Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07327


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Full Text
ANNO XXXII. N. 82.

**
;
y
i
1
Por 5 mesa adiantadoc 4|000.
Por ."> meses vencidos U500.
SEWA FEIRA i DE ABRIL HE .86C.
Por auno adiantado I.ikOOO.
Porlc franco pan o -..I.. iploi.
JH ARIO DE
KXCARRKI. AIKIS II V SlIHSCHIPi:Al' M> XOUTE-
ParaMas., o 8i. Gsrraiio V. di Natttidadt ,- N a 111, 8r. Ju-
nta L Perelra Jnior ; Aracalj, o Sr. A. do Lemoi Braga ;
CMre,oaV. J. Jos* di Olivaira : M-iranl.ao, o 8r. Joaquim Mar-
gosa. Bedsi|iis i Piau.hr, o Sr, Domingoi Hereulano A.. Pessoa
Cearsnse; Par!, Si. Juiliano J. Ramos; tmiionn, Si. Jtrt-
nrnMajbV Costa.
PARTIDA DOS (nuncios.
Olindi.- todoa o dlai.
Caruara .Bonito a Garanhuns: noidiail a 15.
Villa-Bella, Boa-Vlsta, Exu' a Ouiicuij : a 13 38,
Goiannaa Paiahiba : segundase aaiua-feiai.
Victoria Natal : n, quinlas-ftiria.
AUDIENCIAS DOS TKIHUXAES DA CAPITAIs
Tribunal do eommercio : qoartass sabbadoi.
Rf lapn lercas-feiras e labbadui,
Kaienda qua rtai sachados 10 hoiaa.
Juizo do eommercio: segundas as 10 hoiaa e quinta ao meio-iia.
Juao deoiphoa: segundas e quintas as 10 hora*.
Piimaia tara do eivel: segundas a seilas ao meio-dia.
Segunda rara da eiial quartai a labbadoa io meio-dla.
PARTE QFFICIAL
BOVERNO DA PROVINCIA.
xpedlente de da I de abril.
Cireator A o Eirai. presidentes das provincias
v 'lenl, a salisfocao de communicnr
jJ'j e"l,ae esla Pr0*incia goza de plena tranquil-
A epidemia reinante conlinoa a decrescer nesla
capital, havendo o obituario desles iillimos di. os-
etllado entre 20 a 21.
. W-** P'^natll"' primeiro foram accommcll.do- es-
taen qoe extincla, flagellando, porero, ainda
diversas legares.
Olficta- Ao Eim. presdeme do Cear, dizendo
que por forera sido arrematados era consequencia de
ordem do joii de ausentes desta capiial 0s bahs
ronfendo o espolio do finado acadmico Francisco
Joso de Medeiros, como V. Exr, melhor ver do of-
licio e certido que remelle por copia.nio podem el-
le ser enviados para aquella provincia conforme re-
quisiloo o Exm. presidente das Alagoas. Commu-
liCM*ft i esle.
D,a-* E*m- presidente do Rio Crnele do Sul.
^ownallijeeebidos os dous esemplnres da rollecro
actos legislativos promulgados pela assembea
daqWlla provincia na sua ses.no ordinaria do auno
pronroo passado.
Dilo Ao Exm. marechal coinmandante das ar-
mas, remeltendo com copia do aviso e.rrular do mi-
nisterio da guerra de 18 de marro ullimo.af.m de se-
rena eenvenientemenle distribuidos,: esemplaresdo
modelo dos ttulos de divida das praras de pret que
ttverem baia do servir do exercito*
DitoAo Em. conselheiro presidente da relarao,
commonicando que por decreto de 22 de marro ulti-
mo, segundo conston de participacao da secretaria do
ministerio da lustieo de 2t do mesrao mez. fui remo-
vido o juu municipal Benjamn Franklin Torreode
Barros do termo da Paral.) b:. do Sul, na provincia
-do Kio de Janeiro.para o do Brejo ue-ia provincia
rixeram-se ai oulras communicac,es.
DitoAo diere de policia. iiileirando-o de liaver
pedido ordem nao so ao asente da companbi das
barcas de vapor para faier recebar e transportar al
a Baha, no vapor que segu amanhaa para o Sul, o
preso Joao Ribeiro de Farias, mas la, bernia cora-
raando do corpo de policia pan mandar apresenlar
a S. S. as 10 horas da raanhaa duas pracas daquelle
corpo para escollnrem o referido preso.--Exped.ram-
te aa ordens de qne se trata.
DitoAo director geral do monte pi dos serv-
dores do eslado.transmiliindo para o fim conveniente
urna letra sacada contra o thesouro nacional a favor
asquelte estabelecimenlo.na importancia de .ls!:)
res que ro arrecadada dos conlribuinles do referido
monte po nesla provincia.Commun.cou-se a ll.e-
soorana de fo;enda.
DiloAo inspector da lliesouraria de fazenda pi-
ra mandar rereber a quanlia, que, segundo o ollirio
que transmita por copia, tem de recolher aquella
triesourana o administrador do cemilerio publico, a
quem se dar a necessaria rjeiiaej, e bem assim pa-
STalL! ,H,"C'a das ***** <"ue reme"e no caso
de eslarem ellas nos termos legaes.
DitoAo capitao do porto. Iransmillindo por co-
pia o aviso circular do repartic.no da mannlia de 18
ao correnle, mandando remover ou demolir os cur-
I!L- i""*?' 1ae'orem Prejudiciaes a navegacAo,
especialmente as barras, rios.porl.M aa aoaeada*.
liilnAo prndenle da commisso de hyciena pu-
blica, para mamlar com urgencia ao juiz'de direito
de oianna os desinfectantes mencionados na rela-
cio qoe raaaelle. Communicou-se ao referido
jan 1
DiloAo inspector da thesouraoia provincial,
recommendando que mande pagar ao eommaiidnote
o corpo de policia os vencimenlos que Ihe compe-
tirem como tal a contar de 7 de marco ultimo, dia
em qoe enlrou no eiercicio docommindo do memo
corpo, donando de prestar juramento em come-
qoencia do disposlo no art. 9. do regulamcnlo pro-
vmaal de 1 de de/.embro de 1&VI.
DitoAo director das obras publicas, approvando
a deliberacao que S. me. tomoujde mandar far al-
RtJiis pequenos reparos na estrada do norte. Com-
municou-se a Ihesooraria provincial.
DiloAo mesmo, remetiendo em satisfaco a re-
quisirao de sea antecessor.uma copia do cntralo re-
labrado cora Vicente Ferreira da Costa Miraada.pa.
rarrendamenlo de urna sua propriedade na ra
do Hospicio, afim de nella se eslabelecer o Gvmna-
sto Provincial.
DiloAo agente da companhia das barcas de va-
por, recommendando a expedicAo de sitas ordens pa-
ra qoe o commandanles dos vapores procedente, do
sut.levem impretenvelraente a seo bordo os obiee-
tos qne forera remetlidos ao Exm. presidente do
Hio orando do Norte para soccorro daquella provin-
cia.I'articipou-se ao mencionado presidente.
PortaraNomeendo a Antonio Fernandes da Cu-
mia Avellar para o lugar vago de continuo da lliesou
rana provincial. Communicou-se ao respectivo
inspector. "^
DitaNomeando o padre Joaquim Hapbael da
Silva, para o lugar de regedordo Hwniu.m Provin-
cial.riteram-se ai necessarias communiracfies.
DilaConcedendo ao particular do '> balal'liSo de
infamara Bcllarmmo de llollanda Cavalcanli. dous
metes de licenra registrada para ir a cidade da Vie-
loria.
KPIIEMKRIDESDO HEZ DE ABRIL.
6 Loa nova as 4 boras, 21 minlos, 48 segundos da manha.
II yuartorrescente as 3 horas, 27 minutse 48 segundosda m.
10 La cheia as 6 horas, 5 minutse 48 segundos da roanhaa
17 Ouarto minguanteas 9 horas,7 minutse 48 segundosda Ur.
, PLEAMAR DE BOJE.
primal rs ns 3 horsa a I2 minutos da larde.
Segunda as 4 horas a 6 minutos da manha.
DAS DA SEMANA.
31 Segunda. Os Prazcies da SS. Virgem Mai de Dos.
1 Terca. S. Macario; S. Quitiniano ; S. Volericoab.
1 Ouarla. S. Francisco de Paula fundador dos religiosos M.
3 Ouinta. S. Prancacio b. ; Ss. Benigno c Vulpinianomm.
4 Seita. S. hidoro are. douctor da Igreja S. Agathopodis,
5 Sablindo. S. Vicento. Ferri S. Ira v. m. : S. /enon m.
6 Domingo do Bom Pastor e segundo depois de Pascoa.
monstrai;.ie. se proceder no thesouro e thesoura-
rias de lazenda a confronlatao dellas com os ba-
lancelcs trimestraes, que os mencionados collecto-
res e administradores de mesas de rendas sao obri.
gados a mandar para verificar, se se coraprehen-
dem os dinheiros de orphos e ausentes, que rece-
Jieram do juizo durante o trimestre.
Art..Asdisposiesdaspresenlennstrucroesterao
ewcucSodo 1" de julho do correte anno ein (liante;
mas osjnizes de orphaos e aosentes ficam obrigados a
remeller.osda provincia doKiodeUaneiroaolheson-
ro, e os das provincias as Ihesonrarias de fazeoda
respectivas, urna demonstrado dos dinheiros desta
procedencia, que liverem sido enlregues M collec-
tores c adminislradores de mesas de rendas, desde
a dula em que estes foram creados ate o ultimo de
junbo dororrcnlc anno ; c logo que torern recel.i-
das proceder-se-ha as rereridas eslacoes a urna li-
i|uiil,i,;ao geral dos dinheiros de lal origem. Mar-
gue: de Paran Conforme, Jo da lincha.
I.\< AltHKt.AlMis D\ si lisi lill'i \ \u si
Alagoas, o Sr. Clandino r a Icio DI ai; Babia, a Sr. 6.
iede Janano,oSr.Joe PereiraMartaae.
EM PIJIWMHI 1 I.
O proprlalario do DIARIO Maeoel Figueirea de Falta, aa sm
llvraria Praca da Independencia ea. a 8.
concurso de pessoas, vendo-se entre estas cidndiloa I minares da paz do mos qoe as Ires potencias cima
de importancia, o que den lugar a qoe a presiden- mencionadas julgarati conforme com o orejelo da
cia de accordo com a policia, depois de ler oovido o \ sua alhani;a e cotri o HaMMS geral da Europa, re-
presidente da commissao de hygiene, mandasse que rnmmendou seriamenl a corle de S. I'elersburno a
na enfermaria de marinha, onde arliavao-se doen- | aceitatao deslas condiaes, e que S. M. o imperador
tes alguns africano servico do arsenal, fosse o da Kussia, movido paOdeaejo de restituir ao mundo
prelo observado e inspeccionado pelos mdicos, que i e an seu imperio oe hoefieios da paz, resolven ad-
d'ella cstav.io encarregados, lie cerlo que desde que
o ir.Mmenlo do negro Manoel foi reconhecido im-
prolicuo e ineflicaz, o ebefe de policia mandon-o
chamar ana presenta, e ordenou-lhe qoe jamis
enrasse algnem, sendo qoe, no caso contrario, ora-
ra recolher prisao e casliga-lo, assim como inli-
mou a pessoa, em cuja casa eslava o curador, para
nao consentir na venda de remedios do prelo por
qualquer modo qne fosse, sob pena de desobedien-
cia, islo depois de igualmente ter-se o cliefe de po-
lica entendido a respeitn com os senhores de Ma-
noel, e com effeito o curador desde enlo deiioo de
corar, e alausentou-se desta cidade.
lie pois menos exacto que os mdicos eslivessem
ou fossem amaneado, de ser apedrejados pela popu-
ladlo, que se acnmpanhava o curador, qoando este
la para a enfermarla de marinha, era por curiosi-
dades que acontece por lacios semelhanles as gran-
des cidailes, como he a do Pernamuuco, oude orna
briga de gallos chama rrequenlemenle grande reu-
na de povo ; sendo que em caso neuhnm derao-se
soldados de cavallaria para aeompantiar o curador,
qne igualmenle no o foi pelo delegado de policia,
salvo se o acnmpanharam indiflerenlemente, por
que na ocrasio livessem de encaminhar-se para al-
gum lugar, cuja dirercau fosse a mesma do prelo
Manoel.
Eis o qne se me offoreee informar acerca da ma-
teria comida no ofticio da commissao de liygiene
publica.
Deosguarde a V. Enelllm. eExra. Sr. conse-
da provincia.O chefe de policia, l.uiz Carlos de
Paira Tei.reira.
fiXC3o.^-Rio de Janeiro.MinUlcrio dos ne-
gocios doSjmperio em 21 de marco de 1t*Jii>.
Illm. e Eim. Sr.Tendo ficado o governo impe-
rial inleirado.a vista dos ofliciosde V. Exc. dalados
em 21 do iniVz lindo, e 10 do correnle mez sob ns.
15c 23, nao Ir do eslado dessa provincia quanto a
epidemia reinante, e da actividade e solicilude com
que V. Exc. lera acudido aos difireme* pomos que
lem sido por ella llagellados, como tambem das pro-
videncias que lera lomado para prevenir a falla que
era de receiar-se, de carne verde no mercado dessa
capital, e finalmente dos servicos qde as pessoas qne
menciona tem estado a humanidade em semelhan-
te crise. a. communico a V. Exc. para seu
conliecimenf
Dos goarrfe \'. Exc/.u
da
Numero 18:1.Secretaria da policia de Pcrnam-
liuco |{| de marco de 18."i6.
lllm. Exm. Sr.Salisrazendo o dispncho de V.
Jie., proferido no oflicio incloso da commissao de
hygiene publica, sou a informar o seguinle! Os
membros da commissao de hygiene dando parle de
doenle-, romo todos derao ao mesmo lempo em or-
casiao. era que o governo e o publico percisavaro
ma.sde seos serviros, levados lalvez pelo raedor
terror lem arcom.nellido esla cidade augmentando o fla-
mero de suas victimas gradu.lmenle desde princi-
pios de fovereiro ultimo, e mesmo esperando que
seus lugares nao fossem subsliluidos, e e.,i,i,> im-
pozessem adminislracao condires onerosas, nao
renectiram na occasiao no passo inconsiderado e
P^r,|~To.I'U,,re Cl?e "C me'ICS' ,,qae ""roJo'Ben.odaCuohaeF.gueiredo presidente
periencein. visto que o medo e terror nao dent a
razao exercer livreniente seus actos ; logo que po-
rem rellecti.am no que haviam praticado, ou por
que fossem aecusados pela consciencia do dever, ou
por que fossem despenados pelas censuras geracs,
quer de amigos, e quer de ndiflerenles, arrependi-
dos os membros da commissao de haverem dado
parle de .lenles, no entretanto que erara visto, era
suas casas no estado de saude. ou pelas ras da ci-
dade cuidando de seus negocios, quizeram justificar
seu proced.mento, e desde eniao foram boscar fados
enligo*, referiram-os adulterado, e crearan, ou-
Iros menos verdadeiios, nao duvidaodo rallaren! as-
>m a verdade, e lancaren sobre a presidencia e po-
lica graves e injustas accusa(nes.
lindos relos amigos por que leve lugar em
me..do do ando prximo pasuda) allegado pela
commisso romo razao para em finsde fevereiro do'
correnle anuo dar parte de doenle, foi o no ler sido
rondemnado pelo delegado de policia o bolicario
Prannos m processo do ofrarr.io ,,or aatcaejSe
urna visita fel. pelo presidente da hygiene na su:,
botica Como podeha ser Paranlws condemnadoi
si o presidenle da commissao.quando foi azer aquel-
la visita, nao se fe/, acompanhar dos peritos, de que
trata a lei.' Si nao foz assignar o respeellvo termo
por leslemunhas prezenles ? ,
Si as proprias leslemunhas do termo, qoe juraram
no processo, .lesmei.liram ludo quanto o presdeme
de hygiene em ana casa mandou escrever, e decla-
raran! que o presidente da hygiene proceda d'aquel-
la raaneira nnicameule contra Prannos, porque
esle era seu anligo ..migo, e p mai. he que a com-
missao em lempo algum (em achado fallas em oulras
boticas!
/o Ferraz.Sr. presidenle
nambuco.
Peireira do Con-
provinea de Per-
Circnlar. U Seccao, Rio de Janeiro Mioja-'
leo dos negocios da fazeoda, em 18 de marco de
1836.
Illm. e Ex. Sr. Remello a V. Exc. inclusa
por copia a circular n. 7 de 30 de abril do anno
paseado, dando instruccOes para a ellicaz lisralisacao
dos dinheiaos dos orphaos e ausentes, afim de que
V. Exc. recommende aos joizes de orphaos dessa
provincia a execucao do que na mesma se Ibes in-
cumbe.
Dos gnarde a V. Exc. Mrquez de Paran.
U Seccao. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da fazenda em 30 de abril de 1855. Cir-
cular n. 7. O marquez de Paran, presidenle do
tribunal do thesouro nacional, leudo em vista pre-
vinir o abuso que podem commeller e tem commet-
tido alguns collectores e administradores de mesas
de rendas, nao entregando as eslacOes liscaes em
qne o devinm fozer, os dinheiros de orphaos e au-
sentes receidos do competente juizo, e ao mesmo
lempo eslabelecer om meio de liscalisacao eflicar a
seroelhante respeilo ; ordena que se o'bservem as
seguioles'inslrucces.
Art. i. Os colleclorese administradores de mesas
de rendas quando receberem dinheiros de orphaos e
ausentes, feria no tl.esoureiro do respectivo juizo,
ouaoscoradoresdas herancas jacenles, recibo c\-
Irah.dodolivrodetalao, que Ihe serao remecidos
do mesmo modo e na mesma occasiao em qne o fo-
rem os demais lima de sua escripturacan.
Arl. 2. Osjuizes de orphaos e ausentes ficam obri-
gados a remeller no fim de cada Irm.cstre, na pro-
vincia dn Rio de Janeiro direclamenle ao thesouro,
c as provincias as respectivas ihesonrarias de fa-
zenda, urna demonstrado dos dinheiros de nma e
outra origem qoe. no decurso do mesmo trimestre-
bouverem entregado aos dito, funrcioiiarios do ter-
mo ou termos de sua jurisdicsao, com declaraco da
importancia entregue, da data da entrega do cofre
onda heranca jacenle a que purlencerem os dinliei-
Nao obstante o delegado nao ler condemnado P-
rannos, he.-erloqoc o chefe de polica, logo que
rerebou da commissao de hygiene o termo, em que
vinho.o^la,,Anifrerentes follas encontradas na
botica, e parerendo-lhe que o termo conlivesse a
expos.cao da verdade, nao tendo elle de instaurar o
processo. que o foi posteriormenle pelo doulor de-
legado do l.i dstriclo. mandou fechar a botica de
Parasboi.
Ouanto ao curador de Elephantiasis dos firego.
he verdade ler vindo da provincia das Alagoas un.
ind.vidun. o qual foz-.e declarar pela imprensa cu-
rador de semelhanle mole.tia, contra que reclama...
do deide logo a commissao de hygiene, foi o cura-
dor chamado., presenen do chefode policia, que o
inl.mou para nao continuar a fozer laes annuncios e
nem curas sol. pena de ser proccs.ado, e com elfeito,
nao me consta que o curador leuha desprezado a
inlima^o.
A respeilo dos charlataes homeopalbas, de que
em 3." lugar se queixa a commissao, pens que sen-
do a horaeopalhia om systema adoptado em medici-
na, assim romo sao outros moitos bem conhecidos,
urna vez que seja cxerrrlo por profo.sores de saude,
por pessoas habilitadas na forma da lei, nenhuma
prol.ibicao se ll.es pode fazer, e por isso nao osjul-
go no caso de charlales, sendo que nesla cidade
conheco como homeopall.as, alem de oolros que po-
dem baver, os doulores Moscozo e Sabino.formados
em medicina, e assim anda nesta parte carece de
razao a commissao de hygiene, a qual falta redon-
damenle verdade, quando diz que os mdicos man-
dados a cidade da Vieloria balar dos cholenco, fos-
sem all apedrejados, e por isso fossem obrigados a
regressar capital, deixando os docnles entregues
ao furur da epidemia.
Os mdicos, que d'alli voltaram, vieran grave-
mente doenles, como os doolores Santos e Brito, o
que he sabido geralmente nesta cidade, e altesiaoas
pecas ofliciaes, qu6 devem existir na secretara da
presidencia, e concloe-se bellamente do propiio
olcio da commissao de hygiene com dala de 12 de
fovereiro ullimo. enderecado a presidencia, onde a
commissao diz que a cidade da Victoria devia ser
abaiidonada. porque para ella no havao meios de
salvac.lo.a sccncia no Italia cora qoe combaler all
a epidemia alimentada pela lopographia da Incalida-
dc.lma conslruccao das casas, e falla d'agua polavel,
sem que eu(.1o allrihuisse a intensidade e duracao
da molestia aos homeopathas !
Pealando no africano de (luanrapcs, escravo do
comme.idadnr So e Albuquerque, allirmo V. Exc.
que o referido ecravo nao veio, nem curou n'esla
cidade, e sim conservou-se em liuararapes e suas
immediacoes, onde ia cora liccuca de seu sei.lior a
casa de prenles e amigos, islo na folla de mdicos
no lugar ; tanto assim que, apregoa.ido-seos bous
resultados de seus remedios, V. Exc. dirigio-se i
commissao de hygiene ordenando que um de seus
membros, indo a aquelle lugar, examinasse o Ira-
lamento usado pelo preto, e informasse respeilo
cirrumstanciadamenle, o que verificou-se pelo doa-
lor Pereira do Carino, que segundo sua propria in-
formacao n V. Exc. enderezada pelo presidente de
hygiene, no desapprovou o Irntamenlo ou reme-
dios litados pelo curador, e nem o presidente da
h\giene, por que nenhuma reflexao foz contraria ao
negro de tiunrarapes; no cnlretanlo he cerlo que o
prelo nao tem continuado a curar, por que seu
propro senl.or, desengaado pela experiencia da
nellicacia de seus remedios lem contratado me-
dico para s..a fazenda.
I'inalmenle a commissao de hygiMC adultera o
facto relativo no africano Manoel, por que, sopos-
lo fosse es.e curador apiegoado por infollivel en
Para lalisfazer o oflicio de S. Eic. o Sr. presi-
dente da provincia couvem qoe seja um pouco mi-
nucioso : assim leulio 4 communicar que antes da
uossa chegada na cidade da Victoria, algons curio-
sos mrHicavam, neis por pl.ilnntropa, e outros 1110-
nopoli.ai.dn a cinta da. dores dos seus semelhanles,
vendendo |ior preco elevado o. medicamento, qu e
os alindas buscavam para minorar seus soflrimenlos
Eulo a medicina racioual, e aespectaeo de lla-
nhemann era seguida; porem conao.'a delilreraco
ilos meios Iherapeuliros daquella era mas circi.m.-
cripta, esla mai. se esteudera. Com a riten chega-
da, sendo facilitados os medicamentos a pobreza, a
cusa ile cofres pblicos, acontecer que aqsMtles,
.que nesla crise lamentosa sem humanidade, nem
consriencia nproveilavam-se dn occasio, alim de
saciar sua avare/a, vendo qua com o nos.o procedi-
inenlo seria frustrado seu intuito, envidaran) csfir-
eoa para destruir esle ab'taculo assim con. lodo o
despndor do ignoranle revestido com o mautnda sci-
cncia ousaram, como scicnlifiquei ao Exm. Sr. pre-
sidenle da provincia, o delralar-nns com epinic-
ios pouco honrosos, e a fazer desprezar a medicacio
que haviamo. proscripto. Como sua ousadia su se
exercia em noraa ausencia, c humilde c vilmente se
comporlavam em nossa presenca demos, como sem-
pre coslumamos, aos elleitos hydrophobicoa do char-
laiao despeilado o menosprezo merecido ; e s o
communieamos a S. Exc. como se v no trecho de
um dos ofticios que Ihe dirigimos para cerliliear-lhc
do estado daquella cidade, onde no podamos con-
tar com o resultado cerlo da nossa prescripcao.
Nao obstante a ignominia de laes aveutnreiros,
que sviara vctimas sacrificadas por seo charlata-
nismo ; porque infelizmente nao ha systema medi-
co por mais absurdo que nao encontr qoem a elle
se ujeite, nem charlato por mais crasso que no
ade crdulos a quem i.nmole, (foliamos a casa sem-
pre cheia de honiens e miill.eres que procuravam
os nossos soccorros ; c al a nossa retirada, motiva-
da Io -emente pelo raeu estado morboso, aempre
encontramos mula allencao e acolhimento da po-
polacao, exeepluando aquelles desvarios cima men-
eoundos.lilhos da allliccio, da igoorancia, da seduc-
co e .lo desejo de achar de prompto o meio da sal-
vaijo.
Em quanto as autoridades all existentes, asse-
guro que Iralaram-nos com mullo respeilo, Ihaneza
e affabilidadc mximo o Sr. Dr. juiz de diieilo in-
terino Francisco de Souza Cirne l.ima em cuja casa
fomos hospedados com todas as cotumodidades pos-
siveis ; e aos Rvms. vigaro \a roadjuclor, cojo
Italamenlo grangeara nossa eslima e gratidao.
Deosguarde a Vine. Recite 2S de marco de
IS.">ti. Sr. Dr. Manoel Adriano da Silva Ponfos,
capitao delegado do cirurgio-mr do corpo de sau-
de do exercito. Dr. Augtuto Cameiro Monlein,
da Sitia Sanios, cirurgio engajado.
GOOTMANDO DAS ARMAS.
Qaartel eneral de cosamarjdo das armas do
Pernaabuco na cld.de de Reclfe can 2 do
abril de 1856.
ORDEM DO DIA N. 238.
O marechal de campo coinmandante das armas,
declara para os lins convenientes, que nesla dala re-
melteu aos Srs. commandanles decorpos do exercito
aqoi existentes, e as das companhias fixas desta
guarnicao, o modelo dos ttulos de divida qoe se de-
vem pas.ar as pracas de pret escuzas do servico, man-
dado observar pelo aviso circular do ministerio da
guerra de 18 de margo ullimo abaixo transcripto,
que por copia Ihe foi Iransmitlido cjm ollicio da
presidencia do I. dn correnle mez.
Declara oulro sim o mesmo marechal de campo,
que lioulem fez a sua ap'esenlac.lo no quartel gene-
ral, vindo da corle, oSr. alteres Jos Francisco da
Silva, que cou recolhido ao balalho 10 de infonfo-
ria a que perlence.
herir sem reserva as poposlas aoslriaras.
O enviado imperial dccbeu alm disso ordem de
apresenlar copia de om prnlocollo, assignado em Vi-
enna a 1. de fovereire, no qoal foi consignado que
os representantes da Austria, Franca, tiran Brela-
nha, Russia e Turqua, assignarao o texis dos men-
cionados preliminares, e que ao mesmo lempo uoti-
ficarao a intenc.io das toas respectivas cortes de no-
mearem plenipotenciarios tara se reunirem em Paris
dentro de 3 semanal qnanfo rauilo, a fim de trata-
ren! da conclusa formal ds urna convencao prelimi-
nar, da negosiaeao para un armisticio, e da abertu-
ra das negociarocs definitivas para a paz.
O imperador FranciscoJos sent profunda snlis-
acao em poder exprimir, no meio do. governos da
AII'inauli, a esperanza ieqnc nao esla lonsc o mo-
mento em qne as desgr.cadas complicacOes desles
ltimos annos terao err.Fsoluc.ao pacfica. S. M. es-
la convencido desde ja de que os altos confederados
parlilliarao esles sen!imenlos. Se fosse necessaria
alguma garanta esf respeto, bastava para a cnrle
imperial o faci de ce o governo de S. M. o rei da
Prussia, augusto emgo e alliado do imperador, em-
pregou toda a sua iadiencia para Irazer a Brea a
urna decisao conciliadora, e que a linguagem que as
onlras rrles da Allenanha empregaram em S. Pe-
lersborgo conlribuio ara o mesmo fim.
Sa.idado com alegra por (oda a Europa o reslabe-
lecimenlo da paz, emque o governo imperial conlia,
ser recebido cora prlicular salisfa<-o pela alia
D.ela. em conslderario da importancia que as con-
dicf.es destinadas a fermar o ennteudo do (ralado de
paz lem para os inliresses polticos e eommerciaes
de loda a Allemanha.
Eslas condi(iiee sao 'ssencialmenle as mesmas que
a confoderarao approviti em geral por anteriores re-
soluroes. declarando c seu desejo deas adoptar mais
particularmente e de nanler as duas primeras de-
baixo do ponto de visj dos intereses allemes. Se
as bases a fovor de cuja manuteiico a ...i e.iei ar.;
se declarou assim, reteberam agora nm mais ampio
desenvolvimei.to, os gabinetes de Vienna, Pm. c
Londres cojas deliberacoes podiam so produzr o
programma de urna paz moderada, liveram era vis-
ta doos objeclos : impedir do modo mai. ellicaz a
repelieo das perlurbac,es desastrosas que o mundo
desoja agora terminar, e por meio de um orejelo
dos preliminares sunkieulrmenle preciso, a.segurar
urna garanta mais forte para o reslabelec.meuto de
um accordo definitivo. O alio governo da confeile-
racao reconl.eeerii qne a. garantas que a futura paz
bade Irazer, nao serao menos f.A'cisas, parlicular-
mente para a Allcmenha, pelo delnvolviinento da-
do a esles pontos.
Por outra parle, elle nao pdela negar que asso-
bredilas polenca., liis aos principios, cujo reconhe-
cmenlocolfoclivo conslitue o laco da sua allianea,
excloirao conscienciosamenle qualquer proposta
que no fosse complelaii,..ite juslifica.la por um in-
contestavel direilo europeu. e que por essa raz no
fosse capaz de ser aceila rom honra por cada tima
da. grande, potencias que dividem entre si. na pri-
meira plana, a responsabildade da paz e da pro.pe.
ridade da Eoropa.
A corle imperial lema lirme conviccaode que es-
te espirito de moderac.ioe sollcitude pelo bem estar
geral das naces dominara tambem as conferencias,
que bao de ahrir-se brevemente', e que por couse-
guinle o direito expressamenle reservado no quinto
ponto s potencias belligerantes de proporem. alem
dos quatro pontos de garanta, uovas condices para
inleres.e da Europa, 11S0 sera exercido de modo que
possa comproraclter oulra vez a obra da pa/. IflO fo-
li/meuie coinecada.
Como men.bro da confederaejo, a corle imperial
espera qtie a alia assembla vera" na prsenle com-
municncao um motivo para declarar pcranle a Eu-
ropa que loda a Allemanha unida Auslria, aceita
e est resolvida a inanter as bases sobre que as pr-
ximas conferencias lio de levantar e consolidar a
paz geral.
(Peridico dos Pobres no Porto.'
outras potencias a programma por ellas appro-
vado a oulro respeilo. A posicao actual das cou-
sas parece-nos confirmar as .ntcncOes da Pru.sa
a esle respeitn. Parece-nos conveniente, logo que
estvermos de posse da declaraco escripte do gabi-
nete russo, dirigir a Hiela germnica, acerca do
deseulance da qoc.to, urna commonicaeo qne te-
11 ha por objecto eslabelecer a adlieso da confodera-
cao as bases sirbre que se fundo as ..egociacOes
de paz.
Resrrva.no-nos para ro.ninuncar ao gabinete do
rei, antes de passar adianto, a pioposla que aulori-
samos o conde llubuer a faser, Esperamos todava
que este passo servir para fazer ver qoe a Austria,
a Prussia, e a confoderacao esli de perfeito accordo
sobre as bases acreiladas.
Incendio d'um Ihealro.
O Ihealro de Covent-Oarden, de Londres, ardeu
na noile de i para f> do correnle ; s licnram em p-
as paredes deste belfo edificio. O Ihealro de Civent-
darden era um dos mais sumptuo.oi da Europa.
He enorme a parda causada por esle einislro. o
incendio maoifeslou-se ns 5 horas da maulia, e as 6
o edificio erajum monto de minas. 'Nessa noile da-
va-se um baile de mascaras ; aquellas horas ainda
l.avia porto de du/eiilas pessoas ifonlro do Ihealro.
Caleula-M J parda, na parle relativa as partituras
que exisliam no archivo, em (l mil libras ; so as
qoalrooperas, o Prophcta, ns lluguenoles, a Lucre-
cia Rorga e llama do Lago coslaram 2">:000 libras ;
perderam-se tambem algumas parlitnras aulgra-
phas, perda irreparavel ; entre eslas eontam-sc a do
I enhoa honra de ped r a \ Exc. que communi-. ;:- ......
I Elixir d amor de Domzetti. c a de Oberon, de We-
ber.
A livraria dramalica era unir.
que a prsenle ..ola ao baro de Manleoffel,
Assignado O ronde dr Huol
Jdem.)
A Mr. o ronde d'Arnim.
Rerlim 2fi de /eiereim.
Senhor. Appresso-me a enviar-vos junto um des-
pacho do conde Huol ao enviado da Austria em Rer-
lim. de que esle ullimo leve a bondade de m dei-
xar copia.
V. Exc. ja sabe, pela, mn.lia. comnaunicare
Tambem foram reduziilos a cinzas qualro qi.adro'
originaesde llogarlh.
F!lc Ihealro tintn ardido na noile de 21 de se-
lembro de 18118 ; e em IS de seleiubro de ismi
abrio-se novamenle.
Despenderain.se nesla costosa fabrica libras I.VMXNI
Era 1817 sollreu alguma. reformas, e foi exclusiva-
Ir)enle destinado j opera.
Ilouve um anno em que a companhia de canto
(elegraphicas com que prazer S. M. rei soube a,
noliria da acceilaco do preliminares de paz que nos' C"Sl"a '1:l:tS!' B.bf**' a de b;,'lc ,:,li:, '**, c a or-
Iransmiltio o l.aro de Warlbar em Ili de Janeiro, e ,*'" 8Hf,*fc
a ordem que o nosso augusto sal.era.to deu de dirigir | P,,C0 hnl,a ~'~' p* lle timprimento c 8l de larl
nS.M. o .mperador Francisco Jos sinceras folici- ^,Ura ;' comPrln>""o ** sala de especiadlo era de
lacoes por esle grande passo dado para o prximo
re-lalielecinip.il de urna paz benfica.
Sabemos apreciar dignamente o modo amigavel
io.n que o conde Buol se exprimi ltimamente H
respeilo do enviado pru.siano em S. Pelersburgn.
o qual pela sua aclilude linda anoiado poderosa-
mente o sen collegada Auslria. lano no raso pr-
senle, romo durante, lodo o conflicto oriental, S.
M. o rei nunca Iperdeu de vista os inleresses mais i
Wi ps. e tinha um saino com 56 pos de comprimen-
la e l'.l de largura.
Ignora-fe qual foi a eaosa do sinisiro.
Sorrorro no Mo Mar.
Os ab.iixo assignndos, rapilo, ofliciaes e passagei-
ros de r, do palhabole brasileiro Diplomla, falta-
nam a si, e aos mais sagrados deveres, se deixassem
de dar a lodo o mundo um publico teslemui.ho da
muila gralido c alia veneraca ao capilo II. Ilolu.
ou menosd.rectos da Europa. pode-se es.ar cerlo q,|c fr,npe/;1 berl ^.^ ^ nH ^ _,, ,
ilV e na long. O. de Oreenwich 2!1" W correu em
nosso occorrn logo que Ihe li/e.nos o signal distm-
clivo, tazeudo elle laucar ao mar um dos seus esca-
leres, pelo o do navio se ler de.pedarado, vindo lo-
go a nosso bordo, o abracamos rom os olho- arraza-
dos d'agna e Ihe rxpozemos a siluac.lo aperlada em
que nos acharamos. Inleirado da loriga rUgsa que
Ira/.iamos de 82 das, do Rio de Janeiro para Lisboa
al esla altura- da necessidade que linhnmos de al-
guma. provisoes de bocea e do sinislro que haviamo-
sollrdo da perda do roastro de Iranquele com lodos
os vrja perlencas, na L. N. :!0" 2IV, e na long. O. 13
de qne cedo ou tarde ser apreciada com imparna-
Ijdade a posieo da Prussia.
Os pasaos da Austria tendeen a eslabelecer o ac-
cordo ollicial do. gabinetes de Paris e Londres so-
bre os preliminares acceilados pela Russia ; mis os
acompanhamos cornos nossos mais sinceros desejos,
e desejamns que elfos sejam coroados de prompio
successo. Segundo o que eu leuho dilo aos rep.e.
sentantes desles gabinete., e segundo aliueuagcir.
dos enviados de S. M. lano em Londres como em
Paris, elles uo podem ler d.ivida alguma a esle res-
peilo. Resulla j do laclo de termos contribuido,
por inlervencao do baro de Werlher para a accei- | lacio dos preliminares de paz pelo gabinete da Rus-
sia, que uo hesitaremos em .10. declarar prorapto, a
assiguar esses preliminares, se as oulras potencias
nos convidaron a lomar parlo na determinac-'.o da
base qoe deve servir para a roncl.i-.io da paz. D* esle
go.i a demandar ns ilhas de Cabo Verde para ah se
reparar.
Assim inleirado M. Dolu, correu ao sen navio, e
1 foi promplissimn em ns sccrrrr. hriudando-nos
romjmna niulo sollrivcl nrovi<.o de viverra an_
modo far. amos ver melhor que n.nd.i que no con- !. ,,1'lo"evl
lu.lo. que nos Mcram alentar os esplr
ros. Se durante o Irimastre no liver havido entre- I seus remedios, visto que pode felizmente salvar a
ga alguma isso mesmo declarado os ditos joizes. I dous parceifos accommellidos da epidemia, o desde
Art. 3. Logo que forero recebidas ai referidas de-1 enlo foi seguido e accompaohado por um numeroso
AVISO.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da ge-
ra em 18 de marco de 185$. lllm. e Eim. Sr.
Sendo indispensavel que os ttulos de divida de lar-
dmenlo que no. corpos se pa.sam as pracas de pret,
sejam uniformes c claros, para obviar d'ovidas as
reparlier.es fisc.es no ajustamento de coalas. Sua
Magcslado o Imperador ordena que semelbantes do-
cumentos sejam d'ora em diante formulados confor-
me o modelo junio, de que remello Irinla ejempla-
res, que V. Exc. far distribuir convenientemente.
Dos guarde a V. Exc Marquez de. Ca.iis.
Sr. presidenle da provincia de Pernambtico.
Jos Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
l>eclarac,ao apresentada pela Auslria a Hiela Ger-
mnica em Francfort em 7 de fevereiro :
Conforme as ordens da sua corte, o enviado impe-
rial, presidente da Hiela, tem a honra de apresenlar
alta assembla copias de um despacho dirigido pe-
lo gabinele imperial, em dala de I ti do passado de-
zemhro, ao enviado auslriaco em S. Petcrsh.irgo,
conde Eslerhazy, e de nm documento do condo Nc-
selrode, rhaureller da Russia, com dala de 16 da Ja-
neiro, dirigido ao conde Kslerha/A.
A alia Dieta conhecer por esles documentos, que
a corle imperial, depois de se ler entendido com os
governos de Franca a de Inglaterra sobre os preli-
Os jornaes allemes inserem dous novo, docu-
mentos diplomticos. O primeiro moslra os esforros
empregados pela Austria para fazer parlilhara Prus-
sia o seu modo de ver. O segundo dirigido por M.
le Manleullel aos ageules da Prassia as corles es-
trangeras, confirma o que se lem dilo da disposi-
ro do governo,principiara de assgoar os prelimina-
res de paz, se for convidado pelas oulras potencias
a lomar parle as negocac,cs.
A S. Exc. o CondeV.. Eslerhazy em Bcrli.n.
Senhor. Pela sua importante decisao qoe o ron-
de de Piesselrodc rommuuicou em 1l do crreme
aoconded B.Esterazy.|e que o priocipe (".orslha-cha-
Koff levou ao man conherimento pela copia junta
a esta, o gabinete imperial russo acabou con. as uls
limas dTercneas que havia entre as bases dos nos-
.o. preliminares de paz e os oflerecimentos foitos
por elle.
Podemos pois annunciar boje aos gabinetes de
Paris e Londres a adlieso da Rus.ia s r.ondc,oes
de que nos vos demos parle, convidamo-los ao mes-
mo lempo a dar-nos uina resposla, afim de podar.
mos fazer saber de um modo ollicial a corte imperi-
al da Russia que elles da soa parle npprovam as ditas
condices.
Para adiantar o mni. possivel a marcha da obra
da paz, to felizmente eomerada, convidamos os so-
bredilos gabinetes c communicar-no- sem demora n
soa opinio sobre o modo como dovem serjaisignados
os preliminares e sobre as eondiee- do um armis-
ticio, depois do que se paseara a abertura .las nego-
ciares para a paz,
l'mcorreo que parti lioulem de man.a., mullo
cedo leva a Paris c a Londres as nossas propostse
sobre o ohjeclo em quo acabo de follar-ves.
Fiel aos sentimenlos qusexpressei ao coronel de
Manleullel, esperantos que a Prussin lomar as
negociacoes que vo al.rr-.e a parte a que tem di-
reilo pela sua posieo e pelos esfori-os que fez para
bem da paz. Apreciamos o cordeal apoio que o
conde Esterhazv encontrn no seu collega prussia.io.
e fazemos completa juslira aos esforros que S. M. o
rei e o seu gabinete /.eram para eacrcer, no mo-
mento decisivo, a sua influencia sobre 1 sabia reso-
luto da Rossia.
Pensamos pela uossa parle dever encarregar M.
Ilubner e o conde de Colloredo de proporem s po-
tencias alliadas que dirijao a Prussia um convite pa-
ra assislr s conferencias. Ilavemus apoiar com to-
da a forra esta prnposta em Paris e em Londres, c
contamos ve-la aceitar por isso mesmo que as poten-
cias contratantes devem desejar .lar obra da paci-
ficaban um cararter solido o duradonro.Comlud 11.10
podemos garantir de um modo positivo, a vista de
cerlos indicios qua cl.egaram ao nosso eonherimen-
lo, que os governos de Franca e de Inglaterra pir-
lilharo facilmenle o nosso modo de ver a osle res-
peilo.
Seria lalvez ueressarin que a corte de llerlira l'or-
tilicasse ainda mais os motivos de 111 tal passo, de-
clarando imnipi lala mente a sua [resoluco de obri-
gar a acrear com as mesmas condirf.es qoe as
tribuimos para a redara-So dos particulares deslc de-
rumeoto, estamos todava proinptosa^adopla-fo co-
mo ponto de partida da nossa futura pulilica, e ha-
vemos de f-.zer lodosos esforeos para que esla har-
mona no seja mais perturbada para o futuro.
No podemos fazer a esle respeilo urna commnn-
rarao parlicolar ao- gabiueles de Paris e Londres,
por isso que estes gabinele. no reronl.ccerom ainda
ollicialmcnle o. preliminares acceilados pela Russia,
islo no seria conforme com a nossa posicao. He-
vmnsale avilar as apparencias de querer intormele
nos em negociacoes que at boje nos tem sido con-
servadas em segredo ; do contrario, provariam os
que nao sabemos dar o seu verdadeiro valor nossa
posicao como poleucia allema e europea, o que
cerlamcnle nao eutra as ideas de S. M" o rei, nem
oas do seu governo. Esperamos rom o maior inte
resse a commonicaeo que Austria ha de fo/.er a Die-
ta, e contamos, como o ministro auslriaco, que ella
seryJr para eslabelecer a unio da conlederarao na-
grande questo poltica do momento e os deveres
que dal.i dimanara para ella,
V. Exc. commiiuicarn esta ola a Mr. o ronde Buol
agradecendo-lhc as rommunicncoes austracas.
Assignado, Manlru/fcl.
I'izem de Conslanlinopla em I i de fovereiro o se-
guinle ao Times:
i'sles das cuireu o boato de que Omer Pacha vi-
olo para Conslanlinopla, c que liada j mandado
adiante ,1 sua bagagem. Algoens inlcrpretavam esle
boato como urna demisso, oulros como om desejo
da parle do general niiomano de ga.il.ar o terreno
qoe lem perdido na Parla. A verdade he que elle
mandou, pela milsima vez, a sua demasi com a
clausu ia costumada de que elle s continuara a
frente doexercilo, se cerlas candees etn que elfo
lem insistido ha moiln, fossem admitilas.
rusias condices referem-se a sua posieo para
com o seroslvieralo ou ministerio da guerra, com o
qual lem estado sempre era consteslari.es, seja qua'
for a pessoa collocada a frente delle. Quesles eu-
tre os commandanles em chefe e o- departamentos da
guerra, ainda que perigosas, he muito freqoenle
nnscerem em caso de mao successo, porem rom O-!
mer Pacha he urna molestia chronica.
Nenl.utn bomem leve nunca poderes mais ampios
do que o Sirdar Ekrem, quando esleve a frente do
exercito da Roumelia, pois l:ham-lhe sido enncea
didos os rendimentos de varias provincias, c tull-
ale a faculdade de poder emiltir papel moeda : c
comtudo os archivos de Slambo.il eslo carregados
de lamenlacoes suas, que seria dillicil entender, >e
n.lo fosse a solucao que elle propon, Esla solurAo
consiste em ser elle con.mandaule em chefe e seras-
kier ao mesura lempo, e uomear enlo c.n logar-le-
nente, um quanto elle est com o excrcilo.
Infeliz...ente estn solueo no he do goslo do go-
verno daqui. Por isso elle receben orden, de con-
tinuar onde csl.i, principalmente porque carta, l-
timamente recebidas da SogdJdi dizem que o gene-
ral Humor, que substiluio Ragralinn Moubhrnn-
sky no comn.nudo do exercito russo na Mingrelia.
eslava reuuindo as suas forras e ameaenva a pos-
tao turca.
Muila da bagagem que chego.i, consiste na niobi-
lia enconli.nl,1 no palacio da Princesa Dadinn em
Sugddi, e aval.ndaem alguma
as.
Ouando os Turco, .hegaram a esle logar, Omer
Pacha' mandou que n mobilia fosse removida para
urna igreja fura da praca, a qual Skcnder Pacha'
converteu em um lorie. Esle ullimo, com a sua
cosl.imada aclividade e honradez, fez remover ludo
e pozsenlinellas a porta da igreja ; assim nada se
perdeu, e toda a mobilia foi agora mandada para
Conslanlinopla por ordem de Omer Pacha. O cn-
sul francrz em Such.im kaleh fe/ um tela lorie dcsle
caso, que foz 11-niI" barull.o nopaiz ;
Copenhague 28.
Ilonle.n, m.iil ante. Ii noile. o Iril.uual d'Es
lailo pronuncio. a nbsolvieo do. anligos ministros,
em roiiscquoria .r.una dclibcraco que durou sele
horas. O ll.esouro publico salisfara' ns .le.pe/a- do
spirilos j bstanle
abatidos pola ralla emque estavamosda inantimcii-
los, que bem nos devem rhegar at ao porto da nos-
na forrada arribada.
Esla galera sal.ira de Kanlea, e contava hoje2ide
Janeiro 31 dia. de viagem : depois dos nossos mu
rordeaes agr.idecimenlos segu ella o seu destino
nara Le Guadalupe. Possa esle noesa pequeo qua-
dro servir de estimlo a lodos os navegadores, imi-
lando cxempfos lio humanilarios, e to valiosos co-
mo os que acaba de pralicar o uobre capit.lo Dolu.
Vamos concluir pedindn .. imprens.. peridica de
lodo o mondo faca registrar nos seus jornaes esla-
nossa.breve exposic.no, para que jamis se olviden,
fnctos de lana importancia.
Finalmente chegamos ao parlo da nossa arribada.
S. Vicente de Cabo Verde em de fovereiro de 1856,
com 01 das de viagem.
Joo Ventura da Silva.
Augusto Cesar Laym.
Francisco Jos Correa.
Urbana Wenceslao Uorculano Censara.
Jos Lucio Monteiro.
1.1 \arao.)
-------leaenea
<:oitiit:si>o\Di:\i-.ivs doidimiio dl
PEHXAMBI CO.
LISBOA
l de marro.
Trou\e-nos o vapor Tliamar da rarreira Iransa-
llanlica. jornaes e correspondencias do Rio de Janei-
rolale 13 de fevereiro.
l'arece-me-ja ler-vos communicado a nomcaeao
do Sr. Auguslo Pinto do Soveial, secretario qne loi
da einl.aixada porlugueza em Londres, para .......-tro
plenipotenciario de Portugal, na corle do imperio do
Brasil.
Antes que vos communique algumas outras no-
meacoes c despachosq.ic ullimaroenle lenitido lugar
nesta corle, fallarei de una foslividade nacional e
de carcter emineulemente civilisador que devece-
lel.rar-se, segundo se aflirma, no domingo :ill do cr-
rele mez n.1 na da academia real das scier.cias ; he
a distribuido dos premios nos expositores portnsne-
zesqoe os nlcanraram ua grande c\posie,o universal
de Paris. lle de esperar que a l'esla prumettida se-
ja condigna do aconleciineulo induslrial que repre-
senta, S. S. M. M. el-rei D. Pedro V. e el-rei I.
Fernando tencionam assislr a esta solemnidade.
Ao conselheiro e ministro de eslado honorario,
Amonio Jos de Avila, foi-lhe por um decreto de-
clarada poc linda a commissao de que liana sido en-
carre-ado como presidente da commisso porlugueza
naquella e\posicao.
Iiz-se que S. M. o Sr. D. Fernando c o Sr. in-l
fante I). Luiz parlirao proxin.amenle para Sevilha
afim de ir assislirj a. leslas da Semana Sania da-
quella ridade. Parece tambem que o- augusto, via-
jantes iro a Madrid, c del ao Rio de Janeiro.
Foi agraciada cora |o lili.I de rondessa da Torre i
senhnra II. Maria Masrarcnhas. fuado marque/ de
Frouteira.
A Ilustre agradada, dia o Jornal d Com/mtrro,
leve a honra de ouvir da propria bocea de cl-re a
noticia de que se dignara conferir-lhc aquella Braca,
que no foi solicitada.
O titulo de conde da torre, pe lenco ha mais de
rail libras c-tcrli- \ ',0'"'culos c meio i familia dos Srs. marque/, de
Fronleira a-si.n como o de Aloma.
A Kxm. conde-,1 da Torre be .una das -enliora>
de mais fina e esmerada educaran da nobre/a de
l'orlugal/S. Ele. honra o nomc de sua av a Hu-
ir marque/a de Aloma, bem condecida pelas suas
obras poctica. Cal.e-llie, pois, por todos os ttulos,
a graca qoe sua magestadese djgnnucontcrir-ll.e.
Cl.egou no paquele de Cdiz no vapor-ingle/ fini-
rn, o principe Carlos Napoleo Ronaparle, lilho do
principe deCauin, Luciano Ronaparle. irmao de Na-
puleaol,imperador dos]Franrezes.(Residi em quan-
to aqui se demoro., no hotel de Rraganra. O prin-
ripehe um homeni lluslrado,amigo das lellras, ver-
s.ido as sciencia- c as arles, franco e sincero para
com todos, l-o visitado por muitos rararteres dis-
tinclM .leste paiz que elle ja contiena em parle. En-
ire esles o denotado e distinelo orador parlamentar
Pasaos( Manoel )e o cavalleiro Antonio Jos de
processo. Todos os membros do Tribunal Supre-
mo, membros do Tribunal d'K.lado, opit.ara.il em Avila. O principe dorante o curio espato de lempo
favor da absolvicao ; todos os membros do Lad
ling se pronunciara... pelnrnlpnhilidade dos acensa-
dos,
/ 1 Da Independencia Helga de 29..
dem. )
ue se demorn em Lisboa, visiten diversos estahe-
lecimentos da rapilal, c entre elles a Academia Real
das Sciencia-en. ronipanl.ia de S. M. o Sr. D. Pe-
dro V.
Parece que S. A. eoi.l.ecia pessoaluiente o Sr. A- |dn que nao pode levar .1 effeilo a conslruccao de um
I vilo que Ihe apreseulon o Sr. Manat da Silva Pae-
sos. que o priucipe desojara ronherer : Mean coas
este ultimo o palacio de Ajiida, n jirdim botaai-a,
a torre de Rellem e a igreja dos Jerenvotss. Ctm-
ver ron-ell.eiro laa Maria (rande, sobre boletHea osrv.
encas, esleve um da na cmara dos depoledes. S.
A. foi visilado |wr mallos delle- sem dmiecrjw, de
parrialdade polilica.e |wr algons membro d Aea-
demin Real de Sciencias, e varim redaelores dos jer-
naes de L.-lma.
S. A. \1-il011 por vezesS. S. M. M.,
da demorou-se com S. II. 10 Sr. D. Pedro V.
horas.
Dizem que a priucipe viera encamado da ,
dadede S. M. e admirado do seo saber, vastes re-
nhecimenlos. e do seu amor pelo bem pejMseo. O
principe deixou enlre a n-a .seewdade Tliraaosa
...deleve.s impressoes, lano pela sua .Ilustra.! frae-
queza e nmabilidade. como pelo exlremade mereci-
menlo que revela.
Aeompanbava S. A. o doutor Daily de Saaaejigny,
l.omcm de mullo tlenlo, e que peles tasas manalas
francas e d.lirada- se foz estimar de ledos.
Ka ramara dos pares esta-e proeodendo aocsaaao
do requei unenlo c documentos do ronde de Villa
Real para ser levado ao paralo.
O ronde de Aazinhaga, ministro de Portugal em
Madride mandn dizer a seo irmn o marechal du-
que de Snldanha que S. M. Catholira ll.e ia enriar a
grao rruz do I ...a de Ouro. qoe ricra vaca par
morle do Czar Nicolao, com o proprio rordo esw al-
ie tinha usado : acrescentava igualmente que a rai-
nha de llespanha Ihe noticiara esla folura merr rem
expressiies muito lisongeiras nas ao presidente de
cousetho de ministro, portugus, mas tsaalum pera
l'orlngal.
1.1 .egaram do 11 avre. a bordo do raper Caiz o se-
goiram no mesmo vapor para Peri.ainbucn, 1
de\c.n achar, Ires .rm.ia- de randade Fra
MandoQ-a. a sn|>eriora de traeca nade estar
ra a Seriund, que o piedoso instituto tem 1
dade. por assim o exigir o servir a qoe
as lili.a- de S. Vicente de Paulo, qne lia a 1
da afanara, e o tralamenlo dos enfei
As ir mao Ma.ia. Lennia e Bernardina, sio -
e joviars, sem lallarem a seriedade e eamposlnra qoe
Ibes hopeo a sania mi-ao aqoe se dediearaa.Nesee
rosto prasenleiro le-se a Iranqollidade da 1
cia, e a convicrode qoe se volaram a
que para outros seria minio oneroso, esas eje pora
ellas be um dever agradavel e fcil de eomprir. Aa
irmas Leonia eBernardina, conlam apenas deserto
a vinle annos.
As irmas rWtafaas a Casa Pa e eteciaram nei-
lo a boa ordem e excellei.lc di.posicio dcsle estabe-
le.imeulo. Era -]na 111 -e demorarjmem Lisboa re-
sidirara no collegio du|revereiido padre Josovaos Car-
daes de Jesos, c foram visitadas pelas Sras. dqi.eu
da ic.ilho e condensa do Sobral, e por metUs enlra*
damas Manetas a quem a pobreza de Lisboa deve
tasktes henclicio-. A. benemritas irn.ii. m.mosee-
ram cr.m duas preciosa, reliquia., urna cruz frita da
madeira de nm carvall.o planudo por S. Vicento do
Paul, c um relicario conloado um podare do habi-
to do mesmo auto fundador.
Apessr deuenignidade do lempo e do. prelude-
lo p.mavera que Icmo. gozaoo sjejajaj elloass dios,
nem por i-s se ipodem considerar desvanecidaa *
lodo, as tesos conseqnenc.au deste rigoroso invern.
Por isso continua a caridade a ter sobejo i--i.aep*o
em que se empregar.
N sei por que, mas cv.lo quanto posto nao pj es
Misaran, mas rom .nuil maii rato as noticia- tjno
se reforem a crimes e grandes maldades, pintan rre.o
que he igualmenle da 1 re-l.lec.ao da maior porto
las pessoas o que diz respeilo a obras meritorias. A
caridade pois, como ia dizeodn, lem ainda bastante
|ue accodir.
Publicou o n,ario urna norlaria enviando ao in-
vernador civil e militar de Madeira ijitysi;, rs. mi-
porlancia de donativos remetlidos pelocotMalsorel do
Portugal em I rancforl,e|>elo cnsul em Perto-llesre.
Segundo a ronla que precede a mesma porlaria as
subscriproes ara lienefirin dos habitante-da Ma.hma
monta... a "ii:i'.ll^|it.
O asylo de mend.cidade de Ia-Uia, receben dn
Sr. I ir.nil.o ll.lrar como leslan.eiile.ro do awaseiha-
do ronselheiro Itayard, a -omina de l'< conloa e qaa-
Iroceulos mil roas, no.ninaesem .n.rr.pees da divi-
da interna fundada, que o mesmo couselheire legn
a este cstabelecimenlo.
O nosso testameuteiro declama que ceda a favor
lo asylo o. juros das mesmas ioscriproes peto 1
po que decorreo o primeiro de Janeiro do
anuo, ale o folleeimenlo do testador.
Consta que um,cavalleiro basta...emente pb.lan-
Iropico concelwu a idea de se faier eilabelerer ano
Myla de inei.diridade na 1 regu/..1 de Santa Catata-
ria, para all seren recibidos lodos os mendiga, do
ba.rro de Alcntara.
Abrio-se mais um anjee de raparigas abandonada,
como nomc de asylo de N. Senbora da <>axotr>ae<
na ra do Telhal. Hcve-se a aberlora desta casado
caridade aos esforeos do -osen.ador civil do dsatlic-
lo. o ronde da Ponto, o qual se empenhoa em co-
brar auxilios pelas pessoas notavets e poderes, da
rapilal.
As casas de nsylo da infancia desvalida desta rida-
de, j-. receberam oskMpH rs. produca da sobs-
cripr.10 que fizeram na Bahia os nossos eoncidadees
all residentes, c qoe enviaram a piedosa direrce da-
quellesestalMlccimenlos. em signal de regenje peta
elevacodo Sr. D. Pedro V. an Ihrouo de Porlagal.
O Sr. Jos Ago-linho de Salles, nosso cnsul na-
-ineit 1 cidade, foi qoem, auxiliado por orna commis-
so, promo\eu a sobscripcao a qoe me ref.ro.
Parece que este anno no se apresenlara a el-rei
lisia alguma de sentenciados afim de Ihe -erern pnr-
doadas 00 commutadas as penas por haverem sido
nmilos os perdaos concedidos por S. M. qoando sn-
bio ao Ihrono.
Mais una obra de misericordia amaoha lem lu-
gr no Ihealro de S. Carlos urna grande fesla de ca-
ridade sob os auspicios de S. S. M. M. r*ome-rida o
dirigida por Lisbonenses, em henefiriodos orphaos o
das familias desvalidas do Alg.ne, en. qoe toma raen
paite, generosa e gratuitamente | com lirenra des
respectivas empre/as mais le rem artistas, actores
e profossores de musir de lodos os Ihealro da ra-
pilal.
O governo re-olve.. a queslao do ihealro deS.
Carlos ordenando qoe a empreu resease, a adminis-
lrac.10 do Ihealro foi entregue ao Sr. D. Pedre do
Rio. comu.is.ario regio no theatm de II. Maria II.
tirando garantidas pelo goveruo as escripluras des
artistas. A empreza intenlava una nacjh por pardas
e dainos a S. Len, em consequencia do aconleci-
mei.lo de que vos fallei na minha ultima ; a legisla-
co fraure/n he expressa a este respeilo.
lomo posl sriiplum a extensa relarao de actos de
caridade que lem i-l.eaado ao rnnhecimenln do p-
l.liro, rurapre inennonarquo a redaran do Portugal.
jornal do povo, abri no seu csrriptorin urna sehs-
criprao para o re-gale do escravo Josr Maria, qoe-*
acha aquella cidade, e de quem a impreusa tanl
se lem oceupado. A -ul.scr.pc..-i ja monla a ccnln e
lanos m.lreis.
A ramara municipal de Lisboa en. es-Jo de < itt
rorrele, lomou a seguinle resolueo, sobre a pro-
posla que em ti do mez pasaado Ihe foi frita pete
Srs. \ i-conde de I bambert B. Mari m- da Mlva, tan-
msj\i AP^
ILEGIVEL



