Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07326


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Full Text
ANKO \X.\II. N. 81.
.
Por inc/.es adiantailos *f000.
Por 3 mezea vencidos 4*500.
DIARIO
QUINTA IUI!\ 3 ft; ABRIL lii: IK5C.
Por auno adiantndo 15x00(1.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCAO' NO NORTE-
Parahlbe, o Sr. Servaiio T. di Natividad*; NaUl, 8r. Joi-
uim I. Perelr* Jnior; Arcala/, o Sr. A. da Lemoi Braja ;
Ceara, oSr. J. Jote deOlireira ; M.iranhao, o 6r. Joaquim Mar-
qum Rodriguaa; Piauhv, o Sr. Domingoi Berculano A. Peuoa
tartn; Par*, o Si. Juliano J. Itamoi; Amaionai, 8r. Jaie-
jm* da Coala.
PARTIDA DOS CORHEIOS.
Olinda .- lodoi o diai.
Cunara .Bonito a Garanhuna: noadiail 15.
Villa-Bella, Boa-Viita.Eiu'tOurieury : a 1328,
Guiannae Parahiba : legunda* leilai-feira*.
Vietorla Natal : nu quinlai-feirai.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal doeommercio : quartai* labbadoi.
Relar.no lerras-feirai a labbadofl,
Fazenda : quartai aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do eommercio: legunda ai 10 buraa a quintas ao meio-dia.
Juizo deorphaoi : legunda quintal ai 10 horas.
JPrimeira vara do eivel: legundaa a aextai ao meio-dia.
[Segunda rara da cual quartai a ubbailoi ao melo-dla.
LPIIEMKItlIlLS DO MEZ DE ABRIL.
I Loa ora ai 4 horai, 25 minotoi, 48 legundoi da manhaa.
1S yuarto crescenle ai 3 horas, 27 minuto! e 48 segundoida m.
JO t.uacheiaai6horas,5rninuioies,8iegundoida raanhia
17 Ouarlo minguanteai 9 horai,7 minutoia 48 legundoida lar
Drf i o, l'K&AUAK DEIIOJE.
l'nmiira ,is 1 borsa a 34 minutoida Urde.
Segunda t- 3 horas a 18 minutoida manhaa.
DAS da SEMANA.
31 Segunde. Os Prazeres da SS. Virgcm Mu de Dos.
1 Terca. S. Macario: S. Quitiniano ; S. Volcricoab.
2 Ouarta. S. Francisco de Paula fundador dos religiosos M.
3 Quinta. S. Prancacto b. ; Ss. Benigno e Vulpiniano tnm.
4 Sexta. S. l/idoro are. douclor da lgreja ; S. Agaibopodis,
3 Sabbado. S. Viccnlo Ferrer ; S. Ira v. m. ; S. /enon ni.
6 Domingo do Bom Pastor e segnndo depois de Pascoa.
EXTERIOR.
enca dos espines pnrtugupz.es para Lisboa e Porto
il antes emprendo! no Iralico da esrravatura para
os porlos do Brasil, fet descer ron-nleravelmcnleo
prero do dmheiro. As propriedades adquirirn)
maior valor ; as lransacrf.es lornaram-sc mais facis
e por coosequencia mais numerosas. Ein summa,
i:.\(.\ititi:t;\iMis d\ M'WMWirrAft wmi..
Alagou, o Sr. < .laudtno Palea* Dial: labia, *.*>.
Ra di Ja nitro, o Sr. Joio Prrura Martina.
KM I'l.llWMItl LO.
O proprlatarlo do DIARIO Manocl Figuairoa o* Faia, na nao
Mira na Pnca da Independencia u I !.
MVC.ao. '
limo* nolirias desla cidade de meado Je Janeiro.
Uonve all um grande desastre. l"ui presa das cha-
mas no dial quasi ludo o'bairro chamado basar! s'"nal mais visivel d prosperidade de um paiz,
chinea, onde vive amontoada a popularlo chiin de imposto indirecto acensa pin lodas as suas ramili-
Macao, n.lo menor de:lO:0(Kt almas. Huiro incen-1# amiuho decidido para o progresso lito
dio menos devastador, porem mais liorrivel, occor- i laboriosamente procurado.
reu tamben) no mesmo dia. Deamhos.l promenorps, I >c facto snbsistcm ainda grandes diflicoldades
oarligo que adianto transcrevemos di. Bulletim "//'- I hnanceira* ; mas. he de crer que nem excedeni a
ca I de 5 Janeiro; mas segundo informarles partcula-1 medida das forjas do governo, nem sobretodo os
rea, na realidad- as perdas ubiam a mais do um i recursos do poil. Sem irmoi minio lonco da ver-
inilh.lu de patacas, ou cima de I :U00 cotilos de ri*. | dade pode afirmarse que nenhiim paiz da Kurop
A fazenda publica muilo perde, deixando de cobrar e^,a noJe destinado como Portugal, a receber das
importantes imposto), e s particulares .i estavam
.via frreas urna transformado completa. De facto.
coinmnnicarjio ; em parle alguma a produce. en-
ronlrava siniilliaitles emharajos de transporte e ex-
pcdijii. Do Porto e de alguna puulos do liltoral,
os productos sao transportados por mar Lisboa por
meio da navegaj.lo cosletri ; n'um raio pouco ex-
tenso das trras crrcomvninhu chegam em pesados
vehculos, cuj forma primitiva parece lomada dos
lempos bblicos; do interior n.1i vem e limtam-se
terrosamente ao ronsnmo local.
Este desastroso estado farao cessar os canutillos
le ierro e as estradas. Com is grandes linhas em-
prVIiendidos e as vias secundarias, que serio o seu
neressario romplemento, o habilante das provincias
enrratadas no interior pasar mais fanlmemte Ires
mil reis de imposto do que paja hoje mil reis sol as
condires que uneram o seu Irabalho. Os sacrili-
rios que o governo exise ao paiz para Ihe dar movi-
mento alo apenas temporarios, e deven) fornecer
ampias compensarles no futuro. ..
soffrendo bastante eom a caresta dos vveres, que. "enhum paiz appresenlava isual carencia de vas de
este saocesso araio aagmenlar.
janla de justira proveu no igzravo contra e ju-
iz do direilo, inlerposlo pelo negociante Jos Vicen-
te Jorge e pelo interprete do governo, Jo3o Rodri-
gues, que tmham sido pronunciados como implica-
dos nuina supposta negori.c.ao de venda de crean-
jaa clnns para a ilha de Cuba. A junta nao juljou
procedentes os fundamentos da pronuncia, e termi-
non este processo, que moito ocenpara a allemMo
poblica em Macuo.
Ero 211 de dezembrn hou\e grandes festejos ua
cidade para celebrar a arriamar.iod sr. II.-Pedro
V.; do que daremos circumsl.iu'ciada noticia n'onlra
occasio, para nao mistorar narrativas de desastres
com iissnmplos festivos.
Eis o que se Ir no citado Ballolim de Macao:
u Acabamos de presenciar honlem de larde unt
lerrivel incendio, como nunca aliles se vio nesla
pequea cidade. O fogo comerou pela urna hora
o tres quai ros o'uma das boticas ,tojas chinas, no
centro do bazar. O vento, qne soprava um pouco
resco do norte, fez com que a chamma espalhasse
com extraordinaria velocdade por lodos os lados do
bazar. As ."> horas, mudando o vento para lesle,
o ogo avanrou com maior forja sobre as boticas do
Matapim. As 6 e meia tornou oulra vez ao norte,
e o fogo foi procredind petas travessas de S. Do-
mingos, roa de Iluinlai, e a Iravessa do Tronco. O
ei-convenlo de S. Domingos esleve a ponto de ar-
der, porem urna bomba collocada na iarejn fez mu-
ravilhosos eireilos. O jncemlo durou por toda a
noite. e consumi quasi todo o bazar, deixando s
do pe algumas boticas da parle do norte e do sul.
Damos como um calclo mais aproximado o nume-
ro de 600 bolic.is incendiadas ; co valor de pro-
priedades destruidas a mais de meiomilhao de pata-
cas. Todo o auxilio necessario foi prestado pelos
cidadilos nesla occasiao ; comtudo os valiosos servi-
cos prestados pelas guarnicf.es das fragatas france-
r.*s i in/imr c Conttanloie mnilo coniibuiram pa-
ra livrar loda a cidade da critica posiejo em que se
acbava.
No momento em i|ue mandamos esla narraran ao
prelo (, e Ires qoartos da noite a iareja de "Santo
Antonio deu signal de um outro incendio, e lie na
nossa visinhanja Urnas quasi Un) embarcaos
laucas', deutro de mu muro do Tarrafeiro. que
serviam de casas a cerla classe de clijnas. irdoram
em poucos minutos. A porta deste muro eslava fe-
chada chave quaudo comejou o togo, com a forra
de marlellada conseguio abrir um postigo, donde
podiam apenas sabir um por um com a linda de
qoalro nessons ,,,. eslavom por tora; infelizmente
o lompo n3n sulliciente para salvar a lodos daquella
desgrarada prisao, 17 inullieres, e rreanras perecc-
ram viclimas das chammas.
Muilo lamentamos ao ver estado daquelles ca-
dveres no kigar em que os encontramos, muito
mais iiaivl^ nos leml.ramos da dcsesperar-lo com
qao procuravam aquellos nileli7.es. no intio "de gri-
tos e pernios, livrar-se daquella calamidade. n
llecolw_M de Setimbro.)
lo Moniteur, jornal ollicial do imperio Iraucez
extrahe Rerolnra de selsmbro, o aseauinle, inserto
na parle nao ollicial:
A situar.lo de l'orlusal ollerece actualmente vi-
vo interesse : qualro anuos da Iranquillidade c de
paz interna iudicam Icrem-se aquietado os nimos
e asseguram delinilivamente ao paiz novos desli-
nos.
O mal de que Portacil tem .soltrido muilissi-
mo mais do que oulro qualquer estado da Eurosa,
lie a dilliciilda le das cummunicarOes. He hoje um
di priucipaes desvelos do seu governo prover de
remedio esta situarao e dotar o paiz. com estradas
e raminhos de ferro. Por veiet repelidas lem sido
censurado o actual ministerio por haver sacrificado
ludo a este intuilu, e para consegui-ln lnno*r-OB na
adopcaode medidas, que a prudencia nem semprr
acouselliava. Os faclos encarregam-se hoje de res-
ponder a esles arguires.
