas ltimamen-
te edegadas: mussulina branca finissima a
320e 360 o cov*do, dita matizada, fina, e do
melbor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
laazinhas nuito linas, escuras e claras, to-
das de desmhos inteiramente novos t. 400
rs. o covado, carmeltna, fazenda anda o9o
vista, trancada e com padres de I3azinha,
pelo b .rato preco do 280 o covado, cortes de
riscado l'rancez, bonitos padroes e cores fi-
xas a .'>520ii cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 varas cada peca a
75500. dte tapada tambem muito lina, com
10 varas cuda peca a 49800 e 69600, chales
de ISazinha muito finos a -^200, ditos de
merino lisos e bordados, de mui lindas co-
res, casetriras enfeitadas, mescladas, mui
uroprias para palitos a2/200 o covado, brim
trancado lie poro linho e padres novos a
15440 a vara, ditos pretos de muito bom
gusto, e ate proprios para loto a 1/600 a va-
ra, corles de rollete de setim bordados a
3/500. ditos de casemiras para calcas, finas
c de bouit: s cores a 55500 e 65OOO, grvalas
pretas deseda a 1o, dits de mola a 1/600
alpacas de cores com listras de seda a 560
covado, (hitas escuras e claras, padres
iniudinlioi. e graudos, de muitos e variados
gostos, cores lisas eexcellentes pannos a
160, 180, SCO, 220 e 240 o covado, pecas de
madapoln cok 20 vsras a 25900, .'J56OO, 49
45500, *5K00, 55 e 5fi00, e muilo fino a
65400, cobertores de algodao proprios para
escravos a 700 rs. cada um, luvas de diver-
sas qualid ides para senhoras. gangas mes-
clauas de '.ods as cores a 540 o covado. De
todas estiis fazendas, e de outras muitas
aqu nio mencionadas, se daro amostras
sob peuhe res.
Com toque de avaria.
Vende-se algodao encornado proprio para
roupa de -scrav.is, e tambrm para saceos,
com toque de avaria, por proco muito bara-
to ; na lu 1 do i portas da rua do Queimado
n. 10.
Os melhores relogios deonro, patentein
glez, vendem-se por precos razoavois, nu
'scriptoriodo agente liveira.rua da Ce-
dis do I,en le 11. 62.arimc.iro andar.
- > ^H'llins e rlegioo.
^J SELLINS e RELOUIOS inulez : a vend' no armazni de
Ku-lrnn Kooker A Compnhia, es-
qnin. lo largo do Corpo Santo Da-
mero 48.
Vendem-se raixas de cha hysson de
superior qualidade e preco commodo, em
lotes a votitade do comprador; noescripto-
rio de Matheus Austin t C rua do Trapiche
n. 36.
Fechadtiras para rasa dppurgar.
Ycnlem-se fechaduras proprias para casas
de purgar, por prego commodo : na loja de
ferragens de Vidal Bastos, rua da Cadeia
do Recife n. 56 A.
Superiores cr-
TES DE SED\ PRETOS COM
Babados.
Acabam de ebegar de Paris pelo ultimo
vapor, superiores cortes de se la pretos com
babados, de muilo goslo, com 26 covados
cada corte, e mais baratos do que em outra
qualquer parte : na loja do sobrado amarel-
lo, nos quatro cantos da rita do Queimado
n. 29.
Lindas taimas
de seda.
Vendem-se lindas taimas le Borla, s mais
modernas que tem vindo a esta praca, ditas
de merino a 209, sahidas de baile de muito
gosto a 259 e 309 cada urna ; na loja do so-
brado amarello, nos quatro cantos da rua
do tjueimado n. 29.
O verdadero algodao da
Baha.
Vende Antonio Luiz de (lliveira Azevedo,
no seu cscriptorio na rua dn Cruz n. I.
Refutara de assucar do
Slouteiro.
Acham-se estabelccidos depsitos nos lu-
gares seguintes : na rua da Cadeia do Recife
n. 30, na mesma refinaria oo Monteiro, no
aterro da Boa-Vista n. 8, e no pateo do Ter-
co n. 30, aonde vende-se a;sucar eryatallsa-
do de superio" qualidade, e retinado da tr-
ra das qualidades inferiores, por precos e
quantidades a contento dos compradores.
