Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07358


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO xxxiv r: !).
Por 3 mczcs adiantados 4'000.
Por o mczcs vencidos 5000.
QIARTA FEilV 13 DE JAKEIM DE 18:,S,
Por anflo adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
E.NCARRKGADOS DA SUBSCUIP^VO 00 NORTE.
Peral).ba, o Sr. Joao Rodolpho Gam ; Natal, o Sr. Joaquim
Ignacio Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Le mus Braga ;
'.car i, o Sr. J. J..... de Mello ; Piauhy, o Sr. Jos Joa^uim AveUino ; Para, o &
Justillo J. Ramos ; A maso Das, o Si. lerooyruo da Coila.
FAIITID* DOSCORRKIOS.
OHmli h>4oi M dia i, 9<
K-n.ir.i--n (joiavna e Pirakibi
- i i, r. M i
8*1 i' %-. i Iticjo, i".
ra, Flore-, Vj|.i-ltoi: i. Boa-Vista, Oarknr* a Eia', ai
' I j.iu, S Tinlii' m, RO FoTOHMO. U, li.ufi'l
PiRWMeiru a Naul: qaolai
[Todva o eorMioa pri.n. a 10 hora da manha.
leiabam do dia.
- mtaa-foiraa,
Aiiuitio c GaranhiH : ni t*r "
|W i, II
i qurUa
A I lei-Preu
AUDIENCIAS DOS TRIDUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commcrco : segundas e quintas.
ReUcao tergas fcirase sabbados.
Fufloda : quartas c sabbados as 10 horas;
Jui/j docommercio : segundas as l horas e qu nMs ao raeio dia.
Dito deorphiios: segundas e quillas as 10 horas.
Primeira vara do civel .- segundas e sextas ao n.eo dia.
Segunda vara do civel : /juntase sabbados ao neio dia.
EPHEMBRIDESDOMEZ DE JANEIRO.
<> Omrto minguantc as 10 horas e 27 minutos da larde.
15 La nova as 3 huras e 13 minutos da manluia.
22 Ujuarto crescenie as horas e ;t~ minutos da tarde-
2'J La chcia as Chorase 52 minutos da mauhaa.
PREAMAK de ojb.
Primeira as 2 horas e S minutos da manh BU,
Segunda^ as 3 huras e 18 minutos da tarde.
I IAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Hjg.no p. m. ; S. Theodfrico ; S. Honorata v.
12 Terca. S. Salyti. u ; Ss. Arradiu, Zoiico c Taciana Dira.
13 Quaru. S. Hilario b. ; S. GaDKindo pretb. m.
1 QulDU. S. Pclii : S. Marciana v. : S. tiacio b.
15 Seila. S. Amato a i. ; S. Sorundina v. m.
H Babado. S. Mareell> p. m. ; S. I'risrilla m.
17 Domingo. O Santsimo nome de Jess; S. Antao ab.
ENCARREGADOS n\ SI m.IIK. \ O DO M l -
Alagoas. o Sr. CUudteo Falr.io Das: Iithii, o Sr. D. Duprad
Ro de Janeiro, o Br* Joio Pereira Martit.
l.U PERNAMBt'CO.
O Proprietariodo DIARIO Manoel Figueiroa de Fjria, na la
Ii.raria, prat;a da lodeix ndeucia ns. G e S.
rio, lodoso reuni para joiltiicar a ltenlo que ella
t'\eii i. Ser-vo--h *, pon, pprmilli lo enlr-ir enm al-
soma minociosidaie no ex inte do projoclo do com-
munirSo elctrica entre o- d iu< erandes mundo* pt-
ra i.iw apreciar as flilVi. u'dartai de toda e-pecie
qae se Ihe lera antolltado. a* razos que o fueran,
abortar e as qae aulorisan para nao desesperar do
sua boa forluua.
O profesor Mor*, do Nova-York, foi o primeiro
qoa cono heu a idea do esUbelerer orna communi-
c.cao eleririca submarina e itre u E*lados-Uuidos e
a Inglaterra.
Tres annos depois de se haver merculhado o pri-
meiro rabo telegraphicu na Europa, o governo colo-
nial da lerra-Nova conce1#u a um.i companhia a
concessilo de-la linha, e Ihe garanti direitos excln-
llvoi sobre toda cosa da Terra No*a e do Labrador.
Poneos diai dopois, os govevnosda illia do Principo-
Grande do Norte, as pravas constantes da reljro, c Eduardo o do estado de Haine, concederam-lhe
PARTE OFFXGIAL
GOVEBNO DA PROVINCIA-
Expeliente do dia 1 de Janeiro de 858-
OITlcio la Eira. commaii.l.inte das arma.Tendo
ruolvido qoe cuiopinhia de arlifke< eoulinue
prelar o serrijo ila suarnirA at o i" tO rto cr-
ranle incluie, ficando dipen>ada desso arvico nos
dominios e dia aanto a guarda nacional que no
st ada aquarlelada. assiin o rommonico a V. Ec.
para eo conhecimenlo e diracta.Cornmanicoa-te
ao comrnandanta naperior i Euirda nacional do
municipio do Recife, e ao director do afseual de
gnerri.
I'jrliria o agenle da companhia do* vaporei.
Para dar pastasen) por conla do ^otenio, par o Rio
auai familia
Helarlo qoe >e refere o olcio opra.
i.* sargento Joaquim Francisco de Vaacoueellos e
ua familia.
CaboAndre Gome de Freiln.
SoldadoCyprisno r'ernandes da Silva,
DitoJo joaqnim de Jess.
l)HoVicente Ferreira.
Dita ao ranino.Para dar pasagem por conta do
goveruo, para o MaranhSo, ao soldadoijaldino M#n-
tl... do Aragao, qae leve pasiagero parao.j.- bata-
IhJo de lofaularia, e bem astim a aaa familia.
COMHAMDO DAS ARMAS.
Qmartel tueral de ommino dea amas de
Pemambace na eldad* da Rada, ta 12 e
Janeiro da 1868.
ORDEM DO DIA N. 5.
O brigadeiro commandanla das armas interino de-
termina que fique desligado du batallio 9. de lo-
fantaria em que se ach.i addido, o Sr. lenle Joa-
qnim Cardosu dos Santos, visto que no vap>>r que se
espera do norte, lem de ecuir para a corte com o
destino de reonir-se ao batalhao :l. de infanlaria a
fcou perlencendo.
O Sr. commaudantes de co'pos enviarSo ama-
nh3a ao quarltl general urna relago dn S". nlli-
ciaes promovidos ltimamente para corpos n!\n en-
tentes nesta provincia, com declaracfio dos que s3o
rasados, e ueste esso quaas as pessoas de que se com-
pem mas familia*, alim de s providenciar obre o
transporte das meslas.
(As.igoado..) Jojo Jos da Cola Pimenlel.
Conforme. emelrio de Guarnan Coeliio, alfares
jdanle de ordena, encarregado do delallie.
se em inuleis curvas no fumlo d'asiia. IJuando se- em quo -e estabelere a corrcnle, nm movimenlo vi- Dumfries e Dublin com lodst 01 MU ramilir.r;,*. cid) : am chegiedo*' coherta do navio, enrola-a i Victoria a M. Buchantn, prndenle dos Eslados-
eit no mein Jo mar, i cirli nietallica, suspei'a bralorio. ou, s o julgain mellior.uma ou la elerln- '
enlre o navio e o (ello do ocano, obra com om pe- c entrava no fio ; mu, romo Ihe era mislor mal
so portal modo poleroso qus he precisa moderar o um segundo para sabir, d'ahi resalla i qae a eilrc-
impeto da porfo que Dea dentro no navio, uppondo mxlade siUva cooHaoleroeote carregada de electu-
ao desenrnlamento obstculos moito eiieruicos, que cidade t que a corrente na poda ser iiitcorom-
o meclianicos eh.imamfreio". Otando o tundo do pida. ,
mar olferere 13o nolavel regalaridada como na re-1 Era preciso om segundo e meio ao lio para des-
V experiencia leve lagar em l.onJre, na uoile de '.i umitas vezes em tomo de um tambor do r\lindro,
le ouluhto do Is'i, un presenrja do celebre proles-! rue he |ior elle impellidu a' mover-se lamhem ;
lor Mora. &I. Wbtlehooie empregoo.para prodaiir Lpawa saceeMivaaieata ea turno de niuios lambo-
as crrenles, seu pprelho de iuu?cao electro- jraa malogoscollocadot em ral passaam chtiado a
magntico e ana pilha de liaeoa da prata; o aigaeI pdpa do navio raroeea-ec sobra um forte poste de
furjm registrados segundo o engenlioao metilo lo de ferio, e desee linalmenle pata o mar.
M. Mone, que lie boje quasj universalrniile adop- .\ frieran que o cabo, fortemeule eslenlido pelo
guio comprehendida entre a Manda e a Terra-No- carregat-se coniidetamenle ; e em eouequencia des-1 lado. Olil-ve-se de l;l a ^71) aigoies ror mnalo, o peso de toda a parte suspensa entre o navio c o fon-
va, he bastante fcil, como luso te d, regular eU la demora os moviineulos conacoltvua do estj lele, I que corresponde a quasi seis ou nito p.-lavras. Des- do il'agoa, eierce sobre os larabores, em torno dos
resistencia, pois queo cabo tem que deeer com ama cojos Irnfo foimam a escriplura lelegrapbic.i,' oXt l'arle venficou-se que ae poderia trans nitlir em um qui ai N enroscae obre o varia de ferro, o ironede
ENTRE OS
A TELEORAPHIA SUBMARIMA
DOUS MUNDOS.
i.' un lo Ampre descobria as leis da eleclriridad
dynamica e faiia construir o primeiro apparellio
destinado tranamisaSo dos signaes pnr meio do mo-
vimenlo de pequeas avulhas nugnetisadas, nao po-
dia prever que bullante e rpida fortuna esla\a re-
servla a este novo syitema de telegrapbia.
Se elle leve o incoulestavel mrito de eslahelecer
a primeiraa bases, eompele principalmente ao phy-
sico ingle Wheatslone e ao ennenheiroameneano
Morae. a honra de ler realisado, d'um modo sim-
ple e engenhoso, o pensamento ousado do sabio
francas.
Estes ftos de que hem se po le diier, sem a me-
nor hyperb'de, que Iransmiltein o pensamento com
a rapidel do ralo, is los do tclcgrapho elctrico
cobrem noje com o seu ligeiio lecido todos ot pai-
zes civihsa les, smpii lein-se em loda etlensiio de
nnsaos caminhoa de ferro, cruam-se ubre s roas
das nossa grandes cidaJes, e alravessam as mais
elevadas cadeias de montanhae. _____-
Quem adevinharia, ha vinta annos smente, que
ordens expedida de l'aris de Londres, movessein
no mesmo dia ejrcitos na Crimea, ou, se he
permitlido passar do asampto m-ii giave para o
mais frivolo, qu o ittourista. que viaja nos Alpes.
I 11"--' pernoilar, grafas ao taltgrapliu, no vrtice
do Righi'.'
A espantosa eileus^o da tele^raphia elctrica ei-
plira-se (acilmenle pela aimplicidade dos meios que
ella einprega.
Um fia de ferru, montOe, algons apparelltos d'o-
ma cotislrnrr.i i e de oso fac ei- quanlo basta para
unir os doua e\lremo* d'um conlineuie ; mas a in-
trpida que cara-.terna o eapirita (Cienlilico e Indus-
trial moderno, estendeu a i o I _- r .iphia da auperlicie
da Ierra para o fundo dos proprios mares, descerran-
do-lbe asrim urna nova phase, em que e Ihe depa-
rara dilliculd idea especialissimas, das quaes algumas
anda nao elao re.olvidas.
F'jrjra limidos os priraeiroa ensaios em 1851, atra-
vessou-ae um cabo submarino no estrello do l'aeo de
Calais, entre Douvres e o cabo Sangale.
I'ouco depois, a Inglaterra mergulhou cabos de
II -lo-id .ra os arreiores d. Uublin, de Douvres
para Middeikerke, perto de Ostende, du condado
da Sull'olk para ^cheveoingn, que demora n -- por-
l as de ti-na. Em 1853, a Dinamarca estabeleceu
aaa eomaonieacla com a Ubi le Setlaul pela ilha
do Pionia, a a Esc.s.ia iw-se em relaces com a
Irlanda : atrassou-ae o Xuy lerie.
No Cmala, aaia-ia o Novo-Bronaick com a ilha
igoaes privilegios ; maa e-tas conce*5es, como lau-
las ootras que cahem uo es^uecimento, teriam fica-
do oo estado de leltra mor;. se a "itiiunri. que s,'is
poderam inspirar os mais lemerarioe, alo fosse ilan-
Iro em pooco joatilicada por e-tu los decisivo. ro-
jos resultado he indiapenaavel dar a conhecer :
queremos fallar doae-tudoa hydrosraphicos evecuta-
do no Ocano Atlntico, e das experiencias erapre-
hendidas em Inglaterra solire o muvimento da elec-
tricidade dos caboa submarinos.
imporlava primeiro con iecer com preeisSo a for-
ma da grande hacia que ei.che o Atlntico, para e-
colher a derrota que menos obstculos apresenta-se
a iinmersao d'um cabo, e para dirigir com alguma
seguranc,a esta delicada operario.
Infeliimenle o que ae pidena chamar a geogra- !
pitia do fondo do mar he linda ama cienoia por
fazer. Os roysteriosos abysrrtos queseparam os nossos
eonlioente noi sao deaconhecidoa em anas profun-
deza. Sabem todos os roaitimos que d'lliculdade e
enconlra para executar cu n precisAo a immereao de
ondas, logo que se esta a distancia um tanto con-
sideravel das coala. O meio que de ordinario te
emprega consiste em deixar cahir um grande peso,
alado a om cabo, e a medir quantu elle se desen-
rula, al que sesenle qoaudo o peso asseula no fun-
do do mar ; mas este pro:esn nAo da mais nenhu-
ma mdieaejni precisa, quai. lo ha mui crande a pro-
funlidade : a inarulha la das aguas c o peso do cabo
quasi que u.lo permiilem apreciar o instante em que
a sonda as-enia. E alcm disto nunca o cabo desee
em linha vertical, mas sedobra am sentidos diversos
sob a influencia d-s correnles submarinas, lie por
estes motives que Me e di-ve prestar a menor con-
Qaaea a certas iinmer-oei, ^ue aecusaram em alguna
poulus do Ocano Atlntico profundidades verda-
deramente incriveis.
De ha muito teni)io que se imaginam meics msi
ou menos engeaneeo paca remediar semelhautes
dilliculd.ules : o s\slema hoja adoptado pela mari-
nha americana nos parece o mais simples e ao mea-
ino lempo o mais rigoroso,
Atire-se ao mar urna bala alada a um delgado bar-
bante que ella mergulhart com urna rapidez sem-
pre crescente, al que penetre no leito do Ocano.
Durante este lempo, eumvele-se o barbante cada
vez com msis rapidax ; el e nAo parar nem quan-
do a bala liver chega lo ao fundo ; porque as pode-
rosas correnles qoe altavessam o mar conlinuarAo a
-irr.i-ii.i-! i ; mas como h > cuntanle a velocidade
dealas cotrenlea e ncompiravelmenle uns lenta do
que a de urna bala que ca'ie de prodigiosa altura,
pouco costar a um hydroffrapho experimentado
distinguir estes duus peno los do .lesenrolamento e a
ver u que lem s por eoosu a queda da bala. Es|e
processo tfio commo-io fo anda a[ierf--ic -adu pel->
Ingar-lenenle Brookl, da mariiiha americana. Em
seu ysteina, quando a bala aaaeaia no fuuio, se
despeja por si mesma, e q jan lo se inc.a o luriunle,
uola-se am cylmdro cheio da sobslaucia que cora-
poe o leilu do mar.
l'ode-se por este modo obler specimens do fundo
do Ocano aa mais espa itesai profanddadaa.
Estas engeuhosas dispusii;oes permilliram aolugsr
lenle Barrymoo, sondar em Ifi5 a parle do
Atlaulico que se eslende Jotre a Irlanda e a Terra-
Nova. A nalureza pared; inJicar estas doas ilhas
como os (erraos da glande linha destinada a unir os
doas continentes, de qae ellas sao as sentinellas a-
vancadas, e os exames h\drographicos acharam-se
de aecor-iu com esta India (ao.
O leito do mar abaixa-sn rpidamente a parlir da
costas de Irlanda, mas all nge logo urna prolunii-
dade quasi eoi.slanle que conserva em una imineiisa
exteiiSHo, Esle plaino marilimo que ja se cliama o
prata telegraphico, eslen(e-se cerca de tres kil-
metros abano do nivel do Uceano.
A sonta aloaeaoa aein arela eraargila ; mais
vasto e mais unido qoe aUeppeee os deserlos
d. nossos CoallaeatM, ello b. inteiramenle forma-
fusorio. Cjbrindo, dorante sua vida epheinera, os
quelites mares dos trpico', cahem depuis de mor-
ios no fundo dai Bgeai e correnles ubraarinas os
arrastram a estas placidas profundidades, em que as
sua delicadas cascas e comervim para sempre a
abriso das tempestades que sublevara a superficie
do Ocano.
O fundo do mar, que, n i meio do Atlntico chega
a 3.990 metros elcva-se bcandamenie para o conti-
nente am ricano, at jiini > Tetra Nova, onde for-
ma um rpido declive, como na cusa da Ir-
landa.
Estes prlmeirot exames, execotados noArclic.
foram etili:adas completadla pelo vapor inglez
i't.yclope., oqjal percorieu nos dous seulidos a li-
nha que 'e exolliera |iart eUabelecer o lelegrapho
rapidez uniforme que. thaorieameate, lleve ser igual podiam ser separados por um men r intervallo.
a rapidez da marcha do navio. De.l'arle, eraquanto Desl'arte adquiuo-se a nova de que n.lo o poderii
este avanr;asse um kilmetro, tira kilmetro de cilio traasni! tlir despachos da unpara oulro coulinenle
cahiria por delraz no leito do Oceauo. Se, pelo con- senao rom extrema lenidao, se peridicamente se
Irario, fusse necessario vencer monlanhas sabmuri-! enviesse no circuito ondas de nalureza semelhante
as ou valles de grande profunlidade, lornar-se-liia restava eximinar se, empresudo alternativamente
mais difficil dirigir convenientemente a deacida do j ODdas du electricidado positivo e negativa, nao se
cebo, que se havia estender em linhas t-TtaosiHi- i alcanzara urna transmi'sao mais rpida da paaM*
mas, emqoanlo o navjo corre em linha horiaealal. gem da- correnles nao pode operarse, como ja vi-
Se o cabo nao se desennovelasse edm prodigiosa ra- mo, sena i com a coudicao de licar o fio de cobre
pidaz, dar-se-lna enlio iulallivelmente que o navio j carrega lo de urna certa'quantidade de electricidade
du P-incipe-E luar til, ao tiolpho d'e Saint-I.aurent
e he esta a primeira eslae.au da grande linha, que
um dia prenlei o dous continentes. Erain o pre- j atlntico.
ludios de tentativa m.is ousadas : dentro em pouco A distancia entre Valenta, na eosla de Irlanda e
prendeu-se a Spezzi.i ao cabo Curso, a ilha da Cor- s. Joao da T-rra-Nova, que devem formar as ex-
aeaa a ilha da Sardeulia, o cabo laucado no mir tremida lea da liiiha, he de c.bO kiloraelrua em li-
Ngrn entre Varna e Bilarlava, permit o Eurupa : nha recia.
Occidental aeguir da pur da aa peripecias da auer-
ra. Tentou-se emlim, completar a commaiiica.1o
entre a Europa e frica, mas foi bal la la a leulati-
sa : quebrou-se u cabo, que parlindo do cabo Spar-
livenio para Sarlenha, devia ir ter a Calle na Alge-
ria. e altingir a profundidade de 3,000 metros, e
parte nelle Imj no fundo do mar.
Erabora esle detulre, era psra erar que oto dia
atravesarse o Mediterrneo, e at se uusou es-
perar que o anligo e o ^ovo-Mondo se uuiriam em
breve ilfava do vas'o t)eano Allantico. A Ame-
rica e a Inglaterra eiielier,im- esi.i nobre tentativa, e seguiram-lhe as vanas pitase
rom patritica anxiadade. Nem se eialtoo smeulc
a i mportaaeil commercial do n ivo Cica, mas al se
o | i ;. ver como um penhor do eoaoof lia e de paz,
eiilre as duas grandes naedes, que, bem que sempre
armadas em nvalidade, nao pudem esquecer, que
sao anidas por nina origem eoramuro. O alcan-
ce poltico e policial d'uma empreza sem preceden-
te, os estudoa cheiua de Interesie qae a prepararam,
ate o accidente que veio inlerromper-llie a execu-
MARTH4DE MOMBBHC*)
POR MAX VALREY.
Os prornolores Ao telegrapho atlntico viran) suas
esperanrss jushlica las pela deseoberla deste prato.
que pareca adrede preparado psra receber o pre-
cioso deposito que se devii confiar ; fcilraeote ae o
cumprelipiider se se eiaminar o modo porque se
opera a iinmersao d'um cabo submarino. Comeca-se
por carrega-lo, sol, a forma d'um vasto rolo, no in-
eaminhan lo sobre a parte suspeusa nos flancos, can-
sara a quebra delle.
Nao basta ter dadoa oaaii preciaoi snhre a rorm
e prc-tuudtda do : .1., t)rano : era aluda preci-
se Moer de que m lo um eabo de tao grande com-
primenloe poito em eondic/ies Lio ealranhaa, ria]
proprio para transmittir a electricidad!. Aqu che-
gamos a ama nova serie de esluios que, emhura
emprahendidos em vista somonte daeontlraee,Ia du
telegrapho atlntico, tem um alcance multo teral e
inleressain vivamente aa scieneias physicas. Os ca-
bos submarinos sao conductores elctricos collucidoe
em condic/iet dillerenies das dos los dos telgrafos
terrestres : estes sSo solados pela mesraa almos-
phera que os cerca e que apenas retarda em urna
quanli'iade quasi inaprec avel a rapidez das cor-
rentei que os percorrem ; e esta velocidide he coin-
paravel a da propria luz.
Operando aubre os fi s que preudem Pars as ci-
dadea.de Rooen ed'Amiens, MM. Fucaa el'iouuelle
demonalreram, por experiencias mu engenbosas,
que a eleclnci iade percorre, du .une um segn lo
100,000 kilmetros em um Do de Ierro e 180.000
era am fio de cobre. M. (i uild, nos Estados-Uni-
dos, servio-se d'um lia, que preu le em urna dicten-
cia de l.tisil kilmetros, Sio l.uiz a Waslniglon,
e achou que as correnles elctricas o ntraveasam
cora urna valociJade de c2J,(i0li kilomelros por se-
gundo.
-N i Inglaterra, o astrnomo Ayril fez ver loeet-
I velocidadc i| de 13,000kilmetros na linha de
Greeawich' Edimbargo, e rnenle de 1 300 tila-
metros Da linha sub >arina que prende Lopdteea
l'ruxellas. O flaido electri.-o percorre por tanto os
lios terrestres com urna velocdade muilo variavel,
mas sempre ae move n-lle com menos lentido do
que nos cab is mergalhados n'gua. O celebre phjf
sico iagl /. Para laj Id o primeiro que ex:dicou esta
differenca ; em um cabo submanano. os los il) ro-
bre desuados a servir de vehculo as crrenles alio
tsnladas por urna c mi la de guita-percha. Para
dar ao cabo mais ulule/, Itancnn-ss lias de ferro
em torno deste envoltoiio, e a corda assim prepara-
da he merultta la no fundo do mar.
Oa fio de cobre que furmam o centro nao so por
conseguinle upando, senao por urna pequea ca-
rnada de guita-percha de ferro e nagua, qu* iSo
bons conductores elctricos,
D'aqui resulta que no inomenloem que pina urna
crrente, os corpos vi/.inhos sao, como dizem os pliy-
icos, liuflaencado!), iio he, abalados por si me-
moa em seu repoase cleclrico, e mauitestam iuna
excitic.lo propria. He aclmenle o que .aconle-
ee quando ae carrega um desles apparelhos chama-
dos butelgas de Ley le,la coramuus em loJos js ga-
binetes de pbyaiea.
A electricidade que le accnmala em torno do ey-
!in Iro de gutla-percha reage a seu turno isubre a
que corre no interior, leude a rete-la e assim oppde
nolavel resistencia a marcha do ntrenle. SI. Far-
raday fez ver, por uoia experiencia directa, que era
ama liaba croa da 1,500 miihns inglezai de com-
primento, a electricidade se d-rrama quasi inslan-
taneameule de urna pona outra do lio. em quan-
lo que gasta al dous segundos eni fazer o rjetmo
Iraieclo em nm cabo submarino.
Estes resultados faziam temer qoe nao se experi-
mentase grande nilliculdade pata transuiillir sig-
naes distnctos ; com bastante rapidel alravex de
om cabo tao comprido como era o que devia aira-
veasar o Atlaulico. M. Wlni.house, o oeleclricieu
da companhia para urna cousa nova, be mi- er ura
uome novo, Iraloa de tirar estas duvidas. Duraule
o-auno de 1855, preparara-se ao ineamo lempo em
Greeawich dous cabos dulinadoa, um para airaves-
sar o golpho Saint-Laureul e o uuttu para ctmple-
tar < linha da mediUrraneo, mundo a Saxdanha a
costa d'At'rica. tra destes cabos devia ompor-se
de Ir los de cobre e o outro da seis. Formando
nm circuito tnico com todos eates lias, obleve-se
um compriroento total de mis de rail e oit> cenlus
kilmetros : nunca po ti r, a sciencia aer servida
por experiencias felas em ccala tao grandiosa.
Para reconhecer com que rapidez se podara
Irantmittir despacho era ora cab > 13o lon-o, M.
W liitehoUH cjnslruio apparelhos do exquisita aen-
sibilidade para medir ngorosamenle a veluci Iade
da correntei.
I ua pndula, que bate por segando, hs r costa
por tal modo que, durante urna o>cillacao. poe a
base em communicacAo, cora o cabo, parm Huido,
I--IH a crreme |iercorre-lo, e que a oscillatao se-
Klite : ae acha interrump la esta comraumeacao.
o ponto de partida, um papel preparado crmica-
mente desdobra-se com regolarida i por um meca-
nismo de relogiaria : um esUlete toca nelle em
quauto a corrate pissi, e II despega logo qae ella
se interrompe. Este papel aprsenla assim ao cabo
dealgnm lempo urna serie de signac posto -em
igual distancia, cada ura dos que se imprime du-
rante um segundo. Era diver.oa pintos do circu-
lo cstam cotlocidos rolos scinelbsules, os qntes en-
tr.in em movimeiitus juntamente com o pnmciru,
smente ns eil\leles hi que alo comecam a impri-
mir seus Ir.ic-is lalo quando Ibes lem chegado a
corrente ve se, poi, na parle superior de cada llan-
que su- -i 11 o equilibrio com o que se de&euvolse
em Ion.o do envoltorio solador de gutl.-percha,
emvianlo no lio uina onda elctrica negativa de-
pois de urna nula positiva, podia-se esperar que s
moleco as, sbitamente descarregadas e restitu las a
minuto cerca de una mensactem de vine palavras, a
por con-eguinle qaaii isil mensazena deste compri-
menlo durante as viute e quatro boras.
Animada por esta experieucia decisiva, a comps-
nhia do lelegrapho atlntico deCido-M a fazer am instantes ns rodas dos wagn a' cotrerem
appello do publico, publicou o aeu prospecto a ti mente em nos-os ca ninhus de ferro,
de novembro de ISti. O capital inleiro, que mon-1 lodas estos dilpoeatjaM erara aindl imperfeitaa
de se desenroisr muito ilepressa, e he permitlido
augmentar o altrilo, dillicullaudo cada vez maia o
movimenlo doa tamborea pir raeio de freioa de raa-
deira olida semelhanles aos que delem em poneos
velos-
Unida.
A expedir] parti no dia aegonle. Ao cabo da
algumas huras, o cabo embaracou-se na lnarl,.ua
e quebtou-se ; gastou-se alsum lempo em aubba-
hir a parle imioeraa cem solda-la de nove. No da
seguinfe deram ecun la vez a' vela, e durante qaa-
Iro das conecalivu recel eu-se coustanlemente des
pachos du Nigara. A' II de agoa o oa sigoaaa inlei-
romperam-se lubilameult.o cabo Imha-ae quebrado
no alto mar.
A vnlta doi navios, caudados ni partida por tan-
tos gritos de ie&ria, opecou-ae em meio de lima
verdadeira conaleruar^ao. Refere u engenheiro em
chefe, no relalono que in mediatameote envina ees
direclorea da corapaiihia, qae a in.mer'o do cabee*
pesso destinado a' costa se efXectu.ira sem difticol-
dad. Solda'ra-se enlao o rabo principal, cujo desen-
a a 350,000 libra esterlina!, foi tatucripto quasi; aim ha que muilas vezes acoulecia que, deacendo' voliimeuto se fi zeta a' principio com grande receu-
iinmedialaineule. A cumpauhia entrot em nesocia-
cilo cora os governos da Inglaterra e d>>< E'lados-
Uoidus, que lbe cencelerara urna subvengo annual
al que as reccilas mootassem a ti por ceolo do capi-
tal, e po/eram generosamente a sua disposiclo os
navios que Ihe iossem precisos. A tarifa dos despa-
ches nao foi definitivamente eslabelecida ; mas con-
'i-se elevar a IihI frjncas o preeo de am aespacho
0 cobo com cxirema rapidez, se ennovelaiiem nos
1 ni h ires as differentea vollas, ese gaslassem pela
Iricrao de urnas sobre aa nutras : o cabo violenta-
mente csquenlado pelo nitrito, delermiuava-se em
IUI passagam pelo vnrfo de ferro, bera que conalan-
lemente se o eslivesse humectando com agua Tria.
Pata executar a unirurs.lo do eabo do Atlntico,
u; priini i-se pnrtanlo e cun rasSo eale varao de
sen equlibrio natural,prouag.is.cm mais doclraenle de vinte palavras dirigido de Londres para Nova- j ferro, subslitundo-se-o por um enorme montan,
Voik, e a t francoa o pre^o de am despacho de 1 fsrtemente usada na popa, am piuco fora do oa-
ova eicitaclo.
Ot en. .i..- forera i.-.-n da eiaeraucas : empre-
gando enrreuies, caja direcr-ito variava consliote-
mente, cliegou-ae a produzr na extremidide du
caho o lo inovimento dislinclo do envete em
uin segundo ; e anda mais as experiencias
tentadas com as corrente allernativa deiuous
traram que maitas ondas elctricas positivas ou ne-
gativas pudem viajar ao mesmo tem, o no cabo sem
se des.ruir ou contrariar mutuamente. I'em-se
po-s rai'.Au para esperar qui cora disnoaic6ss conse-
iiienle-, sepodera'alsum dia as linhas submana-
nas e larrea que mesmo as linhas terrestres enviar
ao mesmo lempo despachos us dous sentidos com
orna so lio c resulta lo eale que lera' verdadeiramen-
le pruc igioau.
Logo que se racooheceu qoe a tr.insraissao elac-
trica p ntia operar-se cora infflcienle velocidade, era
preciso perscratar que crrenles se eufraquecariam
menos era ura longo Irajeclo, porque devem conser-
var bsslaute energa para fazer mover os apparethoi
que re.;islram os signaes. Oa antigos insirumei los
chamados galvanmetros, que -.11 destinados a me-
dir a Inlensl lad- das correnles electrices, e que se
compoim de delicadas agulhas magueliadas qoe
a passagsm da electricidade taz mover, nflo |
servir |uaudo se trata de curenles inuiio fortes c de
muilo curta iluracau: as agalba igitam-se ei.tao
coavuliivatnente e au dao mais iiennuma indicacao
precisi.
M. Whllehoosa imaginou um novo inlrumento,
tao simples qale rigoroso, qumele a torca de al-
tracca, exeicida por om varo de ferro brando, mo-
mentneamente convertido em imn durante a i II-
sagem da curenle. Com esle apparelho, de exqosita
eosibilidade, K. Wbitehonse poda comparar as di-
vi-rsas correles em relacen a suas propriedades le-
legrap licas : as qoe deviam ser preter tas, eran as
eorreotrs que alravasaam o cabo com maior rapidez,
perdendo entretanto a menor fore poMivel. Ha-
bano ilesle duplo asnelo, a correnles que se cha-
mamvulliieai, e que ido devidaa a um acc*le
chiinica, distinguem-se minio faclmenle da. corren
le chmalas de induccaon ; estas oltimas lomara
nasciireulo em um fio couduclur todas aa vezes que
em ionio delle o equilibrio elctrico ou magnciic-i he
modificado quando ae aproxima um imn, qoaedo
se o a[ arla, quando uina corrente voltaica a ice
em uir lio vi/.iotiu ou quando se ilesvaoece, qnendo
gauha era fori;a ou quando se enfraquece. As cor-
renles de Indcele alo sao pos de alguma lorte se-
nao re lexoi das perturliicoes elctricas ordinaria, e
goz.ini lodawa de proprtodades mteiraraeuta ds-
linetai.
Desl'arte al. Whilehoose demonstrou que ellps te
(rausrr.iltem no cabo sub-marino coin mais presteza
do que as curenles voltaicas : provou lamhem
que si a inlensidade he mais forte, einqaanlu qae a
mesmo lainanho enlre Terra-Nora e a Irlanda, ties-
ta coadlcflee pole-se contar com um rdito prova-
vel de Itl a 15 por cento. Esta propurcSo parecer
talvez traca, -e se ntleoder ao rjscos de tola a espe-
cie que corre urna empreza lio oaa,ta ; mas nao he
para duvidarque mor parle dos ub-ciliAor.s fossem
antea Inspirados pelo deseio da conlriioir pra ama
obra mil e gloriosa do que pela espiranra de amia
remuneracAo.
vio : o cabo da' pela ultima vez urna volla em torno
de-te moullu antes de meigulhar n'agua.
>i lambores em tome dos quaes se enrola o ca-
-nido sob e a Dvbirtl, tinlum profundo sul-
landades.
Iiuranle algam tempe deseen com umi rapidez
quasi igual a' do navio ; maa, a propor^So qoe aoc-
menlava a pnfundidade iiieuto turnea le maia rpido, e fra precia impri-
mir noa freioa umi forr_a i.e reiialencia sempie cre-
eeote.
.No alto mar, o eabo di enrolava-se com orna ra-
pidez ep cinco miihas por hora, em quanlo o nivie
so filia (res. Cesa puuco vieram novas circamslancia
dillicultirainda maia.Ao passoque onavio caminhava
na direce.lo ra esle para o cesie, una poderosa cor-
rele ubmar.na proveniente do sul arr.stron o cabt
para fura da derrota do navio, e rootribaio ainJa
coi de ac, era que regularmente se ajuslavam as! para augmentar a tensan lo cabo O mar encapel-
voltas, que por este modo nao se podiam enlrelac.ar
nAo obstante a rapidez do movimenlo. Il-niam
qoatro tambares igoaes, cujos motrimanloa eram ie-
Udariei e regalados pela aci.ao do freo. Crrio eu que
lou-ee; luda a vena que ama onda estoorava na
popa do navio por onde desria a cibo, a unmenai
cerda metlica, suspensa ale ao fondo du atlaulico.
lumia orna sbita e vilenla commea;le.
leror de ura navio ; depoi de haver lixar urna da do papel ora espuco branco tanto man longo
da ponas na costa, dr:e-se o navio ao longe da quanlo mais se aproxima da rxlremidade do lio
linha pr. j.v tuda c o cabo se desenrula pelo elleilu
de sen proprio peso e gradualmente se estn le no
fundo do mar, alo que -a allinja a costa oppoita.
Po ler-se-hia comparar, a com mulla veidade, am
navio enc-rr-ic. do desla o|>eraeao a urna aranha OC-
cupada em esleiid.ro lio l'um a ontro poni. Co-
o sabe o to do proprio c irpo >Io animal medida
comparan tu este diverso cmprimenlos ai lrao
que a electricidade imptime durante ura segundo
po.sueui-se imagens maleraes da demora que ella
experimenta era sua marcha e po li-se, cutu o au-
xilio de rigorosas med las de romprmento, calcu-
lar fraejea de lempo, rujo valor cuita su perec-
eado pela imsginocao, us que importa a lelegra-
la Inglaterra em urna industria espacial, n dentro
era alguna mezes ple-ae salisfazer tao importante
encoinraenda : mais de dous rail operarios se empre-
garam nesle imporlaiile (rabalho. Depois de graoe
numero de ensaios resolveu-se dar ao caho o peso da
um tonel por milhi e ami espeasura de 15 millime-
Iros. II i-tiro i ilgum.'is palavras par i dem'iustrar o
modo por que be couiposlo e como lu couslruido o
cabo.
O centro he formado de ele fioi de cobre, um rec-
io e os oulros enrolados hlice era timo do primei-
ro, por maneira que, se aconlecesse quebrarem-se
um ou mais lios, os oulros coulinuariam a transmittir
