Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07350


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Full Text
*A o. xx\iv C i.
j^ 5 mezcs adiantados 4#000.
*or 3 mezcs vencidos 5<000.
SAbim> b DE lNF.inO DE 1808.
--><

'Par auno adanlado 1 ">$000.
Porte franco para o subscriptor.
t
RUADOS DA SUBSCRIPCA'C DO NORTE,J
. Sr. Joo Rodolpho Gomes; Nati, o Sr. Joaqi'
*a Jnior ; AricilJ, o Sr. A. e Lemu! Bra,
I. Jos de Olivein : Maranhoo. or. Jos* Teite I
jub;, o Sr. Jote Joaquina Avelho ; Par, o
unos ; Amasonis, o Sr. Jeronymida Cotti.
PARTIDA DOSCORREIOS.
Olinda todos nt das, is O meta hora* .lo di*.
Ignaraasu', Gjiaau. t Par ihiba lid. legaadll e scta.-r.-iras.
S. Aatau, Rcirrroi, Itonit;. Caraira', Alunlio e aranhuns : na eerca-f. ir.
S. Lotaraaeu, l'uo d'Alho, Kasareth, Llaaueira, Rr.'jo. Pc^pieira, laasiuJ
ra, Florea. Villa-Bella. Bua-Vaia, Uuricury e Eiu', naa ijujru-
Cabo, Ipojuca, Si-rimein, Kio r..rinu..., Una. Uarrvirua, Agua-Prcta.
Plmenteia* o .tjlal: qiinla:.-lcira.-.
;Vodoa oa correios parten as 10 hura i da manhSa.
AUDIENCIAS DOS TRI8NAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco tercas fciras e sabbados.
Kazenda : queras e sabbados as 10 horas.'
Juizt do commercio : segundas as 10 horas e quiotas ao roco dia.
Dito de orphos: segundas c quimas as 10 horas
Primeira vara do civel : .segundas e sextas ao mei> dia.
Segunda tara do civel : quarUse ibbados ao raeiu dia.
EPHKMEKIDESDOME/ DE JANEIRO.
6 Quato mingunnle as 10 horas e 27 minutos da larde.
15 La iova as 3 horas e 13 minutos da manhaa.
22 (Juan, crescentcas2 horase 37 minutos da tarde.
29 La acia as ti horas e 52 minutos da inaohaa.
PKEAMAK DE HOJE.
Primeira a fi horas e 6 minutos da manbaa*
Segunda a f huras e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Os Santos Innocentes mm. ; Ss- Castor e Cesario.
29 Terga. S. Thomaz de Canturria are. m.
30 Quarta. S. Sabino b. m. : Ss. Venustiniano e Agripiniano.
81 Quinta. S. Silvestre p. ; Ss. Nominaudo. Donato eMiuervino.
1 Seita :- Circumcisao do Senhor.
2 Sbado S. Izidoro b. S. Argeo m.
3 Domingo. S. Aprigio b. de Urja.
ENCARKEGADOS DA Sl'BSCHir<. \
Alagois. o Sr. Claudino Fa cao Das : Babia.
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martins.
EM PEKNAMBIXO.
O ProprieUrio do DIARIO Manoel igueiroa de Fana,.-
livraria, praca da Iodepcndeocia ns. 6 K.
HWM flWIi^UT ,0aiT i-M-da lei provincial n. 320 de 17 de maio
jnm %MFB A%Jf *"^i M ^6 i 1ue continua em vigor en virtude do art.
II '-da lai do ot-gamciilo i. i 11 de 22 de janho

EB.N3 DA FHOVlNV
diente do <1U 21 se dnoraav.
( l.tm. cominsndaate da srnj. com-
r resulvido transferir para rto c.--
de-ie Uno, amonta a presidencia da provincia a
despej "Her 8:00051)00 eom o engajaraeolii de um eo-
ciuhe iro para o e.rviri dn provincia. N3o sendo
iuflici, eQle a referida quanlia para se contratar na
e-.-.. suiiici. m
I* do brigue Adolpho pura Fernando;, Euroil > sen engenheiro de napicidade reconheeida, e
oo-s. tambera aochte de polica, theisa/ 'avn1- U na provincia obrss gira de mail.iin.nnr-
6da, iois municipal de l. vari, coas
ralivo do arsenal de guerra, aneo
omeninlinle da estadio naviltIo*'"
KZ. V. S. de -20 do corren, de ni-
i MI i ._..al* fci
adofc
^^.tr'Iaiuie do l>ri-
umiiianiloi da corven "l!;^.^,,. ,.
,,(. ordeiu impenae. toes

