Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07357


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Full Text
>
ANNO XXXIV n; 8.
Por mezcs adiantados 4000,
Por o mezes vencidos 5$(J00.

TEIt FEIRA 12 IIF J.tiERI LE 1838.
*-><<. -
Tur sipno adianlado I5$000.
Porte franco

IF-

ENCAHRtAOS DA SUBSCrlUM-VO DO NORTE.
Parahiha, o Sr. Joao Rodolplio Gomes : Natal, o Sr. Joaquim
Ignacio l'creira Jnior : Aracaly, o Sr. A. de Lcmus Braga;
Ceara, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranho. o Sr. Jos Teiieira
de Mello ; Piauliy, o Sr. Jos Joaquina Avollino : Para, o Sr.
Justino J. Ramos"; Amasonas, o Sr. Jeronymo da Cotia.
PARTIDA USCOItltr.IOS.
Olimli todo* 05 ili,i.. ii' c mi'iJi hora do di.i.
((Hraut', Goiaane 0Paren ib Mitasfelrse,
iniara', AHni'i >tt i i-fcfra.
S. l.onn-no, Pao d'Alh ., Ma/jrctb, Ltm r*, Flora?, Vilh-IM a, Boa-Vi.*, Ouncurv I. *, <- quirU*-(eitllS'
Cali, I|k.]ihi, Niii'iti.i-ni, lint t-'i.rtiioo, l'na, BarrcirOS, A^ui-I'rcij.
Himin'.^iri. p .Nitol : spjjIaitM-feraa.
Totea u> Cnrreius pariem as IU huras da manh.la.
AUDIENCIAS DOS TRI3UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : secundas e quintas.
Red(io lercas feiras e sabbados.
Fazenda : queras e sabbados as 10 lior.isv
Jui/ j comnwcio : segundas a 10 huras e quintas ao nicio dia
Dito de orphaos : sei/undase quintas as 10 ho'as.
Primeira vara do tira : segundas escitas ao noio da.
Segunda vara do civel : quartase sabbados ao meio dia.
EPHEMERIOESDOMEZ DE JANEIRO.
rt Quarlo minguaote as 10 horas e 2" miauUM da tarde.
i." Lua nova as 3 llorase 13-mioatoi da manha.
22 Quarto crescente ;is2 barata :)7 minutos da tarde-
29 Lua cheia as (i boras c 52 minutos da maobaa.
PREAMAR DE IIOIE.
Primrira as 2 horas e 6 minutos da manbaa
Secunda as 2 huras e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMA.n V.
11 Segunda. S. Ilygino p. m. ; S. Thrndorico ; S. Honorata v.
12 Terca. B.Saljtu m. ; Ss. Arradio. Zotieo p Taciana min,
13 Mu.irti. S. Hilario b. : S. liuiirsindo nresb. m.
1 n.iiui.-.. s. l-'i-iiv S. Haitiana v. i 8. Dacab.
18 Baila. S. Amaio ab. ; S. Sccundma \. m.
10 Sbado. S. MarceUfl p. m. ; & ri m-illa m.
17 Domingo. O Sanlissimo nome deJesuSi S. Aiitjo.il>.
EM iRREGADOS DA >l BSCRIPt; \o DO -i I
Alatlis, a Sr. Qa lidian I Das: Rabia, 9r. V. Duprad
Rio de Janeiro, u m. late l'irriia Martin.
KM PERV\Ml,l CO,
O Propietario d-> DIARIO Mano I Ftruciroa d> I aria, U soO
li\raria.praca da Independencia ns. f> I I
l
PARTE OPglSIAL
MINISTERIO O IMPERIO.
Decreto n. 2,046 de 9 de dezcmbro de 18J7.
Approva o regulamenlo para o corle de gado do
maladuuro publico da corle.
Mlemiendo a neeesMrlal* d facilitar a concur-
rencia ito, criadorea de nato no m.tladoaro publico
da corte, e tomando enj eotmd'racSo a proposta da
illoalns-firaa cmara municipal relativa a ele ob-
jert, hei por bain approrar o resulaineuto que
cun ele balxa, aaiixiiadii pelo marqaez.de Olinda,
rcinselbeiro de estado, pre'ilente do con.cllin de mi-
in-lros, mmi.tro e secretario da astado dos nego-
cio* d > imperio, qna as?im o leuda enlendVIo e f i-
<;a eiccolar.
Palacio do R'O de Janeiro, em 9 de dezembro de
1857, ;l(i." da independencia e da imperio Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Mrquez da ()-
linda.
, que se apresantarem, aenln o mximo prego qua(
podeta' ezigir para a Victoria if)j por paasageiro de
re, IOS pelos d. proa, e 2JK ris por arroba ; a para
CaravelUs, Ii09 peln< patsag-irns de re, 1.>9 peles de
proa, e OO rois |ior arroba. O gnverao pagara' III
por cento menos que os par iculares.
G.a Em cada viagem, de Ja ou de volla, lern
passagem gratuita, pagando porm as reipecliva.
comedn.i., ate duas pessoas que f irem empregada*
em servido do governo, pre:edenio ordem por e.-
criptn. N.ui se ulilisando o enverno em qualquer
viagem das ilui. pa.saeens i:ratuilas,no podera' por
isso dispor de maior numen de lugares era qual-
quer das viagens seguinlea.
7." Sen' Umbem grtluilii o Ir.insporte das ma-
las do correio, e beo assiin de quaesquer sommas e
cargas mandadas pelo gorirno, nao eicedendo ao
peso de do.is tonelada* em cada viagem ou da ida.
sacada pelo tliesouro no I- di ouluhro ultimo, do- entraud) o* ageotei consolares de quaesquer nar.i", i ti dila que proceda a nin esanie no I vro da actas, bre a materia 'to o'ii io oe V. Esc. dc lo corren- {Is, qaa po lot o caTatta a qoe he rteMm.d, ^.
doiindo-M o premio de ."> por cento dos me-mns as- I por coiiimum eral opiniAo, e enlre ns, na ciasse a referida eleicSo.e me remella n termo respectivo, le, tob n. 828, declaroD-mr ter avisado em dala de raudo fcilmente ili i brea i* HaM otrente. !
sienail s carreap tndanle ao lempo que faltava para eai pessuas d*lincla, a que eo direilo e d o #|ii- Dllr;mi-- a lia leulido ao jui/ innuicipal e a' ca- 29 do correle ao commaudaiile do s* bat.illiao da cem mol >r i. | *Mnp*e ar^., qualqaer que taja e
o seu feedmeeto, n.Vi id do capital, como limbem Hielo de egreiia', qoaodo fossem praciioi os eus de- mera n. un-ip.l respectiva pata franqusar o* livro. iotaolaria, p ir.i mandar recebef aqawlb reparlifaa -ua abaaeaaria, le eartw re;iaiioa sari
do premio aecumiil ido, por ser e*sa a pratira seoui- poimentoa naa causa civeis 00 Crimea, e, elle Dio de que se trata. a iinp.irtanria de I i- r... ,i ,| ,o -. refere T. Etc. I modliar i i Btlsieee pi^mtHML
da uo Uiesoaro, e as-iin aniendida a le ds 211 de ou- quizesse n do-lo- na* m irada* do. proprloi jviize*, Hilo ao jiuz de direilo do l.imoeiro.Para erecu- DO sea ctiede elllcto, que lici assim rr-p -n.li lo. O qoe inais dm'ra, c o qoe ov mai* .aolasaa**
lubro de 1827, J-, que a prohibidlo da se desconta- eumpria e*les usar do irbilrin que farulla a fila- J0 d i que m i I d ordenado pelo governo imperial, uno ao mesmo.Preveoln lo-e de que o briue ollereca esta machina, lie. alem <)' sel ari. ja
remos ittiRnados da alfandega nao se emenda I da onienacao, liyro I til. 5 S M. dando commisalo i eonaem qoe Vine, me informe eom nrsencia o que Adolpho aegnira para Y emendo ne da i de jaaei-1 dectdsde. e elmprleiSe Se) muMtut^tt, e por
quaudo isso fiir necessario para o pagamento de le-
tra, do the.ouro. poi. n 'i.i-. e no* avi.os que as a-
cumpanliam, esla' incluida a ordem para se desron-
larem : #3 que a caita filial do Banco do Brasil
na mesma provincia be obligada, na forma do con-
trato celebrado em -2.) de agosto ullim enlre o go-
quem aasista a iuquiric/to as moradas dos ditos Ihe con-lar a reapeito da eleictlo que se procedeu ro vio l^uro. lombein c >m:nonicou-*e ao rbea ,ie lano o dinitnuto cu-lo de *ua fariora.
senles, da mesma fima que devero prallcar cun para loizes de paz e ver.'adnres na frecoezia de Ta- polica, ao joiz mu-dcipal da primeira vara, e ao i a liamos o* raai* .inceri* parabens ao i'.leetradoi
enlajaos era iqaaldade de rezio. qoariliiiea que compreheiole o dislriclo de Jacarn-. coi;*eiho administrativo. Sr. Sol tMni por Ha ul inv-oio. Eslamoa certo
t^on.ultada a sec^ao de juslica do conseliio de es-, ra', perlenccnle a' comarca do Brejo ; devento re- 1 Hilo a Ihesouraria de foseada,Haja V, S. de que o fiverno imperial lomara n. marir conaadora
la 1o, coiicar'ou ella com o parecer do cansellieiro i meller-ma todos os doenmeutas a csclarecimenlos I lUclaiar-ma ee naa qaanllae mencionadas no lea e- c.io um tal melhorainenlu fabril, qee *em ali.f,
procurador da coro* !o a piimeira duvida, ob- pelos qnnes se poaia eoonecef se luuve ou nio vicio. Ecio de boulem. como recebidei pelo teneute Joa-
verno a o mesmo Banco, a recb-r par einoro-liiii i sorveodo. porm, que noo era evado o qoe aa*eve- na referido eloirio.
as quanlias que a thesouriria liver disponiveis para : rou easa presidencia, quaudo, referin io-*e ao art. I
es.e effeilo. I IS do derroto ds S de novembro de 1S">I, di-*e qoe
A' Ibesouraria do Maranbo, enmmiinicando couliiiuava em vicor a lemhcao anterior, que
I qoim Jas dos Saoioe Araoje. ajodaota de director
ou as pessoas
a bordo ; e as malas naa agencias
competentemente aoloriaadi s.
H.n Os vapores da compa ibis sarao posto* a* dis-
po-i'joo do goverui). loso quo o* requi.ilar para ob-
jaclo do ser.ico (loblico, Qeando obrigado a pas.r
Regulamenlo para o corle de eado no matadouro J am frete razoavel, e a i rutel misar a' eompanhia de
ou de volta. As cargas serao recebi lai e entregues qne o tribunal do Ibeaonro, em vista do diapesta na ale fazendo essa diitinefSo, os cnn*iderava sajeitoa
ultima parte do art. 7yl das di*posii;Ges preliminares jurisdiccao criminal das autoridades do pazvislo
da nova tarifa, in leferio o recurso interposto pelo \ que o citado art. IS he applicavel a lodos os consu-
capitJo da galera portugueza oAuroraii. da decisao les, a so deixa de se-lo a algoem, ou i alsuns, pie-
da mencionada (h-siuraria que confirmou a d. al- cedendo dectarac.To e*pecial douoverno. un* termos
lu oj i. pela qual f publico da corte, a que se rafere o decreto desta
dala.
Arl. I. He assegorata a preferencia pira o corte
de gado uo matadouro publico, urna vez que se ol-
qualquer sinislro provenienle da risco especial do
servicia, em que M vapore* forem emprado'.
9.n Os vapores da coropau na sozar;V> dos me*mos
privilegios que corapelein s embareaces de suerra
lerc.Miii a vender a libra rte carne por 10 rs. me- I nacionaes ; (cando comlud > -ujitos io* recula-
nos qoe o preqo do dia anterior : 1.*, nos criadores ;
J.-, ao bola leiros, islo he, ana possuidores de Ka-
do, que ien1o-o comprado directamente ao cria-
deras, o con tuzara ao corle por sua conla ; 3.",
aos possuidores de gado por qualquer Ululo que
saja.
Arl. >. Para squelles que nao poderem vir, ou
(razer o gado ao corle da matadouro, ou anda que
trazendo-o, nao se queiram encarregar da venda
delle aos ac,ou2ue ros, depois de cortado, haver
un agente nomeado pelo chefe de polica da corle,
o qual ser eucarregado de receber o dito aado, le-
va lo ao corte e eu.le-lo por couta de seus dono-,
segundo tas ordem. sendo obrigalo a fazer entre-
gar o producto da venda deutro de quarenla e oilo
horas.
Arl. 3. E-de agente perceber pelo corta de eada
rez a coinmiisAo de 15 por tada urna ; a.siin como
lera sempre alm de nina fianza da 20:0003, que de-
'vsr dar, aqnantia de0003 deponlada no cofres
da cmara municipal para responder por lodos o-
damnos e abusos que commeller, e que furera prova-
do em juizo arbitial na forma da diipo.irAo do art.
419 do regulara-nlo cominerclal. perante o juiz mu-
nicipal da lerr.eira vara do eivel da corte.
Arl. 4. A cmara municipal concede graluila-
menle, para descanso e deposilo do gado, o ler-
reno que possue as Ierras realengas da fregoezia
do Campo Grande, juolo as margens do rio Pira-
qora. .
Arl. 5. A despezss com o pe*oaI d admimslra-
c.So, guarda do ga-lo, e eonducco desde o referido
deposilo al entrar uo matadouro, correrao por con-
la do asente.
Arl. 6. llavera um livro sellado, numerado, ru-
bricado, ecim toda as ondije de um livro mer-
cantil, em que arlo declarada. a entrada do Bada.
com eprili-ai;.Vi da hora, mime do dono a qaeni
perleoce, e o nome do conduclor.
Art. 7. Havera oolro livro que o agente fera*
lanzar a quantidade de carne vendida, o noms de
cada um comprador, o prejo e o lugar do acou-
Arl. 8. I) govarno imparial dispensara do servi-
do da guarda nacional ao* cria lores e boiadire-que
Iroiuarem direclameule eu gado ao matadouro. e
bem assim ao. conlu-tore* do rne.m > gado, pre-
sentando tanto esl* como aqueile*. guia do juiz de
paz da sua resi leocia, p ir onde cunste o serviro em
que e acliam empregado.
Palacio do Um de Janeiro, em 9 dedezembrode
18>7.Marqo-/. de Uliuda.Confere, FaaSIO Au-
gusto de Aginar.
Decreto ii. 9J037 de 19 de dezembro de 1857.
Approva o contrato para a navegc,io a vapor en-
lie o porlo do (lio de J.iueiru e u de Caravellas,
com iscala pelo da Vicloiia.
llei por bem approvr o contrato celebrado cm
17 oo crranle raes pelo marquez de Olinda, con-
selheiro da astado, presidente do conelho rte mt-
iiislro*. minislro e secretario de estado dos negnrio.
do imperio, com o presidente da eompanhia do Mo-
cuiy, para a navegacAo a vapor eolio o porto do
Bio de Janeiro e o de Caravellas, na provincia ds
liiin i, com escala pelo di Victoria, da do Espirita
Smlo, mediante as con tiraVs que com esle haiiam,
a.signadas pelo re-rido ministro o secretario de es-
tado, que assim o teoha eutenlido # faca eiecular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 19 de dezembro
de 1S"7, Il6# da independencia e do imp.no.Com
a rubrica de Sua Magostada o Imperador.Mai-
q uez de Olinda.
Coa hroes a que se refere o decreto desla data.
1.a A compaubia do Mocory se obrisa a fa/er
nina viag'in por mez, com borro de vapor da for-
rea de nvenla cavallo*, pelo menos, desle pono do
Bip de Janeiro al Caravellas, na provincia da Ba-
bia ; vollaudo dentro do mesmo mez, e locando,
lia ida e na volla na ciliada da Victoria, prnviocia
do Epirilo Sanio. O* paquete poieio locar no
porlo do Mucuiv sempra que islo for convcuienle
T eompanhia.
J. A sahida desle p;rto sera' em um do. qoalro
lia. que precelerem qualquer das rtuas lua* do
mez ; o qual *ra' determinado p lo governo de ac-
cordo com a eompanhia ; deven I > renolar-se a via-
gem d- modo q*ie .sleja em relacAo com a da linha
rte aavega{Xo do sal contratada cora Antonio Pe-
droso de Albuquerqae.
O lia da sinola ti' annoneiado ao publico com
anlocedencia de 5 dia* pelo menos.
I.1 A e'ladi dos paquetes oa Vicloria sera' na
ida o lempo aocaesario para receb?r e rtascarraKar
cargase paasacatroa ; e na volla, de 1-2 horas de sol
sol : em Caravellas, pelo saaaoi -i'\ i
pr.lioulida neil lempo a viagam a' colania
polduaa. qu ni lo olios Itverem de ir a esle porto.
i. I'ir naaem redonda recebera" a eompanhia a
snbv-noio de :.)i.)5, a i i ii sera' paga a* vista da
attestado da goverae provincial do Espirito Sanio
sobra a ntrala e sabida dos vapores, a dos recibo.
do. igaotes do crrelo para ou ie o vapor eondoair
talas. Senda a viagem lalerrompida por c.os de
fr,;i naaior, lera1 a oompanbis direilo smente a'
quilla da solivio,Y> correspondente e proporcional
a' distancia elTeciivamenle uavegada.
o.a Os vapores receberSo os passageiroi e carga
Ires
melos policiaes, e a fiscala icio das altandesas nos
porto para onde conduzreni pa.sageiros e carca* ;
nao se ponto embarazos ao promplo despacho, an-
tes concedando-se-lhe* Inda, as facilidades compa-
tiveis com a liscali-a^Ao.
10.-'No caso de fallar a nompanhia ao cumpri-
menio de qualquer das conoici que licsm e*la-
belectdas, Picara' sujeita a urna mulla al 1005, se-
gundo a natureza e gravidade da falta. E p*la de-
mora ueste porlo, ou no di Victoria, ou de Cara-
vella* que for cunada pelo -;overno, ihe pagara' es-
le a quanlia de 100; por da.
11.a Kicara i sem effeilo eilas rnndire, e depii
de ler (ido principio a navesago contratada, for
inlermmpida por tres ViegeiM successivas com causa
joslificada peante o governo.
l.a Dentro do prazi de -> mezes a mulla a que
tica sojeila a eompanhia nao sera' impola se a na-
vi'Mi'nf r interrnmpida em ra/il i de necssilar de
concert* o vapor ora emprngado nesle servico, de-
vento ser esta cncuinilauc a justificada igualmente
parante o governo.,
I.'l.d O contrato durara' por rspaco de cinco anuo*
cnnladoi do I* de novembro desle auno.
Palacio do Bto de Janeir >, em 19 de dezembro
de 18">7.M-rquez de Olinda.Conforme.Fausto
Augusto de Agolar.
la de I O:\ em eonseqoencia
Volamos no sea earfegaroeolo, perlencenles
pas'Hgeiros que Iroate a m -sini calero.
A' mesma.Bernardo de Suiza tranco, presi-
dente do tribunal do Ihesuuro nacional, respon len-
do ao ollicio do Sr. inspector da Ibesouraria do Km
drande do Sul n. 485 da 13 de nulubro ollimo, no
qual con.olla se o* f-ilores conferenlos das adn le-
gas do Bio (irande e S. Jos do Norte, que ezercem
os lujare, vaco* de stereonvtras das mesmas, devem
perceber a quinta parle dos respectivos vencimen-
Dltn ao delegado de Garaobuna.A' vista do que da Colonia militar de Pnneuleira*, eatda c jniprehen-
me repreaentoa o chefe de polica, exp.ro or lom didas aa destina la* aa pagamente de vencimenlos
nesta dala ao eomraandante superior des*e mnnici- mililares, e qoanto recebeo o aaesrno lanenie, deiiols
po para pr a di.jio-ir.lo de Vine, a forro Ha suarda \ do ajaste de saas conla, para es deapeas que correm
nacional que for necessaria pira que o destacamento poi conts do ministerio na aoerra.
i isa termo po**a iic..r aagmenl ido sl ~ i prac i*, se* Dita ao ais de direilo do Bio l-'ormoso.Decla-
gondo a. circum.iancii* o esigiram. rando em resposla ao sao oili-ii de _'. lo correte,
a>o director do ar.pri il de goerra eipeco ordem I que n.o consta na secretaria do governo qoe o ma|ov
para r.inetter a Vmc. -jii srmaa eompletaai Ocor- Leandro Jos da Silva Santiago, lenha prestado ju-
accre-rim de I ; a recipiocidade se d unicamenle por acrordo pre- ream?s eOU cartochas embaladas para qoe Vmc. es I ramenlo da cargo da 6" sapotale do juizo municipal
vio a i e-peito dos arls. 2, 3, 4, ,">, O, 7. 8; 11.*, e fa^a distribuir pelas pracas qoe destacaren) ; neven- desse lermo.
nlo respeilo do ar'. 18, como he expressu nesjldo loge que fordissolvido o rtetlacamento msndsr re- Dito aojuizde orphito do Recife.Com-nunican-
oi Is, 123 a 21 do menno decreto. COllser ao raesroo arsen I lae. obj-clos, ea inunicflo do ter delerldo o roqtierimenlo em que ClauJiano
B pelo que respaits a* segunda dovida, que, c a 'ia restar.Bspe 'iran-se lodas es orden* e deu-se do Livramento de Andrade, pedio a entrega de eus
na quadra lerrivel acloel urna exigencia sentida por
iodo o. o i-- is i oh lata -
a E n m elTeiln, lulo qnanlo for ehlisar e(ar*;e
natoraca, be para no* e.i eniemenle do lal iaseasr-
lancia, em face da falla d< brar que cada osa asaas
raros i ternera. q lliure-nenlo no lotwilo d- ub-liiur oc* irabslli*. qoe
aiigein inen.s habilidade le valar ph\Mea. a for^a
motril natural, no* parece um servir relvenle
prestado ao pa--.M. A. o
fersaat da CaxraaaaTpal do Ra.
PERAHBUCa7
hypolhese |in a inquirirjo do tesleinonlia* em gsral,
e sem fazer disim comprehen le a joali-
lica-;.io simple*, e tein a saa solo^to no arl. '.l do
cdigo do iiroce*o.
E havendo e mesmo ausu.lo senhor por bm. por
sua imparial resoluto da \1 do crrante mez. eoli-
tos, Ihe declara que, ncbando-se os dilos felores formar-se com o parecer da sobredila serro da ju*-
MIMSTEP.IO DA FAZENDA.
Espediente do dia 7 de dezembro de 18o
Circular.B-mardo de Sioza Franco, presidenl-
d i iribuual do Ihesouro narional. lomando em con-
sideracao qua ao mesmo liesouru commnnicou a
Ihesouraria da provincia do Espiilo Santo sobre a
entrada p orphao* p-ra vencerem laub-m juro com OS capi-
ties primitivos, declara aoi Srs. inspectores de Ibe-
sourarias de fazenda que. i ;lo sendo curial e neiu
.uio-i-ilo por lei semellianlo pr icednneiito, nflo
deve ser tolerado, lodas a i vezes que se reconhceer
qoe os dinbeiros assim entrados tiara os cofres pu-
blico sao os proprios juro annuaes retirado! nal
(erraos da ordem de j de d-zenibro de 1S};.
A' Tbeseararii de Prnambucn. Bernardo
de Sooza Ir.meo. presid.-nle do Irihoual do ihe-
souro nacional, em soluto n duvida propoila
pelo Sr. iuspeclor da theaourari* de farnda d*
Pernambuca em seu offleio numero 17Sie 17
le oulubio uiliino sobre o asile que deve pa-
gar a licen-a de umanne com os respetivos ven-
cunentos qu,- foi chic tula ao guara naor da alfan-
dega da mearme provincia l)r. Laii de Carvalho
Pa-s de Andrade, em vista da aulnrisa^o do decre
lo n. 910 de 19 agosto ulli no, ii.!oc-mo arl. IS
lo regolsmeola de In de julho de I8'ii) s lr>ta das
licenrasat s*is mete*, e nao ha lasa esp-ciel para
as de que s. tr ita : declara ao meamoSr. inspector
qna b.-ni procedeu a receiedoria cobrando p-lali
renca da espene verb-nte ..inenle o sello de 19000,
eatabeleci io no ;i:l. is do citado regulamenlo. para
as liceitca* at (i mezes por i-so que n'o seu-ln
permitir.lo em materias di imposto, principalmen-
te, ir o executor da lei alcm do que se ach ex-
pressameole determina to n aa respectivas disposi-,6*s
n.inpra passrvel exigirse o pasamento do sella de
8-5, prnporcionalmnte ao empo da licenca conce-
dida, em visia do ine.mo artigo 48 do regulamenlo
de 10 da julho de 1830.
Outrosim convem que o mesmo Sr. insperlor in-
forme se se cobraran o* emolumentos da liMoca em
