Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07348


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Full Text
ANNO XXXII. N. m.
Por 5 nnv.cs adiantados i.s'000.
Por 7> meta vencidos 4JJ0O.
TERCA FEIRA 2,1 DE ABRIL DE 1856.

Por auno adiantado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
IARI0
I M.Afllll.i. Uin-s DA SUBSCRIPCAO1 NO NOIITE
Parahiha, o Sr,
quim I. Pereir,
Sr, Gervasio V. da Nitividade ; Natal, o Sr. .1-1.1-
ars'Jnior; Araran, o Sr. A. de Lemos Braga:
Otar, o8r. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue; Hauhy. o Sr. Domingos Herculano .A. Pessoa
BMM : 1'arj.oSi. Justiniaoo J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
jmo da Costa. \

PAHTIUA DOS COlUtElOS.
Olinda : todos os dias
Caruaru, Bonito e liaran bu ns : nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' e Ouricury : a 13 28.
Goianna e Parahiba .'-segundas e seitas-feirai.
Victoria e Natal / as quintas-reiras.
AI'IHIM I \S DOS THIULNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do comraercio quartas e sabbadoi.
lw-l.11, -i : lergas-feiras e sabbados.
Fazeuda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juuu du commercio : segundas as 10 horas e quintas ao roeio-dia.
Jni'o de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel: segundas e sellas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
I.PIIIMI IIIIHS DOME7.DE ABRIL
5 La nova as K horas, 26 minutos, 18 segundos da manhaa.
M Quario crescentc as 3 horas, 27 minutos e 48 segundos da m.
20 1.11a cheia u6 horas, 8 minutos c 48 segundos da manli.ia.
27 Quartomidguantea5 9horas,7minulo.sc 48 segundos da larde.
. l'ltK.V.XIAR !.,. Mu.11..
Primeira O e 30 minutos da Urde.
Segunda n e 51 minutos da manhaa.
EXTERIOR.
das da semana.
2-- Segunda. S. Vital ui. : Ss. Agapio eAfrondizio mm.
2 Terca. 8. Pedro 111.'; S. 'lnula v ni.; S. Secundino h. m.
.10 Quarta. 8. Catharina v. ; S, Peregrino servita .
1 Quinta. > Asccueoo do Senhor. Ss. Felippe c Tiago.
2 Sexta. 8. Mafnlda rainha '. Ss. Viudimal e Anaslacio mm.
I Sahbado. liivenr-10 da Sania Cruz. S. Ropiniano 111.
4 Domiogo S. Monica tiu. m.ii de S. Agostinbo.
EN6ARREGXDOS DA SI'BSCBIPCaO no sil.
Alago.is.nSr. t.lauirJio Falcao Dias ; Babia o Sr. D. Dupn
Rio de Janeiro, o Sr. Joo Pereira Martina.
KM PERNAMBDCO.
O propietario do DIARIO Mantel Figueiroa de Faria'na sua
livraria, prava da Independencia os. 6V8.
renas ile lodos os bispos da 'Austria para estabule- | mos baplisadn, depois da missa, na capella d.i Tui-
CORRESPOXDKNI.IAS 1111 DIARIO lir
PKRKAMK|:<:o.
HA>IBlBCO
"iile abril.
He pera a pai um fauWcompli desde o dia 30 de
marro. Tiroa de canhoes, repique dossioos, illumi-
nac,es Muss por toda a pane a fe.tejaram; so-
meale Bolsas ( bourses ) a arreitaram com frouv-
"lio. Mas i-m n.in he de admirar. Ja liuliam el
las escotado as mm forc-as rom a esperanra de pt,
de sorte que qaando esta relmenle se verilicnu ja
eiislia um.1 apathia cera I.
Na minha ulnma carta Iho fallei do raudo vcrta-
ileirameulu desmedido por que se esl-io fazeudo as
empreas de especulado. Desde entao cada vez se
lem creado mais milhoes de ttulos pblicos, que en-
tram em concurrencia nos mercados de dinheiro. E
mesuro dedo o caso que os meios das nnssaa Bolsas ti-
vessem sido muilo superiores do que sio, inevitavel
era que finalmente devia apparucer um periodo de
escota renlo.
No lemos na Allemanha uns imita differentes es-
tados, e durante alcuin lempo pareca que cada um
desses estados ia ser abeucoado com -cu particular
credit mobilier. ApAtitlria e llesse Dartiostadl ja li-
nham 11 ua ; depois ve.o o reino da Sionia rom sen
credit mohilier de Leipsik, mais larde deu-se a eon-
cessao 1 iguae* emprezas era Meiningen e Detsaa.
Ji M acliam terminadas as assignatnraa da. lece
de todos esses eslabelecimenlos, e apresentaram os
mais espantosos resultados, de m.meiraque por cada
serio a i'millir ell'eclivametite se acliam assignadas
em termo medio cem acries.
Desde enlio um novo credit moliilier foi csiabe-
lecido em Laxeniburgo c na Baviera, Badn e lla-
over, eslo tratando de credit mobilier. Entretan-
to esto-se aprutimando n momento em que o rami-
nlio de ferro de Vienna, l.inz, Salzburgs, vai lanrar
no mercado de dinheiro os suas acedes no valor de
0 millies de llonns. juntamente com a snciedade
dos caminhos de ferro Blienanos que apresenlar por
2H1 milbes do thalers de acones, nao fallando de um
amero de emprezas de caminhos de ferro de'mennr
importancia, cenas acones 'reunidas por tanto nao dei-
larAo de se elevar a ama -ninin 1 nao diminuta. A
isso acresce o que nos ullim-is anuos te creou ein bi-
Iheles de thesouro de dilVerenle* estados, ama som-
ma collossal. que eraras a guerra se gaslou com pl-
vora e chumbo e bein se comprehender.i o seo-
taraenlo dos mercados de dinheiro, que nao pode
deivar de chamar em vida ama pengosa reacio.
Do oalro lado, he verda "e. que nao fallaran es-
fos^ea para e.evar e augmentar os meios dos merca-
dos de dinheiro. Mas infelizmente esses esfoi cus a-
presentam om uovo perico papel em lucar de me-
tal desia maneira ja chegamos ao ponto que a Al-
lemanha,inclusivo a Aostfia, tem em circulaban niais
papel-moeda do que a Ingl.lerra e os E*'.ados-l'ni-
dos juntamenle, eesse papel-moeda 110 melhor caso
nflo se acha garantido por mais do que 11111 numera-
rio de 1| I do seu valor.
Mas nao acaba anula a creacao de novos bancos
e de novos credlts-mobiliers, e por isso r.ouliuua a
MJMM) de litulos linanceiros. :N;11 quero ser pro-
phel, e nao quero pretender com certeza queja he
inevitavel urna crise, mas certo he, urna vez que ap-
perecer a crise ella ser bem dura c de lerrivel cf-
reilo.
Nos circoscommereiaes nao ilesconhcctm um ccrlo
leceiu do futuro, e algons governos ja pensam em
medidas para eviar essa crise. Al mesmo a tran-
ca, que nos dea primeira modelo da nova especula-
bais em moda, ja tomou as suas medidas preveoli-
vaa- Km priitariro lucar o coverno mandou publi-
car oflicialineote pelo Monileur, quo navia decidido
de nao dar Henhuma nova coiicessau duraule o cr-
renle auno a qualquer empreza, pela qual fossem
creados novos ttulos linanceiros, e em segundo lugar
se prohibi na bolsa de l'aris lodo o commerpio de
papis estrangeiroi nao Hulados na lisia oflicial dos
agentes de cambio.
O governo prastiaoo procedeu de igual modo. Elle
declaroa que ii.j echava convemeiile de dar con-
cessAo para credits-mohilies na l'russia, e prohibi
.ios correctores da Bolsa os negocios em acues es-
Irangeiras anula nao pagas por inleiro. A primeira
idea foi de salvar n mercado de dinheiro prussiauc
de perigo de urna inuuiulrc.i 1 com ttulos ini.in-.-ei -
ros eslranceiros. Ao mesmo lempo o governo recu-
sou a sua conces-.iu para o eslabelcrimenlo de ban-
cos, mas frz ama convenrao com o Banco privilegia-
do da Prussia, que o aulorisou de esleuder a emis-
'> dassaas notas debaixo da cndilo de augmen-
tar o sea capital, e devendo o Banco ter sempre em
caixa um Ierro do importe dos titulos emiltidos,
sendo cobertos dos roslantes api por leltras de cam-
bio; seguras, ou titulos financeiros immedialameulc
rMlisaveii. O Banco (ica igualinente obricado a re-
tirar da rirc6lar.io l milhoes do esistenle papel-
moeda do governo.
Estamos livres dos cuidados da guerra, mas ja ap-
parecem no horisunle novos cuidados. Temos a |-a/
citerior, mas faltt-nos a interior, ao menos em
quanto i Allemanha.
No dia II) de marro corra por llerlim a noticia
u o director em chefe da polica, o Sr. de lliukeldev
morrea esta maiihaa. 11 Nada se sabia de haver elle
eslava iloente, e em breve se souhe que o Sr. de liin
keldev haviasido roorlocm diiello.Nao.fallaram mais
no lelas. Um memoro da casa dos seiiliorcs, o Sr. de
Rocho, representante do partido feudal, foi o ad-
versario do chefe do polica.
Ja fallei algumas vezes da guerra que se fazem na
Prossia is dous partidos, o feudal e o da bureaucra-
tie, Desde que os partidos, liberal e democrtico,
perderam toda a sua imporlancii, essa guerra he o
assamplo de lado que presralemenle acontece na
Prussia, e manifesla-sc bem tristemente no diiello
de llinkclde).
O Sr. de llinkeldey por causa de ama decisan de
oflicio havia sido offeudido pessoalmente pelo Sr. de
H irliow, de urna maneira que finalmente levo por
consequencia um d'aello. A respeilo dos dclalhes
fallam anda os devidos esclarccimeotos. Em resu-
me dirc o que se dit ser a verdade : no ver.io passa-
do o Sr.de llinkeldey leve noticia de que n'11111 club
frequenlado pelos membros do partido feudal, se fa-
zia um al(u jogo, eque entre oulros um joveu prin-
cipe allemao linha soirrido grandes perdas uesse
rlllh.
A polica interveio e o clah de jogo foi dissailvido,
mat parece que n empregadn de polica quo disso
foi encarreg.ido, nao rooslrou muilo laclo na eiecu-
CSo dos seus deveres. Em consequencia disso
lionveram queias, c o Sr. de lliukeldev repreneu-
dendo o dito empregado removeu-o para urna cida-
dc provincial. Ao mesmo lempo o Sr. de llinkel-
dey por ordem superior havia prohibido a residen-
cia em llerlim a um dos principies jucadores do dito
club, um nfDcial reformado, cujo amigo o Sr. de Bo-
cho se dirigi em particular ao Sr. de llinkeldey
pedindo-lhc esrlareciraeulos acerca dessas medidas.
O Sr. de Iliukeldey deu os esclare tinentos pedidos,
mas confidencialmente, porem o Sr. de Bocho nao
se julgoo obricado a guardar o silencio, c apressou-
se de dar conhecimenlo das enmmunicaroes do chefe
de polica a duas pessoas a que ellas se referiam.
Em consequencia, esses senhores se dirigirn! as
competentes autoridades, as quacs ciicirarn du Sr.
de llinkeldey urna declaraco a respeilo do que elle
liavia pretendido. O Sr. de llnkelde
havia communicado confdcncialment
ccr o modo de .. v-rin;.io da Hila concrdala. Essa
conferencia sera presidida pelo plenipotenciario d
cuna romana, o cardeal Vale l'rela quaudo se Ira-
lerias, lera por padrinho soa sautulade Po 1 \ por
madrinlia a rainha da Sueria. Immediatamenle Na-
polen III receben as lelicilaeces de lodos os gran-
lar das proposlas leitas pela curia, e presidida pelo ; des olliciaes da cerda, de todos os crawles corpos do
arcebispo Kaascher como plei|ipolcnciario austraco,' e-dado, e do congresso reunido em Pars, elle res-
nts proposlas a apreseniar peto governo imperial da i pondeu-lhes por palavras. que lerao na Europa nina
Austria. Entretanto ja appjircceraui os primeiros Monga repercutidlo. Depois de ler agradecido ao
hvros munidos da censura ecclesiaslica, o com o seo I Coucressn os volse feliritares, que Ihe diricia pelo
signal admillilur jorgao do rondo Walew-ki. seu presidente, deu era-
Secundo as leis do estado o\i>le lil.erdade de la- ras a heos por Ihe ler enviado um lilho no momen-
pren-a em loda a Austria, mafe a igreja nada quer
disso saber, e Ihe oppe urna censura eccleslastica.
lie evidente a importancia dojconilicto enlre estado
c igreja, que des.-modo se njanifeMa, e mo julgo
que a vanlagem hual se lomara para o lado da
Igreja. ,
Na Baviera o minslio vej.ceu as cmaras na
queslu dos caminhos de ferro, e uo llauover leve
lugar a abertura da Dieta em i do crenle por oina
falla de conde de Kielmansegce em mime de el-rei,
proclamando mu importantes mudancas da consli-
luirio. da le eleiloral, assim cmoda adminislrarao
da blenda que ale acora pa-sava por modelo na' Al-
lemanha. Logo naeleic.ao do presidente se moslrou
que o governo nao seacbava ein maioria, sendo elei-
los os r.mdilalos da opposicilo.
Em llamhurgo o senado eni.^T de marcoapreson-
I011 aos notaveis burgerschafl) o projeclo consliliiir.io. Esse projeclo Ibi rejeitadn com gran-
de manira. Para o da 7 do frrenle se acaba de
publicar de novo a apresenlar|io desse projeclo aos
nolaveis.
He llovidos sesera mais fe
no una curiosidade aqu observo que esle projeclo
5 ser.i mais feli/. por essa ven. Cu-
ide aqu observo que esle projeclo
ja he n sello que foi rcjcilado desde o auno de I88.
lo. em quo uina era de recouciliarao eeral.sean-
nuuciava para a Europa : educare! o inoii lilho. a-
crescenlou elle, no senlimeuto de que os puvos nao
uevern ser Mtalas, e que o repuaso da Kumpa de-
pende da prospernlade de cada n.irilo. A sua ros-
peela ao enado leve esp.cial'.uenl por objeclo a
denomiuarilo de lilho de Franca npplcada ao her-
deiro do Ihrono ; o imperador iNapoleAo I, que ap-
plicara ao novo syslem.i, creado pela revolurAo, lu-
do quanlo o anligo recimeu linha grande elevado.
linha recobrado esla anliga deuomina;Ao dos lilhos
de Franca, esle nonie he destinado a indicar aojo-
ven princips os seus deveres boje que o soberano be
o eleilo da nai;ao, o primeiro cidado do pai/., o o
representante dos interesses de lodos.
Desenvolvendn esle pensamenlo na sua resposla
ao corpo legislativo, o imperador fallou as lic/iss
da historia, que nao esquecera': una dniaslia, ilisse
elle, su tem esperau;a de vitalidade, quando perma-
nece liel a' sua oncem, oceupando-se unicamenle
com os inlereese* populares, para os quaes foi crea-
da. Diricindo-se depois ao conselho de estado, da-
se : vo, elaboris as leis, que ao mesmo (eirpo que
consagran! os grandes principios da revoliic/10, pu-
rilicam o paiz, consolidan! o poder, ilomam os par-
lidos, preparam o reinado paciliru de urna prudente
liberdade.
Pode-se dizer que estes discursos cousliluem em
sen complexo o mais vasto programma pollico, que
jamis lenlta sido lonnulado pelo soberano de uina
grande uacSo.
Anda repelimos, oingoem sabe o segredo dos
deslios, depois de i5 au'nos, tres meninos .uccessi-
vamenle nascidos as Tuilerias seguiram sucressi-
vanieute a estrada do exilio, o re de Boma, o duque
de Brdeos, o coude de Paris, liv'cran a mesilla surte
amarga. Mas. se o futuro s perlence a Dos, ao
menos o co esta' sereno e puro sobre o berco do li-
lho de Napoleao II!. No momento que elle vi alta
ao nion 1 1. plenipotenciarioseslaheluciam e cousoli-
davaro as liases do equilibrio europeu. e do accordo
dos nevos modernos. \ Franca que nao amenes.
ninguem he por toda a parte a guarda da liberdade
das narues, he duplicadaineule re-peilada e estima-
da na Borona pela sua dbznidade e leal lade. ja nao
he conlra ella que se foruiam as coalisoes, he, pelo
Em Franca, um facto leve reoenlemenle grande volnu. A discus,ao lem sido acalorada e a materia ral bario da Balaiha. cenera Cabreiral pelo abuso de
repercussao. Colonos de um eslabclecinienlo Irancez | lem-se ventilado na quoslan d'ordem. Foi eleiU I auloridade, consenlindo em ler mandado castigar na
nina commissao de inquenlo para etaminar as obras 1 lorre de S. Juoiilo algons sentenciados a degredo, e
do camiiiho de ferro de leslo. O Sr. depula lo Cha- i rom o numero de varadas eicedenle ao numero de-
iniQO declarou acnunrii que salislazondo aos dse-I terminado na lei, declarnu-se incompetente psra co-
ihecer do processo ; classilicando o crime de que o
ilha do Madagasoar foram assassjsados pelos
Ovas, e muilos de enlre elles foram eondotidos
presos peraule a rainha qee linha commaudado esla
hominavel eipedirao. Correo o boato de qoe o im-ljos do Sr. JosEstevIo, e aceitando o convite do
perador nao pretenda ileiiar impaue o insulto fci- j ministro dss obras publicas, visitara o caminhn de
lo a liamleira franceza ; nina grande eipedicao se-. ferro, e que achou obras de arle de erando dillicul-
ria enviada depois da pa/, se estabeleceria ua ilh
de Madagascar que se ternaria colonia franceza, o
seria uina maravilhosa sabida para a iatnslria de
paiz ; esla ilha be uina das maiores do mundo, lem
perto de dous milhOei de hahilantes, (. assegara-se
que osla evpedic.io nao enceiilra dilliccildade algiuna
parle da Inglaterra ; falla-se lambem em pro-
dade um desaterr que seria importante em qual-
quer parle da Borona, onde se lnliain feilo obras
desia natureza ; a estacos canhadas, be ver lade,
mas coiisirui las de pedr. ; e que se au rosse mu-i
depressao de terreno-, que re-iste a todos os esfo.--
reo eia aecusado de crime civil, annullando o pro-
cesso ate all, e absolvendo o reo d instancia. A
queslo da incompelencia vai agora subir ao supre-
mo tribunal de juslira militar. A lerminaole e com-
pleta abolirn d is castigos de varadas, qoe rcceuic-
iiiente passeil as cmaras, evitara de futuro proces-
so-desla Dataren, em que mais de um nflicial va-
jeclu de troca do resto das
India com a Inglaterra.
idSfcsi
is .rancezas na
<:. .\r.
ro< da arte eslava persuadida de que dentro em I lenle e alias respelavel, se lem visto coinpreheudi-
quin/.e das o eatninho de ferio poda estar iberio | dos, rom grande desaire do carador que oceupam no
PARS ]
(' de abril.
A grande noticia he a da cooclusan da paz euro-
pea sobre bases solidas, e faz, desde muilos dias, o
a'sumpto de ludas as conversaeoes, eo assumpto de
todas as esperances do futoroj
No domingo, :tif de mareo, ro que salvas de arli-
Iheria e editaes, allixailos em todas as parles auniiu-
ciaiam a Paris o ultimo acto do congresso, o tratado
fra assignado na mesma manhu.
A sensacilo foi immensa, poiqu*1 he esle um dos
aciilecimentos mais considcrajvcis da nossa poc^,
nao somonte porque resolve urna das mais graves
qneslocs polilisas da Europa 'contempornea, mas
anda e sobre (11.lo, porque lien [ionio de partida
de ama era nova nos interesses pacifico?, e na es-
labilidade do continente.
He a solncflo diliniliva da qn.-lao oriental sus-
pensa desde SU unos sobre o mondo, como urna
arpeara perpetua .d'ora emvanle a Turqua ja nao
tem nada que temer da ambir-So secular da Russia ;
enlre esta anibirao alias abdicada pelo imperador
Alexandre, e o lerrilorie olt,om.nio, o tratado do
Pars levanta urna forte baireira, que ncuhnma po-
tencia podera Iranspor iinpuuemente.
D'ora em vante a Europa ja nao ten) nada que
temer da poltica tradiccional dos czares, o lilho de
Nicolao nao horda as ideas que inspiraran! os seus
prederessores. |e assignando oltralado de paz abjura
solemne c mu sinceramente essa Iradiro de seus
avos, que be ilelinilivamcnte Vencida, menos anda
lalvez pelas armas das p-dencias occulenlaes, do que
peloeapirilo da civilisacao moderna.
O mar-iS'cgfo neutralisido, as provincias danu-
hianas organisadas de maneira que escapam para
sempre a nm prnieriorado .eslraiiceiM, a fronteira
entre a Rus-ia e a Turqua estabelecidas alcm do
Danubio, sao oulros tintos meios decisivos, -que
prolegem o isnpero dosSultiVs cunlralqualuucr.ig V ,
gr^sao nova per Ierra e por mar, e que lo.liliran I..,1 f ;,fo,,an......"'""' peusamenl.. de .apo cao
a Turqua, consolidou o equilibrio da Boropa. A/
a circulacao no rsparu que
luuia at ao Carregaro.
v.n desde Sania Apo-| esercilo nesociedade.
Carlas da Madeira de 2.tdemar<
O Sr. Casal Kibeiro fe/, ua sess.lo do li e# de-', navio rhegado a Selob.l. -tilo notis de urna nova
; Ton
1 \in las por om
HESPANHA
Lisboa I i de abril.
Temos tullas de Madrid al II do correte.
Segundo um despacho telegraphiro de Valencia
conlinuava o reslabrlecimento da Iraoqoillidade pu-
blica. Em lodas as mais provincias remava completo
socego. Ilavia-se alterado a ordem publica em Va-
lencia por occasiao da execucao da lei de substitui-
mos do eiercto ; chegaudo os perturba-lores a vias
de fado. A cidade e a provincia foram declaradas
em estado excepcional ; as autorid.de>. militar e ci-
vil, acudiram eiiercicamenle. T'riun.pliuu a forra
publica, e a Irauqnillidade rslabeleceu-sc cmo ja
dis-e.
Os representantes da Cranie Central om .Madrid,
recekeram pelo telegrapbn plenos poderes para a
proposla dos ferro-carrilet de Andaluzia e Portu-
gal. A commissao espera receber pelo eorreio o de- I alaque, que dev-111 seguir dorante os actuaos dbales
seiivolviineulo iTaquelle despacho e ouvir o minis- c as normas porque se deven) recular lindos elles.
Iro 1I0 fomento e dopulados ada Extrema lura, para | Na sessio do .ha II, o ministre das obras puhli-
monslracAn das vaul-gens de accordo de Cendre* ; Inlluvo que tornara a cntalhar a ribeira de Joilo
na qual comparando os resultados desle accordo com Comes, que se ochava ja muilo obstruida, e que
o oslado anterior ao decreto de IS de dezernbro de i alem disso causara mullos estragos em dillcrenles
I8.V2 ; notou que de-de o anuo actual ale ao fim do punios da ilha. As chovas tem sido Uto continuadas,
anno de ISlill, m cada um desles cinco anuos re-1 que tem apodfeeido grande porrao da plaa ile ba-
sulla para o paiz, um encargo menor polo decrclo c lata do Demerara, e prejodicado todas as onlras cul-
turas, alra/.diido as -eineuleiras. .Nno cou-la haver
perecido pessoa alcuma. ,
Em oousequenoia de se haver levantado o bloqueio
em iodos os porios rosaos, foi all permit 11 a evpor-
l.u; 10 de coreaos. Um sitan* do czar da i5 de ja-
goinles desde |sii:l ale IS7, isto he, durante O au-1 neiro desle anuo, permillio a importarlo do sal es-
nos, em cada um desses anuos resalla om encargo Iraugeim, com um direito de l!l copeks de prnta por
menor de 133,387 libras 011 593 conlos ; e dahi por pottiH, at ao I de Janeiro de l)i~~
dianie ha lin-la um encargo menor i-m c.i la anno,
ile 97;366 libras, ou ijVS contos de res.
Os redarlorcs das iqiposiries cnnibin.idas rcuni-
rani-se um deates das psra eslabele^er o plano de
pelo accordo, do que com o encargo que exislia an-
tea do decreto, de 121,605 libras uu i" conlos do
res ; que cm cala um dos innos de Slil e ISIiJ
resalta um encarno menor om cada anno de I ."il.l-*ti
libras, ou Tll'i conlos de res ; quo nos anuo- -c-
apresenlar o seo diclame as corles. Na sosso de f de I cas, leu e mandn para a
abril linha approvado n congresso um projeclo de | lei que foram declarad,
le concedendu a sociedade Grande Centra! duas li-
ndas frreas que entroncando se na do Mediterrneo
vilo terminar urna em Malaca, passando por Cordo-
va, e nutra na fronteira portugueza. Os arligos prn
cipaes sao os secuiules : o lio autorisado o governo,
para oulorcar aos Srs. conde de Mornv.presnlenleda
associarAo de caminhos de ferro do (ranUe-CeiiIrnl
de Franca, Chlelas, liustave de la liante, o cande
de le-lvoon, vico-presidente e administradores da
me-m 1 sociedade, a coucessn de duas liabas de ea-
ininiio do Ierro, que partindo da do Mediterrneo
lermiiiem respeclivameule ua frunieira de Porlustil
e na cidade de Cordova, com ramal para Malaga.
o A primeira linha partir da do Medilerraneo
entre Sacnllamos, Alcararde San-Juan, passar* pur
Manzanares, Ciadad-Keal, Merida, e Badajoz, e ler-
coulrario, sob a sua ecide. que ellas se colloram minara na Iruuleira de Portngal
admissao do imperio ottumauo no concerlo europeu'
a caraolia collocliva das grandes potencias para lu-
do quanlo ',':/. respeilo a inlegri-la le daquelle impe-
rio, o sen concurso o coinpromis;os diplomticos sob
todas as quesloes, que se Ihe rbferem, sao o ponto de
partida de um novo direito publico para a F^urupa
c o auiquilamento formal do qualquer preponde-
rancia exclusiva, de qualquer ambicio pesual, de
qualquer poltica que se nao ligar e-tre;lamenle aos
interesses geraes da Europa c da civilisartlo.
lia na dala desle tratado alcuma censa profun-
damente lisonceir'a para o oruulho nacional da Fran-
ca. O dia :I0 de marco de IH-Mi apaga o :l(l de mar-
co de IXI, e Paris da o seu mime ao tratado, que
fopds as novas relacoes dos e-lados europeos, o pro-
prio dia anniversario da entrad, nos seus muros dos
alliados coalisados, lie urna nobre compensaran, e
d'ora em vanle ja nao resta nada das descuua'ncas.
dos resenlimcntos sardos, das recordaees dolo-
rosas dos quarenta annos pa.sados.
Ainda nao ronhecemos os termos precisos do I-
udo, mas be evidente que deve allingir Ua comple-
ta e Uto ellicazmente, como uina obra humana o po-
de fatec, o resollado tao vivamente desejado. O
texto s ser conhecido depois das ralinoaoe* pelas
grandes Dolencias, e sol esta rclacHo nao ha impa-
ciencia de uovellisla, que pasea levantar o veo do
misterio oflicial : osecredo tao hrmcuardado, al
aqu pelos membros do coucresso se-lo-ha ale o fim
com a mesma lidelulade. Elles se leem conserva-
do iuacccssiveis a qualquer tentativa di publicista, e
fechadas as snlicl do ; assim sera preciso esperar, e tanto mais quauto
as nolificaccs eiigem una ililar,,to bstanle prolon-
gada por causa especialuienle da distancia que sepa-
ra Paris de Coiislautiiiopla. Peloqua cumpre des-
confiar de lodas as pretendidas revelac/ies qm- cir-
culain, e n;lo acreditar nos boales coulradiclorius,
que se lem espalhado, ha um mez. Sem razan se
tem querido saber o que se ha dilo, a quaee fez as
conferencias reunidas no mimsleriu dos negocios cs-
trangeiros, e he tainbem sem ra/ao que se lem ad-
inillido sem o devido criterio, as hvpothescs mais
arriscadas, c menos vero-imois. lusistindo sobre
Hslu ainda repelimos : Indas as particularidades que
se au,un. todos us incidentes mais ou menos ex-
plcitos, lodos os votos e coinmenlarios,lodos os dis-
corsos, nllococies, e declaracs prosladas|aos pleni-
poteiu i-iri -, ludas as narraees, que marcam, por
assim diier, hora por hora, e como com Ulna pre-
ciao certa a marrlia dos Irabalhos do congres-o, lu-
do islo nao be mais que va fumara.
Nao se pode dizer nada, lodas as precaucoes fo-
ram lomadas para assogurar o segredo das de'libera-
ees, e al fra decidido que conlrario ao uso secui-
do nos preredcnles cougressos mo, seria communi-
cado expedirau dos protocolos as proprias lecares
das grandes potencias representadas, as conferen-
cias, c iiii ilumilc se encontrar excmplo de um
segredo (ao bem guardado.
Todava, um facto immcdialaiiiente adquirido
produzira incoolinenle urna viva impressao, e (ipha
sido feralmente interpretado enmn um signal pre-
cursor da feliz concluso das negociaQoes, he a ad-
mite da Prussia as conferencias. A Prussia ad-
miltida as deliberaces do coucresso, a primeira
visla pareceu n.in dever lomar seniln urna parle i-
treinameule restricla, e ter sido chamada, nao para
as negociar/es relativas ao tratado de paz, conclui-
do enlre s potencias bclgeraiites, mas somculc
para a ralilicacao das rcsoloce. do congresso, mo-
dificadoras dos tratados de triO c IHil. as quaes
ella linha sido parle contratante, e tiuham regalado
romo se sabe, a queslo dos eslreilos do Bosphoro e
dos Darda
mellos. Se islo livesse lugar, a Prussia
linkrldey negou o que teria sido convidada pura e siinplcsinente a tomar
talmente, como c diz | parle no coucressn para a>sistir, como Icslemunha,
para nao compromelter pessoas de alta posic,.1o. O | aos arranjus, que e devem fszer sobro esla queslo
Sr. de Bocho achou-sc por isso effendido, e fez cir- especial enlre as potencias belligeranles, mas nada
~'j ^!P* memoria aecusando o chete da polica de I disto aconleccu. Os seus plenipotenciarios M. de
falsiniS'rHf, e mentiroso. Drbaixo dessas circums- I MantenOel, ministra dos negocios eslranceiros na
tancias o Srrjaj^llinkeldoy julgou-se obrigado a de-. rerle de Berln, c M. de llatzfold. embaixadnr em
safia-lo. i Paris, assignaram Indos os ducumenlus assiguados
A agtarSo oricinad --pe!n mor" doSr.de llin-1 pelos plenipotenciarios daa onlras polencias.
keldey preoecupava ainda (Moyos esperitos, quando Depois do tratado de Pars, oulro facto dominoii
oalro acnntecim-nin veio apoderar-seda allenr.io ge- em Friura loda a situadlo : o imperador lem um li-
ral. A Prussia foi "convidada para tomir parle lias Iho, e qualquer que seja a sorle reservada a esle me-
conferenclas de paz em Paris. I nio 110 futuro o seu nascimenlo he todava um im-
Tralava-se de modificar o tratado dos lian!mellos menso successo. Foi pola manhaa de lli de marco
de 181-1, o qaal tambem liavia sido assignado pela | quo Paris accordou ao eslrepilo dos velhns Manon
Prussia. e urna modicac,ao do mesmo sem a appro- i dos Invlidos, que leneindo-lhe as suas cenlno ulna
vac.io de todos os assignaules, nao leria lid > valor delonaroes, aiinunciavam-lhc a grande milicia lo
legal, e dessa maneira aJparticipac.o da Prussia lias vivamente esperada. No dia IS, pela volla de i
conferencias se tnrnou ejna necessidade. horas da manhaa, foi que a imporatriz senlio os
Continneram as desgoslosas discusses :l respeilo primciras dores, as llhoras os membros do senado,
do famoso roubo do dos papis Sr. de (irelarh, c de do corpo legislativo, do conselho de estado, da com-
Miebuler de que ja fallei em ama das miabas prece-
dentes. \i cu.-un at ao ministro presidente harn de
MauleulTel|de haver tomado parle neste ronbu! e por
isso caosou d3o pouca sensacao qaando depois da con-
clasSo da paz em Paris S. M. el-rei da Prussia cou-
ferio ao Sr. de Maaleuffel a ordem da Aguia Negra
(a mais distioela condecora;u na Prossia) por causa
do- seos serviros prestados i Prussia e para bem da
concluso da paz da Eoropa.
Ao mesmo lempo qoe tenlavam aecusar o ministro
de um grsve crime, o chefe do eslado Ihe ennferio a
mais alia dUiincrao.
Om oulros aronlerimenlos na Allemanha penco
resta a dizer.
Na Austria, em consequencia da concrdala de lf>
de agosto ultimo, o ministro da insti lefio publica e
o iiiim-i" cardeal Viale Prela man..,ir.un publicar
que em li de abril leria logar a abertura das confe-
imsso municipal, furam convocados para esperar
em sesso a noticia ollirial do parlo.
t) imperador que se linha dirigido para junto da
imporatriz, e conservou ao p delta com a condessa
de Monlijo, a prince/.a d'Esteling, e a mulher do
al Hiranle lliuat. As dores que se linham aplacado
ao meio dia, reappareceram a larde e loda a noile :
as I lloras e um quarlo da manhaa o principe Napo-
leao, e o principe Mural, leslemuuhas designadas
pelo imperador, o ministro de oslado e o guarda
dos sellos foram inlroduzidos na ramsra immedia-
lamenle, depois do parlo, a creanca Ibes foi appre-
-.niaila pela niulliei do almirante ilmai, que he ais
dos principes de l'ranra, e o aulo do nascimenlo
foi tr.ir.nlo no registro do eslado civil da familia im-
perial.
O principe recebea os nomos de Napoleao Euge-
nio l.uiz .loan Jos, foi no proprio domiogo de Ra-
para resistir a qualquer ambieo, e fazor con(ra|
a qualquer forra invasora, lio 1I0 occidonle que vein,
d'ora em vanle, para o mundo a luz c a civilisarao,
he ah que se acha acora o eiio do equilibrio goral
do espirito de conservbalo c o sopro do progresso ;
e, quando lieos da' mn herdeiro a urna dinasta col-
locada em um meio de circiimslancias UlO favora-
veis e de acoiileciinenlos lo signilicativos. nao he
fura de proposito acrelilarmos que elle nos reserva
um feliz futuro, e quo a sua prnlecro je manifesta,
dinjira' os seus pas-os para brilbau'les destinos.
A noticia espalhada por toda .1 Franca foi aulla-
da por ardeoles sympatbias, c indos compreheiide-
ram que esla pequea eiistencia. pur mais frgil
quo seja. he urna forra iinmensa acrcsceulads a um
estado de cousas, que lem as suas grandezas e seu
poder.
Ilecebendo da Providencia este signal visivel da
smenlo de .apo cao
foi um prusaineiilo Indo palern.it, quiz que to-
da as famihas fianceza, para as quai-s o dia lli de
marro foi ta.nbem um successo domosliro, tivessem
a sua parle as felicidades intimas da sua dinasta.
Decidi que seria padrinho c a imperalriz madri-
nba de lodos os lilhos legtimos nascidos ein Franja
no dia lli de marro. As miserias da indigencia, os
soarimenlos occulloi dos liiteralos e 'dos artistas
lambem nao f-rain esqueeidos gran les recompensas
furam concedidas, Citaremos entre nutras, a ileva-
co de Canroberl, Bosquel c Bondon, a' dignidade
de marechal de Franca.
Ouanlo a amiiestia geral e completa,quanlo cle-
mencia imperial, relativamente aos transportados, e
asilados polticos, repulamo-las inleiras, ludo se re-
dntio i inserso 110 Alonileur da nota seguinle em
dala de -JO de marco. O imparador exigi urna re-
l.ic.io do numeioe da sitaa{ao dos individuos reti-
do ainda na Algeria, consequencia de medida* polticas. Em consequen-
cia dos acunlccinieiilus de jiinlio de ISIS, 11 mil pes-
soas 11 nhani sido condciniiadas no lempo da repblica
Irausportaro para Algeria, pela clemencia do
presidente s eiislera n'Africa :Ki. Em dezernbro
de ISil, I lDI individuos deveriam ser (ranspurla-
dos, ou espalaos ; as graras concedidas pelo impe
rador reduziram o algarisme a 1058. Na occasiao
do iiascinienlo do principe imperial S. M. decidi
que a aulorisaco de vollar a Franca seria concedi-
da a lodos aquellos quo doclarasscm submcller-se
Igoalmeute au governo que a naca se deu a si. Ja uo
lempo da inaugurarn do imperio, e-le generoso
appello linha sido feilo : o imperador nrdenou que