Gonuna de mataran;*.
Vende-se verdadeira gomma de matarana
a 800 rs. a libra: na rua Nova, taberna
n. 71.
- Vande-se urna carteira em bom uso ;
na rua do Brum n. 24.
Sabida de
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos c pernas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
aeviam sorer a ampulacao! Dellas ha mui-
tas, que havendo deisado esses asvlos de pa-
ueciuiento, para se nao submetlerem a essa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
ae seu roconliecimento, declararam estes re
sultados benficos diante do lord correge-
aor.e outros magistrados, alim de mais au-
tcnlicarctn sua allirmativa.
Nioguern desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante confianca para en-
gatar este remedio constantemente, segiun-
ao algum tempo o tralamento que necessi-
lassp, a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Queludo cura.
O ungenta lir ulil, maspartirularnienle
nos seguintes casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores decahega.
das costas.
dos membros.
Enrermidades da cu-
tis em geral.
Enlermtdades doanus
trupces escorbticas
Pislulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
Inchaces.
InUammacodofigado
da bexiea.
inlTammacao da ma-
triz.
Lepra.
Males das peinas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptts.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.v
Sarna.
Supuraces ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Vetas torcidas ou no-
Na loja do canto, na rua da Cadeia do Re-
cita n. iti, ha bonitas sabidas de baile, pelo
diminuto preco de 249000, tanto de pelucia
como de a orino, com linios enfeites, liras
bordadas de muitas qualidades, por baralis-
simo preco, proprios para enfeites de casa-
veques e rou a de crianca ; d-se amostras
com penbores, e leva-se em casas.
dadas as pernas.
Vende-se este|unguento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas desua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha.contem
urna instruceflo em portuguez para explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharroaceutico, na rua da Cruz n.22, em
Pernambuco.
IIOB I.ArrECTKI ti-
O nico autorisado por decisaodo conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recnmmendam o
arrobe de Lafiectour, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
dede medicina. Este medicamento de uro
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha renl desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
ieco6ea da pelle, impingens, as consequon-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos-, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores ; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as contraeces e a frsquez
dos orgSos, procedida do buso das injec-
ces ou de sondas. Como anli-sypbililicos
o arrobe cura em pouco tempo osfluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
dalcubeba ou das injececs que representem
o virussem neutralisa-lo. arrobe Ijtffec:
mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Latfecteur 12,rua iiirhelieu Paris
Os formularios diio-se gratis em casa do a
gente Silva, na praca de 1). Pedro n. 82.,
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia. Lima & Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; P.io de Janeiro,
Rocha & Filhos; eMoreira, loja de drogas
Villa Nova, Joao Pereira de Magates I.eile ,
Rio Crande, Francisco de Paula Couto& C.
SVSTEUA MEDICO DE HOLLOWVA
PILULAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto in-
teiramente de licrvas medicinaos, n5o con-
tm mercurio, nem al guma outra substancia
delecterea. Benigno a mais tenra infancia,
ea compleicao mais delicada, he igualoien,
te protnpto e seguro para desarreigar o mal
na compleicao mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operaces e etlei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
S. STIEUIEL i C, banqueirosene-
gociantes, establecidos lia muitos auno
em Londres, teem a satisfaccao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos principaes pot'tos e distritos manu-
seguiram recobrar a saude e forcas, depois
VIMIOS FWOS DO PORTO
Vende-se um bote de 'Jj palmos, muito
bem construido : na rua da Cadeia do Reci-
fe 11. 2. piiliono andar.
Vende se no pateo do Campo Verde n.
I.uin moleque di 20anuos, proprio para
campo.
ca e llollanda, consetvando alem disso
suas proprias casas anteriormente cstabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
pot tos mais commerciatsdaGr-Bietar.ba,
e estao em posicSo de of'ferecer grandes
vanlajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artigo*, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
a banco de qualquer genero.