qae.Uo, e uo caso adirmalivo, quaes foram elles.
Dia 10.
4' airsnleca, commi nirandn que o Iribunal
do ili-siorj def-rio o recu so interposto por Drevfus
ain e Ccanslgnatariosdobrigoe francsaaM ithil leo.
cuinprebendidos na secunda parle do art. 1* do de-
creto n, 1,99.> de 14 de ouluhro do crreme anuo,
lem direilo. alm dos vencimento* inherentes a seus
lugares, a quiuta parle dos do emprego que aecu-
malara,
Dia 1l.
A' direclnria de eontabilidade.Tendo sido pr-
senle a S. M. o Imperador o reqoerunenlo em que
1). Luzia Ely lia da Cimara Bitlancoiirl e Oliveira
pede ser paga directamente na provincia da Babia,
onde rende, da psosgo do '2<)^ anuo.es. qua perce-
be por ser neta do con.elhsiro Maniel I-en eir d.i
Cmara Billancourl e S ; e bem as.lm o que se Ihe
deve ds mesma nanita desde a poca em qoe dei-
xou a eompanhia de seu marido para ir viver com
*ua mAi em oulubro de 18*> : o mesmo angosto ea-
nbor, por i operial r'- do-; i ? de 12 do correnle, lo-
mada sobre consulta da .eccilo de fazenda do ronse-
Ihe de estado, bouve por bem indeferir semelhante
prelnjiio, vista que, na> obslanle ser a ptusAo de
se Irala do num-ro dos beiis proprios da supplican-
le. e na qusl u&o ha communbao por ser doa^Ao
imperial, qn?. na forma da ordenado do livro 4'
til. 95 55 t* e 2* bla aa commnnca nests meimos
beiis, peitence a adminitraao ao marido, caber,*
do casal, emquanlo a separ icio que se da' enlre
ambos ua for confirmada par aulondade da jusltri,
e meios competentes.
A' do Rio (jiande do Sul.Bernardo de Soa-
za Franco, presidente do iribunal do Ihesouro na-
rional, resp -ii lando ao olficio do Sr. in.peclor da
lhenurnria do Rio tiran le do Sol, n, 489 de 23 de
oulubro o'tiino, no qual cu.salla seas certi toes ou
iiiliniaces pas sujeilas a revalidAo c mulla, qoaudo nao forem logo
selledaa, ou se podem ser sellaaas Oonjitnctamente
rom a. demais folhaa.dae anl >l, quaudo -a prep.uam
para suhirem a conelnsao mi despacito do juiz. Ihe
lclaradu que a vista da uliservaco final do arl.
!" do regulain-nt> de 10 de jotho de 1850, tilas
CortidOta ou informac^Aes s estilo sujeit.s a revalida-
-;rio e mulla, so depo s dellas sa pralicarein- quaes-
qaer actos por onde produzam os devidos eOeilUi.
lies, a.-ini o mana cimmom ar a V. Exc. para sua
Inteiligeaeia,
Dos cuarde a V. Exc.Francisco Dioco Pereira
de Vasconeellos.Sr. presidente da proviucia do Rio
Grande do Sol.
G3VERNO HA PROVINCIA.
expediente do dia 30 de dezembro.
Ollicio ao c -lumen lano das arm.-s.Ao governo
imperial snhmmetl* O oflicio da V. Etc. de b n-
lem sob o.837, en que cuinmunicon-ine V. Exc. e
necsii:ade da transferencia do qurlel general para
oulra asa, e o elevlo alucuel da caa de Elias
Baptisll da Silva, sita na ra du Sol, p ra a qual po-
de ser feua a modanca se \'. Ex<*. juica-la conve-
niente, deven lo a de-peza do alucuel ser regulada
secundo roso ver o governo imperial.
Dito io chefe ds poi ca.K-j-pondendo ao oflicio
que V. S. rae dirig i honlera sob niiinrj 1301, cm
sciencia ao chele de polica.
Dito ao presidente do jurv.Para mandar dispen-
sar de servir na arinal sessjlo o lliesonreiro Domin-
gos Alfonso Nerv Ferretea e o.chefe de serj.io Fran-
cisco Jos Marlins Peona, menta a falla que elles
razera na lhe*ooraria de I iz, i la.
Dilo ao commaodanle de Fernanda___Declarando
o governo imperial que a de pez. com os pre- ni
liba da Fernando d ve ser consideraJa provincial,
cumpre que Vine, relacione dislinrlamenle os pre-
sos desta provincia e os de cada ama das i ulras, e a
m.sma disluic(;au observe as despezas ooe com elle
se lizerem, e que evem ser indamnisada pelas pro-
vincias a que perlenrerem.
irmla Mar dos Prazeiea de Andrade, educauda do
callegio das arphlaa.
Uno ao pre-i ienle do jurv.!:azendo-inc vera
iospeclur da theeooraria protincial. que em conse-
qnaneia dea balsn^os o pagamentos a'que se esla'
proceilendo naquella reparliclo, lorua-se ursenle a
preaenca dos respectivos Ih.soaieiro eesciivao de re-
ceila, airva-sa Vmc, de dispeoss^oa dn seivirem na
presente na aassl i de.* tribunal.
Dilo ao mesmo.Pora dispensar de servir na pre-
n!. -'.---.ia o fsrriplnr.no ,1. secretaria da gover-
no, Jo.i > PoliearpO do* Smlo* llampos, cujos servido
sao preciso* mesma reparlic.io.
Oito ao mesmo.Para dispensar dese.virns pre-
Dilo a Ibesouraria provincial.Determinando que sania seesao o inspector da Ibesouraria provincial,
meude por em baila publica os reparos de que |.re- I xislo que os Irabalhoi a que a in.ma Ihesaararia
cisa o Balsmenlo di estrada do Uangoinho, entre a \ procede recularmenie uo lim. do anuo n.lo polem
pona do ine*mo nome e o eomece da 2' parle do 1"; -er preteridos nein retardados,
lauro ; devendo e-a despeza s.r tirada da ruii.i.in- Dito a cmara do Recife.Concedendo asdartaa-
co do arl. l do oicameolo vsenle. Caniinun- .' p ra poler perinola, pelu terreno do sobrada ar-
cou-se repartirlo ta* obras publica*.
hilo a cmara muni'ip.l de LimoejilO, Ahm de
serem cumpnda as urden impenaes, convem que
a cmara municipal do l.imoeiro me informe com ur-
cencia acerca dos vicios e irregularidades que pu-s.m
lerhavido na eleicatoa que nltiniammle se proce 'eu
minado, silo no paleo deS. Pedro, o solo do b'ce'
que do nie.mo pateo da tbida para a roa de lloi-
Circular a cmara municipal 'do Olinda.Convem
que a eamara nonieii'al de blinda na infrmese
em tetnpn foi convoc do ele auno o cuoselho inuni-
referen-ia 4 requisic,,.. feia p.|o sob telecado da fr.- '''-Iricto de Jacarar, perlancanle i comarca do Bre-
til i!j\ .Ihlo i mu. .ni Aiiii-,eo .i ii. 1 (a-, (ii a *a "i.
MINISTERIO DA JLSt, V.
3.a see^Ao. Ministerio di'S negocios da ju^lic*.
Rio da Janeiro, em 17 de de/euib'O i- I8S7.
Iilui. e Exm. Sr. Foi prsenlo a S M. o Impe-
rador o o'Vlciu ria presidencia, da!do da 19 de mar-
co de 1855, sob n 28, eom oqu.l remellen, pnreo-
pia, o dojuz municipal ds colado lio Rio Grande,
>1 211 do mez anterior, propona as segrales du-
vidas :
I.' Se a visla do arl. 12 do decrete n. 855 de 8
de novembro de 1851, os eonsnlaaa vieo-coosnlas
'Strangeiros podem ser pre-os, ou cu i lu/.i i. debai-
xo le vara para deporem roinu tesiemuiilias cm cau-
sas civen, crime. e c immerciaea, segundo o dispasto
na ordenarlo li.ro 3,o lu. .">, j ||, le de 2> de Ja-
neiro de 1810, 5 16 e art. 9> do eod. do p'ocesso
criminal e au. 180 do decreto n. 737 de -2't de no-
veinhio de 18'sO,
2.a Se pule qualquer pesoa ser eoagida a jurar
no juizo municipal ou coramarcial em imples jusli-
lirar.lo, e ha lisputliese do arl. 33ti do coJigo ih
prooesao.
Sobre laes duvida*, respondeu a m*roa presiden-
cia ao referido juiz municipal, em oflicio de 15 do
dilo mez de marju, que lemelleu, tamben, por co-
pia ; quaiilo a 1.a, que, dlepondo o arl. IS do de-
a mallo mpdsla aocapitlodo me.mo hrigue por nao i crelo n. Sj") de 8 de novembro de IS'il.que os agen
aprsenla lo inanifetln, vislo arlnr-*e o dito capito
compreliendulo na exreproo do arl. 159 do regola-
mentj de 22 de junbo d 1836.
Il:a II.
Circolar.Bernardo de Siuza Franco, presidente
do liibn d do Ihesouro nacional, ,leciara aos Srs.
Inspectores das ihesoorarlai de fazenda, eo coofar-
nudade do den.,!,, da la n -da data lliesooraria da
provincia do Haranhlo, qoe. a vi.la da ola II'.
do arl. IS3 da larifa em vigor, no ao sujeilas ao
pagamento ds dire-tos de imp->riacao as bariicas
que servem de envoltorio a familia de Iriso, por ser
ese o envoltorio rnmmum e ordinario da mercadu-
ra ; e que o aii ;ii das dupntijes preliminares da
tarifa nao lem por lim determinar o effeilo do. re*
rarses das deeisoe do. inspectores das alfanieca.
eobie mal-ria oa obj-rto que exceder da qiiiiilia
neil. mareada, ou sobre pona da mesma Importan-
eora- i c',, n,as siin regular a aleada dos inspectores da
I,eo- I alfandega pela referida importancia, dando etTelto
suspeusivn aos recursos cub loiem inlerposlos de
su deeisnes.
A* ihesouraria do Uaranhlo. Bernardo de
Sania Franco, presidente do tribunal do lbe*onro
nacional, derlara ao Sr. inspector da Ibesouraria de
l ven ta doHaranhSa, am soluc.io as duv-da* pro-
postaa em seu oflicio n. IU2 de 12 da novembro ul-
luno : 1', qu approva o xpedienle qoe lomou de
accordocom a lire-loria da caixi litial dn Banco do
Brasil no descout dos as.'cna i-is da alfandesa para
o pagamento da lelia n. 3 da quanlia ds 154.-0009,
]I1.VRTUDE MOSTBRIK*)
TOR MAX VALRF.Y.
les con.ulares po lero ser prpso. sem aolori.a^ao do
governo imperial, smenle nos delicio* que coininei-
terem como negociantes, ou n te tal cravida-le
que nao admulam flanea, era lora de duvida que
nao podiam ser p es i* e cond'i/.ido debaixo de va-
ra para deporem como leslemonhe* ; privilegio,
porm, este, que s d-veria aproveitar aos agentes
consulares d iqoellas najes entre as quaes os agril-
les consolaras braeHeiroi gexavam de iuual iec.iproci-
dade, em viilude do dispualono art 23 do citado de-
cido, continuando em vignr, pela qu.> re-peila ao
ageotaaeonsolares das ou.ras nacOea, a legislacio an-
liiov, qua Dio tazando cata distincjiooi coo-iiera
OJellOI jurisdicnlo criminal das auloridades do
p.iiz : c quanto a 2.*, que a recia geral em negocio i
que inferessam soeteds te, especie em que se acoa-
va comprehen lida a hypolhese do arl. 336 do codi-
go do proceeso, poder qu^lqu-r pessoa ser coasida a
lepar em juizo municipal ou coinmeicia!.parque as
limpies justificacies qoe s aprovaitara ao inlaresse
dos particulares, .i esle* correra o dever de ap-cen-
lar provas do seu direilo, sem que para isso seja
abrigada a jusilla a coagir a vuulade do ci la-
an.
Ouvido o eonselheiro procurador da roroa.foi elle
le parecer que elaudo em vigor a* ordenarte, men-
cionadas e mais dispiisiriios anal ca*, as qoaes de-
viam ser e-rripilos uio'oie cuanla-las, nada deixa-
vain ella a d-sejar para qua osjuiz?s se soubc.-i-m
liaver na* b\ i ulhe-es qu^ occorreateni,paiBJOB a liis
Ihe davam ncla parle um iszoavel arbitrio. Qoe
guezia do* Afosa lu., pea ser augmentado o daeta-
camento Insnfflclonle que all exite, lenho a dizer-
llie que nlu sendo pu.sivel o augmento solicitado,
expeco nesta d la a urden* coiivenienle* para ser
prestada pelo comiiiiudiiiile do batathSo daquella
frecuezia a for(ja de que precisar o subdelegada res-
pectivo, devendo-se proceder, nos casos urgenles, de
conformidade eom o arl. itl do decrelo n. 135 de l
de abril de 1854,
(Juaulo ao s liado da eompanhia fixa deeavslla-
ris que \'. S. requisita para o li,n indicado no seu
dilo oldcio, devo declarar-i!ie que sen.o essa (orea
Uo pequea e HChaudose oeeopada na d.hciencia
de oolras, nlo se deve d.lla dislrabir ueniuina
praca.
Circular n' cmara monicial do Recile.>. i >
(en lo nimia recebido na secretaria de*te enverno as
acias do Iraialbos da junta qualili -a tora das frecue-
ziaa de Jaboalao e Uoribece no correle auno, con-
vem q i- a c.un ra monici "I do Recife, ordenando
aos jui.-.e* de paz competentes < rem sa de,- nn-nn.
actas a e*la pre.t i nc'a, na conforml lada dos arl*. 21
e 21 da le reularmenlar n. 387 de 19 de a.-o*:o |e
ISi, i aviso de !."> i|. marro ue IS17, me informe :
primai'o, se pteenchida a formalidade do arl. i da
citada le, a jonta se reuni n i poca marcada no
arl. >'>, e -e lin-li'oo os en* Irabollios dentro do
prazo lix ido no arillo -2 i segnnd -o ;1 mesma jnn-1
la celeliroo ;* -u II sgasoes n i forma do art. 22, pas-
sado o interv.dto nelie determinado : lercoiro, e em
lempo foi couvocadii o cuu-ellin municipal da recur.
so, e so em su i reunido c fniiccoes foram obtarvada
Iotas as d sposu-oes do cap, 3. til. 1 da referida
lei.
Caso nao se leiibam realisado lodos ou alcdm do
proreS'O* a que se ref-rem este* quesnos, cumpre
que a limara municipal du Recife, oiivinln a quem
competir, me declare os motivos disao, e as provi-
dencio?; que se loinaram a bem da exccuc.Ao da lei e
disposi^Ao em vigor, relativas aa sasoroplo de que
Irata.Icin-s a's comarcas do Cabo, Ser.nhiem, Rio
Formoaa e Tirar il, acerca das acias da* juntas das
fregue/.ias do mesmo nome ; ,i Barrei os sobre a* da freguezia* de larreiro e Agoa
Prela ; .i do Bonito sobre as das freguezia do Bolillo
e Grvalo ; a de Garandos sobre a )a. fregaeilas
de Gaianhiiiis eS. Benlo ; o ds Buiqu* sobre as das
fre.;ue'ias de Buique, Acoas Bellas e Quipapi ; de
\'illa Bella sobre n- das freguezia* de Ftre, Serra
TalhaCa a Fazenda Grande; de Cimbre sobre as
da frecuezia de Lagos de Bnii ; a de Cabrab so-
bre as da freguezia de Silcoeiro ; de Ooricory so-
bre a* das freguezia* le i)iiri:ury e Ev.
/ia de Taqoaritinga, romprebendendo o cipal do reeoraot e se em saa reuoiSo e fnnecd si -
rin observad is lodas as di-po- v do cap. :- lu. !
da lei regu amentar n. :l-s7 de I |< 1816.
Igoae* s cmaras delguarai Goian g, Kasartlh,
Santa Aotio, E-seda, Brejo, Ingazeira e ti ,.<-Viia.'
Duo ao inspector du arsenal de marraba.Duen-
do ficar mlcirado de eslurem leilos o ra
crvela aUniSoo, s lio lo parlecipoo Sroc. em o'.ii-
co de honlem.
Dilo oo director reapoita ao sen ofll :io de 28 d corrento, qu. Ira
approvada a labela augm.nlando os veaeisoeates
dos empregado. da COneerva(ae permanente d-s es-
tro 'a-.Communicoii-e a Inevoniaria provincial.
Dilo ao juiz municipal de Olin .a.Itecosnoaon-
dando que mande entregar eo nio*44ente iia a-*-cia-
coi de coloiii*ui;.i i, Angosto Frederieo de I
as chave do e lilicio un que eslexa aquarlclala i r
balathao -te .iri.;,. .i s s-i -.
Dilo a Ihesouraria provincial.Psra mandar poi
-.i hasta poblici <-- r.> ros i ri risos na ponte do
lo ; deveudo a me-ina cmara renielter-rae as acta*
respectivas e os documentos e eaclarecimentss rela-
tivos ao mviilo por que s. p-oce leu a referida eleicdo.
Dilo ao director nileruio da colonia de Pimental-
ras,Tenbo a ordeaar-lbe que, alem d i* venciraen-
los dos emprecado*. praca e operarios i colonia, e
das etapes que devem s?r abonadas rijalrictsmente
nos termo* do regolamenlo, nada di'penda Vmc.
era aulorisario ex|.resia de.la provincia, ceisando o
abuso de compra de inateriaes, nleniis e oulras
semelhante* despezas que previamenta n.lo huove-
rem sido autorisadas.
Dito ao mesmo.Em resposla ao en nnirio da 21
de dezembro crrante, tenbo a dizer-lbe que se o Co-
lono Braz Francisco dos Sanios f llereu antee de I
completar o* doos auno por qoe se Ibe devia abonar '
a elapp, ier3 direilo sui familia a vencer a mesma
elape al completar s? aquelle lempo, ima vez qu j
resida na c..lonja, como dispon o erl. '.1 do regola-
OlT.cio ao piiz de direilo do Brjo.Para cumpri- d"P" fe"'* "'" <" memo* objeclos anleri irea m-
Vil
A rilt,2f'la
visir* il* M irili i u& liuMm aido de I ifiaia durarlo.
A tiln rolnarlfM dep-iis qoe ella retirou-**. a duvida
al nnent iv-i-i dn tuiv A e\ci!acao rerehrril, qn*
dalii reu.'iiiu, vpni coiiKiht'ir mai crivefniit? eo
lado. D.'cl irui*9 iinn T-bre nrdent-. O* icon-
lecuniiloi o! w iliaa pr
d*lino, c >mi'), 'i iv-nn-o d* mit manar i* 'rn *ua ea
beca. A* Yeei ella r..nvt,rstv.i rom Martha, eomo
-.- e*Dvai<6 proaanjlfl ; outra v-/.e* iv^nt*va-se ao-
br-* o l"t>, o ftaoj-lo am Jhd um nllur etpaolta
ti /li-ltie com vot lerrivel :
S-.be* qaa elli fa. v*r Jirae TOa pp^riva-llie
di mti, e r*p-lM-lh- miit.'* Te*" ufCfiiviimMi(i
coro n hccaoto da deinr.i :Cfi que ella me
ama I'.. Jiio o3o ^..bi-i que Ihe eapondeM*.
t> m-^'lir i (|no in primpiri da e\-i:''''ira pw-
C'i da Tend de M hhipI pa l?r a tl>ria < Ur.er
mni tara maravilhooa, m ojoa a-ibla malta i">
qu fl i nlo lilil i nanliiitn : gravftdatfe. n.lo p'> li-1
coiiipreiifiiticr o qu** o doenle aiperimcnlava < ,"-
poisda ter-ihereeeiUdo 1a Ii(d-> Inda as poriJW
ealmanlM a i > i -.a pilal ia sop r ; oa ida em
B... eonfo^aoa lin iin^ni r mi franqoez i o eu **in-
|i ir.ir .1 < i Efl i i- > i m ii *1 qtm um mi'ii
le *-tlvir ;mri ., cinco diii Marlha pailio ama notu psra Carnan lecdldo ;i i**r
fi-m madameaella Je M iii)rua um. t-tplicd^jo ca-
laporica.
A delofm*nar^o le I oilo ara ineno* #ilra*>i*dna-
ria 'i parte de ara lli da qaa leria sido I*
parle de um Ffatce, u. nagocioa 'le eorai) q'i'i'i i i roforeOe--ae ama mni^a, lratam-*a "a 11 -*^
panhi rom um i IVano;ue A mor parle daa jovana hajpanholai lem um ido-
() Vicie Diarh ti. G
rador, ao qual do a-* s graluilanaala o litulo de
K noTio, i) iioivo. S''i ei.i iir na he um egredo pa-
ra olngaara ; ella1* f-ilUm incvasilm*nte a e*se
respailo a sua* amina*, de-I t'scri'voii, misino ao* sem am ints mn orculiar-se
rnuito. Com" he co^tum' em Franca *perar que
urna mu Hit lenhi eaxada pira 2 hul*a-U, mu i las
pesio 111 adiarlo iaea muiln mmoral ; todava aven-
(urmo nos a dizer que po ler-se-lnam dar mni boas
razoea em favor do ly.laflsa da nosaos vi/.inio.
Joilo, que uo linha n*nhin.-i dii qiialidadrs do
diploma!*,leri.i si lo |irov, velmenle nial surcpdilo
nu denempenho da tnis-;lo que confiara a si memo,
Eafa leve aeaaacidade rte fallar parucu'armente com
elle no mfio de um sllo em que achavam-se ret -
nula*, inais de doe po;is ; foi ella lamben, que
fez-lhe a rriroeira perijutila a respeilo de Manuel.
Jo.1n n.lo ppreebtn Itfo, jidcoo-so mui h^hl e ani-
mou-se. Aehoo palavr^. eloquente para pinlar a
ngoaliae 0*0 amigo. Malh perturhoa-se. Con a
audacia que lem aa pes^ois limidit quando urna
grande emoclo as faz a iir de an caracler, ell*
perganloolha emlim :-I'imo afilrmar a Man >el
qoeasfihira anu-o"?Ella respondan mui dis-
iniciamente : Slm. Concnrdaram depoU que Jlo
vlrla de lempue tm lempria ao eaalelia para dar
Marlha n lcla de Man -l. Al2un* instantes de-
pota d-s'a onver-arlo o d hidalao n volt m *alifeiio
de i BBaamo e alada m its 11 Harina, a qual echava
c.un um 1 ulli. 1 '. I.: i>*Tri nente, liespnuliula, o que
era jara ell o i leal da perfei(j.
lem eomo Joao presen' ra :nle, o Ira-
t nanlo moral, a que e'19 aabmeU>a Manee) 1 0
que leve a carate do amor d* Marlha, M mil ve-
ioj oais eflcaz do qoe a< receilaa pharm eeotieas
lo dciuior. .N.i tn de al^on- das i lo ni- eslava
mteiramenla foi 1 du perico. Punco depoia p le es-
\?r a madameaolU d Montliron : .1 .10 f i en-
irregado de levar aa carias aocasMIo e Iret^er a
raspoala deMa'Oia, pols ella no hesilou raapon-
\s viiilas -t JoSii a Cernen lornaram-ea qua'i
diaria*. A principio ell? fui ah soineule por derti-
r.njl.i ao amia**; porem oin motivo lodo ps>a*oifltda
q*j< 1 inmp 1 falliremos, nialoroo-se pouro desos
cata rs=c pumeirn seallmnalo.
'leu o entrado em c inv 1! esc*ne;a, p cerio de s.-r
a ni -**', M noel gozoo defisi feltciflsile qoasi comple-
ta qaa o ht#mem ulOconh nAo nos raros, ios-
Untes, em que nm, impo*4bilidade absoluta de
j iidiilir-S vida usoct-se 9 uin feliz eslaJu nij-
monlo das ordena InuperiSee, cnnvem qua \"m?., ou*
viti :o a caur-r.i municipal competeole, procedeodo
a's necessanas avOrignac^oes, rne informe aireoms-
lanciadameiile, e com urt-nri, snbre os ecuiules
qnc-iii. relntivameule a' eleirl 1 a' que ol imamen-
te *e proce leu para joizea fie paz e vareadoroa do
municipio du Brejo.. comprehtndenin o divnelo de
Jacarar' que pertrnce ao mesmo municipio a faz
parle la freueia da Taqoarltinga ; remetletidu-me
lodol 01 duciiuietilu ee^cll^Jrimlllas que poder re-
unir para o pleno cotihecimpnto da verdailp :
1* Qua! f.i a qualilirarao que servio para a eleir.lo
de que le lr.i!-<.
2~ e u eooego l-'ra'irisco Kochacl Pereia de Ilri-
(0 MeJeifos, Fraderiea Cordeira de Carvalho Mer-
j_- -1 ., M'iiiovl l'elu da Silva Cotarabi, Ungero
Lucio vam c .nl<*ropU.!os na dita qu^liticat;;1o.
3* Se o ir.:, do paz nm-tl.-u o livro das arlan a'
camar a monicrpal mullos das drpois da eleno, leu -
do-o ciilret.intit em seu poler.
10,1110 10 itl.s-i'pi em rerramenlai el02$80com
lintaa no me/, de selambro desle anuo, mas lambem
0f6s0 cm farra mantas e 6996(0 cm Unas do me/.
ie nuveiiibio uliim 1, segnndv a1- contsa por Vine.
asaignsdaa e que foram-me apreseuladas pelo direc-
lor da colonia.
Oilo ao m. s.no. Informe Vmc. com qoe funda-
mento, na sua cunta a presen la da io director da colo-
nia em i do crrenlo, UroO Vmc. para s*u paga-
ment., por cotila do que He devem bh praeaa, I"-.
Dito au mesmo Vendo-ia das cnolas d oalroa
papis que fur.im-me presenle o niiu*.- com qm- ah
salo vendidos generosas praeaa e operarioa da coUnta,
e depois se Ihea doaconla o preo no* seui venciuen-
los, lenho a declarar-lite, eiiiquanlo autr-a provt-
dencias se na 1 toroam, que Ihe ho sg prohibido, e
intoleravel vmelhanle cuinmeicio.