os signaes, A corda da cobre, mcr^uthada lies sezee
em um baobodegulla-parcha.he tambera coberlade
.-- empo elle ailira em peoa a ope-
ius n laios forain munidos de tudo qnanto rseAn ,lo desenrelanienln ; raa fui obricadn a deixar
i in is Mernpalosi poda jalgat necean- por am merai ita a BMchiaa pata ir proa do aavta.
Mo ; iccomaloo-se Bellas ura verdadeiro ra-iterial
le COUltrocco e da reparicto, apparelhos oleclri-
:os de toda o genero, Suppuu lo que uina pirle do
cabo prendes., a lacoldcida de eonduxir a electri-
cidade, era lugo lado o ligoil d! avian pela deten-
co de urna eampaintaa, qaa a crreme leria em
cooiunte movminto. Immedialamenlasa devem
-pertar ns frei. a para intenomper a deacida, fican-
do o navio de alguma surte ncarado pela iiiiraensa
curda que o prenda ao fuode do mar, e sra.laal-
inente se meara a parte subniergnla por meio de
una machina a" vapor ; depoi, logo qui- se desee
lir;-se o pe.Uei privado de eleetricidaoe, ae
esli enrolados os lios de ferru. No centro da roca
lia nina abertura por onde e eleva n corda de cobre
que he desenvolvida por urna machina a vapor, e
que sobe iiicessanlemenle pira o laclo da fabrica.
A machina deseurula lamben) os fin de ferro, mas
impela na mesma direccio a roda em que elles ie-
ponsam : elles voltam portalo ao mesnao lempo
i|ue se elevara e se enroscara hlice era torno da
corda central. I.ogoquase acaba um rolo de cubre,
siibslituem-no por oulro e sol lam-lhe cuidado-a-
menta as extremidades. He tal a rapidez desta one-
rajo, que jii se fez em Greeawich ale 8 kitome ro-
d cabo em um s dia. As extremidades quedev am
licar perto das cu-las loram construidas coin mais ri-
gidez que a parle destinada a icpou-ar no fundo
tranquillo du Ocano, l'ara que o ma'ulho sobte o-
roehedoc, a acflo das vagas e o cboqoe das ancoras
nao podesse oeeaaionar a ru[dura do cabo, liuhc-se-
ibo dado um peso de mus de 7 loneta por milha, em
urna longitiide de III niilhas. a partir da coala de
inlensidade ueuhuini influencia exerce na propaga- Terra-Nova, e de 15 militas perlo das costa do Ir-
ona trplice cania a de barbante alcutruadn. I'tepa- ra cortar e soldur as duas eslremidades saa. Cisa
rada por Irucoa de duas milhas de cumprimento i pmi dsitai ten estilles momtnlaneaa, que de-gia-
cuhmelli la cadl urna ao exaina dos neleclri-adoces i cadamente sjo |;io commitns nesta parle do Atlan-
Jeclrociens', euvulve-se a corda em ura lecido |ro -1 tico, visase piir en operacjle, proj cclavu-se
leclor de lius de fero. Eis-aqui com seexecula esta' cortar o cabo, prender a eilremiJadc da prle sub-
operiedo : ama grande roda horiionul inatenta era i-m I r. cabo da reserva, preparado para
sua circumf.rencia de/.oito c\liudro>. verticaes, onde este efi'eit.,, que se deixirla cihir lapiilainenle no
que elle ae in ivo, ssiui se e.capa o cabo das bordas phia conhecer.
d navio propnrcloque elle atr.ivessa o Ocano ; Cousa singular na extremidade do fo o eslvlete
o ha ama diii>reuc,a e le qoe a aranha s li i o ; uma vez apphcadu sobre o rolo, na i p,dia niaiidei-
qu.intn Ihe he uecesaano -i s estn te linhas recias,
era quanlo que he muilo Jitlicil lolbei o cabo, que
se deseurula cora furiosa velocidade, de accuratilar-
VIII
(ContinuafSo.)
Enlrevislas semelhanles n qne arabamn de con-
tar rennvaram-se quasi lodos os das. Tudas aa ma-
nhaai Catharini ia a Cernau saber de Marlha a que
li mi poderla vir a' sua choupina. e M-noel era im-
medi llmenle informado di-.o. De or iii.irio era ao
i.i-io da que madamesella de Muntlirun achava raeio
da deixar o castello. Em lo loa os leintioa ella reser-
vara algoroaa horas para o estado, e ninguem se in-
qoielava por aaber se as pa*ava era sua cmara, na
bililiolbeca ou era ura pavilhu rustico, cujo gozo
'tribuir exclusivamente a li.
V cboopiina de Cslliirini era sombria, e, devemos
coiii'e-siir, iminunda, A area da praia esquenlada
desde a mauliAa pela sol queimava os pal, e ne-liun-
brasa a vista rom seus reverberos. Ilirthi e Manuel
f ir.un obvia, i los a procurar abrigo nos rochados. De-
pois da ajaitai petqaisai descobriram am luga- |ue
Ibes paiecou orasar um lalio natui-il. I'lsntas -,i\i-
tragias miatora las cum itrre* VOrmalhai ilcatifavam
as parada*. N i I mo um peJa^o de granito qeebrado
podio servir d* banco, e o. p repoasavsm -obre
auna areia mui lina naneada de co:i-!u ihaa e de pe-
dacinbus de laico, que bnlhavam como diamanles.
Bchelos einseatos, axtravaganlaniente grapdos,
encnbriam es.- gracioso recautu da tirata, lmenla
viailado de qnando era qiaudo por alguma gnvot.i
faiisula de uma longa viagam, ou p ir algnm goala*
no curioso.
Foi ah qne Marlha loman as primaira lice de
liespanb d as obra de Zorrilla e de Espumeada.
Esses poetas fallara magnificamaule do amor. E.l^os
C)Vid Diarh u.TT"
leu com enlhusiasmo. Nunca nenhum poeta franrez j
Ihe causara tal mpfeasfe, Palavras novas aos nossos
ouvidos, lientil de lodas ss accep;6es triviaea na ri-
diculas da liiuo.ueui vulgar, dao sempre am en-
canto iminenso es ideas ( ao senlinienlos, quaes-
quer que sejum : ra is quando o sentim-iilo expri-
mido he para mu lio novo como as palavras que o
axpnraem. e esse seiitimeulo he o amor, entio mais
do que nnnei a poesia no parece una revelacAo de
um mundo mperior, urna uola da grande harmona,
ura accordo do hosanna el tiio, que os arcanjos can-
tara dianle do Ihrono de Dos.
Depois do estulo vinhan sonhos sem fim de ven-
tora e de amor ; sonhoa, nAo projeclns, porque aa
posiclo Ibes alo permilla f i/e I ... Todava aconte-
cer I Marlha o que aconUceu a ma lodos, quando
estamos lobo dominio de nm s cuidado. Des le que
decidir em eu corsea i que ua vida eslava indis-
oluvelmenle ligada a de Manoel, ella o nquerera
des obslacolua que dantas Ihe pareriarn invenciveis
Qoaado, cemo obteria da lia a permisiao de caar
c >m elle '.' Nao o sabia, ma nao dovdava da possi-
bilidade da alcanca-lo. Pata fallar de Manoel i ba-
ronea ella aguardava a partida da marquesa de
Roabac, a volla de Manoel llespanha, aa qualqar
oulra circumstaucia favora'el. tjue Ihe imporlava es-
perar Sua vita actual era lio feliz, que no fundo
d'alma ella tema talvez meis do que desejava, ludo
| o que havia r!e trazer-lhl ipialquer mudaiica.
As entrevistas a bar 'a do mar Dio foram por mili-
to lempo as nica'. Mano, I nie pdenlo le-ignar-
| se a pasar lo i-- os Kroes lo mesmo lempo t.i-i perlo
ello longe li Martin, d;cidio-ea reapaieeeraa
sallo da baronezi. Nao M sem lonoas hontictaei, e
I sem uma inqoelitio lecrila que elle esenloa eaa
. resolucan ; mis. coi' extraordinaria, foi recebido
em l'ernan como se l livesse ido na vspera. Pedi-
I ram-lhe vagamente noticias sea, e ninguem pare-
- i ler coiitiecimento ,1o qoe lbe acontecer. Filie
notou lambem com admrasela que nunca era pro-
t niincia la em sin presenca n nnme -le Jorge. E-sa-
visitas ao cstel!o eram deliciosas para Manoel, o
final leudo certeza de ser ornado experimentava um
prazer neniar em vnr Mltlhl roteada de h imena-
iens. He lie deleitoso para o amor proprio dizer a
si meemo que a inulher que lodos inrcns.im como
uma divinlsl. que perra mee? altiva e de-lena i-a
pira com lodos, eilava tm ilgaus ioslatiics antes
pegar-se delle e, em vez dos traaos do primeiro ap-
parelho, nao marrav i senao ara traca indefinilo.
Islo provera de qae, em cada s-gondo no momeuto
lerna, tmida, e pro-irada dianle de mis. lia taes
gozos para o corac,o em urna palavra de amor mur-
murada eulre duas phrases oficiaos, em um olhar
IAo rpido que ninguem pode lurpreben le-lu, e que
conten para o amante o maia eloquenle de todos os
poemas. O recalo e a frieza apparenle que a soceda-
de mpe, lem alm disto uina vantagem incalcula-
vel, e vem a ser que turnan lo a acbar no dia segra-
le a mulher que amamos lio differenle duque toi
na vespera, | ligamos fazer cada dia nova conquista,
e saber pela primeira vez que nmos amados.
Durante algumas semanas Manoel Mara tiveram
pois urna existencia que era uns Sotiho do que rea-
lidade ; poim a resudada alo se deixa esquecer
por muilo lempo. Ella appareceu uma manha a
Manoel dehano da forma le sua anga pruprtelaria,
a qual vinha julcar por si mesraa du effeilo doa ba-
ndo! de mar ubre sua saude. Seu anllrimeiito e so-
breludo sua febeidade nliam felo Manoel esqne-
cer-se completamente do que se dissera na pequea
cidade ; apenas lembr,iva--e da causa de aeu duello.
Tudo sao eslava IAo longe delle A propriclaria veio
cruelmente ajudor-lhe a memoria, iiilaou ser-lh* a-
gradavel fallaudo-lhe ile .Mirtha com indlgnacie, e
expoz-lhe uma moltidln ignnrava solire u seu duello, e sobre o accidente de
Jorge.
Era lira, acrescenlou ella terminando, bem
como dina huotem a inulher do inanea mada-
mesella I.orineaii que ra'o contou, todas esiaa mu-
lliere que moolam a cavallo comoofliciaes, que pas-
nn a vida com os nllie. lilus nos livroi, ido -,1o
grande cousa, e seria preciso que um hornera livesse
peidido o juizo t>ara cuidar em casar com ellas.
So Manoel jolgava desprezar aUunia censa, era
con.menle a npiniao da mullier do maire e de
in a 1 une. ella I,orillean ; elle mostrava mesmo sobe-
rana indillerenc : para cora a opinia i do mi reni era
geral, e foi isao que imperti de seutir-se ferido pelo
que Ihe eonlava a pioprielarn, e de eapeiimcinar
oina e-pecie de irril.tcAo contra Marlha, erobnra
por ai approva-.-e seul costos e suas oecupaees. liso
acontece a todos aquelles, cujo amor precisa inces-
sanlemenle que a admirarlo dos oulros vinha con-
firmar a sua.
Martha man lici avisar a Manoel por Calharina
da que nao poderla v-lo nesse da. Elle paasoa
pois um da tnui triste, ora tenanlo ler, acia que
(ao das corrate* ordinarias. Decidio-se porlanto
qae ai empregaria para o servico do lelegrapho
allanlico crrenles de induccAo de'exlrema energa.
A pilha voltaica que alimenta, se assim nos podemos
eiprinir, a aetividade detai correnles inductivas, he
le nuil toreo nolavel : compe-se de elementos de
lineo e da prata, e a disposco qoe Ibes den M.
Whileaouse assegura crrenle admiravel regula-
ridade.
Ai i esqu/, ij qae acabamos de examinar sr,1o de
ora en diaiite cuino que as base da telegrapbia sub-
marina, e fixam a suas rearas de ura modo defini-
tivo. No caao actual, so restava resolver uma qaea-
IAo : q ie Mpesanrl se llovera dar ao cab i atlntico .'
I de li-uvres para Calais pesa S loneii por inilna ;
se o cabo do Atlntico bouves-o os mesillas diinen-
sea, pesarla iara mais de 20,000 loneis : lornava-se
imposs.velcarreg.ir lio enorme peso us llanos de
uinua.io, inda quando fosse o l.evalhan dos ma-
res, o cGraal-Eisterna que se acha em coustruecAo,
e que lizem qu- transportarla elgom dia sabr as
mares am etercito de dez mil homens. A unmersio
de um cabo lia pesado em grandes profuu lidades he
alera i isto uma operijAo iiiuilo.cliflicil, que olerece
os maiores perlgos
Refere M. Bntlque, em nina primeira lenlaliva
para unir Sardenba a frica, nao ple encontrar
em tolo lripoljc;ao mais de Iras homens qoe huuves-
ein bastante curasera para ficar ao p dos freio.
A prudencia a economa man laram que se dsse
ao ca ni atlaulico a ineuur espesara possival; mas
pareca por oulro lado que a electricidad se piopa-
gana cora mas difliculdade, se se dirainuisse o dia-
raelro : he istu ao menos o que acontece mis crren-
les or linarias; n rosilleBCta quo ellas experidien-
l.un lirna-se lauto nnii consJeravel qaaalo mais
delgado be o lo. leli/inenle desti vez as raod (ca-
rnes < ue sollreu o inoviinento da eleclnci la le nos
cabos submarinos tireslaram-se perfeitimente as
exigencias que se pretenda saUlfaier; M. Whlle-
houie venficoa que, longe de ser retardada, i cor-
rente iccelera-se quandp te dimiuue a espessura do
cabo. Nenhuma cunsiderarAu llieunca se oppunha,
puis, |>ara que se Ihe dse grande levea, e socieute
se procurou faze-lode tal espessura que podesse con-
servar ua descida conveniente rigidez e que sa nao
corvaste muilo docilmeale sob a influencia das cor-
rentea submarinas.
Depois de haver rasolvido com lana hablidadee
forlun i lodas e-las dilliculdades srieulilicas, eale
problemas comulelameute novos, aiseutu-se fazer
tema experiencia solemne com os mesmos in-lrunieu-
losqoe deveriain ervir algum dia na linha do Alian-
tico. Iteonia-ss era ura circuito omco, cujo compri-
menlo era de mais de li.tKXJ kilmetros, ua fio. -uli-
terran 'os e oa cabos que coinmuiiicara Londres.
nenhum livro pole-se Bxir-lhe a alienlo, ora pas-
eando por e lodi pira elle. Chegandoa nolte dirigio-ae para o
aaetejli. Oshabilanles de Ornan ah chegaram ao
iiiesiiio lempo, as duas viuvas em rnbeca dasciber-
ta, o i urque/., a irina, alirtha e Jnlii a cavallo.
Djrau a o janiar, ao qml iManoel assistio, a eoo-
versacllofot muilo auiinada, o versuu priuci|ial-
menle sobre a intrepidez cum que madamesella de
M' mi) un lizera seu cavallo sallar una sebe que
impeda o caminho, entretanto que a Viieoa lesal
vollav dando gntoa de terror. I nnrquez de Ros-
se fa/ia mil elogios a Marlha que dava pooca im-
portancia sua arc.lo, maa que fura eicilada pelo
ar Uvrt e pelo exeicicio, ra e conversava com jo-
vialidade.
Em quulquer oulra circoraslanci Manoel leria
Picado ufano da coragem de Marlha, poi amava
apaixonadimente tudo o que era extraordinario e
linha nina apparencia de forca ; porein depoia da
couve-sicAo vnrai t'inliam da marquez. e referiatu-se a acunte-
cimentoa em qoe nao liven nenhuma parle, eipe-
rimenlou contra ella urna colera suida, a qaal 1ra-
duzio-ie em atiquei crueia contra as imilh-rfs de
gran III talentos e de prcsomp.es vaionis, em um
panegjrco pompo-o das creaiuras fr.cas. ignorantes
e tmidas, nicas que era sua upiuiio linham raes
e eram syrnpatbicaao homem. Fallando mim e.
pareca dirigir mu enmprioBento a Julia, a qual
eclipsada mu np.menlo por Marlha enlio viv ale-
gra vendo rehallada por Miooel mesmo a superio-
n Iade de uraa mtilher a quem delesl.va, e Havon
com elle uma muversaeAo em que inu-lioo-ie cheia
de espirito c de cluecao. llrame mili de nina
hora Manuel pareceu oceupar-se nnicamenle com
Julia, posto que DOlMaa muilo bem a profunda Ira-
leza que suceder .i animai;ai> de Marlha. SolTrera
por sua cama, e por maia innocente que ella fosse
vingv:i-e faiendo-a sofi'rer a seu InrilO por nina
injulii,i do corarAo, infelizmente mui rnmmuiii.
Qnasi no fim do serao ella a-bou meio de npro-
limar-te delle, e disse-lhe liinidamante :
Que tem vaas luje I
Voss abe quesoas ebrnas cjvalliaias n>e lio
bjveis, e 11.10) faz nenhum casa d|s-u. ie-
poadiu Mitioil eui lom qoaii grofseiro.
lauda.
.Inanias vezes as mais importantes empresas se
julga ler pesado, examinandu e previsto ludo V.\-
goiara-se os recursos da ciencia, des;e-se as mais
minuciosas particularidades, e percebe-se no ulti-
mo momento ; mas mullas vezes muilo lardi, que
se romiii-lleu algum erro grosseiro, que o m ni ig-
norante leria evitado.
Uuaiiduse terminaram separadarrenlp as duas roe-
lades do cabo, reconheceu-se que 14 belices los lios
de cobre e de ferro estavam eul elida urna das me-
lades einseulido dQerente, unsdt esquerra para
i dreila, oulros da direiti p3ra a eiqueida. l'Ao ex-
Iranho erro poda ter pengusa coosequenc as, pus
qoe lugo, que as doas melades se reumssem no fun-
do do Ocano, cada uma dallas ajodarla ., ooira a
deslorcer-se. E-perava-se reparar esla falla ligan 1o
10 poni de juncjo um grande pino : remedio pe-
rgnso, pois que contribua para augnienlar aiadl
a leu-o do cabo, innaturalmente IAu foria duraule
a iinraerso nu alto mar.
O governo inglez poz a disposir;;o da rompanbia,
para receber uina das meladas do cabo, o uavio
>< Agamennon, que Irouxera o pavilhao do almirante
sir Charles Lyans no Mar-Negro, no principio da
gueira da Crimea ; e os Inalados l'nidoi enviarem
para carregar a oulra melade, a nova i magui'ica
frag lio Xiogaraii.
t)s dous navios descarregaram suas formi l.iveii
machn,s de guerra ; construidos para as lerriveis
Iota do mar, lam eoconlrar-sa em uma obra Iota
pacifica. As duas nielarles do cabo foriiii conduzdas
uas cmara! que se Ihes tiiihara preparado, por meio
da mouto's condii/idos sobre barcus alinhadoa at
jonlo dos navios ancorados ; a' midia que o cabo
entrava, eurid.iv-iui-no cunladosamenlc era Ionio ae
um eixo vertical, de modo que as vollas se cobris-
sem exactamente, e que nada podesse impedir que
sa de*entolaera. Foi preciso um rnez inleiro pa
carregar metade do cano ni Againeuiion ; a for-
ma de-le navio pcrmitlio aloja-lo hi em ura so r-
lu, cuj parle sopetiur finnava oti verdadeiro as-
sualhu circular de 15 pl de dimetro.
.Nu i Nigara foi preciso dividir o cabo emires
rolos e demolir em parla o iuleiior da uova bu-
llante fragata.
Emquanlo se preparara com lao espantosa rapi-
dez o cabo do lelegrapho allantici, ralnlhava-se
lambem por aperfeircoar os apparullioa ordin aria-
mente empregadoa para executar a miners.iu dts
cabos subinariniia,
A principal difliculdade desta operacAo consiste
em impedir a corda metlica de se descnrolar coin
ni jil i rapidez e de se accumular i o fundo do mar
em multas voltai. Ate ao presente es como se pro-
curou mud;rara velocidade du cabo duriule sua des-
Pnr ventura ttnho a liberdade de obrar de ou-
lro modo'.'
Urna malbcr faz sempre o que qter ; ma co-
mo privar-se da a Inurara i do marque? de Boshac ''
Oh Manoel! disse Marlha cum lagrimas no
olhos.
Manoel leve remorso vendo Marlha chorar, e
luriiou:
Esqueci-se do que acabo de dizer-lhe, F*ui
cruel c mas vossA nAo pode adevui lar (|oanta sus-
ceptibilidade ha no coraran de ira homem que
ama.
I.'in sorriso cliaio de reconheciminso hrilhou nos
olhoa de Murtha. Nunca ella amara a Manoel lau-
to com ne-se momento. O qile ftz certos homens
luumpharam he que as mulb.-res quasi sem excep-
Clo veirn signaes fie amor as proras de egoi-mo.
Talvez o egosmo t.nibem nAo Ihes desagrade, talvez
ellas achem secreto prazer em dizer comsigo
homem he incapaz e iscriflcioi, le a.tenres, de
piedade, se eu nao Ihe agradasae mais, He me que-
brara, me abandonara sem hesilarao. Se quer raeu
amor, he porque aou-lhe iudispensivel, he porque
o eo posso dar-lhc feheidade, he porque me
adora o
Marlha nanea I irmol ira a si me mi sae racioci-
nio fatal, que lem perdido tantas mulheres ap.ixo-
uada; uins nao uusariamos allirmar que sem osa-
ba! laratM lu Inflaoncia, quando na noiie deque
traamos ricnlheo com um e-tremicimenlo de ale-
gria nAo eostnmida o ultimo olhai que Manuel lan-
cou-lbe so ddixar o sali. Ilesii.i parta e'le rae ti-
naoso i convencido do que Marlha o I
amava, mas sem poder tHqeecer-so de que haviam '
pessoas, para as qoaai ella nlo era a primeira das
mnlheres. > o | arcebendo que havia mais vaidide '
do que amor em seu desconleniaiiieiilo, elle filia
honra a seu coracAo do qua expirimenlava.
I\
A neeewidida<) mtvimeolophytlcoqiea
il sempre a agilacio moral, l"/ ilanoal va-
ri ir muilo lempo ao redor do Clltello em ver de vol-
lar directamente para I ehoopam l.r uuimii .
i.il-i noila de Inar. Plisando por ama vereda e-
treita qaognarnncii um prado, elle vio um cavallo
comen lo Iraiiquill .mente >. p| mi, alia. qne o ru-
deavam at o peilo, e reconheeeo c im atpanl i o ca-
vallo de Jorge, u qual dislinguia-ie de lodos o ou-i
mar. De>ia-e eniAo alar solidas bota a' extremi-
dade, para que ella paras-e na supeilicie do Ocano.
Bmqoanlo m furores da lempestade se alqurbrns-
-em contra eta cabo da soeeoiro, oaivios corre-
riam livremenle a favor do vento; e quando vol-
lasse a nalataria, procurariam ai boiaa, susp.nde-
riaiii o cabo de a ICCorro e coiitinuariam a operacAo
regular.
. c,hici MColhlda para a mmcrsAo, loruava qoa-
si inuleis e-iis ultinias preeaoctlea : o lenle Mm-
ry, qu dao-ea um estado aprofondado da raete-j Me ie Ingia do Uceano Atlntico, liaba indicado como
o periodo mais propicio para o bmi exitu da em-
nreza o fim do mea de uiiiio e u cometo Ju iticz de
- -lo.
lie por rsse lempo qumenos sao para temer as
(empentadle, as c-rracoes e os gelus lljcluantca, que
loruaiii lio perigosa em oulr* pocas a denota da
Irlanda para a leira Nova, lufelizmenla quasi que
lta se pod contar neslas latitudes sepienli onaes,
anda durnute a e-l.ic.io mais favoravel corr. mais de
de/ un do/.e diaa de bello lempo interrompido ;
imporlava, (mis, lera:mar a oneacao cura a maior
releridaili- pn-sivel. Pur apressa-la, ja se linha cal-
clalo enviar ns duus navio para o centro da
Atlaulico, onde sol tarium as extremidades dos ca-
bo-, que a cada mu delles eslava cuufiados ; depois
du que, Tir-se-liiam a' vela um para a Irlanda, ou-
lro fiara'Ierra .Nova, e o cabo sitbraercido no meio
lo Oes too sa asten leria simullaueameute em ambas
as dlrec(osi.
Desta surte poder-se-hia terminar a operacAo duas
ve/es mala, dopreasi du que submergn lo primeiro
metade du cabo a partir da Irlanda, e depois a outra
metade avanzando para a Terra Nova. Alcm disto,
parlin lo lugo para o m?io do Ocano, affroniavam-se
js circnnMtancisa man crticas, experimentara-ai
nelhnr a lorca de risittoncia docaiio, ese elle bou-
(esN de ti partir, eoiria'-ae sii o risco de perder ama
pequea puouo. AcreSCOntamea querr mullo f el
i il i ir as duas melades lo cabo, einqaanto ellas ain-
rnsiem sebreoa navios, ao paaaa que esla ope-
r.co ulTereceria reae dilliculdades, sobretudo par
gran le espuco de lempo, ae uma das duas melades
|a e-livesse submergida.
Pur ludo estes motivos, linba-se decidido a' prin-
cipio que a immenn cumeraria no meio do Atln-
tico. Ma. esta re-olucAo foi depuis abandonada, e
preferir-se-ha fazer navegar de reserva osdou- iiot
encarregado do cabo cum oa asteamers quo 1 lies*
deviam presiar apoio, afim de concentrar lodaias
fuic-s e recursos da esquadra.
h* _'!! de jiilho de 1857 entroa no porto de Ooe-
ens owa, acoinpanliadu pelo iiSusq'Jehanniii, um dos
miia hg-3iro vapores da mariuha dos Estad .s-l ni-
du : o Agamennono ja eslava oo ponto li\o u
rendez-vous) com u nl.eopard e o Cvrlope. que
"tierara aa ultimas inur.eises no Ocano. Vio-se
chegar com pooen M. Brighat, o eogaaheirn era
rhef da companhia, M. Wnilehcuse, M. Morae,
y. Cyrn Fiel!, am mais ardenles piomolores do
lelegrapho allantico, o sabio professor lhorason, qoe
lano conlribuiu por seus conselhos para resolver os
problemas scienlilico, cuja solucAo imporlava .i for-
tuna e ao futuro da empreza.
A i de agesto, o lord lugartcnanti da Irlanda,
em presenta de uraa numerosa mallidao. inaugurou
a iiuraersAo do cabo submaiino na pacifica baci de
\alenlia, que se marcara como um doi termos da
linha, parque puuqutsmus navios alai ancoravam.
A exlrem Iade do cabo fui conduzda por balis
para a margem, e lord Car lisie a preudeu a um ro-
busto pilar, que durante operajau, devia eslabele-
cer uma comraunica^9o permanente cora os navios.
No caso de ser bem succedida a tentativa, conveio-
se em que os primeiros despachos entre os dous conli-
netile- seriam directamente trocados enlre a rainha
Iros do logar por ser todo branco com ama larga no-
dal preta no lado esqaerdo.
Depois de sea accidente Jorge nAo tornara a ap-
parecer no castello, e Manosl suubera uesai mesma
raanhia pela prt Homo poda, pois, seo cavado ichar-se a taes hura*
perlo de Ornan I M inoel fez a si m 'sm i mil per-
-era adiar nenhuma re-posla salisfa doria.
Examinoo o cavallo debaixo de lodo o aspectos, co-
mo se esse exima pole.se revelar-lite o mysleiio de
sua presenca no pr.do, e smente d.poa de meia
hora de invlii.iroei e de pequizai infructferas foi
que decidio-se a deixar esse lagar.
F.ti!ranliou-se em um bosque, tendo o corac.-lo de-
vora lo por um came qu& nAo sabia sobre que fun-
d use. Alguna minutos ilip lis de ler entrado an dis-
se com sigo que ob-av mal atastsado-se do arado,
que Jorge viril inev.tavelniente bascar aeu cavallo,
e que ella leria ssiio alguma prohalulida !e de eicla-
rerer e--1 historia. Ao mesmo lempo formava o pro-
jeclo de escalar oa muros do |ardim e de pendrar I
p ir qualqoer maneira no aposento de Martin. N >
'ii menlo em que aasal ideas chocavatn-se em ana
caliera, julgoii ouvir um susurro di f ilhss e parnu
parae-c.tr. leve logo a certeza de que hara al-I
nuera pello dille, e nlo dovidando qaa fusse Jorge,
adiantoii-sc cun precau^u na direcc/io do rumor.
A fiilhagem era lao densa ne-sa parle do bosque que
elle raininhou muilo temp sem poder reconhecer I
I pa da qual In, bam que e-live-se a piucos
le distancia. Emfim asi i pessoa paroo. e es-
fregou contra ama arvore una macha cbimici. Ma-
noel vio eolio qoe nai te engaara, e que era rom
alTsilo .lor.'- Servet. Jorge obiou pira o relo.-oi c na
maiti alinelo e depoi eontinnoo aeu Baniinho.
Manoel leva I ir-se a elle e oar-lhe
uma bofetada ; mas eontove-se a continnoa -
lom ira uma du -; i | M .noel conhecia
.in"iile. do pavilhio de .Marlha.
E'se i.ido no meia de ama
crcolar, eslava co'-ne d clematite r de oull pl ra-
in trej '' i que Marlha
sempre a chave. Muilss veres II moorc-
. pelo reeeio e al
oo i......:u leatimeuto in-tinclivo at\e
i|ii" enlrei .. lo '-i- i da 11 i i. ell i n5 i con-
i tiegtndc a exliemida la do bosque Manuel paroo
Apenas retirou-se, lentlo ceisai ludo rodo ; n cabe
llaha-sa qLeb-ado no fundo do mar.
Bata fura de rtuvida qi. eale deploravel accidenta
n.lo pode ser allribuilo senao i inintelligenle direr-
el i do* fre.i, ehe para admirar que, para ama em-
preza lio imprtanle, na e lenlia teundo ura pes-
oal numeroso e bem extrciladi. que lio poderesea
lotareMN tenham de alguma si rl* do abandona lee
a ine.-fi' i'e um s homem. lie lano mais para sen-
tir esla imprvidancia por ja se ler chegado .i snn-
mergir .51 ti kilomelros de cabo, qnando n laria re-
cularmoi.te a immei.Caj 1ia>srantosi profuudidide
ia ci.U(K) lincas.
A iraismi-va,, dos signaes execstava-se com ama
petfecie que exceda U da as esperanza e al rom
mais facilidade que junl as cestas da Irlanda; a
- | raaaale que se e tere a ebra o cabo ne fun-
ii. em vez d> diminuir a condorlibilida-
de, panria de algara irle aogmenla-la, e coma en
ainlla-percblfortemente comprimuli isolissa
meihnr os lio u cobre colloridjs no inlerior.
A prirneiri detrola nio deve desanimar o promn-
lorcs do telegrapho illanljco: lena ido batante ad-
miravel que se eonsegu -se na primeira tentativa
alravessir o Uceano em ama immena exteaOo,
quando quasi lodas as empreza do mesmo cnele,
execulalas em bracos de mar peuco profonda, fe-
ralmente fburlirain em ua eslrej. N-i e qe-bri-
r un cabos sulnn.irinos n i mar Negro, enlre lerra-
Nova ,i ilha do Principe Eloanio, e doa veie aaa
abaaertio sera arci.leul. be ralis evtensa qne o i
lio de Varna i li.lackliea, o mus con prido qne
i'o dua margen nppiltas. \ profuna
do Mar .Negro he alera disto IAo in-igii liraole i
do a comparamos > que se pude atlmgir oo \t
en, qu- niagaam se lembraria de coaparar ai anaVl-
cttl tades daidaai apera ti a,
Qaa lices devemos ricolher dista primeira e-iae-
rieueia na previsAu de ama nova teulativa Fi ahi
o que nos resta examinar.
1 > ngenheiio em chef;. M. Brighl. aegora can)
qaasl nada se deve mudar machina qu serve para a
p"a la immer-Ao e que ella funri inuu cora pe-fula
regolaiidade durante li do o lempo c parece ao
cumlii I-, que sena prefer ved ileixir os limborea ea
torno dos que seenrosca o cali indepen lenta nn
dos oulros, e ipplicar-lhes freio dislinrtos. riqa re-
si-tencia fusse convenienlemente gradoa la. Mes
progresao que no parece sobretudo lailiipaamatl de
reati-ar consistira era lomar a leo-.io du caho lie
iadiavaadenle como po-sivel dos movimerlo do
II ,\ IO.
As profun l?ia que ae lem podido alt nsii cem s
cabeprevaram que elle nao e quehratia. corneo
Milgavain mullas pessoas pelo sen propuo p*so ; na
ha poia v -r.U. eiiarneutc para temer -cnAo o alale
qne Ihe nnpri ne o navio,querido as vagas i. ahaixara
e 0 elevara alirnalvaraenie. Unalquer peseoa pode
fazer fcilmente a seguin.e experiencia. Snipeadl-n
na etlrenudade de ama 1 ni lia nm grande peso, qnn
a estique violentamente, sera todava qu tira-l. A
linha sustntale o peso em quinto a mi que a aa-
liver, se conservar immnvel ; mas impi.ma-ae-lhaa
um repeuliuoe vivo aba.o a a liuhi pan loga ae qee-
braro.
0 cabo suspenso entre o mvin e o fu le de aur
ssla' no caso de ama linha sobraergicla a' ama ei-
ceva lens.to, e n experiencia provou que, coi uma
prufundade de i.OKi bracas, esla le.-lo ni ttvm
a forca capaz de quebra-lo ; mas quando a pi'ipa do
navio a' qoe nata' preso t cabo, n eleva pele joao
das vegas cinco on seis metros de allun, a im-
meiisa corda ni 'labra se levanta com elle, e a com-
inera que reiebe pode ficilnienie quebra la.
He esle, piulemos allomar, o maior perigu a' qaa
nato esp .alus os cabos subma'moa durante a immer-
lo, e he esta rauta que geralmenle pro lu a rup-
tor-. Para eufraquece-li. (ai ha am meio ; he
meio que se emprega ai b mil formas diversa na
iiiniimaravcis applicaroei da mecnica para alleanar
o elleito do choque e de abalo, e de qoe as mola
le i,.-.,. carros d.io ora ex.mpio familiar. O pro-
blema que ha poi para resolver contiite por lanln
era con. r\ ir icibo cu -tauliminli siispento por
um enrgico i lecanismo.
M. Vctor Utaumout, ingirhetroem INova-York,
prspoal fazer passar o cabo aobte am forla maiUa
que pederil mover-te de illot. bailo a de baiie pa-
ra cima, e qa sera nspinso de urna poderosa mo-
la. Desta maneira no momento em que a popa do
navio (.. levantada pela vaga. monta; n abat-
an! por si me.mi lano quanlo elevan o navie ; n
o cabo cun-ervava sempre qu isi a nfitni lentao.
Para qoe uraa machina semeihanle podesse anqailar
completamente us abalos que o navio imprime na
corda metlica que se rr isln pela pepa, um pre-
al'ii de um giupo de ivileiris, e vio Jorge aproxi-
marle do pavilais, quebiar um rimo de rosa- bran-
cas, e depo-lu sobre o primeiro dcer.ij da porta.
Ni i Ihm nisi lvida, en um igual. Pideresns
un. stpliear o que pas-ou-se nesse instante ua olma
de Mai qu culera, era ,'umr. Hirlhl o lintia eolio enai-
na3o, e da man.ira mais intami Fcss.i malhor de
s-nlimenlos to nobres, IAo poros, lia elevados, esoa
raulher que pareca gnor. r al o nome da dissimu-
lacAo e da perfidia, enlrennba lagaaaanaai duu a-
maros ao m.smo lempo de-de dous oo tres mezce
Manoel de dll, Jorge de noile !
Honra a pessoas v algaies dizia Mano.I a i
mesmo rom colera, riiiilu-nta naja aanUas prrtuu-
dut pensa tures, ein.nlis la ineal, deixiuio-ni-s en-
gaaar por graude palav aa e haln illa.
abera muitu ma atrnvesi i ...m
que envolved m as preta ididn nrnatava prirt,ure-
sa, as quaes ucnltam aeai sirios dabata da pre-
sumpc.li .te elevarla "in a de sen sexo. F.u e-tava
o | danta m i-a ublim1 que oceupa too bem seo
lempo sobre a Ierra ; a milher do in ore e madama-
-ell i l.ornieau i de-prezam sAo mulbeiea de juize.
1 -u la p -1 i s rc-.:s n i locar cnnveiirio:.
ge desaparecer na parle d > 1 -que fronteira aqu I-
la em que Manuel e.lava orcalto. Ele nio cui.uvi
mus em egui-lo. Me quii impelir a entrevia
la cora Marlha quena \. ti culondili. burai.ha-
ll a -en- pos, nn.'i i oppriini-la rom o -eu de| <
mala-la I ll i m era precis que elle lm
bem e-livesse no p i Nie bastava -etprende-
l.. ii i ni o:.iit i ei i qni ih entra*'.: w aanaalai
lies -i-i o-
. camplelu de arda e 1- rneutir..
que ensaa un m nlai
I otandu pan i pela i .a aa i i ble, Minsal
corra o ri- por Jorge; ma. hasta
uinijinelh do Isdo vpposle, nnoi i er
un- -ei- pe de altura ; e le : |n ah
, |o pelo mi' qnn r.teasam o*
pavilhio. -\ liando -- pe Mitre as i
ijdeirs lelxi | mdll e-
- ri 'i' r
- qui Li l
uella cedvu, e elle lalloo nu pivi
miitii Ann


