Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07329


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Full Text

ANNO XXXII. N. M.
Por o mt/.es aciiantados JjOOO.
Por o mezes vencidos *s()0.
DIARIO
SEMA FEIRA 7 DE ABRIL DE liU,
Por auno adianlado i">o*000.
Porte franco para o subscriptor.
\
IMAHItKt.ADOS DA SUBSCMPCAO' NO NORTE-
Parahiba, 81. Gervasio T. di Natividade; Naul, Br. Joa-
Sutra !. Caraira Jnior Anean, o Sr. A. de l.emoi Braga ;
tari, o Sr. J. JoM da Oliveira Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
quH Rodrijaaa ; Plaahj, a Sr. Domingoa Harealano a\. Penoa
lurania; Par, a Si. Juiltaoo J. Karooi; A.rn.iionii, a It. Jatu
mw. a riun
imada Coala.
PART HA DOS COR REOS.
Olindi i lodoi o* dial.
Caruaru .Bonito < Garanhun: noidiail 15.
Villa-Bella, Boa-Viata, Exu' Ourieur y : a 1S 8,
finiann a Parahiba: iigundn leilai-feirai.
Victoria Ral : mi quinlai-elrii.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal decommcrclo : quariaaa aabbadoi.
Belacao : lercai-fcirn a labbadui,
Fazenda : quartaa a aabbadoa aa 10 hora i.
Juno do eommereio:legundaai 10 borai a quintana meio-dii.
Juio daorpbaoi: segundas a quintal aa 10 hora.
Priroaira ara do rival: segundase aeitai ao meio-dia.
|n>gunda ara da ciral quartaa a sabbadoa aa meio-dia.
EPHKMKItlDKSDO MBZ DE ABRIL.
6 Laa ora ai 4 horai, 38 mioatoi. 48 eegundoi da manha.
II Quarlocreaernta ai 3 horas, 27 minutoi a 48 eegundoi da m.
JO Luaeheia ai 6 horai, 5 minutte 48 legundoi da manhaa
17 Cuarto minguante ai 9 horai,7 minutoi e 48 aegundoada lar.
, l'ltE.MIAII IM.mi.ll..
Primalra as6 borsa a ni minuloada manhaa.
gagnoda as 7 horas a 18 minutoida tarde.
DAS da semana.
7 Segunda. S. F.pifanio h. ; Ss. Rufino c Pclcuzio presh. mm.
N Terca. 5. Amancio b. Ss. Kdi/io, Maiima.e Mara rum.
'. Quarta. S. Demetrio m. ; Si. Acacios Hugo bb.
10 Quinta. S. Ezequiel prol'eta ; Ss. 1 erando, Pompeo e Apollonio
11 Sella. S. I r io Magno p. doulor da igreja ; S. Antipas m.
12 Sabbado. Ss. Vctor e Vessia mm. S, Constantino b.
13 Domingo 3. depois de Paacoa. Patrocinio de S. Jos.
KM AHUILADOS DA SI ItSrHIlT.AO NO MI.
Alagoai, o Sr. Claudiao Falcao Diaa ; Babia, a ir. >. !
Ri. da Janeiro,oBr. Joao Paraira Mania.
I M PERWMIirco.
O propriaurio do DIARIO Manoal Figueirea da Paria,
llvrana Placa da Independencia aa. a 8.
PARTE QFFICIAL
OOVERMO DA PROVINCIA,
Epedlenta o la i da abril.
'inicioAo Eim. marecli.il coramandanle das
armas, remetiendo eotfl copia do aviso do ministerio
veniente deslino, nove excmplares do Auditor Bra-
leiro de que Irala o eilado aviso.
DitoAo ehefe de polica, declarando que a Ihc-
snuraria provincial lem ordein pura pagar a Jos
brilanmca na qualidade de fanecionarin ingle/., e
que elle nao duvidaria desobedecer a nrdens,i|iiando
ules ja linhd recusado obedecer a repre-entaooes.
Como, ape/ar disso, linham diri&ido ameac.as contra
o agente de Chira, M. Murray declarou que elle se
achava desde entAo collocado debaixo da protecc.ao
immediat.i do pavilhAo brilannico.
n Os individuos, que dirigiam esla polmica, ven-
do que se liiiliam sabido mal em sen projeelo, pral-
caram em desforro om acto que violava ahertamenle
o direilo das cenes:Curiaran) a mullier de Mirza,
sol o pretexto deque ella erd prenla do rei.e a po-
Anlonio Kerreira. a imporlancia do aluguel da casa em lugar seguro depois de lerem declarado que
que serve de quartcl ao destacamento da Capuo- ^.j^bita a i.berdade, se lites entregassem
gi. venriilo nos mezes de Janeiro a marea delta
anno.
DitoAn presidente da commissao de dygiene
publica, recommendando que mande incluir nos
medicamentos que honleiri se manriou apromplar
para serem enviados ao l)r. Firmino Jos Doria, em
i'nmtni-s,io medica na comarca do l.imoeirn, uma
atea de sanloiiinaCommunicou-se ao referido
doulor.
DitaAo mesmo, para mandar fernecer ao aca-
dmico Leandro Carlos de Sa, cm commissao na co-
marca de Vo d'Alho, os medicamentos e objeclos
constantes da relajan que remelle por copia.
OiloAo Dr. Egas Manir. Brrelo, mandando
que siga sem demora para a comarca de Goianna,
Mina.
M. Murray prntestou enrgicamente contra es-
sa medida arbitraria, eiigio que pozessem em li-
lierdade a pessoa a quem opprimian com a pena de
laliao, e declarou que ama delenejo prolongada se-
ria considerada um insulto feito a nacAo britannica-
() covernn nenhum caso fe/, de-se protesto e aecusou
directamente M. Murray de reclamar a liberdade da
mullier de Mirza pelo Tacto de manter com ella re-
lace* Ilcitas. Esle insulto, destituido de funda-
mento, nto fui o nico. A elle tegueiram-se outros
ultrajes.
k De balde M. Bourea, euibaixador francez, ten-
(ou cncaminliar a corle de Tehern a um proceder
mais conforme com sua dignidade ; debalde alguns
afira de Inlar das pessoas pobre, que forera ac- emprelu0i pab|icos e ,s,r,ngeiro. representaran!
commettidas da epidemia no interior d'aquella co-
marca e nos limites da de Nazareth.fliciou-*e aos
respectivos juizes de direito, para preslarem os au-
xilios que o mesmo doutor bou ver de requisitar para
o boro desempenho de sua commissao.
aV'iAo cirurgiao reformado da armada l-'r.in-
iaco Marciano de Araujo Lint*.Estando Y me.
prevenido pelo meo uilicio de 2S de marro ultimo,
de que o oomeei para sorcorrer s pessoas que in-
felizmente vierem a ser accommeltidas da epidemia
reinante n.t comarca de Caje de Flores, I cutio ago-
ra a recommendar-tlie que Ir.itc de seguir quanlo
ante- para esse destino, levando comsigo, para o que
j fcam expedidas as convenientes ordens, os medi-
camentos e batas mencionadas as suas relares
firmadas em :lt do citado mez. Reata data oflicio as
autoridades da sobredita comarca, para preslarern os
auxilios de que Ymc. precisar para o bom desem-
penho de semelltanle commissao nos lugares cm
que a sra presenta for necessaria.
Durante o lempo em que estiver assim empreg.ido
perceber Vmc. ? gratificaran de SOOfV rs.Fez-se
a respeito o necessario eipedieule.
DitoA'junta revisora de qualificarao da fregue-
zia de S. Lourenro de Malta, aecusando recebidas
as copias das actas dos traualhos de revisto da qua-
lilicai;5o d'aquella freguezia, no eorrenle anno.
TRIBUNAL DO COM.MEKCIO.
Sesmo judiciariaem 15 de marrjde lKti.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Souza.
Esliveraiu/presentes todos os mernbros do tri-
bunal. I
./uloamtnto.'.
Apellante Joaquim Mauriciolionralves Rosa ; ap-
pellado, Antonio Joaquim Ferreira da Silva, por seu
curador o doutor curador geral.
Relator, o Sr. desembargador l.eao.
Foi am parte confirmada, em parte reformada a
seulenca appellada.
Emliargante, Maooel Alves Ferreira, embargada,
a viuva Marlins de Carvalho.
Foram desprezados os embargos.
Ptutmgem.
Embargante, Ricardo Deppermann ; embargada
;iAuva Marlins de Carvalho.
Do Sr. desembargador Gitiraua ao Sr. desembar-
gador LeSo.
Dtsirioufilo.
Appellante, Antonio Gomes Pessoa ; appellados,
Marcolino Coucalves da Silva, e outros herdeirosde
Francisco da Silva.
AoSr. desembargador Villares.
EXTERIOR.
lai-se ato Jornal de Conttantinopln as sesuintes
particularidades acerca do rompimento das retarde)
diplomticas entre a Persia e a Inglaterra.
Tendo ido demittido um fonrcionario publico
da Persia chamado Mirzi por motivos que em nada
coropromettiam a soa boa reputaban, foi elle oflere-
cer os seus serviros a embaivada mgleza, que accei-
lou para occopar o cargo de agente consular brilan-
nico na cidade de Chiraz.
n He sabido que ha na Persia cortos lugares onde
imii dillicilmente se tolera agentes eslrangeiros em
virtude de sha nacionalidade. Chira/, he um desses
lugares, e por isso o governo ingle/, aproveilou a oc-
casiilo de se fazer representar por um agente filho da
Persia.
No acto de se apresenlar a nomearJo do novo
cnsul para ser ratificada, o governo persa nppoz a
embaiada iugleza speras e repetidas objeccies. M.
Murray exigi enlao que se Ihe desse por escripto as
razOes da recusa, pois que ella Ihe pareca motivada
por causas muilo diversas dos pretextos que allega-
vam de querer tomar vinganr.* de Mirza. A nica
re'-po'la que leve foi uma inlimaro, ordeoando-se-
llie que entregaste o seu cnsul ao governo. M. Mur-
ray re'piindeii. que Mirza eslava sol a protecrao
ORIGINAL 1)0 DIARIO OE PERNAMBUCO.
/
6 DE ABKIL.
\\m verdade, o jornalismo nao deve o seu nasri-
menln a este secuto ; mas deve-lhe o eu maior de-
senvolvimento, as suas mil transformarei.
Nesla hora solemne do progresso, o principio fe-
cundo da di vivi da actividade humana, as suas
a* Iransguraroes, tambem encontrn um lu-
r nu^>i>al|'',H0 alphabelo, que no meiado do s-
calo \ Y sili.i vh- dedos do immortal Gutlemberg.
Os diversos proditeMos do jornalismo sao relativos
as appreciarea dos ilTv"e? leitores, que todas as
manhAas comptiham as nasiTMhas, ora deleitaveia
e immaculadas, como a sua alf>*A4ltm',1N:|- "ra
desagradaveis e tristes, como a cor mdaatVoa da
liula dos seos caracteres.
Todos encontram no jornalismo um alimento cor-
respondente as suas neressidades moraes, cpiriliia-
listas. As inlelligenr.ias graves, reflerlidas, arhain
nelle as profundas e serias theorias da politira, da
diplomacia, e da philosophia o rommcreante as
frias e abstractas solucet dos variaveis problemas
financeiros; mas os espirilos levianns ipfttritram
as phantaslas e os caprichos da magiuaclo, a fugi-
tiva e potica leilora do romance c dos escriplos su-
perficiaes.
Assim, a nossa pobre e linmilde Cartrira, o
romo ephemero traballro hebdomadario a |iode en-
contrar lympalhias nest:i ultima calhegoria de lei-
.tores. *
Convencidos desta verdade, tambem Ihes quere-
mos dar hoje algumaa noticias do vellto mundo.
Nao Ihes fallaremos nos elevados negocios da paz
e da guerra, nem no congresso de Paris, mm as
nunifesiacnes de amisade de Alexandre II e de
Francisco .los para com Napoleo III, neni no-
ciihiics .11 Inglaterra por causa das probaliilidAdes
da fniura alliauca entre a Kttssia e a Franca, alli-
jii.-i qoe ns ja llovamos prognosticadnem o nosso
folbeltni de 8 de de/.ambro provImApa-vado
Com elTeito, uo Ihes fallaremos nestas cousas,
por que ellas perleurem an< leilnres das columnas
speriore.
contra asas violencias; ludo foi intil, e como a
corte persistisse emseu proposito, M. Murray decla-
rou que dentro de quareuta e oilo horas quera a re-
parado da oflensa, depois do que arrearia elle o seu
pavilho.
c Alguns medianeirns ofliciosos, suppondo que
tao extranha situacao seria apenas o resultado de al-
gom equivoco, dectdiram M. Murrav a prolongar o
intervallo da suspensAo. O pavilbao linlia-se arrea-
do a >{) de novembro; depois passaram-se qualorze
(lias duraule os quaes o escndalo cresceu de ponto
M. Murray fe/, ainda urna ultima intimaran quando
se llie esgolara de toda a paciencia. Respondeu-se-
llte com a ameaca de arrancarcm, mesmo de dentro
da legacao, o agente de Chira/, se elle maitifeslasse
a inlcnrao de aco:npanhar o embaiador em sua re-
tirada.
.No dcimo quinto dia de dezemhro em que
se deram estes arontecimenlos, M. Murray se dis-
pi">/ a ettecloar sua retirada que leve lugar no dia (i
no meio de um numeroso concurso de pessoas reuni-
das para despedirem-se do embaixador, qoe tinba
adquirido militas e mui honrosas sympathias. O a-
genle consular, lemende que levassem a efleilo a
ameara que Ihe tinltam feilo, n.loousouacoropanliar
a legarilo.
O embaitador francez, qoe empregara lodos os
meios pata que se desse a satistarAo a seu collega
declarou que elle tambem rcrlamaria por sua vez
urna s.il i-l.ir.in do governo |iersa, pelo desprezo com
que titilia sido rerebida a sua media{l0, a principie
oflicinsa, mas por lim olticial. Anda se ignora rA
resollado definitivo do prneetlimentv digno e ener J
gico dos dous representantes das potencias occiden-^
taes.
e A embaivada ingleza janto a corle de Tehern
devia diricir-se para Mossoul. Anniinria se que a
medirn foi emprehendida, mesmo em Constantino-
pla. pela iniciativa do governo ottomano.
'Journal des Debalt.)
IITERIQR.
CORItESPONDENCIA IM) DIARIO DE
PERNAMBUCO.
I'ARAHIBA.
i) de marro.
Gracas ;i Divio.i Providencia ; al esle momento
anida ando com os meus dous ps por esle globo
terrqueo, no qual ainda me don bem, sem romlu-
do querer que ja me nSo dei melbor. Porem cada um
anda a espera de sua vez, porque em vista da vora-
cidade que lem apreseulado o tal Sr. Judeu, e da
pouca gente que temos, se por capricho quizer de-
morar-sc por mais lempo ,nenhum de luis licar.
Ja leve a barliaridade de matar nesta capital etn-
coenta e nove victimas em um dia !! Nos mais pe-
queos lugarejos nao code de seos vinle diarios, e
assim es*e monstro lem causado nesta provincia in-
diziveis estragos, c nunca bem avahados, se ndo
por quem os est presenciando. A escravatttra to-
tal d.< provinria tica redo/ida a menos de utn quar-
to, c a popularlo a dous lerdos. Nos dias l'i e 33
den-nos esperauras de declinar de furor nesta ca-
pital, mas no da _!'' augmenlou utn pouco, e creio
que bontem a ceifa nAo foi pequea, motivada por
urnas chovas que appareceram.
Temos perdido nesta capital ate aulc-lionlem 836
vida'. e calcula-se que em todo esle municipio lem
morrillo dual mil pessoas.
Os lugares primeiramente afl'ectaios esto me-
Ihorados ; mas o Judeu caminba, caminlta e cami-
nba por todos os cantos, lugarejos e grutas da pro-
vincia, levando comsigo 6 terror, espanto, desola-
do e lagrimas. Familias inleiras h;'to sido victi-
madas.
Se por ventara em sna passagem elle olvidon um
ridiculo Ingarejo de meia du/.ia de visinbos, toma o
trabalho de tornar a Ira/ para f.i/.e-los pasar seu tri-
buto de lagrimas.
Assim vamos, nao sabemos al quando. Os nos-
sos vistnlios do i... ir.i que se prepararam com tuuci-
iilio, sal o albos para receberetn o Judeu, vejam-se
ncsscespellio, e contera que elle, mais larde nu mais
cedo, Ihes dar a resposta.
Grabas as providencias de S. Etc., lemoi lido a-
bundancia de viveras, eos especuladores pouco teem
podido fazer. Despeilados elle- amesquinham ai-
gomas daquellas providencias ; mas quera ndo os
conbecer que os compre.
tiraras aquellas providencia--, nao fomos obriga-
dos a comer unas tre/enlas barricas Je haralho po-
dre, que urna pliilantropica ca-a cumtnercial daltt,
contando com a nossa fume, para ca nos mau.lou.
lie bom qoe esse senhor saiba, que nSo somos caes,
e que citemos autoridades de olhos lao abeitos,
que n.'ri deiiaram retporlar aquelle bellopetUco pa-
ra especular com ello em ootra provincia famlica.
Huero contar-lbe o que me consta, ja que he o
nico desabafo que podemos ter com aquelle se-
nhor, que se c.i o pilhassemosde passeio Ibedariamos
um inutenir nos>o.
Cnusta-nos quecliegou alti um navio rom um rar-
regamenlo de htralho, i/ue foi rondemnadn, lodo
na parte, na quanlidade de Irezentas barricas, que
dizem foram lanradas ao mar.
Diz em publico o meslre da lancha que Irouxe as
tre/.enlas que para ca vieraui, que as trezeulas ubi
roudemnadas foram reil e verdaderamente laura-
das ao mar ; mas em pirlicular assevera. que dei-
laiulo-llies urnas 6oia< de cobre, ellas nadaram e
enlraram a bordo de soa lanrha. Me bom que a
polica ah, que olha para cousas i,"o miudas, inda-
gue esse phenomeno, que nilo he mo descobrir um
segredo de soltar cargas, lie verdade que o ba-
calho he peixe, e peixe uada.
Seja como for, rem dessas barricas, nao digo bem
desias, porque nao sci se foram, mas cem barricas
de bacallio pdore,|/wdi/i0-narflM,fo, foram manda-
das pelo distincto Sr. I'ASSO IKMAS [ala errem
o nome) ao Sr. J. J. A. desta provincia, aquem for-
nccein gneros para venda.
O bacallio ch'gnu alfandega d/endo o que era,
ebeirava como cousa boa. Ali, Sr. Tasso, que feliz
remessa Em que lempo leve S. S. essa phllan-
tropir.i lembranra I.'m dia, nos nao somos es-
queridos, Ihe daremos os agraderimenlos.
O Sr. Arauba, que nAo linda encommendado r<-
senria de barulhno, cnibora desiiifeclanlc ptimo,
previnio a um amigo que aqnillo era contrabando
em nossa alfandega ; e dizem-nos que a resposta
foi, nAo asseveramos, oti assigna a letlra de seu im-
porte, oti perde o crdito em nossa casa.
Se he exacto, estimaremos a justificae.ao, cerlo de
que essa queslao be de vida para nos, e a levaremos
ao cabo ; mas, se be exacto, eremos que o Sr. Tas-
so prevaleceu-se da dependencia do Sr. Aranha em
sua rasa, para obriga-lo a comprar-llic o hacalluio
podre qoe as autoridades abi liveram a condescen-
dencia de deixar embarcar livremcnb?.
Podiamos adiar nm simile para lal procedimenlo.
e ja o temos, que fennos pulindo, para aproe nid-
io, se lomarme, a fallar em lal queslao.
O resultado de ludo foi, que a alfandega 'leu par-
le u polica, e esla mandou proceder a um exame
medico, c as Irezentas barricas, dozentas nao sei
quem dahi .i-remellen, foi algum philanlropo igual,
foram rondemnadas a vollar ao salso elemento.
Feliz bacalhao \ leve sepultura ua trra natal.
Ja nao he, deixe-me dzer-lhe de passagem. a
primeira vez que lal acontece. Ah enlendem que
nos gestamos de baralho passado.
Falleceram da epidemia reinante o Rv. vicario
de Alhandra, e o carmelita Cabral, mano do vigario
Gamillo, em Alagna-ijova.
Ouanto ao mais vamos sem novidade nolavel.
Se sabe, diga-nos, para tirarmos certas duvidas,
os cadveres dos cholencos ahi movem-sc '.' Por r
mais de um, lem-se at assenlado ja no cemiterio.
Sustentara os competentes que sJo conltacrocs,
mas se sao, julgo que na~o be bom mandar enterrar,
quem se rontrahe.
Felizmente os roveiros nao leem muila pressa,
e sao escrupulosos.
Note la a circumslancia de que mais de trila
n......a-1 pie carregam e enlerram os cholencos, ainda
nm s nao suecumbio, e dous nicamente leem side
levemente affeclados. as tres enfermaras ainda
nao saecurahio um empregado, e poucos leem sido
os levemente tocados.
Digam os entendidos da Escriplura, que segredns
sao esses da natura.
A coragem tiesta capital ehegl a beroismo, a ab-
negacao excede a lodo o elogio. I.'ma rede de cho-
leriro, quer vivo quer morto, nao faz fugir das ja-
tiella*, nem ainda ao bello seso.
Os sanchos de tirar camisas nao teem applicarao
em nossas enfermarias. Os ordenanras por c nao
sab'm tomar o pulso.
Chegaram do Pilar, intactos, o Dr. Siqueira e te-
nenie Firmino, dcsempenliando corajosa e gloriosa-
mente mais perigosa commissao, da qual na opi-
ni.io de varias pessoas n.lo vollariam.
De vinle soldados que os acompanharam somente
ilion eram dous ou tres bravos ; todos os mais sof-
freram, mas estao escapos.
As autoridades-do Pilar vao chegando ao ninhn
conforme a coragem. O vigario foi o primeiro, nao
sei se tambem o foi em sabir.
Nada mais ha que merera menrao. Saude, saude
Fallaremos em um assumpto de oulro genero.
em um asumpto que, embora tratado alem do
Atlntico, com ludo nos perlence especialmenle,
fallaremos em uma obra, intitulada Brasilpelo
0 Sr. Carlos Keybaud, c as obras de Ozanam.
Temos dito mudas ve/es que a F^uropa lanrava
alravez do allanlico um olhar inni sympalhico sobre
esla Irtra hrasileira, lao rica de prsenle e de futu-
ro, sobre este novo Bailado em que se realisam lodos
osdias tnaravilliosos progresos, e quando formava-
mos esta idea, eis que um bomem de ledras de um
elevado mrito, esrrevia com uma peniia ingenbosa
e erudita, um livro, em que tomou a peito da-lo a
ronberer Franca.
Sr.Carlos Hey baud quiz eslabelcrcr a opintao sobre
Tactos precisos, sobre informares positivas, capa-
zes de substituir s impresses superliciaes una con
vtc;ao arrasoada; c nao foi rnenle por cusa das
preciosas aiiisades que foram de lo looge enepn-
Ira-lo em F'ranra qae elle euipreheudeu a sna obra,
foi igualmente por causa de utn profundo patriotis-
mo que Ihe faz deejar ardetilemeule retaques mui
seguidas e mui completas entre o seu paiz e a gran-
de naraii sulamericana.
Elle sabe, expe com perfeita lucidez que estas
relares aproveltariatn singularmeiil .i industria da
1 r iiiij i. que possue um irresistivel poder de attrac-
cao, possue a sua navegado merranlil que lem o
monopolio qnasi axrlusivo dos transportes cnlro os
dous pailas, assim romo aproveilanam aos nossos
inieresses merraittis, que dan as iransacrors uma
aclivhlade de dia em dia mais desenvolvida ; e o
que elle deaeja lie nina rcalisarn certamenlo fcil e
lalvez pr.ivima.
Com efleito, romo elle dous aovarnos sio exrellentes. lie esle nm farln
digno de ola, pois que cm razao .las boas e amiga-
veis relares, o senliinento nacional l.lo poderoso no
Brasil assim romo o espirito incrr.uilil, do ao com-
mercio francez nina preferencia assignalada.
o Ama-sea Franra no Rio de Janeiro, continua
o aulbor, romo noreste do impeno, n3n s porque
oa nalnresa do.Francez se assemelha mais ualure/a
(ido llrasileiro, e por que os seus costantes, a sua
(lorigem.as suas trencas se barmnnisam perfeilamen-
le rom as popularoes ralhnlicas e dn origen) lalina.
o Mas ama-se lamben)a Frutea por que nenhum
iiriubale, nenhtima oflenal, neuliiima dessidenria
.....i .< el lem reparado os dous pahea, por que sa
be-se que Franra na soa politira honesta e leal
iino lem pensaineiilo algum, designio algum da of-
fender a digoiilade do imperio su I-americano, nem
no desenvol\imcnlo da sua prosperidade.'Esla sym-
upalhia he muito mais viva e mclhor eitabelerida :
iiassim cumpre que ella se estenda as outras grandes
"i.aros martimas.
O Brasil nao se lem esquecido nem se esqueccr
do procedimenlo da Inglaterra na queslao do tra-
lico ; e ipnnio aos Eslidos-Lnidos.as suas recen-
oles tentativas acerca do Amazonas,e os projectos de
"ii-u-pacan futura que occullam, tem sinf-ularmeule
((ausmenlado as desconliancas e as anthipathias que
((inspiram a lodosos Americanos do Sul os Anglo-Sa-
c(\es do Noria.
Para dnr a quem.compete as honras desta sita-
Cao msravilhosamente feliz do Brasil, o autor falla
rpidamente c com grande lortuna, na gloriosa
conquista da independencia, nos primeiros passos
dados pela nar.lo na estrada do progresso, e que ella
lem continuado corajosamente ale o dia em que se
achou prompta a seguir com resoluc,ao o seu joven
chefe. quando una declarado preroce de maiori-
dade poz cm IKIH as redeas do governo em suas
mos. ,
Kv |>Iii-.i c commenla a nossa constituirao poltica
(levda ao genio liberal e cavalleiroso de Dom Pe-
dro I, e queja tem funecionado por esparo de tri-
la e dous anuos, snn solTrer outros ataques mais do
que as modilicares de IS'ti, o cerrada do respeilo
(los povos, como nos primeiros dias, e como a obra
de nm principe para quem a hora da juslica he che-
gada.
Di/, elle que os senlimrnlos de temo o pallietiro
rccon'iecimenlo ligam os Itrasilciros ao Iterdeirode
Dom Pedro I, a Dom Pedro II, verdadeiro lilho do
Brasil, nascido no meio das crises de uma transfor-
madlo laboriosaj protegido desde o berro pelo amor
de loda a narao, que lem rrescido para ella a debai-
in dos seus olhos, que am idorecido antes da idade
por uma experiencia precoce, se achou um homcm,
quando ha l.'iannus tomou o poder supremo, e a
quem o paiz deve d'ora cm vante a reahdade de
um bom governo, islo he, a ordem interior, a se-
guridade, a prosperidade do presente, a garanta
certa de um futuro magnifico.
Para que este futuro de prosperidades ncalrola-
veis se realise, arrescenla o esrriptor, ha ainda al-
gama cousa a fazer : primeiramenle o Brasil com o
poder da sua vegetaran tropical, rom o poder e
lecuii li ta le do seu solo ha quasi tao grande como
a Europa intuir coala some,,w. ", aK iiilti.'*^-. de
habitantes.
He prenso que allraia a si larris e inlelligeiirias
que o coadjuvetn nem exploraran providencial; be
c mais saude, livre de dores... Ihe desejo por muilos
annos, e eu que o veja uedio e sao.
PERMAMOCO.
ItECIFE 5 DE ABRIL DE 1856.
AS 6 HORAS DATARDE.
RETROSPEf.TO SEI.UUL
Os sustos, a anciedade, as alllicc.es, as noticias
tristes e desoladoras, os militaren de portadores que
continuadamente sinhan a ridadS fazer exigencias,
reclamaroes, queixas,lodo sfa immenso movi-
raento dos diveraoi pontos da provincia para a capi-
tal, loda essa correte de corarauocae,oes tem ees-
- ulo de uma maneira extraordinaria admiravel.
lia um mez, pouco mais ou menos, nao se passa-
va semana, nem dia, nem hora, que o governo, nos,
loria a gente, nao recebessemos noticias do eslado
das localidades que foram accommeltidas da epide-
mia ; loda a actividade, todo o lempo era pouco pa-
ra responder carias e aviar portadores do mallo.
Hoje he o contrario. Calou-se a tuba fatdica de
mil boceas que do sul, do ceolro cdonuitc, vi-
nlia espaldar aqu o susto, o terror c o desa-
nimo.
Ja se passam -emana-, dias, hora<, sem que sai-
liamos novidade alguma de muitos lugares ; e, se
tomarmos o silencio desses pontos actualmente mu-
dos, como um signal indicativo e lisoogeiro do esla-
do das cousas, podemos suppr com milita probabi-
lidade que, se a situacao nao lie complelamcnle sa-
lisfoloria, esta muito melborada.
Mas, sem embargo desta especie de e-quecimcnlo
repentino que a mor parte do mallo lem lido para
comnosco, sempre recebemos durante a semana al-
gumas comrnujHrac.oes, em geral, agradaveis c li-
songeiras.
As dalas da villa de Garanluins que chegam a -27
do passado, dao o mal muilo diminuido, nao so na
cabera da comarca, como tambera nos pontos que
ja linham sido aneciados da mais lempo. Com ef-
feito. Papacara, S. Benlo e Crtenle, posto que ain-
da soffram alguma cousa, comludo o decrescimento
da epidemia era sensivel, e se davam poucos casos
falaes ; entretanto, em Canholinlio, lluique c Aguas-
Bellas, romeravam agora os estragos.
Recebemos noticias do Brejo com dala de -1 do
passado. A epidemia se achava estllela em toda a
comarca, e as rousas iaui comecando a entrar no
seu anlign estado.
A situacao do Bonilo era satisfaloria. A vilia es-
lava livre do llagello ; nos outros pontos a decres-
cendo de uma maneira consderavel, e em l.age-
Grande, onde se manifestara por ultimo e li/.era
terrives devaslacoes, ja comerava a declinar. II-
timamenie linda apparecido a d?xiga, mas felizmente
pouco damuo linda feilo. A carne e os onlros viveres
pro duzidos no paiz se acdavam por prero razoavel.
Km lmoeiro o mal roiilinu-iva -i desapparerer ;
de sorle que, desde _M do passado a,c '.) -o correte,
data das ultimas communicac/>cs que recebemos da-
quclla comarca, o cemiterio da villa s linda rece-
bido oilo cadveres. A fome se ia descnvolvendo ;
c a falla dos braros rnubados i agricultura pela pes-
te, ainda aggravava mais 01 sustos da popularao.
Os viveres de todo o genero se acdavam por alto
prero.
As noticias de Bom-Jardim, que recebemos por
via do l.imoeirn. annonciavam que a epidemia esla-
va quasi exlincla na|povnacao : entretanto nos outros
ponlos da freguezia as couas nao eram tao lison-
geiras.
Na cidade de Nazaretd o nal approxmav.t-se do
ocaso, e nos onlros ponlos da comarca grandemente
diminuindo. Entretanto, a tambem se experimen-
ta sin as lerriveis consequencias, fildas do eslado ex-
cepcional un qne se acabaran! as diversas localidades
da provincia que foram victimas do cdolera-morbus;
a fome, em consequencia da falla de prnduccao do*
gneros do paiz, tinda-se elevado o preco dos viveres
a um alio ponto.
Na cidade do Victoria a salubridade publica nao
linba soffrido alleracao.
>ao recebemos noticias, nem do Rio Formoso,
nem do Cabo, e nem do Pao de Albo.
As comas cm Olinda vSo lomando un- carcter
mais sereno. A mnrlalidade diaria oscilava entre -J
a :\ pessoas, e o numero dos casos novo era mui li-
mitado.