t
l
amarac os capiiaes lenenu
are Hermenegildo Antonio Irbosi 1,
|oe a ropsma corveta dsve bivemeite
Baha, esper;o ordem para jm ree-
emnil i* em deposito na forlUsa i0
i* oocas e a plvora do viporsb"el>s;i-
e bordo da crvela.
cnsul de i'onu-al.Transmio porro-
* lieariqaee Ferreira, eonsulie Pnra-
utineis, o oflieio que era dal de lldo
giu-rae a dirU{So da assoeia^a de eco-
uhI .'r.-.uie ao rheu conhecuenlo ne
TlTonsal pe'li 1o em eoiifianc sensj-
oi cunlriloi olebndos nacil.itel
i colono, cliegados a esla cidae allim-
brigue u Trova lor a, recasa o sesmo ;t.
luir sises contrato, sob pretelo da qs*
legis por fallaram-lhes nmironlia,
is leis. ou pelo gov.rno de PoraiEl.
o rectidao eltaldada do Sr.'oii'ulle
i recoohecimenlo ne imp 'subilidde da e-
. peis qoo Ihe foram conliados. cono reir
da aisocia(Ao de colomsacao, lio psso
da recordar-lhe que esses Coiilrsos sa-
lantes, orna ver chegados ao Brail esto-
alados ho de dscidir-se pitas les do i- ''
'as iua> autoridades, a que Sean soja o.
tes, a jamis pelas leis de Portoial eplu
.'ii(5 j do Sr. consol pela mioiir'porqie
ada uo olQcio por copia junio, irasci-
coni que foram oblidos do secretariola
cmralos qoe eslivam im seo poder, e-
Kia das leis a jariidic;6ei do pai, e ao
tolerada.
ue o Sr. consol lome im jaita comidir-
; icio, a entretanto aproveito-me da occ-
enovar-lbe us protestos de mmhi sobna
teiro asrec.0. Coiuruunicoo-se aass-
inrM
arinl
e nov\
o mei
conM
nciai
da u
ipeai
provl
Tan
escrevi
Etc. a
'iQtorisaram-me Ss. Eses, os Srs. ministros da
le do imperio, o primeiro por aviso de 11
v|Dbro, e o sesundo (>> r aviso de 2~> do raes-
S i mandar eon>ralar t m engenheiro da lo la
ui qo. nao s se enc.irregoe das obras pro-
'< ajas tambem das obr is geraes, concorrendo
01 dos referidos mi ns erios com o terreo das
qif' se fzer cu"- o eogmhiiro engajado a a
Ue/irn. oolro teo-
OTibl nvi a aolo'is'i^o que esperaTn, quaodo
a V. em 23 d'n oatubro, von rogar a V.
condesan do engajaeieulu de que nessa m
car a Iralei. e para eme lira suliinello i conside-
racAo de ^'- ^"' ,s n,s's do eunlralo, e lenho o
prazer d ">viar-llie urna piocaracao para V. Esc.
.signar o"a<- "
Poden aconlecer que i'ir Inglaterra le "llorera
mu pQge nne*ro na circuin'l.ncias dese.uda, ecomo
em Kran '* "a" P09sa obler, rogo a V. Ese. se sir-
va de en ,en('er-,e a isse rupeito com o no'so mi-
nutrn eq Londres, a qaen lamliem e:revo, sendo
em lodo o ea* onlrato celebrado por V. Esc. em
virlude di s n0',er" aae ",B "" transmitidos.
lijante *os m'"" neceiurioi para supprir as des-
.r.. ..i aordinirias do eni:aaraeiito, V. Etc. sa
os quaes foram levados nnvamenle a' pra3 por or-
dem desta presidencia, visto nSo terem apparecido
lidtnles da primeira vez.
Dito Ao patrimonio dos orp'iSos, para que in-
forme quaes os rrendsmenlos dos predios do patri-
monio do collesio de S-nta Thereza, que se fizeram
no crrante aono econmico, os preo.os e conilirOes
dos mismos arrendamenlo', e se tem sido cumpri-
doi os coulractos pelos arrendatarios.
COMMANUO DAS ARMAS.
tjuartel ceneral do comouado daa armas 46
Pernanabaco na cldada de Recite, ana 30 ale
-lezeiubro de 1857.
ORDEM DO DIA N. 67.
O brigadeiro commandaule das armas interino faz
A conseqaeneia disto foi que as mehores e maii
acreditadas catas le viram reduzidas ao maior ipuro
que comeou a prupagar-sc com urna intensidad!
nunca visla. Segando as ultimas noticia, come^ava
a desponlir urna perspectiva urn pouc mais favo-
ravel, e aliendendo a multa: das casas qie .ii-pen-
deram os ieus pasamentos sito realmente abanadas,
espera-se que gran 1e numero dellas pder.lo da-
qui algum tempo conlinoar as suas oper^des. Cora
ludo, de llamburgo a crise paasa a manifeur-sa no
nortada liuarn.irca eda Suecia, bem com.na l'rus-
sia e oulrjs ponlos da Allernanlia. Al iimnrtai;6es
de metaes preciosos durante esla semana shirain a
295.000 I.
As falhncias aononciadns durante MI seanoem
Londres loram as seguintes: Mes Iloff-
iiiaiin Oy C .. i- i:n ura pasaivo de l.il mili! lier-
roann Co> i\ C, com .i9 a (it>,OO I. de
publico, para sciencia da guarnicao, e dev.d.i obser- n
vancia, qie a presidencia em dala de hontem ap-. MendesCla 4 C. iiagociaolaianligo para a In-
provou a tabella abaixo transcripta, da avallarlo da dias occidenlaes, cora um passivo ae 330 a 30 000
enlender-ie com o inesrai) ministro do
Londres, que uijMro estej habilitado a
pezai ei
servir do
Brasil em
Ai obrai' d9 rnel,"rarne'i(j do porto desla eidade,
inspeccail' *** ol,r* **a ""'' '* t' '*rr0 ^ Reoifi a0
Kio de S. "Franoiico, a con-tioefo da n iva ponli do
Iterife e'i l'J DOI>les pensio. estradas a dificios pu-
r.ira i da etape para a (ropa le linha no semestre que
lia de decorrer do I de Janeiro a 30 de juoho do vin-
louro anno de 1b">8. calculada em 500 r. a bem as-
im litar a racSo d forrasen para a enmpanhia di
cavallaria no referido semestre a 1100 rs.
1ABELLA das etapes para atropa de primeira li-
Dha desta provincia, no semestre do 1*
de Janeiro i 30 dejunho do 1858, de
conformidadb'cnm aa carta de lei de 24
de aelembro di 1823 e 2i de novembro
de 1830, e ulliaamente mandada cam-
prir por aviso de ministerio da guerra,
le 21 deoutubroie 18.12.
manifestara ao tongo da costa de Coroinandel. A li-
l.iai;,ii ba parecido as terminar a enviar rafortos da tropas a este ponto do
imperio.
irovineii, laesilc ai obras a que -o d-ve
Mt engenheiro contri lado, e qoe espero seja
para ellas e' onlP,e,a'riBr>le (.abultado, e digno de to-
da a confliu c'' oSa pelo sena onhaeiniealoi pro-
fes.ionaei, "m0 Pe,i s" P'^bidada.
Confiido' 0"C'0 a V. Etc., aitoa bem cerlo
de qoe o goV'.rni> i,DPer'i' *" Inleiramenle sali-
feto ea prt *'neia devera a V. Etc. am atsisnalado
servico En (r,*,an, prevalijo-nie da oecasiao para
reiterar a V **,c' 8 '"untio da ininlia mail lo-
bida comide'r.,*?" e in1limo JS. .
Ulu __^ fctm. John Facoe Oreme!!, consol
"eral do Br< "* MD ('iverl100!. enviando a lista da
qual coosli i
iiarca ingleza
Ao vice-coniul do Brasil no Porlo. -
menlo do riisposlo na circular da rapa-
peno de 14 de seteinbro ultimo, tran-
r. Aulouio Joaquina Periira de Faric,
I do Brasil na eidade do Porlo, a lita
l'ial consla o destino dos emigranle vil-
la provincia na galera portagueza aOlii-
I i me do porlo deisa eidade
o eila occaiiao pira apreienlar ao roesan
oaul o prolesloi da miaba eslima e coa-
) commandaule sUpirior de Garanhuns.
> lo oicio que por V. S. me foi dirigido
27 do mez liado, 10b a. 29, cobr-
eute-coronel l~"f|Jl"uJl^'" '
'iioiiiciiio. I-'--70"* **-
le lo art 87 S !. da It
e 1850, ledeve preilar a
gado de polica desse lat
acmenlo que se manda
' llit-sourarie de raziada.Teiuo >,
or avyia do mioisleiio da rnariulia dee
iro desleanno, a maudir engijar lia I
rio e artfice nece>sarios ao arsenal,,
i as obra do melhors ment do porlo di:
eudo preciso prover ios meio por i|n'
r as deipeza ao transporta doi ni.
lamento de pequeas qoanlias de que '
cijiii.ic.Io de imtrumentos e olensis :
eus iiriicios, sirva-so V. S.,sob minlia
de.de uegociar cora a eaaa da N. O.
irla de crdito de 1,000, a Cispoi
d do Brasil em Londres, a quem dirij<
eilo, deveado ser paga na theaourari
sla proriccia a quiatia qoe ao roe
>r aulregue, legando as coadii^is ajus-
' asioeiacao de colonisar^ao, aecuiando re*
ca de sua incorporar seas accionistas.
o juiz dt direilo interino presidenta do ju-
nio-o de ler dado, a ID do corrate, ai
le orden para a apteseolac,lo da suarda
lolicilou para o jury, e que, por falta di
e le nSo apnieolou ; e que te espide or-
mmandaole de polica para qoe a prasle.
.o arsenal di guerra, recomraendindo a
de ordem pira qoe eja recebita no bri-
pho,a a lranportada pan Femando a fa-
apilao Antonio Maris de Castro Delgado,
de soa mulber e de 1 lillio.
Aojaiz de direilo de Garantios, dizindo
ralo de ter o promolor pablieo daquelli
n aacharel Jo-e da Coila lloarado, deita-
iroilosau cargo por larde seguir para
il, otando da liccuca que Ihe foi csuce-
deilinn do< emigrante viudoid'alli ni
((Genoveva.
ramandanle de forc "tent ordeuado an cumiuandante do eorpo
de polica, qt. P""* a saar la requintada pelo Dr
prndenle ce jury ; e asnm haja V.
DitoAo r
joiz da direilo .
I'te de consiilerllr ,em *lr,,l a 'eqaincao constan-
te do mea offi c.' ^? J.8 d", co"'"'. <"<"ndo iim
respondido o de V- Elc- ,B *">"taia qae acabo de
recebar. 1 ...
Ujt0__Vo mi imo' '"le'rmdo-o de ter espedido or-
dem para o Ir. ""P0",". Pa"' a crle ,al" d.0,c".;
tiugente que p
ra
hagagenidas pr afsei
poras. nal
'" -.lo ni ^
lli -"re, como *a- famils e
Olliiiuo-se a Vale dos va-
GENEROS.
Valor
do
gneros.
aJO
'200
30
40
40
515
90
200
100
100
40
5
40
485
Farinha de mandioca
Carne fresca .
Dita ecca ....
Arroz......
Fejao......
Toucinho.....
Sal........
Lenha ......
Primeia especie.
Segunda dita. .
Termo medio .
Pao para os doeules
do I u.-pit.i!. .
Cantadora da lliesouraria de fazenda da 1er-
naniliuc-i, em 18 de dez.rouro de I857.0 coila-
dor. Jii.in Fernainlo da Cruz.
Conforme.Luiz Fiancisco de Simpa o e Slva.
Conforme.Antonio l.eile de Pinho.
' As.isoailo. Joo Jos da C.o-la Punenlel.
Conforme. Demetrio de Gusmu Coeliio, al eres
aju Idni- de ordene, enrarresado do delallie
K-slllll
Ks.0.1
!,-', 1,1
3.-810
ItiSOOll
lOfaUO
I". I i
5185
.59760
1|40
1 i
4i0
111O
2|0
1,0
2i|0
laooo
-
I. ; Riese & C. com uui passivo de 50.000 1.: II i-
rsch, Sirollier \ C. com .50,000. de pasnvo ; hrbei
Kosenaucr & C. com 40 a 50,000 de pissivo.
As nova I .llnelas annunciadas hoje 9o ss se-
goinles: .Messrs. C. A. Jouas V C. com oa pssi-
vo de 0,100 I. ; F. e A. Bovel, a Mr. W. Hie-
ler,
A annunriada fallencia de Messrs.iclileiingr, de
Basinghail Street, uegociaotis de drogas, em nada,
diz respiilo ou envolte a casa de Unan, .ouis
Schlesinser, do mesmo nome, negociantes laioeiu
de drogai morando na me-roa ra.
&le?sri Cirr, Josling & C, que ha poaco que-
braren), abandonaran! as esperanzas de conluua-
rim as sual operares, circumilanca esta quimui-
to peoulisou os numernsus amigos daqueila rma.
Mesirs. Josepli Foc o San-', que ha pouco iispen-
deram, olTerecaram aot seos credores urna oocor-
dala de 5 s. por libra, pagaveis em preslac/ji, qoe
foi ai en i.
Annoneiou-se a suspeoiao de Messrs. Seris e
Neek antiga e respedavel casa largamente en olvide
em r,m-arenes cora a Noratgi. A valia-a o seu
passivo em 500,000 libras.
A.ecuinle he a colaran dos cambios :
300
90
Aoisierd.an
rr
llar>nor|;o. .
Par,.r.....
M rrselli.i .
Genova .
S. Pelen borso
Madrid ....
Cadix.....
Lisboa.....
Porlo......
Vi jor de orph.los do Recife.commouican-
i9'a da irif< rrii.iij.iii do cooseltioadininUIra-
(rmonio da orph.lo, deferir o riqaeri-
qie Mana Marliniana de Cimpot e Ohvei-
liefosse entresne para viver em >ua com-
J.tfltnan lina Palatina di Jesns.
\ iliesoufa'a pnvinrial, dizendo em rei-
r oflieio (arteel^-'o n.lo se haver ai-
lado, por fill da, Hitantes, o con
ada de Pao d'.Vlh' -yfv<00m^ j
i .lo Cabo, que ai M fo viodooi
lionar os aifount'anii ara laes an .a-
P
__o presidente da pruvincia, lomando
iraclo o eje ein oflieio de 19 do corren-
loa o drecor interino da obras publi"
nnela*. cxpinda o oslado do crdito vota-
ra publica, no artigo 12 da la. provin-
e 131 de 21 de junho desle, e a conve-
c ntinoarim as ubras come;adas .: ence-
:o|ve abr' nm credilo aupplemeiitar ao
no ortigo 1-2 da lei citada da quanlia de
*), a qual ur dependida ni forma da
ila, ordena eja e>te aelo labmellido a
o da asiemblea legislativa provlaciil, e
am as ordms e commanicir^es neces-
iomeando o acharel Francisco Teiteira
promotor piblico da tmara Brejo.Fi-
s coromunicar^ues do eilyWj.
\ em para o Pir, sd cebo le imperiaei
is Antonio de Souza Sarment Commu-
cstacSo navl.
- 22 -
-Ao Esm. m nislro do Brasil em Viril.
......ndo para recrata do
ornes da Silva.
e V. Etc. de dars ne-
' mi foi(a de 12 prae-s
i igual n. de presos
do juiz municipal da
er os presos na casa
1'tc.saeT tiaras or-
lU.ii a e ' Jgi.J,!" e'o d'A'ho, logo
ra i tilui-lois dealacamcn-
Ul a no. i : ja, ,e jr^ena ao.
lariiiperiorivatam apreien-
--ei.i dos ie rertridos.
ros rsaimanonle aaperiores
'.*o d qe ,e:rala.
PolicaAccu a rtpeccSo do
' do crrante, ,elo r|oal com-
>aver entrado .*n etercici i do
"adeiie proviacii, e cerlo de
* de V. S. eoconlrarei lodo
eeer-lha ai prjlesioi da mi-
'So e eslima.
Taiiicando.-ane pelo com-
isnado o capilao Jo-e dos
subdiluir o capillo Brasilio
commaado do deilacamealo
nte superior de G-iranhuns.
a I lie jurara de fa/.enda le-
ore, deve V. S. conformar-
eis e relices a que se refe-
i. 3C> de 29 do mez proumo
laVV~S n,r, ..n" ",'""" direcc.Io. oavi-
JqueVme7"di ga? ,e" *??*? "^'"^
ee. Uta de 14 do mez pr ft! ""f0' 'ob ;*?' de"
inimnando qo. o mealre ?"e"" 0 """*' d,.n,f
riiba, Pedro Jos de Fre,. "' """ "' raa" de
20annos, s.,, conservad".*'"" emp"S'' .IKimenlos qoe na label! fl "f dede .elemb.o ol.imo 'JflL'S't'* ao """,
uIi.ciim ne pu ipiro do anpn ._ ^i.-
diri. sirva i,.o de exeml '"" '"""'-OI 'doa-se
..linete remei.end c0[ '" ""'1 d* ma_
di Fernando,enviando
Dilo
miado d
Sanio- IS
da Amor
'rfjBFlore
Oora o-
.remet
na or.'
em se
Dilo Ao comman-tan
a rela-ao dos ientenri,d0,, U< '^uem P"a no
brigoeoAdolpho. ,n n de c B",p,r T a're"ae".'a'
pena,, declar.ndo qoe, ,e IV,,d?, dec"rou. N
ai \vara. s presenlemeute oceu-
iiiac^Baliia^au^iiis-s.
plo no jury."
c.uee
DiloAo ao capilSo u lo, "^ntando i-ara
Vecrolai de marinha os pa saii-'^^i*Wo Jos de
aani'Anna. Franri loto Joaquim de Oliveira.
Dito A lie.oiirana provincial. Ao oflieio qoe
nif. me dirigi em data de lunlem, ib n. 408.
larluipiDdo-me que o procurador fiscal d-ssa llie-
uararia, por haver iiilenli do aee.io civel contra o
lieaoireiro das loleria, coiisalera-se laspeito para
usr osea parecer acerca do etame da conlas do
nesmo Iheioareiro, e de am requerimento em qae
ele pee a restituidlo de ce la quanlia, lenho a de-
cliraren resposla, que nSo lie procedenle o n olivo
alegalopara a*upeu-ao em objtito admiaislrativo,
olre o ni -I o procarador I scat tem apeis de dir
o cu pa ecer.
Vilolo commandsnle de poli-ia.Mande Vroc.
reinar di prisSo o sentenciados r|oe liouverera con-
dujo o hnpa ilesua con teiiii-i.-''. e-obora as suas
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Sessao ADMINISTRATIVA EH31DE DEZEMIRO
de 1857.
Presidencia do Bxm. Sr. desembargidor
Souza.
As 10 horas da manh.la, achando-se presen.eaos
Srs. depulados llego, Basto, Lemoi e suppleuli Ra-
mos e Silva, abro-ae a aeaifo.
He lida e apirova la a aria da antecedente.
EXPEDIENTE.
I ra oflieio do secretario do meritissimn triaunal
do commercio d.i capital do imperio, da 7 da cr-
lenle, ncompanhado da relajo doi comrceriianle
matriculado all, no mez de novembro premio lin-
do.Accuie-e a receptan e archivi-se.
Foi presente a cotaeflo ofTirial dos precoi corren-
lea, relalivos a emana luida. Mandcn-se ar-
chivar.
DESPACHOS.
L'm requerimento da Manoel Josqoim Ramos e
Silva, pediodo cerlidjo do registro d,s nnmoacei de
eu caiieiros Jo Joaqmm Kainoi e Silva o Manoel
Joaqaim Ramos e Silvn Jnior.Coan reqaer.
Nada mai lia vendo a tratar, o Sr. presidente le-
vaaloa a sessao.
LONDRES
5 de novembio.
_ Recebeu-se hoje a noticio de que o Binen de
Fraiir reduzira meis 1 p. c. na lata do disconlo.
D'ora avante a lasa serao 6. 7 e K p. o, par' ai le-
tras que nao tiverem mais de 30, 60 ou 9S din a
correr.
Ai ultima colaijoes do 3 p. c. francez na Iwlsa de
Pars deili tarde foram de 67-70 a diubeiro, e 67-
Sl para o lira do mez, o que denota a subida le 1|l
p. c. C'mludoa latoravel imprei dida deveria necessariamenle prodazlr foi prnuvel-
menle allinuada enao destruida pela rcenle di-
p-sir.lo do governo proli bindo a publicac.it da
o Preste por espaco de 2 mezes.
Km Amsterdam, operou-se ama grande ipa-
Ihia e a baita de 1 p. c. ius raudos hollaide-
zes.
O fondos inuleze achirara. O consolidados a di-
nlieiro fecharam a l 1|2 e 5|8, Para 7 de jan-ir. as
ollimai irana.ireei fechanm se a 92 1|8 e l|4.ou
90 518 a 34 sein dividendo. Acciies do llanco 2li a
218 3 .. 57 purlogaez, a 43 7|8.
Durante esta lernana a favoravel lendenria do
mercado monetario tem progredido~ainda ma:i sa-
tisfacloriameole.
Tem havido moi pequea alterarSo as laxas ce
deicouto, porquinto ie devem considerar moi ex-
cepcional o casos do te haveiem realisado tran-
sarles alnito de 10 p. c.
A posic.io do Banco de Inglaterra, egondo o al-
timo Inlanen, apresenla-se tob am aspecto dos mais
animadores.
A tendencia faroravel do mercado monetario lo-
mara sem davida maior consistencia a nao seren as
recentes fallencias, a qae rgaio o desagradavel
inaudido pinico qae seapodeiau da pnja di II am-
borgo.
A moeda correle daquella eidade, como he libi-
do, eompoe-se etclaaivameute de prata. Nao he
possivel obter-se dinh-iro aUum de Banco seno
positando prata. Todos sabiam que Haroburgo de-
vii inevilalveminle a-liar se envolvido noi deas-
Irosos effeitos do pnico americano, e como etle
elleiloi enmeearam a fizir-se ali sentir, o rigoroso
v. 11,18 1|2 a 1119 i|2
3 m|d. 12,2 3|i a 2,3 :!|1
o 13,12 rtifa 13.14
25,3.'a25,S0
a v.
3 miJ.
2' a 26.10
2 126,15
26,: a 26.40
*7i3i 51 lia523H
ir .52 11 a 52 112
Jornal do Commcrtfo de -is-boa.)
------------a-------.._------------------------------_ --------,,^ ii i a t, HkUlllV)
eoencaslependeisem de ouinnuao da mnela lyslema da moeda crrente local cintnbuio ainda
jiiali de jli;a, visto nao ser mili possivel sime-
Ihane recro. As>im fica respondido o seu oflieio de
honlim reilivamenle a este nbjic'.r.
DioAcamara do l.irooeiro. Approvo a aire-
roalaio d imposto de que trata a rimara muni-
cipal do Lnoeiro em sea olficio de 4 do crrenle,
ITIIADE .HOSTBKK*)
POR MAX VALREY.
III.
Contuiuicn.)
dmirtm os leilores de qae Manoel, icep-
rao deitamoi enirever qoe era, tallaste
itil vezei em sua caria ; he essa orna
veis coiiiequinciai do amor. Gonhecemoi
er que fana (arar aeui admiradores no
iiii irdentes alavras. e Ihes d-zia rindo :
la me ama,-porque nunca ma fallou de
ia mollier linhi perfeilamenle rallo.
.irio, que ab-la o bomein ale o fundo das
escita nelle i sede do absoluto. O senli-
nlado, paramente individual, que nao faz
ue confundir dua almai na volupluosida-
diinledi uia cboupana isulada sobre urna vasta
piaa.Bimiae foisera orne He cinco horas di ma-
nba, in i i ilber eslata asseutada uo lumiar desia
pabra iabil>3o, e coucerlav redei, emqoaulo doai
nenina mei mi-, e bello-, opezer de sea aspeclo
un laiio seagem. revolva n-se na areia a seus
pe-. Mnoel ii recibido como um conhecido anligo
pela mi a pos filhot.
'-.dio c.( o velho J)-c, C.itharlna'.' dis-e
elle.
Mio lie,, mea senhor ; porcia depois do ai-
timo alaue ni oove nern fii mais.
O velh Josearecea qaerer privar qui nao en
surdo, coi Crina dizia ; pois uioa voz grlou
do Mara d< empana :
ouversa vosse agort, Cilharina '.'
Com ama, do senhor a liba Je e da senhora
Mirlha, repondt a componen.
D.os Ue p:4 ioao o Jem qui elles ais tcm
feito 1 di o vell
mai a aegravar a siluargo. Ao pao qae o dinheiro
era anciosamenla procurado, os seus potiaidore o
gaardavam com a maior caotela. Aqai este ilum-
neme perigo desviou-o a prndenle intervengo do
governo ; em Hamburgo, alen de alguna pallialivna
iueflicazes, as cousas segoiram o leu cuno mtural.
para si e seus filho, Iraixponando da Ierra firme
INDIA.
Ilomli.-im 3 de novembro.
Apezai dos uccetns parciae o impoian'es dai
armas injieras, o conjunclo da siluarao i3o he 13o
favorave como se linha esperado depois da lomada
de Dilhi.
Sem qaerer por em duvida o triumplv definitivo
do Inglozs,; be comtudo necesario dizr que a in.
surreirar, depois da derrua do rebelde em Dellii
a em Lni'koow, em lugar de perder, tenganhomai
terreno. J foco da iosurreic;ao lem-se elendido dos
dislriclos revolla iot, al eulraa qoe esUam separa-
do! e tranquillos e qae hoje d3o as mis para a re-
volla.
No mr.menlo em que vos escrevo, o tadjpontana,
o Piindjub, e em geral lodo o Nord->oest do In-
ilon.io es 3o mais ou menos em armas oulra tu lu-
glezes.
Entre i paiz novamente inanrreccoiado acba-fl
iquelle ce Kotah, que he urna das que le cnmpAe o Itadjpnniana. O Kolii esl lli i ido
enlre o principado de Djeypore, ao nrtle, e a iro-
vincia de'Malwa ao ol. e he Wnb (o Gwaliar,
igoalmei le revollados como vns sab".
O agei te poltico da companhia de Kotah, capital
do paz no ine-rno nome, llillia recetado no da 15 a
noliola di tomada de Dellu e apress.u-sc. em coin-
muurcar etle acontecimenlo popuieao. Esla no-
ticia, em lugar de desanimar os indgena, de Ihes
demonstiar a fraqueza do iosurgenbs, ao conlraro,
elivou ao auge a sua irritoslo e a la lioitilidude
mal disfurcada.
Dou regiment do eiptyos se mblevararn ligo
em massi, e marcharam sobre a resdencia do mijor
Borln, qoenfiu pude oppor-lheseao urna resiten-
cia disespirada, mas estril. O rebeldes seapodira-
raram enifira di palacio massaenram o mijir
lodo os europeos que sa linliam refugiado na reii-
dencia ir gleza.
Estai iiiiorreieiiej no Badjponlana iem islo dt pe-
raoso. qieao ditficeis e em todo o eaio demolidas
em suflocir.
A Irib i< qae habitam o anligo estado dos Mana-
ntial sao, pela maior parte, affeicoadoi a pilhigem
e n.lo res icilam amigos era inimigos, e quanro e
veem em peiigo de serem derrotidos pelos sem ad-
versarios, refugiam-se nnsjoncaes, d'onde detifiam
impunemente toda a forja regular. salo n.loieria
para edm rar, qae in-mo depoit da pacilcarat das
provincia i immedialamente sujeitas a companhii que
a guerra nonlinoasse no paz dos Maharallai.
As ultimas nolicias de Delhi, rli-ca las por va te-
legraphie.i, akani;am al 13 deoulahro, ma diipa-
rliit ollic aes riiininiimeados aqu su sao datad de
19 de lelimbro.
Os descaches de 2l)dando a milicia ollici.il di to-
mada di Jelbi, ehegiram aqoi ha algous diai, de
kurracheel pelo vapor uPundjib : estes despachos
foram lomante expelidos a Calcuta' sem qoe i go-
vernador da nossa ciclad, lenha lidoseraelhaulecom-
monteacao. A populaeao europea qoeisa-ie xiuiio
desta um eira de proceder que a priva duranteqaio-
ze dia de noticias que inleressain a lauta fa-
milias.
Hoje enmprehende que nao obstanlee'larmo miis
protimos do Ihealro da zuerra, recebiamos nuliciai
inaia cede por va de Calcula qae por vio directa.
As miiias noticias de D-lhi apresenlam o eierci-
lo inglez n'um estado bem Inste. O cholera, a fa-
b-e e os ernnenles recebilos nos combates cout:-
noam a dizimar ns suas fileiras.
Ha regi nenio qoe tendo chigado diaole de Delhi
fcirle de 1,000 liomens, e que no momelo da oceu-
pc;ao des a prac;a conlava anda 500 lioraen, esta'
reduzido i .100. e esle diminae de diaem dia.
Mollas pessoat lemem que. se esle eilido de cou-
sas continuar, oa Inglezei sejam obrigidoia deisar a
eidade e n acampar fra.
Na segunda feira leve logar ra grande [rara do
mercado, em Notliugham, orna reuma > de 3,000 a
1,000 operarios sem trabalho.Eslas falla), di tra-
badlo sao as conuquencias da crias financeira ameri-
cana.
Muitos operarioi tomaram a palavra neise mee-
Uag, qae dorou urna hora, (tuando e desfe; o mee-
mu os operarios verdadeiramenle intelize diiper-
- irain-ai.ir.as a maior parte dingio-se para Lungovv.
All algn rapares ipoderaram-se da am quadro
photographico que eslava eiposlo pela parte de fora
de urna leja, e lizeram-no em pedacoi.
A populaba exaspera ia foi mai langa, preferindo
ameac;as, e aiacnu a luja de mercidoriai ds Mr. Tra-
vil ; urna enorme pedra despedar^oo o vidros ; a
mu n.l.io lureou a toja, e roobou urna parte das
raercadorlai : relogios de ouro, hijoalariai etc. ; fui
urna ver la leira pilhagein.
Na occatiao era que Mr. Travil, tratava de occol-
lar algans objeclos preciosos, para os por em segu-
rancia, levou com orna grande pe Ira pela parte iu-
penor do olho, e ficou gravcinenle ferido.
\ piic-iiiai'.i.i de Mr. Sbeppereg tambera foi ac-
commelti.la, divei.as tentativas liveram lugar con-
lia oulras lojas. Na vaara do mercado, e nal ra
pnncipae, as lojas lecheara-la e o negocios foram
luleirainenle so>penos.
A polica fez palrullus as rita* em diversos pon-
los da eidade, onde bavia coniicnxateii ajunlamen-
tos. Dorante o meetiug o niaire fez constar que lo-
dos aquelle qoe eram robusloi e podiaisai iraballiar,
encoulranam liabalho, e que o invlidos, recebe-
nam soccorro pela oniao.
No moraenco em que escrevo ( onze hora) -.lo -,.r
toda a parle atacada as lojau dot padeiroi.
Mr. T'ravil, u.lo foi o nico que soffrea com as
violencias da inullidao era Nolhiugnam: MM. Abra-
Imiii c C.a, all'aiate; Birgham, rapaleiro, Hainbai.
padeiro, e oulros commercimtes de Longow.ficaram
ruis ou menos prejudicados. Os saqueadores pode-
lam salvar-se com o resuda lo da soa pilliagem.
t Em New-Badford, proiimo de Nolinghain, pro-
duzram-se detorden da mes oa naturesa os logis-
taa fecharam es seu estabelecimentot; fortes des-
lalacaraenlos de policas foram eooscrviJoi em ar-
mas, n
Tambem na Escocia os operarios comecaram a
32 3|la 33 1| sinlir os effeiloi da crise financeira ; o Globo di
47 11 ni 47 :J|4 as seguintes nolicias de Glasgow.
o Sentimos saber que o numero de operarios sem
(rabalho continua a aogmenlar, lito era de esperar,
poique a estagoacao que pesa sobre o mercado faz
com qus ja necessidade de dar qie fizer ios minei-
ros, lecele, constructores de navios, e operario de
fabricas. As autoridades locacs trabalham sera des-
canso para fornecer trabalho qoelles que mai me-
recen) a sua lolicitude, e esperamos ver em poucos
das rt'-.iscer a coiilianri e ahrirem-se novamenle as
fonles de ucbllio para os operarios qoe eslo sem
emprego. (.Vorfio.)
Clcala' -22 de oalobro.
Delhi fe i tomada e Larknow livre do bloqaeio, e
com todo esles acoaleciraenlos nao Ora eiercido al
aqu sobre o insurgentes influencia ds desmura-
lisaeauquc se esperara. Todoi os das nos chegam
nolicias de uovis levoltas, pouco perigosas im
mesaras, iras muilo graves como lymptoma geral.
Enlre o blatos do mais acreditada, citare! aquelle
da revolta do regiment indgena n. 32, revolla que
lie posterior a' tomada de Delhi : n rebelde! mata-
ran! todos o oflieites europeo.
Falla-x tambem de urna agils.-ao geral que ss
CORRESPONDENCIA DO DIARIO LE PER-
NAMBUCO.
PORTUGAL.
Lisboa 13 di dezimbro.
Soticiat iifernriai e arfi.fcar.
Dios me livre, mea chaco redactor, de Ihe fazer
ni folhilim.
Nem qoasi que ji acredito no genero, era qoe
acredilaise mallo, haveria eleuieutoi di que Ih'o
fazer.
Li.boa, anda ha Iroi mere posmida por Irsles in-
llii-ncia que a lem demudado do que dautei era,
piucipaliiieule na aaimidisiima eslarao do iii-
vemo.
Bailes, seria urna impropriedada inclassificavel ao
menos le.librar- alguem disto ; os pstelos da ca-
plal estilo deserto ; os llieatros apenas frequenla-
dos pelas raras familias corajosas q ic nao fuaiiam da
eidade, e pelos comanles jornalista qai sn aban-
donam a fufa cadeira da superior para salvaren! a
patria.
O governo enlendeu que nao devia fechar os lliea-
Iros, e fez inoito bem, por mil e um) raziies, a qual
ni ns solida.
ficaram em Lisboa para acompanhar, e a gentil dia-,
cipnla sm pseos mezes eicedeu as esperanzas dos
que a ensaiavara.
Eslroa-se ha poucos das n'ami comedia inlima
de mtdatna de Girardin, ccLa joie fail peur, tradu-
zida em portaguiz com o titulo de Alegra traz
susto.
A circunstancias eram desfavoraveis para om
odebutei). aguravadas de mais a mais cora a coinci-
dencia daa toilettes* com que lodos os adores eu-
tram em acea.
Corre-te o panno : he urna familia de lato por
om filho qae se loppcle perdido.
O desenlace he o apparecimenln do mancebo, e a
pie totai fraudes qoe un e oulros inveutam para nao
detcarregarem de chofre nos desprevenidos Uo
faota nova.
M.inoelila possue iimi phytionomia insinoaole e
dolada de tanta mobilnali e etpressao, que traduz
os mai indefiniveii cambiante do senlimeoto.
Anda n;l i tem qainze anuos ; a soa formosura he
realzada or nao valgar intelliseneii.
It-,-lmenle foi urna grande a cq m si can pan o nat-
o Iheatro qae acaba de offrer irreme li.ivel perda
pela morle de Fnifanio, Barbara e Cirvalho.
Emilia da Nev, anda nao pie dominaras
suas evidencias, e l anda nos llieatros do Porto.
Ja v, que ora talento como o da joven Rey, era
muilo pira apreciar.
Em poucos annis, qaando a mulher substituir a
adolescente, ha de par ventura eclipsar a nossa pri-
meira actriz, a alindan Em lia, como Ihe ehamavam
o spus adoradores do oulro lempo.
Hontm, porm. ouvi diz.r, que appareciara igo-
ra crias reclamarse paternas a respeilo de M.noe-
lita ; diz-e que o pai que a aeompaoha, nao he o
verdadeiro pai, massim o reclamante. Islo he, qoe
hade ser orna verdadeira comedia, s o desfecho nao
he provavel que seja dos mais agradaveit, para a
ana porlugueza.
Entretanto, os Sn. Caslilhn (Antonio) e Mondes
Len,esl3o escrevendo para a bella actriz, compoti-
5-s di.rnaliea, emque pnem todo o eimero.allro
njo da p>ii* do iliaho.ii imilarao livre do Grand
pene et I settile Rile de Scribe doSr. Caitilho.
vai dentro em (mocos das enlr.r em ensaios para o
beneficio de Manoalila.
O escropulniissimo dramtico o Sr. Caicaes, au-
tor do Alcaide de VNp, do Mioeiro de Cau-
eaes s da Nole de Svnlo Antonio, de tantas
outras compnaii-dei justamente apnlaodida, esta
pondo a ultima lima nasas aEiiiiui Eqaitlreu, dra-
ma de grande espectculo e de sornrna verdade his-
trica, destinado a desenhar urna poca de lrinsic,ao
para esle paz que o vulto de Pombal resume gran-
dioamenle.
Os Espinhos s Flore do Sr. Camillo Cai-
lello Brinco, poeta poiluense, drama qoe foi repre-
sentado com bom etilo no Iheatro Normal, esla-se
agora dando no Ihealro de Vico, traduzido em hes-
panhol.
J ve', qus apezar das dtscus'de mais qae anima-
das, que enlre o peridico gallego e as folhasdo
Porlo, ltimamente luteitou a questao do prolon-
gamiento do cainiciho de ferro do norte, ha cerl fra-
teruidade lilleraria entre os humen de lettras da ei-
dade invicta e ns lilleralosd'Alera-Minlio.
A oRevisti Peniniolarn, jornal redigido em Lis-
boa, nao conlnbuio pouco, noi don anuos e meio
de soa publicaran, para esle resultado.
Ouein sera' o ineioraval correspondente I N.
se ; tenho-me lenibrado da viscondecaia ds Belli
te, com quem lao laoa vizinhinra faz nal culumnM
do jornal minhoto sntretaalo disconfir. nao he
iazao para aiiirn.tr. Saber-se-ha s dir-lh'o-rtst."
Neata uoss i socied. de, apezar ds eireomscripla com-
parada com a pansiente, guardara-te por muilo
tempo aigilloi desle. Cilar-lhe-hei por eteinplo
urna tonga serie dn arligoi aoonymoi que intriga-
rara I.i-boa inleira. lolitnlavam-secslebrididei
contemporneasa sabinal prun-iraments n'um
semanario barlesce qae bate iem dn nem contorn-
en e a maior parlo das veres ism gra(a era leda a
genle, que por soa pesir.l i n torna vmvel, e al
ine-ino na que por sai insignificancii io livideza! nSo
mereca a pena de ser discutida. Os arligoi a qus
me retiro earicalorarara Mendei Leal, Rebello ala
Silva, Buihao Pilo, Ladoo Coelho, l'rlmunm (le,
ele. Eram pungeotn, s chelos de certa mnrdacida-
de caustica e tenaz" qoe pelo excetaivo, quasi nunca
preeucliiain o seo l'un ; pon le o lenor comeciva
sorrindo, conclua condemaando a dnlrihe e absol-
veudo ou Iribonal itilimo a victima de lao desapie-
dada invecliva, emboraalguraas revelaces di ano-
nymo ia mo. O certo he que foram liles puquio sendo
succetsivaraente altriboidos a virio etcriptore da
aliada penna ; mas quinde o publico punlia a boc-
ea em algaera, tr.izii logo o diablico jornal a phi-
lioloaia caricaturada detse mesmo qoe o leilores
sappuaham ter firjado as anleuore biographns.
Iilud la a cunosi a le publica por esla forma, nao
me consta que nanea te dnulsasse qsim era o ver-
dadeiro aalur daquellu uilyrii.
A proposito deiti folha, qae nao tendo absolol
melo consagrada a poltica, apezar de le introm
ler noi seas dominio*, uem lilleraria, aao
haver tornado a la coala a lodm o h-
Iras de Portugal, foi ell qae publico
phyaiologia, de lypoi etclsaivain.n
do icjaouta bratileiro" que a ciMarmo
Janeiro la' reprodutio lazando, sega
inir-m, responsavet a imprenta di
aquella calilinaria. Ui piuco dial
fazia oaraeo le honorable a reapeito .
ligo, eomo quem linha a ccn-ciencia da
qae se acha aqai, do qae vale.
Eulsndo qoe a Impreusa dssli paiz na
mala ser solidaria com o qoe eacreva ama
lesea para qaara nao ha nada leo, nem
luvolneravel.
Siioreiiu ha pq/ventsrs algara
ndole, entre ambas se deslinde a qr
parte circuraspecla do jornaliauo d
Irauba a cousa detlac, como aqu
que lem nome, ao qoe publica aq
F.tcuso dizsr-lhe qss .nenlium
aera com elle discute.
0 ojorn.ll do Cororaerciuo
dezembro, occupa-n desli in<
estranhaniaa jostameote a trape
ero ilgomai folhas do Rio. '
1 ma boa noticia para deten
sumplo : ssla'-ae terminando a .
lome de poesas lyncia do asno .
des Leal. Alltrn i-se qoe he site
oceupar pela leiziiadi vez o lagar ,
mor, vago pelo f illarimenlu do Sr.
poneos diai foi victima da epidemi.
aqol lalvez o aotir onico ds om ae.
cae.io lilleraria que e vai loman lo
As duas lilliratura, porlugueza e hespanhola lio
feila para le enlre-conhecerem ; nao n's *t*nmr:Vta "'W* tribal io foi a genealoga
sa ; mas a iniciativa que tor^n aquelle peno lico, I r'i-en lle Hohenzillern, a qae perle
seri fecandiMirai. sstrnfado de aailicao e descoc-i l,,,l",dda a desposir o re de Portugal.
diuca em que se lem manlido o vizioho reino, nio |riai olira'^dsjnoila^ erodiclo,| mis qoe
enihargassem indirectamente a vulgariaacao da arte-
vala. O que un comecaram, uniros o continua-
rlo, e o pen-a eulo om da sa completara'.
C-'tar de Lacerall apreseulnu ha pouco no lli
ds Gymnaaia um drama cora o titulo de.1
nos Sociae. Nula-se nelle mait firmeza no d
olio dos caracteres e mulla feliei lade no eurd
drama foi gustado, e teria am la hoje verd
nchenle, se a populacdode Lisboa, que fi
pulosos lichim de ulliamonlams s umliul
la.
Il.va qoem elisiesie que o lucir de h laj*
or linariameii'e o Ihealros. nao andasse for
tiritar com fro, pelo arrabaldes,
ii ivi dizer, que no Brasil se espalhira, eom a ap-
P'in;l i do pnmeiros uum-rus do ccThealro Moder-
no, qtiit cm Libo e formara orna liga oa arsocia-
r.l-i de autores dramticos.
A forraoia Hernandi, enlevn doi olhna, e anas ; Mo me coma que hji mais do qae iilo : o edi-
..a...l e~..- a-----u- *J.----a- ---- a. lor
o-mor lena guardado pira o Sr. AnJ-iT
Vialle, quandoregreasaasecom a priocea blep
O Sr. Viaile he (flicial da bibn Iheca, e p. .
poii-ao litteran i e boas Er;- r^h^f/tm9 csr-
l, nao adinirav que vies.e oceupar eq.illi carga.
la O Sr. Meudei Leal linha ha pooco lempo sido es-
agradavel conforto dos ouvido, elevada a prima do-
na, tem nesta poca lyrica recehido applanto sin-
ceros, poilo que mo ettrondoioi, na ni ai ira Mil-
lar madama Chirlon, bem conhecida na A menea,
(idebutoa no Trovidorn, e ditera .ligamos pe*ns,
qae no Rio a ouvirara, que uid.i lem perdido na
fre Madama Tadesco, verdadeira eelehridade eanlan-
le, chegoo ha pouco de Piris, impvida corrise pos-
suira o elixir de longa vida, e reolvida a quebrar o
encantamento qoe Iraz por essa aldeas e serranas a
il ir da soriedade lisbonense.
Al ja se diz qae partir' de Cintra urna caravana
de lile lia nii i paca assistr -ni eslri sm S.
Carlos, seja qaal for o bulleTim do conselbo de
ande.
Se tal acontecer, a lenda de Orpheu esmorecer
comparada com os Iriumphos da Tadesco.
A celebie Ristori, devia viiitar-nis etle Invern,
depois de completar a soa etcuriAo pela Huspanha -,
daqui voana pira o Rio de Janeiro.
Etcuso encarecer-lhe qnanto desejnvamot lal hos-
peda ; masa insigne interprete ds A lli-re allronla
com mais denlo os punhaai de Melpmene, que o
amoienle infeccionado da epidemias.
Por isso, Ihe mo qnero ea mil, anda que da me-
Ihor voulade rendira cultos i temeraria Ta-
desco.
A companhia de declamara^ do Ihealro francez
he boa, ma nao lem quasi quem a ooca.
I mi bella manhaa foi serra de Cintra, com ai
peroles do sen repertorio.
O auditorio n,1o exceda em numero o qcie Ihe fi-
cira em Lisboa.
Luan 11 cotn a falalidade e com ns acuaceiroi,
volto'i, jurando ao seus deosis deixar em paz os
anachorelaa do (error.
De Ihealros, pois, nao lia qoe dizer.
L'm a niividade apenas : he que no thiatro nor-
mal de D. Mara II, apezar de 13o pouco povoado,
romo os oulros theatrot de Lisboa, continua a eap-
tivar ai sympalhiis dos frequeoladores a iuteressao-
le M nn.lii i Rey.
Esta menina, Hispsnhola de niscimenlo, viere
ronvidou a cada om dol autores, traductores e
i'V-t.idnres, para II.e darim as soas cocnposiee
fiara a collecc;o. Todos Ih'o promeltiram ; com
sisa promessa, publicou.se o rol ds escriptores, que
se le' em cada nomero ; mis tenho ouvido a' manir
parle, qu.. nao il.io (dar he o tirmo proprio) os sea
manuscriplos, sem que primeiro hijim sabido a'
scena aqu oa us Ihealros do Brasil.
De poesa lyrica lem sido ncsles ltimos mezes
muilo eirasso o mistos prclos/
Os ccPreludios Poelico da Ramo Cielito, tenia-
Uva nao de tolo infeliz, eque ravela tendencia
inequvoca de poeta, e houver persistencia, mai
esludo, continoacao de modestia, analyse diutorna
dos bons modelos, critica semali, e mil oulras etr
cumslaneias favoraveii ao deeovol'imento e flore-
csnen da boa sement Itineraria qa alli ha, o-
(iPreludilo, dizia, achanm cerlo favor na impreo-
a, e Mendea Leal, ub o paeudonyo mde crViscon-
dess de Bailarte, n'uma das sua cartas semanae
ao "Peridico dol Pobres no Po-lo, fazia o qae ja'
Ihe lucrara : islo be, animava o principiante, nti-
mulan lii-n com o' loovor, para Ihe excitar mais a
vocarjo. Tudo islo por conla, peso e medid!, he
bom ; e queira desculpar-me a phrase ullra-mer-
canlil a proposilo de lilleratura, que he a coojj me-
nut vendaval do mundo, mormenie a poeiia.
A cartas da mencinala aViscon lesas, qae j.i
por vzes Ihe tenj^o citado, embira nao sejam todas
ellas iliterarias, fornecerao la' para diante io sea ra-
lee Icecrroi abundantes para urna collecrao ; a pro-
la maltas vezes he opulenta, e os conceilos raim-
lo. Appareceo ha lempos no mesmo p>riodieo
porto.nte urnas cartas ub u pteudonymo de Ti-
mn Sllographo., dslinctai pelo es'lylo, curiosas
pelo asuinplo e digna de formtrem, depois di
reuuida, um livro iniressanle. Sao os perds poli-
lieos dos nosso oradores parlamentare ; Fonles Pe-
reira de Mello, Rjdrigo da Fmseca, con le da Tai-
pa, ale. ele, (em alli sido esbozados com habilida-
de e dnura : eulretanlo, o prazer de disparar am
ephgramraa, con.luz o mystenoso aolor a fabricar
urna machina infernal de projectn salyrico, sumin-
do na fumarada dos remoques physiooorail qae
Portugal o anno pa-sido com urna comoanhia dra- Principiara a retratar com verdadeira impinga
chegar a tumpo pira impedir a errla de eahir de-
jte era im mi.i.;ro vel io, para o qaal a itr_
o amor. Para que o corsc.au do liomirn I ra nao fora vide i infancia senao om asceisoriu
teiln, he mitler alguma cooa maii do qne moito ioiignficanlaj,, Octano, nuncio a velhice
c sn a Urra pode bf. Todos o seutein
inientc. e ta a razan porque tanto o cre-
is incrdulas, qaando ao profuadarnciule
o-, tem semc.re na boeca o nome, no qual
a-.c ii.fiui., seja qual lor a delinie.'io
, ou pliilusopl.ica que d m da palana
de ler lechado ana carta rom o cuidado
s ,diriam poeri, se o podet-e ser aquillo
an le senlim-nlo inspira; que lodo o ho-
mlnara de haver lldo eom a primeira car-
r e'Cnlpta a primeira mulher seriamente
lanoel perguntiio a si metmo comji a (aria
man de Martlia.
inmuto depon de ter feito e-sa perzun-
i a carillo, s no dm de urna hora piroa
para a filias vizinha os habilantn da cosa e os es- I baxo do ilhoi de Martha, mas niu esperando la!-
Irangeiros. vez menea qoe ella ji livetse resiondido, sem cui-
Nas classe cultivada da socie-tadei ai divida dn I dar em pi de accordo estas duas ideas coulradicto-
rarar.ln pagam-e geralmenle com phrise soooias ; na.
essa pobre genle nao labia faze-las; porm sua de- Achoo a camoomzi, leus fillits, e sea velho pai
diractio para com Marina era -em limiles. Se ella | aiaentadoa fora da choapana ao ndor de urna cnor-
livssse ordenado a Calharina que se lanrasta em i me baca d! cobre. Todo qualri melliam succeati-
abysmo como Curtins, ou queealondetse a mo so- I vaclente uini grosseira colher de pitera amas papas
bre brazas como Mucius Sccevnla, i. libaran teria | escaras, mistara poucoappeliloside Irigo muoriscu e
julgado fazer eu dever obedeeendo-lhe. Manoel
matica embaanle, que depois de percor-er a pro-
vincial, dea ilgamas represealiQdei ni capital no
velho Ihealro do Salitre.
Foi lal o tilinto manifestado por Minoellla no
drama caslelhano o La hija del ciego, qae alguma
pessoa influentes, de accordo com a oprniao de lo-
do os que alli a admirara, dzeram logo com que o
notio governo a lomasse dibaixo de sm proteccao,
absidiindo-a emquanlo se tperfeic,oisie na lingaa
porlugueza, que ji fallava menos mal, havendo-a
aprendido na un cvcm-l i a provincia, e depois a
esrriplurasso uo primeiro Iheatro de declama-
ran.
Asim acooteeeo. O pii e a mai da joven actriz
vcio abriga Jo 1 dj,r ia navio, elle lembrou-se sua consciencia.
abia, por isso nao hesilou coufiar sua incnsagem a
e-sa boa earoponeza.
Calharina nao li..b 1 nenhouia idea de notsos pre-
couceilos arbitrarios qui fazem um crime qaaii ir-
remiiiivel pan as moca bem educadas da recepcao
de qualquer carta que nao leja escripia por um p-
renle no lerceiro grao quan 10 muilo. Tinha vislo
minias vezei Mtnoel couveriar com Marta, e nao
et ir a 11 bu u que llieeacrevesss, vislo que labia le.cre-
ver. A recoiiimrn laclo expreisa de nao eulregar a
carta a madamesella de Mociibrun em premc;a de
aleuem naodetpertou a lombra de ura escrpulo em
de que ama nulh Com a iptal achara iinipo de
catar entre dial cu^nlia, neitar i-ll e ama iilha,
e Mllbelsceo-se ni(-,,pana, que ella lialiilava cora
o tuando. ntrepidi 1 ,ador, coja riqueza con.itrta
Iota no barr. A \n familia viveu r.oua nu tres
annoiiem imila insa.'^ e 0 villm Jus comecava
a avhir agralaveldijjir em un luto, qoando
urna noile di lairie,,|e de'oroo o pe.cador e o
barco.
Voltmlo Brelan, pr,nvera iigonle. Mar-
Ib. a'bou ('. 1 .nnipija, f ,te>carnaca ; leu fi-
, Di trio o. 298.
Manoel di'lribaio algumas mtiedi pcquenaicom
o tllaos de Calharina, e deixou-a depois de ler-lhi
recommendado muilo que Ihe levis.e com toda a
liriiinpti 1,11 possivel a respos'.a ue e-parava.
aupa leilore nao experimenliram sUatna vez o
deiejo de quebrar a caita do rorreio para tirar a
:arla que achiva qulo eloqaenle einquaiito a linha
ii man, e que Hie paresia sbitamente vulgar ou
"iJicula logo que desappa'ei'""*- "a eslreita aber-
lorj tinha se tornado a prpr 'Sdade da administra-
Q*s. Manoel lenlio algomice -usa sem Ib me depois
une an toa meia leeoa na n.rada 4* B :., porm o
poucoappeiitosade Irigo muoriscu e
de milho cczidos na agua. Essascena domestica II-
Inminida peloi raios de um bello sol qae se punha
nao diitava de ler caria poeiia rotlica e palriarchal;
todava au iuspiruu a Manuel senio violenta indig-
nara 1.
Ouanlo lis brola essa mulher que come asim
Iranquillaniente, qoando tem no bolso minha carta
ou a de Uarttia '.' disse elle a si mesmo apean-
lo-se.
E iproxi natido-se deCil urina inierroqou-a rom
aspereza. Sua respotla proiou-lhe que o appelile
desia pobie mulher era menos culpado do que elle
ssppuzeraa principio. Ella conlou-lhe com a prnli-
xidade da pessoas do povo sua entrevista com ma-
damesella ce Monlbrun. Fora somenle. i qaatro
horas da larde que podera eucoulra-la s na griadl
aba de caslmh-iros. Bietregira-lhs a caria de que
eslava enrarrea ti. li/eii-lo-llia que era da parte do
se ihnr lielir ar. Madamesvll 1 de Monlliruii mellara
a caria no bolso aein responder ama t patalea, o
depois volla ra para o jarli.n despedindo-a.
Manoel fez a eamponeza repelir-lhe cinco ou seis
1 entes, romee,va a conlenipla-lo com olbos a Imira-
doi que diziam a-saz claramente :
Por ventura es,e poure ino;o esla' para eu Juu-
decer?
Nossa tempestades de cabera e de rorarao serao
seinpre luucuras para ette enles simples que vivero
em continua communicaro com a natureza. Mailos
cuidara dar a razai desse phenomeno moral dizendo
que ns senlimenlot e at idai au pn lem desenvul-
ver-se as crealaras condemnadas a esgolar nuas tor-
ra- era trabalho materiaes para ganhar ana vida de
cala dia, ou admiltindo que nossas patele! exceni-
vasiao om produelo doeulio de noasa ajjacaca'o, que
a sciencias, a arles e as letras depravara o horcem.
como disse om pliilutophn cilebre, A prova de qoe
essa explicarlo lie insuflicienle he que 01 nbreiros
da ci lades, collocados na mesmas condi^eies de
(rahalho e de ignorancia qoe 01 caraponexea, esto
moilo longe da resignacaa e da Iranquillidade deeles.
Deiemos pois procurar oulra Cama pira a placidez
de alma do camponeze. as oalras classes da so-
ciedade, os liomens lulam com homens e o xito de-
pende de unid superi.111.1,1 le de una le, de talento
ou de destreza, l'odemlo-ie sempra ganhar a viclo-
rie, o horneen aiiiina-e BO combate ; mas que pode
fazer contra a geada qae desicca em urna noile es
ores da macieira .' contra a laraiva que derriba 11
rarresalo da entiiiihOo qae lenta algam in.ios o
tallecido visconde de Sanlinm.
A nona academia real mi sciencias. esta' hoje
sob o dominio sanitario. Noulra parla Ihe dou no.
ticia do programma dai isa dtseu'es medical.
lena boa notidide muiical hioempinho Ja en-
me.ido realtur pelo eonhecido concertina Jcio
Antonio h ha, que ha poseo annoi visitn varias
cpitaes brasileir.s, e que ao presinte se echa na
Porlo.
O artista esla" publicando o euAlbora dai mo-
aieas iiacionaes nertuauezascomposto de eaatigas
e lcalas do dnTerenles dislriclos e comarcal das
provincia da lleira, Traz os Monte Minhs, es-
ludadas minuciosimeiiie e transcripta! na raipsc-
livas localidades.
Ja tahio o primeiro numero com dan peeai pira
panoo (eiltlo fcil!, a iiber : a ceCholaa'd co-
marca de Penaliel, e a Variiraa do eomsH.i da
l.ouzada. Emquie lo o culto di ciencia cii""z a
algana, por monle e Tilles 1 herboriiar as tientas
do cimpo e verluai de mito, o notto maeit. pe-
regrine pelo esto ds casal em casal, colhendo este
singello ramalheles goiadu pelo amor da arte, a
conlribuindo valiosimenle para 1 uobiliiac.10 da*
cousa patriai.
Oue mellior brir 1* pira sm parele os para usa
amigo qae era longei terral esta' curtindo laolades
pelo berro da primeira infancia, qae o .lbum na-
cional, que 1 espoia oa ai lilhaa la' Iba traduci-
r 1 1 mitra a iareira, fazendo-lhe vibrar 00 corarao
a mais seosiveii cordis do lentimenlo.
Urna otan destis nao se reeommenda acaaosin-
lei ; denuncia-ie, ou manda-te-lhes de prsenle.
Oala' que Uto teja tambem o primeiro patas
para urna opera portogueza. O Brasil aviolajou-
e-no. A emprezi Amil la' esla' no Kio de Janei-
ro a convidar-noi pelo europio.
No dia do anno bom nhira' a lome o prmeire
nnmero do oDun i Mercantil., folha qss dsve ler
quan o frmalo d 1 nDiirio de Pernimbacoe. Ha
proprie lade de urna companhia de aecioniila, pela
maiur parte brasi.eiros ; frente do negocio* Ili-
terario de.la publicarlo peridica isti' o Dr. Luiz'
Maeia Jordi.o, soeiu da academia dai sciencias d*
Li>boa, e de moitis corporac;oei icieolilici de fora
do piiz. He hbil jariiconiallo so sea escripias-
gozam ds merecido apret na Aliemanhi. era
l-racirt a no viziiibo reino. Oavi qae o Sr. A. f.
de Cailillio fora convidado e annaira 1 lomar pars
icliva 11a redaecao do novo jornal. I)iase-i tambem
qoe a nonas pelmas mais coohecidas, cullabora-
namcada qoal isiuodo s ios pecialidade no
ccDiarioMercanlil.il A empreza lem o eapilal ds
qoarenta cunto de ri, vinti dos quaes ja lm es-
trado em cofre. Pira a impressao do jornal lizeram
acquisijao de um palacio s quinla ero S. Sebali*o da
l'edreira, levantando neila ollic.ni* iQdispensa-
viii para a composi;ao machina.
Nao preturno de prophela ; mai creio qae se 1
empreza levir a cabo o plano qoe de primeiro tra-
ca, s ie por rail enlendida* ecoooinna nio reol-
ver quantu a redaccao, o contrario do qae proj.cla-
ra, tem largo! e mai prospero* lularo dame si.
I.ma folha esmerada al 01 ultimo peraenores da
Mi colaborarlo e alheia a polticas ephemirat, dei-
linaniu-se a conciliar por todoi oa modo pofaiveis
de foror. Na noile do qaarlo para o quinto dia es- Agora, senhor; diste madamesella de Monil.rou
creven a Mirlha uro segunda caria, mil veze ma- lego qne Jorge foi depotlo no chao, conlio-lhe Mr
apatronada qae a primeira ; a's cinco horas di ma- Sorvel. Diga ao pai a todos qae forcendo-** pa-
nhaa elle ealava dianle dachoupaoa.de Calharina.: ra aicaucar planta parielaiia, qoe o ilibade dsw-
Converaava desde algous in-tante com a campone- | java para o seu herbario, escorregirain-lhe
za, qoando distingui ao Ionice orna forma brinca sobre o mosgo hmido do rochedo e
Ha poucos annos o Sr. Rivarra, iru lita biblioteca-
rio de Evora e actual secretario do gobern geral da
India, pnblicou urna gallera parlaminlar que foi
bem recibida no pablieo.
O editor, qae he o mesmo do moribundo ccPano-
reraa, cruo que chegou a fzer leguuda impressao
daquelle paraphleto. A hoguagem era singela,
esplriluusa vezes, verdadeira sempre. Nos per-
lia do novo Timn, ha menos candidez, porm
mais 11 iris de esiylo ; as citac-es com serem nu-
merosas, vera sempre ( do a pelo, que se Un nao
pode applicar o aphoriseno de
Celoi qui eile loojoors
Ne sera jimais cil.
ligeira qae adi.inlava-sc rpidamente sobre a ic 1
ni direegao da cabana. Alsnns minutos depois re-
eonehereu madamesella de Monlbrun. Etla chegou
junto d-lles pallida commovida e tremola, e d --e :
Vera de pressa, Ciiliarini ; vetiba tambem,
sinhor ; eu amrzo esta' morrendo.
(Ja\ amigo?
Jorge, Jorge, repeli ella.
Depon iem repoosar e iem responder i nenhuma
pergunta, ella toinoo a erguir precipitadamente o
caminho do rastello.
Nilo piroo tean em um pequeo bnsqus de fail.
no qual Manoel avittou Jorce desraaiadn a poneos
passo dos maros do jardim. Sua caben batera con-
pes
. elle cahio no
fondo, bise accidente nio he aera etemplo no tullir.
Tenha o cuidado de repetir mi fbula dunte drill,
qaando reconrar u enlidos. Oave, Cilhanna '
A mora deiappirecm Uno alrai dm grapa* da
boto que nuarneciam a vereda, e dsixos a Manoel
esuipefaclo.
Algum linheiros Iribalhssam ni vriohanri, a
eamponeza chamou-o. Ellas fizeram urna pedila
com alcona ramos de arvorts, s condsziram Jorga
pirs s choapana. ll-llarain-no -obre unt leito, e nm
(imponer, ao qaal Manoel empreilnn sea cavado,
foi enesrregada de ir a' eidade bascar am medico a
leda a presta.
espiga quisi maiur-a '.' contra o rio que transborda
e de-troe a horta .' contra o tanto que quebra i< pe ,),.' ,-ecunhece'
por ierra o dbil treivo e at grandes arvores? Abad-1 ,,
do pelo inexoravel po ler da natureza, n horneen dos I '\-0,
campas perd* al a n rao da raai-lencia. Dame do cim p
vezes esia parlicularidaiiei, e'depoit'parlio conven- i flagello qae arruina-lhe a eperanca. elle so paria qoeb-
cido de que leria urna carta ele Marida no dia 6e_ cruzar os brac is e abanar a caliera. Inevilavelnien- ,;
guile. Ao meio da nao tinha recebnlo nada, e di- !'" 'onia-ie f.lalitt.i em tud 111 que respeila seus n-
rigio-se u' cuta de Calharina etperanlo saber ahi al- t','es<''. !" *0 oulroi acto de sua vida, sim ha-
Manoel as.enloti-.-e junio de Jorge. Pungentes re-
Ira urna pedra. e o singue corna-lhe abumlanlemen- lletei comecaram a vir-lha no meio da hocrivel
te da enda. O chapeo de Manuel ervio para Irazer i agua de urna fonle vizinha, Martha lavou a chasa 1 um mo 10 iho, e Inl.ivi eom toda.*, farra, contra
""-.-'AL*" Le1??' :J .6!-!"'r!",'''l.0_ ."lfl0 *" convicees que Ihe trazia o etasai atiento ds rei-
lidadi. l.eazinava circuraislanciai im, ...iveiaj.-sto-
plicar* de aeonUcimeolo jiiiodi! i-,, ^xifaJKaf
a si nii-in.o sem accotar Mari..___fe faetaa de ^H*
arabava de ser teilemunha .m t 1 mw iusIiIi
caijiedesvaneci*m-e eui jm inflant*. Om dsvi
ri-r do amor ds MarlTet p Com rg> Mu en-
1.10 pira que ella rrrehVa a crl., O que o eon-
lundia man do que ludo era inalte-ivel peeaenra .!
rpinlo di Martlia, e.sa*,n,nl,.a ,,, proliinilamenle
tinte o olhot,
pronunciar ama
Vou base
espanto havia
M'.o a'i ','U el n ,CKa,.i.-a.---------------------- .----------- --a-------------------------------------------- -a- ......... .....,-
coa a principio fui um litfple duejo, lotnou pro- | guena cousa. A eamponeza eslava no mar rom 0,, Pilos de uomiswo .10 destino.
Itios m imam la fon, ,|e d lenja, o velho tiri-
lv dehalv... bs iridtm ua rlioupaua arroi-
ntda. l'.lla u-u #m |v Jei, uifeiizei da Inda- tonjtie* detrididas no momento em que elle sup- i doo filho-. Manoel lornou a ir de larde, oa manhaa | Manoel pagon Ciro no mez de julho de 18i
enra qoe tu 'ija. SiJama de lairuan dea i p.z que sua carta poda. elr na mao de ma-1 iguinle, e depo! de lanj ,novamenle. Cilhinna I honra de ter nm repratenlaute dislincto das el
aove.,10 J tllela, e a joven viuva dameiella de Monlbrun. ,Por eonaenuinle vollou a nao ouvra filiar de Martha, ~e u3o comprihindeodo [ civilisadas da ociedade. Drenle noventa e e
te,e om n al P"d jaobtr pao I giiope para a cboopaua Ji Calharina eiperjudo' a igilajo di Mao-1 neta aaas pergoalas iacohe-lras viven ui om eiUdo inespiiiniui de angu
depois turnan a fechl-loa
'-vra.
. disss Manoel, ao qoal o
dafne enl.lo, c ac.bava
"inha ama perna que-
m absaluBi j hj pa-
lo para .fundo da
i-i o nasal de Saut
io (.lidie. .
rra e folln .ubre
aa forc.as a'
(Ha para evi-
-regido de-
'i ao logar
inveulala, <,as pcscsuv ,e, p,tl de.uar toda a sai-
1 lo 7?^ -
Como poder* orna mon dei-nvolvrr lanie^ngae*
Trio Una habilidade e audeei. em .eaaelli.nl- -
aenliiTDaranla 11 trea kan ou- paossa ("
ndo Manoel derramoi... > ""1"
leipero. Sua caben parliaasa !* e "' apenava
oouvulsivaucolsa rsote entre ai mi t.
MFI HOR FXFMPI AR FNCONTRADO
ka\ itii Ann


