Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07346


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Full Text
SAUjttlO 2I Di, ABRIL DE 1856.
Por auno adiantadu 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
ENCARREGAPOS DA SIRSCRIPCAO' NO NORT1
Parahiht. o Gervaiio V. da Natitidade ; Natal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior Ararat;, o Sr. A. de Lemos Braga :
lear, oSr. J. Jos deOliveira ,* Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Et Rodrigues ; Piauhj. o Sr. Domingos Herculano .1. Pessoa
reos*. ." Par, o Sr. Jusliniaoo J. Ramos; Amazonas, o Sr. Jcrg-
njsao da Co*ia.
PARTIDA DOS Cti
Olinda : lodos os dias.
Caraira, Bonito e Garanhuns : nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' e Ouricury a 13 e 28.
Goianna e Parahiba ; segundas c sextas fcirai.
Victoria e Natal na> quinlas-fciras.
-L.
PAftTE OPFICIAL
(AUDIENCIAS DOS TBIBUNAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio quartas e sabbados.
Relami : tercas-feiras e sabbados.
Fazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas c quintas ao meio-dia.
Juizo de orphans: segundas e quintas as 10 horas.
Primeira'vara do civel segundas e seitas ao meio-dia.
Segunda vari do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
-IIEMF.RlUKS DO HEZ DE ABRIL
5 Lu > as 4 horas, 26 mWtos, 48 segundos da manhaa.
13 Qu"<> crescente as 3 horas,\27 minutos e 48 segundos da m.
20 Lu a cheia as6 horas, 5 minutoslB-18 segundos da manbua.
27 Qi-arto minguanlc as9 horas, 7 minutse 48segundos da larde.
J Primeara as in horas e l> minutos da manhaa.
Segunda ai lu boras e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Anselmo are.; Ss. Abdccalas c Silvio mu.
-'2 Terca. Ss. Soler c Caio pp. mm. ; S. Loonides m.
23 Quarta. S. Fiel de Segmaring.i m, f. ; S; Honorio b.
24 Quinta. Ss. llonoro eMilelo bb. ; S. Leoncio m.
25 Seila* S. Marcos Evangelista ; S. Hcrmino m.
20 Sabbado. S. Pedro de Kotis b. ; S. Cielo p. m.
27 Domingo 5. S. Tcituliano b. ; S. Tiburcio are.
| belea legislativa provincial a qnola,designada na le
.lo orrainenlo vincule para as despezas com a scrc-
| I aria e asseio d* casa da mesma assemblca.
' OOVERNO DA PROVINCIA Ul, Au Pres"Jenle do couselho admiuislrali-
- ... __ iVOdo palrimono dos orphaos, approvando oarren-
.xpeaiem. ao 41a -1 da abril. I damenlo que pretende Ui.tr Jos Rodrigues de Ara-
Ofiicio Ao Exm. Antonio Coelho de S.i e. Al-1 u Votlo por 9 anuos de una casa perlencente lao
buqaerqne.Acenso recebido o ollicio em que V. referido patrimonio, sita na ra da Cadeia do lle-
Exc. servio-se da pedir-me a exouerar-ao do cargo "'
ENCABREGADOS da SIUSCripcao no sil.
Alagoas, o Sr. i ".Ion lino Falcao Dias ; Baha o Sr. D. Dupral
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM PEBNAMBDCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figoeiroa de Faria, na sua
livraria, praca da Independencia ns. 8 e 8.
cife.
ah condolida em padiola apropriada econvenienle- prielariol tomam emprestado jttgkmn proveniente I do seculo XVIII e se faz necessario a sociertade qoe i forma preparada do svslema
menlc ornada, pelos indicados padrinhos e o capillo [das economas dos operarios, ew'l'cam casas com elle I a luz da verdade dissipe essas trevas. S. M. quer iteras.
director. E para constar maudou o roesmo capillo j e depois allugim-lh'as com 13, 3W cs Vejes al;a 2> que se preste a maior altenrao i esle ponto lao im- a 16. Para o que diz. resneilo
director lavrar cm Iriplicala esle termo, que vai assi- por cenlo de reuda. "'l--------- --------.......
O relalorio entra nestas eslal.'stieas largamente pa-
ra provar que os calholicns lem om suas proprias
mloa os meios de melhorar -te condiejio. Elle re-
commenda a formarlo de uina rmpanlo, no lumias linio de sen cargo, ejercer inllueucia especial so-
para a compra das Ierras, enm a obrigaejode vende- bre toda faculdade llieologica.
las aos acluaes cultivadores pelo prego do Nulo, a- 2. Os candidatos ao groo de doulor em theolo-
dianlando aos mesmos. se> for necessario, diuheiro | ci.i ou em direilo cannico lerSo, como outr ora de
dos alojamenlos mi-
gnado por elle director, e mais autoridades e pessoas
cima designadas, sendo um para ser depositado no
interior da pedra envolln em folia de chumbo, ou-
Iro para ser enviado ao Exm. presidente da provin-
poilanle quaudo se recolar os esiudos geraes.
los motivos Inrnain desejavpl que os bispos sejam
chacelleres das universidades. All, onde algum
obstculo se oppor-, clles devero ao menos, em vir-
, ca, e nutro para o archivo da colonia: e en o I.
ue uireclor da inslrucr-o publica, allegando o pro-: Dilo Ao delegado supplenle do termo de San- sargento Joaquim Evaristo dos Santos escrivao da
paoue uesnio emprego. Jos Antonio Pestao commaudante do deslacamen- (ama Lobo lenles, lira/alio de Amorim llezerra, fr. suflicienle para ocupa-las e lavr-l.s,aeudo ludo pa- fazer eiame para obter ese< grao., porm
a visia de urna a"eclaraeao tao explcita. Icnho de "< ndaile da Victoria, que aem perda de lempo Jos de S. Tliomaz de Aquino, Antonio Moreira do i ao denlro de drz anuos ccih o joro da 7 por cenia I examinadores calholicns
TI '"ii!, _"._!!.' .* Cr?f'.'!.*,!cia-. i Rozarin. Joao Theodoro dos Sanios, Manoel Canuto nos Estados-Luidos e de li no CauaJ,. :t le
comraunicar a V. Exc. que Mala dala acabo de con
ceder a Jemissao que V. Exc. solicita ; e que de
cerlo eu recusara s pao islivesse convencido de
que faaatjAaa amia alias lerao de por muilo lempo
disuadir a V. Kic. de continuar a prestar seos va-
liosos serviros no cargo que muila salisfaco Uve de
confiar a illostrada inlelligencia, aclividaije e patrio-
tismo de V. Exc, do que deu sobradas provas no
espaco da lempo que aqu excrceu as respectivas
faiiccoet.
Apreciaudo sobre maoeira a delicadeza com que
1. Exc. meagrailece a imme.ii;H> que agora resig-
na, cumpro um dever de justica, confessaudo que
nao fu mais do que sadslazer a minlia obrigaro,
cscolhendo om enlajan de reconhecida aptidao c'in-
leira conliauca para me ajudar, comu me ajn.loii na
melindrosa tarea de dirigir a instruirlo publica da
provincia, que me mereceu semprc os maiores coi-
dados ; e pela que aprovcitu a occasilo para inani-
festsr a V. Exc. o meu recoubecimento.
Reitero a V. Exc. os protestos da mais perfeit;
estima e consideradlo.
Dito Ao Exiu presidente do Maranhlo, parti-
cipando que no patacho Santa Cruz, foram em-
barcadas a djsposic.10 de S. Exc. quarenta arrpbas
de plvora grossa e 20 ditas fina, viudas do anenal
da corte ; e com Jolino a provincia do Piauliv ID
arrobas de plvora groaa e 10 ditas lina, c rogando
a expedirla de suas ordeusuao so para queseja paga
ah a importancia do frote Je lo I* a plvora, mas lam-
ben) para que seja euviada ao Exm. presdeme da-
qoalla provincia a qae perlencer a ella. Kize-
ram-se as necessarias commuuicares.
Dilo Ao Exm. raareclia! commandanlc das ar-
mas, remetiendo para ter o conveniente deslino a
guia de soccorrimenlo do segundo cadete do 10" bala-
Ihao de infamara Francisca da Fonseca Villa Aova.
aqualfoi enriada pelo Exm. presidente da Parahiba,
DitoAo cliefe de polica, iuteirando-o de lia-
ver expedido ordeni a Ihcsouraria proviucial, para
qoe estando nos termos legaes us recibos que S. S.
remetleu, pague a importancia do que despenden o
delegado do termo do l.imoeiro rom o curativo dos
presos pobres da respectiva cadeia.
Dilo Ao, inspector da thesouraria de fazenda,
para que vista da conta que remelle, ara pagar a
Sebastian Lopes Guimaiaes Jnior a quanlia de
ifcft* importancia dealugoeisde carros aol)r. Ignacio
Firmo Xavier e Ignacio Ncry da Fouseca quando
estiveram em commisstTo do governo.
Dilo Ao me.sino, recoiiiiiiend.in Jo que em pre-
senta do recibo que remelle, mande pagar ao co-
ronel Tiburlino Piulo de Almeida a quanlia de
275G00, que elle despendeu com o pagamento do
deposito de um cavailo apanhado na cidade da Vic-
toria pelo alfares do 2- baialha.) de inlaiitaria M>r-
tiuitpara a condcelo esla capital do armamento
dos soldados all fallecidos do cholera*.
Dilo Ao mesmo, iuleirando-o de liaver o ba-
charel Jos Ouintiuo de Castro Lelo participado que
no dia SU do correte passar a vara dejuiz muni-
cipal e de orphlos do termo de Olinda ao primeiro
supplente, visio le de tomar a--.nl na asscmblea
legislativa pro^Wrial. Igual rommun^ao se .fez
ao conselhriro presidente da retarlo.
DitoAo mesmo, dizendo, que ao sargento es-
crivao da colouia militar de Pimentelras Joaquim
Evaristo dos Santos, deve S. S. mandar eutiegar
conforme se Ihc ordeuou em ofticio de K do rorrentc
a importancia dasconlasdi mesma colonia, relati-
vas ao aie/ de Janeiro, fevereiro e morro denle an-
no, bem como os 2:1005 que se man Jou adan lar ao
director daquelie eslabelecimeoto.
Dilo Ao mesmo, declarando que a gratificarlo
diaria de 30o que se man don pagar ao Dr. Antonio
da Silva Dallro deve ser contada do dia 2 de feve-
ruiro oltimo em que o mesmo doalar fora coutrala-
! do na Babia, cumprindo que iiesf* pagamento se
descont o que ja tiver elle recebido por conta de
seus veucimenls.
Dito Ao director do arsenal de guerra, auto-
risando-o em vista de sua informarlo a mandar dar
liana da enmpanhia dearlilices ao menor Ignacio
Francisco Bezerra.tilho de Iguacio Francisco Uezerra
de Menezes.
Dilo Ao thesoureiro da commiislo cenlral de
beneficencia, dizendo que deve entregar ao delega-
do do termo de Olinda a importancia de 20 laceas
de arroz, das que foram oflercridas por Antonio Jo-
s de Miranda para soctorro da classe desvalida dcs-
ta provincia, afim de que a mencionada quanlia ce-
ja convenieulcmenle distribuida pelas pessius indi-
gentes daqdelle lermo.Cumintiuicnii se ao referi-
do delegado.
Dito Ao joiz de orph.ios desle lermo, para que
de ccnformiddde com as recommendaQcs anleriorcs
remella com urgencia urna relarao dos meninos or-
phaos de ambos os sexos que pelo sen estado de iu-
digencia devam ser quanlo nulos recolhidos aos es-
labelerimenlo.de caridade e aos arsenaes demari-
nha r guerra.
Dito Aojuiz municipal e delegado do lermo
do Bonito, declarando que acaba de re-nmmendar
thesooraria de fazenda que pague com urgencia a
importancia dos prets qoe Smc. remetleu das pr.i-
cas da goarda nacional Mi destacada caso estejam
elle noa termos legaes.
Dito Ao regederd (iymuasiu, remetiendo om
caixao, conlendo amostras de mineraes [ara o uso
do prolesaor da segunda cadeira de sciencias natu-
raes daquelie esiahclecimenlu.
Dito A o rom man I ule do corpo de policia,
concedendo a aulorisacito que pedio para demiltir
do servir daqoetlc cor^o ao soldado da lerceira
companbia Izidro Ignaqio da Luz, que linslisou o
scu engajamenlo e nlo qjoer continuar.
Dito A inspector da thesouraria provincial, re-
commendando que mnnlo entregar a,i Dr. Loil Fi-
lippe de Sooza Lelii primeiro secretario da asseu-
Porlarla .\n agente da eompaDhia das bareaal Jaloba, Francisco Ferrelra da Siiva, Francisco Ao-
va|ior, pira mandar dar transporte para a corle Ionio de Medeiroc, Manoel Antonio do Vasconcello>,
por cunta do governo no vapor que -. espera-do Francisco Roberto de Souza, Francisco da Costa Bi-
nurte ao alferes reformado Jos Mar "daSilveira. i Ihar, Anlonio Calislo Marauhao, Antonio Joao de
I arlicipou-se ao marechat comma. .nte das ar- I Sooza, Anlonio Be/.erra de Vasconcellos, Manoel de
Dita Nomeando de conformidade com a pro-
posla do cliefe de policia ao culada.. Francisco Soler
de Figueiredo Caslro para o cargo de lercero sup-
plinte do snlidelegaJo da Ircguezia da Varzea.
Coinmunirou-se ao referido chele.
ila Exonerando, na mesma romformidade,
dos cargos de i4, c 6' supplenles do delegada do
segundo districlo de,te termo aos cidaillos Manoel
Lucas de Araujo Pinlieiro. Antonio de llollanda
Cavalcanli de Albuqueiquc e Antonio Josc Duarle e
de supplenles do subdelegado do primeiro districlo
da fregaetia de Jaboatlo Francisco do Reg Barros
Brrela, Manoel Pires Ferreirn, Jase Francisco de
Sou/.a Lelo, Antonio Francisco Xavier de Mello,
Josc Francisco Porcira da Silva e Vicente de Arau-
jo I'inlifiro.
Dita Nomeando, na mesma conformidade para
1- 2- I- ,V c (i- sopplentcs do delegado do 2- dis-
li icio deste termo a Antonio de Soma Lelo, Dr.
Francisco do llego Itarros Brrelo. Dr. Jlo Augus-
to ile Sosia Lelo, Dr. Francisco do Reg Barros de
l.acerda, Antonio Francisco Xavier Paes Barreta e
para os cargos policiaes do primeiro districlo da fre-
gueza de Santo Amaro de Jaboatlo os cidadlos se-
guiules :
Para subdelegado.
Francisco Pedro Soares Branda.-"
Para supplenles do msino >ubdclegado.
! "Silvestre Dantas Lima. '
2- Joe Alendes Carneiro d Canha.
3' Anlonio dos Santos Souza Lelo.
I" Manuel Mendes Carneiro Leo.
."i* Arosloles da t'unha Albuquerque.
ti" Virgioio Carnciru Lelo.
t.onimiini. on-se ao chefe de policia.
_ Dila (oneciendo a demisslo que pedio o
Exm. Dr. Anlonio Coelho de Sa e Albuqueique da
lugar de director geral da inslruceao publica, e Ho-
rneando para o substituir an bacliarel Joaquim Pi-
res Machado Porlclla. Fizeram-se as necessarias
C-fllllllllil.v.i-.i...
Dita Nomeando, ao hachare! Jos liento da
Cunha e Figueiredo Jnior para o lugar vago de
ollicial maior da secretario do governo. Com-
municou-sea Ihcsouraria proviucial.
Souza. Filippe Antonio de Moraes, Anlonio Pereira
Gil, Filippe Saoliago, Joaquim Manoel da Silva,
Francisco Pereira de Almeida, Mannel Jos Mariano
Jos n.iiii'. '. Manoel Joaquim de Mello.
Cinfnrme..tntonij Ixite de Pinito.
EXTERIOR.
O relalorio lecommenda lambern .'re sa lirem
    -rriproes para a iim Has lenas desoecupadas.
    U jnii O' Byrne, presideule da commissao de ter-
    na nos F.sia ios-lindos, aprescu'ou tambem um
    hem eiaboiado relalorio, o qual coioprelieneje as tr-
    ras de Michigan, Illinois, Jovva e Missouri./**;, urna
    minuciosa conla do solo, clima e capacidade das de-
    ferentes localidades ; licou sobre a mesa para que os
    membros que possuisscm algumas informaresa res-
    pcilo tivessem lempo de apresenla-las a tiunmisslo.
    O Rvra. Dr. M' Donnetl da rommisslo sobre as
    Ierras do Canad, apresenlou tambem um pleno re-
    latarlo acerca das mesmas.dando alem disto conla de-
    sol, clima e colbeilas das diflercules localid ules, as-
    sim romo do numero de igrejas e escollas sitas nos
    diversos districlo*.
    Esse Irahallto fui adoptado pelajCoovenrlo.
    O relalorio dacommissln de orgariisario f, apre-
    tenlado pelo Rvm. Dr. M' Donough. Elle recom-
    menda qoese e'colhlo cinco directores para os Es-
    tados-I nidos e cinco para o Canad, para o Ion de
    eslabelecerem compauhias e porem cm execurlo as
    deliheraroesda commissao de fazenda. Rccnnnncn-
    da lamliom o eslahelecimento de agencias em Bos-
    ton, New-Vork, Pillsburg. Bllalo, Chicago e S. I.uiz
    e naqoelles lugares do Canad que furem desig-
    nados.
    Esle relalorio foi tambem adoptado.
    ixomeou-se urna commisslo para dirigir urna pro-
    clamaran aos calholicos dos Eslados-Unidns e Caua-
    d.rccommendaiido-se-lhc que propozessem as cinco
    pessoas que deviam cousliluir o carpo dos direc-
    tores.
    Levanlou-sc a scsso s oito horas.
    l.*i de fevereiro.
    Esla manhaa IUeram-se algumas ligeiras emendas
    ao relalorio da commisslo de organisieAo.
    O juiz C Byrne apreseulou o relalorio da rom-
    misslo de Ierras emendad. conlendo alem .los esta-
    dos ja mencionadla-relatnos relativos a cw-York
    e Virginia.
    O Rvm. Dr. M' Mahon, presidente da commissao
    A nica cqusa. hontem leila foi a iiomear^ao de enrarregada da proclamarao, apresenlou nina diri-
    m] a commissao de poderes rnmposla dos Srs. James g'da aos calholicos dos Estados-Unidos e Canad, a
    O' Brien, de Mass ; T. D. M' liee. de New-Vork : I .ual lida por Mr. M' liee, foi rccebida cun grande
    Kvd. Mr. Moore de Bllalo, de Bllalo; Charles I enlliu-iasmo e adaptada.
    Corkorcy, deJowa ; P. M' Majion, de K. V, Bvd. | Besolvcu-se aulorisar os directores a nemear di-
    Mr. II o kin. de Ouebec ; J. O" llricn, de llamillon; I fecres locaes onde jolguem apropriado. c lambern
    J. B. Willians, de Cbalam ; Jas Burke. de Ollowa; convocaren! outra couveiirao cm lempo e lugar
    A COVENCAO DE BU I-1'A LO.
    ( Corrispondemii do Bostn /'i/o. )
    Bulfalu 1:1 delfevereiro.
    Os delegados retiniram-se hontem no sallo de Du-
    dlex, caconveurlo foi chamada a orden) as i liaras
    pelo inemr.ro mais vellio qoe se acliava prsenle, o
    Rvm. Angus M. Dnnnell, gario geral de Kingston
    no Canad, o qual foi cleilo presid ente interino,
    sendo Horneado secretarios ossenhores Michael llan-
    jes de Toronto e Peter Cosgrave de Hartford.
    Uina commissio de seis membros foi Horneada pa-
    ra examinar as credcnciaes dns delegados prsenles e
    dar sobre ellas o seu parecer.
    Os individuos desiguados foram J. Bede de Blla-
    lo ; T. D. M. liee, de Kew-York ; Klassr, de De-
    troit ", Bernard Devlin. de Monlreal ; Daniel Mur-
    phy, de ll.iiniltoir; c T. J. O'.N'eill, de Toroolo.
    A commissau examnon com elfeilo as credenciacs
    de 66 delegadas prsenles, dos quaes 8 perlencem a
    Nevv-York, Sao Illinois, ."> a Massaclinssetls, 5 a Mi-
    chigan, :l a Jovva,'( ao Ohio, "2 ao Missouri, 1 a Con-
    uecticul, t n Nevv-Jersev, 1 a Pcnsvlvania, 1 ao
    Canad, :1 a Perlh, 2 a Kingston, 2 a'(.loebec, 2 a
    Monlreal, 2 a S. Tilomas, 2 a Dundas, 2 a ioronlo,
    2 a YVelliiiglon, :l a S. Catlierine, 2 a l.ondon, 2 a
    Chalan), 2 a Ingeraoll, I a cidade de Ottowa.
    \ arios delegadosebegaram depoi^, e muitos oulrns
    esperam-se anda, cstaudo alguus detidos ein cami-
    nlio pela nev.
    Illm. e Exm. Sr.Cabe-me a subida satisfaciln de
    levar ao conhecimenlo de V. Exc que no dia (i do
    carrenle leve logar a solemuidade do lanramenlu da
    primeira pedra da capella desla culonia*'cujos ali-
    cerces eslo ja pm audamenlo' com todas as ceremo-
    nias c formalidades de eslvlo, conforme V. Exc.
    ver do aulo, que junio lenlioa honra do lazar ebe-
    gar a sua respeilavel presenra, assim como a erarlo
    por esaa occasilo feia pelo padre capcillo.
    Par esla occasiao commiinico a V. E\c. que se^..
    Mba ni-l..Il.i.l i a irinaiidade ile -Nos.a Sciihura Oaf C
    Conceiflo, Pddrocira da Colonia, o urago da nova
    reja, para a qual V. Kxc. liana concedido aiilori-
    sarao, devendo eu na primeira opportunidaile enviar
    a V. Exc. a acia da sesslo de installaelo da referi-
    da irmaudade. bem como o eu ci.mproroissn, alim
    de ser elle subineltido a approvarao do veneravcl
    prelado diocesano c continuarlo de V. Exc, o qoe
    nlo fajo na presente ocr.as/ao ,>or impedimento do
    respectivo secrelano, o ciruigiio desla colonia, que
    se acha como V. Exc. ja deve saber, em diligencia
    no lugar Lage Grande. i
    Dos guarde a V. Exc. mioma militar de Pimcn-
    leiras, S de abril de ISVi.-jlllm. e Exm. Sr. con-
    sellieirn Dr. Jos Denlo da Cunha e Figueiredo, di-
    gnissimo presidente da provincia.Jos Gomes de
    Almeida, capilao director, t
    Conforme.Antonio Leitt de l'inho.
    Termo de colloeac.ao da 1.a pedra fundamental da
    igreja da colonia mililar de Pnnentciras, da provin-
    cia de Pernambucu.
    Auno do nascimento de Naaas Senhor Jess Chris-
    lo de ISJti, trigsimo quartb da independencia e do
    imperio, aos i; dias do ruez de abril do dilo anuo, na
    colonia mililar de Pimenteiiras, situada margem
    esquerda do rio Pirangy, jupto a confluencia do ria-
    cho Fervedor, Se procedeu ao actn de collocaran da
    primeira pedra fundamenta* da igreja da mesma co-
    lunia, assislindu a elle o director dola, o capilao do
    xercilo Jos tioir.es de Alenla, e os capules, ha-
    chareis cm inalhemalic.s Juaodaliama Lobo lenles,
    director da colunia mililar Leopoldina, da provincia
    ds Alagoas, e Braziliodc Al loriiu Bezcrra.em eom-
    misslu nesta, lodoi o colonos, c adiando se o de lacamenlo cm forma ;
    sendo tal solemuidade precedida de missa a que as-
    si.-liram indas as pessoas acinda mencionadas e gran-
    de parte da populadlo do dispelo da colonia ; a qual
    fi celebrada pelo respectivo capellla, frei Jos de
    Sao Tboraai de Aquino, por rjuem foi logo apz beu-
    zida a dila pedra com todas ceremonias do estylo,
    servindo de padrinhos os referidos capules Benles e
    llezerra, e seguindo-sc nina iraro anahga ao aclo.
    que foi fela pelo mesmo padre capellao, leudo logar
    em seguida ecudurao da capella provisoria para o
    lugar desuado, da referida pedra qoe leva a seguin-
    le inscriprao : no fundo da cavidade destinada a re-
    reber este aulo, ti de abril dels.Vi.Reinado do Sr.
    I). Pedro II, presidencia do r}xm. conselhciro Jos
    Bunio da Cimba e Figueiredo e na face inferior da
    parle que ilie devescr superposla.Director da colo-
    nia, o capillo do o'iercilo Jos Gomes de Almeida,
    (i de abril de IH.it> E logo fot a dita pedra (asenta-
    da ra earidade do alicoreada engra esqoerda da la-
    chada -da rolara igreja, aosor de :t girndolas e ou-
    tras tantas descargas de inosquol.iria,hav endo sido al
    Geoige Charke, de Monlreal.
    A sesSo levanten--o pelas bhoras, pouco mais ou
    menos.
    fevereiro I i.
    Esta manhla renniram-ae os delegados na cailic-
    dral, para assistircm 1 mtasa cantada celebrada pela
    conveuro.
    Foi um grande c convenienle.
    A cqqvenclo foi adiada sabios) alguns negocios de poura importancia a de
    ter volado agradecimenlos ao Rvm. presidente e a
    Mr. M- Gee.
    Assim acabou a convenci de Bllalo. ()s resul-
    tados que delta lila de provir aindaslo deconheci-
    dos ; porem se a conducanlos membros duraulc as
    rain presculcs senliram que a couvenclo nlo podia/ljes-es pode ser lomada como garante de seu fnluro,
    A MACONVRIA DAS IIILI1EKES.
    Por Caraos Monselet.
    SEGUNDA PARTE.
    XXI.
    O primeiro cuidado de.Filippe Bevlc, qnando vol-
    lou para casa, foi chamar seu camarilla Jlo, e
    dar-lhe ordena que confuadiram ao ultimo ponto a
    iulelligcnria desse servo.
    Amelia inda nlo linha voltado.
    Filippe onvio dar*ouze horas, onze c um quarlo,
    e onze e nula.
    As onza horas e meia Jlo cnlrcabrio discrela-
    mentc a porta do sallo no quil Filippe Bey le pas-
    "jma agitarlo, que uao procurava mais
    h. e voss, Joao disse elle sem suspender
    o passo. -
    Sim, senhor. -
    Exccuton minhas ordens'.'
    Sim, senhor.
    Pois bem, esleja promplo. Ilei de chama-lo.
    INo mesmo inslanle ouvio-se no paleo um'rodar de
    carruagem, e dous rainulqs depois Amelia acbava-
    se diante de Filippe.
    Aprescolou-se a elle com o luxo de allcnroes e de
    caricias que as mulheres moras nunca dcixam de
    desenvolver, qoando vollam de qualquer excursao
    um lano sospeila.
    Mas essas demonstrarais encslliaram conlra a
    Irieza de Filippe Bey le.
    Com om gesto elle repeilio-a brandameotc e dis-
    se-lhe esrorcando-se por lomar a voz firme :
    Donde vem, Amelia .'
    Essa perganta era mai simples e mui natural;
    todava Amelia senlio-se perdida.
    Ella enearoua Filippe com terror.
    Esle repeli a pergaota.
    Meu amigo, halbuciou ella, venho da casa...
    INao minia disse o marido framente.
    Filippe !
    Voss vem do passeio dos Invlidos.
    Amelia cabio sobre um safa.
    Eu lambern venhndela, acrescenlnu elle.
    Voss seguio-me ".' murmuroo ella.
    11 ve esse mao goito.
    Amelia abaixoo a caliera e pareceu aguardar soa
    sentenra.
    () Vida Diario n. 97.
    -v-
    I ilipi'o lornou ;
    Diga-mc o motivo dessa viagem i exlremida-
    de de l'aris.
    Ah .'he um aeuredo que nlo me perlence.
    Voss obrou mal contrabando urna obligarlo
    eslraoha aos scus deveres de esposa ; mas o mando
    podedesfazer os juramentos da mulher. Falle, au-
    (oriso-a a uso.
    Amelia calou-si.
    Vosi vem de uro logar, onde sua presenca
    era ao menos eslranbavel, entre mulheres cojo nome
    he por si s urna macula, e ao lado das quaes nunca
    voss devera encontrar-se. Desfa vez nao acha-
    ra como o nutro dia, sem razio que eu a inter-
    rogue. Pouderei bem miiiha situarlo : ella impde-
    me o dever de pergunl.ir-lhe a verdade.
    Repito-lhe, Filippe, ese segredo nao he meu.
    O semblante de Filippo Bcyle solfreu uina cun-
    Irarrao.dolorosa.
    Amelia o percebcu, e lornou com accenlo de iufi-
    nila ternura :
    Filippe, he mpossivel quo voss nlo lenha
    em mim plena conlianra. VotsC sabe se amo-o. Por
    esse amor que he e sera a felicidade de loda a minha
    vida, supplico-lhc nao insista. Mo pode duvidor de
    minha houcslidade, contente-se com isso.
    O pensamenlo de que ha em um cauto de seu
    cora(.1o urna sombra (impenelravel para mim, des-
    Iroe minha trauquillidadeassim como oliendo meu
    justo orgulho.
    Seu orgulho, sim, murmurou ella.
    Ilnossii, Amelia. Son seo nico protector, seu
    cnnselheiro absoluto, seu guia responaavel. Sejam
    quaes forem ns ohrigaroes qoe voss lenha conlrahi-
    do, minha auluridade as toma milla- ; seus escrpu-
    los podem considerar-so abrigados pela minha voli-
    tado.
    Torno e ditcr-lhe, Filippe, sua honra nlo esla
    cm causa.
    Ignoro-o.
    Creia-me 1
    A CeoOaaea para os espirilos de miuha tempera
    so Dates da cerleza.
    Sua resposla he cruel.
    Nlo lano como sua hesitacao.
    Son lilha de madama de Ingrade, son sua mu-
    lher. Sen nome sera' sempre hastiado.
    Filha de madama de (ngrande, sim ; mas nlo
    me pcrlenceudo inteirameole, vosse nao me per-
    lence.
    Oh Filippe
    Seus desejos de independencia collocam-me em
    urna paaieto que u3o possu acceilar. O marido forle
    faz a mtillier respeilada. Releva que eu seja forte.
    Quero saber ludo, Amelia.
    Mesmo a cusa de ama liorrivel Iraiclo I
    Voss nao |rahe a uioguem confiaudo-me um
    sagredo que pertence-me de direilo ; ao passo qoe
    trabe a f conjugal cncobrindo-me eise segredo.
    deixar de ser bem suc.eoidj
    Dianle do aliar ajoclharan homens de sciilimen-
    los c iuteresses dilferentes. purem de urna mesma ra-
    ra, dlsposiea lodo a esqiieceroni-se de si propnos, e
    a f.izereni o quo podessem pelo bem eommum. o
    sacerdote de IJuebec, e o sacerdote do Missouri, o
    agricultor do Ciliada, o mineiro de Jovva eo mec-
    nico do Massaclmssells ; lodos os representante-di-
    urna rara eommum ede urna f eommum, invocan-
    do as heneaos do ceo sobre a obra que linham em
    maos para mais inleresse de um que.lem lano c por
    lano lempo sofl'rido. a
    Depois da missa os delegados foram convidados
    residencia episcopal, onde uina bem prvida mesa
    Ihcs eslava preparada.
    No carilindo chegaram varios delegados, os quaes
    apreienlando suas credcnciaes, elevaran) o numero
    lotai a 72.
    A commissao de poderes propoi para presidente o
    Rvm. de,1o Kirwan ; para vice-presideme, os Srs.
    Carlos Corkery, de ubuque Dr. Ilanet.de Delroil;
    para lecrelarios os Sr.MallieDsM'Mahon.da Albania,
    e Pedro Murtagh, do Canad ; para thesoureiro o
    Sr. Marlinbo Lennon, de Bostn ; para capelllo, o
    Rvm. Pedro Bede, V. G., de Bllalo.
    F.sla proposla foi approvada.
    Urna commisslo i escolhida para nomear tres
    commissoes, urna sobre Ierras, outra sobre linanras,
    oulra sobre organisarao.
    A commisslo de Ierras foi dividida cm duas
    serenes, a primeira para os Estados-Unidos, a se-
    gunda pira n Canad, sendo esta presidida pelo
    Rm. Angus M' Donell, V. G. de Kingston e aquella
    pelo jui/. Byrne, de Delrpil ; a commisslo de fazen-
    da he presidida por T. D. M' Gee, de New-York e
    a da organi-aclo por B. Devliu, du .Monlreal.
    Reina a maior harmona e niugueiii davida de
    que os Irabalbos lerlo hom resaltado.
    !."> de fevereiro.
    Na sesslo de hontem apresentaram suas creden-
    liaes mais alguus delegadas que iillimameute che-
    garam. ,
    O presidente da rommisslo de fazenda apresenlou
    o seu relalorio que foi adoptada pela convenci.
    Elle dizque nos estados velhos ha duas cla'ssesde
    emigrantes. Uma.daquelles que lem adquirido meios
    lullieienles para tornarem--* indepeiideules, ao me-
    nos parcialmente ; oulra daqurllcs que sao obriga-
    er degrande henclicio para os eraisraulcs. II
    urna resposla pralica dada aquellcs que desprezam
    as reunios irlandezas, e ridicularisain nossa capaci-
    dade de governar-naa. As arlas dos Irahalhos c os
    relalorios serSo publicados debaixo aa aotorldade da
    convenci, e provaro que o. calboBcos irlau.lczes
    silo lao competentes como quiesquer de seus conci-
    dadaos para obrar, seja como legisladores seja como
    commerrianles. (;,
    ( Tablet. j
    0
    principu- arcuhispo de Vienna, pleni-
    potenciario de S. Si. o Imperador da
    Austria, a S. Exc. ocardcal Vale Pe-
    la, plenipotenciario da Santa Se.
    A igreja calholica he semprc a arca em que se
    refugiaui us que scr.lo salvos (tara a vida elrrna.
    Em nossos lempos, o Seuhor moslrou manifeslainen-
    (e ao muudo esquteidode Jess Chrisloque os hens
    temporaes silo elles mesmos amearados de peiigar
    so a igreja nao consolidar a sociedade. Por ontro la-
    do, as tempestades leem mostrado quanlo importa a
    igreja qoe o poder civil comprima com una) mao
    orle as paixes desencadeiadas ; porquanlo boje a
    igreja lem a combater um partido que procura des-
    truir inleiramcnle nlo su a le sobrenatural inspi-
    rada| de Dos, mas anda o -enlimenlo religioso na-
    tural. Elle se apoia para isso cm doulrinas falsas
    aprcscnladas cun uina tilo hbil hvpocrisin, qoe at-
    Irahem poderosamente lodo corarlo dominado pelo
    egosmo.
    o AH onde os propagadores do mal sao livres em
    Irahalhar para a regueira do povo, nlo fallarao dis-
    cipolos, apezar de todos os esfurcoa da saa rezo, c
    ver-se-ha renovar-se a desolarla abomnavel que
    surgi, ha lempus at na cidade da Santa S apos-
    tlica.
    Nestas circumslancias, a fiel uniao do poder ci-
    vil com o sacerdocio he mais que nunca dcsejavel
    para garantir o imperio de Dos. O augusto impe-
    rador da Austria, levado por urna piedade heredita-
    ria, nao liaba desejo mais rdeme que o de fundar
    urna uniao inabalaval dos dous poderes em seus
    vastos Estados. O senhor supremo, Dos, dignuu-
    fa/.er ser bem
    se f.izer ser bem succedida a obra emprehendida
    dos a trabalhar para terem o po de cada dia. Me- | Pra gloria de scu nome, e houve^accordo na redac-
    Ihorar a condirao ilesles ullimos, he um dos princi- cao dos artigas subinellidos i ratilicaclo, boje quasi
    paes objerlos que a coveurlo lem peito. Os meios rerla, do santo padre c de S. M. o Imperador lia
    estao as maos dos ralliolicos, |iois as caixas ccono- Austria. Mas a obra be lio extensa c lio diflic.il
    micas dos dez estados mais amigos, ha quarenla mi- que restam anda por tratar diversas quesles im-
    Hirs re dllars perlenceates a calholicos irlandezas. portantes, a respailo das quarsS. M. me aotorisa
    Esle dinlieiro nlo he empregado em beneficio dos
    emigramos, pelo conlrario serve de instrumento pa-
    ra sua oppressao. O que especula cun farinlias lo-
    ma emprestada o diuheiro dos pobres o veude-lhes
    depois a barrica de familia por \-> dullars. Os pro-
    Mas minha cnniciencia ".'
    Deve ser o rellexu da minha.
    O' meu Daof exelamou Amelia com urna es-
    pecie de espanto causado pela argumcula(lo enrgi-
    ca, em que se va progressivaineule aperlada.
    Eniao ".' disse Filippe, depois de um momelo
    de silencio c viudo assenlar-se junio della.