Na villa de Iguarassii c nos oulrosTpontos do ter-
mo que linham sido atacados, os eslragos do mal
eram em mu pequea escala. Poucas victimas eram
sacrificadas diariamente, e a silaacao achava-se me-
llinrada.
As carias de Cedras de Fogo annonciavam que a e-
pidemia se aedava daslante diminuida naquella fre-
guezia, assim como nos onlros ponlos da comarca de
Goinnna, aonde a morlalidade ia decrescendo, eja
nao liavia tantos casos fataes; entretanto l lamdem se
senli.un as consequencias da penuria, mas nao as
mesmas prnporc,oes, o que senlem outros lugares.
O ''ocatitins rhegado dosp orlos do sul n,1o noslrou-
xe novidade alguma imprtanle do mundo polilico.
Cor elle souberr.os qoe a pesie conliouava a desap-
parerer as provincias daquella regio do imperio.
Segundo cartas de Cropri.i soudemos que se linda
manifestado novamente com icte'iRrhde no Rosario,
preciso que lente ludo para enfraquecer, enlre os
hospedes que o prnciiram. o espirito de vollar um
diapara a patria, as aspirares ao solo nalal ; he
preciso que os fue, que os assemile populacho in-
dgena por meio de fcil ntiiriete; e isto li tanto
mais preciso, por que soa agricultura esta as
ni.io- dos pretoi d'Africa.
Eotendc que o Brasil deve preparar com antece-
dencia a poca cm que a .iludirn da escravidao ja
nao possa ser para a agricultura e para o imperio
um desastre, um suicidio ; deve apressa-la, cha-
mando colonos, chamando para o lado da sna forca
pjiysica novos tradalliadores, a inlclligencia distinc-
la da Europa, que supprida'quamo aos bracos pelas
macliinas nos tradaldos demasiado arduos, e que,
em caso de uecessidade, sade modificar as culturas
para obter mais ricos productos com muito menor
despe/as de forjas humanas.
Eis-aqui a verdade : quasi todas as colonias lira -
sileiras luto prosperado dentro de pouco lempo, per-
sonagens ronsideraveis do imperio Ihes lem dado
um grande impulso, e pondo de parte um algarismo
consderavel de eommernanles c operarios eslran-
geiros filados no Brasil, a popularan dos centros co-
loniaes se eleva, segundo as informares cstalisticas
e as tabelas ofliciaes, a -J.IHItl almas."
Apezarda immeusidade da trra, ella augmentara
com os esforros dos lavradores ; felizmente o algaris-
mo de vinle mil almas relativamente mnimo pro-
melle cresrer cm pouco lempo.
Cara separar o dominio publico do dominio par-
ticular, lem o governo por uma lei de |K de Miem-
bro de ISll estabelecid nm verdadeiro rad.islro,
presrrevendo a medirn, as divises e a demarra-
rlo das ierras incullas, determinando o preco por-
que devenlo ser vendidas as trras pertenrentes ao
Estado, e rreando ama adniinislracao especial de
Ierras publicas, encarregada de conservar, vigiar e
vender as Ierras sendoriaes,ctiilim, para desenvol-
ver a colonisacao nacional e estraugeia, e formular
os regulameulos relativos a este nhjeclo.
Esta administrarn da repartido das Ierras pu-
blicas, aob as ordens do ministro do importa, ronic-
cou a fuorrionar ba*cousa de dous annns, paraca es-
lar enllocada na altura da sua bella missan pela
forma esclarecida, iutelligenle e activa com que
recolhe lulas as informares, inaugura lodos os seus
liabalhoc, opera a demarraran das Ierras as dilTe-
rettloa provlnclaa, e em toda a parle as Ierra* s3o
ardentemente procurada!, e a coloni-a..i.. se tai ac-
tivando de urna maneira singular.
Cira rilar Os nones das peraomigeni que toraam
Maroim, l.arangeiras, cCapella da provincia de Scr-I baria e aulorisava-n a pagar urna gratificacao ao en-
gipe. fermeiro encarregado dn Iratamento dos enfermos da
Na comarca de Corto-Calvo, pertencente a provin-
cia da* Alagoas, sem embargo dos poderosos soccor-
ros enviados aquelle lugar pelo respectivo presiden-
Capunga, bem como a distribuir pelos indigentes as !
esmolas necessarias que promptamente as satisfara ;
finalmente o Sr. commendador l.uiz Gomes lem sido
le, tambem bavido recrudescido. Tinba fallecido do incanavel em soccorrer e promover o bem-eslar dos
citolera o coronel Bernardo de Mcndonca rico pro-
pietario daquella provincia.
O vapor do norte auntincou-nos que o cholera
conliouava a decrescer na provincia do Para. Em
varias localidades da provincia do Maranltao appa-
eufermos, e indigentes na desgracada crise porque
temos passado.
O chafariz da rita Imperial costuma fechar oa
nuaniln por motivo das chovas nao da exlraccao, re-
hollando dislo licarem as auuas ilelle estasnadas nos
rereram muitos rasos de dosynleria, e o tvplio ia fa- canos, verdes e lodosas. Por mais de duas ve/es le-
MlidO algnmas victima-,; enlrrlanlo, segundo diz o
nosso correspondente, nao linda carcter epidmico.
O Imperador trouxe-nos igualmente a noticia, de
que a epidemia ainda se nao linha manifestado na
provincia do Ceara, como se liavia dito.
ino- tallado nessa ebafariz, que d'ora em dtanle lica-
r sendo condecido pelo chafariz do verao.
Senhores redactores da Pagina Atulsa. O
vigario da freguezia dos Afogados, tendo o que se
diz no segundo periodo do Bom Dia de l do corron-
O vapor da Europa foi portador de alguma- no- i ie< respeito da carencia que da em sua freguezia
ticias interessanles. sendo uma deltas a declararlo do rte nm sacerdote para adminislrar os snecorros cspi-
armislicio entre as potencias belligeranles. As con- riltiaes aos enfermos, rnneluindo que nao se eng.<-
ferenciasde Caris preoecupavam loda a opiniao eoro-
pea, mas, alem da cessarao das doslilidades, tieubum
nutro resultado era condecido ale as ultima- dalas,
que lecebemos pelo Avon. Entretanto todos espera-
vam que o congresso daria a paz ao mundo.
Carece que a Europa esta em vespera de presen-
ciar o restabelecimeulo de liarmonia ntreos sobera-
nos da Franca e da Russia. O imperador da Aus-
l na, como uma domenagem ao imperador dos Fran-
cei.es, den o nome de Napoleo a um de seus bala-
llies ; Alexandre II, lem manifestado as mais vi-
nam em declarar que o parodio se ada paralvlico e
demente, jiilga de seu dever responder .qoanto ao
primeiro ponto que presentemente nao ha falta a.-
goma na adniinislracao dos soccorros espirituaes,
porque o Bvm. Joaquim Jos de Faria se tem pre-.-
lado com assiduidade a soccorrer os enfermos, ajn-
dado do Rvd. Joaquim da t'.unha Cavalcanli.e quan-
lo ao segundo ponto que rom quanlo se ade elle
doenle e abatido pelo forlissimo ataque do cholera
que soffrera, com ludo est regendo como dtiles sua
parochia, conservando illeso o uso de suasfaculda-
vas s\ rapatbins em favor da Franja e do seu respec- des moraes c pdysiras, o que lie publico.
livo soberano, e avista desles acoutecimenlos, pa-
rece que a Inglaterra trade passar por haito das
torcas caudinas.
Soubemos igualmente por via do paquete itiglez,
que o Cod: conduzira para aqui Ires irmuas daca-
ridade. que foram contratadas por ordem do governo
desta provincia pelo nosso encarregado de negocios
em Caris. Entretanto ellas aqu ainda nao chega-
ram. e esla indicia nos foi Iransroittida pelo nosso
correspondente de Lisboa. He verdade que o Cdiz
apenas deixuu aqui as malas, de que fora portador,
e consta que condu/io para Babia as encominendas,
que trazia para esla praca. Talvez lambem levasse
estas :t lillia- de S. Vieegte de Paulo para a cidade
de S. Salvador, ou para o Rio de Janeiro.
A diminuicao da mnrlalidade, durante a semana,
que se findou, animara a populadlo, c avivara um
pouco as relacesde loda a especie, que se acdavam
bastante paralizados.
Durante os 7 dias, que derorrerarn, depois da nos"
Afogados de abril de 1836.
0 vigario. Joo Antonio Torre-
Sentimos Inexplicavel salisfacao quando vemos
na poca actual qualquer pessoa pralicar actos de
caridade, e nos enchemos de indignaci'o quando ve-
mos olvidar-sc esse rigoroso dever que lodos nos te-
mos de soccorrer os nossos semelhanles, mormente
quando isso parle de pessoas que. ou pelas sciencias
on pela religin nao devem por maneira alguma, ain-
da com sacrificio dos seus cmmnodos, perder de vis-
ta e-sn obrigac.lo, e que pelo contrario devem sei os
primeiros a dar o exemplo. Como quer que seja, ou
nos entendam, damos para lerem a seguinte pera :
i Illm. e Rvm. Sr. padre Tbomaz.. Eslou ira-
lando de uma pobre mullier, que esta muilo mal, e
boje pedio queria ronfessar-se c lomar os Sacramen-
tos da hora da tnorte, edi-se que se ronfessava
com V. Rvma. e como julgu que se deve fazer csa
ultima vonlade a um moribundo, por isso manda
um cavallo para V. Rvma. vir dar-lhe os ltimos
sa ultima revista, o cemiterio receben no domingo soccorros espirituaes, e oulro para um acoliio. Nao
cadveressegunda-feira :lterca -*'2quarta vai rarro para esla rondurao porque a mullier he
tiquinta 12sexta I :le sabbado I i, o que som- muilo pobre, e deu-se gracas a Dos por caridade
natjtl pesoas. Esle algarismo moslra que a si- arranjar-se esses dous cavallos. Suu, etc. (Asai
luaca i ainda nao de normal, mas por oulro lado di nado.)
a grala esperanra, de que as cousas em breve serlo Rosarinbo de abril de ING.
plenamente satisfactorias.
Os religiosos liencdilinos da ciJade de Oliudn of-
Resposla.
o Illm. Sr.... Ea me acho ba-lanle inrntnmoda-
fereccram ao governo a quaulia de 1 contos de rs. 'lo- n5" 0D*to*ta ',l0 Pu nr> *nho arranjos para
para soccorrer a popalas^opobre atacada da epidemia m""lar a cavallo, e por esla ra/ao que.ra perrtoar-
nas fregoezias de iPan-d'Alho, Olinda, e aqui no
Recife, a qual quanlia foi eulreguc a commissao
central-benelicente, c deram igualmente a commis-
sao parcial de Olinda 300f rs. c a de Pao-d'Aldo raY:,llos'lle %ieri"n ''" Kosarinlu. eslavan. scl-
ine eu nao poder la ir. Sou de Y. S. atienta vene-
rador c criado, padie Tbomaz de Sania Marianna de
.le-u-M.-gallia-.
isas r.
Consta-nos igualmente que ,i portara do convenio
dos referidos religiosos se bao deslribui lo dielas aos
pobres. Dizem que estes religiosos desgnnram a.
quelles lugares, porque ah possocm propriedades.
Pouco nos importa com os molivos especiaes, que
inspram os aclos desta nalure/a, c desejaramos que
lodos aqoelles, que possuem propriedades, praticas-
sem da mesma orle para com os indigentes dos lo-
gares, onde vvem. Se tivesse acontecido islo, de
cerlo se teriam evitado as scenas de miseria, que
se representaran! cm alguns ponlos da provincia.
Em consequencia da deliberacao do governo geral
qoe havia esparado as malriculas da Faculdade d
Dirrilo al o dia :t do eorrenle, nesle dia enrerro-i-
se a adamissao dos esludanlcs, e comecaram-se a
marcar-se-ldcs as faltas.
Tivemos alguns carregamenlosldc carne seca, fari-
nda de mandioca, e arroz, que vieram abastecer o
mercado, c prodqiinm a baixa nos rcspeclivos pre-
JOS ; entretanto a farinha de trigo ainda se conserva
pelo mesmo que eslava.
A carne verde nao tem apprcsenlado a baixa, que
se asperava com a concurrencia da municipalidade
na destribiiico deste genero, leudo, alm dislo, me-
lliorado a simarn creada pela epidemia, ale na
lados e enfreiados, apenas donvc csquerinienlo em
se mandar um par de esporas : por lano nao pille-
mos de maneira alguma concordar com tao frivolas
desculpas.prncpalmenle a de mo ter arranj para
mnii/nrarnrif/opara ir ministrar sacramentos,! uma
moribunda, que jnlgando-se na sua hora derraleira,
pedio.que se quera confestar com o ^r. padre Tbo-
maz, equemsshe das ratOM que ella loria para isso'.'
O Sr. padre Themislocles apenas fui chamado foi
sem perda de lempo dar a salular consolacao a
aquella infeliz. He um dos Srs. padres que nao se
tem poopado, ni fatal crise ao curaprimento de
seus deveres. Dos o proleja.
Entre os diversos agentes empregados pela
cnmmisses de beneficencia, que mais servicos bao
prestado nesta quadra de dores c prevaricaces, me-
rece especial mencao o Sr. Pinheirn, agente di com-
missao parorlnal de San Jos. Esle moro b islanlc
morigerado, sendo ncambdo da distribuirn le soc-
corros no dislriclo dn Aterro e Cabanga, lem mos-
Iradn um ,lino admiravel na apreciaran das rlasses
diversas dos necessitados, e graduando as esmolas.
nao so cm relac.lo as precisoej como a sensibildade
dos enfermos, lano discernimentn e rapacidade em
lio poucos anuos, fazen nos prever qneo Sr. I'indei-
ro, sendo ja um benemrito da humanidade. lera pa-
propria feira de Pedras de Fogo. Nao sabemos qual! rv-,,0nla's,caerr<> h,""a' '"^ "* Pr0V"C'1 qUe
de o molivo deste eslado estacionario, emque se tem
i on-ervado o alto preco da carne verde, c nao seria | '*"* rila (' '"e='n de om sobrado n... lanra-
fora de proposito que a illnslrissima cmara mu- "m "m" ral,leirada lao vleme em uma pe-*oa que
cipal lornas-se publico scmanalmcnle as suas opera-
ccs a este respeito.
PAGINA AVULSA.
Em a lililainenlo is informares que nos deu o
Sr.Dr. Ruliuo Auguslo de Almeida,temos a declarar
que o Sr. commendador l.uiz Gomes Ferreira, niem-
bro da commissao central, dirigio-se a casa do pres-
tante cirurgiao Sr. Manuel Pereira Teixeira.e decla-
rou-ldcque alm dos medicamentos e 1:2 barias queja
havia posto 1 sua disposirao para os enfermos e in-
digentes deseo dislriclo, punda mais uma peca de
a iniciativa desta empreza 1,1o fecunda em resulta-
dos cerlos, o autdor cita o majnr Caelano Dias da
Silva, na provincia do Kspirilu Santo, o conde de
Montravel, cnsul de tranca em Porlo-Alegre. na
provincia do Rio Grande do Sul, Henrique de Ver-
rejoul, ele.
Em lodas as parageus se ilesenvolve uma emula-
cao rlenlo para levar esla obra a efleilo : o chele
do Estado, os mini-tros, a assemblea geral, os pre-
sidentes de provincia, as assembleas pruvinciaes, al-
guns propnelarios de trras, loda a gente, compre-
tiende que a cnlonisarao de a odra esseucial.
Com a suppressao do trafico, com a diminuirlo
indubitavel e crescenlc do trabaldo aercola pelos
prelos. o Brasil deve allradir a si os colonos em
grande numero, nao s para arrolear as suas Ierras
incultas, mais ainda para conservar em valor a por-
c.ao cultivada do solo.
o Diantc desta situarlo, ja nao de permillido
o adormecer, diz o autor, as suaves douc,uras de
a um (lima aden^oado, nem nulrir prevences que
o desculpavam ha trinta annos os perigos possiveis
o de uma independencia apenas acclamada, os sen-
il lmenlos de ciosa desconfianza que suscitava a
k presenra dos eslrangeiros ; nao existe um homem
esclarecido no Brasil que u,lo sinla que be lampo
a de acabar com esle passado, e que o roncurso e o
(i bom acolhiiiicnto de lodos sio boje iinli-pensjvei-
para abrir a rolonisaro a estrada lao ampia qajaii-
lo fcir possivel.
V.\< o resumo mais ou nieuns rompido de uma
parlo donotavel Irahaldo de Carlos Revdaud. Posto
que inlo concordemos rom .ligninas das suas ideas, ,
todava, daqui deste cinto do mundo em que vive-1
mos, dirigimos ao ilustre escriptor, atravez do Al- i
laotiro. o nosso mais sincero tributo de aralido, j
pela maneira lisongeira o distincta com que comide-
ra a no* Bra fe/, apreseiilando-nos perante as diversas popular/es
europeas romo urna nac.o rivilis.ida, e desparte ba-
nindo do espiriln deslas mrsnias popular"s alguns
preroneeilos, que al tarto poni nos desacredilam.
Ha seculos inspirados, lia seculos laboriosos ; u
nosso lera a gloria de apparecer aos olhos da poste-
riiiade aob o duplo aspecto da inspirarlo e >lo Ira-
liallio.
A sua iuventiide, a sua prinaeira inrl.ide. receben
o rain alai ero, leve o eullnisiasino, levo O l\ritmo,
leve o soplo; a ni id id.....liloia. a alta e-niida
melada romera, e romo urde meto da vida hnma-
na, em que depois de ler perdido de vista as lindas
encantadoras dos primeiros lion/nnlp-, entramos
enlao passava. que o cnsnparam perfeilamenle. Ora,
isto foi uma obra '. foi una graciosidade ou de ne-
gra Inventa, que lem asas dos senhores. ou dr mora
amarella, que nao areia os novado-, ou de homcm
empanturrado qne lem lodo o timo dos pantanos de
Olinda pregado| .ios denles, porque s classiticados
assim, e por consequencia sem significacao poderiam
de dia despejar em uma pessoa de circutnspeccao
,e que nao fosse l.lo gradu porr.lo d'agua '.
Fizemos essas observares, porque nos constou
e consta a muila gente, que o Rvm. Sr. vigario dos
Afogados nao pode por seus padecimenlos reger a sua
freguezia, mas como o Sr. vigario dizque poete...
calamos-nos.
Os BU.
na serenidade do recolhimenlo, ella lem o grave
ardor do trabaldo e a severa aotoridade do eslodo.
I lliserv adores soperciaes lalvez a repotem va e
frivola ; mas nao he assim.
Se lancarmos as vistas sobre os nossos contempo-
rneos, descobrircroos as suas lileiras horneo- que
lito ejemplos de corajosa virtade. trahalhadores io-
faligaveis, coraces nohres. abarlos a todas as gran-
des inspirares : lal foi o homem rujas obras com-
pletas sao boje publicadas pela preciosa iniciativa
de uma santa amisade, lal foi Fredenco Ozanam,
eminente professor de lilleratura estranseira na fa-
culdade das ledras em Caris, morlo ha poucos mezes
mui prematuramente.
Os volumes que compoem a sua obra sao em gran-
de parle as podras principan! de uma grande obra,
que devia abracar a historia das lellras desde o s-
calo IY ate o \lll, e na qual linha elle tomado a
peilo mostrar que a igreja nunca deixnu apagar-se a
tocha dan latir* bnmanaa, e que durante estes lon-
cos seculos tao despresados dos ddlos espirilos mo-
dernos em escolas podlicas, em escolas ignoradas,
sempre em alguma parle, existencias voladas ao sa-
cerdocio caldolico hgaram a civilisarao auliga ao
inundo moderno, i.....tendo o fogo sagrado da scicn-
cia e vivificando-o por um principio novo.
Cara realisar o seu liello designio, linda rsluda lo
rom amor a deranra da antiguidade as nes da
Igreja Macante, os pmdigio-os irabalhoa deanes ho-
mem (pie nao pennitlirain a noule sacnlii lo, que
levaran a luz de nm extremo ao mitro da Europa
romana invadida, a lizeiam penetrar entre es povos
que permanecern! inaccassiveis e putaaram de nano
em iii.in a larda at t.arln. Maguo.
Kilo so volara ;i obla reparadora dcslr grande
li'inieni. se c nan linham perecido antes delle, nao se extingui-
rn! depois, para mostrar o que se fez grande na
Inglaterra no lempo de Alfredo, na Allcinauha no
reinado de Othon, cliegaudo de-I arte a tiragorio
\TI e aos Crinados, para mostrar os tres serillos mais
gloriosos da idade media, as rhronicas, as distorias,
a poesa ravalleirosa, a formarlo das linguas moder-
nas h das lilleraloras nacin.es, emlim a IHcina
Comidi, de Dante, o maior monumento deste perio-
do i|iii' de como o seu resumo e la/ a sua gloria,
F. esle liomeni que lancava as pedras de seuie-
lliailln loonoiileolo, que cnillav.l pila ......Illplellien-
lo .la sua obra rum a hondada de laaos e com o son
..ronde atoo, pelo; bellos estados, lo, ii.ido .,..-
seus rbarns IrabalbM por uma morle premalur.i; e
as lellras -ollreram urna ilupl.i perda : perdeiam
O mesmo da-se continuamente (le am 4a ava-
dares de cerlo sobrado da pra.a da Roa Ynta, qae
tem a particular hadilidade de radazir a testada ala
casa em um lago de aguas i > ln que gente che-i-
rosa !
Cnmprazemo-nos sempre qoe lemosortasMnde le-
par os fados no estado em que se achavam, e nimio
mais qaando se tratado crdito de algueth: psirlati-
to apressamo-nos em publicar a segninte eorresqaoti-
dencia quedestroe inleiramenlea censara que havia-
mos feito ao Sr. sacerdote que celebra na capella do
Belem.
srs.B'darlares 1"Pagina 4ruha.Acliando-me l>o-
jesoflicienleraentecnuvencido.que o Rvm. pa Ir.qoe
celebra ma na capella de Belem leve toa motivas
para nao haplisar o mulatmlio esrra vn da Eim.*Sra. D.
tienoveva.oqoolja Ihe tinha sido apreaenladopordoaa
vezes para esle fim, sendo om dos motivos a falla
de sanios oleo novos, retiro pela presente a falta
qne allrihui ao mcmn Rvm. padre, e qae roresta de
minha rorrespondencia. que sabbads "i d rorTeode
foi publicada ron vo-so mu ronceiloado jornal, pe-
lindo ao mesmo Rvm. padre, que haplise o Hitn nm-
lalinho, logo que Ihe forem apre.solado as tantas
nleos novos.
i> morador do /Yo C. ('. P. Ferreira.
Ale amanka.
REPART1GAO DA POLICA
Secretaria da Colicia de Cernamhaco .'. de abril
de iKati.
_ Illm. e Exm. Sr.Levo ao conheriaBjcmn de V.
.\c. que, das dillerentes parliripares hoie rerelit-
das nesta repartirn, consta qoe se deram a -egmn-
tes occurreucias :
Foram preso* pela subdelegara da fregoecia do
Re-'ife, Come Pajean d'Araii|0. por crimede furia;
Jos dos Res, por hriga. eo pretu ecravo Ttburcio,
reqiirrimcnto de seu senhor.
F; pela da fregoezia de Sanio Antonio, a nreta
Mara do Monte, par suspeila| Dos guarde a \'. Exc.Illm. e Exm. Sr. eone-
Ihciro, Jos Bentn da C.unha e Figuriredo, presi-
dente da provincia.O chefe de polica, /.i; Car-
los de Paira Ttireira.
MACCA demonstrativo dn movimeuto do Iw-pual
de San-Jose do Recife. de II de marco aa
meio-dia a l de abril an meio dia.
EM i; de V IIII 1 1. I) E IKitH. AO MEIO-DIA. Satos. E m E i i Ej I E B al
Masculino. Femenino. -> f i i i 3
Total . 1 H 1 1 9
N. B. Foram soccnrndas com medtcamentns da
dospilal > pessoas e recoladas pelos limitativo* do
quarlo .Vi pessoas.
Dr. Pramotaea Vatniardaa Bd<.
MA1*PA garirl do moviiuento dos doenle* rhalefirm,
Iralado* i.o hospital ajraattanraa do ar-senal
dr marinba, le..I o da I ale o uliiu..
de marro de IH.'*4>.
CHOI.KIIA. ORSERYACOSS.
Exilian...... 11 j .V 1 al. no lim de 1 hora. a > > i :l > entre i e X >. as Vi Jl -Das depois...... i. .._. ._. .^ l :. w 7 :i
KiUrar.-'m.....
Sahiram......
I;.illef?r un .
I-.V-Vlli...... ------- r, un fin.inri |Ue 101 lirarem-uail.i padm-1 la eslava mora. . 1
iSornma

Yai inrloido no numero total. .11 cholenco*, per-
teucentes >a rorpo da armada.e arsenal de marinha.
de entre os quaes fallercram ."; JJ africanos livir-
em deposilo. dos quaes falleceram ; S prews re-
meltidos pelo coramandanle d> fortaleza do Brum.
enlre estes lalleceu I : a--im romo em peasana parvo, de fehre amarella, 1 de pliiv-ica lohercMlo-
sa. oulro de typho, e oulro de gastm hepatile* cIh-o-
nica, estes tre* iiltiinns falleceram. um ebrio c nana
mullier alienada, a qual fora depois lemettid- para
o hospital de caridade.
loai/unn lose .tires de Alhuqueniae,
Cirurgiao .lo nautna-aV
diario
be ^Jcrnambttco.
Pelo vapor Parann. da empre*a Saota Croz. da
Babia, recabemos jomara que alcanrao a da cor-
rente.
He elle portador, alem dos soccorros para Para-
laba que nao puderam ser recebidos peleo vapore*
Tocanlin* e Paran, de mais uA hatricasde b-dach..
-" saccas de arroz. 100 ditas de farinaia do mandio-
ca, e li* dilas de dita de trigo, tapioca e comana.
Fallecen na povoarlo de l.enroes na Rabia, rom
mais de Km annos de idade, o padre meslre Aolo-
uio de Queiroz Ozorio.
O cholera ainda se faz senlir, rom intensidad*,
em alguns lugares, sendo, logo que o mal apparerr.
-orromdos com mdicos e amoulancias : na cidade
ainda tallecan cien pessoas por dia.
Ima caria do Aracajii. em Sergipe, publcala
no Jornal da Balita, diz o segoinle O cholera am
da nos nao qui/ d.'iv.nicm alguns lucares da provin-
cia vae fa/endo larga ceifa. Aqu ja principian as
Pieava carregando para r-sla provinria o patacho
nacional Amazona', e lnvio saludo, no da S do
nelle om sabio e om poeta, e o qoe anda be
ama desias inlelligencias religiosas qne do alio da
tribuna acadmica, parecem maiore do qoe om pin
losopho, mais dignos de admirabas do qne nm sana*
e do qoe nm poeta.
Sio especialmente entre tantas rooas notavets es-
capas a sua penna os sen* eslodns *olre Dante qno
revelaram a philosopdia potica e popular, a poetaa
pbilnsoplira e verdaderamente social do immnrtal
Florentino, que captiva as mull Ies. iniciando-a*
na civili-ai-.io da cloriosa poca do Renascimentn, o
depois os estudos germnico* em qae elle approxima
a Vllemauh.i da idade media e a dos lempa* moder-
no*, em que da sua penna eloquenle e e-tu to*., Ira-
ca a historia dn t an-n ini-in, da rivilisacaa roma-
na c do astanelecimenlo dos Barbaros atravet dos
seclos de uma rpoea rheia de verdadeira gran-
deza.
Ha p "icos trahalhos Iliterarios que nao deverizio
ser escriplos em uma folln lislrada de preo. o a
penna do esrriptor que quer follar com rnnsrienria
em lodas as roosas i > peusamenlo, pode sempre
saudar o ullimo rain de uma estrella moribunda no
ceo da poesa.
Henrique lleinr. o grande poeta alientan, digna
le um logar entre Scluller e Giollir araba de iihh-
rer em Pan*.
Nascido rom e-te *ernlo, I.Vri accooimettido d
nina vellnce premalura. e ana grande alma immor-
'alenle (oven araba dr deixar ante* da hora um
ro po (pie o mal orrupava e con*nmi.i ha oilo na>
nos.
lora prrci>o um r*|unlo rvlraordin.....e pioli
Btaao, .10 mesmo lempo lnlga.m e itielanrnlien.
*cepticn e rente, torno e cruel. *eotimenial e risa-
nho. rlassico e romntico. Mlemao e I ranee/.
Foi de loda* a* poca*. o sopr.. do vu genio. *e
desenvolveo aa plena carreira, ao momo lempo nos
mais puros esplendores do mundo greco, as sedor-
res dessa forma maravilbosamenle bella, qoe -
perlence ao amigo as mais nivstica- ecavallei-a,
Icintas calholicas da media idade. na* laota>"> de-
liciosa* da* seibas hallada*, o emlim as ^'d r
lias irona* do espirito aovo e rninmuiu
Os grandes hoiuens eni ces*ar de *" da^ *oa pa
Ira uiilliilimm a lado; e a -na in-" aaonana
,1,11 Mata* jquelles ,pie rln lodo- Iu":lle* >r ipa.
..,......[tela i.;ln- lonuasde i"" v'" '""'
di/ei.
4lHalal-l-lrah<

R
vIUTIt A
-
ILEGIVEL


cimo fil pMibuco s gni Film 7 Bi m\ IE Hit
passado a barca Flor do Mu com vazilhamei aii-
nba e no dia |. Jo corrale a MBKI llorlencia
com caf e charutos.
BI'I.I.EIIM DO CHOLEKA-MOHItlS.
Parli'i parns dos ho>mtaes.
Ilospilal ilo Carrun, ( doenles era Iratamento.
Hospital da ra da Aurora, morreu UU> mulber,
exislem 2 homens, 3 inullieres a i prvulos en (ra-
tamenlo.
Hospital provisorio do arsenal de marinha, 8 do-
enles.
telacoilas pessoas que fallecern) do cholera-runr-
hus Toraiu -iiuilia.U- uu I emile m publico das
ti horas da larde do dia -II a K da larde do
din 1. de niarc,o de IK">*>-
/.icres.
Numero JJ'HSenhoriuha Vieira, l'ernamliuco, ;l:l
anuos, (lava, brauca, S. Jos, ra do Fugo n. 7
hospital de S. Joso.
Idcm 22!)2Mara da Kosa l.ima, frica, 3H anuos,
prela, S. Joso, becco do Dique n. 1.
dem 2393Benedicta da ConceicAo, frica, 70 an-
uos, solleira. prela, S. Antonio,' no fundo da igre-
ja de S. Therea.
dem 2291 Hartholomeo Jos.' de Kreilas. 'ernaro-
buco, 8 annos, pardo, Boa-Viala, Capiinsa-nnva.
ltajBS Theotonio Manuel da Triodade. l'ernam-
liuco, ti anuos, pardo, Boa-Vista, Manguiuhu nu-
mero! <
dem $96 Loiu Maria dos Prazeres, 30 annos,
solleira, prela, Recite, ra da San/ntla-Nova nu-
mero 18.
dem 22M7Francisca Komana, l'ernamliuco. 62an-
nos vinva, preta, S. Jos, liecco da ra Augusta.
dem WAurelia Emilia, Augusta dos Res, Ma-
cei, l!l anuo, solleira, parda, Boa-Vista, hospi-
tal da roa da Aurora. ,
1 Joni Jj'.i'.iJote Fraucisco, l'ernambuco, 15, anuos,
solleiro, prado, S. Antonio, morava na ra da
Florentina e fallecen no hospital ,lo Carmo.
dem BND Maria (delicia, Pernamhuco, i anuos,
parda, S. Jusc, pateo do 1'erc.o, fallecen no hospi-
tal de S. Joso.
dem 3301 JoAo, Pernambuco, ti anuos, pardo, S.