l.i-so repetido de novo. Ja nao havera fura do sol
da patriasenAo aquellos que se obstinaren] a rci>
nneeer a vontade nacional e a inonirrlu.i que ella
fUlldoll.il
A opinio, aprovando ao mesmo lempo complc-
lameiile a essencia da medida, parecen lamentar
nAO encontrar amnista menos condicional. Fora
melhor que o governo livesse dilo -ninple-meule que
ns expiilsus c us exilados liaban) a faculdade de vol-
lar a Franca 110 caso de secoiiformarem ,oom
leis.
Ouanlo i amnislia de todas as roudemnares pelos
dbelos da imprcu-.i.uma caria exliemainente espi-
rituosa, dirigida a -Jt) do mareo ao proprio principe
imperial pelo rodador em chefe do jornal o 'igyio
ganhnii junio do poder a causa dos jornalislas.
Durante as dores do parlo, a imperalriz eiprimio
um desojo, e em consequencia do seu pedido os ple-
nipotenciarios resolveram deiiar-lhe urna recorda-
rn da sua pnssagem e da sua obra. Astim, em lu-
gar de assignar o tratado, cada um com a sua peo-
na, segundo o uso diplomtico, se serviraiu de nina
unica pciina arrancada sa de urna aguia, e depois
ollcrcccram esla pciina d'ora em vanle illustrc im-
peralriz.
Ilouve urna gran le revista no primeiro do abril,
passada no campo de Marte, em honra da paz edos
plenipotenciarios que a assignaram. e 1 imperador
a frente de um hrilbanle eslado maior em que bri-
Ihavam na primeira lileira, nos seus uniformes na-
cionaes o conde Orlolf e lodos os olliciaes da sua
cominiliva, o general Narran, o conde de Villana-
ria, o principe de Iteusselc, passou as fileiras de
setenta e cinco mil soldados reunidos, no meio dos
vivas mais enlhusiastas.
1 ,iuiiio aoutras feslas a solemnidades, lerao lu-
gar ao mesmo lempo quandna imperalriz for igre-
ja dar grasas a Dos pelo seu boin successo, no bap-
tismo .lo principo imperial, e na Iroca das ralili-
cacnes.
Em Paris, o futuro seductor .1 que as perspectivas
da puconvem, a industria e o espirito de empreza
(em inspirado ao governo urna prudente resolucao.
O governo decidi que nao aulunsaria novas empre-
zas no correnle anno. Depois de algum lempo a
praca est cheia de valores de lodas as especies. As
emprezas que actualmente se acliam ein esladu de
etecurao lem necessidade de se terminar e recor-
rer oeste alvo c em certa me lida ao crdito pu-
blico.
E-tas emprezas em gerl inloressam no mais alio
crao a prosperidade nacional, c era nacional que se
Ibes 11,10 creassem concurrenci is que prejudicassem
o soa execueo, e que podessom por meio de uovas
emissoes de ttulos snbrecarrogar o mercado ja obs-
truido. Importa lambem qoe oelras concurrencias
pencosas nao venham do eslranceiro. e que por via
de medidasefflcezes, o capital nacional rese conser-
vado a indostria indgena. E depois, oulro pensa-
menlo prcoecupou governo, o curso actual na
apolices fraocezas nao he a express.'io real da situa-
ran poltica do paiz, da prosperidade interna, da sua
influencia no exterior, e o imperador 110 momento
em que a paz coma generosos esforcos, quiz adiar o
dosabrochainenlo dos novos negocios, para concen-
trar o, espiUes sobre a renda, para que o cur-o dos
londos pblicos fosse um leslemanho da Minaran
real.
Vendo os fuinlus mglezes subir a um algarisinn
elevado, ha urna especie de eicilameulo do amor
proprio nacional, a siluacao respecliva dos doos pai-
zes lano ern polil.ca como cm linanras e em indus-
tria nao coala (aes dilTereiicas; o crediio franeez
nao he neste poni inferior ao crdito ingloz, e he
naloral que o soberano se preocoapasse desla arp-
ronle inreriorulade, e qnizesse pr termo a islo, i
nao perimtliiido aos rapilaes novos negocios em
quauto a renda nao allinja novo curso.
Assim, he aun medida prudente fechar au capi-
tal qualqner sabida nova c deiiar-lhe somonte es-
colha enlre os valores ectoaes e a apolires da divida
publica.
Fisa-se tambeui a directriz de uulra linha.
O enverno coucluiri os esludus da primeira linha
no prazo de dous meses e no de qualro o- da secun-
da. Ambos os prazos serao cnn'.ados da promulga-
rn de-la lei.
II coverno auxiliar.1 a couslrucco do ambas as li-
nhas, com una subvenco om dinheiro melalicfj, ou
com a sua equivalencia em litlos pblicos pelo
preco do mercado. A subvencu ser de Ji'l mil
reales por'cada kilmetro, c ser paca as-un que es-
liverem Icruiiii-ulos e abarlos a circularn. As pru-
vlnsias percorrulas por estas liuhas costearlo a ierra
parle o Ambas as liuhas licarn concluidis e ahorlas au
sen ico piil.ii. 1 no prazo de cinco anuos, contados
da dla da respectiva adjudic.-icao definitiva. A con-
Cessle de ambos durari por !r!l annos..
No dia '> do correnle, a commissao enearregada de
informar sobre o projeclo dos c.unr.ihos de ferro de
Porlucal o Andaluzia, leve uina inl.-essaule ronle-
renda com os represenlaiiles du Ciando C-utral.
Esle se ofTereee a fazer um ramal desde Caceras alo
a linha portucueza, assim como o Sr. Salamanca
oulro desde 'Toledo ale ao camniho de ferro du .Me-
dilerraneo. Se islo satisfizer os desojes de ambas
as provincias, a commisse aprcsenlara inmediata-
mente 11 seu parecer as corles, que estas appiova-
i-io flor 'jruiile 111 noria.
o Sr. Pizarra parti para Dresde afim de entregar
dnas craa-cruzes de Carlos III e urna banda de Ma-
ra l.uiza cun queS.JM. C. acaba de agraciar os pru-
cipes de Saxouia.
Depuis de uina dolorosa enfermidade fallecen o
marechal de campo I). Francisco Ocaua, pessoa mui
condecida em Madrid.
Escrevem de Barcelona em -J do correnle :.. A
fabrica da moeda falsa doscoberla lioulem pe 1 al-
caide constitucional o Sr. Pesqucr na calle de Carre-
tas, he um aciintcciiuentu de sramle importancia,
por quanlo, realmente admira, a fura as machinas
de craudcs dunenses, o numero das mondas ja cu-
uhadas, metaos, utensis c ferramenlas que alli se cu-
ruiitrarain. P-ireco que foram ja presos dous dos ac-
ensados, sendo um dellos corlo lerreiro ou inarhinis-
la que uiorava u'aquella mesmn na, c cm cuja casa
cucontraram oulra machina e varios engenhos. A
auloridade proceda activamente.
Espalhava-se que o Sr. Olozaga se demillira de
ministro plenipotenciario de S. M. em Pars, atlri-
buindo-se essa demisso a haver-sc o rojiresenlanto
da corle hespauliola nffendido por se ter confiado to
duque d'Alba a entrega do collar do TosO o'Ouro
com que a rainha do llespauha acaba do agraciar o
pruii ipe franco/, recem-ua-cido. A (aceta devi-
mesa Ircs |irnjeclos de
argentes c remetidos i
competente commis.o :
I" Para ser approvado um estabelecimento de
crdito no Parlo com o Mulo de Banco Mercantil
Port lense.
J* Para que a tulaliiladc do imposto cobrado na
alfandoca do Porlo para a conslrnccflo da Bolsa so-
ja inda entregue i Assoeiac,ao Com-nercial daquella
cidade, paro Ule dar a spplicacjlo que Iho esla deler-
ininada por le.
3' Ampliando por mais tres anuos u favor de que
ale aqu cozavam os vapores construidos no paiz,
mi que para Portugal farem mandados construir
om nortos eslrangeiros.
.N'urna das anlcrinics aprosentou .1 Sr. Pas-
sos Manorl urna rejiresentacn ;i associaro indus-
Iri-il Porluense, pe-lindo que nao seja approvado o
projeclo do governo para a livre importarlo de ce-
rears.
N'oolra o Sr. ministro da marinha apresentoo no-
Divida dilferida 1 iy>.
Natas do Banco de Lisboa 5T901S780.
C>.
PERIAafBSCQ.
PB'-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
VIXC1AL.
Sessa o ordinario de 2(i de abril de 1856.
/'residencia do lixm. Sr. bardo de Camaragibl.
(Concluso.)
t> Sr. Epamitvmda : Sr. presidente, vejo-me
era dirtieoldadea para discutir o parecer, porque nao
I eolio inionco a demorar na anle-sala os snp.
pi-iit-s quo eslo presentes. Se fosee possi-
vel adiar-se a 2." parle do parecer, ainda qoe fos-
se por -> horas e se dsse loco entrada aos sop-
pleutcs que ahi eslo, reservar-me-hia para depois
enlrar na apreciarn da 2.a parle do parecer, por-
que do ronir.iiio nao lenho remediosenSo entrar na
discussao. V. Evc. m dir se posso mandar nm re-
querimento de adiamanto a segunda parle do pa-
recer, islo he, i que julga invalida a eleiro do Sr.
Joo Corro...
O .Sr. presidente : M s cuido, que a >.* parle
esla por as-im dizer dependente da primeira, pela
maneira porque esla redigido o parecer.
" Sr. lipaminonda*: A segunda parle s pre-
IMii. tanto peta al- junie ao ultimo supplenle: quanto aos oulros, os
lan.loc,- da fronteira do nnpeiio, ruin a Auslr... e | seus diplomas eslo reconhecidoa.
uno pelos portos do mar de Odessa e i ,, sr. presidente: Eu nao me achei na casa
quando se lomou a deliberarao de chamar supplen-
les. por isso nao soi ein que lugar se acha o Sr. Joao
do Danubio.
A proposito de sal: a pesca da sardinha em loda a
costa de Pnrluual daraul
une pro lo/io
reis, ipezar dos grandes lemporaes que nao deisa-
r-tm por milito lempo ir os pescadores ao mar.
A colbeia do arroz no dislriclo de Leiria no mes-
mo auno de 51t32U sjqoeires13,421 alqueires me-
nos q-ic a collieit. .1.1 aun antecedente.
A cmara .los corretures, conforme fui aiinuuciado
na praea do commercio, compne-se do seguinle
mo-io :
Ein cambios o fundos poblicos Domingos Chiap-
pory, Hermano Irelerico Moser, Jos Cirvaldu lle-
co. Miguel M. Brcide ;
Km merca lorias e leiles corre-pondenlos ; Anto-
nio Joaqaim Xavier de Sou/.a, Antonio Uonfalves
liamarao, Aotooio de Oliveira Ijuimares, Aulonni
JoscdeAbreu, Agoslinho Vctor Pereira Mercllo,
Vicente Caolano Maesa.
Em navios e le loes correspondentes: Antonia Jos
de Oliveira Cliambica, Francisco de Paula liavazzo.
Secundo o Jornal du Cnuwfrrio, o eucenlieiro
director dos traballios do mina de cobre do Palhal.
dislriclo d'Aveiro, nolicin para Londres compe-
ndia exploradora f.uzilanian Mininq 'om/icMy,
ve proposlas elabora tas p^lu conselho ullramarinu j em 7 de marro ullimo, qu
relativas ns noasas pouesses do ullraiu
t cmara dos pares ests ainda cm discussao a
projeclo de lei sobre a reforma dos vnculos ; lem
fallad 1 centra o projeclo entre oulros oradores,osSri.
viseando de I. iborira e ron le de Thomar, a fav-
os Sr:
Nisi.
de cobre, durante o ioez
gal daranle o auno lindo, calcnla-se | Correa; porem se a entrada dos supplenle. que se
asomma superior a .00 conlos- .le | acliam presentes nao prejudica a deliberajao quese
possa lomar relativamente ao Sr. Jogo Correa, nao
vejo incouveiiienle em propor-se o adiamenlo.
I) Sr. J.nii Filippe : Nao prejudica.
O Sr. lipaminondas : Eu nao me opponho a
quesejam admittidus os Srs. sapplenles, o que nao
quero be quese resolva ja a r.l-.alilade da eleiro
do Sr. Joo Alfredo, porque quero discutir. Por-
lanto, se a casa quer admiltir am adiamenlo por
J't horas, ii-ui. seno entro j na discussao.
O Sr. preHdente: L'ms vez que qualquer que
soja a deliberarlo da casa, nao prejudica aos up-
plenles que se acliam presentes, pode ser approvada
a jinmeira parle iiu parecer, dar-se entrada aos sup-
plenlese depois |ioder-se-ha requerer urgencia para
que o parecer entre loen cm discussao, na parle li-
diada.
Vai mesae apoa-so o seguinle reqoerimenlo:
Bequeiro o adiaineulo da parle do parecer relativa
a validado da eleirao do Sr. Joao Alfredo Correa de
Oliveira. S. It.
Jipaminendas de Mello.
O Si. A. Cacaleanti :Voto peto adiamenlo,
poreni un com a forma porque foi elle redigido.
Bolendo que nenhum inconveniente existe em ser
a extraern do inioeno
I-vereiro ullnno, bita
Os terrenos aurferos da Adica, situados ao siil da
Ferru e Jos Mari 1 Cranie e marquez de I jo. apreaentam una crin 1- porrtj > de orno no es-
iemse aprescnisdo varias sob-hlniries e I lado livre em con-equencia da copiosa chova qu-*
prnjeelos de lei modificativas daquelle que so esta ] separan o slex de ouro, e a fez apparecer naqoelle
diseulindo, mas nenhum dalles ale acora se Vnlou, eslado; consta queja alli an.l.un operarios bateando
. ti. ,|| .....I .....v...... .]uc X.11.M1 -.. -i-, 11-,v i-,.- eme can se.
,,'. loiioUla-. e .tlc o pro lurt. desta mina desde disentida a queslo quese cita, comida na segunda
IH.I1 alo .(I dedezembro do IS1.1 subir a 7s",,.> lo-
neladas de mjnerio.
O prnjerto do le aulorisande O enverno para po-
der m indar ruiihtir a quantia do IODO Conlos de res
da nova moeda, foi approvado em todos os seos ar-
tigOS em discussao na sos-o do di.i II.
^n de i, o conde de 'Thomar. mandn para n
mes 1 urna lepresenlaco da Associacio Commerrial
do Porlo conlra o projeclo dos ccre.ies.
Assecura-se que Mr. Prosl em breve chocara
a Lisboa para orgaoiiar ama sociedade de credllo de
combinar com o Sr. pradeo da Silva. Parece
que esla sociedade lera' de fundo 'i milhoes de
francos. O Sr. Fraileo lem-se dedicado seriamen-
te ao estudo dos eslabelccimcritos baocarios de di-
versos paics. As retacos eslalielecidas enlte Mr.
e esperan le o ouro or conta de particulares.
Noticiei-vosera minh,i ultima a grande lestjvida-
de nacional da disiribuico dos premios obtidos pe-
los eiposilores porlugueze- ua ElposicSja Universal
de Paris,vo-se agora sucre.leudo os fe-lejos parciaes
com que as a-snciaces indoslriaes laureadas com-
inemoram aquellc Iriuinpbo.
parte do parecer, immediatamenle depois que us Srs.
suppleules tainarem assenlo.
O parecer conlein duas parles, urna que diz res-
poilo entra la dos suppleules e oulra que diz res-
peilo ; nullidade da eieicjo doSr. Joo Alfredo.
O adiamenlo funda-se principalmente segundo o
qne pude rmligir das paiavras do nobre depulado
que acabou de fallar, o a hamenlo lem por fin digo,
nao prejuncar de maneira alguma a ealrads dos Srs.
sapotales, que esl.lo ns ante-sal. ; portanto, toda
a vez que os Srs. sapplenles mo lorem prejudicsdos,
e polerem tmnar asseulo immediatamenle na casa,
esla preenclii too liin ; e por consequencia o adia-
inento nfo .leve ser seoo al a occasiao em que es-
f|uc alcaucoii no
ros
do galardflo
Pars.
Assistiram a esti fela artstica, os Srs. An-
tonio Jos d'Avla, commissario regio na Evposjco
de Paris, Kibeiro de S, secretario da coiumis.'io
Prosl e algumas casas porluguczas proinetlem eran- portugueza, o presidente da cunara municipal de
dos probabilidades de eii-tir a sociedade de crdito
que prclende orear, a qual ao qoe me parece sera'
o banco de acricullura commercio c industria do
Sr. Fraileo em porporc.ies mais ampias. O enver-
no a quem inleressa .-illamennlc urna empreza de
tal ordem, nao pode deiiar de apresentar na cma-
ra, como lez o governo de llespauha, um 1 lei eral
para a crearn das c.oni|ianhias de crdito, e logo
que a tcnliain apresenlalo he do crcr que a con-
currencia dos capilaes d larcas, como 110 reino vii
11I10, organisaego de diversas sociedades. Esta
CorporatSe do capital eslranceiro he una bella pers-
pectiva para a nona industrio, e ha lodas as razoes
para acreditar que a rasa Prosl adoptara' cm Por-
lucal, o sistema que segu ha anuos em Franca pa-
ra a orcanisaro dos sena bancos. Aeresccntase
lambem que a direrco do banco de Portugal nao
sn ngo contraria mas f..vurcre quanlo Ihe he possivel
a realisacao daquelle pl.no. Ptuece que a le soi
aprcMOtada na cmara antes da chocada de Mr.
Proal, que se espera cm Lisboa alo ao dia 1.1 do cor-
renle.
Secundo o mappa publicado no Diario do lloter-
110 Irabalharan as diversas estradas du reino, du-
rante n niez de Janeiro ultimo. 1,39-1 operarios
A provincia do Alearle brevemente lera nos seus
portes o v.qior O. Fernando, da companhia Lloid-
damente aotorisada desmente offieJalnsenle etae I loiilano organisada pelos Srs. Romeira Pacheco eC.
boato. I Bres-Scscluici.ler. Estos dous cavalleiros como coren-
Tudas as cmaras municipaes de lliscaya deram a 1 tea da dita companbia determinaran!, que aquelle
sua demis-ao, nao qacrendo iotervir na venda dos
bous desamortisadoa. Parece qoe o governo nao
Ihes a.lmillo a demlssSo. e al se diz qoe Ibes un-
poz mullas. ICuir.'imi. a Iranquillidade nao lem
sido alterada uaquelle paiz.
Segundo as follua francesas, cirrolava em Boma
que o governo hespanhol e a Santa S eslo em ca-
nutillo de se reconciliarem, cal se fallava de Mgr.
Bazaari, arcebispo de Filipp, para o careo do nun-
cio em Madrid. E*le prelado oceupa aclualinonie
o cargo de secretario da congregado dos his|;os e
regalares, e he o mesmo que deixou reguladas as
dessvencas que existiam entre a Santa Se e a corte
de aples.
O 1 itiiers |de Paris, jornal quo anda sempre om
.lia com ludo quanlo se passa em Boma, da a noti-
cia quasi como segara.
A ameuidade da e-laco c as aguas snaves que
eahiram cm varios pontos deram um vigor extraor-
dinarios vegetaran. Estavam magnificus os pon-
tos onde se pode semear ; algumas opporluuas cea-
das em marro impediram que a sementeira se adlao-
lasso ; como ja os frios nao podem ser muilo fortes,
os primeiros siies farao com |" H dcsenvolvam e
croscam as plantas.
As oliveiraj padeceram esle invern prejuizos de
consideraco ; as vinhas come^avam apenas a desa-
brochar, > as -ni...... de fruclo prometiera vir a ver-
gar com o peso dus pomos A siluacao agrcola e
pecuniaria era mu salisfaloria.
No dia i foi approvado pelo congresso u projeclo
linanceiro do respectivo ministro Saula Cruz com
dous artigas addicioiiaes, o primeiro, ordenando que
n governo aprsente lias corles em principios de
iinvemhro de lodos os anuos o ornamento com as re-
formas econmicas que o eslado da faz.'nda publi-
ca exigir ; o secundo, para que, a contar de Janeiro
de 1817 se la.i.-n as reparlirOes das conlribuijes,
conforme os dados ofllciaes, sobre a v-rdadeira ri-
queza tribulavel das provincias. A anlcrior discus-
sao tem .ido muilo acalorada. Dizia-se que depois
desla discussao haveria urna modificarn ministerial.
A discussao aeha-so Icriuina-la, c pur ora nada lia
que justifique oslas vates.
lia das u circulo 0> /un is, islo he, dos depula-
do- procre-sislas puros, politicn o -eu progrmala
assignado por I lli drpuladus.
A Upara lambem poblicou uns arligus em forma
de programma Ou cenlro-parlaiiicnlar, o qual se
compoe de depulados moderados. Nada contera de
iinlavel esle programma.
O conselho de a.lniinislracn do Crodito-fiobilia-
rio resulveu a crearo dos bancos de C iruuha e Ali-
cante. Estavam assignadas as exposires em que
se pede ao governo aulnrisaro para se installarem.
Sahio de Milu! o releliro Bnn.-nni, quo esl;i es-
eriplarada para ranlar n'um dos lliealros de Lon-
dres.
Prara de Madrid em 9 :' l,nr renlo consolida-
dos 111,70 c. I ls da divida dillcrid J.1 e 25,05.
/..
LISBOA-
I i de abril.
O estado sanitario de Portugal he bem, felizmen-
te. O lempo continua com a mesma inconstancia;
dias deliciosos, inlcrmeiando maior numero dellos,
tempestuosos e agrestes. Agreste e quasi tempes-
tuosa lem corrido .1 discussao na cmara dos depu-
t.-nlos ; ronlinoa o dbale sobre o adiamenlo dos
projeclo. do fazen.l.i ; o adiamenlo lem-se conveili-
do em queslo principal ; tem filiado contra elle
os Srs. ministro da fazenda. los EslevAo, l.asal
Kibeiro, Lobo de Avila, Santos Monlriru e oulros ;
e a favor delle os Srs. Carlos Pullo. Faustino da Ca-
ma. Antonio Jos de Avila. Miguel do Coulo. I).
Kodrigo de Mene/e- ele. Kntretanln un 11 se nao
vapor lize-se a cipcrienria do seu maciiiuismo no-
vamenle arranjado no domingo 13, por via de um
passeio no Tejo.
Iloje sahira o vapor Minielln cm direrro a Cadix
coii.lii/.iiido el-rei l). Fernando, quese diz ir tambem
a Scvill'a vizilar o duque de Moolpensier, Parece
quo acomnaiihara S. M. o viseando da Foi.
S. M. el-rei I). Pedro V. lem continuado a vizilar
ns diversos eslabelecimenlos pblicos da capital ; na
sexla-leira foi a escola pulvlhecbuica ver u oaserva*
lorio e a galena de cIimiic.i. Apenas cnlrou no ob-
servatorio perguntou |iela caria meteorolgica que
.\laiir> tinda ltimamente mandado ; foi ollerccida a
el-rei .pelo director do observatorio o Dr. Pecado I eepaihado esla uolicia.
Lisboa; e alguna dus seas vereadores, o Sr. A. B.
Sampaio, presidente do centro promotor, e varios ou-
lros cavalleiros, recilaram-se dilTerentes discursos ;
o tiloma de qnasi lodos elles foi a saudavel afluen-
cia do espirito da associacao.
tina banda marcial composta de artistas locou va-
rias vezes o lit/mim do Ira'iallu.
Mr. I-crin, livreiro belga, premiado com nina me-
dalba de segunda elaaie, deu um janlar no Campo-
Grande aos operarios do sen esl.ibeleclmenlo de en-
cadernador, em signal de aeradccimenlo aos artistas
a quera deveu ser premiado.
Parece que se trata de levantar um monumento
a vasco do liara.1 110 lareo dos Jerouv mos, oulro a
Cames, no lareo de Belem, e oulro';. Pedro Alva-
res Cahral. na prac,.i de I). Pedro V. Palriarchal
Oueiniala islo dia um jornal; oulro com o prover-
bial <.ro.s-/(i-uo.si) aonnnea que o lerceiro m-inu-
inento sem levantado 1 ,\uno Alves Pereira. O que
me parece he que ludo isto ne possa por ora de
bous desejos dos jornalislas.
Falla-se por ahi em honras posliiumas, mas .le
positivo, por ora, nao ha nada.
Os Irabalhos na capella das Mcrcs vo adianta-
dos ; devem ser para alli transferidos no dia S de
niaio, ns restos mortaes do crande marquez de
P0mb.1l.
I ni desles dias Cabo de um andabne d'iini quar-
lo andar as obras de S. Francisco, um Irabalhador ;
oulro que eslava no lerceiro andar, pode agarra-lo
no ar, mas com lana forca o puxou para si que o
desgranado haleu com as costas n'uma homhreia
e parti duas co-tellas; do mal o menor.
O producto liquido do concorlo dado em benefi-
cio das elasses desvalidas de Selubal e Serial no pa-
lacio do duque de P.ilmella, foi de 993$2M ris que
foram entregues ao coverno civil de Lisboa, e por
esle enviados 7ll; p.ra e Seixil,O 620/230 para
Sotubal.
Na nllima vos dase ler fallecido a actriz Barbara;
felizmente esta viva ; aules assirn ; quem morreu
fui una sua lilha do mesmo nomo, e isto juuto ao
corlejo que oacompanhava,beque dea logara ler-se
por occasiao desla vizit.i uraeiemplar daquella obra.
S. M. passou depois aola de erouomia poltica,on-
de se demorn ate ao liin da prelerro, feila polo
resperlivo lente substituto o Sr. Lniz de Alenla o
Alhuquerque. Deleve-se ainda alcum lempo con-
versando sobre as doulrinas daquelle ensillo e reli-
rou-se-is .1 c Ires quarjos. Acompanhava S. M. o
seu ajudanle ilc campo o Sr. D. Carlos Mascareiibas.
No mesmo paquete em que ebegoo de Cadix o Sr.
Corradi, minislro de S. M. Calhulica junto a esla
corle parti para Inglaterra o Sr. Antonio da Cunha
Soulo-maior, plenipotenciario de Portugal junto
curte da Suecia.
I.-se na Indcpendeveia ISelga, que depois da Pas-
chua celebrara oSumiuo Pomilicc no Vaticano um
consislorio em que seriam revestidos da purpura car-
dinalicil varios prelados,eotrando ncsle numero .Mee.
de Pictro nuncio apostlico em Lisboa, parece que
em recompensa dos esforcas que lem feilo para resti-
tuir .1 Sania S o direito do padreado ua India-por-
lugueza. O que me persuado poder-se por ora ssse-
Verar, be que a queslo se nao acha anda decidida,
pois as necoei.irus estn pendentes, embura o nun-
cio de S. S. receba o chapeo de cardeal, ein remuiie-
lac.ui dasSUas diligencias.
o ministro plenipotenciario do imperador da Kds-
sia enlregou a S. M. el-rei a cariado gabinete pela
qual o sen soberano ollerccia ao Sr. I). Pedro V. as
insignias das ordena de S. Andr, S. Alexandre de
Newsky da Aguia Branca, o de Santa-Anua ; algn,
dias depois foi de novo admillido a preseora de el-
rei para Ido fazer entrega das gran-cruzes.'
A banda das Ires ordens militares porlngoezM de
que usara o imperador Nicolao, lambem r.ii de novo
ollerr.nla pur el-rei ao imperador Alexan.lro. quan-
do este subi ao Ihrono da Bussia, e a quiz restituir,
confirme se cosluma pralicar.
Por carta patente de :l de dezernbro do anno pr-
ximo passado publicada ltimamente na folha oflicial
foi confirmada a nomeaoao do vicc-presi.lente da
ConfedcracSo Argentina,a favor de Antonio Joaquim I Franca.
Gonrtalves Maeieira para cnsul geral da mesma con-1 "" "'
ledoraro em Portugal. Al/agen
Em lli de Janeiro do prsenlo auno foram coafir-1
m.iil.is as nmnoarOes feilas por Joo Bapli-11 Morena,
cnsul geral da naeo portogueza, no llin do Janeiro !
a favor de Manocl Jos de Araujo Machado, para i
vu-e-coiKiil da mesma nac.lo na villa de ll penirrin. j
e de Antonio JosSoares Drupa, para vicecnsul na
rula de liragaayaaa provincia de S. Pedro do lliu
Crande du Sul.
Pur decreto .le I de setembro de 1833 o carta p-
lenle de 20 de dezembro foi nomeado o liar.harel
Thomaz Kibeiro dos Sanios, cnsul de Portugal na
cidade de S. l.uiz no Maranbo.
Em de marro de ullimo foram confirmadas as
nomear/m feilas por Leonardo de Sooza I eite Aze-
vedo. euoarroead" de negociose cnsul geral da na-
'.'" portm...../i na Confederacnn Argentina, a favoi
de iowi liurr.i'pe, para vice-ron-:u| di nie.nn na. o
no porlo a cidade de Santa S ; e de Vicente Fer-
r* para vice-ronsul na mesma ci.la.le de Corri-
entes.
O conselho de guerra que linha de julgar o eene-
.No d.a S do corren, lo, a assocarao dossapile- ses sappleutes lenham rITecli vamenle tomado as-
I solemiiisir no cenlro -promitur o bem merec-1 sent.
raudo coni-iirso de ( O adiamenlo por 2i horas nao foi sunicienlemen-
te fundamentado. Nao houve nina razgo convin-
cente em favor da necessidade que lem a casa, de
aliar esta discussao a respeilo do Sr. Joan Alfredo
por horas, quando ella a pode discutir agora,para
o que lem dados sutTicieutes ; porque eslou conven-
cido qu? nenhum dos membros desta casa deixa de
conhecer esla queslo, nenhum dos membros desta
casa ignora o que existe a respeilo do Sr. Correa...
O Sr. frand meiubro desla casa.
O Sr. A. Caralranti :Mas tiMilitim inconve-
niente existe em disculir-se acora a questao, por-
que ninguem ignora o que pos.a existir a respeilo da
validade da eleirao, he o que eu quero dizer.
O Sr. lipaminonda*:Eu ignoro.
Um Sr. Depulado :E para que serve a discus-
sao i
O Sr. A. Cacaleanti:Maior raigo. O aparte do
honrado memhro veio em abono de ininha opinin e
esclareaae bastante a queslo, porque na discussao
que liouver depois da entrada dos Srs. supplenles, a
commissao dar lodos os csclarecimeutos necessarios,
e lano pode fazer isto boje como amanha...
O Sr. Alomo :Amanilla he domingo.
O Sr. A. Catalcanli:Logo n3o pode ser o adia-
menlo pur2 horas, mas sim por i8,
Dizia eu. Sr. presideute, que podeDdo-se na pr-
senle sesso .la mesma maneira que ua seguinle,
discutir a rjueetgo, sendo os esclarecimenlos necessa-
rios minislradus pela commis-o, rae^parece que nao
linde trazer ioc inveniente algum em disculirmos a
materia boje, e por lano nao pode ler fundamento
algum o adiamenlo proposlo : nesse sentido en man-
do uina emenda a mesa requereudo que o adiamen-
lo soja nicamente pelo lempo necess.no para que
us Srs. supplentes lomem assento na casa...
O Sr. Presidente:O requerimento do nobre de-
pululo equivale a um reqoerimenlo de urgencia da
legunda parle do parecer, e ser preciso que a as-
sembla vol essa urgencia, porque os pareceres nao
podem ser discutidos senao depois de dado* para
urdem do dia.
(' Sr. A. Cacaleanti : Mas j foi requerida a
urecncia...
O Sr. Presidente :Requerida a urgencia do pa-
recer na parte relativa a entrada dos Srs. supplen-
tes que era negocio realmente urgenle por soa naiu -
reza, mas u-i na parle a que se refere o nobre de-
potado.
O Sr. A. Cacaleanti:Pois requeiro a urgencia
da segunda parle do parecer, sem prejoizo da entra-
da dos Srs. supplenles.
O Sr. Presidente :Temos um reqoerimenlo de
adiamenlo e oulro de urgencia; por isso enlendo que
depois que fdr decidido 'o adiamenlo, he que se
pode requerer a urgencia.
O Sr. A. Cacaclanti :Porem depois de adiado
como requerer a urgencia '.' Eu entendo que o adia-
menlo deve ser -uniente pelo lempo r.ecetsario para
eulrarcm os supplenles, porem que a discussao devo
comocar logo depoU dessa entrada.
O Sr. Presidente :Vencida a urgencia,esl pre-
judicado o adiamenlo.
O Sr. a. Crcaicanli :Eu quero o adiamenlo,
mas quem--1 por duas, por um 1 hora.
O Sr. Pinto de CaatpOM :Por cinco minutos.
O Sr. /Cpaminondas :Eu aceito-o por um mi-
nuto, com tanto que se nao julgue da validade antes
da entrada dos supplenles.
O Sr.Presidente :Se o nobre deputado elimi-
nasse do seu requerimento as palavras21 horas
oslara decidida a queslo.
O Sr. tipaminondas concorda em eliminar do seu
requerimento as palavra--1\ horas.
O Sr. Sascimento Partella:A visla di moli-
li Me o folla pelo nobre depulado, eu desisto da pa-
lavra. Tinlia de fallar sobre a conveniencia do ada-
monto, mas urna vez que o honrado memhro desiste,
nao serei eu que me altreva .1 prpor o adiamenlo.
O Sr. /.ui: l'llippe : (No devolveu seu dis-
curso.1
Poslo o volos o roquerimeulo. lie approvado, bem
enmoa primeira parte do parecer, sendo em seguida
admttidos a prestar juramento os Srs. depulados
suipleules do que Irala o parecer.
Vai mesi o apoia-se o seguinle requerimento :
II -queiro a urgencia da segunda parle do parecer.
S. K.
A. Caralranti .
O Sr. \ateinunto Portella :Sr. presidente, ou
ja ha punco linha pedido a palavra e era justamen-
te uo sentido do manifestar-me em favor do requeri-
ineulo aprsenla.lo pelo Sr. Fdaminondas, e tino
deixava de ter alcuma razio para otra assim proce-
de-so.
Enlendo, que USO he urna questao qualquer a de
que acora nos orcupamos : entendo que ella nao he
de lo pouca importancia, que nao demande aleom
oslado. De nada monos se Irala do que de nullili-
car os votos que a provincia julgon conveniente dar
a um candidato e per consequencia nesla aprecia-
co parece que deve haver o maior escrpulo. En-
trelanln nao leudo sido mencionados nominalmente
os Srs. que linham de eer chamados como supplen-
les para subsliliiiroin as fallas que defxaram os de-
pulados proprielarios. que nao cnmpnrererain, pare-
ee-me que se nao lora formado mu plizo cmplelo
acerca do candideto de que s traa ; a casa rreio
que ainda nn formn 11ra juim a respeilo da eleiru
desee supplenle.
Se nos vemos que em qualquer oulra phase da eloi-
co, como por exemplo na simples qualificarao, lia
recursos iliflerenles, ha invesliguces, ha muilos
No da I! do correnlOo deve ler lugar o julgamen-
to de Andr 'Turnes, que se supipe haver sido o as-
sassino do co'nselheiro Bayardo.
Experimenloo-se a semana passada no dique do
arsenal de marinha o cobo de lio de Ierro do lele-
grapho elctrico,qoe hsdeatlravessar o TejoemSan-
larem para o sul. Parece que a primeira pergunla
que so fez de urna margen para oulra do dique foi
esta :Como esto de saade '.'e a resposla :/lem,
omito obligad). Elleclivamenle reconheceu-se que
o rabo eslava de pcrleita saude ; e era eicellenlc
eslado para ser empreado.
O Sr. Jos Cesar de Vasconcellos lem eslado gra-
vemente enfermo. Alguns de seus amigos pergun-
laram pelo lelcgraplm elctrico para Siutarem. Co-
1110 se arhava odoente. Tivcram em resposta que
senlia minias melhoras.
A Imprensa t />( publica o seguinle. exlrahido da
Recae h'ranro-ltalienne.jornal de Paris:
.' Um artista dramtico celebre no Brasil. O Sr.
i.orni.ino Francisco d'Oliveira, ehegou ba dias a
Paris; acab reoenlemenle de alcancar em Lisboa
um crande Iriumpho oas duas represenlafoea dadas
no tdealro normal d'aquell.i cidade, no dram 1 por-
tucueztC.arqalhadade Mr. Jorques Arago. O
Sr. Ccrmann Francisco d'Oliveira, a quem os seus
mritos arlislicos valorara du parle do coverno do
Brasil a condecoradlo da ordem da Rosa, vem a Pa-
rs, para aqni esludar o oslado dos nossos lliealros,
a ana adminitlracifo e regolsmenlos, porque o Sr.
Cermano nao su he um erando artista, mas tam-
bem diredor d'uma companhia no Bio de Ja-
neiro, o
A semana passada deu o ministro de aples um
baile ovplendido no palacio do duque de Palmella ao
Galhariz ; esleve muilo concorrido e animado ; as-
sistio ol-rei ll. Fernando.
Cantinas a dar-te cm S. Carlos o Marea 1 itcenti
co /Iclireit de me.tro Apolonio. Saint Len en-
tura novo h ni.do. A Clavel vai partir pora
scena o
ieatr-1 normal continua estar em
geine de Sanlarein de Carrcll.
No Itimnasio da-se a i tima carta, continuac.io
comediadrama Doos-uiM/idost de A. Cezar do La-
cerda.
Nn t). Fernando represeuta-se o /.,*', e o 1.re-
mita do Braz Marti us, cujo prologonistn he S. Fran-
cisco de Paulo.
No ihealro Iraii.e/. da-se o Marbritr de A. Da-
mas. No hespanhol Juan el contrabandista.
O Club 'em dado duis bailes.
o celebre pianista hngaro Osear dla Cinn.i.que
l.inlo acradou iilliinaincnlc em Madjid, esl ciie-
ear n Lisboa. Dizem d'aqoella capilsl, que o distine-
lo artista Interpreta com rara perfeieo a mu-n-a
rlassira.
Sei I...... vindn.
COMMERCIO.
Pr.ca .le Li boa em II de abril.
,. Asvenlamenlo i.l |i|'..i :|i'.
I ie- por conlo. ..
Ac.-.io-.lo Binen
Coupons 4343 l|2.
De Porlugal 19331913
,Do Porlo 23692109.