matadouro par as dilTerentcs rezes, o novo mercado
da piaja da Figuoira, e o mercado permanente para
adelos, se nao por meio de nrremataco rm hasta
publica, mandando para isso proceder factura das
plaas e scus respectivo* orr.imentos.commiinicando
depois convenientemente as ditas construeces se as-
sim o jolgarolil pan o municipio. Acamara re-
queren ao corpo legislativo que l expropriacoie a
que tem de proceder,^ applcasse a M decrelada pa-
ra o caminlio de ferro do lesle.
Logo que assim se tenlia resollido ser posta a con-
curso a conslriircao do raaladouro. A prompla con-
rloso desle negocio esta hoje dcpendenle da cma-
ra dos depulados.
A junta seral do ilistriclo do Lisboa approvou a
deliberado da cmara municipal dos Oliva, para
que no roci da freguezia de S. Anlo .lo Tojal baja
ma feira annii.il com a denominado do ttn dos
Prazeres, no domingo da Paschosla e no, dous das
inmediatos.
A cmara municipal de Lisboa vai ter um jornal
seu. cujo titulo deve ser Annacs do Municipio de
Lisboa. I-ara a empreza dote peridico recebe
propostas ato JO desle mez. J
Foi presentado na cmara Jos depulados um pro-
o governo para abrir um
jeclo de lei aulorisando
eradilo axlraordiurrio al a quanlia de seis cont
de res, afim de se app.licar as desperas, que desde
asora, al o din do anuo econmico de 1855 a 1856
livercm ran da fronteira eulre os reinos de Portugal e Hes-
panba. O projeetc foi approvadn.
Segundo as nllimas informales 05 rngenheiros
que partiram para o norte alim de esludarem o ca-
mmho de ferro do Porto, e que iam decididos a pre-
ferir o Iracado o mais central, desenganaram-se qoe
a dHticuldades do terreno nao permittem levar a
Iinlia por Vizo com as condiroe, de construcc.lo
quo ella deve ler ; como, porem, diz a Recolucao de
.Nerem.ro domina nelles, com soheja razao o pen-
sameulo de internar a mesroa linha quanlo ser pos-
ta, parece que preferirlo um Iracado o mais distan-
te possivcl da costa, sem embargo das maores des-
pezas que elle occasioua.
Perece perianto que dcsta forma o caminbo de
ferro do norte seguir ponco mais ou menos o Ira-
Jado do actual eslado urdinario, e as pnvoaCoes que
julgavam Picar privadas dos beneficios da viacau quo
actualmente linhain, oblerao no Iracado proposto
o que provavelmenle prevalecer, muilo maiores
vantagens do que presentemente gozam.
Approvou o governo o projeclo e orramenlo n*
importancia de I5:800.'da estrada sobre' a margem
esquerda do rio Douro, entre o rio ledo c o Tanra,
na extenso Je 5,111 melros, ordenando que os Ira-
Lallios sejain coroec,adoi sem demora. lambn
approvou o iracado das estradas de Braga para os
Arcos Ponte de Lima.
O governo ordenoo ao governador civil de Porta,
legre e ao director das obras publicas na .">. seceo
Ja estrada |de Aldeia-alega, para que combinen)
com as autoridades hespanliolas da fronteira o din
da iuauguraco da ponte sobre o Caima construida
por conla das dnas nncr.es.
Pelo navio /leveil chayado de Iloucn vieram para
iusliloto industrial de Lisboa, machinas de aplai -
nar, forar e cerrar, doos calorferos, tres impren-
as de Ragoeran, terramenlai para carpinlaria, e
diversos objectos de que o Sr. JosJVctorino Dama-
lio fez aequisieau em Frasea: para o instituto que
lio /.ciosa c inlelligenlcmenle lem dirigido.
Ghegou de Inglaterra urna machina a vapor da
folia Je DOcavallos.para fabricada papel de Alom-
quer.
as obras do camiuho de ferro de Cintra Iraba-
Iham cerca de 500 operarios. O aterro vai progre-
Jinda, e a estacara ja est collocada al ao sitio
denominadoCruz Quebrada.
Os trabalhos do camin... de ferro do BarreiroVis
Vendas-Novas |com ramal a ella villa, vio breve-
menle ter nm rpido deicnvolvireen(o. lie immen-
so o material que para a constnicco desla via fr-
rea, ja se ach nu Barreiro, e nao he pouco aquelle
que acaba de abejar ao Tejo, e oulro que se espera.
Tem havido detongas nao lia .luvida, mas lodos sa-
bem que essis dulongas. lera sido o resultado de em.
que a empreza nao podia de promplo re-
ba reos
mover
I'ublcouTie um relilorio do euganheiro Konnie
obre 01 trabalhos da barra da Figoeira. Parece
que aquelle engenhein. ota pode descrever enm
seguranca us trabalhos que se devem fazer, por nq
estar ainda Irarada a caria hxdrngraphica daquelle
parla ; depon de varias considerar,"" eonelue, ava-
llando as obras que provavelmenle se faro, em 690
cotilos do res.
Peranle a junta do credilo publico e com as for-
malidades do esljlo foram inulilisadas no dia .1 do
correule nulas do Banco de Lisboa 110 valor de dovo
cvntos. de res.
O rendimento da allandegu grande de Lisboa no
mez de fevereiro uKiinu foi de 90Qtfa)i96 rs. ;
da allandeg municipal de 74:7150987, 0 o da al-
fandega do Porlo de t36:j2IM91.
A exportaran rie moeda de prata porlugueza pala
barra do Porlo, no auno de 1895, so para Inglater-
ra, foi de|l,l3l:Sllt>.
O vapor iogle'z esta, entrado na barra do Porto,
Iruuxe para aquella cidade 10,000 soberanos. Pa-
rece que levou para o portos de Inglaterra igual
quinlia em prata. Aoude ir istn parar !
A exportadlo de gado bovino pela barra do Porlo
durante 0 auno de IKi", foi, para Londres de *VJ0,
110 valor de valor de 51:808. Sendo o valor total 142:308$.
Os viuhus na liairr.nl 1 conservana-ae elevados.
(Is de primeira qualidade eslo all por .88 os de
seguuda a OJ. l)a Beira. onde' a moleslia pouco
ou nada alacou, lem allluido muilo vinho as povoa-
ees de mais consumo, e be a isso que se deve nao
estar aquelle genero pelo preco exhorbiianle. O
azeile nao lem descido de preco ; pelo coutrario,
nos mercados ha tendencias para subir, o que
lie devido as extraordinarias
cgmpias que se lem
feilo. Este genero e-Uva ullimamenle no mercado
Je Cambra por 180911 o alqoeire.
O vinho despachado para esporlaro na alfande-
ga do Porlo no mez Je fevereiro foi, lil p. 10
alq. e cao.,;sendo do de primeira qualidade :>,17:I
pip., 7 alq. e 5 can. ; e do Je segunda 168 pip., >
alq. c Hcan.
Durante o mez Je feverejro entraran: na admi-
iii-.trar.1o central do correio de Lisboa 153,801 car-
las selladas, 88,299 jornaes sellados, 52,748 carias
noselladas, :is,:ll:i jornaes na sellados, 18,212 of-
lictos, o 155 carta registradas.
Por decreto do enverno franca de 16 de fevereiro
o acontar dnl.de abril piotimo as carias c.x-
pepidas de Franca c Argel para o reino de Por-
tugal por via de He-panha deverao ser franquea-
das.
As obras, jornaes, peridicos, prospectos, catha-
logos, annuucios c avisos impressos ou jitograf ha-
dos, espedidos por via de llespauha, de Franca,
ou Argel para Portugal,| pagarla 5 cntimos por
cada quarenla grammas ou fracees do mesin.. peso.
As carias pagarn 20 cenlimos por cada 7 grammas
e mela ou fracees de sete grammas.
De Portugal, Franca c Argel as cartas pagarlo I
franco c 50 cntimos por 7 grammas e meia ou frac-
(AM do uiesmo peso.
Jornaes, gateH, obras peridicas, prospe-rlos,
rsthalagoa, annuneios, avisos Impreasni cu lilogra-
phadr,., 30cntimos,por 10 grammas00 fraccilas de
40 gr.-tmmas.
as duas cmaras nada lem havido esta semana
de nolavel, na dos depoladoscoroecou a dtacauSg
de om projeclo apresentado pelo l)r. Ba/.Jio Alberto,
para que ao prolcssores de quaesqoer escolas ou es-
labelecimenlnj ou de inatracejb publica secundaria
superior fosse prohibido o ensino particular.
Por decreto ineerlo no Diario do tioi-cnio be
reorgoniado o lyeen nacional de Sanlarem, e>anc-
cionado o regolaraenlo por onde se deve reger.
Pnblirou-c em Lisboa o primeira numero ra um
jornal httllalado o Do.e >U gotlo ; sabe duas vezes
por semana, nao lem poltica pronunciada, mas des-
tina-se principalmcula a advogar os interesas dos
ofiiciaes realistas comprehendidoa na convenci
de Evora-Monlo, mas nio atlendidus no Jccrclo ilc
23 de outol.ro de 1851.
. A publicacao do jornal a Patria ainda est sus-
pensa, comludo consta que durante oslOdiasde
suspensio ir de paquete a paquele redigindo um
numero para os scus assicnanlea do Brasil.
O Dr. Antonio Correa Caldcira empreenden a
pubiica(2o dai obras Je seu lio o cacical Saraiva,
Fr. Francisco de S. Loiz. Foi um bom servir., s
lcllras patrias; 1 edicto lie ntida, a impresso
esmerada. Sabio ja luz o primeiro .volunte ; toda
aobra constata' lalvez de onze.
Bata' a concurso o lugar de primeiro ollical di-
plom Jico do real archivo da Torre do Tombo de
Lisboa : parece que todas as probabilidades indicara
para obler a preferencia o filho do actual guarda-
mor daquelle archivo, o Sr. Bastos, moco de poneos
anuos, porcmja mulla esprtenla em trabalhos da-
quella ordem. Deve-lhc ter servido de muilo a con-
tinuada colaborado, com o nosso hislorador Ale-
jandre Horculano.
Em resposla a um artigo do Sr. llercolano inli-
lulado liberdmle e/le'lrirrlo, ou a queslo don
ccreaex, publicou-se no Porto um folbeto auonymo ;
sabio tamhem dos prelos porluguenses oulro folbeto
intitulado /leflr.ten prala* sobre alguns actos
idminhlratiio* do Sr. Aniotrio Mara de Fontr*
l'cretra de Mello, e prin< plmenle 'obre o pro-
jeclo dos cereaes. lie tamhem anonxmo.
Iteceberam-se noticias de.Macao que alcan^am ,1
II .lo Janeiro. O bairro daquella cidade chimado
o Bazar Chiin, foi presa das chanimas no dia 4, c as
7 horas e Ires quarlos da ooile raanifesloii-se oulro
incendio nos Tancares ou barcas que servem de
habitaran a rerla classe de China ; arderam em pou-
cos minutos masdecem. Os promenores desle du-
plice dcaslrc enconlra-los-heis no numero dp bul-
lelim daquella cidade de que vos remello um ex-
Iraclo.
Em aiicnrjio aos baa serxicos que a' religo a
ao estado lem presiado o superior da missfio das
ilhas de Solor c Timor, o R\. Gregorio -Mara Br-
relo, foi-lhe feita merco das honras de coneso da
S ile Mor.11.
Saturan, para frica a calera Gralidao e a escuna
Cabo-I erde, que conduziram a expedirlo do nego-
ciante Flores, para a colouisa^o e a explorarn do
Aml.riz. Vao no mesmo navio aJgaUM) vivandei-
ras com fardas i;oaes s dos saldados, e cincoenta e
tantos sentenciados a desredo nos diveisos pontos
das nossas possesses africanas.
Iteccberam-se (jornaes e noticias dos Acores em
15 do paseado, inaugurando-sc na ilha de S. Sli-
suel um asxln de infancia desvalida, com dezoilo
iunocenles orpbaos.
No dia I i esleve um lempo desabrdi. e cabio
mula nev. A ronntiuha do Pico esta' robera
della al quasi ao meio ; lalvez islo jeja bom para
destruir a molestia das vinhas. Esle anuo a expor-
tarlo de laranja sera' em maior escala do que o an-
uo passado, por isso :quc os pomares vao mcllio-
raudo.
Diz-se que o Sr. II. Pedro V dcslinou receber no
dia 7 do curenlo no Paco das Neccssidades, os com-
mandaules c officiacs da nao inglcza Blcnhm, sen,
do a apre*enlaco feila pero mmistro de Inglilcrra
junto a' nossa corle.
Em Ciminha deram-se alguns disturbios por cau-
sa da i-\;...1 tocan dos cereaes. Urna turma de cenlo
e lautas pessoas, de Seixas, armadas de chucos c da-
vinas invadiram 11 villa, assaltaram os barcos de ca-
bolagam.que eslavam .1 carga, liraram-lhe o vea-
me, ameacanJo de morlc alguns viajantes. As au-
toridades tinham conseguido reslabelccer, a ordem.
De Vienna tinha partido para aquelle ponto um
destacameolu de infanlaria. Prncede-se contra os
amotinada*.
Foi declarado limpo pelo ronselho de saude pu-
blica 1I0 reino o porlo de Selubal. Cbegam ulll-
mameute 26 cavallos Jo cslrangeiro para o servico
da n:ala-posla. O cusi de cada um, com as despe-
zas de transporte, anda por 60 moedas.
A ferolurao He Setembro extrado boje do Mo-
nileur, joma! ollicial do impeli francez, urna
nolicia a appreriac.lo da prsenle silua^o de Por-
tugal : be lano mais lisonjeira para mis, quanlo be
cerlo -i-rom estrangeiros quem ilesapaixniiadamcnle
a fazeni. Itemclto-vo-la para dardos conhecimenlo
dalla fqucllcs dos vossos lcilorcs que se itilerossam
pelas nossas crises.
IIESPA.MIA.
As ullimas noticias do reino vizinhn alcaocajm a 8
do correle.
O connresso discuti a lei eleiloral e cnlretinha-
se em mais inlorpcllacf.es. A' urna hora da tarde do
mesmo dio S, verificou-sc a adjudicac.10 do caminho
de ferro de Saragoca, licando a cargo da companhia
francesa denominada de (rundo central, que ahalcu
20,030 reales por lecua de sna anterior proposta. Na
parle ollicial da tiazete leem-e alsumas substituibles
de governadoies civis de provincia.
A nolicia a que me referi na ininlia ultima sobre
projectos de inlervcuco por parte da Franca nos ne-
i-'ociosde Despatilla, lem oceupado seriamente a at-
lencao da imprensa e dos circuios polticos.
A -iierrillia Hierros continua fazendo suas corre-
ras, nao obstante sor perseguida sem descanso pelas
tropas de linha e guarda civil. Andaram nos ulti-
mo das do mez passado visitando varios povos e sa-
cando contribo(oes.
Aiiniinca a i:poca que tem havido reccios de urna
conspirnrao cm Adaluzia, e que coincidindo com
NaeootecimenlM de outra ndole devia rehenlar em
Madrid. Arago Valencia. O que he cerlo he que
os governadores e capilaes ceneraes da Andaluzia
receberam ampios poderes para obrar segundo a lei
de suspensao de garanta,
O mini Irodo Tmenlo leu boje no congresso dous
projectos de lei, um sobre os impressos e oulro sobre
a reforma das alfandegas.
E\pedio-se urna ordem regia, declarando queso
gozain o beneficio de direilos de bandeira (nacional I
PIMO g PEBUIBUCO SiXTA ESfRA h DE ABR L BE l6
1I0 o secretario*Benedelli, n.lo lenham cada um um
amiuo inlimo, mais 011 menos inlcrcssado cm saber
os segredos do congresso, para uliliar-se delle romo
diplmala, como jurisconsulto e principalmente co-
mo especulador. Nesles lempos de llolsa c de agiota-
geni, os segredos romo estes valem ouro.
Eis-aqui. segundo reveanles que podem conside-
lar-sc romo aulhenlicas, a plusionomia das diversas
potencias no congresso de Pars :
A Inglaterra he inlletivel e exigente ;
A Franca moderada e conciliadora, mas todava
atlert mi lo sempre nao separar-sc da Inglaterra ;
A Itussia se mnstra prompla a fazer as mais am-
pias roncessoes para chegar a urna solucaij.
A Austria vai procrastyiando as cnusas, conser-
va-se na reserva, prooecupada e inquieta com o pro-
cedimenlo fcil da Itussia ;
A Sardenlia observa e espera ;
A Turqua nao conta.
Na lerceira sesso do congresso, se passoii um in-
cidente bastante curioso. |>iscu(a-se o quinto pon-
i da garanta, concernente l roncessoes que sa
devem eligir Kussia 110 iuleressedo equilibrio eu-
ropeo. l.ord'Clarcndon pedio qne'a Russia fosse 0-
brigada a destruir todas as su.is fortalezas lilaada'
na faldi do Caucaso que lira defronle da Turquia-
Este pedido inesperado causn um profundo espan-
to cnlre a maioria dos peticionarios ; o comlc Or-
ion recebeu-n com uina xer.ladeira indignac.lo. e
inlerpellou enrgicamente o conde Je Bool : o Por
ventura a Austria, dise elle, sol.metiendo acei-
tadlo da Itussia as quatro propositos, linha em vis-
la o pedido que acaba de ser feilo O conde de
lluol callou-se. .< Responda, brada o conde llrlou".
Dar-se-ha caso que o seu silencio seja o elfeilo
de urna consciencia pouco Ironquilla .' Como o
conde de Bool se obilinasse sempre em permanecer
calado, a discussio desla qoeslao especial licou adia-
da para a sesso segointe.
Na quarla laaaTo, como o pleninolenciaijo aus-
Iriaco cotitinuasse a manter o mesmo silencio pWi-
denle, o debate leve lugar entre lord Clarendoo e
o conde Orloll, e segundo a opinio dos ministros
mais opposlos aos Russos, Inda a honra da discusso
coube ao conde Orloff que, nesla occasino, den pro-
vas ao mesmo lempo de um grande tlenlo e um
grande carador. Fez concessoes, cuja importancia
mostra que o imperador Aleandrc esla animado de
um sincero desejode paz.soube resistirs pretenee8
da Inglaterra que he ciosa da sua preponderancia na
Asia, e eis-ah urna quesISo de inlliiencia ingleza
em vez de urna qoeslao de equilibrio europeo.
O imperador que em ludo quanlo faz procura o
effeilo Ihealral /jue apraz a' mullido. e.perava po-
der anntinciar a asaignalara dos preliminares de
paz, no discurso que elle devia pronunciar a 3
demarco, na occasiao da abertura da sesso legis-
lativa. O Moriiing Pos! e a Initpendanie Uelge
chegam pela manhaa com despachos declarando for-
malmente que os preliminares de paz tinham sido
a-signados na sessito do 1. de margo 1 a cidade de
Brusellas se Iluminara ao aher esla noticia ; a
Bolsa tamhem se achava as mclhores dnposicr.es
possiveis ; mas o discurso imperial cabio como agua
gelada sobre essas cabecas quelites e as acalmou s-
bitamente.
Eis-aqui o paragrapho que se refere a's conferen-
cias : Hoje os plenipotenciarios das potencia bel-
ligeranles e alliadas se remiran, em Pars para de-
cidir a queslao da paz. O espirito de moderacao e
de equidade que anima a lodas, nos deve fazer es-
perar um resulladn favnravcl. Todava aguardamos
com dignidudc o fim das conferencia!, e eslejamos
igualmente prompla, se for possivol, ou para des-
embainhar de novo a espada. 011 para eslender a
mao a'quelles que lomos lealmcnte combalido.
Em quaolo a paz n,1o for assignada, o imperadoj
n.lo pode ter oulra linguagem. Em geral o discur-
so de Napolelo causou um bom elleito no mundo
diplomtico. Atravcz das phrases escripias eviden-
lemenlc para lisongear o lailu vadoso da nacao, v-
se um desejo sincero o urna Aliada firme de che-
gar a' paz. Poz urna especie do afieclarao em fal-
lar duas vezes em a nossa allianc.a com a Inglater-
ra. Dar-se-ha caso que teiiha querido tranquillisar
a nossa vizinha um pouco ciosa Jos allagos que nos
faz ueste momento a Kussia '.' Dissereis que a In-
glaterra teme de se ver abandonada pela Franca.
Como Ihe tenho dito por varias vezes, a mania de
Napolelo he a traiiformaco da carta da Europa. A
Inglclerra, al o presente, se linha opposlo a isto,
mas es que boje lord Claren Ion deisa entrever ao
imperador que a sua prudencia respira tanta con-
fianza, que o llenado voluntariamente estender-se
al o Kbenti. A historia nos ei.-ma que nunca urna
guerra se termina com os adiados que ncomec,aram.
Somos chamados a ver em uro lempo mais ou me.
nos prximo o espectculo mu novo de urna allian-
ca franco-rossa ao lado de,uma allianra ingle* e
austraca. Se livermos a paz, como ludo annuncia.
os nossos diplmalas podero sem .luxida aprovei-
lar o sen descanc.0 para poupar ao mundo esla pe-
quena sorpreza. Quem viver vera'.
Os depulados, na sessao da abertura acollieram o
imperador e seu discurso com applausos phrencli
eos ; no dia seguiule o conde de Mornj, lomando
lugar na Icadeira presidencial, prnnunciou algu-
mas palaxras para recommendar nos seos col-
1 ulheras. os plcnipoteimrios,que nao eslavam a-
coslumados aos usos da no< corle, nSo se admiran.
muilo da esculla das perasque alii se reprcscnlam.
l-.nlret.inio e-l,-, especlacullli|o indignos de um pu-
blico escolbdn.
PERMAiaaco.
PAGINA iVULSA.
Estamos aulnrisados ploSr. Joaquim Antonio
de Santiago Lessaa pedir ao.r. cotnmunicanle *
do liberal 11. 1019 de 3 d seu nomc para Ihe poder cor. mais clareza responder-
me, o que n.lo fazendo ficajo em p as censuras,
que contra o Sr. Dr. Dornehs Tez o mesmo senbor.
Esta declarae.lo nos fez o Sr.Lessa oralmente.
A freguezia dos Afogaus tem falla, alias sen-
sivel de um sacerdote, que ministre os SS. Sacra-
mentos aos enfermos, porqd alcm de ter quatro le-
guas de extensilo accresce, que o parodio se acha
paral) tico, c nao nos enganos, demente, e o coat-
juclor igualmente incommoedo, restando o Sr. pa.
dre Joaquim, habitautcilo Cquia, que raj fazendo a
que esla ao seu alcance, lempodcr soccorrer a todos
que o chamam por ter inmensos doentes em su0
legas do corpo legislativo que so devotassem mSs do
asmercadotias conduzidas em barcos lieVpanhespeTn que """" a0 imr,"uur > I,M 'esponderam pelos
dono, procedentes de (iibrallar, Portugal, Argelia I """ 'lr,le,l,M Prol'<". BU manifestacao tic zelo
ou Franca porque ainda que no tratado se falle dC enll,us,asmo lem ""' explcar,ao mu prosaica.
de igualdadc de direilos entre cmbarcae.ies hespa-
nbolas e porluguezas, siiinenle se alludio nestes di-
reilos aos de navegacao o nao aos imposlos cm vir-
tude da lei de alfandegas.
A condessa de Castel Viejo.(ilha da rainha Christi-
na, que acaba de conlrabir os tacos malrimonjacs
com o principe de Drag, levou le dol dous milln.es
de francos.
Celebrou-sc em Madriil a inslallaeao do hospicio
das irmaas de carida.lc, concedida por um decreto
inserido na Uazele Je 29 do paleado, urna assocacao
de negociantes c capitalistas de Barcellona a form'a-
S3ode urna sociedade que se denominara Catalina
egeral de credilo, conforme as leis que Vigvram
sobre eslas sociedades de credilo e as que regem -
cerca dosannnymos. A durado ser de 99 auno-.
contar de sua deliniliva insllujcu, leudo a sede Bar-
cellona e o capital de;i20 milliei de reales, repre-
selado em 60,000 arenes de 2,01X1 reales.
Corriam boatos om Madrid queo senhor Santa Cruz
ministro da fazenda, se dimillio Jo seu cargo ; mas
as ultimas nolicias hein longo de o confirmaren] no-
lo reprsenla lomando parte activa nos negocios de
eslado.
Diz-se que em breve apparec.er.1o organisados 110
congresso o centro liberal, e a opposico democralica
pura, parece que publicaran) um manifest.
Ha Ion Umcnlo para acreditar que a condecorarlo
da ordem da Jarreteira, quo perlencia em Inglaterra
ao anciao duque Norfolk, he destinada ao duque da
Victura. Sendo assim o general Espartero ser um
dos rariisimoi llespanhes que lem obtido honrosa
dislinccao dos raonarchas oritannicos.
Na piaea tle Madrid fievam a 8 do cnrrenle os
Ires por cento consolidados, 38 e 70 ; difTeridos 23
e80.
Acciies do banco de San Fernando a lOSe meio.
COMMERCIO.
Piara de Lisboa II de marro,
res por renlo.Aneittamenlo \ei -tt '..
Coiipons il ',12.
Aceesdo Banco.De Portugal .".IKI7505.
Do Porlo 23092333.
Notas do Banco de Lisboa .-7801*790.
Os fondos porluguezes liearam a 6 na praca de
Londres de 43 a i i !",
PARS.
I> de 11.01 jm
O COIlgretsa de Pars id se reuni cien ve/es de-
peii de 2"ide fexeteiro. di.i Ja sua abertura. O ni-
co tacto ollicial que ah o prsenle leu ha sabido des-
las conferencias he a ronclusio de um irmislico'at
31 do marco, poca em que coniee.uao novanienle
ai operacoes militares, se a paz nao for assignada.
apezar Jas dilliculdadcs e dos alalos inevila-
Ma-
veis em presenca de inlercsses lo oppostos, nin-
guem no mundo poltico duvida do resultado paci-
fico das conferencias. O imperador .li/.ia honicm a
um do*sena amigos que ludo estara terminado a 20
ou 22 de mar;o.
Antes da aberlura do congresso, os plenipotencia-
rios se compro.nelleram pelo mais absuluto segredo,
o que nao lem impedido que o rumor dessas discus-
Se a paz se concluir, he iocnntestavel que se pro-
coderao esle annn a's eleicajes geraes ; e como os
candidatos do governo sao os nicos nomeados, c
se traa de conservar os seos 8 a 9,000 francos de
indemnidade-, estes senhores do corpo legislalivo
parecein dizer ao goveruo : iiomeai-nos ; nunca en-
contrara' servo lo commodos, lo complacenles.
Parece que os plenipotenciarios entao esposlos a
seducees mili perigosas. Asseguram que um dos
mais elevados diguitarios das Tuilerias fez escolha
demulheres amaves, Modas c esprituoias, habis
em descubrir os segredos diplomticos. Dcsiguaram
a cada nina deslas sereias a conquista que ella ti-
nha que fazer, Era urna encantadora hespanhola
que devia fazer cahir lord Clarendon no la^o. Lord
Clarendoo, apezar da sua idade, ainda lem conser-
vado as Iradiees galantes da sua emhaiada de Ma-
drid. Assm, tete a previdencia de caviar a Parii,
lers das ames delle, a sua amanle de Londres,
urna Ingleza casada com um Ilespanbol que habi-
|,i na llavaua ; mas aconlece que esla dama he do
conhecimenJo intimo da lady Trlllon) mas Ho-
xvard ) e se esperam muilas conli Jeneas destas duas
amigas.
O saino de lailx lloliand be o nico sabio poli-
lico de Pars que he como um terreno neutro, onde
se enronlram lodas as opinies. Em um dos ltimos
seroes passou-sc nm pequeo incidente que prova a
animosidade consta ole que existe entre os Chelea do
velbo partido moiiarchico e os ahelea do rgimen ac-
lual. Enlrelanlo. auuunciou-se o conde de I lahaol
e o conde de Moni\. I'ma prolunda sensarao se
mnnifestoii immcilialameiite em varios grupos em
que se achavam Tbiers e a mulher e mad. de Remu-
sal, Duvirgierdc llauranc e outias illiisIracOes do
reinado de Luis Filippe. Eslas pessoas so retirarais
immedialamenta, apezar das supplicasde l.adv llol-
iand mili ahlela por acea dangradavel.
o paito da imperalrix ha esperado para 10 uu 11
demar.;... Ilenlem a Bala......., prodorir.i alia,
aspalhou o boato do nascjmenlo do lierdeiro impe-
rial : uns fiillavam em um rapaz,oulroi em una ra-
pariga ; alguns chegavam al a dizer que era urna e
oulra rousa. Mas. como o canho so obslinava em
ralar-se. o ranard baleu as azas, e foi-se.
A proposito da Bolsa nunca so vio lauta gente abi
reunida como boje. As proprias mulhetes.apezar da
ordem da polica, que ns cxptlle do lemplo, procu-
raran! intromatter-sa ahi iirdamenle, foi preciso re-
correr a forra armada, para lauca-las fra.
A sesso de boniem nao produzio resultado algum
positivo. Diseullo-M acerca do :|, pontos. Os
plenipotenciarios aguardan! a ehegada .le iisli ici-r.es
novas, que pocaam a1li.111l.1r a marcha das conferen-
cias. Dous ajodanlet de campo do imperador Alo-
Madre, pertcncenli'S ao velbo partido russo, sao es-
perados em Pars, como portadores de inslrucrofs
circuinslanriadas, para o conde Orloll.
O imperador rerebeu ha dias urna Carla aulogra-
pha do papa que consente ser psdrinho do futuro
principe imperial; postoque a carta seja clieia de
senlinienlos allecluosos, o papa evita fallar da sua
viagem cm I-rauca. Fallava-se na rainha daSnecia
para madrinjia ; mas parece que, legando as u-an-
eaa, nao pode haver comadre; elle he ao trtf uno lem-
po padrinbo e madriph, padruho comcNhoinem
*. ebegue a alguns ouv.dos priv.legiados. He mu madrnh, como represen.an.e da igrej.
d.H.e.1 qu, doze md.v.duoi, oo ante, treza, conl.n-1 Todos o, das hajaotarrs, so.res e espetadlo, a.
Um orpheu ha na ra o Caldeirciro lia enthu-
siasla pelas vibraces Je senmacslro vioblo, que no
dia 30 do mez pa>-ado, indio SS. Viatico a vizlar
um enfermo, que mora jonlipareife.t rnes gostoso, elle estava lo eitalcn, lao enlevado no Um
lom-tom do seu bamlulim, qie nem se quer corlejou
ao Re dos Res, quando poisoa porta passava I
E digam que a msica nao nos rouba os sentidos...
Um nosso patricio residente no Rio de Janeiro,
o Sr. Dr. Antonio de Souzi Uirne Lima, comparti-
Ibando das nossas alllicciSea, e desejando ainda de
longe ser ulil aos indigentes de sua Ierra natal man-
dou ao Sr. commendador Mainel onjalves ta Silva
rem mil reis para seremdialrfbuidos pelos mais ne-
cesitados enfermos. E*> acto de amor ehomani-
dade revella bem o car:c(er desse moco, digno sem
duvida de mil louvoret.
Temos lambem ;poslo em minialura) caracteres
mui elevados, coraces inii generosos !
Passando nos n'um desses dias por urna ra
ouvimos de urna casa grlos descompasados de 11111
homem, elogo depois desc>r tima pobre mulher cho-
rando, a qual no palamarda primeira escada vollau-
do-sc para cima disse :
Senbor .... j estivo no Hiode Janeiro, ondea
minha desgraca me fez per ln meu mondo ; fui a
S. M. pedir urna esmola, e o Senbor Imperador nao
me bolou pela escada abaixe... lieos pague aVmc.l
l'm sugeilo que lambem Indi 1 sido allrahido pelos
-ritos, e que estava junto a mis, disse com os seus
botoes :
Pobre mulher I pensa ni anjo Je Candura
que rege o Brasil, quando se v adenle de um jio-