Josc, Cinco ponas n. -17.
dem 2302 Mauoel Leandro Alves Machado, l'er-
nambuco, 60anno,|pardo, Boa-Vista, Sanlo-Ama-
ro, rna Hom-goslo.
dem 2303 Jesuina, Pernambuco, I anuo, parda,
S. Jos, ra de lloilai n. 10.
dem 2 mi Franoisco Ignacio da Silva, Pernambu-
buco, 50 annoi, pardo, solleiro, Hoa-\ isla, hospi-
tal Portuguez.
dem 305 Jos Francisco Galvio, Porlugnal, 28
tunos, solleiro, branco, Boa-Vista, feilor, Cupnn-
gi Velha.
dem 2306 Bota Gailhirmina. de Oliveira l.ima,
Pernambuco, 22 annos, rasada, branca, 5. Jos,
do Jurdim n. 18.
dem 2307Olegaria Maria da ConceicAo, Pernam-
buco, li anuos, solleira. preta. S. Jos, becco da
ra Augusta.
ticraw.
dem 819 Theodnra, Pernambuco. 25 anuos, sol-
leira, parda, S. Antonio, ra Bella 32.
dem 820 Asoslinhn, l'eriiamhui-o, ll> annos, sol-
leiro, prelo, S. Joso, ra Imperial n. 118.
dem 821Mauoel frica, 00 annos, solteiro, prelo,
Kecife, ra das liuararapes n. 8.
dem 822 Luita, Pernambuco, 38 annos, prela,
Boa-\ista, praca da Boa-Visla n. 15.
dem 823Paula, l'eruambuco, 13 anuos, solleira,
S. Anlouio, paleo do Carmo n. H.
dem da mortalidad,- das pessoas fallecidas do cho-
lera mnrbus das ti horas da tarde do dia I" as ti da
larde do dia 2 de abril de 1856.
Arrea.
Numero 2108Antonia Marlins de Moura, Per-
nambuco, 70 anuos, viuva, branca, Kecife, ra da
Assemhlea u. 8.
dem 2309Juo Francisco, Pernambuco, 0 an-
nos, casado, pardo. Boa Visla, falleceu em casa
de Joaquim Coelho Cintra, morador na ra do
Hospicio,
dem 2310 Lucia Maria do Desterro, Pernambu-
co, MI annos, viuva, branca, S. Jos.rua de S. Jo-
s n. 30.
dem 2311 A una Hilaria da Conceico, Pernam-
buco, 10 aHnns. viuva. parda, S. Jos, travest
de S. Jos, n. 37.
dem 2312 Narcisa Jacinlba Kosa. Pernambuco,
73, viuva, branca, s. Jos, ra Augusta n. 17.
dem 2313Severina, Pernambuco, I auno, prela,
S. Jos, ra do Caldiercirn.
dem 23li Antonio Gomes, frica. ,0 annos, sol-
teiro. prelo, Santo Anlouio, sapateiro. enferma-
ra da casa de detenerlo.
dem 2315 rsula Maria das Viraens, Pernam-
buco, 00 anuos, casada, branca, Santo Antonio,
becco da Virarn, n. 21.
dem 231l Maria Lata da Bocha, Pernambuco,
9 annos, parda.S. Jos. Invest de S. Jos n. 13.
hscraros.
Numero 82i Pedro, frica, 32 annos, solleiro,
prelo, Santo Antonio, ra da Penha, n. 25.
dem 825 Anua, Pernambuco, 30 annos, solleira,
preta. Sanio Antonio, ra da Penha, n, -25.
dem 826 Feliciana, Arrice, 2V anuos, solleira,
prela, Kecife, em urna casa de arsenal de mari-
nha.
dem 827 Jacinlho, frica, 50 annos, prelo, sol-
leiro, Kecife, ruado Brom, n. 28,
dem 828 Antonio, 25 annos, solleiro, preto, Ke-
cife, rna da Cadeia do Becife n. 5.
dem ilajmorlalidade da9 pessoas que fallecern) ds
choleen-morbos, das l horas da larde do dia 2 as
fi horas da tarde do da 3 de abril de 185fi.
/Acres.
Numero 2317 Rufino C.ardoso da Silva, Pernam-
buco, 20 anno, solleiro, branco, S. Jos, sapalei-
ro, mu de Sania Cecilia, n. 5,
dem 2318Anua Joaquina do Espirito Sanio,25
anuos, solleira. branca. Boa Vista, coslureira, ra
dos Pire, n. 2(i.
dem 2319 Balbina, frica, 50 annos. solleira,
prela. Santo Anlouio,' quitandsira, ra das Trin-
cheiras.
dem 2320 Maria Jos, frica, 70 anuos, viuva,
\nreta. Santo Antonio, Gamboa do Carino n. 9.
dem 2121 Mara M .unca da Encarnarlo,5 an-
uos, parda, S. Jos.rua dos Pescadorts.'ii. 3.
dem 2122 Anua Joaquina do Espirito Santo, 2i
annos, solleira, parda, Recife, becco Largo, n. (i.
dem 123 Maria Francisca do Rosario, 21 an-
nos, solleira, prela, Recife, ra da Senzala Ve-
lha. n. 21,
Mein 2321 Joo Vianna, frica, 30 annoi. sol-
leiro, prelo. Herir, ra da Sen/ala Nova, u. 18.
lem 2325 Florencia Maria dos Prazeres, 1 annos,
parda, Recire, ra do Pilar, n. 12.
F se ratos.
iiiavenlurada seuo, vivendo na Ierra, for pilas suas
obras, pelos seos actos benfico* merecedor della,
e ronsegundo-a romo premio (lestes felos generosos
applaudidos pelos humen, e agradaveis a Dos.
Para isso Dos imprimi em sen coraro tima lei
que havia de observar, o pelo scu fiel riimprimenlo
atrancara truclos grandiosos que o fariam digno da
morada dos juslns.
Esta lei cbama-si natural, porque a receheu a
nalureza ; e esta lei nao be nutra que os dez man-
dameulos, eteriptos em tahuas du podra pelo divino
dedo de Dos, purilicada e apcreieoada pela bocea
do -cu saulissimo lilho.
Jess l'.hrislo, nao obslanle dar os nail vivos cx-
emplos, desempenhando plenamente estes sanios
preceilos emanados da suiuina sabedorie, nao ressa-
va de eiisiua los as turbas rule-, aos buinens iguo-
ranles.
Estando, pois,
homens eirgolphados someiile na avaricia, que nao | Vunes Pinto, que elle coutrala por couta do gover-
cuuheram lacro que os larle, ooro que os sacie ;' no para tratar a pobreza, porla->e indignamente,
que a inais tenue esmnla que por acaso saia-lbes das deixando uiorrer inmensas pessoas a talla de cum-
ulaos mpsqiiiiilias, julgaro deslalrar ou enfraque- priinenlii de seus rigorosos deveres ; o hospital lam-
C6f su hund ; ab qual sera' a recouipensa que
devem esperar deslo proredimento lAn descommu-
nal, ignobil I enerando! qual sera'a recompensa,
nao dos boinens, mas de Dos, que Ibes ronliou es-
ses thesouros, para la/crem o boni uso asss racom-
meudado pelo evangetho Nada direi, e ncm ex-
peiiilerei argumentos eslranbos, copiarei a scnlen-
ta que tero, fulminado a Sabednria elerna aos rico
avareiilos. Ei-la : S. Lucas no capitulo 10 du seu
evaugelhu nos diz que, morreu uin rico avarenlo
e foi sepultado un inferno : morlus est anlein dte,
el srpultus est in fn/erxo.
11 avia u ni corlo bomeiii rico .continua o evaoge-
lii'in de poucu uu ii...id serve, porque leudo morrido
ras curas, que a mallos que se julgavam ja quasi I que se dizque o d'aquella cidade denominadoA
morios, deu a vida, pelo que esparzio se por toda a
cidade um grilo estamos salvos das garras do mal, e
na verdade acodado, o entrepidamente acode o
digno profano! a rada canto, ja arrancando das
quasi lodos, denlre esses poucos que para la foram, bordas du tmulo a un, e a todos hvrJn.lo do mal,
di/.em que por mo trato c abandono ,.m ,|,, 0, ,,,,.
lisia) avarenlo que Injivi |iurpuras c linho lino,
SalvaJor Divino no templo a selunqueleava laulaniento, e nenliuma compaivao
ens.i.ar, pergunla-lhe um dos doutores : Meslre,' linhl dos pobres laniintos pois que Lamo lanca-
qual be o grande preceitu da le 1 Jess Christo Ibe do a' ,ua porta, ocorpu lodo urna chaga. o a quem
diz: Amars au Senhor leu Dos de lodo o leu co-1 reg.illariam as misalba
raro,
que Ibe cabiam da mesa,
le toda a tul alma, e de lodo o leu enlen- nada ravorecia ; menos piadoso que os caes que Ibe
diini'iilo ; e a eslehe scmellianle u segundo : amaias
a leu pro\imo cono a li meono. lestes dous pre-
ceilos depende toda a lei e os prophelas. O dnulor,
porem, nSo satisleilo replica : Meslre, que hei de
lambiaui as lerida. Murreu n rico c morreu Lzaro
com bem diverso destino ; que a Lzaro levaran! os
carrejados de^.e eslabelecirneulo os deuavam, pegn
logo o povo a scisnnr que era all rasa da mortc e
uSo o hospital, de modo que preferirn) inorrer a
miiigua em suas casas e nao irom para a tal casa da
caridade......a disiribuico da emolas paraca
ter sidofeila lambein a geilo de alguem.c a voz pu-
blica clama, murmura. e. com justa razo
pois os socorros que se leem distribuido a pobreza,
sao pela maior parle devidos aos philantropicos ha-
bitantes, mais abastados de bens, l.iuto;desta cidade
como de seus suburbios, e nao an enverno ; final-
nao poupandu para isso nem us seus passos, levan-
laudo-sea cada hora da Mito, aliin de prestar os
soccorros necessarios. I o feliz tem sido em suas
curas, que tem decrescido qu.ui no lodo a morlali-
dade a poni de ja lerem-se paando das de nina t
victima, e parece que o asitico retrogradar para
onde he oriundo.
He este mogo dolado de boas qualidades, islo ha,
o Sr. Ildefonso, tem adquirido aqui una cora
para a sua cabera, honra muito a familia, a que
perteuce e a sua provincia e quanlo as suas mami-
ras sao allaveis no ^eral; por que, ja com pobre,
mente para cumulo da de^rara, esses hroes que se ja com o rico reparlc igiidlinenla seus carinhos.
debaliam como lees com o lerrivel inimigo, e que Os Mamanguapense, leccmos-lbcs os maissince-
wi.i apego algum a vida e so poi soccorreroproni.no, ros volos de gialido e .iicomins, e praza o. reos
arremecavam-se com urna corasen, sobre natural a que tan inchlo be.nfeilor progrida na carreira de
l'atriahavia daixado de existirpermiltam-me
Vmcs., de prolestar contra a inetaclido da referida
nolicia. He verdade que u dito jornal.( Patria
suspendeu a publicaran durante pnucos dias por mo-
tivos ponderosos all uccorridos a' cliegada do ero-
prezario.mas nem par esse faci se deve considerar
a sua total desapparn;o. nem lambein se pole allri-
buir essa medida a qml^uer causa insignilicaiile.
Era preciso manler e regularisar a estabelidade da
sua publlcaro diaria pdr,, mrliior salisfa/.er aos
seus uumerosns assignanles, oque uo era pnssivel estimados geralmcule por
ellecluar-se do um luomeulo p.uaoulro, quando por -Kiaes.
algum lempo eslivera e-sa empieza lora da vigilan-
cia, ou direcro d'aquelle que se hlTll lllhaitjtll
do a lao imporlanles compromisos.
Uuem sliver bem a par dos improbos trabalhns
do cbolencns na enfermara aqu pit4beiar,da. r a
pontuahdade rom que o- coi|h, eram senajllaa*-n
remileno.
loslallada a cnnmi-ao ceir.d de l-enerean.. e
noincadas a- I.ira.-. priicur.nn alirr qurai rram -
ineinbros da eommiMO de-le di-lricln, e infnrma-
ram-uos ser os Srs. rapilo J^. Alve -le So,/*
Baugel hoje fallecido Fissaatal Iteren., r de ^1-
aoci.la Guedes, Pedro de A-.i Campo*, e o |.i rele-
rido capono Juse Marcelino fcanio- -jl..|-ii
por serem estes Srs. lodos i,n>o< ronhecKlos
ui- qualidade- pe-
I>i.i- depois soulieroosque nSr. i.uede- kavia pe-
dido sua desouernao ; que fui segaidn |ie >,.
Rangel, e loso a|K. o Sr. A-i tirando riHHeaaun-
lemenle s, e xibrecarregadode Iralulliw. auri rom
todos os lugares aonde elle invada, nbandouam
i in.i...ni seu posto de honra ao saberem haver sido
ulraiado o tal ririirsio Nunes Pinto pois uo
anjos ao scio de Abrabam, deposito das alma> juslas,! querem sobrerarregar com responsabilidades, e nem
e o rico loi sepultado no Inferno, donde por maior
.fazer para entrar na potase da vida elerna ? Qae he I pena va o pobre mendigo venturoso. Abrabam,
o que esla cscriptn na lei '.' dissc-lbe o Senhor. co- meu pai, (clamava o rico) compadcce-le de mim
manda a Lzaro que moldando n'agua a pona do
mo l tu '. Eu Icio, responde o doulor, amai.is o
Senhor leu Dos de lodo o leu corarn, com todas
as las forras, e ao leu provimo como a ti mesmo.
Enlao continua o Senhor, lens bem respondido ; fa-
se tu isso e viveras.
Desla resposla lo cabal, p assas cvpressiva, evi-
dentemente so roncluc que a lei divina esta' com-
prel iili 11 c se reduz a dous preceilos : amar a
Dos sobre todas as cousas, c amar ao prximo como
a si mesmo.
Esla lei tan resumida em palavras. roas lao rlieia
de sabednria no sentido, por laso que foi pro lucran
.la iolelligencia infinita, fui pmtlaHm sendo cscla-
seu dedo me veiilu refrescar a lingon, que gran-
des sao os tormento! que neslas rbaminas sorfro.
Aln ih.un. porem. Ihe sisnilicou que alm da i;raiide
distancia que os aeparava, justo era que quem
tanto padecer em vida, fo-se consolado c aleare
depois da morte; c quem se regalou de cabedaes e
delicias no mundo soflresse sede e lormeulos na
oulra vide. 'Lerrivel he a sorle do rico avareulo '
A' vista desla lerininaule seulenca, c Nnleoca
promulgada pur um jui,. inethoravel, be mister que
o bomein que leuba feilo man oso de suas riipiezas,
desapegue danta deleite, desla aroblrao, amo.
recida e elucidada pelo supremo legislador, por boc desordenado; de*la. eniliin. avareza sem par que
faz '
ca de seus apostlos e evangelistas com todas as
suas circuroslancias e particularidades.
Np que, pois, conceroe ao amor do prximo; a es-
ses homens inspirados por Dos nn Ibes faltn pen-
sameutos que enunciassem, raciocinios que f.irm .-
sem, documentos que exhibissem, e provas rjue ofl-
recessem, para que chegasse ao alcance de lodos,
lodo o requinte do amor consagrado ao prximo
beneficencia, preslabilidade, soccorros, auxilios,
caridade em summa ; mxime quando elle loque ao
apuro da miseria.
He verdade qne aquelle Dos que do chaos tez
sabir a brilhanle machina do universo ; que quan-
do conven) fructifica as ridas e cscalvadas campi-
as, bem pudia livrar aos moraos do immenso la-
go da pobreza, em que tristemente vivan mergu-
Ibados ; anda mais. l--ie Dos que imperiosamen-
te manda o sol nao passe alm da sua eclptica, c
o mar a| das bausas designadas ; Elle que enfeita
de nilidas estrellas ao cerleo firmamento; poda se
qnizaaw, crear com izualdade de opulencia e. rique-
zas a lodos os descendentes do infeliz habitador do
Edn ; mas, sprouve a' sua alia sapiencia, foi
assas conveniente encher de cahedaes aos Davids e
Salomos ; de pobreza e lunnilli ..;.ii aos Tobas e
as lililes ; quiz que desl'arle lodos os homens vi-
vendo em sociahilidade, vivessem em urna depen-
dencia mutua, em nma sujec.ao reciproca ; qui/. cs-
labelccer os ricas no mundo, para seren guardas, ti-
eis ecnomos de sua pruvidenca, e dispenseiros
de seus Ineronros, afim de que rollorados ne*la im-
iDincncia, acudisvein s neressidades de seus irmos
que jazessem no charco da miseria ; em summa para
serem cari.tosos com a pobreza.
Para ser desempenhado esle dever lao sanio, o
soberano dos orbes expresamente ordena aos ricos e
abastados Israelitas que acudain, que soccorram
indigencia do seu prximo; que exlendain mo ge"
nernsa em seu amparo. Kgn /inec/io fiai, M 0-
peria< inanuin fralri tuoegcno rt pauperi. Deu-
teronomio. Tambem determina por Isaas que os o-
pllenlos e ricos do mundo reparlam o pilo com o
que lem fome ; que vistam ao mendigo e esfarra-
pado, c que jamis sejam insensiveis s supplicas
do seu irin.io indigenle. Frange esurienli pantm
riirin, ritm n'deris nutfum operi eum el earnem
luam ne tletpLreris.
Compulsando-se os evangelhos se conliecerf rpio
luminosos sao os preceilos, as recommen Jar..,, e-
nergicas em pro da indigencia desvalida. S. Lucas
diz : Suffragaiao desamparado, c postuireis os bens
que desejais para vossa ulilidade : dale elemosi-
inii,; el erce nmnia manda sunt robi*. Amar o
prximo como a si mesmo, c soccorre-lo em suas
necessidades, be o maior de lodos os sacrificios, diz
S. Marcos : deligere prximo lam/aam te ipsum,
mmjii< ett onmibu* hotocawtionibut et lacrifiriii.
Ter caridade para com u prximo, urna caridade
mulua e cordial, deve ser o primeiro de lodos os
actos do lioinem seusivel, porque esta so beneficen-
cia he capaz de apagar urna grande parle de seus de-
licio*, assim allirraa S. Pedro. Ante oninia mutuam
ik robn necHpsi* eUiirilalrin rtnlinuam habentem,
i/hi oharfUt operil mulliludineiw peccalnrum.
ter urna seda execranda do srdido ouro, e
urna averso, c iuseusibilidadc a seu prximo desva-
lido: he de necessida.de palpitante seguir o conse-
Iho de S. Paulo ; abracar as regras do evangelho ;
ser benigno compassivo, fazer boin uso de seu,
cabedaes empresando-os, parte em eanwlas e oulra'
obras pias com o que podera induhitavelmente
lo pouco sujeilarem-se a resultados luneslos, e com
os quaes a desculpa dos autores recahisse por rima
delles.
Efe-BOa Srs. redactores, chocados a hora extrema,
o tigre trairoeiro queesbarradn ao primeiro impulso,
espreilava a necasio favorita para tirar a desforra,
be -o.n que ajulga upportuua,e iuvadindo com lu-
da asna ferocidade todas os ngulos desla cidade, a-
laca, Tere e mata diariamente crescido numero de
seus habitantes : o desanimo parece querer tomar
vulto entre o povo, e ainda varias ramillas e reli-
ram para tora, porem a maior parle de seus habitan-
tes reronherendo infructfera essa retirada, esperam
a pe firme o ioimijo dispoam-M h receber com hu-
inilli ir.n. o castiga de Dos.
He justamente nestas apuradissiinas circuinstanrias
em que nos acbavamos e aonde todo eram pranlos*
lacrimas, gritos de agona, desolac.no, morte ele. etc.
quepetvs 8 horas da noite do dia 12, chegoo a esta
cidade o Sr. Ildefonso Ascanio de Azevedo, esludau-
le do quarlo auno da Faculdade de Medicina da
Babia ; hosppda-sc em casa dos Sr-. Moreira & Pri-
mo, e o descanro que procura de sua enfadonha via-
sein he saber anude existem alguna doentes mais pc-
sua proflasRa tura esleio de sua familia, e para typo
dos qae agera aa regras.de Hipcrates. i-:-..--..i
os mimes dos campanea, que anles do Sr. Ildefon-
so chear soccoriam os que eram allectados do mal,
Manuel de Snuza Caraairo, capilo Jos Luuren-
co, Uasimioio Carnelra Minleiro, Jos Gomes da
Silva, Joo Kaplisla de Orvilhe, I boma?, tiuerra,
Antonio Joaquim da t'.osla GuimarAes, Antonio Joo
AIvik, Jos Joaquim da Sania Lomos, Anlouio Pin-
to Coelho, junios rom os cima mencionados e nu-
tras muiln- que nao me record agora, estes Srs.
ajndaram multo o Sr. major Manuel Conralves
Guerra d Albuquerque e Silva.
Espero.Srs. redactores, daro publicidade a estas
toscas linhas, que moitaobrigario ao seu constante
leilor.Um Mamanguapeiue.
Sr.t. rrdartorrs.l.eno o Diario Je l'ernambn-
le 5 do corrale, nelle deparei rom urna rorres-
eni sabido que s ao lempo cabl a resoluedo de
taes questes. Se por um lado avullam taes emba-
razos a qualquer emprcr.a nasceule dessa importan-
cia, por nutro resta a garanlia de que o lesla della se
pondenria em que se defende ao Sr. tenenle enronel ach urna pessaa que por gui -ol* ilo le, e dedica-
que demaiidam a re lacro e sn-tenlaro de um jor- insp^rc^o e lis-alisarao da enfermara, quer pelas
nal da urdem da l'atri'i, se convencer' quo peni- visitas domiciliarias, afioi de uinhecer o lado dos
vel he essa gcslo, principalmente no romero della, lenles, e ande os havia. para lomar as ptuviaea-
e a vista de cerlas oceurrencas que Ihe sao inhc- dai aaMaaWiaa ; ajanar asan) iueptcr,. no cetatlerm
rentes, e mesmo inevitaveis.Nesla onjunctura para onde r-periaiincnte diriga as tasa vasta, alim
A PatrianSo pude apparecer durante aliuns dias. de que f .>sem eom promplido e bem ila aa an-
uas essa roesina suspens."io lem de produzr o salular bamar/ses. |-i., qur diremos nao lie ama divasa-
efleito de sua maior permanencia e melhor orgam- '.o : se perenrrerdesBemlica. I orre. Estrada ao-
saco, como o lempo o demonstrara'.Nao prelen- va. Luna e Remedios, e inlasardeso.rasosalii acaM-
demos |ior cerlo dirigir a mnima censura au Jluo leridos, dir-vos-luto que oSr. Marrelit>^a -
correp m lente do seu bem coureilua lo Diario, em do os dias iwla manhaa redo e a larde vadaraeMS"
Lisboa, porque nio Ihe podemos jamis allribuir o ] onde havia doenles, se quenam ir para a enterma
maligno desejo dedesac.redilar um do, melhores jor- ra ou se preterala o Iratamento que ta lendo. 4
naes do seu paiz, apenas nosso lim be rectificar esse oulro que se Ibes quizee lar ; e rniilejrm as res.
laclo que sem duvida desfigurado che^ou ao seu co- postas eram a- providencias dadas imnaedi ,u-
uheciinenio. Quantu a deficiencia dus recursos de ment.
que all dispoe o dito jornal.1 Patria, a a difli- Persunlai an Sr. IininingosiUaaa Malheos. qaan-
culdade na sua censervaro, como pareceu aquelle tas retas vio o Sr. Fon-era peUi imnadiar* ,ie-
seu nobre correspondenteseja-dos tambem pe mil- \ sua habilaro a examinar o estado I- daaaltH, ,
tido decliuar desse desravoravel juizo, porque be j a fazer o que as asna rircumslaaaas perniittum ;
/
srangear a vida elerna ; em summa seguir as re- rijosos, e pedir urna pessoa para indicar-lhe soas mo-
cummeudares de Jess Christo pela horca do radas; no que proinplameule foi servido, c eis S. S.a
evangelista S. Lucas. Dale eltmomim et errr | por casa desses enrermos ministrando-lhos remedios,
om/i'a inunda tnt robti.! Praliquern assim aquel-
le a qaein o Senhor ronliou os bens da Ierra, que se-
r,lo felizes.
h'r. Uno.
<>oiTr^04TL>i:itciit^.
|ialavras de consolarn, encorajando-os e lo se reco-
Iheudn as 3 da madrugada, e a5 he ja na ruaeni se-
guimento de sua honrosa larefa.
He imp.issivel pintar ao vivo, o prazer. ,1 alegra e
esperanca, que e divulga em lodos os levantantes
com a noticia da chesada do Sr. Ascanio. pareca
que urna nova poca 'ia apparecer. e que o lempo
Uamangnape 27 de marro de 1856. I da amarguras a torreras havia eessado;e defacto
Srs. redadore*. Ha dias que me preparo para de bom agouro seao providencial foi a vinda desse
dizer-lhe alguma cousa respeilo ao estado lamenta-1 senhor : sim. enhores redactores o S. Ascanio a
vel desta cidade, porem quando vou para linear quem nicamente conheco de visla 1 apenas chesa-
mo da ppnna, apromplar papel, e dar principio ao I do a esta cidade enviado pelo sovern, cnlra loso na
meu aborrecido rabisrar, be justamente quar.do ouro 1 lerrivel lula com o infernal cholera, nao romo hn-
um grito de dor que parece repaiur-me o cora?ao, mem assalariado ou como um pnsilanimp, mas sim
um gpmido de agona que me desordena todas as como ousado guerreiro, como valenle cainpeao, ca-
ldeas, finalmente um de-ses penetrantes ais coro .que mo verdadeirn cbrislo, c que movido por um poder
a esposa lamenta a perda do marido, a lillia do pii, I maior, concebe em sua menle a derrota desse feroz
irma do irmo etc. etc. etc., c he esse alarido da inimigo, e a total cxpulso desta cidade; na verdade,
o Sr. Ascanio no perde um nico instante em com
batela, para elle nao ha sol, chava, horas de dia 00
da noile, que nao r-i.: 1 promplo a soccorrer quautos
o procuram ; o repouso que lano preciso se torna
ao corpa humano, ja nao existe para elle, c com lu-
Passos. alirmaiido-se que nao tinha recebido, quer
da thesonraria Jeral qoer da collecloria.dinheiro al-
gum para necorrer as despezas no n do hospital
como do cemilerio desta cidade ; mas como nao je-
ja ito exalo por isso que sel queda Ihenouraria
provincial se receheu para tsl lim um cunto de
res, sendo qae tambem desla colletoria foi enlre-
ro inspira toda a coulidiica para supenr portados
os iiieius possiveis esses bices. Ilaja vista o Diario
de Pernambuco, que subsiste lia .32 annos eacba-se
boje acreditadissimo no interior e exterior do im-
perio, someule pelos fervorosos esforros e insbila-
vel perseveranca do seu digno proprielario, a dea-
peilo de mimen.as dilliculdades com que ueressa-
gne ao Sr. delegado a quantia de qualro rentos e|r'amente lera' lutado durante to longo periodo,
rinroenla mil res, por isso apressn-me a declarar! Uueiram, Srs. redactores, dar publicidade a eslis
que foi menos exacta a que allezou o autor da coi -1 curias linhas, em abono da verdade; rorr.o Ibe pede
respondencia, o que se pode ver do respectivo recibo
que acha-se rerolhido a thesouraria de fazenda. Fa-
co esta declaraco, Srs. redactores, somenle para que
se nao pense que bouve da parle da collectoria omis-
so no cumprinienlo das ordens da presidencia e da
thesouraria.
Sao, Srs. redactores, seu constante leilor e assig-
11.meJoo f,'orfa/ccs /lodrigues h'ranra.
Olinda 5 de abril ile 1856.
morte, que me allasla do meu proposito, e que ja
por mais de una vez me tem lejo larsar a peana,
queja em punho se aehava prestes a por em pralica
miaba tenc.no.
Corria socpadamenle o mez de fevereiro, e quan-
do ja se aehava quasi Iranpondo leas ltimos dias do sua corasen) sua caridade, sua afabilidade, suas
do presente |iara o pastado, ha justamente quando I palavras de consolajao, parecem inextinguiveis, a
nos bate a porta esse mouslro aziatico, esse terrenho cada dia loinain maiores torcas, a proporcao rpie v
sangetico. esse horrendo viajante, esse inTernal cho- a rera aziatica ir cedendo aos esrorcos que empresa
lera morbus : nome borrivcl, iioine espantoso, nome para debela la: senhores redactores, quanto sinlo
mortfero, nome amaldicnado, de execranda memo- mo ser agora um CatnSea, um T'asso, um Garrel, pi-
ra poder lecer a coroa de louros que merece o dis-
tinelo Kahiano Sr. Ildefonso Ascanio de Azevedo:
exulten) de prazer e jubilo os pas desse uobre moco,
que no desempenho de seus arduos deveres, elle nao
sabe trepidar um so momento, elle nao vacilla, elle
nao se escusa : claria-lo, Rabia, em quanto repar.
tires rom toas irmra lilbos iguaes ao Sr. Ascanio.
filialmente as heneaos do corecaiam sobre elle em
premio de suas virtudes, c lique S. S..' corto queseas
cervicos ficaro perpetuamente sravados no coraco
dos Mamanguapeiises, e que jamis poder ser olvi-
dado nesla cidade, o nome do Sr. Ildefonso Ascanio
de Azevedo, verdadeiro sintelmo de seus habi-
tantes. ^
Pedindo descolpa deslo pequeo encomio que diri-
jo ao Sr. Asrailio, minio desejo que elle em nada
ofrenda sua modestia, cerlo de que no he por lison-
ja que Ih'o dedico, nas sim por seus relevantes ser-
.Srs-. redactores.Arhando-me desde alsum lem -
po summamenle onerado com o (ratamenlo de innu-
meraveis doenles accnmmel'.idos da epidemia rei-
nante, nenhum inlervallo me restava para le pe-
ridicos ; e por is.o s ha mili poucos dias e a instan-
cias de um dos dignos inembrot da administrarlo dos
hospitaes de caridade, foi que li o relatarlo publi-
cado no seu Diario de 22 do mez passado dos tri- I marei injusto, que o lllm. Sr. teiienle-coronel Pire
umphos homeopatbicos obtidos pelo Sr. I)r. Lobo FalcSo quer tornir escravo- le sua vonlade a ofti-
<> agented'aquella empreza.
Recife 5 de abril de 1850.
Srt. redactores. No lA'icral n. 1010 de 2!'de
marro prximo passado, vem publicada a pedido de
um annimo, que se .Iimioihh que parece estar muito lonse de merecer semelli in-
te epithelo, urna censura ao lllm. Sr. tenenle-coro-
nel M. C. Pires Falcan, commandante do batallan
11. 51 da guarda nacional de Ipojuca, por occasilo
de ama circular do referido commandante, em que
adverta os ofticiaes e olliciaes inferiores, remissos no
pagamento das mensalid.ides da msica, da necessi-
dade de satisfazerem seus compromissos, e repre-
bendendo-os por es ella pndiam ser punidos com priso.
Por este facto assevera o justo, a quem antes dia-
ria e de Iri-tese bem tristes recordaees.
I'oi de 20 para 27 de fevereiro, que elle alacou li-
gan dos habitantes desta cidade, c em seu furor sat-
nico faz cabirem 2 horas 12 victima.: opovoaorece
bereste primeiro rhoque,parece licarum pouco sobre
altado, muito principalmente por se adiar o desam-
paro dos lilbos de Esculapio, pois havendn apenas
um, he esse o primeiro que ao ouvir tratar da clie-
gada do cholera para logo fica semi-cbolerico, e a
niusuem valle, a ningiiem soccorre.
