Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07343


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Full Text
ANNO XXXII. N. 8.
ARTA FEIRA 23 DE ABRIL DE 1850.
Por 3 mez.es adiantados 4$000.
Por 3 mezcs vencidos A/jOO.
Por anno adiantado 1S|000.
Porte franco para o subscriptor.

KNCAHREGADOS DA Sla'ltSt.RIPl'.AO' NO NORTE.
Parahiba. o Sr. Gervasio V. da Natividade | Natal, o Sr. Joa-
quim I. Perein Jnior; Ararais, o Sr. A. de Limo. Braga :
Cetra, oSr. J. Jos de Otiveira ; Maranho. o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue! Piauhy, o Sr. Domingos Hcrculano A. Pcssoa
Qhmmi ; Para, o Sr. JustiniauoJ. Ramos; Amazonas, o Sr. Jero-
njmo da Costa.
PARiriDA DOS CORREIOS.
Olinda : lodos os das
'aruaru. Bonito e Garanhuns : nos das 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' e Ourieury : a 13 e 28.
Goianna e Parahiba .'.segundas e settas-fciras.
Victoria e -Natal.- as quinUt-feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraercio quarlas e sabbados.
Relajo : tercas-feiras e sabbados.
Fazeoda : quarlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do cotnmercio : segundas as 1U horas e quintas ao meio-dia.
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira varado civel.' segundas e seitas ao meio-dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
KPHEMERIDES IM> MIZ DE Altllll,
5 Lu noia as A horas, 38 minutos, 48 segundos da manh.i.
13 Quirto-resceule as 3 turas, 27 mnalos e 48 seguudosda m.
20 Lu chela as 6 horas, S minutos e 48 segundos da manhaa.
27 Ouarlominguanle as9horas,7 minutse 48segundos da Urde.
. lltEAMAU DE IIOJE.
Primein ai 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segunda ai8 boras e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
21 Segunda. S. Anselmo are. ; Ss. Abdecalas e Silvio mu.
22 Terca. Ss. Sour c Caio pp. mm. ; S. I oonides m.
23 Ouarta.S. Fiel de Scgniaringa ni, f. : S; Honorio b.
24 Quinta. Ss. Ilunoro .M itrio bb. : S. Leoncio ni.
23 Sexta- 8. Manos Evangelista ; S. Ilermino m.
2i Sabbado. S. Pedro de Halis h. : S. Cleto p. m.
|7 Domingo 8. S. Tcjtuliano b. S. Tiburcio are.
ENCARREGADOS DA SI.'BSCKIPCaO NO St.X-
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das i Baha o Sr. 1>. Dupral
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
EM peunambi'co.
O proprietario do DIARIO Manoel Figoeiroa de Faria, na sua
livrana, praga da independencia ns.6e8.
pele decreto n. II13 de III de Janeiro de 1833, -
cando reservado u pagamento do augmeulo conce-
dido pelo decreto n. 1478 par* quando for approva-
do pelo corpo legislativo.
Dilu Acamara municipal do Recite, a ppro-
v.ndo a cnnlrain que ella fet coro Amonio Jo de
!-M"a"hi,0.--C"m" tbgMm Baslos sobre a compra por 1:5005000 da
urna ana casa, meia agua, sita na na do caes pro-
jectadi ao norte da ponte velha do Recite, alim de
ser demolida para aformoseamento da mema ra.
Portara Desonerando, pe conrormidada com a
proposl.i da cliefe He polica.' do cargo de delegado
do lermo de Serinhaem, ao lenle coronel JoAo Ne-
PARTE OPriCIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta da |9 a abril.
OOicio Ao Exn
tnunicando que o juiz de direitn da comarca de Pas-
tos Bous naquella provincia, Joio Paulo Mouleiro
de Andrade, que se aeha aqui com parte de doeote,
foi ltimamente removido para Malta Grande as
Alagoas, declarou que aceitava semelliaole remo-
rao.
Dito Ao Exm. presdeme .lo Piauh>, devol-
vendo julgadns pela una de jastial os procesaos ver-
haes dos soldados fumino Pereira e Josc Vicente
Vargini, ambos pertencentes >o mio bilalhao Je
cacadores daqaella provioci.i. Tatnbem se devolveu
ao Exm. presidente do Cearn o. processos verbaes
dos soldados do meio balalhao da mesma provincia,
Joaquim Manoel Hamos e Joaquim Pedro Alves, e
aos das Alagoas o do soldado do 8." balalhao de in-
fanla.ia Eofr.zio Alves da Rocha.
Dito Ao Exm. comuiandanle superior da guar-
da nacional do municipio do Redle, reeommendan-
do que manda aggregar ao :t. balalhao da mesma
guarda uacional, o alferes Francisco Pacheco Soa-
res, que perlencendo ao balalhao n. 12 da suarda
nacional das Alagoas, obleve passagem para esla
provincia, segundo consta da guia que remelle.
Dito Ao Em. marechal cnmmaiidanle da ar-
mas, para recommendar ao lenle Jos Anselmo
Velejo, que pagua na recebedoria de rendas infer-
nas, a importancia di>s emolumentos que segundo a
nole que remelle por copia, esla a dever a reparli-
'.'.lo de guerra pelo aviso que lambem remelle per
copia, do qoal consla que e Ihc roncedeu Iraca de
corpo com o lenle du 8. balalhao de lufaularit
Jos Hermenegildo Leal Fenerrt.'"
Dilo Ao inesroo, euviando para o fim conveni-
ente, e relacao das pracasque fallecern! na colonia
militar de Pimenteiras desde 14 de fevereiro ultimo
ale 7 do correte.
litio _Ac mesmo, aolorisaudo-o era vista de sua
informaoo, e mandar oassar e.cusa do *ervico ao
2. argento do balalhao 9. de iofaolsiia Brllarmiuo
Antonio da Silva, aceitando em seu lugar do mes-
mo balalhao Jos Marlius, por elle olTerecido.
DitoAo esmo, transmittindo para lerem o
conveniente deslino, as guias pausadas pela thesou-
raria de fazenda do Rio Grande do Sul, das quaes
consta as pocas em que furara suspensos os paga-
menlos das prcslae,es que de seus suidos haviam
consignado naquella provincia os capitaea Francisco
Aulooio Carvalho e Francisco Antonio de Souza
Camisa,i. este do ".>. balalbjo de infamara e aquelle
do 10. da niesnia .rma.
Dilo Ao mesmo, communicamlo haver o di-
rector da colonia militar de Piuieiileiras, partici-
pando que falleceu na villa de Barreiros o cabo co-
lono Anlonio Goncatves ile Frcitis, pertencenle ao
0. b.talhao de infamara.
Dilo Ao mesmo. devolvendo. afim dejque faca
cumprir as sintticas nelles proferidas \ ca junta ce
juslica, oa.procs*os verbaes das prara.de I.1 llalla
couslaetes da relac.lo que remelle.
Relacao que . . balalhao de infaotaria.
Soldado Antonio Jos Loureiro.
Porfirio Antonio das Cliagas.
i Francisco Joaquim da Silva.
* Jos Montciro da Silva.
i." baldlno de ertilharie a p.
SoldadoFelislnuo Rodrigues Ferreira.
il. balalhao de infantaria.
Soldado Chii-lVi?>>ii' Lonii-.
a Luix Antonio Xavier Machado.
Anlonio Jos de Ohveira.
u Jaciulho dos *assns Quedes
Cometa Antonio l.uiz dof Sanios.
e nomeandii para n re-
1 batalhande lafanlaria
que as naciies modernas esiao fruindo com essas for-1 civilisacao europea desde a queda di im|ierio roma-
mas de liberdadr, rom que anligamenle se mal ajus- | uo ale aos notaos das.
lavam inoilas idea, opposlas, mullos principios con- | Ella representa em si como em un relralo vivo, o
Irarios, que lodavia com esse amalgame serviram pa-, Iriumpho do vencedor e a sojeicao los vencidos ; u
ra nostema da cimmunas ; a li-
Tainbem i ha rauito que desappareceram ou mu- berdade, a igualdade, o trahalho li.ro e a industria
daram de feicoes as formas descenlralisadoras do I moderna, em lodas as snis grande* expresses.
Aleiu disto esla nar;o especisl, fundarla no
meio do Ocano, isolada das oulras naques, ^ofen-
dida pelas ondas, perece ssr lalkda pela mao de
Dos, para reinar sobre a vastida dos maros, e
pomucene da Silva Porlella
ferido cargo ao capiao do II
Jose dos Sanios (Vnnes L>rna.Fizeram-se ai
cessarias commtinicaces
Dila Etonerandn na mesma rnnformidade, do
cargo de delesado do termo de Sanio Auiao ao
bacharel Francisco de Sou,za Cirne Lima, por se
adiar ha moilo no exercirio iulerino reilo daquella comarca, e uomeando para o referi-
Coinmunicoii-sp ao ebefe de polica.
DilaReformando no iresmo pealo o alferes da
antlga guarda nacional do rnuuicipio do Kecife, Joa-
quim Jos de Paiva.Pariicipou*se ao respectivo
cominandaule superior.
Hila Ao agente da coiripanhia das barcas de va-
por mandando dar passagek para o Mranliao por
conta de Bvrerae no vaporlque se espera do sul, ao
capitn Aulooio Manoel de Oliveira Bolas e sua
familia.
DitaAo mesmo, recommemlaudo que mande
dar transporte por conta do enverno al o Rio Gran-
de do Nurle no vapor qu se espera do sul ao doulor
em medicina Jus do Reg Rapo/o, e ao enfermeiro
Marcolino Ferreira da Cosa, sendo a imporlanca
dessas passagens pagas naquella provincia.Isual
a cerca do doulor em medecina Antonio da Silva
Deliro, enfermeiro L'lvsses Jos Ferreira, e um cria-
do do mesmo doulor.
DitoAo mesmo, para mandar transportar p.ra
a corle por cunta do soveroo oo vapor que se espe-
ra do none os recrulas Ra\muodu Jos de Sauze,
Firmo Ferreira de Moraes'e Pedro Manulio da Silva
que por doeules desemliaacaram do vapor .S". Calca-
dor em 18 de marro ultimo.Parlicipou-se ao com-
iiiandanle dan armas.
10. balalhao de infantaria.
Soldado