    Amelia ergueu o olhos para o marido.
    Elle tentn sorrir, e conliuuou :
    Dir-se-bia que iofundo-llie medo. Voss nao
    lem razio de assuslar-se a proposito de uina simples
    convcrsar-ao. De-me a mao.
    A iii.iosiulia treinulade Amelia poz-se sobre a mo
    ardeute de Filippe Bexlc.
    Sou scu amigo aules de ser seu esposo, disse-
    Me elle.
    Bem o sei, Filippe, murmurou ella.
    Sou baen do mea lempo, de minha poca.
    Mo me im oler i-o. Minha opinilo he que todas as
    diilicul la lo-, sejlo quaes forem, podem resolver-se
    com palavras bem calculadas, hem peusadas. Deve
    tambem ser sua npiniao, minha amiga. Discutamos
    pois, Ou se nlo Ihe agrada o vil lermo de discusslo,
    conversemos ; conversemos e procuremos os meios
    de terminar amigavelmeutc nossa desavenra. Digo-
    Ihe isto para Iranquillisa-la, para mostrar-llie que
    o-|,iu dispuslo a fazer as concesses que voss exigir,
    nao, que voss desrjar. Eia, Amelia, d um passo
    de- sua parle. Bem v que nlo trata com um tvr.in-
    nn domeslico, que nao asscmelho-me a um marido
    de thealro; meus cabellos nlo eslo arripiados, nao
    abotoo c desaboloo a casaca alternativamenlc com
    movimentos convulsivos. Soflro, mas posso anda
    sorrir.
    O terror que ciperimeulava nao impeda Amelia
    de nuvir a Filippe com delicias.
    Elle conliuuou :
    Vos- nao me condece tal vez intciramenlc ; es-
    la unida a um homem a quem sensaroes novas reuu-
    varam, a um homem que impoz de ora cm diante a
    si mesmo o dever da franqueza, do caminho ragular
    da abnegarlo, que enlregou-lhe a vida dizendo-lhc.
    Serei o que vos me lizcr.o Mas se obrei assim foi
    debaixo da cundirode um futuro novo, de urna no-
    va existencia. Logo que voss faz-me vollar ao cir-
    culo de minhas antigs impresses, lugo que iraz-me
    os cuidados do celibatario. as angoslias, oszelos, tor-
    ii" n,o o que era antes de le-la conhecido, cho no
    fundo de meu curasao minhas crueldades ao mesmo
    lempo qae meus solTrimenlos,
    Levantou-se.
    Deixe-me ronlinuar a ser hom, Amelia, prose-
    gua Filippe.nao me fac-a passar novamenle pelos ra-
    minhos de oulr'ora, pelos raminlios maos. Tenhn
    motivo para recriar qoe voss seja engaada por in-
    fluencias culpadas; he por isso que insialo com lodo
    o peso de minha prudencia. Suas qualidades, suas
    virlinles sao grandes; mas f.ilta-lhe a experiencia.
    Considero em sua mondado, e leria de minha parle
    coinmunicar a V- em as disposiraics seguimos .
    1. S. M. desoja sobretodo que a lei e a pieda-
    de floftaeara as universidades. As grandes vanla-
    gens que a Hienda humana procura e acham neu-
    Iralisadas por iunumero'sos erros, sobre todo depois
    grande loucura dcixar-lbe scu Iwre arbilrio. Re-
    luca hem, querida amiga, sii quero assegurar a paz
    de nosso futuro. Ora, minha curiosidadenlo ho
    pueril, pois sua resistencia he 19o grande. Voss tre-
    me, chora, devo coocluir que o que occuila-me be
    grave... "
    Oh sim, murmurou ella cm meia voz.
    Unan como qner que eu possa consentir em
    ignura-lo".' Invoca soa lealdade, e meus scnlimen-
    los generosos. Pois bem Suppouho om inslanle
    que deixo do inlerroga-la* qoe aceeilo cnmplaceu-
    temeulc a venda que voss me oflerece : esla noito
    commovido pelas saas lagrimas, locado pelos seos
    protestos conseguirei lalvez expellir da memoria es-
    se episodio eommum; mas amanilla e depois, er quo
    essa lembranra nlo vira imporlunar-roe".' E quandn
    en vir a voss sabir ou entrar dominare) fcilmente
    miuha inquielacao'.' Todava Corese me sera calar-
    me, visto quo assim lerei promellido. Veja desdo
    culo, Amelia, qual ser nossa existeneia, cumpic-
    lieuda que cnnslrangimenlo presidir ai nosstl con-
    versarnos, c diga-me se um e oulro podemos accei-
    lar scmelhantes papis.
    Filippe, que quer que eu Ihe responda ".' Til-
    do o que vuss diz he verdade ; mas urna falalidade
    pesa sobre mim. Devo calar-me.
    Calar-se Y repeli elle.
    Assim o promelti, assim o jorei.
    A qnem *
    Amelia nlo respondeu.
    Filippe com os olhos scinlillantes dissc-lhe :
    As pessoas que a Otaran crer em sua liherda-
    de absoluta, tenlaram conlra o meu poder. Os vc-
    Ihacosquesugeilaram-lbe a conscieuciacsqucccram-
    se de que ella eslava debaixo de miaba guarda.
    Voss s lem dous senhores : Dos e eu I .
    Felippe conjuro-u...
    Quem lo essas pessoas'!
    l'or piedade, ouea-me. Voss he meu senhor,
    be verdade um senhor que adoro, e pelo qual dara
    alegremente a vida ; pois s vivo por voss de ora
    em dianle. Para que qner avillar-me forrndo-
    me a Irabir um juramento que fiz livremente, eque
    guardo sem lemor-n- '.' Assim como cu amo em
    voss a v,mi a le, a inlelligencia, ame em mim a rc-
    ctido, o a dignidad*. Em vez de querer ahaixar-me
    aos meus pru-drios olhos, eleve-me em sua estima
    de sorle que a desconlianca c a duvida nlo pos-
    san alcantarille. Sou sua mulher, nao me fira sua
    escrava.
    Filippe senlio-se abalado.
    Se voss me dissesse que cresse alguma cousa
    toruoii ella com u rojo, eu creria. Uniao meu amor
    be superior ao seu ?
    Amelia, disse Filippe depois de um mmenla
    de reilexlo, vau fazer-lhe o maior sarnlicis que nm
    marido pode fazec mulher : o de sua trauquilli-
    dade. Guarde ten segredo ja que voss julga-se
    lio forlemenle ligada por elle, guarde-o, e lenha
    noafoiica aotortsar os bi-pos
    para conferir os graos Iheologicos, S. M. annuir.i a
    issu vulunlariarnenle ; entretanto a Sania Se e o
    governo imperial deverao enlcuder-sc a esle res-
    peilo.
    i. He permillido aos bispos formar urna oni-
    versidade calholica independente. Os direitos
    civis desseestabelecimenlo serlo regulados, antes
    d sua creaclo, entre o episcopado e o governo.
    >. Nniiiu: nrofessor da J'.aculdade de Direilo
    podera ensillar direjto acelesiastio sem que o hispo
    diocesano lenha sido cousullado sobre sua f e duu-
    trina.
    ii (i. A Universidade de Peslli foi fue da pela
    isroja c dotada de oulros hens ecclesiasli. no ici-
    nadu de Mana Ibcreza. Elntrclanlo, ha
    culo, alguns professores nao calholicos ah le
    sitiado sciencias profanas. S. M. acha juslo que as
    cadeiraa desla Universidade sejam aecupadas exclu-
    sivamente por professores calholicos ; respetndo-
    se todava os dircilos adquiridos pelos professores de
    outra religin.
    7. Os estad.intes em tbeologia admillidos no
    semillarlo dtucesauo ou auloiisados a usar de habito
    religioso, e os noviros dos conventos approtados
    pela igreja, licarlo isenlusdo serviro militar.
    ii S. Os professores de religUo nos gv raoasios e
    escolas secundarias devem ser actualmente apresen-
    lados pelo hispo, depois de um concurso qne elle
    presidir, O caudnlal] do hispo devem ser Harnea-
    do ; o se alguns motivos excepcionaes se oppozerem
    nunca sera nomoado senlo um candidato que o his-
    pa liouver declarado digno desle emprego.
    a 9. A igreja eo Estado lem igual interesan cm
    upprimir ns livros nocivos religi.oe aos coslomes.
    S. M. nlo poupara cuidado algum para dclles ex-
    purgar a seu imperio. Elle velara cm que as leis
    sejam severamente execuladas conlra a imprensa
    liccnriosi e guardar a maior considerarlo aos vo-
    tos que os Irisos apresenlarcm a este respeilo. Com-
    iedo be necessario rnuila prudencia para evitar um
    mal peior. Na maior parlo da Europa, as elasses
    instruidas esli allacadas de nm i profuuda enfer-
    midadc que deve ser curada com prudencia. A
    censura foi severamente execrada em Austria al
    ISIS. Os suppostos liberacs se queixaram la pro-
    lecrao concedida igreja e qiialilicaram-na de ex-
    cessiva. Mas realmente a censura era incapaz de
    prevenir o mal, ou de o snflocar. As fronteiras aus-
    tracas sao muilo exiensas,epor issu lia sobejos meios
    para escapar a vigilancia da policia. Os livreiros po-
    diam iiilrodjizir livros prnhihidos e quanlo mais se
    prohiba a leilura, tanto mais ella era vidamente
    procurada, e mais caro se v en,lio ni as obras ; de sor-
    le que os vendedores fcilmente pagavam as mollas
    quando eram apanbados em coiilravenrao e ns edi-
    tores eslrangeiros alegravam-se com a probibirlo de
    um livio em Austria. A situarlo todava he Jille-
    re.ite no reino lombardo-veiieziano. lie milito
    mais fcil enastar dalli as livros pengo.os, porquan-
    lo nao confina com os Estados protestantes e nlo
    conten, como a Hungra ea Transjlvania,. muilos
    habitantes nao calholicos. Por nutro lado anligna-
    lliaa jiiii-clirist.i.is ja despreadaa na Allcmanba pa-
    recem anda navas e seducloras na Italia.
    10. Quando um ccclesiaslico for citado pera ule
    um tribunal civil S. M. uo se oppe a que os actosd
    tribunal de primeira instancia sejam connanieadoa
    ao bispo antes do julgamento, alim de que o prelado
    possa ouvir o aecusado e julga-lo conforme o direilo
    cannico. A sentenca sera commuuicada au juizo
    civ.l. que ealatnir depois sobre o delicio, cunfurme
    as disposiroes da lei lemporal.
    II. Outro sim, o artigo l da concrdala de-
    termina o que respeita ao acelesiastico cundemnado
    pelos Iribunaes ordinal ios. Deve entretanto liaver
    excepro quando o crime for dos que em virlude do
    privilegio do Estado, devem ser perseguidos extraor-
    dinariamente r punidos sem delonga. S. M. coli-
    lla que o episcopado designara, de harmona com
    seu governo, uina rasa especial onde serlo encarce-
    rados delidos os sacerdotes condemnados como cul-
    pados de o une-. O imperador reserva para si con-
    ceder aos que forem condemnados por crimes a
    grara de ser transferidos para as casas ecclesi-
    a ticas.
    ii \i. as colonias militares,. os olliciaes sao ao
    mesmo lempo juizes civis, e como em n-.uilas d'cn-
    tre ellas a maioria dos colouos militares nlo he ca-
    lholica, o imperador creara' para a Croacia e Sla-
    Tonia, um Irlbonal especial, e lera cuidado que so-
    bre os outros puntos it fronlcira mililar os eccle-
    siaslicos sejam igualmente julgados por scus corre-
    ligionarios.
    13. S. M. o imperador deseja que a disciplina
    CCClesiaslica seja mantilla em loda sua forca, estar
    pois itmpre promplo a prestar o apoio do brero s-
    rular para a execurlo dos julgamenlos proferidos
    lelos bispos coi-.lru os clrigos que Ibes sao subordi-
    nados. .Mas elle espera que os bispos, quando re-
    clamaren! esle apoo, motivarlo scu pedido e,
    quando pareca necessario, o imperador reserva
    para si lomar o parecer de urna enmmissao-compos-
    ta de bispos e de oulros eccle>iaslcos, e presidida
    por um bispo.
    l. Segundo as Icis austracas, as leslemunhas
    moraduras qualro leguas distantes do Iribuual de
    culpa devem depr peraule u juiz de seu dislrirto.
    S. M. de harmona com o espirito das leis.quer que
    o tcstcmuuho dos padres seja recebido, tanto quanlo
    o perinitlir a causa da maneira que menos possa
    embararar o exercicic deslas santas funecoes.
    u 1.1. As communas leudo sido em IS'.l encar-
    regadasde abolelar (ropas, conslrangeram mnilas
    vezes padres pobres a lecebcr soldados, aiuda que
    sua habitarn fosse insuflicienle. O imperador, ce-
    dendo as justas rcrlamaroes dos bispos ordenar que
    se respeilem as disposiroes ecclesiasticas, na re-
    elle o primeiro lugar em sua alma. Nlo me oppo-
    ulio mais a isso. Mas esse segredo nlo he cierno,
    nlo o pode ser. Admiti qne voss nao m'o revele
    hoje qoando m'o revelar '.'
    Amelia entrevira um ciarlo de esperance ; esse
    ciarlo desappareceu logo.
    Tome o lempo que quizer, continou Filippe
    liexlf. Por maior que elle seja esperarei sem mor-
    murar. Pode alguem cxeriilar-sc' mais voluntaria-
    mente '.' responda, minha amiga.
    Filippe...
    Marque um prazo, seja qual for, nao Ihc pero
    mais ; porm terminado esse prazo, devera' dizcr-
    me ludo.
    Amelia reco|bcu-sc ; era para reunir suas Torras
    para armar-e desesperadamente de roraiem.
    Nunca murmurou com voz apenas iulel-
    ligivel.
    tjue .' ncm mesrao no lim de dous anuos, de
    dezaonos'.'...
    a aceilaro das
    Mui-1 promorves as prebendas ecclesiasticas, o imperador
    esta resolvido a deixar ludo no eslado aclual, e es-
    pera que nanea parera necessario augmentar as ga-
    rantas sobre esle artigo.
    17. Os imperadores de Austria, usando do pa-
    tronato que exercem em nome da coroa ou do llie-
    souro, liveram sempre em vista o cuidado mais ef-
    licaz ilaa almas ; e a sabia piedade de S. M. ha con-
    em pcranle I firmado ludo quanlo seos antepassados decidiram
    a esle respeilo. Sua vonladc he deixar subsistir
    as niesma-r fundar-oes lem locar no que esla-
    toe o art. l'< da concordata; porquanlo elle de-
    -ejaqne os homens os mais rapazes sejam encane
    gados das parorhias.e elle sabe quanlo deve per
    * opinfao do hispo na escolba dos sacerdotes.
    ii 18. Succedendo que urna corpora;lo ecclesias- sen Diario, pois tem sido
    tica seja legalmeole supprimida, os beneficio, a que
    livw direilo de apreseotacao (ic-irAo a
    ivre disposi-
    rao do bispo, couforine as prescripees do direilo
    cannico.
    19. S. M. nao quer de maneira algumas obstar
    a crearan das confrarias oa associaces que a isreja
    aulorisa e recoinmenda; ellas serlo livres du reunir
    suas forras para o bem. Entretanto hemister velar
    em que sol o nome de assoriarnes piasnao se occul-
    tem conspirarnos conlra o Eslado e a igreja. Se de-
    verlo lomar algunas precaures ; mas em lodo caso
    ,aSrda-se-ha ,i maior considerarlo ao juizo do bispo
    diocesano sobre essas asociares.
    n 90. i.ls arcehispos e bispos nao serlo, soh pre-
    lexlo algum, embancados cm cumprir s:us deveres
    pastoraes nos'esi.abelecimenlos pos ; e nellcs or-
    denar ludo quantu node servir para bem da rejigilo
    c para desenvolvimei.'to da vida christaa. S. M.
    deseja ardenleiuente que ludo marche bem e pa-
    mente nesses eslabelecimeltlos. Elle ha pouco deu
    a provadesses scnlimnloscoi!landn|ullimamenle os
    pnsoneirns mesmos aos coidados das urden- religio-
    sas../ose Ultimar dr Itausclitr, arcebispo de Vi-
    enna. i)
    Vienna isdc agosto de 1855.
    , Jorunal des Deban.)
    IITSRIOR.
    sirio, graras a
    pelos laes pro-
    Nao.
    Filippe lanrou-lhe o primeiro olhar que nlo en
    de amor, e exelamou, batendo sobre o tpele rom
    o tallo da bola :
    A luto aiuda a lula oh que dcslino be o
    meu !
    U-icii.lou a mo para o cordau da sineta e agi-
    lou-a.
    Juan apparerco.
    O senhor chaina me '.'
    Sim. Esto promplos os ravallos de porta '.'
    Sim, senhor.
    Dispnnha-se a partir romigo, Jlo.
    Brevemente 1
    Daqui a urna hora.
    Estou ao servido de vossasenhoria, respondeu
    o camarista '.'
    Va !
    Jlo sabio.
    Amelia segora essa siena e ouvira esse dialogo
    com ar espantado.
    Cavalloa de posto '.' disse ella ; partir '.' Voss
    vai partir Filippe '.'
    Daqui a uina hora, respondeu esle.
    lie impussivel I be para lurtuiar-ineque voss
    imagina essa parlida.
    Pelo conlrario, ho para po-la na posse iiniiic-
    diata da liberdade que voss preza mais que ludo.
    Minha liberdade '.' disse ella com terror.
    Daqui a meia hora voss nlo lera mais de le-
    mer a solicilude que esleve prestes a lornar-se des-
    potismo.
    Dirigio-ae para a porta do salan.
    Amelia lanrou-se paia elle dando nm culo do-
    loroso.
    I ilippo, onde vai t
    Parlo.
    Eolia nao ama-me mais! exelamou ella.
    CORRESPONDENCIA DO DIARIO DI".
    l'UliWMIII CO.
    PARAHIBA.
    21 de abril.
    Anda ra eslou muilo a sua dispo
    Dea.; e, comquanto iiicommodado
    dromos, vou continuando minha jomada ueste cami-
    nho, semeaJo de troperos, abrolbos e mil embara-
    ros. He a sorle da huinanidade, a que me nao pos-
    so escusar, porque nao sou mellior ilo que os ou-
    tros.
    O ./til Errante anda victima por e seus cinco
    diarios, e o errante Jadea anda ndige e furo, an-
    da da desea houieopalbicns pela medicina, e allopa-
    tliicas pela imprensa, Nem um, uem outro dea fla-
    gellus nos deixou, infetizmenle.
    Continua a declinarlo da epidemia em quasi lo-
    dos os logares da provincia, e comqoanlo livesse no-
    ticia de uina recrudescencia em Mamauguape, nao
    a dmi como fado liqoido.
    Vi nma caria de Catle de 15 do andante, em que
    nos diz, que a epidemia nlo grassa all, leudo ces-
    ado urna desiulcria, que maln algumas crianras.
    Ja v porianto, que o eslado de uossos serloes ainda
    nao inspira reecio.
    i anillo,io S. F.xr. mandno para all medicamento
    e vveres, e distribuir diuheiro, pera factura de ce-
    rniteriosa
    Cnnsld lambern que as commissoes de snreorros
    nomearam ootraa de beneficencia, ou adjuntas a si,
    para proraoverem suliscnpres e oolros meios de
    soccorros. Dos queira, que ellas lircm vaulauem.
    Aqu os vveres cunlinuam em um pnro razoa-
    vel, arbitrado pelo overuo para ns gcnero's de seus
    depsitos, e algumas lenlativas feilas pelos mono-
    polistas, para eleva-lo, leem uaulragado ante a con-
    currencia do governo.
    O commercio inleruo vai-se reanimando, eja 1-
    vemos um da, em quecnlraram duzentas saccas de
    algodlo. lie nimio provavel, que muilo breve tu-
    ''" loroe a entrar em seu antigo estado.
    A casa TASSO Irruios dessa provincia, ou tem-
    nos muilo in vonlade, ou quer diverlir-se a nossa
    cusa. ltimamente foram laucadas ao mar urnas
    barricas de bolachas podres, mandadas por aquel-
    la casa ao negocame Sandra Albuquerque. A al-
    faudeua coiibecendo iuleiramente podre aquella
    mercadoria, requisilou da policia um exame, e os
    facultativas declararan), que o uso daqoella bolacha
    seria funesto popolarao, e que o adiamntenlo de
    pulrearrlo, em que se acliava, dentala ter viudo
    arruinada dessa provincia.
    Seguio a bolacha u desuno daquelie celebre ba-
    calhao, de que Ihe dei noticia. Parece que aquel-
    la veio para ser comida com esle.
    Ouerera o Sr. TattO promover a pesca nesla pro-
    vincia "!
    Eu Ihe prumcllo mandar aquelle senhor um pe-
    re grande, enormemente grande, desses capazes de
    scrcm cavalgados, ingratidlo a tanta bondade.
    Como vio cessaudo os Irabalbos da epidemia, ap-
    paiecem. acbo muilo ejdo, os eleitoraes. lie hoje
    o que mais oceupa as sapieulis.imas caberas de nos-
    sos polilicocs de bolas e tamancos.
    Dislrbuem-se circuios en balcOes, oflicinas, es-
    criptorios c uabinelcs.
    Suslcnln e-te ou aquelle candidato, lauto o nescio
    como o estpido, tanto a importancia, como a nulli-
    ade. Meu Dos, quanta lolice desapproveilada !!
    E os logrados Oh Esses ala os mais imsuppor-
    laveis, inlraclaveis c aborreciveis.
    Ve-Ios discutir he mellior do que urna nuile de
    dramalico, ou duas horas de leilura de Cervantes.
    Eu quando me encontr ron: um dos laes poli-
    ticos cm miniatura, cujas barbas anida duvidam se
    devem ou ulo lanrar as ponas, presumidos de
    entendidos, eheios de aristocracia na graratat e li-
    beracs de p.ilavra.es, leulio adiado nm espectculo. .
    .'-im nlo fosse o cholera... e... as intriguinhas...
    que urden) como Pcnelopesua celebre (eia. Deixa-
    los, coi lados I
    Os nossos thuggs ainda se oceupam em obra pe-
    quena, vertii gratia, dar pancada e quebrar ca-
    beras.
    Os comedores de gados vao-se tornando mais ho-
    nestos. Somente comem o que Ihcs he suflicienle.
    He prudente por causa das recabidas do cholera.
    O meu querido Meireles esli desaponttdissimo,
    porque lenho recebido mulas cartas para sua de-
    misslo ; mas, apezar dos bons candidatos, que se
    me apresenlam, nao bei de lanrar margem om
    empregado, encanecido no servir ; n3o qaero pa-
    reccr-me com os polticos.
    He /raro, he verdade, lem tido ornas poucas de
    recaladas, he'.exaclo, esla de clicas, nao dnvido ;
    mas nao be elle so quem lein feilo dessas.
    Conservo Meireles, est dito.
    Saude e muita saude Ihe desejo, assim como, que
    o correio nem retarde mais minhas missivas, c nem
    sen Diario, pois lem sido o nico cholera que
    aquellas e esle leem encontrado, com mortifcarao
    nossa, que actualmente desejamos facilidade as
    correspondencias.
    PERIAKBUCQ.
    Eu he que Icria o direilo de fazer-lhe essa per-
    guula.
    Veste nao pode dcixar-me assim !
    F.sla em suas mos fazer que ou lique.
    as minhas mos disse ella crgaeudo os
    olhos ao co.
    Esse segredo !
    Voss me desprezaria depois que eu lh'o lives-
    se dilo.
    Enlo adeos.
    A mo de Filippe nao dcixara a porta.
    Amelia poz-se dianle delle, e disse-lbe :
    Alian ion.indo-me, voss falla aos seus deveres;
    deve-me protecr.lo.
    Voss deve-me confianra.
    Voss trabe a f jurada !
    Nosso lar-o cstabclecc absoluta commnnidaile
    de scnlimentus c du peusamenlos; qual de nos que-
    brou esse laso".'
    Oh voss uo parliri isso nao he verdade !
    Vosee bem sj.be que he, respondau Filippe
    Bcvle lornaudo-se o homem impassivel e fri dos
    oulrosdias.
    Amelia cncaroii-o, c cslremeccu.
    Elle parliria, sim, partira murmurou ella
    como se fallasse a si mesma.
    Enlo dicidio-se.
    Filippe, esse segredo respeila-o.
    Ah '. disse elle com um suspiro de alivio.
    Esse segredo respeita mais a voss do que a
    mim. Se eu o Irabir, voss fica perdido !
    Elle sorrio desdenhosamente.
    Assevcro-Ilie que fica perdido, coutinoou Ame-
    lla, e nao duvide Voss aprenden demasiadamente
    a nao temer, Filippe ; na felicidade esqueceu-sc de
    seus anmeos.
    InimigosT
    Os odios mal esmagados slo os mais ter-
    riveis.
    Qne qner dizer t exelamou Filippe empallide-
    cenilo i r|"'tilman, rule.
    Quero dizer que seria imprudencia sua exigir
    iiiiij revelarla que o expoiia a lodos os perigos.
    PerigW '.' ura bem respondeu elle -euliiulo
    revidlar-se seu orgulho.
    Oh! sei que voss he corajoso ; mas ha circums-
    lancias em que a bravura nao serve de nada. Sao
    se aparan golpes dados por bracos iuvisiveis.
    Filippe sentio-se inquieto ; mais de nma vez fora
    feriilo peleainimige*inveneiveii do que Amelia lal-
    lava-lhe nes-e mmenlo. Essa lembranra fez passar-
    Ibe um nome pelo espirito, e esse nomo Iroiixo-lhe
    um relmpago de colera aos olhos.
    I'.llo diese a Amelia :
    _ Vejo que proruraram assoslar-lhe a imagina-
    rio. Cbegaram|a muilo. Se entre as amear-asque se
    fazein no mundo, melade smenle so realisasse.se
    ao menos se executasse melade das vinganras annun-
    ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
    VINCIAL.
    Sessao' ordinaria cm 2! de abril de X856.
    ;Concluslo.i
    Posto a votos o projecto, he regeilado.
    Primeira discusslo do projeelo n. lodo anno pas-
    sado, approvaudo os compromissos das irmandades
    de Nossa Seuhora do Livramenlo da villa Formosa
    de Seriuhein, de Nossa Seuhora do Rosario da cida-
    de do Rio Farinoso e de outras.
    lie approvado.
    Segunda discusslo das postaras do Limoeiro.
    Art. I. Ninguem poder edilicar ou reedilicar ca-
    sas, muros, ou outro qualquer edificio nesla villa,
    sem que pelo respectivo fiscal e cordeador seja mar-
    cado u aliiiliamento, altura da freule e das soleirai,
    largura, e nivel das calradas ; sob pena de 6J)000 rs.
    de multa, e de demolir oque nao estiver na confor-
    midade das posturas.
    1. As casas lerlo de altura dezeseis palmos de
    frente pelo menos, e serlo construidas de pedra o
    cal. ou de barro na falla desta.
    5 i. Pela licenra para edificar ou reedificar se pa-
    gar 3? 3 3. as ru.i- menos importautes e as puvoarofls
    do municipio, poder-sc-hio construir casas deiiiprf^
    com doze palmos tie altura, sendo previameaje cor-
    lead. em attenrlo ao possivel aformoseamento e
    ilinh.in."iitu dos lugares adjacenles a villa e das po-
    voares, sob a mesma pena.
    Vai a mesa a seguinle emenda ao S 2." do arti-
    go I.-
    Em lugar.de :i000 rs. de licenra para edificarlo,
    diga-se -Js n.
    (oncalvet Guimaraet.
    Encerrada a discusso, be o artigo approvado com
    a emenda.
    Arl. 2. Os propietarios serao obrigados i fazer
    concertar as frentes de suas casas e calcadas, que se-
    rao de lijlo com a largura de sele palmos, sob a pe-
    na do artigo antecedente.
    lie approvado sem discusslo.
    Arl. :l. Ninguem poder fazer eseadas, balces, e
    assenlos fura do aliohamenlo das casas e moros ; as-
    sim tambem ter rotulas e empanadas que sbraro pa-
    ra a ra ; o contraventor sol, era a mulla de 2s0O
    reis. t
    He approvado.
    Arl. 4. Aquelle que damnificar por qualquer mo-
    do as calcadas e lizer escavanos na ras e estradas
    sonrere a mulla de atMH) rs., e ser obrigado a re-
    parar o damno causado.
    He approvado.
    Arl. 5. Ninguem poder reunir materiaes para e-
    dilicar, reedificar, ou qualquer oulro misler denlro
    das ras da villa e povoares do municipio sem qoe
    pelo Osea] seja indicado o lugar conveniente a mes-
    ma obra e alinhamenlo.
    1.0 contraventor soflrer a malta de 5QU0 rs.,
    e as despezas da remoran dos objectos.
    > 2. Pela liee rica para se reunirem maleraes se
    pagara 3f000 rs. conforme a tabella u. da cmara
    do Becife no auno de Is 1.
    Vai mesa a seguinte emenda :
    No 5 8." do arl. .1.
    Em lagar de 3o rs. pela licenra para rcuoir ma-
    teriaes, diga-se i) rs.
    Conralves Guimaraes.
    Depois de breves rellexOes dos Srs. Abilio e Gou-
    calves Geinartes, he o artigo approvado com a e-
    menda.
    Art. ti. Se algum predio arneacar ruina, ou esli-
    ver ile-aprlimado, o Fiscal far sceute ao propriela-
    rio para que o maude deilar abaixo, e recosando es-
    le, o fiscal mandar fazer, multando o proprietario
    em liOcOtKl rs., e obrigado o mesmo as despezas que
    o fiscal liouver feilo com a demolido.
    He approvado.
    Art. 7. Fica prohibido tirar barro as (erras do
    palrimouio da cmara, ou seja para edificar, ou pa-
    ra o uso das oleras as ribanceiras do ro do lado
    cm que esta collocad? a villa, c -rnenle nos lugares
    marcados o lugar escavado pela cmara, sob pena
    de 'a rs. de multe, e obrigado o contraventor a en-
    tupir.
    He approvado.
    Arl. 8. Niuguera poder fazer tanques, cacimbas,
    ou outras escavaroes se nao dentro dos quinl.es de
    suas casas, conservando as cercas fechadas ; o con-
    traventor soflrer a mulla de boOOU rs. ou tres das
    de pri-.o. nao leudo com que pagar, e tica obrigado
    a restituir no estado anterior o terreno cscavado, ou
    couservar a cerca.
    Vio n mesa depois de justificadas, as segoioles e-
    ii f n,la- :
    " Suppriuiam-se as palavras tanques e cacim-
    bas.
    A. Cavalcanli.
    u A disposicao do artigo 8-, smenle comprehen-
    de o terreno do patrimonio da mesma cmara,
    (Jonralres Oumiariies. o
    A pal ivra semlo seja collocada depois das
    palavras de seis casas.
    SiMno.

    ciadas, o mundo nlo lena de vivar mais um seculo.
    Sejam qoaes forem meas iiiimigos, Amelia, posso
    seuao vence-los, ao menos desviar-Ibes os golpes,
    especularam com a sua ignorancia dos coslumes e da
    legislarao. Dispertaran) em voss o que chamarei as
    superstici'ies do coraran. Deixe de" crer nos pongos
    suspensos sobre minlia cabera, ou ao menos resti-
    lua-llie- as proporc&es ordiuarias da vida; eiagge-
    ra-los seria fazer-me injuria ; seria reconhecer a
    realidade e a importancia de minhas faltas no pas-
    sado. Vu-s nlo o pode nem deve crer, Amelia.
    Emquanto Filippe exprimia-seassim ella contem-
    pla va-o com sorpre/.a e com dor.
    Nlo creio nem reconhcr;o liada, disse-lhc el-
    la, amo-o. Mas lizeram-me ver, c vi. F'izeram-me
    ver sua perda resolvida, sua ruina, sua njorte. Es-
    lava em minhas maossalva-lo ; para isso s me pe-
    diain um juramento. Dei-o com summo prazer.
    E miuha salvarlo depende de sua lidelidade a
    esse juramentu "' disse Filippe.
    Sim.
    Engao se os perigos que me rodeam sao
    serios, voss deve fazer-me conhcce-los. Sos dous
    reunidos mellior os conjuraremos.
    Allirmo-lhe que voss engana-se.
    Esse segredo I
    Nlo exija qae eu mesma pronuncie saa cou-
    demnarlo.
    Pela ultima vez, Amelia, quer fallar ou ca-
    lajr-se".'
    Fallar he chamar sobre voss a desgrana !
    Calar-se be ordenar minha parlida !
    Amelia csgolada por esse debate foi reeahir sobro
    urna poltrona.
    Voss osa para comigo de violencia moral,
    disse ella em palavras entrecortadas ; sinto que
    sucrumbirci. Mas deixe-me cxpor-lbe os resultados
    da falla que vosee obslioa-se sera piedade em fazer-
    me comnictler. Voss sera nicamente u culpado,
    e seremos duas vii limas.
    Nlo creio, disse Filippe,
    Querer que eu falle be querer que eu morra.
    Loucura '.
    Teuha piedade de mira e de voss disse ella
    poudo as nulos.
    Amelia, o lempo passa ; lenho de fazer alguns
    preparativos. Hci de cscrever-lbe.
    Tinha aberlo a porta. Amelia so deu um sallo c
    om grilo.
    Ah nao le vas !
    E rodeou-o com os bracos, e cobrio-o com seus so-
    luc.us.
    Deixe-me murmuran elle pondo a nao ta-
    bre o corarlo comu paraimpedi-lu de parlir- Filippe !
    Nlo disse elle repeiliudo-a,
    Pois bem! sabers ludo... e morrerei 1
    CeHtinuar->e-lia.
    MUTTOtt^
    ILEGIVEL


    SIMIO PRVIIIOCI SABAOS 26 DI .IBIIL -I I* 6
    O Sr. (Hiedra sustenta o artigo das postura.
    Encerrada a 1UwSo( lie o artigo approvudo e re-
    geitadas lodos as emenda.
    leudo dado a hora, o Sr. presidente designa a or-
    dem do da c levanta a teesao.
    -essa o ordinaria de 2 de abril de 1856.
    Vice-prc>dend;i < Sr. commendador Jos Pedro
    da Silva.
    Ao meio dio feil a chamada, o achando-se prsen-
    les 22 Sr*. deputados, ahre-ie o seesAo.
    lie lula e approvada a acia da sessAo ante-
    riores.
    O Sr. primeiro secretario lo o seguale
    EXPEDIENTE.
    l'm olllcio do secretario d" governo, communi-
    cando que ficam espedidas as convenientes onlens
    Ihesouraria provincial, alini de que soja enttogue ao
    primeiro secretario da assemhlea, a quota volada no
    orramenlo vigente para as desperas com a secreta-
    ria" e aceio ila casa d.i assemblca.Inleirada.
    Utitro do mesmo, reraellendo para lar a devilla
    npprovacAo o reaulamenlo confeccionado pela c-
    mara municipal do Ohnda para u cemiterio puhli-
    co daqoella cidade. A' commissAo dos negocios
    ceelesiastiros^
    (futro, do Sr. deputado Francisco fie 1*81113 llap-
    li-t.i, cominoii'c. u I que por ler de retirare para a
    corle, alim de lomar aisenlo na assemblca geral,
    n.m pode l mar parle nos Iralialhos ila '.isieuililea
    proviueial,Inleirada.
    ORDEM 1)0 DA.
    Segunda dscussAo do"projeclo n. 10 do auno pas-
    tado, qnc approva os compromisos das irmandadei
    de Nossa Senhura do l.ivramenlo da villa Formse
    do SerinhAem. o de Nossa Senhora do Rosario da ci-
    dade do Hio Fornmso, do Sanlissimo Sacramento da
    i'idade de Nazarelh e das heoidilas almas da cidade
    da Victoria,
    He approvadn sem debala.
    Enhram ein primeira discusso e sao approvada
    as posturas da cmara municipal de Na/.arelli.
    (Conliiiuar-se-Aa.)
    PAGINA AVULSA.
    ffi3DSI mili l
    Arha-sc habitando en Ir ti os o mui dislinrlo
    medico, natural do Hio de Janeiro, o Sr. Dr.
    Childeriro Rodrigues dos Sanios Franja Leile, fi-
    Ihodo bein conbecido Sr. Dr. Franja Leile.
    Un bolceiro (segundo o lotivavel rosiume
    dessa naco de geniei atirou rom urna carga de
    mcl de un matulo em turra, no largo da i 'boira da
    l!oa-Visia; c matulo em vez de sogura-lo, nao;
    largou-se para a casa do subdelegado, justamente
    o que quiz o boleeiro, que deu sgambias cantaril-
    la ndo:
    Adeos, senhora, qu'cu parto.
    Chamamos a allenro doslllms. Srs. da rom-
    tnissao de beneficencia para a casada ra dos Mar-
    tyrios n. 2, onde resido Francisca Antonia Beoe-
    dicla, septuagenaria, com posada cruz do tres ne-
    tas menores e orphas. Doloroso he ter ronheci-
    mcnlo das privaees diurnas e continuados sof-
    lmenlos; porque passa osla pobre velha e me
    ninas.