Mo sofleendo por muito lempo este penoso estado
algumas almas generosas, enlre as quaes figuran) co-
mo principal, o major Mauoel Goucalves de Albu-
querque e Silva, o qual vendo semelbaule abandono,
e reconhecendo que a uo haverem algumas almas
devotadas que acuJissemde promple a pobreza e ful-
minasseni a molestia losn no* primeiros indicios, te-
riamos talvez le ver repro.lu/.idas as lamenta veis sre-
nasde Sanio Anio, Camel c Santo Amaro, convida
aliiumas pessoas para o ajudareo>emsua nobre rnis-o
de soccorrer a pobreza e comhaler a molestia com
todas as Torcas que estivessem a seu alcance, e eis o
nosso hroe rodeado de varias pesaoai, que parlilban-
do das mesmas ideas, uo correm, vnam aos lusarcs
aonde apparece o lerrivel viajante, cimbalem-o, e
Estando por tanto a par da opulencia o dever de fH"m, levantar .da boira da sepultura alsons que
ja se achavam no periodo lgido : o povo parece rea
iimiai -- em visla das diligencias empregadis por
esses hernes, e elles infaligaveis em sua dediraejn,
nao Ibes resla lempo ncm mesmo para comer, t)
cholera rustigado denodadamente em lodos os punios
aonde se desenvolva,.parece suspender o seu impe-
soccorrer a indigencia ; sendo da vonlade do supre-
mo autor de lodo aereado, que os que gozam na
Ierra us prazeres da riqueza que Ihe Ton confiada,
reparlam nina porrfio ao irmao baldo desse beneli
ci ; nada mais juslo, nada lo conveniente que el-
Moscozo, entre os quaes s encunlram as curas fei-
las as pessoas da Sra. e lilha do Sr. Ceraldo Correa
Lima, regente da casa dos Expostos, e de mais 17 ei-
postos, a quem o mesmo Sr. Dr. Moscozo diz 1er
prestado os seus conselhos mdicos ; e como seja eu
o facultativo daquella rasa, enlcndi que nao devia
deixar passar iolaelo aquelle trecho de sen relalorio,
afim de que nao suppnnha alsuem que as misera-
veis expostos foram por mim abandonados em nma
crise to melanclica e dessrarada.
Eis o trecho a que me reliro :
A Sr.' e a Hito do Sr. Geraldo Correa Lima,
regente da roda : estavo atacados mui fortemenle ;
camph e sulfur, boas em poucas horas ; mais 17 or-
phaas tratadas pelo Sr. Geraldo com algumas con-
sullas qrc se dignnu, fuer-nos nenhum caso fatal. 11
ciaes briosos, em cujo nome o justo parece querer
inculcar que falla, e contra quem, sendo baldado o
emprego da forca, o desgosto tem levado o comman-
dante a dissolver a msica, segundo o mesmo juslo
diz.
Testemunha dos esforros u sacrificios que o lllm.
Sr. lenenle-curonel Pires Falco ha feito para levar
o balalho, de que he digno commandante, ao me-
lhor estado de disciplina e brillianti-mo, nao posso
deixar sem reposta aquella-censura, que s parece
lilha de alsum depoito ou desalTeirao gratuita.
He cerlo qae o art. 70 do decreto n. 722 diz que
a msica, que qualquer commandante depois do
corpo organisado poder Tormar, ser sustentada pe-
los olliciaes e jiracas que voluntariamente quizerem
concorrer ; mas quom concluir daqui que depois
Absorto com a leitora de semelliantes fados pas- de feitas despegas com o fardamenlo e rurnprj do
sadus em um e deixou de ser por mim visitado, desde que nos fin -
sella a epidemia, e que pareca impossivel, me tives-
sem sido occullos, Iralei de indagar positivamente
do Sr. Geraldo e ua Sr.". o que a tal respeilo havia
occorrido, que era quasi iuleiramenle eilranho para
mim ; e de suas informacoes conclu, que o Sr. Dr.
Moscozo, de quem alias sou amigo, se bavia absolu-
tamente engaado, como provea resposla do mesmo
Sr. Geraldo, que abaixo val transcripta.
Na verdade, euganuii-se o Sr. Dr. Moscozo, quan-
do disse, que a Sr. 1 do Sr. Geraldo fra alacada for-
vicos, sea carcter nebre, sua honradez e sen desin- lemenle do cholera, e em poucas horas Tora curada
in-11,1.1111 um bolo de caridade em amparo da mise-
Numpro 829 Paulo. .rica, l, annos, viuvo, ,..... '
prelo, Boa Visla, servente, becco do TaYsabia, Tal- '" """* l)rul'cu<>, mala mais aaradavel ao su-
leceu no hospital da Aurora. permo aulnr .1.1 caridade, que estes homens, a quem
dem 830 Bita, 30 annos, solleira, prela, Recife, a penuria o lem respeiladoea fortuna favorecido-os,
les, que passam seus dias em lautos bauquentes, es-
lendim a Me generosa em soceorro da alllicta ; des- l0' n311*'!""! t'Rre Irairociro, asuarda occasiAo pro-
-.-;-^___________11.._ .._--.. .
becco do Abreu, 11. 2
dem 831 Pedro Antonio Carreta, frica, 58 an-
uos, solteiro, preto, Boa Vista, canoeiro, hospital
da Aurora.
dem da morlalidade das pessoas que fallecern) do
rholera-morbiu e foram sepultadas no cemilerio
publico das ti horas da tardado dia 3 s ti horas do
dia 1.
I.rts.
Ntimero2t2lFrancisco Nerv da l'oncpca, Pernam-
buco, 21, annos, solleiro, branco, S. Antonio, me-
dicina, ra Direita n. 31.
dem 2327Antonia de Barros Vasconcelos, casada,
branca, S, 1 ourenco, em S. Lourenc,o da Malla.
dem 2128 Felicidade Perpetua de Aquino, Per-
nambuco, 2o anuos, casada, parda, S. Jos, ra
do Ouro.
dem 2129Jolina Maria, Pernambuco, 48 annos,
solleira, prela, Boa-Vista, quitandeira, pateo do
(.armo em casa de U. Maria da ConceicAo Veiga.
dem 23.30Joanna Marimba Policina. Pernambu-
co, 00 annos, pardo, S. Amonio, roa da Penha nu-
mero 13.
dem 2..II -.lo.epba Senhorinba I'. Brasileira. l'er-
nambuco, 50 anuo*, casada, branca, 8. Jos.
dem 23.12 l'bereza Maria da PaivAo, Pernambuco,
20 annos, casada, parda, Boa-Vista, lavadera,
hospital da Aurora.
dem 2333 Francolina Guilhermina Machada, 18
annos, solleira, branca, Kecife, ra do Pillar no-
mero 12"
dem 2131 Anna. Pernambuco, i anuos, parda,
B. Vista, Capunga-Nova rna das Pernambucioas.
dem 215 Pedro Baplisla Vital, l'ernambuco, 2rt
annos, solleiro, branco, Recife, carpinleiro, ra
do Pillarn. 103.
dem 2130 Bernardina Maria da Concejc,uo, Per-
nambuco, 20 annos, solleira, branca, Recife, ra
da Monda n. 32.
dem 2137 Liberata Maria de Jess, l'ernambuco,
25 solleira, preta, Boa-Vista, lavadera, Soledade,
defronle do sitio dos I.ees.
f\scr umero832 Paula, Pernamhuco, 2 annos, parda,
Boa-Visla, praca da Boa-Vista, n. 1..
Resumo da morlalidade.
Morlalidade do dia 5 ale s (i horas da larde1*.
Homens 5 miilhcrea 5 prvulos i.
Total da morlalidade ale hoje 5. 3,157.
Iloin.ui, 1363 molberes 1181) prvulos 311
Kecife 5 de abril di I85H.
Hospital de S. Jos 9 doenles, fi homens e 3 mu-
Dieres.
Hospital da roa da Aurora \ doenles.
Hospital do arsenal de mariuha 7 doenles.
fletunin da morlalidade.
Murlalidade do dia G ate asli horas da larde9.
Iloinens 2 mulheres 5 prvulos 2.
Iota! da morlalidade ale o da O 3,1fifi
llnnicus idfi'imulheres 1185prvulos 3|fi.
Kerife 0 de abril de 1856.
A coramisso debvsiene publica ioterina,
Drs. Ptreira, presidente.
lirmo Sacicr, secretario.
/. I'ogi/i, adjuncln.
pria para melhnr dcscarregar seus fataes golpe.
NSo param aqui as dilisencias que o habilanles
em coral empresam para afiusenlar u inimigo au-
daz, elles recorren) lambem ao Omnipolenle por
meio de penitencial que pem pm pralica na larde
e noile do dia 2 deste mez, por meio de duas proois-
sfies, sendo a primeira pelas cinco horas da larde, do
encontr das ima^ens dos nossos padrociros, os glo-
riosos apostlos S. Pedro e S. Paulo, com o SS. Co-
ra?Ao de Jess, Nossa Senhora do Rosario c S. Se-
bastin, que rhegados ao mesmo lempo na cncruzi-
Ihada que lormam as ras da Carreira, Ponte e Di-
mita, aonde do an(p-mAo se havia prpparado um
pulpito, uo qual ja se aehava o Rvm. Antonio Bap-
lisla Espindola, profere esle um eloquenle discurso
anlogo h lAo piedoso acto, e 1 Insto situacao em
que nos arhavamos ; era um quadro trate e mages-
oso, melanclico e sublime : a voz do orador deixa-
va-se ouvir perfeilsmenle por essa inmensa multi-
dAo de povo ile lodas as elasses, que descalco e de
joelliot pro-irados, o esrutavam com aquella reve-
rencia propria de almas ronlrirtas, e que rerlos de
suas numerosas culpas, imptoravasn da Providencia
sua clemencia, sua misericordia : ao concluir esse
bem elaborado discurso, quando o orador sopplirava
do Omnipolenle o perdo, a misericordia para nossos
erros, um grilo unisono sabe a um lempo de lodas as
boceas, e milbares de lagrimas se veem desusar em
trrenles de todos aquelles olhos, era a voz do arre-
peniliinenlo, que 11,1 hora extrema fa/.ia e.-lremeccr-
nos a consciencia, eram s lagrimas do lamento que
ja tardas de pouco deveri.nn aproveilar.....
enc.orporadas depois lodas as imageni percorreram
Ioda as ras, e recolberam-se matriz -aonde lica-
ram em deposito nsimagens do SS. Coracao de -lesos
e Sossa Scuhora do Rosario, e donde pelas dez horas
da noile sabio oulra procisao com 0Crucificado, en-
(oainlo os padres em som lucubre a ladainha de lo-
dos aa Santos e o Mizerero em todas as ras, eou-
rluiiulo rom o Senhor Dos misericordia, ao
qual correspondan!ai familias que denlro das casas
oravam tambem junto aos oratorios.
Acoropentoram.nl bastantes penitentes com diver-
sos martirios.
Como ia dizenilo, o lerrivel \janla balido por
loda a parle onde balejava seu pc-lifero hab-
lo, por esses hroes capitaneados pelo dislincloe
prestante ridadiio, majur Mannel Gonralvps do Albu-
querque e Silva, esbarrou seu furor, porem a ira do
Senhor linda nao era applacada, o unsso delicio era
monstruoso, e o trbulo de nossas culpas devia ser
siiisfeilo.
La vem a raminbo da cidade o Sr. Dr. Antonio
Carlos de Muieida e Albuquerque, enr.irregado pelo
abrain os seus cofres, e lirem nina parle de seu o'u-
ro em beneficio da humaiiida.le solVredura ; nada
em summa l.io ulil c proveitosn a' sua salvadlo, que
elles, na quadr laslimosa em que lodos lulam lira-
do a braco com um iiuiniso nvisivel, u lerrivel
monslrn do Ganges, iuimigo quo em .sua marcha lu-
luosa tem e vai ccifando [aulas vidas charas e uleis
ainda a muitos ; nada mais, repilo, proveitoso a el-
les que deposilarem esponlaneaiiienle urna moeda,
correstioiidente a' sua posirao, e opulencia, nesses
cofres dea hospitaes caridasos, nesws arcas de com-
missoes benelicentes creadns para orcorrer a neces-
sidades, e suavisar os gemidos e lamentos da indi-
gencia aceommellida do mortfero llasello que cu-
tre nos impera.
Esla esmola, esla caridade assim prodigalisada
receber por sem duvida os ameus desses sobre
quem recabe o beneficio, e isualmeble os encomios
dos seus coucidadAos, as hendaos, o as recompensas
sraudiosas do ceo.
Neiiliunid consa nos recommenda Jess Chrisln
com mais instancia, que o amo, do praxis. O
preceilo qne vos imponho (diz elle/ he de vos amar
uns aos oulros. F^sle be osisual porque o Senbnr
quer que sejam reconhecidns os seus discpulos.
Todo aquelle que pao ama a seu prximo, 11A0 be
discpulo de Jess Christo; renuncia o sau evan-
spIIio ; c as suas promessas. A psmola dada de co-
rarn, dcua um grande consolo, um grande prazer
110 interior daquelle qne a faz. O indigente que
.1 recebe rerouhece nella o donativo da Providen-
cia, o que da' deve considerarse o ministro e o dis-
tribuidor das mercaduras do Senhor. lrico que abre
a mo caridosa a um miseravel que ebega a' sua
porla, e supplica urna esmola, elle a eslende em seu
proprio beneficio, por que proligalisa a Jess
Christo em figura desse mendiso que mal podo abrir
os labios, e apresenlai sua Balo trmula para rece-
ber o bolo da caridade. A caridade diz o Ilustre
. 1 n ]: mo Bastos, em uas medilares ratigioMs
he grara da parle do rico, do poderrso que a faz ao
pobre, ao desvalido, em nome de Deas : he rara
da parle do pobre, do desvalido que a oblem de Dos
em favor do rico, do poderoso : be alegra para
quem a faz, c para quem a recebe ; be um verda-
deiro jubilo 11a Ierra, para ruja Tehcidaile coucor-
1 re ; e un con que he a sua recompensa.
E bavcro oque uAojulga.nus humpniahasladns,
. a quem a fortuna os lento eelloeade n'omi bella
1 posc.Ao, que sejam insensiveis loa males da po-
1 brez. bavera' anida quem enrare iidillerenlpineu-
le < estragas que lem causado o soherbo si-aule a- j governo da provincia a quem nao tallam bous dese-
teresse demonslradn claramente na recusa que S. S.a
fez as vanlageus que Ibes foram olTerecidas por al-
guns senhores de engenho desle municipio, as quaes
sendo superiores as do governo nem por isso o fazem
arredar da honrosa mlsso que havia lomado a seu
cargo : honra Ihe seja feita.
Muilo tinha anda que noticiar-Ibes sobre diversos
alimpios, e muilo principalmente respeilo ao com-
porlamentn do nosso mui digno vicario o Rvm. Fre-
derieo de .lmpida Albuquerque e Mello, pela assi-
duidade e coraem evanglica com que minislrava o
consol espiritual aos enfermos,'.sun caridade, re-
signarn, ele. ele. etc., porem estando o portador de
sabida, nao me hepoisivel faze-lo agora, o que Tarei
mui breve se acaso approuver a Providencia a pro-
longarlo dos meus diis.
O cholera acha-se quasi exlinclo nesta cidade, po-
rem as milicias quechegam de algumas povoares de
pequea distancia e de brejos. sAo aterradoras.
Muilo estima que essa bulla capital ja se ache a
salvo do mouslro aziatico, e que Vmcs. nAo Tosseni
visitados nem pessoas que Ibes disam respeiln.noque
lera milita satisrac.5o esse seu coustaule leilor O
Agricultor cigilanlr.
com as di'ises que Ihe mioislrara ; pois que aquella
Sr. nunca sotl'reii tal incommodo, nem tomou dse
alguma : os seus padecimentns eram dores rheoma-
licas e nao muito intensas, a cujo respeilo fui tam-
bem consultado.
Enganou-se ainda o Sr. Dr. Moscozo, quando dis-
se que a lilha do Sr. Geraldo havia sido fortemenle
atacada ; porquautu n seu ataque foi leve, c no dia
segninte a este eu ja a vi de p.
Enganou-se filialmente n Sr. Dr. IMoscozo acerca
das consultas que dera as expostas atacadas da epi-
sicos contratados, ho licito a aquelles em virlude de
cujo espontaneo accordo fizeram-se aquellas tlespe-
zes, o fallar a seu romproraisso '.' O que o comman-
dante n.ii podia fazer, a vista da lei, era conslranger
algum oicial ou guarda a que subscrevesse, ou a
que con'.inuasse a -ub-cever para a msica, mas
coustraoger ao pagamento de despezas feilas em
virlude do mais livre e esponlaneo accordo, ou de
mensalidades vencidas tambem com franco consen-
tmenlo, sem reclamacao ou aviso algum. dos que
nao queriam continuara prestarse, he urna facul-
dade que se nao pode negar ao commandante, cujo
primeiro dever he manler a ordem e a dignidade do
carpo, faculdade sem 1 qual quasi que se nao podia
realisar oque o cilado url. 7fi do decreto 722 per-
mute. A lei nAo podia permltir aos subordinados
illudirem aochefe, e trazerem assim o descrdito ao
corpo : urna vez tomada aquella deliberarlo per-
mitidla pela lei e rom assistencia do ebefe do corpo,
o spu rumprimenlo tornoii-se como qualquer oulro
ohjeclo do servico. do dever de lodas as pessoas que
para ella coucorreram, em qoanlo por urna deca
persunlai aos Srs. Joxino Carneare, a Caneca, qoean
andava constantemente pela Torra, a quem era qne.
Coadjuvando a outros e-leadia mi mis ririlalisa :
l'erguntai a lodos os moradoras da BaSnda nava__
mas para que sainos lo tonga *
He-no, aobremaneira agradas el rn.sjgnar -r
a par do nossu verdadrim pbilanlropi'o. > anas* Ou
prestimos.! Sr. Joao Kibeiro Pessoa de I crida Jn-
nior, que, sempre incansavel. e rom aSsiVafao r
boa vonlide. e prestava ao Iratamento da lalas
quanlo. o consultaran), vilo que, esa falla de medi-
co-, foi quem exerceo esla nobre profi-saoraen arti-
vidade, zelo e lulelligenria.
Sabemos quanlo Sr. Joe Marcelino lirari ve-
xado com e-le nosao escripto. pnrqn* ronherem.-
perTeilimenle sua moilpslia : por.-an deven* miaja,
riosos nos obrigam nao deixar un olvido lian rn-
neules serviros. |"m vol de sr.itidSn e rerajntwn-
menlo Ihe rendemos, e a oa virlsosacornarle. qne
sempre rom o riso nos labios e-lentia a mas nem-
fazeja a todos quintos procuravim am ctva pa-
ra comba ter o mal. e Urna tvlas-ha para favor a
dieta.
Dos queira que a lugratido nao eji o preval" d
lauta dedicaban.
11 H .
2 de abril de I85fi.
Senhores Teinrturrt Fui arrommellid* ds rasa-
lera, e por isso nao Ihi lenho e.rriale. I.raraa a
Dees, eslou quasi perleilameate rwlabetevwsa.
I) mal lem-se lomado mais miento nesla
o alsarismo di morlalidade tem consesuinli
se elevado, ude-pre/o dos primeiroi svi
lie em parle a causa do menalo ai marta
A fallar verdade, as autoridades nao sa lesa asa>-
cuidado muilo do rumprimenlo de seas descrea: he
raro v-lis lora de caa, mas lem asente* ajae eie-
culam suas ordens, os quaes, para Ihe* aaa lnaaim
a eonlagio, chegam imeule porta 4o Itr. EateRata.
com quera est o delesado, desde qae ajBjajajmsj 1
epidemia nesla ridade.
Os enterramenips. graca a ictividade eva anal
d administrador do cemilerio. o Sr. .N.-rimen,
ainda nao Torlm retardado* sean am da. em ana-
elle pretextando a pequea paga e a falla de cnad-
juvacAo da parle da polica, pedio demtssin a enm-
mis-ao ceutril. e abandonan empreso. A pedida
de alguns amigos de novo se enrarreeoa "le sai pe*a-
dissima larefa. quando mais de nSanassSj cadivarea
ee achavam in-r,,u|i,,s. e ja em anSad, ,U paataaiL
(as alguns. .Nene da, pela primera vez. foram
vistos 11, ra os dous compadres. Eslellita e delega -
do.Pela secunda vez foram vistos na farnenaas de
Passos. que leve lugar huotem mai cxpUlmda-
iii Ip.
Oa signaes para o Viatico -a iqm extraordina-
rio- ; drbalde reclama contra elles o lr. Fi
jilo previa nAo retirassern seu mnsentimento j da-
demia. como declara o Sr. Geraldo ; rertamente, | do. Por cous-guinte parece-nos incouleslavel o di-
posto que eu muilo aprecie a pralica e luzes do Sr clo qe i0 commandinte assislc de reprehender us
i*l-
Dr. Moscozo, iieahum.i npcpsidade havia de o con-
ullrem. pois que os casos de cholerina que alli se
deram, foram mu liseiros, en ia todos os dias ao
eslabelerimeulo. a campbora bavia sido dada por
mim, c sua applicacao havia sido pjr mim aulori-
sada.
Terminando, rumpre confessar que eslou inleira-
seus subordinados pur aquella falla, de conslranse-
los a satisTaco do que he de seu llevar e diguidade
do corpa.
Compre porm nolar que segundo nos consta nAo
se passara ordem de prisas contra alguem ; que o
lllm. Sr. teuente-coroiicl Pires Falco he dolado de
qualidades nohres e cavalleirescas; qup Ipm prora-
tls riem 1 un abrigarlo de soccorrer os pobres.
sii;r//.//j dim,iiim nrrr saria pauprrum
'S. \..(i. linti,,
11 hnmeni bu aleada |k.i |ino pira rozar os dona
cele-.he,; ma ns)norh> alcanc.ir ela fmi :o he-
sialico, entre lanas familias misrrima!, sem ainer-
cear-sp desse mforlnuio. sem mnver-lbe a coraro
para despender um eslnendin p.n beneficio desses
orpbaos que clioram, dessas viuvas que pr.inteam.
desas familias infeli/.ps que iucessanlemenle lamen-
lam a uiorlo do spu chpfe, eua per.la prpmalura a
arralrar) an sp......la ileaolacaai, an requinte da mi
seria ''
>i iiiK-l. i.. ,.|. 1 Irui h.iineii- ilataa qoilale
jos de enviar aoccorroi a lodos os lugares acconiinel-
menle convencido de que eses ensanos do Sr. Dr. I r,d conslanleineute manler a harmona enlre os
Moscozo sao sem duvida lilbos de alguma irregula- seus subordinados, a nenhum dos quaes anda dei-
ridade 011 equivoco em seus aponlamentos, como el-
le o pode verificar ; pois que leudo elle nma grande
clnica, segundo crein, nao Ihe era misler rrear fa-
dos para augmentar os'louros ganhos pelo seu svs-
(ema, o qual todava, se em suas mos lem sido lao
portentoso, em pairos lugares, romo por exeiuplo
na fresuezia do Poco da Panella, foi quasi sempre
fatal. I
Com a iuserco deltas poucas linhas muilo abriga-
do Ibes loar.1 u
Sen ltenlo venerador
Francisco Jos da Silva.
lllm. Sr. Ceraldo Correa Lima. Alm ,la ver-
Maraangnape 2K de inare.o de IH5H.
Senhores redactores. Sendo esla pobre Ierra
mili'.ira abundante em correspondentes, agora,
quinto mais til era MU missAu, me(teram-se as
escullas, e nSosei se por incuria d'elles, ou por te-
mo si m victimas do mal giassanle, o que Dos nao
permita.
Imi; i eslas toscas linhas, em Talla d'elles, para
ilar-lbes uin pequenoesboco dos aconteeimenlus dis-
ta infeliz cidade, o qual logo que vestio-se do labeo
de cidade, nl;- .Tsrsiir? I un bem a calamidaile.
l)io da 21, do mez transado aporlou a esla Ierra
o ttrrvel sangetico eom um aspecto medniho, lan-
o iine 110 primeiro dia de seu ingressn ccifou os los
de 12 humanos, edurante tres dias depois declinou
uro pouco; porm nAo cessando le fazer victimas, a
peanle poucas, e pareca que o mal recuaria, vis-
toja enrasen), com que sahiram ao encontr dille os
habilanles desle lugar, curando, e entre piles os Srs.
MJinoel liMcelvaa de Albuquerque e Silva, e l'ran-
cbjes Joaquim Pereira Barrlo, e oulros, cujos no-
mbs deixo dp mencionar por julsar inulil aqui,
sim o farei abaixo: mas no lia 1." deste corrate
rejappareceu com loda recrudescencia, a ponto de
nio ceder de cu furor, e nem respeiiar a alsuem, pm jS() quaro oll(.as ,|e ramphora.
ai des fez us maiores estragos, e al o dia 12 regulou 5. Se Vine, nena applicacAo, que fez por niinha
xou de prodigalisar a boudade e a delicadeza, prii-
prias de seu carcter.
Se a materia da reTerida circular nao faz nimia
honra a aquelles a quem ella se dirige, e a qupin o
juslo qualilica dp briosos, qoeixem-se elles de seu
proprio procediinenlo. Ouando e Intou de orga-
nisar a msica, a iiinsuem se ronstrangen ; lodos
concorreram da mais livre vonlade.
Felizmente rahe aqui declarar que o numero dos
briosos nao conslilue a inaioria da nllitialidade, a
qual lem sabida comprihender os seus deveres, vive
com o seu- chele na mais perfeita liarmonia, e est
disposla a continuar a grestar-lbe lodo o auxilio no
desempenho de sua pesada e honrosa larefa. Outro
se desmandas-
dadp rogo-lhe encareridamenle o favor de responder-
me ao po desla rom a franqueza que o carcter isa se lio menos exarlo que por desgosl
aos seguales quelites, aulorisando-ine a usar de sua i se a msica,
resjiosia como me convier. Nao Toram a amisade que voto ao lllm. Sr. Ipnen-
I" Se sua senhora foi alacada, e gravemente, do I te-coronel Pires Falco, nem o desejo de hsougea lo
cholera morbus ; c 110 caso de o 1er sido com rpie que iiiduziram-me a escrever eslas liabas ; mas 1-
medicampulos foi tratada. ponas o entntenlo da juslira e da verdade.
2"Se sua lilha lambem foi gravinenlo aecoiiimel-1 Coma inscrco destas linhas. Srs. redactores,
muilo obrigado Ibes lieara
./. ./. f. A. Jnior,
(ida, e com que fui curada :
3" Se enlre os expostos bouve algum raso grave
de cholera ou somente mui ligeiras cJaalernai.
i" Se ru tiietmo o nAo auton-u .1 dar algumas Srs. redactores.Nem sempre he ao verdadeiro
sotas de espirilo de campbora as creancas quesolres- mrito quem se premia : nem sempre aquelle ho-
sein algum leve ataque de cholerina, dan.to-lhe al mem que por sua- nobres e valiosas acedes se tor-
na rredor dasxmpathias de seus semelliantes, lie
levidaineiile applaudido e reroiihe.'ido De um
moran la In de 90 a i" pessoas por dia, e lo aotortsacalo, levo iMoassidada da coiisullar a mais I lado a lisonja a a h>pocriii ; do oulro a adulaoo
ande foi o alarma de desanimo, que derramnu-so
la popularn, .... uns morriam ao desamparo, 00- '
os eva liram-sp, e fiaaliiiealP rppresealon este Ma"
anguape ama seena a mais triste.que se podia ver. i
Ao haviam medico, nem rueursos, para onde os |
lolericos se refugiassem, sim.o meio mais corto era
morte, ej havia maili falla de vivo para sepul-1
r os morios; mis o digno Sr. major Manuel,
onralves, sempre solicito, e unido ao Sr. delega- |
periiiitiir.ini que jazessem insepultos os
aperar dos maiores sacrificios.
; Nesta conjuntura, c quasi quij cnnUndo lodos
ijnm a mortc enevitavel, chegnu nesle mesmo da
12 as'.I lloras da noile um alijo tutelar, um asxlo,
ini jen-ral belligerante para debellar as armas do
alguma pesioi alem de mim, que son o facultativo e a invpja ; eis o que e pralica, eis o que se v
ra casa. Com a sua resposla nimio obrigado Ihe ti- qiiolidianameiilc apparecer; j.i recouhccen.lo-se
cirio scu muilo venerador e criado servidos reaes, o ja imaginndose dedicaco e scr-
Franeisro Jote da Silca. 1 vicos para se ter um elogio, a pedir-e nina coroa
lllm. Sr.Km rp.pola a rarla supra lenho a de-I*1 victoria I O verdadeiro mprecim.nlo, as mais
>,W,.OI.t s,
o, annca
idavpres.
clarar a V. S. quanlo ao primeiro qupsito.qup niinha
senhora 11,10 lora arrommetlida pela moleslia reinante
e sim por inconunodos diverso,sendo medicada pelo
Dr. Ppdro dp Alhaxde Lobo Moscozo : quanlo ao
segundo que iniulia lilha sendo alacada lambem fura
medicada pelo dilo Dr. : quanto ao lerceiro lenho
a declarar que alguns expostos arrommellidos do cho-
lera foro Iraetados com espirito He campbora tan
someule ; quanlo ao quarlo respondo allinnaliva-
iIm veres esqaecido, e subslitoido pela bajnla^ao,
nao pede oslenlaeo e nem exige aliares e olila^ries ;
porem n observador, aquelle qu- arouipanlii aaaa-J
cues biimanas na rrises apuradas edillireis, nao po-
de equerer, ainda mesmo pur momentos, os bene-
ficios que esse tomen) prodigaliti sem ostenUc/tea e
sem desejos de um cntico !
He, pois, movidos por um senlinipiilo de grali-
dAo, se nAntanlo por nos, que. Deeslonvada, ne-
nhum iucommodo demos, ao menos por nosso ir
menle : e quanlo ao quinto tenho a declarar que o
cjholera, n Si. IbleTonso Ascanio de Azevedo, Dr. Dr. Moscezo viudo a esle ptabp|ecimento observar 'naos desvalidos deste lugar, quo boje vipmo pa-
lenter 10 publico oa eminentaa ervn.o- prestados
r|m medicioa, mandado pelo presidente desla pro- | e medicar os doenles de miaba familia, pergunlara-
tjincia, apenas amibo dosiminensos eslragos, nAo me do seu esladu saiiilaiiu.c eu expuz que era lison-
mu Ion do falo de viagem, fui logo ministrar os re-1 ceiro, visto os casos apparecidos cederam a applira-
que V. S. me havia
lidos do llaselln. para prover de Indo quanlo jal- i medio, que em sigo trno\o a muitos que se acha- r;Ao do espirito de camphora,
gasse necessario a bem da pobreza e estilcelo do | xlam prestes a suecumbir, demuraiido-se em visitar I aronselhadn e lornecido.
mal ; chega S. S., e para loxo Irala de por em ex- eis doenles alo as horas da mauha do dia 1.1, e
ecuc/io Indo quanto julua mnisproprio a minorar ao'
habitanlps desla ridije as lerriveis prnvaces de qup
estovan sendo victimas, ma. infelizmente eos t,0lii
dp jo- n .0 ao oioado- de bom eiilo
,', >l cirurin -? bn qur n he Amonio de Sooza
djascaniindo someriio uina hora, lexantou-se as 5, e
ctmlinuou a ana albulo, ald a. ti) hora, viudo re-
eiltor-w 1 eaM de ftlojeiri ,\. Primo, onde alma
iu e aanstio
l'.ii. pluiciida.. e lapidas lociui a. iu.is primii-
MUTO
*
Supponho ler salisfeilo o que mi' pede V. S., de
quem me ronfesso obrigado e criado.
Heraldo Corren lima.
Ir 1, redil, (ol
la.I.. Diario mil..
I... I. l, I., no aeu beui roneii-
. nirp-|iondpu. 11 ile I iabna, em
nesle ihslriclo, durante a crise pur que lomos pas-
sado, pelo dislinclo e honrado capilo o Sr. Jose
Marccliuo Alves da Fonseca.
Sim ; 11A0 he a vil lisonja, nem o desojo da ser-
illos uleis ,1 esse Sr., de quem alias nada esperanto,
que nos deinnveu a iuscrevermos estas luscas li-
nda, que esperamos eran accedas como sinceras,
e lilil-, .da convicio intima pin que estamos de
que ni.. i..ii a dito Sr. Fnaaaea ato hate-
11a a retularidide que ol.-ei amas un 1 inmenl"
Ja ha falla de medicamentos; as bol iras
desprovidas. Nao he preciso direr-llte qae*
lem sido exorbitante.
