Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07328


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Full Text
ANNO XXXII. N. 83.
Por mczes adiantados i.sOOO.
Por 3 meses vencidos 4$500.
SABB4D0 g ili; ABRIL DE lltt.
Por anno adianUdo iT'.sOOO.
Porte franco para o subscriptoi.
r:\CAKREtiADOS DA SUBSCKIPCAO' NO NORTE-
Parahiba, o 8t. Garrano T. da Natividad* ; Nalal, gr. Joa-
Suim I. pereda Jnior; AracalT, o Sr. &. da Lemoi Braga ;
sari o 8r. J. Jote da Oiivaira ; Maranho, o Sr. Joaquiro Mar-
quaa Rodrguas; Piauhj, o 8r. Domingoa Herculano A. Peno*
Curen**; Para, Sr. Juiliano J. Itamoa; Amaionaa, gr. Jaro-
ajina da Coala.
PARTIDA DOS COKKEIOS.
Olinda .- lodoi oa dial.
Cvru.ru .Bonito a Garanbum : noldiai 1 a 15.
Villa-Bella, Boa-Viita. Eiu' a Ouricurj : a 13 a 28,
Goiannaa Parahiba : aagundaia leitai-feirai.
Victoria Natal : sai quioui-feirai.
AUDIENCIAS DOS TIllltt.WFS DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : quartaaaiabbadoa.
Relar.o lercas-fcirai aabbadoa,
Fazenda : quartas a aabbadoa aa 10 horaa.
Juizo doeommercioiaegundaiaalO buraa a quintaaao meio-dia.
Juizo deorpboi : aegunda e quintal ai 10 horaa.
Primaira tara do cival: leguoda aeitai ao meio-dia.
Segunda tara da ctiI : quinan labbadoi ao meio-dia.
EPIIEMERIDES IMi Mi:/. DE ABRIL.
5 toa ora ai l horaa, 21 minolm, 48 legundoi da manhaa.
11 (uartocreicenl* ai 3 horas, 27 minuto e 48 segundos da m.
JO Luacheiaas 6 horas, Sminulni* 48iegundoida minina
27 Ouario minguaote ai 9 horai,7 minutoae 48 legundoida lar
l'REAMAR Di: iio.IE.
Pnmcira as o horsa a IS minuloada manhaa.
Segunda Ii8 horas 42 minutoida Urde.
DAS da semana.
31 Segunda. Os Praieres da SS. Virgcm Mii de Deoj.
1 Irn.a. S. Macario.' S. Quiliniano ; S. Volcricoab.
2 (.luana. S. Francisco de Paula fundador dos religioios M.
a i.iiiini.i. S. Prancaciob. ; Ss. Benigno e Vulpiniano mm.
4 Seita. S. 1/idoro are. douctor da tgrrja ; S. Agathopodis.
5 Sabbado. S. Vicento Ferrer S. Ira v. m.; S. /.enon m.
B Domingo do Bom Pastor e segnudo depois de Paicoa.
PARTS QFFIGIAL,
OOVERNO DA PBOVIMCIA,
Eped lente do du 2 de abril.
OllicioAo Exm. presidente dta Alagoas.Tenho
a honra de aecusar recebidos os ollicios ta V. Etc.
de dala do 18 e :l( de marco, ein que me commu-
nica lnver maudado, em virtude de miaba! ante-
riores recomineudacoes, alguns soccorros para os
lugares desla provincia, que sendo mala prximos
.is Alagoas, fossem al.icados da epidemia e podessem
ser ni ii. i c 11 ni ,i: acudidos por V. E. : e mul-
lo esliiuet que auxilio que V. Ere. presin a co-
marca do Ido Formoto o a' ile t.aranbuiis, augineu-
lasse os qua eu davia para alli remetlido, legando
as requisicoes que me eram feilas.
Agradeccndo summameule a generosa coadjuva-
cio de V. Ele., nenliuma duvida ponlio, em que as
despezas feilas com laes soccorros, -ojam como V.
Exc. indica, salisfeilas por essa provincia, visto que
estilo sujeilas a' mesma verba
As noticias que lenho rerebido do Kio Formlo,
conlinuam a ser mais lisongeiras, e parecen) acun-
selbar desdeja a dtminuieo dossorrorros.
Sera' desncce me achara' sempre prnmplo a .alisfazer a quaes-
quer reqoisiciies de V. Exc. con a m 'snt i VOOlada
e promptidilu cum que se dignuu prcslar-sc as mi-
ubas solicitacoes.
iloAoxiii.marechal eommandanle das armas,
recoinmeudandoaexpe.liriloale loas ordena, par que
seja dispensado do aquarlellamenlo o guarda da 2
companlii.i do:'..' nuii.i i de infaolaria da gurda
nacional do Recife, \ogusto Jciiuiuo de Figueir*'-
do.Commuuicou-se a' cmara municipal d'e-la ci-
dade.
DitoAo director geral inlerino da iiislritreo
publica, inteirando-o, <1e haver designado os pro-
fessores pub.icos Migue 1 Arrhanjo Mindcllu e Silva-
noThomaz de Souza Magalhaes, pira eiamlnarem
no rancurso a que se lem de proceder, para preen-
chimenlo da cadeira de instrucc.l) elementar do se-
xo femininn da c: tade de luianua.
DitoAo inspector d. Ihesouraria de fazenda, pa-
ra remeller com urgencia ao juil municipal de
Cimbres, a quautia de80/ rs., para soccorrns p-
blicos.
DiloAo ine-iii', recommotnlan lo que mande
ENCAAREGADOS D\ si KSCltiPi \0 yo SIL-
Alagoaa, o Sr. I.laudioo Falca* Diai ; Babia, gr. D. Dami
Rio d* Janeiro, ogr.Joao PeriiriMiriim.
EN PERXAMIII CO.
0 proprlauro do DIARIO Manoal Figuairoa da rana, na ma
Iliira na Praca da Independencia oa. a A
dar arrescatar ao regedor do Gymoasio Provincial a
lint de ser alli|einpreg ido um dos africanos livres ila-
quellc arsenal.Commuuicou-se ao supradilo re-
dedor.
HitoAo inspector do arsenal de mariiihe, appro-
yatnfo a deliherac.lo que lomou de aagmealar o
jorn.ics itos operarios das I primeiraa clanes dos
campias daquellc arsenal, com dnzenloa res, e os
dos serventes empreados as obr.is do melhoramento
do porto com S icis.Gimmuiiicnu-se Ihesouraria
deffozenda.
HitoAo mesino. declarando haver entorilado o
inspector da Ihesouraria de fazenda, a matidar levar
em cuito ao almoxarif*
de 22Viil rcis, que
le nuil a compra de diversos objectos para o bospi-
tal dos cliolerieos da fregnexia do Kecife.
DitoAo capillo do porto, iuteir^ndo-o de haver,
em vista de soa iiiformaro, concedido a demissilu
laqoelle ar-eu.il, a quanlia
deapeadeo o mesmo almosari
as rrueilassuinos com a mira deobter maiores vanla-
^ens em una nova caropanlia.
Eis o p.-n-,iiiienl.i do governo. Suppomos que '
alleroaliva de futuros tiiumpbos nao nos autorisav.i
a regeilar favoraveis condicnes de paz. Eslamos
persuadidos, que os recursos do inimi^n diminucm
c"s, ou loma sob sui responsabilidade immediata
a direccao dessas ne^ociacoes ? Se por a caso o po-
der exerutivn un qner|as-umir;a responsabilidad*,
Vai rom isso eslabelecer um novo principio que ne- I dos pelo menos perdeti o equilibrio e\irou cm ma
ceslili enlao de ser discutido sem demora. Quaulo pamgeK ; o Sr. Brilo, ollicial em que o governo
vico do telc.-r.iplin. Todavia o caso favoreccu o Sr. I portantes tioliclas que se legaem, e que foram dada
H ir : nos arredores de Cordova a carruai;oin mui pel sazeta russa o Caucas :
sobrecarregada no lejadilho ahi estavam oilo sida- < o Emir do l'.aliul, llost-Molia:i)med-Khan diz
essa gazela, leudo lomado |>osse do kandahar de-
pots da morle de Koctidil-Khan lenta empreliender
pens que as DegOClaeAei n.io podein ser | mais cunliava, fui gravemente fendo, e nao poude \ ho-tilidades contra llera!. O gov
erno da Persia
parece que reSblvou-sc a defender lleral, e conaen-
tra as tropas que tem de servir para essa expedjc/io.
e que ao contrario os nossos aiimeutam. tem! bem dirigidas logo que desappareca o prnriiiin de continuar a viajen). Desde csse momento o Sr.
Mas nao achantos luudamenlo para regeilar as | responsabilidade do poder executivo. Ilaro sentio-se como por eocauto atacado de urna
coinlices presentes com a nica presupnsirao de oh- /.od l'almertloit :Parece que desprezaram com- < especie de de.intena que ohrigavau a descer mui- Kesolveu igualmente reunir css'as tropas no Ad'er-
ler ulteriormcnle mais axull.nlas vanUgails. Espe-
ramos que u paz appru\ar.i o nos-. prncedimento.
He esla a nossa situar* presente. Se podermna
alcaurir una paz segura e satisfactoria, ser-nos lia
dado colbcr o fructo de lodos os DOssQS esforcos e sa.
crifcios. Se, ao contrario, nao obtivermos um lal
que pedio Francisco Joao Alvos do lo^ar de prali- resultado, ao menos a falta nao pnder ser altrihoida
ciacio dos pralicos das barras e porto laquelles que dirigiram as negociac'oes; c ser aocca-
1 sirio de provar que a Inglaterra lem a forra e a deter'
desla cidade.
HitoAo presidenle da comini-sao de hygiaae
publica, mandando foruecer ao Dr. Kirmino Jos
Doria, viu coinmis-Ao na comarca de l.iiiineiro. os
rnedicaroentos constantes da Telarn que remelle.
HitoAo regador do(ymnasio Provincial, decla-
rando haver arbitrado, em vista de na proposla, ao
porteiro daquclle eslaticlecimento pelo acresrimo dos
Irabalhos de enfeimeirn e niurdoino, de cujas func-
cfies esla elle encarresado iiileriuaiiieule, a sralili-
carao meiisal do ii)j(iiK) reis.(Illinou-se ueste sen-
lulo a Ihesoararii provincial.
Dito A romniiss.ln oenrliceiilo de Seriuhaein.
renho presente o ollicio que dirigio-HHl essa com-
misso em 2S do passado; eiuleirado do seu con-
teu lo. nao su lonvo o zelo e diligencia que Vmes.
iiiin desenvolvido promovendo urna lubieripfjlo e
maniendo com regolaridade a cnferniaria daa villa,
como passu a aHiciar ao joiz de direilo dessa romar-
ca para entregar ao delegado desse termo, confor-
me \ me-, indicara, a quanlia rasoavel que for re-
quisilada para a cuiilmuac.lo da nic-m,i enfermara
em quaulo se lizer ella necasssria.
I icanilosricnln de ja se arharem pagos os respec-
livos enferniciros, lenho a dficr-llies que serlo
altendidns o- serviros, que Vanes, mencionan), do
enearregado Jo.io Paz de Santa Amia.
.Muin me aalilfez a rominuiiiracao de que l.im
essa eonrnissiosido andihada pelo lenle coronel
pagar ao ciruriilo relormado da armada Francisco Porlella.Eez-se a reapaitoo necessari,. expediente.
Marciana de Araujo l.nna, que estove em cominis- PortarlaHesonerando. de conrorinidade rom a
sao na comarca do Botillo, tratando as pc-soas m- proposla do chele da policie, do cargo de-ubdelp-
diseiiles accommettdas da epidemia, a gralilic:i...lo I gado do -J." dislriclo do trmu do Bonito, a Vicente
de .ltts rs. meii>aes, a contar .ludia 22 de dezem- Ferreira Padilha Calunhy, e nomeando para o re-
bro do anuo prximo passado al 30 de mareo al-1 rendo lugar a Jos dos Santos Sonza.Comuiiicnu-
,llno- i se ao referido rhefe.
DitoAo mesmo, transmilliiido as cotilas das des- [ DitaConeedeodo ao arrematante do i." lauro da
pezas follas coma conduce* do* doentes do cholo- estrada do Cabo. Antonio Victoriano Pacbnra'. um
ra para os hospilaes da freguezia de Santo AlllOOlo,
bem assim com a irpresso de IIHMI guias para os
enterramenlus dos que fallecern!, alim deque man-
de S. S. ajustar as cuntas do subdelegado da mi-smj
freguezia, e adiantar-llie mais a quanlia de llNlj rs.,
cuDforme requisitou o ebefe de indicia.Cunnnuni-
cou-se a' este.
DiloAo mesmo, Iraosraillindo, para o lim con-
veniente, os avisos de lettras, na importancia de
.(ia rs., saccadas pela Ihesouraru de rafeada da
provincia do Kio lirande do Norte sobr a desla, e
a Tavur de Juaquim Ignacio Pereira Jnior, e An-
tonio Marques da Silva.Par,ticipou-se ao l-.xm'
presidente d'aquella provincia.
DitoAo director do arsenal de guerra, decla-
rando que,|aos individuos Horneados por portara de
22 de marro ultimo, para exercorem interinamente
os lugares deJVs.-rinluiaini, aiuaiiuunse e apuutadur
d'aquelle arsenal :;e deve abonar como gralilicacao a
parle dos veucunentos que ja percebiam e for exce-
deute dos ord-nados correspondeiilcs aos referi-
dos lugares.Communicou-sc a' lueaouraria de fa-
zenda.
DiloAo inspeclor do arsenal de marinha, aulo-
risando-o, em vista de soa informarn, a elevar a
1">iOII rs. a diaria que actiialmeulo percebem os
colaboradores dus Irabalhos de escriptur.ic:l* d'a-
quelle arsenal Jo.lo Kohcrlo Augusto da Silva, Je-
runymo Emiliano de Miranda t'.aslro, e Catulino
tionralvcs l.essa.luteirou-se a' Ihesooraria de fa-
zeuda.
DitoAo juiz de direilo de tioiauna.Em prc-
seuca do sou ollicio de 29 do passado. em que per-
gunla o qua devera' fazer o major Cazar, do gado
qae ja havia comprado antes de receb-r a cuiuinu-
uicacilo que liz, de haver dado nova direccao quau-
lo ao supprimenlo das earuas verdes por" mera da
commissAo da cmara municipal, lenho dizer-lhe
que elle pode remeller a' mesma .-ommisso o que
ja esliver comprado, nao devendo continuar a com-
prar mais.
Dito Ao mesmo, iuleiraiido-o de haver expe-
dido ordein .V thesouraria de fa/enda para ei.tregai
a Tiburcio Valeriano Ferreira de Mello que Snir. im-
anno de prorogaco para a eooclusio dos obras de
sen contrato. Fizenin-se as necessarias rotnuni-
Caces.
pletamenlo o sentido de mianil palavr.is. ( que tas vezes da carruagem ; afastava-se enlao acompa- I beidjau. onde esses prcparatHroa sSo considerados
eu quera dizer c o que disse beque era da mainr nbado do Sr. Figuero.i. Essa manobra militas ve- \ cuino milito urgentes, alim de responder aos ataques
importancia para o ministerio alar o apoio do l'ar-jzes repetida diva aoSr. Ilaro aeeasilo de fazer | qoeos Inclezes tenlarem em cooseqaeneiadas .tes-
to no curso das negocia..desasisto beque o Par. | propostas ao seu guarda
l.iinel
lameiilo se conserve em ses-ao, de modo que se bou-
ver necessidade de seu apoio, elle o pos-a requorer
immcdiatainci.le. Bem !i
Em laes circiimstancias o governo receberu forra
moral dos grandes conselhos di naro. Mas acres-
eetitei tamhem que era do devoro di alelo do
governo nao recuar .liante de qualquer responsabi-
lidade que llie possa impoi iri direccao dos nego-
rips que llie esto cunliado.
Nunca pretend lanzar sobre a cmara a responsa-
: bilidade que pertence naturalmente aos miaislros
I da. i .noli i ; e repito que me limitei a dizer que seria
I uina grande vanlagem para u ministerio, no caso de
minarlo precisas para continuar urna guerra justa e
legitima e leva-la ale a ultima exlreinidade. Ap-
pliusos.
A forra nacional,despeilaudo'de novos, allingia o
lim que se propAe. Me impossivel alo ler a mais al-
ta opinilo dostea bravos, cuja intrepidez e perseve-
riinra, inererem os juslos elogios dos imbrcs orado-
re* que lomaran] parle na disctuslo. Applausos.,
Sim. repilo com o hoaradissimo Mr. Hisraeli. nlo 1ae *"e vesse nei anidada de apoio do Parlamento,
temos necessidade de continuar a guerra para glori-1 u aCha-lo reunido e promplo a prestar-lh'o logo, se
Mear nossas armas. As bltalhM de Alma, de Inker- i j"lasse que o deviafaier.
mana, deBalaelava e do Ka.lent, sao accoes gloriosas | -,'- llafieli :lie necessario nao perder de vista
COMMANDO DAS ARDSAS.
Quartel general do conamando das armas d*
Pern.iDjbuco na cidade do Reclfe em i de
abril de 1856.
ORDEal 1)0 UIA N. -j:in.
O marecllal de campo eommandanle das armas,
declara para os lins convenientes, que apreseolou-
so lionlein da licenca cun que f.'.ra a provincia da
llahia, o Sr. Joaqoim tillseno de Hesqulla, que hon-
lem mesmo reassumio as fonce, es do sen empresto
.le aserivio da Iralica do bespital regimenl.il da SJ
,j3(j_ \1 1 Aoprclcndo entrar por ora na relac
Declara igualmente quejiuje iiWjji ownselbo u"eii,ia ,las Hdidai admini-trativas qu
e'guerra que irm dejolgar oanspecada d |.a| mejillas ao parlamenta. Applicaudo a
companhia do i." balalMo de arlilharia a p Justi-
Bianaatdos Reis, pelj enme previsto nn art. -2:1 dos
de guerra, sendo prrsideule do conselbo o Sr. capi-
. capt-
to Jos dos Santos Nanea Lima, auditor, o Sr. Dr.
Alexandre llernardno dos Res e Silva, c vogaes,
os Srs. teuenle Jos Antonio de Lima, Caetann lias-
par Lopes de Azetedo Villas-Boas, alfrre- Francis-
co Borges de Lima, Uarliuha Jos Ribeiro, e Her-
culano IJeraldo de Souza Magalliaes.
Jote Joaquim CoMo.
SXTBRIQR.
INGLATERRA.
Cmara dos communs
Fllll da sessa.i de :ll de Janeiro.
.1/. llisrarli continuando : lis domen- que len-
tam jogar rom a susreplibilidade dos seutiineulos do
novo por meio de urna lal asscrco, inanifeslam cm
seu- pronrios argumentos a importancia que ligam
rumbio do Iralaiiieulo da. paseos pobres accommol- ao P"der e an-, recursos da lnglaterr
lidasda epidemia reinante na Treguezia de Crnang} ) F.u me congratulo da coragem e constancia de.en-
a quanlia de I63| is.. e reco.nmeudando que propo- olvida, no cerco de Sebastopol, e associo os mci,
ulia Igualmente qual a quanlia que se deve dir a, "> iiicus
rada um dos dous individuos imprecados em igual' e'""'"* 'ln se 'rm felo por esla razo.
coiumissao em Nossa Senhora do ti' e Ijoiaiiuiuha.' -^''ls li'.uve um nutro cerco em que se nao moslrou
Ollicion-se a respilo a tliesourara de fa/enda.
Dilo Aos vereadores da cmara municipal del-
ta cidade, Manuel Joaquim do llego e Albuquerque
e Antonio Jos de Oliveira, recominendan.lo que
mande entregar ao commendadrir Manuel (juucal-
ves da Silva n quanlia de T'T'.HI^, por conta "dos
dinheiros que o delegado de lioianai Antonio Fran-
ri-co Pereira tem adianlado para a compra de gado
para o consumo desla cidade. Commuuicou-se
ao referido delegado.
Dito Aos mesmos, dizendn fu-ir Menle de ha-
verem remetlido a rommisao central de benelircen-
cia a quanlia de I.O.VIl2l) rs., producto liquido de
21 rezes, gratuitamente uffereculas pelos ridados
Manoel de Souza I.eio, Antonio de Souza Lelo,
Francisco Jos da Costa e bario do Km Fonnoso.
Dilo Ao inspector da Ibespurarla provincial,
c.nnmuiiicoii.lo haver o eugenbeiro Francisco Ka-
phael de Mello Hegn participado que em 2tl de
marro ultimo entrara'interinamente no exerciciu das
lmenes de director das obras publicas.
Dilo Ao Dr. Thomaz Aniones de Ahreu para i lcrli
que visitando com urgencia as pessoa. atacadas da
epidemia reinante na cidade deOliuda e seus arre-
balde, informe sobre o estado sanitario dos lugares
que percorrer.
Dito Ao agona da companhia das barcas de
vapor, dizendo que tica sem eHeilo a ordem que se
expedio a respeitu de mo llenar Sinc. parliiem os
mdicos e estudantes de medicina.
Portara Ao mesmo, mandando dar passagein
para a llahia em um dos lugares pora passageiros
de estado no vapor imperador ao acadmico de
medicina Manoel Nunes da Costa.
Dita Ao mes.u, para mandar desembarrar do
vapor Imperador o lenle Manuel Juaquim Bailo,
que alli se acha docntc. Comiiiiiincoii-sc ao ma-
reclial cominandanle das armas.
tinicioAo Exm. presidente do Oar,dizendo fi-
car inteirado de haverem sido entregues naquella
provincia as cincocnla pecas .le baeta.qae foram pa-
ra alli remeltidasem 21) de fevereiro ultimo.Com-
municou-se a Ihessoraria de fazenda.
DilrjAo Exm. marechal eommandanle das ar-
mas, dizendo que pode distribuir pelos corpos em
-u.unirii nesla provincia, os :12 recrulas a que S.
rehre.
Hilo'aHiaXiesrao, Iranamillindo para o Inn con-
veniente a certida." de obilo do I Ir. Juaquim da Sil-
va Araujo Amazonas.-.
DitoAo metmo, intairando-n de haver cm vista
desua inrorinarilo, conccbiitrnisTscis .lias de liceuga
que soliciten u capilo e delegado do termo do l.i-
moeiro, Francisco Antonio de Souza (iamiso. para
ir a cidade de Olinda ajustar as suas cuntas com o
eommandanle do I batalhilo de aitilharia a p.
DiloAo chele de polica, dizendo que nao s ap-
enos r.iiagein c constancia; posto que essa coragem
a constancia nlo podassa oblar o mesmo resollado.
Nao pretendo exigir explirac.ies ao governo sobre o
myiteriudl entrega de hars, mas presumo que os
miin-tros romprehenrierlo que essa exigencia 1 lies ha
de vir a ser feila em lempo conveniente.
Por ora, esta cmara deve fazer ver aos nossos
j compatriotas ausentes, que os seus esforcos nao sao
soJaecJdos, c que nc-le paz as honras se nao ronle-
remsomente quelles que sao bem sucedidos, mas
anda a lodos os que preslain serviros. He fcil de
ver que as esperaneas de paz exlrtmamenlc a-
gradaveis.
poderiam cerlameale occorrer elrcumslaaeias qoe
nos levassem a lomar de novo as armas. Se i-so a-
ronlecesse. as narons cslraugeiras pndein ter a certe-
za de que nao ha esforcos nem despezas quea Ingla-
c-leja disposta a fazer para sustentar a
lula.
Segue-sc'a leilura do foto de graras.
Lord Patmeritoit levanla-se c diz: Eiperava
que oiitros oradores toinassem a pal ivra para depois
responder a todos limullaneameau. N.io se leudo
levant,ido pessoa aleama, eu principio por agriulcccr
a Mrs. Byag e Baitrz pelo modo regular e conveni-
ente com que propoz um e o otilro |apoiou o
vol de graras. Essa moderaciiu os honra ; ellaagra-
don a cunara, e espero que essa reserva continuar
presidir as nosias diirusioes. Appbmsis.
Eu pens, como o honradsimo Mr. Hisraeli, que
agora, que se discuten] qaestdea nacionaesde grande
importancia a presenca do parlamente, tonge de
causar prejuizos an sel vico publico : d.i forra e au.
xilin ao governo,se este obra de aecordo com a ma
tnileiican da honra nacional, servindo-lhs ao rnesnM
lempo de barreira, no caso de que se elle aliaste do
caminlio do dever.
Este foi sempre o nnsso modo de pensar Applausos.
lenho a mais viva satisfarn de ver boje reunido o
grande coiiscllio .la naro, para guiar-nos rom su.i
sabedoria e auxiliar-nos com a forja de que li.uivcr-
mos inisler. Bem!
No eslado em que se acham pieseiiteineulc as ne-
gociacues, fura desconveniente entrar em explicaces
circunislanriadas ; mas logo que o pi mullir e-e es-
lado, o ministerio deveri .ipressar-se cm dar e prova a gratilicaco de "i^MMI reis mensaes por S. S. I ell'ectivamciile a cmara todas as explicac.ies enmpa-
arbilrada ao preso Francisco de Salles Correia, que tiveis com os inleresses do eslado. Muilo bem !)
estii servindo o logar de cufermeiro da casa de .le-!
tenclo, maslamhein expedio ordein a Iliesotiraria h" parlillm absolutamente a opuiio daquclles que
|iro\ iuri.il, para satisfazer o que se llie esla a dever proclmala ser ohrigario do governo solirilar do paiz
ilesde o da 10 de marro ultimo.fllliciou se Pesie a necesuril eoadjnvacJIo para alliagir a lim que deu
sentido a referida Ihesouraria. I tuol.vo guerra, e ed'ou muilo ronvenrid., de que
Dito Ao iii-pc.l.ir da Ihesouraria de fazenda, i 'u<:
Irausmiltiudo para o lim convenienlo os avisos de le- w reeurat naciomcs esto., minio acuna das ncress-
tras na impnrtauria de 87:i>7l0 res, sacadas pela
Ihesouraria de fazenda da provincia do Kio lirande
do Norte, sobre a desla, e a favor de Joaquim Igna-
cio Pereira Jnior, e Jos Joaquim de l.ima.
DiloAo mesmo, recommendando que vista da
cautela que remelle, mande S. S. entregar so capi
ladcsda lula, c que os nossos preparativos, ,i rasiiei-
lo da continuarle das hostilidades, iiio levaro o
paiz a ama iluar'io menos prospera do que na prin-
cipio da guerra, e esl.iu cello alem disso, que, se por
desgraca fossemos abrigados a laxar ulracampanba,
lio eommandanle interino do '.1 balalbo de infin- I essespreparalivos sao|de nalureza a assegorar melho-
laria :t:0tKWKX) reii, para occorrer ao pagamento res condicnes de paz, do .que aquellas actualmente
das despezas do hospital da Soledade e do rancho do ai,,.,,"..,,,, Applausos. |
niesmo batalhilo, devendo o referido enmman.lante
que bonrain a lodo o exercilo. Ellas provam que os
soldados inglczes de nossos das, cm nada sao infe-
riores aos que ontr'ora cobnrain-se de louros. ( Ap-,
plausos.
A Inglaterra nao cmbale por amor da victoria, s0
llie he dado alcaucar por oulios meius escopo da
guerra.
I) lionradissim.i Mr. Dinaeli locou em um fado,
que vem misturar dedcsgoslo usenlimenlo de prazer
que cxperimeiilatnos pela lomada de Sebastopol. Nao
ha nos fastos militares mais uotavel deseuxolvimeu-
lo de coragem. de talento, de perseveranca nos Ira-
balhos, de iuexgnlaveis recursus .le espirito, do que
os de que .leu prosas o bravo Williams na defeza de
kars applausos e nos trataremos de mostar que
o governo nada c-queceu no intuito de soccorre-la.
Bem.
A tomada .le hars nao foi acompanhada de um >"
tocto que se assemelhe a urna derrota. Parece antes
que os vencedores he que foram tomados, nilo por
Ibes fallar coragem e iialiiliJade, mas u mingua dos
recursos I indiipensaveis urna cidade, para sus-
tentar um cerco.
Posso assegurar a cmara c esla communiraco
llie ha de intaretnar que o governo fez quaulo pd
por elle. tu.ir a truca do general Williams e de seus
roinpanhciros de armas, rom a de prisioneiros russos
que existen! actualmente em uusso poder. Hue as hos-
tilidades continueiu uu nao, a troca deve (cr lugar
sem demora. Applausos. )
!Xoprclcndo entrar por ora na relaco circuios-
e ser.lo suh-
nossa alten-
p Jusli-* cao aos preparativos da guerra, elaboramos lodavia
algumas medidas que devem augmentar a prnsperi-
.lade e os recursos do paiz. Cundamos que a cma-
ra as approvar.
A lei do ornamento ser preparada como se tivea-
semos de fazer neceas ariamente a guerra ; mas ire-
mos pedui.lo apenas alguns crditos parciaes no in-
tuito de que a paz se ellecluar.i anles de ser preciso
exigir novos crditos.
Espero que n'umaoccasio como esla, a cmara se
ha de absiente criticas minuciosas sobre a conduela
do ministerio, que poderiam ser mal iuterpreladas
por lora ; ella hado querer mostrar ao mundo que,
se o povo inglez deseja eslabelecer os principios de
paz que reputa ndispensaveis para o bem estar do
paiz, esla decidida do mesmo lempo a depositar cou-
lianra uaquellesque sao responsaveis da boa geren-
ru dos negocios pblicos, e a nao obstar as nege-
. iaces pendentes, com dbales intempestivos, reser-
vando-seo direilo de exigir dclles urna conta rigoro-
sa, se do forcm liis a seu dever, e de manifcslar-
Ihcs seu desciuitenlamenlo se recotihecerem que fo
mal collocada a sita condanca.
He esta a disposirio de espirito com quo empre.
bendeinos as negociar.'.es acluaes, e uo" abandona-
remos ucuhutn principio | bem !, oo ohjecto que o
paiz lem o direilo de esperar de nos, e que deve a-
iiiinar os representante) desla grande afio. Ap-
plausos.
SI. ftoebuck :Nao vejo que baja ulilidade em
continuara reunir-te a cmara, se ella nao deve
manifestar a sua opiuiao sobre a marcha .las nego-
ciaees. Prla minlia parle nao leudo a menor confi-
anca vendo o nobre lord a testa do governo, a pens
que o paiz llie nao he mais favor.ivel. Elle vio ''
goveun empeiiha-lo n'uma guerra para que nu es-
lava preparado e couveni quo a cmara esleja vi-
gilante para impedir una soluro menos decorosa-
A guerra, tal'como a principio se moslrou, era
cmpreliendida no iiilcressc da liumauidade. A In-
glaterra permitir vergonbosameote que a Kussia se
alargane usurpando o territorio de seus visiuhos ;
mas a laca acibou por transbordar o a Franca e a
Inglaterra virain-se ubrigadas a iulervir. I)iz-se
eoterelanto que |.i se allingnio o escopo da guerra,
mas nao se sabe quaes sao os garantas olieron
das.
Eslou rr.uilo persuadido que, se u paz se concluir
debaixo dessas condicnes de que o paiz esll informa-
do, ante-de dez anuos a Kussia estar em Constauli-
nopla. Eu lembrarei a cmara que a lioura e os in-
leresses do paiz eslo em suas mos ; convem que
ella observe allenlamenlo Indos us iiicidenUs e loila'
as phases das negociaoftes.
Mr. Slaf/rd testemunha a admiravel desposi-
Cilo dos hoipitaes e navios do transporte que elle vio
e visilou ltimamente no mar-Negro. Ouaesquer
que teiihatu sido as fallas passadas, elle pode asseve-
rar que nossos hospilacs e navios de Ir.iusporle po-
den) servir de modelo ao mundo civilisado.
,sir de l.ncij l.eam :Neg que tivestemoi em-
prebendido esta guerra por cansa do nossa imperio
Odico. Sea Kussia se|livessc infelizmente apossido
do t'.onslanlinopla, a Frailea leria muilo mais a'le-
mer do que a Inglaterra, porque achar-se-hiam
comproinellidos um maior numero de seus inleres-
ses vilaes.
Espero que as potencias eslrangeiras niio rreiam
que somos forrados pela necessidade a fazer a paz.
Os recursos do paiz tem sido desenvolvidos por ora
^npcrfeitameule, e he de esperar que os ministros
mostrarlo mais arlividade no recrulamenlo e equi-
pamcnlo do ejercito. Nlo posso dizer que as con-
dicnes proposlas ollereeam elementos de urna paz es-
lavel. e lenbo a certeza de que, se os nossos meios
forcm convenienteinenle entregados, nao lallarn re-
cursos a Inglalcrra para lcx.it a guerra ale o poni
de oblermos meldores condicnes.
Lord John Maimcrs nao pode approVI senlo a
paz, que garanlisse ao'mesmo lempo as provincia*
asiticas e occidentaesda Turqua.
Sir II. it'iUougahby:F.u sempre pensei que a
ir iiiilemui-iiid i niensalmetite essa quanlia com os
vencimentos descontados as praras qn&esliverem em
'calamento no dilo hospital, e rom o rpianlilalrvo da
spe das praca. arranchadas.Parlicipou-se ao uia-
li.il commaudaule das armas.
Todavia, se as rnn.lices acluaes sao sullicieules
para altingir romplelamenleii liiu da guerra, se ellas
.iii laes que podemos acreitar. e que -.,ti.fazcin o
j paiz, f.ltariiinios a neato dever e moslra-nos-hiamos
.litoAo director do arsenal de guerra,para man- i indignos da ronfianra que se nos lem depositado, se
correr por conta do poder executivo, e que a cmara
nada linha que ver comfessas negociaees. Deseja-
ria onvir, a esla respeilo, o parecer do primero
chauceller.
O ministerio taz lencao de informar diaruniente
a cmara de ludo quanlo occorrer sobre as upgocia-
ositileres.ei docommercio. econrem nao esquecer
que a Inglaterra he um paiz romniercianie. O rae-
Ihor meio de conservar a paz das uaedes be deseuvul,
ver o comniercio.
M. Scully taz observar que o discurso real nao
tem urna palavra se quer sobre a Irlanda, ou sobre
irlandezes.
A cmara separa-se os sele horas c ineia.
I.i'-se na (aietn (eral .Hlemiia de :t de Janeiro,
que se publica em l.eipsick o seguale:
.. II juve.no correr do iiiinu de I8.V), as seguiu-
les alteraeos as casas soberanas da Europa.
i. Conla-se 17 moriosnove principes e oilo prin-
cesas. Entre os principes s um, o imperador Ni-
colao da Kussia, era soberano. Segue-se-llie o indul-
te I). Carlos da Despulida, o duque Fernando de
Genova, insto do rei da Sardenha ; e o conde llen-
rique 73, de ReussK.rstrilz. Os mais -lo infantes
de inenoridade, lilhos do re da Siirdeulia, do duque
de Nassau, do archiduque Fernando da Ausliia e do
principe hereditario de Sa\eUeioingen. As prin-
eetasalo: a rainhaAdelaiile daS.irdeuba.princeza da
Austria; Maria Thereza, raiuha viuva da Sardenha,
phnceza da ToscailB ; e a duqneza Augusta do Aulialt
ku'lden, princea de Kcussku-stritz; a princeaa
fiereditaria de SaxeMeiuingeu, princeza ta Pros-
ita ; a viuva do archiduque Jos, d'Aititria, prince-
za de Wurtrinberg ; a viuva do duque Fernando de
Wnrtcmberg, da familia Metternich ; e a viuva do
principe Luciano Bouaparte, lio do imperad.u Na-
poleo III ; finalmente a princeza Entina de Scha-
tunbourgl.ipe, de .*> annus.
Nasceram dezesete principesdez vares e sele
lomea-, lis pi une ir o. sao filhosdorei da Sardeuba,
do principe hereditario de SaxeUeioingen, e do
archiduque Femando de Austria Mlesirea prineip**
ja fallotcram do gran duque de MerhlcndonrgS-
cdvvcriii, do principe hereditario d'Auhalt Dcssau.dos
principes Frederico de llolsleinCluekshourg. Iler-
mann de SaxeWeimar, llenrique 4 e 9, de Reuss
k.rstrilz. e do conde Ariiim de l.ippeWessen-
fel.l.
As sele princezas sa j lilhas do imperador da Aus-
tria, do rei das Duas Sectlias, dos principes de Reus
tireitz e de Waldeck, do infante D. Miguel de Por-
lugal.dos principes Carlos da Pruss'.a e Fraocisco de
Paula da Sicilia. Ilouve ."> casamenlos: I,o do prin-
cipe regente do Sclivv irzbourgKudolstadt com a
princeza Helena .t'Anliall llessau, lilda do principe
Jorge: 2, o do principe llenrique Ti de Reuss, kirs-
trilz com a coudeca Leonor de Stolbeig Wernigero-
de ; '.\. o da princeza Carolin i de Licbtenslein com
<> principe Alexandre de Sclm-mburg llarleiusleiu ;
i, o da princeza Frederica d'DIdenhiirg com o bario
de Washington ; 3. o da con.leca Joanua de l.ippe
Weisscufeld com o bariotaustavo de Zedelilz Leipa.
Alem disto, o principe Frederico, regente de Bade,
celehrou esponsaes coir, a princeza l.uiza da Prussia,
e o gran duque Nicolao da Kussia com a princeza
Alejandra d'Odlemhourg.
o Enlre os quarenta e oilo principes reinantes sem
exceptuar o imperador do Brasil, o principe de Mo-
naco e duas princezas, o mais velho he o grara-duque
de Mecklenbourg Strelitc, que tem setenta e tres an-
uos. Huatro leni mais de setenta, a saber: o rei de
XVrleniberg, os principes de llesse llombourg, de
Scliaumliourg l.ippe ede Monaco. Sele lem tsten-
la a setenta ; oilo de cincoenta a sesseuta; seta de
quarenta a cincuenta; quatorze de nula a quaieu-
la ; cinco de v mo a nula; e os mais joven* ...i" o
rei de Portugal, que cotila pouco mais ou menos de-
zoilo anuos, e que lia mui pouco lempo edegou a
maioridade, e o duque de Pama, que be linda me-
nor, c que apenas conta sele anuos.
O soberano que da mais lempo reiuabe o principe
de Scliaunbourg l.ippe, que governa a perto de ses-
senla e novo aunes, aps elle vem o duque de Saxe
Meiuingeu, que reina ha mais decincoente annus, o
principe de ScliWdrzlinurgUu.lulstadl ha quasi qua
reala o nove anuos. Quatro sao os soberanos que
reiuam de Irinla a quarenta anuos; oilo de viole a
trinla : doze de dez a vinte; os oulros viole cun
nao i o'inni -eiian depois dus dez prximos anuos g
mu dalles, o imperador da Russia, -rnente do anuo
prximo passado para ca.
.. Seis soberauus nao sao casados, uu ainda mlu se
casaran!. Tres silo viuvos ; um divorciado. Entre
os outro Irinla e oilo, dous casaram-se morgaiiati-
caineute, um vive em pulvgamia; cinco silo casados
pela -o-o o la vez ; dous pela lerceira. Entre as
Imito e cuco mullieres e maridos dos soberanos
chrislilos rasadus nao inurganalicamenle, a mais vo-
ltio de a princeza da Mouaco, quo conta sessenta e
dous anuos e meio, c a mais joven be a imperatriz
da Austria, que tem dezoilo aunos. A princeza que
ha mais lempo he casada lie a deSchaumbnurgl.ippe
e a que m.iis recenlcmenle je casojj^Jie a de Srh-
vvarzhourg Kudolstadt. A prf .ra conta Irinla e
nove anuos e meio de casada, e a gun 11 tinco me-
tes apenas.
Deulre os soberanos actualmente casados, nu que
o foram, vinte e seis lem lilhos, dous lem lilhas por
herdeiras presumplivas.
Enlre os oulros soberanos lia doze que lem um
irmAo, tres que lem um tio, e um que lem um pri-
mo por snrressor. Sil ha tres casas soberanas as
quaes a successo deve passar para urna oulra linha.
O successor do pupa, como he sabido, nao he esco-
Ihido seno depois de sua morle.
o Hozc soberanos casados nao lem lilhos, e dez
oblanos ehrtsllot, casados com princezas de igual
nasciinenln. lem ja netos.
.. Entre os quarenta e quatro prineipes deredita-
nos ou berdelrus presumptivcs,os mais velhos sao ns
de Molea e da Franca, que lem o primeiro setenta
e Ires anuos e meio e o segundo -.tonta e um. lis
mais jovens sao o de Nassau e d'Oldcii Bourg. que
nlo tem anda quatro anuos.
Oualor/e destes principes silo casados, dous s,lo
viuvos, um celehrou esponsaes, e doze ja lem lilhos.
A mais vclba das princezas deredilarias he a niulher
do landgravc, Uailherma de la llesse Kleiloral, c a
mais joven de a princeza lieredilaria d'Andall lles-
sau. A pi micha lem ctenla e seis aunos, e a se-
gunda nao tem ainda dezoilo.
[Journal des Debat.)
Por vil de Nova 11, lean- recebemos noticias de
Vera Cruz al 22 c do Mesico al 1!> de Janeiro. Ja
pela altma chegadl lindamos sabido que o Sr. Ma-
ro v Tamariz, quo sonha o restabelecimenlo do im-
perio, pozera-se a trente de um forte bando .le par-
tidarios, c siliava Puebla. A coirespoiideiicia da
/'" hi no, tornero as seguidles explicacoes acerca
desse novo mnvimcnlo :
* Eu dllia-lhe na ininda ultima caria que Vine.
varia em sua cidade aos Sis. Maro v Tamariz, Pa-
checo e Zircs expedidos do Mxico a Vera Cruz, on-
de havian de ser embarcados. As circumstaueias
responsabilidade da direccao das negociatoes devia^permilliram que nao fosse exacta a noticia que eu
IhdHava. Ds tres desterrados tinham partido com
ensilo do Mxico sob a escolta de 2". homem mra-
madados por tres ofllejaes, os Srs. Brilo, Piguaroa e
Carcia t'.on.le. lora dada a ordem de nao parir de
dia nem de imite, e para que os pronunciado* nlo
pudessetn livrai os prisioneiros fura suspenso .> -er-
aveucas sobrevindas ltimamente, entre
do Sdad c o da Cr.ia-Bretanlia.
Os mnlivos que iuduziram o governo per a a lo-
mar parte na defeza de Merat acham-sc euu ina.l.u-
do modosrguinte na gazcla onicial de Telii ran de
21 de dezembro: .. Em consequencia das lolicias
u senas que o alto governo persa recebeu < e kdo
.. rassan, de evidente que o serdar de kabu emi
o Dost-Mohammed-khan. inspirado e ajuda lo pe-
a los seus vizindos armou-se rotilra kandada sub-
.. melteu csse paiz ao seu dominio, e inlenlli diri-
.. gir-sc dabi a Merat para conquistar igualmente
ii aquelle paiz. O governo persa, alim de proteger
n a tranquillidade das provincias interiores de seu
" estado, e especialmente do dislriclo do khorassan,
o julga de seu dever defender a independencia de
> lleral contra toda a tentativa da parte dos prin-
u upes de kabul, kandahar e oulros lugares.
o As iulenres e os actos do emir Dost-Moham-
med-khau relativamente a conquista de lleral nao
Juan-de-los l.ianos, do oulto lado da Puebla; mas coirespoudem. segundo as informaeoes chegadas ao
nao foi avante ; o governo eslranhou isso, e pergon- j nosso governo, aos seus pruprios meios, tanto me-
lou-lde os motivos de sua inarrau ; n Sr. Castillo j,lus porque o nosso governo he contrario a sua en.-
respondeu que careca de diohairo, e que nao podia | preza. Se devenios julgar pela submisslo que nos
eomeear as boslilidades sem te-lo recebulo ; envin- 'cni testemunhado Dost-Mohammed-kliau continua
se-|lie dindeiro, e no da seguinle elle rcuuio-.-c aos dizer que deseja somenle submelter lleral; loda-
duvi.la bouve um
contrato, e quaudo a carruagem parou cm um ponto
chamado .s'n ti pueda, o Sr. Ilaro desappareceu
suliitiimeute.
o Ficamus alguus dios sem noticias do Sr. Ilaro
depois de sua evaso ; mas sondemos depois que re-
unira-se aos prouunetciados que e.lavam ein Zaca-
poaxtla sob o cotnmando de Goitiin e de Osollns ;
(ornott-sc immediat.imenle o primeiro chefe do mu-
vi ment.
- ( Sr,Comonfortdepois lave, ao qual as tropas linliain abandonado para
pas-arem aos pronunciados, formou urna brigada es-
rollla, e nomeou para commauda-la o general ein
que julgav.i ter mais conlianea. Esse general era
o Sr. Severo Castillo, o qual parti para baler lui-
tiau, e na despedida apertando com ellosao a ma
do presidenle para agr.i 1- cer-lde a mts.o que lite
c nijiara, jurn snlemuemeute sel Re ou morrer
ein seu posto. OSr. Severo Castillo edegou a San
pronunciados, e declarou-sc contra o governo.
A tingada Caslillo reunida a de Gutao e leudo
o Si. Maro a fenle poz-se em marcha para a Puebla
alim de ataca-la. Todaviaa atino.a > esla' dirigida
ueste momento para os movimenlos do Sr. Maro e
fia medita occasionar una sublevarn c desordeus no
dislriclo de kliorassau, lalvez lambem no Pobu-
lundsjistan c kerman, bem como nos lugares vizi-
ohos. Sao estas as razes porque nosso governo
mo pode ser espectador indillercnle de semelhanlc tioitiau ; tem-se quasi esqucculu o Sr. general l'ra- movimenlos ein seus estados, e be al.-ululaiiicnt
ga, o qual alias nao faz grande cousa nos Estados necessario a defeza do nossas provincias e fronleiras
de Ouerelaro e de S. I.oiz. | 'l"c marchein nossas tropas para Merat,alim de pta-
.. OSr. Ilaro, ehefoda ravoluflO aclual be um
ambicioso atrevido, sem morali.la.le. sem valor pes-
soal e sem pre.ligio. Huvido que seja jamis liber-
tador. Seu plino be a reaeco sem disforc, o exer-
ctto, o clero, a dictadura, emlim todos os flagellos
que por lano lempo c lao duramente lo opprimido
o Mxico. Sua elevar .o ao poder lauto na minlia
opini.lo como ua de lodos us doinens que pens.io nos
tratia das ainda mais funestos do que aquelies qoe
marcaram a adminislriieo de Saiit'Anna. tjoc
aconleeera''.'
.. Eu quizern poder allinnar-lhe o contrario i
ma. o governo actual lem cominetli.t.i (anta- fallas
desde o principio que mui lo o lijo favorecido, o
tegerem casa provincia contra as tentativas do emir
Dosi-Muhimmed-klian, e de manlcreni a autoridad!
e os direitos do principe actual em tuat listas pnli-
ticas parfirulam. Heais a empresa aclual do go-
verno per-a nlo minia sua posicao neutra a respailo
das potencial all,utas, c elle cnnliuuari a guardar
inalleravelmenle essa neutralidadc.
" getela o Caucato diz-nos alem diilo que as
Iropia russas abandonaran! os arredores de kars.
Todava alguns regiment* ainda nao voltaram aos
estados ru.-sos. l.'nia brigada da IS'divisan de in-
dultara foi deiada a titulo de guarda, c ein Ardag-
hau um pequeo destacamento as ordens do ersa-
nul da arlilharia do Don, KoolgallcheaT. Em todos
Um .leen-i-, presidencial pablicad* pelo ministro i "' saadjaeks reinava a tranqoillidado. Os liabitan-
da justira com a data de '.1 de janano Mibmeilc av 1,0i '" regularmente o baclira imposto inar-
jiilgamcnln do supremo tribunal de justica o Sr. ''"l" I,clos edefes de dislriclo, e applicavam-sc a oc-
Anloiiio Lpez de Sitnl'Autia por ler vendido o ter- | cupaees pacificas. Smenle a Iranquillidade do
ruano nacional, por ma ler suhmctlido o lialadn
de Mesilla ao conselbo de eslado, por ler apropna-
do a si umalparlc da indeiniiidade,por ter vendido os
indios de Yucatn, e por ler ordenado o< excessos
que foram coininellidos ein Mieheacan e ein tiuer-
rero.
Os heus de Saul'.Viina s.io poslos a disposic.lo do
supremo tribunal para responderem pelo resultado
do proceiso,
Os ex-ministros do dictador, os ex^overuadores e
commandanles secan igualmente subtuellidos ao
julgainculo do supremo tribunal.
Os governes e prefeilos darlo conta do capitaes
que manejarn), ele.
Esle decreto be precedido de una circular do mi-
nistro da juslica.
O si r alln m i que se a medida de que tallamos
fora tomada mais cedo, a ordem pudlica nlo estara
agora perturbada.
Jimrnaltda ftarre.)
Noticias .le Porto do Principe rom dala de (i de
Janeiro chegadasa Ncw-Vork conlirmim a leappan-
rn de Faustino l no Cabo Haitiano. Para viugar
sua derrota elle man.lou fuzilir os generaos Tonssa-
inl c Canistrc.c um lerceiro.cujo nomo nao he dado.
Muitos olliciaes de ordem inferior foram lamliem
execulados. Todos eram accosadoa de trairilo e de
connivencia rom o toimigo, Neubuin mnvimcnlo
de insurreico houvera no imperio; mas peniava-
se que Soulouque reniinei uii a recnmee.ir a campa-
nda contra os Dominicanos para ocrupare primei-
ro qoe tu lo en, rcstabelcccr sua antoridade abalada
pelos ultimo- aconlecimentos.
O t uirers d as seguinle- noticias de Hong-Kong
com data de I de dezembro:
.i I na fragata ingleza,a Sybtlla, ltimamente che.
gada do norte onde licara cruzando, refere que os
Bussiis fortilicaram-so na babii de Castria. e que
seus navios entraran) no rio Amour. Einquonlo ai
lanchas da Sybtlla approximavain- da Ierra foram
assaltadaa por u.na descarga de mosquelaria. Mui-
los homens fcacam feri.los. l-'orcoso foi renunciar
ao desembarque. Antes de levantar a ancora lan-
caram-se algomas balas na direccao da emboscada.
Me tarefa para 1K.">|.
Parte dos prisioneiros russos do kamlschalka
foram dirigidos para Inglaterra em dous vapores
de guerra.
.. lia poucas nolicias a respeilo darevulla da Chi-
ua. Os afiliados de Tax-Piug-Ouang percorrem em
Indos os sentidos a desgracada provincia de llou-
Qaing, agora reduzi.la .i mais horrivel miseria. To-
davia a circuldco ahi nao he impossivel; mas para
viajar-.e com segiiranca laz-sc misler indagar cui-
dadosamente onde acbain-se esses baudos devasta-
dores.
.. l) konev-Tcheon leve lambem mcia revolucao.
Os revoltosa* foram durante oilo mezes seudores do
paiz, excepto as ridades. Os mandarins sempre t-
midos nao alrcviani-sc a sabir de suas fortalezas pa-
ra alan-loa. Esperavam aoetoilo do Vim-Nan.
(Jasado elle cliegou, varreu logo o campo. No maz
samljack lioel foi perturbada ; Assau-Parln'i e seu
irmo Izel-ilev acompanhados de um destacamento
de iOO homens viecain sublevar os babilaulcs.
leudo oceupado as aldeias Sciaot, Cliorovvauk e
Irliuul-Tenek haviam-ae lunado viziulios. inquie-
ladures, mas nao perigosoa. O ersaoul tonlgatt-
cdefl citipn dendeu una expedicao contra elles,
eve ptimo surce-so. A frente de tres sotnias .lim
domens elle dateu Assan-Pacbu, e perseguio suas
tropas durante 15 werstes. O Turcos foram ahi
morios, 10 ferinos calurara prisoneiros. Entre cs-
les ha um ajiidanle de campo de Assau-Pach que
disse que o proprio Pacha eslava feri.ln. .VJem dis-
so foram lomados :W cavallos e muilas armas. A
per.la des Kus-os cou-isle em quatro cossacos fert-
dos. um dos quae. mutreu depois, um aserto, e um
(-avallo morto. E-sa arrilo leve lugar no lde Ja-
neiro. A 2 k..ulgllrlicll leudo restablecido ,i
lianquillidade em Coel volluu para Ardaghan.
dem.
------ 'mnaaen
CORRESIHIXEXCIA DO MARIO Di;
PLItNAMIII l(>.
PARS.
(> de marco.
A paz europea, as >ug< larantiat /alara-, o tea
parlo aclual.
todas as nolicias do conliueiilc europeo sao mala
que nunca pela paz : a diplomacia que linha neces-
sidade que a guerra rompida-.e a sua obra para
realisar a sua, prepara seria c activamente o tratado
que develar ao nosso voltio* mundo esla paz, tao la-
mentada, lo invejada.
As conlerencias convocadas em Part comeearjm
a 21 de fevereiro, c as diflieuldades se Vio aplaiuau-
do urna a nina, cm breve sellarn o repouso e a
Iraiiquillidade de todos. Mas para que o feliz esta-
do de colisas que vo inaugurar seja durador e certo,
ser misler que afora dellas os povos signalai ios do
tratado se assegurem deagarantiai renes c incunlesta
veis, e muilo mais do que todas as estipulacocs ima-
ginaveb), o interessa da Russia seria e ellicazmente
empenbado na manulencao gcral da situaco pacifi-
ca, seria am petihor seguro dos seus senlimonlo'/das
suas iiilenres e dos seus designios no futuro.
Vio partilhamos o despeilo britnico .cerca das
serias eventualidades de uina paz prxima, uunca
livemoe para a Russia esse desdem justamente fan-
farrn, que nega a evidencia ainda quitndo desejava-
niosa crearn de um centro davo, que se pude op-
por grande poleueia septenlrional, he porque acre-
ditamos na sua f.irca real, qitandn presagiamos a
nvasae do espirito moderno em S. Pelersburgo e em
Moscovv.ea renovaeio eminente do velho imperio
dos Czares, lie porque eremos no seo futuro ; e di-
remos hoje que contra a v ol t do perigo que amea-
Cou o repouso europeo, cumpre appcllar para ga-
rantas mais seguras e nielhores do que lodas as que
d um tratado de paz, por mais felizmente conclui-
do que se supponba.
Fastas garantas mais seguras c melhorcs, nos as
encontraremos cas.issignalaremoshoje no papel que
o czar Alexandre II que recebeu a guerra rom* I.*-
ranra. supportaria este pesado fardo ale que m
povo Ide pedisse a paz.
Ora, quem condece o povo russu. dir qoe este
dia anda est longe, cada familia, se|a de qoe ra
se f.lr, ainda tem um tillo, qoe oflerecer para a de-
feza da patria, pois que no pensamentn da Ku-su
esta goerra quaesquer que sejam as causas roaos, he
urna guerra santa, no momento em que o solo natal
f..r invadido. Ser mi-ter para ser lgico, redecir a
Russia a ultima exlremidade. mas suppondo qu* se
chaan este resultado, o alvo nao seria altiiigid...
pois que o- seus tul m.lli..c. de habitantes llie bea-
riaro. e se as inleurues hoslis que llie prestara exis-
tem realmente, fura inisler, para comlul*-la, re-
constituir a Polonia, ubra mui diflicil e tabordina-
da quasi impossibilidades, aos inleresses da prns-
suia e d'AusIria.
Assim, pondo de parle qualquer tratado, qual-
quer acc.io .liplmnalica, a Europa occidental gnda-
ra a sua causa no dia em que os seos inleresses mais
charos, no dio cm qua a manulencao da paz for para
.lia uina queslio de vida oo de morle ; ganhar.i a
sua causa no .lia em que tiver esl.ibelecido nasa so-
Itdariedadc de estar e de inleres-es enlre si e a Ru>-
suia. tiver assegurido a paz geral .odre bases |aafj>
kiveis.
As reanles dos povnj da Europa Central, o c-
iidecimenlo completo e reciproco que elles lem dai
suas insliluic.les. das suas leis. do seui osos, dx
eosajlenlas ^overnamentacs e econmicos re-pe-
Clivos, os tem siiigularmeule apprntimado e ronfuu-
dido os destinos da na agricultora, do seo comanec-
cio e da sua industria ; a Kassia foi a nica qoe li-
cou fura .leste movimenlo, achou-se jaita ou iajat-
' Milenio cerrada por urna implaravel desmnan. i,
que se prenda ao mesmo lempo ao inamenso desen-
volvimenln da sua forra militar, i influencia do ga-
dinele de S. Peler-hurgo sodre os da Allemanha. a
coinm.inli.io de religio que existe entre es seus p<-
vos do Oriente, e cima de ludo, an mvslerio qae a
cereava e a faziadesronhecila ralomniada no meio
da grande familia dos povos do continente.
Assim. cumpre qoe ella e faca ronhecer e jue
entre com todos em cnmmunhito de inleresses o de
futuro; cumpre que cesse de ser evc.usivament
militar, cumpre que entre na va finia dos gran-
des meltiorameittos industriaes e commereiaes.
Em virtude da riqueza dos eus recurso, ella ja
nao acara atraz de niogoem. e longe de aasearar *
equilibrio europeu. rootriboira para soslenta-lo,
pois que leste equilibrio depende o sea bem estar a
a sua propon la.le : ent... a Kussia ja nao querer. a
guerra, o que coustituiria uina garanta natural mais
solida do que lodos os tratados.
Este alvo qoe nem protocolos, nem tratados p*>-
dem allingir, a Franrt e a Inglaterra podem alcaa-
rn-lo: ellas podem, devem inlrnluzr na Russia
e.impanhias para dota-la por meio de capitaes e de
crdito com algumas lindis de raminho de ferro.
que ella aguarda para coi;.reden ln o seo desenvol-
> imonlo. laro tamben) que em poneos anuos as im-
niensas riquezas quc|azem boje improductivo-, vibre
o seu solo Ua vaste, ainuam em tolas as partes em
que sao chamadas a alimentar as fabricas e as ma-
chinas, e ellas, para quem a abundancia e a bara-
leza das materias primas e dos producios do sed.
sin urna queslo vital, serao as primeiras qoe se de-
vem apreven ii de.lc de-cnvolvimcnt das torras
productiva- da Kussia.
A Russia, paiz eminentemente agrcola, nunca ta-
ri aos ontros povos orna concurrencia prejudicial ;
como as suas principar, in.lo.lnas se haseam natal
os productos do .eu solo, ella orterceera um destino
certo aquellas que por diversas raz..es se nao podem
achinar no sen territorio, ao passo que prosperara
em oulras paralen-.
Con o desenvolvimenio que derem uai torras
productivas oscainiulios de Ierro c o creJito rom qoe
s.. a Frasca e a Inglaterra a podem dotar, ella se
tornara' denlro em pouco o principal agente do po-
der manufacturero dc-les .loas paizes. a sna pros-
perida.te depender do estado llore-, ente da* suas di-
versas indu-trias; sem consumo nao ha producrin.
e de lodos os flagellos que arommettem o commorno
e a industria, a guerra de o maior.
Assim, quando os govemos alliados, exigindo a
liu-sia sacncios coinpativeis com a sua dignidad*.
Iiouverciu assegurado o rcstalielecimenln di paz *
favorecido a volla de urna utoaco poltica ga* *
Europa cliaina com toda, as -ua- torras, .levnao
consolidar e.ta situarlo. ajuJando a Russia a entrar
na estrada do progressn e dos melboraiiirnl. |>or
meio dos anri capitaes c do seu errdilo.
A Russiao seu inlereste he o fiador disto'era
nao s disposla a arollier laes proposta, ser*' bas-
tante rica para apphrar o seo coi.lingen.e a' obra
ci niimim. se ocrupata' rom a ronslraccao do terido
de raminhos de (erro que deve dar o movimenlo a
todos os ramos da sua riqueza nacional, abrir*' as
-uas fronleiras as compatihias iudosliues, cojoi in-
leresses serao os seus, dar' aos eslr.iogeiros que Iba
tr.iuxerem o concurso dos seui capitaes toda a pr*>-
leerao, toda a seguranca, trslemunhara' o sea de-
sejo -lucero de se ligar inicuamente a' familu
curo|H-a |^r va dos seos inleresses ? ricota*. 10-
diislriaes e commereiaes e todos este factoi
eslabelerero cm um futuro mui prximo orna
suli.lariedade de bem eslar e de prosperidade
que tornarla d'ora em vanle qualquer gur.ra lo
fuuesla Russia como asoutras potencias. Em lim,
una razo de esperar be que o czar Alexandre II
com os seu-sen lim culos elevados eos seos desig-
nios pacficos he o soberano mais capaz de dirigir o
espirito publico russo na estrada em a prosperidade
material conduzir esta verda.leira c ineootestavel
garanta do equilibrio europeu.
Me em Paris, no palacio do ministro dos negocia
estrangeiros, que fucciona o congresso : foi especial-
mente o imperador Alexandre II que fez a escolba
desla capital por Caesa do diilino lo.to particular
que elle protesta pelo imperador Napoleo III, c que
elle ntaiiifeslou por estas palavras que dirigi ao
conde Estherazx, o embaixador do imperador Fran-
cisco Jo.o.
Annuiudo aos votos de S. M. o imperador da
imperio rosso he chamado a representa*' na grande Aanlri, famtlia dos povos civilisa.los Em consequencia das
dcjtinho nao reslava mais vestigio dos revoliosos, o ,|erlararoes de alguns publicista
milhares de cabecas cahiiaui debaixo do sadr de
algor.
ii O Mino-Tse. tribu independenle. revnlt.iram-
se lambem; mas como nao silo namerosna, nao in-
ora consequencia
dos dados inexactos que nao lem Iludido os gover-
no., mas que lo desnorte.i.lo a opinio publica, foi
gerolmenle admillidoque a Kussia nao podia encon-
trar em si propria bastantes recursos para resistir
nlni, quiz provar a S. M. que eu ouliaxa roa do
que u.lo poderia dizer as reforjes de anuzade qu.
me iiiiem a elle ; mas nao llie orrullarei qn* eu le-
udo sempre cundo no mea interior ama voz -vmpa-
lliica pela Frani.a ; amo este paiz onde na-, i m e se
desenvolvein os progre-sos da civilisarao. a- maraxi
funden) grande temur; suas correras nao ullrapas- a uina aggreasflo lo formidavel como a da Franca e Ibas dis artes e da industria, e lenho em grande
sam os iimiles de seu territorio.
.i No konang-l.x bouve um lev.inlamcntn. n
mandarn) du dislriclo radio cm uma emboscada que
Ide tiiiliam armado os revoltosos. O rbefe de-le-
declarou que u.lo podia mais su-lcnlar-.e, c mandan
dizer an nia'idariiii que lite entregara a- anuas .te
biiixn de certas condicnes. U mandarn] aceitn, e no
da convenc.nado cada um foi an lugar indicado para
acutrevisla. s redeldcx que estavam poslados nos
arredores, agarraran! o mandarn) c conservaram-no
prisioneiro. As Iropa- n.lo leudo mais cdele duper-
siram-se ou ilislajrsm-se debaixo da ditndeira encar-
nada, i' contagio nao gandou a vizinhaiica. A
provincia de Cintilo esl.i Iranquilla ein Inda a -ua
evlen-o. o
Esneveiu de S. Pelcishurgn a lii .le fevereiro a
Ayem-ia Lejolivtl:
.. O Invalido liasso de boje reprodui as impor-
i da Inglaterra, e upecialmeole pan prolongar a lu-
a alem de alguns mezes: os aconterinieiitos de-
miiiislrarni que esla opiltiSo era errnea.
A Russia ha um pail mui ag ic.da, o sea com-
niercio de exportarn lie mnimo em comparado
daquelle que ella faz ii" seu proprio solo a-.im
be Ido mais la.-il i\*t quo a i|iiad|uer nutra p .leti-
cia encontrar dentro dos mu limite-as provisoes que
em oulras paites occi-ionam grandes despezas, ti
crdito nlo eviste na Kussia, e nlo pude po*" conse-
lin o chele que elle escolheu, e qoe em cambio dc
uma corda lhe deu o repouso e a gloria e o c*llocou
fronte da lium.inidade.e
O proprio imperador Francisco los aoslrou (da-
as suas svinpalhias pelo imperador do- I ranecze- :
seu plenpolenciaiio lias conterncia de Pars, era
poila.lor de tima carta aulogr.ipha. c cm X icnua a
dello regiment de couracciros n.ll liedesignadocomo
devendo ler o munc de Napoleo III.
Km consequencia .la adopeo dada por toda, a-
quencia satisfazer o eslado de guerra ; algumas dre- parles a.> projeeto de preliminares de paz. os repre-
chas feilas na agricultura pela falla de exportarlo, sentantes das grandes potencia- assignaram. no I le
pelas lacuDa que a falta de bracos occasfona na oc- fevereiro o proloculo ipie d ao- dilo- preliminares
casillo da planta, se rcparam mail promplamente do forra ohrigalori i.
que ai das fabricas, pois que estas bascan) a sua i llouve alguina discusso sobre a qt.e-l.lo de fea-
ptosperidade sobre o comniercio exterior. | cedenria no mo das con herencias ; foi conven, ion.-
Aun, a Kussia est longo de ser exdaurida pela do que se -cgniria a aaa platicado na enujresso de
guerra actual: se se tralaise de inipoi-lhe condi.o.es i Vienna. e -empie seguido dabi em vanle. segundo
humilladora*, ella ainda Indina por muilo lempo ; I a ordem allabelica dos paires lis arlos rerrln-ui

MUTO
ILEGIVEL


DIARjOfiEPEM&MBUCO SiBASQ b DE .BUL BE ISI6
.signaturas dos difireme, plenipotenciarios, confor-
me urna orden), que classifica da maneira |scguinte.
as cinco grandes potencial reunid as precedentes
conferencias : Austria. Tranca, Cra-Brctanha,
l'russia, Bussia. He deoh potencias representadas no congresso de l'aris em
nada nlteram esta orden a Sardenha e a Turqua, se
collocam depois da Russia.
Acerca das conferencias, lionve lugar de examinar
a quesillo dss precedenciai, decidio-se que se guar-
dara tatito as sesses do congresso, como fura a
nica regra d ordem alfabtica, e isto raesmuse ob-
serva as receptes diplomticas dadas pelo conde
Walewaski. Esta resoluoao tomada, para nao per-
miiiir.! i -1111 c i_-. i i alguma especial entre os ditfrrentes
pai/.es representados no congresso, entre os seus ple-
nipoteDciarios, he um sxmploma de paz, prova o es-
pirito, com que cada potencia se aprsenla as con-
ferencias, e a confianza com lodos aguardan) o bom
e\ilo das negociaoiies. Oaccolhimenlo dado a.i.ple-
nipotenciario russos pelo soberano francez, lie um
geranle mu i seguro da paz.
Fui segunda-feirn 25 de fevereiro que comeoaram
a sesses. Varias gazelas estrangeiras liveram a
phantasia de Iracar as regras, segundo asquaes pro
cede o congresso ; a sua marcha trabada relos pro-
prios plenipotenciarios, segundo a sua propria inicia-
tiva, guiada pelas inslrnccoos dos seus ovemos res-
pectivos. Seria pueril pretender lixar o que he des-
conhecido e sugeilo s probabilidades de urna delibe-
rarlo eommum : o mais profundo mjsterio cerca as
uperaces, e a curiosidade pnblica, alias tilo legitima
se deve resignar. Comprehende-se|que os allos in-
teresses debatido* entre os representantes das alias
potencias,uao podem ser compromellidos por fia de
revelace* premalaras, ou por indiscrices Dengo-
sas, e que seria desvairar a opiniao, derramando
deas involuntariamente falsas, deisando soppor em-
barazos e obstculos onde nao eiistero, ou enlao
dando esperancas, que podem ser malogradas.
A primeira sessilo oi assignalada pela assignalura
de um armisticio, que suspende todas as hostilidades
at .11 de marro ; a uolicia deste armisticio foi con-
siderada como um pinhor de urna paz cerla, |mis
que, se as potencias beligerantes tivessem previsto
que as discussoes do congresso se deviam prolongar,
nada leria sido mais fcil, do que litar a poca da
expiraran deste armisticio. Sein sabir djsconjeclli-
ras, fallemos dos rumores, que lomam consisleuci9
ua opiniao publica.
As conferencias serao seguidas, se terminaren) na
paz, da nolilicarao da vinda do imperador Alexan-
dre II, e da vizita i Pars dos dous imperadores da
Austria e da Kussia : serao seguidas de um congresso
que ter por tim fazer entrar o imperio Ollomano
nr direito publico europea. ; approveitar-se-ha da
occasiao, para por os tratados de 181.) cm harmona
com as modifcame*, que diversos estados bao soffri-
do, depois desla poca ; os reinos da Blgica e da
Creca fariam parle deste Iratado. Snpprimir-se-
biam a esclusan pronunciada contra a familia-hona-
parle, cmrim. regulara a eracuacao de Roma pelas
tropas francezas, e de ferrara pelas austracas ; isto
poderla ter lugar no mez de maio ou junbo.
Dizem tambem que as potencias occidenlaes tcm a
inleno.io de roroar a obra do congresso de Paris por
um tratado de commercio com a Kussia, no qual es-
la modificara precisamente a sua tarifa de alfande-
gas para com estas potencias. Seria de grande inle-
resse, que as potencias belligerantes se approveilas-
sem desta occasiao para desmoronaran os sjstemas
probibilivns .h) grande potencia do norte.
A discuseao em Conslanlinopla das proposioes
auslro-francezas, relativas a queslao dos principados
nao lizeram desapparecer as difierencas de opiniocs,
qne subsislcm entre ,a Franca e a Austria, de una
parle e a Inglaterra da outra. Sabe-se que esta ul-
tima potencia apoia o estabeleciraeuto de urna cons-
tituirlo representativa nos principados,
Dizem que esle ponto deve ser resolvido directa-
mente cui Parir, depois da assignalura do tratado de
par, e que a Kussia sera, provavelmente, convidada
a participar tambem das negociares, que tiverem
lugar a este respeito. Sabe-se, alm disto, que en-
carregados de poderes da Moldavia, da Va I achia e da
Servia, que se acham em l'aris, poderlo dar infur-
inacr.e necessarias sobre os principados, em caso
de necetsidnde. (,'. M.
artigo ." til. S das posturas de :ll) de junlm de I8M
su permita eslabelecer padarias fora da cidade, e
em lugares designados pela cmara municipal, que
j.i islo fez, e urna postura uovissima nppruvada o
anno passado pela a-semlilea provincial marca o
prazn ile dous annos para a remocho .i esses lugares
das exilenles dentro da cidade; mais a ganancia,
que resultarlo fabrico de pao pequen., e o con.elho
de alguem induzio a duus individuos a reslabelece-
rem as escondidas a extinrtu padaria da ra das
l.arangeiras, a despeilo das leis citadas, que alguem
entrada, que por haver pago na cmara o m-
poslo de casa aberla, sem que eslivesse colleclada
a padaria pode esta restaurar-so. He urna nfraerao.
que publicamos em .uldilamento ao queja se lem
dito e ascriplo a esle reipeilu, para qne nao passe
desapercebida, e seja punida como quer a lei.
Felismenle a Sr. lisral Ribeiro.deixanrio o aquarlel-
lamenlo do 2." balalhao da guarda narinnal.onde es-
lava na qualidade de lenle secretario vai reassu-
mir. ou j.i reassumio as suas funrooes, c o seu sup-
penle relira-se do exerricio. sem que na verdade
li\cs*e consentido en semeltiante abuso, deixandu
apenas conviertes de que iicr omnia mnibus.
Consta-nos, que la para o termo de Iguarass I
ha um trahcanle Elias, que nao lendo sido anda i
arrebatado ao eco ii'om carro de fogo he com tudu
arrebatado ao imperio da comea por um carro de
lama. Esse bornea aproveilanriose da mscrabil-
dade de ligua e das Irislas circumslancias da aclua-
lidade.tcm comprado aos pobres cavallos a KrflOO III
O doutor Francisco loto Carneiro da Ciaba,
que aattatie em Nazarelb a campanha epidmica I
com coragem, e humanidade, preslando hons, e va-
liosos servicos, agora volla a sua casa onde a sua fa-
milia, moradores e visinho precisara de seus esfor-
So, e coadjnvacap. O Sr. r. Carneiro da Cunha
continua no seu lidar benelirenle. Dos o protejas
Consla-nos.que oSr. Dr.Joao Honorio lem sido
o mais prudeute posiivel em olTerecer campanha em
campo raso ao inimigo. Faz muilo bem, nao quer
cerificaro reMinAoda genial seu conreando...
A epidemia eala se despedindo qual vaga, que
dapraia furiosa, se relira: o cerlo he que vemos
imilla gente assim macaiobusia.degoslosu por ver ..
sim por ver os vestigios luctuosas que ella vai dei-
xando; por ver que moito Ibes cuslar d'ora em
diante mirar urna garrafinln do generoso, por ver I
que Ibes costara dora em diante sahoroar um pires I
de papa de sag ; por ver, que dora em dianle nao |
recebero mais esses sold avullados. por ver, que '
d"ora em dianle cairla no presaosmo da vida eom-
mum de um quebrado ; de um.... que foi preciso
especular com as lagrimas, com o lucio, com de-
funtos, com guiris, com o diabo que carreutie I
tanta malva lea..,, ah que esse reinado de tnetut
de prevaric.ices, de egosmo, de prostituidles, de
crimes, de impiedades, de torpezas, de ignorancia,
de charlatanismo, de embaca.lellas, de corrupcao.
de hypocrisias. de sustos, de dores, de pranloi de
dietas, de receilas, de tisanas... hade com a pro-
leccao allinal desaparecer, e sobre ludo isso se er-
guera um monumento vergonhoso. que lera por
pedestal o cholera, onde em relevo estar a< flgu-
rinlias de lodos, que especularan) rom a crise que
vai pamado.
Cenata-nos que o Sr. rommandanle do corpa
de polica, procurando svnriirsr do fado que referi-
mos de um soldado que armara uinlaco n'um hecco,
e ferira a urna mulhcr, nao pode conseguir prova
alguma qoe podesse scrvir-lhe de gnverno. Agrade-
cemos ao Sr. commandante ler prestado allencao ao
nosso aviso.
(aranhnns.(I Sr. Justino l.avenere. com cs-
labelecimento de pbarmacia, em (iaranhuns, lem
cam a maor dedicara* e humanidade prestado ser-
viros reaes naquella villa, e a elle-ludo deven os
prcsos,soldados. autoridades e habitantes, que o con-
sjderam como seu nico salvador ababo de Dos. Os
arrieos desse moco tem sido tomados em considera-
ra pelas autoridades do lugar, e manifestados ao
Exm. Sr. cousclbeiro presidente.
(ISr.Dr. jui/. de direito Ban leira,vendo que o
negocio alli estaca aperlado, nomeou urna eommie-
sSo desoccerros para os pobres d'aquella freguezia
composla do promotor, gario juiz municipal e
delegado,
\ : i '.ni. p ir." ,(.ie |.. ilg.ima sirle nSo h
apreeiaiora do bom'fumo de tiaranhuns, ou ella
naogosla de bom tabico, ou alli lem haxido grande
zelo pela humanidade que a morlalidade em rela-
co as de mais localidades nao lem feilo grandes es-
tragos na villa.
AnecilaI ma senbora que havia lido urna
benigna cholerina, sendo perguntada por um pro-
fesoro que havia em principio lomadoella res
Pon leu I ir. tomei no primeiro dia o elixir calhe-
gorlco, e no segundo purgante de Itacini.
Al amanh'ia.
C(I.MAKC.A DlTl.lMOElKO
I." de abril.
I oi-e para essa cidade o medico que linha vindo
para aqui em cornruissao, e que oi mandado retirar
porS. Eic. Foi substituido pelo Dr. Fumino Jos
Doria, que fazia parle dos ltimos ahi chocados pelo
Paran.
Por ora s posso dizer deste que se moslra ac-
tivo.
A epidemia continua a darnos algn- descan-
sos.
Depois da miuia ullima al boje, islo he, do dia
-JO do passado para ca o cemilerio tem rerehido oilo
cadveres.
Estamos ameac,ados de ver continuar por muilo
lempo fome com que estamos bracos ; MU que
lodas as lavouras eslao sendo afogadas pelo malo, e
os dones nem lem escravos para a fazer limpar,
uem acham jornaleiros que os subslituam.
O capiharibe leve urna pequea cheia, e mesmo
assim assoatoa a alguem, que receia que com as
alluvies a epidemia recrud^sca. Por ora nao ha an-
da ra/ito de queixa.
Continuamos a ler carissinios os gneros alimenti-
cios na ultima reir, venden.lo-se carne verde de Iti
a -20 patacas a arroba ; brioha de :l-Jl a SOO rs. a
cuia ; arroz a i() a libra ; assucar a I 0, e ludo o
mais uessa proporcilo.
Ha pouco Ihe disse que I cmara municipal desla
villa, mo exislia de faci. Agora digo o mesmo do
subdelegado : o eireclivo adiase gravemente enler-
ino em sen engenho Terra Vernulai, freguezia de
Irarunhnem, onde mora ha muilo lempo, e anda
continua a soflrer muilo. E nem um suppleute as-
snmiu o exercicio, pretexto de nao ler recebido
communica^.o alguma. Koi preciso que o Dr. juiz
de clircito deelarasse ao seguodu suppleute que elle
devia enlrar rm erercicio, visto ser notorio o impe-
dimento du subdelegado, para que gozassemos do
benehcio da real e elfecii\a* existencia den autori-
dade. Hoje ja podemos dizer : 1'apam hnbemui. E
ja que faliei nesse nbjeclo, direi que nao sei a raza.,
porque se conserva como I supplente do subdelegado
o mesmo individuo que he limbem o primeiro do
juizo municipal.
A iucorapalibilidade sendo manifesla, parece de-
vera rollocar-se oulro lime na lisia dos supplenles
do subdelegado.
A milicia de Bom Jardimsao satisfactoria-quan-
to a pouiacao desse lline.na qual a epidemia se nao
esta exmela, ja aprsenla rariuintoa casos. 0 raes
mu se mo pode dizer do resto do territorio da fre-
guezia.
Era algons pontos o mal declina, depois de urna
horrorosa devastarlo ; e em oatroa esl agora na sua
manir inlensidade.
Na falta de um medico que para alli qoizesM ir
soccorrer os enfermos, o llr.juiz de direilo fe/, se-
guir, ha mais de lidias, o professor de lalim Ma
uoel Alvares, como curioso, que se dedica Iralar
de enfermos, para dar algum lenitivo aos daquella
freguezia.
Nao sei anda do resultado dessa commissao, era
dos serviros que alli lera prestado iquelle cida-
do.
O vigarin quesou-se lanto da falla de bolachas
qne boje mesmo o delegado, capitao CamisAo, en-
viou lhe nina caiga.
t seu correspondente dissoja alguma eousn e dis-
se bem, acerca da norte do teoenle-coronel Hercu-
lauo Francisco llandeira da Mello, de Nazarelb, mas
poda ler dilo mais, e devia-n.
O illnstrc linadoera inconleslavelinenle. um d
! maisdislinrtose benemritos comrcaos de Nazareth;
e evidentemente o que gozara de maor e mais bem
| merecida populardade. A sua importancia nao e
s limilava a comarca em que resida, mas era sentida
nem qoerermn, tirar o ment, c valiosos serviros c apreciad;..... municipios vizinhos. Nesle gozava
das donis coininisscs bcnelieenles. a cumracrcial I elle de geral eslima c consi leravel inlluenria." Do-
lein-s? perlado em forma a merecer honrosos (lulos Ilai10 de "m" PrMM,Sl aSdavcl e de maneiras se-
de gralida deste pov.. laor.agelladopelaenideinia i'1",''."."*'"; cl1'-al1"1"'1 logo da prinein vez a.ayn.
'.....*-rado p* egois,no.\;n0^^;:;l|:;D;;; -*.--- ......,: lea. e dedicado
MAPPA inensil do hospital regimcntal dos chole-
ncos, i cargo do secundo balalhao de in-
famara.
HOSPITAL NA lU'A
DOS PIBES I DE
AURII. DEts.iii.
I I
I I
i." balalhao de arliiha-
ria a p.......
.i I! i
a i i m i m *a
ai I u. I /, I S I m
i:
I
M l
'2." betalhao de iiilan-
laria .........
16
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Til (i7
I
I (i | .1
9." balalhao de infau-I j f |
Url'.........| lii | l'.i | :iii | jo | .1
10." balalhao de luan- I I I I I
"iria.........I < | i-" | -12 | 17 | -
Conprahii de eavalla- I I
ria.......... I 'I 6
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Ciimpaiiliia de arlilires: | 1 i | :l | > |
Itecnuas em deposilo. | | I- j~
Kelormailos .
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Balalhao Je suarda ua- |
cinnal destacada | I
Carpo de polica. ... I I
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Africano livres | I
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OBSEBVACAO
Dol.a 10 na maior inlensidade da epidemia en-
traran 133, sahiram .">l c morreram 39.
De II a 20, eulraram 18, sahiram 70, e morre-
ram 3.
De 21 a 31, entraran 21, sahiram 17, a morre-
ram 3,
-li morreram dentro das 5 horas de entrada.
Dr. Miguel Juaquim de Castro llasearenhas.
2.- cirurgiu lente eucarregado.
Recebemos nolicias do l.imoeiro em dala do pri-
meiro do correnle. A epidemia continua I desaii-
pareeer, e depon de J> do passado o cemiterio da
Villa apenas Huha rerehido oilo cadveres al a dala
em que nos escrevem. A lome ia taando grandes
proportocs. e recciava-se um futuro assuslador. em
consequencia de falla de bracos liara cuidar da la.
IT", ,Tertf del>l"'(enero anda eslavam
por alto prei.o.
As nolicias que nos da o nosso correspondcnle -
cercado Bom Jardim cnnlnnain n que hontem dis-
seraos a respeito deste logar, islo he. a epidemia es-
ava quasiexlincta na povoarao ; entretanto nos ou-
ros pumos da freguezia as rousas nao eram la sa-
usfatorias.
Em oulro logar Pica transcripta a carta que rece-
nemna daquella comarca, e della verao os Icilores
circumslaiiciailainenleo que lem ocroirid.
PEH1AMBBC0,
PAGINA AVULSA.
a8>S2 2)2>a S
Para que nossos leilores Piquera sabendo que
nao a presen lamn laclossem prova, transe revemos
* segunle correspondencia; reservando,...collar a
responsabilidade:
Srs. retadores da Pagina AcuUa.Admirou-
'i nos ver o Rvm. padre que celebra a missa nos do.
mingo e das sanios na capella de Bellm, nao
querer baptuar a om mulnliolm eacravo da Sra.
I). Genuveva Perpetua Pires Ferreira, o qual
para este finja lhe foi a prese otado porduas casca
ir com a competente licenca do Bvni. parodio da
a freguezia ; anda mais admirou-nos as razoes sem
nem um fuudaneulo, que o IUni. padre allegou
( |iara proceder .uio irrcgularmenle, sendo ama del-
a lasa falla em que iucorreu a senhora do mulati-
nho em no lhe ter escripto para poder ler lugar
o ha plisado !Julgamos bastante a aulorisarjio do
i parodio da freguezia, e por isso esperamos que pc-
la Itrceira ter, quando a chanca for apresenlada
i' na mesma capella, o Kvm. padre ratslre proceda
regularmente, do contrario levaremos este nego-
ce ao conhecimento do Exm. Sr. hispo.
l'm morador do Hotarinho.
Anles de hontem pelas I horas da tarde, deu al-
ma ao Creador o acadmico de .">." anno de medeci-
na, Francisco Nery da Fonseea. O cholera, que por
duas veres com elle havia lutado serapre, balido,
triumphou afinal ferindo-o mortalmeule em IK ho-
ras Esse moco tao eonbecido enlre nos por sua fa-
milia, por seus talentos, e pelos servicos relevantes
prestados a humanidade e ao governo as quadras
calamitosas da Rabia e Alagoas, achava-se aqu en-
carregad do hospital de S. Jos onde ia preenchen-
do satisfactoriamente os seus deveres, sempre hu-
mano, sempre benigno para os seus .1 .entes, e n3o
deiando ama s vez, inda com sacrificio, de ir ver a
quem particularmente o chamava. Alera dos Srs.
mdicos, que o assi-liram foram-o sitar os Srs.
Drs. Sarment, Pitanga e Moscozo, e mais alcuus
acadmico, de medicina. Nada se poupou com os
esfnrcos de ambos os sxstemas mdicos, de ludo a
fera duerna zumbn, rouhaodo sua inconsolavel fa-
milia urna prolercao immensa, c um amigo dedi-
cado '.
Estamos aotorisadps para declarar, que o Sr.
Juaquim da Silva tiu-mao agradecen a yral1l1ca5.n1,
quelite qui/.erain dar os gerentes do extinrtu{bospilal
de'N.S. do l.ivramento, pelosseus serviros alli pres-
tados.
grO prelo Manoel da Coila, lem feilo por Murbe-
ca c Jaboatao -uas trbri$arbft: o negrnbo he cu-
rioso !...
Pedimos ao Sr. fiscal da Boa Vista,que faca aca-
bar, ou remover, ou seccar. ou aterrar aquclle ala-
gado da 1111 da Trampa, confronte a taberna da ga-
ra pa.
A assweiasJo cnmmcrcial benelcenle, leudo j
distribuido cerca de 17 tu.ilos de ris pelos desvali-
dos des(a cidade, est promovendo urna nova sdbs-
cripca pelo corpo Je cainmerco, para conlinoacao
dos soccorros domiciliarios.
Ouasi todos os dignos membros desla respeilavel
corporajo. lem assiguado igual quaulia, a que ron-
correram pela primeira vez ; e por isso he provavel,
que as subsoipcOe, chagen a :lll conlos de ris.
agradecemos a commissao bcueticeule comnercia!.
lllm. Sr. Antonio da Cosa llego Monleiro.
mando* mesma associai;a.i algum dinheiro, para
ser distribuido pelos indigentes da freguezia de S.
load.
t) inspector da roa do Fogo lenha a bonda.le
de pr'cobro as devassides de certas inuiheresda
meima,e se nao quizerem couler-se por nossaconla e
risco va hzendo-as passear pela delcn ao.
Ha no B. do C. um sugeito. que quando espre-
me a ma da-lhe para esbordoarum pobrelilho, que
lie sempre quem paga as favas, que o (Temo comeu.
Tildo pude se supporlar menos o alarido, e herrara
que ha enlre Baccho e Copido...
lie preciso nao dciiar passardesapercebido. O
aos amigos, generoso para lodos, caridoso mm os po-
bres, inlereMnda pelos prenles, o Sr. Herculano
era o lypo do aniRO, do prenlo, do hornera e do
cbrslao. Hrreo ; assim o quiz o Allissiinu. As-
sim queira elle que era Nauretfa baja i|uem o subs-
litua.
Pica uesta dala raelhor o promotor publico Dr.
Coala liiiines. que esleve muilo mal : perdeu um li-
lho e dous esclavos.
ti juiz de direito, delegado e nala umpregados da
comarca, licain de saude.
Fallecern na freguezia do Bom Jar.lim. victimas
do cholera, o major Jos Ozorin de Paula lloniem, e
a senhora do coronel Joao Pereira Freir.
Nesla freguezia falleceram,o lenle Joao da Malla
Leal, e o alleres Jos Pedro de Fnica.
De Taquariiinga nada sabemos.
So houver vida e lempo, al quiuzc do rorrenle.
-Y.
f'ariu particular 1
Bl I.I.ETIM DO CIIOI.EKA-MORBIS.
Par!icipames do< hospltaes.
Hospital da roa da Aurora, existem 10 dnales,
llospnal provisorio do arsenal de Olarinlia. !l do-
enles.
Hospilal do Cama, li doentes era tralarr.onlo.
Ilelaclodas pes-oas que falleceram do chnlera-inor-
liu- e loram sepultadas no remiteiio publico das
6 oras da larde do dia -Mu (i da larde do
01a 23 de narco de 18"iti.
I.irre.
Numero 2235Jos Francisco Machado, Pernambii-
co,.>S anuo., viuvo, pardo, S. Aiilonio.alfaiate.
oem 223bThereza Mara de Jess. Pernambuco,
1 1 'J-SJ?' Vlll,i1, ',a,da' S- Antonio, lavadera.
dem 22.1/ Siiniaua Mara da Conceirao, Pernam-
lucci. o anuos, solteira, parda, S. Jos, ra estrel-
la do II..ano n. .1.
dem 2238Pedro de Aieantn Crrela, Pernanba-
co, (,, anuos, viuvo, parde. S.Jos, corriero,
t.inro-I'onlas, n. 7.
dem 2239Joao de Souza, frica, 0 anuos, casado,
prelo. Ilccife, ra da liuia u. 13.
dem 2210Mara do Carmo, prela Recite, hospilal
de inariiiha. '
dem 2211 Mara. Pernambuco, II mezes. branca,
S. Jos, ra ,1o Padre Flonanno 11. 52.
dem 2Ji2hrancscoEliasdaSanla-Anna.Pprnani-
buco, ,0 anuo., viuvo. pardo, S. Jos, artista, ra
de llorlss n. 100.
dem 22WMana Carolina Marques. Pernambuco,
12 annos, solteira, branca, Recite, ra da liuia
11. 36.
dem 22MLconida, Pernambuco, 2 mezes, parda,
Bo.i-\ isla, ra da Matriz n. 20.
dem 22.')Francisco Veriro, Pernambuco, : me-
zes, l.iaiic, S. Jos, ra do Ajenian.
dem 2216Mara daTrindade, Pernambuco, IU) an-
nos. viuva. parda, S.Jos, roa da Palma.
dem 2217Francisca, Pernambuco, o mezes, bran-
ca, Boa-Yisla, ra do Sebo n. H.
dem 2218Francisca Paulina das Chacas. Pernam-
buco, IS annos, casada, parda, Recite, ra do
Areal.
dem 2249 Manoel Joaquim Crioulo, Pernambuco,
21 anuos solleiro, pardo, S. Antonio, hospital do
Carmo*
dem 2250Felicidade Perpetua da Silva, Pernam-
buco, :ls annos, solleira, parda, Roa-Vbla. ra
Velha n. 91.
dem 2251Amalia, Pernambuco, i mezes, parda,
Boa-Vista, Baixa-Yerde.
dem 2252Bita Maria de S. .los, Pernambuco, 80
vmva. branca, Hoa-\'i..|a, ra Velha n. 5(.
dem 2253Maria da Penha de Franca. Pernambu-
co, 20 anuos, casada, prela, ra do Duro, 11. 12.
dem 22 >i- Antonio Jo-c da Silva Braga, Porlugal,
iti anuo., solleiro, branco. Boa-Vfala, feilor, ra
Real sobrado defronle da Estancia.
dem 2255Jos Mara. Pernambuco,':!anuos, bran-
co, Boa-\ isla, ra da Esperanca.
l-'.seraros.
Numero soiiAleandre, frica, 36 anuos, solleiro.
prelo.Jiccife, ra dos liuararapcs n. (i.
dem 807Joanna, Pernambuco, 8 mezes, parda, S
Jos, na de8. Jos n. 1SI.
dem NK- Jos. 21 annos, solleiro, prelo, Boa-Vil-
la, busplal porluguez.
dem da-morlalidade das pessoas que falleceram do
cbolera-morbus, Uas ti huras da larde do dia 29 as
(i lloras da larde do da 30 de marco de 1856.
/Aeres,
Numero 225(i Manoel Vital, Ilespanha, 21 anuos,
solleiro, branco, srvenle. S. Alonio, hospilal de
S. Iranrisco.
dem 2257Francisca Gervasio ,|0s Sanios, Pernam-
btiro. 60 annos, solleira, branca, S. Antonio, ra
de Heras 11. 10.
dem 2258Carolina Vianna da Paz, Pernambuco,
20 anuos, viuva, parda, S. Antonio, ra do Cala-
bouco n. 8.
dem 2259Jos dos Sanios, Pernambuco, 30 viuvo,
pardo, funileiro. S. Jos, sitio do Lobato.
dem 22K0 l'iburcio, Pernambuco, i anuos, pardo,
Boa-vi|a, Capunga-nova.
dem 221.1Maria Joaquina, frica, 10 annus, sol-
leira, pela, Boa-\ista, Poole-Velba 11. 3.
dem 22112.loso, Pernambncn, 2 annos, branco, S.
Jos, ra de S.inla-Bila 11. 25.
dem 2'2b.l l.uilhermiuu Celestino de Carvalho,
Pernambuco. 2 annus, branco, S. lose. Iravessa
lio Ouro.
dem 22til.uiz da Hora. Pernambuco, mezes.
prela. S. Jos, praia do Caldeireire n. 1.
dem 2265Marta Joaquina dos Santos. Pernambu-
co, 38 anuos, viuva, branca, Alngados.
dem 22li(Florinda Porliria da Concticao,Pernam-
buco, lis annus, viuva, parda, coslure'ira, S. Jos,
ra do Jardim n. in.
dem 2267Antonio Alvis da Cunha, Portugal 21
anno, solleiro, branco, servente. Boa-Vista, los-
pico 11. 51.
dem 2368 Maria Iguaria Joaquina Con. al\e-,
Pernambuco. 62 aun.., casada, branca, Boa-VisU,
sanio-Amaro.
dem 2269Virgina, Pernambuco, 2 annos, branca.
Boa-X 1 la, Aterro u. 39.
dem 2270Vicente, Pernambuco, 8 mezes, pardo,
S. Antonio, Vira.-ao 11. 33.
dem 2271 Eslevao, Pernambuco, 9 mezes e mete,
prelo._S. Jos, becco do Dique 11. 9.
dem 2272Ihere/a de Jess Maria, Pernambuco,
1,11 anuos, parda, Boa-Vista, roa da Esperanca
dem -..ll-rancisco Vicente Ferreira, Pernambu-
co. IS alios, solleiro, paido. pescador, S. Jos,
ra no Nascenle.
dem 227-Anna da Rocha, frica, 10 anno, sol-
le ra, prela, S. Jos, roa de S. Jos n. 13.
Bteraeoi.
Numero 809Themotio. Pernamboco.50 anuos sol-
leiro. prein. S. Jos, ni 1 Real :i. 3.
dem 810Reinaldo, frica, solleiio, prelo, S. An-
tonio, na do Livrninenln n. H.
IdemKII-Eliaa. Pernambuco, 12anuos, prelo, S.
Joa, roa Augusta n. iO.
|dem 812Calliarua, Pernambuco, 39 anuos, sol-
1 l'.lf.i* S" Josli- 'vessa da mesma.
IdemSI.I-Mannel, Pernambuco, i mezesfpardo.
Boa\ isla, ra Velha n. 32.
dem da morlalidade das petsoae fallecidas do cho-
lera niorbus das ( |,ril> ,,., ,jrclc. ,, (lu :U| M 0 ,|e
larde do dia 31 de marco de 18.51,.
I liertt.
, Numero 227.1Salvilla Manado Espirito aanlo.Pft
nambuco, 30 a.....>s, viuva, paida, S. Jos, ra de
S. Jos. 11. 10.
dem 2276- t.ennaua Comes de Mello. Peinamhu-
CO, anuos, solleira, prela, Boa-Vista, ra da
tilona 11. ib.
dem 2277Luiza Maria de Na-cmcuio. Pernam-
linro. O annus, viuva, parda. Boa-Vista, coslu-
reira. hoipiial da Aurora.
dem 2278Francelina, Pernambuco. 5 anuos, par-
da, Boa-\ i.la, roa da Sania Cruz, 11 52.
dem 2279Pedro Antonio. frica. 10 anno. casa-
do, prelo. S. Jos, no hospilal de S. Jos, ra Au-
gusta 11. 85.
, dem 2280Joaquim Jos,-, 30 anuos, solleiro, prela,
S. Jos, morara na ra do Kangel, falleceu mi
hospital .le S. Jos.
dem 3281Margenia Therea de Jesos, Pernam-
buco, S annos, parda, S. Jos, fallecen ua Cabtu-
ga.
dem 2282Ignez Maria da Canclelo, Pernambu-
co, 50 annos, viqva, parda, S. Jos, Iravessa da S. I
Jos n. 37.
dem 2283Joao Jos Fidells, Peniainbiico, lian-!
nos, solleiro, pardo, S. Jos, falleceu na Caban-
ga.
dem 2281Joao, Pernambuco, 1 anno, prelo, San-
to Antonio, paleo de S. Pedro 11. 16.
dem 2285Maria Florencia do Sacramento, Per-
namboco. 58 anos, viuva, branca, S. Jos, rua-
do Padre Floriano n. 5S.
dem 2286Antonia Maria da Concei(ao, frica,
15 annos, solleira, parda, Sanio Antonio, hospilai
do '.armo.
dem 2287Joao de lieos, Peruainhuco, 10 annos,
solleiro, prelo, S. Jos, ra Imperial n. 29.
dem 2288Albina, Pernambuco, 6 mezes, branca
Boa-Vista, ra dos Prazeres.
dem 22S9Antonia Maria da Silva, Pernambuco,
8 mezes, parda. S. Jos, becco da Trindade, eni
casa de Custodio Jos da Cosa.
dem 2290Mara da Conceicao, Pernambuco, 2au.|
nos, blanca, S. Josc. ra do Forte n. 18.
. lacraros.
N. SI iJoao, frica. 15 anuos, salteiro, pardo. Boa
\ isla, falleceu na Estancia onde se volla para a
Baixa Verde.
dem 815Raymundo. Pernambuco li annos, sol-
leiro. pardo. Boa Visla, ra da Matriz n. Ili.
dem 816JoSo, frica, 50 anuos, solleiro, prelo
Recite, ra do Pillar n. III.
dem.817Jos, frica, 60 anuos, solleiio, ra du
Brom n. 28.
IdemStSAnlonio, frica, 20 anuos, prelo, San
Jos, falleceu no hospilal de San Jos, Praia de
Sania Rila.
nesumo da morlalidade.
Morlalidade do dia i al as 6 horas da larde1:1.
llomens 2 mulhcres 9 prvulos 2.
Total da morlalidade al hoje i 3,11:1.
llomens 13.58 mulheres 1175 prvulos '11(1
Recite i de abril de 1856.
A commissao de h\ ciee publica Interina,
Drs. Su Pereira, presidente.
tirmo Xaeicr. secretario.
/. Poggi, ailjoi-clo.
omtttttica>o.
BLogcENCiA Sagrada.
Bossuet eo grande ('onde'.
Coudu-ao.
Elle eenaeea ; a scenaseabre...
Para aunuuciar o principe, Bossoel evoca de seus
lomillo os mais famosos conquistadores da auligui-
dade. Cyro appareceera primeiro lugarCvro i< Ho-
rneado duzeutos anuos antes de seu nascimeiilo nos
orculos de Isaas aquclle a quem o lieos ler-
rivel precede .1 nos combales, que prte os res em
fima e despedaca as portas de bronze. Mas que
oulro guerreiro be esse que a se levanta do Occi-
dente como por saltos, e sera locar ua Ierra!' > a Se-
ra Alexandre un o principe de Conde .' u He Ale-
jandre; mas Conde aasotna ao seu lado ; a barrei-
ra que os separa desapparec-. Vede como esse prin-
cipe gigante da ao campo de balalba com seu 11-
domavel valor !... Ei-lo em frente de Racroi !
Vede como elle se alira ou a victoria ou a morte!
Debalde II. Francisco de Mello, o aguarda a p fir-
me cora as suas vclhas legies xvalluucaas, italianas
e hespanhoes. 11 Elle, i uns fere com a sua form-
davel espada, a oulros fulmina com o lampear de
eos oaos. Debalde .. oa grassos batalnoe cerrados
de Infamarla da Ilespanha permanecen! hihabala-
veis i) como outros lanos baluartes : a Ires vezas
o principe tenia desbarala-los ; tres veres he repcl-
lido; 11 mas emliiii o grilo de victoria raboa em
torno do guerreiro ; anida assim ella se conserva in-
deiisa: elle precipita debalde a sua marcha atravs
dos bosques de lleck... a resistencia recrudesce...
o principe o previo : mas pouco depois, ouve-se a
voz de desanimo no campo inimigo : a atirai as ar-
mas 110 chao, enrolai oseslaudarles a nao ha mais
salvacao para va .< se nao nos bracoa do vence-
dor n E com que olhos esses velhos soldados e
seus bravos ofliciacs encarara o joven principe, cuja
victoria aullara anda mais o seu alio carcter, a
quem a clemencia ajiiuta novos doles Conde
curva osjoelhos... o eiercilo cunera a accaodc gra-
cas 11 e toda a Franca he corresponde. Delta! res-
pirar o hroe ; nao o lomis, ce O rci conlenla-se
com seus servicos nislo he bstanle ; a elle nao
pensa se nao em fazer bem, e deixa vir a gloria aps
a virlude.
A's armas Conde, asarmas u He na ler mos-
trar por loda a parle, nao s A Allemanha como
Flandres, o defensor inlrcpi.lo qoe Dos nos enva...
Dcmorai aqui a vo.ssa attencAo. Alguma eousa de
mais formidavel, Ho que era Kacroi, se prepara con-
tra o principe.... Mu objecto se me aprsenla aos
olhos'.' Nao lia somenle homeix l combalerha
rnoutanhas horriveis De um lado, barrancos e pre-
cipicios ; de oulro, um. bosque immenso entresa-
chado de alagadicos ; pela retaguarda, regalos que
serpeam, e prodigiosos enlrincheiramenlos : por
toda o parle, reductos levantados e florestas hinca-
das por trra... e no interior, existe o intrpido
Merci, o vigilante Merci, Merci com os seus bravos
Baravonezes 1.. Que lulas (Jue combates! Qne ata-
ques Que resistencias! Que ardor! Que obstioa-
c,,io '. Que enc.irnicaiueiilo Que constancia Em-
lim. a o principe v--e cuno que abandonado de
seus companhems d'armas ; mas o seu braco o nao
abandona. Terrivel como o raio, ei-lo que se
lanza ao cimo dessas monlanhas inaccessiveis o e
seu exercilo arrasla ludo aps si A propria natu-
ral se levanta para defender Marca ; mas ilutis
eslorcos !:i elle nos courm, assim como a sua ar-
tilharia, a sua bagagem, e as cercanas do Bhenn. o
Vede como ludo muda de face Philisbourg esla
na ultima eilreinidade... YVorms, Spire, Mayencc,
Laudu, c vinle e tantas praeas nao menos impor-
tantes abrem suas portas e Merci, onde esta elle ?
Merci, o proprio Merci desappareceo .'... Anda isso
nao he ludo : elle cabe aos ps do vencedor oNor-
dling ver sua derrota : alli se decidir que nao
mais se lomar a dianleira ao F'rancezes, nem
na Allemanha, nem cm Flandres .. Dos assim a
ordena. 11
o Oh dor acaso me illudem os olhos t Sera o
joven hroe que vejo arraslar o opprohrio da prsao,
110 mmenlo mesmo em que elle nao respira se
nao o serviro do re. e a gloria de sua patria '.' Ah !
elle ahi entra mais innocente que todos os boracns,
e dahi salte mais culpado que lodos elles a Tran-
quillisemo-nos, porem : sua equaninidade o acom-
panha por luda a parle : mesmo no meio dos es-
Irangeiroa, elle conserva .1 ton casa a preemineneia,
a'da Inglaterra a magestade ; c bem depressa aos
brilbanles apanagios o hroe prefere.....que'.'o
seu dever e as boa gracas do seu re : bem de
prea elle vai oflerectr-lhe duas vidas : nos campos
de r-inelr.il sob seu cavado esvaido era angue, e
s.u lilho he ferido em seus bracos.
Os espectculos mudam de perspectiva. Vejamos
agora o principe couduzindo os amigos aos seus
"a-
e
janlins encanladiajfs, ao murmurio dos salpicns d'
cua que sasurra oa e imite, a Ve.le-o, simples
natural, mudar de aspecto com a narraco de seus
infortunios... Sera e:te aquello que subjugava ci-
dade e gnnbav a batalbas'.'... Heconbecei o hroe
que. sempre igual e sempre Ihano... subsi>|e nalu-
1.lmenle o mesir.o que deve ser para com os outros
horaens. Em sua .locura, e na sua grande forra de
rentada, elle se anenelna a um rio magesloso e be-
nelico que, levando plcidamente ao seio das cida-
des essa mesma abundancia que prodigalisa ao
campos, se enfurece c trasborda, quando se len-
ta appor barreira ao seu curso natural c tran-
quillo.
F'sculai '.' nuco o reunir dos iiislruniciitai de guer-
ra !.. ouco o rular dos tamborea a o travejar das
fortalezas! Conde, Conde.! compleai vessa carrei-
ra, noslrai o voeso granja aenio.,.. Nao o a^dea?
rom que vivacid.nle elle roinpn heude n'um momen-
to lodas as vanlagens que pude .lar oc tirar?...
sempre e ostenta resoluto c proraplo a atacar o
inimigo '. Bem como .1 aguia que, vibrando cm re-
dor de si suas vislas perapicaies, vai rpida e rer-
j leira a presa que visa, as>im Conde 1-0111 prebende
I e desbarata ludo que se lhe anlepoe Kemootni-vos
i a' Piclon... o exercilo entregare a disaipacjoes e a
| divertimenlos 5 mas Conde vela... isla he bastante.
Iti inimigo levanla o campo ; be aso oque elle de-
jsejava... parte... Ja o exercilo hollaii.lcz com os
en viberhos cslaudartes lhe nao escapara : ludo
nada era saugue, a presa se realisa ; o lorinidavel
exercilo ja nao exite mais !
O licroe roa uas ataa do triumpho a oulru poni:
o vejo na Calalaona estudando nos coramentarios
del..zar a arle dos acampamentos ; vejo-o ja em
Pielon. cm Quulinoy, deixar aos capitaes dos se-
culos tulliros sublimes prereilos dessa arle sublime
diego as portas ile Paris. fio fogo. no Iravaryja
peleja, nos esbninbardeamenlos que placidez-!,
qne calma !, que vivaci.lade e ardor Elle se moa-
Ira sereno c tranquillo quando lodo em torno d'clle
be ronfusan e desorden) Semellianlc a' essas altas
montauhas em Cojo vrtice passam as tempestades,
o guerreiro se conserva immovel, ao fuzilar do re-
lmpago narcial I'ransporlo-ne i Leus... o ar-
chiduque he deposlo : suas vellias tropas pozrs-
sera : sua arlilharia cabe em nosso poder ; a Bck ,
qoe lhe promedia a victoria, dilacera suas eridas
cem as maos eusaiigueuladas E para que pere-
pilar a nbsaa marcha '.'por loda a parlesurgein no-
ros recursos, novas descoberlas, e sempre golpes
lerrivcis i Todos os governos einlim lhe entregara
suas praeas. .< Dunbcrque he tomada era Ire/.c dina,
no meio das cliuvas de 011(0110 ; e esaas naos, lao
lormidaveisaos nossos alliados, cruzam de repente o
Ocano com os nossos estandartes.
I ni ene Conde Ihmeos extraordinarios, a
adniracio do nosso seclo ora unidos, ora medin-
do-se 110 canipi, de balalba ..! tirande 1 urene Con-
de vos he superior .' Turene admiro vosas qualida-
des : Conde o vosso genio me confunde : nao he
somenle na guerra que nos moslrais o prodigio da
humanidade !
au ha dovida de que smente de Dos descem
esses grandes dona ; elle os liberalisa aos seus pro-
prios iniraigos, quando menos o esperara. Alex an-
dr, o que quera l '.',. A gloria a.Va lereis
parle em lodos os paneguricos. Romanos, o que que-
ris vos ? O poder .Vos (eris o imperio do
mundo. <' reis, coiifundt-vos em vossa grandeza!
Conquistador!', nao celebris vossos Iriumpbus '.
Dos .1 Ibes da' para r.'.-..m,.-n-a a gloria dos lio-
mens ; e em que consiste esta gloria '.' Talvez, em
suas medalha-. em suas eslatuas de bronze... as
raines dos seas monumento... em sua idea, em sua
sombra... reis e conquistadores, coiilundi-ros sob o
paso desse phanlasina do gloria ; aprende! de Conde
a seguir uniros cainiuhos.
Ja lie lempo de repousarmos o dia comer a de-
clinar. Vamos com o principe aus seus aposentos.
Vejo primeiro que tudu um veueravel religioso, que
ven regular os negocios da sua conscieucia a e o
hroe ja se uao .1 oceupa se nao em vencer-se a si
mesmo ; c em ollerecer-re ao seu Dos. Ei-lo
que sabe da meditar,*) dos sanios livros ; de presen-
te, as sua 31.Mides delicias roiisislein em 1. libera-
lisar favores ... orpbao e viuva ; e em rereber
com loda a benevolencia oa pobres que o buscam.
Ha pouco inspirara a virtude a seu neto
os votos da religiao e da palria ; figuremos, apea es- 1 ser explicada, aeaale pela immiwde e odio que Rn
se longo cortejo, o vulto venciavel de Bossoel. com |**"?W" "'" pre.i.lenle. tive de mandar ooir ..
doulor f.romotor itublirn. n mu ^m .... pronto, ,->
planean
que era
seus cabellos brancos. encanecidos prcraaluramenle STIT l"mol..r publico, o qual rm -oa p.
por seu, grandes Irabalho, reco.hido na immensi- 'Z*. ^Z&XrjTZU
dade de sua dor e dos pensamentos que lhe desper-
tara nal na as mais charas recordac.ies ; figuremos
einlim, ouvir esrapar aos seus labios as ultimas pa-
lavias que, como IrradUeJIn de um astro que se
some, cahian da ideira ruuehre ; que eniao pode-
remos avadar devidamenle a magestade dessa sce-
11a augusta em que as g.iilas da eloquencia deslum-
bravam os brilboa da grandeza humana '.
" Quanlo a mim. se me he permillido, depois de
.. tantos oulros, conclue Bossaet, vir tributar os ul-
.. timos deveres i este lomillo... en vos assegaro, o
.. principe, que vu vivereis eleruaincnle na minha
.. memoria... Aceilai estes ltimos nlncaa de urna
voz, que vos foi sempre conberida: e vos asse-
vero que 11.10 pregare inai. Em vez de deplorar
.1 a morle dos oulros, grande principe, quero -
.1 prender dora em dianle a saber narrar como
roa. Feliz se, advertido por estes cabellos bran-
11 eos das conlas que llevo dar da minha administra-
.. cao pastoral, en reserve ao rehanho. que me cum-
.. pre nutrir das palavras da vida, os restos de urna
voz que enfraquece, e de um ardor que e extin-
.. gue. 11
Pinto de ('ampos.
a base daqurlle Mimmari...
Ten lo orrorrido a faci nos lerm". de que- acab-
de expor. e nenhuma prova nem da nuil. 1.1 4
lermo, qoe fez a bise do proc-o. apparrcrti-io
contra Pare na) aa, romo quena o Sr. doalrr Aqanv.
que o delegado o enndemnasse I tnde et.. nev. mn
proredimento eaaaa, qne o aulnnte a chamar, e al-
ciinhar-me de prolerlor de Paranbn*. .-ora qoe
nunca tive relacoe de amita.le. Sr. doulor Aqarino.
o mcus arlos no drsempenhn ,l omprrco de lele-
gado que ha dous annos exerco -ao patntese .. res-
peito d.-lle, gracas a heos, nao bul-.. Me a menor
censura, servindo sem interesa* algum ante, em
prrjoiz meu, encarando .. crise arlo ,|. m me
haver csrusadoao serrico; porlanla.v.doalor hala,
rm oulra porta onde arhe juslifiearoes de en |a-are-
diinenlo. quando inconsideradamente (ese 4e -l..r
parle de d enle de membro da romamni le hx ave-
ne publica, e nao em fados antigs, ruja reenrda-
co nao o aliona.
f.lueiran pata, seiibnres redactores, entera <-la-
;...iu' 1 li.ili... com .. que ohrigarAo a sen coajvtanSc
leilor.Francisco /temarlo de ("arreMa.
Renfe.l de abril de MM,
0tte&ponbei\xia>5.
Srs. redactores. Ainda que pouco amigo de cs-
crever para u publico, principalmente no lempo
prsenle em que me acho attenuado de trabalboa e
cuidados pelo llagello da epidemia r. maule, nao pu-
de lodavia sulfurar o senlimenlo de 11 dign.-e.io ao ler
um trecho de urna correspondencia do Rio Formoso,
inserta no Marjo de I I do correte, na parte que
assim se exprime: < Neste lermo como em moitos
outros da provincia o procediineulo dos senhores de
er.genho, em geral ) forma o mais >ergoiihoso con-
traste com os habitantes da cidade."
lie 1,1o injsnta quanlo indiscreta as.erc.io, duas
ideas se apreaeutan, por uma naa)eiacao lgica .1
mente do leitor ; primeira, que a caridade a se ani-
truc os seus doineslicos. Mas sua fronte vesle-se de "l,i, e '""f"-a e'" a*al, us hahilanles das cidades.
Irisleza!... que iiovoaununcio de desolado lhe vira ou ,,a cida,lc ''" Rio rnrm<* segunda, que os se-
perlurbar espirilo'.' He a molestia da doqueza de Bour-
bon Elle parle... ah n aquello a quem os asse-
dios e as balalhas nSo poderam dnbrar, vai agora
perecer por sua ternura a Exhaiiridojpela dor, cor-
re a ler rom o rei para aniiuuciar-lhe a infausta
ilion e de i'i.jenlio nao leem pelo matln a quem soc-
correr, 011 que nada prezam a vida dos pubres ma-
lulos, sem din 1.la em milito maior numero do que o
dos habitantes das cidades.
Ora, he sabido que ha pelo mal lora aior populacho
noticia ; .. mas, a qualro passos de distancia, cabe d que "as. cida'les- xillas e povo'"^. <\<>* h
desfallecidono)a maneira de expoi-sc pelo seo
rci! o O grande principe fraqueja, a morle se lhe
upproaima Ol conde I a nossa perda he inevi-
lavel a .l/e Dwa, diz elle, teja /tila a rossa xon-
tade eume entrego aos vossos bracos. A' esta ei-
clamacao de sublime cnlianca, proroinpeiii solutos
de lodos os lados; mas elle us impede' com rogati-
vas ; tranquillisa os seus amigos ; eslende seus cui-
dados a ludos ; (eslemunha a seus lilhos as suas in-
Icocoes ; confessa-se cora huinildade, recebe o pao
cuebaristico com lodo o fervor ; solre com resigna-
cao as angustias- do passamenlo, beija mil vezes o
igual augusto da re leiniic.io ; e, o com os psalroos
sempre nos labios, pede que se lhe repilam as ora-
ces consoladoras dos moribundos, a Oh d'En-
ghicn !... vosso pai!... o desolado lilho cose seus
labios com essas maos aiuda ha pouco victoriosas, c
agora desfallecidas a : lanca-se ao seio paternal ;
quereria, lalvez, inuteis esforcos a reler o charo
objecto de seus respeilus, de sua veneracao e de
seu amor, a As forjas lhe fallecem : elle cabe
seus pes 0 principe a sem desmaiar, chama a du-
queza. 11 Novo Jacob, lauca heneaos de lernura so-
bra seus lilhos ; ahencoa ainda, ora aps outro, os
seus mimosos netos. Ah Canil, seu querido lio,
vede-o !... As a ternuras e as exhortantes se reno-
ram... /.embrai-cos, meus filhos, gue\na sereil
jamai<, nem grandes homens, nem grandes prin-
cipes..., se nao mio guanta fordes homen* de bem,
fiis Deo< e ao rei. 1. os gritos retumbara, e as
lagrimas correm... Dos, que scena arrebata-
dora !...
Entretanto, na corte recor.lam-se suas virtudes
enl.'i neceme com o seu eslado ; o rei b.inha com
suas lagrimas as ultimas cartas Jo principe, c nao
sabe ainda que o grande liomein ja nao vive !
Bossuet aprsenlo* o seu hroe tal qual elle foi
not seui'ullimo* momentos. Agora um pouco mais
tranquillo sobre a perda do charo objecto, elle vai
oficrecer-nos nessa celebre peroracao, lautas vezes
citada, e com a qual a anliguidade nada (em de com-
paraxcl, o mais magnifico especlaculo que a religi, o
christaa pode ostentar cm seus lias de luto e de
dor !
He no mesmo momento em que o immorlal Bos-
suet robre cora as sombras da morle o hrilho das
mais bellas victorias; he qoan lo elle nesno con-
vida a 11 considerar o pouco que resta desse tao alio
.1 nascinenlo. dessa grandeza e dessa gloria ; he
ir quando geme sobre "ses titules, sobre essas ins-
0 piraci'ies, v.los phanlasmas de queja nao existe ;
o sobre esses simulacros de uma dor que se desva-
l ucee com n lempo : sobre essas frageis reliquias
k da vida banana, e essa triste immorlalidade que
.1 se da aos hroes a be quando sua alma oppressa
tambem maior numero de pessoas pebres, c menor
de pe-soas favorecidas da fortuna relativamente as
cidades, villas e pofOlfonj por cousequeuria, ainda
quando se podesse arranjaca toda pressa urna carida-
de provisoria, artificial, e ao mesmo lempo obrigalo.
ria, nao tinha cada seuhor de engenho ou pessas a-
baslada 1I0 mallo, obrigacao de soccorrer se nao -
quellas peisoas pobres que moi anan denlro de um
cerlo circulo, cuja circunferencia se alargasse ou a-
perlassecm relaeJM as suas pnsses com as do seu vi-
sinho da mesma sorle abastado : c islo com lauto
111..1- u/ao quanlo lie sabido que dossnecurros do go-
verno e dos particulares das cidades e povoaces,
quasi nunca participara OS moradores do mallo, vis-
to que todos se escoam a favor dos hahilanles das ci-
dades. villas e lugares viiinbea, por consegrante ain-
da quando nancbegasscinpara elles osdilos soccorros
o que nao be de esperar, por que nao s lem ebega-
do para os pobres, como lambem para mais alguem.
como se v do quese tem ess-riplo acerca do cont de
ris dado pelo Sr. Patrhell para Olinda, e de oulras
correspondencias deviam elles se resignar com a
sua sorte, visto a miseria que ha peto mallo, onde
cada senli.ir de engenho em regra lem mais de uma
centena de raiscraveis a quem soccorrer.
Ora. todossabem que as cidades ha esmolas para
diolas, remedios, baelas, existen b-ispilaes. mdicos,
enferraeiros, ele,entretanto, terao os miseraveis dos
eugenhose do mallo em geral,algum desles soccorros
da parle do governo, ou dos habitamos das cidades J
Nao serao oa senlmres de engenho era regra, os que
conenrrem com ludo que precisara os pobres .de sua
visiuhanra, dando-lhe sdinbeiro, vveres, remedios,
indo elles meenoa applica-los, recolhendo e curando
os que cabera pelas estradas, indo a risa dos enfer-
mos,e at alguraas vces niaudandoeiilcrrar aquelles
dos desvalidos que niorrem ?
Ora, se a ludo isso scaddirionar o haballin.cuida-
do e inclumele que os senhores de engenho leem
com as suas familias e fabricas, liavcudo das em
que muilos nao leem qoem os sirva poder-se-ha de
boa f querer que os senhores de engenho soccorram
a quem osla rodeado de soccorros do governo e dos
particulares abasiados '.'
Qual foi o engenho, onde nao se ac.-eilasem soc-
corros por n.io seren precisos, como succedeu ha pou-
co em Itarreiros com os que foram mandados pelo
Sr. Patchetl!
Seo tender correspondente, no fervor de sna cari-
dade pelos hahilanles da cidade do Rio Formoso>
desse um passeio pelos CDgenhos em qoe reina a e-
pidemia, cstou persuadido que se anependeria de
ler feito aos senhores de engenho em geral uma ac-
cusac.lo tao injusta.
Quando defendo .1 el,ie dos senhores de engenho,
suecurabe sol. o pensamento de que ,. nada falla i m lenho em D,e*br-< ". *m eocao,
.- essas honras se nao aquello a quera ellas se Iri- < *"" q"e em lodi,ias claSiL's ha "* dc "r'"il">e e
.1 hutam, c que eir sua profunda dor. elle que-
sem caridade ; assim romo nao quero fazer a mesma
bra .. essas columnas que parecen querer levar al ccnsura aos l,abi,,,nles J'1S cidi"les pnvoaces. por
a o co o magnifico testamento do nada do ho-
n inem ; be eulao que a Imaginaran julga ver a
sombra do grande Conde levanlar-se sobre essas
pompusas ruinas, e triumphar do lempo e da mor"
le, que podem ludo destruir, menos as virlu.les que
a religiao consagra e cora.
Que nagaaloaa sensaego dereria derramar-ae n'al.
ma dos que cumpunham es ouvireni Bossuet convidar, em voz lamentosa, lodas
as grandezas da Ierra, para assislirem aos funeraes
do grande Conde !
Vinde, povos, o vos quejulgais a Ierra, c vos
que abrs aos horaens as portas docn!... Vinde,
principes e priucezas, uobres vcrgnnteas de lanos
reis, luzeiros da Franca, mas boje obscurecidos e
cobertos de dor como de umanuvem peada... Ap-
proximai-vos parlicularmente .1 vos que corris rom
lano ardor na carrrlra da gloria Eis alli aquclle
que vos conduzia aos combates, a sob ruja ilirer-
dta fermaram-aa uto celebres eapitlea, e por cujas
raaos foram lavrados tantos diplomas compensadores
do mrito... abracai-o pela ullima vez
Que lincean locante as palavras de Bossuet quan-
do. elevando seus olhos innundados de lagrimas,
parece querer cnchuga-los, para olfcrecer aos ami-
gos do grande Conde as nicas consolara}*! que res-
tara a essa dorr.imiiiiiiii Ja nao he mais a 111a-
geslade da eloquencia ; he o aceuln da mais doce e
da mais virtuosa sensibilidade. Klle parece lemer
"le elles nao tenhain a forca precisa para precneber
e(e dever .le religiao e de amizade.
o V. nao viris a esle triste monumentov.is,
0 amigos do principe heme. Sim : vos bulos que
11 delle recebesles (aulas proras de eonflanea, cir-
u riimdai esle luinubi : derramai lagrimas e hen-
il caos sobre esle deposito venerando ; rousrrvai a
1 lembranrja de um heme, caja Imndade igualou
.1 sua coragem. Possa a ua incinoria ser serapre me o Sr. doulor Aniiin
que enlrcestes, rom quanlo baja pessoas sem carida-
de, todava para honra da humauidado apparercm
ColiarosTiburlinos Curreasde Almeida,Peret-
tis. Patchetl, Frei l.uiz c llerrulaiio, padres
Dornellas e Asaiz, e muilos oulros, rujosnomes lica-
rSo eternamente gravados na memoria dos Pernara-
bucanos, que sabem presar o herosmo e enridade.
Concluo aqui, senhores redactores, pediudo-lhes a
insercao destas toscas linhas, rom o que muilo ohr-
garao ao seu assiguante Joo Antonio de Souza
lieltron de Araujo Pereira.
Srs. redactor'.Celoso como sonde minha.re-
puiacao. quer particular, quer como cmpregrdu pa-
blicu.uau devo deixar paaaar desapercebidat as graves
accuaa(oea, que o Sr. Dr. Joaquim .lAquinu Fon-
ceca, em qualidade que CnUo era dc presidente da
ConnnsRo de hvgene publica, por mais de uma
vez. lauto em pesias olliciaes, como em escripios e
correspondencias que possa fazer chegar ,10 ronhe-
ciracnlo do publico, tcm lineado sobre a delegado
de pulida desla cidade. quando coiisidera-me pro-
tector do pharmaceutico 1'ar.iulios, visto nao have-lo
condemnado como infraclor de varios artigos do re-
gulameuto 11. 828 de 20 de selerabro de 1851, e
sim julgado si 111 lo e improcedente o processailo rela-
tivo a visita fcila ein sua botica pelo dilo Sr. doutor
Anana.
Se o simples fado dc nina aulori.laJe absolver um
acensada, -.111 que sen procediineulo seja luoralisado
e examinado, se esla lie accordo t-.un a prova dos
autos i vista do allegado e provado, e solleinoidades
da lei relativas ao processo. que ten normas expe-
ciaes. alera das quaes nao be dado s partes e juizes
obrar, be razan bastante para ser lida a aulondade
por protectora do criine, cabvel be a aecusacan do
Sr. doutor Aquino. porm se examinado o prredi-
incnlo da autoridade, reconhecer-se quo esla nao
fez mais do que observar e cumprir cora a le. in-
justa e calumniosa he a arguicao, que se lhe faca ;
sendo assim, permilla-me o Sr. doulor Aquino que
declinando de seu pensar .i senelbanle respeilo. ap-
peleinos para o pnblica sensato, que noe algara.
Em o dia I." de agosto do auno de 18.51 eimou-
ii ni.lo.1 ao v,io coriicjlo : possaui as soas xirlu-
.< des ervir-vo. .ie modelos exemplare. e que a
sua nortejque hoja deploris, vos irva da eonso-
lacao e de conforto, a
Quem pollera crer que a eloquencia da dor po-
derse anda fa/er lanos prodigios, depois de haver
ja prodazldn tao profunda cniocao Mas reslava a
Boss'iel a sua propria dor.
Kignremos, m he panivel, o scala de l.uiz XIV
ainda no seu maior esplendor ; figuremos ludo o
que a Franca c.nlava enlao de nomes mais famo-
sos pela grandeza, pelo genio, pelo nascinienlo e
pelas diguidade. reunidos no primeiro templo da
capila! ; figuremos todas as vcslimentas de morle,
decoradas de una lgubre magnificencia ; as som-
bras abobadas do lalo* fechados aos raios do
dia, e allantado* somenle pela luz plida do* lo- I
presidente que eo-
lio era da coinm--ao .1 hygiene, tira oflicioa da
meiii:' dala .-.m um lermo de vij|i.que navia feilo
na bolici de Paranbosein o dia 22 .! jelhududito
auno, a quem acensara do infraclor da iliversos ar-
tigo* do rila.lo regulainenlo. afini .le que en procc-
dese, como mecuuipra, en vala da nieni) lei; e
mandando en auloar o lermo, coja llegalidade .1
primeira visla era condecid, vala canter no lermo
um so perito, quando o artigo ,V.I do icgnl.menlo
rilado exige perito, sendo qoe oulra 11.10 lora a in-
leuca.i do legislador, porque enl.io se exprimira
pela palavra um 011 mais peritos.
Ou1 indo as duas Icsleiniiuhas, ionio preenciacs
au aclo da risita, estas nada declarando, principal-
mente a primeira do nomo Manuel Elias da Conrei -
cao. porleiro do Mlabelrrlmento ria hygiene publica,
que fui inlciramenle exlraniio .1 seinelhanta arlo de
visita, e que por isso ludo quanlo du termo constara
ella ignorara,Como se v do sea depoinenlo, que
o havia assignado em casa da mesma commissao de
hygiene, quando esla rallara daquella exame. o
Senhores reJarinrc*. Curas unais e amiga aaii-
1110 do cadele Jo- Antonio de Torre. Kanarie.,. par
evtrrmoso e aprecia,lor dr sua honra, rata Inca qae
bajara .1,- publicar a.-rgui.ir ordem iln|,lia ila gavera"
do I.rara, em que se l o ausento final, proferta pata
consclho de tn\e.ng...>i a qoe raspeadera a meas..
cadele, cerca das orcurrencias, que liveram la-
gar na cidade du Ico, em das d anna de 1*511. em
qne prelen.lendo o. preso, evaajiren-se da raien.
aprescnlarain-se armados as rna> daqarlla rtdade ;
e o cadete que eommandava a resperliva aaaraa. ai
Trente de -eos canasadn, auxiliado por altam pat-
zano. p.le obsUr a prelendi-la faga ; rraallatid*
dessa lula a morle de dous saldados. dos preso..
Quanlo a razio de derorndo mais de dous anno., nala diarran., e aesa
he preciso, porque a indicada dosle a expiara emm
a maior clareza l. E que o conselho dr invr*liga-
cio ...iibe bem conlpreliender a rr-ponsabilidade de
um commandante de guarda, qae pre-a a aee beara
e lhe nao ralla coragem e resnlurAo nos ceelUria-
deata arder, en. que um mihi.r nn r.>te asienta*
a calma, pro.lrn.ia e refiexiu. lao ...ce-.,,., r ti .
louvaveis 11 um legi.lador, 11'lm mafislraita "
lu.,0 I ieaatr te /arres Aaadrer*.
A >iladas informac-, a qoe se |*redea. ra-
bie a accuac.i 1 conslaule do (.roceso. que realra a
egun lo cadele do meio b.lallwo desla revi acia
Jos Antonio de Torrea Baodeira. rea esa |M5;
na cidade do leo. dasded.race frla. pele mriax .
cadele. das lesleninnhas per e'lle [*..dundas, parare
.1 este conselbo, que a .iccasaran est detra.da e
por issai n.lo julsa c, menrioaada cadete
lanto mais. quando e v de Indo a proecusde
tal enme be lilho da calumnia, por rITevIa. 4*' iai-
nenaJea c aJarafa* de vincaoca. Sal .la. -[uii_ ,|,
conselbo de invesligacao.uo palacio o averna da Ci-
dade da Fortaleza, 21 de dezemhro de IK5.V. \..
sigiudos, Joao Baplisla de Mello, raptUe |treaea-
le.Antonio Franciwo Avila, lente inlerrasanlc
V cenle Ferreira Comes, lenle voaal.
Srs. reda-loro :- Por mais dc uma rez se lem
tratada no seu cuuceiluado /Uano da estado da es-
dade de Olinda rom referencia -il-raidadc arta!
da epidemia leinsulr. qae lanas "Irnaa a liatn
mal; lem feilo e vai fazen.lo cm qaasi loda praxia.
cia, e slo, nao -rnenle em pequeas naait.."
aa, como ate mesmo inpr.ipno nelrruptet .*-
manal, e na Pagnut tcilsa : lamben aa /jarra'
Ptrnamhmcana se ihaaj alguma roaaa a reapeita, e
ain la mais no I&jfa* Pernamlvamo, cam
rcm, confessar. qae quem qoer qae tem a
criplor, ou inlorroaiile parece ignorar o qae par
aquella ci lade so ie,,, passado. xislo cem* anea*,
exactamente o lera referido. Creada, pois, qae asa
sem. Ibaiile procedimeulo be todo involunlario. e h.
Iho iniicaineulc ria falta de informares qae iaen-
le all podem ser colhi la. e lendo ronaecida ame
principalmente contra o lllm. Sr. lenent.-roraaal
Mauoel Antonio do Passos e Silva alo diriavda. .-
censuras, em que al.....dam lana esses earripi"..
sendo que o piafarte eacriplor d 1 Pagina Aralm no
Diaria de hoje assim se exprime : a Km. Hiela,
por exemplo, he lado e esl.i em lada a V. Paaaw!
ja como delegado, ja romo lenenle-coraaH. ja ra!
rao hornera de suas patacas, j, romo potencia elei-
toral, ja como o Sr. Passos. E mar. eebaa-
te... ma oSr. lenle rnrei-el Paaso aaa qaer
dar espansao ao seu aaajbj hemfeaej-. aaa qmz
ouvr o Dos le favorrra dos psdM-e*. etc.,
ele. ele. E ain la ..,.: 4X eM. ._
peJimos ao Sr. Passos que se aa .Trae ario,-1 >
S. nao pode oa lulo qaer, ou 11.1 se anima a rxer-
cer a delegacia passe a ootro, oa nerj .......|,.
inissao. i. Propooho-me a reXabelecer o. tarles ma,.
imporlanle,. e que podem ron.niar ama aecaaaraa
conlra aqoelle. a quem mais a menos roma a bVi-
gacao de pieslar-se cm deJicara,. e caridade aa ca-
lamitosa crise porque vai pas-tan le Olinda, di .rujan
do por esle nada qaalqur miz meaos (avaraxrl.
queporxenlara lenha feilo paMico. aa
lacs escriplos coiicorrcr para que se o faca a
lo do mesmo seuhor lenle .coronel P>MM. an
bem qualilicado carcter enlre os qae artaalesHe
merecem qoe srjam disliugoidos pelo cpinla nana
Hilario que bao desenvolvido.
Os fados argidos sao os segrales : I., a
cm 11; 1 ola lem morrido
lhe
1*-
a es-
peso
mingoa. porqae naa .
lem prestado o. devalo. >ocrrr.~. e ^ a
deixado c.n abandono, uio obviante haver asna ra
fane de beneficencia e ler esla promovido
mesma ci lade una sobscripri,, qB BMaMa a
quanlia de )> rs.. ignorando-^ ,ie nu. l(ertnH,
se deu a esse dinheiro. sendo poren cerla que Oeste
se apossaram os Srs. lenle coronel r>atn. e la.
Queiroz Flanea, nao obstante ler o g .vero ,lj,|.
dinheiro para esle li.n. sendo qe apen. o Sr. JM.
quim Lupes de Almeida. e um ou oolrn partiealar
tem acudido com soccorros proprio. a.,, indigaalc-.
2.", Que dillicilmeute se lem feilo alli ealer
ramelos, e ate n.. dia Ib do cnrrenle w arluivam
msepullos no cemilerio mais de 20 cadveres aee
foram sepultados pelo lilho do nanea Sr. laaaeaj ajj
Almeida. qoe a >ua cn.ta pag,.,, oof ,,, ,M
iiuraauil.rio servido o ajudaram.
:l."; Que se quiz aapaaan o. caveiras qaaa.b, ta-
rara rereber a paga de seu trabalhn.
1.0, Que o hospital que em Olinda seereee, anb
us cuid. dos da commissao bendicen! he otn mala-
dooro, nao lem preenrhido o fim de -aa ce*.10.
e ale esleve ja lechado por alguns da.
O primeiro tacto he eiu riuviria algama inroales-
(avel pelo que diz respeilo a morlalidade la pov.
a'mingoa, dizendo-se emgei.l. e ronsiderande-^
o estado da mais deplorael indigencia do n.w r--
vo ; he ine-11.0 exacto que iccouhecido e.|e estada
do nosso novo, a falla do. nere-.aro sorrorras lem
sido a causa da grande mortandad* delle em mui-
da, como o lem sido em lodos m pon. da prov"-
cia. em que infelizmente a epidemia lem aprwrrn-
do. em lulas a parle, inesino do mundo, em que
o cholera tan entrado 5 masd'ah s* nao ,leve e aa
n.io pode mesmo tirar argumento contra a. aton-
dado de Uliaae, contra ... par I .calar*, anda o
mais favorecido* da lortnn*. e mena, ainda ca ira
o Sr. lente coronel Pa.so*. porqoe nem essas au-
toridades taran habilitada* dev idamente para prr-
lar esses soccorros. nem M parlicolaie. da pobre O-
bnda pndenam minislra-lo, nem a Sr. lente en.
ronel P.isso* o poderia lambem la/er, atada qne
riespciidesse alo o ultimo real do *eu pos.ui.lo. nem
linalineiile. humanamente f lando, e podem |a-es-
tar sorcorro a uma p .polar),, de modj a evitar qae
duranle o dounni. de o.na erahareaa -lerradara.
que em loda parte, en qae araparaee, baalaasjaj
que os l.i.-o. niai apenad... e jtrouv ~m:'\tn.b.-^
o* pan abandonaren! ... liih.. es>M a aq.i.llr. ele
familias inleira., sean nnilln popiil,-.,.. .nleira-!
narran a' nieas '
EeaUrerdada sobreahc lano quanlo esla axe-
ngui.lo. e .noguera ha que coi.lesle, que o profane
governo cora o* seo. uiexhaurivei. ofre*. ram a.
sea*, illnnita I.k recurso., rom o sem numera dc
seu* agenles olliciaes nao tem podido mn.egar ana
a cla.se pobre, e principalmente a 111 lig.nie de.xe
de M.llrcr minio uiais de que a* oulra ataana la
aetedade ; que .,., ,# o nanean de aan victima.
lalvez na razan de sil pr c. wll > M^ 4
lolal -la morUlidade. e sacrificadas nma..; mia-
"' qc na verdade se observa pelo temi escripto" "cora I ** : l'""lue ajaaataa nao he so de dinheiro. aaa
il.e.ro* da no.tc, liguemos o. principe, e aa prin- l.nl. diflereate daquella en, que anigaaJTa late- tamben, de ag.me. humanii,,,,-.. o gavera, lem
rezas de un,., augu-la lamilla, privadas daquelle raunh. seu nome. eneantrada mai* di.lieul.lade. en ler erte* e enO.
que fazia a sua gloria e orna.nenlo ; os rmnpanliei- ,h'u,u '* ,]'1" >>' Paranho, que era dorumen- [in,,, ,ll(j0 f.. e
roa de tantas victorias; o, S0 ne choravam a !M.:e ,e,,cror,,,as Pr*vou fl/habilitado para ter
i-oinmellido as faltas ai cuidas
uouca, t, 11.10 ti.ivet ,ii uas ai
perda de un. prncipe, cuja amizade Ibes servia pe|, commissao de hvgene, cuja argido na,"ide
de brazao e de litlo de honra ; os ponlilices da re-'
ligiao, cojo miuislerio sagrado se moslra anda mais
respeilavel nes*es grandes triumpbos da morle ;
todas as prmeiras ordens do Eslado, em seus uni-
I Bossuel nao linha enlao sent riucoenla e no-
ve annns. Poder se-hia dizer delle o que Plinto di-
zia de irajano : parece que os Jeuses lizeram que
(orines de lucto, alravessando em silencio esse lugu. jeus cabellos enhrauqueresseui antas de lempo, para
bra recinto, e se approxi.nand.i desse resto nonn- ,lw >">'<""""> tronle ...aior raagesl.de.
.xon stne gttodam munerc denrum, /eslinatn se-
meiilo, cuja altura *e elev.va al a abobada do tem-
plo, como que para fazer chegar ao co as preces e
nectuti* insigmbus,\ ad augendam magestalem, r-
nala cu'sari'fs.
E con
m ludo 1 inda lem ateta muilo amito, da
humanidade reparlirem com sen. irmaos indigente.
a qoe lem, e da qoe no lein di.por. .en lo aat en
verdade muilo e lera distinguido nisloo.Sr. lape.
de Almeida .em riuviria um rio. mais favorecida
da fortuna, en primeiro proprielarioem Olinda ;
e o Sr. tener,, coronel Peaa, e o Sr. I>r. Maaoe
Joaquim Caneare da Cunha era nada *e han riii
guido menos, notando-*,' apena que o Sr. Le
por vezes dislribue era pessoa os seus soccorros
V
ILEGIVEL


CURIO Of PERUM&UI SBADO 5 DE ABRIL *E I8S
prnprias rasa* dos indcenles, ao passn que aquel-
los stnli re-, (['ni innmero- agentes encarregadoss
de urna (al coininissao, o suas casas eslao diana-
raenle chcias ile pemil indigentes que se despe-
dem seropre satisfeilas. (Jue o digan os indigentes,
os pobres mesn.o da cidade de Olinda e seus arra-
baldes.
Sob a f do juramento, Srs. re .seguro que a bolsa de caridade do Sr. lente co-
rouel Passos anida se nao lechou, desde que a epi-
demia se manifestou tm ((linda. E, se tanto nao
for bstanle, all exislem anda niuilos dos soccorri-
dos por elle, ouvi o sen (estcmuuho.
He evidente, pois, que o facto de morrercm mui-
o boato de qncliaviam nuil de Jl cadveres inscpiil-
(os no eemi(crio, e osla noticia foi levada .1 casa do
Sr. lente coronel l'assos pelo Dlho do Sr. Lopes de
Abatida, que se nlTereceu mcsino alii para dirigir o
servico do enlerramenlo desses cadveres, nina vez
que Me des Sr. Lope de Almeida vio que, emhora de cama o Sr.
lenle coronel Poeto., ri de sua casa que parli- dica.lo. se'm jamis ler'
rain lodas as providencias para que cssa- pessoas pe-
didas Ihe rimen prestada, como elleclivamcnte fo-
rain, indo lamben, sem perda de lempo os senhores
subdelegado l)r. Passos c Silva e o acadmico de me-
dicina o Sr. Alfredo da Rochl lia-tos-
O qoc foi, por., que todos iran no cemiler *
la. Pessoas a' mingoa em .-linda nada pro... contra Viran, que elTecliva.nen.o havia.n essas|sepul.uras' deObnd. man
II .>I~' fllliQl.lik ivur-i un 11.^.. ... ______-*.s..i 1 i..* ni' in ..... 1 _________
mellior o fazei-llie a justic,, de. retirar as e\pressc,es
com que a elle vos dirigiste, c nao receieis, cu vos
asseguro, que elle r< pedir un premio, e menos
.ique .1 visla dos gemidos,. dores ,|,, hum.ini lade elle
cont galibar, galftar e florear ; nao, que elle be in-
digno de Taze-Io.
Todos quanlos o eonlieccm o lera >iio lempre de-
iminndado ogoverno e
Den n.osmo aquelles cora quen. vive ligado cm po-
ltica.
Declaro que nem de leve pretendo molestar pe--
soa alguna, 11 niugnem individualmente aii.-ibuo es-i
ses escriplos a que me reliro, a niugnem neg os dig-1
nos kilos pralic.nlos na quadra aclual ao habitantes!
0 hr. (euenla coronel l'assos, nem conlra as autori-
dades, nem finalmente contra nanea algiima ; be
islo urna cousequeucia natural do estado de indi-
gencia e miseria do povo de Qlinda, indigencia c
miseria que lana em quasi sua lolalidade, o que
be devido a' falla de neioa de vida que. des le mui-
lo lempo, e puuco a pnuco se llic lem tirado.
Ha era (Mioda urna commissao heuelicenle com-
posla dos senbores leneule coronel Pateos, lente
coronel IIj guio, Dr. Unciro/ Koraeca, l)r. Lobo,
rapi.au (iuede-, e cidad.lo Lopes de Almeida.
Anles que esta commissao fosse assim composta ;
e milito antes que a epidemia se manifeslasse em
1 Unida, os Srs. lente coronel l'assos, llr. Quei-
roz, Lopes de Almeida e Dr. Silvino CavalcanU de
Albuquerque promovern, pelos seus babilantes
uina subscripto que pelas assignaluras, subi a
tois de 8OO3 rs.; e constituida a commissao se pro-
moveu arrecadacao das quanlias assignadas, pro-
duzindo apenas pouco n.ais de TIKjV) rs., c della lo-
raou conla o Sr. Dr. Queitoz como ihesoureiro.
Cotilleado o valor das quanlias assiguadas pela
subscripto promovida, a commissao te dirigi ao
governo da provincia pednido que llie fossem minis-
(rados os objectos precisos para se monta* mil hos-
pital uo edificio em queeslcvca academia | ja mau-
llado por a' disposicao da cmara municipal para
este (ira ), segundo urna nota assiguada pelo Sr. Dr.
Moraes, nico medico aqu exiliante entilo; bem
como un. medico que se p le--, cncaireg.tr do Ira-
lamento dos enfermos que ao rnesmo hospital se re-
colhessem, vislo coom o Sr.Dr. Moraes, com, medico
do batalltao i." de arlilharia, tinlii csperialn.enle
a -cu cargo o hospital militar, e era alem disto pro-
curadlo com instancia por lodos quanlos cram ac-
commeltdos do mal, quer na cidade e quer nos
seus arrabaldes ; estas pedidos forara feitos em (7
de fevereiro, c como quer que proniplamenle no
satisli/.esse o goveino laes pedidos, os Srs. Ici.en-
lo coronel Passos. Dr. Silvino Cavalcauti, e Lopes
de Almeida resolvcram entre si abrir o hospital,
ministrando elle- o ner'.sarjo ; isto fez-se imme-
dialamenle t o hospital abno-se. e nclle c recebe-
foi unicainenle esclarecer al-
guna fados e diesipar qnalqoer mi jnzo que por
venlura se pdeme fazer a re-peito do Sr. lente
coronel l'assos. )
Soa. tenhorearedactores, etc., etc., etc.
Kecile I\ de marra de I85K.
hespilate, mesmo nos ilesla capital ; e pois se este
facto autorisasso asan qualiiirar.lu de malailouia,
niio beso era Diinda que ha maiadouro, lamhem a-
qui os ha ; mas uii.guein em hora senso o dir. En-
tretanto cumpre declarar que reeolhendo-se ao hos-
pilalde 1 (linda un numero muilo menor de enfer-
mos do que era qualquer um dos hospiUes desla ca-
pital, era iienlium desle se dea anida o laclo de in-
feren cm convalescenca IS enfermos, como boje
por cxetnplo. me consta que ha no hospital de lllin-
d,i. Bala he a mais robusta prova q 10 pomo offere-
cer cu. abono da dreccau,ilaquelle hospital, era que
principalmente figura oSr. lenle coronel l'assos.
O fado de se ter recitado urna vez esse hospital, foi
cabalmente explicado.
A vista de ludo quaulo tenha dito sera ou nao
cerlo, que quera quer que lem eecripto 011 informa-
do o cscriplor desses arligos. a queme lenho referido,
conimclteu mallas iucxaclidties".
Ao que vera perm, senhores escriplores da Pagi-
na doulta,mmpedaeinkot con. referencia aoSr. l-
enle coronel l'assos '.'
tual S. S. ralo pode ou nao quer, 011 nao se anima
a exercer a delegada, passe a nutro ou peca a sua
dentaste, diz o cscriplor da l'agina Acuita.
l'ois iguora esle genitor que o Sr. lenle coronel
l'assos, boje era ((linda, e cora referencia o estado
aclual de cousas, lio apenas ntembro da eom de beneficencia'.' Parece que ignora. Saiba portan-
lo,S. S. qoe o Sr. lenle coronel Passos nao he o
delegado de (Unida, e nem como primeiro supplentc
que he, esta em exerciciu, e era esleve inda desde
que a epidemia se inauifeslou naquclla cidade.
Na lerceira dominga de Janeiro quaudo, como juiz
de paz mais volado, leve de presidir a junta de qua-
raui diversos enfermos, despendendo-se com ellos al- Sera porque nem lodos qu.ntos sao i elle reeolhidos
gom dinheiro dc*sa subscripto, de que l'allei, mas
vendo-se que, os enfermos, alem de somenle se ro-
collterem ao hospital quandn se deset.ganavam de
que em suas casas se nao aalva^am, e por isto raes-
mo quasi empre no periodo aluda, nao podiam ser
.lvidamente tratados, porque se realisou o que a
corainissao previra, i-to he: que o Sr. llr. Moraes
s, embora incansavel. auutmamente desvelado o
c.aridoso, nao poda adiar-fe nos dous l.ospitacs que
em iilin la haviam sempre que fosse precita}, resul-
tando de ludo isto o fallecimenlo de quasi lodos
quanlos ao inesmo hospital se recolliiam, resolveit-sc
fechar o mesmo hospital no lira de t."> dias, pouco
mais oa menos, e desde cnlSo o Sr. lenle co-
ronel Passos accordou com o Sr. llr. (lueiro/. mi-
lustrar aos indigente- era suas casas o que preciso
fos*e para a dieta precaviendo o pedido 011 nota do
medico, o dito Sr. llr. Morae- ; o qoe se cumprio
seropre por mais de S dias e alo que novaraenle se
abri o hospital; appello para o Sr. Dr. Aloraos;
elle que diga se islo he ou niic verdade.
Knlrelanlo, e quasi um inez depois que se tizeram
os pedidos ao governo, mandn esle fornecer os
objeclos necessarios para o hrr-pilal, c logo esle se
abri, e algnix dias depois lez partir para (Miada o
Sr. Alfredo da Rocha Bastos, acadmico de medici-
na, cojos servicos lem sido aproveilados de-de en-
lao no mesmo hospital, e com elle se lem dispendi-
I" r roiiiiiiiia^/ n diapente anula o producto da
mencionada sibscriprao ; e e-te hospital se vai man-
iendo com mais ou menos proveilo, segundo o es-
lado em que a elle sao reeolhidos os enTermos, co-
mo lem acontecido em todos os hospilaes rta-pro-
vlucia, anda mesmo nos desla capital, como cons-
tantemente se vi- das communicacoes dos mdicos
encarrrgalos respectivos. Posso aflirmar-lhcs, Srs.
redactores, que o hospital de tllinda se a- lia devi-
damenle montado ; n.io Ihe fallam zelo'os enfer-
ineiros, incdicimenlos e a precisa diela. Appcllo
para o Sr. Dr. Silvino, que ha sido jior muilas vezes
le.-temunlia ocolar do quanto scjlpassa oesse hos-
pilal.
lamhem pelo prodoclo desla subscripcao se dis-
pendeu algum duheiro com o enlerramenlo nos
cadveres, al que o delegado hn aulorisado a to-
rnar dinheiros a collecloria para o que fosse mais
urgente, islo he, al o da K nu til do correle pou-
co mais ou inen 1-.
Oaanto aodinheiro que so diz ler sido dado pelo
governo, posso aflirmar-lhcs que ueiihuih foi direc-
to ou indirectamente remellido a' cominis-ao bene
fcenle, e nem ao Sr. lencnte-coronel Passos, o
que a' reipeilo se e be a pura verdade he, que era
dias do mea de fevereiro o governo commucicou a
cmara municipal que liaba mandado por na Ihe-
souraria gerol a' sua disposicao ura cont de res
para o eemiterio, e que a 8 ou 10 do correte, pon
co mais ou menos, foi o delegado aolurisado a lo-
mar ni collecloria o dinl.ciro que precisasse para
o que fosse mais urgenle ; i> utas atj boje afliroin-
Ihes, Srs. redactores, que se nao recebeu dinheiro
algum, nem na collecloria, nem na Ihesouraria.
sendo que nesta anda nao hiela ordem al^uma do
governo a' respeilo at o da J dcslc inez.
Do que tenho dito se ve :
I. Que o Sr. lente-coronel Passos, como mem-
oro da cotnraissAo beoehecute, bem longe de mere-
cer a mais leve censura, merece elogios, leudo sem-
pre concorrido, para que pelos diminulissimos re-
cursos da niesiiu commisao rosten, sempre soccor-
lidos os pobres de Oluda, ja recebendo esles o
Iralaraenlo nu hospital, quaudo enfermos, ja re-
reliendo nas suas casas o que necessario rosse para
a diela.
>. yue o limen tliiiheuo de que 3 commissao lem
podido dispr ale boje, c de que conseguiilcmenle
lem de dar coolas, he esse que o Sr. lenunle-coro-
nel Paisos e oulros promovern!, cuja arrecadacao
produzio pouco mais de "IKOOtKl^e nao 'JlKfcillOO,
de qoe nicamente lautou^conla o Sr. Dr. ((ueiroz,
como lliesoureiro.
3. Que esse mesmo dinheiro leve justamente o
destino para que foi promovido, isto he, o soccor-
riineolodos pobres na crise aclual. a
t. finalmente, que ncnhiim dinheiro deu o go-
veruo para esle lim, scudo que apenas minsliou 01
objeclos com que se acha actualmente moulado o
hospital.
lie de crer que o Sr. llr. Queiroi de conla no pu-
blico do emprego dee praduele da subscripcao ;
entio serao confundidos os qoe por ventura inten-
conalmeiite(em mal ajuizado a respeilo.
i^allirmar-lhes, Srs. redactores, que o
servico do^Wtlerrainei.lo dofl cadveres se lem
felo em |(l|in 11 forh tal promplidao, que nada
tem deivadn a desejar-se ; la] um* randado ler fi-
cado iusepulta unta criante por I i hpras, c islo foi
nicamente devido a' Talla absoluta de meio para
se faicr o competente aviso, porque o pal dessa
eriaaej hereia fallecido, e sua mai e oulra pessoa,
nicas que con. ella haviiui nessa casa, eslavam a
espirar ; visita de um Tilinbo fez snher-se na ci-
dade que baria es*e cadver insepulto, e logo com
as precisas cautelas foi elle sepultado.
Appello para o Sr. Dr. Lobo, quo deronunum
iccordo com O subdelegado o Sr. llr. tasaos e Silva,
e etnu o Sr. lenle coronel Passos, foi incansavel
em tal lervico ale o da llidesle mez, leudo al crea-
do urna cotnpanhia de bons homens que graluila-
mente o faziam ; esta companhia o diversas pessoas
estipendiadas, e sdb a direcealo da polica e ioluen-
cia do Sr. lenle coronel Patios, nunca deimam de
fazer esse servico cotn toda promplidio. Sucoedeo,
liorem,que lendo lido a mortalidade do da I (i inuilo
crescida, de maneira que quasi de nina tez se ron-
duziram o eemiterio mais de d cadaveri, os enter-
radores jalgaram conveniente tepulUr loco 1 0I0-.
deivando cnto de, com perfeicao, encher as covas
je Ierra e soca-las por ler ja pateado o hura do des-
canco erara duas horas da larde; deixando esle ser-
vico para 1 tarde ; entretanto eepalliou-se na cidade
que precisavam ser socadas e apenas qualro cadve-
res sobre a Ierra, sem d.ivida chegado.s posleriorn.cn-
(e ao enlerramenlo daquelles! Enl.lo esses mes.nos
homens que aiompanharan, o lilho do Sr. Lopes de
Almeida aperleicoaram aquellas sepulturas o enler-
raram devidainenle os quatro cadveres, e neslc Ira-
1'liee" "d"U V"e tmm 'J.......' P" Sr,. re,larl0rc,-O que ,e raz de .grato ..o. .nao,
. ell senhor. e ale mesmocreio ,,ue a^m succcrlc, (r,lUlldo ,lc yje| ^
|, qu o ,ulSo mui.o capaz de laze-lo ; al,., de que. | ,a,,do suas irln les.Na apreciacao por.,.,,.,, de Me sa-
se.u ido me consla. elle proprio o disse. O Sr. Lo- ; lutar principio erapunho a peona para levar ao domi-
pesjunio. lera ba-lanlebom senso para nao atlr-i i,lo publico os relevamos-ervi. os que rae acaba
butr-ee e nem deixar que se Ihe .llribua o que elle de prestar ao Sr. Canuto Pcrcira de lira nos apuros
nao lez appello pr lauto quinto a c esse senhor. .
. raen engenho, ao doSr. lenle coronell'ranciscol'e-
llesde cniao, lendo o Sr. llr. Lobo recusado-se a reir de Arroda Cunara, o,lo Sr. major ManoelJo
prestar mais os -cus serviros quanto ao entrrame..- 1 lio da Funcera Pinho, do cipilao Matioel de Ar.injo
lo dos cadveres, esle Irahalho lem sido felo nica- e oulros por este lado invadidos ao mesmo lempo
mente por influencia dos senhores subdelegado. Dr. cora a infernal furia de se.nelltanle niouslro. Fcil
lassos e Silva c lenle coronel Passos, e sempre ll.es aera ajuitar do raen estado de desespero presen-
com a mesn.a promplidao e regularidade.
Se ha quen. islo conteste, que o declare e o forrt-
rc a remanecer que nao minio.
Paranlo, seuhore- redactles, vein Vine... que
ueste ponto houveran. ioexaclidOea bem qualilcados,
,.at que ,,clo queirpMi-, so ve que relativaiiunie ,la
enlerraniento dos cadveres em (Unida sao dignos de
lodo elogio o Sr. lenle coronel Passos, o Sr. subde-
legado Dr. Passos c Silva, o o Sr.|Dr. Lobo pelo que
fez al o da l(i do corrcnle.
O (acto do pretendido eapaaeanenlo dos eveiros
que apontei, s,'U> u. :i, he ignorado am Olinda, en
'bes allrrao; he 1 una iiivenca
prove que un. tal laclo se don
bre elle inforu.ou.
Hirei agora alguma canee sobre a qi.alilicacao de
ma/udoiiro, que se deu ao hospital de ((linda, diien-
do-sc al que elle nao preenche o lim para que oi
reato, o que conslilue lamhem nina aecusacao, que
apontei em quarlo e bltino lugar.
Sabera lodos quanlos lera visitado aquello hospital
que nada falla all para que os enfermos tejan, bein
pensados, c anda esta vez appcllo para oSr. Dr. Sil-
vino ; porque pois esta qualitcacto de maladmiro
e eu desalio a que
quera quer que so-
ciando a morle de varios escravos c de minios mora-
dores a quem socenriia sem cllcilo con. os recursos
de que pude dispor. *
Vendo ja mioha entrara bastantemente ediantada
em sollriracnto-, e quejaual surte Ihe era destinada,
recorr ao.iueu viziuio o SaJ. .iru'a, que, nao po-
dando por doeute e a braeost com 01 toffrimentos de
sua familia socrorrer-me, chainou o mencionado Sr.
Canuto sen anillado e morador como dolado de al-
guma habilidade, c sob suas iustrucres mandou em
meo auxilio munido dos agentes homeopticos de sen
Consultorio. Deixoo asara o Sr. ('.anulo a sua fami-
lia, instantneamente,segDin para millha casa, on-
de estove por diaa prestando os soccorros Iherapeu-
licos.carilaljvos desenrolvendu a cahcceira do doenle
as maneiras m lis iloces, carinhosos desvelos e agra-
daveistugealAes tos espirilos abatidos pela tremenda
catadora de lio morliiario qualro, que a qualquer
menos resignado laria dar costas. Poiem o Sr. Ca-
nato rom iiivcjavel inlrrpidA guardn sen posto, c
procurou debelar o ininiign em sen enlrincheiraincn-
mioha senhora, que ponen diiron, a de*peito de suas
diligencia, bein com o oulros que nas vascas A.\ mor-
le lenlou salvar, mas o que nao peder devida, he
que alguna aalvoa con. geral admiraran Atada a-
qui nao para a carfdade d Sr. Canuto, que cavil-
saheni reslabelecdos.' Nao o eremos. Por via de
reara, somenle no mais pengoso periodo da molestia
conscntein os que lera a seu cuidado o enfermo, que gando iaditlinetamente os eavallot da etl'rlbara do
esle va para o hospital; neslc estado he evidente mencionado Sr. Arroda,qoe os pz a sua disposicao.
que dillcilinenle so consegue o reslabelecimcnlo; percorre da e nole os suburbios desles engenll/M
islo he o que se v e o que se lera dado era lodos os no erapnlm de aecudir ana reclamos das victimas, so
deixandome quaudo a furia decresceu, e cra-lhe
preciso mai. lempo para empresar em igual minis-
terio por outros pontos os seus servieos, que certa-
mente nao perdeurelatiramente filiando; pois que
nem a potencia da arte, e nem a aclividade que por
sua prspril ida le desenvolver!,po lero ser ha-tanles
para arrancar a morle varias victimas de innmeros
descuidos e onlr.s tantas imprudencias.
Nao obrando por lauto o referido senbertemelliaa-
tc herosmo movido por compromiso algum 011 nu-
tra considerarlo que nao ros-c a claridadn quo ,. ,|.
mirta, seria cu ass is ingrato deixando de leatema-
nhar-lhe cm paalico minha indeleeel gralidao por t.io
relevantes serviros,e o publico Ihe tara' joslira apre-
ciandn-lhc um coraro pouco commuin emsemelhan-
te poca.
Com a inseisao desl.is lihhas n.oilo obrigarao a
seu constante leilor.
Franciir.a Jor das 1 irgtn*.
Plgatinga Iti de marco de IS.1t;.
Seuhore* rrdariore: A referencia que faz ao
O Sr. l'assos he ludo e el em ludo. ele. l'eili-nmP" "",ne erligo inserto 110 Liberal de :II utos ao Sr. lenenle corone, Passos que se na criseac- J^ ^i<V *VHZ
\\nlonio de Moraes Silva, cora os irinaos daqoelle,
reclama de minha parle una declararan que resla-
bcleija a verdade dos lacios acerca dese objeclo.
Nunca orcuiiei c consta los respectivos autos que
fui advoaado do Sr. latiz Pires, do Sr. Iljitiz na
sobredita queslao. c que suslenlei a validade da hy-
potheca, e ale o prsenle ningneo 111 atlribuio "o
hnver eu aconselhado ou preparada aquella hxpo-
Iheca, que alias sempre considere! lositima, c anda
boje peno que ful menos justa a decisao proferida
sobre ella. Nao recabe sobre o advogado desar, por
ler sido Jalgado contra a opimao que elle sustenta,
e para que seja bem mohecida a minha posirdlo ues-
te prores.so, darei breves expheacoes.
Logo depois da rieeislo da causa principal, deixei
de ser advocado do Sr. Luis Pires, que incumbi
Adeos, ineu charo amigo, satisfae fiearei quaudo
souher, que fez boa viagem. e goza saude, A Pro-
videncia te preservo dos Jinalcs, c que sejas sempre
venturoso.
A amisade he ura (atractivo innocente de in-
tenctlee miras, que ile forma alguma se perturba a
alma, he o friirto di rellexao. lempo bailante li-
\ciuos, pois, para essa rellexao alinp (|c conhecer-
mos aaoplimai qutlidedea, qoe ornto ao llr. ilcr-
culano : c nunca o encontramos tanga orilleando o
justo e o lione.io ; nao so como cidadi e magistra-
do como lamtiem amigo dedicado. Assim i"ual-
inenle fallara seu niinierosos amigos.
Procurar o hoinem, Inrnar-se etlimavol aos olhos
dos -cus concidailaos, he urna dajspnsicgo louvavel
otil, e virluosa.
(i lioniem, nao adquir um legitimo direilo a es-
lin.a dos seas semelbanlcs seuao patos sentiincnlos
favoraveis que Ibes mostr, ou pelo bem, que ||IM
Taz.
II iiosso a mi.-o assim o pralicou. Descjou ler sem
pre repularao ; porque ella he um heni ; he o movel'
mais poderoso das iccei huma.tas.
I(esejar a repularao, he desojar a e-tima de seus
semelhante', pelos seus serviros, talentos; e boas
dualidades. O llr. Ilerrulana reonin l i,.do ano,
camprehende mu bem o que he a repalicln c ro-
nherc, que solirevivendo ella a mesilla norle, senta-
se sobre as ruma, do tmulo, o coiitere uma espe-
cie d'immnrUlidade: nao resta duvida; elle a dei-[
son firmada nesta provincia sobre base solida.
Ninguem cutende que estamos Icucenjo elogios
pois o nono ..migo dell.- nao precise Jsuai accoes : e
modo de proceder, provam o que (eraos dito.'e nl
nao fazeinos mais do que exprimir o que sentimos
isto he, a liiignagem da verdade, que tem direilo a
ser ouvida e respeilada, he a lingaagem^do nosso co-
racao.
1 na oulra vez, um saudoso adeos ao iiosso ami-
go o sr. Dr. Ilerculano Antonio l'ereira da Cu-
nha.
(ioiauiinha I i de fevereiro de 1836.
los da Coila I iltar.
I'orluna, Miguel Antonio de Mirandi, Pedro de 1
Sent Piivi.
Wesl-Indies pela Babiallarra ingle/a oNeilhes-
tniin, captao Thomil Cales, e Pirihiba Polaca hetpanhola .Angela, eapitio
lego BapUsU Surisso, era lastro. Suspendeu do
limeirle.
iS'oitaf*.
lilicario, deixou o exercicio da delegara ; entilo en-' ou,rei" deHender seos inleresses na execurao : elle
1 sabe pcrfeitainente que tmente live conhecimenlo
da escriplura de hxpolheca. depois que sobre ella
inoven-se a qaesllo proposla por seos irmaos.
nterrupcao ato .10,0. o tem excrcido. O ^^t^VZ^T^r^llT^
e coronel Passos, pois, nem lio o delegado mais conveniente, e tamben, por motivos que par-
iroii era exercicio o Sr. major Salvador llenriqucs
de Albuquerque, anda como supplenle, ate que em
i de fevereiro entrn em exercicio o effectivo dele-
gado Sr. Dr. Mainel Joaquim Cameiro da Conha-
que sem i
Sr. lenle
elleclivu, e nem tal emprego exerce desde o dia M
de Janeiro; e lendo-se desenvolvido o cholera em
tllinda a Id de fevereiro. he claro que romo delega-
do nao podia elle providenciar en. cousa alguma
qae distaste respailo a bem de I din la, cora referen-
cia ao inesmo cholera.
yoe delegacia, pois, he cala que se quer que o Sr
lente coronel Passos deixc de exercer'.' I'oram
p o tanto mal informados os Srs. csrriplores da l'a-
gina ,Hulsa.
Saibam anda Vinca, que o Sr. (enenle coreuel
Passos, sendo apenas membro da cnnimissa 1 de be-
neliccncia.c Como lal rigorosamente abrigada nica-
mente a fazer com que a indigencia em ((linda fos-
se soccorrida no hospital, segundo as (oreas dos re-
cursos que para esse lim livesse a mesma commissao,
.nio somenle pela subscripcao que se proinoveii, co-
mo lamhem pelos meios que u governo miirislrasse-
llie, nao se conlenlou com islo, e sera esperar pelo,
recursos do governo, de comniiiui arcordo cora o Dr-
Silvino e Joaquim Lopes de Alineiila fez ahrir-sc o
hospital e tratar uelle diversos enfermos e o visilava
diariamente' dislrihuio scmpie c distribua anda
en. sua casa, e por meio de seus senles, os soccor-
ros de que pode dispor de sua bolsa, pela pobreza
desvalida de ((linda; mandn prestar pelos dinhei-
f saria diela en. vista do pedido 011 ola d medico, os
Sr. llr. Moraes, emquanto eramente seno abrase
o hospital ; preslou gratuitamente, sempre, e dia-
riaraeule.os seus cavallos aos Srs. Drs. Moraes e Ko-
sendo, e ao acadmico Alfredo Bastos, e pre-la an-
da a estes dous, para po lerein fazer as visitas aos en-
fermos da cidade e seus arrabaldes ; lem concorrido
para que os cnlerramenlos se raram com prompli-
dao, c tin.tmenle tem Teito al boje teda de-peza
com u eemiterio, quer para que elle tepoiessecm
estado de poder receher os cadveres, quer com os
coveiros e ale com a necessaria ferrauenla, bem co-
mo toda despeza com a conjucrao dos cadveres;
despezas estas que continua anda a fazer. nchando-
se ate hoja no dc-emuol'n de mais de 8009, que me
dizem Ihe iievem er MtnfeUo*, parle pele coala de
res que da Ihesouraija ei I deve vir con. appliea-
c.lo para 0 eemiterio, e parle pelo dinheiro qnai
collecloria deve dar ao Sr. delegado. Onvinm, se-
nhores, lodos qnantos lendes eacriplo Robre (Unida'.'.'
Aflinno-lhes, senhores redaelores, que ao poder
do Sr. lenle coronel Passos anda ligo foi dinheiro
algum applieado para os despezas com a epidemia
rei.iai.tc>, nem dado pelo governo, e nem por parti-
culares ; e se islo nao he verdade, se alguein ha que
me pude contestar o que digo, se elguem sabe do
Conlinuei a ser advoaado do Sr. Iliniz noiilrns
quesloes por multo lempo, e deixei de solo, por nao
por molivos que pa.
licul uniente dei a este senhor, de quem conlinuei a
ser amigo.
Nao Iratei da questfto sobre o dol, porque quau-
do -e ventilan, na, era jn advogado do Sr. I.uiz Pi-
res, mas devo declarar que esta escriplura liuha sido
celebrada milito anteriormente exeruego c ne lem-
po em que fui incumbido das causas do Sr, I.uiz Pi-
res com seus irmaos, como he fac de ver de sua
dala, e o contrarise nao podora alucinar com ver-
dade : esla escriplura de dote foi atina! jalgldi nul-
l.i por (alia de insinuacao.
He pois ineuclo que o Sr. Dr. Callosa roete No-
gada-de Sr. I.uiz Pires na queslao principal, havida
sobre a hxpolheca, e pelo qoe lica exposlo, iienhu-
ma parle live, nem poderia ler na celebrarlo da es-
criplura de dol.
Cabe-rae accrescentar que os Srs. Manocl e An-
tonio Pires, dos quacs son amigo particular, sempre
me honraram com sua conlianra, e que apesar de
ler sido advogado de seu adversario em una quesillo
renhida c de subido valor, me eaeolberem seu advo-
sado nas diversas Imprtanles quesloes, que plei-
leiam cora o Exm. Sr. senador Paula Cavalranli. na
que o Sr. Manuel Pires pleileou com os seus irados,
os Sn. Jogo e Domingos Pire), e em oulrn que ul-
li.namenle leeni sido abrigados a porpor, 011 a sus.
lenlar.e lenho as prove mais cihiiberanles da Confi-
anra illunilada, que em niim depositara era todos os
seu negocios, v-ai pois que longe de levanlarem
clamores contra iiiiin.coiiio inleiessados que sao nes-
ta negocio fazeui a ineu respeilo o mais lisongeiro
coiice.lu ; o que minio Ibes agradero.
Pos-o assexeriu qoe acea da escriplura de h\ po-
Ibeca citle nunca li/cram qneixa alguma contra
qualquer oulro advogado fiesta cidade.
Julguei domen dever dar estas ctplir.iroe-, para
que se fara jutla ippreclrgo do faci, ou" imputa-
ran, que se referi o Liberal, expondo as cousas
como realmente sao, aliin de que a uialignidade nao
faca commcnlarius injustos 011 falsos.
llecife J de abril de I85li.
Jas Bernardo Galco Aleo forado.
Copia de nina caria adiada na ponte nina do llc-
cife as i horas da manhda.
Sr. A. Recite IS de .Marco de Ifttfi.
Estimo que vossr eluda sua'familia gozem llamis
vigorosa saude equo Icirfia aineyllMorte sua familia
que seaa era IL.quc lieos oTire e alivre dodiabo
qoe saudo dascavidades dasaguas dopesl.liro Sange,
leiiilragcllado aEuropa inleira. eboje o Imperio do
Brasil., principalmente naosie ameno, ameno Per-
nambuco; (aVenea do Brazil), foge liranno, embre-
nhalela.la nas cavidades deoude sahi-te enunca mais
volt. Mu inonslio".' quautas vidas leus ceil'ado'.' quin-
tas Heronas, quanlasllellezas, quintllViuva, quau-
tas nrlandadcs,quintas matronas, quanlos coracoes
constante, tens reduzidosao abismo donada .
fogefragello da linanidadc: nao Ihcfallas dosfras!-
menios que ten. derramado nj-mperScie dalerra'.'lle-
os todo cheio debondades apreendei era vossas p-
detozas algema*, omonstro traidor dogenero l'ina-
iio.;VirgeinSanlissiina cheia deCleniencia lendes pie-
dades de nos.
Meo ain" A. agora vou darumpequeno esbosso do
que vaste quer saber de .nuil, vejo quanto seeote.es-
II para iniligariniihas aflires; vosse sabe asvicitti-
tudcs.porquc lenho pastada, igualmente sabe como
lenho encarado qualro revezes profundos: A. Ass.
T. de P. cprohibicao, poren, met amigo oque heide
fazer rcsignar-meedizer sou miseravcl mortal, voo
vejclando para ver ineoslraidores iiinimigos espia-
ren apunir.lo docrime'ei.a coiilinuacao dele paga-
rem aafronla taita amim, epor consequencia ahuma
demiuula fracao da sociedade. Euvejo assima demim
lod al oamdade, vejo Imperios, ReinosCidades, lo-
do regressar, todo acabar, e como raizeravel mortal
nao iiiche.de rcsiunar: ho Iho leraocia bes umpoder
semlira.les. lies averdadeira Raiulia daterra, aqual
me tara feilo pensar como leus vislo. Sempre quero
meiicionalalgunsfaclos de pocas pastadas aprsen-
les, para Iba mostrar, meo migo que avisla de lau-
tas ruinas, asininhas he /.ero epor consequencia, na-
da: Un nalureza, hesterlil deceatratiet; Qoem foi
Alhenas'.' estaan espa seo crime (luem tei Roma-.'
Babilonia etc.
(luem foi Alejandre:' Belizaro, Dalirio, Pampeo,
eoutros muilos de pocas remotas, vimos a nossa e-
poca, e denossos dias: ((era foi Luis lli. sua espo-
sa etc. etc. que deixa de narrar para ntoferira si-
nsibilidade de alguein, l.luem foi olmperadnr apo-
lulo Itonarparle.' Seolim qual foi, pnzinneiro na
liba deSaala Elena epor quem, vosse o sabe So-
mando osniilhf.es das > idas que ceifor, xiuvas eor-
landades que deixou, vendo amiai imaginacao a
monlao das osiadas que fez, eque se Ihe Bgnnva
malee do que oroxeido onde se achava, enelle mor-
reo: Ouem foi o Rci dos l-rancezes.' no dia ->i\ de
juiho de isis. aereado dess ministros venaveb;
com o qna/e lodos1 o no dia seguinle hum dia
dedeferenca, melamorposouce emlacaio para nao,
ser assassinado |ior aquelles qae nodia passado Ihe
r.iziao ovaroes; (luem foi II. Miguel, Re de Portu-
gal?, ilespuuha do corres, exercilou Cidades, for-
talezas, forras uavaes ele. etc. e Capilulou vergo- I
iihosaraente, eno embarque apuupadus por aquelles
quenavespora srilavao, viva D. Miguel: Quem foi
"imperador dollrazil Pedro I"?, nodia ( doAhril de
1831, sercado de seos ministros, eir dia 7 do mes-
mo me/, c auno I dia de defereiica, acha\ace abordo
de 11 m varo Inglez edela vendo clmpcrio que for-
mn,eleb aosBrazileiros edentro delle.seos mais caros
p.ohores (os filhosque osllrazileirns codales suherao
respielar, Dotaran anida hoje adoran alilho Impera-
dor domesmo nume Pedro >., Quem tei o Hilador
Rozas; apouco tegio espavorido que para cajo lim
uossas haionelas se preatargo (qualru mil.)
Il nalureza inda bes mais frtil de couslrasles,
t-in-i rmas hum rosado [emborna cavidade d'gua,
du'a cavidade d'agua eiuun.a Cidade como nao idea
Iranitermal.........mezanvel mortal. Mossidades nao
blasllesinais, nao aburis devossas exislencias: assim
pensa meo amigoqiicm lem f en. lieos, el'manida-
de con. nproximo, cojo cubo he anu de nossa Salva-
rao.c niterra como 110 Ceo. assim o Crer Seo Amigo
(I lllm.Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda
manda a/.er publico, para conhecimenlo dos inleres-
lados. as disposicoes abaixo transcriptas, alitn de
que ici.hain a mais completa execucao. Secretaria
da Ihesouraria de hienda de Pernanihiieo cu. |!( de
marco de 1836. (I ollicial maior, lnilio \aiier
Sonreir de Mella.
Copia. Circular ti. >. (I marques de Paran,
presidente do tribunal do Iheseoro nacional, recom-
menda aos inspectores das Ihesourarias de rizeodl,
que deni a maior puhlicidade possivel a diiposiCgO
do irligo II da |ei 11. 81(1 de l"> de -ct, 111I11 .i do n-
no prximo pasudo, que man la que a compra e ven-
a dos bein de r.iz, cuja valor exceder de ^tM).-, seja
celebrada por escriplura publica, lob pena de nulli-
dade ; ordenando oulro sim aos cheles das estarnos
arreradadoras da renda nos diversos termos fura das
capilaes das provincias, que o mesmo tacara nos seus
respectivos d.slriclos, por incio de editad publicados
nos peridicos onde os houver, e allix-dos nos luga-
res mais pblicos. Thesouro nacional era >> de Ja-
neiro de 1836.' Mrquez de Paran.Conforme.
Jo-eSever......la Bocha. Arl. II da Ici n. K'ill de
l> de selembro da 1835, a que se rerere a circular
supra.
A compra e venda dos heos de raiz, cujo valor
exceder de 003, ser reila por cscnplnra publica,
sob pena de iiiillnladen
Est conformeEmilio Xacier Sobreira de Mello.
A cmara municipal desla cidade, allendendo
I que a arrecadacao do imposte sobre os esladcleci-
mentot de comraercio e industria lem sido feila com
grande morosidade, em consequencia sen. duvida
dos erjeifoa da epidemia reinaute, resolve proroaar
ale o lira do crreme me/, o prazo para pagamento
do mesmo imposlo, fui lo o qoal unorrerao os om-
mi-sos nas penas eslabeleeidas.
E para que rlieaue a milicia de quem conxicr, se
raandou publicar o presente.
Paro da cmara municipal do Recite em sessao de
1 de abril de 1856aBario de Capibaribe, presiden-
te. Manocl Eerreira Accioli, secretario.
O lilil. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em rumio menlo da nrdem do Exm. fr. presi-
dente ita provincia, de 7 de marco protimo lindo,
manda l'azerpublico que 110 da 17 do correte xai
novamenlc a praca paT, se, arrematada,, a qoem por
menos lizer, a conservaran permanente da estrada
de Pao d'Alln.. avahada ere t:WNl* A arremataran ser fei|a por lempo de seis mezes,
a contar do 1.- de maio do corrente auno.
E para constar so mandn allixar o pres-nle e pu-
blicar pelo Diaria.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernatn- :
buco, -2 de abril de ISd. O secretario,
Antonio t'errtira da AnnunetafSo.
(1 llltn. Sr. inspector da Ibesonrirll provin- 1
cial, em compriinenlo da residoeao da junta da ra- '
zonda, inania fazer puhhco que no dia 17 do cor-'
rente xai novamenlc a praca pan ser arrematado a
qoem por menos lizer, os empedramentos dos l!l.-,
JO.-.-2i., c >.- lauros da estrada da Victoria, pe-
los preros abano derl irados, e o pagamenlu feilo era
apolices da divida publica.
til.- lauro por 5:IOi>IO0
-II.- o .".:I i^XH
II." 7:72-Vi(Kl
>. i> 'l:f,77--':>(l
E para constar se mandou allixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernam-
buco, 'J de abril de 1856. (I secretario,
A. /". d,i .liiiiuiiciaiiin.
O lllin. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, era eomprimento da orden, do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de >! de marcu prximo fin do.
manda fazer publico que nodia 17 do correle vai
novainenle I praca para ser arrematada a quem por
menos lizer, a comervaego permanente da estrada
do norte, vahada em l:JUI?7'JS.
A arremataran sera eila por lempo de dez nieze<,
a contar do I.' de maio do rorrele anno.
E para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peruam-
buco, -2 de abril de 18."i!. (( secrelario,
A. b\ (la Anaunciarno.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em ciiinpriineiito da uniera do Exm. Sr. pres-
deme di provincia, de -21 de marco ultimo, manda 1
r...... ....1.11-......- ... .:. a- .
viudo munidos de duciiraenlos legae. Delegada do
I.- dittrielo do Recite aos J'J de marro de 1856.O
delegado, Francisco Bernardo de Carvaiho.
gtWog matimty*.
PORTO.
X liana porlngaeza Duarle ir, da ptima cons-
Irucrao, torrada de robre, c de excellente marcha,
seguir iinprclerivelmentc para a cidade do Porto a
2\ do corrcnle, se as chuvas nao cmhar.-.earcrn, por
lallar-llie nicamente cerca de :tlg| a tlKrjsaccos pa-
ra completar o sen carregamento : quem na mesma
qutzer earregat 011 ir de passagem, para o que lem
agradaveis commmlns, entenda-se cora osconsiana-
lanos Bailar c\- Oliveire, na ra da Cade.a do Recite,
esciiptorio 11. [2, ou com o rapilao Jos Joaquim
Bazilio.
Para o Rio|de Janeiro sahe cora Inda a brevi-
dade, por ter parte da carga prorapla, o patacho h'lor
da Baha, capitSo Damin da osla Rosa : quem
quizer rarregar o reslo. entenda-sc cum o consigna-
tario Manoel Alvos (iuerra, na ra do Trapiche
11. II.
Para a Babia segu cm poucoa dias. por ja (er
a maior parle da rari'a prnmpla, a veleira e bem 00-
itbccida garopc.ra UcrarSo para o resto da carga 1
lrata-se com seu consignatario Dominaos Alves Ma-
Iheus, ra da Crut 11. .".i,
- Para o Para com escala pelo Marauhao, o ber- 1
ginlim hras.leirn Detptgue de lleiri;, capiUo Ma-I
noel Marques Corroa, terrado e encavii hado de co-
bre, de primera marcha, sogne com a inaior brevi-!
dade pos-ivcl. por j ter parte da carga prompla ; !
para o reslo e passage.ros, Irala-ee no esc/-nlorio do 1
Sr. Manoel Joaquim Ramos c Silva, 011 com o rapi-(
tan na prara. '
Para o Ro de
Janeiro
segu viagem na prxima semana, por ja'
ler (Jutis tei ros lo carregamento, <> brigue
nacional AUOI.I'IIO: para o resto, pas-
sageiros e escravos a fete, tratarse na ra
do Vigarion. .">, oucom o capillo Manoel
Pereira de Sa'.
Para o ro de
Janeiro
Seijuecoin toda brevidade por tei glan-
de parte do carregamento, o brigue na-
cional HERCULES: para o resto da car-
ga, passageirose escravos a fete, trata-se
com \ovaes & C, na na do Trapiche
n. V. '
Para o Ararais sahe o hiale durora : quem
quim carregar, dirija-se a Marlins & Irmao, ra da
Madre de Ueos 11. 2.
COMPANHIA
FRWCO-VMERICWA.
Servico regular do Havre ao Rio de Ja-
neiro com is escalas de Lisboa e Santa-
Cruz de Tenerill', Goree, Pernambuco
eBaliia.por vapores novo* d<- 2,000
tonelladas eloica de ,">00 cavallos.
1" mesa. 2< mesa'
Preco das p i-sagens Canutles de 1 rlatse ('.amarles le 2' ela-se 0 n
------------------- ------------ = =
5 Cj
I'art. de Peni. Sing. Kohr. Siiia. Dobr.
r 1:111:1
Para 0 Havre . r.950 lilil f. 7.">tl r.Vall
Lisboa .. . 110:1 StHI 97(1 (i(itl ISO
S.Cruz de 1 eneritr . 556 :wo
liore. . '.:( :tti
f&mnmttd.
RAGA <> RKCIIE I DE AHHll. AS3
HORAS UATAItllE.
Cotacf.es olliciacs.
Cambio sobre Londres27 IrJd.litt d|v. '
t'rederiro RobUliari, presidente.
/'. Borgie, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 2~ d. por I;.
o Paris, ;tiK rs. por 1,
Lisboa. 9por 100.
1 Kio de Janeiro, an par.
Aeriies do banco, 113 0|(lde premio.
Accoes da companhia de Beberibe. .
.Verdes da companhia Pernainbucaua
l.'til.dadc Publica, :i(l por cenlo de
Indemnisadora.sen. vendas.
Hisconto de leltras. de \2 a !."> por (li,o
UETAES.
(litro.((tiras hespatiholas. -jsg a
Jloeda de 69(00 velhas ....
" ti?l(MI novas ....
i;(HMl.......
Piala.Palacoei brasileiros......
Pesos columnarios.....,
o mexicanos.......
fazer publico que no dia 17 do corrcnle vai uova-
menle a praca para ser arrematada a quera por me-
nos fuer, a conserv.iao permanente da estrada do
sul, avahada em 5:4009 rs.
A arremata.;.10 sera reila por lempo de seis me7.es,
a entilar do 1.' de maio do crlenle atino.
ti para roo-lar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, -_ de abril de 1S5I. (I secrelario,
-I. /'. da Annuneiai'io.
^eciarac>ci3.
5f|000
ao par.
premio.
2KSJ500
I69OOO
I69OOO
99OOO
-JnlK)
stKHl
l>Sli|)
Al.FAMlEt.A.
Keiidiinento do dia I a .1 ,
dem do dia 4 ..... .
:l:l:.V!i;;!l.-,!l
5:730l3
:9:67{082
Ilesumii de quanto se fez no trimestre ltima-
mente lindo de Janeiro a marra relativamente ao
1nelborame1.il> do porto.
Arrecir.
factura de 21,70 palmos cbicos, 011 II bracas
correutes de ttiuralha de alvenarid c cantaria arga-
mattada de cemento.
Caes do norte.
factura de :l:l,()l) palmos cbicos, 011 15 bracas
correles de caes de alvenaria e cantara, cotn a al-
tura total de22 paira is.
Ilique da liba do Noguere,
factura de i.'i.lidll palmos cbicos, ou :8 bracas
correles, com 15 palmos de largura inedia e \2 de
altura.alen, do lincameoto de \2 Iliacas do estacadas
euldboadas.
Escavaco .
Kxlraciao nos lugares denominaiios forte do Mal-
los e Corea dos Pasaarinhos, na qoanlidade de 9,315
toneladas, ou :i(iS bn{M cubicas de cnlulho ou arca
conduzida por I2I canoas, sendo que S,I i tonela-
das foram empreadas era alerros. e 1,17(1 como las-
tro para os navios.
Directora geral da instruccao publica
ila provincia.
Pela respectiva secretaria se declara a quem inlc-
ressar, que o exame das concurrentes 1. cadeira do
sexo reminino du cidade de Coianna. lera lugar no
dia 7 do corrcnle, segunda-letra, pelas 10 horas do
dito da. .secretarla da directora geral i de abril
de 1856.ti secretario, francisco Pereira freir.
CAPITAMA UO PORTO.
Rendimento arrecaJad.i a favor da fazenda no
trimestre de Janeiro a mari;o de 1836, proveniente
de multas Impostes pela mesma capitana, em con-
sequencia de inlrace/ics do respectivo regulamenlo,
e lellos em documentos qoe ella exhibir em dilo
lempo.
Demolas.......... 11191100
De sellos.......... H6916O
O vapor Cdiz desta companbia par-
tira' do Rio de Janeiro no dia 8 do cr-
lente : para (rete e passagem, aos con-
signatarios L, Lecointe FeronA C, rua
da Cruz n. 20.
(I patacho nacional n Alhenas, proraplo a se-
guir viajera paia o u>in de Janeiro, precisa de ma-
nija brasileira : osaquaaAttverem nas circumslancias
e quizerem, dirijara-aa ao capiUo a bordo do mes-
mo patacho, ou a casa do consignatario Anloi.io
I.uiz de (lliveira Atevedo, cm ssu escriplotio na rua
da Cruz.
Para o Kio de Janeiro, no domingo (i do cr-
rente, imprclerivelmeiitc sabe a eseana nacional
Linda; recebo nicamente passageiros e escravos:
lrata-se na rua do Vigario n. 5.
Para o Mediterrneo frcta->e o brigue frat.ee/
Antes/, Torrado de cobre, e de lote de 3,500 saceos :
para Iralar, cora a viuva Amorim & F1II10, rua da
Cruz n. i.">, nu com o correlor Koberls na praca.
SdI9e9s
Ks.
2609460
0$carre$am hoje > Je abril.
H11 ci ingle/aImogenemen-alorias.
Ilrimie tardoPrferioN tura frinceuCont Hoger11 reste.
;;(NSULAIIO (JKKAL.
Keudimenlo do da 1 a :t ."/**. t"i:;r>5l:i7
dem do dia i....... 1:4983027
1^339161
tyuhcacve n pebifa
Vm adras ao Illm. Sr. Dr. llerenlano Antonio l'e-
reira da Cuaba.
(.(liando nos ebegou a|nolieia que no dia 22 de Ja-
neiro do crrenle anuo a hatea Magu z dr lHin al'aslando-se da plaga nalaleuce sulcava as ondas
demandando as praias di cidade da Fmlaleza, pro-
vincia do Ceer, levando a sen burdo o ineu digno
lynie-i o Sr. llr. Hercnlano Antonio Pereira da Cu-
Ma, es-chafe da polieil de la provincia, para exer-
cer o mes.no enrprego nsquelln, o nosso coraran
.-0ssol11.nl de taoiladcs.
Ceaienses, eu vos don o paribem por lerdea entre
vos esse dignissimo eidido, que a nao |er-nos o
governo imperial, dedo por chefa de polica o mu
disno Sr. llr. Jos Nicolao Regair Coate, que d'a-
algu.aa innna eompanson-nos t.io sensivel falta de
crelo leamos de leinenlar sempre a ausencia du
nossa sincero, e \erd i.lniro anima llr. liercillauo
uesseempreao. ((ero Ihe s,'ja|iropicio.
i.'IV'fISAS PROVINCIAS.
Itcodimculo do dia 1 a :i .
tdem do di i .,-,., .
7I3>209
:ii.">;l.>7
i*i NSo pondo cm duvida de Mirle alguma a sin -
rendado rom que o nebro cidcrsiiondeule historia .,s
contrario que erg., sua voz c me c.ntesle, porque f;.los aoDlecldll, etll ()|ml Att ,-.o.;o ..ti. .V.,
apparcreni de publica e me confessarci mentiroso.'. epidemiii irazendo de envnlta os servidos de slgans
Senhores redactores, sei que nina seinclhanle ex-
posieao nao esla no genio do Sr. lente coronel Pas-
eidadges, alias prrsliinusos. e lamlwm os d > Sr. te
nenie coronel Pastos, a quem S. S, pretende deHen-
der : cumprenos dizer cotn igual sinceridade. romn
sos, hornera eminentemente pac.h-o, e desprezador s,-ie U/ei. ,0,|os qiie ,. ,, ,,,, ,,. que ^
de ludu quantu nilu pode abalar-Ihe u eoneeilo que. I deudo nos nao mais trarar uma liuha nem pro, nem
em saa c.uisciencia julga-se bem lurte para aerrdi-1 ceolra o Sr. lente eoronel Passos a respeilo deasaa
lar que o lem Armado nos diOereales pontos em que "'ffor'v'< "*" 0"nd.e1 '<> porque nao podemos r,ir-
, .. ,. 4 car a nossa consciencii a na.....is la/.er crer nessas
ha cotilicc.dn ; mas como entend que embura se nao "
abalasse o couceito que lodos rorinatnos delle, loda-
vi.selornava necesario desfazer mes.nn qualquer
comm.in.cari.es em docitinetilos. era caria- re*ponsa.
bilisadas, e 11 > que ajlguns peridicos publicaran, en.
referencia a diversas occorrencias desagradaveis ne-
quella cidadera, para as quacs o Sr. lenle coronel
Passos concorre. mas lamhem porque tinh.imos i.,
dnv.de. palentear o quanto sabia, a despe.Io mesmo .,,, a nossa 0|)ini:lo s nipttl,, ainda nosconserva-
impressio que tacs escriplos podcsse.n causar, nSo
la modestia do Sr. lente coronel Passos, e ao pu-
blico peco quejulgue.
Ah tandea, poi, senhores escriploret da Vegina
Acuita, o homem qoe aprescnlasle nao querendu
ouvir o Dos le favoreca dos pobres; conhecei-o
mos no inesmo proposito. Se o que dtssemos a rej-
petlo do Sr. lenle coronel Platos faram inexacti-
doeit, na conviccao dellas |ierraanereraos; nao hirea-
mos a ninguem que as creia, c appellamos para a
conscieueia publica dos meradoiea de ((linda.
OsKH.
l:0.5H.;liCli
DESPACHOS DE EM'OR'IA(.:\l( PELA MESA
DO C0NSUI.4.D0 OBSTA CIDADE M( DIA
DE ABRIL I)!-: 1856.
Portoliana porlugueza altala, l.ellino dos Anjos
Teiseira, 5 barrieaa issiicir branca.
PortoBarca portuguesa Duarle IVh, Manuel ler
reir daSilva lurosi. lii saceos assucar brinco
e :hi diios dito mascavado.
PortoBarca portuguea aUuarlc IV, Rallar & (lli-
1 en., 00 saceos assucar brinco c ISO dito dito
mascavado.
LisboaBarca portoguaxa aMirii Jos, Francisco
Savenano Rahello eMill"', 120 saceos assucar
luancn. ^
LisboaBarca porlnsoeza 'alaria Joto, Casi,,, &
(.011.panilla, ::(..! sacros a-sorar braiico e 37 ditos
dilo mascavado.
Ituc-nos-Ayres por MonlaviajoPolad hespanhola
Uirnnomelro, Amorim Irmgoi \ Companhia.
w. barrieaa assucar brinco.
Buenos-Avres por Montevi leoPolaca hespanhola
"Mensieeiraa, Viuva Amorim & Fllho, 15 barri-
cas assucar braurn.
Itueiio.-Avres por Monlevi looPolaca hespanhola
uThereta, Amorim Irmaos fc Companhia, Iiki
barricas assucar b/anro 3 ."> saceos dilo masca-
vado.
Exportncao .
l'aiahilia do Norte, I11.it- (".-inceir.io de Manan.
de ^7 toneladas, coi.do/.io o seguinle :'::i I xolun.es
gneros oslrangeiros, JO sacras arroz, 35 latas cbi.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiineutn do dia I a :I l>::KNs37
dem do dia 1....... i:ll9335
j 7:liJ7-li(i'J
. WXotmento bo pono.
-vtffifi.s sahidot na da .
Aearacn'Iliale brisileiro aCerreio do Nortee, mos-
tr Joilo A11lu1.es da Silvcira, carga (a/.endas c
man gneros. Passageiros, Arcadiu de Almeida
11 lllin. Sr. inspector di Ihesouiatia de fazen-
da manda faier publico, que nos dias I.' S e 15 de
abril prximo roturo, estar em prara petante a mes-
illa Ihesouraria para ser arrematado a quem por
menos tizct e melhor vinligeni en. lavor da fazen-
da oiTererer os serviros da capitula da alfindega
desla provincia, 110 trienio que lem de decorrer do
I.' deji.llio do correle auno a 30 do unliode 1859:
os preteudcn.ee eomparecam .1 I hora da larde no
lugar do cosanle, com seus fiadores competei.timen-
le habilitados. Secretaria da Ihesouraria de razeuda
de l'ein iiiiini -o era l'J de fevereiro de 1856.0 of-
licial maior, Emilio Xavier Sofreir de Mello.
O lili... Sr. rapilao do porto muida Tazcr cons-
(ar 1 quem convier, que cxislem era deposito no ar-
senal de marinha, apanhadoa indo pela agua abaixo
os seguinlai objeclos : uma canoa grande aberla,
cun dous bancos, sob 11. I-!, ptopria para carregar
lijlos, uma dita de carreiri, leitra K e n. 54, um
bote nao leudo numeraran e un. pranrliao, inadeira
de aiuarello, os quacs serilo entregues a quera mos-
trar que de direilo Ibes perlence, e pagar quaesquer
despeis que para a arrecadacao se tenham feilo.
Capitana do porto de Pernambuco :ll de mareo de
Isti.U secretario,
Alexandrc Rodrigues dos Anjos.
; cosrniis do mma. s
C lie orden, do Illm. Sr. [ei>enle-""rcnel '*
@ direrlor se raz publico, que no dia do cor- fj-
?! rente, aoraeio-dia, se pagam no mesmo ar- ${
5 seual os bil.otes segointes. de cortes de ns. ffc
(l a >, e leilios d ns. 63, 07. OS, 75, 70, ,:C
? !0. !I7. 104, \>2, 2X, 143, 158, 161, 163,
9 "'"'. 1711, 17. s;
S Oulro sim, que os Srs. Manuel do Nasci- Q
S ment, Manoel Antonio da (.011I11 Aliiiiquer- 35
@ que. Maris Isabel da Coiiceieao. Mara Alves @
$ da Silva. Ilenriquel Thcrcca de Jess, Mi- ;;
i ha da Piinlicaro. Domingos Candido \a- $
xiei Irrreira. Mafalda Pereira tilah) e@
.ai franriser. A,\ fonsera Silva Relmonle. deven. ^
59 dirigir-se ao Sr. Ihesouieiro da Ihesouraria Q
C?3 geral, paca rereherem o importe de seus car- 3^
!:; toes te costura, e para cujo pagamentojd fo- ^~
,-.i rain chainados en lempo competente. @
5$ Arsenal de suerra de ParnambucaS de ^
.'. abril do IK.M1.(I escripturario iulerino, .ln- j-;
, lonia Francisco de Sonsa Magathac Ja- je
.s nfor. a
-,.- i,-.* S9(*ie>ftas
I'elaplelcgacia do I.- dialriclo desle lermo
foram apprehendldos, e se achara no deposito geral,
o preto Manoel e a paula Josepba aquella que diz,
ter escravo de Pedro ftanrisro Pereira, o esta tic
Jogo Barbosa detioes, ambos moradores napovou-
{go de Naloba, provincia da Paraluha do Norte ; o-
qa.....-cr.ivos rurlidos all por Joaquim Jos c joa-
quim Antonio da SUveira, que por isto se icbam re-
eolhidos o firesos na casa de deteueaa para seren
procurados. Os donos dos referidos escriVoi cotnpa-
resam nesta delegacia, para lhes serem entregues,
(I agente (lliveira fara leilao, por cotila e ris-
1:0 de quera peileucer, e era lotes a voolade dos prc-
tendenles, de cerca JIJO saccas de fcijAo prelo muilo
novo, viudo prximamente do Rio pelo patacho Dha-
lia : segunda-feira 7 do trrenle, as 1(1 horas da
manilla, no armazein do Sr. Aunes Jacoroe, defron-
te da arcada da allandega.
pagos
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acliam-se a vendaos noxos bilhetes da
lotera I da matriz da Parahibuna, que
devia correr de 7 a! do corrente: os
premios ate :0(),stH)tl is., seiio
a' distrilmirao das listas.
Um amigo do Sr. Vicente da Cimba
Sonto-Maior, vendo so agolaos repelidos
annuncit queconti-a elle temeito sabir
o Sr. Caetano Francisco de Uarros Wan-
derley, pede ao respeitavel publico que
suspenda qualquer juizo desl'avoravel
(|iie possatn fazer do mesmo Sr. S011I0-
Maior, ate que elle se jusliiique.
Uma pessoa habilitada con longos
conliecimentospraticos do commercioem
todos os seus ramos, sendo aconselhado a
bein da sua saude, a la/.er urna viagem
mais ou menos prolongada, quer a'g re-
pblicas rio Prata 011 do Paciico, 011 ines-
mo a Kuropn, se ollerece an commercio
desla praca para agejiciar telaoies com-
merciaesem qualquer das piaras desses
pai/.es, realisar quaesquer liquidacfiei
com merciaes amiga veis, ou deoutraqal-
quernatureza: se liouve (|ucm queira
ulilisar-sc de tal convite, poder-se-ba di-
rigir cm carta tediada sob es iniciaes
V. P. Q,ao escriptorio deste DIA-
K10 DE PERNAMBUCO, para se entrar
em ajustes.
F.iRin do engenho Ooiaombo, no dia 39 de mar-
co prox.uio lindo, ora casal de escravos com ot sig-
naes eegnintea : o prelo he maior de 10 anuos, nat-
o, clieio rio corpo, ten. marcas de bexigas no rosto
o alcuns denles fallos, he um pouco fula, de Bario
Itebolo, c filia nao muilo explicado : a preta lepra-
tenia tei -10 anuos, he lamben, de Anela, corno
seeco. cor preta. Talla 1 em ; lexaram hallante roa-
na, vestido de chita c algo dan azul, e o preto cami-
sa branca e de algoililo azul c baila e dila de liarla
encarnada : quem osapprehcnder leve-os ao ineatM
ensenho. ou a rua de Apollo ... 2 B, qae seci re-
compensado.
Fagto no dia :'.l de mareo o prelo Joao. criou-
lo, de estalara lien, alia, cara beiigota, tem nina
marca de caustico ou qoeimadnra debaite do peito :
este escravo perteneen ao Sr. Manoel Milhairot, e
depois ao Sr. C.onealo Jos Alfonso, com reflnacao
na rua da Concordia, e he coslumado a fazer deslas
(ugidas : quera o apprehoudcr leve-n a reliuacao da
rua cima ... S, que se ratificar bem.
rrecisa-se alagar utnu ama livra ou eterava,
liara o servir de nina casa .le ponra laniilia : a Ira-
lar 110 sobrado da rua de Apollo n. (i.
Aluga-se nina sala e 001 quarlo do primeiro
andar do sobrado da rua de Apollo 11. (i: a Iralar
no mesmo, ou no armazein da rua do Trapiche u. ill.
No di. :t .lo corrente inez l'i.io um escraxo
crii.ulo. por uome severino ; Foi escravo do Sr. An-
tonio Ricardo do llego, representa ler li anuos de
idade, eslatnra regular, um ponen calvo, barba bran-
ca, levou calca e camisa de algod.io branca : quem o
apprehcnder leve-oa rua largado Rosario 11.22, que
sera bem gralificadn.
(-andida llosa Ibas Tei iiaudes lem justo e con-
Iralado cora o Sr. Joto Jos de Araujo comprar e
casa terrea do herco do familia 11. IN ; se elguem se
julgar com di.cito a dila casa, aiinuucie por esta o-
Iha, nu conipareea nesles tres dias na rua lar^a do
Ilusorio 11. .VI.
Precisa-ce de um homem para Teitor de ence-
nlio, que d conhecimenlo de*sua pessoa : na rua Jo
Vigario u. 2j, primeiro andar. I
No principio do mez protimo lindo desappare-
ceu de casa de toa senhora, no roa da < dona n. <.*>,
a escrava Titerera, da Cotia, com ns signae* tegnin-
les : tepresenla ler |K anuos, ja lem lgons cibelhx
braitcos, altura mediana, corpo regalar, labio mlc-
rior um poaco grosso. olhos amarellacos, inxloas pre-
ta- sobre as macaas do rosto, anda quas. sempre (al-
tan 11 e a falla he muilo alrapalhada. que parece
indi lineal ; levoo vesliilo de chila nita miadinka.
ou sala de riscadinhn encarnado e panno da Costa
de h-tr.i- miadas, zoes e brancas, he quilandctra,
venda na riheira de Sanio Antonio e trantitava a
miudo pela rua da Palma ou da Concordia, onda! te
presume ler algum casebre ; roga-se, portento, ea
animidades polieiaes, capiUet de campe, en qual-
quer pessoa que lenha della noticia, o lavor de cap-
tura-la c 1 \ .1-1.1 a referida casa da rua de Gleria,
onde se pacarAo as despezas que se houvereta de
fazer.
>o dia H, as 11 horas, na tala daa aadtencias,
depois de linda a do Sr. llr. juiz de ausentes, se lia
de arrerb.it.ir uma purea.1 de miudeza', orna esrrasa
e mais objectos. lulo pe (encent a heranra jaceoie
da tinada Uelfina.
I'aul. 1 Jo-e 1,.unes, na qoalidade de tetlaeaea-
leiro e invenlarianle de toda a maasa e traatacfne*
do finado seu irmao Manuel Jote Gomes Braga, taz
publico, que da dala do I.- de abril em diaate vai
toda a nrassa do negocio gyrar debat da tirina da
Paulo Jos (Jomes ,\ Irmao, Joaqoim laomea Krnar-
le, e por isso se deverao entender com os annaacian-
les, lano crrdorescnmo devodores, oa rua da Sa
zal Velha n. '. a ignorancia te faz o prsenle annuaeto,
Os consignatarios de 11 fardos da papel, atarea
SP pelo brigoe belga aChtrlr* Koaier, de Ae.ee-
pia. cejo conhecimenlo vem a ordem, queiram faiar
n favor de apparecer no escriptorio des ceattaaala-
rios do dito navio, Rolhe ,\ Btdoulec, rua do Trata-
che n. (:, para salisfazer o frete.