As pessoas que nao forera conhecidasdos
anniinciantesdeveifioacompenliarsuasor-
dens cora os fundos necessarios para sua
e\eucc&o; licando entendidas que osan-
nunciantes nio teem diliiculdade em adi-
antar "."i 0j0 sobre os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos cor rentes e mais nformaces
commerciaes, <|ue forera pedidas, seiio
enviadas gratuitamente, salvo o porte rio
correio, podendodirigir-se aosannunci-
antes.
intilmente todos os ou-
de haver tentado
tros remedios.
As 111 .os afllictas nao devem entregar-se a
desesperacao; facam um competente enuaio
dosellicazes efTeilosdestaassombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o beneficio da
saude.
NSo se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des:
Accidentesepileplicos
coi um dedo grande do pe urna cicatriz se
comprimonto do dedo, que lascou tambera
a unha, de um talho qoe solTreu no raemno
dedo, esSe signal be bem visivel, elle disae
a algumas pessoas, qu^ ia para o lugar do
Sostes em Natuba, termo da freguezia do
l.imoeiro, a propriedade Soares, be perten-
cente ao Sr. Joao Nunes, e a soa mulher D
Anna Joaquini; ha certeza d'elle ter ido
para dito lugar do Soares, pois que la tem
ido muitas vezes. em razao do senhor qoe
foidod-to escravo ter sido Glho do prop. t-
tano da reerid propriedade ; assim pois,
roga-se as autoridades pobclaes e capitaes de
campo a apprehensao do dito escravo, e lesr
a sua Sra. D. Anna Feneira de Mendunca do
dito lugar do Hemedio, aera recompensado:
assim como roga-se ao di-.o Sr. Joao Muniz o
favor de mandar trazar dito escravo, sendo
que U estis, que prometiese nao castigar
e paga-se a despeza aue zer.
Fugio bontem 18 do crreme o preto
Antonio, cnoulo de idade 60 annos, pouco
mais ou menos, veio para esta praca ba *
mezes deCariri deFor, levou camisa de
algodao azul e calca de cor, be cheio do
corpo, rosto redondo, olhos pequeos e ps
tambem, tem as peinas duas cicstnzes an-
tigs : roga-se porUnto a algama pessoa,
ou capilao decampo, e ss autoridsdespo-
liciaes, que o peguera e o raandem levar ao
seu senhor, no paleo da Santa Cruz, pada
ra n. 6, que serSo recompensados genero-
samente.
No dia 12 do corrente despparecea ds
casa de seu senhor o escravo Manoel, cnou
lo, de idade 26 annos, alto e muito cambeta,
a tonto de encruzar as pernss; levou ferro
no pescoco, mas he provavel que o tenba li- .
rado, calQa de ganga amarella, camisa de
algodao azul ; he muito regrista, e costuma
andar pela Soledade, Boa-Vista, Ponte de
Lchoa, foco e Olinda : quem o pegar, leve-o
a rua das Trincheiras, sobrado n 50, no se-
gundo sndar, que ser recompensado.
No dia 25 de de/embro do anno pas-
sado fugio doengenho Mocambique, fregue-
zia de S. Lourenco ds Mstla, oesersvo An-
tonio, de nacSo, que representa ter 40 an-
nos. pouco mais 011 meaos, rom os signses
seguintes: falta do denles na frcntek urna
cicatriz uo rosto do lado direilo, algims ca-
bellos brancos, e tem no braco esquerdn
qiiasi ao p do hombro um calombinho do
tamanho de urna pitn ba, e quando se falla
com elle Dea sobresaltado ; fot vselido rom
calca de brim escuro e camisa de algodSu
trancado azul, he cosiumsdo a fogir e mu-
dar de nome, diz que he crioulo, e quast
sempre diz ser do mato de algum senhor d
engenbo ; foi escravo de Rufino Jos dos
Santos, de Campiua Crande, une o venden
a Francisco Cavalcanti de Albuquerqoe des-
ta cidade. Este escravo esteva fgido dous
snnos, oceulto as matas de Lampina Gran-
de, sendo agarrado em novembro prximo
passado : quem o apprehender e levar ao
referido engenbo, ou no Recife, loja da
rua do Queimado n. 10, recebara ojooo de
gratificacSo.