He sabido qual "i somma de capilies de que
carece a organisarflo llmuiceira dos raminhos de fer-
ro. O estado da fazenda publico nao s vedava to-
do o crdito, mas ato deixava prever o momento
CORRESPONDENCIAS imi IIiimum de
PERXAMItrCO.
H.VMBIRGO.
~.de marro.
Desde que esta certa aeeitarao dasproposirf.es
de paz austracas pela Hussia, e haver ;i mesilla lido
ratificada pelo protocolo lavrado em Vienna no da
l.o de fevereiro, o que mais preoecupou aos esp-
ritus foi a quesiao de parlicipar.lo da Prussia e da
Alleinmil,, as ronferenrias de Pars.
A rousequeucia disso foi nina mu animada Iror.a
de notas entre a Austria e i t'russia. e urnas .liscus-
ses da Dieta em Francfort durante quator/.p dias.
Em IX de Janeiro Austria partinpau ollicial-
inenlc ao gabinete prussiauo a iceitarao pela Rus-
aia, expriinindu ao mesme lempo o de'sejo e a espe-
ranra que a Prussia seguira a poltica do aabinele
de \ ieiiua. tanto mii> depois de haver ella feito va-
ler a sna iiillueucia em S. IVtershurao i favor da
aceilarao das proposircs ,i,> pal austnaras. A ..
posla da Prussia leve lugar em 2(i de Janeiro, ma
itifestan lo a sua satisfai.-ao a respeito das novas ps-
peranras de paz. e declarando a sua pnunpldao
para arear as proposijes aiislriacas, e para coope-
rar paro a eonclosfo da paz as conferencias, no,
caso de ser olla convidada para as mesmas.
Anlesde chegar essa re-posta a Vienna, appare-
reu em Berlim nina oulra ola do gabinete austra-
co, pela qual a|Austna rummuiiicava a Prussia as
proimsia que ia apresenlar .i Dicta alleimla i res-
l'omo rorro o htalo, mas nao se sabeoflicialmcntp,
leve isso lugar e hoiiveram secnas mu violentas, mas
nenhuma oloro das dillerentes qncsloes. As exi-
gencias sao: naoseleslabelecerem de novolas'.forlifira-
roc. das sclias de Aland, a entrega de kars aos Tur-
cos, a rectilicarao das fronleiras torro-asialie.is, be
como alsuiis querem dizer urna iudemnisarjo a Tur-
qua pelas despezas da guerra. A Kumi, segundo
se diz, rerusra todas essas exigencias na seso de
2S de fevpreiro, e a respeito do Kars, eslava promp-
ta pora entregar essa fortaleza, mas ll debaiio da
coiidii;ao de orna compensaran,ao que os representan-
les das Potencial Occideutaes so appuzeram decidi-
damente. Del.aixo dessas rircumslaiicias todo o mun-
doesUi impaciente par vor a talla eam qn o Im-
perador N.ipole.lo abrir hoje (3' o oorpo tegislalivo
em Pars.
Ein quanlo aos negocios internos da Allcmanha,
muito se falla nesle momenlo de um prore-so pon-
denle per.into o Irilmnal de eslado em llerlim. He
o semiinlp, era poucas palavras :
do aunopassadu os enviados das potencias ocr-
denlaes em Berlim, souberam procurar-se ascoro-
raunicarfies secretas do enearrogade militar da Prus-
sia em S. Peterabnrgo .i respeito da posir.lo dos
Russos nos dillerentes Ihcalros da guerra. Panada
algum lempo alzumas expreisfics da imprensa dos
alnados, c lambem a| falla do imperador Napoleao,
Ii't un nascer na Russia a suspeila, de que havia
quera communicasse Tranca e Inglaterra, os se-
gredos do gabinete de S. Pelersburgo.
A inquirirn feta em Berlim leve por resudado,
que se achou que se havia extraviado aos chafes do
partido russo na Prussia. os Srs. de (erlach oNie-
buhr cerlos papis, para d'elles dar copias aos envia-
dos dos alliados. Forana presos os criados dos Srs.
de Gerlach e Niebuhr. sem que isso levasse a desco-
berli do verdadeiro autor desse roubo.
Pouco i pouco descobriram-se mais indicios, ej.i
se falla de empregadns de alta posifi > compromelli-
dos nesse rrime. Mas a cousa nao parou nisso. l.'m
ompregodo superior, cujo nomo se rilara nesse ar-
cusarao 13o deshonrosa, dirigi um memorial de de-
feza aos srus immedialos chefes. dando della copia
ligaos amigos. Dessa maneira appareceram cnusas
mui singulares, e acham-se cnmprometlidas nesse
roobo algumas personagens de elevada posico. que
tralialharam com o cmplelo apparelho de ladrf.ps,
chavos falsas elr. ele. Primeiramente je dizia que n
negocio seria abatollo para evitar o escndalo, mas
agora se diz. que el-rei ordenara a inquirir/io. O ne-
gocio he lao publico, que ja nao poderia ser aba-
lado.
Nao vou entrar no delalho das discussoes das c-
maras priissianas na ultima semana referindo s o
mais soliente. A consliloirao de IKiK aboli a ie-
m nhoria policial dos fazendriroslidalgos. os qnaes
re,, 'lesdo o principio cnmer.aram a luiar contra essa ile-
ua- tonninarao. Na presente leasSo das ramaras o par-
tido feudal jelgava finalmente viudo o momenlo fa-
voravel, e fez. urna prnposla nesse sentido. IKsea-
lio-sc esa proposta no mez passado e apesar da h-
bil oppose,an feita pela minora da cmara aos ata-
ques do partido feudal, a maioria de votos do part
do unido do overno c dos lidalgos eonsegaio a an-
niillaran Ha dito delermiuacao da conltuira"o, eo
reslahelerimenlo do anligo" poder policial dos pro-
pietarioslidalgos.
Da Austria ha pourn a di/er acerca de negoeiof
polilicos, lauto mais all lloresrem boje os negocios
que hi sido
glez
calta
emp
peilo da qucslo orieulal, convidando a Prussia para
apnia-las.
Em II de fevereiro a Prussia respnndeu. declarar, i maleriaes p at.sorvem lodo o interesse. (.raras as es-
qoeuria nbrigada da acceilicao pela Russia das pro-
posiroes d'AusIria. Nada revela quanlo a paz defi-
nitiva,mas tem a vanlagem de embargar a eltosao de
sangue humano, na vespera de urna pacifirarao pro-
vavel e prxima, e ao mesmo lempo torna as delibe-
rarles mais facis e mais seguas, maniendo no sla-
A decido do rongri'S-o foi nnuiedi llmenle Irans-
mitlida por todas as vias lelegrapliicas ao Ihcalro da
guerra : chegou a' Crimea a 2>> de fevereiro, c um
despacho do marechal P*lissirr, publicado esta ma-
nhaa. aniiuncia que a -28, em urna conl'erenria ha-
vida sobre o convez de Rarl'ie entre os chefes do
eslado motor dos exorciM* adiados, e o general
1'chimeH', enviado pelo general em r.hefe do eserci-
lo russo, foi decidido que haveria suspensao com-
pleta de hostilidades.
Eis-ahi pois um primeiro ponto regulado, e urna
causa de aiiimosidade supprimida entre as parles
beligerantes. Resta agora a discutir lodos os pro-
menores das cinco proposi^es austracas, e lxar os
preliminares da paz, depuis o tratado definitivo. A
este respeito espalham-ss mullos boatos, mas que
nao lem especie alguma de consistencia, e que he
inteiraineile iutilil reproduiir. O que he claro, be
que a obra da paz he laboriosa, que marcha com
lenii l.ln. masque cora o espirito de moderaC/lo, que
haoapresenlado a Russia e a Franca, sera levada a
bom i lliilo. Talvez que seja necessario prolongar
o armisticio, mas lodos os homens rellectidos. estao
convencidos de que a guerra nao ser rrnovada.
Esperava-se que o discurso do imperador, na a-
bertuia da ses'ao legislativa derramasse alguma luz
sobre os (rahalhos do congresso : eapeetlllva do
publico loi Hedida, mas nem por isso esse discurso
deixa de ler grande importancia, pois que esclare-
ce maravilhosameiite a ~itii.ir.io da Europa : eis-aqui
o respectivo texto :
Senhores senadores e deputados.
o A ultima vez que vos couvoquei. grandes pre-
oceupates nos doiniuavam. Os exercilns alliados
s esalfavam em um assedio, em que a obstinaran
di defeza lazia duvidar do Iriumpho.
A Europa incertl pareca aguardar o fim da
lula antes de prononciar-se.
o Para sustentar a guerra, pedia-vos cu tim em-
prestimo, que des votar agora, posto que pode-se
parecer excessivo. A elevara do preso dos vive-
res amearava as Classea laboriosas com una penuria
gcral. e urna pcrliirbarao nosvslema monetario f.t-
zia rerear o amortocimento das Irausarrcs c do
Irabalho.
Em virludc do vosso conrurso. as-im romo da
energa desenvolvida em Irania o na Inglaterra,
ein virludc especialmente doapoio da Piovideucia.
estes perigos, seu.lo lem inleiraineute desappareci-
do, estao pela mor parte conjurados.