Uilo ao meniKi.Van o-ss das conUs aprevena-
las por Vmc. ao director da colunia em do cur-
renle q-je, alem das despezas felas e:n sttembro e
oulubro, ila Vmc. como dtapeodida a qu.iiilia de
portara.Concedendo a etonerac^e, qaa pedia e
bi h re Jnaqoiro Ayrea de AlmeUa Frailas, rio car-
legado de primeira disii 1 -i 1 do I rn 10 d
!'i-'ii'/.-- a aeeosaaria etmimonlcacS**.
D'i!.Bsoneraado a FranciscaCaroairo U
RiosJonior, lo e-*rgo ue pnm-iru suppleote do sab-
le ila fsegoezia dos ACojUdes.
nenio ue !t d.; doaombro ie 1850 ; mas rumpre H.t- Gaaona.Commoaucoa-sa a> aireclof das obres pu-
eitir que em lal caso nenhum direilo, em lace du
arl. 7, pode ler asua viuva propriaCade da Ierra,
como Vmc parece uniiur.
Dito a Jonqoim Gilseuo de Mesquilu. Keeom-
mendaodo que se aprsenlo q'iaui-. iil<- ao ch i >
da polica aliin de, indepeodeoie de apresantacjlo de
lilulo, entrar no ezercicio de olUcial la respectiva
serrelaria.
II.to U cmara monici pal do Brejo. Alm d,t
ocia que a cmara municipal du Irjo remetteo a
esta presi enca com o seo ofHcio de 31' de tbnl ul-
timo, cu preti-udcidn somenta a apoisiao dos ro-
tos para vereadot es e iones de pai i
do diatrlcto de Jearara, coovem que esai cmara,
para execurao das unlen* imperiaes, tn-envi c"m
orgeoea copia da a-ta da furmat presidio i referida clei^o.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.1) zen
do que, com a ronta que Smc. enviar a e#le enver-
no, se mandar pinar a importancia no- obp-clos que
se deilinam ;i capitana do porto do O-ir.i.
Hilo au lenle Joaqalm Jos dos S lobdtreclor da colonia de l'niriiteiras.Compre de-
clarar-tie, anlt-s le qualquer exame 1 aaoa conloe,
que he Vmc.respaouvel peloquniitaii.o de .
que na sua conla de i do crrenle a prosela la i"
director da colunia dea como dispenJida com objec-
los para os festejoa do .ha '1 de dezembio.
Oitoao mesmo.Para rfae informe com que au-
(onsarno deu, como declara na sua c>n a a presen la-
da au director datulouia em do corrale, a quau-
ti.i d" 120^1 por ordem do meslre pedrafro.
Dito ao mesind.Cumpre que Vmc. informe com
qne aulorisarau e porque ra/.lo ihspendeu, niem das
5> Se a falslficacfia ensila quando foi o livro en- ^*Wi *lat P*' WU da diaheiro ooi ditos mezes
Iresuc a cmara municn al.
i; aa a votado dos quBcompareceram na e.ec,.1o
poilia pioduzir o numero de votos cuuslaute do
livro.
Ao jais', municipal do termo d Brejo ordeno ne
ral ; lo^o que elle caminlia fere-se inevilavelmenle
na-* pedias, le que a e*lra la osla' semaada, M uiuel
nao poda ver Mirlha, mas abia que hava de ve-
la brevemente, e que ella auuarh.in es*e intmenlo
rmn impaciencia.l!*sn bastas l-lhe para viver no eco.
Tina carta veio conterna-lo. l'ur orna fitalilade
inoncebivel, escrevia*llte ella, o sacerdote, que
desde Cinco annos n.lo te ausenlira um s da, pro-
iedava ir a Pars ver eu amigo, zeloso mMinnario
que o< Japonezaa tinham maltratado cmelmeDie
Manoel iuleua ludo perdutu. ^o haveriam mus a<
lonjas rs.oea na bibliotheea, durante as qu.ies elle
se vira lanas vize pelo panaameolo asaentado jun-
hi de Marlha lendo&inbos o mesmo livro, e por urna
commumcac^io roysterlosa pranlo ambos a1 mestna
phra-p. procara a ^ra. INu haveriam mais o pa de Marina devia apoiar--e no sen, em que sui ps
devi.im calcar a me-ma relva, spuh ollms filar-sa so-
brea mesma nuvem, ohre h mesma ll r. Elle aan-
(ira tudo io em imaginacSo; devia renunciar a'
realidade ? Se-ia condemiiado a nlo ve-lajmaisso-
nlo em um aallo, como qu-ilquer oulra pessoa, a
dirigir-llie paiavra* Irivaas agora que poda dlxer-
Iha que smava-a Quanto lainent.iva as horas que
periera oult'ora junto d'ella As horas mais drli-
no'as da vid-*, aquellas em que dous enles emitii-
e-em o diz-rem m itu.ini-ni-?, pela sua cebador,
elle as di in.ava hora pentidas '....
A's vetes passa-se em no* am phenomeno ansio-
so rt'quelle que ludas lem observado mil ve/es no
reo. Una ntivern, oujn centorno parela de lora I na-
d>, apretedla no lim de algooa mi mu is um apeiio
bsofotamenle differeoto, sem qoe noaos utos (Uoa
obre ella teoham podido perceber as dlveros pha-
sea dessa Iransf irmarao. Qasndo Matinal algavt
chorar anda a raina d" seus projetios. a de seas
s inhos, ja nevos projeclos e n ivos mlios na nham
i blHuido em a u as rit Em *a I ver-se juuto
de Marlha na b'bli ''!i i i i de peri ri. r eom ella o
;i!i)unn valle, cuj lliira era o objecto bablo I '1-
e*(u los do sacerdut-, elle va ma'Iam'Sella le Moni
liiiiu enlrar na choupans le Cathanna, e nssonta-
va se ruin ella sobre n. '.mi i icliedo balf lu pelo
mar, Nflo duvida va de que ti veste o poder
terminar Marlha a ess entrevista :. m*s pl
[eranles obslacatos,qoando anlysava os coslames
tifia habtenlas de Cernen, com a minacnsa previ-
dencia qoe IfJjnos eni cerina eaOS oas ni mores C IU-
*.<. Na* mini""s coa*as I PuTventura podem nis-
iir relativameote ao Uomein cnt-as r-uide? e pe-
. quenas, seudo sal-ido que B3o ha para elle uas cuu-
sa sei o a parle de -mis eenUmentoa oo de suas
ideas que soube empresar nell is ?
A d slanria, que separa va o radello da pequea
cdade, assustava sobreludo a Manuel; roenus de
um qi arto de hora depois da reeepc.10 da carta fatal
eslava n revus .velmeuie determinado em sua cabe-
Qa que apenas ahisse da retinara iria edabHecer-se
pertu de Ornan. A'mde'.' Elle nao o sabia ; mas
eilava resolvidn a aproximar-se de Marlha, linda
que deves'1 h.ibilar no ir- n-1 de urna arvore ve-
Iha, ou na leuda de um rorhedo.
o acaso parece amoragar a's ve/ea Inverosmil be-
nevolencia em arranjar no*sus DCgOCOS. No mo-
mento em qoe Mannel atnrinentava a ima^:ii,u;ui
para descobrir a probablidads ne um abrigo n sar-
redore* de Cerosn, um velho peacador, rtiriip-nliei-
ro lialiiual de JoAo em suas eipedires nuticas,
entrou na cmara em que os dous uinina se acha-
voin. Vinha auiiunriar a Joao que Imha de partir
I no di.i sesumte para Coocarneao. 'Ipctistume Iro-
dicion.l ei tre os pp--cadnre* de Fins trra alujar
lasilo i ai cuno seus barcos au pronriatarto daol-
2um i'slabelecimento de preparar as sardlnhas du-
rante loto o lempo que o poste nnud.i, que se po-
deria justamente chamar o mauna da Cielaiiliri, de-
morarse nai coalasdessa provincia. Cuncirueau be
afmalo por esaei esta bel eci meo I i.
besde a primeira plirass do pescador Mannel er-
gsiea rivemenle a cabeca. Baso b m-m morava s
em una choupana a duzenloe pasaos da de Catha-
rina. riunca a cnlumnata oo Louvra ocrupou os
ssmhoi d*> ni i prt-teiidenle ao Ihrono de Franca com
raneaos m i- phantaslicoa do que aquellos que iilu-
miiMr. ni ne*e roomenlo aos olhos <: Manuel n nn-
s*rave cabana do m-rinhero. (Vpamas ello atrevao-
se a ssperar qua Ih's alogasse, e foi tremendo qoe
aveniumu c la proposta. O paseador eni 'ou itr.tr
hab ln "nte proveilo d circoroMarr pedi
ires francos por mea, Manoel den-lhe imm
aaeskle orna tirada vmte franr-os, que > p
tova leotacajei de jul^.ir falsa, Mu grande i
Ihe esaa get urosl lede. No dia I inoel fez
que o medico dieiesse qu* os bauti salga
lorian mni aaluleros em um quinza das, a na mes-
ma Ur le ti a wi ordensa Caibarina para sua futura
Insta II io.
_.,eio da campan?.* ti\-c-e presidida so ao
adnrno da hbil '<;:u, he m lis i ]< \ rovavel qne
Manuel leria echada seu apecto poaca selucior;
porm loga q ic Marlha leve noticia de^e pi jacto,
ini n a dire'r.i i de loda ?s muiini qaa rttiivi-
iilu fa/er paia traoaf.riiKir urna cboupaua da lrc-
Unra a cargo dos mezes aesoiotes, cumpre que ex-
plique n id/ao de lamelhante excesso.
:ti
DITicia so cmmandante das armas.(I inspector dos meto* que podaran] attMius-la. Como Iructo de
da liisoorana de f tzenda, a quem man.ei ouvir ao- seus asaidnos trabilhos apreseuta a < roda de reac-
atO DE JANEIRO.
30 de dezembro de ls'7.
Sioistro.Le-seoo u Msnsa^eiro d de Saitta
Calliaruia :
a No da 7 do mez prximo panio, eiitcan-io
de imite pt 11 barr i do norte o palh.it. de hrasileiro
da prar i da Baha a Lindo Amor, u por i^neranria
le mn mannlieiru que se arvorou em piatioo, foi
dar -obre as podras da ponta da idiota dos Goara-
?es, aoude firoa cuchIiIo em risc de ser otaapada-
gado ; iroroedislaaaente, a reqoist^fta du cotssignala-
nu, | jt'iii-:'aiii empregada, qaa Irabalhaodo toda a noile
e parte dn dia seguale, ja dosoarra gando o navio de
la-do e da Bgoada, ja laucando 0*psas, riiu*"%uiram
miar, tle m-meira qo com a m-re da noilp
seguulo p.'d? elle a'ar por e-las es far-se. a
Machina hydraolleaaL-se no mesmo perio-
dicu du da 10 : a O Sr. mejor Alvun puVrcceu-no*
.is segoinles linhae, em que d a -ua opiniio obre a
uliilidade de ama machina de moer careaos, iove-
tada por um distioeto eolooa da ei lonia Blumenau,
\, o Sr. Uenriqae Broekharl, iranscreven-
do-as, aproveit-mus a oocasiio para roSMlor aioooro*
ene mi i ao trabalbador honealo e eonacieael no gae
nlo se contenta em lavrar aa Ierras donde tira o<
nfoloa de 5ubislenria, mas anda pr-cura rom os
asforf s do sua inlelltgencia tmelhorar es coa IfOos
gricolsse ecmiouiicas du pail que adoplou por pa-
tria.
i Bis o que diz o Sr. Mello a Alvina :
O lllm. Sr. Iteiiiique B irrkharl leve a bonda-
de de mi sti irooa a machina hj draulica de ai I l-
venselo, ili'ii minada roda de rearc,o, sjata t
ideada no aontido de subsiauir o^ BOiaahaa an prea-
eJodastinadoa a Inturar us cereaes. OSr. BorcUharl,
que ucrupou na proaria o lugar de lente ordmavje
iie scienci-is physica e matbeosatieas, assim con o o
de commissano recio nos exame* para o bicharel-
lado da e-rola pol\ lechni-a, ha aonos que como co-
lono teru no rio linjihy feto oecaradoa esiudos du
svs'eina de cultura eecuido neita provincia, ruteau-
tio elle memo as Ierras.
i Kecnulieriidt, como lod"a, a crise econnir.ira
queuos am-ara, deu-se cum alan, animado pela sua
t niel licencia e hbil il icoes es;vrciae, a inv-Misara >
tanha em logar habilaval: empreza diilicil que ella
ex>*rulou cumpl (.iintiite.
Come^iu lanzando no celleiro a mobilia do pes-
cador ; depois mandn pintar as paredes de rinzeulo
j cor de prola, o que as faca r.;*ar i erfeit.imente
as cortinas cor de ro*a suspensas a1 jaueliaa, fe-
litmente maiorea do que o rflo ordlnariameote na
Itrelauha. I un estotra fo posta subre o barro ninas.
11 l i que faail as Vi es de ladrilho. .\ cliuupa* a di-
vida se em duas cmaras. .Na primeiru, deshilada a
servir de sala, Marlha man ion pnrli*-! de arbustos
librillos, urna chamin inulto imis vasta do que a
mor ptrle das akovas parisieJAses, a qoal erli m-e
M-iin traasforroadi em estufa. Umsolu'e alaumas
cadeiras de bracos complei r m a ui"bilia. Al-illia
meltea na gavota de uiim mesinhs e eserever a ra-
neta e v creioes de que servia-se h iblualmentO, e
mand n suspender as paredes alquil* quad>os pin-
tadua por ella segundo a naton is. Con qaanl i pra-
zer arriimou na atlante o livma que ;-lU amava e
na que Manuel amavs Com qoaolo so llurea de maneira que Dze-Sa resahll lo las as Cores
na veiipera do d a em qoe elle velo lumar posse de
seu novo domicilio '
.Marlha rpr nmri!-'ra silenrio alHomlo a Jolo e
Cathariufl. Vmbos iinham obelecido !Scropaloa-
meoie. .Na la no eil ri t Irahia u luxu da choupana,
e M anuti no momento de e.iir..r j oiga va encontrar i
habitculo obscora que eotrevira ojtr'or-. \ primei-
ra vista que laocoo voltoa ss para a smiao e p ra a
camponeza, que o acompanh ivam, com i;:i semblan-
te IRo estopefacto que Joao que nSa ra muitas \>'-
/isr me verdadelro Castelhaoo, d?u francamenta
uma sargal hada.
o lem'fez tud^ iso .' pergontoa Manoel lp-'-
lan lo um poaco, rois bi-m conlicceTa qa D > podi i
tr seofto M irth i.
Ali V. S labe qoem foi, 'pincz^ ;
tura nafra i encJa de
preparar luda
Ficando su. Mai iel leve mniin I de abra-
car lodoso ?a* pa-
redes, tanto u que rulea\j pareca impregnado de
Mulla !
VIII.
I '\ om bello di t nar i MarPn noel 3-
ir taram r*e p*la primeira s a
di a nte aa choupana de Ca hai na, I I vez tetina es
nido lle la bolle d teanpi d i
ai il escuro lo << \ d i c lima perleiU d mar, qae
csleudia-sc ao nGaito dututu dellt;; puretu era com
PAGNa iiVULSa-
Em entro iucar anconlrirao os leil*res um rew-
10000*0 <~ >Untuf;i >, e*e pentemant* gne
praeecapa nao so ao averno. ma tarobfm por-
liculare-, e de cujasolur.i dependas fto>n 4a u#t-
* agricultura. (I arliau uo perece mm besa canee-
bidOi e na venUde enc<*na idae lumineane ecerea
da queat.io. pur isio racommeodamo-U a meditara
dos kMooao.
mplo de rdridode. No dia l do correntf >.
Exc. Kvm. di lou-se visitar ao enfermo* do orando
SoapStal de randade. e depois de Ibes liaver hh.*-
trdo paUvras de condn;a<, llerUu urna em*U
le I '? para ser repartid i entre lod .raderi l k ron i.in erara so Creador per IbOS
novaff proporfi.Miado n'aqurlle Oa orna vierta <*o
(aula impo'lanria. J' agj he a primeira vez ge>e >.
Ese. Mea. oslo os asas aolsvlnaa snsaa m fnr
daquelle* euferm >, e s tu'os q santo* lina-ais,
eu valimento. Sun. S. Exc. Kvm. eempre tarileao,
u i procura arnuntoar cabedar* ladea o'cent ren-
(liinenlos, excepluada ea devpeajM, sae Si>Ui-
tixiitloa cititi oe pobres e olea iya, e com oque viva
Cduiente e ne 11 riaia d?--ja. K o qoe mai deve a)o-
tejar qu-m exer.-e a cari lade pur lal meafe n* 1*
por ecsio assaass a ua aUcao e premio qoe iho
'la' dezmado. Ileacsflor S- Exr. Kvm. so rm
qua levamoe lilo ulTeo l^moe a mi m lettia e per-
milla-nus que dando o seu a seo lonn.lhe ran-egro-
sasaa um vol do respeilo e veneraba as soas vir-
tudes.
teso. C HBtiasn o insl lila alio*a de e vendes
el laviis, 0001 prruizo de eeaa *>
'I 11 i p. iein ron lar rom eeus sa*rviroS po
;i iiriii til ciu-menl- embriaga las. Ue preci
putlai nlu qj na fi^raet. di^envulvam mais a tu a ae
vid-ule, Ui--ndo punir romo manda ae peMtirat m
niru.jei u lo* aquellea q je a infrinairem.
CstfOS ve ta'jAagcn*.Val oulra f*S m eaenvi
vendo u .mu i-t pela- ca*a de |.iblogOsrS. OOO
para ui s o lacra he eoi o, c para oolros a desgn
h? ioovilavol. [osaMoata que as .n cavam a
(una e de 'eu mneeenlea MMtm tiqu-pn
r*i vos pi-r.tr u'.iqu'ili-s que vot neap jam i
*'>-a fortuna ". Udepruii, eim, n d"prea#. ell
vos oi.'iiiaj cum i um especlr, ruairao alo vo
e ate lursmu nsa esaanjOae
lb*o pe urdes. iAu loa liorr. i m msi WTMa '
luncas en.'le-nle h# leen-
[ I ii:ualn>-i te a l-idu* aqm lies qoe ca-ssa
i mi- i ao vossn ''inhir,, \ eiiivid-m pera a sskti-
Atlsndei b*m a milbare* de exemploe qee
. e fe le quaiitaa familia* n 11 leso fired
redolidas a miseiia por caoa do ng r-:-* que u r.,i i eco doa mfelize* eejam l^OaJasonto
iuscriptoe u \ ees 1111 rn -.
DemuliiHii. Acamara mun'C:pal araba s) snao-
I ir de mol ir a ra-a Ierres da roa do \\ o lego qe Ua
esquina para a da Trompe, p-r rBipra qae Oella
fez ao eu (>ri piietariu, rom o lim de dar naosa oepa-
50 a entra.a r aquella rui. lie om trrico que ara-
1.' prestar a cmara a eu municipio, o beva
bem ee na qoe, poro qoo SO tornoese complete, aaa
'S'|iiece*se lu. intente o ealramenlo da me nsa roa,
bem como de oulra* qua teinoi epnnlade, visto co-
mo he e||* de iirando ui lid a 1- pira pul' 'rn.
Ao eon&tlho e hygirn pulla eooselho ds i-. gioste publica, para que lome oo do-
vid. coneiderrMj^o certoe elixiri. qaa em alkurnas ca-
-as de barben j- a veu U -n em Ita.qunilin*. toen amo
se a !.a qoaes a* ui pepara*;e, e neiu e foram
a'ibmellidos ao respectivo exame hya^asajen. Tola
sfifirular.il 1 ao deve er tolerada, c ra;te meo es
em uma Ierra que n3o hade cero*.
Ato/uta. Pedimos sis nscaee qae a bem da he-
man *a 10 prohib^m es*'* inao e permoau re'looao S
aa picar carne iiut ar.u-;fs a machado. rt-ullndas
deSBO prafiOS i U rar ella hea de esquirolae de ota,
equ-bcm fatal se pul turnar a g.rganU de al-
gnoao. Bom ae prevenir o mal antea qu ella appa-
rooa, e uma vez demonstrado o uicunveuienle. pare-
ce dever ser altemiido.
SutrHi".No di 10 do crranle us ncraaaao
le ser proeo lu pr-to erravo no locar da Varxoa,
feno-e rom urna farra qaa Irazia oceulu. a cuiisU
qu* e-I r em penan de "ida.
Itpawime'ilo. >o luaar do Barro, por orca-
- lia du um b'Niquelo dit-jnUangoiiM rata do
inspector de quarteiUo, huuve oiuila escotada
grande disturbio. a
-- Atratet nilorr-.luf.-rmar.i-nos que no mes-
mo !niar do lUrro wtatO uma sucia de alravassade-
e* de farml a da que ni o rieua pa*ar
cares algama para ela ridade, a rom ataco-, j* ea.au
moogas aHl fie roa lodes para serem mandadas ven-
der pr alio p e\o. e o uno be, que 1 diaem, quo
tato lie f-iln barbas diIn^prrioraio.
U van r i'r .irfiado uo dia 10, da
Bio iie Janeir > e Baha, rouxe a -u bordo para eata
prnvinria o* s*sgaS0)tM ptace>ro ; M'noel daCo-
nha e PigOOlredo. e lauree IMcb*C O netno vapnr
leva de^ta provinria:I). s\ooa Emilia > um, Jitee
Anlunes, Joa Dioso de Pina, o capiUo Caxk 9 isa
mulht-r.
CoMU-naa que e icfca a barra do Bio I nrmn-
so o briue bespaiihol cLrbana*, consignado
cidade a casa do* Srs. Arenase ,\ Bivan, em petigo)
VOZ tramla que ('iri>iam 'reciprucameole ;s pliraae*
Iriviaos que tud-i* aa mantisas repelem os halutuado-
aos banhosda 'rar. Prononclaudo-aa Menool e-t.,*,
i! 1 ni paludo, Marlha verm-lha e cum os ulhus cfaoloa
ti** lagrinsae. Aaaonloram-se em um biuco de ma-
deira, e brincaram eom o* filhus de Cath'r na, os
nasos M iritis ooneervoa muiiu mais tempo junto de
si do que lena felo em qualquer outra rircum*la*j-
cia. Entretanto altea tlohara es:ripio mil vezes um
ao outru que anravamse, c nos termos mai* apnixo-
: oras a boroeaa b-a amias : toda a situarn no- I
va caoea-Ihe espanto, e a menor madoea forma p<-
rec- rnubar-Ihe o fondo, dabi procede o immeu-o
poier doa u*ns eslabelecidos e dos svmbolos quae*-
quer que sejam.
Todava punco a pouco a eonver*acao lorooa-e
mais intima ; Manoel acrad^ceo a .Marlha o coi da do
mm qu* adoroa'rs soa habiiaflo, e dfeee^lbecoM
ii isAo, (iu tillo prazer etperimenlava em 1,'t pasma*
p r ella, em escre\er rom a peona de que a
viro aorvir-so tantas veze*. lua lagriaaa, que bri-
Ihava leado moito tempo entro as pestaea do Mar-
Iba curreu-lh? pela i"'1 ; M HB el lomou-lhe a mi,
e aporlona. l'nln em di nlo cessou ludo > c
gimen lo entre ellf*. A ll ir qne se eolreabre he Ira-
hida pelo seu perfume ; lagrimal Irali.-in uo lu
mem .1 abetlnra do
Da qoe fallaram 1 de qoe n.lo falt ram"! Conl-
: 11 i ngamente o enfado de soa esMeoc i paaada ;
enlio eram Ido infelizes, nao amavan-s*. a : -
i.-,- prun n is em-
Pravun-se entre ollas uma dtsc ssga Fnlerri
ar qo 1 dosdous amara prisaei'amonte o
nolro. Mannel ja lin i icidid iq h * ino M isth i toe .'
lu qaa
i v ir a ,
T \ 'll .
'-.'-
. i r 11.,
i I :!'.. III
,
. il r de bol
Iluda i !' r r i--
uica
qoec i em ot 11 i i pelas v -
i lilplss da naloroia qoe o homoni vibrando oo
*pro da voa
a I : a,
. i i della. Hepoi* Manoel nfm a M ir-
h i -i'm> \ i-i. i i 'ii so-
ciedad! [hespanbolai projoajtoj i ujja cofisaquencias
deviam siten ler-se a' luda a E-ir<>pa. Ell* avia
ludo e ludo rna. ToslaVM inlerrompeo a Mani>*l
para contar-lbe que a lia Ihe di*sera nesaa roenhAa
que de*pjava divamente -la ca*ada rom o ftlbe do
soa BOaago, o marque/ OO It sliar. Ale eufJo dalla-
se e*quecido dissn. Falln rm le, poi* cuidava qaa
d;*>ta vez, corno de lana* oaslra*. a lia a aejaooi a
pi-rlrihin-nte livre. Oemaia qu nda Manoel s-ni.a-
e com furr;a capaz de perturbar o mundo, quando
ella va a crandeza e a alona diqoeNe a quena ama-
va eclipar todas as nutras glorias e toiasaaouirM
Grande/.is, que imporlamua jm lia d*r a' voni la de
du velhas e a etesanle dansador que chama? ->
u marquez de K >-hac t *.*ue poda aer ne*-e mn-
OWalO iars ella a OBSO seu* r-lruloa e BOSBI
ia ps lmenlos ? Ella e*!ava tada a seu lado, pdenlo aaV peh pnmeira vea lo-
t atoas em urna pilavra, toda a toa v.da rm
i.in nlhar.'alr-sre por fall.ir-lli, nleajlO por n%i lo,
alesre por VsVIo, e atois OSOts, BSOOra aoa iiM^nip,
esa qoe ie pal i>ebraa baitaa e aa laiu m rortaaon, e-
queciae do u nverto e d' *i n.e*rna, para rniilefn-
il-r o iofloits em seo c\.sc\>. Mm ola paaavjaa u
infloil i- \ t .i pille aa re_
' 1 l '- d i branca o
- m li n ios, a ti te oftt azot
e isu.il. e em fronte o osar isasoonss, raja \
I amen e *eu rium* v nvaaMBl I
rer Ihe ho* pe-, morrout ; i i w-r-liie :
- Secis p -raesuidos aq-i. SO ca trrra nin imi
i-vos a rus /. .mlia-
moi ta- !t t' e das barrear aa dos haaena, e li^vrrtuu-,
. r*voa para regides em que pado oo er. .,
; afini farcoao I so. Manael orto oosaojr-
ni lumia
El na d ras da i irde, no tun d