Rogo* encarecidamente a lllma. Sra. II. Mara
Severina da K.'cl.a l.ina e ao Illm. Sr. tea iranio
Jos I.uiz de Cal..'.is Lint, moradore ne Re Kormo-
so, dignem-se responde.' as cartas que te Ibes lana
liricido, sobre nezocios de raen fallecido pai Jet
Antonio Alves da Silva, cojos bJ*osia forana partt-
Ihados. Recife :t de abril de iH-'tC.
A. P. da S. I ope-.
I n,Indina do Espirito Sanio i.uima.tirs per
eus bstanles procuradores llominzi Jo-e rerfat*r
l.uimardes e Candido A Iberio Sodr da Meta, ede-
combinar.io com lodos os credores, previne os deve-
dores do sen finado marido goslinhe Kerreira Sota-
ra (auimaracs. que a nica pettoa auloritada aera
receber suas dividas he a Sr. Jote Mirtin- da Silva.
huipng,im--e servcnlet e malhadoret de fer-
reiro : na.....dn;ao de ferro de l>. W. Beataan, na
rua du Brum, pastando o chafarit o. fW.
(juera l.ver ou souher de alzum menino icao
na frezuezia do Cor|M> Santo do Recile. dirja-se ao
respectivo parodio, afim de Iha dar o clareriatra-
los necessarios, t o nao la/en I., no espero de H das,
lera de dar ao Eira, prest lente da provincia a razie
por que o nili> fez. Recife I de abril de IB*.
O vigario do Recite.
Aluga-se o quarlo andar da roa larga da Ro-
sario n. :M>.
I'recist-se de uma ama para cata de peer
familia : na rua do Encantamento n. :i.
I'recisa-se de um homem desimpedido para Ira-
La Ili.r em urna carraca, dando-se bom salario, ceta
e sustento, se estas doas ultimai vanlagent quitar,
110 pateo do 1. irmo ... :t por cima da botica.
Precisa-se de um homem de idade, para lomar
-en telo em um sitio, dando-se algom ordenado .ere-
mida : no palco do Carino n. M por sima da blica.
Quem precisar de areia para obras.quer per ca-
noas, quer por carrosas, de (ijolo quer de alvena-
ria -.ros-a. quer de ladrilho. de alvenaria batida,
c de lapamentn, 011 telhas, posto nas abras per
preco commodo, e com promplidio. dirija-ee a ee-
cheira delimite do Iclheiro dos cencerrea da rae
Ron.
**nvZ9tn99-*9-*n**mm*m
9 II. I hereza A'eaiidrina de Sonta Bandei-
j:-; ra, proles-ora particular, avisa ao publico, 9
queja' deu principio ao seu entino no 1 do e)
S correle, a que linha deiiedo de fater da- 9
M) cante a epidemia ; recebe almonas lauto ex-t
*ja) ternas como internas, ensii.a alem da leilnra tt
':{ econta, varias especies de bardado*, ceta a>
9 de lia, de seda, ele, se dignar-se algoeaa 0
S: servir-te do seu prettimo, dirija-te ao palea 9
St do Para.zo. primeiro andar unido a igrea. (
Z^1i.*3tS3>}>Sta-azs9999*99m
Roubo.
O alai\o ass.gnado promette gi alili-
car generosamente os Si-, rcl-.joeiit.
ourives, inspectores de ((uaitciro 011
qaalquier outra pssoa, ue poder dt-sro-
hr.r o ronlao toito em avia .-,.(., .... ,,.., i,
do I do corrente, na travesea da Madre
de Dos, de um relogio de ouro paten-
te sttisso n. ~>\il, de cai\a cobei-ta, sen-
do esta raza por baN0 a ouvada por ci-
ma, esmaltado de ambos os ludo ix>m
vivos de azul e branco, sobreo tnesmocs-
multeuma corrente de ouro inglez (mas
nao das modernas, de elos raiudinhos c
lapidados, com o encadeado milito uni-
do, e mais urna chave de ouro de for-
mato grande e oitavada mas inililisada
para dar corda por estar quebrada na
ponta : por isso recoinmenda a pessoa
que algum destes objectos descola 11, an-
nuncie para ser pruciu adn. ou dirija-tve
ao anniinciante, 11a iresma travessa n. IR
para ser gralilicado.Joaquim Antonio
Gonralves da Kocba.
Precisa-se para o servico de servente
da c&patazia da alfandega, de peeaoas
livres ate o numero de dez, em virtiidc
das ordenado Illm. Sr. inspector: quem
estiver para isso habilitado, enlenda-se a's
8 boras da manlia, na mesma alfande-
ga, com o respectivo porteiro.
Precisa-se de serventes livrcs ou es-
cravos. paga-sebem : na fundicaoda Au-
rora, em Sunlo-Ainaio.
Precisa-se alegar 1 prelo.. ou mesmo poetos
livres, para Irahalhar era arn.azem de a-secar, pa-
ga-se bem : a Iralar nj loia da roa da Cadcia do
Itecie ... (>|.
(.luem-precisar de uma mitlher de idade para
ims de uma rasa de pouea familia, dirija-se a raa
dos Marix nos. casa do lampeo n. 21.
Ilesappareceu da rua do Hangel. no dia _' d.-
correnle, um mulatinho de nome I erenrin, escrava.
ciir clara e bom cabello, idade de 7 annot; tai visto
na Passagem da Magdalena e Estrada Nova, saine
sera chapeo e vestido to com uma camisinha 1 rega-
se a quera o encontrar, leve-o a rua do Rangel u.
tli, que ser recompensado.
galera artstica, aterro m
. boa-vista n. ii.
i;r .mu: EXPOSICAO PERUANEKTB.
No dominho 1(i do corrente, tere espotln ao pn-
Idieo ..a loja n. 11 do aterro da Boa-Viola, uta co
moraraa superior a qnantos a;i- hoje letn liavi.le nes-
la cidade ; pois que, alem dr reprrsenlareta m vi-
dros os objeclos em ponto natural e em todas at anas
propoi en-s, arresce que as l.lhncraphias tuto at me-
ihoras possivria, comprehendenda muilos episodios
da guerra da Crimea, differenles personasen nella
envolvidos, e variadas vistas de cidades europea, a
desle conlioenle com os edificios ...ais untareis. A
modancas das vistas exportas lerao lugar todos ea
domingos, e a sua individuarn sera indicada ne ra-
(halogo, na mesma loja, onde se aeli.nn a venda os
hillieles de entrada, pelo preco de "Han ra. A eaa
lena n- devidos eaeaatodoe e a derenria ronvraienir
para a recep*. io d.T' senhora* que a honrarrm "eea
a ana v-t.
K.ilt 1 AFFECTEi:R.
"" le .>ri. ileirrla ilH/iei.ul.
II. medios dn.ho-pilaes r.eoiniiien lam o A.Tnl.e
de l.alleclcur, como tead.........re autori-aj.i |m-i<>
Roverno, e pela real s.irirda le de mi-di 111.1. E-le
medicamenlo d'uin enalo aaradavel, i- (acil a lomar
em secrete, esta aea uso na anriatka .ral aaaae mx*
le lid unios ; em a rad .-alenle cm ,.. n<.. lempa
con. punca despeza, sem in-reorio. aa tateroSei da
pello, impiii^eiis, as coiisripiem ias das sarna*, ulce-
ras, e os accidentes dos partas, da idade critica, e
da acrimonia hereditaria dos baeaare; raaeeea aot
calarrhos a hechiza, as realrecraVes. e r.iqnr/a
dos urglea, procedida de abone da- injeccoes ou .le,
oda-. Cese aali-sxphllttirn, e arnbe cura cm
pouco lempo os lluxos recentes ou ielcldes. que xcl-
veu incessanles em con>rqiirii. 1a do empresu da
co|ia'ha, da .'..beba. "U das ...jimc.h-s que repic-
senlein o viru- sem neulralisa-lo. (I arrobe l.a-
(Teclenr he especialmente rrcniimendado contra as
doencat iuvelera.l.t< ou leheldes ao mercurio e ao
todiirclo de pola-sio. I.islwa. \etde na Indi-
ca de Banal e de Antonio Feliciano Alves de Aze-
xedo. praca de D. Pedio .1. KS. onde acalla de che-
gar uma glande pnrc.10 de aarrafas ereaaaB |-e-
i|oenas sin.las directamente de Par.-, de c.isa do
dilo lloweau-l.allecli'i.r 1-J. rua Bicheo .1 Pars.
II- roruiolarios dao-so grali- em rasa do anele Sil-
va, na praca de II. Pedro n. sj. Porto. Joaquim
Araujo ; Hnlua. I.'.m.i kV IrmSo ; Pernanibur,
Soum; Riu dejanc.ro. Bocha \ tilbos ; e Morei-
ra. loja de drogas \ illa Nova. Joo Pereira de
Hgales Laile; Rio liraade, 1 rancisco de Paula
Coutu A. C.
ILEGIVEL


flURIO ai HfcRAtUKOA SBADO 5 i ABRIL Q 1865
Terceira edi^ao.
TRATAlEITO H0M0PATH1G.
Preservativo e curativo
00
$
CHOLERAMQRBUS.
PELOS DRS.
zjm u^fc. m* a: asa --a ,
e iiistrucc.io aopovu parase poder cura ri esla enicimidade. administrndoos remedios mai- ellicazes
panatalba-la.emquanlo strecorreaoioedico.ou mesmo paracura-1dtidepeudentc desle > noslugares
em que nao os lia.
TRADUZIDO EM PORTGUEZ PELO 1)15. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes dons opsculos conlalas indieacoes mais claras e precisas, o pela sua limpete concisa evposi-
rao estnaualcance de lodas asinlelligencias, nao so pelo que dil respeilo aos mrios curativos,romo prin-
cipalmeule as preservativos que (emdadoOt mili salislacturio-resullados em toda a parle cm que
ellts tcm sido postos em pralic. /
Sendo o tralamenloliomeopallnron unicoque tem dado grandesresulladnsuocuralivo dcsla horn-
veleafermiddo, iolgamosa proposito Iraduzirrcsjfcs dous imprtame* opusculos em lingua venan-
la, para deil'arle facilitar a sua leilura a quero ighoie o trance,
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, roa ISov n..v_>, por 23000. Vendrm-se lamben
os medicamentos precisos e boticas de \> tulios com um U-asco de lindura l.;, urna dita de :l(i tubos oom
livro e 2 frascos de tintura rs. jjOOO.
PEORAS PRECIOSAS-
w
$ Aderemos de brllhantes,
$ diamaules e perolas. pul-
5R reirs, allineles, brincos
* e rojetas, liotdes e anneis
g de nilerenles goslos ede
W, diversas podras de valor.
8 _
a
Compran), vendmjf"''ou
trocarnprala, OHroT bri-
} Ihantes.tliaoifl^tesepero- $
S |s, 6 OfJiras quaesquer
i J"Gfle valor, a iliolieiro
ou por obras.
MOREIRA & DARTE.
Id* DE (MUYES V
eceoeiu por lo-
us os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
'-" -'9KSM'".-1-- :>
OL'RO I". PRATA-
Aderecos completos de
ouro, meios ditos, pulcci- <
ras, allineles. brincos e ^
rosetas, conloes, Irance- .'.
lins, meilalhas, correles -*
e enfeiles para relogio, c -:'
uniros muilos objecloi de V
ouro.
Apparelhos completos, #
de prata, para cha, lian-
de]as, salvas, caslicaes, ;<.
collieres de sopa ede clin, *.
e muitos outrus objeclos '*
de prata.
<<< o ?. .?;;. > v.-- > ^ de Lisboa, asquaesse vendem por
pre$o comoiodo como eoslumam.
LOTERA DA PROVINCIA.
Olllm.Sr.thesoureirodas loteras man-
da fa/.er publico, que se acham a venda
Otbilbetes da segunda parle da quarta
lotera doGvmnasio Pernamb
Comiuissio de beneficencia da freguezia
de Sanio Antonio.
A eommissao al>.u\o assifjnada da fro-
guezia de S. Antonio encarregada por
parte da associaeao eotnmercial lieneli-
t-ernambucano,cujas (;enledesoeeorrera pobreza, avisa as pos-
rodas andam no da 12 do andante mez ; soas desvalidas que precisaran de soccor-
tambetn manda azer publico que tem
bastantes billietes a venda, na thesouraria
das loteras, das 9 as horas da larde.
Thesouraria das loteras l de na ico de
I83(i. O escrivao, Antonio Jos 1) li-
arte.
Iiistiuc<;ao inora! e reu-
n osa .
Este compendio de lislori.i sagrada, que
loi approvado para instrucco patinara, i
tendose vendido antes da approvacao a I
l$ti00rs., passa a ser vendido a l.suOO:.
na livraria ns. (i e 8, da praca da lude-
pendencia.
Precisa-se atusar uin pequeo sitio
porto desta cidade, o <|it
ros.queirao entend r-se a qualquer hora
na rita Nova n. ~, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na ra do Trapiche n,
0, de Tliotna/. de Faria, e na mesma ra
n, 56,de Salustiano de Aquino Ferrcira.
Pernambuco 25 de fevereiro de 1830.
Saltistiano de Aquino Ferrara.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Tliomaz de
Faria.
ra guardar um cavallo e pie nao soja
prximo a charco ou agua estagnada, e
se tiver casa assohradada mellior sera :
na livraria ns. (i e 8, da praca da Inde-
pendencia.
a attemAo.
% Aclia-so a venda na confcilaria da ra da t$
8 .!. JANE, DENTISTA,
#) continua a residir ua ra .Nova n. 19, primet- fJJ
ro andar.
Precisa-se alugar dous pretos capti-
vos, dando-se o sustento, para trabalbar
nesta typographia : na livraria ns. lie 8
al tenha lu;;at.pa- ,ia pra;.a (|a Indepcendencia.
V B01E0PATHIA E 0
g CHOLERA.
ff l nico Iratamento preservativo
W curativo do cliolcra-iniii'lius,
() PKI.o DOUTOR
^vSabinoOlegaiioLudgero Pinho. ^
?/ Segunda rdirriio. ,y
l# A bciievolenci.1 coro que loi aeolhida pe- >*W
^k lo publico primeira edlec.Ho desle opus- ^A
culo, escotada no curio opaco de dous me- 7L
lea us inrtiiio a reiinpress.io- '5)
Cuito de cada exemplar......i -! a,
Carleiras complelaa para o (rala-
ment do cholera e de mollas uu- &)
iras molestias, a..........:|ii^mki ,
Meias carleiras..........HisOlHI W
I Is medicamentos sao os melliorcs possiveis. (>
(^ousuMorio ceulral bomeupalliico, ra *
de Sanio Amaro Mundo-Movo n. 6. V/
cur s
cobra
Na casa da residencia do Dr. I.oureiru, na ra
da Saudade, defronted Hospicio, precisa-se de umi
ama de leile, forra, que nao traga comsisu o fillio,
que tiver, de peilo.
Associac3o Coioiiieri i;: I
Beiieficente.
A eommiaso cncarresada pela Associacan Com-
mercinl BeneGeCDlepara distribuir soccorrs as cas-
Ii;;'a;Tarirq^d'a"der'p;rfetam,..tei se necessi.adas do bairro do Kecfe, fas saber a
I acondicionada em UU. de 3 libras; igual- J '" ',ruimlaDcas, que pode pro-
Z meule muilo bou. doce de calda sorlido em jurara qualquer de seus membros em suas res.dcn-
S pequeos barris. e lodo o. mais URO. de S [?_*y *fP?f M-*t8" hora- A cu""15-
S a.ri,M...t..ri,..Hnmn, ., ...aior es- """JT *'"' "I""111" qoqu es-
mero : apron.Plro-se eucomn.cud-s para '"'" **> ->c,,.pr. ..r a nilau qoe ,he ,,]
S dentro e forado imperio, con. loda activol.- confiada, roKa as peasoas que tivercm coi.liecimento
m de e limbea 8 q qualquer-pessoa em suas visinliangas se acha
*S-aS*Sai:a caso de Pr,cclsar d *"rro, mas que por qual-
Wisv*wiarwWs aawtowww qafrcircumstantlanil0 npoaaa solicitar, queiram Icr
O Dr. Vicente Pereira do liego par-a boudade deassim Ih'o indicar, afim de prompta-
meni.....icm ministrados ns neressariosaukiiios.
Anlnnio Alves Barbosa, ra de Apollo u. :1U.
JoscTeueirt Bastos, ra du Trapicbe n. 17.
Joao da Silva Regadas, ra do Visarlo n. 4.
Massa adaman-
tina.
ticipa aos sous amigos e constituintes,
que transferio o seu escriptorio de advo-
gacia para a ra do Queimado n. 'id. pri-
meiro andar, onde pode ser consultado !
das 10 horas da manhaa em diante.
Quer-se alugtr um escravo para servico de
casa: a tratar na ra do Trapicbe n. Ib, secundo
andar.
Candida Maria da PaixSo Rocha, pro- Francisco Pinto Ozorio sangra, tira denles c ehum
'essora particular do instruccio primaria, "a com a verdadeira massa adamantina; esta nova
residente na ra do Vicario do bairro do ,1,.r'tara'10 s"Periora ,ouas q""ias lera a|.parecido
resiaentc na t ua ao vij.aiio uo uairru uo|ale hoje_ que alem de pelriicar en. menos de um
Kecile, taz setente aos pas ele suas aluin- miuulo. Boa o denle com a mesma cor natural e em
as, que acha-seaborta sua aula, naqual pwWU) estado como que nunca livesae ruina, lam-
,.l_ | bfm applira ventosas pela altraccao do ar, lendo
para esse lim apparelbo completo ; taaira como ou-
Iru para tirar leite de peitu cm scnbnras que inui-
coutintia a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
e externas, por procos ra/.oa-
siomstas
veis.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
porsedulas: na roa do Trapiche n. V0,
segundo andar.
Pelo presente protestamos denun-
ciar de todas as possoas que venderem h-
Ihotes do loteras do Hio do Janeiro, ilo
dia 20 do prximo me/, do abril em diante
tanto pelas ras como em qualquer casa,
tas vetea se torna bastante ulil pelo mal que causa
a relencao do mesmo; tambero tem muilo superiores
limas para apartar os denles, que vende por barato
preso: pode ser procurado para estes lins, na ra
eslreita do Rosario n. >.
Associago Goutmerclia
Beficente.
A commissao nomeada pela Associai.ao Commer-
cial lleiicliccute dcsla praca, con. o lim" de soccorrer
as pessoas necessitadas e desvalidas da frceuciia da
Boa-Visla, por occasiAo da epidemia reinante, pre-
vine a quein esliver cm laea circuioslanrias, ci pro-
curar a JoAo Malheos, ra da matriz u. \h ; Manoel
i
m
S
Remedio para
mordedura de
Na bo'iea do Sr. Cypriano I., da Paz, roa do l
le^io, existe un. remedio para curar a mordedura de
cobra, que icni sido applicado com grande proveito.
r'uuio no dia -Jl de avareo um nioleque de IS
.limos, l'liiladclpbo, lulo, espado! largas, denles
claros e salientes, e consta que anda uas ras dcsla
cidade : quem o apprebender, queira diriir-se a
ra da Aurora, na terceira casa depoia da pouteii-
nlia, que ser recompensado.
O Sr. Francisco Alves de Carvallio, que anda
vendendo obras de ouro na na, baja de vir pagar
l.'wSXHI que lleve ao Sr. Jos Jacintho Monleiro. do
aluguel da loja do sobrado da rna de AgMS-Verdea
n. t, que o Sr.ficou por fiador de urna senhora por
nomo l'mbeliiia, pois o Sr. licou de vir pasar uu
lira de s dias, c ja Tazem I maaea c nem mais pela
ra passou.
Precia-se de nina ama para o servico de nina
casa de -J pessoas de familia, ou de nina escrava para
o mesmo lim : na ra Augusta, sobrado n. :t.
Esla abarla a anlisa padaria da roa das l.arau-
SCirss n. -2S, c prompla a servir o publico rom lo-
dos esKeneros proprios destas casas, e de boa qnali-
dade ; all adiara a gente menos favorecida da for-
luua bolacba a tres por dous, o que hoje he raro
encontrar, pan de meio dia para a larde pelo mesmo
preep, ele, etc. ; he mais um eslabelerimonln de
utilidade publica na quadra actual em que lana
falla se tcm sentido desle genero de absoluta neces-
sidade.
Pcde-sc a pessoa que por engao trorou um
chapeo de sol de cor verde escuro por oulro da mes-
ma cor, se qui/er ler a boudade de dcsliora-lo, de
dirigir-so ra daa Crnzcs, taberna n. 0, que se
llie agradecer, visto ser o chapeo de pouco nao.
Precisase alugar um criado para copeiro de
rasa eslrangeira : quem liver, dirija-se a ruado Vi-
gario n. i!.
(Juem prelendcr alosar um grande silio na
Maedalenajoolo a estrada nova que vai para o Ca-
changa, todo plantado decapim de plaa, e bastan-
les arvores de fruclo ; o qual silio lem capacidade
para nelle so ocCHpar ou S escravos couslaiilemcn-
le no servico, c criacao de aado. etc. : a tratar rom
o proprielario, na ra do Hospicio n. M. 00 na la-
berna grande defronte da matriz da Boa-\ isla.
AO PUBLICO. I
'1 No armazem de foseadas bara-
tas, ra d Collegio n. 2,
ja vende-se um completo sorlimenlo
g de fazeodas, linas e gitMsas, por ^
f procos maisbaixosdo queemou- g
p ta qualquer parte, lano em por-
D cSeS, como a retal lio, aflianeaiuln-
t se aos compradores um s proco
fcj para lodos : este estabelecimento
^ ahrio-se do combinacao com a
j maior parte das casas commerciacs
inglesas, (ranccxas, allemaas o suis-
Sas, para vender la/.endas mais em
conta doquese tem vendido, epor
isto oiferecendo elle maiores van-
tagens doque oulro qualquer ; o
proprielario desle importante cs-
g tabelecimento convida a" todos os
g| sous patricios, o ao publico em ge- S
H ral, para que vonliam (a' beui los
seus interesses) comprar fazendas g
P baratas, no armazem da ra do g
g Collegio n. 2, de jg
J^ Antonio Luiz do Santos & Bolim. rs
t?- ::f m ara tu i:frsgisu. O prol'ossor particular Candido Jos
Lisboa contina a dar hccOes deinstruc-
cio primaria, lalun o Irance/., nao so em
sua aula na [ala do Apollo, mas lambom
por casas particulares.
Quem for credor de l.ui/ Manoel Hudrigues
Valenca, aprsenle sua cunta paia ser paga, no ar-
mazem da ra de Apulluu. 1:1 e 1:1 A.
Deaeja-ee saber se existe nesta provincia o Sr.
Jos Antonio da Cusa, natural de Portugal ou liba
de Madeira, que dlS-se ler residido ntsla cidade, e
uella negociaiio : a pessoa que se digftac dar senie-
lliaule reapeilo algn* escljreciinenlos, pode, dirigir-
se ao Sr. Ir. J. M. I'igueira de Mello, em sua icsi-
deucia, na Magealena, cerlo de que se traa de uran-
di>simo internase para o dilo Sr. Costa, uu pura os
seus brdenos, se evislireiu.
0 bacli.ircl l-raucisco de Salle- Alves Macicl
pode ser procurado no priinciro andar do sobrado n.
:IU da ra estrella do Rosario, quasi quiua da ra
das Trincbeir.is, undelecciona cm latim. pliilosuplua
ge eometria.
t>oem adiar o bilhele de n. 1303 di primeira
parle da segunda loleriaila matriz de S. Jos, qucia
eulicgar ao proprio dono, Cvnaco Antonio dos san-
io- e Silva, morador na ra de S. lioncalo u. I l.que
sera gratificado.
ollc^it) pra miinuas.
II. Mara t'ilippa Soulo scientifiea aos pais das
alumnas da aula sila na roa da Madre ile Dos, di-
rigida pela aunnncianle c por sua mana l>. Urbana,
I que leudo esla fallecido, a aniiiiiicianle couliuua
7 com o mesmo estabelecimento, nao na mesma rasa,
9 mas em una irolra que esl promplifiaiulo com os
II commodos neicssarios a um boro collegio, c aonde
' pi.de admildr pensiouislas e meio pensionistas, alem
do quo ensilla ja sabido, lera dos mais acreditado!
ineslres rio flanee/, ingle/., musita, piano, ilaiisa,
ludo por preeo ra/javel.
Aoftr. Caeuieriiaiio Morci-
ra (lt; rieiidontja.
A propnclaiia da rasa da rita Ua liloria u. II1S em
qoe mora o ^. (jeminiano Moreira le llendonra,
avisa a esle seiiliur, que venlia remir os me/.es que
deve de alaguis vencidos, visto lia muilo ler lecha-
do dila casa, e nao sabe-se onde reside, dn contrario
le -i du usar se dos muios permitlidos pela le.
A 49300.
Vendem-se sarcos com (arinlia de mandioca, ebe-
gada do Bio de Janeiro pelo brigue uUamo,! na
Iravcssa da*Madre de Dees, armazem u. 10.
(!< I.
(Sntprtt-.
Compra-M urna negra mora, que tcnlia algu-
mas habilidades, ou mesmo que cozinhe e angom-
me, agradando paga-se bem : uo lorie do Mallos,
;ol-; defronle do ehalariz, segundo audar a. 10.
Ceblas de Lisooa
Al ceblas ja -e vendem mais baratas, e coiilinua-
sc II vender ua Iravcssa da Madre de Dos n. I, r-
ina/cm de Joao Marlius de Barros.
A GENGIA
Da Fundir-no Low-Moor. Ra d a
Scnzala nova n. 42:
Ncslc estabelecimento contina a ha-
ver um completo sortirnentode moen-
das o mcias moondas para cnpcnbo, ma-
cliinas de vapor, c taixas do Ierro batido
e coudo, de lodosos lmannos, para
dito. '
Quem (pn/.cr comprar um cano
americano de qualro rodas, com assentos
para duas pessoas, lerdo arraios c cavallo
dirija-sc a ra doTrapi-
B: lacbinhns linas para
'iota,
de evcelleule qualulade, ebegadas ulliroameute de
Liverpool ; vendem-seem latas o as libras: na ra
du Collegio, taberna de francisco Jos l.eilc.
cVlilho em saccas.
\ endem-sc saccas com mil lio moilo novo, por ba-
rato proco : na ra de Sania Hila, taberna n. ...
CHAROPE
DO
BOSQUE
loi transferido o deposito dt,le charol* para s I -
tica de Jos da Cruz Santo*,, na tas >va n. .!
garrafas .'i3.i0n. e meias ;i^al, vemin faho laa
aquelle qoe niio for vendido aoata di pi.Mio, pdn
Compra-se uina du/ia de eolherea de prala
| |>ara sopa, sem fcilio, e cm bom nao : no paleo de
S. I'edru n. 22.
Compra-M urna grade de ferro para veranda,
que lenba o comprimenlo de palmos : na ra da
Cadeia du Hecife % 25, defiuulo de beccu Largo, se
dir quem precisa.
Coniprani-se 2 mulatinlias ou erioulinhaa de
lo a 11 aiioos, com principio de cnslura : na ra
eslreita do Besario n. 19, segundo andar.
Compram-se olas do Banco doBra-
, r _..__M ... -< u liviana ns. non ua pra-
sil : ii.i ni.ii.t Irapiclic-Aovo n. id, se- ,-, ,(.. ,.,).,,......i '
. ','' inilcponilencia, os seguinles Irnos
gunao andar. ,)a|.a iis .(1||.(S t(1.<.p;tl-.t ,01..|S. c,m f.^n.-iv. :
muito ard]
(lien. l>, segundo andar.
l-arinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jarome l'ires ven-
de-se superior familia de mandioca em saceos gran-
des ; para porcoes lrata-se com .Manoel Alves (iucr-
ra, ua ra do trapiche n. i.
Moinhos do vento
MBbombasderi-puuipararegarliorlasebaiia,
decapim,nafundicaoilel). W. Bowman : uarua
uo Brum ns. fi.Sc 1(1.
PARA OS SENIJORES ESTDANTES.
Vendem-sena livraria ns. 6e 8 da pa-
os
Compra-rn um^guarda louca que I Paul et Virginie, Telemaque. eminglez;
esteja em bom Statto*: noprimriro andar Historia yf R (jgi,J"'t'''Ompson-: por pro-
disla l\
>0':rap
lili SO i
quem compra
Couipra-*e bico da Ierra, o renda, sendo es-
lreita e lina : na ra do Trapicbe u. :tl>, priinciro
andar.
Compra-se nina ou duas moradas de rasas ler-
reas, que sejam no bairro da Boa-Vista : a Iralar ua
ra da Aurora n. :l(i.
Compra-se una lileira em bom estado : u a rila
da Cadeia do lircife n. 16.
Compra-se nina cama franerza de qualquer
madeira, com lastra de pnlh,em bom uso, rom lau-
to que soja instante larga : quem liver equeira ven-
der annuucic para ser procurado.
Comprase una baca de prab), rom jarro ou
sem elle, de gusto enligo : na loja do trastes do Sr.
Piulo, na ra Nova.
Compra-se una escrava de meia dad, que
saibi cozinhar o disrio de una casa e lavar de sa-
bao : ua ra do Enr.inlaincnlo u. II.
i'OS eominod'
JS.
Sent>av.
pois que nao adiamos justo (iiio para lio-: le'i1elr.a Bas''.'s' rV" < Aegrian.7 VicenteAl-
5 i .' | ves de Sonsa Carvalho, l.siai.ci
dennos vender paguemos o oneroso im-
posto de 1:200.s00l) por cada, nina das
da manbO as'.), e a larde das
en. caso urgente, porm, sern
desde as 7 lloras
i lloras em (liante :
corridos prompla-
nossas loias e tenliamos urna lianra na ihe- | ,"en1le,;' VS^L JfSIf A c""""i>>i1u *<
. J .. .. > acertar na lorma de distribuiressoccorros, rogaen-
SOltrariageral, o licenrado lllm. r. Ur. |rarccidamenlc a lodas as pessoas mais conbecidas
chelo de polica, ao passo que OllllOS a'dcsla freguc/iaquetiverem perreila sciencia do es-
nossa sombra os vendan, com o maior ~\%~g;t*^Z2^g^
cndalo mlringindo assitn a le, o tirando Rccifc 2*> de fevereiro do Ism.JooMallieus,*la-
nossos interesses pelos quaes pagamos 0 nu*1 reUeira B6'". Vicente Alves de Souza Car-
referido imposto. Kecile 18 de marco de ^ Na travesa da Congregarlo, loj
I85G.Antonio Jos Rodrigues de Souza
Jnior.
de enea dorna cio, conlinua-so a vender
muitus das obras do diroitos ja' annuncia-
das por este DIARIO, como tamben! ou-
tras militas nao si> de direito como dema-
1 ferias diversas, na mesma casa veudem-se
algumas obras latinas, proprias para os
queestudamesta lingua: todas as obras
estao em muilo bom oslado, e por ellas
o posto em ordem alphabetica, com a descripcao laz-so todo o negocio, porem a dinbeiro.
abreviada de (odas as molestias, a indicando phjsio-
logica e llierapeulira de lodos os medicamentos ho-
meopalbicos, seu lempo de aor.iu e cuucordancia,
seguido de um diccionario da signilicarae de lodos
os termos de medicina e cirurgia, po-1 o ao alcauce
das pessoas do povo, pelo
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATKA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEX-
NIXGHAUSEN E OUTBOS,
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignantes podein mandar buscar os.scu
axemplares, assim como quem quizer comprar.
CASA DOS EXI'OSTOS. '
l'recisa-sc de amas para amamentar enancas na
casa dos eiposlos : a pessoa que a isso se quena de-
dicar, leudo as liabililares necessariac, dirija-se a
mesma, no paleo do I'araizo, que abi adiara com
quem Iralar.
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esla poblicacio sera sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao ezercicio
do foro, pois uella encontrarn por ordem alpbabe-
lica as pi incip.ic- e mais frequeutes occurreiicias ci-
vil, orpliauulogicas, comroerriaes e ecclesiaslicas do
^osso foro, cun as remissoes das urdonai-es, leis,
avisos e reglamentos por que se rege o" Brasil, e
bem assim resoluces dos t*raxislaa anligoa c moder-
nos em que se lu mam. Conten scinelliautemenle
as decisoes das quesles sobrealzas, sellos, velbose
iiovos direilus c decimas, sem o Iraballio de recorrer
collecro de nussas leise avisu avulsus. Consta-
r 0)0 doa volumesem oitavn, grande franrez, eo
primeiro sabio a luze esta venda por 8D na loja de
ivrosn. H e H da praca da Independencia,
zia da Boa-Visla, na ra Velba n. 42.
ARBENDAMENTO.
A toja e armazem da rasa n. 55 da ra di Cadeia
do Kerife junio no arco daConceirSo, acha-se deaoe-
rupada, e arrenda-se pata qualquer esUbelcciinenlo
em pooto grande, para o qual lem commodos sulli-
cientes : os pretaodentea enlender-se-ho com Joo
Nepomuceno Barroso, no scguudo audar da casa n.
57, na mesma roa.
l'recisa-se de urna mulher para cuncerla
obras: na loja de alfaiatc da ra Nova u. bO.
Koga-so encarecidamente a S. E.\c.
Itvma. o Sr. hispo diocesano, que tenha
compaixao da pobre da fregneztada Luz,
(onde tem morrido sem conlissao mais do
duzentas pessoal de evereiro para ca
mandando para .iqui algum sacerdote
para contestara gente de lora, visto que
o respectivo vigarioou por nervoso ou por
oceupado nao lem sabido a contessai, des-
de o principio de fevereiro prximo pas-
sado ; isto pede encarecidamenteUin
parochiano da Luz.