ILEGIVEL
MUTILADO


y
S
meios que garaiitem os cicladlos, quanlo mais cer-
ca de uolliiicacao dos votos que ja foram dado* para
representar a provincia .' Me parece pon que de-
vendo haver lodo o escrpulo, loda a calma c cir-
rumspeeclo acerca desse ponto, o requeriinenlo de
urgencia nao lie conveniente que passe, por IKO que
lalvez neiihuiu de uns esteja nabllilado (e eu por
nuil o declaro) para votar consceucioiamenle sobre
esta questlo... .
I m Sr. Deputado :Recorramos a coiumissao.
O Sr. San ment Portilla :He justamente por
ter ouvido a comuiissio dar os motivos que lem pa-
ra justificar a urgencia, que en me pronuncio de,te
modo: taessejam porem os motivos que tenlia a
commisslo para juitifiear s ursencia, que eu poisa
estar pelo reqaenmenlo aprcseulado e d o ineu vo-
to para proseguir a d acsalo.
O Sr. A. Caolcanli :Sr. preside ule, o reque-
rmenlo de urgencia funda-fe em raines mu plau-
iveis. (.Hundo a commisslo de coiisliluii;o e po-
deres formulando o seu parecer, enleudeu que a
i-li'i...i.i do Sr. Correa devia ser considerada milla,
loi scin.li.vida porque linlia os esclarecinienlns ne-
rcss.ir.us ; ao menos, parecc-me pode-lo allirmnr.
Nos aqu nao somos juites do allegado e provado,
nao lemos olingacio uc provar nussas S-acrcoes coni
doeamenlos ou un o que constar de autos, para
que se peasa con\encer a casa dos objerlos sobie que
ella lem de volar, lie necessario nicamente que se-
jain dados esclarecimeulos ou razes taes, que pos-
saro pfodui convicco no animo da cosa. E quan-
do a commiasln consignla no seu parecer a das da
ii.io admissAo desse suptenle, e da iHcgali.lade de sua
eleiclo, nao foi, sen.au porque astava intimamente
convencidti da esa/ridlo do rjaje avancava. por ler
entrado no maduro evame ,<1e..i queslao; mo fui
Wll porque/eslava intimamente convencida de
que essa elrfao era milla...
' m ^f Deputado :Mas que lie dos dados ?
O .Sa*TA. Cacatcanti :A queslao por ora he de
urdira, mas em lempo a comini-s.in informara
5*rVicif iiicni'iiie a casa do que eiisle relativo a
/questlo.
Sr. presidente, csl.i queslao nao he iuteiramenle
nova, sao he cerlamenle desconliecida de lodos os
Sr, epulados, e eslou mesmo mulo convencido de
qiis iiau ha nesla| casa um su dos Si -. deputados,
Iue nao saiba perfeilamenle do que existe a respeilo
desle senhor, que nao saiba da sua menor idade.
I'm Sr. Deputado :Ainda nao Ihe vi a cerlido
. de baptismo.
O Sr. A. Caralcanli:One he um esludai.le que
vive em companhia de seu* pais, n.lo ha duvida ur-
nhiima.
I'm Sr. Deputado :Isso n,lo he bastante di-
zer-se.
O Sr. A. (nial un i. :lu esladanle que n.lo
t. no gozo dejseus .lireilos, que nao he mu juris.
(Cruzam-se apartes.)
Ja disse que a commisslo se nao pode incumbir
de apresentar certidoes, que declarem que o sup-
plenle de qoc se traa mo esta emancipado.
O Sr. Brando di um aparte.
O Sr. Lu: l'ilippe :Ouem pode passar o docu-
mento em como o lilho vive a tusla de seus pas'.'
sera o vigario '! sera o pai ?
loi Sr. Deputado :Pode estar emancipado.
II Sr. .1. ('acalcan!) :Nao consla.
" Si. iiraiiitt'i :(1 nnbre deputado est mos-
Iraudo que a queslao he bastante intrincada.
O Sr. A. Caralcanli :Nao digo o contrario,
mas recunhecendo que ella he de grande impor-
tancia...
Um Sr. Deputado :Quer que soja decidida im-
medialamenle.
U Sr. A. Cacalmnli :Eu disse discutida. Re-
cunheco que a casa carece de mais seria reflexao a
-respeilo desle negocio, mas nao posso deixar de le-
couhecer, que lodas as vezes que se trata de ques-
loes importantes, o meio de chegar ao conhccimcu-
)o da verdade, nao lie seno a discussio.
f'm Sr. Depulaio :Pois discula-sc segnnda-
fera.
OSr. A. Caralcanti :.Mas nao acho fonda.nen-
to para um adiamenlo. urna vez que a coiumisao
pode prestar suflicicules dados para se cunhecor da
verdade do que expon, e os esclareciinentos qoc a
coiumissao pude dar seguuda-fcira, pode tamhem
da-loi boje.
''m Sr. Deputado:Ahi esle que um dos mem-
brus da cummiss.lu lie divergente quanlo ao adia-
menlo.
"Sr. A. lo aos fundamentos do parecer, uisso Minios solida*
nos, porque he cousa sabida, e que u3o admille du-
vida, que esse supplente he de menor idade ; nao
he Assim enlendo que a discussao tanto pode ler
logar hoje como sesmida-feira, razao pela qual mi
lem liindameiilu algum o adiaincuto, e por isso vo-
l coolra elle e pelo meu reqiierimeuto, alim de que
a discussio comece desde ja, nao se seguindo daq li
que hoje mesmo se decida.
O Sr. /ipaminondas: Sr. presidente, ha pnuco
acabei de mostrar, que nao linha inleressc ncuhuin
em demorar ua anle-sala aos Srs. suppleules e que
o meu lim s era discutir a validade da eleic.lu do
Sr. Joan Alfredo ; agora em vista da insistencia do
honrado membro da rommissao de |>odercs, que
quer a discussAo j e ja, eu pela minlia parle o
da nao tinlia soado mc^a noile, j os palcos
i>;rejas eslavam apinhados, < o harulbo, falla
risadas, largas palestra^, erain cortos; o 'lujar .,
dav| entrada enlao a|ireseiita\ain-st sccn^syflfin jes.
tgrtdaveis : no meio d nulo isto vfpazeida pa-
tusca era iofalvol pan rcsarj/>;Sporamos q,,,.
esle auno hoja mais aiu nran y'picdade, qur fiira,
quor dentro .los lumplo: ,iy que us jovens liat
fagatn antes ossa dovodfo em suas easas, deixando
assim em paz o aoinjitns naqudle lugar as pobres
mojas, que oubeiihao do prestar ouvidos s pra-
ticas Vespeci^s, ou 'aos lernos o meig08 ralio-
d'olliu on/es'-oluare de ternura dos pos (lev-
los. M!T muitas local dados do campo ainda lie
descDhhecidi essa devocjio; Ipojuca he urna dellas,
mas eonliaaios, que o alual parodio farcomqiiu
ella tenha lugar, mesiup porque lie um signal do
quanto devenios estar fleconhecidos Virgem Mi
de lieos, polo beneficio; quo nos fe/, orando ao seu
amaliilissimo Filho pan que de nos affastassc a
cruelissiina [icsie dorholcia___Amen.
Urna casa do aterro da Boa-Vista, enjos fun-
dos deitam para as casijs da ra do Hospicio, lado
direito. tem o amavel e sempre louvavel costu-
me de [azar os seu^ despejos pela trazeira (o
que nao admira), .lias ,quc os vizinhos nao eslo
por ella, porque neni Jiodem parar as salas in-
teriores do suas casas ; .pedimos ale por favor que
de tal sorle nao refeslelein os nasos inimigos de
lana gente hoa, que njio nasteu para viver da
furdados.
O maldito cliafariz da ra Imperial ainda
continua a dar una aglia com cheirode lodo, gros-
sa e que tem causado diarrha aos habitantes da-
quelles lugares.
-'entrcmuiose, repelidos milagees obrados
peb nossa PAGINA, (com pabuagens e ludo)
mais um temos que mencionar, qual o do Sr.
A... S... P... entregar os apoutamcnlos, a es-
eripturaerla casa por.traz da abobada da Peflha
ii. 3-">, faltando somonte entregar o oralorio a mais
objectos de ouro: esperamos que o Sr. p... d
sempre mostras de bo>| juizo, que todos fazem de
Sme. apezar de vestir urna farda,que no sentir das
bruchas nao vale urna cachimbada.
Consta-nos quecerto soldado de polica foi
encontrado em servico do chinellos c farda desala-
cada : o major Pimenlel, que nao he de barriga-
das, mandn o lal rhinello para o xelindm, e di-
zeni por boceas pequeos, que o commandante vai
mandado plantar batatas : dise-nos o Lulu'em
quem dcposilaiiios lodn conlianca quando escor-
tega.
Stnlw-aquctle, iio faga ceremonia, entro,
asscnle-se c converse a seugoslo: isto de portas
he o droga....
uas palabras ad mparcial do nosso DIA-
RIO de segunda-feira.Desculpai-me, Sr. nao
he nem um pcniciras quem nos informou a res-
peilo do propietario da Mussupinho durante o lem-
po da calamidade ; he pessoa em quem de milito
volamos amizade, ior sua circunispeceiio, o ale nos
parece qne nunca leve irelafo com o Sr. Lins Ca-
valcanli ; poderia ser ijnal informado, nao duvida-
mos. mas nuncarazes do desinlelligencia foram
que o inoveram a nos'informar a respeilo desses
fados que noticiamos
Pedimos ac nosso correspondente do Igua-
rassu.que lendo ocomiiiunicado dolmpareiai, jus-
tifique o sen procedimento para com oSr. Lins na
referencia dossas noticias que demos ao publico.
liccebemos, sem estarresponsabilisada, anota
tnfra, a qual infra damos, porque della se iioder
colhor algum proveilo. a Lembra-sc ao Sr. que
em marco de 1K;">4 rei;obcu deceno Ingle/, por or-
dem de ouirem a quanlia de 8009000 rs. para a
alforria de urna mulalinlia, o ullniaressa obra me-
ritoria, visto o Sr. da dita iiiulalinha aehai-sedis-
posto a passar-lhe a caria por essa quanlia Se
nesios oiio das nao for. uliimado esle negocio, vol-
taremos, trazondo por extenso os nomes dos ligu-
ranles (isio he tutu !) para que o publico fique
sabedor.
Conlinuam as figuras a vagaran depois de
mca noile por algumas ras do bairro de Sanio
Amonio, esicndendo-se em linha, logo que avslam
alguom : sao (segundo di/.em) os manes de al-
DISRiO DE PERNAMBUCO terca F.iH 29 DE Abril oe is56
acumpanho ne-se pensamenlo, aceilo a discussao j .-"lis soldados fallecidos do cholera; BSlSo punan-
fl,*r, l!nl1" ln,eresse em i'""011" d do parecer e se qouercm cu nitro |i na discussao .i, ;_j .' '
lem anda, Ixim sera que a polica os ajudo.
As mutherc delimito He
qaizeiem .....nlin |i na diseussa
peco a palavra contra o parecer para coinecar a
discussao. Ilesla inaueira dou urna prova de que
quero saliifaier os bons desejos do honrado mem-
bro.
l'oslo a tolos o requerimenlo de urgencia he re-
gentado.
UK1IEM UO DA.
Eolra em terrena discussio e he approvado o pro-
jada n. 1U do anno passado.
Contina a segunda discutan do arl. M das pus-
turas do l.imoeiro, adiado ua sessu anterior.
O Sr. Abilh, |irouuucia-so coutra o artigo das
postaras.
OSr. Oiiceira, sostena o arligo do prujcclo.
O Sr. Theodtiro, lambein combate o artigo das
posturas, licandu liualiueule adiada a discussdo pe-
la hura.
O Sr. presidente, designa a ordem do da o le-
vaala a sessao.
Seuao' ordlaarU em 2~ de abril de 1856.
Presidencia do Sr. luan de Cauaragibe.
Ao meio dia fela a chamada, e achando-se prsen-
les -Ji Srs. deputados, ahre-se a sesso.
He lula e appruvada a acia da sessao ante-
rior.
0 Sr. primcno secretario lo o teguinle
EXl'EOIENTE.
1 n ullicio do secretario do cymnasio, remetien-
do quarenla eiemplares da urae.io de sapiencia re-
citada no t>niii-iM por occasiao da abertura das au-
las n da 7 de fevereiro do corrente anuo.A dis-
tribuir.
Sao 'tos, jalRadee objecloi de deliberaran a man-
dados imprimir os seguidles prujcclus :
A issembla legislalna provincial de Pernambucu,
resolte:
" Arl, I. I'ica revogada a Ici n. Hlifi de 1(1 de
maio de 1K.3.
>' AlL 2. Faaaaa revugadas lodas as disposices
em contrario.
' Paco da assemllla lesislaliva provincial de Per-
namhuco, 28 de abril de 183t..Sffca..lo do l'eoo
narros I.aeerda.fnnacio de Ilarrn* brrelo, n
Ji nimpninissos das irmaudades de Nossa S-
',',. ,do K"" dlP Iwroeus prelos da fie^ueV.ia de
l'au d'AItMtda irmtudidr doanli.simii Sacramen-
lo da rrrgnttlade Piparara, apprnvados na parle
"liHioaa peloE.in. irelaoo diocesano, sao inerece-
.lores da approvacJkll ilesla assembla ; pur isso a
rommisaao Sus negocios ecclesiaslicos he de parecer
que se adople a resollico-seguinle :
i A aswmbla l^islaliva provincial de Per-
uawbuco, resolte. I
o Arl. nico. Ficatn approvados os compromissos
d irmandade de Nok.a Seobora do Rosario dos ho-
mens prelos da freguejiia de Po o'Alhn, e da de
**,Sacrament da fregueiia, de Papacara, o
revesadas as disposica a em contrario.
Paro da auein lea legtalaHva provincial de
I ernamhuco ->H de ab II de teV.Oo)ual, ,...
wi'iriie.Padre Mar al.
He lula cremetlida .iconiini-.lii de polica l se-
uinle mili'-.ieau :
n Arl. 1. As eleico i Jas coramisses permanen-
tes sern fcil.is saccesi ivamenle e na ordem enun-
ciada no arligo IMi do egimento.
(i Arl. 2. as eleic.- es das commissoes permanen-
tes, ficara prejudieada a daquelle deputado quo j
liver sido eleilo para las, nao leudo nhlido escusa
de algoma dellas loso depois de procedida cada elei-
;ao : em lal caso para se preencher o numero dos
meinbros da cunmii-."m incompleta, sa proceder
como dispde o .rl. \< do reclnenlo.
Art. :l. No caso c e nao ler sido allendidu pelo
presidente o requerimiento deque trata o arl. 81 em
duas sessoes do im-uiu anuo, se a mesma roa-a fur
de ivo requerida pilr seis dcpuladds, no lim de
qnalquer das sesses tauinies, o presidente iiicouli-
nenle (aade as poiullerarues que jalear convenien
le, con.liar;i a ,-asa |lcr meio de vntacao inde|>eii-
denlc de discosaao.se i materia requerida entrara ou
i lalhos.
disposire
realmente una
classe de lanajuras, que infesla lerrvelmenleuma
ierra Essas miilheres sao encontradas commum-
menlo noile pedindo esmollas polas ponas ; estas
sao as taes pobres vergonhosas. Se urna meia du
zia dessa gente he honesta, o reslo he ptrigosa.
Corroloras de Cupido ellas inlrrimellem-sc no mais
recnditoe sagrado de urna familia, a titulo de pe-
direm esmollas, venderem hiquinhos, benzerem
espnhelas lahidas, curarem durezas, ensinarem as
crias a rezar, etc., etc., ele. Passe-seuma vista
retrospectiva para lanas desgrofai que appare-
im, e ver-sc-ha sendo causa dellas urna mulhei
de linio, ou urna capona (romo chamam na Ba-
bia). Conheciamos una lao ameslrada, que era
0ai-Jesusdelimita .qenlo boa: essa mullicr
lemivel leve a Itahilidadq de fazer casar urna me-
nina, a quem o pai eslava disposto a negar tal li-
OSOea. Essa mulher introduzio-se na casa a ti-
lulu de vender beniinhos: comeffeito alguns \en-
deu nessa casa, e do resultado da venda leve ella in-
gresso franco, c sempre'que quera, na dila casa.
-Mani'onimunada rom aprelcmlente da menina, o
que fazia a capona '! Ella tiulia uns beniinhos
iguaes ao- da menina, que sempre irazia-os ao
pescoro : quando linha de ir* sua mensagem le-
vara o liilhetinho no forro posterior dos beniinhos,
c logo quo enirava com poura so diriga ao 'luarlo
da menina ; tirara os beniinhos, rollocava-os na
cabecera da cama, onde eslavam os da menina, e
hticava estes no pescoc.0 em lugar daquellcs, o que
perfeitamenle illudia, oorquo crain iguaes A
menina lia o bilhelinho, responda, e o rollocava
no mesmo lugar no ouiVo da a capona era certa,
evava nutro liilhelc, e enlo niio linha mais do que
a troca, eeslava ledo arrumado.
Alguns inezes depois dessa correspondencia fu-
gio a menina e desappareeeu a capona...
Do em urna ouira cspeculaco oslas zebras:
arvoram-se de um papel, nfludam escrever um pa-
ladeado, c loca a importunar a todo mundo com
assignaluras, para o casatnenio do tuna, enterro de
um pai, recolhimento de una neta e o diado que
as earregue, comanlo que deem pasto a esse genio
alwlreiro, rurriqueiro c ludo que acaba em ci'ro.
i At amanhaa.
nao ua ordem dos Ira li
i Arl. I. Picata derogada lodas as
ein conlr.irio.
Sala das sessei i de abril de l8.io.
de lliirru* Harrclo. n
He lida c approvada|
anuo passado.
OKIlM lio
l.'Miliiiua a rli-cu--.
poderes adiado da saM
Ignacio
a redacrao do projeela n. 10
HA.
lo parecer da
> anterior.
[ConUtmar-it-ka.)
conunissao de
PAGINA AYULSA.
--As chiivas por ora ainda nao lizeram reappa-
iora epidemia, prova, i|iio ellas nada influem em sua marcha : so
-aliequandu bem quer e Ihe parece, c S mala (isto
be que lie urna verdade^ a quera lem de morror.
Estamos com o me: de Mara (maio) |ior-
la, e sobre este objeclo queramos dzor senqire duas
pa avras. Nao he ignorado, que as devotas dessa
sublime .levocao sao conslantes em concorrer lodos
anno-as lgrejH onde ella secelehra; mus era pa-
radesepr iuo este anno nao fizessem mais d
(no lito u.ii motivo de funciv
lao
Pelo vapor inglez '7 entrados honlcm, o primeiro de Soullianiploii e ose-
gundo do Havre, leudo locado ambos em Lisboa,
Madeira, .Tenerife e S. Vrenle, recebemos carias
dosnossos correspondentes de llamburgo, Lisboa e
1 aris e lanibein sazeUs oDIcua, fraucezase porlu-
suezas, alcaueando as pripiciras a 8, os Kgondaa
/ e as oulras a 13 do crrante.
A patala reita; o aaagM humano nao sera mai
garramada, c os povus qu4 ceSos se consideravam e
tratavam como inimigos, Iwje melhor csrlarecidus,
comieren) qoe, memlirosde urna mesma familia, do-
vem amar-se e ajudar-se reciprocramente como ir-
niaos que sao.
Foi no dia :o do me* pbsaada que os plenipolen-
rianos que eompoema roureieu.ia de Paris, assig-
naram < iratado delinitivo d paz que deve pdr 1er-
rno as hosl.lidades entre a Rusia de urna parto a a
Franca, Inglaterra, Turqdia e Sardenha da ootra :
razando-o todos com a n......salisfacao, par quanlo
neiiliuina d partes inlerlcssadas lu'i Bubmeltida a
menor humilliai.ao.
Poslo qne as eslipalunies coudas nesse Iralado,
que anua se conservaml secrela--, nao seloniem
ObngalorlM senao depois dar trocadas respec-
tivas rallfieacaec, todava he lal a conlianca que
ell inspira que iiidepeniteuleruenle difso, ja de In-
ghiterra partiram ordena para o regresso do e- |ua-
dao que se acha no Bltico, fisto que o armisticio
concordado para as operarnos de Ierra fura ltima-
mente eslendido lambem as do mar.
(I enlliusiasmo do povo Iranrezao ouvir a salva de
101 liros quelite anuiiuriaia a rom lu.-ao da medida
porque lano suspirava, fui consii-.eravel e |irova-
veiinenlc (cria si lo linda maior se nao Tora a trale
lenibranca de que naquelle racimo dia eqnasla mes-
ma hora, ha quarenla e dous anuos patmlos, sollro-
ra ell" a liumilhacao de ver a sua capllal invadida
pelo evercilo adiado depoifi de vencido o grande Na-
polelo i quem adoravam.
Na l'.ns-i.i, ii.i Allemuoha. na Italia, ua llrspa-
nha c mesmo na Inglaterra foi esla noticia receida
com grandes riemonalraroes do jubilo ; cntrelaiilo
reatam aioda ditliculdadea a resolver.
O correspondente do jBmeii, ascrevendn-lhe de
Paris, .aerea du tratado de paz, e\prime-se nos
sesuiules termos :
Logo depois da asign]lnra do Iral.ido de paz no
mlni'terio dea negocios stranjieiras, os plenipoten-
oiioa dirigirani-si -o pajlacin das lilheiias p
1 viamtos que am- communicar esta fflperta4te sarcesao ao imperador.
O imperador recebeu-os na salados embaitadoresj
no meio dos olliciaes de sua casa4' Agradeceu-llier
esta asradavel nolicia e disse que o resultado dos
seus Irahallios durante as conferencias fura a com-
pleta realiaacao das rjalavJas pronuucladas por lord
Clarendon na caatara dos jordsque a paz concluida
pelos ailiados u.io importava eohurea humilh.icao
para a Itussia e que uao cumpromellia nem a dig'ni-
dade. nem a indepft4ejiciHe>-ninKUcm. Esta pai,
em suiuina, he tal que nina grande afio pode pro-
po-la ou acetala sem vergonha, e por isso rene lo-
dos os elementos de seguranca ede durarao. Ac-
crescenlou que esle favoravel resultado era em gran-
de parle devido ao espirito conciliador c modera-
cao quclinhamlcaiaclerisado apolnea da Inglaterra,
e de que lanas provas se I ni lia ni dado no decurso
das conferencias.
Se nao sao estas as palanas tealuaes do impera-
dor, he pelo menos esle o seu espirito.!
Lord Paluirslon aiinuiiciando a conclusao da paz
cmara dos commuiis, disse :
ii Comprazu-me em dizer que a mesma conliali-
dade que ensilo sempre entre ot ailiados dorante a
guerra, conlribaio prineipalmeble para a conclusao
da pat, e que nos acharemos ao cabo desla uuerra
ailiados por um modo mais inliino, e n'uma alliau-
{a ni us ampia (|ue duraule as hoslilidades.
Segundo aununcia o Journal da Debis, paiece
que o Iralado consta de um prembulo e de ;l arls.,
sendo inserta no primeiro a segainle declarado que
he uma lioinenagcm a tranca, no sen desinleresse ;
.i sua lealdade e ao sen espirito conciliador : A Eu-
ropa recouliece que he especialmente aos oslnos
pessoaes de imperador dos Franceses que se deve a
pai.
A Patria exprime se as seguiules termos relali-
vdineuie a este grande aconteeimenlo :
Terminon a criso que linha em anciedade a Eu-
ropa inleira, posto que aiudadevcm seguir-se impor-
tantes episodios ale ao coniplelo desuivol\ imenlo
da queslao oriental. So a mais profunda regucira
deisara de ensergai n'um foturo nebuloso novas iie-
npecias desle drama, cujo prologo araba de fechar-
se u meio .le repiques de sinos, salvas de alegra,
lllumunccs, concert- c dansas,
A paz he o urande, e qua.....Oro successo qne
ocenpa boje a Encopa curiosa. As condiciics geraes
do Iralado a levinhavara-ae fcilmente, mao grado ao
misierio diplomalico que anda luje encobre as suas
formulas.
* Ifat i vanle ao o eeniu pacilico da indualria
reinara amar Negro, aherlo a lodos os imvo. (la
temiveis arsenaea .le Nicolaief c Sebastopol trans
formarse bao em depsitos commerciaes. Determi-
nar-se-hao de urna vez pira sempre as fronleiras de
Bessiiabia e nao sera esle o problema menos diflicil
de resolver Os ehrisiaas serlo lirres no imperio
olloraano, sob a prolecolo das grandes potencias, e
Dnalmente, o- principados danubianos alcancarAn as
reformas de que carecem.
i uuai sera, porm, o sysiema que se adoptara a
til respeilo ".' Serle as duas provincias reunidas em
um su estado indi-pendente a neutro, ou conserva-
rao, sol a soberana, mai- nominal que real, da Pur-
la. a sua amiga siiuaeo, moldurada, ja sp y 0 ,|L..
desembarazada do protectorado maso .' A solocio
desle negoaie ha de levar ainda mnilo lempo.
i' Piiroin a obra do momento esta concluida, O
que liavia a l'a/er. lei-e. Os ailiados frilernisara
com os Russos na Crimea, sombra de um armis-
ticio : as csqiadras do Bltico e do mar .Negro Uve-
rain ordem de icgressar aos parios de Franca e In-
glaterra ; c ja se apromplam os qoarleis permanen-
tes que bao de receber em breve us valenlea de Al-
ma e MalakoL As hieras do Haimbio cso livres a
navegado, e foi permiltida a evpurlacao de cereaea
por todos os porlos da llussia....
ii Lose o seguinle n'uma correspondencia de Paris
da lirlependencia Belga:
i Seria p issiud que Napo'r.lo III nao se seulisse,
de direilo e de faci, lano de direito europcu, co-
mo de direilo nacional, imperador dos Franceses,
quando os plenipotenciarios de toda- as grande- Do-
lencias, reunidos na sua capital, presididos pelo seu
ministro dos negocios estrangeiros, recouslriiiaiii sob
a Ma yila, oliega-lo-hAo?iob a sua inlluciicia,
sol ,i influencia das suas armas vil leosas e (la sua
polilic.i, um systema publico inleiramente novo ua i
Europa } One resta iiiiis da Sanla-Alhanca, iiruaui- !
sada contra a franca e conlra qualqucr probabilida-!
de do regresso de um Bonsparte, quando o impera-'
dor N'apoleo lie a alma de nina alliauca mais digna I
c mais elevada, formada no Congressode Paris, para
Obstar e prevenir todas as ainliinies, para impns-ilu-
lilar as guerras de conquistas, para fazer prevalecer
por toda a parle o direilo e a juslica, para estabele-
cer,sobre mais sol las bases, o equilibrio europeo
liara assmnar urna pax solidas duradoura".' Que res-
la pois do arligo de I SI"), que proscreve a "familia
Bonaparte? L'ina recordacjlo, um durunieulo. u
a He Turim escrevem a mesma gazela que se tal-
la mnilo n'uma amnisti, que brevemente sera con-
cedida pelo papa o pelo re de aples.
n O re da Sardenha e o seu governo proruran
por lodos os meios fazer desapparecer os vestigios das
discordias eivis: alguns subditos sardos, uns oilo ou
dea, foram excluidos da amnista-, depois da insnrrei-
cao de Genova ; agora o ici dc-ejava amnislia-los.
porem como foram couleinnadns por contumacia as
leis do pai/. oppem-se a que se realisem os desejos
do rei. Todava, ja se conceden um salvo conduelo
a um delb- para residir dorante um anno em Ge-
nova, e espera-se que d'squi ale i. se lorio remo-
vido as diflisaldades que se oppOem a amnista.
Lc-se na Patrie :
O conde Oilulf lomou, segnndp se diz, c titulo de
rainislru plenipotcnciariu e cmbanador eilraordi-
nano da llussia na corle da Franca. Assegura-se
de novo que este diplomalico esta'" encarregado de
uoliucar ao imperador a tlcvacao ao Ihroao do czar
Alejandre II, e que esla uolilicaco deve ser leita
com loda a pompa esoleuinidade."
A demora do conde Orion" em Paris, parece dever
prolongar-ae al ao momento em que liver de assis-
lir a roroacao do imperador da Rusta, que pela
na itartelera'manifestado a inlei;ai de ollar a
I'rauca pones lempo depois desla ceremonia.
Esla iillim;.......ri.i foi corroborada por uma cor-
respondencia du o Monileur de la File, que an-
nuucia que se deo ordem em Cronsladt de preparar
urna esiuadrillia para sorvir em nina viagem que o
imperador, c seu irmlo, se propoem fazer na segun-
da quinzena de malo.
Ditera de Huma que Mgr. Palrizi deve partir no
lim de Mi.ii. para Pars, alim .le representar all o
papa no baptismo imperial. Her*" acompanhado de
Mgr. \ illecuurl, hispo da la liocbellc. encarregado
de entregar a S. II. a imperatriz a Kosa de ouro
que o sanio padre Ihe destumu.
Em liinn, Irabalhae arlivaincnle, as repaiti-
ees do ministerio da guerra, em preparar luda- as
medulas necessarias para a olla no evercilo sardo
que se acha na Crimea. Em Genova, prcpaiam-.e
navios para partir a condu/ir as tropas.
E he por isio que, ab-lraiudo das evaejas con.i-
deracues da paz que anda nao cunlieceuios se
a gueri- loi Mil para as potencias occidculaes,
porqui poz plenles, a pureza das suas iu-
len{uei, a extensjo dos seus recursos, a sua cora-
gem indmita e a sua invlolavel boa fe. Militar-
mente consideradas, as pedas da Russiu foram enor-
mes ; meio milhlo de alantessoldados, urna gran-
de esqu ira. aisenaes ricamente abastecidos, todos
os seus meios de transporte interior, -e dissiparain
am don* anuos, c a potencia que des leuliava de tes-
ponder as nossaa admoeslaces em I8">1 pedio a paz
em IS'iil, reconhecen lu a sua necessidade ab-
soluta.
Aban lonou as suas injusta-, prclcncia.-, temperan
0 seu liuii allivo ; sentio-se consnmmida por esse fu-
go devorado! da guerra que lautas vezes .loara nos
Estados mais traeos ; porm a troco desles enormes
sacrificios, a llus-ia alcancou gran les vant'agens :
boje e-la convencida que he pela prospciidade ma-
terial do paiz que pode servir melhor us seus mais
charos inieresses, que sacrificando ludo ao espirito
guerreiru.
Emqiiaiilo quo as potencias belligcranles, as vic-
loliosasea vencida, se reliram de lular com una
grande honra militar, a Ausiria c a Prussia perde-
ram inuiln. Km vex de ser o arbitra da Europa, a
Anslra se sao exactas as nussas infonnaces ', li-
cuu eondemnada a er mera c-i< xladora a- confe-
rencias de Paris. o ,nez Jc mttl) di-ipou a- illu-
ses de Janeiro, c anda mais urna vez Ihe musloii
que lie dcb.ldo que os imperios pensam boje em
conquistar com a peuna o prsmio, pelo qual nao
qniaeram desembaiiliar a espada.
A Russia pollera' reconstruir as suas esquadras,
icnovar os seus exerrilos-, acrumular uovos Ibesou-
ros, mas s potencias da Allemaoba perderam a con-
lianca do inundo e a sua propria e mutua ciinlian-
i;a ; c tornara' ella a renascer '.' I'onse nieto a Al-
Icmanha. l^m<|uanlo a mis e aos nussos valentcs
ailiados, a paz apresentl como um beneficio, por-
que he honrosa Gusloii milita rara, be de esperar
que della poderemos gozar por largos anuos.
Lm grande Conselbo dos priueipaes persouagciis
do imperio rnsso ia ser convocado em Sao Pelers-
burgo |iara discutir varias reformas, sen,lo urna das
ina's imprtenles a inleira abolir i da nidio.
Ilille entes ukasee lioham sido publicados pido im-
perador, abollldo em diversos governos asalinini-
Iracues evrepcionaas creadas em virlude do estado
de guerra, e restabelecendo esses districlos ua svsle-
1 nu ordinario do governo existente antes do roipi-
! meato das hostilidades.
Y.m llamburgo a assemblea dos Burglicis regeila-
a o projeela de uma nova conslitniclo rocomraeo-
dada pela liiela grrniaiiica.
O ducado de Parras lora declarado em estado de
sillo, por cansa dos numerosos aasassinatos alllulli-
I mmenle coinmellidos.
Na Grecia a imprensa combata slgoresamenle os
, minislrua uiliinamente nomeados, parece que por
leiem operado varias mu laucas no pessoal das pre-
reituras, demiltindo alem dls>u duTerenles ompreaa-
. dos policiacs subalternos pur cansa de suas negligen-
ca- na repreaslo dos salu-ado......
Na Pe-a linham-se resubelncido as rolarnosen-
tieo-.ln e o governo da Graa-ll rclanha.
DostMahom .1. kan de Cabul, se liavia apostado
.la provm ia d Caiidahar, e o goveruo persa ia en-
viar Irop.s contra elle.
Na China continua ainla a reiielli.io em campo,
mas ;i eaos.i imperial lem xanlio ulllmnineiile eran-
de ascendencia na provincia de Unan.
Ha India nada con O- Ingle/.es conlinuam a Irabalhar por augmeutar o
territorio que Ihe be sugcilu, e para esse lim nao es-
ciiiuuli-am n meios.
Em o Londres s consolidados firaram, de :\> :\\\
a! 12 7|8 ; os miro por cenlo brasileos a KNI ; os
cinco por cenlo russos a lli(, os douse meio bollan-
de/es :. ,;.i ||- e os seis por rento turros, de 102 a
Mil jpj
Todos os das surgem circumslancias que inspirara
as mais grslas esperancat em favor da realisarao da
nossa estrada de ferro, desse grande melborai'neuto
material, que be desuado a abrir entre mis uma
nova era para a prosperulade da nossa agricultura c
commercio interno.
A trausformaclo que Wall com a applicacao do
vapor operou em diversas liarles da Europa e na
America do norie, nao poda deixar de Iranspor 0
Atlntico e eslender a sua influencia benfica e ci-
villsadora sobre .. Ierra abencoada da Sania Cru/.
Sem embarco dos iuiiiieusos recursos de que dis-
poe a capital du imperio, talves a provincia de Per-
nambucu fosse a primeira ipie naogurasse esse po-
derosoor^o do commuiiicacu.
Entretanto, cerlos motivos Biernm qne esta pro-
vincia nlo livesse a iniciativa desle inelboraiiieiilo ;
mas se a acc,ao precursora nao Ihe perlenre nesta
esphera, uo solo brasileiro, lodas as cousas imlicain
que sera a segunda provincia depois da corle (pie
inaugure um laminhu de ferro no Brasil.
Com elfeilo, alem de oulras eondieAes com queja
contamos para realisarao da vis terrea desla capital
ao San Francisco, vieram de passagem uu%iipor (ba-
gado hontem da Europa, por parle da coupanlna,
o eavallciro S. I'. Vereker, que deve ejercer as fuuc-
cues de lliesuureiro, o empreileiro Mr. Georg Fur-
nes e oulras erapregados. As acedes emittidaa pur
esta empreza lieavain a .VI O|o de premiuem Lon-
dres. Assim, ludo agoora um prospero deslino a
realisarao desle iiielliuramenlo, e peta nossa parle
desjaseos ao* empresarios lodas as laciiidadesque
para esle lim se podem aspirar.
BULLETIM DO CBOLERA-MOKBUS.
ParticipafSet do< hotpitaet.
Hospital do Carmo 6 doenles em tralamenlo.
Il.'l u; i i das peswas que falleceram do cholera-mor-
bos e foram sepultadas no remilerio publico das li
horas da larde do dia _!'. as li horas da larde do
dia 27 de abril de 1836.
Litres.
Numero 2i(( .Manuel Francisco de Sanla-Anna,
Pernambuco. .VI anuos, solteiro, pardo, servente,
S. Antonio, hospital do Carino.
dem 2f>7Joao de Almeila Chaves. Havana, 60
anuos, prelo, ma-i|ibeiro, S. Ai.lomo, hospilal do
Carmo.
dem 2168Manoei Luiz Bastos, Pernambuco, 70
anuos, nolleirn, lirauco, ourives. S. Jos, i ua Im-
perial n. 78,
liscrac.
Numero 8boCslbsrins, frica, 30 anuos, solleira.
prea, s. Antonio, hospital do Carmo.
dem 866Margarida, Pernambuco, 2o annos, sol-
leira, preta, s. Antonio, ra larga do Kosario nu-
mero ii. 39.
HesHmo da mortalidade.
Morlalidade do da 2Js ale as li lloras da lardeli.
I fuen. I mulhcres :! prvulos 2.
Total da morlalidade ale buje 2>S :1,:122.
Hnmen- 1I7miillieres l."ii:i prvulos :lli2.
tiente 2S de abril de 1836.
A coiumissao de hvgiene publica interine,
Drs. Firmo Xancr, secretario,
servando de presidente.
/. Poggi, adjunto,
servindo do secretario.
ommunkijfco.
I jmbem aoompanhamos so autor da necrologa,
ou adens de despedida ao finado lenle-Coronel
llerrulano llaudeira de Mello, publicada no Diario
de boje, no senilmente que mostra pelo mesmo fi-
nado, de quem lambein eramos amigo, e a cuja me-
moria nos coofessamos grato. Em verdade, aquello
lente-coronel possoia qualidsdes emineutissmas :
quas que desconhecia desafleic^es na comarca, onde
resida, cojos habitantes, em eeral, senlem a sua fal-
la, que larde ou nunca lela' preeuchida.
Nao obstante, porem, ser isso assim, nao (levemos
deixar passar al.urnas encxarlides, que Iraz aquella
nccrulogia, no lugar onde diz nao obstante a- vigi-
lias dos seus amigos Ur. delegado Moseoso, Domin-
gos, l'ranklin, e oulros. O Ilustre finado era
amante da verdade, e fallar a esta he faltar-lhecom
o respeilo : por forma alguma querera elle, qoe a
mao da mentira fosse plantar goivos, e sempre-vivas
em roda do seu tmulo !
lie pois no intitulo de rorrigirmns a- inevacldes
em queslao, que recorremos boje ao vehculo da im-
prenta, nico ao nosso ale mee.
Sabemos de foute pora, que com quanto o finado
leiieiile-curunel Bandeira .le Mello, adoecesse na
casa do delegado l)r. .Moscuzo, onde passou duas
nuiles, nunca o dito delegado, nem o l'ranklin, que
mora na mesma casa, tomaram o ineommodo de en-
trar no qnarlo do doente, depois das huras du agasa-
llio !! ODomingos.se lien llamingos que julsamos,
embora muilo inleresse mostiasse pelo reslabclcci-
ment du ine-iuo (lenle, nunca I' foi, depois das
ditas lloras.
, O sen a sea dono! Os nicos que vel.iram a ca*
beceira do doente, e que assisliram as suas toncas in-
somnias,foram a sua virluosa esposa,e o cadete Frau-
clsco Genuino.Siiii.Ths. que, honra Ihe seja feila,
achava-se ainuV em convaleseenca.
No lercero da de sua molestia o finado lenle
corouel relirou-se da casa do delegado, tanto por
consclho do mdico aasiateule, como por cerlo cho-
que qne alli recebera. Na noile d'essc dia. que pre-
ceden justamente o de sua marte, siiccedida a 20 de
marcu, e nao a 22. como se diz na necrolugia a que
alludiinos, achon se elle quasi s com a sua|virtuosa
esposa ; pur quanio, sobreviudo uma indisposi^ao ao
cadete, c esle convidaudo a um dos Ircs. do quem se
f.iz uieiicao na uecrologia, para o ajudar leve em
reposta : eslou incoininodado !!
I- ni lmenle, na occasiao do seu passamcnln nin-
suein mais all seachou, do que o cadete, de quem
lemos fallado, o alteres Capislrano, e lleurquc Luiz
Pereira de Lira: foram estes |os que Ihe apertaram a
maoforam estes os que recnlheram os seus nlli-
mos a.leosesforam esles os que llic fecharan! os
olhos '.'.'.
O alferes Capislrano maravilbado de lano sola-
mcnlo, e lodo banhado era lagrimas exclamen : (.le
liomens Oue liumeus sao os de Nazarelli '.'.'. Como
abandonan! a urna pessoa de lano nierecmieiilo
a uma pessoa. do quem se diziam amigosa uma
pessoa, que lana os servio !!!...
Nao censuramos ao autor da necrologa, porque
sabemos que sobre inorar a nimias leguas da eidade
de Na/.arclh, nao eslava presente quando succedeu a
morlc do nosso amigo ; mas rogamos-lhe que esleja
de obre aviso, para nao escrevr cousa alguma sob
informadles de pessoas, que com facilidade se apar-
lam do rigor da verdade.
Kecife 2 de abril de 1836.
0tc$ponbcntM.
Iljrreiros (i de abril.
O correspondente do Itio l'ormoso no Diario d;
l'ernainbucoio 27 de marcu prximo passado,permil-
la-me dizcr-lhe fui Injusto paca cun o juix de di-
reilo da comarca Dr. Jos l'ilippe Suuza Lca,
quando disse que esle eximio magistrado nao se lem
abalado com os gemidos, e dores dos desvalidos na
calamitosa quadra.Jem qne nos acharaos. Se quera
eslii mais dislanle da luz participa de seu turgor,
com multo maior razan aquclle que junio a ella
permanece. 3e o Dr. Jos l'ilippe lem sido incau-
savcl cm dar providencias para o termo de llarrei-
ros na prese.ile crise, onde as respectivas autorida-
des Iccui patenteado sentimentos de caridade : se o
Dr. Jos l'ilippe tem elevado as suas vi-las mais ao
longe, nao menos o lera feilo na sede de sua comar-
ca, onde reside. Appareeain as autoridades de llar-
reros, digam (pial nao lem sido u cuidado do Dr.
juiz de direilo ; convencaiii a> correspondente do
Itio I-o iiio-o, ou a algum incauto, se aquelle digno
magistrado mauleve una assidna correspondencia
rom Barreiros no empeabo de ac.nielar ns seus ha
1.llame- dos faU>?s_splj,cs do iniroico.
Ningacm pode disputar as ptimas qoalidadcsdo
Mr. .lose l'ilippe, nao s em relac.io a .funccionaiio
publico, como a cidadao particular. Na quahdade
He magistrado faz o Dr. Im Kilippe honVa a 'sua
classe ; iie digno das vestes do sacerdocio de The-
mis ; lem a virlude de nao snjeilar ;i mercanca o
s.iiicluario da jnslica : na de cidadao privado he
scnsivel ao mal do prximo, nutre scnimenlos de
pbllanlropla, predicados este-, que se compadecem
com o carcter de juslica. c redoblo, deque gou.
fallo peanle o publico', que Condece o Sr. Dr. Jos
l'ilippe do Sonsa l.eao.
Censura anda o correspondente do Hio Formse
o juiz ds direilo, por haver evig lo elleslados a pes-
soas a quem enearregoo das despezas que se lizes-
sem com os desvalidos, alim de justificar essas roes-
masdespesas : esse procedimento do Sr. Dr. Souza
Lelo, awai convence quanto he elle cioso de sua
rcnutacilo, e o homciil que nao liver este rimne, e
dcivar correr as censas a discrfclo do lempo, mos-
lia que he faciluno r.a rommissao de aclos repugnan-
les. lalvez que alguem pense, cuino o nensou O
curre-pon lente do Itio Fortnoso, que n Sr. |lr. ot
Kilippe peeeou na exigencia desses atlestsdos ; mas
engana-sa redondamente : slgom rcrentimento
de |iosicao social |,t. ,|,. p,|,. oflerecer a conside-
racao desle perca lo ; mas se altender que onde falla
u dever, cenara as consideraron de postean, con-
cordar se-ha qoe o Sr. Dr. Jos l'ilippe'nao pre-
tenden mais.du qoe por a coberlo da loquaeulad de
alguem o seu credilo, viste (|nc lem do submetler
essas mamas despezas a iipprovarlo de um iuio
superior. Eslou mi ni......me convencido inie u su-
perior lem cuuscienria de quem seja o Sr. Dr. Jos
l'ilippe ; para acreditar as coulas por elle dadas
nao se laziam de-mister atleslados, mas elle cum-
prio um dever, reclamado pela honra, nem mai-,
nem menos, e nunca Imaginon que essa exigencia
te.se tair a insccpllbilidade dc alguem, (piando
ella preceden de nina causa justa. Seja qual lor a
roparlicao. seja qual for o chefe dclla.sempie que se
, trata de prestar canias de -cus aclos, esles nao liem
somenle em abono .lesna rogotarldndc ccvisieucia
a honradez do chele, raz-se preciso a apparicao de
documentos, que jiratlliquem os meamos netas, sem
que se |iosse lobrigar una oq"enss de susceplibilida-
de. mi de honra, uma vez que o dever falla mais
alio, que lo la e qualqucr consideradlo, i'urlanln,
n.lo ha ra/.Ao alguma de quelxa, ou oflensa, por ha-
ver ,. |lr. juiz de direilo exigido alleslados, que jus-
lillcasaem ante o enverno ds provincia i, despezas
feilas rom a classe desvalida na crise cholenca.
o Barrrirentr.
Nao podendo elevar-se ale o
o homem lio'neslo, o calumniador
procura; dillamando-o, abaixa-
lo ate ai. o
(Constituir Bastos.)
Leudo eu o seu aecreditado jornal de hontem, de-
re com ...na au, acosa correspondencia, qne res
. r "i A""""" (:,rl"i Kr Bargos
o ice de Leo.,, na qual acremente acensa a seu SO-
groe sr. commendadoi Antonio de Siqneira Caval-
ca ., como o causal desses processos enea......hados
conlra elle, de divorcio, eiveis c criminaos.
Nao solfreu-me a paciencia de deixar appresenUr
alguma ponderosa observarlo a respeilo ; por delfe
lenca ao Sr. commendadur que se nao le... defeudi-
lu, he por nao querer .el,avar-,e, e nao por faltar
me.,,, comprobatorios para petfeitameote destruir
graves impulacnesde sen genro aml2ll4 ,.,
quera, do eu deixar de parle a demonslracao das ou-
teas fals dales, panso a mostrar que he uma rcvol-
li.ile calumnia, ser o Sr. commendadur aulor desses
procesaos criminar,, o cuja imputado degradante
d.'dicd,Uf"0.....''*> er coberlo
Muilu de leve fallad desse divorcio .,,, se pa-
rece nao ser posmel fazer,e crer que baja nal que
quem descasar a sua hlha, tanto ais sendo anda
oven ; e nem mes.no que dando-se motivos para
qual.,uer prnfundu desgnste, ,,a Mj| ,, ,irimeire
barmonisa-los, evitando por lodos os nielo, a seu al-
cance que reproduzam a, desinlelligencia* ; assim
poslo be de pre..,r-sequc seja inexacto ler ido o
.Sr. coininen.lador a (alai ,Hudila |em|,rrtnM ,,,
(oncorier para a prupria des-raca de su. digna' lili..,
enelus,em satisfago a nma leuea vingau.a. Nao
ob-lanle essa m.nlia cuiisideracao, nao 'piocuru,
nao aceito e nem quero sustentar urna discnssl
acerca de um lio grave nenocio.que dcmasUdainen-
le allecla e uivohe horrivel.nenle laulas odios.da
de,, Ujo enorme p eso au sei inesino sobre quem
recal.ira ; paranlo, fu-mdu quanlo roe for poss.vel
de tratar dessa ergonhosa questlo, deixoa de bom
lirado a quem melhor estomago liver, ou aos seus
contendores.
Nao po,,o,porem.deixar de lachar de mu calum-
inosa a as-ercao do .sr. Ilurgos, prclendendo as-eve-
1Lff ''""''.' 'e src,li,raPr"CessoscrJm.naes.p,
norleoporroubo. O que provam esses documen-
los que ajunlou. de pronuncia e desprunuuc.a ?
Cousa alguma que possa p,,.,,icar ,a ^,e ,,,,
Juera ouv.r o Sr. Burgos l.,u ufano assegu.ar em
uma publ.racau.que deram-se taes fados que sao m-
coutesUveis, e que lem provas de suas veracidades,
da na verdade grande vunlade de desalar-ae calrou-
dosas gargalnadas, por qoe nao he elle jamis capaz
de appreseutar prova alguma que o auturise a fazer
acreditar ter o -eu sogro, nem alguem por elle, in-
tentado nenhuma aeclo criminal a que aliadlo ; uao
so |iela razao de mo poder um sogro denunciar e
procesa do genro, o que he expressamenle prohi-
bido pelo cdigo do ptaceeso criminal, arl. 73, 5 I.-,
como por nao ser mesmu pussivel suppor-se que o
.sr. comniendador, lulo e condecido por pessoa de
probidado e consideraclu, livesse perdido o senso,
para ler a mpcrdoavel indignidade de suscitar (iro-
sos.ilcssa ordem por crmes que nao he permillido
delender-se sollo a seu proprio genro, que deveria
elle mesmu querer que gosassa de toda a llberdade
para pru.lu/ir sua def-za na causa de divorcio.
lor mu.lo, respeilo* julgo-me habilitado em des-
arroular oSr. co.nineii.iador deseas odiosas e gravis-
Simas arguices, laucada, pelo seu genro, nao s por
elle me merece, minia coouanoa, como porque au-
bejamenle eslou informado que elle nenhuma parle
lomou nes.es processoa criiiiinacs.
O Sr. Burgos nao pndera provar o que avaorou e
emquanlo assim meiilir lao despejadamenle,' mo
podera arredar do merecido lauco de um miscravel
malrciro c do mai- vil calumniador, e desla sorle
neuhum peso, nem o mais mnimo crdito, lern as
gravissimas impuUcAes atiradas impeluosamenlc a
seu logro, concernen tos a seus negocios.
Peco a Vmcs. digncin-se fazer inserir cm sua folha
cslasu.-casliiihas.queinuiloobrigado ficara, quem
he seu constante leilor
J. S. S. C.
A maior garanlia dos direilos da, viuvas, orphaas,
desvalidos, pupillos, e desvalidos, sempre foi a .le-
vo, .lo de MAK1A.
Emlim das tentacnes bsnebrosas, com qoe o ini-
migu da nossa alma costuma atenlar na hora da
unirle, sempre Iriumpl.araui os devoto, ciiistanles de
HARA.
Por tanto lodos recorramos fervorosos ueste S.
me/. Mariano.i a loiivar a iinuiaculada e sempre
virgem MAKIa.
A ELMIRA
Poesa dedicada ao lllro.e L"\m. Sr. Dr.
J,i;i(|iiiiii Pires Uacliado Portella direc-
tor {jeraI da irutrucCHO puhlica |>or Al.
F. C Couto..
A la indillercuca ao, meus gemido,
Criminosa nao he, bella ingrata '.'
Dr. ./. de II. /'. de A. M.
Elmira, |mr i|ue me nesas
lio leu sorrlso d'amor *
Por que traa- com rigor
Meu sensivel coracao '*
Meu gemer nao le commove,
Nao ico. de .lulu eompeisao '.'
Ah Elmira, se sonbesses
i) quanlo lenhu sollridu,
Km desesperu gemido,
Sonieule por le adorar.
lalvez, Elmira, lalvez
Eu deilasae de penar !
Pois he lal o duro eslado
Em que vive esla miiih'alma,
Ctee jamis tanhude calma
f'm sii momelo,., um instante,..
Em silencio vive all.co
A carpir leu lula amante '
Ad Elmira, abranda, abran la
Essa tua impicdade !
lio leu peito a rrueldade
-Me punge, gentil dnnzclla,
A pando, que me inspiraste,
Inda mais cresce com ella !
A-sim que. -s ser, Elmira,
Aulhora da mioha morle.
Muda a minlia triste sorle.
Fase, Elmira, venturoso,
Aquelle que a lodo inslanle
D'amor vive delirse !
Ah! meu bem, scompassiva.
Allende a voz da razo,
Cnirespnude esla paixao
Oue por li meu pcilo seule,
l'ois eu proleslo-le amor,
O' Elmira eternamenle.
II.
Mas. Elmira cruel lii me desprezas !
Por que causas meu penar?...
Dos teus labios gentts um ine.--o riso,
Eu jamis bei "le gosar !
leu peilo para mim he qual u marmol
liisensivel, regalado,
Km premio desle ainer que te consagro
Por li son lio despresado !
I alai idea, que ininlia alma allliue.
De tormento, alquebrada !
Porque nao veos, u morle, extinguir pre-les
Esla vida amargurada .'!..
III.
O" Elmira gentil, lu que me causas
rio acerbo sollrer. cavando horrendo,
Agucado punbal dentro do pcilo,
Que suspira por li, geme c delira,
Pur que zombas. cruel, de meus tormentes'.'!..
Insensivel t s... e que eu nao posia
I ara sempre arraneai -le de iniulia alma :...
.Srs. redadme.. Vendo no seu Diario dc 7
corrente a (railuce.io que o Kvm. Fr. Lino fez do
precedo de Santo Agostiuno superDua divilum
necessaria paoperum os neos leem obrlesrlo
de soccorrer os pobres, e vendo que esla Iraduccao
saino livre dc inais.e que podem dahi resultar alguns
incoiivenienUs.per-se poder suppor que lrsla-se de
uma obrigae.io jurdica, e nao elhira ou mural, as-
sentei de la,cr estas rellevoes, e de dizer que jul-,
gu mais bel a seguinle Iraduccao os pobres pre-
cisara das sobras dos ricos. Como purem alguem
possa suppor que estas reflcxues importara a condera-
naelo da- ideas de cari.iade, e amor do prximo,
aprovcilo a occasiao para declarar que tambera as
adopto, como ,leve adoptar to lo u christao. Com a
.nsercao deslas lindas muilu obrigarlo seuhores
redactores ao seu assignanle e amigo das Iraducccj
ao pe da Icllra
./oo a. de Sou-.a Hctlnio de Araujo Vertir
> de abril de ISili.
y&nWUnedtjS apetito.
O SAMO ME/. MAR|Tn0.
Clirisiaos catliolicos, generosos liabilautes do Per-
nambucu, desperiai-vos e eneheivoa de uma sania,
e espiritual alegra : pois prestes, vamos celebra!
nesia eidade o dcima universario'dosexereicios Ma-
riannns em louvor da SS. Virgem ImniaruladaMA-
uossa carinlioss mai, e refugio dos grandes necea-
III4 dores.
Devoios liis, excilai-vos, preparai-vos vncelos
obstculo., rc-olvei-vus, e virales aos templos para
cavar a \ irgcm SS. nesle abeneoado mez de maio.
E o, mez omi.ieulciiic.ite calbolico, para se festejar
en, lodas as Magnas, c em lodos os ngulos da Ier-
ra E o me/, verdaderamente agradavel a DOS ;
pois esaltando-se, MAKIA engrandece-ae e iop-
plioa-se lervorosamenle, e cora plena f por :il das
a Sanfissima Trindsde : Ao Pai Eterno para ler cs-
gotado ua creado de MAKIA ana Divina omnipo-
tencia : ao Divino F,.piulo Santo, para te-la enn-
naesido de ludas as grecas e santidsde ; e ad Verbo
Divino para le-la ornada dc todas as virlude--, c pre-
rngalivas ; e fazendo-a s Inferior a HEOS, cons-
l.luio, Inlinitamenle superior a lodas as gerarehias
anglicas, e santas da Ierra.
O' mez Marianno, mez venturoso, mez afortuna-
do, e feliz mez das conversos, das confisscs, e das
indulgencias me/, das recnncilinces, das esmolaa,
e das desvalida|amparadas lintz emlim da sania mo-
destia ; mez das vinzens, daa casias e dos varos ho-
nestos ; henidilo enire nos para sempre o leu raap-
parecin.enlo ; e quem he Uo nescio, qoe podera ne-
gar nas vantagena, o valor!
Illasfcmein embora os inimigos principaes da la
Baioha MAKIA, com Neslono. os heredes que
negam a divina maternidade ; com llelvidio : osi.n-
pios que nan admilein a purissima virgindade de
.MAKIA. e com os sacrilegos torpea Lateros, os dc-
soncslus, chincalhando e ridicularisando, lodo n cil-
io de iptrdulio da greja sania, e dos liis prestado
a MAKIA; ippellidaodo-0 de fanatismo, sopres-
lirfto e idolatra ; u.is porque ao contrario rom toda
a razio o senlraos, e presuadimo-nus, le sau da
mo. (c abdcennos o Sanio mea Marisnno.
l'ois a prodigiosa e visibilissima reforma univer-
sal, c particular, qne se ve, e observa dos costumes :
o rpido progresso, que esla fasendo a religia.i ra-
il.olica, nos reinns, provineias, eidades, villas, po-
voaces. familias; e mesmo nesle Pernambuco,
nao se deve ao Santo mez Marianno ?
Oh como a Esposa nica. Santa, e Ilibata de Je
sus Cl.nslo, a S. romana .areja eslava cercada das
insidias infernaes no comeen desle secute Xl\ ".' mas
gracas ao Sanio mez Marianno desde o anno de ISI.
anno em que loi eslsbelerido em Europa, que a re-
ligilo ealholica de Kuma.trra tomado proporeOel lao
eollossaes, sonde ten, raiado lal devocaa. que o in-
fernoeomsoui satelliles, treme de ama completa
derrote ; pela unidade cenlnlicn, com que tendera os
povoa para a rabeca visivel da S. romana isreia
Po IX.
F:m ponen- anuos, o calholieismo lem adquirido
lauta vida, tanta svmpalbia, e adesao diz um ce-
lebre autor nao suspeilo que nao acabara este secu-
te 10 sem que o* cal ludiros rumanos celebren en,
Londres o .aerifico .la S. mis-a no profanado tem-
plo de S. Paulo.
Lia p.us, vclloto-i's lillio, de MAKIA, renovai,
e pralirai vossoa protestos, que por centenares de
vezes Bxeste* as vossas oraeOes publicas, c pri-
vadas, nos meze* penados de uto e de pranlo ; en-
fao quando o anjo rxlermnadnr enviado por DF.OS
contra nossos peccadns, quando.a pesie quando ocho-
lera-raorbus enlre nos feria, e matava, nao quanto
exiga a divina juslica, mas um pequea numero
a visla e proporc'.o da mullidlo que habite nesta
capital] um pequeo numero : e isio devido a for-
lissima barrejra, qne ns devotos,e devotos de MAKIA
e de S. mez Marianno, oppu/eram ao irado Senhor.
Acorastm, que respiramos o- ares mais relatares,
aora que reapparereu a bananca misericordiosa
to pedida, e desojada ; agora emlim que o correr
dos dias trouxeram em suas azas endouradas, o S.
mez Marianno, tiremos ama hura em lodos os dias
desle raeini.ravel rae/:c luuvemos em uma das iare-
jsa ..IAKIA :
Por quanlo mais subida. OU nfima, sera a posieo
en. que arhauo nos por divina disposicln na hu-
mana soriedade, nlo llenaremos de ser lilhoa de
MAKIA ; pur roiisegninte os grandes ennfundem-
se com os pequeos, os Odalgo prostam-ee Igual-
mente com os humildes, as ricas Lzem causa com-
mura cora as pobres, as sutortdsdes unam-se cora os
subalternos, os pas de familia com seus Ribos, cai-
xeiros, c aerms. Pois o bou. excmplo he a nica
linguagem que lieos, c ns nevos respeilam, e aben-
cuain.
Imitemos de bosmente ao S. rei David que loco
que o anjo exterminado! na eir de Judas Jesabeo,
enibaiuhoi, a espada con. .pie por|ordem do AllioM-
ino Senhor lieos derraiuava apele cu, Jerusalera:
correu juntamente aos grandes, efpovos, sacerdotes
c levitas a -.criticar e loovsr ou Senhor.
A maior clona que Coilbe sempre aos liomens
mais illuslrct, e inullieres li laloai sempre loi liuini-
liaiem-sc na iereja pesante lieos e MAKIA San-
lissiraa.
A chave de ouro capaz de abrir nos infinitos llie-
souros escondidas ao SS. Corelo de Jess para
bem desempenhar empregos de alia importancia,
sempre foi rtevoco por MAKIA.
A s da sabedor,a. a mal fiel e sincera das letras,
e de todas o, se.eneas divina i e humanas, semiire
foi a dcvoeao de '.I \ll| \.
A ancora a mais ci.ra coi,ira ludas lenlaccs, ;
perigoasempiefoiedevariode MAKIA.
O qaadro aterrador, que ante meus olhos,
Com negras cores, se desenlia horr.vel,
So lu, morle fatal, extinguir podes !....
oa, vos ligeira, vemn morle,
Despedurar-me o peilo com leus golpes ;
S.ra. vem, vem pressorosa, rouba a vida
Dum amanto infeliz, que ja nao pode
lis martyrioasoOrer, que o dilacerara !...
Destecha sobre mim leu braco intenso,
az-me baixar a campa... a'necra rampa,
Pavorosa morada dos finados :...
E tu Elmira o bronze lacrimosa*
Ouvirs de quando em quando
io campanario a lastimar Iristonho,
Minha morle epregoando...
lalvez, quepiedosa aos reos implore,
Pelo amanto que murreu,
E um jm.do de ten pe.lo ingrato
Exhales por quem sollren :...
JE ah, uo silencio dos sepulcros,
Em huras morasquando a lena envidia,
fcm negro maulo, que disperla n'alma
Pavor soml.rin, que lolhendo o, passos
Do Irisla viajor que sii procura
O horror da solidlo da campa fria,
Vaz requintar a dor, o pranlo, o lulo,
Da ualureza alinda, amargurada...
Ave agoureira, esvoacando Irisle
Sobre o c> preste, que adoruar-me o tmulo.
Por mim um cauto entoara funreo
IV.
Na campa negra
ijue me encerrar,
Descanco elenm
llei de en. .un.ii.
Nao mais tormentos
Me bao de pungir,
Meu Irisle pranlo
Se ha de extinguir.
Adcos, Elmira !
Funesta sorle...
O leu desprezo
Me .leu a morle !
Kecife ->l de agosto de 1835,
Srs. redactores.Ouat.lo Icio o seu respeilavel
Diario presto-lhe toda atlmcan que me merece, nao
wi para quasi saber do que se paasa de interrssanle
em loda a Europ., como para cullivar a minha fra-
ca esphera, rom suas identificas doutrinas: onde
uma dellas he da l-iif/ina Aculsa, pois muilo me
enlrelenho con, sua leitura, reconlieco era Vmcs.
saber, e*rtrtudc, e como de curasao son'amanto des-
ses deas predicados, por isso cnnteaso.que son amigo
de mes. a quem dirijo minbas fclicil.ces. poslo
que nao tenha a distincla honra "de os ro-
nhecer, para com mais veras render Ibes meu- S-
rcelos.
Dizem Vmcs. na Pagina Acuita do Diario
de II do rorrete que nao Ibes lie possivel publicar
longas correspondencias,que Ihe sao remedidas de fu-
ra da capital e appresenlam o motivo de assim obrar ;
faro-Ibes jostii;a,sou o primeiro a reronhcce-la.e por
isso aguardo ouira occasiao para Ihe dirigir minlias
noticias ; nao Ihe as dando sgora, por ser a vez pri-
meira que me vou apresentar como noliciador das
miserias que soUre a pobre freguezia de >ossa Sc-
nhora da iConceicao de II .maraca, por isso que
lomei a deliberadlo de me dirigir a Vmcs. valen-
do-rae do seu imparcial Diario para dar publicidade
ao gemido de miseria dos meus romparochianos, e
i raaos.
Esta infeliz IJba, outr'ora tao risnnha, boje adia-
se quasi que caberla como crep da viuvez.c orphau-
datlr. e parece que esquecida de Deos.e dos homen-,
de Heos por que ainda nlo nos achon capazes, de
mandar ao Anjo, que suspenda a espsda de sua Di-
vina Juslica, e dos bonicos, porque poneos sao os
que se compadessem das miserias que soflre o povo
desls ilha com os estragos da pesie, que a falla do
necessario recurso desee a sepultura.
Pcrto de duzenlos mfeli.es lem sido vieliraa- do
cholera, e se disser que a quarla parte desses infeli-
zes foram os que receberam soccorros corporaes, e
espintuaes, eslou a dizer que Bgo erro, por quanto
SU presencio clamores lamenlaveis, que justifican
o meu dito.
Esla freguezia he pobre, assim mesmo alguns se-
uhores caritativos com marcadas esmotas mensees
do que podem dispr, soccorrem a alguns mi.eraveis,
que es espencas dos mesinos ja/em em suas casas, e,
I em um hospilal por elles creado, sendo caiva e dis-
tribuidor das esmollas o capataz Manuel Vieira da
Silva, que dolado de um Corelo caritativo, nao se
lem p..upad., a rumprir com o dever de christao,
acodindo os doenles uo sen maior veame, ajudado
pelos Srs. Manuel Lopes c Joaquim Branca, que
pnuco menos lem (sito, porem feliz desla pobre ilha
se su preeisesse de soccorro a povoa^lo do Pilar, on-
de moram os dilos seuhores, porque nesse caso es-
taamos bem, mas, todas as :t legoa de que
se corapOe esla freguezia padecen! con, o llagello da
pesie, e os inlelizes atacados inorrem sera recurso
corporal, e espiritual, pois em quanl a remedios, a
falla dalles, e o dcscsl eio, faz laucar nico de qual
qoer erva, que so lera servido par alliviar mais o
passamento ajudado de nao poderera sustentar uma
dieta rigorosa por falla de recarso.
No tocante ao espiritual, isio he a maior miseria,
pois se nao fo-se o digna padre Joso Vrenle Goedea
Pacheco, enlao a maior parle dos iufelizes que lera
morrillo serian, poucu menos que animaes ; porem
assim nao lem encendido, por quanto nao ha hora do
alia, e da noile que esto .li-.uu ministro dc Jess
Chrislo nao acuda ao chamado do moribundo, eon-
tessaiidn-o o consolando-n com a verdadeira arenca
de nossa Sania Religilo, dando com isso provas que
Baba cumplir rom os sagrados deveres de seu ma-J
gislerlo; esle padre he pobre, assim inclino
reparte o seu pao com a pobreza, sem espirito de
yaimloria. pois so o seu lim he a caridade que dse-
ja fazer ao seu prximo.
Se ruto fosse esle dlgaa) sacerdote ela ilha ponen
fallara para ralo er comparada a frica, a excepeo
da povoacflo do Pilar, a onde inora o vicari i inle'ri-
no, qa como pastor alo lera domado morrer o, da
lu seu ns soecurros eapliiluaee.
Devo dizer mai-, que nao salisfeilo o padre l.ue-
des Pacheco, era acudir aos que o chamam, declarou
no acto da missa, que, poslo nao ser de sua obriga-
Slo.-e prestarla a ronfessar por desobriga a todos que
quiMsaeui rumprir Io santo preceito, e qoe a paga
que exiga por esse Irabalho que ia ler, era a verda-
deira flor de conlr.cao dos penitentes, e qual o rc-
su lado / mas de qoalro cenias pessoas tem re-
celado a sagrada forma, e ainda conlinuam a rece-
ber.
Emlim o padre Geodas uo qoereodn ver o no-
vo nesta quadra lastimosa sem se empregar eni
louvar a lieos, chama-o a orae.io lodas as uuites em
uma capella de sin propriedade da invocarla do Se-
nhor ilom Jess Menino, liavendo nuiles de mais de
M) | --.- que a D-os vao orar; este sacerdote, lieos
(i hade recompensar, nesla o na ootra vida, pois s
he de quem quer a paga. Mo teuho coragem
para pintar o quadra de miseria dos mens romparo-
(liianos, e por isso quando med.spza dizer o que
Rea dito foi nicamente para a visla da verdade que
realo, o Exm. presidente ulliar-nos como aulorida-
de superior, e como verdadeira chrislao. uao nusdei-
xandu morrer de miseria. O digno medico desle ter-
mo o Di. Joao 11 .Huno si nlo lem nos visitada cons-
tantemente, ralo be seuao deti.to ao aperto que se
lora visto com a infeliz villa de lguaiass ande re-
nde o dilo duutor, pois os estragos oaquella villa cau-
slo eompaixlo ; poslo que nao sao de mais horrores
que os nossos. .
Queiram fazer o especial favor, a mim e a in-
feliz ilha dc llamaraca, dando publicidade, ao teu
echo de dor ; pois por parto della muilo Ibes era
abrigado,
ti notc rodos- das miserias de llamaraca.
III de abril de IsMi.
Illm. Sr. Francisco de F. Camboa.Meu bom
amigo. Para lien- a V. S., ea essa provincia ; i im-
prensa Pernambucana e a mim; a V. S., por ver lau
rico frurlu da sua lida humanitaria ; provincia.por
que nao repulsa a luz que maus amigas Ihe eslo
. ilerereiidu ; ao jornaiismu Pernambucaoo, porque
ousa moslrar-se liberal no assumplo em que mais
importo que o seja: na in-irurcao publica ; linal-
nieute a mim, porque, coadjuvadu nos meus esfor-
eo- por esses redactores sisudjse palriolicas, favo-
neado por lal varan romo he o Exm. presidente da
provincia, e compreheiidido j, segundo persumo e
gracas as perseverantes demonslraciies de V. S. e a-
valiado com juslica pelos cavalheiros de merecida
indueiicia na localidade, posso ja promeller-me quo
anda qoando iiciiliuin uulru ponto do imperio livei-
,e entendido a iinmeusa valia da innovadlo nroposla,
bastava Pernambuco para com o seu exemplo Ihe
assegurar futuros prsperos e daradouros e ooiver-
saes.
I'elizmcnte ha ainda uo imperio oulras provincias
em qne posso e devo ter esperanjas, lano e lio bem
fundado he o conceito que formo dos seos edefes pu-
l lien- e dos missionarius que por ia andam desla nos-
sa religilo lerreslre do ensuio pela amor. Sei que la
e ca a regenerato da escola esla definitiva e irrevo-
gav cimente comerada ; o recuar,ser-lde-hia j agora
cem vezes mais diflicil, e cem veies mais prodigio
que o progredir al a sua plena cumsumaca... Ani-
mo.pnis, meu charo apostelo O mais diflicil da soa
un-,... esla passado. Coulinue a fazer railagres co-
mo os qoe lem feito. Inicie romo lem iniciado pin.
tessores para irem d,.seminando o bem, e durma
descanadu que a Providencia ha de cumprir com o
seo oflicio.
Incluso remello am titule em qoe na minha qua-
lidade de aulor, e como tal zeladur nato do melhodV,
cu corametlo a V. S. aquiilo mesmo que V. S. ji,
esll evei.-ulan.ln espontneamente: o ciear e afTervo-
rar propagadores pralicos da sau doulrina, Sinlu
nao puderdar a este titulo ura carcter official em
razao de ser eu estrangeiro ; mas lalvez que sobre
esle meu lestemunho a autoridade competente dahi
nlo duvide dar a V. S. algum nutro ttulo mais po-
sitivo e ellicaz. Oxal seria ouro sobre azul.
A.lens, meu charo Sr., continu sempre a dar-mc
lio boas noticias suas e uossas.e creia mu de veras
na sinceridade com que me assigno. De V. S. admi-
rador amigo e criado obrigadissimo.
Lisboa 10 de novembro de I85.
o A. F. Catlillto.
i?nmtxo.
r-KACA DO RECIFE ->H DE'ABRIL AS3
HOKAS DA TARDE.
Culac, es olliciaes.
Descont de Icllras de 3 mez-- I ao mez.
t'rcderico flobilliard, presidente.
/'. Ilorges, secretorio.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 21 a prazo.e 7 ', a 21 0|8 d. por 19
i( Paris, 353 rs. por f.
a Lisboa, lim por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Vcoes do Banco, 35 Ori) de premio.
\CfOes da companhia de lleheribe. .
Accoes da companhia Peraumbucaua
L'lilidade Publica, 30 pur cento de
Indemiiisadora. sem veodas.
Disconlo de Icllras, de 10 a 1 por 0|.q
META ES.
Ouro.(Incas despalilllas. ->g,
Moe.ias de bi00 veldas ....
i n to'.00 novas ....
> 4.JO0D.......
Prala.Palaces brasileiros......
Pesos columnarios......
" roexicauus. .....
.VinOOO
ao par.
premio.
iiSSJSOO
tl'.-HMHI
9KXI0
OUO
-J8000
aLKANDEUA.
Keudiinento do dia 1 a 26. .
dem do dia -JS......
36:7!r*S37
1I:.I803OT(I
3iO:17l}097
Deiearregam hoic 29 de abril.
lia lera inglezaBonitamercidorias.
ilrci inglezaJ. Ilurielu\em.
Barra porluguezaFiordo Portodiversos generas.
llares francesafratasa MaihUdemercaduras.
Escuna ingieraKhsmpeca de ferro.
Polaca brasileira/.tloza f/feriaba e sabao.
IVIPORTACAO
Palachu nacional Amazonas, viada da llabia
rousignailo a Auloniu Luiz de Oliveira Azevedo ma-
uifeslou o seguinle:
130 barricas com genebra ; a Rolhe Bidoulac.
caixoles com 'JO libras de camphora ; a Lima
J uninr ^ C.
I dito medicamentos ; a Joao C. Bravo & C.
1011 caixinhas charutos ; a Cornelia C. Ululas
Marlins.
302 na- ditos ; a I. II. Caensly.
10 latas rom oleo de ricino, 2 saccascom 10 arro-
bas de colla ; a Vicente Jos de Brilo.
i.; r.ird.isp.iuii> de akjaaaB; a Uamianos Alvas
Malheus.
1 barrica com uma laiba para agua ; a Ainonm
vV Irmaos.
ii hahuscom roupa e modas; ao Dr. Prxedes Go-
mes da Souza Pilanga.
."i barris vinho ; a Joaquim Lucio Monleiro da
Franca.
1 caixle cora 10 libras de opio, 10 fiasqaeiras ge-
nebro, 011 caixiuhas charutos ; a Antonio LuTda
Oliveira Azcvedo.
I volume com IC libras de rape, > ranas lila-
10 barricas e 2 frasqueirai genebra. 2 volumeseor
i.) dunas de eseovas, o pecas esleirs da India, 1
ca.xao videos vastos, i dito tetros cara 711 libras, -o
latas uleo de ricino, 2 barricas familia de mandioca,
1 calilo pentes de alisar, cuias e calcadeiras, 10 bar-
ricas e;l saceos gomma. '.W fardos fumo, i2 sarcas
cafe, 7009 caixiuhas charutos ; a orden,.
Itrigue ((tiraciosau, viudo do Maraiihao, consigna-
do a Jos Baplisla da Fonseca Jnior, manifrstou o
secuiulc :
I3KI saccas arroz, I caixlo livros iropressos ; a
ordem.
53 ditos farinha de mandioca ; a Francisco Alvcs
de Piulio.
50 rolos dc salsa ; a Domini-os Vives Malheus.
i I rolos salsa ; a Kovaea .\ i;.
I encapado cun trancas ; a Joaqi.iuiil-'errcira Va-
len le.
I callao livros em branca paulados; a Bailar "y C
1 dito com I redes, i lencos e uma guarnirlo para
lenco ; a Sabino Olegario l.udgro Piolio
CONSULADO i, K li Ai.
Hendimenlo do da I a 36 "-------
dem do dia 38....... 17^74
5:9757(il
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do d,a 1 a -Jti 5:-7j3ii;
dem do dia28....... 7s30,
5:3141655
DESPACHOS DE E\POKIACAO PELA MESA
DOCONSl-IADO IIKS1A CIDADE NO l'l,-
2S|DE ABRIL DE 1856. ^^^
Falmoiitl,Barca sueca .(S.r Challes -iaine, Kxder
& Companhia, I,StMI saceos iis>Tjcar mascavade
Buenos-A> resItrigue hr, ..nhol (.Chuloi), Vluva
Areorim ft Filho,-T) barricas assucar branca e
mascavado. ^'
Liverpool tialera inglesa (Imogenea, Kostron Koo-
ker A Companhia, JU.iKSl puntas de bei,
l.oandaBarca portuguesa Progresista, Fonseca,
Medeiros SCooipanMs, 1IHI barricas assucar bron-
co e mascavado.
LiverpoolBrigue inglez aPariesans, Me. Calmen!
A Campanilla. 1,7 rouros salgados.
Portollriuue portogoes gS Manoel la, Carlos F.
Seeres, .lo arrodas (to lalajuba.
CONSULADtl PROVINCIAL-
Rennimento.lodia | a-2( iiidnsllKI
dem do..dia28....... >:nOlleO!)i
\lM26jMi
PALTA
dos prtfOM corrcnlcs ,/,, u^,nr. algodmi. t mais
leeros do pai:. que *< dctpaekam na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 2$
dc abril a 3 dc maio 1856.
Assucar emcaixas blanco I. qualidade a. ."
" a n o -i.. ,i 3
" niase......... ,. -i
bar. e c. branca....... 3>>Qq
" mascavado..... o MO
" refund........... isS0
k
'


ILEGIVEL
MUTI!. A!"^


IMIO t PCRUPliKI TiRCA fiU 29 DI fB&ll ll Ht6
AlgodSo *m pluma de 1." qualidade
> i."
3.-
n. ciu caroco.
Espirito de agurdenla
Agurdenle cachaba .
u de r.iini.i .
resillada
do reino ,
H
caada
l,enebro
caada
botija
caada
garrafa
mi alqueirc
ada
urna
Mili
Ul
ccnlo
vi))
I.ieor............
*.............
Arroz pilado du.is arrollas ,
em rasca........
Azeite de mamona.....
ii mendobim.....
b de peiie......
Cacau............
Ave* arara ......
> papagaios......
Bolachas...........
Btscoilos...........
Caf bom...........
resslolho.........
coro casca ........
muido..........
Carne secca .........
Cocos coro casca .......
Charutos bons ........
v ordinarios ......
i> regala e primor .
Ora de carnauba.......
> em velas.........
Cobre novo mao d'obra ....
Couros de boi salgados.....
verdes...........
d espiedos.......
a de onca ........
> cabra corlidos .
CMchimbo.......v, ... .
Esleirs da praperi.......
Doce de calda.........
sotaba........
aeceo ..........
jalea ......
Estopa nacional........
i> Alrangeira, in.io d'obra
Espanadore* grandes.....
ii pequeos....
1 iriuha de mandioca.....
a milho......,
d ararula .....
FeijAo.............
Fumo bom ............j
ordinario.....
. em folha bom........
a a ordinario.......
* a restolho........ o
Ipeeaeuanlia .1...........
liomma..............alq.
Gengibre............. o
l.enha de aellas grandes......ccnlo
a pequeas..... n
a a a toros........
l'ranchas de amarello de 2 costados urna
* a I o ii ru.....: n
Costado de amarello de 35 a 10 p. de
c. e '2 } a 3 de I.....
a de dito usuaes....... n
Costadinho de dito ........ a
Soallio de dito........... -
Forro de dito.......*.
Costado de louro........,.
Costadinho de dito........
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
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Yros de talajuha.........quintal
Varas de parreira.........du/.ia
a a aguilhadas........
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Em obras rodas de sicupira para c. par
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Helaco......
Milho......
l'edra de amolar*
a a nltrarT .
a s rebolos ,
Ponas de boi .
Piasaava.....
Sala 011 vaqueta .
Sebo em rama .
Pelles de carneiro
Salsa parrilba .
'Tapioca.....
tahas de boi .
Sabio......
Vinagre pipa .
caada
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S m. ,1. I2|2
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11 25,75 a 95,80
......3 d. v. 25,37 l|s a
... 95,49 l|2
yaeiot a carga, a' sabir iara o Brasil.
Abril III, Baha (S|, l.awrence.n
Mein 17. Cear Ariel.
Mein 8, Para uShark a
Mcm 15, l'ernanibu.o uMedera.i
dem Mam, PernarabucoiiFloalius Clnud.
dem 10, lii lirande Florncr.
dem 25, l(io lirande Sureras.
dem 90, Rio Grande A'ia.
Mein 10, Rio de Janeiro Margare! Deane.a
Mein dem. dem Carola.
Mein 15, dem J.irleu.
I'I.mii 21, dem "Pilot Fish.li
dem 17, dem Arequipa.
Algodao.II mercado ten; estado alindanle, c se
hem que numerosas as transarees, os preeo* na,,
lein subido proporcioiiulmenle. A noticia que nea-
liamos de receber da pequea colheila do algodo
do Maraahlo, por ora nao| lem lldo effeilo algam
e*la pi 11..1. M mi circunislancias ha qua tem
obstado ao impulso que se fsperava com a declara-
i;ilo da paz. Sem duvida lem havido mais aclivida-
de, mas a caresta de iiiiuiiM-.no, e o eslaJ > de du-
vida em que se acha o publico por nao saber os
termos do tratado de paz, lem posto em suarda a
quasi todo o cummercio. Annuncinu-se houiein que
>e levantara inmediatamente o hloqueio de lodos os
porlos 'ti Russia ; e islo n.ilu- alenle ser acompu-
nhado de nesuctac,iies reciprocas, alim de se retuuve-
rem as reslncces que itnpedeui o descnvulviiuenlu
commercial ; mas como islo s pode ser felo provi-
soriamente, eniquaulo o tratado nin for ratificado,
eis o'motivo do resguardo rjue anda existe da parle
lio cnmi.errio em cern.
O total do algodao randldolaale anuo, ato lioje.'lo1
da8IT,5NU sarcas, Ineloiudo >2,9J0 do Brasil. A
entradas ale a mesma dala sao lpA>2.t,&M, das quaes
3:1,900 sao do Brasil. Quanlid^de approimada de
saccas em ser em i desle inez 407,300, das quaca
10.450 3o de Pernamhuco, iParahiba. Cear, etc. ;
23,450 da Baha e Macei, o 15,8:10 do Maranhu.
Consta-no. que ha 3,000 saecas de algodan de Per-
uambuco ja, compradal a espera de occasio rio di-
reilura daqui para a Itu-i '
Assucar.Tem havido bastante animarao tanto
para aqu, como em LonJre-. e as presentes quola-
goas firmea. As vendas do assucar do llrasil desde
a nossa ultima sAo 32,200 Hqeaa, e os presos a que
for.iui realisados regularam.i brauro mediano J.'i|!
a 28(0 ; mascavado mediaiio bom 23|0 a 2|6 ; e
mascavado de Pernamhuco Parallib 20pS a 22|0
por 112 libra, livres do dirilo. par o vendeilor.
.Ni'sti quanlidade enlram 2.SIMI saceos com as-
locar avariado, vendido em lelo, de 1|6 a
18|0. Em Londres a procura' continua c os > _uui-
tes sao os presos ltimamente olilidos; do Rio,
braneo, 26|0a 3110, maicavado 22|6 a 25(0; de
Pernamhuco, braneo, 26|li 32|0, mateavado 22|6
a 26 j l iIim e Macei, braneo, 56 a 30, mascavado
Para o Ceara'
o hiato Novo-Olinda
mus.
a tratar com Tasso Ir-
Par a llahia segne em poneos da, o \elleiro
luale nacional Castro por ja ter parte de sua carga
prompta, para o resto Irala-se com .cu cunsiguala-
no DomiagM Airea Malheai, na ra da Cruz n. 54.
1
.
ira o H10 de
Janeiro
Procuradoria da cmara municipal do Recifc, 28
de abril de 1856,
O procurador.
Jorge Vctor Ferreira Lupos.
O conselho de administraran do fardaiiunito do
corpo de polica faz publico, que precisa comprar
paran incsmo corpo nsesuinte : panno lino azul pa-
ra frdelas, calca* c capoles, dilo pelo para polai-
na*) easemlra encarnada, brlm de linho liso, linha-
ge. hollanda paia forro e buloes prctos de masa
para lrdele* : as peasoai que se propozerem Vender,
deverfle comparecer 110 da 2 do prximo vindouro
me/., na sala da secretaria do corpo, as II horas da
manlifla, rom suas proposlasein caria fechada, arom
pandada* das competente! amostras, yu.irtel do
corpo de polica 28 ,1c abril de 1856. Bpiphanio
Buree* de Menean* Doria, lenle secretario.
Km coinpriiiieiito do aviso circular la repartirlo
da marinha datado ile 27 de marro ultimo, ao noel I ...... ;..__, .. 1........ ,; cm ,
refcre-seooiiico do Evm. Sr. presidente da pro- ^"Preierivelmenw no da 27 ,|0 crranlo o
vincia capit.io do porto dar ], 11..,-1.1... 1.- a IraduccAo do,: .....
avisos felos aos navegantes, acerca de doas pharoes CM mOS a re,c' P" '!'-' '""' novaos &
collorados mn 110 poito de Alicante na costa da lies- C., na ra do Trapiche D. 3-i, ou rom o capi-
nanna. e mar Mediterrneo, c mitro no porto de
1 oula na cosa d'Airlca 110 mesmo aur.
Capitana do Porto de Pernanihuco em 23 do abril
de 1856.
1 > secretario.
.Ilf.raiiilre /todriques (/"< .lujos.
F.11 Jos AgCSnhO Barbosa, cidadao lira.iloiio.
Ira.lurlor publico e iulerprele commercial jurainen-
ailo da praca : cerlilico que me foi epreaentado uin
impresso em hespanhol, o qual. a pedido, Iradu/.i
para o idioma nacional e di/ o seguinle :
TRADICCAO.
Reparlicao de bydrograpbia.
ACilO an* uiireganles.
Pelo ministerio da marinha participado pelo de
fomento, se receben nesla directora as niformaroes
relativas ao eslablerimeiilo de um novo farol, coni-
truido pelo corpo de cn&euheiros de estradas, cauacs
c portos, avista das quaes se redalo o seguale an-
uiincio.
Pliaroesde|llcspauii8 no Medilerran*o,Costa d'Afriea.
Ceuta.
Na nole do I" de dexembro prjimo se ecender
pela primeira ve/., e seguir aeendenrio-se raecesaf
trmenle desde o por l u nascer do s,.| ,1 novo plii-
rol de luz de eclipses do minuto em minuto, eala-
helecido na pona do Serr ilos Mosqueros .Punta
dla Aliiiina, J na dita praca, sendo e sua psito
a seguinle :
Latitude 35." 53' 4S'' 11.
Lonuilude 00 51' 48" L'csle do observatorio de
marinha de San temando.
O apirlho de pbarol he eatadioplrieot modelo
grande de primeira unlcm.
A loa est elevada 521 po* (145 DI. 17 sobre o
nivel da* preamaies, e sera verivel n* distancia de
27 ni 111,.1 martimas, sempre que o estado da allimos-
phera u permita.
Madrid 3 de novembro rife 1855.
Asrignado ) Joai/iitm Gutierres de llabalcara.
E nada maii cuntiulia mi dcclarava o di'o impres-
so, que bem c belmente o Ira.lu/.i du mesmo que
me foi aprespnlado, c ao ipial roe reporto ; c depon
de haver examinado c un este c adiado ,couforme, o
tomei a entregar a quem m'o apreieolou. Em f
do que pasaei o presente que asflgnei c lellei rom o
sello do nipii oBlelo nesla mullo leal e heroica cnla-
de de San Sebasliflo do Rio de Janeiro, aos 5 de mar
23 a 25|. Ai entradas ne.le porlo durante o pri- | '.o do auno de Nossn Scolior de 1856.Jos Agos-
meiro tumeslre desle anuo foiam '38,70', saceos e
barricas, e 1,380 canas. Em ser em 31 de marco
ultimo, 78,125 saceos barricas e 710 caitas. As
eutradas de Londres durante o menino periodo su-
dare por 37.000 saceos e barricas, e 1,780 raias.
Em ser em 31 de marco 0,500 saceos e barricas, e
1,500 caitas.
I rncii.Continua a niesmi apalhia que notamos
na nossa ultima ; e nao temos a dar coutu de venda
algama.
Borracha.A entrada ltimamente de IDO tone-
ladas lem coniriliiii.il. baslant para conservar a apa-
lhia em que esle genero lem cabido. Como nao ha
procura ero compradores, lie diOicil dizer qual o
prec.o actual, mas para forrar: urna venda nao seria
lalvez fcil realiiar grande qu ulidade as nossas co-
laces. Em ser para cima de;2l5 toneladas.
Cacao. Temos s a notar a venda de 610 saceos
a 38d> e 3'.l|0 ; dcste ultimo
treno 270 foram para
eipnrlaplo. As entradas en Liverpool esle anuo
715 sacros c barricas
480 saceos o barricas
la-!) na praca.
Para o i4io de
Janeiro.
Recebe alguma carga o brigue nacional Fini-
do Rio 11 que segu cm puncos das por ler prompta
boa palle da carga. O mesmo navio precisa para a
Iripulacfin marioheiroj narionacs, us quaes engaja
a soldadas vanlajosas. Trala-se pira rarua e escra-
vos a frele no escriptorio dos consignatarios, ra da
Cruz u. 40 I." andar.
CiiHliiliilii;
F (iiii o ame ria na de va-
[> Cs|iera-se um vapor desta eompanhia aules dos lins
lo rorrele me/, rt prero das passagens para o Rio
de Janeiro rs. 949000 un 17 palar.-s. Para a Babia
iiiOOO ou'22 palaces. '
Para
ID
(!e iiaiieirn
signe no da 30 do correle o patacho Yalenteu
cipibio Maqnim Anlunia Gonralves dos Sanios; su
recabe paasageiro* e cscravos a frete : a tratar com
C.iclauo Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Santo
n. 25.
O Inate nacional 'Novo Olindau, que segu
viagem para o Cear, |irecisa de ou Smariabeiroa
naciooaes.
skks.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. tliesouieiio manda fazer
puhlico, que em virtude da deliberara
lite tomn a musa tegedora dn irmandn-
at' de Nossa Senliora do Livramenlo, de
nao coi re- as loteras no sen consistorio,
manda, portanto, declarar, jiiu concia'
nosalaodo convento de Nossa Senhora
1I0 Catino, a's 8 e meta horas da manliaa,
do dia rio do cfificnlc. Tlicsourara das
loteras, 2S de abril de IS.">(J.O escrivao,
Antonio .lose' Duarte.
Roub
at 31 de marro foram de I
ficavam em ser naquella dala
Mercado firme. Em Londres o prero lem regula-
do o mesmo que aqu.
Cafe.Minia firmeza no marcado, e u:na procu-
ra proeicssva. O sesundo lejlAu de caf de Java,
da eompanhia hollandeza. lovj lunar cm 31 do pas-
udo em Rotterdam. Veiideram-se nesla occasio
167,631, e o resultado deve-ke considerar satisfac-
torio. Em l.ondre-, nao obsttnle haver una grande
potcSo annonciada para hasta publica esla semana,
us preeo* conlinuam firmes. As vendas em Liver-
pool durante esle ultimo mezJoram de 2.210 sacros
do Rio, por lavar, a 42|0 a 43|0, I4|6 a 17|0, eU.50
saceos da Babia de S3|0 a Vt\l\ a 50|0, sendo esle
ultimo proco pelo lavado. Ajs entradas em Liver-JL
pool, duranle o printoiru trinieslro desle auno, fo-
ram 8,0:10
saceos
lempo
33.l)tt saceos.
Cooros.As vendas desle ailigo n.lo sao lAo avul-
tadas este mez, e 11 preeo ten* declinado um piuco.
A importacao ate. do crrente foi de 14,594 couros
do Ilrasile300 salgado! do Rili Grande. As vendas,
200 dolRio Grande de 20 Ibs. a II d. por Ib. Total
das vendas de couros do Brasil 3,736, destes I, 00
ainda im viaem. Seceos salgados do Cear, de
2H ||4 Ib., de 7 5|S a 7 3i por Ib.: Babia 2! I|
Hit. a 7 5|8 d. por Ib. Em ser em 5 do corrente
530 couros seceos e 300 salsaAos do Rio Grande, e
2.100 do HrasiL
[Do /'. r. dos Srs. lH,un l.eHe cv frmao/.)
iiurame o priiiiein, Inineslro desle auno, lo- .. "
8,0:ltl saceos ; em ser eiq 31 de marr;n '7,'HKIi^
a. Em Londres as entradas durante o mesmo | '. "u
o 1n1.ni.1r.1111 a 13,1100 : ero ser era 31 de marco J.
BULLKTIM.
LIVERPOOL 8 DE ABRIL.
Importaran.
Livres de dirella para u vendedor.
Prerm.
iinli.1 Barbosa, traductor publico, e internarte juia-
mentado.
Conforme.t) secretario, Alexandre Roirigttei
dos Anym.
Eu Joso Agosliuho Barbosa, cidadao hrasileiro,
traductor publico e inlerprelc commercial juramen-
lado da praca : certifico que me foi ipresenlado uin
documento impresto em hespanhol, lilleralmeiilc
Iradu/.idopara o idioma nacional di/.o seguinle :
TRADICCAO.
Reparlicao de hvdrographia.
.triso aos navegantes.
O ministerio de marinha acaba do remoller a esla
reparlicao os dados que llic dirigi o ministerio do
f miento relativos a mndanca verificada no pharol do
porto de Alicante, dchaiiu da drecego do cor|io de
engenheiros de estradas, cauaes, e porlos, cm virtude
do que se redigio u seguinle aiuiuuciu.
Costas de llespanha ; mar Medilerraneo, pli.irol em
porto de Alicante.
Desde o dia I de noveinliio do anuo correle
se alumiar Ipdasa* noiles do por ao na.ccr do sol, o
novo pharol brilhnnle, com que acaba de ser Hlbj-
lituido o aclml do mencionado Inear,
Esle pharol arha'-se slluado na mesnia pona, em
que buje termina u recite de Escollera do molhe.
4 militas ao S. 72. ti do Cali de la Huerta c7
ao n. 12.. E: do do Sania Pola.
Rumos do mundo.
A luz de cor rota c Oa acba-se elevad .1 28" 7
ps 8 metros] sobre e nivel do mar, sendo seu al-
cance de 2 milhas.
A poficjlo do pharol ira avancando a medida que
se va adtanlando a conslruccao 00 inolhe.
Madrid 20 do Miembro de 1855.
' Auigoado JoaqtHm (lulierre:\do Raboteara.
Ii nada oais coiiuli, un declarava o lito impres-
e bem o fielmeule lrada/.i do proprio origi-
ao qual me reporto ; > depoisde Inrvcr exami-
nado com esle e acbado conforme, o tomei a en-
trenar a quem m'o apresentou.
Em fe do que passei ,1 pre-enle que as aniguei e
sellei com o sello do meu ollicio, nesta mui leal e
Jieroica cidade de S. SebailiSo do Rio de Janeiro
aos 6 de marco do anuo do nascimento de Prosso Se-
uh.ir de 1836.Joso Agoslinho Barbosa, traductor
publico e interprete commercial juramentado.
1.0111 orine.t) secretario,. He.randie Rodrigues do<
Alijos.
O agente llorj fara ieilao ora seu armasen, na
ra do Collegio n. 15, de urna opdma mobilia de
sala e mais arranjo* (le urna rasa de familia, cojo
cliefe relira-se para o Rio de Janeiro, alem de mul-
las nutras obras de ni.ircineria, novase usadas, como
bem sofs, coiisolos, mesas redondas, cadeiras de
amarello e de Jacaranda, ditas cenovezas de gnslu
inodernissimo, um rico tanetaario, e oais objeclo*
de diflerenteeqnaJidede* etc. etc., que se aelmn pa-
lales no referido armazem; como bem 30 e tantos
milheiros de superior lila de vidro, a melhor que
tem appaiecido no mercado : quarta-fcira 30 do cor-
renlc a. 11 horas d.i iiiaiibaa.
Jos Kaplisla da I'ouseca Juniur. fara Ieilao por
inlervencao do agente Olivcira, e por roola e risro
de quem perlencer. de 100 barricas de superior fa-
rinha de triuo de lltliimore; sevla-feira 2 de maio
prximo, as 11 hora* da manida, no armazem de
Paula Lopes, defruule da cscadinha da alfaudcgal
WMt>9 Dii)er&o.

Ia3lt)t>imeiit0 >0 pott.
lienetos.
Algodao por lib. de Pernamhuco :
Bom.....
Mediano .
Ordinario .
dem dem da Babia bom. .
Mediano .
Ordinario. .
dem do MaranliAo, libra looga :
Alcntara. .
llapicurii. .
Carina.. .
dem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Arrox, por 112 lilis., Rio bom .
Para o .
Assucar idem do Rio braneo .
Louro .
Mascavado .
dem de Peruambuco braneo. .
Louro. .
Mascavado .
Idea* da Babia e Macei brinco.
I.ooro .
Mascavado .
Balsamo de copaba por claro.
Torvo. .
Borracha por fina.....
Mediana .
Ordinaria .
Cabera de Negro.
Sernainhy .
dem do Cear, pelles. .
Sernarobv. .
Car.m, por 112 libra:
Para bom neohum
Baha, a.....
Cale, per 112 Rio 1 sorle
Segouda a .
Escoltrido .
Caslanha por 112 do Para. .
Sapocia. .
Sebe por 112 i do Rio Grande.
Bom c duro
Mediano .
Escuro ....
Cera carnauba, por 112 .
Chifres, por 128 de vacca. .
Ordinarios. .
Cima por de cavallo. ,
de vacca .
Obre vellio twr *.....
Cauros por do Kio.
Seceos de 30 a 35 t.
de 20 a 24 S.
de Tooros, 35 a fO .
dem do Rio Grande, por i:
Saldados, de 65 a 70 i
de 45 a 50 .
de vaeca 40 a 48 a 5 34 d ol I 2 d
l.a'*a"iji.s neceo-, 10 a 13
>_ .^ um. i|6 a 6|0
dem salgados, il a :MI
>'.... um. 6|0 sp.
dem idem 16 a 20 ii ."'ti 11 4(0
dem de Peruambuco, Baha, Maranhao e Para por \
Seceos Hlg., 26 a 30 7 d a 7 3|4 d
espichados le a 20 8 d 0 d
Curtidos 7 a 9 s 9 d 10 d
Molhados salgados, 40
a 46 ... 4 1(3d. a-5d
Idem do t>ar, Parahibi e Macei por .
Seceos sais. ;mi a 32 i. 7 .1 a 8 d
Molhados 11 15 a 50 %.
1 .1.1.1111 por libra bom. .
Ordinario nven.lavel
Farinha de mand. boa por 112 .
Jacaranda por tonelada, do Rio.
Babia......
Jerzelm, por I 12......
Passava, por 2210 I do Para .
Babia......
Pnurim. por bom ....
Silsi parrilba por libra boa .
Inferior invendavel. .
Tenioca. por 112 i Rio superior
()r,l 1 naria.....
l'racii por i do Para bem. .
Fundos e Cambios.
Fundos inzleies.
.... 3O|0"3a93l|2
Eilranseiroi.
. 5 99 a 101
4 f |2 92 9i
'anuo.
O livro oraees, nico usado pelos devotos dn^PENUA :
vende-se smento na livraria ns. 6 c 8, da praga
da Independencia, a del lusloes.
APRENDICES DE COMPOSITOR.
Esta ty pogruphia receb meninos que
iaibam ler correctamente, para apren-
der a compositor, >jiu- come r--
nliai- loffi que faram qualquer trabalho:
esta arte alm de ser considerada nobre,
oll'ereec inn lucio razoavel, porquanto
tun compositoi lialiil piale ganbar de
(illO.S a SIIO.sOOi) ivis por anuo
por b
nr livi-a-
7 l|i da7 l|2d
6 I|2da7 l|2d
6 d a 6 3|8 d
6 l|Vd a6 5|8d
6 118 d a 6 3 |K M
lid a 6 l|S d
6 7r8 d a 7 til d
6 3|8 d
6 l|8d
6 l|l d a 6 3(8 d
6 l|8 da 6 li d
6 d
27(0 a 30|0
23|6 a 25|0.
26|0 a 29|6
25,0
22|l a 2I|6
26|0 11 :HI|0
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80|0
18|0 a 40|()
I0|0 11 25|0
7 d a 3|6
8 d ii l|i
9 d a 11 d
9 d 11 d
7 d 9 d
5 3|4d a 6 1(3i
5 3|i d 6 l|2d
Sartas entrados i\o dia 28.
Soulhampton e porlos intermedio*19 dias, vapor
Ingles Tmara, eooiiaandaite T. A. Bevis. Pas-
sageiros para esta provincia,! Itobcrl Cooper Scolt
ea Sra. Camarina L. S:oll, George Bucud c sua
senhora, Slandi-h Pendegas Vereker, sua senho-
ra, i mil..- e 3 criados, Geoiigc Kurncss.
Lisboa28 dias, palarbo porlesuez Brilhanlcii, de
160 toneladas, capiluo Auloilio Brar. Pcreira, cqui-
pagem 11, car^a hlalas e mais gneros; a to-
mingos Jos remira GoimarSaa. Paengeiro,
llernicne^ildo I-redi-rico Nirjleroy.
Havre a portos intermedios22 dias, vapor frunce/,
al.)onuaosii, coininindaule i Jeauue. Passageiros
para esla provincia, A I or. 'J. da Cruz, Thomai.
Seguio para a li.ln 1 c Rio .le Janeiro, levando
desla provincii, Jos Francisco Migues, Vctor Jo-
s de L'reitas dos Reis.
.Vatio* sabidos no metmo dia.
CubaBriauc ingle?. oAvosetan, eapililo Tuzo, em
lastro. Suspeiuleo do lameirao.
Rio ile Janeiro c llahia Vapor inglez aunare,
commandanlc T. A. Bevis.: Passageiros, o Edil.
Sr. francisco Xavier Pacs Brrelo, desembarsa-
I o l'igucira de Mello, o deprntado Juaijuim Piulo
de lampse I criado, depulido Domingos de Sou-
za Leao, sua senhura. I lilho e 2 criados, dcpula-
do Francisco Carlos Brandio e I criado, Andr
Basles do Olivcira a 1 cnadol, Antonio da Silveira
Maciel Jnior, l. Crrela du Oliveira Andrade e
1 criado, Joveucio Jeruinmu do Reg Kaucel, Jo-
s M.rlins dos Santos Pcun i[ Pedio Antonio Ce-
sar, Kduardo Broad e i criado.
:>
tteS.
4 l|2daSd
2|0 a 3(3
Nenbuma
'lila' 20
7 a i, 12
aog
25
10t0|ai'll
Nenlium.
10 d a l|0
>9|6al|
4l|6 |i;
7 da71|2d
O lllm. Sr. inspector da Ihcsoiiraria da la-
zenda desla provincia, cm virtile da ordein de S.
Er. oSr. marqoex de Paran: presidente do briba-
nal do thesouro nacional, de 2B da mareo proaimo
passado, manda fazer publico que ilcsla" data a 3U
dias lem de haver concurso paia se pri-cicher as va-
gas de pralicaules eiislemes na! inetma llicsouraria.
Secretaria da Ihesouraria delfazenda de Pernam-
huco 21 de abril de 1856.
No impedimento do official-maior,
Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
O Doulor Huliiio Aii.-ii-Ih d Almeida, wpplente
do junto municipal e provrdor dos residuos e ra-
pellas, nesla cidade da Recale de Pernamhuco e
seu termo, por S. M. I. e: Onslitucionsl, que
Heos gnarde, ele.
Faco saber aos que o prsenle edilal virem, que
por e.ii- iii/.i. lindo os nove dilis de presao, se pro-
ceder a arremataban cm Ii.i-i.i publica, por venda
do preto Marliuho, scqiiestrado:romo bem vago, a-
valiado em 4tKrj(KKl rs., como consta do escripto em
jioder do porleiro do jalao.
E nara que chegue a noticia (de lodos, mandei pas-
sar o presente, que sera publicado pela imprenta e
alliado nos lugares do cosime.
Dado e passado nesla cida.lenlo Rccife, em 23 de
abril de 1856.
Eu Galdinu Temistocles Cabral de Vasconcellos.
esciivo o escrevi.
Ruliuo Augusto de Almeida.
Pela petelo da alfandega se faz publico,
que no dia 30 do crrenle, depuis de ineiu dia, se
bao de arrematar em hasta pulilica, piula da mei-
ina reparlicao, livres de direios ao arrematante,
1000 barricas de bacalh.o 'em joles de 50, sendo e\-
clnidas as qoe se acharem cm estado de avaha' ava-
hadas cm 59000 rs. cada nina, viudas do Rio de Ja-
neiro peta barca Zelota, a e abandonada* aos di-
isilos por Ihumuzde Faria.
Vlfandega de rernajnbucu 2 de abril de 1856.
i O inspeclor,
Benlo Jos Fernn.les Barros.
$ CONSELHO ADMINISTRATIVO ;;,
ij Oconsellio adminisiralivo precisa con- ;''.
;'i tratar o foinorimcnlo dos gneros scguinlcs .-'-.
y- para o rancho da eompanhia dos aprend- ;'
zes menores e Africanos livres, em serv-
cu do arsenal de guerra, durante os me- V*
zesdemaio ojtinho previmos vinduuros. v,
Assucar smenos relinado. ''
Caf moiiln. v,'"
Cha hysson. ;
l'es de -i ODfas. ''
Manteiga inglesa. ;';.
Arroz pilado. _'
llacallio. -'-'.
Carne secca. y.._
Dita verde. 'R
Farinhu de mandioca. ";"
Feijo.
Toucinho ,1c Sanios.
Bolachas.
Azeite dore.
Vinagre,
l.enha.
Quem quizar contratar estes onjoctos .''
aprsenle as suas prupostas cm cana fe- .''.^
citada acouipanliadas das amostras, na se- ;:..
iretaria do conselho, as 10 horas do dia '<
29 do crranle mez. ''
Secretaria do consollin administrativo '..'
para forni-cimentuilo arsenal do guerra 23 v"
de abril de 1856.Benlo Jos l.arue- '.'
nba Lins, coronel presidente.Bernardo [
l'erciiu do Carino Jnior, vogal c socrc- .'-
lario. ':"

'."


-.11
r, -
6
fia ns. 6e8, da piara da Irnlepomk-nci.i
HOTEL
jSf
ET
^raneis.
PIERKE PUECII, propricltiirc de L 11( )-
TEt Di: LA BARRE, a l'honneor de pre-
venir le piiblic, tjue -le susdil hotel vient
d'tre,transiere au I e'tagr.sousladeno-
miuation: IIOTELETCAF I ll.VNC VIS.
Iiidependeiiiiiieiil de la TABLE ii'110-
TE, les anialeiii's de la lioiim- cuisinc,
lrou\eronl a tontos les heures dujour, de
ipioi satislaire letirs tjoufs.
UNE SALE livs ngreable par
lion est specialement reserve
lill.LVIil).
Les personnes, tiui de'ireroul
commandes eo V-U el pour
paijne sonl pries de prevenir ia
Le soussigae avantagensemcnl connu
depeuis plusieiirsanneex, use se Qatterquc
les personnes qui onl lrei|itenle son e'la-
lilisseinenl continueronl a l'honriorer le
lenrs visites; tmisteselorts joints a l'ae-
ttviledeses nouveaux employes lu (mil
esnerer une linniie 1 eulelle,
A mesa regedora dn SS. Sarramenln la malriz
de S. Fr. Pedro Goojalves, lendo de fazer a solom-
ue procissao aos euferiuos no dia I.- do mam. con-
vida a todos os sea* trmaoi alim de comparecerem
en: dita malriz as 6 horas -la manilla, para acompa-
iiharem u SS. Viatico.
A mesa regedora da irmandade das Alinas da
matriz do Corpo Santo pede a lodos os seus irmaus
para se reuiiirein em dita malril no dia I.- de maio,
as (i bocas da manhaa, para, cucorporudos, acnuipa-
tiharem n SS. aus enfermos.
Arrendase nina da* lujas do sobrado do um
andar 110 alerro da Boa-Vista n. ll.serviudo par
algam cstabelecimenlo com mais algum accio e mes-
mo gusto, por se adiar neste oslado, tenqo ale arma-
cao correspondente : a Iralar no mesmo'solirado,
A mesa regedora da irmandade de N. S. do
Hosano do Corpo Sanio pede a lodos os $eus irmaos
para se reunirn] cm dita matriz uu dia I." de maio,
as 6 boras da tnanha, para, encorporados, acumpa-
nhareni n Santiseimo Sacramento as* enfermus.
Quem llver ponbores em poder de Joao Mo-
reira Marques queira remi-los no prazo de 8 dias,
sob pena de seren vendidos para pasamento. Reti-
re 28 de abril de 1856.
Qoem liver e qoizer trocar um par do heios
do .V S. do Crino, mesmo com conloo de doto, om
segunda mito, c um par de hotiies para o mesmo lm,
dirija-.1- a piar.. di Roa-Vi-I., n. ?.
Joso Teiaeira lla-io v.n a Kuropa. levando em
sua eompanhia sua mull um lilbu.
Seraphini 1'eisciia llaslu vai a Europa.
I'recisa-se pan casa de pouca de familia -lo
nina prcta escrsva que laiba coziuhar : para tratar,
na na .Nova, primeiro andar do sobrado por cima ao
Sr. Ilccker.altdiale.
Quem liver para vender ou trocar por oulros
livros os seguinies: |Diae*to Porluguez, Pereira e
Souza, l'roce-so Civil. Repertorio das Ordeoacoese
leseatravaganles, e LsgislacSu Braaileira, uounn-
cie por esta folha para ser procurado.
Auuuucio para a cidade da Victoria.
Cuiistando ao ubaixo assi^na lo, ijue u curador go-
ral da cidade da Victoria roquerara, a bem dos or-
phos, para que se procedeme a nvcjilario da casa
dos seos finados pas, nao ululante a auseii.i, ilc seu
rmao o Dr. Febv Uomei do Kesjo (o qual lie jais ite
direilo na provincia do Alto Amazonas]: afirmando
elle curador que 0111 lempo provana em juizu a in-
cerle/a da morada .do dito ion iruKlo ; o como ualiai-
\o assignado, n vista dessa legislado teme ser citado
por caria de edicto*, embira conste ao mesmo cura-
dor qoe elieso acia nesla cidade, declara alto e bom
som, i- taz publico a quem ronvier, que elle abaixo
assignado se achn desde o da 7 do correle nesta ca-
pital de l'ernambucn, ra eslreiia da Rosario, casa
11. 18, sesundo andar, lendo -le anuunciar por esle
jornal, Inda a vez que llouver de mudar sua resi-
dencia. Rccife 2i de abril de 1856.
Padre, Juro llcrrulauo do Reg.
Fiiso do silin da liba,do ensenho Pocla.o pre-
to Rapbae), estatura alia, sem barba, olho* grandes,
e suppc-se eslar refugiado nesla cidade, ou andar
am akum canoa, visto ser elle canoeiro.
Prccisa-sc de uin criado : a Iralar na ra de
Queiinadn 11. 37.
I'recisa-se de um ama para casa de 2 pessoas:
na roa das Trinchciras 11. N, luja de tartaruguciro.
Aloga-te nina ba escrava para lodo o servir
de una casa, ensonima, coziuha e faz compras : a
iralar lia ra do Sebo junlu ao sobrado novo.
sa ta; vai mais esta... 3
He um fado sinsular no. anoaes do lascfainel, e
que faz tremer os coiros do mais desternillo iogadof,
o Mguinte : em um tasca na cidade de Nazarelh, na
tasca do t. Maarico, a fortuna di as cosas a lodos os
josadoraa, em ipiauto que suas nacas nao nicamen-
te distribuidas ao D. Magrico e ao seu socio tincr-
reiro. Ha poocos dias era c-rlo padre que incauta-
mente perda 1803000, ante hoiitem pagou o pato
rerlo esludanlc em commi.so 2409000. Pobre es
ldante, vichla de la lina fe, que eslais a merco
da esfaimada calila do alacricn, ja seu relogio sumi-
se....... as garras da usura !!
Precisa-sede um h.un furnelro, na padaria do
largo das Cinco Ponas : a iralar na mesma.
A r/UENE PERNAMBrCAM).
Quinla-feira I.- de maio bavern aesago ordinaria a*
lo Ii ira. da manhaa, no aterro da Boa-Villa n. iO,
casa do ^r. presidente.
Alooa-se |ior preeo razoavel o leaande andar
com si-iao do soOrailo Junto an liulcquim do Sr.
Paiva.
) secretario da Soc.cdadeUniiopor parle
da directora da mesma, convida aos Srs. socios a .e
reuuiem quinla-feira I. de maio, as !l horas di ma-
nhaa, na sala da mesma.
Ouem liver alsum.i menina orpliaa, de ida-lc
de 8 a 10 anuos, branca, que sirva para fazer coin-
pauliia a 2 meninas, dirija-se a ra Formosa, esa
lo meio, cpie acbai com quem fallar.
Na fabrica de (amneos, na ra Direita, esqu*
naque v.iila para S. Pedro, admillem-se oliiciaes
para f./.crem paos, paga-se bem.
Perminla sean reverendissimo Sr. dolor Ma-
noel Thomazde Olivcira lente de Moral no se-
minario de Olinda, e visariogeral adhoc na causa de
divorcio cnire a lllm.' Sr.-1 I. Tiiereza Adelaida de
Siqueira Cavalcanle, e sen marido o Sr. Antonio
Carlos Pereira de l: i-_ .- Ponce de Len, em que
compendio ou livro de pralica acliou queojoiz lem
rinle guatro horas para despachar os requerimentos
das parles J I-; i.ein aasim, que modo lem S. reve-
rencia de marcara audiencia pira nella ler lugar o
ser averbado de suspeilo, como por mais de un i
vez se I he lem requer io'.' Entrclanlo pede-se ao
Bsm. e livm.Sr. hispo diocesano.queira ter a ban-
dado de laucar urna punca de allencio para o jiidi-
ciario ecelesastieo, a liin de Fe|u3o repehrem escn-
dalos que envergonham a lodos'os horneo* que lem
alguma honeslidade.
Furlarain em a noite do dia 22 do correnle do
quinlal da casa do aterro da Boa-Vista n. :ll, urna
baria de rame de lamaiihu pruporcioual, um laiio
grande de cubre, o qual no fundo sollreu concert,
um dito mais pequeo roga-se a lodos os senhores
latoeiros c caldeireiros, ou outra qualquer jiessoa a
quem forein laes objeclo* ollereridos, levarcm a so-
bredila rasa mencionada, que sera generosamente
recompensado,
n. 1.
Acha-se justa e contratada para sp comprar a
taberna de Anlonio Jos Arantes, sita confronte ao
oitao do l.ivramciilo ; lo la a pessna que liver Iran-
acelM com dito Arantes, compareca no prazo de
1 da, a contar do primeiro anniinro, para liqui-
daeRo. Recife 27 de abril de 1836.
Precisa se alugarum eseravo para senigo do
casa, paga-se bem : a tratar na ra da Trapiche
n. 16, segundo andar.
& AO PUBLICO DESTA CIIIAI-E. c;
*J Jos Anacido, bem conhecido dentista e ;
tt sangrador, continua a residir na Camboa do @
*J> Carmu casa n, 20, luja de barheiro, onde p- qf
() de ser procurado a qualquer hora du dia. #
3"-5MiS--'ia*-e-*-IalS53
Aluga-se om sohradinho com muilos commo-
dns e por preeo mdico : na ra da Praia de Santa
Rila, armazem n. 17,achari quem Ih'o musir.
Eii-enho fia';; arrendar.
Arrenda-se o ensenho Muribcquinha, na fregue-
*i* do mesmo nome : quem o pielendcr, dirija-se ao
ensenho Santo Antonio lirande, provincia de Ala-
seas, que achara c un quem tratar ; be desnecessa-
rio realar a bondadc.por ser bstanle cunhecido.
BOA 9. J. J. KELLER 9. VISTA
C iin uin de 'errau. ni e
ciitilleria fifia,
tcni .1 honra dn participar ao respeilavel publicv c
com esnecialidade aos seus fresuezes, que vem de
surtir de novo a sua los com as melborcs ferramen-
lai para oorives. marcineiros, ferreiros, lorneiros,
selleiros, ele. etc., lambem como os inslrumeiilos
liara dculi.la, saugradora veterinarias. Para monta-
ra, lem caliec ola. de Indas a. qnalidades, chicotes,
esp.nase estribos, e para cassa espincardas de 2 e de
I cano, pertenres para limpar as ditas, polvariuhos,
chnmbeiraa e taceos. Para os postuidorea de carros,
lem brilla, bridSet, chicles c. chaves, tesouras para
costura de lotos os lmannos, como para oonas, pa-
ra alfaiate e para jardini, caivete* para senhera, co-
mo para liomem, aleas mais ricas navalha*, grandes
e pequeas, afladorn o mana para os ditos, estojo*
para senil ira como para homi-in. apparelho) para
cha. bandejas, castigaos de metal prncipe, bules pa-
ra cha, caneco* para meninos beber, ele. ele, ter-
mmetros, caringas, tandas, ferros para corlar ha-
llados, cadeados, fallieres grandes e pequeos, Irin-
jbanles, cachimbos mnilo linos, carleiras e ctiaru-
leiras, balaucas para boticarios, etc., machinas para
fazer cal, faenes, hrinqoedos para meninos, e raoi-
tosonlrns nbjectos da melhor quatiladc, e ludo por
preeo milito em canta.
Joso Valentina da Silva lemhra a quem convier,
que a sua aula de l.ilim est abarla na ra da Ale-
sna na Boa-Vislai a.38, c ah continua a receber
por preeo commodo, como he publico, alomos pen-
sionistas e externos, dando bom tratamenlo.
Salustiauode Aquiuo Fer-
reira, cautetinra das
loleras corridas, avisa as pessoas que livercm cau-
telas premia las, queiram por obsequio dirisiiem-se
a ra do Trapiche n. 36, segando andar, ou as to-
jas ja conhecidas, para seren prnmplamcnle embol-
sadas, marcando o prazo de tKl dias que se ha de es-
pirar no dia 26 de junho do corrente annu. Peruam-
buco :6 de abril de I8"it>,
Salusliano de Aquioo Ferreira.
Aluga-se a loja n. :il da ra da Cadcia do Re-
cife : na loja n. I A.
Ouem liver una ascrava para criar de lele
nina menina pagando-se niensalnienie quinze mil
res e bom Iralameuln : dirija-se a loja de i perlas
n. :i proiimo ao arco de S. Antonio.
Ilvpoihct-a-e um prelo bom eozinheiro de to-
da* as qualidades da comidas: quem precisar diri-
ja-se a ra do Collegio o. 6.
Prederieo Anssem declara que passou a chave
da coebeira ila ruada lima n. I, a Pedro Allnin \
t'.oinpauba.
0 rreewa-soTje costarcirm para cosern) costara*
de luja : na ra ijas Trineheira* n. 35.
Rosa-se aos Srs. Manocl .lo.,- de Souza Luna,
e Iridio Jos Pereira o favor de irem a ra da Praia
ii. 16, receber unas cartas viudas do mallo. .Na
mesma casa vende-se urna negra pescante para ser-
viro de campo.
I'recisa-se de una ama rara casa de pouca fa-
milia, lauto para a ru-i coma para casa : na mi do
Livrameulo n. :!, loja de cera.
Manocl Joaquim Ferreira da Silva Braga vai a
Portugal.
Lotera do Gym-
nasio Pernani-
bucaoo.
Aos 4000.S, 2O00s e lOOOsOOO t.
O abaixo assignado lem exposto venda, as
lojas docosiumo, aos preeos abaixo, os seus hi-
llielcs, meios e quartos da prsenlo lotera, a qual
tem n seu infallivel andamento qnarta-feira 30 do
crreme, em o txmsistoria da igreja de Nossa Se-
nhora do l.ivramento. O mesmo abaixo assig--
nado se responsabilisa a pagar por inteiro, sem
desronto algum loda e qualquer sorle que por in-
teiro obtenliam seus bhetes, vendidos com sua ru-
brica.
Bilbeles 4s00 Recebe por inteiro 4:0009000
Meios 39*00 b > a 2:0008 Quarlos 19300 a a 1:0009000
Declara mais que paga indisiinclamenic loda o
qualquer sorle, logo que tenha sahido a lisia ge-
ral, em sau escriptorio, ra do Collegio n. 21,
primeiro andar, das 9 horas s 3 da tarde, das
uteis. Antonio Jos Rodrigues de Souza
\unior.
Francisco. Pacheco Soares, avaliador do juizo
civel desla cidade, pode ser procurado lodos os das
uteis das nove a* einco horas da larde : na ra do
Livrainenlu n. 14.
I'mo Jos Comes, como leilamenleiro e in-
ventarame dos bens' qoe licaram por fallecimeulo
de seu finado irmo Manuel Jos Gomes Braga, faz
sciente a todas as pessoat que sao devedorai ao dito
tinado para que no prazo da 20 diai, venham ou
mandem pasar leus dbitos, nu enlenderem-ae com
o aunuuciaiile ou com seu rmao Joaquim Comes
Duarte, na roa da Senzala Velha padaria n. U8, e
lin lo o prazo cima dilo passara a fazer a cobranej.
judicialmente.
Alosam-se dous escravos para o servco de
rasa de familia, paga-se bem e faz-se qualquer con-
trato que por ventura pareja mais conveniente a
quem os liver c os qoizer dar ervico por dia e
noite: ua ra das TrineheiraJ n. 19, segundo andar.
O Sr. S. A. do R. Barros tenha a bOndade de
aPparerer na praca da Boa-Vista n. 20, que se lhe
deseja fallar.
sa sittta-
| ion l' li-
la iv des
la C'mn-
veiHe.
Consulado..
Hiasileiro. .
&uacac&v&.
O procurador da cmara municipal do Rccife,
declara, para eonhecimcnlo de quem competir, que
em virtude da ordem que lhe evpe lio a mesma c-
mara, acumpanhada da relaKio rcmeltida pela ad-
niiui-irac a o docemilerio, lem de receber das pessoas
a quem pcrlenclam os cadveres de cholerlcos, in-
humados no mesmo remlerio, nos me/e- de feve-
reiro e marco ullimos, a importancia das respectivas
sepulluras.que nao foram ainda!pagas, quer relativas
pess.m livres, quer a eseravs; e para o referido
recebfmeu! mirca o prazo de'um mez, ronlado di
dala daita, linio o qual m proceder a cobraofa ju-
dicialuienle.
o-...,-.. ..:,; :..-,: .,..,. .....:...... .,.-.
Pola labdelegacia da fresueziu da Boa-A Ul*
se faz publico qua foram rccollndnsa casi de deleit-
es por andarein fusidos o pirdo <;uslodio, qoe diz
ser cscravo de Francisca Prado, e o prelo Jos, que
diz ser eseravo de Antonio Barbosa Urna, lavrador
do cngenbo do J.iruuua ; seus senhores coraparecain
nesla lubdelesacia, que jin-lilicando compelentcm'en-
le lhe eran entresues.
Siibdelcsacia da fcegui-zia da Boa-Vista 22 de abril
de 1836.A. F. Martina Ribeiro.
$4f f. t?fis 'iStt-SfissaJefi njyj -.
1 COSTURAS DI) ARSENAL. %
De ordem do lllm. Sr. Icneule-cnrcnel 9
director dctle arsenal se faz publico, que no ''
Vil dia 28 do concille, as II boras do dia, so pa- .'.
9j0 gam no mesmo arsenal os Mdete* sesuinies, X
9 de corles ns d ns. 25 a SO, e de feitios, ns @
de ns. !I2, llis, lili, 1.17. 160, 171, 17:1. 177, U
186, 1112, 195, l'.IK, 212, 211, 218, 2211, 221. 5
t 227, de 2211a j:|I, 2.1 i, 2:15, 217, 239. 210, .;
217 e 289. ii
t Arsenal de guerra de l'einamliuco 25 de 52
$ abril de 185(1.O esciipturario interino, An- o
i$ tonio Francisco de Souza Magalh3.es Ju- <{
nior.
8 8999MS-3's*33B3SS8
O lllm. Sr. contador, icrvindo de inspeclor
da Ihesouraria provincial, manda convidar *o* pos-
Soidores do cautelas das loteras da provincia, ven-
dida* pelu caolelisla Silii'liano de Aquioo rerrei-
ra, pata apresentsrem suas rarlamacfies na mema
thesouran.i no prazo da .1(1 das a contar da dala
desle, alim de ler limar a desoneracSo da fiador do
mesmo caulelisla que atsim o requeren.
V. para Conslar a quem inleressar nossa, .e man-
dun allxar o prsenle e publieat pelo HIARIo.
.Secretaria da lliosouraria provincial de Peruam-
buco 21 de abril de 1856.
O secrelaro,
A. F. da Aiinuiiciucfio.
5ft>ii50v 'Bminiv,
Para o Rio de Janeiro srcue ero poneos dias o
bem conbecidu brigue nacional i:Mra, tem grande
parle do sou cacregamenlo promplo ; para o resto,
prssageiro* e escravos, para o que lem bons commo-
dos, trala-se com u consignatario Jo. Joaquim tliai
Fernaudes, ra di Cideia do Recife.
Para o Rib Grande do Norte e Assn'
salte com milita brcvidadc u hi.tle Anglica : quem
ello quizer earregar ou ir de panegeos, dirija-se a
ra da Cruz n. 13, primeiro andar.
\:' H. Mana li.rliude. da Jess Xavier e sen-
lilhos Ignacio Firmo Vaver e Jos Firmo Xa-
vier, agradaeem cordealmente a todas as pes-
soas que se dixnarain assistir an ollicio cle-
bradoaa isrcji do Carino, por alma do sou fal-
lecido e s.-mpre prelado marido e pai Igoacio
l-irino Xavier. Igualmente asradccem a ve-
neranda commonidade carmelita, que nao k
se preilou graluilamenle a lonvs os actos do re-
ferido ollicio, como lambem a dzerem cada
um de per si as mifia* pedidas, o que mais
urna vez revela os lenlimenlos de extrema de-
icrto c pied.ule. qu tmssuemjMU sr.io subido.
lotera da provincia.
Anianhaa, as 8 liornt, correm infallivel-
mente as nulas dn teiceira parle da linar-
ia lotera doGymnasio; ainda existe um
pequeno numero de bilhetes, meios e
(Hartos, nas lojas do costume : ns pos-
suidoies dos bilhetei rom a rubrica do
abaKo assignado, que obterJuam qual-
<|ner sorle, podem vir lojyoi*eceber, assiin
t|ue tenha sabido a lista'geral; hem romo
pnga indistinctamente todoequalquer l>-
Ihetede sot'toqrtebaja vendido othesourei-
ro, declarando, porem, que os que l'o-
reni lubricados pelo mesmo abaixo as-
sifrnado, estes sero pij;os por inteiro e
sem descont algum, na ra doCollcj'io
n. \ primeiro andar, dax '.) a's ', horas
da larde, dias uteis.Antonio Jos' Ro-
drigues de Souza Jnior.
Odeputado Francisco -Carlos Bran-
do, uo podendo em ponsequenciu da
presteza de sua viagem panto Rio de Ja-
neiro, pessoalmeitc desjtcdir-se de todos
os seus amigos, o faz pelo presente, pe-
dindo-lhes ilescnlpcm esla Talla iiivoltin-
tai'ia.
Precisa-sede urna Inyadeira de br-
rela que do coiiliecinienlo do sua pessoa .
na ra de Moras, c.tsa ti'ITCa com a len-
le pintada de azul e portadas brancas.
(I Sr. Sabino Antonio da| Silva Coilinho lem
urna cada na rui do Crespo n. 4, loja de portas, e
Joaquim Antonio dosSanini Andrade, a--iu.il-
uienle residente na cida le do lkorto, reino de Por-
lusal, lein constituido seus bstanles procuradores
nesta CiMade desde M de marco desle auno aos se-
nhores Mximo Jos dos Santos Andrade, I-'lias Jos
dos Santos Andrade e Francisco Cavalcanli de Al-
huquerque, revosaudo us poderes de qualquer nu-
tra procuracao BUtorior, a qua! se considerar milla
e sem m-is vigor.Como procurador bastante, Ma-
\imo Joso dos Santos Andrade.
Joaquim alendo* Freir vai a -airopa, e deiva
por seus procuradores durante sua viaeem, em pri-
meiro lagar an Sr. Sebastian Jos da Silva, em se-
gundo ;fu Sr. Joaquim Olinle ll.slns, em tcrceiro o
Sr. Antonio de l\ttva Ferreira.
'KocissAo' i-:.\i accao' ni; chacas.
A mesa regedora da irmanda le de.X. S. da Soic-
dadeerecta na isreja de .x. S. du Livramenlo, leudo
a S de fevcieiro levado a sua padroeira em piocis-ao
de penitencia para ser depositada na igreja da Sania
Croa do haino da Bua-Viata, quan.lo o lerrivel II*-
gellooa cholera morbuiceifavaos oosso* mais charo.
irmaos, preteodoagora em cousequencia da mcsiiia
excelsa Senhora ler aleniiea lo do seu amabilissimo
lilhu Nossa Seubor, nerdo de nossas culpas, livran-
do-no. do cHslig i que sobre nossa* caneca* pexava,
resrcssai ma padroeira da Sania Cruz onda se acha
depositada, em solemne prociasao no da 1 de maio
as 1 llora, da tarde, e para que ele .icio lome-se
nial; brtlliiiile a mesma m, sa convida a. respeita-
vets rorporacocs que se dignaren] coadjOVar-nos com
sua presenca, para aronipanharem a proeisaao de pe-
nitencia, de irem a iareja da Sania Cruz para acom-
panharem a prociiilo de Iriuropllo da mesma Se-
nhora no dia e hora cima mencionados. A.sini cu-
ino peleaos moradores das roas abaixo declaradas,
que limpem as testadas de sua morada* p.ra poder
transitar a prosissao. An sabir da igreja da Santa
Cruz segu pela ra da Santa Cruz. Gloria, Velha,
pateo da Santa Cruz, ra do ilusorio ao entrar na
roa do Aragao am sesuintento aponte, ra Nova,
Calius, pracinha da Independencia, Oucimado, Ro-
lan* estrella, larga, Carino, dito de s" Pedro* Ira-
ves.a do iiiesino, ra Dtreila, paleo da Penda, ra
do Itansel ao recollier-so em lenle da igicja. Pe-
de-se a todoses irmaos que comparccaiu ueste da
para lomaren] rapa para acompanhar a mesma pro-
eisaao,Alteo Odn da Cunta laoianna, secretario.
CDI.I.Cl.lli PKK.XAMlll CANO.
1). I mlieiiua Wauderley Penlo, directora
do collegio Peri.atubuc.ino, participa ios pas de
suas alomna* e aos tuais pal) de familias que quiza-
ren] condal suas titilas a educarlo do sea collegio,
que inudoti-sc para a ra ilas Cruzas ti. 39, primei-
ro andar,* cuuiiuua no mesmo cismo, c e*l promp-
ta para receber meninas pensiooulas, meio pensio-
nistas o exioruas' o lamban declara qoe .-dimiti
um mostr das lingual portuguesa e trance, i, ,- es-
pora ler toda proleccao do publico como tem lido.
Nis abav.i aasiRiiados, (azeraos eienie ao pu-
blico c com especialidade ao corpo de commercio,
qno nesla dala lemas diisolvido sociedad* que li-
lil, mos na loja de ferrasens i\,\ ra do Otirima.lo ii,
;I0 sob a lirma atagalliaos cY Silva, licando n socio
Magallile* encarregado do activo e nasiivo *\.\ mes-
ma sociedadc. Kecife -i de abril do ISti. Jos
Kouricoes da Silva Rocha, Manoel Rodrigue* Costa
Uagalluie*.
Cica francisca da silva
Trasnassam-se os servicospor espaco de Ii an-
uos de uu.j parda moca e sadia, qoe cose toda qua-
lidade de costuras, ensomma c coziuha muilo bem,
medante a quautia de tiOOjOOO : quem quizer fazer
esle negocio anonade.
0 Sr. A. F. K. I., dirija-se a ra de lloda n.
11 para o lm qae no ignora, do contrario vera por
este* dias o nesocio que all o chama bem esplicado
ao publico, quem me avia meu amigo he.
.Iteconimeuda-sc a apprehcnsao da prela l.uiza
crioula, fula, cheia do corpo, com perlo de i an-
uos de idade, uina grande marra de fogo nas costas
que coinprehcnde o braco direilo, vestido de chl
azul de barra, c chales pardo : quem a ,-ipprehender
levcm-ua na ra eslreita do Rosario n. 28, 1." an-
dar, que se recompensara.
Prccisa-se de urna custurcira para palito de al-
paca c de brim : na ra Nova u. 52.
Pfn ra da Aurora, loja
do fiiDleiro (i> Sp. ^ebas-
liao \1 arquee do Nasci-
mento, vendem-se bilitetcs
e cautelas da terceira par-
t da ouarta lotera do
GyiiUir sio, aqu. i corre in-
fallivel em 50 do crlen-
te: os premios so pagtso
sem descont.
Jos Pinto de Magalhaes, abri urna coclieira
de novase lignitos carros do passeio, na pateo do '
Paraizo n. 26, parase alugaretn a quem pretender.
Xo eslatieleciinetuo de carros fnebres de
.los Pinto de Magalhaes no pateo do Paraizo n.
10, eiieonlram-se ricos carros do 1.* e 2.* ordem
para delunlos, donzellas e anjos, bem como de 3.*
e i." ordem ;enearrega-se de qualquer armacao u
vestuario para os raestnos, fornece msica, cera,
carro de passeio e ludo quanto for preciso para
qualquer criterio com promplidao e preeo com-
modo.
Precisa-sc alujar urna ama captiva quo
aiba engommar e rozinhar, para casa de pequea
samilia : no paleo do Carino sobrado n. 7, primei-
ro andar.
Srs. redactores Kilo lenho espresses nem ter-
mos,com que possa.por meio do seu estimavcl jornal,
manifestar ao Sr. Manuel Borges de Mendooca os
seutimeulos de minha reconhecida, e sempre eterna
I'recisa-se de ama imagen) deS. S. da Concei- -catidao. A e hemfeitor, devo, abaixo de lieos, a vida e allivio de
meus sofrimenlos. Sim 4oruo a dize-lo, nao le-
lil- expressoes rom que possa agradecer ao Sr. Bor-
ne Mendonca os ollicios de candade. que com mi-
so tem pralicado ; eos motivos que leu ho para as-
siui fallar ao respeilavel publico eu aqoi ingenua-
mente u confesso. lu recolbido ao hospital dos
lazaros onde eslive tres aunos, accommeltido de
inorpha ; a pe i le tuberculosa e enrugada ; as nios
indiada* ; as extremidades feridas, e um braco qoa-
si retaceado : cheio de dores e padecimenlos, sem
esperanca de alivio e de vida naquelle azxlo de an-
gustias e conslernaciio, resolv fugir de (So lerrivel
Ainda se precisa de um teilor para
assiin como de Irabalhadore* de enxadi :
Ca eia Vellt i n. .j.
um sitio,
na ra da
c.iu e ,.uira de Nossn Senlwr Crucificado, de palmo c
meio de altura os vultos i quem liver c quizer tro-
car annunel* por cala folha.
Offerece-se um luuiiem para caixeiro de qual-
quer casa de negocio de atacado ou a relalhn, de que
lem bstanle pralica e lein boa latir ; esla arru-
mado, porem por um pequeo motivo quer sabir :
quem precisar annunrie ou dirija-se a ra do Co-
dorniz n. 2.
o coronel Joao francisco de Chabj faz sjenle
que, dorante a sua ausencia dosis provincia, licam
por seui procuradores os lllms. Srs. corontendador
Luis tiomes Ferreira s*eua lilhos Antonio de Aloris! I'urgalurio, e consegui-o, valendo-me depoii do Sr.
Comes Ferreira e l.uiz ,lu Mora.-s i", unes Ferreira. I ""'es de Mendonca, que humana e caridosameute
me arulhcii cm sua casa, omje me tem tratado al
agora, lem nenhum iiiterejse.pos que sou miseravel
Joaquim Jo* da Cosa I ajo/es vai a Kurora. e
detxa p r seus procuradores, em primeiro lagar sua
uiiilher, em Meando seu itenro Francisca Jos Alves
(iiinuraes e cm lerceirolugar seu lilho Joaquim Jo-
si- da Cosa Fajozes Junior.sereule de sua luja. le-
cife de abril de IS",(.
Prcrisa-se de um feilor que emenda de asri-
collora de caima, que soja casado e com nunca fami-
lia, para um engeul.....a freguezia da Becada ; a
pntender-se com o proprelario do engenlio Selle
Rancho*Bernardina Barbo** da Silva.nu com .Manuel
desvalido : ach-me quasi bom, cicalerisadas todas
as miuhas chagas.desapparecendu lodos os carolos da
cutis, no joso natural de todos os meui membros :
me considero, se nao radicalmente curado, ao menos
feliz, por me ver aliviado de lanloi pidecimentos
em tilo pouro lempo, que me lem traclado o Sr. Bor-
sesda Mendonca, a quem Iribulo mil acradecimeu-
los : as heneaos dos ecos chovam em beneficio do
Sr. Manuel Borges de Mrndonca. em proveilo de
' sua familia, pela e-mola c caridade que comigo
Alves b'cfreira, no largo da ssemba, casan. Ii | u'"' l,ralicado. Oxal esta minlia fiel confissao ap-
segundo titular.
lose Joaquim da Cuiiha vai a Europa Iralar de
sua saude. .
Jos Joaquim da Cimba deixa por seus procu-
radores, eih prun.iro lugar n Sr. Jos CarvaJho da
Cos i. em sesundo JoSOjaSimla de Almeida e em ler-
ceiro Julo lavares Cordeirn.
Oflereea-se para nua de casa de pouca fami-
lia, sendo lmenle para o servicia interno, urna mu-
Iher de bons costme*, a'qual coziuha perfeilamente:
a Iralar na ra do Padre l'loriano u. .]>.
Antonio Avelino l.eile Braga, subdito porlu-
guez, vai a Portugal tratar de sua-saude.
Aterr da Boa-
Vista 8-
lleseinbarriin hoje a verdadeira niarniela la de pri-
meira qoalidade, cm latas grande* e pequeas, por
barato preeo.
Iii^tampas de
santos e santas.
(lili (IO
.;...,.
o n. *
O dono da loja de miudezaa da roa du Collcsio n.
1, querendo acabar com una porc.lode cilampas que
lem. ven le barato clampinlias cm folbas de papel
dr*.i OO rs., CO e SIK) rs., atas mullo grande*
;.---.>iNI. vernica, de N. S. do Bom Parlo, do (.armo,
de s. Kranci o, da S. Mi.,., l, do Amo da (ioarda,
N. S. tir-n lo as almas do purgatorio, do corac.in de
Mara, Uedalha Milagrosa, Sania Vernica, S. Jote,
Santo Antonio, N. S. dos Remedios. .
particular da ra Direita n. 43 2." andar aviaa o*
pas de suasalumiiat que nu dia 28 du crrenle mez
de abril achar-se-ha abarla a respectiva aula.
Precis.i-sc da una mulhcr ripaz, que enlenda
dearranjos de casa, para o .crv'ico de.....casal sem
lilhos : trata-** na ra da Alesna u, 7.
Conlinua a estar tagida desda o da II de mi-
luliro ilo aune passado o eseravo David, de idade 21
armos punco mais ou menos, estatura* alia, corpulen-
to, cor fulla, e olho* grandes, he muito filiante e
paxola, levan vestido calca ejaquela, ha noticias du
im-siiio eseravo andar na Barra lirande e no engenho
Bosqiie.auule lein nlgumai mizade* : qoem o pe-
Coulinho, proiessora gar leve-nao ensenho Sallinho, em Rio Formoso,
n. 61 que sera ge-
Alusa-se um lerceiro andar e .ol.tu cun srau-
descoiiiiii.idos,p.ii.i[l,iniilia na ra da Sauzala velha
u IR, a l.il.ir na ra da Sauzal* nuva n. I.
lla-se a quautia :iHM>(I:mi ra. ajuros, 0 com-
pra se nina casa Ierra que lenli.i .% a Ii quarlos, e
I qoe seja fella a moderna com bom quintal, quem
Pede-se ao ,v. jtidante do 9.* balalhio Joa-1 pretender veuder, ou lomar o dinueiro dirija-se a
quim Ant.mu llias. que nao se retire sem que ve- ra Direita n. 19, que se dir quem tai esles nc-
nha fallar na i ua do Livramenlo n. 11. [gucios.
pedes par que a mande receber rom urgencia.
ou nesla cidade na rita da Cru
ncru-.;tmi-ulo recompensa do.
r;i iii ti pu ilco e er-
nambuco, ru*.i <\: S< le-
da) ii. 70.

\ proveilo a immensos iurelizes, que disseminados por
esla cidade exhalan em soflrimeulos eem desespero.
Sou, Srs. redactores, de Vmcs humilde, servo, res-
peiladoi c criado. Kerife 1-'de abril da|85ti.
Eslolano Antonio da Cimba ickado.
que pechin-
cha.
No Passeio Publico, loja n. de AUjjno Juse Lei-
(e, veudem se ricos curies de meia casemira, escura
e muilo cneurpada, pelo diminuto preeo de la cada
um, ditos de brim de linho a KUO rs., chitas finas da
cores Cuas a 220 o covado, ditas prelas e finas a 200
rs., chales prctos a ISJ9BB cada um, ditos braocos a
TOO rs., chapeos ite sol de panno cora barras a 2J,
brim de linho escuro* a 220 o covado, curies de cas-
sis chitas muilo linas a 2j, e outras muitas fazendas
mais baratas do que se vende na California.
Ao harateiro.
Roa iloColeyio it. 1, loja.
Franjas de cores com bulla para corlinado a 100
rs. a peca, trancas descJa largis pala vestidos a S20,
e 100 rs. a vara, ditas estrciUs para eufeiles de ves-
tuarios de meninos a (O, 100 e 120 rs. a vara, litas
de seda lavradas a 100,120. 160, 210. 320,400 a
500 rs. a vara, dita* lisas a 10, 60, 100 e 140 rs. a
vara, ditas de laa de cores a 100 rs. a pera, linlias n.
10, 50, 60 e 70 ,i l>. 19100, 1/200 e 1*H)0, butocs
de Imita pan camisa a SO rs. a groza, asulhas frau-
ceias curtas e eorapridaa a lo rs. o papel, duiias de
rom 16, 20, 21 e 30 a I2n rs.' a folha. ditas de quir- l*pi -' 80 rs.. curdas para guitarra, duzia a 100 rs.,
lo de papel a di rs dita* de folha ti ICO, ditas gran- i lila* de beira branca, maco a 100 rs., caisiuhas de
I.iba-tro com bola em cima para eufeiles de mesa a
l?2S0. liuleiros e aneiro- ,le metal a 100 rs. n par,
hico. eslreilinbos de novoi deseuhos a IsOOO a peca,
ditos l.irsos de dedos a mais de um palmo a 300,
500 e (-00 is. a vara, pecas de lita n. I l|2 com 10
vana a 280, aljofare de" cures, maco a 300 rs., pau-
les para alisar, du/.ia a 000 rs., dito* ue balea a 280
cada um, tesouras do 0 pollegad**, duzia liO. jo-
Sos de domin a l200. dniia de palitos de foso.
Caitas de pao a 210, canelas muito linas, duzia a I?;
aleni -le tudas estas miudezas vcudeni-se outras mui-
lissimas, que a villa de suas linas qtialidides e preeo
ania a comprar.
Jos da Coulia, na qoalidade de procurador
bailante de sua fillia Canuda Marcolina da Cotilla
Fernaudes, viuva do finado Sr. Joao Francisco Fer-
naudes, de lioiaona, para inventariar us bens pur
esle deixado* ; roga a lodo* os credores do mesmo
finado, de apresentarem as suas cuntas cuntas legaes
no prazo de oito dias, a contar da dala deste anuuii-
cio; alim de seren descnplas nu invenlarin rei-
peclivo, cm que ie devem separar bons, quanlus
li.tsteiu, para o devida pasamenlu tlaquelles dos
lis senhores i- senhora.', que pela fcsla desejam ler mesmos credores que para isso se aprczcntarcni e
novas qualidade* de bonitas rosas e outras varieda- para commodidade dos quaes, tanto podem apre-
dcs de llores, mandem por ella., que u lempo he pro- lenlar ***** cuntas na casa da residencia da mesma
prio de se planlarem, c retamar seus jardfns, par, : viuva, cm Coianua, como ueste Kecife, na ra da
pela tosa, lerem que offereer de novo as suas visi- j Hoeda trapiche do 'im/ia n. A. declarando aellas
las. Asura mesmo iccthemos de Paris uin sortiraen-1 a qualidade do titulo que possuem. seus vencimen-
lo de llures e arvores, que para esla provincia ludo 1 los, aqnaulia e os juros que veocetn na falla de pa-
bc novo. Iganieulo. Kecife 2 de abril de .SOfi.
ILEGIVEL
MUTll A



l-'0 Dt P1HRRDN0& TERCA EflM 29 ABRIL 1 1856
r|V
erceira edi$3o.
TRATIEITO HOIOPATHIGO.
Preservativo e curativo
00 GHOLERA-MORBUS.
, PELOS DR.
ciH/ftn'aC: es ^sk. ,
ni lrllr^oo^la^^p''(:lcr,''lral'les,aenfe^rni,,'1de,',,llil,l,l^ando", ''"'lio mais eflieazes
Uritalha-ta.tliiquanlo lerecorreaoinedico.oo mesmoparaeiira-li'iudepeiidenledeiteMioslogares
""q""TRDBZIO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Eslesdoesopusculoiconlmasinilitaeoesniaisclaras
P. A. LOBO
ie precisa, e pela suasimplese concisa exposi-
Aluga-se urna boa eserava, para loitu o servi-
do, Unto de ra, como ile nasa : na ra da Cadeia
le Mulo Anl.....o, totead* ,|0.....andar n, 12.
,
t
m M4MMNMMt
sa
cioeslaaoaiceoedelod*asiutelligencias,naoo pelo que di/ rcs|iei(oaos meios euralivos.eomo prin-
cipalmente aus preservativos qne lemdado os mais salisfacloriosicsnltidos em loda a parle em qne
elleslem ido poslos em pralica.
Sendo o Iratamenlohomeopathiooo anicoque lem dadogranricsresulladosnncuralivodesla horu-
Ylenfermiriide, julcamosa "proposilo Iraduzir resto dous imporlanles opsculos oiu I i ligua vernaci-
la para deslarle facilitar a sua Icilora a quem icnore o franccr.
Vcnde-s unicamenle no Consultorio do traductor, ra Nov n.52, por 2J000. Vendem-se lambem
os medicamento precisos e botica*do 12 tubos eom um frasco de lindura 159, urna dita de 30 tubos coin
quatro e 2 frascos de tintura rs. 258000.___________________________^__________
:": -r*~mWnN.......... 'A
*. *
* TEDHAS PRECIOSAS- Jj
g Aderejos de brilhantei, jj!
^ diamantes e perolas, pul- '^
* eeir.i, alfinetes, brincos
* e rozetas, boles e anneis *
J de differcnles goslos e de ^
* diversas pedras de valor, t*.
1 i 2
* Compram, vendem ou n
Irocam prala, ouro, bri- B
Itianles.diamantesepcro- ,
* las, e outras quaesqner *
J joiisde valor, a dinheiro |
;_ ou por obras.
!?? ?*',??.<'>">"*"""?*:''*'
MOREIRA L DARTE.
i,ja di mwm
Rua do Cabuga' n. 7.
leoobem por io-
dos os vapresela Eu-
ropa as obras do raais
moderno ^osto, tan-
to le Franca coitn
*
I WMNHniHMIl
OURO t PIIATA-
Adereros completos de
ouro, meiosditos, pulcei-
ras, alfinetes, brincos e
rozelas, cordoes, tranee-
lius, medalhas, correles
e enfeiles para reloaio, c
oulros muilos objectos de
ouro.
Apparelhos completos,
de prata, para cha, ban-
dejas, salvas, caslicaes-,
"I lioros de sopa e de cha,
e muitos oulrus objectos
de prala.
;...
de Lisboa, asquaesse vcnclem por
prc$o commodo como eostumam.
REPERTORIO DO MEDICA
HOMEQPATHA.
EXTRAIIIDO DE RUOFE E BOEN-
NINf.HAl'SEN E OL'TROS,
lnstriiC9ao moral e reli-
giosa .
Esta compendio de historia sagrada, que oi ap-
provado para iustriiccao primaria, tendo-se vcndl-
: do antes da approvaoah a 13f>00 rs., passa a ser
c posto em ardan alphabetica, rom a descripoao vendid ,8(K). y fi d
abreviada de todas as molestias, a indicaran ph\sio- ... i ua '">*
losica e therapeulica de todos os medicamentos ho-! Independencia. j
meopalhicos. seu lempo de accAo e concordancia : _Precsa.se ,,! nn)
secuido de um diccionario da sicnihcarau de'torios ., "T. I ~r*"
os termos de medicina e oirurgia, poslo ao alcance destandade, o qual lenha lugar para guardar um
das pessoas do povo,.pelo
BR. A. .1. DE MELLO IORAES.
Os Srs. assiRnantes poden mandar buscaros s>cu
fl\emplares, assim como quem quizer comprar.
f A IIOMEOPATIIIV E O
$
9
i
' nico trata ment preservativo
curativo do cliolcra-morlius,
| PELO DOI'TOR
| Sabino Olegario Ludgero Pinho- A
Segunda edierao. u*
' A benevolencia com que fui acolliida pe- *<>
| lo publico a primeira ediccao desle opus- (S
culo, escotada no curto esparo ro cimas me- "\1
I es nos indu/io a reimpressao' '#5
I .Cusi de o;ida templar......|-m,'i /A
Carleiras completas para o traa- ^
I ment do cholera e de maltas ou- Q
Iras molestias, a..........308000 2*
Mojas carteiras..........lii.-'iim W>
Os medicunientos so os melhores possiveis. fj
i Consullorio central humcopathiro, ra J
II. li.
o
, cavallo, e que n;io soja: prximo a charco on agua
I estagnada, c se liver casa assobradada melhor ser :
na livraria ns. 6c8,;da praca da Independencia.
o .1. JANE; DENTISTA, %
9 continua a residir na ra Nova n. 19, primei- %
%> ro andar. m
'tetaj
Na casa da residencia do l)r. I^aureiro, na ra
da Saudade, defroule do Hospicio, precisa-se de urna
ama de leile, forra, que1 nao traga comsigo o fillio,
que liver, de peito.
I'recisa-se deun^feilor boni hnrleln : qijom
esliver nesle raso, dirija-c a Craz de Almas ao rol-
lesioda Concciciio ; all| tamliom se precisa do um
criado que saiba comprar, c di' fiador a sua conducta.
A diierlora do coljesio da Coneeicfio na Cruz
de Almas, participa as familias que e* tinhim pro-
| posto anlcs da invasAo Dcsli i-idade do cholera, de
1 mandar meninas para aquelle colleeio, que o podem
I desde agora fazer, pin dslu resolvida a recebe-lis,
por confiar na prnlero.lo.da divina nalrona do men-
cioiadocollegio.altlioje'aoabriso daquclle llagello.
TroCam-se notas do Banco do Brasil por se-
dulas : na ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
Necesita-sc de iluS- pessoas par o servir in-
| temo de uina casa eslraakaira, urna que ro/inhc c
ensnmme e outr que emenda do costura : na ra
Nova n. 17.
I'recisa-se alugar urna ama forra ou eserava
paia u Wl irii ilu umn ca^i Ha ppaai Ij.i... no r\i
de Apollo, sobrado n. fij
Paln Nash CV Companhia oerlaram que JoSo
IJcdro Jess de Malla deijiou de ser seo caiieiro desl
dehonlem li do correte me/. Reclfe 1S de abri-
,ie IHjfi.
Na ra dos Copiaras n. 20, lava-sc, n-
gomina-se, e arinam-se bjitidjas de bolos, por me-
nos preco do que em oulta qnalquer parle.
O Fanoraiiia.
Ruga-se aos Srs. assisiiBiitcs deslc jornal lillera-
rio e instruclivii, a bondajle de procurar o re-lodos
nmeros pertenrenles ao anuo de 1855, a de n. 1 a
li de IS.fi, na ra do Crespo defroule do arro de
Sanio Aulouid, livraria ;do J. Nogueira de Souza,
onde lambem se veudem collecres completas do
mesmo.
LOTERA da provincia.
O Illm. Sr. thesourciro manda fazer publico.
ICtlIMtl i i
i eolleeoab de nossas leis e avisos uvulsns. Consta- T10 se acl|am a venda, na tliesouraria das loteras,
rdc don volumes em oilavo, srande franre/, e o 'ra da Aurora casa n. 26, das 9 as 3 horas da
primeiroshioluieeslai venda porSSua lojadc tarde, os hillisles, meios e quarlos, da lerceira
SR^JsJSiSaW^^ *. GyS0 Pernambu-
Pcrnambico, podem procurar o primciio volme jeano, cujas rodas andam, imprelerivelmcnle nodia
na toja de Hvtos acuna mencionada : Do Rio de Ja- I quarta-feira 30 do correnle. s 8 horas da ma-
neiro na livraria do Sr. Paula llrilo. praca da nhaa, no consisloro da igreia de Nossa Senhora
.onsliluic.o; no Maranlian, casa do Sr. Jornia m ; j. i ,,. ti J owiuuid
do Livramento. Oulro ,sim, que as listas sorao
VINIIO E OPIATO AM 1(110-
LEItlCO
DO
DR. ANTUNES.
8K-les don medicamentos conhecidos por
seos erandea resultados, no Iralamenlo do
9 i Mi il.l-.i; \. ven.lom-so, nciimpanhados de _
um folhelo, na psurmaeia de' l.uiz Pedro das
A Nev, ra da Cruz n. 50. tt
m l'rejo de vidros e i folhelo 3jO0ll, de
t caixa 7800O. Z
AVISO
RA LARGA DO ROSARIO,
antiga ra dos Quarleis.
J.PRADINES.
TILFJRO-ARWEIRO.
Tem a honra de fazer scienie ao respcitavol pu-
blico e piincipalmenl a sens fregueses, que elle
abri de novo sua ollicina, o quo se acha promplO
para qualqucr inisler de sua profissao, a que (az as
amolajues lodos os das.
Aproveila cssa occasio par,' prarinir as pessoas
quedeixaram thesooras, navalhas e oulros obiee-
los |iara amolar econcertar, ateo lim de dezemlno
de 1855, que os venham buscar quanlo antes, so-
noserao vendidos para a paga dos ditos rncenos.
De boje em diante nao ficaro os objectos para
concertar ou amular mais de dotis me/es, porque
pastado esse lempo, scrio vendidos para paga do
Tendo-sc de fazer segundo dividendo da
de Deaue Voule & Companhia, a adiuiuislraciio da
iiio-in.i avisa sos seus credores que comparceam no
escriplorio da adminislracao, la rio Trapiche n. t,
pnnieiro andar, no dia -N do correlo em dianle,
para recebvrem 5 % de scus crditos. Recife -Ji de
abril de Is id.
Exisle na ra do Jardiin, na casa n. S, um
honiem acoslumado e habilitado a ir a qualquer co-
marca ou villa, eucarres"il de fa/cr conciliaries,
cilacoes por caria, precatorias de inlimacao, de pro-
testos e de i'\coiii\ii> de ieotencas, o qual da conhe-
cimenlo c li.inc;,i de sua con.tucla ; para o que pode
ser procurado em dita casa lodos os dias das horas
do dia as ;l da larde.
Mara Caroeiro de Soiim Lcenla Villasecca,
professora parlirular, pretende se lieos Ihc conceder
vida c saude, achar-se no exercicio de seo magiste-
rio no dia >& do correule mes, e contina a rereber
meninas pensionistas c meio pensionistas : quem
quizer confia-|,is ao seu cuidado, dirija-se a ra da
Aurora n. 13, segundo andar.
VARANDAS E GRADES.
Um lindo e variado sorlimcnlo de modellos para
varandas e gradaras de goslo modernissimo : na
fundirn da Aurora, em Sanio Amaro.c no deposi-
to da nio.ni,,, na ruado liruni.
t&ontpxis.
Compra-se urna eserava al :|I)anuos de idade,
nilo lendo molestias : ua ra Velba n. 71, se dir.i
quem a compra.
_ Compra-se o Diario de ternamboro dos dias
7 de asoslo de 1 S.">, e II de Janeiro e 10 de fevcreiro
de 1855.
Compram-sa olas do Banco do Brasil : na
ra do Trapiche-Novo n. (0, segundo andar.
- Compra-se para um prsenle urna ncurinha de
2 a il anuos, ou mesmo una mulalinha que nao lo
nha molestias : quem liver e quizer vender, annuu-
cie por este jor-al ou dirija-se ao paleo da matriz
de Sanio An'io.io, -Macado de um andar n. 2, qne
achara coin quem iralar.
Cmprate urna toallu de labyrinlho ou reoda.
propria para b.pinado : na ra de Hurlas, sobrad
.le um su andar u. IJS.
Compra-se um.i balance romana : ua ra do
Encanlaracnlo n. 70 A.
ral .illm.
C. ST.YI.R & C,
deSauln Amaro (Mundo-Novo
CASA DOS EXPOSTOS.
Pretisa-se de amas para amamentar truncas na
rasa dios esposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, Itendo as habililac.Oes occessarias, dirija-se a
mcsmii, do peleo do Porai, i|iiti >!.i arluru enm
qoem llralar.
X ARRENDAMENTO.
A Ion e armizem da rasa o. 55 da roa da Cadeia
do Recife junio ao arco da Conceii.Ao, acha-se desoc-
cup.ula, e arrenda-se para qualquer eslahelecimeulo
em pnnln grande, para o qual tem coinmodos sufli-
eienles 1 os preteiideules eolender-se-hao com Jn,lo
NtP"iiiioenii Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na hiesma ra.
5UBLICAQAO' LITTERAUIA.
Kcpcrtorio jurdico.
ublicacAo ser sem duvida de ulilidade aos
nles que se quizerem dedicar ao etercicio
do furo, pois uella enconlrar.lo por ordem alpbabe-
tica as pijincipaes e mais frcquenlcs oceurrencias ci-
vis, orphanoloicas, commerciaes e ecclesiaslicas do
un-.i fori, eeai as remisses das ordeuacoes, leis,
avisos e iWulamenlos por qoe se rege o Brasil, e
bem assrn resolutoes dos Prasislas ulicos e moder-
nos e.n que se firmam. Conlcm semelliaulemenle
as decisSes das ^uesloes sobre sizas, sellos, velhose
novos direilos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
Marques llodriitucs; e no Cear, cas do Sr. J.' Jo-
s de Olheira.
Malssa adaman-
tina.
KranriMo Pinto Ozorio chumba denles rom a ver-
dadeira rrassa adamantina e applica ventosas pela
alraccio do ar : podo sor procurado confronte ao
Rosario de Saoto Antonio o. -2.
*
s
HORAT 4 IRMAOS. |
Ra da Aurora n. 58, primeiroandrr. X
J|em a honra de participar ao respcila- ^?
Tcl publico ilj-ia cidado e com especialida- V
de aos seus fregiiczes, quo possuem pre- (^
scniemcnii! o mais rico c completo sorli- ..<*
munto das mais finas e delicadas obras de ,a,
lirillianUi, perola a ouro, como at o pre- "*?
serile nao tem apparcido nesla praca ; c tff
ajancam a todos o mais mdico preco por- @
quo vender so pode, obras de gosto o mais tj)
apurado: os mesmosdesejam ardeniemen- ^a
telque o respeitavel publico nao deixe de 2
ir laucar as vistas sobre as suas obras, w
afim deque se ja conhecida a verdade de $
qlie cncerram eslas poucas palavras. gk
Candida Mara da Pair-o Rocha, professora
parlinilar de instruccao primaria, rcsidenle na ra
do \ uario do bairro do Hccife, faz scienie aos
pas de suas alumnas. que acha-se aborta sua au-
la, ua qual contina a ensinar as materias do cos-
lume, c admiti pensionistas, mcio-pensionstas e
evlet ns, por prefos razoaveis.
-Precisa-se de urna ama de leile forra ou
captiva, sem vicios nem achaques, e que tenha
boa ondula, paga-se bem no pateo do Hospital
n. 16, sobrado.
M(''! ;e Mari.-..
Ar-.ihi do pnhlirar-se o novo Mez de Maris ou o
Me de Maio, consasrado a gloria da Mfli de Dos,
nov ediejao, ornada de vinhelas c bella eiicaderna-
distribuidas gralis aos compradores do bUbetes, no
primeiro da til as 6 horss Ja manha, e que no
dia 3 do maio principiarlo os pagamentos da refe-
rida lotera, das 10 horas do da s 3 da tarde, na
ruada Auro a n. 20.O escrio das loteras,
Antonio Jos Duarie.
Historia Universal, por
- Cantil.
Os Srs, assignanles lenham a hondade de procurar
as series que anda nao liverem recebido desla obra
ate paginas ">J do selinlo vulumc. Conlinna-ao a
receber assignatarai fiara esla inleresnnle obra.
Irado/ida cm por'ucuc/.,' leudo ja 7 volumes publi-
cados, ornados de bellas pslampas, bella impressao,
frmalo do Panorama : pa agencia, ma do Crespo
defroule do ano de Sanio Antonio, livraria de J.
.Nogueira de Souza. m
Curso de francez
praosexamiiiaiulos d<>
olleiiio das artes.
O RACIIAREI. WITRIVIO, conlinoandoalcr-
riuiiar em francs, lem dli abrir para os que preten-
deren examinarle no eoUegio das arles, um curso
da mesilla lingua, o qujl lera principio em maio
protimo vindouro ; e cpmproi,ietle-se a habilitar
para o respectivo exaine no lim do auno o- que fu-
rom assiduos e cuidadosos nesse e.parn de lempo,
mediante somente o lionnruno de 2II?MI0 pasos na
anerlora do referido curso, cuja matricula ser fe-
chada "O iillim i desle n(ez. IVidc ser procurad
roa da Camboado Carme n. 19, segando andar, das
ti horas da larrie cm dianle.

'.. Vi/ ,.'
BLUNDAO VARETAS.
ALERTA!
*g Sao chegados ; praca da Independen- ^
*;tf c'a n.-i esles apreciaves charutos; sua !^
..' ptima qualdade e nunca saboreado gos-
V? to os tornam recommendaveis. Ha j ^
;"'5 bastante lempo que nao apparace lo B
A lioa fazenda, sen diminuto preco ainda A':>
g mais anima; quem deixar de comprar
' urna nexgolavel fumaca por 23200 rs.,
W* urna caxinha de 50 chaaos, c 19201
urna de 25 ditos Alerla, Srs. fumantes I
Jeve
respeitosamcnlosnnuiiciam que no seo extenso en-
labclcciuicnto cm Santo Aniarii.ronliuuan a fabricar
rom a inaior perfoioao e promplido, loda a qual-
dade de niarliinismo para o uso da asiicullura,
navesarao e manufarlura ; e que pora manir rom-
modo de seus numerosos, Iregue/es c do publico
em gersl, lecm aberlo cm um dos grandes arma-
sen! de >r. Mosquita na ra do Brum, atraz do
arsenal de nnrinlia nm.
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabeleciinenln.
Alli acharan os compradores um completo sorli-
menlo de moendas de caima, rom lodos os mclho-
ramcnlos alguns dclles .novos c originaes) de que
a experiencia de muilos anuos lem mostrado a ne-
eessidade. .Machinas de vapor de baila e alia pres-
s."io, laivas de lodo lamanbo, lano batidas como
fundidas, carros de ni.ioe ditos para rnnduzir for-
mas ile macar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, romos de ferro balido para faii-
nlia, arados de ferro da mais apprnvada couslruc-
rao, fundos para alambiques, erlVOS o portas para
fornalnas, e una inlinidade de obras de ferro, qoe
seria enladonho enumerar. No mesmo deposito
cisle urna pessoa lolellisente e habilitada para
receber Indas as eiicomniendas, ele, ele., (|uc os
annnncianles contando com a capaeidade de suas
olliciuas e inachiiiismn c pericia de seus olliciacs,
se comproiucllein a l'azcr execular com a inaior
presteza, perfou-ao, c exacta ennformidade com os
modellos ou llnennos, e intrucroes que llic forein
forneridas.
Domingos Francisco da Crozsubdito roriugurl
retiran' para Portugal a I miar de sua sande.
Manoel Antonio, relira-sc para a Europa a
tralar de sua saude, c nada deve a uinguem.
Nicola Urano, subdito sardo, vai fazer urna via-
gem ao norte.
<> l)r. J. Chardon, de volta da sua vianein i
Babia, faz scienie aos pas de sous alumnos, que a
conlar do I. de maio proiimo, elle continuara a dar,
lano cm sua casa como cm casas particulares, e as
mesmas horas loque dente*, suas liees oe francs,
ultiiniimsnle interrumpidas em razan do cholera.
Procisa-se de um ollieial do nlfaiale que Ic-
nha principios do corlar as obras da mosma arlo :
na na da Madre de Ucos n. 36, primeiro andar.
Lotera doGvtn-
nasio PernanM-
^cnt' 3,
pl
A JJOO rs. o covhcIo
de jiiisi lena pies deteda (urta-cres
vestidos : na ra do Cuspo n. II.
Na ru.i das Triurbeiras, luja de ciicadernarfio
do Sr. Pedro, e na roa do Eooaniameiuo o. 76 A,
vende-se a obraCondeca de ana senhora chris-
Ua.
Vendem-se i prelos de bonitas fisuras, que re-
resenlam ler 30 a 33 anuo-, o rnin pralira de Ira-
pre
halliarcni as alvarensas : a Iralar
-Madre de Dos n. Is.
Vendem-se :t escravas d
nliam c enuomman bem : na
pr
na Iravessa da
nde-se um piano mullo hnm por preco mu-
anla, 2 diccionarios italiano e |iorlugucz, .1
bneano.
i
Aos 4 000 2:000,- e 1 O00n000 rs
Corre indiibilavelmcnle quarla-fcira 30 de
abril.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao respeitavel publico, qne seus hilheles e
rautelas nao eslo sujeitos ao disconlo de 8 por
cenlo do imposto goral, os quaes oslo expostos a
venda as tojas j conliecdas dos Srs. jogadores.
Uesponsabilisa-se a pagar lodos e quaesqner pre-
mios grandes que elles olilivcrem, cm seu cscrip-
torio,. ra do Trapiche n. 36, segundo andar, lo-
go quesaia alista geral.
Bilhetes. .ssoo:i)()o.s(ioo
Meios. -2.SMI02:000.s000
Quartos. I ,s.".00I sOOOjOOO
Salustiano dt Aquino Ferreira.
LOTERA da provincia.
(Corro infallivelmenle em 30 do correnle.) '
Oliveira .lunior & C, avisain ao publico, que
teem exposlo a venda, as tojas j annunciadas,
os bilhetes e cautelas da lerceira parte da quaria lo-
loria il" livtiiiia-u) Pernambucano.
Responsabilisam-sc a pagar todos e quaesquer
premios que obliverem os seus hilheles e cautelas,
assrn como a pagar sem o disconlo dos S por cen-
lo do imposto geral os tres premios grandes.
Hilheles KgOOO Recebe por inleiro. 4:000)000
Meios -2-iiHI 2:000900o
Quartos 1^300 .> 1:000?(KH)
Oliceira Jnior C.
Al.UGA-SE um grande slio cniu urna ex-
celente casa de sobrado, senzala, cocheira o es.lri-
baria para 4 ou 6 ravallos. quintal murado com
cacimba, curraos e armazens, arvores frucliferas
de todas as qualidados, uplma agua e grande baixa
do cpim, milito peno da praca, na estrada de
Joo de Barros: a tratar no mesmo sitio, coma
Exma. viscondessadeGoanna.
lotera do gymnasio.
Corre no dia .)0 0 abaixo assignado toin exposto a venda as
suas tojas do aterro da Boa-Vista n. -18, e ra do
Kangul n. 4S, os bilhetes, meios, e quartos da lo-
tera cima responsabitisando-se a pagar os pre-
mios por inteiro sem o disconlo do 8 por cenlo.
1 bonitas lisuras, coli-
ma Direila n. 3.
' liar::tos.
Na ra da Caricia do Rerife n. 15, loja, vendem-
se superiores charutos da Haba, aliancando-sc a qua-
ldade.
Unicorue.
-Na ra da Cadeia do Itecifc n. 13, loja, vendem-
se ricas bengalas de unicorne, aliauraodo-se ser de
un. ni no verdadeiro.
Vcnde-s
to om co
romanees moilo bonitos, sendo mn cm francs, um
penle muilo bonito para segurar cabello, e nina car-
leira de visilas, obra linda, ludo muilo em ron!.
na loja do Sr. Ciiimaraes, ra do Cabagi, se ver os
objei.lo..
Vendem-se 2 caixoes proprios para taberna ou
deposito de nadarla, muilo em conla : na ma Di-
reila, fabrica de lamneos, esquina da Iravessa de c.
Pedro. s
Vende-se urna nesra na ma do Mondego n.
u2, porprei.o rommodo.
DOCE
do 59 A,
con frente ao Rosario em Santo Antonio, avisa ao
respeilavel publico, que receben o verdadeiro doce
casca do ;oiaba, 0 melhor que he possvel encon-
trar-so nesla capilal.
Vcnde-sc muilo superior marmellada, assim
como doro de ;oiaba muilo lino : no armazom de
Palmeira & Bcltro, no largo do Corno Sanio
n. G.
.,.. vende.se um prelo moro o robusto : ua ra
Direila n. fifi.
Vende-se urna linda mulalinha quasi branca,
rio idade de 13 para l annos, com principio de ha-
bilidades, e mais urna criooliuha muilo bem pareci-
da, com X annns de idade, ambas ptimas para mu-
camas : noalerroria fina-Vista, sobrado n. ii, se-
cunlo andar.
Vendem-se superior pedras de Lisboa e da Ier-
ra, como .(.ja sacadas, snleiras, rnrdes. vereaa, hom-
hreiras, sapos, la=es ele. ele. : na na do Colleeio n.
'2\ lerceiro andar.
Vendem-se 3 TieHas novos c 1 par de jarros
lambem novos, de looca, para craveiro : na roa de
Aguas-Verdes n. 3.
Vende-se um berro rom pouco uso, novo e bo-
nito, com ormarao para cortinado, o lambem vnde-
se um bonito cavallo, sordo, do eor rodado foveiro
andador bailo : na ra de Aguas-Verdes n. 3, so-
brado.
Vndi>-se una eserava de idade de 35 auno :
na ra do Pilar n. 143.
Vende-se um bem piano horisontat, de mosno,
em perfeilo estado c tioas vo/.es; servo excellente-
menle a qualquer pai de familia, que queira rom
pouco dinheiro msnriar ensinar suas lilhus : para
ver na ra da Cadeia rio Recito n. primeiro an-
dar, escriplorio rio Sr. Barroca, e para Iralar na ra
eslreila rio Rosario n. 15, sobrado, das I2s3da
larde.
Vende-se um lindo escravn de idade id anuos,
proprio para lodo o servico : a tratar na ras di Ca-
deia do Itecife n. \-l, loja.
Em casa de TimmMomsen & Vinassa.pra -
ca do Corpn Sanio n. 18, ha para vender um sor-
tiincnlo completo de livrosem brauco.
A nm fama
YENDE BARATO.
-----~.... .-<,.>u ^ t. ( i >, ,; i un j_ --------------r ---------
rao vende-se a lssil na livraria de J. Nogueira Quem sabe apreciar urna fumaca.
le mh rieiro.... rio airo d. Santo Antonio. S vir ver os verdadeiros-Brando \ arelas. &
-m"2b^r.^
inaii al;um inlercssc no caso de agradar : no alor- ^ pharmacculico Antonio Jos da Cunha
no Ai Boa-Visia n. 39, segundo andar e gratifica- paf'C'P'1 a respeilavel publico, e perlicularmenli:
so a (quem del noticia do algiima ama, ou a levar aos seus fwgooes, que mudoii a sua botica da ra
a casa cima.
I iiiiar.nn da ra da Calaboueo urna cabrinha
ibichhi de s-is a oilo me/os, de cor amarella escura,
Modo as costas a penas quasi prelas, e suppoe-sc
o havor -ido para o lado do ('.armo, ou Momio-No-
vo, por onde andava : a posoa. que indicar quem
furloH-a, lora urna Urca Eralificacao, pois que se fa-
zem csfnrpis par riescobrir-se o ladran, que se sus-
peila ser um individuo j i jsio avenada, e Eoer-
dar-e-ha aegredo acerca de qualquer informaiao.!
Na roa Nova, n. 1 i, primeiro andar.
do Kosario eslreila, para a ra do LivramoDIO
ii. 30, e ah continuar a serv-tos com toda a
promdlido o cuidado.
Aluga-se urna sala e um quarlo do primeiro
andar do sobrado da rna de Apollo n. (i: a Iralar no
mesmo, ou na ra do Trapiche, armazem n. 10.
Preclse-se alocar urna rasa terrea ou lohradi-
nbo nos arredores da ma Nova : na loja de Bekcr,
ali'aule.
B l'ioi < i --i- de urna pessoa nacional ou
t&. astrangeira para oceupar-se no servico de
/i, Um sitio, dando prova de sua rondiila :
W a tratar na ra da Cruz do Becife n. 53,
v) seijunilo andar, ou na liolica do Sr. I.ui/
m
$
<$
4-7S00 recebe por nleiro 4:000?000
'9400 a i) 2:0009000
19300 s 1:0009000
Antonio da Silva Guimares.
nilhctes
Meios
Hilarlos
lis abaixo assicn.irios, rom loja do ourixos na rua
do (.aboca li. f!. confronte ao paleo da inalriz e rua
Nova, fazein publico, que eslao recebeodo coulinua-
damenle moilo ricas obras do ouro des melhores
gOSlos, lano para eenhoras como para bomons o me-
n i un- ; os procos continan! mesmo baratos, c pas-
sainse contas com resnansabiltdadOa especificando a
qoalidade da ooro de 14 oa 18 quilates, tirando as-
sim sujoilos o iiiomiiiis por qualquer duvida.
Serapliim i\ Irmo.
rica,
lo Sr.
casa Vendc-se uina estola braura, simples i
por preco coinmodo : ua rua do Cabuc.t, loj.i
A. J P.niasco.
HE MITTO BARATO.
Vendem-se luvas prelas de torra!, de Lisboa, pelo
barato preco de IglMIOu par, brius trancados de linho
le rores a XOO rs. a vara : no lim da rua do i.'uei-
iii.iln, loja de fazenrias n. id A.
Vende-se fariaha de mandioca boa, em saccas,
por preco luralo : no aterro da Boa-Visla n. 3t.
LUVAS OE IORCAI..
Vendem-se luvas prelas de terral, rhegadas nlti-
mamenle de Lisboa, pelo baraliss'imo proco de 18000
o par : na rua do Queimadn, loja de miudezas da
boa lama n. 33.
LUVAS DE TORCAL.
Vendem-se mallo superiores luvas prelas de lor-
eal, de Lisboa a I^JIHI o par : na rua do Queimado,
pija de fa/.endas da boa fe n. 22.
CHAVBAU.
Vende-se a llieoria rio roriigo penal por Chaveau
Adolphe.obra indiSpensatd a aquelles que esludalm
o lirreiro auno jurdico, por preco rommodo : na li-
vraria da praca ria Independencia ns. (i c S se dir*.
Vende-se um bons cavallo, por baralo preco :
na rua do Sebo junio ao sobrado novo.
Vendem-se dual canoa, urna niaior e oolra
menor, propria! para couriuzir agua : a fallar em
Oliuda com Vicente Ferreira da Barros, no Vara-
douro.
Vende-se urna eserava etrcllenle coslureira c
mais habilidades, achando-se grvida de "mezes: 1ra-
ia-se na rua da Alegra o. 7.
Saccas com mili.o
muilo boai : vendem-se na loja n. 20, da coi da
Cadeia do Recife, esquina du Becco-Largo.
Vende-se ua rua da Cruz n. 15, secuodo andar,
qualro camas de ferro, sendo uina de duas pessoasc
as oulras de uiua s pessoa, <-becadas ltimamente
de lienova, muilo solidas e bem fornidas.
Vendem-se cobertores e muas de Ma, o me-
lhor que lem apparcido no mercado: amado
Crespo, loja u. 8.
Vende-se muilo acreditada podarla do Man-
cunibo, sila na rasa doSr. lirurciio Teixeire, coin
mullas froguezias na Capunga, Allliclos e Boa-Vis-
u, alein da da porta, a qual lem lodos os perlencc
a Irabaihar, a na mesma (em um cavallo para en-
trega de pao na Iregoe/.ia : para Iralar, na rua da
Sotcdade n. 17, ou na mesma.
V'eude-se una casa ua cidarie de Oliuda, rua
do Amparo n. Ili, com ."i quartos, gabinete e corre-
dor ao lado, grande quintal, cacimba, cozinba tora,
chao proprio; vende-se por neeessidade: OS pre-
teudenles dirijam-se a fu da Cadeia de Sanio An-
tonio, loja de marcioeiro n. 1H.
\ ende-se faruba de mandioca muilo boa, em
saccas, chocada agora no patacho aVafente: no ei
criplorio de francisco Sevcnano Kabello & Filbo.
Vende-se farinha de boa qualidade, em sac-
eos de alqueire, medida velba a 51000: no armazem
de Antonio Aunes Jacomc Pires.
Vende-se n muilo aprcciavcl cha prclo, de
cm cliente qualidade cm libras e por barato preco
na rua da Cruz n. 20, primeiro andar.
r A :i.-i Na rua de Sania Rila taberna n. ."> vendem-se sac-
cas gratules com millio c farinha muilo superior ,
no fondo da mesma rasa ha para vender muilo boas
airuaces de camas de vento e mnilos relalhos de
amarelloi proprios para marcioeiro, ludo por baralo
preco.
C;il!f> Lisboa.
Vende-se orna poroilo de barrio com cal de Lisboa,
por barato preco, c retalho a 35 o barril l na rua da
Caricia do Recife II. .VI
=Vcnde-se o verdadeiro e superior licor ab-
syiilhe, ltimamente ehegado e por baralo preco :
na rua da Cruz n. 26, primeiro andar.
,TraP
X'l
Pedro das Nevos. $
1 Precisa-se de urna ama que saiba eozinhar e
fazer o servico inlerno de casa : na rua Direila, casa
n. 190, segundo andar.
# ClRSOHEMATIIfi\TH\S. #
O abaixo assignado formad" om maulo (
($) matlieiuaticas, locciona Ariihineiica, Al- |^J)
i gehra e Geometra : na rua Nova, em o v
w primeiro andar do sobrado n. 07.Ber- W
^) nardo Pereira do Carnm Jnior. (&)
Libras de liubasbrancas II. jo, lid, 711, Kl>, a lgi(M.
Ditas de dilas ns. IMI e I-JO 1 --.'."
Du/.ias de tbeouras para coslura IsyMH)
llotias de ditas mais tinas e miiorta I52KO
Maros de cordaojjatjiJMlIrio, alcuma rousa
encardidos com 40, 50 e mi palmos.
Peral nm 10 varas de luco eslreilo
Caixiohas com agulhas francezas
Caixai com li nvelos ric liubas tic marcar
Pulceiras encarnadas para meninas e sculioras
Parea de meias linas pata senhora a 210 e
Miadas de hullas mullo lillas para bordar 100 c
Grazna de botoes malte linos de madreperola
Hilas de ditos muilo linos para calca
l'ivellas douradas par calcas e colles
Feotes de verdadeiro blalo para alizar, a :ioo
Peras rio lila de linho brincas rom li o niela
varas
Caixas com colxctcs cros'os francesea
Caniteis de liubas de uOjardas de muilo hon
qualidade e de todos os nmeros
Mariolios com tO urampas, e de boa qualidade
Pares de suspensorios de bonitos parimos
Torcidas pan candieiro, duzia
Tinleiros e arceiros de porcelania, par
Carleiras de niarroquim para aljibeira
Canelas muilo boas de mclal e pan 20 c
Canivetes.de aparar penMS
Meiasbranras e cruas para Irtimem, IlO, 200 e
Trancinha de laa de caricol e de lorias as cores
palmo
Duzia de penles de cliilre para alizar, bons
(irosa* de bolnes de louca piolados
Pecas de litas de COZ 210 <
Carreleis de ludias de loo Jardas, autor Alc-
zanrire
Liabas prelas de mc.idinha muilo boas
Carlas de allinelcs de boa qualidade
Doxia de penles iberios para alar cabello
Meiiisde lio Escocia para menino, brancas e
de cores, fazenita moilo boa 2iO e
l'ivclas de aro rom loque de ferrugem para
calca
(rosas de livclas para sapalos
Caixiohas envernisadas com palitos de logo
de vallabas
Caisinhas de pao com palitos de toan bons
Caixas rom 50 caixinhas de phosnhoros para
c baratos
Chamleiras de vidro 60 e
CaslOes para beogalas muilo bonitos
Atacadores prelos para casaca
Sapaliohiis de laa para i-riancas, o par
Cainitas do meta para crianoas de peilo
Traucelins para reluci, (a/end i boa
Bscovinhaa para denles
Atem de indas estasmiodexas, vendem-se ontras
mnitiMimas, qne vista de suas boas qnilididese
h iliIhs precn., causa admiracao aos proprios com-
pradores na rua do (.Inclinado, na bem conhecida
loja de midezas da boa fama n. 33.
9W
500
200
2SO
210
:soo
loo
ooo
2SO
120
.'i(K>
O
60
NO
60
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21 MI
2O
100
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10
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1J00
320
10
560
121
20
i(K
m
40
10
320
:m
no
(MI
para voltaretc.
Vendem-se lentos milito lindos para vollarete e
qualquer oulro jogo, chegados do Franca o por pro-
co baralissimo : na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
Arroz em saccas.
Ja checou arroz pelo vapor, e vcnle-se no arma-
zem de JoSo Marlius de Barros, Iravessa da Madre
de Dos n. 21. e no armazem de Jos Joaquim Pe-,
reir .le .Mello. M taiga da Altradaaa.
No escriplorio do Domingos Alves Malheus,
ha para vender por precos mdicos, o seguintc :
Ricos e elegantes pianos.
Be/erros engraxados.
Coxins de linho para montara.
F.spadas para olliciaesda guarda nacional.
Charutos superiores.
Farinha do mandioca em saccas do alqueire.
Baelilha de alhodao.
Vinhi du Porto.
Vendem-se barril de muilo bom vinlio do Porlo.de
1 em pipa a IO0J o barril, muilo proprio para casas
particulares : no armazem de Paula Lopes defronlc
da escadinha.
Guaran.
Na rua da Cadeia n. 17, loja de miudc/as, vende-
se BOaraoa, as libras que o comprador quizer, por
preco cominodo.
Goiiima deararuta.
Vende-se superior gomma de ararula em bairiris
e as arrobas : no armazem de JoAo Marlius de tar-
ros, Iravessa da Madre de Dcos n. 21.
Volas de Cariiaulia.
Na rua do (lueimado n. (i'.l, vendenvM velas de
Carnaoba em caixas de 'id a 00 libras, por menos
preco do que em oulra qualquer parle : quem pre-
cisar aproveile a occasio.
CHAItHAS.
Na praca da Independencia livraria ns. > c 8,
vende-sa este compendio, traducido pelo Dr. A.
llcrculanode Sou/.a Randeira.
folliiiiitas
PARA 0 CORENTE AUNO,
Folhinhas de algiliera coniendo o almanak ad-
ministrativo, mercantil e industrial desta provin-
cia, tabella dosdireilosparorhiacs, resumo dos im-
poilosgeracs, provinciaes n municipaes, extracto
do algumas posturas, providencias sobre incendios,
enirudo, mscaras, cemiierio, labolla de feriados,
resumo dos rendimentos o ovportaco da provin-
cia, por 00 rs. cada urna, duas de porta a 160,
dilas ecciesiasticas ou de padre, com a reza de S.
Tito a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
l\a Californita,
oja nova, na roa do Crespo, ao p do arco de Santo
Antonio, vendem-se erle de castas fraucezis de
mallo bons Rostes a 18300 c a l^joo ; ha grande
qoanlidarie para se escolbor, lencos de eam brincos,
lisos e com blcaa 200 rs., chitas prelas francesa;,
largas, para lato a 210 o eovado, o umitas oulras fa-
zeudas muilo baratas, a dinheiro o vista.
A melhor .farinha de man
diuca 'musuecas
que exisle no mercado : ende-se por preco raaos-
val, no armazem do Calata, no raes di alfandega
n. 7.
HELOGIOS cobertos e riccoborlos, pequeos
ejeranries, de ouro e prala, patente incle/, de um
dos melhores fabricantes de Liverpool, x indos pelo
ultimo paquete iuclez : em casa de Soothall Mellor
Si Companhia, ua rua do forres n. 3X.
mos
in* czes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm casa de
llcury (iibson : rua da Cadeia do Recife n. 52.
Cassas fran s finas
240 rs. o eovado.
Ni ma do Crespo D.5, vendem-sc cns-
tairanci!Kas (iiiasn 21(1 rs. o eovado.
Pilla luto.
Curies de vestido rie cassa prela com 7 varas caria
um, rie bonitos pariroes a 2?(00 : veurie-se na rua
rio Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
\endem-se espingardas fr anrozas de dous
mnns, muilo proprias para caen c por muilo com-
raodo preco: na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
I ARINIIA DE SANIA CA II Alt NA,
muilo nova e de superior qualidade, a bordo do bri-
cue escuna /lapidu, fundeado em frente do arsenal
rie guerra, venrie-se por preco commodo : a Iralaj
com Caelano Cyriaco|da C. M., no largo do Curpo
Santo n. 2">.
Livros Classicos
Vendem-se os secuinles lvros para as aulis pre-
paratorias : llistory of Itome :l9000, Thomps on 2a
Pual el Virginio 2000 ; na praca da Independencia
os. (i e 8.
Ceblas de Lisboa.
As ecbokis j.i sr vendem mais baratas e continua-
se h vender n.i Iravessa da Madre de l)eos n. *21, r-
ma/.em de Joo Marlins Barros.
A boa fama
VENDE ML'ITO BARATO.
I.encinhos de retroz de lodas as cores pira pesrooo
de senhora e meninas a 19000, baralhos de carlis li-
nissimis para vollarete a ">00 rs., toucas de l.ia pan
senhoris e meninas a 60(1 rs., luvis de lio da Escocia
brancas e de cores para homem e senhons i ioo.
."00 e i'.ili i rs. o par, camisas de meia moilo finas a
1?, ricas tovas de seria de lodas as cores e bordadas
com cuarnior.es e borlas a 35 e :t-500, ricas aboloi-
riuras de madreperola e metal para colleles e palitos
a .VKI e (00 rs., superiores meias de seda prelas para
senhora i 2&VM), meias brancas muitissimo finas pa-
ra senhora a .VKI rs. o par, linissimas navalhas em
eslojos para barba a ::-, ricas caixas para guardar
joias a SOO e 19500. eaiias muilo ricas com reptrti-
meolos onirainenle proprias para costuras, pelo ba-
ralo preco de_2-J.V10, 3fe 39500, papel proprio para
os minorados aO, 60, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
ros americanos n>uilo elecantes, proprios pan eslu-
rianles en mesmo qualquer eslabrlerimenln pela boi
luz que rtgo a 58. travesas rie verdadeiro bfalo para
prendor cabello, pelo barato preco de 1^. pastas para
cuardar papis a SOO rs., espelbos de parede com ar-
macao (Inorada e sem ser duurada a .VKI, 7IK. 1/ e
13500, escovas muilissimo finas para denles a VKI rs.,
ricos leques rom plumas e espelhos e pjulura* linis-
simis a 2 e 39, charuleins finas a2s, ricas gallielei-
ras para azeile e vinagre a 2j, ricas e linissimas cai-
xis para rap a 2VKI e 39, penles de bfalo, fizen-
li muilo superior, pira Orar piolhos i 500 rs., ditos
de m.-ii lim muilo bons a .100, 500 e 610 rs., resmas
de 2o quadernos de papel de todas is cores de fallas
pequeas a 720, riquissimos frascos com extractos
muilissimo finos i i;200, l>VK), 25 c 25500, jarros
de porcellan delicados e de modtruos goslos, com
hanha franceza muilo fina a2^, frascos com essenria
de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
100 rs., frseos pequeos ecrandes ria verriadeira
agua de Colonia de Piver a ISO e 1>, sahoneles finos
e de diversas qoalidadcs, pos para denles o mus fino
qne pode haver, agu proprii para lavar a bocea e
conservar os denles, e oulras muitas perfumaras,
ludo de muilo costo e que se vendem barato, tesouras
muilissimo finas, proprias para papel, para corlar ca-
bello, pan unhas, para castoras, (raneas de sedas de
bonitos pariroes e iliversasdarcors e cores, ricas lilas
rie seda lisas e lavradaa de lodas as larcuras e cores,
bien- de Mnhn linissimos de lindos padrese todis as
larcons, ricas franjas de al godao brancas e decores,
proprias para cortinados, e oulras muilissimis colisas
que ludo se vende por tilo baralo preco, que aos pro
prios compradores causa admiracao: na roa do \Jnei-
uiaiiii, na bem couheeida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jacome Pires ven-
de-se superior farinha rie mandioca em saceos cran-
des ; para porcAei raase com Manoel .Vives Cuer-
a, na rua do Trapiche n. 14. "
Moinhos. do vento
omhombasdercpuxopara r cear borlas e baia,
decapim ,nafindicaode 1). W. Bowman naroa
do Hrum ns. 6, 8 e 10.
SE.MENTES.
Saochecadas de Lisboa, e acbam-se vend ni
ruada Cruz do Recife n. 62, taherua de Anlouio
Francisco Martina as secuinles sementesde horlali-
ces, como sejam : crvilhasli ela, feijao carrapalo, rxo, pinlacilco, e amarcllo,
aificerepolbuda e allende, Misa, tomates grandes,
rbanos, rabauetes brancos encarnados, nibos ro-
lo e brinco, seuoirai Draaesr e imarellis, co'uves
Irinchuda, lombarda, esabois, sebola de Seluhil,
segurelha, coenlro de toure i, repolho e pimpinela,
e nma srande portlo do diQercules sementes, das
mus bo litas flores para jardn*.
A3$500
Vende-se cal de I.isboaullimamenlechegada, as-
sim como potassa ria Russiaverddsira : na praca do
Corpo Sanio n. II.
CORTES DE CASSA PARA* QUEM ESTA' DE
LUTO.
Vendem-se corles de cassa prela muito mindi,
por diminuto preco de 2-5 o corle, ditos de cassa chi-
ta de bom goslo a 2j, ditos a 25100, padres france-
zes, alpaca rie seria dequadros de lodas as qoalida-
dcs a 720 rs. o eovado, la para vestido lambem de
quadros a SO o eovado ; lodas eslas fazenda- ven-
ricm-c na rua do Crespo n. 6.
L1QUIOACAQ'.
O arremalaiile da loja de miudezas da roa dos
Quarleis n. 2i, quereudo acabar as miudezas que
eislem, vende barato afim de liquidar sem perd
de lempo.
Franja com botlas ara cortinados, peca iJOOO
1'pe paulado, resma, ;de peso) 3S000
Hilo de peso, resma 2S700
L9S de cores para bordar, libra 7j(KI0
Pcnlesde bfalo para alisar, duzia 39000
livelas douradas para calca, urna 100
Croza rie brelos muilo linas 6500o
Leeros do. seda linos, ricos padroes I5.VHJ
Caixa de linhas de marca 210
.Meias para senhora por 2(0
Penlcsde larUrogvparasegorar cabello iCOOO
Gratas de canelas finas para pernios iXMK)
Hilas de lioles finos para casaca 2SUO0
Meias prelas para senboia, duzia 3C200
Ditas dilas pira homem 2SN00
l.acrccncaruado muilo fino,libra IjSOO
Pape| de cores, maco de 20 quadernos 600
Duzia de rolxeles 720
I--spelhosde torios os numero*, duzia 25500
Linhisrie novellos grandes para bordar 15600
Ricas lilas cscocezas e de sarja, lavradas,
largas 000
Meias cruas sem cosluri para homem 39300
llilas de sedi n. 2, peca 380
trancas deseda branca, vara 400
Caixas de raz, duzia 15600
Pecas de filas de eos 300
Lipis finos, groza 28500
Corrillo para vestido, libra 15200
Toaras de blonde para menino IC2O0
Chiquitos de merino bordados para menino 15OO0
e oulros muilosartigos que se tornam recommenda-
veis por suas boasqualidades, e que naoseduvidara
dar om pouquinho mais baralo a aquelle senhor lo-
cista, que queira a dinheiro comprar mais luralo
do que se compra em primeira nulo.
I\a California,
toja nova, na roa do Crepo, ao p do arco de Sanio
Antonio, vendem-se pecas de alcoilaoziubo com ava-
ha 610, 15,152X0 e 19600, e limpas a 2, alpaca
prela lavrada, sem defeito, de 1 palmos de largara
a 200 rs. 0,1 210 rs. o eovado, muito boa pan quem
esla de lato, muito boas meias prelas de aleudan
para senlion a 100 rs dilas para homem a 280, cas-
sas pinladas francezas a 200 rs. o eovado, corles de
dilas de 6 1|2 varas a I56IK), chales escocezes a .VIO,
ma,lapidan muilo bom a 29500, 25000, .'I9-2OO, 35600,
:R>800, I5, I9IOO e 19800, e muilo lino a 59 ; assim
como muilas nutras fizaidas, ludo moilo barato, di-
nheiro o vista.
Vende-se cm casa de S. P. .lolinton & C,
rua da Scnzala-Vova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes do carro c de monlaria, candieiros e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
va n. 97, vinho Clierry em. barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de munieo, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Neste csiabelecinienio continua a haver um com-
pleto sorlimemo de moendas e meias moendas
para engenho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido c ruado de lodos os lmannos para
dito.
Quem quizer comprar um carro americano de
quatro rodas com asientos para duas pessoas, lan-
do arreios c cavallo muito ardigo : dirija-se~"a rua
do Trapiche n. 40, segundo andar.
No armazem de Novaos di C, ruada Ma-
dre de Dos n. 12, vende-se farinha de mandioca
em saccas de superior qualidade, por preco com-
modo.
Vendem-se barricas com farinha de trico da
ja conhecida marca MMM, mnilo nova, e d. quali-
dade icual 1 de Triesle, checada acora de Genova,
e por preco commodo : a fallar eom Basto ,\ l.e-
mos, rila do Trapiche n. 17.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
conslruccao vertical e com todos o rnelhoramentos
mais modernos, leudo x-indo no ultimo navio de
Hambnrgo : na rua da Cadeia, armazem n. 8.
59OOO
18200
640
800
15000
15000
.500
:1500o
:15(KK)
25000
IIKOO
300
19000
19200
320
600
500
610
700
.610
2JO0O
25000
49OOO
200
800
500
39OOO

I
4*
> elas stoarinas, pedras de marmore para
"esas, papel de peso inglez, papel de em-
9 lirll'o, oleo de linhaca em botijas, chico- 2
jes para carro, pianos de armario, lona e %
br,m de vella. 'emento romano, armaroen- m
J lude todas as qualidades, cabos de li-
nho c de manilha, pixe da Suecia, chara-
5 Pa?neevi"hos linos do Rheno: vendem-se
f" ^ C J. Astley &C., rua da S
0 Cadeia n. 21.
%MM4M^-aMMMeMWaMMMS
Vende-se firelo de Lisboa moilo bomTche-
gado no ultimo navio ; no escriplorio de Francisco
Severiano Kabello j Filbo.
Genebra,
Acaba de cliegar frasqueiras com verdadeira gine-
bra de 11 "I lamia : vende-se no armazem de Tasto Ir-
milos.
Em casa de Henry Brunn & C., na roa da
Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
10 de ouro do melhor goslo, assim como ralogios
de ouro paienie.
A boa lama
VENDE BARATO.
Kicos penles de larlarug para rabera 49500
Hilos de alisar lambem de tartaruga 35000
Lindas meias de seda decores para crianras I98OO
Bandejas grandes e de pinturas linas 39, 49 e 5|000
Papel de peso e alraaro o melhor que pode
haver 4-5O00 e
Peonas de ico, bico de tanca, o melhor que
ha, a grozi
Dilas muilissimo finas sem ser de tanca
Oculos de 11 ruaran de ajo com gradoacoes
Lmelas com aimaro doorada
Dilas rom armaclo de tartaruga
Dilas rom armacSo rie bfalo
Ditas de 2 vidros com armaran de larlarug
Toucariures de Jacaranda com bons espelhos
Ditos em ser de jacarando 15500 e
Meias prelas compridas de lua
llene,ila* de junco com bonitos cisles
Kicos chicles para civallos grandes e pe-
quenos a 800 rs. e
Grvalas de seda de lodas as cores a 19 e
Alaoadons rio cornalina para casica '
Suspensorios finos de borracha a 400, 500 e
Peules mnilo finos par suissi
Escovas muito fins pan cabello
Capachos piulados compridos
Botoes linissimos de midreperola pira camisa 15200
Cuadernos de papel paquete muilo fino 80
llonilos sapalinhos de merino pira chancla iSOO
Ricas canelas para pennas de ico 1 120 e 200
Ricos porla relogios 1 I&800 e 25000
Ricas caixis linas de melal para rap a 500 e 600
Estova muito finas para unhas a 320 e
Ditas linissimas para cal ello 15500 e
Dilas dilas para roupa 15,15200 e
Papel de linho.proprio pan eartorios, resma
Pincel finos para barba
Duzia de laps moilo finos para desenlio
Lipis linissimos pata riscar, a duzia
Duzias de facas e girfos finos
Dilas de facas e garfos de bataneo moilo finas 65000
llilai ditas muilissimo liuas, cabo de rnarfim ioaOOO
Caivetes de aparar peonas muilo Irnos Km
M rua do Queimado, nos Qualro Calilos, oa loja de
miudezas da boa rama n. 33, dcfronle di Ion d fi-
zendasdi boa fo.
CHAROPE
DO
BOSQUE
1 oi transferido o deposito desle chirope para a bo-
bea de Jos da Cruz Sanios, na rui Ix'ove u. 53
garrafas .55.500, e meias 38000, sendo falso lori
aquelle qoe 11A0 for vendido nesle deposito, pelo
que se faz o prsenle aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO
Pira cura de phlysica em lodosos seus difieren i
graos, quer motivada por conslipaedes, losse, asin-
ina, pleuriz. escirros de singue, rior de costados a
peilo, palplacAo to coraca) coqueluche .huir rlute
dor nagarganla.e lodas asmolesliasdos ergiospul-
monares.
>'ava]has a contento. -
Cnnlinua-se a vender aSaOOO o par (preco'fioias
ji bem conhrcidas nivillus de haiba. feilis pelo h-
bil fibricinle qne ha sido premiado em diversas es-
posircs : vendem-se com a rondico de nio agra-
dando poder o comprador devolve-lai nl :W diat
depois da compra, reslitoimlose' i imporimrii: em
casa de Aucuslo C. de Abreu, na rua ril Cadeia do
Becife n. 36.
MOENDAS SUPERIORES.
>a fundicao de C. Slarr & C, em Sanio
Amaro, acham-se para vender moendas de canoas
lodas de ferro, de um modelo e conslruccao muito
superior.
ARADOS.DE FERRO.
ta fundicao de C. Slarr & C, ero Sanio
Amaro, arham-se para vender arados de ferro desu-
perior qualidade.
IECHAHISIO PAR EHGE
HHO.
NA FUND.CAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN.., __
RUA UO BRUM, PASSANDO O oHA-""^^"
FAR1Z,
ha semprc um grande soriimento dos secuinles ob-
jectos de inechanisraos proprios para encenhos. a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
conslroccao ; laixas de ferro rundido e balido, de
superior qualidade e de lodos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de todas is propor-
cues ; crivos e boceas rie foroalhae registros de bo-
eiro, aguillies, bronzes, pirafusosecaviliiOes, moi-
uhos de mandioc, ele. ele.
NA MESMA FUNDICAO.
lo'execulam lodas as encommendas com a superior
ririade j conhecida, ecom a ri e vi da pi estofa e eam-
moriiriarie em prero.
Fugio no dia 21 do correnle de bordo do
brigue nacional BOM JESL'S, o mulato de nome
Iiapliael, de idade 30 annos pouco maisou menos,
le\ou calca e camisa de algodaozinho azul, tem fal-
to de 2 denles na frente, cabellos carapinbose ros
lo picado de bevigas : quem o apprehender levo-o
a rua do Vigario n. 3, que ser gratificado gene-
rosamente.
1-iiciiaiu em dia do correte mez ao abaiio
assignido os escravos Domingos Crioulo, pedreiro,
idade rie 21 anuos, cor prela, boa estalara, pouco
fornido rie corpo, poura barba, ou ncobuma, cabel-
lo prelo, e pelas fonles alirando a vermelhados,
testa alia, prosista, com urna cicatriz sobre urna das
. br iirolliao rio urna queda que levoo ero pequeo,
com signaes de casligo pelo corpo e oariegas. Em urna
fueiria que fe/, em 1833, correu as provincia do Pi-
auliy, Ceara e Pernamhuco. metido com o bando de
cigano Francisco da Costa, c lie provavcl que agora
torne a procurar ete oulro bando de ciganos, e mu-
de ilc nnme ; e Antonio Soires, crioalo, idade de 10
a 50 annos, boa estatura, cor prela, bem pirccido,
micro, espaduado, canellas finas, riisdenlado,entra-
das atlas, cabellos pouco ou nada pintados, muilo
prosista, chcios de labias, lem pelo corpo e nidegas
signaes de casliqo, muilo amigo di cachicj#>s>ennTtr-
muilo suciaule e cantor rie fama. FjigMmne mes-
mo riit e consta que foram vfStOaJOnlos prximo do
porto de Thereri.n, intiluliYcotvse forros, e esle ul-
timo com o supposto m-me de Rix mundo. vAo mu-
nido de dinlieiro que furlaram. Quem os raplunr
e enlrecar InaaM cidade lo ablxo assicnado, ou i
qiialquerrtos Illins. Sr*. majar l.uiz Manoel Soares,
em Tberezina, Antonio de Alone Limego, em Cim-
('.v-^dior, coronel Justino Jo? da Silv Moura, em
Ueiras, Manuel Pcrcirl liuim.ir.ie* Calda, no Mam-
ullan, Joaquim da Cunha Freiro & Irmilo, ou llen-
lique Enllox, no Cear, Jos Baptisla ria Fonceca
Jnior oo Tasso & IrmAo, em l'ernamhoco, ser
bem recompensado do seu Irabalho.
Cavias 21 de marco rie 1856.
Sergio Jos Vianua.
Km riia de Pascoi, fngio do silio ril Tamari-
neira, eollegio da Conceic-lo na Cruz de Almas, o ne-
gro Joaqoim, de irladc 15 annos, grosso, boi esliln-
ri, meio zaimbo das pernis, quebrado di verilba
direin, cojo Volme he Brande bastante, he de na- _,
cito ; promelte-se i qualquer qoe o ciplanr, gene-
rosa compensacao, ja que a polica nao enra deslas
cousas.
Contina andar fnsida a prela Merencia, cri-
oiila, idade rie 28 30 inuos, pouco miis ou menos
com os signaes sesuinles: falta de dentet ni frenle ,
mili das nrelhis rasgada provenieule dos brnicm :
quem a pecar leve-a a rua do Hrum, armazem, de
assucar n. 12 qoe ser bem gnlificado.
I'ERN. : TYP. DB M. t. lE FARlA. 1856
ILEGIVEL



MLmCAnT


Full Text
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