!".. | | ii- >
, a> ;-.- loin -I c a
1 i r essMa, alas-
loa-o bi ind.iM, tnie r m a i >pc i do
-Xia i mu irgj i lletpaulta
. ierra (--* loiftaoaa.

n antea de deixs
"mi-
vida. Ella nin tert '-eiln*
r i -i meitc.i i.'enler-^e
r-a !ix- qoe a
ir lago-1 a etu trenc,*, aa llespai -s a
parte. I U.....ir-ai '
ksiitii Anr,


' l'IKM (11(1 III : | | j
I
, Mrf.itio. A ..pila.i.a do parto P"ladea f,r jllU da r,,s do-,Mll, ,,,,,,
,MMr o respectivo aiuilann-, 2 leiu-ui. K.ardo[mu iu.eept.veii le i.rem uuia.1, s por lal d
la Silia IN.v.s com um piatico, on. de socorrer o K,oe nao escarn til i a. habita, u 01 e-i.....e. que
navio, o cou,lUi-o a tile m*. m cata oo uao ler coulilnfm .. caracl.i de n nti oaci calidad*, carie
iaufragado, mas muiiou.de r#oincao, porqua soube ler aluda vtrgera, que d9o lera' I am abastardar cora
*n"? n.or ,Hi "C,'.ir"'"1'' "' "?~ S"* chem' ""l'eiu,,*, e demanda de emigracao.
,anhia Pernambocana. e .ropuma a uma e oulra E estos ncleo., qaaode forn ido i de eoloM-p.r-
e,u.a, thedianle u,n ajosle - //o. d> crreme 21 liomtna e 2o mulheres trata- j-nacs qae rterte paribui, e dii raaama. roodi-
d>s pela caridade, lo liomeus e ti mulheres que
pigam a casa, e 9 prafii do corpo de pallete.To
ti 179 doenlca.
Dia 10.
Eiistiam 21 h.ime- <" 25 innlherea datados pela
, caridade, 10 hornea* e II muilierts que pagam a
c.i>a, e 10 prarja. do corpu de polica.Total80
desatas.
Mortalidad-Helarlo daa pessoas que toram
I pulladas no cetlilerio publico, uo dia 9 do cor-
rele raer:
Manoel do Carmo das Virgeni, preto solleiro, 35
anuos ; maligna.
Jiaimii, parda. 3 mezts : inflamarlo inleslinal.
.M.inoi 1, parda. annos ; beiisaa.
liara, parda. mezei; convuliei.
Total4.
ia 0.
francisca Marimba? das Cliagai, parda, solleira, Ib
minos ; eonsettao rerebral.
Cetaria, eiposta, parda. -JO anuos ; convalide?.
I ominaos Antonio dos Sanios, pardo, casado, i I an-
uos ; hydropesia.
J launa Mana da Cooceic,ao, parda, solleira, 30 an-
nos ; phthisica.
-"jo5o, brauco, (i mazes ; coqueluche.
Ma, branca, 18 annos ; apoplaxia.
Jas Patricio das Merec, pardo solteiro, 18 annos ;
tubrculos pulmonares.
Joaona, Mara da Silva, branca, viava, s anac ;
dyarrbea.
Cicilia. parda, 2 mezet; irrilarao de intestinos.
Totaly.
Matadouro publico.Maloa-se no dia 9 para
i insumo do da 10 do correle, a saber
Comp.ahia das carnes verdes ....
Ricardo Romualdo da Silva......
Manoel de Soqi Tavares........
. Dnarle..................
I. ni de Queiroz............
. Clamcnl.................
Total. 8 bois.
! Maloa-se no dia 10 para consumo do dia 11 do cui-
rmle, a saber :
Lompanhia das carnes verdes.......58 bola.
1 acardo Romualdo da Silva.........S o
Manoel de Sou;.a Tavares..........4
Ouarle......:............:i n
J ippe...................3 ii
"l.uii de Qoeiroz..............1
US 10IS.
8
i 1)
3
:i 1)
! 0
0 '"'" e insiroecao dos jovem aprend-
"nlu o" ca ..... irte votos,como ie confiados i sea careo
................. ii. i ...
>- 11 i nlrora. lie isto que parece d lorre la
lelermioiicil i .i i le)latlor
i Be livtineiila o 9. circulo do Kin Formoso da
I i"ii*< objecedes que contra esla ins-
lito.cao lem -id i fela, iodos os reparos qae I mos
ouvido em co iversaces pariicalaroa contra a -
. 7 n^em T! 1 ''.....Il""1' ''-'w,,n' "" inelleadoptada, lemforneeido occasijo
iOdeoalobrod18!U..enlo3l>dafre8oe. soSr.Elisi.ru pira .ostentar sua doalrlaa meios
i ni. l:i .ie Anua l'reu, empreu.........Uciplioa, aea indo por ollimo de
naioria de l eiiiicbnpeos de seda ; a M. J. Cacnelro, uadotei ura
ti i bairis pii"i meios ilit.,s manteiga, :: voluntes al-1 pequeos .
lioates, chapeos cartoe., fita, de se m, floral ploma.] preperi. .
cili.adu. peutes : a Cali Trote- & C. Ealop n.i ioiial .
I. cautil e \V voluo.es fazenda de .ilcioirio. de.
slrangeira, m.io d'oln.i
13, esed, objeclosde cooro, crystaet, pannos, cha-] Farinlia de aramia.
Total. 77 boi
Ate amanhaa.
BEFARTlQAO DA POLICA
Dia 9 do Janeiro. ,
l'oram recolbidos a casa de delenrao 3 hom.ns e
"i mulheres, sendo branco 1, pretos 1. livr.s 3, e<-
r-avos 2. solleiros ciado 1, Biatileiro I, l'orlo-
fati I, A trcanos 3, de -21 a 30 annos 3, de 31 a 40
I de 50 annos I, sem prorisslo, por correc^Ao .
f igido 1, a ordena do subdelegado do Reci.'c I, do
de Sanio Anlooio 3, do Poqo da Panella 1, aualpha-
telo. 5.
Dia 10.
Foram recolhidos a casa de deten;.io 3 homens,
ssodo, pardo I. pretos 2, iivres 2, escravo 1. cassdi.s
2, solleiro 1, Brasileiros 3, artisl.t 1, sem oicio 2,
ce 30 a io annos 1, de 40 a JO annos 1, de 70 annos
I, por desorden) 1, para correcrao 1, por andar f-
gido 1, a ordem do subdelegado de Sao Josc i, dos
.'.fugados 1, do da Varzea 1, aoalphabeloi 3.
I. sec;ao.Circular.Secretaria da polica de
1 ernamln.ro 28 de oulubro de 1857.
Illm. Sr.Couvind i qua o regulamenlo palidal
de i de agosto de 1855, e as posturas monicipaes de
H de jolho do metmo auno sejam restriclameute
observados pelas autoridades a quem esla' incmnbi-
ca a sua execucio, chamo a aileucao de V. S. sobre
ai cocheiras eslabelecidas na sua freguezii, que de-
verao ser por V. S. examinadas afirn de conhecer se
ii respectivos boleeiros eiiao devidamenle in.ilrifu-
idos nesla reparlrao na forma do artizo 1 do rele-
do rcgoLnneufo, para o que fara' exhibir os mnlri -
alas; recommenrtando-lhe muilo, que a' aqael-
s que as nao apresenlarem devera' mandar imme-
llamenlo recolhir a casa de delencao por Ires das
pondo a cada um a malta de dez mil ris nos lei-
* do artigo 17 das citadas posturas, e i.) do men-
eado regulamenlo. procedendo do mismo modo
is com.os que se apresenlarem bolleaudo carros
leslarein oniormisados com as respectivas iibrn
forma do arligo O. mas lambem a respeilo des
vs que forem encontrados sem serein posado, por
jbihas certas como determina o arligo 31 do regu*
Aetto.Dt. Polycarpo Lopes de l.eao.Aos dt-
tin do I- e 2* dislrictos, e o de Sinlo Autao, e
is subdelegados desla cidade.
L^ seccao.Circular.Secrslaria da polica de
l'erfUeaLuco 11 de Janeiro de 1858.
Illm. Sr.Reiterando a V. S. o eonleodo no o(T-
(io circular expedido pelo miu antecessor em dala
028,400410610 do anuo prximo paseado sobre a
restrela observancia do regulamenlo policial de 4 de
f Koste de 1K55, de novo 1 he reeommeudo o seu coni-
| rmenlo especialmente chamo a sua aliento nao
pera 00 carros de alusnel que nao Irouxerem nt -
nieraglQDa forma do artigo 7 do dlo regulimentj,
00 qoo a trazein de modo quo le toruam impereep-
1 veis ; mas lambem a respeilo dos omnibos que ad-
Iiuilirem maior numero de passageiros, do que u-
i|oelle qae devo cada um comportar, segando a sua
I ilajao, para o que remello a V. S. a inclusa copia
:a nieim lo'.arau.
Dos guarde a Y. S.Illm. Sr. subdelegado da
Iregueiia de...Agoilinho l.uiz da Gima.
Conforme.Kulino Angosto de Almeida, secre-
tario.
1 "fs, qaiierem recebar os meemos tuxilioi, c lugei-
lur-se ao rgimen da eoline, isto I13:trabtll irsob
as retras de orna boa moral. So 1 iniceos licorero
um bom padre, um rritnr, um 11 ediro e um agri-
mensor, conspirando Itdos para um inesmo fnn, cer-
lo que lal eolontaacte aera' o espelhu da nova aer.i-
1.10 aaiicola, e a reprehensao viv dos habilos de In-
dolencia, que eiieriain es uoss,.i conlerranoos ; r
por esle modo os nactonaes Dio ioder3o queuar-se
de qae o goveruo os abaudona puro felicitar anica-
menlo 01 aslrangeiros. Alem de que seinelhanle ro-
munhao on convivencia pode Irater vanlaaens reci-
procas e leats a colonia ; porque, em qnanlo o co-
lonio brastlero pode como que g liar ao estrangeim,
dando-lhe nolicias das Ctrcnm*!anclas parlicolans
on endmicas da localdade, o es.r.nseirn, por seu
turno, apresenter..' ao nacional 01 nnlacres do 1ra-
balho .. inteligente, 11 e o valor la propriedade.
Nole-se porm que o euvern) illa lem Boeeosida-
de de csten..er a sua aerjao fnesle seulido, sen.lo em-
quanlo tiver necessidade de dai umspecimen
orgauisac,ao du Irabalho agricols. e prepar.ir um
bom elemento de attraeelo entarafio esponlanea :
come;ada esla, ei< que a mliel 1directalo En-
verno em lil assumplo devclerninar,para somtnle
occopar-se dos meios gsraes e indirectos com que
em lodui os lempos lio elle obligado a favorecer
proteger a industria do paiz.
Restar alsoma duvida sobreo ser orna das pri-
marasnecessidades dd(,coloniia(;aopreparar ter-
reno e ranrlio|p.ira os colonos l'os bem : o gover-
do lem mais facilidad, de encontrar trabalhadores
oacionaes, do que a lem os particulares, ou a Asea-
etaedo : um homem prudeoteme ile escolhtdo pode
chamar os bracos de mullos nacionaes que esi.10 cm
ocio pelo olerior, e que se preslam a lodo o ser-
vs a troco de bom agrado o de um salario ra-
znavel.
Ha com effeilo alguma rjpuguancia j.i foi maior
do que boje nos nosso horneas Iivres em prestar
servicos ao particular, porque el es repelem a phra-
se : nao son escravo :
Mas se sao convidados snb cerh formula, ellos se
persuadem que eslo ao servido do govemu ou do
paiz. e Irabalham conlenles.
Ha disloexempl) nos grande? Irabalho. execula-
dosna fund.ic.lo das du.is coloni, s militares de Per-
nambuco e Alagoas, cojo maior iervio l'oi feilu por
guardas nacionaes e catioclos.
Cxemplo ha lambem no caninlio de ferro de
Pernambuca em que Irabalham moilus nacionaes.
R.ceou-se a falla de bracos e 01 brajas Iivres ap-
pareceram.
Osearedo ho laber levar a gcnle do camop ; po-
der fallar Igeito, prudeucia c l no ; poreni ibra^os
Iivres nao faltarlo, ao menos paia os trabalhos pre-
vios dacolonisjo,';i,.
Admitlida porm a idea de firmar o ncleo com
colonos nacionaes e eslianjoiro. crewer molo a
ba vont.de daquelles com ,1 peispectiva de serein
lambemproprielaros; e enlo a experiencia nei
trabalhos piepar.toriosdacc.onia indicar bm
quaes os que pela sua conduela devern ser aprovei-
lados para es colinos.
,'. A proposito da* colonias de Pirnambuco e *'
goai, se pode acresceular que pelo lyatUM inJicado
lera oguvaruo ineio camiubi andado, se eoleei os-
labelecir naquelles presidios dous nueb-os do colo-
nis.i.j.'io. Os lerreuos s3o 01 mellijres da duas pro-
viucias ; exiilem j fellas as estradas geraes ; ha
um centro de trabalho, e de pofOlaflo bem prote-
gida ; Ierras devolulas que parece que v,lo sen o
invadidas por alguna dos prOprie arios limilroplies,
depon que foram eittugeidas ai tordas de Vicente
e Paula, e comoc,ou a estrada 1 ferro do Itecife
gna-Prela. Coma maior scilid.ide pude o sov.rno
mandar logo medir m Ierras d-vollas emlomo
da legua quodradada colonia (se uu quuer ullen-
der aos direilos adquiridos dos cidonos milit.re- o
fazer os ranebee que for.m neressjnas para o-:.1-
belecer os colonos ; e sera inqueslionavcl que.quan-
do esteschegarem, nao se acharan uos bosques sel
vaieni do Par.i ; mas croados Je balantes recur-
sos e, sobreiudo, uo meio de un: clima o mais be-
nigno.
A despeza, sem davida avoltada, qne poderia fa-
zer a assuci.10 jo para conseguir arranchar os colo-
rios, e que peuri.m sobro ell ;s, ser.Vi diminutas
coriendo pela direcr^.io das colonias : o gjverno po-
der* ler a duplica vaiilagem de aoder melliur pro-
ver, corro ho de urgente neceisidade. acerca da
couservaraa das madeiras de cu.islrucojo uaquellai
parageus; como lambem exonei.ir-se das deepeas
que actualmente faz com ambas as colonias pudeu-
do-as declarar (dentro da mili puuco lempo po-
voaces Iivres.
He neslas paragens, onde se pi d. estabolecer com
pronunciada vanlacem dous nuilcosde populadlo
moralisoda, e lulelligenle ; purque os colouos nao
ter3o motivo de descontentamente ; nao achar-se-
hato em lula com grandes dilliculdades, e podero
por ronsecuiule empregar con salufaco as sua*
lorias em diversos gneros de cu tura, que mellior
Ibes convenha, aprovuitando de mais a mais aa ex-
cellcoles msdeiras, que sahirein das derribadas, e
que serao de sobra para a conslrucc,Ao dos raudius,
e para serein aluda empregadas na factura dos mo-
e 21 de Barreiroe ; mal N
metade e mais um de l do- os 90 eieit ires deON c.l -
legio, is'.i be, IV. oo alii. ella le deveri computar
pea melidi ni lis om .111 vi loi dos tleilores pres.n-
les Bal nodos qoestionis.
A cror-so, que su dever-M-hl ronipular-se a mvn-
rii reeomm.ndada p lo art. 1. 5 5." da lei n. sl de
19 do Miembro de 1SV,, resulta que quasi nunca s.T.i
poniTel obte-la, poique na verdade ole se pude eon
egoir, quo a lol.lidade do neme o doseleitures de
um eollcgio se rena, para avista della calcular-se a
maioria.
Ella evenlualidadc afrailarla onlro fatal inconve-
oiiraluulequcscpulj.larein suslei.ta,;.,o
de sua* 1
A prer>ren:ia dada a edneaflo Indatlrial e Kien-
tilica, mais i'onv.nlenl. e aproprlada em oa nosaoi
arien.e. maniimoi ; as vanlagem folaraiqoe ne-
ceiiariameole o peit ha da eolher da applleaeio do
ensino praiico combinado a'mecanca, palo aysle-
madet.li. tii...... ,,. arorJ com t$oblimidad.
i.n iheori.s dni malhmilica imras. como deven) -or
.nsma las a bu ci ladedesvalid 1 he que maii aprovei-
I I. l.-la educa^ilo habilita polo mudo mais conve-
niente aos educan tos
iis prnlis'ei industria", eo-
niente que seria expoi a repret.olaeflo eleitoralde niiecido eomi esi.r na Frenes, Inglaterra e Allema-
um eirenloeoecapricho., e iocommoda vleimtote
de cerli porfi dos respectivos oleil res, que ngo
c.incorressfl no dia da reunan .oral. S3o |innci|iios
ISo 'alenles, e fados Io evilenles, qua nao admit-
an! razo.vel ejuila cmie-iacao.
Por estas e ouiras valilas raifiel o leverna impe-
rial j.i lem decidido que essa maioria compila se pelo
1: limero doi eleilores prsenle!, e uuuca pelo o da lo-
lalnlade .lo respectivo collegio, como se v do relalo-
rio do minislerio do imperio.
Sendo para admirar qoo o nobre redactor do 11-
trospeco n.io lese o <. Diario de Pernamliucoo de I'1
dts Miembro de 1857 on\e vem publicado um ludio
arliao da sua carleira sob o litloo A Feiti{a-
lia, iiii.
.< F.rei menro finalmcnlc da davida que se lem
suscitado sobre a iolelligeocia da eiprenlo mani-
ra absoluta de votos que te encoutra nu S "1 do art.
I. da le novissma.
Conraltoo-ee o governo e.s. maorin daveser
calculada em relarilo ao numero lolal dos eleilores do
collesio, ou ao .lo- qu. elfeclivamentecomparererem,
* volarem. CoiKoerandosimplesmenleesl,. quesl.lo,
uao besiloo o governo em resolve-la, declarando que
esa rnsioria absoluta deve ser contada sobr o nu-
mero doi votos dos eleilores prsenles.
a O contrarite niioaccordaria com o principio
vola absenlum eccreseonl presenlibus o le losse
a moni-da le, lij-lo-lua o legislador evpressamenle
delerminado.il
Tambera o EtlD. Sr. senador Pimnta Boeno em
sua exccllente obra, ltimamente publicada sol o ti-
tulo Dtreilo Publicu llrasileiro, assm se exprime no
> Hii. (rulando da maioria absoluta de votos :
.. Pora que as resoluces sejam prccedenles, nao
exiue nossa le. fundaiueiiUI am numeru cerl.i. ou es-
pecial de votos, aira a simples maioria, isln he, me-
lado e mais um dos voloi doi membros preeeote..
Finalmente, havendo o jnii de pai preaideale do
collegio eleiloial do Rio Formoso coosailado a pro-
sidenca sobro o mesmo poni, ella Ibe rp-""leo
ne-le sentido, enmu ron-:.i do espediente r"n*fl,T'
publicado no o Diario de Periiamboeo u. 2d4 de 1.
de ti'ivembru do auno pau.do, iW-
ri Respon.tendo ao s5u otDeio de 7 do corrente de-
claro-llie que ao cillov cabe resolver provisona-
meuie as dundos u1-0 'me. sueeila ; e de ccordo
com os dee;-' da cmara dos depulados acerca de
qoesles analogaSi segundo as quaes parece que a
maior; 1 -lnolula compuli-s. pelo numero dos eleilo-
r^.- prsenlos, sem contaren!-se aquellos, cujjs votos
forem lomados em separado.n
De lodo o expendido se condece, que nio sil a
eonslilnicSe do imperio, como a le eleiloral novisai-
ina, as decises do aoverno imperial e provincial, sao
unisonas em eslatuirem o principio de que a maioria
absoluta deve compotar-se polo numero dos eleilo-
res prsenles, e nSa pela lot.lt lade dos .o re>p!Clivo
circulo, o que p ir cerlo deve valer mais que a opi-
niHo individual do nobre roil.n tor do Ketroope 1 1 de
Diario.., embora nao seja poaiivel deixnr de reco-
nlieccr nelle balenle lluatraco.
A qneitlo de nao lerem sido conladus os votos dis
eleilores em duplcala da freguezia de A^ua Pele,
tie do inesmo modo extempornea e improcedente,
porquanto nao su tiles nao cempareoeram eleic/10,
como lambem nao podiam ser receido, os votos das
turmas por nao llover sido julgado pelo poder com-
petente, qual a legitima.
Ksse fado anda mais corrobora a validada da elei-
cao do crculo do Rio Formuso poique se lodo elle
comp&e-se de 02 eleilores, he claio que dedotindo-
se aqnelles l'.l da freeuezia de Agua l'reta, reatan)
73, de cujo numero a maioria he 37, ao paaeo que
cornparererarn e \olaram 10 110 colteuio eleitor.il : e
se por venlura mais nao leve, foi porque aljUtm
so,11 iidluencia eleiloral, daspeluto por mij galar de
imporlanria para ser uomeii'lo eloitor por qoal.iuer
eireoio, empeuhou se, segundo dizem, para quo o*
den.ais eleilores nSoceneorressem a essaeleioao, para
cevar aieim a mais pequeniua viiuano.i.
Parec.-nus que lomos Btaim respondido ao predilo
artigo editorial do a Diario de Pero.mboeoo lal vei
el.horado sera essas exactas inforniar?,c sol as pri-
nieias impressoes, pelo que das boas inlenoes do
eu redactor esperamos o reconheciiii"ulo i\-t sua
lemr.io. .( Inlelligenti. matare eonsilmm, mdoc-
li 111 errorem perseverare.
Vale.
;t) eleilnr Uio-forniusense.
11.11. o pi ler .-.o auxilia que esle ly.lema presta a
industria ; 11 lo simio de suppor que mpossivel seja
a mocidade irasleln aqullo uue sem cusi conse-
aue a mocdidede oulras nacOee.
Aecre.ee a alhtia eiperiencia desses povos a expe-
riencia propr a, porquanlu lia apenas m.ve mo.es de
eludo e se.s dos seus alumnos foram examin.dos
eiiiodials.ledezeml.ro passado cm lodo rigor
porol wnhore Egidlo da Silva e Cintra Manuel :
respondern) com tota prempdo e aeerto oom-
l.ies .le arilbnclicii. algebra aic a. equuc.>es do e-
^un.1o grao) geometra e Irignoraetna. cora geral
applaaie e admiraelo de lodos 01 especia toree.
lora o res iliadu desses xanes o motivo mais ira-
prtenle e qi e nos excita a escrever este rtico. Tes-
temonharam lodo o atino. Exmi Sre. presidente da
provinsia, CummaoJante das furo,. a,a,s, director
di iii-lriieo publica, e nutres .endures de po.ir.lo
na sonedade Aos develo, do Sr. Blilfario, por U.
un in.tiiuio.i,,, Se deve a acquisi.;1u do inlelluenle
ensenheiro leiga o ^r. Clousel, que exerce as lui,-
' es iio magisterio, dirice ao m.uno lempo as affl-
cinaa de mar unas do arsenal. Oulro professor nlo
mtuos assidio o conhecedor dos seos deveres de o
sr. lenle da armada .reformado", Viega., que sem
pereeber o menor estipendio, ae ha dedicado a ein-
daroipalriolicos esforjos do incausavel Sr. inipee-
tur Elisiano.
Demano. ..-aperar que com este poderoso autlio
la. material que consliluemo primeiroanno m.llic-
rualico, os al minos que foram examinados poder.lo
agora e com vanlagem applicar-se ao delelavel es-
luio da meianica, nojiies de phvsica, afirn de
que mellior po.sain calcular as forjas de urna ma-
china pela* me. 1I11111 nsoes, eaa uso eapplicarj.lo, e
os mcn.s de repara-la. e de reciilicar as linhaa do
rnovimento : canhechnenlo exaclo da* prncipaes
riedades dos combuiliveis, vapor, sua forrea
elstica e xpansiva, produejao c con lensaooo. e
Analmente os dilTerenlea caracler.s que disiin-
fioem a. michinu de baxa e alia pressao, e seos
diversos svslomas. Su aesim e smenle assm he que
pdeme, dar um pacto seguro e avanlajado, no ra-
minho dos melhoramenlos pblicos.
De lamaiil a reumo de vuiilede e de llostrioSes
imposjivel be que nao resude Kloria e renome a
riuipjulna .1 s aprendizes menores. Os ntereisndos
por a u.luca;io desios meunos e o paiz irao qujli-
dianameiile tenlindo quanlo devem ao goveruo fun-
lador desla casa .le educaco urlislica e .cientfica ;
aos seus diga 1. profesores e mais anda quem sou-
liecomprehender seus deveres pela gloria adquirida
na ba edminiltreelo e impulso qge Ihe da' o Sr.
capiUo de nar c guerra Elisiarto Anlontu dos
>.niti -.
Ella vai em prosresso e he de esperar que nouca
lesinerera nem delinhe.
X. >. /..
lieos de sol de alaodSo, roupa, I embrulho amoalras;
.1 I Sauvage v\ C.
."11 Rigos 1 liaiD|..igiie ; a D. A. Malhus.
H volamei o II eaitat f.zendas do algodao, cha-1
peos de seda, l.ijouteria, penlcs, c.iu.isa-, mollas, u-
bras de seleiro, ealQado, vidro. traite.* rame de lo-
t.iu. trelo, pannos, objeCtoi pira chpele,ro, accidu
lolphurico ele. ; a J. P. Adonr ^ C.
21 caixas qa.ijof, 16 dita, carro, o ro 'as, :i7 ditas
r.ieodii de 13, arreioi, roupa, qunquilharia. cal-
0.1 lo, mod .s, pcrtoi 1 rus. cryatae., Iraitei. eecovaa,
etp.lhoa, llores oil! I 1 : ,1 Hurle o\ Sonta.
I i volumei e 5 barricas drogas e rolhas, 2 barris
viiiiio ; a J080 Souu i\ C.
I caixa merceariss ; a ordem.
I iin-s f.zendas de alsodAo e de seda e atiodao, 1
embrulho amoslras ; 1 I. M, o Vinassa.
'1 caixa* can.lceiros. iusirumenlos de msica, en-
cerado, eetampai: a 11. Domoni.
1 caixa I carrnlio : a J. Falque.
1 dila couros, I lila ameitas, 2 ditas cal;ado e
couroa. I lata hijuutena ; a Id. Ruberl.
I calta fazeodas ; a I.. A. Siqueira.
>i ditas vidros, ryslaes, calcado, penles, psptl
piulado ; a A. Rubcrt filhos.
3 vnliiines quinqudharia ; a Rourgeoii lliilnrry.
i eeisea brinquedos, perfumaras, cachimbo. ; a
Cli. Saumer.
IS caixas orlas de jo.ar. merceariss. burras de
Ierro, perfumarlas, espeldos, chicles, llores arlli-
ci.iea; a l.elellier \ C.
109 volumes inercearia, espeldos, perfumaras,
prego., luiiiquedos. peut.s, papel p otado ; a Feidel
Pinto & C.
l'.it.ichii hollandez ilesseveri) vindo de llanborgo
maiufeituu o seguinle :
(i oaix.is fazendas de lindo e algodao, i ditas dita
de algodao, 2 ditas ditas de lindo, I dita e 5 fardos
dilas do la, I caixa bordados, 3 ditas meias de alen-
dan, 2 pacotes amoslras ; a Timni Moosen ,\ Vi-
uaisa.
22 barr, prego, 1 caixa miude/a* ; a E. II. W.
3 canas papel. i2 .lila meias de algodao, I fardo sj,,|l0 m f
vidios para cspelhus, 1 carro rodas e perlences, 1 Sola ou ..uquela
caixa objectot para cavalto, 22 toneladas carvao de Tapioca
pedra, 1 pacole amostras ; a Rabe S-liimcllau V C. ludas de liiu
I caita fazendas d soda, I dunda la e algodao e Vinagre ... i
charutos, 13 ditas mladerae, 2 dila* posphorna. 111
ditas velas. dita botijas v.li.l, 2 dilas eco, :> dilas
e 10 barr, bellida, espirituosos, ln ditos r.-sino, t
ditos oleo do liiihaca. 120 barras de Ierro | aueiros
garrafiei vasio. ; a .lo.u Antonio Bastos.
I cali is rateadas de aleodAo, 20 dilas dilas de li-
nho e algodao, 150 barricas senebra, 50 di a. cer-
veja, I dila petos de ferro, 10 barris oleo de lindaca
2 fardos balaucas dcimas., 103 caixaa vidrus para
vidraca. 3 ditas ohjeclos de Ierra, ditas couros en-
lllllliu
n i> man lioca.
Feijil.........
liiiiiu cm rolo Im.n
11 ordinario.......... o
ii cm I d.'i.i bom........
.1 e ordinario.......
o o roslilho........
taensibre............. r.
Iiiiuinil..............alq. 2
Ipecacuanha............ 1
Lenha de,aehaa grande.......ceuio
o 1 pequeas.....
o a .1 loros....... a
Praucl oes de .iniaiello de 2 costados um
urna jOO
.1 I3GOO
> 1-1(1111
O..IM
a :t-sni
Alqueire
alqucirc h-ialii
|
huiro. .
Cosiad.i de .11 larello de35a40p. do
c. e 2 ', a 3 de I.....
o de dito usuaes.......
Cosladinho do lito........
Soalho de dito...........
Forro de dito.........
I.oslado de lojio......
Cosladinlio du dilo....... ,
Soalho de sii 1,........ .
Forro le dito.........\
a d cedn...........
1 1 1 de lalajuba.........
Varuj de penira........
> agnilhadaa........
1. quins ....
Em obras rodos de sicu
quintal
dotia
--------- VjaT-
1 Iaui. S. prusiJetite da provincia, na itDDOr-
Lancia de 1:210 is. v
2 a O arremuiante dar principioMObral
noprazo de um mez, >s concluir n de
quatro me/, s, ambos coniadns na orina do
atl. 31 da kt 11. 2a(i.
3.a A importancia da arrematarlo ser
paga em tres prestaces iguaes : a priawira
depoisde feiu metade toobrat; sP-
i.-i-i guada, decoia la culrega provisoria; ea
iSniLi lcil'''"''> ''" O" do rccol Iteenlo .leliiiitivn,
i-.lii 1U" W'ficar-se-lM seis mozaaidepoisda
]Jirl outref.-a provisoria.
.a Na oxecucJo da obra o arrcnial.i t,.
328U00 e8uir** as prescripcoei du eugeobeiro rts-
_-,.n pecliro.
5 a Para ludo oque n2-> rsliver .Iftorrr.i-
nado as preseolea daaaulaa nem aworta
ment, aeguir-se-ba o que dispOe a raai 1
a le n.286.Conformo OaacroUrio.
A. F. da Annnnciaci'io.
OUIm. Sr. inspector da iDCMoraria
prorincial, em Rampriaeato .:.i ordoea do
.... Exm. sr. presidente te provioeia tto SI 4a
128000 de/.emlim ultimn, manda lazer publico, qun
ln-000 "odia 28 do corrente, p.-rante a juntada
tazend da mesrra tliesourari. se lia de ar-
rematar, a iiueni por BMnMa liz.r a cooaor-
vacdoperuiaiiiea.e da estrada lo Pao d'AlBO,
Pnr '''"P" de 10 mezes, e pela quanlia de
129000
ijooo
25*000
i .;- i. 1
209000
169000
12J00U
V-sKHI
&one&pontottuia.
1 eixos 11
Mel..........
Mildo........
Pedia de amolar .
flrar .
" i) rebol is .
I'i.i-.imi em ni ilboi.
Ponas le boi ... .
Sabio .......
salsa parrilba .
pica para c. par
caada
alqucirc 2-">llll
urna > 111
(15000
o I5OOO
8200
-2.KI
8120
208000
(^5000
1-20U
."15000
53211
OrjOOO
. um
ret lo
. ;!
1110111
, ceuln
Tipa
verinsados ; a C. J. Aslley v\ C.
1 mala pipa viudo, 3 caixas provsoes ; a J. Prae-
er j C.
8 canas fazendas de algodao, 9 dilas dil' de l-
nhu e algodo, ."> dilas lovas e meias. 23 das pspel
'"'S, 'V ; ttij
Navios entrados no dia 10.
AracalyS6 di, hiele nacional ot>rreo do Nor-
teo, de 37 toneladas, meslre Manoel Rodrigues da
Silva, equipazem 7, carga familia, eomnia e mais
gneros ; a Caetano C. da Cosa Moreira. P.rlen-
ce a Peniemlioco,
Liverpool| das, brigaa inclez -IranisD, de 197
loneladai. espiliio C. Pinkham, equmagem 10,
carga fazendts ; a Adams llovvie & C. Peiteuce a
CardilT.
0mmunica'oo$.
C0LONISA(.;.U).
O peblema mais iiuport.nl. a resolver .obre co 0-
us.oao parece ser o seguale :Te-la mais pro -
aa o e mais a barata.
Para >-la mais proveilosa
e mais a barata a
livem : 1.-qus sejam convidada, fam lias prest-
losas, e mo gente vagabunda : 2.' que os sacrificios
e transporte e de rancho > pesem o menos qae
ir passivel sobre os colonos, para que possam elles
ichar vanlagem no seu novo estillo. Entilo nascer
1 concurrencia, e esla, facilitando indubilavelmeul.
emigrnc,o, Irar a o barateza, n e alinal a suspeo-
lo de 11 sacrificios o da parle do governo.
Mas consegur-se-ha esle s desideralum a por in-
rvenlo da Associaf ao Central de Culoutsatilo '.'
1'alvei que nao : vejamos.
Nao s. pode dar o barateza : a porque sendo a As-
:ociacao d. ndole mercantil alliug. seguramente a
un lucro, lucro que deve pesar sobre os colonos ; e
.leser tanto mais quinto mais cumplicados foioni
como ser.lo os Irabaldos da gerencia da associaco,
suss consequenl.s despezas, a'que os lacros deve-
lo necessariamenle exceier.
Nio se pode ol.ler a colonsa^o mais proficua :
lorque os eolonos de melhores dabililacries cuslar.1o
us caro; a be natural que a itsciagao par. ahgei-
ar os seus sacrificios, procure obler colonos de In-
terior condir.io ; visto que hade aempre visar o lu-
iro. O que ludo s. pode provar. mesmo na prori. o
liante dos eslalutos, e o respectivo contrato da aa-
wciacao.
He por lano cerlo que a associarOo em vsla de
aa natureza, toroando-se, pnr assm dizer, uma
orr.clora hade usurpar em seu proveito a mxima
nrle dos sacrificios feiloa pelo governo a coloui-a-
0. Digu 11 usurpar ; n porque culendo qae os -.1-
rllicios o lodos do governo deveria reJuudar em
lenelicio dos colonos, para qua a emtgrardo, cus-
todo barato, a venda crear proselytismo. Se o lun-
>o applicado pelo guverno a coluuisao.i.. I'or suflin-
nlo para adquirir dez colonos, por exemplo, l-
r.enle poderAo ver cmr 1 ; porqu. ( repito ] o pro*
esso da assoclaco absorver boa parle dos favores
m seu lacro, no entretanto que esle sera' sempre a
ohrecarga do colono.
tira se o. lucros nao rorresponderem as valas
.1 associocao, tera ella infallivelmeole oa de illu-
ir o con trillas, un de pedir novos favores au Rover-
1, ou de cadir em falimiento. Em todas estas hy-
ilbeses a coloolsa^a licara desacreditada.
Se islo de assm, 11.1 > Tora melhor procurar al. om
airo recurso, qu. pus-a ser ao menos concomtenle
. da que cogitou a associoojo'.' Creio que sim.
lis como '.'
Vslo que assnciacilo se aclis orsanisada e ja Ira
ilhando, o governo poder dei xa-la desenvnlver-se
.un os meios e recursos, de que esliver de poeso,
iiid.ui lo elle todava de promover desde jat por in-
erfereuria de seos ayonUs internos e externos, ama
oloinsaoao, n.io |ior salario oa parceria, roas p r
lgglomera5oes"ii de familias, eslabelecidas em di-
ersos punios du imperio. Serio estes sem davida os
lelhores ndeos de colonisaoao.
Por eile modo poder-se-h.i ror.sego-la mais aba-
lla ; porque a parte do lucro que cabe aaso ta-
la, em paga de sua ageucia, recahiri em bene-
:io dos colonos, sendo estes mandados vir por 111-
nur'dio de nossos .ig-ulcs consulares.
Em que pdenlo elles se empregar melhor .' Se-
lelhanlem.nle a parlo do lucro que a as.o. 1 pt>-
a iNfirir pala larefa r de reeeber e dar de-tino >
rs colonos, pode reverter om favor deslcs, se lal
rn.'o for i'- lo pal ;.-rras pobli-
... l'orqu nao f.u.i 1 oii i 1 irabalho"! \ sim
iderem.ii obler eolnnii 1 1 11 Rene ; por-
ae contrita los os colonos por ai;entei d
udem onereeer maiere. g.rantias a. ver aleirom-
irene da cetonisajo, ja em r laclo aq nomero e
ipeeidade professioa lid.) familiar, isa mor .
roiiji.n, o |.i qu mi 1.10 sea destn 1 visto r m o
nulo o governo manda-Ios vir, dfvera1 t-r d'.in-
lle de observar qne a Inlervenjao odireclaw do
guveiiiu, eslabeleceiido os ndeos de .coloiiisacio,
nao destine a inissao da Aisocia^io Central : ao con-
trario pide e deve, por um lado servir ce cerlo pa-
drao por 011 le se lenha ella de guiar -. e por oulro
lado eslabtlece uma especie de .limulo, ou compe-
tencia sulul ir para temperar a cupid.z de lucro, que
agora conven) muilo evitar ; por jua no meu eulan-
der o lucro,, para quem tiver de promover apalrio-
licamenleo a colomidoao, tuto dve ser quesISoda
presente : a quesillo do preseulo be de sacrificio ;
a questo de lucru deve estar tola no futuro, e uo
fuluroajn pouco remolo; o lucro verdadeuo, e que
Dalle momento se podo aspirar, he smenle aquella
que heaver do resultar da prospeidade uimmedialan
tus colonos, e que ha de para logo couverler-se na
felicidade geral da njr.io.
Ura, esle sentmeiito creo qoo. somonte se pode
encarnar no governo, q-ie vela zela o inleresses
da comunhJo, e nao em ama assiciajo, cujo intui-
to esptcial a leva a cada momento, e por urna for-
ca irresistivel, a rever o saldo ue, seicondu -iu-
uperares dive asseguriir-lbe um dividendo vanla-
j.so e immcdtaln, sob pena de passar por estulta ;
vslo como o seu carcter predomiiiaule u.iu he re-
generar o paiz com qutbra de seus iuteresse e ris-
co de sua existencia.
Emquanlo a Associsi,,lo Cealnl porm se pus em
coutaclo com lodas as tendencias colonisadoras, quer
asiociadas, quer ndividuses, olf.reeendo-lhe. va-
riados meios de expaiisdo, conforme osjsletiii que
cada individuo proprielaro, ou emprehendedor de
industria, quiztr duplar, o goveruo h.'obrigadoa
eslodar opor s mesmo as circunstancias especia
das pr.av,iiir-i-. do Imperio, paia concurrentemente
ir estabelccendo .por rneio d s ncleos.., um curso
de culoiiisa.do que exprima pratieamenle as vistas
do goveruo, no meio Uo reclamo geral e na ogiUcao
Ks ef.rjosde lodos, que lauto te fazom sentir a
respeilo de urna nacessidade lot urgente, que n3o
admitle a menor hesila<;3o, qaiulo mais Inacelo,
sobreiudo uo goveroo.
Deixaresla emprezaaos cuidadoasomenle dos par-
lleulana, ou das associaoes un .liante subvenjej,
mullo embora baja da parte do governo urna lal ou
qual fscalisacao, que necorrem dos lonlralos, fno
me parece mu prudente nem mu poltico. Nao
mu prudrn'.e ; porque os particulares e as associa-
es, fascinadus lalvez por seos particulares inleres-
ses. poder.ilo levr a onda da em grafio, ou coluui-
sacio, por modo e por lugares qi.e, em vez de ferli-
liar, afogoe os campos. (Silo im.i poltico ; porque
desde qoe o tactos provarem qui a colonisaoao. co-
mo quer que ella se pralique. I e obra immediala
das associaces e dos particulares, como nao recetar
que appjrei.mii asiomos de mil entendida indepeu-
deneia '.'
O governo pois mo deve deivarde lomar p)rle
mui directa miquillo que bev da oa mortepara
lodo o paiz : e be por lal forma que pode elle con-
servar a maior auluridade e influencia 110 movimau-
lo colouisador. >.lo he necessano que seja o colo-
nisador ex'lusivo ; basto que b;feje a ludes, sem
deixar com ludo de ser o ucixo- da colonia^o, alim
de poder caher-lhe a principal gloria, que alias po-
de ser como que absorvi.ia, senln disvairada pelas
associaces, e pelos particulares, ie porvetilura o go-
verno lunilar-se nicamente a dar sabveocSc., e
.1001000.imeiiii indirecto. Sa com elleilo na.la mais
losso neceasario, eu Iho aconseldaria que repartisse
os 000:0003, e estara linda a sua misslo ; mas na .
o direi | unis, pois que em um paiz novo, e qoando
se Irala de materia dillicil, e que aiuda nao esta' bom
explorada, o uoverno deve lambem ser emprehen-
dedor de industria, se nao quizei entregar o paiz a'
gana, a cudi.;a ou a ignorancia dos niodUStroso*,
Na execu.lo da idea nao deseo lino grande, dilli-
cnldines, deide que se acertar com agentes prubros
ede boa vonlade. fambem Ble acl.o dilliculdade de
descer aos psrineuoresda execucao. lalvez me en-
gae. Ego prumediocriUle ileanlioa.
Pernambuco, ncllioi-aincnto do porto, o
inspector Elisiario, c a companliia .los;
aprendbces-menores. Condera^Oea ge-
raes.
1.
A ItilaradO Uclrospoelj Sem-r.il do ^c:i bem con-
ceiluado iari'i da :i'l de noveinbro passad.....terca
da eleiclo pira depatadea provtnciaee pelo
lo Rio I irmoeo, provocon-ue. a l.njirmSo
na para (ater al deraei.ee a reapeito ; com
quantn pela nossa profifsau de ag'ieull .r nu poaaa-
meaentrai vantajoeameole em urna Iota jornilfstica
com o badil rededor dessa folba ; todava listo 1 1
is, 1 11. lomos a verd de ii n so la 1
.......1 un. 1 crua ; nem precisamos de adornos di
. >u ia pjra b .11 et| rimi-la.
" 'lf ''' leilOI ,1 I- I'; I ,;[.

