Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07359


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Full Text
ANNO XXXIY B: 10.
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 5$000.
(HIMA FEI1A \\ DE JANEIRO DE 1838.
Bor anno adiantado 155000.
Porte franco para o subscriptor;
E.\\..v 'U)OS DA SUBSCRIPLA'O 1)0 NORTE.
Ptrehiha.o d xodolpho Gomes : Natal, o Sr. Joaquim
Ignacio Pereira ; Aracalj, o Sr. A. de Lemol Braca ;
reara, o Sr. J. Jote Oliveira : Maraohoo. o Sr. Jos Teiieira
da Mello ; Piaubj, o Sr. Jos* Joaquim Avcllino ; Par, o Sr.
Justino J. Ramo. ; Amasonas, o Sr. Jernimo da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olimla lodos o. di.l.Mf BMia hora, lo di..
UUfWM, GoiaaM l'arahih. as areiin.l.a a.lt.. folr...
5. Aeleo, Beaerroa, Il.n.iio, Caruam', Aliinbo e i;aranliiint: na terca-feirn.
S. Lourrnci., Pao d'Allo. >ia -., Fio,,., V.lla-I....:. i. .Vi.w.0 :,,-. .,. ,.Trl.,
(.ao, Ipoiuca, N-rmli, rm, l,io t irmoso, tila, Rarr.-iru-, A na-Preln
lmentela, c NM.ll qninla.-rciraa.
Tudo. o* crrelo, par cm a. I I aura, da ntanba.
AUDIENCIAS DOS TRIBU.NAES DA CANTAL.
Tribunal do rommercio : secundas e quintas.
Relaeao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda : quarlas e sabbados as 10 horas:
Juizo docommercio : segundas as 10 horas e quinta, o meio da.
Dito deorphiios: segundase quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas e seitas ao meio da.
Segunda vara do civel : quinas e sabbados ao meio da.
EPHEMERIDESDOMEZ HE JANEIRO.
B Quarto minguante as 10 horas e27 minutos da tarde.
15 La nova as 3 lloras e 13 minutos da manha.
22 Quarto rresrente as 2 horas e 37 minutos da tarde-
29 La cltcia as 6 horas e o'l minutos da manha.
PREAMAK lK UOJE.
Primeira ,is 3 horas e <2 minutos da manbaa.
Segundabas 4 horas e ti minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Ilygino p. m.; S. Theodorico ; S. Honorata v.
12 Terca. S. Salyr.. ni. : Ss. Arcadio, Zotico e Taciana mm.
13 Quina. S. Hilario b. ; S. Gunesindo presh. m.
1 i Omita. S. Flix ; S. Marciana \. ; S. lacio b.
13 Sera. S. Amaro ab. ; S. Secundina v. m.
lti Sabido. S. tlarcello p. m. : S. Pnscilla m.
17 Domingo. O Santissimo nome de Jess; S. Aniao ab.
PARTE PFICIAL
p- GOVERNO DA PROVINCIA
Expediente do di. 2 do JatMlro d 1858. .
t lllicio 10 Eira, precenle da. Alago.-.Patio*
maot de V. E., para os eonveoienies ames, as
primeir.it va. do conhecimenlos e copia dot termos
de entrega do. objectos que na esenna al.ioda fo-
ram rem.ttido. para esta provincia coro destino ao
7 li.ilalh,lo de infaolarii a ao hospital regimenlal.
Dito ao eommandante das armas Tendo-me de-
clarado o El. Sr. ministro da guerra, em av.so d. 2
d. dezerab'O ultimo, que pelo ara.nal de#gaerra da
corta sern remrtlidos 6,000 covados de panno, cuja
qoalidade .rnente serve para ser exclusivamente
ipplicado a ponche, a capoles para os carpos do
enrolo eslaceienadot nesla provincia ; assim o com-
nionico a V. Es. para sea conhecimenlo.
Dito ao mesmo.Evigindo a gaia do alteres Jos
Francisco da Silva, afim deter transmiltida secre-
taria da gairra em conformidad* do aviao da 23 do
panado.
Dito ao mesmo.Ttodo-me declarado o Eira. Sr.
ministro da guerra em aviso de 2 de dezembro ulti-
mo qoe o. livros mostrea que d'ora em dianl* se fur*
. nacreo, aot corpot de linna estacionado, nesla pro-
vincia deverio aer riscados, e com os dizeres de cada
, folha impresfoa, litographados oa gravados, segundo
t o modelo mindado ltimamente observar: inimo
commuoico a V. Ex. para seu conhecimenlo.Com-
roonicou-se au arsenal de guerra e ao consalho ad-
ministrativo
Dito ao mesraa.Determinando S. M. o Impera-
dor qoe o capitio no esl>do-maior de Ia rlasse Fran-
cisco Raphaol de Mello Reg, que se aclia emprega-
do as obra, publica, desta provincia, sica para a
corle alim de ir servir no corpo de exercito da pro-
vincia de S. Pedro do Rio Graude, segundo me foi
declarado em aviso do ministerio da go.rra de 2i de
dezembro ultimo : assim o commuoico a V. Es. para
.cu conhecimenlo e governo, previnindo-o de que
nesla dala don sciencia do cilado aviso ao meimo
capitio.Dea-te .ciencia.
Oiloao ehefe de polica.Pira que faca embarcar
com urgencia no brigue irAdolphoo os sentenciados
que vieram do Rio Grande do Norte com destino ao
presidio de Fernando.
Dito ao director geral da instroccio pohlica.Ac-
ensando recebida a eiposicio do estado daquella re-
p irlicAo e do eusino primario e .ecoodario da pro-
vincia.
Dilo Ihesour.riade fazenda.Determinando que
expera ordem para o despacho, .em direitos, de 299
barrica, de cemento que vieram do Havre na salera
Tranceza aOlinda por cunta do contrato de Jos An-
tonio de Arauju.
Dilo metma.Remello a V. S., para seo conhe-
cimenlo e directo, copia do aviso que me dirigi
n Etm. Sr. ministro da raarioha em data de 23 de
dezembro ultimo, sob n. Mi, determinando a cons-
IfUccAo de um hi.ilo de guerra no arsenal de roari-
nha desla provincia, e declarando ter solicitado do
ministerio dos negocios da fazenda a expedirlo da
competente ordem afim de ser posta minha dspo-
icAo por esta the.ouraria a quanlia da 10:0009 para
ir oecorrendo as despezas de -eme.liante cnnslruccio.
. Communieou-se ao inspector do arsenal de tua-
rinha.
Dito mesma.Remello por copia a V. $., para
ter a devida execuc,ao, o aviso que roe f n expedido
pelo mioislerio da guerra em dala de l.'i de dezem-
bro ultimo, determinando quo a consignadlo de 2i;
mensiies que do respectivo sold deiiou nesla pro-
vincia o alferes do 9 balaliiSo de infanlaria, ora
addido ao de engeuheiros, Manuel Ernsmo de Carva-
Iho Moura, seja sospeuta, a conlar a> conforme requereo o mesmo alteres.
Dilo inesma.Transmtltindo copia do aviso da
gaerra de 16 de dezembro ultimo declarando ficar
approvada a da:peza de iOS qoe esla presideucia
autorisou a pagar pelo aloguel da casa em tiln ia
onde funecionou a secretaria do 4- balalhao de ar-
tilharia a p, por nao haver no respectivo quarltl
comraodo sofflrieiile.
Dito ao inspector do arsenal de marinlii.Na con-
formidad, do aviso expedido pelo ministerio da ma-
mitis de 21 de dezembro ollimo, sob n. 91, faja
Vmc. couslroir n.sse arsenal, com destino a pro-
vincia do Leara. um. I.ncha de oilo remos, appro-
priada ao Mffioa de soccorros e uulros, bem como
boia. de ferro, afim de assignalarein os baixos pr-
ximo, ao porto daquella provincia, para oude dever
ser ludo remettido logo qoe estiver promplo, levan-
do a lancha as soas p*r(eo(as, a as boia. as compe-
tentes anierraces.
Dilo ao mesmn.- .T.ndo-me declarado o Eim. Sr.
ministril da marinha, em aviso de 1H de dezembro
ultimo, haver approvado a deliberaban que lomou
esta presidencia de aulori.ar Vmc. a encummeudar
para Inglaterra a. calaeira. nacessarias ao vapor
o lhelis", surto na provincia do Para, alteuto o avol-
, lado prer;n que por ellas pediram os nicos fabri-
cantes que aqoi se offereceram a faze-Us: assim o
comraunieo a Vmc. para seu conhecimenlo.
Dilo ao juiz de direilo da Boavisla.Pira compri-
m.oto do aviso do mini-lerio d,i jualici de 21 de
dezembro ultimo, haja Vmc. de informar-me quan-
la. reuoiea do |ury houve nos termos dessa corairca
duraule o anno findu, e em qoe parioJot ; devendo,
caso nilo se lenha ell-ctaado alguma das sesset de-
termina las por lei, declarar-me os motivos disgo, a
i >o ani la subsiste o de que Iralou Vmc. em seu ofllcio
ii. 154*33 de oolubro ultimo, pelo qual deixon
de foiii'ciotiar o mesmo tribunal al aquella poca,
nos (armo, dessa comarca.
Diloao dir.clor interino das obras publicas.Di-
zendo estar inteirado da terem .ido entregues ao res-
pectivo proprielario as chaves da casa da ra da Au-
rora que servio de hospital de cholencos.
Dilo a' Iheaoorari. provincial, Para mandar a-
ilianlar ao lliesoureiro das obra, publicas < qnanlia
de 2>:220) para continuaran da. obras por adminis-
trarao a cargo daqaella rep irlic.an no correule mez.
Dilo a' administrarlo dos eslabelecimenlos d. ca-
ridade.Para que examine n estado da casa dos ex-
potlos, e lome ou proponlia as providencias que (o-
rern a bem da melbora de soa a tmini.tracAo.
Hilo ao r.pii.i i F'rancisco Raphael de Mello liego.
Cim muuicando-lhe haver o goveroo imperial exo-
nera lo -o da comniHs.lo de que se acliava encarre-
gado pelo ministerio do imperio as obras da estrada
? de ferro desla provincia.
Portara. O presidente da provocia, tendoem
vista as informafOes ministra las em olcios de 7 e
II blica cora referencia a's provas por escripia apresen-
ladas pelo professor publico de in.lruc;,! j elemen- l
lar da cadeira de Fra de Portas, Antonio Rufino
de Andrade Luna, no exame a que se sujcilno, re-
.olve cnnsidcra-lo habililado para ensinar as mate-
rias adoptadas pelo conselho director em sessao de
30 de Janeiro do anno prximo passado para as es-
cola! do 2' grao, a para perceber as vanlagens de
que trata o arl. 26 da le n. 369 de l'i de maio de
l-V>, licanJo pnrem obrigado a ensinar nasua aula
as malaria, de om oulro grao. R.metleu-se co-
pias desla a' lliesooraria prorinetal a ao director ge-
ral interino da.ioslruci...i publica.
OfTiclo ao commandanle das armas.Para qoe
manda inspeccionar o recrula Jeronymo da Silva
Mello, que Ihe ser apresentadu com este oflicio.
Dilo ao mesmo.Iuteirando-o de que constando a
este governo mo lerem seguido para o Rio Grande do
Nuria, no vapor Cruzeiro do Sul, o seguudo sar-
w genio Joaquim Francisco de Vatconciilos e soa fa-
milis, e as praras de que tratara os ollicios de S.
Eic, sob nj. 8:16 e 83:1, expedir ordem par serem
lo los Ironsporlados para i lli no vapor irlguara>ii,).
ljili:iou-se ao gerente da companhia Peruambu-
eaoa, para dar transporte s referida, praxis, e ao a-
genle dos vapores parn considerar de uentiuin ellitu
a ordem dada para aquella fim.
I'to ao mem i. zendo que por parle do com-
inaurtanle de pulicia llie serlo apreaentados para re-
orolag os guardas uactunaes Izidro Rodrigues de Met-
loila e Jos Aiilunio do Lima.Ofliciou-se ao u-
pradito comiuandantr, a conununicou-se ao com-
mandanle superior do liTie.
Hilo ao mesmo.Hizendo que com este olTi-io
i -Ih'-li Vi apreseulados para recrulas os paisanos
Jos Florentino da Silva, Antonio Raimundo Ftr-
reira e Antonio Mauoel.
Dito a' Ihesouraria de fazenda.Em vista da or-
vtein ilo dia, juina por copia, do qu.rlel general do
,\orcil0 na cort de 15 de dezembro ultimo, sob n.
tcl, i'i,lo po le ler lu2ar pela fazenda nacional o paga-
mento da quanlia le hWtyOCO res, imuortancia de
livrns comprados pelocnnsellio alinini-trativo do ar-
MMl de guerra a Miran la & VaManeaUot, para es-
er1ptura5.il ,los itilTarenl*. corpos do cxerrilo exis-
l'iites nesla provincia, rom 1 consM dos papis que
Inelorc devnlvo ; licanlo assim raaslvlda a materia
do otlicio que \'. S BW dirigi ain dala de 2H de
dezembro ultimo, s,ib 0.783, cora referencia ao meu
de 24 do refer*! mez.l)eu-se .ciencia ao cora-
, rnaiid.inle das armas.
Circular a loilx os juirss municipaes da provincia.
Transmillo por rupia a Vmc, para sen conlie.i-
menlo e directo na parle que I lio toca, a portara
desla ddli um que determino u modo por que dtvem
ENCARREI.ADOS DA Sl'BSCRIPC.VO DO SIL.
Al.goas, o Sr. Claudino Falcjo D as: Babia, o Sr. I1. Duprad
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
F.M PERNAMBUCO.
O Proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na la
livraria. prar,a da Independencia ns- 6 e 8.
ser feilasas substiluic&es da joize. de dreilo'nas di-
versas comarca, da provioeil.Igual todos os iui-
zes da direito.
OITico ao inspector do anieual de marinha.De-
clarando qoe se maodou pagar a importancia das
diarias dos meoores daqnelle arsenal, relativa, ao
mez de dezembro ultimo.
Dilo ao director da. obras publicas.Dizendo es-
tar inteirado de ler-.e lavralo o lermo de conlralo.
pelo qoal .Sabino Vaz Kaplael se obrigon a servir
como ajada ule de angenhei os n.ssa rep unci, por
espejo de 3 mezts. contados de 23 de dezembro
em litante.Communicou-se a lliesooraria nruviii-
eial.
Dilo ao administrador di mesa do consolado.
enviando urna collecr.io das le. provincia da Pa-
rahyba, coolendo a de n. 2;' de 15 de oulnbro ulli-
timo, alim de qoe teja ella observada por qoelle
consulado na arrecadar3o dos tmpostosdaqnella pro-
vincia.
Dilo ao director das obras militares.Anlorisan-
do-o a fazer substituir o frechal, a terqa e as rip.n
que .a encontrar? m arrunalos na parle do edificio
docollegio, onde funecioua 1 Ihesouraria provincial.
r.onimunicou-se a esla.
Hito a Ihesouraria provincial.Para que informe
com urgencia, im que periodos estiveram com ns-
senlo na assembla legislativa desta provincia, do-
rante as duas sessfiea da ullina legislatura 09 juizes
de direilo Jo3o de Souza Res a Maooel Jos da Sil-
va Neiva.
Hito ao commandanle de polica.Para fazer ra-
eollier a'qoelle cerpo o cabe de esquadra e um dos
ululados que ejistem destacados na freguor.ia de Ja-
boatlo, fieando all apenas 2 soldado.Communi-
cou-te ao chefe de polica.
Hito ao commandanle di fortaleza do lirum.
Prevenindo-o de que hoje as \ horas da larde a cr-
vela americana salvar a leira com 21 tiro., deven-
do ser correspondida com s: Iva igual por esta forta-
leza.
Porlaria.Concadenan 20 das de licenr; com or-
denado a proles.ora de Goianoa Maria Cavalcauli de
Albuquerque Mello.l-sze ain-se as convenientes
communicac,o>s.
Dila ao gerente da Companhia Pernamhncana.
Para dar pasiagero para o Rio Grande do Noria, em
um dos lugares destinados para passaceiros do go-
verno, a l.oarenco Feroandes Campos Jnior.
mandar apresentar ao supplicanle 2 pravas para o
fim do qua se trata.
Oflicio do vigario da freguezia de Tacaralii, di-
zendo que se mande entregar a quautia determinada
para o acabamento da obra da matriz da dita fre-
guezia.Poi a informar ao juiz da direilo da comar-
ca de Taciiratii.
Hilo d0 inspector do arsenal de marinha, apre-
tenlando as reanse, em duplcala para o pagamento
dos inferiores e mais pracas fazendo parle da pri-
meira divido da companhia da aprendizes mari-
nheiros.Fui remettido a Ihesouraria de fazenda
para ordenar o pagamento.
D:lo do director interino das obra, publicar, di-
zendo que o arrematante da conservado da estrada
da Victoria lein comprido as cndilo., de seu con-
trato.Foi remettido a Ihesouraria provincial, para
em visla do competente certificado ordenar o
pagamento.
ftitttttut*
O ROMANCE DA VIDA DOMESTICA NA AL
LEMAMIA.
MM. Gustave Freylage e Olio /.udicig.
I.Sol und Ilahen lleve e Haver por M. I",ala-
ve Frevlag; 3 vols.; sexta *dic.ao. Leipzig 1836,
O romance, ha uns cinr.oenta annos, tem atra-
vesado 111 nuas vicissiludes em 1'-. mci como na Al-
leraanha. Goethe, qoe foi um dos primeiros a at-
signalar a importancia desle genero lio proprio pa-
ra a pintara das cousas modernas, nao lemia chma-
loorna epopa domestica. Era proclamar em urna
palavra o ideal qoe sa devm proseguir ; ha ueila
dalinij.io orna potica inleira. Escrever urna epo-
pa domestica he discriminar da vida real ludo
quanlo he digno da poesa, he trabar o qaadro
das alegra, e das dores, daa lutat a das victo-
rias que podem agitar a mais humilde exitlencia.
Desgraciadamente nao he grande o numero dos es-
criplores que se lem lembrado da definirao do mes-
Ire, que algn: 1- vezes della ee esquece. Esla for-
ma de im 1 ir i 1 preslava-so tnaravIlhDsameiile a to-
das as phantasias dos novelleiros ; o alvo serio foi
dentro em pouco abandonado, e quer se pozesse em
scena a historia ou a philosophia,
quer se tize Dila ao agente'de vaporei. brasiro..Para dar """anee orna predica altiva nu um frivolo pa.sa-
lempo, procurava-se antes marnvilhar os espirito.,
dar passagom de estado para as Alagas, ao major
Berardo Joaquim Correa e icu cantarada.
Ofieio ao Exm. eomman lanle superior do Reci-
f'.Ao chefe de polica e;pec.o nesla dala as or-
dens necettarias, conforme V, Eic. solicitoo-me
em oflicio de hontem, sob n. 31 relativamente a'
apretenlarao dos guardas (erlencenles ao batalhuo
da freguezia do Poco da P.mella.
Dito ao mesmo.Declarando em resposta ao sen
oflicio de hunlem que deveio continuar dispensa-
dos do serv;.] da guarda nat looal, emquanto o con-
trario nSo for ordenado, os inspectores de qoartei-
rao de que trata a retablo que foi enviada a
V. Exm.
Dilo ao mesmo.Intcirando-o de qoa se mandn
abrir os assenlamenlos de pravas dos tambores do
I- batalhAo de infanlaria, Claudiuo Dulpiauo da
Cruz e Paolo Jos Thomaz.
Dito ao juiz especial do rommercio.Pelo oflicio
qoe V. S. me dirigi em data de hontem tiquei 11-
leirado de se ter suicidado Matimiano Francisco
Duarle, um do. escrivaet daite juizo, atlribuiodo-ae
semelhanle occorrencia a' 'alta de^proreisos, qoe
vil ser verificado por meio de um inveutario no car-
lorio respectivo.
Dito ao eommandante superior do Bonito.De-
clarando em resposta ao seu offieio da 17 da dezem-
bro ollimo, que os recrulas que tem de dar guar-
da nacional sob seu cumulando superiur devein ser
remettidos directamente a eila presidencia.
Dito a Ihesouraria de faz Mida.Cemmunicando-
Ihe, para qoe o faca constar a qnern competir, que
o presdeme da cana filial do Raneo ne.la provin-
cia, participan que entraran mais em circulado as
notas da emisso d'aquella talla dos valores e par-
ticularidades enlistantes da relar,Ao juntar por copia.
Commuuicou-se a lltetoorarla provincial,
_Dilo ao gerente da companhia Peroambucan..
Dizendo licar inleirado de t-r sido transferida para
o dia 7 do crrente as 5 hor.s dd tarde a .aluda do
vapor alguara.u'.
Portara.Maudando que fique de nenhom effei-
lo a nomeac.io do cidadAo Jiao Gomes da Silva para
o po.to de alferes da primera companhia do bala-
lhao n. 26 da guarda nacional do Bonilo, visto nao
ter elle lirado a aua patente no prazo marcado por
lei, uem durante a [irnrogaca que Ihe foi conce-
dida, e eslar hoje prvido na terventia do offieio de
labelliSo a escrivo d'aquella termo.Commoui-
cou-se ao respectivo comuiaorlante superior.
Dita ao agente dos vapore 1 hratileirot.Para dar
transporte, para a corte por conla do governo o re-
crula para a armada Flix Goiifalves da Vallo. Ca-
brea, que sera' .presentado pelo capillo do Porto.
Communicou-se a' este.
DESPACHOS 1)0 DIA 11 DE JANEIRO.
Requerimenlosde Antonio Raimundo Campelln,
Joaquim Alves d* Frenas, Viceule da Paola Riosde
Oliveira, Thom Gome. Vieira de Lima e Joaquim
Lardoso dos Sanios, ulliciaes do exercito ollimarnen-
le promovidos, pedem o adiaotamenlo de 3 mezts de
sold. O ultimo foi negado, quanlo aos oulros man-
dou-se abonar os 3 mezes pedidos nos termos do
arl. 28 da lei n. 51'1 de 28 de ootuhro de I8i8.
Antonio Carlos de Lemoi Duarte pedimlo a ad-
mis.ao no collegio dat orph.iat para a menor de no-
me Maria. Foi negado.
Auna Francisca de Arrud; Reg pedindo I entre-
ga de seas filhot e.lacandoi la companhia da apren-
dizes menores do arsenal de marinha.Foi i infor-
mar ao inspector do respectivo arsenal.
Antonio Jos Victoriano llorges da Fonseca, pe-
dindo qoe se mande proceder a iospec;3o de saode
no recrula Albino existente no arsenal de marinha.
Foi negado.
Diogetus Francisco Pesso,'guarda nacional, pe-
dindo dispensa do servido activo.Mandou-sa reque-
rer ppporlouamente ao cons;lho de qualilicscao.
Eduardo Herberl Wyal negociante, pedindo
que seja dispensado do servico da guarda nacional
seo caixeiro Joao Pioclns.Ma'ndou-ta reqoerer op-
portunaraenteao conselho di q:i lilicarjo.
Jos de Ksrrns e Silva, sentenciado, quer levar sua
familia para o presidio da Fernando.__ Foi ne-
gado.
Jos Rodopiano dos Santos, oflicial da suarda na-
cional, pe mido para ser addido a um dos corpos da
mesma guarda nacional desti cidade. Maudoo->e
que apresenlaste a guia con quo passou a residir
nes.a ci Joaquim Francisco de Al inquerqae Santiago, e
Jos Polyearpo de Frailas, p 'dera ao governo Impe-
rial a serventa do oPTicio fazenda.Maodou-se ouvir o respectivo Juiz.
Oflicio do commandanden e superior de Olinda e
Iguarassii. apresenlando a folha dos vencimentos do
coronel chefe de estado maior da mesma guarda na-
cional. Foi rcmmetlido a Ihesouraria de fazenda
para pagar.
Hito do chefe de polica, dizendo que se mande
pagar as despezas qoe ftz o delegado do lermo do
Bonito com o sustento dos presos pobres da cadeia
do dilo lermo. Alan lo'i-se pagar pela Ihesoarana
provincial.
Dilo do commandanle do corpo de polica, apre-
senlando o lialanc da caixa de fardaraento. Fui
remettido a Ihesouraria provincial para mandar exa-
minar o dito balando, dando parle do resultado do
mencionado exame.
Dilo do commandanle da. armas, dizendo .ne o
joiz municipal da I." vara. Dito lem querido respon-
der aos oflicio. daqoelle comnando, datados de 3 de
abril, 9 de outur.ru e lo de ( ezembro do anno pr-
ximo findo. Maudon-se inlormar com urgencia .10
juiz municipal supplenla em axercicio da primeira
vara.
Viuva Auiorim e filhoa, pe lem dispansa do servi-
do da guarda nacional para seus caixeirus Antonio
Vctor Marques de Aun mu a Joaquim da Fonseca
e Paola. Mandou-se reque er opporluuaineate ao
conselho de qualicacjlo.
Dia 12
Rernardo l.oiz Ferreira Cesar l.ooreiro.ex-drector
da colonia militar de Pnnentiiras. pedindo que se
mande pasar os vencimentos a que se julsa enm di-
reilo. mandou-se informar a Ihesouraria de (aztnda.
Lourenro Jote Baptista, dizendo que se mande
pagar o jornal que veneno 11a qnalidade de servente
da casa de detencAo. Maudiu-sa informar ao Dr.
chrfa da polica.
Joaquim Aroerico da Silva oflicial promovido pa-
ra o exercito. pede o adiamntenlo de 3 mezes de
suido. Maudou se abonar ;>ela Ihesouraria de fa-
zenda, nos termos du art. S da le 11. 51 i de 28 de
uulubro de 1SS8.
Jos da Cosa Prando C-ndeirn, arrematante dos
pedagios do Mangoiiiho e CapOOga, requintando a
torca precita para as mencionadas barreirat. 1 llli-
ciou-ie ao coramiodaolt de corpo de polica para
leinauhi, dignas do Xl\ scalo, que deviam gro-
par em lornu de si talentos generosos.
O respailo da hu-oanidade, um amor apaixonado
pelo ve-dadeiro, urna aversilodecidida por este falso
idealismo que desfigura o linmem, julgaodo embcl-
leza-lo, ei. a uispiracu cooslaule de" M. Berlhold
Auerbach.
Ha d>ze annos, elle Iriumphava dodilettantis-
mob-nal de seo p.iz ; hoje redobra da zelo para
combal jr a influencia desles romancea e desses dra-
mas tomados ao demi-monde pola semi-liltera-
tura.
Na sabtmot bastante cm Franr-a qu.lo severa-
mente sao examinadas na Europa as nossat obras;
ignorante, como somos das lilteralorus de nossos vi-
zinhos, imaginamos que os Iriumplius de Pars se
coulinuara alm das fronleiras, e que os elogios dat
companhias.se repelem n'oulras paragenscomo pa-
lavras do Evangelho. Trnduzem-nos, leni-uos, mas
taml.em nos julgam. Este mesmo juizo adquire ago-
ra um valor original. Agora que a condescendencia
amolda a crilice, hoja que a mentira lem direilo de
cidade as ledra., restam ainda canto, de trra em
que a independencia da critica nao esta em peri-
go, em que nSo ha temer que urna palavra sincera
seja tachada de diffamacao. Principalmente na Alie-
maoha, os leilores competentes sao mais numerosos
do que em nenhoma oulra parle.
Aa anliga* chocarrice sobre os desacerlos lutera-
nos de nossos vizinhoa, hoja em dia. ja alo slo de-
rente-. >e he verdadeque vin rallador da ra lenha
sido ou r ora astociado, o. admira^ao d.19 Altem.lea,
ao cair.ioiiista do Re d'Yvetoi e ao poeta das
Meditifoe.n, deveria ser um erro inteirameule po-
pular, de que a critica he inteiramenle innocente
e de qua ella foi a primeira a achincslhar A Alia
maoha he erudita ; ella nao ati.nl ve ero condem-
na ao acaso, e como possue, gracas a Lessiug e i
Goethe, os principios d'uma e.lheiica inlelligente,
tuas api-eeiac,s conten para mis cuuselhos que fa-
riamos bem em aproveilar.
Ea issignalei lalvez um dia, i proposito de M.
Julien Schmidl, 01 joiioa pronunciados pelos crti-
cos maii aulorisados na .illemanha sobre os poetas
a r.un. ncislas da Franca no \I\ secuto, a ubi se
encentrara materia para relleclir sobre esle assutnp-
lo. lud carei apena, hoje o seguinle facto :
M. Berlhold Auerbach creou urna escola inteira-
menle I osiil a nossa litteratura romanesca. Nao em-
pregarei aqu a palavra reaccAo, que indicara um
erro apiixonado em sentido contrario .- nSo te traa
d'uma reacgSo, mas snn d'uma coodeinoaso placida
e re.olala.