;,1 i,| > .;,.,;;.- | i | | ft) DI I
"" '''"'" .Por mi i(vezeiimorlilhido,a que sem du-
temos iironuiicado coolra eise lapido o ni culo vidailhe nspirou Ihesa que pulilieeu sobre o as-
cio que o mouljo (piedcll,i *" nhivi suspenso,
polrsse abanaron elevar.', f 6 m Irot. Vid ha io-
cesnrio ser familiar com eanici para eompre-
neo ler que o org,1os de ua macina Dio pudem iiu-
poilenienle dar salios lao Imiraveis.
lia felizmente um meio muilo simples de alleiiu-
*11'l"reli"ll'",ua ,0 a""K'ria n,l's""1 ll!0- BnIpoUia que ata por ana va r >m esta folcoedo BaUaaahora viva ainda seis
, n"J' U"!M a<"-PO"-> que a emprc- que serva somente para enlreler a i a liado, parlar- ConleeimentO.
m dez. Lineo eriini ahuilados borisoulalineule bar o rrpooso das familias nttborai alU da noile, i
olguedo da bomba-meo-bvi mas alo obstan- nflnpto de que tratamos. Kcite Irabalbo, diz elle que
l, alte jjai caiibaudo a diableira pnis que s na I umi leonora d'Orleana lomara a'vida do momento
pjvoar.io da Vanea vimis dom lemveii aodemarcs am |oe io criado echando difliculdade ero roubar- sabir da >aa aldoia nlo eonlou descubrir ana novo
i bravios! Cedimos encarecidamente a Ihe um annel, qoa ella levar, lie cortara o dado, mondo ? Eu dir.it comigo meimo, depoii de ler
la iajel bstanle, demasiado al. HiaJo, o por bailo nanea morirlo HnSo no-.750 ditos caf, 85 rolos fumo, j
Coofe imdu pela primeira ez me puz nena, 200 latas bolachinha de araruta, G caixinhas
a caminho, ea| nvive al ama coma am coropea- Ab qntiutas vezes se polcria dizerde calaom xarope. 16 caixGes chapeos, 2 ditas ignora-
i, -, ineommodo ftaeiii he que ao di us :
C'lni- i tniant son coyagr,
Tourna .-.-.< ijru.r ra ton allane
s-;
uns a' par dos uniros i suspensos a' muas que se im-
primiran) deludi para fnna. f> oulios cinco, dis-
poilis a' cima de im dos maulues superior o a'
bailo de um dos inferiores, formando attln ama li-
nhi serpentina cu|M infleiOes serian) lano mais lor-
let (|uanlo man taosao hooveise o cabo.Se a parle do
naxiu que Iraz a maclnua se eleasse sbitamente,
Por ('templa, cinco metros, cada um dos mooles le-
ria apenas que elfecluar urna oKilla(8o de 5 deri-
nielios, para aitcnuar a cumiiinria que, se islo nao
om, seria imprimida em toda sui forja a' carda
mel ilica.
Hs moilo fcil imaginar disposic.5es que neste li-
mite, lurn.vse.n [icihmas eslas ocIIic,*i e iem pe-
ligo algom para o deseuvolvimento do cabo. I. n
vez de molas ou de guila-peclia, seria sem da-
vida maii conveniente emprrgir c_, andros cheioi de
ar cmpriini.lo ; o movimento ascencional oo dit-
cndenle dos mculOes sobre que deveiia pasar o cabo
cominuncar-se-riia a's mangas que, movendo-se
nos ,'vliodroa, fariam variar a reaisiencia do gaz.
II i impossivel fazer c-le auno urna nova tentativa
para stabelecer a lelegrapbo atlntico. Reconheceo-
se a neeesiidade de empregar maior quanlidade de ca
bo. Lin vez de 4,000 kilmetros, levar-se-ha na pr-
jima occasiAo 5,000. He forja resiguar-se a' deitar
descrr o cabo com mais velocidad do que lem o m-
vin, intes que comprometler toda opemrila oppondo
muili resistencia ao detenvolvimeoto. Sob o aspecto
da economa e da transmissio dos despachos, lia lo-
dobi avelmenle am incunveuienlc manifest em ang-
meular a porraa da corda immersa ; porem a admi-
ravel coiiduetihilidade dos los no fundo no mar pa-
rece permitlir este sacriiciu a' segartni;a da opera-
Su. O restante do cabo atlntico levara' talvez ou-
pois dcste a- procurado ifriKluo-ameule, na soliJo e no sileo-
cit'. a siiluri'i iio p\*lema humano, que lalvez a
l'ihppa Pan, parteiro en Paria, lazando a opera- aciiaria nos locares IVequenlados. Qoe encano
I'js d'iinc /o-......
E sera'acaso necessario mudar os chinellos polas
bolas p*ra se convencer de qoe a Ierra he re ton la,
moiivar behedeiras.e per oltiaao provocar desordena, ano eeearfaaa n'uma molher qae julgaran or- Depois da r vltlo a ierra da perio, n3o quiz quaiuperficiedasaguat qoe a cobren, hsaeleva
a ordem.
CONSOLADO GERAL.
lien lmenlo do da lat. ,
dem do dil li.......
mezes, e pela quanlla do
cana cbi, por lempo do 10
6.'J0'.;. rs
A arrematacSo sera f.:ita ra forma da lei
provincial n. 313 de 15 da na,o de 185, e
a*:93jfao|80basclosaU8epciBJ (baizo copiadas.
8.O8I5011 As pessoas que se propozurem a esta ar-
rpmaiac.." 1 coaicare^am na Ma das cssflps
cojos resullados podem ser algunas vees falaes.
Pedido razoavel.Pedimos a illuslrissinia c-
mara municipal, que mande arrazai aqoelles qualro
pedamos de calcadas ileaaUladai, q is ficam la drs-
emnocar da ra do Cnbusa' para prjja da Inde-
pendencia o desla para a ruado Ciespv. Na nosa
opiniao isso traria o if.irinus'iinenl. desses lorese
eviiaria alguns sinislros. Na sexia-feira a larde,
doos mnibus se larn despeda^sudo por ler querido
um dos boleeiros, qoe Irazia a cabe]! atcoliohsada,
passar ao mesmo lempo que oulro n'um desses luga-
res, que por sua eslreileza no da' lugar me>mn a
doos carros de pequeo dimetro. Jma vez demo-
lidos esses pareies, poder-se-ha evitar choques e
desvos que Irazem demora, e o que iirm sempie se-
ra' possivel fazer-se.
Bnleeiroi.No numero dos biloeircsdos m-
nibus e\istem dous, suppumos seren os \ar*s J,i-
cobs. que sao dous reliua los inamiiirotes, que b sustos Um causa Jo aos passageiros doa vehculos que
dincem, sendo a um delles devido 11 choque qae le-
ve lucir ao entrar da prac,a da In,lepen iencia, na
seila-feira a larde, e que, a nao ser a presenta do
pruprietario, lalvez Ihe causasse serio prejuizo e aos
passageiroi cuslasse algumas conlusOes. Nos, por
tanto, pedimos ao mesmo Senhor, que d oulro
deslino a esses dous fuuis que podnm 1111 da
com a cubeja espirlualisada qnemr subir romos
mnibus para as nuvens, e precipilir os passageiros
em alcum abysmo, donde s possan sabir coitos e
eslropiados.
Obsercarao de um matulo.Paesando um ma-
lulo da de anno bom (como diz o vilgo) por um de
nossos templos, e vendo a crinde co icurrencia e la-
:ic:'.l'Jl;.Ml
ta, vio-i lomsr a' vida 101 golpea do seu bis- acreditar que ja nais se pedessem passar ah gran- leemalor do quo o e-paja q ie se po le p^rcorrer a
lurl. dea cootts ; e al jalgo qee te poder dizer, como ot p anzolo, que a Ierra divi le-se em con-o parle,
ItiCaudrauf, pnrleirn em 1) uiai. falla de urna se- maldizentes ( lauto nos sorprenda ver ruinas por que a Europa dislingiie-ie das qualro uutra-, por
nhora que mnrrera enlre os ufer; is d'um parlo la- toda .1 parte I qre ella hoja o3o lie ionio om grao isu que he mais peq jen, e que no alabo ha apenas
borioio. l'enda chamado a'vida a crianza recem- de pn degenerado. snlereulos o Irinla c ilo milhti de babitaitcs. Ta-
nisrida, que pareca ler Nacida morli, reliroa- fallando s nos logares cplelires pela ciencia, do Uto alo cousss que qualquer halado d> geogra
se. No da scguinle pela man'jaa. loube, cheio de Ida a Alenndria, outi'ora o rende/, vous dos ta- pina ensinaria em um quarlo de hora a qualquer
espauto, que a mai saiiira icuilmsule da sua le- hios c dos philos >pln><; em vez de-ses grupos inquie- crianza.
Iharga. lo, turbulentos e animados pelo desojo de saber ; cm linfim, n3o ha nada peior do que r pir loda a
Le-se em Bruher, que varns mullieres morrendo vez dos grupos de soplnslas, de cnicos, de ac u parle para nao cliecar a na la. Aqaella que vio lu-
na pro\imidade da parlo, e sendo desenterradaa al- mieos, de esloici-s. de apicare s, de peripalelieo-, de da nao vio nada, porque o sen corado e a -u.i razo
guin lempo depols, foram eucnnlradas com lima sceplico, re gmslicos. de myiticoi, de milhriacos, ciiisaran-se da o seguir, e o sabio, verdaderamente
enanca, que linba vivido, ao eolio. 1 de cabalistas e cutres grupos que se succediam no sabio, bes aquelle que nunca sabio da co icha. O
l.ancisi, primeiro medico do papa Clemente \l, museu nessa cidide, 011 !o lodo e qualquer sabio li- nico prnveiln que s? lira das viagens he que, de-
falla tl'uina senhora disiincla que recolirou os seu- ulnodireito deoe apotaolar, nao acharis senao pas de ter muilo corridu, oque sa quer lie des
lidos e os moviineutos quando llie celehravam o hyenas, ahutres, ralos e raoclms. < cansar.
oflicio de defonlos. Sanio Ago'tinho e S. Lyril- Ide a Alhena- ; em vez de Xenn ensillando sol o I'orin, dise o nosso viajante depos de a cuns mi-
lu, cilara dous fados semeilunles vijlos no" seu poiliro.e de PlalSu'no campo Simio.encontrareis lia-1 nulos de reflezao, una crealura humana tem sempre
tempo. varose Uongeros. \ ende-se saner kranl no Aero- o direito de fazer urna cirafagsncia. l'orlaulo, se-
I'ecklin, conla a historia d'um jardineiro que li- poiis, e wursls de Munich I) sobraos degros do
cou mcrgolbado n'acua e debauo do celo du- l'arilienon, que a alma iodignada de Scrates deve
rante djzeseis horas, o que se eonseguio chamar ter ibandoaado.
vida. Na Macedonia, ja n.lo haveria lugar par Alcian-
Amsdo .nsilann, diz qne urna senhora de Terra- dre, neni para o seu mesire Aristoleles.
ra, que amava termnenle sua talla 1, nao quiz que Eemquaiilon enes paizes favorecidas, onde os
a euterrassem, porque ouvira dizer que pessoas poetas lizeram o;enrrer so is divinas mentiras, pro-
niorlas do apople\ia, Inrnivam a' vida. No lim de curai ah o que o Mpro das musas fez nascrr, e ve-
tres das, leve a felicidade da Ihe percober al- | remos o que encontrareis. Achei-me um dia sobre
cuns movimenlos, e em poueo tempo de a ver cum i urna liba Uo estril, que era qoasi Inhabitada. I>es-
bri all C'im mnita cusi doas ou tres cabanas e al-
D1VERSAS VKOVIBCIAS.
Rendimenlo do da I a II. .
dem do da 1:!.......
3fl388
l:'.UlcJic
tro deslino que o5o o que se Ihe reservara primiti- | xo do mad*mi*mn c dos ripaxes, dis ;e para um mo-
vnni :nte.
Uiaa compendia formada psra estahelecer ama
coiui iunica;ao elctrica entre a Inglaterra e a India
otTeireceu-se para compra-lo, com o coucurso da
ompaiihia das Indias.
Poier-se-hia eslabelecer em Ires meze um lele-
grapho terrestre ao longo da costa d'Africa, entre
Suez e Aden. Desta eidade partira o cabo submari-
no que ira ler a' llurachee, principal porlo do SclO-
de, situado junio a' embocadura do Indus, a' 1-20 k>-
loine ros tmenle distante de llyderabad. A disian-
cit entre Aden e Kuracliet ha d ,500 kilmetros, c
o qne resta do cabo atlntico teria mais qoe eonei-
enle iara ooir ellas dual cidades. No Mediterrneo,
Alalia e a Sicilia eslo prestes a' ser anidas. Se de-
poit se eslabeiecer-se, como ee dispula, um cabo en-
tre Malla e Aletandria, orna linha telegrapuica con-
tinua unira a Inglaterra a' India, alravessando qua
ti os Ire qnartos dejom hemispherio terrestre, e se
saber a em Londres ao cabo de vinle e qualro horas
o qoe se pasaasse as boceas do Iodos e do fianges.
Julgi-se que seriam precisos 7,500,000 francos para
reunir Suez a' Aden, 40 milhoes para estabelecer
nm c; bo submarino entre Aden e Kurachee : e o
que valem lao pequeas sommas em face das vanla-
geni que oBereceria a' Inglaterra o eslabelecimenlo
de ama linha qoe Ihe permilliria velar hora por ho-
ra sore esle vasto imperio, cuja conservarlo tanto
imputa a' soa grandeza como ao futuro da civilisa-
{3o no Oriente ?
Qu indo se reflecte que a revolta da India arre-
bentou a 10 de roaio uliimo, e qae s no mez de ja
lho hu qae se chegou a' coobecer a sua importancia
os titos perigot, deplora-se qoe om lempo 13o pre-
cioso enha sido perdido, e qoe medidas promptss
nao ti nham podido moderar urna ejplosao qoe hoje
iimeai a lornarnecessaria orna nova conquista, e for-
*;s a Inglaterra a' comec.ar de novo a obra sanguino-
lento jos Clive e des Wavrren llaslings.
A eileosao da telegraplne submarina teria pojs por
elTeito consolidar a supremaca das nac,nes civilisadas
no mundo. Tal seria a vaolsgem pjlnica desle no-
vo me o de communicaco. Sob o aspecto commer-
cial, ie apenes necessario fazer sobresabir os seut fe-
llzes resultados. Quando se conhecer u cada inslan-
te o e la lo dos mercados mais longinquos, as necea-
sidadei de lodos 01 povo* e das colonias mais remo-
tas, o eominercio podera exercer com mais melbudo
a regolarldadesua benfica missAo. O eslabelecimen-
lo de ama linha lelegrapbica entre a Inglaterra e a
America, au mesmo lempo que multiplicara as re-
laces entre o anligo e o Novo-Mundo, destechara,
sem dnvidjalguma, um golpe fatal nesla f'bre de cs-
peculBcSo. cojos estragos em nenhuma parle sSo lia
ternviii como as grandes cidades commercais dos
Estados-Unidos.
' Paro comprehende-lo, he forja que nos lembremos
de qoi 01 pitaes ingleses e americanos estilo empe-
lando por toda a parle em um sem numero de em-
prezas communs ; e qoe os efleitos das crises, que
affectam os mrcalos da Inglaterra,, fazem-se seulir
vivam inte do oulro lado do Atlntico : etta depen-
dencia he aggravada pela 1 uter r upc.l > forrada das no -
!|icias cue s chegam iiilercaladamenle.
A e.ipecularao as commeola e se aproveita dest:s
period )5 de espera ; a substiiuir,ao dos barcos va-
por, dis navios de vela j poz um bice o estas ope-
rarles), que s lem por base o acaso, e que se torna-
va linda mais difliceis quan lo o teleura, ho atlanli-
cejhnr conhecer lodos os dias em Nova-York a si-
toicalo de Londres e as noticias da Europa.
Ssmelhautes resallados fizara comprehender fcil-
mente que futuro esl reservado 4 telegraphia ub-
mirlni. No .Mediterrneo, nao be duvido-o que, da-
quialiem pouco tempo, mudas linhas pren lento a
Europa a frica c a Asia. M. Newall e M. Bonelh
lizerai 1 ama nova tenlsliva para ligar a frica Bar-
denhs e ella nlo aborlou senao porque M. Newall
. linha construido urna eztensaoinsuOiciente da cabos.
Elle eopenra, itihsiituindo rpidamente o navio qne
o eirrigava por barcos a vspor, que o cabo, em lu-
gar de assentar as desigualdades do lei'.o do mar, >e
etteacessa de orna munlanha submarina oulra,
como urna ponte pensil. Esta esperanza foi fruslra-
da, a 1 cabo eslava ezgolado quando se chegou a 10
kylomelros do csho Teulada. M. Newall armuu a
astreniidade do esbo de anneis de ferro, para soblra-
hi-Io < epois por meio de arpeos. Elle ja linha sub-
trahid i outros, entre os quaes he nolavel o cabo do
mar >egm.
Eipira-seqoea opcrarSo seja conlinoa-la. equasi
qae nio se pode dovidar qoe desta vez o hbil enge-
nbeirr inglez complete sua obre, interrumpida por
nm mmenlo. Malla ser tambero ligada, como vi-
mos, im breve esparo Secilia e pouco depos ao
porlo de Alezaodria mais tarde sem duvida Ale
- xanJr a ser unida a Comtanlinopla. O archipalago
grego parece todo preparado para unir Smyrna a
tireci., que lem ioleresse proprio em commonicar
direclmenle com as libas jnicas e com a Italia.
O fondo do Atlntico que nunca mais ser sulca-
do po fias telegraptucos lao nomeroios como os que
atravessaram a baca do Mediterrneo, com soseos-
las profundamente escarpadla e semeada de 13o hu-
mero* as ilhas. As difliculdadei que tercos procura-
do fuer apreciar, oppor-se-h3o a que se mollipii-
querr as linhas oce micas, e sempre nos inquietara' a
neeesiidade de escolber as regies menos profoodas
do ti ir. Se foi impusslvel moderar convenientemen-
te a ''elucidado do cabo al I.ntico em urna profundi-
dad de doas mil bracas, pJe-se julgar do que acon-
tecer a, se se iQrontassem essas recies em que a
corda pode descer qualro ou cinco mil bracas.
A linha da Irlanda para Terra-Nnva he a nica
qae dos parece bem escolhida. A propria nalureza
assegira aos que uuirem eslai duas ilbas, o mooopo-
lio atsolulo das commonicaroes enlre os Eslados-
l'ni Ds e a Europa. Mas para o oorle, na cosa da
tirot andii, os gelos sao muilo para (emer, e o mar
aln:e maior prolundeza ; mas pira o sal propoz-
se .-t ingir a America pelos Acores, mas este projec-
to 11,' o lem nenhuma probabiidade de ser bem sur-
redi in. Seria lalvez possivel reunir 05 Arares a
Tern-Novt, mas a compaohia anglo-americna do
ttlegrapho allanlico possoe um previlegio exclusivo
as cosas desla ilha.
Seria pois necessario ir dos Atores Nova-Ingla-
terra, e alravessar o immeuso valle marino ein que
te pteeipitam as aguas dos gilfttream, qoeuesta
lalili de altingem urna prufondidade incrivel. No
golpho do Metico e uo mar das Anlilbas he qoe o
mar em menos profundidade. Se algum da os Ame-
ricanos se apossarem de Coba, n3o deixarao aerta-
ineiits de unir esla ilha por um lado l-lorida e pelo
oulro ao iilhmo de Panamt. Urna linha de commu-
nica lo mais dillicil de estabelecer teria a que unisse
a America do Sul 3 Europa pela ilha Fernando de
Norcnha, ilha de S. Paolo, ilhas do t". ibo-Virde eas
Linarias. He todava permitlido esperar que om da
se eiecutara esle giganltsco Irabalho : ueste longo
traje-to, a profundidade do mar nu escede de tres
mil bracas ten3o em um zona mullo limitado, enlre
o cilio de S. Roque e as ilhas do Cabo-Verde, e
man -ni-se abaixo de duas mil brabas nos dous Ur-
jos da derrua.
Ni uulro hemispherio, logo que orna linha lelegra-
plnc 1 unir o Inglaterra n India, j longa, la ,is poiaescs holknde:a, o mesmo alo 3
Au-lralia o a' Nova-Zelandia. Oandi loda? ellas
marivilhas esliverem realisadas, quando no contin-
genlu americano o lio telegraphico, qu deve alra-
vessar as monlanbas Rochosas, cliecar a' llifornil,
o li ilutante de S. l-rancisco se podera' corresponder
um o de Sydney ou de Mrluoonie. No dia cm que
a volitada do humem poder fazer qua-' a vnlla in-
teira do mundo, c.-m prettiRiou repidei, nao lera
elle direilo de orgulbar se e de senlir mais vivamen-
te na proprn grandeza Nlo sentir' tambera tan-
to melhor sua pequenbez. ven la por um modo to
nov e 1,1o arrebatador qu3o Mlreilo be esle impeiio,
qoe Ihe lio lUfiboldO, e cuius limites Ihe reenviar.lo
em um temp lia curio o echo de seo proprio pausa-
da mesnia junta 110 dii cima declarado,
pelo meio ia, compelentemenle habilita-
das. .
E para ennstar se mandou albur o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoitraria provincial da
Pernambuco7de jiiieirodo 1857.O serr
tano,
A. F. da Annuncia-'o.
Clausulas especiaes j-ara a arrematai
1.a Elecutar-se-hno os Irabalhos di con-
servaciio da estrada do l'ao d'Alho de con
goir-vos-bei, mesmo .-ipezar do mea parecer.
Malum etmUium est i/unU mvlire r.on potril
DESPACHOS HE EXPiHtTACAO PELA ME*A
IK> CONSULADO DESTA CIOADE NO lA
12 DE JANEInO DE 1858.
Biienos-A\r IrmSos, i.u barricas a-sucar brinco e mascavado.
Itosario de Santa FeBrigoi americano eVolanlen.
Amorim Irmos, 21) pipas .Icool, a 20 ditas c- lorm l.-.dn rom o 01 cailiento approvado pela
'ta?l" ,- .. r o Idirectoria em conselho e presntalo ao
Marselhadalera franreza Kaouln,
C, -2,100 saceos assocar mascavad
11 iv retillen frnnceza Olinda, Guilberme Car-
valho ,\ C. -2') sarcos ssurar mascavado.
tibrallarbricue franrez Charles e llerlhee, N.
O. Ilieber >\ C, 1,300 saceos asiucar hranro.
... F. Siurage ( FiXm Sr prpsi ,6nlB da pr0TjIiria| na ,mpor.
." .. <-- lancia de 6:000r rs
lie um mo designio aquello que se j3o' pode ; FahnoulhUarra bollandeza Titea Alid>s>, Ilenr.
modar.
Parlamos.
V empoeirado vai long
do, diz o rifao.
codo com quera leve occasi3o de fallar : Meo si-
nli, aqu nao se sent a caresta de 'arlaba, nem da
carne.Porque ? responden o mor jilo. Porque
s se vi luso nesla Ierra, vi aaanlo vestido o barre-
liua rica ha e aqoillo In de'ser do ltt, tOj e 800
rs., ningoem ha de apertar ,1 barriga sii para se ves-
tir ; he porqoeella esla' cheia, meu rinho. Aviila
de 'ineuule observarao, n,1o quiz o lal moroilo
continuar a cutir o malulo, porque sem duvida*Ihe
icv-a Terir, ede muilo perlo. E queiram graras com
malulos.
iiipancamento.Si agora he qoe podemos ser
informados de um espancamento has ido no dia 5
correnle, psra a ra da Bira da cid ule de Olinda,
por volla de mcia-uoile, na pessoa de um segundo
leuenle, ha pouco promovido para o quarlo balalbao
de artilharia a pe. Nao se sabe quen fosie o per-
petrador desse atienta lo, o que pasia por cirio be,
que o fado se deu e que o mesmo lente se acba
gravemente enfermo. A relicilacio n3o he das me-
Ihoret pira quem ha piuco principia a gozar das
honras de urna banda. He precisa que fados dessa
ordem nilo sejain desconbecidos da puhcia.cujaalteu-
580 chamamos para que seja descoberto o crimi-
noso.
Mofina.Pedimos aos fis'aes. qoe 1 bem da
huinanidade prohiban) esse mo e perigoso coslume
do se picar carne nos aeousuee amachado, resol-
lando desse procesj ficar ella cheia ile esquiro'* Je
0'5^'s e que bem fatal se pide tornai a garanta de
alguera. Bom he prevenir o mal an es JC e|le "P"
pareja, e urna vez demooslrada o inr.uiveuienle, pa-
rece dever ser allendido.
Sahida de nielan precilo I mez de de-
ze.nbrn despacharam-se pelo roii'ulad >, par fura do
imperio, em moedas de ouro 169:1759500 rs., e
de prala IrllOj'JOO rs., cal 10 do correule, em
ouro 59:7538000 e era prali 6:8008 rs.
Carne de grara. Honleni a idaram tobas
agoas do re, no losar da ponte do Recife, verlos
qoartos de carne verde, que foram pelos liscaes man-
dados laucar ao mar. Nos lempos amigos costuma-
va a pobreza prover-se de carne verdo depos do
mein-dia, porque dessa hora en diante ia ell 1 bal-
itado por cada hora, de modo que a carne que se
venda de manilla a 1J patacas a arroba, de Urde
passava a e dava lu^ar aua pobres chrgarem com
os seus quatro viulens e levarem seu pesiuho ; boje,
porm, prefere-ie acabar o da pelo prero du pnu-
cipio e ver leafsr ao mar a que sobra I !
Cbeco a esla provincia, no da I do correnle,
procedente de Maceta e portea intermedios, o vapor
nacional tPersinangl, conduzmdo os passageiros
secuinles :Jos Fernandes liulhes, .Manuel Joa-
qun) da Silva l.-l 1, Manoel Toleotiao de Moraai,
Anionio da Cunh 1 Machado, Manoel Pertira Goi-
marae-, [gnecle Uonies de Araajo Me'lo, J. F. de I.
I.oile o um criado, Francisco Teixeira Bastos e um
escrnvo, G. A. de Sooza Mar Uns, J 180 Baptuta de
Meneres, J ,au Herdman. E. ti. de < Sunzi. Joa-
quim tionralves da Silva Bocha, tcnenle-corouel
Franciteo Sutigo Rimot e un criado, Jo5o llap-
tisla Santiago Hamos, PeJro Snitiazo Ramos. Sil-
vario Joaqaim artint dos Sanios, pi Ir Juaj Fran-
cisco da Cosa Nogneira, Francisco M irliai da Fon-
saca, Juaauim Elfiro Alvos di Silv e am criado,
Joaquim Cordeiro Ribeiro Canpos, lote Ueorlqooi
da Silva e um criado, Jos Anlraio Pereira, deser-
lor do oitavo batalho, Ju.lo Flonndo, soldado do
mesmo balalhlo.
Matad mro publico.Matoa-se no dia 11 para
consumo dollia 1J do crrenle, a saber :
Companhia das carnes verdes.......18 boij.
aud
O abbade Prvosl, aulor do Manon l.e-oaulo,
caba com uui,i apuplexia, quaudu llraveSMVl o bus-
que de Chanlilli.
A Justina ordenou que o abrirsem para se saber se
o ahba te sucrumbira a Iguin crine.
Huma iiii-i-ao elliplica feila nu pcilo e no ventre,
brolou urna onda de saugue.
O dtigraeado, soltando om grilo que corlava o
corarao, expirou a' fitta do medico que eslava cheio
de espanto.
No lim de oulubro de 1807, o senhor Dascamps
da liuilliolicre, perto de Lv', morreu.
As exequias, nlo podendu ler luuar uu lim de -
horas, licaram para u dil seguinle.
Nesle dia os aisisleules, horror)! do?, viram o ccr-
pu levaular-se cum a morlalba e pedir i co-
mer.
Podem ver-se dous fados desle genero no cru-
I0.1 de 2> de dezembro de 1S >, e na Imprensa
(Pretie) do 1.- de Janeiro de I83.
Perregaiid, mendigo de prolissao, morreo de ev-,
cessn de bebida, era novembro de IS'., na estrada
de Nuiles a Vannes, perlo de Sinlron.
No da seguinle, quenda i-ni an"'aIna-lo. mo-
veu-se, fe/, pergunlas ao que o rodeavam, levan-
Iou-sj e lugio, corren lo a I""" correr, (liazetla dus
Tribunses de 15 de nove'uuro de 1843.)
Em dezembro d r^r-, un) habitante da comma-
na d'Eymel. .Uordogur) lomando, por ignorancia,
crande *r*enlidadl dta opio, euveueuoo-se. Duas
,111er. is apenas produ^iram algumas golas de san-
re espesso e negro. Julgando-o murto enlerra-
ram-no. Feila a exhumarlo, pa-sados algos dias,
conheceu-se que o esgrarajo fura eLlerrado vivu.
O singue tmba banbado o Mido ; ai feiroes esla-
vam convulsas ; os membros birlos.
O Sr. Lenorraand, diz que o prncipe de I.....
mora perlo de 1'loreoc.a, fra depositado vestido en)
um esquifa abarlo junto ds seos numerosos au,-. A
temperatura secc.i e constante do lugar, conservuu-
Ihe perfeilameule o corpa sem potiefaera. S*u li-
Iho, ludo um mez depos orar por elle, quiz abrir a
porta do juigo, que uin ob-Uculo impeda de nio-
ver-se. Era o cadver do principe L..-, que com
as feiroes convulsas e as mus esloiadas e torcidas
pelailogaitilldi desesperaran, viera morrer de lo-
me de encontr a' porta, que uio mais dcvia abrir-
mesmo depois le cmsa-
Stahl.
(O Xacional.)
Ricardo Romualdo da Silva
Manoel de Soozo lavares. .
Duarle............
Luiz de Qaeiroz......
Tjl.il. T buis.
Iloipital de Cardade. Exis am no dia 11
do correnle 10 humens e ^0 tnulheres Hala-
dos pela caridade, 10 humens e 13 mullieres que
pagam a casa, e 10 piaras do corpo do polica. lo
lal 78 doentes.
Morlalidade.Helarn lis pessoas qoe foram
sepultadas no ceiuileno publico, nu da 11 du cr-
renle mez :
Manoel, bronco, -2 mezes, broncliiles.
Marii Pilar dos I'inzeres, branca, soltjira, 80 anuos,
diarrha.
Tolal >.
AU vnanh'ta.
BEPARTigAO DAPOI.KI.1
Dii 11 do Janeiro.
Foram rocolbi los a casa de delenrio > homens :
sendo branco 1, pardo 1, casado I, solleiro 1, Bra-
silsiios 2, de JS anuos 1, de -JO aonon 1, arlistl I,
sem ollicio 1, por crime de fuilo 1, pir armas defe-
fas I, a nrdem do chele de pilicia 1, do subdelega-
do dos Afogadcs I, saben do ler I, aualphabelo I.
Conforme.O secrclario,
Itulino Augusto i a Almeida.
DESrACliAKAM-SE PEL\ POLICA.
Dia 12 de Janeiro.
A escrava Felicidade, oblove paisaporla para o
Ro tirando do Sul em companhia de seo seuhor
Mauuel Gomes de Oliveira Magano.
Conforme.O secretario,
Ruino Aususto de Almeida.