lilair o calla io an lar-so pi le a 1 liorii do
I 1 :.:: h 1 quem
alailoi -
mo ealcolado e eomneodo e direerjo, n qe qui- \ o. a eamara lero| ai 1 j. loma .1 1 1.. r.corc 1 1
ir djr-llios n.i 11 ^iui~ 0.11 .1.1 nuri.,,. \,, ,.,'.._ e io prim nada fregaetia de Axoa Prela a dual
ic.Vi 11.11 podara' goardar as m Entre-
odo a toa miisse toda mercanltl, ha de neees.la- lano pareee-noi errada lal o is qae a as-1 espantosa, atravet de to
Phle ser m.ishvre, mais larga e molla, vetea aa- iembl 1 leral nflo anna I aaieleic 1. .., ,,. rm ,,.,,;,. ,,,,, r,:,, 4, compenll4
riehoaa. u, e la
Todo o homem sensato deve querer que 01 primei-
n ncleos de colonisaoao sejam foriuadoi de um
1 ... neu
lulo
As nlilldadei provenientes de nma po>i(lo qoal-
quer, devem ser tanto do goto de sous habiluutes,
como a beranca de um millionario o d. do seu feliz
derdeiro. Todas as vanlagem qae a naloreto Com
que se compraz em agglomerar ao derredor de on.i
localidade concorrem muila vez, lauto para a pro-
ducca,. como o mais porfiado irabalho do domen),
como o mais bem combinauo mecausino da lodos*
Ira.
A posic.lo geographica de cerlos paizes decide ex-
traordinariamente de seus deilinos futuros em rola-
ron a oulros.
Ora, se a posioao particular decide no mundo da
vocaeao de um psiz para esle oo aquella geucro de
iniluslria.em um paiz dadu, da vocacilo desla ou da-
quella localidade : he evidente que a esse paiz, a es-
sa localidade devem perlencer e.s vanUgeus que de-
rivaren da poeicao queoacupam.
Se o uierilu de tal ou tal provincia, nu cidade
consiste em ler um porto frequer-tadu de lodas as
bao leir.is do globo, em atlenrae a posicSe geegra-
plnca que oceupa, tal que a laca eulreler i- l.n .'io.
com lodu o inundo commercial, as vantagens que
re-ullarem de ludas essas circum-taiicias, devem por
cerlo ser desfrucladas por aquelles que concorrem au
sen mercado, e por e-sos que all se esladelecem e
concorrem com um capital para o desenvolvtineulo
da industria.
E pois o governo jamis devo descansar, e menos
aind. confiar demasiado nesla circum-tuncia pecu-
liar da natureza, e ludo esperar do acaso ; elle de-
ve, nem su saber ln. r paitido, como lambem de pru-
porcionar-ihe os meios, remover ditliealdades, ani-
mar, proteger e engrandecer por lulos os laoos, ea
seu alcance, ludo que cndor na espdera de suas at-
Inliuioes e poder, alim du melhor \,.iii,:,cin esco-
Iber.
Todos sabem que, o que faz avullir exlraordina-
. 1 in-iiie os ron tmenlo da provincia de Peruiiin-
buco, he devido a sua posiq.lo e ao genio luluslrial
de seus dad.lautos, e essa posioao lie quem a loruou
capital de lodo norle do imperio ; de adsurdo por-
taulo querer que v.ii seas babilantis, mas aquelles
queja se aprovcilam da sua ln luslria odtendo mail
facilmenle os producios para o consumo, uozem em
grande parle deltas VOsllagens e dessa posioao le-
ni.iis deitando de parte heroismoi pastado!] a pro-
vinea de Pernambuco, uas circumslaucias arriscadas
du paiz, scmpie 11.1.1 exiale ella primpla a sujeilar-
se a lodos o* encargos, com o dinheiro de seus co-
fres e o brac;u orinado de seus filhos .' Uuem mili
conlrihaio do que Ha para a grande obra da ttoeta
emauciiiao.io politice ? Esta ConslltO(So que nos
1 ige, nio estaalicer;ada como aangue pernambu-
ca no '.' Por cerlo que sim, e direilo temo) de exi-
gir, avista deslas Clieomslanciai, que o guverno I ici
reverter maore sommas dos cofres geraes em be-
noli io de grandes obras e de ulilidade manifesta
como todos recouhccein ser a slo melhorameitlo du
porto, e ponte do Itecife, nica va de Commnniee-
0.10 entre dous imporlaiilissiinos bairros. Vrequen-
trs veros se da dito, que (oda dem ra nal couslruc-
oas dydraulicas de prejudicial, ilo-.ian lo-ss muili-
vozcsuuseu lim principal e nico, que ,e devo es-
perar segundo os preeaitoi inf.liveii e rcjras eitabe-
lecdas da d> .irodui imic.i. Necessariamenle c-ta
grande obra du inrldoramenta do porto, dep.ds de
eenelnida, abrir' wu^ nova era de prosperi lade.e
ingraodeelmeolo ao commereio em qeral ; ella
confiada ao zelo nunca desment lo da incaneavel ius-
perlor Sr. Eiisiario Anluniu dos Ssntoa.
Nos (larece que a falta de braoos e a etignidade
dos fundos applioa.los se devo nSo eslar de ha mul-
lo cuncluida, se bem que ponamoi aOancar lem te-
mor a conlrad.-il.i, que nem um oulro, cun os meios
que elle lem Ido .1 seu alcance, mal podes*. Imver
oblido, nnn ni quanlo a lolidez e peif.ioao, como
tambein em reinlo a economa e telo dea dinheiroi
pblicos.
I.emos hi dous d.-.s, no upe liante da presi lenci.i
a aatorsecao para o engajam>n|n na Europa, de
obreirot ei itlumadosa lervicu desla natureza, bem
como de um engenheiro, ei m| et.ntemeute habilita-
do. A' Heos pra/-i que eata %
do eoverno sopr.mo, se readse qnanlo antes, c nao
fiquesepulladi no rol doesquecimeol -, quenoetem
I lo lia fatal.
Ii.
ntreos 1 s pio< que etistem aqoi,
nem nm qoanlo a mis merece mais atlonoo do qoo
. piena coi 111I111 i. men .1.1 le m 1-
rinl ana creacao gloriosa d
da, qoo entre tantos embalarais e fadigas su pi .--
. 1 ...- ii 1.
de f rl .. e pr< 1 irando hab ii
'
Irangejra. e b m assm ampirand com uli-
de orpliaa e .i. -. 1
icule \ .1 ella prop randa n'uma maneira
11 que
r, a falla Senhorts redactores. Tendo-nos eenilado de
modo indubilavel o horroroso assassinsto policial
do infeliz Marcos de lal, na elida do engendo A-
tniar, por una dorda de sicarios, prenles e alhe-
renles .le Iriuiciico Xavier de Alduquerque, ren-
deiro do enmallo Diamante, e vendo que os aisassi-
noi paseeiar.m incolomes escarnecendu do publico,
qoe os delesli, sem que as autoridades suballernas
dessem prov lencia ali-ums. indigoamo-nes, e por
intermedio de sen bem conceiluadn jornal denun-
ciamos o fjc o, para que as superiores auloridade"
licaisem scienles de lodo, e podeisem tomar as me-
idisqoe o caso urga, medidas que, seja dilo de
paiaagem, ai ida nflo foram lomadas, viilo que os as-
sailino.se acham bem tranquillos.
Sapponhaino. que esta nossa denuncia liaba pas-
-1 lo di sape lebida quandn no Diario de 12 do mez
prximo pastado, appareceu o Philanlropo ,
oonlirmando ou corroborando o que haviamos
lito, porein querendo justificar os criminosos com a
pessima lembranca de calumniar para isso as cinzaa
do infeliz Mneos, arcusando-o de crimts imagiua-
nus, qua 111 la quando fussem reaes nao davam di-
re.iln a pesu.i alguma para vingar a sociedade, ai-
- --nuil -o-u Uo barbaramenle como o lizeram, e
em que nem au menos elle livosse concitado as iras
dos seus assatiioos, que, como he sabido, iam des-
cairegar os S3us golpes m oolrn, que soabe evta-
los, pondo-so fora de sua malfica eeeSo.
O Pnlanlropo se he que nao soffre alguma
lalo nilelleclual. quiz illudir a quem eucarregou-o
le ISO ardua juslilicaclo. por quinto vendo que oa
aupposlos crimes 00 victimado Marcos n.io nnocen-
lavaro, mesmo quando r.ssem reaes, a' seua victima*
I.oes, procoiou descarrear a alteiicilo publica, cre-
ando em su.i pdanlasia novos fados criminoso", e al
Iribaindo-os a' pessoas importantes c honestas, que
elle suppe i ifensar aos seua clientes ; mas esla no-
va lembraiioi pouco ou nada lde pode aproveilar.
visto que os individuos, a quom elle com Ufo na' f
otaca, eolio por soas doas quididades muilo alio eol-
io. .1.1 m pira serem elcauoados por seus fracos e in-
justos boles.
Juando punlicamos o assaisinato de Marcos, nao
liveraoscm vista o rnesquinho intuito de moleslar-
mis a Francisco .Vavier de Albuquerque, pai e pro-
tectordosasassinos do dilo .Marcos, nao; o nico
alvo dessa ni ss. publicsoilo foi o de concorrermos
pira I bem merecida puuie.au de taes malfeiloras e
Jesaggrevo da sociedade de que Tazemos parle ; se
quizessemos incommodar a francisco Xavier, iuiiiii-
palenleariau os o esbordusmenio de Francisco Bom-
linno, seu lnvrador, o aisassinalo do prelo Doraio-
joa, sorlanej, a aceusaQao dos escravos Itapdael e
Malinas, per eucenles a Jos Lnil de Aulrade e A-
uosimlio l'e.-oa de Mello, que aiuda nlo os puderam
"liler ; lemdrariainos cerlas prevancaonos, quise
deram no leupo em que elle foi juiz supplenle ; de-
nunciariamoi que Apollnario Jos dos Santos A11-
drade, que, sesundo dizem, se acha processailo no
Ivecife como iniroduelor de sedulas falsas, esla' pre-
senlaroenle .aviado 00 seu enceuho com o cognome
.le Silva e finalmente citaramos oulros inul-
tos faclos, que mais ou in-nus revelan) a desresrada
conduela do Sr. Xavier, fados qoe a.lo podem ser
iinpuEiiadus uu cunleslados com feliz resultado, em
vista de sua publiciJade ; porcm, como ja .lisiemos,
au lemos i llareaea slgam reprovado em desconcet-
luarmosaeise Sr. \ ivler, que deve procurar de-
fender-sepir oulro modo, sendo que, no casi de
que se trata, o melhor plano de defeza he por sem
davida o esperar mudo e quedo, que o lempo corra
iniensivalmenle o seu veo de esquec.mento sobre as
u-.s faeanha., nSo ai repeliudo.
Paramos iqai para n.io cansarmos a alinelo dos
leiuire- de s su imporlaute jorual, na qual rugamos a
losersao das presentes Iinhas, cerlos Vmcs. de qae
comiste fuilo nao pequeo obsiquio ao sea cuns-
Uulc admiridur,
O Juiticeiro.
I dill dito dourado, 100 dilas velas, 1 pacole aasen- ^io de JaneiroI", das, drigue nacional oN
to para carro, I caixa manijas de vldro, fiOO barras
de ferro, 2 pacoles amoslras; a N. O. Bieber t\ C.
21 caixss fazendas de algodao, ditas de lloho, de
dilo e algodao, de l algerilo, I dita buloi, I pa-
cole amostras a II. Bruno \ C.
2 canas drinqoedns, II) ditas vidros para vidreras,
ditas folhas de Flandres, (i dilas vidros para espe-
ldos, 12 dilas condecir., i ditas charolo., buneclas,
carleira., pinluraa, armnicas, spalos de birrach.
pallls de dita, ."1 barris eerveje, 5 diios senebra, 2
caltai cognac, 1 dila chouricas a lesumes, 1 dila
guilarras, I dita macas ; a CdrilliaOBl \ Iruaos.
4 caitis couros, I dita lilas, I dila cerdas para
instrumentos de msica ; Vaz e Leal.
10 caixas vinho ; a Manoel Joaqun) K. e Silva.
12 barris genebra. 2 calas couro de pulimento ; a
I", (uedes -le Araujo.
5 caixas papel ; a ordem.
1 barril lila em oleo ; a Srhaffeitlin & C.
l'.l caixas fazendas de algodao, I dila dilas d. la,
1 dilas dilas do algodao e de lindo, I dila ditas de Il-
udo e algodao, dilas de 1.1 e algedlo, ditaa cba-
llies de algodao e ditos de la, 11 dilas meias, 6 duas
livrosem branco, 5 dilas bebidas espirituosas, t dita
armas, 2 ditas fazendas de couro, 1 dila barras de
ferro, 1 dila rarro e carreta, 40 ditai velas, 1 dila
panno para volas, 3 fardos dilo par saceos, 158 sac-
eos arroz, 100 barris chumbo de municao, 20 ditos
Ivaiade, 77 ditos pregos, 10 dilos brocha, I dilo e
10 caixas ferragens, 5 ditas miode/.as, 22 dilas mu-
llida, 1 dita e 1 picol Pilmas, II i ditos e Ii caixas
papel ; a Isaac, Curio \- C.
CONSULADO GERAL.
l'.on.lmenlo do dia I i9 19:5798761
dem do dia II....... 5:1348056
d. 296 loneladss, eapilao Manoel (i. Ferreir.
Haie, cquipigem 13, carga 2,000 harnee, com
(amiba de Irigo ; a Domingos Ferreira Maia.
I-rlonre mi K10 de Janeiro.
Boilon48 das, patacho indez SI Agoea, de 165
toneladas. Cepillo David Campbell, equipasen) 7,
rga gelo ; a II. Portier && Pertence a lla-
I fas.
Kio de Janeiio e BabiaH dias. v.por bamborguei
(iPelropolitn, commaulanle Paulsen.
Nato, saludos no mesmo dia.
Araraly Cutre nacional ..Tubaraon, meslre Joa-
qun) Muuteiro Falco. carga hacallio e man ge-
eros. Pasug.iro, Sebasliilo K. Viein.
Colinsuiballiale nacional ...Novo Olmda, meslre
Cuilodio Jos Vianna. carga l.acalbio.
Aracaly pelo Asm"lliale uaciorul uNovo angli-
ca, mealre Jos Joaquim Alves da Silva, carga
lazenilai e mais gneros. Passageiro, Raimundo
Mendes (iocireiro.
AracalyHiato nacional ..Invenciveln, meslre Joa-
qunn Jo.o da Silveira. carga lamilla da Ingo e
mais gneros. Passageiro, Joao Aulouio lime-
do Cao(o.
Mivio enliado no dia II.
nv inne42 i'ias, barca franeeta Providence.. de
2S1 lonelaias, capitao Blaio, eqopagem 12. em
lastro ; a N. O. Kicber ,\ C. Perlence a Maraelha
Rio de Janeiro 39 da, brigue nacional uNova
Amizaden, di 307 toneladas, capitn Antonio Al-
ves Pedroso, equipage>n 12. em lasliu : a Viuo-
run Irml i. Pertenee Lisboa.
dem15 dlee, sumaca heepaahola illalhiMei, de
110 toneladas, eapllio Jos Sala, eqnipagem 10,
em laslro ; a Aranaga ,\ Urjan. Perlenco a
Malaga.
(>000
laooo
jOOO
18280
5:90t"
llfiBO A arremaUcSo aeri re ta na forma ra le
' Sil Provincial 11. 3ll de 15 de mato de 1854. e
sob as clausulas opeci.es abaixu copiadas.
As pessoas qu.! se. propozerem a esta ar-
romatacao coai;arer;am na sala das sessOes
da mesma junta 1,0 lia cima declarado,
pelonic.j lia, competentemente habilita-
das.
i: part consta- semanlou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesourana provincial Je
Pcrnamliu'co 7 do Janeiro .lo I857.-0 secre-
tario,
A. V. da nnunciar;7o.
s especiaes pata a arrematatj.io,
1 1 I xccular-se-ho os trabalhos da con-
servajao da estrada do l'ao d'Albo de con-
lormutaJeioa). orcamento approvado pela
directora cm .-onsf-lho e apresentado ao
Lxm. Sr. prrsi tf nu da provincia, na impor-
tancia de 6;900ors.
2.a O pagamento veril car se-ha em dez
prestacies meos.es.
3.a Para ler lugar o pagamento de cada
presidio sera miater que o arrematante a-
picsenlo attestado do engenheiro, provando
ler cumprdo as suas obr ga^Oes.
4 a I ara ludo o mais que uao se echar
presenpto uas presentes clausulas nem no
orcameato. seguir-se-ba o que diapAa a res-
peilo a ,ei provincial n. 216.-Conforme.---
O secreurio,
A. F. da Annanriao.
Clausulas
24:0138820
DIVERSAS PROVItICIAS.
Itendimenlo do da 1 a 0 .
dem do dia II.......
1:1798553
788300
1:5578853
DESPACHOS DE EXPnill AI.AO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
11 DE JANEIrtO DE 1858.
Bueiios-Ayrestingue belsa ..Eageniou, Amorim
I raos, 25 pipas alcool, 10 dilas cacliaoa.
Uavre tialera fr.ineeta -Oliudan, diversos rarre-
ga lores, .">03 saceos assucar mascavado, 50 sac-
cas algodao.
llda de S. Miguell'.il iodo porlugue/. aLimao,
diverso, carroga.lores, 102 barricas assucar branco
ParloPatacho porlnguet Duque do Porto, di-
versns earreqedores, (ii saceos gomma, IS couro*
salgados* e I bajrica assucar branco.
Portolaica porlucue/.a janla Cruzo, Thomaz de
Aquiuo Ponseca A; I-ildos, 2i saceos assucar brau-
co c mascavado.
Porio llri-ue portagaet Trovador, Barroca &
Castro, 50 barricas assucar mascavado.
1.islioallricoe purluguez uVenuio, 1 on-e:ii Mc-
dairos ,.\ i'.., 10 saceos asiucar mascavado.
Llanos llriuue purluguez Pennsula, N'cvaes A.
1... 55 caicos mel.
LisboaBarca nortucueza .L.gtira, Silvii a Cui-
Ibeime de Harru-, 100 saceos a-suoar brauco.
Lisboa Barca purluguez Mana Jos, diversos
canchadores, 7GS cintres, 31)0 saceos assucar
branco.
Lisboa Barca portugueza i'rocressisla, Thomaz
de Aqumo l'orisera A I ildos, 2"il) saceos )sucai
Illanco e mascavado.
LiverpoolBarca insleza Prosperon, J. hellerA
C, 750 soceos assucar hraneo e mascavado.
Palmoulh Barca franceza Azut, llaslo ci Lomos,
1,100 saceos assucar branco. mascavado.
I'alinoulhBarca hollandeza .Twti Addas*. Ilenr.
I:innn A, ('.., Vi1) saceos a-sui'ar branco e mesca-
vsdo,
Palmoulh Barca ingleza Serapliioan, Adamson
Howie&C, 1,200 saceos assucar branco e mas-
cavado.
EXPORTACAO'.
Aracaly, cter nacional uCubar.loi., de 23 lom-
ladas, cunduzio o se&ninte : 115 barricas lii.a-
lli.io, 2 birria vinho, 1 caiiinha nrdinhas, 2 barri-
cas genebra, (1 caivinhas bulachinha, 1; dilai 1 te,
. arroz da India, 2 barnras rervoja.
RECEBe.DOKI.V DE RENDAS INTERNAS UE-
RAES DB PERHA5IBUCO.
Rendimenlo do da I a 0 i:iii..-7n.
dem do dia II....... 1:')i

" V
CAMBIOS
Sobre Londres, 21 a 90 .1. v.
< Paria, 390 a 100 rs. por fr.
< Lisboa 110 por $ de premio.
Descont de leltras, 12a l5porcen(o.
(lililOii'.is hespanliola. .
Dilas meticenas.........
Moldas de 68400. .
de 8000. ...
RAA.l'.ilaeei brasileres, .
Dilos columnaries. .
Dilos meiicanos ...
ALFANDEGA.
^eiidimeiiln do da I a i) .
dem do dii, II......
.11-iiiiii
:in-'(.ii
168500
98300
::- I
sjNo
18880
. 1:931 |594
9:200*157
83:136*751
Desoarresam boje 12 de Janeiro.
Barea americana Imperador urinhi e merca-
doi es.
ttleziiEllza llandimercedorai.
Baree americanaUennellefarinha c milbo.
liiijue meenAquillalab indo.
Ilri-ue inglez Janet l'elhladoo!ieclos para o caz.
Polaca hesp ihala -- Aotonielao rtsio.
Patache ame'ieanoAunesgelo.
Eseana iioiiai letaZwervermercadoriai.
Mate brasil.iroCorreio do Nortegneros do raz
brasili-iroVelozlarinha de Iriso.
MOV MENT DA ALFANDEtiA.
Volumes entrados com fazenda .... 2i2
o com gneros .... 1038
CONSL'LAO PROVINCIAL.
6:11268701
Rendmenlo do dia 1 a'.'
dem do dia II.
20:4068*28
3.127/183
21:5338613
PAITA
dos precns cfrenles do assucar, nlijodrm, naii
gri>>'ros c prndHCcdet nacionaes que se dc-jut-
chain ta mesa do consulado de Pernambuco
na "lianadt II n 1(1 te.tantico de 1858.
Al ni ir branco.......
u mascavado.........
11 refinado........
Algodao em pluma de 1. sorle
'u o 11 2." o
3." i)
t em caroon.........
Aguas ardenlesalcool, ou espirito
d'agaardente. .
11 de cach.ioa.......
a de caima.......
11 distlada o do reino. .
Genebra.............
o ...............
Licor ,
caada
VolameiSahiloi cnmfazendas
1 a C111.1 geueros
" m.u 1.iu arrilo das materias anropriadas. lem sido
paito, loando o legulad r de mi raal- ma minei
guem ser eleito depotado devia nmi ina dos aem lonle 1
osiual que te adaple, o mai* que for pottivei, a ln- teffilgioi dos eleilores, qiiii ceihmenie aca',Jt Mm ,,JC' hl felo cem que Darbt em progressivo au'-j-
lalal 1280
. 253
... 1-1
Total 374
IMPORTACAO.
. irai reza Louise M.rie n, precedente do
Havre, conminada a Lasierre i el freies, mani-
feslou o s. gu lite :
1 1 s .- champagne, 10(1 .Idos balalaM
, 100 d ,20 barricas farinha de
Iriao : a l.asatrri ,\ Tiisel freres.
1 '. :rns e .".'i meios ditos manteiga, I c.iiva cali 1
(lo ; .1 ihl I :: I
.51 scHtosi 1 I irris vinho, i volamos garrafaaa
: .1 C. .\s,.'...\ ,\ C.
1 raiv 1 nod-s ; B isai I Millochan.
2 f.t fati a de alg
da eda de l,
chapeos .1. sol de seda, lavas, 2 embiulhes imoilra
a JoauEeller \ C.
Arroz pilado............
11 em rasca.........
Azeilc de mamona......
ii nieii.lobiin e de coco.
de peite......
Aves araras .......
i, papagaios.......
Periquitos.............
Bolachas............
Biscoilos............
Ccau .............
Cachimbos......., .
Cafe bull............
o em grlo reslolho .
>. com casca.........
11 nmnl-............
Cal ni so. .a..........
t.oia \c carnauba em pao. .
d em velas.........
- I11111-.........
11 ros......
o regala o primor .
I ..........
Couros i salea ios.....
. si oo..s ou espisad .
verdes..........
U lio .ilion........
i- cabra corlidoa .
>i o carneiro.......
Dui o de calda.........
>i o .......
11 -01 ci...........
11 jaiva...........
180 o
58120
'".- 11
680 "i
18700
IJ0O0
|530

8800
8280
..-,, ,
300
35500
ranada
botija
caada
carrafa
arrulla
,-ataneire -_ I 0
caada 1-1-"
, 28560
o 2800U
|,i-.i 1
38000
i- 1 1
88000
5-il")
5-311.1
68.500
113000
I3JOO0
i-7il
----. >
I
8240
8140
1
-du
loo
8610
Secretaria do governo de Peroumbuco 19
do di'zetnliro de 1857.
S. Exe. o.sr. presidente da provincia man-
da lazer pufa ico, que exiatem neata secreta-
ria, ja informados, o.s requermentos das
pessoas a lia i so declaradas, os quaes leeni
deixado de ser remettidos as secretarias de
estado por falla de pagamenlo do respec-
1 ivn porte no crrelo.
1 < Rodrigues de Araujo Porto.
Vicente Umbelhio Cavalcauli do Albuquer-
que > .
Joaquira Jos .los Santos Araujo (2).
a direccSo da comptnhia de vapores a re-
boque.
Diogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramcnlo.
Augusto Pater Cesar.
Jos Jernimo Mooleiro.
Manoel da Hucha l.ins.
Joo Baptisla do Amaral c Mello.
Joiio Carlos Islisber (sentenciado)
Dt. Jof Muiiii Cordeiro (ilahy.
Capto Francisco Antonio Cervalho.
Dito Jiburcio Hilario da silva lavares.
Dito Jos Francisco la Silva.
Tenenle Anionio Vctor le Si Brrelo.
I.- lente .'os de Cerqueia Lima.
lente Jos-i Cyriaco Ferreira.
Dito Antonio Jos ias Nunes ,2 .
Alteres Lmz Vicente Vianna.
UitoJos Benedicto do espirito Sauto.
Oto Pedro Marlini e Joaqun) Jos Lima do
Souza.
Dito Jos Vieira de Souza Guo.lcs e Antonio
Jos de O! i reir Sampaio.
I cadete Luiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Caliope Monteiro de Mello.
2. dilo Francisco Pereira Ceixoto.
Dito Manoel Jos (ioncalves (2i.
t.^ sargento Francisco EJuarjlo Benjamn.
Dito Manoel Saturnino da (Junlia.
Cabo fheodoro Jo.- da Silva.
Dito J0.10 Francisco dos Prazeres,
Dito Jos Itnyryundode Carvallio.
Hito izidro los.
DitoJoo Donitngues da Cruz.
Sol Jalo Jos Iheodorode Azevcdo.
Dito francisco Jos dos Santos.
Dito J'horm do Espirito Santo.
Dito Manoel da I'enlia.
DoMarcolino Evangelista da FaixSo.
Dito l.jizCorreia Lima.
Jos Bsnto da Cunha Figueiredo Jnior.
SccretaM do governo de Pernambuco 19
de dezembro de IS57.
s. Esc. o r. presidente da provincia, em
observancia de ordem expelida pelo minis-
terio dos uegocios estrangeiros, maula Ta-
zor publico nesta provioeia o seguinle an-
uuncio, transcripto do Jornal do Commereio
n. 323 de 2 i de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.Os
proprietorios dos navios Guyana, Dous Ami-
gos, Isabela Aven urero, Virginia, Esperan-
za, FeltciJale, Somma Viva, Emprehende-
dor, Improviso, li'lla Miquelina, Santa Cruz,
LVuvo Mello, Magano. Piratioin, Purissima
CouceicSO e vapores S. Sebastiaoe Piquete
do Sanios, sao rogados a virem ou manda-
rem seus procuradores secretaria de esta-
da dos negocios estrangeiros, tlentro do
prazo de 6b di'.s, para da rom alguns escla-
rec xcnlos relativos aquelles navios. Jos
Bcnto da Caoba Figuetredo Jnior.
O Him. Sr. inspec'or da thesourana
provine al, em rumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 30 de
dezemb'o ullimo, man fazer publico, que
110 dia 1 de faveeiro prximo vmdouro, pe-
ranle ajuma ca azenoada mes na the-
souraris, se ha de arrematar, a quem por
menos fiz'.r a obra dos reparos de que pre-
cisa o c ilcatninlo da estrada do Mangninho
entre a poni co mesmo nome, e o comeeo
da segunda periodo primeirolenco, avalla-
da em 4:368; rs.
A arrumaiaco ser le ta na forma da lei
provine al 11. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes ahaixo copiadas.
as pessoas que se propozerem a estaar-
reniatacaocooip.irecam na sala das sessrs
da inesma junte no dia cima declarado,
palo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se maulou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diatio.
Secretaria da thesourtria privincial de
Pernambuco. 7 de janeite de 8i8.O se-
cretario,
A. I", dt Antiunriacan,
Clausulas especiaes para a arremalaciio.
la As obras do calcamento da estrada do
Mangunibo rar-s!-h5o da conformidade com
a planta c ornamento approvado pela direc-
tora em cnnsullio, e p csentalo ao Exm.
Sr. presidente la provincia na importancia
de i;361 rs. .
2.a o arrematante dar principio as obras
noprazo de um mez, e levera .onclui-las
no le cinco mzes, ambos contados em
conformidade do art. 31 da lei n. 286.
3.a A im loriaiirn da arremacao sera
paga de cuufoiinidaJo cora o art. 39 da Ma-
ma le. s
*.a Datante a execucjto dos trabalhos o
arrematante dar um lim transito aos car-
ros c cavados.
a Na escciioii) dos trabalhos o arrem-
tame sogeitar-s.;-ha as | re-rripc/ies do en-
genheiro eocarrega Jo da .Irada.
6.a I'ara tudo o que afla se achar eapc-
cilicado as presantes clausulas, nem 110 ar-
Cemento seguir-se-taa o que dispOe a rrapol
loa supra-inenciunada lei n. 280. Confor-
me.0 secretar, o,
A. F. da Annunciac/io.
una
11111
miihoiro
. arrnbd
cenlu
cenlo
Lu
O Illm Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. iresidenle da provincia de 21 de
dezembro ultimo, manda lazer publico, que
uo dia 28 do corrent?, peranto a junta da
fa/.enda da mesma thesouraria, se hade ar-
rematar, a quem por menos fizera obra dos
rcoaros do quurtel da villa do t.abo, avaha-
dos em 1:210? rs.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rfimatacTu cotnparecatn na sla das sesaOea
da mesma junta no da cima declarado
pelo moio dia, competentemente habilita-
das.
A .irremntarfio scri feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15de mato do 1854 0
sob as clausulas ahaixo copiadas.
E para constar se man lou a
sent e publicar pelo Diario.
O Illm. Sr. irisjjcctor da thesouraria oro
vincial, cm cum jumento da nrdem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 31 de dezem-
bro ultimo, man la fazer publica, que nu dia
4 de l':vereiro prximo vindouro, perantc
a junta da fazeiida da mesaia thesouraria,
se ha de arrematar, a quem por meno, lizer
os concertos de que precisa a punte de
(uianna, avahados cm 3.472; rs.
A ancmataco sera fela no forma da lei
proviueial 11. 343 de 15 Je mam de 1854, n
sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As p?ssoas que se propozerem a esla ar-
rematacSo comparecam na sala das sen-
da mesma junta 110 da cima declarado pelo
meio da, compr lenlementc habilitadas.
E para constar se man lou aflixur O pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesoorana provincial di
Pernal buco 7 de Janeiro de 1858. 11 aOCt
tano,
A. F. da AnnunciacSo.
CUl sulsespeciaes para a ariernalac5'i.
1.a <>s concertos da ponte de Coianna na
importancia de 3:472> rs serio Paita* de
conformidade cr m o orea ment apresentado
nesla lata ao Exm. Sr. iresi lente da pro-
vincia.
2.a O arrematante dar.i romero a obra "ct
pmzo Je um mez, e cor.clutfa no de seis,
contarns da dala docontialo.
3.a Se durante a exccucflo daohravcii-
Qcar-seqoe exialeaiaaia pca arruinadas
do quo as que menciona o orciment o ar-
remuiinle o con muntcara immcliatamcnle
a repartilo da: obra publicas, alim de
autorisada a collocacao sle taes pojas, na-
do 0 seu valor pago fura do cootrato, n
fora do orcainent.).
.a o arrematante sugeitar-se-ha na t**-
cucilotlos traai ios as pie;ru;ii.-s di M
nbeiro.
5.a Para tu lo o que n.io cstver aqu lia
po>lo seguir-se 0 que disp.i a le provtiu 1 il
n. ^86.- Conforme Osecretario,
A. F. da Annunciaco.
O Illm. Si. inspector da lheour.-t a
provincial em cumprimento da res
jauta da razenda, manda facer, publico, ,iun
110 dia 28dejaniro corrente vai nova ment
a pra;a para ser trremalado a quem po- me
nos li.er a obra col- lanc') da ramilirac.'io do
Japoir. ira, avahada em I7:M>8 ra
K ptra constar se man lou allixar o ;
sent e publicar pelo Diario,
Secretaria da tbeaouraria provincial <".e
Pernambuco 7 de j-neiro do 1858 Ose-
crelar.u,
A. I. a Annunii?.
fU'ltta:O>.
Correio reral.
'
Relaefio das carias seguras, vindas de s.ii
e lli [ te 1 1
lis, pura os sei hon s al itxo d irad
lanital Jo Itat
xar o pre- Antonio Rodrigues de ^Ibuavarajue,
Co re a & Irm
>ecrelarta provincial de Pernambuco 7 de Francisco )< ernan ios 1
Janeiro de 1858.O secretario, Francisco Moreira
A. I", da AnaunciacSo. Kranciscode Paul c sar Jacobina.
IziJora Senhorinha Lo|
Clausulas especiaes para a arrematacrio. Ignacio I aocisco Cal
' Asobi dos r paros do qua riel di Jiaquim r'err-ira da Silva Jnior.
villa do Cabo far-se-bSo do conformidadi- J aollom del .
com o orcamento approvado pela directora I JpSo Bernardes de Souza.
cm coiiseao, e aprcsenlado a aiiprovac'io do' Jo5o Francisco 1 'aixi
k\ I
11 a ha


f\UO il n ii : i \ TTiHK i3 )1 FAW [SO M lis*.
II
>

JoSo nu.i.i Cordciro 1 ma.
Jos Antonio Bastos.
Jos Caltn.lriny de Azevedo.
Jos Joaquim Per ira de Mondonga.
Malillas Lopes da Costa Maia.
Manoel Ign.cio de Oveira.
Novaes C.
Pedro Baptista de Santa Rosa.
Silvioo Cavalcanti de Albuquerquo.
Ismael Amavel Comes da Silva.
Official papelista.
Pila adminUtragao do crrelo tiesta provincia
le faz jiublico, qoa em confurmidade do decrelo nu-
mero 787 de 16 1" m.iiu de 1831, e respectia ins-
lrucc.s, lele luaar o procedo da alierlura da? car-
ta aluzadas, perlein-ctites ao exercieio .le 1856 a
1857, c.indemnadas ,i consumo pelo arl. 138 do re-
RulHiii'iito do< corren)', de 21 do deternbro de 1844,
aMistiram au dito proce'so o aenhort-t nesnciaulen
Jo.lo Pinto de Lanos Jnior e Antonio Marques de
Amorim.
Mla aberlura rcsultou adiar se em cinco cartas
dmh'ir n d .eumeiitm esuiuies, cujas carias rnaii
documento ficam rtcolhidoi convenientemenle pa-
ra ser entregues a quem de dirrilo perleucer :
Lina caria de Antonio Julin-. Crrala de Parla, da
I ir.ihihi, para o Ur. Joaquim Biirges Carimru,
coro 5a r>.
I ma dita de Perminio Doarle Ribeiro, da tilla de
Bragauc, pa,a 1). Senliorinlia Duarle Pessoa
com uni dollar.
lima lila de Pedro Jos ii.mi < Braga, do Uio de
Janeiro, para Jolto Jos Solsona, com um recibo
de 200J rs.
lima dila de Jos Maria Anluncs, da cidsde de 1M-
boa, para Padre Jos Aotuocs de Miranda, com
um procurarlo.
Urna dita de Kaimundo Joaquim Calanliede, do
Maranhao, para t. Anna Joaquina .Hachado, com
urna cerlnlao e um recibo.
Por nllimo procedeu-se a queima das oi.lras car-
tas que nao eucerravam dinbeiro ou documeulns, de
que so lavrou o respectivo lermo, cuja copia abano
se Iran'creve.
Alraco do rorrcio de Pernamboco, 31 de
deiembro de 1807.O admiolilrador,
Domingos dot Passo Miranda,
termo da consumo das caria alrazartaa perlencen-
tej ao exarcicio de 183G a 1857.
Ao 31 do mei de deiembro da 1857, nata ed-
minislrac.a'o do correio de Peruambuco, as II hora
da manhaa, aslando presentes os Sri. administrador
Domingo dos Pasio Miranda, e maii empreados a-
baixo asaienadot, procedea-ie, em viilu le do artigo
138 do regolamento geral dos correaos, de -21 de de-
zembro de 18li. a consumo de 2,775 caria, sendo
nao selladas 1,879 e 4 i jornaes, na iinporlanoia de
2781583 ., coja importancia tal deicarregada nes-
ta data ao respectivo thcaooreiro.
E para constar lavrou se esle lermo en que assig-
nou o respeelivo admini'lrador e Ihesourairu. B eu
Francisco SimOas da Silva, ajudante contador que o
esersvi.
-- A compachia fiza de cavallaria com-
pra cavallos por lOOsooo, sendo novos, sem
achaques, gordos e de altura regular, em-
bora n3o tcuham mais que trote c galope.
Leopoldo Augusto Ferreira.
Capilfio.
Companhia de aprendizes marinheiros
Achando-se creada nesta provincia, por
decreto 11 2003 de 24 de outubro ultimo,
urna companhia de aprendizes marinheiros,
sob as mesmas condices das do Rio de Ja-
neiro e Baha, pelo que deve ser formada de
menores de 10 a 17 annos, convida o inspec-
tor do arsenal de marinba as pessoas que
queiram apresentsr seus lilhos, bem como
prenles na qualidade de nicos ascendentes
ou tutores, para a mesma companhia, o fa-
zerem com brevidade. cettos de immedia-
Lamente ontregar-se-lhcs, caso exijan), a
gralilcg.io de 1003 por cada um, autorisada
no decrelo n. 1591 de 14 de abril de 1865,
sendo que a apresentacao dos menciona Jos
om segundo lugar devo' preceder a comp-
lanle lictnca du juizc dos orphSos.
InspeccSo do arsenal de marinba de l'er-
nambuco em 26 de dezembro de 1857. 0
inspector, Eliziario Antonio dos Santos.
. O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, era cumprimenlo da resolucao
la junta da fazenda, manda fazer publico,
.iue no da 21 de Janeiro do anno prximo
viodooro. vai novamente praca para ser
arrematado a quem por menos fuer a obra
1I0 acude do Boin Jardim, avaliada em
1:1553000.
K para constar se man lou allixar o pre-
sente e publicar pelo iario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Peruambuco 30 de dezembro de 1857. O
:>ecrelario, A. I'. d'Annunciaco.
- O lllm. Sr. insDector, em cumprimen-
lo da resolucSo da junta da fazenda, man-
da fazer publico, que no dia 21 de Janeiro
iln snno prximo vindouro, vai novameote
praca para ser arrematado a quem por
meaos fizer a obra de 2 lauco da ramiica-
(9o do Japomim, avaliada em 10:08Ubooo.
K para constar se mandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
I i'riia... buco 30 dj deze obro da 1857.O
secretario, A. F. d'Aiinunciuc5o.
ffpfetf i
mr0$
Para o Rio tio Janeii >.
O veleiro e bem conbecido briguo Tres
Amigos, pretende seguir ate o dia 15 do coi-
rente; tem a bordo ucus lergos de seu car-
regamento : para o resto, trata-se oo-n o
seu consignatario Antonio l.uiz de Oveira
Azevedo, ra da Cruz 11. 1.
Para o Ro de Janeiro,
O bem conhccidopaiacho nacional Valen-
te pretendo seguir con muia brevidade;
tem partu de seu carr ^gamento engajado
para o resto, trata-se rom o se.i consigna-
Uno Antonio Luiz deliliveira Azevodo, ra
da Cruzn. I.