Os enpolados melodramas qoe estavam em moda
ha vinla annos a esla parte, as priapas da Cr-
billon a dos Laclas desse lempo podem ainda en-
contrar traductores alcm do llheno entre ospseo-
do-liltealo. litlerats de bis etage;; mas e-las
flor., de mal breve murara 1 em una atmosphera
purificda : Parifiquemos o ar, disse M. Auerbach,
e preguu com o exemplo ; roteemos o solo d'Alle-
mauha, disse M. I alien Schmidt, e o critico, viudo
em aaxilio do romancista, indicou aos inventores ri-
cas veas de poesa. O que a ambos recommenda,
ha o esijdn da realidade.
O exemplo de II, Auerbach, assim como as
exorlicoes deM. Julien Schmidt, vinham muilo a
proposito depois das escolas desordenadas que se li-
nham succedido depois da morte de Gcethe. .V pre-
texto da renovar a litleralura nacional, linluin-iia
empobrecido ; o espirito publico eslava cansado
dessas lenlalivas eslereit, a gravidade dos acooleci-
menlos fazia enlir mais ao vivo a vaidade das obras
lilterariis. e n palrulico hisioriador da poesia ger-
ma.iica, M. Gervinus, linha terminado sua historia
por este bradu extraordinario
viver. lamamos com que a Allemanha nao se eufra-
queca ; e cantaremos se formes vencedores.
MM. Julin Schmidt e Berlhold Auerbach propo-
zeram jraa emenda a' le de M. Geivinut ; pedi-
ram sim plsmenle qoe a poesia se vollaste para a
realidade, e que a imaginario, ara vez de inspirar
o abomnenlo da vida activa, inspirasse amor para
com ellfl.
M. Auerbach e M. Schmidt condemnaram o
ideal'. Assim Ih'o exprobraram algomaa vozes inte-
re.sadas ; nao sou desta opiniao.
O idoal esta' na propria realidade, e s isto he
quo lie verd.i.ieiro. A raissao da poesia he saber en-
contra-lo, desprende-lo e lorna-lo evidente.
Ha pencos anuos, um dos soberanos de Allema-
nha patseiava familiaimenle com um poeta 110 par-
que de sua residencia. O poeta, ainda joveu, ja
era celuhre por comediat e dramas em qne se des-
cobria, por entre fumaradas de pretenedes anslocra-
licas, una alma generosa e sincera. O soberano era
afamado por seo patriotismo a amor a. arles. \
conversar;ilo era eurdial quanlo seria ; do alto dos
terrac.. de onde a vista se estende por monlanhas
e planicie., o nobre paaseiador moslrava a seu hos-
pede o inovimeulo da cidade, a actividade dos cam-
pos, por toda a parle a imagem do (rabalhu e 01
Tractos U honetlidade. Eis a Allemanha dala
elle ; depois, peotando as revoluc&es do passado,
as inqiiietac,det a deliquios do pre'tenla, acrescen-
liva : ii Se an menos esle povo se conhecessa Se os
poetas I ia in>piressem a energa e a t em si mes-
mo mosl aiiilu-llie o que he la
Assim discorria, trabando o papel de poeta com
nm co.acao de rei. A' estas palavras, que Ihe iam
dentro da alma, a' despertar tantos pensamenlos
adormecidos, o escriptor se aecusava san duvida de
ler sido muitat vezes o pintor das exisleocias estra-
gadas ; firmava de si para si o projecto de pintar a
Allemanha, a Allemanha houesta, dedicada, que
augmenta era silencio o thesooro dos anligo. coslu-
mee Nao era isso o que linha feito M. Auerbach
em tuas ili.toires de village '. Nao era esse tam-
ben, o conselho de M. Julien Sehmidl .' Por essa
bella larde de maio, no meio dos enranlns da nalu-
reza. os principios Iliterarios de seus amigos, com-
menlados por urna bocea soberana, ginhavam um
valor Inesperado.
Esla uuiao dos astistai a do principe em um mes-
mo pansa ment patritico tinha uo sei qoe greca
palriarchal a encantar ama imagiuaco germauca.
O poeta |;uardou urna leinbranra dessa larde, que
nonca mais se Ihe apagou. Dous nnnus corridos,
acabava ,le arrebenlar a goerra do Oriente, a Al-
lemanha era neutra ueste grande conflicto, e quando
soflriam militas coraces generosos, o p >ela leimi-
aara seu romance do trabalho ; dedicava-u respeilo-
samenle a quera lli'o tinha inspiradi, ao principe
que desle o primeiro dia tomara parle pela socieda-
de occidental. O poeta he M. Gustave Frevlag, a
aotor de .Valenline e do oComla Waldemam ; o
principe he o grao-duque reinante de Saxe-Cabourg-
Golha.
O romance de M. Frevlag he certamenlo urna
pnlarn bem allema. O que me loca primeiro, he
que a Al emauha de hoje ah esla' francamente
descripta, em seus dons e .eus defeilos. A queda do
escriptor era a reprodcelo pedantesca dos costu-
mes antisos. um quadro artificial e sentimental ins-
pirado da Louiseu de Vuss por exemplo,ou dus dra-
mas burguezes de lili 1111.
A Iradiran da honeslidade do trabalho conser-
vou-se mis cidades germnicas, mas cada lempo lem
seu carac.er. M. Frevlag he de sua poca. Nada ha
minado em soa obra, nada que lrnsparet;a um ar-
cnaismo convencional. Suas personasen! sao vivas
e verdadtiras, e urna vez abeilu u llvro, a historia
UOS ,111:1. 11.
Nao se experimenta osla curiosidade tmpora* e
febril qut inspiram alcumas obras de nossos das ;
ha urna curiosidade ..la. se o posso dizer, que nu
impede qie te goze com descauso do pru/.er das par-
licolarid.ides.
O auloi n.o p limilnii a orna pintura Idyllica,
tem demais invengo e enlliusiasmo. lie a vida mo-
derna, qoe se agita sob nossos olhos em seas singu-
lares cont-asles.
O escri .lorio do npgiciante, o palacTo do fi talgo,
o antro hediondo da usura e do crime, Indo ah lem
o sen lugir. At a guerra eitoora de repente nesla
pacifica historia, e Ihe da' por instante, prnporres
picas. D'param-seahi, lie verdade, ao lado de ex-
cellenles liguras, personasen, suspeitas, a apisodio.
da inrontislavel ventada soccedem .iloacSt torea-
da. ; mas a facilnlade do aaeriptol nonca i abando-
na, o inti re- nao arrefere e o pensamento piulo
sophico da obra, por veze. muito encoberto, acaba
entrelanti pur descobrir-se a'travs das sinuosida-
des da na'rarao.
Don. viajantes balem a p urna grande estrada;
ambos vein da soa aloeia e >e encainiiliam para a
cidade em busca da fortuna. I"m delleshe oiphao, e
joven sincero e leal, nao tem por bens senao as re-
cordares de sua familia, Iradirea de virlude a oe
probidade, a benrao do velho pai qoe Ihe acaba de
nlrasles de seus futuros deliuos. Antonio aristocrticas deseo quadro: o bario de Roltbtlel he res, que sa nao sustentara com a excitado da pol
NVolilfarl ia alegre, bem dispnsto corp a f;liz con- orna nalureza catatleirosa, e soa lilil l.enore he
lianza da mocidade ; u cammho qoe trill.ava era urna das mais suaves creac/ie. da litleralura allem.ij
o camiuho do dever ; ao cabo da viagem, ilevia en-1 de nossos das: m se da' que estas brilhanles creatu-
contrar a casa do protector, o laborioso e.criptoriu, ras se alterara, pouco a poueo se olluicam, ntre-
os diat regulares, um director a companhniros que lano que a simples eleal pbyiionomia de Antonio
seriara para elle como nina familia. E que bella,
que Ihe era a adrada Toda a nalureza 1 ava ares
de festa. e ot passaros que trinavam as afores pa-
recan) dirigir-llie palavras de boa viuda. Topa de
ra, lamentam-se em silencio. Por man eousolaco
e soccorros que a todos dislriboe Lnore, (ao valaut 1
como F'iuk, sempre lem a guma coosa de lgubre el-
la imito eotre duas batalhas.
He no meio desla ooe qua Wohlfart acaba por
mirar-se claramente em 110a alma ; poslo da senli-
oella, com a espingarJa na mao, sobre a lorra do
Castello, elle peota 110 eslranho papel que um i da-
dicacao irrelleclida Ihe faz represaular. Interroga-
se a si, julgan 10 nlo dedi -ar-e senao aos interesse.
da I.-iiore. n,to pensou mullas vezes em sea interes-
se proprio, e se embora rod, ojo he justa a peoa
que soDre. Esla. olTrimentos todos moraet de An-
vVobltorl vai sempre augmenlaudo de sceoa em
scena.
A sociedade coropromeltea o brato dos Rolhsat-
lel, assim como o trabalho deu urna nobieza a'
r.miiiiiio com um elpguile dominio senhirlal; os | Wohlfart. No dia em que o harn de Rolhsatlel sa
laboleiros darelva, as agoas llueotes, os brfocos cjs- destina a' trabathar lanih 'in e rehabilitar sua fortu-
nes a palinharem sobre a lagoa, as sombras secuta- 0,1. ignorando as coodices do bem, he victima dos
res do parque, ludo o encanta. I na grade aberla mais vis mingantes a confunde a especolacao com o
o convida a entrar, e elle entra ; nao sera' licito ao trabalho houeslo; ganhar depressa. gauhar como ga- Ionio cm meio d'oma lula de morta lem om iule-
viajanle reclinar-se um instante sombr.i hospila- ; nha ora jog.dor, lia toda a ambicao desta fidalgo. resse pougeiile. Eile combale iovizivel no meiu d*
leira De repenle. ao voltar urna ra, da' com elle He um In.te espicleculo. um combale de fugo, lem certa grandeza Vc-sa
urna joven : he a I1II1.1 da um dalgo, di- Um rico | Antonio Wohlfart he iniciado no trabalho por um que eslet qaadrot de bstalha nao sao um capricho da
oarao, l.enore de Kolhsaltel, que ah cresccra ao sol, guia experimentado, a sob esla direccao viril orne- imagioar;|io ; o autor segua o eo pensamento e o
au relentodoar. graciosicomi um deseas Corras nio faz-se um liumem. O bar.lo de Rolhsatlel he desenvolve com inaltaravel egoranca Observa,
s malas, livre como isses bos- iniciado na especolacao por Judaos.que ja fraccionara bm que a iota dos Polooezes e Alleoiaes tem um
entre i a sua fortuna, e o altiva descendente dos ca- sentido manifeslo na economa da sea livro. lio
valleiros t.utoni -os vai raostrar-se crdulo como um mesmo modo qae Aalooio e sea patrio Scbroaler,
menino. V-se descer pasto a pas l.ercam-nos hedinn "
excitar ot sent los do que axlrahir da realidade fa-
miliar os poticos elementos que nella se contera.
Ser preciso Iracar aqoi a. phases desta historia
A-sigu.il uei turnele om contraste qua oflferece as-
sumpto refiexao. Ha vinle annos o romance era
ambicilo ; pregava e nao lemia a emphasc. Desmas-
carar as mentiras do muirlo,regenerar as sociedades
tiom 111.is.era a parle mais modesta de seu program-
las. Hoje j o romance nao lem esle senlimenlo ele-
vado; su aspira a distrahir urna sociedade materialis-
ta e he por isto que a leva ao muodo das corteza.is.
Como desceremos nos das heronas de vinte annos a
etia parte para a. creatoras do romaoce da nossos
dia. ? como passaremos da predica orgulhosa para a
corrupcao vulgar Sem respooder a esla qoettao,
porque seria decrever a historia moral de um periodo
inicuo, bastara' talvez recordar aos espiritos a defi-
imvin do romanee que ha pouco citamos: nunca
foi mais oppurtuno nein mais fcil ver que distan-
cia estamos ns do ideal indicado por Goethe. Sob o
prestigio dos romancistas que pretendan) regenerar
u mundo, lalvez que se nao ou.isse o coaceito do
medre ; esla orupcio do materialismo, que he om
dos caractersticos da lilleratora em moda, descu-
brir a todos os olhos o pengo dos desvos d'arle.
Digamos poi. com Goethe aos esenptores destaa daas
escola. :Nem 1.10 alto, nem tao baixn. O romanee
nao pod* ser urna predica ab-tructa e muilu menos
orna pintura grosseira. Nlo pintis nem as crescSea
arbitrarias de vosso cereb-o, nem os personagens
d'um mundo em que he impoisivel a vida moral.
I i'iitai o hornera, homem verdadeiro, o homem
qoe obra, qua ollre, quo combate, qae suecumbe
ou que iriuiopha ; procurai finalmente, se poder-
det, escrever alguos fragmentos da epopea domesti-
ca do. moderno'.
Eis aqoi o romaoce, 00 eniao n,1o he nada. O
exemplo fora ainda roelhur qne a exortacao.
Supponha-se um observador, qne fosse ao mesmo
lempo om artista e um poeta, qoe defendet.em a
psv etiologa e a moral : qoao depressa tobstiluiria
lie oschronitlas habituaes d'um mundo snspeitu !
O aotor dela Mare au Hiable, em seus melho-
ras das, foi muilas vezes esle pintor commovido
que idearaus; e porque o foi d'um modo desigual '.'
porque lanos capiicnos e tresvarioa enfraqoaceraro
a influencia de seus triumpiios '.'
lira novelli-ta, em quem abunda a seiva, pode
crer-se autorisado a leutar multas cousas ; depois
de se ler perdido, d pora o caminho e ja oulra vez
se perde, e pode assim imaginar que o valor defini-
tivo de soa obra oo est compromellido ; nao ga-
ohoo elle era audacia, o que sacrilicoo em harmo-
na ? Muilo haveria que dizer sobre asta optimis-
mo ; leja como for, o qoe he cario he, a boje ah
temos a prova, qoe em siraelhanle systama he 111-
possivel a autoridade do escriptor.
O romancista que percorre um a om lodos os svs-
leraas de seu lempo para ronovar soa invenc.io re-
ceben embalde o dom de sentir e de exprimir; o
bem a o mal, a verdade e o sophitroa, lodo he coo-
fondido em sua obra. Ainda quando ella obedece a
;.en.aineiiios generosos, que accao poderla exercer ?
Nao se ignora qua elle sollreu urna influencia fu-
gitiva e que a lirao de amanhaa oll'uscava a licito de
hontem.
A primara comlic.io na vida litteraria como na
vida moral, he ter orna pestoa, postoir-se a si mes-
mo ; .o o hornera que le posiua he que pode ter f
em soas ideas, e esla f nao a manife.la por phra.e
sobre a misto do artista, prova-a pela applicacj
e pela pratica. Ettranha contra licc.io f os escriplo-
res que celebraran) cora mais aulhu-iaimo a naiaafa
regeneradora do romanciila ou du poeta .ao preci-
tamente aquelles que moslraram menos ordem a
harmona, isto he, personalidade na expressao de
seus senlimentos. Dir-se lm que piles se applicam
naturalmente a pungente iionia de Pascal : Eu
faria muila honra a meu assumpto se o tratassn coro
ordem. a lie este o meiu de exercer urna influen-
cia duradoora e de fundar ama escola '! au bas-
tara us lamptjosda inspiracao, para quem quizer re-
presentar um papel elficaz na litteratura de seu
paiz ; he mistar um principio, fe em sua obra, amur
relleclido e constante pelos deveret d'arte.
Esta escola que si poda desenvolver era Franca,
que ah depurara o gusto publico, qae ao rauuos
nao deixaria campo livre a Iriumphos liiii lados so-
bre o escndalo, esta escola potica a pivchologica,
cuja ausencia lamentamos, creio qae mesmo agora
se urganisa aliu do Rheno.
Ha cerca de dez annos que om romancista que he
ao mesrao lempo um pensador fez quasi que urna
lesniic.in as ledras allemaas. Doos campos bem
extremados dispulavam euiao a litleralura da iraa-
gnacao ; eram d'um lado os escriplores de Joveu-
Alteraanha 1 Jeuue-Alleraague', espirilos rdanles e
pueris, novelleiros pretenciusos a fnvolos, qoe, de-
baixo da influencia do saii-simouismo, introduziam
11.1 patria de Scluller e de Goethe as innovaees mais
contrarias a seo genio ; crain do oulro lado oslil-
letanlido. alos,genlleroeodehig life,
tao pretenciosos, qua tjnham feito do romance a
chronica iuterminavel dostoilettes. Cuse oulro.
queriam naluralisai-alera do Rlieoo certa casta de
lilleratora parisiense.
Os eacriplures da Joven-Allemanha desenvolviam
mais ardor, mais seiva e mor paite dalles depois o
provaiain transforrnaudo-se ut novellislas aristo-
crticos nada linham que Ibes valesse sua iniuppor-
tavel faluidade.
Esta, galanteras, estas phrases espiritaosat, toda
assa afl'eclsrao de pretencoes philosophicas era par-
ticularmente odiosa em um paiz em que os co-tu-
mes privades anida conservara, u.io obstante allera-
Ciies muito seosiveis, 1.1o preciosos Ihesourus degra-
Ca e de naluralidade. Hoove eniao uro homem qae
rompea bruscamente cura a lilleratora em dia ; re-
solveu-se a estn lar a Allemanha, ot coitomes ver-
daderamente nllcmaes, e, por dar cabo dos saldes
do liar.io de Sternbarg, foi-se a interrogar os cani-
ponezes da Floresta-Necra ,1'orot-Noire.
As iillisloires de Village> de M. Aoerbach foram
um verdadeiro acouteciinenlo ; om zephvro puro
refrescoo a atmosphera ; ns perfomes da primavera,
os .limares aromas do. soleos revolvidos da fresco, a
imagem do trabalho, o esludo das paixes verdalei-
ras, ludo isto alualilo pouco a pooco a im.iginicao
allemaa, distrab 11 )o-a dos dominios artiliciaes em
que se iiesimuv.i a poesia.
Hescobrndo esla veia, M. Berlhold Aoerbach nao
ceder a orna inspirar.10 do acaso ; he am espirito raorrer, a orna caria de rermninendarao sobrescrip-
rellexivo, orna nalureza positiva e critica ; e todas I ,ad* Para um rico negociante, em cuja casa espera
as suas obras, anda as de menos renome, atleslain ler '""" acolhimeoto.
profonda medilacao. Depois de suas iiliistoires de o mitro he nm aveolureiro villao, que vem ar-
v ill.ige, o romaucista da Floresta-N'eara publicoo raado cum os saos raaos ir.stioclot como se auna um
livros. qoe pensci dever censurar ; no enlralanio he bandido com o seo ponhal, a que Ji considera o
inconlestavel qucielle fer-se chefe de urna etc.da a! mondo como urna preza. Oue exlrauho Jacaso os
qoe possue muit-j qualdades necfisarias a csl. mis- Irat unidot'.'Ha pooco se liaban, encontrada na
Ha principi.,., que elle respeila, ainda quando | escota da ildeia, mas cm breve os separara urna ins-
qoelos de aapinhairo, nonca turados pela fonce. A
Joven vai direita ao seo enconlro, interroza-o, en-
carainha-o pelo parque, e cauta-lhe lambem a sua
boa vinda como faziam ainda agora os pistaros do
caminho, e quando o joven viajante, instantes de-
pois, loma nuvaineuta do bastan e da alforja, leva
comsigo a larobranca de urna appancao maravilho-
sa. Entilo he que encontrn Veilel Itzig, o seu an-
ligo eollega. Itzig admiroo lambem o bel o parque,
roa.lnflo o vio com olhar da mocidade e la poeaia;
Iorjar,iiii-se-||i8 no cerebro rai| tenebrosas anilm; i--.
Ule sabe, o aprendiz usurario,).abe der a chre-
nica do paiz; .abe que o bar.io de RothsaHel he oro
administrador imprudente, om homdra que se pode
trahir, qae se poJe levar pea estrada do mal: cal-
colaodo os ganhoa do oflicio qne se va dir. nao
cheg.i, falla era despojar o barato 1 O bel o parque
em que delirou Antonio, Itzig pretende a ljudica-lo
pela usura. O cyninou precoee a Veilel Ilzig. a
leal candura de Antonio Wolifarl sao desc-iplas com
man de meslre. Basta ao autor om rpido bosquejo,
e elle continua sua narrar,ao. Antonio esl'i na cida-
de, vai baler a' porta da casa Schroeler C, e ci-
to inslallado ero casa do amigo de seo pai. Veitol
Ilizig acaba de olferecer os sens servaos a uro usu-
rario, e o usurario comprehendeu em meia palavra
que auxiliar ganharia.
He assim que come;a a historia de M. Frevlag.
A introduccao he viva.cheia de conlrastes. e s prin-
cipara personagens do romance ja ah calilo reuni-
dos. Antonio Wohlfart he o hroe, cuja educarao
moral se vai acompanhar.
A casa Schoeler A; C, he a escola severa e bran-
da, em que Ihe ura' relevada nao sii a virlude. mas
a poesa do dever. Os Rothsallel, he n encanto, a
.<:-luce Vi bniinlp, o T-1 -. ouropel. Veitel Itzig a
lodos personagens. que em volta Ihe grupa o autor
he a imagem da. platicas tenebrosas era lula com
o trabalho honesto.
Ooal he a idea cardeal do romance ? l'ma dea
feliz e nova. L'm novellista banal leria imaginado
urna lula entre a usara eo trabalho; ler-.e lu
dionla. ligaras. He o Jadeo Ehrea- tidade perniciosa 00 das *ipeculacoes insensatas da
l.iai, seu senla \eilez llzg, a embaixo. ueste an- nobreza, os Polooeze. em face dos colonos da Alle-
tro, nesla infera habilariio, o procurador (homme manha, sao om povo em borgoezia, sem lerceiro
des alTaue.'. Ilippus, ura artista em materia de en- estado, por couaeguinle .em moralidad* a sem
mediatamente a'seo maslra as lices que delle re- ; comraum com infames ; os fidalgos polacos de.de-
'*" nham bem o trabalho regalar, e ei-losassociodcs i
Iba o caminho do dever he obrigado a pactuar com
O nobre quo nao quer tubmeller-se, como o
idile. Anto-
lerceiro eita
le os seus erros, quem o salvara''.' qaem Iraba
por ilie.' Nao foi embaldeqoe o autor poz a bri-
lliaole l.enore no camiuho de Antonio Wolillfarl no
na em que Antonio, com o baslo 11a mao e a alfor-
ja lias costas, se encaminhava para ci
nio a* dedicara' pelo pal de l.enore ; o
do vai salvar a nobreza.
Eis-aqoi a bella parte do romance, a mais natu-
ral, a mais original; Antonio Wohlfart esta" junto dos
Koliisatleli. Lomo nao correspondera ao grito de an-
gustia sollado por Lenore? O bario, amearado de
deshonra, linhe querido micidar-se ; mas o tiro det-
viado lobiamenle por ama mao amiga ; apenas
apauhoo os albos.
O bario de Rothsallel esta' ceg, e arruinado ; o.
ere ores balem a' porta, e he preciso deslindar o
mais depressa possival os negocios du bario. Woh!-
farl corre, mette mos a' obra, ordena as cuulas.
vende o que sa pode vender, abriga a baroneza e
visto Wohlfart tentado pelo demonio do iiaro, enle-I ua filha a'desfjzerem-se de suss joias ; o depois.
vado pela, promesaas do mal, a pouco a pouco o Qoerendo fazer vaier us ollitnos lecursos da familia.
esperar, urna viva emocao na Polooia. Todos oa
------, ^ jornaet da Cracovia proleijlaram cora om mixto ds
cao laboriosa do muodo moderno sa- mdigoacao a da dor cuutra as accosacoes do roman-
o a.sociado de um Ehreolhal, cisla. Ora, s o tora dale protesto, a parte o. fac-
vi' a'leE,'lt"' ne om argomenlo qoe eo opporei
"eytag : om povo qua assim se raergue 10b a
ra necessirameutfl
a victima de um Veilel Itzig e de um llippas. Po-
e bart* da Rolhsatlel, 13o nobre anda nao obslan-
ihara'
ideal de ama vida regalar, rctemper indo-llie a
consciencia, o levara ao bnm camiuho. Nao, este
perigo nada val para WoM'arl ; as intrigas de Vei-
lel Ilzig s Ihe excilam desgosto. Nem mesmo exis-
te 1 Iota enlre a frivola seducrio a o trabalbo. Ha
uraa personasen) do romanceque quer imitar Anto-
nio as delicias da oci sidade mundana, < he Anto-
nio ao cnutraiio quem moralisa esle ftil nenlor. O
verdadeiro perigo para Wohlfarl, he a dedicacao
sentimental e irrellectida.
acouselha o bario que isp.izesse de um dominio
quasi abandonado que he sen na Polonia. Ella do-
minio para ser vendido, pouco dara; lenha a familia
Rot.'isallel a coragera de rolea-lo, o da comecar nel-
le urna vida nova.
Vencido pela necessidade, o bario apenas cade em
parle ; quando se tem pasudo a vida na. sociedades
ou em febns especularles, quasi que se nio lem ap-
tilTi para ser um rendeiro laborioso : Wohlfarl he
que hada prestar esle servico au lidalgo, elle sabe o
Sa Wohlfarl nao he victima nem das lenlaces do | que he a ordem, a economa, a disciplina, a dar'
na nem dos engodo, da vaidade, bem lodera' ser exemplo ao bao. Hontem elle era commercianle,
victima da seu coracao. Esta graciosa facilidad-, ( hoja he agncollur. e desenvolver" em soa uova car-
para que a lingua allemaa lem tantas a ipressoes e reir as virlude. que apren leu no escriplorio daM.
tantas cores, o fara cahir em graves aun nos. Um i Schroeler. He ura soldado que passa de om para 00-
deve-r de excepcao, se asiim me posso exprimir, Ihe iro poslo, mas que combate leropra sob a mesma
lara esquecer seu verdadeiro dever. sea dever de 1 bnndeira.
lodoi os das, lie Torca qoe Antonio Wohlfarl apren-1 E a banJeira sera' verpadeiramente a mesma .' He
da por experiencia que distancia val da f lorila di I nobre certam-nle o papel de Wohlfarl; e lauto mais
dedicacio a pratica de um dever obscuro virilmente | nobre que o lidalgo nao se resigna a' aceitar como
accitu. lal he o atsuinpto de M. Gustave Frevlag, ura acto de dedicac,
Dio lite reconhecais esla Allemanha em que lanas
vetes urna sensbilidade phaDtaslica eof'aquece a
virlude V
A ilpscr pean da casa Schroeler & C. he um qua-
dro verdadeiro a locante. Dam-se ah at mios o
trabalho, a probidade, a dtciplioa, a -di e ludu o
amor de seu eslado ; o .enlimenlo do bem, quese
faz da mitso que cumpre, lodo que exprimem os
AMemaet nesla palavra lio dillicil de ser lailoziia
em traneez, Tuchtgkeil. M. Schroeler he om
desses negociantes de grotso trato qne se relacionan)
com as loiieinquas regidla du globu ; seus a-mazens
lo um vasio deposito de onde se espalham pela Al-
lemanha e se lomar accessiveis a lodos os produc-
tos coloniaes, a. prodoeces de alilli 111.ir n.it.ul-
tras c.iusas de necessidade 00 de loxo. a* he so-
menle a Allemanha que gantia cora oseucemmer-
co ; ailabeirri.li, as fronleiraii da Silesia, elle en-
tretelo relares cooliooas com os paizes scandinavos
Ibes cunmuinca {,eivilisaco, como no Mi iccu-
lo, as feiturias hausealicas civilisavam as proviocias
blticas.
Qoe estado, meo lilho, que he o de am homem
qaa com urna pencada se faz obedecer da um ou-
lro extremo do universo ? Sen nome, sua firma nao
precisa, como a mceda, de or. soberano, qoe o valor
do metal sirva de rauc.lo ao cunho ; sua pe.soa he 'fiante Lenore, qoe encoutra'ra a'sombra do parque,
ludo ; atsignoo. lanto basta. Elle au serve s a um Sua dedicacao nao he pura ; qne ella se interrogue
las consagrara ao govarno dos csares.tsbei qoe eolrd
a Russia *a Allemanha os Scandinavo. da Polooia
acio ot servicos do joven empregs-
do, a que alTecla lrete-1* soberanamente, ruderas lile,
como se trataste com um feilor assalarado. Mas se-
ra' tmenla o desejo de fazer bem que dirigi Wohl-
farl '.' Aqu he que te revela a moral da obra com
urna mpanfal s*veridade. Wohlfarl nao cadeu a'
urna leiiiac.V) da vaidade '.' Nao desconheceu alie o
seu verdadeiro dever, o d.ver simples, evero, por
om dever mais seductor, ou ao nano* pelo orgulho
da proteger urna graude familia'' Nao havera' nisto
era fim algum traca desta falsa poesa qoe o autor
resolveu-se desmascarar .' Certam.iile Wohlfarl foi
forle contra as sedures do mal e da vaidade pueril,
mas nao o foi contra estas tentarse. 111 ais alias qoe,
a' pretexto de dedicaclo, o descaraioharam de sua
estredi. Elle devia-se lambem a' teu patrio, a' leo
beinfeilur, ao excellente Schroeler ; ah levara otna
vida regular, desempeuhava urna raisso obscura e
sena ; e elle prefenu as occasioes brilhantet, quiz
re|iresenUr om papel e pr-te em scena. Nesla ca que elle abandona, ha orna joven, irmaa da M.