deroto delegado de Pedros de Fogo !
Sorrimn-nos com a lemhcinra espiriluosa Jo (al
meco, lomos andando quanlo ouvimos uova her-
rara, e loo medonha na mesna casa, que nos obri-
gmi a entrar, mais de pe to 01 virmos. Knlao eram
dous hnmens. que apostavam i.uem mais l.erra-.e.
I le de le fazer voar dizii um.
Dissemos com noscu : um ouve que linha botas
de cortca, c esle tera azas...,
Est engaado dizia o miro, mais de pressa
voara voss.
Calla-te, sem vergonha I...
Nao sou seu escravo 1
Alguem que ia chegando. di', lr.nl lias :
Ao menos parece, porque he quem Ihe faz as
compras no acougue e na ribeira.
Nos prestando allenco a este novo gostoso perde-
mos algumas palavras dos gritadores da escada, e
tambeio um dos dous, qoe pareca maioral grilava
loo descommuualmentc. que chegava a engasgar-se,
e quasi que s se ouvia a algasarra infernal dos dous
Irovic....
Uea dos dous era um melqudliefe de soldado de
polica vermclho cemo om lmale maduro.
lim !... cruz.. lomos inda-
O Sr. Dr. Rufino Augusto de Almcida nos
faz a seguiule Jeiarac3o :
Nao devendo ficar em esquecimento os beneficios
feitos pela philantropira commissan Ja associaco
commercial aos neccssilados do Chora-menino, Es-
tancia, Manguinho, Baixa-\'erdc e Capunga : decla-
roque recebi do lllm.Sr. Vicente Alves de Souza
Carvalho quanlia de 200^000 rs., e 12 baetas, para
seren distribuidos esles soccorrosaosueccssilados da-
quelle) lugares, e ellcctivamenle foi distribuida por
mim dita quanlia pelos moradores dos mencionados
lugares, que por occasiao de seren atacados do mal
reinante, necessilavam de promplos soccorros ; sen-
do que a distribualo desse dinheiro foi feta segundo
o estado do socenrrido, havendo alguns soccorridos
com 59000, 108 e nutres com 159 como consta
darelacfio que rernetli ao Sr. Carvalho, membro da
commi-s.io, "que lambem Jislrihuio ignacs esmolas
por aquelles lugares, os quaes muilas vezes vizilou,
0 lambem em minha companhia.
Cnmpre-me igoalmeule declarar, que acommsso
cenlral poz a disposicSo do prestimoso Sr. cirurgio
Manoel Pereira Teiveira, que encarregoo ullima-
menle de dirigir o Iratamenlo dos enfermos da Ca-
punga, viole e quatro baelas.euma bem provida am-
bulancia para os necessilados desse logar.
De que servem esses blasonamenlos de cand-
los? Acha-se ao larcarmos eslas linhas mortalmen-
te ferido pelo cholera o Sr. Francisco Nery da Fon-
ceca, um dos encarregados do hospital de S. Jos.
Sua familia n'um estado de completa desolarn de-
lilieroii. ipie devia haver urna conferencia, para u
que mandnu convidar alguns mdicos ; um porem se
acha as 10 horas do dia ainda mellido nos lancees,
nao acodindo ao convite do Sr. Eduardo Banks, cu-
nhado Jo .lculo. He mesmo de medico diplmala,
que nao precisa da arte, que he feliz, que sti vizila
aos que podem esperar, que S.S. acabe de esprigui-
car-se, arrancar as ramellas, tomar as bolas, pnllar
110 carro, abrir a gazrla, e assim negligentemente
embicar para a casa do doente. Os Srs. Drs. Leal,
Souza, Dias Fernandcs, Sanios e Pereira do.Carino,
foram prestes ver n doente, c at o presente o mal
ainda nao dcrlinou. Fazemos volns pela saude desse
moco humanidade dedicado.
Senhores redaclorcs na Pagina Aailsa___Cons-
la-me que a mulher de um njcilo morador na Boa-
Vista, mandara lancar sua mSi fora de casa, a titulo
de passcio, e quando esta vnllara, alta imite, fecha-
ram-lbe as portas a ponto da velha bter escessiva-
mente na porta sem ser allendida, e um vizinho Ihe
franquear sua casa. E qoe tal, senhores redactores '.'I
F...
Ja se pode passar seja la com que roupas fo-
rero pela ra da C... oh Pagina de 3 de mareo !.,.
que beneficio nao lizesle!
Foi multado o negicianle de garapito as Ciu-
coPonas. I.ouvado Dos!
Sr. inspector Moreira lauce suas vslas para es-
se desrampinado esrerdeado da ra Augusta.
/.ni: Mentira vela ler-se comnnscii pedir mi-
sericordia, afim de nao piiblicarmos correspondencias
que dissessr-m respailo a elle, e nm pni rompaixo
prometieron-, que loiligatiamns twas dures ; agora
|...rem .pie |.iii< Mentira propala que nos unpo/ si
eneio, declaramos alto e bom s.......pie l.ulu he .1
re dos inenlirosos, ha o chele dos pedantea, c o maior
melquelrefe da Mauticea. Qoemsosber .le algunia
mentira de l.ulii nos relira, parque decididamente
estamos dbpostoi a cusinar-lhe ser amanle da ver-
dade.
Assim como lem sido sempre nosso proposito
esiginalisar o fro egosmo de alguns, nao nos
pouparemos lambem de realcar o mrito Jos homens
que nesla quailra calamitosa se bao distinguido em
favor ila humanidade leflrMlora. No numero lestes
ullimos figura com malla vanlagem n Sr. coronel
Francisco Alves Cavalcanli Caiiiboini, o qual, segun-
do nos informan! pessoas do interior da provincia,
se tem mostrado ncancavel em soccorrer com reme-
dios e gneros alimenticio, i toda afpobreza, quo re-
side as vizinbancas d sua residencia : honra elou-
vor a esse prestante rtdado.
Cunslanos que.ha dous dias na ra da sl-'lores,
mesmo ao pino do meio dia, dcii-sc nm caso bas-
tante escandaloso. L'm ralenllo esmurrod a certo
individuo, desembainhou 11111 punhal, acudi mulla
gente, mas o novo C.abellcira euliou inclume para
a sua habilace, que he na mesroa ra da amada,
embura seja haslatile nzinho da casa onde se paga
lauto de aluguel por um dia como por 100 anuos.
,.ilc amanhaa.)
COMARCA DE GARANHONS.
., 27 de maree.
< cbolea anida nos flagella. e o nosso hospital
emprc lem ihienles; gracas, porm, ao Creador e
aos cuidados que reeebem naqurlle eslabelecimcnlo
odos leemsdti curados; smente hontem. pelas S
horas da manhaa, foi sepultada urna pobre senhora,
que rccollnda ao hospital ja exanica, nada pode fa-
zer o encarregado do (ralamenlo, e, anda replo, se
temos a registrar algn caso infeliz, sempre este he
motivado por alguma imprudencia, ou da parte do
curandeiro ou da do enfermo,porque na verdade
tem-se da.lo factos aqu revoltanles. e que por urna
inexplicavel rclicidade iienhum mo resultado tem
Iratido ; he preciso, porm, nao cancar a hondada
d.i bienio, e 1er se em maior peso a vida dos nosso
semelhanies.
0 que quer dizer aeonsclliar-so purgantes de sal
a quem sollre um vilenlo plcuriz'.' Porque nao
recorrer a pessoas habilitad, ou cnlao seguir o
Iratamenlo caseiro No enlaulo, era um honra-
do pal de numerosa ramilla, que gema, porem a
t rovidencta condoeu-se. e boje sio e salvo, regres-
louao seio de sua querida familia.
S. lenlo e Corrala desle termo ainda solTrem, e
la se acham anda os denodados acadmicos liodoy
e Olavu Crespo.
Canholinhn lambem contina a ser devastado pelo
peregrino do lianijes.
Buique e Aguas-Bellas pagam seu tributo, c j
alguna casas de morle deram-se naquelles pontos.
Consta qoe Anlonji Tenorio, de que Ihe fallei em
a minha prndenla carta, achando-se na fazenda
denominada (iraial, pertencenle a finada I). Jo-
anna reuoria,assassinara a um vaqociro de nome Jc-
ronyjio Tenorio e lambem seu sobrinbo legilimo.
Consta mais que esle assasiioatn Tora motivado
por nao querer o assassinado entregar a Antonio
l'enorio urnas chaves de arcas pertencenles a Jero-
nymo. as quaes arcas contnham dinheiro.
Esle fado, dado em casa de I). Joaona Tenorio,
ferio-a de morle, que achando-se j afiectada do mal
reinante, suecumbio.
Alm do mal que to lerrvelmeute llagella a hu-
manidade, e que planta horror, ainda man horror,
ainda ministros que zombam do castigo do co e das
lei, e sem piedade e sem tumor derramam o sangoe
de tens raos tiesta quadra de lulo e de terror!
O POTO acha-se .empre animado, e as autoridades
cada vez mais sollicilas no desempeuho dos seus de-
veres.
Urna enra importante.
0 cabo do 10" de carado.e- Vicente, foi accora-
mettitlo as 10 horas do Jia 25, com os seguinles
symploinas:vmitos e Jiarrhca Je um liquido
branco, caimbras lorio-, resfrimento, perda de voz
e olhos encovados; foi-lhe administrada a bebida
emetbo-catbarlica, smnenle isto o poz em estado de
ler ti.lo hoje alia.
No hospital esislcm: um preso de cholera rae-
llior.idn nma presa'de indigeslo em convalescen-
?a e om soldado de caradores com dores sxpbilil-
cas, cm Iratamenlo.
Ao correspondente aim dirige esle seu criado
mil agridecimenlos. pelo bem que Ihe deseja, e
Dos Ihe faca as vontades. e Ihe conceda muilos 111-
uos de urna vida feliz.
Chegaram dous correios, porque sabio um no da
3 e oulro a 15.
livemos nolicias dahi al 15. e vemos com magoa
que essa bella cidade contina a ser dizimada pela
peste.
A dos.
O sacrislao.
P. S.Em Taqoari freguezia de Papacara o
mal reina coro intensidade. F.m Campestre, 3 le-
guas daqui. lambem o mal lem feilo suas victimas,
e o major Chrislovao Texeira de Macedo, per leu 6
dos seos melhorcs escravos.
Carta particular.'.
HEPARTIt:AODA "oOLIGIA.
Parle do dia 2 de abril.
_Hlm.eEim.Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das tillronle, partiripactles hoje receidas
nesla reparticao consta que se deram as teguinles
occiirrencias :
Foram presos: pela delegada du primeiro dislric-
to deste termo, o pardo Cassiano Rodrigues de An-
drade, para averguaees sobre crme de furto de
escravos. !
Pala subdelegada da freguezia do Rccie, Luiz
de Melibon, por ferimeulos.
Pela subdelegara da freguezia de Sanio Antonio,
Manoel do Nascimeulo de Freilai, por desobedien-
cia e insullos.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, Anto-
nio lrancisco de Paula e Jos Justino Evangelisla,
ambos para averguaees, esteem crme de ferimen-
los e aquelle de furto.
E pela subdelegada da freguezia de Jaboalo. Se-
venno do Nascinienlo, por se adiar indiciado em
enme de furto.
Dos gtiard a V. Exc. Secrelaria da polica de
ternambuco 2 de abril Je 1856. lllm. e Eim.
Sr. ronselbeirn Jos Rento da Conha e Figueiredo
presidente da provincia.O chefe de polica, Lu.
Carlos de Poica Tci-teira.
Dcsinferro do dia 27 de marco.
Freguezia da Boa-Vista.
Rua da ('.loria n. 90, casa de Francisco Demelro
de Alenla Cavalcanli ; morreo Jos, escravo.
Roa Velha 11. 61, casa de Marcelina Maria de Fa-
rias, morreu Jos Maria de Vasconcellos, filho da
mesma.
Manguinho, silla to Manoel Jos Freir de An-
drade ; morreu Rosa, crionla, cscrava.
Rua da Mairiz 11. 58, casa de Marcelina Maria ;
morreu Seiihuriiiha Maria, parda.
Observaran.
Rua Velha n. 59, uo desinfeclei por ler mais
pessoas doentes.
Rua Velha n. 18, nao desinfeclei por' ler mai*
pessoas .lenle-,
Rua da Conceieo n. 17, nao desinfeclei por ha-
ver mais urna pessoa docnlc.
Freguezia de Santo Antonio.
Travessado Calabouco xelho 11. 36, caa de Jlo
\ eir Cocido ; morreu urna prela, desinfectada por
aviso policial.
RuaNovau. l9usolo\ Joito onc.alvcs Evange-
lista ; morreu una mulher parda, desinfectada por
ivso policial.
Rua do Fogo n. 7, casa de Anna Pereira da Silva,
moireu una mulher hrauca ; desinfectada por in-
dagarlo.
Rua do Rosario eslrcila n. 11, primeiro andar, ca-
sa de Antonio Ignacio de Torres Bandeira. morreu
urna mulher prela ; desinfectada por aviso poli-
cial.
Rua das Larangeiras n. 12, primeiro andar, casa
de Antonio Jos Dias, morreu um preto ; desinfec-
da por avise particular.
Rua da Penha n. 21, primeiro andar, casa de
I rann-co Antonio de Brilo, morreu urna parda, de-
sinfectada por aviso particular.
Hita da Praia n. 39, primeiro andar, casa de An-
ua Eduardo Alves Ferreira, morreu tima preta ; de-
sinfectada por indagacao.
Observacoei.
Paleo de Sania Thereza n. 2, eslava desinfectada
pelo dono.
Rua Direila 11. 36, segundo -andar, fui chamado
por aviso policial para desinfectar esta casa e nao
desinfeclei porque nella nao linha morrido chole-
nco.
Rua do Mueimado n. 21, primeiro andar, como
supra, nao a desinfeclei.
Freguezia de S. Jos.
Rua de dorias n. 51, casa de Jos do Palrocinio
do Rosario, morreu .Maria Colleta das Merrs ; de-
sinfectada por aviso policial.
Rua de llorlas 11. 102, casa de Hita Maria doCar-
roo, morreu a mesma ; desinfectada por aviso poli
ciat.
Travesa da Palma, sem numero, casa de Joso
Marlins Candido, morreu Maria Bcnedicla ; desin-
fectada por ineusseie,
Becco do Lobato n. 7, casa de Domingos Josa de
Azevedo, morreu Sevcrina Mara Jo Patrocinio e
Claudina ; desinfectada por aviso policial.
Travessa de S in Jos 11. 27, casa de Manoel Jero-
nyino da Silva, morreu Bsenla da Costa Cordeira e
Proiedes de tal ; desinfectado por aviso policial.I
Travessa de San Jos n. 39, casa de Maria do Ro-
sario, morreu Vicencia Maria do l.ivramenlo. Leo-
nor gueda e Franca ; desinfectada por aviso poli-
cial.
Travessa de San Jet n. 13, casa de Maria do Mon-
te, morreu Sebastin ; desinfectada por aviso po-
licial.
Rua do Jardim 11. 29, rasa de Mara Jos Ja Con-
ceieo, morreu a mesma e Mauoel Antonio dos San-
lose Anua Para; .Icsinfeclaila por aviso policial.
Rua ile Sanls Cecilia 11. 3, casa de Rufina de tal,
morreu Hiere/1 Antonia du Espirito Sanio eThere-
za, menor; desinfectada por aviso particular.
Freauezii do Iteeife.
Rua da seo/ala \ elha n. ISO, .'asa de Fiaui-i.ru
liuedesde Acaule, morrea um honiem; desinfecta-
do por axiso policial.
Rua da Moeda 11. 35, casa de Francisco da Cunda
Pereira, moireu o mesiuu ; desinfectada por axiso
policial.
Travessa dos liuararapesn, 3, risa de Rosara Ma-
ria Soares, morreo 0 mesmo ; desinfectada por in-
dagacao.
Travessa dos Oiiararapes 11. .'>, casa de Dionizie
Amonio Ferreira Marques, morreu um eacravo ;
desinfecla, avi-o policial,
Becco do sem numero, casa de Arehanjo
Francisco de Mei. -en o mesmo : desinfectada
por iii.lagaeo. he do 1.. |a |oa Vista.
Ilerco do Fundi, freguezia .la Roa Vista, rasa de
Francisco das Ch.igas Sonto, morrea o mesmo : des-
infectada por li|.laga.( ni.
Reren do Fundan, B..i Vala, easS de Joan Victor
Ferreira, morreu nina nnilher; desinfectada por
iudagaco.
Ponte Velha 11. 5, casa de Maria de tal, estran-
geira, morreu a mesilla, esa abandonada ha das ;
desinfectada por iud igacu.
ObservaeOes.
A casa do becco to Pandas, freguezia da Boa Vis-
ta, onde morrea tima mulher e um criauea, nao foi
do cholera, mas sitn, a primeira de bexigas e a se-
gunda de losse. razan porque nao dessinfeclei.
Desinfeccoes. Total do dia 27 28 casa, sendo na
freguezia da Roa Villa I, Sanio Antonio 7, San Jos
9, e Recite 8. letal ale o dia de boje 783. Recie 28
de marco de 1891.Guaran f.izeazeno Furlndo de
Menioncm, encarregado da conservacdlo distribui-
c.lp dos agilites desinfectantes.
Re vis a o do jury do Red fe.
Ouilherme Jos Pereira.
(ieraldo Ilenriques de Mira.
Geilavo Jos do Reg.
i jal.lim. dos Sanios Nunes de Olivcira.
C.abriel Alfonso Itigueira.
liahnel Germano de Aguiar Monlarroios.
Dr. Gabriel Soares Rapozo de Cmara.
tiemiuiano Antonio Vital de Oliveirs.
Ilerculano Deodolo dos Sanios.
Ilemelerio Macicl da Silva.
Henrque Steplc.
Mxpolilo Cassiano do Alhoquerqua Maranlio.
liermino Ferreira da Silva.
Hermenegildo Monleiro de Andrade.
Ilerculano Alves ta Silva.
Dr. [ye Mequi|jno d Cunha Santu Maior.
Ignacio .1.1., da Silva.
Igoacio Manoel Vicgas.
Iguacio Benlo de Loxola.
Ignacio Francisco Marlins.
Dr. Innocencio Seraflm tle Assim Carvalho.
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Izidero Jos Pereira.
Ignacio Francisco t;abral Cantanil.
Ignacio Lopes Cordeiro.
Ignacio Marques di Costa Soaie.
Iencio Jos d'Assumpcao.
Ignacio Francisco da Cunha.
Ignacio Alves Monleiro.
Dr. Ignacio Nerx da Fonseci.
Dr. Juilo Maria Seve.
Jos Joaquim de Lima.
Dr. Jo.lo Pedro Maduro da Fouseca.
Jos Velloso Soares.
Dr. Jos Joaqoim de Souza.
Jos Joaquim Lopes tic A linela.
Joa da Silva Nevea.
Joao Miguel da Costa.
Jo.lo Nepnmuceno Barroso.
Jo.lo Francisco Pontes.
Jo.lo Jos Comes.
Dr. Joaqoim Francisco de Miranda.
Joa Rodrigues dos Santos.
Jos Paulo da Fonceca.
Jfle Candido de Barros.
Jos Pedro do Reao.
Jos Antonia da Silva Molla.
Jos Antonio Pinto.
Jos Baplislada Konceca Jnior.
Jos C-oiiijalves Torres.
Jos Conr;alve Torres Jnior.
Jos Antonio Bastos.
Capitao leoente Joo BepHeta de Oliveira Gui-
marae<.
Jos Joaquim da Cunha.
Jos Joaquim de Oliveira.
Joao Lelc de Azevedo .
Dr. Jeronymo Vilella de Castro lavares
Dr. Jos da Cosa Dourado.
Joo de Freilas Barbosa.
Jo.lo Hermenegildo Borges Diniz.
Joao Francisco Maia.
Dr. Joaquim Jos da Fonceca.
Jos tle Carvalho da Cosa.
Joaquim Jos de Abreu
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella. .
Joan lleoriques da Silva.
Joaqoim lleuriques da Silva.
Jos Joaquim da Cunha.
Joc Jeronymo de Souza Lmoeiro.
Justino Pereira de Farias.
Jos Egidio Ferreira.
Dr. Joao Nepomuceno Dias Fernandas.
Jos Narcizo Camello.
Dr. Jo Bernardo Calvo Alcoforado.
Jos Mara Seve.
Dr. Joaquim tle Aqnino Fonseca.
Dr. Jos' dos Anjos Vieira de Amorim.
Joao Antonio de Paula Rodrigues.
Joo Manoel Rodrigues Vallenca.
Joao Carneiro Lilis Sorianno.
Coronel Jos He Brito Inglez.
Joao Uregorio dos Santos.
Jos Antonio da Silva e Mello.
Jos de Barros Crrela Selle.
Joaquim Ignacio Je Carvallo. MenJonc,a.
Jos Maria Freir Gameiro.
Joao Antonio da Silva Grillo.
Jos Caelano Vieira da Silva.
Jos Caelano de Medeiros.
Jos Francisco de Souza Lima.
Jos Thomaz de Campos ijuaresma.
Jos Joaquim de Miranda.
Jos Antonio de Brilo Baslos.
Joilo Antonio Pereira de Brilo.
Jo3o Pacheco de Queiroga.
Jos Baptsta Ribeiro de Farias.
Joao Francisco Regis Coelho.
Jos l.oiirenr.i da Silva Jnior.
Jos Marques da Costa Soares.
Jos Joaquim II ilellio.
Jos C.arnero da Cuaba.
Joaquim C.arnero Machado Ruis.
Joso Pires Ferreira.
. Joaquim (ialil.no Alves da Silva.
i Jos Candido de Carvalho Medeiros.
I Joao de Sa' Leilao.
Joao de Pinlio Borgcts.
Dr. Jlo Jos Piulo.
Dr. Jos dos Santos. Nuues de Olixcira.
D. Joo Vicente da Silva Cosa.
Jos Joaquim Anlunes.
Jos Antonio Vieira de Souza.
Joaquim Antonio Carneiro.
Coronel Joao Francisco de Chabx.
Dr. Joaquim de Oliveira e Souza*.
Joaquim francisco Duarle.
Dr. Joaquim Francisco Duarte.
Joao 1 ioiicoIyes da Silva.
Jo,lo Baplisla Ferreira da Aunuuciacau,
Joaquim Pedro Brrelo Mello Reg.
Jos Jeronymo Monleiro.
Jos Xavier Pereira de Brilo.
Dr. Jos Maria Ramos Gurjo.
Jos Rehello Padilha.
Joao Antonio de Figueiredo.
Jos Francisco Piulo uimirAes.
Jos Francisco do Reg barros Jnior.
Jos Ja Freitas Barbosa.
Joao Baplisla de Souza Lemos.
Jos Alves de Souza KanseL
Joaquim Coelho Dulra.
Jo.lo Ferreira dos Santos.
Joaquim Viegas.
Joo Francisco dos Santos.
Joo Anastacio Camello Pessoa.
Josc Rodrigues de Oliveira Lima.
Joo Jos de Miranda.
Jos Marcelino Alves da Fonceca.
Jo3o Carneiro Rodrigues C impeli.
Joaquim Josc de Amorim,
Jos Francisco Pires.
Jos Antonio Gonealves de Mello.
Jos Thoodoro tle Sena,
Joaquim Correa da Silva.
lose Camello do Reg Rarros.
Jos UorgonJo Paes Brrelo.
Joo Luiz Vctor Lieulhier.
Joaquim lavares Roduvalho.
Joao Manoel de Barros Wauderlex,
Jos Paulino d'Almaida Catanbo.
Josc Lino lie/erra.
Jos Duarle Rangel.
Joao Francisco do Carvalho Paes d Andrade.
.lose Francisco Pereira da Silva.
Dr. Joao Augusto de Souza l.c.lo,
Jos Francisco de Souza l.e.lo.
Joao Filgoeira de Araujo Lima.
Joslgnacio de Lira.
Joo Coelho da Silva.
Joo Filippe Cavalcanli.
Jos I ornan.Ir. Monleiro.
Joo Luiz Ribeiro de Farias.
Joao Hermenegildo das Candelas.
Joo Sergio Cczar de Andrade.
Jos Rodrigues Paes.
Jos Thomaz Pires Machado Porlella.
Major Jos Carlos Teixeira.
Joaquim Ribeiro d'Aguiar Mostarrovos.
Joo C.arnero Rodrigues Campello.
Jos RoberloduMoraes e SJxa.
Joaquim Joso Pereira de Santa-Anua.
Jos Maria do Alhuquerque Lcenla.
Joaquim Theodoro Pereira da Oliveira.
Jos Ferraz Daltro.
Jos Francisco .le Barros Rogo.
Joaquim Correa d* Araujo.
Joaquim Bernardo Ja Bocha Falcan.
Joo Francisco Je Alhayde.
Dr. Joo Honorio Bezerr.i de Menczes.
Jos d'Aquino Fonseca.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Joo Alhao.izio Bolelho.
Dr. Joaqoim Ferreira Claves.
Joo Domingnes 11 Silva.
.lose .locme de Araujo.
Jos Aonan dos Sanias Bastos.
Jos Anlunes luiniares.
Jos.- Ilenriques Machado.
Joaquim Teixeira Peanlo.
.tolo Joaquim Comes.
.laio Alves Guerra.
Joso Correa Leal.
Joo Vieira Paes.
Joaquim Joo de Souza.
Joo Ferreira Cavaicaali.
Jos Mande*Carneiro da Cunha.
Jos Bubosa da Silva.
Jo-e .tutonio de Brilo.
Jos Antonio Alves de Brilo.
Joo Ignacio de Medeiros Reg,
lose Antonio Pereira de Brito.
Joso Maria da Costa Carvalho.
Dr. Joao Francisca Teixeira.
Jos iouc,alvcs Malveica.
Dr. Joo dos Sautos Rain .s.
Jesiino Ferreira da Silva.
Joo Chrisostouio Pereira Soares.
Dr. Jos Joaquim de Muraos Sarment.
Dr. Joaquim de Souza ieis.
Joapoim Manniio Cavalcanli tle AlbliquerqtlC.
Jo.lo Jos de Moraes.
I0.I0 Bernardo de Siqueira.
Jos Ignacio Terrena c Silva.
Jos Maria Mocho lo de Figueiredo.
Josc da Rocha l'aranhos.
Joao Concalves dos Sanios.
Joo Ignacio de Medeiros Reg Monleiro.
Jos Ignacio Soares de Macedo.
Dr.-Jos Flix de Riilo Macedo.
Jos Maria da Cruz.
Joo Francisco Bastos.
Joso llygioo Je Miranda.
Joaquim Jos Alves de Albuquerqua.
Jos dos Santos Naves.
* i '
Josc lenlo da Costa.
Dr
*
a"-0 Antonio de Figoeuedo.
Jos Joaquim Pereira.
Joant.hri.o.lomo Fernantles Vianna.
l.eneral Jaaat |n,rl0 ,,, Abna lmt_
acorn l.erardo M.ri. I umach. de Mello.
- Ignacio do Reg.
Jos Inn.K-en-io Pereir, d, 4>t|,.
Jo.lo \ alenlim Vi||e|(.
lost' Alexandre Ribeiro.
Jas i.oncalves de aVassasjassjM
Joo Fraadte. Reg.s y.aT"
Jos Ignacio Xavier.
Dr. Joo Ferreira da Silva.
Joaqnim Josc de Miranda.
Joaquim Flix Machado.
Jos Maree linio da Rosa.
Joo Manoel de l.a.ito. 1 .
Dr. Josc Maria da 1 titHla.le
Jos Domiogoes Codiceira.
Joaquim Pereira Bastos.
Joaquim Amonio de 1 ...-iro N.n,..
Joaquim lost- de Souza Serrano.
Joaquim Francisco de Mello s Josc Tem ttide. da I ru/.
Jse Brazilino da Silva.
Joo da Silva l.oureirn.
Josc iiouealves da Silva Ba>lu>.
Jos Esleves Vieira.
Joaqun, Lucio Monleiro da Tranca.
Jenuino Jos lavare.
Joao Franrisco Regis dos Alijos.
Joo Moreira Je Mendt.nra.
Dr. Joaquim Elviru dr Mor-e, Carvalb".
Joao Arseuio Barbosa.
Jsa Bernardo Ventura.
Joo Valenlim da Silva.
Jorge Victo Ferreira Lope*.
Joo Policarpo dos Santo. 1 ..,mp....
Jos,! Vil.m-.i Ferreira.
Josc Filippe Nery da Suva.
Jos Joaqnim Xavier Snbreira.
Juvencio Augusto Je Alhaxde.
Jos Alfonso ta Silva Ba-.li...
lo... lauco, Comes da Silva.
Joo Xavier Carneiro d Cuuba.
Dr. Joan Domingues da Silva.
Jos Victorino de l.cinos.
.lo.e Xavier Taulino Ramos,
-lose Cavalcanli de Albuquerqua.
Jos Maria Cesar do Amaral.
Dr, Josa Mumi Cordeiro l.ilaliv.
Joo t .hri.ii.i,.un. de Albuquerque.
Jos Marques de Amorim.
lose Gonralves da Pnrciencula.
leas Ribeiro Pessoa de Lcenla Jante.
Jos Filippe Correa Je Castre.
Joaqoim Cavalcanli de Sa Alhuquerque.
Joo Cerneiro l.cilo da Mello.
Joo liil Paes Brrelo.
Joao de Siqocira t jmpell.
Joao Alhanasio Di.
Juaquim Alves da Silva.
Joaqoim Josc da Silva Li.lme.
Joaquim Antonio Alvo Riheim.
Josc Joaquim Pereira de Mello.
Joo Ramos da Craz.
Josc I au-linn Parlo.
Joaquim Mauricio l,oncal\e Roza.
I.oorenco Rodrigue, da. Ne Luiz Antonio Vieira.
Ludgro Teixeira Lopes.
Luiz Antonio desiqaein.
Luiz Francisco de Sampam e Silva. v
Luiz Manoel Rodrigues \ ellcm a.
Luiz Gonealves Agr.
Alfares Luiz Comes Terrena.
Luiz iioine. Mlveno.
Dr. I.oorenco Trigo de Losreii o.
Luiz tle Pinina Borges.
Dr. Luiz Salasar Moscozo da \ eiga l'ewee.
Dr. Luiz Rodricoes Villares.
Luiz de A/cvdo Sosza.
Dr. Luiz Duarle Pereira.
Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andraylc.
I.ourenco leed de Morar. 1 irx.illi...
Luiz Jos Gonralves da Luz.
Lua Francisco de Carvalho Paes de Asdvc la.
Luiz Marques Cavalcanli.
Luiz Pereira de Melle.
Luiz Francisco de Barros Reg.
Luiz Joso Rodrigues de Sosza.
Luiz Antonio Rodrigues de Almcida.
Lat Jernimo de Alhoquerqac.
Luiz ta Fonceca ta Cruz Ferreira.
Lui/ Francisco de Paula Ramo..
Luiz Antonio da Silva.
Manoel da MlvaNcvcs.
Manoel Lobo de Miranda llennqaev
Mauoel Pereira Caldas.
Maooi'l Joaquim Seve.
Manoel Consalves Ferreira.
Maooel Joaquim Ramos e Silva.
Manoel Duarle Rodrigues.
Manoel Conealvcs Pereira.
Manoel Iguacio de Olixeila.
Manuel Ignacio dr Oliveira Juin o
Manuel I rsreiseo Manjue..
Manoel Antonio Ferreira Come.
Manoel Pinto dos Sanios.
Malinas Mauoel de Jess.
M...1..-I Luiz l.i.ncalscs Junii.i.
Manuel Josc da> Nexo.
Manoel Antonio Hibrir*.
Manoel da Silva Ferreira.
Miguel Felicia da Silva.
Miguel Jo-e de .lmenla PeTti-.ml.uro.
Manoel Trrreira Ramos.
Manoel Ignacio de Oliveira Loba.
Melquades Anlunes de \ m. ida.
Manuel Ferreira Anlunes Vanse*.
Dr. Manoel Duarte de Faria.".
Manoel Antonio de Jesss Jnior.
Manoel Joaqnim Paes Sarment.
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello.
Dr. Manas! de Souza Garca.
Manoel I 1.tao de Medeiros.
Manuel Jos Lopes Braga.
Manoel Figtieira de Farie.
Manoel i, une al ve. Ferraira e Mlxa.
Miguel Seraphim de Calru Nano.
Manoel da Silva Mendanha.
Manuel Francisco de Moori.
Capit.lo Mauoel Fetnaudes da t>sz.
Dr. Manoel Jo-e Domingees lo.diceiti.
Maooel Parveen Acciolt.
Mauoel de Almeida Lima.
Manoel Joaquim Ferreira fc.trve:.
Manoel Fligein.. da Silva.
Manoel I rann-co l.-u Iho.
Manoel Camelln Pessoa.
Maooel Jos Teixeira Baslos.
Manoel l.orlio Cintra.
Manoel Florencio Alves de Mola..
Manuel Josc da Silva Grillo.
Manoel dos Santos Nones de Oliveira.
Mauoel Elias dr Moora.
Manoel Gomes Viegas.
Mauoel Concalves da Silva.
Manoel Joaquim Carneiro Leal.
M ixiiiiiaiidV'raii.-i.r.- Hitarle Resuelta.
Dr. Manoel Mamedc da Silva Casta.
Manuel 1 ..ncahe. da Silva.
Mauoel Joaquim Jo Uego e Mboquerqoc.
Manoel Clemente He Almcida Catanbo.
Manoel Joaquim Antnnes^Correa.
Manoel Josc dos Sanios.
Dr. Manoel Francisco da Paula CaxaketU de
buqoerqne.
Manoel Joaquim Pereira.
Miguel Augu-lo de Oliveira.
Manoel Carneiro de Jess.
Malinas Mcedes HodrsiieatOmi-etio.
Mauoel \ az de Souza Lata.
Manoel Thaea da Silva.
Manoel da Silva Rssjnja,
Manoel lregorio Pao da Xnlr.nl,
Manoel dos Sanios de I Mu ira i.mi. ****.
Manoel Carneiro Rodriga Campelle.
Miguel Nuors Cense.
Mariano da Silxa e Alhuquerque.
Manuel Ignacio de Jess
Manoel de Sampain Hu..-.
Manuel Jo.e ile Siqueira Pitauga.
Manoel Rodrigaes do Passo.
Manoel Jos da Silva l^ile,
Manoel Antonio Simoei 4a Amaial.
Manuel Jiwe de Oliveira Lima.
Manoel Thomaz de Barro* Campello.
Manoel Mondes da Silva.
Dr. Manoel Adriano da Silva Puntes.
Dr. Manuel Ignacio de Medeiros Reg.
Marcellino Astesia Pereira.
Dr. Miguel Joaquim de Castro M.i'Carenha-.
Manoel Jo.iqoim Silvtira.
Manoel Joaquim Maniz Rrand 10.
Manuel Asteada da Silva.
Mauoel do Oliveira Corroa Lima.
Mauoel Joaquim do Lima.
Miguel Bernardo uinm......
Malnr Maaail Heiarrs do x atV.
Manuel Jsaejsim da Silva HiIm-u.
Manuel da I on.eca Soarrs a silva.
Miguel Trauriseode Ssaaa Krg...
Dr. xinoe| ,| Mvneil| Jiti^jo p,lata.
Desemharsador Manoel Mendes da Conha Al
Dr. Manoel ferreira da Silva.
Manoel Caldas Brrelo.
.Miguel Paul,, 1.. >,,, Kan -el.
Manuel Jacinlho Pereira.
Manoel Cavaicaali de Alhuquerque latas.
"icolae lok-iilino de CsTVasW.
Nereu de Sa e Alboqnrnpie.
Octavian.. d Souza Franca.
I>r. Petlro Candiaiio de Bilis e Kirta.
I>r. Pedro Darsailas P......a.
Dr. Pedro tle Alahyae Laba aaosevnai.
Dr. Pedro Asirs da Malta a Astean 1 pie
Pedro Ignan., llai.li-ta.
Porlrioda Conlia Moreira Meca,
Pedro ile Alcntara Abreu e Luna.
Pedro Joaquim Comes.
Pedro to Carvalho Soare Brando.
P'tlro de Air miara Rthriio.
Pedro Alexaiidrino tle BarrasCaxaleanli.
Pedro 1,oncalve. da Rocha.
Rndolpho Joo Barata V Almeida.
Rufino Jos Corren .le Alineida.
Dr. Rafla* Aseante de .lmenla.
Romn A11I01110 da Silva Alcntara.
Dr. Rosendo Apriete Pereira Guiaurae.
Seraphim Alves da Rucha Baslos.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pit.lio.
Salusliano da Aqu no Ketreita.
Severino lleuriques de Castre Pune Mei.
Dr. Simplicio Antonio Mavigaaer.
licio Jos de Mello.