DI.UITO Dr Pi"I;\V>!i.i < SaHIADOS d .i.Vmo T>T iSf.S.

. iniernac n"<"> Brasil e Porlucal, 0.0
,uq,l>> rflaw- *
1,11-ira 11 infonrian>r com mus rabal coone-
() contrates ,a "3o estilo felu, e se a
yjo nao merece* a eoofieaea publica, avt*a-lo-
l-i'ominenil.iaWe levo. 11 .* o faiei jamis.
ec,e que oc nitor ila Primavera, o flll inler-
do rundernnado de L'rQKOavaiia, se encarre-
crever mn l'brelo em porlugnez para o
* o do Kn de .lanriro. NAo Ihe poflse af-
n 'fiimpl, mas alguem da innmi la-
ele me disse que o argumento do
da hisloria da Ameiica. /..
.IJ.AVULSA.
BW IDUAx S
1838. Estamos emfra no anno de
Una difilcoldade podemot alcauca-
ovi lencia que no correr delle nao le-
iriraenlar os meamos effeilcs do que
Ci.rdar,6ct nos faz recuar de (paulo.
larneular a erise poique pasiamos
ira nao menos inferior, a lome, ou
.410 vem atormentar-nos, e nao dei-
jvida de nos aer bem fatal, se no correr
uno que encelamos a miierieordi divina
acudir.
autopsia. Os senhore doolorai Prxedes l'ilan-
, Villas Boas e Carneiro Monleiro, por convite do
bdelegsdo da Boa Visla pralicaram no dia 30 do
ei passado a aolop-ii no cadver de urna parda de
1 aonus de idade, p no eiame physicu a que proeedtram, jolgaram
que a ma mora (ora ocdslonada por orna coogeslAo
cerebral, porquanlo nao encontraran) simplomas que
podessa induzr a crer que se desso o euvenenaroen-
lo ; todava fizerarn a ezlraecAo de algomas visceras,
mido estomago, rutado, intestinos delyados e cerebro
cero seas membranas, e entregaran, a polica para
nellat te proceder o competente exame cliimico. A-
guaidamot o resultado para dizer alguma coosa.
Hospital de Caridad: Exiitiam no ala 110
do mei passado 25 liomens e 29 mulheres Ira-
lados pela canda le. 8 hmeos e 16 molheres que
pagam 1 casa, e 12 predas do corpo de polica.To-
tal 90 doentes.
Ale depoii d'amanhaa.
)ttttto ft< t&tttiumbuo.
O vapor o Cruzeiro do Sal, entrado honlem dos
portos do sul, Irouxe-nos jornasadetse lado do im-
perio, tojas dalas alcanzan): doTtio 25, da Baha
a 30 ue Maceio a 31 do correte.
S. M. o Imperador, em demnusiracao de sen pro-
fondo senlimento pela roorle de sua alteza real .-1
Sra. duqoeza de Nemours, sua augusta prima cu-ir-
mas, resolveo tomar lulo por dous mezes com a sua
corle.
Forem nomeados :
Commandanle do brigue Capbaribe o primeiro
teneule Basilio Antonio de siqoeira Barbero ; edo
brigoe escuna FtdeUdade, o primeiro leacnle Ma-
el Joaquina de Castro e Costa,
'or decretos de 18 :
'oram nomeados cavalleros ftdalgoe da imperial
Anlonio Valeriano tiomes IUniz a o pa-
in Carmo tiomes llioiz.
to da guerra foi publicada se-
olliciaes subalternos tran-feridos de
ros eorpos, e dos promovidos por de-
dala que sao disttibuidos palos ditos
Al ti diaria.
Primeiro regiment a eavallo.
leiro lenle do segondo balalhSo de
p, Antonio Carina de Magapiles.
andos lenles Miguel de Oliveira Sala-
idante ; Antonio Can li i" Salazar, Jojo
".aniara, Jos Manoel Teixeira Ros,
; Ze ferino Jos de Oliveira.
Dcimo balalhjo a p.
cnente-ajudanle do mesmo bala-
yetle Muoiz Valdetaro, para a f-
ente, Tito Lniz Manoel aje Jesos.
ule Jojo Alvares dos Santos No-
e.
me do quarto balslhao, Leo-
le Nones.
entes Ismael Torres de Albo-
pe de Souza Reg, C-ereldo da
timbo Maxim de Souza Barra-
a de Caalro e Silva, Ka) mundo
egundo batalhao a p.
* lenles Francisco Antonio de
Manuel Caetano Vieira Cevalcnol,
uquerque Mellu, Antonio Tiburcio
na.
Tereeiro balalhjo a p.
ui es lenles Joo Paulo da Silva Por-
enciano Jo Ventora, Jojo Vicio Vieira da
oqoeiro, Itaymundo de Souza Kaposo, Nono
Perelra de Soaza, Jos Adolpho .Nepomuceuo
Iva.
a Qoarlo bstslhSo a p.
senado lente do primeiro balalhjo l-'ian-
. /iletla de Castro Tarares.
v>488SIU!3v'eiI!,e' *'ncisco Pedro Borge,
Horacio Alves _5ilva-,-lUr]?'.E'teves de Frutas
tuimaraee. Pedro Ribeiro de Souza Kezeode, Fi-
lippe Marques doe Santos JuDior, Csmente Franel-
lio Tetares, para ajadante.
Crpo de Mallo Grosso.
Os srgondos lenlas Severiano Tiborlino'Por-
lella, Joaquim Jone Fcrrsira da Silva, Jos Jaciulho
da Carvallio Jonior.
c Ariilicea de Pernamboco.
1 O segundo lente Miguel Teixeira Lopes Ma-
Iheiros.
Os segundos lenles Antonio Pedro GalvSo,
pera secretario ; o segando lente secretario, Jos
Rodrigues Barlmsa Jnior, para a iileira.
A infices da Baha.
O segundo leuente Maritano Marteliuo de Soa-
za Guimar jes.
Corpo do Amazonas.
ir Os secundes lenles Seraflm Jos Ferreira e
-etafim dos Aojo Alve.
a Carallaria.
11 Os lenles Jos I.oureiico Vieira Sonto, para
aiudanle, e Jos Diogo Ozono de Oliveira.
tr Os alferes do segando regiment, Ignacio J0S0
Monjefdim de Andrade e Almeide : do terceiro
dito, Francisco Guilherme Cardoso de Lomos ; do
quarto dito, Joaquim Jos de Araujo Oliveira Lobo ;
do (erctito dito, Jos Melquades Bezerra da Silva
Costa.
r Segundo regiment.
O" lenles Manoel Lucas de Souza a Joao Au-
gusto Garcez.
noel Jacintho Ozorio, Jos Anlonio RoOrieuesTota,
I eup.il tmu Biptista de Mnenla. Bernaidino d
Costa Pacheco, Sebaslijo Luiz de Azambuja.
Terceiro regiment.
ir Os lenles Jos Procopio Tavares, liaspar
francisco Menna Brrelo, Cesar Augusto Braudao,
Antonio Germano de Andrade Pinlo.
.i Os alferes Z.eferiuo Jos Pereira de Souza, An-
gosto Ernesto Eslrelll Villa Ro), Vasco Mafia de
Azevedo Frailas, Jos Maria de Alencastro, Ale-
xandre .1,1 Silva Urandjo, e Friderico Erosslo Es-
trella Vills Ro).
r Quarlo regiment.
Os lenles Chnspim Alves Jardim, Diogo Al-
ves Ferrar.
1 Os alferes Jojo Pedroso Brrelo de Alliuqucr-
que, Jojo Baplista de Almeida.
(i Quinto reclnenlo.
a Os alferes Vicente Gomes Penlo, a Antonio
Gomes Peixoto.
Mallo Grosso.
a O alferes Jos l'elici* de Moris.
(i Babia,
o O enle Tliomaz Jos de Araujo Lobo.
o Goyaz.
Os alferes Jos l.uizda Silva, Z.eferiuo da Cosa
Kabello Correa da Silva.
a Minas,
o- P alferes Paulino Caetano de Souza.
S Paulo.
O alferes do primeiro regiment Joaquim Rodri-
gue de Almeida.
ir Paran,
n O lenle Francisco Xavier de Godoy.
i O alferes Filippe Alves de Mdcedn.
e infinitara. .
* .1 I- I. 1 lii;i.
ti lenle ^ bilaihio Jo.lo, Maria Pclra de
Bilancourl, para quar ol niesire.
O lenento do :i- balallijo Jojo Antonio tiarcez
Pallia.
11 O tenenlc da rompinliia lita do Espirito Sanio,
Joao da Silva Natarelh.
O lenenle do corp de miariiic.1.1 lu de <.
l'anl j, Pedro de Alcntara da Fooseca,
a i' balalho.
ci Os tenantes Jo- Joaquim Capistrano, llenrique
I iberio C ipi-lranii, Franri-ro Paulino da Silva.
11 0< Iferea Angus o Pinto Pacca, Guilherme
Epifanio de Lima, Jos: Virgilio de Souza, Jos Pe-
dro de Alcntara.
3' balalhjo.
' Os tenentea Antonio Cardoso da Costa, Loiz
Antonio de Albuuuerque Mello, Juaquini Cardoso
dos Sanios, Joa-i llipi -la Brrelo Lene.
a Os alferes Amonio Jos Fernsndes, Galdino
Ramos de Jess, Jase Luiz da Silveira, Luperclo
Gahagen Champloni.
ir 4' balalhjo.
a O lenle Caelann da Cjste Araoj) 1) Mello,
para quarlel-meslre.
" O alferes Jojo Rodrigaes Garca.
a i- balalhjo.
a Os tenenles Rsymondo Jos de Morar*, para
secretario ; Jos Tblage da Silva, Luiz Feliz de
Azevedo e S.
O alferes secretaria do 6- balalhjo Anteojo Pe-
dro Gomes de Castro, para a lucir.
O alferes do 13* batalhao Jos Lucas Soares
Raposo da Cmara.
O alferes Joaquim Alves da Conba.
11 t) alferes do meio balalhjo do Cear, Jos
Francisco da Costa.
o 6- balalhjo.
O lente l.iurenc 1 Ignacio Boargaele da Gama
0 alferes Jos Vieira de Souza, para secreta-
rlo ; Antonio Rebello <]a Silva, Domingos Eleulerio
Jacques.
ir 7 balalhjo.
O lenle J080 Ai.ulpho de Souza Brrelo,
i'O alferes do 12' bilalhjo Jojo Gonc,alve4 Pi-
menta, para qnarld 11 estre.
O alferes Carlos J >s Van Ness, e Clemente Jo-
s Ferreira.
ir 8' balalhjo.
11 O lenenle Jojo Amonio da silva.
a Os alferes Nelson Jansen Mollar, Jos Quinti
lino da Rocha Oliveira, Alexaudre Francisca de
Seixaa Machado.
9 balalho. 9m
I Os lenles Amasia Leal Ferreira, llenrique
Eduardo da Costa Gama.
Os alferes Eduardo Emiliano da Fonseca, Tir-
me Gimes Vieira de Lima, Joaquim Alves de Frai-
las, Antonio Raymunao Campello.
11 10 batalhao.
ir O tenante Joaqoirn Jos da Cruz.
Silva, para quarlel-mestre.
a II' balalho.
Os lenles Joaquim Cavalcanl de Albuqaer-
que, psra ajodanle ; Jos Maria Eduardo, e Joao
Vieira de Asaiar.
" Os alteres Benlo Jise da Costa Vascoucellos.
11 12' balalhjo.
Os tenenles Jos Joaqo secretario, Antonio H'rmidn dos Sanios Coelho.
a O alferes do 7 balalhjo Jos Lupes de Barros.
II O alferes Loiz Firmiuo de Souza Caldas, Piro
JoSo Evanitrlisia dos Aojos, Felicianu CautinrM F*r
reir na Silva, Sebaslio Machado da Silvra, Ma-
noel Comeada Silva Junior, Joio Perai"* ,le Miran-
da Jnior.
a 11- balalhno-
O lenenle do 3- balalM Fernando Callos
Franco.
Os alferes Francisco (-.los da Costa Aguiar,
Manoel Mara Kebouca'.
c O alferes da couyenh'u liza de Sergipe Jnjo
Pires Gomes. a
Baialhao de Matto-Grosso.
(i Os lente* Joaquim Craveiro de S, para se-
cretario ; Jos Eslanisl 10 de Pmho.
" O alfares Jos Meodes Malheiroa.
a Meio bslslhao do Piauhy.
Os lenles Viclor l.iuiralses Tafias, Jojo Bf p-
lisia Lopes de Carvalli, Jos l'iua Rangel, pira
quartel mestre.
a O alferea Antonio Jos da Costa.
a Meio ba.altio do Cearu.
a O alferes do 5' betilhjo Tertuliano da Costa.
Meio balalhjo da Parahiba.
' O lenle do 3- b. Ijlh.io Alexaudre Florentino
de Albuquerque.
11 O lenle da companhra fita do io Grande do
>'rle, Jo'e Anselmo .iudrigoes.
Corpo de guarnirlo fixa da Bahia.
"Os lenles Garrila Eloy Pessoa da Silva, pura
(JBfJuM; ;.Sanl Vicente Via'nna.
c Corpo de ju mielo fisa de Minas.
Os tenenles Mainel Jsre Muziuho, Candido
llermenesildo Pinlo.
Os alteres Floriano Lemos do Prado, Joaquim
Amenco da Silva.
Corpo de guarniran do Amazonas,
e O alfares Roque Soares da Silva, para secretario.
11 Corpo de eiiaruiKlo fiza de Goyaz.
a Os alferea Joi Craveiro de -Si', Jojo Ponce
Martins.
o Corpo de guarnirlo fiza de San Paulo,
c Os lenles do primeiro balalhjo Antonio Can-
dido de Araujo Maeedo, Joaqoirn Antonio Das.
Os alferes Auloui) Eoeas Gustavo Galvjo, Jos
Francisco Soares.
" Corpo dt guarnirjo fiza do Paran'.
O alteres do 13- batalhao Benjamn Rodrigo
Baplisla.
a Os alferes Constantino Martins Fernandos, Je-
rnimo de Amurim \alporlo.
e Cumpanhia fita do E'pirilo Sanio. -,
Compenhia fu- do Rio Grande do Norte.
O lenle, do meio batalhao da Parahyba Urba-
no Fernandas de Barros.
ir O alferes do 12- batalhao de infaotaria Olavo
Eloy Petsoa da Silva.
a Coaipanhia fiza de Sergipe.
a O alferes Epiphanlo Manoel de Caroalho.
c Secretaria de estado dos negocios da goerra em
i de dezembro de 18J7. J.ilanio Augusto da Ca-
lina Mullas.i*
Por decrelos da 'i do correnle foram nomeados
jozes monicipaes e de orplijos :
11 Do termo do Araz, em Minas Geraes, o bacha-
rel Jos Anlonio de Sampaio.
Do de Baependy na mesma provincia, o bicha-
re! .Iio Loiz Soares Marlins ;
11 Do de Peraly, na provincia do Rio de Janeiro,
o barharrl Fiancisco Marques dos Sanios ;
11D0 de Oueluz, na provincia de San Paulo, o ba-
charel Joaquim Ignacio de Moraes.
o Foi reconduzido o hachare! Jos Pedro de A-
zevedo Segorado no lagar de joiz municipal e de
orphjos dos termos da ca Mal, Santo Amaro e Para-
biba. Oa provincia de San Paulo.
Teve merc Francisco Gomes Vitalia da serven-
ta vitalicia do ollici) de esciivjo do jury a execacjors
criminaesdo termo de Inhambupe, na provincia da
Bahia.
Foi eommulada a Lail Rodrigues Soares, em IOO9,
para o instituto do; surdos mudos, a pena de uro
me/, de pii.au, molla correspondente a'melada do
lempo, em que fui oudemnado por sanlenca do juiz
de direiloda comarca de Vassouras.
ti Por decretos de l'i foram nomeados :
Major ajudante de ordena do cnmmaodo superior
da guarda nacional da Chapada e Riachjo, no Ma-
ranhjo ; Francisco de Araujo Costa ,
o Major do selimo balalhjo da guarda nacional de
Pernamboco, o capujo do exeteito Jos Antonio de
Carva'ho Danlas.
(i Major do quarl) hatalbjo da goarda nacional da
mesroe provincia : Pemambuco, o capljo doex-
ercilo Jos Gomes (e Almeida.
11 Por decreto de 16 do coirenle :
Foi Humeado o birharel Francisco Anlonio de 0-
liveira Ribeiro juii municipal e de orphjos do termo
de Jaguar Jo, na piovmcia ilu Rio Grande do Sul.
Foram removidos, a seu pedido, o juiz municipal
Carlos de Cerquen 1 Piule, dos termos oe branles e
Malla de S. Joao, para o de Mar-gogipe, na pro-
vincia da Babia, e u do termo de Maragosipe, Sa-
lusliano Pereira d- Carvallio para os de branles t-
Malla de S. Jujo, na Hila piovincia.
Foi aposentado, a siu pedide, o juiz de dirtilo
Jojo Carlos Perein Ibiapina, com orieuado corres-
pondente ao lempo de servido que litar.
S b propoala do reverendo Brcebiepo da llalua foi
aprsaeBlarjo na frecur/n de Sania Anua do Campo ")n.;aj hespanholas.
Largo 0 padre Lulas Rodugues Pullo.
Por decretos de 18 :
Foi iinmeado Fredrrico Candido de Oliveira ca-
pitao ciriirgio-mr no cumulando superior da cuer-
da nacional dos municipios da Jaearehy, S. Jos ,
M k> Jas Cruzes e Santa Isabel, na pruviucia de S.
Paulo.
l'oi timbem n."no na Julio Franco de Andrade,
capujo quarlel-meslre do commando sup-rnr da
cuarta narional dos municipios de (lampinas, Bra-
aancj, Alihaia, Nazarelh, Juudiahy e Conslilui(jo,
da provincia de S. Paulo.
Foi reformado a seu pedido, no raesmo poslo, n
leuenle-rnronel da amiga goarda nacional da pro-
vincia de Pernamburo, Jlo Lapes dos Sanios.
11 Por decrelos de I do Correte '
11 Foi nomeado Jos Carlas Machado de Oliveira,
juiz municipal e de orphjos do lermo de llapelinin-
ga, Xiririca, Talohy e ll.ilucala.ua provincia de S.
Paulo.
o Sub proposla do Rvd. Arrehispo da Baha foi
apres'nlado o padre Manoel Jorge Franco, vigano
collado da freguezia de Maluim, na eadeira de.meia
prebenda da S Metropolitana.
< Por decreto ele 2 do coi rente :
o Foram nomeados:
11 Commandanle superior da guarda nacional dos
mu lennos de Sania Barbara e Cailh, na provin-
cia de Minas, n bar jo de Coraes.
o Coronel commandanle superior das suardas na-
eiuuaes dos municipios de Caravellas, Prado e Alco-
hart, ta provincia da Bahia, o hachare! Archn do
Eapirilo Santo Menezes.
11 hu promovido o capujo Jos Tiburcio Pereira de
Mello ao po.io de lenle coronel commandanle do
.el es.
, :H'-mki 319000
Dnt da palna 3lr;>0il 3OJ00
Peas .le li-l 1 \tllias 169200 I69.OO falla.
Muedas de 1;. 9s00U
sobetanos '.IJOUO '.IS20II
Peos hespauhoes 20000 Mo ba.
da patria, 18900 1
Pala oes..... 23000
Apalicea de rj (i u 99 a IOi por cenlo.
praviiiciaet 98 Oh).
Chegarain, aahidoa deite parla :
Ao do Rio de Janeiro, a 16, as barcas uMalhildea
e (iltecifeii aquella com 11 das, e esla com 8 ; a 20,
o|bngue iiF'irinan com 8.
.toda Bahia a 2?, (barca ingleza "Ophien.n e a
29 o vapor americano de guerra -Independencia.
Sahiram para esle p>rlo :
Do do Rio de Jane! o a i'1, o hrigoe rrRufina, e a
22, os brigues uAlmiratile e tiNurrnao.
jlehavam-se a' castra para esle porlo :
Iso do Rio, os brifues Firman e aUamaoo.
Mo da Baha, u bigue Velara.
I. DE.ANEIRO DE 1858.
Mais un anro sumio-so honlem no golpliao do
\ia:-siilo, e foi augmentar o llicsouro da historia
com as snas YJics de bom c de mal.
Sempro quena vida humana se elleclua esta re-
volvi na miiclia successiva do tempo, surgem
no.as esperarlas, que fazem esi|uecer da alguma
sorle os desgstos do passado, e servem como do
ingleza de 23,annos do idade, do urna belleza hondeo qne seaiada nao havia soado a hora para Perm'utimoi
a.
I s-j mais feli.
ideal, que fui obriga la a rteixar os esla I i realiaasao deala desejo generoso, com imlu a en lr1'.'" Armero e Mnitiah,,!* ja [.
dentro de 24 horas, pelo nico faci de ser nnlm- lempo dos soberanos ajustaren! entra si, qulf]tier|is de 1352 c dos rool ~.,
siasla de Mazzini. Oizem que no meio dess desarene* que ppi seosesiatlos, rnos- lle-|.anlia i^ohi nie-ihore",',,,
ronjuncturas, o espirita publico est abatido, oa Irando desi'aile, que quando Taleirand dizia que O nmt de Portutral, <|m...!, 9 .., .
sciiiblanii's tristes, '. que un lgubre silencio, que a diplomacia era a arle de disfarrara menlira, di- ". l'ed'o ?., u sahinilo 1.- -1 -, >, | J
reina em lodos os cantos do paiz, apenas he in-. zia nina pura verd I que o t^oUenraa k i
lerrompido por vozes baixa-que murmuram ; :i As*im, a meiados Jo anno susciiaram-e algu-| "co, fui iilitinanicnin desuLdcna -,.
ordem quviluniiiia em peles nao pode ser a or- mas desfonfiawjas enlre a Fraiuja e a Inglaterra, UlIM lenfsrel epidemia. A ,,
dem dura loura e definitiva. Einfim, n'unia esta- por causa do negocio dos principados danubianos', que era a f-bre amarell,mas hojejize-
lislica uliimamenie publiojila n'um jornal europeo, e do rasgatnenio do isllimode Suez. Lu/. apo- i febre ijihoiJe, crca-ioiala pe ira
leo meieo-se no seu magnifico yaht, dirigio-se a "
coniatn-Nj as legiiintes coospirtsjoes : depnis da
insurreicio de Celenso em 1828, tso cruelmente
reprimida, vem a ronspiracao de 1832 : depois
em 1833 ura alternad contra a pessoa real, de-
pois em IS37 a revolla da Siciliae as ilosAbiuz-
zes, ad'Aquilaem 1840, as da Calabria em 1844
e 184~, em lima insurrcirao quasi geral do reino
que produzio a constiluicao de 18iS : de sorle que
parece que a conspiracao be pcrmanenle em Ca-
poles.
Entretanto as porches mais ricas da alta-llalia,
a Lombardia e a Venecia, que os tratados
balalhjo n. 87 da guarda nacional da provincia da transrao paa urna outra pilase da ezislencia.
Baha.
0 l'o concedido melhoramenlo de reforma no
posto de major da goarda nacional da provincia de
Piaiihyao capujo reformado da tuesma guarda Jos
da Cuiiha Simes.
ir Foi reformado nn mesmo poslo, a sen pedido, o
capilo da 8a companhia do 3o balalhjo de reserva
da guarda nacional da corle.
1 Foi perdoado ao subdito inglez, George Mac-
lirachen, o resto do tempo que Ihe falla para cum-
prir a pena de i anuos e meio de prisju a que foi
condemnado.
o Foi promovido ao poslo de lenle coronel com-
mandanle do balalhjo n. ti9 da guarda nacional da
provincia da Baha, o capilo Oulono Adjulo Oili-
cica. s
O conselhelro Luiz Pedreira do Couln Ferraz, foi
nomeado, por decreto de 7 do correnle, coinmissario
do governo no I intitulo Commercial.
O Ezm. m-con le de Maranguape, actual mini-Ico
de eslringeiros, foi agraciado por S. M. Siciliana,
com a gi ja cruz da ordem de San Janoarin.
Foi approvadn o contrato celebrado com o gerenle
da companhia brasileira de paquetes i vapor, inno-
vando u de 2 de Janeiro de 1855.
No dia 8 leve logar a loa"!rac^o da ponte de
ferro da Parahyba do Sul *m f'eute da villa do
mesmo lime. '
O han-o <)o Brasil eJevou a 11 por cenlo a laza do-
joro de ssus descoD'os.
L-se no Cor-eio Mercantil :
A birdo jo paqoele inglez Mednay quandn
vinlia pt.rr esla ctirte, solemnisoo-se o da 2 de de-
zembro. como nos refere uin passageiro nos seguin-
les i Porque meio festejaramos o anniversario do im-
perador, sem recursos, no alio mar t Eslando a pra-
licarmus sobre esle assumplo nos ns brasileirose al-
euna honrados porluguezes lambem, occorreu ao Sr.
Rodrigutsde Catiro, empregarin publico da Itahia,
que fizefsemus urn festejo religioso.
O c iiiiiiandaiite du vapor concedeu-nos a per-
missjo. Na cmara da popa se erigi om mndealo
aliar porttil. O dia eslava magnifico, u mar calmo
e sereno. Tinha de olliciar u dislincto bahiano padre
Jos Carlua Ayres de Almeida ; mas In vendo adoe-
cido -ut-tiii.i-0 o superior dus reverendos padre
f.azarislas, que vinhain de viagem com hosco. No
fin da missa, e quando lado era silencio retpeitoso,
ouvia-se de improviso urna vnzjangelica entoando om
byruoo sagrado, acoropaiihada por un curo de
vozes melodiosa'. Eram as rmjas de caridade que
ero numero de 20 pediaro a De<>s, no meio do ocano
e sub o docel do firmamento, prulongasse os anuos
de vida do munarcha do Brasil.
a Ojanlar qoe se seguio esleve animado, como
era de prever. No udesserl foram proposlus Ires
brindes: o primeiro pelo S'. cammendanor Iran-
eisco Jos Soares a S. M. o Imperador ; o segundo
pelo l)r. Jos Benlo I.eillo e S. M. a ra.nha da
liraa-Brelanha ; o terceiro pelo Sr. Rodrigues de
Castro as uac/iee adiadas do Brasil.
tr Qu.rnlo a-sim solemnisavamos esle dia o vapor
nMeJwayn paenra o eqoadur.
(i ministerio da fazenda acaba de lomar orna
merhda lia muo reclnrnada.
At aq -i pooios rameos impostos que a rerche-
doria |iodia mandar cobrar no domicilio dos cnnlri-
buinlas, e dahi resoitava qoe muitos que os deiza-
varn de salisfazer em lempo eram vezados com a co-
branra etecoliva, que he sempre odiosa.
Do primeiro de Janeiro, porm, em diante, pude-
rjo ser tambem cobrados no domicilio dos conlri-
bainies, quando esles deizarem de os salisfazer a'
bocea do cofre, os seguinles impostos a reo Jas :
Renda dos proprios uacionaes.
F'rns de terrenos.
Multas por infract;Jo de rgulamenlos.
Imposto sobre os corretores.
Taza tle escravos.
lilla pela concessjo de pennas d'agaa.
Dita do uso-fruclo de heraiicas e legados.
Salarios ele Africanos livres.
as piovincias e repblicas do sul, nada d nola-
vel ha depois dat uoliciasque nos trouxe o Me-
dwav.
Bahia.
No dii 2 leve logar a rcuniau dos accionistas da
Caiza C< 18' semeslre, elecJo da mesa, commissjo da ezame
e direrrjo, e sahitam eleilos :
Presdanle da assembla geralo Sr. commendador
Fraeri.ro Jos Codinho.
Vice-prisidenle oSr. Dr. Quirino Jos Ornes.
Secretarios os senhores Manoel Comes Coila, e
Jojo Soares Chaves.
Directores us eenhores Jojo Cesirnbra, J. J. Fer-
reira Machaco, Jos Lopes da Silva I.ima, Jusli-
niano Jos de Araujo, Jos Caetano F. Espnheira.
Jujo l.iuz de Uhveita e Azevedo, Theodoto Tei-
zeira tiomes.
Supp'enlis o serhores Manoel Anlonio da Conha,
Anlonio P. (.'. da Cunha, Jojo Soares Chaves, Dr.
Salusliaiio F. Froes.
Commissjo de ezame os senhores. commendador
Manoel Joaquim Alves, Juslino Jos Feruandes,
Antoiiin Alve Hibeiro.
I.e-se no n Jornal da Bahia s :
o Tivemos f^lhas de Sergipe, qoe alcaitram a 1!)
do correnle.
n Nada encontramos de ioleresse, alem doseguin-
le, que se l no Correio Sergipense n :
> Por arto da presidencia de 17 do correnle esla'
marcado o d'a 17 de fevereiro vindouro para serem
trasladados da malnz da cidade da Ivl.mria, os
rtst'is venerandos do finado ez-presidenle desla
provincia doolor Ignacio Joaquim Barbosa, e n
dia dezenove para o respectivo funeral na pella
de S. Salvador, e moneada urna commissjo dos ci-
dad.los l)rs. Pedro l.eju Velloso, Francisco Anlonio
de Oliveira Ribeiro, Anlonio Ribeiro Lima, lente
coronel Francisco Feliz de Frailas Brrelo, e ma-
jor Domingos Mondim Pestaa para irem a cidade
da Eslanc.a, e dalh f*zetem trasladar e acompanhar
o fretro al a capitel.
o Para esse m foi concedida a necessaria licencia
do Ezm. prelado diocesano.
De Macei nada ha digno de raenc.lo.
Usborne, prelezlo de visitar a rainha Victoria.
demorou-se ness ilha de rerreio dos soberanos bri-
lannicos, e nolim de tresdiasde conferencias inti-
mas, voltou para os seus estados, lendo ajustado a
differencac aperlado anda maisos lajosda allian-
qt anglo-franceza, que por alguns momentos so
linham jnlgado rolos.
Esle mesmo negocio dos principados tenlo en-
contrado embarazos peranle a l'orla Otlomana s> a
corle d'Austna, Luiz Napoleao aproveila-se da ( s-
lada do inipeador da liussia no territorio alien; i,
O comm-rcio sevi
ISl adjudicaram a casa da Auslria.se acham parti para abi, e era Stultgarlt conferencinu pt r-
hoje em melliores circumsiancias, grabas as pali- licularmento a esle respeilo com o neto de IV ro
vas animadoras proferidas em favor daqucllas re-1 Grande, e lodos os embaraces suscitados deopp a-
obriga-lo a conler es-a agilaejo delirante
Depois de ler ezaminado allanlamenle u perna de
Jorge, o medico declarou qoe aomenle va nina frac-
tura moi fcil de cur- r-se. Qoauto a ferida ta fen-
le, nju era mais do qoe orna eafoladara sem impor-
lauria. Emquanlo ell fazia o primeiro Iralamenio.
Manoel conioo a Mr. Serval o que acontecer ao li-
dio conforme as irialrucc,6es de Msrtha, e ewa ezpl
ea(ie parerea perfeilimenle, plausivel ao advogado.
Deitaram Jorge nos cuzma da carroagem, qoe ttoo-
xera o pai e o medico, e lodos tres ganharam a es-
Ira a de II..
Manuel ficando su com a eampnneza pe io-lhe a
caria qoe Ihe enlreg.ra de maulija ; depois.'rasgando
orna f-Iha da caima eicreveu rpidamente cum ta-
pia as pal-vr-s aecuillles '
Ha qualrn das, seiihora, qoe rerebea minln
cvila, tomo n.l leve a coragem de eonfessar-me que
amava a Jorce '.' Perdendo lodi a esperance de feli-
cidade neslO mundo, cu teria podido ao menos con-
servar illoaes que gora foram aniquiladas para
sempre. Ern qoem poderei crer de oro em diaule
vi.lo que devn dovidar da seuhora
b*-'raguu esse bilhele a Calhanoa ordenando-lbe,
i) aoBI^Jinne.linlanieiile a madamesella de
il"lbrun, e^Bai^is^Ji^,ll 'lo dl'' "S*na>> I(''
Os lau.per.e, lCavanVj rm.ileala 1-rSrida^e
do medico e da Mr. Serve! na choupana vejo emfim metosoa admiradores que a rndeavaro pare Ihes Im-
par silencio. Ciliares significativos liocaram-se en-
lre os freguezes asienladus as.mesas, e phnses come-
riadas em vnz alia acaliarau-te em um lom mullo
mais diacrelo.
A fardada he que a cozinheira de oro caslello vi-
sinti indo a cidadi buicar provi.es ira perlo dm
muros do parque de Cernen Jorze esltndido norliau
e bauhado de sangie, e junio delle madamesella du
Monlbruti. Njojtilgata neceasario dnizar a albard.i
em que ia enlre doos cestos para S'iccorrer o ferido,
mas livere om louyavel empenho em.conlsr o qo
acabava de ver a primeira criada quuencoulrara, o
esla dera-se press.i era repetir a leuaamos a trgica
Materia. No fim de um qnailo de hora a narraran
da cuzinheia Imha percomdo loda a prar;a do mer
cedo, un fim de una hora toda a cidade. Depoia de
haver solfrido um numero minutado de variarles n
ler-se adornado no caminlin dos commenlariea maii
draraalicni ella recebet.1 emlim ama formv definiti-
va e consagrada pela opnijo geral. Nao te fez cas
de pequeas inverosimelbancai.e foi admitila que
Manuel, cujas visitas dianas a Ciriian pree, upavan
muiln a pequea cidade, lendo sorprejua04ido aeu
rival no momento, em qoe sallava rTmoro do cas-
lello. Ihe dera mullas pulihai- Mero do pra-
zer vulgar do escndalo n-
dade de B... arhava's. co
volear urna *niecd''ta Q1'*
sobre as calcadas deferas; tjndo elle eolrou emi^*"0 de s ;n"|a
eiipiTESrHo perfdlam'
H...tao aeimu JoSo em -ui cmara, e ficou deseos
.ow.. Ezperiuieiilava a ne;esci.lade de cahz de iio-
*o na corrnle das Inviah !..> da viiia que he ests
ordinaria depois dos gran.ir dasaelraa, quaudo a dnr
aatMera-f* con airrilatSa. librar como lodos he
om prafeslo contra o soUtiineulu que tm. i.., ,,-
. gtdo.
- ua di.posir.u da espirito eonduzo Manoel a om
ijiui buteqiiiiia que a pequea cidade se ufanava de
'" J l mulhtr do balco fet nm gttlo ios no-
- .
ezpl .
aos innam""'* cur
do eslaMf J"'1"'
Aa pjfmif"1
berrjsViucaB pe-so-
esf'dao'ura na tro
cunos de tumo
quilhas jubila
ver,ao.
Manoel pe
jecto, e pe"
Oo bella socie-
"ular em di-
a repulaejiA
ir. Por (ssii
deu a mili
nar-se
'eles.
NOTICIAS COMMERCIAES.
O banco do Rio elevoo seus descontos a 11 por
cenlo ao armo, e apezar de nao haver rolacdescfH-
ciaes, o meicado de desconlo estave a 2i muilo fol-
gado, fazendo-se bstanles IranS'Ces, ficandn c>
cambio sobre Londres de 25 i\i. a li l|4, Pariz :lli"i
por f., Il-mbuico ti9."> Lisboa IIKl por cenlo de
premio : pecas de 1>ciit>0 a 165.JIH1, falla ; pala-
ces 2Ssjl)0.
RAIMA 30 DE DEZEMBRO DE 1857.
Cambios.
Londres -.'.111-.' a ni 11 i.
Pars 361) a 9 das.
Mam: urco ti'Jj 1 90 dijs.
Havre 36.
Klarstlha em Paris 365 a 3fi8.
Lisboa 1U3 ii.n a CU d as.
todava sua colera ausmenlnu seu-ivelmcnle. Assen-
(uu-se oante de una chavaiia de cafe e pareceu eb-
orlo na leilura de um jornal Algons ] vens olliciaes
enllocados perlo delle l.iu laram-se doratile alguns
in-l mies e cochirhus e ti.ailas coudas ; mas um
delles que linha adatara mais prodigiosamente a-
perla la, e os hiendes maia retorcidos que os de seus
cantaradas, coiilinunu punco depois os gracejos, a
que enlregnvase antes da chegada de Manoel, sem
abaizar o sum ordinaiio de sua voz. Manoel eom-
prehendeu enljo de que se tralava, e conleve-se
dinictlmeble. Lina phtase em que o helio espirito do
regiment dava larcas a sua frtil imacinar-jo, e com
pareva Madamesella de Monlbru.'i, a qual apraza
Ihe fazer apparecer a sua janella durante a lula dos
dous rivaes, a Helena contemplando das lnnc|iei-
ras de Trola o cmbale singular de l'aris e de Mcue-
l:n, veto pti-lo fura de si.
E com que direito, senhor, ezclamoo elle, falla
asiim di urna inulher que ptovavelmenle nJu co-
nhece ?
Eu ptideria perguntar lite, senhor, com qne di-
reilo loma a sua defeza f responden o ollicial im-
[iertcaiido-se.
Gen o dire'lo qoe lem lodo o homem bem e-
diiiadi. de dar una I,cao a um inslenle, replicn
Manoel evasperailo.
O insulto era flagrante, assim ti encontr dos dous
adversarios ful mateado para o dia segunde.
>o da do arri lente de Jorge os hospedes e 01 ha-