EXT8A0 UI\AK1U
Lellio de mobi-
lias
('Vo campo)
Quarta-feira, Iodo crrente, as 10 ho-
ras da 111; nli.,;i.
O agente Borja, deorlem dos Srs. N.O.
Bieber C, far lelflo los movis e maia
objectos abaixo mencionados, perteiiceutes
ao Sr. Cermano llolcn, que se retirou para a
Europa, a saber: urr. ( ptimo piano forte,
inodernissimo, una nca mobilia de Jacaran-
da a Luiz XV, urna dila de mogno do mesmo
gosto, urna dita tambem de mogno, assento
de cochim, com converse deira, um riquissi-
mo espelho grande de vestir, seis guardas-
vestidos e roupas de mofli e de Jacaranda,
urna excellente cama frai.ceza de Jacaranda
com cortinados, lindos toiletes, lavatorios
com pedra, commodas, leitos para crianzas,
cadeiras causeases esofs do cochim para
gabinete privado, moris proorios jiar.-i
quartos de dormir, mobilia de sala de jan-
lar, grande e excellente mesa elstica,guar-
louca, aparadores com pedra e sem ella,
bancas para jogo, banqiiinhas de costura.de
apurado gosto, caixas de msica, relogios
patent) para cima de mesa e parede, qua-
dros de personagens illu:itres, de paizes e
costumes eslraogeiros, de. historia natural e
de phantasia, com belli s molduras, urna
grande e ptima estante com l7ros ingle-
zes. Irancezes, allemAas. etc urna rica ta-
petara de sala lustro e serpentinas de
crystal, delicalissimos vasos, bonecas e
masenfeites.le porcellam, do sevres e de
crystal, coloridos, par sala, candieiros do
globo, americanos, globos de vidro, um n-
quissimo apparelho de oala para cha, ap-
parelhos de poiceilana Bulssiml para elmo-
co ejanlar, ditos de crystal para o servico
le mesa, diios para o setvQo diario, urna
port;3o de vinho engarrafado, velho, de di-
versas qualidades, utensis, trena de cozinha
em quantidade e mais necessarios da casa,
ferramentas para sitio, urna excellente ma-
china de engommar, e urna infinidide de
outros amitos objectos raros e de capricho,
que fora impossivel mencionar, os quaes SO
com a vista poilein ser apreciados, e sero
vendidos sem reserva alguna ; e bem assim
um excellente cabnolct de duas rodas com
todos os arreios, etc. : q:arla-feira, 13 do
corrente, as 10 horas da DMdbSa em ponto'
pela grande quaulidade de objectos que
existe) na Soledade, estrac a de Joao Vicira,
sitio perlencente ao Sr. Luiz Jos da Costa
Amorim. Previne-so aos coacorrentes que
havera um ptimo lanche.
LEII.A'O DE MOVIS.
O director do collegio le Santo Andr,
tendo mudado de resi.ionc a o mesmo col-
legio, que se achava na rta do Hospicio, e-
dilicio contiguo ao Gymnasio pernambuca-
110, lira leiUo ahi, por iillervencSo iloa-
gente Borja, de todos os movis existentes
no dito edificio, consistindo coi una excel-
lente mobilia de Jacaranda, gosto doniinan-
lo, um ptimo piano hamburguez, vertical,
um dito I10ris0nt.1l de mogno. candelabros
c ianternas de vidro, dous grandes vasos de
marmore ;obra primaj, diverses ditos de
porcellana, caliin;as o miis enfeilea etc.,
esleirs e tapates linos Je Ma, loulettes urna
excellente cama franceza, um grande cabido
portil, guar.la-roupa, commodas, mobilia da
segunda sala, dita da de jaolar, aparadores,
guarda louca, incoas de jan.ar, e de ennom-
mar, lavatorios com pedra, louca e vidros
para servico de mesa, moeis de difieren-
tes qualidades e inisleres, 3 outros mullos
artigos necessarios etc.. que se acharao pa-
tentes : sexta- feira 15 do Borrante, as 10 ho-
ras da manilla, DO supra.lito lugar.
Folhinhs de
almanak.
Atliam-se a tonda na liviaria ns. C e 8
la praca da Independencia as (olliinhai
comoalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o auno de 1SS a
640 rs. cada urna .Tendo o pieco do tra-
halho typojjraphico subido mais de- fill
por cont do que se pajjava no auno
passado, nao (oi possivol ao editor con-
servar o preco antijo como desejava e
mesmoo accrescimo nao esta' em relacSo
ao preco que ello paga aos operarios.
Tomos por vezes levado ao con'ie-
ciiVicntodopublico que um funecionario
publico tendo abusado da conlianca de
um bomem do quem se dizia amigo,
coiiipionicttou-o em quantia nao pe-
quena, c leudo alcanrado ludo quanto
ambicionava, nao tem dado cumplimen-
to a seustratos; 1: pelo contrario vaien-
tretendo-o com promossas vas, sem pie
trate de acabar com esto desgracado ne-
gocio, isto ha mais de 1 annos! Quem
tal dira!! Hasta de tanto sollrimcnto
Sr......Se dentro de o das nao
estl ver este negocio acabado, levantara'o
veo que cobre esta perfidia.
O Sr. Joaquim Antonio do Moincs
quemoroiiou mora na ra do Caldeirei-
rodesta cidade, queiradirigir-tea esta lv-
pograpliia a negocio que sabe.
IIVCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda
fazer publico que se ncham a venda no
pavimento terreo da casa da ra da Auro-
ra n. 2(1, das 9 horas da manliaa as 3
da tarde bilhetes e ineios da quarta
parte da terceira lotera do hospital l'o-
dro II, cujas rodas andarao no dia 10 do
corrente.
Thesouraria das loteras, 9 de Janeiro
de 1858.O escrivao, Josd Maria da
Cruz.
oteria
DA
Provincia.
Tercena paite da primeara lotera do
(ymnasio.
Foram vendidas as seguintes sortes nos
felzes bilhetes rubricados pelo abaixo as-
signado :
Uv$&
:&W&t*0&.
Para Lisboa.
Segu em poucos das o veleiro briguc
portugus Peninsular, por ter paite de
son Ciirregaraenlo prompto, quem no
ntesmo quizer carregar ou ir de passa-
gem para o que tem excellentcs comino-
dos trata-se com os consignatarios Novaos
v C. na ra do Trapiche n. 34.
Para Lisboa, o brigue portuguez He-
sulvido esta apto para seguir com muita
bevidado, por ter a maior parte do seu car-
n gamento contratada : quem quizer apro-
v.Mlar-se da praca que anda resta, e das
boas condices que o navio oflerece, relati-
va s a sua conslruccao c marcha, dirija-so a
n a da Cadeia do Recife n. 13, escriptorio de
Saltar A Oveira.
Para a Baln.
O veleiro e bem conhocido palhabote Dous
Amigos, pretende segnir com muita brevi-
dade, tem prompto parte to seu cirrega-
n .Mito para o resto, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vi io, ra da Cruz n. 1.
Para Aracaty segu o hiale Duvidoso,
j tem parte da carga prompta ; para o res-
to e passageiros, trata-se com Maitins rx Ir-
m.'io, ra da Madre de lieos n. 2.
Para a iiahia segu em poucos dias o
-veleiro e bem oonhecido hiatc Castro, por
ja ter mais de metade de seu carregamento
prompto : para o resto da carga e passagei-
res, trata-se com o consignatario Domingos
Alvcs Matheus, na ra do Apollo n. 23.
CEAR V.
Segu no dia 15 do mez corrente o hiate
Sergipano ; para o resto Ja carga, trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M., r.a ra da
Cadeia do Recife n- 2, piimciro andar.
COMPANHIA
Br asi letra de patinetes a
vapor
('. paquete Cruzeiro do Suln, commandanle o
rapii.li.de mure guerra Mancebo, e*pera-e dos
pon h do norte em segaimcnlo para os ilo sul et o
da 17 do correnle.
I' ii' recebar ii-, p >ri>imi)enda, Migajar-ae a cari;a ^ue po-er
l\,i- deaoaehadi com anleceJoooia da maneira ai-
5d cin '28 de 'l-'fembro.
II niHina aviM fu-aa publiro para o paquete opa-
rana thegar .lo ul cin stiiuineuto para o nor-
l* ni.- o moiiriii da lopra aiiuuiicia lo : agencia ua
mi ilo Trapiche Novo n. 10.
Para o Porto segu em poucos dil
poi ter prompta a niainr parte, de sua cargaj
1. v leiro patacho portugus Duq-ic do Por-
to ; para o rest > da carga e passageiros, para
o q.ie tem excellentes commodos, trata-se
rom sen consignatario Domingos A. Ma-
theus, na ra ue Apollo n. 23.
I 'ara o Porto.
.-.liir ate odia 'j: do corrente o briguc
novador ; para o resto da carga e passagei-
ros trata-se cornos consignatarios Barroca
6: cstio, na ra da Cadeia do Recife n- *,
Envernisa-se mobia riuito em conta :
no pat^o de Santa Tnereza r. 8.
- Precisa-sede omcaiseiro para depo-
sito de massa ; na ra Direita n 93.
Prccisa-se de um rapaz portuguez pa
'a raiKeiro do deposito da na do Vigario n.
29, destes chegaJos ha potieo, mas quete-
uha pralica de negocio : a filiar na mesma.
Pedc-sean Sr. 1. F D V., empregado
publio, que acerle o carin ho para entre-
gar tudo quanto tomou emprestado desde o
dia 15 de julho prximo passado. pois o
tempoja he sullicinte ; do contrario veri o
seu uoiue por extenso ueste Diario.
Precisa-se de urna ama ; na ra da Au-
rora n. -J8.
Aluga-sc ora primeiro e segundo andar
de um pequeo sobrado na ra Direila ;
quem pretender, falle na ra das Oruzes,
ultimo sobrado de andares n. a, lado di-
reito, quem vai da ra do Oueimado para
S. Francisco, iva mesma casa vende-se o ex-
cellente fumo de Caranhuns i s varas.
Precisa-se de nina ama de leite : na
ra do Hospicio n. 16,
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n 9.
Fugiu no dia I." do corrente urna pre-
ta por nome liomana, crioula, idade de 40 a
1 unos, com os signaes seguintes : estatu-
r, .egular, costuma embriagir-se constan-
temente, e mesmo nao oestmdo parece es-
tar em razi denudar sempre dislrahila,
rosto redon lo, cabelle um piuco crescido,
levou vesiido de riscado azul e chale preto
de algolu : roga-se, portanlo, a quem en-
contra-Ia, o favor de appreti.iiide-la e levar
a ra de Santa Isabel n. 1, qae ser gratifi-
cado ; assin como protesta as contra quem
tiver acoutado.
Precisa-sede urna ama forra ou escra-
va, que saiba engommar e coinhar : a tra-
tar na ra da Madre .le Dos, armazom que
volta para a ra da Moeda.
Em casa do Herir. Brono & C, ra da
Cruz n. 10, tem una carta para o Sr. Ilde-
fonso Cavalcanti Ritaucourt j Lima, viuda
Ja Europa.
Na ruada Cadeia do Recife n. 5t, de-
seja-se fallar com os Srs. abiiso declarados
a negocio de seu interesse, Igiacio francis-
co Caetano, Manuel Pereira ianiao, Anto-
nio Nuoes de Mello, Francisco Luiz Viraes,
Luiz Paulino Cavalcanti Vellez de C.uivara,
Jos Eustaquio Maciel Mont.'iro, Vicente
Ferreira Barros ; tojos estes seahores sao
moradores de linda e mais aos seguintes
Srs. Raimundo da Silva Maia, Jos Bento da
Costa, Jos Francisco Belem Jnior, Bonifa-
cio Jos Comes de Mallos, Victorino Ferrei-
ra de Azevedo, todos do Recife.
Attencao
0
O arrematante do pedagio do Uangui-
nlio e Capunga, avisa a quem nteressar
possaque no dia 15 de Janeiro corrente
dar" principio a arrecadaco do respec-
tivo imposto, ( para remover desculpas
la/, o presente,
I ma possoa siillicienle neiitc habi-
litada olferece-se para darli-jdes particu-
laresde inglese francez : na ruado Que-
mado n. l>.
l.auriano Pcreira avisa as pessoas que
tem penhores ha mais de anno em seu po-
der, para que no prazo de 20 dias os ve-
uham tirar, do contrario se".10 vendidos
para pagamento ao principal 3 juros. Re-
cifo 11 dejaueirodo 1858.
Ns.5051 i:000.s- 1 moio.
I7i7 1:000J Blhete.
897 WOs Dito.
i\-2> 200 2 meios.
1096 200$ Ri 1 hoto.
27.". 1 oo.s 1 meio.
1675 1 OO.s 1 dito.
2862 I oo.s- 1 dilo.
7.0 .")0,S 1 dilo.
2847 50/J 2 ditos.
2071 i 50JJ 2 ditos.
2661 50$ Blhete.
2125 50$ 1 meio.
5178 50$ 2 ditos.
27! 20$ 1 dito.
1027 20.S Bilhete.
5455 20$ 2 meios.
r,u.- 20$ 1 dito.
2825 20$ 2 ditos.
1I1S 20$ 1 dito.
."120 20$ 1 dito.
Sii 20$ Bilhete.
885 20$ Dito.
sao pagos OS premios cima notados,
assim como de male itier oul ro garanti-
dor na ra do Collegio n. 21, primei-
"0 andar, das !) I101 as da man lua as 2
da larde.
P. J. 1 jyme.
Loie
r
PEORAS! W-A
UJII19I
DO
Hiospitai Pedro
segundo.
Aos 4:000,9 e 2:000,^.
0 al aixo assignado tem exposlo venia
os seus felizrs Lilli-Mcs inteiros e meios da
quarta parte da terceira lotera do Hospital,
os quaes sao garantidos dos Oito por cento
da lei, sendo a garanta inmediatamente
paga em qualquer das lojas abaixo mencin-
aadas: ama da Cadeia do Recife n. *5,
esquina da Madre do Dos, e na praga da in-
dependencia ns. e 37 a 39
o mesmo venieu os seguintes premios da
lotera do Uymnasio, extralnda em 9 do
crreme.
Xas
i bilhete Xumcro 2013 1009
1 II1CI0 a 2~.t ion-
1 dito _>sr. loo.'
1 dilo 279 20^
1 dilo r 3120 209
1 lnlh"te j. 1857 20/
l0|ss cima mr ncionadas la ni bem se
A.lerrro ile l>ril!isnlrs,
dianaDln e nerolai, pul-
eir, allinelea, briuc
a rzalas, botOeaaaiiDaii
de dilli renln aoilos r
diversas ped ai d M
Ra do Cebaba' n. 7.
Becebem por
ot lio E PRATA.
_
Aderero eompletM d *
ouro, meloi dilo*, poliel-
5 r^., allinn|p-. t.riiirot e
... rn/eln, rnr.l,.es, Ir.-iii^el- .*
-,- lin-. medalhai, eorr> i

' c<3o !'> arsenal de mnnha.
l'rl.' inspeccSo da r rnhase
,lo- na confonaidad
llmenlo acompaahando o drcrH n.
13/* do .'. iie fi'v.-ni.ii axaaea
aecessarios no c ico, maehina, ralrhiai,
lap.arelh.- ne. amarm
gaeofeileipari rP;oC, e f" ''" nf* At"
, '"''t"""--";" mpanhia \ ^'liante, achi.u
Compram, venden, on idnfilMVannn bHd Fu fiuro- ~ >mi..|-s,, ludo i-s ,-m bom .-.l.d... M
Iroeamprula. ar. bri- |UW"vUUII nllrtJUII | Ap,lrelho? roroplelu de F Jr COnsegUIOlB de parecer unnime qn
lbantet,diaiDioica pero- .i.nnq ivi.'.r i>.ili-, iii-is, pratapjra rii.i, bandeja, r"lla easa embrcatelo conlinnar a arrir.
las, OOtrai qu.u.qiier -.- "l''* t^"" "" ll",> .-.salva, c;.*l.caes, oolheres ,. lUSpeCQSo lo arsMial d.- marinha nc l'er-
derlii, e mei- uambue i 11 de Janeiro .le IN38. O ia
obierios de tor, Eliziario Antonio loa santos.
COI.IO* p;'- ODr.Miteo Uagariao Cervantes re.-
mm u ra-sc para Monte-Vidoo, com sua rn.li, sua
1 irmaa, c urca criada.
-- l'n Ciaa-se da una ama d leit, foira,
que lenba bum leite, quem quizer irija-aa
a boa-Vista, ra lomos, a ;enultinu casa
do lado i'iriito, entran lo pr-la ra da Au-
rora, ou na Praca du i: >rpo .santo n 48, cas
de rtostrou, Kooker k\ C. ; n mesma c>a
frecisa-se de um cozmheiroou coiinheira,
livre e de boa coaducta ; pagt-sc bem.
g joiasdevalor dluli.iro | ||)oilernO ?08tO, f). *
, u por obras. r^ f- ios oulr.

tO (1
an$a
de Lisboa, as quaes vendem por
preco eommodo como eostuniai.
Lotera
DA
O governo e a
eolonisa^ao.
ompt &.

ovincia.
O abaixo assignado avisa ao publico <|ue
vendem bilhetes inteiros e meios, pelospre- deliojeem vante so obriga a parar a sor-
^,0'"''"'''"^' ^nJo da quantia te grande e a immediata DO da da ex-
da 100-^)00 para cima, dinheiro a vista. ,
Bilhetes 4>5on Recebe 4:000/ 'ra.^a? em ,eu ptono na ra do
'.ollegio n. 21 primeiro andar. Vendo
Meios 29250 2:0009
PorSalusliano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
--- O director do Collegio de Santo An-
dr, tendo contratado o arrendad ento de
um predio na ra da Gloria, aonde tem cer-
teza de oncoatrarainda melhores commodos
para o seu estabelecimento do que em o que
actualmente reside, foi para isto obrigadoa
comprar a mobilia rica e'lodos os movis
all existentes, e -orisso qua dispensando a
sua primeira mobilia, l-m enenrregado ao
geme B irja para fazer del la leilo. Afianca
que i! tu lo ae b m gosto. e tem apenas :
mezes de uso.
O Sr. Dr. Charles Gerdon, as dnas B-
Ihus e n-ioula susn llabert, retlram-se
para Inglaterra.
Quem precisar para algnm engenho,
de uni bom administrador, o qual he bem
conhecido nesta praca, o da fiador a sua
conducta : dirija-sc a Roa-Vista, ra Vclha
n. 78.
Mr. Carlos Colsoul, engenheiro me-
cnico Belga, engajado pelo governo geral
para construeSo di machinas a vajor para
a marinha, c direcQo dosestaleirosdecons-
trurQSo do arsenal de marinha de Peruam-
buco, en .'arrogado de dar licoes aos meno-
res do mesmo arsenal nos diirerenl.es ramos
que comorebende a mecnica, se olcrece
aos pais di familias, quequiz.'rem que seus
lilhos se dediquen) a esU arte, diriiain-se
ao referido arsenal, a tratar com o aniiun-
ciante, antes do dia i do'correnle, deven*
do os propoaenles terera lindes elementares
de ariihmetiea, algebra, geometra e trig-
noinctria rcclcnea.
O abaixo assignado declara, que dis-
solveu amigavelment a SOCiedade que tinha
com o Sr. Custodio Ferreira Moutinho, em
a loja de ourives na roa larga do Rosario u.
"26, que gyrava sob a lrma do francisco
Comes de Mallos Jnior & C, ficando car-
go do Sr. Moutinho o activo e passwo do
dilo estabelecimento, sem responsabjlida'ie
alguma do abaixo assignado, que continua
oa posse do mesmo estabelecimento Fran-
cisco Comes do Mallos Jnior.
Precisa-so de urna ama de leite : cm
Fura de Portas, ra do Pilar n. 10o. paga-
se bem.
Pro.c.sa-se de dous trfbalhadorcs para
a padaria da cidado da Victoria : a tratar na
ra da Florentina, casa da esquina que volta
para a ra de.Santa Isabel.
0 Sr. que annunciou precisar de um
feitor na la da Cruz n. 1, ple procurar
na rus do Rangel n. 2l,qu.).$elha dir quem
quer ser. He muilo bom feitor.
Manoel Gabriel de Carvalho, do Bio
Grande do Xnrt-, manda fazer publico, que
ppareceu em seu sitio un escravo de nome
Pedro, que diz ser do Sr. Prxedes da Silva
GusmSo da ra bireita em Peruambuco, c
roga-se a quem se julgar com direito so
mesmo, de o mandur receber, pois nao se
responsabi.isa por fuga, molestia, ou qual-
quer acdente que Ihe sobrevenha.
Precisa-sede um rapaz para caixeiro
de taberna, destes chegados ha pouco, mas
que tenha i Iguana pratica: no pateo da Santa
i.ruz n. ,
-Precisa-se de urna ama para casa de
familia do .res pessoas ; na ra do Collegio,
loja n. 9.
emporcaode I oo.s para tima dinbeiro a
vista bilhetes e unios garantidos dos 8
por cento pelos seguintes precos:
Bilhetes 4s00 Meios 2$250
os bilhetes da lotera recolhida sao recc-
bidoseni troca de outros.
P. J. Laymc,
O abaixo assignado avisa a tolos os
seuhores recebedores de ren ias, tanto ge-
raes como provineiaes, qU9 fechou sua ta-
herna no ullimo de dezembro de 1857, e
como quer ficsr desonerado de imposlos o
'<" publii scientificando que nada deve a
pessoa alguma desta praga e nem fra della,
porque durante o tempo que teve taberna
sempre comprou a dinheiro ; mas se alguem
se julgar seu crodor, aprsente suas contas
para serem immoJiaiammiie pacas.
Manoel da Fonseca Cimbres.
O padre Manoel Adriano de Alhuquer-
qno Mell j, conlinu'a com o exereirio de sua
aula de priipeiras letlras, no iia II do cor- ; V
rente.
Compra -so urna casa terrea qua lenba
quinta.', nao sendo em beceus, cr Santo An-
Acaha de chegar do Rio de Janeiro alguns tomo e lioa-Vista.
templares do a ppendice Idas ideas de pro- Compra-s eflecivamente na ra da
oag.inda de L. P. Lcenla Verneck, pelo con- Flores n. 37, primeiro Andar, apolices da di-
dide Rozwaiowski, a respcito da colonisa- vida publicae provincial, aeces das compa-
q'o vende-se a 2:000 na praca da Indepen-j nhias, eda-se dinbeiro a juros em grandes e
pequeas quanlias sobre penhores
- Aluga-se o armazem da ra do Pas-
seio n. 9 : a tratar no mesmo.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, para o servico oe urna casa de pouca
familia ; na praga do Corpo Santo n. 17.
PEMES DE OlTCiHUC IW
KECIDO, DE FAUVhLL-DELEBAKB
DE PARS.
Quitro annos de experiencia tem assegn-
rado aos pentes de caoutehouc a voga que
boje r,em, nao so em Franca como no mun-
do in eiro ; s3o sem contradicho os mais
agradaveis de todos os pentes, mais bran los
que os de tartaruga, sao os nicos que n3o
fazem cahir o cabello, por causa da electri-
cidade que conleai.accrcscendo a estas van-
tgeos a de nao serem mais caros do que aa
de bfalo. A esta admiranvel invenrao de
exposicao universal de 1S55.

Precisa-se de orna ama ferraoues-
crava, proferndo-se esta, para o servico
interno e externo de urna casa de duas
pessoas: ama Diioita n. Ib, loja.
(Jatm quier se enrarresar de lavar oa maddcr
I iv.ir luop.i de barrelU ditiJH-sa a ra de S. Fran-
cisco, cnuio qusin vai para a ra Helia, sobrado nu-
mero 8.
Urna pessoa que lem buslanle pralica de fazer
eicripturar.no cominerci.il, Oereee-se por mdico
praft a" faser qualqoar e.crila ou Inlanrot : na ras
do i.' i.-nn.i :.i loja n. 22 >e dir quem lie.
Na ra Imperial n. 7 pre^isH-so alnaar urna
pesioa forra ou captiva para servido de casa e arma-
zem : pa^a-se bem.
Faz-se aliara ejanlar para C.ra com maito
nsieio e limpeta, sendo psrlo manda-sc levar da
Iravataa do Carioca armazem n. 9, e lanibem loma-
se conla de roupa para se lavar lano de liarrella
como de sabao e eni;omma-se.
Um moco porlaeuez qae sabe ler e escraver a
anda ssl arruma.lo e pretende sabir por cerlos mo-
livos. oltcrece-se para caixeiro de loj.i ou armazem
de fdzemlas : quem o pretender simuiirie por este
..Dianoi) para se tratar do cunherimeoto da sua con-
duela.
O abaixo assignado abri a sua escola
de instrucefio primaria : na ra Vclha n. 73.
Filippe da Costa Dourado.
Perdeu-se na noitc de* do corrente,
portla a estrada da Ponte de choa urna
argola pequea de ouro com (i ou 8 chaves
de gavetas, carteiras etc. : a pessoa que *-
char, e quizer leva a ra do Crespo n 2, es-
criptorio por cima da livraria, ser recom-
peusada.
Desappareceu do arraszem da ra da
Concordia, de Lobo & c dous bois, um
branco e outro vermelho lostado : quem
delles tiver noticia, diiija-se ao mesmo ar-
m.izira, quesera generosamente recon.pen-
sado.
SEGURO CONTRA 0 FOGO.
COMPANHIA
Prccisa-se de urna pessoa pobre que
qocira eslar em u-n sitio para tomar sentido,
d-so casa para inorar, com lano que seja
liel e tenha boa conducta : no largo de S.
Pedro n. i.
Companhia
SEGUROS MARTIMOS E TERRESTRES
DO
uMPIG D@ [!jM]1
Estabelecfda no lio
de .Janeiro
C4PITAL l(.000.000:000
A; nria, i na da Cruz n. 'i.').EscriplO-
rode vuva Amorim A I illio.
Nesta agencia aceilam-sc seguros tanto
martimos como terrestres aos precos mais
mdicos possiveis.
11 lil.ir.,i:\o- JijftlDlCA.
Chegou de Lisboa a Manoel do Nascimen-
t Pereira, ra de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em S voluntes Theoria do Direito
Penal pelo conselhciro Silva Ferro, bem
como o cdigo da Prussia, traduccao do
mesmo senhor ; aquella para ser entregue
aos Srs. subscriptores, pelo preco de 10-uoo,
o para os que nao silo pelo de 1*3, pagos no
acto da entrega ; e este, para se vender pe-
lo da l>200, na mesma conformldade.
A pessoa que em a noitc de Natal, na
igreja do Carmo, :rocursndo urna cacolct
que perder, acho'a um alnclo de ouro,
querendo reslitui-lo a sua dona, tenha a
honiade de dirigir-se a ra do Caldcireiro
n. 5 i, onde se Ihe dar os siguacs do allinc-
te, apresentando-se-lhe outros pega* de que
fazia parto ; 011 tenha a bondadede annuii-
ciar sua inorada paa ser procurada.
Precisa-se de urna pfssoa para o servi-
co interno de urna cssa eslrangcira que cozi-
nhe e engmete : na ra Sova n. 17, se dir
quem precisa. .
Consultorio
CENTRAL H08E3PA-
5
.5
:
Compraru-sc moedas de ouro de
20J a 20|500 e |ct;as vellias a 1 Ts.iOO : na
na ila Cadeia do Kecile 11. ."18, loja de
cambio.
.1. If. da Fonsjeca Jnior, ra do
Vigario 11. -~<, compra acodes da divida
publica provincial.
Compra-se cfl'cctivamentc bronze, lao
'.o e cobre velho : no deposito da I .indica-
da Aurora, na ra do llrum, logo na entra-
da n. -28, c na mesma fundiciio, em Santo
Amaro.