Schroeler, a haraiiJa e graciosa Sabina que ama
Wolilfral.que parece Trinada para elle.que pertence
a mesma categora, que se nutre dos metmus prin-
cipios. Detpusar algum dia Sabina, lal deveria ser a
recompensa de soa vida. Devulaodo-ie aos Rothsal-
lel, elle lava o pensainenlo de conquistar eata bri-
1 imagem ie-
povo, nem i urna so nacao ; serve todas a tudas o
ter vem : he o homem do universo. Astira falla o
barde de Sedaine, o ophilosoptio sera o saber, e es-
la linguagein enlhosiasmava lliderot. M.Srhrieler,
seraelliane.i do Vanderk de Sedaine, conbece lam-
bem que papel faz no mundo, mis nonca o diz. Es-
le .enlimenlo que ella tem de ti mesmo manifesta-
se simpletmeota cm sua vida ; ella ama tua obra a
assaz respeila. Seus caixeiros n,lp iao umpregados
ordinarios, sio outros tantos ocolloboradores.o To-
dos iam essociados ao pensamento do patrio, do
principal, como se diz na .illemanha ; a lauto sa lo-
teressara pelo crdito a honra da casa como por ama
cousa qae Ibes fosse pessoal. Ao vc-los 13o activos,
lio dedicados, comprehenle-se qae a ban leira nio
lieom s\ nimio pivilegiado du exercito ; ha smpre
urna bamleira lod.is as \eiet que om chefe hbil faz
de seus subordinados orna familia. Os empregados
da cata Schroeler tao um regiment ascolhnlo.
He no meio de laes companheirua, debaixo desta
benvola disciplina, que Antonio.Wohllart vai co-
mecar o tirocinio da vida. Enlre ot empragadnsda
casa Schroeler. ha nm persouagera lien singular,
meio ti J itgo, meio commerciaute, e que nio parece
eslar bem nesla companhia burgueza.
Rico e livre, M. de Fink, descendente de orna fa-
milia nobre, qoiz empregar o sea lempo ; o com-
mercio lentou-o, e elle enlrou para a casa de M.
Schroeler, como entrara qualquer oulro para o re-
giment.
Tinha en razio de fallar da honra da handiira
para caraclorisar o zelo .los empregados da rasa '.'
Demais, o joven lalganao empanlino completa-
mente a sua liberdade ; faz o qoe qoer, he volun-
tario, no eslvlo commercial doi Allemaes. O volun-
tario be boto r.uarada, lem espirito a calor ; he a
alma das reanies, mas contervou exlranlios visos
aristocrticos.
Desde os primeiros dial. Antonio Wohlfart, trata-
com franqueza e lita' obrigado a' coofessar que com-
iiietleo orna especie de trtele.
A vaidade aristocrtica seduzioo honrado burgoez
qne he infiel a' sua causa. Ja no momomento da des-
pedida, M. Schroeler Ihe revela'ra sua falla era al-
guroat poucas palavras amargas, poren; Antonio nao
vio na policio de eu pitra 1 tinao egosmo e dureza
da eoracio ; dentro em pouco elle couhecera' o sao
erro.
A vida de Antonio Wohlfart na herdade do bario
de Rothtattel he om quadro Iraradn com nio de
meslre. Que actividade que alte desenvolv que
Ihesouros de inteltigancia Ao cabo de alguns me-
zes, ja nio sa conbece mais o anligo dominio ; por
loda a parla esta' a ordem restabelecida. Disse que
eslavamos na Polonia : no meio dessas popularles
escandinavas, lio pouco habituados a trabalho !
voltarei anda .obre esle ponto., os servidores do ba-
rio liniam deiado enfraquecer as Ierras ; com An-
tonio Wohlfarl reapparecaram a aclividide, a paci-
encia, ledas as vins virtudes germnicas ; elle com-
uiunica ao pequeo circulo que o cerca o ardor qua
o anima. Esle senlimenlo de sua obra, a alegra dos
primeiros froclos impedem-lhe que nota princi-
pio quao penivel he a soa pesic3o; mas he misler que
com o lempo se desveiieeam as illa-oes. O bario he
spero e a baroneza orgulhosa ; o reconhecim.nlo
que deveru a' Wuhlfart nao cabe em seut coraees
ulcerados.
Por mais que Lnore redobra em atlencas para
cora Amonio, por mais que te applique iuceitanle-
mente em fazer-lhe esquecir as liuii.ilhac,0*i que o
per-" uein : a mesma Lenore ja Ihe n.lo parece o
que era outr'nra. Esta amizade que pareca uoi-los
desde u dia de seo primeiru enconlro, come., uain
amboi a' sentir que Ibes he om peso. Seus caminhos
nio sao 01 raesmot. Reunidos em om momento pelo
acaso, he Torca que elle, te separem, qoe se de.pe-
cara para sempre e ule desencanto mitlurado de la-
. 111 ---. ---- '."'" ,-<'* scapit G IllD .II.C.I,.11!,.., I III. I I, 1,, u, ,,c Id-
h.?0r. T .'n ''Periioeole, 111lgar.se urirn,8 he de.criplo cora exlrema delicadiza. M I i.,k
obrigado a deiafijj-lo para um duello. Mas Fiolt
tem coracao ; commove-o a digoidade candida des-
te joven ; e o uovico, de quem julgnva fazer de pa-
Ihacn, in-nira-lbe de repente rdante tvmpallua.
He elle quem se encarreca da e.liicacao da "Wuhlfart,
lequemquer aspirar fazer um perfeilo ngenlleman,
apresenla-o no muodo e s dislracces elegante., ns
avenluras de .alio sucediera todas as nuiles ao tra-
balho regular do dia.
Eis-aqui bailantes lacosarmados contra Wohlfarf.
Coiiti 11, pois 110 dia em que Fink se felicitar de ter
afeito t gracas mundanas, elle he qae se lera trans-
formado pela natural recudi de seu amigo Wohl-
farl. tem o pensar, deu i Fink lices de que esle nio
se p.quecerii.
, 7 ,. grito de morte, uns cum pistolas e espingardas, oa-
fc.ta educa.-ao reciproca completa-se no meio de i[0, armados de foucea, cuchadas e Duchad*.. El-
incidente, qa nem lodos revelara orna invenc.io |e, sao os .enhores dat ildein, ., i-i-ian, os cam-
moilo feliz ; procora-se em primeiro lugar a que : pos ; ei-los que chegam e ia esli diante do ca-lel-
ponlo quer rhegar o autor, inlerroga-se pela r.z.lo 110. QM f,1Ier contra esle bandidas I Pedir toecur-
detsas scenas de baile, desses soirees aristocrticos I ros a Ironleiu. ctia.nir da Proua poloneza alguma.
e de lodos essespuens enredo, em que elle se esqiie-:companhias de cavallaria que venham dispersar os
un que se prupue o au- | agsces'ores ? Impissivel, todas ai avenida, estio to-
veio dar com Antonio 110 dominio dos Rolhsatlel ;
com teu espirito de.envolto a sua graciosa imperti-
nenca, o joven tidalgo parece aulipathico a Lnore,
e ja Wohlfarl supeita que l.nurs c Fink ee amam.
No mu > deslas Iristezai lio bem deterptas, ex-
traordinarios acoiilecimenlos se produzem. Os Po-
toaaaaa, entre os quais se estabeleceu a colonia dos
Allemaes, querem roubar o cattello do bario de
Rothsallel. A presenca dettes Allemaes he como
que um grande epigramma -ua mandrianice ; el-
let sentem confusamente que isto he orna lavaale de
novo genero, e pouco ae Ihel di era desenvolver lo-
da a eipecie de paixes selvagens contra o baiio e
saa familia. Os fidalgos e pees, correram todos ao
ce ; mas descobri-se logo o
tur, a essa ebroaica, appareutemente frivola, se it-
lumina com um raio de belleza moral. A honeslida-
de burgueza, sem ler necessidade de hilar, Iriam-
phou nalaralminte, iastinclivamenle dat sedoeces
do fidalgo.
M. Frevlag quiz pot escrever um romance hur-
gue/ : as victorias doi seus heme! sao
nudas. So ha um pirtilu seguir, e ja esla toma-
do : Antonio e Fink reuniram sua senle,lavradores,
eslrlbelroa, criados ; distriliuiram-lhes cartuches,
enirinclieiram as p irlas a fazeni do castello orna
fortaleza. Agora poje vir o nimigo ; os papen
estao assignados, cada um e.1.1 em seu posto. Li-
njaria, nao merece a condemnacio moral qoe vo
Ihe assacait. Ellas desprezam, dizeis, o trabalho, a
as virtudes obscuras ; s lem pretendes de fidalgos
e jostrados demaggico. ; o lerceiro eslado, ii-
lo he, o eoracio da loda nacSo livre, Dio existe eo-
tre elles.So respnodo una palavra : te files mere-
pesiera esle baldio, o aceitaran) insolentemente,
y So eo o comprehen lo pelo grito doloroso qua
Ibes arrancn este quadro. ludo e.la muilo modado
depois de 11 r>; a Polooin nio soffreo em balde soaa
crueis1 provacoet. Divididos como om rebanho,
curvados >ob o dominio de senbores etlraogeiroi, os
l olacos procuraram fore>ae> e coosolacSes no traba-
lho ; sem isto. credes qaa alies podettem cooaer-
var comanla fi leudada a invincivel reeordacio
le seu paiz T O episodio de M. Freylag 10 prova
ama coasa, e he o odio antranhavel, implacavel, qua
separa para tempre ot Scandinavo. da Polonia do.
AHiinae. da fronleira. M. Frevtag oateao oa Si-
esu, creiceu no raaio desta lota'qae dora ha tacu-
1-1'. '!' C0la0 ne- mu em favor da Polon-a.e ira de boa tontada,
como os seut hroes, fazei fogo contra ot Scandina-
vo. do Vstala em nome da eivilisaco occidental.
I ur seu lado, os Scandinavo. da Polonia, ara lula
com os Allemaes desde os primeiros lempos da ida-
de media, lornaram-se inimigoi vidos de represa-
ai, agora qoe aos odios de rae te aerascenlam os
rancores dot vencidos. Nio obstante o odio qoe al- .
<
- olooia
nao hesitaran). Estas cousis sao tao pooco conha-
cidas, que mnilos leitores, do meio dia da Allema-
nha ou das margeos do Rlieno, pasmaran! desle ar-
dor belliroio di Frevtag. M. Freylag nao pde-cor /
tanto, irurar om qaadro josio, a fe-lo inleresaaolS-
mente. Tomii este episodio como um apontameoto
poltico, e veris claras as relaces dos Allemea a
dos acandinavos n-is frooteirai da Silesia.
M. Freylag he aioda mais ora artista do qoe ora
lomen) de partido ; orna vez aceito esle episodio,
he ron;a reconherer que elle o emprega habilisiiroa-
mcule. A historia moral termina ; Fink toma o
lugar da Antonio 00 dora cilio do bario de Ralhaal-
tel, e desposar Lnore. Antonio Irilha o caminho
recto da qaa nao se devera apartar. Esclarecido
J ora em dianle por orna amarga experiencia, alta
labe que a dedicacao asta tobretodo no cumprimeo-
in do dever, nao tem necessidade da om thaalro -
o i!li mi rinra pro lozu e ; sabe-se qua ninguem
tem o direito dse sobrrearregarcom ama minan
extraordinaria, quando nio se tem tatitfeila a soa
tarefa de todos ot dias. Preter ler fazer o mais
quando nao ti lem feito o menas, ha loucura a vai-
dade ao memo lempo. Antonio nao ser.' mais vic-
tima nem de sua vaidade, nem de seo eoracio. As-
sim o faca a Allemanha Tal he o pensamento se-
creto do romancista o a mnralidadede soa obra.
Elle Antonio Wohlfarl, Ir-.variado deseo camiuho
pela propria generosidad*, nio sera',
ni 'la-iuti- do espirito germ nico ?
O aotor Ihe brada com voz severa : DescooGa
lo pntliu'iasmo : Tu lens pretencSes cosmopolitas,
e l'esquecea de ti mesmo. Sedozem-te orgolhosa.
ch.meras, vive no .aio do ideal, mai nao preeo-
ches os leus mais humildes deveres a aioda nao
soubeste oceupar oeste mundo o logar qoe te com-
pete.
Oiiz indicar a ili fand-mental do romanee de
M. Freylag, a para desenvolve-la com facilidad*,
paz a baoda milat sc-nai a multas pertooageus.
Que indicas tceoas qaa per.onagen. epitodiot !
O joven romancista possue ama imaginarn rica, o
ti Ihe abaudona ao acato. Esle be o deleito de tua
obra.
M.Freytig nio se inqoietl com distribuir a aaaar
bra e a luz ; dr-te-hia que tilas a. figuras tao
postas no mesmo plano No meio dettes episodios,
que solicitan) igualmente sua altenco, o leitor es-
quece mullas vezet o pensamento da narracao, a ha
preciso um verdadeiro ettulo para encontra-lo. VI
era mais de orna cidade d'Allemanha (porque esle
romance fui om acnnlecimento lillerario, ainda hoja
o commentam, dtcolera, a tomara partido por An-
tonio 00 por Lnore), vi, digo, admiradores da M.
Freylag que nejo trabara comprehandido a liccao do
romancista.
Porqie Lnore, exclamavam elles, nao havia des-
posar Antonio V.'ohelfart? Antonio he lia lerno,t,V>
nobre, lio delici lo, mereceu tanlo tua recompen-
sa Estas natoraes censaras sao a condemna(u do
escriptor ; ai ligia*, como a qde M. Freylagajuiz
dar a seu paiz, precisara ter exprimidas cum sim-
pleza.
Se M. l-revlag qoer prerncher efllczmente seo
papel de romancista philoiopho, deve desconfiar da
esulierar.cn do na iraagina.Jio ; nao se contentar
cum desenliar figuras vivas, com desdobrar uraa se-
ra de sceoas cheiai de energa a de crac : preoc-
cupar-te-ha lobreludo com 11 todo de tua obra. El-
e provou qual era o esplendor da teu eslvlo, a ri-
queza de 10a pliaolasia ; piaoda-se d'ora emvaula
a precisan de peuiameolo.
lia figurat princpaet qun he precito accentdar
cora forca, ha oulns que devem ser deiada na
ohscuridade. lia ama grande arla para o pintor
saber sacrificar a proposito s partes brilhanles do
ara bosquejo ; os triomphoi daradoaros compram-
se poretle preco.
Seja como fr, asta romanea encanloo a Allema-
nha. Depoil dat ollisloirai de Villageu de M. Ber-
tbollo Auerbach, nilo houve ainda 1. lumpho ma
completo na litteratura da 'u.-isui-cio 1 ,|-oi sobriV
ludo essa pintura da casa S:hroeler, esta quadro/lfm
urna grande existencia commercial, qua agradte^ \
la novidade a franineza ; nii leudo o aotor
do a cidade em enllocar sua narraco, ti
grandei cdades d'AtleTianha pretenderara t-
cer-se nella. Patteisva eu ha alguns maa1Jfei:onhe-
gab >org com ara espirituoso redactor al(^, Au_
uoiversalu ; depoii de ma ler morirs}9 "ella
Faggaaai, onde se conservim de jtrTn ".tai in
cante it rerordacOe. de Fuiger, (rji|u.|,g ,,0,0-
dar do XVI seclo, o raen :ompnheo ,"","*"
percorrer as grludes fabiieas, ai ricas casa. ,*
Iriaes da anliga cidade. "' 'odus-
Eisaqoi a caa Schroeler, me dizia cIU 1 -
aqui que Gustare Frevlag linea 0, ,ea. ";/"' d
Diz-se a mesma cauta era llamburgo em 1 V08-"
em Herlin, era llrpslao, em Lesprig, 'am v '
em Trieste, a Allemauha inleira quer ver'enna *
iiiiigem nos quidro. do romaocist 1 P -.. a UI
lirmou por elogios nfleclidus estas ieoienao.." Cn*
putares. c,,agent po-
Lm um paiz, em que o callo di Goethe f.r
d.religiio nacional, juizet.,everoi nao leraera.
instituir orna especie de paral elo entra l)oj| i
vor e H illieln Meisle*; e 11- ,|a mj,,*,,, ,emi'. ~
~\
os applica pur sjm modo menos feliz ; elle posso* linctiva aulpalhia. 1N0 momento em que se acbam oorn por falsa moeda.n Eutrelanlo seria
nm vigorosa.
huras terriveis, longas horas cheias de angustias. O ella prensara nie||,or seu neusaineul desenvoU
sa poesa, e para que diz a lodos os membrot do ter- combate durou todo o da, c tornara a comecar ama- e*er nu s fcilmente as lices une fu nalria ha
is quem sois .' nio troquis vosso nbia emquanlo nina porte da Irnpa paisa a noitr
o. ,,,.. .i. |.u. vi mouo meo lem ; ene pestoa unciiva i.upainia. .10 momento cm que so aclnm oorn por falsa moeila.i. hutrelaiilo seria omerro se lera vigiar os moviiuenlos do inimiso ot uniros era. i V crmera *r^~~--------T\
om ..puiad, da.u.. ot,-.mao., digna d'A.-loa trada real, dl.cam- em alguu, lu^ iv,lo31 *e n.-redila^e que ll.Cr.yUg sacrifica as ^^^^11^1 to*M*.? A, Ke- P..do It^Ti' S^ S."?^,
a no anno
apparectr.
II
IX/ITI
iki it 11 a r\.o


DIAB10 DE PEBNAMBUCl QVWX\ FERA 14 DE JANEIRO DE 1858,
digna de receber.e esle livro iiiiugiirara pira o au-
tor urna nava cacreira em que "ia "5' li3o de fal-
tar o grandes asiumptut.
, CoHtinuar-xe-ha. )
CORRESPONDENCIAS I" DIARIO DE PER-
.AMBICO.
I- Alt A II I UA.
Mamnngoapa 1." de Janeiro de 1818.
Cometo eila col o noto anuo de I88, teja elle
lieni Indo, lraga-oa elle pai, saode e abundancia,
que o bem diremos, e jama te rucar dti Quisas
memorial.
Eeaejo que eileja Vmc. paisando minio felices feo-
tes, que o noo nooo nao llia deimere;a o nome
que em seu cec,o se llie cosluma a dar u de auno
bom. __ Teaho prazer que tilo inapreciaveia bina
aejam por Va, goiados.
Esta nova lrra naturalmente iniipida; hoje, e
cot razlo, anda maii se tem tornado : a Testa pai-
aou desapereebida, alguna passavam em profunda dor
pel. perd rreparavel de mlia, espo-as e irruas.
O deoa Bacco teve soas nrac,ots, quanto a mim s3e
lisa insipldaa e prejodiciaes.
A febre amarella aioda continua a estar entre no,
tem ftilo bsm as surdioas algumas victimas. Com
dr no corado tenha a referir a morle da Eira. Sra.
loao Tavares re mu/i, Iwmicdi). Absolvido,
appellae.lo rio juijode direilo.
Jo l-'irmnio Sal I mlia, homicidio.Abaolvi.lo,
arpillara* di prnmnlniia publica.
Rotando Jos Rodrigues, furto.Segando julga-
mento: ahsolvido.
JoSo Francisco de l.ima, mnbo.Absolvido.
Jos l.ouren;, tentativa de mo le.Transferido
o juluameiilo para a sessilo vindoura.
Amonio Crdete de Audrade, ferlmentos leves.
Cnn-.iemnarto a diti mez de priao e multa corres-
pondente a matarle do lempo.
Mara dn tal, ferimentos leves, Cinderonada a nm
me/ de prirfo e multa corresponde ile a melado do
lempo.
A epot;,1o que acabo da transir eltir a Vmc. dos
Irabalhns de um e oulro jorv, he rreebid de pessoa
fidedigna, pelo que a julgo fiel, e en taes circums-
tanciai isenla de qualqoer nota.
Hoje checou nesla villa o llr.lt icha Faria qu.
deiando por alguna diaa I deli-sacia, fora ter a Pa-
to enearregad de ilgoa.it delata peranle o jury,
e teguodo con-la-me, ja reentrara no exarcicio do
ea cargo.
No da 22 do pretrito proeedei-se neila villa,
caber; desle circulo, o 5" da provincia, a eleicao de
stislycorco ao pirlameulo provincial, terminndo-
te em completa paz. embnra a fartura de bravalas.
Passo a dar um asboco do occarrnlo a respeito.
Ilavendo ueste circulo tras parcialidades, euttu-
O. .eoc.dia, eonsorte do lllm. Sr. Jos Ponciaoo j*" duas- q" devam unir-se no proposito de
(ion es de Mello, referir as qualdades daquslle g-'
a terceira,anda que molivus plautiveia ni
nio de earidaile, seria querer ostentar para este mun-
' S. Deoa, como bom pai, e juiz recto as apreciara, e
oavindo as iniercesoes dos orphaos desvalidos por
aqu lia alma bemfeitora, lanzara sobre ella a soa
oslrerna misericordia, o perdoaodo alguraa falla que
frsgilidade hamana a unha feito cahir, a chamar
au justa presenta. Keciba toda a sua familia 09
miiua aeulimentos.
A ilia-se entre nos o Sr. Dr. Vital, medico com-
mitfiouado pela govrruo da proviucia, mullo confia-
mos na intelllgancia, actividade e telo daquelln Dr.
Agridecemos ao Em. Sr. Baurepaire esle acto de
bol administrarao que pralicou em relapso a at,
ibn j diversamente do Sr. Costa Pinlo, o qual no
principio do anno p. paasado nos mandn algum
aoi lio contra o cholera, que enlato nos incommoda-
a, depois que Irinta e tanta victimas foram faltas.
O a to juno qoe por informales fajo do actual pre-
sidente deali provincia, nao admilte fizer a maia ei-
travagaole comparado com o Gnado presidente Cos-
ta Puno.
O lllm. Sr. Dr. Antonio de Sonz Nones Piulo
lem, como tampre, prestado relevante servicos, o
aeo :clo e bou* desejos pelos habitantes deste lugar
acham-se bem demonstra los por fados, a bem nos
eabsrera o epilhelo de ingratos se islo negaasemos.
tiesta o uosao protesto de estima e alia conside-
radla.
C itgoa esla cidade o Sr. Barros, boticario, de
volt i de aua viagem a Europa, onde foi vizitar a sua
f; m lia, n (finos recelo qoe elle por l nao fieass,
'timamos a sua volt por ser ella o que man emen-
de Jo pharmacia entre do. Sooba que elle trooxe
Su, botica bem sorlida, se for esta noticia eiactn, a
spmclarei.
O oosso eamiterio alem de nao estar aeabado, e
nm regalado o sea servico inlerno, aeha-aeem ma-
ta, lavando bons cacedora la' enconlrarflo em que
euti elerem-ie. Anda l se acha com honras de por-
fo ama velha grade de palmo e meio de aliara, po vi-
ro tiais un menea. Se o Eim. Sr. Baurepaire in-
dag ndo da verdade, mandaste dar o resto da eon-
igo icao marcada por orna le provincial, prestara,
alem do maia, um servico a religilo, fazendo acabar
om asylo decante para o nono repooso tierno. Ape-
na ansie no nosso cemiterio ama catacamba. I mis-
ta -ne que a irmaodada do SS. Sacramento determi-
nou qoe se Tizcase um cerlo nomero deltas ; pedimos
a qi tm competir qae dido seaSo descuide, se nao
lioa/er quota sulliciente para esta deapeza, pocure
obti-la dos irmAos, esluu certo que iienlium se recu-
tari a orna conlribuicSo lio justa.
Os vveres eslflo cada vez maia escassos, nao ha es-
per inca de melhorar tao ce lo. Algn* desalmados
qoe lem qoatro pes de mandioca, dizem, qae estilo a
pira qoe a farinha d vinle mil res no alqueira
parifaze-la, qaerem tproveilar- das crtica cir-
cainalancias em que no adiamos ; um dinheiro ad-
quirido a forja pela manr das necessiriadtt a fa-
oe e com usura, jamaia poder servir de ulilida-
de leal a quem o adquire.
(J iiosso Rvm. vigario, aperar dos golpea por que
tem paasado, cora a morle das Sras. sua m.ti e mana,
ao tem um s momento esqoecido os deveres a sea
cargo : tem feilo preces, sacando nos iaformam, e
ma procistio de penitencia j teve lugar no da "27
de ezerabro p. passado, heseui duvida este ammeio
aui i eflica para abrandar a colera divina. Qaaudo
mi fregaezia lem a dila de ter nm pastor com a ac-
tualmente temos, deve render mil grecas a Divina
Frondeoeia. Conlinae o Sr. vigario a trilhar o ca-
inho qae segu, que lera o seu joslo premio no
ran o da verdade.
A falla de dinheiro miodo tem sido tambem nm
Jvo de oppressao para a populacho, o commereio
perdido em soas trocas por falla de dinheiro
iU do. Ae eolradaa do assucar lia dos brejos tem
tan aido extraordinarias, tendo eu feilo urna viagem
poli tetrada qoe vai para aquallea lugares, admirti a
qeaelidade de almocraves que condoaiam aquellei
fZCn>voe. Mamaoguape vai com um commereio es
patilMo, falta a coocarrencia de capilaes crescidos.
Eitabelocaa-se ntsla cidade mais urna easa dos
Sn. Canallw e Maia, dizem que com bstanlas
fuo le, qoaodo livermos orna cinco ou seis deslas,
w llasjeeio marekarao mais em ragra, o monopolio
tea va contra os neiparieotet e ignoranlei. Eslou
a nadagajo de um laclo, se achar prosas convin-
ceiUiade sua realidade darc pubiicidr.de, sei que
majde urna pessoa n.lo gostara, esle nao goslar be
para mim fardo muito lave. Qoem tiver concorrido
a f lito alguma branqoinha v botando as suas barbas
de aaolbo, e va preparando meios, quando nao para
dalander-ae, ao manos para justilicar-se. Meas ami-
gw.Unham paciencia.
Vio passar a testa neste termo o l)r. Felizardo,
veiaracebero podre incinso dos seus adoradores,
algiem diz, e eu concordo, que o Gm de soa viagem
foi lodo poltico, tocoo em difiranles pontos do seu
dominio fazendo ali no quarlel general
deste termo, locou reunir, e l, unto Ueos, o que se
paisaria I tenho mais medo das decies de seme-
IhanU) couselho, do qo* da inquisirao no seu mainr
pn gresso, digo lato sinceramente.
)izem que o tal chef do partido rasgado, da cap-
tal da Maranguape. lem empregado todas as suas
arlimanhas para fazer do Eim. Sr. Baurepaire um
serundo Costa Pinto, lerrrivel decepc,o lem olTrdo
o Bim. Sr. Baurepaire lem desanimadoao lal lir.. a
pr iieurAo deste foi louca. U actual presidente, ex-
petienle como ha, e dolado dos melhores desejos nao
alienara, illudir por palavras doces, porem veneno-
te- lie difticil ter nome do presidente nm Dr.
Cciti Piolo.
Foi noineado secretario da polica desla provincia
o Sr. Manuel Porfirio Aranha, quanto a mim a oo-
ranac,ao foi boa, o Sr. Aranha rene em si as qual-
dades precisas para desempenhar cabalmente tzl era-
prego: receba aquella usno amigo os nosio* para-
la ns, e acaulele-se dos golpes venenosos do Delin-
ques,o qoal, nao obstante estar sen, denles, su, pre a
se perioridade do veneno de soa baba.
Eslodous mestresdo lyceu uas secretarias da pre-
M lencia e polica.
CoQcloirei esla dando-lhe a segainte noticia : O
ni isa depulado pelo 5. circolo desta provincia, o
Si.Flavio esta para raorrerpor ter vendido a varinha
di conJ.lo qoe o tem enllocado na falsa posi;o em
que se acha, est vendo desmoronar-se a cad passo
> leu poder adquirido por meio do celebre cavallo
dn sadosas recordares. Esla metido o nosso repra-
si otante no sea sacco, talvez procurando obler algo
hoovessem, visto que as ideas da lerceira parciali-
dade eram somenle de concordia reiuandu um
completo accordo enlre lodos.
^ Nesla estado os negocios eleitoraes tratou a. par-
ciliadade hoslilisada de soffer com f ssignaco a der-
rota, porem su'lenlando com Inda a dignidad o
pleito e foi o resullado deste o seguinte :
Pelos collegios de Pombal, Patos e Calle ja re-
conhecidos pelo poder competente como valido, ol>-
liveram volaca reonindn-se :17 eleitores, faltando
8, pois qae cada collegio da 15, os seguintas indi-
vidaos :
Os senhores: Votos.
Vigario Manoel Cordeiro da Croz..... ^)>
Hr. OlMilho JosMeira........ 30
Dr. Joflo Leile Ferreira........ 2!'
I'r. I i. l.eodegario Kocha Fria..... 21
Dr. Jos Paulino de Figoeiredo...... 19
Padre Jo onc,alves Dantas...... 1!)