mulo
AiiguMn l.aucel.
Itcvne des Deux-Mondes.)
h/ii d'i Ptusagem.Cliamamos a lllcnrao
le quem compile, para esta ponte que ameica peri-
co, >or seo oslado de roma. Os pastageiros dos c r-
1 omi'.ibui que Irau-i! i::i ; ra II radi do Cl-
changa* pinara o c ira$So pira m nSos, qaaad 1 1 m
di 1 eniporta-ll, e pa/i que nao tenhamos >!e li-
NOVA APPLICaCAO' DA PIl.liA.
Effeitos pbvsiologicos.l'estoas enlerradas vivas.
Appli cardo da plha pan distngale a morlc real
da morle apparenle.
A accjlo da 1 -ilha produz commncies 1,1o vivas co-
mo as da descarga de urna balera altctrico, que, lo-
davia, sao inslaiilaneas, em quatito es da pllha, sen-
do repelidas, leem moilo mais poder, e sao muilis-
siuio intensas quando se empregem mullos discos.
Caira atpaatoea 1 Animaes as. b\ xiados duaanle
meia hora, leera-se salvado com a acrao da crrenle
vollaica. Carpos qoe parecan) recenleraenle priva-
dos da vida, leem-se movido, respirado e oblulo as
funcrSes digestivas ; mas inlelizmeute lodos os sg-
nies de resurreiroo desappareceram logo que parou
a crrente. Esles phenomeiios, con ludu, nao dei-
xara de aproveitar a huinauiiade, porque por elles
se pode distinguir a morle real di morle appa-
renle.
Os enterros precipitados, muilsiimas vezes prn-
doiiram ja tremendos encano;. N.lu se pode ler sem
horror a obra da Bruhler, eicripla em 1740, sobre
a incerteza dos signaes da morle. Li' esla j 181 tac-
tos minuciosamente narrados, entre )s quaes u aulor
etta ciucoeula e doas pessoas enterradas vivas ; cin-
i-enli e Ires lorua.las a vida depois de f.'diadas no
ruitao ; seteDll e du-> jfjji lu mortas sem oeslar,
e que saliiiam de una soinno le(iar;:iro anles de se-
palUdas : qu.lru, emOui, abeilas p,-lo cirurgiao es-
IindO lltl la uvas, ("uaulus oolro faclus n.lo se po-
deriam juntar a esles !
Valerio Mximo, e Plinio, o natOralietl, conlim
que o cnsul Avila recubrou os sentidos sobre a fo-
cueira em que devia lerqocimado ;nas nao poden-
du ser lirado a lempo, morreu entra as chammas.
i, medico deCarloeV, li-'e duas vezes a
.-.i, rezando inloptlat, de arb.r o corac.loan-
da palpitando, lina inulber atacada de svucope,
poz-se a grilar ao prnneira g,dpo di escalpello. V-
tale pira espiar e-te rrimes involaulanus, fez em
1564, "ui.i vi -cen Terra ,-ianta.
l'jn Lolunii. o l)r. Jo3o Scatl, o subil eschoiii-
tico, roeu as mo e qnebrouo crneo na sepullora.
O tmulo deZoon, o I,oro, imperador do O
rienle. foi iberio dtpois da soa mirle, Zuonlinha
comido mu i-
1) cardeal Spmusa, minlslro de l'ilippo II, rei de
i',e-|..mil 1. sendo lUcado Oe urna syocope, levou a
ni.i 1 ao mttronealo com que o cirargio o abra,
ieiclli. falta de una nunre senhora heipajlhola,
qoe niorrer.i depoit de convolsuet, mat qa
cundo golpe da eiCdlpeTIo, dera u.o grilo lenivel, e
expirara.
Ambrelio Pare falla o'um icio r.emelhanle. Co-
rlen falla u'oulra nuhora coja morle apnarenle do-
.-, 1 di 1 1 irabum d'um 1 dai
11 m ler morrido, e qae lomou a' vida bo
m.ii di dtz das.
- os autores ei_lm Fran Civill, genlil
!: -ni un do tnnpo de lorloa I \, qnt panhi eni s---
galdi a'ioi isslgatlori ir \-/--; morto ires
v.-ze enierrad 1, e tres vezes rtsii c;i, lu pela graca
Diz o Hr. Crimotel de Tvlley, de qoem tirarnos
mullos faclus e considerares, que havia uutr'ora na
Allemanha urna crenra popular, mullo bem funda-
da quauto aos faclus qoe a Ozeram nascer, mal in-
venida pela superslirau quinto origem. C nilavam
que multas pe.-soas, principalmenle do sexo femini-
110, rangiain os doentes, roiam o lenrol e ludo o que
Ibes eslava ao alcance, ealgum-is vezas roiam tam-
ben) a sua prop.ia carne. Concluan), que esles
fados erara o presagio da mine de alcum prximo
prente. Em cerlas localidades, iltribuiam ais vam-
piros, cuj simples Idea fasta tremer, os rasgues dos
ianfoei e as rr.urdeduias dos brico*. Ndj fallirn
autores que, sern tentar explicar o fado que nSo po-
dalo negar, Bseasemoi dUMitaetiai Mattieatlona
moriuorum, 17j-' para demootlrar qoa a maslira-
r3o dus delunlus n.lo causa a morle doi p-rentes; e
qoe, se algum desles marre no anno em que 11ra de-
fnnlo m^stigou, a causa he muilo diversa. Todava,
para evitar a masticarlo, acon-eliiavain que pozes-
sem un Inrrao debaiso di barba das pessoas que se
enlerravam, 00 urna pequea mneda de prala, ou.
aind) melhor, que Ihe a;ierta9Snm n pescar 1 rom am
lenco ; o que, como observa un) aulor contempor-
neo mais judicioso, era o meio o mais seguro de Im-
pedir a misticaclo. purque impeda que 01 desgrara-
doi vollassem a vida, vislu que, diz elle, nao po-
de duvidar-se que os que masticara no lmala 18 >
enterrados vivos. O meemo autor diz tainbem
que era Franca, o nuuiTo de mor s qoe ma-ligam,
deve ser inuilu maior do qae o d'AII. manlia, por-
que se loman muilo menos precaorea para verili tai
realidad da inorlt ; e se isto acontece mais ve-
zei s mulheres do que aos homens, aj inla elle, he
que as mullieres, lenda o svstema nervoso maissen-
sivel, eiao moilo mais espolias aos accidenle que
simulara a mnrle. u
O Sr. Guern, pedindo que as mais serias provas
se emuregasaem para obler a certeza Ja morle, pro-
tn que em 18i, em menos de sele mezes, si> a sua
parte snubera que qoatro p^s-o.e, coja rnuile f ira
certificada, tornaran! a vi la na 111 >in?nto do enlerro,
que em isi"1, em meuos deoilo m-z;s, liverim lu-
car seis resurreires ignaes. O Sr. Guern ajiinta
que deide 18:1!, suube de quarenla e seis victimas
da ignorancia, que pela nriiur parte smenle ao aca-
so deveram nlo st enterradas vivas, a Viole e um
individuos, diz elle, rerobraram os sentidos qunnlo
ja os collocavam perlo da cova; nove deveram a sal-
varlo aos cuidados de um amor extremamente ra-
ro ; qualro, dsperlarm cum a queda di eilllu ;
tres, teodo picados com allinilei quando os amorla-
Ibavam, lorn.iram a s, sele, lii.almenle, foram sal-
vos pela demora nao calculada das exequias, que Ibes
den lempo a tornaren) a' vida, t) fallecimeiilo de
(odas eslas pessois, tiulia sido ollicialmenle eerlifl-
calo >
Todos os Hitares que e'ludaram os sigues carac-
tersticos da morir, rec-mhecem qu3 o aipeclo cada-
vrico da face, o rcsfriamcnlo e a lividez da pelle, a
Oexilo dos dedos, a iipensibilidade l queima inris e
ipelloM, o escureciinenlo dos olhos, a usencia de
respirarn e de vapores sahindo da boca ele., nlo
baslam para aflirmar 1 realidade da morle, porque
alcona desles signaes nao se encontrara sempre nos
cadveres, e teem sido observados lambem em indi-
viduos que se consegu salvar.
Cinco signaes teem sido olhados romo caracleris-
licos. S3o : a ausencia das pulsaces do corardo ; a
rigidez dos memhroi ; a potrefacrao ; a colorisac,ao
verde das paredes ibdominiet; a ausencia de con-
Iraclilidade dos msculos sob_a inlluencia do galva-
nismo.
As experiencias dos mais dislinclns pralcos, des-
Iroem toda a duvida sobre a supenoriJade da prova
do gajvanisn.0.
A prova pelo galvanismo, diz Moc. membro da
academia de medicina, concordando nislo com Nys-
tan, he a mais secura de ledas, e os corpos nao de-
viam ser enterradoi, ien3o quan lo 1pllha de Volla
n,lo produ/.isse nelles nenhom ell'eilo.
He muilo raio que a pilha, vinle e qualro horas
depois da morle, produza contracres. Ora, como
a le nao permute que se enterrara os corpos sem
correrem vinle e qualro lloras depois da mu: le, a
experiencia emprehendida qualro ou seis horas anles
do enlerro, destruira o horruruso perigo de que se
trata. Se os corpos livesseui anda exritabiiidade,
dever-se-bia recorrer a tentativas, que no seria im-
possivel terem bom etilo.
O UuiJ.i elctrico possue lal analoga com o fluido
nervoso, que muilcs phvsiolugislas liin coih ler d 1
como idntica! esles dous principios. As correnle-
galvnicas e magnticas, em totl qualidadei de es-
lin al .ules especiis do syslema nervoso, l-m, de-
maii, a immenia vaaligam de chamar a vida, me-
Ibur que qualquer oulro meio, dos de um soinno lelhargic 1. Empreiwndo-as era
que morrein suhilamente, .. los, nos
npbyslldoi pelocarv3o,pelocliljrophoiniioele.,con-
seguir-ae-ha muilai vezzs deperlar-lhes um resto
de vida, que sem i?lo se exlinguiria comprelameole,
oo, oque he mais horrivel, ai*se Ibes minifesta-
ria c-poiilaaeameiile, seuao quandu ja aihveuein
enterrados.
\ P'OVI pelo galvanismo lub'tituiria cum vanla-
K '.i II cas. s muiluari ,s que muitus goveruus lean
feilu eslab-lecer nos emtenos.
N'esles e-lahelerimenlos -rio depositados os cada-
veres lie que se manifest a decompotic^o ptrida.
Bn cada iie-o das mos mrlUm-lliea anneis presos a
urna aadiii, que ao mais leva movimento pode fazer
soar um sino e acordar o guarda. 1) primeiro e=la-
mlo d'eslo ge ro Weimar o
celebre Hafelaad, medico lo rei di Pruitii, com
C- : ll-Ilpr".'. o Vil,:-
I ;: 1 abr -i Sr. !. tormn !, qua no
mnos e mel, smenle na eidade de Berln,
m irl 1 i /. 1.- iu que o n
io le 1 perailliJo pirgonlir, se na eidade
nuil.
enns selvagens. Eslava em Cxthera Hos aliares,
sobre os quaes-e espalhav.1 outr'ora o*incn-o d.'
Sapho, de Anacreonle e de oulros adoradores da
mais bella das daoias, resla apenas ama pedra, e al
iiif-in 1 n echo eiqoeceu o nome de Venus.
Ainalhonle esl perdido, o que he nina grante
pena. Ja n.lo ha jogos nem risos em Papbos: c amor
n.lu o ha abi mais nem menos que era qualquer ou-
lra paite.
Procurei debilde, as ilhas Aforlonadas ( as ilhas
Canarias urna lembranra de Arrnida e do valeule
Kinaldu, e daquelles jardins mgicos onde cada ar-
tero conlmha nymphat bellas como os amores;
achei, n'um bello rliraa, a poeil ausente ; asarvoras
ubi seccam, mas nao arden com chamma amorosa,
em vez .tu canlo das fadas a qoem o Tasto empres-
tan a harmona dos seus versos, ouv, nao sci cuino
diga, apenas o chilrar dos canarios.
Tanabem eu quena ver ludo, e qualquer nome fa-
oso me attrihii.
Abvdns e Sellos, celebres pelos amores de Hero e
de Leandro; Nasos onde Theseo abandonou Ariane.
Ariane anx rocchers conlant ses injuslices.
Helos e a palmeira sob a qual nasceram o sol e a
la. Apollo e Liana Carlbago mide M. de Cha-
teaubriand julgou ver ain .1 as chammai da pyra de
Hido :Itbaca, patria d'L'iysses, onde urna mulber
fui bel, e lanos oulrus luches que brilham como
aslrus ni ouilidii historia. 1
Infeliz qae fui fazer, e que resoltado lirei de
despojar e--es lugares venerados do prestigio da dis-
lancia ? Prncuram-se dense e tercias ; acham-ae
uisos braucos e nave a realida le he amarga, porque
loma o lugar da esperanra que sempre vale '.man
que ella. Todo o que o hornera quei ser e possur,
U v nrocura-lo, deve acba-lo em si mesmo. Se o
inliiiilo e-la em al.^uma parle, he em nos raesmos,
por fr.icus e pequeos que sejamos. Se a poesa nao
d. rie comvosco sob o vusso Iravesseiro, he intil
rurrerdes alraz della. N3o foi noces-ario a Homero,
coco, ver Troia em chammas para cantar case gran-
de dosislre. Virgilio, Milun, a Danle nao precna-
ra 11 dos seus olhot para ver o que elles viram. Foi
no filudo do sea tinteiro que Ariosto ncboii esses
bosques udoriferos, onde passavam lio bellos dias,
tarando os seus nomes nos troncos das arvores, a
amorosa Anglica, e o lerno Medor ; ao Tasso s era
pr?ciso urna vela para illuminar Jcru da, al poda pastar sem ella, visto qne nm da. nio
leudo com qoe comprar nina, fez um lindo soneto i
sui gala para que ella Ihe cmpreslasse, dorante a
imite, a luz doi seus olhns.
Acabo de fazer. com alguna amigos, o qne si coa-
tuina chamar urna viagein maguilica, duas ou tre-
m! leguas pelo menos.
De qoe se eneheu a noss hagagrm '! qoe vimoi *.'
qnn fzomas? que acooleciraenlos extraordinarios po-
demos mis relatar '!
(is nu-'sos cavallos correram om dia atravs de om
campo de favas.
Acontece-j-nns milita vez cnconlrar don oa Ires
pecas voan.lo ronlro n vento, e do sul para o norte !
Fomos ora da lesteinunhas do cmbale entic um
galo prelo e urn corvo.
.Ni da seguinle, descobriina sobre o tronco de
om velho salguciro, um velho mucho coraos olhos
lilos 110 sol.
O curas de nm clioopo fot, nma larde, partido em
djus pelo rain e oulra Urde esmagoei, sem o que-
rer nina aranha.
As carneas corriam muitas vezes a'.rez de nos a
gritar, e us caes l.iiiam em nos vendo.
11- iijiatet, oulr'ora, dizera, coconlravkm no ca-
mmlii fadas, mgicos hroes, heronas Bradamanle,
1 1 ci i.ies. exercitcs phanlasticos, inysleriosos mui-
nlijs de vento, res que casaram com pasturase chou-
panas habitadas por princezas.
N-i ta dislo se olVereceu a' nossa visla.
Vimos Unas cidades, lanos bosques e tantos ros,
que al nal acreditamos qu nao havia senao om rio,
uro busque e urna eidade semprt a raesma ; misera
quinto a prodigios n.l> vimos era um l !
t) nico milagro que anda lem locar, pnslo qoe
com a mi eoiilir.ua reprnducr.l, ja' n3o Causa es-
pilo a iiinguem ceasou de ser milagro he o da feili-
ceiria Circe, que trausfurmava os homens em brutos.
Esla mgica n,li levou consigo o seo segredo : to-
da a muiher qoe liver un lindos olhos ao servir j de
um coradlo perverso, sabe e faz usa delle.
Nos paizes onde.nao coohice ninguem, o viajante,
contoshuncus de que falla o Kvancei'io, leemulboa
para nlo ver, ouvidos para n.1 > ouvir e rnaui para
113o locar em nada :
Mulla hospitil, paucasimicillai.
Nada ha mais verdadero do que esle triste dilo
n'uma viagem ; mullos aposentos e noocos amigos ;
se pastan rapidaineule, nao vistes nada, te licaes he
oulra cousa ; e peior, porque se tendel bom coraran,
cada vez, se vos ,1-n amarles em algoma parte, dola-
reis 13 parle do v so curara), orna puuca de vossas
conmiserarlo ; e ford-'S bem accolbido, saudades de
que iifm vos podeien cous ilar e da que uunca seris
consolado,
II n.lo he triste, mil vezes triste, passar a Ir 1-
vs desees milbaies de homens, desses milhares de
irmaos, e ler os bracoa sempre alierlos sem uunca po-
der aportar enlre elles um amigo
No entretanto, tiremos a boa furluna le adiar no
nosso caminho o que todos teem encontrado ; gente
a p e 3 oavillo, uns e oulros igualmanle levados
pelos cinco oa seis apepliles que devoram o mundo.
Aqu carriohos ligeiroi correndo alraz do prazer, e
adiando o ledio ; all carrangens pesadas e incom-
modas, casas do viagem ; e ludas rheias de pobres
diabos, os quaes esla pergonla : Donde vindes e
ondea ides '.' bem poliam responder : Veuho da
miseria e vulto par a miieriaa agilu-me para cahir
de mil em peior.
De loios os qoe se servem das estradas, podis
arredilar, nao ha senao os cavallos que leem jni^o,
esses s-.bera o que fszem, e se Ihes pergunlauem :
Porque corris vus ? D pnderiam responler com
orgulho : Carro, purque me aruolam.
Nao, o hume. 1 11.10 foi felo psra viajar, e a pro-
va he que ha, 11 graras a Dos sempre llavero, de-
serlos inlransilareis.
Os cuidados, os deaejos e as saudades enrucam a
fronte do lumen, que vai d'um lugar para oulro. O
moviineuio fo-nos imposto do mesmo mo lo que u
IrabalbOs como um eatliga celeste. O seu passu, a
sua primeira vi; geni, I- lo o hornera sob o peso do
sen primeiro erro, quando o aojo da espada de fugo
o etpulsou do paraizo terrestre, e o segundo lambem
foi um .n:ii.' qne o obruoo a faze-lo. Mario Abel,
Caira procuruu una ierra qoa nao livesse visto o
seu delicio.
Pnrum mais vos direi tu.
Assim como lodos us viajaolM livemoi l'-ime e se-
de ; tambera us acoulecea termas de subir e des-
cer. de beber e de comer e us cansarmoi e de des-
causar. Nao usemos a jornada d'um a vez s ; pa-
ravaiuus ass.iz regularmente de dia para janlar. e de
noite para dorimrraos, e a nossa felicidade con-is.
lia eiil.io em adiar uma in,i eslalagem, una pessima
ceia e n'um calilo d'uiii quarlo escuro, uma dessas
'
CAMBIOS
Sobre Londres, 2'a 00 d. v.
t Paris, 3','tl 100 rs. por fr.
c Lisboa, 110 por % de premio.
D-sronto de lellras, 12 a 15 por cenlo.
01 UO Ont;as hespaubol........31)000
Hilas mexicanai......
Moedas de bJiOO. .
de 4511OO. .
RAA.l'atacoei brasileiros.
Hitos columnarios.
Ditos mexicanos .
iinrooo
168500
99300
2>o8 1
28080
Gaixa Filial do Banco fio
Brasil
EM II DE JANEIRO DE 1858.
Directores da semana os senhores : Ma-
noel Ignacio da Oliveira, o Jos Pcroira da
Cunta.
A i: 1 xa desconta ledras a 12 por cenlo ao
anno, e turna dinheiro a premio de confor-
milude com os seus estatutos.
I'.ruini rSC 2IK) saceos assurar mascavado.
Liverpool Barca ingleza aCenoveva. Feliciano
Jos Come, tillO saceos aimcar maicavado.
LiverpoolBerra inclcia Prospero, J. heller ev
L., 50 saceos assucar mascavado.
denovaBarca sarda oPaotoi', Lemus lonior o Leal
Keis, SOO saceos assucar 1 rauco e mascavado.
LisboaPirca uorlogoeza iLraetraa, diversos carra-
Ra lores, (10 saceos gorarai, 10 barru ,is e 380 tac-
eoi ajiaear branco e mascevadu.
Lisboallarc porluguez Mana Jo ii, l-rincisco
Sevenauo tabello <\ Filhos, loo saceos assucar
branco.
Lisboa lricoe j.orluciicz Pennsu a, Novaes \
C, ,'a) saceos assucar branco.
Lisboalricoe porluguez Venoso, diversos carre-
gadores, 10 rseos mel, e i5J stecos assucar brin-
co e ma Porlo Bricue porluguez Trovadora, Cielano C.
da tLusla Morena, 71 saceos enroma.
Porloirca porlugue/.a santa Croza, I homar, de
Aquino Fouseca ^ 1-iihu-, 1.7 l.arus mel.
EXPORTAtAO'.
Rio Grande do Sol, hiala nacional I igree.de
107 lunelac'as, coaduno o seguale : 1,203 rolu-
mes assocar.
RECEBtORIA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DE PERHAMBUCO.
Rendimenlo do dial i 11. 6:6lis7oi
dem do dil 12....... 30ioitf
7:02tJ.S%
AI.l A.NUEliA.
Sendimenlo do da 1 a 11. .
dem do dil 12......
83:136*751
27:I67|093
110:3031*344
Descarregam hojs 13 de Janeiro.
Barca inglezaEhza llandsmercaduras e ceneja
llarcj americana Imperador firiohl.
Barca americanallenneltefarinlia e milho.
Escuna h .11 m lezaZwervermerradorias.
Barca franrezaLouize Mariedem.
Brigue haraburgiiez Capibaribe papel, farelo,
g-rralnas e potaasa.
Bngoe suecoAquilialabaado.
Brigue oglezJauel Pelbladumercadorias.
Brigue hrusileiroNormafarioha de trico.
MOVIMENTO DA AI.FANUEGA.
Volumes mirados rom fazendci ....
o com geuiroi ...
CONSULADO PROVINCIAL.
F.endifhenlo do da I a II. 21:9339619
Idim do dia 12....... 4.MJ67S
28:0.V23I9I
&Wimi.
Volomes.-aliidos comfazmdas
a o com geueros
Tolal
Total
315
IMPORTAC.VO.
Vapor nacional Croteiru du SuId procedente do
sal, manifeslou o seguinle :
2uO barril e 3 caiiOes ; a J. Piulo Recis de Soilza.
0 canei e 159 barril ; a Ferreira A; Ariojv.
2 caixei ; a Jos Saporili.
1 cana joias ; a M. E L. Ploge.
1 Olla ; a Guilberme di Silva GuimarSet.
1 riila |otas ; a Norat >\ IrmSos.
1 eazete; a A. P. Oliveira Ramos.
I voluiiie : a .Miguel Bernardo Qtiinlero.
I 1I1111 ; a Jalo dos Sanios Neves Jnior.
1 dilo ; a N. O. Bi-ber A. C.
1 dilo ; a Vicente Ferren.i da Cosa.
1 dilo ; a II. Gibsun.
1 dilo ; a Clirislianni & Irmo.
1 dilo ; 1 Joao Jos de Cirvalho Moraes j Filhas.
1 dilo ; a Feruanln B, S.
I dito ; a J. Roslrnn.
1 dilo ; a Vrente A. de Freilas Coulinho.
1 barril ; a J.A. A. Leil3o.
1 parole : a Gustavo Jos do liego.
1 raiale ; a J. Joaquim Gmei de Abren.
50 barris e i caixes ; a ordem.
Patacho nacional Anoav-, viudo do Maranhiio,
consignado a Tasso Irmos, mnmleslouo segoiule :
50 barra de quinto vinbu branco ; a ordem.
Iliale nacional aTubarao>, viudo do Aracalv, con-
signado a C. C. da Cosa Moreira, manifeslou o se-
guinle :
156 saceos gomma, 21 dilos farinha de mandioca,
52 ditos cera de carnauba, I barrica carne, 1 dita
ovos, 2 ditas sapatos ; a ordem.
Vapor nacional Oyapockn procedente dos porlu
do norte, manifestnn o seguinle :
20 suecos ; a M.irlins A; Pinto.
IOS ditas ; a Ballbar & Oliveira.
100 ditas ; a Ferreira Ai .Martin*.
336 dilas ; a Novaes tv C.
100 (lilas; a Francisco .Uves de Pinho.
60 dilas : a Manoel Haarle Rodrigue.
97 dilas ; a Miranda & Cimpot.
1 caixule ; a Joaquim Jos Alvei.
1 dilo ; ao bar;lu do Boa-Vi-la.
1 pacole ; a Claudio da Silva Ferreira.
5 ditos e 3 surres ; a Jos Evariito Chimen-.
Brigue nacional Norman viodo do Rio de Janei-
ro, coiiugnado a H. F. Maia, manifestoo o segoiule :
2.0 '0 barricas familia de trigo, 62 saceos feqao,
II rulos fumo ; a ordem.
Uiale americano Rusamnndu vindo de Baltimore,
consignado a 11. Furster & C, manifestuu o se-
guinle :
67o barricas farinha de trico, 70 ditas dita de mi-
lho, 32 ditas vinagre, 100 barriquinbas banha de
porco, 20!) dilas bularbinha, 100 saceos milh, 50
meias canas ch, t carroagem, V paroles e 1 eaiai
rodas e perteuces da meima, 71o resmas di papel de
embrullio ; aos cousisnatarius.
Barca americana Imperadnrr. vinda di PfcUadel-
plna, consignada a Malheui Aulla cV C, mauies-
1 in o secuiole :
3,050 barrieal farinha di trigo, 50 ditas pregos, iS
barns polassa, 300 bairiquinhas boliclnnha, 25 cai-
tas pannu de ligedlo de edr, 1 carro n seus perteu-
ces ; aos cousigualarios.
100 caixas para velas e sabao, I rodas para mni-
bus ti muas para dilos e 5 feixes de aro para molas:
I Henrv F'orster A. C.
Brigue lardo oAololnella vindo de Genova, con-
signado a l.emoi ,\ Bastos, manifeslou o seguinle
900barrieat farlnhi de iriso, 2 barril a 1 rain
conservas, 302 tecos farelo, 20 tilos pimenla, 380
caitas masas*, 1 dila lalame, 70 ditas vinho, 1.") di-
las dito vermulh, 15 dilaa absynlho, 3 dilai chapeos
de palba, I dila caemiras, 20 ditas e 200 balas pa-
pel, G gradea com 'i dozias de cadeiras. 3 barricas e 3
saceos ca'lanhas, 800 resteas albos, 5 libras de cora!;
aos consignatarios.
3 barricas missangas; a Feidel Pinlo & C.
1 caita iazenJas de seda, 8 ditas presuntos ; a
ordem.
R.-iguc nacional Veloz, vindo da ibia,
consignado a Antonio Luiz de Oliveira A-
zevedo, oanirestou oseguinte :
3 caixas brim de algodflo, 1 dila luvas de
Secretaria do governo de Pernimbuco 19
de dezembro de 1857.
S. Esc. oSr. presidente da provincia man-
da fazer publico, que existem nesta secreta-
ria, ja informados, os requerimentos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes teem
deixado do ser retnetdos s secretar i js de
estado por falta de pagamento do tespec-
tlvo porte no correio.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
Vicente l'mbelino Cavalcanti de Albuqucr-
que i2.
Joaquim Jos dos Santos Araujo (2).
a direcco da companhia de vapores a re-
boque.
Hiogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Augusti Pater Cesar.
Jos Jernimo Monleiro.
Manoel da Rucha Linjl.
Joao P.aptista do Ainaral c Mello.
JiiOo Carlos Lslisber (MMitoaciado)
r. Jos-c Mottii Cordeiro GiUbv.
CapitSo Francisco Antonio Ca'rralbo.
Dito Tiburcio Hilario da Silva lavaros.
Hito Jos Francisco da Silva.
Tenenie Antonio Victor de Si Brrelo.
I.- leneale Jos de Cerqueira Lima.
Pnente Jos Cyriaco Ferreira.
Dito Antonio Jo Dias Nunes [2).
Alteres Luiz Vicente Vianna.
Hito Jos Benedicto do FCspirito Santo.
Dito Pedro Martini e Joaquim Jos Lima de
Souza.
Dito Jos Vieira de Souza Cueles o Antonio
Jos do Oliveira Sampalo.
I. cadete Luiz Jos de Souza.
Hito Feliciano caliope Monteiro de Mello.
2. dilo Francisco Pereira Peixoto.
Dito Manoel Jos r.oncalves (21.
I. sargento Francisco Kiuardn Hcnjamin.
Dito Manoel Saturnino da i.uulia.
Cabo iheoloio Jos da Silva.
Dilo Joao Francisco dos Prazercs,
Dito Jos liayLCUudoue Carvalho.
Hito Izidro Jos.
Hi'.o Joao Homingues da Cruz.
Soldado Jos Theoduro de Azcvcdo.
Hito Francisco Jos dos Sanios.
Dilo Thome do Espirito santo.
Hilo Manoel da Penha.
Dito Mareo-lino tvaugelista da l'aixSo.
Hito l.uiz Concia Lima.
Jos Benlo da Cunta Figur-iredo Jnior.
Secretaira do governo de Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S. Lxc. o sr. presidente da provincia, em
observancia de ordem expelida pelo minis-
terio dos negocios estranaeiros, manda fa-
zer publico nesta provincia o seguinle an-
nuncio, transcripto do Jornal do Corcmercio
11. 323 de 2 de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios cstrangeiros.Os
pro,netorios dos navios Guyana, Dous Ami-
gos, Isabel. Aven ureiro, Virginia, Esperan-
ce, KeliciJade, Somma Viva, Emprehende-
dor. Improviso, lilla Miquehna, Santa Cruz,
Novo Mello, Magano, Piratiuin, Purissima
CoucelQ5o, e vapores S. Scbaslioe Piquete
do Santos, s3o rogados a virem ou manda-
rem seus procuradores secretaria de esta-
do dos negocios estrangeiros, dentro do
prazo de 60 di3s, para darem alguns escla-
reciaenlos relativos aquelles navios. Jos
Beato da Cuuha F'igueiredo Jnior.
2.a O pagamento vericar se-ha em dei
preslac5es mensies.
3 a Para ter lugar o pigamrnto de cida
prcslicjio sera oiister que o ai --matanle a-
preseuie allesta.lo do cngciili. iro, provando
ter cumprido as suas ohrigar,Oes.
4 a Para ludo o mais que nilo se iclur
prescripto as preseut.'s dianln nem no
orcameiito, seginr-se-ba o que dispde a res-
petlo a le piovmcial n. 286.Conformo--
U secretario,
A. F. da Annnnciaco.
O llim. Sr. inspector da thesourana
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 30 da
dezembro ulhmo, manda fazer publico, que
no da de fevereiro prximo vindouro, pe-
ranle a juma da fazenla da mesna the-
souraria; se ba de arrematar, a quem por
menos lizer a obra dos reparos di que pre-
cisa o.<-rl(;amenlo da estrada do Mangumho
entre a ponte do mesmo nome, e o comeep
da segunda parte do primeiro lauto, avaha-
da em 4:368 rs.
.V arrematarlo ser feila na forma da le
provincial n. 3J de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
as pessoas que se propozerem a esla ir-
renunciio comparecen na sala das sessea
da mestna junta no dia cima declarado.
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
Epara constar se mindou aiTlxar o pre-
sente e publicar pe o Diario.
Secretaria da tbesouraria privincial de
Pernambuco, 7 de Janeiro de 1858.O se-
cretario,
A. F. da Anniinciac,iio,
Clausulas especiaes pira a arrematacio.
la As obras doeilcimeoto da estrada do
Manguinoo far-se-hao da conformidide com
a planta e ornamento app ovado pel direr-
toria em conselho, e 'presentado ao Lim.
Sr. presidente da provincia na importancia
de ;.'168-3 rs.
2.a O irrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e devera concloi-las
no de cinco mezes, ambos contados em
conformidadedo art 31 da lei n. 286.
3.a A importancia da arremato ser
paga de conformidade com o art. 39 da zoetj-
ma lei.
4 a Durante a execucSo dos trabalhos o
arremitinte dar um livre transito aos car-
ros e cavallos.
ia .Na oxecuto dos trabalhos o arrema-
tante sugeilar-se-ha as prescriptoes do en-
genheiroencarregado da estrada.
6 a Para lado o que nao se achar esf e-
citicado as presentes clausulas, nem no or-
ea ment seguir-se-ha o que dispoc a respei-
10 a supra-mencionada lei n. 286.- Confor-
me. ti secretario,
A. F. da Annc.ncac3o.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, em cuinpjimenlo da ordem do Eim.
Sr. presidente da provincia de 31 de dezem-
bro ultimo, manda fazer publicj, qua no dia
4 de levereiro prximo vindouro, perante
a junu da Tazenda da mesma tbesouraria,
se ha do arrematar, a quem por menos lizer
os concertns de que precisa a ponte de
t.oianna, avaliados em 3:4729 rs.
A arrematacio sen feiti no forma di le
provincial n 313 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiada>.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
reniatacSo comparecam na sala das seas/Ves
da mesma junta no dia acuna declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
E para constar se manlou atusar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourana provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro de I808.-O secre-
tario,
A. F. da AniunciafSo.
O lllm Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 de
dezembro ultimo, manda fazer publico, que
no dil 28 do correte, perante a junta da | sent e publicar pelo Diario,
Clausulas especiaes para a iirrcmatacSo.
1.a Os conecrios di ponle de i.oianna na
importancia de ::472> rs Hrfto fritos de
conformidade com oorcamenio apresenUdo
nesta data ao Exm. Sr. pres lente da pro-
vincia.
2 a O arrematante dar cotneco a obra no *
prazo de um mez, e concluir no de sen,
contados da dala do contrato
.'{.a Se durante a execu$.1o da obra veri-
ficar-so que existem mais peces arruinadas
do que as que menciona o orcament 1, o ar-
rematante o communicira imme Intmenle
a reparlieilo das obra publicas, ifim de ser
autorisada a collocacao do tnes pe;s, sea-
do o na valor pago fora do contrato, e
fora do remenlo.
4.a O arrematante sugeitar-se-ha na exe-
ciiQo dos trabalhos as prescrices do enge-
ulu-iro.
5.a Para tudo o que nao esliver a_qui dis
posto seguir-se o que janea lei provincial
n. 286.- Conforme Osccre ario,
A. F. di AnuunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesourana
provincial em cumprimento da rcsolurSn da
junta da fazeuda, manda fuer, publico, que
no dia -28 de Janeiro correnle vai nnvamente
a praca para ser arrematado 1 quem por me
nos lizer a obra do I lanco da ramtficaco do
Japomiru, avaliada em 17:360; rs
K para constar se mandou aflixar o pre-
r.im n, nai quaes querer-se-hia pnder dormir (de- seda ; a II. Cibson.
pi.ii de lanos oulros; sem Ihe locar. .,0 barns e 100 meios manteiga ; a Jos
m quaiiio .1 paUagem, podemo verificar que ge- Joaquim Dias Fernandes.
2 fardos chales ; a Joilo Kellcr & C.
1 caixa linhas, 1 barrica rosarios e mis-
ralnidiile as moiii'.nli.is doiniuaiiias plauices, que as
pedral sin doral e qaa 1 agua mulla.
Cont o mais prquenj canlo de ierra he um re-
sumo do resta, um seito.se rellenarles 10 vano
olho, he um roche lj ; a folha d'uma arvore be orna
ll ireill ; quem e uma cnanra. ve' um limoem.
Emquanlo as cidades, tinao um forzaigoeiro ; se em er. do ser nm lilho
de A lao, eu fose penas filho d'um elcphaiile, re-1
sangas ; a Vaz & Leal.
a fardos feltrosdo lia, 10 latas oleo de ri
cio ; a Lilil Jnior &C
1 caixSo collarinhos e manguitos borda-
dos ; a II. I! unn ex C.
2 quartolas azeile de palma ; a Domingos
ciiarii fazer um zrieejo de man goilo, pun.lo um pe n "1r'.'",.V(.Vi'lp' Inrl l' '
e costa a comprehender rumo ne-a lin- I "". "T* Anilrv le-
por cima
guiar rtuni.'a ile ra/utas se fabricunrom todll ai
: ilivrat da qae te enche o mando.
Os lelhtdot nlo chitoe qaindo n-io 1S0 hirulos:
'.is por mal que farnm os
archilecljs, um lelhlda nunca deixar de ler um le-
: i! midas ulieniaes.
i C> ibera, hoja Cerigo, urna dus ilhas Jnalll,
sob h pioiecrfio na entet srb a duinimcio .tos Ingle-
se-, coje p ipiil.r.'i., ho cinco vezei maior, nio zei : sob nomlaacSe franreza no lempo slu Impe-
haviria no mesmo espae, 1 di lempo, qualro uu cinco
ei ra .- r. 11 em Ib 10I -- .'
As vantigeni da eleclricidade nao te llmitim a
verificar a morle de uma maneira unlub.lavel; como
ja distemot, pode de-pcrlar-se a vila 1101 c
, irenle, c.nn 11111.1 pillia, ou uai apparelbo
ruer lar a gima desgrata pan eolio cuidir-ee 1
hnn sera' que desde ja preale-ie toda a llleaejlo qu? I d l'en
o caso merec. | O celebre anatomista Wiealow, lenle era Parir,
11 >.Paphoi, 111 ilh 1 de Chj ire : pritenre tos Tur-
cos. .._ racha am-lhe llilla, atliia onde se lem
echado alguns vestigios do templa de Venus.libas
',; irl i.das Colanas archiptligo de vinle ilhas
no Oceetno All utico ; a miior he TaoeriOi e cele-
. bre palo seu pie3 voleaoieo. Perlencem a Haipattha.
u cleclrirto ; tilla um minuto para tirar a -tbj du* e S. o-, buje Nagara-oiiruin, ci-t.-ll,.
prava sobra en msculos da um cadavir. irmido com oiloata a uaalro peras, e llovalli-Ka-
Arcbivo Familiar. J lessi, batira da cincoenli peras. Itiron, como La-
Scieuciapara tudus../. fombosson. .1 O; o, llravessoa o eslrelo a nido. Helos umi -las
________ ladee. Uulc pequcuo e inhabitada ; em 182"
,, ,. ii- alto babilivtm ihi iiolo dooi pail..re<. lUinas do
Kespottade mu ijanlo cansado aeTia-]tempoir;Apoiio.Carihago.onda igormitei pe-
m ae quer se sabe aomle
'iliaca, ilha Jimia, descu-
b a demimclo fiaoceza,
Muita agradecido pela votsi clferla, por'm anda j iltenlos lumoks obre o soppoilu lerreuodo pali-
que ioseii a caa do diabo, nio vos stguiria. co de IJIyiltl,
1 caixio cha-
a Schafeitlin
I.....<--,.. i,i ..wj.tir-.. ,,iii,-,,.,., ., ,..- einjio 11 .)nt||i.. l.ar,lii,go,
ar, .i dous Allemes queo convidaram qoenaaldelide Uaig
^'com, tadomundo. ^1^-1
5 pac des lyrio l'iorentino,
rotos ; Meuroo. & '.
6 caixas Obtles escaralos ;
c a
1 c isa cli3ruios ; a MettlTS,
2 ditos ditjs ; a Jse Aulouio da Costa c<
Irm io.
2 ditos ditos ; a Anlonio Luiz de Oliveira
Azeve lo,
loo barricas azeite de palma, i dila gesso,
2 caixas coxinsde linho. iti2 fardos fumo,
39 CtixOes e 1149 caixlnbis charutos, '2 sac-
os colla, 32 dilos lio de algod'io, 01 Olios
rale, 100 fardos panno de algodao. 8 bar-
ricas tapioca, 2 caixOes chapeos de bacta : a
ordem.
1 barrica Ulhas c quartUbas ; ao bar5o
ds lloa-Vtsta.
fa/i.'ti'la ila tnrsiir, thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos lizer a obra dos
reparos do quartel da villa do Cabo, avalia-
dos em 1:2108 rs.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
retrstacSo comparecam na saladas sesses
da mesma junta no da cima declarado,
pelo meio da, competentemente habilita-
das.
A arremataco ser feila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sol as clausulas abaixo copiadas.
E para constar se mandn allixaro pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretarla provincial de Pernambuco T de
Janeiro de 1858.o secretario,
A. F. da Anniniriacao.
Clausulas especies para a arrcmatac.lo.
1.a As obras dos reparos do quartel da
villa do Cabo far-se-bSo de conformidade
cotn o urcamento approvalo pela directora
em conselho, e aprsenla Jo a approvico do
Exm. S. presidente da provincia, na impor-
tancia de 1:210o rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e as concluir no de
qumro mezes, ambos coudos na forma do
art. 31 ds lei n. 286.
3.a A importancia da arrematarlo sera
paga em tres prestarles iguaes : a primeira
de jos de feila a melade das obras ; a se-
Sec-etana da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de jsneiro de 1858 O se-
cretario,
A. F, da AnnunciacSo.
X*Ut**iM.
AGE.NCFVDAPARAIIIBA.
O agente fiscal da provincia da Panhiha
Norte, na de Pernambuco faz saber a quem
convier, que a lei provincial da Parahiha
i) 22 de 15 de oulubro de 1857 ohriga n<
gneros da mesma provincia, que vierem a
de Pernambuco ao paga memo do imp-
wgointe desde o 1. de jinoiro ultimo de
dezembro de 1858.
Arl.2.- ||.' Algod.lo, assucar e cooros.
-I por cento imposto provinciil.
Io !os os mais gneros pi r cento ; scr-
Vindo de base os precos da pauta semanal
da mesa do consulado geral de Pernamhiiro
on lo beelTecluada a errecidicao dos roc-
uios impostos.-
Pe3 administrador do engertho i.i
quia foi rcrr.elli lo a esta salid legara :m
cavallo pretO, magro, o qual .o pr l!e p-
prehendidj dentio das ranoss do mesmo
eagenno, pelo q-
posttalo: quem lejulgex rjm direito ao
i.o, comp.rcca, que privando Irgal-
mente, l!iesr.ien ir. i-. | 11 de
gunda, depois da entrega provisoria ; t a
lerceira, deoois ito rechiroento definitivo, J*nciro ,,e ISjS ''' bslgi
o qual verificar-se-ha seis mezes depois da | ,:- l'es l'-irrelo.
entrega provisoria.
i.a Na execocSo da obra o arrematante
seguir as preCrip^oos do engenheiro res-
pectivo.
5 a Para ludo o que n!o cs'.ivcr determi- I
nado as presentes cl-usulas nem no ori-
niento, seguir se-ha o que dispde a respeilo
a lei n.2G.Conforme. O secretario,
A. F. da Annunciacao. .
* Acbando-se creada nesii provincia, pot
Olllm. Sr. inspector da thesouraria dnelo u 2003 de -.'i deoatubro Uiimn.
Batea nacional "Cecilia,d vinla do Rio de provincial, em cumprimento da ordem do una coaUMBhia de aprendizei mai
Janeiro, consignada a C. C. da C. Morejra, Exm. Sr. presidente da provincia de 21 de sob as oesaas condict'ies daa dol'.odrJa-
manifi-stou o seguinle : dezembro ultimo, m.-.nda lazer publico, que neiro e Babia, pelo que lev.- ter foi nade dei
3:)G volum-s barris alntiJos, 50 barris c no dia 28 do crtenle, perante a juntada menores de 10 a 17 annoe, convida o luaswc
20 pipas vinho, 1 dita graixa, 30 barris c30 fzcnda da mesma thesourana, se ba de ar- to.-do arsenal de mannhn as aeaaoei quo
rcmalar, a quem por menos lizer a cnuser- queiram apresenlar seus lilh.'s. bem como
vaeSo porinameole da estrala do Pao d'Alho, 1 prenles na qualidade de uni> os ascendente
-- A companhil fixa de cavallan eOOJ-
ir cavallos por le le aarvee,
achaq kM a de altara regular, rm-
)o;a nao tcnliain mais que Irjlr i
Leopoldo Aiigu-,!., Ferreira.
Capil.io.
Companhia de apren iizes marinheiros
i *
meios dilos inan'.eiga, 7 fardos alfazcms, 1
cuixo chpeos e gneros, 213 saceos arroz,
I