" l'm grande feito d'armas veio decidir, em fa-
vor dos exerrilos alliados, urna lula sanronla, sem
exemplo na historia. A opinifo da Europa se pro- .,,
nuucniu aherlamente. Ein toda parle as noasas al- -!,.,'..
i. ,,,,.,. n.in...inr....____.._i:i__.._ .. .___- i nao uever
ha sido duplirada. Cora lude, o gabinete in- | reclamar ronlra tal medida, nem consto que os pro- I provavel, e ale ha quem veja naqurlle cw In
lia silo nl.ri.Ml a recorrer a-cu crdito, e a- prielanos licassem arromados. I parecer mais a guerra do que a paz
de concluir rom a casa de Rolsrluld um novo Os clamores do partido agrcola sao na serdade : Seja como for. a Europa spera gnu aolaca*
re.ilim.. ,, milhoes de libras t*lerllua*. desli- exagerados, pois que a le que se propoe nao l.ecilica e a Inglaterra espera e Iraos-a mai
nano : sii-laz.er as despezas da guerra durante inleiramenle liberal, mas sun proteccionista. Ccm ; cuidam de preparar-** para a g*erra," -fin
a mezea de marco e abril. res de direilo por cem queres imporlad.es pelos mais forra as conferencia* ai propala, (tes
I ni debato curioso, que em oulros lempos, faria I porlos seceos, e 200 rs. pelos porlos molhados quaii- bailadores.
nao so des-
do tere
da acao aaa-
grande bulla, leve lugar ulliinamenle. enlre a ca- do o prero for.. regular, he um favor a agricultura. A Porta araba de dar um griad* n
man dos lorda e o ministerio I'alinerslou. que foi I e tanto se leve em vista favorerr-la que| os direilos | da do progress,,, e iwlo qual mosira ct
complelam ule balido. I sondo de om direilo que I sao elevados ao duplo logo que o trieo de primeira I espirito liberal de qne o governo dan
passo na eslra-
aranenl* o
daqactl*
Hie perteace, mas que pareca prescnplo, por que a ; qudidade baixar em Lisboa d-:.'.nn rs. eila animado
coroa nao se servi. delle'.ha mais de dous serutos, Mas se as nossas leis erara Iprohibiciouislas nao Ooero f.ill.r do liman nublicad* t*te ia*rjH**%>r
a rainha \ irlori... por eonsrll.o dos ministro., no- | admiro que os agrcolas se revollem contra proter- em qne -e declarara abolidas ., di-linccoei. tSmm
meara u.n celebre jurisconsulto do Londres, s.r Ja- I Co. He sempic assim. Nao ha rl-sso que nao go.te rama, oes enlre rhri.ljZ Inu'l
mes l.irke para a dignidale de par vitalicio. I ,ila de vivor i. costa das oultas.e se por acaso Ihe men- iro. s'.lo admi.ivp|. ao. euicre--
opposir.lo mu violenta se organisou iminediatameii I dem o- teas interesse* para lieneliciir a coinmum- para serem niiaiialMlai
le na cmara dos lords, que vio nesla nnmearo urna i dade, gritara enlao que se prejudica a sonedade, lustica, iguaes perant. ..Vise,
ameara dirigida contra os seus privilegios. Lord l.\ tid-1 coiifuiidin.lo assim o tem de alguns com o liem de ro milar. Eslalieiece-se ("ualdi
hursl. o anligo chaureller dos lories.se tornou oorgoi todos.
d sla opposirao. e ao mesmo lempo que reconhecia o I As queslf.es de Imane i nao vieram anda ,t ds-
merito do novo lord, que a ramara arolhia volunta- | rossao. nem vir-io Uto cedo. Tem havido grandes de-
liamenle cornao ltalo de par hereditario, exigi que j bates na commissAo e islo lem dado lugar a muilos
boatos de rnse ministerial. Atoja houve um jornal
manos. I m m-
o. a|
iguaes peraarte tti
fosse admilliilo com o titulo vitalicio, para najodei
putar um precedente perigoso. Lsla propo-
s^ao foi votada por grande mainria. Aiuda nao so
sane que resolurao lomara o ministerio.
Achamo-uos aqu BlCapeetativl de urna cventuoli-
dade, que preorcupa quasi lano o publicoito Franra,
como o proprio congresso da paz. lie no mez "le
marco que a imperalriz deve ler o sen hora surcesso:
o periodo dos nove mezes se acaba, e mais redo ou
mais lardo espera-ce ouvir o ranh.lo dos Invalid
eolios e liberdade de ronsciencia. O que ma sa-
ber he se as boas inlenrf.e. do governo poder**) Mr
execurau. e se o partido turco nao reatara caattra
lio sabia, determinarf.es.
' allava-se em Caris de um novo ronsresao, aa
. M ----- ----J------------ "---------" .. D. ,. III Bill >*,,
ao I orto que deu como positiva a tormarao -le um i qual seria admilli la a Russia. onde ti
ministerio em que enlrava o PaaNM Manuel c Mel- | modificar os tratados de IMS. Esta noliria. p*-
' rcm. nao se confirma.
lo e Carvalho.
Pomo asseg'irar-lhe qne lodos esaei boatos sao fal-
sos e que apezar da grande opuosirSo que possa fa-
zer o Passos, as medulas do Featea passarao :om
algumas modifica^oes. Ao idoiios he esla a opiuiao
geral.
tirios, j O que ha de mais duro em todas as medidas, he, ra. toram absolvidos. senibVparV notar"
que annuncia os nascimentos dos |irincipe. Segundo | como |a Ihe disse. a $2 do arl. J do convenio de os jurisconsultos volaran, a favor e toda
o costme fir ouvir 101 tiros, ou smenle -Jl ; ha | l.ondre, eo arl. 3. Pelo da-se direilo al um por
em Paris grande alegria. ou grande deceprao, pois | rento aos credores eslrangeiros quaudo a nossa re-
qui.', segiind > i. numero dos lines. saberemos, se le- ceita exceder a despeza. pelo artigo :l da-se o exclu-
des
mos um berdeiro do thronn imperial, ou somenle
uina priuceza. O futuro da Franra Jcsl lalvez li-
gado a esle misterioso surcesso, e os amigos, assim
como os inimigos da dvnaslia imperial se achain
em urna auciosa especlaliva.
Nenhiim facto importante, atora aquelles que se
prendera a paz, ou a guerra, se realisou na Europa,
dorante esla qiiinzena.
A lletpinha e a Alleminhl, os diversos estados da
llalla, se arliam Irauquillos e pa cspeclali\a das
resolurf.es. que forcm tontadas em Paria.
A minlia ultima carta de 20 de feveiro Ihe foi re-
medida pelo vapor que parti do Havre a -J">. Es-
pero que llie rhegue pourus dias miles desla, e
que esle novo serviro fonrrioitara regularmente.
do de novo estar ella prompla pan .tceilar c.s
punios das proposires austracas, que m
do se pronanciarii nn Diea j.ll''niijiti
coinludo que jolgava m lito .i.v:Ma1
representarao da Dieta em Paiis!^^\n. ., ,it
.eittmi emcj.useiiuenria as ftaaopropoatai em Frans
forl no dia 7 le fevereiro.
Essas propo-tas loram enlregiies a commissao da
Diela aocarregadl dos negocios militares e orien-
laes, a qual fe/, o sen relalorio era de fevereiro.
A represenl.icao especial da Diela lias ronferen-
cias de Paris. lembrada pela Prussia em seu despa-
cho de i! de fevereiro, segundo lodas as apparencias
tena encoutredo a mais decidida opposi;u de par-
le dai potencias occidenlaes. e por isso o relalorio
da commissao nao se ocenpuo mais della. mas em-
quauto a appropriacto dos cinco pontos das propo-
sires aiistriacas, ella se pronoi.oioa ein tormos mu
indeterminados c vagos. A commissn nao rejcila-
va purainculo a areilaro. mas usava de rrtpreaaOw
19o diividosas. que propriameiile nao dizia nada.
O relalorio nao eia seno um rompromisso para sa-
listozer as ideas divergentes da Austria e da Prus-
sia. A Dieta nnaiiimemeiile aceilou essa decla-
rarlo.
^ De certo a rommissaa leria dado urna declarado
dillereiite e mais positiva, se nao se livesse entretan-
to mudado a posirao da Prussia. A Prussia linba
declarado claramente, que eslava prompla para ado-
ptar as ditas proposires. e que esperava nesse sen-
tido que a Dieta sen convidada para lomar parle
as coolerenrias de Pars. Ella declarou isso por
las vezes, em -J(i de Janeiro e ;l de fevereiro. a al
prranras de [taz e gracia ao desenvolvimeuti. de
lo las as empre/.is lodoitrlae*, o agio da prlla que
mez de abril do anuo passado era de S por ren-
Ii,ine.is se cslenderam < cOIHOlidlVlO). O lerrciro
emprestiroo foi salisreit sem difflcoldades. O paiz
pruviiu de novo a sua conlianra, subscrevendo para
una somma cinco vezes miior do que aquella que
eu pedia.
o O paiz supporlou com admiravcl resignaran os
sollrimenlos inseperaveis da caresta dos vveres,
soll'rimeiil.s allegados lodavia pela caridade parli-
rolar, pelo telo das municipalidades e pelos dez mi-
lltes distribuidos cora os departamentos.
lloje ai entradas de trigo estrangeiro produzem
una baixa sensivcl. Os receios nascidns do
LISBOA.
l:l de marco.
Os (ral.albos das cmaras lera olferecido pouco
interesse. e assim continuaro al queprincipiem os
debates sobre as alias questes de liiiaiir.is, que esla.i
sujeilas ao corpo legislativo.
A cmara dos pares depois de ler gasto lanos
dias rom a re-posta ao discurso da roroa, jutgoa
fadigir-se com a dKcas*Ho relali\ a lei
ivo des euipieslimos tuturos a Mrs. Thornlou,
Fon Id c Charles Deroux.
Ora. o direilo concedido pelo paragrapbo pu-
do vira ser uina arma lerrivel na mo dos credores
inglezes e molivo de serias complicarf.es diplomti-
cas. O artigo 3.a pode vir a ser um peso alroz a que
uos vamos sugeitar e origera de gr.ivissimos prejui-
zos; mas eu creio, que ilaulu-se oulra redaerjo
aquellas rondirf.es, loruando-so mais claro o seu
sentido, lodos os inconvenientes se piidem evitar.
Veremos como a commissao di o seu parecer, e o
que resulta da discusiao. He sobre o enverno de
Londres, que lia mais duvid.is, e se estas forera des.
traillas, as oulras medidas passam sem nenhuma dif-
liculd.de, a menos que um deslcs dias sombrios.
que lauto lem infinido as resolui;es do pailamenlo
inglez, n.io inllua lambem no animo dos nossos re-
presentante* levando-os a dar um cheque mate no
ministerio.