4



u

VI

jiraplii
OTILADO
ILEGIVEL


V
V
\
V

Silverio Jlo Nepomuceno Bastos.
Seraphim di Silva Pereira Monlciro.
Severiauo Piolo.
Themoteo Finio l.eal.
Tiloma/, de Aquioo Vonseca.
Thomaz de Aquino Potara Juuior.
iburcio Valeriano li.tpii- >-
lieoduro Machado Freir Pereira da Silva.
Thomaz de Carvalho Paes de Andrade.
I'lionia/. Joso da Silva (iusmAu Jnior.
Thomaz Antonio Miciel Monleiro.
Thomaz de Carvalho Snira Brandan.
Coronel Trajano Cesar Rurlamaque.
Dr. Trajaoo de Souza Yelho.
I'mbolino llno.lt'- de Mello.
I l is.es Cok 11".
I)r. Viceulo Psssjira .In Kqn.
Vicente Antn do Espirito '..Santo.
Vicente Licinn da Costa Compeli.
Vicente de Araujn Pinlieiro.
E para constar roandou o juiz lindar a prsenle
ero que assignou cem os de mais membros da jauta
reviso.
Bu Joaqoim Francisco do Paula Esleves Cle-
mente, escrivao o esrrevi.
Diarto fre *&ttnfmibuco.
Recebemos noticias do ilonilo com dala de 30 de
marco. A bexiga se 11 desenvolvendo ; e quanlo ao
cholera ai colisas estavam muilo inellior, mus na-
quelle dia bavia morrido perlu da villa una pessoa
da epidemia.
DatatdoBoro Jardim, fin M) do pastado, dao as
rousas em bom estado naquells freguezia.
A noticias de Pedras do logo que aloanram ao 1-
de abril, acnonciam que a epidemia eslava inuito di-
minuida naquella povoar;ao. A morlalidade que se
elevara ao numero de 30 diariamente, havia decres-
cido por algons das, e oscillava em 3 e ti; entre-
tanto Otdia em que nos escrevem na. se linha dado
um sessu. aluarismo total dos fallecidos alo a-
qnelle da era de 336, enterrados no cemiterio da
frecaesi*.
Consta que morrera em N.izarclh ocapito Lean-
dro Cesar Pees Brrelo.
l)a caria do nosso correspondente de Caraoliuns,
que deixamos transcripta em lugar proprio, verito os
leileres o que por ahi tem occorrido.
Acamla queoSr. l)r. Cirno Lima envin para
a populacho pobre desla provincia, nao foi enlresue
.i coiumis-o renlral, como honlem dissemos por en-
gao, mas sim a associaoao commercial htuefi-
ceate.
BU.LETIM DO CHOI.ERA-MORBIS.
I'arlic paes dos hospitaes.
Uwpital da ra da Aurora, entraram I hornera e
I meamer, raorreu I hornera existen!), 3 mullieres,
"2 homens e i prvulos.
UARIO DE PMftBBUCB SXTI FURA U DE ABRIL K 18(6
>

