Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07347


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Full Text
ANNO XXXII. N. 102.
SII.IMH FEIRA 28 DE ABRIL DE 186.


Por 5 mi7.es atalantados -tyOOO.
Por "> mozos vcneidos 4s500.
Por anno adiantado 15i'000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE
t. vi: viiiu;<. \i) os DA sriLSCiUPCAO' No NORTE
Parahuba, o Sr. Cervario V. da Natividade ; Natal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior : Ararat;. O Sr. A. de Lemos Braga
Casara, o 8r. J. Jos de Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim .Mar-
ques Rodrigues; Piautaj. o Sr. Domingos Hereulano A. Pessoa
Ceareaie ; Para, o Sr. JustinianoJ. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
ajano da Cosa.
PAKTIDA DOS (lili IIKIOS,
Olinda : todos os das.
Caruaru, Bonito e Garanbunt: nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Fm' e Ouricury : a 13 e 28.
Goianni e Parahiba .' segundas e sexlas-feira*.
Victoria e Natal.- as quintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TBIIIt'X.VKS DA CANTAL.
Tribunal do commercio quarlas e sabbados.
Heladio .' lercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quarlas e sabbados as 10 horas.
Jui/o do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao roeto-dia.
Juno deorphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao meio-dia.
EPUEMERIDES un Mi:/ DE ABRIL
5 La nova as i horas, 26 minutos. 48 scgttndusda manhaa.
13 Quartocrescenle as 3 horas, 27 minutos e 48 segundos da m.
20 La cheia as 6 horas, 5 minulos e 48 segundos da manhaa.
27 Quarto minguanle as 9 horas, 7 minutos c 48 segundos da larde.
_. ... PREMIAR DEIIOJE.
Primen* as 11 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda as 12 boras e 6 minutos da tarde.
DAS l.\ semana.
28 Segunda. S. Vital ut. ; Ss. Agapio e Afrondizio mm.
211 Terca. 8. Pedro tu.'; S. Tortula v m.: S. Secundino b. m.
30 Quarla.S. Calharina v. : S. Piregnno tema.
1 Quinta. > Asrcncao do Senhor. Ss. Felip|>e e Tiago.
2 Sena. 8. Mafalda rainha ; Ss. Vindimal e Anaslacio mm.
:i Sabbado. Inveucao da Sania Cruz. S. Ropiniano-in.
i Domingo S. Monica viu. mi de S. Agoslinbo.
ENCARREGADOS DA M'list .mi-i \ NO SUL.
Alagoas.o Sr. Claudino Falcad Dias ; Baha o Sr. D. Dupra'
Rio de Janeiro, o Sr. Joio Pereira Marlins.
KM PERNAMBOG
O proprietario do DIARIO Manoel Figneiroa de Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ns. Se 8.
PARTE QFFICIAL
MVKRMO DA PROVINCIA.
Eipillwn do la 2K de marco.
i i miar dirigida a* cantaras monictpaes (manos
s do Kenfe e Oliuda) e delegados da provincia.
Tratando-se de organisar no (ivmuasio Provincial
una pequen gabinete, rouleii lo objeclos neces-
sario* para o estado dos divanes ritmos das sciencias
uaturar, recom nendo a Vine, que oinpreguo a po*-
-ivel diligencia cm alcanear os vegetos, animaos
e minorases que nao frem mullo rominuus, remet-
iendo-* para esl.i capital com toda a presteza e se-
garaaea.
10 de abril.
OflicioAo juiz de direilo do Bonito.Em res-
pes! ao ofHcio que em data de -22 de fevereiro olli-
mo me fui por Vmt. dirigido, tenho a dizer-lhe que
lio inleirado dos estrago* que fez a epidemia nessa
caiirca, e das acertadas providencias que Vine, deu
para altenoar os seus lerrivcis effeitos. O zelo e
dediearao ao ser,iro do seu paiz. o humanidade. de
que dorante essa quadra exhibi Vmc. as mats evi-
dentes provas, sao titulo-, que muilo o recommen-
dm pablica consideraran, e que lite vilem de mi
tilia parle os mais sinceros elogios, licando Vmc.
rerlo de que, nao deixarei de levar ao couheci-
menlo do governo imperial a noticia de trio relev-
les serviros.
15
CircularA's comrai*es de lienefceucia central
e parochiaes tiesta cidade.Tratando de tomar al-
Kumas medidas com o lian de dar abrigo e prulec-
rao a un grande uamero de meinoi, a quem a epi-
demia desta reduzidos a orpliandade e a miseria,
lomei a deliberaran de recorrer ao recouhecido pa -
iriotism de VV. Exct. para que se sirvaui de au-
xiliar o meu iiilenlo, promoveiido cutre as pestoas
raridosas urna aubscripro em favor daquelle-i inno-
E agora qae a Divina Providencia nos vai
resposta ao olllcio que Vmc. me dirigi cm 19 do
rao de cor ou oacional.dade, cumpre-me i trrenle, tcnh a dizer que licim expedidas as cin-
cela mesma junta a ganerosidatle espontanea venientes ordena commsan do hygiena publica,
para fjrnccer a Vmc. os medicamentos constantes
da relacao que acompanhoulao seu cilado oflicio.
Apptovo todas as medidas por Vmc. lomadas,
citmprindo que continu a fazer-tne as requisioes
quejulgar necesarios p.ra o bom de'cmpenhn'da
comiui-sa de que o encarjreguei. Quanlo aos or-
pliilu* desvalidos de que VJ-nc. trata no lina! do seu
oflicip, lenho a dizer-lhe, que esta presidencia e*l
tratan I i de. lomar previdencias neste sentido. Ofti-
ciou-se, qnanlo a |. parte", ao presidente da refe-
rida eommissae.
HiloA' cantara municiplil rleOlimla, declarando
que Itansmilli a assemblea legi-lativa provincial
para serapprnvado. o regulameulo confeccionado
para o comiU-rio publico daejuella cidade.
PortaraMomeando, ttoqonformidade rom i pro-
centes.
favorecetnlo com a rpida evtincrao da epidemia,
espero que VV. Excs. farao convergir os seus esfor-
c para essa grande obra de beneficencia, nao me-
nos urgente e importante do que a de soccorrer os
enfermos desvalidos, na qu.il VV. Excs. desenvol-
vern! lano telo e devoran.
Ib
OflicioAo Dr.Jat de Almeida Saares de Lima
Bastos.Fieando scieule do liaver a tunta adminis-
trativa do hospital porluguez de beneliceucia, etn
vista do nolavel dacrescimetuo da epidemia, resol-
valo dar por terminado os serviros que se propoz
a prestar a populacho indigente desla capital, sem
d istmo
agradecer
rom que acolhera em seu hospicio alguns Brasilei-
ms desvalidos, a qoem prodigalisara soecorros com
snlieilade e desvelo, eoncormido latir para a gran-
de obra de caridade em que o governo c todas as
pessoas enmpassivas tiesta provincia se lem mostra-
do lio eflicazmetilc empenliados.
1*
OflicioAo lospeclor da lltesooraria provincial,
rnaodaudo p co da eatrada da Victoria, d l~> da do sul, do lau-
co da do norte compreheudido enlre a ponte de Tra-
-anliaera e a rula le'de t ma una, e a do empedr-
rnoslo da estrada da Magdalena, servindo de base a
estas, arremalaro os or^.imeulos e clausulas que
retaitle por copias. aabras publicas.
ao
OflicioA' conimiasflo lieuefircnlc da freauezia
da Iregoarta itT S. Joso.Keapon f|ae Vaaaen. me dirigirn etn 10 do cnrrenle, mo lie quintes :
mai satasfatorio agradecer a solicilode e dedicac.lo '
coaa qae essa commissas prestara os seus caridosus
serviros em favor da classe desvalida dessa fregu-
zia atarante a quadra calamitosa que flagellou esta
pro,utria ; cutriprindo qjc conlinue ella a prsta-
los enm o zelo e aclividade que he de esperar da
reconltecida philantropia de seus membros.
v- 22-
l'ortariaNomeando, de conformidade com a pro-
posta do chore da polica, para o cargo de delegado
do 2. dtslricto do termo do Kecife, ao subdelesado
do I. dislriclo da fregoetia de Sanio Amaro de Ja-
lio.n.10 Jo.iu Francisco Xavier l'aes Brrelo.Com-
municou-se ao referido cliefe.
i
lIflicio\o Exm. bispo diocesano, rogando que
so digne de designar um sacerdote para o lugar de
<-apllao do presidio de Fernando, visto achar-se
doenle o padre Manoel Tlminaz da Silva, que ac-
tualmente oceupa o mesmo lugar.
DitoAo Exm. commandanl* superior da guar-
da nacional do municipio do Recife, iuterando-o
de haver em vista de sua informara concedido, aos
olliriae da mesma guarda nacional Antonio Jos de
Castro e Francisco Xavier de Oliveira. os 10 me:
de licenra que pediram para ir a Europa tratar
de sea ande.
DitoAo Exm. marechal commandanle das ar-
mas, Iransmittiuoo por copia o aviso da reparlirao
da gaera de II do correnle, do qual consta qne na
nsesma dala se mandn servir como addido no 2.
batalhao de artilliaria a pe, o major do 1." da mes-
ma Anlouio Elias Prxedes, que se achava na
corte.
InteAo inspeelorda thesouraria de fazenda, pa-
ra que em vista da cunta que remella, acompanha-
da de documentos comprobatorios, mande S. S. pa-
liar a Manoel Jos l'ereira Borges a sua importan-
cia, proveniente de diversos objeclos que pelo men-
cionado Borges fnram Torneados no termo da Victo-
ria dorante a epidemia, comprim que da referida
renta sr descont a quaolla de -21 l-2'ii>, que aque -
le fornecodordeu de abate.Comintiuicou-sc-ao de-
legado do Saolo AnUIo.
tUileAo mesmo, recommendando que mande
abonar ao Dr. Frederico Augusto de Oliveira. a aju-
da de eoalo a que elle 'em direito como tlepulado i
assemblea geral letislaliva por esta provincia.
Igaal acerca do Dr. Francisco de Paula It.plista.
DitoAo mesmo, commuoicando, alim de que o
faca constar a quem competir, que com aviso do mi-
nisterio da fazenda foi remedido o titulo de nomea-
cao do Bazilio Haptisla Furlado, para o lugar de
guarda da mesa do consulado desla provincia.
DitoAo mesmo, para que pela verbasoecorros
pblicosmande pagar a associacao dos praticos,
vista da cenia que remelle, a qtianlia de n- > i r.,
proveniente dos serviros prestados por um tos pra-
ticos da mesma associacao na entrada e sabida do
vapor Parann empregado em commisso do go-
verno.
DitoAo mesmo. mandando abonar ao juii mu-
nicipal de Ignaras* a quanlia de ln i-, para paga-
mento da deapezas feilas a bern da salubridatle pu-
blica- naqnella villa.Inleirou se ao referido juiz.
DstAo mesmo, declarando liaver o bacliarel
Abtlio Jos Tavares participado, que passar.i o ex-
ercicio da vara de juiz de orpliAos deste termo ao
supplcnte j'iraineulado, por ter de ir tomar parte
nos Irabalhos da assemblea provincial.Igual com-
miimrar iu se fez ao conselheiro presidente da re-
larao.
DitoAo insfiector do arsenal de marioha, inlei-
rando-o de liaver designado o dia 211 do correle
para a sabida do transporte nacional l.egalidaUe,
com deshilo ao presidio de Fernando e recommen-
dando que ordene ao r unm ni iaule*do menciotiailo
transporte, que ronduza a seu bordo para aquelle
presidio sentenciados que llie l'orein apreaentadoa
por parle do juiz municipal da I.'vara, e bern as-
sini, as prarjas do exerciio que n.ira all forem en-
viadas pelo roiuiiiaii lanle das auna.Fizcratn-se
as oulras commutiicares.
DitoAo capilao do porto, transmiltindo por co-
pia o aviso do ministerio da marinlia sob n. 88, no
qual se determina que tos recrutas aqu apurados
liquem al tul no aervieo da ealaesjo desla provincia,
Irocando-se com os que vierem das provincias do
norte, se assiin fot conveniente.Commonicou-se
ao roinman lanie ila establo naval.
DiloAo leticiile-corunel eucarregado das obras
militares, para mandar fazer com urgencia os cutis
cerlos de que nrressita o paiul da plvora nacional
na fortaleza do Brutn.Fizcram se as necessaria-
comniunic.ircs.
DitoAo inspector da lliesouraria provincial, re-
commendando que pela rubricareparosmande
adiaular ao Ihesoureiro pagador da reparlicao das
obras publicas, mais a quintia de 100$, que devela)
ser incluida no pedido do correnle mez.Coiniiiu-
nicou-se ao respectivo tlirector.
DitoAo mesmo, para que, a vista tas eondleOeaJ
que remelle, contrate cun o Dr. Filippe Lopes Nel-
lo, Manoel do Barros Brrelo, e llenrv dibson, a
illiiminaelo gaz da cidade do Recife," mandando
o contrato para ser assinado pela presidencia, dc-
pois de lerem os contraanle* depositado naquella
thesouraria a cauca de j0:tKK', de que (.ir. ratencjte
o arl. 12 da* referidas condi^oos.
DiloAo l)r. Cosme do'Sa Pereira, dizeudn Picar
inleirado de ter Smc. pa l ao Dr. Ignacio Firmo
Xavier o exercicio da* fur-crOes de presidente da
comnii-.i de hygiena publica, por ler tomado as-
tenia na assemblea legislativa provincial.
DitoAo Ihesoureiro da* loteras, recommendan-
do que laca exlrahir urna pprte de cada uina das lo-
teras a liante declar.das. suardando a ordem se-
guinle :S. UoDcalo, Guadelupe, (ivmnasio, l.ivra-
mento e Carmo.
DiloAo Dr. Thomaz Antunes de Abren.F.m
oflicio
como vencinteulo de meio sold, para ir a cidade de
Santos tratar de seus interesses.
3.sQoe p>r aviso circular de 21 de Janeiro, sede-
lermitiou que na reanlo de moslra do mez em que se
ler a praca desertada oa anseale, nova entrada no
rorpo por apresenlacao ou captura, se declare quaes
as peras de I equipamenlo e fardatnenlo nAo vencido
que liouverem desencainnliado em cotisequencia da
desercao ou ausencia, o dia etn que ella se ausentou
com referencia a relac.il de mostra em que a falla
foi nolada, e| o periodo a que perleucem as peras de
fardainoulo nao venrido, para que as paga.lorias e
a lliesnurarijis fazeinl.i a tonta da quanlia a de>ran- | < S l'tJl.k-KXCHANC-K, xJCONVEMt), E ti Ml-
lai se, nos (ermos da decreto de 7 de nuven.br do MSTRl). 4>
Appellanle, Joo Cerdoso Axres ; appellados, os
administradores di maesa fallida de Ricardo Rovle.
Ao Sr. desemhargador Villares.
Appcllantcs, Barroca & Caslro ; appellada a viu-
va Marlins de Carvalho, como talara de seus
lillios.
EITSBIOR.
PORTUGvL.
auno passado, couimuiiiquem-ita pelos Iransniilles |
competentes ao eorpo a que a praca perlencer, para
entilo ler lugar o descont, o qual nesle caso nuuca
sera realisaoo, se Dio Icndo-se em vislao completo
da divida que for preiiada por aquellas reparlires.
1." Que por aviso di' .1 de marco se declaroo que o
2." cadete 2." sargento Bruno Caudido da Silva, que
se ada seryindo o empregode amanuense na enfer-
mara do Presidio do Fernando de Noroulia, se man-
de pasar a gralilicac,1o. que I lie compete, segundo o
disposlo no artigo Hl do regulameulo de I" de feve-
reiro de 18:12.
. Que pela imperial provisao de II de fevereiro
do correnle anno, foi resolvido que o furriel do 10.
batalhao de infanlana Jos da Costa Pinto Bandcira,
au eslava no caso ale ser reconhecido 1. cadete
como pretenda, e menos 2. ou particular ; por nao
ler preenrhidn o* requesilos do alvara de Iri de mar-
co do 17.77.decreto de 1 de levereiro de 182)),e pro-
visao de 20 de oulubro do mesmo anuo ; o que cons-
lou de poilaria expedida pelo conselho supremo mi-
litar na dala de i do correnle.
li. Finalmente que por aviso de i de marco, se
communicou ter-se expedido ordem a pagadoria das
tropas, no sentido de ser suspenso do I." do dilo mez
em diant a quanlia de IOjOOO mensaes, que o Sr.
alete* do '.I.- halalliode infantaria Mauoel Erasmo
Carvalho tle Moura. ronsignon de seu sold na corle
ao sen procurador Bellarmino de Arroda Cmara.
O mesmo marechal de campo julguu conveniente
fazer trauscrever em seguida a provisao, e avisos re-
feridos tas disposic,6es 3.\ i.", 'i.' da presente or-
dem do dia.
Circular.Aviso.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da siterra em 21 de Janeiro de 1856.Illm.
e Exm. Sr.Por quanlo nos lermus do decreto nu-
mero IH7I de 7 de novembro de 1835 s praca- cri-
minosas de desercAo e de ausencia sejam obrigadas a
pagar fazenda publica, depois de capturadas, ou
apreseutadas o importe das pecas de equipamenlo o
lar.lamento nao vencido, que liouverem desencami-
nhado, por occasio de commctlerein o criine ; be
conveniente que as pagaduras e Ihesoorarias, onde
aquelle descont liouver de ser feilo, tcnhnm coiihe-
ctroenlo de quaes referidas pecas, e a qae perodo
perleucem asile fardameiilo uiloivcncido, bemromo
do dia da a tsetiria da prora, alim de poderem calcu-
lar o valor proporcional dealas ultimas peras, e que
deve fazer parte da quanlia a desconlar-sc.*
Por isso pois, determina o governo imperial, que
na relaCate de moslra do mez em que se riera praca
desertada oa ausente nova enlrada no corpo por apre-
sentar.lo ou caplura, se declarem quaes as pecas,
que enlistar m ao conselho de disciplina haver ella
detencamin lado cm consequeucia da diserrao ou au-
sencia o dia em que ella se auscuiou, com referencia
a rolar ni ,|( moslra, em que falla foi notada; e o
periodo a que pertencem as pecas de fardamciilo
nao vencida, para que as ditas pagaduras e tlieson-
Freenozia de S. Jos.
Manoel Ferreia Accioli. t
Fregoezia de Carnar
Bacharel l.ttiz de Albuqueroue Martins Pereira.
Fregoezia d'A :ua l'rela.
Bacliarel Anlero "anoel
l'ez-se a necessaria cnmmun
le M I-no* Enriado.
carao.
posta 4odirector gera! inte(-in da inslrnrri pu-j razias fazentlo a cotila da quanlia a dcscontar-se,
plica, paraos logare* vagoe He delegadas da di.tric-J r,,minuniqoiem-na pelo* tr.-msmitte* competentes ao
s abaix declarados, ao* cnladus se-1 corpo, a que a praca perlenror, para entao ler lugar
I o dtscouto, o| qual nesle caso, nunca sera rcalisadose
n;lo tendo-se em vista o completo da divida qne for
prefixada puf aquellas r*parlicoes.
Heos guarde a V. Exc. MtttqutS dr. Carias.
Sr. presidente da provincia de Pernamburo.
Aviso.Km de Janeiro. Ministerio dos negocios
da guerrs em ;{ de marco de ISbli.Illm. e Exm.
Sr.Sendo verdico prlo que V. V.\c. informa em
oflicio 11. .18 de SI de Janeiro, lindo que o 2." cadete
2.- sargento Bruno Candido da Silva.se acha servindo
tle amanaenie iu enfermara do presidio tle Fernan-
do de XororJia, determina S. M. o Imperador que
V. Exr. mande pagar ao dito amanense a gratifi-
carlo que Ihe compele, segando o disposlo no arl.81
do regulamejnlo de 17 de fevereiro de 1832. Dos
guarde a V. ExcMrquez Je Caxias. Sr. pre-
sidente da provincia de Pernambiico.
Provisao.Dom Pedro, por grasa de Dos e un-
nime .icriamar.in dos povo*. imperador, constitucio-
nal c defensor perpetuo do Brasil : Faco saber t.
presidente di provincia do Rio Grande da Sul, qae,
leudo sabidaja rainha augusta presenca urna consul-
ta do consellio supremo mililar, dalada de 2 de se-
lembro -de I8">3 qae mmdei proceder sobre rc-
queriinoiilo. I consellio de direceo e mai* papis re-
lativos ao furriel do 10.'batalhao de inlanlaria Jos
da ('.osla l'inlti lian letra, que pretende *er reconlie-
cido cadete de primeira cla**c, e conformaodo-me
inleiranieiilelcom o parecer do mesmo consellio su-
premo mililar : bei por hem, por minha mmedUlri
resnlurAode 22 de dezemhrodo anuo prximo pas-
sado, mandar declarar-ves, que aquello individuo
nao se acha na* circamslancias de ser admillido i
clasae de primeare cadete, por nao estar comprelien-
didn em uenhjuma das disposiees do alvarde 16
de marro de l7.">7 ; nao podando igualmente, ser re-
conhecido aaguda cadele, nem soldado particular,
porque, alcm de *e dever para esse Bm seguir o prc-
eaaso eslabeleeido na provisao de 2( de oulnbro de
1820, mo e>is|c documento algum n referido con-
selho de direcCal que prove achar-se elle incluido
DM disposicoi i do decreto tle i de fevereiro deste
mesmo auno, jara poder perlencer essas deas olti-
ma* chistes, iuteudei-o e cumpri-o assim. S. M.
o Imperador o mandn pelos conselheiros de guer-
ra abaxn animados. Joc Carlos de Almeida Tor-
res, a Tez neslla cidade do Rio de Janeiro, aos II
das do mez tle fevereiro do anno do nascimento de
Nosso Senhor .lesu* Cbrislo de ts.><.E cu o coro-
nel Jol> Baplista remira,inicial maiorservindo de
secrelario de guerra, |a fiz escrever e snbscrevi.
Jo3o Chrisoslomo Callado. Francisco de Paula e
Vascoucello*.
Illm. e Exm. Sr.Aulorikado por V. Exc. cou-
Irate com Fortunlo Jos Marques o servico de en-
fermeiro daraole a epidemia ueste 9. disiriclo da
fregoezia da Boa-Vista, pela quanlia de jo? inen-
acsi comern lo o sen irahlli em 211 de fevereiro
do correnle anno ; c por iso al a dala de honlern
lem vencido dous mezes, jine impnrlam em UKI?,
as quaes rogo a V. Exc. *e tfigue mandar pagar-lhe,
visto ler elle descinpenhado ^uasobrigar^es. E co-
mo, como favor de Dos, desde o principio do cor-
rente me/. n;lo lemas lido cisos novo* da epidemia
nesle dislricto, e os doenles one e achavam em con-
valcscenra eslejam reslabelcridos, resolv despelir
dito eiifermeiro, e dar por linda essa larefa ,-e V.
Exc. assim julgar conveniente Existem em meu
poder alguns f.c bem que 'poicos medicamentos,
resto* da no*sa botica ambulante, o* quaes acho,
que por aqu mesmo -e poden ir dislribuindo a po-
breza em sea* enfermidades, como ou danles fazia,
se V. Exc. convier nessa distribuirlo, do coutrario
es entregare) a quem V. Exc. determinar. Se V.
Exc. tambern se dignar dar por linda minha larefa,
irei rom mais descanco tral*r de minha saode bas-
tante arruinada.
Qnanlo ae disiricio ,1a Qapaoga, de cujo trala-
raento ullim.tm-iile me encarre^iei pedido do
comn n i.idur Luiz tnmes Ferrcira, raembro da
commtssao de beneficencia, creinqucdeulru em pou-
eos das poderei dizer delle o raesmo que acabo de
dizer desle a V. Euc pois que all lambem ja se
nao dio, ha muitos dias, casos novos da epidemia, e
os convalescenles estilo quasi;boit*.
Den* guarde a V. Exc. Sitio da Estancia na ci-
dade do Recife 21 de abril da I8JI.Illm. e Eitn*.
Sr. cniselbeiro Dr. Jos lenlo da Cimba e Figuei-
redo, digniasimo presidente da provincia de Per-
nambuco.Manoel l'ereira Teixeiri, drnrgita eu-
carregado do iiai.une lo da epidemia no i), dislriclo
da Baa-Viila.
FOLHSTIB.
i*naia
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-
26 DE ABRIL DE 1856.
lime das pacioas d'nuro c purpura do livro da ci-
disarao, lie inconle*lavelmenle a sublime desco-
l>*sria ila '.^prensa ;he a foren e o movimenlo da*
soaedades^ieii'Kenoaso depois dos alalos das revo-
loree*. ^^
imprensa, como diTClialcaubriand, he um ele-
mento otr ora ignorado, urna forra oulr'ora desro-
nheekla. inlroduzida agora no inuiiH. lie a palavra
na oslado de raio,a eleclricidade suemU.
Nlo est no poder do homem la/er que 1*0' mo
cinta. (Joanlo mai* pretendemcomprim-la, quanlo
mais violenta he a explo*,lo.
Assim compre qae aos resolvamos a viver>pni el-
la, como vivemos com a machina a vapor, ata* no
preciso no mesmo lempoque aprendamos a nni ser-
vir della, despojando-a de todo o pengo. Em cerl*
mmenlos da vida dos poyos, ella se torna o cor-io.'o
da impotencia e o alimento~->Ja anarrhia.
Ooando a humanidade scNoiafirra para passar
COBKMANDO DAS ASMAS,
Quariel general do eoaenaando das arma* do
Pemaosbnco oa cidade de Recife ena 21 de
abril do 1856.
ORDEM 1)0 DIA N. 2i(.
O marechal de campo commandanle das armas,
em vista da* cnmmuiiicire* reccblda* da presiden-
cia a 21 do correnle, faz publico para conhecimeplo
da guarnirao c efleitos ticcessarios, as seguintes ihi-
periaes disposiees :
I." Oue por avi*o de:!l de marro ultimo se conce-
deu ao Sr. corunel reformado Jo3o Erancisco de Cha-
by, um anuo de licenja para ir a Europa tralar de
sua saude.
J. Que por aviso de :tde abril correnle, so conce-
deu ao Sr. alferes ajudante do !." halalhao tle infan-
(aria Joaquim, Antonio Dias seis mezes de licenra
nlemporaneo ; descoherts da unprens.i t mas
de urna poca para oulra, diz um
rllnstre, e opera ama lula universal :
neatas pretendem suster o que vacilla, os esifcilos rosos da Ierra.
ram preciso* os nerigoa. as agonas e o proprio san-
gue deSidnev e dos mais Armes cidaditos brilanico*.
A lisia do* seus apostlos o dos seus martyres em
I rama he immensa.
A imprenta, assim como lodos os insimlenlo*
de civilisacao, devia ser lvre pela nica razAo de
que exista.
o i,i 11ii I Luiz XI fundava a livraria do Lonvre,
que convcrteu-*e na bililiolheca real ; quatido mau-
dava buscar para Pars algans operarios para impri-
mir livros de oacilo ou de collegio, e os edictos da
sua l\ raunia plebea ; quando creava o correio para
Iransmillir a* suas orden* com rapidez, mo pensava
que preparavt um revolur.lo que para o futuro tor-
nar o dep lismo inlpossivel.
A imprensa lem penetrado em todas a* partes com
mai* ou meno* vigor, e sob diversas formas lera le-
vado a locha incxlioguivel do progressoao templo da
creacil terreslrc.
O* prodoclo* immorlaes da musa de Homero, de
Esclixl, de Sophocle*, de Horacio, de Virgilio, que
fecuudarain a anliguidade, na se Icriejm perdido ;
nem as divinas inspiracOe* de Dante, de Petrarca,
de Tasso: nem os trabalhos de Montaigne, de La
l'onlaine, tle Moliere, e de Canino*; nem o heros-
mo do trgico, do infernal e do sublime de Shakspea-
re, de Byron e de Waller Sco|l.
Com effeito, os trabalhos destes principes to pen-
samenlo e da palavra nao se leriam perdido sem a
salinas lio-1 lar e ollisor aos privilegiado* na forlona, aoti peda.
Jote Joaquim Coelho.
TBIBIXAI. DO COMMERCIO.
SettUo indiciara em 36 de abril de 18">6.
Presidencia do Exm. Sr. desemhargador Souza.
Etliveratn presentes todo* o* membros do tri-
bunal.
I'a Do Sr. desemhargador Gilirana ao Sr. desembar-
gador l.eao .
Appellanle, Antonio (orne* Pessoa ; appellados,
os herdeirosde Francisco da Silva.
DistribuicSo.
Ao Sr. desembargador Gilirana.
intrpidos pretendem harnnnisar o qoe nace. Ti-
eenlenda he ardua, o embale he ruJe, a peleja san-
grenta.
O lempo pissa sobre o campo de batalha, dei-
xando apossi o seclo cadver, abrindo dianlo de si
o futuro ae acolo nascenle. e esquecendo sobre a
estrada a liM do* combaleoles ; vencedores ou
vencidos, todos os nomet se perdem na peleja.
Triste poca para a gloria he urna poca de
lran-.ic.io A defe/a do paaaado se extingue comsigo,
s combates aemeiliantei pela conquista do fu/uro
fe perdem na victoria geral. Nao lie nada. Biso
lempo em que nos achamo*. V
Para qoe a tirio Brelaoha possua a liberdade de
imprenta, foram precisos os esforco* de Milln, de
Sheridam, e dos seos mais uobres escriptores ; fo-
I um da* conquista* mai* imprtenle* feilas pela
imprenta nesle secuto, foi a Iransformagio que ella
operou no imperio ollomano. !
i A -uper-iic i i do* Turcos, narra um viajante
distinelo, foi sempre urna lorie Inrrcira, qne impe-
dio a enlrada e a cultura da* sciencias ; e apenas
poder acredilar-sc oinvencive( receio que elle* ma-
Swc'tavam de que o sagrado ale orao fosse profanado
pelainptensa. I
o S a iienna to homem liel e religioso, repre-
seutarain os doutores da lei o sulto Selim, he
digna tle copiar o livro do proplieta, e temos por
ciui-1 certa, que faze-lo passar pelos tratos de orna
ollicina de impressAo, ser havido pelo p(ophela co-
mo um grande sacrilegio.
o Presentemente lodos os fiis renles leem o al-
corao ; mas e se admitlir a imprensa, imprimir-
se-hilo larabem oulros livros ; e a novidade des-
ses escriplos far com o lempo esquecer a lelnra
do livro de Dos, e amortecer a f e crema do* Mo-
sulmnnos. a
o lae* eram, continua o viajante, os termos, em
que se expressavam aquclles doutores; masa ver-
dade era que tiles empregavam copistas por tus con-
t, e vendiam cada copia manuscripla por cem ve-
zet mais do pteco, tjuc cuslaria um exemplar im-
presso.
Os Mahometanos do reino de Cabul, as mar-
gena ilo rio ludo, enlre a Persia e a India, eram
todava mais ignorantes, pois criam que as eopias to
alearte baixavain di co pela* orantes do* seus
doulures, como esles Ibes asseveravam ; mas um
aleles pagou cara a sua impostura.
mo rhamam aos doutores, que lintia vendido por
bom proco algumas deslas copias do alcoro vindas
do co.
a I m lia foi sorprendido em casa muilo oceupa-
do a copiar o livro sanio, e nrlicfe que assim O sor-
prendeu, Ihe diste mu irritado : Tu dita* que esle*
livros vean mandados por Dos ; e s tu que os fazos:
s um impostor, c mereces a morir, por profanares o
nnme do Senhor ; e tirando doalfange, lliccorlou a-
caheca.
ti potlcriam aprovei-i < SollAoMalimotid, enlre oulras muilas refor-
mas que inlroduzio na Turqua, foi sem tluvida urna
das mais uleis, a arte deimnrimir.
primeira imprenta, ja su arlum espalhada por
leda o imperio, nao sobras eleinenlans, mas lam-
bem oulra* di maior consideradlo ; e o que he mai,s
um peridico mu bem escripto, o Monitor olio-
mano, lalvez mai* mleressanle e instructivo que al-
gumas gazeta*de varias cidades ta Europa.
tt O resultado desla publicarlo popular tem sido
verdaderamente admiravel. Os* Tarcos d'anles pa*-
savam a vida, on em casa no enojo da ociosidade ;
ou no* cale- poblicos, sentados em silencio, beben-
do e fumando como meros aulhomalo*.
ti Mas agora da gosto ve-lo* a ler os jornaes no
meio de urna sociedade e convivencia, que d'anles
Ibes era desconhecida ; e os ricos se moslram ancin-
I na queslao importiiiiliaaima se ventila boje ;
qneshlo de que multa ge uta falla, e que bem punca
a emende, queslao que importa a prsenles e a vin-
douros ; que euvolve.o aclnal e o foluro do paiz ;
quesillo de lao alia transcendencia que aprsenla o
facto novo e extraordinario nos fastos da nurilo, de
um ministro da cora, encarroado de duas pasla*, e
da* mais imprtanles, largar o gabiuelc e sabir para
fora do reino a Iralar negocios govcrnalivos em cor-
les eslrangeiras, sem missao ollicial ante essas corle*,
havendo nellas missocs diplomticas de primeira ca-
Ihegoria : esle facto revella, por um lado, a gravi-
ilude dos negocios, e porotillo, que lal be a conlian-
ra do governo na luzes, no saber, ua prudencia e
sublimes quahdades do ministro, que s a elle ousou
confiar as negociar/tes que a situado reclama ; e
que pela ordem regular e natural das cotisat, de-
viam ser etican eradas aos chefes das respectivas
misses.
Pela ordem chronologica a primeira negociarao
que apparece desta vi.tem, he o convenio celebrada
em Londres enlre o ministro por parle do governo e
Mr. Thornlon, na sua qualldade de presdeme do
comniit do> lloml-llolders, apresenlado na cmara
electiva, com a proposla do governo para o conver-
ler era lei, datada em ti de fevereiro de 18j<.
Para hem se romprclieuder o peusamento, o espi-
rito, o alcance desla negociacao couvem mostrar
primeiro, o que he o SlukExchange, e depni*. a nri-
gein, a causa, a uccessidade do convenio, c os seus
efl'eilos.
Primeira posicao Oque he o Slock-evchange'.'
O Slock Exchange he uina inslilaicilo, cuja base
he o crdito. He romposla de urna associaro, da
qual s se podo ser membro por habilitarme c garan-
lias. Tem utn edificio especial seo, dentro do qual
so podem nesociar os membros: lem um eteculivo
denominad,, 0 commile, c um regulanicntii, ou et-
lalulos, porque he regida, lia neslcs eslalotos um
ai ligo que cslaitic :
ti Que lodo o membro que debut tic pagar as ioai
obrigar;es por inlciro. sera suspenso de negociar
dentro do eslabeleciinenlo ale que se rehabilite, a
provando-se dolo ou ma f, ser expulso e o sen li-
me jmpresse no Black-Buard.
na patede principal do edificio, aonde se imprimen!
em grandes letras brancas o* noiues dos fraudadores.
A* rehaliihlace- sito as 'iccl.nart.es fermaes do*
credores de cataran satisfeilo*.
Para que os governos, com|ianhias, ou cirporac
publicas possara dar circulacao ao> seus litulos de
crdito, he preciso que a negociacao dilles teja ad-
millida dentro do edificio, a a sua colasao publicada
na lisia ollicial.
As fallas commcltidas pelos governos, campanilla*
on corporanies, esluo sujeilas u peuas comminadas
aos membros ta associacao.
Para proteger os interesses tos poisuidore* dos
Ululo* dos governos e dos accionistas discompaiihas
ou corporaroes, ha conmut* externos ; no prsenle
caso he com o commil dos possuidores de Ululo* de
governos eslrangeiros. ~ Forcign hond-holilers,
de quem se trata, e com quem se negocia. He pelo
prgao desles commils, que o commil do Stock Ex-
change, esse irilnin.il supremo do crdito das nares
e do publico, loma em considerado os processos de
concrdalas ou liquidarles que Ihe silo sulunetlidos,
e be so assim que pronuncia a senlenr-a de rehabili-
laro, indispeiisavel para em casos como esle, de li-
lulos de governo, screm ellos admillidos i circula-
ra dentro do edificio c a COtatfO oflicial.