Mas cu espero em Dos, que lal nao aroulera,
pois seria urna grande calamidade. O nosso crdi-
to, que vai prosperando licaria perdido c cu nao
sei como havia de governar a I Iminislrarlo que
suceedesse a esla. em laes rondirfies e coiu laes
obrigares. Sen. recorrer ao crdito, e ao crdito do
leiap-
pareetmeoto do nuro se oofraq-ifieeraiii. e nunca os
lltimos dias ale :i :t| n ;l por ron- [ trabadlos loram mais actives", fem as i elidas mais
.. <> novo crdito mohiliar rada dia ginna maior I consideravets.
crdito, e as silos acres sao milit prornradas as I O* azares da guerra deaparllram o espirito mi-
Ilolsas. Ella da motivo I grandiosa, emprezs, como litar ala 0ICA4. Nunca houver.iii tantos arrol.nnr.i-
pouco disUnle em que os encargos da divida funda- ie fallava aiuda de urna |erceira|unte dirigida em 1.1
de fevereiro s corles Mrangaira*, pela qaal ella
moslrava o seu deaejo de,ser convidada para as coa-
ferencia- de Paris. Coniludo nlj leve lugar o con-
vite desojado, e em lt Tlitii senliram vivamente esse
desar. Soto-eludo dizem que sua mageslade el-jei
pessoalmenle se exprimirt excessivamenle mal cen-
lente.
da cessariam de ser, ainda mesmo irrpgularmente,
salisfeilos. A eapiulisaelo do joro, as redueces
foi r.i la- e lodos os mesquinhos expedientes linan-
ceiros tantas vezes empregados, ja la ia o seu
lempo. Foi nesla conjuDelura perigosa que o go-
verno decrelou a convers.o pela laxa nica de Ires
pur celtio para todos os ttulos da divida portugnez.a.
Sem duvida que a medida nao comportando reem- Se a Prussia livesse sisl) convidada, est claro que
bolso facultativo do capital, linda urna parle vio- ella leria lid., o maior inlerjsse em que a Diela da
MHr^Mra us credores do eslado ; porm, nesla silua- Alleuianha adoplasse aslproposires Austracas de
modo positivo, e qualilijasse dessa maneira, bem
que nao expressameule, a Prussia e Auslrias enmo
Represenlanles da Diela *m Paris. Mas urna vez
que nao se eslava convidada, lambem he claro que
o interesse era justamente o o|ipus(u. Porqoanlo
se agora a Diela livesse adaptado positivamente as
proposires de paz ansIriaVas. era excli sivamenle a
Austria que disso aprovejilaria para a sua posirgo
em Paris.
O gallineto de Vienna nesse raso appareceria alli
como o nico represenlai le da Alleinaiiha, e se a
Prussia ja achava aineatalla a sua postran europea
pela exelusao das conferencias, uina lal posirao da
Austria romo representante exclusivo, tambera leria
posto era duvida a posirao allema da Prussia. Por
ii -e |iiI ji)n por mais acertado deixar a Diela te-
mar urna daema romplotamenle vaga, o como a
Diela nao lem nenhum interesse de decidira a fa-
vor d'uraa das duas grandes potencias a cusa da ou-
lra, mas peto contrario teu maior vanlagem na con-
servaran do dualismo entte a Prussia a a Austria,
a decisao se ellectuou da ntar.eira cxposla ; para nao
nllender iiiugoem e para cuolenlar ambas as partes,
ludo se reduzio a urna librase vaga e indetermi-
nada.
Nao ir.Mam da contenda sem sabor, que em con-
seqoencia dessa deciso, se encelou entre a im-
preusa ministerial da ProMil c a impreau austra-
ca. Cada urna explica u negocio conforme aos seus
aedesejos, e era quanlo a iinp'eusa prussiaua quer
Irhar umA rejeita<;au positiva das pro|tosices aus-
di.icas, a de Vienna pretende o contrario cacha ua
ciliodi Dieta de t deifevereiro o reconhecimeii-
ro, semNoulra sabida possivel, seria porvenlura pre-
erivel a rlerspecliva de urna liquidadlo ? Era, por
tanto, lenay rigorosamente equitativo, pelo menos
mais vantsja.su para os portadores de litlos, rece-
ber um juro^em verdade menor, paran mais seguro
c regular, dizque achar-se por mais lempo a tnerr
de um devedor, cuja posicDo se aggravava quoli-
diannamente. A subida dos fundos ponuguezes,
, depois da convVivgo, veio por oulra parle ronlir-
mar em breve e peremploriamente esla diese.
o Quinto ao governo achava Resta medida qoe o
salvava nosm*nle a vanlagem de reduzir no seu
orra.liento de despeza obra de dous milhes de fran-
cos (331) cootos,) mas tambera outra ainda miis pre-
ciosa do regular melhor a sua divida, Irazeudo todos
os liliilu.s a um lypo nico e dando assim o primeiro
passo assenta lo para a rrstaunrao da fazenda publi-
ca. Os ltimos accordos celebrados em Londres
vieram felizmente por Ierran as irregularidades que
ainda |sc denvavam |l aquello estado dos negoci-
os. Os portadores dos lilulos de divida portugueza
cm Inglaterra sem duvida apreciaram qual devia
ser n situacao dillicil do governo ; e a sua adhesao
conslilue urna concrdala que satisfaz ao mesmo lem-
po aos inleresses do devedor e aos dos credores.
Mais Ires reformas importantes marcam de um
modo prospero os esforros no governo para icoml.a-
ter a immobilidade as cousas do paiz : aabolir.lo da
roda do sal em Selubal. a extiucrao dos privilegios
da compiiiiln.i dos vinhus do Alto Doiiro, liiialincnle
a revisan da panto das alfandegas. A liberdade
restituid i a dous ramos principaes do |commercio de
Portugal produzio lugo resulledos consideraveis. A
exporlaraodo sal e dos vinhos desembaracada das I o da Auslria romo reiiresnaiite d.i Dieta. Nada
obsoletas restncrf.es, al entilo manlidas, e que | prava melhor a ambiguidade daquella decisao do
huilln .un o seu desenvolvimento, augmenlaram qoo essas dillerentes iulerprclarfies, a que a sujeila-
iiistantaiieainenle e n'uma propori;ao inesperada. A ram I
exportacao do sal elevou-se de I3tk000 raoioi a Entrelaiiln leve lugar a abcrlura das conferencias
MMMMM'os vinhos de :l.:0i)0 a i',000 no primeiro em Pars no da 3". de fevereiro, e nem a Prussia,
anno.a .'iO:ihiii no segundo ;a cilamidadequeaflectou nem a Alemauha se achara nellas representadas. A
produreao foi a caosa uuicaqoe ohslou a este progres- Sardaiiha da sua parle conseguio finalmente enviar
so. Ouanto abana nos direilos de alfandegas, se. igualmenle dous representantes, o presidente do
necessiriamenle diminu/o o rendimrnlo a princi- cnusrlbii, conde de Cavuur. o o seu enviado em Pa-
pio, como eslava previsto, a alia progressiva das ris, o marquez de Villamarnia. Atora desses pleui-
medidas de quiuquennios autorisa a julgar-se que potencanos, os oulros Filados se achara representa-
breve e restabelecer o equilibrio pelo auguieiilu da I dos da maneira seguidle :
importadlo. Para Franra, O conde de Walenski e a barao de
ii A sollicitu le do governo pelo eslabelecimenln Bourquene> ; para a Inglaterra, o lord Clarendon
das vas de coromiiiiicaro nao atTrouxnu um mo- elord Cowaj : para a Austria, o conde d* Bleol-
Biito. Depois de se lerem gasto durante vinte an- Sehaaeosleineo bario delluebocr; para a Russia,
imvamenle a rouslruccao do lira caraiubo de ferro
de Vienna ato Salzburao, por via de Ltns, que tero
o nomecaminho de ferro da Imperalriz Ellsabetb.
Es.e exemplo dado pela Austria, nao deixa de in-
fluir sobre os oulros estados da Allemanha, e cada
dia apparecem novos prnjeeloa para eslahelecimcnlo
He credils mol.il ers, e bancos. Nesle momento se
esla formando um crditoinobilier em Leipzig, nm
nutro em Aiigshurgo, um .>. em llreslan e lraln-se
em Berlim de um \n. ao mesmo lempo que em Mei-
ningen. Cera, vt/iesbaden, Crefeld c em Bremen se
Vio eslabelerer bancos. Ouanln esses eslabeleri-
mentos se actoto era favor da opiuiao publica se ve
da assignalura para o banco Bremen, para o qual se
exigi um capital de I lia milhande (hales, e toram
assignados :I8:I milhes! um contrastenolavel tor-
raao as noticias que de todas as parles da Allemanha
se recebe acerca di penuria, em que se acha a clas-
se proletaria.
No llaunver finalmente foi convocada a nova a-
aembla dos oslados para odia i de abril. Durante
algniii lempo muito se fallava de uina nova erise
ministerial.em ennsequenria de algumas divergencias
carea das questes nancciras a apresenlar as
cunaras. Entretanto passou felizmente essa crise,
eo ministerio se aprcsenlar.i as cmaras na sua pre-
sente tormarao. O partido liberal do Hanover ca-
na tle soflrer nina perd dolorosa pela morto do an-
tOl voluntarios, nem lano an^r para rom os cons-
cripto! designados pela aarla.
A esla breve narraliva da situarao vinham jan-
lar-se factos de alta signiearau poltica. A ranilla
da t.raa-lirelaiiha, querendo dar nina prova da sua
eonflinca, da sua estima para com o nosso paiz, e
tornar as nossas rellenes mais intimas, Veio a Fran-
ja. O acolhimenlo enlhiisiaslico que ella reeebeu
provou-lbe, quanlo os seiilimeulns inspirados pela
sua presen,;,, eram profundo*, e capazes de conso- ;
lidar a allianra dos dous povos.