sahi.ln .1 luz, como sejam olleccAo das leis, recu-
lamenlns e dccisfies do enverno sobre o a foramen -
lo dos terrenos de marinha, e os apnntaraenlos a
respeilo das procuracnes exlrajadiciaes.
Juntando a aquelles tiliilos um carcter nobre e
elevado, o nosso amigo vio-se ciinslaiilcmcule cerca-
do da eslima e considerarlo de scus cheles e colle-
jas, de sorle que sendo aqui por vezes momeado
para ulistituir o Ur. procurador lis.nl em seus cm-
pedimenlos e para oulras commissies, acaben lti-
mamente por ser chamado pelo governu geral para o
lliesooro. onde melhor poderaoser aproveiladas suas
habilita r/tea,
E.treilamenle ligadn ao nosso amigo desde miiitos
aunos, rusta-nos sua separaran ; mas compensa nos-
so scnliniento a esperanca ,1o uue cliamado para f-
garar em (huiro mais vasto, elle chegar mais de-
pressa ao brilhanle futuro que o aguarda.
Oseos concedam-lhe reliz viasem.e todas aspros-
|ieridailes que Ihe desojamos.
Recite, > de abril le IS-ili.
cada. Ainda desta vez moslra o illustre correspon-
dente quanto lera sido illudiila a sua lina f era (udo
quo respeila ao Sr. Francisco Antonio. Com cITcilo
o illustre correspondente nao ignora que nos eoge-
nhos faz-sc dislincoao muilo saliente entre moradores
e lavradnrcs; o Sr. Jos Filgneiraa im he morador
pobre ileCalenle.he lira lavrador de mais delicscravos
de servico, c pnrtanlo n3n eslii no caso daquelles que
precisan de que o scu curativo seja pago pelo Sr.
Francisco Antonio; alen disto o homeopallia foi
inesmo quem mandou pedir oj rs. pela dose que
applicou a un) escravo ilo Sr. Jos Filgueiras. l-in
difiere muilo do que assevera o Sr. correspondente ;
foi O hontcopallu, Srs. reductores, que, tanda de re-
lirar-sc de Calende, exigi do Sr. Joso. Filgueiras,
. SorreSpott&firctrtS.


Kelicjo
bus foram sepultadas oo cemilerio publico das
6 horas da tarde do dia -2t as ('. da tarde do
da 2}-da marco de I8.16.
-* Vieres.
Nusoaco 07Eugenia da Costa Cordeira, Per-
naaboco. 10 aunos, casada, branca, S. Jos, 1ra-
vassa dcS. Joso, u. >'.
dem 3208Firmino Alves dos Santos. Pernambii-
co, 30 annos, solleiro, preto, S. Joso, morava ua
ra Augusta, fatleceu no hospital de S. Jos.
Hem-O'.lThereza, Pernamhuco, II mezes, par-
da, Santo Antonio, ra Uireita, n. 31.
dem 111Jos, I auno, branco, Boa-Vista, ra
Velha. n. til.
dem ll Maria das Merci Colleta, Pernainhu-
eo,2l aunos, sulleira, parda, S. lase, roa de Hur-
las, n. 51.
dem 2:112Jos Argiva, Pernambuco,*.' anuos,
pardo. Boa-Vista, fallecido no Maoguioho.
dem _'l 13 Igne/, frica, VI anuo-, preta, S. Jo-
, morava na na de lionas n. 138, fatleceu no
hospital de S. Jos.
m dem 1 iAona Joaquina Bandeira, Peruambu-
7 eo, :l"> annos, sotloira. branca, S. Jos, Arcial do
Forte, em casa de Flix Soares, casa u. 3t>.
dem 221.l.uzia Isabel Pulquera da Conceicao,
Pernambuco, W) anuos, soltoira, preta, S. Jos,
morava na ra de Hurtas, fatleceu no hospital de
S. Jos,
dem 22111Malina-, Lzaro da Fooscca, Rio de
Janeiro, 21 anuos, solleiro, pardo, S. Jos, al-
faiale, Iravessa de S. Jos, n. 13.
dem 17Joaquira de Sena. Pernamhuco, V an-
nos, pardo, S. Josc, Iravessa do Duro,
dem2218Maria Feleciana de Sanla-Anna, Per-
nambuco, .j annos, viuva, parda, S. Jos, ra
f Dircila, n. 11n.
dem 221!)Francisco Pereira da Cunha, 52 anuos,
pardo, Recifey rna da Moeda, u. 35.
dem 333bJJ: Maria dos Praieres, Peruainburn,
Js aunos, solleiro, prclu, S. Josc, hotpUal d S.
Jos.
dem 2221Jos Pedro de Alcntara, Pernambuco,
8 annos c i inezes, parda, S. Jos, ra Imperial,
n. t:..
literatos.
Numero 793Antonio, frica, l>0 anuos, solleiro,
preto, Santo Aotouio, refinador, ra das Larau-
geira. n. 12.
dem 7!UAlesandre, 39 anuos, pardo, Recite, Ira-
vessa dos liuararapes.
dem 79Ips, frica. 10 anuos, preto, Boi-Vis-
la, ra da Clona, n. '.10.
ldom 7!)(iDomingos, frica, .V) anuos, solleiro,
preto, S. Jos, ra Dircita n. 82.
dem 797Maria, frica, 5 annos, prela, S. Jos;
ra l)i re la. o. III.
dem 798Silveria, :lt) annos, solleira, preta. S.
Jos, ra Imperial, n. 03.
dem799Maria, Pernarabnco, 20 annos. solleira,
parda, Sanio Antonio, cozitiheira, roa da Penha,
n. 21.
dem 800Vui nio. frica, 30 aouos, solteiro,pre-
to, Kecife. ra da Seuzala Vellii, u. 51.
dem 801Maria 'ernamliuco, 18 aunos, solleira,
prela, Santo Antonio, roa da Praia, n. 38.
dem 802Umbelina, Pernambuco, 10 anuos, sol-
leira, prela, atoa-Vista, ra Velha, n. 91.
dem da morlalidade das pessoas que tallecern! do
cholera-morbos, das 0 horas da larde do dia 27 as
6 lloras da larde do da 28 de niarco de 1850.
I tres.
INomero 2222 Manuel Piulo, Pernambuco, 2 me-
tes, branco, Boa Vista, rna Velha no 59.
dem 2221 i.eimana Maria de Saul'Anna, Per-
nambuco, 25 annos, solleira, parda, S. Jos, Ira-
vessa de S. Jos, n. 37.
^ -J.dem 2221 Joanna Maria do Bom Parlo, Per-
nara'ttno, 11 annos, parda, S. Jos, dem, dem,
dem.
dem 2 Maria l.uiza, frica, 50 annos, sul-
leira, pfela, S. Jos, pateo do Carmo, fallecen no
bospilalldc S. Jos.
dem 2tJoaquina Correia Leal, Pernamhuco,
90 anuos, viuvo, prelo, S. Josc, lalhador, Iraves-
sa do Ooro.
dem 2227 Rogeria Maria Soares. anuos, sol-
leira, pirda, Kecife, Iravessa dos Cuararapes.
dem 2228 Claudina Maria du (.armo. Pernam-
' buco, 51 anuos, solleira, prela. Boa Vista, lava-
J deira, hospital da Aurora.
. dem2229 Rusa Candida Pessua de Vascuucellos,
i "i annos, casada, branca, Boa Vista, ra doMon-
deao, n.11.
dem 220 Damiana Pereira de Freitas, Pernam-
buco, 20 anuos, solleira, parda, S. Jos, roa de
Santa Rita, n. 77.
dem 31 Antonio Joilo Fecundes, Pernambuco,
18 aunos, prelo, Boa Vista, artista, ra do Mou-
dego. n. 35.
dem 212 Leopoldina Thomazia de Jess, Per-
nambuco, IV anuos, solleira, parda, S. Jos, pa-
0*- leo do Terco, n. 2
dem 13 Victorino, Pernambuco, i mezes,
pardo, Recife, ra dy Pilar, 11.31.
dem 3tMana Rita, Peruambuco, 2 anuos,
Recife, ra do Pilar, ti. II.
Bsenme,
Numero 803 Rila, 15inane, solleira, parda. Boa
Vista, roa Real, n. K.
Idm 801 Luiz, frica, 00 annos, preto, rna du
Moudego, n. (3.
dem 805 Isabel, frica, solleira, Boa Vista, ra
da Conceicao, n, 31
/resumo Ua morlalidade.
Morlalidade do dia 3 alcas 0 horas da larde1
Humaos 4 mullieres 0 prvulos 2.
Total da morlalidade al boje 3 3,130.
Homens 13-56 mullieres 1166 prvulos 308
Recife 3 de abril de 1850.
A commis-jo deb\giene pnbllea interina,
Drs. Sa 'errtra, presidente,
/irmo Xavier, serrstariu.
/. I'oggi, adjonclo.