Geraldo Antonio Ferreira. '
Uuiuliliano Jos Nunes. |em Prucesso
i idi
Jos Lucas de Brito.
Cassiano de Souza.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
liara mandar abouar ao Dr. Fraucisco Carlos Bran-
dao, a imporlanca da ajoda de cusi que Ihc com-
pete como depulado a assembla geral legislativa
por esla provincia.
Dito Ao mesmo, inleirando-n de haver o ba-
charel Fraucisco de Caldas l.ins. participado que
desde o da 6 do crreme se acha no ejercicio me-
rino da vara de direilo da comarca do Rio Formoso
por impedimento do respectivo proprielario.Fize-
ram-se as oulras cororaunicac,es.
Dito Ao mesmo, para que a visla da cont que
remelle das despezis feilas pela commissao de be-
neficencia da freguezia dos Afogados com as diver-
sal enfermaras all eslabelecidas, mande S. S. in-
demmsara referida commissao do saldo de I96|687,
a que lem ella direilo. Communicou->e a esta.
Dito Ao mesmo, recoinmendnudo que mande
peger au desembargador Francisco Joaquiui Gomes
Kibeiro, a ajuda de cusi que Ihe competir como
depulado a assembla geral legislativa pela provin-
cia das Alagoas.
DiloAo mesmo, devolvendo o requerimeulo
cm que os fallecidos Ignacio Francisco da Silva e
Antonio Das da Silva Cardeal que pediam se llies
passasae ttulos de aforameulo dos terrenos em que
se achao edilicadas duas propriedades do supphcau-
le na ra da Praia desta cidade, alim de que proceda
a respeilo de couformidade com a sua infnrmaiyo
sob ii. 101, dada com referencia a do 2. lenle An-
lonio Egidio da Silva, e ao parecer do procurador
daquella Ihesouraria, constantes da copia que re-
melle.
Dilo Ao mesmo, mandano que laca pagar com
urgencia a importancia da gralilicac.au que se e-li-
veradeverao Dr. Antonio da Silva Deliro al 17
do correte na razao de :I0,V)0 otarios, com o aba-
te das quanlias que liver o mesmo Dr. ja recebido
por conta dos seus veocimenlos.
Dilo Ao mesmo, declarando que o bacharel An
tomo Lniz Cavalcanli de Albuquerque participou
haver deixado liouiem o exercicio da promotoria pu-
blica deale lermo, alim de lomar assenlo cerno depu-
lado ne essemble legislativa provincial. Fue-
rern-se as necessarias communicac,es.
Dilo Ao mesmo, recommendando que mande
entregar o alferea Maooel de Azevedo do N.sci-
mento, commaudante do destacamento e subdelega
do de Goiauuiulia, quaulia de 1:3200000 para pa,
gameolo do curaudeiro Manoel Izidro do Nascimen-
lo, de seu ajodaole Porfirio Jos de Almeida, e de
inais dous enleriueiros que serviram oo liospilol da-
quella povoacao duraule a criseepidmica, e de nu-
tras despeas felas pelo mesmo alferes com soccor-
rus aot indigentes.
Dilo Ao presideole do cooselho admioislrali-
vo, mandando que promova a compra dos objectos
mencionados na relacau que S. S. remclleu, vislo
seren clles necesarios para asseio da sala|da* sessoes
daquelle conselho. Communicou-se I Ihesouraria
de fazenda.
Dilo Ao conego Joaquim Piulo de Campos.
Acenso recebido o ollicio em que V. Revm. fazendo-
me eenlir os bous desejos que oulrc de ser ulil aos
h,ilutantes da comarca de Flores, pe e miuha dis-
posic.io orna ambulancia para ser olTerecida em seu
nome a poroso desvalida e pobre da mesma co-
marca.
Em resposla teoho a dizer que nao posso deixar
de louvar a V. Revm. Uo candosa e espontanea ac-
Sao, asseguraudo-lhe ao mesuio lempo que leudo
partido para all o cirurgiao reformado da armada
Francisco Marciano de Araujo Lima, incumbidu do
Iralamenlo das pessoas.iccommettidas'da epidemia,
ordenei-lhe que conduzisse e mesma ambulancia, e
a Gzeste distribuir conveoieolemenle, licaudo desla
maneira satisfeilos os boDS desejos V. Revm
Dito Ao inspector do arseual de marinlia, de-
clarando haver autonsado o inspector da Ihesoura-
ria de fazenda, a mandar pagar a Alexandre Joa-
quim Siliro, a importancia dos paos 'le jangada que
Smc. comprou para o presidio de F'ernaudo.
Dito Ao commandanlc do corpo de polica
devolvendo, alim de que faca |cumpnr, a senlenra
nella proferida pela junla de juslira, o processo cri-
minal do soldado daquelle corpo Joao Alves Barbo-
tea dos Pasaos.
Dilo Ao inspector ds Ihesouraria provincial,
para que em presenca do competente cerlilicado,
mande pagar ao arrematadle do 5. lauco da estrada
da Escada, Chrislovao de Molienda Cavalcanli Mel-
lo, smenle a quanliade :il9l:t2que se Ihe esla
e dever pelo transporte da pedra empregada nos
alicorees des bombas conipreheodidas no orcamenlo
daquella obra. Communccu-se ao director das
obras publicas.
Dilo A Companhia Peruambucana de navega-
5,1c cosleira, Iransmiliindo por copia o aviso do mi-
nisterio do imperio de l'i de fevereiro ullimo, do
qoel eouila que se solicil ara do mesmo mintro da
lazenda a capatela das convenientes ordens para
que pela Ihesouraria de fazenda desta provincia, sa-
ja paga a sobveocao a que a companhia lem direilo
EXTERIOR.
ximos a urna solucoo definitiva as desiulelligcucias
entre a Inglaterra e a America, chama a aileuc.lo
da Europa sobre as expedlcijes dos llibusletros.
A luglalerra.ilizo uMorning-l'osl.ixIeveria lomar
a iniciativa de om accordo entre os Estados da Eu-
ropa relalivamcnlean procediraenlo que deveriam
ler a e-te respeilo. ExpedicAes armadas e orgaui-
sadas, sustentadas por fundos reunidos segundo os
principios das sociedades commerciaes, preparam-se
decididamente para cahir sobre os Estados l'nidos,
e atacar estados momentneamente perturbados por
revoluce. e cuja fraqueza convida i aggressao.
Esta ex(iedii;oessao desapprovadas, e mesmo pro-
hibidas pelo governo americano ; alo illegaes, e
comliido vemos que a imprensa uacioual he a pri-
meira a aconselha-la. ; vemos os seus resultados aco-
Ihidos como Inumphos uacionaes, e os empreados
o a- Torcas do soveine nacional subuiinislrarem-lhes
a porfa soecorr. s.
Nao he foreoso considerar como piratas lodos os
que toiuam parte tiestas expedires, e nao deven
elles ser Iral.nles como taes J Sao deveria li iver
nina acc;lo commuin ,le lodos os Esla,los qae dese-
jaiu pa/.. para impedir a sua violacao, para fa/.er,
n-cidiir sobren l-.-tadi,. ipi" annne e tolera cnire
seo< subditos seinelhaule ptMieaeate toda > res-
ponubilidade das suas consequeucias Examine-
mos os effeitus polilirns da nossa tolerancia ponim
si niellianlc svslcma de aggressao no raso parlicnler
da rcenle expelieao de Wetker ao Nicaragua. Wal-
ker desembarcoii ueste patz. e susleula-se de fado
no seu territorio como potencia poltica, leve a
audari. de enviar ura agenle diplomtico para o re-
presentar junto aos Estados-Unidos : e bem que ate
hoje o presidente lenha mostrado hesilaeao, n,io ou-
sariamos dizer repugnancia decidida para reconhe-
cer esle agenle. o estado dos negocios era Nicaiagua
e a confusao que resullou desla mesma expedirn,
serviram de pretexto para recusar a receprao do
enviado de Rivaz, do presidente eleilo do Nicara-
gua, ou de reconhecer qualquer oulra auloridade
eslahelecida uo paiz.
Se se considera o Nicaragua como um es-
lado, est autonsado a declarar guerra aos Estados
Luidos, e as autoridades tomaran, medidas, que
podiam Irazer consigo esla mesma ennsequencia.
Mas he juslaineule oque desejen os Americauos ;
ver-se-hiam por esle meio aulonsados a suslenlar
Walker aherlaniente, e empciihar-se em hostilida-
des com o projeclo ulterior de conquista.
_ O Nicaragua esti pois uas circunstancias de um
E-lado fraco, eiposto a aggressao directa, ou indi-
recta de um eslado mais pnderoso. Porque nao le-
ria elle pois direilo de reclamar socorro contra a
injustira, o a violencia, como a propria Turqua t
A Inglaterra nao lem projeclo alguui de colomsa-
rio, orn de arquisicao sobre esla parle do territorio
da America.
Os Estados I m lo. pelo contrario querem adqui-
rir o Nicaragua, e Cosla-llica, a lim de domiuarem
a entrada do Oceano-I'acilico e da California pelo
i.Huno ; e ja no senado, e na na iuiprensa dos Es-
tados-Unidos se allirmou que a abolirn do Iralado
Clavlou-Bulwer dara aos Americanos mais facilida-
de para a prosecu^ao dos seus intentos, do que lem
com as reslricc/ifs impostes por este Iralado.
I'alvez os Estados da Europa pensem que lulo
eslao aulorisados para inlervir enlre os Eslados-
Uoidos, e eslas veihas possessoes hespanholas. Mas,
qualquer queseja o rssullado das deliberaries a esle
respeilo, os Estados europeos deveriam' eslar de
accordo quanlo a maneira porqoe leriam a obrar
oeste caso.
Sustentamos que a exlen.ao das expedi^es dos
llibusleiros, e os males qae dellas resultam.sao tam-
bera nina questao sobre a qual os goveruos regula-
res, o amantes da paz deveriam estar de accordo e
adoplar urna aegao cominiun a que-f.o da suppres-
s3o do Iralado dos negros, ou da piralaria. Nao se
diga que a Inglaterra, por causa das suas relaces
coro os Indios Mosquitos das suas possessoes ua Ja-
maica, e das soas oulras colonias na visinhauca tem
ora inlercsse pessoal e p.rticnlar na qoeslao, e que
as suas vistee sao por consequencia iuleressadas.
Ella nao tem nada a receir pelas suas possessoes
e nao carece de menor soccorro para as defender.
Ella oegou formalmente a sua iulencao de exercer
urna influencia directa sobre n Nicaragua, e sobre
Costa-Rica, e a sua lealdade nao foi, nem pode ser
conleslada. Ella desejou sempro que os Eslados
formados do anligo territorio hespanhol da America
do Norle livessem toda a liberdado para se estabe-
lecerem de maneira que augmenlassem u seu bem
estar, manlivessem a ua independencia.
Ella nilo propoe MBao esle unicu lim a iccaa com-
mum dos Eslados europeos, que lem as mesraas vis-
las, eos mesraos priucipios.
lio para impedir urna semelbanle situar.lo na
America do Sul, que se excitamos llibusleiros, e
que se preparara emprezas por parle dos subditos
dos Estados-Unidos.
As viales da America sobre esle ponto sao oppos-
las as da Europa. Incumbe pola aos Eslados da
Europa pronunciar decididamente a sua opinio a
esle respeilo anles quo a arpio dos Eslados Uuidus
lenha lomado proporees laes, que lulo seja possivel
oppor-lhc resistencia com probabilidade de bom
successo.
( Peridico don Potra no Vario.)
nJhipo
ZTitna
A INGLATERRA E A CIVILISACA'O.
Se laocarmos os olhos, por essa Europa, j ah
nao veremos predominar aquelles principios conslilu-
livos da civlisacao que se eslahelccera com a cruz
sobre as ruinas do imperio romano.
Esses principios que a roo de inuilus seculos jun-
lou e amalgamou, para cujn elle constituir o viver
de uossos pas, eslao i, mi toado- o peididos; j nao
lem forra, virlude ou arrao para servir de ncleo
civlisacao tas nacee moderoas.
As revoliice-, porque os povos modernos lem
paseado derain qiMlM principios militares de fot mas,
innmeras Iraiisfnrmacies.
Es-as formas c cssas Iraii-formaces, por lal arlos
lem alterado, pie j ,i au parecemos mesmos aos olhos
do observador philosophn.
yoem dir que a uobreza e o nobre d'lioje se pa-
rererp cora o senbor feudal, com a nobreza dos an-
ligos lempos, quando a represenlava ura dos ele-
mentos ronslilulivos das veihas inonarcbias? Quem
Ostntala, que nos os populares, expressao do prin-
cipio democrtico, mniiifeslauos as mesaras feicoes
que caraclensavaui os plebeos desees lempos que
la van 1
A harreira que separava o nobre do mechauico, o
senhor do servo, o sangue nobre do saugue plebeo
de'apparereu, ja nao existe.
Tanibem mal se parecem as formas de liberdade,
poder feudal, assim como a inde|>endencia e a im-
portancia das municipalidades, que se ergueram
frouleiras as suas veihas turres para as guerrear e
abeter.
Quem nao coiihcre que as revoluees porque o
espirite Inmuno lem passado, hio pretendido ate por nicio desle clenienlo ligar lodosos povos com o
despojar a propria religiao, daquelle caracler ds
crenca. e de senlimenlo qoe a caraclerisa, daquella
expressao de dogmatismo com que ella se revela,
para Ihe prestar de inveolo com formas poticas o ca-
rcter ilo racionalismo moderno, que ella nao regei-
la, como seu contrario, mas que todava ntlu pode
aceitar como a sua feican predominante?
Tudo se lem Iransfornudo e adquirido novas fei-
coes nesla trra que habitamos: sim tudo se lem mu-
dado, principalmente desde queo seculo W III ;i as>
melhaiiQa da escola sceplica para com a anliguidade,
lambem com lerrivel julgameulo reprovou a civli-
sacao que decorrra desde o calvario at a revolucao
franeeza.
Oulras relaces, bem dislinctas e diversas da an-
tigs, prendera entre si os dmeos do seclo XIX.
Huiro- priucipios. digamo-lo alio e sem receio de
ser desmentido-, e eslao erguendo para cnusliluir o
viver da sociedade moderna, dessa sociedade que a
olhos vistos mageslosa se ergueu sobre as ruiuas da
sociedade .muga.
Representa ella a vida, a aerfloda inlelligencia.au
deseinliaracsre. de organs quo ja -ao cadver.
Anda falla he verlade, a mesma linguagem, pa-
ra aperlar as multplice, retcales do seu viver ; ser-
ve-se anda dos mssmos vocabulos, para desigua os
novas objectos, creac.o da sua acttvidade, anda con-
serva as inesmas nacionalidades, os mesmos centros
governaiivos que revelam qual (ora a origem do sen
dever, mas nao he a mesma, apesar de usar anda do
mesmo meio para representar e cnmniunicar os seos
pensamenlos ; apesar de anda servir da mesma for-
ra governaliva para proteger as novas relceles que a
determnalo e caracterisam.
Essa linguagem he urna linguagem de tramicao,
esses centros sao lambem transitorios, tudo desap-
parecera de involta com os fragmentos que anda nos
restara d> sociedade amiga. *
E nao vem de longe esse grande dia em que as
lioguas, os goveruos e as nacionalidades calman
nessa immensa voragem que devora os seculos e as
iterac/ies.
Alteatai bem oesse svmptoma, que nos olTerecem
as regules do norle. Reparai uesse seu acconr.mclti-
mento gigante contra o o.-cideule, e nao duvidareis
de que levamos exposto.
Essa guerra que se peleja as portas do oriente,
nao he una guerra cummum, ura aconlecimenlo
Irivial; he um fado que nasce das aspiracs rt'um
novo. Nao parle s das ideas c planos da curie de
S. Pelersburgo. Por delrs della e do seu povo es-
lao oulras uecessidades, nutras aspiracoes, e quera
sabe, oulra civilisic.lo. oulra civlisacao primntva,
cujas formas sao anda mal condecidas, e cuja forra
expansiva, unpelle a Russia ta Europa, c os sida
dos do czar para de itivulta com elles se precipitar
conii,, o occidente.
Com umacoutecimento igual, n'ouira- eras, se ex-
tremaran! ja duas grandes pocas : as duas srandes
civilisacales do mundo ; lernnnou a civlisacao an-
liga, a civilisarao greco-rumana e coineroo a mo-
derna. E o que se esla paseando aos unssos olhos
nao revela lambem o espiar de vctlios principios
i o despoular de novos".' Por certo. luao em lor-
de us e.Ia' di/.endo, que vai abrir-ee una nova
ca, de civlisacao, al mesmo a mude/, dos parti-
e dos systemas; e o terminar dessa diteoeeao que
lano agilou os espirilos na Europa, musir quo a
liutu uinlade, bella e radianle de novas formas, re-
surgir' do meio das ruinas das anligas roinlisoes do
seu viver. Nao detxeis lambem passar desapercebi-
do n syslema do padre Gratis.
Essa pretendida allianca enlre a pbylosopbia c a
religiao nao sera lambem ura symploma, de qae o
espirito humano vai aceitando novas condicoes,novas
formas, para manifestar a sua aclividade, para por
lim ler lugar a grande transformarlo humanitaria V
Quem ha ah que nao cunheca, que a industria e
scieocia, eslao intimamente uuidas, e que ja' nao
podem retrogradar nesse camioho de intima allianca
que as une.e que esla.que he a filha da lolellecluali-
de e da aci.ao do peosameolo, e aquella, que lam-
bem he lillia da inlclleclualidade e da acrlo dos or-
gos physicos, ambas pretndelo elevar o hornera
a'quelle gra'o de desenvolvimenlo e de perfeicau, a
que Dos o deslinou collocando-o sobre a Ierra.
Os caminhoa de ferro e os lelegraphos elctricos
silo os instrumentos, em que a industria e a .ciencia
se transformara para seren elles a leic.io caracters-
tica da nova civlisacao, para realisar o sublime
pensainento do creador, e para satisfazer o grande
desidertum da especie humana.
Todos os llamen, que ncu-ain. e qoe bem com-
prehendem a lgica dos fados, esperam ludo e ludo
liam daquelles grandes agentes, os quaes, tomando
a liberdade u3o como fim, mas como urna coodirao,
hilo de desenvolver os problemas sociaes.
Como instrumentos humanitarios e orgaos da ci-
vlisacao, por uecessidade da sua propria netareu,
lulo ne ser elles a ei presido da propria aclividade da
human! la,le ; e como esla aclividade sempre se ma-
nifesta debaixo daquella. duas (orinas di synleze e da
anal>se, he claro que han de pruduzr e manifestar
aquelles seus dous grandes resultadosdescenlrali-
sarao e concenlralisacao, fados esles que se u.io
manifcslarao enlre si; mas que seru combiuadus
pelas Icis harmnicas do syslema, em Indas as con-
dicoes do viver do hornera, oa vida do peiisamento,
do coradlo c dos orgaos; oa vida do individuo e da
especie, em lodas as suas formas sociaes c governa-
livss.
Tal he, e tal deve ser a marcha da civlisacao
que he, quanlo he assim como boje, o resultado das
grande. aspiraeOes da ualureza.
Consullai a historia, e a historia nao nos dar' so-
lemne desmentido.
Assim ligadas, e assim divididas se manifestar.un
as .ciencias e as arles oo Oriente, no Egyplo e na
patria de Scrates e de Fereles.
Assim fot organisada a Grecia aoliga, a liga dos
Acleos, e o vaslo imperio romano.
Assim viveram as repblicas italianas, o imperio
germnico, e as cidades asiticas. Assim querem
viver as sciencias e o saber moderno. A '-mi vive ja
um graude povo, um povo modelo, os Eslados-Uui-
dos da America. Assim deseja viver a Italia e lal -
vez a lie-pan ha. E o que he certo he.que esles dous
paizes e a Europa iuleira bao de viver debaixo das
formas da nova civiltsacilo.seguudo as condicoes que
Ihe inirrareni os novos agentes, expressao nova da
aclividade da especie humana.
A Gran-Brclanha, essa nac.lo allamente pensa-
dora e rellectida, ha mullo conheceu qual devia
ser o iidameulo da civila^o da Europa, c quaes
os resultados que ella produziria no viver intimo dos
povos e na constituidlo das Bec/Dea ; e por isso ha
longo lempo se collocuu, ou anles foi enllocada pela
Providencia, a' frente do grande movimenlo huma
nilario.nao para o goveruar e dirigir a seu bel pra-
zer, cnmocomoiummeolesecr.mas para prudenle-
raenlco acompanhar eseguir, quea civibsac.lo nao
atee do cerebro simia o mais bem organisado de
um hornera ; nem be o elleilo s, da voulade de um
povo, he o producto da humanidade, he a propria
aclividade do horaem, he a expressao iuleira de lo-
dus seus scnlimeiilos, faculdades e aspiracoes. Por
isso a Inglaterra, compreheudendn a altura deslas
ideas, se circumscreveu a acompanhar e seguir a ci-
vilisarao em lodas as suas fazes, e nao a Iracar-lhe o
caminho. como oulros goveruos de baldo o "lem em-
prehendido.
Sao provas desla verdade o seu comportamenlo
cauteloso e relleclido, na preseuca do grande conflic-
to dos partidos e das grandes revoluces, que lti-
mamente tem agitado as oaces da Europa. Compor-
lamento que lem levado os bandos polticos, cegos
pelo exagerado das suas paixSet, e Iludidos pela fal-
sidade de seus systemas, a formular largos captulos
de ai-cusacao coulra a velha Alhion, icoimando-a,
uns, de cousequeillcs. oulros de traidora, que nao
pode medrar com a felicidade albcia Injuria gra-
ve ; mas anda menos grave do que insensata !
E n.lo veeui esses bandos que segundo as ideas da
aclualidade, haveudo os povos de fundar toda a sua
existencia na industria, carece ra ;>or isso uns dos un-
iros para o largo consumo dos seus producios, con-
sumo que so pelo movimenlo da industria e pela co-
pia de riquezas se pode ellectuar ; e que se a Ingla-
terra, s pela esperanza de lucros, prelendesse errn-
nar naces, se arruinava a si, estancando a fonle da
sua riqueza, deslruiodo e encunando o seu merca-
do '.' I
Por cerlo que conherem, e conliecem anda mais,
que povo algum da Enropa est mais habilitado que
a Graii-Bretanba para descrapenhar aquella alia
missao civiltsadora ; porque nao s rniihece cabal-
mente, com longa experiencia, n movimenlo uccullo
e latente da civlisacao, mas lambem possue em si
unidas, ao mesmo lempo, as tres graudes fazes da
laco indissoluvel da industria ; e leslu sentido lio
ella o poni doapoio aonde a site 8CC,ao benfica,
como a alavanca do Archindes,s83Je firmar para
revolver o mundo.
S e nicamente dous povos, a lussia e us Es-
lados-Unidos da America, pela sua siluacao g/to-
gnfiea e pela sua organisaco social, podem
ser inimi;os jurados de Inglaterra, o dispular-llie
aquelle grao de primazia que ella ocupa enlre as
nacoes do globo.
Um reproseula o porvirda Europ ; oulro o seu
passado. Mas nao s representan) elles a civlisa-
cao que ha de vir e a civilisacao |ue la vai, mas
como grandes nacss lambem reprtsenlam a sua
propria individualidade, oascus propr.osinieresses,
por isso um tende a absorve ra America e o'.outro a
dominar a Europa, e ambos a determinar a civli-
sacao do mundo
Na presenca desla cspecialidaJe em que os dous
povos se acham, um em relacao a America, oulro
em relacao|a F,uropa,a pesar das civilisacoes diamc-
iralinetile opposlas que cada um delles possue, nao
nos deve admirar que deixcm de ser rivaes, e que
vetilla tu anda ajuntar-se em allianca intima con-
tra a Inglaterra, protectora natural da independen-
cia dos povos, e inimiga de todo e qualquer dese-
quilibrio poltico.
Em desempenho da alia missao de quo a Ingla-
terra se acha in vestida em relacao aos deslinos do
mundo, he qu ella de maos dadas com a sua ge-
norosa alliada, a Franca, correu s regies do Ori-
ente a embargar os passos o a malar por urna vez
os projeclos da Russia.
A Franca devia secundar esse generoso movi-
men to, e representar lambem um dos grandes pa-
pis nesla guerra da civilisacao, porque ja nao he
aquella Franca vulcanica, fantstica, cnlhusiasla,
reguidora das ulopias revolucionarias; he a Fran-
ca moderna, a Franca industrial, um dos bra-
cos da civilisacao sobre o cominenie, assim
como a Inglaterra he o oulro sobre as ondas do
Ocano.
Esla verdade licou manifestada desda que ella
rejeilou as formas impolculos das veihas rep-
blicas, e un poz silencio ao variar estulto dos velhos
partidos.
Napoieao jjniio representa um individuo, una
familia um partido, lie hujo o rcprcsuiil.inle da hu-
manidade em Franca, da humar (dada que rejeita
as veihas formal para se deixar levar das aspiracoes
da nova civilisacao que desposta.
As naos do Inglaterra e os ba .Ibus franceses
appereceram s ponas do Orienv, ''c ahi nalejram
essa guerra immensa e descommunal que deu em re-
sultado a queda de Sebastopol.
A queda de .Sebastopol significa ti pona de
urna das azas da aguia do norte, o antqiiilamento
do seu podor martimo, a destruicao deum dos seus
molhures meios para sujeitar a Europa, em urna
palavra o Iriumpho de Inglaterra.
Depo|s desla grande parda estar por venlnra
vencida a Russia, e reduzida as suas dimenses
naluraes como naco ? Ter perdido ella as espe-
ranzas de dominar na Europa o de Ihe determinar
a civilisacao? Ter colhido a Frnca nesla gran-
de lucia alguma cousa mais do que umita glo-
ria, alguma cousa do real como a Iuglaterra.
Nao.
A Russia nao est vencida, a Franca nao co-
Iheu resultado algum individual, nem a civilisacao
esi ainda a coberto de lodos os perigos.
Quera a Russia ser urna potencia martima,
porque sabe que s sobre as ondas he que po-
da aspirar a combater e a vencer a (iran-Rre-
lanlia.
Nao o poude ser, he verdade, mas ainda Iberos-
tam lodos os seus exercitos, todas as suas for-
jas terrestres, loda a sua unidade de aeoao, loda
a obediencia, fanatismo, e devoco de seus 68
tnilhes de subditos, ainda Ihe resta loda a sua
tenaz perseverancia, lodos os sens artificios, toda
a sua paciencia, loda asiucia da sua poltica,
e por conseguinto pode ainda represaniar o papel
de urna grande naco continental; pode ainda il-
ludir a vigilaucia europea, e na presenca de urna
crise ministerial em Inglaterra, ou de urna revo-
lueao em Franca, sem o apparalo de embai-
xada ou deelaraco do guerra, apossar-se com un
golpe de mo, de Consianlinopola e dos Dar-
daitcllos.
Ento ai da Europa, a quem ella ha de cin-
gir com os seus bracos de ferro ; ai da Europa
que se ha do curvar ao mais leve aceno da sua
voniado. Equando for reforcada pela allianca da
Allemenha, quo nao ser difcil de partilhar de
sous vaslos projeclos, previpilar-se-ha como urna
trrenla contra a Franca, para a obrigar a reali
sar contra a Inglaterra, esse anligo syslema con-
tinental, creacao do hroe dcMarengo c Aus-
irelltz.
E a queslo que hoje se peleja as plagas
orientaos, vira a ser transportada para as inar-
gens do Rheno. Ehe sobre a generosa Franca que
pesarao todos os inconvenientes da mudanca do the-
atro de gderra.
A Inglaterra como naco [dcvcm-lhe j bastar os
itiumphos alcancados no mar Negro. Mas o que
pode conreinar o nleresse nacional da Franca '!
A gloria actual cercada de perigos e do eventualida-
des fuluras ?
A terminaeo da guerra, a paz que hoje se pro-
cura dar ao Oriente, parece segundo o nosso in-
tender um grande absurdo.
Coiiiprebondcmos a raso porque a Inglaterra
a podesso desejar, mas nao mondemos porque
motivo o overno da Franca, a itnprensa franeeza
sytnpaihisa com ella.
Podcr-se-ha dizer que o ciume con ira a Ingla-
terra despenar na Franca tendencias para a paz .'
fto lem cahidu urna lal explicaco.
O imperador dos francezes lem demonstrado
cabalmente possuir um cerebro bem organisado, e
vistas largas e rasgadas, para se I be altribuir lio
aranhadas ideas, letn conhece ello a ualureza e
constiiuico intima das duas potencias adiadas, e
que os verdaduiros interesses das duas nacoes asleva
a nao sorom rivaes. Nem poda deixar deconhe-
cer porque urna rasan wrdadeirametilo Ilustrada,
claramente m' que ollas devem ser iulimainenlo al-
liadas, por isso que a logblorra foi lalhada para
imperar sobro os mares, assim como 9 Franca no
continente.
Esi opavilho ingle/, hado ser o primeiro sobre
as ondas, lambem a Franja sobre o continente pode
erguer a sua bandeira tricolor, essa bandeira que
pareco fadada para ser o centro de urna grande con-
federaco, liem reforjada com as duas pennsulas,
italiana e ibrica, com a Suissa e miiitos estados
da Alnmanba.
Nao se diga quu este nosso pensar he Utopia, a
que a Inglaterra nao consentira em tal.
Estamos profundamente convencidos quo ha de
vir lempo,o nao Urda em que a Inglaterra concorra
com todas as forjss para realisar este pensamenlo :
concorrendo com todas as suas forjas para que a
Franca seja o ncleo dossa confederaju europea.
E a raso he clara,lestoos Eslados-Unidos.seden-
tos da posse de toda a America ; I esto amadu-
recendo um largo projeclo de guerra contra a In-
glaterra : I esto elles rom o fim do tirar alliados
tira-Rrelanha, aceuando Europa com lodas
as seduejoes, encantos c realidades de seus systema
de conferajao sysieina que j acha sytnpothia na
Europa, o que lia de ser o resultado dos principios
queja menciona tnos, e que vo dando corpo e vida
civilisacao da outra parle do mundo,
E quo devera fazer a Inglaterra na presenja
il'ii:n tal a contecimenlo '.' Ligar-se franca e tal-
mente com a Franja, arrancar a arma das inos de
seus inimigus, converle-la emseu proveilo,eollocan-
do-so a fronte desse grando movimenlo, dessa gran-
de confedcrajo.islo he.dessa descenlralisaco ecen-
tralisaco universal, consequencia necossatia da-
quelles dous granJes agentes, representantes da in-
dustria e da civilisacao, que elles symbolisam.
Realizando a Inglaterra este aconlecimenlo, que
nos parece ser urna natural consequencia do an-
diinenlo geral das cousas, nao ficar exempla dessa
condico, dessa lei da nova civilisajos.
Parece-nos ver nascer urna confcderao, urna
onfederajo nova c singular no globo, ebeia de vida
e de forja ; capaz de contrabalancear a confederajo
continental, e cujo ncleo naiuralhe a GraBrea-
nha.
Segundo o que temos exposlo, parece-nos um
absurdo a paz entre os alliados e a Russia. Mas
se por ventura a Franja abdica o papel que repre-
senta nesla nova cruzada de progresso civilisador,
confiamos que a Inglaterra nao renunciar mis-
sao que a nalureza e o andamento geral do mundo
confiou a prespicacia, sensatez e prudencia desses
cerebros saxonios os mais bem orgauisadns de lo-
das as rajas em que se divide a nossa especie.
Confiamos que a guerra ser continuada ao me-
nos pela parle da Inglaterra, eai acreditamos que
lalvez baste o esforjo dessa najo, para nao se rc-
alisarem urna parte dos perigos que a Europa re-
ceia pelo lado da Russia.
So fossemos homens de eslado, ou se a uossa
voz meiecesse ser ouvida, nos, (neos pensadores
como somos, daamos ao gabinete inglcz nao um
conselho, mas apontar-lhc-liimos para um peusa-
meiito, Quor a Inglaterra ser invcncivel ? Li-
1111 tose s a dominar sobre o mar, limile-Se s a
possuir os pomos culminantes do mundo martimo,
e com a pausada e esludaJa reflexio, que Ihe he
propria, largue a lempo, a sua India c o seu Ca-
nad. He s no meio das ondas (pie se funda o
seu vaslo o inveucivel imperio. He-lhe dafeso
pela boa raso possuir ao mesmo lempo um vaslo
imperio as rogies cotilinentaes.
.Nao se pode ser emitiente cm lodas as cousas ao
mesmo tonino, islo lio um axioma. As fi reas pro-
ductivas da ualureza lambem esio repartidas por
as diversas reinos, nao so acruniulam ludas em
um si poni.
A industria para ser perfeila quer lambem ser
repartida, o a iviso do trahalho he urna lei in-
dustrial he o conhocida de lodos.
Oque aconteceu ao exercilo inglez o invern
passado na Crimea junto aos baluartes de Sebasto-
pol, falla bem alio, bem alioesldizendoqueno tem,
nem pode ler a Inglaterra urna organisajo mili-
lar, organisajo requerida para quem possuir lar-
gos dominios conlineniaes. Abandone pois a
Gr-Brelatiha e pensameiito de querer ser urna na-
co continental.
Emancipe aquellas duas estas regioes ; conslilua
nellas dois vaslos e poderosos eslados, fortes e po-
derosos pela nacionalidade e pela liberdade. Or-
anise-os a sua imagein, dando-lhe utna constitui-
jo betn pensadase que nao seja urna illuso;
lransforme-os em seus naluraes e sinceros alsa-
los ; prenda-os a si com lodas as relajees induslri-
aes para que a me patria, o povo inglez, com
esla separajao, nada perca pelo lado da indus-
tria.
Lcmbre-se a Inglaterra que a sua India e o seu
Canad sao os seus verdadeiros cancros, sao os
nicos lados vulneraveisdo seu vasto imperio,
lie nicamente pela India e s na India que a
Russia a pode ferir. He nicamente no Canad
que os Estados-Unidos Ihe pdem alirar o primei-
ro e o mais cerieiro dos seus tiros.
Renuncie com um fim eminentemclc racional a
soberana daquellas provincias. Soberania que mais
tarde ha de perder quando a dura necesstdade da
uerra se lizer sentir, ou quando a civilisacao bra-
dar aquellas regios : deixae de ser colonias c sede
seus povos ; e enio esses pesos, rejeilando a lulel-
la, erguer-se-ho dizendosomos independemos
e livres.
Concluiremos cssas nossas rellexes, observando
ue a resoluco de continuar a guerra ou fazer a
paz, deve ser urna resolujo providencial; nao
deve ser lomada s na presenja dos interesses ac-
luaes da Europa, deve-se ler limito em vista a st-
luajao futura. Ella deve ser extraordinaria.
Tudo nos esl indicando urna mudanja radical
em lodas as cousas, na vida maternal e na vida
do pcnsamenlo, as consliluices dos povos e na
sua organisajo social, as nacionalidades, para a
queda de urnas e inaugurajo de oulras. E se nos
he licilo apalpar o preseute para antever o porvir,
tudo nos esl indicando quo na Europa haver to
smente tres ceiros de nacionalidades, a Russia
ao norte,a Franja ao occidente, e a Ioglalerrasobro
o mar ; na America um, os Estados-l nidos. Tu-
do nos ndica que a India inglesa ha de \ir a re-
prseniar na Asia o papel da Franja, c'que a Aus-
tralia, e Oeeania ha do ser feijao por feico a ima-
gen da Inglaterra I as regios do sul 110 immen-
so mar Pacifico. Oqueserda AfricaS Deososa
be.S Dos sabe quando no ceiros dessa grande pen-
nsula tem do encoiilrar-se duas grandes najes, a
Franca e a Inglaterra, parlando ambas de dois pon-
tos fronteiros o opposlos a Franjada Argelia e a
Inglaterra do Cabo de Boa Esperanca.J. N. S.
(Imalisacode selembro do Lisboa.)
discutir o parecer desla aommisslo. lanjado cm sen-
tido laveravel ao governo ; e stmdo aliual adopta-
do, resolveu consequeulenienle a assembla apprn-
vai- o conduela de governo a respeilo da censpi-
rajao.
a tem que loase secreta a sesslo, nem por isso
deiuram os curiosos de rolher inlor maees sobre o
que se pasmo lia assemhlca, durante os Iresdias que
osleve a sai. com o ministerio.
a O Comercio del Pala tiesta manhladis qce o
Sr. I). Luiz Lamas, senador pela capital, pe,lio e
ohlcve passaporle para fura do pai/, por ler ouvido
citar o sen nome como complicado na leitura da
levawa rel.hva au- desterrados do dia 29, de qoe se
Java cuota assembla. Acreacenla que o Sr. La-
nas, ao ouvir o seu nome entre o das peasoai ili'li-
cadas como conspiradores, ,. come laes sojeitaa a
vigilancia e as pesqui/as da polica, irritado, pedio
ao presideole da assembla permissao para retirar-
se da .esslo, -leclarado que sua presenca all era
incompalivel com a acruacao constante da devassa;
e que o representante do cuulianca e da vonlade de
.Montevideo nao poda haver calillo snli a. suspeilas
da polica nem do governo sem profunda olfensa da
pnsicau c do carcter que de.empenliava. E diz por
ultimo o Comercio, que ilepuis d explicaces calo-
rosas o presidente da assembla Ihe pernitiiio reli-
rar-se.
" AlaegOra-S (oniliem que o Sr. Lamas esl de-
cidido a 11 residir temporal uniente lio l'aran, sera
renunciar por isso ao seu a--enio no -cnado, nem a i
que as aecusacoes da devassa sejam bem averigua-
das e esclarecidas.
c O oulro fado h^ o accordo celebrado enlre o
governo da repblica e o encarreaado de nrunrios de
i* M. Hrilaunica acerca *lis reclamaces pendeules
da sociedade compradora da qoarta pane dos direi-
los do alf.ndega lo auno de I Vi-.. O accordo he con-
cebido uestes termos ;
O coveruo do Estado Oriental entrena socie-
K dade de IKiSa administracao da alfandega al
<> amorlizajAo da divida pelenle de um milhAo e
a sesseula e sele mil pesos pooeo mais ou menos,
'< se'un lo a liquidaclo que se fizer al dais de
o :il) do marco ultimo, debaixo das clausulas se-
cuinles :
I." A sociedade recehera era pasamento do seu
crdito a oilava parle do produelo liquido mensal
da dila renda.
2a Keuuncia a tolo o juro ; do modo que a
oilava parle, que se Ihe cede uo produelo da ren
o da he para amortizar a sumtna mencionada, e
,1 com isto terminara lodas as acedes e direilo da su-
ciedade.
3.a Fica entendido que alera do convencionadn
l'or sem duvida que mu caprichoso he o cholera:
em visla das mas circumslancias hygieuicn* da cida-
de do Rio Formoso, ( loda rodeada de pantanos )
receiava-seque o ti 1-ello all lizesse devasiaj&es ISo
consideraveis como ua cidade da Victoria ; 00 entre-
tanto, eracas Providencia divina, nao leem os
l'eruambucanos al acora a lamentar grandes eslra-
gos naquella cidade: a epidemia appareceu com he-
.u caranler, o3o houve recrudesceocia assusla-
dora e parece encarainhar-se ltimamente a sua
completa cxtinccilo.
Disse-Ihe queo machinismo de luz do farol j
eslava ;,-.uia lo c prumplo a funecionar : uo dia -JS
do mez pamaado acceoderam-se as lanlernas para a
evperimenlacao do apparclho ; o resultado foi o
mais feliz possivel; o machinismo fuuccionou com
perfeilo e recular andamento : o apparelho cata-
ihoplrieo apreeentava urna luz bellissiraa. Repeli-
se a experiencia era vana noiles sobsequentes e ca-
da vez) foi mais hrilbaiiteo resultado.
llevemos a bella obra do farol desle porto ao
mu digno ex-adminislrador desla provincia, o il-
lustradu con.elhciro Jos lenlo da Cunba e Figaei-
redo que pur suas sohcilajdes e instancias conse-
guio do governo imperial autorisajao para dar
cornejo a essa ulil e imporlanli-sima obra, coja
primeira pedra loi por elle asseulada era i de de-
zembro de 1S.1I. O plano foi dado pelo major
i'eugenlieiros Chrisliano Pereira de Azeredo Cou-
tiiiho. que lambem c eucarregou da direcjSo.
Em dezembro de 1852 acbavase a torre com 7
palmos de altura al o ponto em qoe linha de re-
ceber o machinismo ; fallava concluir-se a cimalha
ou cornija da varanda.a abobada e o quarto da lan-
lerna, que nao podiam ser feilos anles da chegada
do apparelho de luz encomendado em Franca; de
maneira que licou parada a obra ale o anuo pas-
sado. I) apparelho chegou aqui em fins de 1834,
e o major Lhrisliaoo qne se achava enUo na cor-
le oll'ere-eu-se para vir concluir sua obra e assentar
o machinismo; foi acceilo o seu ofTerceimcnto e
em 18 de fevereiro do aono p. p. aporlou aqui
esse distinelo eugenheiro. Tomando conta do ap-
parelho e da obra mandn proseguir nos Irabalhos
de pedreiru e canleiro uecessarios para o assenla-
raeuto do maqumismo: o rigoroso invern do anno
passado empalou algum tanto o andaoieuto e con-
clusa da (orre, so uo \erao podiam ser feilos al-
guns Irabalhos; finalmente nos meiados do'mez
passado den o engenheiro por find a sua trela
declarando que o farol eslava absolutamente promp-
tofa fuucciuonr.
O edificio foi construido na eitremidade oriental
lo serrote que costea a cidade oa latilude de f>.
10' sul; e Ion .ilude 35. 4/ oeste de tireenwicb ;
.1 e ajustado lio contrato d- |x',.",, sobre a supenn-, lem de altura 81 palmos; porem a elevajao do ter-
IMTSRIQR.
RIO lE JANEIRO.
13 de abril.
O paquete inglez Camilla, entrado bnnlem do
Rio da l'rala, allanta quatro das as noticias que
tullamos de Montevideo, e duus as de Ituenos-
\\ res.
No Estado Oriental cunlinnavam os nimos in-
dala de (i :
o O curio inlervallo decoirido enlre a saludado
l'iamao oa madrugada do dia 3, o a do Camilla,
que deve ler lugar boje ao meio dia, nos dispensa
de escrever desla vez urna correspondencia propria-
menle dita.
u A siluajao do paiz ronserva-se como a descre-
vem s ha tres das. Apenas dous lacios inipoilaiites
lomos para referir aos leilores. A assembla geral
da repblica reuno-se em sess,lo secreta no da I
para oceupar-se da conimunicaj.lo do governo que
da conla do proccdlmenlo qoe leve com os indivi-
duos desterrados a -'.I do mez lia lo, e <\o proces-so
instaurado em consequencia dos aconlecimeiilos que
ameacaran perturbar a ordeni publica, O ministe-
rio asststio ,i sessao.
,1 O negocio foi aleclo a urna commissilo especial
cnmpnsla dos >i-. senadores La Sola e Gslloao, e
depiilados /as, Palomeque e Aguiar.
i lim,tem reumo-ie do novo a assciiibiVa para
tendencia que O governo oriental ba de exercer
a na aominislrnrao. o governo britnico encarrega-
o sede pre-lar sua roadjuvajao*nesla parte, ins-
( peneeionando os acio. daadmioistracSoaaa rendas
1 fque se entregar i sociedade de 1SW pela furnia
H e quand > se julgne necesario para inelhor ca-
11 ranlia do execucao do contrato pela ilila soeic-
(i dade.
n 1 (> Enverno oricni.il pora o estabelecimeoln
o da alfandega disposicao da sociedade lio da 1.1
0 do correlo, ou antes se o corpo legislativo o au-
lonsar.
o .Na correspondencia seciiinte faremosa historia
circomstanctada desle licencio, alim de que lenbam
os leilores cmplelo conheciinento delle. Acora nos
falla absolutamente o lempo preciso para i-so.
o Anda una noticia, com a qual fecharemos es
las poicas lindas. Per decreto de-8 do torrente foi
doiuiitido de con-ul-gnral la Repblica Oriental do
Uruguay nessa corle o Sr. (iuilheru de l.ara Tup-
per, o nomeado paro sutwlilui*lo o Sr. 1). liahriel
Peres. cidadSo orienlal, qoe actualmente se achava
de visita tiesta c lado, masque ha mullos anuos re-
side no Kio de Janeiro.
lie lloenos-Avie. coiifuuia-.c a noticia Je qoe as
eletcoes de s-o.olores e depuladoe foram afiladas
disputadas e lempealoosas.
\ grave qoeslao tos indios parece encaminhai-se
a um ajuste .11111c.1v -I. l'ralasra-se de ceiebrar urna
conveucao que a.securasse provincia de Rueuos-
Ayres a Iranquillidade que as armas e sacrificios
sem lim nao p >dcram conseguir.
Da Assumpc.lo ha noticias alo 11 do passado, 1ra-
zidas a Uuenos-Ayies pelo vapor Tat/uary. O go
vento paraguayo remetiera para Bueuus-Avres
1-4500 oncea cun destino a Inglaterra para sercm
empregadas, secundo se diz, na compra de carris
para um caminho de ferro,
[Jomat uo Commercio do Kio.)
COlillKSPOXOEXlllA DU IllAlll.i III
tM:ii\A.\iii:t;o.
ALAliUAS.
Macei >0 de abril de 1836.
Agora sim creio que ja podemos embocara tuba
para cantar o epinicio, sem receio de queo temivel
Ashaverus no-la arraiique dos labios e a faca em
mil pedacos! Gracaa a divina Providencia esla pro-
vincia acha-se desassombrada desse medonho hospe-
de, que, eufasliado de nossas c.trapebas e surunis,
parece haver arrumado a trocha dsposlo a ir etn-
pan/niar-se cora as piohas do Cear e arroz do Ma-
1 auliao. Dees se compadec de uossos bous rallos
desasa provincias, eos livredesse falal insaciavel
gastrnomo!
A exeepcao de alcous ponlos da comarca de Por-
to Calvo e de alguns sillos e engcohoa espalhados
em diversos municipios, a epidemia est exmela em
todos os oulros logares da pruvincia. Allendcudoa
esse considerivel nielhorainenlo resolveu S.Esc.cou-
/ocar a a-sembla legislaliva provincial para o da 8
de maio p. vio,lomo: S.Evc. ainda nao se acha per-
eitameule restabelecido do ataque de choleiina
que sollrera, e consla-me que esla dsposlo a ir
passar uns das no BeboJouro, entregando a admi-
nistracato00 !. vice-pre.i,lenle queja foi chamsdo.
No entretanto S.Evc. mesmo quer abrir a Maeisbla
e vai confeccionar o seu relalorio. Continua elle
em suacahdosa larefa de enviar soccorrosaos que
eslao solliendo mais do que nos : no dia 1 i envmu
grao le copia de medicamentos, vveres e oulros
objectos para Garanhuns, cujas autoridades Ihere-
qutsilarara esses soecurros : consla-me lambem que
prepara-se para remetler para as prnviucias do norle
inultos soccorros que j.i deslinou para csie fim.
Ilunlcm nuile regressou de Porlo de Pedras o
Dr. Conslanliao dando par linda sua commissao : o
cholera tiulia all amainado de lal sorle que pru-
proraeltia completa exlinccilo.
Regressou no dia 5 do correle a esle porlo a
barcaca Laura que linha ido levar soccorros a co-
marca do Rio I o iimsii. 11 venios noticias daquelles
lugares alcancando ate a data do t. do crrente.
Segundo parlicipajes olliciaes a epidemia decliua-
\ a considerav elnienle na cidade do Rio Formoso a
poni de fechar-seno referido dial.0 o hospital pro-
visorio que all se eslabelercra ;" cm alguns ponlos
norm do termo de Barreiros grassava o cholera com
inlensidade.
Os snecorrus enviados pelo Exm. Sr. S e Albo-
quergue cliecaram ao Rio Pormoeo no dia I du
mez passado,os dous acadmicos que daqui seguiram
nao leem desmerecido o valioso conceilo que delles
faziamos nem embaciado a gloria que aqu ganba-
ram: as autoridades do Rio Formoso fazem-lhes
juslica e tecem merec Jos encomios; asscularam
ellas em deixar na cidade encarrecado do hosprial ao
Francisco d'Assis Azevedo tiiiimaraese commissio-
nar o Manoel Alves Tojal em soccorro do termo de
Barreiros. Em minea ultima caria dei-lhe noticias
dos servicos que vai uesle termo prestando n Tojal ;
quanto au Guimarfles, no diser do mu digno dele-
gado da cidade do Rio Formoso. lem comprelieu-
didue cabalmente salisfeil.i os desejos do pre-i lente
desla provincia no cuinprimenlo de sua missao. de-
senvolvcndo grande aclividade e candado, l'ara
dar-lhe una idea do tempera da alma desse dslinc-
lo e corajoso esludaute, Irauscreverei de um ollicio
que elle dirigi ao Em. Sr. Sa e Albuquerque o
cguinle trecho ( o ollicio me Toi confiado pelo Es-
pinosa !)
lllni. Exm. Sr. No dia 't de marjo prxi-
mo pa-sado toniei conla do hospital dos cholencos
desla cidade, leudo por enfermeiros os dislinclos po-
li iaes .pie Irouxc d'enlre os quaes moilo lobrexahio
o cninmandanle do destacamento por sua aclividade
c espoiitaneid.ulcaos arduos servicos das enfermaras.
O estado sanitario desla cidade presentemente ha
oplnno.ile maiiciralqoc desde o dia JS do mez ultimo
somenle inorreni por dia :l pessoal, havendu apo-
oai um 011 oulro caso.
Hoje de accordo com a auloridade policial Iccliei
o hospital, onde de 17 doenles recolln los perdemos
smenle.!, um dos quaes eslava no ultimo periodo
de phlyslca. O pedido que liza V. Exc. desde S
de Janeiro p. p. ainda nlo loi salisfeilo, por quanlo
al liijeletiho sido mandado para ponlos de poucas
lucias, o que me n.lo da nem fama,nem gloria.......
qneira pois V. Exc. me aponlar um lugar para on-
de V. Exc. e sen Exm. collega me inaudem afim
de preslar-me como deve e desejo. Eslou longe de
completar o quadro que me trueno com o desenipe-
nho de mem deveres ; porem crea \ Re. que lo-
do qaanlo lem citado meo alcance anda Bao pon-
pei. As lineas dos Rio-lorinosenses para cmico
(porcausa doV. Ese .ao superiores a Indo e
qualquer ag/aderiiueiilo. "
reuo em que foi construido da-lhe orna altura mui-
lo intuir ueando a luz elevada -~-t palmos sobre o
nivel da prcamar : dista do aucoradouro urna mi-
lita pnuco mais ou menos.
O machinismo be lenlicular e creio qoe he do
svsletna do Fresuel e Arago:o apparelho lucfero
he catadioptrico. 3*. ordeui dos appelidados de cur-
tos eclipses, loco lixn variado us brilhus. A luz
do farol pode cr visla na distancia de 8 legoas
pouco mais ou menos em lempo claro: > obser-
vador enllocado em qoalqoer ponto do horsonle
martimo vera no inlervallo de l'-ti segundos as
pilases segointes.
Duraule 70" tima bella luz natural.
------Ib" I eclipse.
------ I2T I luz brilhanle coja inlensidade
aucraeula -ra lativ.ente.
------ 11"I eclipse.
I'JO secundos.
As experiencias que se fizeram cm varias noi-
les daram sempre felicissimo 'resultado, como ja
Ihe di.se, fuiccionando o machinismo regalar e
1 ,'i i,:it ,111-,me produzinJo o apparelho Ilumina-
dor urna bella e.brilhanlis'ima luz. Consla-me qne
ja se lizeram as coramunicaces do estilo avi-
sando que o farol se acender do Io. de julho
prximo vindouro em diante.
Tuda gloria resultante da obra e do assenla-
menlo do inarhiuismo compele exclusimente ao
hbil major Chrisliano: elle so, sera adjulono
de oulro algum engenheiro, roachinisla ou mes-
mo de um simples artista entendido em semelhautes
obras, armou e assentou o complicadissirao apiare-
Iho ;pode-se dizer, com suasjproprias maos,) descen-
d! mesmo a dirigir as obras de pedreiru e canlei-
ro, indo para o trahalho os (i horas da manhaa e
vollando para casa as 6 da larde .' Dou os since-
ros parabeus a esse nosso hbil patricio e encho-me
de ul.i 111.1 por ver que um engenheiro brasileiro,
que nao vi,i|,ui alEuropa,quenao linha anda vislo
um farol desle svslema. se sahio tao gloriosamen-
le de urna obra, cuja dtlllcullosa execuc.no he reco-
nhecida por lodos os prossiuujcs. O perfeilo as-
-enlamenlo do raarhiuisino do farol de Maceio
foi mais una pedra de toque que servio para aqui-
latar a pericia do babile disiincto majer de eoge-
nheiros Christiauo Pereira de Azeredo Coulinho.
____________ y a le.
SERGIPE.
'1 de abril,
lia lempo que nao dou copia de mimo cholera
paralisou ludo.
O cholera.Anda inlo estavamos purgados dos
peccados : a recrudescencia da epidemia nos veio
Irazer mais Ligninas, cobrir de mais lucioquando
ja nos iamoi esqueceodo, apagando os senlimeiilos
e fechando as feridas do corai;ao, Maroim. Rosario
e Estancia sollreram, e solfrem esle segundo golpe,
que quasi em lodos os casos foi falal. O mez de
uiarc,o servio de marco para mais de 400 vidas.
Abril chegou, as chuvas cahiram, e o mal decli-
na us dona |,i luciros lugares : anda assim, quem
pode ter o coraco seguro vendo al segunda recru-
desceucia em alguns pontos '.' !... Seja feita a
vonlade de Dosmais solTreu o seu Unignito Fi-
Iho Jess, por uossos peccados.
Ha quem calcule a perda total da provincia cm
10 mil pessoas. S escravos eu considero morios 10
mil ,vendidos a OOo, dariam cinco mil conloa \,
porque cada eugenho dos 7UO e laulos, nao penieu
menos de dezuns petos oulros, incluam-se os que
lun 1 er.un dos lavradores, dos silios povoados, villas
e cidades, que ate se pilcara baixo o meu calculo.
E quem nos ajudara a comparar os prejuizos, ou
anles quem uos ajudar a chegar ao amigo estado
de fortuna, quaodo baja impossibilidade em raelho-
rar O governo bem poderia com empreslimos de
eapilaessegurado oexeuiplo da Inglaterra nos atra-
us da agricultura.
.Igricullura.Como podera ir esta fonle de ri-
queza sem biacos ; < A safra foi pouco nproveitada,
mas pela sua abundancia deu mais do que o anno
passado. Parece qoe teremos boa safra para oau-
uoas plantas muito /ilAadas e ja dedadas du lal
pre-uni[ii,,io. Com que gente aproveilareraos esse
dom da Ierra, o reslo de Irabalhos dos nnssos ja fal-
lecidos escravos ? Dees nos mostrar o meio.
Temos lido boa mandioca velha. de modo que at
o presente a laiinha lem sido barata, e lia mandio-
ca nova para com a mesma abundancia supprir a
falla da velha. O fejao, milho he arroz, e que nao
eshlo mu baratos.
I eluinciue, nao temo, soffiido lome, nem mesmo
de carne.
.\otirias po/ifca.'.Como presidente esU entre
nos o Dr. Salvador Correa de Sa Benevides. Dos
queira que S. Exc. venha corresponder a especlali-
va ceral, que venha realisar eulre nos o programla
do GRANDE IIOMEM, que venha plantar nesta Ier-
ra a I, atoriinla,le. que venha sustentar a liberdade
.imca,_a iu pelo ah-ololi-ino de alguem, que venha
aliual" fazer das eleicoes urna realidade, e uao chi-
mcra, como infeliziiieule ba sido cm lodo o paiz.
lie urna bella quaara para gloria, e ao mesmo lem-
po a peior para quem nao souber compreheuder a
mudanca na urdein poltica. O Sr. Benevides pre-
tende percurrer ns principaes ponlos da provincia-
ja priucipiou pola amiga capital e Itaporangapor
onde 'foij recebido com bailes e jamares, em cujas
occasioes lem-se-lhe envido palavras de esperanca.
Conserve S. Ec. os seus anligo senlimenlos de
liberdade, seja verdadeiro delegado do gabinete
Paran, para nos (erraos melhor sorle.
A assembla [01 adiada para lempo melhor, vislo
como a epidemia nao dcixa ninguein c-lar fora da
familia.
ICspera-se com ardor adixisao dos circuios : os
can li latos querem estudar os planos de campanha.
Falla-se milito na candidatura do Sebactiao Pinto,
e ale dizem que lem a approvaeao do har.lo do Ma-
roim. Dos permita que lome asenlo "o parla-
menio tilo inlelligente e dislinclo Sergipente.
Dizem que oSr. Naboco propoe-sa a senatoria :
eu nSo creio que um miuislro de tal gabinete quei-
ra impor-se. Sera urna contradicc.lo revoltele.
Deixem a provincia usar dos direilos de qae usam
suas irra.lasella lem filhos habililados.
A Cniao Liberal monea, porem o seu espirite vai
pasaar-se para a Sota Cra. Vai lambem apparecer
o Conciliador. Silo os dous carapeoes da conclia-
efloo primeiro como voz do anligo partido liberal,
c o segundo como voz de grande parte do parada
saqnarema.
Falla-se oa liga da geni do Travassos rom a gen
le do SebaaliSo Bulo. x>uem cara 110 carraca
MUTIL ADO
ILEGIVEl