DIARIO Iffl Pr.nNAMBTTO Dt'\BTA FKiHA Di* JAMBO DI I85R,
*
Ou tutores, para a mesma companhia, o fa-
zerem com brevidade. certos de inmedia-
tamente entregar-se-lbes, caso exijara, a
Rralibctc.llo de 100o por cada um, autorisada
nodecroton. 1591 de 1* de abril de 1855.
sendo que a apresentaq.lo dos mencionados
em segundo lugar devo precefier a compe-
tente lie nca do juizc dos orphiios.
InspeccSo da arsenal de marinha de Per-
nambuco em 36 de dezembro de 1857. ~ O
inspector, Eliziario Antonio dos Santos.
\
&t>tl>3 .V^f:*^*.
Para Lisboa.
Segu em poneos dias o veleiro brigue
portuguez. Peninsular, por ter parte de
^Mfijreegament prompto, quem no
Wl11""' carregar ou ir de passa-
gempara o que tem excellentes eommo-
dos trata-se com os consignatarios Novaes
o C. na ra do Trapichen. 54.
-- Para Lisboa, o brigue portuguez Re-
solvido esta apto para seguir com muita
brevidade, por ter a maior parte do seu car-
regamento contratada : quem quizor apro-
veilar-se da praca que ainda resta, e das
boas conciertes que o navio otTerece, relati-
vas sua construegao e marcha, dirija-sea
ra da Cadeia do Kecife n. 12, escriptorio de
altar & Oliveira.
IJ
Bahi
'ara a oaii .
O veleiro e bem conbecidopalhabote Dous
Amigos, pretende seguir com muita brevi-
dade, tem prompto parte do seu cirrega-
mento para o resto, Irata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. t.
Para Aracaty segu o hiate Duvidoso,
j tem parte da carga prompta ; para o res-
to e passageiros, trata-se com Marlips & Ir-
rao, ra da Madre de Deus o. 2.
Para a Bahia segu em poucos dias o
veleiro ebem conhecido hiate Castro, por
ja ter mais de metade de seu carregamento
prompto : para o resto da carga e passagei-
ros, trata-se com o consignatario Domingos
Altes Matbeus, na ra do Apollo n. 23.
CE\RA\
Segu no dia 15 do mez corrente o hiate
Sergipano ; para o resto da carga, trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M., r.a ra da
Cadeia do Recife a- 2, primeiro andar.
LEILA'O DE MOVIS.
Odircctor do collegio de Santo Andr,
tendo mudado de residencia o mesmo col-
legio. que se achava na ra do Hospicio, e-
dilicio contiguo ao Gymoasio pemambuca-
no, fara leilSo ahi, por inlervenc.1o doa-
gentellorja. de todos os movis existentes
no dito edificio, consistindo em urna escol-
ente mobilia de Jacaranda, gosto dominan-
te, um ptimo piano hamburguez, vertical,
um dito horisontal de n ogno, candelibros
e lanternas de vid-o. dous grandes vasos de
mannore iobra prima,), diversos ditos de
porcellana, caluas e mais enfeites etc.,
esleirs e tpeles linosJe sala, toulettes urna
escolente cama franceza, um grande cabide
portil, guarrla-roupa, cooimodas, mobilia da
segndasela, dita da de janUr, aparadores,
guarda louca, mesas de j miar, e de eiiKom-
mar, lavatorios com pe ra, louca e vidros
para servico de mesa, novis de difTeren-
les qualida.les e miste-es, e outros muitos
artigos uecessarios etc., que se acharHo pa-
tentes : sexta-feira 15 do torrente, as 10 llo-
ras da manha, no supraclito lugar.
>%t>:$v 3taa**.$#
COMPANHIA
Brasilera de paquetes a
vapor
O paquete Cruzeiro do Sal, cornmandanle o
eapilAo de mar e guerra Mancebo, eipera-se dos
porto* do norte em aegaimenlo pira os do sul ele o
da 17 do correle.
Pode receber desde ja passageiros. dinheiro a fri-
te, encommendas, e eoffjar-*e a carga que po-fer
levar desoachads com autecedencia da maneira avi-
esda em 28 de deiemrro.
O rnosiiiia aviso fai-se publico pira o paquete Pa-
ran chegar do sul em seguimeulo p.-.i.i o nor-
ia al o metmo dia gupra anuqnciado : agencia na
ra do Trapiche Novo n. 40.
Para o Porto segu em poucos dias,
por ter prompta a maior parte de sua carga,
o veleiro patacho portuguez Duqne do Por-
to ; para o resto da carga e passageiros, para
o que tem excellentes commodos, trata-se
com seu consignatario li mingos A. Ma-
theus, na roa de Apollo n. 23.
Para o Porto.
ahir at odia 23 do corrente o brigue
Trovador; para o resto da carga e passagei-
ros trata-se cornos consignatarios Rarroca
c Castro, na ra da Cadeia do Recife n. *.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue Tres
Amigos, pretende seguir al o dia 15 do cor-
rente; tem a bordo dous tercos do seu car-
regaraento : para o resto, trata-se com o
seu consignatario \ntonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro,
O bem conhecido patacho nacional Valen-
te pretende seguir com mnita brevidade;
tem parte de seu carregamento engajado :
para o resto, trata-se com o sea consigna-
tario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, ra
da Cruz n. 1.
O Sr. Josc Cypriano Antunes, ra dirigir-te a esta tvpo<;raplua a negocio
tpie Ihe dizrespeito.
Precisa-se de nma pessoa ou fami-
ia que se encarrcguedi lavare engom-
mai com promptidao e muitoaceio a rou-
pa de um homem e de alguns meninos.
Quem se adiar nestas circumstancias,
queira dirigir-se no largodo (Jollegio n.
37, segundo andar: de manila ate as )
horas, e de tarde a qaalquer hora.
Attencilo.
Precisam-se de costuieiras para costu-
ras de alhuate que se am pereitas as
suas obras, com especialidade em coletei:
na ra da Madre de Dos n. ."><>, primeiro
andar.
1 Attencao.
v Precisa-se de urna ama forra ou J'
& captiva para o servido de urna casa %?
?$ de pouca familia : a tratar na na do $
ja Queimado n. 6, prioieiro andar. &|
No deposito junto ao becco do Rosario
n 11, tem sorvete todos os dias, de ma-
nha e a noile, assim cemo o bom petisco
de hambre.
HAJA.... HAJ4.... HAJA !
Ra?azes, temos o nctar !
Nesta quadra cnammejanle
Todo o moco que se preza,
Refresca o peito anhelante.
FolhhiMs de
almanak.
Acham-se t venda na livraria ns. lieS
i praca da Independencia as (olhinhas
comoalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anno de 1858 a
diOrs. cada uina-Tendo o preco do tra-
ballio typographico subido mais de 60
por cento do que se paga va no anno
passado, nao foi possivel ao editor con-
servar o preco antigo como desoja va e
mesmoo accrescimo nao esta' em relacao
ao pieco que elle paga aos operarios.
Temos por ve/es levado ao con'ic-
cimento do publico que um funecionario
publico tendo abusado da confianca de
um homem de (piem se dizia amigo,
comprometteii-o em quantia nao pe-
|uena, e leudo alcanrado ludo quanlo
ambicionava, nSo tem dado cumprimen-
to a seustratos; e pelo contrario vai en-
tretendo-o com prometas \."ias, sein rpie
trate de acabar com este desgrarado ne-
gocio, islo lia mais de 7 annos !! Quem
tal dira! Hasta de tanto soUVimcnto
Sr......Se dentro de dias nao
es t ver este negocio acabado, levantara'o
veo que cobre esta perlidia.
OSr. Joaquim Antonio de Horaes
que morouou mora na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, qiieiradirigir-sea esta ty-
pographia a negocio que sabe.
1)A
Lisboa.
Segu com brevidade o brigue portu-
guez Monteiro I, tem parte da carga
prompta, para o resto que Ihe falta tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C,
ra do Trapiche n. ol, ou com o capitao
na praca.
IXTRA0&DIMR10
Lelllo de itiobi-
lias,
(No campo)
Ouatta-feira, lo do corrente, as 10 ho-
ras da manliaa.
O agente Borja, de ordem dos Srs. N. 0.
Bieber 4 C, far leilao dos movis e mais
objectosabaixo mencionados, pertencentes
ao Sr. Germano Holen, que se retirou para a
Europa, a saber: um ptimo piano forte,
modernissimo, urna rica mobilia de Jacaran-
da a LuizXV, urna dita de mogno do mesmo
gosto, urna dita tambem de mogno, assento
de cochim, com conversaeira, um riquissi-
mo espelho grande de vestir, seis guardas-
vestidos e roilpas de mogno e de Jacaranda,
urna escellente cama franceza de Jacaranda
com cortinados, lindos toiletes, lavatorios
com pedra, commodas, leilos pare enancas,
cadeiras cause uses e sofs do cochim para
gabinete privado, movis pronos para
quartos de dormir, mobilia de sala de jan-
tar, grande e excelento mesa elstica,guar-
louca, aparadores com pedra e sm ella,
bancas para jogo, banquinhas de costura de
apurado gosto. caixas de msica, relogios
'palent) para cima de mesa e parede, qua-
dros de personagens Ilustres, de pai7.es e
costumes estraogeiros, de historia natural e
de phantasia, com bellas molduras, urna
grande e ptima estante com livros ingle-
zes. irancezes, allemaasi ele, urna rica Ib-
pegaria de sala lustro e serocniinas de
crystal, delicadissimns vasos, bonecas e
mais enfeites de porcellana, do sevres e de
crystal, coloridos, para sal*, candieiros da
globo, americanos, globos de vidro, um n-
quissimo apparelho de p-ata para cha, ap-
parelhos de porcellana linissima para elno-
co e jamar, ditos de crystal para o servico
do mesa, ditos para o servico diario, urna
porreo de vinbo engarrafado, velho, de di-
versas qualidaJes, utensis, Ir?ns de cozinha
em quantida le e mais nocessirios da casa,
fprramentas para sitio, urna escellente ma-
china de engommar, e urna iufiiidade de
outros tnuitos objc.ilos raros e de capricho,
que fora impossivel mencionar, os quaes s
com ^ vista podem ser apreciados, e seriio
vendidos sem rcsrrv alguma ; e bem assim
um escellente cabnolet de duas rodas com
todos os aireias, etc.: qiarta-feira, 13 do
corrente, as 10 horas da manida eta ponto'
pela grande quar.lidade de objectos que
csiste na Soledade, estrada de Joio Vieira,
sitio perlencento ao Sr. Luiz Jos da Costa
Amorim. Previne-so aos concorrentes que
llavera um aplano lanche.
O sorvete quantum satis,
Opinam bons professores,
He reagenle infallivol
Contra mrbidos calores.
A elle, rapazeada -
De pitanga ou ananaz :
O Soares junto to Rosario
Para agradar ludo fi.z.
0 salao he dos primeiros
Em candelabros, crvstaes,
Boas fructas, sazooiidas,
No mercado sem rivaes.
Sla a bolsa v sorti la,
Ninguem se faca en?rar;ado ;
<,>ueo Ferreira nao iup,,orla,
Tem nojo do tal falo.
Precisa-se de um saixeiro portuguez
ou brasileiro, que tenha pratica do taberna,
e de liador a sua conducta ; na ra de Sanio
Amaro n. 8.
Urna preta pretend libertar-s, e fal-
lando-llie parte do dinheiro prtcisa quem
Ihe adianto para r descontando nos seus
servidos: a quera convior tal uegocio, di-
rija-se a ra do Vigaiio n. 12, taberna.
Precisa-se alugar urna sala pequeua,
para homem solteiro, proferindo-se no bair-
ro do Uecife : quem tive- annuucio-
ER&ATa.
Diario de Pernambuco. seeunda-feira II de
Janeiro de 18oS.
Columna segunda linhas 21 adoracSo a
cidade la-se -adoraco a Jess Chrislo
nascidoem ll.lem. cidade...
ERRATA.
No communicado de liontem sobreco-
lonisaco- -alem de alguns erros typogra-
phicos que escaparan, vem os seguintcs,
que alterara oseutio: Em lugar dede-
lerir, leia-seaufenr. Km lugar deapro-
veitados para os colonos, leia-se apro-
veitados para colonos. Em lugar de .
fiOy.OOo/OOO, leia-se6,000:OOOJOO.
Envernisa-sc mobilia muito em conta :
no paleo de Sania 1nere:a n. 8.
- Precisa-sede um '.aisciro pBra depo-
sito de massa ; na ra Oireila n H3.
l'recisa-se de um iapz portuguez pa-
ra caixeiro do deposito da ra do Vigario n.
29, destes chegaos ha pouco, mss que te-
nha pralica do negocio : a fallar na mesma.
He chegado a lojii de Leconte, aterro
da Boa-Visla n. 7, excellente leite virginal
de rosa branca, para refrescara uelle, tirar
pannos, sardas e espinhas, igualmente o a-
famado oleo babosa pan limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim :nmo p imperial de
lyrio de Elorenca paralirotoejas easperida-
des da palle, conserva a frescura e o avellu-
dadoda primorosa da vida.
PROV
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer pnbco que se acham a venda no
pavimento terreo da casada ruada Auro-
ra n. 26, das 9 horas da manhaa as
da tarde bilhetes e meios da (piarla
parte da terceira lotera do hospital Pe-
dro II. cujas rodas andarao no dia 16 do
corrente.
Thesourara das loteras, ) de Janeiro
de 1858. O escrivao, Jos Mara da
Cruz.
Lotera
DA
Provincia,
JLoterxa
DO
'edro
Hospital
segundo.
Aos 4:000$ e 2:000.
O abaixo assignado tem exposto venda
os seus Telizes bilhstes inteiros c meios da
quarta parte da terceira lotera do Hospital,
os quaet. silo garantidos dos oito por ccnlo
da lei, sendo a garantia immediatamente
p^ga em qualqucr das lojas abaixo mencio-
nadas : im ra da Cadeia do Uecife n. *5,
esquina Ja Madre de Dos, e na praca da in-
dependencia ns. 4 e 37 a 39
O mes no ven tea os souuintes premios da
lotera :1o Gymnasio, exlrahida em 9 do
corrente.
Numero
10f>
100*
IllU
1 biliicto Numero 2013
1 mcio -jTj
1 dito os62
1 dito > 279 20/
1 dito 3129 20}
i bilhrtc u is;>7 -i"i
as lo ?s cima mencionadas tambem so
vendem bilht-tes inleiros omrios, pelos pro-
cos ah,ii;:o mencionados, sendo da quantia
de 100;0)0 para cima, dinheiro vista.
Rilhetes 4c500 llecebe 4:00O
Muios 2?250 2:00')"
PorSalustiano de Aqnno Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
- O director do Collego de Santo An-
dr, tendo contratado o arrenarrento de
um pred o na ra daCloria, aonde tem cor-
loza de encontrar ainda melhores commodos
para o seu estabelerimento do que em o que
actualmente reside, foi para isto obrigadoa
comprar a mobilia rica e todos os movis
all existentes, e i or isso que dispensando a
sua primeira mobilia, tem encarregado ao
Rente Bsrja para fazer .'ella leilao. Alianca
que ha t i '.,> do bom gosto, o tem apenas i!
mezes de uso.
O Sr. Dr. Charles Gerdon, es duas ii-
Ihas e a crioula >usan llaliert, retiram-se
para Inglaterra.
Q"!m precisar para algum engenho,
de um bjm administrador, o qual he bera
conheciilo nesta prar^a, c da fiador a sua
conducta : dirija-se a Boa-Vista, ra Velha
ri. 78.
Ra do Cab^sa
n. 7.
<'.; ".:):: r;;.vr\.
\ Aderppnt cninp!rln !
: i, meioj ditos, jir.lsci-
ra^. alfnete*. brincof
r. I if, eorddet, Iranrel- *