El-rei to l'ieinnnip que, sem olhar para alraz |
de si, ibracara i nossa cans com o enthoiia.rnii co-
rajoso, que ja havia mostrado no campo de balalha,
veio lambetu a' Franja consagrar urna ailo jl ci-
mentada pela valenta de seus soldados.
o Esles soberanos poderam ver um paiz. ainda
ha pouco lo agitado c desdentado da sua gerarchia
nos comedios da Europa, boje prospero, pacifico -
respeilado, fazendo a guerra, nao com a esponta-
neidad! da paixilo, mas com a maridad* di justira,
e a energa do dever. Viram a Franja que en vil-
va 00 mil homens a Iravoz dos mares, convocar
an mesmo lempo em Paris lodas as arles da paz,
c.tmo se quizesae dizer a Europa : a guerra anual
nao he para mira mais do que um episodio ; a. mi-
nhas ideas c as mmhas forjas sao cm parle scinprc
dirigidas para a paz. Nao despre/emos nada, c nao
ligo miuisiro ta'iizen, que era lido por uina grande I me torris a laucar sobre os campos da balalha lo-
capacnlade bnaneeira. Fstava elle designado para do* os recursos e loda a euergi. de urna grande H-
chele da opposirao na precedente assemblea. cao.
nos ominas consideraveis para estradas que nunca
le zeram, Portugal v hoje, aguardando o com-
plemento dos dous caminhos de ferro emprhendidos,
primeira via de 07 kilmetros, o o primeiro ser-
peo regular das carruagens de posla entre Lisboa e
ti.iinbra. As provincias do norte, mais ricas e ma-
is eommercianles, sern provaveimenle doladas de
lagens liiiiilhaules. As communicares inaritt-
o emule de Orlo*! no barao de Brunow ; para a
Turqua, a Gran-Vizir Ali Pascha e Dscbeinid Be>.
Ato agora houveran duas ess."tes. em 3'. e em 3S
di fevereiro. A primeira sessao, lano que se sabe
ollicialinente.'.eve por resudado a aceilarao das bases
para conrlusao de armisticio, que deve durar ato 31
de marro, mas nao sera neuliiim elleilo sobre o blo-
queio. As esperanraN exagneradas. que calciilavain
mas nao toram desalleodidia. O governo. chaman- 'ja em que a paz leiia feita na carreir, nao ficaram
do em seu auxilio a cxpecularo eslrangeira, ollere- rouleutadas com essa delermiuacao. Os especuladu-
B.?.Vail. S? ',s cmpanliias que se ippreMBlasaem : res descoiiliarain. ma- rum ludo ja se havia obtido
par* eslabelccer servijos ou carreiras regulares
Mullos contractos se ssigiiaram. c lalvez que em
pouco lempo Lisboa, alm la Imita que liga j.i o
Brasil a *oa Muga loetropole, lera commuiiicarcs
directas com a Ameiica do Norte e as rostas occiden
laes da ATrica. Por ultimo, anida outro progresan,
esta em vesparas de realisar-se. Assentam-ae os los
to ama dupla liana da lelegrapho elctrico, desti-
nada a extinguir as delougas das noticias provenien-
tosdasrontP.ras de He;paol.a, e lambem do norte
de Portugal.
A perseveranca dos esforros lo governo ja pro-
duaio os seus fructos. Cora a paz suslenlada por
quan. annoi. as ideas lomiram nova direcclo. A
applicacao.agncollura, aindoslria. ao bem estar
material cada vez mais se g.n.ralisam. A reflu-
um resudado, que diva motivosiillicienle para se
tranquidisaieiu os espirilds, A conferencia liuha -
xado as bases priucipaes do armisticio, e por is-o lo-
dos espcravaui que na seguiile sess.io teria lugar a
sua rouclus.io definitiva.
Fim 37 le fevereiro devin ler lugar essa sessao, mas
a commissao encarnizada da rediccgo do armisticio
linha encontrado lanas ilifculdades, que a segunda
sessao su pode ler logar no dia 3X. Nessa mesina
ansio, segando se diz, foi apresentado o projprlo da
. j prec*i___
Fim Wuriemberg as novas cmaras loram abertal
em 33 le fevereiro.
Da falla d'ahertura, cm termos conciliadores, se
oliseinou que nao hnuve ainda om ajusto circ das
indemnisacf.es que exigem os propietariosfidalgos
do governo, o qual por esse motivo nao se acha ha-
bilitado para fazer as respectivas proposlas as cama-
ras. Espera-se que ellas vao ser adiadas em breve.
Entretanto a eleiro do presidente, deu pro\a de
nao ler o partido ministerial a maioria.
A aecusacao que as ramaras do llolstein haviao
tlirigido a el rei da Dinamarca contra o ministro
para o llolstein, o Sr.de Sebele, toi resjeilada
coran sera fundamento, a mesmo sorlc leve a aecu-
sarao dirigida (telo l-'olkething cunara do pava] em
Copenhagiiu contra os ministros dimamarquezes.que
toram absolvidos peranle o tninin.il de eslado em
Copenhague.
O uosso Hamhurgo continua tranquillamente e no
gozo das soas Iradirues palriarchaes. No tim do an-
uo terrinos vapores para o Brasil, porque j.i se
acliao dous em cnslrurrao. A direcefo dessa socie-
dad* laz todos os esforros para augmentar o sen ca-
pital tini le fazer constroir mais um ou dous vapo-
res. Cora prazer Ihe annuncio que os homens que
u/.eram parle da sua fortuna no Brasil se moslrae,
como por reminiscencia muilo inleressados na Con-
clusa.i desse negocio: respeilavel Sr. Nioolio Olio
liieber faz. parle da direcro, e consta-me que oSr.
Adolphe Schramm, ruja probidade e inlelligencia
cummeicial sao muilo apreciadas, muilo seesfuna
em prestar o seu apoio a empreza dos vapores.
PARS
7 le marro.
Iteiinio-se alinal a do passado o congresso que
deve dar a paz a Europa, c esta fiinccionaiido no
magnifico salan do palacio dos negocios eslrangeiros.
ro convencionaiio unnimemente que as delibera-
Cues fiwsem presididas pelo primeiro plenipotencia-
rio da Fraaea, o conde Walew-ki ; mas como os re-
presentantes das potencias estao sentados era torno
de urna mesa redonda, a ordem das presidencias he
regulada, rnntorinco usn diplnmatico, segundo a or-
dem alphahelica.
Assim, eomerando pela diieila, a Austria ocrupa
o primeiro lugar, depoissegne-se a Franra, a (i,an-
Brelanha, i Kussia, a Sardenha e a Turqua ; por
lano, Walewki o o sen rollegaltuurqueuev.so achara
rain natiiralmeiilc rollocados un renlro di mesa.
A primeira medida tomada pelos plenipotenril-
ris, loi ocompriimisso reciproco de guardar o raais
absoluln segredo acerca das suas deliberarf.es inlerio-
res, o que desgosla muito loda a classe dos amadores
de imvidades : mas nao impedo que os lahriranles
de correspondencias ingieras, belgas, alteradas espa-
Ihemnma mullidan de boato.sobre as deliberarf.es
do congresso; mas ate o presento essas invenres bao
mo ao inleltz.es que o publico tem a pradencil de
nao dar-Ibes crdito.
Desden dia da reunan o congresso tem celebro-
do Ires sesses por semana, o que d um dia de re-
pouso depois le cada sessao, consagrado ,t radaerOe
do processo verbal, de quo ha eurarregadn lleiiedct-
u, director poltico do nosso ministerio dos negocios
eslrangeiros. lie a nica prssoa estranha ao con-
gresso, qoe assisle as deliberaroes.somenle na quali-
dade de serretaiiu.esem ter o direilo de nellas tomar
parle.
Atd 0 momento cm que Ihe esrrevn, una nica
decisio do congresso foi confiada a pulilicidadc : he
a que prcsrre>e un armisticio enlre as parles belli-
geranlcs : eis-aqui os tormos em que a nossa gazela
ollicial aiiiiunrioii esta detsgo : A primeira reu-
nan lo congresso leve hoje lugar no palacio do mi-
nisterio dos negocio, eslrangeiros. a urna hura. A
sessao durnii ato I horas e meia da larde. Assentnu-
da commissao, mas nao leve logar a roncliiso leli-1 se que seria concluido enlre os exerrilos blligeran-
liliva : Dem se podo imaginar a tmparienria dos
especuladores da Bolsa (uparse.) E anda mais, na
segunda sessao tomhem se deviara duculir as verda-
deras conilijes de paz, e era primeiro lugar o cele-
bre quicio pooto.
'h -
tes um armisticio, que ressar.t lmenle n 30 de mar-
co prximo. > armisticio ser sem elleilo sbreos
bloqueins eslahelreidos, ou que se possain eslabe-
lerer. i.
Esla primeira resolcao do congresso era a conse-
rao
Esle Appello parece ter sido ouvido, e o inver-
n, siispeudendo ai boslilidadrs, favoreceu a inler-
venr-lo da diplomacia.
a A Austria se resolveo a dar um passo decisivo,
qoe revelava as deliberajf.es loda a Influencia do
soberano de um vasto imperio. A Suecia se ligou
raais estreilaineulc com a Inglaterra c com a Fran-
ja |ir um tratado que garanta a integridade de seu
territorio.
Emlim, de lodos os gabinetes chegaram a S.
Pelersburgo conselbos, ouiuppiicM. O imperador
la Kussia, herdeiro de una silunjao, que nao lize-
ra, parecen animado de un sincero lesejo de pr
lira as causal, que I inliam nrcasionado esto san-
grento conlliclo. Aceilou rom delermtuaedu as pro-
poslas transuiillidas pela Austria. A honra das ar-
mas tima vez, satisfeito, era honrar-se, assim como
deferir ao voto claramente formulado pela Fluropa.
o Hoje os plenipotenciarios das potencias bellige-
ranles. e adiadas se reunirn] em Paris, para deci-
dir das ronilijes da paz. O espirito de moderarn
nio.lerarao c equidade. que anima a lodos, nos de-
ve fazer esperar um resultado ifavoravel. lodavia,
esperemos cora dignidade o lira das contorancias, o
estojamos igualmente promplos, se tor preciso, ou
para desembaiiihar de uovo a espada, ou esleuder
a man aquellos que temos lealmente comhali lo.
Como quer qoe seja, oceupemo-nos cora lodos
os ineuis proprios para augmentar a furja e a riqueza
da Franja. Apenemos ainda mais, se tor possivel, a
allianra formada por urna commuuhao de gloria a
de sacrificios, e de qoe a paz faro ainda nielhnr| bresahir asvanlagens reciprocas. Finalmente deposi-
temos nesle momento solemne, cm favor dos NU-
DOS do mundo, a nossa conlianja em Dem, aliin de
quo elle guie os nossos esfurjos no seulido mais
couforine aus inlcresses da humauidade e da rivili-
sajao. >.