Vicario Bernardino Jos da Rocha Formiga. 17
Dr. I.iodolpho Jos Correia das Nives. 16
Prxedes Rodrigues dos Salios...... 13
Dr.Silvino Elvi.lio Caroeiro da Caiha. 14
Vigario Alvaro Ferreira de Souza.....
Dr. Francisco Flix Villar de Carvnlho. 2
Ualdioo Ferreira de S io/.i Formig.... 1
Joaquim II o j. Carneiro....... 1
Pala lurma de eleitores da elei^So presidida pelo
segando juiz da paz do Pianc os seguales :
Os senhores : Votos.
Vigario Manoel Cordeiro da Cruz..... 31
Dr. Josc Paolino de Figueiredo..... 30
Padre Jos Dr. Sllvino Elvidio Carneiro da Cmha. 30
Dr. Joao Laile Ferreira........ 2
Prxedes Rodrigues dos Santos...... 23
Padre lzidro Cimes de Sa' Brrelo.
Vigario Alvaro Ferreira de Soaza..... 1
Dr. Jos Leodegano Kocha Faria..... i
Vigario Bernardino Jos da Kich Formiga. 3
Dr. I.ui lolph.i Jos Correia das N >ves. -
Dr. Ulyulho Jos Meira.......- 2
Ismael da Cruz uouvea......
Manoel Pereira Borges. ..,.-
Francisco Pereira Borges. ...-
Silvestre Rodrigues de Carvalho ilv.
Joaquim Bnrgis Carneiro........
Clemenlino da Cruz......... 1
Pela lurma de eleitores da eleic,ao presidida pelo
juiz de paz soppleute do mesmo Pieuc.
Os senhores: Volo.
Dr. Jo.lo l.eit Ferreira........ 31
Prxedes Rodrigues dos Santos..... 30
Dr. SiltTno Etlido Carneiro da Cunha. 30
iMilo Jo Goocalvee Dantas...... 30
Vigario Manoel Cordeiro da Croz. ... 30
Dr. Jos Paolino de Figueiredo..... 27
Dr. Jos Leodegario Rocha Faria..... >
Dr. I.iodolpho Jos Correia das N;ves. 1
Vigario Beroardino Jos da Rocha Formiga. 1
Dr. Olyniho Jos Meira........ 1
Pela lurma de eleitores da elevar, presidida pelo
primeiro juiz de paz de Souza.
Os senhores : Vol.
Dr. JoSo l.eite Ferreira........ 38
Dr. Jos Paulino de F'igueiredn...... :|8
Prxedes Rodrigues dos Santos...... 37
Padre .lose GoBCalvet 1 l.ini i*...... 37
Vigario Manoel Cm leiro da Cre..... 36
Dr. Silvino Elvidio Carneiro da Cunha. 36
Dr. Jos l.eodegann Rocha Faria..... 1
Dr. 11 > nilio Jos Meira........ 1
Padre Izidro Gomes de S i' Brrelo. ... 1
Mejor Jos Francisco de Souza...... 1
Peno lavares da Costa........ 1
Pala lorma de eleitores da feleicc presidida pelo
quarlo juiz de paz de Sooia.
Os senhor! : Votos.
Dr. Joao l.eile Ferreira. ....... -11
Dr. Jos Ludgero Knrha Faria...... 22
Dr. l.indolpho Jos iCorreia das Neves. 22
Vigario Bernardioo Jos da Rocha .'ormiga. ::1
Dr. Olyniho Joso Meira........ Ul
Vigario Manoel Cordeiro da Croz..... 20
Dr. Silvino E. Carnero da Cunha. .... 1
Dr. Jos Paulino de Figneiredo..... 1
Prxedes Rodrigues dos Sanios...... 1
Para supplenles.
Pelos tres collegios legaes uhuvera.ni volos os se-
gointes individuos :
Os senhores : Votos.
He in verd i le para Dolar, qoe na epnrha actual, depois de se haier bem e'fiegado pelo atilde, su-
em, que o* aoimos somante lendem ao esprilo de | bu> a ama rad. ira e entendeu que deva lirar-lhe
concordia e coiiciliac.lo, aioda alguem nutra ideas de I as rselas das orelhas, e como nti podesse conseguir
excluaivieiBO e hotiili ia le l p0r encontrar < pposifin, pasteo aos cabellas ale que
Dando termo a retenha da elei^o, acrcscentare I o snllou, e eniao lm neut ccasiato tinque oapa-l
que reduzda as ires parcialida les a duas. forAo por chrrenlos pais t irmAos acordaram do seu leiliargo,
cousegainte daa as chapas, cojos nomes sAo estes : e distaran) qut elle se aquielasse, e padiram a se- i
Vigario Bernardino los da Rocha Formiga ;
Dr. Jlo l.eile Ferreira ;
Dr. Ohmlio Jos Meira :
Dr. Jote Leodegario Rocha Faria ;
Dr. I.indolplio Joa Correa das Neves
Vigario Manoel Curdeiro da Ciuz.
Dr. Jos paolino de Kigueredo ;
Dr. Silvino Elvidio Carneiro da Canha :
Vigario Manuel Cordeiro da Cruz ;
Prxedes Rodrigues do Santos ;
Podre Jos Goncalves Danlas.
Aquelles eicolhidos pelo lente coronel
DauUsde Ohvsira de harmona com ns seas
Joao
arr.i-
nhora que nAo 'eparasie no que fazia o menino, por
que elle era miilo engranado. Ouando porem se pas-
sava esla scena :om aquella senhora, o seu cavolleiro
luclava com os oalros doos engraradinhoi, que se
dignavam dtve'lir-se um com o chapeo que o poz
ampiado como om quaodii, o oalro com o chapeo
de sol al arrancar a presillia de borracha, e entre-
unto ludo isto i'ra tolerado para nAo contrariar aos
engraradinlins c nem descostar a sen pais. He com
elTeilo para lon"ar a paciencia dos doos visitantes,
que eem das/Ida resabiados nAo tornaro a essa casa.
/eph'iro.Foi reeleito guardiAo do convenio
de Olinda o K\m. Sr. F'r. Joao Baptsta, religioso
BCFATiQAO DAPOXalCXA Vicente Umbelino Cavalcanti de Albuquor-, paga de conformidade com o art. 39 da mes-
Da 1-2 de janoiro. qun > i mu le.
Foram recollndos a .-asa de detemao s horaens e 1 Joaquim Josc dos Sanios Araujo (2>. la Durante a execucao dos trabalhos o
i, sendo braoros :>, pardo 2, pretos 3, jA dirercao da companhia de vapores a re-' arrematante dar um livre transito aos car-
ros o cavallos.
&.I Na oxecuc,ro dos trali lhos o arrema-
l'eliciano Benedicto do Sacramento.
Augusto Pater Cesar.
Josc J. ronimo Monteiro.
Manoel da Rocha l.ins.
calados I. solleiro* !>, Brasileiros ,">, 1'. ir logue/
Inglezes :l, llespanhol t, arlistas 2, raarujos 2.
Padeiros 2, seni ollicio 1, eslAo sendo processa-
dos por offeusas physieas 3. processado 1, poremne
de furto I, suspeilo de haver cirimellido crime I,
por correcrAo i, a ordem do chefe de polica 3, do
subdelegado do Recife i, do de Santo Antonio 3,
labendo ler_2, aualphabeto 8, de 13 a 20 aunos 1, Joo Baptista do Amaral e Mello.
gos ; e estes pelo Dr. Jos Paulino de Fgueirtdn qoe sem duvida muilo honra a sua classe. Honra
tambem de harmona com os seus amigos e alliadns.
Observo a Vmc, que nao deve notar a ailmi.-oi
dt doui nome* em a-ohas as chapa, porque o dar-et
ella na primeira foi nicamente causa exigencias le
amigo, o que bem testifica o que ja trau*mlili a
Vmc, emqiiaulo a parcialidade, em cuja frente se
acha o leiieule coronel Danta.
F'elizrnenle acham-se os habitantes desle velho
Pombal entregues a' um a fervel opus, alim de
aormocarem a villa, visto que a lllm. cmara, al-
leudendo ao estado de decadencia a' qoe ae acliava
ella lu/.i 11, ii .naiar i em um dos artigos de suas
postaras de impor a' elles o dever oe repararem a
frente* de suas casas, dorante um certo e delermi-
nado periodo que. segundo parece-mr, finda-se to
lermiuar-se o rorrele mez.
Convenca-se Vmc., que na verdade esta villa acha-
Va-te em um complelo estado de decadeocia, o que
boje ja ponco parece, em fice o.hjue ha feilo,e se vai
fazendo, laulo qoe ulurisado me vejo a dizer. que
passara' ella a cidade no auno vmdouro, haveodo ja
quem cont com a voz de um eloquente orador no
recinto do congresso provincial em prl do respecti-
vo projecto, embora fo.se ella ueste anuo quem no
recinto do mesmo congresso, qaando olererido fora
o projecto, nicamente se oppoz a' que elle passasse.
Os tres termos de que ae compoe esta comarca
muito se resenlem da necessidade de urna desmem-
bracAo.por qoanlo possivel nAo he,que um nico juiz
municipal letrado satisfar os deveres inherentes an
seu cargo, em face da longitude que vai de um a
outro e da grandeza de cada um dellcs, accrescendo
qae as iuleriuidades oa sopplencias sao falaes como
Vmc. nAo ignora". Cousta-me que netle sentido n
presidencia ja se dirigir ao Exm. ministro, ignoran-
do eu qual a causa que ha deudo a' este na expedi-
cAo do respectivo decreto.
Acaba de chegar ao conhecimento que o Dr. l/i-
dro Lele F'erreira de Souza, reidenl no termo de
l'ianco, Mera alma ao Creador dt urna enfermid"'
de que fura accommetlido em Pedras de l'ogo, para
onde em um dos inezes ltimamente prttertlet se-
guir a' tratar de negocios tendenie* a aaa fan.i-
lia.
Pedro lavares da Coste.......
Prufessor Jos Torquato de Sa Cavalcanti.
11 il lino Ferreira de Sooza Formii;a. .
Major Jos Francisco de Sooza. ....
Dr. Leonardo Aoguslo Ferreira Lima. .
Agoslinho Rodrigues dos Santo. .
Padre Jos Cemimano Pereira Re;. .
Joaquim Borges ,Caroeiro.......
Major Jos Alves de Nobrega.....
Pala primeira duplcala de Souzt.
Os senhores :
Dr. Leonardo Aoguslo Ferreira Lina. .
Major Jos Frauclsco da Sooza* ....
Professor Torqualo de Su Cavalcaoti. .
Pedro Tavares da Osla.......
Padre Izidro (ioines de Si Barre!.....
CaplAo JoAo Paea de Sa' Brrelo. .
Prxedes Itodrigues dos Sanios. ....
Pela segunda duplcala.
Os senhores:
Professor Jos.j Torqualo de S.i I' ivalcaoti.
Pedro Tavares da Cola.......
(ialdino Ferreira de Sauzi IFormiga. .
Padre Joaquim Ferreira da Silva. .
Pela primeira duplcala do Piancn.
Os senhores :
Major Jos Francisco de Sooza.....
Dr. Leonardo Aoguslo Ferreira Lima. .
Pedro Tavares da Cota.......
CaplAo Silvestre Rodrigues de Carvalho
Silva............
Amonio Francisco da Costa.....\
Professor Jos Torqoato de S Civalcanli*.
lialdinu Ferreira de Souza Formiga. .
Dr. Antonio Manoel de Medeiros Parlado.
Umbelino Jos de Almeida. .....
Pela segunda doplicata.
Os senhores :
Major Jos Francisco de Souza. .
Dr. Leonardo Augusto Ferreira Lima. .
Pedro Tavares da Costa. ...
Professor Jos Torqoato de Sa' Civalcanti.
n a nova varinha de condao. Felizmente o noiso .
..idente oAo he oos criaocola. que lemo. .ido ,u.<- fffg^ ft^da ^r
Serla mais conven ente qoe aqoelle nosso represen-
ti ote procorasse deixar de ter horror a letra redon-
da, i ver se assim poda ligar soas ideas e deixar de
fnzer urna figura de papelao na cmara geral, se a
-na inlelligenea nao d paramis do que lem feito.
lia pru tente que S. S." daixe o seu lugar ao soppleu-
If'a que nAo admitle parallelo com S. S.a em habili-
t- enes para o logar de depotado, com islo faiia S.
$.a om servido ao paiz e a provincia qae representa,
< a si. Sena maia conveniente qoe S. S.' fosse Ira-
I ir de engordar os seos pobres borros que tamo sen-
1 m a aaa ausencia,que o administrador que o subs-
titoe olo serve para isto, he meslre do mesmo olli-
co.ha de pnmeiro iratar de si do qoe dos outros.
Pedimos a quem competir qoe mande fazer cor-
reegao de ces, andam pela ra em loles, ladrando
a quera passa.Na seguinte eutrarei em mioociosida-
ies desta ordem.
Adeos.
. 35
, 90
18
. 17
13
/

1
1
Votos.
. 38
. 35
. 15
. 12
'.I
3
Votos.
'. 2
. 21
o
Votos.
. 30
. 28
. 19
e
. 13
4
3
1
1
1
Voto.
. 31
. 29
. 21
. 10
Pombal 15 de deztmbro.
Nao se illudio o Lino (hoje porleiro dt Un ci-
ara1, qaando asseverou, qae no I* de nombro
to juiv nesla villa, visto que o Dr. Ao-
a Villar, juiz de direito interino da co-
lele em Palos, um dos termos desla.
> sen bueephalo neslas plagas ; e por-
a foi a miulia expone ao a respeito na
enU" ,
se o jury no i* de outnhro, seis foram
i* nroee.-os flpre.eiiiH tos a julgameulo, sendo doos
ior rrime deijomicidio, um por ernna de ferimen-
o* grtveetres**01, crime de ferimeiilos leves.
Bu a Nidia tipecliva
JoAo Itihuro d Sooza, homicidio.Ahsolvido.
Pedro Antonio de Lima, homicidio.Cals per-
petua.protesto para novo julgamento.
Saiflano Pereira de l.ucena, leriinentos leves.
egaodo julgamento,tsolvido.
Ualbiiio Pereira de Meodonca, ferimentoa leves.
traiuftrido o julgameule para a sessflo vinduura.
Claudi Antonio de Araujo. ferimentos leves.
Ahsolvido.
JoAo Igoteit lardosa, ferimentos grave.Con-
demnado a um mez depriso e mulla corresponden
Galdino Ferreira de Souza Formiga. ... I
Sendo esle o resullado perianto da eleir.ao i lepen-
dendo ainda da assembla geral, ama decisAo ten-
dente as duplcalas de Sooza e Pianc, resolveo a
mesa eleitoral que se expedissem diplomas aos seus
individuos niois volados pelos tiea collegios, coja
validado ja havia sido reconhecida pelo poder com-
petente, e que na verdade hiviam conseguidu
maioria absoluta de votes nelles, vislo qae Uborava
lia na duvida acerca de qoaes das duplcalas, que
mais se rettnlitm do espirito de validade.
Atsim pois acham-se diplomali-os (permilla-ma a
phrase ao congresso provincial os seguimos indi-
viduos.
Vigatta Manoel Cordeiro da Cri/..
Dr. OKntho Jos Meira.
Dr. Joao Leile Ferreira.
Dr. Jo* Leodegario Rocha I aria.
Dr. Jos Paulino de Figueiredo.
Padre Josc Uoncalves Danta.
Dando-se oulro lano, para com os supplenles, sao
estes os segundes individuos.
Pedro lavare da Costa.
Professor Jos Torqoato de S Cavalcanti.
Galdino Ferrena de Souza Formiga.
Agora regislrarei os caraclere
He por certo digno .-enlimentot o premalnro
passamento do Dr. Midro Leile Ferreira de Souza,
por quanlo os /.'"'icad,., que exornavam a sua pes-
soa, l.inl" recommendavara para com quem o com-
muii"*^ra, que uolra efosi se uAo pode dizer, qae
P tejaPianc perdn ama da saas perolas !
Deacans o Dr. Izidro Lene Ferreira de Souza na
mansAo dos jualos, e a ierra seja leve, sobre ns sens
restos morlaes, carpindo a esposa, a lilha, o prenle,
o amigo, e finalmente a palria a saa iiif.iu-l 1 perda !
Concluindo tste tpico di presente missiva direi
com C. Das
Resta a saudade que alimenta a vida.
A' luz do Tacho, que adormenta a dor !
E com o poela porluzuez
Os nlios promontorios o rhoraram ;
E dos rlosSas aguas saudosae
lli semeados campos alagaram,
Com lagrimas correndo piedosas.
Acha-se preenchida vaga deixada pelo falleci-
meuto do cominandanle superior Jos Comes deS,
de saudosa recordac.Au.
0 tunente-coroiiel chele do eslado maior Salviano
Jos da Costa foi justamente o nomeado, a respeito
linha a observar a Vmc, qae liaveudo jusliea na no-
mearao, em face da legislaran vigeule, e cercado
esle cidadAo de o[ilimns qualdades, coro todo um
requisito nao possue elle, essencial ao cargo de que
se acha revestido, pelo que poso asseverar a Vmc.
qoe a guarda nacional de-te centro nAo chegari ao
eslado de pcrfeicAo que he para desejar.
He por cerlo a nalureza que merece a culpabilida-
de da privacAo porque pa*sa o commandaute sape-
rior Costa em quanlo ao reqoi'ito de que trato, pois
o te-lo dolado do um genio lodo calmo e loleranle,
se privado se v elle daquella actividade e galhardia,
de que deve resentir qualquer militar ; todava
liaveudo orna boa esculla para a respectiva secretaria
devo convencar-me, e paranlo a Vmc. lamliem, que
a Lula uAo sera das mais seusveis, e o servido pu-
blico nAo passara' por maior detrimento, ou talvez
por nenhum.
N.io sei qual a causa qoe ha feilo com que o ad-
ministrador da obra do cemiterio publico nao lenha
dado andamento a raesma obra, parausada por mais
de um anuo, com detrimento da salobridade publica,
alienta a pequeuhez do anico templo que ha nesla
villa, c asslduidade nos enterramcnlus neste, notando
que a dita obra apenas se acha cora alicerces prepa-
rados. De quem stra a falla ? por em duvida da
lllm i. cmara, segundo o meu humilde pensar.
Nao se reahsou a remoe.io do Dr. A nitro Mannal
de M. I -liria lo, promotor publico ilesla comarca,
para a do Pilar, como na pretrita missiva fiz ver a
Vine, que se e-perava, visto que fura nomeado pera
esla o Dr. Claudiano Bezerra Cavalcanti.
Esla comarca sofria suas magoas com a noticia da
remneao do Dr. Medeiros Portado, mas hoje vc-se
felizmente isenta dellas.
Saffre esta localidade a ausencia do lenle Jos
Anselmo Rodrigues commandaute do destacamento I
aqu estacionado, vislo achar-se elle Irauspnrlado a
villa do Calle do Rocha, onde exerce o cargo de
delegado de polica. A ausencia do teneote Rodri-
gues dasla villa ti ./ cum sigo (res inconvenientes que
bem podiam ser avilados, caso nAo entendesse o go-
veruo mal e indevidamente entregar a mAos milila-
le* a administradlo pulicial de qualqoer termo.
(luando asum me exprimo uAo he porque na elasse
miniar nAo se encoolrem caracteres taes, que posaam
al oceupar cargos de mais alia categora ; he sm
por ir de encomio a letra da le, a nao ser um qual
quer militar que h ili.l^iacue* poNH a bem salisl'azer
os deveres inhereules ao cargo em queslAo.
Neto a Vmc. que na verdade o governo ha colhido
algum resallado proveiloso da eacolha de militares
noexercicio das (on.-eo.-- polieiaei de alguna termos ;
mas, quanto de arbitrariedades nAo se ha dado ao
mesmo lempo da parle detletT
Os inconvenientes Irazidos pela ausencia do len-
te Rodrigues s,1o detrimento a disciplina dn destaca-
mento oesla villa estacionado, aoseivico publico e
a privacao do contacto de suas boas qualdades pe--
soaes. O eslo vai com um cursi! lodo excepcional,
lano que bem receio-os se achato os criadores de om
i) de nefanda recordacJo.
O mercado soffre eleva^Ao e nao peqaena, no pre-
01 dos gneros alimenlietos, sendo duas as fonles co-
nhecidas de um semtlhante malfalla do cava ga-
ir ao traiispoite dos gneros dos lugares da pro-
ducQ.lo (serrase,e prevengan da parle dos agricullo-
res. alienta a irregularidade na eslacao.
Trato de oflerecer a Vmc. a tabella dos que impe-
rara no mercado.
Farinha de mandioca, liO patacas o alqueirc.
Milfiu, is patacas o alqueire.
Carne, |ii patacas arroba.
Feijo, 32;O00 rs. o alqueire.
Rapadura, ll^KIO rs. a carga, [ICO rapaduras .
Arroz, 18 patacas o alqueire.
Suspendo aqoi a minlia ploma, ltenla a prolixi-
dade da prsenle, que suppoodo ser a ultima do.i
vai de maneira a ter urna despedida solemne, res-
lando-me volar ao Omnipotente, para que conceda
a Vmc. ser lesleniuuhi nrcular d um a outro annu,
fruiudu fetas felizes, ver passar a sua imlividuali-
dade.
A lieu, al para o cincoenta c oilo, se o meu fardo
nAo lor victiinadoiuexuravel culeloda ingrata Parca.
1) l'ombaleuse.
por lano seja hila ao capitolo que o reelegeu, e
Daos proleja a ua goardiania.
Cegueira.Strt' possivel que s nAo eoxergue
as pnreanas que se fazem as ras Augusta, do llu-
ro, Alecrira e oulras adjarenles 1 Se com efTeiln a*-
-ini he, para qi.e nAo se requisita ons orillos '
cndalo. Coinla-nos que as familias qoe
moram Ui para as bandas da bicra de S. Pedro, em
O.inda, ja nAu podem chegar em suas jaaellas das
Ave Mara em dianle, pelos escndalos que pralicaro
os socios que vi o all hanhar-se, admirando que nu
numero desses si achem incluidos ceitot eiludanles,
e mais anidacua nAo seja esse procedimenlo obs-
tado pela aulnridadc de polica, que di-zem morar
bem perto.
RecHfitOfSo. Na Pagina A valsa do nosso no-
mero de houteni, publicamos o laclo criminoso ba-
tido em 11.nula na ra da Bica em a noile de 5 dn
crreme, para elle chamamos a allencAo da polica.
p rquo ignorara que eita ja' linha conhecimenla "
dalle: agora pirm que sabemos das providencia*
dadas apressamo-nos a publicar que eslAo presos os
(res ni lividoo executores do crime, cujos nomes
-ao, Malhias Gomes, JoAo Nepomuceno e Imnealo
Jos da Silva e o alteres do nono batnlhAo de infan-
laria da goarda nacuma; Joan Baplisla da Silva Man-
guiiiliu Janior, que he indigilado corvo mandante :
aquelles se ach.uii na rasa de detenerlo, e esle nu
quarlel de polica por ordem do Dr. chefe de polica:
e pela delegacit de Olinda se esta' fazendo o proces-
so. Esta reclificarAo farcinos para coohecimenlo de
nosso leilore, e como prova de qae s fazemos as
pulilicaroes da Pagina Avulsa, por amor da ver-
dade jusliea.
Foram uomeaibs o* Sr. Manoel Antonio Vie-
gas e llerculauo Olegario Kibeiro de Castro, o pri-
ineiro para o ln : ir de escrplarario, e o segundo pa-
ra O de procurador do patrimonio dos orphAos.
, Cincedeu-st ao Sr. Bernardo Luiz Ferreira
Cesar Loareiro a deroitaBO qut pedio de director in-
terino da colouii militar de Pimenteiras.
Por porliria de 8 do crrente foi suspenso o
thesooreiro di repartirn das obra publicas o Sr.
Jos Marcelino .Vives da Fonseca, emquantn se pro-
ceda ao balaur i, e se reconhecia o verdadeiro esla-
doi de saas cenias, e para substituido interinamente
foi nomeado o igen-e pagador da mesma repartilo
Rlimundo da Silva Maia.
Por portara de 9 foi desonerado o major Fran-
cisco Antonio de Souza CamisAo do cargo de dele-
gado do lermo de Garantan, por ter de ir reunir-
se ao corpo do'guarnirjAo lia da provincia de Miuas
Gerae.
Por portara de 11 foi demillido o Sr. Jos
Marcelino Alve da Fonseca do lugar de Ihcsuureiro
da re artirao di obras publica*, por se ter verifica-
do pela lliesournria provincial estarem falsificados
os documentos i e despezas felas pela mesma repar-
iirio, e ordeuuu-se que a proraotoria publica pro-
movett a sua responsabilidade na forma da le.
Por por tana da mesma dala foi exonerado Ma-
noel Hilarle da .)osla do cargo de prineiro supplen-
le do delegado do termo de Santo AnlAu e nomeado
para subslilui-!o Alexandre Jus de ilollanda Ca-
valcanii.
Por porta la de 12 dn corrente fui exonerado
o aiudante do ilireclur da Cilonia militar de Pimen-
leiras leuenle Joaquim Jos do* Sinlos e Araujo,
e ordenou-se que contra elle se procedesse pelas
mal versara es, eicessos e abusos cooslaules dos docu-
mento-.
de 21 a 30 5, de 30 a 40 annus 4.
Conforme.O secretario,
Rufino Augusto de Alineida.
I'or portara de hoje III; foi nomeado delegado do
pnmeiro dislriclo do lermo do Recife o Dr. Iler-
mogeues Socrales Tavares e Vaseoncellos.
DESPACHARAM-SE PELA POLICA.
Dia 13 de Janeiro.
A cscrava lenla, qut havu desembarcado nesla
provincia por duanle, obleve portara para o Rio
de Jaueiro a er enlregue por ordem de sea senhor
o Dr. Joao Baplisla Cooralves Campos, a Vctor
llec'iall morador.
O escravo Leopoldo obleve passaporle para Vla-
cei, a ser all entregue a seu respectivo senhor o
Di. Manoel Joie da Silva Neiva.
Conforme.O secretario,
Rufino Augusto de Almeida.

PKACA DO RECIFE 13 DE JANEIRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colace ofilciaes.
Descont de letras12 0|0 ao auno.
i'. Borges, presidente interino.
L.Daboorcq Jnior, secretarlo interino.
CAMBIOS
Sobra Londres, 24lt 90 d. v.
c Paris, 390 a 100 rs. por fr.
Lisboa, 110 por % de premio.
Descont de leltras, 12 a IS por cento.
OI.ROOn;as hespauliolas. .
Ditas mexicanas. .......
Mocdas de K-SOO. .
de iJUOO. .
RAA.Pataces brasileiros. .
Ditos columnarie-. .
Hilos mexicanos .
319000
3050O0
lliOO
'.IjlllKI
9*080
29080
1&880
ALFANDEA.
Kandimentn do dia 1 a 12. .
dem do dia 13......
110:303381
I5t57tj|06g
125:8799913
rDescarreeam hoje 11 de Janeiro.
Barca inglezaEljza llandamercadonai.
Barca francezaLooize Mariedem.
Escuna bollandezaZwervermercadorias.
Brigoe suecoAqoillataimado.
Ilrigue inglezJanet Petbladoobjeclos para o gaz.
Barca americana Imperador larioha de Irigo.
Ilrigue hamburguez Capibaribe gtnafts, t-
relo, papel, pntassa e vela.
Brigue hrasileiroNormafarinha de Iriso.
MOVIME.NTO DA ALFANDEA.
Volomes entrados com fazenoaa .... ."iOi
n i> com gentros .... 233
Volnmtssahidoi comfaztndas
a o com gneros
Total
Total
737
131
178
309
Por portara de hnntem foi nomeado delegado
do primeiro dislriclo desle termo obacharel llermo-
genes Socrales la Silva Tavares e Vaseoncellos.
Comarca de .'Jmoeiro. Lma pessoa proba e cir-
cumspecta iufurma-nos qae lem tido all multadas
mais de O casas de pruprielanos daqoelle lermo, e
que em urna dolas fra sssassinado por um dos la-
dres um poln honiem que ouviudo chamar por
orcorro, la a accudir. Diz-nus lambem que estes
males sAo pratirado por urna companhia de lades
que proineltem fazeroulrns mudos roubo, pelo qae
eslo os hahilanles assuilados e em lermo de lar-
garem suas casas.
I'allecimenu. No dia 25 de dezembro fallecen o
cornraandanle superior de Limoeiro o Sr Jos Cr-
rela de Oliven.i lnfurmani-nosque era probo.hon-
rado e o mais rico proprietario d.iquella comarca.
Molina.J que os fiscaes nAo nos alleudem
pedimos a illus rissima cmara municipal para qae
faca cessar esse lerrivel coslume de se picar carne
nos ajougues a machado, visto como de um lal pro-
cesan grandes males podem resallar a humauidade.
De um bem geral de que se trata, e couvera qae nAo
sej deaprezadi.