^ecehem por to-%\:^^;^:
l S&ZZTiZ idos os vaporeada Eu- 0^;lh0,-mplel.,,e i
S lhanle*.dianiaiilese pero. Fnnii tA\ r-.ifil\\ ll-l IV '- prala para rli.i, jandfja, *
* las, owlra qnaequr "I"' a3U*'' lnuv M,tl,k .* salvas, entlirae. colher l
V:^^:i'-"tno moderno gosto, taii-|*-s^-5^j*;!
to d Intima ci> *.*,m*.**m
PEDRAS PRECIOSAS
__
Adarecoi de lirillmnl*,
> tll.i.'IJ.iiiIr* l' [ti'rcl;is. |,ul- -
* nt'ir.:^, illifieles, liriuros .
v a rojetas, botoet annall
? de dlflereDUi rosIos e de
J diversas pedral de valor. *
Com
trocam i
a
as quaes vendem por
pre o commodo como eostumam.
Lotera
DA
s>rovmcia.
governo e a
eolonisa^ao.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro algnns
xemplaro; doappendce Mas ida's de pro-
oaganda de I.. I'. Laeerda Vorneck, polo con-
d- de llozwalowski, a respeilo da colonisa-
gao i vende-se a 2:000 na praca da Indepen-
dencia livraria n. 0 e 8.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico Oe urna casa de pouca
familia ; na praija do Corpo Santo n. 17.
O abaixo assignado avisa ao publico <|ue
dehojeem vante se obrifja a pagar a sor-
lo grande c a immediata no dia da e\-
traccao em seu escriptorio Da ra do
Collefjio n. 21 primeiro andar. Vende
em porcao de I00 para cima dinheiro a..
vista bilhetes e meios garantidos dosRjrLMLS VI (.AOLIUIOLL lAlf"
l>or cento pelos seguintet presos:
Bilhetes l500 Meios 2f250
o bilhetes da lotera recolhida sSorece*
bidosem troca de outros.
P..I.
CAF DO 0I1ERCIO
u Trapiche Novo
n. 14.
Tolos os dias i'a ll horas 'a lainliSi as
2 da t*M,-, c 'Ja nuil*, llavera
SORYETB3 prom
iinn ova B. 00.
Precisa-se do oQciaes e coataraina aara
toda a obra ; na ra Nova, esquina :a pon
te, loja dealfaiatc.
Esa casa de Joaqjim Marques >.ni m
S't, na ra do lirum, ox-1 carta* para a*
Srs comineo (ador Joa Pifas lern-ira. nn
lio Candido Pareira Mm leiro e Firmini Pe
reir Monieiro, viudas do engenho l'inonbil.
--- l'recisa-se de urna ama para o seri(;i>
commum de una rasa ue. pouca familia : na
ra Nova n. 60, leja.
M-iiuel remandes Terrer relit'
para Portugal a tratar de sua siudo.
Prccisa-se do um caixeiro que traba
pratica de taberna ; defronte do Rosario da
Boa-Vista n. 2.
Precisa-se de umi ama para rana de
pouca familia na ru i il i HopiCM 3>.
Joo lernandes i'arenle Vianna fZ
sciente ao publico e o commen I
praca. que tem admittido a socio de sua casa
o 8r, Francisco Ignacia Tinoco i* IsmbBi a
que a razan conaMrefal san de I'renle
Vianna A C.
o piclrc Francisco Ycrissimo KanJeira
faz publico aos habituis de Itebonbe que
a sua aula est aberla p>ra quem quirer aaa-
Iricular seus lilho*. e qu.; conliuua no exer-
cicio de seu magisterio
Tercena parte da primeira lotera do
Gymnasio.
Foram vendidas as sejuintes sortes nos
felizes bilhetes rubricados pelo abaixo as-
signado :
R$._(15l
17(i7
i.:00(l,s'
l:000|
Vlls-
200$
200^
I O.v
100.S
I H!),<
oO.s'
Os abaixo asslgnados avisara aopublico
que estao recebendo continuadamente gn u-
des sortiraentos oe obran de ouro as mais em
moda, tanto para sentio-as, como para Do-
mea e meninos a pre;os muilo razoaves;
passam-se coutas com rospousabilidade, es-
pecificando a qualidade do ouro de 14 ou 18
quilates, (cando assim sujeitos os mesmos
por qualquer duvida n ra do Cabug
n. 11, loja de ourives.
ScraDhim & Irmflo.
Os abaixo assi,;nados dissolveram
amigavelmente, no dia II dedezembro pr-
ximo passado, a sociedale que liveram as
lojas de fazenias sitas na ra do Queimado
ns. ;3 e 37, que gyravt na raz3o commer-
cal do Rodrigues i Linu, ficando o activo e
passivo a cargo dJ socio Jotquim Kodrignes
'Cavares de Mello. Reci'e 12 de Janeiro de
18J.S. Lima Jnior ('.
- Na Iravessa do pateo do C.armo n. 24,
encontraran os amantes do meihor refesco,
sorvetes das mais sabo'osas fructas, todos
os dias das 10 horas da manhiia as 10 da noi-
le : a elles, rapazeada.
l'recisa-se de um rapaz da 15 a 20 an
nos, para criado de homem solteiro ; a tra-
tar na ra do lru-n, arniazem n 2*.
l'recisa-se de urna f ma forra que sa-
bs cojinhar ; na ra da Madn de Ueos, loja
n. 34.
A mulher honesta que esliver no caso
de ser ama secca para liatar de urna menina
recem-nascida, criada pjr sua propria ini.
dirija-sea iojn di ra do Crespo n. 3, ao pe
do arco de Santo Antoni i.
O abaixo assignado declara que o bi-
Ihete iuleiro n. 2659 da oteria quarl> parte
da lerccira do Hospital Pciro II, pertence
aolllm.Sr. Dr. Ilcllino Augusto Caalcanti
de Alliuquerque ; decala mal
8!>7
1122
10'lli
275
1 <7.",
2802
430
2847 .MK'
2976 r>0,s'
2601 50J
2t2S 50$
3178 50|
27!) 20 1027 20jj
3*35 20j
2825 20fi
1118 20,s
3120 20.s
864 '2Q$
885 20*-
Sao pajjos os premios cima notados,
assim como de piahiuer outro fjaranti-
dor na ru do Collerpo n. 21, primei-
ro andar, das I) horas da manhaa as 2
da larde.
1 meio.
Bilhete.
Dito.
2 meios.
Bilhete.
1 meio.
1 dito.
1 dito.
1 dilo.
2 ditos.
2dto.<.
bilhete.
1 meio.
2 ditos.
1 dito.
Bilhete.
Osbaixo assignado declara, que dis-
solveu aaiigavalmente a sociedade que tinha
com o lr. Custodio Ferreira Moutinho, em
a loja de ourives na ra larga do l'.osario n.
26, que gyrava sol a firma de Francisco
Comes de Mattos Jnior & C, ficando car-
go do i.r. Moutinho o activo e passivo do
dito estabelecimento, sem rasponsabilidada
alguma do abaixo assignado, que continua
na posse do mesmo estabolecmenlo Fran-
cisco Cimcs de Mattos Jnior.
Layme,
O abaixo assignado avisa a tolos os
jsenhores recehedores de reas, tanto ge-
raes como provinciaes, qu fechou sua la-
beraa no ultimo de dezembro de 1857, e
^nmoqiier flear desonerado do impostes o
laz publico, scientificando que nada deve a
pessoa alguma desu pra?a e nem fra ilella,
porque duraite o lempo 'que leve taberna
semprecomprou a dinheiro ; mas sealguem
se Julgar seu credor, ap -sent suas contss
para serem immeJialainente pasas.
.Manuel da Fonseca cimbres.
OpadreManoel Adriano de Albuquer-
que Mello, continua com o excrcicio de sua
aula de primeiras lettras, no lia II do cor-
rate.
O,
Liasa
C:
BECIDO, DE FAUVLLLE-OELEBAKB
DE PARS.
Quatro annos de. cxperi.-nria tem assegu-
rado aos penles de caoutehouc a voga que
hojo tem, nao so em tranca como no roun-
de inleiro ; sao sem contradieco os mais
agradaveis de todos os pentes, mais brandos
que os de tartaruga, sao os nicos que n'io
i izem c.-.bir o cabello, por causa da eleclri-
cidade que contra,accresceudo a eslas van-
lageos a de nao serem mais caros do quo aA
de bfalo. A esta admiranvel invcnr;ao de
exposiQao universal de 1855.
3
:-.i
Precisa-se do umi pessoa pobre que
queira estar em utn sitio para tomar sentido,
d-se casa para morar, com tanto que seja
fiel e tenha boa conducta : no largo de S.
Pedro n. 4.
Companhia
MKBE3
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
Consultorio
9 CENTRAL HOfiSEOPA-
3
o
o
Q
O
TH!C0.
RA DE SAMO AMARO,
(Mundo Novo n. (i)
0 l>r. Sabino nieitariu l.aristr l'inho
o eamallaa lodotos das olei, desde .i8 1
luraxla aaanhSa t* 3 du lardr. Osconvi- ^
les para viziid tteverao ttr iliricido por ?t
enripio. O pobres >5o mediradoi gralai- 2
^^ laiurnle.


Compra-se o Auxiliador da leduslna
nacional, de abril, novembro c dezembro dr
k\\ ; janeiro ate deaambro Ja-
neiro a junho de 1811 ; janeiro ate deseas-
brode!844; feverviro, marco, atril, roaio.
junuo e iulho de 1855 : no escriptorio dos
mnibus.
Compra -se urna casa terrea que tenha
quintal, ujo sendo em baoDOS, rir -auto ao-
lonio e Boa-Vista.
Compra-se efieclivamente na ra da
Flores n. 37, primeiro andar, apatice?, da di-
vida publica e provincial, acetes das coasaa-
uiiias, e da-se dinheiro s juros cm grandes a
pequeas quantias sobre peuhoios
Compram-se m'K'das de ouro 20.S a 2l).s5l>0 e pecas vellias a 17.S500 : na
ra da Cadeia do Keci :c n. 58, loja de
cambio.
J.41. da Fonseci iunior, na do
Vicario n. 25, compra acorasS da divida
publica provincial.
Compra-se effectiramente brome, lao
tao e cobre velho : no deposito da londiei-
da Aurora, na ra do P -um, logo na mira-
da n. 28, e na mesma fundico, en saate
Amaro.
Compra-se qualquer porcSo de prat*
em qualquer estado, MSI emo; paca-ae
bem : n ra da Cadeia do kecife a. 17.
&
o contra
2 meios.
1 dito.
2 ditos.
1 dito.
1 dito.
Bilhete.
Dito.
0 Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceuem seu sitio da Passagem '
da Magdalena, que iica ao norte
da tsliada entre a ponte grande
ea pequea do Chora-Menino, ex- r.
cellentesacommodaefies parare- -,
cebor todas as pessoas enferma!
que se quizerem utlisar dj seus ?'?
set-Mcos mdicos, os quaes serao ('.;
prestados com o maior esmer. ($
O mesmo Dr., para o fim supra- B
ind.cadoe paraexercer qualquei
out-oacto de sua prosso den- /
tro ou fra desta cidade podera' gJ
ser procurado a qualquer hora do f-p
? dia e da noite. no referido sitio, t,]'
a excepcao dos dias uteis, das 9 S
i3 horat da manha a's V da tarde, %S
-;;? que sera'encontrado no primeiro 0
.i andar do sobrado n. 9, do pateo Q
v.' do Carmo. ;';
59-OOQOCC-SD
O abaixo assignado participa ao res-
Deitavo:. publico e niaxime aos Srs. pas de
seus alumnos, que pretende dar principio
aoexereicio de seu magisterio nodialldo
o
m
P. J. L*yme.
I'recisa-sc de urna ama forra ou es-
clava, precrndo-se esta, para o servico
interno e externo de urna casa de duas
pessoas : na ra Direita n. 45, loja.
Oam quircr e enrarrtzar de lavar oa madder
lavar ruop.i de harrella dirija-* a roa de S. Fran-
cisco, romo qutm vai pjra a ra lielld, (obrado Ho-
mero 8.
Um peisoa qne lm bastante pratica de faier
escrjplurac.o commerri.il, ol!erece- prego a' (atar qualquer escrita ou batanaos : na roa
do Queimado loja n. 32 to dir quem be.
Na ra Imperial n. 7 precisa-se alugar urna
pessoa forra oo captiva para servico de casa e arrua-
leui : paga-se bem.
Perdeu-se na noite de 4 do corrente,
porto'a a estrada da Ponte dellchoauma
argola pequea de ouro com 6 ou 8 chaves
de gavelas, carteiras etc.: a pessoa que a-
char, e quizer leva.' a ra do Crespo n 2, es-
criptorio por cima da livraria, ser recom-
pensada.
Dosappareceu do nrmazem da ra da
Concordia, de Lobo & C, dous bois, um
branco e outro vermelho tostado : quem
delles tiver noticia, diiija-se ao mesmo ar-
mazem, que sera generosamente recompen-
sado.
SEGURO CONTBA 0 FOGO.
COMPANIHA
, que o nies-
Recife 12 de
mo bilh. te fica em seu ;oder.
janeiro de 1858.
Mlviii'j Guilherma de Barros.
I'm Santo Amaro, na primeira das ca-
sas do Sr. Antonio Jos Somes do Correio,
vend".-sa urna escrava cnoula, de 18 a 20 an-
nos, sadla e disposta para todo o servido.
Dm individuo habilitado em commer-
cio, conheceJor das lirguas franceza e in-
gleza. deseja associar-sa a tima casa com-
mercial, para a qual entrar com sua agen-
cia eoiloou dez cotilos de reis de fundos ;
quem quizer, deixe carta fechada com as
iniciaes A. X L., na ra da Lingoeta n. 2.
l
Kstabe.iecida em Londres,
em marco de 1824.
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers ec C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, f roprie-
larios de casas, e a quera mais convicr, que
estilo plenamente autorisados pela dita com-
panhia para eilecluar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, caberlos de tena, e
igualmente sobro os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
No palco de 5. Pedro n. (> e dir' quem ven-
de aacravaa moras com habilidades.
Urna pessoa suflicientemente habi-
litada onerece-segBara dar liedes particu-
lares de inr;le/.e (rancez : na ruado Quei-
mado n. Iti.
Atenco
o
Oarremalinledopedafrio do Mangui-
nho e Capun;;a. avisa a (|uem nteressar
possa<|ueno dia l de Janeiro corrente
dar' principio a arrecadacao do respec-
tivo imposto, e para remover desculpas
fa o presente.

