Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07355


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Full Text
t,
ANNO xxxiv n; c.
MWi
Por 3 rauzes adiantados A$'000.
Por 5 mezes vencidos 5<000.

SABB.V00 9 DE JANEIRO U !83.
Por auno adiantado ljOOO.
Porte ianco pata o subscriptor.
i
m
V
9
i

>
ENCAKREGAOS DA SLBSCRIPCA'O DO NORTE.
Ptrahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomes; Natal, n Sr. Joaqun.
Ignacio Pereira Jnior ; Aracaly, o 8r. A. de Lemua Braga ;
Ceara, o Sr. J. Jo de Oliveira : Maranhao, o Sr. Jos Teiieira
de Mello ; Piaulij, o Sr. Jos Joaquim Avellano ; Para, o Sr.
Justino J. Ramos ; Amasonas, o Sr. Jeronymo da Cosa.
PART i)A DOSCOBREOS.
Olin.la ioHo o* 4iu, !i a ,-' hartf 'i" Ka.
laaatraM i'.i. iii >* H.I, MfaadWa *cia*-feirjj.
s. tollo, Beiarroa, Boalb, Carura', Altfabo Garanhaoa : na icrt;a-fr
5. Lonrravu. P0 tl'Allio, l\-i .-ir,-.!.. LhMetrv, lr.-,n. IV.ipirira, lagM
>, Floro, ViIj-IMIh. Boa-Vlala, Ouricurv Eu', na qaarUs-r.-ir
CTbi, Ipojnca, Seriirlier, flii Fnrmoso, tu, Bj
Pimtntfit.i, e .Natal: quiti M-foirtu.
Todo o corrcioj parlen aa 10 auras da manhSa.
3, Agua-I'roia.
AUDIENCIAS DOS TRI3UNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relajo i lerdas reiras e m boa dos.
Fazenda : quartas e abijados as 10 horas.
Juizi do commercio : segundas is 10 botai e quintas ao rucio dia.
Dito de orphos: segundase quintas as 10 loras,
Primeira tara do civel : segundas e sextas ao meto dia.
Segunda vara do civel i quarta.ie sabbados ao meio dia.
EPHEMKHIDES DO MEZ DE JANEIRO.
t Quirto minguante as 10 horas e2" minutos da larde.
15 La nova as 3 horas e 13 minutos da manha.
22 Quarto crescenleas2 huras e 37 minutos da tarde-
29 La cheia as 0 horas e 52 minutos da niaoha.
l'HElMAi. DE UOJfi.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da m.inbiia.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
PARTE OFFIGIAI.
GOVEHNO DA PROVINCIA.
Cipe Heme do dia 28 de deirapr.
Oficia id Etm. presidente da provincia do Csari.
\ asan lu reeabida n dues colleecoas dos artos
legulalivj. promulgados pela asemblei daquella
provincia oa ai.ao ordinaria do correle anno, **
quaei acorapaanaram o olli-io de S. Etc. da 16 do
currante mez, ib n. i.
iIj ao do Ru Grande do Noria Declarando
quo opporlunaiDenle egoirao para olngardoseu
ilo,lino o dez s-nteu-i 11 .* de qua traa S4 Etc. ero
eu oImj de 18 do corrente.
D lo ao da Parahybi. Accoeaodo recebida ai
du.n collerc's do< setos legislativos daqoel** pro-
vincia, promulga tai pela respectiva aisemblea em
'ii sesso ordinaria do correal, anno, a. quaei a-
eoropaoharim ao oflicio de S. Etc. de 18 do cor-
lente.
Dito ao mesmo.''.ampre-ma declarar a V. Etc..
ero riepnsla a feo otiicio de 1G do correute, para que
foram eipedidaa a conveniente* ordene ao direetor
do arsenal de guerra, era 23 de onvembro altiini, -
cerc* da reraessa das perjas de firdamenlo de qai
traa V. Ele, destinadas ao meio hatalhao dessa
provincia.
Dito ao io sino.Fien inleirado de haver V. Etc.
lo'inlo poise do cargo de presidente deisa proviocia
em 'J do corrente, segundo se servio dselsrar-rne ero
sea oflicio datado do da mniequenle.
Retribuid lo oh s>u* ofTarecirnentos, aproveilo eila
npporlonidade para apreientar a V. Etc. a mam-
fedacao de rainht estima a subido apreso, asssegu-
ranJo-llie ao rnesmo lempo que terei sempre moila
*sinfa.-;V) em prestar-ma as requisice* da V. Etc.,
qur sejam relativas ao servico pobli:o, qur ao seu
pirticolsr.
Dito ao Or. chele da 'polica. Participndo-
me o E\m. presidente lo Rio tjranda do Norte, qae
por aulin.irlj do giverno imperial, comm unc la
em aviso do ministerio da in allimo, havia ordenado ao chele da poticia 4'all que
remenese a V. S., alim de tegoirem para o presi-
dio de Fernando, 11 conJemmdos que se achavam
lias prii-s da capital da roesma provincia, e v-m
icompaohalos das competentes galas ; iwm o de-
claro a V. S. para aeu conh*cunento e direcejo.
Dito ao mismo. Em vista du que V. S. repre-
ntou ao adminilrador da rata de deletelo, no of-
licio qae acompanbou o da V. S. le ll> de novembro
ollim i, e do que informaram V. S e o iuspeclor dd
thssourana provincial, a qaem ouvi a respailo as
necessi la t de serem elevado), em raSo de caresta
dos gneros alimenlieoe, as duriis para alimenta-
5o e dlelae dos pretns da rneimi casa rasolvi pro-
vi lanciar relalivamenle a e>ta objeclo pela mineira
comanle do acto jonto, cuja observancia V. S. orde-
n ira' ao respectivo administrador. !> igual theor,
mtitati* miitwlit, ae intptctor da theojraria pro-
vincial.
Dito ao mesoio. Commni'canlo hiver man-
.dado pr ern llherdade, por ter apresenlndo isenr^ao
legal, o reeruta Hinoel Joaquim Pereira da Silva.
O'lo a' lUesiuraria de Tsenla. Comiounicaudo
constar de pirticipi^to de secretaria de estado d >.
oegicios do imperio de II do corrente, baver sido
n iiii-il i o enripiaran i addidn da adminisIrarSo do
eorreio de ra o lugar da offl;ial papelista da menina administra'
ca'. !>? isual theor ao administrad ir do eorreio.
Dito a' m n i. TraiKmilliu lo o aviso da lelira
da importancia do i%).j licadl pela thesoararia pro-
vincial do Rui i; -Hiid- do Xirle sobre aquella e a fi-
vor de Cirhn laaqaiin l'mlieiro ile Vasconcello oo
sos orlem. Commonicoo-se ao presidente da-
quella provincia.
D lo a' ni' on. Remello a V. S. a qaantia il?
60>. q'ie eom lll;io de 12 rjj corrente envmu-ine o
dtre-lor nterin i da colonia militar da l'iin n >irai.
importancia do IJ cadeiras que se fUeram oquella
colonia, D-u-se seiencia ao direalor in en ni do
colonia de Punenleiras.
ilo ao Dr. un de direilo Polyctrpn Lipes de
Lelo,Inleirado pelo seu otiicio de 19 do conen'e
de haver V. S. delta lo o eiercicio do lagar de che-
le de polica desta poviuia, reUs-ioa agradecer a
mauaira dedicada e leal psrqie autiliou a luinha
adiniaistra^lo.
Dilo ai juiz de direilo 1a comarca de Girmhun>.
Com a> sea offhio de 2 do correle rece a dis-
lrii>uir;ao que peloi diversos didriclos fez Vmc. dos
recrulas qua deve dar a comarca, e a copia dos ofli-
cios qae por esse motivo dirigi Vmc. as aaton is-
des polieiies e ao commandanle superior da guarda
nacional, e ton I tudo eiamimdo. cbeme liter-
Ihe : I.', que as aatoridades poliriaes, segn lo m
urdeus que lenho dado, ojo podein recrutar iitgnar-
da nicional ; 2 *, que do numero de recrulas qae
couhe a ca lo dislriclo, a metede deve eerdada pela
gnirda incioual, a cojo chefe deve Vmc. comrouni-
car a dtslribjica'o qae fie, e o numeio de recrulas
qutcsbs a guarda nacional; 3.a, que os re tu la-
feitis pelas autontado policiaes devem ser remetli-
dosanD'. chefe de polica, e o failos pelos eom-
roandanlas dos corpos de guarda nacional o devera
ser a esta preu lencia, e n3o a Vmc.
Dit > ao c iramandanle superior da goarda uacional
de Garanliun<. S ilisfazendo ao qae V. S. eolicilou
em seu dli ite o. M de 4 do correle, remelto-lhe o
incloio folhelo impresso, conlondo decretos e deei-
ei acerca do recrutatr.ento pare o esercilo ; e
quanlo ao da arimde, echi-se elle regalado as ins-
trn n; i.s minalas observar pelo decreto o. 1591 de
I de abril do lHo, o que lado se encentra na eet-
le.' ao de I-i. .1 H'e anno.
Dito o mesino.Visto que o mipps g"ral da for-
51 da guanta itsciunal de'so c imarca, por V. S. en-
valo a esla presidencia com o seu olli -io do primei-
ro do correute, iiih n. :il, conlut apenas a simples
designar;*o dos corpos que eouslituem a inesma forja,
e a soroini total e eo^lobida dos respectivos ufficiaes,
inferioras e loardas, rom a ornea dMiae-jlo da :n-
du u;ih, e lpclarar,lo dos qua pertencem ao estado
nuior julgo conveniente devolver a V. S. o rpfe -
rulo 'ii i i-i. afim de que mencin as casas com-
planles o nomero dos olli'iaes e gaardas que cura-
pein cada um dos corpos.
Dito ao joiz muoicipal supplenle em exercicio no
termo do Bonita, alsnoel Ferreira de Azeved Lira.
Para que tenha sesuimenlo o requerimenlo de An-
tonio Francisco da Cuta l'.-rn nnioco, o qual acoin-
, panhnii o oflicio de Vmc. de 18 do crranle, he ne-
cessario que Vmc. informe que lei creou uessi v lia
os ollicios de coolaior, dislribiidor e partidor, cojo
provimento reqoer o sopplic.inle, e qae se mostr
lerem ei lo publicados o necussanos edilaes para o
eu provimento.
Devolvo a Vmc. o referido requerimenlo, que
alera disso nlo esla' inslruido nos termos do ar-
tigo 14 do decreto o. 817 de :i de agnslo de
18')l, e veio acompanriado de folha corrida sem o
pazsmento dos direilos declatadns no S i" da '.abella
de : de novemnro de 1841.
Dito ao inspector do arsenal de mnrinha. Com-
municando constar de pirlici urlo da secrelaria de
estado dos negocios da marinha. de 12 do correte,
lerem sido nomeados os segna los sargentos do eorpo
de imperiaes marinheiros Erueslo Das Monteiro e
tialdioo Jos Francisco, b,m como os cabos do
mesmo corpo joaquim Roberto e Jos Francisco Pi-
nheiro, para virem seivir, o primeiro de meslre, o
eegundo de contrameslre, e os ollimos de guardtoes
da companhia de aprcnJizes narinheiros desla pro-
vincia.
Hilo ao mesmo.Uizendo licar inleirado de esla-
rero ja fetos us reparos no bngao escuna uXiugo,
conforme as ordens da presidencia.
Dilo ao mesmo. Recominen lan lo que, d i con-
formidade com o que reqaisiltit o Etm. presdeme
do I.-ir.i, remella ao capillo do parlo daquelle pro-
viocia, eom a brevidadepossjvel, os objeclo* mencio-
nados oa relacjo junio, euviaudo a conli dessa des-
peza.
Dilo ao commandanle da eaUfitj naval.Decla-
rando qae determinou ao in-peclor do arsenal de
marinha qoe mande fornecer o que fr preciso para
o reparo do apparelho da cor ;ela Unioii, conforme
S. S. sulicila em sea olli-io do 21 do correle.
Dilo ao director geral dos Indios.Com o oflicio
de V, S. de 15 do corrente recebi o relatorio acerca
das aldeas da provincia, o qual transmiti ao gover-
do imperial, e desde ja Tica V. S. aulorisado a pro-
mover a demarcarlo ou aviVfOlaclo dos limites das
trras dos Indios, e a reiviu Ikacdo das que Ibes lem
sido usurpa i is, como em sea dil> nflicio rerlnma.
Dito ao director interino da colonia de Punen-
leiras.Em respusla ao seo ollicio de 10 do crreme,
ao qual acompanhou o escrip o rarlicnlar de venda
passado por Victorino Siares laSilva, e sua mulher,
a Jlo H-rnsrdinn Nones Riheire, de uina ptsse de
trras no lagar denominado Trapiche, a margen) do
rio Tequara, tenho a diz-r-llie que no arl. 5 da lei
de 18 de selembro de 1850, e nos arl*. 21), 22, 24,
25 e 2ti do Reg. de 30 de jansirode 1854, acliam-se
mullo claramente delermimidos os diversos casos,
em qoe as posses sAo legitimas oa precissm de legi-
linnr.io. e devem oa no se* respeitadas.
Devolvo a Vmc. o relerido escriplo de venda e o
coohecirnento da siza a elle nnneto, para qua Vmc.
o reslitua ao comprador, duveulo Vmc. denar as
parles procuraren! o seu diieilo.
Dito a minora municipal do Bonito, C)ovem
qae a cmara municipal rio Bonito remella os do-
cumentos qae, na ronfoiiiiii ida do arl. 4 da
resnlo;ao de 31 de oulubro ie 1*31, devem legali-
sar es despezas eoostaules do lial.niru qoe acninpa-
nbou o seu oflicio de 15 do crrenle ; e liem assuo o
ornamento de qoe (rata asemilla parle do S 6 do
arl. Id da lei n. 16 de 12 de main de 1831.
Dilo a mesm>. Acenso recnbilo o oflicio que
me dirigi em 15 do crrante a cmara municipal
do II linio, representando sob-e a* neccssidadei ni u-
urgenle do seu municipio, alim de serem leva lae ao
conheciinenloda -menablea legisUUva provincial.
Dilo a inesma.Para qae estH presidencia potsi
resolver obre a materia do officio que llie dulgio a
cmara municipal dollonjti, rrlslivam-nto a arre-
inatajao das oiversos ramos la rospeclive renda, os
quaes nflo s.To indicados no roesmo oflicin. que ape-
na* raeuciona o producto tolai da arremilar.lo, con-
vem que a eamari remella por copia o termo 1ella.
ou a etposi$,lo especifica la Jo* I rterenles r.imoa de
que aa Irsla, do remlimeoio provivel de cda um
delles, edos valores dislinelos por que foram arrema-
tados ; fazendo-se lainliom meurdn dos oomes dos ai -
rematantes e dos seus lisdor?*.
Dito ao prufessor ipublico de Vquas Bella*, Li-
beiatu 1 ido. un i de Miran I. Maciel.Foi-rae pre-
sente o oliicio ou representaran, r|ue eru dala de 10
do crranle dirigio-rae Vmc. cou.ra o sobdelegado
le polica da freguezia e e lenle coronel Jo.
Afro de Alboquerque .Maranhao, e havendo turnado
a esse respailo a resolncao que pareceu-me conve-
niente, devo adverlir-lhe qns Vioc. como profxsor
publico nao tem que ver coro a polica do lugar
para oulciar-me como tal, e qoe he inailo desagra-
davel a repugnante os suas f inci;(e* qae um profes-
or como Vmc. se envolv por tal lorina as intrigas
e pul los loeaes.
PortaraO presidente du provincia, em virtude
do 4 da le .! 12 de agosto de 1831, ordena que na
can de deleurli desla cilade se observe o se-
guinle :
Arl. 1. A diaria destinad!, i ali neniara i dos pre-
sos pobres, que nao Irabalharem lias obras ou pfflci-
nss da easa de detenrao, ser.i de clous lerdos da dia-
na marcada* para os oolros.
A'l. 2. A diana dos presis qj trabalharerc as
u.is clula* sera augmentada com o producto d i sen
Iraballto al o valor da diaria doi presos que l-aba-
Iharem na- nhra*oo as oirpnas. Se esse prolurlo
exceder dillerenc,! enlre a liana destes e a des ou-
Iros presos, diminuir em piopollo a diaria costee)-
di-la pelos cofres da proviniia. O qoe restar ao pre
so, dedozida a depezi de sua sutl uilario, ser guar-
dado como seu prculio.
Arl. 3. Aos presos for leer' ao juntar mi ia li-
bra da carne s-cs. ou Ires quartai de libia d> or-
na fresca; e no* das oe peite meii libra de bacalho
ou Ires qusrlss de libra da peite fresco.
Arl. 4. Em todo o mez frrenlo a diaria dos pre-
sos, dedu/.i la dos seus salarios nos Irabalhos da casa,
ser de 3U0 ris, e as dos piesos que oao trablham
de 210 reis. A diaria para as dietas da enfennaria
sera, sem dletinojl*, de 5ti ri.
Arl. 5. No mez de Janeiro pr.simo vindooru, em
quanlo se naourdenar o contrario, serao abonadas as
m-imsi diarias marcadas oo artigo precdeme.
das ha semana.
4 Segunda. S. Tito b. : S. Prisco presb. : S. Rogoberto.
5 Terca. < Vigilia da Rpiphanie S. Siine.io Estilita.
6 (.ly.nia. -; t;pipliaiiM ou .ManilV.suc.'-o do Sr. ( dia de Reis. )
7 (Jointa. S. Luciano presb. ; S. Clero diac.
8 Sena. S. Lourenco Jusliniaoo patriareba de Vcneza.
9 Sbado. Ss. Juli.o e Bazilica sua esposa mu.
10 Domingo. S. Gonzalo de Amarante.
F.M'.ARRF.l.AliOS HA SUBSCRIIH \ U DO -I I
Alagoas, o Sr. Claudino Falro Das ; Babia, o Sr. D. Dwnrad
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin*.
EM PERNAJJBKO.
O Proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Feria, ata (aa
linaria, praca da Independencia os. 6 e 8.
rario da secrelaria rioigoverno.Communicoo-se a' *oas invalidas e que sena necessario proteger. O; ehefes do pailido liberal, a composieao de um novo z-sle, lo es indoilaentre lodos onu
inesouraria prov.nciai. i general llavelork nao quiz arriscar a vida deslas gabinete, quo pedio a dssolue,ao da cmara do* de- Ierra : tu andara'a de raslos sobre o
Ih
pessoas, o seu proprio evercit e o prestigio de soa* potados, ro|a mai.iria perlence ao partido catholico,
viclonas nessa empreza impossivel. Elle e-la deci- e novas eleicOes lerSo lugar no mez de dezembro.
, dd a esiierar em Luknow a chegedo d>s refor;os No Piemonle, a dissulu.-ao lemliem tai prununcia-
artei f eaeral do oamando daa araaia do ; que o general em cliee Ihe envi. e que Ihe che- da. e is eleiees se lerminam ne*le momento. A ha-
Pernamtaco na oldade do Reclfe, en 7 de ,"rJo' do ercito de Delhi. Esles doos negocios, a (alna foi muito viva enlre os amigos do ministerio e
lomada de Delhi a o levanlamento do asselio de seu* adversarios, conservadores e calbolicos ; mas a
Lacknow, cosleram caro aos Inglezes, mis enlre victoria parece dever licar ao conde de Cavoor, pre-
perdas mais crois, cilara-se a morte do general Ni- *i lente do conselho, e os etellados dos dous parti-
eholson, que succuobio i* feridas qoe elle rec>b-ra dos licarao no campo de b dalha.
no.....ilin de Delhi e a morle do coronel Niell, que l m incendio lerrfvel leve lugar em Mavence, for-
perereu com mullos outros olFiciais, no aloque de | laleza da confederacao germnica, em co'nsequencia
COMBANDO DAS ARMAS.
Janeiro do 1858.
ORDEM DO DIA N. 2.
O brigadeiro commandanle das arma* inlerinn,
determina qoe liquen) desligados do I" lialalhao de
arlilhoria apc, e revrj-iam ao servido dos sens res-
peclivo* corpos, o* Srs. lenle Joao Antonio l.ei-
13o, alteres l.uiz Cutilho de Aguiar, e Joaquim An-
tonio da Mu.".
O mesmo brigadeiro faz pob'.ico para sciencia dos
senhores commandantcs de corpos, e d-.sconipaiihias,
o officio nbaito transcripto, que receben da presi-
dencia em dala de 4 do corrente, relativamente ao
pagamento dos livros que foram mandados foroe-er
ao* inesmos corpos, de conformidade com os novos
modelos .le McriplararjaO annetos a orden) do dia do
qnarlel general doetrcilo n. II de 17 de abril do
anno passado.
Primeira sec;o.Palacio do lioverno de Peroam-
buco, em 4 de Janeiro de 1838.
Illm. e Exra. Sr.Declaro a V. Etc. para sea
couhecimenlo e direcQio, que a vi-1 da ordem do
dia do quarlel general do eterrilo na coi le, de 15 de
dezembro allimo, sob numero :18, nSo pode ler lugar
pela fazenda nacional o pagamento da quanlia da
um '-otilo a seis mil reis, imporlancia de livros com-
prados pelo conselbo adn ilustrativo, a Miranda e
Vaironcellos para escripluric,ao dos differenles cor-
pos do eiercito etislenles nesia provincia, do que
Irala V. Etc. em sua informacao de 22 de dezem-
bro sob n. 827.
Dos guarde a V. Etc.Benvenutn Augusto de
Magalhaei Taques.Sr. brigadeiro commaudante das
armas.
(Asiigoado. Jlo Jos da Costa Pimentel.
Conforme. Demetrio de Gusmao Coelho, alfares
judante de ordens, encarregado do delalhe.
8
ORDEM DO DIA N. 3.
Em virtude de deliberacjo da presidencia com-
mullicada un oflicio .talado da honlem, determina o
brigadeiro commandanle das annai inlerino, coe se
considere dispensado do aquarlelamenloo Sr. capi-
lao do 3." halalhao de infantera da guarda nacional
desle municipio Francisco de Paula (uncal.es .1.:
Silva.
(Assignado) JoSo Jos da Cotia Pimenlel.
i. ni i orino. Demelrio de Uu*mao Coelho, alfetes
ajulciilo de ordens encarregado do delalhe.
Lurknow.
leu peilo, e co-
mer Ierra lud s os das da la vida.
Eu porei inimiades entre ti e a mulher ; enlre a
tua posleridade e a sua della. Ella la pisara' ca-
bera, c tu armera'! IraicOes ao sea raleanhar.
Diste lamben) a' mulner : Eu mulliplicarei os le-
us irabalhos e os leus p ulos. Tu cm dor parira's le-
us fllhos, e e*lars sob o poder de (cu marido, e elle
le dominara'.
A A lio porem dille : l'ois que desle ouvidos a
voz de la mulher, e romale d arvore, de que en
le hsvia orJenado que nao comes*es ; a Ierra sera'
maes, e beslai da | ces, insoflirieucia do universo, a sede do faloro.
F
da etpIosSo do paiol da plvora. Tin bairro inleiro maldita na lu obra : tu llrar.'s della o leu sustrn-
lioje o Inglezes eiUo plenamente Iranqnillisados da c lade saltn. Allribue-se esie desasir aocii-
me de um artfice austraco, que pretendeu lorosr
uiua vinganca e pereceu na catastrophe.
sobia os ruccessos da Indis, e Iotas a* sua* preuc-
copaees se vollam para o lado da crise eoramer-
cial. Embora as nolicias de New-York sejam me-
Ihores, a repercussao da* desordena que arrebenla-
ram do o-jiro lado do Allanlico, se faz anda sentir
na inglaterra, e as fallenciae se succadem em Lon-
dres, Liverpool e Mancheiler. Os Banroi das pro-
vincias tambero aoaccommellidos ; o Banco da Es-
cossia suspendeu os seus pagamentos, e este facto ICRBACaO'
lencou o pnico no paiz. N.i Irlanda os Bancos
(anibem e*tao ameagados, e he sonteote por va das,
remes-as consideraveis de numerario que a crise lia Ass,nl l'oi foram acabados o eco e a tetra com lo-
___ .Vivrn-iihtrt.
LEITURA PARA ASSENHOBAS
DO 110.MEM E DA MI LUER ;
Tenlacao e qjeda de ambos segundo a Biblia.
Assira c ii- foram
-------------- .........i. ii.iii.iiiiiii tiu ntatoc no.. '
sido conjurada. Neilai cirrumslanciae, o governo 00J, us ornatos.
c. acabna Deos.no dia stimo a obra que tinha
lo : e descamou no da letimo de luda a obra qae
MARTHADE MOSTBBtK*)
POR MA\ VALREY.
DilaNumcando, da conorinidade com a propos-
la do chefe de polic.a, o ca( ilAo Jos dos Sanio' Nu-
ue* Lima para o cargo de delegido do termo de
Fl.irei. Fizeram-se as necessurias commuoica-
{6m.
HilaCince-lendo a derrisso que pedio o barha-
rel Joaquim Francisco Duarte, do lugar de eiciiplu-
VI.
Ce'lamenle peza-noi censorar o grito sopremo de
Uma mulher, cuja vida nao foi miis do que um per-
petuo srrrificio ao dever, e um perpeto cllruiien-
lo. C>mprehende-*e hem es*a necessidade de nao
morrer inteiramenle, pela qnl foi inspirada a con-
lissao que acabamos de referir aos leilores. He du-
ro relirar-se desla mundo sem deiier em oulro co-
raco um cunho do seo, ou deixsudo smeola um
cunho apagado. S ns alma* heroica* he qne acham
forja para levar a sepultura o segredo de sua vida,
porque esa forra iupp3e orna f sem limile ou o
completo desprezo da humanidade, ao qual o vulgo
n.lo p.la chegar. Todava se madama de Monlhruu
mereca desculpi como mallier, foi mu calpsde
rom i mi. deitanlo por (estamento lilha seme-
Ihante historia. Rleva ler vivido minio para saber
que as obras dos romsn-islas sao apena* um pallido
rell'to de sais impresse*. Os dramas da vida real
sao mil vezei mais hornveii ou mais sublimes do qne
aqaellei que enchom o* livros. Na primeira moci-
dade lodot creem facilmculo, qoe a* siinac*s lerri-
veii, ai peripecia* ine*peradas que a animam, os ro-
mance*, nao < Vi mus do que fi'cftss poel'ca*, e he
isso o qoe diminue o perigo de toes leiluras ; por-
quaulo, logo que o homem edo' convencido da pos.
libilidide de uma ein <;ao, he multo raro que n i i a
procura com furor. l*lu eiplica como, apezar do
que lis*o n prnprio Rousseau, o menor bilhele es-
cupi por um amante aulhenlicameule vivo e mos-
trado p ,r uma moca a -ni am'ga. produz mu ires
deslroicei eni cuna caneca ardenle, do que p.idc-
ram produzir todas as epstolas da Nonvelle II I >i-
ae, anda qnando o's m too apaixonadas, qoaulo
sao fras e emplialicas.
Marina nflo eicap.iu i regra enmrnuui. lilicgan-
do a i'uiraine era ain la ama m .! sem cuido I n :
voltou mulher analysui.lo a lociedade, agilida e
pensativa, (raen ,i imp-odencu deaaa mai, olla
refleclio, poif, aniel de t ifor, e uihou o amor mul-
lo lempo ont-s.le lenii-lo, Foi grande Ingrata
para elle. Cinv.n, sulla no piolo de vi-la moral,
ao meno no poni de trilla social, que urna mora
ehegue ao cacamenlo, leudo aosolhu a dobrada Ten-
(; Vlde Diario o. 98:1.
da da ignorancia e da innocencia. Se dahi resul-
lara alguna escarnalos, todava ha verdade, qun com
o autiiio da inaleriiidada a mrp;rtedas mollieres,
ficam depois da algamos lulis serrai em um estado
de branda resignaco e de leltci.iads uegativa, qoe
he lalvezo melhor qoe pilem esperar ueste mun-
do; mas loda a moja, que chega a' vida, leodo o
curacao cheio de desejos H a cabera de eonlios, e-la
ni eilrada dos abyimos. Ou o casamento sera' pira
elta urna decepQo amarga, seguida logo de retolias
desesperalas.ou ella fai al.um i nscollia em conlra-
dicro com as conveniencia i de pnsie.iu e de familia,
que nao p le conduzi-la er A > a desgrana. A forra
qua ha de anasla-la depen ie dos man inlimoi, .ios
meta lri,tes mvsierios di rossa nidureza : he a irre-
sielivel altraceao do obslacul) para as organisacSes
lempestaosas. Na verdade, na I a nada mais lgi-
co, visto qoe o obstculo he o elemento mais indis-
peniavel da provincia.
Uma ennsequencia lao lgica, limito esia ultima
verdade, he o amor com conictencia que as almas
retinada* e corrompidas, coiceb tculo, e coja influencia, a* almas rlenles e sim-
ple* solVrem, sem deeja-la esem eompreheode-la.
Pergunlaa loda a mulher, que fui depravada pela
sciencia dos livros antes que seu :oravao fallasie, se
no da em qui, seniindo-se Invadida pelo air.or, e
leudo a cerlezi de er aun la, ella entrevio que ia
enilm conhecer as angusli i* morais, os eilremeci-
meuioi, a louca alegra e as manale**; divinas da
pa tao, ae uesse da ella leria deseado que um nota-
rio ne*s- apresenlar-lhi um contrato de casamento
para aisignar. Sa essa m-ilher fjr franca, reipon-
der : nao Pergunlai ao homem enervado, e ao
mesmo lempo vido de em icOei, o que uao se et-
clue, qaa superionlade pnssue a leusolhos a prosti-
tua inslenle, ou a iidalga .leidenhosa, par que
elle proligahse inolilmenle sua vid e sua riqueza,
sobre a nobre e pura donzella, que poderla, se qui-
leeea, toeduzir un lia teguinle 'O aliar'.' Elle nao o
ignora, a dillic.ildade, Pn ponte ao joga lor, da-
llie s seis horas da lard-, sob a ronlirao de :i. i (o-
car as carias, o doplo da i) urna que'elle se i.eses-
orra meia noile de ter perdiln : elle resellara.
(i i-oracio humane lie feto assii, e os h.uneui ad-
mrdin-sc de lerem do raras vetea felizes !
Merina loflrea todas a* ecnsuiuencias falee* de sua
pr-coce int-iacao as paitrs e as inre* da tnolher,
e na lardou am ichar-se eicessivamenle desgraea-
da O mal que ella s liria, e ao |al dlV, leuuede
modas .miras, o nonw de deiceeloda vida, n.lo era
na realidade, senSo uma Immsnii oeeeiaidade ie
viver misturado com ama amirga dovid inbre a
i.is.iiiiliiadeda felicidad, (al qul ell i a formara.
Neoluim daquelles que admirsvam no salSo de ma-
dama de Cean, a delicad.za otejnteila de sua* fei-
co-.-s, o brillio brando e vivo de leus ollios, a alvora
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 7 DE JANEIRO
DE 185S.
Presidencia do Exm. Sr. deumbargador
Souza.
As IO horas da manhAa, achando-se presntelos
Srs. depulados llego. Basto, Lemos e soppleulc Ra-
mo* e Silva, abrio-se a sesslo.
lie lida e approvada a arla da aoleccdeote.
BXPEDIENTE.
O Sr. priiideule apresenloo um oflicio do juizo es-
pecial do commercio, datado de 4 do crrente, com-
nunicando u suicidio do e*crivau do commercio Ma-
ttmiano Francisco Duarte.O tribunal licou intei-
rs.io e mandou aecusar a recepto do mesmo of-
li-to.
Foram prsenles o mapnas do* Irapiches Novo,
e Alfandega Vellia, relativo* ao semeslre de judio a
dezembro protimo lindo.Archiven) *e.
E rois nada havendo a tratar, o Sr. presideole
encerrou a seisao.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBL'CO.
PARS
21 de novembro del857.
Cma phrase primeramenle sobre as ultimas no-
ticias da India que sao c*-la vez mais Iranquifisa-
doras para os Inglezes. ludo quanlo linh* auiion-
cta.lo o precdeme eorreio a respeitu da lomad i de
Delhi e do levanlamento do asselio de Lacknow, he
pleuameule confirmato : nao ha verdad., como
disseram alguma* correspondencias, que os Ingle-
zes, de'pois de haverem tomado Oelh, fossem sitia-
dos uaquella ri lade pelos Cipiyos. Pelo c .nlrario,
esles esiao fogilivoi e a cavallana ingleza os per-
segu initoravelmcnle ; ella Ihe* lera lomado va-
nas per;** de arlilh tria em diversos recoulros, e
norlo grande numero de hmeos. Como se diise,
el-rei de Delhi c sua mulher f.rain feloi prislonei-
ro*; segundo um i verso, promelleram deitar-lhes
a vida salva ; mis oulras cotumunicar;o*s referem
que iam ser julgados por uma coiumiisSo militar.
(Aoan(o aos seus doui flbos e a um dos seus nelo*,
foram elles apauliados p-lu capiao lludson e imme-
dalameule fuzilados. Os seus cadveres foram leva-
dos em procissao pelas ras de D-lhi para excilar o
terror no eoraejo dos rebeljes e fazer ver que lerri-
veis vingancas a Inglaterra eterce conlra aquolles
qoe tem violado para com ella lodos os principtni de
humanidade. Qoanlu a Lucknon, lie cerlo que o ge-
neral llavelork cunseguio penetrar na residencia
im qae os Europeos que residem naquella cnlade
cotueguirain encerror-se. e onde elles se dofeu.leiu
depois .le vano* ir.ei.n com ama roragem lien ice.
Mas orna grave difllculdade se aprsenla e a inda
Ufo Mil resolv la. Ao lado e um pequeo nu-
mero de defensores validos, llavelork enconlrou
na fortaleza, ferldoe, doenles, mulheres e me-
ninos, em numero de 1,000 pouco mais oa meno*,
de cuja seguranca cumpre tratar antes de prosejoir
nos operacOe*. Ora, tora orna empreza mu peri-
cos* tentar alravessar am paiz iofeslado pelos in-
surgidos e onde Nana-San lera cincoenla mil ho-
niBiis sob suas ordens, com um comboio de mil pes-
mglez se julgoo aulonsado a tomar una traille me-
dida. O Mil que regula as allribuicoes do Banco,
promulgado em 18'ii por Sir Roberi Peel, restrin-
gi a emiss.lo dos bilheles ao algarismo de 15 mi-
IhOes de libras esterlinas pouco mais ou menos, que
he o algarismo da divida do Estado para com o
Banco di Inglaterra. Este limito opprimia o Banco
de urna maneira singolar, o qual nao podia soccor-
rer s casal infelizes, e polia occasionar lerriveis
catailrorjhes ; asiim, o governo inglez se decidi a
suspender os eHeito* do bil de 1811. Lord Palmers-
iun dirisio uma caria aos directores do Banco, aulo-
ri-.iiilo uma maior eraiseSo.
Esla auloiisajao dada pelo governo foi aceita pelo
conselho do Hinco, qoe a seus duconlosdeu nova
aetm a.le, de sorle que hoje as loa* operaetjes ei-
re lem a don* milhSes e*lerlinoi, o limite asiigoado
pelo lull de 1841. Comludo a lata do juro he de 10
por cenlo ao anoo ; mas em momentos de crise,
eile genero de sacrificios embarga os commercan-
lei. Al comas p- rmm-ceran nesle elsdo ale 3 de
dezembro, poca para a qual o parlamento deve er
convocado. I) governo pedir eniao um bil de in-
demnida le, que Iha lera cerlamenle concedido, em-
bora o l unes tenha forleraenle censando a me-
dida qoe suspenden o liill de 181S. Mal o importan-
le era preservar o commercio inglez de orna teiri-
vel calasliophe, e este alvo pode ser con*lder)do co-
mo attirgido. .lio ooro que se envioo aos Bancos
da Etm pa rnmeram a vollar para as caitas do Ban-
co da Itglalerra, e o mesmo pheoumeno si proluz
na Llanda.
A cri-e financeira nao all ge somenle na logia-
Ierra : a Aiieni uili.i esla seriamente atacada, e
desasir- se lem assignalado sobre todas as prarat
'omm-i ii--s da confe ieracao germnica. Quanlo e
Franja, ella tamben) lem sen* sofTrimenlos, comlu-
do relevi dizer, grabas prudencia ilo *eu commer-
cio o poderosa constituyo Jo B tuco, jalgo que
ella sahii, tem muila* frula*, de.se periodo desas-
troso. Lina circunstancia particular cnnlnbuiti pa-
ra paral} sar os eOiiloa da crise, dando confi .nea ao
cotnmerrio. Depois de alguns das, os fon ios pu! li-
eos baiisvam e as iuqtiietaces do publico erain vi-
va*. O imperador julgou cuiivenieutc inleivir, como
elle faz olgumas vezes, e uma caria qoe elle di-
rigi ao mi.ii-lro das finaur;as,e que lo i publicada
no Mouileur, Iranquillisou um pouco os espi-
riles.
Os meios empregado* de qoe falla o imperador
coiisislitiJo no curso forjado dado aos billie-
Usde limeo que o* negociadles de diversas cidades,
especialmente do Havre, ttnliam pedido, para em-
bargar ; saluda do numerario, o governo levo razao
para se recusar a esla medida que fuera o n.al mili-
to mato- do qoe elle lie. que era alias perleramen-
te intil, pois que o diitheiro e o unto r.oittejan a
vollar para o Banco.
O iiosso corpo legislativo lu convocado pira 38
de uoveaibrn. O governo quiz obedecer a lellra da
lei quo pres.-reve a reuiuAu do corpo legisla!!** nos
seii me! que segoem a sua dssolarAo. Ma* un-
nuncia-sa que esta primeira parle da sessao lera de
curta .itir.ie.lo, porque os projeclos de lei que ("e-
vem ser lubmillid.is ao corro legislativo anda nao
estao promplos. Limilar-s--he a verificar o* pode-
res dos lepulado*, depois um decreto prorogart a
as-einbln.i al o mez de Janeiro, poca em qoe o
imperador l,u em pessua a abertura da se-sa -.
L'm .us amigos particulares do imperador, M.
Abbatucri, ministro da juslica, acaba de mnrrar na
idade ds ti5 annus. As suas exequias liveram lugaV
cum gratule pompa, costa do ihesouro publico, lie
pela quinta vez depois de quatro annus, que vemos
morrer em fuuccoes iiiiiii-lius do imperador. Esta
lula fnebre se cumpoe dos nomis segoiule : l!t-
neau, ininisiro das fioanjas, Docos, ministro da ma-
rinha, l'urlotill, ministro da inslrncfo publica, Ab-
balaeei, ministro da juslica, e emfim o mareclul de
S.nnl-.i roaud, que tinha deuado provisoriaraenli a
paila da guerra para tomar o cummando em chefe
do eiercito da Cnma.
Oulra morle que seniibila na gerarchia dos prin-
cipe, canou em Franca uma duloroia emojao, ndo
su enlre os amigos da familia Orleans, mas anda
enlre lodos aquelles qae honram ne^sa illuslre e in-
feliz lamilla, o completo das virlodes particulares
man ceuiplela*. A senhora doqueza de Nemours,
esposa lo segundo filho de el-rei Luiz Filippe, suc-
cuinbio repentinamente em Claremont, idade de 35
aunes. A princeza acabava de parir eom gratule fe-
licnade: a sua convaleseenca eslava concluida e
ella se preparava para se levantar pela primeira vez,
quandn atacada de um mal repentino, ella instan-
tneamente expirou, aleando apenas um (taco grito.
O sea mando que eslava no castalio ; nao pude chn-
gir a lempo para tbraea-l.i viva.
Dous Estados secundarios da Europa que lem
uma certa importancia, a Blgica e o Piemuute. es-
lo atr ral. Na Blgica, o mioisleno, penalcenle lo partido
calholiro, deu a sua demisiao, ero consequetteia das
eleire. monicipae* qae quasi em todas a* parles li-
veram como re-ullado compor cooseltios munteipae*
de mei brus contrarios as suas opiniOee, de liberaes.
El-rei encanegeu a M. Charle* Rogter, um dos
nacarada de ana lez, a grasa perfeila de sua esleura
forle, apezar de ler delgada, poda ler a menor Mi-
paita do* peosamentoi que agilavam-ie na cabe;*
deesa linda moca.
Eie-ahi a existencia .i que es'.oa condemnada !
de Irigu moorisco e letle, eulrelnnlo qoe elle e o
herdeiro presumplivo de sen norae as.enl.-im-se dian-
(e da um euccolenlo pralo de carne. Sem dovida
elle ama a mulher, mis om pouco assim como ama
seo* bou e seos cavallos, pelas serviros que ella Ihe
dizia ella a li meima, contemplando .. jovens eipo- f"14- A eiposa maii apreciada he aquella que ealie
sas a' qoe acaba de apellar a m3o. Emquanlc o.
maridos e-t,io no club ou na opera, ellas dansarr. es-
la noile aqoi de vestido I raneo, dansarao am.ii.iria
em easa do embaitador inglez da vestido azul, de-
pois da manh* irao ao lliealro llaliano de vestido
cor de rosa, e adormeceio cada da, aprecian lo a
qoanlidade e a qaalidade dos compnojenlos qae Ihe
liverem erangeado a* diffirentes cores da seo vestua-
rio. Isio couliuuara assim al a primeira rug, e
ellas Beerlo depoi* ociosas e enfadada* como minha
lie, ou mallizenles e odiosas como madama de S...
Eu antes quizera chorar noite e dia junio do b;rco
de minha filha, como fez mnha pobre mai, do qae
pas*ar-ae semellnnle vida. Ol.rei talvez mal regei-
landn aqaelle joven conde bietao, que desejava tan-
to casar comigo o aono passado. Tera mais pnba-
lniij.de de n3o avillar-me aoe meui propiios olhos,
e de ser ultl aos oulro*, vivando no cimpo.
E no meio do salo resplandescenle ae luzes o de
diamante, ao ruri.-.r das polkas e das eonveriacoei
frivolas, Marlha compunha para si mesma umed-lio,
ao qual nada fallava, nem os liellus fllhos revolien-
do-*e sobre a relva, nem ai l.eitr.los dol pobres ico-
Ihado* como irinao* no antigo railello, nem ns sinos
da aldea dando o igoal da oraran, nem os laudos
longinqaoi dos cirs Irazlos pelo vanlo da noite ;
me* quando na primavera seguinle ella achiva se
na Brelanba e va de perl) o que poelisara de Ion-
ge, suas illoses di**ipavam-se repenlinam-nle. O
castellao des-e lagar he de ordinariu igooranli, groa-
seiro as suas palavras e oas suas raaneiras. A -
Inmolo a viver uo meo de seus criados e de seas
reodeiree, que persislem benevolamenle ein crer-se
eus vassallos, e qoe sao Ir.tlados como laes, elle con-
(robe habito* de alisolulisin i demaetadamenle sensi-
leisemsoa Ida domeslica. Asiemelha- ao cim-
pottez pobre em doas causa*, no amor d* (erra
no desprezo da mulher. Em certas p.irochias da Ure-
lanbl as mulhere* serven) anda ,i m -i seus u.iri-
dos a seos filli.s de ponea i la le, sem lerem o direilo
de assenlar-se jauto delles ; om lodos o- logare! as
ig.ejas ellas ajoelham htimildemenlo na parle infe-
rior da nave, entretanto que oa homen* redeam o
altar. He verdade qoe a* inulberes dos doos ou ires
prnprielarios mal nr s do Ingar lem reo banco na
igrej ja-do da li ilautlrada do curo; mas em casa s,i0
igualmenle Irala las. Se o mal to he rico, jolga-se
mu generoso eoanedeodo-llte Irezenlos ou qualro-
cenlos francos por anno para o sen vesluarin ; se he
pobre, elln s.1o ',uas primeira* criadas, e o lidalgole
deita a mallier e as lilhai aluneularem-se de papu
reah-ar as maii bellas economas lobre o dinheiro
que receb; para leu vestuario e lobre o alimenlo de
seus ertadoi, que sabe mandar lecer mai* em conla
os ma solidos pannos de Itnho, oa preparar com
mais lisbildade os bolos e os licores que sobrecarre-
gara una mesa da Brelanha ti s das de fesla. Bata
da* sa.. ir.u freqoenles, porque o Brelao he hospi-
laleiro, e associa de boa vottlade seos amigos aos ir.-
lermin .veis jinlaiei, qoe sao soa nica di'traccAo e
seu uoico gozo, llevemos acrrscenlar qae nm veril.i-
deiro fidalgo brela-i nao lem em iienlioma conla o
reslodt. mundo, que o aniverso acaba para elle no
limite de sna* Ierras, e que perdera o lempo quem
se erapeolissse em ama discussao que, livesio pnr
lim ileiii-u.slrar-llie a grandeza e a ulili lade de cel-
ias deas novas, porque elle esl aulecipadamenie
decidido a considera-las loncas.
Todoi o* bomens elegante* e todo* os ft talgos cani-
penaiei que aspiraran) a man de Marlha foram pota
igualmtiile regetlados por ella, e todava quamlo
canlava, parava minias vezes suflocada pelas lagri-
mal. Si lia ama historia de amor, o corarlo palpi-
lava-lb? lano que ella lanjava o livro lnge de si
lem poder acbar a pagina cometaiia. as vezes li-
rando de ooiledianle do espelho as II .res as filis
de seu loucado, di/.ia a si mesma com Irisliza :
Nao amare! eniao 1 nao sem jamis amada .'
De cerlo ella Dio chegara aos vinle anuos sem ler
oovido llgomai de.-laraces epattona las, porem
aquelles que Ih'ai linliun fedo somenle eran) ins-
pirados pelo culcolo indicioso de qoe o coradlo he o
caininh i mais directo para chegar ao dol de un,a
moca. Ora, .lig.m o que ilisserem. nada se finge lio
mal coi io o amor, e Marlha nao fizere mai* do que
rir de ni* thrase* e de seu* suspiros. Todava, co-
mo lo I.* as mulheres bella* e di lambam .imada cotr. enlhusia-ino, rom i lolotna, por
humen*, eos quaes leria lalvez dalo ua vida *e el le
livessem lida a co'agem de dizer-lhe uma palavr.i a
lal respoito. ou de procurar seu nlhsr ; porem ess;s
erein pn|i-e* e altivos : a idea deque potenain s v
ineniadM le quererem seduzir uma mora rica fazia
epalavrai inorrerem em *eu labioi. Ficavam ai-
settiado m algum cinto do saiao deleilando-sa com
a conteioplie*e d* sua bailen, beben la eoi
| II qoe tile respirava, e conlenle* quando ai do-
brai -le sna sui.i ioeiea-lhe) por iee*a. Esim nao
lomavaui diaule della allitudes .te Manfredo, nem
fuera.
A abenrooa o dia stimo, e o lanlilicou ; por que
nelle mesmo cessara de toda tea obra, que Dos
creou para fazer.
Tal loi a ortgem do eco e da Ierra; e ,-inim lie
que elles foram creados no dia que e Senhor os cre-
ou, e qua creou todas as plaas do earapo, antes que
ellas nascessem na Ierra ; e todas as heivas do cam-
po, antes que brotassem : porque ainda o Senhor
Heos na i luilia fejio chover sobre a Ierra, i.em hl-
vta anda homem que a cullivassi ; mas da Ierra sa-
bia uma fonte que Ihe regara loda a superficie.
Formn pois o Senhor Dos ao homem do birro
da Ierra, e inspirou no seu rosto um eesonre de vi-
da, e foi feito o homem em alma vvenle.
Ora, o Senhor I)eoi|lioha plantado desdi o prin-
cipio um paraizo, oo jardim delicioso, oo qual poz ao
hornera que Imita formado.
Tinha (ambem o Senhor Dos produzido da Ierra,
loda a caita d'arvore formlas a' villa, e cojo froclo
era suave para comer e a arvore oa vi-la uo meto
do paraizo, com a arvoie da sciencia de bem e do
mal. .
Desle lugar de delicias sahia om lio que regava o
paraizo, o qual dalli sa diviilp em qualro canaes.
Um se chama Fiznn ; e este he o que tornea lodo
o paiz d'Evilalh, onde nasce ouro. E o ouro desla
Ierra lie etcellente : all larabem se i cha o bdellio, e
a pedra cornelina.
O segando rio chams-se Gehon : este he o que
torne i todo o paiz da Elhipia.
O lerceiro no chama-sa Tigre que corre para a
banda dos As-yrios ; e o quailo desle rios he o Eo-
frales.
loinou pois o Senhor Deo* ao homem, e po-lo no
paraizo das delicias, para elle o liortar e guardar.
E deu-lhe esla m .lem, diteudo : Come de lodos os
fruclos das arvore do paraizo ; mas uo coinai do
froclo da arvore da sciencia do bem do mal... por-
que em qualquer dia aue comeres tlelle, morrerao
de morle.
Disie mea Senhor Dos: N3o he bem que o ho-
rnera esleja so : facamos-lhe um a u lorio semellisn-
(e a elle.
Tendo pois o Senhor Deo formado da Ierra loloi
o aniinj.s lerreeires, lo las as aves uo co, alie os
Iroute a Ad.lo, para eslo ver como es havia de cha-
mar. Porque lo lo o nomo qae Adn poz de alma
vvente, esse he o seu n me.
E charuuu A-I.io pelus sea* proprios uoraes a lodos
animars, a (odas as aves do eco, e a todas ai lici-
to com moilas fadtgai todos os das da tua vida. El-
la te produztra' Hpihoi e ahrolbos : e la lerai por
sostenlo as hervas da Ierra. Tu comera's o leu pao
no suor do leu roslo, ale que le lomes na Ierra, de
que feote (ornado : porque lu s p, e em p te has
de loroar.
E A lo i poz a sua mulher o noroe de Eva, por
causa de ser ella a ui.1i da lodos os vvenles.
Fez (ambem o Senhor Dos a Ado e sua mtt-
llier unas tuneas de pelles e os veslio, e di.se : Eu
.ihi esta' fetlo A 1,1o com i um de nos, conbecendo o
hem e o mal. Agora (juis.la^ra que n.io succeda qae
elle lance asna role c lome Umbem da arvoae da
vida e com. e viva eternamente, lancerno-lo lora do
panizo e pr.ihibamos-lhe a entrada nelle.
E o Senhor Dos o I incoo foie do paraizo de de-
licias, para que culltvasse a trra de que tinha sido
lomado.e laueou futa a Adao e poz diaule do paraizo
de delicias um cheruhim com uma espada de fugo
e vermelli.i para guardar o earainho da arvore da
v ida.
Geneiis.)
0 MESMO ASSLMPTO TRATADO POR LMA
SENHORA.
Dios, (endo creado o homem no lexlo dia da se-
mana que consagrou a f>zer o aniverso, diise : uNao
he hem que 0 humera esleja s : ic un -1 lie om *d-
julono que Ihe seja semelbatile. O Senhor Dos en-
vin pois um profundo somoo a esse hornera cha-
madOAdao, eeenquanlo elle dorma, lirou urna d
suasco.tellase della formuu a mulher. Puris.oA-
lao, recebendo-a das m3us do Senuor, dis*e : Ets-
aqui u osso dos meos os*os, a carne da minha carne
echamou ilsehe, i*lo he l.umanao.
A mulher, ullinia obra de Dos, lirada ssim do
homem e coniplelaiido de lal sortea sua etisleuca
qoe a F.-cnlura diz : aElles serao orna f carne, le-
ve era partllha sua gloria, suas esperaoca, seus di-
ejos, .o ,- necessidades, e Ihe foi igual em tudo, pois
jue ambos linham sido a oLra de um s e mesmo ac-
to,como o espnmem eilii palavrai de (,ene-is:-iDeu,
rreou pois o hoinem a' eua imagen) e creou-os ma-
cho e femea. oL'raa oniao lao intima nao parecen
convir a esla creatura e Dos separou o ser rapi na-
lure/.a ao prioctpio tinha lido iodivilivel : por itso a
l'.-rrttora nao diz que Daos creou a mulher. mas que
a formou.
L'ma crealura nica linha comer-ado o genero hu
m.un, e elle nao devia multipiicar-se sean pele
leuniao de duas ere.luas, confundidas ao principio
cm uma s, admiravel oigem do amor na especie
humana, que ju-lifica os senlimenlo* e as sensaroi*,
e forraa am laco que salisfat a intelligencia e a ma-
lcra, i-i,is duas nalorezas do homem combinadas
anda nelle, como o foram ao piincipio os dous
sexos !....
Todas as alleic/es derivara do primeiro pensa-
inenlo do Elerno : se o homem he esposo, pai, filho.
'rmSo, he somenle era virlade des*a lei da n-tuuv :,
i i i o lucio .la lindad, do divino legislador ; mai esle
1 doui aeres que tendan para o mesmo lim, deviam
alcauca-lo por meio* dlerenlc. Meravilbes di
creajo, quando reun les elles o eraro ain la separa-
dos ; mas erara o ahomrui e a mulher ; eram a
forra e a graca, a coraem e a pru teora, a juslica
la, da t.ora : mas nao se ochava para Ade Idiolo- l!T^h pr"e",a,,io m"mi> Pr ,"" eui'-
tiaies o resulta lo de Indo o que havia da bom e de
it.. c._____i_______ .. ..___.....
o (l.gello das scienciei que fere o menino, a rebel-
liao da rsroe contra o espirito, do homem contra
Attisstmo, e e que resume todo, os andado* dado*
ao lempo qoiodo a elernioe le exisie.... Proenrai a
hi-loria do homem fora do Gen.**, vos nao a arha-
reis, e lem a falla da Eva, debas 4e procarereis a
caos* dos males qae afligen) a mulhe.
Depoil da palavra de Deo revelada a Mev*ei.
vieran) o cpmmenl.iri.is dos hornea*, qo- na *o
cinlentando de crer, qaizeram romprehende."- eo-
htram no absurdo. I'n* romlesliram a Eva e so*
origam, e pira conservaren) a coslella ao primeva
humero, nrnaram-no de ama ciada que Deas erran-
coa, e da qual fe a mulher ; oolros sobililuirara
orna cauda d cao i de Ado el a lornoo-ee e me-
lena de que a mu lio foi formada.
Da pasma de Eva passarara a* sois acc.ie* : O qne
comen ella, om pommo oo orna laranja Cooieo
ella rom efleilo ? Proveio eoa desobediencia de er-
gulho, dr curion la le, de gulodice oo de voloploa-
idade t Para tentar Ado, servio-ie ella das encan-
tos da penuaslo ou empregara ai pealada* ? Gaar-
dava ella a rooliuenria aniel de ter expolia da pe-
ratzo tarrete '.' Commellea am adulterio com e sor-
penle oa com n demonio Samsel EiUbelecen o
caito de Vest'.' Finalmente pira qoe nadi faltase
ai miserias da mai do genera humano, foi elle esa
verdad* autora da um mo livro publicado debata
do lolo da o Evangelho de Eva ? Fot ella plagia-
ra, dando como suai propheciai csmpoiUi nelo anta
Roziel'.'...
Todo islo lem sido dlscalido pelos ribbino* ia-
deos, aos qoaes ajonlaram-se o manirheo*. prte-
cilhanitis, e oolros heteges. sem contar o* brahma-
nes, e mullo* sainos de boa oo mi f, qoe ie ereresa
obrigadoi a esclarecer n tetio da Biblia, coofandin-
do ama simples exposi{io di faelo* com as diflienl-
dades de ama doolnoi, e olo div,dando qoe
Creador livesse necassidade de la intevvenclo pera
fazer-sc entender das criaturas. \ opinila coramina
he qae Eva leodo lido modos Ribo* qoe a Barrilera
n.lo nomea, morreu no mesmo anoo qoe A"ia, 390
anuos depois de soa rreacio ; qoe, om etpiaraa do
soa desobediencia, lodrea com re*ignc4* njl"
que Dos Ihe enviara, e que sea impenda
Ihe fez alcane.ir misericordia.
Dulerctiles poetas lem celebrado a falla de Eva,-
e Muton. aqaelle qae denlre ledo* qe mata *e coro-
peneloo da mageilade da* Escrituras, foi qoea mo-
lltor piniou noieu Panizo Perdidoea pureza a inno-
cencia cheia de nonatos e di amor da primeira mu-
lher ; seu magnifico poema prova que be da* verda-
les eternas que a propria licr-ij lira soai mai lobli-
mss bellezas.
no semelliaiile a elle.
Infundio pon o S-nhor Dos am prolundo somno
a Adao, e quando elle estn dormindo, lirou um*
das suas coelellas, e encheu de carne o lugar don ie
se tulla lirado, e da cualella que llalli lirado de A-
'lao, formou o Seuhor Dos a mulher e t Iroute a
A lao.
Eulo diste Adao : Ets-aqui agora o osso de meus
osso* e a carne de miaba cune. Eiu > chamara'
Virago, porque de varis foi lomada ; por isso dei-
xara o homem a seu pai ou a sua i.t.li, e se unir'
a soa iiinlher. e serao dona uum* carne.
bello. Sempre tgnaei e nuiu-a seinelhanles, comtudo
uma ines.na le lites linha sido imposta; no j.tr.iim
em que o S-nhnr os collocara, es fruclos da arvore
qae d.vam a irieucia do b-in e do mal thei foram
prohib lo* sob pena de morle. A mulher eseotou o
anjo decahidu. que, lomando a ligara da serpele,
ilis.e-lhe : u Vos nao morrereis ; pelo contrario, le-
reis como Deo* o conhecmenlo do bem e do mal.
A mulher deixou-se lenlar ; comen desse frudo,
egradavel vista e o godo, e deu-o a comer a
A tao. Ambos enllo conheceram o bem que nao pra-
Mas a serpele er. o mais astuto de lodos os ani- S2!".' mal q"!.nSa.!,l!'L,fm- A
iiMf ii,i Ierra, q
la dii> a rnullier
ue o Senhor Dios linl a fe.lo. E el- i ^'Ia" de r ? a q
r ; Porque vos mandou Dos que nao i .,'",'!'/" '"","". enche.-e. de vergonha :
come.,.,, de toda a arvore do par.iat !. / i T "UJ"' e,(uanu0 Accuioa de
Re*pondeu-lhea .utilhcr : Nos coinemoi do froc-i 1C"P* malh": .I""1 "asoo-se eom a ser-
lo d arvore. qoe esldo nt. paraizo ; m, du fue o ,,.""'e'" r0'"P-""''" do homem ouv.o esta .emen-
da arvore, que esla' no mtodo paratzuj.os .01 iZ^JSS^Si*.LfTT i *'"'
m.odoo qoe olo come.sinos, u.m luc.isemos, .,3o | "m, u ,'U' t'r T \l'"""" '' d 5
succeda que morramus. 11,us.1"' o *. Wer4l debaito do poder do leo
Purcm a serpele dis.e a mulher : Be-n podis es- '"T q"al dun,l""r'
lar seguros, que na morrereis de morle, por que I **' cailigo que Ihe *ra propno, nao nenlou as
Dos sabe, que em qualquer dia que vos comerdes m'J""r* de participar .la pena imposla a leu mari-
disse fruc(o, se abrao os vossos olhos ; e vos seris ? como '"' f(" cundeiniiada a Irnbathar ; como
como uns deoses, couhecenuo o bem e o mal.
Vio pon a mulher, que a arvore era ba para co-
mer, e formosa aus olhu>, e deletate! a' vista ; e li-
rn do fruclo della, e comeu, e deu a seu marido,
que tambera comea.
No ineimo poni se Ihes abriiam ou olhos : e len-
do condecido que eslavam mil, ro/e a.n umai to-
ldas de Qfeetra e fizeram para ai uiii.u- cilas.
E Adao e sua mulher, cuino livessem ouvido a vm
do Senhor Dos, que passeav pelo paraizo, depois
do meto dia, quaudo se levaulav a viraran, escoude-
ram-se da face do Seuhor Lieos no meio dai arvoiei
do paraizo.
E o Senhor Dos chamou por Ado, e Ihe disie I
Onde estis ?
It-'pjn leu-lh- Adao : Eu ouvi a la voz no pa-
raizo, e ti ve mtdo, poique eilava nu', e por isao me
escond.
Dnie-lhe Dos .-D .nde soobesle tu qoe eslavas
senao porque rometle oa arvore, Oe que eu (e
linha ordenado que nao comesses '.'
Respondendo Adao : A mulher, qo-i lo me deile
por companheira, deo-me da arvore eu com.
E o Senhor Dos diese pera a mulher : Por que
ai-mi lize.ie lu isso '.' I!-, mi leu ell* : A serpeule
me enganou, e eu com.
E o Senhor disss a' serpele : Poii qae sisim o fi-
nas nuiavam lomar a ler na mandila -i g.unte (Juan-
las obras que admiramos furatn inipiradas por mu-
lheres que nao (enara contiendo o antor, ie o lives-
sem encontrado na ra !
Teriam licado mullo admirados enes tmidos a-
matiles se hoovesiem podido ler oo :oracao de sua
efe. f.n sug*tta ai paixoes, i doeoe.is, m.ile : e
revestida da pelles de aiumaes, ultimo* dons de seu
senhor irritado, expellida'du isvlo delicilo que Ihe
fura ao principio destinado, ella acompanhou o ma-
rido lobre uma Ierra amaldtcoada por sua propria
causa, conservando por (oa a consulicao a memo-
ria desla promessa de Deo, qoe de soa rar;a sabina
aqaelle que havia de esmigar a cabera da serpeu-
le.... Ad3o chamou-a eniao Eva, porque ella devia
ser a tnai dos humanos.
Pouro lempo depois de sua sahila do panizo Ier-
re*!, Eva coucebeu a Cum ; lando-o dado a lu,
ella disse : .< Posma om homem pela graj de
Dees, n Seu segundo filho foi Abel, que Cun, sea
um.io, mal ni por invej* ; porque u peccado, caberlo
de sangue e de inhuma, linha entrado do mundo
pela desobediencia de Eva. Teodo dado a luz depois
a Selhi ella dis-e : O senhor deu-me oulro lilho
para substituir a Abel.
Tal he a narra;an do Gnesis. O espirito fira en-
latado dianle desla historia que elle nao coroprehen-
de, mas qoe explica lado ; o nosso pensameulo, pro-
curando alleroalivameole a Jehova no alio do Em-
pyreo, e Salan na profundidada dos abvsmos ; a
nossa hesilaco enlre as sublimidades da intelligen-
cia e as objeccoes da male.ia, o combale sera cesiar
reuasceole de nonas vonla les conlra nossas inclioa-
mtn dizer lera' anda esla enorms ingenoidade ;
ella amou-o, porque smna-o.
Em primeiro lugar Manoel poisuia as dua* maio-
res seduecoes que podem haver, a do descondecido
e i do impossivel, oa qoasi, pois i impoisibtlidade
absoluta impede o desejo da nascer. O amor de om
divindade, dessa mulher que julgavam 13o feliz (Jul- eslrangeiro nao he a todos os pontos de vista o .le* -
gamos sempre feliz a pessoa que pode dar-nos time i condecido "' A mulher nao sabe nadado passado
mmensa felicdade !:, se livessem podido ve-la du
rante as noiles da jutilto debrut-ada sua varanda,
pallida e de olhos liuimJos, pergunlando a si mesma
porque razao, quando a* estrellas gravilavam amo-
rosamente uma fiara a oulra, qnando os passarinhos
correspoudiam-se da madn-ilva roa* selvagem,
quando o iuseclos chamavam-se debaixo da relva,
quando as flores enviavam muluameme sua alma
em om peilume, e eila eslava solada, i ella pade-
ca na oatareza.
Cora effeilo Marlha padeca mnito, e ninguem ao
redor della suspeilava leus suflriraenlon. A quem
leria ella fallado .' O sacerdule velho, mira pessoa
com quem ella sympathisave, nao era nm daquelles
a quem uma luoga pralica de seu nisimo lem
iniciado era todas as .loencts do cor .rio humano,
em lotos o mysterins da vida social. Sua existencia
nao fora mais do que orna continua aspirarlo para
lieos, um continuo esludo de suas obras. Era brando
como o Evangelho, e calmo como a .ciencia ; mas
nao contiena o homem, nem a aociecade. Dem.iis,
anda que Marlha livesse junio de si uma alma que
podase comprehentler a sua, ter-lhe- lia confiado o
que experimenlava'.' Nao. A alma lambein lem
pudor, e ese deseuvulve-se lempre na rea* de nos-
sa agiluj&e* e de nossos desejoi. Se ouvirdes uma
mulher exaliar sua sensibtlidade e fazir alarde da
profondeza e da violencia da suas inpressSss, cun-
ve.H-i-vos de que etea mulher nao lem curacao nem
plixes.
Alm disto Marlha a!iandoniva-sf .em lula .i*
vagas inquietantes que a devoravam. Durante o in-
vern prorur.tva relucio no estudo e las arles, du-
ranle o veno buseava o esqueciu.eiito de si mesma
e a fadiga physica dando longo* paeselos a ravali.. -
porem, como ja deseemos, a inuaira a os litros ludo
daqaelli a quem ama, nenhuma dessa* prosaicas
pa. liml.ir: hule* da vida qoe diminuem infallivel-
menle o prestigio de homem mata bello. Ella pode
crear a seu gos'o a aureola de seu dos, e a imagi-
naeAo de uma rrtiltier be sempre moi potica e mu
fecunda em tal caso Ella mesma seolc-se arrastada
para regiCe* anda nao exploradas, pode mais do
que qoalquer oulra ler a doce illus.io de crer que
sua vida eomecou com o despertar de ieu coracao,
o lie com delicias que esquece-se de tudo o que co-
ndeceu antes para contemplar atravs de leu amor
novos cos e nova (erra.
Quanlo ao imposiivel, era evidente para Marlha.
qoe a baroneza nao consentira era soa uniao cora
o proscripto, com om homem pleiteo tem riqueza e
sem posieao certa. Manuel linha alm disto rana
gran 'eza na imagnalo, e como lomava sincera-
mente toa imaginacao pelo sen carcter, era im-
possivil nao participar da me-mi illuslo. A inora
adrntrava pois nelle a mais generosa
( Condese! de Brali.
Sorle da primeira mulher.
Companheira do homem e ma igaal, viveodo por
ello e para ella ; ass.cia.la sia felicdade, a icos
prazerei. ao podir que alie eiercta.i.bre cato vaslf
universo : lal era a sorle da primeira mulher ; ti*
foi o logar que o Creador Ihe iteignoa jontode se
esposo ; laes foram as relice* nome.osas a lorn-
que se eslabelcceram enlre os doos seto*. Fitn n
lacue* lucrara de dous seres oa) su, se Ibas pet
raillirara doo* pen*smealoi foi psrs qae tivnee
uma u, vonla le. ou algumu vezes duas vonlad.
pora que cada um acrificaue a soa a do ootre ; D
ca reciproca, da qual naireria esu felicdade ios
premi.el que vs homen* nao podem pimar, por,
su Dees a pode conceller.
C .m elletlo esla doce intimidad., esla leras oai
das alma*, na., podiam existir sem tima bolines tft
da direilos e de po ler ; aiim como oaa molatr-
mensa* do aniverso lu loe-la' em b-rmonta, todo
corresponde, ledo se entenle, lodo sa aoe, asen qc
neohoma das parles paie.;* eommindar ai nana.
do mesmo modo e>les doos primeiros isroe, para as
qoaes lautas maravilha* pareciam creadas, viviam,
mavain. gozaeam dos maia doces broi, adoravim
junios o Creador, eem que om dos doos partiese ter a
ileta .la menor dominara* sobre oulro. r*ds ae
Besaos admirar a .ibedona profunda dos deereloi
clernus na jasia diilribatelo doi dons da aelarea
enlre o homem e a mulher : om (ero o pedsrde far-
ra, a nutra lem o da greco, da belleza. Em ensate
forsm innocente*, liveram em -i a mesma fsetrldide
para sentir felicidad! ; quanlo lorna.ao.-s* colpa-
do- por sua rebell ao. lucrara om meimo poder pora
I o lar conlra a desgrana: o homem, por eme estrige aa
lalvez mais enrgica, a mallier pelo dom uteiisn
dessa pa-iencia Inalleravel qaa parece dever antes lo-
ligar a desgrana do qua a alma qae ell* qoor ippii
mir. Finalmeule o primeiro crima (oi comanHUoo,
e segando as pitarras da Esenplora.Deos disse a ma-
llier :
' Tu era* companheira do lio nem. seri
denla, nao s da vool.de da !a esposo, senio
hem de sua* patte. a de s-ui capricho!. Ell* eior-
cera' sobre H a >operi..ridade oaloral do isa sexo e
arai dominica., cooliooa. a
' De Segar.)
A mallier depois do peccado. .
Obje-lo ncnnslanle de ilolalr a s de odio, com-
panheira sensivel, esclarecida do homem enlre nos,
esposa, terna melado, oo antes todo do cidedt e
de tua familia, o elogio da mulher ou o seo vilopo--
no, rousiiiue o destine do mande, l'mis vszai,
nvmpha n-utiha demando lobre mrel .i flor da* da
Theisaha ou sobre as collioss da monte Ulvmp. ;
nutras vezes, viuva inconsoavrl precipiado-**,
junio do Ganges, sobre s fogueiia tersa qua dev.ra
seu esposo ; outrae, bacclieote cesgrenhada as fas-
las de Adonis, ou Circe seductora emhriagaode do
ne'lir a seo< adoradores, oo cruel Medea noi foro-
res do eturaa ; ruina, delicias du universo, fonte da
vids era seos amoral e principio di morle em iuii
voluptuosidades, ser que crea e detlroe o genero ha-
mano, cojo pedido manda, cujo commioJo p*M*l
matar; reunan dos mais esj.anloso* contrastes, em-
pollo da elemoolos de diirordia para eilabelecer a
concordia ; ol! qua dons perigosjs sirvem ao com-
plemenlo desle sir qttind* libe driles usu O ho-
mem escapa (mais legorameole ao* seo preiliaios
pela loucur.t do qae pala propris raz.lo qoe nos das
da juvenlude e em quasi lodo o rurso da vid*, lela
debalde contra o jugo fatal que Iris impet e aalo-
reza.
Ntrrv.
A mulher lu indelitiivel.
(.'ie nio temeraria oesoa jaman Irisar a retrate da
Marlha senlio-ie Ira, iformida. Oamdo elle s det-
xiva de noile, ella paisa va tongas horas a' janana
apoiada ao colovello : mas o hyrr.no ds alegra que
a Ierra cania a Deo* donle as bellas nones, nao
despertis mais nella culera, nem loffurr.eolo. Tena
querido qoe o mondos catmot.aiiem man rpida-
mente um para o oulro no espe,), qui os paosaro*
canlassem mal* forlemenle, qoe o grito das insecto*
fuste mais agudo, o perfuma das flores man pane
Iranio ; pas ella timbera viva, ella tambera bx-
nhava-se com transporte nos rffluvio* de vid* qoe
saliiam de lodo* o* poroida creacto ; nao eslava so ?
E*quecia-se de si mesma ale a ninhaa nsi muda,
conversaciies que seguem-se a* entrevistas dos am li-
les, conversar.. ;s mullas vezes mais deliciosa* em
seu vago infinito do que aquella* que ai precedi-
ram, e as quiei a mesma penal oov* ipando,
irrtla-se a ipiaci-se, iltrahe-se repeliese, par-
que ha doas vidas em um cunti qoe ama, e iquel-
la qae parece i. propria, nao he a qoe seale osis
forlemenle.
Despenando dessa embriaguez, Marlha aceassva-
se de seo amor como de ama falla, como de orna
loucura, Putto que cai.heeewe perfetliminte desda
mmlo o mesqutiiho egosmo da baronet*, todava al*
po lia esquecer-se do que Ihe devil. Alm dula um
l-u; i aiada maii forla para as almas elevadas, q.o
e a man ener- o do rernnliecimenlo a prenda ; ella : sibil c
gica de lotiat as nalorezas. emqoaiilo a necessidade i Ihe era indispimavel. Marlha era a alegra o en
de traduzr sua palavia em aclos, nao liaba vindo I canto, a alma emfim da caa di madama ("eriiio
revelar sua fraqueza real. Na couversajo elle sabia | Pedia porvenlura abandonar a lia no momento *m
vibrar loda* as nobre cordal da alma, e debaixo da I qne a velbice ia alaca-la, em qoe ella o*re~il*ria
influencia do amor lirava deltas son mgicos. A isa I mais do qae nunca de seu. coidsdo* de dnlraccao
certrza de seu futuro, a immensa dc-moportao que de ternura i:.se pensameolu a**sslava-a como um
nidia enlre seu deie.ci e soa siluarao ciu.l favo-icnme. Ella jurav a si mesma vencer seo ror.cio
i.-rain-iii. mudo pira rom Marlha. Lim gloria nao lurnar a ver Manuel, e eoiiieg.ji., ai vezes cien*
II n la, clas-itu-a la, numerada, por assim dizer, phr a palavra dun He Ir* iiilermio.veii da* ba
orna nonclo determinada, neta poiempor malote. |.e eng,nem ci leiiorn ; era orna acra* heroica *
' d.....u !--* i1" exettor nimio anlbnsissme i bom >m meta fovli aman i,, asma i i'u .man ir.
ondeippsrv.eu limii-, eomeri o desgasto. Mas I leria pravavelsMel stdasenaat d. i o,tro tini..
quando mede-s i pela aliara de suas aspi- j As alherm ttr,. o .m s--.....i.....,,,. ,lp ajmji,'
es, quan I idiGe*-e sua h.-ni ia i nm Ierras
i Ilimitadas de sonhos, nsda impadn de elevar-se al
lluris iiiire.-.siv-n, deenclter o infinito ro o sua
e na (iuic i de la alma forras 'm.
Sem o aronleciniei to de Jaree e a luello de di-
noel, o embale que ManhaOdat. si misma, lena
durao lalvet anda nittilo lempo ; p lem depois da
e i .liAo de seu imorfpata 'll iiji. enganoo-se um
netaule lobre as ron.equencias do aoasa, que o
me fallava de amur. Depois que liohl pereorrid. a pe ion I, lade, e como nm mulher olm'ldo pos"-
galope as .mmensa, cli.rnica abrazada* pelo sol,,- ., eem qne ella ama, toa cheia dncoa-
rmpKsdo lsrgsmen.es briu forncaiora domar, Binc* as ans di amar ps.i lomar eom elle posee
em vez de calma, ella senda uma especie de delicia ,| ooiverso. A aecewidldl de sban I.....r Indo, lo-
' 'ilaiju; ..ni I......, arn.r, ella vio somanta d ,ua. Lili tevs de pr- a-lo i-ouci eiKii-
Expliearemos porvenlura porque .1 como ella Hianle de S S i.lenllficaclo absoluta de duas es.li-
amon a Manoel O .em iUo lenloo i onnrebeiuler lencias, a* via.ens, ,, Ira'ball.o, a feliel lado, esobre-
reettavam-lhe elogios de We.lher; ra.s volland,. | porque comu amou, c nao vio b.ldada essa empre- (u lo solLiineulo compariilhado, a man forte de
para a casa derramavam soas adoraies e seussufl-i- ra'.' Tentaremos lambem, mas sabemos ameripada-, todas as atlraecOe* pera o cora. Jo de um. mulher.
meulv iu pa--iuas, muttai vezes lablimes, quu epq-l meiile quo o resumo mais ciado de qoaulo podei-1 l'esds ai piimeirai visitas Ue" Muoei ao taslello,
Wss* *ti)
miitii Ann


1
hVk.O K *l l : .FriUO ti m AM BO i.i I
malbtr J Om baga insensila en*" oa <"* o que
he ama mulher ? Mvterio vivo.,or I"8 o homem
uisee. Tive e morre.a n^ullirr rq P0le 'er compre-
hendida oo circulo ilc ui.j Je*'--*0, qualquer que
ella soja,. Conhece-se oma an>n,e- um* epoia, tima
m,li. ama irmai, m.s ntngin n-"> <--e nem dir
iamaii o que he oma mullie"'i-aeni os lo qoe pre-
, leude, defin-la ; que quer Ji'-er a molher : Tu es
/islo '.' Ei amante ou upo.. Pa> 0I' filho ; irmao ou
'amigo de uma inolherf->u enlo a philosopho.
Penhum diste, papeii ti/cnvira' para compreheu-
1 der e para eiplieara a*1""-
Amante, nlo a vs -">* atravez do prisma de
imaginado, e a luz d-'"i amor esposu, lo amas
ou detestas : lea im. ou le" dio moilra-a aoi
leus olhoi, ao leo c-";l C" "' q>l a quere nao
lal qaal ella he t p> C'~" a reapeilo de (na Tilha;
filho, respeilas, ""'as e arpas la raai; amigo, s
iii.lols.ente para lyi-
emas cigim-le lo nflo lens olhna no corado, mo
ves a mollier : z molher nao he feita para o philo-
ophos. Portan eila' no destino do homem gozar e
loffrer pela motar, mas uno poder julga-la. II. om
ente mulliforie ; verdadeiro prolhao, ella muda de
{aspecto aos nos nlhos segundo as piiioei qoe.os
animam : h o co, he o inferno ; he um aojo, om
demouio ; da, a noite ; a paz, a guerra ; o amor,
0 odio ; a telliza, a realdad; arca limri, ama Fu-
ria ; e teapre he ella, lempre a meama, sempre
uma, iinpre mltipla : uma em relajan a ella ;
| mollipla em retaceo aos homens, cujas paiiSes sao
maltipll'. E como he feila para as sun paiGei,
se querem jolge-ia sem puixoei, eieipa-lhei e uau
.A mala achada.
Eiiranhu yerdade Contrariamente as leis da in-
lelligencia, para btm conhecer a mollier, importa
ignora-la ; para bem estuda-la, importa estar lou-
Se ; para bem deGni-la, imparta empregar meios
esviados e n_o exprimir sea" peniamenlo ieu_o in-
diric(aaMn(e.
(Beojimio Barb.)
He o ma':s Dconeabivel doa enigmas.
O objecto de que se diz mus bem e niais mal;a
mail belle a mail terrivel eoosa do mundo;un
lojo, un demonio;um abismo cojos myslerioa Din
oem '.onliece;um paraizo, um inferno ; o mais
rae o e o maii forte doi teiei;como o reis.achando
poacoi amigos, e muitoi aduladores ; como liles,
f amoroso do poder ahsoloto;a mais oasada, a mail
temeraria creatara do universo;a mais supersticio-
sa e a maii tmida;ura resumo de (oooi os contras-
te!, um moniao de todoa oa problemas;um ente vo-
luntarioso, emprehindedor, resoluto, ponra incons-
tante, mobil e tmido;vido de prazerea, apiiionn-
do pela gloria, adoravel na calma oa na dorura de
suas afleicOes, porem o maii terrivel em sua vin-
gioca;fonte de prazere e de males, de civilisajao
s de filicidade, de odio de barbaria, de heroiimo, de
I 'rueldadei, de amor, de terrores, de gozoi, de furo-
ei, de mollera e de enthusiaimo ;em orna pa-
lavra, o mais incoucebivcl dos enigmasHe a mu-
Ibtr !
(Daimabii.)
Ditos diversos sobre ai mulheres.
, A molher be a obra prima do universo.
( Liuiog. )
A mulher he l mais perfeila dai criaturas ; ella
is ama creado Iraniiloria enlre o bomem e o aojo.
( De Balzac. )
Ai mulheres sao o alpino e o omegiu, o princi-
pio o fim. Qae homem nao comecoo, acabou
por ellas tem fallar do au /
(J. B. Say.)
As mulhern s3o para o homem o qui as dore* iao
para a primavera.
(A. de Maizieres.)
As mulheres fizem brotar todas ai flores qoe co-
hemos na primavera da vida.
(dem.)
Ai molhere sao por si mesrai as florea da 'vida
i orno os meninos sao o (rucios ; sao ellas qui fazem
i cucanto de nossn lociedadei, quer formem oolre
si coroi de dama, quer cada ama passeie com leu ei-
l'Ow, oa rodeada de numeroso fillios.
(B. de S. Pigne.)
Ai mulheres ulo no mundo moral o qoe aa flores
Jo oo mundo phvslco.
(Syliano Marechal.)
I'odire-ha dizer com razao qoe a molher he
um doce e temo mysterio que t. dos adoram sem o
eonhictr.
(dem )
A mulher .. So Dos a pode conhecer.
(Cerlie.J
1 Amanto, filha, irmi, esposa, mSi, av : nestas
ti palavrai esta' lu.io o que o comea homano en-
rra de man doce, de mail tctico, di mais ta-
rado, de iii.ns puro, de mais inelTavel.
,,Massias.i
Deo lamhem eniaioo fazer compoiiciii ; a loa
Ma be o homem, a sua poeiia he a molher.
(Napolelo.)
Aa mulhere sao a mais billa melada do genero
ano.
1.1. J. Konsseao.)
mulher he a amiga natural do homem e toda
Ira amizadi he fraca oa laipeita comparada com
(Da Bonald.)
_Ql uliios da Grecia reonldoi em casa de I'erian-
-.iTimno de Coriotho.depois de discatirim mailos
.etill te poltica e de moral, traiiram de asiump-
oi menos serios. Fallou-ie do billo iexo, e todos
loacordaram em que nao havia no mondo tenao
iluas comas bellas : ai mulheres e as roiai ; e doas
i oam boai: as mulheres e o vinho.
(L. J. Lircber.)
Variedades.
Uma aisociacSo de mocag.
O iToolonmiiso refera qoe duzenlai moras de
< iffereoles claues da sociadade formarem em uma
' Horucao que tem por objecto facilitar o casamento
c mofas pobrei.
Ella anociarto, qoe bem se poderla chamar a So-
ciadade de easamentos motaos, he dividida em vin-
-_i>*eec.6eit alira de restringir o mais poisiivel o no-
neco dai pesioai a reunir.
Cada aisociada diposila mensalmente ama somma
le 10 francos as mSos da Ihesoureira.
Ellas soturnas formara om haver annoal de 2i,000
Iriocos. a qoe le janla o producto aiii considira-
> el de iua lolerias semestraes, compostas de diver-
M lotes, muias vrzes de grande prero, confeccio-
cadoiou ollerecidoi pelaa aisocladai.
No fim do anno, a aociedade pode dispor di
30,000 a 40,000 francos, qoe servem para dolar
. doas oa Iris raparigas designadas pela lorie. Se ai
f leilas nao comegoem casar-se dinlre do auno, a
i irania u,m empregada, torna a entrar no fondo
c irnmum, e permute dotar uma oa doas aisociada
de mail no anno seguiote.
Depon de seu casamento, as senhoras, membros
faUi assoeac.io, contiuoan a pagar a somma primi-
tiva de 10 francos por espaco de dez aunos, e devem
impregar (oda a sua influencia para facilitarem o
rasameoto de suas antigs social.
Todas as associadas, casadas ou solteiras, ao i bri-
lladas a nao deixar passar neuhoma occasiao em qoe
posiam fazer valer o mrito das aspirantes ao casa-
mento : alm disso, devem-se dar mutuamente soc-
oorros em todas as eircomitanciai da vida.
Esta asiociecao de seguro eontra o celibato, crea
da ha quatro anuos, e caja existencia e fim, quasi
que nao sao anda cotilleados na cidade de...., tem-
a fornido rica e poderosa, a ponto de ler podido
ilotar-se em o anno prximo passado, diz mocas.
lie verdade, que limitas vezei tem bastado -2,000 ou
! ,000 francos, para determinar cerlos easamentos.
qoe Dio teriam lidojimais logar, se nao lora a in-
f ueocia oo proticfio, que todas ai associada poem
a' diipsito dos esposos.
Aununcia-se que ama soeiedada anloga organi-
6a-se nesle momento em oma das principiad cidadn
ilo departimento do Var.
(.Mmete das Familia.)
POESA.
O lempo e Amor.
A' lslra margena d'om rio
Um da o Tetapo chegoa ;
Com sea aspecto sombro
A opposla margen) olhoa.
Sem demorar-se om iustaole
Quer o velho viajante
Logo o rio alravetsar :
Qoem a sin batel Ibe empresta
nuera pelai arai da Setti
Quer ir o lempo passar ?
*>"um barco todo adornado
Vinhara da parle d'alm
As tres Graca, e a iiu lado
Amor la vinha tambem,
Don deltas vendo o velho.
Sem que pedissem conreino
Qoireram vi-lo ejudar
Ovando a qoe Amor mais affaga
! lies diz : Ah tambem oiofragd
'.'uem julga o lempo pausar.
Mal o velho venerando
No lindo harqoinho entrou
Amor qoe o vinha guiaudo
Ao vento ai velas ioIIou
V. miro risos e negabas
l)irigindo-se as tre gracas.
Com ellas junio a remar),
Todo contente dizia,
yoa era assim qoe Amor fazia
Veloz o lempo passar. .>
Mas por fim o Amor se cansa
E para dormir se deitoo ;
O Tempo ao remo a maoa lanca
, E enllo deil'aru fallou :
a Como cansaste lao cedo,
( Vendado louquinho e Iredo,
- Mea pquemno Doirlor !
. Vede, lindas, neite instante,
a Como o lempo a seu lalanla
.> lambem faz passar o Amor.
(r.'trahiio

um prelo velho, pelu limpies laclo de nao ll.e li var
a casa nin bj| le d'agua. Tanta valenta exercida
contra uiii%mi.eravel ve-|uo, que mal se pMe agoen-
lar em pe, quanto mais delendir-se das nrral da
um moco forte, nao pule se< nosioerada, seoSo co-
mo um acto de estupenda obaroia. Qoem quer
agua em tasa e n.l.i eucoolra quiin Ih'a deile, ou
compra escravo ou vai carrega-la.
Uarchaneria em aeraLH io aabemoi al qaan-
do durara' a- calamidad porque oslamos paitando
acerca da caresta de lodos os genoroi, o com e-pc-
cialidade das carnes verdes, e por mais que lenha-
mos cogilado para descubrir a I me principal doude
emana eifcesse mal, cada vez mi i ignoramos. O
clamor he seral, nao se trata de o Uro objeilo, ue
nao icja eisa caieslia real ou fe. lic. Em ou*
Iras pocas, porque temo pa-sadi, segundo cro-
mos, nao consta que nenhuina t.inha lido com-
parada com a actual, por^uanto i em casos exc^p-
cionais de peste, lecca ou su. ra, apparecia a ca-
resla, mas uma vez lermiuadcs enea males, torna-
varo ai coasas ao seo estado normal. E sera' isso o
que hoje succede ? Felizmente ueiihuin desses males
noi flagella, isto he, a pesie, teca i goerra e no en-
tretanto sollremos como se tudo exis isse. Como to-
dos labem, foi estabelicida una compsiiba de mar-
chantes, com o intuito de milhorar a cundido do
povo, mas esse programma bem longe de ser secu-
tado, outra coma nao fez sen lo augravar os no'sos
males, pois de eniao para ca' lodos comecaram a ex-
perimenlar os ternvtis effeitos deise inculcado be-
neficio. Mais ou menos sempre lomos lido came,
mas porque preco, e de que qiisliciade ? Toda ella
cara, ruim a mullas vezes podr a ponto de ser lin-
eada ao mar. Alguem houve que ceixaudo de N li-
gar a essa companhia, se inculcoii que o nao fazia
pur ioteresse que tomava pelo p.iv j, esperamos ver
esse phenomeno, e nunca (ivomoi occasiao do ob-
servar, ainda qoe contar com elle siria o mesmu que
morrer a' lome. Nunca, porlanlo. elle se realisou.
ao contrario luccedeu aquillo <;ue si esperava e qui-
se esta' experimenlando lodos os dial. Esse de quein
raamos ah se acha com (al lio. de a;ougue na lo.i-
\ isla, e quem quizer que nos rnspouda se algum da
elle dinnuuio o preco da carne, uu se io contrario
nao le:, andado a par do | r ._, porque vence a
companhia a alloma vezes mais caro \' Faz inuilo
bem, faja por vitar que esla lu a nrdeiu do inundo,
mas nao prometa aquillo que i ao pude cumprir.
L>perle:a de carneceiro. No da G do correla
(endo a companhia das carnes verdes mandado que
nos lalhos da Capuuga fosse v;ndida a carne preco
de 22 patacas, soccedea que om un dos ac.ougue,
o uosso carneceiro allerasse para ..'i patacas, e como
esse procedimeulo se fue-ie seniir pilo povo, foi
preso o carneceiro, mas deulrc eio pouco lempo so
achava restituido a sua liberdade, a por conseguiule
aolorisado para \euder em ouli.i occasiao pelo ptejo
que Ihe convier.
Anda mais oulra. lia an cosame nos ai.ou-
gues quando se laz qualquer peso de carne, ile se
botar na halinoa o talho, e quando he occasiao de se
bolar o contrapeso, atira-se com elle dentro da mes-
ma balanca e com o qoe faz deicei inmediatamente
a concha em que se acha a carne, e dan como pesa-
da, resultando desse processo um furto que hzcm
os carneceiro?. Estamos convencidos de que seas
balanras dos repesos tivessem eso, talvcz as cnusas
marchassero melhor, mas ellas su lervem para pou-
sadasde moscas e leas de arauhas.
A companhia de paquetes brxxileiros a vaper.
Sempre ouvimos dizer que quein corre canea, o n;1o
sera' mailo para admirar qoe a (ompanhia rin pa-
quelos brasileirus a vapor lainhim canee de lanle
alropellar, atropelando igualmeiile a lodo* com '1"-
la celendade na saluda dosrzesmos. Com" lodos
sabem foi tnnonciada pela agenda dos vapores a
chegada do aOyapocku para da 7 "' correule ;
mas tendo elle rhegado no dia 5 seni qoe fosse es-
perado pela mesina agencia, claro sta' que 030 de-
veria ella escusar-se He receber nisse dia as encom-
mendas qoe deviam ser condi'i'lai para o sal, romo
consta l'uer.i. Dos conliimados miiuncios que faz
a agencia, se co clue qoe essas eiicommendas s po-
dem ser recebidas pai vesperas das chegadas dos
vapores, e como hpqoe sendo ellas entregues na an-
tevespera do dia annuiiciado deiiam de ser recebi-
dos '.' Das .loas oma, oa a agencii mo gosla de en-
eommod..'r-so ou entao nao tem a forrea necessaria
para fazer os commandantes des barcos cumprirem
suas delerminarOcs, porlanlo -f eramos ser mais
providente em seus aunoncos, di que expor o pu-
blico a ama preleno.o a nosso er bem mal enten-
dida.
Hospital de Curidadr. Existan) no dia 7
do correnle 23 homens e 25 mulheres trata-
dos pela caridade, II homens e 11 mulheres que
pasam a casa, e 8 prajas do co-po de polica.To-
tal M .lenlo-.
Mortalidadc.RelacSo das possoas qoe foram
sepultadas do cemileno publico, no dia 7 do cor-
renle mez :
Joaquim l.aarenlino, preto, solteiro, W annoi ;
plithysica.
Joaqnim, prelo, escravo, (Ti animi ; diarrhea.
Mauoel Joso de Farias, branco, lolleiro, Porluguez.
17 anuos; febre amarella.
Maooel Harinho do Nascimento Jnior, pardo, 8
anuos ; hexiga,
Luu Francisco Montiiro, pardo, casado, :i annos
apunhalado.
Thereza, prela escrava, 2 anua ; gaslro enlirilre.
Antonio, branco, II annos ; lelauo.
Tolal 7.
Maladouro publico.Maloa-se no dia 7 para
consumo do dia 8 do correnle, a saber:
Companhia dai cames verdes ......'>"> bois.
Ricardo Komualdo da Silva........7 i
Mauoel de Sooza Tavares.......... :t >
l.uiz de yueiroz..............2
Cletneule................... i
Tolal. 48 bois.
Al di.o d'amanh'ia.
-'H-,
net-me, e com a men. limentoi so pode honra de r armado eivalli iru por elle. Este prin-1 -- Quaixai-mi ao vostoljaii ,ie Dordieeht, que bi
ser lieiii traduzda pe. iDlencito que os dillam, e pe- ] cipe, om n.oilsa batalhas a qoe aaiiilira, havia dado prente do b.ulio, paia gue me lizesse juslioa, recu-
la peiwaqaaa fez, aceito nesla parle a cmusiiiao provas valor. A,, zar disso, o bom conde soo fazer-m'a, \... m'a l.ireis. Mollar,
do Sr. Dr. Silviuo. demrala sampre de dia para dia a honra que elle O conde leve muila d do pobre humim, e orde-
Agora acredite ^. S. qui nao preciso do sai penal sojicitava, li que em 1328SI aprtsenlou ama occa- non que (osse hospedado no sen palacio, ale que re-
para a arma de drleza, nem julgoe soa dignidade siio fatoratel. cebeisi a rapari(io do seu agaravo, a lago fea partir
olfeadlda pelai minhaspalavras, p rque, repito o- O re da I r.n.ca,Cirlaa-o-Billa, veio nesle anno para Dordrechl oro dos ofliciais com orden da di-
tav em er.-o. ulgava S. S. un homem capa* de in- com um poderoso ejercito combatir os PlamentM, <-" a., coulela, que delxaSM de paite lodoi o- leas
dr.mar-se por orna senlenc.1 iniqoa, e de poder la- I contra o q.iaes, desde o da de Coustai, elle tmlia negocios, e Illa viesse (aliar imaiodialamenle, acom-
nifeslnr es-,i indigaa,.io aiuda que por um movimen- inais de un inotivo de queixa. O conde Gailherme paohado do bailio. O eoolla, asltm que rccel.cu

..in, mormoriDl o regaloa ,ie relva, lili,
todn n ii,res .i.'io seo* perfuma!, todas as irvore
d;ln . El iiol-nlo a.inia do jirdim, a iiioulaulij
obi.inceira apptta ala loive verdara o eaolruti
brinco de -eu- rochados de refllxos deslumbradores.
Gratidas ibutres, aguias laom, gypaatai de olhos de
o'iro, de-(revem no azul do coo intitulas erpiraes.
.ronde imputar da Oriente, que cominin.lava
a naloraza inteu.i. reuni ein sals jardins todas as
esseuciai das .nvores, e lodas as llores as mais bellas
com as mal, raa
coolnlaaao, e nao me .lien lo por ella, porque Ira- l"-o-llello e a Flandres. Os II imaogos occai-avam de
lando-se de BDieolimeotO n.lo inanileslad.. por pi- Clssel e a io lina que Ihe fin pioiima. Sem esp'r i- 'la
rein o resulado das conferencias, quaes a su- un- Ier
paciencia n,lo lolerava avancaram um da de impro- I -taba dado oulra e.....u lugar. I hriza da primaera desaliva uas inont.ni,.,' ),,_
vilo, julgau io apanhar u re de Franca descuidado. l**o he pouca cousa. dina o eoulole. E ambos i laculos de celo das trrenles, a ligaeira dava sehs pri-
(lUilherine--o-llom, sendo o primeiro que peicebru vieram como se Ibes or.tenou a Velencieuues. I meiros figos, e as vinhas ja' flon.ai derraraavain sen
do inimigo, mandn locar a reunir, i uandu eulrarain na cmara do conde, ese reco- doce odor.
i oaiXM suda, 1 dili lilas dc sej, .
II eaixa. sedas, fazenJa da al^odSo de
sed. e IgodBo etc., 1 caita carne ; a lmm
Monseti, Vinaaxa k C.
I caixa molas ;a Itucss.-ird Millorheau
11 eaixa*s_i roloaca fa.endi de sia
dita de altrii.i.lo diUdelSe seda, cnueos'
dtios deso de algodiiu, filas de seJ cha'
les, roupa, perfuaiaria., mirroquins' ,,r
lo,mas jolgaodo S. S. que uso poda fizar mova n.'o. fallou un unirse ao seu illiado, esperando adiar esta ordeni. peiguntou ao bailio se liuha pralicadu
no que val como bomem, 00 como julz, acollo a occasiao d. poder eslabelecer una boa paz enlre Car- algum aclo, imque iucorrein no desagiado do con- com ..........i.....,
' i. Kespoudeu-llie u primo q.,e nao, que de na- I I na alta monlanha as defenda contra o aquilao;! Ce ana" "i Cancieeiros, quinqui||,_na
se lembrava que los.-e reprehensivel, a nao ser o o vento do Midi, quando lopraia fazia exhalar de ''y1'"1'1", Calcado, couros, arctis, dro-as
r lirado uma vacca a um campuiiez, mas que Ihe; todas as paites os perfumes. l."go que a primeira *'lc,< caixa licores, i hirris vinho V
lavra correspondente, he u Sr. Dr. Silviuo O juiz de
sua propila coiiscieucia.
iteipondrre ao Sr. jurado un a quem quer que
soja, quando se quizer resolver a discutir de um mo-
modo comedido e honesto. Sen constante leilor
Florencio Jos Carueiro Monte ro.
CIDADE DE NA/.ARETI1.
7 de Janeiro de 1838.
Como annanciamos na nos levado a scona no dia -Si do mez prximo passado o
o movim"ii
voou ao seu encontr,ccarregou-cs com valenta pi- nheceu loso o coolole, a quem ja lioha vislo n'ou-
ra os repelhr. Mas os uamingoi receberam-o rum
tal luna, que a escaramu{a em breve se tornou n'o-
mi hatalha sanguinolenta. O conde (juilherme nes-
ii arca.. Toi vencido pelo numero, e laucado abaixo
do cavaito. ia infallivelininte ser morlo ou pnsio-
neiro, se mo fosse o piomplo soccorro do joven con-
Par .fallar como a Escriplur.i, ellas plaas f.ir-
ni.. v < m nm ardim di delicias, onde se viam reunidas
as ,egelaes vigorosai do Norte e is opulentas do
mci.i dia ; a macieia achava-se misturada com as
^mU'-MIV'.--.
BEPA-XlCAO DAI'OiaCIA
Dia 7 de Janeiro.
Foram recolhidos a casa de delencao .1 liomeni
suido 1 branco, 1 pardo, 1 prelo, livre 2. csiravo
I, solleiros :l, Brasileiro I, Porloguez I, Alricaio I,
da 21 a 30 annos de idade 2, de 31 a 40 annos I,
artistas 2, sem oflicio I, a ordem co subdelegado do
Itecife I, do de S. Jos I, da do. Afogadoi 1, poi
ferimenlo 1, para cyrreccao I, fugido 1, sab.Mido
ler 2, auilphabelo I.
Conforme.O s.crelario,
Uulim. Augustu dn Almeida.
DESPACli.VHAM-SE PE. POLICA.
Dia 7 de Janeiro.
JoHo Vicente Ferreira, crionlo, obleve limpies
despacho para ir a freguezia de Agua Prela.
8
Louisa Penislon, lobdila ingleza legilimoo-se
para obter passaporte para loglilerra com soa fa-
milia.
Pranle o mez de dezrmbrn liiu'n, despacharam-
a pela secretaria da polica 17 oscravos, sendo para
o Ulo de Jaueiro ti, para a Baha I. para Minas 2,
para as Alagoas 2, para o Ceari I, para o Araoaiv
I, para o Para 3 e para o Ko Formoao 1 ; c ohli-
veramvislonos pasiaporles : 7 para a Baha e 7
para o Kio de Janeiro, lodos en cempanhia di seoc
senhores, com a eicepcgo dos 7 nllimoi que foram
a entregar.
Durante o mesmo mez, entraram em o porlo des-
la cidade vindos de fora do imperio 7 estrangeiros
sendo .*it Pnrtugoezes, 12 luglezcr, 8 Francezes, I
Allemao 2 Blgicas. E sabiram no referido mez
para fora do mesmo imperio 8 estrangeiros, sendo
luglezes 6 ePoringnezes 2.
RECTIFICA.. \0.
O escravo Joaquim, do Dr. Francisco Eliai do
llego Dantas, juiz de direito do Cabo, obleve paisa-
porte por esla repartido par o Itio de Janeiro em
compauhia de seu seuhor, e nao part. a comarca do
Cabo como por engao foi publi'ado no expedienle
desli secretaria do dia 2 do crtenle.
Conforme.O seciclario,
Rufino Augusto de Almeida.
(JWmmitttica&t-i-.
Levado por um senlimento de dignidade, offendi-
do quer em minhl peisoa, qur 'no m?o cargo, pela
decisao proferida no tribunal d.s jralos na caosa
crime que inlenlei contra o Si. Ignacio Benlo de
Loyolla, ptibliqnii a narrscao do que occorrer.i no
tribunal para demonstrar que a .:eci-.n nao Iiu ha as-
seulado nem na prova e evidenci i doa tutos, uem na
verdade resultante dos debates, linto assim que du-
al decisao immedialamente, e pelos fundamentos di-
tos, ippellara o Sr. Dr. Silviuo Cavalcauli da Albu-
qoerque.presidenle do liihonal.
ln-o que o Sr. Dr. Silvino ao proferir os motivos "a b-m fit.
O TRIBUNAL DEJUSTICA
DE
Cuilherme-o-Bom.
Chiouica do XIV seculo.
A juslica deve ver ao lonfre :
os pagaos, com a sua clasira
e'lupidez, veudaram-lhe os o-
Ihos.
Capgrave.
N'uiua bella ruanhaa de selembro d 1336, na
grande sala de armas do casUllode 1 'lenciennes,
dous b.meni vindos do norte aleciavam, talvez cim
hastauto cusi, uma grande impollaacia devida, nao
a sua adocacio, naselfipeolo ou reconhecimenlo, mas
a sua posie,,1o. que > 'aa fortuna Ihes lievia propnr-
c onado, e"que >-|uella poca Ihes permillia mais
ilgomi vai''ade, do que se poderia esperar lije.
Esles (I"1* homens eram prenles em grao mu pro-
iiiro ; um era o coulele ou jniz supremo u D ir-
'ic.l.l, o oulro era o haio de um consideravel
hairro as proximidades desla cidade ; porque, nes-
ta poca. Dordrechl nao era anda urna ilba ; foi
em Ii2l, b'j auoos mais larde, qoe o gulpho de II es-
bosch sa formoo, devorando -denla o daas lldalll
com cem mil habitantes, e separando Dordrechl de
Ierra firme.
Esles dous homens, chegados na vespera. inlretl-
nbam-se conversando com uma mulher da Zelandia,
a quem a desmedida corpulencia linba proporcioaa-
do ama feliz -orle no palacio ; e eslavam tirando
dclla, na sua linguageni, iileisesctarecimeulos, quan-
do uro i-gem os veio avilar de que eiam esper.'dos
na -1... em que se achava, no sen tribunal de jusli-
ca, o senhor conJe Coilherme-o-Bom. Algum tinto
aguados, seguirara o joven pagem, e immedialdu.en-
le eatraram u'uma cmara, cuja architeclura apn-
sentava ao mesmo lempo o geuero gotiiico i o ldou-
risco.
No meio dMU cmara eslava o leila do principe,
Gobetlo com um docel de seda encamada, leudo pal
cima a cora de conde, como se ua nos leilos reaei,
e as guaruicOei mperiores os qn .Im crudos di
ll.ini,nt, llollamla, Zelandia e Fri/.a. lira ueste lei-
l(i que vivia e reinava, havia muito annos, o cunde
Uuilberme, primeiro do nomo em Hainaul, loreciro
do nonie na Mol lauda, e por toda a parle appellida-
do (iuillierme-o-Bom.
I'o.-in antes no explica.mo a razao, porque iui-
ll.erme reinave dlitlldO n'uin leilo, que era chamado
o tribunal de juslica de Cuilhermc-o-llom, e que ua
lin-ua liollaiideza sedesignav pelo uomede ntroon-
bed. sera' conveniente fazermos conhecer em poo-
cas palavras, quem era este suberano, cuja memoria
le lem reverenciado tempie, e alem disso qui moti-
vos levaram a corle de Valenctemies o uvcoutelf de
Dordrechl e sin primo o bailio.
Guilherme-o-Bom, coue de Ilainanl, de Ilollnn-
da. de Zelandia e de I'riza, que comrrou a reinar em
1304, mereca o sobrenome de llom.'que Ihe deiam
os seus compalriolas. Alem das quahdades qo. Ihe
grangearam esle titulo i.1o lisongeiro.era amante em
extremo da juiliri, sabio principe, valenle e leal.
As chroniras do seu lempo appellidavaro-no o mes-
Ire dos cavalleiro-, o senhor Oos principes, c o c-spe-
Iho dos soberanos.
(Is principes lens contemporneos escolhiam-no
sempre para arbitro as suas desavencas. Durante
uma das vacaturas do throno imperial, os eleitores
deram-lhe por unanimidade o glorioso titulo di vi-
gario do imperio.
as guerras foi molas vezes nm conciliador zilo-
so, um ministro de paz. Nos seus estados refonimu
os abusos de juslica, diminuio os encargos pblicos,
e den ios sous povos garantas inauditas ale aquella
poca.
Coniegoio subjagar os Friten, povos indomaveis,
qoe tiiiham por axioma, que mais valia morrer do
que ler vassallo de uinguem; povos, que os principes
seus predecessores, nunca linham podido subjeitar
ao seu dominio. He verdade que nesla circumsti.u-
Cil fez mais a grande replanlo de (uilherme-o-
Itom, do que as suas armas. Pela sua recibido e >!u-
cildadc, conservou sempre na Fr/.a a ordem e a po_,
beneficios estes que at entao tinbam sido deicon.ie-
cidos nesla parle do sea reino. Era lo adorada do
sea povo, que um dia,.tendn ido a Franeker, os no*
taveis da cid-de seguidos de uma grande mullidlo
de povo, vieram sahir-lhe ao eii-onlro,Je o levaram
em Iriompho sobre um grande escudo, conforme us
anligoi usos, pioclamando-o ununimemeute seu se-
nhor.
I'ma grande e ernel fume assolou os Paizes-Pii-
xos em 1315. Com Ul rapidez se tornou horrivel es-
ta lome, qoe em mu cuito lempo nao se viam mais
do que moiibundos. As mies sem podirem alimen-
tar seus fillios, vim-nos expirar sobre o seto exhaus-
to e se.t.i ; mimbrns da mesma familia, abandona-
vam-se uus aos oulros, fugindo, ou disputav.m
alromente os mais hediondos alimentos.
(Durante este negra calamidade (d'i Franrois-le-
Pelit, na sua chroi-ica publicada em 1601), viva na
cidade de Ley de uma mulher, que lendo grande fu-
me, foi pedir a sua propiia irmtla que Ihe empren-
tas-e um pao, recebendo em esposia da irm3a des-
nalurada qui nao linha em casa pao. Como itisislii-
se e supplicasse mu lo, a cun dnte-lhe : Permuta
Dcoi, que se eu Indio algum pao em casa, leja con-
vertido em pedra !A pobre mulher relirou-se, i
qoando sua rmaa foi ao aimario buscar pao para co-
mer, encontrou lodos quanlos all linha Iran-forma-
do em pedras, conforme havia pedido a Deosje
anda nao ha muilo lempo, acrcscenla o ehrooisla,
que om deeles pac se moitrava na Jgreja de S. Pe-
dro da Ley de. i<
t.iiilherme-o-Bom, por seas isforros e emola,
con-ecuio suavissr o mais possivel a neta dos inai-
desgracados.
Foi viilo por toda a parle, percorrendo sem des-
canso as provincias do seo reino, procurando cica-
Irisar as feridas do sen povo, dislribuiudo-lhe ludo
quanto possoi.i, at conseguir que os seos estados fos-
sem menos desgree.dos que os estados virinhos.
Alem disto aprissou-se a mandar vir do Bltico ce-
reaes em lal abundancia, que /.cram cessar a fome.
Foi n'uini deilas Instes viagam, inspiradas pela
homauidade, qoe se ar resenl u ao bom ooude Cui-
Iberme a occasiao di trazirpara a sua corle a singu-
lar pirsonugem, que o leitor ja vio em conversado
com o dous llollaodczes. Ouando eslava na Zelan-
dia, fallaratn-lbe de ama mulher do paiz, que pela
sua c. nli.rirar.io era mais infeliz do que qualquer
oulra pessoa. A sua enorme eilalura era motivo, pa-
ra que Diogoem a po.lesse sustentar. Esla gigaula
/elaude/.a era lao grande e possanle, dizem os luslo-
riadores daquelle lempo, que os horneo! mais altu-
pareciam enancas ao pe della, studo alem disso bel-
corpo, e
eaiallelroi, COuieguio p-lo nova-
inoiite a ca.allo. En quanto isto durou, o exercilo
do re conseguir reunir-, (ravando-se a balalha
em I..,I..i is pontos, a victoria foi alcancada" pelas fi-
lenas onde combata (ioilherme.
Ne-la aci.lo. que leve lugar no dia 2 di agosto de
1328, oeeoda de Oilrevanl conduzo-se lao bem
qoe lodos o cavalleiro, oui hav.am admirado, de-
lejaram ananimemenle lelo por irmao. O principe,
seu pal accodeu a om desejo lao honroso, e ceremo-
nia praticou-.e dcste surte.
Logo que ('.uilherine-o-Bumeflevi de volti ao sea
castalio de \ ilaocianoai, para oode foi irazido feri-
do, reuni naqueUl re-idencu lodos os barfiei, prin-
cipes e senhores que pdde convocar, e com esle a-
companhau eulo tez-se Iransporlar em lilcira a' igra-
ja de S. Jo.lo, onde o eperavam (uv de Bolouha.
hispo da Cambra.,-, Pedru Itegero, hispo de Arras, e
Uuilherm de Venladons, bispo de Tournai.
O joven conde foi Irazido pelos pares de Hainaul.
vellidos de grande gala. Ouaulnaelle, Irajava um
corpelo branco com calces da meima cor, sem caps
nem esparb .
O bispo ,le Cambray celebrou missa. Depoi do
Evansilho, Jo3o de Avesues, sire de lleaumont, ir-
mao de Cu llierme-o-Bom, pegoo em seu sobrinho
pela m3o e o coiidi-zio Jianle do prelado. No brilhan-
le numero de poderosos eartazloa que o cercavam,
dislinguiam-se Didlar de Ilredero.le, Jnflo de Arkel,
o senhor de Wamuare, Arnold de Cruvinngbem,
JoSo de I', m ti. logo de Hamitide, J.'3o de Duv-
veipud, e mailos oulros cavalleiroi da llollancia,
di Zelandia, da Friza, do paiz de L'lrecht, do Bra-
banle,: do llaiuaul a da Franja. O jovm piincip;
pedio ser leilo cavalleiro. Em seguida o senhor do
lleaumont, querepresenlava de padrlnho clevou i
voz e dise. que se alguem linha alguma queixa ou
aggravo a apreseular contra Guilherme de Uslrevanl
o podia fazer livremenle. A assemblea toda gaardou
silencio.
Depois do um prolongado momento, dorante o
qual liuilheime-u-Bum le moslrou mu commovido,
o hispo dcCnnbray reciloo om discurso, no qoal ex-
poz os develes da cavallana : depois pcrguulou ao
aspirante, i. se sentia com o preciso valar para de-
en.penli.it' eses deveres.
Sir, com ojuda de Dos, respondeu o conde
de Ostrevsrl.
Juraos di apoiar a religiao e a igreja .'
Juro-o.
De S'islentar a juslica e bom direilo.
Juro-1.
I>* proteger o fraco, e defender a viuva eo
orpbao ?
Joro-o.
0 bispo di Tournai lea enlo a relacao de lodos os
voios de um bom cavalleiro, di pois do que o joven
tiuilhermo, vollando-se para seu pai e pondo a
m.lo direita sobre o livro sagrado, e a esqoerda so-
bre o peilo, uronunciou o juramento da cavallaria
iie-tes tennis :
ii l-.u Cu Iberme, conde de Oslrevanl, principa
livre, vassal o do Santo-Imperio, promellcu e juro,
na preser.oa dos senhores b.spos de Cambrav. de Ar-
ras e de Touriidi, o do illuslre principe (iuiiherme.
conde de II iinuii, na llullanda, da Zelandia e Fria, meu senhor e pai, e igualmente na presenca
dos nobres | ares de Hainaul e de Valcncieunes. e d'e
lo :os os mas senhores e cavalleiros que me oovem,
de Koardar e manler Indas as leis da cavallana.
Ltn fe do que ponlto ai m.os nos Sanios Evange-
llioi.
Prenunciando eslas ultimas palavras ctm voz fir-
me, eslendfu as mitos para o livro santo, e incli-
uou-ic .liante du prelado. Depois dirigio-so para o
throno de su psi e ajoilhoo. O velho conde, depjis
de Ihe beter por Ires vezes com a espada, abracoo-o
e disse-lhe :
1 Guilherme, meu charo filho, com eile abraco te
fajo cavalleiro, em huura e Dome da Dos Todo-Po-
deroio.
A emocao uHocav.i-lhe a voz. Armaram o joven
principe com as armas, que acabavam de beozer-se,
e pozeram-lhe a espora de ouro, ao mesmo lempo
que as acelamaees dos assislenles nao deixavam ou-
vir os sons las trombelas.
Esla ceremonia leve lugar no dia de Iodos o
Santos.
Na seguinle primavera, Coilherme o-Bom, qae-
rendo exerritar anda mais seu filho na profissao das
armas, deu-Hie uma companhia de homens valenlts,
e ordenoo-ll e que fosse combaler na Prussia com os
cavalleiroi eulonicos, que eram como om dique
generoso qu 3 suspenda e afastava no noria as hor-
daidoi gciiiioi. e que preiervava a Europa de lle-
vas invasei de barbaros. Todas as chroniras s5o
conformes em dizer, que Guilherme de Ostrevant,
neslas guerras selvagens cujos fados se nao pode-
ramcolligir, siisleolou dignamente o siu titulo di
cavalleiro.
t) .onde de Hainaul nao foi menos venturoso com
os oulros sem lilhos ; uma das suas filhas, Philippi-
na de llamaul, chegou a ser rainba de Inglaterra ei-
posaudo Ediardo III, a quem ella aalvoo de um
grande de-aire no cerco de Calais, porque alcanc,ou
livrar da mol seis horgnezei, conderanados inno-
cenlemsnlc por sea marido. A oulra foi imperalriz,
pelo casamei lo que fez com l.uiz de Baviera.
(...muido es ferimeulos qoe lecebeu na balalha de
Canal, dcixaram-no em lal estado de ande, qoe
desJo entao se vio obrigado a eslar continuamente
de cama. Atezar d:s descunlava dos negocios pblicos. Afirn de se poder
Iransporlar aos lugares onla era necessaria a sua
presenca, ma idou fazer uma lileira porlalil, a qual
era reverenciada pelos soberanos e corlezaos como
um throno ai.guito, porque a juslija, a benevolencia
e a paz pareciera usidir in lia.
Por occasi.'io da grande liga, que algnni principes
los Paizes-Laix.'S, auxiliado, pelo re da Bohemia,
Jo.lo de Loximborgo. formaram contra Joao III,
duque de liiabanlc, Guilherme o-Bom, afilelo por
ver povm do mesmo paiz prestes a degolarem-se, fez-
se transportar na sua lileira para o cenlro dos dous
ciercitos, que jA se preparavam para o cmbale, o
qual nao levo lagar, assignaudo-si a paz lobre o pro-
piio leilo do bom ronde.
I m dia que os negocios, em que te envolver, o
obngavam a deipezai que exce liara as saas rendas,
vio-se obrigado, para cobrir o dficit, a recorrer aus
seus subdito-.
Aconleceu islo no anno de 1331. Reuni os esta-
dos do II, in, ul pedio Ihes por ama vez smenle
um impoilo de seis dinheiros por cabera, e dez por
geira de lera. Igoaes pedidos fez aos seus povos
da llollan.l i, Zelandia e Friza.
Esle ultima paiz podia entaoconsiderar-se rico por
causa dos leus intrpidos navegantes, que lam La-
ponia fazir i m grande commercio. Todos Ihe olle-
receram mais do que elle deiejava. Os nolaveis de
Ira occasiao, e disse-lhe
Vosso primo o bailio nao veio comvusco'.'
O culele apreseolou o seu companbeiro. O con-
de pergunlou-llie como eslava o seu diilricl. de que arvo'es silvestre. Lina parle do jardimchavama-se
era bailio. Respondeu Ihe qui ludo ia bem. Mal' o j.nrdim das nogueiras.
havia pronunciado eslas palavras, ibrio-ie uma por- Eu desci, diz a esposa, ao jardim das nogueiras
li, e vio-se sabir della uma assemblea de juizes, que para ver os Inicios dos valles.o
ajudado de cerciram silenciusamenie o lulo do conde. N'oulra parlo chamava-se o jirdim dos perfames.
Aqui esli, proseguio Guilherme, um bailo de1 .Meo querido desceaao jardim dos perfumes pira
II.,11,111.1a meridional, que acaba de dizer-uos que no ir cnlher lyrioi.o
seu paiz ludo val bem e em paz
drama-0 I-oreado das gales.- \' enchente a'dai iAS-*!-!. 'e" """>- qUe' V'^'i"13'*"-" I e ? Mbir della u.ni assemblea de juizes, qu
m.....nos. ea cumpsnh.a foi motlisiimo .pplaodida |"p!Tido,* saJ
pelo bom desempenbo do mesmo drama.
No domingo prximo passado (3 foi a icena, m
beneficio da Sra. D. Jesuina. u dramaArlhor.
Ilouve grande concurrencia, sonde que ale uimcas
primeiras autoridades da provincia veio com sua
presenca honrar o nosso Ihaatro, e consla-nosqui i-
cou inuilu salisfeila pela nrdem e harmona que rei-
naram duianle a recita. A beneficiada em obsequio
a seus prolectores daiisou e caolou alguma musa ; e
coiMta-DH que licra salisfila do sen beneficio.
No domingo seguiote (10), (era lugar a repiesen-
lai.ao iloConde de Paragar.O Sr. Coimbra, bem
como loda a sua companhia, cnnlinaam a merecer a
estima geral pur suas boas maneiras ; e nos parlieo-
larinenle o felicitomos pelos buns resultados, que
vai culheudo de sua empeca.
O Espectador.
e apezar disso el-
le, bailio ejuiz consliluidu por nm, fui c proprio
que offeudcu um camponez nosso subjilo, tirando
ama vacca que era toda a sua forluoa.
O bailio a cada palavia quo uuvia periia o animo,
porque va o modo severo do principe.
Lio novo personagem entrou, era o ofend lo. O
conde fe-lo aproximar de si, e perguDleu-lhe se re-
conliecia aquello que o linha aggravado. O cam-
panea respundcu-llie que o rccouheti.i, a de novo
Ibe expoz u faci de Ihe tirar a vacca. (I culpado
pretendeu desculpar-se dizendo, que Ihe liuha man-
dado pdf oulra no logar da que Ihe tirara.
Y. quem te deu o direilo de asMn proceder ".'
Lmadeslas collinas chama va-se a colina mura,
e a nutra a monlanha dn incens. O cypreste e o
nardo tinbain sen lugar ;i parte, perto da romanzei-
ra do fiar bullante, do aoafrao oo Egyplo, do cv na-
na.mo e do aloes. A palmeira balauc,ava no ar seu
cacho de fructos dourados, e junto da caima aromti-
ca a balsmeles derramava todas as mauh.las soas on-
das .le perfume ; os rombos trecazes, azuladas ro-
linhiis, desciam voando sobre ns lgreles de mm-
dragoras. A mandragoras de Salomo, era semdu-
vida a mandragora dus poetas ; a mandragora que
canil .'
Silumaa Irvaulou oeste jardim di delicias om so-
barbo p.ivdlnlo pata a sua bem amida. Ai eolura-
disso Guill.erme. He um aclo de ly ranina, qoe i as eram de cedro inconuplivel, o tecto de cvpris-
nueres acot.erlar con. a mulla r.ir,',4 "' I'.,., han. i. ., l...,r..., V._,ka f. cu,. !__- j.. : .,__ .__i.
queresaeoberlar com a innilia cora? Poii bem.
ionio eile uegocto a intu, e vuu eu mesmo ser o juiz
della.
Em seguida ordenou ao eoulole de Dordrechl,
que logo que cliegasse a' sua habita..,!. mandasse pa-
gar ao camponez, sem demora alguma, a quanlia de
cen escudes de ouro, lirado! dos bilis do bailio, a-
juntando, que por ete fado nunca nais seria in-
commodado o olTendidn nem os seus paieuUs, quer
fosse em obras quer em palavras.
O bailio, cujo lerror ia sempre em a igmenlo, de
bom gradse subinelteu a esla decislo, o o cam-
ponez deelaruu que se dava por muito silisfeilo eom
ella.
Eit.ii salisfeilo, disse o conde, pois eo ainda
n.io o eslou.
Tendo-lhe ordenado que se relirasse, assim cumo
ao eoulole, disse ao bailio que licasse, porque que-
ra dar um cxemplo a lodos que admiuistravam a
Justina.
Nlslo o carrasco e o cofessor entraran) na cma-
ra, acude lodos estavam.
Ponde-vos bem com Dos, dissi 'iuiiherme ao
bailio, purqni s leudes a viver om in-lanie.
0 pobre homem ilurdido n,1o esperava semelhan-
le de-lecho, p.iio.ii logo que vio que a coosa era se-
na, deilou-se de joilhos, e confessnu as suas fallas.
Em qu tuto isto durava, o conde pas-ava as m3os do
carraico a sua espada, com a qual nesia mesma c-
mara, assim qoe o bailio acabou a sua conlisao, Ihe
foi corlada a cablea.
PROCESSO MAZZINI.
1 ma correspondencia dirigida de Turin a' o(a-
zetle des Portes,o conten os seguidles promenores
sobre a instrucc.lo que se prosegue contra os autores
da insurreicao de junho.
n O processo poltico originado pela ultima insur-
reicao de junho, lornmi-s" muito mais importante
pela descoberla de cinco carias de Mazzini. Segn lo
eslas carta-, .Mazzini linha ja orgauisado om gover-
no na Italia, e como nellas se noniei; m varias pis-
soas, poderam aqu er presos muilos individuos, as-
sim como em Genova.
L'roa das cartas de Mazzini f.i cblida no mo-
menlo em que o portador della quera alravessar o
lago Maior para >e dirigir a' Suisa. As cinco car-
Jas liguram na inslrocrao. Maziim alm disso enm-
promelleu os eus partidarios pela pohlicacdo de
La iiloi.ione, .le que os joroaei belgn pobliei-
ram estrados. Ha Iriola e nove accjsados alm de
violo que ja foram presos em utris OCCMioes.
.Courrier de Pai.'
(.. Opinio.
OS JARDINS DE SALOMA'O.
Dulr'ura e agora.
Tenho censiderado sempre como orna das maiore
felicidades de minha vida Iliteraria, o poder ler os
poetas uos lugares mesmo qoe os inspirara. Creio
tornar a encontrar ainda ah alguma eousa delles ; e
parece-roe que sea espirito esla' ah man presente
que em oulra qualquer parle. Tenho uuvido cantar
os psalmos de David com uma eirniri profunda no
convenio de Mar-Saha, sobre as hordas da '.orrenle
do Cedrn ; tenho levado Moyses ao mar Morlo, fi-
lias o Carmelo, Homero a' cosa da Iona, enlre u
Xanlho e o Simoii; o espirituoso director di escola
de Alhenas, commenlou Sophocles em minha presen-
ca, no Ihealro onde cantaran) s-us coros. Ilemorei-
me na Sicilia para Iraduzir o Idyillio da Theocrlto,
Polyphemo e Galalha. Depois o lomLlc de Virgilio.
PaiIhenope me lene! al o berco de () rochedos de Glencoe, tenho fetlo com a devocao de
um creule, a perigrinaeao de lodos os poetas. He
verdade que algumas vezes tenho experimentado de-
cep;e. O Cedrn esta' secco, e o real penilenle mo
poderia dizer mais comu outr'ora : Detotrente in
vi bibel. O Simois, que carregava em soas ondas
agitadas os cadveres do Gregos, hoje nada mais car-
reg ; corlaram-se os Icuniros do lllistus; Polvphe-
mo he sahiliiuido em sea rochedo por um feitor
n.ip.dilano, e ama tratoria vende fraudas Da porta
da Sybilla de Cuma.
Sao" islas as pequeas roystificares da viagim. A
mais cruel de lodas me esperava nos famoiisslmos
jardins de Saloman,lao celebre enlreta ilo no
Oriente profano como na anliguidade religioua.
Todos conhecem a admiravel poesa do Cntico dos
cndeos, e esle epilhalamio, repasiado de annos,
onde sob a figura da morena Sulanila o poela-rei
celebra a futura igreja, a casta esposa di Jesus-Chrislo
a jubilo de suas nupcias elernaei :
x Ea soa Irigueira, mas sou bella, filhs de Je-e
rusalem ; sou como as leudas do Cedar, como us pi-
vilhes do Saloman, nao pensis que soa trigueira ;
he o ol que mt lera olha.to por muilo lempo.
Meu bem amado he para miro coma uro rama-
Ihele de murta, como ara ci lio de ovas de copher
as vinhas de En-Gaddi.
a Eu sou, continuo o cntico, a llor dos eampos e
o ly rio dos valles : a o que o lyrio he enlre os espi-
nhos. he meu querido enlre as mncu.
Vo-sai pimas lormam um jardim de delicias,
chcio de pomos, rumaas a de (rucios os mais excel-
lenles.
O nardo e o acafrao, a caima aromtica e o ci-
namomo, ah te icham assim como a minha o
olocs.
a Relirai-vos, aquilao ; vinde, n vento do meio
dia ; sopraide lodas as parles em meu j.rdim, para
que os seus perfumes se exhalen).
o \ s sois bella, n minha amiga, como i eididi
de Thersa, agradavel como Jerusalem, a terrivel
como um exercilo em balalha.
.. Desviai vimos nlhos de mim, pois que sao elles
queme ohrgam a fugir. Vossos cabellos sao pomo
uma manada de cabras que se ve Jescer da cdliua
de Galaad.
a Ouem he, pergantam as mulheres, e-la que se
IIodorfero, linha se feilo o leilo do re das inaio-
rei madeirai do Lbano. O fundo era da ooro mas
sico ; linha-se ensopado duas vezes aa purpura de
l'yro a ,.'. i dos (raveneiros; e os mais habis ouri-
ves linham buiilado engenhosai figuras sobre as co-
lumnas de prala. L'rn velariurn de linio, branco do
Egyplo lecido de ouro, fluctan sobre a cabec,i dos
esposos, e no ch.lo e n. proprio leilo us escravos der-
rainavaro lod,*s os dias novas flores.
1 manilla os va passar, a elle mais gil qui o enlio
da corr;a, rosado, com seus cabellos ondeantes, ne-
gros como a aza do corvo ; seus olhos profundos a
paroi como os das pombas ,- ora trancando o diade-
ma, com qu sua mal o corou ao dii de sua nupcias,
ora a limpies facha de purpura, mas sempre rei !
Cuando (altiva a alma deiui querida faadia-si
ao om de sua voz.
Entreunto ella caminhava perto delle, semelh.in-
le ao lyrio enlre os eipinhos, harmoniosa como um
choro de musir, e relcenle pela delicadeza de seu
calcado, a grao de seu andar, a tindo o toroozeloi
ornados de atinis de linas gravaras.
Ella era trigoeira, porque o iol a linba olhado
muilo lempo, mas a belleza de soas facei era real-
cada por diversos adornos, e lea pe. coco flexivel tra-
zia om lio de perolai de ophir ; Salomao Ihe havia
dado cadeias de ooro bordadas de pnla. E assim
ella era inleiramenle bella, a nao linha im si laxa
alguna ; seus labios eram hrilhantes como ama fa-
cha de escarale, ella arrebalava os concOei com
om volver de ieoi olhos, com um cabello dai Iran-
ias que Ihicahiam sobre o eolio.
O rei cantava seus amores, os aores d.s lyrioi
dos vales, edi rosa de Saaron, da pilmeira dos do-
serlos e da vinha de Eo-Goddi.
Mea guia na Palestina era um Italiano bastante
Ilustrado, que habitava em Jeruialem depoii de al-
gn* innos.
Pelo cirainho, conversando nos sobra o pistado
o prsenle, disse-me elle :
Sabis qae o rabes suslertam que o grande
Salomao anda vive ; smente vos previno de que
elle nao habita mii seus jardins; qui esta, hoje ala-
gados n um Ingle;.
.i Quando se viaja, Ihe respond ea, deve se espe-
rar ludo.
i Finalmente, replicau elle, Mr. Goldsmilh, da
cisi Goldsmilh e futios, applici i ene terreno frtil
0 proceiso que se ua em Vorkshire ; vos ficareii sor-
pro. i1i lo. Mis he aqu
Um bola de cobre pulido com lypoli brilhava na
pai.. le branca, e soh.e urna peqoeua lamina de por-
ccllana lia-se : ..Ring Ihe bil, locai a silleta. A
campanilla pareciu-roe nao ler a cor local, nos jar-
dins de Salomao. Mas to nao era ssnao uma pir-
Ucnliridide. Ns locamos a entramos.
A primeira cousa que me iraprcsiouou foram os
1 o,,os de barro cosido, trazando a marca da fabrica
Samuel and c. slrand, I2S bis. M. Goldsmilh
fazia enxozar o fondo do valle bblico, tantas vezes
calcado pelos pes da Sulamila,quando de.calc.oi pas-
savam pelo orvalho.
Era o mez de selembro : ama aranha americana
corlava as hervas do prado arlilicial, all oode as fi-
lhas de Jerusalem colhiam os bellos lyrios doi cim-
pus mais brtlhanles em sua alvura, que Saloman em
toda soa gletia. Uma ceifadora previlegiadi.em gi-
rintia do jgoverno, junlava os (enes noi regos em
na respigaram as irmaas de Ruth a tas filhas de
Noemi.
Ped para ver o pivilh.lo da Salomao : linha-se
demolido o lecto de cedro e as Iraves de cypresle, e
construido uma rabana de lijlos coberta de lelhas
sor In e encarnada dtspostis em xadrez. A primei-
ra sala he eaiada, lem um pequeo loculorio com
um tpele de Birmiiizhan ; a sala he forrada de om
papel amarillo claro cora llores encarnadas, compra-
do em Paria na ra dos Pardaes ; lem ama chamin
prossiana, e cortinas di cas.a soissa. Al criadas
la esposa lie substituid!! por duas camaristas muni-
das de bous allela.los; uma viuda de Pars, a oulra
de l-lorinca a ambas eosmam aos mininos, aqoella
fnncez e esla italiano. O escravo nigro, que ar-
inava tendal de ledar, chama.se Johu ; lera os bigo-
dn vermelhos, engrasa os sapalos de seu let-hnr,
varre o soalho todas as mauhaas nos domingos faz
pintoras de caustico.
E se por acaso algara poeta retardado no passeio
se inf rraa ainda como iive u frauquezi de o fazer
da Irigueira Sulamila, mostrir-lhe-hao cinco jovens
inglezas calcadas di bolinas de l,ia, litupos corocold-
creom e com sibao de Windsur.vermelhss como peo-
nia, loorai como a se la croa, loucadas moda de u-
carrolha, comeapelliuh.i azues, e chapellinhos di sol
verdes. O cinamomo fui corlado e laucado ao fogo
e a canna aromtica foi cegada ; mas as cinco jo-
veas miss ni ii.ini seus cabellosdebaixo de ama peiei-
ra .le hora cluistau.
M. Goldsmilh, depois da guerra do Oriente, obleve
a pulseada pacha de Jerusalem : elle o foroece de
le.i.me-, e o anno passado, gracas ao aoiogo das Ier-
ras, fez sele culheilas de balitas.
Nao volleis, liigoeira Sulamila !
( MoDiteflr.)
le espantos imenle dez mil, o quaes recosou.
Uaslom-me mil, disse elle, guaidat o resto para
uma neccssidsde mais urgate.
(ls estados de Hainaul haviam dohrado o Imposto
que lie Ibe exigir, e Imoxeiam-lhe o processo ver-
bal desla reolarao. Guilherme enterneceu-se com
lio claras deinonslrares de alfeclo, de (al lorie, que
prohibi qoe se levantassetn mais sommai, declaran-
do que te a iiso recorra era levado pala absoluta na-
cesudade, e que su aceitara o subsidio que Ihe fos-
se indispensavel. Os povos. sabedoras dislo, rompe-
caroem exc aniacSes da alegra, e por loda l parle
houve regonjos pblicos.
As felai que por esle motivo se improvisaran), do-
raran) lies dial, e a historia
para que vos
o Desci ao jardim das nogueiras para ve,' os fruc-
tos do valle, considerar se a vinha havia florido, e
so as romeirai tiitham crescido.
ii Nao sei mais onde eslava, meo desejo me tor-
nou l.lo prompto como iscarruagens...
Voitai, volla, 6 -sulanila vollai,
consideremos.
ir Eu sou de meu bem amada, e seu coracao val-
la-ie para mim.
,. Vindi, meu querido, laiamos para os campos, e
morunos as aldiiai.
i Acordemos de rambla, para irmSs as vnhss,
ve,amos te ellas lem florido, se suas llares se abrem,
c se as rmeiras floresceram.
GttysDsWti*
CAMBIOS
Sobre Londres, 21 a 90 d. v.
f Pars, 390 a 100 n. por fr.
a Lisboa, 110 por % de premio.
Descimlo de ledras, 12 a 15 por cenlo.
OL'ROOuc.ii hespinholas. .
Ditas mexicanas........
Moedas de (;i00. .
.' de 4-50UO. .
RATA.Palacoei brasileiros. .
Diloi columna ras. .
Ditos mexicano! ,
:il5fHK)
:tii:.ani
16j00
9S300
2S080
25080
19800
ALIANDEGA.
Kendimento do da 1 a 7 .
dem du dia 8 .
*2-6-_tt56-
17:i03_-067
PEB-BAUBUGO.
da appellacaou.io pudera retel um muvimeuto de
indignarao.
O Sr. Dr. Silvino nao respondtu a essi Irecho de
minha publicarlo semlo depois de haver feilo nelle
reparo nm jarado que escreveu para o I Libar lia : e
S. S. respondendo a esse artigo ri/.
Contesto ao lente coronel lorencb, e a quem
quer que se alreva a asseverar cae leo!),i ea mani-
festadoum movimenlo de incignacAo, quando o
presidente do jury leo as resposlas u decidi que
absolva o alferes Loyolla. A minha pessoa nao ser-
ve de arma de defeza, ou de combates, julgo-me su-
perior a qualquer insinuaran ou calomma, veoha
donde vier. Nao sao as palavra do lenle coronel
Florencio ou do sea corresponde ite. que far.lo mos-
sa no que valho como homem, e como juiz. ...
llevo respusla ao Sr. Dr. Silviuo, e Ih'a darei co-
mu pede a miuha dignidade de I amera, e de fenc-
ciouariu publico, que he igual a de S. S. nm que as
su.is palavras ou as de quera quer que seja, lacaui
mona no que presumo valer.
Respeilo e estimo ao Sr. Dr. Silvino, mas devo a
verdade ao publico, e li.da se de um negocio muilo
melindroso para a minha reputarlo de fuucconario
publico para que uu me cale.
Traduz por un mnximiulo de indignado, o
PAGINA AVULSV
sosa _js.__a_. s
Lipaiieamento. No da .'> do correnle por olla
dn ..no horas di noite, na ra du sol, om m ,j,
barbas ruivas, que nao couhecemos, roas que dizem
? morar la
Se esla mulher jhe um encargo publico, d sse
Guilherme, he juslo que lomemos conta della.
E dtrigindu-se boa cunde.'sa Joaiiua de Valoii,
sua esposa :
Sabes, minha amiga, rrosecuio elle, que os ou-
lros principes rutlumam ler as suas corles anes, o
que nao -Merece grande mereciineiilo, ou eolio to-
lo, que anda menos presumo leem. N'3o (e pare-
ce boa aceiio recbenles, por amor ra Dos, esla gi-
ganta '.' Sera ao mesmo lempo uma bel obra e uma
uv u tai la, e quera sabe se ler.i's molivo de licores
bem runenle por isso ".'
A priDcexa acolhen de bea ventada um tal cere-
tintento : ficou com a giganta, tratando-a com loda
i benevolencia, e de faclu ulo leve molivo de se ar-
repender.
I n na iThaumaiograpliiai) de Jonhslnn, qoe no
anuo de 132,1, achando-se, na qoildadi de prince-
ta franceza, com sen esposo, uas nupcias do rei de
Franca, Carles-o-Bello, inda e vio uto agradavel
lias maravilhosas fustas, que par esla ncoa-iao tive-
r.m lugar comu foi a giganta zelandeza da condesa
de llaiuaul. Era motivo de grande admiraeao, nao
-., a -oa ptodiglOH i-lalura, como a sua exlraordna-
I lia torca, por que transportiva era cada ma.i doo
a btslona apreienla exemploij ,. A, mandragoras lera j* derramado .o perfume,
Ja dissenu, qae era em exlremo .minia da jos...: ^Zf'l* tenlio ZLZ3?* d' fr"C"" '
indulgente para com as fallas do seu povo, porem ,, Pur ,0 dennts rf. m. i a i
inexoravel qoanlo ao, delicio* dos jut.es. He isto' ----- ? de me '" p>,la on',e ,,'"fflu a
que se vai vir em seguida.
estrella, depon de ler visitado o S.nrluariu la Nl-
presepe
pr. orar as ininhas
,llo ra^o do rei! d'i^t? "S^co^e^',ed ^ "a8 '"e*ePe
laAriglo, qaa atravessoo iodo oseu reiuo, para ir racordicei.
.iliuh.i esposa he uro jardim fechado: um jar-
vimeiilo que S. S. fez qoando ippellou'da decisao ; barril de cervejade llamboigo. cuino se fossem duas
qoe absolva o Sr. dieres Loyolla, ja pula- palavras j garrafas va>ias. Familia levando aaibimbraa uma
em oulra menciouada por mim, e que Irlmueiitc "e de laKonna pesada, que r.ilo homens na se-
ioio lor.uii eonleilida, Ja poi tei sido i appelliclo
inlerposla immsdialameule a leil ira das esposlas do
jury, a antes de escripia por S. S. a senlenca.
Sal agora que traduzt mal es-" movimii lo, o que
capital para que se administre Justina interna. A-
pezar disso, o fado que aponlamo's fot calebrido
ii um drama liespanhol inlilulado: (I melhor alcai-
de he o rila, Pode ser que a ancdota de Uoilbir-
nn .,-11 "in seja menos chistla, mas de cedo na be
manos memoiavel.
Veneraos, poi. ao anno de 13.16. (Juilherme, no
seu palacio Je valenciennes. governava em paz os
seus Esladoi de lloilanda, da Zelandia e da Frita,
assim cemo linha acontecido, quando istivcra ua
Haya, com o lloinaul.
o Viva u. la ,i ira, referem as chroniras, perlo de
Dordrechl um campanil, que linha uma luida varea,
qaa so Ihe bailan para su,tentar sua mulher a Bines.
I ii:oulrae nrsie paiz esla ruca de vareas, ai quaes
,hln cada dia uma qoantidade prodigiosa de leile. O
bai io d'esle diilriete, cobi(ando um Ha bello ani-
mal, quizqu 1 o bom du camponez Ih'a veudesse,
, -I retaran, porque era ella ludo o seu hiver,
Apelar di-so o bailio nao desisti do inteulo, e orde-
nou que Ihe fosse (irada a foroa do lugar aonde esla-
va pastanlo, Ihe puzessem oulra, que era di muilo
meiici valor.
60:026.229
Descarrezam hoj 9 de Janeiro.
Barca fraucezaTampicomercadorias.
Ilrigue frailee/Fierre le (irand-emento.
Hrigue ingle/Lord Allhurpcarvao.
Hrigue inglezGeuevievedem.
Ilrigue inglezAuna Melhisktaboado.
ilrigue iuglezJane! Pelhladoubjeclos para o gaz.
Patacho n.glezEs prestecarvao.
Brigue hamburguez.anryferragins.
Brigue suecoAquillalahaado.
Barca americanaImperador fariohi bolaehi-
nha.
Barca ingleza.Vorvalbacalho.
Barca americanallenriellefarinha e bolachiuha.
lime americauoRosamoudo re-te.
Patacho brasileiroDous Amigos--o reslo.
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumesiutridoscom fazenda .... 239
v com geniroi .... 30",
Souvage 4 c.
3catxas nia.-roquins, camisas e roupa i.,
la ;aJ, II. de Sa LeilD.
50 barris c 50 meios maule gi, i ciixa fi-
tas, moJas e medicamootos: a Chilles
llardy.
1 caixa bijouteria, 1 ivas, livros etc.: a
A. J. de Faria Jnior.
I caixa instrumentes de cirurcia a Cha-
pront __ Bertnnd.
99 caixas lilas de suda, chapeos, calcado
perlumana, allinetes, clcheles, cirtetris'
ieates ele, ^o barris o 5d meios manteif,! '
a t.als-freros.
i caixa la para bordar, ditas selms. per
teneos ic.; a l.uiz A. e Siquetn.
II Tolumesc I caixa drogas, vidroj, pa-
pel, bataneas etc.; a J. Soun & C.
I caixa pellas de carneiro, -J ditas sardt-
nhas, lOO^tg.js batatas, 20 ditos oleo de |i-
nhanca, o barris farello, 'JO barris e io
meios mauteiga ; ., m. Alves.
3 ratxis um carro erlas. I_ ditas quei-
jos, 06 ditas e29 voluntes cristaes. vidros.
porcelana, pregos, chapeos, roupa, perfuma-
ra, quinquilhana, mudas, mercearia, cal-
ca lo. pannos etc. ; a burle & Souza '
.'.caitas papel de msica, inurumentos
(Je dita, vidros, obras de couro ele. ; a II
Dournont. '
14 caixas vidros, mercearia, orgSos, pa-
pel pintado, bnnquedos, esp.ilhos : a Boliert
i\ 1-1 i has.
'caita chaphsos de sol, tepgalas, chic-
les, legumes seceos etc.; a C. Siunier
1 caita limas, I dita quiuquilharia ; (;
A. Bourgeois.
t caita vidros ; a A. Schafleillifi ex C.
2 caix.s chapeos para senhora e rap. I
dita bnoquedos, 1 dila cilcado, 17 ditas fru-
as seccas, conservas, pentcs, cartes vazios.
dicos, modas etc.,50 barris e.o meios man-
teiga ; a ordem.
55 barris e meios manteiga; a Schramm
II. c. C.
2 caixas candeeirose yidros : a Ramos e
Mira.
1 caita bijouteria dourada : a M. J de
Oliveira.
II caixas calcado, pelles, pregos de co-
bre, formas e papel; a omesse .eclere
3 caitas roupt. feita, 2 ditas porcellina -
aJ.lalque. '
6 saceos farellc, 102 volurats cidos, ra-
me do latao, quinquilharia, penles, requi-
fes, cartes. papel, chapeos, ditos de sol
de seda, Uzeadas de seda, detlgolSo ese-
da, roupa feita, trastes, crystaes, porcelana,
arcoes, calcado, couros, instrumentos de
msica ; a J. Pedro Adour C.
2 caixas sedas e espartillios : a madama
Theard.
2 volumes papel e rolhas: a B. F. de
houza.
t caita camisas ; a J. C. Ayres.
-'9 ditas burras de ferro, espelhos, mer-
cearia, luvas de seda, chapeos de feltro etc.
a Selellier cv C.
9 caitas chapeos, perfumarlas, pelles pre-
paradas, bengillas, burras de ferro, chapeo-
de sol, de seda, caix.s para rar : a F. A.
& Pinho.
2 caitas ciapcos e porcellans: a Siqueira
& Pereira.
9 ditas papel, 9 volumes chapeos de ptlhi;
a I.ecomt[Feron & C.
5 caixas chapeos do feltro e de palha ; a
Christiaiii-freres.
P.4rn'.Xaut'Cnles bolr>-s 8 fits de sela : a
Prenle Vianna.
1 fardo bonetes. 1 dito e 1 caixo cucado,
I dita crystaes; a O. Destiheiux.
mo_C..,X, S x*"nda de se Ja e 'SodSo; a Ja-
mes Kydor & C.
9 caitas arcOo, 2 ditas objectos para se-
letro, 2 ditas vidros, co iros, candeeiros,
conlas para vtolao ; a Th. Kobert.
late nacional Invencivel, viodo do Ara-
caty, manlfestot o seguinte :
14,300 oalhas de carnauba. 146 chapeos
de dita, 4 4 saceos com 17.5 arrobas o Ib li-
bras de cera de dita, 96 d.ios gorn toa, 21 di-
tos .anab Je mari(il0Ca) 188 esleiras Mi.
sao carne, 4 volumes com 38 i pares de sa-
palos, ua couros salgados, 583 courinhos,
'(24 meios de sola, 126 caitas com 166 ar-
robas e 7 libras de velas de cera de carnau-
ba, i haml azeite de carrapato, 1 pacote
orde3S' 6 Ca"S Cm 8 raPldur8S l
ma..!f. i08'ei "Ar!>n". "ioa<> I" portos di Europa
maiiifeilou o seguinle :
I cana relogioi; a Ao.uslo Cnaf de Abreo.
I dita, j,a, a Kal)() schameiu. 4 C.
l jila diu, ; a F Sauvigi & c.
I una .elogio, ; a BchifUllia & C.
J cita joiai ; F. G. Germano.
Ola .titos; c. II. Ifardv.
I din dilii ; i j. |>. Anoor A c
I dita relogu : a Arkwrighl Toknei & C.
i ana al embrulho amoitris ; Fox B
i !" *."?' ; VluVil Amorim It Filhoi.
1 d.la bolini ; a George Mandrei.
-embrulhoiamo8(rai;Saooders BrulhenA;C. .
Camp,'.1? P8P,U Wha",y *""* *
1 d,l cob'ertoru a E. II. Whalley & C.
! f"M amostrai; a A. B. M. C.nul.
i* *,. '"brulho amostra.; a Timm M. 6; V.
! h ." h0 llvros ao'''rtor do Banco do Brml.
1 diiodiloi ; i Bastos -y l.emos.
1 dilu peridicos ; a Paln Nash A C.
I dito ditos ; a Soulhall Alel
1 dito e I caixa amo-Iras
qae.ra.
1 dilo roapa ; i Samuel Johnslon.
1 cana bilhetes ; l T. Wood.
1 lila vellidos ; a Henriqae Sanios.
1 emhrnlho amoilras ; a C. Slirr & C.
2dilos amoilras ; a H. Gibson.
I dilo dila; i ftostron Rooker & C.
1 dito ditas ; a Adsmson tj; C.
1 dito bindeirae 1 embrulho amoilras; a N.O.
16 caitas amostras ; a Joao "K-llcr & C
1 dila ditas; a La 10 dilas ditas; a Feidel Filo ^ C.
I .Illa .lilas ; a F. Irn Ion ^ C.
1 dila ditas; a Demesse, Lecieri A C
1 dila dilas ; a Burle & Souia.
1 dita diln ; a G. da Silva Guima.ais.
1 dita dila, ; a Siqueira -* Periin
1 dila ditas ; a Joo Cirdoio Avica.
1 dila dilas,- a J. F. Panoli Viinni.
1 dila dila ; C. M. F, Barrozo.
1 dila roupa e oulros objecloi; a J. Baxles.
1 embralho intostras ; a Uinc Curie.
2 dito, ditas; a Barroca i Cnlro.
1 dito ditas ; a M. J. Din de Cislro.
1 dilo dioheiro ; i Silvino Guilherme de Barros.
1 cma dilo ; a L. Bornes Siqueira.
1 dila roupa a ohjecle, ; a J. L. Gilloll.
Barc hespanhola Minio, viuda de Montevideo.
onsignida a Arauag o; Brvan, maoifcsio o o *e-
guinle :
3,900 qointiei .hespanhues, de carne secei, 60
couro, leccoi; ordem.
Brothers.
_C.
a I. iz Antonio de Se-
rian) rapaz*! de levantar do rhjo, a iieeulava com
facilidad! mulls oulros ejercicios de lorja.
Guillierme-oBom aprieiivi muilo a cavallaria,
_ porem armou poucos cavalleiro. por aue ncia
,e' r.'voUa ttTttZ*! """ "-""'*" """fT '.""f "-""i".' nol"'rafm- "> -'"' "' -a'-ileanou delle. V isto o que ,_
umad.c,s..o proferida contra a proV. e evi-e" S t. i n, ,? l^V"'" lh,[IN' Valenciennes. Assim que chegou, fo, lo-
ra a, biuda, na ra BeUi, _.PancoB" 1 do, autos, e verdade multan., d.s SftnFS vTni^ll^n,'."" '';i;::.'!. ^^.L^.^'V". i!0..:-!?!!^"'1"^ do con- ^ipoz a ,u. quea
O pohre hntnim ficoiicons'ernadissimo, efoi quei-
tar-se ao '*< niele de [lou.lreeht, o qual sendo pi-
\ ,-lo o
illaud, olictlava, bnvii muilo lempo, a I a acreicenlou
diui fechado e uma fonte sellada.
Duas grandes pedras sellam com elTeilo a en-
Ira.l.i da fonle ; quando alguem a* levanta eom for-
ci, desee por urna e-ea.la de quinze degraoi al,: doas
salas aboba dadas e sulilerr^neas, sustentad s por dous
arcos de uma remota autigaidadi. .Nao he islo a fon-
te ; (onte est mais no alto da moutaiiha, mal suas
aguas desce e se reuiiem nesla, vastas faiai, eadl
alguns canos vem luna-lase lvalas i Jerustlem.
Estas aguas eram antigaminli destinadas ao c-o do
templo. He ucsti fonte sellada que o ultimo impos-
tor irabe, nao julaaudo mais o mundo digno de pos-
suir tal lliesouro, lanctiu antes de morrer, o sillo e
a annil de Saloman, os qoaetdomavata os elem.nlos
e governavam os e.pinlos doceis. o
Man abado da fonte sellada ve-.e lies Imnienso
i i ii -, que se chaiii'in valgirmenle os lagos de
Salomao. Sflo reseivalorios cavados na rochi vita no
fundo de um valle ; c_eavac.e felis no lado das
monlaiihas fbdnhai farililam a evacuaran e u cbasa-
d.i d.-.i-iias. t}$ lauques lamhem >-_.iein o delivi
dos terrenos alim de poderam despejar um no ou-
lro. Sao separados por fortes paredn, a sun hor-
das sao feilas de podr c cal.
lie aballo dos lauques que s-> inconlr.m os cele-
bre, jardins, n quae, necupam o fundo do valle qoe
corre des.lc EI-lloouxv;ach al Beil-Lvliem. leo
Volumess.ihidoi comfazendas
ii a com gneros
Total 5H
. 121
. 271
Tolal :!)i
IMPORTACO.
Barca franceza linda, vinda do Havre,
consigna la a LasseireCv lysset-freres, ma-
nifestou o seguinte :
1,428 pedacos d^ peira para calcar, 110
CONSULADO GEBAL.
Ken limento do dit 1 a 7 .
Idim do dia 8.......
11:3331*11
L834j8bo
16:1185-276
DIVERSAS PROVINCIAS.
Iten.limento do dia I a 7 .
Idim do dia 8 ,
896.351
20IJ629
1:097_'.i>> I
DESPACHOS DE EXPORTAtAO PELA ESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE >0 DIA
S DE lANBlHO DE 1858.
U-boiliri.ue porluguez sVenez, Foaseca M. &
i:., t;n sjccoi as.ucar mascavade.
LisboaBarca norlusueza lOgllrll, Guilherme __
(.arvalho, 146 laceo, assocar brinco e miscivida.
gigos co caixas champanlie, 50 ditas nuci- l';l.',"~B,i,ue Prluu K-olvidon, Biliar A
i... s i...,_........ = ..*. I Oliveiri. 80 ciscos mel.
JOS, 5 barricas ceva.l, 50 dilas farelo". 60
fardos papel de embrulho, 2"> caitas vidros
para vidracas, -i barra vinho, 50 ditos e 30
meios manteiga ; aos consignatarios.
I caixa sedas, 1 dita calcado, 50 barris e
SO meios manteiga; a-Johnslon pater c. c
it caixas mercearia, lamparinas, espe-
lhos, quinquilharia, perfumara, papel vi-
drado, burras .le ferro, porcelana etc. : a
Feidel Pintos <:.
5 lardos c25c3ixas pannos de casemira,
azenda do le la c argolSo, dese-
lla, de dila o algodSo, de 13, roupa feita,
chapeos para bomem, calcado, niarroquins
ele, 3 farlos kireks, 4 ditos extrato de ab-
sinthiu, 2 caixas vidros, liotOes de ouro,
lugar mu, encantador e miis fresco de toda a Pa- 1 luvas, fazeuda de Seda e algo j3o a J. Kei-
Ic-iiiu ; ..alouiao o havia ncolhido muilo btm :lC-_\ C.
Lisboa Barca porluguez Maria Josc, Mauoel
Alve. Guerra, 10 couro, secco.
Lilbol Brigue porlusuez .il'eninsiilan, KaVIM Ox
C, 220 saccoi assocar branco masrasado.
Lisboa Barca porlugoeta Progressisti lliomaz
de Aquino Fun.eca l'ilhos, M siccos asso-
rir brinco.
PoiloPatacho porluguez Duque do l'oilo, Josc
D. Prreira, 2ii sacco-, nanear branco e masci-
vido.
FalmoolbBarca hollandeza -Twea Alidn-, lleor.
Brann c. *". 1.750 accn macar m-iravedn.
Buen.H-Axrellri.ue bllgl lEagiali, Amoiim
Irm.'.o-, 380 barrioii a_aaear mascavado.
CanalBrigue inglez iHa-t) llime, James ItxJer
\- C, 1,100 saceos assucar mascavado.
Havre Galera franceza -Olindio, I). I erreira
.M lia, l'N) i.tccoe ns-ucar nia-r.vado.
Rotherdam Escuna hollandeza "Spi.nlmlea,
lii .indtr a Draudii Cv C, 10,000 pontos de hoi.
.

KA\ I
ii a rv/%


libadle


I
r
t
>
S. Miguel Patacho porlueuc/ rima,,
Umbii de A jumo Fonseca A Fillios, 1 pipa
agurdente.
Liverpool Barca ingina Nerlherton, Jos An-
iouio Moreira Uias, 130 taceos anucar.
LisboaBarca nacional Amelia, Amorim Irmaoi,
101) taceos attacar mescavado.
HavreBarca fraoceza Olinda, Feidel Piulo A,-
C, 700 saceos estacar mascavado, 500 couros sal-
gados, 3,000 pontas de boj.
RECEBDUKIA DE RENDAS INTERNAS RAES PE PERNAMBUCO.
Rendimento dodiat a 7 I:69933
l.lem do dia 8....... 7tH>5;li

m\TiTi m ppHNAMurrn -- miiuiv, n rF fanmh >i iMi
2:il9eS(7
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do lia 1 7.....13:0538740
dem do da 8....... 1:538/318
17:5923058
Navios entrados no dia 8.
larra Nova31 dias, brigne inglez Hsien. de 170
tonelada., capujo I. V. Bowlen, equipasen 10.
carg. 2,174 barricas com baealho ; a Saundert
Brothers & C. Perlence a Terra Nova. Seu-jio
para os porlos do bol.
IIiIhi9 dias, brigne nacional Veloi, de 201 to-
neladas, pita" i Francisco Gomes, equipagem 10,
carga azeite de peiie, caf e irais gneros ; a
Antonio Lua de Oliveira Azevedo. Perlence a
Bahia.
, Yerra Nova26 dias, escuna ingle Caslalian
Maido, de 132 toneladas, capitn Wills, equipa-
sen! 8, carga 1,921 barricas com bacalho ; a
Saanders Brothers J C. Perlence a Londres.
Navio sahido no mesmo di.
Ilio da Prata com es-ala pelo Rio de JaneiroPo-
laca hespsnhola 'Merced, coro a mesma carga
que Irouie. Satpendeu do lameir"o.
Mi**.
dez
Secretaria do governo de Pernambuco 19
le dezembro de 1857. .
S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
a fazer publico, que existen nesta secreta-
la, ja informados, os requerimentos das
jessoas abaixo declaradas, os quaes teem
ieixado de sar remettidos s secretarias de
jstado por falta de pagamento do respec-
Ivo porte no correio.
los Rodrigues do Araujo Porto.
'cente Umuelino Cavalcanti de Albuquer-
que (9).
loaquim Jos dos Santos Araujo (2).
A directo da cumpanhia de vapores a re-
boque.
Oiogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Augusto Pater Cesar,
lose Jernimo Monteiro.
Vianoel da Rocha Lins.
Io3o Baptista do Amara! e Mello.
Jo3o Carlos Islisber (sentenciado)
l)r. Jos Muntz Cordeiro Gitaby.
Capitio Francisco Antonio Carvalho.
JitoTiburcio Hilario da Silva Tavares.
Hilo Jos Francisco da Silva.
Teen le Antonio Vctor de Sa Barreto.
1." tenente Jos de Cerqueira Lima.
Tenente Jos Cyriaco Ferreira.
Dito Antonio Jos Dias Nunes (2).
Alfares Luiz Vicente Vianna.
Dito Jos Benedicto do Espirito Santo.
Hito Pedro Martini e Joaquim Jos Lima de
Soasa.
Dito Jos Vieira de Souza Guedes e Antonio
Jos de Oliveira Sampalo.
I cadete Luiz Jos de Souza.
Dito Feliciano Caltope Monteiro de Mello.
2. dito Francisco Pereira Peixoto.
Dito Manuel Jos Gonqalves (2).
1. sargento Francisco Eduardo BeDJamin.
Dito Manoel Saturnino da Cunba.
Cabo I lieo loro Jos da Silva.
Dito JoSo Francisco dos Prazeres,
Dito Jos Raytnundo de Carvalho.
Dito Izidro Jos.
Dito Joio Domingues da Cruz.
Soldado Jos Theodoro de Azevedo.
Dito Francisco Jos dos Santos.
Dito Thom do Espirito Santo.
Dito Manoel da Penha.
DitoMarcolino Evangelista da rix3o.
Dito Luiz Correia Lima.
Jos Bento da Cunba Figueiredo Jnior.
Secretaira do governo de Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, em
observancia de ordem expedida pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros, manda fa-
zer publico nesta provincia o seguinte an-
nuncio, transcripto do Jornal do Commercio
n. 323 de 2 de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.~Os
propnetorios dos navios Guyana, Dous Ami-
gos, Isabel. Aven ureiro, Virginia, Esperan-
za, Felicidad*, Soturna Viva, Eroprehende-
dor, Improviso, Bella Niquelina, Santa Cruz,
Novo Mello, Magano, Piratinin, Purissima
CouceicSo, e vapores S. SebastiSo e Paquete
de Santos, silo rogados a virem ou manda-
re m seus procuradores a secretaria de esta-
do dos negocios estrangeiros, dentro do
prazo de 60 dias, para duren alguns oscla-
reoimentos relativos quelles navios. Jos
bento da Cunta Figueiredo Jnior.
O lllm Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 de
dezembro ultimo, manda fazer publico, qoe
no dia 28 do corrente, perante a junta da
fa/.enda da mesma thesouraria, se ha de ar-
rematar, a quem por menos ftzera obra dos
reparos do quartel da villa do Cabo, avalla-
dos em i:210rs.
As pessoas que se propozerera a esta ar-
rematarlo comparecam na sala das sessOes
da mesma junta no da cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
A arrematado sera feita na forma da.lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas abaixo copiadas
E para constar se mandn allixar o pre-
sente o publicar pelo Diario.
Secretarla provincial de Pernambuco 7 de
Janeiro de 1858.o secretario,
A. F. da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1.a Asobras dos reparos do quartel da
villa do Cabo far-se-b3o de conformidade
com o orcamento a;>provalo pela directora
em conseibo, e aoresentado a approvicSo do
Exm. S. presidente da provincia, na impor-
tancia de 1:2103 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de utn mez, e as concluir no de
quatro mezes, ambos contados na forma do
art. 31 da lei ti. 286.
3.a A importancia da arrematadlo ser
paga em tres prestaces iguaes : a primeira
depois de feita a metade das obras ; a se-
gunda, detiois da entrega provisoria ; e a
terceira, depois Jo recabimento definitivo,
o qual verilicar-se-ba seis mezes depois da
entrega provisoria.
i a Na execucSo da obra o arrematante
seguir as prescripcoes do engenheiro res-
pectivo.
5 a Para ludo o que nSo estiver determi-
nado as presentes clausulas nem no orna-
mento, seguir-se-ha o que dispe a respctlo
lei d. 286.Conforme. O secretario,
A. F. da Annunciacao.
- Olllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 21 de
dezembro ultimo, manda lazer publico, que
no dia 28 do correte, perante
fazenda da mesma thesouraria, se lia de ar- i
2.a O pagamento verilica se-ha om
prestaces mensaes.
3.a Para ter lugar o pagamento de cada
prestarlo sera mister quo 0 arrematante a-
presente attestado do engenheiro, provando
ter cumprido as suas obrigaces.
4 a Para ludo o irais [ue nilo se adiar
proscripto as presentes clausulas tem no
orcamento, seguir-se-ha o que dispe a res-
peito a lei provincial n. 286.Conforme.
O secretario,
A. F. da Annunciacao.
O Ilim. Sr. inspector da thesoiraria
provincial, em eumprime to da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 30 de
dezembro ullimo, manda lazer publicc, que
no dia de fevereiro prximo vindouro, pe-
rante a junta da fazenda da mesna the-
souraria, se ba do arrematar, a quoni por
menos lizer a obra dos re jaros de que pre-
cisa o calcamento da estrada do Manguinho
entre a ponte do mesmo nome, e o comeco
da segunda parte do primeiro lanco, avaha-
da em 4:3689 rs.
A arremataco ser lei tu na forma di le
provincial ji. 343 de 15 de maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
as pessoas que se propezerem a esta ar-
rematado comparecam n> sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competen!mente habilita-
das.
Epara constar se mane ou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria privincial de
Pernambuco, 7 de janeire de 1858.O se-
cretario,
A. F. da Annuncia}3o,
Clausulas especiaes para a arrematacio.
la As obras do calcamento da estrada do
Mangumbo far-se-ho dj conformidade com
a planta e orcamento aoprovado pola direc-
tora em conselho, e aposentado ao Exm.
Sr. presidente da provine! na importancia
de 4;3683 rs.
2-a O arrematante dar principio as obras
no prazo de um mez, e dovera couclui-las
no de cinco mezes, amtos cornados em
conformidade do art. 31 da le n. 286.
3.a A importancia da arremato ser
paga de conformidade cora o rt. 39 da mes-
ma lei,
*.a Durante a execueflo dos trabalhos o
arrematante dar um livro ;ransilo aos car-
ros e cavallos.
5 a Na execucSo dos trabalhos o arrema-
tante sugeitar-se-ha as pr'cripces do en-
genheiro oncarregado da estrada.
6.a Para ludo o que n;" o se achar espe-
cificado as presentes clausulas, nem no or-
camento seguir-se-ha o que dispOc a respei-
toa supra-ruencionada lei n.286.- Confor-
me.O secretario,
A. F. da Annunciacao.
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumpjiment da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 31 de dezem-
bro ultimo, manda fazer pi hc >, que no da
4 de fevereiro prximo v nJouro, perante
a junta da fazenda da mesma thesouraria,
se ha de arrematar, a quem por menos lizer
os concertos de que precisa a ponte de
Goianna, avaliados em 3:4"J? rs.
A arrematado sera feita no forma da lei
provincial n. 343 de 15 do maio de 1854, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
remataco comparecen ni sala das sessOss
da mesma junta no dia cima declarado pelo
meio dia,competentemente habilitadas.
Epara constarse manlou allixar o pre-
sme e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro le 1858. secre-
tario,
A. F. da annunciacao.
Clansuls especiaes para a arremataco.
1.a Os concerios da poile de Goianna na
importancia de 3:*72> rs., ser3o feilos de
conformidade com o orcamento apresentodo
nesta data ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
2.a O arrematante dar comeco a obra no
prazo de um mez, e concluir no de seis,
contados da data do contrato.
3.a Se durante a execu;3o da obra veri-
ficar-seque exislein mais pecas arruinadas
do que as que menciona o orcamento, o ar-
rematante o commtinicar imineliatr.meule
a reparticSo das obra putlicas, afim de ser
autorisada a collocacSo d3 taes ; e as, sen-
do o s;u valor pago fora do contrato, e
fora do orcamento.
4.a O arrematante sugeitar-se-ha na exe-
cucHo dos trabalhos as prescrices do enge-
nheiro.
5.a Para tudo o que n3o estiver aqui dis-
posto seguir-se o que dispn a lei provincial
n. 286.^-Conforme O secretario,
A, F. da AnounciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da resolucao da
junta da fazenda, manda lazer, publico, que
no dia 28 de Janeiro crrente vai novamente
a prara para ser arrematado a quem por me-
nos fuer a obra do r lance da ramilicacao do
.lapomim, avahada em I7:360j rs
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario,
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de jineiro de 1858 O se-
cretario,
A. F, da AnnunciacSo.
ta cidade e da do*. Mugados, lindam-se no
dia 9 de Janeiro vindouro, e incorrem na
multa de tres por cento sobre os seus debi-
tas todos os que pagaren depois deste pra-
zo. Mesa do consulado provincial 31 do de-
zembro de 1857.
Antonio Carneiro Machado Ros.
Pela administrac3o da mesa do consu-
lado desta cidade se faz publico, que. de
conformidade com o disposto no art. 288 do
rogulamentode22de junho de 1836, se h3o
de arrematar porta da mesma, no dia 9 do
corrente, a I.hora em ponto da tarde, 60
saccas com algodSo de primeira qualidade,
com o peso de 287 arrobas c 22 libras, no
valor de 2:416-375, ten lo sido csse algodSo
apprehendido pnr o agente fiscal da Parahi-
ba nesta capital Jos Joaquim de Lima, e de-
finitivamente julgada procedente a apprn-
hens3o por o tribunal respectivo daquella
provincia. A arrematacSo ser livre de di-
reito ao arrematante : os licitantes, pois.
podem comparecer a hora indicada. Mesa
do consulado de Pernambuco 4 de Janeiro
de 1858. O administrador,
JoSo Xavier Carneiro da Cunha.
CONSELIIU ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo tem de comprar
o seguinte :
Para o meio batalbHo do Cear.
Ronetes 13; casemira verde, cr vados 6
'[8; dita amarella, covados 3 1|6 ; boldcs
grandes de metal amarello com a lettra C
686 ; ditos pequeos com a mesma lettra
41.
Armazcns do alinoxarifado.
Arcos de ferro de pollegada e meia, ar-
robas 10; pos preto, arrobas 2; rolos de
petii marfira 4 ; seccaute arroba 1 ; azeite
de coco, caadas 47 ; pavios duzias 9 ; ve-
las estearinas, libras 100.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 13 do corrente
mez.
Sala das sessOes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
i de Janeiro de 1838.-Bento Jos Lame-
nha Luis, coronel presidente Bernardo
l'ereira do Carino, vogal e secretario.
Lcilao
DE
viiho do Porto
PELO AGENTE PESTAA.
O agente Pestaa far leilSo segunda-fei-
ra, II do corrente, pelas 10 horas da ma-
ntisa, na porta do armazem do Sr. Aunes,
defronte da alfaudega, de 10 p'ipas com vi-
Liho do porto.
*W$o$ ka%u.tm&.
Para Lisboa.
Serju^em poucos dias o veleiro brgue
poi'Uiguez Peninsular, por tei paite de
sen carreftamento prompto, quem no
mesmo quizer carrejar ou ir de passa-
gem para o que tem excellentes eoinmo-
dos trata-se com os consignatarios Novacs
& C na ra do Trapiche n. 7>.
Para Lisboa, o brigue portuguez Re-
solvido esta apto para seguir com muita
brevidade, por ter a maior parte do seu car-
regamento contratada : quem quizer apro-
veitar-se da praca que ainda resta, e das
boas condicOs que o navio otTerece, relati-
vas a sua con.-trucc.1o e marcha, dirija-sea
ra da Cadeia do Recife n. 12, escriptorio de
flaltar & Oliveira.
Para a Baha.
O veleiro e hem conhscidopalhabote Dous
Amigos, pretende seguir cutn muita brevi-
dade, tem prompto parle do seu cjrrega-
mento para o resto, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
velo, ra da Cruz n. 1.
com panilla
de navegagao a vapor
lamburgo Brasileira.
Espera-se do sul o vapV bamburguez Pe-
tropolis, o depois da demora do costume se-
guir para llamburgo, tocando nos porlos
de Lisboa e Southamton : qualquer infor-
macilo com os agentes N. O. Bieber Si C. na
ra da Cruz n. 4.
Vende-sc o veleiro patacho Valente,
del3 toneladas, forrado de cobre, prompto
a seguir viagem para qualquer parte, adia-
se fundoado no ancoradouro da descarga,
confronte ao trapicho do algodao : os pre-
tendentes o pdenlo examinar, e para tra-
tar, na ra da Cruz u. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Para a Rabia segu em poucos dias o
veleiro ebem conhecido hiate Castro, por
ja ter mais de metade de seu carregamento
prompto : para o resto da carga e pssagei-
ros, trata-se com o consignatario Domingos
Alvcs Matheus, na ra do Apollo n. 23
CEARA'.
4egue no dia 15 do mez corrente o hiate
Sergipano ; para o resto na carga, trata-se
com Caetano Cyriaco da C. M., r.a ra da
Cadeia do Recife n. 2, primeiro andar.
A companhia fixa de cavallaria com-
pra cavallos por 103O03, sendo novos, sem
achaques, gordos e de altura regular, em-
bora n3o teutiam mais que trote e galope.
Leopoldo Augusto Ferreira.
CapiLlo.
Tendo cita reparlicao di coatralar no dia 9 d.>
corrente mez o farnecimento de lijlos alveuaria
ecal preta da mellior qualidacs, para as obras a seu
cargo, por lempo a decorrer al o lira de marc.0 pr-
ximo. ni.iihLi o lllm. Sr. inspirdor convidar aos pre-
tendentes a' apresemarem ai soat proponas nesse
mesmo dia at urna hora da urde, em que etTscloar-
se lia o dito contrato com quem mais vautageus ode-
recer a favor da fazenda.
InspecrSo do arsen d da mirinlia de Pernamlioco
em 7 da Janeiro de 1858. (I secretario, Aletaodre
Rodrigues dos Alijos.
Companhia de aprend zes marinheiros
Achaudo-se creada nota provincia, por
decreto n 2003 de 24 de outubro ultimo,
urna companhia de aprendizes marinheiros,
sob as rnesmas condicoes das do Rio de Ja-
neiro e Bahia, pelo que deve ser formada de
menores de 10 a 17 annos convi la o inspec-
tor do arsenal de marinlia as pessoas que
queiram apresentar seus filhos. beu como
parentes na qualidadn de nicos ascendentes
ou tutores, para a mesnin companhia, o fa-
zerem com brevidade. tetos de immedia-
tame/ite entregar-se-lben, caso exijam, a
gratificado de 100 por cada um. autorisada
no decreto n. 1591 de il de abril de 1855.
sendo que a ipreseotacc dos mencinalos
em segundo lugar deve preceder a compe-
tente he. n ,a do juizc dof orpliAos.
InspeccSo do arsenal da marimia de Per-
nambuco em 36 do dezecjbro de 1857. 0
inspector, Eliziario Antccio dos Santos.
O lllm. Sr. inspeclor da thesouraria
provincial, em cimprim-nto da resolucao
da junta da fazenda, maida fazer publico,
ia da| vindouro. vai novamente pra?a para ser
a
dl5f3.
FoUiiiih s de
aknaaak.
Acliam-se a venda na livraria ns. (i e 8
da praca da Independencia as iolliinhas
comoaimanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anuo de 18.J8 a
(iiOrs. cada urna .Tendo o piero do tra-
ballio tvporjrapliico subido mais le b
por cento do pie se paga va no anno
panado, nio loi possivel ao editor con-
servar o pre mesmo o accreacimo nao esta' em relaclo
ao pieco que elle paga aos operarios.
Temos por*ve/.es levado ao conhe-
cimento do publico que um l'unecionario
publico tendo abusado la conlianra de
um homcm de |uem se di/.ia amigo
comp ometteu-o em quantia nao pe-
quena, e leudo alcancado tudo quanto
ambicionava, nao tem dado cumprimen-
to a seus tratos ; e pelo contrario vai en-
tretendo-o com ptomessas vias, sem que
trate de acabar com este desgranado ne-
gocio, ilo ha mais de 7 anuos! Quem
tal dira Hasta de tanto sollrimento
**-_.....Se dentro le r dias nao
estiver el e negocio acabado, levantara'o
veo que cobreeUa perfidia.
O Sr. .loapiim Antonio de Moraes
que morouot mora na ra do Caldeirei-
ro desta cidade, jueira dirigir-sea esta ty-
pographia a negocio que sabe.
30>0rt(Tc0 iYpogVfiphtci
Jccn.imhuc.ina.
Domingo, 10, teri lugar a sessSo ordina-
ria do conselho do presente mez, as 10 hot-
ras da manhaa.O 1. secretario,
A. A. F. Lima.
Una resposta.
Uando perganlamos por este Diario qaal a lei
oa regulamenlo que permitlia o ingres*o de 30 e 32
ptssuns dentro de om omnlhiis, alo quizemus que o
proprielariu da primeira linha nu. vImsi empanzi-
nar com Ihuotins de ariieiro, mas siin qoe se no-la
aprsenlas-, aliin de nao sermos illudidos lodos os
das. O anr unci do proprielario da primeira linha,
em resposlii a aosao, lie urna mi\ ir 11 de tudo
qoanlo lia, meo- da lingo! de tiranco, porque he
enimatico ; comtudo vamos esfor;ar-not para di-
cifrar as duradas que elle quii fanr. Diz elle que
a lei que permits :10 e :(2 peoas dentro de um
omnihus, lio a imprudencia e desleitdade de alguns
passageiros como o Sr. 32, que nao atienden, ele.
Ora, meo enhor, pois Smc. lie ISo f!lo de ismo
ou quem llie fez o anuuiicio que nan comprchen-
da que se In imprudsncia e deilealdade he da parte
dos seus beleeirus e u.lo dos passagsiros'.' Porque
razao olo ensina aos seus holeeiros qual o numero
de pessoas que podem a Imiltir em cada um dos m-
nibus ? Salierao elles islo, ou .i,mullirn por saa
conta s risco maior numero de pas*ageiros'! Cre-
mas que nao, porque se assirn. foise, o Sr. proprit-
lario ja ha .nuilo os teria despearlo ; loyo, sfja-no-
licito dizer, o Sr. proprielano chacha os cobres do,
papalvos que vern apartados. Sendo a ambir:lo o
rnovel unico da sociedade actual, o Sr. pioprielario
lambem sollre desse mal, e depois para se descul-
par descarroga suas filias sobre os iauocanles paisa-
geiros. Se eslava inc.immodado, sahisse, que re-
cebara o stu dinheiro. > Aonda aprendeu a racio-
cinar por eita forma, Sr. proprielario, loi no meio
dos seus mnibus, ou he iheoria de menino de
collcgio ?Ja vio dizer a' alguem, que tem pago
passagem primeiro em um vehiculo qualquer, por
qoe appare'em muilos cuucurrenles, tome seu di-
nheiro s sai a '.' Ora, meu proprielario, \ aprender
oulra thenria que esta he ie4i;a e carunchosa. s
en-inaoa la para aluum collegio de Trai dos Mon-
tes ou ladeira da Pregu-a.I luim cilicio,
meu proprielario, que nAo fazer semines de lagri-
mas, como ht o icu annunrio. Sr. proprielario,' le-
ra Smc. olvidado o regulaioenlo policial de i de a-
goilo de 1855, para e\eeuco julho do mesmo auno ".' Especialmente ter esque-
cnlo o arligo 7 desse regulamenlo ? Faz muito bem.
meu proprielario, porque quem tem cosas quentes,
i orno Vine diz, nada teme da polica. Deus per-
muta que nao Ihe caa o anuo bissenlo em ca-
sa, porque entao. adeos gauhos i inmensos, adres m-
nibus e pjlvora Sr. Dr. chefe de polieia. ae-
nhoras sublevados, pelo amor de Dos, cumpram
e facam cumprir esse salutar regulamenlo ; tenham
compalaflo dos pobre* passeiantes dos nossos arrabal-
des Mi. he de balde, porque lodos sao estran-
geiros e puuco se Ihes da com os males desta Ierra.
O 32 do BEMFICA.
Lotera
DA
IVa lja das seis
portas em frente do Li-
vrameiito
(limbraias mussulinas de cores, fazenJa
nova no mercado a 500 rs. a vara, mangui-
tos, gollinhas e camisinhas bordadas; d-se
amostra com penhor. a loja esta aberta at
as 9 horas da noile,
L\a loja das seis
portas
em frente
viainento
do Li-
Palitus de alpaca preta e de cores a j-000,
ditos pretos a c, ditos de sarja de seda a
l-V> ditos de brim a 3-000.
Milho.
Vcndera-se saceos de milho chegados lti-
mamente dos Estados IniJos, de muito su-
perior qualidade, malhor ao que vem de
Fernn jo a 6/cala.sacco Adverte se que
tambem vieram alguns saceos de urna qua-
lidade especial para sement, que se vende
a 8? : no armazem de Tasso Irmaos ao p da
ponte nova.
AOS AGRICULTORES
Vndese milho do urna qualidade supe-
rior, e mais productivo do quo o que temos
neste paiz ; e por isso proprio para semen-
te : no armazeo de Tasso Irmaos, ao p da
ponte nova do Recife.
Precis-se de dous trabajadores para
a padaria da cidade da Victoria : a tratar na
ra da Florentina, casa da esquina que volta
para a ra do Santa Isabel.
-- flastos A Silva fazem sciente, que des-
de o dia 31 do mez prximo passado dissol-
veram amigavelmente a sociedade que t-
nham no armazem n. 28 da ra da Madre de
leos, ficando o socio Joan Manoel Pinto Bas-
tos i'" i arrogad" do activo e passivo da mes-
ma sociedade, Recife 7 de Janeiro de 1858
O sr. dos Afogados que annunciou pre-
ciar de un hornee para amassador, e que
nao olhava a proco, piJe pr icurar na ra do
Ringel n. 21, que se lhe dir quem quer.
O Sr.
rematar, a quem por menos Ozer a conser-
vado peruiameute da estrada do Pao d'Alho,
por tompo de 10 mezes, e pela quantia de
6:900.; rs
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 185*, e
sob us clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rematadlo comparecam na sala das sessOes
da mesma junta no dia cima declarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
da.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicrmelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 7 de Janeiro do 1807.O secre-
tario,
A. F. da Annunciacao.
Clausulas ospeciaes para a arrematar.no.
1.a F.xccutar-se-bao os trabalhos da con-
sorvaeflo da estrada do Pao d'Alho de con-
arrematado a quem por menos lizer a obra
do ar;ude do Bom Jariim, avallada em
1:1559000.
E para constar se mar. lou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouriria provincial de
Pernambuco 30 do dezembro de 1857. O
secretario, A. i'. d'Aiinuiiciarao.
O lllm. Sr. ins;cct3r, em cumprimen-
to da resuluco da junta da fazenda, man-
da fazer publico, que n) dia 21 de Janeiro
do anuo prximo vindou o, vai novamente
a prara para ser arremitado a quem pdr
menos fizer a obra de 2 lauco da ramiica-
co do Japomim, avaliada em lO-.OSdiuoo.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar relo Dia io.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 30 dj deze ebro de 181,7. -- O
secretario, A. F. d'Annuiciacao.
Pela administracHo da mesa do con-
que fora impossivel mencionar, os quaes s
coma vista podem ser apreciados, e sero
vendidos sem reserva alguma ; e bem assim
umexcellente rahriolet de duas rodas com
todos os arreias, etc.: quarta-feira, 13 do
corrente, as 10 horas da manhSa em ponto'
(pela grande quantidade de obiectos que
, lormidade com o orcamento approvado pela sulado provincial se faz publico, que os 30; existe, na Soled^de, estrada de Joao Vieira
| sitio pertencent-: ao Sr. I.uiz Jos da Costa'
que
LelIIo de mobi-
liaso-
(JVoc-iiiipo)
Quarta-feira, I o do corrente, as 10 lio-
ras du manliia.
0 agente Itorja, de ordem dos Srs. N. O.
liieber C, fara leilo dos movis e mais
objectos abaixo mencionados, pertencentes
ao Sr. Germano llolen, que se retirou para a
turopa, a saber: um ptimo piano forte,
modernissimo, urna rica mobilia de Jacaran-
da a Luiz XV, urna dita de mogno do mesmo
gosto, urna dita tambem de mogno, assento
iiecochim.com conversadeira, um riqusi-
mo espelho grande de vestir, seis guardas-
vestidos e roupas de mogno o de Jacaranda,
urna excellente cama franceza de Jacaranda
com cortinados, lindos toiletes, lavatorios
com pedra, conmodas, loitos para enancas,
cadeirascauseuses e sofas de cochim para
gabinete privado, movis proonos para
quartos de dormir, mobilia de sala dejan-
lar, grande e excellente mus clstica,guar-
louga, aparadores com pedra e sem ella,
bancas para jogo, banquinhas de costura de
apurado gosto. caixas de msica, relogios
patent para cima de mesa e parede, qua-
dros de .ersonagens Ilustres, de paizes e
costumes estrangeiros, de historia natural e
de phantasia, com bellas molduras, urna
grande e ptima estante com livros ingle-
zes, lrancezes, allemas, etc urna rica ta-
pecaria de sala lustro e serpentinas de
crystal, delicadissimos vasos, bonecas e
mais enfeitesde porcclluna,
provincia.
PIMIRUIIKWOIIE IO.
Corre sabbado 9 lo corrente a tercei-
ra parle da primciin lotera do gym-
uasio.
'. J. Lp-yme.
- Precisa-se de um homem moco para
criado d3 um rapaz solteiro: a tratar na ra
do t'.ruu. n. 24.
No becco do Lobato n. 15, da-se di-
nheiro
prata.
premio com penhores de ouro ou
Lotera
DO
Gi/mnasio.
PRIMElitA DO CRREME ANNO.
Corre hoje.
Acha-se ainda a venda um resto dos feli-
zes bilbetes inteiros u meios, garantidos pe-
lo abis.) assignado, na ra da Cadeia do
Recife n. *.">, e praca da ladependoncia ns.
1 8 37 a 39.
PnrSalustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Na
ki'lil
ndade da Coaeeigao
Militares.
dos
du sevres e de precisa-:ic"de um bom forneiro.
crjslal, coljndos, para sala, candieiros da
globo, americanos, globos de vidro, um n-
quissimo apparelbo de prata para cha. ap-
parelhos de porcellana linissima para elmo-
io e jautar, ditos de crystal para o sorvico
de mesa, ditos para o'servico diario, urna
porcao de vinho engarrafado, velho, de di-
versas qualidades, utensis, trens de cozinha
em quantidade e mais necessarios da casa,
ferramentas para sitio, urna excellente ma-
china do engommar, e urna inlinidade de
padara de l'onciano & Salgado,
Convidam-se os membros da mesa rege-
dora acoT.parecoiem no consistorio da res-
aectiva igreja, as j horas da tarde do dia 11
do corrente, para, na forma do art. 29 do
compromisso da mesma irmanlade, confe-
rirse a posse dos elcitos para a mesa que
oulnis mu i tos obje.:tos raros e de capricho, tem do Innccionar no presente anuo, para o
lllia tus i in *\, iiml mA^.l-.^.-____ .. ._______.
directora em conselho e apresentado ao
Exm. Sr. presi lente da provincia, na impor*
tincia de 6;9005 rs.
dias uleis para o pagamento a bocea do co-
fre, do primeiro semeslro da decima do anno I Amorim. Previne-se aos concurrentes
linanceirode 1857 a 1858 dasfraguuziasdes-|havera um ptimo lanche.
que sao os mismos eleitos tambem convida-
dos. Consistorio da irmandade de N. S. da
Conceico dos Militares em 7 de Janeiro de
1858 O secretarle interino.
Maneel Camello Pessoa.
_ Pracisa-se de urna ama de leile : em
Fora de Portas, ra do Pilar n. 100. Paga-
se bem.
-- Precisa-se de urna ama de leile
ra da Moeda n. 3, primeiro andar.
na
que pnnunciou precisar de um
reitor na ra da Cruz n. II, p le procurar
na ra do Rangel n.2l, que se lhe dir quem
quer ser. He muito bom feitor.
Fugio no dia 31 de dezembro do mez
prximo passado urna escrava crioula, de
nome Benedicta, de bonita figura, represen-
la 18 a 10 annos, altura regular, tem o rosto
redondo, nariz chato, os dedos dos ps a-
bertos, levou vestido branco ja velho com
tres babados, chales verde tambem velho ;
julga-se andar aqui mesmo na praca na
vaaiacSo por ser um tanto vadia, por isso
roga-se as autoridades policiaes e capitiies
de campo onde eiicontrarem a peg-iem e
evem a ra do Trapiche .Novo n. 31, escrip-
torio de Jiovaes & u. ou no pateo do Terco
ii. lil, que sera recompensado o seu tra-
balbo.
No dia 3 do corrente fugio o preto
Joyo, crioulo, de idade 30 annos, poucomnis
ou menos, e tem os signaes seguintes : es-
tatura regular, reforca.lo do corpo. bastan-
te preto, conserva toda a barba, tem una
cicatriz em urna das sobranceihaj, prove-
niente de urna cacetda que lhe deu um ca-
pitiio de campo, falto de dentes na frente,
levou camisa de algodao mesclado, que pa-
rece reilio com paliiot sacco, e calca de al-
godSo azul e bonete de panno ; ja foi en-
contrado na Cidade Nova de Santo Amaro, e
desconlia-se que anda por esse lugar : quem
opegar, leve o a ra Imperial, padaria n.
173, que se recompensara com generosi-
daue.
AVISO IMPORTWTE
Pilulas depurativas do
l)v. Alian.
Os falsificadores nao descansam e procu-
rara todos os meios para imitar cssas pi-
mas. Alem de tarem encommendado os
vidros, ltimamente quizeram mandar fa-
zer o papel das direcces. Tendo emeon-
scqucncia julgado conveniente mudar a cor
aos vidros, os quaos serio de hoje em dian-
le verdeados, cor mais oscura que os ul
timos. As lampas sSo sainare douradas.
lenho tambem feito fabricar um papel
de proposito para as direcces com o se
guinteescripto em lettras opacas : Pilulas
uepurativas do Dr. Alian. O. Palmer, pro-
prielario, sobre um fundo cor de rosa co-
berio de desenhos transparentes.
As duzias sao em caixas de papelSo etn-
brulhadas n'um papel tamBem eito de pro-
posito, d'outra cor, mas com as mesmas let-
tras e desenbos ; e mais um letreiro riscado,
levando no oval do centro, mmha assigna-
tara em lettras brancas sobre um fundo cor
de rosa.
1'ievine-sB o publico como garanta con-
tra os falsificadores, que tolas as pessoas
que vendem as verdadeiras pilulas devem
ser munidas de um certificado assigoado
por mim, o qual deve ser endurado n'um
lugar visivel a todas
Rio de Janeiro, 1. de Janeiro de 1858.
O. Palmer.
As mesmas pilulas vendem-se no Recife,
no escriptorio de Vicente Ferreira da Costa,
nicamente), a 10/ a duzia de vidro, e a lo
cada um.
I'l'BLl CIDADE.
Alexandre Rarboza de Souza, morador em
Picada, na comarca do Limoeiro, faz patente
ao rcspeitavel publico, que be dono e pos-
suidor na metade de urna escrava crioula,
de nome LourenQa, com idade de .10 annos,
pouco mais ou menos, bem preta c de esta-
tura regular, bem feita de corpo, a qual se
acha oceulta ha mais de um anno por Jos
Ignacio de Souza Rabello, morador nesta
mesma comarca do Limoeiro ; e quem a cap-
turar e levar a seu senhor, tem lOO de gra-
tificacHo. O mesmo al>3ixo assignado lam-
bem faz sciente ao mesmo respeilavcl pu-
blico, que n3o tem usado de punir ao mes-
mo raptor da mesma escrava, por melindres
de que he possuidor, nao por elle raptor, e
sim pela familia a quom rcspelta, qua para
isso tem provas sullicientes, e suspira que o
mesmo Jos Ignacio o chame a responsabi-
lidad!! para entio usar dos direitos que lhe
competen), afim do ficar desculpido com a
mesma familia do dito raptor Picada 22 de
dezembro de 1857.
Alesandre Barbosa du Souza.
Manoel Gabriel de Carvalho, do Rio
Crande do Norte, manda fazer publico, que
apparcceu em seu sitio um escravo de nome
Pedro, que diz ser do Sr. Prxedes da Silva
GuamUo da ra Direita em Pernambuco, c
rogase a quem ss julgar com direito o
mesmo, de o mandar receber, pois nao se
responsabilisa por fuga, molestia, ou qual-
quer acc.dente que Ibu sobrevenha.
Precisa-se de um rapaz para caixeiro
de taberna, destes chegados ha pouco, mas
que tenha alguma pratica: no pateo da Santa
Cruz n. 2,
Na ra do Crespo, loja do Campos ,
Lima, ba para vender o mais superior rape
de urna das melho es fabricas de Paris ; os
apreciadores da boa pitada devem animar a
prompta venda para continuar haver sem-
pre deposito, visto o que mandam de Lisboa
ser do pessima qualidade.
Attenco.
Vende-se um escravo bom cozinheiro, de
idade do 18 a 20 annos ; na ra do Livra-
mento n 39.
Vende-se por commodo prego urna
negra ja idosa ; quem a pretender, dirja-
se aos Coelhos, ra dos Prazeres n. 19.
Precisa-se pe urna ou duas acaseadei-
rasque morera por perto da ra Nova para
acasearem : na loja u, 18 da mesma ra.
Na loja
das seis portas
Em frente do Livramento
Para acabar com um pequeo rosto.
Pegas de catnbraias brancas adamscalas
a l-UO, rom ti varas, ditas com 8 varas, de
salpico, fazenda muito lina a 29500, chales
escuros de algodao a 500 rs., ditos brancos
de cassa a 480, selas de cores para forro a
200 rs. o covado. riscados francezes escuros
a 160 o covado, cortes de clleles de case-
mira bordados a 1J600, luvas de seda pretas
e de cores a 500 rs. o par, pellos para cami-
sa a 400 rs.
Fugio na noite do dia 6 do corrente.
de um sitio de lieberibe, urna escrava mula-
ta, de idade de 22 annos, alta, cor acabocla-
da, cabellos corridos e amarrados, refurcada
do corpo, om os dentes da frente podres :
quem a pegar, leve a seu senhor A. A. de
Miranda GuimarSes, na ra Direita n. 69,
que ser gratificado.
l'n individuo habilitado em commer-
cio de qualquer especie, cooh guns ingleza e franceza, deseja associar-se a
urna casa commercial, para a qual entrara
com a sua ageucia, e oito ou .iez contos de
res de fundos; dirijam-sn ao escrirtorio
desta typographia, em carta fechada com as
iniciaos A. X. L., indicando a morada para
se procurar.
O abaixo assignado avisa a todos os
seuhores recebedores de reas, tanto ge-
raes como proviociaes, qua fechou sua|ta-
berua no ultimo de dezembro de 1857, e
como quer ficar desondrado de imposto o
faz publico, scientifican lo quo nada deve a
pessoa alguma desta praca e nem fra della,
porque durante o lempo que leve taberna
sempre comprou a dinheiro ; mas se alguem
se julgar seu credor, aprsente suas contas
para serem inmediatamente pagas.
Manoel da Fonscca Cimbres.
Na ra das Aguas Verdes n. 86, pri-
meiro andar, ha urna pessoa queengomma
roupa do tola qualidade, por preco com-
modo.
O abaixo assignado pelo presente, faz
ver ao .sr. arrematante do imposto de agur-
dente e mais espiritos da produccAo brasi-
leira, que desde ol.- do corrente deixou de
vender ditos espiritos em sua taberna da ra
de Santa Cecilia n. 18. Recife 7 de Janei-
ro de 1858.Lauriano Purcino Pereira da
silva.
rae
Grande e novo
sortimento de fa/endas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa.
CEBLAS.
Vendem-se ceblas soltas, ouito novas,
por prego commodo; na ra da Madre de
Dos n. 28, armazem.
rf/V,Jevi'r"Se em,nm ^s Principaes ras
m..m r um.s,obrad de um andar, e na
K?',,"!11^ uma casa terrea ; no
becco das Barreiras n. 8, se dir quem vende.
n"''iiPadre-an que Mello, contint. a com o exercicio de sua
aula de pnmeiras lettras, no lian do cor-
r CltC
- O abaixo assignado previne ao Sr.
thesourero das loteras quo nao pague os 2
bilhetes inteiros da terceira parto da pri-
meira lotera do Cymuasio Pernambucano,
sendo o bilhete n. 1580 sem garanta, com
as lettras A. B. V 48, e o outro garantido
peloSr. Polycarpo Jos Lsvme de n. 2634.
que ToTam perdidos do Passeio Publico at
o pateo do Carmo ; a pessoa que os achou,
queira dirigir-se ao aterro da Boa-Vista
n. 8. Itecifa 8 d i Janeiro de 1858.
JoSo Francisco Ferreira.
SVSTESIA MEDICO DE HOLLOWYA
Novidadtde Paris, Cateada ,\t seda com ra-
ii'.i^.ni e lUtra malisaJa para vestidos de
fenliiira,inulto proprio para a tslarAo, co-
arto............ 15200
Belleza de Beugala, fazenda toda de seda
transparente cora listrai matizadas ,
propna para bailes, covado..... l600
Cambraia e seda de Bengala com lislras ma-
tizad**, covado ......... !-lin
Uarega de seda com quadros e lislfts asseli-
nadas, covado......... IJOOO
lirosdenaplas prelo e de cores, mnilo su-
perior, covado......... 25000
Dito dito de lito mnilo largo, proprio para
farros de obras, covado ...... I96OO
Sedas de quadrinhos, covado..... 950
Follios de seda aiselinado...... 950
Mussulina branca e de cores, covado. 320
Castas rancera*. de cotes fuas, covado. .260
Chitas franceza, o covado...... $280
Velbulina de cores, covado...... 800
Mantas de blond pretas e brancas, proprias
para cas.imenios, covado...... 3
Panuo lino preloe decores, para todoi oa
procos............ ;$
Chapeos de pallinlia, torrados, proprios pa-
ra a etlarSo.......... 3$500
Chales de oda de cores, superiores ... 3}
Ditos de merino bordados t velludo 17000
Ditos de dilo de dito a seda...... 9&00O
Ditos de dilo bordados em 2 pona. 129000
Ditos le dilo com lislra de seda 7J000
Ditos de dito lisos com franjas de seda 69000
Ditos de dito com franjas de la .... 5&000
Ditos de lila adamascados, pretos e decores. 3<<000
tiravatas de teda com ponas cornuridaa I
regencia ,.......... J>
Ditas de dita com ditas a principe da Gal-
les ............. 9
Ditas de ditas a' americana...... 1;000
Cortes de cohete de vedado de novos
padrts ... s....... lOfOOO
Ditos de setim branco bordados, proprios
para casamento......... 3
Dilos de gorgurSo de seda de novos pa-
dreas ............ 3}000
Ditos de caira de casemira de todas as qua-
lidades............ 9
Chapeos de sol de seda superiores 7^500
Chapeos de massa francezes..... 7500
Lencos de cambraia bordados, fiaos, para
mo.............. 1JOO0
Luvas de seda de todas as qualidades, para
homem, senhoras e meninas. t 9
Cortes de vestido de seda de crese brancos
Pekn o mais superior e moderno qua
ha no mercado r........ 3
Pablos de argentina de cores escaras C-rOOO
Hilos alpaca de de cores fina..... 55O0
Hilos de lila preta........ 4^000
Ditos de fusin assetinado...... .'j-iKKI
Ditos de ganga de cores...... jjOO
Ditos de brira deqnadiinhus..... :i.-000
Ditos de brim pardo lino...... 4;000
Ditos de bretanha de liuho brancos. 45500
Ijnudoliada alpaca prela e de cores. SsOOU
Em frente do becco da Congregarlo, passandg
loja de ferragens, a segunda de fazeudas n. 40.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
PLELAS IIOLLOWAY.
Esteinestimavel especifico, compostoni-
iciramcntedoherva medicinaes, n5o con-
ten mercurio, nemalguma outrasubstancia
delecterea. Benigno a mais tenra infancia,
ea corapleicao mais delicada, he igualtnen,
le prompto e seguro para desarreigar o mal
na complejo mais robusta ; he inleira-
mente innocente em suas operacOes e effei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
lenazes que sejam.
Entre inilhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavam s por-
Us raorle, preservando em seu uso ; con-
seguirn recobrar a saudee forjas, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mSis alllictas r.3o devem entregar-se a
desesperado; far-am um competente enaio
dosellicazes eireitos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperado o benelicio da
saude.
Nao se perca temjo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Aslhma.
Clicas.
ConvulsOcs.
Uebilidade ou exte-
nuarlo.
Dcbilidadcoufaltadc
torcas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
-- nos rins.
Dureza no,ventre.
F-nfermidadesno ven-
tre
Enfermidadesjiio f ga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Vendem-se estas piulas no eslabeleimen
to geralde Londres n. 2-W. Strand, e na
luja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
lo la a America do Sul, llavana ellespanha.
Vendem-se as bocetinhas a800rs. cada
urna dellas conten urna instrucQiio em por-
tuguez paraexplicar o modo desse usrdes-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
_ Compra-se elTectivamente bronze, lao
t5o e cobre velho : no deposito da f'undica-
da Aurora, na ra do Brum, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundicab, em Santo
Amaro.
OSh}';w-::^^::--:-;-;O-:::
Febres inlcrmittente.
Febrcto da especie.
Cotia.
Ilemorrboidas.
Hydropisia,
Ictericia.
IndigestOes.
Inflammaces.
Irregularidades da
menstrua<;5o.
Lombrigas de toda es-
pecio.
Mal de pedra.
Manchas no cutis.
ObslrucQiio do venlre
Phtisica ou consump-
cao pulmonar.
BcteucSo do ourina.
Kheumalismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal).
m

Q
i
O

m
Homeopathieo
/ua das Liruzes nu-
mero 8.
Acham-se sempre os mais acre'i- i';
lados o bem preparados medicamen- .'..
tos de homeopathia, tanto em tinto- 2
ras como em glbulos em caixas as 9
mais rica* possiveis e em tub -s avul- $
sos. u Dr. Casanova da consultas 4'.
todos os dias e pode ser procurado a -:"
qualquer hora para visitar docntes i
praticar qualquer operaco de cirur- W
%3 gia especialmente de partos.
0:,;:.-;;:.'}.:;C:;-;:;;h;,}'.:,:
A U200 res.
Na ra Nova n. 18. vendem-se cortes
de casemira de algodSo e brins escuros 'fa-
zenda muito forte, propna para o diario
cortes e para calca.
UNGENTO IIOLLOWAY.
Militares de individuos de todas as naces
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incomparavel, e provar em caso neceiss-
no, que, pelo usoquedelle lizeram, tem seu
corpo e membros inleiramente s3os, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
ta met tos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maraviihosas pela Ieitura
dos peridicos que lh'as reiatam todos os
lias ha muitos annos ; e a maior parte deis
las s3o t3o sorprendentes que admiran) os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobruram com esle soberano remedio o uso
de seus bracos e pernas, depois de ter per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviamsotrer a amputarlo! ellas ha mui-
tas, que havendo deixado esses asylos de pa-
decimenlo, para se nao submetterem a essa
operario dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na efusao
de seu reconhecimenlo, declararan) estes re-
sultados benelicos diante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
tenticaren) sua illirmativa.
Minguen desesperara do estado de su-
saude se livesse bastante conhanca para en-
saiar esle remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar inconlestavelmente : Que tudo cura.
O ungento he til, ma$ particularmente
nos seguintes casos.
Alporcas.
Ca robras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades doanns
ErupcOes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdado ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasoscaldadas.
Inchacoes.
ItillammaQo do ligado
da bexitra.
innammaQo da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de oiiius.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PulmOes.
Quei modelas.'-
Sarna.
Supurares ptridas.
'linha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das articulacoes.
Veas torcidas ou 110-
dadas as pernas.
Vende-se estejungnento noestabelecimen-
to geral de Londres n. 244, aStrand, > e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 80irs. cada bocctinha.conlem
urna instrnccSo em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmacculico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
PESTES DE QOETCnOL'C END-
IIECIO, DE I VlVbLLE-ULLEBAKR
L)L PAKIS.
Quatro anr.os de experiencia tem assegu-
rado aos penles de caoulchouc a voga que
boje tem, n3o s em Fraiu-a como no muu-
de inteiro ; s3o sera conlradic^ao os mais
agradaveis de todos os peutes, mais brandos
que os de tartaruga, s3o os nicos que nSo
fazem caluro cabello, por causa da eleclri-
cidade que conlcm,accrescendo a estas van-
lageos a de nSo serem mais caros do que a*
de blalo, a esta admiranvel invencSo de
exposiSo universal de 18o5.

Seguro contra
fdgo.*
COMPANHIA NOHTHEN, KSTARfLE-
Cl DA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGENTES
C. J .Astley $XJo r panhia.
MI IT11 Anr.


itI\WO DF PERNAMBUCO S.\TiP,.\r>f> 0 T)T. JANEIRO DE 1558.
Aula de primei-
ras letlras.

0 abaixo assigoado avisa aos pais de seus
alumnos e ao respetavel publico, que no da
ii do corrente em diante se achaca em con-
tinuagao das fu uceos de seu mrgisterio, na
resma rua, travessa dos Expostis, casa n
l'J, conlinuando admitlir alumnos externos
e internos : os adultos ou artistas quo por
vjnlura quizerem aprender a ler, escrever e
C3ntar serao idmittidos noile.Manoel de Souza Cordeiro Simes.
Precis-se de tomar a premio 4 a 6 con-
tos de res a utn por cento, dando-se por se-
guranga um predio de grande valor quem
quizer fazer semelhante negocio annuucie
qra ser procurado.
DEHTlSTi FRANCEZ. S
Pauln daignoiax aenliila,rua Nova n.41 : ''.-
na mesinacaalem agua e pos dentrilice. 'j
Na fimdieao da Aurora preci$a-se
rl<: serventes forros ou escravos, para
servico debaixo de coberta.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES COMMERUAES,
n. 20. rua do Torres,
PK1ME1RO ANDAR,
raga do Corpo Santo
-@@
i.':
Companhia
SEGUROS MARTIMOS I. TERRESTRES
DO
niMPimfl m/hmh
EstabelecMa no 'lio
de Janeiro
CAPITAL 10.000.000:000
Agencia, rua da Cruz n. 45.Escriplo-
. SEGURO CONTM 0 FOGO.
Estabelecni em Londres,
em marco de 1824


H
0
&
O
. :
. i

o
o
X
Casadesaude
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
|| labeleceuem seu sitio da Passagem
|| da Magdalena, que lica ao norte
I da estrada entre a ponte grande
e a pequea do Chora-Menino, ex- ;
? cellentes acommodacoes para re
? ceber todas as pessoas enfermas
| que se quizerem utilisar de seus
f servicos mdicos, os quaes serao
? prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o lim supra- $3
3i indicado e para exercerqualquer
JbJ outro acto de sua prolisso den- Sg1
$| tro ou fura desta cidade podera' g|
4$ 1er procurado a qualquer hora do @
$| dia e da noite. no referido sitio, fj
(t$ a excepcao dos dias uteis, das 9 g
$ horas da manhSa a's 4 da tarde, @
$| que sera'encontrado no primeiro @
$$ andar do sobrado n. 9, do pateo g
6& do Carmo. ".
JDefronte da ordem tercei -
ra de S. Francisco
CONSULTORIO H0ME0PATHIC0
DO
DR-F- A- L0B0H0SG0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
cias e pratica qualqueroperacSo de cirurgia,
assim coao,accode com toda a promptid3o,
as pessoas que precisarem do seu prestmo
(ara o servigo de partos, praticando aso-
[oragoes manuaes ou instrumentaes, quen-
co n2o possa conseguir resultado por tarjo
rio de viuva Amoriui i\ Filho.
Nesta agencia sceitam-se seguros tanto
martimos como terrestres aos presos mais
mdicos possiveis.
Pl'BLICACAO' JURDICA.
Chegou de Lisboa a Manoel do Nascimen-
to Pereira, rua de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volumes Tncoria do Direiio
Penal pelo conselbeiro Silva Ferrfio, bem
como o cdigo da Prussii., traduccao do
mesmo senbor ; aquella para ser entregue
aos Srs. subscriptores, pelo prego de 109000,
e para os que nao sao pelo Je 14?, pagos no
acto da entrega ; e este; p; ra se vender pe-
lo de lucio, na mesma conlormldade.
A pessoa que em a noile de Natal, na
igreja do Carmo, procuran lo urna cazoleta
que perder, acboj um altinete de ouro,
quereado rcslitui-lo a so.i dona, tonha a
Ijoii !a e de dirigir-se a rua do Caldeireiro
n. 54, onde se Ibe dura os ignaes do.alline-
te, apresentando-se-lhe oui.ras pegas de que
fazia parle ; ou lenba a bondadede annun-
ciar sua morada para ser procurada.
Precisi alugar-se urra preta escrava
que saiba engomiiiar e eczinnar : a tratar
na rua Nova n. 8, toja do Sr. Jos Joaquim
Uoreira.
Aluga-se o primeiro andar da casa da
rua Direila n. 88 : os p-eten lentos diriaru-
se ao segundo andar do mesmo sobrado pa-
ra tratar.
No dia 2 do corrente ncz ficou por es-
quecimentn no lugar do embarque no porto
do Recife, caes do Mesquita. um embrulbo
coa to libras de rap o a livros ; quem o
achou, poder enlrega-lo no erinazem de
Manoel Tavares Cor leiro, ra travessa da Ma-
dre de Dos n. 18. que alm de nao so que-
rer as tu libras de rap, os os livros, se
gratificara.
Casa de educac&o.
O abaixo assignado avis; aos rais de s"is
alumnos qai abrir o seu estabelecm-enlo
de instruido primaria e secundaria no dia 7
do presente Janeiro, e nello receb" pensio-
nistas e meio pensionistas
Jeronymo Pe'e'fa Villar.
Precisa-se por aloguel de urna preta
o de um ireto, ambos esernvos : quem os
tiver, entenda-se rom C#etano Pinto de
Veras.
Precisa-se de um qua to ou uro andar,
com preferencia para o Kecifa : quem tiver
para alogar, dirija-se a este typograpbia.
Precisa-so de ua 'eitor, preferin-
do-se dos reeein-chegades : na rua da
Cruz n. .
Ollerece-se para caisniro de qualquer
cesa de negocio, excepto taberna e uadana,
um prqucuocira 12 anno. de Hade, que
sabe ler e co.ilar: quem o -retonder, dirja-
se a rua da Concekao da B)a-Visla n. 47, i.
qualquer hora do dn.
Precisa-se de urna urna para casa df
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais convier, que
estilo plenamenie autorisados pela ditacom-
| panhia para eflectimr seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, cnbertos de telba, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
Precisa-se de una mulher livre ou
escrava, fiel e de boa conducta, para cozi
nhar e ensaboar em casa de pouca familia,
pagan ln-se bem, c tambem sabir s com-
pras quando a escrava da casa nao o poder
fazer: na travssa da Concordia n. 19, se
dir quem precisa.
O professor Torres Randeira avisa
aos seus discpulos que tem resolvido
abrir a sua aula particular de preparato-
torios no dia 11 do corrente.
Aluga-se um escravo crioulo, moco e
bom coznheiro : quem pretender, entenda-
se eom o porteiro do consulado geral, na
mestr.a repartido.
Manoel JosLeite tem constituido por
seu bastante procurador, para promover a
cobranga de seusdevedores, moradores nes-
ta cidade, ao Sr. Joo Augusto Randeira de
Mello, a quem passou, para este fim, a com-
petente procuragSo ; roga, pois, o annun-
i'iante a ditos seus devedores, que hajam de
euteuder-se com o mesmo Sr. lian leira na
rea do Queimado n. 10, leja.
Alves & Lapa dissolvernm amigavel-
mente a sociedade que tiuham na taberna
da rua da M idre de Dos n. i4, Qcando ;i
cargo do socio Joaquim l'iuto I apa ooissi-
vo e activo. Recite 5 de Janeiro do ts8.
Manoel dos Santos Leal tem trata-
do vender a sua loja do funeiro, sita na
rua Oireisa n. ''". a Sra. Romana Maria
da Concedo, cfcm loja de calcado na
He barato que
admira.
Na loja de i portas na rua do, Queimado
n. 37, passando o beccoda Coiigregac3o,tem
ebegado a eslo estabeleciHu-nlo um excel-
lente sortimento de vestidos de seda com
babador, para divervos pregos, e muias
mais Uzeo das, que nao he possWel aqui|
mencionar todas ; cassas organdins dos
mais mudemos padres a I/I0U a vara, sedas
de quadros largos a 1C20U o covado, ditas
miudiuhas a 15300, ditas multo finas de
gosto iuleiramente novo a 11800, laazinha
miudiuhas a 320, ditas com Iistras de seda
a 750, corlas de casemir a 4>, ditos entes-
tada, covaJos 29500. dita muito fina a 4,
dita de um. largura 2c400,grosdenaples pre-
toa2?, chamalole muito bom a 31500, dito
largo com listras asselinadas a 4s4O0, rhaly
lavradolMOO, um completo sortimento de
cliapelinas para senhora, gollinnas, man-
guitos, camisas, meias de seda brancas, lu-
vasdereda dos nic'.hores goslos que ha, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linbo muito finos, longos de linho bran-
cos, de diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, quetenham yontade de com-
prar nao sabir sem fazenda, porque nao se
engelta dinhciao chegando ao cusi da l'a-
euda.
Narria do Queiiuarto n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletes de velludo n>u-
tobonsporll;000, velbulina sortida a 750
reis o covado. chitas t'rancezas muito linasa
280 res, riscados escocezes a"280rs., mus-
julinasa 320 rs., ditas airiatizadas muito fi-
nas a 340 rs., chapeos de sol de seda, para
diversos precos.
Vendem-se travejamentos de louro de
varios tanauhos : ni praia do Sania Hila
restilacSo.
.sOOO rs.
Na praga da In iepandencia ns 12, 14 e 16,
ven1em-se bons cha. eos de marroquim por
:i;000 ehegados ba pouco ; ebeguem, antes
que se acabem.
Tasso Irma'es
Avisam sos seus fregue/.cs, que em con-
sequencta de novos sorlimentos, que aca-
ham de receber de Richmond, tem reduzido
os pregos das rarir.has a venda em seus ar-
mazens aos seguinles:
(alega ...
Haxall ... .a25?000.
liuulop. .)
Macanea. .
Columbia .(
Continuam a ler farinhas de Trieste das
marcas primeira qualidadee
SaiSF.
IVa rua do Tra-
piche n. 54, escriptorio
('e Novaes cy C.
Vende-se superior vinlio do Porto en-
garrafado em caixasde I e 2 duzias de
garrafas, bem como em barril de 4- e 8.
a preco commodo.
Attencao.
1 arinha de mandioca, milho e feijo o
mais barato do que em outra qualquer par-
te ; na rua do Queimado, loja de ferrageos
n. 14.
Vende-se no escriptorio de Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo, na rua da Cruz n.
I, vinho do Porto em caixas de urna e duas
duz.as, algodes da Bahia. camas de ferro,' Dil d u .escuras e claras,
charutos ua Baha superiores, a verdadeira I
agua dos amantes.
Atfeneiio.
Queijos do sertao os mais frescaes possi-
veis : na rua do Queimado n. 14.
Ao Preguica
QUE ESTA QUE1UHD0
boas fazeodas por pouco
dinlieiro.
O Presuica da
Vend
rdente de
i a homeopathia, que tantas vezestem ven- famili de tres pessuas : ni. rua do Colleaio,
rido dilDculdades, que
raveis.
pareciam insupe-
O governo e a
eolonisa^ao.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro alguns
lemplare.i do appendice (das ideas de pro-
oaganda de L. P. Lacerda Verneck, pelo con-
i-ide Rozwalowski. a respeilo da colonisa-
g,*.o : vende-se a 2i000 na praga da Indepen-
dencia liviana n. 6 e 8.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
liva, para o servigo do urna casa de pouca
familia ; na praga do Corpo Santo n. 17.
- No engenho Martapagipe, distante do
Recife 8 legoas, e da estagao da estrada de
ferro, no Cabo, 2, precisa-se de um mesUe
de meninos com as habilitages necessarias
para ensinar primeiras lettras, gramrsali'-a
portugueza e latina : quem estiver nestas
circunstancias e quizer exercer o magiste-
rio, annuucie pa'a ser procurado, ou dirija-
se a casa do Sr Francisco de Paula Carneiro
Leao, no Recife, aterro da Boa-Vista. Haven-
do no engenho urna capella, em iguaescir-
rumstancias, prelere-se a um sacerdote.
Lotera
DA
provincia.
' O abaixo assgnado avisa ao publico i|iie
te grande e a inmediata no dia da ex-
^traeco em seu escriptorio na rua do
Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
em porcao de I00" para cima dinheiro a
vista bilhetes e meio garantidos dos 8
por cento pelos seguintes precos :
Bilhetes 4$50u Meios 2250
os bilhetes da lotera recolhida sao recc-
bidos em troca de outros.
P. J. Layme,
Precisa-se de urna pessoa para o servi-
go interno de urna casa estrangeira que cozi-
nbe e engomae: na rua Nova n. 17, se dir
quem precisa.
O abaixo assgnado, tendo resollido
fixar a sua residencia em o seu sitio na Ca-
punga, margem do Rio, pretende regular-
mente abi permanecer dss C di tarde as 7 da
manhSa, afora dessas horas acha-se na
mesma osa em q rua do Livramento. As pessoas desta cidade
e de su i clientella, que precisaren) de sua
presenga naquellas Horas, serao prompta
mente servidas, mandando-lbe alli aviso, e
quando nao queiram ler esse incommolo,
podem dirigir-se ao Sr. Dr. Pereira do Car-
mo, que se prestara a substitoi-lo. Paraos
casos urgentes acha-se munido em seu sitio
de urna ambulancia provida das substancias
que podem ser precisas nessas occasies
Com quanlo continu a dar-se ao exercicio
de todos os rumos de sua arte, aptica se
particularmente as operages cirurgiess,
inclusive as dos partos, e t-ata especialmen-
te das affecges dos orgSoa respiratorios e
circulatorios, cuja prlica Iho he geralmon
te reconhecida. Recife !. de Janeiro de
1858 Dr. Joo Kerreira da Silva.
loja n. 9.
Alug.i-se o armazeri da rua do Pas-
seio n- 9 ;i tratar no mesmo.
O abaiso assgnado participa ao res-
peitavel publico e ir.axime aos Srs. pais de
seus alumnos, que pretende dar principio
ao exercicio de seu magisterio no dia;ll do
corrente, a Jmittindo em sua aula alumnos
internes eexternos para serem leccionados
em primeiras lettras, latim e francez : quem
de seu prestalo se quizer utilisar, dirj-se
ao terceiro andar do sobrado da rua Aova
n. 58 Jos Maria Machado de Figueiredo.
OBrcce-se maior ordenado do quanto
se ganhar em qualquer nutra parte a um
bom caixeiro pura estar em companhia de
oulro em urna taberna : quem pretender,
anunncie para se tratar.
LIMAS DE OWiS.
O propridario da priineira hnha de omnibu. rn-
punde ao Sr.Uro dos 32 do Iteadici,qu nica
In que regula e aaloriia a a.lcoisso de S e :V2 \>ts-
Hoag nos t.muiinis he a imprudencia e deslealdad? de
aleuii passaE'iros como o Sr. 32, que na alien
dem a nenliuiaa reclamado du boleeiros, aujeiam-
ae a loda. e condire quando ^oerein enirar e (de-
pois de rlie^.'iim a alvara.niu) vem r.bi*car pas-
quins e denuncias faUa.. Se o S'. 32 se acfiava in-
cummodado, India mui fcil rue lio, iahis*e, e re-
ceberia alem dislo o dinlieiro que livesse pago, e islo
o convencerla -te que n3o he por avareza do respec-
Ito proprietario. que o. patHlfeiroi anlain quaes
ardinha eoa iigela (segundo a P.tuina AvuUa), i -
nao he e 10 ou 20 dias no auno auficiente para um jogo de
molas oo oulra qualquer avaria causada pela dema-
?ia do erga. O mesmo se applica aos cliarulo* ; e
qoeira Deo. mo causem alguina qoeimadnra tonal*
deravel, alem da pareara e nao clieiro que pro-
duzem.
Urna pessoa de meia idade que lem
perfeilo conbeciinento das linguas ingleza e
portugueza e bastante prf tico de c immercio
desejs-se empregar n'um escriptorio edYn-
mercial, quem dos seus trricos precisar
quoira dirigir-se a esta typograpbia dei-
xando nota da sua morada e a hora que po-
der ser procurado.
Despja-se alugar parte de urna casa na
rua da Cruz n... segundo andar ; quem pre-
cisar, venba tratar na run da Cadea do He-
cifen. 21.
--- Precisa-se de urna ma para cozinhar
o fazer o mais servigo do urna casa de pou-
ca familia ; a tratar na rua do Livramento,
loja de calgado n. 5.
Precisa-se de u:na '.ma forra ou escra-
va para o servigo interno de urna familia de
3 pessoas : na rua da matriz da boa-Vis-
ta n. 20.
D-se sociedBds em una das mdhores
tabernas retalheiras desln cidade, a um ra-
paz que entre com -algum fundo, e de boa
conducu : a tratar na rua dos Martyrios
n. 12.
mesn>> roa n. 4.} ; se alguem lica pre-
juJicado com este negocio annuucie pelo
Diario at o da 9 do corrente.
--- Joaquim Jos -S'ilveira e viuva Silveira
iV IMIios, dissolveram em 31 de. dezembro
prximo passado a sociedade aue tinhan ns ;Pa reservar da pooira
c>sa ile cambio da rua da Cadeia, sob a ra-
zao de Joaquim Jos Silveira & C, conti-
nuando a mesma casa a gyrar sob a respon-
sabili Jade do primeiro socio.
Collegio de Santo Andr,
As mas desti eslabelecimento deram
principio no dn 7 do corrente mez, porlan-
to o director avisa a lodos os pais doscolle-
giaes para reenvia-los afini de evitar atrazos;
e a quem mais convier confiar-lhe a educa-
gao de seus nidos, garante o adiantainento,
os bons costumes, a ordem ea regulandade
que por mais de urna vez tem se provado ao
publico.- O director,
Aor Alves da Fonsica Jnior.
Os abaixo assignados dissolvcrarn nes-
ta data a sociedade de que gyrav sob a fir-
ii!-. social Joaquim Filippe da Costa & C,
1 i cando a'cargo de ambos a liquidago do
activo e passivo da mrsma sociedade. Recife
2 de Janeiro de 1858. Jor.quim l'ilippeda
Cosa, los Francisco llirrolle.
Na livraria da ?ragi da Independencia
ns. 6 o 8 precisa-sa fallar ao Sr. Luiz Perei-
ra Vianna.
Precisa-ae muito saber se existe nesta
cidade ou lora delta Jos Congalves Martina.
natural de Portugal, filno de Manoel Jos
Martins, do lugar da Quintas de Cima, Con-
celiio de Kibeia de Pcnna, distrido da villa
l'ouca de Aguiar, o qual veio de Lisboa nara
esta em 182 ou 183'J : muito agradecido se
bear a quem do mesmo der noticia de vivo
ou morlo, na rua da Cruz n. I, escriptorio
de vainillo l.uiz de Oliveira Azevedo.
c-se superior agurdeme c
Franca, tanto em harriscomo em caixas,
licores e absynthe, chegado renentemen-
te, pelo ultimo navio : eir. casa deJ. Kel-
ler & C., rua da Cruz n. '<>.
SAPATOS I>0 ARACATV,
dos melhores que tem vindo a este cerca-
do, para homens e neniaos, de palla e de
prelhas : em casa deCaminiia A Fillios, rua
oa Cadeia do Recife n. 60, primeir^andar.
- Ven Jcm-se bandos ou alnaofadas de
dina para augmentaros penteados das sn-
nhoras ; ra rua da Cadeia oo ReciTo n. 2,
primeiro andar, casi de Manoel Antonio da
Silva Antunes.
Vende-se urna rica cadeiri de arrua',
com seu compHpnle caixao para aguardar
quem a prntendar,
entenda-se com Caelano Pinto de Veras.
iS&EISIO ?1.:.
;!?'.#.
compra-s effectivamentn na rua da
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica o provincial, acgOes das compa-
nbias, e da-se dinheiro a juros em grandes e
pequeas quaulias sobre penhores.
Cnmpra-se um mulato ou molcque de
idade 18 a 20 annos, bolieiro, ou que seja
intelligenle e sirva para aprender : a tratar
na rua do Trapiche n. 14, escriptorio.
Compram-se pecas velhasa 16*800:
na rua da Cadeia do Kecie, lo|a de cam-
bio n. 08.
Compra-se um cscrawo ou escrava co-
7inheira : na reslilagSo do moinho de venio
na praie de Santa Rita.
--- Comprm-se tres apoces da divida
publica : quem as tiver para vender, dirja-
se a rua da Ca ioia do Recife n. 55, ou an-
nuncie.
covado
Dilas ditas, largas,escuras e claras,
covado.............. 300
i're: aribes de rolo com 10 varas,pega 25O00
Riscados monslros, lindos padres,
covado............... ojo
l.eng is de cassa com cercaduras de
coi, um.............. 120
Mas alem destas, oflerece mais aos seus
freguezes as seguintes fazendas ltimamen-
te cnegadas: mussulma branca finissima a
320 e 360 o covado, dita matizada, fina, e do
mclhor gosto possivel a 320 e 360 o covado,
ISlzintus muito Gata, escuras e claras, to-
das de desenos inteiramente novos a 400
rs. o covauo, carmelina, faz-nda anda nao
vista, trancada e com padres de laazinha,
pelo b rato preco de 2S0 o covado, cortes de
riscado francez, bouilos padres e cores C-
exisle nestem mercado, tanlo pra senioa I ?as,a :iy20ot c*da um. cambraia lisa transpa-
comd para menina e menino, vestidinhos de I L'1-^' mu ? 5' eoa>? *aras cad* pe5* *
cambraia bordados para menino se baplisar., :r.jU0- aila taPada tambera muito Gna, com
gostos riquissimos, tanto curtos como com-
Nova agua do malabar
Vende-se esta agua a mollior que tarr> rp-
parecdopara tingir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal rua do Collegio
n.20, d-se junto um impresso gratis ensi-
llando a forma doappUcar.
Gstsaveques de
CAHBBAIA FSTAO E FILO.
Rua do Crespo n. 25-
Venirm-se casaveqiifsdas qualidadesiici-
ma mencionadas, todos enfeitados e de mo-
dellosos mais modernos que pr.-seutemente
pridos, gollinbas bordadas de todas asqua-
lida les, com lagos e ponas largas, mangui-
tos bordados com lago do fita e sem lago
camisinhas pnra dentro com golla e peito
bordados
dado e
enhor
inhas para dentro com golla e peito viopum r-ara pamosas
los, entre-meios e babados, ludo bor- 'a,'!^do de Pr "nho
5 muito fino, riquissimos chapeos par :^** avara, ditos pr
ra e enfeites para cabega, tudo islo silo osto f ate propnos pa
NA FUNDICAO DE FERRO DO F.NGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, aA
RUA DO BRUM, PASSANDO O olA-
FARIZ,
ha sempro um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprius
pira engenbos, a saber : moendas e malas
inoendas da mais moderna construegao ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidadeje de;totlos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou iuimi.es, de todas as
proporges ; crivos e bocea de fornalba e
registros de boeirc, aguilhfies, bronzes, pa-
rafusos e cavilhOcs, uioinhos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexeculam todas as encommendas coca
superioncade ja conbecida com a devida
presteza e c .m odidade em prego.
POTAESA Di HSSIA E AL g
TIRGEM.
No deposito da rua da Cadeia do Recire,
armazcm n 12, ha muito superior potassa
da Russia dita da fabrica do Rio de Janeiro,
e cal de Lisboa e" pedra, tudo chegado ha
poucos dias, e a vender-se por menos prego
do que em outra qnalquer parte,
1 o caSo que es-
ta' torran
aze
se pode deseja
Deposito
sellins
patente inglez.
Silo ehegados t aehara-ie a venda o. verdideira
bem runlirridns sellins inglazea ptltntr: na roa
do Trapichv-Novo n. 42, armazem de UztDdia di
Adamsoo & C. llowie.
Y1MI0 DO PORTO SUPERIOR.
Duque1815.
Em caixas de urna e duas duzias de gar-
rafas.
Chamico.
Em barris de oitvo : vende-se a preco
coramdo em casa de Barroca & Castro,
rua da Cadeia do Recife n. 4.
rua do Uueimado conlinu'a a fornecer ao
publico, em seu eslabelecimento na esqu- J25L2ffJ5 "T'"'
nado beceo do l'eixe Frito n. 2, o mais bel- L nTd B encornado propno para
loe variado sortimento de fazendas, todas "W'^scravns, e tambem para saceos.
com toque de avana, por creco muito bara-
to ; na loja de portas da rua do Queimado
n. lo.
Vente-se arroz com casca e f-rinha, e
travs de 30 a *0 palmos, de boa qualidade:
no armazem de Luiz Annes, defronte da al-
fandega.
^ Vendem-se fondas de ac oara um e
dous lados : na loja de miudezas da rua lar-
ga do Rosario n. 35, a lOo cada orna.
Vende-se milho em accos, por preco
commodo: na taberna doParaizo n. 18.
Vende-se um carro de condozr gene-
ros da alfandega e armazens desta cidade, a
um cavello competentemente arreiado, para
o servico do meamo carro : na rua dos Pi-
ren, a tratar com Manoel Joaquim Carneiro
Leal.
Venden*-se saceos com farinba de man-
dioca, de alqueire, por preco commodo, e
gomma do /vracaty, tanto em norco como a
retalho : no armazem da rol estreita do
Rosario n. 29.
i
Vende-se urna das casas do Sr. Anto-
nia Jes Gomes do Correio, em Santo Ama-
ro ; a tratar nesta typographia, das 9 horas
da nianhia era diante.
Relogios.
Os melhores relogios de onro, patente in
gloz, vendem-se por pregos razoveis, no
escriptorio do agente Oliveira,rua da Ca-
deia do Recife n. 62. primeiro andar.
Poesas de Faustino Xavier de Novaes;
vendem-se no escriptorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, rua da Cruz n. i.
^Sellins e relegios.
SELLINS e RELOGIOS de palenle
Inglez : a venda no armazem da
Roalron Rooker & Companhia, ea-
qun.ii lo largo do Corpo Santo no-
mero 48.
de excellente qualidade,e pregos muito m-
dicos. .Nao s queima as fazendas j por
vezes annuncisdas, a saber :
Olindinas para vestidos de senbora,
covado............... 900
Targelinas dem idem,corte com 12
covados.............. 1-2S000
Organdys idem idem, covado 260
i'.an.hraias estampadas, vara 480
Dilas ditas mais finas, vara..... 600
Chitas fraucezas, largas, escuras e
cliuas, covado.
260
280
10 varas cada pega a 4;800 e 636OO, chales
de llazinba muito finos a 2^200, ditos de
merino lisos e bordados, do mui lindas co-
res, casemiras enfeitadas, mescladas, mui
proprius para palitos a 2^200 o covado, brim
e padres novos a
pretos de muito bom
ra luto a 1/600 a va-
ndasde gosto equali Jade, o melhor que ra-^r'e:i de rollete de selitn bordados a
de deseiar Jouo, dir.os de casemiras para caigas, finas
e de bonitas cores a 55500 e 63OOO, grvalas
prelas de seda a i:, ditas de mola a 1/600,
alpacas coreas com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras e claras, padres
rnudinhoi e graudos, de mutos e variados
goslos, cores fixas e excellentes pannos a
)E
Cera de carnauba e velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio do algodao da Bahia.
Sola e pclles de cabra.
Gomma do Aracaly.
Barris com bren.
No largo da Assembla confronte a porta
da nspecgSo n. 9,aondc se vende por monos
prego que em oulra qualquer parle.
o
o
:f
'-.V
... .
TACHAS PARA ENGENHO
Iu0, ISO.JCO, 220 e 2(0 o covado, pecas de i n, f^- a t j n r
madapolao com 20 varas a 25900, 3s600. 4S, | Ua t,lndl<10 de Ierro deD. W. Bowman
4:500, 4BS00, 55 e 55600, e muito fino
67400, cobertores dealgodSo proprios para
Para acabar por este anno.
/Va rua da Uadeia do Re-
iS

Farinha de
mandioca
Vende-se superior farinba de San-
ta Citharina agranel, a bordo do bri-
gue Valle : a tratar no largo do Cor-
po Santo escriptorion. 6, ou com o
capitao a bordo.
O
i.-
Agencia
da fundiclo Low-Mot,
rua da eterzala i ova
n. 4*1.
cife n. 54, ha um grande sortimento de fa-
zendas per precos os mais commodos pussi-
veis, que ua realidsde faz admirar ao com-
pra lor, a vista da qualidadee do bom gosto; \ lodosos tamanhos"para dito,
o annunoiante pene que ve-ifiquem-se da '
verdade : sabidas da baile de bonitas cores 1 ^ @@ &<$ @^@@$@f>
Neste estabelecimentncontina'a 1 baver
nm completo sortimento de moendas e
meias moendas para engenho,machinas de
fapore taixas de ferro batido e coado de
a 259, cs:aveques de cambraia rodeado de M
bico, proprios para as senboras ce bom gos-1 ,
to, pelo diminuto prego de 10/, ditos de ca-
sen,ira a 12;. chales de touquim de muitas
qualidadcs, chita fanceza de bonitos pa-
dres a 2*0 rs. o covado, mussulina de bo-
nitos padres a 320, 340 e 360 o covado, di-
la branc; a 300 e 320 o covado, cials de
merino bordados de velludo, cousa muifo
boa a t4:, ditos bordados de retroz a (Ocno 'Pf
i
i
VIMOS FIMS DO PORTO
DENOMINADOS :
Duque do Porto.
Imperalriz Eugenia.
Leopoldo I.
l>. Pedro V.
escravos a 700 rs. cada um, luvas de diver-
sas qualidades para senboras, gangas mes-
Ciadas de todas as cores a 540 c covado. De
toilas estas fazendas, e de ontras muitas
aqu nilo mencionadas, se darao amostras
sob pcnbores.
non l.Al ILCTEIR-
O nico auiorUadu por dechao do conxelho real,
decreto imperial.
Os medicosdoshospilaes recommendam o
arrobe de Ladecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na mannha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-j
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
fecgoes da pelle, impingeos, as consequen- No lia 25 de dezembro do anno ps-
elas das sa nas, ulceras e os accidentes dos sado fuS' do engenho Mogambque, fregu-
partos, da dade critica e da acrimonia he-|ziadeS- Lourengo da Malta, o escravo An-
redilariados hnmores; convem aos catar- lO"o, de nagao, que representa ter 40 an-
rbos, a besiga, as contraegoes e a fraqueza n08' pouco mais ou menos, com os signaes
&i&mp$ym&te$$.
Os senhores credor;s da firma social
Costa 61 Squeirasa tirar suas cuntas quan-
to antes, visto que se teru a liquidar dita
firma, liecife 6 de Janeiro do 1858,
Prrdeu-se ou furts am urna leltra da
quanlia de 1005000, aceita por Jos Thomsz
de Aguiar, a favor de dicliaela Perreirs
quem a tiver adiado, puniendo restituid,
dirija-so a rua Imperial 11. til.
Precisa-se de um Inm amassador, e
que seja diligente em trabalbo pertencente
1 oalaria; oa rua larga do Rosario n. 18,
junto aoquartel de polica.
thomaz df. paria
O cidadao brasileiro Jos Mal ia de K- |sacea so,lre a p,r^'a do Porto Pel Paquete
gueiredo, bastante versado no conhecimento tro^Olia e pelo Avon, a3 cambio corrente:
no escriptorio n.
Novo.
[rmandade d :>na-Yi
40 da rta do Trapiche
y. s.
da
^r<
111.
das linguas franeeza e ingleza, piloto ap-
provado com o curso corr.pleto, c plenas ap-
provagOes em mlhematicas pela academia
de marinlia de Lisboa, agrimensor da lllma.
cmara municipal do Itio Formoso, ero cuja
cidade elle resido na rua Novs, oflerece o
seu presumo a quem convier, pra med- | Em f-irc dos arts. u 15 lit, 5 do com.
roes, detnarcacoes de ierras, e tudo> mais oromisso deala irmandide. se convidara a
quanto for de sua profissao, n3o so dentro lodos os rm3()S de qu eM, Sfi comp,-.
.iKiuella comarca, como em-outra qualquer ICOmp8recerom no dosirgo, 10 do correte,
dosta provincia, rauliiaiido.se-lhe alias os s 8 boras da raioba. cm seu consistorio,
meios do conduegao, e medanle razoavdis
estipendios.
l'reciaa-se do una pessoa pobre que
qucira estar em utn sitio para tomar senti jo,
da-secasa para morar, com lauto que seja
fiel e tenha boa conduela : no largo de S.
Podro n. .
- Precisarse d" una ama de leite; na
rua do Hospicio n. 15
fim de. que reun ios em masa geral, se
cumpra oque determina os referidos rti-
cos. Consistorio da irmandal deN. S. da
Boa-Viagem 8 de janciro de IkS o screta-
rio, Joaquim Innoreucio Comes.
A pessoa que anoonciou precisar de
um caileiro para estar em comnanhia de
[lalEiMs
para o anno de 18a8.
Acham-Sea' venda as bem condecidas
foldiiilias impressas nesta typom'apliia,
para o annor|uc vena, das leguintet ([ua-
lidades:
Folhinlia de variedade, conlcndo, alem
dos mtv.es, militas noticias scientiheas,
modo de plantar e colher a nova canna
de assucar, noticia sobre o milho e al-
godiio, e urna serie de conhecimento:
das artes, etc., etc., cada urna. 520
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a continuarlo da bibliotheca
do christao brasileiro, contendo os se-
guintes oliieios: do Menino Jess, San-
tissirno Sacramento, Senbor dos Allli-
tos, PaixiO, Nossa Senhora do Carmo,
San-Josc, Santa Arma, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Rita,
Santa Barbara, Almas, Coi-acao de Je-
ss; assim como ontras oracoes, etc.,
etc.......... 320
Dita ecclesiastics ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
deOiicda, segundo a rubrica, a pial
Coi revista pelo F\m. Sr. bispo, que a
julfjou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typograpbia. V0O
Dita do porta, na forma usada at ago-
ra...........I '(JO
Vendem-se nicamente na livraria ns.
(i e 8 da praca da Independencia.
Loja u rua do Crespo
n. 10.
Recebcu dfiFrangao sag i n te : penlcs de
tari-ruga a Isabel e a Im^eratriz, chapeos
desabados enfeitados, de palha e de seda,
enfeites de (lores e ce fi'as. ramos de llores
avelludados. tiras e entremeos de cambraia
bordada, palitos de panno fino, casemira,
alpaca, e de tiritis, corle.-, de gorgurao, cal-
esa de esemira. visitas de blon I e de gros-
denaplos preto e de cures para senhora, pu-
pelina clnrida para vestidos, iflern de listras
'o ultimo gosto, ricos cortes de seda de
cores e de tartatsna brancos, bordados a
velluio ea sed, e nutras muitas fazendas,
Engarrafados e enfeitados como o
?',-,. i? "ierlnl'j'sosa4;800, romeiras; (A de Champagne: vende-se em r>or-
defilo,^ Iinhoa2-r00 e 3J500, ditas linas 1 S c0es volitada do comprador, na
a W, ditas de cambraia para senhora e me- 5 rua do Trapiche n. 40, escriptorio
runas a 23 e 2o500, cortes da vestidos de i) de Thomaz de Feria (S
3 babados a 805, cousa muitr fioa^ @'^ @@;'@@ @S
CM P2QE0 TQOI! DE
YARI.
Pegas d^algojaode sacco. ditas dealgo-
d:1o trangado propriopara toalhase roupas
de escravos ; vende-se na rua do Crespo,
loja da esquina quevolta para a rua da Ca-
deia.
Vende-se um carro inglez de* rodas
rinoa7c-kOocvdo^crtesdVvellu"do,"fa- ?*asuntos, para 1 ou 2 cavados, com co-
borta.e com os competentes arreios; c tam-
bem um cabriolet inglez com os arreios :
na rua do Trapiche Novo n. 10, on na Boa-
Vista em casa do Sr. Poirier
grosJen iples de cores bonits a 1^320 o co
vado, cortes de seda de boa qnalidado a 25?,
setas de quadros padiOes bonitos a 1?80 o
covado, oitas do uiuito boa quali fade, que
faz adra rar, pelo diminuto prego de 2;50O o
covado, corles de .semiras de cores a 4s"20O,
(-500, 5/, 59500, 65 e 7, ditas muito fioas a
10a. lencos decamb'sia a duzia a W, 14300,
19500, 25 e SS800, i;rav.itas de cassa a duzia
t'O, ditas de mola a 13 o 13400 cada urna,
a'paca pela fina a (oO, 700, 800, 9)0 e 13 O
covado, panno lino preto a 23500, dito mais
liuo a 3:-, 33500, 4/ e 53 o covado, dito muito
zenda muito boa a 7; e 75500, dito muito fi-
no a 12;-, pegas de chita escura com toque
de mofe a 53500, mussulina de urna s cor a
(00 rs. o corado, manguitos com collarinho
para ser hora e meninas, bordados a 8 e toe
cada um, chapeos de sol para senhora a
13800 e "23, dilis de sda a '2/500, cortes de
cassa ci ua a 23, chales f.retos da merino a
2-800 e /, casemira preta a 13,1/200,13.00
s- e 29200, e muito lina a 23800 o covado,
cortes de vestidos l'oitos pra senbora, de
cambraia 3 33200, madapoles, a pega 29800,
3C 3300, 3/500, -i?, 350U e 53, e muito Boa
a 6, chitas de cores escuras, a pega 530O0,
550u, t e 73, e a co/ado a 160, 180 e 20U
rs., can liraia de sal picos, a pega 3JG00, Lias
de duas larguras para vestido de seniora a
13600 o cov.do, man.as de velludo pai a selr
la de ca>-11 lo a 73, ditas uo algodao a 39200-
ilitasdela a 43500, chapeos do Cliiii po,
diminuto prego, e muitas mais fazendas,
que s a vista do conprador mcnciona-sc!
Na mesma loja da-se r.zondas com peuho-
.es, e lva-seem casa de familias.
Vendem-se caduiras para sala de jan-
tar, meilo fortes, e mcsis para dito, por
pregos commodos : ua rua das llores o. 11,
de L. Piigi.
("omina do Aracaly.
tm porcOes e a retalho: vende-se na rus
da Cade,a n. 57, escriptorio de Prente Vi-
anna.
Vende-se superior farinba de man-
dioca em saceos grandes: na tanoaria
dclronl -do trapiche do Cunda.
Vende-se na rua da Madre de Dos
n. 12, armazem de Novaes & C, barris
de filio ou cubos hvdraulicos, pira de-
psitos Je fezes, a preco commodo.
Vende-se moitoem conta um liano em
meio uso, do celebre autor Broadv'ood, he
de mogno e qoadrado, e costn qoindo no-
vo mais de 1:0003: na rua do Traricbe No-
vo n. 10.
dos orgos, procedida do abuso das inec
goes ou de sondas. Como anti-syphililicos
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantas
ora consequencia do emprego da copahibe,
da cubeba ou das njecges que represenLem
O Virus sem oeulralisa-lo. Oarrobe Laffec:
mercurio e ao iodorcto de potassio.Lisboa-
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praga de B. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar una gran-
de porgao de garrafas grandes e pequeas
Nimias directamente de Pars, de casa do dito
Hoyveau-Laecteur 12,rua iiicheleu Paris
Os formularios dao-se gratis cm casado a
gente Silva, na praga de l). Pedro n. 82.
Porto, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
maos; Peruamhuco, Soum ; Kio de Janeiro,
Bocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Jlo Pereira de Maga tes Leile ,
Kio Grande, Francisco de Paula Couto & C.
S STIEBIEL & C, banqueirosene-
gociantes, estabelecidos ba muitos annos
em Londres, teem a satisfacc3o de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de lundar casas iliae.
nos principaes por tos e distritos manu-
tactureiro*de Franca, Alemanha, B"li'i-
ca e Molan 11. conservando alem disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas nas cidades mais importantes, e
porto*mais comraerciaesdaGr-Bretanda,
e estao ern posiefiode olTerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
aisimem Londres como em outro qual-
quer punto da Europa, de urna casa para
compra ou venda de artijjos, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
o banco de qualquer genero.
As pessoas que nao forem condecidasdus
annunciantesrJeveaoacomppuhariias or-
den* com os fundos neceuarios para sua
exeuceSo ; iicando entendidas que o* on-
nunciantes nio teem dilliculdade em ad-
an tar "o t|() sobre os gneros recebidos
antes de *ua venda.
Os precos corren tes e mais informace*
co nmerciaes, |ue forem pedida, ser.io
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, pedendo dirigir-se aos annunci-
ante*.
B as quaes se vendem por pregos muito encon-
outro, qurira apcarecer na roa Imperial n.' la ; assim como cortes de coilele imitando
27, que achara com quem tratar. la pcllucia a 29 o corte.
ia
eoberios e descolierlos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez. para hnniem
e senhora, de um dos mi-lhores fabricantes
do Liverpool, vindos relo ultimo paqnptc
trigbz: em casa de Suuthsll Hedor c.
rua po Turres n. 38.
Vende-se vi i?gre igual ao do Lisboa,
ss caadas e encascido, em barris ; na res-
tilacSo da praia de Santa Bita.
Li\ ros
branco.
em
Vendem-se na rua Nova n. 2. casa
de relojoeiro, por preco muito em conla.
relogios de pa-
tente
ingle/es de ouro, desabnete e de vidro:
vendem-se a preco razoavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Itccie, armazem n. 56.
No escriptorio de Rotbe B doulac,
rua do Trapichen. 12, vendem-se os se- Ca deiras de vime.
Cabos sortidos da Bussia, Cai- ;
10 e Manilba. ,'[
Lorias da Russia, brins C brin- ^
zdes. -;;;
Cobre e metal para forro com @
pregos. i/:
Oleo de lindara e Velas steari- Jg
nas. l~>.
Estando em barrinhas, Bar- ^
rilha. :'.
Vindos linos de Mosclle e Joan-
nisberg espumoso, e de Bordeux
.;:. om quartolas. [:
.,':- ^ C. J. ASTLEV eV C. @
O- ;Ov:i"::-0 .....:-;::;:;:;;.;:-SQv.:;
Km casa de llenrv Brunn fS; C. rua
da Cruz n. 10 vende-se 1
Cemento romano.
Cognac em caixas de 1 duzia.
O
:.-
:
Q
" 3
Q
guntes vinhosde qualidade superior :
Vindo do Porto em barris e cai\as.
Dito de Xerez em dito.
Dito Bordeaux em caixas.
Agurdente cognac de Gantier em barris
e caixas.
Vende-sa no pateo do Campo Verde n.
I.um moleque de 20 anuos, propiio para
campo.
lu grande sortimento de locadores.
Ret utos a oleo para sala de jantar!
tspclho com moldura.
Pianos dos melhores fabricados em Mam-
hurgo.
Vende se superior linha do slgodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38;
'
na rua do Bium, passando o chafa- ,
riz, continua|a haver um completo sorti-
mento de tachas de ferro fundido e bati-
do, deo a 8 palmos de bica, as quaesse
eedama.venda por precocommodoe com
promptidao, embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despeza* ao comprador
Milho, farinha e feijo.
Vende-se em saceos grandes milho, fari-
nha ereijao, manteiga flor ingleza e franee-
za a 13120 o 720 rs a libra, saptos do Ara-
caly para homem e meninos ; ns taberna
grande ao lado da igreja da Soledade.

.
seguintes: falla de denles na fronte,' 1
cicatriz uo rosto do lado direito, alguns ca-
bellos brancos, e tem no brago esquerdo
quas ao p do hombro um calombinho do
tamanho de urna pitomba, e quando se falla
com elle Gca sobresaltado ; foi vsetido com
Caiga de brim escuro e camisa de algodSo
trangado azul, he costumado a rugir mu-
dar de nome, diz que he crioulo, e quasi
sempre diz ser do mato de algum senhor de
engenho; foi escravo de Rufino Jos dos
Santos, de Carapiua Grande, que o rendeu
a Francisco Canslcan de Albuquerque des-
la ci-Jade F.ste escravo esteve fgido dous
annos, oceulto ns matas de Campia Gran-
de, sendo agarrado em novembro prximo
passado : quem o apprehender e levar ao
referido engei.ho, ou no Recife, loja da '
rua do Queimado n. 10, recebar 00oo de
gratificagao.
Fugio na madrugada do l.|!o crran-
te o preto Antonio, de najao, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, baixo, chelo do
corpo, ps cora ridos, pernas finas, bastante
ransudo. com falta de dentes na frente, bcl-
gos grossos e um tanto esquecidos, pouca
barba eesta rapada, cabello rapado atrz o
mesmo na testa a navalba, tem as costas to-
dis marcadas,muito regrista.ianto que passa
por crioulo ; levou ferro no pescogo, o que
se julga j estar tirado, caiga de g-nga azul
ou de algodao de listra, camisa oe algodSo '
trangado ou de ganga, j* velha, chapeo de
pello ou de palha, velho, foi morador em Ns-
zareth ; leoi tamb"in urna trouxa com
toda sua roupi e mantimento, por isso se
julga nao andar por muito longu : assim,
quem o pegar, leve-o a seu senhor Manoel
de Almeida iNcbre, no lugar do Luca, donde
fugio, oo a Antonio Nobre de almeida, na
rua Augusta, que sen generosamente re-
compensado.
A VSO.
Dfsappareceu da rus da Aurors urna pre-
ta de nome Josqoina, crioola, de idade 40
annos, pouco mais 011 menos, Tula, sita,
magra, tem falta de alguns dentes na frente,
no andsr he aoressads, fes grandes, beicos
grossus, muito lidina e viva, suppde-se a-
char-se refugiada nest cidade, ou no bair-
ro de S. Jos ou em Fra de Portas : roga-
se as autoridades policiaes e ios capitaes
de campo que a apprehr ndam e levem a casa
do Exm. Sr. EarSoda Boa-Vista, que serSo
generosamente gratificados.
No dia 29de novembro p. p., das 8 ss 10
horas das manhSa, aesappareceu e suppe-
se ter sido furtado. do sitio na Passagem da
Magdalena, que fui da viuva llelfino, um ca-
brinhaescravo, chamado Manoel, idade 10
annos, ronco mais ou menos, descarnado,
faltandn-lbe um ou mais denles na frente,
cabellos carapinhos, filia com s lingua nos
denles ou he meio lata; o, natural do sertao,
e foi vestido de camisa comprida de aigodao-
zinho e chapeo de palha de carnauba ; roga-
se a polica 011 a quem delle souber, deo
appreriendor c levar ou avisar no mesmo si-
tio, ou no Recife, na rua Nova, sobrado n.
27, ou no engenho do Meio da freguezia da
Varzea, e promette-se pagar bem..
No dia 13 do mez p.p., fugio de bor-
do do brigue "Sagitario, um cscravode
nome Joaqui 11, pardo escravo, de 22 a
2iannosde idade, estatura regular, secco
do coipo, so tem biirba r.o queran, ca-
|bellos carapinho* e a tem muife* bran-
cos, de bem condecido por ter as mo,
muitocalcia.i*, quando fugio linda o ca-
bello a nazareno, tem os ps meio apaic-
lados, e tilla muito manso : quem o pe-
gar e o entregar ao seu senbor Manoel
Francisco da Silva Carneo, na rua do Ci.l-
legio n. 1">, terceiro andar-, sera' bem
gratificado.
PtRN.-TYP. DEM. F. DE FAIUA. 188.

'i
i
I


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