algnmas linhas do /)iario,horrorisou-me o miseravel
estado a que se aclia reduzida I cidadeda Viclona, e
a exlencHoque vai lomando a pesie em quasi toda
provincia f
Hesejandn por lano corresponder ans esforens 'do
govemo a par da- dilliculdades em que se ver para
simultneamente aicudir aos lenlo* da pobreza
desvalida Jun lautos losares. preso-in a nllerecer
| a esraol* de qualroconlos mil res, qu serao com
osle entregues a V. Etc. para os mandar rnnvcrler
era socenrros para a comarca de Santo Anlao. oo pa-
r onde V. E\e. julgar mais prolicoos e neeeesarias.
V. Bic. nao estranhar a exiguidade da ollera, se
souber que tcnlio (ido e cstou leudo grandes prejui-
xos n'aquelle engenhn, e que lenho foito enormes
despesaa para me prevenir de lodos os soccorros ora
-omolliaiil.' quadra nocessarios para dous cngeolios,
cercado do pobreza.
Dos goarde a V. V.tc. muitos annos. l'.ogeiiho
SU rs. pela dosc homeoptica ; nao foi o br. leen- Paraso em Rio Formoso I!) de fevereiro de 1856
lllm. e Exm. Sr. Dr. Jos Bento da Cunta e Figuei-
redo, presidente desla provincia. l'tiro Hezerra
Pereira de .Irauja Relimo.
Srs. redactores.O sentimcnlo amargo que me
tem causado a Icitura de ludo quanto tem escriplo
osen correspondente de JaboaMo era desabono do!
Sr. (enente-coronel Francisco Antonio Pereira da
Silva, \i ha muilo me levaria a recorrer aoseu rou-
ceituadu Diario, para protestar com o meo teslc-
raunlio de visinlio mais prximo, contra fados 1,1o .
infielmente levados ao roiihecimento do poblico, se
una enfermidade, quo anda rae persegne, me nao
forcasse a ter-me na cama por mais de Inte dias.
Felizmente pomo hoja emlim cumprir um dever de I
ehrislle c de amigo, e quanto poderam niinhas for-!
cas, procurarci reslabeleccr a verdade de fados qoe j
o sen correspondente lera apresentado ao puldico
com ine\aclicloes que acredito que sejam lillias da I
inli leudado das nforiuacocs que llic ministraran ;
porque a se nao dar como existente cssa iulidelida-
de de infornac,fie*, que eu prcuinu ter uavido, nao
se poderia explicar salisfactoriamente eise desejo im-
moderado de fazer-se do Sr. rnmmendador Pe-
reira da Silva um ente abjeclo. indigno do respeilo
c considerar/io de scus comparochienoi, da conlian-
ca do goveruu c da honra cora quo o distingui an-
da ha pouco a munificencia imperial. (;umel!eil<>,
quera julgar o Sr. delegado Pereira da Silva pelas
correspondencias de Jaboatao, fai d'ellc o mais mi-
seravel conceilo que dar-se pode ; nada menos se-
ra do que um composto hediondo de todos os vicios
e crimes !
lio um herege o Sr. Francisco Antoniodiz o
correspondente do Jaboatao ; entretanto esse digno'
ciliadalera era scu engenhn urna das inelhurcs ca-
*
O vapor Imperador que seguio boje para o Rio de
Janeiro, leva a seu bordo o r. Jo Maria da l'rin-
eado, qne de 2. escripturario da Ihesooraria de
fazenda desla provincia, foi ha pouco promovido pa-
ra u lujar de >. escripturario do Ihesouro publico
nacional.
Natural desla provincia, onde goza de nmeros as
aneiroes.o Dr.Trindade he ja un noine rnuhecida.se
bera qua n2oalirou-se polilica apenas findou o cur,
so acadmico, como o tem feilo alguus.oa suppesirao
de ser ese o inethnr meio de conrorrerem para o
hem do paiz, todavia na carreira que eneelou, mes-
roo durante aquelle lempo, o nosso aniigo ha enri-
quecido bastante sau espirito, adquerindo luzes e ha-
bilitaco que breve o levaro a posi{oes, onde po-
dara ebtao prestar mais perleila ulilidade sua pa-
tria.
-nJn,l!cnle e ,mi""e dedicado do progresso.o Dr.
Tfindade romprehendeu bem sua missao ; no exer-
ciciode seu emprego nao limilou-se rolina ; pro-
enroo estudar om alineo a legislaco de fazenda,
qoe entre nos he ja tao vasta e complicada, na parle
positiva e nos principio, philosophicos que consli-
teern sea espinlo,equelornam-se indipensaveis pa-
ra se chegarao conheeimento Hessa parte imprtame
da. adujiuislracao relativa os nnan;as.
8o praVas de soa apniieacao m trabalhos que tem
eictuado oiqaelle sentido, dot quaea tlgun j tem
lo menos Indas as festas do anuo, quamlo. o que
raras vezes aconlere. nao tem capellao electivo.
Estes fados nao justificara de cedo a qualificac/io de
herege feita pelo seu correspondente ao Sr. Fran-
cisco Antonio, era so podem eenciliar cora ella.
Mas o Sr. F'rancisco Autonio uegou sopulliira a um
seu morador, c tanto bastou para o illuslrc corrrs-
pondente inigir-llie aquello qinlilicalivo ; no cn-
tanlo veja o publico quanlo se empalidece a ver-
dade de um fado, callando-se as circumstaocias que
o revestiram : o fado deu-se da inaucira seguinle :
Fallecendo a Sra. I). Joanna, peesoa merecedora da
estima nao so do Sr. Pereira da Silva, como de lo-
dosjque a coinmuni:avani, a qual morava em Ierras
do eng"nlio Calende, foi um neto d'ella pedir a el
le para sepulta-la detrai da capclla de engtnho :
o Sr. Pereira da Silva rcsponden-lhe que nao con-
senta que o cadver de urna pessoa lao e-limavel
(osse sepultado en lugar que nao era sagrado ; que
o dever d"ellc neto era levar os restos mortaes de
sua avn para o cemilerio da povoaco que era sa-
grado o cercado, c nao deposila-los em campo abor-
to nao sagrado. Ora, se (al procedimenlo merecesse
serlc\ado ao dominio da publico, de corto que sii
deveria so-lopara ser elogiado e nunca para desaliar
a animadver-o publica contra o Sr. lenonle-co-
roncl Pereira da Silva.
lie lainhem arcusadn de fallo de caridade o Sr.
Francisco Antonio ; hn (ao injusta como todas as
mais scnielhanto acensarn, c lenho d'isto lo ro-
busta convicio que espero prova-lo aoilloslre cor-
re-pondeole de modo a eonvenc-lo de ifoc br-i
poneos se leu bavido com lauta caridade ua pre-
sente crise, como o Sr. Pereira da Silva.
Com elTeilo, logo que appareceu a epidemia n'esta
freguezia o Sr. Pereira da Silva eugajou ura lio-
raenpatlia para tratar de sen-, escravos e moradores
pobres ; ao mosmo lempo matava c continua a ma-
lar anda hoju dous bois todas as emanas, um dos
quaes he dividido como onlao era pesos de I, 0 e 8
libras para serein distribuidos pelos seus moradores
ac .ommellidos do cholera ; a todos acndia com me-
dicamentos, bolacha e arroz. Conlieceiido depuis
que nao era feliz com o Iralameiiln homeopathico,
despedio o homeopallia, engajaudo ao mesino lempo
2enfermeiros pralcos, un para tratar dos escra-
vos, e ontro para seos moradores pobres. Apenas
ihe chegava noticia de ter adoecido um morador,
ia o enfermeiro a casa do docule, e qu.indo esle
eslava gravemente acconimetlidu o enfermeiru nao
Ihe deixava o leito cmquanlo nao o visse livre de
perigo.
Nao paran aqui os sentimenlus philaatropicM do
Sr. roinmendador Pereira da Silva : elles rio mais
longo. O engenbo Calende tem tao glande exlensao
que se puderia levantar em snas trras mais Ires ;
no enlaiito lodo esse terreno he necupado por mo-
radores, alguns dos quaes possnindn quatro e mais
escravos, e que era planlam caimas, nem pagam
foros.
Comn memlirn da cummissao bcnelicenle d'csla
freguezia, dirigi-me ao Sr. Pereira da Silva, scien-
tilicaudo-o da ltaoslo em que eslava a eoramissao
de montar um hospital na povoacao ; elle appro-
vandoa idea, deu 100? rs., e disse-me que e pre-
cisasse de mais mandasse buscar. Mandou dozc ar-
robas de carne verde para seren distribuidas pelos
enfermos pobres da povoacao. Saliendo que se ia
dar romeen ao muro do cemiterio da povoacao man
dou olforeccr lijollos a commissao encarregada da
obra. Por varias vezes lenho visto moradores de
ontros cnsenhos .ireni pedir esmolas (alende e
serem servidos ; al moradores da povoacao vi all
para tal lim ; nao enlenda porm o Sr. correspon-
denle que o fado que leslcmuiiliei e acabo de refe-
rir seja prodozidn por mi ni para dcsabouar os Srs.
dos engenhos em cujas torras morara essas pessoas
que foram esmolar .t Calen le, nem a commissao be-
nelicente da freguezia, da qual alias faro parle :
nem uns era uutros podem ser respnnsaveis pelo
que praticam seus moradores ; aprsenlo o fado
nicamente para demonstrar que o liomein que pro-
cede d'esl'ai te, lilieralisando medicamentos e ali-
mentos aos pobres indislindamente, nao merece o
labo de deshumano c falto de candido.
O illuslrc correspondente, apostropbando i Sr.
Francisco Antonio, pergiinta-lbe que obrigacao te-
nlio eu de medicar e sustentar a moradores de Ca-
lende. Poderia eu responder, quo cu linha a mema
nhrigaran que elle tem quaudo medico e sustenta
moradores de outros engenhos, e a resposta seria
cabal a vista duque acabei de referir. Mas coran
se (rala de factu em que o meu iinuie appareceu.
devo dizer que be verdade que dous moradores de
Calende que morara muilo prximo de Carnij on-
de habito, sendo accominellidns do epidemia re-
corrern! ii.im ; entratante nada he mais uaiural
do quo em laes crises procurar-so u recursu mais
prnmplo, e be inuejavel que csses dous moradores
de ('.aleude poderiam mais pruniptamentc ser no
corridos por mim do que pelo Sr. Francisco Anto-
nio, porque o raminho percorrer da casa d'elles
para Carnijii he o terco do que leriam de fazer se
fosseui a Calende. Logo, porm, que o Sr. Pereira,
da Silva soube que esses scus moradores estavam en-
fermos, mandou o seu enfermeiro (rala-Ios, e sendo
informado que elles nao mandavam buscar alimen-
lus ao engenbo por falla de portador, mauda-lhes
Irazer todas as seinains carne verde, arroz e bo-
lachas.
Tamhem he verdade que fallecendo nm d'esles
moradores, a familia manduu pedir-me genle para
te coronel, quem a exigi, e quando a exigisse, es-
lava muilo en seu direilo, n.lo consenlindo que un
seu lavrador deixasse de pagar ao horacopatha que
linha de relirar-se.
Na correspondencia de ti de fevereiro. diz o seu
correspondente que 0 delegado continuarla a irpres-
tandn servicos. se nao fosse alacado da nova epide-
mia o terror. Se o Sr. correspondente conhece'se
mais de porto oSr. Pereira da Silva, nao ignorara
que S. S. pa teco una enfermidade chroniro un cs-
lomogo, a qual o nbriga por vezes a conservar-se em
uso de remedios por mais de 2 mezes. Desde 25 de
Janeiro est oSr. Pereira da Silva tratando-so de -ua
costuinada enlermidade, se elle lionvcsse sido acom-
incllido do (error, ha mniln leria deixado o scu en
gento, porque foi um dos priraeiros pontos da fre-
guezia que fui alacado com mais intcnsidade, lano
que morreram 15 escravos da hienda, leudo sido ac.
commetlidos mais de 10. *
Tem o illuslre correspondente insistido constante-
mente pela deraissdo do Sr. cemmendador Pereira
da Silva, do cargo de delegado, c al assevera que o
Exm. Sr. Jos Bento,que ia gauhando assympithias
dos Jaboatonenses depois da demissao do sobdele
gado, perdia-is agora por nao demiltiro actual de-
legado. Se fosse pussivel a mim, romo ao Sr. cor-
lespondente,- mbolisar o vol Unnime dos lialiit.iu-
les de Jaboatao, eu diria que u Sr. Jos Bento na
sua longa adminislraco lera pralicado, quanlo me
cabo avahar, aclos de mui grande alcance c fuluro
liara a provincia, sobre os quaes os homens sensatos
e imparciaes desla freguezia, que por ventura ja o
n5o conheccsscm de pedo, terao formado o seu Joo
acerca da administracao de S. Ese., e bascado sobre
laes aclos as suas svmpalliias ou antepalbi.is pelo Sr.
Jos Bento ; nao pnsso Consentir que se amcsquinlie
o espirito dosJahotonenses ao ponto de suppor-se que
urna nomeacao ou demissao de delegado ou subdele-
gado possa servir de base as sympalMaa ou antep.i-
lluas que Ihos lleve merecer o administrador da pro-
vincia. Acredito que urna sindicaneia feila para co-
nbecer-sdo gio de sympilliias c aolepalbits que
por ventura merec o Sr. Jos Benlo em Jaboatao,
seria muilo lisougeira a S. E\<'., c muilo mais ,io Sr.
lenle coronel Pereira da Silva, se como disse o
grao ou sympiUiia de anlepalhia devesseser aquila-
lado pelo conceilo que merece S .S. na fregue-
zia.
duanlo a iucoinpalibilidade de etercicio allegada
contra o Sr. Pereira da Silva,ella, segundo creio, so
dar-se-bia se eslivesse organisada a forra publica da
freguezia, caso era quetonur-se-hia incorapalivel o
cargo de delegado de polica exorrido conjuntamen-
te com o de chafe da forja publica, aciumlacau que
veda a lei da guarda nacional, mas que, repito, nao
se d com o Sr. Pereira da Silva, porque nao esta'
orgausado o batalliao da guarda nacional da fregue-
zia, nem ao menos Horneados os oAlciaes.
Qoanlo as duas pecas de baila que foram remul-
lidas ao Sr. delegado, en lempo opportunn elle dar,
cunta do destino que deu a ellas.
yueiram, Srs. redactores, dar pulilicidado atslas
linhas escripias em defeza de ura hornera eslimavel.
queso lera visto acensado lio desabridamente setn
que (ives-e de modo albura provocado semelhante
tratamenlo da parto do seu correspondente.
Sou seu assiguanle nbrigado.
Antonio hriiwisrn p,ie< de Mello Hrrelo.
Carnij, 2 de abril de 1S",li.
lllm. Sr..Veste mumento :sao 2 horas da larde ,
acaho de receher o seu oflicio distado de 15 do an-
dante, em que me requer a partida do eirnrgiao des-
la colonia para o lugar denuminadoLage-tirando.
a tratar all os infeli/.es aceoraniellidos do mal que
grassa; e em resposta lenho a dizcr-lhe, que em
salisfaccao a sua requisican. o memo cirurgiao se
vai por ja a caminho para o indicado lugar; sua
presenca aqui he por ora de algn modo dispon-
savel, visto como o mal lem declinado consideravel-
mente. se n.lo ha que se lena j' extinelo : e por is-
so lano mais me spresso em acceder ao que V. S.
me requisita, esperande que o far checar ao conhe-
eimento de S. Eie, o Sr. presidente, conforme me
diz om sen oflicio, o hem assim do. qualquer outra
oonsa de que necessile dcsta colonia, onde dispomos
do lodos os medicamento* neresario, e dos quaes
podo igualmente dispar com franqueza.
Colonia militar de Pimenlciras 17 de marro de
I856.
lllm.Sr. Dr. Dclphino Augusto Covalcanli de
Alhuqnerque. juiz municipal delegado do termo do
Bonito./ose' tVomcs de /llmeitla, capiao direc-
tor c subdelegado.
Illms. Srs. da commissao municipal.Pedras de
Fogo 1 de abril de IS5t.Fico na posse da carta da
Ve. Ss. de 2!) do mez prximo lindo. bem assim de
t:2l i.; rs. que na mesma accasam cnuduzir o passa-
dor Manuel Pereira da Cruz. Pela ronla inclusa
verde VV. SS. que ficarnos de conlas saldadas, por
nao ter de iniinha parte feilo despea atguma, e
nem tan pouco de levar em canil despeza de meu
Irabalho, porque quando areilei o encargo de com-
prador dessi commissao foi despido de quaesquer
inleresses.
Aqui continuo a nflererer a VV. SS. e ao governo
os meus servidos.ludas as vezes que ascircum-lanosis
neiicircm. Sou rom toda a consideracao de VV.
SS."amigo afl'ecluoso e aliento criado
Mnrianno llamos de Mnedonra.
&0mmetcU>.
RACA DO RECIFE 3 DE ABRIL AS3
HORAS DA TARDE.
Cota^oes olDclaes.
Caralrio sobre Londres27 d. lid ilv.
t'rederico llobUliard. presidente.
/'. Borges, secretario.
541000
ao par
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 d. por 1J.
ii Pnris, 348 rs. por f,
n Lisboa. 92por 100.
a Rio de Janeiro, ao par.
Accoes do Banco, 35 0(0 de premio.
Acfoes da companliia do Reheribe.
Accoes da corapanhia Pernamhucaiia
ir Ltiluladc Publica, 30 por ceulode premio,
(i o Indomni-adora.sera vendas.
Disconlode ledras, de 12 a I5pnr0i.n,
MEIAES.
Ouro.Oncas hespanliolas. .
Moedas de GHOO vellias
n >i (ijlOO novas
o 15000. .
-Palacies'brasileiros. .
I'esos ciiluinnarios. .
ii mexicanos. .
DESPACHOS DE EXPORTACO PELA MESA
IM>CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
3 DE ABRIL DE 1850.
PortoBsrca pnrliigneza (Dnarte IV, JoSo Silva
l.oyo, 300 saceos as-ucar branco,
irloBarca porlugucza oDiiarle IV, Bailar A;
Olivcira, 50 saceos assuc.ir mascando.
PortoBarra portugnc/n Lc.iln, Manuel Joaquim
Ramos 6 Silva, 120 saceos as-ucar branco c 210
dilos dito DMSCaVado, c 00 vaquetas
PorloBarca portuguesa i'l.eatii, Jos Joaquira da
Costa, 10 hcelas com 109 libras de doce.
LisboaBarca porlugucza Maria Jos, Manoel
Alvos i ,:i ti a. 50 saceos assucar branco.
LisboaBarca porlugucza Maria Josn, Vrenle
Alvos de Softza Carvalho, !() saceos a-sucar bran-
co c 10 ditos dito mascavado.
Buenos-A\res por MontevideoPolaca licspanhnla
Mensagcirao, Viuva Amorim j Fillio. 105 sac-
eos assucar braucii, e 170 dilos dito mascavado.
Falinoutli pela l'arahibaBrigue inglez Levanto,
C. J. A-tley, |,KM) saceos assucar mascavado.
xportacao'.
Acaracu', hiate lirasileiro Corrcio do Norlen, de
37 toneladas, cunduzin n segninlo : 116 vnlumes
gneros cstrangeiros, 1 alambique de cobre. 1 ser-
pentina, 1 lomeira. I barril e 1 pipa agurdenle, i
barris eO barricas genebra, 7 ditas licor, 20 ditas
assucar, 1 barril vinagre, 6 arrobas de bolacha, 1
caita salan, 10 duzias de coco--, I barril mol. I rolo
fumo.
CONSULADO PROVINCIAL.
Heiidiineulo dnda 1a2 i:396;557
dem do da 3....... 1:9!>9;770
6:396332!
Kerisla romnierrial dos prinrtpaes merrados da A.'M-
ropa pelorapor .Icn.procedente de Southamptnn
em 10 de marco.
Auislerdam, ti de marco.
CafA ltenselo se dirige toda sobro as grandes
vendas publicas da primavera, anuunciadas para 31
de marco c 3 de abril, c j foram distribuidas as
amostras. Assortes cxposlas nos leiloes s compre-
heiiilem o de Java c Palaog. As transacees leem
sido quasi iienliumas depois da nossa ultima revista,
e apenes citam-se alguns lotes para o consumo. Ven-
deram-se em Roterdam durante o mez de fevereiro
1100 saccas du Brasil do ordinario a bom colorido de
25 a 29 cents. As eii zes-Baixus comprehendem 391,000 saccas, das quaes
360,000 vao a leilao.
AssucarAlmidonado ; nao achariam-sc compra-
dores -i'o.io com urna rednccjao mui nolavel sobre a
ultima colac.io. A marcha ileste artigo illudio em
ultimo rcsulladu as osperancas e [irovisocs de mui-
tos, c forueceu i prova de que nao se dexia muilo
conliar nas noUeill dos paizes de produccau con-
cernenles a colheila. Em Java queixavam-s da sec-
ca, no Brasil da devastadlo do cholera sobre os es-
cravos, na Louiliaoa, do bicho. Estas queixts o a
approximacao do algarismo das cxislencios nos seis
grandes depsitos da Europa em 1855 e 1851 haviam
provocado, na primeara qniuzena de iiuvemhro. una
alia tao extraordinaria, que moa lurte reaefSo nao
poda dexar de produ/.ir-se logo depois. A secca, os
escravos e os insectos, tudo esla boje esquecdo, e
um artigo, que ha qnatro ou cinco mezes. era pro-
curado por lodo preco, lie olhado com desconfianza
apezar da grande baixa que huuve cm primero de
niarco de 1835. A compararlo da* existencias dos
seis grandes depsitos da Cumpa nos mostra a mes-
ma relaro que em 1856, eutrolanlo, que us precos
dente da provincia, de 27 de marn ultimo, manda
fazer publico que no dia 17 do enrrente vai nova-
mente 1 praea para ser arrematada a quem por me-
nos lizer, a conservaeo permanente da estrada do
sul, avahada em 5:51)0.5 rs.
A arreraatacao sera feila por lempo de seis mezes,
a contar do i.- de maio docorrentc annn.
F; para constar se mandou ailisaru presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tlicsouraria provincial de Pernam-
huco, 2 de abril de 1856. O secretario,
A. t\ da Annunciarilo.
cclarao>#.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazen
da manda fazer publico, que nos dias 1." 8 c 15 de
abril prximo fuluro, estar em
na thocooraria pan er arrematado a quem po
menos fizer c melhor vanlagens em favor da fazen-
da oll'ererer os servicos da capalaiaa da alfandcga
desla provincia, no trienio que lera de decorrerdo
I." dejulho do correle aimo a 30 do junhode 1859:
os prelendentes comparceam a 1 hora da tarde no
lugar do costme, cora seos Dadores competentimen-
le habilitados. Socrctaria da Ihesouraria de fazeuda
de Pornanihuro em 12 de fevereiro de 1856.O of-
licial maior. Emilio Xavier Sobreira de Mello.
SToSoS SfcteeriJOii.
Precisa-se de una ama para casa de posea fa-
milia, agradando paga-e bem : no Forte do Mallo,
defroule do cliafarir, segando andar n, 10.
Precisa-sc de um homem dc-simpedido par Ira-
balliar em urna carmes, uandn-se bom salario, casa
c sustento, se estas duas ultimas vanlagens qaitor,
no paleo do Carmo n. 3 por cima da botica.
Prccisa-se de um homem de idade, para tentar
sentido em um sitio.dando-se alzan ordenedo.O co-
mida : no paleo do Carmo n. 3 por sima da botica.
guem precisar de arria para obras,quer per ca-
noas, quer por carrosas, de lijlo qoor de alvena-
ria grossa, quer de ladrilho, de alvenaria batida,
e de i paulenlo, on ledas, posto nas obras por
"pracrpe,ranic"ame"s- ^ "'.'l' ""J promptidlo. dirija-* e.
natado a quem por J +"* rf lelhe,ro do ~ 9 D. Iherrza A'etandrnia de Soaza Banaai-
9 '. profeesera particular, avisa ao publico,
isa que ja' deu principio ao seo ensino no 1" da
tt rmenlo, o que linha deixado de tasar du-
fj) ranle a epidemia ; recebe alumnas tanta as-
9 ternas como internas, ensina aseas da leitara
J| e ronla, varias especies de bordados,
| K de Lia, de seda, etc.. se dignar-sc alff
Blko,
- O lllm. Sr. c.pilao do porto manda fazet cons- 9 ^vj^, do wg pn,timo djrij^, ,. p,|M
*,VEZco""er'q"c.eTiemr "0^ T"i d0*"** pri"ad "> S i
sMial de marinha, apanhados indo pela agua abaixo ; SL**mt-.-^a***m<-..---------------XZsisan
"s seguinli objectos : orna canoa grande aberla,
cora dous bancos, sol n. 12, propria para carregar
lijlos, uma dita de carreira. lettra K e n. 51, ura
bote nao tendo uumoracao e um praaeMo, madeira
de araarelln, os quaes serao entregues a quem mos-
trar que de direilo Ibes pertence, e pagar quaesquer ...
despene que para a arrecadao> se tenham hilo. W assignado pfomctti fsjsajjfi
Capitana du porto de Peruambuco 31 de marco de car {JCliefOSamente 0$ Sr. rclojueiitM,
1856.-0 secretario, ^ ou,. inspcctorc$ de tfm ,eir^
^@9S9C6at-l
Moubo.
gues dos Anjo-
8:;3;-t)-:.; 9rs99at^9@
I COSTURAS DO \KSEML. I
De ordem do lllm. Sr. lenenlc-corcnel 9C
direeloc se faz publico, que no dia 5do cor-
9 renle, ao meio-dia, se pagam no mesmo ar- Cff
seal os billieles seguintes, de corles de ns. aj>
# 20 a 22, c feilios de ns. 63, 67, 68, 75, 79, M
90,97, 104, 122, 128, 113, 1.58, 161, 16.1, tt
i 165, 17(i, 179. S
Oulro sim, que os Srs. Manoel do Nisci- ej
3 ment, Manoel Antonio da Cunha Aibuquer- go)
que, Maria l-abel da Couceicao, Mana Alves fjji; I
55 "a Silva, llenriquela Thereza de Jess, Ma- jj
9 ria da Purificaran, Domingos Candido Xa- A
9 'ier Ferreira. Mafalda Pereira (itahv e ^
9 Francisco da Fonseca Silva Belmonle, devem H
0 dirigir-se ao Sr. thesoureiro da Ihesouraria ;(
3$ geral, para receberem o importe de seus car- A
*; les de costura, e para cujo pagamento j fu- '
@ rain chimados cm lempo competente. f
9 Arsenal de guerra de Pernambuco 3 de Sk
9 abril de 1850.O escripturario interino, An- t
sjsj Conjfo Francisco de' Souza Magalhes Ju- -.*
'"<" s
8s5;i8 os ?i saa5f>t al
Pela;delegacia do |. districlo desla lerm
foram apprehendidos, e se achara no deposito geral,
o preto Manoel e a parda Josepha aquelle que diz,
ser escravo de Pedro Francisco Pereira, e esta de
Joao Barbosa de Cocs, ambos moradores na povoa-
peiar d'e redasidos sau aiuda muito elevados, sendo r-3n lle Naluba. provincia da l'arahiba du Norte ; os
de 6 a 7 llor. cima do preco do principio do anuo : au?es rayos furtadosall por Joaqoim Jos e Joa-
Prata.-
ALFANDEI
Rendimento do dia I a 2 ,
tile,n do dia 3 .... .
A.
O I.IMAO' K O CHOLERA.
Srs. redactores.Na quadra em quo luis achamos
ena muilo para desojar que os Srs inodicus, rumpe-
uctrandti-se da viiludedo liino contra a pedo, lia-
.lassem de fazer variadas experiencias atlm de regu-
larisaresse Iratamcnto graduando as ilusos do lindo e
os intervalos a guardar-se em todos os periodos e di-
versos casos do invasao da molestia. Seria este o
maior servico que poderiam fazer a humanidad vis-
to como se nao pode mais duvnlar da virlude anli-
cliolerica do liman.
Sem enumerar ns diversos casos da cholerina quo
lenho tratado como liinao samare rom proveilo, ap.
pliquei aqui a um escravo de vomito- c diarrhea do
s.ingue, ullios encovado-, sede ardeute ele. Na se-
gunda dose des.ipparecoram os vomilus, chupando
sempre o limao para enlrelcr asede nos intervalo- ;
esta desappareceu na oitava colher, conliuuaiido a
diarrhea. appareceu a reacr,lo febril c proslracao,
continuei a espaoar as ,hies,oscl>stores de somm'a e
os.sinapismus; u 00 espaejo de 21 lloras era que na-
da comen nem beben, eslava o dnenle livre de ludo,
e esla completamente reslabelecidu.
A outro porem que nao declarou soffrer diarrhea,
liavia 2 dias, principie! pelo ricino, segundo as pios-
cripcoes do Sr. Di. Penlo. App.ireceram depois
vmitos, c a diarrhea de sanana augmenlnu passando
de noile ao estado lgido. Combat a diarrhea cora
os clisteres de liuhaca e ludano, e os vomilus com
as gotas de ludano,elher era assucar, segundo o Sr.
Dr. Pinto. Tu lo-us>endeu-se, mas o doente na i
mclhorou. Dei-lbeo limao, mas era larde; produ-
ziu fraca reaefae, qne lago volton, c depois de 21
horas do purgante morreu. Tenho dado c lomado
o ricino para a cholerina sempre com pruveito, mas
contra o cholera continuado o ricino e pus de Dowcr
sao traeos remedios.
Se viren que este aviso pode ulilis.r ao publico,
Srs. redactores, o publiquen que muilo obrigarao a
seu etc.
/'. B. I'. Aramio Bellrao.
Eiigenho Paraso 15 de marjo de 1856.
Senhorcs redactores.Um sua Pagina Acuha de
buje lomam V/nos. a referir-so ao digno sacerdote
que celebra em Bollen,mulo querem que se otserve
as pralicas abusiva., que sii a necessidade justifica
no centro dos uossos serloes. sem se lembrarem que
aquella o ..pella esla situada apenas a meia legua des-
la cidade; mas nao querendo anlreler polmicas
com Vmcs., permutara que na la Ihe* responda a es-
le respeilo, e que sofllcienlemenle informado expli-
que boje o facto que Ihe altrihuem.
Convidado pelo Sr. leneutc-eoronel Moura para
b.iptisar uma enanca cm sua casa, a isso pronipli-
raenlc prestao-se o sacerdote cm queslao, mas sendo
fallado por um individuo desconherido para o mes-
ino lim, disse-llieque nao o poda fazer rom os san-
tos leos que encontrara cm casa do 9r. Moura, por
acha-los j mullo velhos, senio ale,nni tanto dege-
nerados ; que oblivesse sanios leos novos, que elle
proiiiplaincnte sa preslari.-i a bapllsar a enanca.
Dias depuis Ibe fui faltar lanibein una miillier a
Bellcm, para que fosse baplisar oatra enanca no
Ko-ininho, mas ello cntendon que nao devia prestar-
se a isso, e dissr-llie quelevasse a crianca a Bellm,
que promptanienle a baplisarie.
Quol deslas enancas era o miilalinho da Sra. I).
(ieunveva Prpelas Pires Ferreira, au o sti eu nem
o sabe o mesmo padre.
Agora julgucm Vine-, da ra/.an cora que fui elle
censurado, e da e-.aclid.io das informar que Ibes
dao.
De Vmcs., ltenlo, venerador c criado.
_______ /;-
S'r.s. redactores.Leudo o scu jornal de 2 de abril
p. p. deparei com um trecho no artigo Pagina Ami-
to, era que merecidamente se elogia ao Rvmd. car-
melita rr. Herrnlano por ter seguido para a comar-
ca de Santo Anlao quando a epidemia a assolava, e
ahi prcsiado relevantes servicos, r cuino ludo o pu-
blico alba que a nio-uio Rvm. miu foi o nico que
para ahi seguio; mas lamben u Rvui. Fr. Manoel
do Santa Clara, que igualmente possuido do amor
pela humanidade, e cajeando aos pos vis iuteresses
honrusamenle se presto i a lia sublime misso j
enterrando os cadveres insepultos e ja ministrando
lodos os soccorros espirituaes, rccommendamns a es-
lima publica a pessoa do mesmo Kvm. Fr. Manuel
de Santa Clara, que por duas vezes allruntou o fn-
rur do inimigo : pois que poninas vezes para aquel-
la comarca parti por ordem de seu digno prelado,
em virlude do pedido de S. Esc. o Sr. ronsclhcim
Jos Benlo, sendo da primeira quando trnuxe ar-
commetido do cholera ao Rvra. Fr. .Manoel de San-
ta Anua, c pela segunda viudo Irazer le Rvm. Fr.
Luiz, e pedimos au Senhor mil graoas para tao pres-
tinioso ca metilo que uiuito e muito concorreo para
sor livre do tenivel flagello a um povo soinente en-
tregue a liondade divina.
Com a publicacao deslas linha-, muilo obrigarao
conduzir o cadver para Santo Amaro, pola mesma Srs. rodadores, a seu leilor e a-signante
razao, porque mandaran buscar medicanicnlos aqui;
mas este aconleeimenlo lodo alheio a voutade do Sr.
lenlo i-oroiitl, e lillio unicamenle de circumstao-
cias peculiares do local, nao podejdesahonar de sor-
te algurna o Sr Francisco Antonio.
O illuslre correspondente, pondo em duida. ou
y apreciador do merilo.
Recife 3 de abril de 1856.
puWicrtcoel* i pebik.
lllm. c Exm. Sr. Accoinmellidn de cholerina
gravo a 21 do passadu uu inoii engenlio Bentn-vclho
antes negando que o Sr. Pereira da Silva seja capaz ,|und yim, de rede, ua esperanca de cnnvalescer e
de cummetler acto algum de caridade para com seus lomar alguinas medidas nocas sarjas c preventivas
moradores, refere o quo se passou entre o Sr. Jos c"1,ra a Pesle *1a'< n" 'e tenho par lo de miaba fa-
Filgoeiras e o hemeopatha, dizeudo que o Sr. Pe- m"ia> '3! "")'" **. e,"ao sah;d" *e "*" 9ua '?"
. ., ..... ,M i vemenle me diziaiq sobre os estragos d,i epidemia
reir da Silva exigir de um seo morador que pagas- em Sanio Anlao. Agora porem que, anda que fra-
se 2to rs. pela dose homeoptica qoe lite fora appli-1 eoe convalesceule, senti-me com disposleao de ler
D'.scarregam hoje i de abril.
Barca inglesaImogenemficadorias,
RriguB sardoVridccionefarinlu fi o resto.
Palacliu brasileiroDimitodiver is generus.
XMPORTAC* V.
Vapor nacional TocanHns. o dos porlos do
Sol,consignada a agencia, m m oseguinte:
I sacco caf ; a (ustavu Ji Regu.
I dito ignora-se ; a Mai. Joaqoim Ramos e
Silva.
50 dilos dito ; a Domingos Ferreira Maia.
3 caixes dilo ; a F. Sonvag \ C.
1 caixao ; a o Dr. Pedro Velloso Ribeiro.
I caira dito ; a Joao Anglada,
I vnlumedito ; a Baiholomcu Francisco de Souza,
1 dilo dito ; a Manoel L. da Cunha Mariel.
2 ditos dito ; a Luiz Martins de Carvalho.
t dilo ditu ; a Joaquim Ferreira M. (iuimaraes.
1 dilo ditu ; a Sucoll Wison ^ C.
1 dito dilo ; a Carvalho \ Irmaos.
I dito dito ; a Policarpo Jos Layhe.
I dito dito ; a Francisco Jos A. iinimaraes.
I encapado dito ; a Lcconte Fcron & Compa-
ulii.t.
1 dilo dilo; a Antonio Jos Rodrigues de Souza
Jnior.
1 caixao ditu ; a Josc da Cruz Santos.
Vapor nacional Imperador, viudo dos porlos do
norte, cousignado a agencia, mauifestou o seguale :
21 rolos salsa ; a Joao Baptisla Vieira Ribeiro.
11(1 rolos dii i; a Joao Piulo Reg Barros.
i8 ditos dita ; a Joao Alves (inerra.
2 saceos cera ; a Antonio de Moura Kolira.
1 dito e 1 raixa ignorase; a Xisto Vieira Coclho.
2 saceos e I barril dito ; a Jos P. de Medeiros.
2 barricas c I caixote dito ; a 1 ota .Jos de S e
A rau jo.
I caita dilo ; a J. II. tiacusly.
5 vuluincs dito ; a I). Josepha F. P. R. Ramos.
Patacho nacional Ssnla-CrtU, vindo do Mara-
ii 11 io consignado a C. C. da Costa Morcira, m iralcs-
tou u seguinte :
I caixa diversas fazendas c roupas feitas ; a Cam-
pos a Lima.
90 saccas arroz, 1 alqueires de fariiiha de mandio-
ca; a Jos Baptisla da F'onceca -Innior.
12 saceos lunilla de mandioca ; ao carregador.
109 macos couros de cabra, 2,371 meio- de sola,
221 saccas* arroz, 561 ditas fariuha do mandioca ; a
ordem,
E-cuna americana u Hinglishcr, viuda do Boston,
consignada a 11. Forster & C. mauifesluu o se-
guinte :
680 barricas bac.lh.n, 260 ditas farinlu de, trigo,
15 caitas fazendas ; aos consignatarios.
Ilriguc inglez Annie Laurie, vindo de Ierra
Nova, consignado a James Crablrcc j C, mauifes-
Igu n seguinle :
2,582 barricas bacalhao ; aos consignatarios.
Vapor ingle/. Acn, procedente dos porlos ,la FCu-
ropa. consignado a agencie, manifesloe esegoiola:
1 caixa joias ; a .1. I'. Adour ^- C.
I dila ditas. I dita relogies, I dita mcrcadorias ;a
Schapheillin & C.
I dita joias ; a ordem.
I dila Jila. 1 volme papis, 2 voluntes amostras ;
a N. ti. Ilieber & C.
I totume joias ; a Morcia t\. Hilarle.
1 dito amostras, 1 caixa joias ; a Timm M. tV
Vinassa,
3 ditas ditas ; a I'. Souvage i\; C.
3 dilas ditas, i dita reloclOS ; a Rhe Scliameltau
xV c.
2 solomos mcrcadorias, II ditos amostras ; a J.
heller ,\ C. '
1 dilo ditas ; a Rostion Itoukor i\- C.
I dito ditas, 1 dilo mcrcadorias ; a Luiz Antonio
de Siqueira.
I dito dita ; a Hurle A Sou/.a.
I dito peridicos, I dilo amo-Iras ; a PalOO Nash
& C.
1 dito dita ; a II. liibsnn.
2 ditos ditas, 2 dilos bagageni ; a F. Piulo A, Com-
panhia.
I dilq papis ; a Raslos A. Lcmos.
1 dilo litros : a I. Ilallidat.
2 ditos dito ; a Srharamni ,\ C.
1 dilo papis ; a (i. Praegor e,: C.
2 ditos drogas ; a J. II. Wenler.
2 ditos pilulas ; a Soura (\ C.
I dito objectos de ouro ; a J. J. Harding.
1 dito peridicos; a Russcll Mellor ,\; Conipa-
nliia.
I dito mcrcadorias ; a Demene 6*1 <
I dito joias; F. S. Raliello i\. Filhos.
I dito miudezas, I dito amostras ; a l.econle Fe-
ron A C-
I dito .tilas ; a I. Curio & C.
1 dilos ditas ; a Fox Brothers.
1 dito ditas ; a C. J. Asllot.
1 dilo ditas ; a Soulhall Mellor Si loinpa-
nhia.
1 ditu ditas ; a A. F. Ilainou.
1 dilo ditas ; a Fremonl ,\ C.
3 ditos ditas ; a II. Rriinn.
Hiaie nacional CamOet, vindo da Parahiba, con-
signado 10 capitn Manoel Sophiu da Penha, mani-
fe-lou o seguinle :
81) barricas abatidas, 1,000 (iros de mangue : an
mesmo.
CONSULADO (ERAL.
Rendimento do da 1 a 2 1:7Mi,'-,Sti
dem do dia 3....... 1:71 S-tS,I
6:33137
passado. He portantn impossivel augurar favoravel-
uienle da grande venda publica a 13 de marco.a me-
nos que as circumstaucius muden nossas oilo dias;
o que he pouco provaxel. Esla venda ser de 5627
canastros do de Java.
F'm 27 de fevereiro pelo Gustara Mella, recebe-
rani-sc de Pernambuco 3800 saceos.
Antuerpia, 7 de marco.
Cac.ioNegocios muilu calmos. A procara para a
exporlaofio nao retoma importancia, c o consumo
acliou com qoe alimenlar-sc presentemente nas di-
versas vendas publicas que liverain lugar por causa
de a varia, e cojo resultado est alera. As veudas par-
ticulares limilaram-se acerca de 2,81X1 saccas do Bra-
sil pelos precos da colaco. Nos leilOes patearan.
1,400 saccas do Brasil, viudas pelos por preco de 50 a 62 t|2 cntimos sem dircilosi,
1,200 saccas de Sanios pelo l'aikcl de 18 l|2, a
66 l|2,i 15 da Baha Mulhilda de 58 l|2 a 60 cent.
O deposito romprebende 71.000 saccas contra 31500
em 1855; netlo depnsilo o Brasil figura com 17,000
saccas; em 1855 s ligurava com 17,000
AssocaNegocins sem imporUncia. As noticias
favoraveis .1., Inglaterra derain ullimainenle um me-
~~^~~~ | """" aspednao mercado, que se fecha com prcros um
3:l:536j9591 pouco inelhores. Falla inlciramentc o assucar do
Brasil.
Cacao Iransacccs nullas, e preco para a baixa.
Colar aoo do Maranhilo 3.5 36 cen, por 1(2 ki-
log. (deposito) o da Babia falla.
28? a 28*500
. I63OIH)
. Ili-IXM
. 93000
. 28000
. 25000
. iigo
26:8I6J882
6:720J077
quim Antonio da Silveira, que por isso se achn re-
colbidos e presos na esa de delenrao para serem
procurados. Os donos dos referidos escravos compa-
retam ncsla delegacia, para Ibes serem entregues,
viudo manidos de documentos lesaes. Delegada do
1.districlo do Recife aos 29 de marro de 1856.__0
delegado, Francisco Bernardo de Carvaibo.
ERRATA.
Os precos correntes de Lisboa, publicados houtcn
diode II de marco, c nao de i, coma sahio.
*8rl0*iment0 '00 p0tt0.
Savios soitidos no da 3.
Araeat)Hiate brasileiro nluvencivel, mes'.re An-
tonio .Manoel AITouso, carga fazendas.
ColmguiliaEscuna americana Cing Fishirn, ca-
pilioj. F. Rogers, carga parle da que trouxe de
Boston.
HavreBarca franceza iNoe, rapilao Foorson,
carga a mesma que trouxe. Suspenileu do la-
meirao.
Observaoao.
Appareceu barra ura pequeo vapor inglez,
tendo feilo alguns siguaes seguiu para o sal ; nao
leve roniniunir.ir.io com a Ierra.
@&itttt&
llVERSAS PROVINCIAS.
Kendinieulo do dia 1a2 400S5H
dem do dis 3....... 333e6ti8
71332(19
O lllm.Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda
manda fazer publico, para conliecimcnlo dos intere.s-
sados, as disposices sbaixn tianscriptas, abra de
que tenham a mais completa exccuc,fin. Secretaria
da Ihesouraria de fazenda de Pcrnarahuro em 19 de
marco de 1856. O ollicial maior, l.milio .Xavier
Sobreira de Mello.
Copia. Circular n. 2. O marquez de Paran,
presidente do tribunal du Ihesouro nacional, recom-
menda aos inspectores das Ihesourarias de fazenda,
quedem a maior publicidade pussivel a di.pu-io.lo
du artigo 11 da lei n. 810 de 15 de setembro do an-
uo prximo passado, que manda que a compra e veu-
a dos nena de raiz, cujo valor exceder de 200-3, seja
celebrada por escriptura publica, sb pena de nulli-
dade; ordenando outro sim aos chefes das eslac,e9
arrecadadoras da renda us diversos termos -fura das
capitaes das provincias, que o raesran lacjm uosseus
re-pectivos distridos, pormeiu de editaes publicados
nos peridicos onde os houver, e atlixsdos nos luga-
res mais pollino-. Thesouro nacional era 22 de Ja-
neiro de 1856. Marquez de Paran,Cunforme,
JosSevcnuo da Rocha. Arl. II da lei n. KiO de
15 do setcmbiu de 1855, a que se refere a circular
supra.
A compra e venda dos liens de raiz, cujo valor
exceder de 201)3, ser feila por escriptura publica,
sob pena do nullidadcu
E>la conformeUmilio Xavier Sobrtirm de Mello.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cisl manda fazer publico, quo do dia 2 du coi rento
em rliaule se pagam os ordenados e mais desperas
proviociaes vencidas ale o ultimo de marco prximo
liudu. Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
uambuco I.' de abril de I8"i(i.O secretario,
A. F. d'Auiunciac/io.
Acamara municipal desla cidade, alleudendo
a que a .i.-reca lar.m dn imposto sobre os esladeleci-
inenlos de commercio e industria lem sido feita com
grande murosidade, em cuusequenda sera duvida
dus etlcilo- da epidemia reinante, resolve prorogar
ale o lim do correnlo raez o prazo para pagamento
do mesmo imposto, findo o qual mcorreru os oiu-
inis-os nas penas eslabelccidas.
E para que chegue a milicia de quera convicr, se
mandou publicar o presente.
Paco da cmara municipal do Recife cm sessBO de
2 de abril de 1836.Harn de Capibanbe, presiden-
te.Manoel Ferreira Accioli. secretario.
O lllm. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial, en. cumpriinenlo da ordem do Exm. fr. presi-
dente da provincia, de 27 de marro pruximo lindo,
manda fazer publico que no da 7 do cimente vai
notamente a praca para ser arrematada, a quera por
menos fuer, a conservacSjo permanente da estrada
de l'o d'Alho. avahada cn -1:000.3000 rs.
A arreraatacao ser feila por lempo de seis inezes,
a contar do I.- de maio do crrenle anuo.
E para constar se mandn aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria protinrial de Pernam-
buco, do abril de 1856. o secretario,
Intnnio Fcrreia da .innunciuco.
O lllm. Sr. insprctar da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da resolwjjao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico que no da 17 du cur-1
rente vai novaracule a praca para ser arrematado a
quem por menos lizer, os empedramentos dus 19.-,
20.-, 21.-, c 22.- laucos da estrada da Victoria, pe-
los precos sbaiio derlirados, o o pagamento (cito em
apolices da divida publica.
19.- lauco por 5:1035100
21).- 5:2I1-3(IIH)
21.- o 7:6729500
22.- ii 9:677,-250
F. para constar se mandou allixar o prsenle e pii-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 2 de abril de 18.56. O secretario,
A. /'. da .Inminciacoo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 27 do marco prximo findo,
manda fazer publico que no dia 17 do correnlo vai
novamente a praca para sor arrematada a quem por
monos lizer, a conservaban permanente da estrada
du nurte, vahada era 1:2013728.
A arronialaoan sera feila por lempo de dez mezo-',
a runUr du (. de maio do correte anuo.
E para constar se mandou aflixar i presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesooraria provincial do Pernam-
buco, 2 de abril de 1856. o secretaria,
A. b'. da Annunciaciio.
_A> lllm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provin-
cial, d" cumprimenio da urdem do Exm. Sr. presi-
PORTO.
4 barca portegueza nutrir ir, da ptima cons-
trurcao, forrada de cobre, c. de excelleme marcha,
seguir imprelerivelmeole para a cidade do Porto a
21 do corrente, se as chavas nao embaracarem, por
raltar-lhe unicamenle cerca de 300 a {00 arrobas pa-
ra completar o seu r.irregamcnlo : quera na mesma
qotaer carregar ou ir de passagem, para o que (em
agradaveis commodos, eulenda-sc com os cunsigna-
(arios Bailar A Olivcira, na rna da Gadeia do Recife,
o- i mi.n i., n. 12, ou com o capito Jos Joaquim
Ha/dio.
Para o Riojdo Janeiro sabe com loda a brevi-
dade, por ler parle da carga prompla, o patacho Flor
da Baha, capillo Damin da Cosa Rosa: qaem
quizer carregar o reato, cnlenda-se com o ronsigna-
tarin Manoel Alves (.uerro, na ra do Trapiche
n. 1i.
Para a Usina segu em poucos dias, por j ter
a maior parte da carga prompla, a veleirae bem ro-
uhecida garopeira /.rrnro ; para o rOo da earc.-i
Irala-serora seneonsisnatario Domingos Alves Ma-
(heus, ra da Cruz n. >1.
. Para o Para com escala pelo Marauh.ln, o ber-
gaotim brasileiro Dttpimie de lleiriz, capillo Ma-
nuel Marques Correia, forrado e cncavilhado de co-
bre, de primeira marcha, segu com a maior brevi-
dade possivel, por ja ler parle da carga prompla ;
para o reslo c passageiros, Irata-se no escnplorio do
Sr. .Manoel Joaquira Ramos e Silva, ou rom o capi-
tn na praca.
Para o Rio de
Janeiro
segu vkigerji na prxima semana, por ja'
ter dous trros do airegamento, o brigue
nacional AUOLPIIO: para o resto, pas-
sageiros e escravos a (Vete, trata-se na ra
do Vigaiion. .3, ou com o capituo Manoel
Pereira de Sa'.
Para o ro de
Janeiro
Segu com toda brevidade por ter gran-
de parle do cariegainento, o brigue na-
cional HERCULES: para o resto da car-
ga, passageiros e escravos a (Vete, trata-se
com Novaes & C, na ra do Trapiche
n. 3i.
Para o Araraly sabe o hiato Jurera : quem
quizer carregar, dirija-se a Martins & Irmao, ra di
Madre de Dos n.
COMPANHIA
mKO-milCAHA.
Servico regular do Havre ao Rio de Ja-
neiro com as escalas de Lisboa e Santa-
Cruz de Tcncrifl", Gore'e, Pernambuco
e Babia, por vapores novos de 2,000
tonelladas eforca de 500 cavados.
Preco das pa-sagens
l'art. de Peni.
Para o Havre .
Lisboa .. .
S.Cruzde Tencrift".
Coree. .
I'
Camaro(es
de elasse
aP raesa-
Sing.
l im i
lilil
llobr.
r.'.ivi
sim
S56
iO
Camarotes
de U: elasse
Sing.
I lino
'.170
Dobr.
lilil
51
n a
i. t.vi f.:.vi
150
380
.MXI
O vapor Cadt/. desla compaubia par-
tira' do Rio de Janeiro no dia 8 do cor-
rente : para (rete e passagens. aos con-
signatarios L, Lecomte l'eron tV C-, rna
da Cruz i. 20.
O patacho nacional Athenass, promplo a se-
guir viagem para n Rio do Janeiro, prerisa de na-
ruja bra-ileira : o-* que estiverem lias circuinslaucias
o quizerem, dirijajo-se au capido a bordo do mes-
nio patacho, ou a rasa do ronsignitare Anlnnio
l.uiz deiiliveira Axevedo, emseo eseriptorio na rna
da Cruz.
(|ual(|uer outra pessoa, que poder rJeaco-
brir o roubo feto em sua casa, na notle
do I do corrente, na travesa da Madre
de Dos, de un iv.logio de ouro paten-
te suisso n. riii, de caixa ooberta, sen-
do esta raza por bai \o e ouvada por ce-
nia, esmaltado de ambos os lados com
vivoS de azul e branco, sobre o mesmo es-
malte una corrente de ouro inglez (mas
nao das modernas) de elos miudinhos e
lapidados, com o encadeado muito uni-
do, c mais uma chave de ouro de for-
mato grande e oitavada mas inutilisada
para dar corda por estar quebrada na
ponta : por isso recommenda a peneca
que algum destes objectos descobnr, an-
nuncie para ser procurado, ou dirija-sc
ao annunciante, na mesma travesa n. pa-
ra ser gratilicado.Joaquim Antonio
Goncalves da Rocha.
Precisa-se para o servico de servente
da c&patazia da alfandega, de pessoas
livres ate o numero de dez, em virtudc
dasordensdo lllm.Sr. inspector: quera
estiver para isso habilitado, entenda-se as
8 horas da manhaa, na mesma alfande-
ga, com o respectivo porteiro.
Antonio da Silva Guimaraes avisa ao
publico, que as suas cautelas premiadas
sao pagas no aterro da Boa-Vista n. W,
loja.
Precisa-se de serventes livres ou eo-
cravos, paga-sebem : na iundirao da Au-
rora, em Santo-Amaro.
I mlielina do Espirito Santo (iuiaaaraes raga
aos r redores de sea tinado mando AcooIbIm Korrasra
Senra lioimaracs, queirara apoarecor boje (I) na
escriplorio do Sr. Candido Alberto Sadr da Motta,
as tu horas da manhaa. para examinaren a ranas-
lado do halanr.i da rasa commercial de sao morid,
que Ihe sen apresentado pela oso procarador Do-
mneos Jos Ferreira CnimarSes.
Pede-se por favor a pessoa que geardoo o K-
vro das amostras de trancas da toja do Madama
Buessard Millocheau, de te'r a bondad* d* o man-
dar entregar.
Precsa-e alocar i prelo. na mesmo pessoas
livres, uara Irahalhar em armaren de asanaar, pi-
sa-se bem : a tratar na losa da roa da Codees do
Kecife n. il.
O hachare! .loan A. de Soasa ItaiMo do Aran-
jo Peroiri, fot pnhlico. qne da dala aorta OOB dioalq
Tica o Sr. Caelano Agapi(o de .tooz incumbida m
rerehimenlo dos aluzaeis das sois casas e (oros dos
seus terrenos, liesndo o Sr. Amonio Jorge Guerra
desonrrado .la referda|commissSn. a da venda dos
seus assucarcs. Bella-Rosa i de abril da IRVi.
Qoom precisar de uma mnlber do idode pera
ama de uma casa de ponca familia, dirija-s* a ra
dos Marlyrios. caa do lampean n. 21.
Desappareceu da rna do Kansel. na dia 4 do
corrente, nm mulalinho de nnme lereaeta, escravo,
r clara e hora cabello, idade de 7 annos ; (ai vial*
na Passazem da Magdalena e Estrada Nova,
sem chapeo e vestido s com urna ramioinne l
se a quem o encontrar, leve-o a rna do Raaejel
36, que ser recompensado.
galera artstica, aterro da
roa-vista n. 11.
M.VMIK OSMORAHA.
EXPOSICAO PERMANENTE.
No dominho 1 i do crrenle, ser exposto ao noj-
blico na loja n. II do aterro da Boa-Vista, nm eno-
moram.i superior a qoantos at hoja tem bavido nos-
la cidade ; pois que, alora de repmeolaraea. os vi-
dros os objectos em ponto natural e em lodos as snas
proporrues, acresce que as lithographias sao as mo-
I hores possiveis, comprehendendo moilos epissitios
da guerra da Crimea, diflorenles porsaosnons nono
envolvidos, e variadas visUs de eidades europeo, o
desie continente com os edificios mais notareis. As
inodar.ca< das vistas exposlss lerao lagar ladea oo
domingos, e a sua individuado sera indicada na ea-
tbalosu, na mesma loja, onde se aduna a venda as
hilhetes de entrada, pelo preco deOOrs. Acoso
lera os devidos commodos e a decenas conveniente
para a receprSo das senhoras qoe a honrare cosa
a sua vista.
No dia 7, as 10 horas, se ha de ai i amatar na
aterro da Boa-Vista, em presenca do Sr. 1H-. ion do
ausentes, na loja do finado Camocins a arasaejaO do
mesma loja, ferraraenta e mais otencilios de eurivas,
e outros objectos. (udo perlenceote a boraota ja-
cenle do mesmo finado Camocins.
Na roa du Penha n. desrui-se coolraUr osa
sacerdote para capellao, peno da praca, a na minas
casa alogs-se ama escrava boa cozinheira.
I. F. dos Sanios e Silva vai a Europa tratar
de sua saudc, e deixa por seus procaradores Joaguisa
Copes de Almeida, Joaqoim Francisco da Silva J-
nior, Antonio Ramos.
AO COMUERCIO.
Oflerece-se um rapar, brasileiro de idade 18 annos,
com bstanle noli v idade. para caixeira gratis de BJOSaV
quer casa de commercio, prefere-se silrsnsasfa :
quem pretender, dihja-se a ma da CoacoseoO aa
lloa-Vista n. IN.
Prccisa-se de uma ama qne saina roiinnor
fazer lodo o servico de Ci.sa : ua ra IHrotta o. K,
segundo andar.
Precisa-se de om bom criado, profanado os
captivo, para servico de casa de rapares mllostos :
quem tuer precisao. dirija-se a roa da Aurora, onda
fui o hotel da Europa, oo segoodo andar.
Precisa-se de nm raixrim para (aberna, rom
pratiea ou sem ella : a tratar na roa da Ciara a.
d'i. taberna.
O abati asslsn.ido rosa a lllma. mesa qoe rogo
a iomandade du Divino Espirilo Santo, erecta na
:..re; i do Collegio, que se sirvas mandar qoanlo sa-
les por pessoa competente receber os IWt} ana o
mesma abaixo as*icnado olfereceu da e-mola para as
obras da mesma igreja. Kecife 1 de abril de lajb.
Joao Viaira Liau.
2ei5c3.
Anlonio l.uiz de Oliveir.i zevcdo far leilao,
par inlervencno doagente Olivcira eporconla e ris-
co do quera perlencer, de tl bais de manlonM in-
glezi : sexta-eira, i do correnlo, as 10 horas .la
manbaa, oo armazeni dn Sr. Aunes Jacome, defron-
te da arcada da alfandega.
O asente Borja far.i leilao em sen armasen, na
ra dn Collecin n. I.'i, de um.i excelleilte nioliilia de
Jacaranda, de gosto niodornissimo, o diversos ulon-
cilios de casa, etc.. etc., de una pessua que relira-su
da |.r-.\ iii.-i.i. assim cnuio do oulro- moilos otijeclos
existentes no armasem, como bom um uraude e com-
pleto sortimento de obras do
usada-, varias obras de i-uru e prala, rclugios para
alfiibeira, vasos e ei.feiles de porcelana, para sala,
ptimos apparelbes de porccllaua para sobre mesa,
ricos marmores paro consolo e mesa de meio de sala,
de disTerentes fOSlos os mais modernos possiteis, di-
versas quiuquiiharias francezns, etc., as quaes se
Senario patentes no referidu srmazem, uu dia do
leilao : sevta-leira i
i I horas da manilla.
Os socios da extincta sala de dansa
do l'allccido Anlonio dos Santos Mi-
ra, em nome e tributo de gratidao,
pielendem inandar siill'ragar a al-
ma de seu illuslre director, o mesmo
Anl(uiii) tlosSanlns Miiv. boje, Ido
corrente, na igivja de Nos. Scnho-
ra da Congl-egaeao, pesao I horas
da manhaa, para OOM teema hon-
ra de convidar a todos os scus ami-
gos e prenles, para assislirern ao
mesmo acto, por cujo favor os mes-
mos soiios llieslicariio summamente
gratos.
Recite T ilt-abril de IS."li. ____
erres na rna Ve-
e a meama rsi
Aluca-se paru do nina casa
iba : a pessoa que precisar, dirija-
n. 1-'.
Joaquim Piulo, morador nesla cidade, asgo
marcineria. novas e ciante de ramos verde-, vio un milasre asjoi na ci-
dade do Recife, a respeilo da epidemia, porgo va
em Sanio An(ao, que lie uma cidade pequea, tnor
rerem cem o cenlo e tantas pessoas por dia ; a viola
disto quanlo pode niorror por dia na cidade do SVa-
cife, que he e esla eouhccido que lem sopenor nu-
mero, sem compararan, de habitantes ? Aqui na ci-
dade foram ss grande- providencias do Exm. Sr.
de abril do torrente auno, as j presidente, que mandou apromplar inmediatamente
companhias e carros para condu/iretu Hco os c
O agente Oliveira far teililo. por conla e ris- veres para nao impeslar a cidade, e em Sanio Aula
. ...... !_.. i____- _____ .-------------------
co de quera perlenecr, e em loles a vonlade dos pre-
lendentes, de cerca 200 saccas do feijAo preto muito
novo, vindo prximamente do Rio pelo patacho Dha-
lia : segunda-feira 7 do correle, as 10 horas da
manhaa, no arraazem do Sr. Aunes Jacome, defrou-
le da arcada da alfandega.
nAo havia quemenlrrrussc; mas agradece- as pro-
videncias dadas por S. Exe.
A capatazia ta altndola precisa de
homens forros para o trabalho interno,
e escravos para o externo.
-
Mum
ILEGIVEL