Estabelecida no o
de efaneiro
CAPITAL ..000.000:000
Agencia, ru. da Cruz n. -.").Escripto-
rio de viuva Amorim & Filho.
Nsta agencia aceitam-sc soguros tanto
martimos como terrestres aos presos miis
mdicos possiveis.
PBLICCaO" jurdica.
CbegOU de Lisbua Manoel do Nascimen-
to Pereira, ra de Apollo n. 16, segundo a n-
dar, a obra em 8 volumes Theoria do Direito
Penal pelo conselheiro silva FerrSo, bem
como o cdigo da Prussia, traducc3o do
mesmo senhor; aquella para ser entregue
aos srs. subscriptores, pelo preco de 10*000,
e para os que nao sao pelo de 1*0, pagos no
acto da entrega ; c este, para se vender pe-
lo de I -200, na mesma conformldade.
A pessoa que em a noite de Natal, na
igreja do Carmo, procurando urna casulta
que perder, achou um alfinete de ouro,
querendo rcslitui-lo a sua dona, tenha a
hondazo de dirigir-se a ruado Caldeireiro
n. 5, onde se Ihe dar os signaes do alfine-
corrent), admittindo em sua aula alumnos te, apreseutandn-se-lhe oulras per;as de que
internos e externos para serem loecionados fazia parte ; ou tenha a bondade de annun-
em primeiras lettras, latini e francez : quem
de seu prestalo se quizer utlisar. dirija-se
ao terceiro andar do sobra to oa ra Nora
n. 58 Jos Mara Machado de l'igueiredo.
*m< &
fOT0. AY1*>.
*j .Na roa da Cruz n. SI, primeiro andar,
COMPANUIA NORTHEN, ESTA REL- !a de b"be,,ro' vendem-;
' i>urgo. Unto aos cent j
CIDA EM LONDRES.
rrciiiios diminuidos
AGENTES
C.I.Astley .^Co -p ;.!:;.
Q NO CONSULTORIO
riL'.t's iiu-
Homcopalhico
Kua das C
-'
7i
Nn livraria da oraca lia Independencia
ns. 6 eS precisa-sa fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianna.
-O fr. MaUo Uagarino Corvantes rati-
ra-se pira Monte-Video, com sua mai, sua
irmaa, e urna criada.
Precisa-se do urna araa deleite, forra,
que tenha bom lelte, quem quizer dirija-se
a Boa-Vista, ra Formosa, a (.enultiraa casa
do lado direito, entrando pela na ''a Au-
rora, ou na Praca do Corpo Sanio n. 48, casa
de Roslron, Rooker & 0. ; na mesma casa
.irecisi-te de um coznhciro ou cozinheira,
livre e de boa conducta ; pag-se bom.
Voengeiho Martapagipe, distanto do
Recife 8 legoas, e da eslacilo da estrada de
forro, no Cabo, 2, piecisa-se de um mestre
de merinos com as habilitaQAes necesarias
para ersinar primeiras lettras, pa i, ati a
portigjeza e latina : quem estiver nestas
circumstancias e quizer exrcer o magiste-
rio, anniiiicie para ser procurado, ou dirija-
se a ca
LeSo, no Uecife, aterro da Roa-Vista, llaven-
do no engenho urna carelia, em iguaes cir-
cumstancias, prefere-se a um sacerdote.
Manoel Josc Lcite tem constituido por
seu bastante procurador, | ara promover a
cobranca Je seas deve lotes, moradores nes-
ta cidade, ao Sr. Joao Augusto liandeira de
Mello,} quem passou, para este lim, a com-
Petente procura^au ; toga, pos, o anuun-
ciante n dilos seus devedores, que bajara de
enleudor-se com o mesmo Sr. liandeira na
ra do Queimado n. 10, loja.
>'i ra da Cadeia do Reeif n. 54, de-
seja-s;- fallar com os Sis. abaixo declarados
a negocio de seu interesse, Ignacio Francis-
co Caetano, Manoel Pereira Brando, Anto-
nio Nunes de Mello, Francisco Luiz VireSi
Luiz Paulino Cavslcanli Vellez de Goivara,
los Eustaquio Maciel Monteiro, Vicente
Ferreira Barros; tolos estes seobores s3o
moradores de OliaJa : e m*is aos seguintes
Srs. Raiu undo da Silva Maia, Jos Bento da
Costa, las Francisco belem Jnior, Bonifa-
cio Jos Gomes de Mattos, Victorino Ferrei-
ra de A/.evedo, todos ilo Uecife.
- Lauriano Pereira avisa as pessoas que
lem peii'iores ha mais de anno em seu pu-
der, para quo no prazo de ao lias os ve-
nham Lrar, do contrario seriio vendidos
para pagamento do orincipal e juros. Ke-
cife 11 re Janeiro de 18J8.
--- Pjdc-se ao Sr. I. F. D V., empregado
public:i que acerle o caniinho para entre-
gar tud quanlo tomou emprestado desde o
dia 15 le jiiiho prximo passado. pois o
lempo ji he sullicienlc ; do contrario veri o
seu norie por extenso neste Diario.
Pi'ecisa-se de urna ama ; na roa da Au-
rora n. S.
A1 jga-se um primeiro e segundo andar
de um pequeo sobrado na ra Direita :
quem pretender, falle na ra das Cruzes,
ultimo robrado do -2 andares n. 9. lado di-
reito, c uem vai dama do Queimado para
S. Francisco. Na mesaa casa vende-se o ex-
cellente fumo de Caranhuns ss varas.
ciar sua morada para ser procurada.
Precisa-se de urna pessoa para o servi-
co interno to utna casa eslrangeira quo COZ-
nhe eengomase: na ra Siova n. 17, se i.ir
quem precisa.

- O abaixo assignado, tendo resollido
lixar a sua resicaeucia em o seu sitio na Ca-
Dunga, a rr.argem do Rio, pretendo regular-
mente ahi permanecer dts 6 da tarde as 7 da
manhaa, afora dessas horas acha-so na
mesma casa em que desde muito habita, na
ra do Livraraento. As pessoas desla cidad
e de sua clientella, q>je precisaren] de sua
presenga naqueilas oras, serSo prom^ta
menle servidas, mandando-lhc alli aviso, c
quam'.n nao queiram ter esse incomiuo lo,
podem dirigir-se ao Sr. Dr. Peroir.j do Car-
mo, que se prestara a substilui-ln. Paraos
casos urgentes acha-se muuido em seu sitio
de urna ambulancia provida das aubatanoias
que podem sor precisas nessas occasiOes
Cora quanlo continuo a dar-se ao exercicio
ile tolos os ramos de sua arle, iipplica se
particularmente as operables cirurgicas,
inclusive as dos parios, e ti ata espccialnicn-
le das alfceqoes dos orgiios respiratorios e
circulatorios, cuja pntica Ihe Ce geralmen
te recoulucida. Recife t.- do Janeiro de
1858.Dr. Joao Ferreira da Silva.
Precisa-se do tomar a premio a 6 con-
loa de res a um por cento, dando-se por se-
guranza um predio do grande valor quem
quizer fazer seinelhaute negocio aunuucie
qara ser procurado.
::/.:::: ".
S SE8TISTA FRIlGEZ. g
Paulo iiaignou:. dentili,ra.Nova n.41 i *'
.',.' na int'ni csalein ai(ua e pos ilanlrilice. ;
s && G^^WI
Na fundicSo da Aurora precisa-se
de serventes forros ou esclavos, para
servico debaixo de coberta.
pai
JOHN GATIS,
corretor geral
BAGENTB DE LBILO'BS COMMEBC1ABS,
D. 0 ra do Torres,
l'KIMEIKO ANDAR,
iraga do Corpo Santo
Oe'ronie da ordem tercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO
DO
DR-F. A-LOBO HOSCOSO
Medico parten o e operador.
O Dr. Lobo Hoscoso, d consultas todos os
lias e pralica qualquer npcrac&o de cirnrgia,
assim co_:io,accodo com toda a prcmeinSOj
s pessoas que precisarem do seu arestn.o
para o servico de partos, praticaudo aso-
peraQoes manuaes ou
do no possa cousegu
la homeopathia, que
eido difiiculdades, que pareciam insupo-
raveis.
mero *8. ::.
Acham-se sempre os maisacrodi- ;J
tados c bem preparados medicamen- .'-.
tos de homeopathia, tanto em tmtu- ^**
ras como em glbulos em caixas -
mais ricas possiveis e em tub s avul- ~[
sos. (i Dr. Cisanova a consullas c
todos os dias e po le sor procurado a *
qualquer hora para visitar doenl-s e ;.
praticar qnalqunr operaciio de cirur- w
gia especialmente >Je caitos. tk
lia poucos dias fugio do engenho Cur-
cahi o escravo Joaquim, crioulo, le cor fula,
parecendo cabra, diz que lem 18 a t'.iai.ni's
de i aje, tem os ps mal feitdt, urna cica-
triz de chicote sobro o lombo e outra sobre
o poito, levou um quartaorastanbogoido.foi
escravo do Sr. Jernimo Carneiro do Albu-
tjuerque MaranhSo, vendido nesta pra^a pelo
Sr. Antonio Congalvej Ferreira Casco :
quem o appreheaJer conJiua-o ao dilo en-
genho, ou nesta praca na rui da Guia n. 6(,
segundo andar, quo s?ra generosamente re-
compensado, o protesta-se contra quem o a-
coular.
LOTEWi D.V PROYOCIA.
Foram vendidos no aterro da Boa-Vista,
loja n. 56, dos abaixo assunados, os se-
guintcs premios da loteria do Cynaci i
1 meio n. 3051.....i.OeOjoOO
1 dito n. 112J..... i'o-'ooo
1 dito n. 2!3. .... 50"00
1 dilo II. 825. ... -21130UI)
Silva Goiosaries&C.
Na ra da Penha, hotel brasileiro n. 2 A,
fornoce-se comidas para fora cora aceio e
l>romptido ; as pessoas que nio lem qu ni
Ihe faca as suas comillas podem-se dirigir
o mencionado hotel, que tudo ser mais
barato do que em outra qualquer parte,
convida-se a rapazeada que cnegocm aos
bons petisens, e bebidas de todas as quali-
dades, e bolinhos.
Itencfto.
Manoel Mara Rodrigues do Nascioiento,
escrivao interino do juizo especial do cox-
mercio tem cstabelecido (por ora,' o respec-
tivo cartorio na casa da sua esidencia, ra
da Sania Cruz n. 30.
- Arrentia-se um sitio na estrada do Ro-
sarinho, com sofTnvel casa para morada, e
plantado de multas aivores fructferas,
como sejara : larang. iras de umbtgo e so-
lelas, coqueiros, maugueiras, jiqqeiras,
oilicors, oiti da praia, pilnmbeiras, man-
eaheiras, cajueiros, denileciros, jambeims,
I,metras, e cafeeirns, alem de outros mais,
c temi urna escolente biixa para capim,
com al^uin ja plantado, ou mesmo para
plantacfio le horlalicas. Quem o pretender
dirija-se ao armazem da ra da Cruz n. 46,
a tratar com Manccl Jos Correia, notndo-
se poreo, que sei eff^ctuado o arreo la-
mento com quem se nhrigue a conserver
sempre o dito sitio em bom estalo augm-n-
lanao a sua planlacn o nunca des'ruindo-a,
por cujo motivo naos; uuvida modilicar o
preco
--1 bicha de Ham
coxo a retalh
aluga-ae mais barato do querm nutra parte,
a Ivrrtin io-se que &So a mais mo lamas do
mercado.
Vende-se um conplelo sor.imenlo 09
latas c na bolachinhas doces e aguada, ra
superior qualidade : era casa de Soutnal
Mellors C, na la do Trapiche n. 38.
Pechi'ieha
Cheguem, senhors I lineantes de toa y
sabio, excellente sebo cua lo, < n lo do tis
Grande do Sal; na lnvessa do arsenal a)a
uuerra, armazem d. 1.
' -.-! :" ::: :. ; -.' ..;'.
| JKobe /iquills
G1BIILTE PORTUGUEZ
F.
Em cumprimento do nrt. 38 dos estetu'os
iio convidados os senhores memhros '!o
Novas padrea de veatidos de tan-
das as qualiJadrs de nejas preta, do
;$ cores e de rimbmi de o candas,
flp Eslcs vest Jos s5o >ta ultima moda
3fc de Caris, vena se na ra di Oims-
* mado n. 10, na loja de Lile, Aitlaar *
*5 i'v Companhia. 4k
Sal do Assii^
Abordo do patacho An-
ua, ou eoui 'l'asso IrmoH.
o Vende-se uma armar jo nveinisi da
de vidrara : no aterro da Boi-\ ista n.
Na Ir Deoa n 9,
MiiJeni-sc anaeixas muito superiom r.
por arrobas, saceos ;;rande$ rom f.udo.
papel |iaul.irlo, dito le peso pintarlo, di-
to de machina, dito de pro!'* olio, dato
almaeo de linho verdadeiro primen
segunda sortc. awira romo invnrloa,
nozes, passas, licores, azeite i n ;ai r.ilado,
cognac, papel de etrliMi'ho de diversas
ipiulidadese tamaitos, cominhot, erva-
diiie, ru ni'11.1, all.iz'ma, vinag eem pipas c han i<, cMcja pi-1a
e branca, Con da Irdia. jito nacional,
azertonasefrinba d< trigo mi ito su
rior, fiiiio rlar^ailo ha pourn r maia ew
conla do que em <|uai(|(i- r nutra parir.
J^ueijos ^meng-os novos.
D'sembarra'am hnti'em 70 caixas cora o
melhores queijos llamingos rhegados alli-
mamente de llnmbii'to, e vendeai ae w
armazem de Barros A Silva.
Vande-se uma carleira eas boas asa;
na ruando lruai n-21.
Fazendas de
bom gosto.
lindos easaveques de fustSo b-a rico bar-
dados, e enfeilados con as moderois fran-
jas de bolao, basquines de camhma branr ,
borda.los c enfeilados cdti renda, taima*de
fustSo eolcli lado, b rlad-'.s e ro>itad>
coi trancas de muito gosto, ric is ve*tidi s
do seda le cor com btalos os mais supe-
rior, s que t-m vio lo esta ptaca, aupeau-
reacortea lo cambraia luancu-, tarjada*,
lirs bordadas, cnt -m-ios, rni -
gitos birdados, (rollinh*- bo-dadas, eou-
U rr.uilas laceadas de basa gosto ; na loia
do so ireJo amarello ns rui d> ijueiotado
ii. 2.
Tenda-ae a laaeraa da ra lumia r.
1~, co ti ;. i icos fu IOS, ailo propria para
um p icio cnai
quem a pn 'rttar de
outra negocio.
F.SRIHH4 E IILH3
Feriaba '.'. aiandioca -
la .lo 'i: anas '< i
ii Iravessa '!a Main i, arma-
zci d le-eiri n. 16, a 6:'e t
P'ecisa-se d? uma ama de leite : na
ra do Hospicio n. 15.
Precisa-se da um criado : na ra do
Hospicij.n. 9.
Precisa-ae muito saber se existe nes.a
I cidade ou lora del la Jos Concalves M:rlin;,
natural de Portugal, lho de Manoel Jos
Marlios, do lugar da Quintas do Cima, Con-
ceibo de lbeia de Peona, districtO da vil a
Pouca de Aguiar, o qual veio de Lisboa para
billete Portuguez do leitura en Pernambuco
12 do Janeiro de 1858 o secretario,
M. J. P.odri'.'ues Pereira.
3, biaxial i ao arco de anio Antonio.
no rari
na 4< j( da ra o
nanno
Alugs-so uma preta rara o servico iu- Creapon.S,
temo o externo de uma easad poocafami- EucaalameaHe. laaeraa a.
lia: napraqada Inlepcndcncian. *, ,7,V'J' ilaM-
men
Ra fabrica da ra do lirum n 28, pro- preco\de 100 rea eada I ra.
esta em 1829 ou 1830 : muito agradecido ;;e j cisa-so de ofliciaes le c.-IJjiroiro, serralhei- ---> ro coaia le lustre, marra
licar a quera do mesmo der noticia de vito ro, funileiro e latoeiro. Castelio a 3M0e4aa
ou moito, na rus da Cruz n. I, eseriptoro| Flele de diversas cores : em casa de pal ,
da Antonio Luiz de Oliveira Azevedj. ISouthall Mellors cv C ra do Trapichen. 33,rs.! n*ra do Liv(ajnenton.4l,lo|a.
w
LV Jl I
I I
** r%


DIARTO DE PERXAMTiUCO QU Aim FEIRA ir, T)E JANEIRO DE 1858.
< lolliiulias
para o anno de 1858.
Acham-sca' venda as betn conhecidas
folliinhas impressas nesta typographin,
Eara o anno (|ue vem, das seguintes r[iia-
idades:
Fl liiinlia de variedade, contendo, alem
dos inezes, militas noticias (cientficas,
modo de plantar e colher a nova caima
de assucar, noticia sobre o milbo e al-
godao, e urna serie de conhecimento
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dta religioia, a fjual, alm dos mezes,
^se reuni a continuacio da bibliotbeca
do christo brasileiro, contendo os se-
guintes oflicios: do Menino Jess, San-
tiisimo Sacramento, Senbor dos Ailli-
tos, Paixo, Nossa Sen hora do Carmo,
Saa-Jos, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Corarito de Je-
ss ; assim como outras oracoes, etc.,
etc.......... 520
D ta ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvra. conego penitenciario da S
deOlinda, segundo a rubrica, a qual
foi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. iOO
Dita de porta, na forma usada at ago-
ra...........100
Vendem-se nicamente na livrarians.
, 6 e 8 da praca da Independencia.
He .barato
admira
que
Loja da
ra do Crespo
n. 10.
Recebeu de Franga o saguinte : pentes de
t< rtiruga a Isabel e Imperatriz, chapeos
d "sbados enfeitados, de palha e de seda,
enfeiles de flores e de Utas, ramos de llores
a ,-elludados. tiras e ntremelos decambraia
bardada, palitos de panno lino, casemra,
alpaca, e de bros, cortes de gorgurao, cal-
cas de cesemira. visitas de blond e de gros-
dinaplcs pretoede cores para senbora, pu-
palina clorida para vestidos, dem de listras
do ultimo gosto, ricos cortes de seda de
cores, e de tarlatana brancos, bordados a
velludo e a seda, eoutras muitas fazendas,
as quies se vendem por precos maito encon-
ti; assim como cortes de collete imitando
a pellucia a 23 o corte.
Na luja das seis
portas em frente do JLi-
vramento
Cimbraias mussulinas de cores, fazenda
uova no mercado a 500 rs. a vara, mangui-
tos, gollinhas e cimistuhas bordadas; da-se
amostra com penhor. A loja esti aberta at
is 9 horas da noite.
Na loja de portas na ra do Queimado
n. 37, passandoo boceo da Congregagao.tem
chegado a esle estabelecimenlo um excel-
lente sortimento de vestidos de seda com
babados, para divervos presos, e mullas
mais fazendas, que nilo he possivelaquii
mencionar todas ; cassas organdes dos
mais modernos padrOes a \f' 00 a vara, sedas
de quadros largos a 1-3200 o covado, ditas
miudinhas a 13300, ditas nimio linas de
gosto iuloiramenle novo a 1;800, laazinha
miudinhas a 320, ditas coc listras de seda
a 750, corles de casemira a as, ditos entes-
tada, covados 25500. dita inuilo lina a 4?,
dita do urna largura 2?*00,grosdenaples pre-
to a 39, chamalole muito bom a 33500, dito
largo com listras assetinadas a 45400, chaly
lavradolalOO, um complot) sortimento de
chapelinas para senhora, gollinhas, man-
guitos, camisas, meias des-da brancas, lu-
vas de seda dos melhores goHos que ha, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de liribo muito linos, lengoi de linho bran-
cos, de diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, que tenbam vontade de com-
prar nao sabir sem fazenda, porque nao se
engelta diuheiao chegando ao custo da fa-
zenda.
Narna do Queituado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletes de velludo mui-
to bons por tljooo, velbutina sortida a 750
reis o covado. chitas rancezas muito iinasa
280 reis, riscados escocezes a'280rs., mus-
sulinas a 320 rs., ditas ama izadas muito li-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos precos.
Vendem-se travejamentos de louro de
varios lmannos : na praia de Santa Rita,
restilagao.
: Vende-se superior agurdente de
Franca, tanto em barrisomoem cacas,
licores e absynthe, chegado recentemen-
le, pe D ultimo na vio : em casa deJ. Kel-
ler & C, ra da Cruz. n. 55.
*
^01EG^
-\
&
RDA DO JriMADtt
Grande e novo
relogios de pa-
tente
nglezcsde Duro, desabnete e devidro:
vendem-se;, precorazoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na ra da Ca-
deia do Iteciic, armazem n- 56.
CH PEQEHO TOQUE DE
AYARIA.
Pegas de i'godaode sacco, ditas de algo-
dao trangado proprio para toalba:
de escravos ; vende-se na
llelogios.
Os melhores relogios deouro, patentein
glez, vendem-se por precos razoaveis, nd
esenptoriodo agento Ollveira.rua da Ca-
deia do Itecife n. 62,primeiro andar.
Poesas de Faustino \avier de Novaes ;
vendem-se no escriptorio de Antonio Luiz
de Uliveira A'/uvedo, ra da Cruz a. 1.
Sellins e r SELL1NS RELOGIOS de patente
inglez : a venda no irmaztro de
Kostron Itooker ,\ Companhia, es-
quina lo largo do Corpo auto no-
mero 48.
KEMLUIO IMCOMPAKAVEL.
Pianos.
Em cssadeRabeSchmcttau >Companhia
ra da Cadeia n. 37, veudcrn-seclegant*
pianos do aramadofabricantc Traumano
de llamliurjio.
ase roupas
ra do Crespo,
loja da esquina quevolta para a ra da Ca-
dea.
Na
portas
loja

em frente
vi-amento
das seis
do A'
Palitos de alpaca preta e de cores a 3000,
utos pretos a 4a, ditos de sarja de seda a
12*. ditos de bnm a 33000.
Milito.
SAPATOS bO AR/tCATY,
dos melhores que tem vinco aesleraerca-
do, para homeus e meninos, de palla e de
prelhas : em casa deCamicba v Filhos, ra
oa Cadeia do Recite n. 60, primeiro|andar.
Vendem-se bandos ou almofadas de
dina para augmentar os penteados das se-
nhoras ; na ra da Cadeia do Recife O. **<
primen o andar, casa de Manoel Antn' da
Silva Antunes.
Vende-se urna escrava de nago, ida-
de do 40 annos, pouco mais ou menos, boa
lavadeira, cozinheira e quitandeira : em
Fora do Portas, padaria n. 122.
Vende-se uro escravo ie bonita llgura'
com 19 annos de idade : na ra da Cadeia
do Recite n. 31.
POTASSA DI RSSA E CAL
YIRGE1.
No deposito da ra da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior polassa
da Russia dita d fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, ludo chegado ha
poucos dias, e a vener-se por menos preso
do que em outraanalquer >arte,
Ao canto que es-
ta' torrando.
sortimento de fazendas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
Novidadede Paria, fazenda de seda com ra-
" a, ;em e li-lrn maluala para vestidos de
lenhora,muilo proprio pata aeitacao, co-
vado ............ ISOO
Belleza ile Bengala, fazenda toda de seda
transparente com letras matizadas ,
propria para ballet, covado.....
Cambraia e seda de Bengala com listras ma-
uladas, covado.........
liarege de seda com quadros e listras asseli-
na Crosdenaplesprelo e decores, raoito su-
perior, covado .........
Uilo dito de dito muilo largo, proprio para
forros de obras, covadl.......
Sedas de quadrinhos, covado.....
I-iiliii de seda asselinado......
Mussulina branca e de cores, covado. .
Cassas francesa! de cores fixaa, covado. .
Chitas francezas, o covado......
N elbutina de cores, covado......
Maulas de blond prelas e brancas, proprias
para cas.menlos, covalo......
Pauno lino preto e decores, para lodosos
precos ............
Chapeos de palliuba, forrados, proprios pa-
ra a eitac.ao..........
OmIs de seda de core*, ,upcriorta .
Hilos de merino bordado velludo .
Uilos de oito de dilo -'da......
Uilosdadilo b"",,,Jos *m- pona. .
Dilofdedi.l"nl|itrde_s*da
Uitos d Jl' lisos com tranjas de seda
H"* de dito com franjas de laa ....
itosdelaaadamascados,prelos e decores.
Grvalas de teda com pona- compridas S
regencia ,..........
Uitas de dila cora ditas a principe de dal-
les............ .
btlas de dilas americana......
Cortes de cllete de velludo de nnvos
padrots ... 5.......
Ditos de selim branco bordados, proprios
para casamento.........
Ditos de gorgura de seda de novos pa-
droes ............
Ditos decalcado casemira do lodal as qua-
lidades............
Chapeos de sol de seda superiores .
Chapeos de masa franeexei.....
Lencos de cambraia bordados, linos, para
mo.............icOOO
Luvas de seda de todas as qualidades, para
liomeui, senlioras e mtninn-..... ^
Corles de vestido de seda de cores e brancos
Pek'-ra o mais superior e moderno que
lia no mercado.........
Pablos de argentina de cores escura .
Ditos alpaca de de cores lina.....
Ditos de dita preta........
Ditos de fuslo asselinado......
Di los de iMn.a de cores......
Hilos ile bnm de quadiinhos.....
Di los de bnm pardo lino......i -imi
Diln- de bretanha de linho brancos. I
(iondolasde alpaca preta e de cores. 5;OO
Em frente do becco da Con^re^acao, passandu
loja de ferrageus, a segunda de fazendas n. .

i-..Vendem-se saceos de milho chegados ulti-
"namente dos Estados Unidos, de muito su-
perior qualidade, malbor ao que vem de
Feroanao a 6g cada sacco. Adverle-se que
ambem vieram alguns saceos de urna qua-
'vllid/Mle especial para sement, que se vende
SS : no armazem de Tasso Irmaos ao p da
ponte nova.
AOS AGRICULTORES
Vende-se milho de urna qualidade supe-
rior, e mais productivo do que o que temos
- leste par ; e por isso proprio para semen-
'.e: BO armazem de Tasso 1 raos, ao pe da
lonte uova do Recite.
_ Na ra do Crespo, loja de Campos &
Lios. ha para vender o mais superior rape
le ama das melho es fabricas de Paris; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
arompla venda para continuar haver sem-
ir deposilu, visto o que mandam de Lisboa
Na loja
das seis portas
Em frente do Livramento
Para acabar com um peaueno resto.
IVeas Je cambr.iias brancas adamascadas
a I&60O, com 6 varas, ditas com 8 varas, de
salpico, fazeuda muito lina a 23500, chales
escures de algodSo a 500 rs., ditos brancos
de cassa a 480, sedas de cores para forro a
200 rs. o covado, riscados francezes escuros
a 160 o covado, cortes de colletes de case-
mira bordados a 13690, luvas de seda pretas
e de cores a 500 rs. o par, peitos para cami-
sa a 400 rs.
CEBLAS.
Vendem-se ceblas soltas, muito novas,
por prego coramodo; na ra da Madre de
Dos n. 28, armazem.
IEUI1SH0 HU III3
Para acabar por ole anno.
y a ra da Cadeia do Re
1:01111
15100
icooo
2.3000
1 elido
950
'.lu
320
>J(lll
280
uo
-
39500
I
17:000
OCflOO
lsono
"800I
6s000
J5000
:ijooo
9
13000
10;OO(i
-
3}000
79500
79560
l.-IMK)
59500
gOOU
19500
39OOO
Vende-se um carro inglez de* rodas
eiassento.', para 1 ou2cavallos, com ro-
bera, e con os competentesarreios; e tam-
bem um cabrioletinglez com os arreios:
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista em casa do Sr. I'oirier
Ven Je-sena ruada Madre de Dos
11. 12, armazem de Novaes & C, barril
de ferro ou cubohydraulico*, para de-
psitos Je ezes, a prerocomtnodo-
Vende.-se muilo em conta um plano em
meiouso, do celebre autor Broadwood, he
de mogno r quadrado, e custou quando no-
vo mais de 1 :o()09 : na ra do Trapiche No-
vo n. 10.
Venden"-se saceos com farinha de man-
dioca, de alqueire, por prego commodo, e
gomma do Aracaly, tanto em pon;ao como a
relalho : no armazem da ra estreita de
liosa 1 i" n. 20.
At tenca o.
I.irinha de mandioca, milho e leijo o
mais baralo do que em outra qualquer par-
le ; na ruti do Queimado, loja de ferrsgens
11. 11.
Q
si?
O
("ni os sortidos da Russia, ('.Mi-
to e Manilha.
Lonas da Russia, brins e brin-
zOes.
Cobree metal para forro com
pregot.
Oleo de linliara c Velas steaii-
nas.
Estanto em barrinlias, Har-
\ inlios linos de Moselle e Joan- g!
nisberjj espumoso, e de Bordeux ^
em quartolas. v.
C. J. ASTLEV & C. G