Fugio na madrucada do I .do corren-
te o prelo Antonio, de najao, idade 30 an
nos, pouco mais ou menos, baixo, cheio dn
corpo, pes compridos, pernas tinas. basUnti
pansudo, com falla de entes na frente, bei-
eos grossos e um tatito esqoecidos, pou*
barba eesta rapada, cabello rapado atrase
mesmo na testa navMba, tem f s costas tv-
dis msrcadas.muito regrists,lsnto que prsss
por crioulo ; levou ferro no pesoco, oque
se julg j esur tirado, calca de g.nga azul
ou de algodao de listr, esmiss c algo-lio
truncado ou de ganga, a velba, chapeo de
pello ou ae palhs, velho, foi moradoi em Ns-
zareth ; levou tamb"m urna trou:a cora
toda sua roupa e mautimento, por isso se
julga nao andar por muito longe assim,
quem o pegsr, leve-o a sen senbor Mmoel
de Almeida Nobro, no lugar do Loca, d'ond*
fugio, ou a Amono Sobre de Alraeida, na
rua Augusta, qua ser generosamente re-
compensado.
Ha poucos diss lgio do engenbo Cnr-
esbi o escravo Joaquim, crioulo, ue cor fula,
parecendo cabra, diz que tem 18 a 19 annos
de idade, tem os ps mal leitos, una cica-
triz de chicote sobre o lombo e outra sobre
o peito, levou um quarto castanho gotdo.foi
escravo do Sr. Jernimo Carneiro de Albu
querque MaranhSo. vendido nesla prsca pelo
Sr. Antonio Goncalves Ferreira Cascao :
quem o apprehender conduza-o 10 dito en-
genho, ou nesta praca na rna da (.un n. M,
segundo sndsr, quo sers generosamente re-
compensado, e protesla-se contra quem o a-
coutsr.
No dia 18 do rnez p.p., fugio de bor-
do do brigue Sagitario," um eiravodc
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
i \ annos de idade, estatura regular, ecco
do corpo, s tem barba r,o queixo, ca-
bellos rarapinbos e ja tem milites blan-
cos, be bem conbeeido por ter as mSo,
muito calejadas, quando fugio tinba o <-.--
belloa nazarato, tem os pe meio apale-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senbor Mam el
Francisco da Silva Caniro, na rna do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem
gratificado.
DENOMINADOS

c,
piche 11. 5-5,
de Novaes
Vende-se superior vinbo do Porto en-
garrafado era caixas de | < 2 duzias de
garrafas, bem como em barril de 4- e 8.
a preco commodo.
Duque do Porto.
Imperatriz Lugcnia.
Leopol lo I.
I>. Pedro V.
Engarrafados e enfisitados como o t*
do Champagne : venle-se em por- (J)
c a volitado do comprador, na ^*
rua do Trapiche n 40, e.scriptorio '
de Thoma7. de Faria. (yj

a
1
--- Na rua do EicantaTiento, tabernajn.
77, vendem-se favas novas cbegsdas ultima-
mente de S. Miguel (assoresj ^elo diminuto
prego dn 100 res cada libra.
Ycnc'em-se caixoos corn mcrgulbos de
parreiras moscatel, declteiro, da poda de
agosto, que ja este anno deram uvas, a if
OcaizSo; no sitio da Trenpe, sobrado 11. I,
que tem taberna por bsizo.
TACHAS PARA EXGENflO
(^) Da fund cao de Ierro de I). \V. Ilouman
na rua do liium, passando o ebala-
i'iz, eotiliniia|a haver 11111 completo sorti-
mento de taclias de Ierro fundido e bati-
do, rio Ti .1 8 palmos de bic.i, as quaes se
Bcham a enda por precocommodoe com
promptidSo, embarcam-se ou carregam-
se em carro Sem desnezas ao comprador
Ver de-se superior linha de slgodSo
brancas e de cores, em novellu, para costu-
ra : em cisa de Southall, Mellor & C., rus
do Torres n. 38:
Vende-se multo em saceos, por preQo
commodo: na taberna doParaizo n. 16.