mn ot nmmm sut mi 4 ie abril os \m
Terceira edicao.
TRTA1EIT0 HOICOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
o inslrurcaoaopovoparasepodcrcurarleslaetifermidade, administrndoos remediomais eflicazes
paraatalha-la.eroquanlo serecorreaomedico.ou mesmo paracura-liiidapendentedeste-nos lugares
em que nao os ha.
TKADUZIDO EM POUTUCUEZ PELO 1)R. P. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doos opsculos conten as indieacoes mais clarase precisas, e pela sua simples e concisa esposi-
C{io eslnao alcance de todas asinlelligencias, niios pelo que diz respeito aos meios curativos,como prin-
cipalmente aos preservativos que lemdado os mais satisracloriosresultados em toda aparte ein que
lies tem sido postos cm pratic.
Sendo o Iratamenloliomeopathicoo nico que tem dado grandesresulladosoocoralivodesta lioru-
veleofermidnde, migamos a proposito (raduzircesles don-imponanlos opsculos em liu-ua vernaci-
la, para desl'atte facilitar a sua leitnra a quem ignore o franca.
Vende-se nicamente no Consulloriodo traductor, ma .\ov n..V_>, por 25000. Vendcm-se lamliem
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos rom um frasco de lindura I5M, urna dita de 'Ul tubos com
livro e 2 frascos de tintura rs. 2S00.
ill 1
PEDIIAS PRECIOSAS- Hj
*
3>
? Aderaras de brilhanles, g
diamantes perolas, pul- .'.
MOREIRA & DARTE.
(0.1 \ IIP, 01R1VES
Ra do Cabuga' n. 7.
Rece be ni por to-
dos os vapores da Eu*
a
OIHO E PRATA-
>
cetras, alfioeles, brincos
o rozetas, hotes e anneis
de diferentes gostos ede #
diversas pedras de valor. *
|.
Compram, vendem ou *>
vZZSSLXZ'vSZ 1 ropa as obras do mais
moderno costo, tan-
las, e outras quaesquer
I joiasde valor, a dinbeiro %
ou por obras.
. to (le
Franca
como
3 Aderaros completos de f
> ouro, meiosditos, puleci- '<>
S ras, alfioeles, brincos e *
rozetas, cordoes, trance- |
tj lins, medalbas, correntes j$
e enfeiles para relocio. o <
j ou Iros mullos objectos de t
ouro. ^,
jj Apparelhos completos, S
j de prata, para cha, ban- *
. dejas, salvas, caslicaes, ?
colheres desopa ede cha, *.
I e muitos ootrus objectos i*
t de prata.
*>.>>> ?4; *-::.>;: >-y.'
de Lisboa, asquaesse vendem por
preco commodo como costumam.
gue/.i
Commissiio de beneficencia da fn
de Santo Antonio.
. A commissiio abaixo assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarrefjada por
da associacSo commercial beneli-
LOTERA da provincia.
Olllm. Sr. thesoureiro das loteras man-
da iazer publico, que se acham a venda
os bilbetes da segunda parte da quarta
lotera do GymnasioPernambucano.cuias ,
rodas andam nodia 12 do an.lante mez : f^desottorrer. pobreza, avi as pes-
tambem manda tazer publico nuc tem .~,da qe precisaren.de toccor-
bastantes bilhetes a venda, na tl.esouraria ""V"* entenderte a qualquer lio.a
das loteras, das 9 as horas da tarde, i "a '*Uj D' '' casa de, Antonio Ati-
Thesourariadas loteras 51 de mano delKj ,toec"' "a n,a do Trapiche n.
vu, e tlioma-/. aerara, e na mesma ra
n. r>(, de Salustiano de Aqttino Ferrira.
Pernambuco 25 de fevereiro de 1851.
Salustiano de A>|iino Ferrira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Fara.
Boga-te encarecidamente a S. E\c.
Rvma. o Sr. bispo diocesano, que tenha
compaixao da pobre da fregne/.ia da Luz,' _
(indo tem morrido sem coniissao mais de
duzenlas pessoas de evereiro para ca'),
mandando para aqu algum sacerdote
para contestara gente de lora, visto que
o respectivo vigarioou por nervoso ou por
ocupado nao tem saludo a confessat, des-
de o principio de evereiro pro\imo pas-
tado; isto pede encarecidamenteUm
parochiano da Luz.
una lilcira : na ra da Cadeia do
ou captiva, para
familia : na ra
O artista em daguerrotipo do ale
\ isla n. 4, lerrciro andar, avisa ao res
185G. O escrivao, Antonio Jos Du-
arte.
Instruccao moral e reli-
giosa
Este compendio de historia sagrada, (pie
loi approvado para instruccao palmaria,
tendo-se vendido antes da approvacao a
l|600rs., pasta a ser vendido a I.sOO :
na livraria.ns. 6 e 8, da praca da Inde-
pendencia.
Precisa-se alugar um pequeo sitio
perto desta cidade, o qual tenha lugar pa-
ra guardar um cavallo e cpie nao seja
prximo a charco ou agua estagnada, e
se tiver casa assobradada melhor sera' :
na livraria ns. 6 e 8, da praca da Inde-
pendencia.
l l JANE, DENTISTA, :
at continua a residir na ra Nova n. 19, primei- A
ro andar.
Precisa-te alugar dous pretos capti-
vos, dando-se o sustento, para trabalhar
nesta tvpograpbia : na livraria ns. 0e 8
da piara da Indepeendencia.
Na casa da residencia do Dr. I.oureiro, na ra
da saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de urna
ama de leile. forra, que nao traga comsiso o lilbo.
que tiver, de peilo.
A viuva de Francisco Jos da Costa Campcllo
t Ada-se avenAda^=ari. da ra da 1 IZSSU^SS^^SSl^a
Cruz, pertencenle a A. A. Porto ejccllente .3 da fabrica desabito. segunda casa depois
9 gela de varias qualidades, perfeitamente %
AssociacSo Conmierciii 1
Aluga-se
Kccii'e n. 1(i.
l'recisa-se de nina ama forra
lodo Mr*i(o de urna casa de pouca
da Mocil.i n. >.
i. C. Kabe relira-se para Europa.
Lava-se c engomma-se por preco
commodoeda'-se almocose janlacs com
milito aceioe promptidao : na ruado Li-
vramento sobrado n. 1.
, ''fecisa-ie alujar urna casa de sobrado que le-
nlia suflicientes commodos para urna familia nao pe-
quena, e que seja fresco : prefere-se primeiro ou se-
gundo andar, e quanto a situado, que tejaem qual-
quer dis ras mais cenlraes desle bairro : quem li-
ver aiinuncie.
Aluease a loja da roa da Madre de Dos n. :.,
propria para armazem por ser milito grande, com
quintal e carimba ; MU como um srande lelheiro
por pre^o commodo : a tratar defronle, lojr n. :lt>.
erro da Itoa-
.. respeilavel pu-
blico, que lem de seguir muilo brevemente para a
corle do Kio de Janeiro ; aquellas pessoas que qui-
zerem possuir um perfeilo c fiel retrelo devem apro-
yeilar-se do pouco lempo que rata de sua estada em
I ernambnco. A galera e olTJcioa estar aberta da
9 horas da raanha as i da tarde, seja qual for o
lempo.
Kvadio-se lia 1.", dias, pouco maisou menos, o
prelo Joto, conhecido por Jo;lo Sordinho, de nm .lo
Coala, idada para cima de :l() auno, bonita figura,
bem chein do corpo, sempre nato alegre c desem-
barazado no andar, dizem que anda l para as ban-
dassdos Afogados oo em algum sitio para a Erobiri-
bcir.-i : quem o appreheoder, queira leva-lo em San-
io Amaro, segnimento da ra da Aurora, casa de
Manoel Custodio I'euoto Soares, ou na praca do
commercio a qualquer hora.
Kemedio para curar
mordedura le cobra.
Na botica do Sr. Cypriano I.. da Paz, roa daCol-
legio, eisie um remeaio para curar a mordedura de
cobra, que tem sido applicado com grande proveito.
raido no dia at de mar^o um moleque de 18
annos, Philadelpho, fulo, espadoas largas, denles
claros e salientes, e consta que anda as ras dcsla
cidade : quem o apprehender, queira dirigir-se a
roa da Aurora, na terceira rasa depois da ponteri-
uha, que ser.i recompensado.
A casa que fiea na ra das Calcadas, olbando
para a lraves A pessoa que quer 9009, lando por .-aramia
urna casa, se essa lie denlro desla cidade, pode vir
tratir na roa estrella do Rosario n. 4.
OSr. Francisco AI ves de Carvalbo. que anda
vnndriido obras de ouro na na, baja de vir pagar
l3fW0qaede*eao Sr. Jos Jacinlho Mnnleko do
aluguel da loja do sobrado da roa de Aguas-Verdes
n. 2.1, que o sr. ticou por fiador de urna senhora por
nome I mbeliua, pois o Sr. ficou de '
lun des dias, cja fazcm i mezes
ra passoo.
l'recisa-se de urna ama para o sorvico de urna
casa de > pessoas de familia, ou de urna escrava para
o mesmo lim : na ra Augusta, sobrado n. .1
Aluga-se nm pequeo sitio na Soledade, dan-
do-se preferencia a algom moc.o solleiro estrangeiro:
a fallar na ra do Trapiche n. 19.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
da Lapa n. l:|, per prcro commodo ; aassim como
vemle-se urna pon;ao de varios casams de pinho,
por prefo cmiimodo : na praca da Boa-Visla n. 7.
Colle-io para menitas.
II. Mara Filippa Sonto siienlilica aos pais das
aluninas da aula sila na ra da Madre de lieos, di-
rigida pela anniiiicianle e por sua mana II. Urbana,
que tendo esta fallecido, a annuncianle continua
com o mesmo cstahelccimenln, nitn na mesma casa,
mas ra una oulra que esti prouiptilcando com os
commodos neressarios a um boin colle^io, c aonde
pode admillir pensiouistas o meio pensionistas, alem
doqoe cusma ja sabido, lera dos mais acreditados
meslres do fraucez, inglez, msica, piano, dansa,
ludo por preco razosvel.
O billiele n. 2f>07 da lOEanaa parte da quarta
lotera a beneficio do l'iymnasio l'criiambucano, per-
lence a Josc Pacheco Mende, do Cear.
AoSr. Gemeniano Morei-
ra de Mendonga.
A proprielaria da casa da ra lia tiloria u. 11)8 em
que mora o Sr, tieminiano Moreira de Mendonca,
avisa a esle senhor, que venh i remir os mezes que
deve de alugueis vencidos, visto ha muilo ler fecha-
do dila casa, e nlo sabe-se onde reside, rio contrario
lera de usar-se dos meios penmilidos pela le.
ompra
Compra-se urna negra moca, que tenha algu-
mas habilidades, ou mesmo que rozinhe e engom-
me, agradando paga-se bejn : no Forte do Mallos,
defronle do chalan/, segundo audar n. 10.
Compra-se urna duzia de colheres de prata
para sopa, sem felio, e em bom uso : no pateo de
S. Pedro o. 22.
Compra-se urna grade de ferro para varanda,
qoe tenha o comprimento de l't palmos : na rua da
Cadeia do Hecife n. 5, defronle di becco l.arso, se
dir quero precisa.
Compram-e i mulalinhas ou rrioulinhasde
Itl a 11 annos, com principio de costura: na rua
eslreita do Resino n. 19, segundo andar.
Compram-se rotas do Banco do Bra-
sil: na rua do Trapiche-Novo n. 40, se-
gundo andar.
Na fabrica de salan da rua Imperial se vende
muilo nova e su|>erior madeira de pinho em pran-
choes de IS pos de comprido, 9 pollegadas de largu-
ra e :t de grossura, a 1109 a duzia.
AG ENCA
Da Fundicao Low-Moor. Ruada
Senzala nova n. 42.
Nestc estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortunento de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, c taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Quem quizer comprar um carro
americano de quatro rodas, com asientos
paraduas pessoas, tendo arreios e cavallo
militoardigo: dirjale a na do Trapi-
chen. 10, segundo andar.
Farinba de mandioca.
Voarma/cnidoSr. A. Anne. Jacome lires ven-
de-se superior farmha de mandioca em sacco. .*-
de, ; para porcoe. irala-secom Manoel JSSmSSi
t, na rua do Trapiche n. l.
Moinhos de vento
ombombasderepuiopararegarhorlasebaija,
&:^t?;delW' o.ma:naru;
PARA OS SENHORES ESTUDANTES.
Vendem-sena livraria ns. e 8 da pia-
ra da Independencia, os segiiintes livros
para as aulas preparatorias ; em flanee/.:
Paul et V irg.n.e. Telemaque em inglez;
Historia ol Rome, Thompson: por pre-
;os commodos.
Meias pelas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
lo baratissimo pre-.o de IjSOOo par, ditas de al-
eslcja cm bim estado: no primeiro andar
desla l\ pographinse dir' quem compra.
Compra-se luco da Ierra, e renda, sendo es-
lreita e lina : na rua do Trapiche n. :16, primeiro
andar.
Comprase urna ou duas moradas de casas ter-
reas, que sejam no bairro da Boa-Villa : a tratar na
rua da Aurora n. :ll>.
Compra-se urna liteira em bom estado : u a rua
da Cadeia do Reciten. 16.
Compra-se urna casa terrea no bairro da Boa-
Visi, nao sendo em becco, e que lenha bom quin-
tal : procure na rua da Malriz, principio da rua da
(loria, rasa n. 25, que dir quem compra.
Compra-se urna cama Iraneeis de qualquer
madeira, com lastro de palh.i.em bom uso, com lan-
o que seja bastante laraa : quem liver e queira ven-
der anuuocie para ser prucorado.
Compra-se urna baca de prata, com jarro ou
sem elle, de goto antigo : na loja de trastes do Sr.
Piulo, na rua Nova.
vir pacar no
nem mais pela
t) acondicionada em latas de '.i libras; igual-
(> meule raoilo bom doce de calda sorlido era g
# pequeos barris, e todos os mais arligos de OS
" doceria, ludo confeccionado com o niaior es- J;
mero : aprooiptam-te encommendas para a>
denlro e fra do imperio, com toda aclivida- a
de e limpeza. d
:
Beneicente.
A commiss.no encarresada pela Associacao Com-
mercial Ucnclicenlepara distribuir soccorrs sclat-
es necessiladas do bairro do Hecife, faz saber a
8aS#8 l,uo"1 se acbar nessas circumstancias, qoe pode pro-
I curar a qualquer de seus membros em suas residen-
U Ur. Vicente Pereira do Reg par- cjas abaixo designadas a qualquer hora. A commis-
aos seus amifOS c constituintes, I Ja calando disposta a nAo se poupar a quaesquer es-
que transferio o seu eserip.orio de ^pUttSS&S&tt
gacia para a rua do Oueimado n. iG, prt-1de qu" qualquer domo* em suas visinhanjas se ada
meiro andar, onde pode ser consultado I;""!?,'1" r'?c,sa' 'L"soccorro, mas que por quai-
i mi J i- i- q"f circumslancianao opossa so icitar, aueiram ter
das 10 horas da manhaa em dtante. a boadsda deassim Ih'o indicar, afim.
ticipa
l'recisa-se de ama pessoa que lenha pralica de
botica, para Macei: qnem esliver tiestas circums-
tancias dirija-se a rua do Vigario n. 5.
Quer-se alugar um escravo para servido de
casa: a tratar na rua do Trapiche n. 16, segundo
Bndar.
Candida Mara da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de instruccao primaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recife, faz sciente aos pais de suas aluni-
nas, que ucha-se aberta sua aula, natptal
contina a ensillaras materias do cost-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por piceos ra/.oa-
veis.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
porsedulas: na rua do Trapiche n. 40,
segundo andar.
Pelo presente protestamos denun-
ciar de todas as pessoas que venderem bi-
lhetes de loterias do Rio de Janeiro, do
dia 20 do prximo me/, de abril em diante
tanto pelas ras como em qualquer casa,
pois que nao adiamos justo que para p-
dennos vender paguemos o oneroso im-
posto de 1:200$000 por cada urna das
nossas lojas e tenhamos urna (anea na the-
sourariagcral, e liceneado lllm. Sr. Dr.
chele de polica, ao passo que outros a'
nossa sombra os vendam com o maior es-
cndalo infringindoassma lei, etirando
de prompta-
meDteserem ministrados os necessarios auxilios.
Antonio Alvos Barbosa, rua de Apollo n. :t0.
JoscTeixeira Bastos, rua do Trapiche n. 17.
Jo3o da Silva Regadas, rua do Vigario n. 4.
Massa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio angra, lira denles e chum-
ba com a verdadeira massa adamaolina ; esta nova
preparacao superior a todas quintas tem apparecido
ate boje, que alem de petrificar em menos de um
minuto, fita o dente com a meima cor natural e em
perfeilo estado como que nunca livesse ruina, lam-
bem applca ventosas pela alinelo do ar, lendo
para esse lim apparelho completo"; assim como ou-
tro para tirar leite de peilo cm senhoras que mul-
las vezes se torna bstanle ulil pelo mal que causa
a relencao do mesmo ; tambera tem muilo superiores
limas para apartar os denles, que vende por barato
preco: pode ser procurado para estes lins, na rua
eslreita do Rosario n. 2.
Associacao Cominerclia
Beficentf.
A commissiio noracada pela Associacao Commer-
cial Benelicente desla praca, com o fin de soccorrer
as pessoas necessiladas e desvalidas da fregueiia da
Boa-Vista, por occasiao da epidemia reinanle, pre-
vine a quem esliver em taes circumstancias, de pro-
curar a Joao Malheus, rua da matriz n. 18; .Manoel
leixeira Bastos, rua da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Suuza Orvalho, F.staacia : desde as 7 horas
da manhaa s9, e a larde das i horas em diante :
em caso ursenle, porcm, serio soccorridos prompta-
menle a qualquer hora. A commissao desejando
acertar na forma de distribuir ossoccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais conhecidas
Jnior.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alphabelica, com a descripeo
abreviada de todas as moleslias, a indicacao pbysio-
logica e therapeutica do lodos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de aceito e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicac.ao de lodos
ot termos de medicina e cirurgia, posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR, A..I. DE MELLO MORAES.
O Srs. assignantes podera mandar buscar otilen
semplares, assim'como quem quizer comprar.
CASA DOS EXPOSTOS.
rrecisa-se de amas para amamenlar criancas na
casa dos eiposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, lendo as habilitares necesiariar, dirija-se a
mesma, no paleo do Panizo, que ahi achara com
quem Iralar.
\ PUBLICAgAO' LITTERARIA.
Repertorio juridico.
Esta publicacao ter sem duvida de ulilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
oo Toro, pois oella encntrarilo por ordem alphabe-
lica as pnncipaes e mais frequentes ocenrrencias ci-
vil, orphanologicas, commerciaes e ecclesiaslicas do
nosso loro,. cora as remissoes das ordenaces, leis,
avisos e rego|amenlos por qoe se rege o' Brasil, e
bem assim resolucSes dos Pranislas amigos e moder-
T*'.*l?f firmara. Conlm semejantemente
as decisoes das questoes sobre sizas, sellos, velhose
n.l?l SS decima8' m Irabalho de recorrer
nrimelro *.lume" em 0,aYn- -'""" '"""" "
ivros fi A 'aie "ta vaBd nr S na loja de
UTLbS v da ''"" d:' Indapendencia.
zia da Boa-Vista, na rua Velba n. 12.
ARRENDAMENTO.
i. o arm,zem d casa n. V, da rua da Cadeia
lo Hecife junio ao erco da Conceirao, acha-se desoc-
cup.dae arrenda-te para qualquer estabelecimenlo
noelTeiicira Bastos, Vicente Alves de Souza Car-
valbo.
I illa de Barraros ti de murro de 1856.
O abaixo assignado faz sciente aii vicario Manoel
Ferrira Borgesea lodos os membros de sua familia,
que, com o autillo de Dos goza de saude com o seu
lilho Je Heno n e mais pessoas da casa. Adverle tam-
bera, que, em quanlo correr impresso esle aviso, em-
bora esta data, devem todos Bear Irauquilisados,
pois qoe qualquer agilacao que appureca em dispo-
sicfio de nossas facilidades ph\sicas, mud'a-*e de vi-
so. O lempo nao est de racs, exige mesmo que se
lomem estas cautelas: a hvgieone publica em seus
consclhos recommenda que se evilem excessos de
cuidados, que sao nocivos, mxime em lempo epid-
mico.Frmino Lucas de Azevedo Soares I ordo.
Na travessa da Congrcgacao, loja
de encadernacSo, contintia-se a vender
muitas das obras de direitos ja' annuncia-
das por este DIARIO, como tambem ou-
tras muitas nao s de d'ueito como de ma-
terias diversas, na mesma casa vendem-se
algumas obras latinas, proprias paraos
queestudam esta lingua: todas as obras
estao em milito bom estado, e por ellas
a/.-se lodo o negocio, porem a dinheiro.
NO CONSULTOIIO HOMO g
PATHCO. g
Rua das Cruz es n 28
Continiia-se a vender os mais acreditados
medicamcnlos dos Srs. Castellao e Weber, /*.
em i mi iir.i< e em clobulos, carteiras de lo- 'W
dos os tamanhos muilo em conla.
Tubos avulsos a 500, KIKI 1|000.
1 onra do liulora......,-^100
Tubos e frascos vastos, rolbas de corlica
para liibos, e ludo quanto he necessario pa-
ra o uso da homii'opalhia.
i
Fnrlaram do sjlio do Collegio da Concerno, em
Cruz de Almas, nm cavallo caslanho de moja marca,
sem sgnal branen ; pede-se as autoridades a appre-
hendanr, e qualquer pessoa a quem se remuneran!
m ponto grande, para o qual tem commodos sutli *enerosame"lp- h|l cavallo tem signal de pisadura
cientet: os preteodentes eotender-te-hao com Joao ,obre ePinnaC0 JUD a "ca.
-Pi! mt8*"0*0* "0 ,eBUDd0 ndar da cata n. Precisa-se de orna molher para concerlar
* mesm* "" obras: na loja de alfaiale di rua Nova n. 60.
Esla aberta a anliga padaria da roa das l.aran-
aeiras n. 28, e prompta a servir o publico com lo-
dos os gneros propnos desla casas, e de boa quali-
dade ; ahi achara a gente menos favorecida da for-
luna bolacha a Ires por dous, o que hoje he raro
encontrar, pin de meio dia para tarde pelo mesmo
preco, ele. ele. ; be mais um eslabelecimonio de
iitilidade publica na qoadra actual em que lauta
hila se lem sentido desle genero de absoluta neces-
snlade.
_Pede-se a pessoa que por engao Irocou um
chapeo de sol de cor verde escuro por oulro da mes-
ma cor, se quizer ler a bondade de deslrora-lo, de
dirigir-se a rua das Cruzes, laberna n. ((), que se
Ihe azradecer, visto ser o chapeo de pouco uso.
Precisase alugar um criado para copeiro de
casa estrangeira : quem liver, dirija-se a ruado Vi-
gario n. 3.
(Joem pretender aluzar um grande silio na
Magdalena junio aeslrad. nova que vai para o Ca-
chan::.!, lodo plantado decapim de planta, e bstan-
les arvores de fruclo ; o qual silio lem capacidade
para nelleso occHpar G ou 8 escravos ronslanlemen-
le no servico, e criac.lo de cado, ele. : a Iralar com
o proprielario, na rua do Hospicio n. ."ii. ou na la-
berna grande defronle da malriz da Boa-Visla.
O protector particular Candido Jos
Lisboa continua a dar licees de instruc-
cao primaria, latim e liante/., nao 80 em
sua aula na rua de Apollo, mas tambem
por casas particulares.
Quem for credor de l.uiz Manoel Rodrigues
\alenca, aprsenle sua conla para ser paga, oo ar-
mazem da rua de Apollo n. 13 e 13 A.
Precisa-se de ()05 a joro com bypolheca em
asta casa : quem tiver annuncie.
0 bacharel Jos Maria da Trindade, nao lendo
podido, por carencia de lempo, despedir-se pessoal-
menle de lodos os seus amigos, collegas e mais pes-
soas de seo cuohecimento, o faz pelo prsenle, pe-
dindo-lhes desculp.i dessa falla involuntaria, e offe-
receudn-lhes rordealmente os seus tenues serviros na
corte do Bio de Janeiro, para onde vai residir.*
Deseja-se saber se exislc Desla provincia o Sr.
Jos Anlouio da Costa, natural de Portugal ou liba
de Madeira, que diz-se ter residido nesla cidade, e
nella negociado : a pessoa que se dignar dar a seme-
ntante respeito alguna esclarec men I os, pode dirigir-
se ao Sr. Dr. J. M. Figueira de Mello, em sua resi-
dencia, na Magealena, cerlo de que se traa de u-ran-
dissimq inlercsse pan o dilo Sr. Costa, ou para ni
seus berduiros, se exislirem.
O bacharel Francisco de Salles Alves Maciel
pode ser procurado no primeiro andar do sobrado n.
:l(i da rua estreil do Rosario, quasi quina da rua
dasTrincheiras, ondelecciona em latim, philosophia
ge comedia.
Ouem adiar o bilhele de n. 1505 d primeira
parle enlrcgar ao proprio dono, Cyriaco Antonio dos San-
ios eSilva, morador na rua de S. (lmalo n. I i,que
sera gratificado.
Precisa-se de um criado forro ou captivo, para
servir a um mojo solleiro : a Iralar ua rua por Iraz
da matriz da Bua-Vista, casa n. 1(>.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
do Amorim n. t, pintado de novo : a Iratar na rua
deS. hnralo n. 12.
HOSPITAL PORTGEZ
BENEFICENCIA.
Por ordem do lllm. Sr. provedor, e de ronformi-
dade com o arl. 59 dos estatuios, convoca-se a junta
administrativa para a leraSo ordinaria, no domingo,
t> do crranle, pelas 10 horas da manha.__O secre-
tario, M. 1-". de Souza Barbota.
Precisa-se de um pequeuo para orna padaria
nesla cidade: a Iralar na rua da Sen/ala Velba D.96.
Precisa-se de tuna lavadeira : na
camba do Carino n. ."8, primeiro an-
dar.
A commissao da cmara municipal conlina a cx-
por a venda diariamente, carne verde para o con-
sumo da capital, pelos presos de 190 e 200 rs.,
nos lalhos seguinles:
Paleo da Penha.
Talhosde Albino de Jess Bandeira.
Rua do Kangcl.
Talhof.
N. '0. de Moreira.
N. 51, de Belarmino Alves de Arocha.
N. t, de Antonio Francisco de Mcdeirus.
N. t>7, de Pedro .los de Saul'.Vnna.
K. 37, de Vctor.
N. m, de Monte.
H. 45, de Clemente i\ Feliciano.
N. II, de lielarmino.
N. 39, de llenediclo & Remigio.
fr. 21. de Manoel F^u/ehio.
N. 12, de Pedro Angico.
Itiheira de S. Joso.
N. 10. de Alexandre.
N'. !lr), de Jos.
Pede-se ao Sr. los Rodrigues dos Passos que
va a roa larga do Rosario u. .", a negocio que Ihe
diz respeito, isto uestes Ires dias.
Precisa-se alugar um ou dous andares que Ic-
nbam commodos para urna familia.sendo lias seguin-
les ras : Cadeia do Recife, Cruz, Vigario, largo do
Corpo Santo, ou em oulra qualquer rua do bairro do
Recife : quem liver e quizer alugar, dirija-se a rua
da Cadeia do Recife, n. 57, primeiro andar.
Precisa-sede um hnmem qne lome conla de
um silio e Irahalhe rom algn* escravos: na loja
da rua do Passeio ji. 7.
godSo prelas a i, ij ,, ,,ar nd rua do i>uimaclo loia
Compra-te um guarda loiiea (pie de miudezas da Boa Fama n. 3., J
Sal do Ass
A bordo da escuna (iJocn vende-se sal do Assu',
ou a Iralar com Amonio de Almeida Gomes, na rua
do Trapiche n. 1 ti. segundo a.
SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e acbam-se i vend na
ruada Cruz do Recito n. 2. taberna de Amonio
francisco Marliin as seguinl?s semenlesde horlali-
ces, coma sejam : ervilhasl.rl, genoveza, e de An-
gola, toijao carrapalo. rxo, pintacilgo, e emarello
alfacerepolhuda e allrmaa, Isa, lmales grandes,
rbanos, rahaneles brancos e eucarnados, nabos ri-
to e branco, senoiras branos* e amarellas, couves
Irinchuda, lombarda, esahoii-, sebola de Selnbal
segorelha, coenlro de louceira. repolho e pimpinela'
e ama grande porfo de difiranles semenles, das
mai- booilas flores pan jardins.
Con ros de cabra.
Venile-se um reslo de couros de cabra, muilo gran-
des e bons : na rua da Cadeia do Recito o. 37.
No armazem de Novaes C. rua da
Madre de eos n. 1 2, vende-se farinha de
mandioca em saccas, de superior qualida-
de, poi preco commodo.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W
Bowmann na rua do Brum, passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
tundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, atquaet acbam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-te por 40 rs. o tratamento r"
cholera-morlius : na livrria n. (i e 8, d
praca da Independencia.
SentaS.
ffolhiulias
PARA 0 CBRENTE ANNO.
Folhinhas de algibeira conlendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
tos parochiaes, resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes e muuicipacs. extracto
de algumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, cemiteno,
tabella de teriados. resumo dos rendi-
mentos c cxportjeao da provincia, por
.">()() rs. cada i>r/a; ditas de porta a 160;
ditas ecclesia ticasou de padi e, com a re-
ta deS. Tito tOO itis: na livraria n. 6
e 8, da praca Independencia.
LivrOo Qlassico8
Vendem-se os seguinles livro para as aulas pre-
paralorias : llislory of Rome 3?000, Thompson i?,
Paol et Virginie 4000 ; na praca da Independencia
ns. lie 8.
Meias de lila curias e com-
DE
Ilebrard relira-se para Franca.
Oflerece-se para qualquor dos eiigena- mais
perlo desla cidade um mojo muilo hbil par cur.n
rholericos : a tralar na rua Augusla n. 30, ou ni)1 '>
das Calcadas a. 8. >
pri(ia>.
I endem-se meias curia* e compridas, de laa, ca-
misolas de laa, cobertores grandes de dous pellos,
dilos de algodau lisos, proprios para escravos a 800
rs., bata superior a 720 o covado : na rua do Quei-
mado em frente do becco da Cougregacao, passando
a botica, a segunda loja n. 40.
Vendcm-e barricas com farinha de trigo da
|.i ronhecida marra \I\IM. muilo nova, e de quali-
dade igual a de Trieste, chegada agora de Cenova,
e por preco commodo : a fallar com Basto i\- Lo-
mos, rua do Trapiche n. 17.
Ceblas de Lisboa.
As ceblas ja se vendem mais baralas, e contina-
te a vender na Iravessa da Madre de Dos n. 21, ar-
mazem de Joao Marlins de Barro'.
No aterro da Boa-Vista n. 80, vende-se vinho
do Porto, Madeira, Moscatel e Selubal a I -mu en-
garrafado, aletria a 480, nacairo e lalhanm a 400
rs. a libra, azeile doce a .ViO a garrafa, ervilhas a
100 rs. a libra, sag' a :I20.
Vende-se a laberna n. I>S do paleo da Paz, fre-
guezia dos Afogados, com poucos fundos ; esla casa
be cm muilo bom local para negocio, c lem a seu
favor om bom rancho para malulos, o qual penenco
a dila laberna. e esla muilo afreguezada : quem a
pretender dirija-se a mesma que achara com quem
Iralar,
Vende-se por preco commodo uina armadlo
nova de loja desmanchada, sendo a madeira de lou-
roeo ballo todo de amarello : a Iralar na rua da
Madre de Dos u. :t(i.
Vendem-se craveiras de ludas as cores, muilo
em conla : ua rua -la Conceirao da Boa-Visla n. Ib'.
Vende-se superior chocolale do Lisboa em la-
las de 8 libras a 3)600, e dilas de i libras a liaOOO :
na travessa da Madre de Dos, armazem n, 5.
Sihir ao hoje da al-
fandega queijos londrinos, presuntos n-
glezes, bolachi as de soda e bisco i tos de
diversas qualidades, em latas grandes e
pequeas, conservas o mostarda, tudo se
vende a precos razoaveis : na rua do Col-
legio, taberna de Francisco Jos Leite.
Vende-se urna casa na rua de San-
Francisco de Olinda : a tratar no Kecile,
rua larga do Rosario n. 55.
Vende i) ama boa casa Ierren recenlemente
edilicada. lendo oulra mais pequea no fundo que
lamliem se vende, sila na rua Augusta u. :l : quem
pretender dirija-se'a mesma casa.
Bolachinhas linas para
< l iota,
ile excedente qualidade, chegadas ullimameulc de
Liverpool ; vendem-se em latas e as libras : na rua
do Collegio, taberna de Francisco Jos Leile.
'lho em saccas.
Vendem-se saccas com milho muilo novo, por ba-
rato proco : oa rua de Santa Bita, laberna u. 5,
Vende-se a ferramenta de um sapaleiro e mais
alguns perlcrircs do mesmo olcio, por prec,o com-
modo : na rua da Madre de Dos, laberna u. :I8.
Vende-se a laberna de Fra de Portas n. 88,
ein bom local, bem afreguezada, e aluguel rniumo-
ilo, lodo o arranjo se far : a Iralar com Manoel
Coelho I'iiihciro, rua do llrnm.
Va rua da Cruz n. 1, cscriplorio de Antonio
l.uiz de (lliveira Azevedo, vcudem-se as seguinles
obras: Dicliouaire de la Couversalion par une so-
cicl de savants el de gens de lertres soos la diroc-
tionde.M. W. Duclell, III voluntes; lialerie des
illuslres ronlemporains ; Les Femmes de la Rible,
par M. Darbuy.
Vendem-se livros para o I.-, >. e 3.- anuos da
l'acaldadc de Direito, assim como os livros de todos
os preparatorios, por precos mais bailo* do quo em
outia qualquer parle : no terceiro andar da casa da
esquina da rua do Rosario, defronle da igreja, a vol-
lar pan a rua do Qneimado.
Vende-se o eslabelecimenlo de buhar "lo pri-
mean andar da casa n. 2, na rua do Trapiche : a
rallar com os propriclarios do mesmo.
Vende-se Diccionario Theologico por Bergicr,
Dirrn Natural por Abroas (troduiido Direilo Na-
tural por Ferrar, llistory uf Romo por Thotnaa Mo-
reh, Virar o Wakelield, o Parai/o Perdido por Jo-
liiisiin Milln, Fables de la Fonlaiue, F:pislolie Ciee-
ronis, compendio de gengraphia por (iaulller, So-
puntada do Papa por Moreno, Direilo Publico ralporDr. Aulmn, Calera Piloresca da Historia
de Portugal, por muito barato prec_o : no aterro da
Boa-Visla, loja de ourives n. !8.
ttelog'ios
iugezes de pa-
tente,
"s melhore. fabricados em lnglalerra : em casa de
Ileury tiibsou : rua ila Cadeia do Recife o. 32.
LIQLTDACAO*.
U arremalanlc da loja de miudezas t roa dos
guarleisu. 21, qacreudo acabar ai miudezas que
exislem, vende baralo afim deliqoidar tem perda
de lempo.
Franja com hololat ara cortinados, peca
Papel paulado, resma, 'de peso)
Dilo de peso, resma
Lila de cores para bordar, libra
Pontos de bfalo para alisar, duzia
l'ivelas douradas para calca, urna
liroza de obreias muilo final
Lencos de seda finos, ricos padrocs
Caixade lindas de marca
Meias para senhora por
Penlesde tartaruga para segurar cabello
firozas de caaolas finas para pennas
Ditas de boles finos para casaca
Meias pretas para senhoia, duzia
Ditas ditas pira hnmem
Lacreencarnado muilo fino,libra
Papel de cores, maco de 20 quademos
Duzia derolxeles
Espedios de todos os nmeros, duzia
Liuhasde novellos grandes para bordar
Ricas fitas escocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura para homem
Ditas de seda n. 3, paca
Trancas deseda branca, vara
Caias de raiz, dozia
Pec,as de fitas de cs
l.apis finos, groza
Conl.io para vestido, libra
Tonca de hlonde para menino
Chiqoilos de merino bordados para menino
e oolros mintosarligos qoe te l.irnam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao a* duvidara
dar om pouquinho mait baralo a aquelle senhor le-
gista, qoe qoeira a dinheiro comprar mais baralo
do que se compra em primeira mSo.
ijfXK)
39000
23700
79000
:iooo
100
sorin
ISJOO
2*0
210
SKK10
2S4MNI
28000
:iS2tH)
94800
18800
600
720
2S300
18600
900
.15:100
:wo
400
una
300
28500
152011
1C200
tKHK)
Acham-se expostos a venda relogios
de ouro esmaltados muito lindos para as
senhoras de bom gosto, chegados pelo
ultimo navio de Franca, e por preco
muito commodo: na rua da Cruz .
2(, primeiro andar.
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja n. t, vendem-se por lodo
o preco fazendas de primeira qualidade, para acabar
n,1o se o I ha a prec.o.
Vendem-se licores de Absxnthc e
Kirsch, em calvas de 12 garrafas cada
urna, ltimamente chegado de Franca, e
por barato preco : na rua da Cniz 11.
'ti, primeiro andar.
Cassas francezas finas a
40 rs. o covado.
Cousas finas ede
bons gostos
HA LOJA DA BOA FAIA.
\ endem-se ricos toques com plomas, (minia e
espelho a 2?, lava* de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a 1j800 o par, dilas de seda ama-
relias e brancas para homem e senhora a 18280, di-
las de lorcal prelas e com bordados de cores a 800
rs. e 18200, ditas de fio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem c senhora a 00 rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa fazenda a 320,
leuciuhos de relroz de lodas as cores a 18, bracas de
laa para senhora a 10. pentes de tartaruga para
alar cabello, fazenda muito superior a .">8, dilos de
alisar lamhem de larlaruga a 38, ditos de verdadei-
ra bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 18280, dilos de alisar de bfalo, fazen-
da moilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pinladas para enancas de 1 a 3 annos a 18800
olpar, dilas de lio de Escocia tambem de bonitas
cores para criancas de I a 10 annos 3 320 o par. s-
pelhos para parede com eicellenlcs vidros a 500,
700, \0 e 18200, loocadores com pes a 18500, lilas
de velludo de lodas as cores a I60e2i0 a vara, es-
eovas finas para denles .1 100 rs., o finissimas a 500
rs., dilas finissimascnm cabo de marlim a Ib, iran-
ias de seda de lodas as cores e largoras a 320, OO e
500 rs. a vara, sapatinhos de lila para criancas de
bonitos padres a 210 e 320, aderecos prelos para
luto com brincos e allineles a 18, loucas prelas de
seda para criancas a 18, travessas das que se usam
para segurarcahcllu a ls, pislolinhas de metal para
criancas a 200 r.,., galheteiras para azeile e vinagre
a 28200, bandejas muilo linas e de lodos os lama-
nhos de 18, 28, 3f e i8, meias brancas finas para
senhora a 210 e 320 o par, dilas prelas muito boas
a 400 rs., ricas raixas para rape com riquissimas es-
lampas a 38 e 28500, meias de seda de cores para
homem a tiiO, charuleiras muilo'linas a 28, casles
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armaoo de ac,o praleados e dou-
rados.i 640, 1> e Ij200, lunetas rom aro de bfalo
e larlaruga a 500 rs. c 18, superiores e ricas benga-
liulias a 28, e a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos c grandes, fazenda muilo supe-
rior a tO, 800,18. 18200, 18500 e 23, atacadores de
cornalina para casaca a 320, penles muilo finos para
tuissa a 500, escovas tinas para cabello a 640, dilas
para casaca a fiO, capachos piulados para sala a
610, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e 340 o par, camisas de meia
muilo finas a 18 e 18200, tovas brancas eucorpadas
proprias para montarla a 210 o par, meias de cores
para senhora muilo forles a 220 o par, ricas aboioa-
duras de ntadreperola e de outras muitas qualidades
c goslos para rolletes e palitos a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas a odeles a 12(1, ricas fitas finas
lavradas e de todas as larguras, bicos linissimos de
bonitos padres e todas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de uoivas, tesouri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Alem de ludo isto outras muilissim.is cousas moilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodosos freguezes ja sa-
be ni: 1111 roa do Qoeimado, uosquatro cantos, na
In'in conhecida loja de miudezas da Boa Fama
A3$500
Vende-secal de Lisboa ullimameniechegada,as-
sim como polassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio 11. II.
Na rua do Crespo n. 3, vendem-se cas-
sas francezas linas a 2V0 rs. o covado.
Vende-se caf a 200 e a 210 rs: defronle da
casa da relaco n: 28.
Vende-se vinho bom a 3)000 rs. a ranada e
400 rs. a garrafa : na Travessa do Paraizo 11. 18.
J'ara se ler.
Vende-se lindas de meada do Porto, libra de re-
lroz, pomada, cotilas de osso, babados, Iranrelim de
relroz, coiius, e oolras miudezas, em porees mui-
to haraln, como botoes enfiados a 120 cada inf. Na
loja de F. A. de Pinho, em frente do Livramento.
Vende-se agu' fino em poVctjo e a relalho, por
preco commodo : na rua da Cadeia n. 28, defronle
da relac,ao.
\ende-te um bom e bonito cabriole!, com ar-
reios c cavados, tudo por preco minio commodo :
para ver, na cocheira do Sr. Joo Francisco, defron-
le da ordem terceira de S. Francisco, por bailo do
Gabinete Porluguez, e para ajoslar. na roa do Qoei-
mado, loja de miudezas da Boa Fama o. 33.
Vende-se na fundido de ferro de I). \V. Bmv-
man, na rua do Brum passando o chafariz, urna car-
1 roca ingina de duas rudas, nova, forte e lev*.
Para luto.
Corles de vestido de caa preta com 7 varas cada
om, do boaltoa padrea a 28000 : vende-se oa rua
do Crespo, loja da esquina que voll'a para a rua da
Cadeia.
Peni
de ema.
prunas de na
na rua da
las
Vendem-se muilo boas
da Cadeia do Recife 11. 57.
Cognac verdadeirn.
Vende-se cognac superior em garrafas
Cruz n. 13.
Cortes de cassa para oiem esta- de
LITO.
Vendem-se corles de cassa prela muito miuda,
por diminuto preco de 28 o corle, dilos de cassa chi-
ta de bom goslo a 2>, dilos a 280O, padres france-
zes, alpaca de seda de quadros de todas as qualida-
des a 720 rs. o covado. Lia para vestido lambrin de
quadros a 180 o ri.v.tdo ; todas estas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo n. (i.
Vende-se um cabriole! lodo piulado e forrado
de novo, com arreios, he bastante leve, seguro e bo-
nito': para ver, na rua do Hospicio, esquina do Ca-
ntaran, loja do Sr. Candido pintor le carros1, e a
Iratar, na rou do Collegio n. 21, primeiro andar.
Cartas france-
zas.
Vendem-se superiores cartas francezas para vol-
larcte a 500 rs. o baralho : na rua do Queimado,
loja de miudezas Boa lama n. 33.
bapatos de borracha.
No aterro da Roa-Visla, defronte da bonera n.
I i, he chegado un grande sortimento de tpalos de
borracha muilo proprios para a e-iac.io presente, lan-
o para homem como pan senhora, meninos e rre-
ninas, assim como um novo e completo sortimento
de calcados francezes, e de Nanle-, de lodas as qua-
lidades, e os bem conhecidas sapalos do Aracaly,
para homem como para menino, esleirs, cera e ve-
las de carnauba, as melhorea qoe de la lera viudo ;
assim como tima porrao de verde francez, ludo por
preco muito commodo, a troco de sedulas velbas.
Cassas pretas
Francezas
Vendem-se catata pretas francezas, muilo finas
na rua do Crespo, loja 11. 19.
Para v(Iracas.
Vendem-se vidros a 83 a caira : oa rua Nova n.
38, defronle da igreja da Conceictto dos Militares,
casa encarnada.
Vendem-se saceos grandes com milho a 39800,
feijao mulalinlio muito novo, velas de carnauba da
melhor fabrica do Aracaly, esleirs dila, oleo de ri-
cino em garrafas de 1 1|2 libras, em latas de 37 li-
bras, garrafas a I3, e ludo mais por preco commodo :
na rua do Vigario n. 5.
Vende-se o alquero de muito supe-
t ioi larinlia de Sania Catharuia, por me-
nor preco do (pie em outra qualquer par-
le: a bordo do brigue SAGITARIO, de-
fronte do trapiche do alf;odao, 011 na rua
do Collegio 11. 17, segundo andar.
A (8500.
\ endem-se saceos com farinha de mandioca, che-
gada do Rio de Janeiro pelo brigue uOamao, na
Iravessa da Madre de Dos, armazem n. 15.
Vende-se um relogio de ouro paten-
te meio cliroiiometro, de superior quali-
dade, proprio para mdicos, ao preco de
oO.sOOO reis: na rua da Cadeia do Reci-
fe n. r>7.
Vende-se om piano quasi novo, de Jacaranda,
e um tnucador de dilo, urna porcaa) de vidros de
cheiro do dilo loucador, ludo por preco muilo em
conla por scutlono|se retirar para fra ; pude-te pro-
curar na rua do Cabuga, loja de miudezas, que se
dir quem vende os ditos objectos ; t tambem ex-
iste um pente muilo bonito viudo de Franca para
senhora, por 20?, urna porrao de loucas para crian-
Ca, e una porrao de lila e cotilas de bordar, ludo por
preco muilo era conta.
Ainda evislem alguns ejemplares da Demons-
tracao dos Arls. do Cod. Com. com refeiencia nao
so entre si, mas tambem rom os avisos, portaras e
regulamenlos respeito ao mesmo Cod. Esla obra be
mui iuleressatile a lodos os ridadilos para os arios da
vida rcmmercial, principalmente aos lllm-. Srs. aca-
dmicos : vende-se tas lojas de livrot do Sr. Ricar-
do Frailas A; Cnmpauhia, rua do Collegio. e na do
Sr. Antonio Doraingues Ferrira, r-ia do Crespo, a
l|000 cada e-templar.
l\a California,
loja nova, na rua do Crespo, ao p do arco de Sanio
Antonio, vendem-se pecas de algodilozinho com ova-
ra USO, 1?, t5280 e IsliOO, e limpas a 28, alpaca
prela lavrada, sem defeilo, de palmos de largura
a 200 rs. e a 210 rs. o covado, muilo boa para quem
esla de lulo, muilo boas meias pretas de aluodao
para senhora a 400 rs dilas para homem a 280, cas-
sas piuladas francezas a 900 rs. o covado, corles de
dilas de (i \yl varas a I8f00, chales escocezes a SCO,
madapoln muilo bom a 2*500, S$600, 38200, 35000,
18800, 19, laJOO e .>SOO, e muilo lino a 5) ; assim
como mullas nutras fazendas, ludo muilo baralo, di-
nheiro a vista.
CHAROPE
DO
BOSQUE
I oi iran.feridn n deposito desle rharope ora a ho-
nra de Jote da Crut Santos, na roa Mna jj .
garrafas 58500. e men, :(jO01l. tendo (ai** lalo
aquelle que nSo for vendido netle denwMo.
que se faz o prsenle avito
IMPORTANTE PARA 0 PlIUCI.
Para corado phlysiea em lodosos se daterento.
graos, quer motivada por eonslipafAet, lotee, aoth-
daa, pleuriz. escarms de tancm, ilor do r iiladi o
peilo. palpitarte no corarSn, rnquelarhe.brt*>rti*a
ilr n.igarganla.e todas ai molestia tdot targe monaret.
Na \ al lias a contento.
Na rua da Cadeia do Rerito n. tu. rrmeire -
dar, eacriploro de Aototlo C. de Ahrea, roM-
nuam-se a vender a 8&000 o par preco S\. M
bem conhecidas e afamadas navalha* do (tria fta)u.
pelo hbil fabricante quo fot prendado oa ri^ieati ie
de Londres, as quaes alem de rtirrar
menle, naosesenlem no roste ao I
V"ndem-se rom a condirao de, nlnL
derem os compradores devolve-laiattj
YARAMUS E GRIBES,
I m lindo e variado sortimento de modotto tara
varamlat e gradaras de goslo mtderoMtrsoo : oa
ruinlic.in da Aurora, em Sanio Amaro^ OWOatBe-*-
to_da mesma. na rua do Brum.
RELOGIOS
Coliertos edescuberUta^pe
Hienoseraii ro, patente iitflez.
Veodem-te no escriplorio de Soalhall MotStr,
Companhia, na roa da Cadeia de Rento o. M oo
mais superiores relogios robertot e Itiithliloa. to-
quenos e grandes, de ooro. plenle insler. do ooa
dos melhore* fabrieaoles de Liverpool, hxtot falo
ultimo paquete inglez.
Em casa de Henrv Rrunn A C., na
rua da Cruz n. 10, ha' para vender um
fp ande sortimento de ouro do mdhor
jjosto, assim como relofjios de ouro de ssst-
tente.
Vendem-se dous pianos fortes das ja-
caranda', construeco vertical e coa lo-
dos os melhoramentos mais medente,
tendo v indo no ultimo na vio de Haaalsstr-
go : na rua da Cadeia, armazem n.*.
IECHANISIO PARA EIGE-
IHO.
NA FLXDigAO DE FERRO DO BKE-
MIEIRO DAVID W. ROWNIAM. rtA
KL"A DO RRLM. PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre om grande iriimenln det tesoaatta oaV
joclos de nirrhaoninn- proprios para enaatettioa, oao-
ber : moendas e meia moenda* do mais medente
ronslrucrao ; taixas de torro tendido o batido do
-uperior qualidade e de '*-----laotaohat. letaj
dentadas para agua oo animar*, do ledat oa mnn
COe* ; crivos e Imceat de tornalhae resnlro* de h.
eiro, aguilhoe*. bronzes, parafuto* ecavtlhoet, i
libo de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FINDICAO.
te eiecutam lodas ai ent-ommrodat com a soaa
ndade ja ronhecida. e com a devida ptrsteue <
modidade em preco.
Em casa de Henrv Rrunn 4C ru da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Rusta.
I nstrumentos poi a miisica.
Espedios com moldura,
(ilobos para jardins.
a deiras e solas para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
r
/
f
Cafe' ni o id o.
viW Vende-te caf moido sem mislura e de (v
Mh boa qualidade, a 3110 rs. a libra : n.i rua do U%
1Z Alecrim, rasa da esquina que vnlta para a
VjJJ Iravessa da rua Augusta. 9
@^^@@-@@@^
.Millio ein saccas.
Vendem-se saccas com milho, por barato preco:
oa rua da Cadeia do Kecfe, loja n. 23.
Vende-se urna parle de urna casa sila na rua
do Fogo : quem a preleuder dirija-se a loja da rua
Nova n. 56.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora cm Sanio
Amaro, e tambem no DEPOSITO im
rua rio Rrum logo na entrada, e defron-
le do Arsenal de Maiinba ha" sempre
um grande sortimento de taiebat tanto
de labrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes. (enueiMs,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
eustein guindastes, para cirregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao os mais commodos.
C. STARR&C.
respeilosaraenle tnnnnriam qoe oo seo eileaoe n-
abclecinieuto em Sanio Aniaro.roniiniiam a I
com a maior pcrfen.an e promps ao. leda a i
de de marhii.ismo para o uso ...i acidalia
*egaeao e manuraclura; e qoe para maior i
de seus numerosos freguezes e do publico em peral,
leem aberto em um dos grandes armaren- de Sr.
Mesquila na rua do Krum. alrai de arsenal de au-
rinha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seo eslabelecimealo.
All aeliarAu os compradores am coaiplel* tarli-
raenlo de moendas de canoa, com lodot o* mclhuea
metilos ,alguns delles novot e origina de qoe a
experiencia de mullos annos lem motlradv
-idade. Machinas de vapor de bana a alia |
taixas de todo lamanlio. tanto batida* rata toadi.
das, carros de mAoe dilos para romlaair forma de
asstirar, marliinas para moer mandioca, pi i wat po-
ra dilo. toraat de ferro balido para farinha, arada* Oo
ferro da mais approvada eonslrorr**. fundn* aera
alambiques, crivos e norias para ieraalhat. o ama
inlinidade de obras de Ierro, que seria eni
enumerar. No mesm dcpotito eiifte urna
inlelligenle e hahililada para rereber lodaa |_
cominendas, ele, ele, que os annuncianle* enfrian-
do com a capacidade de suas oilii ina-e marhiaiaaH,
e pericia de seas ofliciaet, ot comprotaelteai a totee
ejecutar, com maior presteza, perfeicao, e riada
ron I orn i dado rom os modelos ou deteahet.e iaelrar-
{00* que Ihes forem fornecidas.
MOENDAS SUPERIOR.
Na ftindiciio de C. Stai-r & Companhia
eui Santo Amaro, aclia-sc para, vender
moendas de cannas todas de ferro, de uta
modello e construeco muito tuperiore.
ARADOS DE FERRO.
Na iindicao' de C. Starr. h C. ea>
Santo Amaro acba-se para vender ara
dos c1'ferro de "~ir- qualidade.
MEIAS DE I.AW.
> endem-se superiores roeiat do toa, por tareco
commodo : na roa .Nova, loja n. 20.
Vndese snperior cato de primeira orle, da
Rio de Janeiro : na luja do l'aweio paMice a. II,
de Firmiano Jos Kodrigoet Ferrira.
Vende-se a laberna tila na roa da "noiall
\elha n. 101, qoe fazesquina pera o beeea'u
a qual vera a ficar em muilo hom loral per
da passaeem da ponto onva : traa te na neoo
na paitara n. :tX.
Vende-se 1 soto. 2 cadeiras, 1
Jacaranda : na rua Direila n. 19,
vende.
mesa.
se dir
leda do
No dia 17 do rorrete mea tocio do aheite 7-
signado urna escrava rrioola. por nome tbrgarida,
que reprsenla ler tOannot de idade. de r.ialura re-
gular, arhava-se em convalrsrenca de ama grave
enfermtdade qoe leve ; levoo orna Iroava de roana
delta, e consta que esll aconlada : qaeta a liver,
pagara perdat e damno*.
Francisco de Paola Carneire Leao.
No dia 13 do crranle mez lugio da caa de tea
senhor um mulato por nome Sarerino. qae repreaent
lo ler 21) annos de idade, estatura resalar, rhei de
corpo, hastante claro, sem h.rti.,, rnsin ros marra-
de bevigas levou camisa de bata, ralea dr algndto
e um Barita de pelle de carneiro com algama roepa
branca, he nalur.,1 do Brejo de Ana, e foi etrrave
do Sr. Manoel Francisco Alves Itoma : roga-te o
qualquer capitn de campo ou quem quer qae eje
que delle liver noticia, o favoi dr o r.meller. e
senhor l.uiz Jos da Olla Amorim, no Rerin?. rao
da Madre de lieos n. >. qae alem dat desperat te
gralilirara os portadores.
Contina andar togida a preta Mereaeia, rrl-
onla, idade de 2S a 30 auno-, poere *! ontmena
rom os ligases seguinles : falla de dente* na freato ,
una das orelhas rasgada proveniente des hnecuat.
quem a pegar leve-a a rua do IW un, araurm de
assurar o. 12, qoe ser bem gratificado.
PERN.: TYP. DB M. F. DB FABIt 1S
/

I
I
4



DATA INCORRETA
MUTIE7DD"
ILEGIVEL


Full Text
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