partido conservador '.'.' Todos querem ser Brasilci-
ros enm o Paran.
Noticia* diversas.Estamos anciosos pela vinJa
lo vapor de reboque, que se cha nesse porlo. A
cumpauliia vai reuulr-selalve para melhor or-
:jii mi.i i do seu directorio, e lalve que, al mesmo
para a eocuinmenda do oulro vaporsegundo lie do
conlralo e da necesdade de regular o servico Neos
tenha |na : '' a quem DM den a realisaijo desla
grande emprea.
O assucar esi.i a I98IM) e 23200, e da Babia sao
as eonlas de 23 a 28, e de 32 a 31: o niel (eaba) esta
aUQa pipa de 2INI caadas : a agurdenle a SOU rs.
a canala. 11- trapichea c-lio cheios de camas de
assucar.
lupinos em lins de marco endientes fura do
coslume : a ponte feita no Maroini pelo barao fo
enalta.
-K. da cidade de l.arangeiras foi a Bahia a Ira-
DIARiO DE PERNAKIBUCO OATA m i DE abril oii856
. md viwniic tta ........ -..... "------- u int-
lar de seus negocios, l soube do apparecimento do
cholera naquella cidade, anriosovolla, chega .1 bar-
ra, toma urna canoa, chega sua casa a urna hora
da madrugada, com ardor de ver scus qualro tillios,
mulher, caneiros e eseravos, bal' a porta uina, duas
e tres veie entrega as chaves da casa, Iho di/.eudo:meu amigo,
oque Ihe resta da casa he islo !... lodos s5o mor-
ios...
Morreti ua recrudescencia da epidemia o lenen-
le-coronel Jos Solero de S. Bom ridadflo, bom
pai e bom amigo. Das depois morreu tambein sua
nra l). Marianiia, viuva do fallecido Dr. Mauuel
liayoiuudo
A homeopalhla tem feilo muito na Estancia, e pa-
ra prova Iba remello a publicarlo de nma caria do
Dr. Antonio Kihciro l.ima, medico com senso.
ti live em nidos um tratado do curalivo do cho-
lera pelo Dr. Sabino : obra pcqaena. mas diz quan-
10 basta para encaiiiinliar en tal motivo. Este ho-
mem caridosn ha de se ler muilo prestadofaz glo-
ria a sua patria. Corrcu por aqui noticia do falle-
eimeulo desle grande homeopatlia, mas parece ser
falsa, e Dos queira que assim seja. Elle que no
se esqueja dos amigos.
Mai* diversas cousas.Sinlo n-.oilo a morte do
ditinclo jniz municipal do Brejo : era um bello
carcter. Dos o tenha em sanio descanco.
Diga a ese correspondente do Liberal Per-
nambucano, o chamado verdadeiro Colinguibciro,
que nao seja t.lo chancalea com mais alinelo os
meus erenptos, para rzer a verdadeira idea de
imm ; somos todos Brasileiros, e emquanto ao mais
respondoque cada um pensa romo pensa.
_ Dice ao seu correspondente de Iguarassii.que
sinlo os seus incommodos cholencos.
-Yo do Bonito, que ha muito nao lenho noticias
do scu comp... TcuHo sympalhias sem ve-lo, ncm
conhece lo.
Diga ao W., que d parle dos mares por onde
navegou.
I O Cotinguibeiro.
P- s.Nao esqnee,a-se de mauar publicar a car-
la abaiio.
Carta a Ve les-me le ci tile cousas daqui '.' Quaulo a epi-
demia foi muito utensa, ou quica'o metbodo cura-
tivo a loruava ta pois a mortalidade nunca exce-
deu a 25 por dia ;m seu maior furor. Fallando-te
do melhodo cural vovou espantarle J dizendo que
nao s toa hom opalha, como fui causa de o ser
0 Dr. Joaquim (2 e de ler lido a Estancia, aq que
me parece este bebeficio o de se curar a lodos
bonieopaihicameu c Adinira-le por certo al mi-
uha mudanza ; p 14 he lilli 1 de estado, ame, e
hoja tenlio conhec ment de que he verdadeira i ho-
meopatlna, de qu fazia urna idea falsa, e preveni-
do a tomava por nposlura, uao me podeudo eou-
veneer que suas d ses fossam o que se dizia : otwer-
vei, eiamioei os n edicamentos, empreguei-os de-
poi de esludo ser i dos preceitos, e admirado me
eolreguei ao sysle na, que pretendo seguir dlora
em dame esludan o cada dia mais, para mo lofnar
mais profundo. A molestia do Barbosa (3), a viu-
da do Bragaoca ,li me deram occasiao de ler o
Jarrh, que a priiotira vez nao entend bem ; man-
dei buscar alguma- obras, e hoje sel alguma colisa
desle bello system.
Quando apparee u o cholera no Machio, fui para
la mandado pelo ge remo, e cheio das ideas da van-
lagem dcste metilo lo curativo sobre os demais ap-
pliquei-o all exclu ivamenle, e admirei cm lodos
os sentido, o re-11II do e para nao iufastiar dirr s-
menle que de 126 1 asos graves s perdi 10 Escre-
vi para aqui ao Dr Joaquim, roulei-lhe os fados, e
coojorei-o a que se oisse a verdade, elle priucipiou
eslodar, tquand eu vollti ajodei a convence-lo.
1 o,so te aftirmar q tea Estancia lleve, aler da raer-
ce divina, a homfeopathia 1 alegria de ler perdido
le agora 810 pessas, qoando oulros pontos muilo
menores contam milito maior numero. Accresce
que livemos de hitar com innmeros obstculos :
ora a ignorancia brutal do povo, que o fazia comer
e beber contra a Oossa prejcrpcao ; ora o orgullio
de alguem considerado entendido, que fazia appli-
C" lSSr" absurdos aggravando o mal. e m.is
que ludo fazendo perder o lempo de se recorrer a
nos t ora a ambicio dos boticario., que alerravam
o povo persuadipdo que as dosts eram de veneno
islo somenle porque viam-se preteridos de lucros :
ora, almal era a falla de cuidados e diligencias dos
prenles eenfermeiros, que nao podiam ser conven-
cidos do quaulo he necessario corabaler sem cessar
cale mal, e palmo a palmo, nem esmorecer apezar
de parecer as vezes invenclvel e superior a lodas as
torcas. Faze idea, meu amigo, que lula I vemos a
sustentar ivao paravams, nao ludamos lempo
de comer desea lirados; e para maior mal o povo,
vendo que no hospital linlnm morrillo os primeiros
doenles 'tratados allopithicimenle qoando eu aluda
eslava no Riaehao, nao quera procura-lo,fo-nos de
neces-idade acudir aos doenles em suaa proprias ca-
sas, tiremos precisan de crear eufermeiros em cada
ra; e ao assim conseguimos vencer, mas cora que
Irabelho I tu condeces 1 grandeza desla cidade,
para julgar os Menucios.
Ileje esta o mal quasi exmelo. (5),...
Estancia Ifl de fevereiro 1856.
PSRMAIBUCO.
PAGINA AVULSA.
IB32/ Z-II S
-Ao dlincto leigo. Recebemos os apon-
titienios, que nos mandaste; sabemos que Jes
Itcar enfadado com a nao sua publicado, mas
lendes bstanlo discerninienlo para crerdesque
imperiosos molivos nos forrara a nao dizer mais
cousa alguma sobre o assumpto, que nos destes,
nao polo motivo, que talvez suppoodes, riqueza e
prestigioi mas por oulros molivos.
Com todas as formalidades doesiylo abrio-sc
a sesso ordinaria a assemblea provincial. Mui-
las eimporlanles devetn ser as discussoes nesta
legislatura : ha, segundo dizcm, mullas cousas
enfardadas, mimo patino para mangas; assim como
ha objectos de eminente transcendencia a ventilar-
so. A Ilustre assemblea anda v os vestigios da
tcrnvel epidemia, ainda T impressa em todos os
lugares a cruz fatal do frreo borzeguim do mal-
dijo sapaleiro: o que cumpre ella fazer, a mis nao
ralie apoolar, o sem apreciar seus actos qaando ten-
derem elldsao beneficio de lanos desvalidos; quan-
do seonciminliarem e reconstruir o que a mao do
pesie quia aniquillar.
As ajlgasarras do pateo do Carmo felizmente
oslaoexliticus: agora ha all at tardo um sol-
dado de I Suda, que so a sua preseneja pode con-
ter as insilencias nocturnas da genle.
Na segunda feira por volta das 9 horas c
meia cnccr.Uamos na praca da Boa-vista um gru-
po de rapizesd'opasdo SS. Sacramento com toa-
Iha. ealdorinha, campa, ele., que vinhao como
de urna ot laparia, batendo com os ps, caniaro-
laudo, qus mais pareciam ler vindo de um p-
yente do 1 ue de casa de um enfermo para onde ti-
nliam ido acompanbar oSenltor: felizmente elles
vinham ti 10 separados do senhor Tigario que esle
naopdecbservaraquellasmolequciras: ao passarem
pelarua V Iba dirigiram pilherias a urna mulher, que
eslava na janella. e assim entraram na malriz !
Eis como se respeitam ccrios actos religiosos em
nossaterri: mal avisa-seo Senhor fra ag-
glomera-ionaigrejauma sucia de enanclas, 0
lodes actnpelirem quem hade levar a campa, do
sorleque vi-sc claramente que a gente mais rir-
cumspecl vai sempre junto ao prestito, ao passo
que o bando de guaras l vai adianto, na carai-
ra porentrequilandeiras, por entre cavallos, sern
rcspctio, nem a menor considerado a quem acom-
panham. I
. ~~ Enolas mi itarmente pedidas.\U dotis
das urna, praca de ravallaria dirigio-se a noite a
rasa do a- Scasso no alerto da Boa-Visia pedindo
urna mofa para comprar um capote, que bavia
perdido ;| pergnntodo como, disse, que sendo
elle ordet anea de urna authoridade, c indo-o
aoompanl ar a urna visita, depositara sobre a al-
mofada d. carro o ca|K>te e que quando oprocurara
nao achara e que assim.... Se foi dada a esmola
nao salwmos, o que sabemos he que o faci foi ve-
rdico ; bem como igualmente nos consta que ha
das tima ouira prara da mesan arma fora a noite
ao sitio do Sr. cnsul inglez. pc,liudo-lhe por es-
mola algum dinheiro para concertar urna espada
ele. Kecelieu ;.?000 rs. Nao sabemos dos nomes
desses soldados, nem nos souberam igualmente in-
formar.
Nao seria urna medida tao providente a c-
mara municipal mandar tirar essas bicas, que tan-
tos estragos causara as calcadas e as ras quando
chove o siibsltui-las por canos, que irouxessem as
agua* aos osgotos das nas? A nc-e--;sidado desia
medida l ao alcance de lodos ; no Rio de Janei-
ro lia muito que foiam abolidos enes cha farizes de
lelhados
Senhores redactoros da Pagina Axmlsa..\
allusio, querontm a Pagina de 19 do crten-
le, acerca de nao se ler prestado um rigario desla
cidade ao chamado, que se l|le fe/., para casar na
hora da morte a Vicente Ferreira de Sania Anua
coro Josefa alaria da Conceicao. o at reprehen-
dido ao coadjutor por os ler do sacramentar, pres-
ta-so a duas interpretaos: ou o faci leve lugar
na Iregiiezta do Iteeife, na ra da Moeda, ou, na
de S. .loso, na ra do Ouro. Nesla ultima nao o
fot, certamente, segundo as indagarnos que se
lem procedido ; mas entretanto, o respectivo viga-
no eseu coadjutor, que vivem em perfeila harmo-
na, leudo este prestado lo bons serviros liumn-
rudade, na luctuosa quadra que vai passando, sof-
frem moralmenie, e, para que nao sejam elles o alvo
da maledicencia, vos, senhores redactores da Pa-
gina Avulsa, revelai o segredo de semelhante al-
lusao, se nao de um modo positivo, c contrario as
regras que vos lendes imposto, ao manos como
for possivel para salvar aquellas repulari.es, que,
se o nao flzerdes, serao forradas a jusiificarcm-se
pelo Diarto de Pernambuco, o que vos bem po-
dis evitar,
Islo vos pede um morador da fregoeria de S.
.lose.
Eis aqui nma reclamaran toda justa- dos
dissenios, que esse fado liona sido passado na ra
daqmllo que quemo psate nao lie pobre: ora
o que he que possuindo-se mise he pobre? moe-
da ou ouro nicamente ? Nao mutos conbecemos
nos, que possuem mooda, e nao sao ricos, muitos
tambera conbecemos que possuem ouro, e sao bem
lobres, c baja vista o nosso catnaradnha Lulu,
que lem ouro porque he ourives.mas lio um pobre
nao dagracade Dos,ero tao boa hora odigamos.
Quem possue casas lambem nao [ser rico ? Pois
um faci foi passado na ra das cavas. No entre-
tanto cumpre-nos assaverar, que leve muilo lugar
a reclamaeo, e que nos acompanhamos ao mora-
dor da freguezia de S. Jos no bom conceilo que
faz do seu parodio c coadjutor, com os quaes no
seontendeo que distemos em nossa pagina de 19
do crreme.
Consta-nos que os acoognes quq ficam, um
confronto a nova malriz de S. Jos, e oulro Junto
ao cbafariz da ra Imperial, venden a carne sem-
pre raats em conla, que em outro qualquer tallio :
a M, 16 e 18 !_ Esses marchan les sao homens de
palavra .... dito, dijo : o preco de seis mezes
passados ha de ser por toda a eternidade____at
durarem esses aeougueslava comtigo !
Urna carrora virn com carne junio ao chafa-
ru da ra Imperial ; a carne ficou prela de lama, o
assim mesmo foi levada ao aeougue, sem que se
antmasscm rom agua tao pertoa lavarem : noqui-
zeram lavar a carne para nao lavarem o corceo!
bom !
O bocro chamado do Lima he certamente en-
cantado ; nao tem ltimamente morrido all pessoa
alguma do cholera, mas de quando em vez l appa-
recem esleirs, cobertores etc. He encantado nao
ha llovida.
Dizem, o como estas cousas de dizem nem sem-
pre regulan), quando nao queremos nao eremos,___
dtzem pois, que em certa ra, o ao p dasjanellas
de certa casa terrea, quasi todas as lardes reune-se
ceno club de alguns cujos alambrados, e oulros j
de meia idade, de serle que embaraeam os passa-
tes, e vistnhos os golpes de vista da's bellas e ama-
veis senhoras, cujos raios visuaes vao refiectir so-
bre essas caberas de homens oscillantes conforme o
goslo da palestra, a ponto, de ellas que por entre o
lecido das janellas espreitam, nada verem. Ora,
para que esses senhores tao enlis fazem urna tal
pirraba, expoudo-se aosdiabos le lecemdellas,
o as pregas dos curiosos ? He realmente urna pir-
raba a aquella selecta porfi do bello sexo, e ao
misero mortal que o venera, e admira, Se os
olhos folgam de ver, para que Ss. Ss. protendem
privar, e obstruir a expansao e o desenvolviniento
desse ameno panorama da risonba natureza ? Se
promettem nao se enfadar comnosco, nem nos
passarem alguma ladainha de bom gosto, nslhes
aconsejamos, que por amor d'aquelles coracoesi-
nhos.laoeoravecidinlios.entrem para dentrodecasa,
pois Ss. Ss. lem relacpes nella.sio pessoas comme il
faut, econversem l dentro a seu goslo son aise,
mas por caridade nao queiram que ceos moros.por
suanatureza romnticos,tenham por isso uraa'tosse-
zinha secca.c urna pontinha de febre todas as tardes,
sim, por caridade (que agora est muito em moda )
nao infrinjan) assim as posturas da terna munici-
palidade. difliculiando o choque, ou embale dos
oll.ares dos elegantes, e das nymphas, e de seus
fiis respeitadores, que cntram esse negocio como
Plalos no credo.
Senhores, facam esle favor a quem ll.es latear
mil bcnc,ios sobre suas rabeoas.
Os homens querem
Doce unirlo,
Mas e//ai dizem
Nao quero, nao.
Lembramos ao morador de um lerceiro an-
dar da ra do Collegio, que providencie para que
as pessoas de sua casa nao lanccm ra noite po-
drides que muito ncommodara aos seus visinlios
e a viandantes.
Depois que publicamos em nossa Paginan
de honiem um trecho sobre o fornecimento das car-
nes verdes pela muncipalidade alguem, que nao
conhece as nossas inienr,.as-,iiuiz interpreta-lo como
urna censura.
Nao temos em que nos firmar para censurarmos
urna medida, que ainda est como Ibes, e que se
espera della um resultado para se poder aventurar
-------------------r ~^- .. ,i,'i
qualquer pensamento a respeilo de sua utilidade ou
inutilidade.
Domos case trecho como umaomra qualquer no-
ticia, como ouvindo de algumas pessoas que nos
pareciam habililadas.vislo que nessas materias cada
um he livro em expender os seus pensamcnlos e
entao dissemos-quo se deveria fazer o que apon-
I O I
rrJI".''""" era.um ;,loP,u" eugerade,por
rs-ts: asr"' ""-c,"i' q"c >-& <.
bella, iiilelhgeiic..iS da provincia. Nunca foi ei-
esastftW buena ser eclctico no sentido do, ho-
Lrnoard0,: ,"'Je ',e IIh lcSi,im" ''"
' da molesli. do Eim. Ignacio Joaquim
ue apeiar de aer tratado em tantos cui-
ineoplha
grande .1
I Tal I
llarbosa,
i.j. 1 i.------,-- ..= .n iiaiauo em lamo, ro .
*.*" ** "Mxando mu.e,,e muila.
saudades.
i; O)
,-,-----.-----o--a- ........1 iinporianie na cidade
de l-arang lina ful chamado para urna junta sobre
n ni !. -h 1
... ----------------------------------------------------------------------------- .. .11- <>.(,
,.> O Mal considerado .xtnclo recrudescer, o
lem levada multas vida, nao se i o que ter rii0
>gora a humcopalliia.
_.-----------......." "-nmiuw til 111 (1
l)eo* o lenba em santa gloria.
. Bragauca medico importante da cidade
"Ti, I.ii kIi ..... ____. .
do mesmo Eira. Barbosa.
que
Hospital, ra de S. Hom fesda das Crenlas, prara
da Kibeira, ra da l'enha, baeco do Sirigado, ra
do .Sebo, bcrco das Barreiras, Treaipe, roa do Co-
lovcllii, pateo e ra da Santa Ou/. Kibeira, ra da
Mungueira, da Alegra. Vellia, l'oulc Velha, praca
da lloa-> isla, ra da Conccir.lo, do Arago, da Au-
rora.
Keloraram-se os vallados da ra do Aragao, do
Sebo e do corredor do Hispo.
I.impou-se o cnliilho que havia contiguo a ponle
do Kecife, aira/, do sobrado novo do Magalhaes Bas-
tos, e juntamente as lgatelas praias:
Do caes do Ramos, da Kibeira, do Tranca, do
Porto das Candas sita na ra .Nova, e a da ra do
Sol.
Foi lamhein liuipo o mnnturo no lira da ru.i Bel-
la, que evlreraa com a de Santo Amaro.
Ahho-se vallado na travesa da Matriz de S. An-
tonio.
Aterrou-se um desde s Iravaasa de Santa Cecilia
at a do .Nogneira, e desla at a de S. Josc.
Tamben rann alalos com ealicas algum lu-
gares que ras.
Forain qoeimados os ulencilios e roanas, que se
enconlraram cm diflerenles praias, perlencenles s
pes-oas que fallecern da epidemia reinante, quei-
mando->e lambem alatelo, da mesina maneira, que
j Uva a honra de mencionar a V. Etc. Pro-cgue-
!,e 111 aceio .las ru-, praias, ele. as qualro fregue-
zias, com a iiiosina aclividada c inelliodo, que hei
adoptado, do qual lem-woblido hom resultado.
Fe-se o servara com 33 trabilh idores e iponU-
dores; a folha das ferias das qualro freguezias im-
porlaram era rs. 1259600, alugueis de carrora. rs.
139^300.
lie In lo quinta teoho honra de relatar i V.
Evc. lieos guarde V. Ene. Recite, :tl de marro
de 1836 Illm. e Eim, Sr. baro de Capibarihe,
presidente da cmara municipal. 7oa-i do* Santos
Porto, administrador eral da companha de ope-
rario'.
(.informe.0 serelario Manoel Ferreira Illm. e E\m. Sr. Cumprc-me dirigir a V. Ene.
o seguinle rel.ilorio. conlendo .1 conlinua^ao dnsc-
vieo do aceio das ras desla cidade feilo soh minhr
direci;ao deltl de raarjo prximo liado a do cor-
rele.
I'oram novameiile limpas uas qualro freguo/.iasas
segrales rana : dos (luararapcs, Pilar, Brum, Guie.
Ainnriin. |Lapa, Moeda. Eucanlameiito, Senzala-
Nov.ie Valba, Jorres, travesea do Bom Joans, dos
liuararapes. Apollo, hceos, da ra do Vlgario, da
Lama, Uindinlias, Crloalas, Carapello, Ouaresma,
aclmba, Boia, largo da Assemblea, ra das l-'lorcs,
Bella.de Santo Amaro, lionas. Augusla, Verdes
Kibeira, paleo de S. Pedro, de Carino, do Paraiio,
ra da Cainboa do Carmo, do l-'ogo, Koda, paleo e
tamoshcando subenlendido a ser exacto o
se nos bavia referido.
INo he um ponto dogmtico que acarreto o ana-
thema para o que o descr : he urna medida de eco-
noma poltica, que est ao arbitrio de quem quizer
discutir sohre ella.
Nao seremos nos, que a discutamos porquo es-
tamos bem lembrados do aplogo do rei das raas.K,
pois declaramos que o nosso lim nao foi censurar
a muncipalidade nem a commisso, mas sin ad-
vertt-los do que se propalava para que estivessem
sob prevenco contra seus subalternos.
Al amanhaa.
:SPARTIAO DA POLICA.
Secretaria da polica de Pernambuco 18 de abril
de 18Vi.
Illm. e Eim.Sr.I.evo ao conhecimeiilo de V
Esc. que das diflerenles parUciparitee hoje rerebidas
nesla repartirs consta que si; deram as eguintes
orriirrenrias :
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, foi me-
so o pardo Manuel Polis, por briga.
B pela subdelegada da fregoesia da Boa-Vista,
o pardo esrravo (.11,1.. lio, por andar fgido
Heos guardc u V. Esc. |||m. e Evni.Sr. con-
seii.eir.. jos- Be.,10 da Cuaba e Fiaoeiredo, pre.i-
denle do provincia.1) chele de polica, /.ui Car-
los te Paira Tei.icira.
Ratincoa.ee os vallados das ras das Plores,
Aguas verdes. Gamboa Ho Carmo, Foso e Koda,
alraz da qual abrio-sc um vallado e procedeu-se a
terramentos.
Abria-se oulro vallado na ra Bella, a qual foi em
parle aterra la, sendo esle vallado no lim da ra.
_ Limpoo-sa novamente o enliilho do lim da ra de
S. Amato: abrise juntamente o vallado e aterrou-
se 11 travesa do.. Eipostos.
lez-se oulro vallado na ra da Gmanlo e reto-
con-seo da ra dos Pires.
Limpoa-ae o caes da ponte da Boa-Vista, c em
geral todas as praias em que durante a semana lan-
'.'ir. :n luos e inmundicias.
Aterrou-se com calija e area das Cinco Ponas,
parle das ras da Concordia, Nogucira e da Palma,
assim como travessa dcsta ultima roa lambem cm
parte.
Em cousequencia das ultimas aguas pluviaes, hei
lido occasiao deconliccer 01 lugares que cm difle-
renles ras necessitam, uus de serem novamente a-
lerrados, outros apenas retocados ; o que lenho
mandado execular con a callea que continuo a )d-
querir.
Gonlinuei a man lar incinerar os otencilios e rou-
pea adiadas em diversas praias e ras, e queimar
alcalrilo nos raesmos lugares em consequencia das
ra/.oesqoe 11 \.E\c. nei eipandido.
Prosegue-sc regularmente no servir.o de aceio das
ras, c oulros lugares uas qualro fregezias.
Fs-sea servido com,:l."i trabajadores eapontado-
res ; a folha das ferias das qualro fregue/.ias impor-
taran) era MilrJOo, alioguris de carroras OVJO rs.
arelada coroa para aterrar diflerenles ras ua fregu
zta da Boa-Villa 2S.;8(H) rs. He ludo quaulo lenho a
honra levar ao roulicrimenlo de V. E\c.
lieos Kuarde a V. Ec. Becie 7 de abril de
IBjO. Illm. e Em. Sr. barao de Capibanbe, presi-
dente da cmara municipal. Joao di* Santos Por-
to..administrador geral da companha de operarios.
Conforme, u secretario Manoel Ferreira Ac-
cin.
Illm. e Eim. Sr.Ttnho a honra de dirigir a V.
Ec. o relalorio da caallnescau do seivico do SSSfio
das ras desla cidede, feilo sqb luinlia direccao, do
da 1 a 12 do correle.
Foram novamente limpas as qualro fregezias
as seguinles mas :
l.apa, Moeda, Amorim, Encantamento, Cacimba,
senzala Nova, Valba, (uia, Teooeiroe, Iravaaaaa do
Boa; Je-us e Apollo, heceo do Compeli, (Juaresma,
Lama, Uiodiohas, Torres, largo da Assemblea, ra
elravessas HoCalabauc, do Onarlel, Paraizo, ra
de Sant > Amaro, Gamboa do Carmo, pateo da Ma-
lriz, do Carino, de S. Pedro, Peal, ruado Fogo,
Irinchciras, l.arangeiras, traveasa doSirigado.de
S. Pedro, da Bomba, Dique, Mouteiro, ra do No-
gueira, da Conceicao. dos Pires, Aragao, pateo e
ra da Santa Cruz, Kibeira, d'Alegria, da Manguei-
ra, Sebo, Colovello, Velha, Rosario, praca da Boa-
1 isla, ra do Caraarao e Hospicio.
I.iinpoq-se a eslremiilade da ra de Santo Ama-
ro, contigoa a mar, onde fazem despejo publico.
Ketocou se o vallado na travessa dos Exposlos.
Aterrou-se a ra das Flores c a travessa da luca-
rna ateo Carmo. Nessa roa raliucou-se o vallado
que existe, c na Iravess. abrio-se um novo.
Abno-se outro no herr do Dique c na travessa
do Monieiru, a qual foi lambem aterrada.
Profundaram-se os vallados da na do Nogueira e
da Gamboa da Carino.
Aterrou-se obceco da Carvalha, principiando da
esquina da ra do Padre Floriano alo o comero da
ra da Assumpco, e dessa, principiando da esq'uina
do becco da Carvalha, ao encoutrar a ra das Cal-
cadas.
Abno-se um vallado na ra Formosa, e um na
Irerapc, e profundou-se o da ra da Cooceieao.
(Jueimou-se alguna utensilios e roupas adiadas
nos Coelhos, ponle Velha, c oulros lugares das lie-
guezias.
Handel enterrar um cavallo modo, que e achoo
na ra da Cruz, do Hecife.
Kelocou-se algumas ras nos lugareabaixos, cm
consequencia das aguas pluviaes haverem abatido, o
que me lem dado occasiao para melhor proseguir os
mena Irabalhos, visto poder mu bem nolar a ilifTe-
renra que gcralmeule >e encontra nos solos das ras
desla cidade, por falla de planura.
Ja que se me eflorece occasiao de Iralar sobre este
assumpto, compre-me dizer que :
Em virlude do eslado de asseio em que se arham
as ras desla cidade, e igualmente dos innoneiaveis
vallados e regos que se lean aberlo em lodos o< pon-
tos, acontece que, quando as chovas sao abundan-
tes a mor parle dessas ras c Iravessas licam inun-
dadas ; mas ess,i endiente he instantnea, as aguas
procuram, como por encanto a diren-ao qoe se
ihes prepamu, e vio rpidamente precipilar-se na
maro e nos aqueduclos, de surte que, o transito pu-
blico nao sortic o mais pequeo embanco.
Oqueacabu de expor a V. Esc, he juslamenleo
que ".1. patente aoa olhos do publico.
Cuulinua-se a proseguir zelosamcnle no asseio de
todas ai roas, Iravessas, etc.
Fez-se o servico rom .11 trabalhadores e aponla-
dores; a folha das ferias das iiualro fregezias im-
portaran em 1639600. i
Alugueis de earrocaa que Irabalharam nos alerros
e lirape/.a das ras I i.'c ,(XI.
Despczas miadas cnnccrneules ao mesmo asieio
I DoU) M t.
lie ludo quanto tenlm a honra de eipiir a V.
Lxc.
ullf0* "arde .? v- B10. Recife IS de abril de
1036.Illa*, e fcim. Sr. barao de Capibarihe, pre-
sidente da cmara municipal.Joo ifo.1 .Santos
Porlo, administrador geral da compauhia de ope-
rario-.
Conforme.O serrelario, Manoel Ferreira Ac-
cloli.
mais cholencos por er sido ordenado o cncerramen-
to do hospital.
PO numero dos 'aiidos curados comprebende-se 2
que foram transfer.os para o grande hospital de
caridade.
O secretario,
tnlonio Rodrigues Pinheiro.
Jim. e Esa. Sr. lenho a honra de dirigir a
V. KSC. O segrale relalorio. da continuaran do
servn-o do aceio das roas desla cidade. teiweab mi-
aa direccao, do dia zl a i! de mrente.
loram novamente limpas lias quatin fregezias as
seguinles mas:
Da l.apa, Moeda. Amorim, Encantamento, Seo-
zal INova, Velha, Tanoeir.is. Guia, travessa do Se-
or Hom Jess, dila do Apollo, do Porlo das Ca-
noas, necees da Itiadinbas, lofla Pinto, |.a na, Tor-
rea, \ gario, (empello, (Juaresraa, Cbafariz, Boia,
largo da Assemblea, paleo do Paraizo, de S. Pedro
Carino, Penha. Collegio. ra do Fogo, becco do Pe-
Ore, Bomba. S.rapalel, ra da I rincheiras. Latan-
eelras, camboa do Carmo, dita do Hospital, ra do
talabouco, de S. Amaro, das Flores, Iravessa do
nesinfecres odia 17.
Freguezia do ltecifc.
Ra da Matriz 11. |S, esa de Joao Malinas, mor-
reu I escrava ; desinfectada por aviso policial.
Kua da Cruz 11. X>, casa de Joao Antonio l'inbei-
ro, murreram .' cscravas; desinfectada por aviso po-
licial. '
ObservaeSes.
A casa da ra do Sebo o. 25, nao dasiliftclai iiur
esl.r desinfectada.
A il 1 roa de Sania Bita n. ill e a da ra da Praia
n. 'l. nao desinfeclei, por ja eelar desinfectada.
Ra do Feral, tem numero, casa de Marcelino de
tal, nao desintectei, por ler doenles.
UesinfeccSes do da 17. 2easas. '
Total ale o ilia de hoje KM i.
Kecife IS de abril de 1836.Calmo /Jzeazeno
Furtado de Mciid.mai, encarrecada la conservacao
o dislriliuirau dos ajenies desinfectantes.
Em consequencia da chova, nao houve sesso
hontem na assemble: provincial.
Recebemos noticis de Sergipe com data de -i do
crreme. Como j nnunciamos em ouira occa-
siao, a epidemia reaiparecera no mez passado cm
ires pontos daquella provincia, e lizera mais 400
victimas ; entretanto com as chavas que cahiram
no principio do andullo me/, linha duclinado em
dous dos lugares ultinamcnte affectados. Calcula-
se a perda total da provincia em 40 mil pessoas,
sendo o nunierodosescravos fallecidos dez mil. Em
consequencia da trise siluaco, a safra dos TOO e
tantos engenbosfoi pouco aproveilada, inasemra-
zao da sua abundancia produzi mais que o auno
passado. Na orla do nosso correspondente,que
publicamos em outro lugar, encontrarao os lei-
lores as parlicilaridades occorridas naquella pro-
vincia.
Bom-Jardin 9 de abril de 1856.
O vapor inghz.lron, vindo do Rio e Bahia,
trouxe-nosjoraies at 1 & da crtc, cal lOdocor-
rente da Bahia.
S. M. o rei de Portugal houve por bem agraciar
com a comnvnda da orden) de Canso, ao
Dr. Jos Bernardo de Figuciredo, nosso cncarre-
gado de negocios cm Roma, em teslemunlio dos
servicos prestaos por elle quando S. M. F. eslevo
nesse lugar.
Por decreto lugar do primairo escriplurario da alfandega de
I'orlo-A legre, d escrivao da do Rio-Grande do
Sul Bernardiu Ferreira da Silva ; c foi nomeadn
para o lugar di esr.rivo o feitor-conferentc Antonio
Gomes Porio-Alegre.
Foram comedidas as demissiies que pediram o
1 escripturarb da alfandega de Poilo-Alegre, Cae-
latio Xavier Fereira de Brito, e o porleiro da llie-
souraria desla provincia Jos Mara do Albuquer-
que >laranhij.
Na Babia fui pronunciado prisao e livramento
o ex-juiz maniripal do termo do Rio de Contas
Dr. Jesuino Tibeiro e Silva, pelo Dr. jniz de
direito da comarca de Camam.
J bavia declinado a epidemia, o tenda a extin-
guir-so em Caman c lbeos.
Nada mais encentramos nos jomaos digno de
mcn<;ao
Achava-secarrejando no Rio para este porto o
brguc brasileiro MARA LL'ZIA.
-MlKMBw-
BUI.I.ETIM DO CHULEKA-MUKBUS.
Participarles dos hosptlaes.
Hospital do Carmo 7 doentes e falleceu 1.
Helar.i das pessoasque falleceram do cholera-mor-
bos c foram sepultadas no cemiterio publico dos
(i horas da tarde do dia 18 s 6 horas da larde do
da 19 de abril de 1856.
fjvre*.
Numero 2139 Jos Gonealves da Trindade, l an-
nos, casado, pardo, Recife, Forte do Brum conti-
guo a Manoel da Fonceca.
dem -2IIJoilo. Pcrnamboro, I mezes, branco, S.
Antonio, travessa dos Quarteis n. 18.
dem kiiI Manoel (oncalves Das, Portugal, 67
anuos, sollero, branco, pescador, S. Jos, ra do
Jardn) n. 16.
Idem2442Joe Rodrigues Salasar, Porlugal, 2:1 an-
aniios, sollero, brnnco, Kecife, ra da Senzala-
Velha n. i-2.
dem 211.1l.oiza, l.'anno, S. Jos, ra do Jardim
n. :17.
dem i i iMalinas Olon. Noruega, -29 annos, sol-
lero, brauco, Recife, brigue sueco .Sir Citarles.
Fscraco*.
>nmero8(i2 Fraucisca, frica, 30 minos, solleira,
prela, S. Antonia, ra das Cruzes u. 1(i.
dem da mortalidade das pessoas que falleceram do
cholera das 6 horas da larde de 19 iu 6 horas da
tarde do da J.n
/Jcres.
Numero 2445 Joaquim los de Souza, Pernambu-
co, o mezes. ardo, freguezia de S. Jos, aterro
dos Afoliado
dem 2446aIa la Francisca da Conceicao, lVrnara-
co, .i mezes, parda, Kecife. ra da Guia u. -JO.
dem -JH7 Gabriel, Pernambuco, 2 mezes, pardo,
S. Jos, ra Augusta n. 7.
Eicraros.
Numero 863 Rufina, Pernambuco, A"i airaos, aol-
leira, S. Antonio, ra larga do Rosario n. 26.
dem da mortalidad.- das pessoas que fallecern do
cholera das (ihorasjda larde do dia 20 s (horas
da larde do dia 21.
rre.s.
Numero 2!48 Francisca Mara do Espirilo-Sanlo,
Peruambuco, 28 anuos, casada, parda, ama, S.
Antonio, hospital do Carmo.
dem 2119 Malina, Pernambuco, 9 mezes, parda,
S. Jos, Cinco Ponas n. 52.
dem 2430Josepba Maria.de Divina,IPernamboco,
18 mezes, prela, Boa-Vista, ra da Aurora n. 30.
dem o(,-,|_ jiaria dos Prazeres, Pernambuco, 60
aunes, solleira, preta, S. Antonio, ra do Itausel
n. 69.
dem 2152Carlos l'alerson. Succia, 19 annos, sol-
lero, brauco, marujo, Recife, bngua a Charles
Napier.
dem 9133 Manoel, i mezes, branco, Recife. ruada
(.na n. 20.
liscravos.
Numero 864Joao, frica, SO annos, solteiro, prelo,
pintor. Boa-Vista, ruad'Aurora n. 52.
Itesumo da mortalidade.
Mortalidade do dia 22 at is 6 horas da larde(.
Homens 2 mulhere I prvulo 1.
Total da mortalidade al boje 223,301.
Homens 1408 molheres 1533 prvulos 360
Recie 22 de abril de 1856.
Aconmissao dehvgiene publica interina,
rs. S Pereira, presidente.
tirmo Xavier, secretario.
/. Poggi, adjonclo.
t0mniM.caHo&.
MAPI'A denioiislralivo do meviroento do hospital
le San-Jos do Recie, desde o da de sua
in-lallarao, i de fevereiro, ale 20 de a-
bril de 1836.

5
."ICIOS. 3 ?

EM 20 DE 3 & o '5
A II K II. DE 1836. ^ (*3

.Masculino. 74 27 15 i
Femenino. 77 15 38 1
Total . 151 42 103 G
OBSERVACAO
Desde o dia 8 do corrale deiiou-se d receber
Ojiando em 1834 se inslallou o collegio dos or-
pliiios em (ilinda, c vimos que naqueile estaheleci-
meiiln nao podiam ser recebidos mais de lio edu-
candos por ser esle o numero liado, se nos na fa-
lla a memoria, por portara da|preidcncia,dao po-
demos deixar de admirar-nos, ltenla a grande des-
proporerto, que notamos, entre um Ido pequeo nu-
mero da desvalidos, que lam all aer abrigados, e a
lio crescida populadlo da provincia, o beneficio da
anal se creare Ho olil, quac pi asilo. Esle mizo
anda mais o corroboramos, qu-ndo o \imos eonflr-
inado por dout presidentes desla provincia, qoe aug-
mentaran o numero lualo, nandaiido adnitlir no
collegio mais alguns orpbaM, alera de 60 chegaudo
um delles a dizer a alguem que pretenda eleva-lo
a 100, sem duvida por comprehender que aquelle
.--l.it.e rmenlo nao devera ser instituido a beneficio
sonante de una pequea fracrao da popularan.
E, se al agora acharamos mu limitado o' nume-
ro de 60 orphAos, hoje que a provincia est soffren-
do o lerrifel flagello do cholera que tantas e tantas
vctimas ho feilo, aisolando grande parle da popu-
locao.e reduzindo a meu lleidade tantos e tantos or-
phaos, mo podemos deisar de alijar nossa dbil voz
para pedir que se augmente o numero dos orpfiaos,
que, quer um, quer oulro collegio pode receber, sen-
do admtllidos uo de Santa Thereza de 100 a 120.
Sabemos que nao fllala quera diga, que esle aug-
mento tero como consequencia um accrescimo de
despesa, que os remullientes do respectivo patrimo-
nio nao podem comportar, mas, alem de que nao he
elle Uo grande, como lalve/. se sopponha, pois su
respeita ao alimento e vestuario dos rpanos, por
nao ser necessario augmrnlar empreados, lian ve-
mos raxau para que os cofres provnciaes nao con-
Iribuam para os collegio dos orphAos, como fazem
con. lodos os ontros para os quaes marcam-se quolas em lodas as leis do
orc,.imeiito, sem que se posss sustentar, que prestara
maior utilidade, nem que sejam relos mais profi-
cuo de es. mi ir a caridade.
'.iianto a ns basta uuicamenle allender-ie que
nos collegios de orpiioi cducam-ie. c lornam-se
otis a sf, e a sociedade crlanca desvalidas, que sem
rsse abrigo nao passariam de enlcsdesgr,irado,senao
eivados dos peiorea coslomes e sem callara alguma
para que sonAo posss por em duvida as grandes van-
lagens desses estsbelecimenlos.
Nem se diga que o govern.i ja concorre para elles.
cedenilo-lhaa as hens, qoe conslituiam n patrimonio
do exmelos congregados de S. Kilippe Nerv : nao
o governo lomando eses patrimonio, c spplicando os
seus rendiraenlo. a eslabaleeimentOS de raridade,
nao fez mais do que impor a scus lesilimos dono
oonii de siisienta-los. Nao deu pon cousa algu-
ma do seu. c logo que esse rcndimenlos sao mfftl-
cieutes, corre-lhe obrigorao de dispender alguma
cousa, cmhora recorra ao frtil meio das loteras
dando preferencia i algumas em beneficio desses
estahelecimentos.
Basta sobre o numero doseducandas ; mas ja que
locamos Desea materia, lejs-oos permillido fazer al-
gumas observarnos sobre a rducarao, que se lem
dado aos eellegiaes de Saula Thereza. Em nosso
fraco nlen.ler lem ella sido muito incompleta, ja
por nao proporcionar aos educandos cerlos conheri-
meutus iii'lispemavcis paia que ellrs possan sabir
dalli habililadus para alguma proDssO ; ja por nao
corresponder as desperas, que all se fazem.
Nesse eslgbelecimenlo ha apenas ama escola de
priuieiras letlras, e ouira de msica, e mesmo na-
quella apenas se ensina o que couslitue a inslroc-
C.O primaria elementar ; eo que aconlce em con-
sequencia de lio acanbada c mesquinha educacao J
He que apenas os meninos chegam i certa idade,
sao lirados por suas milis, que apezar de rs liave-
rem nlli mcllido por pobres, encoiilran a naior fi-
r li.la.le uislo. e logo que se veem fura do collegio
engajara-se cm alguma das msicas militares, clran-
do-sc nislo Imlas as suas aspiradles. E ainda nao
he ludo, alguns sao alo tirados para esse lim a re-
quisii.ao dos comiinndantcs dos corpos, e por orden
da presidencia ; de naneira que no ha una s
banda de musir mililar.em que nao hajam alguns,
podendo-se mu bem dizer queo collegio dos or-
pbiosde Santa I hereza he un viveiro de nusicos de
oalalnSai desla cidade.
(ira, parece-nos que os orphos poden ter ouira
educado muilo mais proveitosa, quer para elles,
( pois nem todos poden ser msicos | quer para suas
maas, ou quaesquer oolras pessoas, a quem hajam
de soccorrer. Nesle sentido vamos expender algu-
nas ideas.
A crearlo de una aula de geometra prallca, e
dezenlio. a qual sejam obrigados lodos os orplilos,
que soubcrem as qualro operaijoes de arilhmelica,
ler, e escrever, com exceptas somenle dos que se
houverem de applicar ao commercio, c aosesludos
superiores, parece-nos da pnmeira neces-idade.
Os orphaos examinados em geometra e dezeDho,
passarao a aprenieralgum ofllcio, para que tenham
propensao ; para o que se eslabelecenio no colle-
gio as necessarias ouicnas, ou serao elles admillidos
por orden da presidencia no arsenal de guerra, na
qualidade de internos, ou mesmo confiados, por in-
termedio do conselho administrativo do patrimonio
respectivo, a meslres habis e de prohidade, forne-
ceudo o mesmo conselho aos que tiverem eite ulti-
mo destino, a roupa necessaria durante o lempo do
apreudizado, e sem que iiquem elles isenlos de sin
tnspecrao. qoe procedendo mal moslrar-se in-
corngivel lera o destino que julgar conveniente o
presidente da provincia, i qoem o conselho darS as
necessarias nformaees.
Establecidas no collegio as ofliciuas que se julga-
rem necessarias, para o que lem elle suflicienles
accommodac/ies, bem como para mais de 100 edu-
candos, pode-se contratar meslres, que vencendo
urna gratificara.i razoavcl, e lendo direito as obras,
que com os discpulos lizarem. excepto as destinadas
ao uso doa educandos, e !'i :_ irm a ciisinar-llie*.
mediante as condiroes, que se julgarcm precisas a
bem do adiamntenlo des orphaos, e entao estes se
dedicarao ao ollicio para qoe mostraren mais apli-
dao, e vocarao.
O que frequenlarem a> ofiicinas deveria couser-
var-se aellas certo numero de annoi,tanto para que
possam adquirir pericia, como para que os meslres
e utilisen de seus servicos. E qual ser o neslre
de ollicio, que nao deseje ser enpregado en alguna
das ofiicinas do collegio anda meino cora urna pe-
nasen* gralilcaco, urna vez que se Ihe garanta o lu-
cro proveniente das obras, que lizer com seus dis-
cpulos, en cada un dos quaes lera d'ahi i pouco
lempo, pois iolercssa-llie o adanlaraento delles, um
nfficial perito, que s por avullado salar;o encon-
trara, leudo alm dislo urna ofiicina cora lodos o
ulencilios, sera nada dispender '.'
Desta sorle o orpblo quando houver de ser entre-
gue a sua rali, ou a qualquer ouira pessoa, lera um
ollicio que Ihe proporcionar meios de vida, e se
aprcsenlara no mundo cora hbitos dr trabalhoja
formados para ser um cidado mil. Mesmo aquel-
es que nio livcrem mai, ou pessoa que sobre elles
vele, poderao ser enviados para conpanhia de ar-
tfices, para all serviren por certo lempo debaixo
de sujtele tao precisa sempre no lempo da puber-
dade, em que tanto imperara as paixes.
Como entre os orphaos possam apparecer alguns
com talento e inclinaran para os estudos, entende-
mos qoe se Ibes dore franquear os meios para islo ;
e en tal caso poderao frequenlar as aulas prepara-
torias do sentoario, continuando a residir no col-
legio. O talento he um dom que em nada repugna
com a pobreza, e onde quer que elle se slenle,
cumpre aproveila-lo.
Concluidos os preparatorios necesarios a carreira
que o orplino Ufar de abracar o presidente da pro-
vincia Ihe dar o devido destino, ou pondo-o em
alguma casa de commercio.por intermedio do conse-
lho adminittrativo.ou mandando-o para alguma das
nossas escolas superiores, ou facilidades.
He natural que alguns dos educandos moslrem
vocacao para o sacerdocio, o nesle caso podem ser
admitidos no seminario para all esludarem ss aulas
llieologicas, ou recolliidos ao convenio em qoe qui-
zerein professar, corren lo no primeiro caso as des-
pezas, inclusive o patrimonio por conta do respecti-
vo patrimonio dos orphaos ; menos as de alimn ta-
ran que deverao, ser feitas pelo patrimonio do se-
minario.
He bem manifest que para que se consigam os
Iras indicados, nenhum orpho antes da ha-
ver recebidn Completa educado, devera ser entregue
a pessoa alguma, que o reclamar, sem que esta
prove peranle a aulondade competente que lem
meios de dar-lbe essa educac/io, e de poder prepa-
rar-lhe algum futuro.
Eis as rellexes que adiamos conveniente fazer
em beneficio da orpb inda.le desvalida ; e que loma-
mos a librtale de ollerecer a cans.le n io do cor-
po legislativo desla provincia. Sealgum idea uli'
deparar aellas, e a quizer aprovelar addicionando-i
aos actuaes estatuios, qoe em nosso fraco juizo, ca-
recem de aluuma reforma, dar-nos-hemos por mui-
lo bem pagos de nosso mal elaborado trabalho.

Olindalbde abril da I8SS.
Invaso do rhol-ra-morbus na villa de Serinliaem.
Poi no dia 16 de fevereiro do correte, que aqui
entrou esse excrcito universal, vindo da capital, por
um canociro, chegado d'alli ser o primeiro que foi
accommellido, e falleceu no hospital da caridade.
Oexerctlo chegou aqui dislituido de armas, tan-
to que muitos pessoas nao foram feridas at hoje,
e das feridas poucas morreram, e d'esias algumas se
donaran morrer, urnas por ocullarrm a molestia,
momete as mulheres, oulras por se julgarem 13o
fortes, que s se enlregavan ao curativo, no estado
lgido, e algunas de segunda eterceira recahida, des-
las ultimas algumas esraparam,por misericordia divi-
na, ou por actos de natareza.
Desde qoe me consloii que o exercito mortfero
linha invadido a provincia do Para, a da Bahia, Rio
de Janeiro etc. etc. fui aprovcilaiido os receiluarios
mais aprovados pelos consclhos hvgieniros d'a-
quellas provincias ; e mesmo o que o "conselho hy-
gienico de Perumibuco mandn distribuir. Avista
dos seus conleudos. liz por esluda los, e adquerir al-
guns nedicanenlos, nell-s acunselhados, para curar
a quem fosseaccoramellidn de cholera-morbus. Nao
havendo nesla villa medico, uem drorgilo, nem
mesno botica, que infeliznente nen ha qnem en
leuda de nada disso. E como eu resido aqu ha 10
annos, ten.I > sido aqu laucado pela secca de 1845,
depois de pobre, e cego, vindo da comarca do rom-
bal, provincia da Parahiba, onde habilei mais de
10 anuos, um amigo respeitavel ( o Sr. vigario Ja-
como ; que com os seus recursos, pude recobrar a
saude, a respirar da maior miseria. Hoje lenho urna
familia de 9 pessoas, e para essa gente he que eslu-
dava o curativo do cholera-morbus, cm virlude da
necessieade ja referida.
Qoando menos se esperava, o inimigo assalton as
margens do Srriohaem, c apoderou-seda villa, sen
que uioguem Ihe podessa embararar o passo : conli-
nuou a ferir, mas nao a malar com violencia ; pa-
rece que uina mao divina Ihe suspenda o terrivel
golpe, que ao contrario, faria os raesmos estragos,
que se saliera de oulros lugares pois que lodos es-
tavan desapereebidos. De sorle que no dia 20, 21.
22, ->3, d'aqurlie falla] maz, atacou [.cousideravel-
menle grande numero de pessoas de todos os sexos.
Neslaa circunstancias algumas pessoas que saluain
da minba aeanhadissima prevenjao, clismarem-me
para os curar. (Ira um homem. que ignora ludo
quanto he srencia e arle, chamado para curar de
cholera-morbus:: Erara tristes as circunstancias em
que nos achavamos, en trema como varas verdes,
mnha conscieucia se perturbara, cu ficava mais af-
ilelo do que quem me cliamava, rogava a Dos para
me orientar, entenda que se uegaise-me era fallara
caridade, alguns ja rnnli.ivam em mm, pira os cu-
rar, mesmo mallas pessoas de fora da villa me pro-
curaran) a toda hora do da, e da noite, a estes Ihes
ensinava os remedios de que deviam lauj ir mao sem
demora, e a aquelles iacu iroprio cora receiluario,
e a vista d'elle aplicava os remedios acouselbados: li-
dando com os enfermos dia e noite, com o que fe
lizmenle ledos es que estafen) com cholerua e al-
guns muito graves, foram salvos; mesmo assim al-
guns falleceram cm segunda e lerceira reunida; pois
qoe ha sent Uta rustica, que nao loma conselho al-
gum inda mesmo em favor de sua saude.
No dia 23 do fatal fevereiro, fui accnmmcltido
gravemente, mas live a fortuna de malnerar o in-
tento do terrivel inimigo ; 12 dias depois eslava
acampado contra elle, dando-!he as raesmus bata-
Masque de antes, posto que mais hem armado ; por
quaoto ja havia chegado urna ambulancia do governo,
e o Sr. delegado me olTereceu os remedios que me
fossera precio, para curar os necesitados.
Pomos assim andando, at que desde 25 de marco
para ea dedlnou con marco, ou primeiro de abril, chegou aqui o Sr. me-
dico da comarca ;coma sua chegada fiquei muito
animado, porque o medico quando ainda Ineiperieole
he medico, nao deila curar de cholera-inorlins, a
oulras eiifermidadcs, c raesmo evita que os curan
jdairos inventen) remedios, que eu nones ouv dizer
que servissem para curar enl niiil.i de .lignina,
cuino agua de giz para diarrha, purgante de oleo
de ricino, com enxofre, para o cholenco confir-
mado, e oulras mailas iiivencoc etc. Muilo sinlo
ler hoje daqui sabido o Sr. "medico em direccao
capital : ignoro o motivo, o certo he, que a peste
inda boje aqm fe/, urna victima : ese ella lecrudes-
rer '.' a preseoea do raediro nao era inellior".1 Dos
queira que tal nao acnteos. Eu lenho tido 5 en-
fermos do cholera, eslo salvos, restara i de minba
casa, qucaiu la eslAo livres do llagello, c assim estn
oulras familias.
Bu nao invenlel remedio algum, segui lielmenic
os receiluarios. osei do que o conselho de hvgiene
publica do Kecife aconselhoii : alguns curativos liz
com o vioasre cun albos, tanto que foi com que
me curei. Tendo-ma finalmente prestado a mn lal
servios somenle porque Dos diese, que e faca ca-
ridade ; e io alguma falla houve no comprmeme de
um dever lo sagrado, nao foi positivo, he lilha de
minba ignorancia ; pelo que me fardo juslija per-
doando.
Su islo he o que de minba parto pude, cm bem do
prximo, pralicar.
Villa de Serinliaom 4 de abril de 1830.
Jote Francisco 4a jipa.
(^oreSiwn&encitti?.
Sr redactores. Entre os variados meios poslos
hoje em pratica para corabaler a epidemia reinante,
um dos que tem tido hons resultados, he sem duvida
alguma o dos revulsivos ou evacuantes na mvasao do
molestia, e mesmo em cerlos periodos della.
O oleo de ricino, a agua de Sedlilz, o sulfato da
soda ele, empregam-se de preferencia no 11 .llmen-
lo do cholera. A pecacuanha em p he tanbem
empregada nesla noleslia quasi exclusivancule co-
no vonilono, e algn. iem feilo uso do Le Roy, e o
apregoam como o nais enrgico remedio para con-
balera nesraa noleslia.
A vista disso. conceb urna idea a respeilo do ca-
bacinho. geralmenle chamado de purga e nes-
se senlido vuu aventurar algumas rellexes.
Quera tiver viajado pelo inlerior do nosso paiz, le-
ra visto o uso que se faz do cabacinho no curativo
de certas eiifermdades. assin como lera presenciado
ou tido noticia dos innumeraveis casos de curas ma-
ravilhoSM ebtidas por meio delle, quer empregado
em clysteres, quer como vomitoria, ou simultnea-
mente como vomitivo e purgativo ; vanlagem que
se obtem preparando-o em agurdenle.
Ora, sendo o cholera-morbus urna aflecrlo vilen-
la, cujos cITeitos rpidos reclaman! promptos soccor-
ros na maioria dos casos ; e como algumas dessas
medicaroes em uso, principiam pelos sudorficos, se-
guem os vomilivos depois os purgantes ; e esla esca-
la de Iratamento nem sempre convenha, por que
mullas vezes a molestia nao d lempo a delongs, se-
gue-se:. que, um remedio qoe reun-. cumulativa-
nenle todas aquellas propriedades, isto he : que fos-
se sudorfico,vomitivo e purgativo, consrgueria com
mais promptidao o lim que se deseja ; o conseguin-
temeote seria prefervel a lodos os oulros no curali-
vo do cholera.
O cabacinho preparado em agurdenle forte ou
alcool, segundo me parece, satisfaz lodas aquellas
condire. : elle torna-.e excitante pela agurdenle
ou alcool era que he preparado, e he vomitivo e
purgativo por sua roesma natureza. Alem disso, o
forle amargo que lem esse frulo, nao ser urna cou-
dicjlo favoravel para o curativo da molestia de que
se trata Quem cnteuder que decida; quanto a
mira, se nada ganho com estas rcllexoes, lamben em
aventura-las s perderei neu lempo ; mas hoje so-
bre ludo, que tantas experiencias se eslo fazendo,
e imillas dellas a' cusa das vidas de centenares de in-
rclizesque escapariam da molestia >e uao morressem
das curas que muito he que se experimente o caba-
cinho '.' Sempre matar menos do que tanto ingre-
dientes que por ah andam uxiliando o cholera.
Eu poda augmentar a cifra dos experimentadores
e occasioes nao me ten faltado para isso ; as nao
rae jnlgando aulorisado para diapr das vidas alheias,
sul.mello simplesmeote a minha humilde idea a cou-
siderar;ao dos homens d'arle.
Se eu usasse do cabachinho, o empregaria pouco
ma|s ou meos da maneira seguinle :
Em ama garrafa de boa agurdenle ou alcool,
de il.na qualro ou cinco cabacinhos que e-tana :n de
nfusao por alguns dias ; depois do qua, daria desla
agurdente una colher de sopa de meia em meia
hora, e mesmo rom inlervallo, se assim fosse preciso
ao individuo que fosse atacado, quer do cholerina,
qoer do i bolera, at que o remedio prodozisse o seu
elleilo ; c que se consegueria com tres ou quatro do-
ses. Cal nidria o lempo sufliciente para obrar o re-
medio, d pois do que empregaria u ludano Ue sv-
deuhan i u qualqoer odista al pararem os v omito
e a diarrha. se os houvesse; cniao ira dando infu-
soes arumplicas para enlreler a Iranspirara i con
naioreso i menores intervallos, segondo o eslado do
doente. San auxiliar o curalivo empregaria exter-
namente todos esses meios aconselhados e geralmen-
le sabidos conforme a uecessidade reelaraasse.
Esloa ti o intimamente convencido da efiieacia e
bom xito que se tirara desle iratamento, que ja nio
o teuho p isto en pratica por exces Se Ihes larrrer. senhores redactores, deem publi-
cidad e a estas poucas lio lias em obsequio aPauli-
no Augusi > de Souza Freir.
Jundia de abril de 1856.
Torres.
Srs. redactores.Quando o mrito e a vir-
lude reaeSjSao sulocadas pelo desconliecimento do
publico, sagra-los as columnas da imprensa he un
dever, alm de urna gloria.
Quando a humanidade ferida de improviso, sen-
t escoar-pae a vida agora, e logo um mal que a
devasta, rjue rega a ierra de lagrimas, e que veste
a mesmahumanidade de luto, de desesperaeo e
dedor; quando immensas viclimas caliera fulmi-
nadas dds tiros do cholera ; quando os gemidos da
esposa ipconsolavel se arrancara do coracao magoa-
do ; quando as lagrimas dos orphaos se relientam
dos olhos inflammdos; quando o esposo extremo-
so via carinhosa esposa, arabos feridos do nial, e
ella ir primeiro finando a vida nos umbraes da
morte; aqui.no Hom-Jardira, um hornera houve
de coragera forte o irrosislivel, de volitado de ferro
e gigantesca, que no meio tambem de todos os seus
soffrimentos,que ainda vendo a virtuosa e estre-
mecida esposa linar-so n'um leilo, e n'oulio 03
seus mais carinhosos lillios, e mais alm alguns de
sua parca fortuna, os seus eseravos: nao cessou um
momento, um s instante de percorrer os leitos de
quantos eram accoramellidos, e de submtnistrar-lhes
os raoliranientos que eslavam ao seu alcance, gui-
ando-se pelo conselho impressoda junta de satde
publica.
Este hornera dedicado o caridoso, he o Sr. Cae-
lano Luiz Collaco : o qual, ainda hoje, como mais
larde, nao cessa de repartir com a humanidade af-
ilela seus medicamentos o seus cuidados, quando
porventura faltam medicamenlos do governo.
O Sr. Caelano L. Collado, por orden) do Exra.
Sr. presidente, abri urna enfermara, a qual, co-
mo sabem lodos que habiiam nesla freguezia, foi
urna salvaguarda para a humanidade,
Mas, sorle tagrala, quando esle cidadao cahe
victima de suas dedicac/Jes, nem um amigo o aro-
de, lodos fogem alemorisados; mas quiz Dos,
quiz a Providencia salvar-lhe a preciosa vida, pa-
rs anparo dos orphaos que a morte lito detxra.
O Sr. Collaco preslou aqui nesla frej;uezia, in-
mensos o relevantes servicos. Assim, diz o virtuo-
so e Rvm. parodio; assin o dizem os homens de
raaior criterio ; assim o dizem lodos, e digoeu, que
anda pude tesiemunhar ludo.
Taes servicos merecen toda a considerado do
governo, e confiamos da juslicae rectidao do mes-
mo, que naa os dcixar sem a devida recompensa.
j Nao temos a felicidade de ser l'ernambucano, e
nem de nutrir estrellas retarnos de amizade com
Q Sr. Collaco, mas, como homem de letlras, apre-
iatnos o mrito de qualquer parte, donro reluca.
rublicando, Srs. redactores, as verdades que en-
cierran estas linbas, far grande favor ao seu ve-
orador
Dr. F. J. Doria.
tyublteacotS npebi&o.
poesa.
Offerecida ao Illm. Sr. Jos Thomaz
do Frcitas o sua Exm a familia, por
occasiao' da morte de seu innocente
filhinho Erundino Jos de Freitas.
I 'orque 1,1o cedo para os reos voasle.
I alho querido, se le araavan (auto *.
| la hora extrena de leus pais nao viste
>o fundolpeito rebeular o pranlo ".'
"autos gemidos que exbalavan tristes.
'eus irin.i". charos, pela dor Iraniidos,
I lem cono o prauto de leus pais saudosos,
I 'or ti n3o foram, nem se quer ouvidos ?!
.. llar dos valles imtlar quzesle,
l|ue murena e morre no abrir da vida '.'
1 i nao sabias que os roslos deixavas".'
(loe llor tu eras por demais querida '.'
' 'ii|re tao cedo para os cos vosle
ilh' qaendo, que te anavam tanlo '.'
rasa csp'ranca de (eus pais na vida ;
'orquec'oamorte l rauda-le-a em pranlo .'
le que a la miaste era a de un anjo,
i he la mesmo nos aos que o anjo aliste :
le que llor cm bntao eras na trra
i nos ecos entre olor c grca abriste.
i'ivesna gloria que le perleucia,
V Dos celestes hymuosenloando,
'or aquelles que amavam-te na (erra
'or leus pas, leus rin.^.s. nos cos orando.
F. ./. /". O.
Kecife flT de abril1856.
PRACA DO RECIFE OE ABRIL AS3
HORAS DA TARDE.
.. Cola^Oes olliciacs.
Lambo obre Londres27 lil 60 div. a prazo.
D.lo sobre d,lo-7 Ifi 60 d,v. a dinheiro.
Frederico Itobilliard, presidente.
/' Borge*, secretario.
o l CAMBIOS.
Sobre Londres. Ti a prazo.e 27 a 27
a Paria, 355 rs. por f,
a Lisboa, 100 por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Actes do Banco, 35 OpO de premio.
AccOes da companha de Beberibe.
Acces da companha Pernambncana
Utilidade Pablica, 30 por cen
n Indemnisadora.sem vendas
Dsconto de letlras, de 10 a 12 por 0|,
Ouro.Onras hespanbulas. .
Moedas de 63100 velha. .
i> u ItoiOO novas .
a o 48000.....
Prata.PataeBee brasleiros. .
Pesos coliimnarios. ,
i) mexicanos.....
Conego Joao Cbrysoitomo de ttivt
llonego Jo3o Baplisla de Albuquerque
" Conego JoSo BaplisU Pereira de Mell
" Cura padre Anlonio Jos de Souza lio
mes.
" Padre Joaqairn da AssorapcSo.
" a Joao i res Raposo.
Capitao Manoel de Mello Albuqaerque.
> Dr. Agella Jos Gonsaga.
Dr. Antonio Jos de Mendonca.
Dr. Aniceto Jos Borges.
a Bernardo Joaquim de Azeve lo.
r- o Proleelora.
AS bimas. Sr. 1). Candida Soares Rapozo.
'i "*-. J""""' tnulher du Illm-Sr.Joilre-
no da Silva Santos.
0 JJ. Joaquina de Cusnao.
a I Ilomonaria, filha do.Illn.Sr. cap.Uo
Joao i ."iirah es Rodrigues 1 ranea
v "a u /f08alina' fil1" ilm. Sr. Anlonio
>uues de Mello.
u u I). Mariana Ferreira Marinho
a a I). Maria, mulher do IUan.. Sr. Manuel
Llcmenle de Almeida.
D. Antonia Maria do Espirito Santo
Procurador goral.
O Illm. Sr. Jos Ireno da Silva Santos.
Protector perpetuo.
I Illm. Sr. Dr. Manoel Joaquim de Miranda Lobo.
Joao JosFercira, conego vigario ecapellao.
POESA.
A' morte do innocenle Erudino Jott: du
Freitas, offerectdaa sita sattdosa irma
I). Amelia de Freitas por sua eliectuosa
umi;a F. de F.
Nao chores, donzella, que um anjo n5o morre,
Se existe na Ierra e a vida Ihe falta :
He flor que emmurchece e na gloria revive,
gue a vida de um ajo nos Cos nais se aulle.
Se choras a falla do charo irnaozinho,
Que oulr'ura contigo brncava e surria
Debalde he o pranlo que verles saodosa;
Nos cos eulre os anjussua alma radia.
Modera leu pranlo, que o anjo he do Enpvreo,
h a vida que temos he s transitoria ;
lie la que se vive por sec'los iolindos,
Sem dores, sem penas,he lo que he a gloria.
Se as lagrimas Irsles que nascem do peito
l'odessen trazer-lo, enlao eu dira :
Chrenos, donzella, que en breve o lereraos
t Insle comtigo tambem eboraria.
Mas se islo nao d-se, nSo chore, donzella
Uue um aojo uao morre se a vida Ihe falla
Ue llor que se cresla, ua gloria revive,
Que a vida de um aojo nos Ceos mais .'exalta.
Recife, 17 de abril de 1856.
t0mmttcU>.
5p3 d. por 19
. 5*9000
ao par.
to da premio.
0
283a2800
169000
. 165000
990(10
. 2J0OO
. amo
. 1860
ALI'ANEl.A.
Rendimenlo do dia t a 21. .
Idam do dia 22......
;
leicao dos devotos que hao de festejar ao Senhor
B.un Jcsos das Necessidades credo na igreja de
Nossa Senhor.i do Amparo da cidade de Olinda
no anuo de 1836.
Provedor por eleir.lo.
Exra. e Rvm. Sr. coiuelheiro monscnlior, Dr.
Antonio Jos Coelhn.
Procurador por devoc.lo.
Illm. Sr. Anlonio Siinpiironio Rodrigues Lima.
Provedoras.
Exm.'Sr.' I). Anu, lilha do Illm. Sr. I.uizjoic
tionaaga.
Exm.'Sr.-. D. Auna, mulher do Illm. Sr. Do-
iniugos Jos<^ .Vives da Silva.
Procuradores,
s Illins. Srs. Joao Cbrysostomo ,1c (iusmao.
Manoel Alvos de Sanl'Anna.
n Silvino Augusto Nuiles de Mello,
o i) l'heolonin Jesuino de Oliveira Rozellis.
n Aulonio Pires de Carvalho.
o Jale Nanea da Silva.
Thesoureiro.
Illm. Sr. Antonio Nanas de Mello.
Protectores.
lillas. Srs. coaego Pedro Jos de QaeiroJ e S.
277:4819088
4al 4J824
282:0989912
Oetcarregam loie 23 de abril.
Barca francezakmma Maihildcmercadorias.
lialera iuglezaBonitaidem.
Brigue iuglezCamillaidem.
Brigue inglez/7f/7bacalho.
Brigue inglez Titaniaidem.
Brigue inglez 1 oante idem.
Brigue bespanholr:/iu/opipas vasias.
Escuna brasileira/.elo-~ -barilho e sabio.
IMPORTADO.
Barca franceza Jimma Matilde, vinda do Havre
consignada a lasserre cv.Tissel, manfeslou o se-
grale :
3 volumes arroes, 2 dilo. calrados, I caixadlosde
burracha. 1 dita couros para chapeleiro, I ditauom-
H llaea, 3 ditas e 12 volumes chapeos para homem
senhoras e meninos, 2 vulum-s couro de lutlre 1 di-
lo marroques, 5 dilos vidros, 2 ditos porcellana 6
ditos corres, I dito espelhos e carteiras, I dito cha-
peos de palha, 3 ditos diloa de sol de algodao, 1 dilo
bonetes de algodao, 1 dilo mercadorias, i dilose 3
canas pelles diversas de sellara, 1 dila e 9 volumes
lazendas diversas, 1 dito pannos ; a Souvage A- Com-
panha. ,
25caixai cognac, 1 barril vinho, 5 caixas medica-
mento, 1 gigo garrafas valias e rolhas, I cairas fa-
zendas de Ua e seda, 1 caixa fazendas de algodao, 1
dila dila de seda ; a C. J. Asllcv & C.
3 caixas fazeodas de seda, 2 dilas dila de algodao,
2 ditas pannos, t ditas bonets, 1 dita quadros para
daguerreolvpo, 1 barrica queijos, 21 volumes, mer-
cadorias, fazendas. chapeos de sol, saceos de viagem
etc. ; a J. keller^ c.
1 caita sedas, 2 volumes fazendas de algodao e 11
canas ditersas fazendas e mercadorias diversas ; a
II. Brunn A C. '
16 caixas verniz ether sulfrico, crvstaes, drogas
etr. ; a Barlholomeu Kranctsco de So'oza.
2'. gigos chapagne, 30 caixas Tazeudas de algodao,
chapeos para homem, bonetes, fazendas de 13a, mar-
ceara, roupa fela ele.; a Fremont l.asne.
1 cana raercearia ; a J. Ricardo Coelho.
6 caixas fazeodas de algodao, 2 dilas panoos, 1 di-
ta lilas, 2 dilas lencos de seda, i ditas calcado. 1 fi-
tas lencos de seda, fazendas de algodao e seda a
O. Bieber.
8 ra.x.s fazendas de algodao, i dilas dilas de li-
nho e algodao. 5 dilas dla de Ha e algodao, bonetes,
etc., 1 dila dita de algodao e s.'da, 8 dilas filas de
algodao, I dila dilas de seda. 2 bailas pannos, I vo-
lurae fazendas ; a Finan Monsen & C.
61 caixas diversas fazendas, quiuqmlharias, objec-
los da modas, roupas Caitas, couros e pelles prepara-
das e envernisadas, porcelanos, cidos e inslrumen-
toi de phisica, chapeos paca homem e dilos para se-
nhor, arroes, tapetes, ele, ele.
50 barris e 50 meios manteiga, 2 caixas fazendas
de algodao, 7 ditas dilas de l.la e seda, 1 dila fitas de
algodao e seda ; a Isaac Curio & C.
1 calxa, 1 barril e 1 bulla drogas ; a J. Soum &
Lonipaohla.
1 dila perfumaras, 2 ditas conros. 2 dilis sellarlo
e porcelana, 1 dita roupa fela, I dita registos, 1 dita
inslromeulos de msica, 1 dila mercadorias, 2 ditas
lazeudas, luvas mercearias etc., 1 dita productos
chuncos, I dita llores de vidro, 1 dila objectos de
boticario, 1 dita moslarda, 1 dita e 1 embutira igoo-
ra-se ; a ordem.
15 clisas fazendas de diversos tecidos, lavas, per-
fumaras, porcelanas, i alead -s, obras de (landres,
roupa feita, conservas alimentares, chapeos de sol)
modas, mercadorias. fitas, instrumento de ptica ele.
a Luiz Antonio de Siqoeira.
8 caixas mercadorias commaos; Letreiro.
25 barris e 25 meios manleiga ; a Tasso I raaos.
1 cana ignora-se : a C. J. da Silva Pinto.
t dila chapeos ; a Manoel Joaquim Carneiro.
3 dilas piannos ; a J. Vignes.
10 barris e 10 meios manleiga ; i Domingos Mves
Malheii'.
1 caixa rodas, 1 dita arreios, 2 dilas espelhos 1
dila cryslaes, -> dilas porcelana, 1 dila ignora-se'; a
Moraes domes l-crreira.
25 barris e 25 meios manleiga ; a Johnslon Paler
v\ Companha.
2 caixas chapeos e perlences para chapeleiro; a
t.hristiani c\ Compauhia.
1 cana modas, I dila coraesliveis ; a B. Milla-
cliau.
12 caixas perfumaras, mangas e lanlernas de vi-
dro. chapeos para homem. ditos para senhora, mer-
cearias, etc., ele. ; a Robert.
25'barrs e 25 rneius ditos manteiga ; a Vicente
Alves de Souza Carvalho.
10 gigos champanhe ; .Vil. tiihson.
ilIbarriselOmeies dilos manteiga ; a Schramm
G.
50 dilos e 50 meios dilos manleiga ; a Foi Frerss
& C.
50 gigos chapanse ; a Me. Calmonl < Compa-
nha.
10 caixas marmore, 2 ditas fazendas de algodao.
I dila litas de seda. 3 ditas objectos de marcineria ;
i Schapheillin \ ('..
120 barris e 220 meios dilos manleiga ; u Manoel
Joaquim Ramos e Silva.
1 caixa orpo, 1 dila papel. 3 dilas calcado, 1 di-
la pelles de carneiro, dilas obras de cobre, 2 ditas
chapos de sol de algodao ; |a E. Dedier & Compa-
nha.
2 caixas papel amarello ; a Meuron et Compa-
nha.
5 barricas alvaiade, 5 dilas ditas cm oleo ; a S.
Lasserre & C.
8 barris
likl dilas
211 barris e 2*i(l meios dilos manteiga, 8
vinho, I caiva calcado, 15 caixas queijos, 100 dilas
garrafas varias ; a Lasserre, Tissel & Compa-
a A. da Silva (iaima-
nln.i.
1 caixa fazendas de Isa
res.
2 dila? porcellana : a S. V. Laorez.
1 dita medicamentos a o. Helenol-
3 dilas objectos de livraria ; a R cardo de Frailas
vVC.
O
DATA INCORRETA
MUnOfOD"
ILEGIVEL


IIRIO P'MkftUCt QUIMA FEIM 23 01 ABRIL I II.
1 dita quadros, msicas, lunetas e objectos de]es-
criplorio ; a Chapronl i Berlrand.
2 ditas linternas e arreio* par* carros ; a Pnm-
maleau.'
2 dilas mercadorias a diversos objeclos de modas;
a Mroe. Theard.
4 dita* e 2 bailas, coum de lustro, palle* prepa-
radas, cacados, fitas, etc.; a Demesse l.eclerc &
10 dita e i bailas caris de jogar, calcado, roupas
feita*. fatendis diversas, chapeos, etc. ; a Bucle &
Souza.
8 dilai amercearas, 2 dilas c 7 barris encerado* c
obraa de tidro, 2 ditas e 2 calas asna de Colonia,
verdete, etc., etc. ; a Keidel Pinto i\ C.
1 hirnl pao campeche, 1 dito mostarda, T ditos e
6 caitas drogas, 6 ditas vidros, ti dilis calcado, I
dita chapeu>, 1 'lila lauternas, I dita c?u lelabros de
ooroposicao, t dila fazendas de algodio, t dila dila
de lia e bploes, I dita mercearias, 8 dilai papel, I
dila pelles preparadas, I dita louca, 2 ditas tinta em
oleo ; a Leconle Feron & C.
.1 erobrolhos amostras ; a Bieber t\ C.
1 dito ditas ; a Keller & C,
1 ditos dilas; a TimmM.
I dilos dilas; a Schapheitlin & C
3 dito* ditas ; a Brunn.
:l ditos ditas; a Salivase.
1 caillalla ; a Aslley.
I dita o om embrulho ; a Isaac Curio.
Vapor | pertuguer. D. Pedro 2", > viudo do
da Lisboa consignado a agencia ; manifoslou o se-
guinia.
1 caixete. doces, i(uoijos o frtelas ele. a Di'.
Jos Joaquina de Moras Sarment.
1 dito, medicamentos, livros, papis de msica
etc. ; a l)r. .los Joaquim de Souza.
1 dilo^ queijos e orchatas em latas ; a Antonio
Francisca Lisboa.
1 dilo, manuaes enciclopdicos; a .loaquim
Baptista Moreira.
1 dilo iclexir-auti-cholerico ; a Amorim <5 Ir-
nio.
i dito, j livros impresso ; a Amonio Lopes ilo
Mondonga.
1 dilo tabaco, 1 dilo colleles de senhores, 1 lata
ainendoas ; a Domingos Jos Ferreira Guimares.
1 pacaje pon les de marfim ; a Jos Alves da Sil-
va Guimares..
1 diloj cobertores,, carnizas c meias; a Ber-
nardino Jos Monleiro.
1 caixa, livros encadernados ; a Joaijuim Ferrei-
ra Mande i Guimares.
1 dila, drogas ; a Moreira & Fragoso.
1 lata dneijos, 1 dila lio de prala : a Antonio
Joaquim 'aasco.
Brigue! nacional S. Jos. iodo do Bio
Grande db Sul consignado a Francisco Alves da
Cunha : manifestou o seguinte.
6 eaixais mercadorias estrangeiras. 1 caixo g-
neros nac onaes, 3 barris petxe salgado, 1 em'
brulbo pa menlos de padre, 200 saccoscevada-
20 barra cebo, 50 dilos carne de balsa, 4 a-
nimaesmuars. 170 pipase 141 barris abatidos,
44 temos de barricas abatidas ;
Briguu nacional Algrete, vindo do Bio
Grande do Sul,consignado a Manoel Gonralves da
8Rva manifestou o seguinte :
6:001 arrobas do charque, e '2 cornos seceos ;
ao mesmoj.
CONSULADO GEKAI..
Rendimento do da 1 a 21 7.vr,-', y,
Pontas de boi...........rento 49000
Piassava..............molho >:t20
Sola ou vaqueta..........meio 23000
Sebo em rama...........131 6|000
Pelles de carueiro.........una $120
Salsa parrilba...........(rj> 169000
Tapioca.............. 3>500
l'nhas de boi...........cenlo j210
Sabiio...............'U. 5120
Vinagre pipa........... IlOsOOO
KIO 11K JANEIRO I i DE Mili 11 .
Cotaciift vfficiae* da junta dot correctores.
ACCOES DE COMPANHIAS.Banco .lo Brasil :
111 .- premio a dnheiro.
lieorg-. /Imitan. pr- Joiio Sacarino da Silva, secretario.
$Dttte9.
As 11.111- icce* em cambio sobre Londres fnram
mail que regulare* a -27 1(2 a lll) e 90 das ; sobre
tlanibtirgu regulare*a 655 ; sobre Paris fez-se algu-
ma cuusa a 350 e 359.
Houve animarlo as acees do Banco do Brasil,
vendendo-se a colac/tn. Nada consta se zera em
cafe ou I10U-.
Cantao*.
,un.lres27 1(2 a 1)0 dias.
*aris ;t>2 reis a 90 dios.
.isboa 97 a 90 (M|) nominal.
iainburgo li'iil a 90 dias.
METAES E FUNDOS PBLICOS.
UETAES. Unces da palria. 29>"i00 a lWioo
u hespauliolas 21)0500 298600
Pecas de liJiOO vclhas. IfigOOO
Moedas du 49.....''-mu
" Soberanos.......KaSOO a 98000
Pesos hespauhes I-Tiii 280IM)
v da patria .... I5D20 a 19960
u l'ataces.......1j'.)20 18960
Apolicesdc ( ',.......... luiia 10" V
i) provinciaes........ 101 a 10 a*.
( 'orna! do Commercio do 11 0.)
dem do
dia 22
1:048c175
8:60:i>b.'t0
iM VERSAS PROVINCIAS.
Rendimelodo dia i a 21 1:865175
Idrm do di 22....... 8
4:86J5l7.i
CONSULADO PROVINCIAL-
Randimeulo do dia 1 a 21 :lS:'i.V!.-|tii
Mam do da 22....... 146*9553
39:9173716
PAUTA
do* preco* crrente* rio atsucar. algodo, e mai*
f eneros do paiz, que te detpacham na mesa dn
ronmilaio de l'rrnambuco, na /emana de 21
a 26 de 'abril de I85.
Assucar eQicaixas branco l. qualidade a 9
2.1 o
i) ui mase.........
ba -^ sac>4naafco*.......
muscavado.....
re iuado..........
Algodio e|m pluma de I." qualidade
MONTEVIDEO, 5 DE ABRIL V TARDE.
Hernia do me: de marro.
Agurdenle. \ caima subi em preco ; cota-se
o prejo II 8 por pipa inais alio do que no mez de fe-
vereiro. As veudas foram 12 pipas inferior de Saula
Citharina .18 a bordo, 37 de melhor qualidade a
78 8 em depusilo, 21:! pipai da Babia parte em de-
posito realisaram sen) demora 81 5.
Arroz.I n ni c procurado a 7." reis ; tendo ai-
caneado V) saceos de Paraaagoa esle prc;o, e ha-
vendo grande escassez desle genero.
Assncar.Tem subido grailualmonle ale chegar
ao prec,o fabuloso de 19 rb. a arroba a bordo para
o braueo e l."> 3|i o mascavado, a cojos precos vcu-
deram-se 200 barricas chegadas da Bihia em 2 do
mez prozimo passado. Nao ha em primeira 111.10, e
em segunda ha inuila esta^sez, priucipalmenle de
boa qualidade.
Cafe.Tinha havido grande escasez, por ler-se
recelndo 9 saccas uuicamenle do Santa Caluariua,
que foram vendidas logo a 12 8 i por quintal abor-
do. Nesles ltimos dias chegaram do Rio :)20 saccas
que alcancaraui 13 8 4 o quintal.
M o mercado se acha firme ecoin leudeucia para subir.
Veuderam-se os dous primeiros carreuamentos a 2i
rls. e a 26 )i rls. a huido ; este ultimo preco pela
marca mira. O ultimo foi vendido a 2i I|2e2i
rls. a bordo.
Fanuha de trigo. -3,070 barricas de Ballimore
venderam-sea 14 8 a bordo ; 100 barricas, iuferior,
viudas do Rio Urande, a 12 i 8; 600 do Rio da Ja-
neiro a II )i 8 a bordoe 18 8 despachadas. L"m car-
regameulo a fariuha superior tlcaucaria um prer;o
alio.
Carvo.OlVereceu-se 1 i palacoes a bordo por
urna carga que seguio para Bueuos-Ayres. Apezar
de u3o ser pequea a eiisieucia, o prec,o desle ge
uerj oaodeiiara' de subir. Cota<;Ao 16 8 610 a to-
nelada a bordo.
Sal.Ultima venda 8 rls. fortes por fanega. Ha-
procura.
Violtos.Tcm havido vendas de 1,392 1|2 pipas
Catalao a presos que reuulavam 110 principio do
mez de 62 8 a t. 8 a bordo, a 75 8, a cujo preco 61 j
pipas foram vendidas ltimamente. De Malaga
venderain-se 1,510 quarlollas secco de 83 8 a 85 8
a bordo.
As eiislcucias em primeiro inao de Indas as pre-
cedencias 01 rain por 1,300 pipas.
Carne de xarqoe.Conlraiaram-se 11,000 quin-
les a 6 palacen, e ullimamenle 8,000 (de Eulrc
Kios) a 5 l|2 palaces.
Courus secco.Orca-se s veudas do mez em
19,300 couros.Prejus :
Eslieilos de maladouro descarnados.
De campo.........
Pesados..........
Para os BiUdes-nidoa .
Couros lalgadaa.Coulralaram-so
O III111. Sr. inspector da Ihesouraria da [-
zonda dcsla provincia, em virtude da nrdein de S.
Ene. oSr. marquez de Paran, presidente do tribu-
nal do lliesouro nacional, de 28 de marro protimo
passado, manda fazer publico que desla data a 30
dias lem de haver concurso para se precin-her as va-
gas de praticanles etisleme* na......nu ihesouraria.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de 1'err.am-
buco 21 de abril de 1856.
No impedimento do ollieial-maior,
l.uiz francisco de Saropaio e Silva.
O lllui. Sr. Inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cuinpriinenlo da resolucSo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que no dia 30 do cor-
reule vai iiovamente a praea para ser arrematados a
quem por menos lizer, os concerlos uecessarios no
empedraniciitoi> das arcias do tiquia estrada da Vic-
toria avaliadosem i:ll58rs.
E para constar se mandn afliai o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihenouraha provincial 'de Pernnm-
buco, 15 de abril de 1S56. O secretario,
A. /". da Annunciarao.
O lilil- Sr. Inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimeulo da resolucio da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que no da 311 do cor-
renlc, vai novamenle a prara para ser arrematada,
a qaem por menos (i/.er, a obra do empcdramenlo
que precisa fazer-se no aterro dos A fugad os, avaha-
da ore &:0O09O0O rs.
E para constar se mandn alliiar o presente e pu-
blicar pelo Otario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernain-
baco, 15 de abril de 1856. O secretario,
.intonso Ferreira Ja .IniumrianTo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, mu cumprimeulo da resolurilo da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que no dia 30 do corre-
le, vai novamenle a prara para ser arrematados a
quem por menos fuer, os reparos de que precisam
a cadcia c easa da cmara da cnlade de Olinda, ava-
hados em 2:llt)8 rs.
E parvcouslar se uiaudou llixar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcsouiaria provincial de Pernam-
buco, 15 de abril de 1856. O secretario,
A. F. da Annunciarao.
uesla subdelegada, que joslilic.indo compeleulemeu-
le Ihe scrao entrecres.
Soli'lelcsacia da freguezia da lloa-Visla 22 de abril
do 1856.A. 1'. Marlins llib^iro.
Em consequencia da eopioaa chova de honlcm
e hoje, Jolgaodo-se ler dado causa a falla de 1 01.m-
renles |iara a compra do patacho nacional l'irapa-
1/111. manda o tiln. Sr. inspector declarar, quo, pois,
armacao da loja da dito fallido, sita na ra da Cadeia
do Recife, .1 1111 como da mobilia que pcrlencera ao
mesmo ; qoiula-fera, 24 1I0 correte, as II) loras
da nianh.i, na indicada loja.
I.IXA.
Hoje ao meio da ser vendida em Icilo, [inr in-
lervi'iirao do cenle Borja lieraldes, no seu arma-
tem, na ra do Collcgio, urna por(Au de lixa de vi-
lica a venda desle navio em hasta publica, 11.1 porta drodo melhor autor que lem viudo a esle mercad
2.
a 1 a > 3." o u
ero caroco.........
Espirito de agurdente......caada
Aguarden e cachaca........
de caima.......
resillada.........
do reino........
denebra............ caada
.............botija
Licor ............caada
......... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqueirc
- em rasca...........
Azeite de mamona........cauada
a mendobitu........
n le peine.........
Cacao. .!............. *
Ave atara- .........una
um
8,7011
8,500 a 8,600
8.100 a 8,20()
8,600 a 8,7011
10,000 a 65
*
cenlo
131
nao d'obra
a papagaios.....
Bolachas i.........
Biacoitos..........
Caf boin..........
u resslolho........
com asea.......
muido.........
Carne secca ........
Cocos com casca......
Charalos |h>us.......
ordinarios ....
s regala e primor
Cera de carnauba.....
em velas.......
Cobre novo mao d'obra .
Couros de boi salgados .
a verdea.........
i) espiadoa.....
a do onca......
o 1 cabra corlidos .
I la.iiiiiilin.........
Esleirs da preperi.....
Doce de calda.......
a goiaba......
o secco ........
11 jali-a .........
Estopa nacional
i> estrangeira
Espanadores grandes......
a pequeos.....
Farinha de mandioca.....
a ai milito.......
arnrula ......
Feijao.............
Fumo bop .........
11 ordinario..... .
u em fullia bom......
a I ordinario .....
.1 reslollio .... ,
Ipecacuaitlia .1........
inmma............
lengibre...........
I.enha de aclias grandes ....
. 1 nequeuas.....
a loros....... a
'ranchas de amarello de 2 costados urna
n louro......... 11
Castado de amarello de 35 a 40 p. de
c. a 2 ;% a 3 ile I..... n
a de dito usuaes....... u
(ostadinlio de dito........ o
Soalho de dilo...........
Forro de dito...........
tostado de.louro......... B
Costadinlio' de dilo........
Soalbo de dilo...........
Forro de Jlito...........
" ledro..........
Toros de tatajuha.........
Varas de pnrreira.........
tguiluadas........
a quiris.....
Em obras rodas de sicupira para c.
inos a
Uelaco..............
Milho............. \
Pedra de amolar.........
ltrar..........
a a rebolos ..,....,.
milheiro
urna
D
'a)
alqueire
alqucire
. IH)
alq.
ceolo
(|uintal
duzia
par
a
caada
alqueirc
urna
8
8
38500
28*50
49180
68000
58600
58200
l.-.i'in
8800
8KK)
8180
8*80
870O
580
82U)
8-580
82O
IO9OOO
18600
8960
19600
18600
58000
108000
38000
68100
89960
59500
48000
5-8000
98600
69OOO
25OOO
1970o
8700
99300
IHNMM
128000
8160
8250
8140
8270
158000
9320
58000
9200
9210
2tH>
8*00
9100
18600
18000
28000
13000
29500
39OOO
68000
69OOO
103000
68000
1O80OO
68000
.58000
389000
S9000
I95OO
28100
8900
II-.M.1
2I9OOO
168000
3O9OOO
123000
88O0
69000
39500
89000
tOOO
39300
29OUO
39OOO
19960
19600
1-920
1-3280
448000
20J0IK)
0280
9f000
9640
8000
800
ri-.; da maladouro tem-sc vendido 3,500 a 61 rls.
Por una parli la de Enlrc Ros, de v.cca e novilho,
ollereceram 62 3|i rls., prero nac foi recusado pelo.
poainidof.
Cauhio.l'assarain-se V0.006 libras sobre Londres,
abriudo-so o cambio a 41 7|S d., afrouxaudo a 41 d.,
a cojo prego se le; a maior parto das Irausaccoes. A'
ultima hora fez-se aluuma cousa a II ) d.
Sobre Franca ue'^ociarain-se 150,000 francos a 595
5,20,5,15 e 5,20, lechaiido-se o cambio a esla ulti-
ma coljr.lo.
Sobre 0 Rio de Janeiro passaram-se letras a
29,800 e 29,700 por onc.a. Ha muitos tomadores a
3)4 lili premio. Sobre Bueuos-Ajres ha sacadores
ao par, e algn* a '*' de descont.
BIJENOS-AVHKS, 3 DE ABRIL DE 1856.
A falta de entradas dos principaes gneros de con-
sumo fez subir os presos e tornou o mercado pouco
animado.
Os viudos linios hespauhues subiram a 200 3 em
pipa pela escasiaz das qualidadcs superiores ; em vi-
udos seceos oenhuma Iraiisacco se fez ; o de Malaga
he procurado ; o de Brdeos, em barricas, sendo de
boa qualidade, obleto pnnupla venda ; em cainas
susleula-se o precn. Agurdenle, azeile em cascos,
e demais gneros de Malaga, so muilo procurado*.
Nao tero havido entrada alguma|de genebra sorlida.
Vendas do mez :
Arroz do Brasil. i m saceos a .15 9 rs. a arroba:
existencias, 230 saceos 5 he muilo procurado.
Assucar de Pernainbuco. 1,000 barricas, Inane,
era deposito a 51 3 a arroba, e 200, despachado, a
65 3. Em primeira iii.io 3,000 barricas, pela qual pe-
di'in precos superiores aos correnlet. Nao lem havi-
do veudis do do Rio de Janeiro. Do da llallis, 319
barricas e 90 saceos, o braueo a 95 9 a arroba ; 201
barricas e 13) saceos, mascavado a i.'i 3 ; 400 saceos,
branco ordinario,^ 18 3 ; e mascavado, a 28 >. Ems-
tencias, 800 barricas. Assucar de Santos 11A0 ha. O
da llavaua tem muilo consumo e ba venda ; ven-
derain-se 910 cai\as, branco ordinario, a 68 ,3, c >l-
guns lotes do reliuado a 75 3 muilo procurado.
Agurdenle hespauhola. Vcudcram-se 5 pipas,
31.", a 1,100 9 ; o primeiro que chegar lera boa
venda.
Azeile plaguiol. 100 caizas a 88 3 ; em botijas
a 39 3 ; muilo procurado.
Caf. Venderam-se 109 sacras de 320 9 a 330 8;
o prei.o es:a subiudo, havendo smeule. 300 saccas
em ser.
Fariuha. 370 saccas a 18 8; esla em alia; exis-
tencias SOO sarcas.
1 ai nina de trigo- Fresca e de superior quali-
dade, multo procurada.
Fumo. 70 rolos negro do Brasil, de qualidade
regular, a 110 8-
Ceuubra.500 garrafas grandes a 100 3, 500 fras-
qoeiras pequeas a 709, 15 dilas grandes a 110 9. A
de Hamburgo he procurada.
Vinho tinto. Cataln superior.de 1,500 3 a
1,800 3; venderaro-se 886 pipas a precos entre estes
diremos. O superior lie procurado. Precos em alia.
Carne. Sustenta-se firme a 105 > ; eiislencias
40,000 arrobas. As xarqoeailas suspendern! os tra-
ballios pelo alto preco e esca-.se dos ^eneros de seu
consumo.
Os cooros sustenlao-se para a Allemanha e llam-
burgo a 36 rls fortes, para os K*(adot-l*ndos a 51 rls
A grana desceu de 21 rls. feries a 18 rls. Ha com-
pradores a 17 rls. Nao lem havido vendas.
Oncat deouro. 317 a 318 1|2, o ollimo preco
317 1.2 9.
Cambio. Londres 66 a 65 t|3. l-ranca 82 3|t a
83. Ilamhurgo 13 3(4 a 43 3ptm. b. Rio de Janei-
iro ao par.
dem.)
O lllm. Sr. inspcrlor da Ihesouraria provin-
cial, em cuniprimcnto da resolurao da junta da fa-
zenda, manda fazer publu-o que no dia 30 do cor-
rente vai novamenle a piafa para ser arrematada,
a quem inais der, a renda do sitio na estrada de Be-
ln), avallada animalmente em 1709 rs.
A arrematarlo sera feila por lempo de 25 mezes,
a contar do 1.* de junho do correte auno, 10 tim
dejunho de 1858.
V. para constar se maiulou afiinaro prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 15 de abril de 1856. O secretario,
A. t\ da Annunriarao.
O Dr. Rufino Auznslo de Almeida. juiz municipal
supplcnle da segunda vara e preparador do* pro-
cessos do jury do lermo testa cidade do Recife etc.
Faco saber que pelo Dr. Francisco de AssisOlivei-
ra|Maciel,juiz de direilninlerinnda primeira varacri
iniiial desla comarca,me foi rommiinicado ter designa
do o dia 8 de maio pronimo vindouro, pelas 10 horas
da manhfla, para abrir a 1.a aesaSo judiciaria do jurv
desle termo, que Irabalhara em dias conseculivos. ha-
vendo procedido ao sorleio dos 18 juizes de fado que
teem |de servir na referida sesso, de conformi-
dade com o arl. 396 doreculamento n. 120 de 31 de
Janeiro de 1812. e foram sorteados c designados os
cidadJos seguinles:
Fresuezia do Recife.
la ni Alhanasio Dias.
Bernardino de Sena e Silva.
Jos .1.' 1 1 um Lopes de Almeida.
Joaquim Jos da Silva Lisboa.
Custodio Jos Alves.
Theomoteo Pinto Leal.
Claudino Jos deSiqneira.
J0A0 l.eile de Azevedo.
.lo.io Ramos da Cruz.
Antonio l.eile Pilla Orligucira.
Manoel Pereira Caldas.
l.uiz Antonio Ro Inanes de Almeida.
Alesandre Jos da Rosa,
Nicolao Tolenlino de CarvaHio.
Freguezia de S. Antonio.
Francisco Manoel Bcrinser.
Jos alaria da Gran.
Krancisco Xavier de Moraes.
Capilau Manuel Joaquim Paes Sarmeulo.
Leandro Ferreira da Cunha.
.lo.1 1 Alhanasio Itolelhn.
Anlnnio Bernardo Ouinleim.
Dr. Joao Francisco l'eineira.
Dr. Carolioo Francisco de Lima Saolos.
Antonio Lins Pereira Baslos.
Umbelioo Ciiedes de Mello.
Dr. Manoel ile Souza Garca.
Anlonio Jos ila Almeida Itibeiro.
Joaquim Jas d'Abreu Jnior.
Dr. Manoel Adriano da Silva Peales.
Fregoezia da Boa-Vista.
Marcolinn Conralves da Silva.
Briaadeiro Aleivo Jos do Oliven a.
Jos Joaquim Bolelho.
l.uiz da Veica Pessoa.
Joaquim Antonio Carueiro.
Silverio joao Nepomucenn Bastos.
Fregaezia de A fugados.
Joao l'erreira dos Sanios.
Francisco Ignacio da Croa c Mello.
Frauciseo Casado da Fonceca.
J0A0 Carneiro Rodngoes Campello.
Antonio Jos de Figueiredu.
Fiegue/.ia da Vanea.
Frauciseo de Paula Corroa de Araujo.
Fresuezia de S. I.ourenca.
Jo3o Carneiro Leililo de Mello.
l'reguezia de Jahoalo.
I'enenle coronel Antonia Pedro de S Brrelo.
Manoel Thomc da Silva.
Anlonio Hemiques de Miranda.
JoAo Vieira Paes.
Freguezia de Muribeca.
Manoel Carneiro Rodrigues Campello.
Freguezia do Poco.
Feliz da Cunha Navarro Lins.
A lodos o quites e a cada um de per si, bem como
a lodos os inturessados em arala se convida para
comparecerem ua casa da allatidega, em a sala das
sesscs do jury, lamo 00 referido lia c hora, como
nos mai* dia* seguinles em quanlo durar a sess ,
sol as penas da le se faltarem.
E para que cltegue a noticia de lodos mandei mo
10 passar o presente edilal, que ser lulo c allixado
nos lagares mais pblicos, e publicado pela impren-
sa, como remeller iguaes aos subdelegados dos ter-
mos, para publica-los, e mandar fazer as uolilica-
ees necessariis aos jurados, ao* culpados, e as les-
lemuuhas que se acharen) no* seus dislriclos.
Cidade do Recife 18 de abril do I86. Eu Joaquim
Francisco de Paula E,leves Clemente, escriv3o do
jury o subscrevi.
Un fino Augusto de Almeida.
do almonarifado desla reparlicao, transferida para
os dial 21, 25 e 26 do correlo me/, sendo o valor
do casco no estado de tuina em que se acha com o
lenii' 30U300; iie 2 maslros, grupos, pao de hojarro-
na, verga do troquelo, dila de velacho, joaiiele, re-
tranca e caraugueja I20,'000; 3 ancoras de tt a IS
quinlaes, usadas, c algn* pedacos de correles ve.
Ibas tugOlXI ; mcame em 111.o estado loo? ; c do
palame lamliem em mao estado 3OOO ; ctlecluada
a venda no ultimo dia. caso os lance* sobre esla* ava-
lian'ies Tacara correr isto a favor dos iulcresses da fa-
zend.
I iispercilo do arsenal de marinha de Pcriiambuos.
em 22 de abril de 185.O secesrtario,
Alexaudrc Rodrigues dos Alijos.
Nos dias 2,6 e9 de maio pronnuo foluro.o con-
selho administrativo do patrimonio dos nrph.ios, tem
de levar a praca publica, a renda animal das easas
abainn declaradas, a enmelar do 1 de jullio pronimo
vindouro, a 30 de junho de IS57. Os licitantes com
seus fiadores, liajdo de comparecer na sala das sesses
do mesmo conselho as II horas das ; c de aceurdo liquem os acluaes inquiliiios que
esliverem a dever aluguei atrazadus, que njto po-
deriin laucar, sem que se inoslrein quites para com o
mesmo patrimonio.
Casa de sobrado n. I, seguudo andar, Palco do Col-
lcgio.
dem idem n. 1, sala, Paleo do Collegio.
dem idem n. I, loja grande, Paleo do Collegio.
dem idem 11. I, loja pequea, Paleo do Collegio.
Idem dem n. 2, ra do Collegio.
Idem idem 11. i, largo do Paraizo.
Mein lerrea n. 5, ra das l.arangeiras.
Mein idem n. 6, ra do Raugel.
Idem sobrado n. 7, praca da Bca-Vista.
Idem leirea n. 8, ra Velha.
Mein sobrado 11. 9, por acabar, roa da Gloria.
dem lerrea n. 10, S. liouc,alo.
Mein idem 11. II, S. Concalo.
Idem idem 11. 12. ra do Sebo.
dem Idem n. 13, roa dus Pires.
Mein idem n. II, ra do Rosario da Bua-Visla.
Idem sobrado 11. 16, ra da Cadeia do Recife.
Idem idem n. 17, ra da Cadeia do Recife.
Idem idem n. 18. ra ila Cadeia do llCna.
Idem idem n. 21, ra da Cadeia do Recife.
Idem idem 11. 22, ra da Ma irc de Dos.
Idem idem 11. 23, ra da M :< de Dos.
Idem sobrado 11. 21, ra da Madre de Dos.
dem idem 11. 25, ra da Madre de Dos.
Idem lerrea 11. 26. ra da Madre de Dios.
Idem idem n. 27, ra da Madre de Dees.
Idem idenf n. 2K. ra da Madre de Dos.
Idem dem n. 29, la da Madre de Dos.
Idem idem 11. 30, ra da Madre de Dos.
Tliosooraria do cnusefho administrativo do patri-
monio dos orphilos 21 de abril de 1856.O Ibesou-
reiro.Joaquim Francisco Duarte.
do,
e pelo maior preco que se ubliver ; vai praea por
ler vindo consignado a tuna casa cnmmercial de-la
naca, que por eirrumslaucias nao pude lomar conla
dalla.
2tiJit S&toerdo.
3Z
Mariaiiiio.
3f>i$0$ 4!3.
itio de Janeiro.
Segu na prsenle semana o patacho 'atente ;
para o reslo da carga e escravos a frele, traa-se com
Caetana Cyriacoda C. M., ao lodo do Corpo r.mto
11. 25.
Para o Rio de Janeiro segu em poneos dias o
bem coubeciilo brigue u.tcional Flrira, lem grande
parle do seu cacregamenlu promplo ; pata o reslo,
prssageiros e escravos, para o que lem bous coromo-
rtos, Irala-se com o consignatario Jos Joaquim Dias
Feruaudes, roa da Cadeia do Hecife.
Companliia
Franco amerinana de va-
pores t'rance/es.
Fspera-se um vapor desta compauhia anteada* lilis
iln crranle mez. O preco das passagens para o Rio
da Janeiro rs. 918000 ou 17 palacoes. Para a Babia
7ICO00 ou 37 palacoes.
O patacho Flor da liahia precisa de um eozi-
nheiro, assim romo de marinheiros bra a su.t pronima viagem 80 Rio do Janeiro ; paga-se
bem : quem esliver neslas circtimslaneias, dirija-se
a bordo, a lialar ruin o oaiilao Damin da Cosa
Rusa.
o Ceara9
a Irau- rom Tasso Ir-
O livro do nioz Marianno augmentado do varias
oracoes, nico usado pelos devotos da PKN'IIA:
vende-so snienle na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia, a dez lustoes.
APBBNDIZES DE COMPOSITOR.
Esta lypograpbia recel>e meninos que
saibam fer correctamente, para apren-
der a compositor, (|ue comcrarfio a {ja-
nhar 1iij;o <|itc faram rjualejuer truliallio :
esla arte alenele ser considerada nobre,
ollercce um lucro razoavel, [X)r(|Lianlo
um coin|)ostot liabil pode ganhar de
(iOOs a SOOsOOO reis por anuo : nc livra-
ria ns. (i eS, da praca dn Independencia.
Precisa-sede um oflicial de alfaiate que ic-
1 nlia principios de corlar as obras da mesma arlo :
' na ra da Madre de Dos n. 36, primeiro andar.
Al.UGA-SE um grande sitio com urna e\-
I callente casa de sobrado, senzala, cocliciru e eslri-
| Oaria para 4 ou 6 cavallos. quintal murado com
racimlia, curracs e armazens, arvores fructferas
I de todas as qualidades, opiinia a^ua o grande liana
, de capim, muilo peno da praca, na estrada de
Joao de Barros: a tratar no mesmo silio, com a
Emii.i. viseondessa dcGoianna.
LOTERA da provincia.
(Corre infallirelmente em 30 do crtenle.)
Oliveira Itinior &('.., avisam ao publico, que
leem exposto a vcnJa, as lojas j annunciadas,
os bilheles e cautelas da terecira parte da quarla lo-
tera do (ymnasio Pernambucano.
Responsabilisam-sc a pagar todos c quaesqoer
j premios po obliverem os seus billiclcs e cautelas,
assim como a pagar sem o disconto dos S por cen-
lo do imposto geral os tres premios grandes.
Bilhetes 1->SO0 Recebe por ioIerro. 1:0008000
Meios >500 ii a 2:000800o
Quarlos 13300 o 1:0008000
Oliveira Jnior C.
Lotera doGvm-
nasio Peroani-
bueano.
Aos4 OOOs, 2000, e l:O0O.sOOO rs.
Corro iiidiiliiiavclmcnie quarla-feira 30 de
abril.
Salustiano de Aquino Ferreira
avisa ao icspeilavel publico, i|ne seus bilhetes o
cautelas nao ostao sujeilos ao disconto de H por
cenlo do imposto geral, os quaes eslao cxposlos a
venda as lojas j conlieciJas dos Srs. jugadores.
Hesponsablsa-se a pagar lodos e quaesquer pre-
mios grandes que elles obliverem, em seu escrip-
torto, iua do Trapiche n. 36, segundo andar, lo-
go quesaia a lista geral.
Bilhetes. V.S800:0O.sl)0()
Meios. 2.S-002:0000000
Ouartos. I jf300l tOOO-JOOO
Salustiano de Aquino Ferreira.
l'recisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia, para lodo o servico : na roa
do l.ivramento D. 30, 1 -j.1 de cera.
1VIS0
Para
&tclatac0e&.
'M^uami tiu pvtt.
vatio* entrado* no dia 31.
Bio de Janeiro eBahialidias, vapor inglez nAvon,
cominaudante Uivell. l'assa^riros para esla pro-
viuei, Jos Coa, J. Eduard Chardon, William
Cuesl, John Dodd*.
Colinuoiba1 dias, sumaca hrasileira nKlordo An-
^elimu, de 00 toneladas, uieslro Antonio Francis-
co lllm ira I'adilha, equipaKem II, carga alamar :
a Bastos e Lomos. Pasaageirea, Firmo Constancio
l.eal, Mii 1,1 Deoliiia de ADdrade.
Rio de Janeiro21 dias, barca braaileira aFirmetaa,
de 240 loualadas, capillo Joaquim Baplisla do*
Sanios, equipagem 13, em laslro ; ao capitn.
Veio receber pr.tico c segu paran Aera*.
Sacio* saludo* no me*mn riia.
lia-IonBarca americana sliazaid, capitao l:rcc-
111.1:1 l.enculm, car^a assucar.
Soiilhainplon e porlo* iulcrmedios Vapor in^lcz
aAvoas, conimandoiile Hivrll. l'assaterus desla
provincia, Kabe, Mr. Max e 1 lilhns. Mi*s l'arai-
10 e I criado, aliss l-'ox, Citarles Itnok, Palchell, Mumsun, lziduro Bastos de Oliveira.
.lose Porfirio da Silva, l'rudeueiu Amorim, Vctor
Amorini, Anlonio 1I11 Silva Teucira Jnior, Vi-
cente Terreira da Costa.
Para c portas intermediosVapor brasilciro itS. Sal-
vador, commandante o I.- lenle Santa Barba-
ra. Pas*aseirns, Dr. francisco \avier dos Reis,
Dr. h_'a- Mmii/. Brrelo Carneiru de Campos, u
enfermeiro Cesaiio l-ranciico dos l'assos, Jotlo
Paulo de Araujo Danim, Dr. Anlonio da Silva
Dallrn e 1 criado, enfermeiro L'llisses Jos Fer-
reira, Dr. Jos do Reno Raposo, enfermeiro Mar-
colino Ferreira da Cosa, Marcelino Anlonio Pe-
reira Jnior, Adolpho llenriquc Muller c I cria-
do, Vrenle lunario Pereira, Anlonio Francisco de
Oliveira, Antonio de Mana Roiim, F'rancisco de
Meraes o Silva o 1 criado, Dr. Manoel Marlins
Alvos.
COiNSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administralivo lem de comprar o
galota:
Para a compauhia liza decavallaria.
I.ivro imprc*so para matricula dos cavallas, leu-
do cem binase conforme o odello existente na
direcloria do arsenal de guerra
2.' lu rlliiia deinf.inlaria.
Alcalrao, barril I.
!)" batalhilo de iitfanlaria.
I.ivro impreso para registro da* pracas addida*.
leudo 200 lolhas I : dilo para as M coinpanhias, leu-
do cada um .il) lu a :- I.
H'. I1.ai.1il1 ni de iufanlaria.
Bonetes 212 ; estelas 130 ; sapalos, pares 12. ;
bandas de 1.1a 2li ; aUuilozinhu para cainitas, va-
ras I00"i ; brim branco liso para frdelas e caltas,
varas IVJ2 c meia ; panno verde para sobreeasas e
calcas, corados I lili ; dilo prelu para polainas, ca-
vados 10! ; hollauda de foiro.covados K.V); curtlao
de 1.1a preta de unta linha de grussura, varas Kill;
clcheles prelos, pares 210 ; casimira encarnada,
cuvados 11 ; miia^ein, varas lO. ; oleado para de-
hrutii, covados II ; algodio em rama, arroba I ;
boles grandes de osso, prosas 31 ; dilos pequeos
de dito, .Illas 2> ; dilos prelos de dilu, ditas IK ;
tlilus cunxexos de metal bronzeado com n. 10, de
metal amarcllu c de 7 litihas ile dtatnelro 2910 ; di-
tos convexos de dito dito com o mesmo numero, e de
"1 linhas de dimetro 2100.
I'ioriniento do* arma:cns.
Ollieina de :!' elasse.
Cutio de pedra, toneladas 10.
|a classe.
I.encocs de lal.-to de llia 20 libras cada um I;
dilos de dilo de I i a IK libras cada mil 20 ; ditos de
cobre de li e meia libras cada um 10.
Quem rjaizer vender esles objeclos aprsenle a*
suas propostas, em caria fechada na secretaria do
conselho ns 10 horas do dia 23 do correle mez.
Sala dassesses to conselho administralivo para
foriiecimeulu doarsenal degoerraM( de abril tic
lS't.i7e;iii Jote /.amenlia Un, coronel presnleu-
le.Bernardo l'creira do Carino Jnior, VOgale
secretario.
Pela subdelesaela da freguezia da Boa-Viala
faz-se publico para conhecimouto 'le lodosas pessoa
resideules na mesma freguezia ti olliciu que se segu
do Sr. Dr. chi'fe de polica.
Secretaria ta polica de Pernambiieo l.i tle abril
de IS'ili.lllm. Sr. De eonforinidade cun asr-
deos da presidencia comillas em ullicio tic honlcm
dalado, recomiuendn a V. S. que nao d guias para
enteirameulos tle cadveres no ceuiilerio publico,
sem que Ihe* tejam apresenlaiius os1 alie-lados dos
mdicos ou facultativos dos respectivo* dislriclos.
Dos gu-rde a V. S. lllm. Sr. Dr. subdelegada
da freguezia da Boa-VisU. l.uiz Carlos tle Paira
i'eixeira.
Subdelgatela da fregaezia da Boa-Vista 20 de
abril de iNjl.O subdelegado,
Anlonio Ferreira Martius Itibeiro.
Pela subdclcsacia da freguezia da Boa-Visla se
faz publico que foram recolhidus a casa de detenejh)
por audarem fgidos o pardo Cualodio, que diz ser
escravo de Francisco do Prado, e o pelo Jos, que
diz ser escravo de Antonio Barbosa l.ima, la vi ador
do eogeoho de Jarouna ; seos seuhores comparecam
" hiato Novo-Olinda :
Djaos.
Para o uto de
Janeiro
Segu com toda a brevidade por ler grande parle
do carrcgamenio, o brigue nacional HRCULES:
para o resto da carga, passageiros e escravos a fre-
le, Irala-se com Notan &C, na ra do Trapi-
che n. 34.
O brigue nacional HERCULES promplo a
fazer viagem ao Rio de Janeiro, pracisa contratar
marinheiros nacionaes para sua tripolarjao : quem
esliver habilitado pode dirigir-so a bordo do mesuio,
ou a Nones c; C., na ra do Trapiche n. 34.
Para Macei segu al 22 do correle o brioue
brasilciro Adotpho ; para carga e passageiros, Irrita-
se na ra do Vigario n. 5, ou com o capilao Manoel
Pereira de Sa, ua praca do Commercio.
Para o Rio Grande do Norte e Assu'
sabe com mua brevidade o hiato Anglica : quem
nelle tpiizer carregar ou ir de passagem, dirija-sc a
ra da Cruz u. 13, primeiro andar.
Para a Bailia
segu com toda a brevidade, por ter mais de meia
carga a bordtr.o veleiroehem conhecido hiale nacio-
nal Amella ; para o reslo da carga Irala-se cjm o
seu consignatario Anlonio l.uiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz 11. 1.
rtiu ;i Baha
pretende nhir com muila brevidade a veleira e bem
Condecida sumaca nacional llortencia ; ja tem parte
de seu carregait.eulo promplo : para o resto Irala-se
rom o eu consign.lario Antonio l.uiz de Oliveira
Azevedo, ra da Cruz n. I. ?
Para o itio tle Janeiro
sabe com moila brevidade o bem conhecido e velei-
ro patacho tiom Je*us ; ainda recebe alsuma cirga
a frote e escravos : a tratar com o sen proprielario
llaiilniliiiiieu l.uurenco, un Irapiehe du algodao, ou
com Marlins cV Irmo, na ra da Madre de Dcos
11. 2.
iai.iaio.
O palhabole nVenus segu no dia 2ti do crren-
le ; para o reslu da car^a Iraia-se com Castao Cy-
neo ila C. M. ao lado do Corpo Santo u. 2*i.
Sabe iniprelerivelmenle al o da 30doeorren-
le o berganliir. nacional Despique de llciri/.o, eapi-
lo Manoel Marques Crrela ; para alguma car^a
iiiiu 1.1 tiu encommeudas, Irata-se no esrriplorto do
Sr. Manoel Joaquim Hamos c Silva, ou com o capi-
tn ua prac*.
Itcccbc alsuma carga o brigue nacional Flor
du Itio que segu em poucus das por ter prompla
boa parle da carga. O mesmo navio precisa para a
triplatelo marinheiros nacionaes, os quaes engaja
a soldadas vanlajo*as. Trala-se para carga e escra-
vos a frele un escriplorin dos consignatarios, ra da
Cruz n. 19 1." andar.
Para a Babia segu em poneos dias o velleiro
hiala nacional Castro por ja ler parlo de sua carira
prompla, par o reslo Irala-se com seu COOSignaUf-
rio Domingos Alves Malheu*, 111 ra ila Cruz ."!.
MtM.
O agente Borja faro Icilrio em seu aruiazem,
ua run do Collegio, qmrla-feira 21 do eorrente, de
um cmplelo sorlitueiilo tic obras de marciueria no-
vas o usadas, 2 ricos pianos tle jacaraadn modernis-
simos, v.rias obras tle ouro o piala, reloutos para
llgibeira, va-os o enfeiles de porccllana, OPlimos la-
N; na da Aurora,loja
de fiinileiro do Sr. Sebas-
!ao Marques dr. Nasci-
metito, vendeni-se bilhetes
e cautelas da tereeira par-
le da quarta lotera dn
Gymnafdo, a qual corre i-
f Nivel em 50 do crlen-
te: os premios sio iiagos
I 'O
se 111 (leseo; 1 (o
Lotera do Gvm-
nasio Peroani-
bueano.
Aos 4 000, 2:000s c 1 000 000 is.
O abaiv.o assignado tem etposto venda, as
lojas docoslume, aos prejos abaixo, os seus bi-
lhetes, meios e guarios da presente loleiia, a qual
tem o sou infallivel andamento iruarta-feira 30 do
eorrente, em o consisloria ila igreja tle Nossa Se-
nhora do l.ivramento. 0 mesmo abaixo assig-
nado se responsabilisa a pagar por inleiro, sem
descont algam toda e qualquer sorie que por in-
leiro obienham seus billieles, vendidos com sua ru-
brica.
Bilhetes fcsOO Becebe por inleiro :O0Uj00O
Meios -JsllMI b i) 11 0008000
Quarlos 19300 a 1:0009000
Declara mais que paga indistincianientc toda o
qualquer son, logo que lenha sabido a lisia ge-
ral, em seu escriplorio, ra lo Collegio n. 21,
primeiro andar, das 9 horas s 3 da larde, dias
uieis. Antonio Jos Rodrigues de Souza
JtMtor.
Precisa-se de um criado que d fiador a sua
conducta ; na ra do Cabuga, loja n. II.
Aluga-se urna prela que sabe cnzinhar o dia-
rio de unta easa, lava, encomma alguma roosa e
vende ua ra : quem precisar dirija-se a ra Direi-
la, sobrado n. 0.
D. Thomasia de Aihavde Alhuquerque Helio
avisa aos pas de suas alumuas qtiemU'lou sua re-
sidencia da ra do Brtngel 11.... para a das Cruzcs
n. 'ti.e que navamenle abri sua escolla, que esle-
ve interrumpida por motive da epidemia. Declara
que pode ainda receber oolras alumnas, internas ou
alternas, com cuja educarlo pruuielle desvellar-ss
o mais possivel.
No dia J'i, as 11 horas, na sala da* audiencias,
tlepois de linda a do Sr. Dr, juiz de ausentes, se ha
de arreuial.tr a e*crava Busa, perlencenlc a lieranca
acento dos tinados francisco e Therez..
!'. J. Kegallo Braga vai a Portugal tral.r de
sua saude e deixa por seus procuradores, em pri-
meiro luaar sua mulher Custodia Maria da Silva
lira :a, fin efundo n .sr. Aulonin l.ope* Pereira de
Mello, em lerceiro o Sr. Manoel Jos l.eile ; e dei-
la para reser a loja debaixo tas nnieas dos raes-
inos seuhores no Sr. Mximo Jos de Andradc por
ler lo las n* habililaoes de dosempenbar a sua arte,
alim da Iralar e servir hem a todos o* freguezes, (al-
vez felhor do que o proprin dono.
Joan Piulo da Costa l.ima, nao padentln tle*-
pe-lir-se de lodos r.s seus amigos pola lopidei tle sua
viagem para o Kio tle Janeiro uo vapor D. Pedro
II, o faz plo prsenle, pe lindo desculpa deta fal-
la involuntaria, e ollereceudo seu diminuto p'csliin.i
naquella cidade para onde o deslino o leva.
Na ra de Sania Blia 11. fj ha quem se encar-
regue de mandar lavar e engommar com aceio e
protnptidao.
Precisa-se de um rapaz potingues, de idade de
10 a tS anuos, pan cai&eiro tle uina taberna, que
de fiador de sua conduela : quem pretender, dirija-
se a ruados Pires, taberna da calcada alia.
Precisa-se alus&r uina ama forra ou escrava
para o servico de urna casa de pouca familia : na ra
de Apollo, sobrado 11 0.
Aloga-se orna sala e um quarlo do primeiro
andar do sobrado da ra tle Apollo n. ti: a Iralar uo
mesmo, ou na ra do Trapiche, arraazem n. 10.
'o e bolacha.
A snliaa padaria da ra das Larangeiras 11. -Js.
esla Iralialhaiido novamenU e fa/.endo pao e bolacha
de excelleute familia, e como so quetn nella Iraba-
llia he ^enle livre, esles gneros >.lo manipulados
Preci-a-se de um ou mais ohciaes de alfaiate :
na ra do Vinario, loja n. 15.
leruando l.uccj A; Compauhia declaram que
Antonio Jos da Cunha Guimares deixou de ser seu
caiieiro.
l'recisa-se de urna senhora compelenlcmenle
habilitada, para ensiuar priir.eiras letras e cosluras
de qualquer qualidade e msica a cinco meninas lo-
ra ta praca em distancia tle nove leguas, preferin-
do-se petaos que nao lenha familia pesada : a tratar
na ra larga ou llosario 11. :!!'.
Aluga-se o segundo andar dn sobrado n. 6 da
i'rara da Boa-Visla : a Iralar na botica do dilo so-
brado ou na ra ll-lla n. :I0.
IBMANDADE DO DIVIKQ ESPIIUTO SANTO.
A mesa regedora da irmandade do Divino Espirilo
Snito convencida da dedicarlo bein conhecida dos
irmloa, tjue compdcm as commisses nos diversos
bairros desla cidade, roga-lhes que empenhem suas
lorias na misslo que lio. foi confiada, ; ara o fim do
promplo indamenlo das nbr.s da igreja, que n.lo
couvem serem tlemoradas, antea devem ser feitas e
concluidas o mais breve possivel, para que se lome
mais elegante e mageslosu o templo em que esl.i o
mesmo Divino Espirito Santo A mesma mesa abai-
xo transcreve o contrato que acaba de fazer com o
mestre estucador, para conhecimenlo de todos os ir-
maos.
Contrato. Nns abaiio assiguados lemos juslo e
contratado a obra que se vai fazer na isreja do Di-
vino Espirilo Sanio, de orna parle os mcarins da
referida irmandade, representada pelos 11 uwios que
compoem a commissao desuada para as obras, eda
oulra parle o mestre estucador Jos Aulonio Alves
Neiva, debaiio las eondicoes seguinles :
Artigo 1. O lecto da igreja e coro sero todo es-
tucados, conforme o dezenho apresenlado e approva-
do pela commissao, procedendu o mestre estucador
primeirameute ao relelhamenlo do edificio.
Art. 3.a As cornijas meslras ser.10 confeiladas com
emblemas proprius do logar, e ns paredes do inte-
rior do corpo da igreja serao picadas, limpas e es-
tucadas.
Arl. 3.n Pica obrigado o raeslre estucador a em-
pregar a melhor matleira de louro possivel, como
forro e assoalho, e nios travessas da melhor quali-
dade e grossura, cal branca de Jagnaribe, areia dos
Apipucos isenla de partcula- salitrosas, agua do
chafarla, gesso de primeira qualidade ; a mao de
obra ser o mais bem execulada, podendo haver al-
guma alteraran, se as partes cunlralaules o julgarem
conveniente.
Arl. Devara fiear prompla esla obra dentro de
doze meze*, a contar da assigualura t'.o prsenle con-
trato, salvo se o mestre estucador se vir forjado a
parar pelo atraso ila edilicacao do coro, do contra-
rio pagar uina mulla de quindenios mil ris, caso
no prelixo lempo uilo liver coucluidn a* obras.
Arl. 5. O meslre estucador lira responsavel pela
conservarlo das obras, por espaco de dn-e mezes, a
contar do da em que a commitaao as receber por a-
cabada-, e se nosle periodo .diurna ruina mostra-
ren!, lira elle obligado, a repara-las a sua cosa.
Arl. fi." O meslre estucador perceber por toda a
mao de obra e maleriaes a qtiaulia de 4:0005000, a
qual quanlia recebera em i preslacftes, cada urna de
I : i.m'- mci. s saber : a primeira na tlala tle hoje, a
segunda quandu o ledo grande esliver ebeio com a
primeira mao le estoque, a lerceira quande descer o
.milime grande,a quarla 30 da- depois de acabada a
obra, ena falla pagara irmandade a multa le 500^.
Arl. 7. O prazo de um anuo que menciona 0 arl.
i.' he contado sement pelos dias ulets, nSo po leudo
a obra ser inlerrompida por aclos le-livos ou fne-
bres na mesma igreja, por maior espaco de 30 dias
ulcis denlru dn auno, sendo u meslre estucador avi-
sado no tila antecedente a esses actos se bouverem,
para prevenir os oOieiaes.
Arl. 8. A corqmissao da irmandade lera o direito
de inspeccionaros materiaes que tiverem de ser em-
pregadosna obra e bem a-nm a mesma obra, e o es-
tucador deverii alleiuler as suas rerlamscocs, caso esle
se furle ao empreg de materiaes de primeira qua-
lidade Meara snjeilo a mulla de 500?.
Artigo nico. Esle contrato tem a forca tle escri-
plura publici 00 de scnlencn que pasean em julgado
pelo valor de 4:00u>00 que as parle* .contraanles
Ihe dilo, e por assim termos tratado asignamos dous
du mesmo Iheor, que s por elles nos obrigamo* fiel-
mente a. cumplir u que nelle se conlm. Recite de
Pernamboco 19 de abril de 1856.Anlonio Ramos,
juiz.Antonio Jos Dia*. Ihesoureirn.Anlonio de
Souza Pavohde, Jos Antonio Alves Neiva, estu-
cador.
Recebi do Sr. Antonio llamos, juiz da irmandade
do Divino Espirito Santo, a quanlia de 1:000?OUO
pela primeira preslacio da obra que eslou fazcudo de
estoque na igreja da mesma irmandade, pelo valor
de 4:0009000. Recife 19 tle abril de 1856. Jos
Anlonio Alves Neiva.
l'rederico llanson faz ver ao pul-lien, que abri
do novo uina cocheira na ra da liuia n. t, para tra-
lameulo de cavallos; os senhores negociantes e todas
as pe**oas que tle seu presumo se quizeram utilisir,
daiido-lhc a preferencia, promelte bom zello e cui-
dado do que se eucarregs.
RA LARGA DO ROSARIO,
antiga ra doa Quarteis.
J.PRADINES.
OTILEIR0-ARMEIR0.
Tem a honra de fazer sciente ao respettavel pu-
blico e principalmente a seus freguezes, que elle
abri de novo sua olHcina, e que sa acba prompto
para qualquer misler de sua proGssao, e que faz as
amolacocs todos os dias.
* Aproveila essa occasio para previnir s pessoas
quedeixaram Ihesouras, navalhas e oulxos objec-
los para amolareconcertar, aleo fim de dezembro
tle 1855, que os veuham buscar quanlo antes, se-
an serao vendidos para a paga dos ditos concertos.
De hojecm diante nao ficaro os objeclos para
concertar ou amolar mais de dous mezes, porque
passadn esse tempo, serao vendidos para paga do
rabalho.
I YIMIO E OPIATO ANTI-CHO- S
LERICO S
DO
DR. ANTONES 1
Estes dous medicamentos conhecidos por 9
eus grandes resultados, no tralamenlo do
CHOLERA, veudem-se, acompanhados da
O) Neves, roa da Cruz n. 50.
5 Preco de 2 vidros e 1 folhelo 39000,
9 1 caixa 759OOO.
de
9
i
Attenyo.
Quem liver e qui/.er arrendar um silio perlo da
cidade de Olinda, o qual lenha boa agua, baixa para
capim, e commodos para 5 ou 6 bois, annoneie para
ser procarado, 00 eoteoda-se com o Sr. Dr. Joao
l.ins Cavalcanli de Alhuquerque, na cidade do Reci-
l'e. 011 com Jeronymo de Albuquerqoe Mello, no seu
eugeiiho Ramos, em Pao d'Alho. Adverle-se qoe,
se o sitio for junto a estrada que vai de Olinda para
o n .re sera preferido, e paga-se mais do que valer.

ROB LAFFECTEUR.
O nico autoritadu por decitao do conselho real e
decreto imperial.
Os mdicos doshospilaesrecommendam o A.Tobe
de l.affecteur, como sendo o nico autorisada pelo
goveruo, e pela real sociedade de medicina. Este
medicamento tl'um gosto agradavel, e fcil a tomar
em secreto, esla em uso na marinha real desde mais
de 60 .1 mu-; cura radicalmente em pouco tempo
com pouca despeza, sem mercurio, as all'eccea da
pclle, impiogeus, asconsequeocias das sarnas, ulce-
ra-, e os accidentes dos partos, da idade critica, e
da acrimonia hereditaria dos humores; coovm aos
calorrhos, a beiiga, as con trac enes, o i fraqoeza
dos o -ao-, procedida do abuso das injecc&es ou de
sondas. Como anti-syphililico, o arrobe cura em
pouco lempo os fluxos rcenles ou rebeldes, que vol-
veu incessantes em consequencia do emprego da
copahiba, da cubeba, ou das injet ee* que repre-
seulein o virus sem neulralisa-lo. O arrobe l.af-
feeleur he espccialmeute recommendado contra as
lenlas inveteradas ou rebeldes ao mercurio e ao
iodureto de polassio.Lisboa.Vende-so na boti-
ca de Karral e de Antonio Feliciano Alves de Aze-
vedo. praca de II. Pedro 11. 88, onde acaba de che-
gar urna grande mi c.o de garrafas grandes e pe-
quenas viudas directamenle de Paris, de casa do
dito Buvveau-I.airecleur 13, ra Riclieo Paris.
Os formularios dao-sc gratis em casa do agente Sil-
va, na praca de D. Pedro n. 82. Porto, Joaquim
Araujo ; Baha, Lima & Ironas ; Pernambuco,
Soom; Rio de Janeiro, Rocha A; l'ilhos ; e Morei-
ra, loja de drogas ; Villa Nova, Joao Pereira de
llgales l.eile ; Kio Crande, Francisco de Paula
Coulu V,- C"
REMEDIO 1MC0MPARVEL.
PLELAS HOLLWAY
Este inestimavelespecifico, composlo iuleiramen-
le de lierva- niL'Juin io-, uau conlem mercurio, tem
alguma oulra substancia deleclerea. Benigno i mais
leura infaucia, e a compleicAo mais delicada, he
igualmente prompto e seguro para desarraigar o mal
ua compleicSo mais robusta ; lis ititeiramente inno-
ccnle em suas operaces e efleitos ; pois busca e re-
move as doeu^as de qualquer especie e grao, por
mais antigs e leuates que sejam.
Eulre militares da pessoasj.curadas com [esle re-
medio, muilas que ja eslavam as portas da morle,
preservando em seu uso, conseguiram recobrar [a
saude e forcas, depois de haver tentado intilmente
tudos os outros remedios.
As mais afilelas nAo devem cnlregar-se a desespe-
racao ; facam um cumpelenle ensato dos ellica/.cs
efl'eilos desla assombrosa medicina, e prestes recu-
peraraoo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio para
qualquer das seguinlesenfermidades:
Vccidcnlcsepileplicos.
Alporcas.
Ampolas.
Aretas .mald'J.
Asinina.
Clicas.
Convulses.
Dchilidade ou extenua-
ban.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Dcsiuleria.
Dor de garganta.
de barriga.
a nos rin*.
Dureza 110 venlrc.
Eufermidades no ligado.
11 venreas.
Enxaqueca.
Ervsipela.
Pebres biliosas.
intermitientes.
peles coloridos .ara sala e diversas qui'.qiiiilicri.is, :(:"'" "laior l'v'feicao a liinpeza possiveis.
ele. ; assim Como tatubem ir a leilo sem imite,
urna giiiiiile porcao de lixa de xidro a melhor que
(em a.i'il-i no mercado, ao meio dia em pouto.
O agente toberis fara leililo, por ordum do
eommnndaole do vapor Mrquez de Olinda, oau-
fr.'.gado na Coala de tioianna. e por cunta e risco de
quem penenrer, com a linenca dos ninas. Srs. ins-
pector da alfandega e adminisUador do eunsolado
geral desla ptovinria, de corea de 2,050 courus sal-
vados do mesmo vapor ; quarla-feira 23 do eorren-
te ao meio dia, no armasen] do Sr. liuerra del'ronle
do trapiche do alaodao.
O agente lioija, por aulurisaefio do lllm. Sr.
Dr. juiz de orphaos, conforme o seu despacho pro-
Joaqoim de Azevedo Our, subdito poriuguez,
reiira-so para Portugal.
O abaixo a-signad 1 avisa ao publico que nin-
guno contrata venda nein hypolheoa com a casalor
rea sila na riia da ConceicAo ila Boa-Vista 11. 7, vis-
to que -na iiiiilher lem parle ua dila casa, itecife
^1 de tbril de ISVi.Manoel Moreira de Mello.
Anlonio dos Sanios, subjilo poriuguez, reti-
ra-se tara Porlugal.
a ra dw Moeda n. 35, cosinha-ae tari dir
com tn la a i'erleicao c limpeza : qnon precisar, di-
rija-se a mesma tasa, que achara com quem trillar.
Joan Jos tle Caivalhn Mnraes faz *cienle me
1101 assim Ihe ronvir. deixou de ser sen raixtiro An-
O Sr. A. A. It. baja de dirigir-se a ra Nova,
n. 55. a negocio tle seu iulercsse.
Feriaran da ron da Calabsucp urna cabrinha
[bicho] de seis a oilo mezes, tle cor amarella escura,
tendo ns cosas e pcriia* quasi pretas, e suppe-se
o haver sido para o lado do Carino, 011 Mundo-No-
vo, por onde an lava : a pessoa, que indicar quem
furlou-a, lera urna larga gratilicacao, pois que se fa-
zem csforcais para descobrir-se o ladrAo, que se sus-
peila ser um individuo j a isto avesado, e cuar-
dar-se-ha -egredo acerca de qoalqoer inlormaclo.
Na ra Nova, 11. II, primeiro andar.
A 17 de selembro tle 1852 pelo juizo do eivel,
escrivSo Santos, foi adjudicada por senlenr a an-
niinciaule Anua Maria de .Molina a parle da casa n.
15, na ra Imperial, pertenceute a Cunalo Fran-
cisco Marlins, na evocue.io qoe pelo mesmo juizo e
cartnrio Ihe moveu a annuucianle, cuja parle adju-
dicada permuluu com Manoel J. Ferreira de Cusilo
o -111 mulher pela casan. 51 na mesma ra Imperial,
labelliAo Sa, c porque nada dava, e se ache a referi-
da easa sem ouus ou hypolheea alguma, faz o pre.
senle.
31 e7 Acaba tle publicar-se o nova Mez de Maria ou o
Me/ Oe Maio, consagrado 11 gloria da M;i de Dos,
nova ediecs.0, ornada de vinhelas c bella encaderna-
^ilo : vende-se a 1-T280 na livraria de J. Nogueira
de Souza defronle do arco de Sanio Antonio.
Francisco Carneiro Machado Rios, lendo-se
mutlatlo tlti seu sitio nos A fugados para a praca, e
o podendo despcdir-se do lodos os seus amigos e
mais pessoas tle seu eonliecimenlo pelo seu mo esta-
llo le saude, pede aos mesmos que o desculpem des-
la falla involuntaria, c Ibes olTerece o seu pouco
presumo em qualquer parle onde se adiar.
Precisa-se alugar uina preta captiva ou forra
para o servieo de nina casa, prefere.se urna que sai-
h. engommar: a pessoa que liver ou quizer sojeilar-
se, diriga-se a ra Vaina, casa n. 2li, 011 annuncic a
sua morada para ser procurada.
-D.o-se 5003 reis a juros com peuhores tle ouro,ele.,
na riia eslreita do llosario, 11. 7, se dir quem da.
Acua-ae tratada a compra da loja de calcado
da ra do l.ivramento o. X! dos Srs. Lopes .v. Alean- OS compradores satisfeilOS.
tara, livre c drsemharacada, o que se fas sciente
para conhecimenlo dos inlerc-sados.
Precisa-se um ou dous amassadores para iada-
ria: qoem esliver as circumslanea*, dirija-se a na
larga do Rosario, 11. I"-, que achara com quem
tratar.
Febre (oda especie.
Cola.
Ilcmorrhoidas.
llydropisia.
Ictericia,
ludigestes.
Inflammaces.
frregularidade damens-
Iruacilo.
Lombrigas de lodaespc-
ci.
Mal-de-pedra.
Manchas na culis.
Obslruc^ao de venlrc.
Phlisicaou coosumpco
pulmonar.
Kelencao d'ourina.
Rlteumalismo.
S) mplomaa secundarios.
Temores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo (mal.)
Vendcm-se eslas pilulas no eslabelecimeuto gera|
de Londres, n. 211, Slrand, e ua loja de lodos os
boticarios, droguistas e o ti iras pesoasencarregadas
de sua venda em tuda a America do Sul, liavana e
llespanha.
Vende-se as bocrlinhas a SOO rs. Cada urna del 1,1
conlem urna inslrucjao em poriuguez para explicar
o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral be em casa do Sr. Soom phar-
maceulico, na ra da Cruz u. 22, em> Pernam
P9TASSA E C4L YIRGEI.
No anti;o e j bem conbecido deposito da ra da
Cadeia do Recife, escriplorio 11. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dila do Rio
do Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ftcarao
fondo em requerimt'iito do lest.imouleiro e invena I tonto Joaquim de ilnlu desde o dia 2i) de eorrente
1 lana dos lien* deixatlos telo fallecido leiifiilo coro
nel Pe lio Jos Carueiro Al niln o. Tara leil.io tos
movis t|uo pcrleeeiam ao tillo fallecido, eonsisndu
li'uma ptima mobilia laiasala, inclusive dous ricos
espelhos grandes divi rsas obras de prala, um pti-
mo fardamento completo rooito novo, varias obras
de marcinera para salas de jantar, gabinete, ele. np-
I
mez.
l.uiz .los de Sa Araujo, na ra do lirunt n.
21, lem para vender :lt> pipas novas de Lisboa, que
servem para deposito de agurdenle, arcos tle pipa e
de harnea cltegados ollimaineule, vimes, ele, ludo
por pteco razoavel.
Roga-se as autoridades competentes se dig-
rellios de louca fina para jantar e almoco, vulrosj ncm embaracar a viagem de Anlonio Francisco da
de varias quali ladea para servico de me-a, lalheres Cunlia para qualquer |iurlu do imperio ou tora del-
urso de
neez
itdos do
pai;! os v\ i!
foilenio dfi* ules.
O IIACIIAKF.I. WIIIU VIO, eonlinaantlo alec-
cionar em liauco/, lem de altrlr tara o* que preleu-
dereni examiuar--e no collegio ^.\-. arle-, um curso
da mesma liiigua. n qual lera principio em maio
prolimo vindouro ; e eompromelte-se a habilitar
para o re-perlivo exame ntt lim do anuo o* que io-
n-a aasidnos c eoidadesoa nease rapare de lempo,
nediaue somante o Honorario de 2(i?noo pago
:'
N|l>ttc^a^*ttMMf
\ elas stearinas, podras de marmore para
? mesas, pajicl de peso inglez, papel de em-
8 I millo, oleo de linbaea em botijas, chico-
- para carro, pianos de armario, lona e
brim de vclla, lemcnlo romano, armainen-
5 to de lodas as qualidade.*, cabos de li-
.' nlin e tle manilba, pi\e da Succia, cham-
| pagna e vinboa linos do Rbeno: vendem-se
j no armazem du C J. Aslley & C. .ruada
ia Cadeia n. 21. 9
99999*999 1-MMNttMM
Pede-se a quem liver ou souber de algom me-
nino de ambos os sexos, nrphaode pai o mai, na fre-
guezia de S. Jo-t-desla cidade, que vi delatar ao res-
pectivo parodio.
O abaixo assignado roja as pessoas que Iba es-
13o de vnolo conla- antigs, que Ihe venham salis-



3

tle inarliin eoulro* muitos objeclos que fora impos-
sivel mencioiia-los, os quae* se acbam cxposlos no
armazem do agente aiinuncianle, na ra do Collegio
n. 15, onde lera lugar o leilao, quinfa-ieira 2i do
correle, as II horas ila maoilSa,
O agente Oliveira faro leilao, ior despacho do
le, visto o mesmo Sr. i.'.unlia oslar processado e ati-
ancado, e ter oltrigaees de grande imporlancia
comprir nesta cidade.
Precia-se alugar uina escrava que soja fiel
para vender le laboleiro, paga-se bem agradando :
a tratar na roa da Madiede Dos n. lili. Na mesma
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, exarado j cas* vende-se cera amarella por prec.o commodo.
em ifqui'i iiiionio de llenrique Brunu i\ Companhia Precisa-se de um caixeiro que lenha ortica de
na qualidade de curadores fiscaes da massa fallida servir em holel, e que de fiador de sua conducta : ua
de Joaquim Jos de Fariai Machado, das fazendas a I ra da Cruz n. 10.
abertura -io referido rur*o, cnia malricula ser fe-1 fazer seus dbitos at a lim do eorrente mez. Ma-
noel Moreira da Cosa Duro.
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro do
Srs. Azevedo t-V Burgas, desle 17 do correle, e a-
eradece o bom Iralamenlo que recebeu, eom espe-
cialidade lo Sr. Azevedo e sua familia, durante o
lempo que eslevu em sua casa. Jos Moreira
Santos.
cliaila no ultimo leste mez. Pude ser procurado na
mana Canillita do Carino n. 19, legando andar, das
! Iioras da tar le em diante.
l'recisa-se de urna ama de lciie que soja sa-
dia elenba-o bom, paga-se 109000 rs. mensaes e
mais al;;um interesse no caso de agradar : no atar-
eo da Boa-Vista 11. 39, segundo andar o gratifica-
se a quem der noticia de alguma anta, ou a levar
a casa cima.
MUTCADry
ILEGIVEL
Precisa-se alogar om moleque, 011 preto, para
servir a urna casa estrangeira, paga-se bem-traa-
se na ra do Trapiche, u. 38, seguudo andar.


Tcrceira edi-po.
Httii m nmnm qbibt fei 23 u bhil 01 isse
Preservativo e curativo
DO CHOLER-MGRBUS.
PELOS DRS.
einslrucc..lo aupovuparasepodercurar.lesiaeniermidade, administrndoos reuiediurinais ellicazes
paraalalha-la.emquanlo serecorreaonedico.ou nesmoparacura-laiiidapeiidenledeslenios lu'ares
"traduzido em portuguez pelo dr. p. a. lobo moscozo.
Esles doos opsculos eontm as i ndiac,6es mais claras e precisas, e pela sua simples e concisa expsi-
to eelaaoalcaoce de todas asinlelligencias, nSo.o pelo que diz respeilo aos meios curativos como prin-
cipalmente a..s preservativos que lemdado os mais salisfactoriosresnllados em toda a parle en! que
elles tem sido poslos cm pratici.
Sendootratamenlohomeopathiroo nnicoque tem dado graodesresulladosnocuralivodesta lioru-
velenrermid.de, uleamosa proposito -
la. para dest'arte facilitar a sua leilnr.i
lraaqem7E?oredoOUfraZ",,nlOS *ea>M WMK- >esdej recebe proposlas para contratos de nWet-
AVISO
aos nogocianies cid madeiras e outros iireton-
dcntes.
lieferindo-se a seus annuncios do me/, de se-
leniuro do anno passado, a respeilo de cntralos de
madeiras para a estrada de ferro do Recife M Rio
de S. Francisco, o empreileiro da dita estrada Ge-
orge Furness, pelo prsenle avisa aos negociadles
em madeiras e quem mais possa interessar, que
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov n.52, por 29000. Vend
ledicamentos precisos e bolicas de 12 tubos com um frasco de lindura lSj,' uma dila de
os med
quitre e 2 frascos de tintura rs. 259000.
em-se lambem
30 tubos com
MU U!
1 rCDIt.YS
'y._ '--
np v-h
PRECIOSAS- fc
Sj Aderemos de brilhaotes, i*
2 diamantes e perolas, pul- J
% reir-, alfnetes, brincos &
jjj e roletas, hotoes e anueis *
5 de difierentes gostos ede *
diversas pedras de valor. M
S Compram, vendem ou *
jj[ Irocam prata, ouro, bri- J
$ Ihantes.diamantesepero- |;
jg las, e outras quaesquer 5S
g joiasde valor, a dinheiro 8
'4 uu por obras. \
liTlIHilllllHllllllllll in i *>:?*: .
I0REIR & DUARTE.
LOJA DI 01 IliVKS
Rua do Cabuga n. 7.
Rece-wti. por lo-
dosos vapresela Eu-
ropa as obras domis
moderno gosto, tan-
to de Frang como
-
, Adereros completos de
- ouro, ineiosditos, pulcci-
'*:
lasquadradas dequalidades maisduradonras e das
dimenses seguintes : 15, 12, 9 o 6 Delegadas de
grossura, e de 10 a 30 ps de comprimenio, ludo
medida ingleza.
Tambem se recebe amostras de dormenies (sleo-
pers) das seguintes dimensocs e formas, (medida
ingleza).
OCHO KPRATA-
Ade
ras, allincles, brincos e *
rozetas, cordes, trance- ''
lins, medallias, corrente .i
e enfeites par reluci, e
outros muilos objeclos de
ouro.
Apparelhos completos, i
de prata, para cha, han- *
dejas, salvas, casliraes,
colheres de sopa edech, ?.
e muilos outros objeclos i
de prata.
>>.*+:* + #'*'*;< :*'.:
H-wJ"

12 polesadas.

te
Na ra Direila n. 13, existe ama rmelo pro-
pria para qualquer negocio, p.ra vender, e aluca e
a lo;a onde esla a dila armacao, va c acaha,.
cs.es das tratare na ra di l.mamenlo ;n
luja de calcado. '''
Vendem-se sacias com felpo bichado, pronrio
Veudc-se marroquim a lito e 183000 rs a A
& n .':,,e a ,owo tvw ***&
VENDBM-SE
T&mS 'Tl^"";3 ,m""li0' medid, grande
Sh&TjT feC',ar C"laS : "a rUa ,l0Amo-
No escriptorio de Domingos Alvos Mal
M para vender por preces mdicos, o segninte:
Ricos eelegantes pianos.
Bezerros engraxados.
Coxtns delinho para moniaria.
aspadas para officiaetda guarda nacional,
nannos superiores,
Farinha de mandioca em saccasde ulqueire.
Baeulha de alhodo.
leus,
de Lisboa, asquaesse vendem por
pve^o eommodo como eos! umam.
REPERTORIO DO XEDICt
HOMEOPTHA.
LXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
Roubo.
O abaixo assignado promelle gratificar genero-
npnln nc Vnc .-..l:-:-_- _______
c posto em ordem alphahelica, com a descripc.o smenle os Srs. relojoeiros, ourives, inspectores
&*K e lod"?as "o'eaiiis, a indicaeflo phjsi*- de quarleirao ou oulra qualquer pessoa, que po-
lolea e therapeulica de lodos os medicanienlos ho-; Har javnllrir ,,,.., V
roeopalbicos, seu lempo de accilo e concordancia. ^r de^obrlr <> roubo fe.lo em sua casa, na noite
seguido de um diccionario da signilicajao de todos d d corrente, na travessa da Madre de Dos,
os termos de medicina e cirurgia, t posto ao alcance de I caixa coberla, sendo esta ra/a por baixo e ovada
1 por cima, esmaltado de ambos os lados com vivos
de azul e branco, sobre o mesmo esmalte urna cr-
reme de ouro inglez (mas nao das modernas) de
elos miudinhos e lapidados, com o encadeado mul-
to unido, c mais um chave de ouro de frmalo
grande e oilavada, mas iuulilisada para dar corda
por estar quebrada na pona : por isso recommen-
daa pessoa que algum desles objec/os descobrir,
annuncie para ser procurado, ou dirija-se ao an-
nunciante, na mesma travessa n. 18, para ser gra-
tihcado. Joaquim Amonio Goncalves da Racha.
Iijstnicca. moral e re i-
Esle compendio de historia sagrada, que foi ap-
, provado para inslruccao primaria, lendo-se vendi-
do antes da approvaco a 1C00 rs., passa a ser
vendido a ISoOO: na livraria ns. 6 e 8, da preea
da Independencia.
das petsoas do povo, pelo
DR, A. J. DE MELLO 10RAES.
Os Srs. assignanle>a)odem mandar buscaros seu
etemplares, assimeomo quem quizer comprar.
A MEOPATHIA E 0
IIIOLKliA
nico tratamento preservativo
curativo do cliolera-morbus,
i PELO DOTOR
(^Sabino Olegario Ludgero Pinho W)
Segunda edicrao. %
.A. benevolencia com qu foi arolhida pe- W
lo publico primeira edicto deste opus- (
culo, esgntada no curto esparo de dous me- f^
6
i
IM |*u|l> .1.1.1-
e 9 ps inglezes de comprimento.
Cada proposla deve ser acompanhada dos Domes
por extenso dos preiendentas, c a quanlidade de
madeiras que poder contratar,
O preco dos dormenies deve sor espulodo por
cada mil, e dovem ser entregues em qualquer lu-
gar da estrado, desde o Recife ale a villa do Cabo,
conforme as ordens do empreileiro.
Adverle-so que os prelendentes devem dar urna
garanlia compleme em como podom cumprir com
os seus contratos.
Para outras informaces podem os prclendemas
dirigir-so a roa do Trapiche n. 12, segundo an-
dar, escriptorio de George Furness.
IjOUO
tt
i
19 *** nos induzio a reimpressao
?? Cirleiras completas para o Irala-
f| ment do cholera e de muitas ou-
(% "as molestias, a..........30*000
r a/^SS car,eiras..........I6JO0O
(^ Os mnlicamentos sao osmelliores possiveia.
O Consullorio central homeopalhiro, ra
oaSaatta Amaro iMuwlo-Movo n. t.
CASA DOSfEXPOSTOS.
l'recisa-se deamai para amamenlar enancas na
casa dos exposlos : a pessoa que a isso se quera de-
dicar, tendeas habilitaces necessarias, dirija-se a
mesma, no peleo do Paraizo, que abi achara cora
quem tratar.
AKRENDAMENTO.
A loja e manan da casa n. SS da ra da Cadtia
do Recife junio ao arco da ConcenAo. acha-se detoc-
copada, e arrenda-se para qualquer estbbclecimtnto
em ponto grande, para o qual tem commodos sufli-
cienles : os prelendentes entender-se-hao com JoSo
Ntpoinocena Barroso, uo segundo audar da casa o.
o7, na mesma ra.
PUBLICAQAO' LITTERARtA.
i Repertorio juridico.
Bala poblicacao ser sem duvida de ulilidide aos
principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
do Toro, pois nella encontrado por ordem alphabe-
lica as principaes e mais freqoeoles ocrurrencias ci-
vis, orphanolo^icas, commerciaes e ecclusiaslicas do
nosso foro, cbm as remissoes das ordenacoes, leis,
avisos e reeodamenlos por qoe se rege o"Brasil, e
bera assim resolntes dos Praxislas amigos e moder-
nos em que se firmara. Conlm semelhaulemenle
as deeisoes das (ueiloes sobre sizas, sellos, velhos e
novns d.reiloj e deaimas, sera o Irabalho de recorrer
pequeo sitio peno
collecco de
r de dona vo
primeirosaliii
livros n 6 e
nitores subscr
Pernarabuco,
na loja de liv
tieiro, na livqari
Conslituirao
. Os se-
ptoresdesla poblicacao existentes em
podem procurar o primeiro volume
os cima mencionada : no Itio de Ja-
do Sr. Paula riln. praca da
no Haranhio, casa do Sr. Joquim
Marque. K.idi igues; c no Cear, caa do Sr. J. J-
se de Ohvcira
l'iecisa-se alugar um
desia cidade, o qual lenlia lu;ar para guardar um
cavallo, e que nao seja prximo a charco ou agua
eslagnada, e se ti ver casa assobradada mellior ser
na livraria ns. 6e8, da praca da Independencia'.
3e-'.j, ; .5.; i a, ijaa: #, |f>#aMifjMjtai
H J. JANE, DENTISTA,
continua a residir na ra Nova u. 19, primei- a
a> ro ailar.
ua S ?Sa d re,ide,'oia do l)r. I.oureiro, na rua
da Saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de una
n''.ii! f* rra,qucu, '"6a comsigo o fillio,
que tiver, de peito. '
Precisa-se de um feilor bom hortelo : quem
esliver nesle caso, dirija-se a Cruz de Almas ao col-
legioda Conceicao ; all tambem se precisa de um
cr.ado que saiba comprar, e d fiador a sua conducta.
A directora docollegio da Conceico na Cruz
ae Almas, participa as Tamilias que se linham pro-
posto antes da invasao nesta cidade do cholera, de
mandar meninas para aquelle collegio, que o podem
desde agora fazer, poi. esla reolvida a recebe-lis,
por confiar na protaegte da divina p.trona do men-
cionado collegio.alC hoje ao abrigo daquelle llagello.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por se-
dulas : na rua do Trapiche n. 40, segundo andar.
>ecessita-se de duas pessoas para o serviro in-
lf mo de urna casa eslrangeira, urna que coz'nhe e
ime c oulr. que emenda de coslura : na rua
n. 17.
nossas leis avisos avulsos. Consta-
da praca da Independencia.
BRANDAD VARETAS;
::,: ALERTA! ^
X Sao chegados praca da Independen- 5w
^ cian. 4 esles apreciaveis charutos; sua *?
'.y ptima qualidade e nunca saboreado gos- $3
j to os lornam recommendaveis. Ha ja $S
-.? bastante lempo que nao apparece lao ~';
;'j boa fazenda, sen diminuto preco anda v.!j
2 mais anima; quem deixar de comprar '
g urna inexgolavel fumara por 23500 rs., g
g pequeas caixas de 25 c 50 ciiarutos 1 r5
9 Aleria, Sr.. fumantes! Quem sabe aprc- $
8. c'ar uma fumaa< deve vir ver os verda- 55
fi deirosBrandao Varetas. (
Na rua do Cabug n. !>, lerreiro audar, preci-
sa-se de uma ama boa coziuheira.
"l)eseja-se fallar com os eradorea doi linado
Francisco da Cunha Comes, Jos Joaquim de San-
la Aon, Francisco l-'erreira de Albnqiicrqoe Nell.i.
Francisco Fcrreira Machado: na rua da Cuia n. GS
-2. andar.
AI.FAIATE I. HINDElt
lem a honra de avisar ao respeitavel publico, e e-
pecialmeule aos seus freguc/.es, que recebeu de Eu-
ropa um ricj sortimento de fazendas para cairas,
colleles e casacas, e por isso se aeha hahililado para
bera aviar qualquer encoinmeuda que llie faram : na
rua Nova n. j->.
Arreuda se um silio cm Santo Amarinhn perln
llMla orara, com boa casa de vivenrta, rochelea, es-
tribara, casa para tscravos e para feilor, com 2 v-
vciros tiatenladoa, e mitro que e.l,i qoaal |iromplo,
baitanlet arvoredos de varias qualidades, rom Irrre-
110 para planlares : quem quizer, dirija se a rua de
S. (jonrallo .... que achala com quem tratar.
AO PUBLICO.
Joaquina l.ourenra de Lona, piofc-sora particular
aulorisada pelo governo da provincia, avisa aos pas
de suas alumnas. que inudou a sua aula para o so-
brado immeilialo ao em que resida, na ros de llor-
las, e se acha com a sua aula Ja aberla : tambem
scienlifica aos paisde familias, que ella etll prompta
a receber pensionistas e educa-las, no que lie con-
cerneule a uma senbora. para cuja tarefa j lem de-
signado commodos suflicienles em sua cas. Julga
detoeeeaaario reiterar o zelo, assiduidade e esmero,
que a annunciante ha sempre lomado uo ensiuo le
ua.s alumnas, visto como a pralica de mulles aunos
o lem exhoberanteraenle provado.
Jariin publico e.n :?er-
naubuco, roa ra !5ole-
dade
^hs parrillia.
A11I01..0 Lu, de ()|jvera Ateveoo l(,m ai8 vell.
nloro'r'"?'" """"" P" **> u e.cri-
piono, rua di Cruzu. 1.
CaralSc, vola:.Ius, rendas e
espiguillas.
lem Amonio l.uiz de Oliveira Amado para veu-
er no >eu escriptorio, rua da Cruz n. 1.
Viudo'd<
superior
rau arca prct.
ra,H."!ra!0 I''."i'le "H,eira ''"^ bW superior
tecZi'' 6 V"B"" "" "il'10"". r
Ag"iia dos amantas.
Acaba de che^ar pelo vapor ,.S. Salvadora, om
aonn f 7 l-r",;'S de "S0" 'l,,S """"" '"''"
approvaJa para lirar ardas,ei..pnijcn<, etc.: vnde-
se ua rua da Cruz n. 1.
Vendem-se selliul com nerusnecs'
latente inglez cda>mclhor qualida-
de que tem viudo a este mercado :
no armazem de Adamson Hovvie
4 C., rua do Trapicho D. 42.
VABANOAS E GRADES.
I m lindo e variado Mitineis de modellos para
varaudas e gradaras de gostomodernissimo : na
fundido da Aurora, em Sanio Amaro,e no deposi-
to da mesma. na rua do Brum.
^a rua do Livramculo, loja de calrado 11. ;I3,
vendem-sc sapales de couro de lulre a -jjOO, di-
lo de hezerria 1;HO, assim como outros muilos
calcados por preco eliminlo.
Vende-sc um bonilo escrito do na^o, de
idade de 27 annos: a iralar na rua do Trapiche-
Aovo n. 7, primeiro andar,
'caiiuai de tn dola o,
Vende-se a 5100, na livraria II. ti e 8 da praca
da Independencia.
'rocesso ora n>l>o-icu#
Vende-se por 3*KJO, na livraria ,11 (i eHda praca
da Independencia.
Cal tif Lisboa.
Vende-se uma porrilo debarris com cal de Lisboa,
por barato preco, e retallio a :15 o barril t na rua da
Cadcia do Itecife n. 50
A bou ama
VENDE BARATO.
Porto.
Vendem-se barra He muilo bomviuho do Porlo.de
i em pipa a 11X10 o barril, rnoilo proprio para casas
particulares : no armazem de Paula Lopes defronle
da escadinha.
Veude-se um casal de escravos, sendo uma
muala boa cozmbeira e engommadeira, e um prelo
Rsuliador : quem pretender, ralle na rua da Madre
de Oeos n. 1-2, que se llie dir quem veude.
Vendem-se na nova loja decalcado* francezes,
na praca da Independencia ns. :t" e'.t, borzeguins
elsticos de pellica c casemira para hornera, muilo
rica fazenda e novos, pelo prero de <5 o par.
O coronel Joao Francisco de Chata vende um
dos seus carros e a parelha de cavallos. ludo junto oo
separado, a vonlade do comprador : quem quizer
comprar dirqa-aa ao aterro da Boa-Vista n. 4(i.
,JTX.ta^tt m,""','aa ingleza a '80. IM. 800 e
960, diU rranceza a hitl e 800 rs., beaba muito alva
a diO. loucinho de Lisboa a 400 rs dito de Sanios
multo hora-a :I00 rs.. tevad. a 12(1, farinha do Mara-
uhao a 160, alpisla a 200 rs., sag' a .100, cafe a 201)
rs -das de carnauba iso, sabAo prelo a 100. ama-
relio a 200 rs., de massa bem secco i0, sebo de
I o lauda a jO rs., espermac.lc a 800 rs., traques a
200 rs. pomada a 00 ,s. a libra, azeile doce a (O
a gnale, vioho de mesa a 180. Figueira a .B0. Lis-
boa lino a bOO rs., I'orlo superior a 720, rh a 2b e
siTnsiw "*--^ i
viso.
Vende-se a loja de calcado da rua da Cadoia do
Recife n. timento de calcado estrangeiro e algumas perfuma-
ras, a qual se vende nicamente pelo seu gerente
precisar de tratar de sua saude; faz-se negocio a
dinheiro ou a prazo, com boas firmas : a tratar na
mesma rua n. 7, loja.
Vende-se na rua do Collecio n. 21. Lrceiro
andar, uma negrinlia de 10 iodos, com habilidades.
Para vidra9as.
Vendem-se vidros a 89 a caixa : na rua Nova n.
38, defroute da igreja da Couceirao dos Militares,
casa encarnada,
FARIMIA DE SANTA CATHAK NA,
muito nova e de superior qualidade, a bordo do bri-
gue escuna /lapido, fondeado em frente do arsenal
de guerra, vende-se por preco eommodo : a Iralaj
com laelano Cyriaco.da C. M., no largo do Corpo
Santo n. 25. r
Livros Classieos
Veodem-se os seguintes livro. para as aulas pre-
paratonas: Historvof lime 33)000. Thomps 00 29
Paal el Vtrglaa SfOOO ; na prasa da Independencia
OS. O C O. r
Ceblas de Lisboa.
As ceblas ja se vendem mais baratas, eeontinoa-
-., vender na travessa da Madre de Dos o -\ .,.
izcm de Joo Marlins Barros.
. Vendem-e muilo bons ps da sapotis, e ditos
ee cafe para plantar a 400 ri. o canto : no lar ida
lrempen.1, sobrado. ^'
Genebra,
tJtZtwtSSS" f,qui >n verdadeira gene-
bra de II olUnda : vende-se no armazem da Tas Ir-
ma os.
se
mazcm
II
70.
Mas:
*a adanai]<
l-ranciico Pil
-'' -. 1 -_;. 1 1 do ar
fina
lo Ozono chumba flciiCes ruin
ladeira massa damantina e .ipplira venlosas pela
Pode sor procurado con fronte
Rosario de Sanl j Antonio n. 2.
Kua LVova u. 2, defronte
<1; Conceico.
L Delouche em a honra de aonunciar, que ca-
na ae receber nlogios americanos com campa, ditos
Trnceles com eii.a, ditos de algibeira, correles,
ciiaves, canas dd mosica, por preso muilo em emita,
bnearrega-se db todos os concerlos perlencenlesa
mu arte, com pdrfeicao e muita brevidade, visto que
esUo Ires pessoas a Irabalhar.
<5o7^..i\' m32L Lm eslrad0 e P,re(,M forradla de
SfS^'2S.ZT' de deP0'Uo de c<""-*. P-dendo
er oulra qoaiqudr applicacAo : trat.-se Da loja con-
ligua, roa da Cad>la do Kecife n. O, esquina da re-
lerula travessa.
RORAI l IRMAOS, 1
Rua da Aurora n. 58, primeiro andar. %
Tem a hopra de participar ao respeita- 2
vel publico djsia cidade e com especialida- W
de aos seus feguezes, que possuem pre- B
40 PUBLICO.
~& o armazem de fazendas baratas, rua do
M Collegio n. 2,
H vende-se um completo sortimento de fa-
S zendas finas e (;rossas, por mais barato
B prejos do que em oulra qualquer parte,
B lano em porcoes como a retalho, aflian-
^ cando-se aos compradores um s prero
B para lodos: esle estabeleciment abrio-se
9 de combinaco com a maior parte das ca-
M sas commerciaes inglezas, francezas, alle-
M mos e suissas, para vender fazendas mais J
^ em eonta do que se tem vendido, e por isto jgg
3| ollerecem elle maiores vanlagens do que M
H outro qualquer; o proprietario deste im- Si
* portante estabelecimenlo convida todos *jj
gg os seus patricios, e ao publico em geral, ||
!g para que venham (a bem dos seus inte-
Sresses) comprar fazendas baratas: no ar- Q
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
jst ionio Luiz dos Santos & Rolim.
Eogoroma-se e lava-se de barrella e UbBo
muito ben-, e em conla ; assim como se cosem cami-
sas de pello frsncez, e ceroulas : qoem quizer diri-
ja-ea ao caes do Hamos, sobrado de Jos Hvgino de
Miranda, seguudo andar.
Chegoo o superior doce de guiaba e arara feilo
em (aipio : as pessoas que tinham enrommndado
appareram na rua das Cruzes 11. 10.
Precita-se de uma ama para Iralar de um me-
nino : na rua Direila, casa u. 120, secundo andar.
senlemente o mais rico e complet sorli- )
menlo das miis linas e delicadas obras-de
brtlhanle, perbla e ouro, como al o pre- 2
sent nao temapparecido nesla praca ; e B
alTiancam a lojos o mais mdico preco por- ()
que vender sepode, obras de gosto o mais
apurado: os raesmosdesojara ardentemen-
te que o resptitavel publico nao deixe de
ir lancar as v alas sobre as suas obras,
afini de que sela conhecida a verdade de
que encerram < stas poucas palavras.
8
i
Candida Mar(a da Paixo Rocha, professora
particular de instrucco primaria, residente na rua
do Vigarto do bair o do Recife, faz
9 ^0 CONSULTORIO HOMEO 1
PATUCO. i
Rua das Cruzes n. 28.
Conlinua-se a vender os mais acreditados t)
medicamentos dos Srs. Castellao e Weber, ,,*,
em Unturas e em ajoblos, carteirasdelo- W
ios os lamanlios muilo cm conla.
Tubos avulsos a 500, 800 e 15000.
1 ooca de Untura......2M00
Tubo- c frascos vatios, roldas de cortica
para tubos, c ludo quaulu he necessario p-
,. ra o uso da homu-opalhia.
MMM9-9-MMM
Patn Nash { Companhia declaram quo Jo.lo
I edro Jcso. de .Malta deixou de ser seu caixeiro desl
de bou em 1i do correnle inez. Kecife 16 de abri-
de 1856.
i
i
m
i
i
i
Aos senhores amadores de llores.Recebemos de
Franca., viuda pela gilera limma Malhilde a 13 des-
te mez, a uossa enennmenda, sendo esla a quarla
vez que mandamos vir, sem duvida ato das mellio-
res qualidades de rosas que ha em Franra pela boa
escolha que dellas liz, pelo couheciineiil que dellas
lenho oo pela experiencia, o que rae tem cuslado
muilo caro poi ler mandado- vir primeiro por Ires
vezes roseiras de todos os familias, e tenho conheci-
do que muitas dellas no Brasil nao dao flor, mas
dcstas nunca aqui Toram vendidas; vieram mais ou-
tras muias variedades de llores e arvores que no
Brasil dao froclo ele.
C. F. da Silva Pinto.
Precisa-se de uma ama para casa de potira
familia : na rua da Praia n. i9, primeiro an-
dar.
LOTERA da provincia.
O Illm. Sr. thesourciro manda fazer publico,
que se acham a venda, na Ihesouraria das loteras,
rua da Aurora casa n. 20, das 9 s 3 horas da
tarde, os hilheles, ineios e quarlos, da lorceira
parte da quarla hteria do C.vmnasio Pernambu-
cano, cujas rodas andam impieterivelmente nodia
quarta-feira 30 do corrente. s 8 horas la ma-
nhaa, no consistorio da igreja de Nossa San hora
do Livramenlo. Outro sim, que as lisias sorao
distribuidas gralis aos compradores de hilheles, no
primeiro dia til as 6 horas da manha, c que no
da 3 do maio principiarao os pagamentos da refe-
rida loleria, das 10 horas do dia s 3 da tarde, na
rua da Auro a n. 260 eserivo das lolerias,
Antonio* Jos Duarte.
Historia Universal, por
: ('tttiUt.
Os Srs, assiguanles lenham a bondade de procurar
as series que anda nao liverem recebido d. -la obra
al paginas 252 do stimo volume. Conliuua-se a
receber assignaluras para esla iuleressaule obra.
Iraduzida em por'.uguez, lindo ja 7 volomes publi-
cados, ornados de bellas estampas, bella impressao,
formato do Panorama ; na agencia, rua do Crespo
defronle do arco de Sauto Antonio, livraria de J.
Nogueira de Souza.
Libras de linbas brancas n. .VO, 60, 7(1, 80, a
Ditas de ditas, lia. 100 e 120
Hullas de thesourae para costura
l)u/ias de ditas mais linas e maiores
Macos de cordao para veslido, aluma coma
encardidoa com 10, 50 e 60 palmos,
Pecafl cun 10 varas de bico eslreilo
Laixinhas rom agulhas francezas
Caixas com 10 nvelos de liniias de marcar
Pulceiras encarnadas para uieuiuas e srnhoias
Pares de meias linas para aaahora a 2o e
Miadas de liabas minio linas para bordar 100 e
Uroxaa da boloea muito linos de madreperola
llitas de ditos iniiito tinos para calcas
F ivell.is douradas jr. cairas e coltes
Pciilcs de verdade' .> bfalo para alizar.a 300 c
Pecas do lila de mito brancas com ti e meia
varas
lilas com colxi es grossoa francezes
Carriicis de linlPa-,|e 200Jardas de muito boa
qualidade c dC^odoa os nmeros
Macinhos com iOgrampas, e de boa qualidade
Pares de suspensorios de bouilos padroes
Turcidas para candieiro, iluzia
Tmleiros eareeiro< de porcelania, par
1?lOO
19380
I^KKI
10280
ato
360
200
280
210
:ioo
100
600
280
120
500
."O
(10
NO
(id
40
80
500
Superior doce
em calda.
Na rua do (Jueunado, loja n. 2, e na rua Bella,
casa ii. 10, vende-se o mais superior doce de goiaba
em calda, e ilc (Mina muilas qualidades de fruclas,
lauto a retalho, em libras, como em latas ou barrili-
nlios, por prero cominodo.
Guaran.
Na rua da Cadcia u. 17, loja de miudezas, vende-
se aoaraua, a* libras que o comprador quizet, par
precucmninodo.
J\o aterro da
Boa-Visla n. ^,
vendem-se biscoilos linos, inglezes, chegados Diurna-
mente, emlal.nhas. osmelliores que lem vindo a
le mercado, e xende-se lano era poKjto como a re-
lamo, por menos prero do que em oulra qualquer
parte assim romo qoeijos do reino muilo frescaos,
desembarcados hoje, e muilos oulros gneros de pri-
meira qualidaile. F
\"endem-se velas de carnauba de composicao.
da melhor rabrica do Araealy, sacras grandes de al-
queire de fejilo muito novo a 105 a sacca, esleirs de
pallM de carnauba, de palha dul.rada, por prero
riiminodo : na rua do Vigario n. 5.
AU>anezaa<)00
rs. oro vado.
Cbcgon novamenle esta aslimavd azenda, de cor
preja e lustrosa, ca mais de uma xara de Isrgura,
prcrerivcl a oulra qualquer para vestidos, manli-
iiws, hbiles de rellgious e oulroa falos, pelo Bailo
que se cconmni.a com sua grande largura: na rua
do nueimado, loja n. 21.
Vendem-se 0 pipas mi toneis abalidaa, qoeaer-
viram de aguada 1 na rua da Cadcia do Kecil
n. >0, defronle da rua da Madre de lieos.
lojt
G.
mina de ara ruta.
Vende-se superior gomma de ar.irota em barricas
e as arrobas : no armazem de Joao Marlins de Bar-
ros, travessa da Madre de lieos u. 21.
Volas de C
Carleiras de marroquim para algibeira litio
(lelas muilo boas de metal epau20e lo
Caivetes de aparar pennas 2INI
Meias brancas e croas para homem. 161), 200 e 210
rraucinha de laa de caracol e de todas as cores
palmo
Iluzia de peules de chifre para alizar, bous
Grosas de boles de loura piulados
Peras de litas de ciiz 210 e
Carrelcis de linhas de 100 jardas, aulor Ale-
jandre
I.Mili.i- pretas de mcadinba muilo boas
Cartas de alliueles de boa qualidade
On. ni de peules abertal para alar cabello
Merisde lio F>cocia para menino, braucas e
de cores, fazenda muito boa 2ill c
Fivelas de ac com toque de ferrugeui para
calc.a
Grosas de livelas para sapalos
Caixmbas enveruisadas com palitos de fugo
le veliithis
Caitinhaa de po com palilos de fago bous
Caixas com 50 caiiiuhas de phoapburoa para
ebarniaa
Charuleiras de vidro 60 e
Casles para bengalas muilo bonitos
Atacadores prelos para casaca
Sapaliuhos de laa para enancas, o par
Camisas de meia para criancas de (irito
Tnneelins para reluci, fazenda boa
Escovinhas para denles
Alem de lodas estas miudezas, vendem-se
oailissimaa, i|ne vala de suas boas qualidades e
baratos preros, causa admiracau aos prapriaa com-
pradores na rua do Uuciniado, na bem conhecida
leja uiidezas da boa fama n. 3X
=Vende-se o verdadeiro o superior licor
synlhe, ullimamenle chegado e por barato
na rua da Cruz n. 20, primeiro andar.
\ endem-se espingardas ranrezas de dous
canos, muito proprias para ca^a c por muito eom-
modo preco: na rua da Cruz n. 20, primeiro
-andar.
TENTOS
para voltarete.
Vendem-sa lentos muito lindos pra vollarele
qualquer outro jogo, cliegados da Franca e por pre-
CO )iar:iiK &omptZ.
Na rua dos Copiares n. 20, lava-se, en-
pais de suas alumnk que acha-se abera la ROm,na-se-e armam^ bandejas de bolos, por me-
la. na qual eontint a e'nsinar as maSs do eos" "S T ^ m "^ ^ P"te-
tumo, e adrante per sionistas, meio-pensionisUs e b^SSTISK 1S bm "" ca',livi''
externas, por pre5o razoaveis. Zdfj^iZZi -.^ ""*' ^"^ ** : "a
IJuer-se alugar um esrravo para sarsrim da ra. .. .
saj: a tratar na roa co Trapiche i. 10, segundo an- &,ll ''tUH '
fl I- \ Jt i. Koga-se aos Srs. nigoanlM ilesln jornal lillea-
UW. \icenldPercirado Reg participa aos n e instructivo, a bondade de procurar o recodos
seus amigos e constilkiintes, que transferio o seu n"jmp(ri.'iiPetlneenies ao anno de 1855, o de n. 1
escriptorio de advocajeia para a rua do Queimado
ii. 46, primeiro andnr, onde pode ser consultado
das 10 horas da man haa em diante.
Precisa-se de uma ama de leitc forra ou
captiva, sem vicios aem achaques, a que tenha i
'o paleo do Hospital
lwa condula, paga-se bent
n. 20, sobrado.
(i de I85C
Santi
onde
na rua do Crespo iMr.mi- do arro de
santo Antonio, livraria do J. Nogueira de Sooza,
tambem se vendem collecnits completas do
mesmo. K
AttencHo.
Precisa-se alugar om sobrado de um andar,
partea quer-se com a oja, mi uraa casa terrea com
soiao em boa rua : qujem liver aunaocie.
1 recisa-sc de uma ama para o serviro interno
externo de uma casa de duas pessoas : quem preten-
der, dirjase a rua do Nogueira u. 20, primeiroau-
dar.
Precisa-se de uma de bnos cosluraes, e afinnra-
e boa paga, o bom tralamenlo : na roa do Cabuga
loja n. II. '
Compra-se o Diario de I'enmmbuio n. 232 de
8 de oulubro de 1855 ; paga-se bem : quem tiver,
dirija-se ao aterro da Boa-Vista n. i, primeiro
andar.
Compram-se olas do Banco do Brasil : na
rua do Trapiche-Novo n. 40, segundo andar.
Compram-se garrafas das que vem com ccr-
veja branca a 60 rs. cada uma e 8)000 o ce.....: no
paleo do Carino esquina da ru de Hurlas B. 2.
Compra-se tiara um |ircseule uma negrinha de
-a .1 anuos, ou mesmo uma mulaliuha que nao le-
liba moleshas : quem liver e quizer vender, annuii-
We por esle jornal ou dirija-se ao paleo da malriz
uo Santo Antonio, sobrado e um audar n. 2, que
achara com quem iralar.
Compra-se um esrravo de narao, de 20 a 30
anuos, sendo de bonita lisuia. que Ble tenha vicios
nem achaques, nao se ulha a prero : na rua do Co-
lovello, padaria n. 31.
Compra-se uma csrrava de meia idade, qoe
nao tenha vicios nem achaques, c que seja quilan-
deira : quem quizer vender, au.iuncie uu
ao Corredor do Bispo, l. taberna,
quer.
duija-se
que se dir (|ucm
Compram-se acres da Companhia de Bcberi-
be: na rua larga do Kosario n. 28, loja.
Compra-se cllectivamentc, labio, bronze e robre
vrlho : no deposito da fundir.,!,! da Aurora, na rua
do Brum. logo na entrada n. itS.c na mesma liindi-
'.ao, em Sauto Amaro.
Compram-se garraas que foram de rerveja ou
viulio do Porto a 78 u cenlo : no paleo do Carino,
taberna da esquina que enlra para a Gamboa do
mesmo nome u, 46.
Sestftt.
Retroz do Porto.
Tem para vender retroz do Porto muilo superior,
prelo e de cores, Antonio Luiz de Oliveira Azcvedo,
no seu escriptorio, rua da Cruz u. 1.
100
800
300
320
O
20
110
28600
320
10
5UO
120
211
loo
80
10
10
320
ollO
lio
100
oiilras
ab-
preen:
iiriuua.
Na rua do Qaeimado n. 60. veudem-se velas de
carnauba em caixas de 40 a 60 libras, por menos
prero do que em oulra qualquer parte : quem
cisar uproveite a occasiao.
pre-
A boa fama
VENDE MUITO BARATO.
I.ciiriiilin, de reros, de todas as cores para pescoco
de senbora e meninas a liSHK), baralhos de cartas 6-
nissimas para voltarete a .500 rs., toucas de Ua pira
jenhoras e meninas a 600rs., lavas de fio da Escocia
brancas e de cores para homem e senhorss a 400,
500 e 600 rs. o par. camisas de meia muilo finas a
1-3. ricas luvas de seda de lodas as cores e bordadas
com laiacniroes e borlas a 35 e 33500, ricas aboloa-
duras de madreperola e metal para colleles e paliis
a 500 e 600 rs.. superiores meias de seda prelas para
enhora a 29500. meias brancas muilissimo finas pa-
ra senhnra a .500 rs. o par, finissimas navalhas em
eslojos para barba a 29, ricas caixas para guardar
joias a 800 e 19500, e.ixas muito ricas com reparli-
mentos onicameute proprias para costuras, pelo ba-
rato preco ile 29500. 39 e 39.500, papel proprio para
os nainoradosa 40, 60, 80 e KM) rs. a fulha, caudiei-
ros .ini.i ir ,n muilo elesantes. proprios par eslu-
danles ou mesmo qualquer estabelecimenlo pela bo
luz que nao a 59. Iravess.s de verdadeiro bfalo para
prender cabello, pelo barato preco de 19. pastas para
guardar papis a 800 rs espelhos de parede rom ar-
maran dourada e sem ser dourada a .500, 700. \ e
19500, escovas moilissiroo finas para denles a 500 rs.,
ricos leques com plumas e espelhos e piuturss finis-
simas a 29 e .lo, chsroleiras linas a 2, ricis galhetei-
ras para azeile e vinagre a 29, ricas e finissimas cai-
xas para rape a 23-500 e 39. pentesde bfalo, fazen-
da muilo superior, para tirar piolhos a 500 rs., ditos
de marfim muilo bons a 400, 500 c 60 rs., resmas
de 20 quadermis de papel de todas as cores de folbas
pequeas a ,20, riqusimos Irascos com extractos
muilissimo fios a .-3200, 18500, 2o e 29500, jarros
ie porcellana delicados e de moderos gostos, com
hanlia rranceza muilo fina a2j, frascos com esseocia
d rosa a1.120, paos de pomada trncela muito bo
100 rs., irascos pequeos e srandes da verdadeira
agua de Colonia de Piver a 480 e 19, saboneles finos
e de diversas qoalidades, pos para denles o mais fino
qoe pode haver. agua propri para lavar a bocea e
conservar os denles, e outras inulta perfumaras^
ludo de muito gosto e que se vendem barato, tesouras
muilissimo fioas, proprias para papel, para cortar ca-
bello, para onhas, para cmluras, trancas de sedas de
bonitos padroes e diversas>larguras e cores, ricas filas
de seda lisas e lavradas de lodas as larguras e cores,
bicos de Iuilio iinissimos de lindos padres e todas as
larguras, ricas fnnjas dealgodSo brancas e de cores,
proprias para cortinados, e outras moitissimas cousas
que ludo se vende por to barato preco, que aos pro
prios compradores causa ailmiraro: ua roa do Qoei-
msdo, na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jaiome Pires ven-
de-se supenur farinha de mandioca em saceos gran-
de ; para porcoe Irafa-se cum Manoel Alves Cuer-
a, na rua do Trapiche n. 4.
Moinhos de vento
ombombasderepuxopara regar borlas e baixa,
decapiin,nafund$a6del). W. Bowinan ama
do Brum ns. 6, 8e 10.
SE.MENTES.
Sao ebegada de Lisboa, e arham-se vend na
rua da Cruz do Becife n. 62. taberna de Antonio
francisco .Marlins as seguinl's seinenles de horlali-
ces, como sejam : ervilhastorta, genoveza, e de An-
gola, feijao carrapalo, rolo, pintacilgo, e amarello,
alrscerepolhuda e allemia, aflea, lmales grandes,
rbanos, rab.meles brancos e eucaruados, nabos r-
xo e branco, senoiras branca e amarellas, couvea
Irinrhuda, lombarda, esaho.a, sebola de Seluhal,
segurelha, coentro de tooceue, repolho e pimpinela,'
e uma grande porcao de dierenles semenles, das
mais benitas flores parajardins.
LmcasadeHenryBrunn&C. na rua da
Cruz n. 10, ha para vet^der um grande sortimen-
t de ouro do melhor gosto, a3Sim como relogios
de ouro patento. "
Sedas a 1,000
rs. o covado.
Estao venda sedas de todas as cores da listras e
quadros, de bonitos padres, pelo preco de 19 o eo
vado : na rua do Qoeimado n. 3S,erofrenle do bece
da Coogregacao, a primeira loja pausando a botica
dao-se amostras com penlior.
A boa
VENDE BARATO.
Ricos peines de lart.ruga para cabeca 49500
pilos de alisar tambem de tartaruga 3a000
Lindas meias de seda decores para cri.nr.s I08OO
Bandejas gr.ode. e de pinturas liua 38,'48 a 59O0O
taw^SSS". 0 me",gr,'ue s*
Pennas de ac, bico de Inca, 0 melhor que
ha.a groza '
Ditas muilissimo finas sem ser de lanra
Oeulos de armaran de a{o com gradu'aroes
Lunetas com aunaran dourada
Ditas com aruiar.io de tartaruga
Ditas com armarao de bfalo
Ditas de 2 vidros com armario de tartaruga 39OOO
I oucadores de Jacaranda com bons espelhos 38000
Ditos sem ser de Jacaranda IJaOO e 200i
Meias prelas compridas de laja
Bengalas de junco com bonitos casles
Kicos chicles para cavallos grandes e oe-
quenos a 800 rs. e ^
Grvalas de seda de lodas as cores a la e
Atacadores de cornalina para casaca
Suspensorios linos de borradla a 400, 500 e
Peules muito linos para soissa
Escovas muilo fioas para cabello
Capachos piulados compridos
9000
1,3200
640
800
18000
18000
500
198U0
500
19000
18200
320
600
500
640
700
Boles iinissimos de madreperola para camisa 18200
Quadernos de papel paquete muitu fino 0
80
19500
200
28000
600
640
28000
28000
48000
200
800
500
38000
eo baratissiino : na rua da Cruz n.
andar.
26, primeiro
e narao : na
Lima Jnior & C, teem um resto do fardos
dealgodaoda fabricado Todos os Sanios, de pri-
meira qualidade e mais largo que o coranium :
quem pretender dirija-se ao seu escripioriu, na rua
da Cruz 11. 28, segundo andar.
Vende-se um hom esrravo prelo d
ruada Praia, primeiro andar 11. 13.
AltCiiro
Vende-se uma excellenlc negra de narau, com 30
tantos annos. saliendo cambar r cnsomiiiar per-
re.lamenle o ensaboar : quem a prelei.Uer, dirijan*
a rua do, Marlxrius o. !i.
Vcndcm-se dous cavallos muilo bons, tanto
para1 carro como para passcio: mu,, 1M rua da
i.ru/. do Becife 11, 02.
v CHALES DE MERINO*.
Vendem-se chales de mernd trancado com franja
de seda e de uma s., cor, cm um pequeo deleito na
rranja, pelo baratissiino pr.ro de >5IHI, chales de
merino prelo rom franja de seda, proprio. para lu-
lo, alpaca prata lina a 480 .. covado, polilade alna
ea prela Gna a 49jOO, c.irte, de casemira prct. a
500, peras de madapolAo de jarda rom 10 varas a
SMRI, cami-olas de lia, meias ditas curtas coinnr-
da, cober.ores grandes de 2 pellos, ditos de algum a
/." : n:l rua do Qoeimado en frente do becen da
Lonmegarao, paseando a botica, asegunda loja u.iO.
Vende-e pedra jaspe de Calcar botina em pe-
naros de 2 e .1 arrobas cada um, assim eoum pedecos
mais pequeos: ua rua da Cade.a do Iter.fe dclruulc
do becro Largo o. 2.5.
Vemle-se uma bonita escrax.i parda com lodas
as Habilidades : quem pretender, dirija-se a rua No-
Vil II. -ti.
Arroz en. saetas.
Ja ehegoo arroz pelo vapor, e vende-se no arma-
zem de Jo3o Marlins de Barros, travessa da Madre
da l>eoa n. 21,a no armazem de Jos Joaquim Pa-
rtir do Mello, no largo da Alfaudega.
Una rica lo-ilia.
Na rua do Kangel n. 48, loja de bilhelcs, vnde-
se uma ricalealha nova, toda de labyitotho, r0m
bico, por preco muito eommodo, propna para criau-
(8 ou preseulc.
CHA Jt \1 AS.
Na praca da Independencia livraria ns. (i c 8,
\ende-sa esle compendio, traduzido pelo Dr. A.
llerculanodebouza Bandcira.
liuhas
PARA 0 CORRENTE AUNO.
rolbinhasde algibeira contendo o almanak ad-
ministrativo, mercanlil e industrial desia provin-
cia, tabella dosdireilosparochiaes, resumo dos im-
postosgeracs, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre incendios,
emrudo, mscaras, cemilerio, tabella de feriados,
resumo dos rendimenlose exportacao da provin-
cia, por 500 rs. cada uma, ditas de porla a 160,
ditas ecciesiaslicas ou de padre, com a reza de S.
Tilo a 400 ris : na livraria ns. 6 e 8, da praca
da Independencia.
Vende-se vinho genuino ib I'orlo em caixas de
1 a dtuiai de sariafa e mesmo em garrafas, con-
lendo -sera exageraclo) o vinbo maissiiperlalivo que B'pelb
se pode desejar, e (ianr.a-se que nunca aqu foi im- Linhas
portado om semelbaote nctar : vemle-se na
Nova 11. 3, taberna de Antonio l'errcra Lima.
Vendc-secal de Lisbuaultimamenlechegada.as-
sim como potassa da Russiaverdadsira : naprarado
Corpo Santo o. 11.
Cortes de cassa parajqiem esta'de
LUTO.
\ endem-se cortes de cassa prela muilo miudt,
por diminuto prero de 29 o corle, ditos de cassa du-
la do bom gosto a 2o, ditos a 2o*00, padres france-
zes, alpaca de seda de quadros de lodas as qualida-
des a 720 rs. o covado, la para veslido lambem de
qoadrosa ISO o covado ; todas estas fazendas ven-
dem-se ua ro do Crespo a. 6.
. LIQUIDACAO*.
O arrematanle da loja de miudezas da roa dos
yuarteisn 2i, querendo acabar as miudezas que
existera, vende barato alim deliqoidar sem parda
M lempo.
l-ranja com bololas
Mil.Iln.
\ 'ende-se
arcos iom uiillio por baralo prero,
na rua da Cadeia do Recife, n. 2:1 loja.
que peehin-
eha.
No Passcio Publico, loja n.'}, de Albino Jos Le-
te, veudem-se ricos corles da meia casemira, escuras
e muito inrorpadas, pelo diminuto preco de 19000
cada uro, ditos de brim de linho a 800 rs., chitas fi-
nas de cores filas a 220 o covado, ditas prelas fiuas a
200 rs.. chales prelos a 125OOO cada um, ditos brau-
nJJ) ~0 "' c,,aPeos deso de panno com barras a
29OOO, Uns de Imito esenros a 220 o covado, corles
de cassas chitas muito linas a 29000, e outras muitas
razeiids mais baralas do qoe se veude ua California
Na California,
oja nova, na rua do Crespo, ao pe do arco de Sanio
A iitouio, veudem-se corles de cas.aa francezas de
muilo bons goslos a 18300 c a 19500; ha grande
quaiiliilade para se escolhcr, lencos de cassa brancos,
lisos e com bico a 200 rs., chitas pretas francezas,
largas, para lulo a 21o o covado, e muilas oulras fa-
zendas muilo baralas, a dinheiro a vista.
illa de niaii-
melhor farii
ilioCa mu
sacras
que existe no mercado : vrnde-sc por preco razoa-
vel. uu armazem do Cazuza, no caes da a'irandega
o. 7.
RELOUIOS cobertos e descoberlos, pequeos
.{grandes, de ouro e praia, palente iogle, de um
dos melhorcs fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ullimo paquelc inglez : em casa de Soulhall Mellor
& Companhia, na rua do Torres 11. 38.
IDg
ogros
e-tes de pa-
tente,
os inelhore- labnrados em Inglaterra: .m casada
llenry Cibsou :rua da Cadeia do Recife o. 52.
francezas finas
rs o trovdo.
1 assas
40
Na rua do Crespo u. 5, vendem-se cas-
sastrancezas (nasa 2i0 rs. o rov ado.
.!
lii lulo.
Corles de veslido de cassa prela com 7 varas cada
um, de bouilos padroes a 29000 : veudc-se ni rua
do Crespo, loja da esquiua que volt para a la da
Cudeii.
ara cortinados, peca
pe paulado, resma, (de peso)
Dilo de peso, resina
l.ila de cores para bordar, libra
Pentesde bfalo para alisar, duzia
rivelasdoaradas para caira, uma
roza de obreias muito finas
Lencos de seda linos, ricos padroes
Caixa de linhas de marca
Meias para senbora por
Pentesde tartaruga para segurar cabello
rozas de canelas finas para pennas
Dila de bolocs finos para casaca
Meias prelas para senhoia, duzia
Ditas ditas pera homem
Lacre encarnado muilo fino, libra
Papel de cores, maco de 20 quadernos
Duzia de colxeles
Espelhos de todos os nmeros, duzia
de nnvellos grandes para bordar
49000
aWKX)
25700
79OOO
19000
100
8000
18500
210
2i0
9000
29000
28000
18200
29800
18K00
00
720
29.500
18000
900
:i9.IOO
.180
too
19600
.100
2c: imi
18200
10200
18000

Ricas fitas escocers e de sarja, lavradas,
largas
ivieasrruas sem costura para homem
Ditas de seda 11. 2, peca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de raz, duzia
Pecas de fitas de cus
Lapis linos, groza
Cordato para vestido, libra
Toacas de blonde para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
eoulromuilosartigos que se lornam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se dovidara
dar om pouquinho mais baralo a aquelle senhor lo-
gisla. qoequeira a dinheiro comprarmais baralo
do que se compra em primeira mito.
Xa California,
loja nova, na rua do Creupo, ao pe do arco de Santo
Anlonio, vendem-se pecas de algodaozinho com ava-
ria SO, la, 132H0 e 18000, e limpas a 29, alpaca
preta lavrada. sem defeilo, de 4 palmos de largura
a 200 rs. e a 2i0 rs. o covado, muilo boa para quem
esla de lulo, muilo boas meias prelas de algodao
para senhoia a 400 rs dilas para homem a 280, cas-
sas piuladas francezas a 200 rs. o covado, corles de
dilas de 6 l|2 varas a 1900. chales escocezes a .560,
madapolno muilo bom a 29500, 2800, 38200, 38600,
39800, 48, iOO e 19800. e muilo fino a .5-3 ; assim
como mollas oulras fazendas, ludo inoilo baralo, di-
nheiro a Vista.
Vende-se cm casa de S. P. Johnsion & C,
rua da Scnzala->ova n. 42, selllns inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, camlieiros e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinbo C.berry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo de municao, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
AGENCIA
Da fundirao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Neste csiabelecimenlo contina a liaver um com-
pleto sortimemo de moendas e meias moendas
para cnj;cnlio, machinas de vapor e tahas de
ferro balido o coado de lodos os tamanbos para
dito.
Quem quizer comprar um carro americano de
i|iialro rodas com assenios para duas pessoas, len-
do arreios e mallo muilo ardigo : dirija-se a rua
do Trapiche n. -10, segundo andar.
No atmazotn de Novaes 4 C., ruada Ma-
dre de eosn. 12, vende-se farinha de mandioca
em saccas de superior qualidade, por prec;o eom-
modo.
Vendem-se barricas com farinha de trigo da
ja conhecida marca MMM, muilo nova, e de quali-
dade igual a de Trieste, Cbegada agora de Genova,
e por prero eommodo : a fallar com Basto x\ he-
mos, m do Trapiche o. 17.
Vendein-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio de
llauburgu : na rua da Cadeia, ariuazom n. 8.
Bonitos sapaliuhos de merino para criancas
nicas canelas para pennas de ajo a 120 e
Kicos porla relogios a I98OO e
Ricas caixas fina de metal paia rap a 500 e
Escovas muilo finas para uubas a 320 e
Dilas finissimas para ca ello IB500 e
Dilas ma para roupa 19, 19200 e
apel de linho proprio para carlurios, resma
Pinceu finos para barba
Duzia de lapis muito linos paradesenho
l.apis Iinissimos para riscar, a duzia
Duzas de facas e garlos linos .- _
Ditas de faca, e garios de b.laoro moilo bas 25
Ditas ditas muilissimo linas, cabo de MftaYksMn
Camveles de aparar pennas nimio linos ^tnn
na roa do Queimado. dos Qualro Cantos, a |0, do
miudezas da boa fama n. 33, defronle da M. de f,!
zendas da boa fe. *^
Em casa de Henry Brunn & C, rua da Cruz
n. 10, vendem-se .
Lonas e brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhos com molduras.
Globos para jardins.
Cadeiras e sofs para jardins.
Olesdos para mesas.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
TAIXAS PAHA ENGENHO.
Na fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do lirum, passando o chafariz, -contina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-so a venda, por preso eommodo e com
prompndao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem Aspan ao comprador.
Na officina de encadernacio, travessa da
Congregacao, vendem-se 1--*eguinles obras de
economa poltica por Mallhus Sisroondi, J
Bapust Say, carias a Malillas pelo mesmo, catbe-
esmo de economa. J. Dulens, e muilas outras
obras de d.reito publico, das gentes, diplomatico
e rommercial, ludo em muilo bom estado e por
baralo ureco. *
CHAROPE
DO
BOSQUE
toi transferido o deposito desle champe para a bo-
lica de Jos da Crua Santos, ua rua Nova n. 53 .
garrafas .5-3500, e meias 39000, sendo Talso lodo
aquelle qoe nao for vendido nesle deposito, pelo
que se fz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PLBL1C0
Pira curade phtysica em lodososseusdifireme
graos, quer motivada por constipacoes, tosse, aslli-
uia, pleunz. escarros de sangue. dirde costados a
peilo, palpitarlo no coradlo, coqueluche.broiicbile
dor naaarganla.e lodas as molestia idos oreaos pul-
monares.
NavalhaRa contento.
Conlinua-se a vender a 89OOO o par (preea fuo) as
ja bem conbecidas navalhas de barba. Teitas telo h-
bil laliriraule que ha sido premiado ero diversas ex-
posiroes : vendem-se com a cndilo de nao agra-
dando poder o comprador devolve-lis al 30 dias
depois da compra, reslitoindo-se a importancia : em
rasa de Aususto C. de Abreu, na roa da Cadeia do
Kecife 11. 3.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fttndicao de C. Starr de C., em Santo
Amaro, acham-sc para vender moendas de cannas
lodas de ferro, de um modelo e ronstrucro muilo
superior.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao de C. Starr & C, cm Santo
Amaro, arham-se para vender arados de forro de su-
perior qualidade.
IECHANISIO PAR EHGE
m.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN, ,VA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimenlo dos seguintes ob-
jeclos de mechaoismos proprios para cm.enho, a sa-
ber : moendas e meias moeudas da mais moderna
conslrucco ; laixas de ferro fundido e balido de
superior qualidade e de lodosos tamanhos : roda;
dentadas para agua ou auimaes, de lodas as propor
roes ; crivos e boceas de rornalhae registros de bt
eiro, aguilhocs, bronzes, parafusosecjivilhoes, mo>
olios de mandioca, etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se'execulam lodas as encommendas com a soperor
ridade ja condecida, e com a devida prestezae com
raodidade em prec.0.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro, e
lambem no DEPOSITO na rua do Brum, ligo
na entrada, e defronte do arsenal de marraba, fia
sempre um grande sortimento de taixas, lamode
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas ; e un
ambos os lugares exislem guindastes para care-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
presos so os mais commodos.
l?-cratn>0 fugtoo*.
Em dia ile Pascoa, fugio do sitio da Tamari-
ueira, collegio da Conceico na Croz de Almas, o ne-
gro Joaquim, de idade 15 aunos, grosso, boa eslalu-
ra, meio zaimbo das pernas, quebrado da verilha
direila, cujo volume he grande bastante, he de aa-
co ; proinetle-se a qualquer que o capturar, geoe-
rosa rompcnai;.io, ja que a polica nao cura deslas
cousas.
Contina andar fgida a prata Mereneia, cri-
oula, idade de 28 a 30 annos, pouco mais ou menos
rom os sigoaes seguintes : falta de denles na frente ,
uma das orelhas rasgada proveniente dos brincos :
quem a pegar leve-a a rua do Hi um, armazem de
assucar n. 12, qoe ser bem gratificado.
PEKN.: TYP. DB H. F. 1>B FARU. -8-*
MUTILADO
ILEGIVEL


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