Lava-te
DE
e engomma-se por proco
commodoe da'-se almoeos e jantaes com
muilo aeeioe promptidao:
vramento sobrado n. I.
na rua do Li-
l'recisa-se alugar una casa de sobrado que le-
nba suflicienlcs commodos para una familia nao pe-
queua. c que seja fresco : prefere-se primeiro ou se-
gundo andar, e quanto a siluacao, que tejaem qual-
quer djs ras mais cenlr.iea desle bairro: quem li-
ver annaneie.
U artista cm daguencohpo do aterro da Itoa-
\ isla u. I, lerceiro andar, avisa ao respeilavel pu-
blico, que lem de seguir muilo brevemente para a
corle do Kio de Janeiro ; aquellas pessoas que qui-
zerem possuir um perfeilo o fiel retrato devem apro-
veitar-sc do pouco lempo que resta de sua estada cm
l'eruainbuco. A galeiia c ollicina cslaia aberla dai
!l horas da manhSa as 1 da larde, seja qual for o
lempo.
I'rerisa-se de una ama forra ou captiva, para
lodo servifo do orna casa de posea familia: na rua
da Moeda n. 2.
Aluga-se una lileira: ua rua da Cadeia d
Kecife n. Ib.
HOSPITAL PORTGUEZ
BENEFICENCIA. r
l'or ordem do lllm. Sr. provedoi, u de eoniormi-
dade com o art. 59 dos estatuios, convocase a junta
adiuiuislraliva para a sessilo ordinaria, no lomingu,
i; do cnirenie, rielas lo horas da manhaa.O secre-
tario, M. I. de Souza Barbota.
Precisarse de urna lavadoira : na
camba do Carmo n. ~>H, primeiro an-
dar.
l'rccisa-se alugar um ou dous audares que le-
nli.iin cummudos para una familia,seiido uas segaili-
les ras : Cadeia do Hecife, Cruz, Yigariu, largo do
CorpoSaulu, ou cm oulia qualquer rua du bairro do
Kecile : queui liver e quizer alugar, dirija-se a rua
da Cadeia do Hecife, n. 57, primeiro andar.
*
g. o Ur. l'io Adocci, medico operador ilalia- 0
.._; no, luime.idn pelo Lviii. Sr. presidente da ,.^
4, provincia, paia prestar os seu> servicus me- i?
..j dicos aos duenles do cholera no hospital da i4>
,-ip rua da Aurora c ao districlo, previua ao i
; publico que lem filado sua residencia uu di- fjg
- lo huspilal, uude pode ser procurado.
4 aHl4WC *- 3
No dia 7, as 10 horas, se ha de arrematar no
aterro da Boa-Vista, em presenca do Sr. Dr. jui/. de
ausentes, na loja do liudo Caniuciiis a anuacAu da
iue=uia loja, terramenla c maisulencilios de ourives,
e oulros objeclos, ludo perlenceulc a beranca ja-
cinto do niesiuu liuadu Camucuis.
1. t;. dos Sanios e Silva val a Europa Iralar
de sua saudc, e deisa por seus procuradores Joaqun)
Lopes de Alroeida, Joaqutni Francisco do Silva J-
nior, Antonio llamos.
AO COltMERClO.
Ollereco-se um rapas brasileiro de idade IS auno-,
cun bastante aclividade, para caixeiro gratis de qual-
quer casa de commereio, pzefeze-eo esirongoiru :
quero pretender, rlinja-se a rua da Couceii;ilo da
Boa-Vista u. It*.
l'recisa-se de urna ama que saina cozinhar a
fazer todo o servico de casa : na rua liireila n. Sli,
seguodo andar.
l'rccisa-se de um caiveiro para laherna, com
pratica ou sem ella : a Iralar na rua da liloria u.
35, liberna.
O abaiioassignudo roga a llliiu. mesa queresa
a irinau.lado do lliviuo l>piri(o Santo, eiecla ua
igreja do Collegio. que se sirvi mandar quaulu an-
tes por pessoa competente reeeber os lili,? que u
mesmo abaizo iMienado oflereceii de esmola para as
oluas da mesma igreja. Uecifc i do abril de 1856,
Joao Vieira i.im.i.
Aluga-se parla de tuna rasa terrea na rua Ve-
Iha : a pessoa que piecisar, dirija-sc a inesina rua
ii. i 2.
A capatazia da alfandega precisa de
homens forros para o trabalbo interno,
o escravos para o externo.
Antonio da Silva liiiiinaii'ics avisa :,i,
publico, (pie as suas cautelas premiadas
sito pagas no aterro da Boa-Vista n. S,
loja.
PAM 0 CURREN i E ANNO.
Folbinbas do algbera contendo o al-
manak administrativp, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tosparochiaes, resumo dos imposto ge-
raes, provinciaes e mitnicipaes. extracto
doalgiimas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, i omilerio,
tabella de loriados, resumo dos condi-
mentos o exportoslo da provincia, por
".00 rs. cada urna; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasou de paute, com a ro-
sa deS. Tilo a 400 res: na livraria n. 6
o S, da praca da Independencia.
ItKl.OlilOS coberlos e do-cobertos, pequeos
c grandes, de ouro e prala, patente ingle/,, de um
dos inclhorc* fabricantes de l.iveipool. viudos pelo
ultimo j.aqucle ingles : em casa de Soulhall Mellor
S Companbia, ua rua do torres n. 118.
Vende-sc una escrava de idade de 11 annos,
erioula, bonita e sem vicios ; para ver Iralar, na
ruada Ciuao, c^sa aonde estovo 0 l\pugra|ihia do
mesmo uome.
Vende-se superior caro de primeira sorle do
lliu de Janeiro -. na luja do Passeio Publico n. II, de
l-'irmiano Jos llodrigues Perreira.
Chitas prelas france/.as, largas, a 2811 is. o co-
vado : na rua do (Jueimado n. 9.
VENDE-SE
larinha do mandioca do muilo superior
pialidade, por sor muilo nova e lina,
vendida por alqueiro volho, viuda lti-
mamente de Santa Cathariiia no patacho
ESPERANZA., tundeado ueste poiio em
lenlo do trapicbe do algodo: a fallar
no mesmo patacho, ou na rua do Trapi-
che, com Jos Velloso Soaros.
Vcnilem-sc SIK) caivas de charutos; na rua l)i-
reila n. 'i.
Veudem-se por proco commodo caisilboi envi-
dracad s para varaudas, assim como portas de diver-
sos (.iinaubns : a tratar na obra que se esln fa/.endo
no lugar aonde loi o Iheatro de S. l-ranei-co.
Vende-se urna eaai lerrea na Iresue/.ia de S.
Jos, sila na rua do Porte n. 1 : a Iralar na mesma.
Tijolosrie marmore eohi*de dito.
Vendein-se lijlos marmore de 10 c 12 pollegadas,
quadrados, e mais obru de marmore, como tmulos,
urnas q estatuas, por procos commodos : em rasa de
Basto ,\ l.emos, rua do trapiche u. I
Livi'os Qlassieos
Veiideni-sc os seguiiles livros para as aulas pre-
paratorias : llisturv oi Uome 3$0X>, Thompson 29,
I' tul i X'irgiuie _'- ro c o balean todo de amarell
Madre de Heos n. 36.
Vendem-se craveiros de lodas as cores, muilo
em conla ; ua rua da ConceirSo da Boa-Visla n. ili.
Vende-se superior chocolate de Lisboa em Li-
las de S libras a :i?t.lK). e ditas de i libras a 2&00U :
i,. Iravesaa da Madre de lieos, armsxem n. 5.
fallir m hoje da
landoga ipioijos londrinos, presuntos n-
glo/.os, bolachinat de soda e biscoitos de
diversas (pialidades, em latas grandes e
pequeas, conservas e mostarda, ludo so
vende a precos ra/.oaveis : na rua do Col-
legio, taberna de Francisco Jote Leite.
Relooios
eies de pa -
tente,
ing
engenhos.
forro de D. W
do Brum, pastan-
3
i
Velas estearinas, podras domar- v,'
i
i
more para mesas, papel de peso
ingle/., papel de embrulbo, oleo
de linhaca em botijas, chicotes
part carro, pianos de armario,
lona ebriol de vetla, cemento ro-
mano, armamento de todas as
qualidades, cabos de linlio e de ^!
inaiiillia, ]ii\o da Suocia, cliam- w
pagne e vmlios linos do Kenho : W
vendem-se no armazem do C. J. w
Astley i\ C-, rua da Cadeia n. l. I$)
POTASSA-E CAL YIRGEI
No antigo c\& bom coiihecido deposi-
to da rua da Cadeia do Itccilo,escriptorio
n. ii, ha para vender muilo superior
poiassa da Kussia,dita do Rio de Janeiro
o cal-virgom do Lisboa em podra,ludo a
procos muilo lavoravois, com osquaes (i-
carao os compradores satisleitos.
Vendem-se scllins com per-
lences, patente ingle/, e da
mellior qualidade que lem
vindo a este morcado: no
armazem Ir AdamsonIiowie
& C., i un do Trapiche n. i2.
\ ende-ae a ferramenla de um npaleiro c mais
liguas pertences do mesmo oflicio, por preeo com-
modo : ua rua da Madre de Dos, hiberna n. 38.
Vende-sc a taberna ilc l'ra de Tortas n. SS,
cm bom local, bem arrefuezada, o aluguel commo-
do, lodo o arranje se ra : a Iralar curo Manoel
Coelho l'inhciro, rua di Brnm.
Na roa da Cruz n. I, escriptorio de Antonio
l.iiiz de (Miveira Azevcdo, vendem-se as seg.....lis
obras: Dictionaire de la Convorsalion par une so-
cielo de savanla el de ens de lettres sous la direc-
Iton de M. W. Iluclett, II voluntes ; Uaterie des
illustres rniitemporaiiis ; Les Pemmea de la Itihle,
par M. Harbi.y.
Vendem-sc livroi para o l.\ 2." e !!. anuos da
laeiildade de hireilo. assim COTOo os loros de lodos
os preparalorios, por prejos mais baisos do que em
oiilia qualipier parle : no lerceiro andar da casa da
esquina da rua dn Rosario, defronle da igreja, a vol-
lar pura a rua do Oueiinado.
Vende-se o estubelecimenlo de buhar do pri-
meiro andar da rasa n. 2, na rua do trapiche : a
fallar com os propietarios do mesmo.
\ende-se Diccionario Thenlofjico por Bergier,
Direito Natural poi Ahreua (iradutido Direito Na-
tural por tener, lliir\ nf Kome por Tiloma/ Ho-
rcll. Virar or WaLeOeld*, o I'araizo Perdido por Jo-
hnsou Milln, laidos de la l'onlainc, Bpilolul Hice),
riiuis, compendio do geoorapliia por Uiulller, So-
pnioaii.1 do Papa por .Moreno. Direito Publico tic-
lalporllr. Aiilr.in, Calera l'iloresc.i da Historia
dr Portugal, por muilo barato preeo : noalctroda
Boa Vista, loja de ourives n. l8.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baralissimn prejo de IjMHl o par, ditas de li-
li idio prelas a 640 o par : na na do tJ_ueiiiiado,lnja
domiudezasda Boa lama n. 3i.
Sal do Assii
A bordo da escuna Jus vende-se sal do Asu",
ou a tratar com Antonio de Alineida Comes, na rua
do trapiche n. ll, segundo a.
SK MENTES.
Sao chocadas de Lisboa, e acham-se u vend na
ruada Cruz de Hecife n. Ii2, taberna de Antonio
Francisco Marlini as oguinl?s scmenlesde horlali-
ces, coma sejam : ervilhasl.ua, genoveza, e de An-
gola, feijao earrapalo, roso, pintacilgo, c amarello,
alfacerepothoda o alinala, Misa, lmales grandes,
rbanos, rab nieles bram os encamados, nabos ro-
so e brauco, sonoiraa braneer e amarellas, couves
trinehuda, lombarda, esabed, sobla de Seiubal,
scgurclha. coenlro de looccir^ repolbn e pimpinela,
e urna grande porcao de ditlereotc- gementes, das
mais bonitas llores para jardins.
Con ros Vende-se um resto de eouroi de cabra, muilo gran-
des e bous : n-i rua da Cadeia do Hecife n. .'iT.
No armazem deNovaes&C, rua da
Madre de Dos n. I 2, vende-se familia de
mandioca em saetas, de superior qualida-
de, poi prec'i commodo.
Taixas part
Na fundicao' de
Bowmann na rua
do o chafarle continua haver um
completo sortimento de taixai de ferio
tundido o balido do a 8 palmos de
boca, as quaes acham-se a venda, por
proco commodo e com promptidao' :
embaream-se ou car 1015:1 m-so em carro
soiu desposa ao comprador.
Cousas finas ede
bous gostos
HA LOJA DA BOA FAMA.
\ endeni-se ricos loquea com plumas, botla 1
sspelho 1 25, lavas de pellica de .louviu o mellior
que pode haver a l?S0O o par, (lilas de seda ama-
relias t brancas para homem c senhora a l?2Sfl, di-
tas de loreal prelas e com bordados de cores a K00
rs. e 1?2lM). ditas de lio de Escocia brancas c de lo-
das as cores para homem e senhora a .VK) rs., ditas
para meninos e lucilinas muilo boa fazeuda a 11211,
lenrinhos de retroz de lodas as cores a 1". loucas de
lita para senhora a 610, peines de tartaruga para
llar cabello, fazeuda muilo superior Sf, ditos de
alisar tan.bem de tartaruga a :i?, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a I92M0, ditos de alisar de bfalo, fazeu-
da muilo superior a 320 e ->IN) rs., lindas meias de
seda pintadas para criancas de 1 a i anuos a IcsUX)
olpar, ditas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para erial.cas de 1 a 10 anuos a :I2U o par, es-
peihos para parode com escolenlos videos a .".(ni,
701), if e 19200, loucadores com pes a I?."i00, lilas
de velludo de todas as cores a HO e 210 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e linissimas a "it'ti
rs., ditas linissimas com cabo de marlim a f>, tran-
cas de seda de todas as cores e larguras 1120, IDO e
.VIO rs. a vara, sapaliiihos de lAa para criancas de
bonitos padres a 210 e :120, adereces prelos para
lulo com brincos e allineles a 1?, loucas prelas de
seda para criancas a Ir, Iravessas das que se usam
para scgurarcabello a l>, pisloliiihas de metal para
eriaaras a 2lltl 1.., galheleirai para azeile e vinagre
a -.?2IHI. bandejas muilo linas e de lodos os tama-
iiln.s de I?, 2;, i)- c >, meias brancas linas para
senhora a 210 e :12U n par, dilu prelas muilo boas
a iOO rs.. ricas caixas para rape rom riquissimas as-
lampas a 39 c 29300, meias de seda de cores para
bomeni a 640, cliaruleiras muilo linas a 2>. castes
para bengalas a lOrs., pastal para guardar papis
a MMI rs., oculos de ai niacao de ac praleados e doo-
radosa llili, I? e laOO, lunetaa cen aro do bfalo
e tartaruga a 300 rs. e 19, superiores c ricas benga-
linhas a 2?. c a ."ilKI rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e grandes, falencia muilo supe-
rior a tiiO, HOO, Ij, 19200, I93OO e 2?, atacadores da
cornalina para casaca a 1120, nenies muilo linus para
suissa a 00, escovas linas pira cabello a tiiO, ditas
para casaca a 640, capachos'piulados para sala a
tiiO, meias brancas e cruas para lioinem, fazeuda
superior a 160, 200 e2i(l o par, camisas de meia
muilo finas a is e 19200, lavas brancas eucorpadas
proprias para montana a 2-iO o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
durasde madreperoli edeoulras multas qualidades
c costos para rolletes e palitos a OO rs., Avelai dou-
radaipira calcas o eolleles a 120, ricas fitas linas
lavradas e de ludas as largura, bicos uissimos de
bonitos padroes e todas as larguras, ricas frailas
brancas o de cores para camas de noivas, tesouri-
nllll para costura o mais lino que se pode cncoiilrar.
Alem de tudu isto oulras mailissiini cousas muilo
proprias para a fcsla, e que ludo se vende por pre-
eo que faz admirar, cuino lodos os fregueses ja *a-
bem : na rua do Oueiinado, nos qualro cautos, na
bem condecida loja de miudezal da Boa l-'ama
n. 33.
OS mt'llmrc
lleurv (,ili
labricados em Inglaterra : em rasa de
ou rua da Cadeia do Kecile u. .".J.
No sierro da Boa-Vista n. 80, vende-se vinlio
do Parlo, Madeira, Moscatel e Selubal a 1:4100 en-
garrafado, alelria a .|Ht), marairAo e lalh.imii a 400' que *e Uz o |ffcenle aviso,
rs. a libra, azeile doce a .V) a garrafa, ervilhas a! '_...__ ,,,. .. ...,_
too .un. i-. 3. lirilTARTE PARA 0 NBLH.A.
Vende-se por proco commodo urna armarao Para < ni a de phlvsica cm tndn-n>seu diflcrrnlrs
uuva de luja desm:nicliada, sendo a inadeua de Ion-; graos, iiuer motivada por roustipari>s. loor, .o..
a iralar na rua da : ,a, pjeuriz. escarros de saugoe. dor de roslado e
peilo, palpilaco no coraran. < nqtif turt,r l.n n, |.u
I dAr nagargana.e todas asmolesliatdos rgi r4-
; mniiarrs.
Na val las cmiient.
Na rua da Cadeia do Becife n. IK, primeiro -
dar, escriptorio de Aususln C de Aluce, raitli-
sil. nuam-se a vender a 8J4SI o par (preeo Ato, as j*
1 bem conbecidas e .1 Lunadas MvaOkas barba fcii-
pelo hbil fabrcame que foi premiado na ri.iwrj,
de Londres, as quaes alen, de duraren. ctlraanK*-
riainenle, uo sesenlen. no ro>lo na arcan de estriar ;
veiidcm-se eoaa a enndican de, 0*0 auradainlo, |.-
derem oseoar.pradoresdevolve-las ale 1 dias>|>Hs
da compra resliloindo-se o irofiorle.
VABAMhS E 0UWL
I in hurlo e variido sorlimrnln de nn-dllo* paral
\,u.iiMld> < pr.Tii.irid> tic 'w*u< itiiHlcrni>*tan : na
fiiiiihr.in da Aur.ua, pm Santo Amaro.c m tepsyai-
lo di inc-ni.i. 11.1 ruado Brum.
RELOGIOS
Co'irrlos fdescol)eitos,|M -
(jicnosci;iaiiiU s,oV u
:-o, patente inirl*/..
Vendem-se no e-niplorio de Sualhslt Met: ,\
Cnmpanbia, ai roa da Cade d Kecile 11. K. a
Mil superiores -elogios rolicrlix e desrobetSa. pe-
queos r grandes, de ouro. patente ingle/, de mu
dos alborea fabricantes de Liverpool, viaos pato
ultimo paquete ingles.
Em casa do lleni v Bi iinn c\ C-. ">
1 na da Cru/. n. 10, lia >. grande sortniento de uno Jo mclln 1
gosto, assim como relogics tento.
VendeLie dous pianos Inrtrs de ja-
!f I caranda', consirucco ve riscal o com lo-
1 1 11 1
non jilos os mclhoramcntos mais modet nos,
M? tendo viudo no ultimo navio de ll.irnluii-
KIMI
ski !" ; ";i na da Cadeia, .um. um n. 8
i IECHAHISIO PAR EKE
"l HHO.
XA FLXDItjAO DE FEKKO IK) EXGt-
XIIEIKO DAVID W. BONVMAN. ,\A
RUA 1)0 ItULM, PASSANDO O ^HA-
KA KIZ.
ha sempre um grande sorumeuln dos sesoiale *-
jeclos de mechanisinos proprios paia eoLefvlMM, a sa-
ber : moendas e meia moenda da man. moderna
consirucco ; taitas de ferro tundido e batida, da
superior qualidade r de lodos os laaaanbos ;
dentadas para agua uu aniniaes, de toda 1
riles ; crivos c borras de torn.illi.ie recwlra'de I
eiro. apuilbees. bronzes. paralusos e cavilkoes, 1
nho de mandioca, ele. etc.
NA MESMA FINDICA'O.
se execulam lodas as encommendas con> soperiM
n clac le ja c nubcula, c com a divida pi cie/ae eoaa
l.U.U IACAO'.
" arrematante da loja de miude/.as da rua dos
(JJuarteisn.I,qoerendo acabar as miudezas que
ctislem, vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo.
Franja com bullas ara cortinados, peje niihi
i'apel paulado, resma, (de peso, :;.?(,mi
Hilo de peso, resina JTOO
l.aa de cores para bordar, libra TjlKKI
l'entes de bfalo para a-ar, duzia :j)000
Kivelasdouradaa para calca, urna 100
Croza de brelas muilo linas OjOtlO
Lencos de seda linos, ricos padroes 19300
Clisa de liuhas de marra -JtO
Meias para senhora por -JIO
Tenlesde tartaruga para segurar cabello 2O00
Crozas de canelas finas para pennas 2501N1
Hilas de botoea linos para casaca -JjflOO
Meias prelas para senboia, duzia :i?-J00
Hilas dilas para hometn -_'>00
I.acre encarnado muilo fino, libra l;smi
l'apel de cores, maja de -JO quadernos WIO
lluzia de colvetes 7:20
Espelbosde todos o, nmeros, duzia S9300
l.inhasdc novcllos grandes para bordar I96OO
Kiras fitas cscocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem cuslura para humera
Dilas de seda n. '2, peca
Trancas de seda branca, vara
Calas de raiz, du/ia
Pecas de filas de c.s
l.apii linos, prosa
Cord.io pata vestido, libra
Touras de bloiidc para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
o oulros muitosarligos qoe seluruam recommcuda-
veis por anas boas qualidade*, e que nao se duvidara
dar um puuqumbo mais barato a aquello enhor lo-
silla, dae qoeira a dinbeiro comprar mais lualo
do que se compra cm primeira mo.
(.'ntssns t'riioe/as lii;is
-40 is. o eovado.
Na rua do Crespn.5, vendem-se cas-
sas franee/.tis linasa 'i rs. o eovado.
Vende-se vinho boro a :l>00li rs. a ranada e
iOO rs. a garrafa : na Travest do I'araizo n. IS.
l'ara se ler.
Vende-sc bubas de meada do Porto, libra, de re-
tro/, pomada, coates de usso, babados, traucelini de
rclroz, cosins, c oulras miudczas, cm poicoea min-
iobarato, como holes enliados a ISOeada inf. >'i
loja de I'. A. de l'inho, em freute do l.ivraineulo.
Vende-sc sag' fino em porcao e a relalho, por
preeo commodo : na rua da Cadeia 11. -JS, defronle
da relajan.
Vende-ea um bom e bonito cabriole!, coro ar-
rcios c ravallos, ludo por preeo muilo rominodo :
para ver. namcheirado Sr. Juao l-'rancisco, defron-
le da ordem terceira de S. francisco, por balso do
Calele l'orluguez, e para ajustar. na ru du <,>uei-
niddo, loja de miodezas da Boa lama n. :l:l.
3S300
380
loo
.Mil
'.m
l;-<00
\tO0
1;000
ara
luto.
Corles de vestido de ca*a preta com 7 varas cada
um. de bonitos padroes a -j-mm : vende-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
>ap Jos de borracha.
No aterro I;i BoaVilla, defronle dri lionera n.
1 he chesado um grande >orlniicnlo de Mpaloa de
borracha muilo proprios p;ir,i a talafAo pracalB, lan-
o para Immem romo para fenliofa, meninos 3 ire-
ninas, aasiin romo um nn\o c complrlo urlimenh*
de ralbados francezes, c de >.inle>, de lodas a> (pi.t-
lidades, o os bem ronhecidot >apalos do Aracal\,
para homem romo para menino, esleirs, cera e ve-
las de carnauba, a melhores que de U lera viudo ;
assuu romo urna porr,B0 de \erde francez, ludo por
preru muilo commodo, a Iroco de >ediil.i* velha>.
Cassas prelas
Fi'ancezas
Veinlenise cassas prelas francesas, mallo linas
na rua do Crespo, loja o. 19,
"aia vidracas.
Veiiilcin-se vidros a 8> a caisa : na rua Nova n.
38, defronle da igicfa da Conceic.io dos llililares,
casa cncaruad.i.
Vendem-s
feijao mulalinho
ICCOS grandes com luillio a 39H00,
uito novo, velas de carnauba da
modidade em preeo.
Ein casa dolleiirv Kriinn A C, rua da
| Cruz n. 10, vendem-se:
Lonaso lirins da Kussii.
Inslrumentos pota msica.
Ks| .el los com moldura,
(lobos para jardins.
adeiras o sufa's para j.iidiui
(Meado* p.n-a ihi-n.i. \
Vistas de Pornamlmci *
Cemento romano,
(iouima lacea.
TA1XAS l)E KKKKO.
Na lundicao' d'Aurora cm Sanio
Amaro, o laml.em no DEPOSITO na
lila do lirinn Iojto na culi ida. o drlion-
to do Arsenal de Maiinlia lia' souipu
um grande sortimento do taiclias tanlo
de fabrica nacional como cstranjjrira,
batidas, rundidas, pramios, pciiu*iMS,
razas, e lundas ; e em ambos o lorjart
|0\istem giiindaslos, para carirgar ca-
noas, ou carros livro* do aajMBa. O
precos stio os mais commodos.
C. STAKK A C.
respeitosameuleinnunriam qoe no evlrsn -
ahelecinieulo em Sanio Am.ii. onlinu.m a fabricar
com a.......i perleic_an e prniupl.dao. toda a qn.i.la .
de de u.achiiiiMiio para o usu da agiirallora, na-
vegacao e manulai lora: e que para mmi riaamlii
de seus iiiimemsos fregue/cs e do poblir cm gci>l.
leeiu aherto en. un. dos grandes arma/en- o >(.
Mosquita na rua do llrum, alraz du arsenal de asa-
riaba
DEPOSITO DE MACHINAS
eonstraioas no diln seu eslsbclecimenlo.
All acharan ns compradores um compirto stwli-
menlo de nioi-n.las de caima, com lih> os metbora-
meiilus algiius delles nnvos e "ii-iiup. de oje a
evperiencia de mull** anuos lem nioslrado a oece
Miladc. .Machinas de vapor de bata e alia anjajpja.
laisas de todo lamanbn. lano bslida* run* londt.
das. carros de niao c ditos para condanr fnrms* ds
Msorar, ion lunas para moer niandiora. prensa, pa-
ra dito, for no- dr lene balido para larinha. arado. Oe
Ierro da mais approvada con*lrrrjto. fundo- |^,r.
alambiques, cnv.w e perlas par urnlh. e bm
iiilinidade de sarna de Irrro. que cria entodimb
eniiiucrar. Ka meMiio depoiulo rv.-tc ama pajjnji
iiilclligeule e hatiililada para recelar toda, as m-
cuiumcnlas. etc.. ele, que os annuncianlr. conlaH-
mellior turica iloAracaly, esleirs dila, oleo de n- ,| rm a .apacnla.lede suas oaaataa e marino
i de
cio em garrafas
irrafasa I?, e ludo mais por preeo comiuudo :
bras,
ua ru
Vende-sc cal de Lisboa ullimaincnlechegada. as-
sim como polassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpa Sanio u. II.
de ema.
prunas de tnia : na rua
Celinas
Veiiilcm-.-c muilo ba
da Cadeia do Kecife u. V
Cognac verdadoiro.
Vende-se cognac inpcrior em garrafas: na rua da
Croz n. l:l.
Cortes de cassa para quem esta' he
LUTO.
Vendem-se cortes de cas-a prela muilo muida.
pur diminuto preeo de -> o corle, dilos de cassa chi-
ta de bom goslo I 2j, dilos a -2-0O, padrOei nance-
res, alpaca de seda dequadros de todas as qealida-
dcs a 7JO rs. ocuvado, laa para vestido lambem de
naadsosa HOocovado; lodas esta* lineadasven-
dcm-ie na rua do Crespo u. (i.
\ eude-sc um cabriolet lodo piulado o forrado
de novo, com arelos, be bstanle leve, seguro e no- /}.
nilu : para ver, ua rua dn Hospicio, esquina do Ca-. v
1 l|J libras, em lata- de .17 li-
du Visarlo o.
Vende-se o al(|iioire do muilo supc-
tioriariiihade Santa Catbarina, por me-
nor proco do iptoom ontra ipialquoi par-
to: a bordo do brigue SAI.ITAIUO, d.s-
l'ronte do tiapicliedo alfodao, ou na rua
do Collegio n. 17, segundo andar.
Vendc-sc um piano quasi uuvu. de Jacaranda,
e mu loucador de dilo, una porcao de vidros de
chairo do dito loacador, ludo por preeo muilo em
conta por sen dono| curar na rua do Cabuga, loja de miudezas, que se
dir quem vende M dilos ohjeclns ; la tambera ex-
ist um peale muilo bonito viudo de franca para
senhora. por 20-, urna porcao de loucas para ,-rian-
c pericia de seu olliciacs, se coropromrlleoa a L-t
everutar. eoaa a maior prolera, pe N-n/io. r rsaccla
conformidade ron. os modelosnu desenKos.e insttse
roes que Ibes torcm fornecidas.
MOENDAS SI PEKIOK.
Na lundicao de C. Starr & Compauliia
em Sanio Amaro, acba-sr para vender
moondas do caimas lodas do lori-o, dr um
tiiodcllo o consirucco minio suporioio.
ARAIMIS l)K FEKKO.
lundicao do C. Starr. A C. cm
Amaro acba-so para ajaaaW ara
ferro do "'IK-qualidade.
MEIAS DE I.V...
Vendeos se superiores meias de
Na
Sanio
dos i
es, c nina pon-a,. de lia c cuntas de bordar, tilo por | commodo : na rua Nova, loja n. Jl.
proco minio cm conta.
Vende-se 1 sota. J cadciras.
Jacaranda : na rua Direila a. Vi, so dir
:vende.
la*, per prr<;o
me-.. Indo d*
Ainda exislem algn cveroplares da heuious-
Iracau dos Art-. do Cod. Com. cora referencia icio
sn entre si, mas lambem rom os avisos, portaras e ,
regulamentos respeito ao mesmo Cod. Ela obra he ; ,V| I'|it S lil' |;1;l (Mirl;|S C I'OIII
mol inleressanle a lodos os cidaduos para os arios da : m .
vida reminercial, |iriuci|>almenleaus lllms. Srs. ac-'
demicus : vendo-se na- lujas de livros do Sr. Ricar-
do f reilas i\ Compaiihia, rna do Collegio. e na do '
Sr. Antonio Ib'.mingues ferrcira, rua do Crespo, a
inioo cola ejemplar.
Nu California,
luja nova, na rua du Crespo, ao pe do arco de Santo
Antonio, vendem-se pecas de algodaoaiabo com va-
ria a 6(0, 1J, l?S0 e 18600, e limpas a alpaca
prela horada, sem deleito, de i palmos de largura
a _|tiii rs. e a J'iO rs. o cuvado, muilo ba para quero
esto de Intu, milito boas meias prelas de atendi
para seuliofa a ion rs dilas para homeiu a NO, cas-
sas piuladas francesas a -JOO rs. o eovado, cortes de
ditas de ti l| varas a IMUNI. chales esc0ce7.es j 3M,
madapolo muilo bom a >500, QrJOU, :1?JISI, -i.iwi.
:tj800, >. 'o'.IHI e ;-stHI, c muilo lino a > ; assim
como mullas nutras fa/.eudas, ludo multo barato, di-
priaai*.
V ondein-se roelas curia c compulas, de I
mislas de laa. coberlores granar- de
dilos de algodao lisos, proprios luray-oSrravo a wat
rs., hacia superior a 7JO o ro.vajarr. na roa do |Saei-
111 ola em lenle do heren da C.ot.fre-arao, |- insaaln
a holica, a segunda laja n. lo.
Vendem-se barucas rom familia de Irisada
ja ronbcriila marra MMM. moilo nova, a do aouili-
dade igual a de Trieste, rhrgada agora de l.rnm\j
e por preeo coinmnde : a fallar rom Basto A I*-
inns, roa do 11 apirhr o. 17.
(?crat)c*> fiifiiliDu.
No da I", do crrante mez lacia da rasa V sea
senhor um mualo por aome Satrnno. qoe ll|HM
la ler -JO .m un- de idade, eslalora rentar. <** -U
rorpo, bstanle claro, sem h-rb... rosio rom nsarr...
de betiaas ; levou ramisa de bada, ralea d alas dan
para '.
marao, luja do Sr. Candido pintor de carros e
Iralar, na rua do Collegio n. I, primeiro andar.
Carlas france-
sas.
Vendem-e superiores carias francezas para vol-
larele a VIO rs. o barallio : na rua do Queimado,
1 loja de miudezas lloa fama 11. 33.
1 '.
Cate' nioido.
m
I
(4D
Vende-se caf moido sem mistura e de
lA boa qualidade. a :ilitl rs. a libra : na ru c do
Alecrn), casa da enquia que volta para a
travesa da rua Augusta. tfif
M1II10 em saccas.
Vendem-se saccas com milho, por barata preeo:
ua rua da Cadeia do Recite, loja n. -I.
Vende-se urna parte de urna casa sita ua rua
do Foro : quem a prcteader dirija-se a loja da rua
Nova 11. "ili.
Dos n. <'<. que aleas das
os portadores.
do sr. Manoel rrancisce Alves Cama : toga' a
qualquer rapilao de campa oa quem traer cae seta
quedclle tiver noticia, o favoi de o resaeller a sea
senbor Lui Jos da Coala Amorim. no Recite, roa
d Sadr de
fraanar
. r.ontinii.i audar fgida a prela Mrrewu. rri-
onla, idade ur js a lio auno-, aawa a..u- oa BMaos
com us -mn.ios -eguinle. : f.,ll, de .lenice, na frente ,
urna das orekfas rasgada pr.neinrnle dos brinco-
Cunn I pegar leve-a a rua do Krani. arau/em a
assurar a. \>, que ser bem gralihcado.
I'ERN. : TYP. HH M. V. Ilh FARI*. 18*
DATA INCORREA
MUTICOTD'
ILEGIVEL


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