Fisle discurso ha sido, e ainda he u ohjeelo de nu-
merosos commeutarios em loda a Europa, e cerla-
menle lie incoutestavel que seda a mais alia im-
portancia s palavras de um monarrha que oceupa
o primeiro lugar no mundo europeu, e sem cujo
concurso nao se pude fazer d'ora em vanle, nem a
paz. nem a guerra. Aqu 0) nossos polticos da Bol-
sa acham o discurso demasiado guerreiro : na In-
glaterra, alguns jornias, entre lodos o Timet, acha
do
e voiou o anuo panada.
A resolurao da ramara dos pares, adiando o pru-
jeclo, foi bastante censurada, c com razan, pois que
nao he d.Hiinsuel que nao se livesse esludando tuna
queslao que toi 1,1o debatida na tribuna e na int-
prpusa.
Ouanto o miui o governo he o culpado pela ma-
neira por que tem corrido aquelle negocio. Se o
ministerio livesse tomado interesse na queslao, se
nao a livesse abandonado iiileirameule, as cousas
teriam corrido de oulrn modo, a camari dos parps
nao leria votado o adlameuto, leria discutida : e
'liiaudo nao se alcan;asse o maxituo liein, ter-se-hia
lucrado algomi cousa.
I ma nolavel porrlo de bens vinrulalos (cri.im
adquirido a ualore/a ileallodiaes e parto dos obst-
culos que se oppoam ao desenvolvimenlo da nos-a
agricultura seriam assim deatiluidoa, collocando-uos
ein circuinslaiicias de destruir o resto d'aqui a al-
gum lempo.
Infelizmente o gabinete eslava dividido nesla
quesillo, e em lugar de eiiraininhar o negocio, des-
araparouo, estimando lalvez. que elle nao se re-
solvi. Ao menos parece ser esla a opiuiao do mi-
nistro do reino, a quera alguem ouvio dizer, que es-
la queslu dos vincules era d'aquellas que deviara
andar uns pouros de anuos ni lela da discussao,
porque s dupois de debatidos por lirgos anuos he
que se pude lomar una resolujio acertada.
Apezar de ludo, cu espero que a cmara dos pa-
res se encapa ainda nesla sessao iraquelleobjeclu.e
que lome alguma resolurao a lal respeito. Infeliz-
mente lia le vir larde aquella lei, e mo llavera
lempo para ser disentida na cmara dos depulados.
Podemos pois dizer que aquelle negocio inorreu, e
que ser preciso para o anuo renoval a iniciativa a
respeito de vnculos. Mas para o anno llavera me-
nos conlcmplares na cmara electiva, e lie pro-
vavel que -e proponha a reforma cmplela c ra-
dical.
Eja que ralle! nesla materia julgo dever dizer a
iliflerenra copital enlre o projecto de lei apresenlado
pela cmara
mi
Cmara dos p
Os depulados tiiihim julgado necessario transigir
rom reriua inleresses creados c prcjuizu* arraigados
nos animo, o por isso n.lo ilecrelarain aabolijocom-
pleto dos viociilos.Conservaran) aquellesqueprolu-
ziam para rima de um cont de ris liquido, e des
li niram lodos os oolrns, tornando a propriedade al-
lodial.
Os pares decretaran! a abolilo de todos o vin-
rulos excepto os dos pares do reino ; mas cm vez
de tornaren] a propriedade desvinculada lllodill
davam-lhea nalurcz.a de progo faleosnm
A' primeira villa parece que a cmara heredita-
ria linha ido inais tonga do que a ramara popular,
mas reflexionan In bem, v se que nao. porque a
Ierra lirava sempre com certas prises, emquanio que
pelo projecto los depulados parle da propriedade
Hcava iiileiramenle livre.
Mas deixemos a queslao dos vnculos c passemos
a uniros assiimplos,
J.i na ininba correspondencii anterior Ihe disse
qoo a cmara dos depulados se linha oceupado de
algumas medidas relalivas ao Ultramar, e boje dir-
Ihe-hei que alguns objeclosda mesilla nitutezi tem
eslado era discussao, i.esles ltimos dias.
ti pouco tralou-se alli de urna queslao irapor-
tanlissima, qual era libertar os lilhos las raulhe-
res esernvas, o para honra lo parlamento vingnu
o principio, apezar da opposirao que alguem Ihe
fez.
Aquella lei ha do lazer urna rcvolujao no modo
de ser da sociedade as nossas coloniasrevolueao
benfica e da qual bao derivar vanlagens iucalcc'la-
veis. pois que para mira he verdado axiomtica
1".e escravidao Re contraria a moral e aos
principios da aeieneia econmica. A sociedade
onde exisle a escravidao lera ein si o germen des-
truidor do progresso e moralidade. O parla-
mento portuiuez linda que mais nao fizease, li-
nha feito muilo em beneficio da humauidade dis-
rutindo e ipprovindo a lei do registro dos escravos
c a que liberta os lilhos da mulher esenva. Com
estas duas leis, acabada a gerajao artual, pst., ara-
bada a escra\idao as nossas colonias, e assim, a
abulirao, que a oulras narftes lao grandes sacrificios
tem cuslado, a mis nao nos callar nada. Nem a
melropole tem a despender capitana, nem os prn-
pri.'l.trios de escravos lem a soflrer os lerrivcis 11-
feilnsde uina crise social.
Ma
I arerc que pap* ra a l'aris para baptrmr a 6-
Ihoou lillia do imperador, e alguem da *
papa ehega a sabir de Boma nao so baptisara a t-
IIk>. mas -aerara o pai.
Os ministros d.i Dinamarca, acensados pela i
"
todos os polti-
cos ronlra.
Em Ittglatorra a Hornearan de um lord i* pndn-
zindoiim grave conflicto entre a car."* a parla-
mento.
A rainha linha nomeado lord o harto de Parke,
a cmara nao o quena a dimitir, porque a ella par-
len decidir quera esla no caso de l*mir lamaM aa
cmara alta, c o barao Pa'ke nao eslava a*> casa.
O ministerio esleve n'uma posjao diflieilima, ana*
alinal resolveu-se negocio, re lindo a corajoa
nesle raso reconheceu a cmara como tribunal *.
perior.
A siiuar.lo em llespanha vai atravessaada a cri-
se. n.lo sem raudas difrulddes. A ranura par va-
zes apreseni.i-se em aitilude amearadara a tai Ira-
raer o ministerio.
Ha pouro snffreu n minilrodo lalerior. EaaaMa-
ra. om cheque na discussao da lei eleiloral.
Su-lenl.ua um principio qu* a ramara reproviM,
mas como nao fosse queslao posta pelo gabinete.*
ministro nio julgou dever abandonar a pasta.
Nos ltimos lias ocrupava-ie a cmara e**a a lis-
cussao di. orc.imenln e r-p-rava-se r(>rmida*el Ma
na queslao de consumos.
Dizia-se que S. Cruz, ministro (Us llnsnjaa, *a re-
tiran, i para nao lar lugar a orna queda ritmad***
de lodo gabinete.
terminada que fose a quisto., do orjameal*. pa-
vnculos que a cmara dos depulados discuti eslralll-"'iro. nao In inellioraiiienlos possiveis. e sem i rece que se discutira a legislar* relativa
augmenlar o imposto udo ha maneira de atislater I prensa, a lei de arganisarao do rnsellie da ladee
os negocios, e por lauto n.io ha cinpreslimos. I a da milicia nacional.
A imprenta lem combatido as medid** fiuancei- Esta ultima he de absoluta nereasidade. pavao* a
ras, mas 4 exceprao do Jirii'U do Ctmmtrrw. que | suarda cvica como esla he um forinidavet i "
eplra na que-lau rom coiibecimenlo le causa, todas as de desordera.
ouir.H follias team combatido miseravelmenle
loes dafiuella ordem
Oue- | O crdito mobiliario est eslalselecido ees Ma.l.id.
se tratain ligeiramenle ero cuifelltoadininislrativo daquella assortaci* caot-
nao se iliscuteiii com generalidades. Argumentos nao pe-se do duque de Riva.presidente, daaoc de Vi-
san meia iluzia de palavn.es e dous epiji.unnias se- ha. D. I. irlos Caldern. |l. Ignacio Olea e deaoe de
dijos, e argumentos he que silo precisos para rom- Clusberc.
balar medidas de nunca. Esperam-se bon. resudados de-^i aaaoriaraa, orna
i-. j que ra.tci da imprensu dir-lhe-hei. pie a /'n-1 juniando >s seos form. ao crdito nubil'nn* da
Ira suspenden a sua publicaeiu, a Jornal que sus- Pars, darao um grani-irao impulso *** melKora-
pende a sua pul.licarao. be jurnal qu* morre. Nao mantos de llespanha.
nos admirou aqudle surrcssi. porque lodos o linha- Fallava se de (colativas carlistas mis niB-eem
"": I'"'*"""- ..... '"' importancia a srined-anle reas. >*. b* a
l-.ta uma loueora um jornal daquellls dintensaa partida rarlM* que boj- teme no rmsw vizbIm
para o nosso paiz. Nem lia materia para i encher I que all mais |tod* abalar a traruiuillidade rablici a
a nao ser palhaia, ncra dinheiru que o suslenle.; complicar os negocios, sao ..- liberar, exalladaa ama
Aqu o maior numero de assignaliiras a que um jnr- I uto tomam juizo na desgrarada aar ,.. |
nal pule chegar he de mil a mil e quutienla-.e com i I diinanicnle. parere que p'reparavam alca
tolo nao pode haver grandes luxos. lal.va, po. que ord.ns p ttnham expedido a diffe-
opponUl-M que o Brasil havia de sustentar o lentos capiMes generaei para ronrenlrarem farra.
jornal e eu sempre duvile disso. Se Brasil fi. recordando-sc-lhes a lei marcial
casse mais parlo de mis. e par.t ahi houvesse com-
munir.ijes diarias, eulio sim, o imperio seria om
grande consumidor dos nossos jornaes, mas a uma
distancia inmensa e rom Ires communicajfies regu-
lares por mez, lio por ventura possivel ler interesse
em assignar para os nossos jornaes ?