Hospital ie Caridad. Exialiam no din 12
do correte 1.) homens e 2~> molheres trata-
dos pela candi de, 10 homens e 13 mulheres que
pagam a casa, 110 prtras do corpo de polica.To
tal 77 doen'es.
Maladouro publico.Malou-se no dia 12 pira
consumo do da 13 do correle, a saber :
Companhia das carnes verdes......48 bois.
Ricardo Romualdo da Silva........7
Manoel de Sooza Tavares..........4
Huirte...................3
Luiz de Ijueir )z..............2
Tolal. ti % bois.
Mitrtaliaade.Uelacn das pessoas qoe foram
sepultadas no cemiterio publico, no dia 12 do cr-
reme mez :
Fraklin A asisto Rsposo, brinco, solteiro, 13 an-
uos. Ttano. (I'o sepallado no dia II.)
Jos, branco, 9 inezet. Ttano.
Emilia, prela, escrava, 2 mezes. Ttano.
Lzaro, prelu, escravo, 30 anuos. Leso do appa-
relho digeslivr.
Manoel da ''era Cruz, pardo, solleiro, 30 annos.
Rheumalismn.
Caelana Mara da Cooceico, branca, viova, 44
anuos. Darrba.
Total3.
At amanhaa.
IMPORTACAO'.
Iliale nacional -tlirreio du Norte vind i do Ara-
rat', consignado a C. C. da Coila Moreira ; mam-
fe'iou o seguale :
8t> saceos farioha de mandioca, l'lii diln- corma.
95 dios cera de carnauba. 20li Couros salgados, 2
caixes com lnli pares de spalos ; a ordem.
Uvate nacional Veooso, vindo de Mundau, con-
sigjia.lo a C. C. da Confia Moreira.
-"' saceos farinha de mandioca, 10 ditos gotnma,
5 dijo algodAo : a M inoal Joso de Sa' Araujo.
4.fi saceos farinha de mandioca, 419 dilns gomma.
3." ditos feijAo, 11'2 ditos assucar macavarn, 1 dito
milho,. dilos caalauhas de caj, 10.S courns salga-
dos, 180 arrobas de vilela : ao consignatario.
40 saceos farinha de mandioca ; a Antonio Alber-
to de Soaza Agu,ir.
i caixes queijos e umj.pelle dt onra ; a Manoel
l'iincalves da Silva.
1 dito qnaijo ; a l.oz da Vaiga Pessoa.
CONSULADO CEBAL.
Rendimento do dia I a 12. 32:99J831
dem do dia 13....... 7.321*265
Jofio Carlos Islisber (sentenciado)
Dr. Jos, Muniz Cordeiro Gitahy.
CapitSo Francisco Antonio Csrvallto.
Dito'l'iburcio Hilario da Silva Tavares.
Dito Jos Francisco da Silva.
Tenenle Antonio Vctor de S Barreto.
1.* tenenle Jos de C.erqueira Lima.
Tenente Jos Cyriaco Ferreira.
Dito Antonio Jos Das Nunes (2).
Alteres Luiz Vicente Vianna.
Hito Jos, itenedicto do F;spirito Santo.
Dito Pedro Marlini e Joaquim Jos Lima de
Souza.
Dito Jos Vieira de Souza Guedes e Antonio
Jos de Olivelra Sampaio.
1. cadete Luiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Cattope Monteiro de Mello.
2. dito Francisco Pereira Peizolo.
Dito Manuel Jos Conexivos (2l.
1. sargento Francisco Eduardo Benjamn.
Dito Manoel Saturnino da Cunha.
Cabo llieodoro Jos da Silva.
Dito Jo3o Francisco dos PrazereSt
Dito Jos Kaymuiidode Carvalho.
Dito Izidro Jos.
Dito Joo Domingues da Cruz.
Soldado Jos Theodorode Azevodo.
Dito Francisco Jos dos Santos.
Dito Thome do Espirito Santo.
Dito Manoel da Penha.
DitoMarcolino Evangelista da I'aixito.
Dito l.uiz Correia l.ima.
Josi' Rento da Cunha Figueiredo Jnior.
Secretaira do governo de Pernambuco 19
de dezombro de 1857.
S. txc. o Sr. presidente da provincia, em
observancia de ordem espedida pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros, manda fa-
zer publico tiesta provincia o seguinte an-
nuncio, transcripto do Jornal do Commereio
n. 323 de 24 de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.Os
proprtetorios dos navios Guyana, Dous Ami-
gos, Isabel. Aveu ureiro, Virginia, Esperan-
za, Felicidade, Somma Viva, Emprehende-
dor. Improviso. Helia Niquelina, Santa Crin,
Novo Mello, Magano. Piratinin, Purissima
Oonceic/io, e vapores S. Sebastloe Paquete
de Santos, sao rogados a virem ou manda-
ren! seus procuradores secretaria de esta-
do dos negocios estrangeiros, dentro do
prazo de 60 das, para darem alguns escla-
recimientos relativos aquelles navios. Jos
liento da Cuuba Figueiredo Jnior.
O lllm Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprtmento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 de
dezembro ultimo, manda fazer publico, que
no dia 28 do corrente, perante a junta da
fa/.enda da mesma thesouraria, se Ha de ar-
rematar, a quem por menos zera obra dos
reparos do quarlel da villa do Cabo, avalla-
dos em 1:210a rs.
4(>:31(ij096
DIVERSAS PROVIHCIAS.
Rendimento d<> da 1 a 1J. 1:9218242
Idtm do dia 13....... lsl;i.".i.
03793.98
PAGINA AVULSA-
l j/fj oV< ritmes.Nesle arligo nAo esperamos
tratar das visitas dos alimentos que provem do re
animal, senAodaquelUs que julgamos merecer serio
cuidado da illutliissima cmara aliin de que os seu
municlpalenses veoham a obl >r sAo nulrimeulo, e
por i-o seria ptima diposirao que ella livesse a
cusa de seos cofres om nrurgio so p-ra cuidar as
iuiqieccijes das carnes, vilo que su por esle meio ss
COMARCA UE SA-N TO ANTA'O.
Cidade da Victoria 12 de Janeiro de 1858.
l.xciloit nos Victorienses o maior enlhu-
siasmo a noticia da projeclada vi forrea,que
tera departir da ciJade do Recife a da Vic-
toria. De leito ella se realisou cora a che-
gada doSt. Dr. Miguel Filippe de Souza
Leo a esta cidade no dia 9 a promover as-
signaturas, e com quanto a chegada do pres-
t moso i-iila l:n fosse inesperada, fn pez ir
mesmo da ignorancia de muitos, relativa as
entradas dos capitaes, e interesses da em-
preza, toda' ia consta-nos, quo nesse mes-
mo dia po le obter assignaluras no valor
de trezentaii e tantas atvcs. llevemos crer
que todos os seubures proprietarios deste
t-rnio da Victoria, e demsis pessoas, cujas
circumstan-ias lhes permittir, se prestarSo
de bom grado a concorrer com as suas as-
signaturas para coadjuvagao deumaempre-
za, d'onde devemos esperar o engrandeci-
mento inlallivel da cidade da Victoria na
agricultura, no commereio, o as artes. I'
com que lacilidade nao sern levados a
grande capital do Recite todos os productos
Irazidos do centro para o grande deposito
desta cidad* ? Mil louvores sejam dados aos
patriticos sentlmentos dos senhores pro-
prietarios i a fregaezia de JaboatSo.os quaes,
."orno nos consta, foram os primeiros, que
liveramUo feliz, e 13o grandiosa lembran-
ca. Os cens benignos queiram proteger Uo
bons desejes.
(Juarenli o um msicos vindos da cidade
do Recife slo aqu esperados no dia 14 pera
nesse mesmo dia It principio a novena do
glorioso Santo Anto, orago desta fregue-
zia, feudo a missa cantada a 2, com ser-
rano, prociiaSo. e l'e-Deum a noite. Cal-
DESPACHOS DE EXPORTACAl PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
13 DE JANEIHO DE 1858.
LisboaBrigue porlagoet Resolvidou, Bailar A.
(lliveira, hu saceos aisucar, 89 cascos rotl.
Lisboallarea porlagueza aLigsirau, diversos carre-
sa toros, 18 cascos mel, 260 saceos asocar.
(analBarca ingle nSeraphina, Adamton lioie
A; C, 1,200 saceos assucar.
Illu de S. MiL-tiel Patacho porlugoez I. man,
diversos carregadores, 80 moios de sol, 15 bar-
ris assacar.
PorloPatacho porluguez o Duque do Pirlou, di-
versos carregadores, 600 saceos assucar, cooros salgados.
GenovaBarca sarda nPaolou, Lemos Jnior e Leal
Reis, 200 acens assucar.
LiverpoolBarca ingleza uProsperou, diversos car-
regadores, 1,800 saceos assacar.
Porto Brigot portoguer. Trovador, Barroca &
Castro, 650 saceos assucar.
I la na IBarca franceza Azota, Basto & Lemoi, 200
saceos assacar.
HavreGalera franceza Olindao, Domingos Fer-
reira Maia, 650 saceos assacar.
b'almoulbBarca hollandea oTveee Alidi-s, lleor.
Lrunn ,\ C., 350 saceos assucar.
EXPOKTAgAO'.
Lisboa, barca nacional -Ameliao, de 338 (mela-
das, eouduzio o seguinte :4,101 taceos 1 barrica
assacar.
dem, barca portogneza aProgressisla, eouduzio
o segrale : 2.6:15 saceos o 3 barricas asaocar, 1
barrica e 46 saceos gomma, 307 cascos me'.
RECEBhllORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERHAMBL'CO.
Rendimento do dia 1 a 12. 7:0209396
(dem do dia 13....... 7219500
7:7428396
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 12.
Idtm do dia 13.
28:0529191
3:108/523
MMOfiU
nli.iio as parcialidades belligeronles sendo atlas
tres, como ja anteriormente refer a Vmc.
Dr. Jos l'a ilino de Figueredo.
Tenenle coronel Saturnino Rodrigues dos Santos.
Tenenle coionel JoSo Danlaa de Onveira.
l.igando-ss o segundo ao primeiro, foi o lercero
hostilisado, nao obttaate os eiforeos empregados por
aquelles que, conscios do direilo asiislente a todas
as parcialidades belligeranles ao pomo da discordia,
teutarain que ellas chegassem a nm accordo, en, eli-
jo numero pnlrou o Dr. Silvino Elvidio Carneiro dj
poderla esperar um juizo bem fundado, o que nao
de que se eompu- I he possivel chegar-se a obler tmenle com os s.us cuda-so a Uespeza em mais de tres conio.s
liscaes e guardas, por sercm os menos complanle
para iaso, porque mullas ouras molestias ev's em
alem das rtcoiihecidas, e que nio podem ser deico-
berts senilo por c|uem lor instruido na aesatorail,
phvsiologia e palhologia, e que melhor seria se essa
pessot, a quem livess de> recahir a nomeaco, soo-
bes-e fazer a applieacalo dos seus rouhecinienlos na
parle relativa a laes enmet, urna vez que enlre nos
Dio lemos veterinario--. Este impnrtaiilisstmo objeclo
deve ser lomado em mal seria oootderteflo do que o
que se esl praiietndo. Mudas molesiias accomioet-
Cunha, que na verdade muito se esfiircDu, tornando-1 lem o hoinem, cujas causas paiece-nos txislir as
se por isso rrelor da imillas sympalhias. () r. Jlo i carnes de ma qualidadt de que nos alimeniamo. A
Leile Ferreira Dio asseslio i eleicao por se achar ; diarrhea, as erupeoes ruUneas, s postula, malg-
em Pedras Je rogo, po'em foi nella reprresenlailo lias e u carbonela aninul que vaose deseuvolvendo
elo lenle Coronel Siliirnino Kodrigoet dos San- na prsenle quadraem que as carnes eslo de it lop-
porlavel goslo, descoradas, filicidas, magra, quem
nos dir' que a causa niln eslrja na sua mi' quahda-
de'.'Por cuja razo julgamos qicts carnes nao de-
veriam ser vendidas Malo depois de haverem pas-
tos.
Dizem qoe o Dr. Joao l.eite livera parte na janr-
e io rom o Dr. Jos Paulino, mantudo ao lenle
coronel Saturnino de credenciae*. visto que fora e<-
,,1, a lempo, por haver passado a rlassili- | le 1"em levar* m"m* jncea, a elfeilo ; porem,
carjo do delicio do an. *r, para oda 201 do eod. 'aieodo eu iutic,a 101 ttolimtnlo qoe o caracleri-
,Jii atm, bem aasim allendeodo i ha moma que reinava
P*sl tirad -ja-iataratM d. 0||l0, dos que ojio I en,,e eli' e, a P">';alidade debellada. nao me posso
,//nhdaai-iie VS oernpar a cadeira "nvencer de que lo... a jonceda parto seu com o
Dr. Costa Villar,' Um Ia referido, e-que nem mesmo preslasse ella
I "1
vitm. P
vir/idaiiciald*,rl,an'1
aetoal inie de <'ireilo inleriuo dsta comarca e lano
am lie.ojoa elle acaba agora di presidir ao do ler-
rt l'a1"*' Pe,(> 1U* me otnveiicido de que a
fall por elle eommtttida, algunn, eiel f0j sempre
hi de motivos justos e poderosa.
N da 'l0 <-"Dle metoo joey gm Patos os
-a irtbelhos, nodo sele os procesaos Usados a Jul-
" bjuU), reipictiva tfialliba a eguvM .
ua aiiinieiicia, sendo qae boje, mais qoe nunca de-
ve merecer loda a consideradlo o tmpora mu-
tantur, el i os mutamus in illu.
\ Imira, que ainda appareca enlre nos, qoem ol-
vidado dos principios proclamai os pelo Ihrono, (ra-
le de hostiiitar e dehellar a qaolquer que na acien-
cia do seu direilos faz por frn r a parle equivalen-
te catea, lodi vez que ha luga: a aierce-Us!
de res.
Coasta-nos, que no dia 3, no <|uarteiro
de r'recheiras desta freguezia soflreu JoSo
Pereira, q 10 se diz Vellio urna surra dej
planchadas de faco em ctsa de Francisc i
.Mendes des Santos, presentes o sargento de
polica Manoel da Silva l!ibi-ro, eo cabo
Jos Antonio da Cruz ; e que nesse mesmo
da, <: lugir tentaram decapitar o aleijado
Domingos, irmSo do referido Francisco Men-
es dos Santos. O mais he, que para estes
bellos faltos niio chegarem ao conhecimen-
to da polica, foi elevado acabo (como se
nos diz uin Jos Antonio da Cruz. F, que n
o poderia elevar ? Ojem tinha interesse
om octMiltsr a revelaQio desses lacios. Logo
he fcil conheccr, d'onde partiram elles
As aguan do nosso Tapacura vflo decres-
i*^>t>teSsm^' ^ p0$m
Navios entrados no dia 12.
Alagoas2 l|2dias, vapor brasileiro PersiniingaD,
commandant Joaqom Alves Morfira. Trouze a
sen bordo 2 passageros. Perlence t Peinara-
buco.
Rio de Janeiro30 dias, brigoe hespanhol oL'rba-
ii'ie, de 202 toneladas, capiblo Joao B. Durall,
equipagem 12, carga vinho ejacarand. ; a Ara-
uaga ,- B'yan. Perlence a Barcellona.
Navio saludo no mesmo da.
ParahibaBarca ingiera Noival, capilo Tliomaz
Scott, carga bacalbo.
Navio entiado no dia 13.
Parahiba2 dias, hiale bra leiro Flor do Rraailn,
de 28 toneladas, meslre Joao Francico Martin,
eipiipageir. 4, carga loros de mango ; i Justino
da Silva I!.ivi-ta. Perlence a Pernambuco.
Rio de Janeiro20 dias, brigue brasil.nro nAlmi-
ranle, de 218 leneladas, rapitao Joaquim Pinto
de Oliveira e Silva, equiparara 13, carga finnha
de iruo, calo e mais geaern ; a Jos' Jniquim
Dias Feruandes > l'ilhu-. Perlence ao Rio da
Janeiro.
Talcaumo ."> mezes, galert americaia Recife,
da 31 i toneladas, etpiUo M. Snell eqoiagem
21, carga azeile de peiie ; a ordem. Veio refres-
car e segoio para New-Bedford.
Richmood31 das, birca americana Ruiibo>,
de 311 toneladas, rapitilo t;. \V. Kei lin. e-]uipa-
. geni II, carea 2.800 barricas com farinha e Hi-
go ; a K. Rooker A; C. Seguio para i Babia. Per-
lence a Pbiladelphia.
Navios sabidos no mesmo d a.
Rio (,randa do SulMate brasileiro l'isre, mes-
lre Manoel II. de Oliveira Magano, carga ssu-
car. Passageros, Manoel Moreira de Puoso
Franca e 1 escravo do capillo do Navio.
Para por MaranhAoBrigoe hespanhol I rhano,
com a mesma carga que Irouve. Suspendeu du
lameiro.
Macei'i Brizne inglez eRotlile, com nesmt
carea que trouve. Saspendeu do lameirao.
Rio de Janeiro Brigut inglez oliilana, com a
mesma carga que Iroaie. Suspenden do lameirSo
-alo p.r um maduro evame, e reconliecntas como ceildo CSO ntosameote ; porque a Chiva tim
saas por um c.rorg.ao versed no conhecimento da cessado ; e o calor he insupportavel : a M-
anatoinia e das doeneas do gadt, e ao aua se divetia ; u.i... i .j.______ i ...
lambera enC.rr.g.r corrida do, acougues. urra vez '" ,"d*d ')0re,'n ni,0,.tera I llereds.
.... U mnioiK -i i m..t>l uno. mo, I i i, ii ... .. .. ..
pel'i menos no dia, alim de observar se os Cirolctiros
Iriloam, conforme lhes fosse regulado, as carnes sem
parcialidade, e sem mallr.darcm o povo com h-ulaes
palavras, t finalmeule para velar na evecu^do das
pinturas que llie-; ..sessem reapeite. l'm empregado
para tanto Ir.ihalho deveiia a uosso enltnder ler um
esiip.'ndio correspoudenle.
tirarat de meninos.Vbu familia iodo visitar
a oulra em cena parle, e que linha Ires meninos,
ao -i-uiar-ss orna das senhoras, om desses msotuoi
Os gcncios alimenticios continuam a con-
servar os elevados presos.
Viernm a le ira 161 bois, que sendo ven-
d Jos ao calculo de 7 e 7500 reis por arroba,
licaram pir vender 91.
Ale outra vez.
0 Victoriense.
i'tarfa parlicalar;.
bC&9&.
As pessoas que se propozerom a esta ar-
rematarao contparecam na sala das sessoes
da mesma junta no da cima declarado,
pelo meio dia. competentemente habilita-
das.
A arroma tarlo ser feita na forma da.Iei
provincial n. 313 de i:> de maio de I8t, e
sob as clausulas abaiso copiadas.
E para constar se mandou aflixaro pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretarla provincial de Pernambuco 7 de
Janeiro de 185S.O secretario,
A. 1'. da Annundac,5o.
Clausulas especiacs para a arrematarlo.
1.a As obras dos reparos do quarlel da
villa do Cabo far-se-h5o de conformidade
com o orcamento approvado pela directora
em conselbo, e apresentado a approvacalo do
Esm. S. presidente da provincia, na impor-
tancia de 1:210? rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e as concluir no de
qualro mezes, ambos contados na forma do
ai t. 31 da lei n. 286.
3.a A importancia da arrematado ser
paga em tres prestarles iguaes : a primeira
depois de feita a metade das obras ; a se-
gunda, depois da entrega provisoria; ea
terceira, deooil do receblmento definitivo,
o qual verilicar-sc-ba seis mezes depois da
enlrega provisoria.
.a Na execucSo da obra o arrematante
seguir as prescripces do engenheiro res-
pectivo.
5 a Para ludo o que n3o estiver determi-
nado as presentes clausulas nem no orna-
mento, seguir-se-ha o que dispe a respeito
a lei n.286.Conforme. O secretario,
A. F. da Aununciagao.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em curaprimeolo da ordem do
Esm. Sr. presidente da provincia de 31 de
dezembro ultimo, manda lazer publico, que
no dia 28 do corrente, perante a juntada
fazenda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos lizera conser-
vado pertnauenlc da estroJ do Pao d'Alho,
por lempo de 10 mezes, e pela quantia de
6.900a rs
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especites abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematarlo cotnparecam na sala das sessdes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro de 1857.O secre-
tario,
A. F. da AnnttiRJaoo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo-,
1.a Executar-se-hio os trabalhos da con-
servaQo da estrada do l'ao d'Alho de con-
formidade com o ornamento approvado pela
directora em couselho e apresentado ao
Exm. Sr. presi lente da provincia, na impor-
tancia de 6:9005 rs
2.a O pagamei.to vericar-se-ha em dez
prestar,es mensaes.
3.a Para ter lugar o pagamento de cada
prestadlo sera mister que o arrematante a-
presente attestado do engenheiro, provando
ter cumprido as suas obrigaces.
4 a Para ludo o mais que uo se achar
prescriplo as presentes clausulas nem uo
orcamento, seguir-se-ha o que dispe a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme-
O secretario,
A. F. da Annonriacao.
O Htm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Ksm. Sr. presidente da provincia de 30 de
dezembro ultimo, manda fazer publico, que
no da i de l'evereiro prximo vmdouro, pe-
rante a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar, a quem por
menos uzei a oba dos reparos de que pre-
cisa o calcaraento da estrada do Manguinho
entre a ponte do mesmo nome, e o comoco
da segunda parte lo primeiro lauro, avalla-
da em 4:3685 rs.
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial u. 343 de 15 de mato de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remala?3o comparc^am na sala das sesses
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pr-
senle e publicar pe:o Diario.
Secretaria da thesouraria privincial de
Pernambuco, 7 de janeire de 1858.O se-
cretario,
A. I. da Annuncac.3o,
Clausulas csfcctaes para a arrematarlo.
1 a As obras do calcan-icnto da estrada do
tante sugeitar-se-ha as prc.cripc.6es do en-
genheiro encarregado da estiada.
6.a Para ludo o que nao se achar espe-
cilicado as presentes clausu as, nem no or-
namento seguir-se-ha o que dispOe a respei-
io a supra-mencionada lei r. 286.-Confor-
me.O secretario,
A. F. da Arnonciacjio.
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumpjimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia ele 31 do dezem
bro ultimo, manda fazer publico, que no dia
4 de fevereiro prximo vindouro, perante
a junta da fazenda da mesma thesouraria,
se ha de arrematar, a quem por menos fizer
os concertos de que prer sa a ponte de
Coiauna, avaliados em 3:472; rs.
A arrematagiio sera feita no forma da le
provincial n. 343 da 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematar;3o comparfcQam na f ala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio da, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou. allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro de 1858.-0 secre-
tario,
A. F. da Aiitiuneiiv-ao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
1.a Osconcerios dt ponts de Goianna na
importancia de 3:472o rs., serSo feitos do
conformidade com oorcame-ito apresentado
nesta dala ao Exm. Sr. presideute da pro-
vincia. *
2.a O arrematani.e dar enmeco a obra no
prazo de um mez, e concluir do de seis,
contados da data do contrate.
3.a Se durante a execucSo da obra veri-
hcar-seque existem mais pacas arruinadas
do que as que menciona o orcamento, o ar-
rematante o communicar immediatamenle
a repartirlo das obra publicas, aOm de ser
autonsada a colloca?5o de taes pecas, sen
do o seu valor pago fora do contrato, e
tora do orcanento.
4.a O arrematante sugeittr-se-ha na exe-
cuco dos trabalhos as prescricoes do enge-
nheiro.
5.a Para tudo o que nSo estiver aqu dis-
poslo seguir-se o que dispe a lei provincial
n. 86. Conforme.O secretario,
A. F. da AnnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da resolucao da
juntada fazenda, manda l'aaer, publico, que
no dia 28 de janeiro corrents vai novamente
a praca para ser arrematado a quem por me-
nos fizer a obra do 1- lango da r.imilicacao do
.lapomim, avahada em 17:3(0$ rs
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 do Janeiro ce 1858. O se-
cretario,
A. F, da AiinunciacSo.
3&ffmit*.
--- Pelo administrador to engenho Gi-
qui foi remullido a esta subdelegada um
cavallo nreto, magro, o qua foi por elle ap-
prehendido dentro das caonts do mesmo
engenho, pelo que se acba dito cavallo de-
positado : quem se julgar com direito ao
mesmo, compareca, que provando legal-
mente, Ihe ser entregue. Aogados 11 de
Janeiro de 1858-0 subdelegado,
i. G. Paes Barreto.
Companhia de aprendizes marinheiros
Achando-se creada nesta provincia, por
decreto n 2003 de 24 de outubro ultimo,
una companhia da aprendizes marlnbeiros,
sob as mesmas condicOes dts do Rio de Ja-
neiro e Bahia, pelo que devo ser formada de
menores de 10 a 17 annos, convida o Inspec-
tor do arsenal de marinba as pessoas que
queiram presentar seus lilhos. bem como
prenles na qualidade de ui ico.- ascendentes
ou tutores, para a mesma ompaulm, o a-
zerem com brevidade. cortos de immedia-
tamente entregar-se-lnes, caso exijam. a
gratificac3ode 1009 por cadi um. autorisada
no decreto n. 1591 de 14 do abril de 1855.
sendo que a apresentacSo dos mencionados
em segundo lugar deve preceder a compe-
tente licenrja do juizc dos orphSos.
InspecQSo do arsenal da intrinha de Per-
nambuco em 26 de dezembro de 1857. O
inspector, Eliziario Antonio dos Santos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conseibo admiuistrato, em cumpri-
mento do art. 22 do regulamento de 14 de
dezembro de 1852, faz publico, que foram
aceitas as proposta de Joo Ribeiro Gui-
marcs, e Jo3o liento Para, para fornece-
rem :
0 1- 10 irroh-s de arcos de ferro de
1 1|2 pollegadas a !!/rs.
o 2 686 botOe.'i de nietil amarello com
a leitra C a 120 rs 441 ditos peauenos a
120 reis.
E avisa ao primeiro vendedor, que deve-
r recolher os respetivos jbjectos ao arse-
nal de guerra no ciia 15 do corrente mez; e
ao segundo que o mosmo far durante o pra-
zo de 30 dias pedido em sua proposta.
Sala das sesses do couselho administra-
tivo, para fornecimento do arsenal de guer-
ra, 13 de Janeiro de 1857. Bernardo Pe-
reira do Carmo, vogal e secretario.
CO.NSKLHO ADMINISTRATIVO.
Oconselho adm nistrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o meio ba{alh3o do Cear.
Bonetes 13 ; casecnira verde, covados6 1|8 ;
dita amarella, covados 3 1|16.
Armazene do amoxarifado.
Rolos de petia inarlim i ; pos preto, ar-
robas '2; seccaots, arrobas 1 ; azeile de
coco, caadas 47 ; pavios, duzias 0 ; velas
estearinas, libras 100.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em cartn fechada na secretaria do
conselho, as 10 h 3ras do dia 20 do eorrento
mez.
Sala das sesses do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
13 de Janeiro de l858.-Bento Jos Lame-
nha Lins, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carmo. vogal o secretario.
INSPECt AO' DO ARSENAL DE MARIMIA.
Pela inspec.cao do arsenal de marinba so
faz publico que feitos, na conformidade do
regulamento, acompanhando o decreto n.
1324 de 5 de fevsreiro de 1854, os eximes
necesarios do casco, machi.ia, caldeiras,
appareihos, mastrear;3o. veame, amarras e
ancoras do vapor le reboqoe Camaragibe
perleocente a compaabia Vigilante, rchou a
commissao tudo -to em bom estado, sendo
por conseguiute de parecer unnime que po-
da essa embarcarlo continuar a servir.
InspeccSo do arsenal de marinba de Per-
nambuco, II de Janeiro de 1858___O secre-
tario,"jAlexmdre Rodrigues dos Aojos.
O juiz de paz do segundo districto
dafreguezia de S. Antonio faz publico,
que da'audiencia as quai-tat o satinarlos,
as duas horas da tarde, na casa de Ma
residencia, ra do Liwani'nto n. 3.">; c
para despachos pode ser procurado na
roa Estreita do Hosario n. 22.
Secretaria do governo de Pcnambttco 19
de dezembro de 1857.
S Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da fazer publico, que existem nesta secreta-
ria, ja informados, os rcijuerimentos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes teem
deixado du ser remettidos s secretarias de
estado por falta de pagamen o do nspec-j no de cinco mezes,
llvo porte no rorreio. I conformidade do art.
Uanguiobo lar-se-ho da conformidade com
a planta e orcunento approvado pela direc-
tora i-m cn-elliii, e apresentado ao Exm.
Sr. presidente da provincia na importancia
de l;3689 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e devera eonclui-las
ambos contados em
1 da lei n. 286.
2M80S m
m
I Jos Rodrigues de Araujo Porto,
3.a A importancia da arremato ser'arroba do assucar.
IHaeeio'.