Para bem se ronhecer, se apreciar a forra moral,
a importancia do Stock-exchange, como cslabeleci-
menlo regulador do crdito, cabe aqui mencionar o
segunde facto :
O governo russo abri rcrcnlcmenle as dillcren-
Ics ptarai da Europa urna negociacao para um gran-
de emprestimo. O Slock Exchange, em sessSii de
lodo o commil, votou por urna deliberar i iinaiii-
me a excluso perpetua desses tilulus colarn olli-
cial ; co governo por nina circular dirigida por lord
Clareudon, ministro do* negocios eslrangeiros, man-
dn copia aulhenlica daqoella deliberara a lodos
os seu* agentes diplomticos e consulares, pata a pu-
blicaren*, nasdiflerentes estarce*.
Esle passo foi seguido por una deliberaran iden-
lica passada pelo sjndico em Paris, c adoptada pelo
goveruo francez.
Eis-aqnioque he o SlockExchange.
Qnal he a causa, a origem, 3 necessidade do con-
venio '.'
Segunda proposicao.
Toda a genle que lem um leve conhecimenlo da
historia contempnrauea.sabe quc|o maior flagello que
(em opprimido o paiz desde a reslauracao do Himno
da fallecida rainha a Sr.-' M. 'J.nall. de saudosi
memoria, e da caria, lei fandamenlal do estado,
lem sido as convulsoes polticas; e niuguein ignora
quanlo esles acontec metilo, lem influido para a de-
snrg misarao das fiuanras. Toda as adminislraccs
lem lido a Indar mais ou menos com um dficit, e
adquirirem noticia, que Ihe* -mam de assnmplo
da conversarlo as companhias e reonioes.
o Por esle meio se sabem as obras qne se publi-
can, procuran) compra-las ; o proprio povo al-
canza fcilmente os livros, qoe se vendem mui ba-
ratos, pois que a impressao da mor parle driles se
faz cusa do thesouro publico.
H lc*le modo o amor das leltras, e o desejo ta
mmenlo lem leito admirareis progressos naquclle
piz, que anula ha bem poneos anuos era quasi ig-
noraute o meio brbaro, o
KSo fallaremos da* maravilhas da imprensa, uas
suas mil Irau-fornacors, em Londres, em Paria, na
Allemanha, na Blgica e em oulras partes da Euro-
pa, porque he una verdade evidente para lodos.
He ccrlu que etn Franca ella sollre cruei* loriara*,
mas todava o poder do Ocal moderno nao lem con-
seguido acalma-I* completamente ; e pealo que
vagarosa, vai continuando a sua marcha infal-
livel.
I. m dosclemenlos do prodigioso adianlamcnlo dos
Estados-Unidos he a imprensa. Apenas um ncleo
de popularan se eslabelece a margem de om rio, ou
no cenlro de urna lluresta, surge como por encardo
urna imprenta, futiila-se um jornal, dentro em
pouro a I ma i piula mais uina estrella sua cons-
lellucaoja lao scinlillanle.
Os progressos da imprensa enlre nos lambrm sao
de rcenle dala. Tendo ella apparecido no mundo
alguna anuos depois da tlescoberta do Brasil, so iros
seclos mais larde foi qne comer-amo* a gozar -las
vanlagem desse Ihcsouro inaprcciavel.
O primeiro impresso que se vio jem Pernamburo
foi o Preciso, publicado em 1817 pelo membro do
governo provisorio Jos Luiz de Mendunra, no qnal
se deendia elle das acensantes Injusta* que >c
Ihe faziam, e cxplicava o penwmenle da revo-
lurilo.
Masa imprensa qoe deu i luz esle Irabalho, alean
de ser nimiamente pequea, nao era de propriedade
brasilea, perlencia a um negociante ingle/, que a
mandara vir da Europa, e que jazia nutilisada no
lando tle um armizem em consequeucia da dflicul-
dade do exercicio.
Eulteiauto, I .l.i em vanle, este ergio supremo
de publicidade lem rerebido um desenvelv menlo
magnifico no vastissimo Estado da Santa Cruz ; e
sos de receber o vn'or pela mauliua cedo, para | os seus producios actualmente, sob a relarjo do jor-
ceberatn Illa. 100, de titulo* de i por cenlo aclivos,
por cada libra IIJO em debenlures.
Infere-se daqui que os termo* t|ue se acceilam,
san em pagamento de urna divida. A nalureza e a
importancia dessa divida he omissa.
>a proposta do governo l-se.
Artigo I. He o governo autorisado para conce-
ller ao* possuidores das diflereules ciaste* de divida
fundada externa, em additamenlo as coudire* do
derrelo dp Is tledezemhro de I8.V2 as segaiates van-
tagens.
Em Iransacro de permularao de valores van.
He um representativo igual a este capital qne ha-
lagan* significa o premio, ou lucro. Aqui nao se i ",eril a enl'"'r em cefli'icados de divida externa,
diz qual he .i considerarlo porque as vanlagens se
conceden : inferem-se, he verdade, mas este nao he
toda* lem sido obrigadas a recorrer a expedientes pa-
ra o atenuar.
A revolucao denominada a da Maria da l'onte deii
causa a imposirao de decima* sobre osjnros ou divi-
dendos da divida publica.
l\-ia medida foi, como era de esperar, muilo mal
acolbida em Inglaterra ; ma*, alientas as circums"
laocias qne a havlam motivado, e a coiisiderac.'io de
ser nina medida provisoria lilha de circum-lanciat
de forra maior, foi tolerada pela maioria tos credo-
re, e ale mesmo Hendida com benevolencia por al-
an..
O commile dos Boinl-ll.il.ler-. porcm, no desem-
ppnlio Jas suas funci;es, julgou conveuienle consul-
ar a massa dos credores ; convocou reunies, as
quae* depois de porfiados e calorosos dbales, se re-
solveu que tra a medida. que se consideras** a reducrao nos
dividendos como divida que aecumulava: e que sere-
queretsc ao Slock Exchange a appcarao ao governo
porluguc!, da pena caminada aos devedore* insol-
veolcs. Assim se fez, c a ronsequencia foi licar o
governo inhibido de negociar novos litulos de cr-
dito, at fazer utn arranjo satisfactorio com os sen*
credores.
Cnnlinuaram assim as rousa* tile a promulgado
do derrelo de 18 de dezembr de 18."i2. Esta medi-
da oi recehida com geral reprovacAo, e provocla
(andida parle dos credores romo da opinio publica,
expressatla por loda a imprensa peridica urna lms"
liltdade renltida e ranctiroaa ; levan(aram-se clamo-
res acerbos, lizeram-te reunies e o commil do,
Bond-llolder* appareceu novatneule em campo con-
vocando o* credores; e, em urna assemblea numerosa
apresenluu o presidente a medida com severos com-
raenlarios, fazendo sobresahir o dolo, a m fe, o
quebrntenlo da lei, a violanlo e*eandalo*a dos con-
tratos, e -iiireiinio o escndalo da falta tle moralida-
dc enlre asraze* do relatorio que declarou que o
paiz linli.i c p ha pagar mais, e a* ditposiries ta
metlida ; e a cousequenria foi resolver-se |>or accla-
maro que se protestaatae formalmente contra o de-
crelo em queslilo ; que fosse declarada a banca rola
li au lulenla ; e que se requereste ao Stock Exchange
appcarao ao governo porluguez, da pena comina-
da ao* devedore* fraodulenlo*.
Sao esles o* eleilos, he Sata a posic,ao que o derre-
lo de 18 de de/.embro de 18">2 crcou.
Eis-aqui o mal que se quer curar.
Agora o remedio.
O convenio lem porobjeclo rehabilitar o governo
a negociar dentro do Slock Exchange o> seus litulos
de crdito.
Couvem paranlo examinarse ella pioduz esle re-
sollado de urna maneira digna e solida.
Em duas paites se divide esla peca : unta, a
que fazroiicc.sses aos credores que mo cnnverlc-
ram para viran agora t.....vralo : e a outro, a que
' ol tea ot credore* que ji converlerain. no mesmo
p dos que i,.,,, eonve Ivl.llO.
A segunda parle he justissima e nada ha a dizer
contra ella.
Passamoi portant primeira.
A parle* contraanles sgo o ministro por parle do
governo, oa para mellur dizer, o governo represen-
lado pelo ministro, pois pela forma porque a a*sig-
nalura do ministro foi dada e que os jornaes inglezes I quanlo a proposla pede aulorisacilo para dar ce
publicaran-, Iranscrevendo a integra desla peca, he |eadoscom juro al I por cenlo, convenio ta dirci-
o governo quem negoceia ;'alli se le o seguinle : lo a I por cenlo integral, ou a qualquer fracc.io pro-
1 veniente do* lucro* ele. Ngo he claro *e qando o
sidentcs, tanto no que respeita ao
capital nao convertido, como nos
debenlures : pelo relatorio do mi-
nistro, no S 2 collige-se que >3o
urna* lib. 11000, ou ao cambio de
rs. S300 por lib......
Esle joro corresponde a nm ca-
pital de :1 por cento de. .
"9:.\tJfJ900
1,470:5001*572
WM&gsapaa
i-lo he :
a I por cenlo.
Rs.
19.016:855973:1
490:168a5.">7
no mesmo

anno.
Esle encargo representa um ca-
pital de tres por cenlo de........
19,01(1:855578:1.
A :t por cenlo......
Total do capital 98,(1 iS:W.u99.
dem de juros......
negocio para linferencias. ||e um negocio 'de ha-
ver; que involve a propriedade da naro. o seu brio. Concedendo porm o convenio ao, credore. que
a sua honra, o seu crdito ; he por lano i,,gispe- ja converleram, o* mesmos lermos que se dao ao*'
savel que a par do qoe se da, e iba o que se rece- que n.l0 COnvertera,n. he de -usra que se fac. igual
be ; se he premio q0e se diga de que provem, e conc.ss.ao aos credores da divida interna,
porque considerara,,, se he divida que se mostr a pe|0 orramenlo cima referido,
tna procedencia e imporlancia. He preciso, he in- he o encargo para juros sobre
dispensavel que a norte uibl que pagou, e o que divida interna
pagou, c que conhera a posicao em que lica.
0 arligo 2. tia proposla diz :
tt Alem da* concesses feilas no arligo precedente,
he o governo igualmente autorisado para dar cerli-
ficados com vcocimeiil i de juro annual al I por
cenlo, na raa de lib. loo em certificados por lib.
100 em dilos bono* de :l por cenlo. |cnntignando para
pagamento do referido jaro
l. 0 lucro liquido dos caminho* de ferro
se conslruircn com o* empreslimoa que o governo
especialmente levanten para este tim, dedozida a im-
purlancia dos encargos de lae* empreslimos.
2." As sominas que sobraran annualmenlc dos
rendimenlo* pblicos, em consequencia do dcsenvol-
vimeulo do* recursos do paiz depoit de alisleitas to-
das desperas autorisatlas por lei. n
Aqui ha a mesma lactina qne se eneontra no arli-
go l.relalivameole ronsideracao porque esla eon-
cessao he feita. Nesle migo, purem, he esle o me-
nor obstculo, grave como elle he, que nelle *e en-
conlra.
A primeira cousa a notar aqui, he a discrepancia
na qualidade do Ululo enlre a propoita e o conve-
nio. Nesle l-se:
o And in addiliou lo lite above a certifcale shall
(t be given cnlilling Ihe holder ol every lih. I00J!
'< per cent slock lo ,1 per cent aimuallv, or ani
0 smallersum Ihal may arrise from surplns prolil*
a oflhc rail raya le be conslruclcd. out u Ihe prn-
posed loan*, i. e, stich surplus lo he calculaled on
1 lite basis id Ihe annual cos of inters! h\ vvhich
o Ihe capilal has been raised for llier consliluclion.
o E em addir aosupra se d
l,488:977t.Jo9
1,i70:5O5>>672
2,959-1838041
Eis-aqui o complemento do decreto del8 de d*-
1U' I zembro de 1852, no que loca ao capital, e juros com
encargo immediato. A esle encargo acrescer o
proveniente da divida deferida que vence juro de
I8t>:i em diante.
Pela dcu.nntrar,i supra se ve qoe o capital de
toda a divida consolidad* em Ululo* de 3|por cenlo
he 98,(ii9:43L> He esle o capital qae ha emillir em certificados
tle I por cenlo. Sendo como deve ser contemplada
a divida cxlerna.
(i encarga eventual to joro sera de 9^6:491*156.
Ha quem diga que este encargo nAo deve assustar
porque o pagamento desle juro nao lem poca (i xa,
e determinada, c que be fcil cvadi-lo na organi-
sariio dos ornamentos.
Cnmpre, primeiro que tudo, repelir com indig-
narilo o scguudo pensameulo. 0 reinado do illn*-
(re monarcha que hoje preside aos destinos da na-
rv-. nao admit" a idea de um a:lo governalivo>
cuja ba*e he o dolo.
Passeinos, porlanlo, ao exime do primeiro, e he
aqu o lugar proprio para mostrar a lacuoa cima
referida.
O art. 2. nos S I. e 2.- indica o* meios que ficain
um certificado consignados para fazer face a esle encargo. No 5 I.
dando jus ao* possuidores do ca la lib. 100 de fundos I os lucros do caminho de ferro. Cumpre portan-
de 3 por rento, a um por cotilo annual, oa a qual- ver o que esles lucros podem ser.
quer menor quantia qae po*sa resultar do e\-esso
do. lucos do rami.ihos de ierro a construir pelos
empreslimos propostds ; isto lie. lal eiSOMO se cal-
cular sobre a base do cus animal do
qual o capital se lenha levantad
trueca.
lo para
juro pelo
a sua cons-
lle esla a Iradtlcnlo lilleral desla parle do arligo.
Confrontados o* don* arligo*, ohterva-se que ero
Na minha qualidade de ministro e secretario de
estado dos negocios da Tazenda tle S.M. I'itlelissima,
acceilo os lermos desle accordo. Antonio Maria
de Fonlet l'ereira de Mello.
o E por oulra parle Mr. Richard Thornlon, na sua
qualidade tle presdeme do commil dos Bond-
Holders.
Cabe aqui notar que a copia to convenio publica-
da no iari') do Cocerno, supprimc a aarignalnra do
minislro c a declarara que e precede, em quanlo
que apparace certificada por aulhenlica por nin Hld
conforme asslgnado pelo empregado competente.
Etta omissao ou suppressao, lira a esla peca a au-
Ihcnlicidade de um doctimenlo oflicial.
No textooriginal l-se :
( Mr. Thornlon wil accepl Ule folln in: lerms,
it and rccommeuil Ihe ditsentient porlogucsc Bond-
it 11 d.ler-. to do Ihe same.
o Ihal Ihe porluguese governemenl shall in ad-
dilion lo the lerms of Ihe decree fur conversin,
dalcd 18 Ih decemher 1852, give Ihe holders of
tt Ihe vai mus rame*Of slock as tinder.
ti On 5 per cen bonds lib. ( per cen deferred
3 per cen stock vrllh inlcrest from 1863,
o On 1 per cent bonds lib. :l per cent d." d.
Wilh regard lo Ihe debenliires it is undcrslood
u Ihal in addirion (o Ihe lrrm%of the decree of 18.
Ih Deccnibcr 1852 lite oldcrs of suel debenlu-
, i-a.a. ,.u. peneiwnconina,qBO*e nao pode admitlir em ma.
,. re, are lo receivc libb. 100, 3 per cen active stock ^ srdVda,lc. '
(I 5 2 do arligo 2 da proposla consigna igualmen-
ciccs.o mo monte ao I por cenlo, a fraeco que pos-
sa liaver salisara o encargo de rada anuo. Pela pro-
posla pode inferir-** que -.un : mas pelo convenio
infere-se indubitavelinenle que sendo o direito a um
por cento, as fracres serio consideradas um paga-
mento parcial por conla, c qne a difTercnra que fal.
le arciiniiilai.i.
Esle he, sem duviJa, o pensaenlmo to negociador
brilanic, e entilo, dado esle caso que he o mais
provavcl. cahe-sc novamente ua insolvencia, o titulo
lica uesacrcdlado o ah esla loda a uegoriarto por
Ierra.
Em qualqoer dos casos tle pagamento parcial, is-
to he, salisfazendo o encargo ou accumulando a dtf-
feren;a, a consemeocia natural ser exigir o com-
mile urna fiscahsarao sobre a applicar^o dos rendi-
menlo* to eslado, para ver que os que Ihe ficam
consignados .,, Ao JUira|llJo, para uulros fios
Pode, jiurvenlura, admillir-ie concederse esla exi-
gencia J
Para prover ao juro dos novos cerlificnlos a pro-
posla consigna :-I.-o* lucros lquidos d,.s cami-
nho* : o convenio pelo contrario, parece ter onlro
peusamento, e que este pensameulo he oque exprs-
sa oii e| que falla s no juro sem loulemplar as
deapezai do costeamento.
A verdade he que a redacrao he por Jal forma im-
perfeila e confusa, que se nao pode ad
o for every lili. 100 debenlures.
Isto he Mr. Thornlon aeceilar os lermos se-
guintes, e recommendaraaos Bond-llolder* dissidene
les que facain o mesmo.
Uva o governo porluguez tiara em atldicao ao-
lermos do decreto para a convenio daladoem 18 d*
dezrmhro de 185!, aos possuidores das diversas rlas-
ses de fuudos, o seguinle :
Sobre os bonds tle 5 por renlo lib. ('. por cenlo
de divida deferida de Ululo* de 3 por cenlo, com o
juro de 1863 em dianle.
o Sobre o* de por cenlo lib. 3 por cenlo d." d."
Pelo que loca na debenlures, he entendido
que, cm addicao ao termos do decreto de 18 de de-
zeu.bro de 1852 o* porladore* de lae* debcnlure* re-
naliamo, rivali mi com os mai* celebres da Europa.
Ma* a imprensa nlo he snmenle o echo mai* ou
menos sonoro do* factos pastados no lempo e no es-
paro, he a expressilo e a critica da sociedade, abu-
siva como a expressao c severa como a crilica.
Como ludo no mundo, lem um pro e nm contra,
um lado benfico e um lado pernicioso e fatal. Em
lugar de atacar osaclot censurave* do poder eos
abusos da aclividade individual, a* ,ezes calumnia
c ataca injustamente os governos e vida intima
dos particulares.
Dahi, o odio, a anlipalhia e a perseguir-Ao atroz
e inexoravcl contra a imprensa, n,lo s ta parte do
potler como dos particulares, os processos, a*
dcporlaces, as cadeias e lado quanlo he capaz de
embargar o deseovolvimcnlo da aclividade, por
mai* benfico que seja.
Como diz /immermanii, cm nossns dia* lime
quera quizesse rebaixar o verbo, dizendo : aspa-
te ao pagamento do juro dos certificados o excesso
dos rendimenlos publico em a I lica i aos lucros dos
carainlios de ferro, depois de salisfeilas as despezas
auloritadas por lei.
Aqui ha nina lacuna iinporlanlissima que adianle
se mostrara.
Pelo orramenlo seral do eslado apresenlado as
rrles na prsenle se*s,io ordinaria, he o juro da di-
vida externa para o anno de 1856
a 1857......., .
Nem o convenio, nem a ptoposla
mntram qual he o encargo imme-
fjfto para juros com a cmissAo pa-
ra completar a couversao dosdis-
I,'2l:005li672
O primeiro meio, por mai* limitado que seja, e
ainda empregado pelo melhor governo, sempre se-
ra o direito de publicar aquillo que convier ao po-
der.
O syslema penal, a primeira vista, parece mais
conveuienle; mas os sentimenlo* tle compaix.lo, at
relaces de amisade, o espirito de partido, a influen-
cia dos governos, tiram-lhe lodo o carcter ralidade, e o veredicto do juiz he as mais das vc-
zcs oa quasi sempre nm* violaclo do* principios
eternos da juslira, c urna animaVilo fatal a novo*
crimes.
No Brati', onde a imprensa lem urna esphera
ampia, o correctivo contra os seus desvio* he a pu-
nir pelo* jurados ; porem infcli/.menleeulre nos,
lalvez mai* do que em parle alguma.se ttin abusado
desle meio de una maneira escandalosa e cmiuenle-
mcnlc rcvollanle.
K dahi lem resultado qnn a imprenta ja nao pres-
lavrat silo femeas, ao pasto que ot fados silo ma- i la a utilidade que deve prestar e se acha quasi des-
11 arl. 3. da proposla diz
tt No caso em que o Sr. ihornlun, Mr. Ioolil ,\
C. e Mr. Charles Devaux t\ C. nogociem o empres-
litiio de om militan eslerltno para ramiiihos de ferro,
e qalnheota* mil libra* para conslrurnlo de eslra-
das ordinarias, e oulras obra* de ulilidade publica,
ser-lhes-ha concedida a preferencia para a negocia,
cao de futuro* empreslimos, fieando dependeudo de
convenrao especial o prero, e coramisso dai refe-
ridas operaces.
Nu arl. 2. cima referido, nao se moslra nem os
caminho* que hilo de ser, uem quaes empreslimos.
O artigo supra, porm moslra claramente o pega-
mento do negociador britnico, e he elle, indnbi-
lavelmenle. o de limitar os empreslimos, ao milhao
e-lerlin j o contrario seria um conlrasenso, e lano
assim be que prevendo elle a irapossibilidade de por
esle meio obler o necessario para o pagamento do
juro dos certificados, foi pelo : 2. do arl. lanjar
mAo do excesso do rendimenlo publico, depois de
salisfeilas as despezas aulorisadas por lei.
Qnal lei .'
Nenhuraa racionalmente pode ser sen.lo aquella
que cobrir o deficil, ccrear os meios pira pagar o
juro de novo emprestimo ; he esle o ponto de pat-
uda forrosamente que limita os encargos para co-
merar o excesso de receila ; cabe porlanlo mostrar
aqui quando he que esla rnmlu-n enlra em scena.
O.empreslimo de um milhao eslerlino a i;j500 por
libia produz 1,500:0003.
Supponhamos que se realisa o preco liquido de o
por ceulo.
E*le preco corresponde ao juro de
cento.
llavera poi*.
Kt'is ,.5(K):0t)05 a 7 e meio por
cento ..........
Para satisfazer o encargo de I
por cenlo sobre os certificados da
divida exlerna somenle, he preci-
sx, como da demonslracao retro,
a quanlia de. ..... 192:2713618
i e meio por
327:50IJ9000
8l9:774j>til8
chos. A palavra he femea sera duvida, ma* be
miii do macho....!
Ora, em vez dos depositarios do poder social
procuraran harmonisar o pro e o contra, o lado be-
nfico e prejudicial da manifestara tas idea*, e
constituir com a antinomia desse* (ermos oppostos a
verdade da imprensa, tralaram de pcrsegni-la ; c a
censura e o jury foram ti* meios erapregldot em lo-
do* s paizes.
Halii reslrirre* mai* ou menos petadas, mais ou
menos oppressivns contra a faculdade tic exprimir o
IHMisaineuto ; e com liberdade mi piule ser lolal-
menle snpprimida, a libcnlade tic um paiz bu licen-
ra em ontro.
Assim a liberdaio do* Estado* Unido*, como dii
ferio autor, be licenra na Hollauda, a liberda-
de dos lloll in le/e- he licenra na Inglaterra, a li-
herdade do* Inglezes he licenra em Paria, a liber-
dade dos Francczes he licenra na Allemanha, a li-
berdade tos allemlcs he licenca em Boma. En-
Irclanlo, restringid* ou livre, a liberdade da im-
prenta he dmittlda rm loda a parlo.
Como ja disiento* mai* cima, o* abusos de-,le 0:-
g.lu de inanilt'stacao publica conlra os patti, nlares
de um lado, o do oulro as IcenMCoe* justas ou in-
justas contra o poder, deram nascimento a censura
para prevenir os crimes respectivos, verdadeiros ou
supposlos, e inlervenrlo do jury para puui-los.
mnraliaada.
Enlrelanto a sociedade soffre, e reclama orna me-
dida real e enrgica, que salve a civilisacao hrasilei-
ra tic nlgiima violencia, c ttacc limites razoaveis e
justos ao exercicio de um do* mais preciosos direito*
que nos he garantido pela roiittiluit-ao poltica do
Estado.
Pililos do sccnlo, nao queremos a titila encamada
nem as tesituras da censura ; queremos que a pro-
liiila le, o direilo, a vida intima do homem, a virlu-
dc, sejam acatadas e rnpeiladu ; queremos que a
imprenta *eja regenerada, que salome o palladlo
sagrada das iioasu* liberdades.
Oueremo* que o exercicio da sua acr-io benfica
faca rom que o mai* detpolico poder respeite os di-
reilo* do cidado e te. eternos dctame* da razan e
da jorilca.
tloercmos que sirva de orgio as queixas do fraco
opprimido pelo poderoso que embargue as machi-
naces dos traidores : que proclame a* prepoten-
cias e vir-larrs os lei*.
Qaerento* que ella soja protegida e venerada ro-
mo nma das mais preciosa* eonqnislas do espirito
moderno feita* sobre a* iiisliluiroes da* eras limbicas
da humanidade, e que em lugar de ser opprimda
com imposto* que a suflocam, e Ihe diflienltam a
prupaganlo da verdade, se Ihe marque a eslrada ra-
zoavel em que se deve desenvolver.
lie modo qne he preciso que o* caminho* se fa-
Sain com o empreslimo do milhao, e qne produzam
esla quanlia para satisfazer a estas duas verbas. He
Lio impoativel fazerem-se as obras com sementante
capilal, como o he cobrir elle a* despezas, eprodu-
zit liquido seroelhante lucro, llavera que recorrer
novmenle ao mercado, e por consequencia o crear
novos meios. Aqu apparecer novameole o com-
mil on exigir, e com toda a raz?o, esles meios, ou
que simultneamente se criem oulros, e aqui esla a
negociacao completamente em Ierra, as obras para-
das, e ludo cnmpromeltido, um verdadeiro cahos
A ri'Miln, lo fraiicc/.i de 1818, de algoma sorle
resolveuo problema, deletminando que quaesquer
arligos publicados em jornaes fo.asem assignados
pelos respectivos autores. Esta sutura foi tambera
a liinili la e saiiccionada pelo potler que snbslilnio
ao poder republicano ; e boje se acha igualmente
adoptada em Portugal.
Assim, fora til e necessario, em bem da raorali-
d.tdc publica e particular, que a assemblea geral
l rouiiiij --> nma lei nesse sentido, e infligisse uina
pena severa "ao editor que publicasse um artigo sem
a assignalura do legitimo autor. Sabemos que ha
enlre nos numen*, lao despejados, lao immoraes e
l.lo audarioso* que o3o vacillam em assigoar o li-
bello mus dii un ii irio que se pan imaginar.
Enlrelanto. esle* mesmos ficariam expottos ir-
risflo e ao estigma da sociedade ; e qnanlo aos que
se esconden] sob o maulo diaphano da hipocrisia,
que se lingera honestos, homens de educaco tlts-
IlDCla, cerlamcnle havtainde recoar ; ma*'quando
o fizessem, a uflensa seria punida, a lei respeilada,
e a Hieoria da responsabilidade ja nAo sera um si-
mulacro, loruar-se-ha urna realidade.
Por este meio, isto he, a exigencia da astignalura
para a nipressAo do Irabalho litlerarin, de qualquer
genero que soja, nAo s se abrgava a honra o a re-
pulacAo conlra os golpes da calumnia eda injuria,
romo I mili, m *e poda colbcr orna vanlagem lute-
rana ; isto he, quem na livcssea habililares no-
cessarias, *e acannarin de dar o seu nome a este*
lerido* indigeateedepalavras, a* ven* feilos sem
aitenelo alguma s regias da grammalica, c tle um
gosto nauseabundo e rcvollanle que iulclizuieute
apparncem no* no**o*joroae*.
S? honvesse alguem cuja audacia e vaidade o le-
vassem a a-signar um arligo escriplu conlra os pre
ceilo* do esljlo c da philologia,cora illogisraos e ou-
lras imperfeicoes, ainda ueste caso a sociedade lena
a forlona de distinguir o mrito do demerito; e nao
haveria tanta impostura.
Finalmente como loda* as cousa* no mundo, a li-
berdade lem limites. Se o governo he a personifi-
carlo le um povo, lem direito a existir como pover-
assim romo a sociedade como sociedade, e o que
alara estas dtia* entidad** no seo desenvolvimenlo
regular, ja nAo lie liberdade, he demencia e desor-
den!.
{Ab

ILEGIVEL
MUTILADO


OIII10 E P|VA1IUCI S-.GUNDA FElM 28 O BUL I >li6
sem sabida, senau pagando immedalamenle o juro vacilo dos culos o terreno que deeorre desde a liana
do nardo lapc al ea limilcs do municipio, e dadi
tres leguas para o ufla : nede< lugares cessa a o-
bris.ai.Ao dos madures de fazer cerca.
Me approvado.
c Ari. lo. Ninguem podera Icr saelo vaceum ou
dos certificados !
Eisaqui a lacuna, o lino do negocio, que o minis-
tro nAo vio !
Cusa a compredeoder a que proposito vem o arl.
X do convenio, vlo que nAo se moslra que as casas
de Fould A C. e de Charles Iteraos. A C, sejam
llond-llolders, e de forzoso coofessar a linura do
negociador britnico em o iulrodozir. A cu,lie.i o
da preferencia as futuras Irsosacres he msramen-
le o pretexto, com que encobre o seu verdadeiro
pensamenlo, e eilc he evidente que fui segurar o do-
minio sobre o governo, para oio poder contratar
cairo* negocios sem primeiro pagar o juro do novo
capital. Elle bem vio qoe esla preferencia era urn
monopolio inconipalivtl cm transaecues desta nalu-
reza : o que admira, norcm, he a facilidade coro
que o ministril a concedeu. e que n.in \isse que alcm
desta inconveniencia, he ella Incompativel com a Ici
fuu.ijiiieiii.it do estado, e que involve un; preceito
constitucional.
A cicla defuiinlo os poderes polilco; do slado
enlloca na nulos do Soberano o veto. I'ar.i haeef
empreslimps sera preciso le, que os legali>em : es-
las leis scthsni >gor intervindo uellas a saocc.au do
poder moderador. Aquella concessao da os casas
um velo sobre o velo !
Cabe aqu a penna da mAo, cerra-sc o corar Jo
sobe o rubor as faces, curva-se o aoimo, e cobre-se
a alma du lucio ao ver Portugal de hoje, e Portu-
gal dos nosso maiure ; ao ver ludo o que urna na-
e;Ao possue de mais Bobre, de mais charo, de mais
Ilustre, compromellido ; dignidad* da coroa, a
tu.nra da nardo, o crdito, a moralidade do gover-
iio ; e ludo para que .' I'ara conseguir um eropres-
limo, cujo contrato nao apparece, de milhAo e meio
d* libras eslerliua !
iJualquer particular pode levaular dinheiro sobre
o seu crdito, ou sobre a venda, uu hvpotheca dos
seusbeus, > l'urlugal, desgraradu Portugal, ato pu-
de ler crdito, nao pode realisar os -en- bciis sem
o tacrilicio de sua fazeuda, c honra, Que diste es-
pectculo !
, He esta a deuionsli acu exacta, e fiel da segunda
proposito.
Agora algamas coiisiiJerac,oes geraes.
No relalorio que precede a aprsentelo do con-
venio, diz o governc, porque he o governo in iul-
dumque figura nesla peca, pela assig.ialura do mi-
uulro:
Foi pois o decreto de 18 de dezembro de 185a*,
islo he o decreto que urdeuou a conversan da d-
te vida publica, promulgado ua decidida iulrnrao de
servir o crdito, para que este depois strvisse o
ee paiz ; mas, porque as paiies polticas ncm sem-
pre. dcxam ver os negocios ua sua verdadeira
o hu, ou porque os atareases parlicularesolfeodidus
ce fallam*a cada um mais alio do que as convenien-
ee cias geraes, he cerlo que o governo foi combatido
eiu nome dopriucipio que defenda,* quera furli-
licar, e que alean? clamores se levautaram lao alto
te que o Stock Eichange, o mercado regulador da
ee praja de Londres, susneudeu a colarlo dos
ee fundos.])
a intento principal do derreto de 18 de dezem-
bre de 185: licou as.un apparentemenle malo-
ee grado : uaquelle momento, ao menos, o efl'eilo
deiros principios, applicados com rectas inlence*
ee coiislituem a razAo de urna providencia qualquer
a |ui\.o vai esmorecendo com o lempo, e o re-
sollado inrallivel da boa donlrina justifica mais
cedo, ou mais tarde, a sua applcai-.lu.e
A iliaca de todo esle corolario he que o que na-
fta i fazer era sustentar o decreto de 18 de dezem-
bn. de IM2, e esperar o resultado infallivel da boa
doulrina, pela acoso do lempo ; devia esperar-se
que a viagem do ministro levasse as suas doulrius
ennviccao no animo dos credores, e dos cummils
respectivos ; c que convencendo-os da injuslica qoe
havia presidido ao procetso, julgamenlo, e condem-
narAo do decreto em questao, constgui.se remov
pena infamante, e habilitar o governo a ser admjlli-
do a coinmunhAo dos governos civilisados, conce-
dendo-ldes a negociacao, e colacAo desearos fun-
dos ; em vez do que apparece urna poca oflicial, um,. |
medirla de gabinete, antpoda lauto cm doulrina,
como cm dispo.ic.uM ; e de o mesmo ministro, que
relerendou o decrrttf de .18 de dezembro de I85d,
que vai ao parlamento apresentar o convenio, e a
proposla de (i de revareirode 18343, para er conver-
tida cm Ici.
Continua o relator o :
ee A condrAo essencial do credilo he a confianza
e esta nao te uspira SenAo cun a certeza de que o
devedor pode satisfaz* o encargo annual a que se
compromelleu etc.
Bxaclo.
Vejamos, parta coiiio o ministro applira esta dou-
lrina.
A proposla no art. i pede aolorisacAo para dar
certificados com venciliientu de juro ihu| ale um
por ceulo. 1
Estes certificados apharecem luz com o carcter
de urna letra deshonrada, porque vencendojuro, lie
eavallar lora dos lugalres especificados uu artigo an-
tecedenle, senAo dentrn do sua propriedade que ser
cercada de maueira que n.lo soja possivel a uvazAn
dos gados: o coulraveutor pagar a mulla de i1 rcis.
S I. Nos lagares''prohibidos da crearao ficam
os agrirnllores desobr|gados de cercar suas lavou-
ras.
i i 2. O que niel tendo propried.ides, tratar de
auimaes alheios, sem as cautelas exigidas, e nao
leudo com que pagar a molla, sollrer oilo das de
prisAo.
lie approvado. bem como os artigo* II, 12,13, I i
15, l<. 17. 18, I i, M e 31, cojo Iheor he o e-
geinle i ,
ii Arl. ti. ijuem lifer eje, porcos, cabras, e o-
veldas solas, e fura .lo. -en quintal ou nroprieifadc,
snlfrer.i a multa de l3(|tX) rs., por cada calieca ; nas
enneces os ele scrAo!morios : e os porcos morios
arrematados e o producto recoldido ao cofre da mu-
ncipalidade.
ii f: nico. A lora djis correres o que forofiendi-
do por quaesquer desle* auimaes os far condozir ao
fiscal, ou tomara iluas' lesteruuiihas o far scienle
an iiiesmo que multara iaos .tono- de taes animaos,
com a mulla deste artigo.
(i Art. V. Io).lo o animal cavallar ou varcum
que for enconlrado dentro de lavouras de qualquer
Mlureza que sejam, -ua apprehendido e remellido
ao (isral respectivo, uu mesmo o dono das la-
vouras lomar duas leslemunhas que saidam do
Ierro e quanti.lade dos animaos, e darAu p,rle au lis-
cal que multar aus dorios em 2? rs. por cada eibc-
oi que for adiada dcnlro das la\uuras.
ie 5 nico. Se for animal ravallar c nAo esliver
pelado, ser multado ,o dono no duplo por cada
$ l'nico. I'ira obrigado roesma laxa o que ma-
lar ou lalhiir carne de porco.
ii Arl. l. Aqaelle qne matar, e levar para os
arooguei cspccilicados no art. lOlecedeole.Hr obri-
gado a arrobdr a re na balaura do lpese desta c-
mara, pagando 20 rs. por arroba.
u Arl. H. (I carniceirn que aperrear e maltratar
a rezquando condoxir do curral para o maladoora,
snll'rera a multa de 28000 rs. ou tres di' de pristo
nao ti'ii.lo com qae pagar.
ii Arl. 11. Aquello que, com palavias obscenas
nlleii.In a moral publica, e lizer vuzerias as horas
de silencio sollrer 59HJ rs. de mulla e Ires das de
prisao.
O Sr. AbiUo nppe-sc a adoprAo do artigo e man-
da mesa a segu ule emenda :
Aoart. "1.
ii Seja supprmido o art. II.