5C4IIS10 FAIA
THICO.
RA DE SANTO AMARO,
P (Mundo Novo n. (i)
gj O Dr. Sabino Olegario l.odgero Pinlio yjv
^ darniisullaslodusos dias alis, desde.-- '-'
W horis da manhaa as -.1 da larde. Os convi- &
^ les para vitilas deiera ser .ungidos per (
fl esciiplo. Os pobres sao me.ln-jjos cralui- ^
^^tamente.
: S
Seguro contra
fogo.
COMPANHIA NORTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDUES.
F/tw*ios dim in t: th s
AGENTES
C.J .Astley *Companhia.
:.r.'K:0-
-::-
; .-
1
NO CONSULTORIO
Homeopafliieo|
/ua (i)js i; ni /.es un- \%
mero 28.
cham-se sempre os maisacredi- 9
--- II i poucos dias fugio do engenho Cur-
(ahi o escravo Joaquim, crioulo, de cor fula,
parecer, lo cabra, dizque tem 18 a 19aiinos
de idads, tem os pos mal feitos, urna cica-
triz de chicote sobre o lombo e outra sobre
o peito, levou um quarto castanho gotdo.Toi
I escravo do Sr. Jernimo Carnero de Albu-
'T^'^'i''** >>""'" '' -*.-TiSS'r^'*" "^
-.- 'i;- .t.: ".... .... .^-..v.-,.;.....,. mente ahi permanecer d.s'fida larde a"s7da
^4 i'l**l ii* ti'lfll S ':' mBnbaa, alora dessas horas acha-se na
^MiHt l.ftv-' otluUt.' % mesma casa em que desde milito habita, na
O abaiso assignado, tendo resolfido
fixar a sua residencia em o seu sitio na Ca-!
Punga, a margen do Ro, pretende regular-1 &?& STSJt
O
13 S
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
C
tabeleceu em son sitio da Passagem .
da Magdalena, que Gca ao norte ; '
Ul l'Sll -IIq pnliv a ,\/r.l< n.,.^^il. -l'"
a esti.ida entre a ponte grande
e a pequea do Chora-Menino, e\- ^
cellentesacommodacoes parare- -,'
ceber todas as pessoas enfermas O
-* que se ipiizeioin utilisar de seus $[i
9 servicon mdicos, os quaes serao
'' [irostados com o maior esmero.
y
S O mesmo Dr., para o Jim supra- ;
!v? indicada e para e\ercer qualquer $
Q
:>
pateo -';:
ISstabelecida em Londres,
em marco ile 1824
CAPITAL
CINCO MII.IIO'I.S DE I.HUAS ES-
TERLINAS.
Saunders, lirolhers A C. tem a honra de
informar aos senhor es negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convirr, que
eslo plenamenre aulorisalos pela dita com-
panhia para elfectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pedra, obertos de tena, e
igualmente sobre os objectos que cuntive-
rem os meamos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Precisa-se de um feitor, preferin-
do-se dos recem-thegados : na ra ds
Cruj- n. .
No paleo de S. Pedro n. i se dir' quem ven-
de i estraves moras com habilidades.

|uaiquer
ouiro aoto ^ sua prosso den- A
- tro ou fra desta eidade podera' ::
^ ser procurado a qualquer hora do
& dia e da noitc, no referido silio, $;
C.3 a excepcao dos dias uteis, das !)
& horas d; manhaa a's i da tarde,
i& quesera.'encontrado no primeiro
@ andar do sobrado n. !), do
3 do Carino.
vO::::>.,vO-:jd;)D':':>^:o
O abai:;o assigaado participa ao res-
peitavcl publico e ii.axune aos Srs. pais .le
saus alumnos, quo pretende dar pruici.iio
ao ejercicio de seu magisterio no dia 1! do
correte, admittindo em sua aula alumnos
internos e externos par serem leeeionados
em primeiras Intlras, latim e francez : quem
de seu prestimo s: quizer utilisar, dirja-se
ao torceiro andar do sobra,lo da ra Nova
n. 58.--Jos Hara Machado de Figueiredo.
- ntferece-se maior ordenado do quanto
se ganhar em qualquer outra parte a um
bom caiseiro para oslar em companhia de
outro era urna taberna : quem pretender,
aniinncie para se tratar.
Na livraria da crac da Independencia
ns. 6 e8 precisa-se fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianna.
Prccisa-sa di urna ama do leite; na
ra do Hospicio n. 15.
No engenho Martapagipc, distanto do
Recife 8 leguas, e da estseo da estrada de
ferro, no Cab 2, oieri-a-se de ua mestre
de meninos com as habilacoes neces-arias
para ensinar primeiras leltras, g.-arar-at-a
portngueza e latina : quem estiver nestas
circumstancias e quizer exircer o magiste-
rio, aanuii.-
se a casa
l.eao, no Recite, aterro da Boa-Vista. Ilaven-
do no engenho urna carcWa, em iguaescir-
cumstancias, prefere-se a um sacerdote.
ra do Livramento. As pessoas desta cidade
e de sua clientella, q-jo precisarem de sua
presenta naquellas noras, serao prompta
mente servidas, mandando-lhe all aviso, e
quaudo na.i queiram ler csse iucommodo,
podem dirigir-s-3 ao Sr Dr. Pereira do Car-
mo, que se prestara a substitui-lo. Para os
casos urgentes acha-se munido em seu sitio
de urna ambulancia provi.la das substancias
que podem ser precisas nessas occasics.
Com quanto continu a dar-se ao excicicio
de lodos os ramos de sua arto, applica se
particularmente as ooeracoes cirurgicas,
IOC usive as dos parios, e trata especialmen-
te das affoc^es dos orgos respiratorios e
circulatorios, cuja pritica Ihe he geralmen
te reconhecida. Recife l.- de Janeiro de
1858.Dr. Joo Ferreira da Silva.
Preeisa-se de tomar a premio a 6 con-
tosdereis a nm por cento, dando-se porse-
guranca um predio de grande valor quem
quizer fazer setnelhaiilo negocio annuucie
qara ser procurado.
3 mmim frhcez. i
; Paula liaiguoa\ deulisla,ra.Nova n.il i ;_'
uy na mesmacasalera aiiua e pus denlrifica. ^p
Na fiindioao da Aurora precisa-se
de serventes forros ou escravos, para
servico debaixo decoberta.
JOflN GATIS,
eorretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERLIAES,
n. 20. ra do Torres,
PKIME1KO ANDAR,
?ra{a do Corpo Santo
Ocfronte da ordem tercei-
ra de S. Francisco
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
DO
DR.P..4.L0B0MOSCOSO
SAedico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Hoscoso, d consultas todos os
lias e pralica qualqueroperacao de cirorgia,
assim coao,accode com toda a prom^tdSo,
s pessoas que precisaren do seu prestimo
para o servico de partos, praticaudo as o-
perae/Ses manuaes ou instrumentaes, quan-
acie pa-a ser procurado, ou dirija- ,.:.r^ l[:l,)rlsP.rtc Paula Carneiro 1, homeopathia, que lautas vezes tem ven-
cido dilliculdades, que pareciam insu
raveis.
Manoel Jos Leite tem constituido por
seu bastante procurador, ara promover a
cobran;* de SQQS develles, moradores nes-
quem o apprehender conduza-o ?o dito en-
^cuho, ou nesta praca na ra da Gola u. 61,
segando andar, que ser generosamente re-
compensado, e protesta-se contra quem o a-
couter.
Precisa-se de urna ou duas acasea-
deiras, que morem porto da ra Nova, para
acesear : na luja n. 18 la mesma roa.
Fugio no da 11 do dezembro urna
negra df 40 annos de idade. por nome Rita,
naQo Cumbinda, com os aignaes seguintes :
a man direila alejada dobrada pelo meio,
um calombo de carne dentro da orelha, de
estatura pequea e secca : roga-se aosse-
nhores capiUes de campo, ea polica que
a procuren) pelos matos, c quem acha-ia,
dirija-se ao patej do Carmo n. 6, quo sera
b.:m pago.
LOTERA Di PROVINCIA-
l'oram vendidos no aterro da Boa-Vista,
loja n. 56, dos abaixo assignados, os se-
guintes premios da lotera do i.vmnasi.i :
1 rncio n. 3051.....*;000-500U
1 dito n. 1122..... 3001000
1 dito n. 2123. 50*000
1 dito n. 8823. ... 21)^000
Silva CuimarSes & C.
/ttenc&o.
#
Na ra da I'enha, hotel brasileiro n. 2 A,
fornece-s comidas para fora com""aceio e
promptido ; as pessoas que n3o tem qu<>m
Ihe faca <.s suas comidas podem-se dirig-
an mencionado hotel, que ludo ser mais
barato do que em oulra qualquer parle,
convidare a rapazeada que chegaem aos
bons petiscos, e bebidas de todas as quali-
dades, e bnlinhos.
Uenyao.
Manoel Maria Itodrigues do Nasciniento,
escriv3o interinmlo juizo especial do coe-
mercio tem cstahelecilo (por ora" o respec-
tivo rartorio na casa da sua esiiencia, ra
da Santa Cruz n. 30.
Peic-se ao Sr. sublclegalo dos A fu-
gados, que a bem da ordem e socego pu-
blico, conce la a demisso que pe lio o ins-
pector do quarterao do Barro, visto que
elle se acha conspirado contra S. S. por ter
posto em lib'-rda le Mana Paja, sem que
he oedisse para isso Dcenca ; e a prova dis-
so foi elle tornar a prender scg'.nda vez a
mulhcr.
Arenda-sr" um itio na estrada dol'.o-
sarinho,com soffrivel cssa pira morada, e
plantado de mullas aivores fructferas,
como sejam : larang.-iras d> umbigo e se-
lectas, coqueiros, mengueiras, jaqueiras,
inO.
NA FUND1CAO EFFT.KO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W. BOW.MAN. k
ItL'A DOBRUM.PASSANOO^HA-
FABIZ,
ha sempre um grande sortimrnto dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pira ensenhos, a sal.er : mnendas e meias
moendas da mais moderna conslruccao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidadeje Le ;todos os lamaubos ; rodas
dentadas para agua on animi.es, de todas a
pronorces ; crivos e bocea de fornalha e
registros de boeiro, aguilhoes, bromes, pa-
rafusos e cavilhOes, moinhosde mandioca,
etc. ele.
NA MESMA FLNDICA'O,
se executam todas asrftommendas rosa a
superiondade ja conhecida com a tevida
presteza c com odidade em prero.
Livros.
Na ra da Cadeia do Recife n. esquina
ds Madre de Dos, acham-se a venda as se-
guimos obras cujos pregos Ble os mais
comr.i veis : Revista l'nversal l.is-
b. nene 12f00t), Revista Popular, 6 voluntes.
Mosaico, 2 volumes, Portugal Pitoresco, 1
volumes. Historia de Portugal por Alexandre
llcrcul.ino, 4 volunte-, diccionario portu-
guez de Constancio. Tartas da ludia e r.huii,
iicmanceiro Portugus, a AdminislracSodo
Marques de Pamba!: jun amante Mi v.. lem .
Igans quadros com estampas.
AVlU,
Na ra da Cruz n. 51, primeiro na-, sa-
la de barbeiro, vendem-se bichas de HaJ#akv'
burgo, lano aos ceios romo a r.-lalho, a
aluga-so miis barato do que em nutra parte;
i Ivertin lo-se que sio as mais modernas do
mercad >.
Vende-se un completo sertimento de
lalas c.im bolachinhas doces e Sguil-, de
superior qualidade : em casa de SoulhsM
Mellon &.C., ua iua do I raucii n. .18.
Vende-se um escravo de bonita ligara,
."oni 19 annos de dade : i.a ra da Cadeia
lo Recife n SI.
Vem iin-se caixas de r*ia hysson de
superior qualidade e proco eommodo. em
lotes a vontade d.i eorriDradur ; no .-enplo-
rio de Matheus Ausun A C roa do trapiche
. lados e bem preparados medicamen- -
'-f tos de homeopathia, tanto em tinta- J
"v ras como em glbulos em eiixi-
''} maia ricas possiveis e em tubis aval- Q
ig sos U Dr. Casanova da consultas j
^ todos os dias e po le ser proqurado a ..-,
5? qualquer hora para visitar deTTTT's e ^
I i raticar qnalqucr opoiaijao de cirur- -j
^3 gia especialmente do rartos.
Ven le-se urna bonita escrava crioula.
le 1" a 19 anuos de Jado, a qual sabe cozi-
Sal do Ass*
Aorilo do patacho An-
ua, ou comTasso Irmftoa.
Vende-seumaa envemisodk
de vidrara: no aterro la Boi-Vista n B,
Na travessa d i II id n. n,
vendem-se ameixai inuto tupi
cora l..ii-lo,
papel pautad. ,. di-
oiticors/oili da praiaf>wmbeifa". man-\to,d >. dito d dilo
e_ gabeiras, cajueiros, dendeeros, amteir.is, ;"": "nll "crdadfiro primeira .-
iris, e cafeeiros, alemde outros mais, segiinoa sorbe, aa amen
alendo urna excellente baixa pa ite eo -an !
-- Precisn-ao muito saber seesiste nrsta rom ,-iljum ja plantado, ou mesmo para......' ., ,i ,: ,
cidade ou lora della Jos Concalves Uarlins. planUcfo d hortalicas. Quem o ,
nbar o Diario de urna casa, lava e engon.ma
soflrivalmente. D-ta tola a preferencia a
venda para o mato ou para fra da provin-
cia, e ao comprador se dir o motivo da
venda : na ra do S. l-'raucisco .Mundo Novo ,
casa terrea n t.
Vende-se um escravo peca, de idade
18 annos, pouco mais un menos, t uilo tro-
prio para pagem, ou outro qualquer serviee,
sen vicios nem achiques, e de muilo bi.a
conducta ; quem o pretender. diri|a-se a
ra da Penha n 6, primeiro andar.
Vende-se um bote de 2 palmos, muilo
bem construido : na ra da Cideia do Reci-
te i.. >. primeiro andar.
Pechincha
< heguem, senhores fabricantes de velas e
-abio, excellente sebo cua lo, #vindo do Rio
CratHe do Sul; na travessa do rs nal !;
uena, armazem n. I.
itobc y(|Ulls
Novos padres de vestidos de to- "
*jf das as qualidades de sedas prela, de 9
res e de cimbris io organdis. Q|
^3 Estes vestidos sao da id tima moda S
-ij le l'aris, venle-sc na na do (Jue- 3
^ inado n. 10, na loja de I iitc, Ailhur '
S Companhia. -;'.
:>:.c::.:.;.-..,:.":: ::-;.:;:::' ;- ;:::
Vendem se dous bois mansos, e gor-
do : na ra do Rosario da lto-Vi-t i ti
Na ra do lirum n. 22, armazem de
.uiz Jos de Si Araujo, anda eiiltf JO va-
sos proprios para jardim, os quaes s-vin-
dem muilo cm cinta para liquidacSo le
contas, e urna balanza com seus pertcn
propria para palsua, ou armazem de a<-
snear.
Altentao.
VenJei:-se p-nnas de rola, propnas para
Iravesseiro, gomma a mei or que ha no
mrcalo, con,os de cabra, e bezerro. velas
de carnauba ora algum sol o : na loja da
ferragem, ra do Qucimadu u. 14.
Na ra eslrcila do Ko-anon. 2,'i, pri
meiroandar, vende-se urna escrava cnnula.
mor;a, .pie engomma. cose e taz labyrintho.
e cozinha imiito bem, e um rabrinha, de P
annos.
natural de Portugal, lilho de Manoel Jos dirija-so SO armazem da ra da Cruz n. 46,
Martins, do lugar d i Quintas de Cima, Con- a tratar com Mam el los Co'reia, notan io-
ta eidaue, ao Sr Joflo Augusto Banleira de c-lhu de i ibei adePerina, distrcto da villa i se porem, que seta < IV liado o aneu'a-
Mello, a quem passou, para este lira, a com- Pouca Jo Aauiar, o qual veo de Lisboa para : mentn com q nservar
letento procuracHo ; roga, pois, o aniiiin- esta em 18:i ou 1830 : muito agradecido se sempre o dito sllio em bom estslo augmen-
nualidadcse rvaf
, ra-i) ella, all
cante a ditos seus dcveJoros, que hajainde
cnleuder-se com o mesmo ^r. lian cira na
ra do Queimadu u. 1", loja.
hcar a quem do mesmoder noticia de vivo lando as ia planlacao i? nunca deslruindo-a,
ou morto, na na da Cruz n. 1, escriptorio por cujo motivo naosa duvida mudilica o
de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo. preco.
\ inag e era pip
i In ain i. cli i da
azeilonase I iriiilia
luir, .i i .
ii ra pipas .- h a pM-l.-i
I
.
1.1 ,ii. mais i-m
. conta do que em qualijflc oulra parir.
fe il I


diario r>r. pntxAMM'f.o terca tora 12 de jaxeiro de is:>ft.
loliiiiilias
para o anno Ue 1838.
\cham-sca' venda as bem condecidas
folliinlias mpressas nesta typographia,
para o annotjue vem, das seguintes iua-
liciades:
Folhinha de varicdade, rontendo, alem
dos mezes, militas noticias scienticas,
modo de plantar e colliera nova canna
de auucar, noticia sobre o milho e al-
godao, e urna serie de conhetimentor,
das artes, etc., etc., cada urna. 20
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a continuarlo da bihliotheca
do christito brasileiro, contendo os se-
guales ollicios : do Menino Jesus, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, Pai\3o, Nossa Senhora do Carmo,
San-Jos, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Cora rao de Je-
sus ; assim como outras oracoes, etc.,
etc........., 320
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo'Rvm. conego penitenciario da S
cjeOlinda, segundo a rubrica, a qual
i'oi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 400
Dita de porta, na forma usada at ago-
ra...........160
Vendem-se nicamente na livrarians.
') e 8 da praca da Independencia.
liOJa da ra do Crespo
i. 10.
Recebeu de Franca o saguinte : pentes de
Urtaruga a Isabel e a Imperatriz, chapeos
desabjdos enfeitados, de palha e de seda,
enfeites de llores e de fitas, ramos de llores
a- elluda.ios. tiras e ntremelos decamhraia
bordada, palitos de panno fino, casemira,
alpaca, e de brins, cortes de gorgurao, cal-
cas de cesemra. visitas de blond e de gros-
dcnaples prelo e de cures para senhora, po-
peln clon Ja pura vestidos, idem de listras
do ultimo gosto, ricos cortes de seda de
cores, e de tarlatana braocos, bordados a
velludo e a seda, e outras muitas fazendas,
as quaes se vendem por procos mu i lo eneno-
tii; assim como cortes de collete imitando
a pellucia a 29 o corte.
I Va lja das seis
portas em frente do Li-
v rameril o
Ctmbraias mussulinas de cores, fazenla
nova no mercado a 500 rs. a vara, mangui-
tos, gollinhas ecamistnhas bardadas; da-se
amostra cora penbor. A loja esta aberta at
as 9 horas anoite,
l\a loja das seis
portas em frente do Li
vramento
Palitos de alpaca preta e de cores a 530OO,
titos pretos a 4?, ditos de sarja de seda a
lia1, ditos de bnm a 35000.
He- bar&to
admira
que
Na loja de portas na ra do Queimade
n. 37, passando o boceo da Cjngregagao,tem
chegado a esle estabelecimcnto um excel-
lente sortimento de vestidos de seda com
babados, para divervos precos, e muias
mais fazendas, que nao ha possivel aqu
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais modernos pa Jres a \g 00 a vara, sedas
de quadros largos a 13200 o ovado, ditas
miudinhas a lj-300, ditas inulto linas de
gosto iuteiramente novo a 15800, laazinha
miudinhas a 320, ditas com listras de seda
a 750, cortes de casemira a'5, ditos entes-
tada, covados 2?500. Mita inuilo lina a 4;,
dita de urna largura toiOO.giosdeoaples pie-
to a 2;, chamalole muito bom a 30500, dito
largo com listias assetinadas a *s4C0, chaly
lavrado jioii, um completo sortimenlode
chapelinas para senhora, follinnas, man-
guitos, camisas, meias de seda brancas, lu-
vas de seda dos me'.ho.es gostos que ha, se-
das brancas, cassas para cjrtinaiios, brins
de linbo muito finos, lengosde linho bran-
cos, de diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, quetenham rontade de com-
prar nao sabir sem fazenda, porque n5o se
engelta diuheo chegando ao custo da fa-
zenda.
Na rua do Quein.ado n. 37, loja de 4
portas, hacortesdecolletesde velludo ir ui-
to bons por II3OOO, velbulira sortida a 750
reisocovado. chitas ranccias muito linasa
280reis, riscados escocezes a280rs., mus-
salinas a 320 rs., ditas amarizadas muito li-
nasa340rs., chapeos de sjI deseda, para
diversos precos.
Vendem-se travejamcnlos de louro de
varios tamaitos : na praii de Santa Rita
restilarSo.
Vende-sc superior agurdente de
Franca, tanto em barritcomo eui caixas,
licores e absynlhe, chegado recentemen-
le, pelo ultimo navio : em casa deJ. Kel-
ler i C. ra da Cruz n. 55.
SA.PAT0S 00 ARACA.TT,
dos mclbores que lem vindo a este aerea-
do, para homons e meninos, de palla e de
yrelhas em casa deCaminha<\ Filbos, rua
oa Cadeia doRecife n. 60, ;.ri:.jCiro|>ndar.
- Vendem-se bandos ou alraofadas dp
dina para augmentar os ponteados daa
nhoras : na ra da Cadeia to Recito"- i<