SeRun nestes dias a barca Cecilia, capit.io
(.aspar Lei te de Ferias, recebe carga : a tra-
tar com Caete.no Cyriaco da Costa Moreira,
na ra da tadea do Recife n. 2.
Para Lisboa segu rom loia a bran-
dada O novo e veloiro brigue portuguez Ve-
nus, por tera maior parle do seu carrega-
menlo prompto: para o resto n rassageisos
iratar-se com os consignatarios Uiomaz de
Aquino Fonseca rii Filbos na na do Vigario
0.19, primeiro andar. Adverte-se aos Srs.
carregadores que o frete he de 140 rs. por
i ai


MAMO de rrnxAMBr.-^ ~
OnXT\ PETUA n Di IANKIRO DE II
4)
'
tf

COMPANHIA
Brasiletra de paquetes a
vapor
Opaqosl* "Cruzeiro do Sol, eommandanle o
capillo da mire guerra Mancebo, etpera-te dos
porloi do norte em legairoenlo para oa do sol ele o
da 17 do corrale.
Pule receher desde ja paneageirot, diuheiro a Tra-
te, eocorameodas, eiiKajar->o a carga que poder
lavar despachada com antecedencia da mautira ali-
sada em 28 de detembro.
O mesmo aviso fai-se publico para o paqaele Pa-
ran a chegar do aul em atgoimeulo pura o nor-
te at o raesroo da copra annanciado : agencia Da
roa do Trapiche Novo o. 40.
Para Lisboa.
Segu em poucos das o veleiro brigue
portuguez Peninsular, por ter parte de
MU carregamento prompto, quera no
mesmo quizer carregar ou r de passa-
gem para o que tem excedentes eommo-
do$ trata-se com o consignatarios Novaes
& C. na ra do Trapiche n. 34-
Para Lisboa, o brigue portuguez Re-
sollido esta apto para seguir com muita
brevidade, por ter a maior parte do seu car-
regamento contratada : quem qui/er apro-
veitar-se da praca que anda resta, e das
boas cundicOes que o navio offerece, relati-
vas sua construcco e marcha, dirija-so a
ra da Cadeia do Recite a. 12, escriptorio de
fialUr & Oliveira.
Para Aracaty segu o hiato Duvidoso,
ja tem parte da carga prompta ; para o res-
to e passageiros, trata-se com Marlins & Ir-
raSo, ra da Madre de Dos n. S.
Para a Bahia segu em poucos das o
veleiro e bem conhecido hiate Castro, por
ja ter mais de melado de seu carregamento
prorapto : para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com o consignatario Domingos
Altes Matheus, na ra do apollo n. 23.
CEARA'.
Segu no dia 15 do mez correnle o hiate
Sergipano ; para o resto oa carga, trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M-, r.a ra da
Cadeia do Itrjcife n. 2, primeiro andar.
Para o Porto segu em poucos dias,
por ter prompta a maior parte de sua carga,
o veleiro patacho portuguez Duque do Por-
to ; para o resto da carga e passageiros, para
o que tem excedentes commodos, trata-se
com seu consignatario Domingos A. Ma-
theus, na ra de Apollo n. 23.
Para o Porto 7
oahira at odia 23 do correte o brigue
Trovador ; para o resto da carga e passagei-
ros trata-se cornos consignatarios Ksrroca
& Castro, na ra da Cadeia do Rocife n. *.
Par;i o Kio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue Tres
Amigos, pretende seguir ate odia 15 do cor-
rente; tem a bordo dous tercos do seu car-
regamento : para o resto, trata-so rom o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz o. 1.
Para o Rio de Janeiro,
O bem conhecido patacho nacional Valen-
te pretende seguir com muita brevidade;
tem parte de seu carregamento engajado :
para o resto, trata-se com o sea consigna-
tario Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra
da Cruza. 1.
U'erdeu-ae um delal de ouro, com as
lettras iniciaes L. S. C. lesde a ra da Praia
ale a ponte da Boa-Vista ; roga-se a quem o
achar, levar na ra da Praia n. 29, primeiro
andar, Ique ser recompensado.
Precisa-se de una pessoa ou fami-
lia que se encarregue ce lavare engom-
mai com promptidiio e militoaceio a rou-
pa de um homem c dd alguns meninos.
Ouem se achar nest.s circumstancias,
queira dirigir-se ao laigodo Collegio n.
37, segundo andar: re manha ate as 9
horas, e de tarde a qui lquer hora.
AtteiH.nc.
Precisam-se de costureiras para cos ti-
ra de alfaiate que icjam perfitas as
suas obras, com especialidadeemcoletes:
na ra da Madre de Dtos n. ri6, primeiro
andar.
&e@e@&@ e uro &$
Atteneao.
g
Precisa-so de um? ama forra ou *
captiva para o servico de urna casa @
de pouca familia : a tratar na ra do @
.Si Queimado n. 6, primeiro andar. ga
No deposito junto ao becco do Rosario
n. 11, tem sorvete todos os dias, de ina-
nha o a noite, assim :omo o bom petisco
de fiambre.
HAJA.... 1IAJA. .. 1IA.U !
Rapazes, temos o i petar !
Nesta quadra ctiari mejanta
Todo o muco que se prez,
Refresca o peilo anhelante.
Folliinhas de
al mana lv.
Acliam-sc a venda na livraria ns. (i c 8
da praca da Independencia as iolb.infa.af
com oalraanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anno de 1838 a
640rs. cada uma.Tendo o preco do tra-
balho typographico subido mais de 60
por cento do que se pagava no anno
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o preco antigo como desejava e
mesmo o accrescimo nao esta' ero reiacao
ao piuco <|ue elle paga aos operarios.
Precisa-so de urna rma forra que sai-
ba cojinhar ; na ra da Madre do Dos, loja
o. 34.
Perdeu-se na noite de* do torrente,
por toda a estrada da Ponte de Urhoa urna
argola pequea de ouro com 6 ou 8 chaves
de gavetas, carteiras etc.: a pessoa que n-
chsr, e quizer levar a ra do Crespo n 2, es-
criptorio por cima da livraria, ser recom-
pensada.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPAMHA
I
SMSLTQRIO K;II> FsTBICO
DO
ROA DA CADEIA, DEFRONTE DAORDEM TERCBIRA DES. FRANCISCO.
Once seacham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tinturas como
m glbulos, preparados cora o maior escrpulo e porprecos bastante commodos.
PREgOS FIXOS
Botica de tubos grandes. 10/000
Dita de 24 153000
Dita de 36 a 208000
Dita de 48 a 1. 2500O
Dita de 60 a 30900
Tubos avulsos a....... icooo
Frascos de tinturrademeia onca. 29OOO
Manual da medicina homeopathica Jo Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina ;.....,
Medicina domestica do Di. Henry......,
Tratamento do cholera mo "bus ,
Repertorio lo Dr. Mello Moraes ..."
O sorvete quantum satis,
Opinam bons profossores,
He reageote infallivel
Contra mrbidos olores.
A elle, rapazeada !
De pitanga ou ananaz :
O Soares junto ao Rosario
Para agradar tudo faz.
O salSo be dos priineiros
Em candelabros, c-ystaes,
Boas fructas, sazonadas,
No mercado sem rivaes.
Mas a bolsa vsortida,
Ntnguem se faca e igracado ;
(,'ueo Ferreira nao supuorta,
Tem nojo do tal fi ido.
l'recisa-se deum caixeiro portugnez
ou brasileiro, que teuha pratica de taberna,
e d fiador a sua conducta ; na ra de Santo
Amaro n. 8.
Urna preta pretende libertar-se, e fal-
tando-lhe parte doJirheiro precisa quem
lhe adiante para ir de contando nos seus
serviros : a quem convier tal negocio, di-
rija-se a ra do Vigario a. 12, taberna.
Precisa-se alugar urna sal pequea,
para homem solteiro, pieferindo-se no bair-
ro do Recite : quem tiver annuncie*
Envernisa-se mobilia milito em conta :
no pateo de Santa Tnercza n. 8.
- Precisa-sede un caixeiro pura depo-
sito de massa ; na ra Direila n. 93.
l'recisa-se de um rapaz portuguez pa-
ra caiseiro do deposito da ra do Vigario n.
29, destes chegados ha ponen, mas que te-
uha pralica de negocio : a fallar na mesma.
- He chegado a loju de Leconte, aterro
da Boa-Vista n. 7, esiellente leite virginal
de ros.i branca, para refrescara pelle, tirar
pannos, sardas e espinlias, igualmente o a-
famadooleo babosa par limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenca para jrotoejas easperida-
desda pelle, conserva a frescura e o avellu-
dado da primorosa da vida.
030O4
10/000
2/000
1*00
* PE) HAS PRECIOSAS *
* 33
' Aderemos de l>rilhanlrs, Jj
diain toles e perolas, pul- W
* aeirai, aluceles, brincos *
3 ero/Mas, liolocs e armen J
4 de diffpreriles io*lu< e ile V
Estabelecida em Londres,
era margo de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, lrotliers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
BStflo plenamente antorisados pela ditacom-
panhia para elTectuar sepuros soire edifi-
cios de lijlo e pedra, cobertos de telha, e
igualmente sobre os objectos que eonlive-
rem os mesmos edificios, querconsista em
mobilia, ou em fa/.eudas de qualijuer qua-
lidade
Precisa-se de urna mulher que n3o te-
nha filhos, e que engomme c cozinhe bem ;
quem se julgar capaz de desempenhar, pro-
cure no Hospicio, sitio do leio, que achara
quem precisa, o pag bem. No mesmo sitio
precisa-se de um feitor Irabalhader, e que
.ni -II la de jardim e de sitio, a quem se pa-
gara bem.
- Precisa-so de um caiseiro de U a 16
annos, que tenha bom talho de lettra : na
ra doRangel n. 13.
Precisa-se do 3 amassadores; na
dara da ra dos Pescadores.
J troca
i Mun|
i.'i t -KiHilj-
Ra do Cabuga' n. 7.
iecehern por to
OURO E PRAT.V. '#.
v.
.. Adere(M eomplelas da S
a ooro, mel ditos, puhei- w
"*" ras, alfiuele?, brincoa e Si
S rnzelas, eordoas, raoeel- 3
8 lin>, meilalhas, crrenles t,
T: e enfeile^ para rHngio, e *
ouiro mnilo objeelosde *
V&X&Z dos os vaporada Eu-i h0,7
nm| lelii. de
*** ?;*:?: :*/k*,.
de Lisboa, as quaes veiidesu por
preco eommodo como costumam.
pa-
t- DA
*
Lotera
DO
Lisboa.
Segu com brevidade o brigue portu-
guez Montiro I, tem parte da carga
prompta, para o resto que lhe taita tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C,
i ua do Trapiche n. 3i, ou com o capitao
na praca.
LEILA'O DI', MOVIS.
O director do collegio de Santo Andr,
tendo mudado de residencia o mesmo col-
legio. que se achava na ra do Hospicio, e-
dilieio contiguo ao Cymnasio pernambuca-
no. far leilSo ahi, por intervencSo do a-
gente Borja. de todos os movis existentes
no dito edificio, consistindo em urna escel-
lente mobilia de Jacaranda, gosto dominan-
te, um ptimo piano hamburguez, vertical,
um dito horisuntal de mogno. candelabro-
o lanternas de vidro, dous grandes vasos de
marmore (obra prima,), diversos ditos de
porcellan, calungas e mais enfeites etc.,
esleirs e tapetes finosde sala, loulettes urna
escolente cama frauceza, um grande cabide
portil, guarda-roupa, commodas, mobilia da
segunda sala, dita da de janUr, aparadores,
guarda louga, mesas de jaular, e de engom-
msr, lavatorios com pedra, louca e vidros
para servico de mes, moris de difieren-
tes qualidades e misteres, e outros muilos
artigos necessarios etc., que se acharSo pa-
tentes : sexta- feira 15 do correte, as 10 ho-
ras da maiiliia, no supradilo lugar.
Brochuras e eneader-
nacoes.
Na livraria ns. b' e 8 da praca da ln-
deqendencia da-se trabalho eirectivo de
cncadernacao e brochuras, as pessoas
particulares que forera aliancadas.
AO PLB.ICO.
Faltara ao meu dever se por esta n3o de-
dicasse ao lllm. Sr. capitao Antonio Luiz Pe-
reira Palma, os meus agradecimentos pelas
msneiras urbanas com que sedignou tratar-
me durante quatro metes que estive no seu
engenho Agua Azul; dando com isto pe-
quena prova do multo que sou assasmente
grato ao mesmo Sr. e a sua proba e honra-
da familia a quem desejo saude e felicida-
des, e o mais aventuroso porvir.
S. Porto.
Recifell de Janeiro de 1858.
-- O pratico-mr faz publico, que de
conformidade com as ordens do lllm. Sr.
rapii ;lo do porto tem de ser veodida em hasta
publica, e n'uma so praca no dia 20 do cr-
rante, as u horas da manha, no barracilo
da praticagem urna baleeira, pertenconte a
associacHo dos Praticos: as pessoas que
quizerom examina-la podem se dirigir ao
mesmo barracSo, a qualquer hora do dia.
Aluga-sc o sobrado da ra do Hospi-
cio, con'iguo ao Cymnasio, ou em separado
o andar, a loja e a cocheira do mesmo so-
brado, que tambem se vende se houver
quem o pague pelo seu justo vlor : a tra-
tar na ra da Madre de Dos n. 32 com o pro-
pietario Vicente Ferreira da Costo.
REQUIE A MARA MARINANGELI
Sahttrttlo 1 O le Janeiro he o anni-
versario da sentidissima marte da eximia
artista, a estimadsima Sra. 1>. Marirtln
Martnanrell (iustiniani, quo dei-
xou mullas saudades em todas as pessoas
que a conheceram, e inconsolavel seu ma-
rido. As7l|2noras da manhSa celebrar-
se-ha urna nussa na igreja matriz da Boa-
Vista, pelo repouso ile sna alma.
Todos as pessoas que quizerem assistir a
este acto piedoso, obsequiarao immensa-
mente o infeliz viuvo e ser eternamente
agradec Jo.
Precisa-se de urna pessoa capaz, e que
de fiador a sua conducta, para cobrador da
barreira do Manguinho : na praca da Boa-
Vista n. 7.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
na ra das Larangeiras n. 15 : a tratar na
prara da independencia a. 4.
Os abalxo assignado avsam aopublico
que estSo recebendo coitinuadamentegrtu-
des sortimenlos de obras de ouro as mais em
moda, tanto para sentir, ras, como para ho-
mens e meninos, a precos tnuito razoaveis;
passa-m-se contascom respensabilidade, es-
pecificando a qualidade do ouro de 14 ou 18
quilates, ficaudo assim sujetos os mesmos
por qualquer duvida na ra do Cabuga
n. 11, loja de ourives.
Scaohim &. Irmiio.
--- Os abaixo assignados dissolveram
amigavelmente, no dia 31 dedezembro pr-
ximo passado, a sociedt.de que tiveram as
lojas de fazendas sitas na ra do Queimado
ns. 33 e 37, que gyrav na razSo commer-
cial de Rodrigues & Lima, ficando o activo e
passivo s cargo do socio Joaquim Rodrigues
Tavares de Mello. Recle 12 de Janeiro de
1858. Lima Jnior & C.
Na travessa do pateo do Carmo n. 24,
encontrar3o os amante: do meihor refesco,
sorvetes das mais saborosas fructas, todos
os dias das 10 horas da manliaa s 10 da noi-
te : a elles, rapazeada.
Precisa-se de um rapaz de 15 a 20 an
nos, para criado de homem solteiro; a tra-
tar na ra do lirum, armazem n. 24.
OSr. Joaquim Antonio de Moraes
quemorouou mora na rua do Caldeirei-
rodesta cidade, queira dirigir-se a esta ty-
pographia a negocio que sabe.
- A mulher honesta que estiver no caso
de ser ama secca para .ralar de urna menina
recem-nascida, criada por sua propria mi.
dirija-sea loja la rua do Crespo n- 3, ao p
do arco de Santo Antonio.
Em Santo Amaro, na primeira das ca-
sas do Sr. Antonio Jos. Gomes do Correio,
veode-sa urna escrava i-noula, de 18 a "20 an-
nos, sadla e disposta pira todo o servico.
L'm individuo habilitado em commer-
cio, conbecedor das linguas franceza e in-
gleza. deseja associar-se a runa casa com-
mercial, para a qual ci irar com sua agen-
cia eoito ou dez cont de reis de fundos ;
quem quizer, deixe carta fechada com as
iniciaes A. X L., na rua da Lingoeta n. >.
provincia.
O abaixo assignado avisa ao pubUcobue
de boje em vante se obriga a parrar a sor-
te grande ea inmediata no da da e.\-
tracc.io em seu escriptorio na rua do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
cnipcrrode IOO.- para cima dinbeiroa
vista bilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguintes preros:
Bilbetes .S..HD Meios2^250
os bilbetes da loteria recolhida siorecc-
bidosem troca de outros.
P. J. Layme.
'a roa da Cadeia do Recife n. !>4, de-
seja-sr fallar com os Srs. abaixo declarados
a negocio de seu interesse, Ignacio francis-
co Caetano. Manuel Pereira liranlao, Anto-
nio Xunes de Moli, Francisco Luiz Virfles,
Lnu I aulino Cavilcanli Vellez de Cuivar,
Jos rustaquio Maciel Montiro, Vicente
I ferreira Barros ; tolos estes senhores sfio
moradores de Olinda : c mais aos seguintes
O abaixo assignado tem exposto a venda Srs Rncnundo daMIva Maia Jos Rento da
s seus l'elizes bilhsles inteiros e meios da Costa, Jos Francisco Belem Jnior, ltonifa-
clo Jos Comes de Mallos, Victorino Ferrei-
ra de azevedo, todos do Itecife.
Precisa-se de urna ama ; na rua da Au-
rora n. 28.
J luga-se um primeiro e segundo andar
de un pequeo sobrado na rua Direita :
quem pretender, falle na rua das Cruzes,
ultime sobrado de 2 andares n. 9, lado di-
reito, quem vai da rua do Queimado para
S. Francisco. Na mesrra casa vende-i.e o ex-
celleni.e fumo de Caranhuns s varas.
l'recisa-se de una ama de leite : na
rua do Hospicio n. 15.
Freciss-se
Hospicio n. 9.
Precisa-se de una pessoa pobre que
queira estar emum sitio para tomar sentido,
da-se casa para morar, com Unto que seja
fiel e tenha boa conducta : no largo de S.
Hospital Pedro
segundo.
Aos 4:000,? e 2:000^.
os
quarla parle da terceira loieria do Hospital,
os quaes sSo garantidos dos oito por cento
da iei, sendo a garanta inmediatamente
paga em qualquer das lojas abaixo mencio-
nadas : na rua da Cadeia do Itecife n. 45,
esquina da Madre de lieos, e na praca da in-
dependencia ns. 4 e 37 a 39
O mesmo vendeu os seguintes premios da
loteria do Gymnasto, extrahida i ni 9 do
correte.
1 bilhete Numero 2013 1003
1 meio 275 1003
1 dito M 2862 nioy
1 dito 279 20^
1 dito D 31-20 20'3
1 bilbele O 1857 10
as lojas cima mencionadas ta-nbem se
vendem bilhetes inteiros e meios, pelos pre-
qos abaixo mencionados, sendo da quanlia
de 10u;000 para cima, ainheiro vista.
Bilhetes 43500 Recebe 4:000/
Meios 2-3250 > 2:0003
Por Salnsiiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto
O abalxo assignado declara, que dis-
solveu amigavelmente a sociedade c ue tinba
com o Sr Custodio Ferreira Moutinho, em
a lojaue ouivs na rua larga do Rosario n.
"J6, que gyrava soh a firma de Francisco
Comes de Mallos Jnior & C., ficando car-
go do Sr. Moutinho o activo e passivo do
dito estabelecimcnto, sem respousabilidade
alguma do-abaixo assignado, que continua
na posse do mesmo esiabelecimenlol'ian-
cisco Gomes de Mattos Jnior.
lJasa de saude .1
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
labeleceu em settsitio da Passagem \-'
da Magdalena, que iica ao norte jg
da estrada entre a ponte grande J
ea pequea do Cliora-Meninc, e\-
&: um criado : na rua do
Pedro n.
Companliia.

m
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro cas loteria manda
fazer publico que se icliain a venda no
pavimento terreo da tasa da rua da Auro-
ra n. 2lj, das 9 horas da manbaa as 3
da tarde bilhetes e meios da quarla
parte da terceira loteria do hospital Pe-
dro II, caja rodas aiiJaro no dia 16 do
corrente.
Thesouraria das loteras, de Janeiro
de 1858.Oescrivio, Jos Mara da
Cruz.
Temos por vezen levado ao con'ie-
cin.ento do publico que um l'uiiecionario
publico tendo abusatoda conlianca de
um homem de quem se dizia amigo,
comprometteu-o em quantia nao pe-
quea, e tendo alca irado tudo quarito
ambieionava, nao tem dado cumplimen-
to a seus tratos ; e pelo contrario vai en-
tretendo-o com promtssas vaas, sem que
trate de acabar com e:.te desgracado ne-
gocio, islo ba mais d>3 7 annos! Quem
tal dina '. Basta de tanto .sollrimento
Sr......Se dentro de 7t dias nao
estivereite negocio acibado, levantara'o
reo que cobre esta perlidia.
cellentes acouunodaeoes para re
. es
ceber todas as pessoas enfermas ',;
que se quizerem utilisar de seus O
serviros mdicos, os quaes sero f3
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o lim supra- tf
indicado e para exercer qualquer ;!1
outro acto de sua ptoissiio den- (%
tro ou fura desta cidade podera* '
ser procurado a qualquer ora do
dia e da noite, no referido sitio,
a excepcao dos dias uteis, das ',1
@ horas da manbaa a*s i da tarde,
i3 que sera'encontrado no primeiro &#
3 andar do sobrado n. 9, do piteo
S-3 do Carmo. ;'.
O abaixo assignado participa ao res-
peitavel publico e mxime aos Srs. pas de
seus alumnos, que pretende dr principio
aoexercicio de seu magisterio no dia 11 do
corrente, admittindo em *sua aula alumnos
internos e externos pra seren leccijnados
em primeira-. leltras, latim e francez : quem
de seu preslimo se quizer utilisar. dinja-se
ao terceiro andar do sobrado da rua Nova
n. 58 Jos Maria Machado de Figueiredo.
Na livraria da praca da Independencia
ns. 6 e8 precisj-se fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianua.
O Dr. Mateo Magarino Cervantes reti-
ra-se para Monte-Video, com sua mSi, sua
irmaa, e urna criada.
Preclsa-se de urna ama de leite, forra,
que tenha bom leite. quem quizer dinja-se
a Boa-Vista, rua Formos, a penltima casa
do lado direito. entrando pela rua da Au-
rora, ou na Praca do Corno Santo n. 48, casa
de Itostron, Uooker & C.; na mesma casa
precisa-se de um cozmheiroou cozinheira,
livro e de boa conduela ; pagi-se bem.
- Manocl Jos Leite tem constituido por
seu bastante procurador, jara promovsr a
cobranca de seusdevedores, moradores ties-
ta cidade, ao Sr. Io3o Augusto Bandeira de
Mello, a quem passou, para este lim, a com-
petente procuracao ; roga, pols, o annun-
clante a ditos seus devedores, que hajm de
enteuder-se com o mesmo Sr. UanJeira na
rua do Queimado n. 10, loja.
Pede-se ao Sr. 1. F. D. V., empregado
publico, que acerle o caminbo para entre-
gar tudo quanio lomnu emprestado desde o
dia 15 de jufbo prximo passado, pois o
lempo ja he f.ullicienie ; do contrario ver o
seu nome por extenso nesle Diario.
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
OMlPIlrufl D)@ M]L
Estabeleciila no Hio
(Je
no
Janeiro.
O governo e a
colonis&cao.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro alguns
xemplare^ do appendice lilas ideas de pro-
oaganda de L. P. i.acerda Verneck, pelo con-
d-ide Bozwalowski, a res;>eilo da colonisa-
c3o : vende-se a "2:000 na praca da Indepen-
dencia liviana n. 6 e 8.
NO CONSULTORIO -;.
m
Seguro contra
fogo.
COMPAMIIA NORTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C.J.Astley ^'Co^panhia.
GAIilHETE PORTUGUEZ
DE
Em curiprimento do art. 36 dos estatutos
sao convidados os senhores memhros do
conselho ase reunirem em se.ss5o ordinaria
no dia 15 do corrente, as G lp2 horas da tar-
de, na saia das sessOes do mesmo conselho.
Secretaria do conselho deliberativo do C.a-
binete Portuguez do leitura em Pernambuco
1 de jai eiro de 18580 secretario,
M. J. Rodrigues Pereira.
Aluga-se urna preta para o servico in-
lerno o externo de una casa ri> pouca fami-
lia : na praca da Independencia n. 4,
F lele de diversas cores : em casa de
Southeli Mellon CAF DO COMMERCIO
Hu to Trpiche ovp
n. VI.
Todos os dias das 11 horas da minhSa ns
2 da tirde, e das ti as 9 da noite, llavera
SORVETES promptos.
Una Nova n. 60.
Precisa-se de olllciaes e coslurciras para
toda ti obra ; na rua Nova, esquina da pon-
te, loja de alfaiate.
- Km casa de Joaquim Marques Santia-
go, ra rua do Kriim, existem cartas para ns
Srs. commendador Jos Pires Ferreira, caoi-
to Candido Pereira Montiro e Fumino Pe-
reira Montiro, vindas do engenho l'indobal.
Precisa-se de urna ama para o servico
commum de urna casa de pouca familia : na
rua Nova n. 60, loja.
Precisa-se do um raixeiro que tenha
prstica de taberna ; del'ronte do Kosario ua
Boa-Vista n. 8.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia: na rua do Hospicio n. 34.
Joiio Fernandes Prenle Viann faz
atiente ao publico e so commercio desta
de vos tem imar ao estnbe'cciment, se al-
^um de vos preta o bom norr.e portuguez,
Mlftri a voz couira o relaxamento que desde
ha lempo alli W observa, que, a elle conti-
nuar, de Ci-rta Irar nao so o vossodescre-
dilo, como a vergontia de todos os Pbftu-
I gnezes 11 sidentes nesta cidade.
Tratai de saber qual a causa de se ter de-
I miltido o director, qual a de mo seterche-
i m.ido os supplentes, o I.- secretarto e mais
membros desse conselho, e tslvez eotrareis
no conhecimer to de que tudo he devido a
sinergia do mui digno, recto e sabio pre-
sdeme. # "
T
Aluga-se urna preta forra ou captiva para
fazer o servico interno e externo de urna
casa de pouc lamilia ; pag-se bem : no
pateo do Carmo u. 9, primeiro andar.
v>m$>*. 5.
Comprase o Auxiliador da Industria
nacional, de abril, novemhro e dezembro de
1841 : Janeiro ate dezembro de 1842 ; Ja-
neiro a junho de 1841 ; Janeiro al dezem-
bro de 1844 ; evereiro, margo, abril, maio,
junho e iulho de 1855 : no escriptorio dos"
mnibus.
Compra -se urna casa terrea que tenha
quintal, nSo sendo em beccos, en> santo An-
tonio e Hoa-Vista.
compra-se efectivamente na rua da
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, accOes das compa-
nhias, e da-se ilinheiro a juros em grandes e
pequeas quantias sobre penbores.
J. R. ta Fonseca Jnior, rua do
Vigario n. 2o, compra accSeS da divida
publica provincial.
Compra-so effectivamente bronzo, lao
to e cobre vcllio : no deposito da fundicl-
da Aurora, na rua do lirum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicSo, em Santo
Amaro.
Compra-se qualquer porcao de praia
em qualquer esta 10. sem feiiio; paga-se
bem : na rua da Cadeia do Itecife n. 17.
$*$.

Homeopatliieo
/*ua das Cruzes nu-
*
mero 28.
Acham-se sempre es maisaeredi- %
tados e bem preparados medica meu- k
tos de homeopathia, tanto em tintu- *^f
ras como em glbulos em ceixas i
mais ricas possiveis e em tub: s avul- $
sos. o Dr. Casanova da coisultas g
lo los os dias e poie s:r procurado a A
qualquer hora para visitar doentes e ^
"* praticar qnalquer oporacao de cirur- ?
>K? gia especidmente de partos.
i-
,-.-..wu, H,ia.i|u<;, upuiactiu ut uirur-
partos.
^^ ^^O:.::& OQQ :^^0O
Precisa-se de tomar a premio a 6 con-
tos de reis a um por cento dando-se por se-
guranza um predio de grande valor quem
quizer fazer seinelhante negocio aunuucie
qara ser procurado.
para
tanto
mais
CMTAl 10.000.000:000
Agencia, rua da Cruz n. 4.3.Esctiplo-
riode viuva Ainoriintx Filhc.
Nesta agencia aceitam-se seguros
martimos como terrestres aos precos
mdicos possiveis.
PLHLICUO" JURDICA.