    Ha commisscs ou.anles cncarregados dolas, qu
    pretenden) ler soccorrido somelliantes necessidades
    com osmollas de 400 rs. o oulras por ahi assim,
    pelo que immensos devem ser os soccorridos para
    se ter absorvido ossa grande reccita arrecadada, e
    dijiendida pelo governo.
    E na verdade, o numero de necossilados iripjj-
    cou esm o flagcllo, e nao admira, que sedigaWna-
    ver gasto sommas consideraveis com a-Mslrtntiir.ii
    de osmollas. Se fosse possivel pediramos aos en-
    ""IWttgados do governo quelanjasseminjodossasin-
    fclizesftrphaas, a quem de nada servir lor essa an-
    liquana av o. fljssas esmollas ovcnttiaes, c reco-
    Ihe-Ias ;i casa daso\posias-W.i orpliaas, embora exi-
    jis das mcMiias, que conlribiiam logo que possam
    rom suas dobeis forjas para, por meio dos seus ira-
    balhos em obras para os arsenaes,' amortizar-
    des o quo com ella dependis tao meritoriamente,
    que deveriuis fazor com todas as orphias,.a quem
    um futuro infeliz as espera e... rumpre, compra
    ao menos por humanulade arredar rom mao vigo-
    rosa dos umbraes da orphandadc o horrhcl caricato
    da prostitutfo, genio infernal, suoliores, que
    quando seduz urna moca rica, j tem sarrifirado
    rnilhares de iodigeutes !
    O Sri. fisral da fragen do Santo Amonio,
    que lem sido sempre soUcilo em acudir aos nossos
    reclamos, lance suas vistas para a ra.da Rosario
    estrena, e principalmente para um sobrado de ircz
    andares, que lem por coslnme todas as imito das
    8 em diarjle mandarcm os seus pretos lancar na
    porta do inosnin sobrado essas aguas ptridas do
    despejo coi mua quanlidade. Ha genio, que
    nasceu para viver em um chiqueiro; agora nao
    he o Sr. ttomo...
    As taes pamonhas do criacao sao fabricadas,
    nao na casa do tal artista franrez, dizcm que niais
    do cima vjam esses pombos mollos, que lanos la-
    Ihos lam dado em calcanhares radiados !... Mais
    -Mido/, meus amos,n.io supponham quo urna dea-
    sas pamunhas seja alguma broa mal-amassada,quo
    Smcs. com lana facilidade aliravam a bocea, l\o
    facam dessa ra seu despojo, o ronsiderem, que se
    a educacao nao Ibes d juizo, a polica ou seus
    amos o darao.
    As prelas quitandeiras na praja da Boa-V is-
    la quando Ibes apena a vonlado (munlripaltnentc
    fallando) de dcsbebereni, nao azem mais do quo
    urna posio acadmica all mesmo, esleja quem
    esliver. el o xrr rga o solo romo qualquer das
    lorneirasdo chafarizda ra Imperial. A propo-
    sito. A agua desse chafariz tem-se tornado horri-
    vcl, e sabe-se pouco mais ou menos a razo ; nao
    sabemos nos: tornando, pois, s quitandeiras,
    cumpre. que esse Sr. guarda municipal, irmao
    mabasso do gigante do correio, que lem aprecia-
    do tao estiradas desbebidas dessas nymphas de Nag
    obste (sern cortar, porque faz mal) que conti-
    nuem a reproduzir-se dessas scenas; o todas as
    vezesque ellas se derem Sruc. faja, como na fa-
    tua de um jogo de prendas, mude-as de posijo.
    Oulro tanto d-se com os devotos dos atibe
    odos junto s igrejas : he urna som-ccremonia o
    desrcspeilo.'que revoltam I Oucm passar pelo oi-
    lao da matriz da Boa-\ isla, ser preciso tapar os
    orgaos respiratorios para nao sullocar-se com o
    furutn do amoniaco, e o corto he que tomem lan-
    o o sacristao, que ludo isto be feilo em suas bar-
    bas ; mas o sacrislao dir, que nao lio guarda mu-
    nicipal.... e diz mullo bem /
    Xa ni uto do 28 par Sd dn crreme, depois
    de meia nolte, andaram certas figuras vestidas de
    preto dando bengaladas e pedradas pelas portas e
    arandas da ra do Crespo; o dahi corram para
    as esquinas da ra. He provavcl que estas /guras
    sejam as mesmas que leem apparecido na ra do
    Fogo e Dircita, que lionlem recommendamos a
    vigilancia o cuidados da polica.
    At amanha.
    CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
    SESSAO1 EXTRAORDINARIA DE'.l DE ABRIL
    DE 1856.
    Presidencia do Sr. Harn de Cambaribe.
    Prsenles os Sr. Reg, Oliveira, Mello e <",a-
    tariro, faltando sem causa participada os mais Srs.
    abrio-se a essAo, c foi lida e approvada a acta da
    antecedente.
    Foi lido o seciiiuie
    EXPEDIE'VTE:
    l'm ollicio doEtm. presidente :\ provincia, de
    1 do correute, communirando que, na mesma data,
    oilii-nra ao mareclial commandanle das armas para
    mandar disiiensir do a'|uarlelmcnto o guardado:!."
    balalliao ,lo infaniaria da .uard.i naraonal desle mu-
    nicipio, Auiuslo Ijenuino de Fi^ueiredo, n que se
    rclerio o oflicio de-ta cmara n. *0. Inleirado.
    (lulro do mesmn, respondefldo aodcsta cmara,
    de -1 do correle, com copia da informaran que acer-
    ca delle deu o inspector do orscnal de marinha, di-
    zendo nao ser pos-ivcl ceder o armazcm de rimen-o,
    r.ivin daquell* reparlijao para o fu, para quea
    cmara n requisiton, por se l'azerjiecessario a mes-
    illa reparlicao. Inleirado.
    Oulro viudo la presidencia, para cr informado,
    do director interino das obras publicas, eipondo 08
    ra/.oes por que Ibe lie diflicii encarregar-ie do di-
    reecao de obras da enmara, j por nada dUpot cer-
    ca de Irab.dbos iniiuicipaes a Ici que defllne ai fun-
    ees e obriuajoc do cafan de direcior ejporarr
    dminnln o pessoal da ;sua reparlijao, nao Hio dei-
    \anilo dispor de ms il'um ajudaute para o roadla
    var na iiispecj.lii das olidas piovinciaesque teeiecu-
    13o nesla cidade, alem deque, a obra do matailou-
    ra licavo distante, e exiga repetidas e diarias risitas,
    lti's.i|\cu-se que se informoo que tendo sido a men-
    cionada obra do iiintaitoiiri) planeada pelo e\-direr-
    lor das obra-, publicas, di acord lalve/. con- o sen
    actual succcssiir, e eieculada sob sua direcc.no c ins-
    peccao al.a dala em qne\exonerou-se do dflocargo,
    era conveiiienle que conlikuisse a sua cxccujAo sol
    a direccao do actual dirtelor, nao parecendo a
    cmara procedente a raz.loi atiesada da diminu jflo
    do pessodl da reppartijao dois que ella ja se dava no
    lempo daqnelle empreado,! que contando a cma-
    ra que o direcior interino se presla.se a esle serviros
    pedia a S. V.\r. Ibe affleiaMB para que mandasse elle
    do por que deterininara, d'arrordo rom o adniinis-
    Irador do cemiteria, os pontos do alinliamonlo e ni-
    velamenjo das casas e armaiem, que se lem de cons-
    Iruir junto do uiesino cemilcrio. Inleirada.
    Huiro dj mesmo, lembrando ser cooTeniealcque
    mandasse a cunara sabsllluir, por eslar arruinada,
    i l.iliiu i|no evi-to sobre nina porta d'agaa de vivei-
    ro particular na estrada do Mauauinlio, prximo ao
    sitio da \iuva ilo llerculano, na direccao do enca-
    nameiil da compauhia de llebcribe, aqoal laboa
    d paaaagem, nas occasiOes de endientes da maro,
    aos que por alli traositam apc, rollocando-se in.n.
    oulras alem d'ella, c laiendo-te um parapeilo, para
    e%ilar algoma calaslrophe. Ilcsolvcii-se que se olli-
    ciasse a eonipanbia de lleberibe para mandar fater o
    obra, vislo constar que foi ella que mandn collocar
    a laboa, em coiiscqiieni'ia do encanainento.
    Oulro do \ u 'i io da fregneala do l'ojo, remclten-
    do a relajan dos baplisados que bouve na mesma
    'regueia, no semestre ultimo. Ao (rehiro.
    Oulro do adn.inistrador do cemileiin, remetiendo
    a quanlia de 57-iyHH) de 138 sepulturas reservadas,
    e de do/e roinimins, paga dita importancia ao por-
    leiro daqnelle eslabeleciiiienlo, na occ.isiao da en-
    trada de laual n. de cadavtrc de penoaa rholerieas,
    tallecidas no inez de margo ultimo ;e coimnunicam
    do nao Ibe ler sido ainda posalvei remellur a rela-
    jan das sepulturas ainda nao paa.is, perlencenles ao
    lito inez e ao de l'evereiro, por se adiar oceupado
    com a organisajao d'um mapp.i, que o Exm. pre-
    sidente da provincia determinnu quo llie remeltesse.
    Oue se aecusasso a recepjao e se enlrec.isse o di-
    iibeiro ao procurador para a lim conveniente.
    Oulro do mesmo, ollerecendo um map[ia resumi-
    do das pessoas fallecidas de diferentes molestias a do
    cholera, sepultadas no cemitenodo l.o ,|c inHrro de
    1833 A 31 de niarjo deste anuo [5:39, sendo to-
    rnete da epidemia, nos metra do ferereiroe marro
    ltimos, :l:Uyti.t Ao archivo.
    Oulro do mesmo, consultando se flevia ser paaa
    por esta cmara, ou pela Ihesouraria de fa/.enda.'a
    despe/v que fez com a compra de ->\ pas, e oulras
    lanas enxadas |iara os retratas que por ordem do
    Exm. presideuleda pxvi"ria,lrabalharam Daaber-
    tura de covas, e enleiramentos de cadveres, du-
    rante a iuteosidade da epidemia. Mandon-se res-
    ponder que pela thesourarii, visto que a despe/a
    eslava romprehemlida no n. aquellas que accresce-
    rain as ordinarias, segundo as ordeus do mesmo go-
    verno de ;M de Janeiro desle anuo.
    Oulro do mesmo, coinmonicando que se tinha
    concluido no dia S do correute a capclla do ceinite-
    rio.lallaudo someulo >>** lijlos de marmore de oilo
    polegadaf, |>ara ultimar o ladrilho, dos quaea linha
    feilo encoinineiiila para o Itiodo Joneiio o e\-direc-
    lor das obras publicas, por nao os haver aqu, assim
    como pedia llic decUrma a r.....ara se de\ia lindar
    a coiiiinis-.io de que eslava alli euearregado, oarchi-
    teelo Andr Wilmer. Qaanlo a I. parte, inlei-
    rada ; e qiiauto \ -J.-' que se respndale que nao
    eram mais precisos os serviros do iiiosmo arcliiteclo.
    Oulro do mesmo, propoudo uos termos do art. .">
    do reaulaineolo do ceniiteri., a Josc Francisco da
    Cosa l.obo, para o lugar de guarda do estabeleci-
    menlo, que vagn por mora de joaquim Honi.'acnT
    lVreira.Approvou-se a propofta, eslund- pre-
    sente o niuneado, prestou juramento e tomou posse.
    Outro do liscal sup|i ente ein exercirio na freaue-
    zia dos Afoaados, participando que desde I' de
    marco p. passado se acha func.louamlo na mesma
    frcgucia,por assim Ibe haver osla cmara ordenado.
    Inleirada e mandou-se participar contadura.
    Oulro do liscal do Poj, peiJindo autorisajAo para
    continuar no mesinoservijo, que fazia o sen ante-
    cessor, dos reparos das estradas, que esto arruina-
    das, allegando para isso i Irahalhadorrs Aulori-
    sou-sc, recdiunieiidando-se que lizes-e os reparos
    quando houvesse necessidade dellcs, empreaando o
    mesmo numero de Irabalhadores que empicgava o
    sen nlecestor.
    Alulro do mesmo, remetiendo a relajao dos que
    multara por diflcrenles infracres : igualmente par-
    (icipava que no da 6 do correle, ao meio dia,apre-
    hender :i arrobas de carne, que l.ui/. (",on/.aga de
    Mene/es Mira, ronduzia em um eavallo, parase
    vendida ao povo no ajougiic da Casa Forte, sem bi-
    Ihelc donde cnistasse uaver pago o imposto do sub-
    sidio, e sem liccura desla cmara, pelo qoeo mul-
    tara como infractor dqs ardaos I." e (i rio Id, i das
    posturas, fa/endo vender a carne ao povo peto pro-
    co i o ;;SlO a arroba, de cujo producto leudo pago
    l-MHio ao lalhador, j tirara liqui la a quaulia de
    Kl?5Jtl, que eslava a disposijo desla cmara.
    Que se ouvisse ao adv^gado acerca da aplicajao que
    se deve d,-r ao diulvciio vislo ser a postura omisea
    nesla parle.
    Oulro ilo administrador da companhia deKibeiri-
    ntios, relatando o servirn feilo de o de marco a 5 do
    rorrrnlr. Oue se p'ublicasse. .Mandou-se remel-
    (er ao advogado, pard emiltir sua opiniao. a pelijo
    deiof Antonio Coflbv, rercorrendo da densao
    de-la cmara, que miindoii fechar a nadara da ra
    das l.aranaeira-, Bllxando que elia seui[>re existi
    ha mais de 1( auuos, le pedindo reformasso a cma-
    ra a sua deliherarao mandando abrila.
    Despacliaram-se asipelices de l-'iancisco dasCha-
    aas Oliveira, Fraucijico de Araujo Caldas Lima,
    Frain-isco Antonio Saraiva,Di. Fitippe Lopes Netto.
    Francisco Marlins itapozo, llerculano Alves da
    Silva, Jos de Millo Albuquerque Montenegro.
    Manot-I Luir, da Veiga e ostros, M^nocl Ignacio de
    ntneira, Manoel Aotonio torres, e levaulou-se a
    eosgo. ;
    En Uanoel Ferreirsi Accioli, secretario aescrevi.
    Iledaro em lempo I qnc a requerinienlo ilo Sr.
    11 .i ni-' 11", resolveu a cmara se renovasse a recom-
    mendajao feila aos li^caes, para se iio darem abu-
    sos, como disse o mesmo vereador que se lem dado,
    na distrihuijAo d'.iaa pelos pobres, empregando
    toda a sigilancia lulo so para que nao se venda a
    agua, como para qife nao a lome gratuita quem
    Dio est ueste caso, i faiendo que as carrojas an-
    den! pelas ras, em que maisse necessita desta ra-
    ridade. '
    En Manoel Ferreira Accioli, secretario o declarei
    faro de CapttmAbe,
    iianibiiro, 2 annos,; viuva, prota, Rcrifc, ra da
    -i om,i cian. 13.
    /'*umo da morlahdade.
    Morlalidade do dia 5 al as ti horas da lardo.:(
    llamen! -J mnlber I prvulos ti.
    Total da morlalidade at boje A"> 3,309.
    Ilomeus Mil maillera 1538 prvulos 361)
    Recife'23 de abril de ISJIi.
    Acommissao dehvgieuo publica interina,
    Drs. i-irmo Xavier, secretario,
    servindo do presidente.
    /. I'ogqi, adjunrlo,
    servindo de secrelario.
    omniH ncalo.
    por seus socios fcrir-ine como quizer, e cotaavWB
    Ibe parecer. Con esseliomem mo areilocomprornis1
    so de especie alguma.
    Oueira eulretauto V. Exc. dar as suas ordena a
    quiin lio rom respeitu egralidaode V. Exc__Al-
    iento venerador o criado.-.tutumo tcente do Nat-
    cimcnio Heiesa.
    No dia segunde ( 3 de abril ) recebi do Sr. Dr.
    Souza Carvallio a eguinlo resposU :
    lllni. c K.\m. Sr. general J. I.de Abreu "Lima.
    Ein resposla a apreciada carta de V. Exc, datada de
    lioulem, cumpre-me somente agradecer-lhe as ex-
    pressoes benvolas com que me peiihnrou, e sobre
    o LIBERAL DK 11 l)B ABKIL.
    No intenso ardor da lula culreo Uberal e o l'ai
    disso-ine um amigo, que ein sua presenca atijuem as
    aeverara aoSr. Dr. Feilo/a, queoSr. Dr. Souza Car-
    valhu coulava com o meu apoio para esmagar o seu
    rival. Islo me irrilou sobre mancira. Dio sii porque
    sou incapaz de urna aleivosia, como porque retirado
    por eslilo das tules politice*, boje me .iboireoem al
    as ilucussei parlieolares, e fujo de todo ajuDlamen-
    to, de lugares pblicos, e de concurrencias ni inero-
    sas ; ido lie geralmoulc sabido, assim como qu o
    meu gabinete lie o meu evlrouio refugio.
    inmediatamente procurei o Sr. Souza Catv llho,e
    lliedisse o que acabala de ouvir ; esler, se rrilou
    igualmente, e proinelleu dar-me ansa coinpl ila sa-
    tisfacjao. Ilous ilias depois cumprio religiosan ente a
    sua palavra. o o Sr. Souza (,'arvalho fui completa-
    mente justificado de uuuca |,-r avanjado seinelliaule
    pruposijo. Todava ja o meu noniesc achata enrol-
    lo ness.i lula taqueros] e njenla;ecomo ea conhejo
    a' minha Ierra, eXi-quaes os hbitos e as intrigas dos
    partidos, previ qoe mais lardean mais cedo ou seria
    iiovainenle chamado a (orreiro : quiz por tanto evi
    lar uovos diasabores, c aisentei de acallar terminan-
    lmenlo com essa polmica ignobil e por demaisin-
    moral.
    No da segnintf fui ter novaincnle rom o Sr. Dr.
    Sonadtoirvalho, eilisse-lhe que, sendo amigo de am-
    bos Carvalho e l'ciloza era unsler concluir de urna
    mancira peremptnria semelbante lata, e que tal era
    a miaba lirnie resolujao ; compromeltendo-ine a que
    oSr. Dr. Feloza coderia igualmente do loa parte,
    porque elle era tainbem meu amigo ( pelo menos eu
    assim pensava a vista das suas reiteradas protesta-
    enes O Sr. Soniii Carvalho responden-me que,
    provocado grosseiraineult- pelo Sr. Ir. Kelosa, es-
    lava resolvidua retnliun Bolpo por aotpe ; qoe tai-
    res por considerajao a mlnlia peasoa, e pela propria
    diguidade, desejasse terminar a lula <\t: qualquer mo-
    do arosi\inas nunca por nina ri/iui^t^t|MMiilf-
    mos con quo en fefiuulava a rmnh exigencia.
    Rcspiud sii,i|desmente ao Sr. Carvalho, di/endo
    qne cu nf poda im/mr-lhe comliceao alguma apc-
    zarda.u rnpriedado do termo poique nao tinha
    meios i' i obrigar a isso ; o apenas llie propunba
    um i" a de mullo (aril solujao, Islo he, se ellece-
    ' as n.lo qaiasae ceder o Sr. Ilr. Feiloza, eu
    ... ..islituina redactor do /'r? i lula seria comigo, e nao com oSr.llr. Carvalho ; e
    enlo ella acabara por si mesma, porque eu a nao
    llantera no mesmo lamaral de que a quena arran-
    *ar. \'ice-versn, seo Sr. Kefiloia cedes-e, e nao qui-
    /esse ceder o Sr. Carvalho, cu seria o redactor do
    Liberal, e a queslan acabara lambem. I'^in ambos
    is casos a lula havia de acabar, por que eu me olle-
    recia em sacrificio a ambos pela ami/ado, por amor
    10 decoro de minha provincia, c al pela decencia
    publica.
    O Sr. Dr. Carvalho lomou o niel luir partido, cce-
    deu sem coiidicjes ; pelo contrario aaradeceu-mc
    a mirilla dedicarao e Icaldade, e dahi por diante
    porlvu-se romo um ravalheiro. No da immedialo
    ill de mar jo prorure em sua rasa aoSr. Dr. Feilo-
    za, e fatlci-tlic nos mesiuos termos com quo havia
    fallado ao Sr. Souza Carvalho. A mesilla giria de
    impoti'-Tio se reprodnzio : ludo faria |ior deferencia
    a mim, mas nunca por itiiposintu repet o meu di-
    lema, e por lim reprlli o decantada dc/crencia, esig-
    niliquei ao Sr. Dr. Feilo/a, quo era miider disistir
    sbsololathenle ou ler-me por adversario. Ora, quan-
    do eu preslava ao Sr. Dr. Feiloza o mais assignalado
    servico, quera elle impingir-me quo o aceitava s-
    mente paia faier-me a dislincla honra de o servir !
    ha gente |go curta de'inlelligciicia, que a-senia que
    lodos sao mais tolos do que olla. Finalmente, vendo
    que eu nao aceitava a tal dr/ereiwia, eedcu lazeudo
    galla de una abneg.ij.io eap intusa. Eul.io llio pedi
    que mr aetorisafse para era sou niinc dizer ao Sr.
    Freitas Barbosa, que rolirasse do Uberal um mame
    anonoeio ronlra a vida privada do Sr. Sou/.i Carva-
    lho. c assim o fez.
    Em --'guilla fui casa do Sr. Freittu Burboral *'
    e llic disse,em nomo do Sr.Di. Fciloza.qiie fi/esse re-
    tirar o anniuirio de qnejs fallei.lulaome peigun-
    lu elle se era IstO negocio concluido, e se nao pode-
    rla publicar utu versos ou pnrmeto ronlra o Sr. Dr.
    Carvalho ; respondi-lhe que nao, que seria nina des-
    lealdad!', e unja nova provoeajgo, que lena l.dvez
    funestas resallados; que por honra da imprensa, e
    mesmo dt> partido jinebro, a que eu pertencia, era
    de suprema necessidade acabar esa lula asqoerosa.
    Nesle caso, me replieoa ctlr, faja o |)r. Feitosa o
    qnc quizer dasua pesSoa.deque pule dispar, mas nao
    dos mens intereses, pois n.lo hei de perder a minha
    impressao ( quenv dmticire ; enl.io nao houve s.in-
    diee o imuioradadc rpic nao doitasae |>oi aquella
    horca fura. Nunca uve lauta paciencia em minha
    vida ; era una tiesta aos couecs e aos pinoles que eu
    affagava, passaodo-lhe a mao por iraz das orellias.
    Finalmente o annuncio foi retirado, e ludo pareca
    concluido na par. do Senhor.
    Tendo recebido do Sr. Souza Carvalho o iloeu-
    meiiio, que o juslilicava plenamente para cmico,
    provar. lo que nunca liavia dito a niiigiiem que cou-
    lava com o meu apoio na lula com o Sr. Dr. Pello-
    za.quiz ler a delicadeza de o ir moslar a este senhor
    nao para justilicar-mc porania elle, 'meu Deus!'
    mas para arredar nesle negocio ale a menor suspei-
    I la de urna alleivosia. Depois que leu o documento,
    ludo a generusa roer
    c que anda man
    na verdade moiti
    iitciitairlmeni'
    AproveiJ estima ti^C\,i
    ser de-A'. F>
    liip creado
    Com seini
    lerininad.i (su
    Sr. Dr. Feilosa
    F^xc. foi levado,
    Irrinii*! HPM lula, quo
    na, e a qual leibo sido
    liara llic tesleinunhar a fl
    .o com que lenhn a honra de
    alenlo venerador e obrigadis-
    . de SautaCurvalho.
    resposlas, quem nao dara por
    , apozar do carcter insidioso do
    sesse carcter vil e abjeclu re-
    veloti-se logo no inesino dia, em que eu acabara de
    receber a sua carta csnlendu rnilhares de protesta-
    rnos. No oulro da soubo logo, que o Sr. Dr. Fei-
    lo/a havia entregado a minha caria ao Sr. Freilas
    Itarho/a, e que uessa mesilla tarde andar ello mos-
    lrando-a de porta ein porta, de loja cm loja, acom-
    paohada de antearas contra mim. A deslraldade do
    Sr. Dr. Feilo/a era de laes dimeosdes, que ou nao de reconheeimenle
    quiz acreditar nella.e suppuz antes que o Sr. Frei-
    td> Barbn esiana deudo propalando laes macares.
    Das amcajas ao live noticia das depois; mas esse
    iniseravel sabe muilo bem que para cnnle-lo basta-
    rla por-lhe o pe em cima do casco.
    I'assaram-se .iun doze dias em calma apparenlc,
    sem que o Liberal desse de si signal de vida, at
    que no da H docorrenle apparereu um artigo, em
    commetter urna injuslija de especificados, sallo por
    lodas as considerajes.
    O Dr. Antonio liarlos de Almeida e Albuquerque,
    quj reio da capital adoeuladu prestar-nos os seus ser
    vicos, sacrilicando os seus commodos, seus escravos,
    seus av ;,"n, o*nicios deque dispunlia, eal a pro-
    piia vida, sorregando com responssbilidade, e sub-
    jeilaudo-se 'a vraz maledicencia dos pulilicns, he
    nosso intimo "oigo, e assim sou o menos propria
    para dizer oousa 38nma a seu res|ieilu; alem do qoe
    toda a cidade vio o^SJe'rabalho constante dediae
    noile. \. .
    O delegado de policia 'ranc.isco Aiilomn de IJnr-
    ja l'eieira, e .. i-ubdelegai1" Pfaneiseo Ricardo Ca-
    alcanli lornaram-se dous beneinciitos, o preslaram
    serviros BHperiores a lodo ed'-'0.
    O subdelegado supplente Jone Cavaleanli de Al-
    buquerque foi solicito, e comp.ehendeu os deveres
    que o ligavaui a aqucllc cargo.
    Os cidadaos Manoel ininjalvea tfi Albuquerque,
    o Eneas Elediano Cavaleanli de'-Albuquerque
    tfianOBT-Carloi de Almeida lizerain servj relevan-
    ti>imos ; f*<4',s "l'inios, ainda que estipX'idiailos
    pieslaieTTc^oTroNilLieil.irain-se alo V'1'
    para
    sepulturas, quando os coveiraTMMBBBi
    O nosso dislinclo vigario padre Fredenco de Al-
    meida e Albuquerque lornou-se um henie uaquella
    qoadra de dor, ja ministrando noile e dia soccorros
    ospiriliiaos aos que piecisavam, assim como, soccor-
    ros de oulra ordem.
    O |iadre Antonio llaplisla Espindola, antes de ser
    alienado do mal. nunca eseusou-aa decumprir os
    seus sagrados deveres,
    Alguiis nutros lambem pre-taram serviros dignos
    lere o cuidado de ir especilt.-
    cando os seu nemes em nutras corrcsTfbriVhcias.
    Anida nao fui desinfectada esta cidade ; lio esta
    urna necessidride palpitante.
    Felizmente au sentimos a fome qoe espera vamos,
    ja lia alguma auimajo, e o cominercio promeile
    entrar breve em sea trilito regular.
    Tomos urna orplundade iminensa : chamamos a
    allenjAo e cuidado do respectivo juiz, em favor da-
    que cu soo iofammemeute eggredido; nelle selquelles infelizes.
    revela lodo o carcter inatdioso e malreiro do Sr. | O renaln que corta a cidade acha-se coberlo de
    Dr. teitoza, ferindo a qflnha honra, a minha dig- immundicias; he Irabalho da cmara municipal a sua
    nidada e o meu pundonor de urna mancira inaudita. | limpeza, conlamos c esperamos que ella se faca
    OSr. Dr. Feilo/a inetleu a nuio alo o rolo vello na
    minha vida intima, na minha vida privada,e deu-me
    o direilo de ct.rur.lhe essa mo aleivosa ou da ar-
    raiicar-lhe o coi lean pets bocea para eipiir a toda
    e-la cidade as ol-'eras ranero..i- que o devoram. Mus
    ndo seroi eu que imilare ao Sr. Dr. I'eito/a ; elle
    sabe m-iilo bem que sou incapaz ile lucar-llie na sin
    vola *vna jjaa esmaga-lo basla-me a sua vida
    por!tira, a sua viriK de escnplor, a sua pretenciosa
    lactancia de chele de partido, o as suas miserias de
    advogado ; salvo ulna nova provocarlo, e sobrciudo
    que ouse tocar de novo ta minha "vida particular,
    porque eolio na atina sua palma ; |uro-lbe pelo
    que ha demais sagrado, que au lera dahi ein (lian-
    te um so dia em que a vida rieixe de ser-lhe inuito
    amargurada.
    l'orque liugio cedei o Sr. Dr. Feiloza,mc/iiiiido na
    caria qoe me escrcveti," asegurando que inantcria
    sua palavra :'jgSr. Dr. Feiloza be mais cubarde
    que uina gallinna; leve medodo Sr. Sooza Carvalho,
    do annuncio do l'aiz, du l'rub re, e a-e.....i que
    ganhava mudando de conleudor, c saciando ao ines-
    ino lempo o sen odio; mas enganou se misera velmen-
    le, porque a minha peia o fenra mullo mais profun-
    damente, eja que elle mesmo colloroii em iniohas
    maosesse iuslrumeulu aviltante, lera a mesma sorlc
    que Perillo no tomo de bron/e que dedicou a l'ha-
    laris.A mauhaa analisarei o ailigo, que contra
    mim pulilicou o Sr. Dr. I'rilo/ i no Liberal de I i do
    Brrenle, e eolio demonstrare! palpavelmenle, que
    meu lindo romo um possesso, quelirnu em suas
    mao. ., nica arma, que sabe manejar, islo he, a in-
    triga ; mas a intriga baisa c raileira das lavernas,
    a intriga das cosinhas, onde a honra das familias ou
    dos individuos he varrida como as ciu/.as dos fugues.
    Eo quedirei doSr. Freitas Barbosa, a quem co-
    nhejo lia I'2 anuos de casa do tinado meu irmao l.uiz
    Roma .' Felizmente he elle minio eonuaeido, e he
    tal a lepra, que o consume, que ha uiuito deven i es-
    tar un hospital dos Lazaros, Finalmente o que le-
    na ainda a dizer sobre o Sr. Freitas Barbosa reser-
    vo-n para nina nova pruvocaja'n.
    A, e Lima.
    [Continuarse -ha.
    ai j i >t ii I *" ** mim iiijp (( o < 'irillMI'U O
    BEPABTigAO DA POLICA
    Secretaria da policial de l'eruambuco -l'\ de abril
    de 1856.
    IHm.eExin.8r.Levo ao cnnhrriinciilo de V.
    Exc. que das dilTerruls participajoes boje recebidas
    nesla reparlijao enn-l.i que se deram as seguinles
    occurrcncias :
    Pelasnbdelegaeia dalfregaecia de S.Jos, foi pre-
    so o paisano Amonio J{)aqnim por desordem.
    I'el.i snbdelegaeia di freguezia da Roa-Vista, os
    escravos Joo e rhitaddlpho, |cste a requerimeiilo do
    senhor e aquelle por ler espancado a outro escravo.
    C pela subdelegaca ila freguezia do Pojo da Pa-
    nella os pretos Hilario f Luiz escravos por fgidos.
    Deus guarde a V. Ele.libo, e Exm. Sr. conse-
    Iheiro Jos Rento da Oinli.i e F'igueiredo, presidente
    da provincia.O chcfe|de policia, Luiz Carlos de
    Poica Tci.reira. "
    lllm. cExm. Sr.I evo ao conhccimenlo de V.
    Exc. que das dillere les participajocs boje rece-
    bidas nesta reparlijaoj cousta que se deram as se-
    guiulcs occuirenciss : !
    Foram presos: pela slibdelegacia da freguezia de
    S. Jos, o rrioulo menqr do noine Ju-liniano, por
    liaver dado nina Iscidatem Victoriano Joso do San-
    l'Anoa no lugar do m.itiidouro pulilico, sendo o mu
    livo desse tacto, liaver jiotlendido allercade com o
    ol- o-"i por este ter tajado um boi primeiro que
    aquelle; procedeu-se aqcompetente rorpo de delic-
    ia para rormajao da cu|pa.
    O delegado do primeiro distrielo desle termo,refe-
    re era i II. i > desla tada,que as '' horas da uoite do dia
    W.i do correute futa gravemente ferido com um tiro
    o inspector de quarlebrlAuaiido (jiqui da frege-
    zia dos Afogados, Anlonin itnrges Calvan L'clloa,
    por Antonio Rodrigues"'conhecidn p->r Touquinho,
    em occasiao que aquelle inspector cercava-lhe a ca*a
    para ao amanliecer appfehender uns cavados furia-
    dos que e-tavam ncciiltos na dita casa, pudendo o
    criminoso evadir-se mi > ob-lanle as diligencias em-
    pregadas para suacaplurla, procedeu-se aocompeten-
    e auto de vestbria e vaiiser instaurado o respectivo
    siimmario.
    Dos guarde a V. F.vri. lllm. e Exin.Sr. con-
    sclheiro Jos/- liento da Cunta e Figueirelo, presi-
    deuleda provincia.(Hhefe de polica, l.ui: Car-
    tos de l'aica Y'ci.ccsra.
    --------------------------------i--------------------------------------
    diario i5c ?#cmambiito.
    cador, vi-mcforjado a replicar dizendo, que se bou
    ve um provocador, e provocador acinloso fra o Libe-
    ral,o primeiro qne ouson meltor mo sacrilega na vida
    intima do seu adversario poliUce ; liiialmeuto j se
    eonlentava o Sr. Dr. Feitn/a com que eu aceilasse
    asna abnegaran romo em drferenria a mito, cou-
    sa que sempre repelli quando vutruu o Sr. /rei-
    r* ll'irliozu! '
    As palavras desse 1111031 om sua casa, suas ideas
    abjeclas sobre o Liberal, sua avareza para especu-
    lar sobre a inimuralidade das uo>sas parcialidades,
    -"ii cinismo sobro o que ha de mais sagrado uas re-
    lajes sociaes, cmlim seus projoetos torpes sobre a
    imprensa, eludo quanlo lile omina vesper;, me
    apparc eu gravado uaquella trente eslupida e desla-
    vada,e confesso que nao pude conter um movimento
    de iiidignajAo,principalmente quando veio inlrodu-
    zir-sc no meu di.dogo com o Sr. Dr. Feiloza. De-
    pois de algunas palavras trocadas por mim ruin a/e-
    dume, lemei o chapeo e sahi polo porta fra, re-
    solvido a abandonar o meu projeete do paz, e de dei- gara todos nos
    Mamanguape 10 de abril.
    .Srs. redil' (ores.Vrnliu fazer numero entre os
    mais humildes noliciadoros d'esla ril-.de, o sou In-
    vado a islo por quo a experiencia tem-me mostrado,
    que, roinpreheudeiido os Ilustres redactores das cor-
    respondencias o qiiaulu agrada a variedada dos as-
    Iv los e dos assumptos nos escriptos, vio (tor um con-
    vemu amigavel o tcito, cedendo a caita peona o de-
    ver de honra quo cada urna lem de nAn dcixar ja-
    mais esta Ierra noolxido:quero rom islo dizer,
    quo pola falla de permanencia de urna correspon-
    dencia, mullos oscriptores Icin-se atiradn a impren-
    sa, c nimio acoherlados ate com ttulos o:/
    prestados, o que boje parece ser rbegada a o .nli'nj
    vez.
    Pouco impoea-me ser ronhecido, e cont isto ;
    porque aqri m ijnsam esereve urna linha, >pie pu-
    blicada nao i* aponte com o dedo o seu autor; alem
    de que, merc de Dos, nunca concorrerei para des-
    lustrar anotare missaeda imprensa, sci earregar com
    a respeosabtlidade de meas actos, e uito temo dis-
    cussao alauma franca c siureta.
    Anda vergado sob o pesodas calamidades que nos
    Iroiixc esse infernal rbolcra-morbu<, do horrorosa
    memoria, cujas pegadas uAo podera ser apagadas f-
    cilmente, principio n.irr.indo-lhc ligeirameole o que
    por aqui passou-se n'esta qnadra lgubre.
    Oiiandn menos esperramos balen-nos a porta
    aquella furia do averno, e fez sua entrada Iritim-
    phal no dia :>i de feveieiro, victimando logo algu-
    m.is pessoas que nao poderam supporlar os seus
    lerrixeis embales :lomou quartcl, ibspoz suas ba-
    leras, etplorou o campo, deo alanos tiroleios, e de-
    pois do convcnienteiiienle preparado dcrlamu se
    este inimigo impetuoso o traijoeiro em mortfero
    cmbale no dia i do mea passado :a lula era es-
    tupenda e desigual ; n,io estafamos prcpaiados para
    ella, aim de que os nossos recursos nao seriam ca-
    pazes de sopera-lo inteirameiite : todayia nao uos
    mostramos cobar.lcs ; ajudados pela Divina Provi-
    dencia, nilo recnamos :em continua defeza da vi-
    da, corramos presurosos a soccorrer os acrommelti-
    'Ijs n'estes auxilios por muilas vezes eramos victi-
    mas, e islo nao desenrojoava : o senilmente da hu-
    minidade, a voz da religiao bradav.un, coragem e
    resign.ieao, e com os nosso corarOea acariciavam c
    palpitavam pelu mais restricto rtunprimento dos nos-
    sos deveres.
    A furia ims devaslava, j. eooiavamos de :io a 10
    e lanas victimas diariameole, pareca ja acharol-
    nos atordoados.e quasi exnimes; mas oDcos de blin-
    dado, e misericordia, que nao abandona as suas crea*
    uras, nos maiores apuros, protegeu-nos, favoreceu-
    nos, c esmagon acabeja da liydra quo ameajava Ira-
    quanlo antes
    O rio Mamanguape acha-se flieio ; leme-se que
    a epidemia nao volle com a passagem das aguas, a
    exeuiplo de oulras parles.
    Ja he alia noile, e Morpheu esleude sobre mim os
    seus pregoicosos bracos, nao pooso mais continuar :
    aceite, pois, minhas despedidas c um ailcus sau-
    doso.
    G. F.
    P. S.Acabo ile ler urna roire noble collegaO Agricultor vigilantedcviulee
    (aillos do me/ passado. e a respeilo delta, ou do seu
    con leudo devo nuer ;
    Oue lu fajo o mesmo juizo que elle Forma do
    Dr. Nunes Pinto, o qual sem duvida se defender.
    t.)uc nao saliendo dos deglutidos que liouveram na
    dislribuijao dos soccorros prestados pelo goveruo, o
    m lue collega fara um alio servijo denunciando as
    pessoas e a Balaren delle.; e para ojuda lo, cu
    Icmbro-lhc que esliveram privativamente cncarre-
    gados de prestar laes soccorros, c por cujas maos
    corrern) ludo, dinheiro, carne, arroz, bolachas, or.
    etc., os Srs. delegado Francisco A. Rorja Pereira,
    subde'egaiio Francisco Ricardo Cavaleanli, major
    Manoel tionjalves, lenle Eneas Eletbauo, o Ma-
    noel Carlos ; e enrarregado por estes com alguiit di-
    nheiro, o padre llaplisla, e Isaac liazilio llibeiro
    Franco, como rousla-me ; o collega, pois, aponte
    qual o que se descarreuu, e em que, porque, alem
    do immeusoservieo fulo, se elevara a uigindade que
    o caraclcn.a, salundo do campo das ailusoes sem-
    pre malvolas, c das reticencias com que s costu-
    niam acoberlar-se e laujar man os embusleiros c os
    perversos, e nao o nobre collega, que somduvida
    sera todo chelo de bros e cavalleirisino.
    Que a respeilo da improlicuidade dos meios do
    governo, devemos appellar para os assiduos e repe-
    tidos reclamos das pessoas mais quablicadas da ci-
    dade, as quacs fazendo ver o estado de abandono em
    que ella se achava, imploiavam por aquelles meios,
    como os nicos que poderiam apparecer; e que a
    populajo fui soceorrida como era possivel.
    Que uno a minha voz a do collega no elogio que
    toveo rsludanle Asranro, e pretendo em oulra ur-
    rasiao dizer mais alguma cousa em seu favor. Tem
    sido elle bem feliz, porque a ordem do dia be, boiu,
    ptimo, quando se prcci-a ; pessimo, c lulo sel mais
    o que, quando tem passado a nuvem.
    I'osso llianjar-llie, que, em das de minha vida, i Navins nanea vi taula rnrage.n, zelo, dedirajao, e sobre' ,, "" ?C %la r0nlra V3l,ores
    xar ao Ifinpo a riiiiliniiaedo dessa lula iiojcnla, em
    que o Sr. Dr. Feiloza seria infallivelmenle isma-
    gado. No da seguinle > de abril) dirig aos Srs.
    Drs. Feiloza e Sooza Carvalho as segundes cartas :
    lllm. *r.
    Feiloza,
    Dr. .intonio fcenle do Nascimcnlo
    S. C. 1 de abril do tMili.
    d.i scena pouco lisungeira, que
    Ja no dia lo do me/, referido a hedionda cliolcra-
    morbus foi (laqueando, e mais logo om dehaudada.
    do corrida, Isvautou sus barracas o desappareceu
    d'enlre nos, deixando alguns dos seus fugitivos que
    de assallo nos iorommodam. Daquelle da ao dia l't
    o numero das vichmas oscillava de 10 a -JO, e lio-
    jo poucas, e as vo/cs iicnliunia contamos em caja
    dia.
    Foram tremendos, foram desastrosos aquellos lu-
    da dor e do
    la
    eVrs. rediictorcs Vela primeira vez lenbo de
    me dirigir as paginas de seu muilo eonrcHuado jor-
    nal,para pedir-Ibes o favor de manifestar oque seulio
    meu corajo, e o quanlo tributo a inmensos ha-
    bitantes desta fseguezia, as pessoas a quem me di-
    rijo, apezar de que anda assim nao exprimo o
    quauto somos penborados.
    Sera porlanlo esta minha mauifeslajo como pro-
    va de meu reroiihccimonlo.
    He, Srs. redactores, dos Srs. da familia do enge-
    nlio Sacaba, a qual lem sido iucansavtl em prestar
    seus soccorros a lodos quantosos procurara lia quadra
    actual, ja com remedios, ja com ludo quanlo lie mis-
    ler e necessario a um dornte, aollieilaode os que de
    mais promplo precisan! para serem soccorridos. sen-
    do viles proprloe em pesoa, a se apreseniarem,
    e os nicsinos a medicareni, tanto por um como por
    outro sxsthema, e ele comhiuajao com as receitas
    apresenladas para tal ciifefvnidadc, do que lem li-
    rado muilo lid / re-uli.i-in, c cora especialidade abo'
    mcopahia, c para isso se prepataram, apenas appa-
    receu na cidade do Penedo oteriivel viajante, sendo
    luiie.idn iudcpendcnlo de pedido pelo seo irmao o
    ni. inr linar qne, o quatescreveu immediatameule que
    o mal appaieceu iiaquellc lugar aos seus' prenles,
    dizendo Iho que se preslassem com todos os soccor-
    ros, nao s aos moradores de seus engenhos, como
    mesmo a loda aquella pobreza da (regaezia que
    precisaste ser soccorrid, para o que elle eslava
    promplo a concorrer rom ludo quanlo fosse neces-
    sario, com seus collrgas, ao que elle (denle so
    prestara, mesmo por ser esta sua voutade e utea-
    joes, com esprcialidadc aos Srs. T. C. Pedro de
    Alcntara Uaarque e Francisco llorja Uuarque Li-
    ma, os quaes lem sido incansaves, mandando por
    mais de una vez repetir os medicamenloi, que de
    promplo I lie foram remdtidos.
    Esle Sr., a quem llie desejamos inmensos bens,
    he por ns bem roiitiecldo, e do sen oorarJe bonda-
    doso c humano, ja estaraos de muitu certos, merece
    a s> mpathia de lodos OS habitantes desta comarca,
    heeslimadu do grande o do pequeo desde sua in-
    fancia, acaba de dar a manir prova de que se-
    n.io esquere da Ierra de seu uasclmeolo, embora ro-
    mo nos consta livesse dislriboido algumas esmollas
    pelas comraisMJes de bonolieen, la e hospilaos desb
    cidade.
    Porlanlo, minio Ihe devemos e aos seus, c rom
    urna felirida te, que poneos foram os que surcum-
    biram dos por elles curados, e muilo llevemos a ho-
    meopatlua. nao estamos de todo livres do mal, po-
    lm, seja o Senhor louv.-.do, j poucos casos perigo-
    sos apparecem.
    Arcilem pm-, Srs. redactores, o meu eternu reco-
    iibcciiuenlo, nica prova que posso dar de miuha
    gralidao.
    Freguezia de S. liento da comarca de Porto Cal-
    vo, -2 de abril do Hb".
    O malulo agradecido.
    ipiaoio anie: tapar arrees
    Oulro do eiiaoulieiu eordi lor, declarando u uw
    feilo pe i enrlienle
    Hojea asscmbla saeempara com o projeclo n.
    10, que approva os compromissos de varias irmanda-
    des, em lerceira discus^io ; e continua a ordem do
    dia de lionlem.
    Amanhaa he a viagem. de experiencia do vapor de
    reboque .traraiu pcrlfncente a praja de Scrgipe.
    Saiidamns essa compailhia pela acquisijao do um
    vapor de reboque de que lano se resenta aquella
    barra, e damos aos Sergipenses os devidos emboras,
    e Ibes desejamos milhoa de prosperidades pela nova
    poca que Ibes raia no norisoute.
    Rcrebemos a caria lio nosso correspondente da
    tarabilla com dala de lil do roricuir. Ainda mor-
    riji'i cinco pessoas diariamente na capital, e conli-
    nuava a declinaran da I epidemia em quasi lodos os
    lugares da provincia ; enlioanlo tinha peiorado
    em Maiuanauapc, mas esta noticia aluda prcrisava
    de conlirmajo. O esbldo sanitario dos serlc- nao
    inspirava receio, todava o presidenta da provincia
    mandara para aquella regulo mcdicOanenlos, vive-
    res e duihriro para facturas de ceniilcrios. Ouanln
    ao mais nada de novo havia ucenrrido. As eleicoes a
    fulura leai-latura era a preocrupaelo r|uc tinha su-
    bstituido as inquietaran e tuslos geiados pela epi-
    demia.
    UlT.I.F.I IM DO tj;ilOLF;itA-.MOUBLS.
    Participarais dos hosptlaet,
    llospilal de S. Jos II doenlee.
    Hospital do Carino8 Inenles.
    Relajan das pessoasqueifallereram do chotera-mor-
    bus o foram sepultadas no ceiuilerio |>ublico das
    (i horas da larde do lia 2\ as (i horas da larde do
    dia", de abril de IsVi.'
    itera.
    Numero 2(63 Jos Antoni
    nambueo, :tii anuos,: solleiro
    hospital de Caridad.
    dem itrl Aeosliulie. lilirrt
    Hdleiio, | lelo, roa d Color II
    Em ronseqneneia
    bonleni so pasma em casa de V. S. enlre mis am- tuo-os dias, nos quaes sol a pro-
    bos e o Sr lieitas llarboza, .ou forjado a retirar a pranlo, do gomer do moribundo, c das imprecacOe
    minha pala\ra. e qualquer comproinisso acerca da c lamentos das orphaas c viuvas, ccifou aquelle ioi-
    lula entre o Uberal e o /'ai: ; assim tica V. S. li- I migo (alai, a des|ieilo de esforeos .obrenalurses de
    vre para obrar cuino entender, e o Sr. aouza Carva- lidadores destemidos, c da mau'eira m.iis barbara e
    Iho Parase defender como puder. Ouauto a ininlia cruel, nunca menos de 800 existencias pie
    irahecilidade cm acreditar na lienevolenria de V. S., I ta cidade a lugares adjaceules.
    assim romo na considerajao de ro.peilo, tilo prnpa, Em anas correrias elle visiteo os menores lugare-
    lada por \. Is. para com a minha pessoa, tomarei I jos do termo, invadi as orravaluras dos engenhos,
    nesle caso o c.muilio que me convie. na continua-, fazendo ein toda sua nciirsao per aqu, sem duvida
    que mais de tres mil victima
    crio-as u cs-
    jSo dessa lula asquerosa, que aulla a imprensa, e
    avillana um partido, se iionvesse algum tao inisera-
    vel e estpido, que se quizesse alimentar rom ella.
    I'or tanto nenlium compromisso existe entro nos am-
    bos de-de e>te momento,o somos inleirameiito tivres,
    do pcn.ar e de obrar com > enleiidennos
    Entretanto aou#com Imla a considerajao o respei-
    lo.De V. S.,muilo atiento venerador e criado.
    1. I. de .Unen e Lima.
    lllm. Sr. Dr. intonso Alces de Sou.a Carca/ha.
    S. C. 2 de abril de I8S6.
    Urna scena desagradavd, paseada lioulem comioo
    em casa .1.) Sr. Dr. Feiiza, forroii-mc a rclirar-lhe
    Nada he mai prenso dizer ; lirem lodos as con
    sequencias, avalicm a conjunrlura dilliril por que
    passamos, e a nana final posijao.
    N'esta pugna d"reTUllados no funestos nao per-
    demos o loros de um |>ovo liumano e christ&o :
    minea BbaVadouanios no Icilo da dor aos nossos se-
    melliaulits, qoasi que nenliuina emigrajAo houve :
    sorTrcnmi a pe Orine laucos males : merriamos, mas
    nao rediajnus.
    O Exm'. Sf. Dr. Antonio da Costa Pinto, a quem
    cotibe a honra de comliatcr o inimigo e oppur bar-
    reira os seus estragos, leve o proredimento ilo mai
    boje a minha palavra, e de ba\er por nollo qualquer \ hbil e amestrado general : comliatcndo inesperada-
    romproini-so acercada luto entro o Liberal c o l'aiz. nonte e com furor por lodos os lados.
    Assim tica liyrc o Sr. Dr. Feilo/a tara obrar romo S. Exr., anda que nado enconlrasse feitn de
    entender, e V. S. para se defender cmo poder. De-
    vo declarar cm aliono da verdade, que V. S. em lo
    do csso infeliz negocio portou-se como um cavalbei-
    meios picveiitivos, c nao livesse oblido, pelo pouco
    lempo, indo quanlo ora de misler, salvou-no--, sal-
    vou a provincia ; rom um corajo verdaderamente
    o ; c qne a minha divida de honra ser paga com i pbilanlropico.inspirndo inleira conlianra a lodos os
    usura cm lempo opportuuo.o segundo a marcha des- habitantes d'esla Parahiba, elle aenbe pea sua cner-
    grajada,quc levar esta lula por dentis njenla o as. i gia.'aclividade e fernlidade de proprios recursos sup-
    ' prir muilo do que prcrisavamos.
    Sel que S. Ese. nao precisa de encomios, e n;lo o
    (ac para liaohgea-M. S. Exc. tem o verdadciro
    quorosa. Fulieanlo sou rom ln la a ronsiiler.ijao c
    respeilo.De V. S.,muilO atlcqto venerador e cria-
    do.J. |. de Abreu e Lima.
    Tres ou qnatro horas, depois da minha rartn sup-
    pra, recebido Sr. Dr.- Feloza a seguinle rcspnsta :
    lllm. e Kvm. Sr. general Joso Ignacio de Abreu
    c Lima.
    Quando ia sair, me foi entregue una carta do V.
    Exc, e por sv, jn respond a ella immedialamen-
    tc ; do que se digno v. Exr. descalpar-rr.e.
    A'eerca da lula anlre o Liberal
    i L.ic. eslar reto de i/uc maniere! a minha pa-
    lacra; nunca esercrl nutra o Sr. Souza Carca-
    Iho, na.t excreto e aem eterecerci, de mancira a
    recolcer-lhe e manchar-lne a tita pr'cada; pedi-
    rei, in-larej mesmo com os ineiH roinpanheiros de
    redarr.io, e rom o Sr. Freitas Harbo/.i para que o
    nao morliliqucm, e ludo por dcferrnria a V. B(C,
    embola V. Exc. nio o qurira como lal receber.
    Tambera assim procedo sem impni a menor ron-
    dijan, nrm a V. Hxc. neni ao Sr. Souza Carvalho,
    a quem deixo a mai-. ampia liberdadc de por si ou
    ludo raridade, qual se tem desenvolvido entre os ha-
    bitantes desta abenjoada terrinha, que Dos guarde :
    quem se encarrega d'algnm docnlc |n.io abandona
    um sii momento, al que o ponha fra do perigo,
    e he a esta dediiajao, depois de Dos, a que eu l-
    tribuo a pequea morlalidade, que lera bavido nes-
    ta cidade.
    O povo veudo que lodos se inlcressam pelo seu
    bem estar, adimnislroudu-lho nao su os remedios
    uno- ino para comhalcr o mal, como o alimeulo
    conveniente, est muilo animado, e presla-sc sem
    repugnancia a conduejao dos eholerlcos para a casa
    de raridade c aus enterraueiilo*. Ilade-me crer,
    que lamliem fui um dos laes mediros improvisado',
    eqna por mercado Deo, lenho feilo mullas cura-
    suhaa 1
    A sucieil Je de bfrjjehcciicia, quo licou creada
    nesla cidad f como llie Trs! 'fniaOiiiihaiiriineiia,
    auxilia lam pelo Exm. Sr. prcsideiirB'iraprovMciiivJ
    lem desepell|iado do modj mail digno de louvures,
    os piulan tpicos lins a que so linha proposlo ; de
    niiiie i o qliei quainlo o inimao nos assallou, osla-
    *r*MMCOna nossa enferinana rnonlada rom mai*
    de -M leilos.algumas duzias deoamisasipara um e ou-
    lro sexu, cubertores ein proporege, e o mais que ne-
    ccssaiio -- faz para o bom Iralameulo dos rholeri-
    eoi: 11 liba nutro sim mandado vir d'uaDlenao
    "illalqueires de larinba, H barricas de familia du
    reino, e coutralado 200 carueiros, recolando a falla
    teles aeneros no caso da invasao do cholera.
    lambem merece elogius o Iralameulo que se da
    aos cholencos em Boaso hospital, e por este motivo,
    logo que algum desvalido he accoinmellido, pede
    ser transportado para all, onde sabe que nada Ibe
    falta.
    .Non be menos SOOOO ainda mais digna de louvores
    a commissao eucarregada do ceinileno pelos inaoia
    tos esforjos, que luvidou |iara a luudijo desla otar-
    se bem que auxiliada tambera nesla parle pelo Exm.
    Sr. presidente pelo povo ; porque sobre ser ella su-
    penur as nossss forjas, foi ein tres das, ainda que
    provisoriamente, posta em estado de receber as victi-
    mas do cholera : com elleilo palmoslandar-sc 230, de
    alicerce de cumpnmcnlo sobre I00| lo largura,ceicar-
    se de fachina esta exkn-ao no curio es|iajo de Ires
    dias, cousa he ujo sn digna .lo admiraran, como que
    muilo abona os Miptbueuses, e enche de gloria a
    commissao encarregada deste servijo, que a esta
    hora eslaria nrIui Iu se a lajauhudo cholera nao o
    livesse iulei ipido.
    todas as ses tle pessoa, sem ditiiiceao de sexu
    prestaram-se cora aoslo ao Irabalho do cemiteno, os
    homeus ministravain aus brenos os maleri.ie-.la/ i.'m o
    trajo, chegavam varas, e levanlavaui as (achinas;
    as seuhoras pela calada da noile conduziaiu agua, e
    pedras, liualmenteera um ervol opas.
    Preparado cumo licou |dito o .cemileiio, se-
    guio-so A benju da cruz, que linha de ser enlloca-
    da un que devia ser a habilajau dus morios ; (o
    este .eminentemente um acto religioso, lodos a
    porlia queriam earregar o sacro pcnbor da nossa
    icdtmpr.lo ; de maueira que para se manter a or-
    dem, fot necessario que u Sr. Dr. Luiz Rodrigues
    O'Altauquerque designasse enlre u iiniueuso concur-
    so de pnMi de todas as classes, e condijuts, quaes as
    pessoas que deviam merecer esta honra.
    i. i legado de-l'.u le em pnn i-,io pelas ras desla
    cidade u symbolo de BOM fo com toda devuUo e re-
    colhiraento, e posto no lugar dcsliuado, houve uina
    pequea orajao, era que u urador se esforjou em
    mostrar os motivos de credibilidade que a religo
    nos eusina, e a fo nos manda crer no estandarte do
    calvario.
    .Nodi.i seguinle pela ,' da inaiibaa leve lugar
    a lienjaodo cemilorio, e tal foi o concurso de povo,
    que Irasbordou o seu recinto ; acabada esla ceremo-
    nial seguise a inissa cantada, e depois desla urna
    breve alloeajao ao povo para o desabusar dus en-
    terramenlos uo ceiuilerio ; o que surti bom elleilo
    porque ueuhuina rcliiclancia lera i,|ireseiiladu o povo
    o esle espeito.
    A novena de S. Roque, de que Ihe havia fallado,
    so fez com loda adevurao, e penitencia, foi du-
    rante ella que o povo coudiizio era procissau quasi
    loda a pedra para o ceiuilerio. sem disliucjao de
    sexo, c qnalidade de pessoas, indo a sua frente o
    nosso mui digno parodio, que por esla occasia ,
    fez dii.ii de mullos louvores, sempre que se reco-
    llu i a |i ui i-ao na igroja suba elle ao pulpito, don
    do eiorlava os deis a penitencia, c algumas vezes
    com lal etlicacia, que Ibes arrancava lagrimas, qoe
    eu nao sei se erara de verdadoira roulhjo
    Tal era a nossa aguerrida posijao, quando o ini-
    migo apparcccu entre nos
    Dos diflerenlcs medicamenlos, de que lemus usa-
    do contra os seus ataques, merece o primeiro lugar
    o prodigioso espirito de campliora, que quando ap-
    plicado no primeiro periodo, a cura he infallivel, se
    gue-se depois o liman, e ltimamente o oleo de ri-
    cino, ludano ele. Cum estes medicamenlos temus
    curado par mais de 80 pessoas, atacadas do cho
    lera.
    As pessoas mais uolaveis.que loram accomroetlidas
    desla peste infernal, foram o vigario Gregorio Fer
    reir Luslosa, o Sr. Dr. Luiz Rodrigues de Albu-
    querque, sem duvida pelo muilo que se expozeram
    ua cura espiritual e corporal de seus governados,
    jinrem felizmente ja se acham reslahelecidos, e con-
    'iiiiu.iin a prestar, por ventora com ruis denodo,
    ' os soccorros, que os empastados demaudam.
    Apenas appareceu o cholera nesta cidade ficou
    ella, pso faci, sem policia, porque ossenhores de-
    legado e subdelegado, que inorara fura, abandona-
    ran) o seu posto, e nao baveudo quera qujzesse to-
    mar conta do expediente, eiiln o Sr. Dr.juizdedi-
    reiln interino assumto a si toda a polica, e desl'ar-
    te o ordem se cons.Tva iuallcravel, sendo snecedi-
    do durante o seu impedimento pelo padre Joaquiro
    Severiano Ribeiro Dantas.
    O Exm. presidente desta provincia o Sr. Dr.
    Antonio llernat no dos Passosmuito lem merecido dos
    Mipibuenses pelos promanes soccorros, que cons-
    tantemente nos lera enviado, e dos dois curiosos
    por ello engajados para ln lar dos cholencos, l-
    timamente nos envin daas ambulancias bem sor^-
    lidas dos remedios necessahes, sera fallaran dos
    soccorros mouelarios, que iiusmandou antes da in-
    vas.io do cholera.
    Tem pulanlo S. Exr. so portado para romnosro
    a merecer os mais justos encomios. Nestes dias
    sao mestnos rarus us ataques cholencos, porm mrs-
    roais perigOSOS, lodavia continuamos Impvidos, ns
    mdicos improvisados, a ronbate-los, e mediiule os
    medicamentos referidos temos Ibes embargados a fu-
    ria. Dos queira que a variedade desses ataques so-
    ja ura signal certo da retirada desse desalruso hos-
    pede, nao para qualquer utilro ponto do Rrasil, e-
    ii.io para as pantanosas ra.irgens do Congel donde
    ello nunca deveria ler sabido. Algumas cousas raes-
    mu Ibe poderia dizer, tango lemesse perder a passa-
    gem dn correio, e com esta a do vapor.
    Dos o preserve do cholera, cumo se faz mister ao
    seu criado ele.
    t) Mipibuense.
    Navios de vola entre si, conhecidos o espo-
    cifcados............
    Nao ospcriliradns. y*......
    Casos de ahalroamcnios reciprocse de sub-
    mcrsaosiinulunea.....
    73
    364
    151
    36
    Numero gual........(,72
    Navios incendiados.O anno de 1855 ho infe-
    rior a 1854, a este respeilo, porque apenas coma
    fi2 navios incendiados em vez de 75.
    Km 1853, s o pono de Liverpool leve a la-
    mentar 17 incendios ; cm 1854 apenas tinha 8.
    c em 185 Inuve (i navios devorados pelas rham-
    mas.
    Km 1S53 iodos os [torios reunidos da Fiama
    eaMaaVZ navios incendiados; cm 1854 apenas
    houve 2 e eliT-l!3J5 3.
    Vapores [iordidos.J=A_iirogressao crescente do
    numero de vapores quo sosvj>erdem, est na ra-
    zio da muliiplicidade sempre cffigqgnte dtgla qua-
    lidade de navios. >^~'^
    Em 1854 perderam-se 95, 12 dos quaes sao
    Irancc/os; em 1855 perderam-su 123, dos quaes :
    11 francezes ;
    3 inglezescom destino para porloj francezos :
    41 inglezes ;
    55 americanos ;
    13 de diversas nares :
    123 numero igual.
    Navios francezes.Resumimos a perda dos na-
    vios francezes no anno de 1852, 1853, 1854 e
    1855 do seguinle modo :
    387 navios de longo curso, dos quaes 98 foram
    ondemnados ;
    r,365 navios de cabotagom ;
    1,752 navios ao lodo.
    (Jornal do Commercio de Lisboa.)
    ipublicacoei* a peM&.
    ^incihiK.
    ESTATISTICAS MARTIMAS DE 1888.
    Transirovemos do Preeurseur de Anvcrs a se-
    guinle rerapilularao dos sinislros e onlros graves
    accidentes martimos, que occorreratn durante o
    auno de 1S55 :
    Naufragios.Dos 30,000 navio mencionados
    pelo Peritas de 1852 a IS55, perderam-se."
    Em 1832 1,850, islo he, mais de sois por cen-
    10 6 p. e.)
    Em 1853, 1,610, islo he, mais do cinco po
    cenio (5 p. c,)
    Km I85i, 2,128, isto ho, mais de "sol por
    renlo (7 p. c.)
    Em 1855, 1,982, islo he, mais de seis c meio
    por rento (O e meio p. c.)
    Os sinislros de 185* e de 1855 si; acitara re-
    partidos mens: luiente do modo seguinle :
    dn
    Naseimenlo Per-
    pardo, Roa-Vista,
    rica, lo annm,
    |a)emSt6Joanna Baptiata da Silva Vieira, Ver-
    " Se houve hornero, que desse por toda a parte as
    maiores provea de respeilo e de considerara*? a mi
    lilla pessoa, foi e-n duvi la oSr. Dr. I eiio/a. cuja
    amiade fra solliciuda por elle. A petar porm de
    toda a minha mansidgo evanglica derlaro Iranea-
    inenlp, que antesqaereri.i que elle livesse quebrado
    amliasas pomas,do que iubldoasminhas oseadas nina
    so vez.
    () Este bicho, especie de fosnil anli-diluviano,
    parece pprl......ei .1 rlasso do tmelaniana* ila fami-
    lia das l.irl.iiii" i- un '. do. r,ilr,iii,ii diliunlia
    dos I|hi< r d un itidra (luiros |ireleu 1
    perlence antes.. familia dus locduic-,
    elogio no agradecimenlo de lodo esle povo, qti
    tic perfeitamcnle que elle sacnlicou o eu viver ma-
    co, para vir alliriar-lhe as dores n'esta crise cala-
    mitosa com a qual S. Ese. mesmo ronlava. S. Ese.
    nao nos abandonou, antes ao contrario nenhum pre-
    sidente poderia fa/cr mais do que elle, dadas as
    eircumstaneiss: c parece qoe mlu direi urna inver-
    c o l'aiz, pode ; dado allirmando, que na presente quadra,os seus ser-
    vicos nao loram inferiores a qualquer dos Ilustres
    administradores, que mais e preslaram ; lOtaado-SC
    que, sem muilo ai ruido, e despena enormes.
    O governo imperial deve orgalhar-se e dar para-
    bens a fortuna por ter delegados como o Eira. Sr.
    Dr. Antonio da Cosa Pinto e Silva : o povo para-
    hibano deve bem dizer a sorle, por haver-ihe pro-
    porcionado um administrador que tanto aenbe araai-
    nar-lhc as dores e servir de lenitiva aos males que
    O acabrunba, |H-omellendo era breve tirar osla Ierra
    do estado de alialimontu era que permanece.
    O governo pouco auxilio dos liomeiu ricos da Ier-
    ra leve, porque quasi lodos foram fendos do mal
    ao mesmo lempo, as lasa familias acrommellidas, e
    so acliavam desprovido de meios para vencer lautos
    (rabalhos. Os illuslres proprelanos, o coronel Jlo
    Valentiin l'eisolo de Vaaconcelloa e espitan Fran-
    cisco llruno Jaromc Re/erra, residenles nas proii-
    midades da cidade, a ella vinham sempre, e. em-
    qiianto poderam, preslaram os seus bous servicos
    aos desvalido.
    Nao fnizera en reromendni an reronheebnento
    pllblieo n nonte de ,.l-iiiiia pesoa que se liilliaiaui
    digna' de mu leden,mili,, de er.ih.l ,,i. porque sai
    quanlo lie espinhosa ca larefa, mas como repugne
    Srs. redactores.Knroulrandn na Pagina Acuita
    du da I i du crrenle, urna censura a autoridades
    desla cidade, debaiio da epigrapnefalla de can-
    il.uleas quacs ago alruuliadas de governadores,
    achoi que rae corra o dever de declarar aos redar
    lores da l'ai/ina .Irulsa e ao publico, visto como
    SOO juiz municipal desla cidade. que nao lenhn preso
    algum na cadci-i sem processo ; e se algum ou al-
    guns la cusiera sem a formaban do culpa, eu nao
    devo earregar com as consequencias. t)uem quer
    que mandn prender .1 esses dutis pescadores que
    responda, que eu so qucio sabir da generalidade, na
    qual Vnirs. l.dvez sem querer me quize envolver.
    Sempre que Vanes, quizerem tomar parte nos nego-
    cios desla cidade a reapeilo do juizo municipal nao
    me punparei em acarrelar cora as consequencias de
    mens actos, de deleuder-mc. e jusliliea-los ; por-
    que acho que o magislraalo deve dar ronta de seus
    actos a quem quer que os queira turnar pelo im-
    prensa.
    E seja esta a ultima oeeasiflo para pedir a V'mcs.
    que quasnlu qiii/.erein Iralai da vcllia e alien^oada O-
    linda.e.speeiliipiem os nomes para me nao dar ao Ira-1 Fevereiro
    h.illio que live pela primeira ve/, e agora pela segun-
    da. ;' Por ele lavor mais, Srs. redactores, vai se
    eonslituindo ca !a vez mais i ilo este que se assirna
    etc.
    .lose ijuinlino de C. Lea o.
    Olimla 18de abril de 1856.
    Cidade de S. Jos de MipihulOdc abril de IXiti.
    Srs. redactores.lie. de eoliamente tor V. Mrc.
    reparado na demora desla segunda carta, pois que
    ja la vai mais do inez e 111010 depois da primeira, que
    live a honra de Ihe dirigir, mas quem pode ser pon- DezembrO
    tual n'uin lempo romo este '' Seiba, qne nao Tomos,!
    anda mal, dispensados da visita do maldilo cholera,! .r a li/. -- ,,, ,.,'. ,n
    oqualeini.....lia siraplindade siippuuha mais. ris- lulaCs '' "" 7d>10 'J82 (''10
    lecralieo; nada disto, o lal sujeito he pelo nmlrario Navios de que nao lia notirias.O algarismo
    I10111 poio, por qoe agente baiva c pobre ubre de-.53 naviosde que lian houve noticias ein 1854,
    Indo be ., quem elle mais visitas ra/. i(| ,.(8 (,m ,s,5
    " listamos pois a tiraros rom esle novo monslro de
    185 1855
    Me/ to N umero de Por Numero de Por
    auno. perdas. 100 pedas. 100
    Janeiro 350 1,2 263 0,9
    Fevereiro 190 0,7 180 0,7
    Nano 110 0,5 Ki4 0,5
    Abril 100 0,4 121 0,4
    Maio no 0,4 108 0,4
    lunho 110 0,1 91 0.3
    J11II10 80 0,3 77 0,3
    Agosto 80 0,3 120 0,4
    Seterol>ro 100 0,4 117 0.5
    Otitulirii 20 0,0 183 0,7
    Ntivenihro 270 0,9 278 0,!)
    Uezembro :t30 0,1 '270 0,0
    apparera um segundo
    ein ;|llt*
    Thchas, e lie pena que
    oLotipoquc n decapite.
    Alguns dios a esla parlo este nvvel felraireiio
    inimigo andan ,1 nossa espreila, sccvaameltendo urna
    ou outia pessoa, e somente no 1 do correute se ma-
    nifesloo sem reboco, o rom lal furias, que era me
    nos de lies.iias conlamos para mais de lili accommet-
    lidos : acboii-m s p u lem l.io encurajados e prepara-
    dos para .1 lula, que, apeuas.a dcspeilo de seus inul-
    tiplicados alaqurs alr opreenle em |,-(0 boa hora
    o diga si. nos pode roohar .", victimas, e |istn nao
    sem mulla diluenldade. E verdadeiramenle, meu
    charo, munidos das receilas, que de la, e de Rio no
    foram mimoseadas, e dos remedios, que a commis-
    sao de beneficencia maudou vir minio a lempo, bou-
    ve/onta'aluviad de mediros improvisados, principal-
    mente depois que se conlieccu a elucida do iniracu-
    loso espirito de ratnphora para opriineiro perodo.que
    algumas ve/es so cnconlravara dous e Iros na casa de
    um s dn Icrico.
    Ahalroamontos.Os ahalioinentns continan
    om progressivo augmento.
    Nos ltimos nnze annos, 1845 a 1855, ocepr-
    roram 6,908 abordagans' martimas, leudo oeca-
    . jsionado 672 perdas totaos, repartidas da .seguinle
    mancira :
    * Dispense-nos o Sr. Dr. ilo la/ernina esla sua
    voutade in tolnni, corlo de que esla redareio faz-
    lhe-sedevida jusiir.1, juloando por seus honroso
    precedente, quri ruma ais, quer ruino Innuein
    pait utai.
    0 ni;.
    Aholr tamciitos. Perdas.
    1845 501 56
    1846 533 is
    1847 603 45
    1848 623 61
    IS49 556 60
    1850 641 --
    1851 603 9
    185-2 613 52
    1853 588 5i>
    1854 702 81
    1855 743 6!)
    As 672 perdas totaef estio nlass [iradas
    guate modo :
    Vaporas eoMra aporesi . . . .
    Vapules contra IKiMiis de vola. . .
    do So-
    :l
    27
    1 -REtil K/.IA DOI'OtO Di l'ANEI.I.A.
    lllm. o Bim. Sr.Tendu por parlarla de :H) de Ja-
    neiro, sido por V. Eic. encarregado da direccao do
    hospital creado na freguezia do Poro da Panella para
    os mizeravcis que fossem arcommetlidos do cholera-
    uno bus. na i|iil portara me recommenda lambem
    V. Ee. que eviendo os meu cuidados aos habitan-
    tes indigentes daquellas circumvisinhacas, que infe-
    lizmente fossem atacados da epidemia, como livesse
    sido fechado o mesmo hospital, e o mal esteja quasi
    exmelo naquolle lugar, corre-me a obriga;io de dar
    ronla a V. Ele. dessa minha pesada miss,lo ; e jul-
    gar-nw-hei demasiadamente pago de todos os meas
    trabalhos e fadigas, se hoiiver satisfeilo a expectati-
    va de V. Etc. tendo sido til bumanidhde desvali-
    da : ueiilium.i outra recompensa mais anhelo.
    No dia de fevereiro, foi aberlo n hospital, ten-
    do sido por V. Eic. visitado poneos dias aules : nelle
    haviam doze camas sullicienlemenle providas, todos
    os utensilios precisos paia a casa, e urna botica con-
    venientemente sorlida.
    Desde aquelle dia al 15 de marro, em que foi 9
    mesmo bospilal fechado pela razan" de a rumuiis-.in
    de beneficencia luto ter mais meios para o sustentar,
    e os cofres pblicos nao poderem comportar aquella
    despeza, foram a elle admillidos 17 doenles,dos quaes
    no referido da l em que se elle fecliou s res 1,1-
    vam seis cmconvalescenea.porquedesdeodia 13 nen-
    lium mais liavia sido de novo admillido.
    Dos individoos reerbidos no hospital fallecern,
    19,8 hnmens e 11 mulheres; o que nao deve sorpren-
    der a V. Ese., se allender ao estado em que para
    alli eram conduzidos, pois que tudus estes j se ada-
    Vara por mais de 12 a 16 huras no periodo lgido, e
    liutiam sido arcommetlidos do mal ainda com mais
    antecedencia ; alguns entravam quasi expirando, e
    antros expiravam poucos momeutos ou horas depois,
    romo tudo vera V. Exc. do inappa nuvncro 1, que a
    este arompanha. S depois que loram observados re-
    sultados felizes cm algoua que foram levados para o
    hospital,em lal estado que o seu mal pareca inven-
    civel, fui que desappareceu em grande parle a re-
    pugnancia que muslravam os doeules em irem para
    o hospital, e enlo ale pediam que os levassem.
    Mui'.as pessoas pobres ainda por essa repugnancia,
    o. porque linhara em suas casas quem Ibes prestasse
    os servicos precisos, foram por mim tratadas em suas
    proprias babitaees com os lemedios da botica do
    bospilal, e com urna outra pequeoa ambulancia, que
    me havia sido antea subministrada peia cmara mu-
    uicipal para os pobres do termo : com estes reme-
    dios, c cum o resto dos do bospilal ( no que se cora-
    prebende urna das seis garrafas de vinbo por mim
    exigidas ; que me foi entregue pela digna commissao
    de beneficencia desla freguezia, continuo a halar al-
    gons individuos, que ainda suc:edeserem sssalladm
    Exm. Sr., no cumprimento da segunda parte da *
    mencionada portara de V. Exc, uao bmilei o meu
    (rabalho unicameule s circumrisiohacas do hospi-
    tal ; fui alera, pois que visilei e tralei liiEben) po-
    bres em Aptpucos, Mouleiio, Caldeireiro, Poco,
    Casa-Ferie, e Santa-Anua, como consta do mappa
    junto sob o numero 2, onde vem seus nomes, quab-
    dadesc moradas divididas pelos quarleires.
    lodosos individuos por mim ir,liados nesla fre-
    guezia lora do bospilal al esla data monlam a 386'
    os quaes unidos aos tratados 110 hospital sommam
    433, cm cujo numeio se nao acham incluidos aquel-
    les para quem fui smenle consultado, e dei reme-
    dios, mas que nao uecessiiaram de ser visitados: sua
    cifra lie bastantemente elevada.
    Os doentes, cujo tratamenlo me era conadu desde
    o seu r .micoo, e que procuravam soccorros logo que
    se seuliam atacados, anda que apresentassem syrap-
    lomas aterradores,e livessem mesmo entrado ha pou-
    cas horas no oslado lgido, se curaram ; masdiflieil,
    e muilas vezes mpossivel era a cura daquelle que
    Irinlo sido arroininellidos du mal das antes, s pro-
    curavam soccorros quando esle fazia soa explosao, e
    se lurnavam lgidos.
    Em mais de 800 doentes qoe tralei, inclundo os
    da enfermara da casa de detenrao, eoltegu das or-
    pbas, expostos, arsenal de guerra ele, um s caso
    nao eucontrei de cholera fulminante : os iodividuos
    que parcriam fulminados, haviam dous e mais dias,
    que di 1 i.ini os signaos premonllores do ma!, qat so ~* S,
    esperava urna circumslancia qualquer para se apre-
    sentar com lodo o seu cortejo de svmplomas ater-
    radores. Dahi resulla o grande numero de victimas
    fritas pelo cholera, c principalmente a espantosa
    morlalidade dos escravos e pessoas mizeraves que
    nriihum apreso dAo a estes signaes precursores, nem
    aos conselhos daqnelle que iucessanlemenle Ibes re-
    commendam que tornera logo em consideraejo a maii
    leve alleraro em sua saude ; sendo para notar que
    inultos individuos ja salvos inleiramente do perigo,
    e outros quasi reslatelecidos, abusando do rgimen
    prescriptn erara violentamente atacados, em ponen
    horas tornavarn-se lgidos, e assim expiravam ; au
    obstaules ossos lerriveis exempios fazia pasmar ale-
    ad lade com que frequcntemenle abusavam.
    Nesla fregue/ia segundo se calcula ap,-oxmada-
    menle, feain assalladas da epidemia I.umi pessoas *
    e seus habitantes quasi que estavam divididos cutre"
    rurandeiros e doenlos ; quem nAoest.va doeute es-
    lava 111r.1n.lo. Mullos curiosos munidos de vidros de
    ludano, eU.rir paregorico,amoniaco liyuido, cam-
    phora etc. procuravam os doentes para Ibes applica-
    rein o seu Iralameulo ; alguns davam oj diaphore-
    licos acompantiados de doses tao fortes de genebra e
    cognac, que levavam os doentes ao estado de embria-
    gue/, e logo depois davam-lhes elvir ludano ele.
    dn que rcsultava um perlurbarao geral do organis-
    mo, precipitavam-se as cr.ses. que podiara ser favo.
    raves e a reacrao on lornava-se excessiw c Irazia
    graves arcidcnlesi nllammaloiioscercbraes, e priuci-
    palmcule gaslro-inlestinars, nn era iui|>erl>ita e 111-
    sollicieute. e ent.io es -ntlrirnentos contiuiiavaro, os
    doentes cahiam no periodo lgido, c depois na es-
    pluvia : neslas ciri uu stancias lie qne procuravam
    muitas veros o profesjor, que quasi nada mais linha
    a lazer senao teslemunhar scenas tao lgubres.
    Tarabem tomavam parle n.i lula alguns humeo-
    pal ha armados de suas carien 1- : uns .eram puros,
    e onlros mixtos : os primeiros applicavam simples-
    mente as suas doses ; os segundos as acompanhavara
    de clisteres, frirees, sinapismos etc. A jnlgar-se
    pela simplicidade do sou tratamenlo, ellos por certo
    nao malavam os doentes, mas os dexavam raorrer;
    cm o que igualmente nao havia vanlagem ou utili-
    dade alguma; fallo aqui someule dos cariosos, c nao
    dosmedi.'os homeopalbas cujos'conhecimenlos muitu
    apreuio, e qoe. segundo dizem, li/et,im prodigios
    pelo seo svsiema, o que arredilo.
    finalmente nao bouve svsiema, nao houve Irala-
    meulo, por mais disparatadoe absurdo que se ima-
    gino, qna nao fosse empregado; e lodos os djflmtffTrs"-"*1
    leetarioe apregoavam os felizes reeultadjifi>, que li-
    utiam obluio, porem nao conlavam-irs sena morios :
    diluanlo nos cern torios do^ifo e Apipocos fo-
    ram sepultados al hoje 21 cadveres de cholencos
    desle numero somente 57 individuos b rara vistos por
    mim, alem dos do hospital, tendo visto a algn* des-
    tes poucos momentos antes de expiraren), porque s
    depois que os curiosos linhan esgotadu lodo o sen
    arsenal de medicamenlos, e se acliavam exhaustos
    sem haverem oblido o menor proveilo, he que cha-
    inavain ao professor como urna loimaldade, qoe se-
    an devia preterir.
    I na circninstancia muilo honrosa para os babi-
    laute desla rreguetia )ulge todava do meu dever
    Tlo oioillir, c he que enlre lautos curiosos'; que cu-
    ravam. e por todos os sxslenus, nem um s especu-
    lan com as applicace., que faiia de seas medica-
    mento, nem exigiu retribuirn alguma pelo seu
    Irabalho ; o desejo de serem uteis aos infelizes ac-
    commeltidos do mal era a nico incentivo de soa
    conduela: alguna observavam depois as minhas pres- ,
    cripces, e passavam noiles inlriras ao pe dos enfer-
    mo. s pelo desejo de os ver melborar.
    Polo que lica expendido, pode V. Exc. mui bem
    avahar porque trabamos o rdigas live oe passar da
    e noile ; anda qne fo.se ajanado em principio pelo
    esliidanle do 2." anno de medicina Joaquim da Sil-
    va ti usina o, e ao depon pelo esludante de direito
    I rzedo, qoe se prestaran, com a maior dedicarao e
    desvello, era todava sobre mim que pesava o prin-
    cipal Irabalho. p.i arb.iva me tm mu lii"J.r, onda
    son bem rnnhnVidu.
    Kvm. sr., a r\''li liodn qu.iiiln lenhn dito cu en-
    11be.ee do alleMrnoi, une |uola ol, un iiuineiiis : e
    MUTILA
    le, 1
    MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
    ILEGIVEL


    DIARiO DE PERNAMBUCO $__._ 26 DE ABRIL O 1856
    4 : numero i atiesta a respeiUvul commissid de be-
    neficencia quaes n servidos por raim prestados, e
    o recuuhece u inui digno subdelegado, meinbro
    lambem ilaquella eommissa'o, a veracidade de todas
    as declarares que se euconlram nos dous mencio-
    nados mappas.
    Heos guarde a V. Eic. Poco da l'anella '21 da
    abril de 1856.-lllm. e Era. senhor conselheiro
    Jos Beuto J.i Cunta e lieueirerio.
    Francisco Jos da Silva.
    Illm. Sr.Yendo sido encarregado pelo Exm. Sr.
    presidenta da provincia de traa, os cliolericos, que
    rossera recolhldos i enfermara, que havia sido crea-
    da ncsla freguezia, bera como d prestar todos os
    seccorros de minba prolissAo aos pobres, que delles
    precisassem, como quer que se bouvesse fechado ess.i
    enfermara por falla de meios para occorrer as des-
    pe/.as, que a mesma exigi, e eu tenha de dar eonla
    dess parle da miulia missAo.rogo a Vv. Ss. sirvam-se
    de allestar ao p deste cora a franqueta e ver Ja-
    de, que os carerlerisam, ohre os quisitos seguiotes :
    t." Se desde o dia !l de fevereiro em que se abri
    a mencionada enfermara al 15 do correle, em
    que se ella fechou, tratei lodos os doentes, que para
    ella foram conduzidos,viiilando-os a qualquer hora do
    dia ou da ooite, que era mister.
    _. Se me prestei em todas as occasies aos cha-
    mados de lodos aquelles que foram accommellidos
    da epidemia nao a hem em Apipucos, Monleiro, Caldeireiro, Sania
    Anna, e Barbalho:
    8.' Se depois de fchala a enfermara leuho con-
    tinuado n tratar lodo- os doenles desses lugares ini-
    nistrando aos pobres os remedios .que reslaram da
    dita enfermara :
    *. Finalmente qual a maneira porque tenho de-
    serapeohado a minha missAo.
    Dos guarde a Vv.Ss. Pojo da l'anella 1 de mar-
    co de 18S6.Illma. Srs. membros da conimi-sao be-
    ue fcenle da fregueiiado Poco da Panella.Francis-
    eo Jos di Silva, cirargi.o encarregado da enferma-
    ra do Pojo da Panrlla.
    Alte-tumos que o Sr. drwgilo Francisco Jos da
    Silva, desde o da 9 de fevereiro em que se abri a
    enfermara do Poco da Panella, alo o dia 15 de
    marco em que ella se fechou, tralou de todos os do-
    entes, que foram alli recolhidos, visilando-os regu-
    larmente ilu.es veces por dia e a qualquer hora to
    dia ou da noite, cm que se (.i/.i.i necesaria a sno
    hmii,
    Que do mesmu modo, e era qualquer occasi.io,
    preslou-se ao chamado de lodos os que foram ac-
    commellidos da peste nesta freguezia, e nos mais
    lugares indicados no seu officio.
    Que anda depois de fechada a enfermara, tem
    continaado cun o mesmo devellu e promplniac-, a
    tratar de lodos os doenies nos lugares mencin.idos,
    ministrando aos pobres o remedios que licuram na
    enfermara :
    Que finalraenlo tem-se oceupado do tratamento
    dos doentes sem distiuce.ei, e sem recusar-se a cha-
    mado al.um, por mais uumerosoa que fossem os ac-
    eoramatlidos da epidemia, desciivolvendo o maior
    telo e desvello, e mostrando sempre os melhores
    desejos e dedicagao pelo curativo de todos que pre-
    cisaran! de seu auxilio, que foi mu cflicaz, e nao
    poupando fadigas, antes sacrificando o descanco das
    poueas horas da nolle que Ihe reslavam. depois' das
    numerosas visitas de sua extensa clnica, lie a ver-
    dade.
    Freguezia do Poajo da Panella, 22 de marco de
    1856.Alvaro Barbalho Lchoa Cavalcauli, o vicario
    Francisco Luiz de Carvalho, l.uiz do llego Barros,
    Jos Bernardo alvilo Alcoforado, Joao Francisco
    do Htgo Maia.
    Illm. Sr. subdelegado.Diz o crurgio Francisco
    Jos da Silva, encarregado pela presidencia de pres-
    tar os soccorros de sua prolissAo a aquelles que por
    ventura fossem atacados da epidemia reinante, ties-
    ta freguezia do Poco da Panella, qtje se Ihe faz pre
    ciso, que V. S. como subdelegado e membro da
    commissAo de beneficencia, segundo o conhecimeulo
    que tem dos habitantes desle lugar, Ihe atieste se he
    exacto tero supplicantc prestado os soccorros de sua
    arte aos individuos constantes dos mappas juntos
    asshn.
    Pede a V. S. Ilie|deflra.E. K. II.
    Francisco Jos' da Stlra.
    Alte-toque o supplicanle tem prestado os seus
    servidos mdicos as pessoas constantes das mappas
    juntes; o que atiesto eafirmo por seren pessoas de
    mea oteiro conhecirneuto e moradores na freguezia
    de minha jurisdicAo.
    Subdelegada da freguezia do Poro da Pacella 12
    de abril de 185ti.
    Joiio Francisco do /ley Maia,subdelegado.
    REOUERIMEMYl).
    Illm. Kvm. Sr. vlgario geral. Antonio Carlos
    Pereira de Bargos Punce de l.eon, tem justos moti-
    vos para averbar de suspeilo ,1 V. S. na causa que
    para divorcio perpetuo Ihe move sua molher I).
    I hcrez.1 Adelaide de Siqueira Cavalcauli ; motivos
    qoe chegaram au conhecirneuto do supplicanle Ye-
    quer por tanto a V. S. dgne-se de deel.irar-se sus-
    peilo, e caso o nAo queira digne-se de designar a au-
    diencia, marcando di., hora, e logar para ser com-
    petentemente averbado. Pede a V. S. dgnese de
    Ihe deferir como requer.E R. II.lr. IVasciineo-
    lo Feitoza. ^^*
    Despacho.
    Visto como o sopplicaule 11A0 declarnn a causa, ou
    razao da suspeirfo como expressa cessenrial mente
    exige a lei.oAo tem lugar o que requer.
    Olina 22 de abril de 1856.Padre Oliveira.
    Replica.
    Illm. Sr. Dr. vigario geral.Osiipplicaute repli-
    ca a V. S. que as causas da sospeicAn serAo articula-
    das na au.Pencia que V. S. hoaver de de-ignar, eco-
    rao V. S. nAo quer declarar-se suspeilo, o suppli-
    canle requer a V. S. haja de designar 'o dia, hora e
    3 caias fazendas de hubo, 12 fardos ditas rio algo-
    dao, I embrulho pannos de oleado ; a James Crb-
    Iroe & C.
    2 barriscas cslaolio, 5 fardos e i caias fazendas
    de algodn.l fardo dila de l.ia, 1 embrulho amostras ;
    a y. O. Bieber, & C.
    12 caixas fazendas de algodjlo, :l ditas ililas de l.ia,
    :l embrulho amostras ; a .1. keller & C.
    211 fardos fazendas de algodjlo, I cala dila de loa ;
    a Fo\ llrolliers
    :l caixas fazendas de algodao, 1 embrulho amostras ;
    a A. C. de Abren.
    7 eaixu fazendas de linho ; J. H.illidav.
    30 barrs manleiga ; a Joheaton Patee & Comna-
    nhia.
    10 fardos fazendas de linho, 7 dilos ditas de algo-
    dio, 3 barricas espirito-, _( Mijos, 10 presunto*, 2
    embrulhos amostras ; a Adarhsou llowie i_V Compa-
    nhii.
    33 caixa e 26 fardos fazendas de algodAo, :l dilos
    ditas de IAa, 20 dilos baelas, II ditos cobertores, 22
    caixas chapeos de sol, 120 ditas olhas de franriio-,
    56 barricas com aduelas, 2!l feiies de arcos, 24 bar-
    ricas com lampos para barricas, :l embrulhos amos-
    Iras -, Soathall Hellar & C.
    2 ancoras de ferro, 8 fardos fazendas de laa ; a
    II. Wyall.
    31 quinlacs de oleo de buhara em barrs ; a II. I .
    de Souza.
    I fardo fazenda de algodAo, 1 cmbrullio amostra-;
    a II. Brunn.
    113 fardos e 12 caias fazendas de algodao, 1:15
    barris chumbo, 211 dilos oleo rie buhara. I dito pre-
    gos de metal amarellu, 50 barris manleiga, 44 saceos
    pimenla, II barricas. 87 gigos o I cello louoa, :15
    toneladas 2 quinlaes a !>.! libras ferro, I embrulho
    amostras ; a II. Calmont e_ C.
    fardos cobertores delta, {o dilose I i caias fa-
    zendas de algod.io, 1 embrulho amostras : James
    Ryder C.
    Vapor nacional 1 S. Salvador, vindo dos porlcs
    dosSul, i-.hi-i_-.ij-i. 1 a agencia ; inanifeslou o le-
    ga iota : .
    I barrisquinlia ignora-se ; ;t Silviiio <. de Barros.
    1 callao dito ; a heme-so 1 ierre Companhia.
    2 ditos Hito ; a directora rtVC. filial do banco.
    I calilo dito ; ao Dr. Lobo Moscozo.
    I chlo diio ; a Manuel Itiheiro Batios.
    1 dilo dito ; ao deurabarcador Josa" relies do Me-
    nezes. '
    12 ditos dilo ; ao Exm. pre-ideu.e da provincia.
    1 csxole ignora-se ; a Autonio Jos domes.
    1 furdiorui dilo; a J0A0 Fernoudes Prenle Vi-
    anna.
    I volume dilo ; a l.uilhermc Frcdcrico de Sooia
    Carvalho.
    1 dilo dito ; a liiiilhcrme da Silva nimarae-.
    1 dito dilo ; a Joaquim Ferreira Mondes <_-
    maraes.
    I bahu dilo ; a Jos lioncalvcs da Silva.
    I boecta dito ; a lama Jnior & C.
    1 lu dilo ; a Domingos Alves Alalhcus.
    I embrulho dilo ; a N. II. Bieber i\ C.
    Polaca nacional iZelosa, u inda do Rio de Ja-
    neiro, cousignada a Isaac, Curio & C, maiiifcslou o
    seguinle
    I caixao licores ; a Souva.e i\ C.
    I caixole mercaduras, 6 dilos champe ; a Manuel
    Alves liucrra.
    30 barris vazios, I fardo fazea las, 4.1,1 barrica- fa-
    rinhade Oigo, 6 voluntes mercadoriaa, 1,000 barri-
    cas bacalho, 30 caxoes licores, 10 dilos chocolate,
    170 caixas sabio, 20 saceos familia, 106 saccas
    caf, ti caixas champe, 16 meias barricas polassa : a
    ordem.
    Escuna ingle eSlita, viuda de Londres, con-
    signada a Kulhe i\ Kidoulac, mamfestou o seguinle :
    :l caixas chapeos de sol ; a llenry llrunn C.
    1 dila dilos dilos de algodao, I dila ditos dilos de
    seda, I dila ceroulas de algodao, I fardo cobertores
    de IAa ; a J. C. Ayres.
    I embrullio tapetes ; a M. I. Carneiro,
    6 barris tinla em garragas; a James llallidav.
    1 caifa chapeos de palha, I dila fazendas de li-
    nho, 1 dita charutos, 1 dita ceroulas e meias de al-
    godAo, 1 dila escovas de cabello e guar lanapos de li-
    ndo. ; a l.uiz Anlouio de Siqueira.
    100 barris plvora ; a IMoii Nash t\,- C.
    200 dilos dita : a S. P. John-lon.
    100 il i los dila ; a Adtm-on lloie& C.
    15 barris tinta para estrever em garrafas : a lei-
    del Piulo r_ C. *
    5 barris tinta para escrever, I caixa arreos 12
    ditas drogas ; a ordem.
    87 birris cerveja em garrafas. 1,600 ditos plvora;
    I caixa chicotes, 1 embru.lio amoslras ; a Fox Fro-
    Ihers \ C.
    18 rarrocas completas, 8 voluntes com peras para
    as mema), 36 pares de rodase eixos, 12 moldes pa-
    ra vagos, 60 pecas de ferro, :! Iravcs-a< de dilo, :|:|
    duzas de ps de ferro, 18 orrinhosde nulo, 1 laceo
    fcrrolhos. i dilos c 1 caixa ferramenlas, 7 dilos c 7
    b.rris diversos utensilio-, I forja, 1 bigoroa, 1 para-
    fuzu ; ,10 coiisigualario para o caimnlio de ferro.
    sumaca nacional "Flor de Angeliiiin, viuda de
    Colinguiba, consiguada a ordem,' manifeslou o se-
    guiute:
    1,02:1 saccas assucar brauco ; a ordem.
    Vapor nacional Yocaiilius., viudo do norte, con-
    signado a agencia, manifestou o seguinle :
    I roda de ferro a Antonio de Ahonda (jomes,
    I caixa ignora-se ; a Ybomaz de rafia.
    1 dita dilo ; a J0A0 Soum Oi; C.
    1 dita dito ; a Antonio Lopes .le Mendonca.
    200 saccas arroz ; a Manocl Alves tiuerrat
    2 volumes embrulho c 1 caixole ignora-se ; a Jos
    Candido de Azuvedo.
    1 diliadiin ; a J0A0 Fernando- Prenle Viaunj.
    1 caixaoziuho dilo ; a Faria ,\ Lapes*
    I lalinha dito : a Manoel Joaquiin Ramos e Silva
    I embrulho dito; a F.slevAo Lopes Caslcllo Branco.
    relativas ao eslabeleciinenlo da um novo farol, con<- a venda no nllimn da, caso os lances sobre ealai ava-
    Iruido pelo corpode eiigcnheiros de estradas, cana,
    e porlos. avista das quaes so redigio o seguate .111-
    iiunrio.
    Phariicsde|llespanhaiio Medilerranao.Cosla uAfrica.
    Ceuta.
    Na noile do I" de dezeinbro prximo se 'arendera
    pela primeira vez, e seguir acendeudo-se successi
    vainenle desje o pdf ale o nascer do sol o novo plu-
    rol de luz de eclipses de minuto em minuto, esla-
    beleetdo na pona do Serr dos Mosqueros i Pona
    dula Aliniui, ; na dita praca, sendo ana po-icao
    a seguinle :
    Latltade 35. 33' i i" n.
    l.oogiliidc 00 51' 1S" |.'c-lo do observatorio marinha de San Fernando.
    O aparlho do pharol ho caladioptrico, modelo
    -r.....le ile prinieira oidnm.
    AlnxesUi elevada 521 pos (145 ID. 17) sobre o
    nivel das preamares, e -era verivcl na distancia de
    2 milhas marilimas, sempre que o eslado da athmos-
    phera o peninlla.
    Madrid ;t de novembro de 1855.
    (Assiguado } Joaquim Gutierre de /tabaleara.
    fc nada maia contlnlia ou declarava o dito imprta-
    o, que bem e lielmenle o Irada.! do mesmo que
    me lu apresenlado, e ao qual inc reporto ; o depois
    de haver examinado com este e adiado confonne. o
    lornei a entregar a quera m'o apresentnu. Em f
    do que passei o prsenle que a-signei e sellei com o
    sello do raen oflinu uesla mullo leal e heroica cilia-
    da de San Sebastiao do llio de Janeiro, aos 5 de mar-
    co do auno du No-so Senhor do |S">I.Jo- Agos-
    linho Barbosa, traductor publico, o interperte jura-
    mentado.
    Conforme.O secretario,
    dm An'yn.
    Eu Jos Agosliuho Barbosa. cidadAo brasileim,
    traductor publico e interprete commcrcial juramen-
    tado a praca : certifico que me foi aprsenla b> um
    documento impresio em hespanhnl, litleralmenlc
    tradu/.ido para o idioma nacional diz o secaiote
    lliAlirCl. \().
    Ileparticao de bvdrograpbia.
    .iiisn (u navegantes.
    O ministerio de marinha acaba do remetlcr a c-la
    renjirlicAo os dados qoe Ihe dirigi o ministerio du
    lmenlo relativos a iiiudauea veiiQcada no pharol du
    Dorio de Alicante, debaisoda ilireceao do corpo de
    enjeolieiros de estrada-, canoas, c porioe, em viriudc
    do que se redigio o seguinle annuocio.
    Costas de llespauha ; mar Medilerraneo, pharol em
    porto de Alicaute.
    Desde o dia I" de novemhio do auno crrenle
    se alumiar lodasas nuiles do por ao nascer do sol, 11
    novo pharol bullanle, com que acaba de ser subs-
    tituido o actual do mencionado lugar.
    Este pharol acha-se situado na mesma pona, cm
    que boje termina o recife de Escollera do molbe.
    imillas ao S. 72. (ido Cabo de la Huerta a 7
    ao n. !_.". E: do de Santa Pola.
    Humos do mundo.
    A luz de cor roza c Qza acha-se elevada a _K'' 7
    ps ,8 metros, sobre e nivel do mar, sendo sen al-
    cance de 2 militas.
    A posirao do pharol ir,i avancanln a medida que
    se va adiantaudo a construcc/io rio molhc.
    Madrid 20 de selembro de 1855.
    Assiguado Joaquim (hilicrrc:\ie /tabaleara.
    E nada mais cotiuha 011 declarava o dito impres-
    so, que bem 0 lielmenle tradozi do proprio origi-
    nal, ao qual inc;rep irlo ; edepoisde
    liicoes facam correr i-lo a favor dos inters-es da fa-
    zenda.
    I asperean do arsenal de marinha de Pernambiio-.
    em 22 de abril de 1856.Oseco-rlario,
    Alezsndre Rodrigues dos Anjos.
    Stitc.
    A^enei tic leijoes.
    Na ra da Madre de Dos n. :',_, no Iterife. est
    aborto o armazem do agente de leiloMVioira da Sil-
    va, no qual sererebein todas a- qpalidadei deancrca-
    dorias, para serem vendidas em leilao, na forma do
    qoe dispe o cdigo commerrial, lo^o que haiam
    mercadorias a' venda ser annnnciado odia do lei-
    lAo: as ordeus dos cominitlentes sargo exacta e pon-
    111,lmenle cunipridas.
    VDiois !laritim.i$.
    Para o Kio de Janeiro segu em poucos dias o
    bem coubecido brigue nacional i:iiira, tem grande
    liarle do -eu cacregamenlo promplo ; para o reslo,
    pr-sageiros e oscravo-, para o que lera bous cummn-
    dus, trala-se com o ron-icnalario Jo-c Jor,quim Dias
    Fernandas, ra da Cadela TfrrRiTcire.
    Para o Geara9
    0 hiato Novo-Olinda: a tratar rom Tasso Ir-
    .tUxandre Rodrigues. inaos.
    Para o Rio Grande do Norte e Assh'
    sabe com umita brevidade o Mala Anglica : quem
    nelle quizar carregar ou ir de passagem, dirija-sc a
    ra da Cruz 11. 13, primeiro andar.
    Para a
    f_.lhi;t
    -egue com toda a brevidade, por ler mais de maia
    carga a bordo.n veleiroctiera conbecido hiate nacio-
    nal Amelia : para o reslo da carga trala-se rom o
    seu consignatario Anloiii l.uizdeOliveira Azevedo.
    ra di Cruz n. 1.
    'f\irn h iluia
    pretende sabir com mu la brevidade a velcira e bem
    condecida sumaca nacmua. llortencm ; ja icm parte
    de seu carregamenlo promplo : para o resto trala-se
    rom u seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
    Azevedo, ra da Cruz 11. I.
    Para o liio de Janeiro
    aba rom molla brevidade o bem conbecido c velo-
    ro patacho Bom Jess ; anda recebe alguma carga
    frele c escravos : a Iralar com o seu proprielario
    llartbnlumcu Lourencp, m trapiche do algodao. ou
    com Martins ^\ Irmio, na ra da Madre de Dos
    n. _.
    .Waiaiil.fK?.
    O palhabole (Venus segu no dia 26 do corren-
    te ; para o reslo da carga Irata-se com Caetano C\-
    rico da C M. ao lado do Corpo Saulo u. 25.
    Sabe imprelcrivcimente ale o dia :iOdoror
    Para a Babia segu em poneos dias o vellciro
    hiale nacional Ca-lro por ju ler parle de sua carga
    prompla, para o reslo trala-se com -cu consignata-
    rio Domingos Alves Malbcus, ua ra da Cruz 11. 54.
    Para o Rio de
    Janeiro
    lugar da audiencia para ler o lugar a averbacAo, e 1 dilo dilo; ao padre Jo; Antonio dos Sanios
    oficrecimenlo dos arligos de sospeico, como he de '***'
    le. Pede a V. S. digne-se de Ihe deferir como re- d"? d" :,a Ma"oel Antonio da Silva Antunes.
    dig
    quer.E R. M.Dr. Nascimento Feitoza.
    Despacho.
    A declararlo das caasas da suspeiclo devo ser fci-
    la simullansamcnlc com a iulimaeAo de-1 a ao juiz,
    ou em audiencia, ou em falla delta, por peticAo ; sol
    pena de se nAo dar mais termo ao recusante parade-
    clara-las ; e o foiz continuar com a causa por dian-
    te, como he expresso no regiment dd* auditorio 11.
    151 e ord. I. 3 til. 21 4, sendo que o ofTereci-
    meolo dos arligos ra suspeic.io he acln di-tincto. e
    posterior a inlimacAo e declaracAo das causas da mes-
    ma sospeiejo. E como o supplicanle nao observou
    ai leis citadas, e incorreu por conseguinte na pena
    por ellas declaradas : nao lem lugar o que requer.
    Quanto a declarar-rae suspeilo, 11A0 leuho em mi-
    nha eonsciencia motivo algum, que a isso me de-
    termine.
    Olinda 23 de abril de 1856.Padre Oliveira.
    .replica.
    lllm. Rvm. Sr. vigario geral.Visto como V. S.
    nAo se condece suspeilo, o supplicanle deve allegar
    vei balmenle na audiencia as raxoes de suspeicAo nos
    termos do S i til. 21 da ord. do liv. 3, por V. S.
    mesmo citada em seu despacho. He depois dessa de-
    rnirac.io qoe o julgador manda que venha com ella
    primeira do juizo por cscripto. E como V. S. adi-
    da nao declarou os dias em que dava audiencia, in-
    siste o supplicantc para que V. S. designe dia, hora
    c lugar da audiencia, para ahi averbar a V". S. de
    suspeilo e declarara causa da suspeic.io. Assim pe-
    de a V. S. digne-se de Ihe deferir como requer.
    E B. M.Dr. Nascimento Feitoza.
    Despacho.
    Depois de um despacito em que riscou e borrou
    leu o segsiule : Junta aos autos o escrivAo faca
    conclusos.
    Olinda 21 de-ubril iU 18.56.Padre Oliveira.
    oa-asii
    ERRATA.
    Na poesa publicada hontein (23) 2.a quadra, ver
    e_aV eaa vez de seguudo compre,leia-se se-
    guindo sempre.
    2 volumes dilo ; ao desembargad.! Beruardo Ra-
    bello Silva Pereira.
    t caiiinda dilo; a F. I. Alves CuimarAes.
    I pocote dilo ; a Joaquim de Ulunra Maia
    _O.NSUI.ADO tiEHAL.
    Rendimento do da I a _1
    dem do dia 23 .
    I9USO05M
    401(357
    L*I VERSAS PROVINCIAS .
    Keudimenlo do dia 1 a 24 .
    dem do dil 25 ,
    50:0Si_r,7
    :880j!M)l
    45J026
    0ntmcr 4:931.92;
    Exportado ,
    . Rio de Janeiro, palaedo dra-ileiro ((Yarnegan, de
    147 touejadas, conduzio o seguinle : 1,152 darriess
    com 7,651 arrobas e 10 libras de assocar.
    Marselba, barca franceza aCotingaiba, de 281 to-
    neladas, conduzio o seguinle : 3,500 saceos com
    17,500 arrobas de as-ucar.
    Canal, brigue ingles Janet Poblado, de 331 to-
    neladas, conduzio o seguinle ; 1,353 saceos com
    2i,265 arrobas de assucar.
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Keudimenlo do dia 1 a 21 tl:390S30_
    dem do-^dia 25....... 2:085j.577
    heroica cidade de S. Sebatliao do Rio de Janeiro
    aos 6 de marco do auno do nascimenlo de tVoso Se-
    nhor de 1856.Jo-e Agoslinbo Barbn-a, Iraduclor
    publico e interprete commcicial juramentado.
    Couforme.O secrelario,./tc.raiidr-c Itodrigues dos
    . IIIJOS.
    Nos dias 2,6 e 9 de maio proumo fuluro,o ertn-
    selbo administrativo do patrimonio dos orpbaos, lem
    de levar a praca publica, a renda animal das ca-as
    abaixo declaradas, a comerar do I de julho prximo
    vindouro, a 30 le junbo de 1857. Os licitantes com
    seus fiadores, dajao de comparecer na sala das scsses
    do mesmo conselbo as II doras dos mencionados ,,.;-,,; ,- ,
    das ; e de accordo liquen, os acluaes inqniduos que | C" "Oprei esliyerem a riever aluguei alrazado., que nao po- linguo nacional HERCUJ.ES: icceho Uicamcnlii
    derao laucar, sem que se mostrem quites para com o _,.>,- r.i i
    mesmo patrimonio. b** a frele, para o quo irata-se rom Novaes &
    Casa de sobrado 11. I. segundo andar, Palco do Col-jC, na ra do Trapidie n. 3, 011 com ocapi-
    Idem idem 11. 1, sala. Palco do Collegio.
    dem dem n. I, leja grande, Paleo do Collegio.
    dem idem 11. I, loja pequea, Paleo do Collegio.
    dem idciu n. 2, ra do Collegio.
    Idem idem n. i, largo do Paraizo.
    Idem terrea n. 5, ra das Lttangeirse.
    Idem dem 11. 6, ra do Kangel.
    dem sobrado n. 7, praca da ka-Vista.
    Idem terrea n. S. ra Velha.
    Idem sobrado.n. 9, por acabar, ra da Gloria.
    Idemlerrea 11. 10, _. Goncalo.
    Mein idem 11. II, S. lionralo.
    Idem idem 11. 12, ra do Sebo.
    Idem dem n. 13, ra dos Pires.
    Idem dem n. I, ra do Rosario da Boa-Vista.
    Idem sobrado u. 16, ra da Gadeia do Recife.
    Idem dem n. 17, ra da Cadeia do Recife.
    Idem idem n. 18, ra da Cadea do Recife.
    dem dem 11. 21, rua ri Caricia do Recife.
    Idem dem 11. 22, rua da Madre de Dos.
    Idem idem n. 23, rua da Madre de Dos,
    dem sobrado n. 21, rua da Madre de Dos,
    dem dem o. ^5, rua da Madre de Dos.
    Idem lerrea n. 26, rua da Madre de Dos.
    dem dem 11. 27, rua da Madre de Dos,
    dem dem 11. 28, rua da .Madre de Dos,
    dem idem n. 29, rua ria Madie de Dos.
    dem idem 11. 30, rua da Madre da Dos.
    Ydonuraria du con-efho administrativo do patri-
    monio dos orpbaos, 21 de abril de 1856.O Ibe-ou-
    reiro.Juai/uim Franeisca /)uartc.
    Por esta secretaria se faz publico que ncsla da-
    ta bu registrado na mesma um contrato de sociedade
    commcrcial, celebrado entre Jos Joaquim Pereira,e
    Jos Joaquim de Pinho Mendonca, resllenles nesta
    cidade.
    Secretaria do tribunal do eammercio de Pernam-
    buco, 25 de abril de 1856. Diuamerico Augusto do
    Reg Kangel, no impedimento rio ollicial-maior.
    COSTLRVS DO \RSEY_L I
    W De ordem do lllm. Sr. lenenlc-coronel
    9 director delc arsenal se faz pudlico, que no
    I dia28do crreme, as II doras rio dia, se pa-
    gam 110 mesmo arsenal os Indicies se-uiole-,
    9 de corles os de IM. 25 a 29, e dn felios, os
    de ns. 92, 108, 116, 137. 169, 171, 173, 177, y
    186, 192, 195, 198. 212, 214, 218, 220, 221, 5$
    227, de 229 a 2:11,231, 235,237, 239, 210.
    217 e 2S9.
    Si Arsenal
    if. abril de IS
    & tonio Fran
    lao na praca
    Capilao Gustavos Ebtrison, enejado dos Es-
    I lados-Unidos, com poderes espedaes de liquidar
    ; as negocios da barra americana Calharina Au-
    gusta, arribada oeste porlo o reconhecido legal-
    menlccoino umiiianilanio da mesma, roga a todas
    ; as pes-oas quo liverom cuntas ou justas reclama-
    Icoes ao solirodilo navio, do opresentarcm as mes-
    I mas sea demora, a elle, na rua do Trapicho
    'n. 19.
    Para o Kip de
    Janeiro.
    Recebe alguma earga o brigue nacional Flor
    du Rio qoe seuue em puncos das por ler prompla
    boa parle ria carga. II mesmo navio preci-a para a
    Iripularao marinliciros n.icionacs, os quaes engaja
    a soldadas vanl.ijosas. Yrala-sc para earga c escra-
    vo- a frele no eseriptofio dos consignatarios, rua da
    Croa n. 19 1." andar.
    Sf-oTa.icr.o..
    MK/a
    'lami.
    Senlinre redactores, Yendo honlem no seu can.
    ceiloado jornal, a reapoala que o Sr. Anlouio Fran-
    cisco da Ciinba da aos meus anhuurios inseridos no
    mesmo jornal, anle-honlcm e bimlcm, son a respon-
    der ao Sr.. quo qu.indo quizer pule ebamar-me a
    resnonsabilidadO, poli nao be calumnia que o senhor
    acha-se, posto (joc afiaucado, proeessado por erime
    de armas defeas, quo nAo he calumnia, que o Sr.
    Cimba tem dbitos nAo pequeos a cumprir, que nao
    he calumnia, que sendo o Sr. Cunhl morador na po-
    voacAo de Heberide, onde lem urna taberna, de la
    desappareeera no da 19 do crrenle, e Macha abri-
    gado nesta cidade, e que se propalara a noticia rio
    que o Sr. Cunba pretenda relirar-se dcsla provincia,
    nao per cansa (lalvcr) do processo, enem lamber-
    dos dbitos: massim, porqne lendu de cumprir sua
    palana, em negocio de aununa importancia, que so-
    ja o de honra, se retratara, desapparccendodo lugar
    onde se ocha embaracado, e no da mesmo em que
    linda de cumprir sua palavra, e pagar semelbanle
    divida : o por SSO de uovo rogamos as autoridades
    competentes, se dignen etnbnracar a viasem'do dito
    Sr. Cunba.Joao da Silva Augusto.
    Joaquim Jusii da Cosa Pajotes vaia Europa,
    e rieva por seus procuradores em primeiro lugar a
    sua molher, em segundo seu genro Francisco
    Jos Alves Gtiimaraea e em lerceiro seu filho Joa-
    quim Jos da Cosa Fsjnzes Jnior, e gerente de soa
    loja Joaquim Jo- da Costa Fajoles. Recife 2i de
    adril rio 1856.
    Na rua do Collegio, o Sr. Cjpriaoo Luiz da
    Paz, no aterro ila Boa-Vista, Jo.io los da Luz Fer-
    rera, na pariaria rio Sr. Iteiriz, ilnao quein ria 500o
    ou 600.^)00 com hypotheca em ca-as terreas.
    O coronel Joao Francisco de Chali) vende um
    dos sena carros: quem quizar comprar, entenda-se
    com o aniiiinciaiite.
    C. STARR C,
    respeilosamculeannuncian que no seu extenso es-
    labclecimciilo em Sanio Amaro.couliniian afabrirar I
    com a maior perfeicjio e promptidSo, toda a qnali-
    dade de inacbinisiiio para o uso da agricultura
    navc.acoo e manufactura ; c que para maior com-
    modo de seus numerosos freguezes e do publico
    cm geral, icem aborto em um dos grandes arma-
    zem di Sr. Mesquita na rua do llriuu, aira/ do
    arsenal de marinha um.
    DEPOSITO DE MACHINAS
    construidas no dilo seu eslabeleciinenlo.
    All adiarlo os compradores um completo sorli-
    menlo de moemlas de canoa, com lodos os melbo-
    raracnlos alguns delles novos c originae-) de que
    a experiencia de muilos anuos lem mostrado a ne-
    eessidade. .Machinas de vapor de baila e alia pros-1
    sao, taivas de torio tamaito, tanto batidas como I
    fundidas, carros de mo e dilos para conduzir fur-
    nias ,lc asacar, machines para moer mandioca,'
    prensa- para dito, fuios di- Ierro balido para fari-
    nha, arados de ferro da mais approvada conslruc-
    (80,fundos para alambique-, rnvos e perlas para
    fornalbas, e urna inlinidade de obras de ferro, que
    seria enfadoiibo enumerar. No mesmo deposito
    csisle urna pessoa inlelli.enlc e dabililada para
    receber todas as encommendas, ele. ele., qne OS
    anuiincianles contando com a capacidad, de suas
    ollicinase machinismo e pericia de s-eus olliciac-,
    -e cnmpromellem a fazer eiecular com a maior
    presteza, perfeicAo, c earla confnrmidade com os
    modi-llu- 00 desenbos, e inlruccoes qus Ihe forem
    foruecidas.
    Hypolheea-se um preto bom co/.inheiro de lo-
    rias as qualidades de comidas : quem precisar diri-
    ja-se a rua dn Collegio 11. 6.
    I'rederieo Anssem declara que passon a rbavc
    da cocheira da rua da 'liuia n. 1, a Pedro Allain ,\-
    Companbia.
    Precisa-serie ro-lureira para cozerem costuras
    de loja : na rua das Trincheiras n. 35.
    Roga-se aos Srs. Manoal Jo-e ile Souza Luna,
    e Izidio Jos Pereira o favor de irem a rua da Praia
    n. 46, receber unas carias viudas dn mallo. Na
    mesma casa vende-se nina negra possaulc para ser-
    V50 de campo.
    O abaixo essignado, regressando desta provin-
    cia para o Rio lirandc do Sul, nao pnJc deixar de
    nesta ocrasiao inanife-l.ir o sea verdadeiro reroiihc-
    rimentn de gralidio que be llovedor ao lllm. Sr.
    Miguel Felicia ria Silva, pela plulanlropica solicilu-
    de com que o Iratou duranle o lempo de sua gra-
    vsima enfermidade, e da sua generosa caridade de-
    pois do seu reslabelcrimento.
    Manoel Leilc tiuimaraes.
    Roubo.
    Alugsm-se dous escravos para o servico do
    casa de lamida, paga-se bem c faz-se qualquer*con-
    trato que por ventura pareca mais conveniente a
    quem os liver c os quizer dar a servico por dia e
    noile: na rua das Trincheiras 11. 19, segundo andar.
    Fugiram cm dias do correnle me/, ao abaixo
    assignailu os escravos Dumin.os Crinulo, perireiro,
    Idadede24 anuos, cor preta, boa estatura, pouco
    tornido de corpo, ponra barba, 011 nenhuma, cabel-
    los prelos, e pelas fonles adrando a vermelbarios,
    testa alia, prosisla, com urna cicatriz sobre urna das
    sobnnrelhae de dma queda que levou em pequeo,
    com siiinaes de casligo pelo corpo e uadegas. Em urna
    fgida que fez cm 1853, correu as provincias rio Pi-
    aub\, Cetra e Pernambucn, metido com o bando de
    cigano Francisco ria Cosa, e be provavel que agora
    torne a procurar osle oulro ballo rio ciganos, e mu-
    riendo uome ; c Anlouio Soares, crioulu, iiladc de 10
    a .i0 anuos, boa estatura, cor preta, bem parecido,
    migro, espaduado, canellas linas, disdeiitade, entra-
    das altas, cabello- pouco ou nada juntado-, muilu
    prosista, chelos de labias, lem pelo corpo e nartegas
    ngnaes de castigo, muilo amigo da cachaca, e enlao
    moilo socianle ecantor de fama. Fugiram na mes-
    mo da o consta que foram vistos junto- protimo do
    porlo de Therezina, intitulndose forros, e este ul-
    tliao com o supposlu nome de Ra\ mundo, vAo mu-
    uido de dinheiro que loriar,un. (Juein os capturar
    e entregar Ine-la cidade ao abaixo a-signado, ou a
    qualquer dos lllms. Srs. major Luiz Manoel Soares,
    em Iherezina, Anlouio de Morae< Lainegn, emCam-
    po-Maior, coronel Justino Jos ria Silva Moura, em
    Oeiras, Manoel Pereira tiuinare- Caldas, 110 Mara-
    nhan, Joaquim da Cunha Freiro & IrmAo, ou Hen-
    rique Eolle\, no Ceara, Jos Baplista da Fonceca
    Jnior ou lasso & IrmAo, em Pernambuco, sera
    bem recompensado do seu Irahalho.
    Caxias 21 de marro de 1856.
    Sergio Jos Vianna.
    Yraspassam-se os serviros|ior espabile 6 an-
    uos de urna parda moca e sariia, que cose toda qua-
    lidadc de cosluras. engomma ccoziuha moilo bem,
    mediante a quantia de 600?000 : quem quizer fazer
    esle negocio aununcie.
    O Sr. A. F". I". L. dirija-se a rua de Roda 11.
    II para o lim qae nlo ignora, rio contrario vera por
    osles Jias o negocio que alli o chama bem Moliendo
    ao publico, quem me avisa meu amigo he.
    Recommenda-se a apprelicnsAo da prcla Luiza
    rrioula, fula, chela do corpo, com perlo de 10 an-
    nos de idarie, urna grande marca do fogo as cosas
    que comprebende o braco dircilo. vestido de chita
    azul de barr, e chales pardo quem a apprehender
    levcm-na na rna eslreila do Rosario n. 28, 1.- an-
    dar, que se recompensara.
    OITerecc-so nm rapaz brasiieiro para ea'neiro de
    qualquer c-labelerimentn : quem precisar dirija sea
    rua Direila rcnarao 11. 10.
    Precisa-sede urna coslureira para palito de al-
    paca e de brim : na rua Nova u. 52.
    Jnaqnim Candido da Cruz Siqueira relira-se
    para fura do imperio.
    --Na rua da Liirora, !j
    de funilciro do > v. Se bas-
    tan .Martjues do Nasci-
    mento, vendease biljietes
    e eautelas da terceira par-
    te da quarta lotera do
    Gymnasio, aqu I corre iti-
    ;-Hivel em 50 do crlen-
    te: os premios sao tagso
    sem descont
    Lotera do Gym-
    43:4753619
    9U0*imtnt o. povto.
    -uncios sahidos no dia 25.
    Rio ria l'ralal'alacba brasiieirociTamcga, capi-
    lAo Silverin Ivo Barbosa, carga assucar.
    Marselba Barra franceza iiColinguibaa, capilao
    Joao Jos Mistral, carga u-sucar.
    mitaca
    t'KACA D<> RECIFK 25 l)F: ABRIL AS 3
    HORAS DATARDE.
    Cuiacfr- olliciaes.
    Assuear mascavado_|300 por arroba com. sacco.
    Frele para o Canal30| e 5 K por tonelada de assu-
    car.
    Frcdcrico fobUliard, presidente.
    /'. Borges, secretario.
    c _, CAMBIOS.
    Sobre Londres, 27 a prazo.e 27 ', a 27 5|8 d. por lj>
    Paris, 355 rs. por f,
    a Lisboa. 100 por 100.
    Kio de Janeiro, ao par.
    Aceites do Banco, 35 0|0 de premio.
    Acenes da companhia de Beberibe. 549000
    A cees da companbia l'eruambucana ao par.
    a lilrlidade l'oblica, 30 por cento de premio,
    t Indemnisadora.sem vendas.
    Disconlo de lettras, de 10 a 12 por 0|.rj
    META ES.
    a_W___na hoapauliula-. .
    _a_< de 69OO velba-
    ,6.100 novas
    Prala.Palacoes brasileirV -^ .
    Pesos columoarios. L
    a mexicanos. .
    ALFANDEtiA.
    Keodimenlo do dia 1 a 21. .
    I ilain do dia 25......
    28.a _8500
    . 1(iJ . I69OOO
    . !_000
    . 2.000
    . 25000
    . Jj-ti0
    307:.S!I9._77
    11:211 }7(t
    3I9-.140173
    micarrei/am hoje 26 de abril.
    tialera ingieraBonitamercadorias.
    Barca poilogueraFlordol'orlodiversos gneros.
    Barca francezaFmma Matkildemercadoriaa.
    Bricue inglezCamUltferro e carvao.
    Polaca brasileira '/Moza //bacalho e sabio.
    IMPORTACAO.
    Barca ingleza Spring Bok, vinda de Liverpool,
    consignada e ordem manifestou o segointe :
    4 caias fazendas de algid.io.l t dilas ditas dilo de
    e seda, 2embrulhos amostras ; ll. Gison.
    100 barris chumbo de munieAo ; a Burle & Souza.
    1 caixa fazenda- de algodAo ; a Fcldel Pinto 4
    Compaobia.
    1 dita ferragens ; a Cuslav Praeger.
    .5 barris manleiga ; a Batios o\ Lemos.
    10 tonelada- de ferro ; a Slarr _| C.
    ti fardcM fazendas de laa, I dito e 3 caixas ditas rio
    I,illm. 17 ditas e 11 lano- dilas de alKoilAu ; a Paln
    Na*_ C.
    O Illm. Sr. Inspector da Ihesouraria da la-
    zcuila riesla provincia, em virlorie da ordem de ^.
    Fxr. o Sr. inarquez de Paran, presidente rio tribu-
    nal rio tbesouro nacional, ric _8 de marco prximo
    passado, manda fazer publico que dcsla" dala a 30
    dias lem de haver concurso para se preencher as va-
    gas de pralicantes existentes 11.1 mesma Ihesouraria.
    Secretaria da Ihesouraria de fa/.nda de Pernam-
    buco 21 de abril de 1856.
    No impedimento do ullicial-maior,
    Luiz Francisco de Sampaui e Silva.
    O Dr. Aelmonsl-'rancisco Pcrelli, commendarior da
    imperial ordem da Rosa, juiz de dircilo especial do
    rommercio nesla cidade do Recife e provincia de
    Pernambuco porS. M. I. eC. que Dos guarde ele.
    F'aco saber aos que o prc-entc eriilal virem. c del
    le noticia liverem, em como no dia S de maio pr-
    ximo, se ha de arrematar por venda, cm praca pu-
    blica desle juizo, depois da audiencia, a quem mais
    der, a ca-a terrea n. 13, sita na rua lar_a do Rosa-
    rio, avadada cm 1:l"rU.-sii00 re., pciiborada aos exe-
    cularios Jos Dias da Silva c sua mnllicr, por exe.
    curAo de senlcnca da exequcnlc D. Auna Mara
    l'heodora Pereira Duran.
    E para que rhcgiie noticia aos lirilanles, mandei
    pasear o presente que sera pivhlirailo pela imprenta,
    e allixario nos lugares do cosame.
    Dado e pastado nesla cidade do Recife ao* 10 de
    abril de 1856.
    Tin Francisco Ignacio de Jorres Baodeira, escrivAo
    O livro do mez Marianno ati^meiilado de varias
    orarnos, nico usado pelos de\oos da PENI 1A :
    vende-se smcnlc na livraria ns. Ge 8, da prra
    da Iiidepciidenria, a dez tusloes.
    APRENDIZES DE COMPOSITOR.
    Esta l\pograpliia recehe meninos quo
    saibamlcr correctamente, pura apren-
    der a compositor, que co.ncnu.Jo a ea-
    .XZ$^$?*l % "hr lT ;.....,;";n", 'l-'T-e!- tralialllo
    trisco de .souza ,\/agalhes Ju- J{ .' ailcalcm de ser considerada nobre,
    __?_!___s._,_x_.v___, _._.-.__ ;:; 'ill'crccc um lucio razoavel, porquanto
    e,t.-i:.HI9.# llin com|1(lsitor ,lilh| I|(H|C 3L de
    anno: 11. Ir
    11a ns. li eS, da piara da Independencia.
    - As pessoas que letu fallado para distribuidor
    do Diario, queiram dirigir-sea livraria 11. c8
    da praca da Independencia.
    COLLEGIO PEBNAMBI.CANO.
    I). Umbelina Wamlerley l'eixolo. directora
    do collegio Perhamburano, participa aos pais de
    suas alomos c ao- mais pais de familias que quize-
    reni runfiar suas Ribas a ediir.irao do seu collrgio,
    que miidoii-se para a rua das t'.ru/.esn. :19. primei-
    ro andar.e continua oonic la para receber meninas prn-ioni-las, meio pensio-
    nistas ees ternas ; a lambem declara que admillin
    ^PI um mostr das liuguas porlu_ue-a e fraueesa, ees-
    como tem lido
    O lllm. Sr. contador, lervindo de inspector ,;.... on..nAn
    da Ihesouraria provincial, manila convidar aos po--, '''' "Usl". ll'IS |)or nio : lie livta-
    snidores de cautelas das loteras da provincia, ven-
    didas pelo caoteli-la Salu-liano de Aqiiino lerrii-
    ra, pata apresenlarem suas reclamacjles na mesma
    Ihesouraria no prazo de lili das a contar da dala
    desle, afim de ler lugar a desonerarao rio Dador do
    mesmo rauleli-la que assim o requeren.
    F; para constar a quem mleressar posea, se man-
    do* allixar a prsenle e publicar pelo IH.S lili 1.
    Serrclai.a ria Ihesouraria provincial de Pernam-
    buco de abiil de DS56.
    ( secretario,
    A. F. da Anuuiiciacao.
    :.jj _- ..._'._?._.%
    . CONMEhllO
    ADMINISTRATIVO:
    o li/. escrever.
    Anselma Francisco l'crelli.
    &edenic5e.
    Em comprimenlo du aviso circular la repartirao
    da marinha datado de 27 de. marro ullimo, ao qual
    refere-se o nllicio do Exm. Sr. (iresiileule da pro-
    vincia de _l do correle me/., manda o lllm. Sr.
    capilao rio porlo dar pnblieUada a lrariuc;ao dos
    avisos feilos aos navegantes, acerca ric rious pharoes
    colloearios nm no porlo de Alieante na ro-ta ria lies-
    panda, c mar Medilerraneo, e uulro no porto de
    Couta na costa d'Africa 110 mesmo asar.
    Capilania do Porlo de Pernambuco em _3de abril
    de 18511.
    O secretario.
    Alexandre /todrigues dos Anjos.
    Eu Jote Agoslinbo Barbosa, ridado brasiieiro,
    Iraduclor publico e interprete commercial juramen-
    lado da praca : certifico que me foi apresenlado um
    impresso em hespanhnl, o qual, a pedido, Iradu/.i
    para o idioma nacional e diz o seguinle :
    TRADLCCAO.
    IIe|..irlir,io ib- hydrographia.
    Afi'O ittiftlll1 'jftflft'i
    Pato mini'.tr:o da maiinha pailicipado pelo do
    fomento, se recebeu uesla djrecloria as mioiuui/.e.-
    " r\ nn.,. u j _- u"i .i-ir ua-i.uguas |eirmuc-a e 11
    Oi.onsellio administrativo precisa con- $ ,,era ler toda proteco do publico con
    W tratar o loriiccimento dos gneros seguintes g Lembra-sc ao Sr. Anlouio Bolclbo Pinto de
    'f para o ranclto da couipanliia dos aprend- Mcsquila a promessa que fe/, er aioslo do anuo pas-
    i zesmenures o Africanos livres, 0111 servi- \W *"'" T'aixlo llir- Tallei para me ..lucir a ra-a .1.1 rua
    .... -_._-. i. t do Aragao 11. 11 que \ inc. me (hwe so a poda a 0-
    y^ i" do arsenal du guerra, durante os me- .;:'.
    ^3 /.o-demaioejiinlio prximos vinduutos. _
    O
    r'..r
    -\ Assucar smenos rehilado
    i -. (laf mobl.
    ;'-, ('.lia hvsson.
    .^ l'aes de \ oneas.
    Manleiga ingleza.
    'uf Ario/, pilado.
    '_! Bacalho.
    Carne sorra.
    j; Dita verde.
    Earinha de mandioca.
    Foijao.
    Toiicinlio de Santos.
    Bolachas.
    Azeile doce.
    Vinagre. *
    Linda.
    Quem.-ijui-er contratar osles objeetos
    \ presenio as suas propostas em carta fc-
    ';. -liada acompardiadas das amoslras, na se- _'-'_
    && erataria do conselbo, s 10 horas do dia 2?
    r'- 29 do renlo me/.. '.:'.
    ; v Secretaria do conselbo administrativo ''
    X para fornec.imenlo do arsenal de guerra _: :.i
    ;rf de abril de 1856.Iionio Jos Lame-!
    W nha l.ins, coronel presidente.licrnanli) ,',;
    '"'.';" l'crc,"> do Carino Jnior, vojjal e seere- ^
    W lario. t
    rJV>i!\i',i"\'\ '.." '' ,'*." '.
    Em coi.seqiiencia da copiosa chova de bontem
    e boje, jolgando-se ler dado causa a falla de coucur-
    renles para a compra do patacho nacional Ptrapa-
    ma, manda o lllm. Sr. inspector declarar, que, pois,
    Pica a venda desle navio em hasla publica, na porla
    do almoxarifado riesla repartirao, transferida para
    os dias-i,-5 e _li rio correnle me., senrio o valor
    rio casco no eslado de ruina em que se acba com o
    V


    gar qiiamlo ealivesae reclilicaJa ; c querendo cu sa-
    l r ilu aluguei, me dis-e -r poderia di/.cr depois de
    e-lar a dila ca-a prompla : o como ajliegou esta or-
    casiao anda que e-lejao fa/.endo lr_s quarlos 110
    quntale poria-i; ofJereco 1 Vmc. arenda innnal
    rio trexenlos e eineoeola mil reis ou o prcro que
    oulro qualquer der visto me ler Vmc. prometilo a
    preferencia : faro e-la declararan porque indo ver a
    ra-a que j se esl piulando me disse um dos pinlo-
    loies (pie ja e-lava singada: depois soubequeso
    havia- promelliiiicntos.
    De quem se prc/a ler palavra.
    Nm abaixo ussbjaados, tazamos -cenle ao pu-
    blico c com especialidade ao corpo de rommercio.
    que nesla dala temos dissoivido sociedade que li-
    iihai.io- na loja de Icira.ens da roa do lluemadu 11.
    :!iisoi. a firma Magalliaes& Silva, ueaodg o socio
    Ma.alhaes encarre.ado rio activo e passvo d| mes-
    illa sociedade. Recifo_i.de abril de I8_6.Jos
    Roririgues ria Silva Rocha, Manoel Rodrigues Costa
    Ma.alhaes.
    >.a rua da I niao na Boa-Vida, viudo da roa
    Forraos, casa de lampino, ha um oscravo para alu-
    car, quem pretender dirja-me a roesma.
    Cica Francisca dn Silva Coulioho, professora
    parliculardarualiireil.in.il _/ andar avisa aos
    pais de suasaluuina- que no dia _s rio correnle mez
    de abril arbar-se ha aberla a respectiva aula.
    Precisa se de urna molher cipaz, que enlenda
    de arranjos de casa, para o -erviro de um casal sem
    Qlhos : Irala-se na rua da Aleara 11. 7.
    AluRa-se um lerceiro andar a aoUo com .ran-
    descoinrnodos,para|far_iiU na rua da San/ala velha
    11. 18, a falai na rua da San/ala nova n. 1.
    Domingos Fraianscoda Cruz subdito portaguei
    relira-se para Portugal a Iratsi riesua saode.
    Manoel Antonio, re!iia-se para a Europa a
    Iralar de sua saude, c nada deve a ninguem.
    Domingos Marlius Pereira Monleiro, cidadao
    brasiieiro relira-se para l.i-boa a tratar de sua
    saude.
    Da-as quanlia 1:000*000 is. ajaros, c com-
    pra-se una casa Ierra que lenba 5 a l quarlos, e
    queseja feila a mnder.ia e com bom quintal, quem
    pretender vender, ou turnar o dinlieiro dnija-se a
    leme IIOO.OOO; de maslros, grupes, pao de bojarro- rua Direila u. 10, que se dir quem faz esles ne-
    na, verga do traque ir. dila .le velacho, joanele, re-
    tranca c earangaeja 1_IIj(KKI ; :i auroras de Id a 18
    ipiinlaes, usada-, e alguns periare- .le coirenle- ve-
    llia i.iljili"! : inarime em m_ alado 1009; .'rio
    poliame lambem emuao estado i-000; elleciuoda
    gocius
    lloem liver una esrrava para rriar .le leile
    ama menina pacanelo-M mensalmenie quinze mil
    re o l.....1 li.iiaineuiu : dirija m a loja de portas
    h. : proxiHM ao arco de S. Anlunio.
    Fuiiarain em a noile do dia __ rio correnle do
    quintal da casa do Ierro da Boa-Vista u. 31, urna
    hacia ric rame de tamaito proporcional, um laixu
    grande de cobre, o qual 00 fundo soflreu concert,
    um dilo mais pequcuu : roga-se a torios o- sentimos
    laloeiros e calrieirciro, ou onlra qualquer pessoa a
    quem forem laca objeetos oflerecidos, levarem so-
    bredita casi mencionada, que sera generosamente
    recompensado.
    Antonio .Malina. Carneiro Leo faz publico,
    qoe n_i.ana p. lo. uranaair ..risociu.lo Puma al- '
    _uma com Apolinario Pereira Bariuem, pois que em I
    juizo competente existe acrao de nolllicarao para se
    proceder o respectivo inventario dos heus de seu ca-
    sal, vislo ser a mullicr do annunrianle a unica ber-
    ricia ria fallecida mulhcr rio dilo Apolinario.
    I.iva-se e en.omiiia-sc : na rua do Hospicio
    11. |.
    Jos Valenlim da Silva lembra a quem convier,
    que a sua aula de lalim csli aberla na rua da Ale-
    gra (na Boa-Vista] n. :1M, c ah contina a receber
    por proco commodo, como he publico, alomaos pen-
    sionistas o estemos, dando bom Iralamento.
    Nicola Bruuo, subdito sardo, vai fazer urna via-
    gem ao noile.
    , 9. J. J. KELLER 9.
    Com luja de ferrainenta e
    ct-tilher.il fina,*
    lem a honra de participar ao respcilavel publici e
    com esnecialidade aos seus fregue/e-, que vem de
    sorlir de novo a ana loja com as ineldcrcs ferramen-
    las para ourives. marcineiros. ferreros, torneiro-,
    selleiros, etc. etc., lambem como os inslrumenlos
    para denlsla, sangrador e veterinarias. Para monta-
    rla, lem rabee.el.:- de ludas a- qualiriarie-, chicotes,
    esporasc estribo-, e para cassa espingardas de c de
    1 cano, pertenre- para limpar as dilas, pidvarinbos.!
    chumbeiras e sarcos. Para os pos.uidores de carros,
    lem bridan, brides, eliicotaa e chaves, leso,nras para
    costura de lo lo- o- lamaiihos, como para unhas, pa-
    raallaiale'e para jardim, caivetes para lenhera, co-
    mo para honiem, airas mais ricas navalhas, grandes,
    c pequeas, afiadores c massa para os riilo<, eslojos '
    para senhora como para hoincm, apparelhos pira
    cha. bandejas, casticaes de nielal principe, bu'es pa-
    la cha, canecos para meninos beber, etc. ele, ter-
    mmetro-, eeriogaa, fundas, ferro- para corlar ha-
    llados, cadeados, lalberes grandes c pequeos, trin-
    chantes, cachimbos muilo lino-, carteiraa e cbaru-
    ieira, bataneas para boticarios, ele, machinas para
    fazer cale, faenes, brinquedos para meninos, e mal-
    los oulro- objeetos da inclhor qualul.de, c ludo por
    proco muilo em cania.
    i_fa_ustia.no de Aqnino Fer-
    ro ira, catite lista das
    lulerias a roriidas. avisa as pessons que liverem cau-
    telas premiadas, queiram por obsequio riirigirem-se
    rua rio Trapiche n. :lti, segundo andar, ou as lo- I
    jas ja condecidas, para serem promptamenta embol-
    sadas, marcando o prazo de 60 dias que -e lia de es-
    pirar no dia li de junhn do c nenie auno, i'eriiani-
    huco _G de abril ric 185..
    Salu-liaiio de Aqu.o. Ferreira.
    AlUga-SO a loja u. :ll da rua da Caricia rio Re-i
    rife : na bija u. di A.
    Condona a estar fgida de-de o dia II de ou"
    lubro do aune passado o escravo David, de ida le i
    anuos pouco mais ou menos, estatura alia, corpolen- (
    lo, cor fulla, c olhos grandes, he muilo falladle e
    paxola, levou vestido caira cjaquela, lia noticias do
    mesmo escravo andar na Baira tirando e no engeiiho i
    Bosque.aa'irie lem alguma- ami/ade-: quem o pe-!
    gar leve-o ao eiigenho Sallinho, em llio l'orino-o,
    ou ncsla cidale na rua da Cruz n. (il que sera ge-
    nero-ainenle recompensado.
    Aluga-se una boa e-erava, para lodo o servi-
    co, lano ric rua, como de casa : na ruada Cadcia
    ric Sinlo Antonio, obrado de um andar n, 12.
    A Dircccao di sociedade de Eulerpinr-nsecon-
    vida a lodo- os Sr-. socios, que eomparecam na sala
    do costume as 10 doras da manliaa do' dia 27 rio
    correnle, para apprnvacan rios novos e-latutos, que
    lem de re.er a mesma sociedade, licaurio sujeilos,
    caso uno eomparecam. a loria c qualquer rielibera-
    cilo que a mesma tomar.
    IRMAM'ADF. DO DIVINO ESPIRITO SANTO.
    A mesa regedora convida a iodos os seus irmlos i I
    eomparecerem no resperlivo consislorio as ;i horas
    da inanbaa do dia 27 rio correnle. para constituidos
    cm mesa geral proccrierem a rleirao da mesa que ha
    rie reger a irmandade no futura auno de I85G a IS'.T.
    Jardim publico e : er-
    iiambuco, ru ti .' !<>
    V\r II. 70.
    Os colilleros c senhoras, que pela fesla dr-ejnm ler
    novas qualidades de bonilas rosas e ondas varieda-
    des de llores, inandein por ellas, que o lempo he pro-
    prio de se plaiilarein, c reformar -cu-jardn-, para,
    pela fe-la, terem que ofierecer de novo as suas visi-
    tas. Agora mesmo recebemos de Par- um sorlimen-
    lo de llore-e arvore-, que pira e-la provincia ludo
    de no\o.
    Francisco Pachaco Soares, avaliador do juizo
    civrl desta cidade, pode ser procurado lodos os dias
    Otis ii Livrameulo II, li.
    Paulo Jos lime-, romo le-lainenleiro e in-
    ventarenle do- hens que flcaram por fallerimcnlo
    ric seu finado irm.io Manoel Jo-e Gomes Bra.a, la/
    -ciento a Indas as pessoas que s.lo llovedoras ao dilo
    finado para que no prazo de 20 das, veiibam ou
    manden! pa.ar seu- debitus, nu eiilcu.lereni-se rom
    o anniineaiile ou com seu irni.lo Joaquim tiomes
    Duarle. na roa da Sen/ala Vaina pallara n. 98, e
    lindo o pra/o o una dilo passara a fazer a cobran.'.!
    judicialmente.
    iiasio rernam-
    bueano.
    Aos 4.000.-. 2.000- e 1:000-000 rs.
    O abaixo assignado lem exposto a venda, as
    lojas do costume, aos presos abaixo, os seus bi-
    Ibeles, meios e quarlos da prsenle lotera, a qual
    lem o seu infallivel andamento quaria-feira 30 do
    frrente, em o comisiona da groja do Nossa Se-
    nhora do I .'mmenlo. 0 mesmo abaho assig-
    nado se responsabilisa a pagar por inlciro, sem
    descont algum loda c qualquer sorle que por in-
    lciro obtonliaiil sois biUwtes, vendidos com sua ru-
    brica.
    Bdhetes i^BOO Recebe por intero :lKm-iji>i
    Meios 2JIUI i> 2:0000000
    Quarlos L>100 >, I.OOOjOOO
    Declara mais que paga indi-lindamente loda e
    qualquer sorlc, logo que tetilla sahido a lista ge-
    ral, cm seu cscripiorio, rua do Collegio n. 21,
    primeiro andar, das 9 horas s 3 da larde, dias
    uieis. Antonio Jote Rodrigues de Souza
    iunior.
    I), i'bomasia de Albayde Albuqiierque Mello
    avisa aos pai- de suas alninuas que iiuiilou sua re-
    sidencia ria rua rio Ban.el n.... para a Jas Cru/.e.;
    n. _2,c;quc novamenle abri sua escolla, que esle-
    ve interrompida por motivo da epidemia. Declara
    que pude anda receber nutras alumnas, internas ou
    externas," cora cuja educara i prometi des\e|lar-sa
    o mais possivel.
    Jos, Piulo de Magalhaes, abri urna cocheira
    de novse bonitos carros de passeio, na palco do
    Panizo n. 20, para so alugarem a quem pretender.
    No eslabelecitiiento .le carros fnebres de
    Jos Pinto do Magalhaes no paleo do Panizo n.
    10, eiicontrain-se ricos carros de 1." e 2.* ordem
    para defuntos, donzellas e anjos, bem como de 3."
    e i.* ordem ; enearrega-se.de qualquer armagao ou
    vestuario para as mcsinos, forneco msica, cera,
    carro de passeio e ludo quanio for preciso para
    qualquer enterro com pronipti.lo o prc^'o com-
    modo.
    sua familia, pela esmola c caridade que comigo
    (cm praticado. Oala e-la minha fiel confissao ap-
    provcile a immcusos infelizes, que disseminados por
    esla cidade exhablo em soffrimenlos e em desespero.
    Sou,' Srs. redactores, de Vmcs humilde servo, res-
    peilador e criado. Recife 12 de abril de 1856.
    /istolano Antonio da Cunha .^tachado.
    I) escrivo ria irmandade de Nossa Sendort da
    Conceico da Con_regacao,em nome da mesa regedo-
    ra,convida aos seus irmaua para que se dicnem com-
    parecer domingo 27 do correnle as 0 ,'i horas da
    manilla, para esststirem > missa cantada c sermao
    que tem de se celebrar a mesma excelsa Senhora ;
    assim romo, para urna ladainha na \espea e nutra
    no mesmo domingo as 7|horas da nnte.
    Jos.'- ria Cunha, na qualidade de procurador
    ba-laulc de soa dlba Candida Marcolina da .Conha
    Fernandes, vieva do tinado Sr. Joao Francisco F'er-
    iianric-, ric Goianna, para inventariar os beos por
    este deixados ; roga a todos os credores do mesmo
    finado, de apresenlarem as -ua- conlas cenias legacs
    no prazo de lo dias, a contar da dala deste annun-
    eio; alim de serem descriptas no ioveotario res-
    pectivo, cm que se deven separar bens, qoantos
    baslcm, para o rievido pagamento daquelles dos
    mesmos credores qae para isso se aprezentarem e
    para commodidade dos quaes, lano podem apre-
    senlar cssas conlas na casa da residenciada mesma
    viuva, em (ioanua, como nesle Kecife, ua rua da
    Moeda trapiche do Cunlta n. A. declarando nellas
    a qualiriarie do Ululo que possuera, seus vencimen-
    los, aqnantia e os juros que vencem na falta de pa-
    gamento. Recife 2 de abril de 1856.
    Pode-as ao pai do Rvm. Sr. padre Marcelino
    da Costa, que fallecen em Bom-Jardim,de apparecer
    na rua da Cadeia dn Recife n. 17, a negocio tenden-
    te a seu fallecido filho, ou aunuuciar sua morada
    para se procurar.
    Existe na rua do Jardim, na casa n, 48, um
    honiem acoslumado e habilitado a ir a qualquer co-
    marca ou villa, encarregxlo de fazer coneiliacOes,
    cilacoes por caria, prccalorias de inlimae-o, de pro-
    leslos e de execiico rie senlencas, o qual da coohe-
    i-ini*'ii',i c fiancu de sua conduela ; para o que pode
    ser procurado em dita casa lodos os dias das 9 horas
    do dia as l ria larde.
    ti Dr. J. Cbardon, de volla da sua vi.igcm a
    Baha, faz .cente aos pais de seus alumnos, que a
    conlar do I.-de maio prximo, elle continuara a dar,
    lano em sua casa como era casas particulares, e oas
    raesmas horas do que danles, suas limes de fraucez,
    ulinnaimnie interrumpidas em razilo do cholera.
    Mara Carneiro de Sooza Lscerda Villasecca,
    profcs.ora particiilsr, pretende ;se Dos Ihe conceder
    vida e saude' achar-se no exercicio de seo msgisle-
    rio no da 2S do correte mez, e conlina a receber
    menina- pensionistas c meio pensionistas: quem
    quizer con ia-las ao seo cuidado, dirija-se a roa da
    Aurora n. 12, seguudo andar.
    Tendo-se de fazer segundo dividendo da casa
    de Dcane Voule A Companhia, a administrarlo da
    mesma avisa aos seus credores que comparecen no
    escriptorio da administrarlo, roa do Trapiche o. 12,
    primeiro andar, no dia 28 do correnle em dianle,
    para receberem 5 de seus crditos. Recife 24 de
    abril de 1856.
    Preclse-se alagar urna casa lerrea ou'sobradi-
    ndo nos arredores ria rua Nova : na loja de Beker,
    alfaiale.
    irerecc-se nm dom cozinheiro de todas as qua-
    lidades de massas, e de boa aonducla : na rua das
    .ruzes taberna n. 20.
    OITerece-se urna nraa mulher de bous cosime*
    para Iralar rie meninos, oo para engommar e cozer :
    rua das Flores n. .7, !. andar.
    Candida Rosa H. da Costa, relira-se para Lis-
    boa, deixando como procurador nesla cidade Anto-
    nio Augusto dos Sanios Porto e Seraphim de Sena
    Jorge.
    Manocl Comes Chaves, cidadao brasiieiro, re-
    lira-se para o Aracaly com sua familia, lavando urna
    escrava de nome Joanna, crioula, levando esla nma
    cria forra, idado de 12 mezes.
    LOTERA da provincia.
    (Girro infallivelmente cm 30 do correnuj.)
    Oliveira Jnior & C, avisan ao publico, que
    leem exposto a venda, as lojas j annunciadas,
    os bilhetes e cautelas da terceira parte da riuarta lo-
    leria lioGymnasio Pernambueano.
    Responsabilisam-so a pagar todos e quaesqoer
    premios que obtiverem os sous buhles e cautelas,
    assim como a pagar sem o disconlo dos 8 por cen-
    lo do imposto geral os tres premios grandes.
    Bilhetes 1_,S00 Itecebe por inlciro. 4:000-3000
    Meios 25100 j, 2:000j00i)
    Quarlos .9J_Mj __. IKWOpOCO
    Oliveira Jnior & C.
    ALUGA-SE um grande sitio com urna cx-
    cellente casa do sobrado, senzala, cocheira o eslri-
    baria para 4 ou G cavallos. quintal murado com
    cacimba, curraos c rmateos, anona fructferas
    de todas as qualidades, ptima agua c grande baixa
    deeapim, mnito peno da praca, na estrada de
    Joo de Barros: a iralar no mesmo sitio, com a
    Exima, viscondessa de Goianna.
    AVISO
    LOTERA do gimnasio.
    Corre no dia .t ilo corrente.
    0 abaixo assiguado lem exposto a venda nos
    .-uas lojas do aterro da Boa-Vista n. 48, c rua do
    Kangel n. 48, os bilhetes, meio.-, e quarlos da lo-
    tera cima responsabilisande-se a pagar os pre-
    mios porintetro sem o disconlo de H por cento:
    ISilheies 4-""S00 recebe por inleiro .:000?00(l
    Meios 2?400 a 2:0003000
    Quartos 1.300 I:GOO?000
    .lose 1 '.iiaj,iim da Silva Guimares.
    Os agenl-s dn companhia Scigipense lem a
    honra de convidar es lllms. Sis. fimos da provin-
    cia du Sergipe, resillemos nesla cidade ,para domin-
    go 27 de correnle as 9 horas da maii-*a, xisiia-
    rera o vapor da reboque aAracajii perlancenio a
    mesmo companhia, equo nesso dia far una pe-
    quea xiagom de experiencia, alim do seguir de-
    pois ao seu deslino.
    Precisa-so de unta ama com bom leile : no
    boceo do (uiabo n. 11. paga-se bom.
    JOI AS
    lis abaixo assignados. com loja rie ourivos na roa
    rio Calmea n. 1!, confronte ao palco da matriz e rua
    Nova, fazem publico, que estilo recebenrio continua-
    damente muilo ricas obras do ouro rios melhores
    goales, lano paia senderas como para de.mens o me-
    ninos ; os preces continuara mesmo baratos, c pas-
    sain-sc coutas com respousabiliriade, especificando a
    qualiriarie rio ouro de 11 ou 18 quilales. brando as-
    sim -ujeilos os mesmos por qualquer duvida.
    Seraphim 0\ Irmo.
    Prccisa-se alugar urna ama captiva que
    saiba engommar e cozinhar, para casa de pequea
    familia : no paleo do Carino sobrado n. 7, primei-
    ro andar.
    Srs. reductores ,\,1o lenbo expressoes ncm ler-
    mu-,com ipie pona.por meio do seu eslimaxel jornal,
    inanifeslai ao Sr. Manuel Borges rio Menrionea os
    -enlimenlos ric minha reconhecido. c sempre cierna
    .rabillo. A c-se ciriari.lu Brasiieiro adoptivo, meu
    beiiileilor. .levo, abaixo rie Den-, a vida e aldvio de
    meus sofrinienloY Sim tomo a riizc-lo, nlo le-
    uho expressoes rom que posea agradecer ao Sr. Bor-
    ges Mendonea os ollirin. de caridade. que com mi-
    go lem praticado ; e os motivos que tenho para as-
    sim billar ao respcilavel publico eu aqu ingenua-
    mente o confesso. I'ui recolhido ao hospital dos
    lazaros onde estive tres auno-, accommellido de
    niorplica ; a pclle lubcrculoia e enrugada ; as mjlos
    ochadas as exlremdades lridas, e nm braco qoa-
    -i reseado : chem de dores c oadecimenlos, sem
    esperante de alivio e .|e vida naquclle azjlo rie an-
    Kiislias e conslernacAoJ rcsolvi lii.ir rie lito lerrivel
    purgatorio, e consesu-o, valendo-me depois do Sr.
    Borges de .Mendonca, que humilla c caridosamente
    me a. nlheu em -ua casa, onde me tem tratado al
    agora, sem nenhuoi iniere-se.pni- pie son miteravel
    desvalido : aehA-me quasi bom, sicalerisadas ludas
    as ininhas chagas.riesapparcceiirio Indos os carocos da
    culis, no jo_o natural de lodos os nieui membros :
    me cousidero, se nao radicalmente curado, ao menos
    feliz, por me ver aliviado rie lanos pirierimenlos
    em lao pouco lempo, que me lera Iraetado n Sr. Bor-
    ges da Menrioni-ii, a quem Iribolo mil aerarieeiiiieu-
    be. : a bencSos rio' cus chovain em beuelieio do
    Sr. Manuel Bordes de Uandonea, eiu proveilo .le
    RUA LARGA DO ROSARIO,
    andgarua dos Quartef.
    J.PRADINES.
    C1TILEIR0-.VRMEIR0.
    Tem i honra de fazer scichte ao respeilavel pu-
    blico e principalmente a sous freguezes, que _Ue
    abri de novo sua olhcina, e quo se aeba prompto
    para qualquer mistar de sua profissao, e que faz as
    amolac,es lodos os dias.
    Aproveila cssa occasiao para previnir s pessoas
    qtiudeixaram ibesouras, navalhas e outros objee-
    tos.para a rtiular o concertar, ale o fim de dezembro
    de 18.'>, que os vonliam buscar quanto anles, so-
    nao sero vendidos para a paga dos dilos rncenos.
    De bojoem dianle nao licarao os ohjerios para
    concertar ou amolar mais de dous mezes, porque
    passado esse lempo, serio vendidos para paga do
    rabalbo.
    ROBLAFFECTEDB.
    O tnico autorizado por decisao do consellto real e
    decreto imperial.
    Os mdicos dos liospilacs recommendam o A .-robe
    rie l.alTecteur. como sendo o nico aulorisad. pele
    governo, c pela real sociedade de medicina. Esle
    medicamento .ruin gusto agra.lavcl, c fcil a lomar
    em secreto, esla em aso na marinha real desde mais
    de fio anuos; cura radicalmente cm pouco lempo
    com pouca despe/.a, sem mercurio, as alTcccues da
    nelle, impingens, asconsequencias das sarnas, ulce-
    ras, c os accidcnlcs dos parios, da idade crilica, c
    da acrimonia hereditaria dos humores ; coovcm aos
    calarrhos, a'bexi.a, as conlracees, e i fraqueza
    dos orgaos, procedida do abuso ilas injecees ou de
    sondas. Como anti-syphililico, o arrob cura em
    pouco lempo os flatos recentes oa rebeldes, que vol-
    veu iiic.ssantes em ronsequencia do emprego da
    eopahiba, da eubeba, oo .las injei cues que repre-
    senleni o virus sem nenlrali-a-lo." O arrobe Laf-
    feclcur be espccialineiilc reconimendado contra as
    doencas inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao
    indurlo rie polassio.l.i-boa.Yenile-sc na boli-
    ta de Barral c de Anlouio Feliciano Alves de A/.e-
    \crio. praca del>. redro n. H, onde acaba de ebe-
    -ar nma arande au;-1" de garrafas grandes o pe-
    queas v dulas directamente rie Varis, de casa do
    dilo Boxveaii-I.allecleur 12, rua Bicheo a Taris.
    Os formularios .lao-se gratis cm casa rio agente Sil-
    va, na praca de I). Pedro n. 82. Porto, Joaquim
    Aranjo ; Babia, Lima Irmaos ; Pernambuco,
    Soum; llio de Janeiro, Bocha .\ I ilhos: c Morci-
    ra, loja de drogas ; Villa Nova. Jo.lo l'ereira de
    Uagates Leile ; Kio Grande, Francisco de Paula
    Coulu ,\ C.i
    VARAND4S E GRADES.
    I ni lindo c vanado sorlimcnlo de modello- para
    verandas e gradaras de goslo modeiniasimo: na
    fundirlo ria Aurora, em Sanio Amaro.e no deposi-
    to da mesma. na rua do Bi um.
    CosuiMiliia
    r tuco ame i nana de va-
    pores l' iiice/.ts.
    Kspera-se um vapor de-ta companhia ante-dos filis
    lo correnle me/. O pre. o rias passagem para o Kiu
    rie Janeiro n. 9_)00 oo i", pain-i'--. Para a Baha
    . iiuii ou ;i7 palaeOas.
    ILEGIVEL


    ..RIO 01 rSRURbllDI BA0 26 l ABRIL I 1856
    Terceira edi^o.
    mTAIEITO fiOIf ATHICO.
    preservativo e
    00
    irsWfWlU^VOpnrMnpS
    lalha-l.emauanlo screcorrea
    cur
    vo
    HLEfUfflRUa.
    PELOS DRS.
    rar lesla enfermidade, administrndoos remedin mais e0lea7.es
    reaoiuedicn.nu niesuio paraeuia-l; |i lllsl
    eara italha-laj.emqua
    ""S&IDO EM POUXUGUEZ PELO DR. 1'. A. LOBO MOSCOZO.
    Estcsdoisopu;culosconlcni..sin,licacesmaisclarasc precisas,e pela Na simplese eoaciu expusi-
    r.io eil.i.io.ilfan.e deludas asiulelligcncias.naoi pelo que .tu respailo aos meioscurativos,coiiioprin-
    cipalmente ios preservativos que lemdado os mais salisfacloriosiesullados era toda a parte cm que
    ellestemsidjposloscmpralica.
    Sendo o Iratamento'.ioiueopatlnco e umeoque lein dado granilcsresulladosnocuralivo .lesla horu-
    l enfermidade, julgamosa proposito Iraduzir restes dous importantes opsculos em I nigua vernaci-
    |a. para deet re facilitar a sua leitura a quero ignore o trance/.
    Vcnde-s i nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov 0.58, por 29000. Vendcm-se lambem
    os medicamentos prensse boticas de 12 tubos com um frasco de lindura l.?, urna dita de 30 tubos com
    quatro e 2 Irasco* de tintura rs. 25000.
    ?
    ? '
    * FERA i PRECIOSAS. :?,
    38
    i Aderec do brilliantcs, .J
    J diamantes e perolas, pul- 4.
    9 ceiras, ajlliiieles, btincos -
    *! e rosetas, holes e aunis *
    de diiTertule godos e de .,
    B diversas bedras de valor. *
    i | -
    * Comprara, \endem ou *!
    trocam peala, ouro, bri- g
    . Ihantes.diamanlesepern- g
    S la, e oplras quaesquer S
    J joiasde i alor, a dinbeiro *
    ?~ ou por < bras. |(i ,](-
    MOREIRA DDARTE.
    I.0J.V DI OIRIiBS
    Rua do Cabuga' n. 7.
    Recebciu por lo-
    dosos v porestla Eu-
    ropa ;s obras do mais
    moderno rosto, tan-
    ? ?::?.?,<
    *8*'*9i l ? .
    I-': anca
    COIliO
    OURO E PRATA-
    Adrneos completos ouro, lucios ditos, pulcei- v
    ras, alunles, trincos e ?
    rozelas, conloes, trance- {
    lins, medalhas, correles -
    : e enfeiles para relogia, e *--
    oulros mullos objertos de 2
    ouro.
    Apparelhos rompilos, <
    ; de prata, para cha, han- *:
    dejas, salvas, casticaes, !'
    I colheres de sopa e dech, *
    | emolios oulros objeclos 5
    ilo prata.

    de Lisboa, asquaesse vcilem por
    preco couimodo como cosiuiam.
    i BRAMiO VARETAS.
    AtERTA! g
    W .San ebegados a praca da Independen- 2*
    W ra ii. i estes apreeiiMU charutos; sua ";'
    ... ptima qualidade e nunca saboreado gos- '..:
    .,'. to os loman recomroendaveis. Ha j -.-3
    .;';- bastante lempo que nao apparcre to .'}
    ..'._ Loa fazenda, seu diminuio preco anda
    Jlv mais anima; quem deivar de comprar s
    *;'{- '""a incxgotavcl fumacn por 2P200 |rs., '
    V.> uma caixinlia de 50 charutos, c 19200 "/*
    .; limado 25 ditos! Aleria, Srs. fumantes 1
    ;.- Quem salo apreciar uma fumara, deve
    '..'; "ir veros verdadoirosBrando \ arelas. $j
    --'.. .-. ...... .... ,.-......' '-,,-*. **'**
    <.:.:.r..::.r..;-.,;-._;v.;:;!-^-.i'..:-..r::::.:
    0 pliarmacoulico Antonio Jos da Cunha
    participa ao rus|ioiia\el publico, e percularmentc
    aos seus froguezes, que ntudon a sua botica da ra
    do [losarlo esireita, para a na do Livramonto
    n. 30, e alii continuar a servi-los com loda a
    prorodlidao o cuidado.
    Fugio no da 21 do crlenle de lwrdo do
    lirisuc nacional BOM JESS, o mulato do nome
    Rapliael, de idade .10 annos pouco maisou menos,
    levon calca e camisa de algodozinlio azul, lom fal-
    l de 2 denles na lente, cabillos carapinboso ros
    lo pirado de bcxigas : quem o appiebonder leven)
    a ra do Vigaron. ">, que ser gralifcado gone-
    rosamenie.
    Atlcm;o.
    ^'luiii Iimm e qui/er UTflndtV um siln pe lo d.i
    cidado de Huida, o qual tenha hod agoa, balsa para
    c.i|'iin, e coiiiniodfts para i ou 'i bnis, nnnuncie para
    \ ser procurado, ou enlenda-se com o Sr. I>r. Jvn
    Los Cavalceiiili ite Alboqoerquea na cidade do Ken-
    (e, ou coro Jaron)mo de Albuquerqae Uello, no sea
    enRenlm Kamo, em l'.io d'AUto. Advorle-ao que.
    se o sitio for junio a eslrade que val de Olinda para
    o noi ir *er,i piclerido, e paua-se mais do que valer
    ottiprais
    REPERTORIO DO lEDiC
    H0E0PATH4.
    EXTKAIUO J)E RUOFF E BOEN-
    NINGHALSEN E Ol'IKOS,
    llistliicckta moral c reli-
    c Mofo ein orden ilnhabelica, rom a deserpc3o
    abreviada dej lodasas molestias, a iiidicar.io ph\Mo-
    losica e llierapcuiica de todos os medicameutos bo-
    ineopalhicos, seu lempo de accao e concordancia,
    seguido de uro diccionario da sgmUcacao de lodos
    os termos demeilicina e cirurcia, e posto ao a
    das pessoas il > pi \ u.^pi-lo
    DR. A. J. E MELLO 10LUES.
    Os M-. ass enantes podem mandar buscaros sen
    everanlares, a^Kimcomo quem quir.rr comprar.
    AfnrATlIA E o
    \ CHOLERA.
    nico trStatncnto preservativo c
    Curatiw) do cholera-morbus,
    PELO DOUTOR
    jSabirto Olegario Ludgc. o Pinho
    Segunda edirriio. *.
    k benevulencia com que lu acolliiila pe- v?l
    I lo publico pfimeira edicrao dcslu opui- ^
    culo, escalada no curto esparo de dous me- jL
    ic nos Indulte a roimpressao* (59
    Cusi de cada exemplar......1>0("I ,A
    Carteiras complelas para o trata-
    inenlo do cholera e ue nioitas ou- El
    Iras molestias, a..........IMI^XHI 234
    Meias carteiras..........lligOOO
    8 Os mnliciiaeotos s.'io os molliori's p ..>iv,ms
    r.onsullerie central liomeopalhicii.'rua
    UtSauto Amaro Mundo->ovo n. ti.
    " -s$-!S^&&$
    CASA DOS EXl'OSTOS.
    ilOSH .
    Ksio compendio de historia sagrada, que foi ap-
    provado para inslruojo primaria, lendo-se vendi-
    do antes da approvaeoa 19*>00 rs., passa a ser
    vendido a 150(10 : na liyraria ns. 6 e S, da praca
    da Independencia.
    Precisa-M alagar I um pequeo sido parto
    Icaiice ('tla eWade, o qual lenli lu;ar pata guardar um
    , cavallo, equenoseja paoximo a charco ou agoa
    ; estatuada, e so tiver casa
    na livraria ns. Ce 8, da
    i

    assobradada melhor ser :
    praca da Independencia.
    >oooeooeMse eos>
    I J. JAKE, DENTISTA, |
    9 continua a residir na ra Nova D. 19, primei- $
    ,') 10 mular. ^
    Na casa da resfdenti a do l)r. Loureiro, na ra
    Oflpico, precisare ile urna
    o traga comulgo o filbo,

    da Saudade, defionU' do I
    ama de leite, Torra, que n
    que liver, de pello.
    Preeisa-se de um feltor hom horlelio : quem
    eslirer nesle raso, dirija-w a Croz de Almas ao col-
    leeinila C.onreicao ; all Jainhrm se precisa de um
    criado que saina comprar, c do fiador a sua conducta.
    A directora do collepio da Conceicjto na Cruz
    ; de Almas, participa a- rjunilias que se tinham pro-
    | posto autes da invasa,. Derla cidade do cholera, de
    1 mandar me ninas pura aquello rollesio, que o podem
    desde agora fazer, poi etja resolvida a recche-lis,
    por confiar na proluccito la divina pstrona do men-
    cionado couegio,alt hoje pn abrigo daquclle llastello.
    Trocam-se notas dii Banro do Brasil por so-
    dulas : na rita do Trapiqlie n. 40, segundo andar.
    Neeessila-se do duaa pessoas para o sarvien u-
    terno de nina casa cslran^eira, uma
    .---------------------------.-, ....... que i'ozuhc e
    l'recisa-se de amas para amamentar enancas na j eusomme e oulr que emenda de costura: ua ra
    casa dos eipostos : a pessoa que a isso ;e queira de- Nova u. 17.
    dicar, lendo as hahilitaroes occessarias, oiriia-se a
    mesma, no pateo do Paraizo, N|uc ah achara com
    quem tratar.
    AKKE.MIAMESTO.
    A loja e armazem da casa n. .Vi da ra da Cadcia
    do I'.itile junto ao arco da Concento, acha-se desoc-
    cupada, e arrenda-se para quulquer estalieleciinenlo
    em poni grande, para o qual tetn commodos sufli-
    cientes : os pretendenles entender-sc-hao com .l,,.i,i
    Nnomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
    67, uj mesma ra.
    PUBLICACAO- LITTERRlA.
    Hepettofio jtifidico.
    Esta pohlicacao lera sera duvida principiantes que se quizerem dedicar ao cscrcicio
    do foro, poisoella encontrarao por ordem alpliabe-
    tica as principaes e mais frequenles oceurroncias ci-
    vis, orphanolosicas, commerriaes eecelesiaslicasdo
    oosso foro, enm as remisses das ordenaces, leis,
    avisos e reeolamentus por que se repe o Brasil, t
    bem assim resolu^Oes dos l'raxistas antisos e moder-
    nos em que se lirmam. Contm semelliautemcnle
    as decisoes das ^uestoes sobre si/as, sellos, velhose
    hotos direilos e dcimas, sem o trabalho de recorrer
    colleceo de uossas leis e avisos avulsos. Consta-
    r de doui volumesem oilavo, craude francez, eo
    primeirosffliio a luze esta Yenda por 8o na loja de
    livrosn.t) e 8 da pra?a da Independencia, tlsse-
    nhores subscriptores desta |iublicacAo existentes cm
    i'crnambuco, pudem procurar o primeiro vnlume
    na loja de livros cima mencionada : no Bio de Ja-
    neiro, na livraria do.Sr. Paula brilo, praca da
    Consliluicao; no Marauliao. casa do Sr. Jnaquim
    Marques Bodrisues; c no Cear, casa do Sr. J. Jo-
    s de lllivcira.
    Massa aclamau-
    m VBKjmuw^-wmmmmxm
    AO n-BLICO.
    ^ No armazem do Ta/cndas baratas, ra do js
    t$ Collegion. 8,
    $?i vende-se. um completo sorlimento de fa- ,
    * /ondas linas e grosaas, por mais barato ?
    g procos do que cm outra qualquer parle, ??
    ^ tanto cm porees como a retallio, aflian- J
    S cando-se aos eompndores um so ptero %$
    ^j para todos: este es^ahelecimunto abrio-sc S
    agg de coinbina^ao com n maor parte das ca- ss
    3$ sas commcrciaes inj;lczas, francezas, alie- $
    $% mos o suissas, para,; vender fa/.endas mais J
    Jg; em conta do que se tbm vendido, e por islo
    ^ ollereeem elle maio
    SI otltro qualquer; o
    * portante cstabeleeimenlo convida todos
    2j os seus patricios, e'ao publico cm geralj
    | para que venham ja bem dos seus inte-
    resses) comprar fazendas baratas: no ar-
    mazem da ra do Co^lejio n. 2, deAn-
    j Ionio Luiz dos Santps & Kolim.
    es vantagcits do que
    iroprielario desle im-
    tina.
    Francisco Piulo Ooro chumba denles com a ver-
    Weira massa adamantina e applica ventosas pela
    atrac<;ao do ar : pode ser procurado confronte ao
    Kosario de Saolo Antonio n. .
    N0R4T & IRMAOS, |
    S Ba da Aurora n, 16, primeiro andar. *>
    8Tem a honra de participar ao respeita- ^
    vcl publico dista cidade c com especialida- wi
    de aos seus freguezes, que possucm pro- {&
    jb scniemcnic o mais rico e completo surt- #;
    ( a ment das mais linas c delicadas obras de ,a
    brilltantc, iicrola e ouro, como al o prc- H
    sent nao tem apparecido nesta praca ; e
    ($9 alliancam a lodos o mais mdico proco por- (gp
    ($j quo vender so pode, obras de Rosto o mais (A
    apurado: os mesmosdesejam ardeniemcn- u*.
    te que o respeitavel publico nao deixo de Jjl
    ir lancar as vislas sobre as suas obras, W
    a(imdei|ueseja conhecida a verdade de ')
    que encerram estas poucas palavras. A
    i !\0 C0\SLLT0RI0 H0M1E0 I
    | PATIIICO.
    Ra das Cruzcs n 28.
    9 Connua-ee a veeder*os mais acreditados w)
    9t nieiliimenlos dos Srs. Caslcllan e Weber, /<*
    ~ em tinturas e em glbulo", carteiras de tu- w
    Si dos os lmannos milito em cunta. ^i
    a Tubos avulsos a 00, 800 e IJOOO. 2
    W lonra de tintura-......21000 09
    A Tubos e frascos vazios, rolhas de cortica. fc
    Z para tubos, e ludo nantO he necessario pa- J!:
    rao uso da humiru'palhia. \tf<
    MMIO E OPIATO WTKIM-
    I
    sr
    K
    ;
    S
    ' S
    H,r J*
    do a
    de
    ;T Compram-sc :l feaexiauas, sendo uma por
    veranda, e -2 para jaoella de peiloril, que i, ni,.,i,
    estas S 1 i* palmos de coroprido, e d de largura : na
    ru.i do Amorim n. ."id.
    Compra-te uma escrava al 30annos de idade,
    nao leudo molestias : na ra Velha u. 71, se dir
    quem a compra.
    Compra-se o Hiario de Fernamboeoa dos diaa
    7 de agosto de 1854, c*.l de Janeiro c 10 de feveieiro
    de IH.->:>.
    jComprain-sc notas do Banco do Brasil : na
    ra do Trapicliejjjovo n. -10, segundo andar.
    Comporte paraWOI presente uma negrinhl de
    2 a 3 anuos, ou mcsino^ljja iniilaliulia que nao le-
    uha molestias ; quem tiver eqm/er veuder, aniiun-
    cie por este jornal ou dirija-su ao paleo da matriz
    de Santo Antonio, sobrado de um andar u. 2, que
    achara com quem iralar.
    Compram-sc enefrados de lona cm qualquer
    estado ou lamanho, em legundal malo, os nnaes se
    pagam l>em, segundo seu esladu : no largo uo Pilar,
    (aherua o. 21, ou na Iravassa do Carioca II. '.1, se di-
    r quem pretende comprar.
    ATTEfiCAO. '
    I^ompra-se urna escrava que laiba COlnhar e
    emgommar, e alosa-se laiubem urna ama que Mina
    fazer o inesino servieo, qoem liver dirija-se a ra do
    Crespo, loja de livros o. II. IVa mesma loja ha pa-
    ra vender se diccionarios de pronuncia ingleza por
    l-ooo, geomelna de Boclidea :lg000, Ihesouroho-
    meopathico 2 volumes 8"^0t)0, diccionarios inglczes
    por Vieia ltl-OililCharma Olosophia llgOOO, Memeuto-
    de Cliarma' IgBflO, diccionario de Ihcolouia por Ber-
    uier Iiiniiiii, uiemoias del'ernainbacn por .lose l;er-
    iijndes li,iin,i i voluntes k?oo, grummatiea de Castro
    .Nuiles encadernada .">t>0, grainmalica purtugueza
    por Cyriilo Dileriuando da Silveira l^t,iNt.
    Vaode-sc um bom piano linri-onUl, . em perfeilo estado e boas Vozrs; serve evcellenle-
    inenle a qualquer pal de timilia, que queira com
    punco dinheiro manda entinar suaslilhas: para
    ver na ra da Cauea do Itecife n. primeiro an-
    dar, esrhptoriu doSr. Barroca, e para Iralar na rua
    eslreila do Rosario n, l'i, sobrado, das I2.is3da
    larde.
    a loja das seis
    portas.
    im frente do Licramenlo.
    I'eras de BlgodSoafnho com toque de avaria a i\cr
    DO
    DR. ANTUNES
    at Estes dous medicamentns conhecidos
    seus erandes resultados, no Iratament
    S CHOLERA, vendem-se, icompanliadoa >.<;
    }.$ um l'ollielii, na pharmacia de Lu/ l'edro d.is "*"
    Nevet, rui< da Cruz n. 50.
    ..; l'reroiie-i vidrose I folhelo 33000, de s$
    m I caiva 759000. & deia do Itecife u. t, loia
    Sl>8.s.-i:S5lS-K'.'-fi98all| Vonde-sc uma estola branca, simples c rica,
    Viccnle Ferrein da Costa, n,lo pudendo des- '''"' rrc'."" commodo : na rua do Cabuga, loja do Sr.
    pcdr-se neasoalmente de lodos us seus amigos em
    conseqaencia do seu mo estado de ande, pede des-
    lusloes, cinco patacas e seis, chales de gorgorito pro-
    prius p. r andan em casa a cinco lustoes, diales de
    -anga encarnados a duas patacas.
    \'eude-se um lindo escravo de idade O annos,
    proprio para lodo o servieo : a Iralar na rua da Ca-
    culpa desla falla, e olferece o seu diminuto prestiinu
    em Lisboa, onde pretende demorar-se.
    Os aballo asignados fazem saber ao respeilavel
    carpo dccunimercio, que des.te Jil de f-ivcreiro pr-
    ximo passuio deslizeram amigavelinenlc aocicdadc
    que tinliam na loja de f.i/en,)as. sila ua esquina da
    rua do Crespo ao p do arco de Santo Antonio, cojo
    esiauelocimeotonyronsob a firma de Fana, tUmpos
    i\ Companhia, Picando a peilenrcr lauto o activo co-
    mo passivo aos socios Campos iN: Lima, liquidalarios
    da extincta liruia e os nicos retponsaveis pelas tran-
    saccites feilas daquella dala em diente, continuando
    o mesma cslabelecimculo da mesma forma, e a ay-
    rar dehaixoda lirma le Campos. Lima i\ Companhia.
    Pernambaco -21 de abril de 1856.Faria \ Lopes,
    Campos ,\ Lima.
    i CIIRSP lOATIIEUVTI.'VS.
    V O abaixo assignado formado oinmalhe l
    (f matliL'iuaticas, lecciona Arilbmetica, Al-
    'ff\ oe'"a e Geomctria : na rua Nova, cm o ,U
    vr) primeiro andar do sobrado n. 67.Ber- w
    xjy) nardo I'eieira do Garmo Jnior. $
    Pallasen.
    IIK ML'ITO BARATO.
    Vendem-se luvas prelas de lorcal, de Lisboa, pelo
    barato preco de IsOOOo par, brilla trancados de Indio
    de cores a 800 rs. a vara : no liiu da rua do Quel-
    indo, luja de fazendas n. i. A.
    Vende->c tarinha de mandioca boa, cm laceas,
    por preco barato : no aleo da Boa-Visla n. 31.
    LUVAS DE TORCAL.
    Vendem-se lovas prelas de turcal, chegadas ulti-
    mmentc de Lisboa, pelo baratissimu preco de 19000
    o par : na rua do (Jucimado, loja ile niiudezas da
    boa fama n. 33.
    LL'VAS.DE TORCAL.
    Vendem-se mullo superiores luvas prelas de lor-
    cal, de Lisboa a 0000 o par: na rua do (Jueimado,
    luja de l'azcudas da boa fea.'--.
    CHAVEA!.
    \'ende-se a Iheoria do codito penal por Cliaveaa
    Adolphc.obra indispeusavel a -quedes que estudalm I Cox,|s j |n||() ml)MM\a_
    0 tcrcciro auno jurdico, por precu commodo : nali-,. .
    vraria da praca da Independencia us. 6 e 8 se dir', aspadas para olluiacsda guarda nacional.
    Vcode-se um bom cavallo, por barato preco : Charutos superiores,
    lia rua do Sebo junio ao sobrado novo.
    Vendem-se duas canoa-, uma maior c oalra
    menor, proprias para conduzir agua : a fallar em
    1 'linda com \ iceule lerreira de Barros, 110 Vara-
    douro.
    "ir ab-
    niei'u :
    Vendc-se farilia de boa qualidade, em sac-
    cos de alqueire, medida velha a .jjjUO: no armazem
    de Antonio Aunes Jacnrae Pires.
    Vende-se erva-mallc de superior qualidade :
    na rua do v igario n. 13.
    Vende-se na praca da Boa-V isla n. 13, orna
    armaran de taberna rom tudos os seus pertenec, : a
    Iralar na mesma praca n. 15.
    Vcnde-s,: o muito aprcriuvel cha prelo, de
    CX< ellente qualidade em libras e por barato preo :
    na rua da Cruz n. 2(1, primeiro andar.
    JA 39600 e 38BOOi
    Na rua de Sania Bu., labe,,,;, n. 5 vendcm-sc sac-
    cas grandes com imlho o farinha muilo superior ;
    ha fundos da mesma casa ha para vender nimio boas
    armacnes .le .amas de vento e mniles rclalbos de
    amarclln- propriot para marciueiro, tudo por barato
    preco*.
    Cal do Lisboa.
    Vende-se nina porefln de Larris com cal de Lisboa,
    por bacilo preco. e relalho a :l? ., barril t na rua da
    Cadcia do Becile 11. 50
    \ endem-se \ ou (i cavallos muilo bous pa-
    ra carro, por barato preco cm raza de nao estarci
    gordos: na rua da Cadcia de Santo Antonio, junto
    a casa do Illin. Sr. I)r. Sarment.
    = Vende-se o verdadeiro e superior li,
    synllie, iiltimamentu cliegado e por barato
    na rua da Cruz n. 2(i, primeiro andar.
    para voltarete.
    Vendem-se tantos multo lindos para voltarete o
    qualqueroulrojogo, clicgados do Franca e por prc-
    co baratissimo : na rua da Cruz n. 26, primeiro
    andar.
    CHALES DE MERINO'.
    Vendem-se chales de merina trunca,lo com franj.,
    de seda e de una sr,',r, com um pequeo deleito na
    urania, pelo baratissimo preco de 19500, chales de
    merino preto rom franja de seda, proprios para lu-
    lo, alpaca prela lina a N'I d covado, patitos de alpa-
    ca prela fina a ',"*VMI. citrles de casemira prela a
    >">00, pecas de madapoln de jarda com 10 varas a
    29500, camisolas de lila, meias ditas curias e rompri-
    da, cobertores grandes de pellos, dilos de algum a
    750 rs. ; na rua doOueimado 0111 frente do hecco da
    Congregbalo, passamJo a botica, asegunda loja n.iO.
    Arroz mi saetas.
    J.i ebegOO arroz polo vapor, e vene-se nn arma-
    zem de Joao Mailius de Barros, (ravessa da Madre
    de Dos n. 21, e no armazem de Jos Joaquina Pe-
    reira de Mello, no largo da Alfaudega.
    Galdcs, volantes, rendas e
    spii>tsilh;:s.
    TEXTOS
    ___\cndem-se espingardas (rancozas de dous
    intus, muilo proprias para cafa por muilo com-
    caodo proco: na rua da Cruz 1. 26, primeiro
    andar.
    I ABI.MIA DE SAMA CALIIAB NA,
    muilo nova c de supcrioi qualidade, a bordo do bri-
    gue escuna /lapidn, tundead em frente do arsenal
    de "tierra, vende-se por preco commodo : a Iralaj
    com Caelano Cvriacojda C. M., no largo ,1o Corpo
    Sanio n. -2">.
    Livros Cfanicofi
    Vendem-se ns scguinles livros para as aulas pre-
    paratorias : llislorv of Borne 39000, Thomps n 99
    Poal et Virginia !000 ; "a prara da liidopcndeiicia
    ns. ( e 8.
    Obolas <]< Lisboa.
    As ceblas j se vendem mais barata, e continua-
    se a vender na travesea da Madre de Dos 11. Jl, ar-
    mazem de Joo Marlius Barro..
    A. boa fama
    VENDE MUITO HABATO.
    Leneinlins de relroz de todas as cores para pescoco
    de seohora e meninas a 1 numi, baralhos de cartas li-
    nissimas para vollarele a .jOO rs., toncas de Lia pira
    senbnras e meninas a 000 rs., luvas de lio da Esencia
    brancas e decores para homem e senhoras a 100.
    .~>0O e liOO rs. o par, camisas de meia muilo linas a
    I?, ricas luvas de seda de lodas as cores e bordadas
    com BoarnicOes c borlas a 33 e dfOO, ric.is aboloa-
    duras de madreperola e metal para colleles e paliis
    a "00 e 000 rs., superiores meias de seda prelas para
    senhora a 29500. meias brancas muilissim finas pa-
    ra sciihora a VKI rs. o par, finissimas navalhas em
    eslojos para barba a :&, ricas caixas para guardar
    joias a hixi e 19500. esiiis muito ricas com reparli-
    menlos uuicameule proprias para costuras, pelo ba-
    rato preco de 29500, -Kje 39500, papel proprio para
    os namormlosa O. 60, 80 e 100 rs. a folha. candiei-
    ros americanos muilo decantes, proprios para estu-
    danles ,10 mesmo qualquer eslabelecimenlo pela boa
    luz que dan a .",-*. IravcSsaa de verdadeiro liulalo pala
    prender cabello, pelo baralo proco de la. paitas para
    guardar papis a 8011 rs.. espelhos de parede com ar-
    macao domada e sem ser duurada a 500, 700. t^ e
    13300, eseovas muitissimo finas para denlesatMIrs.,
    ricos leques eom plumas c espelhos e pinturas finis-
    simas a e :!.-, charuleiras finas a 9, ricas galbetei-
    ras para azeite e vinagre a 9, ricas e finissimas cai-
    vas para rape a 29500 e 3;, penUsde bfalo, fazen-
    da muilo superior, para tirar piolhos 500 rs., dilns
    de marlim muilu hons a 400, 500 c 610 rs., resmas
    de JO quaderuos de papel de todas as cores de fulbas
    \ ende-se a fabrica de charulos sila na rua da
    Cruz n. 30, com todos os seus perlences : a Iralar
    com Joe onealves Braga, na rua da Cadeia do Re-
    cita 11.10.
    Vende-se farelo de Lisboa moito bom, che-
    gado no ultimo navio ; no escriptorio de Francisco
    ^evenauo Babello & FHbo,
    Vendem-se ", barricas com assucar fino, cada
    barrica com 5 arrobas, bem represadas, prompta
    para embarcar : na rua do Hospicio n. 15.
    Vendem-sa na rua do l.ivramento, loja n. 2,
    chapeos de sol com armaeoes muilo furlcs a I92OO
    cada um, c sao todos prelos,
    (rendir.
    Acaba dechegar frasqueiras com verdadeira gene-
    bra de 11 II un.1 : veode-se no armazem de 1., lr-
    inaos.
    Km casa do Henry Btunn & C., na rua da
    Cruz B. 10, ha para vender um grande sorlimen-
    to de ouro do melhor gosto, assim como relogios
    de ouro patente.
    boa fama
    VENDE BAIUTO.
    Tem Anlouin Lus de Oliveira Azevr der im sea escriptorioe rua la Cru n. 1.
    Superior rap rea preta.
    Antonio I,ui/. rape rea prela, c o vende DO seu escriptorio, rua
    da Cruz. n. 1.
    Aiua dos amanten.
    Acaba de ellORar pelo vapor S. Salvador, om
    Misla com garrafas de agua dos amantas, muito
    approvada para lirar sard.i,einpinjcns, etc.: vnde-
    se ua rua da Cruz n. I.
    No escriptorio de Domingos Alvos Malhciis,
    ha para vender por prceos mdicos, o segiiintc:
    Ricos eelegantes pianos.
    Kezerros en^raxados.
    Bicos peules de tartaruga para cabera
    Ditusde alisar lambem de tartaruga
    9300
    39000
    Lindas meias de seda de cares para enancas 1J800
    Bandejas grandes e de pinturas finas 39,*4 e 5(000
    l'apel de peso e almaco o melhor que pude
    baver ISOOOe
    59000
    I92OO
    640
    800
    19O0O
    19000
    500
    .I9OOO
    39OOO
    29OOO
    1900
    500
    19000
    uno
    320
    600
    500
    640
    pequeas a 720, riqoissimos Irascos com Irac4cI BotowTniiTmoa^nwdre^oll para camisa t->200
    mu.lissi.no Bnoa a 19200, iv.00, 9 e 29500, jarreaboadernoade papel p-qoet, muii ihu, KX
    delicados e de modernos gostes, com I Bonitos sapaliohos de merino pira enancas IjOO
    j Bicas canela' para peonas de aro a 120 e* 200
    Bicos porla relogios a I98OO e 2M0O
    Pennas de ajo, bico de lanca, o melhor que
    ha, a groza
    Ditas muitissimo finas sem ser de lanca
    Oculos de armae.lo de ac com graduarles
    l.uuelas com aimac/io duurada
    lillas com snnecto de tartaruga
    Ditas rom armacao de bfalo
    Ditas de 2 vidros com armacao de tartaruga
    Toucadotes de Jacaranda com bons espelhos
    Ditos Fcm ser de Jacaranda I90OO e
    Meia- prelas rompridas de lata
    Bencalai de junco com bonitos casles
    Bicos chicles para cavallos graudes e pe-
    queos a 800 rs. c
    Grvalas de seda de todas as cores a 19 o
    Atacadores de cornalina para casaca
    Suspensorios finos de borracha a 400, 500 e
    Penles muilo finos para suissa
    Eseovas muilo finas para cabello
    * Capachos pintado; compridos
    de porcellana
    banha franceza muilo lina i2j, fraseos rom essencia
    de rosa a 320, paos de pomada franceza muilo boa a
    100 rs., frascos pequeos e Brandes da verdadeira
    amia de Colouia de Piver a i80 e 19. sbemeles linos
    e de diversas qoalidades, pos para denles u mais fino
    qoe pode haver, agua propria para lavar a bocea e DiUl lilas para roupa 1j, l9-)00 e
    conservar os denles, e oulras militas perfumarlas. pape| de hubo proprio para carlorios, rema 4000
    ludo di muito Bost0 c que se vendem baralo, t.souras puEd, |05 ,,Ia [arljaK """ "n,a g
    Bicas canas linas de metal para rape a 500 e 600
    Estovas muilo linas para uohas a 320 e 640
    Ditas finissimas para cal ello U500 e SMQO
    29000
    \"endc-so urna canoa de carreira, quo carrega
    . 16 011 20 pessoas : quem nielen icr dirija-se a rua
    VV$S$-S-$$SsS$S9 I >.....te sobrado de un andar n. 33. a peda botica.
    Vcnde-se uma escrava escollante coslurcita c
    mais habilidades, acbaodo-se grvida de mezes : Ira-
    ), bem empernado, falla por entre os denles, i*'*e "a ru'' ,la Ale-!r'J '
    buceas con. .uiihu
    o escravo crioulo de nomc .lanuario, fula, bailo el
    rejiresenla ter de idade 2 annus, pouco mais ou me-
    nos, um .los signaes mais nolaveis he ler uma ilai
    piis secca, lem pai e jrmaos forros para as parles
    da Varzea ; foi comprado a Jos Luiz Percira
    Inja na roa Kova.
    muilu bom
    i
    1
    vendem-se na loja n. 26, da rua da
    eom Cailoia do Recite,esimina do Boeco-l-argo.
    Vende-**! ja rua da Cruz 11. 15, legando andar,
    qualio r.ini de ierro, solido uma de duas pessoas e
    as oulras de uuia so pessoa, chegadas ulliiiiaineute
    de lienova, muilo solidas c bem fornidas.
    Vendem-se coberlotis e meiai de lia, 0 me-
    lhor que lem apparecido 110 mercado: al t rua do
    Ciespo, loja n. 8.
    Candida Maa da Paixo Rocha, profesora
    particular de instrucc,ao primaria, residente na rua
    do Vigario do bairro do Itecife, faj scienle aos
    pais de suas alumnas. que acha-sc aborta sua au-
    la, na qual contina a ensinar as materias do cos-
    ime, c admiti pensionistas, meio-pensionislas e
    externas, por presos razoaveis.
    Ouer-se alugar um escravo para servir 1 de ca-
    sa.: a tratar ua rua do Trapiche n. 16, segundo an-
    dar.
    Precisa-sc de uma ama de leite forra 011
    captiva, sem vicios nem achaques, o quo lonha
    boa condula, paga-so bem no palco do Hospital
    n. 2(>, sobrado.
    Ho de Mara.
    Acaba de publicar-se o llov) Mez de Mara 011 n
    Mez de Mam, consagrado a aloria da M.11 de lieos,
    nova ediccito, ornada de obelas e bella onr.merna-
    ;.i : vende-se a 19280 na livraria de J. .Nogueira
    de Sean defroi.ie do ano de Sanio Antonio.
    Prwin bu de urna ama da leite que sojasa-
    diaotenha-o Imm, paga-se 105IH10 rs. mensaes ,
    mais alutn inlcresse no caso de agradar : noaler-
    co da Boa-Vista n. 39, segundo andar gratifica-
    se a najen del noticia de algiuna ama, 011 a levar
    a casa cima.
    I ni 1,11.un da ru.i da C,alabou>;o uma cabrinha
    .bicho de seis a oilo mezes, de cor ama/ella escura,
    lendo as cosas c pernas quasi prelas, e suppe-sc
    o haver ido para o lado do Carmo, ou Mondo-No- ;
    vo, por onde OBdava : a pessoa, que indicar quem '
    furtou-.i, (en, uma larga uralificaeao, pois que se fa-1
    zem csfor90s para descuhrir-se o Luirn, que se sus- |
    peita ser um individuo ja a isto avetada, o cuar-
    dar-se-ha segredo acerca de qualquer intorma, ao.
    Na rua Nova, 11. 1, primeiro audar.
    Alue,a-se uma sala e um quarto do primeiro
    andar do sobiado da rua de Apollo n. 6 : a Iralar uo
    uiesniu, ou ua rua do Trapiche, armazem u. 4o.
    Patn Nash q Companhia ileclaram que Joilo
    Pedro Jess de Malla deivou de ser seu cailero desl
    ,|c honlcm 1 do correle mez. Itecife 15 de abri-
    je 1856. 1
    Na rua dos Copiares n. 20, lava-sc, en
    gomma-sc, earmam-aejiiyidejas de bolos, por me-
    nos proco do que em ffrjtra qualquer parte.
    O Panoiama.
    Boga-se aos Srs. assibiiaules desle jornal lillera-
    rio e inslruclivii, a bondade de procorar o resto des
    nmeros pcitenceutes |io anno de 1895, e de n. 1 a
    6 He 1856, na rua do Crespo delrunlc do arco de
    Santo Antonio, livraria do J. Nogueira de Souza.
    onde tainbcm se venriem colloceoes completas do
    mesmo. 1
    LOTERA Di PROVINCIA.
    O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer publico,
    que se acham a venda, na ihesouraria das loterias,
    rua da Aurora casa n. 20, das 9 s 3 horas da
    tarde, os liilheles, mcios o quarlos, da lerceira
    parte da quarta lotera do (lymuasio l'eniaiiihu-
    cano, cujas rodas andam nipreicrvclnicnie nodia
    quarta-feira 30 do corrente. s 8 horas da ma-
    nha, no consistorio da igreja de Nossa Senhora
    do Livramento. OuWo sim, que as listas serao
    dislrihuidas gratis aos compradores de bilhctcs, no
    primeiro dia til as 0 horas da manha, e que no
    dia 3 de maio principiaro os pagamentos da refe-
    rida loluria, das 10 horas do dia s 3 da tardo, na
    rua da Auro:a n. 20.O e5erivo das loterias,
    Antonio Jos Duarte.
    Historia Universa
    l'rccisa-se do uma pessoa nacional ou
    astrangeiri pata oceupar-sc no servieo de
    um sitio, dando prava de,sua condula :
    a tratar na rua da Cruz do lleeife n. 53,.
    segundo andar, uu na botica do Sr. J,uiz
    l'edro das eros. t)
    Preeisa-se de um ollicial de alfaiate que tc-
    nln principios de corlar as ohras da mesma arle :
    na rua da .Madre do Lieos n. 36, primeiro andar.
    Na rua de Sania Blia n. ". ha quem se encar-
    regue de mandar lavar e engommai com aceio c
    promplidao.
    *
    Prerisa-se alugar uma ama larra ou escrava
    para o servieo de uma casa de puuca lamili.1 : na rua
    de Apollo, sobrado 11. 6.
    Domingos ten eir Lima, porluguez, relira-se
    para lora do imperio.
    O abaixo assignado vai a Lisboa, c deixa por
    seus procuradores, em primeiro luar o Sr. Joa-
    quim francisco de Alera, em segundo o Sr. Aulouie
    Jos de Barros Vicuas, e cm terceiro o Sr. Manoel
    lerreira .los Sanios, declarando mais que nao deve
    nada a praca ; porem se ulgucm se julgar sen credor
    aprsenle sua conta em seu cstabelecineulo, ua rua
    do Codorniz u. '.I ate o dia 30 do crrenle, que prom-
    plamcnte ser* pago. Becie 23 de abril de 1856.
    Antonio Marlius Dnarle.
    . A mesa regedora da irmaudade do Divino Es-
    pirito Sanio, eicela no convenio de Santo Antonio
    do Itecife, convida a lodosos seus inn.io para coui-
    parecerem lio consistorio da iue-111,1 irmaudade uo
    dia 27 du corrente, pelas II horas da maubaa, aiiui
    de se proceder a eleico da mesa regedora que tem
    de servir no futuro anuo de I8.">t a 18.77.
    Aluca-sc uma casa terrea na Passagcm da Mag-
    dalena, cnlre as duas pooles, com cxcellcules coin-
    niudns, para urna grande ramilla: na iui Direila
    11. 3.
    Aluga-sc o terceiro andar do sobrado do aterro -
    da Boa-Vista n. 34, com commodos para grande fa- lmenlo completo do livroscm hrancu.
    milla, 11,un,1 fresco c ptima vista, concertado, cala-
    do e piulado de novo, lem 2 grandes salas, Itl quar-
    los e boa cozuba : dinjaic-se a mesma casa, 110 se-
    gundo andar, ou ua rua .lo Crespo, loja 11. I.
    Precisa-so de orna ama forra ou captiva para o
    servieo de uma casa de pouca ramilla : na rua du
    Livramento 11. 36, lua de cera.
    t) litedieo Jos de Alnieida Soares ilc Lima
    Bastos val Europa Iralar de sua laude.
    Luiz Antonio da Silva tiuimar.es, subdito por-
    tORnez, relira-sc para lora da provincia.
    Ko pateo da Carmo, sobrado n. 7, >e fazem
    vestidos i moda, enm grande brovidsde 0 por mais
    barato preeo possivel.
    por
    J. 'antu.
    lis Srs, assisnanlos lenham a bondade de procurar
    as series que anda nao livcrcni recebido desta obra
    ate paginas 252 do stimo volume. Coutinua-sc a
    receber assignaluras para esla intercalante obra
    Ira.luzida em por'.ugncz, leudo ja 7 volumes publi-
    cados, 01 nados de bellas estampas, bella imprcsso,
    formato do Panorama ; na aeencia, rua do Crespo
    defroule do ano de Santo Antonio, livraria de J.
    Nogueira de Souza. ,
    Curso de francez
    para os examinandos do
    collepio das artes.
    O BACIIABEl. WnitlVK), lonlinuando a lec-
    ciouar em francez, le'm de abrir para os que preten-
    deren) examinar-e 110 rullegi das arles, om curso
    da raesma lingna, <| qu.,1 lera principio em maio
    prximo viiidouio ;|a compromelte-so a haliilil.ii
    para o retpecfivo esame uo fim do anuo o-que 1,1-
    rem assidoos e eoidadeaos nesse **paco de lempo.
    mediaole smeole o 1 honorario de 2O90OO pagos ua
    abertura do reterido,curso, cuja matricula sera te-
    chad no ullimo detle mez. Poda ser procurado na
    rua da Camboado Carmo n. I!), segundo andar, das
    3 horas da larde cm diault.
    Lotera doGvui-
    nasio PeruaiiM-
    bueano.
    Aos 4:000,-, 2:000.s e 1 000 000 rs.
    Corre iiidubilavclmcnlo quarta-feira 30 de
    abril. '
    Salnstiano de Aquino Fcrreira
    avisa ao respeilavel publico, que seus buhles c
    cautelas nao esto su jeitos ao disconto de S por
    Danto do imposto geral, os quaes osto exposlos a
    venda as lujas j ciinhecidas dos Srs. jogadore-.
    losponsabilisa-se a pagar lodos c quaesquer pre-
    mios grandes que elles olilivercm, cm seu cscrip-
    torio, rua do Trapiche n. 36, segundo andar, lo-
    go qnosaia a lisia geral.
    BlIltetCS. sSIIII :0OO.sOOO
    Meio. 2.S00-2:(IOD.sOOO
    Ouai'los. lijoOO1:000$000
    Salusliano tic Aqumo l'crreira.
    Luiz Jos de Si Araujo, na rua do llruin n.
    JJ, lem para vender 30 pipas novas de Lisboa, que
    servem para deposito do agurdente, arcos de pipa o
    de I,arrie abosados ltimamente, vimos, ele., ludo
    por preeo razoavcl.
    Prccisa-se alugar urna escrava que sej.i liel
    para vender de laboteiro, paga-se bem agradandoa
    Iralar na rua da Hadlede lieos 11. 36. Na mesm
    casa vende-se cera amaiell,. por preco commodo.
    i'iU e bolacha.
    A anliga padaria da rua das l.ar.ingeiras 11. 28,
    e.-ta Irabalhamlo novameute c lazeudo pao e bolacha
    de excellente farinha, o como s quem uella Iraba-
    lli., he Rente hvre, esles gneros sao manipulados
    coma uiaioi perfeiejo eluupcza possiveis.
    Farinha de mandioca cm saceos 1
    Uaelilha de alhodo.
    alqueire.
    Ketroz do Porto.
    Tem para vender relroz do Porlo muilo superior,
    pelo e de cores. Amonio Luiz de Oliveira Azevcdo,
    mi seu eaeriplorio, rua da Cruz n. 1.
    Vende-se urna casa na cidade de Olinda, rua
    d Amparo 11. 16, com 5 quarlos, gabinete e corre-
    dor ao lado, graudu quintal, cacimba, cozinha lora,
    chao proprio ; vcnde-se por necessidade : os pre-
    tendenles dirijan.e a rua da Cadeia de Santo An-
    louin. loja de marciueiro 11. 18.
    Vendo-sea obras intituladal'lo Sanctnrum,
    nova : quem o pretender, dirija-se ao paleo de S.
    Pedro 11. 20.
    Vende-se um caixo enveruisado c envidran-
    do, proprio para vender miude/.as : na rua do Ca-
    buga 11. ti.
    Vendo-sc farinha de mandioca muilo boa, em
    saccas, chegada agora no pataclu. iiN'aleiilcn : 110 es-
    criptorio de Francisco Seveiiano Kabellu iV Pilho.
    >"ende-se una prela muca. propria para lodo
    o servieo de uma casa, sabe coznliar, eugommar,
    lavar e coser : a Iralar na rua da Cruz 11. 68.
    * Vende-se a taberna da rua dos Pires, na Boa-
    Visla n. 28, muilo alrcgutzada para a Ierra ven-
    de-se por seu dono ir tratar do -na sauJc : quem
    pretender, dirija-se a mesma, que achara cun quem
    tratar.
    Vende-se a muito acreditada piulara do Man-
    gninho, sila na casa do Sr. eirorgin Teixeira, cun
    umitas t'reguczias na Capanga, AlHiclose Boa-Nis-
    la, alem da da porta, a qual lem lodos os pertenecs
    a Irabalhar, c ua mesma lem um cavallo para en-
    trega de pao na Ireguezia : para tratar, na rua da
    Soledadc 11. 17, ou na mesua.
    IIEKVA MATTE.
    Vcnde-se crva luailc da mais superior que lem
    viudo do Bio (iraude : na rua da Lingual*.
    Em caso do Tintm Moniscti sV Vinassa.pra
    {a du Corpo Santo 11. 13, ha para vender um sor-
    A boa f
    VENDE BARATO.
    Libras de linbasbraiicas 11. 50, 60, TO, 80, a I91OO
    Ditas de ditas us. UM) e 120 l280
    l'ii.m.is de thesouras para costura ISH10
    Duzias de ditas mais linas e maiores 1>280
    Maeus deor,iao-p.ir.i vestido, alenma eousa
    encardidoa com 40, 50 c to palmos,
    Peeas com 1(1 varas de blco estreilu
    Caixiuhas com agulhas francezas
    Caixas com tti nvelos do luiras ,1c marrar
    Puleeir.is encarnadas para iueniu;,s e senhoras
    Pares de meias liu,-. para senhora a 210 e
    .Miadas de linhasmnilofloas para bordar 100 e
    Crozas de boles muitn finos de madreperola
    Dilas de dilos mUito linas para caigas
    h vellos dourad.is para calcas e colcles
    I'eiilesdeverdadeim bfalo para alizar.a too c
    Pecas de lila de Unho brancas rom li e meia
    varas
    Caitas con cohetes gratos franceses
    Carrileis de Indias de 200 jardas de muilo bou
    qualidade e de lodos os nmeros
    Maruibos com 10 grampas, e de boa qualidade
    Pares de suspensorios de bonitos padroei
    Trridas para candieiro, duaia
    Tinleiro* e areeiros Carteiras de marroquini para algibeira
    Caetas muilo boas do metal e pao 20 e
    Caivetes de aparar pennas
    Meias brancas cruas para homem, 160, 2"0 e
    Trancinha de laa de caracol e de ludas ascres
    palmo
    Diiziadc penles de rhilre para alisar, bous
    (rosas de bol,,es de lottCS piulados
    Pecas de lilas de coz 21" e
    Carreleisdeilnliasde i'M jardas, autor Ale-
    aandra
    l.inlias prelas de meadiiiba muilo boas
    Cartas de alliuclcs de boa qualidade
    Duza de penles aberlos para alar cabello
    Meias de fio Escocia para menino, bi aneas e
    de cores, fazenda muilo boa 2ill e
    I- ivelas de ac com toque de ten ugcui para
    calca
    lirosas de livelas para sapalos
    ('..mullas enverolsadaa com palitos de tgo
    de velinhas
    Caiiiuhas de pi rom palitos de fogo bous
    Caixas eom ,">o caixiiihas de phosphoros par.i
    charulos
    Charuleiras da vidro 00 o
    Casles para bengalas muilo bonitos
    Atacadores prelos para casaca
    Sapaliohos deba para enancas, par
    Camisas de meia pua ei i.uuas de pello
    Tranceln para reanlo, fazend,, boa
    EsCOVinbaS para deules
    Alem de todas eslas mindezas, vendem-se oulras
    muitissimas, qoe a vista do suas boas qualidades e
    baratos precos, cansa admiraeao aos proprios com-
    pradores na rua do Qoeimado, ua bem conhecida
    loja de .uidezas da boa 1,111.1 11. 33.
    "*-.\\sn parriia.
    Antonio Luiz do Oliveira Azevcln lem pai a ven-
    der superior s :ls parrillla ; para ver, 110 seu escri-
    ptorio, rua di Cruz 11. I.
    Vinho i Porto.
    Veiidem.se barris de muilo bomviiihn d Porlo.de
    em pipa a 100? o barril, muilo proprio para rasas
    particulares : no armazem de Paula Lopes dclronlc
    da escadiuha.
    Vende-se um casal de cscravos, sendo um.i
    muala boa eozlnfaeira e encoinmadeira, c um pralij
    afanhados : quem pretender, falle na rua da Madr
    de Dos n. 12, que se lliedira quem vende.
    Vende-se ua rua de Collegio 11. 21, terceiro
    andar, urna negrinha le 16 anuo-, com habilidades.
    Guaran.
    Na rua da Cadeia n. 17, loja de miudezas, vnde-
    se guaran, as libras que o comprador quizor, pur
    preco commodu.
    AH>aiie/aa900
    rs. o aovado.
    Chegou novameute esta estimavel fazenda, ile nir
    prela e lustrosa, com mais ,je urna vara de largura,
    preferivcl a oulra qualqurr para vestidos, nianli-
    Ihas, hbiles de reliaiaBw c oulros falo*, pelo muilo
    que se ocooomtia com sua grande largura : na rua
    do Oueimado, loja n. 21.
    Q->mtua (!e irarut-i.
    Vende-se superior gomnia de aramia ein bai ricas
    e as arrobas : no armazem de Joto Marlius de Bar-
    ros, Iravessa da Madre de Heos n. 21.
    Velas de Carnauba.
    Na na 1.0 Ociin carnauba nn calas le o a (O libras, pur menos
    prcro do qn m oalra (|ualqoer parle : qoem pre-
    cisar aproveite a occasldo.
    CHAUNAS.
    Na praca da Independencia livraria ns. t e 8,
    vende-sa este compendio, traduzido pelo Dr. A.
    Ilerriilano de Souza iiandeira.
    I u.iiitissiino liiins. proprias para papel, para corlar ca
    . bello, para unhas, para osloras, trancas de sedas de
    bonilos padrees e diversasJargnras e cores, ricas filas
    de seda lisas c lavradas de todas as largaras e cores,
    bicos de lmli, nissimos de lindos padresc todas as
    larguras, ricas franjas de algodao brancas c de cores,
    proprias para cortinados, e oulras muitissimas rousas
    que ludo se vende por lao barato preco, que aos pro
    prius compradores causa admiraco: ua rua do l^uei-
    mado, na bem conhecida loja de miudezas da boa
    fama n. 33.
    Farinha tic mandioca.
    No armazem do-Sr. A. Aones Jacume Pires ven-
    dc-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
    des ; para porcOei Irata-se corn Manoel Alvos (iuer-
    a, na rua do Trapiche n. li.
    Moinhos de vento
    omhombasdcrcpuxopara regar borlas e liana,
    decapim naf undiraode D. W. Bovvmau narua
    do Bru ns. 6, 8e 10.
    SEM ENTES.
    Silo chegadas de Lisboa, c acham-se :i venda na
    ru.i da l.ru/ ,1,1 KtM-ile n. 62. taberna de Antonia
    Francisco Marlius as scguinls ementes de horlali-
    ces, coma sejam : ei vilhasl, ra, senoveza, e de An-
    200
    Duzia de lapis moilo finos para desenlio 00
    l.apis fiuissimos para risrar, a duzia 500
    Duzias de facas e garfos lirios 3S)00
    Dilas de facas e garfos de baianco moilo finas SgOQO
    Ditas dilas muilissimo linas, cabo de inarliui 15j Caivetes de aparar pennas muilo linos 800
    na rua do Qucimado, nos yuatrn Cantos, na loja de
    miudezas rta boa fama n. 33, defroole da loja de fa-
    zendas da boa fe.
    Km casa de Henry Brunn & C., rua da Cruz
    n. 10, veiidcm-se.
    Lonas c hrins da Russia.
    Instrumentos para msica.
    Espelhos com molduras.
    Globos para jardins.
    Cadeiras e sofs para jardins.
    Oleados para mesas.
    Vistas de Pemamburo.
    Cemento romano.
    Gomma lacea.
    TAI VAS PARA ENGENBO.
    Na fundipo de ferro de O. W. .Bowraann
    gola, fcijflo earrapato rxo, pinlacilco. c amarello. rua do lirum, passando o chafariz. conlina ba-
    .ilt.icf rpiiiillni.l:; c alvr-iM jIa:! l.im.-iip* nmloc .* -"* a
    ver um completo sortimcniodo taixes de ferro fun-
    dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
    acham-se a venda, por preeo commodo e eom
    promplidao: embarcam-se ou carregam-so em acr-
    10 sem despeza ao comprador.
    Ta offcina de encadernaejao, iravessa da
    Con^regajo, vendem-sc as scuintes obras do
    economia poltica por Malthus Sismondi, J.
    Baptisia Say, carias a Mallhus pelo mesmo, cathe-
    eismodc economia. J. Dulens, e muitas oulras
    obras de direito publico, das frentes, diplomtico
    e commercial, tudo era muito bom estado -e por
    barato preco.
    CHAROPE
    DO
    BOSQUE
    210
    560
    -Jim
    28(1
    21(1
    300
    160
    600
    2H0
    120
    500
    50
    60
    Sil
    60
    10
    80
    500
    000
    o
    211
    21(1
    100
    800
    300
    320
    io
    '20
    UO
    29600
    320
    10
    560
    1211
    ao
    loo
    80
    u
    lo
    :12o
    500
    lio
    KM)
    PARA 0 CORRENTE iNHO.
    L'olhinhasdo algibeira eonlendo o altnanak ad-
    ministralivo, mercantil c industrial desta provin-
    cia, tabella dos direilos narochiaos, resumo dos im-
    postes genes, provinciaes o municipaes, extracto
    de algumas posluras, providencias sobre incendios,
    cnirudo, mscaras, cemiterio, labolla de feriados,
    resumo dos rcndimentns e cxporiacSo da provin-
    cia, por 500 rs. cada urna, ditas de porta a 160,
    ditas eclesisticas ou de padre, rom a reza de S.
    Tito a dOO ris : ua livraria ns. 6 e 8, da prara
    da [ndependencia.
    alfacc repolhuda e alien,aa, salsa, tomates grandes,
    rbanos, rabanales brancas encarnados, nabos 10-
    xo e braneo, senoiras brancer e amarellas, couves
    Iriiichu,la, lombarda, esahin, sebola de Seluhal,
    segurelha, coenlro de Inacciie, repolho c j>i-m>iucl...
    e urna grande poreflo de dificrcnlcs semeolei, das
    mais bonitas llores para jardins.
    Veudc-secal de l.isbuaultimamenlechegada.as-
    liinromnpolassa da Uus,-ia v^rdadsira : uaprarado
    1'or 1 1 Sanio n. II.
    CORTES DE CASSA l'AltA;QLEM ESTA' DE
    I.L'T<>.
    Vendem-sc cries de cassa prela muilo miuda,
    por diminuto preco de 2; o corle, ditos de cassa chi-
    ta de bom goslo a 29, ditos a 2ViOO, padres fraiirc-
    zes, alpaca de seda de quadros de lodas as qeabda-
    desaTSOrs. o evado, l.la para vestido lambem de
    quadros a 180 o covado ; todas eslas f.izeudas vcu-
    dem-se na rua Jo Crespo n. 6.
    LIQDIDACAO'.
    O arrematante da loja do miudezas da roa dos
    Ijnartoien 21, qnorendo acabar as miudezas que
    cxistem, vende barato afim deiiquidar sem peda
    de lempo.
    Franja com hololas ara cortinados, peca
    l'; pe pautado, resma, (de peso)
    Dito de peso, resma
    Laa de cores para bordar, libra
    renlesdc bfalo para alisar, duzia
    I'ivelas douradas para calca, urna
    droza de brelas muito linas
    Lencos de scd.i linos, ricos padrocs
    Caixa de linhas de marca
    Meias para senhora por
    IVntesde tartaruga parasegurar cabello
    ti rozas de canelas finas para pennas
    Ditas de botos linos para casaca
    Meias prelas para senhora, duzia
    Ditas dilas para homem
    Lacrecucarnado muilo lino,libra
    l'apel de cores,maeo de 20 quaderuos
    Duzia de colxeles
    Espelhos de lodos os nmeros, duzia
    Linhas de uovellos grandes para bordar
    Iticasfitas cscocezas e de sarja, lavradas,
    largas
    Meias cruas sem costura para homem
    Dilas de seda n. 2, peca
    Trancas de seda branca, vara
    Caixas de miz. duzia
    l'ecas de lilas de cus
    Lapis linos, groza
    Cordato para vestido, libra
    Toncas de Monde para menino
    Chiquitos de merino bordados para menino
    e outrosrouitosarligos que setornam recommenda-
    veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidar
    I dar um pouquinho mais baralo a aquelle senhor lo-
    ' aisla, qoe queira a dinheiro comprar nais baralo
    do que se compra em primeira mao.
    49OOO
    3;* 100
    2*700
    790OO
    3C000
    100
    fisooo
    Ij.VH)
    250
    210
    '5000
    2*100
    2; 3*200
    2EHO0
    IWIKi
    , 600
    720
    29500
    I JIMIO
    000
    353110
    380
    i 00
    19600
    300
    l\a Califormia,
    o]a nova, n! rua lo Crapo., ao pe do arco de Siinlo
    Antonio, veiuloiu-sc rrtcs de cascas franec/as le
    l\a California,
    Inja nova, na'rua do Crespo, ao p do arco de Sanio
    Antonio, vendemse pecas de alcodaoziuho com ava-
    ri.i a 610, I?. 19280 e 19000, e limpas a 2?, alpaca
    prela lavrada, sem deleito, de 1 palmos de largura
    a 200 rs. e a 210 rs. o covado, muilo boa para quem
    esta de luto, muito boas meias prelas de algodao
    para senhora a -100 rs ditas para homem a 280, cas-
    sas piuladas francezas a 200 rs. o covado, cortes de
    dilas de 6 l|2 varas a IS60O, chales escocezes a 560,
    multo bons gastos a 1*300 e a 19500; ha grande inadapolflo muilo bom a 2-350OT 2^600, 35200, :1560o,
    quaiilidado para se escolher, lencos de cassa brancos, i 3S80O, i. i>100 e I58OO, c multo fino a 59 ; assim
    lisos e com bien a 200 rs., .hilas prelas francezas, [ como muilas oulras fazendas, tudo moilo barato, di-
    largas, para lulo a 211> o covado, c muilas oulras fa- | nbeiro ,1 visla.
    zenda muilo baratas, y dinheiro a vista.
    A. mellior farinha de man-
    dioca em sii-i-as
    que existe no inercadu : vendc-se por preco razoa-
    vcl, nu armazem do Cazuza, 110 caes da alfaudega
    n. 7.
    KELOGIOS coberlos edeseoberlos, pequenos
    Cgran.lcs, de 011ro e prata, palculb ingle/, de um
    dosmelbores fabrlcanlesde Liverpool, vinos pelo
    ultimo paqueteiuglez : em casa de Soulhall Mellur
    .t Companhia, ua rua do I ores 11. :lt>.
    elogios
    iog czes de pa-
    tente,
    us melbores fabricados em IngUlerra: em casada
    llenrv Cibson : rua da Cadeia do Itecife n. 52.
    s finas
    covado.
    . 5, vendem-se cas-
    Uassas irn
    140 rs o
    Nu rua .lo Crespo 1
    tash'iiiu'iv.us linnsa Vil rs. o covado.
    I'aru luto.
    Cortes de vestido de cassa prela com 7 varas cada
    um. de bouilos padrees a j-uihi : vende-se oa rua
    do Crespo, luja da esquina que volta para a rua da
    Cadeia.
    Vcnde-sc em casa de S. P. .Iohnston& C,
    rua da Senzala-JNova n. 42, sellins inglezes, chi-
    cotes de carro e le montara, can.lieiros e caslicaes
    bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
    \a 11. 07, vinho Clierry em barris, camas do ferro,
    fio de vela, chumbo de munico, arrcios para car-
    ro, lonas nglezas. .
    AGENCIA
    Ua fuiulicao Low-.Moor, rua daSenzala-Nof
    va n. 42.
    Ncste cslabelecinicnto contina a haver um com-
    pleto sortimemo .le moenda's c meias Duendas
    para eni;oirlio, machinas de vapor e laixas de
    fono batido e coado do lodos os tamaitos para
    dito.
    Quem quizor comprar um carro americano de
    qiiatrn rodas oom assenlos para duas pessoas, leu-
    do arreios c cavallo muito anligo : dirija-se a rua
    do Trapiche 11. -10, segundo andar.
    No armazem de Novaos 4 C., rua da Ma-
    dre de Dos n. 12, vende-se farinha de mandioca
    em saccas de superior ijualidade. por preco com-
    modo.
    Vendem-se barricas com farinha de trigo da
    ja riinhecida marca MM.M, moilo nova, e d. quali-
    dade igual a de Trieste, chegada agora de Genova,
    e por preco commodo: a fallar com Basto Lo-
    mos, iu. do Trapiche o. 17.
    Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
    construccao vertical e com todos o melhoramentos
    mais modernos, lendo vindo no ultimo navio de
    llamburgo : na rua da Cadeia, armazem n. 8.
    I oi transferido o. leposito desle charo pe para a bo-
    lira de Joscada Cruz Santos, na rua Nova n. 53,
    garrafas 5*500, e meias 35000, sendo falso lodo
    aquelle que nao for vendido nesle deposito, pelo
    que se faz o presente aviso.
    IMPORTANTE TARA 0 FULIGO
    l'ar.i cura de phlvsira em todvsnsseusdinerrme
    graos, quer motivada por conslipaees, losse, asin-
    ina, pleuriz. escirros de sangue, d.ir de costado,
    peilo, palpitarlo no coracao, coqueluche,broncbilt
    dor nagarganla.e todas asmolesliasdosorgaos pul-
    monares.
    Navalhas a contento.
    Contiiiua-se a vender a89000 o par (preco fiso) as
    j bem condecidas navalhas de barba, fritas [ elu h-
    bil fabrcame que ba sido premiado em diversa ex-
    posiees : vendem-se com n condic,au de nao agra-
    dando poder o cumprador devolve-las ale :!0 diaa
    depois da compra, resliluhido-sc a imporlancia : em
    casa de Angosto C de Abren, na rua da Cadeia do
    Kecife n. 3o.
    MOENDAS SUPERIORES.
    Na fundigao de C. Siarr & C, cm Sanio
    29400 Amaro, acham-se para vender moendas de cannas
    IC2O0 '"''1:" ^ 'erro' ^ um '''odelo e construccao muilo
    1)1000 atpwwr.
    ARADOS DE FERRO.
    Na fundieao de C. Slarr & C, em Santo
    Amaro, acham-se para vender arados de ferro desu-
    perior qualidade.
    MECHASISMO PAR EIGE-
    IHO.
    NA Fl'MIICAO DE FERRO DO ENGE-
    MIKIRO* DAVID \V. ROWMAN. NA
    RUA DO BBUM, PASSANDO O HA-
    FARIZ,
    ha semprc um grande soriimenlo dos seguintes ob-
    jeclos de merltanisinos proprios para en^enhos, a sa-
    ber : moendas e meias moendas da mais moderna
    conslruccao ; laixas de ferro fundido e batido, de
    superior qualidade e de lodos os tamaitos ; rodas
    dentadas para asna ou aoimaes, de (odas as propor-
    ces ; crivos c horcas de fornalbae registros de bo-
    eiro, aguilhoes, bronzes, parafusos cc.ivilhoes, moi-
    nhos de mandioca, ele. etc.
    NA MESMA FUNDigA'O.
    ic'cxeculam lodas as cncommendas com a superior
    ridade ja conhecida, ccom a devida presteza e com
    modi.li.de em preco.
    TAIXAS DE FERRO.
    Na fundieao da Aurora em jauto Amaro, e
    lambem no DEPOSITO r,0 ,ua o Brum, logo
    na entrada, e defr .te do ara-nal demarinha, fia
    sempre um grande sortimento de taixas, tamo de
    fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
    das, grandes, pequeas, razas c fundas; e em
    ambos os lugares existen) guindastes para carre-
    ear canoas ou carros, livros do despezas. Os
    procos s:io os mais commodos.
    <&crat>0$ fitgioo.
    Em dia de Pascoa, fugio do sitio da Tamari-
    neira, collegio da Coiiceic.ui na Cruz: de Almas, o ne-
    gro Jonquim, de idade 15 auoos, groas, boa estatu-
    ra, meio z.innbo das pernos, quebrado da verilha
    direlia, hijo volume he graude baslante, he de ca-
    cao ; promelle-se a qualquer que o caplorar, gene-
    rosa compensacau, ja que a polica nao cura destas
    cousas.
    Contina andar fgida a prela Herencia, cri-
    oula, idade ,le 28 a :I0 aunos, punco mais un menos
    com os signaes seg.iintes : falla de denles ua frente ,
    uma das urelhas rasgada provenieuie dos brincos:
    quem a pecar leve-a a rua do Krom, armazem de
    assucar n. I !, que ser bem gralilieadu.
    l'EKN. : TVP. B 11. F. DB FAKlA. 1856
    ILEGIVEL

    W7


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