Ouasi tolos os padres se irham doenles. die
les; o pavo iiuvida. la diiconn. o Sr. Ma
Vrenle, he quem e lem prestado Inavavelaaenle a
administrar a rommunhao ; a reverendo piare IHe
eoofessa ; e rreio que he o nico. 1) vicaria. ... nao
ha quem d noticia delle. Tambem est doente.
I* hospital vai os Bat nssnassasa*; qnai lasdsjim
doeiitcs morrem. tls arademieos vio dilicenti. man
os taslenferuieun;|su tralam de i. Consa nolavef '
enlraram um da sei sacros de f.triaha ao tipil I.
110 da eguitle nem o acco la etivam! Seta Me
os doenles morrem de comer lamina I
Seria bom que o delegad e o joiz de<
nno. lancassem suas IvanVaanM o laei
que visilassem o liospilal. o qae liada se I
ram de fazer.
Cbetfou um oulro acadmico, e j enlraa am ser-
vico, desenvolvendn muita ictivi.lide. O Dr. Fk
mino que lambem ans ni cidade nao doraara ,,
colhe-se s qualro horas da madruga la. e as sca as-
ta oulra vez na roa.
Por ft,ra eslAo o Dr. I vara e i> arademir Reliar-
mino Canea. Este, leudo ollerendo 01 **< ajma)aBj
gratmlainente ao governo, esla no engenho de ea
pa, onde rara os escravos j alli mesmo rereiia -
peltres que e proconui. e Ihe. di os resae-lin* gra-
tuitos ; perrorre os povoados visuha,. e em dam-la
lem prestado imporlanles erviros pobrera. Hoja
ou amanha pretende ir para l.oianmnha. e o o mal
alli ressar ira pira Tejurupapo.
Aquelle. apezar de se arriar .lente taz mosto. -*
sahir porem de casa.
(Icirorcio Silva, eo bameepalha Imhgena. tem
icnalmente prestado relevante*>erviro<.
II rommandinle tiperinr foi acrmnmHiido do
cholera rom toda familia, da qaal mncnem morrea,
achsndo-se lodo* em convilesaseitri.
No engenho* elle lem perdido muit e--rait.
ito be ceral. Alcnns senlnires de enaenho tm-yt-
nicnle tio de mudar de meto de vida.
N. S. do 11' t lem tres panana I na morreram.
ostras rmigraram.
Cruang vai em paariaM eslado : a m.Tlali.la le be
espantosa ; a falla de recurso he a|,olnla.
Lapa. Allianca e oulros Incar.qo* el*o aa-abado.
A morlalidade he aqu de vale pe**oa* pr da.
pouco mais ou meno* -, |a honve da de aai- -le
Irinla.
Ildeputado Brandn.remettrn asmara mnniop.it
lilUNllH) reis em dinheiro. der ciinu>, e cu'i.- lan
los rolcbe- e travesseiros para auxiliar n ocenro do*
pobres.
A pedido delle mesmo para ra veta um moco,
em S. Anlao rarnn muta genie.e qoe^
bona serviros. .
Ainda aaa sato* bom^U-rTir I......., me anas
tifies ; por i. aqii^eTo7 ten.!,, anda o qae Ihe
dizer. Fica parajatlri \cr.
He veri a, fusiram aaaaj pre-o. ,,jr s* as-taar a
cadeia romim ,i soldado.
/""! homens que mai s.,v |rm aaaaSaSJi
esta quadra he o lenle Aianba. qne alp, l.dian.l-
c.....latieres, jd p.iz rboletiro- ai Inunlon* e levan
para o hu-piul.
i)-:ublelejal.. ladrad poden, lazct niailo.ma.
foi demillido sem motivo ajaana, nomeamlo + rol-
lerlor proviorial IVdrnza. para -ur>i,|.,i-lo ajabj
spubor nao pode pela lei das clledoria. ser sobrlele-
sado. Vai todava fatenli ilcann .m.
Tenho dito bem de alguns meu inirmc** ne-U
carta ; pude pub|ip.,r s.m recro a rmtirias m^r hV
dou, porque s.10 verdadeiras.
Morreu um ato mais ricos propr.elatio. de.ij co.
marca, o tenenle-romnel Jne t:nrra de iHaverra
Andrade. Foi victima do cholera.
Est moilo mal o lr. Joao Fraiiri-o \avie.
A cadeia ja se ach guarne, ida por vldada* da
cuarda nacional.
0 que mai*morrem. So o, conva|erenle ; e
medico-, liviam no. da molestia aj 1 nio podeva f 1
1 runo 1 ... en ,.... ilgaa ic .'
ILEGIVEL




aer aiiii que elles dciiem de comer muilo, e de beber
como enmelo*.
Caso seilraordinarios.
Fraucisco (ornes, no estado lgido hebeu (res
qourlinhas d'agoa, milagrosamente escapou.
l'm nqgro abandonado pelo senlnir procurou o rio,
onde .Nieve nuve das, bebeu a farlar; ficou bom, e
he quem serve baje H rasa do senhur.a quem pro-
curou depois de bom.
Esle fado he muilo verdadiro. Carece fabuloso,
mas dou-lhe miaba palavra de bonra como nao he.
Acaba de me informar uma pessoa OdedigM, que
ero N. S. do O', altm dos cadveres que foram de-
positado* na igrejn, aos quaes se nao .leu sepultura,
raoilos oulros *m estado de putreftao completa se
achara dentro das rasas, servindo de pasto aos caes
e aos iirul,II-.
Por etempln, no sobrado de Antonio Manoel Ri-
beiro naquella povoacSo, dicem-me que morreram
Ires peisoat; os demais mor.idores do obrado fecha-
ram-no, deiandoem uin quarto os cadveres.
No destriclo de (oianiiioha he em grande escalla
a falla de enlerramentos, nao ni povuacan, mas nos
iirredores.
" O Sr. Azevedo, subdelegado, que em lempo ordi-
nario he llawnergiee, que usa de troncos e colletes
de couro para arrancar confisies, eomo se di/, lem
agn afracido.
E que (ai o delegado? O /rs querendo elogia-lo
diss* que elle tinha abandonado o engenho par pro-
ver as necessidades da quadra na cidade ; islo fito-
ram outro moitos sem seren delegados; fizeram
por ulerease proprio, para nao morrerem longe dos
recursos da medicina.
Naoaei como se consenle que cm N. S. do O', se
reja o que acabo de referir !..
No lagar denominado R0|, a0 sp ,epultou urna
pessea ; todo* quantos inorrcram ainda
sobre a Ierra.
(iiiianua 15 4a marro.
se arham
Senhores redactores.Kogo-lhes o obsequio de
dar pubhcidade do sen Diario a cunta das despezas
feilas eom o hospital de caridade de N. Sra. do Li-
vrainenlu. e a relaeao dos donativos, que para elle
recebi, e depositar na sua Itpographia os oitenta e
nove documentos, que a- acoinpanliain, aliin de se-
ren franqueados a quem os quizer examinar.
Sou, etc.
7>r. Filippc t/tpes Seto.
S. C. 5 de abril de ls",i.
Helaran dos donatico no hospital de .V. S. do
Licramento.
Dinheiro.
A caita das asmlas do Carino. (0*
I in devoto de N. S. do l.ivraincn-
.1........... ."(100
Um annimo da rua Uircila. 309000
A caita das csmolas da Penha ;s- ;.ii i
Un devoto de fi. S. da Penha 1003000
O Sr. Ur. Alejandro de S n.i Perei-
ra do Carino,sua gralilieara. venci-
da, como merabro da coiomusao de
llygiene Publica, de :I0 de Janei-
ro a 22 de fevereiro do correule
""">.......... TStTT,
t) lr. Fibppe Lopes Nelo .... i>0lr(H)0
0|Sr. eorge Palchetl.....10:000)000
Total.
10:3009807
Misal o
88000
istioo
5)980
18808
lot)#ooo
t-JSbrlO
iqgio
378300
8*88*0
*9gw
88800
ItClJJOO
I.V>i00
169000
19000
3.80
IggOOO
IJIHO
I58U0
!I>SK2
S19800
V.00
Koupa.
O Sr. George Palcheil, qualro pateta de baeta, oi-
leuta cobertores de algodao, e cem de laa.
O Sr. Manuel Buarque de Maculo, Irinld e oilo
lencoet de brim.
O Sr. Victorino de Castro Honra, duas pesas de
inadapolilo ordinario.
O Sr. Jos Joaquim de Faria Machado, cinco pe-
cas de 111a lapolao urdinaiiu.
Uma devota do Aterro "da Boa Vista, sele lenres
de linho e seis de algodao.
N. B. O Sr. Francisco Kibeiro Pires, sorcorrru
com dous srvenles gratuitos. Da roupa sobraram
loas Meai (1(6 1|i jardas e setenta e tres cavados
de baeta, sesienta e am c.iberlores de lila, viole e
qaairo lenciies de brim e trinla e sete de algodao;
ludo islo com o salde de 6:1538000 res em dinheiro
oi ollererido ao Eun. presidente da provincia, para
soccorro da pobreta desvalida, As camas, remedios e
maisobiectosperteneentes.il. hospital do Livramen-
lo foram mandadas para o gran le hospital de cari-
dade.
Hecife 5 de abril de I85K.
Di: Filippe Lopes .Vale.
Cojio rfa. desperas fritas no hospital de candarle
de nosia Seniora do Ucramento de !l a -J9 de marro
paitado. /
t A saber.
Mareo 11.Pago* Joso da Fonseca e Sil-
va por objeetos qae camprou, como
iie saa conla e documento! et. la,. .
1:2dem a Manuel Ignacio das Can-
delas, por 50 cartelras .le folha para as
papeletas dos enferraeiroi. D.u umrni.i
n. 6............
Idjsm a Manuel Figoeira de Faria, por
Unta, liuieiro e penn.is d'aco para o
hospital. Documento n. 7.....
13dem a Joaquim Mendos Freir, por
uma cama de vento, e um Iravesseiro
Documento n. 8........
dem a Joaquim Jos de Sequeira, por ti
esleirs e :l varas de pao para o quarto
das enfermeim. Documento n. 18. .
dem a Joaquim Antonio Pereira, im-
portancia de boca. Documento n. 10.
14dem a Jos da Fonseca e Silva, por
objectos comprados, coinedorias dos
enrenneiros e serventes. Documento
n. 11 a 13 .........
dem a D. Hita Cezaria de Azevedo. pe-
las coinedorias 00 medico, boticario e
empregados gratuitos,nos das 13 e II.
Dorumenlo n. II........
Ideen a Diogo Jos I.eile Guimaraot, por
15 coito** e trave-seiro-. Documento
o. 15 ...........
13Manaos enrermeiros, eiifermeirase
serventes, e soecorro pecuniario de !l
doentesque tiveram alla.e diversos ob-
jectos. Documento n. Mi.....
dem a Antonio Eustaquio Gomes, lenha
e 22 aneos d'agua. Documento n. 17.
15Pago a D. Rila Cezaria de Azevedo,
pela* comedorias do medico, boticario,
empregados gratuitos. Documeulu n.
18............
dem aos enrermeiros, eufermeirast ser-
vente* e cozinheiro por su folha. Do-
cumenta n. 19........
dem por importancia de diversos objee-
los miudos (orneado- ao hospital. Do-
cumento n. 20......
dem a Fonte&lrmao por -> librasi de
velas. Documento n. 21.....
Midem a Antonio Eustaquio Gomes,
para compra de lenha, agua e incens.
Documento n. 22 .
dem a D. Rila Cezari de Azevedo, por
comedorias do medico, boticario e em-
pregados gratuitos. Ilocamenlo 11. 21.
dem a Viova Dias Fernandes por I >
garraTas da vinlio do Porto. Documen-
to n. 24 ..........
l~~ !Jem a Antonio dos Praxera* por
fetio de 26 frouhas. |ll.>cumenlo 11
2...........
dem pela folha das comedorias dos en-
rermeiros, srvenles c cozinheiro, e
diversas miudezas. Documento n." 26 e
27...........
dem a II. Rila Cezaria de Azevedo pe-
la comedorias do medico, boticario e
empregados gratuitos. Documento n.
8. >....,
18dem pelas folha* das comedorias dos
enfermeiros, serventes e cozinheiro do
dia 16 e boje, soccarros a 7 doenles
que tiveram alta. Documento n. J'l a
dem a D. Hila Cezaria .le Azevedo, pelas
comedorias de hoje do mlico, boti-
cario, e empregados gratuitos. Docu-
mento n. 32........' _
19dem pelas folha das comedorias
dos enrermeiros, eozinheiro, soccorro a
uenle que leve all, e mais miude-
ta*.^*t*amenlo n. 33 e 34. .
dem a D. Rilarrrssie Azevedo, pelas co-
medorias do medico, bolieari e em-
pregados gratuitos. Documeulu n. ;|j.
20dem aos boticarios Joilo da C. Bravo
cVCompanhia, por inedicameulns para-
0 hospital, documento n. :M>. .
dem pela imporlancia das comedorias
do* enrermeiros, serventes, cozinheiro
e mais bbjeetos, documento n. 37 c 38.
dem a II. Rila Cezaria de Azevedo, le-
las comedorias do medico, boticario,
ele. etc. etc., documento n. 39. .
21dem pelas coinedorias dos enrermei-
ros, do medico, boticario, e oulros ob-
iocto* documento n. in a I t
dem a Kirmino Uarculano da Silva por
12 hanquinhas par* a enlermlria, do-
cumenlo n. 13 A.......
iildam iinp,)r(ancia das comedorias
do medico, boticario e(c. e dos enrer-
meiros, serventes e coziuheirn e mais
objectos, documento n. ii a 16. .
Mein imporlancia da oltu dos ordenal
dos do* enlermeiros, enfarineiras, ,el.
venies eozinheiro da 16 a 22, docu-
mento n. 47.........
Z* dem imporlancia das comedorias do
medico e empregados graluo*. enrer-
meiros e serventes, e do soccorro a .">
doenles que tiveram alia, documeulg
n. 18 a 50.........\
24-dem de 5 gnalas de viuho .lo Por
lo e diversos nhjectos, iloeiimpnln n
' 5i.........
*"Nll a eniorrapiro-, eol'ermeiras
erveules despedidos n'esie dia ti em-
pregadosl, ilocumeuto n. 56,
dem por comedorias dos eurerinei'ros',
e empregados gratuitos, e a 5 doenles
que tiveram alta, domnenlo n. 57
a 80...........
26dem a Rufino Jos Correa de Al-
meida, por medicamento* que cora-
prou para soceorro dos pobres desva-
lidos da (reguezia da Boa-Viata, docu-
cumentu n, (i|. .
Hem a Victorino deCasIro Moura A Al-
bino, por ama peca de matlanotto,
documento n. K2.......
dem a Prxedes Gomes Porlella, por
Bllifleacjo como porleiro do hospilal
docuiiieuto n. (3 ,.....
dem pela importanria das comedorias do
medico, boticario, empregados: gratui-
tos, e dos nfermeiros diversos oh-
jeclos, documento o. 64 a 66. .
27dem pela imporlancia das comedn-
ri.is do medico, bolicanos, emprt-gado*
Craluitos, dos enrermeiros, serveules e
mais objectos, documculo u. 117 a 70.
dem a James Rvder & Compendia, por
> pecas de algodao para camisolas e
lencoes 1500 jardas a 200 3(109000, des-
cont de 8 por cento pelo promplo pa-
gamento 249000, documento n. 71.
28dem por leilio de 150 camisolas, e
150 leneo.M, documento n. 72 .
dem pelas comedorias dos enrermeiros,
empregados graluilos e soccorro em
enfermo, que tiveram alta, documeulu
u. 73 a 75..........
"dem a Joaquim Mouleiro da Cruz,
por uma resma de papel comprado em
10, para o hospital, documento n. 7ti.
dem a Faria & Lopes por 1 pecas de
ni ."lapolao para envolver, e 5 varas de
e-topa larga, documeulu n. 77. .
I.lem aos boticarios Jola da CoDceiCao
Bravo ^ C.impaiihia. por medicamen-
tos, documento 11. 78.....
dem pelas coinedorias dos enrermeiros .'
allario* dos pedreiros que laparara a
porta, dorumenlo 11. 79 e 80.
dem pelas luidas dos ordenados dos en-
lermeiros, serveules e cozinheiro, do-
cumeulo n. 81........
dem a Jos Pedro das Naves, como gra-
tilicacsi.i por seus servicos ,le boticario
documento n. 82........
dem ao Dr. Joaquim A. A. Ribeiro
como gralificacio de seus serviros m-
dicos, documento n. 83 .
dem ao Dr. .1. P. Maduro da Fonsca,
como gratificaran de seus serv icos m-
dicos, documento 11. 81. *
dem au Dr. J. N. Dias Fernandos, rm
gralilicacao .le seus servicos mdicos
documento n. 85 ...
dem a irmandade de Notu S=ndora do
l.ivramenlo, para as obras de sua
Igreja. documeolu n. 8(1. .
dem ao arsenal de guerra, pelas ran'1,1.',
coltues e mais objectos fornecidos ao
hospital, documento 11. 87 .
!'.-'I in
:l2ji80
3|Q8
809080
238100
639980
27MHKI
UO9OIJO
2s;SIKI
19000
119000
618830
lb-f:ii
139000
9069000
inl-miii
I
OO3OOO
805000
.IUI311.111
6339280
2 barricas estanho,
Barmca ti Caslru.
in barril manteii;
mn nt rtmmm sgunh feiri 7 de mu 1 mi
i caitas lollias de cobre ; a
do h-
'.urio \
Imporlancia
i: 1519820
.1 dasesmolisrecelndas Mi-tyn-vStiT
Swldo a favor do hospital, que ponlio i
disposicao do Eim. presidente da pro-
vincia, abatida a quantia de 82SIS7
rs., que liea em meu poder para pasa.
ment de trinla e sele camisolas de
1.1a, perlencenies a' thesouraria de U-
un....... 6:1339000
Recrede.J,tll-i8!i6./,rF/X,'w/,to-
SONETO
a sentidissima marte do lllm. Sr. fatrao mor Jone
da Sllta Seres dedicado em *,gnal de ami.ade,
aoseu prezads,mo /tlho.oltlm. Sr. Jos da
AMco iveeaa lunior.
Suraio-se uma realidade preciosa
Airara dos umbrae* da immortalidade '
fc, soluca na Iribnlacao da saudade,
Inleira uma ramilia luctuosa .'..
As lagrimas de uma esposa
Com os ais da desidiosa pnsteridade :
Nao de envolta os gemidos ele amizade
I rdir-lhe a campa uma oraban piedosa.
Mas nao choris!., que osempv reos horda
Ouerer arrebatar, r. sacrilego ousado,
Neio dos Kmpvreos, nos Empyreos descansa.
Descanca tranquillo, o sen nomehonrado.
I ermaneoera inmortal na lemdrau.a
Da orbo, e pela orbe abencoado. "
Abril i de 1856.
^^^^^^^ I'or v. Jnior.
^tiSSStZ 32! S" *,e8,Pi,r No,so "nhJ
nbo,ados,^.?'nSUli,''1,- n" Hlad. Nossa Se-
nliora .los Prazere*. no ann>: de 1857.
... ''rovedor por eleieao
lllm. .Sr.-Manoel Ignacio de Oliveira Jnior.
... ravedor por devoeSo
lllm. hr. Irancisco Jos Lopes "
Provedora por eleico
A E.m-Sr.. D.Maria Goncalve," da Silva Pereira
ni ,^ r. 11.rove',0"l'rdevocao
lllm. Sra. D. Candidald. Silva de je*us Moraes
ni c .. f:''c"v,0 Por eleieao
lllm. Sr. Iredenco Antonio de Andrade
... i i ,Esfr,viio l>or devorio
lllm. Sr. Joso Joaquim de Faria M.chado
Esrrivaa por eleieao
fctm.a Sr." 0. Loiia Candida de Moraes
Escrivaa por devocao
htm.' Sr. 1). Candida l.u/.ia de Jess Morar
Procurador geral
lllm. Sr. JoaoJosc de CarralNo Moraes
Procurador
lllm. Sr. JoscCaetano de Carvalho
Mordomos
lllms. Srs. Francisco Pinto Osario
Jos Teiteira I.eile
.. Jos Joaqnim de Lima Bairo
ic .i Jorje Jacomo Tanto
o Francisco Guedcs de Araujo
Jos Jcronymo da Silva
Jos Francisco de Lima
n .loao Felit da Rosa
ii Policarpo Jos l.avne
.. Vicente de Paula Oliveira Villas-lioai.
Jn.1o Aira* Guerra
n Manoel Joaquim de l.enios
Antonio Francisco Pereira
i. Arlhnr Fabeilodo Mendonea
i. Jos Joaquim de Pinlii, .Mendonea
.i Aolomn Jos Rodrigues de S*uh Jnior
n Antomo Auguslo Santos Porto
ii Felisberln Ignacio de Oliveira
o ii Joaquim Jos Ramos
.i u Frauruco Joso Alves Guimar.ics
ii Jola Brotado Soares Guimaiies
" ii JoAo de Castro Gu Imaraes
.i Fredericn Fernando Timm.
Fr. .mtonio da Itainha dos ,mja< regente.
_a, caitas e 15 lardos fazendas
de algodao : a Jofeotlon Paler t\ C.
1 calta cha I barril rarnes ; aJohn Roberto.
II. caitas razendas de algodao, 5 Tardos ditas de
laa ; ,i II. dibsoii.
ordem'arrCaS h*'r"- dl 00 gigos louca ; a
2 barris carnes, 2 dito vih, o dj(0, agaardei,|P,
3 d lo, ccrvja.,1 canas biaeoiloa. 54 queijos, 32 pre-
suntos, 12 embruhos to.cir.ba H.G. Slurn. .
1 hila I queiju ; ao Dr. Max
1 cana e 2 pacoles ignora-se"; a J. E. Roberto,
nh.a : a S- '' l,,UMSln" & CpmP*-
caitas razendas de algodao ; a A. C. de Abren.
50 barris manleiga, 20 ditos oleo de Boluca, IK
caitas e ,6 Tardos fazendas de algodao ; a Me. Cal-
lll'MII |\ l
16 bigornas, 1 caita ferragens ;a Itrander i llran-
16 fardos razendas de algodao, 3 ditos dita
nho ; a James (.rablaee & C.
18 d.tos razendas de algodao ; a Isaac
Lompaobla.
21 barricas Terragens, 9I panellas de Trro. 2cai-
ta objeclu, deselleiro a Jame. Ilalidav ^ Com.
panhij. u
pah.V10 fa"l",a",eilS0|ao ; a II. Itrunn l\l Com-
1 caita serrotes. 20 Imielladas de Ierro bruto, VI
cillas decarvaodc podra, 10 ditas de dito q.ieiniad.i,
nWa ',ue,JS' biTni carne a s,arr i Compa-
25 gigos btalas, |2 talas arenques, I dita queijos,
- barricas ervilhas, 5 caivas biscoib.s, 1 .lila Ira-cos
ile moslarda, I. jarros panellas minia-, (i peles ds
looea : ao rapitao.
3 saceos com embriilhns de amoslras ; a diversos.
Hrigue nacional ,lr,,onaa. viudo do Rio Grande
ilo ;sul, consonado a .Manuel Alves liuerra, maiiife.-
lou o seguidle :
8.IXI arroba, de carne seca. 383 a.robas de gra-
ta em Muga*, .10 couros seceos; a Domingos Soares
mINIIj
Patacho nacional lsperanra, vindo de Sania Ca-
(darina, consignado a Antn,,. |.u,z de Oliveira .Wc-
vedo,_m*nires(ou o seguinle:
3,153 alqucires fariuha de mandioca a granel ; ao
mesmo. '
Briguc nacional /;0, Jetas, vindo do BioGrande
do Sol, consignado a Antonio Pedro das Ncves, ma-
11111 >( mi o !-Cuintu ;
6,350_ arrobas de carne secca, 210 dita* de grava
em bengas, 2i eouios serr, ; ordem.
UNStJI.AHO I.KKAI..
Rendimento d da lal .
dem do dia 5 .
I i no, i
rjendobim.
i peite.
Cacao .
Aves ara
l>a|
Bolachas .
Bisriiilos ..'....
Caf bom......
i> resstolhn ....
com casca .
muido.....
Carne secca ....
Cocos com casca .
Charutos bous .
ordinarios
regada
Cera de carnauba
cm velas......
Cobre novo mao d'obia .
Gnu ros do boi salgados .
" verdes........
u espitados .
de onsa.....
ii a cabra corlido*
Caachimbo.......t
Esleirs de [ireperi. .
Doce de calda......
i> guiaba.....
seccu .......
jalea ........
| Eslpa nacional.....
eslrangeira, mao
Espanadores grandes.
pequeos
Fariulia de mandioca
'i milbo .
aramia .
I
urna
ii ni
a.
MHHI
I96OO
59000
tii-mni
39000
69IO0
89860
59500
39500
59000
89600
69OOO
39200
I-571K1
?71H)
295OO
109000
129000
9160
92HO
euo
C270;
manda razer publico que no .lia 17 do correule vai
iiovainenle a piara para sor artenialada a quem por
menos lizer, .1 cnuservacao permaiiciile da CSlrada
do norte, avadada em 1:20l>728. .
A arroinalacau sera feila par lempo de le/ meze',
a cootar do I.' de maio do crrenle anuo.
E para constar si maiidou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 2.le abril de 1856. O secrelario,
A. F. da Aiiiuuu-iaiiio.
U lllm. Sr. iosperlor da Ihesnuraria provin-
cial, em cumpriineulo da ordem do Etm. Sr. presi-
dente da provincia, de 27 de marco ultimo, manila
fazer publico que 110 dia 17 do rorrele vai uova-
inenie a praca parn ser arrematada a quem por mo-
no- lizer, a ronservacao permanente da estrada do
sill, avadada em 5:1009 rs.
A ariematacao sera feila por lempo de seis mezes,
a eiinlar do I.- de maio do correule anuo.
Y. para ronslar su inainlnu afliiaro piesenlo c pu-
blicar pelo Diaria.
Secretaria da thesouraria provincial do Peruam-
buco, 2 de abril de 18"di. O secrelario,
./. A', da .Innuni'taran.
i cu de quem pe Icneer, e em lules a voutade dos prc-
r tendele*, de cerca 200 saccas de feij.io preto muilo
novo, viudo protimamenledoHio pelo patacho Dha-
Ha : seguuda-reira 7 do correule, as 10 horas da
manha, no armazem do Sr. Aunes Jacorae, don n-
le da arcada da alfandega.
O agente Borja Tara leilan era seu armazem,
na ra do Collegio 11. 15, de ora grande e completo
se runenlo de obras de marcineria 1.uvas e usadas
de dillerenlis qualidades, e oulros muilns .ibjeclosj
ele, os quaes se acharao patentes 110 mesmo arma-
zem, ese cnlrgarao pelo maior preco ofleteeido, em
conseqiicncia de nao haver limite de pre;o algum :
quinli-reira 10 do correle, as II horas da manhaa.
Hoseja-se llagar um prclo c uma prela para
servieo de uma casa de punca familia, uu niesm
urna ama : quem os liver, dirija-se a
legiu n. 1, segando andar.
II0IIII\I\0.
oiiiiiiat aii, aterro iIh
Boa-Vista 11. 16,
lem a honra de paitiripar as pessoas qae a>**.,m
comprar o sen estabelrciiDrnlo, ron arniacsi, rm*
lis, errarnaala* de sau oflirto, o porc/.c. de rateadas
como sejam, gaMes para o, carro, arrein* para pa-
r Ida* de cavado*, lanlcruas ricas e ordinarias, Iren.
luides. chicote* da haleia, ditos coberlos de tripa
para carros, velas para lanlerna, Irene, para scllia,
eslribos, chicotes, esporas, brida esa palha e da ra*j-
ro. lesuuras de lodos os tamanbo*, facas para sbch.
navalbas, a8 adatas para as dilas. fe Harnala para
denlisl.i, limpara os dente*, polvariahos. rhum-
ibeiras, espolela-. lumias, colherrs de metal, c.pon
" Ji<* arnssas, pello de camuir... nivel d'agua, e om
- grande sorlimenlo de cachimbos e lama, qae i~la-
eslas razendas sao fresca* e de boa qaalidadc ; vis-
la do comprador se lar., qualquer negocia.
&ccarac>es?.
niilheim
uma
robra
Feijan
I-limo
alqueire
u
alqueire
:is20O
39OOO
T:933rlli
7619053
8:694*217
iMVKR.SAS PROVINCIAS,
neii.linieiil.i do da I a
dem do dia 5 ,
1:0389666
9
alq.
Cl'lllll
I 0589666
Exporlacao .
I orlo, barra pn.lugueza nl.eal.., .Ir 38 lonela-
iias. eond.izio o seguinle :i fardos ..uredos, 21 la-
boas vmhal.co, ilkl nieios vaquetas, IOI saccas cm
>JI arrobe, c 30 libras de algodao, 2 garraloes
agurdenle 2 caites doce, 302 casco, mal. 2,320
saceos e.., barricas com 11,908 arrobas e (i dinas
de assucar.
Para, patacho brasileiro aAdelaide, de 153 lona-
aua, conduno u seguinle :2 caitas couro de lus-
ire. 1 caitao haralhos de cartas de jogar, lOgrozas
de1 Ovalas para calcas, i,(H7 birricas e 6Utas rom
i,i.>.i arrobas e 5 libras de assucar, 3 caites e 2
caitas rh.rutos, 30 saccas cal pilada.
Lisboa, barra porlugueza uMaria Jos, condu/io
o seguinle :1| barricas e 3,661 saceos com 18,569
arf.0 e.f J ll,,ra* de ass"f. 27 pranche de ama-
rello, b9 barris e 2 tanques niel, (18 arrotas de esto-
pa da trra.
Para, hiat* hrasj|eiro uSobralense, do 97 lonela-
Oai, conduzo n seguinle : 9titi barriquinhas com
,J.i- arrobas e 31 libras de assucar, 2 caitas rap,
3 caitoei charutos.
Canal pela Paradina, hrigue inglez a Levante, de
XL.aTun' ?"d"'" seguinle : 2.300 saceos
com |f,500 arrobas de assucar.
RindaPrala, polaca hespanhola Thereua, de
'.< -m roneladas. conduzio o seguinle :1,450 barricas
e *) saceos assucar.
Boenos-Ayres por Moolevido, polaca hespanhola
i.Mensaae.ra, de IS8 toneladas, conduzio o seguin-
i.h "' 8 ,5 Si,cros c,,m 8i:,^ arrobas e
8 libras de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenio .lodia 1 a
dem do dia 5
7:r.273(lli2
559D37
8:1869699
(^ommerco.
HACA 1)0 RECIFE 3 DE ABRIL AS3 '
HORAS DA TARDE.
Uolaefies ollleiaea.
A-ucar maseavado2J2O0 por arroba.
Cambio sobre Londres27 1)260 div.
fred'riro IlaMliard. presidenle.
/'. horges .secretario.
.PK.\(.:.\ DO RECIFE 5 DE ABRIL DE 1836,
Ais 3 HORAS DA LARDE.
Revista semanal.
Cambios------------Fizeram-sc pequeos saques no
principio da semana a 27 d., po-
ccm nos ltimos dias passou a 27
'I ds Por 1}, ao qual oram mais
avultados.
Algodao------------A pequea entrada de 81 saccas, e
a esperanea de mellones milicias
le Inglaterra produzio uma pe-
quena alia, vendendo-se de 59100
* 99600 por arroba de primeira
surte.
Assucar- Vieram ao mercado 16,441 saceos
A edegada das noticias da Europa
causaiam algum osmorecimento na
venda desle genero, sem com ludo
alterar o proco, besa que o* com-
pradores etijam deminuieao 5 co-
mo purem os pnssuidores o lem de
preco alio e as entradas nao avul-
tem suppoem-se que sarao susten-
tados. As vendas da semana fo-
.. rjm multo limitadas,
muros- As ultimas vendas regularam a 259
rs. por libra, mas este preco he
nominal.