Chtgoude Lisboa Manoel do Naicimen-
toPeieira, rua de Apollo.n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volumes Theori* do Direito
Penal pelo couselheiro Silva FerrSo, bem
como o cdigo ua Prussia, traduccao do
mesmo senhor ; aquella para ser entregue
aos Sis. subscriptores, pelo preco de 109000,
e para os que nao silo pelo de 14s, pagos no
acto da entrega ; oeste, para se vei der pe-
lo de 13200, na mesma conformidad)!.
O abaixo assignado, tendo nwolrido S HOECPfl-
fixra.sua residencia em o seu sitie na Ca-I : "" l,f*- n--Wir
pung, a margem do Itio, pretende regular- '"* THliCO
men ahi permanecer ds 6 da tarde s 7 da "
Na fundica da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos,
servico debaixo de eoberta.
JCM1N CATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMEKCIAES,
n. 20, rua do Torres,.
I'UIMI.IKU A>DAR,
praca do Corpo Santo
Defronte da ordena tercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
DO
s.r. A. LOBO nos [OSO
Medico parteiro e operaioi.
O Dr. LoboMoscoso, da consulUs todos os
dias e pratica qualquer operacSo de cirurgia,
assim como.accode com teda a piomplidao,
s pessoas que precisarem doseu prestimo
para o servico de partos, pratietndo aso-
peraces manuaes ou in_strumenties, quan-
do n3o possa conseguir resultad! por meio
da homeopathia que tantas vezestem ven-
cido dilliculdades, que parecan insupe-
raveis.
Precisase de urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico de urna casa de pouca
familia ; na praca do Corpo Santo n. 17.
PESTES DE OITCIOLC EM)-
KECIDO, DE FADVELLE-DELEBAKB
DE PARS.
Quatro annos de experb-ncia tem assegu-
rado aos penles de caoutehouc n voga que
hoje tem, n3o so em Franca com no inun-
de inleiro ; sao sem contradices) os mais
agradaveis de todos os pen.es, mais brandos
que os de tartaruga, s3o os nico; que no
fazem cahiro cabello, por causa da electri-
cidade que conlcm.accrcscendo a estas van-
tageus a de nao serem mais caro do que aA
de bfalo A esla admiranvel invencao de
exposi3o universal de 18j.
Consultorio
manl'la, alora dessas horas aeha-se i
mesma casa em ii'ie desde minio habita, na
rua do Livramunto As pessoas dest. cidade
e de sua clientella, que precisarem do sua
preseiica naquelias oras, sero prompta
menle servidas, mandando-lbe alli aviso, e
quando nSo queiram ter esse incoromoio,
poder dirigir-se ao Sr. Dr. Pereira do ('.ar-
mo, queso prestara a substitui-lo. Parvus
casos urgentes hcha-se muoi lo em Rea silio
de umi ambulancia prvida das substancias
que p dem se.r precisas nessas occasies
Com quaulo continu a dar-se ao exercicio
de tolos os notos de sua arte, applica se
particularmente as oueracoes cirurgicas
f RLA DE SANTO AMARO,
-..: (Mundo Novo n. C)
-3 P "r- Sa'IMI Olegario Lodgtro Pinhn y-v
^ d:i consultas lodusiis lias atis, dmle a8 ''
<* tura* da inanliAa at .'! da laril. Olcanvi- jjj
^ Ik para vinlat dcrerAo sar dirig Js |ier '-i,
;\^ (cripta, Os pobres sao medicado gralu- JJ
lamente. -. f
^fttencSo.
Narua da Ponh.i, hotel brasileiro n. 2 A,
fornece-se comidas para forn coro aceio e
promptidSo ; as pessoas que nSo lem quem
r.clusive as dos parios, e t-ata espcealmen-; lhe laca as suas comidas po lem-se dirigir
te dasaffeccOes dos orgaos respiratorios e i ao mencionado hotel, que lulo ser mais
circulatorio, cuja rctica lhe he geralmcn
te reconhecida. Recife !. de Janeiro de
1858.Dr. Joao Ferreira da Silva.
P:ccsa-se de urna pessoa para o servi-
co interno de ama casa estrangeira que cozi-
nhe e engomae: na rua fcova n. 17, se dir
quem (recisa.
iertista mmi. i
Paulo liaignouv deoliila,rua Nova n. i I : &'
y? na Dieamara'alem auua e psdenlrilice. i',;
vi;:v.;:-:.:-:.-: :;;:'; q-,,; &&-o#-:-::-
Precisa-ae muito saber se existe nesla
cidade au fra della los Connives Martins.
natural de Portugal, lilbo de Manoel Jos
barato do que cm oulia quilquer parte,
convidarse a rapazeada quo cheguem aos
bons petiscos, e bebidas de todas as quali-
dades, c bolinbos.
- arrenda-se um sitio na estrada do Ro-
sarinho, com sofl'nvel casa para norata, e
plantado de muitas arvores fructferas, |
:romosejam: laraogeir de umbigo ese-
lectas, coqueiros, mar.gueiras, jaqueiras,
' oilicoros, oili da praia, pitoraheiras. man-
gaheiras, cajueiros, dendeeiros, jambetros,
limeiras, e cafeeiros, alemde oulrosmais,
e leudo urna excediente baixa pa~a capim,'
com algum ja plantado, ou nesmo para i
plantacao de horlalicas. Ouem o pretender
dirija-se ao armazem da rua da Cruz n. 46,1
a tratar com Manoel Jos Correia, notando-
Martins, do lugar da Quintas de Cima, Con- I se porero, que ser efectuado o arrenda-
eelho de Itibeira de Pinna, dislricto da villa | ment com quem se obligue a conservar
Pouca ce Aguiar, o qua
esta em 1829 ou 1830
P'aQa. que tem admillido a socio de sua casa
o sr. Francisco Ignacio Tinoco de Soo/.a, e
que a razao commercial sera de Prente
Vianaa c.
( padre Francisco Verssimo Bandeira
faz publico aos habitantes do Beboribeque
a sua aula est aberta para quem quizer ma-
tricular seus tilhos, e que contina no exer-
cicio de seu magisterio.
Perdeu-se no dia 7 do corrente umal-
linetedeouro esmalta o, desde a encruzi-
Ihada da Capunga at a ponte da mesma .
quem o achou e quuizer resliiui-lo, leve-o
rua.\ova n 71, que sera bem recompensado.
Francisco da Cosa Amaral vai a turo-
pa, e deixa por seus procuradores os Srs
Jos Joaquim Dias Fernandes, Francisco Jo
s da Costa Ribairo e Jos de Almeida Fer-
reira. O mesmo julga nada dever nesta pra-
Ca.porm se alguem se julgar seu credor,
queira apiesenlar suas cuntas para serem
pagas.
-- JDesappareceu no mez de oulubro pr-
ximo passado, do lugar do llemedio, fre-
guezia dos Afogados o mulato Antonio, 1a-
de60 rnnos, pouco mais oa menos, baixo
: grosso do corpo, com falta de denles, lem
em um dedo grande do pe urna cicatriz ao
compnmonto do dedo, que lascou tambem
a unha, de um taino que soffreu no mesmo
dedo, esse signal he bem visivel, elle disse
a Igunias pessoas, que ia para o lugar do
Soaies cm Natuba, termo da* freguezia do
Limoeiro, a propriedadeSoares, he perten-
cente ao Sr. J0S0 Nones, e a sua mulher D
Anna Joaquina; ha certeza rl'elle ter ido
para dito lugar do Soares, pois que la tem
ido muitas vezes, em razao do senhor que
l'oi do dito e-cravo ter sido lilho do propie-
tario da referida proprieda le ; assim pois,
roga-se as autoridades policlaes e capitaes de
campo a apprehensSo do dito escravo, e levar
a sua Sra. D. Anua Ferreira de Mendonca do
dito lugar do demedio, ser recompensado :
assim como roga-se ao dito Sr. JoSo Muniz o
favor de mandar tnzerdito escravo, sendo
que l csteja, que promeltc-se nSo castigar,
e paga-se a despeza que lizer.
Fugio honter.i l> do corrente o preto
Antonio, crioulo de idade 60 annos, pouco
mais ou menos, veio para esta praca ha 6
mezes de Cariri de Fora, levou camisa de
algodao azul e calca de cor, he cheio do
corpo, rosto redondo, olhos pequeos e ps
tambero, tem as pernss duas cicatrizes an-
tigs : roga-se portanto a alguma pessoa,
ou capitao decampo, e as autoridades po-
liciaes, que o peguem e o mandem levar ao
seu senhor, no paleo da Santa Cruz, pada-
ria n. 6, quo serao recompensados genero-
samente.
No dia 12 do corrente desappareceu da
casa de seu senhor o escravo Manuel, criou-
lo, de idade i6 annos, alto e muito cambeta,
a ponto de encruzar as pomas ; levou ferro
no pescoco, mas he provavel que o tenha ti-
rado, caiga de ganga amarella, camisa de
algodSoazul ; he muito regrista, e costuma
andar pela Soleiade, Ifoa-Vista, Ponte de
l rii.ia. poco e Olinda : quem o pegar, leve-o
a rua das Trincbeiras, sobrado n 50, no se-
gundo andar, que ser recompeosado.
Si BIBLI0PI.I..0
PBLlCA5AO PERIDICA
DR. C. FlGFARXS.
OB1BLI0P1IIL0he urna publicacJo
mensil e stbira a luz no ultimo de cada
mez forman lo dous volumes por auno.
Constara cada numero de ,1'J a 40 paginas ou
4 a 5 folhas de linpressao ntida, em ptimo
papel e typo expressamentc comprado para
ella. Os escriptos n3o serao interrompidos
e terio paginacSo especial, para que pussam
ficar divididos, sem offeiider a unidade da
pUblicacSo, a qual s ser conservada as
capas ni- nsii-s e no frontispicio, ndice e
capas do lim do semestre, poca em que co-
mear o segundo vulume. Quando em al-
gum mez a materia exigir augmento ou di-
minuirlo das paginas determinadas, o mez
seguidle compensaia o anterior. Nao se ven-
dern nmeros avulsos: s osassignanles
recoberSo o Bibliopliilo, sendo a assignatura
do 10-000 adiantados e revenidos cora a
resposl ao prospecto e convite do redactor,
o qual se responsabilisa pela prompta rest-
luic3o no caso de sobrevir qualquer trans-
torno que imposshiliie cu suspenda a pu-
blicacSo,sendo que nesta ultima hypotbese
so deduzir da assignatura aimiuttancia
correspondente s despezas ja f^ts. Toda
a correspondencia deve ser dirigida ao es-
criptorio do redactor, rua de S. Pe 1ro n. 85,
ou ty;ographia do Sr Paula Brito, praca
da Coiistiluicao n. 64 Para fra da corte ha-
ver o augmento do sello respectivo. Subs-
crevc-seerji Pernambuco na livraria ns. 6 e
8 da prri da Independencia.
Da-se sobre urna preta de meia idade,
que saiba cozinhar, a quanlia queseon-
vencionar para com seus servirlos pagar, se-
gundo o auste que so lizer: que TI quizer
este negocio, procure na rua da Moada n. 32
--- Precisa-se de urna ama para o servi-
do interno de urna casa de pouca familia
na rua do Encantamento n. 77, taberna.
Na travessa da Madre deTJeos n. 9,
vendem-se ameixas muito superiores e
por arrobas, saceos grandes com fardo,
papel pautado, dito de peso pautado, di-
to de machina, dito de protocollo, dito
almaco de linlio verdadeiro primeira c
segunda sorte, assim como amendoas,
noz.es, passas, licores, azeite engarrafado,
cognac, papel de einbrulho de diversas
ipialidadese tamaitos, cominhos, erva-
tlee, cai-nella, alfa/.ema, alhos, vinho e
vinagteem pipas e barris, cerveja preta
e branca, cita' da India, lito nacional,
a/.eilonasefarinlia de trigo muito supe-
rior, tudocliegado lia pouco e mais em
conta do que em qualquer outraparte
Na rua do Encantamento, taberna n.
77, vendem-sn favas novas chegadas ltima-
mente de S. Miguel acores; pelo diminuto
prero de 100 res cafja Ljbra.
Fazendas de
bom gosto.
lindos ra aveques de fustao branco bor-
dados, e enfoitndos com as modernas fran-
jas de botao, basquines de cambraia branca,
bordados e tlicitados com renda, tilmas de
fustSo acoblioado. bardadas e enfeitadas
com trancas de muito goslo, ricos vestidos
de seda de cor com liaba ios os mais supe-
riores que tem vindo a esta praca, superio-
res corte* da cambraia brancos, bordados'.*
tiras bordadis, panno de entre-meios, man-
guitos bordados, gollinhas bordadas, eou-
tras moitas lzendas de bom goslo ; ni loja
do sobrado amarello na rua do Queimado ,
n. 29. ~-
FABINHA E MILHO
Farinha de mandioca recentemonte chegi-
da do Maranhio pelo vapor Oyapock ; ven-
de-so n travessa da Madre de Dos, arm
zem de Ferreira & Martins n. 16, a 6S00O o
sacco, e por j>uito menos sendo en porcn.
Arroz de cisca.
A IOsOOO, sacca grande : ruado Amorim, -
Travassos, Junior i C.
No escriptorio de Francisco Seve-
rino Rabello i Filbo, no largo da As-
eemblea, vendem-se barricas com farinha
de Triste e de Baltimore, de snperior
qualidade e por prero eommodo.
Vende-se farinlia de mandioca em
saceos de superior qualidade e por preco
eommodo: a tratar no escriptorio de. *
FranciscoSt veri no Rabello & Filho, no
largo da Assemble'a ou na travessa da Ma-
dre de Dos armazem ns. i e 6.
Cabriolet.
\ ende-se um elegante cabriolet muito
leve : a tratar na cocheira de Augusto
Fischer ou na rua do Collegio n. 21.
Vende-se farinha de milho Teita na
Ierra, proprii para pa aria e para casa qoe
tem uso de trabalhir em bolinhos, pelo di-
minuto preco de 25800 a arroba, assim como
tambem saceos com milho da trra a 69 o
sacco : as Cinco Ponas n 1 >J. taberna de-
fronte do potito de partida da estrada de
ferro.
- Vendem-se caixOes com mergulhos de
parreiras moscatel, de cheiro, da poda do
agosto, queja este anno deram uvas, a 4/
o eaixiiu ; nc sitio da Trerape, sobrado n. I,
que tem taberna por baixo.
Vende- jo doce de caj" secco a 1/000 a
libra: no recolbimcnto da ConceicSo, em
Olinda.
A loj da es-
trella.
Na rua do Queimado n. 7, loja di estrella,
vendem-se as seguinles fazendas, mais bra-
to do queem outra qualquer parte, a saber:
Palitots d* panno francez. finos a 20000
Ditos de dilo ditos 28500
Chapeos Tinos pa*a senhoia 16/000
Ditos ditos para dita 209000
Crosdenaples preto e de cores 5
Panno preto no para todos os precos. *
Chapeos francezes Tamberlik, para '
homem 75500^
Collarinhos e manguitos inglezes, de
um novo gosto, eda meihor quali-
dade que oeste genero tem appare-
cido al boje 12,5000 A
e oot'as muitas f6zendas que se ven lem a
dinheiro vista, por menos do quo em ou- *
tra loja.
.iuia, i.isiiicio ua vina ****.^' v.w^ i|uui w aal veio de Lisboa par sempre o dito sitio em bom estado augmen-
: muito agradecido se lando a sua plantado e nunca destruindo-a,
hcar a q uem do mesmo der noticia de vivo
ou mono, na rua da Cruz n. 1, escriptorio
de Antonio luiz de Oliveira Azevedo.
- Manoel Fernandes Ferreira retira-se
para Portugal a tratar de sua saude1.
porcujo motivo nao se duvida modificar o
preco.
Na fabrica da rua
GABINETE PORTUGUEZ
DE
Leitura.
Acham-se convocados os membros do
I conselho deliberativo para sess.'io ordinaria
do lirum 11 28, pre- em 15 do corrente. (luo deliberec5o ?-"ii).
ciss-se de olhciaes de caidetreiro, serralhei- Na forma do seu louvavul costume .' !
ro, lunileiro e latoeiro. I Senhores membros do conselho, se algum
Pechincha.
Ameixas, aliranhos, giji, em caixinha-
de 5 libras por 5000 caja caixinha : no de-
posito n. 6 a rua da S. Fsancisco.
He niuto liarato
Recebeu-se dio Porto'liniss mas toalhas de
labyrinlho, de panno de linii'), e com bico
largo lias puntas lamben de Imito por5a.'.'!
so ha no daposilo n. < da rua je S. Fran-
cisco.
PSTiS de mi
SSo chegadas pelo ultimo vapor as peito-
racs pastas de nafo ; no deposito n 6 da rua
de*. Irancisco.
N
III CY^iwiri
KA\ ITII A HA


niatiio nr. pernambuco cunta feuu h nr. jantiko de iss.
lolliialias
para o anno de 1858.
Acham-sea' venda as bem conhecidas
folhinhas impresias nesta typographia,
Sara o anno que 'cm, das seguintes qua-
dades: .-
Folhinlia de variedade, contendo, ale'm
dos imv.es, multas noticias cientficas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godo, e urna serie de conhecimentos
das artei etc., etc., cada uuia. 520
Dita religiosa, a qual, alm dos mezes,
se reuni a continuacao da bibliotlieca
do christo brasiieiro, contendo os se-
guintes oflicios: do Menino Jess, San-
tsimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carmo,
Saa-Jos, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Coracao de Je-
ss; assim como outras oraces, etc.,
etc.......... 320
Dita ecclesiastica oude padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da S
deOlioda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo Exm. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta evis-
tente nesta typographia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra........... 100
Vendem-se tnicamente na livrarians.
<> e 8 da praca da Independencia.
Loja da ra do Crespo
n. 10.
Recebeu de Franca o saguinte : pentes de
tartaruga a Isabel e a Imperatriz, chapeos
desabajos entallados, de palha e de seda,
< afeites de flores e de fitas, ramos de flores
> velludados, tiras e ntremelos decambraia
bordada, palitos de panno fino, casemira,
alpaca, e de brins, corles de gorguro, ral-
cas de cesemira, visitas de blon 1 e de gros-
denaplcs preto e de cores para senhora, pu-
pelina clorida para vestidos, idem de listras
o ultimo gosto, ricos cortes'de seda de
cores, e de tariatana brancos, bordados a
velludo e a seda, e nutras militas fazendas,
as quses se vendem por pregos muito encoo-
ti; assim como cortes de collete imitando
a pellucia a 25 o corte.
Va luja das seis
portas era. frente do Li-
vramento
Cambraias mussulinas de cores, tazma
nova no mercado a 500 rs. a vara, mangui-
tos, goilintias ecmisinhas bordadas; da-se
anostra com penhor. A loja est aberta at
ai 9 horas danoite.
Ia loja das seis
do Li
He barato
admira.
que
Na loja de portas n. ra do Queimado'
n. 37, passando o boceo da CongregagSo.tem
chegado a esto estabelecimenlo um exced-
iente sortimento de ves idos de seda com
babados, para divervos presos, e muias
mais fazendas, que nao he possivelaqui
mencionar todas'; cassas orgaodins dos
mais modernos padres a 1/100 a vara, sedas
de quadros largos a 182U0 o covado, ditas
miudinhas a lc300, diti.s muito finas de
gosto iuteiramenie nove a 13800, aazinba
miudinhas a 320, ditas com listras deseda
a 750, corles de casemira a 45, ditos entes-
tada, covados 2-5500. diti muito fina a 45,
dita de urna largura 2;400,grosdenaples pre-
to a 25, chamalote muito bom a 35500, dito
largo com listras assetinadas a 43400, chaly
lavradol3l0O, um completo sortimento de
chapelinas para senhora gollinhas, man-
guitos, camisas, meiasdsseda brancas, lu-
vasdeseda dos me'.hores zoslos que ha, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linho muito finos, lencos de linho bran-
cos, de diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, quetenhatr vonlade de com-
prar nao sahir sem fazenda, porque n3o se
engella dinheo chegand) ao cusi da fa-
zenda.
Narua do Quoit.iad) n. 37, loja do 4
portas, ha cortes de collete s to bons por! Ia000, velbutina sortida a 750
reis o covado. chitas framezas muito linasa
280reis, riscados escocezes a'280rs., mus-
sulinas a 320 rs., ditas amatizadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de soldoseda, para
diversos precos.
--- Vendem-se travejanunlos de louro de
varios tamanbos : na praia do Santa Rita.
restilacSo.
Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barrisc.omoem caixas,
licores e absyntlie, chegado recentemen-
te, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler & C., ra da Cruz. n. 55.
SAPATOS DO ARACATY,
dos melhores que tem vindo a este merca-
do, para homens e meninos, de palla e de
prelhas : em casa de Caminha & Filhos, ra
oa Cadeia do Recife n. 60, primeiro||ndar.
- Vendem-se bandos ou alreofadas de
clina para augmentar os penteados das sf-
nhoras ; narua da Cadeia do Reciten. 24.
primeiro andar, casa de Maioel Antonioda
Silva Antunes.
O verdadeiro couro ile lusr marca
Castello a 35500 e 43 a pelle : e recebem-se
patacOcs a trocos de sapa tos couros a 25080
rs. na ra do L'vramento a. 4t, loja.
Vende-se um escravo de bonita figura,
com9annosde idade: na ra da Cadeia
do Recife n. 3t.
POTASS Di BUS.SIA E CAL
i
portas
em frente
vramento
'
Palitos de alpaca preta e de cores a 55000,
itos pretos a 43, ditos de sarja de seda a
ditos de brim a 351)00.
Milho.
^0UEfi54Ar
^P N?0. rO-
BOA EOJMJEIMADO
1
relogios de pa-
tente
inglezesdeouro, desabnete e devidro:
vendem-sea prer.orazoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Recife, armazem n. 6.
Cffl PEQUEO TOQUE DE
No deposito da ra da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, tado chegado ha
poucos das, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
Ao canto que es-
ta' torrando.
33300
3
173000
99000
1231HKI
78000
69000
53000
35000
9
15000
103000
33OOO
. Vendem-se saceos de milho chegados ulti-
pamente dos Estados Unidos, de muito su-
perior qualidade, malbor ao que vem de
Fcroanio a 6/cadt sacco. Adverte-se que
taubein vieram alguns saceos de urna qua-
lidade especial para sement, que se vende
*"-.a Ht~i no armazem de Tasso IrmSos ao p da
pe ote nova.
AOS AGRICULTORES
Vende-se milho de urna qualidade supe-
rijr.e mais productivo do quo o que temos
mstepaiz ; e por isso proprio para semen-
te: no armazem de Tasso limaos, ao p da
pe ate nova do Recife.
~ Na ra do Crespo, loja de Campos
_!.imt, ba para vender o mais superior rape
de ama das melho'es fabricas de Paris ; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
prompta venda para continuar haver sem-
pre deposito, visto o que mandam de Lisboa
ser de pessima qualidade.
Na loja
I das seis portas

Km frente do Livramento
Para acabar com ira pcaueno resto.
Pegas de cambraias brancas adamascadas
a 3(ii)0, com 6 varas, ditas com 8 varas, de
sa pico, fazenda muito fina a 28500, chales
1 s :u'os de algodao a 500 rs., ditos brancos
de cassa a 480, sedas de cores para forro a
SOD rs. o covado, riscados francezes escuros
_a 160 o covado, cortes de colletes de casc-
m ra bordados a 136OO, luvas de seda pidas
e de cores a 500 rs. o par, peitospara cami-
sa a 400 rs.
Para acabar por este anno.
.Ya ra da Cadeia do Re-
cife n. 54, ha um grande sortimento de fa-
zendas por precos os mais commodos possi-
veis, que na ralidade faz aimirarao com-
prador, a vista da qualidade 11 do bom gosto;
o annunciante pede que verifiquem-se da
verdade : sahidas de baile de bonitas cores
a 258, casaveques decambraia rodeado de
bico, proprios para as senhoras de bom gos-
to, pelo diminuto prego de t )/, ditos de ca-
semira a 123. chales de touquim de muitas
qualidades, chita franceza Je bonitos pa-
dres a 280 rs. o covado, massulina de bo-
nitos padres a 320, 340 e 360 o covado, di-
ta branca a 300 e 320 o cov.ido, chales de
merino bordados de velludo, cousa muilo
boa a 143, ditos bordados de relroz a 103300
rs., ditos de fil de linho a 25.300 e 35500, ditas linas
a 4/, ditas de carobraia para senhora e me-
ninas a 2 e 29500, cortes de vestidos de
seda com 3 babados a 8O5, cousa muito fina,
grosdenaples de cores bomu s a 1/920 o co-
vado, cortes de seda de boa qualidado a 255,
sedas de quadros padies bo ulos a f 58UU o
covado, ditas de muito boa qualidade, que
faz admirar, pelo diminuto prego de 23500 o
covado, cortes de casemiras de cores a 49200,
43500, 5/, 53300, 6; o 78, ditas muito finas a !
Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qualidades, vin-
das pelos ultiinos navios
da .Europa.
Novidadede Par, Tuteada d* necia coro ra-
maxeio e liflrd rua(isa4a para vestidos de
enhora,muilo proprio pata aeslarao, co-
vado ............ 19900
Belleza de Rngala, fazenda toda le eda
transparente com lislras matizadas ,
propna para baile, covado.....I56.OO
Cambiaia e seda de Relgala com listras ma-
tizad, covado ......... I5IOO
Barega rfe seda com quadros e listras asseli-
na Grosdenaples preto e de cores, muito su-
perior, covado.........23000
Dito dito de dito muito largo, proprio para
I Tros de obra), covado......IjliOn
Sedas de quad-inhos, covado..... USO
Kulhos de seda atenuado...... !'30
Mussulina brmca e de cores, covado. :JU
(J.issas francezas de cines li\as, covado. J260
tintas francezas, o covido...... 92S0
Velbutina de cures, covadu...... 800
Mantas de blond prelas e brancas, proprias
I r.t casamentus, covado...... 3
Panno lino preto e decores, para lodosos
prejos ............
Chapeos de paliiulia, torrados, proprios pa-
ra a eslarAo......
Chales de seda de cores, superiores- .
lulos de merino liordudos a vf""du
Olios de dito de dilo a sea*......
ilos de dito bordad*- m 2 poula. .
Olios de dito r.'"'"*1" de seda .
Ditos ili di'';>'* r"'" franjas de seda .
Ililiis Dii .e Da adamascados, pretos e decores,
uravatas de seda com ponas compridas 3
regencia...........
Ditas de diU com ditas a principe de (tal-
les............ .
Ditas de dita* a'americana......
Cortes de collete de velludo de novos
padres s .......
Ditos de seiim branco bordados, proprios
para casamento.........
Ditos de gorguro de teda de novos pa-
difs ............
Dilos de caiga de casemira de todas as qua-
lidade............
Chapeos de sold seda superiores "3300
Chapos de mana francezes.....73300
Lencos de can.braia bordados, linos, para
nao.............I30OO
Luvas de seda de todas as qualidades, para
homeni, senhoras e meninas..... 0
Corles de vestido de seda de cores e brancos
IV!. m o mais superior c moderno que
ha no mercado......... 5
Palitos de argentina de cores escuras 69OOO
Ditos alpaca de de cores fina.....55500
Ditos de dita preta........48000
Ditos de fustno assttinado......59000
Hilos de glica de cores......4-3300
Ditos de brim de quadiinhos.....35000
Ditos de brim pardo fino......ItOOO
Ditos de bretanha de linho brancos. 43500
tioudolasde alpaca preta e decores. 5)000
Em frente do becro da Congregagao, passando
loja de ferragens, a segunda de fazendas n. 40.
AtenQo.
Queijos do sertio os mais fres caes possi-
veis : na ra do Queimado a. 14.
Pechinrha,
Cheguem, senhores fabricantes de volas e
sabao, encllente sebo cuado, vtndodollio
Gran le do Sul; na travessa do arsenal de
guerra, armazem n. 1.
Vende-se panno borne proprio para
ocas do Sacramento: na loja da ra do
Crespo n. 3.
Vende-se panno escarate para fardas
do ('avallara : na loja da ra do Crespo n.
3, prximo ao arco de Santo Antonio.
Cr saveques de
CAHBEAIA'F0&TA EFILO.
>rlua do Crespo n. 25.
Vendem-se casaveques das qualidades ci-
ma mencionadas, todos enfeitados e de nio-
delloaos mais modernos que presentemente
existe neslem meic|do, tanto para senhora
como para menina e menino, veslidinhos de
i cambraia bordados para menino se baplisar,
Pegas de algodSode sacco. ditas dcalgo-
do trangadn proprio para loalhase roupas
de escravos; vende-se na ra do Crespo,
loja da esquina quevolta para a ra da Ca-
deia.
VeiGo-seum carro inglez de 4 rodas
e iasscn.os, para 1 ou2cavallos, com co-
berta.e com os competentes arreios; c tam-
ben um cabrioletinglcz com os arreios:
na ra do Trapiche Novo n. 10, ori na Boa-
Visla em casa do Sr. I'oirier
Vende-sena ra da Madre de Dos
n- \2, armazem de Novaes & C-, barril
Je ierro ou cubos livdraulieos, para de-
psitos d2 lezes, a prerocommodo.