bitantes do Ccrnan linham ido desde Olio horas da
maub.a visnar um velho prenle da haroneas que
habitara nos .i-redores, e linham vidlado alia noile.
Cathariaa ojo pde pos entregar a Marlha o bilhele
de Manoel sen.lo no dia seguinle. Apenas a m. ra
''ecou-lhe os dilus, sen reata rmpallldeeeo, acorre-
Ihe lacrimas lenlamenle pelas faces. Ella en-
'U-as |. co, escicveu algurnas palavras e disse a
'nueza :
Val sem demora cidade, e enlrega psle hi-
lo senhor Belmar. Srja qual for a hoia em
0 anuo me se lindou, ctnbora nao fosse muilo
fecundo en beneficios,lodaiia, na ordem geral dos
actuiiecimeilos, foi bstanle pacifico para multas
Daj5et.
Se emtlguns paizes as esperanzas de felicidade
publica, to anno de 1857, nao se confirmaram
plenamete, com ludo para o grande imperio' da
Saiia Cuz, ellas nao foram contrariadas por ne-
ohumadessas tristes calamidades, que llagollam os
eslidos Gozamos sempre de urna paz inallera-
vel, e nossa prospendade se desenvolieu com a
enorgi que caraclerisa o> povos nascenles ; mas
conioo calor e a luz para us, assim como para
ou .va naces, nos vem da velha Europa, sei
po-ila que contecarcnios a nossa revista relros-
pect-a des acomecimentos do anno que acaba de
enerrar-se.
?u anl.go continente europeo o horisonte de
185' appareccra turbado por algumas nuvens
revobcionaiias, heranca legada pelos ltimos me-
zes to anno precedente. A queslao suscitada pelas
prelacoes da Prussia ao protectorado do princi-
patlode Xeufchatel, tornaia-se urna viva pteoecu-
patmos prinioiros dijs de Janeiro.
Saie-se que os condes da l'ourtals se colloca-
ram frente de um movimento realista que se tua-
inf.'Slra naquelle principado em favor de el-rei
Frtdeico (uilhermc, no mez de setembro ante-
rior ; i que depois de alguna eslorcos da coniede-
racao lelvelica, essa tentativa revolucionaria foca
sulfocda. Ora a Prussia, que, segundo se dizia,
nao er estranha a esse movimento, aproveiuu-se
do jnsco e procurou suslenlar o seu direito sobre
a posstde Xeufchatel. Em ..ambos os lados se
lizeiamarmamenios de tropas cora grande ardo:, e
a piz d; Europa esleve em raspara de ser penu ja-
da ; ma a Franja, a Inglaterra e a Austria se de-
clararan em favor da Suissa, e a 2G de mniocoi-
cluio-seim tratado para regular a siluaeao poli-
licii do elado de Neufcbalel. Em virtude deste
ira ado e-rei da Prussia consenlio em renunciar
paia serrire por si, saus bordoiros e successoresaos
direilos sberanos, que o tratado de 1815 Ihe atlri-
buoi sobeo principado de Neufcbalel, eo conda-
do de Yienzin. Dependundo dora em vanie o
principad de si mesmo, continua a fazer parle da
confederado suissa com o mesmo t'nulo que os ou-
tros canto. Uesl'arte lerminou-se esla queslao que
lia muitos innos prooecupa as chancellaras euro-
peas.
A confderacao suissa lamou a seu cargo todas
as dcspezasresullanles dos successos de 1856 : o
ranlao de -eiifrbalel nao podar ser chamado a
contribuir pra esles encargos como outro qualquer
camo, c ns pro rala do sen conligenle em dinhei-
ro ;uma annslia plena e inleira foi pronunciada pa-
ra todos os delictos ou conlravences polticas ou
militares, en relaco cora os ltimos aconlecimen-
los, e em favir do todos os Seufchatelezcs, Suissos
ou esirangeirs, e especialmente em favor dos ho-
mens'da niicia.
Assim a Siissa se acba hoja independente de
quaesquer preencoes estrangeiras, e o seu direito
garantido pela grandes potencias monarchicas.
iNa Blgica >s espirites se acbaram possuidos por
una grande irimeao, c semelbanle estado de cou-
si leve por muivo urna lei de reforma em maie-
rii de benelicen-ia, urna lei tendente a collocar as
m.osdo poder eteeulivo o direito de declarar pes-
soas civis as corjorac.ocs religiosas e torna-las aptas
a recolher os lejados das pessoas caridosas, e ten-
derle a dar aos particulares o direito de escolher
a ;oa volitarle alministradores particulares para os
btm que talles li-ercm consagrado a funda^es em
favir dos pobres. Esla lei pioduzio na cmara coses mui vivas, que encontraran! dolorosos echos
nasiurbas.
I.e isio, segundo algumas opinies, o elerno an-
lagoiismo do que se pode chamar os Ultramonta-
n)s eos pbilosophos liberaos. O movimento se a-
g lot em Bruzellas aos gritos do abaixo os con-
venlis I forca os frades aos escriplores calho-
licos 1 0 govetna vio-se obrigado a empregar a
fiirra para disporsar os amolinadores, e embargar
que a agitar,ao ganbasse as oulras provincias da
inonirchia. Urna circular que correu lodo o paiz.
pedi; a el-rei a dissolutjaoda cmara, ado gabine-
te e i retirada do projecto de lei. El-rei decidi a
relinda do projecto e o adiamtnlo das cmaras,
Esta concesso, acomelbada pela prudencia, satis-
fez o; desejos do povc.aordem se reslabcleceu; e a
Bclgca, esle pequeo reino, que lano se lem
adiantado na carreira do progresso, salvou-se de
ima -ataslrophs, mas actualmente a siluagao nao
est nuilo segura.
Os despotismos de el-rei Fernando de aples,
''ai augmentando conlrasi o odio no coragodeseus
i ubdilos. Todosos dias arrebenlam novas cons-
pira^oes, mulliplicam-se os processos, levantam-
se cadafalsos, e novas execut;oes capilaes tem lu-
jar ; de sorle que o principo que bouver de subs-
;ilur no ibroro Fernando II, no dia em que a
Providencia Divina o chamar a si, lalvez nao le-
nba forr;a bstanle para encolar a obra da reorga-
nisncao do r:iic de ^ajioles.
No anno de 1857 Ires insurreices e duas ten-
tativas de assasiinato conlra a pessua do rei, liso-
gioes pelo jornalismo inglez e francs depois da
proclamacao da paz em margo de 1856.
fio anno prximo passado, o imperador da Aus-
tria, lalvez consultan lo melbor os sen oleteases
naquella parle da pennsula itlica, resolveu fazer
urna viagem aos dominios que all possue, e a ci-
dade de Milao foi o thealro escnlhido por Francis-
receram inconiinente. He desl'arte que elle t :m
comprehendido o segredo da diplomacia, e he
muilo provavel que o seu exemplo seja seg ido
pelos ouiros soberanos. Se assim acontecer, o va-
por e a electricidad-: faro o resto, o a guerra | os vindouros ser apenas um faci histrico.
Descendo das fras regioes da mclaphysica po-
co /os para um grande aclo de clemencia, e para : linca, e desprezando as logama'hias do sjrs .em:
o principio do urna verdadeira modificaciio na po- representativo, a Franja s se oceupa hoje eo n os
litica que dominava no reino lombardo ven'uo, | me-'fioramenlos moraes e maleriaes da nacao : ca-
desde a proclamacao da paz geral em 1815. | minhos de ferro, organisagao de diversas llnh as de
A 25 de Janeiro S. M. assignnu em Millo um navegado a vapor, abertura de canaes, ifc irsea-l
s de stinaj
decreto de amnislia que se eslen leu a lodos os ju.'- meulo da sua capital, e oulras cinprezas
gamenios pronunciados na Lombardia por cr;mesidas a dar irabalho ao: operarios, eis o vetl o da
e delictos polticos : todos os processos foram sus- poltica no actual soberano Ha Franca, o qoi
acetar a ilade. >j wmmerao se,
lysadu, >i receias da alfandega ten li !
nove dennos, os |irinci|iaes armazers
a operaeos iheairos foram abanduiad- Q
mero dasv climas de todas as classes da .
he considtravel; mas no meio desla ralarnita.1- i>
Pelro V.nao tem querido deixer a sua a|
con'ianleitene visitado os hospiues ejba''
pnlosos, iara velar em pessoa na execujao das me
didasprerripm pela sci.-.iea, para i Uieiutml
dos duenis e para o reslabeleciinenlo m
blica. I pranio e o luio, eis hoje a s*)"'!
hilantes a cidaJe de Lisboa Knlrefanto M n
limas ncicies annunciam que a horado.
A queto dos ducados, este irabail
lope, ana nao foi ajustada. Ogab
quez enra iiliimaraenle urna menor,
agentes dilomatieos nos paize eslra
xandu-seja recusa feila pela Hiela d:
examnalo projeclo de consiiiuicjo' a
submejivi, e fazendo oulras aecusacoe*.
asTiliimas noticias, a Prussia e a A asir a W
rim ao prncipio pedir ao governo"diaara>arqHm mu
sa pronurriass,; de urna maneira poiiai sobra as
aeixas dis ducadu-. mas depois. sea se iraporit-
ram com i Dinamarca, levaram o jg rio aoic
Dieta de Francfort. ^
O iratalo de ?Mh*Air*.'5fieMx [;-
i
pensos immediamenle, e dissolveu-se a csinmissao
especial tle Manlua. Urna alegra sympaihica
saudou este acta que faz a maior banra do joven
imperador, e que se espera inflaa sobre o com-
portamento la o obslinadaniente mantido per el-rei
de aples nos seus eslados.
Alguns publicistas europeos julgam que esla
viagem he mais do que um successo italiano, he
um successo poltico sobreo qual a Europa inleira
lem osolhos cravados. e provavel que seja para
as possessas italianas da Austria o signal de una
reforma geral.- Joraaes de Vienna publicaran)
por octasio desla riagem urna espscie de pro-
gramma da poltica que o governo pretende se-
guir respailo d>s populacoes italianas: a mo-
narchia austraca, diziam estes joraaes, he um es-
lado polvgloiio, e o governo deve tender a respeiiar
e prolefjer tolas as n3conalidales : o elemento
nacional que se distingue na Lombardia por suas
eraminenies qualidades ser sempre resp?i lado pelo
governo lano quanlo for possivel pr-lhe as ten-
dencias em re lacio com a elevada missao que a
monarchia unitaria be chamada a preencher.
Esles termos do jornalismo de Vienna sao mui
ages, mas a Independencia llelga explicou as
inlonces de Francisco Jos, dizendo, que elle res-
tabeleceria a amiga vice-realeza desapparecida de-
pois da revolui;o de 1848; que nomcaria um
dos seus irmios para esle poslo eminente, e que o
sen governo seria coadjuvado por dous conselheiros
i tlanos : que nomearia um governador geral
pan ca.la urna das grandes parles da monarchia.
assinque a organisaeo administrativa e civil de
seu imperio se acbasse definitivamente eslahelecida,
e qie linalmenle coufereria estas altas dignidades
arhiduques de sua familia.
A obra desla reorganisafao deve ser lenta, mas
o celo hj quo o feld marechal Radeisky, que foi
enea-regado de por em pralica o decreci de am-
nisiii, e que tanto flagellara o reino lombardo-vc-
nezitno, depois da revulujo de 1848, foi desti-
tuid! do poslo queoecupava, e substituido pelo ar-
chidique Maximiliano, irmo do imperador Fran-
cisco Jos, e cujo governo parece inaugurar urna
era rova para aquellas infelizes populacoes, que
ha muitos annos se acham privadas dos dons da
liben ade.
O papa Po IX, que em 1840 tinlia dado o
signa; para o movimento do carro do progresso,
collocindo-se frente da ctTlisaeSo e emancipac/m
llbana, foi obrigado, pelos excessos dos revulo -
cionarios a fazer alto na sua carreira regenera-
dora. Desde eniao es inleressesparticulares dos
seus conselheiros parecan! queier desviar as ten-
dencias pacificrs e generosas de S. Saniidade,
oppcndo-se a quo chegassem sos ps do seu throno
sagrado as queias legitimas dos seus fiis sub-
ditos. Entreunto, parece que chegou a hora fi-
nal da reaccfio.
Pi IX, atlendendo sos gritos da sua benigna e
Ilustrada consciencia, ropellio os aleives da Corle
ponlificia, e uUimamenia visitou todos os seus es-
lados, acclhendo a lodos que o procuravam, fazen-
do concessoes razoaveis, e recebendo em todas as
partes pir onde passava as mais vivas bnmenagens
de amor e vcncrac,o. Suppoe-se geralmenle que
esla via;em du Sanio Padre ser o signal para urna
reforma mais liberal em todos os dominios pon-
tificios.
0 Piemonle, esse paiz da Italia onde exclu-
sivamtnle a Iberdade poltica he acatada, conti-
nua a sus carreira progressva, lvre dos abalos das
revolteos. Vctor Kmmanuel, que he o alvo de
lodasas esperanzas futuras da Italia ; respailado
e estimado por todos os seus sub<]ilos, vive desas-
somhrado dos terrores que atormentara, el-rei Bom-
ba, < no dia em que elle, coadjuvado pela Franca
e a Inglaterra, quizar arvorar o estandarte da
emancipacao e unidade italiana, nesse dia a irans
fornaco da Italia ser realisada. Talvez que es-
la revobiQo pacifica lenha sido demorada pelas
exrgeracies ambiciosas de Mazzini, m coliio de
pos do rever, da instirreifo de Genova, elle fez
Miando essa nova estrada ojmj^.n'^fg0l
lem conquistado as sympibias reats do pi
Jado aos seus vizinhos um novo e prolicuu
po na arledegovernar.
As grandes ideas s se enramam as j
naces, por que estas sao os instrumento)
tinados de que e serve a Providencia pac
listejo dos seus altos designios. Assim
(ranina que se deva encarregar de urna o!
ha-de fazer a admiraco da posten la le : r
filiar no projeclo que lem por fim a ab
isllimo de Suez. Segundo a opinio di
g'iiiheiro Ilustre, esla obra, cortando trii
du desarlo por um canal martimo, dim
tras mil legoas a estrada das Indias, rea
litares de economas para o camnierco d
e precipitar o renascimenlo civilisador
bellas regioes d'Asia e d'Africa. Ha i
urna commisso internacional, resolrendi
objeccijes que se oppunham realis.n;V> ;
du empieza, apresenlou o plano da obra
qie dentro em pouco se dai comeco
balho giganlesco.
Outro projecto magnnimo que pr
le preoecupa a Franca he a conslruc$o
nol enlre Calais e Dower: he em nos-
sello da verdadeira allianca enlre a Frr
glalerra ; mas o primeiro projeclo o
pcobabilidade de executjo do que o u
treianlo.se as duas grandes naques se i
este respeilo, a obra ser lavada a elfii
ravilhas induslriaes que a Gra Bcela
Usado pela sua parte, animam esta doi
o palacio de crystal, a exposic io arii
chester em 1837, o lunel do Tamisa
[rico entre a Irlanda e os Eslados Un
rica, e essa cidade fluctuante, que s.
viaihan sao documentos inconiestavt
Jeza.
A Hespa-V continua no
ir slahlli 11.1. ^ ; (| ,,
n livo do llirono de Isal
IB lanca nos braciosdos .
dos partidarios da ino"ar
S'is dos progressslas,
seguranza. Ilonlen
pinito moderado,
^arvaez, p~ daiio
nha nao se sabtv
i '
|ue se venheou ia ul t c<
lurou muitos dis, porq na0
zease cncarregar"i poder.
Nesia conjuntura, araiia
lu a Bravo Mti-ilo, e llit liz-.
sea nm minisli-io, tomando pi
de todas as fraees moderadas
nistero os homens respoitaveis
vem que todos se grupem n uc
so liguem em torno de mi
urna repulacao tal como s
presidente de coflstfi'A'uVctt
ir.inlia presidencia lodos sor.
rllo regeilou a proposta, dec
mente irrealisavel^ue ello n.
semelhanie plano. A coroa d
las personagens, e nenhuma
realisar a sua idea.
Entrelanlo depois t1
de muitos dias foi
organisar um minisien
de conselho. Di/.em
o,
ao, e
exem-
randes
predes-
i a rea
, era s
ira, que
iteremos
jriura do
um en-
ta legoas
nuir de
isar mi-
o mundo,
das mais,
nuilo que)
i lodas asi
MSla gran-j
; es
i esle ira
:sen tenien-
do um In-
ri opiniao o
inca e a In-
ferece mais
limo. En-
ilenderem a
:o. isas-
iha tem rea-
es|ieranca :
tica de Man-
, o cabo elec-
dos da Ame.
chama Le-
is da sua gran-
i ote rno systeraa de
Seta o destinet d *i-
-tulie'
M
Va las i:
itiieGai.' -'e^flue se refere aos prnaaplf1,os litna'
: -oncluiram se as eleves para 5 l,,v'"1>
a e na Moldavia ; e a quest> relatir a
oalituicp deses dous esulos, ejas, rincipal de
gufa ifaCrimea, ra ser decidais ,^0 consr-
4a hris romoosto para esle fim pelsj* ^.q'-tiJo-
plfnpoieriarioj.
I Rutas e a Turqua eslo cm pa tratan*
t0 umada sus organisacao interna, LJje '-
peer as prJas motivadas pala guerra ij^** ,p"
es passdos.
De proosito d:ixamos a Inglaterra di
a-, sao em razao ds so a sruacio rsn
tm pin que actualmenteells constitue 1,.
pe> doiinsnie. p
Em pa. levando o seu comroeeric, e a ua in
dnia a odos os cantos do mundo livre.ha mai-
'Wse? eculos, dos abalos das revoluroee, .
dataeximplo aos ouiros povos, a (, aa Breiaar.
pssna nabalavel sobre o pedesul da sui grande.
0 eu poder.
spera-se'j kreanto, por um deslino inexplieavel. tea
i sarido anlohaquatro annos. como ouuat nx;-
Jriiie seculos. Iei singular da hisloria.
Bsnem ella soffria no Mar Negro, eos campo.
4'Cnriea, hoje ho as suas proprias posiesaues,
nalsiiasorienue-, nessa pcrola raais rica da r
ns branica I
Ospets da guerra ds Crimea o governo
seassustentar lulas disntro dos saus prxyrios li-
mes, ora com a opposicao no seno do paHatnrato.
os com grande parte do j irnalismo do paiz eco-e
Isea (a- turbas nos meelings. e as asseihlas -
Jtleiamenle uopsila-es. que/trazem lembrmea tr-
daiiie trin.nisiia da democracia d'Alhenas. liraa-
Ihrade vozes para manileslar as suas doras er-ses .
oulras rezas ra s clssse media que soltava braaVis
de aaspero, para pedir que ossie kdmiUida ..
alWarg.n da narao, e que te acabas* pan sasa-
preesa ess..sprwle;',ioi odiosas, heranca das mo-
naifua goihicas.
-o rnss SSSM lutas e esses clamores s- pi
/f"ll reino um |
da iagteterra Ueril. |
is relac-ies de amizade enlre a
ds Tehern, e logo depuie appsre-
i-esia-
.conjun?tura,aFranc, mimi
io, e depois deslgumas olas dp4ornstica<
las enlre as duas grandes nacoes oced-n
ignou-seem Pars um traa lo.de coiorm
n os inleresses das duas nicties -MfcMas, c a
relaciies de sinizaJeestao hoje res.Meo.le-
las anda bem e>ta tempestis oio linhi passa-
1 '" lj Inglaterra se va a brae, >s eu-n um n <
nflicto. Esta nova lula ja .io tinha or r-
i minada de um: cidade com al II
ionio causa principal a presa ds urna lorcha
pequeo navio d guerrs oneaial, o ifett-.'
. ...j., ..su coolenda era na exirem laie oriental h
; sob a na China, no gremio dvssa naca, que se isa
ns Mu- mais velha das nacijes; a llar central Jo mundo ; .
ira total- com effeito, ella be um. Jai mais anti-a. e da-
npra,' ." nais noUveis que lenham exist ia. M-jbn
r
multas conierein-i.s"""
46 a rainha consegu
, mas com presiden
e esle novo governo p-t *
tende Itberal.sara Blall xoo ca50 elle no o
pode destruir por si me^ a re[onna consliiucii t-
,.al feila pelas cortes. neCBSSari0 JissoKer
cmara, fazer nvasele' e levar ant a fulu n
cmara a questo da sb. da re(rms mas c
mo o senado nao se ^ present p,
defender a obra da sua UH ti,ez pr.o-
du^"umconllil"'oei,;e arduas cmaras.
O ministerio I\ar ue iMb, dc peteceu,
nascer. de urna combl d nunet -J.
outra razao de ser. viv n po,le contar com
ras mui, lo qoe a Europa, a China encerra em pmp
egar diisor numero de hablanles; pon que SSSSSS n'.-
eus limites mais de vinle eoiio m.ll.ies e qualn
. ceios mil agriculloras que nadara lava, 1 r l
des grandes e pequeas, 1193 raeiellos, 31 .'il >,i
>i les de podra, 2T(jtJleraplos,S606mosleir i
una declarado, dizendo que eslava resol"do a ft?- ,dia em que estas iiillu me faltarum, elle ~f-
li ia r-se para o seto da vida particular, cansado de
vinle "Un annos de continua lula, he provavel que
agora se apresse o momento da resurreico liberal
na Italia.
A Franja sob o governo de Luiz IVapbleao lem
gozado de urna paz nalleravel, e al.'umas refor-
mas polticas e sociaes de um alio alcance lem si-
do realizadas durante o actual rgimen. Embors
Napoleao III, violasse a constiluicao que juira
manter em 184 8, e livesse supprimido a Iberdade
da tribuna, com tildo he forja confessar que o seu
reinado tem elevado a Franca a um grio tal da
as influencias une o ti ,
iham lev
' -^ ejydef. e
nligos edificios, ele. os quaes l dos. rm as irion--
itnbase os nos, ossolJsdis e leiiraJo-, m msnn
facturas e as produrjoes, segundo um vn|inle il
lustre, sao classilicados lodos us annos em lono-
caialogos, pelos dezoilo governos enlre os quae- o
reino esl dividido.
Foi pois neste paiz que a In.-laterra tve de sus-
tentar urna segunda guerra no anno ds 1*15*. \
cidade de Canlo foi a primein viclirm das boMi-
Ja les. Os Chine/es oppozeram unas n-iiJSsatn
lerrivel s forras marilntias da GraJrelanb,.
l depois de uiu bombarsj
renaV-aii!
ram lugar em oillerenies parles do reino. A ulu- grandeza e influencia entre todas ss potencias do
ma osurreieao nartira do Genova ; por assim di- mundo, como nunca conseguiram neuhuns dos sos
zer, no celebre iapor Cagtari qu sahindo com i beranos francezes que o procederam.
deslino a Tunis, devia arribar na Iba da Sardeuha | A glora que elle tem alcanzado, eos servico-
e ah desembarca- os conspiradores disfamados em i reaes que lem prestado ao seu paiz e ao soeegq J"
viajantes. A conspirajao mallogrou-se, o um lr- mundo, devem grangear-lbe o perdao e as sympa-
bunal especial diigido por el-rei Fernando era ias dos homens sensatos. Filho desie sceulo em
pessoa, puni severamenle todos os culpados que
lies cahiram as maos, inclusive essa Miss Wbile,
que a paz levo um congresso destinado a resolver
qualquer queslao internacional, .Napoleao compre-
so a ieviver. afUj^w'ji, a sua existencia e i
seu fim fo.am fados perfeltamenie lgicos, a su
mone foi a expiacao da sua orgem. Oriundo do
pi'mcipio proclamado lres vezes pelo man-ha I
O'DonneH, e que por conset|uenra foi causa di sua
morte como ministro, isto he, do principio deau-
toridade real emquanlo superior a todos os oilrui
principios de organisajo social, foi obrgido i
curvar-se soba presso desle proprio prineifio. e
por consequencla atacar as forjas dos oulros p'inti-
pios. Foi assim que elloalacotio uarlanienlcp.la e-
forma dosenado.a Iberdade da imprensa pea le la-
bre a imprensa,o principio de igiialdadepec'ea'.o
de urna nova arislocraria senatorial e pelo rslabefeci-
mento n lreclo dos morgados ; lalvez hvsse do
isio conlra as suas proprias convicves.ios icnmlli
do for urna fot-a irresistivel. que Ihe l'ihs dalo a
vida. Entao ja nao podeudo darum passparsiian-
lc,e nao lendo forra alguma legal a oppoaesleprin-
cipio superior que o impeliia, Narvaecahio pela
sua vez.
ameno rJenasaem
las, foi que os habiienles i, Cssstia <
"-'anlo a gaf
que cheaare*, sbea'mnha cmara e manda avis ir-
me. AUuga um ca- iiia para ires maia brevemente
i.iu.ii la CalhaMia chesnu diaule da casa habitada
por Manoel, ludas is mulheres velhas do qoarleiriio
e-lavam reunidas dianle da porta f.i/endo exciama-
rbt*. Obedecendo fonlualmenle as recomniemlaciies
de Mailha, a eam|one/a petsuntoo a propnelaria I
da caa que fazia o principal pap-l nessa reumAo fe-
minina, ae a senhor Belmar eslava em eua cmara.
Se esl em sua cumia K onde qu-r Vmc. qoe i
elle esleja, coilado 7 Cuida que alanem possa p.s- .
sear com orna estocasa no peiln '.' Mtu Ueos como ,
n roorrem de versinha debaizo de suas rendas es-'
IOS li luisas que diverlem-se ern la/er que us mocos
se degolem felos seos bellos tilhos '.'
E como aconleceu essa desgrara '.' dista a cam-
poneza.
Como '! Peraunle-o aquella moca qut Vmc.
Icvava alsomaa vezes em ret barco a pseteio. Bella
hisloria !. conlinuoo .a mulher con ciilamlu a seu
goslo es aconlccimenlos. E la linlia Ires namoradi'S.
o Sr. .1 i.:e. utn inicial, e e-ic pobre moro, e fa/ a
a lodos crerem que es arzava ; niaa uro da elles che-
^aram a ezi hcar-se, e o oflcial disse aos oulros deus
| qae menham, que a moca n.ln amava semlo a elle.
I. niiiriis dous qu zcram conihalcr immedtalameiile,
e n ollicial, ciiju ulTicio he malar nenie, ferio o se-
nhor Jiu.'p, e poz o nusso pobre moco na ullima ez-
(remidaile.
Se n.iu morreu posso ve-ln .' Eslou encarroa-
da de urna cummissAii para cile, disse Calharina.
Suba, se quizer ; mas que lara' elle de sua rom-
mlesls no eslaOo em quo se acba ? dise a mulher.
Helhor seria que Vuic. a tornasse a levar a pessoa
qu lli'a deu.
Sm fazer caso tlesscrnnsfilu., Calharina lanceo-se
pata a escada que cnnduza a' cmara de Manoel. e
cheaen lurji d.ar.le da parla. Joo veio abrir.
Traao orna caria pjra entregar so senhor bel-
mar, tlisse a rampoiiezn.
L'ms caria de quem .'
Ue Madamesella de Monlbron.
Jaao nAo eslava bem informado das circumsian-
cias que linham proiu/ido o duellu de Manoel, mas
sabia sunicienleii.enle para estar convencido de que
a casquilharia de Maiha era a nnica causa de om
acontecimenlo que ia lalvez roubar-lhe um aroiso
mui charo. Kulris pos conlra ella um prolando re-
sentimenio.
Torne s levar o bilhele a Madamesella de Monl-
bron, dissa elle com amargura, e diga Ihe que o
senhor llelmar estai prevavelmenle motlo emanhaa.
Asltes horas da larde Marlha eslava ao piano
locan lo orna peca a qualrn maos com a flha da
marqoeza, quamlii Ma camarista veio dtfer-lhe al-
gi.mis palavras ao ouvnlo. L'm liemor invnlunlano
aeiimi Ihe a maos. mas ella p6d*j cheijar felizmente
ao iiccoribi final. EiitSo sabio do salAo, esuhto pre-
cpitadaiiienle sua cmara.
t) ar cuuslernadu da camponeza impressionoa-a
logo.
Qae tens'.' que le acontece j '.' disse-lhe ella.
Calharina enlreijou-lhe o bilhele, e conloo Ihe lo-
do o que acabava de oovir. Smenle aa allrrnal-
. vas de pallidez e de rubor, pelas qoaes p-ssoo o
semblante de Marlha, traluram suas anguslias du-
ranlc esta iuuhm.
Epera-me na noilf s des horas e meia, dis-
se ella campni.etatloEo que esla cessoo de fallar ;
iremos junt"S a cidade.
Calharina eucarou-s eslopffacla ; mas a idea de
fazer a menor ohieccAa A vopude expiimida por
madamesella de MoulbroP, nao podia nascer em seu
espirita
Devtrei prpar-e ir"u barco'.' perzuiilou ella.
Nao, n vento p'.'-uVser man, nlo podtfiat re-
mar ni. e ninsncm dev faher qne fui a II...
I'edirei enlAo o ca' lu ao nulciro.
Nao ; irc ;i p.
Mas ha duas leguas daqui a II ..
Que importa 1 E|era-me, e prepara, (tu tra-
ge domingueiro. Tirsf necesidsde delle.
:s
nio age -e^ontininv. deensolv.M
iu-.li> ^ Inglaterra tralava de ern-
. .-s para c -J- .ffW.les w, anm4m
seeitava preiiaiun:o r
Pelas nnze horas Marlha eslava em t-ia deCalha-
rhsa. A campone
la, que separava a primeira sala dahoopaaa da-
quella em que dormtam seu pai e ses lilho. Sui-
nica saia de panno preto, seo .-orinh imd -o
em todas as cosieras e sita grende looa destlom'n-
:os eslavam sobre o leilo. Marlha eizou catar ..
capole que a envolva, e lomou esse age cos.eiro ;
mas quandn cunleinplou-se no pequen espfbi guar-
necido ae madeira encarnada qoe oiava afhamn
tle C-tharui.i, ezperimenloo om ornen de des-
lenlo. Em vez de disimular soa Mleo en nu-
ca de cas-a branca fazia reamar raraporeza de
suas feiees e a delicadeza de >ua z.
Nao possa apresenlar-se 'im, marmurou
ella.
Calharina. arrescenloo aepa da oa rnomenlo
de reflezAo, lua m.li era do Morban ; des ler coa-
servado st grandes laucados o"1" ellaisava habi-
lualmeiile. ,, ,
C ilharina lirn de um b' velhoara capaz de ,
eslamenha quasi preta.
l-o he o qoe me conve. dis.ellatth.
E lr.ndo a Innca bordada 03ii n ;r .sseiro esto- |
fo sobre seos magnficos cabs e atanoo-o sobre
os olhos.
Agora parlarnos, di emita.
F.ra urna hora, qoaml a viaj.Hes cltegaram
a B .. Marlha cuuloa enlAoneaena leee.sarin ev-
plicar essa vinla noclorm pssna yit Ihes oesse
ntrala p.ra a cmara de >mi| ; mis a le., bran-
ca do que Calharina Ihe ea, fn neceo Ihe utn
mcii l-.nl de.ahirdo emb"c.
Calharina, dis-e,ella.". .-, rulb.r qne nos
abrir porta qae fatieesatwpeloS. abl>*4e para
perennlar e n.lo po'e J|l suapresenea jSMle
do Sr. Uelmar. "" '" r,'"r "r urna [.urna
que |Ioue.l-co.TiliSl'*IB',a"dai-ssuzn;lia pilo
i'einpo de iioile.
Jefa vigiara jonln CatTiarina
I baleo i polis do di r no fim dc
O'
v-
ella se lava prepa.<': para -su nova lula, rare-
be das Indias asmis lemni. noticias, eqoetx
maiores perigos a ameaeavam 1 o |
poder : -J regnu.nlos de cipa.us se SSSslsri
a rebcliao sepropagou repenlismcnle. A
cipio julgoo-se que O movimento seria su.Turada en
pouco lempo, roas esla evpectiiiva foi illudtda
revolla tomou-se geialem SJBSSJ 1 I.. as .-Tiiim: 1
da Inalalerra, as Indias orieilies, e tosa' a estar,
ile atrocidade foram commeinlas obre M ni
pelos Indios Mellados; er. um drama I
que se represenlava em flellii Basnbaia, M
la, S n'uutras provincias da companhia das I
I ns ronsideraram como raasa di-sia -ul,
universal o fsswlitsse reltgi so. ouirus >. re
cencas da aerlade nacional supprimi.ls pela rn,-
quisu eslrzngera, e oulros illribinram a isassiasa
lo .i opp-essao exercids pela-ompanhia da- 1
orieni-'s, a qual fundada en 1599 pr urru one
al.-nis iiisianiea, e fraazio as nbcancelSas re-
C--11I0 a camponeza. Eolio Marlha astaasai
lanenii para a(r..z o capuz qs- raastj le e rMe
Jo.io iiiclinou-te respailosameole diaoic dfsse -e
blanle paludo e lii.te.
O senhor Uelmar posea reeinh-cet-me
'irme di.se ella cota voz Irenala, e fechan 1. ,
....ra q,, ,ep,M ,,., do ,aii ^
s-aiiiarina.
Creio qae sim, respandea Jola.
t con.iuno para junio do le-il. d t'tH
oaTe41"""1, 1tm M,,lh"' "< me
Manoel abra lansnidame ile rea i.lhel. e de-
lotimu a fecha los como deslumhrado car ama -
ine-iierada.
He um snnho, marmarou elle. Mhl I ata
he impuseivel.
.-7;S"U ""'"" aiw M'ilha.Vi daer-lhe n
.r,..L",m" i J,,!' "" ",nf* "' "-">.
acre.enlo.1 ella em voz mai. latas.
..Manoel perjo,.|he da mwo, a a epoioe-a arde. -
mfule.obre osl.bio..
ull. II!1 *Kor' 1" "><"<", morreta com.
Os-e elle com v.iz SNflee.da.
t asgslseia pelo fl.imenio por ame Mar. ..
kiVn" Oa* ''r'"' "h" mt'0 '>'"^^>^,,^ ''
Marlha relimo brandam.nle a sMs 1- *" 'taha
ilra as soa r >li..r
-e
nao
merrrra. Pense rra mu r
ila r*
hila ttia-me
enlr
_ \...
cure se.
"PTh '"'""le o capaz sahio da
A> Jn.lo. que lehni.de '
dase Manuel com bina especie dc dla lg ja
lornnti a, ai.
Com eflcilo Marlha sm.iva 1 Usnoel.
(Caaliriesva-,k'
MELHOR EXFMPI AR FMrnMTRAnn
l\i itii Anr\