*
s
RDfl DO OEIMADO

SE'JA.i
:ggH

Grande e novo
sortimento de fazendas de
todas as qualidades,vin-
dspelos nltimos navio
da Europa,
Novidadede Paria, fazenla il sed com ra-
roanem e Inlra maliaala para vestidos de
anhora,muito proprio para aeslarao, co-
vado
Belleza de Bengala, Calenda torta de seda
transparent com listras matizadas ,
propria para baile, covrdo.....
Cambraia e seda de Bengala com listras ma-
tizadas, covado .........
(iarega de seda com quadros e listras asseli-
Dadas, covado.........
(jroidenaplas preto e de r.oies, muito su-
perior, covado .........
Dilo dito de dito muito largo, proprio para
forros de obras cuvad........
s>odas de quadrinbos, covado.....
Kolhot de seda atseliuado......
Mussulina branca e de cores, covado. .
Cassas francezas de core lixas, covado. .
Cintas franrezaa, o covado......
Velbutina de cores, covado......
Mantas de bloud prelas e brancas, proprias
para cabimentos, eovada.....
Panno fino preto c decores, pala lodos os
prego ............
Cb.pco de paliiulia, (oirados, prop""* pa-
ra a fslarau..........
Chalis de serta de corea, nfMMrM .
Ditos de merino bofoW' a velludo .
Dilos de rtilo d. ''>' eda......
Unos ile .ni.' bordados em 2 pona. .
Ditos il'Uto com lislra de seda ....
ir- ile dito lisos conj'fraiijas de seda .
Olios de dilo com franjas de Ua ....
Di los de lila adamascados, prelos e decores.
(rayalas de teda com puntas compridas i
I32IH)
IJ600
13100
llOOO
29000
1^600
950
950
:t2ii
9m
800
39300
3
173IKK)
Hriiiin
I29OOO
73OUD
6;0tK)
53000
relogios de pa-
tente
inglezcsdeouro, desabnele e devidro:
vendem-se.1 precorazoave!, em casado
Augusto Cesar de Abren, na ra da Ca-
deia do Reoife, armazem n. 36.
CM FEOEHO TOQUE DE
ATARA.
Pegas de algodSode sacco. ditas dealgo-
4So trancado proprio para toalhase roupas
deescravos; vende-se na ra do Crespo,
loja da esquina qucvolta para a ra da Ca-
dena.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e 4assento-., para I ou2cavailos. com co-
berta.e com os competentesarreios; etam-
bem um cabrioletinglez com os arreios:
na ra do "rapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista em casa do Sr. Poirier
Vende sena ra da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novacs & C-, barril
de Ierro ou cubos hvdraulicos, para de-
psitos Je le/.es, a prerocommodo.
-- Vende-semui'onm conta um piano em
meio uso, do celebre autor Broadwood, he
'le mogno e quadrado, e custou quando no-
vo mais de i .0i>ur : na ra do Trapiche No-
vo n. 10.
Relogios.
Os mclhores relogios do ouro, ralentcir
glez, vendem-se por precos razoaveis, nd
esenptoriodo agente (ilivira.rua da Ca-
deia do P.ecife n. 62.primeiro andar.
Poesas de Faustino Xavier de Novaes ;
vendem-se no escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
;ellins e r-Iegios.
--5 SEl.l.INS e REI.OCIOS de palenle
inslpz : a venda no armazem de
Roalron Itonker d Companhia, *s-
-Ar/ quin:i lo largo do Corpo Santo no-
?\ mero 48.
Venden-se saceos com farinha de man-
dioca, de alqueire, por preco commodo, e
gnimna do racaly, tanto em porcSo como a
rctlho : no armazem da ra ,estreita do
Itosario n. 29.
UE.MEIO IMCOMPABAVEL.
m m
-
':-
Atten
ca
primiro andar, casa de Ma:ioel Atonto dn nj"""c'8, ..,
Silva Antones. 1' de dlU cora d,,as a
Vende-se urna escuv de nagSo, ida-
da de U annos, pouco mais ou menos, boa
lavadeira, cozintieir e q litaudetra : em
l'ora do Portas, padaria n. 122.
Precisa-se pe urna ou duas acaseadei-
rasque morem por perto da ra Nova para
acasearem : na luja n, leda mesma ra.
POTABA DA RUSSIA E CAL
principe de Cal-
les .............
linas de ditas .i'americana......1l00
Cortes de cohete de velludo de nnvos
padrois s.......lOcOOO
Dii.is rte seiiin br.iuco bordados, proprios
para casamenli.......... ^
Ditos de gorgurilo de seda de uovos pa-
driles............3rO0O
Dilos decal^a de casemira ile todas as qua-
lirtartes............ 5
Chapeos de ?olrteseda superiores ... 7
Chapeos de massa francezes.....7^jU0
Lencos de cambraia bordados, linos, para
mo.............1;tl00
Luvs de seda de todas as qoalidades, para
homem, senboras e meninas..... ;-
Cortes de vestido de seda de crese brancos
Pek m o mais superior e moderno que
ha no mercade.......... S
Palitos ite arseiiliua de cores escuras
Hilo alpaca de de cores lina. .
>;lo. de dita preta......
Hitos de fus'.o assilinado ....
Ditos de ganga de edrea ....
Ditos de brim de qiiadiinho. .
l):io de bnm paido fino. .
Dltoa de brelanba de linbo branros.
Condolasde alpaca prela e decores.
Era frente do becco da Connreca^HO, panando
loja do ferrageni, a segunda de i'azeudas u. 40.
At ten en o.
1 arinha de mandioca, milho e fej" o
mais batato do que em outra qualquer par-
te ; na ra do Queimado, loja de lerragens
n. H.
Vende-se traveiarocnlode mncaratuluba e
sar.ucaia, de 15 a ."> palmos do compricaej-
to e 8, 9 e 10 pollegadas om quadro, por
proco commodo ; quem precisar u ver a ma-
dfira, nao deixara de comprar, por s.-r a
melhor que a este mercado tem viudo:
auem pretender, dirija-se ao caes do lla-
mos, def'onte do armazem do sobrado do
Sr. Jos lvgino de Miranda, que ve a a m-
deira, c no mesmo armazem achara com
quttn tratar.
I echaduras para casa di purgar.
Vendem-se fechadaras proprias para casas
de purear, por preco commodo : na leja de
ferraicena de Vidal $ Bastos, ra da Cadeia
do Recite n. 56 A.
'._ Cabos trridos da Russia, Ca- r._;
io c Manilha. J
Lonas da Hussia, brins e btin- ,\':
zOes. $,;;-
Cobree metal para forro com fi
presos. (;.
Oleo delinhaca e Velas steari- ';
nas. fg
Estanho em barrabas, Bar- /_
lillia. ;'.
Vinhos linos de Mosellc e Joan- ^
-;/ nisberg espumoso, e de Bordeux ;';.
-;^j em qi artolas. gg
C. J. ASILE VA. C. '
iOOOQQOCQQ
O
---
O
itia
^
Vcudem-se saceos de milho chegados ulti-
ioamente dos Estados Unidos, de muito su-
|M?rior qualidacle, malhor ao que vem de
I'ernan !o a 6/cada sacco Adverie-se que
tafoem vieram alguns saceos de urna qua-
idade especial pira sement, que se vende
a 83 : no armazem de Tasso Irmios ao p da
ponto nova.
AOS GSICLTORES
Venie-se milho de urna qualidadcsupe-
'ior, e mais productivo do que o que temos
neste paiz ; e por isso proprio para semen-
o: no armazem de Tasso luimos, ao p da
ionte nova do Kecife.
AVISO IMPRTAME
Pilulas depurativas do
Di*. Alian.
Os filsilicadorcs nao descansant e procu-
rara tolos os meins para imitar essas pi-
lulas. Alem de terem encommendado os
vidros, ltimamente quizoram mandar fa-
/ern papel das direegoes. Tendo emeon-
sequencia julgado conveniente mular a cor
des vilros, os quaes serao de boje em dian-
te verdeados, cor mais ascura que os ul
limos. As lampas s3o sin.ne douradas
Tenho tambetn feito fabricar um papel
do proiosno para as direcces com o se
guiile eseripto em lettras opacas: nl'ilulas
depurativas do l)r. Alian. O. Palmer, pro-
pnetario, sobre um fuado cor de rosa co-
berto de desenhos transparentes.
As duzias sao em caixas de papelSo em-
brulhadas n'um papel tambem Teito de pro-
posito, d'outra cor, mas com as mesmas let-
tras e dese.nnos ; e mais um letreiro nscado,
levando no oval do centro, minha assigna-
tara em lettras brancas sobre um futido cor
de rosa.
Previne-sa o publico como garanta con-
tra os falsificadores; que tolas as pessoas
5500
4KI00
53OO0
-'ilKI
30UU
yioo
I95U0
ruot
No deposito da ra da Cadeia do Recite,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da Russia dita di fabrica do Kio de Janeiro,
e cal de Lisboa em pedra, .udo chegado ha
poucos dias, e a venler-se jor menos prego
do que em outra qualquer parte,
'^o canto que cs-
t / torrando.
Para acabar por e.'te anno.
Va rua cite n. 54, ha um grande se rtimcnlo de fa-
zendas por precos os mais coiimodos p.ssi-
veis, que na realidade faz admirar ao com-
pra or. a vistf da qualiiauoe do bom gosto;
o antiunciante pele que vcriliquem-se da
verdade : sahi 'as de baile de bunilas cores
a 255, c^saveques decamlraia roteedo da
bien, oroprios para as senhoras de bom Ros-
to, pido diminuto prego de 10/, ditos de ca-
semira a 12?. chales de tnuquim de militas
qualidades, chita franceza de bonitos pa-
droes a 280 rs. o covado, Tiussulina de bo- n.^r rTT (Ji ft n irit a-
nitos padrees a 320, 340 e ;1S0 o covado. di- LAMMAIA' I M AU 11L ,
t* branca a 300 e 320 o ce vado, cales de ."""'-*"** "*-*" *'
merino bordados de velludo, cousa muitoi Hila *\o Care^-SlO fl. 23.
toa a t4o, dilos bordaiosce relroz a 10;.j0i *
rw., ditos -'e merino lisos a 4800, rometrasj Ven1em-se casaveques das qualiiades aci-
de fil de linbo a 2-.",no e S95V0, ditas linas ; "''< mencionadas, todos enfeitados e de mn-
s*4/, di tes decamhraia para senhora e me- dellos os mais modernos que prrsentemente
ninas a 23 e 2o500, cortes de vestidos de i existe nestem metcado, tanto para senhor*
seda com 3 babados a 80?, :ousa minio lina, como para menina e trenino, vestidinhos de
groslenaples de cores bonites a 1/920 o co- cambraia bordados para menino se baptisa r,
At tenca o.
Qiieijos do serllTo ns mais frescaes possi-
veis : na rua do Qucixado n. 14.
Venie-se no escriptorio de Antonio
Luit de Uliveiraazevedo, na rua da (iruz n.
I, vinho do Porto em caixas de urna e duas
duzas, algodOes da Baha, camas de ferro,
charutos da Baha superiores, a verdaUeira
agua dos amantes.
Casaveques de
Lm casa de Henry Brunn & C.
da Cruz n. 10 vende-sc :
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ca deiras c!e vime.
lu grande sortimento de tocadores.
Retratos aoleo para sala de jantar.
'spelhocsm moldura.
Pianos do melhores fabricados em llam-
burgo.
o Freguica
QUE ESTA QDESHAHDO
boata fazendas por puco
dinheiro.
O Preguica da
rna do Oueimado conlinu'a a fornecer ao
publico, em seu cst-1 '^lecimento na esqui-
na do becco do Peixe rilo n. 2, o mais bel-
loe vacalo sortimento de fazendas, todas
de excellt-nle qulidade.e pregos muito m-
dicos. N3o s quema as fazendas ja p'>r
vrzes aununcuiias, a saber :
lin linas para vestidos de senhora
covido.............
Targ linas idein idem,corte com 12
covado i..............
Organdys idpm iJero, covado \
Cambraias esta'pajas, vara
Ditas dtt's mais linas, vara.....
Chitas fraurezas, largas, escurase
claias, covado...........
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
cova no...........
vado, cortes de seda de boa qualidado a 253,
sedas ae quadros padtes bonitos a 1980O o
COvadp,Ollas de muito boa qualidade, que
gostos riqussimos, lanto curtos como eom-
pridns, gollinhas bordadas do todas as qua-
lidades, com lagitse puntas largas, mangui-
faz admirar, pelo diminu') prego de 2;500 o l"S bordados com lago de fita e sem lago,
covado, corles de casemiras de cores a 4S200,! cimisinhas pra dentro com golla e peito
4r500, ;>/, 59SOO, 65 e 75>, ditas muito finas a bordados, f
10; lencos de cambraia a duzia a lo, 1C300,
15500 2o e 2800, gravatat de cassa a duzia
IOjO, ditas de mola a 15 e toiOO cada urna,
alpaca pela lina a 600, 701), 800, 900 e 15 o
covado, panno fino preto a 28500, dito mais
fiuo a 33. 35500, 4/ c 53 o (ovado, dito muito
lino a 73i zenda muito boa a 75 e 7f.i00, dito muito fi-i {"
no a 128, pegas de cuita ?scura com toque '''-.
de mofo a 58500, mussulina de urna cor a '
iuO rs. o covado, manguitos co'a collarinho
para senhora e meuinas, bordados a 8f e tts
cada um, chapeos de sel para senhora a
I08OO e 39, ditos de seda a 2/500, cortes de
cassa chita a 25, chales fretos de. merino a
28800 e 4/, casemira preta a 13,1/200,19500
entre-roeios e babados, ludo bor-
dado e muito lino, riqussimos chapeos para
enhora e enfeites para cabega, ludo islo silo
azendasde gosto e qualiiade, o melhor que
se pue desejar.
3 ^arinha de
mandioca
i -
O
-
0
Vende-se superior larinha de San- .; ;
t <..1' Mu na agranel, a bordo do bri-
gue Valle : a tratar no largo do Cor- *;
po Santo escriptorio n. 6, ou com o '-'
CapitSo a bordo.
isa
28t? 23200, e muito lina i. 2o800 o covado,
que vendem as verdade.ras pillas devem cortes de vestidos renos pra senbora, de %%&- -..-.
ser munidas de um certifica do, assignado cambraia 9 3.0200, m.d.polOes, a pega 2-800, "
3i 3oJ0O, 3/500, 45, ioSOO e 53, e muito fin !
a lit, chitas de cores escuras, a pega 5.;00i>,
5500, 6,J e 73, e a covado a 160, 180 e 200
rs., cambraia de salpicos, a pega 33600, Ifias
de duas larguras para ventilo de senhora a
15600 o covado, mantas ce velludo para selr
la de cavallo a 73, ditas do algodao a 39200-
ditas de laa a 48500, cha peos do Chiii p0i
diminuto prego, e muitis mais fazendas!
que s a vista do compndor iiiencioua-s'e.
Na mesma loja da-se fazendas com penbo-
ros, e leva-se em casa de .'amibas.
por mi 111, o qual deve ser pendurado n'um
lugar vtsivel a todas
Kio de Janeiro, i.' de Janeiro de 1S58.
O. Palmer.
As mesmas pilulas vendem-se no Hccife,
no escriptorio de Vicente Ferreira da Costa,
nicamente), a 10/ a duzia de vidro, e a 13
cada um.
Na rua do Crespo, loja de Campos &
Lima, ba para vender o mais superior rape
de urna das melhoes f apreciadores da boa pilada deven) animar a
prompla venda para continuar haver sem-
pre deposilo, visto o que niandam de Lisboa
ser de pessima qualidade.
Atiendan.
Vende-so um escravo bom cozinheiro, de
idade de 18 a 20 annos ; na rua do l.ivra-
niento n. 39.
Vende-sc por commodo prego ums
negra j idosi ; quem a pretender, dirija-
se aos Coclhos, rua dos Prazercs n. 19.
Deposito
E
Cera de carnauba e velas.
Sebo reunido e em rama.
Fio de algodao da Baha.
Sola e mdies de cabra.
Commn do Aracoly.
Itarris com lireu.
-..-
l\Ta loj
das seis portas
i frente do Livranientr?
Para rcabar com uin pequeo resto
Pegas de cambraias brancas adamscalas
a 19649, com 6 varas, ditas cooi 8 varas, e
salpico, fazenda muito lina a 29500, chales
eseii'os : '.- 1 a 500 rs., ditos brancos
de cassa 1 180, selas decores para forro a
240 rs. o covado, risos los franeeiea esea os
k 160 o covado, cunes de*colletas de case-
mira bordados 1600, luyas do sala preUs
rde eo-s a 500 rs. opjr, peitos para esmi- "^T.^
sa a 400 rs. ^ *\
- Vendem-s cadoirai para sala dejan-
lar, muito fortes, e me>ss para dito, por
pregos coratnodos ; na rus das Flores 11 n
de L. Pugi. '
Gomma do Aracalv.
Km porgOes e a retalhe: vende-se na rua
da Cadeia n. 57, escripte rio de Prente Vi-
anna.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em saceos grandes: na tanoariu
delronte do trapiche do Cnha.
Tasso Irma'os
Avisam os seus fregnezes, que em con-
sequencia de noves soitiejentos, que aca-
liam de receber de Itichrronl, lem reduzido
os pregos das farr.has a ven Ja em seus ar-
mazens aos seguintes :
Calega .-.
HhxuII ...'... a 259000.
Dunlop. .)
Macanee. .( Bimon
Colombia .f a 2*-C('-
Continnsm trr rariohas de Trieste das
marcas ; rioieira qualidade o
000
199000
260
480
6C0
260
250
300
20.100
220
120
No largo da Assembla confronte aporta
da inspecgSo n. 9,aonde se vende por menos
prego que em outra qualquer parte.
Agencia
io-r,
rua da Senzala ov
Nesteostabelecimeutecontinn'a 1 hnver
um completo sortimento de moendas e
meias moendas para engenho, machinas de
vapore Uixas de ferro batido e coado de
lodosos lmannos para dito.
VSM10S FINOS DO PORTO
Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado ..............
Bretanh!.derolocomlOvaras,peg
Itiscados nonstros, lindos padroes,
covaJo...............
Lengos de cassa com cercaduras de
cor, un..............
Mas alem deslas, ollerece mais aos sos
freguezes as seguintes fazendas ullimari en-
te copeadas: mussulina branca finissima a
320e 360 o covsdo, dita matiza 'a, lina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
laazmhas muito linas, escuras e claras, to-
das de desenos inteiramente novos 400
rs. o covauo, carmelina, laz n 1a anda nao
vista, trancada e com padrees de litazmha,
oelob-rao prego de 280 o covado, cr-.es d
riscado Irancez, bontlos radres e cores fi-
xas a 39900 cad um, cambraia lisa transpa-
rente, muito fina, com 8 varas cada pegii a
73500, di.a tapada tambem rr.uito lina, erm
10 varas -ida pega a 4-3800 e 63600, chales
Je laazinha muito finos a 2/200, ditos -1c
merino lisos e bordado, de mu lindas co-
res, casemiras enlejiadas. Desdadas, mui
uropras para palitos a2200 o covado, brim
trancado de po o linho e padroes novos a
13UO a vara, dilos pretos de muito bom
gosto. e ele proprios psra luto a 1.^600 a va-
ra, cortes de rollete de setim bordados a
3500. di .08 de casemiras rara caigas, (inis
ede bonitas cores a 53500 e 63OPO, gravatts
pretasdeseda a 19, dit s de mola a usoo,
alp*cas de rores cora listras de seda a 560 1
covado, chitas escuras e claras, padroes
miudinhos o graudos, de muitos e variado.
gostos, cores fixas eescellentes pannos a
160, 180, 900, 20 e 910 o covado, pegas de
madapollo con 20 varas 8 23900, 39000 4-
43500, 438OO, 5s e 300, e muito lino a'
63100, cobertores dealgodSo proprios para
escravos a 700 rs. ca li um, luvas de diver-
sas qoalidades "ara senhoras. gangs mes-
claaas de todas as cores a 540 c covado. He
todas estas fazendes, e de ontras muitas
aqui nao mencionadas, se daro amostras
sob pentores.
Com toque de avaria.
Vende-se algoio encornado proprio para
roupa di escravos, e tambem para sarcos,
com toqiie de avaria, por prego muito hara-
Pechineha !!
Vi nde-se, s "ara engenho, um lin lo eri-
oulo de 22 annos, o qual enten Je de rozinha,
bom boleciro, muito melhor na enchada,
afiangando-se que nao lem vicio nem acha-
ques : no aterro da Boa-Vista, loja do Ban-
deira n. 1".
Vende so um lindo mulatinho, muito
proprio p>ra criado : na rua do Seve, ulti-
ma casa, tordetrazda obra doCymnasio,
das 8 as 9 1|2 horas da maubaa, e das 3 da
ta'de em diante.
Superiores cor-
ras DE SED\ HUIOS CON
Babados.
Acabam do chegar de l'aris pelo ultimo
vapor, superiores cortes de se la pretos com
habidos, de muito gosto, eom 26 covados
cala corte, e mais baratos do que cm outra
qualquer psrte ni loja do sobrado amarel-
lo, nos quplro cantos da rua do Queimado
n. 29.
Lindas taimas
de seda.
Vendem-se lindas taimas de seda, rs mais
modernas que tetn viudo a esta praga, ditas
de merino a 203, sabidas de baile de muito
gosto a 255 e .'(05 cada urna; na loja do so-
brado amarello, nos quatro cantos da rua
do Queimado n. 29.
) verdadeiro algodao da
Baha.
Vende Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo,
no seu cseriptotio na rua da Ciuz 11. I.
Refinaria de assucar do
nioiiteiro.
Achsm-se estabelccidos depsitos nos lu-
gares seguintes : na rua da Caiieia do Recif.'
n. 30, na mesma refina'1a no Munleiro, no
aterro da Boa-vista n. 8, e no pateo do Ter-
co n. 30, aondo venie-se Essticar crystaltsa-
do de superio-qualidade, e refinado da tr-
ra da* qu'lidades inferiores, por liegos e
quanlidades a contento dus compradores.
Gomma de matararla.
Vende-se verdadera gomma di matarana
a 800 rs. a libia : na rua ftova, taberna
n.71.
Vende-se urna casa terrea com grandes
COmmodos; na travesea dos Bspostos 11. :
a tratar na rua eslreita do Cosario 11.13.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharcs de individuos de todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes dcste reme-
dio incomparavcl, e provar em cas., necesse-
rio, que, pelo usoquedelle lizeram, tem seu
corpo e membros inleiramente saos, depoii
de haver empregado intilmente outros tra-
tamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven
cer dessas curas maravilhosas pela leituri
dos peridicos que lh'as relatara lodos 1 -
dias ha muilos anuos ; e a maor parle del>
las sSo to sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraran! com este soberano remedio o uso
de seus hragos c pernas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviara suflrer a ampulagau! ellas ha mui-
tas, que ha vendo (Irisado esses asylos de pa-
deeiuienlo, para se nao submellercm a essa
operago dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efuso
de seu reconhecimento, declararan estes re
sullados benficos diaute do lord correge-
dor,eoutros magistrados, alim de mais au-
tenticarem sua aJrmativa.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude selivesse bstanle cooGanca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do alguin tempo o tralamento que necessi-
tasse a nalurez.a do mal, lujo resultado sena
provar ioconlestavelmente -. Que ludo cura.
O ungento he til, nwparticularmente
nos >ey ui'ules casos.
OS,
lm rasadertabeSchmettau ACompsnhta
rua da Cadeia n. 37, veudem-seeiogante
pianos do sfamadofabricante Traumsnn
a llanliuro.
Relo^rios
cobertos e dcscoberlos, pequenos e gra.
des, de ouro patente ingie?. para boire-,
esenhora, de um dos m- Ih.-res fabr.raMrv
de Liverpool, v.ndos trio t Itiiru naqn.tr
mglrz : em casa de Souiball Medr A (
rua po Torres n. 38.
Nova agua de malabar.
Vcndc-seci-taagua melhor que tm sn-
Pareeido para Ungir o cabello e suiSMl de
? : "" l'vra'i!l UOvcrsi,| n.a dn < nl|,
".20, da-se junto um impresso cratis eou-
nando a forma de applica-.
-- Na rua .Nova n. 18. loja de H. A. Gua'
, na <"" grande sortimento de obra (ei-
i .. """j de to*, "alida-
onr:,.n""S bem "das que se podem
encontrar neste genero, cerques emon-
anaspromptaspara as seobotM que moo-
amacavalio. um Rr,nle s.-r.ir. ento de dil-
igentes fazendas ,.,rt VPnd(,r.>e f
qualquer obra te encoD.mcnds ; o preg
sera um su para todos. ^
A 15200 res.
Na rua Nova n. i8. vendem-se corles
de cas-mira de algodao e bros escuro- Ta-
zenda muito forte, ptopna para o mano
cortes e.para calca.
AI po reas.
Gaimbraa.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores decabega.
das costas.
dos membros.
Enferinidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades do a us
Erupges escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdadc ou falta de
calor nas estremi-!
dades.
Fririras.
Gengivasescaldadas.
InchagOes.
Inflammago do ligado
da besiga.
Inammagao da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de rcptis.
Picadura de mosqui-
tos.
l'i'lmoes.
Queimadelas.V
Sarna.
SupuragOes ptridas.
Tinlia, em qualquei
parle que ceja.
*:r>** #.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arlieulages.
Veias torcidas 011 no
dadas nas pernas.
Vende-se esleunguento no estaheleeimen-
to geral de Londres 11. 244, uStiand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada boectinha,conten
urna instruegao em portuguez para explicat
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum.
pharmaceutico, na rua da Cruz n.22, ew
Pernarabuco,
ROB L&FFECTEUR'
O nico autorisado por decisodo conreino real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Laflecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais de
60 annos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fecgoes da pelle, imongens, as consoquen-
(ias das sai nas, ulceras e os accidentes dos
partos.ds idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convera aos catar
ihos, a besiga, as contraeges e a fraqueza
dos orgtos, procedida do abuso das injec-
(Oes 011 de sondas. Como anli-s> philiticos
0 arrobe cura em pouco lempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volveni incessantas
em consequencis do emprego da copahibe,
dalcnbeba ou das injecioes que representen
o viruasem neutralisa-io. O arrobe Laffec.:
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa-
Vende-se 11a bolica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de l>. Ce-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porgan de garrafas grandes e pequea
"indas directamente de Pars, de casa do dito
lloyvcau-l.slfecleur 12,rua iuchelieti Pars
Os formularios dSo-se gratis cm casa do a
gente Silva, na praga de D. Pedro n. 82 ,
Porto, Joaquim Araujo ; Babia. Lima & Ir-
mAos; Peruainbuco, Soum ; lo de Janeiro,
liocha & Kilhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa .Nova, Jlo Pereire de Magales Leile ,
lo 1.1 ande, Francisco dePauia Cotilo Na loja do canlo, na rua da Cadeia do Re-
cife n. ai, ha bonitas sabidas de baile, pelo
diminuto prego de 249000, tanto de pelucia
como de a erino, com linios enfeites, tiras
VSTEM.V MRU1CO
1IOLLOWVA

PILULAS HOLLOWAY
Este inesttmavel especifico, compnsloni-
bi rdadas de muitas qualidades, por barata- u-lramenledeherva* medie ni es, nao con-
simo prego, proprios ,iara enf. iles de casa-
veques e rou a de crianga ; d-se amostras
com penhores, e leva-se em casis.
S. STILB1EL & C-, benqueirosene-
gociantes, estabelecidos ha muitos annos
Um mercurio, nemalgiinia outra substancia
d'lecterea. Benigno a mais tenra intancia,
ea com[>leigao mais delicada, he ipualn en.
te promplo e seguro para desarreigar o nial
111 cotnpleijSo mais robusta; he inteira-
ticipara seus eorres|)ondenles e ao publi-
co, que acabam de fundar casas liliaes
nos principaes portos e distritos mann-
n.enle innocenle em suas operagOes ecllei-
em Londres, teem asatisiao^o rJepar-|tos pois busca e retnove as doengas de
q lalquer especie e grao, por mais antigs e !'.'" 'lu0 sera recomperisadu o
i> na/es que sejam.
Entre uulhares de pessoas curadas com
1, 1 este remedio, muitas que ia eslavam as or-
facture.ro.de Franca, Alemanha, Belg- toi no|tt| p^ervando em seu uso cen-
ca e llollanda, conservando aiemdisso segoirara recobrar a saudee forras, depois
suas propriai tisis anteriormente estahe-ldi: naver tentado inutiliiiente todos os ou-
lecidas nas cida.les mais importantes, < tos remedios.
portus mais commerciaes daGr-Bretapha,' As m!iiA alflictas nao devem entregar-se a
" ce dasesp
e estSo em posiraode otlerecer grandes
vanlnjens as pessoasque possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-i saude.
quer ponto da Europa, de tima casa para | **<> e perca tempo em tomar este reme-
I(T\C Imn nAmn
Jes:
eragao ; fagam um cura pilen le ensaio
d cina,
No oa 25 de dezembro do anno pas-
sado foglo do engenho Mogambique Tregue-
zia des. Lourengo tonio, de nagn, que representa ter 40 an-
nos, pouco mais 011 menos, rom os signara
seguintes: falta de denles na frente, urna
cicatriz uo rosto do lado direito, alguns ca-
bellos brancos, e tem no braco esqtieido
qussi ao pe do hombro tm calombnho do
lamanho de urna pitrmba, e quando se falla
com elle fica sobresaltado ; foi vsetido rom
caiga de brim escuro e camisa de algodao
irangado azul, he costurado a fugir e mu-
dante nome, diz que he crioola, e qaaai
sempre diz ser do mato de algom s< tibor de
engenho ; foi escravo dn Kufino Jos dos
Santos, de CanpiM G'andc, que o vendeu
a Francisco Cavalcanti de Albuquerque des-
ta ci tade Esta escravo esteva fgido dous
annos, oceulto nas matas de Lampina Gran-
de, sendo agarrado em noven.bro prximo
passado : quem o apprehend-T c evsr ai.
referido engenho, ou no Recife, loja da
rua doOueiroado n. 10, recebera .'.OsOoo de
gratificado.
Fugo na madrueads do l.'do corren-
te o preto Antonio, de"nac3o, idaoe 30 an-
nos, pouro mais ou menos, baiso, rheiodo
corpo, ps comandos, pernas finas, bstanle
pansudo. com falla de denles na frente, bat-
eos (rossos e um tMito esquecidos, p<,uca
barba eesla rapada, cabello rapado tuim
mesmo na testa a navtlha, tem as costas 10-
dts marcadas.muil regrist,tanto que passa
porcrloolo; levou ferro no i.scogo, oque
se julgj estar lirado, caiga deji-nga a?ul
ou de algodao de lislr, camisa ue tlgocio
Irangado ou de ganga, a velba, chapeo de
pello ou ue palha, velho, foi morador em Na-
zareth ; le-ou tamb"m urna trouxa roui
to la sua roupa e mantim.-nto, por bJM se
julga no andar por muito longc : assim,
quemo pegar, leve-o a seu senhor Klanoel
le Almeida Nobre, no lugar Oo Lucs, donde
fugio, ou a Antonio Nobre de Almeida, na
rua Augusta, que sera generosamente ir-
eon Masado.
No da 2!) de novembro p p., n 8 as lo
horas das o anhaa, uesappareceu e sup
se ler sido ftulado. do .sitio na Passagem da
Magdalena, que foi da viuva In limo, um ca-
bnuhae>c.avo, chamado Mauoel, idade 10
annos, iouco mais 011 men.-, descamado,
faltando-lhe um ou mais .entes na IraMl,
cabellos carapinlios, falla com a lingo* i,.i,
denles ou hemeio talar ., natural ao M
e foi vestido de caa.isa comprida de algo
ziuho e chaceo de palna le carnauba ; i. Ba-
se a polica un a quem delle soaba e...
vprenender e levar ou avisar 110 n.esmo si-
tio, ou no Recite, na rus Nova, sobrado 11.
27, ou no eugeidio do Maso da iregutzia ua
Varzea, e prometlc-se pagar bem.
No dia 18 do mez p.p., Ihgio de bor-
do do hrigue ..Sagitario... um cscravodc
nome Joaquim, pardo cfctavo, deftia
iannosde idade, estatura regular, moco
docoipo, s tem barba 1.0 queriA, ca-
bellos carapinboa eja teta muib s I
eos, he hem conheeino por ler asasao,
muito calejadas, quando l'ugio linl.ao...-
bclloa nazareno, tem os pe meio apale-
lados, e alla muito manso : quem o 1. -
gar e o entregar totea teafcor .M.-.n-.l
Francisco da Silva Ca neo, na 1 ua to < I-
legio n. 15, teiccno andar, teta'bem
gratificado.
l'ugio no dia 31 de dc/ctr.lro do n cz
prximo passado una eseiava crenla, de
nome Benedicta, de bonita figura, reyrrsen-
la 18 a 19 annos, altura recular, lem o resto
redondo, nariz chato, os dedos dos pes -
bcilos, levou vestido branco ja velho rom
tres babados, cheles vsr.le lambe-j. velho
julga-se andar aqu mesmo na p'aga r.a
vaji.giio por ser uro tanto vadia, par ate
roga-se as autoridades pnliciacs e capilAo
de campo onde encun.iarein a peguero c
levem a rua do Trapiche Novo n. ;t, esenp-
torio de Novaes t\ <., oa uo pateo do Terco
sea tia-
balbo.
No da S do corrente fugio o prrto
Joao, ciioulo, de idade lonnos, poaeeav ia
ou menos, e lem ..s eigaaea tecuiates : es-
tatura regular, leforgado do cor. o bastan-
te preto, conserva luda e barba, lem nava
cicatriz em urna das sobranreltias, prove-
niente de tima cacel da que Hieden 1
pito de cam.o, falto Je denles nfrente,
levou camisa Je algodao mescla.b
compra ou venda de artigos, bem como jopara qualquer das seguintes eufermida-
para os negocios de traiisaccao de crdito
3 banco de qualquer genero.
As pessoas que nSo torem conhecidasdot
annunciantesdeveaoacompenliarsiiasoi-
dens com os iundus necessarms para sua
e&euceSo; licando entendidas que osan-
DEN0.M1NAO3 :
O
$
ruf."1
1

cE^;0L^s.
Vendem-se ceblas solas, muito novas,
por orego commodo ; na rua ui Uadre de
Heos n. 28, armazem.
Vende-se em un dus principaes ras
da BOa-Vista um sobrado de um andar, e na
mesma conformulaije urna casa terrea ; 110
becco das Barreiras n. 8, se dir quem vende.
he 11. 54, scriptorio
de Novaes : C.
Vende-se superior vinho do Porto en-
garrafado em caixas di: I e 2 duzias de
ai-rafas, hem como em barrit de 4- e S.
a preco commodo.
I
I
.;
Vcnlem-sR dous ptimos escravos,
mocos, de elegantes figuras, um perito ca-
rapina. eout'o escdleite boleeiro; na rua
deAoollo, armazem de assucar n 2 a, ou
r.a rua do Vigario u 23, primeiro andar.
Duque do Porto.
Imperatnz Eugenia.
Leopoldo I.
Ii. Pedro V.
Cngrrafados c enfeitados como o tpf
de Champagne : ven le-se em por- (
goPS a volitado to coni|.rador, na /,
rua do Trapicho 11 40, escriptorio w
lie Tliomaz de F.-iii. ()
to ; na loj de i portas da rua do Queimado I nunciantes nao teem difliculdade cm ad-
antar 0|0 sobre os gneros recebdos
antes de sna venda.
Os precos cor rentes e mais nformaedes
commerciaes, que (01 em pedidas, serao
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
corrcio, podendo dirigir-se aotannunci-
antet.
n. 10.
Ven-lo-si arroz com casca e frinha, e
travs d! 30 a 40 palmos, de boa qualidada:
no rmazem de Luiz Antics, defronte da sl-
fandega.
Vende-se no paleo do Campo Verde n.
I,um moleque da 20 anuos, proprio para
campo.
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundicSo de Ierro deD. \V. Bowman
na rita do Bium, passando o chala-
riz, cortinuaja haver um completo sorli-
mento ilc tachas de Ierro Tundido e bati-
do, de a 8 palmos de bien, as quaes se
ncliam i venda por preco commodo e com
promptidiio, embarcam-se ou carregam-
te em carro sem despe/.as ao comprador
Milho, farinha e feijao.
Vende-se em saceos srands milho, fari-
nha efeijo, manteigs flor ingleza o france-
za a l~l :!u o 720 rs a libra, sap-tos do Ara-
caty pera honiem e meninos ; na taberna
gr.nii!,' (i lado da igreja da Suledade.
.---------------_.., que ua-
e prestes recuperarao o benehcio da rece feitn. com pjli.ot sicco. e caiga de al-
godao azul e bonete d) panno ; ja foi en-
contrado na Cidade No'a ile Santo Amaro, r
deiconlia-se que anda por esse lugar : qu..m
o pegar, leve o a rua Imperial, padaria n.
Vende-se superior Ilnha de tlgodSo
I brancas e de cores, em novello, para costu-
- Vendem-se dous escravos. sendo um rs : em casa de Soutbail, Mcllor & C, rua
de idado do 16 aun s, e outro de 25, pro-
prii s para todo e qualquer servigo : na rua
lurcila 11. 3.
do Tor.s n. 38:
--- Vende-se milho em sacros, por prego
cornnio lo: ua taberna do l'sraizo n. 16.
YIMIO. DO PORTO SlrfHtlOR.
uqtie1815.
Fra caixas de tima c duas duzias da gar-
rafas.
Chamico.
Lm barril de oitvo : venderse a prego
commdo em casa de Dirroca A Castro,
rua da Cadeia do P.ecife n. 4.
sellins
patente inglez.
SSo rhrgados o artmm- a l.m conhecidus lellim iogleieii pi entv: na raa
<\o Trapiclie-Ni.vo n. 2, armaeui di: fazendas da
Adainson c C. liowie. ,
A:cidentcscpilcplicos
A portas.
A ii(iulas.
Areias mal de).
Astlima.
Clicas.
Convulsoes.
Deb I idade ou c\te-
nuacSo.
Debilidadeou falta de
forgas para qua
quer cousa.
Dysinteria.
l)or de garganta.
-- de barriga.
nos rins.
Dureza novenlre.
Culeruiidades no ven-
tre,
Enfermidadcs)no liga-
do.
Ditas venreas.
Eiixtqueca.
Herysipela.
febles biliosas.
Febres intermitiente
Febreto da especie.
Golla.
Hemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia,
odi gestos.
lnllaminac.ics.
Irregu la ri da des da
menslruagiio
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
ObstruccSo do venlre
Pbtisica ou consump-
(80 pulmonar.
RetencSo de omina
Kheumalismo.
173} que se recompen;ara cou. gcnciosi-
daaa.
Fugio na noito do tlia 6 do correntr,
de um sitio de Beber i be, una eserava 1 ul 1
la, de dade de 2'1 annos. all, cor ao hurla-
da, cabellos corridos c amarra los, reforgada
do corpo, com os .lentes dn frente podrr.
quem a ,ear, leve a seu senhor \. \
Miranda GuirnarSet, iii rua liircita 11.
que sera gratilicado.
Fiigiram no dia 98 dedezearb'O aroxi-
mo ptwado, do engeaboPreciaba, (regaeiii
deBsrreiros,oseseravot seguintes: l'odro,
idade de 30 a 3^ ann- do < irpo. al-
tura regular, cor bem preta. aae~te
Gelastino, SO auno-, pouco uiai- 1 u man -,
sito, cheio do corpo, bao bt I rola,
tendo falta !e um dente 1 ; 1 ente lo qo< ixo
, superior, ntlural do Para. Fraozo.*2<
vmp|o,nas secunda-18nnus ;|to
Tumores.
I ico doloroso.
Cceras.
Venreo 'mal).
Vendem-se estas pillas do rstsbeleimen-
lo geralde Londres n. 2. aStrand, era
lo ;i de iodos o> boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
Lola a America do Sul, llavana c Hespanha.
Vendem-se as bocelinlias a800rs. cada
una deltas conten nina inslrucgSo en 11 r-
1 para explicar o modo desse usai des-
ta pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceulicu, na rua da Cruz o. 93, em
IVi uumbuco.
de ngo nnr.n um>
Vendem-se fondas >'
lous Isd s 1 na Ir.ja de miudezs da rua lar-
ga do Hosario u. 35, a liooo cada una.
)
da
! uma dus vei lita k, lamb m do Para ; recom -
inenila-se aos seobores CapnSm de camin a
:apprebei 1 .i'a
: boa recompensa ; podendo qualquer pw
que delira Uve em no'iei, enten 'enm--.
com o proprieiario dod to eng nhoFr co \|.\in!e Huta, 01 rom VatonioU*n-
calves Ferreira CascSo, na rua d Apollo
11. 82
No dia l do rorrele ni. /. dajaaaira
fugio da villa doCake o mulato I 111/, .le
idade, pouro mais ou u no ti taos, -\
tura regalar, barbado, rom urna deatrii no
rosto, onde lam m lem urna listla .
i. pprchen ler e le
vogado J s Paulo do itego lli reto, sera ge-
nerosamente recom, en*a lo.
PERN. IYP. l'E H. F. DE I Al; I A. 1808.
MI ITII iKf\r\


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