Bacalbao Chegaram dous carregamenlos
um de San Joao de 2,580 barricas,
o qual recoiibeceudn-se ser ordi-
nario simiente descarregou (UM)
barriras, e seguio eom o resto pa-
ra a Babia. Outro de Bostun com
080, das quaes 180 foram vendi-
da, aqui a 108 por barrica, e 200
seguiram para Culniguiha. () con-
sumo (ni animado, retalhando-se
de 8^ a LI9 puf bairica.le etislem
111 ser 2.0OO.
Carne secca- Temos em deposito 16,000 arrodas
lo Rio Grande, e 5.000 do Rio da
Prela. Ven,leu-te a primeira de
I9800ayl00 easeguu.la de:l-WKI
.. liWOO por arroba,
lanudadelrigo- Recelwram-se 105 barriras viudas
do Rui pelo brigue Daino e 2"i0
pelo l'rogresso, procedente do
mesmo porto, stilrtj romo 270 de
Boslon, que vonderaiu-se a 26?
e 599 de Genova, que ajilo por
vender. A procura cunliiiu
bom ........
uidiii.irii...... .
" cm Tolda dnm.....
ordinario ....
reslolho ....
Ipecacuanha.........
oinma...........
Giigibre...........
Lenha de acbas grandes .
* peqiicnas.....
a u loros.......
Pranclias de auiarello de 2 cosladus uma
louro......... o
Costado de amarellude35a 10 p. de
r. e 2 ', a 3 de I.....
>i de dito usuaes.......
Coaladinho de dito........ ,
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
Costado de louro ....
Coaladinbo de dito........
So.ilbo de dito...........
Forro de dito...........
cedro..........
Toro* de lalainba ;.....
Varas de parreira......
<> aguillia.las.......,
> quiris..........
Em obras rodas de sicupira pana c
11 CitOS 1) U U B
Mclaeo.........
159000
9-120 (i ||||n Sr. inspector da thesouraria de lazen-
59OOO da manda Tazer publico, que nos das I.- 8 e 15 de
>200 ''"'' l'fotimo I11I111... eslara em praca per.me a mes-
8240 '"'' "1L'r"ur'"'a Para sor iirrem.ita.lo a quem por
vi ,ncn"* "1M c melhor vantagens em favor da Tazen-
^1 daolTerecer os servicos da capalai.ia da alfandega
9Sia) desla provincia, no trienio que tem de decorrerdo
9IKI dejuldo do correule aimo a 30 do junhode 18"i9:
19600 ?* prelendentea comparecam a I hora da larde no
lugar id. eostume, com seus fiadores compeleulimeu-
18000 le habihla I,,,. Secrelaria da Ibesouraria de lazeuda
2?ooo de Pernambuco em 12 de Tevereiro de 1856.O oT-
19000 Scw' raaiur, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O lllm. Sr. capitn do porto dunda Tazer cons-
tar a quem convier, que etislem em deposito no ar-
senal de marloha, apanhadu* nulo pela agua abaixo
.iMiMi ossecoinles objeelos: asna canoa grande abarla,
8?0IMI cum duus bancos, sub n. 12, propria para carregar
lOstaio yoles, orna dita de earrelra, leUraKen.54, um
' dol nao leudo iiuinoraco e um prauedao, madeira
WMUII de onarell", os quaes serte eulregue, a quem inos-
I IgOOO ,r',r <|ue de direilo llies perlence, e pagar quaesquer
7>000 despeza* que para a arrecadacao se leudara frito.
\liuui *-'l'laciia do porto de Pernambuco 31 de marco de
J"" 1 185b.O secrelario,
388(100 1 Aletandre Rodrigues dos Alijos.
39OOO Pelajdelegacia do I.- dislriclo desle termo
19300 "** ap|irelieudidos, c se achara no deposito geral,
29H10 prt{0 J1,llloel e parda Joaepha aquelle que di/.,
ami sei t,scrrt>" ,ie ''"'o Francisco Pereira), costa dr
"H|0 Joa.i Barbosa de Goes, ambos moradores na povoa-
II90OO eao de Natoba, provincia da Parahiha do Norte ; os
249000 j 'laes escravos Turlados all por Joaquim Jos c Joa-
169000 1u''n An'onio da Silveira, que por isso se acham re-
colhidos e presos ua ca/ ue .leleuca 1 para serem
i procurados. Os donos dos referidos escravos compa-
:WISMK. regara uesla delegada, para Ibes serem entregues,
I29OOO vl"do munidos de documento- legaes. Delegacia do
I." dlstriclo do Rerilc aos 29 de mareo de 18")H.__O
delegado, Francisco Bernardo de Carvailio.
A admniislraro do crrelo desla cidade, Icnilo
de dar andamento a nova* agencio, no da I.- de
maio, eugaja liomens para conduzir as malas.
Por esta secrelaria se Ui. publico, que nesla
Alugam-se dous prelos que Toram do servieo
de padaria, para qualquer rehn.icdu nu oulro qual-
quer eslabelecimeiilo, com lauto que nao seja servido
le andar na ra por se embebedarem as vezes :
quem quizer alosa-loa aiinuurie para ser procurado
por toda esla semana, pois a pe de se retirai por toda esla semana. |.u.c..o .-ua 111..1117. na raan
Alosa-se um snhradinho por ira/do armazem devia coner de 7 a, 9 do cotix'nle: os
la ra de Apello n. 13, leudo entrada pelo lil......IfilTlllilll IIlt I OflfsWWl
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Acliam-e a venda os novo* bilhetn da
lotera I-da malri/. da Parahit.11
i a'distriliuico das listas.
IS., -.-I :li
I "f"
89IIOO
li^KK)
:l9."l(KI
89IKKI
t.-SHHI
contiguo, pela quantia de 69000 : a Halar no mesmo.
Na ra do Rosario da Boa-Vista n. 13 d-e al
a quanlia de 500*100 a julos razoaveis, sobre pendo
res de ouroou prata.
Osacciouislasdacoinpaiiliia vigilante de vapo-
res .le reboque silo convidado, para enlrarem com
segunda preslacao ato o dia I", do correnlc, no es-
"^"ZT.H lurs,erA^'P"'. amado jderlet^ pede ao reapeiUvel publico 8J8M
Precisa-sede um rapas porluguez para trab.i-
lliar em uma Mrica de palitos de fogo e vender na
ruaem umcavallo: a tratar na ra do Rosario da
ltoa-\ i-ia 11. .Vi.
I'iecisa-sc ue um piloto de carta : a pessoa 'que
se julaar habilitada dirija-se a rila do Trapiche 11. 31,
que achara cun quem tratar.
Precisa-s de uma ama de Icile : quem esti-
er tiestas etreanMlanaJa*, pude vir balar ua rua
larga da Rosario u. 33, loja de miudezas.
Prerisa-se de uma ama de leile sem Tilho, livra
ou cativa, certa de que sari bem (ralada e bem pa-
ga : quem quizer dirija-se a rua do Colleaio u. 10,
segundo andar.
I.ouis pucch, nanl Tail r.icquisition du teslau-
rain Trancis, | |,0nneor de prevenir les amaleurs
(le la himno cuisttie, qu'ils Iroiiveront 'a loutes les
lieures dujour, de quoisalisTaire leurs gouls. |.c,
roparahons Talles a' son dablissemenl. sa silualinn
agreable. les connausni.ces de sa proleaaioa el le de-
sir de aalistaira les persoones qui lu feronl IT1.111-
neur de visiter son tablisaamenl lui Tonl esperer
une nombreuse clienli-lle. I.es personos qui desi-
reroul Taire des coinmaiides, aoil en palisserie el
chareuierie soul pries da prevenir la veille. On
(rouvera dans lemme tablissemenl, vina, liqenes
el cunserves de Ulules lesquadlo.
Um amigo do Sr. Vicente da Cunlia
Souto-.Maior, vendo agora os repelido*
aiininii ios i| ue nuil 1 ;, ,.||,. tem eito saln
O Sr. C ttano Francisco de llanos Wan-
suspenda qualquer juim d.-fl.ivoi a'v, I
que postam la/.er do mesmo Sr. Sotito-
Haior, at que elle se justifique.
Lina petaos lialtilitada om longos
conliecimentos pratieos do commertioem
todos os seus ramos, sendo acontelhado a
bem da sua saude, a fautor uma viagem
mais ou menos prolongada, quer a't re-
publicas do Prata 011 do Pacifico, ou mes-
mo a Europa, scollereceao cominera.,
desta praca pata agenciar ix-laoies coan-
meraaetem qualquer das pra'cas dettes
pai/.es, tealisai quaaesquei liauidat
ii'|uidac'<-s
Milito......
Pedra de amolar
lillrar .
rebolos
Ponas de boi .
Piassava.....
Sola 011 vaqueta .
Sebo em rama .
Pelles de ranieiro
Salsa parrilba .
Tapioca.....
I ndas de boi .
Sabiio......
Vinagre pipa .
"ts2o" ''""" '"' 'sVr'l'lu "" ",ro da matricula dos'commer-
. oanles o Sr. I.uiz Bibeiro da Cunha, ridada.i porlu-
MOOO ; guez, duiniciliado com sua casa de commercio de Ta-
32000, tendea era troeso c a relalho, na cidade da Prtale
|->i801 za "** provincia do Ce.i. secretaria do tribunal do
' commurcio da provincia de l'eriiainhuco 5 de abril
de 1856.O oilcial maior,
Aprigio Jusliniaiio da Silva Cuimaraes.
Pc'a subdelegada da villa de llarreiros se faz
publico, que acha-sc (iroso um prclo de nome Pe-
dro, Cafliiindongo, id.ule de 00 anuos, poucomaisou
menos, o qual diz ser escravo de Jaomlho de Paula,
9COI sendor do engeuho I tinga, nos suburliios de Maceiii:
alqueire ZSOOO| 1"m se jalgar com diretlo a elle, comparrea perau-
le a inesiua subdelegara, com os documentos neces-
sarios. Villa de Barreiros > de abril de 185K. O
subdelegado,
Joaquim Cavalcanti de Albuquerquc Mello.
quintal
duzia
par
19600
19020
12380
M9000
302000
caada
eenlo
moldo
mcio
.aj
uma
(yj
.
eenlo
ti
5010
GgOOO
2800
19000
930
35000
tiooo
9320
I69000
39SOO
9310
2I3O
30.5000
.varios entrados nn da 5.
Assu'8 dias, diale brasileiro Bom Jess, de 122
toneladas, meitre Joao llenriqoes de Oliveira"
equipasen. 8, carga sal; aCaetauo Cvriaco ita
Cosa Morera.
Baha68 horas, vapor brasileiro nParana, cora-
tnandante llauiel I-'liotes Coelho, carga manliiueii-
los para a Paralaba. Veio receber ordens do go-
veino e pratico.
.Vatios sabidas no mesmo 4b.
ParadinaMate brasileiro Conceirao mostr Sevenano da Costa c Silva', carga rarinda
de trigo e majs gneros. Passageiro, Joao Eusta-
quio de Amorim Lima.
BadiaBrigue inglez Annic Lanriec. capitao llcn-
ry allers, carga bacal ha,1.
ivVreios salados no dia (i.
ParaMale brasileiro iiSobralensen, capitao |"ran-
cisco Josc da silva Italia, carga assucar e mais g-
neros. Passageiro*, Jos da Silva Sanios, Antonio
Joaquim leiveira Bastos.
demMale brasileiro (Adelaida, mestre Antonio
l-ernandes l.oureiro Jorge, carga assucar e caTo.
Passageiros, Antonio Pereira da Cusa Lima e sua
lamida, I.uiz Emilio Melles.
Riada PrataPolaca despanhola ..|liereza.i, rapi-
lao Jayme Besego, carga a-sucar.
dem Polaca hespanhola Mensageira, eapilio
Jayme Milet, carga assucar.
PnrloBarca porlugueza Leal, capitao Jos Alves
tameiro, carpa assucar e mais gneros.
I.i,b,.iBarca porlugueza ...Mara Jos, capitao Jo-
se lerreira I.OSsa, carga assucar e mais gneros.
fcid .oinmissaoVapor de guerra brasileiro nlleha-
nhe.i, commandanle o capitao lenle Jos Ma-
na Rodrigues.
$fifcft* Manumite.
O Ur. Ig
uaciu ,>er\ .1.1 rvoseca agrailecc
cordcalmenle a lodos os seos collegas e amigos
que tiveram a bnndade de medicar, conTe-
renciar e visitar o Tallecido scu mano, o aca-
deciino de medicina Praucisco Nerv da Kon-
seca. Kocire .". de abril ,|e I 81O.
(abano asjiguada agradecen,u o,
in ludas
as veras de sen corarao a aquellas pessoas que
se dignaran! assislir no da 1 do crrente, na
igreja da congregaran, a,, memento que Bes-
se da adi se celuhmu pelo repaaso elern de"
sen preza.ln irmiio Antonio dos Santos Mira, o
Taz com espeeialidede ao Sr. Antonio Jos
Conrado, visto ser esle sendor o que 111,11. es-
Toroos empregou para que esse religioso arlo
livesse lugar rom luda a decencia.
tjeraUo llmritmti de Mira.
Precisa-te de olliciaes d.
para toda obra : na rua Nov;
PORTO.
A darca porlugueza Duarle If, da ptima cons-
truccao, Torrada de robre, e de exrelleute marcha,
seguir., ropreterivelmeale para a cidade do Porto a
21 do correule, se as eduvas 11.10 eindarsearem, por 1 t0IH0 jose l!01|.
ralUr-lhe oiiiranieiile cerra da :IIMI a ,100 .saceos pa-
ra completar o seu rarregamem : quem na mosma
quizer carregar ou ir le passagem, para o que lem
agradareis rumiuodos, cnleuda-se eom os cunsigna-
tarios Bailar & Oliveira, na rua da Cadea do Herir,
escriptorio n. \2, 011 com o capitao Josc Joaquim
Itazilio.
al Caate
a, esquina
Para o Hiofde Janeiro sabe rom I rula a brevi-
dade, por ter parle da carga proiupla, o patacho Flor
da Baha, capitao Damin da Costa Rosa : quem
quizer carregar o resto, onloinla-se rom o consigna-
tario Manoel Alves (iuerr.....a rua do Trapiche
n. 11.
Para a Babia segu cm pnucos .lias, por i ter Meios JfiDO
a maior parle da carga prompta, a velcirae beui'co- I T,.,.nc .u.t\i\i\
udccida garopeira Ucrocito ; para o reslo da carga ->""
trata-se com seu consignatario Domingos Alves Ma- QuarlOS l.S'DH
theus, rua da Croz 11. 51.
da ponte.
lotera da provincia.
Os bilbetet e cautelas do caulelitta An-
riguet de Sonza Juaiorno
CStaotujeitos a descont dos S por cea-
todo imposto da lei, osqitaessc acliam
a' venda as lejas da praca da Indepen-
denci? ns. 'i. l, 15 e W.rua DireiU n.
I ruada Praia o. 30, rua do Crespo n.
5, e na rua do l.ivramepto n. 30. As
rodas andain no dia 12 do presente.
<)s premios sao pagos logo que salu'r a
ttta geral.
<0Xi recede por inteiro
i
Bilheles
mitaca
D_Illm.Sc. inspector da thesouraria de Tazcnda
manda razer publico, para rouhecimentn dos mleres-
sados, as dispusieses abaixo transcriptas, alim de
que eiibam a mais completa eieeocSo. Serrelari.i
da lliesourana do Tazeuda de Pernambuco em lil de
marco de 856. O ollicial maior, l-milio \aiier
Sobreira de Mello.
Copia. Circular n. >. (I marquez de Paran
presidente du tribunal do theseuro nacional, reeom-
meiitla aos inspectores das Ihcsourarias de Ta/ernla
quedema maior publicidade p,wivel a diapoca
lo arligo 11 da lei n. 10 de 15 de selembro do au-
no prximo pastado, que manda que a compra e ven-
a dos Den* ue r.iz, cujo valor esceder de LlHts, ,,a
celebrada por eaeripiora publica, sb pena de niilli-
Para o Rio de
Janeiro
segu viagem na prxima semana, por ja"
ter dous tetros do carregamento, o brigue
nacional ADOLPHO: para o resto, pat-
sageuos e escravos a frete, tiala-se na rua
do Vigarion.5, oucoin o capitn Manoel
Pereira de Sa'.
Para o iuo de
Janeiro
Segu com toda brevidade por ter gran-
de-parte do carregaincnto, o brigue na-
cional HERCULES : para o resto da car-
ga, passageirose escravos a frete, trata-se
.1-0005000
2:5OO/|OO0
l:666666
hBSOJOOO
t()0,s-0()
>2|000
Otl.s-Ot'O
p0000
pie s pa-
quaesrpiei
commciciaes amigaveis, o. deoutra qual-
quer nal uieza : se hottve quem queila
utilisar-se de tal convite, potier-se-ba di-
rigir em carta Tediada tob ct insciac-s
A. P. Q,ao escriptorio deste DIA-
RIO DE PEKNAM6TCO, parateentrat
em ajusles.
Precisa-se atusar um.. ama livr* oa eaerara.
nars o servn-n de uma rasa de |.ura ramilia i a Ir .-
lar no sobrado da roa de Apollo n. 6.
3 Aluaa-se uma sala e am qoarln do primen.,
andar do sobrado da rua de Apollo n. fi : a Ir.lar
no mesmo, ou M armazem da rua do I rapiche n K.
No dia :l do correnle mez rujio um rateras o
crioul... por nome Sevcrmo : (m escravo de Sr. An-
tonio Hicar.b. ,b. Beso, represen! ter ."al anuo, de
idade. estatura regular, um pone, calvo, barba brin-
ca, levou calCa e camisa de algodao brinco : qejatn
appreliendee leve-o a roa larga ,l Hoseri a i uc
sera bem sralilicado. ^^
Candida Rosa dias l-ernandes lem inlstr*,.
tralado com o Sr. Ju. j..^. de Ar compr ,
Basa terrea do bercu do lamba n. IX ; se alinea *e
Migar com dneilo a .lila casa, annuncie par esta fa-
lla, ou comparec nesles Ires dias ua rua lama do
testarte n. .>o.
Preci-a-se de um homem para felnr de esuc-
Wio, que de rndenme..!,, de sua pessoa : na roa do
Collegio n. Ai, primeiro andar.
No dia 8, as 11 horas, na sala das audiencia..
depoisdelindaadoM. Dr. ju.z de ausentes, se ha
de arrematar uin.i |ircao de miodews, ama
e mata objeelos, ludo perlencenlc
ila Imada Hollina.
Piolo Jose Lomes, na qualidade de tes**
tc.ro inveiilahanle de toda a .*, irurntec^
ao tinado seu irmo Man.tel Jeac (ornes ufas, "lar
pubdro, que da dala do I.- de abril rm dianie va,
i? i a !"*"*" d0 nrzoc> STfsr debuta da rasa do
n J! 1-<"T vV ,rroio- Jfloim Lomes Unar-
e. e por ,, so dever., ....i,,,..., r,m......,.
usa > elba n. (?,. pa.lana ; e pin sa uio chamaren
a ignorancia se Taz o prsenle anuuncio. "*-"""
S|.~r..?^ni"!".,VM ,,e f,rd0 o Ppel, atarea
?!."J"."'declnenlo vem a erdem. qor.ram farer
Quintos I $200
Oit.'.vos 700 ..
Decimos 010 .. .. ,.
Vigsimos 20 .< ,(
O referido ratilelisla declara,
;;a nos seus bilbetet intuiros vendidos os
8 por cento, como tem annunciado.
Sou/.a Junior.
Precisa-se de uma ama de Icile :
na rua doBangel n. ."(i, ou na liviana n.
t e S da praca da Independencia.
No .lia S, pelas!) horas da manhaa, ua porla da
caa .la residencia do juz .le paz da l'resuezia de S.
.loso, se bao de arrematar varios movis, por execu-
rao de Simplicio da Silva Barbosa, conlra Hellina de
lal.
. PERDA.
Cabio na mantilla do ida ."> do crrenlo mez, da
varaoda do secundo andar da casa u. 50 da roa .la
Cadea do KeiTe, do pescoen de uma crianra, uma
vulta de cnrdo de ourotaiau muilo poeto, teido tn-
bado uma Conreir.n de ouro, uma lina de dito, est-
ira .da de liearne eneastoada em our... uma moeda
velha de ouro de 15000 e um denle de cachorro en-
Com Vov-.r-s A P r sloado era prala : lOga-se, porlanlo, a pessoa que
com Aovaes A U, na rua do Irapiche diloa objectos liver awhado, on r.irem oTTcrecid..s, que
lenha a honda.le de os man.h.r enlreaar a sobredia
casi, ou na loja dcTronle da roa da Madre de Heos,
que se recompensara genero-amenlc.
II. .11.
Pan o Araealv sabe o dialo jurara : quem
qnizer carregar, .nrija-se a Martina & Irmao, rua da
aladre de Dos n. ->.
(patacho nacional ..Allienas. promplo a se-
guir viagem paia o Rio ,|e Janeiro, precisa de ma-
nija hrasileira : os que esliverem as rircumslancias
e quiseretn, dirfjam-ae a., capitao a bordo do mes-
mopalaeho, ou a casa do consignatario Antonio
l.u.z de Oliveira Azevedo, em scu escriplorio na rua
la Cruz,
Para o Mediterrneo rreia-se o brigue Tran
escrava
a heraora jacera*
o Tavor de a
pp.irc.-er no escr.plorio do. caosigMU-
Z n 11., """""" IMonlae. raa do Trpia-
cne o. \>, para satislazer o Trele.
I). Ibereza A'esai.dr.n. d a So,. S.iT.Tai
'tai.,1.un de Souzi Kandei-
. rlicular. i
que ja deu princ.pio ao -cu ensino iin I ,)
ra, proressora particular, at
si ao pbliro.
* correnle. o que tinhi detsedo de la/er du- 1
r-ule epidemia ; recebe alumnas tanto o,-2
9 '"s como,memas, cnsn.a ,|om da le.lira M
*. de 1.1a, do sed., ele. se ttgaaiaa alcuera s
rserv.r-,iMapre,liro0i <|lr, JES I
Empregam-sc servente* e mslhadores de fer-
re.ro : n. Tundicao de rerro de I. W. Bi.waaa. L
rua do Brum. passando o rlialant '
Quem precisar de ..rea pan obras.quer por ca-
noas, quer p,.r cariocas, de lijlo quer ,le ilveru-
ia groasa, quer de ladnlho, de ilvenana batida
e de lapamciilo. ou tenas, posto as IsiiTW
preco oimmodo. e com promplidio. dirija- .
ohe.ri deTronte do lelheiro dos canoetrae da raa
'OVajt.
dores n seu finido marido Ag.wtinho Kerre
ra Lu.ma.aes, que a atrita |ra aolonsad. p*r
receber suas.lmdas he a Sr. Jos Martin, da Na-
dad; ordenando oulro siiii aos obeles das eslares '""'. forra......e cobre, e de lote de 3 .VMI un.
;d I Ci .1,1 1,1.11 .- ,i ,,..,,.t, ..... a:_____-.i_____ ... saiata s_.i__ r>vir aot urj
mada e o deposib. mouUa Vti I "/.Z?'^""* -"e'"1 nos diverso* teratta Toradas
darrieas ,cb,.,ve a .!(?,..:..! i ?2?2l?J>'Z?e"u' 'loe '""' laC"" ''* taut
de Jb-
Sodre Londres, o7 ff!*&
Pars, 3K rs. por f,
i Lisboa, OJpor 100.
Kio de Janeiro, a par.
AccCet do Banco. 33 0|0.le premio.
Accoe* da cumpanhia de Betieribe
cenes da eompanliia Perui.mbueana
llilidade Public, 30 pureenluda premio. I
Indeinnisadora.-em vendas.
Dscouln -
rolalbou se
i na.
Itedalerain-se lelras de 10 a la
cento ao anuo.
1-rels ..... Kez-<* um frelaniento para Tries
le ij, e para o Canal o Trele be s'iiira'
nominal.
pitaes das prov
a, | respectivos d.slrielos, por meio de editaeVptlblVcadoJ
"'"' i ",,s f......'os ondeo* l.ouver, aaffitado* nos luga-
res mais pblicos. 'I be...uro rafritttll em >' .le n
* | neiro de I8(i. Marguei de fvanJ.-Color.ue
i Jos.; nevermu da Kochi. Arl. 11 da lei n. 810 ,|
lembro de 1835, a que se reTere a circular
20J220
rSO
V
aWlSOOO
ja-stiio
0/306
(*S210
i8aaoe
3t4SM
10.'tgoou
f9f7att
iiiruio
Disconto.lc lellras. deia I.", por 0|.
OuroOncea hetpanbulas. .'
Moe.las ele 6(100 velhas
" 69100 novas
" asuoo. .
Prala.Patacf.es brasileiros. .
Pesos columnarios. .
- mexicanos. .
Temns prazer era observar que em consequencia
la grande diuuiiuicao do chulera os espirilos mos-
iram-se man animados, e o commercio desta semana
o?l IT s>",,?m1ils ,le enltame, a qual esperamos
ao par. | se va reslabelereiido radualmenle.
locaram no poeto durante a semana : :i vanores a
i I navios que vieram relrescar.
Lulrarain : 5 com carregamento* do evler
-in 0SMm "dolagein, > em ltiro,
a y!7*>"0 me secca.
' liMai Sa,,'?ri,m : c,n I*1"! 11 Min gneros de pait ..;,-
" 3w ira turPa. de cabobigem e I eom bacalhno.
I'iearamnoporln SJeinbarraoes, a saber: I ame-
ricana, I belga, Xt brasileas, 5 Trancezas, I ham-
burgueza, o bespaohelas, -i ingleaa, 7 partogue-
zas, -2 sardas e :l suecas.
i.ir. de
l bacalbao. e J de car-
3000
!000
1-sSbO
ACKANHELA.
Kendiinento do dia 1 a 1
dem do dia "> .
:tO:->(i780K
14:397(939
.">:i:(i(i.-,sj02|
lt,r Oesearregam hoje -, if ,,n,.
larca ingle/a/"mornemerradnrii
-..-.. .,, ias.
talacho purluaoet(:o/on.-iit_i,|ero
I alarho sueco/dunataimado.
IMPORTADO.
i..',!:!l|e.r^i'.',le'',,/''a"""1Vi."'," de '-"pool, con-
o se'uu'ile -"'panhia, manifeslou
! raisas lencos de algodao, 56 {ditaa e '-Jti Tardos
Tazendas de alfi.,d,.. 7 dito* d.las de laa e algodloi
2\ canas razendas de algodao, de lindo e de ah'odao
e mutas aos cjnsigualarios.
.-, caita, meias de alodilo, 3 ditas e I Tarda Tazen-
das de Ha, 9 driet e -_ caiva. ditas de slgedfci ; a
Roslron Rooker 6i C.
8 Tardos tazenda* de linho, 3 dito* dilaa de laa 'i
ditos e 10 caivas dilas de algodao. I ,|,|a objeelos'de
metal praleado, M barricas rerveja ; i Paion N'asd
^\ Companhia.
7 rardos (apeles e cobertores, 1 dilo e 1 raixa la/en-
das de alaodao ; a M. J. Carneirn.
1:1 caitas lindas paia costara, S ditas leucos de al-
godilo, 2J ditas e 31 fardos Tazendas de algodio i
ditos dilas de Ua e algodo, I ditos baeles e cober-
tores ; a Soulhall .Mollnr ,\ C.
I caita meias, 5 Tardos tazendas de lata, i ditos co-
bertores, 1", dilnt \ caitas razendas de aigodn ; a
Fot Brother.
PAITA
do- preros torrente to aumear. algodn, e mais
gatero* do paiz. gue se despachan* ua meta da
consulado de l'crnambuca. nn semana de ~
a \> de abril de 1836.
Assucar cm caitas bramo I.1 qualidade a >t
n masi-.........
i. bar. esar. hrano.i.........
ii masca vade..... a
ii refinado.......... ,,
Algodao em pluma de I." qualidade a
11 O 1. )| ;l,a
1 II ll.a 11 11
i> era earoco.........
Espritu de agurdenle......ranada
Agurdenle cachaca.........,
de calina.......
ii resillada......... ,.
do reino........
Genebra.............ranada
............... botija
U"T...............ranada
............... garrafa
Arroz pilado duas arrodas nin alqneire
u em casca.............
A/eile de mamona ........caada;
39100
x\9(O0
31840
3*500
39100
s\f700
l375
1800
-sstt
USO
9700
9580
W)
9380
3210
OSMIO
tiOOO
9960
,l.i
r'iHH
' (I ;t
tai seguir com
.V compra e venda dos bens de raiz, cujo valor
eiceder de Olt, sera relia por escriplura iiublica,
sob pena de nullidadeii '
Esla conTormeFmilio Xockr Sobreira de Mello.
A .amara municipal desla cidade, atleii.leiulii
a que. a arrec.laca., do imposto sobre os sladeleci-
in-nliis de commercio e industria lem sido feila com
-r.....J mnrosidtde, em ronseqneiicia sem riuvida
dos oiioiios da epnlemia reinante, resolve prorogar
alo .. lira do correule mez o prato para p.gameiilo
do mesmo imposto, titulo u qual inoorreraii os om-
missos nas penas establecidas. rarga prompta, o bri^oe
I-: para que eheaua a noticia de quem convier se
maiiiiou publicar o prsenle.
rU5.". ^ "'"'"""'''ir.pal do Hecife em sessao ,1c
Te -\ ,%' "'~Bj"" ''" '""'"-"'be- Presiden-
ie.Manoel lerreira Acciod, secrelario.
cia7.?. IM'""Sr- '"-p0C,Or cl ,hesoraria provin-
cial, en, lumprimciilo ra ordem do Kvm. r nresi-
inania razer publico que no da 17 do correnle vi
niivainente a praoa para ser arrematada, a .)r
menos har, a eu,e,va.;;in permanente da estraZ
de Pso d\Vll,, avadada e.fi VouXWH. rs.
I CUl'r',!':",1,Crt'! "rJ '" ''Ur ,e'nP ',e "S "*et,
a contar do I.- de maio do crrente anuo.
f. para conslar se maiidoualliiar
bltear polo Diario.
huo?'*'?''",'1. '"ouraria provincial dePeinam-
b-o.-.'.lealinldelsjb. O secretario.
intonio Fcrreira da .Innuiiracio.
-O lllm. Sr. inspector da tliesouraria provin-
cial, om i-.n,,............ .._ _.. ...... .
para tratar, eom a viiiva Amuiiin ,\, lilbu. r
Cruz n. 13, ou eom o correlnr Robera na praca.
CF.AItA' f. MAIIAMIAir.
.Seguc rom hie, itie o patacho asila Cruz ; re-
cebe carga e Mttatasiros l a tratar rom Caelauo Ct-
riaco da (.. Al., ao lado do Corpo Santo n. 23
ACAKACL'.
(I hiale /-..calacao scitue uestes dia : para o reto
dai carga trata-se com Caelano Cvriaco a C. M.. ao
lado do Corpo Sanio n. >.
< Kio de .i;ineiro
o presente e pu-
segu em puncos dias o bem eonneeido drigue naci,
nal Damaa ; para o reslo de sen earregaineoto, pas-
sagciros e escravos, para o que lera otcclleoles cotn-
modos trata-se cotn o consignatario j,,. Joaquim
Das remandes, rua da Cadea do Kecife.
Kio il Janeiro
brevidade por Icr grande parle .la
nacional rV'cfra ; para o
reto, passa-eirus e ewravca, para o que ollercee
dons commodo", trala-se cent 0 consignatario Jos
Joaquim Dias Fernandes, rua da Cadeia do Hecife.
COMPANHIA
nr\Ndo-uiERi,;\\A.