cife n. 54, lia um grandesirtimento de fa-
zendas por precos os mais com modos possi-
veis, que na realidade faz admirar ao com-
prador, a vista da qualidade e do bom gosto;
o annunciante pede que veriliquem-se da
verdade : sabidas de bai'ede bonitas cores
a 259, casaveques decambraia roteado de
bico, proprios para as senhoras de bom gos-
to, pelo diminuto prego de 10/, ditos de ca-
semira a 1:. chales de touquim de muitas
qualidades, chita franceza de bonitos pa-
drees a 280 rs. o covado, mussulina de bo-
nitos padrees a 320, 340 e ;;60 o covado, di- i
ta branca a 300 e 320 o covado, cuales de
merino bordados de velludo, cousa muito
boa a 14:, ditos bordados de retroz a 10?500
rs., ditos rie merino lisos ti 4:800, romeiras
de fil de linho a 23500 e 3:500, ditas finas
a 4/, ditas de cambraia para senhora e me-
ninas a 1>9 e 29500, cortes de vestidos de
Attenco.
Queijos do serto os mais frescaes possi-
veis : na ra do Queimado n. 14.
Vende-se no escriptorio de Antonio
Luiz de Uliveira Azevedo, na ra da Cruz 11.
I, vinlio do Porto em caixas de urna e duas
duzas, algodOes da Bahia, camas de Ierro,
charutos da Bahia superiores, a verdadeira
agua dos amantes.
Casaveques de
CAHRRAIA*FSTAO EFILO.
Ra do Crespo n. 25.
Vendem-se casaveques das qualidades ci-
ma mencionadas, todos enfeitados e de mo-
dellosos mais modernos que presentemente
existe nestem metcado, tanto para senhor
seda com 3 babados a 803, cousa muito lina, como para menina e menino, vestidinhos de
grosdonaples decores bonitasa 1#920 o co-
vado, cortes de seda de boa quaiidado a 25?,
sedas de quadros padres bonitos a l>su o
covado, ditas de muito bou qualidade, que
faz admirar, pelo diminuto prego de23500 o
covado, cortes de casemiras de cores a 43"200,
4^500, 5/, 5:500, 69 o 73, ditas muito linas a
IO3, lencos de cambraia a luzia a 13,1C300,
13500. 23 e 2/800, grvalas de cassa a duzia
19500, ditas de mola a 1: e 13400 cada urna,
alpaca preta lina a 600, 700, 800, 900 e 13 0 i se pode desejar.
covado, panno lino preto a 23500, dito mais
fiuo a 33, 33500, 4/ e 530 cDVado, dito muilo
lino a 735U0 o covado, crt;s de velludo, la- '-..
zenda muilo boa a 73 e 7500, dito muito fi- I
no a 139, pecr.s de chita escura com toque A
de mofo a 53500, mussulini de una s cor a ''.
400 rs. o covndo, manguitos com collarinho ^
para senhora e meuinas, bordados a 8f e t <: 1 ^
cada um, chapeos de sol para senbora a S
13800 e. 23, ditos de seda t 2/500, cortes de "4
cambraia bordados para menino se baptisar,
gostosriquissimos. tanto curtos como com-
pridos, gollinhas bordadas de todas as qua-
lidades, com lagos e ponas largas, mangui-
tos b
caniistnlias para dentro com golla e p
bordados, entre-meios e babados, ludo bor-
dado e muito fino, riquissimos chapeos para
enhora e enfeiles para cabeca, tudo islo sao
azendas de gosto equaliiade, o melhorque
q%qz eco o v;;:.::;:.: OGG
Km casa de llenrv Brunn & C. ra
da Cruz 11. 10 vende-se :
Cemento romano.
Cognac ctii caixas de 1 duzia.
Cadeiras iU: virar.
Um grande sortimento de locadores.
Ketrutos a oleo pata sala de jantar.
t-spelbo com moldura.
Pianos dos melhores fabricados em II im-
burgo.
Ao Freguica
QUE! ESTA QEIMAHDO
boas azendas por poisco
Attenci.0.
Vende-se travejamento de magaranduba e
sapucaia, de 35 a ."> palmos do comprimej-
to e 8, 9 e 10 pollegadas em quadro, prr
preeo commodo ; quem precisar e ver a nu-
deira, nao deixart do comprar, por sera
melhor que a este mercado tem vinde-:
quem rretender, dirij-se ao caes do Ri-
mos, defroute do armazem do sobrado do
Sr. Jos lupino de Miranda, que ver a ira-
den a, e no mesmo armazem achara ce m
quem tratar.
aechaduras para cas de purgar.
Vendem-se fechaduras proprias para casas
de purgar, por prego commodo : na loja de
ferrapens de Vidal ( Bastos, ra da Caceia
do Becife 11.66 A.
Pecbineba !!
Vende-se, su para engenho, um lindo cri-
oulo de 22 anaos, o qual enlende de cozi iba,
bom boleen o, e muito melhor na encbada,
afiangando-se que nao tem vicio nem acha-
ques : no aterro da Boa-Vista, loja do I>an-
deira n. 10.
Vende-se um lindo mulatinho, amito
proprio para criado : na ra do Seve, ulti-
ma casa, por detraz da obra doCymnasio,
das 8as9 1|2 horas da nianhaa, c da? :i da
tarde em diante.
Superiores cot-
es DE SED4 I'KETOS COM
Babados.
UNGENTO IIOLLOWAV.
Militares de individuos de todas as nagOes
podetn testemunhar as virtudes deste reme-
dio incompatavel, e provar em caso necesse-
fio, que, pei.i usoquedelle lizeram,tem seu
corpo e membros inleiramente saos, depois
de haver em pregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que liras relatatn todos os
dias ha muios annos ; e a manir parte deis
las sao tilo sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
deseusbragos o pernas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam sottrer a ampulagiio! Bellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
deeiuiento, para se nao submetterem a essa
operago oolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de seu reconhecimento, declararam estes re
sullados benelicos diante do lord correge-
dor.eouttos magistrados, alim de mais au-
tenticaren) sua aliiimativa.
Mingbiem desesperarla do estado de su-
saude setivesse bstanle coulianga para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
do algutn lempo o tratameulo que necessi-
tasse a luituieza do mal, cujo resultado seria
provar irconleslavelmente: Que tudo cura
0 unjuentohe ulil, ma. particularmente
nos seguales casos.
Relog;
S'IOS
coberlos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para hornea
esenbora, de um dos melhores fabrica
de Liverpool, viudos pelo ultimo pa
inglez : em cass de Soulball Mellor *
ra po Torres n. 38.
Nova
agua
de.
i1-
as dn
ollegio
,.atis ensi-
lo a I
Vende-se esl a gua a melhor que
parecico para tiogir o cabello e
preto : na livraria universal ,
n.20, d-c junto um imptes
nando a forma doapplicar.
" ,N* Nova n. 18, loja de M. A. Caj'
t.dP"f.""1 erandesorti.nento de obras let-
?p S,!1"1!' de lod '-crese quahd.-
!'!?. 'S bem 8C'! Ji,s aue Poden,
encontrar neste genero, casaveques e mon-
um.f.'?.Pftl,Spir' "s choras que mon-
am a cavallo, uro grin.le ,oruiBeD*,,0 de d)f.
lerentes fazendas para vender-se e fawr
qualquer obra ae encormenda ; o preco
sera um so para todos. v 9
A 13200 reis.
Kt ra Nova n t8. vendem-se cortes
de casemira de algodSo e brins escuros 'fa-
zenda muito forte, propria para o diario
cortes e para caiga.
3-- Vende-se um escravo pega, de idade
18 annos, pouco mais on cenos, muito pro-
prio para pagem, ou outro qualquer servigo
sem vicios nem atlisques, e Oe muito boa
Alporeas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Botes decabega.
das cosas.
dos membros.
Enfermidades da
lis era geral.
Enfcrmtdadcs doanus
Lrupges escorbticas
Fstulas no abdomen.
Ftialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Ceiicivasescaldadas.
Incliages.
Inllammago do ligado
da bexisa.
Innammagao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.V
Sarna.
SupuragOes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das arliculages.
Veias torcidas ou no
dinheiro.
OPreguica da
roa do Qaeimado conlinu'a a fornecer ao
publico, em seu cslsbelecimento na esqui-
na do bec ta do l'eixe Frito n. 2, o mais bel-
lo e variado sortimento de fazendas, todas
do escolenle qualidade,e pregos muito m-
dicos. Ndo so queima as fazendas j por
vezes aun inciadas, a saber :
Olindinas para vestidos de senbora,
covado............... 900
Targelina?. dem idem,corto com 12
covados.............. 123000
Organdys idem idem, covado 260
Cambraia.- estampadas, vara 480
Bitas ditas mais finas, vara..... 600
Chitas frattcezas, largas, escurase
claras, covado........... 260
Ditas ditas, largrs,escuras e claras,
covado............... ogo
Ditas dita.-., largas,escuras c claras,
covado.............. 300
Brelanhcs de rolo com 10 varas,pega 23000
Riscados monstros, lindos padres,
covado............... 220
Lengos de cassa com cercaduras de
c'>r. um.............. 120
Mas alem destas, otlerece mais aos seus
bordados com lag'oT de fitae sem'lago, frpgue'f's is seguintes fazendas ultimatren-
isinhas para dentro com olla e peiloi'eJ?l,ef das: mussulina branca finissima a
320e JbO o covado, dita matizada, fina, e do
.. .
-*. > \*> *. -..- -jy u>
' u* t*r-u? x
Farinha de
mandioca
Vende-se superior farinha de San-
ta Calbarlna agranel, a bordo do bri-
O
o
o
o
EHO.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, iHA
RA DO BRM, PASSANDO O HA-
FARIZ,
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engentaos, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade|e de (todos os lmannos; rodas
dentadas para agua oa animaes, de todas as
ptoporgdes; crivos e bocea de fornslba e
registros de boeiro, aguilhes, bronzes, pa-
rafusos e cavilbOes, mohnos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FNDICA'O,
seexecutam todas asencommendas cosa
superioridade ja condecida com a devida
presteza e com odidade em prego.
Livros.
Na ra da Cadeia do Recite n. 45, esquina
da Madre de Daos, acham-se venda as se-
guales obras, cojos p ecos sin os mais
ominlos possiveu : Revista Cniversal Lis-
bonense 1-21000, Revista Popular, 6 volumes,
Mosaici, 2 volumes, Portugal Piloresco, 4
volumes. Historia de Portugal por AlexanJre
M^rculauo, 4 volumes, diccionario portu-
guez de Constancio. Cartas d ludia e Cbini,
Bomanc".iro Portuguez, e Adminislragao de
Mrquez do Pombal: juntamenl se veudem
alguns quadros com estampas.
Vendem-se dous bois mansos, e gor-
dos : na ra du Rosario da Boa-Vista n. 28.
Na ra do Brum n. 22, armazem de
Luiz Jos de Si Araujo, anda existem 30 va-
sos proprios para jardim, os quaes se ven-! L
^dem muilo em conta para liquidagSo de
"cuntas e ut..a batanea com seus perlences,
propria para padaria, ou armazem do as-
' sucar.
cambraia a 3?2uo, madapo Oes, a pega 23800,
32 3300. 3/500, 43, 4:500 e 53, e muilo fino
a 6/, chitas de cores escuras, apega 53000,
5f500, 6 e 73, e a covado a 160, 180 e 200
rs., cambraia desalpicos, 1 pega 33600, laas
de duas larguras para ves ido de senhora a
13600 o covado, mantas do velludo para selr
la de cavillo a 73, ditas de algodao a 33200-
ditasdelaa a 43500, chapeos do Chili p0,
diminuto prego, e muitas mais fazendas,
que s6 a vista do comprador menciona-se.
Na mesma loja da-se fazendas com peuho-
res, e leva-se em casa de f imillas.
Vendem-se cadeiras para sala dejan-
lar, muito fortes, e mesis para dito, por
pregos com modos : na ra das Flores n. 11.
doL. Pugi.
lioinniii do Aracalv.
Em porges e a relalho: vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriploiio de Prente Vi-
tan*.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na tauoaria
delroiitc do trapiche do (un ha.
Tasso Irma'os
Avisam aos seus freguezes, que em con-
sequencia de novos soilmenlos, que aca-
ban! de receuer de RichmonJ, lem reduzido
os pregos das farinhas a venda em seus ai -
mazens aos seguintes :
Galega .1
ll.x.-ill ... .a2>30CO.
Dunlop. .)
Macanee. .1 2, Q
Columbia (
Contiiuam a tor farinl as de Inesledas
mareas primeira qualidade e
Deposito
DE
Cera de carnauba e velas.
sebo refinado e em rama.
Fio do algodAo da Bahia.
Sola e pelles de cabra.
Comma do Aracaty.
llama com breu.
No largo da Assembla confronte a porta
da inspecgSn n. i.anude se vende por menos
prego que em outra qualquer parte.
Agencia
la fundico Low-^Io- r,
ra ta Vnzala ova
11. 4<2.
Nesteestabelecimentcconlinaa>; haver
um completo sortimento de moendas e
meias moendas para engenho, machinas de
vapore taixas de ferro be tido e coado de
lodosos lmannos para dito.
Na ra estrella do Rosario n. 2,">, pn-
meirn andar, vende-se urna escrava cnoula,
moga, que engomma. cosee faz labyriulho,
e cuzmha muito bem,- e um cabritilla, de 9
annos.
SSSF..
ra
piche 11. 5-5,
de Novaes & C
a-
scriptorio
melhor gosto possivel a 3-20 e 360 o covado,
laazinhas muilo finas, escuras e claras, to-
das de desehhos inleiramente novos 400
rs. o covaoo, carmehna, fazenda anda nao
vista, trangada e com padres de ISazinha,
pelob.rat j prego de 280 o covado, cortes de
riscado t'runcez, bonilos padrOes e cores l-
xas a .'I32OO cada um, cambraia lisa trans ja-
rete, mu to lina, com 8 varas cada pega a
73500, dita tapada tarobem muito fina, com
10 varas c.ida pega a 43800 e 63600, chales
de ISazinha muito finos a 2#20, ditos de
merino lisos e borlados, do mu lindas co-
res, casen iras enreiladas, mescladas, mui
proprias fura palitos a2200 o covado, bnm
trangado ie poro linho e padres novos a
t;440 a var, ditos pretos de muito bom
goslo, e ale proprios para luto a 1/600 a va-
ra, cortes de collete de selim bordados a
3500, ditos de casemiras para caigas, finas
e de bonitas cores a 53500 e 63OOO, grvalas
pretasde-edaa 13, dit-s de mola a 1600,
alpacas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padres
miudinho. e graudos, de muitos e variados
gostos, cores lisas e excellentes pannes a
160, 180, 510, 220 e 240 o covado, pegas de
madapoln com 20 varas a 23900, .'!;600 43
43500, 43*00. 53 e ?600, e muilo lino "
6-100, cobertores de algodao proprios para
escravos ; 700 rs. cala um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangas mes-
| clauas de todas as cores a 540 o covado. lie
todas estas fazendas, e de outras muitas
aqu nao mencionadas, se daro amostras
sob penhtres.
Com toque de avaria.
Vende-se algodSo eneorpado proprio para
roupa de escravos, e lambem para saceos,
com toqui] de avaria, por preco muito bara-
to ; na lo 1 de i portas da ra do Queimado
ti. 10.
Acabsm do chegar de Paris pelo ultimo
vapor, superiores cortes de se a p re tus cotn
babados, de muilo gusto, cotn 26 covados
cada corte, e mais baratos do que en outra
qualquer parle : na loja do sobrado amarel-
lo, nos quatro cantos da ra do Queimado i
n. 29.
Lindas taimas
de seda.
Vendem-se lindas taimas de seda, fs mais
modernas que tem viudo a esta prag, dilas
de merino a 203, sabidas de baile dn muilo
gosto a 253 e 0U9 cada urna; na loja do so-
brado amarello, nos quatro cantos da ra
do Queimado n. 29.
O verdadeiro algudao da
Babia.
Vende Antonio Luiz de Olvera Azevedo,
no seu escriplorio na ra da Cruz u. I.
/eiiiiaria de assucar do
Monteiro.
Acham-se estabelccdos depsitos ros lu-
gares seguintos : na ra da Cadeia do Becife
n. 30, na mesma relinaria no Monleiro, no
aterro da Boa-Vista n. 8, e no pale.o doi'er-
go n. 30, aonde vende-se assncr ci yslalisa-
do de superior qualidade, e refinado da tr-
ra das qualidades inferiores, por (.-recos e
quanlidades a contento dos compridores.
Gomma de matara na.
Vende-se verdadeira gomma de oa arana
a 800 rs. a libra : na ra Nova, tiborna
n. 71.
Vende-se urna casa terrea com grandes
commodos; na travessa dos Expostos n. 2 :
a tratar na ra estrella do Bosano n. 13.
Sabida (Se
conducta ; quera o pretender, dirija-so a
ruada Penba 11 6, primeiro andar.
- Vendem-se caixas de cha bysson de
superior qn.lidade e prego commodo. em
i hJ. J0h ? comPr1or; no escripto-
rio de Matheus Ausiin & t ra do Trapiche
n. 86.
-^e-.-^rr ,3.
dadas as pernas.
Vende-se estungucntn no estabelectmen-
to geral de Londres n. 244, aStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Bul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80lrs. cada hocclinha,conten)
urna nstraccSo em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pbarmaceulico, na ra da Cruz n. 22, em
i'ernambuco.
BOB LAFFECTEUR-
O nico autorisado por tiecis'io do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospitaes recommendam o
arrobe de Lalecleur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinba real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af..
fecges da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade cntica e da acrimonia he-
reditaria dos bnmores; convrn aos calar-
rbos, a bexiga, as conlracges e a fraqueza
dos orgaos, procedida do aboso das injec-
gcs ou de sondas. Como anti-syphilittcos
o arrobe cura em pouco lempo os lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incesaantaf
em coiisequencia do emprego da copahibe,
dalcubeba ou das injeeges que representen
o virussetn neulralisa-lo. OarroBe lffec:
mercurio eao iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porgao de garrafas grandes e pequeas
vindas dilectamente de l'arls, de casa do dilo
Boyveau-Latfecteur 12,ra bichelieu Paris
Os formularios d8o-se gratis em casa do a
gente Silva, na praga de B. i'edro n. 82 (~
Porto, Joaquim Araujo ; Babia. Lima & Ir-
maos ; Pernambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Bocha & Filhos; a Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magates Le la ,
Rio erando, Francisco de Paula Couto & C.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWYA
Verde-se um bote de 2 j palmos, muito
bem construido: na ra da Cadeia do Beci-
fe 11. 2, piimeiro andar.
Ven.le-se no pateo do Campo Verde n.
ji.um meleque da 20 anuos, proprio para
S& @ 'i@S@Sf^ can"'-

i
VIMIOS FltlOS DO PORTO
DENOMINA BOS :
i
m
Buque do Porto.
Imperatriz Eugenia
Leopoldo I.
B. Pedro V.
Engarrafados e enfeitados como o \?/
(^ de Champagne: vende-se em por- ft
fA ges a voulade do comprador, na m>
y ra do Trapiche n 40, escriptorio jj
Vv de Thomaz de Faria. (0)
Vendem-so dous ptimos escravos,

TACHAS PARA EXGEXIO
Da fuidiro 'le ierro deD. W. Ilowman
na ra do liium, pastando o chala-
riz, cont miaja haver um completo sorti-
mento d'. tachas de Ierro Tundido e bati-
do, de 3 a 8 palmos de bica, as ([itaesse
i.'chnm a venda por precocommodoe com
prompticio, embarcam-se ou carregam-
se em ca rro sem despezas ao comprador
Milho, farinha e feijo.
Vende-se em saceos grandes milho, fari-
nha efejjfo, manteiga flor ingleza e france-
za a 1-120 o 720 rs a libra, sapillos do Ara-
Na loja do canto, na ra da Cade a do P cif n. 54, ha bonitas sabidas de baile, pelo
diminuto prego de 23000, tanto d'j pelucia
como de merino, com I i uoos enfeiles. tiras
brdalas de muitas qualidades, por buralis-
simo prego, proprios para enfites de casa-
veques e rou ia de crianga ; da-se amostras
conTpenhores, e leva-se em casas.
S. STIEBIEI, o, C, banquei rose ne-
gociantes, estalielectdos lia muittis annos
em Londres, teem a satisfacro de par-
ticipar a seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos prncipaes portos e distrito; inanu-
factureirosde Franca, Aleraanha, Blgi-
ca e Hollanda, conservando alm disso
Sitas proprias casas anteriormente istabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portos mais commerciacsdaGra-B -elanlia,
e estao em posir-ode offerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer ponto da Europa, de nina os para
compra ou venda de artigos, bem como
pora os negocios de transaccSo d-; crdito
d banco de qualquer genero.
As pessoas quenaoioremeonhecidasdos
annunciantes deveo acompenha -suas 01 -
dens cora os fundos necessarios j.ara sua
exeuccao; licando entendidas qie os an-
nuncianles niio teem dilliculdade era adi-
antar 75 U|0 sobre os gneros rzcebidos
antes de sua venda.
Os precos correte e mais nforinaces
commerciaes, rpue iorem pedidas, serio
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
crrelo, podendodingir-sc aos annunci-
antes.
VIMIO DO PORTO SI PEIUOB.
Duque1815.
PLELAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto ni-
teiramentedehervas medicinaes, n
ti^m mercurio, nem al
delecterea. Benigno mais tenra inlancia,
ea compleicao mais dclicaJa, he igualmen,
te promplo seguro para desarreigar o mal
na compleicao mais robusta; lie inleira-
mente innocente em suas operageseeflei-
tus ; pois busca e remove as doengas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
leazos que sejam.
Entre anillares de pessoas curadas com
esle remedio, muitas que ja estavam s por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saudee forgas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais a 111 ie tas no devem entregar-se a
desesperagao; fagam um competente ensaio
dosellicazes efXettos dcslaassombrosa medi-
cina, e prestes recuperarao o benelicio da
saude.
Nao se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enl'crmr.la-
des :
Accidentesepileplicos
Alporeas.
Ampolas.
Areas mal dej.
No dia 25 de dezembro do anno pas-
sado fugio do engenho Mogambique, fregue-
zia deS. Lourengo da Malla, o escravo An-
tonio, de nagao, que representa ter 40 an-
nos. pouco mais ou menes, com os signaes
seguintes: falta de denles na frente, urna
cicatriz uo rosto do lado direito. alguns ca-
bellos brancos, e tem ro brago esquerdb
quasiaop do hombro-um calombiaho do
tamanho de umt pitomba, e quando se falla
com elle Oca sobresaltado ; foi vsetido com
caiga de brim escuro e camisa de algodao
trangado azul, be costuaado a fugir e mu-
dar de nome, diz que he crioulo, e quasi
sempre diz ser do malo ele algum senbor de
nngenlio ; foi escravo du Bulino Jos dos
Santos, de Campiua Grande, queovendeu
a Francisco Cavalcanti de Albuquerqne des-
la ciJade. Este escravo esle ve fgido dous
annos, oceulto as malas de Campia Gran-
de, sendo agarrado em novembro prximo
passado : quem o apprehender e levar ao
relendo engenho, ou no Kecife. loja da
ra do Queimado n. 10, recebar OcOOO de
gratificagSo.
Fugio na madrueada do l.'do corren-
te o preto Antonio, de'nacSo, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, baixo, cheio do
corpo, pea comiiridos, pernas finas, bastaule
pansudo, rom falta de denles na frente, bei-
gos grossos e um Unto esquecidos, pouca
baiba e esta rapada, cabello rapado alraz e
mesmo na testa navalba, tem as costas to-
das marcadas,muito regrusta,lano que passa
por crioulo; levou ferro no peseooo, oque
se julgi ja estar tirado, caiga de ganga azul
ou de algodSode listra, camisa ue Igodao
trangado ou de ganga, j velba, chapeo de
pello ou de palhs, velho, foi morador em Na-
zareth ; lerou tambm urna Irouxa com
loda sua roupa e mantimenlo, por isso se
julga nao andar por muito longe : assim,
quemo pegar, eve-o a seu senlior Manoel
de Almcida >obre, noIuf;ar doLuca, donde
fugio, ou a Antonio Robre de Almeida, na
ra Augusta, que sera generosamente re-
compensado.
No da 29dejiovcmbro p. p., das 8 as 10
horas das manhaa, desappareceu e suppoe-
se ler sido furtado. do sitiona Passagim da
Magdalena, que foi da viuva Dellino, um ca-
brinhs escravo, chamado Manoel, idade 10
annos, pouco mais ou menos, descarnado,
faltando-ihe um ou mais dentcs na frente,
cabellos carapinhos, falla com a lingua nos
denles ou he me io talero, natural do sertao,
e foi vestido de camisa comprida deslgodo-
zinho e chapeo de palha ce carnauba ; roga-
se a polica ou a quem delle souber, de o
apprenender e levar on avisar no mesmo si-
tio, ou no Recite, na ra Nova, sobrado 11.
27, ou no engenho do Meio da Ireguczia at
Varzea, e promette-se pagar bem.
No dia i 8 do mez p.p., i'ugio de bor-
do do brigue_ Sagitario, um escravode
nome Joaquim, pardo efcravo, de 22 a
24annosde idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem baiba no queixo, ca-
bellos carapinhos eja lem muites blan-
cos, he bem conheeido por ter as rnao,
muito calejadas, quando I'ugio tinha o ca-
bello a nazareno, tem os pes meio apale-
lados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar aoseu senhor JJanoel
urna onlra substancia Francisco da Silva Carneo, na ra do Col-
legio n. 15, terceiro andar, sera' bem"
gratificado.
mocos, de elegantes ligaras, um perito ca-|caly para homem e meninos; ni taberna
Vende-se superior vinhodo Porto en-
garrafado mii caixas de I e 2 duzias de
garrafas, bem como em barris de A- eS.
a pceo commodo.
rapia, e outro exci-lleile boleeiro ; na rus
de Acollo, armazem de assucar n. 2 A, ou
oarua do Vigario n 23, primeiro andar.
Vendem-se dous escravos, se.ndo um
de idade do 1G ailas, e outro de 25, pro-
pr s para todo c qualquer servigo : na ra
Uircila n. 3.
grande ao lado da igreja da Soledsde.
Vende-se superior linha da algodio
brancas e de cores, em novell, para costu-
ra : em casa de Soulball, Mellor & C, ra
do Torres 11. 38:
Ven ie-se milbo em saceos, por prego
coinmolo: na taberna dol'araizo n. 16.
Em caixas de urna
rafas.
e duas duzias de gar-
Chamco.
ten-ie.se s prego
Em barris de oitvo :i
commdo em casa de
ra da Cadeia do Becife n. 4.
sellins
patente nglcz.
S.lo eliegado e arbam->e a vfnda o vrdlileira
briri cuiiliecolus sellins inele/ei putenlt: ta roa
do Trapicha-Noto 11. 2,armazeui de fazendas di
Adainsuu o; C. llvnie.
Aslluna.
Clicas.
Couvulsoes.
Uebilidade ou exte-
nuago.
Ocbi I idade ou falta de
forgas para qual-
quer cousa.
Dys nteria.
Dor tle garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
Enfcrmidades 00 ven-
tre.
EnlVrmidadesJno liga-
do.
Ditas venreas.
Enxsqueca.
Herysipela.
Febles biliosas.
Fcbrcs intermitiente.
Febreto da especie.
Colla.
Ilemoi'rhoidas.
Ilydropisia.
Ic'ericia.
Indigestfies.
lolbiinoiiii iies.
Iiregu la ri da des da
menslruagiio.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas ni culis.
Obslruccfio do venlre
Phtisica ou consump-
gSo pulmonar.
ReteucSo de ourina.
Blieumalismo.
Symptomas secnda-
nos.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal).
Vendem-se estas pillas no eslabeletmen-
lrroca \ Caslro, to gjralde Londres ti. 244. Straml,; e na
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
lo Ja a America do Sul, llavana e llespanha.
Vendem-se as bocctitibas aSOOrs. cada
una deltas conten tuna instrucgfioero por-
tuguez paraexplicar o modo desse usardes-
tas piltilss.
O deposita geral he em casa do Sr. Soum
pharmiceulico, na ruada Cruz 11. 22, cm
I'ernambuco.
Vendem-se fondas de ago para um'e
dous lados : na loja de miudezas da rua lar-
ga do Bosario n. 35, a 15000 cada urna.
Fugio no dia I.: do eorrente urna pre-
ta por nome Bomana, crioul*, idade de 40 a
45 annos, com Ol signaos seguintes : estatu-
ra regular, costuma embriagar-se constan-
temente, e mesmo no o estando parece es-
tar em nzao dn andar sempre distrahida,
rosto redondo, cabelle um pouco crescido,
levou vestido do riscado azul e chale prelo
de algodao : roga-se, poitanlo, a quem en-
contra-la, o favor de apprebende-la e levar
a rua de Santa Isabel n. 1, que ser gratili-
cado ; assim como protesta-se contra quem
a tiver acoutade.
No dia 3 do eorrente fugio o prelo
Joao, crioulo, de idade 30 annos, pouco mais
ou menos, e tem os signaes seguintes : es-
tatura regalar, reforgsdo do corpo, bastan-
te preto, conse-va toda a barba, tem utna
ciotiiz em urna das sobrancelnas, prove-
niente de urna laceUda que Ihe deu um ca-
pitiio de campo, falto de denles na frente,
levou camisa de algodao mesclado, que pa-
rece Celtio com peliiot sacco, e caiga de al-
godao azul c bonete de panno ; ja lu en-
contrado na Cidade Nova de Santo Amaro, e
desconlia-se que anda por esse lugar .- quem
o pegar, leve-o a rua Imperial, padaria n.
173) que se recompensara con, generosi-
ilauc. *
I'ugio na noite do dia 6 do eorrente,
de um sitio de Iteheribe, t.ma escrava o ula-
ta, de dade de -j'i aunes, illa, cor acabocla-
da, cabellos corridos e amarrados, reforgada
do corpo, com os denles da frente podres ;
quem a e^ar, leve a ser senlior A. A. de
Miranda Cuimaraes, ua rua bireita n. 69*
que ser gratificado.
Fgiram no dia 28 de dezemb-o prxi-
mo passado, do engenho Pracinha, freguezia
de Bai-reros, os escravos seguintes : Pedro,
idade de 30 a 35 annos, grosso do torpo, al-
tura regulor, cor bem preta. nagao Costa.
Celestino, 30 anuos, pouco mais ou menos,
alio, cheio do corpo, bem barbado, cor fula,
leudo talla ie um denle a frente do queixo
superior, natural do Para, l'ragozo, '2 a .'0
annos. alto, secco, sem barba, rendido de
urna dasverilhas, tambetn do Para : recom-
menda-se aos se ibores capitaas de campo a
apprehensao dos ditos esclavos, que se dar
boa recompensa ; podendo qualquer pessoa,
que delh-s live.em noticia, enlendercm-so
com o proprietario do dito engenho Francia*
co Alexsndre Dutra, ou com Antonio Gao-
calves Ferreira CascSo, na rua de Apollo
n. 22. .
PEBN. 1VP. DEM. F. HE FAUU. 1858.
%
111 r.oi\/c:i
MI 1TII AhA


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E6916TLJ0_MBBS1O INGEST_TIME 2013-04-24T15:29:53Z PACKAGE AA00011611_07358
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES