Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07353


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Full Text
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I
k

I
ARilO XXXIV K .
Por o mezes adiantados 4'000.
Por 3 mezes Yencidos 5$000.

Olim FEIRA 7 DF.IWF.IR0 DE i 808.
Por anno tidiantado lsOOO.
Porte franco para o nibacriptoC
ENCARREGADOS DA Sl'BSCHIPCA'O DO NOKTE.
Ptrahiba, o Sr. JoJo Rodolpho Gomes ; Natal, o Sr. Jnaquim
Ignacio Pereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Le mus Braga ;
Caara, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Maranbo, o Sr. Jos*" Teiieira
le Mello ; Piauhj, o Sr. Jos Joaquina Avellino ; Par*, o Sr.
/usiiuo J. Ramos ; Amasoaat, o Sr. Jeronymo di Costa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olindt to4ol o* das, nf *l e meia hora, dn da.
l-itTH-.u. ....,r. n. l'ar ibiba n.is rasaraarsaa a *eii.i-fei-1.,
d. Mlio, Betarroa, liumij. Caara', Aliinln. Caraahaa: u terca-fiort.
S. Lomaco, Pao d'Allin, aaaratk, Liaorair. ltr-i. Peaein lu ,.-
ra, Flore,, Villa-ion. Uoa-Vi>u. Uuricury a En', aal niartris-fcir,
C11l.11, ipiiiura. Seriadle, Kio Furmo.o, Inii, Barrenos, Agua-Prau,
eimenlrira r Salal: q jinta.-reiras.
Todos ua currcloa parles a, 10 aoraa da nanhaa.
AUDIENCIAS DOS TRISUNABS DA CAPITAL.
Tribunil do commf rcio : segundas t quintas.
Rel.ic/10 lerdas fcirase stbbsdos.
I-'azeuda : "liarlas e sabbadns as 10 horas.
luiz. docommercio : segundas as 10 horas e quintas *o mcio dia.
Dito deorphaos: secundase quintas as 10 taran.
Priineira vara do civel : secundas e sextas ao me o di*.
Segunda vara do civel : quartas e sibbados ao ineio da.
EPBEMERIDESDOMEZ DE JANEIRO.
6 Quarto minguante as 10 horas e 27 minutos da tarde.
15 Lua nova as 3 horas e 13 minutos da manhaa.
22 Ou.iriu cresceu(eas2 horas e 37 minutos da tarde-
21' Lua chcia as 6 horas e 52 minutos da manhaa.
l'Ui: \ UAi. Uk UOJfc.
Primera as 10 horas e 6 minutos da manhja.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
MAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Tilo b. : S. Prisco preso.; S- Rogoberto.
5 Tcr^a. ; Vigilia da Kpiotiania S. Simeo Estilita.
6 Quarta. Kp'phanu ou Man-fi-suc-io do Sr. ( dia de Res. ]
7 Quinta. S. Luciano prest." 8. Clero diac.
8 Sexta. S. I.ourenco Justniano palriarcha de Veneza.
9 Sbado. S*. Julio e Bazilica sua esposa mu.
lo Domingo. S. Goncalo de Amarante.
PARTE OFEICIAL
COMMAMOO DAS ARMAS.
Bnartel (aseral da commaudo da aroua do
Pernarabaco na eldade do Recite, ena .11 de
dezembro de 1867.
ORDE.M DO DIA N- 68.
O brigaleiro eommandant das arma inlerino de-
termina que aejam amanhau desligados do qualro
b iidllijo ii'arlilharia a pe e reveran) para n servido
.o* balalhoesa que pertencem, oa Sr*. alfere Hen-
riqoes E luar xeira, sen lo substituidos uo referido quarlo halalbao,
o qual licir.iu aJdido*, pelos S'. .ill ires Lun
Catlilho de Aguiar a Joaquim Allomo de Maraes,
aq'ieila do oilavo e este do nono .le infantera.
Determina uutro sim, o rueino brigadeiro, qoe na
mandil do dj. de Janeiro do auno prximo vin-
douro ae p is.e revista de mostra aos corpos do exer-
cilo estacionados nesla provincia, ao da guarda "
cioudl em aquirleUmento, e a's eorapanriia. filas,
pela ordem 'eguinte : A's o horas a eampanhia de
artfices: a's 6 meia, ao oitavo batalliao de indii-
taria ; a'. T. ao n i,:rio balaiha.) do arlilh.i'H a pe,
na fortaleza do Rruin ; a's 7 e meia ao secundo ba-
talhAj de blfanUTla da cuarta mcionalaquirtelado;
a's 8 ao natalho dcimo, a's 8 e meia an nono, am-
bos de inlaiitaria de liulia ; linalmeole a's 9 a l|i a
companhia de cavallaria.
O bstdl(i3o s^guii lo de infantaria da cuirJa na-
<"ion.il te considerar desaquarlelado deuois da le-
\itla de mostra. O lerceiro tHlalliao da a artu
e guarda, designado pelo respectivo commaodo su-
perior para subUiluir aqaelle no servico da guarni-
Sa desta ci lade, se reunir' um contingente de cem
pra;as de pret cora os respe tivos afflctae*, lornecido
pela goarda nacional do monicipio de UlinJa, segun-
do l'oi resolido pela presidencia oa data de 28 desta
mez.
A -i-n,i i i. JoSo Jo da Co'la Pimenlel.
Conlorme. Dem-ino oeGusmSo Coelho, alfares
ldanle de ordena, encarrilado do detalbe.
i ORDEM DO DIA N. I.
0 brig.deiro comioaudante das arma> interino Taz
publico para couhecimeDto da garni{3o a devida
obervnncia :
1. Que o gnverno da Sua Maseslade o Imperador
houve por bero por avi-o o ministerio da guerra de
9, curomunirado ero ollicio do quarlel general do
eiercito de 1*. tolo de Jezaiibro ultimo, cnueeder
doot mezes de licenra com o toldo simples para ir a
provincia das Alagodt ao Sr. espitan da 0 enmpa-
nhia do 1-balalhao de iuldutaria Manuel Sabiuo de
Mello.
2*. Que por lucio da presidencia dslado de i do
crrame, com referencia ao aviso do dito ministerio
de 2i de dezembro, foi commonicado nevar o go-
vemo determina lo que o Sr. capillo do esta lo m'aior
da I' el'asse br^ncisco Itapliael da Mello Kego. que
sa acha empregado as ras publicas desta provin-
cia s>ea par.i a corta, afim de ir servir no corpo do
eurciio da provincia de S. Pedro do Rio Graude do
Sol. .
3-. finalmente, que foi declarado por avs> de -J
de dezembro ultimo, qua os livisie mestres que de
ora em di inte sefornecerem aos corpos da linlia aqu'
estaccionados, diverso ser risca los, e com os dizrres
de cada fnlha impre.sas, lithographados, ou grava-
do*, segundo o modelo mandado ltimamente obser-
var, o que cuii'tou da ollicio da residencia lanibem
dtalo de 1 do correle Riel,
O mesmo brigadeiro delermina que os Srs. olli-
ciaes promov los ullimamenle para corpos Hlaeeio-
dos ou prrtenceoles a oulras r;n irmres, li luem
considerados como a Ididei eoa balallioes em que
aarviam, em qoanlo nao segoem para os seos de-'.i-
ni'S, o que dade ne lian-porle. Declara que fez sua apreuall-
i,,\o no quarlel general, viudo ila corle no dia |- >lo
crrente, o Sr. S" lenle dudante Clem-nie Fran-
cilio Tavares. qu- ao reuni ao seu balalli.lo 4' de
artiltiana apu.Assignado JoSo Jos da Costa Pi-
m-nlel.
Coniforme.Dcme'rio de Gu-m.lo Coelho, .illnres
ajudanle 'le ordens (ncarrecado do Delalno.
fran(.;a.
Senhor.Kecebi oa documentos neetssarins psra
formular o proiecto da lei do orramento de ISi'J, e
venho pedir a V. M. permissao para submelle-lo ao
eiame do consclho de eslado.
Antei da indicar os principas) resollados do meo
trabadlo preparatorio, jolgo dever tratar em poucas
palavras de dividas provenientes dos exerciclos fin-
dos a das medidas que foram tomadas para se eflee-
luar a mu liqoidarao.
No n no .to em que o paiz, depois de ler alraves-
sato dorante qualro annos ^irninisluiciis exerpcio-
nalmente dilli.-.els. entra em urna era que he, de-
1 i \ i de lotos os pontos de vista, mais favoravel, he
natural procurar saber como -.o finantes sahiram
das provacAes l.io ru les qoe leve de sullrer. Este
exima do pasudo, mostrando a vertade bebids n fonle olciaes. lera' a vantagMe. jesclarcar os a.-
piritM sobre queslles que na si anda b-in co-
ohecidat e qoe lem sido inultas vzet objeclo de a-
p.-c -i ir -' I l-.i. ou exageradas.
Para dar a e-la expnsjf&o, o ma) que for pssi-
vel, a luz deaejavel, devo~liamar^l allenran de V.
M. para as reltajoM que onein isep-raveiinenle as
tres pules elementares de uosso sysleir.a linanceiro.
b sa er : a is ori,aiueotos, a divida Hacinante, a di-
vida cousol'dada.o
l.iu d js principios fuudamentaes da administracA-i
Iranceza p'esrrave que o Ihesouru pago, inimediala-
meula todas as despezas publicas reifulannenle or-
denadas. Esta regra, punlu ilm-nle observada em
.Manila ha soah de 40 anuos oh lodos os regimens,
fon ou o crdito moderno do Estado obre a ron-
fiaooa absoluta qoe por laa jostoa tilulos in.pir.iin
son* empenhos. i;n.l os imposlo* e randas per-
c;bi los cada anuo em vieiude do ornamento das re-
caitas nio-.io salilcienles para oecorrer s oecessi-
da lea de um servan estabeleeido com igual regula-
ridade, a a i iuni-lr r;i i das finsugas o suppre prnvi-
sonamanle p-ir roio do producto das apolicet do
llieaooro e dos fundo* que sao levados aos seos cofres
pelos collectores geraes, pela caixa dos depsitos,
p-I ti miinioipiu* a por ouirot seos correspondentes.
As ommas aseto emprestadas sao pagaveis e eoos-
ttliiem a edivi la fiietuanle.u
i 'a mi lo i divida Ductuante toma om desenvolvi-
ra'iiio exce barar;o, ella he .consolidad)! ec ren ias perpetuas.
Oa re,-ment', a divida flurtuante, a 11 vi la conso-
lid'la lem pois entre si a mais estrella inlimiiade.
A insollieieiicia dos orjimenios obriga a recorrer a
divida fluctaanle, e a exagerarlo desta termina qoati
inevitavelmeote |no augmento
dada.
0 orfaroentos pois sao o poni capitil e de algu-
ma sorte o elemento gerador de toda a situaran li-
nauceirs, que melhora e se iggrava em prop.irc.6es
de seus resultados definitivoi. lie portante com a
maior razao que a oplallo lem feuo delles o objec-
lo de su-is mais vivas prentcui .:/, que o poderes
pblicos dao a esla parle le soa larefa um cuidado
tao parlicolar, e qu V. M. lem considerado o es-
labeleeimento do equilibrio entre as recoilas e as
d.spezas annuaes como um do< maiores servidos que
p fazer ao nosso palz.
E'ta empreza, senlmr, ruirpre reonhece-lo, nao
era fcil; exigia longos e-forr.is orna vonlade enr-
gica; derla vencer nao s a< dillicul lades extraordi-
narias do lempo prsenle, mas anda as qoe nos fo-
ram tr-nsuntti las p-io passai'o.
Na poca oe -J de dezembro de 18>l, om desvio
consideravel (obra dos lempos anlennres exista,
com eleilo, entre os nrargos e os recursos do Esta-
do. O bu'jet d 1817, o ultimo da monarclini de
jolln, ie linha saldado com um delicil de 237 mi-
lbes.
A iu.ulli iencii da lei do orr.ainenlo de 1851, o
ultimo da repblica, lem excedido cem milltoi.
Tal foi o ponto de partida do gnvemo aeloal: tal
era a distancia que nos separava do equilibrio. Tra-
lava-se de encher a I acuna pieexislenle entra os re-
aoreaa e a desp-zas ja con-aijradns.e de prover alcm
diso as novas nece-sidades.
l'jis bem, senhor, desle o primeiro anno IS52 ,
nao obstante o augmento de onu* insepiraveis a orna
nova urgam-ir-i i da autoriiade sobre baes mais
laigas e mais forles, o dficit do exercicio foi dimi-
ouido Ires qoarlas parles romparalivamente ao auno
preceden!*. De cem milhes desc-n a 25.
Em 1853, o dficit sa eufniqoecia aioda, mas uo
exceden de 23 milhes.
Em 1854, o m.'lhoramenlo das financas conlinoa-
va a seguir orna marcha progres-iva, quaml.i appa-
receram quasi ao mesmo lempo a goerra do Oriente,
a fome e os uniros fl.gellos q le crearam I3u grandes
Becas 'Idades.
A l-'ranca nao lem jamis i-coado parante os sa-
crificios reclamados por soa honra 00 pelos daveraa
da humaiiida le. A elevarlo tobila do elTectivo dos
exercilos de mar e Ierra, a caresta dos vveres,
forragens, os soccorriis di'lnbuidus a's pnpular;Oes
infelizes, as sobvenres para as obras publicas e as
oulras necessidades de urna -ilaaeao anormal ob
lautas relare., deram de repsnle a's no'a detpezas
om augioeulo imprevisto de ni ais de 40 milbo-s.
ti emprestimo de 2>U milles, cojo proioctofoi
alselo ao budjet -Je 1834. era evidentemente msiif-
ficienle para gsieniar semetlianle fardo ; dahi pro
veio o drlicit de 18(i milhes, que foi verificado oo
bol.nn; i dfsle exercicio.
Ningoem ignora que a infioencia das mesma> cau-
sas aggravou-se em 1855. prilougou-se em 1856 e
fez se anda sentir em algn* servir; is no anno cor-
rele ; mas, gr-ras sus doos ollimas emprestimo*
aulorisadoa em vista dessas necesidades extraordi-
narias, o resultado .lestes Ires exercicios sera' bem
diereala do de 185*.
Van lo-se a aolicitode cres:entp, o afn verdadei-
ramenle inaodilo rom que, s ilxcreven lo para e-tes
empre-limoi, as popularoes re.p m li un aos nppellos
uccessvot) do imnerador, poda-oe dr/.er que ellas
coiKullavam muitu menos seos recursos que sen pa-
Irioli-mo e dedic-cao; mas o resultado moslrou o
maravilhoso poder de n ,.-,, ( ai. Em meno" de tre
mez.s pille remecer eo-n u na exaclid.lo pcreila os
mil eqoiihentus milht* que Ibe eram pedidos.
Sau feliz em repetir a V. II. qoe, contrario ;i re-
celos mullas v-zes inanifsta los. a conlr buu-ao re-
gular dos ampreallmoi (I (, pro-resso lempra cres-
cenle dos unposlos indirectos o pagamento eada vez
malaaolacipalo(2 das eonlribaiorj*! drenas, na.,
lerau dado o ineio e salda roiii'nlelaiueiilc e sem
uenhuma especie de embara.-n, as deap'ia* ordlna-
nas e eilrtordinariai dosam'o* de 1855. 1856e 1857,
e qoe, nao ubslaote a guerra do Oriente e soas con-
equtucies, wm embargo d lulimeM canearse re
calamidades publica que os snluccarregaram (3) 1.1o
pesadamente, estes exercicios nu acreicentaraiu um
cntimo a' som.-na do atrasado.
Com elleitu, o conselho de eslado traa do prnjeflo
de le relativo a regulamenio do hudjel de 1855. O
baldiu.-o geral diste exercic o fez 8-liresabir um ex-
cedente definitivo de reculan de 394 milhes, que
sao applicados a 1856.
O budgel de 185C, depois de muns mezes con-
segoio saldar-.e por si ii.eui..i. l'ode-se apreciar os
eus resollados de orna mannlra pouco mais ou me-
nos certa. Elle apresenlar om resto disponivel oe
cerca de 106 millies, de que 1857 deve aprovei-
tar-se.
O eiercicio de 1857 acha-s agora bastante adian-
lado, para que se pnssa prever os seus elTeilos. An-
da que lenlia (Ido de sodrer a carena dos viv-res e
a guerra do Ori.nle Ihe le lia imposto o saldo de
soa liqui laca i, elle id dar, por fi.n de conlas, um
bomle un* vinle millSe pelo menos, cujo em
ENCAllllEt.AIIOS DA SITIM l'.ll'i. L'O 00 SCI
Alagoas. o Sr. Claudino Kalroo llias : Haba, o Sr. D. Dupraii
Rio de Jaueiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
EM PEKNAMlilU).
O Proprietario do DIARIO Manoel Figueuoi de Firia.oa oe
livraria, praca da Independencia ns. 6 e 8.
di divida coosoli- | prego sera ulterionnenie delermmado e que puder.i.
se hoiiver lugar, serafT'Ctadn como fondos de eon-
cur-1 para as d'spezas da* obras extraordinaria pre-
servaiivas das inurdarCe*.
Quiiilo ao bodget de ISIS, ala posso fallar delle,
sen, para lembrai a V. M. qoe elle foi votado com
om excedente de roceila de20 milhes, e que a mar-
cha das rendas j lem excedido os valore*, qoe Ihe
serviam de base, em mais de 21 milhes. i
TaeUSo nsreutades satisfactorios que te nli) da
assigualar V. M. Elles sao u'ui prova iDconlasli-
vel do poder do nos.o paiz.
O imperador nao vera, sem legitimo orgulho, a
Fran.;a em um goveruo Uo aproprialo aos seus in-
leresses, favoravel ao d'senvulvim'nto de sua ri-
queza, achar e.n san* recursos, no meiu dos maiores
flagellos, o meio d- forne:er ng tre* aunoa mais de
mil e quindenios milhes para a goerra, augmentar
seu commcrrio, emprebender na mais vasta escala
as grandes obras d* ulilidade geral e local, soccorre
(I) As cobranr; s efl'eilaadis s.ibre os Ires enipres-
lunos em dala de 26 de uulubro se elevivam a
1.534.678747 francos.
i2) SUuagia da cobranra dan contribuiros direc-
tas e. da* ifptzai de actoi judiaae* em 30 de se-
timbro Ir ral.i noi iros ^;no M\RTH\DE I0STBEOC*)
rOR MAX VaUJUST.
V.
Cotllinuiro.)
Acibavam d* ee admacra-
menlos a madama de Montriiun, quando Marlha
tdiegou junto d"lla. As velas ard m anda, e m--
d; ma Sauval ro loada de sais seis fiihas orava ajue-
II.na jlll.l' do I. lio.
A condesa fez om dbil geslo cem a m3o. A
peasoas qoe rodeavam coraprebenderam que ella
qmrii li''sr so eom a lilla e reliraram->e para nina
sala vi'inbi A agonis.nte Inmoii a n.a i de Mar-
ida. in liean 1o-llia com olhoa urna pequ-na
eh rom v.iz eximia :
Tmna a, he pira li ...
l)-p .is fez esfirrjos pira fallar; porem as forgas
Iraliiram na. um g'ilo d .loro,o le Martha aonun-
eiou ligique lulo eslava acabado.
No lid seguiut' lepus lo enlerro da m.i, M*r!lm
abri a ealltnha ; arbnu nnlla um ni tnuscriplo as-
gas ennBi Minliaquerida Marida, ubre l-lvezmal abalan-
jdo lua jovn un ginar i o un a ninaelo de mtnlia
eti.teora ; pasera sel qa a. pes na, no mei das
/|ua vives, n.l.i la fallara,, jiin.is rje lua mili, ou
f.llarao psra calomnla-la, e na pona resignir-me
a sabir de om munloem aue viv io!ada s.m dei-
xar ao aiaoos oaia lemliranca a caracSo de mlnlsa
(Iba. Al.n di-i > brerernenle sera', nnilher, liea-
ra'sexpo-ia a sotTrer o que sosTri, e minha experi-
.iilfia pnd""' ervir-le. Oove pela minia listona.
feliz do mondo. Ilah'tava Florenra ; aaou pai, do
() VUo Dfario n. 298.
Anno
1846
181/
1818
ISIS
18)11
1851
1852
>3
1854
1855
1N".<;
1857
Duodcimo
partes de
duuiecunos
cobrados.
D. C.
7,81
7.S0
6.91
7,28
7,66
7,88
8.02
8.25
8.30
8 I
8,51
8.62
u Uer ur;a .. l.n ;. .ti-ii-
te aos 8 doodecirnos
veor-r i..s.
. / '( io/'l
mri to.
D C.
II 112
0 35
0 30
O 41
0.53
0 62
Alrazo.
t. C."
O,Ib
0.20
0 06
0,72
0.34
0,12
l'or
I.6U
1.96
2.11
1,03
333
2 91
2 53
1.9'J
1.66
1.50
1.29
1.36
menos para o crdito, urna prova de que V. M.quiz, receiti para occorrer as eventnae* eom o augme'ilo
que r<*se levada era conta Quando se iratou de idus imposto*, que sera' lano mai consideravel,
consolidar a dita flastointe, V. M. prefera com ra quando o progresso dos annos de 1858 e 185'.l, nao
zao o sys ema, quo pela imm >bllisaeJlo das rendas se acha descontado de anle-mSo.
creadas p;ira este objeclo, respondase inilbor a esle Taes sao as b-ses do projeclo preparalorio. cuja
pensamento.
Portan!i nao serao emillidas novas reas; o piopr.
rande hvro ser! fecha lo ; lado nos lazesp.rar qoe | Se V.M. se dignassj agora de I anear urna vista de
e lo-
devem
nam repellidos com a meima euirgia ptlo llancocu llochlsr. G. P. M. Nmonsen. doos escritos a ea-
de Franca e pelo governo. j Ueg.r ao Dr. F. P. C. Albaquerque, 1 ascrivo a en-
\ abun lancia di- mulos provenientes dos ollimos tregar a Julo de (;. Waudetlrv. jilea lenir.-aT
emprestimos, a ausencia ae toda a amotlisaeao ao j a liilonio l,"uren,.i LeilAo. Jola Teixeira l.eria,
motlenlo em que lena sido mais necess .. n-.,.-.Bj ,1 .. .-.....K-. a. ru. _. i _,. .. ..
_-_..------------------.-..., .uw ...,- Inl. t-(.,inl ,,,- Jm ,. .,1. niguas: azora oe inorar rima vis
elle o sern p .r muilo lempo, e que nada vira einba- i olbos sobre o todo d- no.*as finanzas, v.ria qu
rajar a elauicagtli dos ttulos recentemtute neg- dos os elementos essenciaei sao l'avoraveis e d
ca lo.
Nao ai .mentar a divida consolidada he certa-
mente, no inleresse do crediio publico, orna resolu
rio muilo saloldr mas apruveuar os lempos de
calma e pr*porid-de linanceira para diuunui la
eria nm acto de alta sahetoria. V. M. pergunlou
com una sohcilule iuleiraineule particular, se a*
circomsiaarias pidiam p 'riutnr-i- psn Em I88, us fundos do amorlisaea.'i foram aff?cla-
dos a's de ipezas g-raes do estado. Foi usto manler
remessaao conselho de astado, leoho a honra de i correucia da* ob.igan'ies d >s ca-i.iiili* de ferro, erea eho. Messiano Nanea Soarea, JaeG. aaja Re.. b>i
rara para os nossos fundo* pblicos urna Hilario dif- nardo Noul, Jo Joaquim da Silva Ponas Jooinr,
lieil. Mas, da um lado, a classifi-acao da* renda*, ; I. Mandes, I desertor do ex-rrilo.
que devia ser obra do lempo, esla agora modo av.n I Seguem para o >ul : J..se Mari as Lins. J"ae So-
cada ; depoi* de 1854. paca do primeiro empresti- lies Soares, Joao .lose Oliz.rde. Conalanlmo M-ch.
ino, o Ihesouro s lem comprado por eonla dos de- .'.,<. Anluiii da Silv.i-a, .Manoel Caeano Arina.'al.
pnrlameii os para mais de qualro ceios milbu-s 17. Francisco Vieira da Casia, Mathi.is Jo-e Nones, Ma-
De outra lado, aguardando que a aaMtlioaigao,
us mforlonios e sabir de todas esias proiates com esle recuiso ao bu lg"l emquanlo foi necessano. Pa-
linaoca em bom eslado. i r, obler-.e lodo o eleilo. a tmorlixaeao deve resul-
Ul....." de ,fv" ha portanlo o ultimo que lermi- tarde u
imu por um d-licil.
Ludo os bodgels, a parlir de 1855, deixado de
augmenlar a cifra dos dficit, deve-sc remnnlar ao-
aonot luterans para conhecer-se eauasomma to-
tal, a qual, leudo sido mullas vszes u objeclo de ava-
liaces singularmente exagerada*, elevuu- uiade 886 milhes.
En nlatio a sut origcm, esta somma se decom-
pe du modo seguinte :
292 millies sao um reilo, que provem do gover-
no da julho. (5)
359 mi Hies perlencem repblica. ,6)
235 milhes someule sao o fado do governo ac-
laal. |7)
Estes 235 milhes.uao sao meimo nm delicil pro-
pri-ineute dito.
Ctn fado que nao tem 'ido aoffbienlemente ob
servadoj he que depois de 1852 urna somma supe-
rior, lirada dos recursos ordimrio* do eslado, tem
sido consagrida as obras publicas. (8;
Esla despeza em summs nao foi mais do que um
emprego til, urna creado da valor, que tem aug-
mentado a riqueza do paiz, um .dianiamenlo felo
pelo presente e de qu o futuro deve aoferr a prin-
cipal vaulagem. Pode-se concluir dahi que, se a
exeraplo dus gnveruos precedentes, o imperador pi-
ra occorrer n ella, livesse recorrido, como Uvera si-
do justo, a i.iu,.r.'-iiiiiii especiaes. o periodo impe-
rial nao figurara absolutamente na coota dos deficit
dos badgets.
Divida flucluanle.
lie fcil agora dar cunta da divida Hacinante, de
seu li n, de sua* cu-ai, de soa importancia.
Ella tem por li:n principal aupprir a inaullhien-
cia dos budgets.
Por corneguiule bl ella qua lera fornetido os88'i
roilhaes, que augmenlaram o defic.il proveniente de
lodos os r-gmiens. S" a esla somma apresenlare
o. 78 milhes adiaulados ain 1852 ptlo Ihesouro pa-
ra pa-amento dos ,5 por cinto aos parladores de ren-
das que nao aceilara.o a conversan i'.l'i, lar-se-ba a
medida exacls das necessidrdes reaes, as quaes leve
Je orcorrer.
Se bem que esla silaacao fo-se em graude parle,
como se acaba de ver, a ob a dos goveruos prece-
dente., e na* circonutauc as actuaes. nao fosse de
natoreza a inspirar bem serias inqoielacoes, ella
nao devia menos chamar a alteui-ao de V. Mages-
la ae.
O imperador pensoo qoe era do dever dt urna ad-
minislraeao sabia e previ enls, depois de ler detido
progres.n da divida lluluanle, re luz-la a pro-
iiurco.i* Ues, ,.i, cin lodo o caso dsvasse dar ao
iliesoero a mais completa leguranca. A solide/, do
Hiesocro nao be. so uente a base do crdito do esla-
do; he, para o crdito em geral, do urna importan-
cia capital.
Por meio de combinarles legi-lalivas vuladas ni
ultima iesao do coatralo, que V. M. deo-me au-
tonsar-ode concluir com o Banco de Franca, a di-
vida lljciuanle em pouco lempo lera diminuido a
somma de 750 mili.oss. E-li cifra nao tem nada de
exressi/a em vi-la do muvuneiitu actual das nego-
ciarss e do* oaptlaes. Para coiivicf3o dille he i as-
anle eaber que ella pode ser forneciila em mu
grande parle por (ajmenlos brigalorios, qoe o
proprio thesuuro, na eslado de no*ss legislai-ao, nao
m excedente dereceitas p .silivo. Se for de
oulro mulo, os fundos que ella absorve, produzirao
um dficit no budgel; o delicil augmentare' a di
"i la !l ic lano, e esla chegara' ce lo ou larde a urna
eau-olldacao em renda, ito lie, a nuil causa de
perlorbi{3o para o crediio e a um-i p:rd.i para o
tbesouro.
Algomn pessoas tm pensado que s caminho* de
ferro devendo um da no* termos d is concesses.
eutrar ur. dominio do estado, a araorUzagao seria de
hoje em diante sem utilidad raal.
lie cerlo. senhor, que era vsia do grande litro,
n-iurar a maior nm! n.ri,
Com efieilo nao sena nem justo nem lgico lomar
oara signal caracleri'iico de nossa uluai-ao geral os
, --------------- -----i o ----------------- ----- -w----------------- -. ........-..i..-,
lacios prssageiros, que iiilluem mimeiilaneaminte i rcslabelecida para o anno de 1859, possa funecionar,
sobre o crediio enlre nos. laea como a nccomolac.lo
do* valores, as crises do* paites vizinhos, deque sen-
timos o choque e o pnico, qne he a sua couse-
qo'iicia.
A opinito publica lem seria razao para inquietar-
se, qoanrlo a ordem iotarna esl imacada, e quan-
do a auloridade se enlraquce, o tli'.'nuro e.la em
apuros, a divida llucluaiile h>cxag-rada.ns imprei-
limoasao ilumnenles, os budgel* Hilo em d-ficit, as
collieilassa i ir,suili:ieu(e, a pro.pen 1ade pobllca
para em soa marcha, o cominercio se eufraquece cu
j se compromelle
Mas nao se deve em boa fo reconhecer que nunca
I a Iranquillidade publica foi mais cmplala, a aulori-
dade mii* forte e mais raspeitada, a p illllia eslran-
geira mus popular e mais nacional, nem mais perl'e
en da*, que forem compradas por cuota da dola-
r;,lo do e\i>rcito, produzirao um elleitu anlogo des-
de 1858 (18).
i.* i into as obrig if5ea de caminh"S de ferr, rae-
di la que os Irabalhos se adiaularo, as nec-ssidades
urgentes das coiiipanhias (endein a iiiminuir ; s*o
orrjameato para 1858 ser a prova dislu ; dunais,
lenho esferancas deque se poderao lomar me lidas
pa ri>.:ul irisar as suas emisses, de accordu comas
companlnas, II meo de Franca e governc.
\ reapeHo de nossa situarlo propria lie pois fon-
d iineiii lmenle bous ; iitngucm de boa f o poje
conlestar.
i:aus i paaugeil ', as cnss ,lo oolrospa zes po-
llero mu bem influenciar momentneamente entre
nos sobre a opmao e sobre as iiegociaWie* ; mas
las as n.issas relar;Oes com os goveruos et'angeiros. I qmndo urna nar.l i afla lem nenhuma di'lli uldade
O theieuro eala em urna iiuaeao excelieule ; ha
muilos anno* que a cifra dos dficits nao augmenta ,
a reduccao da lvida llucluaule e*t segura ; todos
se possa mpregar esle valor iminen*o. que repre os empr-stunos eslo saldados, o grande hvro est fe-
senta parlo de 4.01)0 milhOea, que da'ja urna renda diado indefiuidaraenle, i amorllaraa poder ser res
brnla de mais de 30) inundes, que he desuado a i tabelecida.
augmenlar, por muito lempo anda, um capital e
produelo, e que om da igualara' e exceder' mes-
mo provivelmente a somma total da divida pu-
blica.
Esta censiderajao prova qoanlo as depezas failas
pelo esla lo afim de favorecer o desenvolvimento
deisai grandes Irabalhos, sao, in lepen lenleraenle
do soa ulilidade geni e no poni de vista e-pacial
do propr o estado, sacrificios prudaclivns e bem en-
lenlidos. Ella derram< a luz mais lulibante e mais
verdadei'a sobre o futuro liuauceiro da Frsnca.
Mas, aguardando esse futuro anda remolo, a a-
morlizar;io nao deixar 'e -er ama medida de pro-
videncia para os das difliceis, justa para os credures
do estad,., a quera ella foi promeltida' por todas a
Dando-nos colheitas ahondantes, a 1 rovi.linci.i
no* tem livrado do nosso principal p.rign.
O augmenta ver 'adeiramenle maravilhoso dos im-
po*los e rendas indireclas ,13) nao tem sanenle a
vanUgen de facilitar a* reformas litianre ras, silesia
alera di'lo o desenvolvimenln da arlivi lada do paiz
em um grao inesperado. De 1847 a 1857, a somma
das importarles e exportacs* reun laa elevou-se,
com eUe'u, para n cominerno esp'cial da Franja de
1,661 milhe* a 3,881 milhes. A navegaba i seguio
a mesma prug'issao ; no m-smo iulervalln, as entra-
das de miro e prata excederam as tabula, em mais
de K100 milhes. Em o* nove primeim* mezes de
1857, o excedente das entra lis he de 62 milhes.
\ circuladlo pois esl realin-iite longe de se ter en-
inleriia ou exlerua, quando as finalizas do eslido es
iao em excellenles con lic-s, o commercio lem sido
orodenle, as transantes nao lem ido raal feilis, as
colheilas sao abondanles, a riqueza se desenvolve de
om mo lo geral, nao he pos*ivel que, por Inca mes-
mo das cousas d re ilidada nao ehegue a prevalecer i
ocrodilo tteral liba tardar muilo lempo a elevar-se
a altura da semelhanle .iluacn ; porque em som-
ma o ere Uto he a confluir., e a confianza nio pode
repousar sobre bases mais solidas.
iu c iQi o mais profando lespeito,
.senhor,
De Votsi Migeilade, humilliisimo, obedienliiiimo
e fiel creado e lobdito,
P. Hagne.
Approvada a remessa ao conselho ae estado:
Napoleao.
(Monileur.'i
If-a'-'.* "n,Pf*'limo opporlunoe excelieule para o | fraqoecido ; mas o emprego do iiuui" .ario augineu-
lou em r-zo da exlensao das aegociac^ea (|J>).
O eom-uercio e a industria qoe, doc*is aos conte-
nas reiterados do governo, nao lem abasado do re-
dilo, receben) nesle momento o frurlo de sua pru-
dencia. Ciusa digna de nolar-M em anuos tao de-
licies como os qua temos atraveslo, o no m*io d >s
lesaslres coiniuerciaes, que tem jillligido e afiigem
ainda a inamr parle das prac.a* da Europa e do N iva
M indo, a importancia das quebras lem -eguido entre
nos una marcha de alguma sorte decrescnle (15)
O Banco de Friura enlrava na senda das medidas
liberaos, quandu, arra-lado pelo exemplodos Bancos
estiangiros, foi forcado, afim de proteger seus fun
dos em caixa, o elevar repentinamente a laxa du
descernes. Mat cumnre nao e-qoecer esla medula
ha essenciameule temporaria ; que o Banco pasaoi
nesle momenlo uns ciucoeula m Hies em numerario
mais que o auno passado na mioma epoea. e que
gr.ica* boas colheila. elle mo lem de fezer lace
al ine-inas exigencias Posto que menos armado q ie
boje, elle pule em oatias pocas vencer dillicul la-
l, mu l i ni ii grave* lll, liiiitan lu-si a observ-r
urna conduela pro le.il reconhecida pela le e pela
ra/.o e sem recorrer u iienhum d i* meioa "mpirios.
,| i- inleresse* mal eompreheudidh poderlam icoa*
>l!nr, mas que Da c uidemn-dos pela experien
fe lodos os lempos e de lodos os palies, e que se-
crelilo f ublico, de que seria o firme apoio.
P ir ventura, senhor, podemos boje, nao obstante
a rircuii |ieci;ao que ronvem em igual caso, empre-
bender e reslabelec'-ld ao menes aro parla'!
Por minha parle creioque sim.
A qui-iao era complexa e nao podia ser resnlvida
de uiua vez. Cenviaha preparar se de longe para
luso, e, alim de desvanecer as iltutSe, precDchar
previam-ule mullas coiidir-s, qUe aempre lauhu
considerido Como i,idispen*aveis.
A prni.eira era o encerrameuto do grande-livro ;
mas. coi u lu lo se combina em nosso s\ -lema liuan-
ceiro, es a condir,ao exiga .obre ludo que se pozesse
termo ao augmento doa dficits. Om, sua marcha
com elle lo fiaron desde 1S ,5. e qu inlo so fuluro, o
decreto de 10 de dezembro passado, que submelie o
urna fiscalisaraa rigorosa a abertura dus crditos up-
plemaiilnres, e prescreve encerrar as depezas no li-
mite dos recursos realisado*. deve ser urna garanta
porawini dizer infaliivel d- ordem e ds equilibrio.
Convl iln depois I uar as providencias convenien-
te! para redol' a divida lliictuanle a proporca i ino
deradt. Esta ecndtcio sem preencbi ia da um mu lo
bastante talisfaclori pelas combiiidCes, cuja nalu-
reta e rmullados leoho feilo couhecer.
Fiualitieule. era niister pjdec contar qoe. na si-
tui-.,.i uo mal, em que us budgets lo eulrar, e Com
elementos ordinarios de recelta e despeza, a somma
allectad; a amorlizaco, alo cligaria a um delieit
Batan os mis por ventara antoriaadoa a prever des-
deja es.e re.ullado com um gio ullicienle de cer-
teza '.' lie o que nos vai dizer, senhor o exame do
budgel de t89.
Orr.amenlo de 1859.
Pora irredar as probabilidades do erro e licarmos
o mais que fr possivel ao abrigo dos cnmiuisses,
deviamos conservar e levar mais longe anda, nos
empre-o Nela. c l ,""'"j "f Ulr" i cMca,0> or "neoU> de l83'J- 8S '<" a P">*">-
aeP ao oart m ^ ?'e?P"i "f ^ ",esour <=* 1"" pre.iduara a pre.ar.cao do. doos budgets
SiuKhS l .'* Ilocluante, precedente.. He oeala espirito que furam calcul.das
>a de soa exigibililade em prazus curtos, as receilas despezas.
poderao nescer a nina centena de milhes ; a idmi-
iii.iraet o dos linn.;- ficar era oica siluaro bs-
tanle normal para, a este respeito ficar livre de lu-
da a pr oceupoc/.u, eniretaulo qoe pode iuelbar.tr
anda, lim para o qoal dever sempra dirigir-se os
e.-loreos do governo. (10;
Divitla consolidada.
() Iris ollimos empreslinios, sem embsrgo de soa
caosa gloriosa e sea prodigioso successu, nao furam
i 0 urcamenlo do 1858 lem js' para Tazar face as
despezas imprevista* urna somma, pouco mais ou
menos certa, de 11..1 de i milhe*, sem contar o*
auginenlos que jio eram subrevir durante o ullimo
trimestre, de 1857 e durante ludo u annu de 1858.
espezas
Relalivamenle as receilas, lomei por bseos im-
postas disientes, apreciando seus producios segundo
os fado: coiisummados m 1857 00 as previ.-sja
admetlii as para 18.58. Esle modo de proceder per-
miti rcervar para us cao imprevi.Ios os nigmen-
los con.deraveis que, segundo todas as probabilida-
des, lera o logar uo correr dos dous auuus de 1858 e
1859.
A respeilo do orramenlo das despezas, os calculo*
ao reitos em sentido inverso, i;to he com lo la a
exaclid 1 possivel, coniprchendendo-se as previses
os augmcnlus necessanos para melhorar ou desen-
volv cerlos servicus.
He asura que una 1 ova somma de cinco inilbe*,
foi acres;eniade. as deipezat do pe-soil. Ella aomoja
a revolucan
783,704,340
187 e muios anteriores no momento
de feveieiro eram realmenlc de .
Em ISii'j, pela rnnsolidaedo das apo-
lice* do Ihesouro e des canas econ-
micas, soflreram a ctnniuuijao de 191.161,937
Besta da sorama somma
6 A saber : 1SS. .
292,513,003
1849
IH550.
1851.
ola. Resulla deste quadro que a cobranca das
conlrihuires directas era nn 1817 (em 30 de selem-
bro) em alrazo de 20 cntimos de doodecimo. e que
as despezas dos actos judiciaes se alevara a 1,56 po-
0|0; ao passo qoe na mesma poca de 1857 acor
branca eslava a llanta la em i> cendraos de duodci-
mo, e as despezas dos aclos ju liciaes descerara a 1.26
por ceiilo depois ie se lerem elevado em 1810 al 4
francos o 3 endinos por ceul.o.
(3 O augmeulu de despeza oecasionado nos minis-
terios da guerra e da mariii la pela car.-lia dos v-
veres da* forragens elevan se por li o no. anno*
de 1851, 1855, 1856 1857 somma de 156 milhes
qoil nunca le faliei, porque iras muin crianza para
cumprehender me, e porqae eu me-ma evilava re-
volver as lem bra iieas de meo, primeiro* annus, mu
pa era om rau'ico apaixona lo pela sua arle. Em
sua inocua 1c (ira muilo applaalido no th-air. da
scala ; porem ua VOI se fatigara logo, e elle -e apli
cara lo lo a cumpuairlo. Siai abras eram muilo a-
preciadas em luda* as sceuas da llalia. Dol. lo em
supremo gr 1 das quati lades do eorieao n da farul -
dade doeulhusiasmo qoe fazm os grande* rdalas,
lile duba para as palinihii ades la
urna inapiidii.) e moa andpall ia
proveilav para governa lo de*
urna molher do espinlo claro, de caracler firme
S
lili I --------------r."-....-^......H
K O-' delicils qoe existiam dos orrimeulos de i '"* *"r m"s "in i't-pulo em f-lla de inaihor. a
obra I3i justamente empreheudida por V. M.; ella
he distribuida entre us'diversu* ministerios para ser
applicana aos pequen, ordenados, cumprcheudidos
os da magi-lratura. (11)
Os 01 le nnlh'S que se deram de mais em 1858,
ao ministerio da manaba, igo conservados em 1859
e augm>ulados de urna nova somrna de o 10 milhoea
para ac ivar a obra lio nacional la lian lormarjo da
esqaadta e da euoclnsaa dos poilos militares.
Hnitiia serviros da r,:parlir;ao do imperio da guer-
ra, da i asir aceta publica e do. cultos da agricultu-
ra e do commercio, recebis quolas mais conformes
com suas necesidades.
Einfiii tean pmcu-ado com o maior :nldtdo,
pera imcriver no orcaioenlo, to la as das| esas re-
laliva a divida publica ou correspondentes a aug-
mentas le pro lucios, e de que a maior parle, alada
que obflgllorios, nao to -aldava senao por mtio de
creditaa sopplimeolare,
Cinipiraiido a de gamonti que nouca, com o produelo do* impolos
ralculado. com gian le moderarlo, acha-se um exce-
dente di rec-ias de cerca de 18 milMee,
Tenh.i a honra de propr a \ M., tirar doill
somma 0 milhe* para reslitui-lot a quula da a-
morii/ardo. 13 o resto ficar como exced-nle de
! A saber;
supradila. .
3.0 1.5.050
Jl 625.177
11,014-767
100 728.869
-----~--------339,371,063
1852. 2>,7j9 0I4
1853
1851
D- 1853 a 1857
extraordi lanas se elevi a.
Os recursos epeciaes que Ihe foram
deslinaJos sao de......
2:1 ; 18.517
186.033 322r:>mpraliend-
---------------da a guerra
234.910.883 do O lente.
a siunma das obras pubheas
173.260,960
232.169,286
cifra legal, t ier supprimitlo o que miar dojeguudo
dcimo de guerra.
(13 Esle acre-cimo f.ii. abalidos os au ;menlo* r!e-
vidos a modili-aros 111 legislerajo ou i. uovoi im-
poslus, a s-ber:
Em 1S52, do .57 milhes ; em 1853, de 12 : em
1855 de 71 ; em 1856, de 21 ; em os uuva primeiro
mezesde1857.de 27 milhe*.
Sa rnmp,rar-se o projuclo liquido arlinl com o
de 1817, ver-se-ha orna difleren;a de mais de 16
iinliu'i, e de 308 milhes se fizer-si a comparacao
em 1818.
,11 Os valora reaei das mercidorias importadas
e exportadas aos anuos seguales ( commercio espe-
cial) sao :
IMPORTACA'O.
1817 955 Milhe:..
18S8 474
1849 721 )
1850 790 o
1851 76 )
1852 9S9 11
1853 1,19) )
1o54 1,291 11
1855 1,591 n
1856 1,989 11
1857E-ie pregresso tem continuado du-
rjule 01 seis priineirns m zes.
EXPORTACA'O.
1817
1848
I8i',l
1850
1851
1852
1853
1851
1856
719
(89
937
1,068
1,158
1.256
1,541
1.413
1,557
1,892
Milhiiei-
Gaston-se porlanlo a'in desdes recorso
a somma de........210,791,671
(9) Estes 78 milhes pago* aos credore* de rendas.
ald.ir.un a divida consoldala em urna somma igual
a que augmenten a divida fluclaante. Nao ha por-
lanlo orna despeza de oriniento, mat aina simpl.il
operar;ao de iheiouraria, que suhsdloio urna divid
por nuda.
[10 Os .5 nulhe. qu conlinnam a ser inscriplot
no oreameato, para pagar-se ao Banco a annuidade
\ i' ihe li.. deuda em virlu le do coatralo de 3 de
niarc,o de 1852, lero ele retullado.
era a onica qua edes conservav.iin, e f.ziam de miro
s-o dolo. De minha parle eu os amava lernamente
porem aman ulvez am la mais a um raen primo
chamado Lu gi. Era lilho de orna irmaa de meo
p*l, .1 qoal morrera danlo-o a luz. Desde a infan-
cia ell- fazia parle da nossa familia. Os prazeres e
s pena*, os Innqoelos e e.tudot, ludo era commom
enlre no'. M-u primo c eu amamo-no. mono
l-mpo como i-ma porem ns ann-s converleram a
branda afleicjio que l.ulgi me
vida or linaria j ar lenta e proianda. da qual na,, lar le em compar-
que minha mil a-ltilhar. leu p.i conhecia ni-so amor, e reg isijava se
podcamenle. Era | por i.so, minln m,1i lamb.ni appmvava-o ; pois com
|n mili essa ui 11 1 eslivcsse longe de sadtfazer seu
II Ol Irihanaes de primeira instancia.
Um 111.vo augmento jauto aos fundos de crediio
peruuiie igualmente melhorar a sorle dos emprea-
dos das tirefeiluras.
12. S> o miv.ment dos impostos e rendas indi-
recias continuar a >eguir sua marcha, esta dnl-ro
podera", nos orram-ntn, segoint-s, ser levada a" sua
r;ao ao il uslre professor. Conliva-nos seos meno-
res pastos; cuiihecia-ie que loria querido enviar-nos
sua alma. Todas as carias segundes ass.m-lbavam-
a es*a. II.mi dous mezes que elle nos linha dei-
xado, qu indo mmha indi loaba ,111 ella acabava de
herd r dio* milh's. O irrnao fura siseado de urna
apoplexir fulminante, e como nao apparecera le*la-
ni.nli), a heranca locava por direilo asna familia.
Minha mli eleve para enbuilecer de alegra, meu
1857Esle progresso lem continuado dd-
ranlc os seis primeiros mezes.
O numero dos navios Inncezes entrados com car-
regameulos cm uot-os porios, e que foi em 1817 de
7.82il navios com 916,345 tonelada!, loi era ls.56 de
10.312 navios lolandn l.ilil.117 tonelada!.
v 15) Passivo dai quebras terminadas em Pars.
Milhes.
1846 (7
1817 69
1848 106
1819 76
1850 51
1851 30
1852 32
1853 il
1854 :i
1855 36
1856 36
1857
O dados qoe tem oblido a administradlo so acen-
sara 16 milhes para os *eis p< imeirosraeres de 18.57.
(16) Em selembro da 1855 a cana do Banco per-
den 42 milhes, em selembro dr*>1856, 65 milhe*, e
em selembro de 1857, 13 milhora.
linha em urna paiv-o | pai ao cuidou cerlameule cincu minutos nes'a mu-
laura de fortuna. |>ela minha pan ignorava lano
as causas da vida qua nao comprehendi em ludo is.o
sead o prazer de comprar una colleccao mol rara
das obras tos mesires andgot, qua Luigl deiejava
denobreri que chegava quasi a demencia. Essa
paixao devia parecer inexplicivel na mulher de um
ardsl aquellas que 11..0 coiihnciam soa origem. Mi-
nha minera Pratteaao, seos pa s pnstoidores de
gran le nome e de iminensa riqueza, teriam e-rla-
mente.id.i as primeiras viclimas n, revolucao, se
nio hoovessem- provenido seu deslino emigrando ;
ni.s din 1 ala lindara forja ds alma nem ialDflria,
iiior'eram na miseria au cabo da paaeoa annus dei-
xando a lilha em horrivel abandono.
Foi ne-sa epoea que meo pai enronlrou-a, o que
r.imrnovid p la. su-s desgr-;.s lomon-a para o
mulher. Durai.....1 lirado periodo rivolacionarlo
das perluibir.-s d 1 imneriii miaba mai cuidoa
nuco na Fruir .. Km 1811 snin-nl". q ,., | |u
ins gazeta* iin.iie de um iroiA.1 que pe lera inlci-
ramenle ue vista, enlre ns dos li l.ilg is qua .u- i-epa-
nii 1 ..-ni o rei Lili XVIII, qu-n lo souhe dep us que
e, lora consider ivelmenle in lemni-
il, e arbava-se a frente d( urna- nqaoza magni-
11 -i. Ma ainb 'C lo, cuntida longo l-moo pelas cir-
rom.'meia, .l-perlou de retjate. Ella lenlou tro-
var relacOei cem o irmlo ; porem rite arhava.. ie.
misi.ilune.il" absorto pe|., p lidia e pelos prazeres
liara lenibar-s malla de um. Irm.1t que ja.on* eo-
Stiecea, e depois a orna raspotta lacnica pulida
ii.loo-se a correspondencia.
11 Meus pas linham lilo nuilos filhos ; mas a
P'alica,. ler-sehia podido abara finura e a rer- ber que a lilha de um ard.ia p.,bre nao midia ter
tioodeseu juizo.se ella nao se deixa'se levar.le gr.n.l-s prclen es. e que Lnigi, de-lin ido se'undo m """' "P"13'ine eramos ricos, quun-
uma pauo p.las dislinc{6es ociae, c pelos lilulos a opm..1u de ptNoai eulendi las a er am inu-ieo re *" m,",ia ,"'1' rerp|,eu ** ^ m I ronce/ que s.
leil'ilir-11 une .'....'il, muI a______.:_ ^ i_i_. ___ ... ui".ive ,||t|. m.iii,, indi,, .1 ;..,...___ -,,_ ..."
lebre, era mu ligno de casar comigo.
Aguar lava-a sanente soa airea para marcar o
da do nosso ca lmelo : a Ootade de meu pu re-
lardnu-a. Ele de.ejva inlo despre/ar na la para as-
segur ir ao dis-ijmlo um bullanlo loccesso: exigi
puis quo I.u g; fu.se a Veneza lomar as lices de um
prolenor que g.>/.avi ne.sa poea de una f.ma euro- |ces*n|emenle
dilia anigo indino do irm.io que ella ac-hava de
perder : eia o conde da M inlbran. O eonde linha
nula e cinco anuos, feic,-s ie urna elegancia I .da
erMoeral ca, e maila disiin.rao em soas maneiroa
A principio velo raras veies a n .-a casa, depuii
-as visitas lomaran-., maia rrequenl'l. e einfira,
pli*aram a ser feMai lulo* o> da-. Elle fallara in -
Pa. l.uigi roiiglio muito lempo, porque sen amor
era maior do que sua ambrao, e peusamenlo de
dritar-me parda Ih- o rr-, : Na V.sp-ra de soa
partida ambos mi. eslavarnos no g .binele de meu pai
oeeona los em es olber de um monillo prolig i(.
calernos de mus-a aquellos que Luigi bavia de la-
var. Nene Iraballio 1.1. mi i eneonlriram see
desdiento -no* em I igrima. OuvinJo nossus soluros
nicu psi vollou-e, e excluniu,
Ob '. I.uigi, um humera deve ler enragem. Ca
mo queres que emsolem s esta pequea quau lo li-
veres partido, se lu iiisiiio Ihe da' o exemplo da
fraquaza '.' Para aue de,esperar '.' .\roiilea o que a-
cinlecer, prum-llo-lbes que dentro de oitn mezei
han di ser casi loi ; inrein nao choren?, mais, arre<-
cnlou elle lazeudo u/ji Vilivel eson o para recobrar
sua ssrpuldade. r
Hez das depoi, rec.biamns de Veneza orna car-
la de I.uigi, <\\ qual elle no dava as rail) miniirio-
sai ioformarii u,r sua chegaJa e sua apresenta-
;i roil ,1- l.uiz X.VUI, do grande
ciiiianin nelle. Qoem sabe se elle cuda ira li '.'
Suas cartas loruam-se rara*. Quando ti"eres ea>a-
do com o conde de M "libran, dars gncw an co
por teres escapado aos sonmenlns qoe a inconstan-
cia dos arl lias ciusa as suas mailleras.
As palavras de minha mi foram para mim co-
mo um raio. O de*epero do abandoiii, e as lor-
iara* do ciume, alacaram-me so mesmo lempo o co-
rarao. Ouvi sem eoraprehender que minha m.ii
liria do conde. Nao hivia lugar pira duas i c.s
na minha pobre cabe(a. Sem respunler cima si pa-
lavra precipilei-me no g.oiaele de meu pai solu-
eaado.
PASiNAAVLSA.
mam in*\ s
Os mnibus e suas laties.l'elizmenli mera-
ceu a alt-in,ao da polica u que haviamos dito acerca
do* umuiUos, tonto que nos consta ter sido chamado
i proprietario para ,:r a lolarao de cada um delles
0 uesta parte parece que lera,, de melhorar os vid-
jant-s, porque nao aerao obngados a audareni, com
se diz, como said.ulias cm llg.lla ; agora o que res-
ta he, que o mesmo proprietario lome nadevnla con-
lideracio o abaso de se loiu.tr dentro des'oinuibos
como sa pritiea, pruhibindo es>e coslume que tanlo
deve iiicominodar, aiu la mesmo a aquelle, que fu-
mam. Gozando, pois, esla provincia deses vebicu-
c ilo* alias Lio Importantes, juslo era' que o seu
proprietario envide os seus estoicos para qua se lur-
u; .-om ni-lo o lervieo que com elles presta.
lispancamenlo.So da 3 do correle, pela*
6 e meia hora* da maulla* pouco mais ou menos, nu
lugar do M uidego, dous preludios j 'garam as cace-
tala* sem a menor ceremonia, e porque ni dos ci n
lendoraa loaioaoo ao seu dreri no o pau com qoe
era zu'Zido a o quebrasse, foi ob-eqnado eniao cum
oria boa l^/a de hicolada para juila de cusi ; MU
be, o que se chama ba eulrada de anno novo, o
tu iis be historia.
A quem ptrttncer. Somos nfcrmadoi de
que na l'assagein da M.gd .lena, no lugar em qu-
foi aterrado o viveiro, nliilcm llillOOHdll llljaai
pa is que pdeni ser prejedietal i algutmque por li
pastar, mor muiile sendo imito e ignorada a existen-
cia driles niqoelle lugar : para que, pas, fique pre-
venido esss mal justo, se faz misler que u fiscal a
quin compelir, mande remover para oulro lugar
qu- nao embarace o liansilo publico.
Kdipcarao. C-rlos edificadores de predios
existein, qu a pretexto de beneficiaren a genio po-
bre, pedein licenr, a I lima, cmara para edificaren]
seus predios cora dlminoicJJe dai dimentes qoe
acl am eslahelecilas pela* poiluras a urna vezobli la
essi licenea. niedein mloa a obra, o em resudado de
cortas, depoi* de construidos os predios, vo os alo-
san lo por 16;'Hitl rs. mensaes o eui.lo a.leus pobreza.
Ja se v qo. bao ala passa dse qoerer illulir a
Ulma. cmara com esses preleilos, porquanlo nin-
guora dir' que lano inleresse inspire a' pobreza aos
pr.pnelarios para se oceuparem em benelicia-la,
proporcionando-llie habilaces qoe commudamenie
possa pagar o seu aloguel, quandu lodos taliem qoe
cada am s Irata de promover o sea interese, e per-
rai ll-M que o provemos. Urna casa lerrea edi-
lei li ruin as prnpornies qoe prescreve a> |i"iuv.
mumcipaes, podera' render ao mximo 251000 r*.
mensaei, mal feilas cllat cumo algumaase iclum e
aliigadaao lii-iki is. cada orna, lemos urna difle-
renea de 72(iOJ rs. para mais, e de quem sera' pi r
laale aaaa mi-resse da pobreza sem duvida, per
que a pliilaotropia dos proprietario! a*sim o enlen-
de, e us eaieu lando o contrario chamaremos a i-so
nina e.pi'cnl.i'.a i, e conlra a qual devera' a lllin.
cmara lomar a* providencias, por que do eoatrarloi
leremus do ver e-sas roas novamenle iberias, cura-
posta* de casebns que muilo desformoseaiao a nos-
sa Belfa n.la 'e.
/"/r irrio de pu'turis.l'endo se piulado a maior
parlo dos carro, de aloguel para raelhor desfrucla-
reai os pa.seiot da festi, mu de proposito eiquece-
ram se os p ntores de conservar us nmeros de al-
guo, de suris quo nao se pode verificar os abusos
que commtlt in.
O vapor nacional Ovapork, entrado dos por-
tas do noria, Irouxe a sea bordo o seguales patee*.
goiio*. dzembdrgador Frineisco Ballhazar da
sillera, sua senhura, 3 libas e 11 escravos, D. Ma-
na le paula le Luna e 2 lillms menores, D. Mara
Rila do Nasciraeu'.o Martina Lisboa, D. Juliana Can-
dido Cisiro Jnopre* com I lillu menor e 1 iscrava,
Aulonio Jo-e Pereira. Jos Piulo de Maciri Men-
.1 ni i, Jos Manda!, Candido Francklin do Am.nl
C. iioch e soa seuliora C. M. Svmonggni, i rancii-
ii el Josc N .nes. l-rancisco Pereira '1->og/a, con-
selheiro l'.\ priano Jos Velloso, soa Inht e II esera-
vos, o pnuieiro lente da armada J'-qnm Jo-e
Plata, Dr. Joo li.pi'-i. (,. t.unim, -ua .enb .ra, 1
Bina 13 e-cravos. D. M na Jo<' Naburt, de v raujo.
D. Mana Je-uin.i Auiorim Oa Valle com I lilha o 1
eoerovo, I. baui i l'-r.ua dus Santaa, Jone Ignacio B.
Machado, Anlomo Sevenanno Nunes, Hermana Jo-
e Vinno, o lenle Jos M.rianno a I'.i.o- s,
Bracea da pret e du-s roalheres. Joao Evaristo Cha
ion, Mari.uno Munel. Innorenclo Sraollz. Cario,
liurliu, I praca de prel, 6 recratn para a manaba
e Varios errravos a entregar,
O vapor nii.nal i. l'ei>.|)gogi"t sabido para
M i :.. i' p ..-lo, iiiiermedio, comliitia a eeu burdo
ns seguinles pa.sag-iros :Aagulo CeBoT l'ere.ra da
MandraaseB, Jos Viclurioo de Paira, >oa aonhora, 1
lilhos m-nores c 1 criado. Ignacio Vieira do MHo
e 1 e.cravo, Josr I .mandes Bulbuas, Jernimo Loiz
ilibeiro.
Hospital de Caridad: ExiiHam no da.?
do correle 19 homini e 28 moldees trata-
dos pela canda Je, II hornese 18 raolherea qoa
pagam a casa, e 8 pracas do corpo de polica. To-
tal 81 doeules.
Dia 3.
Eihtiam 22 horneas o 29 raulhecei Irilidis pela
candade. II humeas o 16 malheres que pagan a
casa, e 6 pracis do corpo do polica. Tola! 81
doeules.
Dia 4.
Existiam 23 homens e 25 mnlheres (rilados pela
candade, 12 hornease I i mulhrres qae pagan a
cata, e 6 praxis do eorpo do polica.Tolal 80
doeules.
Mnrtalidadr.Relajan das pesssas qoe forarai
sepultadas no cemilcrio publico, no da 4 do cr-
reme mez :
l.uzia, prela, estrave, 50 annos, atrita*.
Joao, pirdo, 4 mete, lebre maligna.
rtierez, prela. forra, lolleira, 30 inooi. parlo
Jo-'ph. Francisca Carapeba, parda, viava, 78 aaaos,
paralvtll. .
Jonaihas de tal, brinco. Vorlu-uei, lolleire, 19 aa-
_ nos, ..t i.
Francelin Mai ia de Oliviira, pirda, soltairi, 22 an -
n- s. ulceras.
Marcolina Mar a da loncir;3o, prela, casado, 40 an-
uos, ulrer.iries da garcinia.
Anua Joaquina da I enseca, branca, vinva, 80 an-
nos, i iluiiiiisr.ui de inlfitiuos.
Total8.
.Ir mmanhaa.
17 A* comiras se elivira a
As vendas a
.522
112
milhei
Excesso das compras UO
(18) A situacao da Ihesouro permilliru' com efTeilo
esperar, e nao cp*rar a consoli laco, que esta' au-
lu'i-1 ia para 1858, semlo com os fundos da dolar^ao
do exercilo, qae seio pagos em 1859.
COMARCA Dr. GARAIHCIIS.
23 de dezembro.
Pela manhaa do dia 17 do crrenle a goarda d
cada desla villa, actualmente cnmpo.li de BaaaaBM
em numero de 7 e o reipecdvo carrerero guara*
ci.in i, atrapan por oeeasiio di tbida de doot pr
- enearregadoi do a-eiu da pri-.i i lerrea oob
VM liando 7 oulros presos, algn* -en enca lj,oi
'njarainse pela eacada inma arm.dos de lar;: .
aapateiro, martrllo* e achas de le ida e se evadiram.
A lal, guarda bi*onlia como sa deve esperar dfoa-
bre* rampinezc, de qu- eri co p.-t. cabio em
pasmaona ; prururaiaiii curnlodo algiin del pai-
anos lispuiar .i fuga, uao cansiguiram porem pren-
der um so se quer.
I m cabo de esquadr da 4 b.lidian da erlilha-
na, lVdio Epiid.inio, fui quem rora|osarnenla lo-
tou a biiouel com o manir dos ocrinoras eva 'idos
de Boma i.l.iodin Jote di Silvi. a ajotta aflaal p.o-
1 prender recondunr a ,iri,io I.rindo.n oa ci-
bera e iliindo o mesrao cabo de esquadra feridn
ii-s rostat levemeole.
O delegado ce polica apresinlno-se immrdiata-
menle in cali-i acomoanbado do povo que corroa
e consegua fazer relrogndar uus 3 d"lentos que
prorurav-m -e:oir os pa.ioi dos priumr .
Fa|ii-no am deslacamenla de tropa regalar eo-
nio dudamos b pouco. e principal m-nts a osea fal-
la se dave carregar fuga de que trato, cojas eoa-
sequenciis sao palpavei.. Aguarda e o pobre ear-
cereiro ficam e n procosio.
I Carla particular1.
BEPAM'igAO DA POLIuI/l
DESPACHAR.M-SE l>tL\ IMI K.i \.
Dia 4 de Janeiro.
Jos Antunes, subJilo tmrtusuct, leiiili
niou-se para obter passaporte para l'or-
lugal.
O escravo lianeliclo. obteve cassaoorlr
para a Baha em coaipaobia de seu sensor
Jo3o d'Aqilinu dispar,
O escravo Dlonizio, vollou para Macelo
com o mesmj ps-aporte. em compautiia de
seu senhor Jos Joaquim diira lo.
U escravo Casonnro oblcve pasaDorte pa-
ra o Biof.tciile do Norte cm cenpanhia ds
seu sennor Francitco lavares l'cssoa d>
Araujo Jnior.
Ociaviano Josc Maeha.lo, lirasiiero, ob-
leve passaporce para a Babia, com sua fa-
milia. a
5
OPortugup; Man tel Jos Carneirn, legitt
tnou-se pxra ohter passaoorle para a Europa.
Conforme.O sccrelariu.
liufiuo Augusto de Al.ueuJj
REI.Al.AO' DAS {PESSOAS 1 \l I.KI IDAS HA
FRtGI K/I.i DE SANTO AMONIO NO ME/
DE DE/.EM Un i DE 1857.
Jos, pardo, lillu de Tfiereza de Jess, 3
mezes
Joaquina J ero yma de Jess, branca, viuva,
76 annos.
Alberto, braoco, filho de Autonio Augasto
dos Santos Porto, I di.
Joanna da Stlvetra Tavora, branca, casada.
56 annos.
Francisco, hranco. filho de Fraacisco JaR
Baptista, 11 mezes.
Lurza Maria , viuva, 53 annos.
cas lalaa* a que cnjim agora lodos os nossos joven*
arlislls'.' Cuida que Lmgi s'ja urna exrrpr.io .' Se
atsim caidaise, enganar-se-hia extraordinaria-
menl?.
n Cornil labe vose' *.'
n Tenho provas, lornoa minln mli eom um
recalo mv-lerioso que Ihe era familiar, e que meu
pai respeilava muilo.
i Alera disto orna !--;--1 era um supplicio
que elle nao dola jamis a corageo de acei-
tar.
n Querida fillia, dis-tne elle abracando-m,
nuvisleoque tu i inai acaba de dier. II n -mo de
., Muida mal diz que l.nig. nao me ama mais, examinar i.so. E'ou conven ido de qu- ella r-nga-
exclame laiirando-me em eus brr.w
papel que representaran! fain lias alinda* i de mi-
nda mai, e aOaeliva venerar da a de.ren lente de
nina rica illo-lr-. Nada poda agr.dar-lhe mais;
por iso ella leve lugo gianda .IT-n.-ln ao cmil
Que limciira I.uigi te a lora, reipoiyien meu
pai encarando-me eslopfaclo.
llavia lana convicjao em eu rcenlo, que sen-
lid-me um pauco Iranquillasada. Tinha necessida-
de ile crer.
Mmha mJi diz limhem, arrixcanlel choran
do, que hsi de casar com Mr. de Muntnru i.
" Reconherjn-a nessas pilavras exclamau
m-u pal com coier., dando sobre a ma Hi'i um murro tai formidavel, qua as foldas de rnu-
ici que a cohriain voliearam portla acamara.
Sempre as meimai loncuril! Aqoelli mulher des-
truira lodo o Pergoletu e toda Palestina, para
ma
i luantn a mu, nao poda o.gar qu elle era a mu- 1HI"UT nm pergaminho roldo dea bicho
los reep* los iperior mor parte do* homens qu i '!'"' so" l,'u ''''' "lespeilo do conde,uao ena-
lt ontia iivia eonhecido; poreth imba noli lo.uue1'''^ Cl"n ""'"''elli'" -,"-1-
depoisd.i us ntrala na easa, fallava-si molla m- l"1'" '"" eutrou nesse momento no gabinete,
us de I. igi ; con-e-vava-ilie p ,r is.o cerlo odio, e ''"'" "Mn ludo.
responda ai sj, itiencOii para cmico, cora ex-j ^ "'* '''"' '*' "bardada de recolar i u
ce**iva fren. Miaba mai cen-urou-mc om da por ^ "-euiiiii ni ao casamente qua eu i r i v.. pai i
uso. misa lidia, dina ella cora grande Irioqui lldade
n "ia- pala muida par* jamis consentir nu ella se-
O c-.nde nao me agrada, Ide remondl ; alm
disto hei de ser brevemente a mulder de I.uigi, e
parece-me que seria mau principalininle cm sua au-
sencia, ser i'.mavel para emu uudem.
n Toa aotlpatbla para cora o cunde he meninice,
replicou
que desc.nder-aspor muilo lempo sua* alias'quali-i o P..rqo leiho a certera de qua a f,ha des
dides. Quaolo u Laigi, obrara nimio uielhor, Da i groada. Nao deplora nm' lodos os das u leden-
ri:i-*e ; e qoe Luigi he diguo de lua mao. finla
affligai; bem labes que nao queremos oulra cousa
sen.i lua lelicidade.
Entra a lauaiibilidade de minha m,li e a Ira-
qaeza de mu pai. Bonheel qoe liada reslava-ine fa
ter, e resolv pedir eonseili* a urna mor, mioha
amiga, chamada Rosina.
e Ri-ina era a niHhnr diietpala de meu pai. Ii-
Bem sibes que nao se deve coofnr era len
pai, di." Rusnid inlerrampendo-me tile ha o
querer lodo q ie loa m,ii qoizer. e ella na coleta
nunca. Nao v-jo man do que ama reolui-lo l-
mar ; purera dlie-me, amas erninela a I.uigi '
rr De lodi a ninida alma.
rr Enlao ouve-me. Sn ama pobre mica, e lija
tenho conlieriraenlo do mondo ; mis sem sabor por-
que e-lou convencida de que os li dalgo*, di-vern ler
uina generutidide, e urna delicid.u de senlimenios
que nao arham-se sempre na* petsois di mema espa-
cie. Dize francamente ao conde qoe ama I.uigi, o
tica cerla de que cito nao cuidara maisem casar coa-
t so.
Dizer isso ao eonde Nao me atreverei ja-
raai*.
Diz qoe amas, a nao lins coragem I eieli-
rnou Ko-uia com de. lem,
I Kdiinul ida por e*las palivras, rasolvi declarar
ao condi mea amor para com I.uigi a primera vez
que eslivestemo* sus. A occasiao nao lardoii. Depois
da icena que livera lug-r no gabinete di mea pe.
iniioa mai Inlava abeit imenle a Mr. di M -nibrun
iniiibi mili severamente ; he Imposslvel lom de qoati iobmi--.'i.i.
ja a mulher de sen sob uiho.
\ presenca e as palavras d? minha rali, lizeram
cahir -'jliiljms te o furor de meu pai.
r l poique nao quer voso' man que ella case
com Luili '.' pergnnioii elle em voz alta, id, em
nda a| "lias djus anuo* mais do qa: ea. pirm era lilha d) povo, \ ecei lada di lingir a si me*-,*'brar. Ella annonciava rep.niin.mefile suitinlen-
ma desenvolver -e i carcter. Sua fr*n.iaeza, ua I'.'"'', e n,li p,recia adraittir jtmns qui i odeisnn
li'ineza, sai redi la i. infuudii-me um* almirir-ao eiicuntrar ubsiacnlo*.
millarada de re.p.iio. Quando entrei em ene ra- lima noile que .menle havian, -ala minba
ma,,, ella c.ini.v.i engoiniia.no mn vestido l.ranco mu. u cando o eu. ella-Im, preiev :n t. r de flic
para o diaargoin... da da resta do Corno de Deoi. urna ord...... A|..... 8i........, ,, -ti ma a
- i. i il,.b.iJo, dexou o ftrro, rxpor-me a delicias da vida pinre < I lin-mo
'-bule,, dos Ihe lre, di .iu-i..!- d-'lr.n-eza. di
e comi a' itiiiu dizend
o V. da i qa i leni, querida Slella **
- Cu-as por ventara qoe minln mai na qor
que eu caa om Loigt. reapondi-lbe cho-
rando.
i, dos lile tro-, da aoci.d-il
/e. qu. elle acdafii cu, iomar-mf em urna exi.-
lencia t. ora pira nica, Eu .5laa moi preoeco-
pada para nun-li por l.ug i i-n.
i ir conde. di-*e-lh" iulnrompeodu-o da
I re icsrlezadi qae iko conUcari* desde repenlo, leoho de filUr-lhe lerlawenle.
odia no i i. m.-ti- .ou, ,leas. i O eondo oneoroa-me oooao armaai .riclo-o.
s.enli todo neaea tangue iBoir-nte amo-
' > E\'\ deve siner que meu ra; nniiln i
m
ara
- Ema d i nanea me loria vindo ; parea an-
da io nao he lado, ella quer casar-rae com o cuide
de Moalbrun. meu primo e.l.i preparado desde inulto lempo djj
coma, nao o saipeil,!**e desde tanlo trmpo'." cu com F>fiirr;a.
,-r,.....mas na podio aeoutacaron- Creioqoo ouvi hilar a e*e morilo em
"""I-. Eoo qoe vas fazer <,., d. u, 3i,,,g,. de .u. aomilia, dt-e M.. d.
^- Nu> sel ; acousellia-me. Falle! a meo pai,, M.nidrua tem p-f.iu urbom X
mi""' I fivo um deslumbrainenlu e turnios no ouvi-
Com o cararl
MUTII AHO


Manuel, brnco, liltvo deSevfM'ia Mari, re-.TetMoietoroml JoSo jf.e Kodrigu
.tAMO 1)1, PrtlN'AMlltTO ~ QUINTA FT,IRA 7 F JANEIRO Til tSS9
wnnaseidOi
Manoel. branco, filho de Antonio Ponto
Viete-a de Castro, 1 mez.
, Ze'enn, crioula, escravieie Manoel Anto-
nio, 4 mezes.
Tbeodora Mara do l.ivrimento, parda, sol-
t">ira, 35 naos.
Maria ao Livramento Cavalcanti, parda,
viuva, 85 annos, (pjbre.)
Emilia Ameiia Moreir*< branca, solteira, 15
annos.
Luiz, branco, fllbode bolz Jos da Silva, I
mez.
Eduviges, crioul., Olha de Isabel da Costa,'
14 mezes.
Miria Feliciana da Molta, parda, 'solteira, 2
annos, pobre:.
Jo3o. preto, agravo de Manoel Gomas Leal,
63 annos. .'
Pedro Florencio Cardoso, crioulo, solteiro,
amos
Luizada Concedi de Miranda, branca, sol-
teira, 5 anuos.
Balbina, crioula, eacrava de Isabel Eleute-
ria da .Silva Lisboa, 6 mezes, (pobre.)
Benedicto, preto, forro, solteiro, 50 annos,
pobre)
loaquioa da Silva, Africana, solteira, liber-
ta 60 annos.
Manoel, pardo, escravo de Antonio Pinto de
Azevedo. 32 annos.
Thareza Maria de Jess, branca, osada, 65
annos.
Anoa, parda, filha de Manoel dos Santos
Cardoso, 9 mezes.
Marianna, parda, escrava de Jos "Antonio
dos Santos Coelho, 8 mezes.
Joaquim, Africano, escravo de Anna Maria
da ConceicSo, 45 annos.
Um prvulo, ignora-se, (pobre )
Mara da Hora, parda, solteira, 40 annop.
Heracio rarlo, escravo de Carolina Clara
Muniz Tavares, 11 annos.
LeoniHa, parda, filha de Rosalina Francisca
da Silva, 3 anuos.
Caetano, branco, lilho de Jos Joaqun
Duarle, 18 mezes.
Anna, crioula, escrava de Domingos Fran-
cisco da Cruz, 45 annos.
_ Maria, parda, Glha de l.ourenro Justiniauo
Pereira dos Santos, 5 annos.
Antonio, branco, filho de Caatano Jos Men-
des, 3 mezes.
Fructuoso llenriques Das, crioulo, solteiro,
28 annos, (jobre.)
Anna Antonia de Jess e Silva, branca, casa-
da, 36 annos
Mano?) Antonio de Lima, branco, casado,
40 annos, (pobre)
Miguel, crioulo, escravo de Jos da Fonseca
e Silva, 30 anuos.
1 ourenco de Souza Baisa-Verde. Indio, ca-
sa 10, 60 annos (pobre.)
Anna Francisca das Cbagas Marinho, bran-
ca, viuva, 84 annos.
Anna Joaquina do Espirito Santo, branca,
viuva, 72 annos.
Bernurdino Jos Rezende, branco, solteiro,
32 annos
Padre Leonardo J0S0 Crego,
Prioste.
.--s llilleuoourl,
agricultor,, 'a .
Jos E.leve da Serra Araulia, profesar de primei-
ras lellras.
Jnaquim Antonio de Fa>ia Usina, agrieollor.
Mainel Amonio Piral Dala, dem.
ec l'or Canas foram eleitos :
Dr. Jos Mana Kibeiro l'aiaguiliii.
Coti-go Jote lioucalvcs da Silva.
Vigario Hoz udo JosJovila.
Diumzio Alve deCarvalbo, ollicial da repartcao das
latraa,
Dr. Ritardo Decio Solazar.
ti li'leidous ultunos uaoreunem raaioria al.solu-
I. se lorem .le.lu/i.l-,* os voh>a dos eleilores anda
1 pin reconliecdos da freguezia do Codo, qoe foram
Cecebidos e aparados confusamente com os oolios.
O bitpo desla diocese acaba de embarcar para a
cidade de Viaona.
a (J presdanle da provincia eipedio um regula-
menlo para a le provincial qu marca urna gr-lifi-
lieaj.io de2:iOU5 para cada merr broda urna commit-
so agrcola, compoila de duui lavradores enc.cre-
gados de esludar na ilha de Cuba e nos Eslados-
Uoidns a cultura dat ptanlas siin.liris.
O pen-,.iiicnlo da asserablc. provincial foi evitar
a mmala que podena haver cim a crearlo de orna
fazenda modelo, e eni vez disio roncorrer, com a
despeza annual de 4:8005, para que va a Aromca
do orle um certo numrro de agricultores inlelli-
gentas e capazas de por em prilica n.i provincia os
mrlhodos de traballio que la obiarvarcm com os teus
proprioi olbos.
i O Sr. Paes Bsrrelo com o sen resularoer.lo
preencheu algumas lacunas qie se ootavam na lei,
e fuou algumas ideas uleis.
11 O seguinle vapor condutiri para essa provincia
o Sr. desemba'gaaor D. Francisco llaltbasar da Sil-
ira a soa familia, e estou certo que Pernambuco
aquilatara' devidameote os seos novos hospedes, que
daqui se retirara drizando ssuilosos os seus amigos.
a Nao sei se ja' Ihe participe! que foi marcado o
1 domingo da fevereiro para a allelo municipal rio
Brejo que havia silo annulada. Coosta-me que o
digoo chefe de polica assistir 11 ella.
Ao concluir ela sou inlorn ado qoe chegoa pre-
so a esta cidade Joao Salustano Culrim, arru-a lo
de haver em Viaona assassinado urna lilha por nao
querer conslituir-se sua concolina. E he etle o ho-
aiem a favor de quera se empeuham em Viaona va-
nas pessoas influtntei"
0 Pasiemos a novof annraplos, e \ me., a quein
lenhi) fallado seinpra com a inaior circurospeccdo 1
gravtdade, rae desrolpsr se o eutretive por roailo
lempo rom u padre Pompeo.
1 l> briaue hauburgiirz uMaryi que tinlia che-
sa.lu ha poucu dial 10 porto deila cidade, fvl a 11- d. coinprinenlo, um e-meio de largura e
qoe anda carregado. Nao sei se poderi ser tirado I crossura, lud
r.izSo que replica a pal la que lem Menoil Cutan..,
emsemelhaile negocio ; nessa d-mun-iracao disse,
que a- sedles apparereram n.i cireulaclo, depois ,!.,
cliegada do nano Seductor 11 dos ditos Salgados ;
aue es-e n lio lruu,ra nina mala de dous palmus
5-
.1 A di.ru..;.., loi larga e bnlhanle. I allavara de tns 10 enormte dos mares.cujas vagas, no seu Ibc .leste modo muit, -'-_____nr.n-
Mc.....i....in.iP ...o.ierf..! .omorej.r cn^fnuo e meionho. psr.vl.n!c1|MOUi,aenlea.Picer P 'P
vardade, p. rqaa o promotor p.bl.c .enlou que d "nienaidade do seu nodo.-. 1..... ., diligen.1., por .comp.nln-lils M
era nece-sano replicar .1 defaaa doi lloslres >' uiimo desla U'J^ lvj^__a"?*l.l?,..i'"in^ l.^l..'.'"" ""''1" < *! Voavaoi paral-
4
&iati0 &$ Wem&mbuco.
mando lodos os dias malar Inlerene. esta cidade pensado na jecasiao da cliegada do nSeduetor
ji eaialam uatsoas respeilaveu, que estao disposl.is .i. Pelo alleslado e l.iinbem pelo leslemuno do
a empenhar n-ll.i o seos cap lac*. lenle arcocl Victoriano Augusto Burees guarda-
Alera M clculos rom q, e conloo o emprna- mor da alfaudega, o qual ailirma ler visl'o a mala
rio, e qu Inrain publicud. s em um memorial di- cum adresti ao correio dista pravincia, cliegando a
rgido por elle ao goerno. a visla dus quaes n.1o po- ; dar-lhe as dimenatea apronmadas, que sao as que i
de a emprrza deisar de auferir tueros vanlajoos, j llie mencioiei;
ha mallos oulros dados pelos quaes pos Ihe que essa erapreza lem um futuro mullo lisou-' reos, un que se declara qoe a mala fui conduzida
P......-o. da causa, o JE X'X uTSZSS. i TFukT*"^ ^"^ e^0S,'^ t0f-
violenlo. meplo ; e Me p.evancador l! O joil mu- ni" )tm.,brmco das V8t?"s !
icipal commeltcu oulras lanos abusos, 1 ailmimslra-
griro.
o Com pouca dillieoldade a vencer-se, podem- abiir estradas parciacs para dsr anida pelo porto
do Aracaly as prodceles da importante serra do
Perriro e de oulras localidades piosimas, ss qoaes
erao encaminhadas ao porto to Aracaly pelos ve-
hculos da empreza.
11 Se esta nao se organisar com os capitaes desla
provincia, o que nao he de presumir, pode- nisar em qualqurr praca que tiver conhecimento dn
grande commrrcio da Immrnsa producto que ha
em toda a zona, por onde lem de p tivos carros, a qoal se cliegar a realisar-se, eomo
esperara lodos, darr. lugar a outra igual para a ron-
darlo dos ohjeclos transportados desta cidade para
a villa de llaloril, e diste logar para o pri-
meiro.
a No da 2(5 do mez linio lere lugar a aodienria
do Dr. juiz do direilo para o jolgamenlo dos pru-
ounciados nos crimes de introduccao a emis-.io de
sedulas lalsas oa circula^ao.
a Come(ou a audiencia as 10 horas do din, e nel-
o lambem veio presa outra lera, qoe he notabiii- la comparecern, Manoel Joe Salgado Ceuta, Frao-
Temos visla juftiaes do norte do imperio, de qoe
'oi portador o vapor Oyaporku, alcancando suas da-
aa ; do Amazonas a T, do Para a -J6, a do Maranhao
.1 2 do paseado, do Cea a' i 2 e da Parahiba a 3 do
zorrele.
Eis o que de importante ha :
% Amazonas.
No da 10 de novembro tomoo conta da presiden-
ola desta provincia o Eim. Dr. Francisco Jote For-
ado. S0.1 Ene. foi mullo bem rerebidn.
Na Icaria 'villa confluenle do Kio Negro) appare-
1 en um missionanoestrangeiro. intitoiando-se emis-
:ario de Chnslo, alirahiudo por rano de seus embus-
tea a populacao daquellet ronlornon e enviando-a
jara Venezuela, anude, diz elle, esta' o verdadeiro
Jipslo. O Eioi. presdanle roandou para all um in-
alligenle padre, alim da desiludir aos incaolos e
aprehender o supposio enviado. A trella do A-
lazonasir diz a este respailo:
o: ll'iiiieni, 28 de Dovembro, as 4 horas da tarde,
begoo do Kio Negro o vapor alonarcha, e veram
eaoi dous Indios e orna India da comitiva do
nrislo do Icaoa. Slo Braaileiros e foram presos
.elo subdelegado de polica da freguezia de S Ga-
beitl : eis o que a tal respailo maoda dizer o reve-
rendo missionario :
ti Tendochrgado a' villa de Barcellos, na madro-
ztda de 22 do corrente, palas 6 horas da manhaa.
.rigi-me a' Ierra para rolher nformacoes sobre a
'reracl lade oo falsioade das noticias que corren) nes-
iia capital, e mais povoadas abaizo da referida v.lla,
i) das occurrencias ollimamanle havidas no rio Ic.a-
ii. qae mol vacuo a commlsso, da que meaclio co-
Bairacado.
Eoconlrando ah o lente de guardas nacio-
naes Jetoino Cordeiro, ha pouco chegado de Icana,
t fallaodo-lhe a' respeilo, ditie-me elle, qu* para
iqoelle no havia ido com o juiz de paz e subdele-
gada de polica da fregoezia de S. Gabriel, para di-
igeuciar a eaplura de um Indio hespanboi, que pro-
u'iva persuadir ao povo que era elle o verdadeiro
.liriilo ; mas qoe ja o nao acharam, porque se ha-
'ia retirado para o laniloro da repblica limilro-
>ne ; no lo presos soratnle pela escolta Ires Indios
irasileiros, dooa homens a orna mulher. qoe se m-
ilolava Santa Maria ; eaquell's, um S. Lourenco
i oolro o padre tanto enviado pelo Chnslo para pre-
Mrarem-lhe o caraioho e disponm os oulros para o
'eeabertra. Esle achanvse a' dispotl{lo do capi-
lao Piuheiro para seren remellidot no vipor para
essa cidade.
\ Pregavam a penitencia e dizlam qae linhsm o
joder dt remir es peccados, e a tal ponto chegoa a
'redulidade de stu sequilo, qoe as confissoes eram
obticas, descobiiudo cada um cora toda a franqueza
s fallas as mais veraonhotat e abommavais de in-
"eslos, inliJelidade conjugal, eoveneuameotos, ho-
micidios, ele.
ir Aos confesados eja perdoados faziam os laes
autos Irazer circulando a fronte ora lenco amrra-
lo, e jamis commonicavam com aqoells, que nao
leguiam a doulrin. por elles abracada. Disse mais
o relerido lenle, qoa quaudo ali chegara, ningaem
para elle olhava, a ero para os que o accompanha-
ram. O Christo diz-se ser om especolador, que pa-
ra solver u m debito de duzentos pezos, tentara va-
lar-se d-s-o mesrpo meio de sautidade em Vsnezuel-
i, e qoe fura all preso e casligsdo por esse triare, e
depois d sollo vino para o nosso territorio, eolhen-
do dos pobres iodios os donativos, qot por tua et-
perlsza podia conseguir. Consta lambem que fura
nm Indio ordenado por esses sacrilegos para ezercer
rooecOessacerdolaei, eqoe fora pelo referido Cor-
deiro encontrado a canfetsar.
Soube mais que admioitlravam lambem a I n-
;ao terviudo-se oa sua applicacao da tinla de L'ru-
r.u ii
Para-.
Cootinoa a gozar de paz a Iranqoillidade. Ot
lornaet desla provincia lmtara-se a Iralar de pol-
tica interna, e oem te qoer dao coola do que uella
,e P""- Apezar porm disio, cartas particulares nos
afllrmam que nada lem occorrido dapois da viada
do oTocaotins).
Maranhao.
Achavam-se ultimadas as elelces dos dislriclos
qoa fallavam, a eiceptao da do centro. A presente
caria do notso correspondente da' o resultado dalla;
nada mais ha alm do que ella diz.
J he condecido o resultado da eleicao provin-
cial de doos dislriclos, fallando uoicamrule saber
qoae os eleilores do circulo do alio rnao.
Eis o qos produzio a uroa em Goimaraes :
Francisco Solero dos Res, lente do lyceu.
dade poltica oa fregoezia da Yargera-Graade.
Pauhy.
Carlas particulares desia privincia aflirmam-nos
que nada occorre por all. A piz e a trauquillldade
preiidam ao despostar e ao declinar do astrorei.
Ceara'.
No dia 2t do pasiado leve lugar a audiencia do
Dr. juiz de direilo, alim de ji.l. .ir u processo de se-
dulas falsas. A minuciosidad! com que Irala da ma-
teria o nosso correspondeule ohriga-uos a reroetter-
mos aos nossos leilores para a seguinle carta :
o l'eoho de ter oesta ora pouco etieoso ; os fac-
as sao baitaole Inleressanle, e por isso chamo para
ellet a tua aliento.
a Ha nrsta cidade orna sela de gazediros, para
qoem a verdade he a mentira moilas vetes repeli-
da. Nestes ultimas lempos elles lem ftilo tantos pro-
gressos, qoe tem deiado em ioleiro esquecimeulo
o oome do finado senador Vasi-oncellos, autor da-
qoella celebre drlimcao de verdade. Entre esses ga-
zeleros porcm di-tiogoe-te o padre Thomaz Pom-
peo de Souza Brasil as suatapieeiates polilicti do
Cearrnse. Nao me eocarregu nesle lugor d fazer
um resumo historien de todas us falsidades publicadas
em soa folha ; seria e-sc um Ir.-ibalho losaoo, e sem
ioteresse para Vine, a para seus tallares. Nao posso
entretanto deizar de dar-lhe aqu noticia de ama
desiai fatuidades, em que elle im insistido bstan-
le, nao so no seo nCearense*. souSo como nat cor-
respondencias que eicreve r3|a u o Diario do Rio de
Janeiros, e as carias, que segando he aqu voz
eeral, dirigidas ao seo pruno Jiaquim.ou Antonio
lenlo, as quaes esle stuhor faz transcrever em ex-
tracto no mesroo Diariou coa commenlariot > i
boen. O faci de que preleudo fallar-I: c, he o se-
guinle :
u Poucos dias depois que nqui chegou o Dr. Sil
vtira de Souza, aiguera desla cidade escreveu a
V me, dizendu-lhe que aquelle cavalleiro nao podia
deizar de ir bem em sua adminislraco, porque (i-
ciseo lu/. Slgalo. Jos Luiz de Sooza. Ignacio de
Azevedo Jacinna, j\ -i- Nunes Pinto e Msnoel Mar-
qu, Gnimaraes, os pruneiros pronunciados nos arls.
174 e 17.) do cdigo criminal, e os ullimos pronun-
ciados como cumplieres, oo como co-ros do crime
de emisso. As 4 horas da manliaa do dia -Si come-
ou o promolor publico a sua arcu^can. que se inlo
esleve bullanle, eluda cheia deampliOcacoe rh'to-
rteas, eslete sem duvi a bem dedo/ida. e lo coo-
ciudente que nenhum dos advi-gadns p<*ide abalar a
forra das provas por elle prodo/idas.
O Sr. Dr. promolor nio*lrou :
< 1. Qoe os Salgados sernpre gozaram da fama de
serempassadures desenu'as faln*s,sendo qne.logoque
Msooel Jo' Salgado Cpulo, saino d'aqui para Lit-
boa em 18'di. e-palhou-se a noticia, de que ia ver
edolos faNas i
o 2. joe depois da cliegada do navio oSsdoclon)
do porto desla cidade. o qual veio consignado a
francisco Luiz Saleado sea irmn, e socio em com-
merr.io, appareceram na eirrnltrSo desla cidaoe se
primeiras sedlas falsai de 10; e" 20.; rs. :
3. Que eisas sedulas appareceram tambrm na
circularlo da villa de llatorilc. onde us dilos Salea-
dos liolura orna casa filial da dista cidade, dirigida
por ara seu primo e socio de norae Jos Rodrigues
Pireira :
a 4. Que logo qoe, a polica apprehendeu em 11a-
torite algumas olas falsas, cticgou ao ronhecimeulo
de qoe ellas sahiam da raa d.quelle Pereira :
j. Que este me-mn, quando foram conhecidasna
villa as dilas sedulas, procorna resgalar, de futo
rescatou algumas. o qae eslava provado nos autos
pela nropria cnnlissao de Pereira :
n 6. Que quando as cousas lomaram essa face all
Francisco Luiz Salgado, sollicilou aqu diversas car-
ts de empeolio para as autoridades daquelie luaar,
alim de acabar coro lodo e qualquer prucesso, que
fosse instaurado a sru roco :
. Que sendo-lhe dada urna caria dessas pelo
nha a seu lado o secretario da provincia, e o chefe negociante desla prars Luiz Kibeiro da Caoba, para
de polica, qoe ja conheciam lodo o pestosl qoe de-
via estar em da com a ptisiden:ia nos diversos ra-
mos dos negocios pblicos. Vm, den semelhanle uo-
licia sob a ratponsabilidedeedilorial do seu aDianos,
mas no metmo numero, em que o fez, veio publict-
dateparada e dislinclamenle a correspondencia, que
Ihe he dirigida daqui regular e peridicamente. Sabe
o que fez o padre Pompeo '.' Poneos das depois qoe
aqoi ehiaoo o uDiarinu. em qun viuha aquella nu-
licia.fez um artigo no eCearensoi.allriliuiiidu aquel-
la caria ao secretario do guveroo, de qoem elle so-
monte he aqu inimigu pissoal por motivos que nao
Ihe dire ja por nao vir aqu a pello, secretario
denou de itecl mr de si a aulcria da Carla, e sem
dun l.t ai., um i assim pralicou, oo pelo desprezo
qae Ihe devia merecer oro em jusle lao grosseiro,
ou purqu* nao quizisse descer imoreusa para dis-
cutir o seu nonie coto o padre Pompro. Esse seo
silencio purm foi apioveitado pilo sen astucioso loi
migo, o qual chegoa a fazer uro artigo expressa-
menle para dizer que acreailav.i ter a rana do se-
cretario, ou do chefe de polica, a auem lanihem a
piincipio a allribuio, porque cites senhores o o3o
iiimain negado pela impreuso !
llah eoncloio com orna ingenuidad? pasmosa, que
o presdeme era com (fieilo guiado em seus aclus uu
pelo secretario, oo pelo chefe di- polica, e a rescen-
lava qoe este siu jujzo era muilu acertado e muilo
joilo, (vejam qoe beiiignidade) porque sendo aquel-
les funecionanos dous homens ce bem a honradas,
e dando em delles rebate de que eram conselheiros
do presdeme, elle devia citar por isso, e de feilo as-
sim o aerednava upiamente.
O simples enunciado dessa irtricau, que rnen-
te lem por fim indispor o secretarme o chele de
polica, principalmente o primeiroeom o Sr. Silvei-
ra de Sooza, de cuja illusirara. subido crinriu e
independencia de csracler, o ptopr lem | hoje provas irrecusaveis, deuuocia allamenle
qoe a noticia, qualquer qoe (otsa a fonte donde
emanara, (acredita-se aqoi geralmeote qoe o mismo
padre Pompeo he o sea autor, ou pelo menos a ins-
pirara fui-lhe dada tmenle para servir de Ihema
ao Cearensr, e o que mal confirma iodos e i
mira nessa crenra, lie o ter s do ella reproduzida
com maior oo menor azedume im todas as corres-
pondencias escripias daqui para os loruaes, com co
jos redactores tim aquello rev rendo relacOes mais
estrellas.
Logo que ssmelhante manijo foi posto em cam-
po caosou riso n puerilidade do seu invento, nao s
pilo criterio e bom sinso de que he dotado o seciels-
rio.o que repelle a idea de urna lal leviandade de sua
parte, smlo porque todos sabim qus o padre Pam-
peo Um feilo com elle sempie de-ses jogos.
Vote, deve eslar limbrad) de urna caria que
Ihe dirigirn) desla cidade no anuo prximo passado,
na na qoal Ihe diziam que di todas as desorden-
havidas na provincia, era autor principal o partido
liberal ; que lenente-roronel Pecegunro tinha si-
do comprado por 2.0IW3000 rs pelo eommandaote
superior do Aracaly, para pronunciar-se na eleicao
d Brrelo, dianle de todas ai occomncias da provin-
cia. 11ri11 crozado os bracos, e deiado a causa pu-
blica correr revelia ; deve lembrar-se Israbem
que essa caria foi igualmente allribui la ao secreta-
rio pelo mesmo padre Pompe}. Sao duas calum-
nias, de qae esse. senhor lem laucado mao para des-
conceiloar um funecionario, que lanto lem de ze-
loso e inlelligenle, quanto da cirrumspeclu e sisodo.
VsM, qoe sabe quera he o aolor deslat currespou-
denrias, qoe aquelle senhor liihue an secretario,
e que por essa mesma razio sabe perfeilmenle
qoem Ihe dirigi as duas carias, de que Ihe lenho
fallado, sabe tambera que eu posso e devo declarar
aqoi alio e bom som. que o Sr. psdre Pompeo, a'lri-
huiodo essas duas caitas ao secretario, falta a ver-
dade reronhecida como lal.o q>i> Hip he tanto mais
desairoso, quanto assim cosluina praticar por cal-
culo e inlencao. (;
) snbl'lrgado Marral, a qoem aquelle Salgado sup
puuha erradamente cum jurisdicro para o prucesso,
essa carta Ihe foi devolvida, por que o seu autor di-
zia no amigu a quem a diriga, que al.-e a sua
consciincia, e a lei em ludo qaanto houvesse de fa-
zer em simrlhanle sumplo ;
n S. Que aquille Salgado em cartas dirigidas para
Baturilc, sobreludo em orna dellas dizia aosio socid
Pereira, qui nao live'se medo, que Rastaase o que
fos*e preri-o. e que liveen lodo o cuidado erfi nao s
deixar agarrar, sendo que na villa devia ler agenles
qoe os avissassem do niovimenio e ducrcaa que a
autoridad! d*se aos negocios :
ii '.!. Que luda isso, que por si era bastmte
par.i que nenhu-i-a dov a restatse mais a respeilo
do crime, le qoe se Iralava. de seus agentes, de
mus era esclarecido, confirmado e levado ao grao
da maior evidencia por urna carta dir gida da corte a
S Igado ,\ IrmfM nesta cidade peto administrador do
correio desla provincia, na qual o mesmo adminis-
trador dizia aos referidos Salgados o seguinti : que
elle de aecurdo com seus primos Cyrillo e Icario,
moradores na corle, linliam ja passado diversas no-
tas de 20) rs. pe. la/-n la ludas a quaulia di NOU3 rt.
que .1 polica ja llies tinha i lo as m.1n, quando um
lelles patsav* urna das tedalat, que levava para essp
fim, e que elles poderam escapar desa vez, por que
liveram a Icmbranca de levar as sedulas jaulas a
urna p.irc.ai de cobre para deil-las lora, e loriga de
si, em lances aperlados ; qoe a vista daquelie inci-
dente, temiaro a cada inslanlc em casa urna busca
da polica, de quem linliam rallo de lemer lano
ma s quanto um agente da polica declarara que se
Visea o passador das taes sedulas, o conhiceria logo.
Alm disso qoe vai em exlractu, porque nao pode
apanhar todas as clrcomslancias da carta, dizia o ci-
tado administrador nella aos ditos Salgados, que se
ndo fosie a responsabilidade, em queerdava para coro
elles, e a necesidade, qae tiuha de dar conta de si,
leiiaria ao mar a grande porc.3o. cora que tinha de
vollar, e finalmente que dettes sustos, e recelos, en.
que se acbava.nao dasse parle a sua familia para nao
vexa-la, e a qoem escrevia uuquella mesma data 96
de agosto.'
a Esse era justamente o conleudo da caria, da
qoal o3o Ihe remello urna copia aulhenlica, pur qae
uflo a lenho em mo poder.
Ninguem porem lera' a coragem de conteslnr-me
em semelhanle ponto. Devo dizer-lhe entretanto
que esta caria nao eslo' assignada ; o seu autor da-n
a contiecer tornete pelo seguiule horaunymoO
mesmo.
o O Dr. promotor paia provar a aulheolicidade
da caria deinorislrou .
o 1\ O ser ella escripia pela propria lillra do
admimsiradordo correio, Manoel Caetano Nunes
Pinto, le Ira que foi remullen la por lodos os empre-
ados do mesroo crrelo, por um irm3o de Manoel
Caetano, lambem complicado n 1 negocio, pelos la-
belliats deta cidade,em nm le 1110 que para esse fim
foi mandado fazer pelo Dr. juiz muuicipal, e final-
mente por um dos raesmos Salgado* :
o 2'. 11 fado de ler ella vindo sol) o adris? ao
administrador interino do correio. com oulras ca*las
dentru una para a mulher do proprio Manoel Cae-
lao, urna para o majar Manoel Frailklia do Amaral.
oulra para Anlero de Mello Cesar, urna quarla pan
esse adunia.Irador interino, (a qual dire entre pa-
renlhesis, que de nenhuma maneira o cumpiumellia
e a qumla. que he a mesma, de que se Irala, lolai
da mesma I*tira, tinla. e papel, e aisignadas pelo di-
ln Manoel Caelano, salvo a que viuha com o liomo-
oymo indicado ;,
para a casa do admiuntradur pelo menciooido eai-
eiro aSouiaii, o qual depoz isso mesmo em juizo.
Em visla desle poutoscapit.ies, desauvulvidui
pelos documentos qae te acham junios aos oulros,
cada um di s quaes lem om valor immenso para o
ezanie chrinologico dos aeonlecimenlns, e com re-
lajo do reo Manoel Jos Silgado Coulu a circum-
lancia de ler elle sido preso em Portugal, e de ler
viudo para iqui sem passaport, e como sobn-carga
do navio aPeslaunidoro em visla deludo isso. o pro-
molor, dep. is de Ires horas de discurso, concluio pe-
dindo a conemnerao do, Salgados nos arligos ci-
tadas de combiuacao com os arligos correspoodenle
ua lei de :l lezembiode 1833, grao mximo, ltenlas
as cirrum-l ,nns ageravaniei qoe allegoo.
a Quanlu aos dimais o promutor nao insisti moi-
lo_; ntrela.no pedio a sua condemmcao no artigo
lijdo codito penal, combinado com o rt. 9 da lei
citada.
Os ndvi'gados dos reos foram os dooloret Lean-
dro de Chaves e Mello Kalisbons, Thomaz Pompeo
de Souza Irasil, redactores do Clrense, o Dr.
Pedro Pereira da Silva 1 .minara-- re laclar do Sol
e Maooel oares da Silva Kuzerra, o qu.l rnente
Toi de Iguai 10 de Azevedo Jacuaua e Jos Luiz de
Souza.
" Aniel le comecanm a responder ao lbello ae-
caiaiorto, ivealaram os advugados orna qoesiao
preliminar, allegando que deviam ser diseulranha-
doi I aulas os interrogatorios fulos pelo chefe di
polica em -uas diligencias para descobrir o crime e
cus autore-, as carias particulares aprehendidas nes-
sas diligencias, aberlss c.,m cilacao e presenta de
seus donot, e lidas somenlc pelo Dr. chefe de poli-
ca, e al pedirn qoe a caria de Manoel Caelano
fosse tambero desenlranbada dosaolus, visto que al-
l -lio podia eslar, nem asootras sem consenlimen-
lo de seusd.nos 'nole seque o Ceareosese o Solo,
ou teus reductores advogadns do reas, Utaram de
apornplia a referida caria '.'.'.: o juiz de direilo deci-
uio a queshlu moslraudo que os advogadns nao li-
nlnra razao, porque qualquer autoridad policial,
loto que prendes om cidadJu, linha o direilo de
iolerroga-le, sendo por isso cmnpelenle o chefe de
polica para fazer os inlirrogatonoi, a que proce-
den ; quaoio s cartas moslroo que ellas lili se
achavtro por virlude do direilo que lioha a aulori-
dade de proceder ao descobrimiulo de ohjeclos ne-
eetaariM prova de algom crime, ele. ele.
Feilo o que, encetou o debate o Dr. Ratisbon-
111. que, embaracadu dianle das provas da accotarao,
e nao achardu recurso nos autos, deu-se ao improbo
Irabalho de ler os cdigos rslrangeirot para provar
que 01 teus :ontiiloinlei, os dous Saleados. n,1o po-
dian serp'onunciadus cumulativamente no aris.
171 e 173 do Cod. Penal. (Inico argumento do
patrono do reos coosislio em mostrar qoe o cdigo
f'ancez enalirlecendo urr.a pin para aqoelle qui
fabrica dinhiiro do paz, o falsifica. Miradas em
Franca a qas he fabricado em paz eslrangeiro oa
o emula dolosamente na circulacao, aesim lambem
devia ser entendido o notan cdigo, devendo-se en-
ire nospunir com urna pena aquelle que coro-
meltesse, un pralicasse todos quelles fados, vista
du qoe, dada a hypothese de terem os Salgados 111-
Iroduzidoaqui nulas lalsas de paiz eslrangeiro, e le-
rem-n'.is depois emitlido na cinulaco, deviam
ser ponidos pelo crime ele emissau previsto no arl.
)o cdigo eiimioal. Essa ergamaalactu foi mais
nh Mas eis que an lnge, no azular das
aguas, e desetihando-se na lela nsooha dn
lioisnnte infinito, apparecem as formas
pbantaslicas de um navio !
Ja n3o he molo, ja niio he terror o que
predomina em Monney, He o desespero de
cao linha lomado parle multo activa a em lodo
esse negocio, e o juiz de direilo ?... Veremos o qoe
dudo delle.
Al o soppoilo aolor deslai caris, qoe lem fl-
menle coiife-ado os tervims da .luloruta le, que lera
defendido a causa da le, e da soriedsde, qoe deteia ..
Olr,umpt,odaj.l,ca..modio.nemp.ixaoq.q,nao \lr ?** lib0i 6 salvarflo, que SO Ihe pO-
tem-se denado rraslar por i.sa aura lod facticia, ,Ie,a chegar quanJo n um derradetro arran-
que se tem foimado em algoni p.ruaes em favor dos ''" principaes autores da um rnme, por cuja punicao elleoxpire, e Ihe sirva de tmulo a profun-
tanlo se tem iolrressado o estado, ale ent lem sido deza do temeroso pringo
viclima de aleona insultos indirectos, qoe esla torna- o navio porem aproxima-se, e no meio de
ra mais potiti.os, l.lvez por culpa miaba, e por ven-1 urna aiegrl8 louca 0 naveg8ie aerio he re-
da e forc do termo o suum cuique Inhuere da cosa e iarmoulh
tciencia, isto he, a maxiraa, que deve servir de or- foram ests as maiores novilades qoe
m a vida do advogado, do juiz, e do escriptor, que houve em 1785 ; oulras ascences se effec-
tem conicienria de si, e da dignidade de homem.
Em mitin pa sada missiva disse-lbealgomas pa-
lavras a respeilo de Mr. Forgel me nol. o qual em
suas correspondencias para o Cearens, oceupa-se
empre enm o supposlo autor destat. Ditte-lhe en-
tao que esse cavalleiro variava as suas caria, escre-
vendo-as ora em verso, ora em prosa, e militas veres
em um eslylo ido original, que eu nao linha anida
deparado o genero em que o devesie cl.itsificar.
tuaram n'outros lugares, e que julgamos
intil estar a relatar
Entra o atino de 1786, e torna se notavel
pela nao,. n 0 lesltr.
Desie o comeco de junho que se fallava
em Pars deste conhecido aereonauta.
O dia 19 apresenta-se radiantemente bel-
lo, e ao romper da aurora ja toda a popula-
" Este juizo, que nada tem de insultuoso, e que Q3o an lava em polvorosa para aasislir a 9-
gimdo as rrgras d boa compauhia. devia ler urna cenco.
Ora, em verdades,', o cornspondenle do Da- jenuiilio branco de Testtr, suudaudo alo
ro, o ex-poeta dos presrpr ver bem em prosa e verso ; e eu confeno-lhe que VCtonava.
fui sernpre seu admirador, mesmo qoando o Macario I Atravessou Paris, e dirigio-se para OS !a-
aque zurzio no maldito -zoilo com calibrte di' dos de Montmorency ; chegado a esse ponto,
dua. raaos a pedantana de pelil noir, eu nao ees- ; como o gz Comecava a dllalar-se mais d
tava a admirar o gimo, qu atravez dos lalegos .e | auo rnnv.nh Ti
escopava de mil formns, como o Prolhio da fbula.
Estou certo que essns patarras nao sao a< de um
cavalleiro, que cotumsva peifurmr-se para escrever.
como Mr. s v rget me nol, que acabando os teus
esludos acadmicos, ja -e acba nesta cidade. Ese
queconvioha. Testir, temendo a rotura do
balSo, quando se vio r.a altura de tres mil
ps, deixou-se cahir n'um cinn.i de trigo
Aconteceu que naquella occasio, andava
o dono dd campo dirigindo a gente do tra-
pedaemho qoe copiei aqu para dar-I- e maior publi-. halho, o qual apenas vio o aereostato, COr-
cidade, lie escripto ne.la cidade pelo Ilustrado re- reu para elle e arraslattdo-o polas cordas.
00 iiLearense, -
Adeos. Estimo qne tivesse boas restas e melho-
ret entradas de auno.
Rio Grande e Parahiba.
Nada digno de menea., ha msias doas provincias.
NOTICIAS COMMERCIAES.
Chegoa ao Maranhao, procedente dele porto, a
lodo passa locado no Ceara'.
Achava-se a' rarg no nitsmo porlo para etle a
barca brasileira Luzilania.
f5ad.cj)rt.c.
(; As corre-pan inicia- de :|ue Irtla nao foram
escripias, nem mandadas para a noisa typograplna
peloSr. Dr. Francisco da Araujo Barros,'aclaal se-
cretario do governo.
Os redactores.
dos ; lo lavia achei forcat para prononciar a palavra
terrivel :
Senhnr conde, amo a Lolgi !
Pareee-me que a Ierra ia abyamtr.se debaixo da
toeus ps. O conde inclinou-s braudarneiile para
fagar um pequeo cao que brincara junio de nos,
rasp-indeu-iae com o maior tangue fro.
r ls he mal natural. Foran eriadot juntos,
a sea primo he, segando ouvlr dizer, um bello moco.
< Fiqoei pasmada. Minhs mai vollou neisi mo-
mento, relirei-rae a minha ramtra, naqu.il fechel
rae para chorar. Rio sei o que honve eolre ella e
Ir. de Maiiil.iun mas eom grande sorpresa minh
alta repriheodeu-ine.ni) dia seguinle.
. Loeoque me fui poisivel, dirigi-me a rasa de
rtoiina, e conlei-lhe ludo.
Nao dissrsle como convinha, o ronde Iralou-
le como oma loeiiioa, rpon liu-me ella.
Mis qoe lai.i agora V
Nao ei.
Que farias no mcu lugar ?
". Oh rnmi l.osina com mg.nua illiret, lenho ruragim, e c.1-1-
ria com l.uui. Mas tu que t"n sempre o mesmu ca-
racier de leu pal, casars rom o conde, e seras mu
deigracada.
Rumia linha razao. lijos mizes denais dessa
equjr.r_saca.ieu ir a mull.r de Mr. de Monibrnn.
Issu uao acanieceu sem Iota., lagrimas, sem de-
lespero. Durante fen semanal ,,..a ca=a oi um in-
ferno. Scenas_cooliuuai succederam a perfeita har-
mona qu. denles rei-ava enl.e nos. Meo pal, col-
locado mira sua ternura para coioigo e seos hbitos
de .ubmis.ao conjugal, e-la-a qaaai lauco; mas a
pnmeira neceisrflad. de ,na i.rganisaiao era o re-
poo.u a lodo, o preco. Elle lambem aconselhoii-me
que casas.e cura o cobde. E-le o seuzra fallando
Ja arle e dos arlisl ,s com o tino exquisito e o goslo
asi I irccido de .,m humero da alia toe talada \cus-
luinadn a var eusjrahalhos despiezados, Masiaei-
ii(c contrariada por miaba ma:, elle lorn,u por
viva syrapsthll aqu lio que da parle de Mr. UaO-
Ibrun nao era mais rio qoe urna prova de b a eju-
cai;in, e licou-lhe iufinihiineule agrdecido.
a (aJrTaiiio a Luigi. fu su novia man fallar a aeu
respeilo. Depou da um silencio de trai semanas de-
I
011 minos bullanle, e nem a poda dnxar de er em
virtud* do ltenlo oratorio dasse seuhor, mas como
he fcil de vr-se, ella he loda capciosa, e en ica 1.1
las contradi;es as man palmaras, e algumas al
pooco asiuc osas.
Can ilcito basta ama rpida visla ao nosso cdi-
go para ver-se, que o nosso legislador sepa'ou-s do
codiKu francs nessa materia. E com tlfeilo se esse
cdigo equiparou a condicao dot que f|si|cam, al-
leram, leen parle naemissla ou expolelo da moe-
da qoe curio legal em Franca, ou dut que olroda-
zem em seu territorio a fabrica ia em paiz e*trangii-
ros, consigo ido todoi esse actos ou mam |.-lau",- do
enme fin utn s arugo, he de mluicao que o nosso
legislador siparou-se uesses principius. consagrando
em arligos inversos aqoellts maiiifestaces.
o Nao desunvolvere a I. eona piiilusopnica do c-
digo, por que nao he meu proposito azer urna dit-
ser(.i<;ao acadmica. Enlrelaniu todos poderAo ver
e colliglr em grande reforjo de inlelligencia dos
lermos expln-itot do eodigu brasileiro combinado
com a lei du I de dezrembro ja cilada que lodo o
cidadfio, qun simplesmente, nicamente fabrica, 00
Msiflca qualquer papel de crdito, que se receba
as eslac-s publicas como moeda, ou que iutruduz
a moeda falsa, notas ou sedulas fabricabas em pin
eslrangeiro commelle o cr me previsto no arl. 171
do mesmo cdigo, e aquelle quedolosamenteio-
irodoz es rae do arl. 175.
"Aisiin pela nussalegislacao um crime se pode dar
sera u oulio. ilo he, pude alguem tornare agente
do crime especificado no arl. 171, lem por isso ler
commeltido o crime do arl. 17.">, e vice-versa pode
ler commeltido este sem praticar aquelle. Sigue-ae
do exposto, que o individuo que liver introduzido
nol falsas oe paiz eslrangeiro, e depois as liver
emittido. dolosamente na circulai.ao he por esses
Tactos dhlinctos e clasificados uparaoamenle reo
dos dous crines indicados, e por imbu deve ler pu-
nido. Mas anda quando as-im [Sotos, he para
mira fina de duvida que aquelle que l'or convenci-
do de ler praticado os aclo que siiu ligalmenle lo-
diipensaven. para a impon(Su dai penas dus arls.
citados, uuica poderia, sem inverts de lodos o<
principio! d* dueilo e liermeii.nl ca jurdica,sollrer
tmenle as proa do crime menor, pala considera-
cao di ter um too agente de todos atsssactos, como
pieleudia o Dr. Kali-bunna baseano no cdigo frao
cez, com que fez jogo. Mas parece qoe o illustre
uradur lilil 1 alguma razao nos apuros em que ie
achala ; na i encontrando em no-a legislarlo nada,
que o pariese favorecer, foi-llie prenso andar via-
jaudo afim de achar s lucao au problema. O Ur.
Pedro, que se eocarngou da disentsao dus factos e
de sna prova, disse a esse respeilo muilo a propo-
sito, qoe elle nao se ah I aria de casa nem necessi-
lav mijar para oefeuder aut teo con que n3u sahna da letia du espritu de nosso
cdigo.
O Dr. Pompeo ponco diise ra aodiencia ; as
suas razes foram escripias e achirase unida aos
aolos ; prorurarci ve-las par* dar-lhe deltas oma
justa spreci seus consiit untes, e em alguns dus tpicos de seu
discurso esleve concludenli.
N3o mmciono aqui os pontos principaes de tua
defeza, porqoe esta ja vai um tanto longa, e talvez
3. Porque foi verificada a referencia, que na car-, ja bem fas i ios para IIOI ItilorM, quem piro
la de Salgado fszia aquelle emprgado a' ua lam- ; venia por n.e ter oceupado de mais com materia es-
lia, a quim elle se dizia, que licav.i ero paz. e que j Iranha i\ minha prufissao. A se'-o e-ltve porem lao
vina no prximo vapor, como mandava dizer aos
Salgados.
i. No acto de terem tido adiadas na corle as se-
dlas que foram laoradaa tora pelo mesiuo adminis-
trador, segundo licou dilo em outra lugar, as quaes
foram recoohecidat carao ai proprus por uro dus
complicados uSo sei igura quem.
11 Depon da ter deduzido anim as soas provas,
lendo lodos os documentos em que ellas se eslnba-
vam, demonslrou o Dr. Mendes que as sedulas ti-
nhain sido importada- pela adnini-tracao do correio.
ro, nos quars ale rnijii fura eslranha. Mr. de Monl-
Itu nascimenlu, seulia om vacuo hurrivil na minha
vida, achname profundamente desgranada. 'o-
davia mu las molheie-. linliam nsveja de unm, por- ra assignar, tizeudo-me que era indispensavelve
cid-me a escrever>lhe urna lonja caria naqoal der-
ramava loda a minha dur, e rouava-liie que voltasse
logo para Flurenr;a, s aindn me amava. Recominen-
dava-lhe que ding sse ma resposla a cusa de Ko-
loa. Nenhuma carli cheguu. ume manhaa dorante
o alinoco minha mai disse em lom indillerenle.
Oovi dlzir houlein que Lolgi deixara Va-
nesa para seguir a Roma om.i daaurioa franceza.
Tire orna sufloearau, e fiquei muilo das de
rama, logo que arhei-me em ronv.-lescenca, mi
nha m.1i mandn hincar o veil dn de meo casamen-
to. Expirimeniti-o sem resistencia ; ludo ma era
lodilferente, visto qoe Luiei rao ma amava man. quinr amiz.de, a receber > a larer vn.i.. Eu arrh.
Lm mez depois eu eslava rrn Paris. Minha mu I decla-lhe m.ntira d obrar, porm usava 1001-
transprrlaiido psra mira o smiimentos de vida- | lo punco de minha l.birdade. Ante do meu eua-
de e de unalbo, qae no poda lati.fazej dnecla- meuiu s.iajuiham havi.lo duas coush na miaba vi-
mente, dera-me de dote mais de melade da herancj I da, as bran >as liTeicde da familia -erios eslo los
du irma.i, se'senla mil francos de "
111 lerii'.i, qoe eu 11,1 j pude recosar-rae ao due-
lo do Instor a la aqu.
O juiz de direilo ainda nao dea a sua senlcnca,
mas espera-se que o fan nistei doui dial, e se
fallo ja nesle asumplo he porque quando esta ah
cliegar, ja a enlenea estai* aqui lavrada.
.1 Enlrilinto devo diz.r-lhe que o e Clrense
deJ'J do miz ultimo, eiC'iptu pur dous dos advoga-
do dos Si gados, us Drs. Rastibuuna e i'orapio,
(aliando deise- negucio, eiprime-se nos seguiolei
tormos:
LISBOA.
SacegacSo aerea.
1 .mu iiiuirn .
I)z-se que ja antes de Blancltard e Jeffe-
rle, Kosiers tinha emprehcndldo a mesma
vtagem que estes Oque he certo he que
elle n3o a levou a cabo senSo depois que
vio o resultado dos dous precedentes aereo-
nautas.
Como porem'quizesse introduzir um novo
melhoramento, l'ilatre des Rosers, junta-
mente com Romain, mancebo arrojado, e de
granles esperances, ambos trabalham por
descubrir o meio de subir e descer sem a
perda do gaz e sem a rarga do lastro.
Pilatre abalanca-se a conseguir ambas
as cousas, e pera isto combina o svstema .e
Montgoler com o de Charles "Faz dous
ha Oes, munidos do velas ; o primeiro, com
a barquinha por haiso, era cheio de gaz hy-
drogeneo ; o segundo, cheio de ar diltalo,
ia suspenso do outro, mas a muita dislan
ca, paia nao communicar o lume ao hyJio-
geneo.
A 15 dejunho apresenta-sn g atmospheta
pura, e o vento de boa feic;3o. Romain de-
termina acom.anbar Rosers, apezar do mar
quez de Maisonfori ihe offerecer urna somma
eno'me pra ir em sou lugar.
O da eslava quente ; os preparativos co-
meesm logo de madrugada ; as 8 horas es-
tova tudoprompto, eobalao sobe magesto
smente ao som de um salva de artilharia e
das acclamacops do povo. .penas se ha-
viam elevado, vio se que os viajantes faziam
alguns movimentos, que se conjectura que
l'dssem para dar sahila ao gaz do globo su
perior, que appareceu repentinamonte in-
'hado. Asis cenias toezas da ierra, diri-
io-se para o no-te, indo em breve para o
contiaente, impellido por outra virac3o
De repente todas as vistas se vollam para os
ares acompanha las de um grilo de terror
Sane do balSo urna cham envolvida e-n
fumo, e por entre os destrozos da machina
avistsm-se os corpos dos desgraijados aereo-
nautas, quesedespenham.
l'ilatre, de 28 annos de ida le, chega mor-
to a ierra; Romain poucos matamos de
vida teve.
Lra o resultado da sua tenveraria empreza,
collocando um globo de gaz.
Os restos mortaes dos navegantes aarens
foram enterrados, no cemitero de Wimill-,
onde se levantou um nausolo. E no luga'
em que haviam cahido ns corpos erigio-se
um obelisco para eterna lembr-nra.
A 20 de jullio do mesmo anno sabe-se de
outro accidente que ia sendo completamente
desgranado para o voador.
O mj nilo nos diz a tetra p ecisa em que se fez a
ascem;3o) sobe n'um bailo, otn todos os
preparativos para una longa vlagem.
O aereostato com effeilo eleva-se tilo do-
ceniente, econ tanta segurancia, que o via-
jante eslava encantado.
Em quanto os aies seabriam com tanta
facilidade, para dar Itvre passagem ao atro-
ja 10 nauta, este conservou-se de p obser-
vando o tnagnilico panorama que se espraia-
va aliaiso delle.
De repente levanlou-se oma rorlissima
arageni de vento norte, e impelle-o com
toda a forca para o mar de Allemanha.
Monney, vendo o perigo em que se acha-
va, livr-se de ludo quanto podesse fazer
peso, e o balao cometa a subir com incrtvel
rapidez
O infeliz estava entre dous fogos. Acm-
ma os ratos solares.que prodigiosamente Ihe
dilataran! o gaz hy Irogeneo ; abatxoaex-
0 peso do balSo. alijando o lastro, cortou as
cordas porque puxavam, e no meio Jaal-
miraq'io estpida daquella gente, que nao
comprehendia semelhanle cuusa, tornou a
subir.
Impellido, porem, por urna forlissima
corrente de ar, achou-se repentina e ines-
peradamente dentro de una nuvem ampara-
dora, na qual esteve envolto om osburidade
completa por espago de tres horas.
O liio que expenmentava quasi que o ge-
laria, sea nnverr. se nao bouvesse dissi a-
do pelas duas horas e meia da madrugada
Eram Ires horas, quando avistando Ierra,
elle baixou o balao com flicidade, reco
tihecendo qne estava al'astado de Paris, 25
leguas.
Fora extensissimoo cathalogo deviagens
aereas, se o quizramos fazer; cala einos
pois, tantas de que ha noticia, e gu ,rdan to-
nos para mais tarde fallarmos de oulras,
segundo a oniem chronolngct dos factos.
vamos por agora dar reiaqao aos leitores da
fita aqoi em I.i-boa, a iH de agosto de
1791 telo capilSo Lunardt, que conquistara
merecida fama em Edimburgo, Glasgow,
.aplos, Pars, Londres e Madrid.
Tinha a machina, ern que subi Lunar-
di segundse ve do anuuttcio queentaose
allixou, 33 ps de dimetro, I0 da circun-
ferencia, 3.-80 de superficie total, 18,900 p
cbicos de solidez Se eslivesse ebeia de li-
quido conterta 23 t almudes. Enchcndo-
se de ar mllammavel as tres quartas parles
110 lona levantar um p-;so d-s 750 arralis,
ta toda de sel comp isla de 52 b icados.
que montavam a 1,200 covtlos. Tod.is esles
peJagos eram cosidos torlenietitD, e as cos-
1 ui as cobertas pur dentro com urna fita de
seda de 2,700 varas, l'or fora tinha sido en-
vernis la com verniz de gomma elstica.
tlava cuslado :seguiodo sempre a letra do
cartaz: qutnze mil crzalos.
Sahio l.unardi da pratja. doCoramercio.hr>
da sua propria narraran que extraji-
mos estas noticias) no dia 2i de agos-
to as 4 horas c iO minut'is, e subi domi-
nando o vento norte. Chegado a urna le-
gua de altura, o vento apenas o detxava
correr legua c moia por hora, conservou-se
p lis sobro a agua durante hora e meia. O
vento estava oeste, logo porem que subi
ma;s, mudou-se p>ra noroeste.
He para admirar o modo minucioso como
Lu.ard analysou todos os lugares, com as
suas plantces.montes, valles e rios.
Descendo, vio que o vento crescia, e fi-
lando o qua Irania conheceu que eslava per-
pendicular sobre a trra um quarto de le-
gua, alem do rio ; teniendo baixar naquelle
sitio, por no ver a areia na sua cor nalu-al
leilou fora um sueco de areia do peso de 20
arrateis, subi mais alto, continuando a so-
prar o vento noroeste
Experimentou um Irio intenso nessa po-
sic,ao, nao chegando com tido a congelar-
se a agua, que levara n'uma carrafa. 0 ar
nfl iitimavn comcciu a rarefazer-so, a ma-
china enchia-se extraordinarismenie e pela
bocea saturara mais de COOO almudes do di-
to ar. Naquello estado, o aereonauta foi
atacado de urna caimbra no dedo annular
da mSo direia, de outra na perna esqiee-
da. Tendo p.-ovadn a agua, que cahia pelo
eolio do globu, elTeito da condensag'-o do
ar. achou-a saben lo a um acido semelan-
lea cisca de nabos.
Pelas seis horas e meia pnncipiou a des-
cer. e a ancora chi'gou a tocar em tem ;
sendo porem arrestado pelo globo, arrehen-
tou a corda repentinamente e ciraecou a
subir cora mais ligeireza, visto achar-se li-
vro daquelie peso
As 7 horas, o vento so3rou norte, e l.unar-
di. temendo ser levado para o mar, puxou
pelo corla da vlvula, cornial forca que a
arrebentou. Ei-lo pois sem ancora e sem
vlvula.
As 7 horas e meia, tocou na trra ; mas
saltando-lne um sicco de areia de 20 arra-
lis, luinou a subir com incrivel rapidez ; e
como visse que se tinha elevado a legua e
meia, cortou o eolio do g ooo, e entran lo-
da frente, do qual pudiaroos var de perto os actores.
brun linha-me apiesenladn nimias vizes papis pa- Logo qui Teobaldi ealroo em scena, dei om grilo,
que a mur parte dot maridos ao mesmo lempo que
t>a--in a vida mais disupada, fazim pisar subre
inulhires rigorosa lyraoaio. Impopm-llies na vi-
da domestica um papel que he pouco superior ao
de ama ala, e prohibem-lhes suveraiueute procu-
rar di-lracres. ou aim/ade. fr. Mr. de Monthran
pelo contrario dava-me lima independencia igual a
qne lomvaa parn si mesrpo.'Indaria-ma minias va-
re nos primeircs lempos de BOH0 casamento a arf-
ada. Era es-a musiraes, que dirigidos por meu pal c feii em
loda a nosia riqueza ; pur quanto eu ouhe pouco I eoininum em l.uigi linliam para mira extremas
depon qoa as bao* paataaM da Mr. de Uoolbruo detici s. A igUacio dot lales, e os prazeret tto
esiavam hypolhecadoi pelo lob-ode is rea tai eram apeoas luflieleale para pagar o< ja-1 alo enfado, Tealel ligir-me com al........1 nmllie-
rot da- Miinrnasqoe o ronde leara emprestadas el res mocas, cojos rosios limpies e modestos parece-
r desdi mullo Umpo. jrim-meler alguma analoga com os .neos ; mal
- .Nao te admires d- que eu rnlre em semelhanle; I nenliunl 1 dellai linha a iienor 1 t lo mondo de
pa.iicol.iridatis ; infeli/meni, ellas lem aa vida lealimeiiloi a de poesa qua eo eninvira am ins-Ihsllluio
urna importancia rail vezes) maior do que sen. duvi- | lanle. e que lamenlava Incenaoumenle. Sua ima- dml.s. S
ima^iuava antes da
der lal parte de no.-as Ierras, ou alguma dai casas
que possuiamos ero Paris. Eu pozera mii.lia aing-
natura em bailo desi.es auloi sem cuidar no eo con-
leodo. Todivia pouco a pouco elevou-se no i&eu
espirito 111111 vaga inquielaro. O ci.n 'P Pf,i jogador
mlili/. Eu sabia tamliern qoe elle linha relacois
de araiz.dde con) homens mudo mais ricos, nica
mente ocenpadoi com cavallos, aposta, e oulra
ph-ntas.as irralaadoros, E>irimci euirrveodo que
leu fuiuro poda achar-e rompromellido. .Meo
amor inspiroa-me om pnvldeneia e onja coragem
qur eo nao liria ti lo pira man su. Dirigi-me a'
risa do nosso notario, e pedi-lhe ronselho. Ede alo
me diS'imulou que nosia fortuna achava-se em de-
plorase! estado im cnusenoencia das
la Mr.
calu semsiiilidi.s tan olhar rae bals'ra para nco-
nhecer l.uigi. (Juaudu toruei a abrir os olhos ao ca-
bo de alguns iu.iaules pareciu-me que reinava no
lliealro una confusao ineiplicavtl, mas eu e.tava
mu perturbada paia comprehender o que te p.asi.-
va o redor de mim. C>uduziram-me ale o meu cr-
. -----------.. .-ac, ^iciiarav
pira Ihe atinr Uros, e recebe-lo do ui
do pouco ajralavei.
Tornou a dar urna pancada em Ierra, o
b reo voltou-se. caho o ultimo s-cco de
areia, as garnfas e o mais que levava.e ele-
vou-se a urna altura eno me ja se Dio va o
sol, eram 8 horas, na ia s-dislmgjia ; Lu.-
jirdi Tez varias aberturas na pa te inferior
do globo e como se achava po ligiosamen-
le elevado, o ar inflammavel rarericendo-s*
cada vez mais, sabia em grande abunian-
Cia pelos buraco.
No meio dastas alternativas, ora subindo,
ora deseando, Lunardi pre,parava ae para
saltar Tora da machina, apena* esta se a-
proximasseda trra : enchenlo-se de cora-
gem assim o fez. e achou-se esteodtdo no
chao propnas exprossOrs).
O balo rendo s9Uiv,ado do peso de 114
arralis era quinto pesava Lunardi. elevou-
se tonto que o viaj.ute nuuca mais o lor-
uou a ver.
O sitio onde cahira, ficava afasUdo duas
legmsdas Vendas Noves.
A viagem pois Jurnu 3 horas e 3 quarlos,
fot de 1* 'eguss de exten-a.; maior ele-
vacao do globo foi de legua e meia ; ueste
ponto, sendo ja noile, diz Lunirdi que ou-
vira na part su jerior estelos Continuos, o-
melhantes aos liros produzidos pela fusca
elelrica, quando sane do electrmetro.
Sao eslas as minuciosidades da scencSo
daquelie celebre capio, que achando-se
perdido naque,la lugir fot rompen lo. como
pode, por matse montes, ato que d-iilo
com a e-slrada f s dar a casa 1e um campo
nez, que o recolneu, e que pela manhaa o
encaminhou pra Aldeta Gall ga.
As exiieriencias continuavam scrapra re-
peliudo-secom melnor ou pior resultado,
ate que chegou o anno da I802)mquea ae-
reosuttea experimentou urna seosivel me-
Inora, coma invencSc los para-quedas.
O ar oiipoe resisl-ncu aos corpos qae te movim
eom cena rapidez ; e aquella sera- tanto m to maior for esta ; a respeilo do m-imn corpo. se a
velocidade he dupla, a emienda era' quadrupls ;
e a velocnladi he trplice a re-i-leocii sera' nove eo-
na malar ; pin filliimo iciemilieamente ; a reni-
tencia do ar aagmeuta na raijo do qoadrado da ve
locidade do corpo que e muve.
l'or tanto te um corpo cahir ae ir, a acceleracio
de vrlocidade, qoe de-di logo espirimciila, vai de-
creirendo grandriiieuti.
i Augmeuiando-e a superficie de om corpo qee eah*
a uiiiloniiidade da soa rapidei eslabeleei-se, eom
piqueo diflerenra. desde a origen) do ten mov.meo-
io ; porqoe a resnleocia cresc oa razio da upeificis
de om corpo ero moviminlo.
Segoe-se de ado ilo, qae dando grande detento!-
vimeuto de sopeiDcia a om corpo. a queda deste
coipo pode allenoar-se connderavelmenle.
Nesle princ pi ella' fondada a Iheorii dos pera
queda.
Desde I781 l.-nnrmanl. profesior de lechnola-i
em Par., Iinlia felu algoma iipenancia a osle
respailo, iem aleancar om re>dtado complilr.
A fonte porem dista uliln-iroa Moa fiem .empre.
e coubc a darnerin pA-la em pratiei em 180-J, di-
zendo-se vagamente que Blauchirda apirfeiciara de
om maneira muilo iiulavel.
Com efleilo ii iroirin levoo a efler, a leotjliva
arenla de te deixar cahir de mu de -JOO loeus de
altura.
Demos em mal poacas palavras a i tea deile ap-
pirellio. *
O para-queda he feilo de om vato paooo cirea-
larque peto etl-n,. d retinencia do ar ie estende.
formando om grande gaarda-rnn.
A' v.illa esto presas cordas que sustentan) oma
barquinha onde entra o atieonaala.
No reulro do p.ra-qoeda. ha urna aberten por
onde f..ge o ar comprimid, pe. efTeito da de.eda:
p-ra-que la ela' preio a- rede do balao par
oro corda que pusa pur ojia roldan, e qee vero
liiar-s ni barquinha.
Basta largar asa corda para qoe o para-quedi.
aban tone n aereo.tato.
liarneriu chig.do iquilla elevicio cortea a cor-
da ; a que la era de ama ripaniota eeleridade, a
qual 'liminuio con.iderave'mcnle apenas uaereoaio-
"a abri o pira-quid ; isli ..Ifra enorme otcilla-
ri.es, que eram o resulta lo do ar aeram-lad. de-
b-uo, e que ae evadir-ie. lano par om cumo para
outro ladoprodoza urna enorme une de ab.ioi.oea
na aliveram resallado perniein.n
Foi si. depois disto que se praliceO a abiriora de
que fallamos, e qoe inste no centro do iar qoiiai.
em virtode do qual e ar pode unir tem prim u a
re-1.inicia que lim'.io. a velucidale da qeeda.
Dipoisdiila nivencao que t.ul aolag-re dea a
seguranra dos aereonauta,ai viageni mol|iplicarm-
se. o entre tantas qoe se fuerero, acharaos dea,
digna de alinelo, urna pilo sea dei.il.o.. dewn-
l.ce, outra pilai observaci.es scitulilicat qee as t-
irram.
Era i'ilho de 1819. madama Blanchard, viuva de
aereonauta deste norne, fe em Pars urna atcenUe
ui.luina : a barquinha ia vnl*ianente illomiaada,
e a viajante diverlu-se lineando oe aaade em
qoando fugeles ; ara driles toce no beUJ. ; o hi-
drogene inllamms se, e a di.,rc.d. de envella
cora os deslreos da machina, cabio p.eripitada a'
ti-l de milhares da eapeciedores, pitnfiode da
horror por lio desrommaael seeecem. 11 cadver
enronlrno-si n'um lelhado di roa de Preverte;.
Gay-LoMac empreheode eme viagem ten s pe-
lo am ,r da iciaocia, e a 15 de selembre de IWM le-
va- a cabo.
Subi a aliara de 7.016 m-lro .cima do nivel dea
mares. Netla eleac,o o barmetro descera a 30
crnlimetros.eolheimomolru cinligrada q n marran
3 grao a' opnlicie da Ierra, eiliva calle a9,-5
abano de tero.
ISians reglan a seccora era lal, qoe > sebslaa-
cia hygromelric, como o papel, e o peraamieiue,
si encarqeilhavim, rumo u eii-sm itpo-lua
um fogo forli.simo. \ respirarlo e a real.cae de
ang.ie celeraio-se por eau-a da gran le rarel.cclo
to ar. G y l.us.ac obiervoo qee o sea (lie dti
ealle 120 oatlsaijsVa, quando ne e.lado normal m
dava Cb. D.i-e que o -ingai Ihe saina | lio eavi-
do, e Ihe ii.jictave o olb>i.
>etla altura o eco h de om atolade carrtfade.
atiranto para negro, e nm silencio abieloie en.
lemne, que jamis he inlerrompiJo por ima nice
ceosa. cecci o aereonauta.
I'arlio lo do paleo do dmervatorio dat arles o
oflicio. !.>-Luste desceu perla de II .om. oe
fnn de horas, leuda andado perl de jMI legua.
Depon delle, tirsee e Bnoechi subiram ran-
al'.'.
Sao esta as asceosocs mii celebres dr qoe IroKM
noticia, lie pena que todot os qas se prepdem e
vijr nu are. nao rtvislirn e.a ii caral-r .rienlilico, e n virio le di qeal deviam fa-
zer continua ol.servaces. o qo por cerl. ijelerta
aquelle qae Ir.b.ilh.m em dir direccJ eot seren-
tale.
lia etli um problema imporlinlii.im .. rej sola
So anda n.Vi loi poisivel descubrir.
Odi.ejo de resolver a qoeilao lem iln rae-idi
ama rnaluda., de Irntilirai, al hoja in'rorloe*s.
A prnneira dilliculdade qoe se lem de *etHor e
esta resistencia de ar lie od para a diria)a da pe-
nha resoluto ; mas dapoil ronheci que de-la v-z,
cuno sempre, a fraque/. de meo carcter me fuere
temar a mais fatal de lude as resolurfle, .\ ,,Jr r.
d .de. lao indiilgetil pata com es criminosos ftiizes
que saben) allr, ni i la, he sempre disapiedide par
rom os ente limido qoe pancera i roclimar sua
derrua ahandouando o campo de btlalha. bit eon-
derana-ns eutau a' vista da ir.ns lev apparenciat
vidas. S'os eredoiei nao qeiterara mandar viador
a p-queiia proprielade que eu habilava, caa rende
elevando-.e apeo, a mil e duienlo fraocee por
anno.era e umeo recurso que me restara.
o E-n lal iloarao e cnnci li de qoe lirahj
pouco anuos de vi la. poda ea por ve.itu-a mi e-
por la lia Ira ti ehamindo-le pira lente de
mim Kras ama rriauri, nao pitia r iiiiirehearler
seme liantes r.vlrulo, e qun lo mmi roracS* i
eernva-e na lut que eu lioha c .migo mesma pw,
dominar o talo e.i.ti do amor milenio, n-me
abrigada a otTrrr tua eiprolrrar;, r a deitar-m*
acensar de nao amr-te m n-
las de .A|r. de Mootbroo, e acomellmu-me qUe ip.
roiatno absiilolaraeole veader no., prapriedadei.
Poucodepoiibveoccana de porem pratira esse
c..n pnmeira q ie elevoue entre o conde e mim. Mr.
de Mnnibrun uflo consgala fazer-me cunar, e da-
lu em dianle umi n i
ro, p i. mi da sea,.....le foi que tire cooheeimenlo I >ao escapei a' le ge-ral. luventaram ora drami in-
d i- "ii-equeneas da meu il.inain. I.uigi, ruja al- inro sobre minha relace ui>p.la enm l.uig e
lene.lo l.ira altrahida ao nosso camarote pilo meu .meo depoi liva milicia deque inhiba recni, o
grilo leve lal austn veudo-me mito m. ra a poocoa eslava lAo completamente perdida qoe uiiihurua vor
paito d distancia que nao pdJe acabar a pbraie ce- ; ooeva maii elevar-ie para d-fn ler-ine.
mecada \ arillou, fui obrigado a usici)lar-e, e a re- ., Ku eslava anida u irimeira amargura de ni-
pie-i.laca fieoii lospu.sa dorante utuiloi miiiulos iM d,',r, qu uilu uina manliaa abrm-e a parlada
com gr.nli in :ignac;io do auditono. minlia cmara, e vi enlrar l.uigi. I.omo descubrir
Btlas eireumilanciil ma lorara referidas pelo ; ,nu retiro' Como saina o que *e pa...'ra eutre miro
ora deape-1proprio conde deUontbron no meio de una scena ,. ||r. de Mouihrun '.' Ainia hojeo inora, porque
' la. trillo que ea qanera poder guardar aheoluta- D3o coidei em peraootir-lhe, oem elle eos dizer me
menle o silencio i.breelle. Eia scena seria .inda rjurai.ls notsa breve ealreti.le. Indo a qae coabecl I V'.Ti'.Vr "^^''i
um enigma para mim. en. nao soube.se a qoe el- .-,1.1o oi que ello amave-me mis U que nui. a. e
een de inju-lica e decruel Id-, serian Illuac5ei nao ce.s,r.,' d- amar me um >,, in-anie. (ls a.nii-
pernnianai podem Impelllr o. horneas. Talvez -em c,ns rmpngados por minh mlt par ieperer-aii fe-
juer.r, o c,,n le aproveiloo es.a ..rcasiilo para un- ran>-me .l-eobe'lo per rile. I.u.gi e-lorcuu--.- para
gar-se de mii.l,. opposica) ai .iir-s vontade. At.o-
da imaginas e do qoe eu mcsiti
ler deltado minha familia.
Cunheri ento que se nao me livetsem dido nm
millio de dote, oo se insilerr! n ., (ivpssein sida
liypoliircada., o ende de Mculliron jamis lena
cuidarlo ero casar coinigo. Has nao ereia., querida
lill.a. que o que acabo de dlier-le, de' o direilo de
accu.ara leu pal. Obreodo .s m elle nao fazia man
do que seguir a tradujo |e i. cn.lumes da soeie-
dade em que viva. .Na eJaese aristocrtica a qual
partencia, e talvez mesmo em toda, as cla.se o ra'a
meato nao he mal do que umi troca dos heus esl- \ os nmargmiente. Jillgo-l perder pela
ores que o ara.o not Ha'. S cuera rica leu pal I minha felicidad.-, a miadas nln
era patricio. Fazendu con le.-a .-. fllha de um pobre
msico, elle rompen.uva largamente ao. olhos de
mulla gente as vilaseos que (.odia adiar na oossa
aino.
Quanlo a niim, era inin.ive! a essas satisfa-
ces de vatdade, e ar"*1, "l a egria qae cjaiou-me
r_l0 sorda e mal di.simula
s altencfie que ell mr leslemonhavs I san lo da eonfi lineiaqoe euihe llzira pela mlnhi m- omslancias oio po lia empeohai m)aha~vMs m e
i li, rreio que eu leiia morriii.de pe-1genaidade de moca, elle upi>rirnio-me de ultr iges.
ginecaoeri t., fra, sea espirito Me aeanhedo qoejur, A msica que eu .masa auaiionadeineote, ere I aecuton-me de deshonrar seo
enfade-me logo de ve i -. Demaii eu mean-a ei-1 anda para mim oma eonselarjo. lie nolte, depui circumtlaoctas qae baviim dado
oa.lir-me que mna una i roacloi la ea lae. eir-
ilanciai nao po li empeah
r i. i]...- o pro-e lmenlo de .Mr. de Mt.nlbrun para
a Tive de so.lrulir ..in!a onlrnl com!..le- I.
iiol.o-ie dtlo mallo pan pod.r dteleealat le algu-
ma ro..a. Depois da mo. le <1o ronde nti de.per-
lar. m Com mal f .re entimenl... q, ad po ler
evmgoir. e iu1 le em enrome'.n-ar i I m:i qae i
H) irtl \- 0*0 del.#,ro. Ti.
nlism paadn irmlni aun, detpot) i minh qlii-
ma eiilievi.la c un |.uivi. Minln 1,-lleia fara .
mquilidala pelo ffnmenlo peles latr.m. Be-
cre.ei-ltie nao era reclamar ara. *m.ir efue se I
nlra lalve imp > leriideler eedid sea es-mpuii. cmem q..
i oe reliveiem, qoieaaot oae c',l,-.n >,
nii pouca tympalhias. Al mulhires ab'orta pi- de lar-le embalado, ea patsava lengee horas canlan-
Ins cuidado da maleronla le, e pilai parllCularida- a a. pecas que estrilara na minha inl-ncc e a oni-
d-s da vida domestica acharam-me romntica e sem
,'ir rg'a, accii-iv.iii-rne emfim de nao piasuir Boa
virtudes. As mull-res elec;nte perdoevam me
ainda meno nao participar de suas fr*i_tie/.a.. As-
sim aclin-me cm completo isulainento.
i (luiros pelares vleram atacar me. Meo pai e
minha mai morreram pouco mezo, depois. Cli irei-
sesunda vez
es de ne :;.i. s|a-
ca di-ira. r; ii que linha era ir de lempos em lempo
ao Theatro Italiano.
ii No con*ero do invern de 1S-J7, una seria ili-
rli-posicao iriveo-meadesie prazer drenle mallos
me/".. Ser Ii iso einda mai*. por que o primeiro
artista -la c imp-nliia alirahia e-.e anno toda a popu-
lacao de Pars. (1 maravilhmo talento do ten r leo-
l.aldi alo ira unleameale a cansa :do iolere.e que
elle e\eit\H. l/mi-vam-.e a sea respeilo historia.
vam n ii i-lira lo lodo es.a palria dr meu eoracao, para a qual vollava in- rosamente par? so soccetoe enlre as mulheres. e
voluntariamente o. olhos as minhas horas de Iris- lo l^s aquellas que eu via lallavam-me smenle del-
leza. Tea lo fallecida meai pai. senli-me encerra- i le. B-m qu> s o seu lalenln me inlens.as.e fui au
da para sempre na miaba sombra e fria slislenri. iheairo con. madama de Ornan, logo que me foi
Cunheci lambem nessa poca os cuidados ue diuhii- J possivcl lahir da alcva. Estaviioos im um ciniirole
nonie, po.io qu- a. couiigo era eaflieieota pare rrsliair-me lber late. c,,,.,.,,,r... n,. .,,,,., ,,. ..
,iii... r .i ni. r. ... i., onseiiuencia. iiisai-iu,r lu lo, aueri la hlhi
o lugar ,i sua culera e supplicna-me dejoei'ios que o s-guis.e. Uenei-ue i !
fosiem a prova man evidente de nimba innocuicia; ,h<1,___, ,__,! p.^, .-..r.i,,^,,,,. qe ., Mixta Ihe lia quinzc da. que recia em
ainoacou-roe de urna sep-r,.e;lo judicial, a qual. di- In.piiiva. Todava ea s-nlia no fui. lo do eerecle umi c-rla e.cnpl n. eo leilo de m.ale na qua.
zia elle, havia de af.islai-H d mim. Ivi nao linha que nos..s deveres .1o ndipendenies de lo la a que- elle repella-mo Sil ve/ qae eu I nha n .liimai
iieiiliun, cuohecimenio das leis. c o peiis.imeiito de tfto de felicidede, oo de desar.ca, e qoe as fallas dai palpilacoes de sea cerecia........ .n itoeva a
que podas eer-me arrancada pirlorboo-me a cabe- oalrs jamis podemserv.r eiostifi piimetrai ame carie em .n.e .
ea. I.aiirei-mi' a.. prs do ronde, e adciiiil. ni l ins- DeoS den-me foeC.1 para risiitlll l'a Uirimae de rnladadode om. cvi-l-uri., ..... ., II.... iMoa-ea
linrlivanenle o melliur meio de aplaca-lo. soppll- |.uul. tu relir.,u-i0 desesperado, e e-cruu-me lambem nn ledas as p..n. eme UMI aca lora roj
qiiei-the que aec......e o abandono absoluto de mi- multas cari., a', quae eu nao quiz nsprutder re-1 qoem.....alera. S-eu I. .11,.--.....' r. trn de
ola fuona e penniliine retirar-me cora ligo a ciando eulreter era 1111111 oiuseuluiieulo que pirecia-1 ollererer-lhe meu .mor. clli mina aind. '
u.na pequea prupnedade que pm.u.mot em l-.u- me crimiooao,
reine. 1 conde lr.nquillis..u-e .ubilamiole. Na | .,_,, precise muilo lempo para re.lahele-
ili-po-ir.lo de i'puilo era que e, me a chava, hq.iei- rcr ,. ,,,,..;......._., .,,!,,,.. _je0, ,ni,ruen-
Ihe muilo agradeema por esia>rumpu Bcquiescen- los eom-tvam apenai a adormecer, qoeade lu me
ca aos meu desej.. faite roobeda. Depon de haver le perdido ea jal
n Dou. das dipois ea ectav installada Da casiolia goei om iuetoate que miaba deigracja nao podes?
j'nn le agora leescrev-. i mal augmentar, o que era linda urna illu-ao. O
a Nos pnmeirui momeotoi feLicilei-me pela mi- 1 conde de Moutbruu moirvu di\u]u enonues di-
a Malei-o, m. irei b'evemrnt- rrenir-m- a el-
le. Saeearta el 1 i.bre > me cereede e abe .
A phrases rsu.nl> e>tm ab.oluim*alt 1111-
tclligivcn, o o mauuscnplo lindev sM.
Conliuesr-st-ba.
MMTii Ann


-u
se
numn de PKi.vwn.rcn cunta rnm m mum m. i.-.*.

ra-qala*, e que he ron-i lera vetbanle a"*roenla'la
pela* crranle* d'ar q^e no lerrpn, o '*'* *ereno,
tiiua couitanlemeute ais til/* reu da almoi-
> pli-r.t.
A ligeirea com a qaal er *'ce a eia* ou remo* de que ten1'* ** 'tem 1u'rl|lo *er-
fTr.no t,m proporjjo cor" f"rSai roosculare doi
hornea* emprega I*, ni* n-aimbrea.
Se era tei da farra auiiana >e recorreue das
machina', p t fx-iv-Dl-* *' v*Por> ai difficoldade*
lanero ainda rnoitre*. P'<|o-e, p.ra levanl.ro peto
de machina, i*na ne*>i*arit> augmentar ai dimen-
' iln do lu.' e en-ii > casillos na ilifficol tade ; o
bala", qu-inlo maior he, mu se etpoe aoa perigoa
dai rente* d'.ir.
Sil) e qaal foi o runltilo da tentativa de Hal-
an, coixlruindo ama iva meclianica, eom mi mo-
lida* palo vapor.
A objerc*o que ae ha apratentado he qo* os pal-
naroa vium, e e ding-m com farilidade.
Mal e*la objeca lia Uo lanallque f.icilruenle se
Ihe recoiihece n erro.
1), pnsa.ro* im!*a-ra eni primeiro lugar ama 1-
leireaa epecfia ; os aeus o* l-m orna nolavel <|ue o* compoe, ob*erva-ie itis, levado a om alio
rau, as oas pena, sobre lado nos canos ; o* mu-
i olas 1o paito,emflm lem om* forja enorme,que pi-
i tfe qoass fabaloea, comparaodo com o psso com o
volunte de mu corpa.
N3o eaper.rnoaeoin todo que tantas duvidaa, como
lia, apreisotadas pelos h 'men* eminentes dasscien-
i'iaa physic.i*, facam rom que se desespere de te po-
ler um lia dar directo sos hal6es.
A randa do*Ida he echar orna malaria que como
.11 penn*i dos paaa.ro, rauna ama grande aolida a
urna utrema ligeirrxa.
A idea nao atorre, porque nio pode morrer.
Cmservada como om meio recreativo par lodos
mea qae arriicam a alravetsar o ares, alia iere
lie coatinoo estimlo aoa qae pemam no* innume-
ravaia beneficio* que de tal deicoberta viuham a
I ido o mondo.
O b tUo de 1794, empregado na belalha de Fleo-
ra. d.' j*' a conherer qoaes seriam os ptimos re-
sollados qae le tirara de semelhanle innovaba*.
Era dalla, daquelio ponto que p dia desafiar os
farorsi doi horneas, qaa um observadot fazia co-
thecer, poriignaes, o mol vo do inimigo.
O mar, e**e lerrivel elemento, a.ria desprtftado e
abandonado a saa ira looca e impotente.
Os daserentea jelgam islo impossivel, sem eJem-
irarem que esta mesma palavra era pronunciada
luando se fallava do vapor da eteclricidade.
L monde marche, dn*a Eogenio Palletan ao co-
me5*r om bello e eicellente livro. Quem o dovida '
O progresso moral e material do hornero he cada
vei maior.
A urna descoberta saccede-se ootra ; apoquina
eonveoiencia, vero uotra nao menor.
Urna gerac,ao morra, e dais* a' aagointe o Tracto
los seas trabalhos ; esta aperfeic.oa-o, e, imprimin-
lo-lhe om novo cunti de perleciibilidade, lega-o a'
Ju* ha de ir depois, nl que ehega urna que apre-
sla a idea completa e prompta.
Desde o primeiro calado do liomem qoe se pro-
nuncia a palavra impossivel e o homem de
Itoje de*mente o homem de hontem.
Que seria da homanidnde, *e no sea continao ca-
ininhar nio detiene vasligios da inlelligeocia qae o
ule Supremo Ihe conceden ?
Em que se assomelharia o homem i Daos se um
ne-mo systeroa, se ama moma v>da, uniforme, aoi-
ca, sm mudanza, o aoslrnlassa na Ierra 7
O humera nao nareo hoje, para aoffrer amsnhla,
moTer depnis. O homem nasceu hoje para traba-
liar, eslodtodo, e para le eperfeicoar amanhaa, e
por fim deisar o mondo, entra gando ao que Ihe da-
puta o lugar os resultados da loa penisteocia em me-
Iborar de aorta.
Deiai dizer qae o homem veio a esle mondo pa-
ra chorar, e offereear a Dos etsai lagrimas e essas
agoniai.
O que dizem iieo, apezar de convencidos de 13o
irroneo principio, vao-se aproveilamlo dos melhora-
menlos que sao creados por seus irmaos.
lde o paaaado. Vede easa* carnadas de p dis-
perso, de que cada urna representa ama cmlisa3o ;
analyai-ai ; edizei-nos se de ama* a oolrai nflo
ha orna nolavel differenca de peor para roelhor ; e
confe'iada ala venale, dizei-nos se isto nao repre-
, lenta a le immatavel da humanidade, caminhando
sempre indefinitamente para aro limito, que nan-
ea chega, rom qoe se Ihe destovolve a' proporrflo
que raimaba '.'
E eale na he o prngregio infinito, como algaem
qaer ; na be o progresso que nos leva a querer
Koal.tr o poder de Dos ; be o progresso indefinito ;
he o progresso' em virluds do qual nos avanzamos
sempre para om fim melhor, e sempre recuamos
diante do poder desse meamo Dos, qoe nos manda
imear.
A*sim o dimomlroo o maior apostlo do progre*-
ao, que tero eii-lido al hoje ; a*ira o cremo* nos.
e tu.lu que nao gritamos de continao pelos maiores
absurdos do ps*ado glorioso de nossos av*.
Quem ouee, poia, davidar, de qoe o homem na*
aoaa nao interrump'da* locobrac,ueg ha de inventar
om meio, p-lo qaal leve a cabo e**a empreza de que
fallamos, e que produnra' urna revoluro espantosa
oa aciencia e oas arles '.'
Ninguem qae, como n, liver f na inteligen-
cia humana, e esperar com perseveranra nos seas
briibaalii e loblimes resoltados,
Antn o Augusto Corle-Keal.
N. B. No alllmo numero de*tas refl'iOes sahio
por engao Testir em ve de Tst.
(Reie Orem.)


M.l A.MiLr.A.
lendimenlo do dia 1 a 4 .
dem do dia 5 i ,
10:555SVi7
21.11,5911
3l:6709ti
De*carregim lioje 7 re dezembro.
Patacho hresileiroDuna Amigosfumo e charutos.
Polaca hespanhola Aulonielamanas (ariuha.
Bngue inglezMillicenlbaci.lhao.
Barca imtleza.Vorvali lem.
Brigoe suecoAquillalabiaco.
Biigua purluguezMonteiro Idiversos gneros.
Brigoe hamburgusNanr)mercadorias.
Patacho ii.clatEtpresseferro e pimeota.
Bngue ingleztienevieveferro.
Brigoe iuile/.Anua Mrlbi-ktaboado.
Barea americanaImperador tartana e bolachi-
nha.
Hiate americanoRosamonddero.
Krigue inglezLord Althorpc.r*ao.
Brigue franerz Pierre le Grar.dcemeuto.
Barca americana Uennette farinha de milho.
MOVIMENTO l)A AI.FANUEGA.
Volamos eulradoa eom faieadti .... mi
com geuaroi .
Voloroissahidoa eomfazeadai.
om genero*
sgubaxcao *pMbo.
Lamentarnos a sitaagao em qoe ae acharo oa Srs.
Salgados, vendo a rtosabrida peraegoi^ao qae se Ihe*
faz, deudo que foram presos al hoje II ninu< >qoi
estabelecidos dede I82. casados com uossaa patri-
cias, trebalhadores e honrados nagociaole*. qae, ain
da na i n.i* consta, qua palas diversas crl*es pur que
lem paasado o nosso acauhado commercio, de*sem
piejuizo a algaem ; momo agora, qua tantos prejui-
zos tem lido por causa da deahoinanidade de um
credor, eaie meamo qoe hoje se arha pago de 130 e
tantos coolos ero por iso elle* deuararo de pagar a
todos tem o menor ahatiroenlo. He >em duvida para
louvar o generoso procedimento dos S's. M. & Ir-
ma i, rus procuradores que vento aqoelles salido-
res afflielm, tanto pelo que acabavam de fazer. co-
mo pela intervengo da jostic.a em seas e>laheleci-
mentos, tomaramobre si o pesado trabalho dos di-
veraoi ngacis da orna das eas*s dos mesmos Salga-
dos de mals tran*ac;des denossa pra;a.
Oanlo fallamos em persezairjao. he porque ella
na realidade eii*te anda qiietcciilta jamsit o nega-
r a eidade itileira. que bem a conhece, porqoe lo-
dos sabrm qoe o Srs. S'lgados nio deram sadulas
falsas a pe* ninguem, que prove esle crime, oo emaoto que pm-
eestadoi e pronaneiailos, como Introduetorea e pa-
tadare* de sadulas falsas ; e por qoe t por ama carta
anonyma dirigida a Salgado e Colmarles, allribuida
ao Sr. Nuiles Pinto ; eummouicando-lhes o que Ih
havia acontecido no Hio ; mas qae sendo preso, na-
da se Iht enconlrou, nem provou-se n qae elle dizis
na caria, quando a pulida da'li tez altas di'igencias!
Nao sevt qae aqai ha oquer que *eja de mallgoida-
de, pois um etcripio anonymo serve para plantar a
desgrana e consternaban de lanas familias? Por ven-
tora nao temos lei no no*.o paz qae falle t.lo alto e
claramente t Puii he preciso para cohonestar tanto*
desvario* que se reduia mulharea, filbos homen*.
aqu confnenlos aero mancha, ao maior deaeapero !
parece qoe nao ; esperamos qua o nobre juiz de i
reilo, vendo provea a faa innocancla no juramen-
to que devera' ser breve, fara' a devida ju-lica; pois
quandu ella he bem empregada, e na eiloa^au em
que ellas se veem, se deve tornar ufano aquelle que
administrar.
Cun*ta-niM qae lamben* se e*la' inttaorando pro-
ceno em Balante lo Sr. J.u Rodrigues Pereira so-
etu e garante da ca*a commercial que aPi linham us
ditos Sr*. Salgados a respailo do qual ja se publicoo
ama declarado tena por elle, mostrando sua inno-
cencia, e apena* distemos que he sabido, lano all
como aqai, que o Sr. Pereira suffiia naqoella villa
gran le oppoaicJo de aeus collegas no commercio, e
so para o verem dalli foraodenunciram de passador
de sedulas falsas, fazendu com que toase la o Sr Dr.
ehefe de polica, o qaal passanto-lhe bu-ca na sua
easa commercial e particular, nada Ihe enconlrou ;
assim como examlnou aoa eaciiplurarjao, eoireapon-
dencias particulares e commerciaes, e nada obleve
qoe *ervi*se da prova para condozi-lo preso para
esta ci lado, o qaal aqu esteve mais de tres meze,
a espera de saber n que se pretenda fszer eom elle:
e nao aera teto om propoailu croel manobrado por
equtlles meamos que linham o ja sabido daseju? *em
dovidi.
Nao podemos stlriboir semelhanle proce lmenlo a
outro fim, por qoe os melhoree lavradores e maior
omero de pe** a- daquelle lagar atam o diz, poi*
endo all sempre o negocio monopo!i*sdo com o
maior escndalo e dolo, foram os Srs. Salgados
quem plantoo a boa fe e modo razoavel do seo
melhodo de comroareiar.
Consta nos tambera que para aquella easa foram
cerc de duzenlo* conlus em fazenda* e dinheiro, em
todo lempo, que ella asa eslabelecida. e que vindo
esse pagamento em gneros do pai, em lempos qae
davam bstanle locro, nem por i**o apresenlou inle-
rdriei equivalentes, pur qoe, coro qoanto n;lo esle-
amos a par dos resultado que e d commercio, eom ludo somos informados qaa Irinla
edoas conloe de re* booveram t locns sogeilos
dividas na venda de genero* e de fazendas, o qae he
muilo pouco ; por tanto anda confirmamos qoe nao
bouve uutru negocio que nao fosse licito.
O jusliceiro.
(Do Commercial du Ceai.)
... -i-2
Tolal h
... MU
. -i'J
Total ilb
IMPORTACAO'.
Barca ingleza Klisa Haudie, viada de Liverpool,
mi ni lesin o segu n te::
58 caixas panno de algodao, 1 dila dito de dito e
lini.o, 6 fardos dito de lniho, 2 ditos bala, 2 calas
roeiaa de algodao ; a Foz Brothers.
SSaaJiaa maulimen o ; a J.daCuoha Naves.
10j canas e 16 fardos paooo de algodao, :i dilos
dito de laa. 4 d.io. cobertores de algodao, 1 csiia
panno de linho e meias de sed i, 3 ditas chapeos de
sel de algodao, 1 dita vanos objiicloi, 511 harria mau-
leiga ; a Jame* Ryder & C
8 eaxaa e 7 fardu* pauous; H. Cib*on.
40 tazas de ferro, 50 loaeladas de earvo de la-
dra ; a D. W. Bowman.
53 fardos a 19 caias panno* de algodao, 4 dlla
tinha, 50 barris manteiga, 110 barricas cerveja ; a
Isaac Curio & C.
1 caaa rtiu lezai ; a Feldel Piolo & C.
2 fardos panno de la, 1 Cito qoinquilharia,6
barria prego*, 10 dlot e 10 eaitaa fatrageot; 10
rolos chombo ; a Patn N*h a C.
14 gigos loura, 7 barricas dotiradiraa, II dlas
ferragens, 23 calas quioquillaria, 2 ditas linha, 6
fartos liu; a E. II. Wyall.
101 barricas cerveja ; a C J. Aslley A.- C.
I fardo i) 'i;.i de la, 6 caisa'i tecidos de algodao,
I far lo esleir*. I parafuso ; a Koslron Rooker.
3 caitas a 44 far un p de dilo e laa ; a N. U. Bieber ,i C.
100 feiiei pas de ferro ; a Anlrade A, C.
bo gigoa e 8 barricas loufi, 5 caixas ignoro, '2 di-
las papis ; a Soulhall Mellors A. C.
6 barrilinbns manlim'nlo*, 3o dilos salitre, 10
barr* dito refinado ; a B. F. de Sonta.
30 barria anchada*; a Brendir Brandis.
60 pegas e 4 caita< mecanisrro, 6 barricas entela-
ra, 70 ditas ferragens, dilos m mmenlos, 12 dilos
uleu de linha^a, 1 ceisa parafoios, 1 cita mtudezas,
1 dita hvroa para escriplorio, 3 ditas briro de linho,
-21 dilss panno de linho, 2 dlaa dilo de dilo e al-
godao, 8 caixas leocos de algodao ; Johotton Pa-
ler & C.
II caixas e 5 barril minlmi ntoi ; a M. i. C. da
Fonle.
5 caixis psnno de algodlo t lea, I dita e I fardo
tpeles e conns ; a Joao Kellei ii C.
15 tachas de ferro ; M. J. le Oliveira.
t caixa coosarvas, 1 barri carne ; i C. Slarr
(SiC.
1 caia 16 barril ferracen*. 2 caisaa lavaa,
meias desada, ditas de algooao ; a J. F. Prenle
Viaooa.
Patacho nacional Vlenle, v'ndo do Rio de Ja-
neiro, manifestoo o segoiale :
443 barricas farinha detrito, 200 brrris mantei-
ga, 22 ditoi loucinbo, 8 caixdes fazenda, 1 dilo
li, -' liins cha, 2 diloi rap, 1 encapado charolo-,
5 caixas livro. n*ado3, 1 dila ojjeelos oe tatele, 1
dra roop, 600 canas sabao, 50 cestos champauhe.
65 rolos fumo, 10 lceos farinha de maadioca, 1
barrica cat, 160taccot feijo ; a ordem.
9 volme* mercadorias, 2 c.iitdes cha ; a Fer-
nn le* & Filbos.
2 cuixoes chapeos ; C. i Irioaus.
1 dito ditfa* ; a M. F. M. Mia.
Hiale nacional Duvidoso, viudo do Aracaly, ma-
nifestoo o seguiole :
149 couros salgados, 3,305 cmros miados, 1 paco-
te cera de abelha, 216 meio. desoa, I barril 10
eaoadae de azeila de carrapato. 1 eaiao velas, l.li
saceos faiinha de mamloca, 107 ditos gomma, I
barril com 8 arrobas de fumo, 7,000 paihaa de car-
naub 4 embrnlhoa, 181 libra* de peonas, 1) cai-
tas 46 arroba* e 20 I bras de velas de carnauba.
91 saceos, 333 arrobas de c>ra de caroauba ; a
ordero,
Palhabote nacional Dona Anigos, viudo di Be-
ba, consignado a 3. Rodrigue! Viaooa D.. mani-
festoo o aeguinte :
8 caixas e 6 fardo* madapolao. chitas, leudos de
dita e eaa*as ; a Soothall Mel ors 4 C.
1 raixao charutos. 5 dito cutis ce hrim a dilos
da vetlidos de seda ; a Schafaillio & C.
1 caixa brlm de algodao ; n II. bson.
40 barrite 60 m-ios mante ga ; a Jos Joaqun
Das Femantes & Fihos.
1 ci\5o renda*; a Francisco Cuedei de Araojo.
2 diloa charuloa ; a Antonio l.uiz de Olivetra
Azevedo.
4 dilos ditos ; a D. Alees Malheos.
4 ditos ditos ; a Jus Antonio da t'.unha & Irmao>.
ca i, rhalea de la, 20 barril servido*, 70 rolo.
fumo. 100 fardos algodao, 1 eaixdo miasen, I bar-
rica cera da Ierra, 1,700 quarlmhas, 34 canuca a
991 canillitas cliaruloe ; a ordero.
CONSULADO CERAL.
Rendiroenlo de dia 1 a 4 3:8913049
dem do dia 5....... 4:938j969
urna
UjJ
Alqueire
alqueire
. $
Cera de carnauba em pao..... .
i) em velai...........
Charutos bous...........cenlo
" ordinarios........ .
regala e primor ....
(".oros seceos............cenlo
Couros de boi salgados.......
i) seceos ou espiados.....i>
b verdes.....*...... d
i de ouc,a.......... L'm
i> a cabra corlidos.....
o a carneiro......... u
Doce de calda........... %
o n goiaba..........
secco............ ti
jalea.............
Espanadures grandes........uro.
pequeos.......n
Esleirs de preperi.......
Eslpa nacional........
eslrangeira, uni d'obra
Farinha de aramia.......
o milho......,
a mandioca......
Feijao.............
Fumo em rolo bota .....
ordinario .......
em fulha boro......
" a ordinario ....
restolho.....
Cengibre...........
Comma............
Ipecacuanha.........
I.cnha de.achas grandes ....
u j pequeas..... a
a d a troi....... d
i'ranches de aoiarallo de 2 costados uro
o B lonru......... B
Costado de amarello de 35 a 40 p. de
c. e 2 % a 3 de I..... >
ii de dilo usuaes....... b
Cosladiolio de dito........
Soalho de dilo........... b
Forro de dilo........... b
Costado de lauro......... a
Cosladinho de dilo........ b
Soalho de dilo........... b
Forro de dilo...........
b b cedro.......... ,
Toros de talajuba......... quinlal
Varas de pereira......... duzia
b d aguilhadas........ d
b b quiris.......... o
Em obras rodas de sicupira part c. par
----.
alq. 2
>
cenlo
ar b eixos b
Mel..........
Milho........
Pedra de amolar .
i) filtrar .
rebolos .
Piassava em mollius.
Ponas de boi ... .
Sabao ........
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
Sola ou vaqueta .
Tapioca.......
Fullas de boi .
Vinagre .......
cauada
alqueire
una
. om
rento
A

meio
f
, cenlo
. pipa
llWKN)
13JIIO0
1J700
9800
25O0
39810
J200
(240
llii
155000
1*400
too
Sillo
5320
5800
9610
29000
iBOUO
5JI0
iiaoo
10000
2.>VW
:OK00
45000
89IWO
10(800
60OOO
125OOO
89J00
fijlOO
28000
9 49800
320000
23500
ISOOO
125000
355000
259000
455000
205000
165000
125000
85OOO
125000
10-5000
69000
49000
45000
15280
I56OO
15920
19280
305000
205000
9260
25560
5640
5000
13000
5200
15200
5120
209000
69OOO
49200
59OOO
9320
orooo
PARA' 26 DE DEZEMBRO DE 1857.
Importarlo.
Agurdente de canoa
o forte .
Anizeta.......
Azeitonas .......
Azeite doce.....
Alhos........
Armas lazarinas .
hullandezas. .
Assocar.......
Btala*........
B.icalhao......
Banha ........
Chapeos de Chile. .
Cerveja........
Cevadinha ......
Cominhos.......
Chourie^as......
Carne secca.....
Cera em velas. .
Cha hyson......
Chumbo de muir,.o.
Cabo rte linho .
Caf pilado......
1 com casca. ,
Erva-doce ......
Figos seceos.....
Folha de Flandres. .
Farinha de trigo. .
Genebra em.....
Licor.........
Massas........
Manteiga inglez!. .
fiance/.i. .
Polimentos......
Pez.........
Papel pardo.....
Presunto.......
Paio.........
Pntenla da India .
Passas........
Plvora uicleza .
" ame irana. .
Oueijo* flamengus .
Sal porluguez .
do Maranho. ,
Sola.........
SpertoaeeU.....
Slearina.......
Sabao de Maranho
C-bolas........
Touciiihn......
Tachos de cobre ,
Vmho branco ...
u tlllfo .
. pipa
. garraf.
D
, ancorl.
barril
, inaiiinca
. urna

. arroba
B
. barrica
. libra
uro
. duzia
. arroba
libra
B
quintal
arroba
cana
barrica
garraf.
botijas.
pipa
duzia
caixa
libra
B
duzia
barril
resma
arroba
duzia
libra
cana
libra
11
om
alqueire

meio
i libra
o
.
mil er.
, arroba
. libra
. bar de 5
8:000
4:000
1:1*10
36:000
-.090
5:000
4:500
4:600
2:000
25:000
:480
6:500
4:500
4:000
8:000
16:000
4:500
1:300
1:600
22:000
SfcOOO
6:000
6:000
9:000
4:000
22:000
24:000
4:000
:130
115:000
1:400
5:000
:700
:5.5o
35:000
luto Jos Bene lictu do Kspirito Santo.
Dito Pe tro Matlioi e Joaquim Jos Lima de
Soasa.
DiloJo vidra de Souza Cuedes e Antonio
Jos I cadet: l.uiz Jos de Souza. .
Dilo Feliciano Caliope Monte i ro de Mello.
2.i dito i'raifcisro Pereira Peixoto.
Oito Mai oel J is Gontjalves (9).
1 sargento Francisco Eluardo Benjamin.
Dito Matioel Saturnino da t:unba.
Cabo 1 h o loro Jos da Silva.
Dito Joflo Francisco dos Prazeres.
Dilo Jos Raya undo de Carvalho.
Dito Izi iro Jos.
Di'.o Juo Dommgues da Cruz.
Sol lado .los Theodoro de Azevedo.
l'ilo F ai.cisco Jos dos Sanios.
Dilo Thon do Espirito Sanio.
Dtto.M noel da Penha.
Dito Marcolino Evangelista da PaisSo.
Dito Luiz i.orrcia Lima.
Jos Benlo da Cunba Figueiredo Jnior.
Secreta ira do gobern de Pernambuco 19
de deziii.bio de 1857.
S. Exc. o r. presidente da provincia, era
observancia de ordem espedida pelo minis-
terio dos negocios eslrangeiros, manda fa-
zer punlico tiesta provincia o seguinle an-
auncio, transcripto do Jornal do Commercio
n. 323 de 24 de novembro ultimo :
Ministerio dos negocios estrangeiros.Os
proprtelcrios dos uavios Guyana, Doos Ami-
gos, Isabel. Aven ureiro, Virginia, Esperan-
za, Felicidade, Somma Viva, Emprehenle-
ditr. Inprovlso Bella Niquelina, Sania Cruz,
novo Mello, Magano, Piratinin, Purissiaia
Coticeigao, e vapores S. Sebasliiioe Piquete
de Sanios, sao rogados a virem ou maoda-
rein seus procuradores secretaria de esta-
do dos negocios eslrangeiros, dentro do
prazode 60 diis, para darem alguns escla-
recimenlcs relativos aquelles navios. Jos
Beuto da Cunlia Figuenedo Jnior.
vtetaf* *>**
Pata Lislioo.
Sep;u'em poneos lias o vtlciro hrifjne
portugus Peninsular, por ler paite de
seu carree-amento prompto, quem'no
mesmo qutzer carregar ou ir
e pana-
fallidas do baile Aula de prtsnei-
ras Id tras.
S:S3U^i|h
DIVERSAS PRJVIBCIAS.
Keadimettte do da 1 a 4 6524419
dem do dia 5 ...... 18a2l5
8418634
DESPACHOS DE EXPOHTACAO PELA ESA
DO CONSULADO DESTA CIADE NO DIA
5 DE JANEInO DE 18*.
Buenoa-AyresBngue balea oEogenino, Aroorim
Irmflos, 25 pipa* alcool. e 15 dita* cachaca.
Illia de S. Muoel Patacho portugoex Liman,
diverios enrragadores, 92 barricas aaiacar bramo
e mascavado.
Lisboa Bngue portugaez aPeoiuiulas, Novaei A:
C, 35 barms mel.
I.i-bo.iBacca norluzuexa I siirac, diseos carre-
aadore*. 74 barra mel.
Lisboa Barca portogoea Progre'sislaii Thomaz
da Aquino Fonseca c\ Filho*, 3 barricas ssto-
ear branco, e 1 dita gommi.
LisboaBarca nacional asnoelian, Amorim IrmAor,
e Jo*e F'i itarils P. Vianr.a, 401 saceos gomma.
HavreCalara franceza i}liadao, Lasserre 4t .,
856 couros sslsadoa.
CanalBriitue initlet nliarr) Hainco, James Usier
6 C, 2,400 saceos a*ucir mascavado.
LiverpoolB'rea ioglexa aProsperou, Johnstou Pe-
tar A C, 900 saceos assorar mascavado.
EXPORT CAO'.
Ceara', Acaracu' e Mund mu", hale nacional So-
bralensa, de 9" toneladas, c. ni lu o o seguiole :
447 vnluine* f.nenda e ootras mercadorias, 200
arrobas da carne sreca, 17 barras d* ferro, 2 fogoes,
I fogareiro, 15 olumes sanear e acoardenle.
Cosa da Mina eom sscali pala Bahis, biigao por-
tugosi Encantador, conduzo o stgoiate :__150
pipas e 5 cascos aguardenli-.
RECEBtDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEHNAMBL'CO.
Rendimenlo do dia 1 a 4 682JS80
dem do dia 5....... 609^580
Vinagre
francez. .
hespanhol
. pipa
...
... c
. barril
Exportadlo.
... arroba
11:000
1:600
:280
7:500
:700
:600
1:400
1:000
:700
4:000
: 600
:U80
10:000
:950
50-.IHK)
50:000
300:000
240:000
280:000
20:000
110:1100
8:500
4:500
1:300
37:000
:I00
5:500
5:700
5:6(,0
2:500
26:000
:.'i0O
16:000
5:000
4:500
9:000
17:000
5:000
lino
23:000
38:000
&8Q0
6:500
10:000
5:000
21.(100
26:000
4:500
:i(l
ISOHWO
3:600
6:000
:750
:600
40:00n
6:300
1:000
15:000
2:000
:30
8:000
:750
:700
1:500
1:200
:800
4:500
1:000
:700
:10
8:000
11:000
1:000
60:000
5i:000
350:000
2.50:000
300:000
22:000
Companbia de aprendizes marinheiros
AChaudo-se creada nesta provincia, por
decreto a 2003 de 24 de outubro tiltimo,
urna companbia de aprendizes marlnbei'os,
sob es ti- .' mas con ligues das do Rio de Ja-
neiro e Bitiia, pelo que deve ser formada de
menores de 10 a 17 anuos, convtla o Inspec-
tor do ar.icnal de marintia as pessoas que
queiram aprsenla! seus lilbos, bem como
prenles na qualidade de nicos ascendentes
ou tutores, para a mesma companbia, o l'a-
zerem com brevtdade. ccftos de imtnedta-
lamente entregar-se-loes, caso exijm, a
gralilic'cSo de 1009 porcada um, autorisada
no decreto n. 1591 de 14 da abril de 185.
sendo que a apreseutac,ao dos mencinalos
em segur do lugar deve preceder a cumpe-
lenle Itct nga do jtiizc dus orphSos.
lnspeci;So dn arsenal d msrnba de Per-
nambucc em 26 de dezembro de 1857. O
inspector, Eliziario Antonio dos Sanios.
O Um. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucSo
da junta da fazenda, manda fezor publico,
que no ca 21 de Janeiro do anno prolimo
vtndourc. vai novamenle praca para ser
arrematado a quem por meaos fzer a obra
do acude do om Jardtm, avaliada em
1:l55oOOO.
E parfi constar se man 1ou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secreliria da thesouraria provincial de
Pernamtuco 30 de dezembro de 1857.--,0
secretario, A. F. d'Annunciaco.
--- O lllm Sr. inspector, om cumprimen-
to da v ithiro da junta da fazeoda, man-
da fazet publico, que no dia 21 de Janeiro
do anuo prximo vtndouro, vai novauente
a praca para ser arrematado a quem par
menos lizer a obra de 2 lanqo da ramiica-
c3o do .apomim, av..liada em 10:0805000.
E para constar se mando j aduar o pre-
sente e publicar peio Dia m.
Socolara da thesouraria provincial de
Pernai juco 30 de deze bro de 1857. O
secretario, A. F. d'Annunciaco.
Pisla administrado da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que os 30
diis uteis par o pagamento a bocea do co-
fre, do primeiro seaiesire da dcima do anno
linanceiro de 1857 a 1858, das Ireguezias des-
la cilla le e da dos logados, findam-se no
dia9df Janeiro vindouro, e incorrem na
multa de tres por cento sobre os seus dbi-
tos todos os que pagaretn depnis deste pra-
zo. Mtsa do consulado provincial 31 de de-
zembro de 1857.
A ti ionio Carneiro Machado Rios.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial manda fazer publico, que do dia
? do crrente em diante pagam-se os orde-
na ios e mais despezas provinciaes venc Jas
al o ultimo de dezembro prximo (indo.
Secret-rta da thesouraria provincial de
Petnamboco 2 le Janeiro de 1858.O secre-
tario, Antonio Ferreira*d'AnnunciaQ3o.
"era para o que tetn cxcellentes eotnmo-
dos trata-ic com os consignatarios Novaes
& C. na ra do Trapiche n. 3i.
Para Lisboa, o brigue portugoez Rp-
solvido esta apto para seguir com muita
brevidade, por ter a maior parte do seu car-
regamento contratada : quem qnizer apro-
veitar-se da prara que anda resta, e das
boas con lines que o navio offerece, relati-
vas a sua construceno e marcha, dirija-sea
ra da Cad'ia do Recite n. 12, escriptorio de
/(aliar & oliveira.
PARA II RIO
DE
Segu com muita brevidade o veleiro bri-
gue nacional Tres Amigos, de primeira mar-
ctia, tem prompto dous tercos de seu carre-
gament; para o resto, e.'cravos a frete e
uassageiros. para os quaes temexcellentes,
comnio'los, trata-se com o seu consignatario
ntonio i.un de Oliveira Azevedo, na ra
da Cruz n. 1.
Para a Baha
A veleira e bemeonhecida sumaca nacio-
nal Hortencia, pretende seguir com muita
brevidade ; tem a bordo dous tercos de seu
carregamento; para o resto trata-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. I.
Para a Baha.
O veleiro e bem conhecido palhabote Dous
Amigos, pretende seguir com muita brevi-
dade, lem prompto parle do soucinega-
mento para o resto, trata-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, ra da Cruz n. 1.
companhia
de navega^o a vapor
Hamburgo Brasileira.
Espera-se do sul o vapor hamburguez Pe-
tropolis, e depois da demora do costume se-
guir para Hamhurgo, tocando nos porlos
de Lisboa e Soulha ton : qualquer infor-
marlo com os ageotes N. O. Bieber & C. na
ra da Cruz n. 4.
SrilM.
I.eilao da curta de airetamento.
Na po-ta da sala ua Associaca* Commer-
cial vende-se hoje ao meio dia em ponto
pela intervencfio do corretnr John Galio, a
carta de afreta monto do brigue francez
Charles e Berthe al o MeJilerraneo, in-
cluindo Trieste, ou para Havre.
Leilo.
Quintafe.ra. 7 do cor-
rente.
O agente Pestaa fa- leilo qointa-feira.
7 docorrenle, pelis 10 horas da rnanha, a
porta do armazem lo Sr. Atines, de 100 sac-
eos com arroz da India.
Algodao .
A*orar bruto ....
Arroz de vapor. .
era caica .
Borracha fina ....
enlrefioa. .
" groua .
Cacao........
Cr-vo........
Cailanha.......
(almai ii.......
Cooroa aeccoi ....
Vanle....
Farinha d'asua .
Gamma peiie.....
litiaran.......
Oleo de cnpahiba .
Pias*aba em rama .
Pmiry........
Sala parrilha ....
L'roc em mana. .
u em grao. .
Tapioca.......
PRECOS
OoroPegas........
i' Soberanoi......
i) Moeda de 43.....
o linca, hripanholai. .
a mexicana*. .
agniai de20praoi .
PrataPataca lirspanh. .
n meiicana* .
o n francezaalr
^Londrea 25 ora.:
.Franca 370
AGIO Arcos* do 11. 130: Daaronloda latir* 1 0|0
(Diario do Commercio do Pai.)
alqueire
arroba
alqieire
. libra
libra
11
alqueire
libra
u
30 libra
i arroba
libra
arroba
6:800
2:600
2:000
10:500
9:000
5:000
:240
:170
:800
:800
13:500
28:000
5:000
. panano :
. alqueire
DOS METAES.
16:000
9:200
9:0J0
30:000
S9HM0
36:500
CAMBIOS.
7:000
3:1 H;0
2:100
11:000
7:000
7:000
7:500
3:500
:100
180
2:500
1:000
1:000
14:000
1:600
:600
32:000
9:0'JO
4:000
5:500
Nao ha
a
Muilo
procu-
radas.
2:020 NAo ha
1:900. Nao ha
.Nao ha
Lisboa 105.
1:238}460
movtoRtwip $9 vom&
tttiirt <>$t0&.
CONSULADO
Rendimenlo do dia 1 a 4
dem do da j .
ROVINCIAL.
1:40(9169
3:510/682
7:9115851
PALTA
do* precot corrente* do atmear, algodao, mah
enero* e prodcete* nir.tonae* que *e d"pa-
cham va me*i do cor.sul.ado de Pemambuco
na semana de >i a 9 ie^lantiro de 1858.
. (B
IVavio entrado no dia 5.
Para e portoi intermedio* 7 dias e 5 horaa, e do
ultimo porlo II horas, vipor nacional Oyapocko,
commandautt o 1.- teDente Aotonio Crrela de
Brilo.
Navioi sabidos no meamo dia.
Macein e portoi nWrmediosVapor nacional Per-
-luunaan. commaodanle o 2.' tinenta Joaquim
Alvea M Tir.
New-VoikHiale americano ti. Darlinga, eapilao
W. M. Tery, *m lastro.
BahiaSumaca nacional illorlencian. capil.li Joa-
quim de Souia Cotilo, caraa v.rioageneroi.
M*r.
Pela administrarlo da mesa do conso-
lado dasta cidaie se faz publico, que de
conronnidade com o disposto no art. s88 do
regulatnento de 22 de junho de 1836, se hSo
de arrematar porta da mesma, no dia 9 do
corren e, a 1 hora em ponto da Urde, 60
saccas com algo lao do primeira qualiJade,
com o peso de 287 arrobas e 22 libras, no
valor de 2:4165575, ten lo si lo esse algodSo
apprehendido pur o agente fiscal da Prahi-
ha nesla capital Jos Joaquim de Lima, e de-
finilivttmenlo julga la procedente a a^pre-
iiens3u por o tribunal respectivo daquella
provincia. A arrematado ser livre dedi-
retlo ao arrematante : os licitantes, piis.
podeni compatecer a hora indicada. Mesa
do consulado de Pernambuco 4 de Janeiro
da 18i8.O administrador,
Jo3o Xavier Carneiro da Cunha.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 ccoselho administrativo tem de comprar
o segiinte :
Para o meio batalbo do Ceari.
Bonetes 13; casemira verde, ct vados 6
l|8; -lita auiarella, covados 3 l|6 ; boiOes
gcandss de metal amarello com a lettra C
686; ditos pequeos com a mesma lettra
441.
Armazens do almoxarifado.
Arcos de ferro de pollegada e meia, ar-
robas 10 ; pos preto, arrobas 2 ; rulos de
petia mar lini 4 ; seccante irroba 1 ; azeite
de coco, caadas 47 ; pavios duzia.s 9 ; ve-
las estearinas, lloras 100.
Quem quizer vender, aprsente as suas
propostas era carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 13 do corrente
mez.
Sala dassessOes do conselho administrati-
vo para fornecimento do arsenal de guerra,
i de Janeiro de 1858. Bento Jos Lame-
nha Luis, coronel presidente Bernardo
Pereira do Carmo, vogal e secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumpri-
mento do art 22 do regulamento de 14 de
dezenbro de 1852, faz publico, que foram
aceitas as proposta de Guilherme da Silva
Assucar branco.
o mascavado.
s refinado .
Algodao em pluma
K(?t0.
CAMBIOS
Sabr Londre*, 21 90 d. v.
Paria, 390 a 100 ra. por Ir.
c Liiboa, 110 por % d* pramio.
De*-onto de lellra*. 12 a 15 por cento.
OUROOnjai heipanholas......3IJO00
Dual meiiranas..........3Qj- (,(j
Moedas de 65100......169500
r de 49O00......9o300
RAA.PatacSe brastleiros.....29 80
Dito* eolumnarct. .... 291 80
Ditos mexicanos ..... l98b%
de 1.a surta
11 2 o
i) 11 3
b em caroco.........
Aguai ardeotesalcool, ou espiriln
desurdente. .
t> de cachaca.......
de caima.......
distilada de reino. .
Genebra.............
a ...............
Licor ...............
caada
cauada
botija
caada
garrafa
arroba
alqueire
caada
tsono
2-i 00
51120
lisSOO
l'|->i'ill
6*000
1?70O
lOOO
.-"1 11
S64H
9800
9800
9280
MMiil
-liHI
39500
29OIHI
19920
29>b0
2SO00
IO9OOO
:l9(KKI
19INNI
Folhihas de
almanak.
Acliam-se a venda na livraria ns. (i e 8
da praqa da Imlependencia as lolliinlia>
comoalmanak administrativo, mercan-
til e industrial para o anno de 18S a
0*0rs. cada uma.Tendo o preco do tra-
ballio ty pographico subido mais de 60
por cento do que se pagava 110 anno
paasado, nao foi potiivel ao editor con-
servar o preep antigo como desejava e
mesmo o accrescimo nao esta' em relarao
ao pteco que elle paga as operarios.
Temos por vezes levado ao conbe-
cimento do publico que um unecionario
publico tendo abusado da conlianra de
um homem de quem se dizia amigo
coniprometteu-o em quantia nao pe-
quena, e ten lo alcancado ttido quanto
ambicionava, nao tem dado cumprimen-
to a seus tratos; e pelo contrario vai en-
tretendo-o com promessas vaas, sem que
trate de acabar com este desgrucado ne-
gocio, isto ha mais de 7 annos Quem
tal dira Basta de tanto scll'rimento
Sr......Se dentro de 5 das nao
esti ver este negocio acabado, levantara' o
veo que cobre esta perfidia.
Precisa-se de urna mnlher livre ou
escrava, fiel e de boa conducta, para cozi-
nhar e ensaboar em casa de putea familia,
pagan ln-se bem, e tambem sabir as com
pras quan lo a escrava da casa n'o o poder
fazer: na travessa da Concordia n. 19, se
dir quem precisa.
O professor Torres bandeara avisa
aos seus discpulos que tem resobado
abrir a sua aula particular de preparato-
torios no dia 11 do crtente.
Pergunta-se ao Sr. proprietario da
primeira linha de mnibus, qual o regu-
lamento eiue o .intonsa a admittir nos
seus mnibus 28 e ">2 pessoas ? Se isso he
pe mittido por urna lei, pede-se-llie que
a puble|ue, alien de nao vvennos Iludi-
dos e incommodados. Isto Ihe |>ede
Uui dos :>-> do BtHFICA.
Sr. Joac|uim Antonio de Uoraes
Arroz pilado...........
a em casca.........
Azeite de mamen a......
11 nicinlolim e de coec.
de peixe........ n
Ave araras -.........una
papagaio.........um
Periquilo6.............. u
Bolachas.............. .u
Bisrolos.............. d
Cacau...............
Cachimbos.......,.....milheiro
Caf bom..............arroba
a em trao reslolho...... 491X1O
a com rasca........... 4; too
a muido............. ,. unido
Carne secca ,.,.,,...... OjjOO
Secretaria do governo de Pernambuco 19
de dezembro de 1857.
S Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da fazer publico, que extslem neta secreta-
ria, ja informados, os reqaerimentos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes leem
letxado de ser remeltidos s secretarias de
estado por falla le pagamento do respec-
tivo porte no correio.
Jos Rodrigues de 'vraujo Porto.
Vicente L'mbelino Cavalcanti de Albuquer-
que '.2 .
Joaquim Jos dos Santos Araujo (2;.
a duecco da cumpanbia de vapores a re-
boque.
Dtogo Jaques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Augusto Pater Cesar.
Jos Jernimo Monleiro.
Mtnorl d Rocha Los.
J jilo taplista do Mtiaral c Mello.
Joao Carlos lsli>ber sentenciado)
lr. Jo? Muniz Cordeiro Gilahv.
MCapilati Hancisco Amonio CaVvalho.
SS DitoTmorrio Hilario da silva Tavares.
'ni!o,.,i1oJos fancisco da Silva.
55,0o; Teen te Antonio Vctor deS Ilarreto.
Cuimar3es, Antonio Pereira de Oliveira lia- que raorouott mora na ra do Caldeirc-
mos, e Rodrigues Kibeiro, para fornece-; 10desta cidade, iueiiadrif;r-ea esta lv-
Kna'du Cresr > n. 4.T
Vendem se riqusimas sabidas de baile.
tle merm de tolas as cores, e todas enfei-
tadas no ttltim) goito da Europa ; tamlijm
se ven lem tiras e baba Jos bordados em lina
cambraia.
Ti.sOOO ra.
Na praca da I ti lepen leticia ns 12, 14 e 16.
ven lem-se bon-, cha eos de marroquim oor
350(10 ebegados ba pouco; clteguem, antes
que se acabem.
N. 13.
Dunmmer Schnack.
Irinanduiie do SS Sacra-
mento do Corpo Santo.
O actual juiz da irmandade dn SS. Sacra-
mento da mat>iz do Corpo Santo, convi 'a a
lodos os seus irmaos, para que se dignem
comparecer no consistorio da refe i la ir-
manlade hoje (7) ao meio dia, alim de que.
reunidos em mesa geral, possam resolver
sobre negocios tenientes a mesma irman-
dade. -- o thesoureiro,
Joo remandes Baptista.
- Compram-se tres plices da divida
publica : quem as tiver para veuier, di-ija-
se a ra da CaJeia do Recite n. 55, ou an-
nuocie.
No dia 2 do corrente mez ficou por es-
quecimento no lugar do embarque no porto
do Recite, caes do Mesquila. um embruloo
coa, 10 libras de rap e -4 livros ; quem o
achou, poder entrega-lo no armazem de
Manuel Tavares Corleiro, na travessa da Ma-
dre de Dos n. 18, que aletn de nSo se que-
rer as 10 libras da rap, e s os livros, se
gratificara.
Aluga-se o primeiro andar da casa da
ra Direila n 88 : os prelenlentes dirijam-
se ao segundo andar do mesmo sobrado pa-
ra tratar.
Precisa-se alugar urna preta que saiba
bem vea ler na ra ou bem engommar: na
ra larga do Rosario n 46, segunjo aular
A?eni;;t'.).
Queijos do sertiio os mais frescaes possi-
vois : ua ra do Queimalo n 14.
Attencao.
Farinha de manlioca, milho e fetjSo o
mais barato do que em outra qualquer par-
le ; na ra do Queimado, loja de ferragens
n, 14.
Precisa-se alugar urna casinha proxt
ma a cidade, e que seja a margem do no,
lugar onde se Dossa tomar banno, oa se
bouver urna casa de familia que esteja as
con nene, exigidas, que queira alugar um
bom uiiarto, dirija-se ao hotel inglez, que
achara com quem tratar.
Pracisi alugar-se urna preta escrava
que saiba engommar e cozintiar : a tratar
na ra Nova n 8, ioja do Sr. Jos Joaquim
Moreira.
Precisa-se alugar urna escrava queco-
zinhe o diario de urna casa de pouca familia:
na ra Nova n-10, defroote do deposito de
pianos.
Pede o abaixo assignado ao lllm. Sr
thesoureiro das loteras, que n9o oague o
premio da soite que sabir un n. 3016. sendo
meio bilhete da lerceira parte da primeira
lotera a benelicio das obras do Cymnasio
desta pnjviticia, sen3o o annunciaote pur
se Ihe ter desencamiohado. Recife de Ja-
neiro de 1858.Jos Antouio I.ette.
Lotera
Provincia.
PR1MCIRA DO ANNO DE 1858,
Os abtiso assina los avis m aos seus fre-
guezes, que sabbalo Jo corrente cotre a
loleria, e que lem um resto de bilhctese
T.eios, de muilo boa umeracao : no aterro
da Boa-Vista, loja u. 56 ; assim como, que
desconfa ven ler as sortes maiores como
das ultimas loteras.
Silva CuimarSesiSf 6.
Manoel dos Santos Leal tem trata-
do vender a sua loja do funileiro, sita na
ra Oireisa n. 47, a Sra. Romana Mara
da Conceico com loja de calcado na
mesma ra n. 45 ; se aljjuem fica pre-
judicadocom este nejjocio annuiicie (elo
"Diario at o da 9 do corrente.
i) abaixo assignado declara que o bi-
Iheteinteiro n 2659 da loleria tercet-a parte
da primeira do Cymnasio Pernambucano,
pertence ao lllm. Sr. Dr Delpnino *.uguto
Cavalcanti de Albuquerque ; declara mais
que o mesmo bilhete lica em seu poier. Re-
cite 5 de Janeiro de 1858.
Silvino Cuilherme de Barros.
No dia 25 de dezembro do anno pas-
sado fugio doengenbo Mozambique, fregue-
zia deS. Lourenco da Malta, o escravo An-
tonio, de nac^o, que representa ter 40 an-
nos. pouco mais ou menos, com os stgiaes
Sfguintes : falla de denles na frent-, um*
cicatriz uo rosto do la lo direito, alguns ca-
bellos Imneos, e tetn no braco es.iiie'do
quasi ao p do hombro um calombitibo do
tamanho de urna ptomba, e qiiando se f*ll-
comelleGca sobresaltado; foi vsetido rom
caifa de brini escuro e camisa de algodSo
trancado azul, he costumado a fugire mu-
dar de nome, diz que he criouln, o quasi
sempre diz ser do mato de algu engenho ; foi escravo ie Rulino Jos dos
Sanios, de Campiua Grande, que o vendeu
a Francisco Cavalcanti de Albuquerque des-
la ci Jade Este escravo esteva fgido dous
annos, oceulto as malas de Campia Gran-
de, sendo agarrado em novembro prximo
passado : quem o apprehend-r e levar ao
referido engenho, ou no Recife, loja d*
ra do Queimado n. 10, recebar lOsOM de
gratificarlo.
Aluga-se um escravo crioulo, moco e
bom cozinhetro quem pretender, emenda-
se eom o portei'o do coosuladj geral, na
mesma reparlcSo.
Manoel Jos Leite tem constituido por
seu bastante procurador, para promover a
cobra tica de seus deve 10 es, moradores nes-
ta cidade, ao Sr Joao Augusto Banleira de
Mello, a quem passou, para este lim, a com
ptenle procuraban ; roga, pois, o annun-
cianle a ilos seus devedores, que hajam de
enteuder-se com o mesmo Sr. Banleira na
ra do Queimado a. 10, loja.
Veude-se o velrtiro patacho Valente,
de 134 ton- ladas, forrado de cobre, pro npto
a seguir viagem para qualquer parle, adia-
se funleado uo anco'adtiuro da descarga,
confronte ao trapiche do algodSo : os pre-
tendentes o poJerao examinar, e para tra-
tar, na ra da Cruz n 1. escriptorio de An-
tonio Lujz de Oliveira Azevedo.
Ven le-se no escriptorio de Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo, na ra da Cruz n-
O abaixo assigaa4o $via aos pas de seas
alumnos e ao es.K-itav-l pulntco, que no da
11 do correa te im riiaaltVw ach* a coi con-
ttnuaQSo das futircoes teteu m gisterio, na
mesma ra, Iravessa d >s ttposl', casa n.
16, continuando admitttr tlamnos externos
e internos : ns a.lult'S ou artisUs que por
ventura quizare a apren 1er a Ver, escrever e
contar tarto a dimitidos das 6 as 8 horas da
umlaV Manoel .!> Souza Cor leiio Mmoaa.
O Sr. Nimefio IVreira de Castro queira
dirigirse a Boa-Vista, ra lo* Caellio*. pn
meiro sbralo de 7 janellas, patsanln a
igreja de S Conclo. alim de receber uxias
cartas violas deCabaceiras e tambem Mal
le outra carta para um Sr. Retojamn, oon-
ves, que aoJou pelo mesmo lugar veadendo
o uro.
A pessoa que em a noite de Natal, na
igreja do Carmo, procurando urna caeolett
que perlera, acloi um alfinete de ouro,
quereaio relilui-lo a soa dona, Irr.ha a
bon la le de oirigir-se a ra do Caldeireirrt
n. 5t, onde se Ihe dar os signaes do alCne-
te, apresentan lo-se-lhe oulras pecas de que
Tazia parte ; ou tenha a bondade de anona-
dar sua morada pa a ser procurada.
SVSTEMA MEDICO DE IIOLLOWYA
PIULAS HOLLOWAY.
Esle inestimavel especifico, comiostotn-
teiramentedehervas medicinacs, nao coo-
tm mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais lenra in'anna,
ea complcico mais delicada, he igualte*,
le protnitlo e seguro para desarraigar o mal
na compleiv'ao mais robusta ; be inleira-
menle itmocenle em suas operacdei e effei-
tos ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
leuazes que sejam.
Entre millures de pessoas curadas
esle remedio, mulas que ja estavan as
tas morie, preservando em sen uso ;
seguiram tecobrar a sande e Torcas, depois
de liaver tentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As miiis aUlictas n3o devem entregar-se a
desespera^io ; fae;am um complenla eoMio
dos elcazcs efleilos desta assombrasa medi-
cina, e prestes recuperarlo o benebcio da
Mude.
Nao se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintet eaferatida
des:
Accidentes epilpticos
Febrcs interminen te.
Febreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Hydroplsia.
Ictericia.
Imligesi,p>s.
Inflainmaces.
Irrcgu la ri da de* da
.raenslruacao.
Lombrgas de toda a
pecie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
ObstruccSo do vent*-e
Pblisica ou ronsamp
qo pulmonar.
Relctiqjo de oarna.
Rheumatismo.
Srmptomas seronda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
I'lceras.
Senereo mal .
llporcas.
4m polas.
Arcias mal de).
Aslhtna.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade ou exte-
nuadlo.
Dcbildadeoufaltade
fortjas para qual-
quer cousa. *
Dysintena.
uor de garganta.
de barriga.
nos ruis.
Dureza novenlre.
Cnfermidades 110 ven-
tre
Enfermidades.no figa-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipcia.
Febres biliosas.
Vendem-se estas piula* no rsiabeleiii
to eer.il.lt' Londres n. 944. asitaml,* >
loja de lodos os boticarios, droguistas e oe-
Iras pessoas encarregadas de sua v* nda ae>
lo.la a America >lo sul, llavana e IIrapto**.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs. cata*
urna dellas conten urna itislrurcoem por-
luguez para explicar o mododesse usardats-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soasa
iliaruiaceutico, na ra da Cruz n. 3-i, ee)
Pernambuco.

V
BDA 00 JOElHilt
Grande e novo
sortiraento de fazendas de
todas as qualidades, vin-
das p -los ultiiiios navios
da fiar.
lent-nte lo><: de Cerqueia Lima.
lente J 's Cyriaco IVrreira.
Dito Antonio Jos Dias Nunes (8),
Atieres Luiz Viceuta Viauoa.
1313 covados de panno azul a 2-200
rem
01
reis
(>!!= 123bonetes para a comoanhia do
Rio Grande do Norte Safra ; 5 ditos para
a.or,1.1 ulia de artfices a ,'s rs ; 17O hotes
grandes .le metal amarello a 70 rs ll:> di-
tos p.'quenos a "0 rs.
O :i 3 1 arroba de rame do ferro n. 15
"or 10; rs 1 dita de lito de lat9o n. 13 por
Sayrs, 1 arroba deestanho em verguinhas
por :!7J rs.
E visa aos supraditos vendedores, que
deve rao recolher os respectivos objectos ao
arsenal de g ierra no dia 8 do correte mez
Sala dassessOes do conselho administra-
tivo, para fornecimento doaisenal de guer-|tarios de casas, e a
e Janeiro de 1837. Bernardo Pe- estio plenamente autorisados pea dita com-
panhia para eUeciuar seguros sobre edi-
j i'Ograpliia a negocio que sabe.
SEGURO CONTRIO.F00.
COMPANBIA
lista belecida em Londres,
em margo de 1824.
CAPITAL
CINCO UILHO'ES DE LIBRAS ES-
Ti: RUNAS.
Saunders, rolliers & C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, proarie-
jpa.
Novilla .de Patrit, fiicnda di ced cm n-
toa-.em e Ii*Cr Balitarla para e*liii 4a
enhora.muilo propr*o paca affU(to( ca-
va 1o............
Belleza de Bengala, fazenda torta da a.la
tranflparenta com lit(ra matizada* ,
P'opna par; ballet, cavada. ....
Cambraia ** a de Bengala coan htlraa ma-
luaiten, covdo.........
liaren:* de seda rom quadro e lislrat aaaa-
nadas, covaco .........
Groadenaples|ifele da carea, malta aa-
perior, eovalo........ .
Dito rtito de uto moito lar^o, propria para
rorros da obrat, envado......
Sedas de quadrioJ.es, covade.....
KolnoA de seda ataetmado......
Misulma br.-.nca e da cures, cavada. .
C-tsias francesas de corea Uaa, cevade. .
Cintas Irancezaa, covado. .
Veibutma de cores, covadn. .....
ManUs de bloc d pretat e brancas, preprlas
p.ira r.-. ,rne alus, cava le. ....
Panno fino preto e de cores, para lodos et
preces............
Ou peo de pallinha, frralos, preprioa pa-
ra a etUt;!**..........
Chalas de seda da cares, saperinrM .
Ditos de merm bordados a velluda .
Hilos lie Jilo da dilo a #edi......
Ditos da dito bordados em 2 ponta. .
Hilos de dita coro hlra de seda .
1;*0
tu
lato*
ra**
atflJJ
V0
8
Dito* ti. dito li*** cora franja* I, vinbo do Porlo em caixas de urna e duas I ,,"os dedno rom fraiijina* laa .
dozas, algodes da bahia, camas de ferro, l>i">i'li,laaadania.rau, pretoi c drOr*.
charutos da Baha superiores, a verdadeira ,,"T_^,?*.de "', con' M""i,s c"n,i'",u*
I
ITgwn
ss**o
i _'-*>
7aott
tum
satm
3ai
reir do Caru o, vogal e secretario.
nM** mam**.
Par.1 o Araeatv
/
sahe no dia 7 de Janeiro o hiate Invencivel,
ain Ib recebe carga e passageirus : lral*-se
com Martins lrm3o, ra da Madre de Dos
n. 2.
agoa dos amantes
I'ugio na madrugada do I. doco'ren-
teo preto Amonio, de naelo, idade 30 an-
nos, pouco mais ou menos, baixo, cheio do
corpo, ps com 'ridos, p rita Boas, bastante
pansudo, com falta de denf-s na l'ren.e, liei-
gos grossos eun tanto esquecidos, piuca
liaiba ecsta rapada, cabello ranatl* atraz e
mesmo na testa a n iv- loa. lem as cosas 10-
d s tnairad^s,muito regrist*,'anto que ptssi
por crijulo ; levou ferro n ) pescoca, o que
se julga ja estar lirado, C'lt;a de g nga aiul
ou trancado ou de gang*, j velha, chape id-
pello ou de pallia, velho, fot morad ir em Na-
zarelh ; le'ou lanb-m urna triivi con
lo la sua roupa e matrim uto, por isso s
cos de lijlo e pedra, c .bertos de telha, e julga nAo an lar or muilo longe : assim.
igualmente sobre os objectos que conlive- quem o pegar, leve-o seu senuor Manoc
rem os mesmos eliltcio*, quer consista em i ,|e Almeida .Nobre, no lug.r do Lea, donde
mobilia, ouem fa'.endas de qualquer qua- j fugio, ou a Antonio Nobre de .l-neida, na
que sea generosamente re-
av3l-
idade
Vende-sa no pateo do (lami Verde n.
I, um moleque di SO annos, pioprio para
campo.
Poesas de Faustino Xavier de Novaes ;
vendem-se no escrtutorio de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo, ra da Cru; n. 1.
ra Augusta,
cjrrtpen-a lo
- Alves & Lapa dissolveram am
mente a soelel.de qti. tiooam na lilierna
Ja ra ta Midre de Dos n i*, tic*n lo
cargo lo sucio Joaquim i'iulo I apa o pssi-
vo e activo. Recite i do Janeiro de lbJS.
rraoncia .
Dil.ia dedil* i-orn dita, a principe ta l.al-
l'i.............
Dita* ta dita* .V amanean......
Curte* de c. Hele de velludo de '>
padrit a... .......
Dito* de lelim liraneo bortlado*. pro|ri.
para caaarr.ettlo.........
Dilo* de gor^urao de leda de u.voi pa*
dria ............
! Ditoi decalca de caaeoana de todtia a* qua-
Inladea.............
I! t,i|ii_ .le i 1 le seda *ieriniea .
Chaptri de n.aaaa franeezei.....
Lengua tle cuntiraia bordado*, lino*, para
mi >.............
Luva de liain-n-, senlioraie iiiaiiuia. ....
Corte* ve-rdo I* '"It- -i* c.irf-c 1 i
.i ''- i. m i nial* aupenor e inuJ*..
!i* u oiercad *.....
Palito* te er|ei*l*S de core* e-curai .
Diloa alpaca de de rttres fina... .
II I. .le til i'i cta........
iiii... aj, tu-ui i *m imada ......
Dito* de M"Ra ofara......
Dito*'le liiiin oe tj i ,.i.tttlio.....
Hilo* "de lirtnl (i.r.10 lino......
Dila de hrrt iitttde Imito b. alten*. .
., ni I .1 Hile alpaca preta e de n.re*. ,->aai
Em frenti do becco da O'ncteari, paa-aeatc
loja le frrjgeus, a sesuuda da la.euda *U.
1
l(l-
\-*t
i-nea)
SKI
(-.mu
-taar
-ai
:-.o
MUTILADO


-t-
IMAIUO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 1,DE JANEIRO DE 18.
~ Precisa-se Je tonar iP'eraio a 6 cos-
tos Je res aun por cen'- dan lo-se por se-
gu'an;a ura pra.li > Jo '"n '' valor quetn
i\.i:/.o i'i'. :r se naluaiiU negocio auuuucie
qara ser piocuiado. (
;"l"<.i> > >;- ';7. kfVt v -7" "*v <* <>
...--.i,--.-::
BESTSTi FRSCEZ. |
fia
Paulo Gaignoui'ei>liBl,rua No>a n.41 t
W na mesmacasalB" aHua e po danlriiice.
Na fundido da Aurora precisa-se
escravos, para
de serventes torro* ou
servido debajo de coberta.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILO'ES CUMMEKUAKS,
n. 20 ra do Torres,
PRIMEIKO ANDAR,
nraca do Corpo Santo
I Casa desande 1
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es- 2
2 tabeleceuem seusitio da Passagem j
? da Magdalena, que ica ao norte |
b da estrada entre a ponte grande 5
e a pequea do Chora-Menino, ex-
9
cellentes acommodac.es para re
. o
v
ceber todas as pessoas enfermas '
9 que se quizerem utilisar de seus j?
g servaos mdicos, os quaes ser-So
j prestados com o maior esmero.
_ mesmo Dr., para o fin supra- @
g indicado e para exercer qualquer 5?
*; outro acto de sua profissao den- S
tro ou fra desta cidade podera'
^ ser procurado a qualquer hora do $
C?9 dia e da noite, no referido sitio,
@ a excepco dos dias uteis, das 9 9
$ horatdamanhaa a's 4 da tarde, $
f que sera'encontrado no primeiro @
@ andar do sobrado n. 9, do pateo g;
is$ do Carino. e
&?&-&) C:
Defronte da ordem tercei-
ra de S..Francisco
CONSULTORIO H0ME0PATHIC0
DO
D..P. A. LOBO BOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d coasultas todos os
dias e pratica quatquer operacao de cirurgia,
assim como.accode com toda a promplido,
is pessoas que precisarem do seu prestio
para o servico de partos, prattcando as o-
peracoes manuaes ou instramentaes, quan-
do nSo possa conseguir resultado por meio
da homenpathis, que tantas vezes tem ven-
cido diQiculdades, que pareciam insupe-
raveis.
O governo e a
colonisacao
Acaba Je chegar do Rio de Janeiro alguns
^xemplarerj do ppenJice iaas ideas de pro-
oaganda do L. P. Lacerda Verneck, pelo con-
d*de hozwaiowski. a respeito di colonisa-
C'o .' ven le-se a 200'> na praga da Indepen-
dencia livraria n. 6 e 8.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
tiva, r-ara o servico de urna casa de pouca
I familia ; na prar do Corpo Santo n. 17.
[' -- No engeiho Martapagbe, distante do
Recife 8 legoas, e da estarlo da estra !a de
ferro, no Cabo, 2, tuecisa-se de ui mest e
de meninos com as habilices necesssris
para ensinar primeiras lettras, graunali a
Iportugueza e latina : quein estiver nestas
acircunistancias e quizer exrcer o magist -
rio, aunuucie pa-a ser procurado, ou diriji-
SB-* casa do Sr Francisco Je Paula Carnero
LeSo, no Recife, aterro da Boa-Vista. Ha ven-
do no engenho urna capella, em iguaes cir-
cunstancias, prefere-se a um sacerdote.
arra de leite.
Em Fra de Portas, casa n. 100, precisa-se
da urna ama de leite : paga-se bem.
Lotera
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoureiro c!as loteras manda
fazer publico quene achata a venda no
pavimento terreo la casa da ra da Auro-
ra n. 26, das 9 horas da manhaa as
da tarde bilhetes e meios da terceira
parte da primen-a lotera do tiymnasio
Pernambucano, cujas rodas andarao no
dia 9 do futuro mez de Janeiro.
Thesourariadas loterias, 2i- de dezem-
bro de 1857.O esciivo, Jos Maria da
Cruz.
PUBLICiClO' JURDICA.
Chegou de Lisboa Manoel do Nasciraen-
to Peieira, ra de Apolo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 volumes Theoria do Direiio
Penal pelo conselheira Silva FerrSo, bem
como o cdigo da Prussia, traduccSo do
mesmo senhor ; aquella para ser entregue
aos Srs. subscriptores, pelo prejo de liOOO,
e para os que nao silo pelo Je 14o, pagos no
acto da entrega ; e esto, para se vender pe-
lo de 19200, na mesrna couformldade.
OviK;;w^:>D;
0
Consultorio

m
o

&omv.
s Gompra-sa eiieeiivaaienle na ra da
Flores n. 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acedes das compa-
ubias, e da-se dinheiro a juros em grandes e
pejuenas quautias sobre penho.es.
Na ra da Senzila Xov* n. 38, com-
pra-se um gellim inglez com alguin uso.
Comp'a-se um mulato ou raoleiuede
iJa intelligenic e sirva par aprender : a tratar
na ma do Trapiche n 14, escritorio.
Compram-se peras velliasa 16,s800:
na ra da Cadeia doKecii'e, leja de cam-
bio n. .18,
Compra-senm escravo ou escrava co-
zinheira na restilacSo do moinho de vento
na praia de Santa Rita.
Compra-so o Auxiliador da Industria
Nacional de Janeiro de 1853 : no escriptorio
dos mnibus.
Compra-se effectivamente bronze, lao
to e cobre vellio : no deposito da fundicS-
da Aurora, na ra do Bruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundi^ao, em Santo
Amaro.
:jS-
c
DA
provincia.
O abaixo assignado avisa ao publico que
de hoje em vante se obriga a pagar a sor-
te grande e a immediata no dia da e\-
traccao em seu escriptorio na ra do
j Collegio n. 21 primeiro andar. Vende
' em porcaode iOsi para cima dinheiro a
vista bilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguintes presos:
Bilhetes *|500 Meios 2^*250
os bilhetes da lotera recolhida sao rece-
bidos em troca deoutros.
P. J. Layme,
Prccis-se de urna ama, t5o smente
para cozinhar o diario da urna c-.sa ; a tra-
tar na ra larga do Rosario n. 21.
Precisa-se de urna pessoa para o se'vi
~9t interno Je urna cusa estrangeira que cozi-
nhe e en gomo, e : na ra ova n. 17, se dir
quera precisa.
Precisa-se do nma ama de leite : no
pateo uo Terc,o n. 141, segundo andar.
O abaixo assignaio, tendo resol 'i lo
fixar a sua residencia em o seo sitio na Ca-
pung, margem do Rio, pretende regular-
mente ah permt necer d< s 6 da lar Je as 7 da
manbaa afora dessas horas acba-se na
mesma casa em q le desde muito habita, na
ra do Livramento. As pe-soas desta cidad#
e de su clientella, q-je precisarem de sua
presenca naquelias 'oras, snrSo prompla
mente servidas, manJando-lhe all aviso, e
^ quaolo dS queiram ter esse incomrao to,
poiem dirigr-se ao Sr Dr. Pereira do Car-
mo, que se t>'estara a substitui-lo. Para.is
' casos urgentes cha-se munido em seu s lio
de urna ambulancia provida ds substancias
que poiem ser precisas nessas occasioes
Com quanlo continu a dar-se ao exe>cicio
de tolos os r*mos de sua arte, applica se
particularmente as operaces cirurgicas,
ioC'Usive as dos partos, e l-ala especialmen-
te das alFerOtfs dos orgos resfiralonos e
circulatorios, cuja or tica Ihe he geralmen
te reconhi-ciJa Recife 1.- de Janeiro de
1858 Dr. JoIj Ferreira da Silva.
A pess>a residente na villa d S. JoBo
da Barra, que encommen .ou no Recife em
Fra de Portas, ra ios Ciara rapes, sobra-
do n. 6, um minio bordado a ouro tara nna-
gemde NjssaSeohora, o que licou deovir
busc-trno primeiro le seleinbro, queila ter
a bondado de apparect-r at o fim ie feve-
">iro, nois nJ vinio ate esse lempo, ser
t VeajiJo p>ra pagamento do trabalho.
Oci laJS brasileiro Jos Maria do Fi-
goeireJo, bstenle versado no conhecimento
das iiogui* [ranceza e ingleza, Diloto ao-,
provaJo com ocu-socor pelo, e plenas ap-
provac^teaemuiematicas pela ac lemia
de marinna d Uaboa, agrim-nsor da (lima
.amara municipal j ,tl0 p, muso, "m cuja
Ci lale elle reside a ra ^-ovaj 0fferece o
seu picstnio a quera c.nvier, p-ra med-
coc de srexeos de terr,, ,. todo mais
qu-nto for de sea piolissa,, nSo so dentio
Caquella comarca, como em outra qualquer
de-ta proviiiCia, farililando St.|rie alias os
meios da conducco, c mediana razoaveis
estipendios.
. Loorenco Pereira Ja s|va pi^entci
faz sciente a"o corpo de commercio, qu con-
., tinu'aoseu estabelecii>enlo baixode.-ua rcsjonsabildsde do 1. de Ja-
neiro do correiile-euuo.
*l ra do Hospicio n. 15.
CENTRAL HOHEOPA-
9 THICO.
f RA DE SANIO AMARO,
:.'.' (Mundo Nevo n. ti)
ljj O Dr. Sabino leg: riu l.udsera l'inho
__.-^ d cogulla" IIusos das otvis, desde as 8
w h. rada inanhaa at 3 da tarde. O convi-
tes para vizilm dever.'o ser dirinidui poff f.\
escripia. U pobre si> mtji.jilu. :;rj!ui- *f
ttioenle.
PESTES E CVOlKHOliC E^i-
Kt-ClUO, DE FAUVLLLL-DELEBAUR
DE PARS.
Quatro annos de experiencia tem assegu-
rado aos peotes de caoutehouc a voga que
hoje tem, n3o s em Fringa como no inuo-
de inleiro ; sao sera contradicho os mais
agradaveis de lodos os peutes, mais bran los
que os de tartaruga, sSo os nicos que nito
fazem cahiro cabello, por causa da clectri-
cidade que conlm.acciescendo a estas van-
lagens a de nao seren mais caros do que a&
de bfalo a esta admiranvel invensao de
expsito universal d>; 1855.
He chegado a leja Ce Leconte. aterro
da Boa-Vista n. 7, encllente le te virginal
de rosa branca, para refrescar a pelle, tirar
pannos, sardas e espiuhas, igualmente o a-
famado oleo babosa par: limpar e fazer eres-
ce r os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Flurenca para tlrotoejas c asperida-
des da pelle, conserva .i "iescura e o avellu-
dadd da primorosa da vijda.
Casa di educaco.
O abaixo assignado avisa aos ;'ais de seus
alumnos qu abrir o seu estabelecimenlo
Je instruyo primaria o S'cunlaria no dia 7
do prsenle janri. o, enjlle receba pensio-
nistas e muio pensio islis
Jeronymo Pereira Villar.
Aluga-se o segu-'do aniar da casa da
ra da Ctdfcia do Recife n. 4 : a tratar na
mesma casa.
Precisa-se por aluguel de urna prcta
e de um preto, ambos escrivos : quem os
tiver, entenda-se com Caetano Pinto de
Veras.
O pronriatario do engenho Pdcoda Pe-
dra faz publico Mira qie ningueni eomure
aos herlciros Je D. Anr, Joaquina B'rbosa
Ja Cunha as partes que elles lizera ter no
refer lo engenho, porqie tnlo si'o com-
prado ao Sr l'raneisco de Piula Uontene-
Rro, pelo major Antonio Jos Rodrigues de
Sena, dSo he de ere'q je o Sr Montenegro
se proozesse a vender c> que nao era seu :
portantoo tprceiro possuidor nada tem com
o barulho do Sr. Montenegro com os herdei-
ros da Sra. D Anna.
Precisa-se de um quarto ou ura an lar,
com preferencia para o rtecife : quem tiver
para alugar, dlrija-se a esta typogra^bia.
Quem precisrue tima portuguesa qne
veio engajda, e anda nilo aesbou o engaja-
mento, e era leite para criar, dando o r -slo
Jo engajamento cede-se : quera quize*, pro-
cure no lugar dos Arrombados, na cidade de
Olinda os.7 es.
Oab ixo assignado pelo presente faz
ver ao Sr. arrematante do imposto de agur-
denle e mais espiritos da producgilo brasi-
leira, que desde o. do correnle deisou de
vender Jitosespiritos ei. sua taberna da ra
Imperial n. 39. Recif.) 4 de Janeiro .le 1858.
Jos l.o..es da Silva.
Precisa-se de um? ama forra ou cap-
tiva para todo o servico de urna casa de pou-
ca familia : na ra dos Martyrios u. '22.
Preeisa-se de um exixeiro de 16 a 20
snnos: na ra da Ssnzala Nova, padaria
n. 30.
Precisi-se de un leitor, preferin-
do-se dos recera-ebegados : na ra da
Gru n. .
Bernardo FernrnJos Vianna abres sua
aula particular uo dia 7 de Janeiro co;rente,
pelo meloodo pertugue:'. Caslilho.
barato que
admira.
Na loja de portas na ra do Qneimado
n. 37, passaudo n beceo da (-.ongrrgagilo.tem
chegado a este cs'slieleciaiemo um escol-
ente sorlimento de vestidos de seda com
h haj i-, para divervos presos, e muias
m^is .izeiidas, que nao he pnssivel aqui|
mencionar todas; cassas orgatidins dos
mais modernos padrees a l/IOU a vara, sedas
de qundros largos a 1;200 o covado, ditas
miudiiihas a 15300, ditas muito linas de
goslo iuleiramenle novo a 1^800, iSazmhi
miudi ibas a 320, ditas cora listras de seda
a 750, corles de casemira a 45, ditos entes-
tada, covados 20500. dita muito fina a 43,
dita do urna largura 2;i00,crosdenaples pie-
to a 2-, chamalole muito hora a 30500, dito
largo rom list as assetinadas a 43400, chaly
avrai! 11-tini, um completo sonimentode
chapelinas para senhora, gollinnas, man-
guitos, camisas, meias de seda brancas, lu-
vss de seda dos melhores goslos que ba, se-
das brancas, cassas para cortinados, brins
de linlio muito finos, lencos de linho bran-
cos, de diversos precos. Assevera-se aos
compradores, que tenham Tontade de com-
prar u3o sahir sera fazenda, porque nSo se
engelta diuheo chegando ao custo da fa-
zenda.
Sarna do Queit.-.ado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletas de veilulo mui-
to bons por I IjOO, velbulina sortida a 75
reisooovado. chitas francoias muito linasa
-280 re:s, riscados escocezes a'280rs., mus-
sulinasa 320 rs.. ditas amatizadas muito fi-
nas a 340 rs., clupeos de sol de seda, para
diversos precos.
--- VenJem-se travejamentos do louro de
varios tar.,anhos : na piaia de Santa Rila
resilladlo.
V'ende-se superior agurdente de
Franca, tanlo em baii-iscomoem caixas,
licores e absynthe, cliegado lecentemen-
b',p-lo tiltimoiiavio : em casa deJ. Kcl-
ler& C., na lia Cruz n. 05.
SAPATOS HO ARACATY,
Dita religiosa, a qu il, alcm los mezes, idos melh res que tem vindo a este merca-
se reuni a continuaco da bibliotheca ,1??.}""* homens e meniuos. de palla e di
'/. .a 24:000.
ter farinhas de Trieste das
FoliiiitEas
para o anno de 1858.
Acliara-sea' venda as bem conhecidas
folhinhas impressas nesta typographia,
para o anuoque vem, das seguntes qua-
lidades :
Folhinha de variedade, contendo, ale'm
dos miv.es, multas noticias scientiicus,
modo de plantar e colher a nova can na
de atsucar, noticia sobre o millio e al-
godo, e urna serie de conhecimenter.
das artes, etc., etc., cada nina. >*')
Tasso Inna'os
Avisain os seus freguezes, que ero con-
sequencia de novoi su tmenlos, que aca-
bara de receber de Iticlitnon 1, lera reduzido
os preros das farihhaa a venda em seus ar-
mazens aos seguidles:
Galega >
Haxall ...[... a23000.
Iiunlop. .
Macanee.
Coluoibia
Conlinuam a
marcas i inicua qualidadee
8SSF.
[Va vu do Tra-
piche n. 54, escriptorio
de Novaes &; C.
Vende-se superior vinlio do Porto en-
garralodo em caixas de 1 e 2 duzias de
garrafas, bem como ein barris de 4- e 8.
a preco commodo.
m @ @@ MMMM
\KH0SFK0SDOP0KTO 2
O
&
Batean de llem v Riunn A C. ra
da Cruz n.'fj \etidu>si- :
A vim FiZ F.
Na ra da C-d.ia do lifcifen. 30, vende- Cemento romV)0"~
assucarc ystalisalo, de muito superior Co.,..(.mr..
alidada, assioi como aado, por precos a I J^ndC tm ca.\a.,je i ,|uia.
intento dos coran, adores. I <-a<*-'ira de vimc
SC
con
- Vende-se uraa carroca com boi, ja usa-
da, ou urna dit no'a ; quem a pretender,
dir'ja-se a ra da Trempe, liberna n. I.
Ao Preguica
QUE ESTA QOE2MAND0
boas iazeiidas por pouco
dinheiro.
O Preguica da
UlB glande soi ti ment J0 tocadores/
Retratos a oleo p; i,, s,,la 6- Janur.
rspelhocora moldara.
Piano dos mell.ores fabricado -m Ham-
burr;o.
sellins
patente inglez *
Sao chegad. f acl am-ia a vrnda vfr.'d!

dj i*a
ItLj.t di
b*m conlinidus wlliin inalfjs aatcaif
, do Trapich->no n. 42,armairn dr tu,
ra do Oueimado conlinu'a a fornecer ao| Admoo & C. ltowi.
publico, em seu csUbelecimento na esqu-
nado becen do Peixe tritn 9, o mais bel-| No pa.eo de S. Pedro n 6, se dir
loe variado sortimento de fazendas, todas: quem vende uma parda escrava e urna en
m
i
de excedente qualidade,e precos muito m-
dicos. .Vio s queima as fazendas ja por
vezes annunciadas, a saber :
Olin linas para vestidos de senhora,
covido............... '100
Targelinas idem dem,corte com 12
covados.............. 120000
Orgaudys dem iJem, covado 260
Carabraias estampadas, vara 480
Ditas dits mais finas, vara..... 600
Chitas fraucozas, largas, escurase
ca. as, covado........... 260
Ditas ditas, largas,escuras e claras,
covado............... 230
: Ditas ditas, largas.escuras e claras,
covado.............. 300
i'relanhr.sderolocom 10 varas.peca 20O00
Kiscados monstros, lindos padrocs,
covaJo............... J2Q
Lencos de cassa cora cercaduras de
coi, ura.............. 120
Mas alem deslas, oflereco mais aos seus
freguezes as-segumtss fazenJas ltimamen-
te ebegadas: inussulina branca finissima a
32ii e 360 o cov.do, dita matizada, lina, e do
Pecas de algodSo de sacco. ditas de algo- melhor gosto possivel a 3^0 e 360 o covado,
Jilo trancado propriopara toalla.se roupas iazinhas muito linas, escuras e claras, to-
DENOMISADOS: ^
Duque do Porto. S*'
Impcralriz Lugenia. Efe
Leopoldo I. /i
i). Pedro V. v?'
Engarrafados e eifeitarlos como o 'y)
de Champagne : ven te-se era por- (4j
c;ns a vonla.le do comprador, na ia
ra lo Trapiche r 40, escriptorio J?
de Thomaz do Fura. (&,
COM PEQEM TOQUE DE
1YABI1
ula de 20 anoos, de boa cr nduct, com h
bilida tes, engomm, cozinha. cose, faz la
byrintho e faz doce com terfeir,So.
Uelogios.
^Tmh0are5 re,Kios deooro. tateme in
ri,r^am"*c Oor pre*os roave,s, m.
escriptorio do agente Oliveira.rua daV
Jeta do RecifeD. 62.pr,me,ro dar
r?*^ellins e rtleffio?.
_ f ELLI.Xse RF.LOCIOS dV
malri
do christSo brasileiro, contendo os se-
gtiinles ollicios: do Menino Jess, San-
tissimo Saci-atjoento, Senhor dos Allli-
tos, Paixao, Nossa Senhora do Carmo,
S.i:i-Jose, Santa Anna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Hita,
Santa Barbara, Almas, Coraeao de Je-
ss ; assim como outras oraeOes, etc.,
etc.......... 320
Dita ecclesiastica ou de padre, elaborada
pelo Rvm. conego penitenciario da Se
de Olioda, segundo a rubrica, aquel
foi revista pelo E\m. Sr. bispo, que a
julgou certa, como de sua carta exis-
tente nesta typographia. 400
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra...........1G0
Vendem-se nicamente na livraria ns.
0 e 8 da praca da Independencia.
Vende-se urna preta mora com
urna cria, lula, boa engomrnideira e
cosinheira; uma negrinha de idade (i
aunse 1 dita de 4 annos : na ra estreita
do Rosario n. 1.
Vende-se superior 1'mha de lgodSo
brancas e de cores, era novell >, para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
A l?2no res.
Na ra Nova n 18. vendem-se cortes
de casemira de algodo e brins escuros 'fa-
zpnla muito forte, propria para o diario
cortes e para calca.
VIMIO DO PORTO Sl'PERIOB.
tiuque181.
Em caixas de uma c duas duzias de gar-
rafas.
Chamico.
*
Km barris de oitvo : vrnJe-se a Dreco
com indo era casa de Barroca i Castro,
ra da Cadeia do Recife n. 4.
3m casadeRabeSchmettau cCompanhi
ra da Cadeia n. 37, veodem-seolegante
pianos do afamadofabricante Traomann
ia Hamburco.
Casaveques de
CAIBRIA JUDIAD E FILO.
Hun do Cresiiti n. 25.
Ven lem-se casavequesdas qualilades ci-
ma mencionadas, todos enfeilados e de mo-
dellosos mais modernos que pr. sentemente
existe nestem meicado, lano pra senhora
cora', para menina e 'cuino, vestidinhos de
carabrtia bordados para menino su baplisar,
gostos riquissimos, tanto curtos como coro-
prl.ios, gollinhas bordadas de Indas asqua-
li Ja Jes, com bqjs e ponas largas, mangui
tos bordados com lac i de fita e seni lago,
camlsinbas para dentro com goll e peilo
bordados, cntre-meios e babados, tudo bor-
dado e muito fino, riquissimos chapeos |i ra
senhora e enfeites para cabera, ludo islo sao
fazendas de gosto e quali tade, o melhor que
se pode desejar.
prelbss ; em casa deCaminba A- Filhos, ru
oa Cadeia do Recife n. 60, primeiro|;QJar.
Je escravos; vende-se na ra io Crespo,
loja da esquina quevolta para a ra da Ca-
deia.
Vende-se um car-o inglez de 4 rodas
Vendem-se bandos ou alraofadas de n 4assento, para 1 mi -2 cava i los, com co-
Offerece-se para caixeiro de qualquer
cisa de negocio, exce to taberna e nadera,
um pequeo c na 12 annos de i tade, que
sabe 1er e co llar: quera o pretender, dirja-
se a ra da Conceicfio d. Boa-Vista n. 47, a
qualquer hora do dii.
-- Na ra de llorlas a. 15, precisa-se de
um caixeiro para taherua.
Precisi-se de urna ama para casa de
familia de tres pessoas j na ra do Collegio,
loja n. 9.
- Aluga-se o rmavem da ra do Pas-
seio n- 9 : a tratar no m?smo.
O abaixo assignado participa ao res-
peitavel publico e mxime aos Srs. pas de
smis alumnos, quu p'tten te dar onneipio
aoexercicio de seu imc sterio no dia (t do
corrente admittindiem sua aula alumnos
iniorncs e externos para seren leccionadns
em primeiras lettrs, lat ni e francez : quem
d-f seu crestimo sequiz'r utilisar, dinj-se
ao tercei-o andar do sobra lo *a ra Nova
n. 58 --Jos Maria Macha io de Figueiredo.
- Precisa-sc de um jmassalor que seja
bom, paga-se bera : nos Afogados, padaiia
n. 66.
METHOI'O C/vSTILHC.
Df) dia 6 de Janeiro em diaale estri aber-
tas tolas i s nossas escolas do melholo Cas-
lilho desta capital, e como se pedera mes-
tres para as ci ladea de Coianua, N'zarethe
Victoria, todos os que directora peral da i iem apresentar se na escola cutral do me-
thndo Caslilho na ra Ncva, on Je serSo lec-
cionaJos pratuiti-rt-nle, e graluinmenle
prvidos dos uteucilios iadisptusaveis.
Offerece-se maior ordenado do quanio
se ganhar era aualquer oulra parte a um
liom caixeho para eslar em corapanhia de
oulro em uma taberna : quera pretender,
anniincie para se Iraiar.
I.ou'enco Pereira da Sil --a Piraente' e
\ugusto Carlos de Souzn MagalhSes fazem
sciente ao eorpo de cotnracicio, que dissol-
er m a sociedade que tinham na luja de
ourives na ra Jo Cabuga n. 2 :. que gyra-
eposito
Cera de carnauba e velas.
Sebo refinado e em ran a.
Fio do algodHo da Baha.
Sola e o: lies de cabra.
i.'Mirna "o Arf.caly.
Larris com breu.
No largo da sserabla confronte aporta
da inspec(So n. 9,aonde se vende cor menos
preco que em oulra qualquer parte.
m
Farniha de
mandioca
dina ara augmentar os perneados Jas se-
nhora.; ; na ra da Cadeia do Recife n. 2.
primeiro andar, casa de Manoel Antonio da
oliva Antunes.
G. ADOLPHE BCURGEIS,
Bil Nova n. O
Ven le um bom carro novo, ebegado ha
pouco, feito por um dos n elhores fabrican-
tes de Paris, muito commodo para familia.
Vende tambera muitas qualidades de ferra-
gens para carro, comoeixos, molas, carafu-
sos, chaves, lanternas, galao, couro de lus-
tre e \aquetas grandes para cobcrt-, tam-
hem um sortioienlo de arreios buncos e
amarellos, tanto para carro como para ca-
briole;.
o canto que es-
ta'torrando
Para acabar por este anno.
Va ru da Cadeia do Re*
cife n. 54, ha um grande sorlimeoto de fa-
zendas por presos os mais commodos DuSSi-
veis, que na realidade faz admirar ao com-
pra lor, a vista da quali lade e do bom goslo;
o anndnciante pele que verifiquera-se da
verdade : san las de bae de bonitas cares
i 259, casaveques de cambraia ru caito de
bico, i roo; -os para as -ei.Horas de b.MD gos-
lo, pelo diminuto preco de 10/, ditos de ca-
sen.ira a 12;. chales de touquim da muitas
qu*lidadeg, chita frauceza de boni.os pa-
drOes a 280 rs. o covado, mussulin* de bo-
nitos p.moes a :120, ;lt0 e 360 o covalo, di-
ta branca a 300 e 320 o covado, cuales de
merino bordados de velludo, cousa muito
boa a t4o, .Utos bordados de relroz a lOcJuu
rs., ditas e merino lisos a 4c800, rumeiras
Je filo de lin^o a 2j.'U0 e 3o500, ditas linas
a g, ditas de cambraia para senhora e me-
ninas .i 25 e 2o500, cortes de vestidos de
seda com 3 baba Jos a 80?, cousa muito lina,
grosJenaples de cores bonitas a 1^920 o co-
vado, cortes de seda de boa qualidaJo a 253,
sedas de quadros padioes bonitos a 1>8u0 u
covado, ailas de muito boa quali lado, que
faz adre irar, pelo diminuto prego de :c500 o
covado, corles de caseranas de cores a 4j200,
47500, /, jjOO, 65 e 7o, ditas muito linas a
03 lencos de cau,b aia a duzia a 1?, 1300,
loOO 3a e 2/800, grvalas de cassa a duzia
IjJO.ciitasde mola a la e 19400 cada uma,
a'paca pela lina a 6ti0, 700, 8"0, 9o e 19 o
covado. panno lino preto a 23500, dito mais
uo a 3?, 3?500, 4/ e 59 o covado, di .0 muito
litio a 70510 o covado, cortes de velludo, fa-
zenda muito boa a 79 e 7(500, dito minio li-
no a 12;-, pecas de chita escura com loque
Je mofo a 59500, mussulina de uma s cor a
400 rs. u covado, manguitos com collurioho
uari senhora e meninos, bordados a 8 e 1U9
cada mi, chapeos do sol para senhora a
I-J800 e 29, uitos de seda a 2/5U0, coi les de
c*ssi c; ira a 2, chales t-retos de merino a
25800 e 4/, casemira preta a 19,1/200, 10500
i* e 2-.00, e muito lina a 2i80o o covado.
cortes de vestidos fetos para sennoia, d
cambraia a 33200, madapolOes, a pega 29800,
3C 39ie0, 3/500, >, i:aoo e 5;, e muiio lino
a 6/, chitas de coi es escuras, apega 5900o,
550u, t e 79, c a covado a 160, 180 e 200
rs., can braia de sal picos, a peca 33S0C', Iaas
de doas larguras para vestido de seniora a
I96OO o covado, mantas de velludo pa a selr
I* de cavado a 7-3, ditas de algodaoa 39200-
ditas de Lia a 49500, chapeos do Chili po,
diminuto preco. e rnuius mais fazen las.
que s vista do comprador menciona-se.
Na mesma loja da-se lzendas cora penho-
res, e leva-se em casa de familias.
Vendem-s cadeiras para sala de jan-
tar, muito fortes, e mesas para ditc, por
precos commodos : na ra das Flores 1. 1,
deL. Pugi.
Pechiucha
Poucas vezes apparecem pechinchas como
berta, e com os competentes arreios; e tam-
hem um cabriole! inele;: com os arreios:
na ra do Trapiche Novo n. 10, ou na Boa-
Vista em casa do Sr. Poirier
Vende-se na ra da Madr<* de Dos
n. 12, arma/.em de ferro 011 cubos hvdr.iulicos, para ile-
positosde fezes, a preco commodo.
-- Vende-semui'oem conta un piano em
meio uso, do celebre autor Rroadwool, he
de mojno e quadrado, e custou quando r^o-
vo mais de i:0O3 : na rua do Tripiche No-
vo n. 10.
Saceos com farinha d muito boa
quali lade e por prego conmodo ; no Recife
ao pe do.arco da Conceigf ou. 55.
Lh ros em
brinco.
Vendem-se na rua No\a
11. 12. casa
de relojoeiro, por preco milito .;m conta.
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que t-"n tp-
parecido para lu.gir o cabillo e suissas de
prelo : na livraria unive's^l rua do Collegio
u. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
uando a forma de app iear.
,'r

y,
sojas, toElhas de panno de linho puro, ce
varae nieia d^comp imento, cora lebyrin-
; ",0 e bi ;o de linho as ponas, pelo dioii-
g ouio prtajj de. 591100! 1! s com a vista acre-
ditaraoa exig.iJa.ie do preQo; no deposito
n, 6 da rua de S. Francisco.
Vende-se superior farinha de San-
ta Olharina granel, a hor lo do bri-
gue Valle : a tratar 110 largo Jo Cor-
po S-nlo esc.iplorion. 6, ou com o
capilSo a bordo.
-.":
O
- i &--'
UNGENTO IIOI.LOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podera teslemunhar as virtudes dcste reme-
dio mcomparavel, e provar era caso necease-
no, que, pelo usoquedelle lizeran, tem seu
corpo e merabros inteiramente siios, depois
de haver empregado intilmente culros Ira-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravillosas pjla leitura
dos peridicos que liras relatara todos os
das ha mudos anuos ; e a maior parle deis
las sao tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres. Quantas ressoas re-
cobraran! com este soberauo remedio o uso
de seus bracos e peinas, depois manecido longo lempo eos hospities, onde
deviara suftrer a amputacao! Dallas ha mui-
tas, que havendo deixadu esses asy ius de pa-
dec ento, para se nao subtnetliem a ess
operario uolorosa, forara curadasoompleta-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Alguraas das laes pessoas, na elusao
de seu recouhecimciito, declarara: 1 esles re-
sultados benficos Jiante do lord correge-
dor, eoutros magistrados, alim de mais au-
lenlicarem sua alCrmaliva.
iNingiaeni desesperan,, do esta Jo de su-
saudeselivesse bastante conflanc para en-
saiar este remedio cons.anleinenie, segiun-
do algum lempo o tralaineuto que necessi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado sen;.
provar inconlcslaveimenle : (juel.udo cura
U ungento lie til, mus particularmente
nos seguintrs casos.
Innammacao da ma-
triz.
Agencia
la fuidieao Low-31o r,
rua da iensala .'ova
n. 4*1.
'^csteestabelecimentocontian'a ^ haver
m completo sortimento Je nioendas e
noias mocudaspara engenho,machinas Je
rapo.-e tai&as Je Ierro batido o coado de
toiosos tamanhos para dito.
POTASSA Di BOSSi E CAL
liomiua do Aracaty.
Lm porcoes e a retalho: vende-se 1 a rua
da Cadeia n. 57, escriptorio de Prente Vi-
tana.
Vende-se superior farinha de man-
dioca ein saceos pandes: na tauoaria
dXronte do trapiche do Cunha.
OS
Alporcas.
Caiinhras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
Erupces escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieias.
Cengi vas escaldadas.
Incha^es.
1 ulLiiiiinacaii do ligado
da hesiua.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de odios.
Mordeduras de reptis.
1- icadura de mosqui-
tos.
PulniOes.
tHieiraadelas.V
Sarna.
SupuragOes ptridas.
linha, era qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
("leers na bocea.
do ligado.
das articnlaces.
Velas torcidas ou no-
dadas as nenias.
das de desenhos inteiramente novos 400
rs. o covado, carmelina, faz nda ainda nao
vista, trancada e com padres de laazinha,
pelo b rato preco de 280 o covado, cortes de
riscadn francez, bonitos padres e cores fi-
xas a 39200 cada um, cambraia lisa transpa-
rente, muito tina, com 8 varas cada perita
73500, dita tapada larr.bem muito fina, com
10 varas cada peca a 43800 e 69600, chales
Je laazinha muito finos a 2#200, ditos de
merino lisos e bordados. Je mu lindas co-
res, casemiras en feitadas, desdadas, mu,
oroprias para palitos a2/200 o covado, brim
t'aneado de poro linho o padroes novos a
19440 a vara, dilos pretos de muito boro
go.to, e ale proprios para loto a 1/600 a va-
ra cortes de collete de seti bordados a
3#500, ditos de casemiras para calcas, finas
e de bonitas cores a 59500 e 69OOO, grav-tas
pretas deseda a Ib, ditas de mola a 1/600,
alp- cas de cores com listras de seda a 560 o
covado, chitas escuras c claras, padioes
miodinbos e graudos, de muitos e variados
uoslos, cores fixas e excedentes pannos a
160, 180, 21 0, 220 e 240 o covado, pegas Je
madapoliio con. 20 varas a 29900, 39600 49,
i:o0, 43800, 53 e 53HO0, e muito fino a
63400, cobertores de-lgoJo proprios para
escravos a 700 rs. ca li um, luvas de diver-
sas qualidades para senhoras, gangrs nies-
cl uas de tods as cores a 540 o covado. he
todas esia< fazendas, e de outras muitas
aqu uo mencionadas, se daiao amostras
sob penhores.
ROI LAtFECTEUaV
O nico autonsado por tfccuSo do conselho real,
decreto imperial.
Os mdicos dos hospiiaes recommendam o
arrobe de Laflecleur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e facfl a tomar em secreto
esta era uso na maniiha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af.
feccoes da pelle, impingens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras c os accidentes dos
partos, da idade cutica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convra aos catar-
rhos, a bexiga, as contraccoes a a fraqueza
dos orgos, procedida do abuso das injec-
ges ou d sondas. Como anli-syphiliticos
o arrobe cura em pouco tempo osfluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanlas
em consequeucia do emprego da copahil>e,
da cubeba ou das injeccocs que representen;
o virussem neulralisa-lo. Uarrobe Ladee:
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa-
- Vende-se na bouca de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Pe-
dro n. 83, onde acaba de chegar urna gran-
de porco de garrafas grandes e pequeas
v indas dilectamente de Paiis, de casa do dito
Boyveau-Lalfecleur 12,rua hichelieu Paris
Os formularios diio-se gratis em casa do a
gente silva, na praca de I). Pedro n. 82 --
Porto, Joaquira Araujo ; baha, Lima & Ir-
maos ; Pernaiiibuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Itocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa .Nova, Joao Pereira de .Magates Leite ,
Lio Grande, Francisco de Paula Couto & C
S STIEIEL & C, banqueirosene-
gociantes, estabelecidos lia muitos annos
em Londres, teem a satislacrao de par-
ticipara seus correspondentes e ao publi-
co, que acabam de iundar casas iiliaes
nos priiicipaes portos e distritos rcanu-
factureirosde Franca, Alemanlia, Blgi-
ca e 11 illa 11 l.i. conservanilo alcm disso
suas proprias casas anteriormente estabe-
lecidas as cidades mais importantes, e
portos mais commeiciaesdaGr-Bretanlia,
e estiio era posicao de ollerecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
<|ier ponto da Europa, de uma casa para
compra ou venda de artir-os, bem como
para os negocios de transaccao de crdito
a hanco de qualquer genero.
As pessoas que nao loremconhecidasdos
annuociantes deve So acompenharsuas 01 -
dens cora os fundos necessarios para sua
e\euccao ; licando entendidas que os an-
nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 70 0|0 sobre os gneros receidos
antes de sua venda.
Os precos cocientes e ma.s informac/ies
commerciaes, queforem pedidas, serSo
enviadas gratuitamente, salvo o porte do
correio, podendo dirigii-su aos anunci-
antes.
palaolf
TACHAS PARA ENGENHO
Da fundic.io de (erro deD. W. Bobinan
na rua co B.um, passando o chala
nz, continala haver um completo so. ti-
mento de tacha, de Ierro fundido ebat,
do de3 a S palmos del,,, a. ., qua,..M
acham a venda por pi-ecocommodoe com-
prompt.daD, embacam-se ou carrrpam-
se em cano sem despezas ao comprado,
&UIISI0 PA1A aii-
^.DI''A0 E FERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN. A
" DOBRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ll?.i*ni?.pri.m gr"d0 sorl'">nto dos se-
o heCl0S de Mcanismo. prophos
mnfnH g '',08'- Mber : >d* mei.s
raoendas 1. ma,s moderna conslruccao ; U-
chas de ferro fundido e batido, de superior
C?dtU Jelt0d,'S timeibo.;Toda,
dentadas par. .gu. on an.m.es, de tod.V.s
rec,SHS;KCr,V0S a bocc' d* *SS"
rar. o?l e b?e,r. goilhes, bromes, r.
te etc. C"V,lb0cs' ""'nhos de mandioca,
NA .MESMA FUNDICAO
seexeculan, todas as encommendas
superior.dade ja condecida cora a
presteza e com odidade em prego.
Vende-se na rua da Senzala ISova n.
3fs o segumte : 40 arrab.s de penn. de
ema, 10 meios de sola, 200 couros de cabra.
2 arrobas de cera de abelba.
com a
devid.
iWfillio
Vendem-j* sceos com milho, por prero
~- Vende-se ura. c.s. sita era Fra de
.. '."; 2" rU' d P,"ro1 n 10: <*a"> Pre-
tender, dinj.-se ao becco do Abran n. 1.
Vende-se orna t.berns : n. Passacem
d. Magdalena n. 70. h
i' ilho, farinha e fijo.
Vende-se rm saceos grand s milho, fari-
nha friffo, manteiga or inglez. e fr.nce
za a 15120 o 720 rs a libra, s.p.tos do Ara-
caty para romem o meninos ; ni tahea
grande .0 lado d. igrej. da Soldd.
&$ftt09 .bti##.
No deposito da rua da Cadeia do Rccire,
armazem n 12, ha muito superior potassa
da ftussia dita da fabrica do Itio de Janei-o,
vh leba ixo da lirirm dn Pimental & C., (-e cal de Lisboa co pedia, ludo chegado ha
cando a Crgo do s 'CO l>i imilel todo O ac-
tivo c passivo da mesma loja.
Precisa-se de un ama que sniba en-
gommar e coser, para urna casa de duas
pessoas: im pateo do l'jfco n 40, se dir
quem precisa. ,
poucos dias, e ven ler-se por menos prego
Jo que em oulra aualquer parte,
Vende-se nma rica cadein de anua',
cora seu comp lente caisao paia a guar ar
ea reservar da poeira : quem a pretender,
entonda-so com Caetano Pinto de Veras,
cober.o.'i e descocerlos, pequeos c gran-
des, de juio patente inglez. para home n
esenhoia, de um dos 111 Ihores fabricantes
de Liverpool, vindos celo ultimo paquete
inglez: em casa de Soutliall Mellor 4 C.
rua po Torres n. 38.
Vende se uma escrava moca que sabe
be n cozinhar, engommar e costura chao,
com urna cria de 8 airaos : na rua do Crespo
n 17.
Vende-se vinagre igual ao de I. iboa,
as cana as e enc.SOado, era barris ; na res-
liliic.'ii) da praia de Santa Lita.
Vendem-se moradas de casas na ci-
dade de Olioda, casa le rea sita na la.lena
da Misericordia n. 2; rua do Amiaro. so-
bra lo n 21 ; tu. do km.iaro, casa terrea n
2J: quera as quizer comprar, dirija-se a
M noel 1 erreira da Silva kl.il, on nesta
.rac ao seu propietario Jos Manoel dos
Santos.
Vende-se este'unguento 110 estabelecimen-
t geral de Londres n.244, ubtrand, e na
loia de lodos os boticarios, droguistas c ou-
tras pessoas encairegadas desua venda em
toda a America do Sui, davala e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocctinhi.conlem
urna natroccSu em portuguez paia explicar
o modo de fazer usodeste ungento.
O deposito geral he ein casa do ir. Soum,
i.ceulico, na rua da Cruz n. 22, em
Pernambuco,
re
gios de
ote
a-
,ei
inglezesdeouro, desabnete e cevidro:
vendem-sea precora/.oavel, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia do Recife, armazem n. 3G.
Aviso aos ta-
nociros.
Vende-se lihsca de vmes per preco
i commodo : na rua do Vigaiio n. 27.
i
Cabos sortidos da Russia, Cai-
-;'/; 10 e Maniiba.
r3 Lonas da Russia, brins e brin-
@ zoes.
C3 Cobree metal para fono com
i$ presos. m
? Oleo de linbaca e Velas steai 1- mk
:. as. c;;
5g Estanio em barrinbas, Bar- $
9 r,ha.- O
:'-i \ inhos linos de Moselle e Joan- @
(fe nisberg espumoso, c de Bordeux fe
em quartolas.
I- C.J. ASTLEY&C.
Fugiovespera de fest. ororrioulode
nome M.rcolino, per.encent .0 .baixo as-
signado, e com os sign.es segeintes idade
16 a 18 .nnns, sera barba, cor-o franzmo,
pouc. .llura, escrnUis crescidos. Este mo-
leque foi escravo da.Sr. (,. Oih.rina .'mo-
radora na S. Ui.de e foi coiinbeiro d. casa
de pasto, denominad. m,v d* Onr. : quem
pois o lev.r 11 seu senhor, ser bem recom ,
pensado. Renfe 29 de dezembro de 1857.___
Olaudio DuIux.
A VSO.
;>?sapp.reccu da rua da Aurora um. pre-
ta de nome Joaquina, cri.,ula, de idade 40
anuos, pouco mais cu menos, foi., alu
migra. tem falta de a.guns denles na frente!
no andar he a ress,df, jes gr.nde, beicos
grossos, muito Wditia e viv, up.iie-se a-
chr-se refugiad, nest.. cid.de. ou no bair-
ro de S. Jos ou err. Fir. de PorUs : rog-
seas.utoicadesiolici.es e .os capitie*
le canijo que aptrelindni e levem a casa
do Exm. Sr. Itaiaoda Boi-visli, que serio
generosamenie gratificados.
.No dia 2 de noveinbro p p., das 8 as t
horas das ninnhia, oesaf paieceu r supioe-
sel.r sidofurlado. do sillo n. Pssacrm d.
Magdalena, cue f...i d. viuva lielfino, um ca-
biinh. esc.vo, ch.m.do U.noel, idade 10
annos, rouco m.is ou menos, descarnado
f.lt.ndo-lhe um ou mais denle, na frente'
cabellos carapinhos, falla cora lingua noil
denles ou he meio tatam, natura ooserUo,
e foi vestido de camisa compnda de .Igodao-
zmho e chai do de pal ti. de cain.uh. : r.ga-
se polica ou quem delle souber, de o
.pprci.ender e lev.r ou avisar no rnesmo si-
tio, ou no Recife, na rua Piova. sobrado 11
27, ou no engenho do Meio d. freguezia da
\.rze, e prometie-se pag.r bem.
No dia i S do mez p.p., fugio de bor-
do do brigue Sagitario,., um eteravode
nomeJoaquim, pardo c?cra\o, de 2 a
i annosde idade, estatura regular, secco
do corpo, s tem barba r.o qiu i\o, ca-
bellos carapinhos e ja tem muitrs blan-
cos, he bem condecido por ter as mao,
muitocaleja.lis, (piando fugio linbao..
bello a nazan-no, tem os pes meio apalc-
tados, e falla muito manso : quem o pe-
gar e o enlreRar aoseu seabor Manoel
Francisco da Silva Carrii;o, na rua do Col-
legio n. 15, terceiio andar, lea' bem
gratificado.

Fugio no dia 31 de dezembro do mez
prximo p.s-"1o, ur>a cscrav criouli, de
nome Renedieta, de bonita figu-a. rcp'>
senta 18 a 19 'nnns. a'tur. remitir. tm
o rosto redondo, nariz chato, es de los gran-
des dos pes .herios, Ipvoii v, slidq de chita
velho e chales verde tm.ein velho ; j"lga-
, se.nd*r.qui mesmn na praca n. diarri
-0^999 POrS';'" um tanlo vadia : ror isso rng.-e as
acto'idades e aos eapitSes decampo donl
a encontraren; icgu'm a levem a ru. do
T> icha Kovc n 3i. eaciatutio >'< V>ves
& f. ou no Pateo to Terco n 141, que ser
recompensado de seu tr.balho.
O
3'ilulas depurativas do
Dr. Altan.
Vendem-se nicamente no escriptorio de
Vicente Ferreira da Costa, ra rua ''a Madre!
de Heos n. 22, a 15 cada vidro, e 10/a duzi.
- lugii no dia 27 ""e dezembro Jos.:.
ItecommendMiios ao publico esta ese denle P^""^. I'". <^.o do cor,, lera un,
remedio, til a todas as molestias, entre as S,R,,,,J f uu.es se menciona : ebre amarella, nter-: un'" es'"la Ur" !''osl- '" r, .'.""T',
ri.i.trnteousezOes.e de oul^a qualquer q,..- la0 nos ar abal tes desta
lidade.iniigestao.rbeua.t.smo, aVysipela, cJ,,,e: q"em W. 1
constipa?ao, ele sendo que seus benficos
elleitos seestendem igu.lniente s moles-
tias chronicas. oos seniiores fazendeiros e
mais habitantes do interior, torna-se neces-
sario supprir-se desle medcame,nto.
pateo d. Itiheua, ou a loja da ni do l.ivr.-
menlo ti. 2'J. que sera rtcoopetissdo.

l'hr..N. 1YP. dE M. F. PE FAP.U. 1808.
A Al I


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