!ervtco regular do Havre ao Rio de Ja-
neiro cora as escalas de Lisboa e Santa-
Cruy. de Tenerill", (ion-e. Pernambuco
e Babia, por vapores novo* de 2,000
tone
das
s e torca le iilil cavados.
Preco das pjtsasen*,
Par, de Peni
v.ai, em ruinprimeiiiu .la resolucao da junta ,|,. t,,-
noe?' "0,amei,!le Praca para ser arremala.lo a ______
quem por menos bzer, os empedramen.o, dos I.-, .T;7;----------------
o\\\ SS **** Vieloria. pt> ,"" '"I' '
am. e!-"t '."'i,ler ""''s e pagamento Teitoem ..., o,;"'1
apdeos da divida pudlica. Cruz de lenerill .
I
Camarotes
da Ia rante
Sing.
ll:l(H
1IIMI
liol.r.
r.050
SIMI
936
1311
Cmaro (es
te cla.se
Sitia.
IIINI
070
lol.r.
r. 7vi
l.lkl
uE
fi m
A. Sangsler, rapilao do brigue inalez falli-
rn, mo se rcsponsalulisa por conla nenliuma que
sua tripolaoA.i cnnlraia em Ierra.
AO PUtLICo.
( padre Ihomaz de Sania Manan na de Jr*u- Ma>
EalMes, leoalmenle provisionado para poder ejercer
n magisterio dos estados do primeiro grao, avisa ao
publico, que com brevidade abrir no bairro de San-
io Antonio a sua aula ddtpriinciras lellras e lalim,
annetando-lhe om curso cmplelo das Itncuai italia-
na rraiu-eza, dirigido pelo >r. Alberto Tallone, sob
i expresta cundirn de Iradntlr o fallar estes idlo
mas no prato de um auno lectivo. Nesla mesina
aula llavera tambera .....a escola de musir vocal e
instrumental, e um corto de contfaponlo, o que lu-
do promelle -er desempenhado com inteiro aprovei-
lamemo dos alumnos. O preco de .13OOO por cada
11111 ilos cursos de linsnas latina, ila iana, iranreza e
msica vocal e instrumental; continuando a ser os
preeoa da aula de priraeiras ledras os mesmos que
ooslumava ler; quaulo aos alumnos que desrjarem
seguir o cario de Conlraponto, .lvenlo se entender
na aula eom o respeclivo proTessor. A aula inln
iiabalbar.i nos domingos, quinlas-Teiras e das santos
de nanla, eomo tambera Techara no no dia ->i de
dezemliro para abrir no dia 7 de Janeiro. Os Srs.
alumnos quedesejarem se matricular, devem faze-lt)
juautn antes na rasa de aiinuncianle. no lars da
.tanta Cruz 11. I, cerlos ,|0 que a aula sera abertl
logo que doaver V2 alumnos malrirula.los. o que s.
far.i scientc pelo Otario. Os alumnos sera. obfita-
dos a pagar sempre as mensalldadet adiantadas.
A pessoa que annnnrioii a compra de uma ca-
ma franrrza cura laslrn de palha, piale mandar ver
ra o uno da h
J \ I IVVTHICO. #
Rua das Gnes n 28.
Continiia-se a vender os niaisecrritilad* W
m medicamentos dos Srs. Castellaa a eber, A
em Untura* e em glbulo., rarlriras de lo- W
dos os lainanhos minio em ennta. *tt)
, I ubosavulsos a .iOO, s.i r |-..i
lonca de untura......j>-i f>
I ubos e frascos varias, roldas de corlie* *j#,
. para lobos, e lu.b. quanlo be necessano pa- Z
patatas m
HOll I.AI I F.CIEI K.
Oiimca amansada par decitdo ,in conselha
decreto imperial.
Os mediros doshospilaesrecommeadamaAft
le l.al'ecteur, romo sendo o nico autorisadj pelo
goterno, e pela real snriedade )* medicina Bt>
medicamento d'um gotto agradavcl, e Tari I i lanar
em secreto, esla em uso na marinda real desde mais
dcbOaonoa; cura radicalmente em pone, lempo
rom pouca despeza, sem mercurio, a. afleer.i ,u
pelle, impingeos, as ensequen. ia, das sarnas, ulce-
ras, e os acidenles dos pelos, da idade mitra, e
da acrimonia liere.lilana dos l.uinores; conten aos
ratarrbus a bechiga, a> coii(racr.H>. e a liaq.io/..
dos org.los, prorecda do abuso das injecee* ou de
-nudas. Cora antit pluliliro, <> arrob rara em
punco lempo os Iluto, rcenle ou redcldes, que voi-
te* em coii-oq.ir.ic.a do emprec.. da
- las injei cs qne rept .-
real*
veu mees:
eo|.aiba, da .-iibeba.
i:..- lauco por 5:1039100
I.- a 7:672^3oo *' vapor Cdiz desta companhia par-
.. -- !:b77-vi 'ra do Rio de Janeiro no dia S docor-
blk.r^too^m'n^urttewop"nleo,u- "te! para frete e passagens, aos ,-on-
Secretaria da thesouraria provincial de Peni ,m- s'{fnata>' buco, 2 de abril de IH.-*. (I serrelario, da CrUZ ti. 30.
f. /. iV'i AnMHNcfarilti.
H lllm. Sr. inspector da
nal, e
ropa, o que
Taz publico ; bcau.b. o seu eslabelecimealo sob
direcc.io ,ln oulro socio Jose Nunes .le Paula.
o arrematante dos imposto*das Tenooes, mas- I
cales e boreteiras do municipio ,lo lleriTp 'r.z rerlo I
que he chcaada a epora .1.....verem as aferlcnesil
lonas; as-im como de novo convida a virem afe-l
rlr os eslahelecimentos o a grande quantidade de me-
didas de rua que .len.ir.m ,lc alerto........npo com- I
plenle, e ale o prsenle nan .. letiham feilo ; lam-
l.'tn lenihia aos mscales e boreleiras a lirarem as
sitas licencaa, do coulraro usar., .los melot da lei.
visto ser prejndlcado em seos inleretset.
I.uiz Manuel Rodrlnes Valenca rom sua T,i-
,i - I', .nin Alaria lonralvea liara.., viuva do
uiajnr Manoel Francisco Hamos, moradora na comar-
ca .lo i',, ir Albo, icm constituido por seu procura-
dor bastante a sen genro :Mam icio Iranciscn.le Li-
ma, o qual se sen* revestido de plenos poderes para
tratar de qualquer negocio tendente a qual procurador pude .er procurado na cidade do
^ Kecife, rua da Guia n. 61, primeiro
oiiiiiiittcau,
ijsa
(30
:iso
gas uma grande poroao de garufas grandes e pe-
queas viudas dJrnrlataealti da Pan., de risa dn
illlo Itutvea.i.LalTeclenr |J, rua Kirlieo a Par...
n>........''"" ''-se arad, ,., cisi do aumie Sil-
va na pra,a de |i. IV.I... ... k-j. P. latqm,m
Araujo; llabia. Lima A lr.....,.s ; l'cr.iamb......
>noin; Km de Janeiro. IWb.i (\ I ,11,,.. e Mrfl.
ra, toja de drogas; .,.,., Nlil_ ,, ,,fr,lrj ,,,.
Mcale I.eile ; K,u (..ande. | ,.,, de Cania
(.nulo ,\ (..'
GHAROPE
IH)
BOSQUE
Ibesoiiraria protlii
eiai, em cnmprimenio ,ld ordem do Etm. S. pre_______
sidenle da provincia, de _>: de marco prximo lindo, | o j
grite.
agente Oliveira (ara leil.io, poi cout.i e tis-
.)
I ni transferid* e deposita detta charo|H> para a Im.-
dea de Jose fl garrirs \-.vai. e meias i-ono. -en.lo ralso u.i
aquello que nio Tur vendido ueste depostlo, pclu
que se Ta/ o prsenle aviso.
andar.
erro
Boi-Vista ii. 1.
lem a honra de participar as pessoas que Iba liram
detendo, queelh-seaeda na neressidiidc de por os
seus nnmes no Diario, pois mo quueram responder !
^::r:r:::atn^I"\nrr^;e;,;v,e,,'ar,,!,
.IMITASTE para o pirlico.
I'sra cura de phltsiea rm i...l... --.n. dillerrnlrs
qualidade. em barrica.
- Preci-a-se alugar um ec.no na padana de
Itonledo cdalari/. das (.meo i'onlas u. ,!7.
primeira | ma, pltavit. etearroa de sassasm, .i..r de .-..i.,.io. *
pe.l... palpita. ... no cora.:..., c,qu.lu.br.I...... asta
d..i nanriaalaattodas .-m..ie-i.. .i ...
inouares.
mjTiu^

ILEGIVEL


.
DIARIO DI PIRlklDROl SfGUNI Fe|M 7 II ABRIL Ql 1865
Terceira edtyao.
TRATAIHT8 HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO
CHOLERAHORBUS.
PELOS DRS.
irnrclo aoncmn^irase podereoiardatia enfennidaJe, administrndoos remedioTo-iais ellicazes
* tallia-la emquanto serecurreaoaaedico.ou mesmo paracura-Uiudapendentc deste* nos I usares
""""'tRADL'ZIDO EM P0RT6UEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
FstrsdausoDUSciiioscontmasindiearoes mais clarase precisa,e pela suasimpleseconcisa esposi
, j 1(1..irince de Iodas asintellisencias, nos pelo que di" respeilo aos meiosruralivos,comoprin-
ci al 'ente as preservativos que temdado os mais satisfactorios, esulla,los em loda a parle eni que
* Sndo'o'tratamenloliomeopathicoo nico que tem dado srandesresulladosnocuralivo desta horu-
veleofennidade, julcamosa proposito traduiirrestes dous importantes opsculos em lingua vernaci-
1 nara desl'arte facilitar a sua leilnra a quem ignore o francer.
Vende-se nicamente no Consulloriodo traductor, ra INov n..V2, por 21000. Vendem-se tamliem
os medicamentos precisos e boticas de 12 luhos com ora frasco de lindura 15a), urna dita de 30 tubos c
livro e 2 frascos de Untura rs. 253000.__________________________ ^___________
VHMp-
, n*:
PEORAS PRECIOSAS-

* Aderecos de brilhanles, *
diamantes e perolas, pul- g
S ceiras, allinctes, brincos
i*j e rozetas, boles e anneis *
de diflerenles goslos ede ;
l diversas pedras de valor. '
MOREIRA & ARTE.
I.O.I.V DR OIRIVES
Ra do Cabuga' n. 7.
;-U, -i.:.-:;
Recebem
| Compram, vendem ou
2 (rocam prala, ouro, bri- g
I lhanles.diamanles e pero- ?
| las, e oulras quaesquer jg
S joiasde valor, a dioheiro J
uu por obras. '.
?!.?* .* ?" >~< :? $ :< ? :? *: -
por to-
l dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno j^osto, tan-
to de Franca como
orno E PRATA-
___ >
Aderecos completos de _''.
ouro, ineiosditos, pulcei- m
ras, alfinetes. brincos e *
rozetas, cordries, trance- H
lins, medallias, correules <-
e enfeites para relogio, c *''
oulros muitos objeclos de S
ooro. &
Apparelhos completos, |
da prala, para cha, han- 1
dejas, salvas, casticaes, i*
colheres de sopa edeclia, *
e muitos oulros objeclos .
de prala.
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre$o commodo como costuniani.
repttczia
(re-
LOTERA DA PROVINCIA.
O lllm. Sr.thesoureiro das loteras man-
da fazer publico, que se achatn a venda
os bilhetes da*se{junda parle da quarta
lotera doGymnasio Pernambucano,cujas
rodas andam no dia 12 do andante mez ;
tambem manda azer publico que tem
bastantes bilhetes a venda, na Ihesouraria
das loteras, das 9 a's ."> horas da larde.
Thesourariadas loteras Til de marco de
1856. O escrivao, Antonio Jos Du-
arte.
Instruccao moral e reli-
giosa .
Este compendio de historia sagrada, que
loi approvado para iiistruccao pjimaria,
tendo-se vendido antes da approvaeao a
ISBOOrs., passa a sev vendido a l.suOO:
na livraria ns. G e 8, da piara da Inde-
pendencia.
Precisa-se alujar um pequeo sitio vos, dando-se o sustento, para trabalhar
perto desta cidade. o qual tenha lugar pa- j uesta typographia : na livraria ns. ti e 8
ra guardar tim cavallo e que nao seja ^ praca da Indepeendencia.
prximo a charco ou agua estagnada, e Na casa da residencia do Dr. Lourciro, na ra
se tiver casa assobradada melhor sera' : lla Saudade, defronte do Hospicio, precisa-se de urna
na livraria ns. 6 e 8, da praca da ln^teR&^* ^ CmSig f'"'0'
Associaco Commereial
Beoeficente.
Commissiio de beneficencia da
de Santo Antonio.
A commissiio abaixo assignada da
guezia de S. Antonio encarregada por
parle da associaeo commereial lieneli-
cenledesoccorer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas que precisarem de soccor-
ros.qucirao entender-se a qualquer hora
na ra Nova n. 7, casa de Anlonio Au-
g'isto da Fonseca, na ra do Trapiche n.
V0, de Thomaz de Paria, e na mesma ra
n, ">(), de Salustiano de Aqttino Ferrcira.
Pernambuco 25 de fevereiro de 1856.
Saltistiano de A(|tino Ferreira.Anlo-
nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Paria.
S .1. mi DENTISTA, t
a) continua a residir na ra Nova u. 19, primei- 4
0 ro andar.
pretos capli-
A H01E0PATHIA E 0"
t CHOLERA.
r nico Iralamento preservativo c 9
W curativo do cholera-tnorbus, W
(> PEI.O IHJITOK (jj)
(})Sabino Olegat ioLudgero Pinho. A
Segunda edicrao. ^2
A benevolencia com qu foi acolliida pe- W
Mk lo publico a primeira ediccao deste opus- fj)
2, culo, essolada no curio espacode dona me- W
(g) es nos induzio a reimprearfo* (^
t Oslo de cada ejemplar......Iiki /A
j" C.arteiras completas para o IraU-
(0 ment do cliolcra e de muilasou- O
Iras molestias, a..........:t(l*000 Z
Meias carleiras..........I6S000 W
^t Os medicamentos s5o os melhores po*siveis. ^
Consullorio central homcopalhico, ra j2
de Santo Amaro Mundo-Novo n. ti. ^)
Remedio para
mordedura de
cur^r a
coora.
Na botica do Sr. Cypriano I., da l'.i/. roa do Col-
le^io, eiiste um remedio para curar a mordedura de
cobra, que lem sido applicado com erande proveilo.
Kueo no dia 2i de marc,n um moleque de 1S
anuos, I'hiladelpho, fulo, espadoas larcas, denles
claros e salientes, e consta que anda lias ras desla
cidailc : quem o apprehender, queira dirigir-se a
ra da Aurora, na terceira casa depois da pootexi-
nha, que ser recompensado.
Roso encarecidamente a Illma. Sra. D. Maria
Severina da lloclia l.ins e ao lllm. Sr. seu irrn.tn
Jos I,ni/, de Caldas l.ins, moradores no Hio Formo-
so, disnem-se responder as carias que se Ibes lem
dirisidn, sobre neeocios de meu fallecido pai .le-
Antonio Alves da Silva, cojos hensj foram parli-
Ihados. Kecife 3 de abril de Is.Vi.
A. I*, da S. Lopes.
Precia-se de urna ama para o sprviro de urna
casa de 2 pessoas de familia, oa de urna escrava para
o mesm,i tim : na ra Aucusla, sobrado n II.
Esl aherla a anlisa padaria da rna das l.aran-
aeiras n. :2X, c prompta a servir o publico com lo-
dos os gneros propnos deslas ca>as, e de boa qualu
dade ; ah adiara a gente menos favorecida da
luoa bolacha a tres por dous, o que hoje he
encontrar, po de meio dia para a tarde pelo mesmo
prec,o, etc., etc. ; be mais um eslahelccimonto de
utilidade poblica na quadra actual em que lana
falla se tem seolido deslc genero de absoluta neces-
sidade.
[U.IIK
i forA
raro'
Precisa-ce alugar dous
9*8@*e-sss3S
#
ATTENCAO.
Acha-se a venda na confeilaria da ra da jjf
Cruz, pertenceute a A. A. Porto exccllente a$
gela de varias qualidades, perfeilamenle 9
acondicionada em latas de :l libras; igual- 9
mente mailo bom doce de calda surtido em fl$
pequeos Uarris. e lodos ot mais arligoe do & '
njl docena, todo confeccionado com o maior es- 9
Smero : apromptam-se encommendas para 0
dentro e fura do imperio, com toda activida- 0
de e limpeza. I
-
O Dr. Vicente Pereira do Reg par-
ticipa aos seu amigos e constituintes,
que transferio o seu escriptorio de advo- |
gacia para a ra do Queimado n. -G, pri-
meiro andar, onde pode ser consultado
das 10 horas da manhaa em diante.
Quer-se alugar um escravo para servic.0 de
casa: a tratar na mi do Trapiche n. 10, segundo
endar.
Candida Maria da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de instruccao primaria,
residente na ra do Vigario do bairro do
Recife, faz sciente aos pais de suas alum-
nos, que acha-seaberta sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e esternas, por precos ra/.oa-
veis.
Trocam-se notas do Raneo do Brasil
porsedulas: na ra do Trapiche n. iO,
segundo andar.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOE.N-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alpliabetica, com a descripro
abreviada de todas as molestias, a indicacao phjsio-
logica e Iherapeulica de todos os medicamentos ho-
roeopalhicos, seu lempo de ac;flo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacao de todos
os termos de medicina e cirurgia, posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscar osseu
templares, assimeomo quem quizer comprar.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamentar crianras na
casa dos expostos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, lendo as habililaedes oecessarias, dirija-se a
mesma, no pateo do Paraizo, que
quem tratar.
A commissiio cncarrecada pela Associacao Com-
mereial Kenelicenlepara distribuir soccorrs sclas-
ses Decessiladas do bairru do lenle, faz saber a
quem se achar nessas circumstanrias, que pode pro-
rurar a qualquer de seus membros em suas residen-
cias abaixo designadas a qualqoer hora. A commis-
siio estando disposla a nao se poopar a quaesquer es-
forros para bem descnipenhar a mis-jo que Ihe foi
confiada, roga as pessoas que tiverem conbecimentn
de que qualquer pessoa em suas visinhanc.as se acha
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
qaer circunstancia nao npossa solicitar, qoeiram ler
a bondade de assim Ih'o indicar, afim de prompta-
menle seren ministrados o< necessariosauilior.
Anlonio Alves Barbosa, ra de Apollo n. :m.
Joso Tenein Bastos, ra do Trapiche n. 17.
Joo da Silva Besadas, ra do Vigario n. 4.
Massa adaman-
tina, i
Francisco Pinto Ozorio sangra, tira denles e chum-
ba com a verdadeira massa adamantina ; esta nova
prepararo superior todas quantas lem apparecido
al hoje, que alcm de petrificar em menos de um
minuto, fka o dente com a mesma cor natural e em
perfeilo estado como que nunca livesse ruina, tam-
bem applica ventosas pela attracro do ar. tendo
para esse fim apparelho completo ; assim como ou-
iro para tirar leile de peilo em senhoras que mu-
tas vezes se torna liaslanle til pelo mal que causa
a relenrao do mesmo ; tambera lem muilo superiores
limas para apartar os lenles, que vende por barato
prero: pode ser procurado para estes lins, na ra
eslreita do Bosario n. -2.
Associacao Gommerclia
BeficenCe.
A commissao nomeada pela Associar.lo Commer-
eial Benelicenle desla prac,a, com o fim de soccorrer
as pessoas necessitadas e desvalidas da fregueiia ila
Bna-Visla, por orcasio da epidemia reinante, pre-
vine a quem estiver em laes circumslancias, de pro-
curar a Joao Matheus, ra da matriz n. 1S; Manoel
TeiMira Bastos, ra da Alegra n. 7; Vicente Al-
ves de Souza Carvalho, Estancia : desde as 7 horas
da manhaa s l), e a tarde das i horas em dianle :
em caso urcenle, porcm, serio soccorridosprompta-
menle a qualquer hora. A commissao desojando
acertar na furma de distribuir os soccorrs, roga en-
carecidamenle a todas as pessoas mais conhecidas
desta freguezia que tiverem perfeita sciencia do es-
tado de prccso de qualquer familia, se dignem de
a informar afim de ser cu-i promplidilo atlendida.
Recife i' de fevereiro de 18511.Joao Mallieus, Ma-
noel Teiieira Bastos, Vicente Alves de Sooza Car-
valho.
Na travessa da Congregacao, foja
;dc encacl
AO PIBLICO.
No armazetn de fazendas bara-
tas, rna do CoUegio n. 2,
vende-se um completo sorlimenlo
de fazendas, finas e grossas, por
precos mais baixos do que em 011-
tra qualquer parte, tanto em por-
coes, como a retalho, alliancando-
se aos compradores um s proco
para lodos : este cstabelecimenlo
ahricse de combinacao com a
maior parle das casas commerciaes
ingle/.as, f rancezas, allemias e sttis-
sas, para vender fa/.endas mais em
GOnta do que se tem vendido, epor
islo ollerecondo elle maiores van-
tagens do que 011 tro qualquer ; o Efi
proprietario deste importante es- ra
tabelecimento convida a' todos os K
g seus patricios, e ao publico em ge- *
H ral, para que venham (a' bem dos n
i seus interesses) comprar fazendas H baratas, no arma/.em da ra do B
SCollegio n. 2, de M
Antonio Luiy. dos Sanios & Rolim. g
B& mi-isaata ?m BSBaflRBBB
O professor particular Candido Jos
Lisboa continua a dar licces de instruc-
cao primaria, latim e nance/., nao s em
sua aula na r.ia de Apollo, mas tambem
por casas particulares.
O haoh;irel Francisco de Salles Alves Mociel
pude ser procurado no priraeiro andar do sobrado n.
:i(i da ra eslreila do Rosario, quasi quina da ra
das Trincheiras, ondelecciona em latim, philosophia
ge eoiuelria.
Precisa-se de urna lavadeira
camben do Carmo n. S, primeiro
dar.
9 O Ur. Pi Aducci. medico operador ilalia-
ja no, nomeado pelo Em. Sr. presidente da 9
( provincia, para preslar os seus servidos me- SJ
S^ dicos aos doentcs do cholera no hospal da f
jv- ra da Aurora c ao dislriclo, previne ao 9J)
^ publico que lem filado sua residencia no di- ;j
j to hospital, onde pode ser procurado. -.-i
9 3*s-*ae
No dia 7, as 10 horas, se ha de arrematar no
aterro da Boa-Vista, em presenra do Sr. Dr. juiz de
ausentes, na loja do finado Camocins a armario da
mesma loja, ferraineuta c mais ulencihos de ourives,
e oulros objeclos, ludo perleuceule a heran^a ja-
cente do mesmo finado Camocius.
I. I", dos Sanios e Silva vai a Europa tratar
de sua saude, e deixa por seus proenradores Joaquim
l.opesde Alenla, Joaquim Francisco da Silva Ju-
uior, Anlonio Ramos.
HoilliO.
O abaixo assignado promelte gralili-
car generosamente os Sis. Velojoeiros,
ourives, inspectores de quaitcirao ou
qualquer nutra pessoa, pie poder desco-
briro roubo feto em sua casa, na noite
do 1 do corrente, na travessa da Madre
de Dos, de um relogio de ouro paten-
te suisso n. 3424, de cai\a coberta, sen-
do esta raza por baivo e ouvada por ci-
ma, esmaltado de ambos os lados com
vivos de azul e branco, sobre o mesmo es-
malte una corrente de ouro ingle/, (mas
nao das modernas) de elos miudinhos e
lapidados, com o encadeado milito uni-
do, e mais uma chave de ouro de fr-
malo grande e oitavada mas inutilisadi
para dar corda por estar quebrada na
pona : por isso recoinmonda a pessoa
que algum destes objeclos descubrir, an-
nuncie para ser procurado, ou dirija-se
ao annunciante, na iresina travessa n. 18
para ser gratificado.Joaquim Anlonio
(ioncalves da Rocha.
rapi-
(Pompva .--.
Compra-se uma negra mora, que (enlia alan-
mas habilidades, ou mesmo que co/jnbe e ensom-
me, agradando paaa-se bem : no Fortp do Mattos,
defronlc do cbafariz, secundo andar n. 10.
Compra-se uma duzia de colheres de prala
para sopa, sem fc'.'"\ S a.; bom uso : no paleo de
S. Pedro n. -2.
Compra-se uma grade de ferro rara varanda,
que tenlia o comprimenlo de -2t palmus na rna da
Cadcia do Recife n. i, Jefronle de beceo Largo, se
dir quem precisa.
Compram-se melalinhas ou crioulinbas de
lllallannos, com principio de roalura : na ra
estreila do Besarlo n, 10, stgundo andar.
Coinpram-se olas do Banco doBra-
il: na ruado Trapiche-Novo n. iO, se-
Itndo andar.
Compra-se um guarda lotica que
eja em bom estado : no primeiro andar
desta t\ pographinse dir' (uem compra.
Compra-se bico da Ierra, e renda, sendo es-
i e lina : na ra do Trapiche n. M, primeiro
Compra-se urna ou dnas moradas de casas ter-
reas, que sejam no bairro da Boa-Vista : a Iralar na
na da Aurora n. !U>.
Compra-M urna cama fruteca de qualquer
madeira. com lalro de palha.em bom uso, com tan-
to que seja bastante larca : quem liver e queira ven-
der anniiuce para ser procurado.
Compra-se uma escrava de nreia idade, que
aiba enzinhar o diaria de orna casa e lavar de sa-
bo : na ra do Encantamento u. 3.
-- Compra-se um cachorro que eja esperto e de
raca : quem liver e quizer venner dirija-se a ra do
Sebo n. 1.1.
Compra-se cfleclivamenlc, labio, bronze e robre
velho : Do deposito da fundieAo da Aurora, na ra
do llrum. loco na entrada n. -iS, e na mesma funrti-
;to, em Santo Amaro.
rn>a.''.
AO COMMEKCIO.
Offerece-se um rapaz brasileiro de idade 18 annos,
com baslanle aclividade, para caiieiro gratis de qual-
quer casa de cummercio, prefere-se esirangeira :
quem pretender, dirija-se a ra da Cuuceico da
Boa-Visla n. 18.
Precisa-se de um caUeirn para laherna, com
pralica ou sem ella : a Iralar na ra da (iloria n.
35, taberna.
VSTFMA MEDICO DE IIOI.LOWAY
tmmF
t*\.
e encaaerna^ao, continua-se a vender
ah achara com militas das obras de direitos ja' annuncia-
: das por esle DIARIO, como tambem ou-
PUBLICACAO' LITTERARIA. tras umitas nao s de direitocomo dema-
Repe'rtoriojuridico. t,ias diversas, na mesma casa vendem-se
Esl. publicado ser sem duvida de nlilid.de aJalgumas obras latinas, proprias para os
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio que estlldam esta lingua : todas as obras
do foro, pois nella encontrado por ordem alphabe- estao em muito bom estado, e por ellas
tica as principaes e mais frcquenles oceurrencias ci-' < j ____ j- i
vis, orphanologicas, commerciaes eecclesiaslicas do lai'se ,odo negocio, porem a dinheiro.
nosso foro, com as remisses das ordenaees, leis, | Precisa-se de uma mulher para concerlar
avisos e reglamentos por qoe se rege o Brasil, e obras : na loja de atraale da ra Nova n. 60.
bem assim resoluees dos Pratislas anligos e moder-
nos em que se firmam. CoDlcm semelhanlemente I Lava-se c enf;omma-se por preco
as decisftes das guesloes sobre si zas, sellos, vellios e_____i. j i ,
novos direilos e dcimas, sem o Irabalbo de recorrer i eommodo e da -se a I mocos e janlaes com
muito aceio e promptidao: na ra do Li-
* collecro de nossas leis e aviso avulsns. Consta-
r de dous voluroes em oitavo, grande fraocez, eo
primeiro sahio luze est i venda por 83 na loja de
ivros n. 6 e 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Visla, na ra Velha 0.43.
* ARREMIAMENTO.
A loja e armizem da casa n. .V da ra da Cadeia
do Recife junto ao arco da Conceico, acha-se desuc-
copada, e arrenda-se para qualqoer esUbelecimenlo
em ponto grande, para o qoal lem commodos sufli-
rienies: os prelendenles enlender-se-hAo com Joo
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma roa.
Colleio para meninas.
D. Maria Filippa Sonto srienlifica aos pais das
almonas da aula sila na ra da Madre de Dos, di-
rigida pela amillonante e por sua mana l>. Urbana,
que lendo esla fallecido, a annunciaulc eODliooa
com o mesmo eslabelecimenlo, nao na mesma casa,
mas em uma oulra que esli promplificando com os
commodos neressarios a um bom collecio, e aonde
pode admitlir pensionistas e meio pensionisla, alem
do qne eusina Ja sabido, tere dos mais acredilados
meslres do francez, nglez, musita, piano, dansa,
ludo por pre^o razoavel.
AoT. (jcmcniaiio Morei-
ra de Mendooca.
A proprielara da casa da ra da Gloria u. 108 em
qne mora o -r. Ceininiann Moreira de Mendonca,
avis.- a este scuhor, que venha reinir os mc/.es que
rteve de alusuei. vencidos, do dila esa, e nao sibe-M onde re-ide. ,1o contrario
lera de usai -se dos meios perniiitios pela le.
Precisa-se alug.r 4 pretos. mo,mo |IC<<
hvres, pra Irabalhar em arma/eni tle
ga-se bem : a Iralar
Kecife D, b.
aaaocar, pa-
na loja da ra da Cadtia
do
vramento sobrado n. 1.
Precisa-se alucar uma casa ile sobrado que le-
nha sullicienles commodos para urna familia nao pe-
quena, c que sej fresco : prefere-se primeiro ou se-
gundo andar, e quaulo a silnacao, que seja em qual-
quer dis ras mais cenlracs desle bairro : quem li-
ver annuncie.
Precisa-se de uma ama forra ou caplva, para
lodo tarrifa de urna casa de pouca familia : na ra
da Moeda n. -2.
A capatazia da alandega precisa de
homens forros para o trabalho interno,
c escravos para o externo.
Antonio da Silva Cuimaraes avisa ao
publico, picas suas cautelas premiadas
sao pagas no aterro da Roa-Vista n. 4S,
loja.
Precisa-se para oservico de servente
da capatazia da alfandega, de pessoas
livres ate o numero de de/., em viiiude
dasordensdo lllm. Sr. inspector: quem
estiver para isso habilitado, enlenda-se a's
8 horas da manhaa, na mesma alande-
ga, rom o respectivo porteo.
Precisa-se de serventes livres ou es-
cravos, paga-sebem : na fundirn da Au-
rora, em Santo-Amaro.
",H Aluca-sc o quarlo andar da ra larga do Ro-
sario D. II i
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuosde iodas asna;es podem
Icslemuuharas virtudesdesteremedio incomparavel
eiirovarcm casoncrcssario,que, pelo usoqucdelle
lizeram, lem seu corpo e membros iuleiramenle
Silos, depois de haver emprecado intilmente oulros
Iralamenlos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessas curas maravilhosas pela leilura dos peridicos
que II,'as relatan lodos os dias ha muilos annos;'e
maior parle dellassiio lao sorprendentes que admi-
ram us mdicos mais celebres. Quanlas pessoas rc-
cobraram com esle soberano remedio o uso ile seus
bracos e perita*, depois de ler permanecido lonyo
lempo nos hospilaes, oude deviaiu sollier a ampula-
ciio Helias ha muilas, que haveudodeixado esies
Myloa de padecimeulo, para se nAo submetlcrem a
essa operaedo dulorosa, foram curadas completa-
mente, medanle o uso desse preciuso remedio. Al-
cudias das laes pessoas, na efusao de seu reconhcci-
mcnlo, dccUraram estes resultados benficos diante
do lord correcetlor, e oulros magistrados, afim de
mais autenticaren! sua aflirmativa.