Exlr.icjao de obras sobre qualquer materia, piale
ahi haver muila: de jornaes diario* nunca ho-
vero.
A Patria esl i, pois. morta, e um dos seus redac-
tores privado daquella alavanca cora que pretenda
abalar o governo. He pena. Mas lallando-lhe a
Pd/rfa, que por segunda vez o abandona, volla-se
para a associajlo agricola.onde espanto os pobres la-
vradores cora as suas serrinas descabelladas.
O Antonio da Conha foi nomeado ministro resi-
dente na Suecia e Dinamarca, e para alli parle um
desles das. Tem-se gritado muito contra aquella na. de IS3:t. ellerluado ama" u
nomeajao, enayerdale a cousa toi para admirar, doria ser o pomo de discordia enlre aFVaaja la
qne nunca prec estar
cabo a empreza qa* aa le-
Cirrulnu. ha poneos dias. em Madrid. .
na de muila gravidade. mai a qual nao e dea u-
lilo. e que a gazlas apressoa em desmentir.
Dizia-se que algumas forjas francesa* se dirigan
a rrnnleira e que havia por parle do imperador Na-
poleao planos de invatao para manler a mil ata ro-
lerna na llespanha.
Segundo parece, esta notiria prn.pdeu de lerem
alguns he-panime-, i ronden les em Par* e rontran*
a arloal ordem de roosas do reino iiinh*. rsrxnla
ao minslro Waleivski ociado di llMrutnki.f.reiMla-
Ihe sentir a necessidade de nmi mlerxearV* para
sullocar o espirito revolucionario que ime.j'ava pra-
|'igar-se aos nulrns paize.
Esle paso de mos palrislas. parece na ler sida
liem \ i-l,i pe., minilro Weln4a. e seria em yarda
le rematada lourura pensar h.qe em seaovar a* i
la ramara dos deputados c o parecer que as rom- llomea'.''10 cua venia le a cousa foi para admirar, I deria ser o pomo de di
isses de legislardo e admiuislr.rao publicada l""s.1"e sendu elle um leputado da opposijao vio-1 Inglaterra, a ana mais
niara dos pares ouxeram o assem'bla. lenlissima. chegando mesmo a ser irconvenieule. [unidas, pira lexarei.i a ..
da-se-lhe um emprego da maior conlianca Eu, se! dicarain le dar a paz i Europa
tosse mais severo para com o meo paiz, liria que o SIMM \BIO DAS M VIS IMPORTWTI
melhor incio de oblar Bracas, he sentor-se no- ban- IIVS D v I|Lnp\ii i
iSES* t"" m Cmbaler m",S,er t r"8W- ?* -a d'^us!'. da.
-.....,, a.,.,,,, jornaes, ...re loaos o z.oies. aeln Mas a que-too qu* actualmente mais nrcupa o
i. discurso demasiado paciflco. Oque he verdade, publico, besen, duvida a .lo- cereaes.
he que as palavras do imperador Napoleao III sao,
o que ileviam ser, era aggressivas, nem demasiado
esperancosai. Eiprimio-se rom extrema eorlezia,
fallan lo na Kussia e no Czar : foi cheio de nhseqiii-
osidade para com a Inglaterra c a rainha Victoria,
p responden n principal uiquielajilo do pavo in-
glez, declarando mui expressamento, que a allianra
Continuar na paz, e que os dous povos eolhcrao r-
ciprocamenle as rpspeclivas vanlagens. F^m snbs-
lancia os Inglezes ficaram lio encantados, cuino nos,
de ler a paz, pois que ella Ibes sera",enormemente
ulil, apenas exislem entre elles alguns restos de
mao humor por nao torera hrilbado na guerra.
lodas as oulras particularidades perdeni o seu in-
teresse, ao lado do grande condicto, que poz tuda a
Enrnpa ein armas, e que pmvavelmeulc terminara'
poruraapazger.il. O nosso corpo legislativo se a
cha reunido nesle momento, o o orjameuto acaba
le Ihe ser apresentado. Se as previses dn governo
se verilirarem, esto orjameuto, que excede ao enor-
me algarisniu de I7IH1 millme-, se saldara' por um
exeedento de quasi I", milhoes. llvela observar que
n.lo lendu passado o orjamentotordiiiario, e que as
despezas la guerra que se elevan) a quasi mil mi-
lhes pur anuo nao se achara roninrehendidas nelle,
porque estas despezas devem Mr prvidas por meio
das receilai extraordinarias, islo he, por meio do pro-
ducto tos nossos tres cmpreslimos que se elevam a
I "tOO milhes. Como ve. a guerra deixara' as mu-
sas linanras Iracas profundos. aerfle milter m......s
anuos de paz. para recuperar os prejuizos que ella
nos ha causado.
Na Inglaterra a guerra lambem lera" cuslado ra-
ro ; mas a maior parto das despezas ha sido aalia-
feda por augmento de impostes, pela laxa da renda,
mpo-l
O Sovcral foi, com ja saltera, nomeado ministro
na corle do Bruj, e esla nomeajao lem agradado
pelos bons crditos que goza aquelle cavalleiro.
Tem feilo aqu alguma bulla o processo tollo aa
general Cahreira. por ler mandado i Inhalar dous
presos que morreram, parece, que em conseqoencia
das rhihaladas. Vereun- a senlenra no coiisclho de
guerra, e se a cloquencia do Jos stoxao. que vai
defender o reo. abala o animo dos juizes chamados a
julgar um procedimento lao contrario aos sentiraeii-
los humanitarios.
lina das noticias de mais vulto da sociedade de
Lisboa he a da ter-se rompido o casamento ejasUde
enlre o lilho da Sra. iulanla I. Anua e a lidia do
raarquez. de Fronleira. Todos levaran a mal o proci-
dimenln daquelle cavalleiro, e diz-se que alias per-
souagens n censurara quando elle toi dar parle que
ludo eslava desfeilo.
O raarquez lera estado muito sentido o cora ra-
zo, pois que quando as cousas rhegam a um certo
estado nao se recua. Negocios daquelles nao mo
brinradeiras, e quaudo se rompr.imelte a pal.ma
vai-se ate o lira.
Esl.lo em moda os heneeios em favor dos pobres,
lia pouco os Srs. O' Neils promovern! om roncerlo
a beneficio dos pescadores de Selubal, amauhaa te-
mos concert promovido pelo ministro da Kussia.
Mme. Ozerof em beneficio dos pobres altemes.
que seja dito do passagem, he meia dozia delles.
No sabbado tomos beneficio em S. Carlos liara o
Algarves.
V. a proposito, levo dizer-lhe que esle Ihcalro
bro, i! une .indo o governo um fiscal e lomando a
seu cargo a empreza, tendo-se declarado a que esla-
va como fallida.
Na Paschoa temos um baile dado peto ministro de
Napnles, e dous dados pelo club. Fada-se que na
rrte lambem llavera baile, mas ra Ma o creio
Ahriram-se a* conferencias em Paris. Na primei-
ro reuui.lo eonconlou-se no .iriiu-lieio e parere que
na. O inlervalto enlre a muneira e segunda foi oc- ^2 *" -*
ipado era redigtr a convencan, a qual se expedio
para Indas as Cortea das potencias contraanles, as-
sim coran para a Crimea onde chegou a 3K de leve-
reiro. No da 311 reuiurain-sc os rhetes de pslado-
maior lo exercilo adiado e o general russo lalchi-
noil e resolveu-se a -omplcta supens.io le hostili-
dades.
O Moquete continua apesar do armisticio, e os In-
gle/es parece que queriam raais alguma coo>a, cu-
ino mover tropas as direcros que lulgassem can va-
mai- imper-
que ao* pri-
As inesiiiits |uesles le linaiira esquecem um
pouco ein presenc.i n aquella, apezar de seren
odiadas curan as raais importante! pelos homens que
raais se inleressain *na poltica. E assim devia ser
leudo o governo declara.In que nao lazia queslao de
gabinete da lei dos rereaes.
Toda a bulla que a respeito desla lei se esta to-
zciiilo prucede le ler-se lembrado a Associajao
Agrcola de dirigir uma representarlo ao monar-1 n''n,e' ao que rcsisliram os plenipotenciarios rus-
cha, sos, e aquella prnposla nio foi aceito.
Cora elleilo, reunidos os sorios para assignarem i A segunda confcrencia'.lcve lugar a 3 de marro, o
a epreseulajau comeraram a discutir, e os debates pelo que diz.em os jornaes eslrangeiros foi ella mai-
loin.irara uma importancia que so eslava longo de I lo agitada. Os punios sobr que ha grande coglesla-
suppor.
a' aagandi reuaUo nao ni eslavam igricolas mas
indo.triaos, mas capitalistas, co-iinicrciaiilos, pires
e depulados, jornalislas o homens di ledras.
Arreineda-se a coulri-liga de Inglalerri, esc a
rio haaobra a culrega le kars e Bomarsund, c de li-
milarai. Ih fronleira de Besarabia. Quando M fai-
teo ein entregar kars, os Russos fallaran! em rom-
pensarn, mas esle principio nao foi admitlido pelas ,
potencial OCCidentie*. O-IBusso diziam qne as pro- i "V c,l'|n ''"i llespanha e-enndid*..
F;.prra-se que llegue a Lisboa
ANTES NOTI-
_ bases Ion
aameotaes da orgamsarao tm muniripalidadr* e de-
palaeues. llespanha toi ulicamente o pair cimero
dasliberdadpsmuniripaes. Sao celebre* na Matara
do dcimo sexto secute os esforjos dos patriota- d-
teos ,re. otos toros dai .lennmina'da. cAmmunidaito-.
I ni neressario o emprego de loda a forra p poder da
Carlos V para vencer hervir* resistencia de I.
Joan Padilla, qoe morrendo a m.ios do canasta,
depoi. da bal.dlu le Villalar. em IV. lesna a u..
tigni esposa I. Mana Pacheco a continuaran da
loria, ellertivamenle prolongada ainda par alram
lempo pelo estorro varonil daquella matran*. Oa dina qu- ires serulos depois anerar d* tanta* nova*
lii/es, de tantos rexolujes lit.mir,. rgeaMaiAa
municipal no nosso reino visinho e*t
feila ou pelo menos nao mais popular
Mearas anuos do reinado daquelle imperador ?