muTh) T>T WK^KSttiVtt (ABlUfifl 2 T- I.vSEtllfl vf
\

Jae de mercadores, fui caa-.S'k'10' dufanle mais
da 'l'izenios snnos ravgst,* fflnn monopolio com-
Mtwl, por meio do qual mn dominado loda a
O icurrencja, e ruulliplicaJrnas Indias a sua- fei-
loias.
Ksi monopolio, sej'indo a opiniao de um
es ao pr(ncpi0 modificado por tlgumia
f lr;ir"|ueza*, recebeo un roodfcai;5o importante era
*- H, poca em qurtim acto do parlamenio, con-
W S8; vai'do ao nie ex;luMvoda irafr>rcom a China, daclarou geral-
' rai,n|e livresas rlaccs da metropole comolndos-
3". Em 1834 urna nova le por, fim ao privile-
R'> commerc/al da companhia, o ruduzio a atlri-
bi oei a limnstrativas e polticas o poJer Ilimila-
df 'le que ella gor.ra durante tao longo tampo, co-
ro) corpo rommercial. Desdeesi momento, o seu
r pape' se limiloo quasi exclusivamente a gorernar em
^ no me da Inglaterra, defender o territorio, arrecadar
o tnposto, e administrar sob a syndicancia a direc-
' ""Ha de um conselho superior estabelecido em Lon-
dns.
Como quer que seja, o ceno he que esta ultima
"P niao, nao s tero em seu favor grande numero
de vozas no parlamento, e na naco gleza, como
na maior parte do jo nalismo do reino unido, n-
clisive o Times, verdadeiro orgao da opiniao em
tola Graa-Bretanha.
Entretanto, para a felicitado da Inga-erra a re-
belliaovai sendo suffocada; Delhi, capul do reino
gi'igui, foi lomada, e Luckoow est livi^do assedio
das forcs indias. Resta agora que o parlamen-
to inglez tire o poder de que goza a companhia das
Indias, e o adjudique ao governo da metropole, se-
gundo os votos-de todos os homens enieididos.
V-se pois que a guerra da Persia. a da China
j e das Indias orientaos, foram os acoiteci memos
Ottll notaveis que se passaram as regios asat-
OM, durante o anno que hornera espirou. Na Afri-
ea, que era rigor se encerra no tgypto, rada leve
niiar, a!m de alguns .....Ilnii immma 11_ imiiUi i
bqu se realisam sob o governo esclarecido oSf
ac.oal vice-rei, digno successor de Mehemel
Ali.
Na esphera poltica, os Estados nidos.da imb-
rica do Norte, nao offerecerain successo algum no-
la'el. O negocio do Panam he o incidente q(!
mus avulta nos seus annaes. Entretanto, ultima-
t m inte veriuVou-se naquello paiz urna irise comraer-
diil e financeiraj^am^emiro na historia moderna,
cujas co.efYSncs foram dolorosamenle experi-
P in miadas em todas as grandes pracas da Europa .
Si r um dos successos mais celebres que tenham
de caracterisar esta segunda melada do sculo em
que estaraos. Felizmente hoja a situaco lera me-
Ihorado para os paizes que primeiro toffraram a
pnsso da crise.
No continente sul-americano poucos acoiitec-
> minios, dignos da inenco e-pecal/se deram no
I anuo da 1857. Apenas o Mxico suslentou urna
- |_uii com a Hespanha, por causa de dominio teni-
^tonal, a foi o theatro de um pequeo moiirn. O
general Santana, um dos herues da independancia
mexicana foi chamado do exilio pela naci. O
Cl ili caminha na estrada do progresso pacido*, e
Btienos-Ayrese Montevideo tratara da obra da sua
reirgaoisacio interna. P
Agora volvamos os olhos para o nosso lerriio-
nu. Tudo no-te vasto imperio annuneia um'fu-
turo brilhanie, e I lie assegura um lugar distincto
nc concert das nacoes civilisadas.
As nossas relacoes externas, tanto com a Euro-
pa, como com a repblica dos Estados-Unidos do
'no tee com as do continente sul-americano, ex-
cepcao da do Paraguay, se acham as melhores
condicdes de paz ; e lodos os das essas potencias
* com que nos ichamos de harmona, procuram aper-
lar os vnculos da amizade, que a ellas nos ligara.
Embora a queslao de limites que penda entre o
Brasil e a repblica do Paraguay, fosse ajustada
em abril de 1S56, com tudo esse juste nao foi de-
fi tvo, como era de suppr; e no mezde mf
ar no passado comecaram a surgir nova* rf
jjj^cerca da navegacao jJflJwPSi^
T^ontus dolrlft0 "VfCa se referera eos .
ai frontcira com aquella repblica'
O nosso governo lem feilo lo
de chegar a um accordo, mas al o .
tura conseguido, porque o presidente Lope.
se tem recusado.
A imprensadtConfedera(ao Argentina eda l!
ki flica Oriental,reconheceo nosso direilo ao Hvre
t* :;o dos ros em questao, o repulam o procediu
do governo da Assumpcao um acto Ilgico, pe
obrigando-se o Paraguay a adoptar o princip
ivre navegacao, segundo est estipulado nos I
ios celebrados entre aquella repblica e o I
Dppoe-se agora pratica desle mesmo princip
E-la desintelligencia tem durado desde m.
anno f assado, e por alguns momentos nao
lante apurehsnso paraca estar desvanecida.
O governo imperial enviou o senhor conselheiro
* Paranhoi em misso extraordinaria aquella rep-
blica, revestido de plenos poderes para ojusiar a
pendencia; e as ultimas noticias annunciapi qte
o presidente Lpez esperava ancioso o novo minis-
tro do Brasil, e que declara eslar disposlo a fazer
.sacrificios aodolo da paz, com tanto que cssa
queslao se resolvesse amigavelmenle.
De um lado a prudencia do governo, da outroo
bora senso do povo brasleiro e o seu amor s do-
ruras da paz, permiitiram que a ordem publica nao
fosse perturbada e que em lodo o imperio lenha rei-
nado, urna paz inalteravel.
Durante o anno que se lindsu o Brasil gozou de
um crdito magnifico as pracas da Europa, Ni
bolsa de Londres, depois dos fundos nglezes.os bra-
sileiros tiveram maior crdito, e eiam procurados de
preferencia, anda mesmo durante a crise Qnancei-
ra dos ltimos dous mezes do anno.
ii s*Wtfe>tic ds iinportaco augmentou na pro-
porcao das necessidades da urna populacho crescen-
la; as reas publicas duplicaram, a riqueza ma
terial se desenvolveu, orgaa^;a;sj \ /.as de grande utilidad?- para o paiz ; e a correle
da emigracao eslrangeira nao lem parado-, o go-
verno tem feilo estorbos par.'tccelerar esta emi-
graco. No momento em<|iico trabalho livre, em
que a eivumfao parecem chamadas a explorar a
rnaravilhosas riquezas deste solo, a obra da colo-
nicaodeveser o primero cuidado do estadista, e
nao se pode neg-ir que depois da extincco defini-
nitiva do trafico, o governo tem sido solicito em
proporcionar agricultura os meios necassarios
para a sua explorado, poissabe-se que, especial-
mente entre nos, seja qual for um da o desen-
volvimenlo da produejao manufacluradi, seja qual
alsua extenso, nunca igualar a produccao agr-
cola : he o solo que fornece s artos e s manufac-
turas as materias primas que lliiis-sao indispensa-
veis,e os trabadlos da trra reclam im um numero de
homens nGniainenie superior aquella que exige
a confeec,ao dos producios indusiriaes: ou estes
homens .-ejam indgenas, ou penen;im a oulra ra-
ra, be nconleslavel que elles sao os instrumentos
nece*sarios para a exploracao do solo : em abono da
, verdade esta larefa tem merecido os desvelos dos
poderes do Estado.
:\Y. Tudo nos assegura um lisongeiro porvir. A
* nossa marinha de guerra he noje a primeira em
toda a America do Sul, e a de cabolagem tem tido
grande desenvolv ment.
A eslatislica dos crimes vai todos os annos dimi-
nuindoco'isidaravelmente. A seguranja de villa
e de propriedade vo sendo mais respailadas.
>o auno de 1837 leve lugar a primeira sesiao
, da nova legislatura. O lempo desia sessaofoi
(Consagrado discusso das ieis do orramento ( de
li\a;ao de forjas. Enlrelanto sempre apparffleu
urna ini'ineao de interesse geral e de grande airan-
re. islo lie, o projecto de lei sobre o ere lito, quede-
pois de um reuhi lo debate de muitos dias, fu a-
doptado nasduas cmaras, e converlilo emlei.
Nao he a ultima expresso da liberdarh em aate-
t ra de credilo, mas lambem nao be o iroducli. do
igstema oppsto. j
Emlim, pode-se dizer sem exagera;ao que, no
conlioente sul-americano, o governo di Brasil foi,
,1,1-ante o anuo qe se findou, o modeb de urna li-
perdade-prudeaieeMfflpra embanca >e um pm-
srotso novo ; e o progresso continuo, o progresso
^em ahali, deve aro signal disincloddeslino glo-
rioso que a Procidencia assignou ao asto imperio
da ierra da Santa Cruz.
X carrera jornalistka diaria, he sem duvida
urna das inaU itab&lliosas de quantasse recouuo-
MlB, por que nnsta esphera os cuidados no se li-
init.im a este ou a.iuuIIa objxto. a esta ou iquelU
materia, enlendem com milhaiw de promenores
diversos, que cansam a mais rubu tanto maior for a empreza, mao'es s;io as diffi
culdades, com que lula Muelle qu.. dalla se etican,
rega.
Assim, os leitores podem imaginar que difiicul-
diles o Iropecos nao he mistar vencer para lavar a
elTaito a publicado de um jornal como este. Aceres-
ce alem disso que a mo cl'obra ios trabalhos ly-
pojjraphicos, havendo subido espaniosamente em
valor, tem de ser pago este anno por mais iO por
ceoto du que no antecedente ; de sorta que o tra-
balho, queem 185Bsefazia por ijliOO, fz-se em
1857 por 28500, e actualmente por 39300, e
islo durante as mosmas horas.
Embora este preco tenha de causar grandes em-
barj;as imprensa pernambucana, com ludo o
valor da assigutura do Diario nao ser alterado,
confiando o propietario que um acresrimo de le-
lores ea pontualidade no embolso das assigpa-
;iras o indamnisar ,desle grande accrescimo do
despezas.
O fim do proprielario deste Diario nunca foi,
nem he enihesourar lucros ; temse satisfeito com
um interessa modoralo, proporcionando s pro-
vincias do norte, desde Alagoas al o Amazonas,
um jornal que os pouha ao alca ice dos successos
do paiz e do estiangero. Felizmente semelhante
programma lem produzido o m desojado, por que
hoja conla o Diario grande numero do leilores,
e cada anno he marcado para a empreza com um
accrescimo de assigimuras.
Comando com tio assidua beievolencia, come-
ta elle o trigsimo quarto anno da sua existencia,
no qual empregar iodos os esi'onjos para bem
deifinpenhar os seus compromissos, como se ufa-
na Jo ter feito al o presente.
N
,t
m ,--it( (ecMoa il- alaoilio,
saci-m ; N. o. Ileber v ('..
humea, f-rragaai ; < Brandar ijranl =.
160 r^nas fjIlM ile KUti Irrt, i lu.4 cliurnlin, .">
dii-is cobre, 6 barrillinliM ealaoh, IS li.ris orln-
daa, 5 dito) frmgent| i lir.ii,.....ii,< pat> leiiius -
a J. F. I*. Vianoa.
'J't eaisai r.ieuda de a'g^do,
a II. Gibfon.
'idos aliod.10 para Jusi- Joiiiiiii o Mimlero.
Mano -I >\* Rocha l.ms.
.lo'io Baplisi.i Jo % na ral eSJello.
loo Carlos lli>ber sentenciado)
I) Jop Muiuz Cordeiro Gilaby.
Capilo FranciscoAnuinio c.vrvalho.
fardos paiooi ;| DitoTihurcii Hilario du Mlva rayares.
Di lo Jos Francisco da Silva.
a pandos ;ii.| Tenenle Antonio \ ictor de Si Barreto.
11.* lenuite Jos Je Cerquelia I.uta.
''enente Jos Cyriaco Ferreira.
D*a AntuiiK j isc Das Nunes 2 .
A' i? L"' Vicenle Viaun i.
i'ilo j\j(. Benedicto d<> Espritu Santo.
AO PUBLICO.
"Jil calonitiiiido e mju-iado no peridico
0 paJJJajBlaaaHiifr)), 0 qUi)| le edilor e princi-
pal i Irlor o Sr. lanacio Benlo (te I, >yolU, enten-
d coi enieiit deei;rivar ain ihi iepuNc3o of-
(eodii nexe propomlo chami-o juuu e iotn-
lei co "r elle a devida aecutaeflo cruoinal ud se-
tio de -I do correnle.
OS r. Ignacio Benlo de Loyo'la' apreaenton- eoin si >a advosado, o Sr. Dr. Franchco de Paula
Baplu: a, que abri ns debales por urna eicrpciio
de dir iao, e ella se funduu ua 7. i -z. <<> cdigo penal, pedi ido a isencAo de
raspant abilidade do seu cnnsliluime. vulo como esle
motlra* a obrig.r;ao, pela qualjo tutor do artigo im-
,'uiai|. reuponsabiliaava; Sr. Dr. Baplisla,
slenlo u como pode essa eii-ep^ilo, a quil foi
cabaimr 'ite coinbalida pelo mei a ivogailo o Sr.
Ur. J. qjini l.lviro de Mora Carvalho: es-
cdalo I. a reproduiir aqai os argumentos que cn-
lo forar o aipostos, visto romo o probo e I lualrado
preaideo l0o tribunal, o Sr. Dr. Silvino Caialcan-
ti de Alb uquerque regeilou e e abrir ni de novo os debales sotre os merecinieu-
to da c, i*a principal.
No eor rer da diacusslo o Sr. i)r. Bapti'ta diue.
que a del eia de seu conililaiute ora so e onicaraea-
ie aqaell, i em que baseara a sua ^iceftao, e que por
lamo nao se fia a cargo provnr as asserc6e< ea-
luinmoias injuriosas ou nao do arligoem que-lao :
sle, e t enhuin oulro mais foi o argumento re-
vestido de ro'' furnias de qua elle se servio ; e nem
de oulra si 'rio podera sr em viola da publica e so-
lemne rer acncilo que lizera o mencionado peridi-
co, em arli S rte reiiacjao em teu numero de 28 de
levereiro, relraclcjo que foi Illa pennle o tri-
bunal, e qi n serv.o da argumtuto quer a accusa(9o
qaer a deft **
Eu e o i "eu advogado insi>linios para que o ac-
cusado pro a>se a< suas assrrcdes por qualquer no-
do, pnrque assim podara eu ilemo'istrar, a vista
dos documt ilot 'I"8 l'nna em nica poder, que ellas
eram calan niosas e injariosas, prova que ficava
eiuberaole tenle dada, nao ju-l lira ido o aecusado
as palavras do sen jornal conlra mim dirigidas.
Depois di >s debales reculheu-a; o tribunal a sala
do cuueelhii, e dicidio per onaninilad* de vol
le o Sr, Ig> "ci II "lo de Loyolla, prov.ara as ca-
lumnias e ni lonas que conlra mim escrevera.
n Sr. Dr." ul de direilo pe 'lenie do tribunal,
so pela resposta nu jury, % per de er ; "'lencJo ry .Jcidir que nao fora
buido a o ficto de consentir na
rheo i uio.o que endo c-mliun-d >
"' iMe do conselho,nflo podere-
ignarao, que expressnn
m ; nel caso appello
lia ruiir ri i verdade
emia doa a ni*-,
lo roernoravel,
i' para me cha-
ju-lihV.ir.il ple-
icima referidas,
. esfiero ainda ob-
querer dar a um
ultar, calamniar e
ent>. Nao outlan-
asastenlar na im-
mario publico, e
s qoe conlra mim
irem escripias em
iblicaco r!-la li-
sje como seu devo-
-osc Carneiro Monleiro.
('.. de Abreu.
5 barrieae culelsria ; a Fedel rinlo \ I".
1011 faites are i* de ferro,I) rollos tullas de chum-
bo ; a Itirroca ft C 3 caia< fazen ..i. de algodo e laia.d dilai dita de
13a ; a JoAo Kller & <'..
300 relies ferro em arcoi ; a Kolrigaes iS; Bi-
beiro.
ii toneladas carvSo ; a Scoll. Wilion.
lili) saceos arroz, .10 di|ns pintela, I caixa chi-
paos, l baaricaa enchadas, I.OOU barrilliohus pl-
vora ; a Ordani.
100 caisas follia de flsndre, 3dilasdila de cobre
20 4.1 is vinho, l barns (enagens, | d los eslanho,
lOOdiios chumlij de rao
rollos fulhas de dita, :ii fe
lonas, t carrinhii e perlenees ; a E. (i, Wvall.
10 calvas faz-ndas de algoiiao. 7 lilas dita de al-
god.io e Ua, a .\damon llnroie ^ C.
"2 canas lecilu de linlio, 21 dit.m e3 fardos dito
de algmlo a Ku Brolhers cz C.
32 ranas lecido de algodAo ; a C. J. Aslhey C.
13 fardos teciJide alzoiao brsuco a l-ac t.uiij
30 barris manleiga ; a James Ryder & C.
6 .-.i i x -t lecido de algudao, i oa utensilios para
aeriptavio, 3 eorrealae, 1 saccu gauchos, 3 ditos
crrenles ; a Palm Nash & C.
1 cala e I fardo lecido >ie lioho ; a Johoalon Pe-
lar & C.
2 saceos e 1 caixa amostran. 4 barris presunlog, 1
dilo couserv.s, 1 dito areuoues e sslmao, f dilomo
| Ihos c lagoslas, i ditos msuleiga, 30 queijos ; a di-
versos.
CONSULADO (JERAL.
Ileodimento do da 1 a 30. 77:17'.i-ll
dem do da 31....... 3:U3l;ir>!
80:."il054G
DIVERSAS PROVIBCIAS.
Rendlmenlo do 11a I a 30. 3:2215*19
Idam do dia 31....... 525786
lino Pe>ro Marlini e Joaquim Jos Lima de
So tiza.
Uilo Jos Vplrt de oou/.a Gaedea e Antonio
Jos de OlNein StmpaJo.
I.e cadete L'jiz los de Souza.
Dilo Feliciano CMwpe Monleiro de Mello.
2.a dito Francisco Kerira fesoto.
alele, I barra chombo, 15 Dito Mauoel Jos Cohcalves (3).
u.-< pa'; 'te ferro, :, fardo i sargento l'iancisco Eduardo Benjamn.
Dito Mano. I Saturnino sj t.uulni.
Cabo Tlieodoro Jos da Snva.
Dito Joflo Francisco dos Praieres.
Dito Jos Itayu utidode Carvalho.
Di .o izidro Jos.
Ui'.o Jomo Domingues da Cruz.
Sul Jado .lose Theodoro de Azevedo.
Dilo Kranuiaco Jos dos .-an .ns.
Dito fnorne do Espirito tanto.
Hilo Aienoel da l'eulia.
Dito Marcolino Evangelista da l'aixSo,
Dito lu/, (.nrrea l.ima.
Jos Be uto da Cunna f'igueiredo Jnior.
Secretaira do governo de Pernaubuco 19
de dv : 1111 r i de 1857.
S. hxc. o r. p:evidente da provincia, em
observancia de ordem espedida pelo minis-
terio dos negocios eslrangeiros, mana l'a-
Zcr punlico nesla provincia o seguinle au-
uuncio. transcripto do Jornal do Commercio
u. 323 de u'i de novemtiro ultimo :
.Ministerio dos negocio estrangeiros.O
proprielorios dos uavios Cabana, Dous Ami-
gos, Isabel. Aven uieiro, Virginia, Esperai-
ca, FelicidrJe, Somma Viva, Emprehen.e-
3:27ij50j dnr. Improviso, Helia Miqueluia, Santa OQZ,
Novo Mello, Magano. Piralinin, l'uris'itri
'.ouceico, e vapores S. Sebastiaoe pajuele
do Sanios. >ao rogados a vireni rem seus procuradores secrelaria <:sta-
dj dos negocios estrangeiros, deitro d-i
prazode6ldi s, para darem algu-is escla-
rec etilos relativos aquellos navns. Jos
Benlo da CjiiIij Eigueneilo Jnior.
REND1MENTO DA >fESV DO CONSULADO Dt
l'EHNAMBUCO EM TODO O MEZ DE DE-
ZEMHO DE 1S57.
Consulado de 7 por rento.
Ancoragem........
S'za de 15 por cenlo. .
Dila de 5 por cenlo. .
Expediente das rapalazias.
Sello liso e propurcioual. .
Fetio dos IHulvis dus cai-
leiros de-pichanles.
Emolumcnlus de cerlidoes.
76:5669241
1:92)80
(iCSJOO
lottr'.'iii
898S215
I899H76
t.Vsaoo
Diversa* provincias.
Dizimo do alRodAo e outrus
gneros do Kio Grande do
Norte....... 3715953
Dilo de diOereotes gneros
da l'arahiba..... 1I>}9S0
Dito do algo.iao da dita. 229CW96
Dilo do assucar < couros da
dila........
Dilo dilo das Alagas. .
80:5125460
3:368t505
ladoj.
mmw*