Ninguem desesperara do estado de sua saude es-
tivesse baslanle conliaiira para cusaiarcslc remedio
cooslantemeute, seguido algum lempo o Irala-
menloque necessilasse a natureza do mal, cojo re-
sultado seria provar incooteslavelmenlc : Ouc lud
cura !
0 ungento he ulil maiiparticularmente nos
seguintet caios.
matriz.
foliiilias
PARA 0 CORRENTE ARNO.
Folhinhas de algibeira conlendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
tos parochiaes, resumo dos impostes ge-
raes, provinciaes e municipaes. extracto
de algunas posturas, providencias sobre
incendios, entrndo, mascaras, cemiterio,
tabella de feriados, resumo (ot rendi-
mentos e exportacSo da provincia, por
31)0 rs. cada uma; ditasde porta a 10;
ditas ecclesiasticasou de panie, com a ro-
sa deS. Tito a 400 ris: na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Vende-se em casa de S. P. Job lis-
tn & C-, ra da Senzala-Nova n. 42,
sellins ingleses, chicotes de carro e de
montana, candieiros e casticaes broncea-
dos, relogios patente nglez, barris Ue
gra\a n. 07, vinbo Cherrv em barris,
camas de ierro, lio devela, chumbo de
munieSo, arreios para carro, lonas in-
glezas.
Vende-se urna armaran qne loi de taberna, de
madeira de pinho : na padaria n. :I7 das Cinco l'on-
Us defronle do cbafariz.
\ ende-se urna carrora com os cus perlences,
para cavallo, ludo em muilo bom eslado, e mais i
rudas (ambem para crnica, e -i dilas par cabriole!,
ambas novas : a Iralar na ra do Raugel n. -<>
Vende-se a relinaco sila na ru dos Guarara-
pesem l'ra de Porlas n. Ili, perlencenle a Joaqui-
na Mana da C.ouccicAo : a tratar com a mema, na
ra ilo Pilar n. 9i, ou com Victorino Jos de Sooza,
ua mesma refioacao.
Vende-.e muito bom vnho a IlliO rs., manlei-
ga lvica muilo boa a IHiO, dita franreza a ~-J : no
paleo do Paraizo, taberna da Estrella n. I i.
Meias Vendem-se meias de laa de superior qualiilade.
nunca vislas ues'.a provincia: na ra Nova n. i2.
Vendo-se una selerla franceza : uo aterro da
Boa-Visla, loja de bilheles n. 78.
I ARIMIA l)K SANTA CATIIAH1NA,
muilo nova c de superior qualidade, a bordo do hri-
cue escuna /la/iido. Tundeado em rrenle do arsenal
de guerra, vende-se por preco commodo : a Iralar
com Caelano Cyriaco da C. M., no laico do Corpo
Sanio n. ">.
a
Chiliis prelas fraucezas, largas, a UO is. o co-
vado : na rna do (.lueimado n. 9.
Vendem-se 800 caitas de charutos; na ra Hi-
rcila n. 3.
Vendem-se por preco commodo camlhos envi-
dracadus para varandas, assim como portas de diver-
sos l.inianhos : a tratar na obra que se esta fazeudo
uo lucar aonde foi o lliealro de S. francisco.
Vende-se uma casa terrea na freguezia de S.
Jos, -iia na ra do I''orle u. i : a Iralar na mesma.
Tijolor, 4aiuimore e obras de dilo.
Vendem-se lijlos marmore de 10 e l pollcgadas.
quadrados, e M obras de marmore, como lomillos,
urnas c estatuas, por precos cummodos : em casa de
Baslo iV Ltaos, roa do Trapiche ii. 17.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
llores de cabeca.
das cosas.
dos membros.
Eiiferinidades da
em geral.
Knl'ermidadcs doanus.
Krupcies escorbulica.s.
lisilas no abdomen.
I 11,ilda,l- ou falla de ca-
lor as eslrcmidades.
I'rieiras.
(engivas escaldaihis.
Incliacoes.
lullamniacao do licado.
Lepra.
Males daspernas.
dospeilos.
de olhos.
Mordeduras dereptis.
Picadura de mosquitos,
l'ulnioes.
culis Oueimadclas.
Sarna.
Supuracocs ptridas.
Imlia, eiiiqualqucr par-
le que seja.
I reinor de ervos.
Cceras na bocea.
do licado.
dasarliculacoes.
Veas torcidas, uu linda-
das as peruas.
da beiiga,
Vcnde-seesleiinguenln no eslabelecinienlo cria
de Londres, n. -'! 1, .S7iana,e na loja de lodos osl.n-
ticarios, droc'iistaseoulras pessoas eocarresadasda
sua venda em i,la a America do Sul, Uavana e
llespanha.
Vende-se a800 reis rada|horetDha,canlm uma
insiruccaii em porlnsaez para explicar u modo de
fazer uso desle ungento.
I) deposito geral he em casa do Sr. Soum, phar-
maceiilicu, lia ruada Cruz n. 22, em Peiiiam-
luico.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia: na ra do Encanlaiuetilo n. :l.
Velas estearinas, pedrasdemar- w
more para mesas, papel de peso w
inglez, papel de embrulho, oleo (0)
de linliaca em botijas, chicotes jA
para carro, pianos de armario, (^)
lona ebrim de vella, cemento ro- *
mano, armamento de todas as ^
qualidades, cabos de linho e de H
manilba, nixc da Suecia, cham- w
pagne c vinhos linos do Renho :
vendem-se no armazem de C. ,1.
iVstlcv & C-, ra da Cadeia n. "21. t&
A ie'ioo.
Vemlein-se sarcos com farinlia de mandioca, che-
gada do Rio de Janeiro pelo briciie nDamao, na
(ravessj da Madre do Dos, armazem n. If>.
Ceblas de Lisboa.
As ceblas j.i se vendem mais baratas, e continua-
se a vender ua travessa da Madre de Dos n. 21, ar-
mazem de Joao Marlius de Barros.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rifa d a
Scnzala nova n. 42.
Nestc estabelecimenlo continua a ha-
ver um completo sorlimentode moen-
das e meias moondas para ongenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Quem quizer comprar um carro
americano de quatro rodas, com assentos
para duas pessoas, teodo arreios e cavallo
muito ardigo: dirija-se a ra do T
chen. 40, segundo andar.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jarume Pires ven -
de-se superior farinha de mandioca era saceos gran-
des ; para porcoe. irala se com Manoel Alves (uer-
ra, na ra do trapiche n. {i.
Moinhos de vento
omhomhas.lerepuiopar.ireEarhorlase haiza,
decapim.nafundcadeD. W. Bowman narna
do Brum ns. (i, 8 c 10.
PARA OS SENHORES ESTUDANTES.
Vendem-se na livraria ns. (ic8 da pra-
ca da Independencia, os seguintcs livros
para as aulas preparatorias ; em francez:
Paul et Virginic, Telemaque. em nglez
Historia of Romo, Thompson: por pro-
cos commodos.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo h.iraii.simo preco de 1;00 o par, dilasdeal-
codio prelas a (40 o par : na rna do Queimado,loja
demiudezasda Boa Fama n. 3:>.
Sal do Assii
A bordo da escuna sjoaa vende-se sal do Asu',
ou a Iralar rom Amonio de Almsid.i i lomes, na roa
do Trapiche n. 10, secundo a.
SEMEMES.
Silo ehecadas de Lisboa, e acham-se a venda na
ra da Cruz do Recite n. 62, taberna de Anlonio
francisco Marlius as secuins -emenlesde horlali-
ces, coma sejam : ervilhast, ra, cenoveza, e de An-
ela, teijao carrapalo. nWo, pinlacilco, e amarello,
alface repolhuda e allrmila, salsa, tomates grandes,
rbanos, rali nieles bramos ncamados, nabos ro-
to e branco, senoiras branear e amarellas, couves
trincliuda, lombarda, esaboii, sehola de Setubal,
segurelha.coentrn de louccira repolhoe pimpinela,
e uma grande porfo de diflerenles sementes, das
mais bonitas llores parajardins.
Coi i ros Vende-se um reslo de couros de cabra, muilo gran-
des e bous : na ra da Cadeia do Recife n. 57.
No armazem do Novaos A C.. ra da
Madre de Dos n. 12, vende-se farinha de
mandioca em saccas, do superior qualida-
de, poi proco commodo.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W
Bowmann, na ra do Brum,passan-
do o cbafariz continua haver um
completo sorlimenlo de taixas de ferro
lundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, ascpiaes acham-sc a venda, por
prec_o commodo e com promptidao' :
em barca m-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Cousas finas ede
bous gostos
HA LOJA DA BOA FA1A.
Vendem-se ricos leques com plomas, holola.e
espelho a 9, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver 19800 o par, dilas de seda ama-
rellas e brancas para hnmem c senhora a 12280, di-
tas de lorcal prelas e com bordados de cores a 800
rs. e 19-200, litas de lio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem c senhora a ,~i()0 rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa fazenda a :i-Jn,
lenrinhos de relroz de toda* as cores a 19, loucas de
Ua para senhora a 640, pentes de tartaruga para
alar cabello, fazenda muilo superior a .">9, ditos de
alisar lambem de larlarusa a :i>, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imilando muilo aos de
larlaruga a 1?'JS0, dilos de alisar de bfalo, razen-
da moilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pintadas para crianzas de 1 a :i annos a 19800
olpar, dilas de lio de Escocia lambem de honilas
cores para criancas de 1 a 10 annos a 320 o par, es-
pelhos para pande com eicellentcs vidrns a 500,
700, 1/ e 19-200, louc.olores com pos a 19.">00, lilas
de velludo de Iodas as cores a 100 e -210 a vara, es-
eovas linas para denles a 100 rs., e finissimas a .Mu
rs., dilas riiussimascnm cabo de marlim a IS, Irn-
cas de seda de Iodas as cores e lartoras a :i0, (00 e
OO rs. a vara, sapalinhos de laa para crianzas de
bonitos padres a -210 e .'L'n, aderecos pretos para
Into com brincos e allineles a 19, toncas prelas de
seda para enancas a 1?, Iravessas dasquescusam
para segurar cabello a 19, pistolinhas de metal para
criancas a -200 rs., ualheteiras para azeile e vinagre
a 2.--21K), bandejas muilo finas e de todos os tama-
itos de 19, 29, -12 e i9. meias brancas linas para
senhora a '210 e :120 o par, dilas prelas muilo boas
a 00 rs., ricas caisas para rap com nquissimas es-
lampas a 39 e sOO, meias de seda de cores para
homem a (10, cliarnleiras muilo linas a 9, cssles
para bengalas a O rs., paslas para guardar papis
a 800 rs.. oculos de armacAo de ac praleados e dou-
radosa liiO, I- e 14200, lmelas rom aro de bfalo
c tartaruga a OO rs. e 19. superiores e ricas bensa-
liuhas a 29, e a .'iOO r. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos c grandes, fazenda muito supe-
rior a (10, 800,19. 19200, I9OO e 29, atacadores de
cornalina para casaca a 390, penles muilo linos para
suissa a 500, esrovas linas para cabello a (10, dilas
para casaca a i 1'. capachos pintados para sala a
(iO, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a lt0, 200 e 210 o par, camisas de meia
muilo finas a 19 e 19200, luvas brancas encorpadas
proprias para montana a 2i0 o par, meias de cores
para srnhnra muilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
duras de madreperola e de oulras muilas qualidades
e gostos para rlleles e palitos a 500 rs., livelas dou-
radas para calcas e colleles a 120, ricas lilas linas
lavradas e de ludas as larguras, bicos linissimos de
bonitos padioes e todas as larcuras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de uoivas, lesouri-
11I1.1- para costura o mais lino que se pode encontrar.
Alem de ludo islo oulras muilissimas cousas muito
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodos os freguezes ja sa-
bem : na ra do Queimado, nos qualro cantos, oa
bem condecida loja He iniudezas da Boa Fama
A3$500
Vendc-secal de Lisboaullimamenlechegada.as-
sim como polassa da llussiavcrdadsira : na praca do
Corpo Sanio 11. 11.
de oina.
prunas de ema : na ra
BolacllinhflvS linas pura
df ev eiienie qualidade, ebegada* ullimamente de
Liverpool ; vendem-se em lalas e as libras : ua roa
duCollegiu, laherna de l'raucisco Jos Leile.
Milllo em saccas.
Vendem-se saccas com milho muito novo, por ba-
rato pro^o : na ra de Sania Rila, laherna o. 5.
No alerro da Boa-Visla n. 80, vende-se vioho
do Porto. Madeira, Moscatel e Selubal a I9OOO en-
garrafado, alelria a i80, macal r.io e lalhanm a 400
rs. a libra, azeile doce a V0 a garrafa, ervillus a
100 rs. a libra, sag' a 320.
Vende-se por preco commodo urna armarfio
nova de loja desmanchada, sendo a madeira de loo-
n, c o balero (odo de amarello : a tratar na rna da
Madre de Dos n. 30.
Vendem-se craveiros de todas as cores, mujto
em ronla : ua na da CouceicAo da Boa-Visla n. 10.
Vende-se superior chocolate de Lisboa em la-
las de 8 libras D9OIH), e dilas de i libras a 2900(1 :
na travessa da Madre de Heos, armazem n. .
-----Nihir III llOJC (la al-
fandega rpieijos londrinos, presuntos 11-
gle/.es, holaeliinas de soda e biscoitos
j>a val lias ; contento.
Ht ra da l^ideia do Recife n. W, nriatetra a-
dar, escriplorin de Antaslo C de Abres, '0ti-
ouam-se a vender a KSflOO o par 'prece to, a* j
bem conhecidas e afamadas navalha de barba, feria*
pelo hbil fabricante que foi premiada m* et^*air
de Londres, as quaes aleta de durar em eilraardina-
riamente, nosesenlem noraalo na accao de rartar ;
vendem-se com a cundirlo de, nao agradando, pe~
derem os compradores devolve-las al 15 dase'
da com pra r esli lu ndo-se o importe.
E
k
iig
diversas qualidades, em latas grandes o
pequeas, conservas e mostarda, lodoso
vende a precos ra/.oaveis : na ra do Col-
legio, taberna de Francisco Jos Leitc.
Reloo-ios
e/es de pa-
tente,
os melliores fabricados em Inclalerra : em easa de
llenrv (iibson : ra da Cadeia do Kecife n. 52.
LIQUIDACAO*.
O arremalanle da loja de miudezas da roa dos
Quarleis 11. 21, qnerendo acabar as miodezas qoe
eiislem. vendeharalo afim deliqoidar sem parda
ne lempo.
Franja com bololas ara corlinados, pee,a
Ppel paulado, resma, (de peso)
Hilo de peso, resma
Lila de cores para bordar, libra
Penles de bfalo para alisar, doria
Kivelas douradas para calca, uma
Croza de brelas muito finas
Lencos de seda linos, ricos padroes
Caina de linhas de marca
Meias para senhora por
l'cnlesde larlaruga para segurar cabello
Crozas de canelas finas para peana
Dilas de holocs linos para casaca
Meias prelas para senhoia, duzia
Dilas dilas pira homem
Lacre encarnado muilo fino,libra
Papel de cores, maco de 20 quaderno*
Duzia de colseles
Espedios de lodos os nmeros, duzia
I.inhasde novellos grandes para bordar
Ricas lilas escocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura para lioincio
Dilas de seda n. 9, peca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de raz, duzia
Pechas de filas de eos
l.apis finos, groza
Cnrdao para vellido, libra
Toacas de blonde para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e Oulros muitosarligos que se I,,mam iccominenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se dovidara
dar um pooquinho mais I,.11,11,, a aquelle tenhor lo-
Bisla, qoe queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra era primeira mao.
(assas 'raneezas finas
40 rs. o covado.
Na rna do Crespo n.5, vendem-sc can-
sas fraucezas linas a VO rs. o covado.
Vende-se vinho bom a 3*100 rs. a caada e
400 rs. a garrafa : na Travessa do Paraizo 11. 18.
Vende-se sag' fino em porro e a retalho, por
preco commodo : na ra da Cadeia n. 28, defronle
da rtlni.-.i .
lOOO
3^mo
2971 MI
7|000
39000
too
(9000
1*500
210
210
non
29000
28000
39200
29800
I9XOO
(00
211
380
100
I9OOO
300
29'.00
19200
Para luto.
(irtes de veslido de casa prela com 7 varas rada
I um.de bonitos padroes a 23000 : vende-se na ra
do Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
M
POTASSA E CAL YIRGE1.
No aniigo eja" bemconhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Kcoife.eseriplorio
n. 12, lia para vender muilo superior
potassa da Kussia.dita do Rio de Janeiro
e earvirgcm de Lisboa em ped a,ludo a
procos muito lavoraveis, com osquaes l-
cario os compradores satisl'eitos.
Vendem-se sellins com per-
lences, patente inglez e da
melhor qualidade pie tem
vindo a esto mercado: no
armazem dr Adamsou llowie
& C, 1 na do Trapjcbe n. V2.
Vende-se Diccionario Tbeoloiieo por llercier,
Direilo Natural por Ahreus (tradu/ido Direilo .Na-
1,11.1 por lerrer. Ilisiorv ol limo,- pni II......ai Mo-
"II. \ iear ol Wakelield, o Paraizo Perdido por Jo-
hntOB Mili..... hables di- la Fonlame. Kpislohe Cice-
1,101-. coinpeiiiiio de fteographia por liaullnr, Su-
premaca do Tapa por Moreno, Ilireilo Publico Ce-
ral por Dr. Aullan, Calera Piloresca da Historia
de 1'nrlugl, por muilo barato preco: no Metro di
Boa Vista, loja de ourives 11. (8.
Supatos de borracha.
No alerro da Boa-Visla, defronle da bonera n.
11, he ehesado um grande sorlimenlo de sapah.s de
borracha muilo proprios para a eslacilo prsenle, lan-
o para homem como para senhora, meninos e rre-
ninas, assim romo um novo c complelo sorlimenlo
de ralbados francezes, e de Naotes, de Iodas as qua-
lidades, e os bem conhecidos sapalos do Aracatv,
para homem como para menino, esleirs, cera e ve-
las de carnauba, as melhores qoe de la tem vindo ;
assim como nina porro de ve/de francez, ludo por
preco muilo commodo, a troco de sedlas velha..
Cassas pretas
Fraucezas
Veiidem-se casas prelas francezas, muilo Tinas
na ra do Crespo, Inj i n. 19.
"'ara vida<;as.
Vendem-se vidros a K9 a caita : na ra Nova n.
1)8, defronle da igieja da ConceicAo dos Mili lares,
casa encarnada.
- Vendem-se sarros aades rom milho a :ijel00,
feijo mulalinho muilo novo, velas de carnauba da
melhor fabrica do Aracalv, esleirs dila, oleo de ri-
cino em garrafas de 1 l|2 libras, em lalas de 17 li-
bras, garrafasa 19, e ludo mais por preco commodo:
na rna do Vigario n. 5.
Vende-so o alipieiro de muito supc-
1 ior farinha de Santa Calliai ina. por mi"-
nor preco do que era outra qualquei par-
te: a bordo do briguc SAlilTAKIO, di--
fronle do Itapicliodo algodao, 011 na ra
do Collegio n. 17, segundo andar.
Ven e um touradnr de dilo, uma pnrcao de vidrns ,lc
cheiro do dilo loucador, ludo por preco muilo em
conla por seu dono|se relirar para tora ; pde-se pro-
curar na ra do Cabula, loja de miudezas, que se
dir quem vende os dilos objeclos ; la lambem ex-
iste um penle muilo bonito viudo de I r-i ra para
senhora, por 20>, uma porco de loucas para chan-
ta, e urna porro de lia e coulas de bordar, ludo por
prero muilo em coala.
A inda eiistem ale un* cvemplares da Demons-
traco dos Jirls. do CikI. Com. com relerenci nao
si enlre si. mas i.,iuI,,mii com os avisos, porlarias v
reciilamenlos respeiln ao mesmo C*l. Ela obra he
mui iuleressanle a lodos os cidadAus para osarios da
vida ecmmercial. principalmente aos lllms. Sr<. aea- I depois ao Sr.
demicos : vende-se as loj de livros do Si. Ricar-
do I 1 na- ,\ Compauhia, ra do Collrsio, e na do
Sr. Auloiiiu Domiiigues 1 erreira. roa do Crespo, a
IJ4HI0 cada evemplar.
LlIfiO U tlllAIFLul
I m lindo e variado sorlimenlo de aMaaa para
varandas e gradaras de Rosto inndernisvinvo : na
liimliiio da Aurora, em Santo Amaro.e no e>pM-
to da mesma. na roa do Brum.
Em casa de Heni v Rninn A C. n
runda Cruz 11. 10, ha para vendoi um
grande sortimento de ouio do un II.' 1
gosto, assimeomo relogio de ouro de pc-
tente.
Vendem-se don* pianos fortes dejar-
caranda", oonstriircao vertical e cGS to-
dos tendo vindo no ultimo navio d llambui-
go : na ra da Cadeia, armazem n. 8
IECHAHIS10 PAR EIGE
HHO.
NA FL'NigAO DE FERRO 1)0 ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. A
Itl A 1)0 111(1 M. PASSANDO O oHA-
FAKIZ,
ha semprc um grande sohinenln d*s
jacios de merhanismos proprioa para i
ber : moendas e meias mandas da aaa
ronslrucro ; taitas de ferro fandMa
superior qaalidade e de uSteai
dentadas para azua oo animaes,
cues ; envo. e bocea- de fornalhaal
eiro. aguilhoes, bronzes, parafnaoa i
nli,i de mandioca, ele, etc.
NA MESMA FINDICAO.
se'eveeutam Iodas as enrommendas cota a
ridade ja mohecida, e com a devida piesleue'i
modidade em prero.
Em casa dellenrv Brunn & C, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Kussis.
Instrumentos poia msica.
Espclboscom moldura,
'lobos para jardins.
adeiras c sota's para pirditn.
Oleados para mesa.
Vistas do Pernambuco.
Comento romano.
Comma lacea.
TAIXAS DE FERKO.
Na fundicao' d'Aurora en Santo
295001 Amaro, e tambem no DEPOSITO n
19600] rlla do Brum logo na entrada, e defi-on-
ooo 1 te do Arsenal do Marinha ha' atinuit
M00|um grande sortimento de taiebas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
e\istem guindastes, para carregar ca-
ou carros livres de despeen. O
procos sao os mais cominodos.
C. STARR & C.
respeilosamenle innunrum qoe no sen etlenn es-
abcleciineulo cm Sanlu Amaro.continuara fanricar
com a maior per n,_.l,, e proroplidao. toda a 0,-1 la-,
de de machinismo para o uso da azncnllsra, mu-
>e;acao e manufaclura; e qne para aunr remnmln
de seus numerosos freguezes e do publn ena (eral.
(eem aherlo em um dos grandes arias da Sr.
Mesquita na ra do Brom, alraz do arsenal de nte-
riuha
DEPOSITO DE MACHINAS
conslruidas oo dilo sen eslabelecimenlo.
All ai-liaran os compradores nm cmplelo sartt-
menlo de moendas de canna, roa lodos o melliar-
menlos algunsdelles nevos e nrisinaes de en a
experiencia de mnitos annos lem mostrad
sidade. Machinas de vapor de baila e alia
i.nvi. de todo tamaito, lano nalMlas ra fm
das, carros de o.,.,, r lilos para ron/ssnr f
assurar, machinas para moer n,an,|i.... pre
ra dilo, fnrnos de ferro balido para farinha. i
ferro da mais approvsda conslruccio. fondas para
alambiques, crivos e porlas para fornalhas. a nna
infinidade de obras de (erro, que seria rnfjilmln
enumerar. No mesmo deposito elide nana peana
intellicrnle e habililada para receber ladaa aa en-
commendas, ele. etc., que os) annancianle, coartan-
do com a rapacidad? de *uas oflinna r nurninn.
e pericia de seus olliciaes, se compronvrlleni a fasrr
execular, com a maior prstela, perfeirao, e esarla
conformidade com os modelanou drsenbos.e inalrac-
cors que Ibes forem rurnecidas.
MOENDAS SUPERIOR.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se nara vemici
moendas de cannas todas de trro, de um
rnodello e construccio muito sunenorc.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro acha-se para vender ara
dos i'-ferro de --ar/ir- qualidade.
18200 noas,
ISOOOl,
I
lias
en
Vendem-se muilo boas
da Cadeia do Kecife n. .17
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac superior em garrafas: na rna da
Cruz n. 13.
Cortes de cassa para quem esta' de
luto.
Vendem-se corles de cassa prela muilo miud,
por diminuto preco de 23 o corle, dilus de cassa chi-
ta do bom goslo a 23, dilos a 3*400, padroes france-
zes. alpaca de seda dequadros de Iodas as qualida-
des a 720 rs. o covado, laa para vestido lambrm de
quadros a ISO o covado ; Iodas eslas fazendas ven-
dem-sc na ra do Crespo n. (i.
Cartas frauce-
zas.
Vendem-se superiores carias fraucezas para vol-
larcle a .mki rs. o haralho : na ra do (lueimado,
loja de miudezas Boa I-ama n. XI.
Livros (]lasscos
Vendem-se os eegnnlea livros pura us aulas pre-
paralorias : llislorv o( Home :ISOOO, Thompson 2,
Paul el Vhntiiiie 23000 ; na praca da IndepemleDcia
ni. I, e H.
MEIAS DE LAA CURTAS E
COHPRIDAS.
Vendem-se meias curias e caanpndas, de lia, ca-
misola* dilus de alzodao lisos, proprios para earrav-M a l*WI
M., baria superior a 720 a cavada : na rea yei
m .do em frenle do berra da CetHjrecaraa,
a ,,lira. a segunda luja n. MI.
Vendem-se barricas com farinha de
ja ronhecida marra MMM, mnilo mna. a 4
dade izual a d* Trieste, ehegeda acora 4a Ir
e por preco commodo : a fallar rom Harin ,\ La-
inos, ra do trapiche n. 17.
I? c ra 0ft fu ai*07 ~
Na California,
Fugio do en;enho (.laianmhn, na dia i> de nwr-
ro pruiimn lindo, nin casal de eacravos enea aa aff-
naea ssiiinle* : o prelo he maior de MI annas, -
vo, rheio rio corpo, lem marcas de beii* na ra>
e atjMM denles fallos, he um pnnra rala, da
Relilo, e falla n.lo muilo evphcad,. ; a prela
sema ler tu annos he lambeta de Anala,
serr, cor prela. falla bem ; levaran naslante raa-
pa. ve-lido de rhila e alseaUa aaal. a a paeaa cami-
sa branca ede al aedao Mil e hara e dila de karia
encarnada : quem o apprenendpr leve-as aa man
ensenho. 011 a rna de Apolla n. 2 I, qne ra re-
compensado.
Faci nn da II de marro o prala JaJM, rata-
lo, ile ealaaara bem alia, rara aciicosa, lean nana
marra de caustico oo qeeimadnra 4eaaiia sta parta ;
esle escrava perlenren ao Sr. Manad MiWmm. e
oncalo Jo..- AiIom-d. eaea rrtnur^,
na roa da Concordia, e he raatamada a fazer daata>
fgidas : qaem o apprakender leve-a a litai,as 4a
ra cima 11. K, que se sralicara beta.
No principio do mez pensante (inda de
loja uova, na roa do Crespo, ao pr do arco de Sanio
Anlonio, vendem-se pecas de algndanziuho com au-
na 0(0, 18, I52S0 e 19600, limpas a 2. alpaca [ lando e a falla he muito alranalhada. ew
rea lavrada, sem defeiin, de i palmos de laraura inda bocal ; Irvon vestida de rhila p.ia mi
ren de rasa de sua enhara, na raa da (alaria n. Ct,
a escrava Thereza, da Casta, com as sianaai era
tes : reprsenla ler IX annas, ja lena alea ra
broncos, altura mediana, corno recalar. I do
or um ponro grosso, olho ainarellaros. mdaaa paa-
las solwe a> marcas do rmte. anda qeura tesara M.
a 200 rs. e a -JiO rs. o covado, muilo boa para quem
esl.i de lulo, muilo bata meias prelas de algodao
para senhora a tOO rs ditas para homem a 2so, cas-
sas piuladas (laurezas a 200 rs. o covado, corles de
dilas de 0 112 varas a I9OOO, chales escreles a .'atiO,
madapoln muilo bom a 29300, 2?0I. 3*200, SfttO,
:i3X00, '13, tC-KHl e I3SOO, e mullo lino a ">3 : assim
como muilas oulras fazendas, ludo muilo barato, di-
nheiro a fltta.
Millio em saccas.
Vendem-se saccas com milho, por haralo preco
na na ila Cadeia do Kecife, loja 11. 23.
-.' KEIXMIOS rolierlos e dc ejsrandes, de 011ro e prala, palenle ingle/, rte um
dns melhores fabriranles de Liverpool, viudos p>i
ultimA paquete ingle : em rasa de Soulhall Mellor
& Cnmpanhia, ua ra do torres 11. 38.
Vende-se uma escrava de idade de l annos,
rrioula, bonita e sem virios ; para ver Iralar, na
ra da lioUro, casa aonde esleve a tvpographia do
mesmo nome.
Vende-se superior caf de primeira sorle >io
Itio de Janeiro : na loja do l'asseio Publico n. II, ila
I ii miao Jos Kodrizues Ferreira.
VENDE-SE
farinha de mandioca de muito superior
ipialidadc, por ser muito nova < lina,
vendida por alnneire veHm, viuda lalti
lliaiili'iili-ili-Sania Calliariiia un palaclm
CSPEKA.NCA, (undeado ueste iiorto em
Irente do trapiche do alfjodo: a fallar
no mesmo patacho, ou na ra do Trapi-
che, com Jos Velloso Sores.
ou sata de risradinhn encarnado e panna 4a Cavia
dr titiras miada*, azaes e brantas, he aaitaniliita.
venda na riheira de Sania Anlenio e Iratmiava a
mindo p-la roa da Palma en da Caaw-arJJnatt\*B>t>tf*
presume ler alsom -----* JT1~^. ,.. i_..i _
anlnridades polinae-, rapttSas de iiiij ., aa jeit
quer pessoa que lenha iMtSnotiria, o favor 4e rap-
lura-la e I, va r- a relenda cas. Ai ra.i da onde se pagaran as desperas qae se tiaavereaa de
fazer.
Desapparrren da ra da Haasel. na dia 2 4>
correnle, om mulalinho de nome Tereneia, escrava,
cor clara e bom cabello, idade de 7 ana, ; le v4a
na Patsacrm da Macdalena e K-ltada .ova. sania
sem rhapro e vrslidu so eam anta raaaatineaa sana-
se a qurm o euconlrar. leve-o a rea 4a Hanerl n.
I'i. que era re, oui|ru.adr.
No dia I", do rorrele rarz lapa aa rata a tea
>eiihor om mualo por nome Sarerino, qae irprettna
la ler 20 annos de idade, etlalera recalar, rfceaa 4a
corpo. batanle clara, sea kart. r.-m rana marra-
de heneas ; Irvon camisa e om turran de prlle de rarneiro com aecaaaa
branca, he nalaral do Urejo re Alea, e M 1
1I0 Sr. Manoel Krancitre Alvet Cama : raaa-ta a
qualquer rapilan decampa oa quem qner cae tef
quei delle liver noiicia. o tavra dr a uaniaat a eetj
senhor Loiz Jote da Costa Amara, no Rerttr. rea
da Madre de lieos n. I. ajee aleta das etopetet .
gratitirara aa porladoret.
'.oiiiina andar facida 1 prela Meraat-ta, rrt-
uula, i.ladr da 2S a :l annat, |hhhn. ataet aa aaaitat
ruin os timi.rs M-miiuie lili, 4e denla na (Mala ,
uma das meta, rasgada pr,,.ra qurm a peuar leve-a a roa .lo Urava, atcaaren 4a
astucar n. 14, qae sr bem tr.ii.licado.
I'KRN. : TVP. DB M. V. D8 PAR*. MS*
DATA INCORRETA
MUTT3DD"
ILEGIVEL


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