Vende-semuitoem couta um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwood, be
ie mogno e quadrado, e custou quando no-
vo mais de i:0003 : na ra do Trapiche No-
vo n. 10.
Sal do Ass^
Abordo do patacSio An-
ua, ou com Tasso Irmos.
Vende-se a taberna a rua Direita n.
27, com poucos fundos, muito propria para
um principiante, e se far todo negocio com
quem a pretender ; o dono quer tratar de
outro negocio.
Queijos fitiinengos novos.
Pesen, ba reara m hontem 70 catxas com os
melhores queiios flameogos chegados lti-
mamente de Hambnrgo, e vendem-se i
armazem de Barros o Silva.
REMEDIO IMCOMPAKWEL.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Pianos.
Em casadeRabeSchmettau &Companhia
rua da Cadeia n. 37, veudem-se elegante
pianos do afamadofabricante Traumann
da llamburco.
Relogios
'. <*> "l /O *v *v -"""' '"^\
Attencao.
Farinhn de mandioca, milho o feijSo o
mais barato do que em outra qualquer par-
le ; na na do Queimado, loja de ferrsgens
n. H.
.i,
Rttssia, Cai- ?.;
brins e brin-
Cabos sortidos
io e Aliinlia.
Lonas da litissia,
zOes. ;
Colirec metal para forro com @
pregos. G
Oleo de linbara e Velas sleari- -'.'';
as.
Estanbo cm liarnnbas, Bar-
( rilha.
Vinbos linos de Moselle e Joan-
0 nisbeif; espumoso, c de Bordeuv
^5 em quartohis.
h C. J. ASTEEV & C.
&
as

VX---.- i^......... ..' -- -. -.
gostos riauissiinos. tinto curtos como com-
prietos, gollinhas bordadas de todas as qua-
lidades, com lcese ponas largas, mangui-
tos bordados com laco de fila e sem laco,
camisinhas para dentro com golla e peito
bordados, entre-meios e babados, tudo bor-
soltas, muito novas,
na rua da Madre de
CEBLAS.
Vendem-se ceblas
per preco commodo;
Ueos n. 28, armazem.
lECailISHO UU HO-
MO.
N V FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W- BOWMAN, *A
RUA DO BRUM, PASSANDO O cIIA-
FAIUZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenbos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna constructivo ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade|e de (todos os lmannos; rodas
dentadas para agua ou animacs, de todas as
pr porcoes ; envos e bocea de fornalba e
registros de boeiro, aguillides, bronzes, pa-
ral'usos e cavilbes, noinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O)
se executam todas as encommendas coa a
i su jenondado ja conbecida com a devida
Presteza e com odidade em prec.o.
y
105. lencos de cambraia a di.zia a 13, 1- IU0,
13500, 25 o 2/800, gravatas de cassa a duzia
13300, ditas de mola a 15 e 15100 cada urna,
alpaca pela lina a 600, 700, 800, 900 e 15 o
covado, panno lino preto a ;500, dito mais
liuo a 33, 33500, 4/ e 53 o cov.ido, dito muito ,
fino a 75500 o covado, cortes de velludo, la-! Jad) e a,mi0, ^lno "quw'nios chapeos para
zenda muito boa a 75 e 7f 500, dilo muito fi- cnno!'8 e enfeiles para cabeca, ludo islo sao
,_ _. niirtii iIa asa a nuali lana r* mal !*/ n n a
no a 123, pecas de chita escara com loque
de mofo a 55500, mussulina de urna so cor a
400 rs. o covado, manguitos com collannbo
para senhora e meninas, bordados as? e 109
cada um, chapeos de sol para senhora a
15800 e 25, ditos de seda a '#300, corles de
cassa chita a 25, chales [.retos ue merino a
23800 e 4/, casemira preta a 13,1/-200,19500
azendas de gosto e quali lade, o melhor que
se pode desejar.
' '
23 e 25200, e muito lina a 2:800 o covado, i .;-.
cortes de vestidos l'eitos para senhora, de .:.;
cambraia 1 33-200, madapoles, a peca 3980
3fi 33*00, 3/500, 43, rOO e 3, e muilo fino $j?
a 6/, chitas de cores escuras, a peca 59000, | A
5500, 6/ e 75, e a covado a 160, 180 e 200
rs., cambraia de salpicos, a peca 33600, Iflaa
de duas larguras para vestido de senhora a
I36OO o covado, mantas de velludo para selr
la de cavallo a 75, ditas de algodo a 89200*
ditas de Ida a 43300, chapeos do Cliili po,
diminuto prego, e muitas mais fazendas,
que so vista do comprador menciona-se.
Na mestna loja d-se fazendas cum penho-
res, e leva-se em casa de familiss.
Vendem-se cadiiras pura sala de jan-
tar, muito fortes, e mesas para dilo, por
presos commodos : na rua d is llores 11. II,
di I. Pugi.
Gomma do Aruiatv.
Farinha de
mandioca
Vende-se superior farinha do San- $
a
'-
ta Catiii.riiia agranel, a bordo do bri
f.:
gtie Valle : a tratar no largo do Cor-
# po Santo escriplorioo. 6, ou com o 1
i.'i cap trio a bordo. ;';
<,;.:.. ;..... .f^./?P:r^rk-'^^
\tr-ur \a> ,- nrx,' Vifti? tr-uy >ii?
Emcasa de llenry Brunn & C. na
da Cruz 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac en caxas de 1 duzia.
Cadeiras ce vime.
Um grande sortimento de tocadores.
Retratos 3 oleo para sala de jantar.
Kspelbo com moldura.
Pianos dos melhores fabricados em llam-
btirgo.
Ao Preguica
QUE ESTA 0E1MARD0
Ocas fazendas por pouco
dinheiro.
OPreguica da
rua do Queimado connu'a a fornecer ao
publico, em seu cstabelecimento na esqui-
na do becco do Peixe Frito n. 2, o mais bel-
lo e variado sortimento de fazendas, odas
de excellente qualidade,e presos muito m-
dicos. N3o s queima as fazendas ja por
vezes annu.aciadas, a saber :
clin linas para vestidos de senhora,
covado............... 900
Targelinas idem idera,corte com 12
covados ......... ..... 123000
;--. ,-i .-. .^ ''.;~'-. ;"
Jtoc /(|ulls
*r Novos padres de vestidos de to- ';
^ das as qualidades de sedas preta, do ?7
$ cores o de cambraia de organdis.
fift Estes vestidos sfo da ultima moda ^
.-5 de Maris, vende-se na rua do Quei-
" mado n. 10, na loja do baile, Arthur ^
O & Companhia. Sf
Relogios,
Os melhores relogios deenro, jatcntein
glez, vendem-se por presos razoaveis, no
escriptoiiodo agente Oliveira.rua da Ca-
doia do Recife 11. 62.primeiro andar.
Seliins e relegios.
SBLLINS e KELOGIOS de pataale
inalaz : a venda no armsm de
RostroD Kooker V Companhia, es-
quina .lo largo do Corpo Santo nu-
mero 48.
Venden--se saceos com farinha de man-
dioca, de alqueire, por preco commodo, e
_ inima do Aracaly, tanto em porcSo como a
retalho : no armazem da rua estreita do
Rosajio n. 29.
Fecbaduras para casa de purgar.
Vendem-se fecbaduras ?roprias para casas
de purgar, por prego commodo : na loja de
ferragens de Vidal ( Bastos, rua da Cadeia
do Recife n.56 A.
Superiores cr-
TES DE SED4 PRETOS COM
Babados.
Acabara de rhegar do Paris pelo ultimo
vapor, superiores cortes de se 1a pretos com
babados, de muito gosto, com 26 covados
cada corte, e mais baratos do que em oulra
qualquer parte : na loja do sobrado amarel-
10, nos quatro cantos da rua do Queimado
11. 29.
Lindas taimas
de seda.
Vendem-se lindas taimas de seda, rs mais
modernas que tem vindo a esta praga, ditas
do merino a 209, sahidas de baile de muito
gosto a 259 e'109 cada urna; na loja do so-
brado amarello, nos quatro cantos da rua
do Queimado n. 29.
O verdadeiro algodo da
Baha.
Vende Antonio Luiz de 01iveir8 Azevedo,
no seu escriptorio ra rua da Cruz n. 1.
do
Mi Miares de individuos de todas as naqoes
podemtesiemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso necesse-
rio, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e membros inteiramente sos, depois
de ha ver empregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
ccr dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ibas relatam lodos os
dias ha muitos anuos ; e a maior parle deis
las s5o tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos e pernas, depois de ler per-
manecido longo tempo nos hospitacs, onde
deviam soffrer a amputado! Helias ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deciuiento, para se nSo submelterem a essa
opcrac.ao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconheciniento,declararam estes re
sultados benficos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenltcarcm sua allii mativa.
Ningcem desesperara do estado de su-
saude se iivessu bstanle confianza para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Que tudo cura.
O ungento he til, man particularmente
nos seguintes casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
ICrupcoes escorbticas
fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
engivasescaldadas.
Incbacoes.
luflammacao do ligado
da bexiga.
Innamiiiacao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas.V
Sarna.
Supurares ptridas.
Tin ha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
coberlos e dcscobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para hornero
e senhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paqueto
inglez: em casa de Southall Mellor & C.
rua po Torres n. 38.
Nova ogua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que tem an-
pirecido para Ungir o cabello e suissas da
F,reci? !5t l,vraria "qiversal rua do Collegio
n. O, da-se junto um impresso gratis enti-
nando a forma de applicar.
-- Na rua Nova n. 18, loja de M. A. Caj'
f. a ..Jm.8randesortimento de Pbras fe-
tasae alfaiate, de todas as crese qualida-
encontrar neste genero, casaveques emo-
ar.as promptas para as senhors que moS-
tam a caval.o, um grande sortimento de dtf-
terentes fazendas para vender-se
qualquer obra de encommenda
sera um s para todos.
A 15200 reis.
Na rua Nova n. i8. vendem-se cortes
de casemira de algodao e brins escuro* 'fa-
zenda muito forte, propria para o diario
cortes e para calca.
ia';;rIe.nde"SeUmeSCr'T0 de 'dade
18 antros, pqueo mais on menos, muito pro-
prio para pagem, ou outro qualquer servico
sem vicios ncm achaques, e de muito boa
r2 riU. ; Kquem Pretender, dirija-se a
ruada Penha n. 6, primeiro andar.
- Vendem-se caixas de cbi bysson de
superior qualidade e preco commodo. em
, M.1a e d0 comPrlor; no escripto-
not Matheus Austin & c ra do Trapiche
e fazer
o preco
ur*vr<&
Em porQQes e a retalho: vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na tanoaria
di'Ironte do trapiche doCur ha.
n
Tasso Irma'os
Avisam aos seus frcgucze$, que em con-
Vendem se dous bois mansos, e gor-
dos : na rua do Rosario da Boa-Vista n. 28.
Na rua do lirum n. 22, armazem de
,1 iz Jos d-i Si Araujo, anda existem 30 va-
S-i proprios parajardim, os quaes se ven- iscquencia de novos so'tiaientos, quo aca-
bara de receber de Riclimond, tem reduzido
os pregosdas faribhas a venia em seus ar-
mazcusaos seguiules :
Galega .1
Haxall ...'... ailCOO.
Iiuulop. .)
Macanee. .( nm.
Columbia (
Continuam a ter farinhas de Trieste das
marcas primeira qualidadee
/ etn muito em conta pira liquIda^So de
cantas e urna balanca cora seus perlences,
#r>pna para paiaria, ou armazem do aj-
ar.
Na rua estreita do Rosarion. 35, pii-
:ioandar, veude-se urna escrava criolita,
oca, qoeengomma. cose e faz labyrintho,
eozoha muito bem, e um cabrinha, de 9
pitos.
w AVISO.
Na rua da Cruz n. 51, primeiro andar, sa-
la de barbeiro, vendem-se bichas de llam-
burgo, tanto aos ceios como a retalho, e
aluga-se mai barato do que em outra parle; i
a Ivertinio-se qu sao as mais modernas do
acercado.
_ Vende-se um tmp|clo sortimento o
Utas com bolachinhas du,,s c aga8das, de
superior qualidade : em ,,sa de Soulliali
Mellors & C, na rua do lrapx|,e 38
___ Vende-scuma armacao ^^,,^8
de vidrara:no utenoda Boa-VUQ< 5s},
Deposito
DE
Cera do carnauba e velas.
Sebo refinado e era rama.
lio de algodao da Baha.
Sola e pelles de cabra.
Comma do Aracaly.
Ilarris com bren.
No largo-da Assembla confronte a porta
da nspeccSo n. 9,aonde se vende por menos
proijo qae em outra qualquer parle.
SSSF.
[Ya rua do Tra-
piche n. 54, escriptorio
de Novaes & C .
Vcnde-sesuperiorvinbo io Porto en-
garratado em caixas de I u "2 duzias de
garrafas, bem como em barra de 4- e 8.
a pceo commodo.
Agencia
ia fundicio Low-Mo< r,
rua da Vnzala ov^
n. 412.
Nesteostabelecimentocontina'a^ haver
nm completo sortimento de moendas e
noias moendas para engenho, machinas de
vapore taixasde forro batido e coado de
lodosos tamanbos para dito.
VIMIS FWOS DO PORTO
2 DENOMINADOS: S
'i) Duque do Porto.
j) Imperalriz Eugenia. Efe
,a Leopoldo I. (+
^ D. Pedro V. W
w Engarrafados e enfeitados como o
l% de Champagne : vende-se cm por- (JJ)
;i<* coes a volitado do comprador, na *
fZ. rua do Trapicho n 40, escriptorio ^J
(&) s ThomaZ de tana. (^
Vendem-se dous escravos, sendo um
de idade de 16 anims, e outro de 25, pro-
prios para lodo e qualquer servic.0 : na rua
Direita n. 3.
Organdys iicm idem, covado 260
Cambraias estampadas, vara 480
Ditas dit-'s mais tinas, vara..... 600
Chitas francezas, largas, escurase
Claras, covado........... 260
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado............... 280
Ditas ditas, largas.escuras o claras,
covado.............. 300
Kretanhas de rolo com 10 varas,peca 23000
Riscados monslros, lindos padres,
covado............... 226
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um.............. 120
Mas alem destas, otTerece mais aos seus
freguezesas seguintes fazendas ltimamen-
te cuegadas: mussulina branca finissima a
320e 360 o covado, dita malizada, fina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
ltzinhas muito linas, escuras e claras, to-
das de desenhos inteiramente novos 400
rs. o covado, ca inclina, fazenda anda niio
vista, trancada e com padres de ISazinha,
pelo b'.rato pretjodc 280 o covado, cortes de
riscado francez, bonitos padres e cores fi-
xas a 39200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito fina, com 8 varas cada pe^a a
7;500. dita tapada Umbem muito fina, coro
10 varas cada peca a 4-800 e 6;600, chales
de laazinba muilo finos a -f 00, ditos de
merino lisos e bordados, do mu lindas co-
res, casemnas enditadas, mescladaa, mui
-loprias (.ara palitos a 2/200 o covado, brim
trancado de po-o linho e padres novos a
15440 a vara, ditos pretos de muito bom
gosto, e ate oroprios para luto a 1/600 a va-
ra, cortes de collete de setim bordados a
3/500, ditos de casemiras para calcas, linas
e de bonitas cores a 5:500 e 6:000, grvalas
pretas desella a 19, dit-s de mola a 1/600,
alpacas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padres
miudinhos e graudus, de muilos e variados
gostos, core fixas e escolenles pannos a
160, 180, 200, 220 e 240 o covado, pecas de
madapoln com 20 varas a 2:900, :i:600 4j
4S500, 4c80). 55 e 5:600, e muito lino
tritio, cobertores dcslgodao proprios para
escravos a 7 )0 rs. cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
clauas de todas as cores a 540 o covado. De
todas estas fazendas, e de outras muitas
aqui n5o mencionadas, se daro amostras
sob penhorei.
C.jm toque de avaria-
Vende-se nlgoiSo encornado proprio para
roupa de escravos, e tambera para saceos,
com toque de avaria, por prego muito bar- j
to ; na loja de i portas da rua do Queimado
n. 10.
iefiiara de assucar
Moiiteir-
Acham-so estabelccdos depsitos nos lu-
gares seguintes : na rua da Cadeia do Recife
n. 30, na mesma relinaria no Slonteiro, no
aterro da Roa-Vista n. 8, e no pateo do Ter-
co n. 30, aonde vende-se assucar cryslalsa-
do de superior qualidade, e refinado da Ier-
ra das qualidades inferiores, por oregos e
quantidades a contento dos compradores.
Gomma de matarana.
Vende-se verdadeira gomraa de matarana
a 800 rs. a libra : na rua Nova, taberna
n. 71.
- Vande-se urna carteira em bom uso ;
na rua do i'.rnni n. 24.
8abida de
Na loja do canto, na rua da Cadeia do Re-
cife n. ha bonitas sahidas de baile, pelo
diminuto prego de 2CO00, tanto de peine 1
como de cierin, com linios enfeites, tiras
bordadas de muitas qualidades, por barat-
simo prego, proprios para enfcites de casa-
veques e rou -a decrianga; da-se amostras
com penhores, e leva-se em casas.
dadas as pernas.
Vende-se esteunguento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, oStrand, e na
loja de todos os bul icarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda era
toda a America do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha.conlm
urna instruegao em portuguez para explicar
o modo de fazer usodesle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, narua da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
ROB LAFFECTEUR'
O nico autorisado por dcciso do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitacs recommendam o
arrobe de LalTecteur, como sendo o nico
autorisado pelo govctno e pela real socieda
de do medicina. Esle medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
est era uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fecges da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidenles dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos humores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as coniracges e a fraqueza
dos orgaos, procedida do abuso das injec-
ges ou de sondas. Como anti-syphiliticos
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
em consequencia do emprego da copahibe,
da'cubeba ou das injeeges que representem
o virussem neutralisa-lo. O arrobe Laffec.:
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de I). Pe-
dro n. 8S, onde acaba de chegar urna gran-
de porgao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de Paris, de casa do dito
Boyveau-Laflecteur 12,rua hichelieu Paris
Os formularios dio-se gratis em casa do a
gente Silva, na praga de D.Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Rahia. Lima & Ir-
mos ; Pernambuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magates Leite ,
Rio Grande, Francisco de Paula Couto& C.
SVSTEMA MEDICO DE HOLLWYA
$?$sfe3t*a tfef$0&
PLELAS IIOLLOWAY.
Esteinestimavel especifico, composto ni-
teiramentedehervas medicinaes, nSo con-
tm mercurio, nemalgumaoutrasubstancia
delecterea. Benigno mais tenra infancia,
ea compleigo mais delicada, he igualmeo.
S. STIEBIEL S C, baiiqui'irosene- te prompto e seguro para desarreigar o mal
.ociantes estabe.ecdos ha muitos auno, ^^^^^ %&&
Londres, teem a satislacrao de par-
em
ticipar a seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos principaes por tos e distritos manu-
facturemos
Holla
perage
tos ; pois busca e rcinove as oengas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Kntre milhares de pessoas curadas com
Idea uui tvo ^ UiOllllWS liL.lllll- .. -----------------....
h- l'nnn Alemanln Rolffi esto remedio, mullas que ja estavam s por-
de llanca, Alemanlia. Mp- tu morle> preservando em seu uso con-
inda, conservando alemdisso saguiram recobrar a saude e Torgas, depois
-Vende-se um bote de "Jj palmos, muito
bem construido : na rua da Cadeia doReci-
fe n. 2, prinuiro andar.
Vende-sa no pateo do Campo Verde n.
l,um molcc.ue do 20 anuos, proprio para
campo.
TACHAS PAHA ENGENHO
Da fundiera de (errodeD. W. Bowman
na rua do Kium, passando o chala-
riz, continuaja haver um completo sorti-
mento de tachas de Ierro fundido e bat-
do, de 3 a 8 palmos de pica, as quaes se
ecliama verda por preco commodo e com
piomptido, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas ao comprador
Milho, farinha e feijao.
Vende-se em saceos grandes milho, fari-
nha e feijao, manleiga flor ingleza e france-
za a 1:120 e T20 rs a libra, sapatos do -Ara-
caly para horaem e meninos ; na taberna
I grande ao la lo da igreja da Soledade.
- ?ende-se superior linha de algodSo
brancas e de cores, em no\ello, para costu-
ra : em casa de Sotithall, Mellor & C, rua
do Torres n. J8:
Vende-se milho em saceos, por prego
commoio: na taberna dol'araizo n. 16.
ca e
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portosmais comraerciacsda(r-Ii: etar.ha,
e esto em posicode offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de tima casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
ajianeo de qualquer genero.
As pessoas que nao iorem conhecidasdos
annunciantes devi o acompenharsuas or-
dens com os fundos necessarios para sua
c\eucrao; licando entendidas que osnn-
nunciantes no teem dilliculdacleem adi-
antar 75 D|0 solire os gneros recebidos
antes de sua venda.
Os precos correntes e mais informaees
commerciaes, que forem pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendodiiigir-se aos annunci-
antes.
VIM10 DO PORTO SITERIOB.
Duque1815.
F.m caixas de urna c duas duzias de gar-
rafas.
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As milis alllictas no devem entregar-se a
desesperagao; agam um competente ensaio
dosellicazes elTeilosdeslaassombrosa medi-
cina, e prestes recuperaro o beneiicio da
saude.
NSo se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
Accidentcsepileplicos
Alporcas.
Ampolas.
Arelas (mal de).
Aslluna.
Clicas.
Convulses.
Uebilidade ou e.\te-
liiiaro.
Debilidadeoufaltade
Chamico.
Km barris de oitvo : vende-se a prego
commdo em casa de Barroca & Cistro,
rua da Cadeia do Recife n. 4.
sellins
patente ing
um
Sao ihegados o acliam-fe a vfnda 01 verdadeira
a bem eonhaeidessellins ii^le/es patentr: na roa
do Trapiclie-Novo 11. i2, arma/vm de fazendas da
AdamsOD 6. C. ltonie.
Febrcs intermitiente.
Febreto da especie.
Golta.
ilemorrhoidas.
ilydropisia.
Ictericia.
Indigesles.
Inflammages.
Irregu la ri da des da
menstruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
OhstrucgSo do ventre
l'hlisica ou consump-
gSo pulmonar.
Reteugo de ourina.
Itheumatismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
'tico doloroso.
Ulceras.
Venreo mal).
%
forgas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
llor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ven-
tro.
Enfermidadesno liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipela,
Febrcs biliosas.
Vendem-se estas pilulas no estabeleimen-
to geralde Londres 11. 244. Strand,; e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
to Ja a America do Sul, Havana ellcspanbs.
Vendem-se as bocetinbas aSOOrs. cada
No dia 25 de dezembro do aono pas-
sado fugio doengenboMogambique, fregoe-
zta deS. Lourengo dallatta, o rscravn An-
tonio, de nagSo, que representa ter 40 an-
nos, pouco mais ou menos, rom os signaes
seguintes: falta dedentes na frente, urna
cicatriz uo rosto do lado direito, alguns ca-
bellos brancos, e tem no brago esquerdo
quasi ao p do hombro um calombinho do
tamanho de urna pitomba, e quando se falla
com elle ca sobresaltado ; foi vsetido com
caiga de brim escuro e camisa de algodao
trangado azul, he costumido a fugir e mu-
dar de nome, diz que he crioulo, e quasi
sempre diz ser do mato de algum senhor de
engenho; foi escravo de Rufino Jos dos
Santos, de Campia Grande, queovendea
a Francisco Cavalcanti de Albuquerque des-
la cidade. Este escravo esteve fgido dous
annos, oceulto as matas de Campia Gran-
de, sendo agarrado em novembro prximo
passado : quem o apprehender e levar ao
referido engenho, ou no Recife, loja da
rua do Queimado n. 10, recebar tOsuo de
gratificagOo.
Fugio na madrugada do I .'do corren-
te o preto Antonio, de naiSo, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, baixo, cheiodo
corpo, ps compndos, pernas finas, bastante
pansudo, com falla de dentes na frente, bei-
gos grossos e um tanto esquecidos, pouca
b-ba eesla rapada, cabello rapado atrz e
mesmo na testa a navtlba, tem as costas to-
das marcadas.muito regrista,tanto que passa
por crioulo ; levou ferro no pescogo, o quo
se julga j estar tirado, caiga de gnga azul
oude algodao de listra, camisa ue algodao
trangado oa de ganga, j velha, chapeo de
pello ou de palbs, velho, foi morador em Na-
zareth ; levou tnmbm urna trouxa com
toda sua roupa e raanlimento, por isso se
julga nao andar por muito longo : assim,
quem o p"egar, leve-o a seu senhor slanoel
de Alraeida Nobre, no lugar do Luca, d'onde
fugio, ou a Antonio Nobre de Almeids, na
rua Augusta, que ser generosamente re-
compensado.
Ha poucos dias fugio do engenho Cnr-
gah o escravo Joaquim, crioulo, ic cor fula
parecendo cabra, diz que tem 18 a 19 annos
de idade, tem os ps mal feitos, urna cica-
triz de chicote sobre o lombo e outra sobre
o peito, levou um quarto casUnho goido.foi
escravo do Sr. Jernimo Carneiro de Albu-
querque Maranhao. vendido nesta praga pelo
Sr. Antonio Gongalves Ferreira CascSo :
quem o apprehender conduza-o ao dito en-
genho, ou nesta praga na rua da Guia n. 64,
segundo andar, que sera generosamente re-
compensado, e protesta-se contra quem o a-
coutar.
No dia 18 do mez p.p., fugio de bor-
do do brigue Sagitario, um escravode
nome Joaquim, pardo escravo, de 22 a
'2 i a 11 nos de idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba no queixo, ca-
bellos carapinhos e ja tem milites bran-
cos, he bem conheeido por ter as mao,
muito calejadas, quando fugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apar-
tados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senhor Manoel
Francisco da Silva Carriro, na rua do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem
gratificado.
Fugio no dia !. do corrente urna pre-
ta por nome Romana, crioula, idade de 40 a
45 annos, com os signaes seguintes : estatu-
ra regular, costuma embriagar-se constan-
temente, e mesmo nSo o estando parece es-
tar em nzSo de andar sempre distrahida,
rosto redondo, cabelle um pouco crescido,
levou vestido de riscado azul e chale preto
de algodao : roga-se, portanto, a quem en-
contra-la, o favor de apprebende-la e levar
a rua de santa Isabel n. 1, que ser gratifi-
cado ; assim como protesta-se contra quem
a tiver acoutado.
No dia 3 do corrente fugio o preto
Joo, crioulo, de idade 30 annos, pouco mais
ou menos, e tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, reforgado do corpo. bastan-
te preto, conserva toda a barba, tem urna
cictriz em urna das sobrancelbas, prove-
niente de urna caceUda que Ihe deu um ca-
pilo de campo, falto de dentes na frente,
levou camisa de algodao mesclado, que pa-
rece l'eitio com palitot sacco, e caiga de al-
godao azul e bonete de panno ; ja foi en-
contrado na Cidade Nova de Santo Amaro, e
desconfia-se que anda por esse lugar: quem
o pegar, leve o a rua Imperial, padaria n.
173, que se recompensara com generosi-
daue.
l'ugio na noito do dia 6 do corrente,
de um silio de Beberibe, urna escrava n ula-
ta, de idade do 22 annos, alia, cor acaboca-
da, cabellos corridos e amarrados, reforgada
do corpo, com os dentes da frente podres ;
quem a pegar, leve a seu senhor A. A. de
Miranda Guimarues, 11a rua Direita n. 69'
que ser gratificado.
Fugirara no dia 98 de dezembro prxi-
mo passado, do engenho Pracinha, fregnezia
de Barreiros, os escravos seguintes : Pedro,
idade de 30 a 35 annos, grosso do corpo, al-
tura regular, cor bem preta, nagas Costa.
Celestino, 30 annos, pouco mais ou menos,
alto, cheio do corpo, bem barbado, cor fula,
tendo falta de um dente na frcnle do queixo
superior, natural do Para. Fragozo, 26 a 30
annos. alto, secco, sem barba, rendido de
urna das vertiras, tambem do Para : recom-
menda-se aos senhores capitaes de campo a
apprehensSo dos ditos escravos, que se dar

:
urna dellas contera urna instrucg3oem por-: boa recompensa ; podendoqualquer pessoa,
tuguez paraexplicar o modo desse usar des-: que delles tiverem noticia, enlenderem-sa
com o proprictario do dito engenho Francis-
co Alexandre Dulra, ou com Antonio Ga-
as pilulas.
O deposito geral he em casi, do Sr. Soum
pharmaceulico, na ruada Ciuz n. 22, em
Pernambuco.
Vendem-se fundas de ago para umje
dous lados : na loja de miudezas da rua lar-
ga do Rosario n. 35, a 1CO00 cada uma.
galves Ferreira Cascan, na rua de Apollo
n. 22.
PERN. TYP. DE M. F. DE FAMA. 1858.
II
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