'
'AMBIOS
Sobre 90 d. v.
rs. por fr.
c Li.ia, iw |ior > prendo.
necoulo de leltras, I 15 por cenlo.
OL'ROOncas hespai das. .
Ditas mesicanas. ...."."
Moedaa de 1 1JIO1I. .
de laOu. '.
RATA.FalacSe br asileiros. .
Dilo eolun manas. .
Hilos meiic mos .
ALFA .NDEHA.
Kendirneulo do dial a 30. .
dem do di| 31, .
83:7805970
DepoiMo*.
Em balani.-o no ultimo de
lio\ -ilihr.i "-. .
Entrados uo correle mei.
5:51(9136
2:727974
Depsitos sabidos .
Ditos eiistenles .
8:2399130
1:3978:185
6:8<2045
fo*xiSlt&it&
3IJO0O
:1030o
163500
9a3lMl
29181
28089
I388O
592:709JI8
I8:508ff93l
Mesa do consulado de Pernambuco, 31 de de-
zeuibro de I8VJ. l'elo escnvAo o 2. escr.plorarlo,
Caelano (ioin.s de J5j.
DESPACHOS DE KXPnRTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA ClADE NO DA
31 DE DtZEMBoO DE 1857.
Illia de S. MiguelPilarn porlugnez; Liman,
Tiioma/. de Aquiim Pooaeea & Killias, 20 pipas
c 11 Ii.i;.i 150 barricas assucar.
Lisboa Barca pertagaeva Proressisla Thomiz
do Aquiiio Foneeea & Fdho-, K'O saceos assocar.
Cosa ua Mina Ilrigue p irlugut'/. Eiicantador,
Thomaz de Aquiuu Fouieoa o: Filhos, 20 pipas
agurdenle carhaga.
Moulevi icoBngue nacional Cimacuann, Amo-
rlm Irmns, 00 pipas cacha9a, 951 barricas es-
sucar.
RECEUrJDORlA DE RENDAS INTERNAS (IE-
KAES DE PE RPi AJ BUCO.
Rendmenlododal a 30. 37:58591t
dem do dia 31....... -2;U6aiS5
39:7L>-'i
RENDIMENTO DA KECEBEDOR1A DE REN-
DAS INTERNAS UERAFS DE PERN.'O-
BUCO DO MEZ DE l'EZEMBP.O DE 1857. A
SABER :
Renda dos prnprlos nacionaes. .
Foros de terrenos de marinha. .
Laujemios.........
Siza dos bens de raiz.....
Decima addicional das corporacoes
de m.lo mora.......
Direilos novos e vclhos e de chan-
cellara .........
Pat'iiles dos oflicaes da gaarda
nacional....... .
Dizmia de chancellan.....
Multas por infraccoes de regula-
menlo..........
Sello do papel fia o e proporci-
onal ..........
Premio dos depsitos pblicos. .
Imposto dui correlores.....
Emolumentos........
Imposto sobre lujas e casos di des-
cintos..........
Dito sobre casas de movis. Milpas,
ele. fabricados em paiz estran-
gairo ..........
Dilo sobre barcos do iolenor .
Tasa de escravos.......
Cobranza da divida activa. .
Indemuiasei........
CAPIT1 1.0 IV.
|l I le,.>HU > tr-n-llo.
\'t. 16. [.aduana admilli''a'depsito!odar-
lieulo de comercio que se inirodoiea. '
Arl. 17. El depsito ie hW iscrerion del Ii-
bienio en alin-r, iu' del Eslndo, ii eu almacene,
pariieailars. en Berra n a' lele en .1 puerto, h ijo la
imioediaia depea enca de la aduana, no slet
refponsabla el Fisce por per 1 i -a lem re de mer-;
cad.r.s en de| silo particular. > senil 1 en tile ca-
to de cucla del inlioJuclur loi gastol de alinacena-
je \ esluigaje.
Arl. 18. Corresponde en lo-o casa al Poder Eje-
cutiva la rtglamenlaciou del depulo en almacenes
particulares.
Arl. 19. El termino por el cual se admitirn laa
mtreadenas a*deposita eli"ila.lo alplaiededol
anos, eenU lo. dea te la ferlia de la entrada del be-
que, siendo aquellas de (apache forzoso para con-
sumo o transite, vene id e'e 11 trapo, pediendo 110
embargo mi,var-se el depsito, pitio eiamen de
|as inrrcadciiaa > pag. del almaceDage > eslingaje
uevtngadus.
Arl. 20. El deredio de almacenage y eslingaje
-era' pagado e' la alda de las mercsdeiias del depo-
siio \ ae rr^ul.ra' gao la- basca siguieiile :
I." Loe bello Je gneros v lode.artieule de co-
mercio que no e l comprendido en las siguiente..
pagaron por ala'ceaaje y eslingaje on octavo por
cenlo al mes srnre -u valor en plaza.
2.i l.as pipa- de caldos pagaron cuatro pesos mo-
neda corrienle I nles por almacenase y ucho pesos
de eslingaje cor entra a y salida.
3." La yeoia, azcar, berma, arroz, tabaco, caf
y dems ai iculu de peso pagaran por ca a 8 arro-
1 is un pei al mes de almacenaje y dos peos de es-
lingaje po-enlrada y salida ; escoplo loa mieerelet
rjue sj|u(>agarau la cuarta parle de almacena e.
i.j l.ilo liquido embotellado pagara' por cada
doce loleilas dus reales al mes de almacenaje, y
Cuatroreales de eslingaje por entrada y salida.
.' Los cana.lo. de loza, cascos de crislaUs, bo-
coy y barricas de ferretera p.galn cuatro pe.os
ai pea de almacenaje y ocho de eslingaje por entra-
de y salida.
6.a Las ullas de fierro pagaran por docena coairo
reales -I mi-s y un peso a' la cidrada y salida.
7.' La ptilura pagara' por quinl.il un peso al mes
por almacenaje, y dos pesos de eslingaje por entra-
da y salida en lo- depsitos especiales.
8. El mes empezado de alinaceoaje debta' consi-
derarse como concluido.
Arl. 21. Las mercaderas qoe se eslrajesen en
Irntlte iara loare del Estado, quedan eienlas del
dererlio de almacenaje y eslingaje por los primeros
doce meses de su de, osito.
Arl. >>. El fisco es responsable de los efectos de-
positados en sus propios almacenes, sslvo en caso
lorluilo, iuculpable de averia producida por vicio
luliereute a' los efectos a' sus enabasea.
Arl. 23. |.a aduaua permitir' ti libre transito de
las mercaderas y productos, tanto eslranjeras como
de l.n pro>mcias oe la Confederacin Arjenlino, en
deposita, por asna v poV tierra, para cualquier pun-
i hiera iel E.taUu.
Arl. -.'.!. |.a aduana perrhiiira' igolmsnle libre
de derechos el Ira.bordo de Lii le te. mino de lsenla dias, conlaih* desde el dia de
la editada del h .que inlruduclor.
Ait.ii. Laa mercaderas uespaehadtson. trnsito
terrestre debern llevar precisameule uiiKguja, v
sos eslraelures firtnaia una l*tra abonad. porN^du"-
pln del impoile de los d.rechos a' un Icrinino prv-
d.-ncial. | que sera' chancelada en vista de la tor-
nagua pteseuiala dentro de dicho plazo, e en su
defecto se liara' efectivo el pago ce la letra a' su
encime* to.
Li niiima obligacin tendrn lu c'lraetores de
merca lena de deposita, de un pauta a' otro del Es-
tado pur agua.
CAPITULO V.
De la mauna de calcular loi derechos.
Arl. 2i. Los derechos se calcularlo en los artcu-
los \ mtrcaderlae de importacin sobre sui valores
eu deposito ; \ en los producios de esporlacion, so-
bre aaa valore eu plata al tiempo de su despacho,
embarque, cun excepcin de aqeelloe que por su na-
luale/a puedan ser clas.ilkadus 1 rcviamenle ca\ >.
derecnos se calcularan por una lana de avalos for-
mada bajo la misma baso da precio;.
Arl. 27. La designacin de las mercaderas y pro-
ducios que hayan de incluirse en la lanfa d qut
habla el erlirulo anterior y sus avalos sern fijados
cada seis mezes, por iina'commision compuesta de
las cuatro vislas de aduana y cinco commerciaotes
nombrado) por el Tribunal de Comrtercio ; esa la-
rifa sera' preseuUda a la aprobicion del Poder Eje-
culivo.
An. 2S. Siempre qoe una manufaclara se compu-
siese de dos mai materias que tengan desgnalos
por esla ly diferentes derechos, se cobrara' el que
1 y '' 1 iniia, \
'a 1 l lies les| 'i I11 'd-
it nto 1, o rages e assa
s un eseno'orio ta cerpit nson
. nu escflo'oriu tai gcntiiCi*. "e
meiii da de di 1 5. Oearriptoiio se fechara
as 4 Ii iras da larie.
Vil
o Araeatv
sahe no da 7 de janein o hiato InreociTel,
iodo recebeo i;i e pjssageiros: traU-se
rom Martina tv iimau, ra da i'.i.cie de Dos
11 1.
', l:l
' flaca
...
V
S1 pro I livra-
-1. loorfSk
1 ^Ci
... iS
.1
Keconliecendj-se que < porlu da ra
Nova, da eotico destn njiue, ja lio peque-
no para as emtarcafOes que a esta penen-
cem, e outias de dive sas pira^ens que alu
cusluma n >'o.islauli"i'oii ea eslar, como as
cai>oai con uzinio cal, tijilo, are. e capm,
resalvo puis-ter a meMtia estt;3t) tres bec-
rjoea" : a primeira, o ditoi-orto at a casa de
delencao ; a seguoda, ni Ii n da ra ti 1 FIo-
reiiliiia pela parte do pente ; o a terceira,
lado do Itieatro ie Sania Isaliel ao sul; sen-
do que a primera sen para as emba caqOes
da iccii.'a estatal j odas con luzin lo rea e
iijiilo, (ion 11 celas descarregando entre o
citado porto e a casa de deteiiQo ; a segun-
da para as comliniiulo capim, e a tercena
para as de cal. oque fat;o constar o respec-
tiva capatazia p,ra sua inteligencia ; bem
como uavi-r lie*..! uata iioa,eado Lourenc; vuioiiio Cordero e Joaquim Jos de S-n-
i'Anna, suli-cajiatazes, aquello da seguirla
seceAo, e estada terceira ; occorrendo nSo
dar-seo puner i^-ual embregado visto co-
mo convem que fique ao cuidado e directjUo
1 mismo itpitajla. Capitana do porto de
l'eriiambuo 29 di dezembro (le 1857. O
Cepilo d porto,
Eliziario Antonio dos Santos.
Compini ia de apreadizes marinheiros
AchaiJu-se creada Denla p.-ovincia, per rorrespoiida a' la que debe pasar mayor derecho.
decrel 11. 2'J03 de 2 de outubro ultimo Arl. 9. Los vistas sern acnnip.nidot^'e veedo-
umaromuiitilia de apreudizes mariii ",-o', "***** '' "r"r" sob rs mesmas conclicoes das to lito ,!e Ja-,1'
oein e Jaiiia, pelo que deve ser formada de
cneiores di 10 a 17 annos, convi la o itispec-
PARAD
Maraiihao
ePara
O palhabote Lindo Paqoete, capitSo
Jos Pinto Nunes, vai seguir nestes dias,
pode anda receber al";iimi carga : para
tratar no escriptoiio dos coangaatarios
Almeida Gomes, Alfet 01 C. a ra do
Cruz n. 27.
Gear e Aca-
rac
Segu com brevdale o palliabote Sobra-
lensi>, capilio Francisco Jos d Silva Ralis,
recebe carga : a tralar com CaelanoCyriaco
da C. M 11 ra da Cadea do Uecifa 11. "2.
Para o Porto, segu em poucosiiias,
por ter prompta a naor parle de sua carga
o veleiro palacbo porluguez lluqus do Por-
to, para u resto da carga e passa^eiios. para
o que tem excellente commotlos : tr>ia-se
com seu coii.-igtiat-.no Domingos Alve.s Ma-
llicus, na ra uo Huello 11. 23.
Pata Lisboa.
Seguem poneos das o vclciro brigtie
portuguez Peninsular, por ter paite de
t| carregamento prouapto, rpiem no
mcstqo quizer ca regar ou ir do pana-
gem \i.'i:i o que lem excellenUs eoouno-
tios trata-sw Com os consignatarios Hotraes
& C. na ra dqTrapiche n. Ti i.
- Para Lislif u brigue portuguez Re-
solvido esla ^r sprou com inutU
tordo arsenal de marinlia as pessoas que
qieiram a iresentai seus lillios, beui com
An. SO. Los veedorea sern nombraloa en comi-
sin por el Gobierno, quedando autonsado ste a' de-
terminar su numero y duracin em el destmpeno
de su cargo.
Arl. H. Las merradorias que se pongan al.despa-
brovid. le,
regamnp'
veitae
boa:
vas f
ra ,
alta
iior parle do seu car
qui m quizer apro-
' la resla, e das
Crece, relati-
"1, dirija-sea
escnpiorio de
1 I' riba,
lia.
Moni ralbo Pi --n de
\n Ir fu porticioa Sr. Ii. Rita I-rano-'
! Carvalho I'.h" de Anira.le, ituva te le-'
1 seu pai n cix.Tii'n id r I raneiseo di.
Carvalho l'a<>s de Andra 'e. que BOateea 30
dn corrate, Ihe a iparecora o
pertencente ao casal, polio to Ine para firar
em 'toa riimpanln" s
pr'lillias dos btNIS Os) OMOtau '.'. ". tte ,
quo .1 annunciarite h.- Iterdeiro, o
motivo que o snnuncanie tiniiit" ; a
cono qoe) tntuuio a antiunrianle a
dido, pan evitar que o pr teoaa
caminbor, o onaaerva por i>- -.t om p"
1 m 1 der leiro que he, ( .'i^abtli
pela impirtancia de lOaM sa>fVieaa durante
tu .1 o lempo em q ie OStivoV em >u < n npe
nhja, salvo nu c-,n de fuga. Ilccife 31 de
de.emtir.i lie ISJT.
- Precisa ao leumaacia que coznh* n
diario de uma eaa te aaaoa familia, igra- '
dando paga-flo bi?ni : na 111a lo Amoruii, r-
uiaz-rn n. 41.
No dia -.0 de dez'mbro dewppereceu
da fabrica de oleo de ricino !* ru das Gu
rarapeo, o aaeravo cioalo, Luiz. de 2% i.<
iiios, llura regular, corporeforcado. aibSS]
grandes e boijo gr.istas ; latoai cu.i>a te
riscado azul e cal?! de gni;a azul esto
cnooto fui escravn ,10 Sr. Aiil'iuioConcalveai
doa 'aillos com loj oa ru da. I'rtia, o qual
escravn b bem c.mli lo 1111 e principalmente em Fora de Po las, na es-
cadinlia, e na alfan lega on 1 olio tem rebo-
lludo cun os dono-, dis diversos erroo:
quemo pegar, p ntregar nadita taber-
na, quesera rae mi. ensado.
- O aliaio assigoado avisa eos pal Jos
WOS alumnos, que abrir a sua auia de u>
trcete primaria no Jia 4 do rorrele mex
dejaneiio.- Kranci>co Heidalo Luis.
ti al-aixo ass gil lo, leu 10 resol 11 io
lis: r a su reanteocaa em o e-i sitio n 1.-
aungat iiiargeui te RO, prt :r-nde reguUr-
n( ite abi perajM DeoST d s 1. da larde as 7 la
manba, fora deaooal lit>rs arh-se n
Da casa em q ie des le muito habita, na
ra do Livrameul 1 As ,
e de sua clienlella, q ie precisarem de sua
presenga ilaqueias "oras, ss-rio urornota
nenie serv tes, manlando-lne lli aviso, e
1 .. ado n.l 1 ijueiram ter ooao incummulo,
poden dirigir-so ao Sr llr. Pereira te r
mo, queso p-etra a substitui-lo. Partos
BaS is tirgenle ac'ia-se mu l.i 1 111 s>-u lio
de urna ambulancia prvida des substann
que podrm ser precisas Moaai occ*Mes.
Com quanto coniinue a dar-e o ex.
le tolos os r atoa de asa asta, sfsdeaae
partsealoraieoite a< o riiur^icas,
i.ciusive as diis parios, e t ata fspecialmen
te las affeeqoes dos 01 HrotOates a
circulalnrio>, cuja pr-tica Ihe re geralmea
le reeonh cite. Itorife 1 de janeiro/de
GII:-JI8;:ii
M0V1UEM0 l A ALFANDEliA.
volnmeseutrailoseom fa aeuaa ....
eom r* >iir(is ....

f
-'------ -
Volomass ihidoi com
y eoin
Total
iirli.'S
201
Jll
Ul
140
678
818
rEK-
Tolal
RENDIMENTO HA ALFANDF.t. V DE
iSA.MBUCO DO MEZ lE DEZEMBRO.
/nijOorfariio.
Direilos de ronsumo..........titt:00l?888
Ditos to I por cento de ree\porlat'Au
para os poi los e-traiieiros. ...".. 58O
Dilos de I por cenlo de reeiporlac.ao
para ns portos do imperio...... 2'.).17
Expedienta de por renlo tos cenerus
estrangeiros navegados p.i calila
em................. 580*886
Dilo tle lyl pur o. dos geoeros dn pala. 66i.,!>u8i
Dito de I l| por c. dn- geoeros livres. 887J5619
Anii.i/oiiau-in das iiiert'odori.is..... li'.K^i
Dila da plvora............. ".i^lHlO
l'reinin de l|2 0|()dos aesutoedoe 5:77loU
interior.
Mullas calculadas nos despedios. ISi-mil
Dilasdiversas.............. 31131100
Sello liso do papel........... 3i>l2ll
Palelas dos despachantes....... SOOsuOO
lljtas nos ;i|iidanies dos ditos...... 31-3250
leilio de litulos dos de-pachanles, dos
caiieiros despachamos, ele...... (8000
Emuluiiienius de cerlidoes....... 1794)0
ao. i3o
SB138H9
325; 1100
973J-28
3.360*447
8259777
534*000
6i66
rrj905
9:2123102
S487V
HllllUOUO
2059740
12:9341523
l:12O}IK)0
244*800
2:'J7850O0
1:7321866
51i;l5>
uo Jecreiu u. 1591 de 14 de abril ae 1855.
sendo que a apie3eutai,'.'io dos mencinalos
i; i: segundo lugar deve preesder a compe-
tente lict nca du jui2c dus orphos.
Inspeci,'cO do arsenal do marinea de Per-
nambuco um -JO de dezembro de 1857. O
inspector, Eiizierio Antur.io dos Sanios.
CON.-.LLADO DE BL'E.NOS-AYRES.
Por ur .em do governo, fai-se publico o se-
jo.nie :
LEV DE ADUANA PARA EL A!0 DE 185H.
EL PRtslEME DEL SENADO.
ilueno A>i-, setiembre 28 de 157.
Al Poder Ejecuilvo del E-lado.
1 :nfra>criplo tiene el hondf da transcribir a'V.
El
39:702*396
Kecehedoria de Pernambuco, 31 de dezeu.bro de
1857. O escrivao,
Manoel Antonio Simn do Amoral.
"CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeulo do ia 1 a 30. '.M:s ,n- dem do dia 31....... 2:212/771
94:062*844
E. a' los ef- :los que la consiilorion previene, la ley
que ha lem lo sane on delioiliva eu esla Causara,
eo sesin de 26 del corriente :
a El Sellado y Cunara de Representantes del Es-
tado de Baeuos-Anes, reunios en Asamblea Ce-
ntral, bat sinciouado con valor y fueria de ley la
aiguieole : ley de A luana paro 1 ano de 1858.
CAPITULO I.
. De la enlrada martima.
Arl. 1. Son libres de lodo derecho a'tu ntrnd le-
chn el uru y la pate sellada en paila, las piedras
preciosas sueltas, lai imprentas, sus tiles y el papel
le U'o esclu-ivo de impnmir, las prensas lliogrtlicu,
los libros y paples impresas, los sanados para ra,
Ua plantas de loda especie, las ftulas frescas, lina,
carbn de i'tia, dem de piedra posles ptra corral,
cal y lodas las producciones de las tiernas Provni:ias
Argentinas.
Arl. 2. ('.asarn 5 por ciento de su valor el oro y
la piala laarada manufacturada con piedras pre-
ciosa sir ellos, las le as de seda birla las de no y
piala, lodo in-lrumeulo uiensilio con caboj ador-
nos d los mstnus nilales, las maquinas para el uso
o ejercicio de alguna industria, las lanas para noi-
dar, hilo y seda para coser ri bordar, los aioguf, sal
comn, sal Ir, y-si, piedra de construccin, lolril-
lo, do.las, alfajias, palo para arb. ladoras, m.deras
aSSSEffi 2tJgtSJS&& i=735^V~^=aT=
611^18*352
iVtia eMKiMlea eajieetea,
Dinhero .... 316:616*081
Aasigoados 294:612S71
Deposito*.
Em b il.iiicn oo ulliiiin de
noveotlirn.......
Eulrados uo correnle mer
Sabidos .........
14:634*769
919*454
15^5549223
5:1459555
10:iO-,3G68
649*791
deiembro de
PROVINCIAL DOME/. DE DEZEMBRO UL
1857.
Direilos de 3 por cenlo do assucar
eiportado........
Dilo de 3 por cento do algodao ei-
porlado.........
Dilo de 5 ,| de diversos gneros .
Ca|ialaiia de 160 rs. por sacca de
algedao .........
De-ima dos predios urbanos .
Multas..........
Cusas...........
Imposto de 3a por cenlo sobre di-
vida activa........
dem de 20 por cento do consumo
d'aguardenle........
lores...........
Helo Isa dos escravos......
Novse velhos direilos.....
Sello de herancat e legados. .
Passaporles ... I .....
Toia das aulas da inslrncrao pu-
blica .........
51:08(3021
1:403:901
5:526*424
243*840
44:0369149
174*991
185JO00
306*260
12*800
I641
3:265*460
2819110
184*972
7-0U
7? i 00
94^)62*814
Mesa do consulado provincial, 31 de dezemoro de
1857.O 2." escriplurario,
f.uiz le Azevedo Souz.
&t*mame ;& eii -
Evisleotes. .........
,\>- see/uinlea eaaei i -
Dinbeiro..... 262*903
Letras......|(:r, ,-tv,
ConlribuieSo de ;uridae.
Readimeolo oeste bbm..........
All iiideui de Peni.iinliino, 31 tic
1857.
11 escrivao,
FaiKlin) .'n-c do< San'os:
IMPORTA!. A'O.
Palarho inalc irEipre, vindo de Liverpool,
m.in f-siou o s-guinie :
9li fatdose 1:11 canas faz'ndas do algodo. 8 di-
(at unas de laia e algodan, '2 litat ditas de linho, 1
tita de dilo e alj idlo, 2 ditas e 6 fardos dita de lata
II) ,1,1 n dilos de la a. 2 -sivas l-nrjos de algol
d.lo. 2 ditas nnude/as-o ggt s e 1 barrica louca a
Seottioll M"-rs\ C,
10 fardos fatendas de algoilao ; a Rabe e Chmel-
lan & C.
100 barris -erveja, 20 dilea lioli ica, 50 ditos man-
lAga, 50 c s queijoi. 1 dita lecidoi da liuliu : a
Sjunders '..
."Vavioi entrados no dia 31.
Bihia-9 dias, vapor de guerra inglez tWasp, com-
iii tu lanle Slerling,
Cidiz23 lias, barra Ingleza Oaen>, de 253 tn-
nelidis, capillo Willisro .Nuiles, equipagem 11,
carga Sal ; a ordem. Pe lance a Jer Navio ah lo no mesmo dia.
Rio Grande do Sul pelo Rinde Janeiro Rrigue
nacional talos, capdili Joaqaim Antouio de
Parles e Silva, cara axucar.
mnmz.
me, el bronce y acero sin labrar, cobie em galpa-
go ti plant has. plomo en planchas barras, hierro
en barras : lingotes, plaurlias dejes, hoja lela,
Sida toral de esiflno, cera sin labr.r, laico, oblan,
brjuca par silla*, el alambre para cercos, earci, al-
quitrn, hiea, arados y maquinas para la agricultu-
ra, y en general loda primera materia para el oso de
la induslr ii.
Arl. 3. Pasarn un 8 por ciento las lelas de seda
de loda especie.
Arl. 1. Pagaran un 15 por cenlo las manufac-
turas y ledos de lana, hilo aluoilnn, las ; iele
curtidas, as obras de metal, tscepto las de oro y
piala, 11 ropa hecha y calzado, el pop-I de lodas
rase*. eaceplo el de imprimir, los iu-lioni* ios ti
Utensilios de arles, las droeas y todos los doanai ar-
pelos que uo eslin comprend le eu las olrai dispo-
siciones di esla ley,
Arl. 5. Pagaron un 20 por cieolo el SXear, taba-
co, \ r ha mate, caf, l, cacao, aceite de oliva, sal
de in-sa y l-'do ram de comestible en genT'l.
A'l. (i. Se esceplusn del articule attlerior el Iriso
que pagar i' ireinli pesos per fanrga, la harina que
pagua' ios d -orna poi quiutal, y el maz veinte pe-
sos por laiiga.
Arl. 7. P*sar*0 un veinte por ciento los caldos y
bebidas oapirilaosM en general.
Arl. 8. El derecho de eslingaje' pira los efeclos
que no erlran al depo.ilo sera^' de un pe*o mone-
da corrien e por bullo en proporcin de su peso y
lamino.
Arl. y. |,i merma acordada a' los vino, aguar-
dienles, lii ores, cerveza en cascos j vinagres, se cal-
culara'-se^un e piierlo de douda lome ti hoque la
carga, debioado ser de 10 por ciento de los puertos
situadas del olio lado de la linea, de seis de los
puertos de esle la lo, y de Ires de cabos a Iriilro.
Arl. 10 La merma por rotura 'en los lquidos em-
botellado*-era'un cinco por cenlo, cualquiera qoe
sea su precedencia.
CAPITULO II.
De la -anda martima.
Arl. II. Pasaran un 4 por ciento dcsuv:lora'
la e-poriation los cueros vacunos y caballares de lo- zembrO de 1857.
Secretaria tio governo de Pernambuco 10
tle dezembro de 1857.
S. Ese. o Sr. presidente da provincia man-
a fazer publico, que existetn nesta secreta-
ria, ja infrmalos, os rco;uerimentos das
pessoas abaixo declaradas, os quaes teem
lexado de ser remetl los s secretaras de
estado por falta de pagamento do respec-
Uvo porte no correio.
Jos Rodrigues de Araujo Porto.
Vicente Umbelino Cavalcanti de Albuquer-
que 1.2;.
JjBquim Jos dosi mos Araujo (2;.
a directo da co. ipanhia de vapores a re-
boque.
ningoJiques da Silva.
Feliciano Benedicto do Sacramento.
Augusto Paler Cesar.
p
glane esle a' Is vi-la de la cuenta de venia riel re-
matador pblico, que ser presentada dentro del Irr-
iniuo de nula das, p.tsado el cual, ti vala, de a-
cuenlo con el vei-dor que los inspeccion, praticai
so aforo como si fueran sanas.
An. 32. En caso de diferencia enlre el visla vee-
dor o interesado tabre el aforo de alguna mercade-
ra t rulo del pais no incluido en la larifa de ava-
los e suspender' su despacho ha-la allanar la difi-
cultad, y no pediendo aseuirse (esvara1 'a V loaoa el
deierho y podra tambin ser iiblieeda a'qiedarse
sea el articulo por el avalo que le quiso attgoar :
pairando su importo en lelrat de recepon.i.
Arl. 33. Los manifiestos debarau pagarse precis"-
roenle a' la Contadura dentro de las cuarenta y ocho
horas de coucluido su despacho firmados por el vista
y veedores.
Arl. 34.. Los comerciantes aceptarn letras paga-
deras a' seis mezes precisos, si pasara de mil pesos
al impone del derecho : el que no pasare de esla
sema sera' satisfecho al cordado.
Arl. 33. A ningn deudor de plazo cumplido se
le admiltira' a' despacho en las ofi'inos de Aduana,
couce liudoiele lio embargo tres dias de Prmino,
despus de pasado el aviar para efectuar el pago de
los derechos que se liquilem al contada.
Arl. 36. Se autorisa al Poder Ejecutivo, para que
pueda permitir la libre introduccin de tem las des-
un .las a' la asticullora y asi mismo de iquellos
arliculos, que, a'so juicio, considere erlusivamen-
le'-leslinados al cullo divino v sean pedidos por cu-
ra* encrgalos de las iglesias, maiordomos de co-
fradas, los instrumentos uleimlios para lis cien-
cia, las maquinas iara la pUnlicion de nuevas fe-
biicas industrias ; los muebles y herramientas de
los emigrados y las cosas destinada esclustvamenle a'
su eslahi-lecimenlo.
Arl, 37. E-la ley sera' revisada eda an3.
Arl. :18. Comuniqnese al Poaer Ejecutivi.
Dios guarde a' V. E. muchos um'.
FELIPE I.I.AVAL1.0L.
Mariano Vrela, secretar o.
S*Merr,bre30de 1857.
Cmplase, acsete reribo, communiquese a' quie-
Dei rurre-ponda, publiquese 6 iu-erlse en ti Regis-
tro Oflicial.
Rubrica de S. E. R1ESTRA.
r O lllm. Sr. inspector da thesourara
provincial, etn co prment da resoluto
da junta da ftzenda, mana fazer publico,
que no dia 21 de Janeiro do anno prximo
vindouro. vai novamente praca pa>a ser
anematado a quem por menos lizer a obra
lo acude do llom Jardim, avaliida e.n
1:455*000.
E para constar se man'ou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourara provincial de
Pernambuco 30 de dezembro de 1857. ,0
secretario, \. F. l'niiunciar>o.
O lllm Sr. ins.ector, em rumf rmen-
lo da res.iluco da junta da fazend, mari-
da fazer publico, que no dia 21 tle Janeiro
do r.nno prximo vindouro, vai novmepte
4 praga para ser arrematado a quero par
menos fizer e obra de 2 lauciv da ramica-
(3o do Japotnim, avaliada em 10:080j000.
E para constar se mandou alli&ar o pre-
sente e publicar pelo Dia-io.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernan buco 30 dj d.zer.bro de 1857. O
secretario, A. F. d'Annunciagao.
- Pela administrarlo da jnesa do con-
sulado provincial se faz publico, quii os 30
dus uteis para o pavimento a bocea do co-
fre, do primeiro se nestre da decinn i o anno
financeiroda 1857 a 1858. das freguez;*s des
la cidade e da dos lfugados, lindarr-se no
da 9 de Janeiro vindouro, e incorrem na
mu ta de Ires por cento sobre os seus debi-
to Indos os que pagarern denota de-le pra-
zo. Mesa do cnnsuiajo provincial-3l de de-
V
&
COMPANHIA
Pernambucsna.
O v.ipnr nacional Icuar^s'ti, caplao An-
tonio Silveira Maciel Jnior, sahira para os
iiorln.s to norte de sin esc la, DO dia 5 do
proxi no mez de Janeiro as 6 Ooras da Urde,
principiara a receber carga no dia 30 do
curente para es portos da Cranja e Acara-
ci, e no oa 31 para os Ido Qear e Aracaty,
nos dias 2 e ,'i tle Janeiro prximo vnir
douro para as do a>s, Rio- Cran le Co Nor-
te e Paratnba. A carga ser depositada no
arma-ern da compinUia e levera vir acom-
pan: ada dos comtietenes despacbos ecu-
nhecimentos, e com os rtulos dos respec-
tivos portos, do contrario no ter destino
algum, os conriecimeni.os sero entregues
assigc.ados no da 4. O ex. odente da ge-
rencia se fechara no dia 5 ao meio da.
ISStj- --nr. lodo Parraira da S Iva
Joaquini Ferreira da >ilv Jnior, co-
nhecido pur Itoltirliil te, de h j rm diante
asaigas-ae Joaqaim Ferreira Ituterhin.'.
Ni ro do riapietM Novo n io, desej -
vora vindos de Liverpool ti. 'arca i"*leza
Wessiof.ary, a ordem, cora ruare de F K
Conipra-se um* prets tlt j va ida 'e,
ciobora teulia algum def-ito. porm nJi
com vicios ou achaques, p que seiba cut
mar o diario de uma cas de pouca famtl
im ra do Amnrnn, armazem n 41
Cotit|ii;itn-st' |it>t-.is ribasde II
na ra da Cadeia doitecil i i decan
bio n. ."S.
-diviso aos ta-
noeiros.
Venle-se liarat*a de rimes, por preoja
cjniiiio lo : na rui do Vigarto n. "J?
- VendeTi-se Ires b OStM gctat-es fp
balanga, quasi novos e em l. i p
ra ver .- trat--, na ra da Smai Ve I m, ar-
ia de mulla l.is n. 13S.
a Consultorio .S
...
..-
companhia
Brasileira de paquetes a
vapor
Espera-se dos portos do sul ale I ou 2 de
Janeiro um dos vapores dr-sla coinpaiihia, o
qual depois da demora do costumo seguir
para os portos do norte. Para carga, pas-
sagr-iros. encommendase dinhciro a frele,
trata-se na agencia ra rio Trapiche n. 40.
O paquete llyapork, rommandaiile o pri-
meiro lenle A C. de Unto, aspara-se dos
porlos do norte em seuutmento para os do
sul, al ? de Janeiro. Pr carga, t>a:sagei-
ros. enconimeii ios e dinbeiro a frele tra-
la-se na agencia rua Jo Trapiche n. 40.

i
i
'ara a
Baha
A veleira e bem conhecda sumaca nacio-
nal Rorteocia, pretende seguir com mutta
brevidade ; tem a bordo dou tercos de seu
carregamento; prao resto tra'a-se como
seu consignatario Antonio Luiz do Oltveira
Azevedo, rua da Cruz n. I.
Ua epeeie, los do nula y de carnero, las pieles en
Renoval, ^as garra de cueros vacunos y lanar*, l.i
rarne tasajo y sala 'leaveslrut. los hoeseS, ceniza de boeso, astas \
cbapas de a-las, la canla, la lana sucia y lavada, el
aceite animal, el sebo y zrasa derretidos y en rama
y el gauado vacuno, cavallar, de cerda y lanar en
pi.
Arl. 12 Todo produelo y arlefaclo del Eilado,
que un VI espresado en cl articulo anteri r, y en
teatral ludo* loa producios y iinnnfaclnrai de las
oirs Provincias Ar^nnas, sou libres de derechos
a* tu esportacinn.
Arl. 1:1 Son lamb'f n libre da derechos el oro y
la plata sellada en pasta.
' CAPITULO III.
lie la entrada lerrc-lre.
\rl. II. Lea frolos J toanotaelarss de lai Pro-
vincias Aicenlin.is on libres de lodo derecho.
Arl. 15. S- prohibe l introduccin por tierra de
lo ia mere dtna csirau Jera ljela a'derecho de a-
dU'Di,
Antonio Carneiro Machado Ros.
PAIAJB RIO
Segu com muUa bievidade o veleiro tin-
gue nacional Tres Amigos, de primeira bs-.r-
cna, tem prompto dous tercos do seu Carre-
gamento; para o r-.-to, escravos a frele e
passsgeiros, para ns quaes lem excellenles
commodos, Ueta-se cotti o seu conMgntarto
-ni'.ni i Luiz ac Olivctra Azevedo, na rua
da Cruz n. 1.
. &
Palvade'au, caplao do brigue francez
Irma, fara leilSo, por intervenalo do ag-nte
Oliveira, em presunta do -r. cnisul de Fran-
ca ou de seu chanciller, e por conla e riso
de quem pprtenc*r, le po r;3u d^ ossos. no
valor de cerca 3.1'OjOOO, para occorrer so
cosleio e tmis des. ezas de dito Iiriau-* n^ste
porto, onde arrtliou a sua actual viagein
iirocedente de llotit-viJi cora deslioo 4
llelle ilen mer, para 0010 le t da seguir
a receber orlen* : terrjs-fiii a. 5 le jui i o,
ao meio dia em ponto, no lugar ta ssocia-
ijao Commerciil desla praca.
CENTRAL HOMEOPA-?
THICO.
RUA DE SANTO AMARO. A
(Man !.i Novo n. ."}
O Dr. Sabino Oleiariu Ludiere Puke ,t
da contulla, lodos ot das leu, desde as S "
h ras da ataaaell ae 3 is lar u. Os reti-ri- A
9 les para vinlat devrr'o ter dirindn per *m
a oacriplo. Ot pobres ,1o medicados grata- *
larnenle. ^
PESTES E OITCBOIC EMh
KLT.IUO, DE FAUVlaLLt-bLEBAKI
DK PAUS.
Quairo aorros tle experiencia tem assegu-
rado sos peoles de caoatdsouc a >og* que
boje ten, nao s em Franca como no mun-
do inicuo ; >."io sen conlraiiircao os n ais
egradavets de latles os apeles, mus branlos
que os de tartar ^a, .",n oa uniros que nlo
I izara caluro ealmUa, por raus da 11-rtn-
i: lado que conlt ir.accrescendo a estf s van
ItVZau a de n,"io serem ruis csros do que aa
de bfalo A esta a Im.iranvel invenfSo da
iexposio univet-il l<> lisai.
A qiKm interessar.
Solicita-se pela polica qualquer pretea
clio, pelos feitos geraes e provinci'es, de-
seabaraeo de ctitas a I
co, certido de xpiismo, abito
toes, lujo a contento, nieh.r
paga ; no Recite, botica do >,-. Vi.loi i I'
oro das Heves, junto ao i reo Coimcio ;
em sautu Ariioiiiu, rua i.i Gaaie
to Sr. Cypriaao I.tuz da Paz, e rao do Ceas
l 1,10)0 le itvin.- do baraliroa Si
.k:s Perroira : o> r.r-t ',1 -.a- lea acha-
rad nos lugares indicados ptweaa competea-
temen e bobillla ia
lie ehegado a lojs de !.ecr.ntc, aterro
da aos-Vista 11. 7, excellente leite
dJ rosa branca, para refrescar a pellr.,' ra
annos, saruas espinhas, igualmenlro a-
lamadooien babosa para limpar faz
car os cabellos ; as.-tm romo r" leaaariel rio
lyrio de Eloreoca parabrolt.r,., 1 tiende-
1 sda pelle, conserva a frescura o* avellu-
ia lo dr. primorosa di vida.
Eugcue Clquot
a Zeisiis
participa ao publico ita-o miico mtkt
do seu bem con I ice .
pagneem Pernambud
dos Sis. J. I'rar^ti- A L".
Seguro contra
foiro.
%m& fetf^OSe
:?f;
r.OMI'.WIIIV l'KUWMlil C.WA.
O vapor nacional ePersioongaa satura para
os portos do sul de sua escola no lia 5 d
tfti t?4-P*
Folhhih s de
almaak.
Acliam-sc a venda na i 'c "
da praca da Independencia m loUiinliai
comoalmanak a : 'll '. a*
til einduMrial par* de I
COMPANHIA VDi.rilFA. ESTABEU
ODAEJy LOMMlES.
Prciiti* '< '< m in h \dm
VOE.1 rES
C.-J.Artley .ytb
... rtaraa Ka-an. m, loja daM. \. -
jC, baom gran leso.:
BMttda-
M tyaas qrM >e ,,,, ^
enr.intr.rne<:e peoero, c- veii-.tcs c ,
r,a' rajaaaeta
ilas l*f*
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t/J y "i iiw uu jui uo .'uo r;.'i,-ig utl i|" j (|(l 1 1 ~ t* ., u *
prximo futuro, A carga ser* depoulada uo passado, nao lu poswvd uo editor coa- ^ Hambur4.0
nno piano lo somaiK l'abriraue Traumsi
1
KAtTI LJOD
VCK^OI AD
MrrviviTDAnr.
la. itii Anrs


diario nr pr.n\.\Mnn:o sarrado 2 ir. javf.tro de issr.
y
Precis-se de lomar a premio a 6 con-
tos de res a.un por ceulq, dando-se por su-
guranca un p#eJj de grande valor quoni
quizerfazer seinolhaule negocio annuucie
jara ser procurado.
% BENTSTA FRiNCEZ. <
JST Paulo Gaignoui dentista,rua.Nova a.41 i
SP na mesrria casa tero agua e pa deulrilice. @
te->::;;:;.:::;:--:? go ^OOS;;.-.-:
Na fundiro da Aurora precisa-ee
de serveutes forros ou escravos, para
sorvico debaixo de coberta.
JOHN GATIS,
corretor geral
E AGENTE DE LEILOES COMMEKUAES,
n. 20 ra do Torres,
PRIME1KO ANDAR,
fraca do Corpo Santo
ICasadesaude.
i.:
W-
*
I
O Dr. Ignacio Firmo Xavier es-
tabeleceuem seusitio da Passagem
da Magdalena, que ica ao norte
da estrada entre a ponte grande
e a pequea do Chora-Menino, ex-
cellentes acommodacoes para re-
ceber todas as pessoas enfermas
que se quizerem utilisar de seus
servicos mdicos, os quaes serao
prestados com o maior esmero.
O mesmo Dr., para o'fim supra-
indicado e para exercer qualquer
outro acto de sua prossao den-
tro ou fra desta cidade podera'
ser procurado a qualquer hora do
dia edanoite.no referido sitio,
a excepeo dos dias uteis, das 9
horas da manhaa a's 4 da tarde,
que sera'encontrado no primeiro
andar do sobrado n. 9, do pateo
do Carino.

Defronie da ordem tercei -
ra de S. Francisco
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
PROVINCIA.
O Sr. tliesourero das loteras manda
lazer publico quese acham a venda no
pavimento terreoda casada ruada Auro-
ra n. 26, das i horas da manliaa as 5
da tarde bilhets e meios da terceira
parte da primera lotera do Gymnasio
Pernambucario,cujas rodas andarao no
dia 9 do iuturr rae/, de Janeiro.
Thesouraria as loteras, 24 de dezem-
bro de 185".O esciivao, Jos Mara da
Cruz.
DO
DLP. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, d consultas todos os
das e pratica qualquer operac.5o de cirurgia,
assim como.accode com toda a promptidao,
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, pratiesndo as o-
peracOes manuaes ou instrumentses, quan-
do nao possa conseguir resultado por meio
da homeopaibia, que tantas vezes tem ven-
cido diffjculdades, que pareciam insupe-
raveis.
Na liviana ns. t e 8 da piara da
Independencia, precisa-se fallar a Sr.
Joaquim Antonio de Moraes.
O governo e a
coIonisa$ao.
Acaba ne "hegar do Rio de Janeiro alguns
xemplareu mo ppendice Idas ideas de pro-
laganda de L. P. Lacerda Verneck, relo con-
de Hozwalowski. a respeito da colonisa-
f vende-se a 29000 na praca da Incepen-
icia livraria n. 6 e 8.
Precisa-se de urna ama forra ou cap-
va, para o servico de urna casa de pouca
milia ; na praca do Corpo Santa n. 17.
No engenno Marlapagipe, distante do
fe 8 legoas, e da estaco da estrada de
rro, no Cabu, 2, piecisa-so de una mestre
te meninos com as habilitaces necessarias
para ensinar primeiras lettras, graunsati'-a
portugueza e latina : quem estiver nestas
circunstancias e quizef exercer o magiste-
rio, annuucie para ser procurado, ou dirja-
se a casa do Sr Francisco de Paula Carneiro
Leao, no Recie, aterru da Roa-Vista, lia ven-
do no engeuho urna ca pella, em iguaescir-
cnoistancias, prefere-se a um sacerdote.
O cao! oicao
Queijos de pinlia, flamengos,
Suissos, de prata Gna ;
Champagne em gigos, htalas,
Mellas massas p'ra terrina :
Amendoas, passas, casimbas,
S3o petisco permanente ;
Marnela;)a he de chupeta,
O fiambre he de patente :
Conservas e bolacbinha,
Boa aineixa portugueza,
Nozes, confeitos, niacuas
Araeixa rica franceza :
Marrasquino superior
Licor francez sem igual:
Nada melhor que o bomroxo,
O ixo de Portugal!
O Soares junto ao Rosario
Tudo vende com prazer :
Chega, gente, o porto velho
D vida a quem quer morrer.
Aira de leite.
Lra Fra de Portas, casa n. II, precisa-se
de urna ama de leite : paga-se bem.
Lotera
DA
provincia.
O abaixo assgnado avisa ao publico que
dehoje em vante se obrga a pagar a sor-
tc grande e a inmediata no dia da ex-
traccao em seu escriptorio na ra do
Colegio n. 21 primeiro andar. Vende
"era p.i-cao de 100*' para cima dinheroa
vista hilhetes e meios garantidos dos 8
por cento pelos seguate* precos:
Bilhetes 4s500 Meios 2fi50
os bilhetes da lotera recolhida sao rece-
bidosem troca de outros.
P. J. La y me.
D-se para amamentar a pessoa capaz
urna enanca e paga-se bem : quem estiver
nestas circumstancias, dirija-se a ra das
Trincheiras, loja de encadernador, que acha-
ra com quem tratar.
Na ra da Soledade n. 70, todos os dias
se vende um feixe de capim de 15000.
A obra do hospital Pedro 11, pre-
cisa de olliciaes de pedreuo e carapina.
Precisa-se de um bom Irabalhador de
masseira para urna padsria no Cear; tra-
ta-se na ra da Senzala Velh n. 106.
Aluga-se um sobrado com grandes
commolos, no bairro de Santo Antonio :
rallar cora Jos tlygino de Miran-la.
Precisa-se de urna pessoa para o servi-
QO interno de urna casa estrangeira que cozi-
nhe ecngomite : na ra ova n. 17, se dir
quem precisa.
Precisa-se de um criado : na ra do
Hospicio n. 0.
Precisa-so alugar una ama que siiba
cozinhar o diario da urna casa, e esta casa
de muito pouca familia:
ligar habilita t*, oiiija-se
n. 39, primeiro andb
-- paga bem.
Aluga-sc urna boa casa na povoacao de
cbenbto ,<-, ra do Brua n. 1 i.
'7 {"!'"*isa-se >le urnTnixeiro, que enleu-
!a da biinar : nain|a da ordem terceira
,m s,ew"*b su senhora c um
io, li m.4))ore sua senhora, Jobn Brews-
Airr,cdo(.ui,thorpe, todos di estrada de
', \.i;> para Inglaterra.
''" is de lee
o do lerjon ,;,, ....., i ,,Jar.
i Precisa-si da um caixeii
,(M 06 < IR lllj, (lut .-;.. -n :__
nOSPIliiL PORTIiGUEZ
Por ordem do lllm. 8r. presidente interi-
no convoca-se a assemt lea geral dos senho-
res accionistas, para a sessSo ordinaria no
domingo, :i ie j; neiro futuro, as 10 horas da
manhSa, nosalSo do Hospital.
Real Hospital Portuguez de Beneficencia
28 de dezenbro de 1857. O secretario in-
terino, Jost Jo ij uim da Cesta Maia.
A sociedade
formada entre os aba xo assigntdos nestn
pra^a, em um armazca de assurar e loja de
ferragens, lunilaria, etc., foi dlssolvida por
commumaccorio dos socios, licando a li-
qai iBQo.do activo e passivu do trmazem de
assucar a cargo de An:onio it. P Mesqoiia
Jnnior, ea liquidar^ao co activo e passivoda
loja de ferragens, tunilaria, etc., cargo de
Antonio Francisco C. Caroso, e os respec-
tivos estabeiecitnentos continuando a gyrar
emseu prop ios nomps do 1. dejaneiiode
1858 era dianto. Kecil'e 30 dedezembrode
1857. Antonio Francisco Corris Cardoso,
Antonio Batelho Pinto de Mesquita Jnior.
PLIILICACAO' JURDICA
Chegou de Lisboa a Manoel do Nascimen-
to Preira, ra de Apollo n. 16, segundo an-
dar, a obra em 8 voluntes Theoria do Direito
Penal pelo conselheiro Silva Ferian, bem
como o cdigo da Prussia, traduccSo do
mesmoseuhor; aquella para ser entregue
aos Srs. subsc.-iptores, pelo preco de lO?000
e para os que nao s3o pelo de l*c, pagos"0
aeto da entrega ; e este, para se veno"' pe-
lo de 1900, na mesma conformidad-
Attemeao.
Pede-se a um moco
Moreca e que recel*
engentios Barra e''
para entregar '
dioheiro, ciyo r
diz que o purt
do Sr. F.... q
que voc ou t
quantia. e e?
ticia desle r1
gou a cari;-
iuoqo era s
dormiud
ceder desu
O
Franci.
doengenho
Sr. dos
carta
; ou
u, e
lao
;..., e
desta
dar no-
a entre-
saber deste
est ahi, est
ro ; ignoro o pro-
, gaba de civilisado.
.dor de sua mulher
jiiacio Tinoco de Souza faz
sciente ao c ju mercio desta praca. que ven-
deu ja presente data ua loja de roaoas fei-
tas da ra Nova n. 40, eo Sr. Luiz Ignacio
Maciel, incluindo tudo auanto na mesma
exista, e as dividas ; ror isso declara a seus
deveJores a referida loja, que dever3o pa-
gar seus dbitos, algurs dalles j alrazados,
ao referido Sr. Maciel, que continuar com
o eslabelecimento. Aiproveila a occasiao
para declamr que o Sr. ID.ciel sempre bem
cumprio os seus deveres durante o tetnpo
que foi sen csixeiro e intercssddo. Recife
iOdedezembr.i e 1857.
Offerece-se para .'riada de urna familia
capaz urna moga portugueza, a qual lava,
engornma e cose ; quern precisar, procure
na ra da Cadeia de Santo Antonio n. 8, casa
de empaltiador.
- Precisa-se alugar urna preta quitan-
deira : na ra da Guia n. 9.
Dagiieireutypo.
No aterro da Boa-Vista n. *, terceiro an-
dar, continua-se a tirar retratos pelo syste-
ma norte-americano. A pcrfei^So dos retra
tos saludos deste estabelecimento he tsss
cotihecida do publico desta capital.
Precisa-se de un forneiro : r.a ra es-
treita do Rosario n. 13. Paga-se bom orde-
nado.
Na ra das I.arangeiras n. 18, preci-
sa-se tratar 2 caiseiros para um estabeleci-
mento de motilados n -sta cidade, sendo um
que tenba pratica para tomar conta por ha -
lauco, e d-se bom ordenado ou intsresse na
casa, urna vez que offerera as condic,oes
precisas.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra do Pilar n. 141 ; a tratar no primei-
ro andar da ursina casa.
Casaveques de lile l>ai\ o que
CIBBAIA' FDaTO E FILO'.
Ra do Crespo n. 23.
Ven lem-se cssavequesd.is qualidades ci-
ma mencionadas, todos enfeitados e de mo-
dellosos mais midernos que pr-sentemenle
existe nestem meicado, tanto pra senhora
como para nieninae menino, veslidinhos de
cambraia bordadosnara menino se baplisar,
gostos riquissimos, 'auto curtos como com-
prios, gollinhas bor4adas de todas as qua-
lidades, com lagos e puntas largas, mangui-
tos bordados com lago de lila e sera latjo,
eamisinhas para dentn com golls e peito
bordados, entre-meios ebabados, ludo bor-
dado e muito lino, riquisiimos chapeos pura
senhora e enfeites para cakega, tudo isto sao
fazendas de gostoequaliJaJe, o melorque
se pode desejar.
Vende se urna pardin'ia del i anuos,
costureir, e de ptima figun a tratar na
ra do Queimado, loja de lerragens n. 14
Vende-se fannha e milhc a 18 vintens
fi cuia, e peneiras de rame a 63W>0 : no pa-
teo do Carmo, quina da ra de lorias n.
Deposito
Cera de carnauba e velas.
Sebo refinado e em rama.
Fio de algodao da Babia.
Sola e pelles de cabra.
(omma do Aracaly.
llarriscom brea.
No largo da Assembla confronte a porh
da inspec;So n. 9,aonde se vende por ineno:
prego qae era oulra qualquer parto.
jFeijo.
Vende-se feijao prelo e rajado, a preco
commodo : no armazem de Fernandes & Fi-
lhos, ra da Cadeia do Recife n 63.
Vidros para v-
drac^.
a
a.
Tasso Irma'os
^
Avisar* os seus freguezes, que era con-
sequep-'a de hoyos soitioieulos, que aca-
liain .e receber de Riclimond, lem reduzido
Na loja de 4 portas na ra do Queimado los rfec/is das faribbaa.a venda em seus ar-
(T
Vcndeni-se caixa'- com vidros de todos os
tamanhos ; na r*a d* Cadeia do Becife, loja
n. 64.
Venr'-ise urna parda, que cose, en-
gornma. cozio'na, faz labyrinllio : para ver
e tiai->'> na ra da Uniao, casa aonde esteve
a t.'pograpnia do mermo nomo.
Atttneiio.
Vendem-se linguas do Rio Grande, cm
salmoura, grandes e muito frescaes, por
prego commodo ; na taberna da ra dos
Marlyrios n. 36.
- Vende-se urna porgo de cadeiras des-
concertadas, a maior parle bstanle novas :
na ra do lirum, passando o chafariz, a pri-
meira casa.
Vende-se um bonito cavullo rodado
muito novo na ra lo Queimado loja de
ferrarjens n. 15, e para .ver-se na coxeira
do Sr. Thome, deroute do convento de
S. Francisco.
n. 37, passando o boceo da Co tigre gagSo.tem
chegado a este estabelecimento um cxcel-
lenie sortiment de vestidos de seda cor>
babados, para divervos precos, e niui'd-"
mais fazendas, que nao lie possivel rqu>|
mencio lar todas: cassas organdir dos
mais modernos padrOes a Idilio a va"***das
de quadros largos a 19200 o COVfdo, ditas
miudiuias a 1:300, ditas mu'^o linas de
Igoslo uleiramenle novo a i.-00, laa/.inha
Imiudinlias a 320, ditas corr lislras de seda
i a 750, cortes de cascniira **?. ditos enfos-
tada, covados S>&00. di" muito fina a 4:,
dita de urna larcura 2;',grosdenaples pie-
to a ;, chainalole n>aito bom a 33500, dilo
largo com listras as-etinadas a 43400, chaly
lavrado 1-3100, urp completo sorlimento de
chapelinas par senhora, gollinnas, man-
guitos, camisas, meias de seda brancas, lu-
vasdeseda Ais meihores gostos que ha. se-
das bri.ncrs, cassas para cortinados, brins
de lii!iij .nuito Pinos, lencos de linho bran-
cos, d' diversos pregos. Assevera-se aos
compradores, que ten ha m vontade de com-
prar nio sabir sem fazenda, porque nao se
engeita diuheiio chegando ao custo da fa-
zenda.
Ni ra do Queimado n. 37, loja de 4
portas, ha cortes de colletes de velludo n-ui-
to bonspor ll;000, velbutina sortida a 75 reisocovado, chitas francezas muito linasa
280 reis, risca Jos escocezes a 280 rs., mus-
sulinasa 320 rs., ditas amatizadas muito li-l
nasa3^0rs., chapeos de sol de seda, para
diversos piceos.
Cal de Lisboa, nova.
Vendjm-se harrs com cal nova de Lisboa
Sn pedra, por menos do que era oulra qual-
qier parte ; na ra da Cadeia do Recife, loja
" VJ, defrouteda ra da Mudre de Dos
Vende-se marmelada muito nova em
libra a 609 rs., Hila em quarlas, passas, fi-
gos, lozes, aroeiuoas. biscoilos em caixi-
nbas ;m libra, concervas, azcilonas, ma-
ca d ''.mates, presuntos, queijos de plnba,
daos llaxiengos, vlnhos para mesa e finos,
c"*n>P'Sie, marrasquino, licores e mais
gneros pir prei;o commodo : defronte da
casa da re'agao n. 28.
Veudtdi-se bandos ou slmofads de
dina pura, augmentaros penteados das se-
nhoras ; na iua da Cadeia do Recife n. 24,
primeiro anda-, casa de Manoel Antonio da
Silva A n tu oes.
G. AD0L?HS BeURGEUl
Rui nova n. 01 .
Vence um bom carro novo, chegado ha
pouco, feito por un dos melhores fabrican-
tes de Paris, muito tommodo para familia.
Vende tambera muias qualidades de ferra-
gens para carro,comceixos, molas, parafu-
sos, chaves, lanternas, galao, couro de lus-
tre e vaquetas grandes para coberta, tara-
bem um sorlimento di arre ios brancos e
amarellos, tanto para tarro como para ca-
briolel..

a 249000.
irr familias de Trieste das
Familia de
mandioca
o

O
Vende-se superior farinha do San-
ia l* Calharina agranel, a borlo do bri
o
nizens aos seguintes:
Galega .,
Uaxall ...'.. .a .COCO.
luinlop. .
Uacanc -
Columbia
Couliiiuam a
marcas ;nmeira qualidadoe
l\a vu do Tra-
piche li. 54, escriptorio
de Novaes C.
Vende-se superior vinlio do Porto en-
garrafado em caixat de I e 2 duzias de
garrafas, bem como cm barra de 4- e8.
a pceo commodo.
I VIMOS FINOS DO PORTO g
() DENOMINADOS: (^
Duque do Porto. W
Imperalriz Fugenia. (A
]>eopoldo I. ,-;
b. Pedro V. Wj
Engarrafados e enfeitados como o V/
de Champagne : vende-se cm por- M
(oes a voi.ta.li! i'n comprador, na ^
ra do Trapiche u 40, escriptorio JJ
de Thoroa/. de Fina. (.'
CiM PEOEli TOQUE M

^\
os
OOEIHADO
FAZEXuA!
i SEDA.
'.:< .
%
Pa in>.
de
rutf
i
m
m
Pecas de algodao de sacco. dilas dealgo-
d3o trancado proprio para toalhase roupa-
de escravos ; vende-se na ra do Crespo,
loja da esquina que volta para a ra da Ca-
doia.
Vende-se um carro inglez de 4 rodas
e4assenlos, para I ou cava los, com co-
berta-, e com os competentes arre ios; e tam-
bera um cabrioletiuglez com os arreios:
na ra do Trapiche IVovo n. 10, ou na Boa-
Vista em casa do Sr. Poirier
Vende-se na ra da Madre ele Dos
n. 12, armazem de Novaes & C, barril
de forro ou cubos bvdraulicos, para de-
psitos Je iezes, a preco commodo.
Vende-se mui;oem conta um piano em.
meio uso, do celebre autor Broadwood, he
de mogno e qua.Irado, e custou quando no-
vo mais de 1:0009 : na ra do Trapiche No-
vo n. lo.
Saceos com farinha de muito boa.
qualidade e por prego commodo ; no Recife
ao p do.areo da Conceigaon. 53.
IgfOO
1)100
ij.xto
agooo
1600
930
i'.o,
:i:>
&mip*' j
Campra-se urna carteira de duas ban-
cas e de urna s face, em bom uso : a tratar
na ra da Cadeia do Recile, loja n. 6.
i.ornpra-.se etfectivumenip na ra da
Flores n 37, primeiro andar, apolices da di-
vida publica e provincial, acgOes das compa-
nhias, e da-se ilinhero a juros em grandes e
pequeas quantias sobre penboies
Na fuudi(3o du Brum ns 6 e 8 conti-
nua-se a comprar clectivamente bronze,
latSo e cobre velho.
Compra-so eflectivamente bronze, lao
tSo e cobre velho : no deposito da fundicS-
da Aurora, na ra de llruin, logo na entra-
da n. 28, e na mesma fundigao, em Santo
Amaro.
.. gue Valle : a tratar no largo do Cor- ;
y po Santo escriptorio n. 6, ou com o W
3 capil3o a bordo. -; '.
Vende-se um carrinho de 4ruas,ame-
ricano, novo, para um cavallo cora os com-
petentes arreios lambe novos ; para ver
tratar, na cocheira do lllm. Sr. Silveira, de-
fronte de S. Francisco.
Vendfm-se batatas inglezat muito
novas em gigos de mais de 2 arrotas a
",S o gigo : no armazem do caes da al-
fandegan. ", do Paula Lopes.
Presuntos.
J. Pracger i\ C. ra da Cruz n. 11,
receberam preiuutos novos de ptima
qualidade.
J. Praeger & C. ra da Cruz n. 11,
tem para vender : carne de ganso fu-
mada ptimo petsto, assimeomo carviar,
salmao, lagostinbo em latas etc., etc.
Vende-se um mulato ptimo oflicial de
fogueteiro: a tntar na ra da Concordia ,
confronte; ao armazem de materias? do
Sr. Pedro Antonio Texeira CoimarSes.
- Vendem-se travejamentos de louro de
varios tamanhos : na praia de Santa Rita,
resillarlo.

Ao Pregui$a
QUE ESTA QEIMAHDO
boas fazendas por pouco
dinheiro.
O i*reguica da
Cartas linas.
rtas para vol'arele i
. Francisco n. 6, a 50(
Li\ ros
Cartas para vol'arele no deposito ds rus
de S. Francisco n. 6, a 500 rs. o baralho.
em
br.tnco.
Venclem-sc na ra .Nova n. 22, casa
de relojoeiro, por preco muito em conta.
Nova ;:i:
;i do malabar.
Vende-se esta agua a melhor q-ie tm ap-
precido para tingir o cabello e sainas de
prelo : na livraria universal ra do Collegio
n. 20, d-se junto um impresso gratis ensi-
nando a forma dei:ppiicar.
Charutos.
s S. Pracger, ra du Cruz n. 11 tem
continuadamente um escolbdo sortmen-
io de charutos da Havana, e das mais li-
ins (|ualidades da Babia.
A canto que es-
ta' torrando
Para acallar por este runo.
.Va vuh da Cadeia do Be-
cife n. 54, ha um grande sorlimeito de fa-
zendas por pregos os mais commolos possi-
veis, que na realidade faz admiraiao com-
prador, a vistr, da qualidade e do bou gosto;
o annuncianle pede que veriliquen-se da
verdat.e : sabijas de baile de bonita: cores
a 25S, ca&aveques de cambraia ro .esto de
bico, rop ios para as senhoras de boa. gos-
to, pelo diminuto prego de 10/. dilosdica-
semir a 1>. cuales de touquim da mutas
qualidades, chita franceza de bonitos M-
diLS i 280 rs. o covado, mussulina de bt-
uiios padrOes a 320, 340 e 360 o covado, di-
tt branca a 300 e 320 o covado, cuales de
merinj bordados ue velludo, cousa muito
boa t4j, ditos bora tos de retroz a lOjOO
rs., ditos 'e merino lisos a 4:800, romeiras
de file de linho a 2;U0 e 3-5500, ditas linas
a ig, ditas de cambraia para senhora e me-
ninas a 2o e 2^500, cortes de vestidos de
seda com 3 babados a 80;, cousa mijito lina,
grosdi>naples decores boniUsa 1/920 o co-
vado, cortes de seda de boa qualidado a 250.
seas de quadros padies bonitos a 15800 o
covado, dilas de muilo boa qualidade, que
taz admirar, pelo diminuto prego de 25500o
covad), corles de casemiras de cores a 4o200,
1*500, .">/. j;500, 65 e 75, ditas muito Anas a
1*3 lingos de cambraia a dLzia a 15,16300, PILL'LAS HOLLOWAV
b.. > o>eon .r.-_____ ii.____:..l -ai^noa mais lenra infancia,
Grande e novo
sorlimento de fazendas de
todas as qualidades, viu-
das pelos ltimos navios
da Europa. '
.Novidadtde Paris, fnienda di sed com ra-
niageni e li'tra matisada para ves 11 n.s de
enliura,muilo proprio para atila^flo, co-
vado ............1J2IW
Belleza de Bengala, fazenda Inda de seda
Iranspaienle com li>lras matizadas ,
propna para bailes, covado.....
Cambraia e seda d* Bengala com lislras raa-
lizadas, covado.........
iiarega de seda com quadros e listras aueli-
uaiias, cevado.........
Grosdenaplesprelo e de coits, muilo so-
. ,pin..r covado.........
Dito rulo de 1I1I" muilo largo, proprio para
farros de obtai, covado......
sedas de quadriolios, covado.....
Kulnof do seda asselinado......
MussuliDa branca t de crcs, coiado. .
CasMtfraDCCtaada ciiies li\as, covado.
Gulas Icmcetas, o covade......
Velbutina de cores, covado......
Maulas de bloud pretas e branca-, proprias
I .1 1 c>; meiiUis, covado...... 5
Panno fino prelo e decores, paia lodosos
precus............ 5
Chapeos de pallioha, forrados, proprios pa-
ra a r-loi..i.i.......... :i-.iOO
diales de seda de cores, superiores ... 3
Hitos de merino bordados a velludo 17:000
Olios de rtilo de dito a seda...... 9|000
Olios de 1I.1.1 bordados em 2 pona. 120IHI
Hilos de dito com lislra de seda ....
Ililus de di lo lisos com Ira njas de seda .
Ililns ile dito eotn franjas de lia ....
Dilo-ile I.la adamascados, prelos e decores.
'jr.n.ua- de seda com punas coropridat i
regencia ,..........
Ollas de dita com ditas a principe de dal-
les .............
Ollas de ditas a'americana......
Curies de collele de velludo de novos
padrots s....... JlOcOOO
Olios de selim branco bordados, proprios
para casamenlo......... o
iloi de gorgurao de edi de novos pa-
dres ._.......... 350OO
Oilos de ra|i;,i de casemira de todas ss qua- .
Iidades........... j
Cliapos de sol de seda superiores 7o500
Chapeos de ina-sa franetzes .... 7o300
Lencos de cambraia bordados, finos, pai a
mao............ ijiido
l.uvas de seda de lodas as qoalidades, pa ,a
homem, senhoras e meuinas. ... .
Corles de vestido de seda de crese branc
a l'ek in o mais superior e moderno q
ha no mercado........
Pililos de argenliua de cores escuras r,j(XKI
Oilos alpaca de de cores fina. ... 5)500'
Oitos de dila preta....... 1)000
Oilos de fusOo assttinado..... ..jimo
Oilos de uauga de ores..... 4c.">00
Oilos de brim de quadiinhos. ... :icOOIl
Hilos de brim pardo fino..... <-000
Oilos de brelanha de linho brancos. IriOO
llondolasilu alpaca prela e de cores. \ 5)000
Em frento do h-cco da Coui;re^ac .l0j psaiido
loja de ferragens, ? secunda il* Uaen jj,8 o.' /
R03 Al I I.ITELIf
O nico autorisad'j (-ar i3o do i
decreto it .erial.
Os mdicos dos bosp'iiu-
arrobe de LalTecteur
autorisado pelo gove
Em casa de J. rVaegei .. C ma da
' Cruz n. 11, ha para ender um pjaaM rti
-iqutsimo modblo e de h
ulii i de iimiado fabricante Lraid'
Pars.
tu casa de Henn Irunn i C.
da Cruz ii. lo vende-se
Cemento romano.
G icem ca\as de 1 du/.i.i.
Cadeiras de Vime.
I ni ;iaiidc o limcntodc tocadoies.
Retratos aoleb para sala de jamar.
Kspelbocom moldura.
Pianos dos nielhoi es Cl.i,(,,dos un lljm- '
burgo.
scllins
patente ingle/.
SM ehcgijoi > acliim-se a venda o vr Jtdu>
bem conlrcidiK mIIiiis mslezes palcnl. ruru
lo Trapiche-Novo n. IJ.nmitni de faieadat d
Adamson &C- llonie.

VIMIO 1)0 PORTO SI PERKIR. -
Duque 18I&
Em caixas de.urna c duas duzias de car
Tas. J
Cliamiro.
Em barris de oilvo : vende-sc a rrei,o
commdo cm cas de iUiroca i Eistro.
na da Odea do llecife n. i.
* Vendcm-s 9 jangadas de 6 pilaos do
Krossun niver, em Kra de l'ortas, dit
idb da niarr gran Je, passando a aisrnal, e
tratar, na ra oAmoran n. 3.";, secundo
andar.
*t) ;Vy#.
.^KIU
35000
I
IjOOO
11
l'upiovMoera de festa umcrioulodr
lOMeMaicolino, pcrleirceiite o ab.ixo as-
yglido, ejeom os signat-s seguinl's: idade '
l|6al8 aonos, seni baifc, -.>r. lian/ino,
crouca altura, escrotos ciescidos. tsle mi
lejuefoi cscravo daSra. liT Callianna
radon na Siledade e foi coznbeno da os
75OOO de pasto, denominada Cova da ni,: quern
l;:0ii| Poisalevar aseusenhor, sera bem rerom-
nensado. Becife 29 de dc/embro de l>Al.
Dl-iodio Dubeux.
A VSO.
I esapparcecu da ra da Aurora urna 1 re-
ta ce Dnme Joaquina, criuula, de Idadr .t
aonos, pouco mais ou menos, fula, a.la,
magra, lem falla de alguns denles na frenla,
no nodar he aoress-da, pt-s grandes, bei^o
grossus, muito Udina e viv, &up;e-se a-
ckat-se refugiada nesta cidadr. <-u no bair-
roideS. Jos ou em Kra de Portas: rc-ca- ,
e/asautoridades pohciaes c aos capilSes
decampo que a apprehndam e leve ra a cava
doEim. Sr. Bsr3oda Boa-Vista, que s?rJo
geierosamente gratificados.
Fugio na dia 27 do mea p. pastado, do
enrenho Tapipirc de cima, um esersva de
noneDamasia, representa ler 30 aanosde
id*4>. altura e corpo regular, bumpud,,
pecarnudos, tem muito pouc. cabello, c"
3 lest grande ; na cabeca tem bastante Bar-
cis de feridas, e se distingue mu bem
urna das marcas de uin lado buscando a Ta-
la, ebe moura ; saino de vestido de casaa
branca,c clules de chita azul, levando oaaa
Irouia de roupa na caber; : julga-se indar
pelaciJaie do Itecife : roga-se pms,a* auto-
rio tes policiaes.l eaquem a apprehendar
-regar no rollecio de Santo Amrr, aa
' Hospicio, que sera generosamente
SVSTEMA
HOLLOWYA
folliinlias
para o amio de IHJi,
Acham-sea' venda as bem conliecidas
folliinlias impressas nesta typographia,
para o annotjue vem, das seguintes i|tia-
iidades:
Folliinlia de variedade, contendo, alem
dos nic/.es, imillas noticias scientiicas,
modode plantar e colfaer a nova caima
de assucar, noticia sobre o rnillio e al-
{jodiio, e una serie de conliecimentos
das artes, etc., etc., cada urna. 320
Dita religiosa, a qual, alem dos mezes,
se reuni a cdnliuuacSo da bibliotlieca
do christo Brasileiro, contendo os se-
guintes ollicios: do Menino Jess, San-
tissimo Sacramento, Senhor dos Allli-
tos, PaixSo, Nosa Senhora do Carmo,
San-Jose, Santa Auna, Anjo da Guar-
da, San-Francisco de Assis. Santa Itita,
Santa la 1 liara, Almas, Coracao de Je-1
sus
a tessos que se
a ra das Crazas
pois advertese que
ra do Queimado continu'a a forneccr ao
publico, em seu estabelecimento na esqui-
na do becco do l'eixe I-rito n. 2, o mais bel-
lo e varisdo sortijnentu de fazendas, todas
de excellente qualidade,e precos muito m-
dicos. Vio so qucima as fazendas ja por
vezes annunciadas, a saber :
Ulindinas para vestidos de senhora,
covado............... 900
Targelinas idein idem,corlo com 12
cofados.............. 12J000
Organdys idem idem, covaio 260
Cambraias estampadas, vara 480
Ditas ditas mais linas, vara..... 600
Chitas francezas, largas, escuras e
claras, covado........... 260
Ditas ditas, largas.escui as t claras,
covado............... 280
Dilas ditas, largas.escuras o claras,
covado.............. 300
1! re tan has de rolo com 10 va ras, peca 25000
l'iiscados monstios, lindos oadres,
covado............... ;>20
Lencos de cassa com cercaduras de
cor, um.............. 120
Mas alem destas, offerece mais aos seus
freguezes as seguintes fazendas ulli mcen-
te ctiegadas: mussulina branca nissima a
320e 360 o covido, dita matizada, fina, e do
melhor gosto possivel a 320 e 36o o covado,
lazinhas muilo linas, escurase claras, to-
das de uesenhos niteirameiue novos a 400
rs. o covauo, cermeliua, faz. nda anda no
vista, tramada e com padres de laazinha,
pelo b-.ralo preco de 280 o covado, cortes ie
riscad francez, bonitos padres e cores li-
xas a 38800 cad i um, cambraia lisa transpa-
rente, muito lina, com 8 vaias cada pi.v, a
7o50O, dita tapada tarobem muito lina, com
10 varas cada pec;a a 4:800 e 65600, cheles
de Uazinha muito linos a ?'2uo, ditos de
merm lisos e bordados de mu lindas co-
res, casemiras enfeitadas, mescladas, mui
proprios para palitos aSMO o covado, brim
Laucado de poro linlio e padres novos a
fiuo a 35, 3O5O0, 4/e 55o covado, dito muilo
fino a 79M0 o.covado, cortes de velludo, fa-
zenda muito boa a 7s e 7J500, dito muito fi-
no a -25, pecas de chita escura com toque
de mofo a 59500, mussulina de urna s cor a
400 ni. o covado, manguitos com collannho
para senhora e meninas, bordados a 8f e lus
cada um, chapeos de sol para senhora a
I58OO e 2>, ditos de seda a 2^500, corles de
cassa cnita a 2?, chales prelos de merino a
25800 e 4/, casemira preta a 15, U200,15500
28 e 25200, e muilo lina a 25800 o covado,
cuites de vestidos feilos pura senhora, de
cambraia a 35200, madapoles, a peca 2580O,
35 3.'00, 3/500, 5, 1K00 e 5?, e muito fino
a 61, chitas de coies escuras, a peca 55000,
5J50U, a e 75, e a covado a 160, 180 e 200
rs., cambraia de salpicos, a pe$a 356OO, las
de das larguras para vestido de senhora a
1560'J o cov.ido, mantas de velludo para selr
la d( cavalio a 7o, ditas de algodao a 3*200-
ditat de 19a a 45500, chapeos do Cbili po,
diminuto preco, e muius mus fazenlas,
que s a vista do comprador menciona-se.
Na mesma loja da-se l'zendas com penbo-
res, 5 leva-se cm casa de familias.
Veudem-se cadeiras 1 ara sala r!o jan-
tar, muilo fortes, e mes&s para dito, por
precos commodos : na ra das llores 11. 11,
de I. Pugi.
e a compleico mais delicada, he igualmeu,
te prompto e seguro para dcsarreigar o ma
na compleijlo ciis robusta; he inteira-
menle innocente em suas opera;es e efl'ei-
tos ; pois busca remove as doencas de
qualquer especie e f rao, por mais antigs e
lena/.cs que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio, mullas -le ja eslavam as por-
tas mortc, preservando cm seu use ; con-
seguiram recobrar a siudc e forcas, depois
de iiaver tentado inuti'.mente todos os ou-
tros remedios.
As tniiis alllictas nSo devem entregar-se a
desesperacio; racam um competente ensaio
dcsellicazes cITeilosdeslaassombrosa medi-
cina, e prestes recuperara^ o bcnclicio da
saude.
Mo se perca tempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des:
de de medicina. El
gosto agradavel e 1
esta em uso n
60 anuos ; cur
po com pouca
fecQes da \ir..
cias das sarna:
partos, da idade
redilaria dos hn
rhos, a bexiga,
dos orgSos, pr
Ses ou de sont
o arrobe cura er
cenes ou rebeb
em cooseauencu
da cubeba'ou f
o Tirussem neuu..,.-.
mercurio eao iodorelo u,
--Vende-se na botica de B.
Feliciano Alves de Azevedo
dro n. 88, onde acaba de 1
de porc.no de garrafas gr
vindas dii-ectamenle do Pai
Boyveau-Lalfecteur 12,ru
Os formularios dSe\'
gente Silva, na praga*
Porto, Joaquim Arauje*'
m3os ; Pernambuco, Sou
Itocha tu r'ilhos; e Moreir
Villa Nova, Joao Pereira
assim como ouli-asoran.es, e^c.,ji,Vto"7va7a,rdilos"pr"etos de 1
.-'te..........320lgoato e ate proprios psra luto a 1^600 a va-
Dita ecclesiastica oude padre, elaborada |ra. cortes de collete de setin bordados a
pelo llvin. boneeo penitenciario da Se ifjW' dllos de casemiras para caigas, linas
rio (\l',.-,l., c.^.lvTl., 1 ; 1 ede bonitas corns a 55500 o 6;0C0, cravatas
deOl:d.,,s,;.h.,Jo a rubrica, a ,ual|pretMdese(la, 1?f Ullts d3 m0\ ^
toi revista p ;lo t.\m. Sr. hispo, que a alpacas de cores com listras de seda a 560
julgou certa, to\mode sua carta exis- covado, chitas escuras e claras, padres
k
.Tica de >^
iihccimciito
j,ue icnlia
o, qu .ja -oltc-ii-o e re
c;s!M^i^i
tente nest tjpographia. iOO
Dita de porta, na forma usada ate ago-
ra. ;......160
Vendem-se nicamente na li\ raria ns.
.j- g da praca <' Ind
-- ^ coelie'ira da ra das I lores n. ?,j,
i. 1 .; 1.1 ven lor-se um bom cabriolet ... ;lez,
pintado de novo o com coberta ; i\
quizer compra.-, dirija-se a ra estreila do
Rosario 11. 59 K, que achara com quem
tratar.
miudinhos o graudcs, ce muilus o variados
gostos, cores lisas e excelleutfs pannos a
160, 180, 210, J-20 e 240 o covado, pe?as de
madapoiSo cota 20 vras a 25900, .'S56OO, 45,
9500, 45800, 55 e 59600, e muilo lino a
6*400, cobertores dealgodSo proprios para
escravos a 700 rs, ca i! um, luvas rie dive-r-
sas qualidades para senboras, gangas mes-
clauas de todus as cores a 540 c covado. lie
todas oslas fazendas, e de outras muitas
.niui nao menciouadas, su ilaiao amostras
isob penhotes.
Seda e laa para
bordar.
r'ina seda e 13a e de todas as cores, tanto
para bordar como para quaesquer outras
obris: venle-se no deposito da ra di S.
Francisco n. 6, a 120 rs. a meada de seda, e a
librada Ida a 755U0.
Pechioclia
Touess vezes apparecem pecbinchas como
sejim, loeiiias de panno de linho puro, de
vaiae meia d* compiimenlo, com labyrin-
tht. e bico de linho as ponas pelo dimi-
nu .0 pret-o de juoo !! I s com e vista acre-
dil iro a exiguidade do prego ; no deposito
11, <> da ra de S. francisco.
Agua
limon-Ta gazoza
vende-se no escriDtorio de E. II. VVyalt,
ru; do Trapiche Novon. 18.
Tater
i\; lraoiiitde.
in s-la al E II. Wyatts llice, ra do Tra-
pi'lie Novo n 18.
Gomma do Aracaly.
Lm DorcOes e a retallio: vende-se na ra
da Cadeia n. 57, escriptoriojie Prenle V-
an aa.
Vende-se superior farinha de man-
dioca em suecos grandes: na tanoaria
deroute do trapichedoCunlia.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
A asplas.
Arelas vinal Je).
Aslh ma.
Clicas.
Convulscs.
Debilidade ou e\te
nuacSo.
Dcblidadcoufalta de
forqas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
hor de garganta.
de barriga'.
nos r i ns.
Duieza noyentre.
Enfermidades no ven-
Ire.
Eufcrmidadcsno fija
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela,
l-ebres biliosas.
Fcbresinicrmittenles
Febrelo da especie.
Gotla.
Ilemorrhoidas.
liydropisia.
Ictericia.
Indi gesUSes.
Inflammaces.
Irregu la ri da des da
menslruacilo.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucc/io do ventre
Pl
lltttto.
ffec:
>boa-
lonii
,.Pr
zral
icnas
1 dilo
Paris
alis em casa i o a
1). Pedro n. 82
Babia, Lima Ir-
m ; Itio de Janeiro,
1, loja de drogas ;
de Magales Leite ,
'ou-se..u ,1,^,1^ p.p.
'ras, um mulatintio dr 1
ra regular, rosto pequeo,
1 na Pern dirciU, c iunt-
eaue. grosso. altura regul.r.
. -, -enos, beicos grossos, 1 lade 20
apuro rtais oo menos, crioulo, r lV
v._.;Uh-ri'0(,tC0uro; rabo* *So I
grados ao .Sr. Antonio Ricardo do Rea 4.
i-se as aotor.dades pulic,e9 c capujen
.mpo que os peguera e leve*., ru,
- Fugio da fabrica dr s.bio da ra Ira-
I o prcto escravo. Jos.- |l0l. cora o -
essignaes: as for.tes bastante s.|,rn- '
em ur.i g,,|pe no braco dire.lo, renJMo
ma venlha, denles limados, tem por
-me embna^sr-se a ponto de perder r*
idos ; quem o pegar le%c-o a dita fabri-
ca, vue ser recompensado
--.No da 29de novembro p p., das 8 H 1
-JK ,S minn2. aesapparecru e udi'.- 4
>f-ler aido urudo. do aitio na Ps5.grm d.
H.gd.lena, que foi da viuva J., ||i, *um r,
bmha escravo, chamado Manoel, idade 10
Mlando-lhe um ou m.is denles na freate,
bellos carapmlos, falla cora |lngu, no.
*"\"M* uu. n'ldr.l dBertao. '
m vestido de camisa compnda dr algod-o!
anho e chapeo de palha de carnauba ; r ca-
se a polica ou quem dclle souber, deo
preaender e levar 00 avisar no mese ..-
io.ou no Recife, ,,a ra Nova. sbrado n.
Rio Grande. Francisco i Je Paula Couto 01 C
gociantes, estabelecido s na muitos annos farzea, prometiese pagar bem
1 P*6*
Londres, teem a satislacrSo de par- No da 18 do miv. p
ticipara seus correspo "denles e ao publi- sodobrigue Sagitario,
co, que acabm de fundar casas iiliaes
DOS principaes porto 8 e distritos manu-
(actureirosde Franca Alemanlia, Blgi-
ca e Hollanda, coi servando alem disso
.No du 18 do mee p.p., lugio de bor-
idobr.gue Sagila.,o.. nn. .c.avodc
some Joarpnm, pardo escravo, e 2- a
Bannoade idade, aHaturn resaaW,
so corpo, so tem barba 1.0 m,;s
bellos cai-apinhos .-jatrn muii, s j,*,,l
gtabe- icos, he bem conheeido por 1., .
kcidas as cidades .mi"linport;intes, VI i^f.]W\J^idas-iyando iii-o linda >
porlosr.iais cjiiusen '^alira-bietarlia, belloa na/aren^, t,-n: M pri meio ai
lados, e la.la tttato manso : M
suas rroprias casas ai
ltCI'IO
de sod e
e
cobertos e descobertos, p?quenos e gran-
i.'c:, de ouro palete inglez, para homem
es:nhora, de um dos metbores tabricantes
de Liverpool, vindos pelo u'.limo paquete
infii-z : em casa de Soulbail Mellor A C.
rui po Torres n. 38.
fsica ou consump-
c3o pulmonar.
IteleiiQo de omina.
Rheumatismo.
Symptoinas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pillas no esUbeleimen
lo geraldc Londres n. 24*. aStrand,* c ra
loja de lodos os boticarios, drugUSUs e ou-
tras pessoas eucarregadas desiia venda em
tola a America doSul,Havana eHespanba
Vendem-se as boceliuhas 1 800 rs. cada
una dellas conli'Hi urna instruccSo em por-
tuguez pnraex|ilicar o mododesse usar des-
tas pillas.
O deposito geral he em casa do Sr.- Sum
pbarmaceutico, na ruada Cruz 11. 22, em
Pernambuco.
J. Praeger :'C, roa da Cruz n. 11,
vendem os gneros seguintes: champagne, '
mirca Eugeur t:liquot, dito do Brurh rou- ''
cnerdiC., vinho do Rheno em caixas de
urna du/ia, dito de Madeira em dius de di-
e estao ea jM)sic"io,t...'ofierecer grandes
vantajens as pessoas que possam necesitar,
assim em Londres como em outro qual-
quer poni da Europa, de nina casa para
compra ou venda de artigos, bem como
para os negocios de transaccSo de crdito
d banco dequ&lquer genero.
As pessoas que nao loiem conliecidasdos
annunciantesdeveiaoacomp?nliarsuasoi-
dens cora os fundos necessaiios para sua
exeucefio; licando entendidas jue osan-
nunciantes nao teem dilliculdade em adi-
antar 75 0|0 sobre os gneros receidos
antes de sua venda.
Pe-
ga;- e o entre*.*- aosen senbor MawaH
Francisco da Silva 6arrico, na 1,
legio n. 15, terceiro andar, lera' Um
gratificado.
Continu a a eslsr fag !o oservenle do
HospitalI de La idade, que rm (utrn nrun-
cio se disse terlencer ao .t li-minac.
res Ferreira, sen:o escravo do Dr. Cirissu
Campello Pires Ferreira o qual lem os sic-
naes seguintes : rr piel, com idadr de
quareuta e tantos annos, alio e rheio d.<
corpo, e he quebrajo : quem o pegar, leve
ao mesmo Hospital, ou ao Sr Domi. gos Cal-
das Pires Ferreir, na estrada de Mam.
Fugio no dia 'It do mez p p. o escravo
Os precos corren tes e mais informadles Joaquim, crioulo, c> de
m
provea ieMe
i. COmnsjerc'iaes, que forem pedidas, serao puc?mi"s1 ou lnenos. Uvando camisa <
. ,' 1 algudaoznlio e calca de ripeado >n>t ir
pataiumente. salvo o porte do um dos pi baMl|^c Incito grSl-!
enviadas g
correio, podendodirigir-se aos annunci
antes.
.
O
J
O


- -------- ~ i viORtam*
deerysipellasquesoffre ; s*be-se qae elle
anda por rsti cidade trabalhando de srven-
le em obras particulares: quem o acaar.
o e .il.iniilia. -.:. pensado. T
. :
-...
Lonas da iliissia, brins e biui-
zOes. y
Cobree metal para lorio com *V.
pregos. :'..-
(Jleo de linhaca c Velas steaii- v^
as.
Estanno em barimbas, Bar-
ril ha.
Vinhos linos de Moselle c Joan*
nisberg esnuinoso, e de liordeux
em quartolas.
C. J. ASTLEV & C.
Q
m
la, dito de Snerry em Jilas de dita, ditodo .........-..., ,-..-........ ....._.-._
Porto em ditas ''"e dita, agurdente de l'rari- .-'..'-.-" '^
ea, tanto cm barris como cm garrafas, dita { IuJS tloi)ll I'ilt VS iugleza, superior, P'de Brandy, licores mui-
lo linos da acreditada marca liiwire Freress l". Alrlil'.
inarasqiiiuo verdadeiro, sanliohas em quar-, Vendem-se nicamente no mcriptario de
e me.asl.t.s, marca Bosel. ervilba, Vieene Ferreira da Costa, na ra d. Madre
que sera recoaa-
pensado.
pesapoaroccunodm .1 de lasssfeM P-
iussado, do engenho Goval, fret-urzi da
I un, termo do Rio I 'orino- malalo*.
Paulo e Alexandre ; o prim.-iro eamfH
av 18*7 a Joaquim Jo-i Lody dest riladr.
e em os signsea seguintes .mu,
caieilus um talo cr... ,.. ,
copo regular, rosto redondo, n leaU i.-m
una cicatriz a se-melhanca de r., c qUo por '
iss. costuma a trCro chapeo um Unto r-'
ra liante, he bastaule Irdino, eduqaeoh-
liv.ra dosr. chefe de polica um p.ssarorl.
qmadoha pouot v>l.yi. _,
naoparece cnvell, levoa prrt- le tiOjOOll e
itinieiro ; o segundo comprado a I r
Malinas P.relr da Costa, tamben iMIM
piUI em is.ii, 1 ,,-ie2i inr, ... c<-
1.1 tmbOS. ioeca um tanto .-r.-.n !r |.uxasw
umk peni, por hav.-r quebrado ha
lempo-, ro., com algumai rp -
reforjado; saluram luntos. el
- Na ra ".ovan 18. v, ndem-se corles elTeitos se e'stendem igualmei
de casemira d.; algodao o Iijini escuras Ta- liasebronicas. aos senhores farea
zenda muilo folie, propria para o diario mais habitantes do interior, lor'
cortes e para cal^a. J sarj0 supprir- se desle me
moles-
Jcnos e
c nccef-l
IlLIN.- I P. ULM. I. in. I wU -I8-
iv/iiri ursD CVITK*1DI AD
MrnMTDAnn
1 itii a r\


Full Text
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