Jbilio. i)
0 Sr. Oltcrira cmbale a emenda, sustentando a
doulrina do artigo, e licandu aliual adiada a discus-
sA pela hura. i
leudo dado a hora, o Sr. presidente designa a ur-
dem do da e levanta a tesilo.
Sanan'* ordinaria, de 2 de abril de 1856.
l'rciUciicia do /:.n,i. Sr. bario le Camiiruijibe.
Ao mein di.i leda a chamada, e arhando-se prsen-
les \ Srs. denutados, abre-se a ses-Au.
He lula c appruvad.i a acta da scsu aute-
riur.
(i Sr. primeiro secretario le segninle
EXPEDIENTE.
1 m ollicio do tecrelarie du governo, remellendo
i) uemplares do regutamenlo da casa de deteufio.
A ili-ll il.llir.
Oulrn ,lu ine-ino, participando que foi.irn espe-
didas as romenientes ordena, ulim de seren cdaina-
tlus us iiitu sunplcutes para |iri>eiirherem as ,agas
existentes ne.la a-semblea. llllelrada.
Dulru du bililiullipcario provincial, remellendo
(Art 13. Ninguem podcia comprar ou vender ?,"mpl,rM ''" "*?"* gjf'" MWanlna U
iiiAo por pesos e medidas alenda- c revistadas ;
coulraveutor sollrer a mulla de -J- ti Art. I i. Aquelle que falsificar os pesos ou me-
didas .llorlas solfreri a> mulla de 10o rs.
ii Arl, 1.3. O alcrM.it que, sem exaure ininurio-
su marcar us pesos e medidas lal-ifica.las, soUrera* a
multa do artigo anlece lente.
lubru e novembro c as revistas us mezes de abril e
maio ; sob multa de -J3 i-.
bibliolliera proviotial.A distribuir
L ni requerimento das recolhidas no convento do
Saulissimo Coraeau de Jess da villa de Iguarass
i pndindo o marque ua le do oreamento a quata de
.i:20ti.r^MH> r-. para eonlinoacao dos reparos do res-
pectivo convenio.A ciiniini-.io de or Hlenlo pro-
vincial.
ulro do padre Joto Jos da Co.la Ribeiro, capel-
lo dos lauros, pedniio augmento da grallOcacto
que percebe.A coinrnisso de ordenados.
Art. 17. Os laberneiros deserto Icr dous Icmos 0u,lr" d'' ',-ui/- lr,,"c'sc Vieira de Luna, cunti-
da medidas para os liquidos, estes c lodos quautos nuu 'l ccrelr,> do governo, pelindo se Ihc marque
vemlerem seceos deveraj ler um lemo de |iesos e "ma aratihcacao pelo accrescimo de Irabalhoque
balaucas ; o coulraveutor sollrer a multa de jsOIIO ,c'", a'ioaliiieule. A" coininis-au de ordenados.
rci. I x'o 'las reculhnlas do cuuvrulo do Sanlissimo
5 nico. As medidas deserto ser MiMMrtadwICfS***-,,*j*M,,-" vllla comaceioelimpeza, sub apena do arligo anlece- "'/"Cao d caridnso beneficio que lite lora conc-
deme. d,d0 Pcla '" "- ",' !'(i-- rl. -'">.A' ruinmis-au
Arl. 18. Aquelle que vender gneros coiruplos I de ':l'""< l'roMncal
ou falsificados, sollrer a molla de lOgQOO rs., obri- uiru de Juan Jose de Medeiros Raga e oolros,
gado o ronlravenlor as desperas do cnlerramenlo do Pe"uido que esta a-semli'ea aulorise o governo a
genero corrupto. mandar reparar a estrada de Bebcribe.A' coniinis-
S nico. Eslaposlura romprchende a carne do "J "b!;,s P".l>'"a>.
gano de qualquer especie, que c-liver linguijado,: "nlro de Jos Ignacio Hibeiro, coutiniio da re-
docnle ou aperreado. i pailicao das obra, publicas, pedindo a sua apo-
ii Arl. 19. Aquelle que na venda de genero, ser- senladuria.A- coinmiss,iu de petJ(6es.
eos ou molhados, illudir na quautidade da coma lie lidu ceir em discussju u seguinle pare-
vendicla, fazends-o com eanarleu e dulu contra o cer :
comprador, sci mulladp em .">-yHI0 rs., se pelo r- i A *" de coiisliluieao c podaras, a quem
peso e vehlii-acio que inmediatamente se lizer se I '"'*'" l'r;"*cnles us diplmaselos Srs. denuladus sup-
conhecer difrerenca os pesos. penles, Juse Juaquim du IWgu Barros, Joto I'ran-
incerlu quandu o p
lug-r.
.Nao e d por tanto
i onliaur.i. Tmbenlo
pagamento, porque he
.menlo desse juro lera
qui a cuudirao essencial da
o ha cuii liiao de certeza do
elle eventual e ujetlo a du-
vdas, e mesmo a que seja um pagamento parcial.
Aqu da-se a probabil
eslado de insolvencia,
rielada e os reudinieiilo:
que permitan! o pgarn
que com este pagamcu
daro. ludo ira' bem, c
precise do mercado, e d
ade qoe se nao pode pagar
por inleirp o (acareo a inual, e (ahe-aa poilano no
Mas concedemos a prospe-
por lal forma melhorados,
eolo de meio por rento, e
o os rredoros se accommo-
>m lano que o governo nao
i Stock Exchsnge novamen -
le ; porque no momeul> em que appareca a que-
rer novos empreslimos.lsahiri o coromile a indagar
sobie que recursos paral tar face .ni juro: files
n.lo podem ser ouUos enita a ereacAo de novos im-
poslos ; enfilo ei-lot em campo a exigir a applica-
cAo desses tneios pata pagar o juro por inteiro dos
rerlifieadus, ou a crearassimullanea de oalros mrio.
E nao se Ido diga que o pagamento du meiu por
cenlo obsta a e.la reclamar,,,, porque anio diro
elles. e dirto mnilo bemo nosso direilo, pelo con-
venio, ha a am por rento ai.nual ;.as fracci.es nos
pagamentos ato eondiciosaes a falla de rocos para o
Integral, e esta falla desapparece logo que o rendi-
mento cresce, qualquer que saja a origem desle aug-
mento.
O art. ft. enlrrg.1 nas nios do commil as chaves
do thcsuoro, para Techar hcrmelicamcnle toilas as
eslradas do Slock Excbange a novas negoeiaetea,
aie que as condices do credilo eslabelecidas pelo
ministro, islo he ee que o devedor pode satisazer o
eucrgo annual a que se compromelleu, .. pagando
u juro por inleiro se realisem.
E enlo o qoe de loda esta negociacao !
Oulra cousa nimio nolavel he a forma do conve-
nio, poique nem urna convencao diplomtica n sub
sperali a, em que se deixa ao execulivu a ralifica-
'.aii, nein he um Contrata commercial. Ambos os
negociadores declamo aceitar termos, mas nendum
lisa a considerarAo desses termos !
Mailas, e variadas considerares haveria anda a
fazer. He porm superlluo levar a aoalvse mais
laoga para provar a alia inconveniencia da medida
e quinto ella he prejudicial aos inleresscs do paiz, e
derogatoria da nar.lo.
Caberla, agola moslrar aqu o que ha a fazer em
lao critica, a delicada siloarAo, para eslabelccer a
paz, ea haraonia, elevar o paiz a posirAo eminente
qne oulr'ora gosou de ser cousiderado no primeiro
grao de credilo.-NAo he islo. porta a aUribojate
desle escriplo ; o pensamenlo, o objeclo dtlle he
apremiar a verd.de como ella he, livro de precon-
ecilos e animosidade, sem nenhuma ambieo, ou
espirito de partido : aasi miaalo cabe as cmaras le-
gislativas, e nenhuma duvida pode haver que ellas
a precio-lloran nesla occasiflo solemne de nma nn
neira digua, e darao assim um leslemunho da sua
sabeiliiri.1, da sua illuslraeao, c do
palriuli.-mu.
lar't de Lago,
Lisboa, 17 de mareo de 18.56.
Iiiiprenxi t l.ei.
seu acrisolado
ti i uuico. Esta pena he igualmente applicavcl
nAo sii as compras e venta na feira como nas taber-
nas, tojas e *col|gues.
i Arl. 0. Ninguem podar abrir loja, bolira, ta-
berna, oo qualquer casa; de negocio, ler leuda e
porta abena dos i lucios de sapaleuu e allaialr, mar-
cineus, onrivea, fundeiros, mscales a; boceleiras,
sem licenra annual da cmara ; o conlravcnlor pa-
gar a mulla de lj rs. I
-. S nico. Pela licencia se pagar a laxa j esla-
belecida de IsOj rs. para o cofre eta miinicipali-
dade.
ee Arl. 31. Ninguem jpoder fabricar oo vender
plvora, eslabelecer corlroes, santo cun licenra e
nos lugares indicados pela cmara ; o contravenir
ulliea a mulla de \"~ Ss.
ii S nico. Pela licciieja se pagar 5^100 rs. para
o cofre da municipalidad*.
ee Art. 2. Ninguem pttderu ler p\i levaular elli-
cinas de fabrico de aaaital mamona no patrimonio da
cmara, sem licenra anno'l da iiiesin.i, o contraven-
tor solfrera a mulla de 11)3 rs.
i nico. Pela licoiu- das ollicinas se pagara
lOfOM rs. para a cofre da municipalidade em com-
peiisarAodas lendas do patrimonio da cmara que
Sto empregada no coziotenlo do a/eile.
O Sr. I.uiz Filippc juilifica e manda a mesa a se-
guinle emeuda :
Era lugar de lligOOO. rs., diga se 103.
o Supprime-se o paragTapfio.
, ii Lu: h'ilippe. a
i.irobem vai mesa.e apuia-se a seguinle e-
menila :
Ao arl. 22.
o Pela licenc.i das ollicinas de azeile, pagar-sc-ho
2|O0O rs.
J. Barro: a
Encerrada a discusso, be o artigo _':! approvado
com a emenda do Sr. Loas Tilippe.
Enlram em diicnsln : e so successivamenle ap-
provados os artigos seguidles :
ii Art. -J l. Aquelle que laucar lingui uu ervas
venenosas no rio e pocos ou acudes do municipio c
nene- lizer pescarla nu ti n:i- > de secca, solfrera a
multa de I' i~ rs.
ie Arl. S4. 0 que semellianlemenle laucar carocos
de algudao e fezes de exalta de (arrpate nas mar-
geos dono Capibaribe, ejem lodos os rius na com-
prehcnio do muuicipio,.sorera a mulla do arligo
antecedente.
ii Arl. 35. Os donos das ollicinas indicadas no ar-
tigo -':! deslas posturas so obrigados a mandar espa-
ldar as fezes do euzimenl nu deposito designado pe-
lo fiscal, sod pena de jsjoOO rs. de multa.
ee Arl. (i. Ninguem priifer vender incdicamcn-
los de qualquer i|imIiI,i le- sem liecnca di cmara,
conferida smenle as pessoas qoe a mesuia cmara
julgar habilitadas ; por isso que no municipio nan
ha pessuas da proli-ao ; o coutravenlor pagara 20f
rs1. de mulla e o duplo na reincidencia.
-Vil. 7. Quem laucar no riu, nas ras e eslra-
das aniine- morios, liie< madeiras, ou oulros ob-
jeclos que embaracem olraoiilo publico e enliipir
beccos e caminhus da servenlia publica ser mulla
do em ."oUOO rcis c abrigado pelo dainuo cau-
sado.
a Arl. sj. Miipin corlar madeiras grossss ou linas
uas Ierras do patrimonio da cain.-fra e lora dos luga-
res que ella designar, e ss-in n/evia licenra do pro-
curador ruin quem ajustar a indeinnisacau da ma-
deira, suflrera a mulla dp 5*000 ruis, e perder a
madeira corlada, estoja uu uuj conduzda.
S unicu. l-icam coniprcheudidcs na pena desle
arligo, os qoe cortaremas arvoies no leilo c margem
do rio Capibaribe.
ii Art. i Quem pozef fugu em seus rocados, sem
avisar aos douut dos terrenos vizinhus, e sem i.w.er
uos lue.-iiio- r. e.i.lo- asseiros de Ires bracos de largu-
ra,solfrera mulla de NUEra. e ser obrigado a com-
pensar o damuo causado, se o foso passar as lavou-
ras, rercas e madeiras alhpias-
ii Arl. :I0. Aquelle que deslruir as cerras feilas
para segurauea do gado, ou das lavouras, sollrer a
mulla de I))? rs., uu seisjdiasde prisao uo leudo
com que pagar.
Arl. 31. Aquelle que dcixando a vida laborio-
sa se entregar a cassa e Helia esiragar madeiras, a-
nimaes c Ierras alheias so|frera'de mulla IO3 rs. e
ua reincidencia o duplo.
11 > nico, ficam coinpreheiididos na mesma pe-
na os que semelhanlcmeiiie se empregarem em tirar
abelhas e causaren! o luesm o estrago especificada no
presente arligo.
i Art. .'Id. Os proprictarios e reudeirr- das Ierras
so obrigados no lim de abril e agdslo a' rocare lim-
paras estradas que attrav e--,nTm assuas propriedades
ecurlarein as ramadas que cinbaracarrm o transito ;
o ruiiiraveiilor sollrer' a inulta de 109 rs.
o 4 I. I'icam na mesma ubngaran os Toreims du
palr 1111.11110 da cmara, a' respailo das eslradas c
atravessam os terrenos aforados, c da limpezu *s
frentes das casas.
11 -J. Cousiderar-sc-ha infringida asta postara
desde 15 de maio a 15 dc.sclembro. *
11 Arl. 3:). Aquelle que correr'a cavallo dentro
da villa e puvoares do municipio ou gallopando
mallralar ou molestar algaem,pagara' ,V) rs. de umi-
ta ou sollrer' Ires das de prisau nao leudo enm que
pagar.
1 Arl. 31. Ninguem pudera conservar deolro do
quadro da feira, em das da mesma, cavados amar-
rados, ou sollos entre o povo e vveres, devendo os
donos logo que os desearregarem lira-Ios para logar
eonveuicnle em que uo embaracem o Iranzilo pu-
blico, enemas eonsenlirto cavallos amarrados nos
adras das igrejas. O contraventor solfrera'a mulla
de mil reis 011 dous das de prisao, se recusar em
o.mmenle ao pasamento da mulla, 011 mesmu au
liver com que pagar.
11 Arl. :15. Nas feiras do municipio sao os respec-
tivos liscaes os policiadores dellas, pruhibindo que
sealaquem os|generos do priineira neeessidade,orde-
nando a melhor forma e a collocaeu dos gneros
vindos ao mercado publico, podendo por qualquer i diariamaule 11
fallaos conlraveiilores desle arligo multar em mil
-reis, e requisitar das autoridades policiaes aoxilio
para o inleiro desempenho das soas luncces.
11 Arl. 36. As feiras dus gados de consumo sero
feilas na estrada nova de-ta villa, undeeslu eullnca-
dos os rurraes, e serAo os gados recolbidos segundo o
costume nas tercas de larde da cada semana.
Arl. 37. Smenle us cumies do couselho he
permillidu rcculhereui-seos sados destinados au con-
sumo que vierein a feira, sb pena de 10; rs.
11 Art. 38. Tica designado para logradouro ou
cisco da Silva llraga, Joaquim Francisco de .Mello
Cavalcanli, Antonio Gomes l.eal c Florencio Jos
Carnejro Munleiro, cuiirruiilaudo-os cun a acia da
apuracu geral, acliuu que nelavn com ella contar-
mes, pelo que lie de parecer que us referidos sup-
pleules prestem juramento e tomem assenlo.
Vio porta que, para que fu-se admillido o Sr.
Florencio Jos Carueiro Mnnieiru, era misler que
fosse convidado a comparecer o supplenlc Joo Al-
fredo Correa de Oliveira, que o precede na ordem
da vot icu ; eeiileiideH.lo a commisso que esle lio
rene as condicoes precisas para a ilegibilidade, por
que nu e su! /i'ri-, he de parecer que sua clcico
seja considerada illegal e milla, a que por lano seja
chamado om oulro supplenlc para oceupar o seu
lucar.
Sala das cummisiues Jti de abril de 1856.
Lu: l'itippc.
.-/. Cuialcimli.
tContiiiuur-sc-ha.',
melo relebrou 110 da 20 do eorrente um pomposo
le DeuiH laudamus ua sna igrrjs. O motivo da so-
lemuidade, a suiupluusidede ela ceremonia, e a bel-
leza da msica, cxeculada por urna orchestra de .VI
artistas, anuunciada de anleiuAu, Bttrahira una
riiiiciirrpn.ua mu nuineroui ao templo.
Cahiram etinvaa Io copiosas, durante Ires das Ai
semana, que buivcram lilguns rereios de quo fusse-
mos llegellados pur nina nuva i-alamidade. mas a
Providencia pcrmilliu qoe osles reculos se conver-
tessem cm esperaneas animadoras de um prospero
futuro: de surte que lodos aguardam urna culbla
satisfactoria a agricullpra da provincia ; e, se nao
feira a cunsideravel perda de bracos, que perdemos,
seria urna das mais esplendidas nos nossos an-
imes.
Um dos orgaos de commiinir.ic.io, que mais ten-
dea approximar as dilTerenles pi.polaces eulre si,
levar au centro du poder admiuistralivo as necessi-
dades deslas mesmas popuWce*, acceltrar o deseu-
vulvimenlo do paiz, e realizar lodos os mclbora-
meiilos civilisadores, he inconlestavelmenle a insli-
loic.io do crrelo ; mas. iiifelizmenle, em quasi lodo
o Hrasil se seule a talla di orgauisaeto regular des-
TTiiga de vez etn quando d si^nal du vi-
lla ruin nina de chpela: lia dous dias um sujeilo
alen urna lacada n'oulro; parecu-nus que a pulira
pruvideneioii logo.
Dizem(|ue a cumpanhia de eoveiros mandara
fundir madalhasde dislineeao, dezineo, para seren
distribuidas polos coclieiros funelires, pelos rliarla-
tcs, algnnsenermcirose sacrisuics.
l-'.is o desenlio da medalha.
#
D
^ inho ^ 1
^ Choler
''11 e-\V
As letlr.is sao alienas a buril a medallia lid li-
sa, c he piesa por nina lila prela ao pesclo, que
te ramo do serv.co-poldic... Enlre algumas pruvm- Passada l",r ,lm ulri,ici" al,0,J" "'"'"' fll'S la-
cias e u ceniru da' admiuistracao, as cninmunicajes luiiaineiite una dessas chapas dos trabalhadores da
ato Ito tardas que repugnam au nosso precnuisadu Irapatazia. Islo nao lie para lodos ; brevo diremos
prugirsso;e osle deleito nao -e da smenle entre | ,|B vcr c alguiuasprovincias e a capital do estado, da-se lam- Ji%i. .,j,
formaces quaesquer quede nos possain dar os nos-
sus desafeicoados. Nu nos valemos ncm da occa-
siao, nem dos erviees c uein da amizade.u que ludo
poderiamus dispor de una maueira invencivel para
nos suslcular na posico em que us arhainiis enllo-
cados ; niissd neutralldade livrara ogovornode Sua
r"\la;c-l.i.lo de admillir-nos forcaelamenle na com-
inis-Au de hvgicuc publica, lile propurrioiur um
campo flanco para una lina escolha e ao mesmu lem-
po lite f.ir.i tambero conliecer qual o nussu carcter,e
qual o DOSM procc liiiieniii a e-le respeilo, provan-
do-lhe dest'arle que einrousaalguma lemos sido in-
sinualivus. Uesla-me tallar parlicularmcule de VOS
cuino empregados ; vosea roadjuvacu a vossa pon-
(ualidade e ao vossodisceiiiimeiilu mis negucius des-
la c.-jiiwii!" ii eu devu a viva salisfaeu de uau ter
occasio alguma de inoslrar-vns o cainiuho de nossos
devores: sinlo purern que encarregsdo de oulras obri-
gaces 11.10 possa coutiiuiar nos trabalhos que jonios
encelamos, e sumniamenle penhurado pela vossa ad-
hesao a miiiha pessoa, manifestada como urna cun-
dirlo ao 10v 111. Sr. presidente da provincia para par-
tilhirdes coinign dos Irabalhus.lesla cuenuiissro,apro-
veiln esta uccasio para inleirar-vus do roeu profun-
do agradecimeiito e da cordial aleicao que vos con-
sagro.Vale.Sala das sesses da coimnisso de
bvgieue publica 21 de abril de 1856. l)r. Cosme
de .sv Ptrttra, presidente intennu.
PIHIAMflU.
KECIFE (i DE ABRIL DE 1856.
AS ti UORASUA TARDE.
KKTROSI'ECTO SE1ASUL.
As uolicias receidas durante a semana continan]
a ser satisfactorias. Podemos soppor a epidemia ex-
mela ein quasi lados os lugares, que taran acconi-
mellidus.
As ollunas dalas, que nas cliegaram'de Caraiihus,
a un 1111. 1 iv.iui. que m villa aluda mnrriam ti pessuas
per da, e em Papacaca, onde se .julgava cxlinrla,
reapparecer, econliiiiiavM a fuer novas victimas.
I arece qua aquella infeliz enmarca foi tscolhida
pelo llagelio para uella desenvulvcr o seu maior fu-
ror, pois qut, leudo sido o primeiro lusar, un lo elle
c manifestara, anida hoje se conserva, ora de urna
inaiieiia nianifesla, ora em uro estado latente, para
depois conlinuar a obra de desli un -au.
Na comarca du llreju, depois de ler sacrificado mais
de 1,000 pessoas, lida dcsapparecidu ua villa, as-
sim como em lodos os pontos do termo. 0 mesmo
se pode dizer acerca de Cimbres. Todas as cousas vo
voll.ni 11, para o auligo Jalado, e u povo ja comeea-
va a uceupar-sc cun os mus trabalhos ordinarios.* A
ralla de carnes verdes era lalvez a uuica circums-
lancia anormal daquella comarca.
rasgando a oulra ordero de lacios, somos cons-
Irangidos a nieucionai um incidente lamcnlavel,
que leve lugar ua villa du Brcjo no da de quinta-
leira sania. Os presos da oadea, nu inomeuiu em
que o eaicereiro passava a revista do eoslnnw, arroja-
ram-se sobre a guarda, um dalles com a espingarda
que Iba llera um dos soldados, disparara um tiro su-
bre u carcereiro ; mas Muiente a energa dos ou-
trus soldados, coadjuvados pelos particulares, que
acodiram 110 inoineiilodocoiilliclo.repclliram usaiuo-
lioados. A ouzadia destas intalizes ciislou-lhss caro.
IJoalru cahiram inorlo., e licaram oulros leridos.
Diz o nusso currespondeiue que a causa principal
elesle triste acontcciiuento.hera eslreile/.a da radeia;
a qual, nao su he de-tinada a receber os presos da
comarca, cuino os de diverses bisares visiones, resol-
lando desta circumslaiicia cuntar-se as vezes 100pes-
soas em um edificio, que apenas lera proporcoe- para
accommodar 3(1 ou id presos. Ciilretauln o "pequeo
numero de soldados, que eompoe o ileslacamculo, e
os vevames inherentes a cundieran do pieso, natu-
ralmente deveriain ter cuncorrid para csso duplo-
ravel incidente.
As noticaselo Bonito com dala de 17 do corre-
le d.i a epidemia exmela cm loda a comarca. Na
villa, durante o periodo de 10 dias.apcuas morreram
J pessoas, c us acconuseltidos eram em gru benig-
no. As bexigas, que so linham manifestad*, rcliz-
menle lio baviam causado grandes damoos. t)s g-
neros alimeulicios ja se ochavan roaisbaralos.
Nto I10UM-1 un cominuiiicacoes da villa do Limo-
airo ; mas, segundo) noticias de llom Jardira, o
mal conlinuava a deTapparecer em toda a Ireguezia.
0 rnulio de gado e vveres era esorrido e'm grande
escala, mas as autoridades uo linham (oreas para re-
pellr a castigar os autores, que eiam em grande nu-
mero.
.Nao recebemos noticias da comarca a lloa-
\ isla, nem de Paje de Flores, e nem de Pan
dAlbo, Parece que, quanln .1 (ste ultimo lu-
gar, iutelizmenle se vto verificando as apprcbcn-
socs, que se nutran!. Com etTeito, segundo una
portara do governo, publicada cni um dos numeras
da semana, houve urna Iransformaco nas pessoas
enearregadaa da polica da comarca de Pao d'Alho.
As dalas do Hm Furmoso, que rhtgam a l(i do
crrenle, dao epidemia exliuela em loda a eomar-
ra. Ciemos que, em ra/Au das endiente- dos ros,
uo tiyenios a noasa correspondencia do Cabo,
mas, vista das noticias passadas, pode-sa con-
cluir com sesuraiic.i qee a siluacao continua a me-
morar.
Nto llvemoa utiras positivas, nem do lermo de
Iguarassu nem da comarca de lui.iiina ; mas cons-
la-nus que no primeiro lugar a epidemia eslava ex-
liuela, e no ultimo era Faro o caso i|uescdava.
Eutrelanln, como he natural, estes dous pontos con-
tiuuavam a soll'rer mais 011 menas as runsequencias,
que o mal cosluma a deixar depuis ela sua in-
vado.
A semelbaiica da couiarea de Caraiihuus, a infe-
liz provincia de Sergpe anda rnnliuua a ser devas-
tada pelo llagelio. Em um novo assiuno, que leve
no mez passade rouhou mais ilHI vidas ; entretanto
com as chuvas do principio do correle ja linda de-
atinado em dous dos lugares ltimamente aneciados.
As perdas uaquella provincia so eonsidoraveU.
Calcula-.-e a mortalidad em ill mil pessoas, sendo o
numero dos caemos fallecidos lo mil. Bm couse-
quencia da Inste siluacAo, pela qoal anda passam os
bergipeuses, a safra dos 700 a tantos ensenlios tai
poucuaprnvulada, mas, em razAo da dancia, prjilu/.io mais que no auno precedcule
l\l noticias da Parabiba que chegam a 2\ do cor-
1 rente, annonciavam que ainda morrUm 5 pessoas
diariamaule na capital, e que a......esla conlinuava
a declinar em quasi todos o. losares da provincia ;
into ludia peioradoem Mamanguape, mas es-
11 oda precisava de conurn(Ao, o estado
eites no inspirara receto, comlmlo
O presidente da provincia mandara para aquella re-
glan medicamentos, vivares a dinheiro para a lacta-
r.de .cm.lcrii,-. Asaleictos a futura legislatura eram
a prenceiipacau, que liedla substiluido as inquirl*.
1.0- a susto- Lcrados pela epidemia.
Osdous vapores entrados doaul nto Irouserun
uulicia alsuma impurlanle
nem entre comarcas a capilaes de provincial. Fe-u
lizmeiiie eapalhon-ea O boate que, no I" do BMC i
viiidoiiro, 11 governo pretenda eslabelecer -jo novas
nhas de cuinmunicacii para o ceutru da proviiicia-
l-azemos votos para que semelbanle boato se reali-
se, por que delle mullo depende a nossa prnspe-
ri.ladc.
I alteren no da 1 m -la cidadc o rcspeilavel be-
nenieritii auciao Manosll.obu de Miranda llenriques.
Tin dos apostlos da nossa independencia poltica,
sempre preoecupado com a felicnladc da patria, de-
pul 1.tu em diversas legislaturas a assemlila geral,
presidente do provincia por Ires ve/.es, o desempe-
iihando esles elevados cargos do estado com urna pro-
I11l.nl.. immacui.ida, arabuu nu rsqueciiuento, e en-
vidio nas dubras da mais honesta pobreza, que he a
surte de quasi lodos us lunrrionarios publiros hon-
rados; mas ao menos o-seus queridos eslimaveis
tilhos. a quem ello prodigalisnu a educaeo, que ns
recursos do paiz ollerecein, encoulrarain um lenili-
vo para a perda, quesollicram na memoria virluosi
que Ibes legnu o seu finado pal.
0 dia.eiu que se reuueen os cseolbidos de un povo
para tratar da sua sarlc, be um dos das m.is espe-
raneosea qoe elle conla no periodo da sua vida. A
assemblea provincial legislativa lem nina esphera |-
uiilada, he verdade, mas lodavia ai suas atlnbuices
podem pri.puiciioi.it immen-as vaiilagens aos seus
mandatarios. Se esta verdade se verifica em cir-J
cumslaucias ordinarias, boje principalmente que a
provincia de Periiambuco lem graudes nece-sidades,
cuja salisfacao he de grande urgencia, esperamos
que os 36 homens ascolnidos p-ra tratar dos nego-
cios dclla empregaro loda a sua solicitude e aclivi-
d.nleeni promover o sen futuro desuno.
Ilem sabemos que ha certas quesles. que ella nAo
pode resolver por si, mas pode lacilil u-llie- a so-
lueao, representando e indican.lu nosSOpremaapode-
res du estado as neressidades e o mudo de salisfaze
las. Depois dos dous .chmenlo-, motivados pela
epidemia, fui aliual inaugurada a asscmhlca provin-
cial uu da -2\ du crrenle. Al boje ella apenas
e lem uceupado enm a Humearn das respectivas
cominisse.s, discussiies de posturas de cmaras mu
incipaes, appreciandu pareceres da c..1111111.-a., de
consliluic.io c poderes relativamente a admissn de
supplentes, e oulros assnmplos de pooco lotcresse ;
mas, como ainda tem quasi dous mezes a deliberar,
he muio provavel, se uo cerlo, que os empregue
em realisar medidas de ulilidade publica.
Quanlo aos genero, alimenticios, apenas houve
una baixa ua lariuba de mandioca, que se venden a
13000 rs. a sacca, e na carne verde, que se lalhou a
12 e 11 palacas por arroba ; cnlrelaiilo os outros con-
linoam nos mesiuos precos.
A ne.n ilcia le causada pelo cholera nos obrignu a
oinillir desde o mez de feverciru, u numero das pes-
soas fallecidas de oulras molestias ; mas, como as
cousas lem uielhoradu,vamos hoje dar ao piToln .. a
seguinle tabella que suppre a lacuna motivada pela
epidemia.
MtiRIALIIMDE REUULAR DO MEZ DE I EVE-
REIRO.
irre.
Homens 36, mulheres i2, prvulo- 83.
Eterno,
llomeus i, mulheres 5, prvulos 2.Total 172.
Mez de marco.
I.irres.
1 lomen, 38, mulherrs 2H, prvulos 75.
Eteracos.
Homens ;,, mulheres 0, prvulos 5.Total 151.
Abril aleo dia 2 lirrts.
llnmens3'J, mulheres 27, parvolos 5K.
/iteraros.
II nicn. ti, mulheres 2, prvulas 5.Total 137'
Mnrtalulade de fevrrelro a 26 de abril, sem icr do
enotera160
tetea ae. pcsuoRO.. .que
Como annunciamos em um dosnumeros preceden-
tes, leve logar uo dia 27 a experiencia do v.por
.liaraiu', pertenceiilc a 6'onipanAin de Xategoraa-
Serrjipenst. As 9 oras da amato, pones mais uo
menos, achavam-sea bordo du uavio os respecli
vos consignatarios, os Srs. K istn v\- l. da eslacn naval com u-n secretario, o capitAo do
porlo, orommandanlc da Undula, alguns olliciaes
de marinha, varios negociantes, c mullos outros
convidados de ambos os sexos. Depois de um lauto
e culi loria vel luwlien, o barco suspendeu os ferros,
e movido pela lorca do vapor cumer.011 a experien-
cia no Ocano, que durou duas horas, pouco mais
ou meuos. DeitavaS1. milhas por hura ; os en-
tendedores proclamaran! a sua excedente marcha,
e relimara m os consignatarios.
Chegadu ao aucoradouro, alguns convidados of-
fereeeram brindes aos consignatarios, e nu ause do
cnlhusiasino, om mancebo, que f.izia parte da cum-
panhia reciluu a seguinle inspiraeAo :
SlliUiJAlV
a' provincia de Sergipi-, a' bordo do
vapor o Aracaju' 1 na sua viagem
de experiencia neste porto
As praias sulcaudo da bella Sergipe
En vejo o progresso com pases gigante ;
Seus lilhos desperlam, e um litado re-a.
I ni lirado animosoeaminha... adianle !
A' voz do progresso discutem sem mora
Os lilhos dislnici.is do rico Ion.10,
Salvar a iiiaiinlia das garras aduncas
Do saiso Neplnne, etarox .Pleito.
E a joven Sergipe responde orgiilho-a :
Sou slrella hiilliaule do sol do Cruzeiro !
Avante, paranlos, nao mais descancar...
Quem quer apalhia, no he Brasileiro .'
E logo vapor ligeiro
Do progre-so sempre a suia.
Por Sergipe enconimemlado
He cun grande bizarra.
Desle conseibo acetladu
Recebe, Sergipe. i,
Qae Ito nobres lilhos lens,
Meus sinceros parebens
lio ronvez do Arncajii' '.
M. F. F. rttho.
Damos os parabens aos empre/arios da Compa-
nUa-.Sergifent pela realisacao feliz desle seu pri-
meiro esforen, e romo membros da cummunhAo-bra-
sileita, nas nnssas mais -nceras aspirarnos, deseja-
mos llies um prospera deslino a sua empreza.
PAGINA AVULSA.
Semproque lomos de Icmbrar qualquer mu-
sa a lllma. ea 1 liara municipal, be sempre rom re-
dos a ma:.-i 11 com a -11 1
10 I.-"iin bniii proveilo.
Convin que as auloi'id.iiles policiaes repri-
111:1111 a insolencia ele um negro, que cosluma na
Boa-Vista a solicitar pelas portas os calhandroi,
que eslao no raso do serom vasados no rio, di-
/enjudraguen* clieguem Son um empreado
do governo, c pelas ras lie eslo o signal uim
'|uc so annuiiria. Entendemos ser nina infamia
revoltanle, quem ousa a insinuar a e-sse iniscravel
para se uliltsar do nome dogoverno^para rnys-
leres de lio baixq esphera.
Pedimos humildemente (porque quem pode
pede chorando) sociedade benecenlu, que lance
suas vistas benvolas para a casa da rna de Sania
Ritan. 10"), onda resille urna pobre familia, que
depois de hitar toda ella rom o llagelio da cholera,
acaba de ser aicouimeltida por segundo Magollo
a bexiga O chufo dola lio 11111 homeni trabalha-
dor e honesto, porm, coitado, morra a fonlel
Consla-nos, que um rlehre Luciano se apos-
sra da mobilia de um seu cunara.la. que fallecer
da epidemia, e que a nao quer entregar viuva sob
pretexto de alnguel desses trasles ninguem se pode
pagar por suas ruaos: _o Sr. subdelegado deve de-
cidir a queslao, que nao lia ja relatores, porque se
liouvcrem, a iniillier lira sem os toreos do seu de-
fu nto.
Tuin-scdado, Exm. Sr. director ,1a Farul-
dade de Direilo, um abuso nesse eslalielecimeiilo,
que mu respei losa mente nos dirigimos aV. Exc.
para leprimi-lo ; enlram dentro desta Academia ca-
vallos com carga, cavallos desella, cavallos que sti-
jamo edificioque oinbaracam, o transilo,i|ue ba-
bam, que reliiicliam, quesao incompaliveis coma
boa ordem c dccro elesse edificio de Minerva: so
fossem todos ellos pegasos li anscal, mas sendei-
ros.... Oh! Exm. Sr., nas maosde V. Exc. osla
dar fundo una vez por todas a io abusivo cos-
tume
N'uma das lavernas da ra Augusta est cn-
lincado na lama um cubro ou maslro, da lal sarta
inclinado para a frcnle, que parecejusiarnentc urna
armadilha para quem passa a caejuada nao esU'i
mi, lie dizer que lalvez r.iia o feitiijo sobre o feili-
ceiro.
Knganamo-nos, quando dissemos em nossa
I'ACiINA de sabbado, que o Sr. Dr. Cbilderico
era natural do Riu : he elle nosso patricio, haven-
do-se retirado para aquella provincia de mu i tenr
idade.
uha nova BSPECUt.Ar.JoConsta-nos, que
cerlo alfei i.-s.'iiiainl.i passra ltimamente|iela barrei-
rada ponlcdeMnlcolonibiicm rompanhia (011 vice-
versa) de dous cavalleiros rom dous pageos, nao
quizera pagar nem por si nem por seus carneradas,
allegandoque eram presos : quando depois
voltoufoiacompanliadodematutoslodosa cavallo, u
da mesma sorie impugnoupagar abarren-a, allegan-
do virom servicio do governo, consta-nos que at
que este Sr. puxra pela diinndana e resistir a to-
das as rellexoos do cobrador, at que absolutamente
declarou que nao dava um real: agora mis en-
tendamos, que Smc. era quem, por amor do cor-
poa que lao dignamente perleuca, devia pagar, e
obligar a que todos os seus comboyeiros igual-
mente satislizessem : aquella barreira, bem como
todas as mais cmquauto eslao deliaixo da influen-
cia de seus arrematantes, devem ser consideradas
propriedades pariiculares, a res[Milo das quaes s
mandam os douus.
At amanha.
coroad.slr.incaodo.jernaes na capilal, nvi
clamacoes eu aqu recebi; p.,quaP p,ranu
s.goan.cs viera |0rto de 15 e 16 ; par-
iros smenle de 1, e 18 do crranla '
de que ellas uo apparecem por omiiio minba, e
nem rortem por miiiha runla. lenbo respondido
nu ""'""'" v mes. que, como redactores desse
X* "" "' """ >Pl0i P"h ren>edi.rem
r, L c,1 *"""" ca"^ **" de V-. sem-
pre he culpando aa erre,,., eU |ielo lado que roo
kSSSmV: "" ,,,,,"lm **"** C0"1U
hdade """ Broce<,iw de maior ponina-
Agora mesmu ebega o crrelo dessa provincia, e
coro a dislnbuicAo do. j.rnaes ., capi.al, novas .!
os a-
, .ra ou-
- do crreme '.
0 Exro. presideiilc desta provincia o Sr. Dr. An-
tonio da Costa Piulo Silva nAo leve um Diario '
e com elle nAo liveram os Srs. padr Carolino An-
tonio de Luna \ ascoucellos, Kulln.i Olavo da Costa
Machado, Anlonic. trederico Paulo, Ricardo Jos
Francisco, Manoel da Atrud. Medeiros, Antonia
dos Sanios Coelha.Manoel Porfirio Aranlia, Alexau-
dre Jos Coneailves llaslos. Antonio Rufino Aranha,
Cvpnauo de Arrucdela lialvAo, Manuel Caelano
Velloso, Antonio Xavier Moutelra da Frauca, a ou-
lros inultos que deixo de mencionar,e para oiulerior
seria uecessaria nma grande lisia ; e entretanto,
quando estas rcelam o. ,c cdegarero ao couliccimcn-
to de Vmcs. o culpado sempre ser o correio !
O Kvm. Sr. Lcmiardu An
nrdu Auluii-.-. Meira lleuriques,
REPAHTIQAO DA POLICA antes de leucamiiihar a \ ni,--, sua justissima re-
Secretaria da polica de Pernambuco Jti de abril 1 lelanjajSo eomign >e enlcndeu a respeilo.e se a falla
le 1836. ivesseparti tu docorreio,lalvez que eu apresenta..e
lllm. c Exm. Sr.I.evo ao cnuhecimeiilo de V. 1 alguma rellexao em ordem a desviar alguma qOeixa,
Eve. que das dillereules parlieipa{daa hoje rerebidas ; ou censura.
nesta repartirlo consta que ~e deram as segundes .A Vmcs. mesmo me leudo dirigido, pedindo pro-
oerurreucias : videncias sobre relardaees do Diario aqu, quandu
Poram presos: pela subdelegada da freguezia do as pessoas para quem He se dirige, nao sAu co-
Kecife, o prclo cscravo Domingos, por feriinentos nhecidas ; por issu que perlencendo a ontra pru-
E pela subdelegacia da fregu./111 do Sanio Auto- 1 vincia a falla du nome do logar para onde eleve
nio. Anlonio l'ereim Bol, Jn Franciscu dos San- i ser remellido, o faz demorar aqu.
IM
v
la iiolicl
sanitario dus
du iiiuu.1.. polilicu ; en-
pasiagem dos gados da feira, o terreno comprehen- Irctanlo annunciaram que a epidemia se aclnva
dido desde a corral do maladouro para haixo ale quasi exliuela em Inda
ASSEMBLEA LEGISLATIVA FRQ-
V1NCIAL.
Sessao' ordinaria em ", Va abril 4 I8SS.
\ ice-presidencia do Sr. commendador Jos Pedro
da Silva.
(ConeJuaSo.
o Arl. 'J. l'ica designada para a creaio e conscr-
l-li .ule da rriiz, c para cima doiiiesmocurt.il lodo
o terreno que se adiar deJvolulo.
Arl. 39. Por cada Opiada que se rerolhcr nos
rurtaes do cnnselhu se pa|g*t 0 anli-ei e cosluinadn
pteen de :VJI rs., eos compradores e|ue dos cutraes
tiraren, pagarlo Jil rs. piir cada cabcea, ludo para o
I cofre da municipalidades
\rl. i. Ninguem fludera matar gado, lalhar
a> provincias daquclie lado
do imperio.
A epidemia ne*|a CidadV, se ainda nai est com-
plelamrnle estincla, se acha em veaprra dalo ; e se
oalgarismoda moilalidadc be u signal indicativo
de.la ciiciiinslanria. podemos di/er que a siluacao
ja be bastante lisongelra. Com elleiln, duranle a "se-
mana fallereram apellas "1 pessoas do cholera, -en-
1 no domingo, 7 segunda feira, i lerca,.! quar-
crne se rio no maladotiro publico, e nos arougues '' quinla, :l sexta, c 2 sabbado.
eslabelecidus pela cmara 011 rom sua licenra: o Em eniiseqiienria elesle prospero resollado, es liis
conlravenlor sollrer a nrtilla de jtfOOO rs. ja comecam a rendar graesai a Providencia pelos fa-
Arl. It. Aquelle que malar, ou lalhar carne, voresque lia prodigalisaihi a popularan do Herifc
nos acuugues pblicos qtje sejam propredada desla BSpellindo o llagelio. que lanas lagrimas lez correr!
cmara, pagara de imposto de sepo, e curral o auti- taimo urna fraea liumeuagem Iribulada a bondad*
so precede 300 rs. porcada urna rez. idiviua, a irroaudade de Kossu Sendora du l.ivra-
ceio, o porque nao sabemos, v la. A.-..
pluyiaes formam na ra da Saudade panlanos, ipie
muito devem prejudicar a sade de seas moradores.
Seria para desojar que a lllma. cmara municipal
li/csse tiivollar a respectivo terreno, livramio as-
sim aos habitantes da mesma rita dos males que
Ihes pode resultar da cslagnarao das aguas, o que
lalvez tivesse ja concorrido para os estragos all
rccenlemcnte produzidos pelo cholura-morhus. A
lllma. cmara aceito esle nosso humilde pedido co-
mo urna pelicao dos moradores da rila da Saudade.
Reuniram-se antes de liontem os gladiadores
de p radiado na l'onic-Vellia, e quando dons es-
lavam n'uma lula de vida c morte, 3 lodo transe,
eis quo chega 11111 permanente quo coui dous reve-
zos, um talho, pe leira, mo dobra, agarrn os
dous moleques ligou com urna embira a 111.10 de
um rom a de outro. o pondo-os adianto levon-os
ao barracan para recebi-rem dos juizes os premios
de seu valor. O nosso aviso foi ptimo: vero
como agora esses curiaceos de ps cambados mu-
dam de ruino,
Com o maior desplante descompunba um ne-
gro a ontro na (Kinie da Boa-\ isla liontem noi-
le, estando um de urna das varan las da ponte, e
oulro dentro do una canoa decapim; o corto lio
que por alli paasavan muioa soldados ou ordenan-
cas, que paiavain para ouvir suas excellenlcs ma-
nobras da lingua. Fe/, especie!
c.i Biosnun:.Em urna das noiles passadas,
amadas Flores, eslava un sujeita ele casaca a
ouvir de ccoras junio a urna pona oque so con-
voisava em certa casa. Qm alielhudo? Talvta es-
livesse alli fazondo hrnquedirillO de esconder.
Chamamos a attennb da policio para o liec-
co do .loao I' rancisco, na freguezia da !ioa-\ isla,
onde nmsiijoilo, que dizem ser rasado, esptica
a mullier desde o domingo al o sabbado, a ponto
de causar admiraeo quando um ,lia ha pausa,
mais clebre be que parece a todos, que essa
mullier s est bem quando he modada, por-
quo di/.que vive bem rom seu marido: e digam
quo nao ha cousiu fetlas.
COUMISSAO' DEIIVtilENE PUBLICA.
leudo o Sr. Dr. Cisme de S Pereira, presidente
interino da eouimisslo de livgicne publica.de tomar
assenlo na atseaaUa provincial como seu membru
eOectivo ; ao entregar uo eiia -21 do correute ao se-
crclarin adirecco dos Irabalhos da mesma commis-
s.io dirigi aus seus cullegas a atlocue.10 seguinle.que
a coiumisso por aj-libei icao lomada cm sua sessAo
de hoje, manda publicar. Sala das scsses -Jti de a-
bril de 1836 Dr. firmo Xarier.r. /. i'oijge.
.Meus collegas e Srs.Parlilhaudo com vosco dos
Irabalhos que pesarain sobre a comuiissAo de hvgicue
publica iuleriua desde que a epidemia apresentara
seu luluoso crescimento ale hoje, que ja vai dcixan-
dn esperanzas de una quadra mais risonha, sinlo
ver-me obrigado a deixar-vus antes do encerramen-
to d .- nossos trabalhos, e como lalvez aqui uo val-
le mais na epialidade de inembro desla coinmiss.io,
desejo por isso aproveilar esta orcasiAo para fazer o
esbncu dos nosso. Irabalhos, exprimir oconceitn que
me parecen gu/armus, ainda definir a nussa posieo
emanileslar-vos o meu sentiineuto a VOSSO tespeilo.
Nu cotlu espen de dous mezes cheios de dores para
lodos os habitantes desta cidade, e de maior trabaldo
para os mdicos, lomamos a direcco dos Irabalhos
deala coiumisso e nesta qualidade visitamos os hos-
pilaes i-li .lencos, o huspilnl militar, a casa de de-
(eneo, o maladoiirii publico, o arsenal de guerra, a
fortaleza do Uriiin o du liuracu, o cemiterio publico
desla ridade. o collagia dus orphaos,* os hospilaes e
.adela da ridade de Olin.la; do eslado sanitario des-
tes diversos eslabelecimcnlos iiiformainns a pre-i-
eleucia e quando a neeasaidade urgia pedimus pru-
vi.lencias. Organi/.ainus o prnjecln para a desinfer-
rao "las casas desta cidade, em que fallecessern indi-
viduos de cholera nu dc-lc mal fossem lu lmenlo
iccninmetlidiis ;n qual foi puslo em pratica sob a
nos-a inspeecao e eirectuou cm quarenia c dous dias
102(1 desinfocc.es ern 1020 domicilios que foram pu-
blicados uo Diario de l'cruimburo, e por meio de
lavagem chlornratada, cuacan pela cal branca e
caustica,!' fumegirogiiiluniana e sulfuroza, e ceire
a qual ainda nao gastamos a quaulia de tres eolitos
de reis que nos foi entregue ; procedemos exameem
nina poreao de inarella posta em arremalarn na
a'ian loga c segundo o nosso pedido foi ella inolili-
sada ; igual Itabalho tivemos rom os couros e solas
salvados du nauragie dsi vapor Mrquez de OHnda,
conduxidaa par o centro desla ndade.qoe por nnssa
proposla e pedido loram removidos, parle para fura
della em e|iianlo rslivrssem luuiiidns ou mnlhadus. e
parle para ser lumi inulih-ada : ful lainhem a que
lizeuios por duas ve/es quanln proeadeinus exanie
em varias I ricas de bacalhAn.
Sub a inspecen desla commi--10 prepararam-se
scleula eoilo ambulancias para fora da ridade con-
Icndo no su dcsuifeeianles,como medicamentos apro-
piados ao Iratamento elo cholera ; eslabeleceu-se
laiiihoiii mu deposito de produelos medicamenlnsus
e desinfectantes, que por ronla do governn viessen
tos, e u p.'i lujue/ Jorge Au^u-lo da Silveira, lodos
pur jugos prohibidos.
Dos guarde a V. Exc.lllm. e Kxm. Sr. couse-
Iheiro Jos liento da Cunba e Figueirado, presideule
da proviucia.O cheTe de policia, Luiz Carlos de
/'olea Tei.reira.
diario bt ^cruiimbucu.
Knlre os soberanos que presentemente guvern.1111
os dillereiiie- palles da Ierra, ueulium ha que eleva
maisafo.rtuua do que o aclual impciadnr dos Prau-
cezes.
Tereeiro filho do farceSro irmo do grande ronda-
dor de sua dvnaslia, Napoleo Irrceiro, depeds de
tres tentativas de sua parte .le lamlieio de Ires re-
vulures que mais ou menos eusanguenlarm o solo
da patria, (2) acha-se hoje sentado no llirouo de S.
Luiz, vago pela morle nu pela expulso de 'r, < des-
cendenles di anliga e celebre rai;a dos Capelos, (3]
a lereelra casa real ela I ranea.
vsculo aos _tl de abril de IHO, fieqoenlnu na
escola militar de Thur nu canino de llerna, (Sotas
os cursas ele arlilharia e eugcuharia, merecendu
pelo seu comporlamenlo que u canino de 'i'hurco-
via, uude acha-se siluado o easlello de Areaeeaberg
em qu? sua mai enlo resida, Ihe ollerecesse o titu-
lo de cidadAo.
Assim habilitado, foi pouco lempo depnis Humea-
do capilAo do regiment de arlilharia perleuceiile
ao cania em que Diera os -eu- esludos ; mas
nada pudia salislazer sua alma inquieta e ambi-
ciosa.
Tornada u primognito dos tilho da familia,
imperial em consequeucia da inurle de seus dous
11 nios mais velhos e da do rei de Kuma, 1 Luiz
Napole'o, rrendo que o seu nuine lena sempre o
poder de euthusissroar e mover todas as popula-
coe-, vislu as rerordaees gloriosas que. adoruavam,
sem lemhrar-se de que, rreadoe educado nu exilio,
era pessualmenlecomifque ealranbo aterra de Fran-
ca, deixa a Suissa c parle imprudentemente paTa
Slrasburgo, onde aos :!0 de oulubro de IKHi se faz
acclamar imperador pelo coronel Vau.irev a frente
do 1 regiment de arlilharia que commaodava, e
alli se aedava estacionado ; mas Lio ponea svmpa-
Idia e cnnfiaui;.! inspirara a popularn daquella ci-
dade pela falta de energa e de pretenea. de espirito
que mostrara, que qua-i iniiguein se Ida reuni,
sendo aliual preso uu mesmu da ruin ludus os seus
partidarias.
Ogoterou de Luiz Kilippe Iralou esla empreza
pueril rumo mereca ser (ralada. Sem sugeilar o
-.mi borne a nenhum julgamenlo, resolveu que fos-
se iransportado para us Estadus-t'nidos, onde elle,
segiinilu se alliruij, prumeltrra soleiniiemenle resi-
dir por espaco do dez anuos ; jicomessa que todava
no cumprira.
Em ISiO leudo o governo francez oblido do nglez
a resliluico das cinzas do grande Mapolean, o ac-
lual imperador, crendo aproveilar o euldusiasniu
que esse acoiileciroeulo devia excitar ern Franca,
metiese ero um buco de vapore salla junio ele
H d iiiiii aos (> de agosto do me-1110 auno, entrando
njeasa cidade a frente de um pundadn ile liomeus,
trajaodo lodos o uniforme militar, e seguido do ge-
neral Mniiiliul'iii e de alguns ofllciaesi unis ; purein
'piiucu (ardou qu- uu ieceb;s.e u <-'io quo sua
lenieridade mereca.
A guaioican de llolunlia unida a guarda nacio-
nal, quasi sem neiidum Irabalho, conseguio disper-
zar o ajuntamento.p renden.lo iodos que delle faziam
parle.
Foi una segunda representar in da farra de Stras-
brugo, que scabou de cubrir de ridiculo o bomem
qoe nella tiara a principal papel.
Condemuailo pela cantara dos pares a prisn per-
petua, Luiz Napolen fora recoldidu i forlileza de
llam para adi cuinprir a scnlenca conlra si pronun
ciada ; mas isso no leve lugar, porque, proporcio-
uando-ltie o proprio governo os matos convenicn-
les. escapara-se da prisn c transportaran)-ea pira
E visia dislo julgo que quem assim procede
preza sua repulai;Ao, e mostra zelo pelo maior in-
cremento, que deve ler o eslabelecimeolo do meio
de exiromunica^o*
Espero que Vmcs. por amor da jnslici.e equidade
d icio a estas minh is rrlleuie. a precisa publicidade
nu seu acreditado jornal.
Aceilem Vmcs. os protestos de maior estima, e
resuelto do quem se preza ser de Vmcs. allenciosu
criado e venerador
trancisrode /tssis Carneiro.
Parahiba du Nurte 21 de abril de l>s.Mi.
Btl.LElIU DO CIIOLERA-.UORBLS.
Partidpatoes dos hospitaet.
Iluspilal do Carmo fallecen | eexistem em Mata-
mana 8 doenles.
Kelae.-ao das pessoasque fallereram do cholera-mor-
bos e foram sepultadas nu cemiterio publico das
horas da larde do dia 2"> as 6 horas da larde do
dia 26 de abril de I8.)6.
Lhre,
Numero 2i(lJoo Carneiro da Cunba, Peruambn-
co :18 Ruaos, viuvo, pardo, cauoeiru, S. finanla.
hospilal du Carino.
L'-iraro.
Numero S6>Guilherme, frica, 1:11 anuos, solleiro,
preto, Kecife, ra da Cadeia fl. I.
Resumo da mortatidade. '
Morlalidade do dia 26 al ,is 6 horas da larde2.
Homens 2 mulheces 0 prvulos 0.
I'olal da morlalidade al hoje 363,311.
llejiieu. 141,1 mulheres HX prvulos 360
Kecife 2(1 de abril de 1836.
A cominisso de hvglene publica interine,
Drs. Firmo Xarier, secretario,
seando de presidente.
/. Poggi, adjunto,
servindo de secretario.
27
Hospital do Carmo fallereram 3 e exislem 6 ero
tralamento.
Hospilal de S. Jos 6 doenles.
Resumo da morlalidade.
Morlalidade do dia 27 at s 6 horas da larde3.
11 ornen. :| mullidos 2 prvulos 0.
Total da morlalidade ale o da 273,316
Homens 1116mulheres ropanul s 360.
Kecife 27 de abril de 1836.
A commisso dehvgiene publica interina,
Drs. tirmo Xavier, secretario,
servindo de presidente.
/. Pogqi, ailjuiiclo.
servindo de secretario.
omnttttticn&o.
ANDA O I.IBEKAL DE 11 DE ABKIL.
Gmliliunrao.
Proraetti honlem aoalisar o arligo, que contra
rinni puhlicou o Sr. Dr. Aufiiuo Vicente do Piasci-
meulo leiio/i no Liberal de 11 do corente ; for-
COSO me he rurnprir a riiinlia palavra. Quaes se-
riam os molivos ponderosos, qoe indusissem o Sr.
I>r. l-'eiluza .1 nena augressao lau leffnierecida ? Per-
eorrrndo ininieii.i.l.i.lo Je cartas e bildeles do Sr.
Dr. reitoza a mim dirigidas, s encontr nellas re-
pelidas prolestaces de -respeito, de considerarAo, de
amisade e de gratidAo; a ultima de dous do corren-
te, honlem por mim publicada, he orna prova so-
lemne do que acabo de dizer ; qae mulivu pois le-
ria esle senhor para urna aggressa descommunal,
comecainto por onde geralmenle acabam as nossas
liscassnes pnlilicas, islo he., pela vida intimados
adversarios? Que razesiutluiram no animodoSr.
Dr. leilnza para um insulto semelbanle, que lem
escandalisadn toda esta cidade, a qoal espera anciusa
por urna desforra t A nAo ser urna razo poltica,
uenliiim oulra pule asistir,
. porque nunca ofiendi
Inglaterra, oude routinuaia a viver tranquilla, lal-I em miuha vida an Sr. Dr. l-eilozs__vejamos
vez_ desengaado dos souhis magnficos rom que ale I O Sr. r. Feitoza asseulou, que devia sernete de
anisse emballara sua alma ambiciosa. 111111 partido poltico: he o sonda de lodosos seus
A revolurAu de fevereiro de I8S veio porem li- das, ha o alvu de Iotas as soas aspiraee. O partl-
ra-lo desse estado de lorpsr, despertandn-ld. no es- ; do praieiro linda morrido gloriusame'nleno campo
nirito as ideas de poder e gloria de que laido se ha- efe balalba ; iii victima de um erro de intelligeiicia
Via uceupado.
Cora efleilo, expulsn do Ihruno o rei Luiz Kilip-
pe, e adoptarla a repiihhc'i como forma de governo,
foram-lhe franqueadas uo su as portas da franca
seno lambem as do prnprio paro da assemblea na-
cional.
Eleilo depois presdeme da repblica p ir ama
grande maioria de votos, Iralou de ir dispondo con-
venientemente ss cousas para aproveilar 11 cnsejo
que se Ihc ulferecia, leudo em vista smenle a co-
ma imperial, alvo deludas as uas aspiraees.
Foi assim que, vendev que a c.unslilui-o da rep-
blica lio pcnnillia a sua reeleirn, esquecido deque
linha jurado guarda-la e faze-la guardar, combinen
com o marechal Jj. Aman I. enln ministro da guer-
ra, o golpe de estado de 2 de dezcuibro.pclu qual no
sei scabou com essa constiluic,ao mimo lambem, por
assim dizer, com a propria repulilica, pur quanln
um auno elepois echaVa-SS fi-lu imperador.
A fortuna parece t-lo adoptado por (ilho.
Nao contente rom u que lia feiln para seu engran-
decimcnlu, acaba d dar-lhe um her.leiro, como
que quereudo que nada fallasse ao complemento dos
votos do seu mimoso.
Sero porem durad .uro- esses favores ?
Para cr-lo fora preciso que a lusioria e a espe-
rienria se nao unissem para eiisiuar-nos, que quasi
sempre as graudes felicidades sao precursoras da
grandes desgranas.
O exemplo do primeiro'aple.10 falla bem alio,
a lodos.
Desde 1708 ale IKI2 e-so liomein pxlranrdinario
leve, por assim dizei, a lorluua ungida au seu
carru.
Elevado ao llirouo da l-rauc, casado com urna
archiduquesa de Austria, elle vio laiiideui cun pra-
zer o uasrimeiilu de um herdeiro, mas ease herslei-
ro. em vez. de vestir a iiiante imperial, morrea em
\ nna sendo apenas corourl de om regiment aus-
traco.
E aquelle que sondara rom a uiuuarrhia univer-
sal, einalon a vida pregado em um pequeo roche-
dosilu 1,0 ineur das mares, cuno que dado em es-
peclecaloanaolnoa do inundo, que pur tanto lempo
deslumhrara com o esplendor desua gloria.
Ovala que a Franca nu leulia anda d pastar pur
urna piuva igual ade 1811e 1813 :
rtHln
Al>auo i'iililic.iino- tmi.i caria du Sr. .1 -liiimi-ii >
  • r il<> ootreio il* cidade da l'araluhj, fin <\<.i* ellu
    le fora, e no qu.d *c loin recplhM um grande nu- I se ''f'cnde ;. si e a' reparlirao ;i seu carga, da fja
    dosjornacs que daqui reiMitainoa ivi isaaalca naquell* provincia.
    l'.-i.innw convencidos da prolnd.idc diquelle lunc-
    rioaario publico; inaa vpnna il'andie viaf a falla e
    extravia dos joruae>, he certa que ella lem ama
    causa real, que ai 11 la nao po-lemos deM dtnr.
    mero de volumes
    Recebemos da presidencia e de oulra-* autorida-
    l.ides cenlo e quarenla aAkkM. c dirigimos a diver-
    sas reparlices cetoniae Ire-^, entrando uesle nume-
    ro os de saude, desde o norte ale o Kio de Janeiro,
    as quaes infonnavaraos sempre das oceurrenrias que
    se davam, devidas o cholera, (.elebramos vtrilr*
    sesses rom loda a pantoalidade, nasquaes Iralamos
    de diversas quesl.ies de liygienc publica especiaes a
    esta eapUli e cninccsmos a preparar-nos para pro-
    eurar c colher lodas as inforna^5ei e doeanaeitas
    que pudessem o--rlarecer a invasaodo cholera nesla
    provincia, seus eslr-Kos e sua direcejio.
    I'nr iulerme lio do Sr. I>r. .'o.sr Joaquim de Soo-
    19 rerebemos como ollera o Escholiaste jornal
    scieulifico publicad pela sociedade medica mihlar
    t'.c Lisboa ; litraderemos aqeetle colleua a elei;.m
    que ii/er.i desla commis-ao para recelier o affereci-
    mcnlo da tociedado medico-mililar, a qoal em lem-
    po mosiraremo-. o nos* recoiditcimento. Prtanla
    po.lemos dizer que durante esles dous mesas nao es-
    themos ociosos, embora n.lo nos oecupassemos rom
    quesles hygienicae d'alta importancia. O* Iraba-
    Ihos desla ommi^o levaram nos albinias ve/es a
    varias repartiles, comoalfaneua, consulado Geral,
    Ihcsouraria, polria e secretaria da presidencia
    por eqjofl chelea romos bem receidos e noss.is
    evidencias Immediatamente saiisleias ; e >e j esla
    corle/.ania .tjimlarmoN a certeza de. gazarnaea con-
    Ranva), evprimiremos dest'arle o proecdimenl f|ae
    para coinnnsro livera o actual administrador da pro-
    vincia, qu* fota promplo em allender-iiosem nossas
    propostas c rcsoluc-de** c por isso a lodos os chelea
    destata reparttcoaSi e CUDI '"p^rialidade a ultima,dc-
    vemof os nossot ariradecimentos, que nAo liavendo
    disposires pesoaes que pordeTencia islo se liesse
    onde pela prmeir.i vez rompareciamos, devomos jul-
    Car que lana nrltamdade era unicamenle devid ao
    carcter publico deque nos acluvamos revestidas e
    qoe aaax^reiamos aem qnnbra atgoma em su.i dicui-
    datle. Epliemera Mt fiide a paaf{8o dos actaaes
    membros desla cammissjln, e ^ por ventura o gover-
    no de Sui M-ise-taib* se (em aehado perplexo na es-
    colha de nma eommlsaSo ell'eclna, de cerlo nao so-
    mos nos a causa desta dubiodade, porque lemoi dei-
    xao o campo ivre as preteuce*, a escolha e as lu-
    do

    -
    e de excesso de entusiasmo, de que me nao aecusa a
    consciencia, apeiar de ler ido urna das yiclimas
    que mais perderam e mais sollreram. O Sr. Dr.
    reitoaa qui/- sobre esse campo ensaqsueulado leTau-
    t.u n -I..J arraill. e eamec/au por especular com o
    - nuue e com ns ossos de lodos esses mrtires de
    urna idea, ou se ,o'o pennitlircm, de um principio.
    O liomein, i|ue mais devia respeilar essas-lradicejes
    dnlorosas, era o Sr. r. Feiloza, porque se dizia
    amigo de lodos os chefes da praia ; mas para elle a -
    sua I4U.-.1 aaabiejfa he a guia do seu espirito, e as
    recordaees de urna poca de dores sei |he poeleram
    inspirar sentimeiilos de egosmo. Minias vezes as
    eintai do partido praieiro lem sido com mo sacri-
    lega revolvidas por elle. Ainda ira lemps em que
    cssas cinzas Ule c.iiaiu nos odos, e o ceguem com-
    pleta mente.
    I'ara cliegar ao cumulo do sen desejo era mis-
    ler allugenlar da senda, que elle baria (rafa-
    do. todos os cicles, lodos os escriplnres, e lodos
    us homens eminentes do partido, que Ide podan
    Inlder o passo. ou servirlde do esterera eiu ana
    marcha: oendum fui poupado al hojt; faltava eu
    e cheguu a iiiiiim vea. Nesle ltimos dias lem sof-
    fridu iiisullus alrozes nu Liberal n Sr. Dr. Mello, e
    da seis das o Sr. Dr. Joronymo Villela. Quer au-
    sentes quer prsenles, nenhum fura ainda paupadu
    ale hoje, ale mesmo o Sr. Dr. Urbano domiciliado
    110 Km de Janeiro. Quanlo a mim daviam-se em-
    pregado iodos os mcios de chamar-ene para o novo
    arraial: mmmtssoes, circularas, convite especial; a
    nada cedi; nunca quiz enlrar nesse campe abastar-
    dado, oude, como para ninguem, me tei-tam doloro-
    sissiuias lodas as recordae.iies do passado. Bem se v
    que eu era um rebelde aus olbos du Sr. Dr. Feitoza,
    e que mereca um castigo exemplar; mas como e
    qn 111 In '.' Todos ns chefes e escnplures do partido li-
    nham solTrido com resignac.au evanglica o ialhego
    do Sr. Dr. t'eitoza, e pareciam ah-licar nelle lela a
    sua influencia; esta resignarlo encorajou o nosso
    lerrahraz, c o lancnu nas vas de urna aagrcssu
    acinlusa.
    .\ lodos esses vaos ambieiosns sem o mrnor mere-
    cimeiilii prepara Dos a instrumento de sua queda,
    cegando-us dianle do alivsmo. Sr. Dr. Feitoza
    precipilou-se conm un lonco, e veio forir-roe,.sem
    pensar que eu nao possu abdicar o ltalo de praiei-
    rn, porque n.lo pnssu cuspir nas cinzas de meus ir-
    imlus. de meus numerosas prenles, sacrificados nes-
    sa lula de lees, o i ando digo praieiro digo homem
    de principios, e ninguem tem mais direilo a se-lo
    do que eu. l.luereis a prova.'. ah est a Barra de S.
    Pedro, ah esi u Diario Xoro de 1818 at o dia 23
    de notubro, erl quedcixel de ser -eu redactar : dahi
    em diante al :|| de dezembro foram seus redacto-
    res os Srs. Drs. Jaren)sao Vidala, lelix I'exoto,
    .Mues Machado e Autunin Allooso ; em isneiro do
    1HI!) foi o Sr. Dr. Lopes Nelto laa smente. Mas niu
    Duas vezes as emana cistumamus lecbar ponloal- i enlendo pur praieiro o homem rancoroso, que sei v
    mente aa 115. do Diario publicado*, para cada assig-1 em seus adversarios poltico* outros tantos inimigns
    liante rom eu coinpitcule rululo depois. disididos pos-oacs, nem aquelle que proscreve a iirh.uii.li,
    Indos em dous massos iguaes, se aiilirran cada um ; de lodas as relares snciaes, nem o ev/~am"lm
    desle* massos com tuda a sego.-anca. a desla maueira que melle a mi na vida intima r^ieiiciitendor
    sAo remullidos ao enrreio. acninpauliadus por |iea*oa para encubrir as mazellas de .,.. esti rlieio I c-e
    de nussa cnnlianca, e la da entregues com una nota homem nio he poliliciv'icHiin garoto que merece
    qne designa o noinsro dos ornaos contados ern cada desncezo. s"^^
    mano, juntamente omi o valor em dinheiro los O Sr. tt.Vpktm ler-me-lia de doje em dianle
    los preCMO*. cara a cara jjsflra a que der e vier ; serei en o pn-
    e-se que a falla nao de nossa. 1 alvez que mciru a desmascara-lo : nao ser* tarefa dillirl para
    mim, porque a mascara Ihe esta rahindo por peda-
    eos. Su turnar a minba vida intima mais depressa
    acallara o sen ridicula papel, porqoe nao o poupa-
    rei por os.e lado. Sera a penan de TaMe, mis co-
    mo en a enlendo : um ollm pur anido os olbos, um
    dedo por luda a mo. Se os Srs. Nello, Villela,
    l-igiieiredo, Mendes eoulros a lem poupado, eu nao
    popara : se aquelleso desprezaram, no o des-
    as malas sejam alienas em raminlio ; entretanto na- '
    da disin p itlesjao* as.evenir; com Indo da-se esse I
    escndalo e ifiiasi sempre nstamosa receber ri'clsma-
    cos da lllrsiiia nalillcza q-i e*l* UUO araliaillns d^
    receber da Parahiba, e nliiinaii.eiile no* liz igual
    queixa o Sr. C. M. V. Di ummoiid da villa de Igua-!
    ra-su. (
    Sis. redactores. Bastante sensiel fui para
    miiui a leiiura de um artigo, inserta n son jornal preaarei.eja he'ista"ansa iwnra, sw me" d'eTe agra-
    de is do corrate, no qu.d aceaaan \ mes. 0 cur- decer. Uin elude de partida! irra! am Ma ha um
    reio, edclciiikui-sedescrosnia.sev.iclns. c pon- re de CUgo.a Ihe inelerri a umbella ele sarasa
    tuaea na reines.,, dos Jornaes aus seu* aslglltnlea ; na me, c velo-hemos realrar no di* do Rosario k.-
    porcui cernoeo lambem presuma de puntual e exac- das as gallas do. Angicos, l^ssanges e .Vag*. Sien,
    lamo na dislribiiiC1lo do mesmu />urio na capi- meu rico Sr. Dr. beiluza, cu Ihe servirei Je cu-
    ta c-nin na sua rcine-sa paran interior, .levo me .Islario para que ninguem ll.e pise no rabo : leona
    ..Hender, e coa) razio ,le scinelhanle aero..cao. t cm mim. Vamos agora a a.ialxse do ar so c-
    Ca*ao runcr.ouar.u publico incumbidu da admi- lado,
    uisliae-Ju du enrreiu desla provincia, leudo recebido v ..
    mullas reclamaces de assiiianlos da capital e inl- "" cirrcnle aggrcdio o Sr. Dr. Feitoza
    riorda provincia,sobre falla do Diario; e bem cerlo jru,*c,rainenle ao Sr. Dr. Nello, e un dia 11 leve a
    | hondade de alar-me de pircara com esle unber -,
    romos ambo* obrigados aarrastar o carro dr licim
    Dr. Feitoza. Infel./.mente coubc-me'a paite
    isi i ^Sr.^.' "'""Z-,' ," t "i"1;"1" e!n.,u,:,r- '" leil'"-1- lrel.z.ne..lecoubc-mea pa.l
    inm/te^lneV^. ', S'1' l'll'ba,1 *"'' a pesada, e sobre ...,m l,..cou-se como
    nomo **Et^ + +^ "na luna ; Sr. Dr. Keiloia ...ordeu-.., MU nigu
    neiliriI I m' SW e 'a o, n '," ''"" ,"" [ ,"!m' |,Cu"-",e ro1" 'eu uicu ''" 'vo, e fez emo
    RSaJan^lBr *^ ""' "'' ""i" '" rapM |,r,'a d *>. honra, dome
    ".-i! i i. vviii <-.ri,0 v i ii pun.lon.ir e da alinda moralidade. 0 h.unem me-
    O O.u di lUeJior >a i' tell" "M,e- "* ^^ "r! mctl" a nUo W ""im*
    l; v nuu u ituperador .>*|ioleao 1. | nioguciu be o Sr. l)r. Feiloza, coja chronica escan-

    ILEGIVEL


    (Llosa he un lecdo de mi-crias que faz arripiar as
    carnes, oua (cr delle picdade como de um pobre de
    espirito. Sein embareo foi esse homem qucrn oosou
    provocar-me como ninguem; estara elle m scu
    iuuo? quem sabe. Ora. eis-ahi como elle comer
    a aoa (orpiSMiiia assressdn.
    Diz o Sr. Dr. Feiloza que u me julgava a soml-
    dade de am aleantilada monte, onde ninguem ehe-
    garia, oude so adejavain as aguisa; elle fez-se por-
    lanlo aguia e ehesou, e Ma so chegou mas poa-
    sou, enlameou e sujou. Mai o Sr. Dr. Feiloza nao se
    lunbrou qae eu, dando delle fo. o poderla la mar
    dslll a quilpes de peta escrevamos como elle esce-
    veu O Sr. Ir. Friloza au cheguii ale a sumidade,
    arrai.liou apcuas o pe do monlc, fossou cerunhiu;
    a esse rugido ignobil :.cordei, e tie lailima da po-
    bre gralha, que eslava soltando as pennas, porque
    lambem ha grallias desrarcadas com pennas deaguia!
    Anda diz mala, que parejo maii perito em manejar
    a peta do arrietro do que a espada de cavalheiro.
    Aqui enganou-se elle someute na segunda parle;
    porque ha ai anuos raanejava eu perfcilamenle a
    espada, como boje a peia ; coni a dilemica nica-
    mente que agora reservo a espada para os cavalbei-
    ros, e a peia para o jumentos.
    Diz lambem o Sr. I)r. Feiloza no seu celebre ar-
    tigo, que eu oasci hcspanhol, e bei de morrer hes-
    panliol. O que euteude o Sr. Dr. Keiloza por lies-
    panhofi Se toma o termo por liomelii de orgulho
    l>edanlesco, enfatuado e clieio de si mesmo, blaso-
    nando do aeu saber e dos seus serviros, elogindose
    a cada pisso, e lazando alarde de virtudes que nao
    possue, euuio uinguem be mais hespauhol que o Sr.
    Dr. Fetloia, typo original de um .Vudaluz crestado,
    meto mouro e meio ehrislilo. E porra, se por hes-
    panhol enlendc o homem de bro, de altivez, c de
    nobre orgulho, entilo hespanhes foram scinpre os
    l'ernambucanos desde os primeiros eshoros da nossa
    primitiva colonia, llespauhes foram lambem os
    l'aulislas, uiiums provincias, que lem urna historia
    sua por feloa memoraveu e pela audacia de seus fi-
    Ihos. Aqaelles consquisiaram, avassalaram e po-
    voaram todo o norte do Brasil, estes ti re ra ni oulro
    lano no Sul e no interior.
    Como humen- de brio e de nobre orgulho foram
    o* l'ern.imbucaiiiis verda.leiros hespanhes ta lula
    de -.anuos com os llollaudezes; anida o foran mais
    eiu 1710 e 1711. oque diris de 1817, quando os
    hafnens mais grados, mais ricos e mais sabios da pro-
    vincia se lanraram em mu revoluto prematura,
    leudo uuicamenle por alvo a liberdade de sua pa-
    tria i* Quanle sangae nobreti eule derramado, quail-
    las familias s.icnlicada-, quanlos lilbos orphajns com
    urna aboegacito de que mu ha exemplo no Tlrasil !
    I mi homem houve enlao, que se ollereceu exponla-
    ue.menle a morte ; couJemjiiado por seus proprios
    cumplir., foi-lhe a vida oflerecida ale nos ilegros
    do patbulo, se elle os dcuuuciasse; prelerio tnorrer
    a vmgai-se, preferio morrer como um pernambu-
    bano a manchar urna vida honesta com o labro de
    denuncame ; pois bem, Sr. Dr. Keiloza, perguulai
    na Babia e em Pcrnambuco quem foi este homem,
    a lodos vog dirio que foi o padre liorna.
    Na guerra da independencia, cinco anuos depois,
    am i.i os hespanli6e< pcrnamliucanos vAo laucar ua
    concha da batanea oode eslava o ouro. que dev'ia pa-
    gar o uosso resbale ao l'orliigiiezes, > espa la de
    Bi eiino ; os campos de Piraj allestaui seu valor des-
    coiiimiinal, e esse puobado de bravo- volla'a sua pa-
    tria para dar anda nm escndalo de bravura jper-
    milta-se-me a expresso, na guerra civil, que se se-
    gutu em isgi.Uh! que lula, que horror, que oilio,
    meu Dos; mas que bravura, que denudo, que san-
    gue fri nao oslenlan os l'ernambucanns durante
    seis mezes na Barra Grande Eem 18IS e IWJ .'
    Pode coular-se cada dia como um acto de audacia c
    de valor ; foi a lula dos Ledos, como ja .lisse. Por
    toda a parla desde o Kio Grande do Sul ale o Para
    se encontrara monumentos escriplos com o saugue
    parnambucano, onde se le a bravura ao lado da r-
    stenselo e da discipliua. Oh esles l'ernambucanos
    nasceram hespanhes e bao de morrer hespanhes!!
    O qae quer o Sr. Dr. Feiloza '.' Desde ISI7 ale ho-
    je, eu, meu pai, meus irmilos e al meus sobrinbos
    lernos participado di.i- lulas horrorosas ; eu fe-
    chei o circulo de ferro comccido em 1817 na cadeia
    da Bahia, e concluido as presig.mgat de Pernam-
    buco em 1KI9. Desde os primeiros esbocos da co-
    lonia, conquistas, gueira dos Hullandeze's, rcvolu-
    roesde 1710, guerra da independencia, emlim em
    lodas as lulas em que enlraram os l'urnainbucanos,
    em todjs ellas se assisnalaram meus avs paternos e
    maternos; assim sou hespanhol de lodos os quatru
    costados ; nasci hespuuhul e hei de morrer lie-pa-
    uhol, c foi a nica verdade que disse o Sr. Dr. Kei-
    loza ; e como en foram lambem hcspanlies, sao e
    sarao lodos os Pernambucanos, com excepeo ni-
    camente dos descendentes dos Bolorudus ou dos ta-
    pujas.
    Diz igualmente o Sr. Dr. Keiloza, que cu Tiro os
    meus inimigos com a quinta estancia do ridiculo mais
    baile e mais vil (vil 1 lamber engnou-se agora
    juanto a prepararan dessa droga ; eu nunca me
    sirve do extracto, que mala, apenas d'o ridiculo pu-
    ro; e heesie qoe eu pretendo empresar para com el
    le, porque nuiguem mais rl,. que o Sr. Dr. FetozH se
    presta ao ridiculo mais simples. Quer o Sr. Dr.
    Keiloza desenganar-ae ? poia bem, leoba a bondade
    de ver-ae em uir'o.pailio de corno inl-iru au sah-r
    ? da cama, e repele se ha mimo, que te lile possa com-
    parar em genteta|e galbardia. Eu nao quero malar an
    Sr. Dr. Keiktca de um so golpe,quero pelo contrario
    qoe elle sorva a tragos o ridiculo, de que pretendo
    robri-lo ; muilas vezes hei de dourar-Ihe a pilula,
    para qoe nao enje o unicn remedio, que o pode
    curar. O Sr. Dr. Keiloza padece, e padece cruel-
    mente por (alia de um medico amigo, que Irale de
    ua cabera ; espero em Dos que o lici do curar radi-
    calmente.
    i.iuanto a ler-me arrojado aosps do Sr. Dr. Nel-
    * lo, e a malar a minha fome na sua mesa nos das de
    miseria, he ludo isto ama calumnia loo eslupida e
    molanle, que baila dizer ao Sr. Dr. Keiloza :
    mente! '. Esta intriga purea c vil eulre mim e o Sr.
    Nello, nica arma que sabe manejar o Sr. Dr. Kei-
    loza, nao produzir o elTeilo, qoe pretende, porque
    ea nao quero, nem o quercri o Sr. Dr. Nello, que
    esta muilo cima de semelhanle infamia ; esta arma
    est pois quebrada em mAos do Sr. Dr. Keiloza. Ja
    elle se havia servido de ostra inlhguinha seme-
    lhanle entre mim e o Sr. cousellieiro Cunha l-'iguei-
    redo no negocio do contralo das carnes verdes ; mas
    eu rcverlilhe a salla que me alirou, e elle nao se
    rorrigio. A minha fome e a minh.i miseria trata-
    me o Sr. Dr. Keiloz-i como um mendigo! entretan-
    to poseo gritar no meio desta cidade e em lodo o
    Hr.isil : mandai-me a conla i casa. Podo o Sr. Dr.
    Keiloza dizer oulro lano? e o Sr. Kreilas Barbosa?
    %P*~**m"tfeii os fez e o diabo os ajunloo !
    Creio que he lodo quanlu disse oSr. Dr. Keiloza
    a raen respeilo. Pois bem. esta he apenas a amos-
    Ira do panno. O Sr. Dr. Keiloza nao comprehende
    o senlimeulo justo e profundo de um insulto seme-
    lhanle, porque nao lem rubor as faces ; a um ho-
    mem menos experimenta lo nessas lulas miseraveis,
    e que pela primeira vez recebesse um golpe dcsles.nao
    teria dnvida em relribui-lu por vas de Tacto. Dos
    permuta que o Sr. Dr. Feitoza se cohiba, e nao torne
    a niriter mao ornada e sacrilega em miaba vida inli-
    maJJO homem qoe procura viver como eu vivo, qoe
    nao lem nm vicio, nem urna paixau, que mede lo-
    dos os seu* passos, que leva a honestidade c a mo-
    ralidade ale o mais obstinado escrpulo, viudo
    mallogrados seus esforros itule da infamia de un
    garolo, h capaz de ludo ; porque, nao prestando a
    sociedad* o apoiu que merece a honra, seria misler
    lirma-la na pona de urna espada ou na bocea de
    ma pistola. Infelizmente os unssos coslumes repe-
    ler a anteo meio de eonter nm inslenle.
    Entretanto aperarei pelo Sr. Dr. Keiloza ; a sua
    conduela daqui emdiante regular o meu proced-
    meato, na certeza de que eslou preparado para lu-
    do. Pese'bem o Sr. Dr. Keiloza o iusullo que me
    fez, a convir qne fui descomedido al a insolencia
    mais Inqoalifieavel ; eu nflo son homem que mere-
    crtse semelhanle provocaran, que lem espantado a
    todos quanlos Icrapi o /.ilieral de 1 do correle.
    Aaaaaloa o Sr. Dr. Keiloza, que devia divertir esta
    cidade sua cusa ; apresentou--c em um curro, e
    desafiou-me a que o loureasse ; pois bem, por ago-
    ra vai somenle a capioha, depois i rao as garrochas, e
    finalmente iremos I mi au ,i espa la. (I) Por ora
    llenaremos que o Sr. Dr. Keitozn rellicla e pense
    em lodas as consequeurias da lula, que 13o iniqua-
    menle preocou.
    //. e lima.
    ;6'0Hiinar-se-/iii.)
    DIARIO DE PERNAHIBUCO s GUN f m 28 DE ABRIL Ot 1856
    radoras lid seu engenho,' pode ernseguir embargar
    os meus bons.
    O Sr. Siqneira.qoe ieerttam nte, quena tirar-
    me todos os meios de minha dalia, pois que Bao
    Ihe euiiviuba encontrarme na lula, anciosa nenie
    procurara combaler su !! o por hso era-lhe misler,
    ero seos sinislros e negros (danos,! que eu me visse
    compelilo 'a abandonar-lhe essa quesillo de seu
    peito(i de atftwrdo, em que la | minha reputajilo,
    por Ionio elle a lodo transe, e pinj lodos os meios os
    mais indignos, prorurava amedrcaitar-me, ja fazen-
    do apparecer no meu engenho l na. um homem ar-
    mado de claviuotc a minha procura, ja querendo
    apussar-se de meus licns, para dan me deixar recur-
    so algum, ja mandando toralhar-rne na estrada por
    nm sicario seu morador, que ataeou MneacjOU mi-
    nha vida em Santo Amaro de Jabjoalao.e ja mandan-
    do processar-me por hediondos cjrimes, para ser eu
    levado a sinislras prisoes !!! Siip Srs. reilaclores,
    desdes horrores, consta por irrecitsaveis provas, par
    doriiineuliii mili valiosos, qoe se aclianl unidos aos
    autos de divorcio, civisl'e crinduaes, c que o Sr.
    Siqueira jamis pude negar !
    O Sr. Siqueira que discretamente presuma levar-
    me de vencida ; porque fa/.endo-si| elle Icao, cu nada
    mais seria do que um despresiv'el musquilo, todo ufa-
    no coutava qne fosse eu arrastado1, algemado, carre-
    gado de ferros, para a inmunda prisao de S. Anillo,
    d'ell.i levado para o banco desliulidoaos criminosos, i
    i em que elle, a na eu deveria a.sseutar-se ) e que
    d'ahi sabiria para cumprir a .....ino i. i que pelo !
    seu alto poder fosse eu irreinissivelmentc condein-
    nado !
    Assim julgado eu, por um Irihanal, seria repula-!
    d. um criminoso de murle ; ilepoiii por oulro pro-i
    cesso seria um ladran ; e desta sorle ira ludu bem
    cunfurme com seus hornveis planeta, rom o que faria
    corroborar e eiigendroii, e que eslo de-criptas nesse monlruoso
    processo de divorcio, licaria legitimada a separarlo
    de sua iilha, inulher do a e emi aanmioa lambem se realisana'a de meus muitu
    queridos lilhinbos porque seriam razos assas for-
    tes para ser-ino tirado o poder-patrio! Oh sim. O
    Sr. Siqueira, que Je demaziado eg'oisla, cn\-se su-
    perior a lodos os hornada, e al a ludo, que juiga-se
    romo nico potentado do mundo, coja vonlade lo-
    dos devem submeller-se, julgava unilei triumpliar,
    cumo um verdadeiro ivranoele, d maior maeniila,
    o imlioo.rio. com cojos brilbosos recursos cegaria,
    fina avillar I aquelles que livessem de decidir de
    minha sorle Quanlo purem n.lo v'iria engaado o
    Sr. Siqueira, era suas eWscTatai preijimpces?
    No sabia elle, que nem scmpre enronlraro ho-
    meus mizeravolmenle con opios, para pcrvcrlereni-
    se a poni de salisfazem-lhc suas odiosas vinga ras I
    IS'ao sabia elle que anda ha horneo que no sedal-
    xam vender, que nilo b iraleiain suas dignidades, e
    consciencias, e que n,lo sabein rurvar-se aule a vun-
    lade de quem quer que srja, porque, eiicoulram for-
    ra bstanle para soberanamente de-iirezar, e repellir
    os calculados favores, e es^^s putrij.ls esinolas dadas
    com liu- ignobris ?!
    Se o Sr. Siqueira exullou-se cin eblcr a sen lenca
    de pronuncia, em qao esla envolvido o meu nom,
    com o de minha mulher, que vai ir.uiio de arcordo
    com a pretenro do divorcio,romo se: v do dncumcu-
    lo numero I : por cerlo estar csbisbaiio, c corrido
    vergonhosamente pela merecida derrua, porque pas-
    son oo mallo, lugar de mas inllujincias ;com a
    senlcnea da despronuncia, paseada em julgi.lo, romo
    do documento Homero 2.
    Koi a senlenra da despronunciaj proferida por
    um parale do Sr. Aolnura Siquciia Cavalcanli. a
    compadre do Sr. barao do Ipojucaj, tnuilo intimo
    amigo, e nico forte, braco dirrito, c glande apoio
    demeusogro Dos, em quemo Sr. Siqueira nilo
    er, prolegendo ..-iiipre a innocencia, foi servido
    com quo esseterrivel processo, pelo qal era eu in-
    dignamente aecusado pela poderosa pontade de meu
    sogro, sol o prime de morte, fosse parar as mSos de
    um iiomem. que coii'ciencioso, sem Je deixar levar
    por iuHuencia alguma, quando se vio revestido da
    toga de magistrado para julgar da surte de um ho-
    mem, peu-ava em Dos, e no jorameiulo que em seu
    nome prestuu. lle com sublime digjnidade, e em o
    momento solemne de lavror sua sentenra, nilo co-
    nbeceu prenles, amigos, affeiroadot, c poderosos,
    coucentrou-s; lodo cin si para administrar juslira.
    Esse ho nem eorajeso, esse juiz insbaiavel, que por
    esse acto loo digno, deve o mundo iliteiru contem-
    plar rcspcjlusainenlc, he o lllin. Sr. coronel Jos
    Gavalrauli Kerraz de A/cvcdo', presitlentc da ruina-
    ra municipal da cidade da Victoria.'Grarasa Deus,
    que foi desmoronadoeise rastello erguido pelo avii
    de meus (llios.e o promotor publico ale S. Anl.lo, o
    Sr. Dr. I.uiz Correa deOueiruz Uarrap, seu advog-
    do, e amigo recuuhecnlu !!
    Concliiiudo asievero qaeaprOtenlM li as provas so
    me forein eligidas, como lodas as roa s para coroprn-
    var com a mais plena evidencia lod is csses factos
    que lenbo expendido, alera dos que i ra omillo.
    Porem quol Elles nilo se aniuiin a justilicar-se,
    recuam por nao polerein provar u.i 11 em contrario
    e nem que possa ollender-ine. Oh iciiliram-se de
    vergonha, se he que em semelhaules faces resta al-
    gum rubor.
    Com a publicacao desla minha cojrrespon.lencia,
    u.uilo ( hrigar.lo a scu leilor, u oloiUad ,.i,nmivi
    Carlos Pereira de iurgos Pone* dr Son.
    "S. I.Os depoiinentos das leslerrjunlijs que ju-
    raram ueste processo, reunidos ao termo de exhuma-
    ran a folln :t, e informariioa folha 8 t prnvam que
    .....rr.ivo JoSo appellnladovelho,perteurente ao
    denunciado. Antonio Carlos l'ereira de Burgos Ponce
    ra, i de abril de 1856.Jos Cavalcanli t^.WM de
    Azevedo.
    Srs. redactores.Tent as paaaoas mais grads
    desta cidade nflicialineiite dirigido um abaixu assi-
    A concurrencia foi a mais hrilhanle que se podia
    desojar, fallando somenle o Eim. Sr. commaiidaute
    das armas, por molivos bem justos e bem tristes ; e
    S. Evc. Rvrna. por estar de partida para a corla
    O Sr. Jos do O' c Alenla, fundador da socic
    gnado, em que me lecem prestrnosos elogios agrade-, dade, e o Sr. Vicente Tadesehi, recitaran, discursos
    endo-ine semeos por m.m prestados, quando a anlogo ao oblado da aaaiacao, e ao ;,clo
    epidemia reinante aqu se tornava mala intensa e Elegeu-se,a mesa provisoria : a lorTnV preri.
    ..oriifera, apruve.l,.-me do scu bem concetluado i denle, o nimio digno e patritico Sr. Ur Jos da
    u digno e palriolico Sr. Dr. Jiise da
    Mario para que se digne,,, elle fazer cnslrlr esta. Gama Malcber: vice-prcsidenlc, o lllrn S Jo .u
    luscas espreoes, por tuno das quaes tributo a liu I I.uiz de La Rocqua
    nuispicuos ridaiMos minha buuiilde, e Oievida grali- "- "
    dio, por me haverein ornado de lauto brtlhanllamo,
    e honra, mais viuda da grandeza de seus roranies
    que do meu millo uieietimeiilo ; pois me julgu nao
    ler feilu mais. que rumprir de um lado cora o dever
    de raridade, e deoutro com as obrigacoes de com-
    inan lame do ile-lacainciilo. Ilocebiim pois, os mea-
    mos senliures meus respeil", e consideraces, con-
    tando sempre com niinlio dbil coadjavacao neslas,
    e idnticas Circumalancias, Sirvaiu-se, senhores re-
    dactores, ceder an| meu pedido, que islo nim-
    io obngara ao seu constante leilor.Jote1 .tnlnitio
    Pestaa, lenle e coiniiiandanle du destacamento.
    Eslava recoiibccido.
    /
    Srt. redactores Par mais de urna ve/, lem a
    Pagina .Iculsa tallado no meu amigo o Sr. .ilauocl
    l'.avalcanli de Albuquerquc l.ius, a quem mlitula
    Maiicziiibn de llaasapinho, allriliuiuilo-llio lac-
    ios, que so poderla praticar um Perneiras como he
    aquello que inandou laes iiifunuaciics, e que nos be
    bem cunliccidu, scin.allenraua que anda sendo ver-
    daderos esses fados, exiga a caridade rhrislaa. que
    nao fossein publicados; eslou porin convencido que
    o fez acreditando na iiiforirTarao de um desairelo ou
    inimigu do Sr. I,ins.
    Lina das argiras consisle cm ler o meu amigo
    auseulado-se do seu eiigeulio Mussupiubo, dcixan-
    du-o entregue a' adniinislrarao de um escravo !
    i.iori,. nao v, que nilo leudo o meu amigo feilo voto
    de conservar-sa era eu engatillo, e de nao entrga-
    lo a' administraran de quem bm lite pareresse. es
    tara aaiira no scu direito, aahiapo de sua proprieda-
    de, deixaudo-a aos cuidados dequein quizesse / llei-
    xou apenas bacalh para OS|haures, que coineiido-o
    iii.oii un -, porque o bacalliao era ardido; o lod"
    pi mi um iccrelario o liim.
    assim diz e allirina, porque u
    disse o prelu Cosme,
    assessordo Perneiras (jfnandi ludo islo fo*e ver-
    dadciro, nao saliera' o iiiformi ule que cada um
    dando o que lem. niO he a milis ohrigadu, e que
    inultos exi-leiu, que nao d,loo que tero, pudendo, e
    de vendo dar!
    Saiba pois o pablico, que mu amigo, saliimlo em
    din de fevereiro do scu auge iho, eonjiou a admi-
    uistracao ao -cu irniiio Jo.io I
    buquerque, e lugo que a cola
    cuiumellida da epidemia din
    meato, pedindoque Ihe minia
    rentadles precisos para seren
    coenla doentes doi que fus-em
    pandando tal relurao urna dir ceUo para sua appli
    carao e uso ; o que ludo, foi o Sr. Soum que
    relavan apromplou. Ambos
    pjra e:les appello. A oilenl
    rom applicados os remedios
    dados do dito seu irin.io, c del
    Iriula e lanas Se este foi o
    amigo, para que Informa o I
    A razao be porquc|sendo o la
    Sr. I.ins, que a lodo transe d
    alleclo
    o que fel esse Perneiras!
    daquellcs lugares! Ora, lo I mo o amigo mienta
    moradores cm sen engenlio, ci mu poderiam morrer
    oilenta e lanos moradores .' a' se v que a infor-
    uiar.io foi iuexacla
    Poderia sem duvida dizer
    verdade, temo porin ollendei)
    amigo, c fundado na recuda
    IHario, rogo-lhes, Srs. redactte, o obsequio de pu-
    blicaren! a prsenle do seu
    cnerador e criado
    o imparcial.
    ins Cavalraiili de Al-
    ie Aa Victoria foi ao-
    :io-se ao Sr. Dr. S.n-
    rasse nina relacao dos
    tratados cenlo e cin-
    icrnuiiiiellidos, acoin-
    esles Srs. eslto vivos
    lanas pessoas fu-
    ob a vigilancia e coi-
    las olanla falleeeram
    procediineulo do meu
    erneiras o contrario ?
    Il'erneiras inimigodg
    .^acreditar o seu des-
    l'i-.im os moradore.
    mais cm obsequio da
    a raodecelia do meu
    Ja 'redarejo do sen
    orcSj?t>utcnciit.;3.
    *
    Srs. redactores.Em seu conceitoado Diario,
    aafc o numero ia de 8 de oulubro do anno passado,
    lie inserir orna minha correspondencia, que nao foi
    ronleslada, na qnal nilo su eslrauhava o cruelissimo
    procedimenlo de meu sogro o Sr. commeiidador An-
    tonio de Siqueira Cavalcanli, que para vingar-se,"
    me havia Iraroeiramente roubado minha mulher, e
    nens lilbos. depois de cinco semanas que passamos a
    '" natal em sua casa, no engenho Marlapagipe;
    como tan, ',JBdeclar.iva que, eslaudo elle desespe-
    rado por se ie^i"i'iscarado, e completamcn'.e des-
    Iruidas ludas as faraijljlr-- e calumnias, que cun
    le-Ja impudencia raehaTlaJK,eln norne de minha
    mullier, argido, nesse negro i^BTfa/amanic processo
    de divorcio, creado por sea horiro^lngaiira ; cujo
    escndalo mnilo bem assenta no Sr. SqTrelri: tril-
    lara de perseguir-rac horrivelmeute, forjando pro-
    cestos criminaes, e que fossem inafanceveis de rou-
    bo e de morte em meus proprios escravos, com o
    lim de me fazer iogir, e abandonar a questao de
    ininlia honra, ou de, resislini|.i,ser preso, e reconlie-
    rido pelos Iribuuaes romo um asos*ino, poder ler
    d'esla arle o pretencioso triumphn d'csss inaudita
    cansa de divorcio, e melhnr anda, ser-lhe nina
    prora contra minha mUralulade, para comegair le-
    gitimar a separaeo perpetua, ou como quer que se
    diga, o divorciar-me de meus proprios lilhos !! Ir-
    ritto.
    I) Sr. Siqueira, discretamente, fez publicar em
    jenlia do anuo passado, pur repelidas vezes ueste
    Diario, aiinuii.-ins assignados fanlasticamenle por
    mulia mullier, em qoe prevena ao publico, e ma-
    xnw as autoridades, que EU SABIA IMITAR,
    St PI'RIH FIRMAS!
    O Sr. Siqueira, disirrianie/ife,havendo-me escrip-
    ia ama caru, seis mezes antes do roubo violento,
    je fez-me, assignando ser meu compadre e amigo
    empreslava-meOOSOOO teis ; pois bem logo que
    propoz a acc.lo de divorcio, e que a ella la-mc op-
    por, elle chegou a ling'ir-se ere lar de inelhor do 7
    conlos de re-, esein mais oulro titulo, nem provas
    do que com lestemunhas sospeitas sen.l falsas, mi-
    li) ExpiessOes de que usa o povo nos curros de-
    pata ajea <>e loaros sao capeados.
    de Len, leudo sido por elle etro; e cruelmente a-
    soiladotm dias do auno de 1853, fal crra no tron-
    co, em consequenria das sucressiv.is, : immoderadas
    surras. que recebrra, cheganilo a tvrauniadodenuu-
    ciaJu a punto de mandar que o seu cadver llcasse
    insepulto, para ser devorado pelos pet>s, digo pelos
    urub', o i/iie wsim uo acontecer".'., por haver
    sua mulher _'.'. occullameule ordenado aos conduc-
    tores que Ihe desem upultura, como declaram s
    riladas lestemujibas, o que Uvera luglir aio engenho
    I na desle dislriclo, segundo dos autos'se moslra. A-
    chando-se portando o fado verificado; c srnio c -rio
    que neuhuin senhor no ca-ligo de seuji escravos po-
    de exceder a moJcrarao recominendaila pelos arligos
    I i ; i; o lid do cdigo criminal ; moderarao
    esla que he conforme com a hemanidade, e
    civilisac,,io, a que o denunciado nao atienden, como
    da prova dos autos se evidencia, julgd procedente o
    presente suinmario, e obrigo O mcsind denunciado a
    prieto, e livramenlu como incurso no! artigo 10:1 do
    referido cdigo criminal. O cscrivaojpasse manda-
    do para ser elle capturado, e remella o processo ao
    juiz municipal do termo na forma dailei, cumpn lo
    no mais o seu regiment, e pague o Renunciado as
    rusias cm que o condemno. Subdelegarla do segn-
    di disl.icto, 2Jde Janeiro de 1856.Klauoel Caval-
    li de Alhuquerque e Sii.
    N- -.Vistos esles autos de aamanlatio procedido
    ex-officto etc. Atleiidcudo que do leirbode exhuma-
    cao da folha 3, apenas consta a adiad* de alguns us-
    aos humanos, nao se podendo concluir delta cousa
    .d.'.ma, nema rcspeitodo lempo era Ijuc forara en-
    terrados, neiii do sexo a que por veutur.i piirteuceria
    o cadver, e nem alguma oulra ciicu|nslaucia, que
    coincida cum o fado imputada ao reo, Antonio Car-
    los Pi leu a de Borgos Ponce de Leiin, .e que posia es-
    claieccr era algum poulo a eonar ienciaj do juiz de ina-
    Iruccao: altciideiido que denlic S |cslemuudas, e
    um informante nao te encontrara i/jtas ao menos,
    i/ue sejain contestes, e antes sao imu/eiisat as con-
    tradiemes, e incoherencias, que entre'ellas se uoiaui
    evidenlcmenle : assim tend, a lesteinjiulia de folha
    21 v., juradu que o R. depois de haveej dado algumas
    Mentadas, no escravo JoantellioHispendera'es-
    te castigo a pedido della icslemunlia, o mandara por
    nn tranco, e logo no dia scgitinlc umi|doM surra-lo
    repetindo as surras nos mai> das tlfcitlictmuUe,
    mais abaixo do seu depoimei.iu, jura quo depois aa*
    chi,:oladas o escravu JoSo velho, /uyiha e so na fin
    de 10 das, foi i/ue elle uppareceu, c ti vera lugar o
    castigo das surras; assim igualmente uve passo que a
    3. IcsleiNunha i ralbas l:t jura de villa que depois
    du escravo JoAovelho cera no cavco, e ao passo qoe a eslemiinha 5 o
    folhas l v. corroborando e ampliandj. cale dilo, jo-
    ra que depois que o It. siirrou o dilo!escravo, e re-
    petir contra elle atroz castigo, fui qlue o mandara
    meller fugo ni fornalha, o informanteia folha!), lam-
    bem escravo do R, declara que a surra fra empala-
    gada por caosa do esclavo Joanvelhon.lo querer
    dcilar fogo na fornalha, como Ihe ordenara sen ae-
    nhor, allegando estar doenle : altendetdo que muilas
    das conlradicres das lestemuulias veream sobre os
    rnolivos da acraoe sobre o proprin fJrlo principal,
    que serve d ohjeclo de arcusarAo, d rnnsecuinte-
    menle versaosobre materia de somm importancia :
    as-ini ao passo qoe da declararan do. informante a
    folhas e dos depoimenlos das lealemojnhaa a folhas
    10 v. a folhas 15 v. se dedil/, que os ria-ligos empre-
    gados pelo R. coiilra seu escravo Joart-velhoforam
    para o lim de o eorrisir do virio de comer Ierra, as
    lestemunhas a Tulla 13, I i e 26, jnra|n que os casti-
    gos foram empregadns por cania dojescravo haver
    fgido: du mesmo modo na passo que da declararan
    do informante, e dos depoimenlos a folhas e folhas
    se dedni que o II, empregara alrozos, e repelidas
    surras contra o seu escravo Joanvelhoromo leu-
    do o designio formal de o fazer perecer debaito do
    suplicio; a segunda teslciniinha I fallas 10 v. jura
    de vista, que o R. fura rom ella Icslmunha ao lo
    gar em que o escravo Jotlo velho eslava barrado e
    ah mandando buscar pedra infernal,! rom estacan-
    terisou as feridas das nadegas do dito escravu, scu lo
    que este acto de zlo, c nielado pela Junde do escra-
    vo, dctrue radicalmente u a imputarle do prupusi-
    lo de mata-lu, solio pezo de crois rastigos : at-
    ten li'iiilu que eulre as conlradicres, que cxislem
    Rinda se ola mais o jurar de visla a primeira lesle-
    mnnlia, que o R, cm urn so da minutara dar > sur-
    ras de I..o-.Ilion no seu escravo Joo vclhn, eulretao-
    In que lodas as mais leslenranhaa jorarn, que s tur-
    ras foram repelidas em dias sncres-ivos; alten leu-
    do que iii-smo quanlo a gravidaile, c* repelicao du
    casligo, as tesleinuohas te nAo ajuslao, e combinain
    cm seus depoiinenlns; por quanlo unpas ilizem, que
    n R. mandara dar > suiras, oulras que mandara dar
    Hele, entretanto que he iudisptiisavel firme ronhe-
    rimeiiio a lal espeilo para seaprecial se a inorlu do
    escravo proviera do excessivo rigor dos castigos: al-
    lendemlo liualmeiile, que no meio de lanas divaga-
    cues, e incertezas, aenlo pode saber, se o escravo ef-
    lecti va mente morrera por causado immoderado cal-
    ligo, tanto mais quanlo lendo o facli quasi a doos
    anno; c existencia, somenle agora, que o R, vive
    em gr questoes, c profundas inimizades de fa-
    milia. 'o com inimigos poderosos, he que se
    voio lotnaXt/ coohecimeuto delle, reformo o despa-
    cho de pronuncia a folhas, despronuncio o R. Anto-
    nio Carlos l'ereira de Burgos Ponce de Len, e con-
    demno a muoicipalidade em melade das cusa*. O
    escri tan cumpra o sejt regiment. Cidade da Victo-
    Srs. redactores.Aperar da en ler doctorado, era
    meu protesto publicado no leu bem eoiiccilusdo
    Diario de -S do mea de inarroproximo paasado,e no
    l.cho Pcrnambucano do I., do torrente que ao Clio-
    lerico de liarreiros.nao deixar o(annimo, que o aco-
    berla nao man respondera anualquer aranzel, ou
    complexo de doeslos, e convictos, com que elle pur
    ventora viente em reapoata ao fr meo desalo, que ihe
    fiz para, moslrando-sa dcl.ua i escoberla, entrar cn-
    migo em seria diecattao acerca las infames menti-
    ras, por elle ovancadas em sua | nmeira correspon-
    dencia publicada na Echo n. 18 le 7 do predilo mar-
    ro, cintra as aulondades e da.se- abastada e media
    desle municipio; pois que conseJvaudo elle a masca-
    ra, licaria ipsa finta iiiormculc bao arrollando a lu-
    >a convicio de ni nlirozu culiariic, e vil calumnia-
    dor ; todava em lace da segunda correspondencia,
    que dio miieravel difamadorl fe/, publicar no
    EchO ii. >! de 11 do andante, tom o nico lim de
    revislir-me dos predicados, emque sem duvida abun-
    da, forca he dizer-llie unida mus patavras.
    Sim, o Cholenco de ll.ir i --i i c-. que certa ment nao
    {le p.assar de algum rslr abjkclo, e ridiculo, ou
    r..ccinoroso, porque se o uSu fra llena descobrindo-
    sp procurar provar a veracidade de suas indignas fal-
    sas proposices' a despeilo do alferro, queMem sua
    mateara para, qnal verdadeiro ssssiuo da honra, o
    reputarn alhea, traicoeiremaole cravar a scu geiln
    na obscuridado das Irevas do annimo, o buido pn-
    uhal de sua asqueroza, c torpe difamarao nos cus-
    tas daquclles.que prczaiu a.dign la le deque elle ca-
    rece, empellara ludo quantu lie justo, o honesto,
    fique convencido de que, pelos meios legacs ha de
    ser-lhe arrancada a caraca, que o priva deser conhe-
    cido como quem he, e fique, oulro sim cerlo de que
    se fr, coran inculca, alguma enlidade, que inerera
    a pena, ser devidameute responsaliilisado peraule'u
    tribunal compelcnt- pira ser punido por sua soltu-
    ra de lingoa;ina- queso, pelo contrario, for como tu
    suppouho, algum lonco natnoradu sem ventora, nu
    cnle millo na aociedade, sem oulro presumo mai-
    que o da ser nslriiineiilo do Judas errante, ou mes-
    mu algum eavalleiro de Indualru, contentar-me-hei
    com faze-lu conbecer geralmcule como autor de suas
    correspondencias, c vola-lo ao mais absoluto, e so-
    berano desprezo ; p ir quanlu com genio de tal jaez
    nao be dado, a quem lera pejiqc educarlo, continuar
    uma polmica deaignal,
    E pois, senhores redaclores, queiram la/.er-me
    obsequio de dar publicidadca estas toacaslinhai.com
    o que muitu obriganlo ao seu conslaule leilor e as-
    signante, que era sustentarlo de quaulo diz, e es-
    cieve 11.1o reccia assignar-sc.
    /MUicmo .Ivellina de .llhuquerquc Mello.
    liarrcirus. 10 de abril de |S.(6.
    Sr. Vicente l'udeschi., segundo secrclario, u lllni
    Sr. Jnaodu O' de Almeida e l.ima.
    Para a roiiimiss.lo revisora dos estatuios os lllm.
    Srs. |)r. francisco Jos Kurladu, llr. Ambrosio l.ei-
    lao da Cunha, M.inoil Antonia Pimeula Bueno,
    Joan B. Esparoek, e Francisco Gaudenrin da
    Coala.
    Para a commis-Ao, qne deve angariar a&ignatnras
    para completar o rundo da associacAo, os lllnis. Srs,
    Jacinto Jos Kcrrcira, Antonio do O' e Almeida,Jo-
    so Joaqum da Gama c Silva, I.uiz de La Kocque,
    Manuel Lopes Mora.
    (Oiniiu do Commtrcio do Pari.l
    A memoria da lllm. Sr. D. Joaqun Mara
    da Conceico.
    I.MA SAL DADE
    (//crecida ii seu espasa Domingos las Cardio.
    sfihor do engenho l'ocnlc na/rcguciia de llar-
    reirns. e a seus filho*.
    As lo horas e nina da noile de 26de marro pat-
    ina elemidade a'iespota fiel, a mal crinuosae des-
    vellada.....V dr de um marido ealremoto, de lilhos
    lernos e amantes le sua mai, o doin mais precioso,
    que Dos rntircdcao homein na Ierra, ho dr, qoe
    se nao devo ler a prelenrlo de atenuar, etn quanlu
    a fonle das lagrimas nao lem dcsempaiiiiado osolhos,
    refrigerado O coraran desas-ombrado a razAo...
    Chorai, meus amigos, chorai.... Permitli, porm,
    loe o pranto do amigo se junte ao voso... Permitli
    tainbem, que aqui consigne, para quando o praulo
    se vos estanca!, que ludo acontece pelos designios dr
    Dos c que nos designios de Dos devem ser o oh-
    jeclo de vosea mais acrisolada ivutuejia !
    Voii da Ierra ao roo de um so sii
    \quella alma de arrhanjo!
    Perdcu-se a esposa e mai... Porm. o ceo
    Em si lem mais um anjn :
    SONETO.
    Ja deixou de existir a esposa chara,
    E o esposo liel geine inressaiilc ;
    U oili iii-ihe da existencia a luz brilhaulc
    O cholera voraz, a siuaavara.
    A .'ioadivinal graga preclara.
    Oue virlude Adonai legoa preslanlc
    Kui-lbe dada emqnanlo errante
    Sobre a Ierra rxerceu bondade rara.
    Sen corpo jaz cm fra sepultura.
    E sua alma no reo junio ao Eterno
    Gozando o premio do urna vida pura.
    E lamenta sua morte o espeto lerun ;
    Mas a crenr i do go seus males cura,
    Moslraiido-a la no Edem do Sempiterna!
    Paios- ---------Venrleram-se de 2*200 a 2ji00 a
    doria.
    Toueinho- O de Sanios vendau-te de 5J5WI a
    6S, c o de Lisboa do 1.5 a 05500
    por arroba.
    Desconlo----------O dinheiro lem sido menos procu-
    rado, leudo-se rebatido letras a 10
    por cenlo ao auno pur pnuco lem-
    po.
    rieles.....Eirecliinu-se para 11 Canal a ot)
    com 5 por cenlo pelo assucar.
    loraram nn porlii: 2 vapores c refrescaran! uma
    embarracAo rom lila, e oalra rom aieile de peixo.
    Enlraram : I com fazen la-, I (om carne Becca e
    de cabolagem.
    Sahiram : 6 com assucar, elr. para porloB cslran-
    geiro-, :| de rabolagem, I pata complelar o carrega-
    inenlo em inilru porto, e I cun piule da carga quo
    trnuxe.
    Ivtislem no porlo 60 einliarracocs, a saber : 2 ame-
    ricanas, lio brasileiras, 2 francesa*, I hamborgoeza,
    1 hispinholas, I i inglezas, !i portngoezas e 2 suecas.
    9Xt$ttWt0 N VVttK
    .\/iria entrada na dia 26.
    Mranhao;lo dias, brigua escuna bresileiro ilira-
    riostn, de 16S toneladas, capiUo Joaquin Pedro
    de Oliveira, eqaipagem 12. carga arroz e sal-a ; a
    Jos Baptisla da l'un-era Jnior.
    \avio suhido no inesma dia.
    CorkBrigue ingles ajaniel Pclblado, capitao P.
    Sumpson, rarga a-sucar.
    .\iicras entrado no dia 27.
    Babia8 dias, patacho hrasileiru Amazonas, de
    til toneladas, mcslre Mi......I Gonralvcs de Arau-
    ju, equipagcm II, carga cafo e mais gneros ; a
    Amonio I.uiz de Oliveira Azevedo.
    Rio de Janeiro18 dias, briaue iimlez (Avoeeta,
    le Ul toneladas, capilAo Tlioinaz Tuzo, equipa-
    gem 10, em la-tro; a Mr. Calmoul .Vaeto saluda na mesma da.
    Rio da PrataPatacho brasileiro alHulia*, mcslre
    .Manuel lludrigues Jiinioi, cargaataucar.
    ^0>ttKC
    V'.
    Por seu amiga
    HecifeJIi de abril de 1856.
    J. A. S. /..
    @>mmetio.
    .'; a 27 5|8 d. por 15
    Srs. redactores.Se he sumruamenlc prejudicial
    o recompensar iiidisliuclaineiile a dignse a indi-
    gnos, mullo mais d.ilillio-o he o premiar a esles, e
    _ CAMBIOS,
    Sobre Londres. 27 a |oazo,c 27
    Paria, 355 rs. por f.
    Lisboa, 100 por 100.
    Rio de Janeiro, ao par.
    Aceites do Banco, 35 0|0 de premio.
    A sees da companhia de Beberibe. 5NNH)
    Acces da companhia Pernambueana ao par.
    L'tilidade Publica, 30 por nenio de premio.
    11 a Inderanisadora.sem sendas.
    Disconlo de Icllras, de 10 a 12 pe tipo
    UETAES.
    (hmi.Onras hespauliolas. .
    Moe'dat de fiJtfOO velhas
    w li^oo novas
    o 18000. ,
    I';.ila.Pataees hrasileirus. .
    Pesos coliimii.irios. ,
    u mexiranos. ,
    lAl.l'AMiEGA.
    Ilendimeuto do dia I a 25. ,
    dem do da 26......
    Decarregam hoic 28 da abril.
    Galera inglesaBonitamere dorias.
    Barca porlugiiezat'lar da Portodiversos gneros
    liaren IraucezaEmina Malhildemercaduras.
    Escuna iuglezahlt-apecas do ierro.
    Polaca brasileiia/.eloza IIba;i,(,'iao o fariuba
    UONSUI.ADO GEKAl..
    Itendiinento dem do dia 26......
    285 1 289300
    li -iimi
    168000
    9BOO0
    29OO0
    . 2C I966O
    39 I40|743
    1 6518281
    320 7'.I2;:!.'7
    0:0818947
    6438649
    50:72S950C
    i."I VERSAS PROVINCIAS.
    Ileiiilimenlo do da | a 25 ....
    Idnn do du 26 ,
    1:934*937
    3:(58il
    i:270a356
    DESPACHOS DE EXPORTAf.AO PELA MESA
    DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    26 DE ABRIL DE 1836.
    PortoBarca portuguesaDaarle IV, diversos car-
    regadores, 58 barra eom niel, in sa-.cus assucar
    masca vado,
    BeuguelleBarra porlugiieza ol'rogrcssista, l.ima
    Jnior ;V. Companhia, 2 rolos .ie fumo.
    KalniouthBrigue sueco 11C. Napier, C.J.AsIlcy,
    600 saceos assurar masCavadO.
    PliiladelphiaBarra americana eC. E. Ty, nla-
    Iheus Auslin iVCiiupaiiliia, 501 cuurut salgadus.
    xporlacao .
    Biriios-Av res rom escala por Monleviden, pata-
    cho brasileiro Dlialia. de 175 loneladas, conou/.io
    o seguinlc : 1,1.56 voluntes com 8,491 arrobas e 9
    libras de astncar.
    CONSULADO PROVINCIAL.
    I'.en,lmenlo do da I a 25
    dem do.jdia 26 .
    43:475*879
    950*230
    14:4269109
    provincia do Gran-Para. Secrelaria 26 de abril de
    1856.-0 oflicial maior,
    Aprigto Ju-tiniaiiu da Silva Guimar.les
    Nao se leudo ellc luailn por falla de concur-
    rencia o controlo do oriicciiiicnlo dos gneros para
    o hospital regimental cargo du segando lulalh.10
    de iiilantaria, o consclho econmico do niesnio bala-
    Ihlo manda novaineulc fazer publico, que contraa
    " foriieriuienlo dos segoiiilcs gneros para n referido
    hospital assucar rehilado, arroz,galinhaa c franges,
    rarue de vacra ou vil.ola, p3u, carne secca, fcijao,
    covadnha, farinha de mandioca e toueinho, sendo
    lodos estes gneros de primeira qualidade : quem
    a tal se propozer, ,liri|a sua propo-ia em carta fecha-
    da o secretaria do mesmo balalhao no dia 20 as 0
    huras di uiaiihaa. Qoartel nn Hospicio 26 de abril
    je 1856.Joaqun Jos I.uiz de Sonta, alferes se-
    crelario.
    9fi>.i>0 WrtmHimo^
    Para o Rio de Janeiro segu era pinicos dias n
    bem conbeciilo brigue nacional Elvira, lem grande
    parlo do 5cu carregainenlo promplo ; paia o resto,
    pr-sageiros e escravos, para o que lem bous commo-
    dos, lrata-se rom o ron-ignalario Jos Juaquim Dias
    rern instas, ra di Cadeia du Rccife.
    Para
    o Ceara
    esqueccr aquelles
    a cnso purque p 1--.ou.1- viram
    lodos a porlia com que Ihurifcrarios eiiroinuicudadus
    iocensa*am ieni dolos, no rnlretanlo que muilas
    vezes o ver ladeiro merilo lieoa nu esqiiecinienlo ; c
    eoinu neslas circiinistancias se ache o reverendo Jos
    Zacaras Riheiro, inuilo digno coadjuclor da l'iegue-
    zia de S. Loiireiicu da Malla, por uso nao posto d.i
    xar de eserever isla-, breves buhas, alim de que 11,10
    permanecam em completa olvido os valioso servi-
    ros,que em virlude do lugar que oecnpa na hierarchia
    ecclesiaslira, prestoo esse digno sacerdote durante
    lodo o lempo em que a mc-nia frcgiic/.ia ful llagetla-
    da pelu cholera,
    Com clleilo,por esparo de dous mezes Indas as pet-
    soas daquclla freguezia eneonlraram|o revlenle se-
    nhor de que nos urcupamos, sempre promplu 11 do-
    sempenhor os deveres que Iho impe o Alado sarer-
    dutal, sendo de notar que o fazia com toda presteza
    exigida em aemelltantea casos. Muilas vezes leve es-
    se digno sacerdote de caminbar algumas leguas, iiliin
    deque nao iiiorressem sem os soccorms e-pinlii.ies
    lodos aquellos que bahilivam nos diversos poillits da
    freguezia, nao fazendo neale scu procedlmenlo ds-
    linccflo de estado, sexo, i lude,ele. ele, pracedimen-
    lu este qne se lerna lauto mais reromnion.l.ivol,
    quanlo he cerlo que esse ministro da religla acu lia
    aos diversos chamados que Iho faziam a qoalquer
    hura do da ou noile! !
    Siiinmaiiienle grillos,10 rcvcrendissimo Jos Zaca-
    ras Ribciro sao todos os moradores desmalla fregu
    zia, e assim estou convencido de que serei o erbo de
    lodos, manifestando us senliraeiilus de que me achu
    possuido para com este lo digno sacerdote.
    Com a publiracao ileslas buhas Ibes Reara -tiniina-
    inente gralo, senhores redaclores, a scu constante
    leilor.
    II npre ador do merilo.
    BRITISII CONSULATE I.N l'EUNAMBICO.
    lllm." Sur. I hivc icreivcd iuslrurliuiis frem
    HisExccIlenrv o Earl of Claiendon, lier Bril.iiinie
    llajestv's Ministei for Foraign AOaires, tosale lo
    yon llial Mor Uajetl) has bcen plea-ed tu accepl
    mosl grarouslv Ihe verses which vou senl her, opon
    (he fall of Sebastopol.
    I beg yon tu accepl Ihe asuranrc uf iny eslime.
    Gud perserve yon. Briii.h Coiisulalc Pcrnambu-
    co, 25 april 1856.
    To seubor a. M. O'Conuell Jersey./i. lugustui
    Coicprr, cnsul.
    TRADUCCAO.
    CdNSULADO BRITANNICO EM PERNAMBUCO.
    lllm. Sr. Iteceh inslrurccs de S Exc. o con-
    de de Clarendon, ministro dos negorios eSlrangerot
    de S. M. Britanniea, para rninmunicar a V. S. que
    S. M. se dignou acceilar iiiui graeicsanienle a poesia
    f(u- V. S. Ihe envin sobre a lomada de Sebastopol.
    E eu rogo a V. S. quo se sirva reccher a seguraii-
    ra da minha eslima.
    Heos guarde 11 V. S. I. mudado britunnico em
    Pernambuco, 25 de abril de lift.Ao Sr. Antonio
    Maria O'Conuell Jersey. //. Augusto Couper,
    cnsul.
    \S
    Cambios-------
    A-aucii-----------
    Anle-honlcm 30 do correnlr.viosatitfeilos.cn par-
    le, os seus pralriulicos desejos u nosso benemrito
    concidaililo o Sr, Jos do (V d'Almeida : inslaTou-so
    a sociedade Au'.riadora da tgriciiliura,liidiistria,f
    llecrcio da povoacao de iossa Senhora do O*.
    S. Exr, oSr. runsellieiro Reg Barros honran rom
    a sna presonra esse acto, que n.lo dcixa de acresren
    lar a gloria de sua adniinisIrarSo ja recommcndavel.
    PRAGA DO RECIKE 26 DE ABRIL DE 1856,
    1 MOKAS DA TARDE.
    feosla semanal.
    - As Iransacvoes da se nana eflec-
    Uiarain-sc a27 l| d. por l*-a pra-
    10, e 27 l|2 a 27 :i|i a dinheiro,
    sendo o ultime para as Icllras de
    oiiir-s praeas.
    A entrada diminuio considcravcl-
    iiiente, porquanio somenle enlra-
    ram K.IHIO sacC03, o que atribui-
    mos as abundantes chuvas que ca-
    lillara nu- cinco primeirus dias da
    semana, alera da safra eslar mnilo
    adiantada, c a ler-se perdido parle
    das caimas por cansa da epidemia,
    purque teaaOtpassailo. As uoticias
    recebida dea portoJ du sul du im-
    perio e do Rio da Piala lizcrain-
    ihi niaia procurailo, bem que oa es-
    |ieculadores d* Eumpa c-iives-em
    retirados do mercado. Os broncos
    bous e mascavadoa baixi.s tiveram
    multa eviraccilo, e cm ger.il su ple-
    se que os pr ojo devem sollrer
    luelliora: vcudeu-se o branco lino
    lu I3IOO V?200 por arroba, a
    lerretra sorle boa de 38810 a I*, a
    lerceira haixa de 3*700 a :i?'!0), o
    smenos de 2*!HX) a :l? os matea-
    va los linos de 28700 a 2*800, os
    chamados da America de 29500 a
    2-ViO, eos do Canal de 2*300 a
    2*350 pur arroba. O deposito he
    pequeuo.
    Algodao----------Enlraram unicarnenle 6:1 saccas,
    por causa das churas, e mi consta
    huiivessc venda, presisfiudo us pre-
    cr. de 5*800 a 69X00 por ai roba.
    Cuinos- ,\ Ultima venda ellecluoii se a 22"i
    rs. por libra; e os salvados do va-
    por Mrquez de Otindd arrema-
    taran!-so em leil.io a 58200 por ar-
    roba. O mercado esla desanimado.
    Agurdente- Yindeu-se de 83 a 86* por pipa.
    Bacall..... Enlraram 1,000 barricas piac-
    denles do Rio de Janeiro, que es-
    tn por vender, ti consumo foi pe-
    queo e as vendas regularan! de
    69 a II? a relalho, conforme a
    qualidade. lia no mercado reren
    de41,000barricas, leudse dado
    engao 110 deposito cusiente na
    semana que lerminou a 10 do cr-
    reme.
    Cafe Veudeu-te de 5->.i .ijSOO pur ar-
    rulla.
    Cha- --------------o byssoii obleve de 1^700 a 15850
    e o prelu de 19400 a 13,00 a libra.
    Carne secca- O consumo da semana foi demina <
    lo por cama das chuvas, e os pre-
    {os continuaran] de 1*800 a 5*300
    por arroba du Rio Grande, e de
    49200 a 19660 do Rio da Prata.
    Ha 1111 ser 1.1,000 da primeira e
    1,000 da segunda,
    lamilla le trigo- Somenle enlraram su barricas
    viudas do Rio de Janeiro. Os pa-
    deiros emitan.I,, com o bom con-
    sumo lecui comprado com mais
    franqueza, Picando boje cm depo-
    sito nicamente 2,900 barricas,
    lendu conservado ns preros de 26*
    a 359.
    Dila de mandioca Koi menos procurado, e baiiou
    l'ira 1,100 a 39 a sacra a Mesa.
    Genebia- Vai tambern desrendo, leudo-se
    vendido de i in a 160 rs. por boti-
    ja da de lloll.iuda.
    \ fraoceza nrgociou-se de 560 a
    5SO rs. por libra e a de poren de
    300 a 310 rs, a dila.
    O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da la-
    zcnita desta provincia, em virlude da urdem de ..
    Exr. u Sr. marqnez de Paran, presidente do tribu-
    nal do thesonru nacional, de 28 de inarroproximo
    paseado, manda fazer publico que desla" dala a 30
    das lem de haver concurso para so prie.ichcr as va-
    gas de pralieanles existentes na mesma Ihesoiiraiia.
    Secretaria da uVtuuraria de fazenda de Pernam-
    buco 21 de abril de IS56.
    No impedimenta do olucial-maior,
    I.uiz Krancisc.i de Sampaio e Silva.
    O Dr. Anielon Francisco Perelli,| commendador da
    imperial urdem da llosa e juiz de direo especial
    do roinmcrcio ncsla cidade do Recife e provincia
    de Periianiburo por S. M. o Imperador o Sr. D.
    Pedro II, que Dos guarde ele.
    Pana saber aos que o presente edilal virein c delle
    noticia liverem,eiii mino no dia S do prximo futu-
    ro mea de moioem praca publica desle julzo, na ca-
    sa das audiencias, se ha do arrematar por venda a
    quem mais der 100 quadrus ruin estampas de santos
    a 200 rs. rada 11111 2I*SC ',77 espelho. em caixa de
    pao gran les e pequeos com jogos de damas a 320
    rs. cadaeuin 243640, 2 jogos de xedreza 400 rs. S00
    rs., .112 espelbos em caixa de papelilo grandes e pe-
    queos a 100 rs. cada um 31*200, 30 racias resinas
    de papel de peso a K00 rs. 24*000, 623 espelbos or-
    dinarios com rapa de papelillo cm diverso lamanhos
    a 20 rs. 12*460, sote espelbos grandes com moldu-
    ras de csl.uiho a 610 rs. cada um 1?1S0, 111 ditos
    com moldura de labio a 10 rs. 49560, 10 ditos pe-
    queos cun moldura de pao a ill rs. I36OO, 16 du-
    zias de raixinbas de phosphoros por I;, .160 caixi-
    nhas de chumbo e bfalo pura rap a lo rs. 113760,
    43 marinhos de graiupa. a 10 rs. 1*720, I5S macos
    de palitos por 19580, 31 bonete de velludo ordina-
    rios por I?, 36 macos de aUiuctcs de 12 carias a lljn
    r. 2:1-010, 12 haralhns decirlas a 160 rs. 1*920,
    lOduziai de canelas de lalgo e vidro a 160 rs. a
    duzta 63IOO. 36 pares de meiat pretal de laia 11 160
    rs. o par 5*760, 164 quarlcirOes de pennas a 50 rs. o
    quarteir.lo SJ200, 1 ciuinhas de bolcs de seda pa-
    ra casaca a 500 29, 6 maros de enrulis de Muflo a
    loo rs. o maro23400, 20 duriag de cordas de viola
    amarellas e brancas a loo rs. a duzia 2-000, 2 latas
    cura agulhas a 23 a lata t>, 23 caixinhas com pennas
    de aro a 2t.:t rs. 236OO, 5 caixas de seda para sapa-
    leiro a 100 rs. VIO rs., I caixa com 32 maros de
    coutas de vidro de cares a 210 rs. o maco 7-080, 100
    libras de linb it a 320 ra. a libra 32-, 2 caixas de pi-
    nito com uma porrflo He lila de seda ambas por 89,
    51 duzias de lliesouras ordinarias a 100 rs. a du/ia
    clOO. 6|s duzias decarrilcis de linda de cores a 120
    rs. a duzia XjOiO, 1.1 libras de linde* de miada a
    640 rt. a libra 8*320, bandeijaa grandes a 503 rs.
    cada uma 2*500, St caixas depiis para denles a 20
    n. cada una I36HO, t porcao de relroz era mo es-
    lado por 2-, I peca de algodSa branco por SOO rs..
    Ill pecas de medidas a 100 rs. rada uma 13, 2S uto-
    los de vidro a 80 rs. cada ura 23210, 13 caixinhas
    de pao rom graxa a 20 rs. cada tima 260 rs.. I cam-
    pa por 160 rs., 0 tinleiros para algiheira .1 80 rs. ca-
    da um 720 rs., 1 caixa rom perfumarla em mao es-
    tado por 2;, 06 duzias de lapit linos a 11 MI rs. a du-
    zia 996OO, 11 bengalas linas a 200 rs.cada ama 2/200,
    57 navalbas a 210 rs. cada uma II-2KI), 123 caixi-
    nhas de buhas de marca a l(Kt rs. a caita I23IIHI,
    uma porrflo da mesma cm uma caixinba de pinbo
    por 320 rs., i pares do sapalus ordinarios a 160 rs.
    cada par 61(1 rs., 30 estovas para cabello a SO rs. ca-
    da una 2-100, 13 ditas para casaca a 300 rs. cada
    uma .1-000, 07 podras pira e-crever a IDO rs. cada
    uma 997OO, 36 macos de oeies a 80 rs. o maco
    2J880. 25 t pecas de litas de I111I10 a 210 r*. a peca
    I992OO, 2u0 pentet de pao por It, 18 duzias de len-
    les de ebifre para alisar cabello .1 600 rs. a duzia
    10-800. 70 ditos para marrafis a 200 r-. a duzia
    I98OO, I pares da esporas a 100 rs. o par 19600, 07
    penles para prender cabellos a SO rs. cada um 2-060,
    S ditos para piollios a 100 rs. cada um 800 rs.. 8 ma-
    ros de linli 1 prela a 200 rs. o maro l-6'XI, 5 libras
    de rap sem valor, 20 duzias de calas de lampari-
    llas a 100 rs. a duzia 2*s000, urna porro do calun-
    gas por 610 rs., I caixa pequea com uma poreflo de
    brelas por 320rs., 125 caixinhas eom obrejas 1 211
    rs. a caixinba, 23560, I porfo de botoetdeossu
    para paliloros por 800 rs., 2! earlelras de alaibeira
    a 80 rs. cada urna l-Siu, 3 camisas de meia a 320
    rs, cada uma 06<> rs., uma porcao de perfumarla em
    mo estado por 29, 31 escrivaninliat de marmrea
    loilrs. cada uma l2-iOO,uma porcia de lila de liiihn
    sola por 610 rs-, oulra dita de 1111ti 1 de miadas por
    610, 150 peras de fila de soda de cores em sorliinen-
    lo a 200 rs. a pora 309, 21 escovas para denles a 80
    rs. cada uma 13020, 6 ditas para gis a 80 r. cada
    uma 180 rs., 11 pares de OCOloS de armacoes de fer-
    ro sem valor, 12 baiideijiulias de rame de ferro por
    I-, 12 novellos do Initia para sapaleuo o i) \u rs.,
    3 macos de torcidas para eandieiro a 200 rs. o maro
    600 rs., 6 palmatorias de latao a 160 rs. cada uma
    060, II maros de rosarios e urna punca de misssnga
    de cotes por 59600, 128 franquinhos de Unta prela a
    10 rs. o frasqoinho 59120, 80 peras de lita prela
    para debrum de tpalo*; a 80 rs. a pera 79120, 6 bs-
    liii/.inho. de courn com pe fumaria ordinaria a 800
    rs. cada um i-SOO, 8 duzias de pares de ineias a I3
    a duzia *.-, I espelho com crisa para navalhas por
    610 rs., 2 rnlbere grandes de estanto para sopa a
    00 rs. cada uma, 800 rs., 3 duzias de caixinhas de
    pao com Unta em pedra a loo rs. a duzia I92O, lo
    caixinhaa com espoletas a 80 rs. rada urna 29320.
    8.' marinhos iic tranca de cotes para enhile de ves-
    tidos a lo rs. o macinh 1 3-220, 60 caivetes grandes
    e pequeos a 80 rs. cadt......59520, 18 letouras li-
    Has a 80 rs. ra 1 1 urna 338IO, ;i grvala- de riscadn
    por t-, 2 carines de luco de metal pur 610 r<., uiu
    punco de neo francez sem valor, nina punca de li-
    0I11 salta cm novellos o carrileis por 640 is., 5 caivi-
    nhas com Olios a 120 rs. cada uma 600, una poirflo
    de dedais por 320 rs., uma poic.io do botues paro
    camisa por I-, 22 agulbeiros de vidro a ill rs. cada
    um 880 rs., 38 plnceis para baiba a 80 rs. cada um
    33OIO, 15 ciiix111h.1t com aunis de lalflo a 80 is. a
    Caixioha 1.-200. ,'!S 111 iros de conlas de vidro de di-
    versas cores a 100 rs. o maro 3-800, 6 maros de cor-
    dflo para vestido a 80 rs. o maro I811 rs., 21 frasqui-
    nhiis com lia 11 ha em -mao estado a 1(1 rs. o Ira-qui-
    nlio 060. I3 raiviuhas rom clcheles a 10 rs. a cai-
    vinha 5-310, 257 pares de brincos douiadus a 10 rs.
    n par 10/280, 2 macos de brasas de tapalero por
    100 r'., urna pones de Iranja sem valor, 17 duzias
    de codicies de etlauliu a 200 rs. a duzia 0.-1OO. 71
    assovios por 320 rs.. 17 frasqiiinhos de Unta encar-
    nada a 6'l rs. o frasqiiiuho 1-120, 12 caixas de 10
    caivinlia-de agulhas liancezas a 60 rs. rada nina
    7.-6SO, 16 paies de luvas a 160 n. o par 29560, urna
    poirflo de rruze- e brinco! de chumbo e mais quin-
    quilbarias de vi Iros e lalao por 25, um pouco de
    berimbao *ein valor, uma porro de macos de ho-
    Mes por 500 rs.. rojos bens vao a praca por execu-
    cao de Sou/.a i.V liin.iu cuutra os execula ios Gil mu-
    aos \ Braga.
    E para que niegue noticia aoa licitantes, mau.lei
    pasear o prsenle que ser publicado pela imprrusu
    e iillixado aos lugares du e sluai i.
    Dado e passado ncsli cidade do Recife aos -jo de
    abril de 1856.Eu Maximiann francisco Duarle, es-
    crivflo do juizo especial docotnmercio u sabterevi.
    ^ Anselmo francisco l'erelli.
    0 liiato Novo-Olitula: a tratar cora Tasso Ir-
    m-ios.
    Para o Rio Grande do Noile c Assu'
    sabe com mui'.a brevidade o hialc Anqelica : quem
    uellc quizer earregar uu ir de paasagen, dtrija-se a
    ra da Cruz 11. 13, primeira andar.
    Para o liio (fe Janeiro
    sabe ruin inuila brevidade u bem eulihecidu e velci-
    ro patacho Bom Jess ; anda recebe alguma carga
    a frele c teravot : a tratar rom o seu pruprielario
    Barlholoineu Lourenen, no trapiche do algodao, ou
    rom Martin, tv IrmSo, ua ra da Madre de Deus
    n. 2.
    Sabe imple 1.11cimente al o dia 30 do crren-
    le o bergantn, nacional nUespique de Beirizu, cap-
    Iflo .Manuel Marques Corrija ; para alguma carga
    iniuda ou encummendas, traase no escriploriu do
    Sr. .Manuel Juaquim Hamos e Silva, ou cora o capi-
    llo na praca.
    Tara a Babia segu em poneos dias o velleiro
    hialc nacional Castro por ja ler parlo de sua carga
    prumpla, pura o resto lrata-se cun -cu consignata-
    rio Domingos .Vives Malbcus, na ra da Cruz 11. 51."
    Para o Rio de
    Janeiro
    segu imprclcrivclmcnte 110 dia 27 do crranlo o
    brigue nacional HERCULES; recebe nicamente
    escravos a frele, para o que lrata-se com Novaes &
    C, na ra do Trapiche n. 3-1, ou romocapi-
    lo na [iraca.
    JPara o Hio de
    Janeiro.
    Itecebc alguma carga o brigue nacional Flor
    do Bio 11 que segu om poucos das por ler promplu
    boa parle da carga. O mesmo navio precisa para a
    tripuladlo marinheiroa naeionaet, os quaes engaja
    a soldadas vanlaji-as. I'rala-ae para carga e escra-
    vos a frele nu escriploriu dos cousigiialarios, ra da
    Cruz u. !) !. andar.
    fieai i*t)>hiiide [ique-
    tes iiiglezes ci vapor.

    ra' para o sul : para pas-ag-iro--, ele
    M agentes Adamson rlowie & C
    Novo n. 12.
    Bsnera-ee a
    lualqaer liara
    viudo da Eu-
    ropa um dos
    vapores desla
    rompauhia, o
    q u a 1 depois
    da demora do
    cosldme segui-
    1, lrata-se cum
    rila du Trapiche
    tmc^<.
    A^iK'i de leiioes.
    .Na ra da Madre de lletis 11. :12, nn Recife, esta
    aiicrio o nrmaiem do agenta de leiloeiVieira da Sil-
    va, no qual sereceheni lodas asqualidades de merca
    dorias, para scrcm vend las em leil.io. na formo do
    que dispoc o cdigo coininercial, logo que hajatu
    mercaderas a' venda sera annoneiada o da do le
    Iflo: as ordens dos conimillenles seiflo exacla o pon-
    lualinenle enmpridas.
    O agente Burja fara leilao em scu armazera, na
    ra do Collegio 11. 15, de uma ptima mnhilii de
    sala o mais arranjos da uma rasa, de familia, rujo
    chefe relira-se para o Ro de Janeiro, alem de mui-
    las oulras obras de marcineiia, novase usadas, como
    bem -na-, consoles, mesas redundas, cadeiras de
    amarello e de Jacaranda, .lilis genovezas de go-lo
    inodernissimu, um rico Miucluario, e mais nbjeclos
    de dillerenlt quallla.les etc. ele., que se achara pa-
    tentes no referido armaiemt como bem 30 e lanos
    milheiros de superior lita do vidro, a uielhor que
    lem apparecido no mercado : qmirla-feira :Mi do ror-
    re.iite as 11 horas da manliaa.
    -tfido* 25it>cr$0$
    O Sr. Dupcron, quo morou na ruada Con-
    cordia, (em uma caria na linaria ns. 0 o 8, da
    praea da Indepeiuleitria.
    4
    liarla.1.1
    $tdarofc.
    Manleiga-
    NasecretariadoTribaoaldoCoinmcrcio, aclum-
    se parados por falla de preparo ot aolot de appella-
    rflo, cm que alo : appellante Manuel lionralves Va-
    ! lente : appellado, Antonio Kerreira dos Sanies Ca-
    1 minha, do Aracaly.
    Secrelaria do Irihunal doCommorcio de i'eninii-
    | buco, 26 de abril de 1836. II secretario,
    Aprigto Justiniano du Silca (luimariiet.
    I'or escriplora publica 'queapresenlou Antonio
    l'edro das Noves, provon ser consenhor em niel,ule
    do brigue nacional Adolpho, registrado ncsla secre-
    taria ; de que se lizeram as competentes anotacocs
    , por despacho do Tribunal de boje.
    Secrelaria do tribunal doGouimercio de Pcrnam-
    bueo 26 de aluil de I83G. Aprigo Justiniano da
    Silra Guimaraes, oflicial maior.
    Pela secretaria do irihunal da eommereio de Per-
    .....Bboco se le publico, que, segundo a participa-
    Cflo oflicial reeebida do lnliuu.il do roimnercio do
    I Maruiih.io.foi.iin em dala le 0 do correle matriru-
    j lados nesse Irihunal os commcrcianlea em grosso o a
    retallio Franciseo Jos Machado Angico e Francisco
    I Anionii) Lopes, domiciliados na cidade de bidos,
    0 livro do mez Marianno augmentado de varias
    loracocsj nico usado pelot devotos da PENHA :
    i vende-se somenle na lvraru ns. 6 e 8, da pna
    da Independencia, a dez luslocs.
    APRENDIZES l)E COMPOSITOR.
    Estatypographia i-ecebc meninos que
    saibam ler rorrectamentc, pora apren-
    der compositor, <|tii' cometa rao a ga-
    nliar logo chic facaA qualquer traltalbo:
    esta arte alem de ser considerada nobre,
    ollerecc um lucio razoavel, porquaoto
    um coiiiposiiiii hbil pode ganhar de
    liOO.-f a 800.1000 wis por anno: n. Ima-
    na ns. (icS, da prura da Independencia.
    As pessoas que lem fallado para distribuido!
    do Diario, queiram dirigir-sea livraria n. Ge 8
    da praea da linlependencia.
    i '"nanBBBBBBBBXMsjnjnjnjwie^sj^
    i> abano asiianado agradece cordealraente
    r 1 ludas as pessoas que se dignaram compare-
    cer na Ordcni lerceira do Carmo, em a larda
    do dia 21 do correute, para asstslir a eucoiii-
    mendacao que se celcbrou pela alma de soa
    preladiasima lia I). Joanna Baplisla l'ereira
    Prenle, o narlicularroenleso Rvm. carmelita
    l;r. Joaquin do Aniur llivinn Cunha, pela ca-
    ridade ijue praticou 110 da anteredcnle ao seu
    passaineiilo junio ao leilo rie dur.
    A griilij.lo do aballo atjtcnadn ser eterna
    por tilo significativos obaequitM, e anhela por
    haver de palomear os sonlinicnlos, de r|oe por
    esse inolivo se acha po-suid 1.
    Anioui 1 Eeidio da Silva.
    Heefe 26 de abril de 1858.
    WrtWtWnaanaaaWMBnaBnBaaaaTBIilMlaalUM
    Precisa so alagar um escravo para servico de
    casa, paga-se bem : a tratar na ra da Trapiche
    n. 10, segundo andar.
    Al l'l BUCO DESTA CIDADE.
    Joso Auaelelo, bem ronliecido dentista e S
    .: sangrador, canlinua a residir na Camboa da a
    S (".armo casa n. 20, loja de barhero. onde p- S
    ;% ile ser procurado a qualquer hora do dia. i;
    '; S 9Jj>9i :..- ciSa c :. .: !:
    Aluea-se um sobradinho rom moiloi eoramo-
    dos e por proco mdico : na roa da Prais de Sania
    Rila, rmaiem n. I7,aehan quem ih'o moslrr.
    1 ::-: 1 -. ;:-
    Ao Rvm Sr. Francisco Antonio da Cunha $j
    '\i l'ereira, da provincia do Ceara1, .roga-se que ai
    :? mande ultimar ua ndade da Forla'oia, cum '?:
    v5 o Sr. Antonio de Oliveira llorges. o negocio en.
    ajj que ii.ilou em Janeiro de IH, na sua fazenda fh
    ;:} Nova-Oliiula do Ouricury, rom um pensoa A
    A da Villa de l'arnagUB' do l'iaiiln ; visto rpjc >*h
    f nAo fi.i ultimado na do Joazeira rom o Sr. nt
    3 l'r. J.0'10 de Sonsa llei-, romo havia prninet- J/J
    ;-# tolo ; alia*, declare u lugar cerlo de sua resi- fi|
    S dcaria para ser procurado e nao ser nieoin-
    S inod.do. Z
    Eiisrcnlio pam Arrendar.
    Arrenda-se o engenho Muribequinha, na fregue-
    /.ia do mesmo lome : quem o pretender, dirija-so ao
    engenho Santo Antonio r,rande, pro gis, que achara rom quem tr.if.tr: he .. -.....-..-..i.
    rio relatar a bondade,por ser bstanle cvnhecido.
    V'eiulo por acaso em um dos nmeros desle jor-
    nal, c cora dala 1- atrasada, a censura feita an reve-
    rendo vigario da lo/ por um seu parochiano, por
    n.iu se ler elle presladn as coulissiies no geral da fre-
    guezia, em abuno da verdade se deve dizer e reco-
    nheier que 110111 era possivel que um parocho qoal-
    quer, so, sem Coadjutor, salisfizesne a todas as pre-
    nsiles exigidas na ralamilosa quadra por qoe temos
    passado cm uma freguezia uileira ; acrescendo an-
    da, que o nosso vigario esteve doento logo em prin-
    cipio da epidemia, nu deUando assim mesmo de
    preslar-se eTertivarnenlc ao servico do conhssiona-
    rio na respectiva matriz, onde aflua de 50 a 60, e
    mais pessoai por dia, fins foi para aquello lempo
    anida que proprio) que se guardaran] lodos os fre-
    coezeeparn o Sacramento da penitencia. Com a pu-
    blicacao deslas l'iihis nu lnho por ftm ofl'ender
    nem de leve ao Sr. parochiano, sim defender de al-
    guma m.101-11.1 an reverendo parocho, cujas fallas
    merecen) desculpi em presenra das causas que men-
    cionaOulro pan rhjano da mesma freguezia.
    Acha-se justa e contratada para se comprar a
    taberna de Antonio Jos Arantes, sita confronte ao
    mi.1.1 do l.ivrutnetilu ; loda s pes9oa que li ver Irait-
    aaceoes como dilo Arantes, comprela no prazo de
    :l dias, a contar do primeiro annuncio, para liqui-
    daclo._ Ilecife 27 de abril de 1856.
    Eu abaixo assgnado participo ao respeitavet
    publico, que lendo-ie comprado a taberna sita na
    ra da Senzala Mova 11. 11 a Jos Gomes Loureiro,
    no dia 6 de selembro de 1855, mo sendo a dili com-
    pra ni do Sr. I. J. Madeira. como eu abaixo assig-
    nado lenho parle nos fundns da dila taberna. Reci-
    fe 27 de ibrtl da 1836.
    Jos Joiquim da Rocha Lima.
    Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
    milia, lauto para a ra como para casa : na ra do
    l.ivrameulo 11. M, loja de cera.
    Honlem, dommge 27 do correnle, pelas 6 ho-
    ras da mantilla, evadio-sc da taberna da roa larga do
    Rosario, perlencenle a Manuel Ribeiro Fernandes,
    n. D.um caixciro de nome Jos Alvcs l'ereira,branco,
    16 a 18 anuos, imberbe, ulbui zoes, cabellos esti-
    rados e cortados rente, altura correspondente a id.i-
    dc, entrn para essa taberna ha tres dias, sahio sem
    chapeo e em mangas de camisa, e com cuica do al-
    godilo a/.ul, roubaudo au pairan 2I2900 rs. a saber:
    uma nula du llanco de tOUsOOUc.., i ledulas de 2
    rs., e o rcslu era rniudas, inclusive 1 ou 2 palacues :
    foi visto honlem mesmo as 7 da manhaa no Forte do
    .Mallos e na ponte provisoria; lie de soppr que se
    ache acoolado no Imrro do Recite : roga-se ai auto-
    ridades policiaes a captura desse peralta e ladniu,
    allm do se Ihe dar o deslino que merece,e bem assim
    ao lllm. Sr. capilAu do porlo, para que se sirva ler
    a maior vigilancia nos navios uu barcacas que sahi-
    rem, pois u sujeilo veio do Rio Grande do Sal, e
    agora be que consta nilo er a primeira que praliea.
    HOSPITAL PORTUGUEZ E BENEFICENCIA.
    I'or ordein do lllm. Sr. provedor interino le faz
    publico, qoe leudo a (nula administrativa do hospi-
    tal em lesnas de 21 do correnle reconhecido a neces-
    -iJade de regalar o trajnenlo dosdoenles |Sarticu-
    res, de modo a fazcr-lhes conbecer ao"cerlo anteada
    sua eulrada no hospital qaal a sua despeza diaria, lo-
    mando por hae da sua deliberarn o disposlo nos
    arls. II. 12 e l."t dos estatutos, resolveu que fosse
    adoptada a seguiute tabella e disposires que Aconr-
    patiliara :
    DOENTES PARTICULARES.
    Nilo accionlas.
    I.i elassepor diaISOOO
    2- dila > :i200
    Accionistas.
    I .> elasse por dia 3o(Kl
    2.a dita 23500
    As operajoes c sangoesugas formam uma despe-
    za a |iarte.
    O hospital apenas presta o medico da casa emex-
    ercicio. maso doenle lem odireito de reclamar con-
    ferencias como e quando Ihe aprouver salisfazeodo-
    ass mas cu-las.
    O doenle que reclamar conferencia he abrigado
    uo lim della a salisfazer a quaulia de lOsOOO a cada
    um dos medico, que forem convocados, meuos ao
    medico da casaem exercicio.
    Para as conferencias devem ser com preferencia
    convocados o mdicos da casa.
    Est conforme. Hospital porloguez de Bencli-
    cenna 25 de abril de IV,'.. .!/.,. | Eerreira de
    Sotan Barbota, secretario do hospital.
    .11 nm I Juaquim 1 erreira da Silva llraga vai a
    Portugal.
    Atuga-se orna escravu que lava, engomma o
    rozinh.i o diario : na ra Nova n. 12, loja.
    Para as obras militares se precisa de arca em
    Sanio Amaro, e tahuas de loaro de assualhu no hos"-
    pilal regimental : quem quizer forneeer esles dous
    objeclos apretante suas proposlas ao tenenle-cnr mel
    ennonheiro.
    Aluda se precisa de um feitor para um sitio,
    assim como de Irahalhadoie de cnxad. i na ru da
    i Cadeia Veii,, ,,. ',;,.
    Precisa-se de uma imagen deN. S. da Concei-
    r.lo e oulra de Nosso Senhor Crucificado, de palmo e
    meio de altura os vultos : quem liver e quizer tro-
    car .111111,ncir por esta follia.
    Offerece-se um hornera para caixciro de qual-
    quer casa de negocio de atacmloou a relalho, deque
    lem bastante praliea e lem ba letlra ; esla arru-
    inado, porm por um pequeo motivo quer sahir :
    quera precisar annuucie ou dirija-se a ra du Co-
    dorniz n. 2.
    0 coronel Joo Francisco de Chaby faz -enjuto
    que, ilur.uile sua ausencia desla provincia, liesni
    por eus procuradores os lllm. Srs. commendador
    I.uiz Guies Ferreira eseus filhus Antonio de Moracs
    Gomes Ferreira e I.uiz de aforaos Gomes Ferreira.
    Juaquim Jos da Cosls Fajozes vai a Eurora, e
    deiva por seus procuradores, cm primeiro logar sua
    nitilher, em segundo seu Rearo Francisco Jos Vives
    Guimaraes eem lerceira lugar seu filhu Joaqum Jo-
    s da Gesta Pajotes Juuior,uereule de sua loja. Re-
    cife 25 de abril de 1S>6.
    Precisa-se de ura feilor que eolcoda de agr-
    cultura de cauua, que seja casada e cora poca fami-
    lia, para um engenho na freguezia da Escada ; a
    entcn.ler-se com o prupiielarin do engenho Selle
    Ranchos itemarlino llarbosa da Silva.nu com Manuel
    Alvos Ferreira, no largo da Assetublca, casa n. 12,
    -egiindo andar.
    O Si. S. A. do It. Ilirros tenha a bondade de
    apparecer na prarj da Boa-Vista u. 20, que se Ihe
    deseja fallar.
    Jo'se Joaquin da Cunha vai a Europa Iratar de
    sua laude.
    Jos Joaquini da Cunha deixa por seus procu-
    radores, em primeiro lugar o Sr. Jos Carvalho da
    Cosa, em segundo Joiio Simio de Almeida e cmier-
    cetro Jlo lavares Cordeiru.
    Oll'erece-se para .mu de casa de pouca fami-
    lia, sendo lomele para o servido interno, urna mu-
    lher de bous coslumes, aqual conidia perfeitameole:
    a Iratar m ra do l'adre Floriano u. 32.
    l'rccisa-se de uma ama qae saiba coziuhar o
    fazer o servico inlerno de casa : ua ra Pire la, casa
    11. 120. segundo andas*,
    Antonio uehno Lette Braga, subdita portu-
    guez, vai a l'orlugal tratar de soa sanie.
    Aterro da Boa-
    Vista Bargas
    Deseinbarcou boje a verdadeira nSarmahda de pri-
    meira qualidade, cm lilas grandes e pequeas, por
    barato proco.
    Estampas de
    santos c santas.
    lita do CoiI<'so a. I.
    0 dono da loja de mindezas da ra do Collegio n.
    I, querendo acabar com ama porcao de eslampas que
    lem, vende barata eatampinas em folhas de papel
    com 16, 20, 2 e 30 a 12n rs. a folha. ditas de qnar-
    to de papel a 60 rs ditas de folha a 160. ditas gran-
    des a 5O0 rs., 610 e 800 rs.. ditas muito grandes a
    I52OO, vernicas de N. S. do Bom l'arlo, do Carmo,
    de S. Francisco, de S..Miguel, do Anjo da Guarda,
    S. S. tirando aa almas do purgatorio, do coracao de
    Maria, Medalha Milagrosa. Santa Vcrunica, S. Jos,
    Sanio Anloniu, N.S.U01 Remedios.
    A o barateiro.
    R;i;i da Collegio i. I, loja.
    lr.iiijas de cores coni bulla para cortinado a 10(1
    rs. a peca, Iranrs dsela largas para vestidos a320,
    e I0 rs. a vara, dita) estrellas para enhiles de ves-
    tuarios de meninos a 60, UM) e 120 rs. a vara, lilai
    deseda lavradas a 100,120, ton. 210, :12". 100 e
    500 r-. a vara, ditas lisas a lo, (o, |.i e lid rs. a
    vara, ditas de Ua de cores a 100 is. a pera, lionas 11.
    O, 50, 60 e 70 ,1 Ir, I.3I00, 1/200 e l-*K). boloes
    de India pna camisa a Si) rs. a gru/.i. agulhas fran-
    cezai curtas e eompridas a o rs. n papel, dnatas de
    litpis a riil rs., curdas para auilarra, duzia a 100 rs.,
    lilas de beira branca, 111.ru a 'KI rs.. caixinhas de
    alabastro cum hola em riiia pira enffiles de mesa a
    l>2S0, tinleiros e arieiros de 111el.1l a 100 rs. o par,
    luco- estreiljnhos de novo- desenhos a l?600 a peca,
    diloa largos de i dedos a mais de mu palmo a .'OO,
    500 e 000 is. a vare, peras de lila 11. I l|2 com 10
    v.ii.1- .1 2S0, aljolaic- de mo-, maco a :IOOrs,, pen-
    les para ali-ar, duzia a 900 r-., ditos -e baleia a 280
    rada um, lesvuras de 6 pollegada, duzia s ,560, ju-
    gos de domin a 19200, duzia de palitos de fugo,
    eaisai de pao a 210, canelas minio linas, duzia a lo;
    alem de todas estas mindezas %eudein -e oulras inui-
    lissinias. que vista de suas boas qualidades e prero
    anima a comprar.
    Candida Rosa M. da Co-la, relira-se para Lis*
    boa, dexando como procurador nesla cidade Anto-
    nio Augusto dos Sanios Porta e Seraphim de Sena
    Jorge.
    Jo iquim Candido da Cruz Siqueira relira-se
    para fra do Imperio.
    Oerece-se nm Ifcm cozinhert< de lodas as qua-
    li'tades de masns, e de boa aunducla : na ra das
    1 'ruze- InherrM n. 20.
    ILEGIVEL


    RMRIO RL PiftRABUROA SfGUNjA flIW 28 JI ABRIL I I8S6
    Tercera edi^ao.
    TRATAIEITO HOIPATHICO.
    Preservativo e curativo
    DO
    ClliCH/.fS
    CHOLEnAHIORBUS.
    PELOS DRS.
    n uixtrurr 10 aonovoparase podcrcuranlesta enlermidade, administrndoos remedios mais
    oaraalalha-la.einquaiito serecorreaomedico.ou inesrooparacura-lHnc!peiideiiledoslcMios,l usare
    '"'"'tradjzid em portuguez pelo dr. p. a. 1,01.0 moscozo.
    Estes dous opsculos contornas i nditacoes mais claras o precisa?, e pela sua simples e concisa, exposi-
    cao esl lao alcance de todas asintelligencias.naos pelo que di/, respailo ao9 meios curativos,como prin-
    cipalmente aos preservativos que (cuidado os mais satisfactorios! csultados em (oda a parle em que
    elles tem sido posloscmpralica.
    Sendo o iratamenloliomeopathiro o nico que lem dado grandcsresultadosnocuralivo desla horo-
    vele'nfermiilde, iuleamosa propoaito traduzirrcsles don* importantes opsculos em lingua veruaci-
    I, para destalle facilitar a sua leilora a quem ignoie o frauccr.
    Vende-se unicamenlc no Consultorio do traductor, ra Ixov n.52, por 2)000. Vendem-se tambem
    os medicamentos precisos c bolicns de 12 tubos com um frasco do lindura 13p, urna dita de :i (ubos com
    i|ui(ro e 9 frascos de liutura rs. jOOO.______ ___________^____^____________
    i
    i
    1
    I
    1
    rcnit \s preciosas- *
    *
    Aderezo de brilhanlcs, j*
    diamau(eseperolas, pul- |
    ceiras, alneles, brinco :
    e roielas, boles e aunis ?
    de diirereo(c costos e de
    diversas pedras de vilor. H
    MOREIRA & DDARTE.
    I.OJA DI 0IRIVK5
    Ra do Cabuga n. 7.
    OURO KPHAI.V-
    MSt> -:--
    Receben.
    Compram,
    tro.
    vendem ou B
    por to-
    do os vapores da Eu-
    vjj Adercros completos de |
    w ouro, lucios ditos, pulcei- tj
    H ras, alfneles, brincos e *
    roletas, cordes, (ranee- J
    > lins, medallias, correles *?
    e enfciles para reluci, c <'-
    , oulros muilos objeclos de
    -i- ouro.
    Apparelhos completos, *
    j trocara prala, ouro, bri- $ rOOri !S oblSiS d lliaiS & .I11. J'ara ***i lia"- *
    lhanles.diaroanles enero- je I g dejas, salva, casticaes, gj
    e ou(ras qnaesquer 11. (X IC f II O TOStO, tHIl- w eollieres de sopa e de cha, ?
    i dinheiro I ~ ge muilos oulru objeclos J
    o (le l'i-ancs como g *i^.._____,l
    ?' las, e mitras
    Rj joiasde valor,
    v ou por obras.
    mu niiras3BaeaE i-**.-
    de Lisboa, asquaesse vndem por
    pre REPERTORIO DO lEDICt
    HOMEOPATHA.
    EXTRArlDO DE RUOFF E BOEN-
    NINGHAUSEN E OUTKOS,
    Instt'iicca moral e reli-
    giosa
    Este compendio d historia sagrada, que foi ap-
    provado para instrucejo primaria, tendo-sc vendl-
    ! do antes da ap'provajjiig a 19000 rs., passa a ser
    c posto em ordein alphabetica, com a dcscrirc, abreviada de todas as molestias, a indicado phxsia- i..,...,,.,....:. ^
    lgica e Iberapculica de lodos os medicamento* no- i ud initepenaencia.
    meopalhicos, scu lempo de acc.lo e concordancia, l __pree8B.B a|u2ar um pequeo si lio pe lo
    eiruido do um diccionario da signilicarao de todos. ... ,, r
    ...-. -it--.....i------1------,, desta ctdade, o qual lenlia lugar para guardar um
    2
    |
    m termos de medicina e cirnrpia, t posio ao alcance
    das pessoas do povo, pelo
    DR. A. J. DE MELLO
    Os Srs. ossignanle poden mandar buscaros scu
    ejemplares, assnn como quem quizer comprar
    ^ A IHMIEIHVVIIIA E 0
    8 CHOLERA.
    r nico tcat'amento preservativo e
    w curativo do cholera-morbus,
    (fo l'F.I II 1 M 11 I ll|
    K Sabino Olegario Ludgero Pinho
    8 Segunda edicrao. a
    A benevolencia com que foi aeolbida pe V/
    lo publico i primeira edicrao dcsle opus- '*
    - culo, essolada no curio espado de dnus me-
    ^9 zes "o- induzio a reimpressao* V'
    Cusi de cada exem piar......I^H) .A
    Carleiras completas para o trata-
    ISk meulo do cholera e de nimias ou- IQ
    ^ Iras molestias, a..........30)000 2S
    Mei carteiras..........16*000 Vf
    Os medicamento s!o os mclliores pouiveil. fc?.
    Consultorio central homeopalhico, ra A
    deSauto Amaro Mundo-^ovo n. 6. ^)
    CASA DOS EXPOSTOS.
    I'recisa-se de amas para alnatnenlar cri.incas na
    casa dos exposto? : a pessoa que a isso e queira de- Nova n. 17.
    tirar, leudo as habililafSes ntcessariar, dirija-so a
    ine-ina. no palco do l'ar.u/o. que lu adiara com
    quem Iralar.
    ARRKMAMENTO.
    A loja e armizem da casa n. .Vi da rua da Cadtia
    do Uecife junto ao-arco daConccrcilo, acha-se desoc-
    eopada, e arreodx-sc para qualquer eslabeleciminlo
    em ponto grande, para o qual lem commndos sufli-
    eienles : os prclendenlts enlender-se-hao com Joto
    Ntpomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
    57, oa mesma rua.
    :
    cavallo, e que n;io soja prximo a charco ou afilia
    1 eslagnada, e se livor casa assobradada melhor ser :
    na livraria ns. 6 c 8, da praca da Independencia.
    S J. JANE, DENTISTA, S
    9 continua a residir uarua*Nova ti. 19, primei- 0
    % ro andar. m
    ?-s*
    Na casa da residencia do l)r. Loureiro, na rua
    da Saudade, defronlc do Hospicio, piccisa-se de urna
    ama de leile, forra, que nao Iruga comsigo o filho,
    que liver, de pello.
    I'recisa-se de oin feitor bom horlelan : quem
    estiver ueste caso, dirija-sc a Cruz de Almas ao col-
    lesioda Conceirao ; all lambeui se precisa de um
    criado que saiba comprar, e d fiador a sua condocla.
    A directora do coilegio da Conccirao na Croz
    de Almas, participa as familias que te tinliam pro-
    posto aules da invaslo nesta cidade do cholera, de
    mandar meninas para aquellc coilegio, que o pmlein
    desde agora fazer, poil esla rusolvida a recebe-lis,
    por conliar na protecfao da divina palruna do men-
    cionado eollegio.alt boje ao abrigo daquclle hagcllo.
    Trocam-sc olas do Banco do Brasil por sc-
    dulas : na rua do Trapiche n. 40, segundo andar.
    Necessila-se de duas pernea! para o servico in-
    lerno de uina casa eslrangeira, urna que coxiohe e
    etigomme c oulr. que cntenda de costura : na rua
    . PBL1CACA0' LITTEKARIA.
    Repertorio jurdico.
    KsU publicarlo ser sem duvida de utilidade acs
    principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
    do foro, pois nella encontrarlo por orden alphabe- I*
    lira as principar- e mais frcquenles occiirreucias ci- \
    vis, orph.anoloiz.icas, commerciae e ecclesiasticas do |
    oosso foro, enm as remissOes das ordenace, leis, j
    avisos e regolamentos ppr que se res o Brasil, e \\
    bem assim resolucfies do Praxistas antisos e moder- \%
    nos em que so firmam. Conten semelbautemenle
    I AO PUBLICO.
    ^j No armazn) do fazendas baratas, rua do
    Coilegio n. 8,
    S| vende-se 11 m complet sortimenio de fa-
    g zendas finas e jjrossas, por mais baralo
    H presos do que em outra qualquer parte,
    H tanto cm porcoes como a retalho, aflian-
    3 cando-so aos compradores um s proco
    j* para todos: esle eslalielecimento obrio-sc
    J| de combinago rom a maior parle das ca-
    jg sas comnierciacs inglezas, francezas, alle-
    J' maos o suissas, piara vender fazendas mais
    em eonia do que se lem vendido, e por isio
    oHerecem elle maiores vanlagens do que
    ottlro qualquer; i o proprieiario deste im-
    prtame esiabeletimento convida lodos
    os seus patricios^ e ao publico em goral,
    as decisoes das ^uesles sobre sizas, sellos, volitseIQ para que venhain (a bem dos seus inte-
    novos direitose decimas, sem o Irabalho de recorrer ^ resses) comprar fazondas baratas:
    _ i\ ro ---. Hu nii.viiiiiio uuiuiu.i iO ir*
    a collcrtao oc nossas lcis e aviso* ivuls"?. (.onsta- : ?3 j n ^ !
    ridedous volme en. oilavo, grande franCez, eolg niazera da rua dojCollegio n. 2, dc-An- ;
    primeirn sabio luz e esla i venda por 8? na loja de I 3$ l"ni'1 Eutz dos Santos & Rolim.
    livrosn. 6, o 8 da proeo da Independencia. Os e- itnUIWMKIW &&&&<&&&
    nliores subscriptores ilesla poblicac.lo existentes em '
    l'eruambuco, podem procurar o primeiro volume '
    na loja de livros cima mencionada : no Itio de Ja- ,.,4. ~.Ti T, neiJna livraria do Sr. Paula llri.o. ?a,i da g ^0 CONSULTORIO HOJKEO ^
    i.oii-tiluicao; no Maranlian. casa do Sr. Joaquim
    Marques Itodricues; c no Cear, casa do Sr. J. Jo-
    s de Oliveira.
    i
    Massa adaman-
    tina.
    Francisco Pinlo Ozorio chumba denles com a vor-
    dadeira massa idainanlina o applica ventosas pela
    aharcao dp ar : pode sor procurado confronte ao
    Rosario de Saolo Antonio o. 2.
    HOBiT & IRMAOS, 1
    ^ Ruada Autora n. ;'i8. [inmeirnandar, y*
    Tem a honra de participar ao respeila- 5?
    w tel publico d3Sla cidade e com especialida- w
    9 de aos seus freguezes, quo possuem pro- (^
    seniemenie o mais rico e complet sorti- A
    /A ment das mais linas e delicadas ohras de ,a
    * brilhanle, perola e ouro, como al o pre- **?
    senie nao lem apparecido nesta praca ; o '**)
    afliancam a lodos o mais mdico prec/j por- (g)
    que vender se pode, obras de gosto o mais fcfl)
    apurado: os mesmosdesejam ardeniemen- /#,
    le que o respeitavel publico nao deixe de Jj
    ir laucar as vistas sobre as suas obras, *iv
    ?alimdequeseja conhecida a verdade de :)
    que encerram eslas poucas palavras. f^
    Candida Mara da Paixo Bocha, professora
    particular de instruwjao primaria, residente na rua
    do Vigario do bairro do Recife, faz scienle aos
    pais de suas alumnas. que acha-se aberta sua au-
    la, na qual contina a ensinar as materias do cos-
    turnc, u admiti pensionistas, meio-pensionislas e
    externas, por precos razoaveis.
    Ouer-sc alugar um escravo para servido le ca-
    sa!: a tratar na rua do Trapiche n. tti, segundo an-
    dar.
    Precisa-so de urna ama de leile forra ou
    captiva, sem vicios nem achaques, o que tenha
    boa conduta, paga-se bem no paleo do Hospital
    n. 26, sobrado.
    Mea le Mara.
    ((i
    PJTIIICO.
    Rua das Grules n 28.
    Continiia-se a Vender os mais acreditados
    medicamentos dos Sr. Castellao e Weber,
    em i mi i uras e em Glbulos, carleiras de lo-
    dos os tamaitosfiiuilo em emita.
    Tubos avulsos a 300, 800 e IjtlOO.
    I mira de linlur.i......000
    Tubos o frascos vazio, rolhas de corlica
    para tubos, e lulo quaulo he uccessariu pa-
    ra o uso da homiropathia.

    m
    :
    m
    -.
    y.
    m
    i
    i

    Patn Nash \ Companhia declaram que Jlo
    Pedro Jess de Malla dei\ou de ser sen caiteiro dfsl
    (lehoitem l do correle mez. Uecife 15 de abri-
    ,| IS-'ifi.
    Na rua dos Coparcs#n. 20, lava-sc, cn-
    gomma-se, e annam-se bandejas de bolos, por me-
    nos precio do que em ouira qualquer parte.
    O Panorama.
    Roga-e aos Srs. ajsignaiiles desle jornal lillera-
    rio e instructivo, a bopdade de procurar o resto dos
    nmeros pcrlenccnle ao anno de 1833, e de n. 1 a
    (i do 1830, na rua do Crespo del'ronle do arco de
    Sanio Antonio, livraria do .1. Nogneira de Souza,
    onde tanibem se vendem colleccoes completas do
    meslo.
    LOTERA Di PROVINCIA
    0 Illm. Sr. thesonreiro manda fazer publico,
    que se acham a venda, na lliesouraria das oleras,
    rua da Aurora casa n. 26, das 9 s 3 horas da
    lardo, os billieles, meios e quarlos, da lerceira
    parle da quarla lotera do Oymnaso Peniamlut-
    cano, cujas rodas aivbm i.npreterivelmente no da
    quarla-feira 30 do corrcnle. s 8 horas da ma-
    nha, no consislorio da igreja de Nossa Senhora
    do Livramenlo. utro sim, que as lisias serao
    distribuidas gratis aos compradores de hilhctes, no
    primoiro dia til as 6 horas da manha, o que no
    da 3 do maio principiarn os pagamentos da refe-
    rida lotera, das 10 horas do dia s 3 da tarde, na
    rua da Auroia n. 20.0 escrio das loteras,
    Antonio Jos- Duaric.
    Historia Universa
    C. ?'.':! 11 til.
    Os Srs, assignanlcsitenliam a bondade de procurar
    as series que ainda n;1o liverem recebido desla obra
    al paginas i'i-2 do selimo volume. Conliuua-sc a
    receber assignaluras pura esla intercssanlc obra.
    Iradozida em por'uauez, leudo ja 7 volomes publi-
    por
    Acaba de publicar-se o novo Mez de Mario ou e
    Mez de Maio, consacrado a doria da M3i de lieos,
    nova edicrao, ornada de viuhelas e bella enraderna- .
    Clo: vende-sc a t*280 na livraria de J. Ivogueira 'cados, ornados de bellas estampas, bella impres-ao,
    de Souza den-onle do arco de Santo Antonio. frmalo do Panorama ; Daageoeil, rua do Crespo
    Precisa-sede una ama do leile que toja 8a-
    diaetnnha-o bom, paga-se 103000 rs. mensacs e
    mais aluin inleiesse no caso de agradar : no aler-
    to d Boa-Vista n. 3!), segundo andar e gratifica-
    se a quem der noticia de alguma ama, ou a levar
    a rasa cima.
    I ni lar.irn da rua da Calahourn urna cabrinha
    hntii le seis a oilo inezes, de cor amarella escura,
    lendo as cosas c pernas quasi pida-, e suppne-sc
    o haver sido para o lado do Carmn, ou Mando-No-
    vo, por onde andava : a peisoa, que indicar quem
    furtou-a, lera urna larua gralificaro, pois que se fa-
    zem esforcos par descohrir-se o ladran, que se sus-
    peita ser um individuo ja a isio
    lefroiile do arco de Santo Anlouio, Ihrariu de J.
    Nogneira de Souza. '
    Curso de francez
    para os examinandos d<>
    folledlo das artes.
    O BACIIAREL WHitlVIO, continuando a loc-
    ciouar em Irancez, Icrn de abrir para os que prelen-
    derem examinar-se no coilegio das artes, um curso
    da n,esma lingua, o; qual lera principio em maio
    prximo viudouro ; e compromelte-se a habilitar
    para o reapeelfvo ekaliie no ti ni do anuo os que fo-
    ja a no avc-jiii., e toar-! rel|, 1s,duos e C1|jd |o?os n e,,Mro ,|e lempo,
    StoSrtKWl.T^rSr' ""Ur",a^- "^i-le somonte o honorario de A> pago, 'na
    , .,, |.< ,, ouua,. abertura do referido curso, cuja malricula sera fc-
    Aluga-e urna sala e um quarlo do primeiro I chula no ultimo desle mez. Podo ser procurado na
    andar do sobrado da rua de Apollo n. : a Iralar no rua da Caniboa do Catmo n. l'i, segundo andar, das
    mesmo, ou na rua do Trapiche, armazem u. (0. 3 horas da tarde em diante.
    RRANDA VARETAS.
    ALERTA!
    Sao chegados praca la Independen-
    can. 4 estes apreciavois charutos; sua
    ptima qualidado e nunca saboreado gos-
    to os lornam recommendaveis. Ha j -;'
    bstanlo lempo que nao apparece lo i';-
    boa tazenda, sen diminuto prejo anda J.
    mais anima; quem deixar de comprar i;;
    nina inexgotvel fumaca por 29200 |rs.,
    urna oaixinha de 50 charutos, c 19200
    una de 2."> ditos I Alerta, Srs. fuanles I '.}
    Quem sabe apreciar urna fumaca, deve
    vir ver os verdadoirosBrando \ arelas, l^
    '.',--*'i^h l*^*^- <**,**>. *'.*' XT>s*?X .--....,.--,.,---, .,-...-...-r.lj-...-.,;v:.-...-/..-/,.-
    0 pharmacciilicn Amonio Josi- da Cunda
    participa ao respeitavel publico, e pcrlicularmcnle
    aos seus fregue/.es, que inudoii a sua botica da rua
    Jo Rosario estreita, para a rua do Livramenlo
    n. 30, e ahi continala a servi-los com toda a
    pronidlido e cuidado.
    Fugio no dia 21 do corrcnle Je lninlo do
    hrigue nacional BOM JESS, o mualo de nomo
    Rapliael, de idaJe 30 annos pouco maisou menos,
    levou calca e camisa Jo algodaozinho azul, tem fal-
    to Je 2 denlos na frente, cabellos carapinboso ros
    lo picado Je hexigas : quem o apprehcnJer levo-o
    a rua Jo Vigario n. 5, que ser gratificado gene-
    rosamente.
    Vicente 1-errcira da Cosa, n.lo podendo des-
    pedir-se pessoalmcnte de lodo s seus amisos em
    consequencia do seu mo estado de saude, pede des-
    colpa desta falla, e olTerece o seu diminuto presumo
    em Lisboa, onde pretende deroorar-se.
    Os abaixo aesignadM f.i/.eni saber ao respeitavel
    corpo de ruminercio, ipie desde ~1.\ de revereuo pr-
    ximo passido desfizeram amigavelmente a socieuade
    que linliam na loja de li/endas, sita na esquina da
    rua ilo Crespo ao pe do arco de Santo Antonio, cujo
    eslabeleeimento ayrousob a firma de Faria, Campos
    & Companhia, licaudo a pertencer tanto o activo co-
    mo passivo aos socios (hampos & Lima, liquidatarios
    da exmela lirma c os nicos responsaveis ptdas Iran-
    sarroes feilas daquella dala cm dianle, conliiiuando
    o mesmo eslabeleeimento da mesma forma, e a uy-
    rar debaixoda lirma de Campos. Lima cV Companhia.
    Pernambuco 22 de abril de 1856.Faria & Lopes,
    Campos >\ Lima.
    g CURSO DE .VATIIEHATU-AS.
    O abaixo assignado formado em mailie
    (fy inallietnalicas, lecciona Avitlimelica, 41-
    . gebra e Geoinclria : na rua Nova, em o X
    w primeiro andar do sobrado n. 67.lcr- W
    \$l nardo l'eieira Jo Carmu Jnior.
    Do sitio da Estancia do fiiqui, desapparcecu
    o escravo crioulo de nome Januario. fula, bai\o c
    Kros^o, Immii empernado, falla por enlre os denles,
    teire-eiil,i ler de idade i anuos, pouco mais ou me-
    nos, um dos si^naes mais notaveis lie ler urna iIm
    pas secca, lem pai e irmaos forros para as parles
    da Vanea ; foi comprado a Jos l.ui/ Pereira com
    loja na roa Nova.
    i'recisa-se de urna pessoa nacional ou
    eslrangeira pata oceupar-sc no servico de
    um sitio, dando prova de sua conduta :
    a tratar na rua da Cruz do Uecife n. ;")3,
    segundo andar, ou na bolica Jo Sr. I.uiz ($
    Pedro das Neves. tt^S
    I'recisa-se Je um ollicial de alfaiale que le-
    uda principios Jo corlar as obras Ja mesma re :
    na rua da Madre Je Dos n. 36, primeiro andar.
    Na rua de Sania Rlia II. ha quem se encar-
    re^ue de mandar lavar e enuoinniar com aceio e
    promptidao.
    I'recisa-se alocar una ama forra ou escrava
    par i o servico de urna casa de pouca familia : na rua
    de Apollo, sobrado n. I>.
    Aluga-se urna casa terrea na l'.i.-a^em da Mas-
    dalena, entre as duas ponte-, rom cxcellcnles com-
    inudos, para uina gnnda familia : na rua Hircita
    " :t-
    O medico Jos de Almcida Soares de Lima
    ilaslos vai Eoropa Irjlar de sua saude.
    Lotera doGvm-
    o'
    nasio Peruaiin-
    bueano.
    Aos 4 000-, 2-OOO.s e 1 000 000 rs.
    Corre indubilavelmcnlo quarta-feira 30 de
    abril.
    Salustiano de Aquino Ferreira
    avisa ao respeitavel publico, que seus bilbeles e
    cautelas nao eslo sujeilos ao Jisconlo de 8 por
    cento do imposto geral, os quaes eslo uxpostos a
    venda naslojasj conhecidas dos Srs. jogadores.
    Responsabilisa-se a pagar lodos c quaosquer pre-
    mios grandes que elles obtiverem, cm seu cscrip-
    lorio,. rua do Trapiche 0. 36, segundo andar, lo-
    go quesaia a lista geral.
    Billu-tes. V.sSOO :000.s000
    Meios. 2S4003:000^000
    tillarlos, l.s-500 1:000j000
    Salustiano de Aquino l'errcira.
    I.uiz Jos de S Aranjo, na rua do Itriiin n.
    -2\i, lem para vender 30 pipas novas de Lisboa, que
    servem para deposito de asuardcnle, arcos de pipa c
    de barrica chcuados ltimamente, wmes, etc., ludo
    por pceo razoavel.
    I'recisa-se alusar urna escrava que seja liel
    para vender de laboleirn, paa-se bem acradandoa
    A tratar na rua da Madtede lieos n. 36. Na......un
    casa vende-sc cera amarella por prese comraodo.
    Fo e bolacha.
    A antiga nadara da rua das Larangeiras n. s,
    esta Irabalhando novameiite e laiando p.io c bolacha
    de excellenle farinha, e como s quem nella Iraba-
    Iha he gente livre, estes gneros s.lo manipulados
    com a maior perfeicao e lunpcza possiveis.
    LOTERA DA PROVINCIA.
    (Corre infollivclmente cm 30 do corronte.)
    Oliveira Jnior & ('., avisam ao publico, que
    teein exposto a venda, as lojas j annunciadas,
    o- bilbetOS e cautelas da lerceira parle da quarla lo-
    leria doGymnasio Pernambucano.
    Responsahilisam-so a pagar todos e quaesquer
    premios que obliverem os seus bilbeles o camelas,
    assim como a pagar sem o Jisconto dos 8 por cans-
    o do impost geral os tres premios grandes.
    Bilbeles ijsoo Recebe por intente. 1:0009000
    Meios SOO o o a:OU0300n
    na nas ISiOU i> 1:00Xto0tl0
    Oliveira Jnior St C.
    AI.UGA-SE um grande sitio com nina ex-
    cellenle casa de sobrado, senzala, cocheira o estri-
    bara para 4 ou 6 cavallos. quintal murado cun
    cacimba, curraos e armazens, amores fructferas
    de lodasas qnaUdades, ptima agua e granile baixa
    capini, muito peno Ja praca, na estrada de
    Joo de Barros: a Iralar no mesmo sitio, coma
    Kxma. xiscondessadcGoianna.
    LOJERIA do GYMNASIO.
    Corre no da 00 lo corred .'.
    O abaixo assignado tem e\posto a venda nas
    suasiojasdo aturro Ja Boa-Vista n. 18, o rua do
    itangei n. 48, os bilbeles, meios, o quarlos da lo-
    tera cima re-ponsabilisndo-so a pagar os pre-
    mios porinleiro sem odiseonlode 8 por rento.
    Domingos t'raucisco da Crunubdilo porlogoez
    retira-se para Portugal a tratar de sua saude.
    Manoel Antonio, retira-se para a Europa a
    tratar de sua ande, e nada deve a ningaera.
    Nicola Bruno, subdito sardo, vai fazer umavia-
    gem ao mu le.
    O Dr. J. Chardon, de volla da.siia viagem a
    llahia, faz scienle aos pais de seus alumnos, que a
    contar do !. de maio prximo, ello continuar a dar,
    lano emsua casa como era casas particulares, e nas
    mesmas horas do que dantos, suas liees de france/,
    ultimaminle inlerrompidas em ralle do cholera.
    d0tnpt*$.
    ''niiyira-e urna escrava al 30anuos de idade,
    nao leudo molestias : na rua Vcllia n. 71, se dira
    quem a compra.
    Coiupra-se o nDiario le l;eruamboco dos dias
    7 de agoste de ISi, c'.l de Janeiro c l de feveiciro
    de ISj.
    Compram-sc notas do Banco do Brasil : na
    rua Jo Trapiche-Novo n. iO, segundo andar.
    Compra-se para um prsenle urna neurinha de
    2 a 3 annos, ou mesmo urna mulaliiiha que n3o te-
    lilla molestias : quem liver e quizer vender, anuuu-
    cie por esle jornal ou dirija-se ao pateo da matriz
    de Sanio Antonio, sobrado ilc um andar n. -J. que
    achara com quem iralar.
    ATTBNCO.
    Compra-sc uina escrava que saiba rozinhar e
    emsommar, e alu;a-sc lanibeni nina ama que saiba
    fazer o mn*mo servico, quem livor dirija-sc a rua do
    Crespo, loja de livros n. II. Na mesma loja ha pa-
    ra vender se dircionaiio de pronuncia iu^lcza por
    ^OOO, seomeliia de Euclides 33000, Ihesouro ho-
    mcopalliico -2 vulumes 85IKM1, diccionarios inclczes
    por Vieia lll^HKlOliarma lilosophla 31000, Memento
    de Charma' |.>(no, diccionario de thcnUcia por ller-
    sier I0S000, memorias de l'ernainboco por Josc l"er-
    nandes li.nna i volumes.VMN), ^raminalica de Gaslro
    Nunes encadernaJa 560, crammalica inirlu^ueza
    por Cyrillo Dilcimando da Silveira |.-i;iki.
    f$tnba#.
    Bilbeles
    .Meios
    Ouarlos
    4?S00 recebe por iiileiro 4:000900o
    2D100 11 2:0009000
    19300 1:0009000
    Antonio da Silva Guimurues.
    (H abaitoassigoados, com loja de nurixos na rua
    do Cabaga 11. I!, 11.ii11 nuil! ao pateo da inalri/. e rua
    Nova, laten publico, que eslo recebendo roulinua-
    damante moilo ricas obras do ouro dos melhures
    costos, lano para seiihoras como para liomens o me-
    ninos ; os presos coutiuuain mesmo baratos, e pas-
    samse coutas com respousabllidadc. espeeilicaudo a
    qaalidada iluouro de l ou IS quilates, licaudo as-
    sim lujeilos os mcsinot por qualquer duvida.
    Seraphim o> Irmao.
    Procisa-so do nina ama com bom leile : no
    I buceo do (uiabo n. 11. pag. -so bem.
    DOCE
    do 59 A,
    confenle ao Ilosario cm Santo Antonio, avisa ao
    rcspeilavel publico, que rerebcti o verdaJeiro Joco
    casca Je ;;oaba, o melhor que. he possivel encon-
    trar-se nesta capital.
    Vende-se muito superior niarmcllaJa, assim
    como doce Je fjOiaba muito lino : no arma/.em de
    l'ahneira & Bellro, no largo Jo Corpo Sanio
    n. 6.
    Vcnde'-sc um preto moco e robuslo : na rua
    Direita n. Wi.
    Vende-si- urna linda molaliaha quasi branca,
    de idade de 1:1 (wra II anuos, com prinripio de ha-
    bilidades, e mai> um crioolinba mnilo bem pareci-
    da, com X anuos de idade, ambas ptimas para mu-
    camas : noalerrnda Boa-Vista, sobrado n. 12, se-
    cundo andar.
    Vendem-se superior pejra*dc Lisboa e da tr-
    ra, como seja sacadas, solciras, conloes, verbas, hom-
    hreiras, sepo, lases ele. ele. : na rua do r.ollcEio n.
    2.'>, lerceiro andar.
    Vendem-se SvioMes nevos c 1 par de jarros
    lamben novos, de lonca,' para craveiro : na roa'de
    Aguas-Verdes o. 23.
    Vende-se um berro com penco uso, novo c bo-
    nito, com armaran para cortinado, e lainbem veode-
    se um bonito cavallo, sordo, de cor rodado foveiio,
    andador baixo : na ru de Acuas-Verdes n. 23, so-
    brado.
    Vende-se urna escrava de idade de 35 annos
    na rua do Pilar n. ii.l.
    Vende-sc um bom piano horisontal, de niogni
    em perfeilo estado c boas vo/.es; serve excellenie-
    menle a qualquer pai de familia, que queira com
    pouco dinheiro ni rnd.n entinar suas lillia- : para
    ver na rua da Cdela do Kecife n. i, primeiro an-
    dar, escriplurio do Sr. Barroca, e para Iralar na rua
    estrella do Rosario n. 15, sobrado, das I2s3d.i
    tarde.
    i\a loja das seis
    portas.
    l'Jm /'reat r iAframerito.
    l'eeas de aljZOdao/.iiiho com toque de avaria a dez
    tostos, cinco palacas c seis, chales de sursuran pro-
    prios pa andar em rasa a cinco lusles, chales de
    sansa encarnados a duas palacas.
    Vende-se um lindo escravo de idade 10 annos,
    proprio para lodo n servico : a tratar na rua da Ca-
    deia do Kecife n. i2, lojal
    Vendc-ae una estola branca, simples c rica,
    por proco comniodo : na rua do Cabogi loja do Sr.
    A. J Paliasen.
    HE MUITO BARATO.
    Vendem-se lvas prelas de terral, de Lisboa, pelo
    barato proco de IclKH) o par, brins trancados de lindo
    de rores a HMI rs. a vara : no lira da rua do l.luei-
    ni-do, loja de fazendas n. !<> A.
    Vende-se farinha de mandioca boa, em accas,
    por pfcen luralo : no aterro da Bos-Visla n. 3i.
    UVAS DE TORCA I..
    Vendem-se levas prelas de lorral, chesadas ulli-
    mmente de Lisboa, pelo baralissimo preco de I31KH)
    o par : na rua do Queimado, loja de miudezas da
    boa fama u. 33.
    I.UVAS DE TOHI.AL.
    Vendem-se muilo superiores javas prelas de Inr-
    C.al, de Lisboa a 17*000 o par : na rua do Qucimado,
    pija de fazendas da boa f n. 22.
    CUAVBAU.
    Vende-se a Iheoria do cdigo penal por Ghavcau
    Adolphe.obra iodispensavcl a aquellos que esludalm
    o Itrceiro anno jurdico, por preco commodn : na li-
    vraria da praca da Independencia ns. 6 O 8 SO dir*.
    Vende-se um bom cavallo, por barato preco :
    na rua do Sebo junto ao sobrado novo.
    Vendem-se dea canoa*, una maior e ouira
    menor, proprias para condu/.ir asna : a fallar em
    i Huida com Vicente l'erreira de Barros, no Vara-
    douro.
    1IERVA HATTE.
    Vende-sc erva malte da mais superior que lem
    viudo do Bio Grande : na rua da Linguete.
    Em casa Je Tintn Momsen c\: Vinassa.pra
    ca do Corpo Sanio n 13, ha para vender um sor-
    timenlo romplclo de livros cm hranco.
    A boa lama
    VENDE BARATO.
    Libras de linhasbrancas n. ,'i0, 60, 70, SO, a IglOO
    Hilas de dilas na. 100 e 120 l880
    Duzias de thotonreajiara costura ISHIO
    Duzias de dilas mar filias e maiores l?2MO
    Maros de cm \j para vestido, alsuiua colisa
    erardidos com 40, VI e lio palmos,
    Perts com 10 varas de bicoestreito
    Caixinhas com agulhas francezas
    Caixai com til nvelos de luiras de marcar
    Pulceiras encarnadas para meninas e seuhoras
    Pares de roeias finas para senhora'a 2io e
    .Miadas de linhas mnito liuas para bordar |00c
    tirlas de hotes tuuilo liuos de madrcperola
    Ditas de ditos muito linos pira cairas
    l'ivellas dnurailas para cairas e coleles
    Pcnlcsilcverdadeiio bfalo para alizar,s 300 c
    Petas de lita de Itabo urancas rom li e mola
    varas
    Caixai rom colxeies grossos ftaucezes
    Carrle de linlias de 200 jardas de muilo boa
    qualidaile c de lodos os nmeros
    .Mantillos com ]n grampas, c de boa ipialidadc
    Pares de suspensorios de bonitos padroei
    Torcidas para raudieiro, duzia
    Tlnleiros earceiros lo porcelania, par
    Carleiras de marroquini para alsibeira
    Canelas muilo boas de metal cpao20e
    Caivetes de aparar pennas
    Meiasbrancas e cruas par homcin. 160, 200 o
    Tranrinhd de la de caracol o do todas as cores
    palmo
    Duzia de pcnlcs decidir para alizar, bous
    I irosas de holoes de loura piulados
    Peras de lilas de coz 2ib e
    Carretela de linhas de 100 jardas, aulor Ale-
    xandre
    Linhas prelas de meadinha muilo boas
    Carlas de allineles de boa qualidade
    Duzia de penles aberlos para atar cabello
    Meias de lio Escocia para menino, brancas e
    de cores, fazeuda muilo boa 210 e
    Fivelas de aro com loque de ferrugem para
    cali;
    drusas de fivelas para sapalos
    Caixinhas envernisadas com palitos de loso
    de velinlias
    Caixinhas de po com palitos de foso bous
    Caixas com O caixinhas de phoipboroa para
    rharulos
    Cliarotciras de vidro 60 e
    Casloes para bensalas muilo bonitos
    Atacadores prelos para casaca
    Sapaliuhns de laa para crianras, o par
    Camisas de mcia para crianzas de peilo
    Traneelins tiara relogio, fazeuda boa
    Kscovinbas para denles
    Alein de todas eslas miudezas, vendcni-se nutras
    muilissimas, que a vista de suas boas qualidades e
    baratos precos, causa adinirarao aos proprios com-
    pradores ua roa do Queimado, na bem conhecida
    loja de uiide/.as da boa fama n. 33.
    Veode-se ama canoa de carreira, que carrega
    l(i mi 20 pennas : qoem prelender dirij-se a ru
    Direita sobrado de om andar n. 33, ao p da botica.
    Vende-se urna escrava excellenle coslureia e
    mais habilidades, acbando-se grvida de mezes : 1ra-
    ia-se na rua da Alegra n. 7.
    Suecas con. inilho
    muilo bom : vendem-se na loja n. 2(1, da rua da
    i.:11 i.i do Rocifc, esquina Jo Becco-I.argo.
    Vende-se na rua da Cruz n. 15, sesundo andar,
    qualro camas de ferro, sendo urna de dus pessoase
    as oulras de ama s de Genova, muilo solidas e bem fornidas.
    Vendem-se cobertores e meias de laa, o me-
    lhor que lem apparecido no mercado: na rua do
    Crespo, loja n. H.
    Vende-se uina preta mora, propria para lodo
    o servido de ulna casa, sabe cozuhar, engorumar,
    lavar e coser : a tratar ua rua da Cruz n. tiri.
    Vndese a taberna da rua dos Pires, na Boa"
    Vista n. 2S, muito afresuezada para a Ierra ven-
    de-se por scu dono ir tratar de sua saude : quem
    pretender, dirija-se a mesma, que achara com quem
    tratar.
    Vende-se a muilo acreditada padaria do Man-
    guind, sila ua casa do Sr. cirursio Teixeira, com
    mullas freguezias na Capunga, Allliclose Boa-Vis-
    ta, alein da da purla, a qual lem lodos ns perlenccs
    a Irabaldar, e na mesma lem um cavallo para en-
    trega de pao na freguezia : para Iralar, ua rua d
    Solcdade n. 17, ou u.i'mesma.
    Retroz do Porro.
    Tem para vendei relroz do l'orlo muilo superior,
    preto e de cores. Antonio I.uiz de Oliveira Azcvedo,
    no seu cscriptono, rua da Cruz n. 1.
    Vende-sc urna casa na cidade de Oliuda, rua
    do Amparo u. Ili, com 1 quarlos, gabinete e corre-
    dor ao lado, grande quintal, cacimba, cozinha fra,
    cho proprio ; vende-sc por uecessidade : os pre-
    lendeoles dirijam-sc a rua da i. nina de santo Au-
    louio, loja de marciueiro n. IH.
    vendo-sea obras intituladaKlo Sanetnrom,
    nova : quem o prolendor, dirija-se ao paleo de S.
    Pedro n. 20.
    \ ende-se um eaixo enveruisado e envidraca-
    do, proprio para vender miudezas : ua rua do Ca-
    buga n. ti.
    Vende-sc farinha de mandioca muilo boa, em
    saccas, chegada agora no patache avalentes : no es-
    criplurio de francisco Sevcriauo Rabello Filho.
    Veude-se farinha de boa qualidade, em sac-
    eos de alqueire, medida velha a ."i^OOO: uoarmazcm
    de Antonio Aunes Jarnroe Pires.
    VctiJe-se o muito aprcciavel cha prelo, do
    exiellenle qualidade em libras e por barato preco
    na rua Ja Cruz n. 20, primeiro andar.
    r.\ 39600 e 38600.
    Na rua de Sania Rila taberna n. 5 vendem-sc sai
    cas grandes com inilho c farinha muilo superior
    no fondo da mesma casa ha para vender muito boas
    armares de ramas de vento e muilos relallms de
    amarellos proprios para marciueiro, tudo por barato
    preco.
    Cal de Lisboa.
    Vende-sc una porcl.0 debarris com cal de Lisboa,
    por barato preco, c retalho a 35 o barril t na rua da
    Cadeia do Kecife n. 30
    \ endem-se 4 ou 6 cavallos muilo bons pa-
    ra carro, por barato preco cm rszo de nao oslarem
    gordos: na rua da Cadeia de Sanio Antonio, junio
    a casa do Illm. Sr. Dr. Sarment.
    Vende-so o verdaJeiro c superior licor ab-
    synibe, ltimamente ebegado e por barato preco:
    na rua Ja Cruz n. 26, primeiro andar.
    TENTOS
    para voltarete.
    VenJeni-so lentos muilo lindos para voliarele e
    qualquei onlrojogo, chegados da Franca e por pre-
    i;o baratissimo : na rua da Cruz n. 26, primeiro
    andar.
    Airo/ em saccas.
    Ja chesnu arroz pelo vapor, e vende-fe no arma-
    zero de Joo Marlins ,le Barros, Iravessa da Madre
    de Dos n. 21, no arraazem de Jos Joaquim l'e-
    rcira de Mello, no largo da Alfaudega.
    No oscriploriodo Domingos Alves Malhcii-,
    ha para vender por precos mdicos, o seguintc :
    Ricos e elegantes pianos.
    Bezerros engraxados.
    Coxins de lindo para monlaria.
    Espadas para olliiiacsda guarda nacional.
    Charutos superiores.
    Farinha Je mandioca cm saccas de alqueire.
    Baelilha de alhoJo.
    Vinllo Vendem-se barra de muito bomviuho do Porlo.de
    i em pipa a loo; o barril, muilo proprio para rasas
    particulares : no armasen) do Paula Lopes defronle
    da eseadinha.
    ' Veude-se na rua do Coilegio n. 21. lerceiro
    andar, urna nesrinha de Ili anuos, com habilidades.
    \cndem-se espingardas francezas Je dous
    mnos, muito proprias para cae,a e por muilo com-
    raodo proco-' "a rua da Cruz n. 26, primeiro
    andar.
    I AIUMIA DE SAMA CAIIIAK NA,
    muito nova e de superior qualidade, a bordo do bri-
    sue escuna /tapido, tundeado em trente do arsenal
    de guerra, vende-se por preco commodo : a Ir.ii.u
    com Caetano Cyriaco|da C. M., no largo do Corpo
    Sanio ii. 25.
    Livros (]lassicos
    Vendem-se os seguinles livros para as aulas pre-
    paratorias : llistnry of Borne .38000, Thomps oo 28
    l'oal el Virginio 2J000 ; na praca da Independencia
    ns. 6 e 8.
    Ceblas de Lisboa.
    As ceblas j se vendem mais barata*, e continua-
    se a vender ua Iravessa da Madre de Dos n. 21, ar-
    mazn) de Joo Marlins Barros.
    A boa fama
    Vende-se a fabrica de charutos lita na ru da
    Cruz n. 30, com todos os seut perteneea: a tratar
    ?r? ,Jo',elk,'0,":a'v's Brac-a, ua roa da Cadeia do Re-
    Cllfl II. ili.
    Guaran.
    20
    ."(O
    200
    2HO
    210
    300
    tlil)
    (MI
    -JXO
    120
    500
    50
    liO
    80
    lio
    10
    so
    300
    600
    lo
    21 SI
    2(0
    son
    300
    320
    o
    20
    lili
    23600
    3-20
    10
    360
    120
    20
    UN
    80
    40
    U)
    390
    .,00
    110
    loo
    Veude-se farelo
    sado uo ultimo navio
    Severiano Kabello & Filho.
    de Lisboa moilo bom, che-
    no escriptorio de Francisco
    Na rua da Cadeia n. IT, loja de miudezas, vnde-
    se guaran, as libras .pie u comprador quizer, por
    preco commodo.
    Qomuia de rra*uta.
    Vende-se superior somma de ararula em lmricas
    e as arrobas : no armazein de Joo Marlins de llar-
    ros, Iravessa da Madre de Dos n. 21.
    Velas de Carnauba.
    Na rua do (Jueimado n. 69, vendem-se velas de
    carnauba em caixas de 10 a 60 libras, ppr menos
    prci;o do que em ouira qualquer parte : quem pre-
    nsar aproveile a occasiao.
    CHAIUIAS.
    Na' piara Ja Independencia livraria ns. 6 e 8,
    vende-sa esle compendio, traduzido pelo Dr. A.
    llcrculanode Sou/.a Bandcra.
    olhiHha
    PARA 0 CORRENTE ANUO.
    rolhinha^dc algibeira coniendo o almanak aJ-
    miuisiralvo, mercantil e inJuslrial desla provin-
    cia, tabella dos direilos parochiacs, -resumo dos im-
    pos,tsgeracs, provinriaes e mtinicpaes, extract
    de algumas posturas, providencias sobre incendios,
    cniritdo, mscaras, ceinilerio, labolla da feriados,
    resumo dos rendimenlos e exponaco da provin-
    cia, por 500 rs. cada urna, dilas Je porta a 160,
    dilas ecclesiasticas ou Je padre, com a reza Je S.
    Tilo a 400 res : na livraria ns. 6 e 8, Ja prac,a
    Ja Independencia-
    ]\a Califormi,
    oja nova, na rua do Crespo, ao p do arco de Sanio
    Antonio, vendem-se corles de cseas francezas de
    muito bons rosIos a l-.'MIO e a 19300; ha fjrande
    qoaulidade para se escolher, lencos de cassa brancos,
    lisos e com bico 200 rs., chitas prelas francezas,
    largas, para luto a 21o o novado, c mullas oulras fa-
    lenda muilo bardas, a dinheiro a vista.
    A melhor farinha de man*
    ti oca em saccas
    que exi-le un mercado : vende-se por preco razoa-
    vel. no armazein do Cazuza, no raes da alTandega
    n. 7.
    RELOUIOS cohortes e dcscobcrlos, pequeos
    cjsrandes, de ouro c prala, patento insle/, de um
    dos melhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
    ultimo paquete ingles : em casa de Soulhall Mellor
    Si Companhia, na rua do Torres u. 38.
    elog ios.
    iyg c/es de pa-
    lale,
    os melliore- fabricados em Inglaterra: >m casa de
    lleurv Cibsoo : rua da Cadeia do Recifen. 32.
    (issas fran s finas
    40 rs. o covaclo.
    Na rua do Crespo n. 5, vendcin-sr cas*
    tastrancezas linas a 2(> rs. ocovado.
    Para luto.
    Corles de vestido de cassa prela rom T varas cada
    um, de bonitos padres a 2^)00 : vende-se na rua
    do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
    Cadeil. N.
    VENDE MUITO BARATO.
    Leneinhns de relroz de todas as cores para pescoco
    de senhora e meninas a 18000, baralhos de carias n-
    nissimas para voliarele a 300 rs., toucas de lila pira
    enbnras e meninas a 600 rs., Iu\a- de lio da Escocia
    brancas c de cores para homem e seuhoras a 100.
    300 e 600 rs. o par, camisas de n.eia muito Tinas a
    I?, ricas luvas de seda de todas as cores e bordadas
    com uarnicoes e borlas a 38 e 39500, ricas aboloa-
    duras de madreperola e metal para rlleles e paliis
    a 300 e 600 rs., inperiores meias de seda prela para
    euliora a 23300, meias brancas muilissimo lina- pa-
    ra senhora a 300 rs. o par, finissimas navalhas em
    esloios para barba a 2b, ricas caixas para guardar
    joias a 800 e 18300, eaixas muilo ricas com repbrti-
    inento. unicameiile propriA para costuras, pelo ba-
    rato prero de 2>300, '.?e 38.300, papel proprio para
    os namoradosa O, 60, 80 e 100 rs. a folha, candiei-
    ros americanos muilo clesantes, proprios para estu-
    diantes ou memo qualquer eslabelecimeolo pela boa
    luz que dao a ."?. travessas de verdaJeiro hualo para
    prender cabello, pelo barato prero de 18. pastas para
    guardar papis a 800 rs., espelhos de parede com ar-
    ii.ac.in doiirada e sem ser delirada a 300, 700. \# e
    1.>300, escovas moilissimo finas para denles a 500 rs.,
    ricos leques com plumas e espelhos e pinturas iinis-
    simas a 28 e 39, charoleiras Tinas a 28, ricas galhetei-
    ras para azeile e vinagre a 28, ricas e finissimas cai-
    xas para rap a 2>300 e 38, penles de bfalo, fazen-
    da muilo superior, para tirar piolhos a 300 rs., dilos
    de ni.ii liin muilo bons a 400, 300 e OiO rs., resmas
    de 20 quadernos de papel de lodas as cores de folhas
    |icqueiias a 720, riquissimos Irascos rom extractos
    inuitissimo linos a 13200, 13.300, 23 c 28300, jarros
    de porccllana delicados e de moderos gestas, com
    hanha franceza muilo lina a2?, frascos com essenria
    de rosa a 320, paos de pomada francesa muilo boa a
    100 rs., frascos pequeos e grandes da xerdadeira
    ajua de Colonia de Piver a 180 e 13, saboneles linos
    c de diversas qualidades, ps para denles o mais fino
    qne pode haver, agua propria para lavar a bocea e
    conservar os denles, e oulras muilas perfumaras,
    ludo de muilo kosIo e que se vendem barato, tesouras
    n.iiilissimo linas, proprias para papel, para cortar ca-
    bello, para un lia-, para costoras, trancas de sedas de
    bonito, padres e diversastlarguras e cores, ricas filas
    de seda lisas e Invena- de lodas as larguras e cores,
    blcos de linho linissimos de lindos padres e lodas as
    larguras, ricas franjas de algodao brancas e de cores,
    proprias para cortinados, e oulras muilissimas cousts
    que ludo >e vende por lao barato preco, que aos pro
    prios compradores causa admirar i" : ua rua do (Juei-
    mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
    fama n. 3:1.
    Farinha de mandioca.
    No armazcm do Sr. A. Annes Jacome Pires ven-
    de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
    des ; para porres iralase com Manoel Alves tiucr-
    a, na rua do Trapiche n. 14.
    Moinhos de vento
    omhombasderepuiopara regarhorlase baixa,
    d'-.-j pin!, n a f uiidicai'd e H. W Bowmau narua
    doBrum ns. 6. 8 c 10.
    SE.MEMES.
    .Vio chegada de Lisboa, earham-se a venda na
    ruada Cruz do Kecife n. 62. taberna de Antonio
    Francisco Marlins ai seguintessemeulesde horlali-
    ces, eoina sejam : ervilbasli'ila, cenoveza, e de An-
    ela, fcijo carrapalo, rxo, pintacilgo, c amarcllo,
    allanerepoihuda o allemla, salsa, lmales grandes,
    rbanos, rabaneles braucos encarnados, nabo- ro-
    so e branco, senuiras brauccr e amarellas, couves
    Iriurliiida, lombarda, esabo.S, sebola de Seluhal,
    scgurelha, coenlro de tooceiia, repolho c pimpinela,
    e urna craude porreo de diflerenles semeoles, das
    mais Im! alas llores parajardins.
    A3$500
    Vendc-secal de Lisboaliltimamenlechegada,as-
    sim como potassa da Kussia verdedsira : na praca do
    Corpo Sanio n. 11.
    CORTES DE CASSA PARA] QUBM .ESTA' DE
    LITO.
    Vendem-se. enres de cassa prela muilo miuda,
    por diminuto preco de 2-3 o corte, ditos de cassachi-
    la do bom gosto a 23, dilos a 2300, padrees franre-
    zes, alpaca de seda dequadros de todas as qualida-
    des a 720 rs. o covado, laa para vestido tambem de
    qoadros a iSO ocovado; lodas eslas fazendas ven-
    deosse na ru do Crespo n. 6.
    I.1QU1DACAO'.
    O arremalanlc da loja de miudezas da roa dos
    Ouarleis n. 2, querendo acabar as miudezas que
    exislem, vendebaralo afim deliqaidar aem perda
    de lempo.
    franja com bnlolas ara cortinados, pe;a 48000
    I1-pe paulado, resma, (de peso) 38000
    Dilo de peso, resma 29700
    Laa de cores para bordar, libra 7:000
    l'enlesde bfalo para alisar, duzia 39000
    i i velas douradas para caira, uina 100
    Croza de brelas muito finas 6$000
    Lencos ilc seda linos, ricos padres 18300
    Caixade linhas de marca 210
    Meias para senhora por 2i0
    Tcnlesde larlaruga>parasegurar cabello 48000
    tirozas de canelas finas para pennas 2?0O0
    Dilas de boles linos para casaca 28000
    Meias prelas para senhoia, du/ia 118200
    Dilas dilas para homem 23S00
    Lacre encarnado muilo fino,libra 18800
    Papel de cores,maco de 20 quadernos 600
    Duzia de colxeies 720
    Espelhosde lodosos nmeros,duzia 28300
    Linhssdc novellos grandes para bordar 1j6O0
    Ricas filas cscocezas e de sarja, lavradas,
    lar.-a. 000
    Meias cruas sem costura para homem :13:10o
    Dilas de sed n. 2, peca .180
    francas dse la branca. Vara 400
    Caixas de raiz, duzia 18600
    Pecas de filas de cds 300
    Lipis finos, groas 28.00
    Cordilo para vestido, libra 18200
    Inoras de Mondo para menino 1C200
    Chiquitos de merino bordados para menino 18O00
    eoutrosmuilosartigosque se lornam recommenda-
    veis por suas boas qualidades, e que nao sedovidar
    dar om pouquinho mais barato a aqnelle senhor le-
    gisla, que queira a dinheiro comprar mais baralo
    do que se compra em primeira nilo.
    p
    l\a California.
    i '
    loja nova, na roa do Crespo, ao p do arco de ."sanio
    Anlouio, vendem-sc peras de algodaozinho com ava-
    ria OiO, 13, 182X0 e 18600, e liuipas a 28, alpaca
    prela lavrada, sem defeilo, de i palmos de largura
    200 rs. e a 210 rs. o covado, muito boa para quem
    est de lulo, muilo boas meias prelas de algodilo
    para senhora a 100 rs dilas para homem a 280, cas-
    sas pintadas francezas a 200 rs, o covado, corles de
    dilas de 6 1|2 varas a 18600, chales escocezes a 360,
    madapoln multo bom a 23300, 28600, :l.-Jnii. 38600,
    38800, 48, I3.OO e S3800. e muilo lino a .38; aisim
    como moilas oulras la/endas, todo moilo barato, di-
    nheiro visla.
    Vende-se em rasa de S, P. Johnslon& C,
    rua da Scnzala-:Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
    cles do carro e de montara, candieiros c castigaos
    bronzeados', relogios patente inglez, barris de gra-
    xa n. 97, vinlio Oterry em barris, camas de ferro,
    fio do vola, chumbo de muirlo, arrotos para car-
    ro, lonas inglezas.
    AGENCIA
    Ua fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
    va n. 42.
    Ncsie eslabclecimenlo contina a haver um com-
    pleto sortimenlo de moendas c meias moendas
    para envendo, machinas de vapor e taixas de
    ferro balido c coado do todos os tamaitos para
    dilo.
    Oucm quizer comprar um carro americano de
    qnatro rodas com assenlos para ditas jvessoas, ten-
    d arrotos o cavallo muito enligo : dirija-se a rua
    do Trapiche n. -10, segundo andar.
    No arma/cm do Novaos & C, ruada Ma-
    dre ilo Dos n. 12, vende-se farinha de mandioca
    em saccas de superior qualidade. por preco rom-
    modo.
    Vendem-sc barricas com farinha de triso da
    ja conhecida marca MMM, muilo nova, e de quali-
    dade igual a de Trieste, chegada agora de nova,
    e por preco commodo : a fallar com B' A; Le-
    nto, rua do Trapiche n. 17.
    Vendem-se dous pianos fortes u.. Jacaranda,
    eonslrucc,ao verlical e com todos o melhoramentos
    mais modernos, lendo vindo no ultimo navio de
    ilamburgo : na rua da t'.ailea, armazem n. 8.
    48300
    :i80UO
    19000
    38000
    38000
    I92OO
    640
    800
    lOOO
    18O00
    300
    38000
    39OOO
    29000
    1800
    500
    19000
    18200
    .120
    600
    300
    640
    700
    28000
    600
    640
    29000
    29OOO
    48000
    200
    800
    500
    33000
    \endem-ie SS barricas com assucar fino, cads
    barrica com ., arrobas, bem represadas, prompta
    para embarcar : na rua do Hospicio n. 13.
    Vendem-i. na rua do Livramenlo, loja n. 2,
    chapeos de sol com armares muito fortes 18200
    cada um, e sao lodos prelos.
    Genebra,
    Acaba de rhegar frasqueiras com verdadeira gene-
    bra de llollanda : vende-se no armazem da Taiso Ir-
    maos.
    Em casa de Henry Brunn & C., na rua da
    Cruz n. 10, ha para vender um grande sortimen-
    lo de ouro do melhor posto, assim como relogios
    de ouro patente.
    A boa fama
    VENDE BARATO.
    Ricos penles de tartaruga para cabera
    Ditos de alisar tambem de tartaruga
    Lindas meias de seda decores para chancas
    Bandejas grandes e de pinturas finas 39, *4 e
    Popel de peso e almaro o melhor que pode
    haver 4.3OOO e
    Pennas de aro, bico de lauca, o melhor qoe
    ha, a groza
    Dilas muilissimo finas sem ser de lanra
    Ocoles de armaran de aro com graduarAes
    Lunetas com aimac.iu dourada
    Dilas com armario de tsrlaroga
    Hila- com armarn de bfalo
    Dilas de 2 xidros com armarn de tartaruga
    Toncadores de Jacaranda com bous espelhos
    Ditos sem ser de Jacaranda 19500 e
    Meias pretas compridas de l.ua
    Bengalas de junco com bonitos casloes
    Kicos chicotes para cavallos grandes e pe-
    queos a 800 rs. e
    Grvalas de seda de lodas as cores a 19 o
    A lar adore de cornalina para casaca
    Suspensorios finos de borracha a 400, 500 e
    Penles muito finos para inissa
    Escovas muilo finas para cabello
    Capachos pintados compridos
    lloloes linissimos de madreperola para camisa
    Ouadernos de papel paqoele muilo lino 80
    Bonitos sapalinhos de merino para crianras 18300
    Ricas canelas para pennas de aro a 120 e 200
    Ricos porta relogios a 18800 e
    Ricas canas finas de metal para rap a 500 e
    Escovas muito finas para uohas a 320 e
    Ditas finissimas para carello 18300 e
    Dilas dilas para roupa 18,18200 e
    Papel de ludio proprio para carlurios, resma
    I'incei- finos para barba
    Duzia de lapis moilo finos para desenlio
    Lapis linissimos para riscar, a duzia
    Duzias de facas e garfos linos
    Dilas de Tacas e garfos de balanro muilo finas 6
    Dilas o.las muilissimo finas, cabo de nsaffesa loaOOO
    Umveles de aparar pennas moilo linos 800
    na rua do Queimado, dos Qualro Canlos, na loi de
    miudezas da boa fama n. 33, defronle d loia de fa-
    zeodas da boa fe. '
    Em casa de Henry Brunn & C., rua da Cruz
    n. 10, vendem-se.
    Lonas e brins da Russia.
    Instrumentos para msica.
    Kspelhos com molduras.
    Globos para jardins.
    Cadeiras e sofs para jardins.
    Oleados para mesas.
    Vislas de Pernambuco.
    Cemento romano.
    Gumma lacea.
    TAIXAS PARA ENGENHO.
    Na fundipao de ferro de D. \V. Bowmann ua
    rua do lirum, passando o chafariz, contina ha-
    ver um completo sortimenlo do laixes de ferro fun-
    dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
    acbam-se a venda, por pre?o commodo e com
    prompiidao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
    ro sem despe/a ao comprador.
    ~Na ofiicina de encsilernscao, iravessa da
    Congregacao, vendem-se as seguinles obras de
    economa poltica por Maltbus- Sismondi, J.
    Baptista Say, cartas a Mallhus pelo mesmo, catbc-
    cismo de economa. J. Dutens, c muios oulras
    obras de direito publico, das gentes, diplomtico
    e commercial, ludo em muilo bom estado e por
    barato preco.
    CHAROPE
    DO
    BOSQUE
    Foi transferido o deposito desle champe para a bo-
    tica de Jos da Cruz Santos, na rua Nova n. 33 ,
    garrafas 38300, e meias :18000, sendo falso lodo
    aquello qoe nao for vendido nesle deposito, pelo
    que se faz o prsenle aviso.
    IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO
    Psra cura de phlxsira ero lodososgeasdinerems
    graos, quer motivada por constipacoes, loaW, tli -
    oa, pleuriz. escarros de sangue, dr de costados e
    peilo, palpilacilo no coraran, coqueluche,bronclule
    dr nagarganta.e lodas asmolesliasdosorgies pul- i
    monares.
    Navalhas a contento.
    Conlinoa.se vender a 88000 o par (prero fiso) as
    j bem cnilii ci.ii- navalhas de barba, feilas (ele h-
    bil fabricante que ha sido premiado em diversas cv -
    posiroes : vendem-se com a rondic.ln de nao agra-
    dando poder o comprador devolve-las al 30 din
    depois da compra, resliluindo-se a importancia : em
    casa de Aususto C. de Abren, na rua da Cadeia do
    Reeie n. 36.
    MOENDAS SUPERIORES.
    >a fundicao de C. Siarr c C, em Sanio
    Amaro, acham-se para vender moendas de canoas
    lodas de ferro, de um modelo e consirucc,ao muilo
    superior.
    ARADOS DE FERRO.
    Na fundicao de C. Slarr & C., em Sanio
    Amaro, acham-se para vender arados de ferro de su-
    perior qualidade.
    1ECHAHISI0 PARA EUGE-
    NIO.
    NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
    M1EIKO DAVID W. BOWMAN. A
    RUA 1)0 BRUM, PASSANDO O oHA-
    FARIZ.
    ha sempre um grande soriimenlu dos segoinles ob-
    jeclos de mechauismos proprios para eogeiibos, a sa-
    ber : moendas e meias moendas da mais moderna
    conslrurcae ; laixas de ferro tundido e balido, de
    superior qualidade e de lodos os tamaitos ; rodas
    dentadas para agua on animaes, de Indas as propor-
    ee- ; crivos c boceas de fornalhae registro de bo-
    eiro, aguilhcs, bronzes, parafusos ecnvilhoes, moi-
    nhos de mandioca, ele. ele.
    NA MESMA FUNDICAO.
    se'execulam lodas as encommendas com a superior
    ridade ja condecida, ecom a devidapieslezae com-
    modidade cm Tero.
    TAIXAS DE
    Na fundicao da Autora~5m Sanio Amaro, e
    tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
    na entrada, e defronle do arsenal demarinha, fia
    sempre um grande sortimenlo de taixas, lamo de
    fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
    das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
    ambos os lugares exislem guindastes para carre-
    sar canoas ou carros, livres de despezss. Os
    precos sao os mais commodos.
    ~(crat>o3 fttfltfrog
    Em dia de l'ascoa, fogio do sitio da Tamari-
    neira, rollegio da Conccirao na Cruz de Almas, o ne-
    gro Joaquim, de idade 13 annos, grosso, boa estatu-
    ra, meio /.ninbo das pernas, quebrado da verilha
    dircia, cujo volume be grande bastante, he de na-
    rao ; prometle-se a qualquer qoe o raplerar, gene-
    rosa compensarlo, j que a polica nao enra dcilai
    cousas.
    Contina andar fogida a prela Herencia, cr-
    enla, idade de 28 a 30 annos, nanee mais ou menos
    com os signaes seguinles : falta de denle na frenle ,
    una das orelhas rasgada provenieule dos brincos :
    quem a pee r leve-a a rua do Brom, armazem de
    assucar n. IJ. que seri bem gratificado.
    I
    *
    '
    PERN.: TYP. DB 11. f. DB FABlA. 1856
    ILEGIVEL

    MUTTOiTvy


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