PASTAS DS RIF
ST10 chegadas pelo ultimo vapor as peito-
racs pastas de naf : no deposito 11 6 da rua
de S. francisco.
VIMIO DO PORTO StPERIOR.
Duque1815.
Km caixas de urna
rafas.
c duas duzias de gar-
Ch milico.
Lm barris do oilvo vende-so a preco
commdo em casa di larroca o; Castro,
rua da Cadeia do Recife n. 4.
Febrcs intermitiente.
Febreto da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigcstes.
Iiillaiiiinacocs.
Irregularidades ds
menslruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas tu culis.
Obstrucco de ven I re
l'hlisica ou consump-
q8o pulmonar.
Itetencio de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
I ico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal).
patente iqglez.
Sao chrKaos e acl:.im-te a venda o veidadeira
a iiem cmiliprulns selllns ioglasai Atenta: na ro-i
do Trapiche-Novo n. I.', sruiiueui e fazendas U
Adamson i C. 11 onie.
No dia 3 do corrente fugio o prelo
JoSo, crioulo, de idsde 30 annos, pooro mais
ou menos, e tem os signaes seguintes : es-
tatura regalar, reforjado do corpo. bstan-
le preto, conserrs toda a barba, tem urna
cicatriz em um das sobrancelbas, prove-
niente de urna cacetda que Ihe den om ca-
pitOo de campo, flto de dentes na frente,
levou camisa de algodao mesclsdo, que pa-
rece feitio com pibtot sacco. e calca de al-
godao azul e bonete de panno ; js foi en-
contrado na Cidade Nova de Santo A niara, e
desconfia-se que anda por esse lugar : quem
o pegar, leve-o a rua Imperial, padaria n.
173, que se recompensara con, generost-
dade.
Fugio na noite do dia 6 do corrente,
de um sitio de lieberibe, ums esrrava mua-
is, de idade de 22 annos, alta, cor acabocla-
da, cabellos corridos e amrralos, reforcada
do corpo, com os dentes da frente podres ;
quem a pegar, leve a sen senhor A. A dn
Miranda Cuimar.les, na rua Direita n. 69*
que ser gratificado.
Fugiram no dia 28 de dezemb-o prxi-
mo passado, do engenbo Prariiiba, freguena
de Baneiros, os escravos seguintes : i'edro.
dado de 30 a 35 annos, grosso do corpo, al-
tura regular, ro bem preta, nacilo Casta.
Celestino, 30 annos, pouco mais ou menos,
alto, cheio do coipo, bem barbado, cor fula,
toado falta de um dente na frente do queixo
superior, natural do Para. Fragozo, "-'' o
annos. sito, secco, sem barba, rendido de
urna dasverilbas, tambem do Para : recom-
menda-se aos senbores capililos de campo a
apprehensSo dos ditos escravos, que se dar
boa recompensa ; poden lo qualquer pessoa,
tuguez paraexplicar o mododesse usardes-|que delles tivc.em noticia, entenlercm-sa
las pillas. ; com o proprictano do dito engenho Franns-
O deposito geral he em casa do Sr. Soum co Alxan4re DnUa, 01 com Antonio C.vn-
pliarmaceulico, na rna da Cruz n. 23, era (alies Ferreira Cs'scSo, na rua de Apollo
Pernambuco. B. 82.
Alporcas.
Ampolas.
Areiasmalde;.
Asllima.
Clicas.
ConvulsOcs.
ebilidade ou e.vte-
nuafjSo.
Dcbilidadeoufaltade
forcas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
Enfermidades no ven-
Ire.
Enfcrmidades]no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipcla.
Febrcs biliosas.
Vendem-se estas pillas no estalieleitnen-
to geralde Londres 11. -244. Strand,. e ca
loja de todos os boticarios, droguistas c ou-
Iras pessoas encarregadas desua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vendem-se as bocetinhas a800rs. cada
urna dellas conten urna instruccio em por-
Vendem-se fundas de ac para um[e
dous lados : na loja de miudezas da rua lar-
ga do Rosario o. 35, a 15000 cada urna.
PER.V TYP. DE N. F. DE FAJtU. 185.
*

mutii Ano


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