O Sr. Santa Cruz, ministro da rafeada, lem lido
desinlelligenrias com a commissao dos *ijnwati;
e esleve quasi rrsolvido a pedir a *aa drmirsi*. |ie-
lerminou porem c|*rar pelas xotaja* da airaiu
blra. Se Ihe f.irem eonlrara* largar"., a pasta.
Na sesiao de apresenlou um projecto da r
da p.mla das alfandecas, leudo lido retirado a
antecessor o Sr. Broil.
As provincia* le lava. Riscaia e ',ui
continuam a mostrar a maior liostdid.de coirira a
lei da desamortsajao.
Os delegados tiestas provincias receberam dalH
inslrorri.es para instarem com o maior vigor, este
rom amearas de sables ajao, ronlra a exerajaa do
tal lei no que Ihes lora.
O hispo de Cirlagcn.te Murcia represento* enor-
girametile ao governo pr lindo prnv.deoria* contra
a propaganda protestante, ludirnu Ihe a etisten-
ril dr um chamado I.|.|h Auglirano em Karcelvoa.
que se ocrupi em augmentar naquella cidade r. na-
raen, dos privis tos da sua rnmmonlio.
O governo respnndeu dando boas palavra*. porem
os factos nao corre-pondem.
lia pouro foi deportado para toca do paii o Sr.
11 igoeiredo, por ler dado pubhridade pela imprima
do Santo I'adre sobre os negocios eeete-
Hespanha.
O partido lemocritteo puro e>l < omptetamenfe
organisado em Madrid, eem algumas grande* nda-
des das provincias ser son ore., iim perwdiro ia-
lilulado "llisrossion." icm-e espalha>l<> ama notiria
de algum alcanrr. de-menlnla pa-las tolha. da silaa-
cao ii tquelle paiz. mas que alguns politwm de bas-
tante antori lade nao repeliera romo alndalameata
tata, t vera a ser queo imperador patelo litera
an Si. Ol izaga, om!i,iixador hopanhol na sai r**1e,
algumas serias obsersarors sobre o pens* interno e
externo precedale das tendencias democrticas de
urna fracro do partido dominante em llespanha.
Pretendem os qoe admitiera realidad* de tal enl-
loquio. que as observar.!*, daquelle po |pr,-o sobe-
rano, hoje rercado de lodo preeligi da viciara,
nao se haverao laltez de conservar -pinjap no ****-
pies dominio de meras especularps academica!
I alia --e ein carlasvin.las de Perpignan le ama pr-
xima invasao carlista, e diz-se que os '.rmaas Triola-
rreuiedarera ale bal lifio de licar vencidos romo poalM da Austria nao se faz uieiirao de kars, mas a
henil ii'aquelto paiz o parlido agricola. Islo nao islo replicara o* Inglezes e I rnnc'ezes que n.io se fez
quer dizer que eu estoja persuadido que I lei passe menrao pnrquc quando o principa Eslerahazi part-
as cmaras anida nesla sessio. mas creio firme ; ra de Vienna, anda kars eslava cm podar dos tor-
mento que ella pa-saia mais tarde ou mais cedo c eos. e quinde a Kussia aceilou as proposlas anda
que nao pararemos alli. mas ireinns a liberdade era S. Pelersburgo nao se sabia da lomada da praja.
completa. | Esla e oulras conteslaees parero que tornaram |ior
Jolga-se que o pensainenlo de uma commissao de lal modo aguada a conferencia, pie alguns jornaes
inqueriiu lera nimios seguidores e assim a queslao ja ladavam em pnssibilidade do guerra.c diziam que
ser adiada por algum lempo
lambem. diga-se a verdade, a urgencia da lei
nao he. grande, pnrquanl* o enverno pode, logo
queojulga acertado, pedirn parlamento nhnlieuo
de direilos, p isto he sempre concedido. O exemplo
esl ah; .bem rcenle.
Hajaarto de dous anuos que aqui se goza de com-
plclaf ilicrdiulc e o partido agricola nao se leuibrou
k
pleni|inteniiaros russos pediram novas instnir-
jes ao imperador.
Ma- no-las rousas he precisa des.onltar .hs noli-
rias, porque ao passo que algumas tolhas diziam is-
lo. oulras diziam <|ue os preliminares de paz se li-
nham assignadoCOUN muilo para dovidar. pois
que Napoleao no seu discurso asserabla |.ronun-
ciado no dia 1 nao da i paz como cerla.se Dio como
n t dia H. desto
MCI O >r. Corradi. nnvo ministro p!cni|H.teaci*rin
deS. M. C. junto a no.-a corta, loi ministro d* es-
tado e he progressi-la decidido.
LISBOA
I i de marco.
ISemello-lhe hoje os principar- projoclos liaae-
ceiros apiesrnlados pelo ministerio da fazenda i c-
mara los deputado*. na sessao de 3K de paaaada.
I oram logo mandados imprimir ao fliario V
t.xirrrtto e remedidos ., commiss.',.. o* |j/eada.
qual lem lido ja raudas e replala- se--..ps, srtn o/*a
por ora saibamos que lal era o -eu parrrer.
Na imprensa, s a Ueoltir.'in he qae parece dar
o seu pleno ipoio a esle salvateris. Todos a* man
jornaes se mostrara hostil ou reservado a respailo

mtio;
ILEGIVEL




deslas medidas. E sobreludo o Jornal do Com-
mercio desta cidade es publicando urna vilenla
refutacao do muir.....provisorio que o miui-li o da
fazenda fez com o Credit Mobilier de Pars.
lie principalmente eu ueguci.ir.io que o couse-
llieiro Carlos Mralo Huma, aulor dos arligos da-
quelle jornal, analvsa e refuta de urc modo que
deve faier impressau uo parlamento, porque o Sr.
Roma he um dos'homeus mais entendidos e consul-
tados sobre os negocios da fazenda publica.
Deve-se-lhe [lureiu dar o descoulo de que o Sr.
liorna foi o autor da desastrosa companhia das
obras publicas, fundada do lempo do conde de Tho-
mar, companhia ein que Homa Imha grandes rabe-
daes, que perdeu com os decretos ila regenerarlo de
que tolas be aulor.
Entre as proposl as de lei tendeles a crear as re-
ceilas necessarius para pagar os juros resultantes do
grande empreslimo enlabolado ein Par, lia urna
que versa subre o modo de ampliar os impostos pes-
soaes chamados de maoeo que lem merecido a ap-
provarao dos eolendedores, e at sabemos que os
conlribuinles que ella abrauge nlo se mostram quei-
lojos, visto que o imposto se deslina a orna das nos-
sa primeiras necessidalesa laclo publica.
-V vista das proposlas que boje Me remello, os
eus leitores mclhor julgaru, por si, da proceden-
cia do que temos dito e Tormos dizendo.
Oolro projeclo ministerial, que tem lido 'gran-
de oppusirlo, he o da importarlo dos rereaes es-
traugeiros. Cora o lira de proteger a agricultura, he
prohibida em Portugal a entrada de cereaes estran-
geiros. Mas nltimamente tinha permittido o govero
no 1 sua eulrada pelos portos maritimos, mediante
' um pequeo direito, emquanlo durasse a escassez
e_caresta do trigo e do milito do paiz. Mas isto
lora orea medida temporaria, mas agora o govern-
propoe ai cortes que a lasara permanente, lujas as
veze que o trigo exceder a quinheolos ruis o al-
qoeire.
He eootra esta lei permanente que se tem levan-
tado grandes clamores, que se tem feilo varias re-
preseutac/ies, e que na assuciaco central de agri-
cultura continua urna renhida discussSo, ein que
teem tomado parle nao so os lavradores illuslrados,
mas tambera inuilas das nansas notabilidades ua
sciencia, na tribuna e ua imprensa. Os Srs. Ale-
jandre llercul.uo, A. R. de Sampaio. Carlos liento
da Silva, J. P.lha, J. M. Grande, Th. de Carra-
llio, I,, de Almeida e Albuquerque, Casal Kibei-
10, conde de Taipa e oulros mais que tem entrado
ueste debate, quasi todos elle* orando contra.
Na ultima sessao aprcsenlou ofir. A. Ilerrulano
urna rolaran de varios pontos que elle euteude de-
vem ser mandados estudar pelo coverno aules de
se fazer nenhuma allcracl. no actual syslema pro-
lector, de que espi gozando a agricultura na-
cional.
Uo parlamento nada ha que mencionar, porqoe
apenas se tem oceupado de alguus projeclos de se-
cundario interesse.
A cmara dos pares resnlveu odiar a discusslo da
lei ilos morgados, ja discutida pela cmara electiva.
Este adiamenlo equivale a um completo esqueci-
meoto, ao menos uesta legislatura.
t> coude de Thomar fez na sessao de hontem nina
mera lolerpellarSo ao miuislerio, .1 respeilo do des-
granado negocio da prsao do escravo preto no Por-
to. Sabe-se que este infeliz fui mandado restituir
sea douo, por pertencer u tripolarlo de um novio,
mas como houve quem o quizesse forrar, e o corres-
pondente do dono uo conveio, o preto, quando vol-
lou da cadeia para bordo, u'um acto de desespera-
do, revoltoa-se conlri a escolta e ferio os que for-
cejavam por leva-lo oulra vez para o Brasil. Desla
lula sahio o escravo mui ferido, e acha -se no hos-
pital.
A redacto do peridico realista Portugal abri
urna subscrinc,ao para dar a alforria a este nrelo,
subscripto queja he avultada. O ministro do re-
no linli.1 mandado dizer ao correspondente do seuhor
do escravo, que se davam 100 libras pelo resgate,
mas o correspondente declarou que nao tinha ordem
para dispar delle.
Sobre alas oceurreucias he que versou a inler-
pellaro de conde de Thomar, que foi urna grave
reprbeoslo ao goveroo, concluiudo com urna'pro-
posta de censura. Rodrigo da ronsoco, porera, ex-
plicou-se lao categricamente, assim como o vis-
conde de Alhoguia, que o diguo par retiroo a pro-
posta de censura, phucipalmonte pela que lhe deu
> ministro, de que o escravo nao sahiria captivo das
aguas do Douro, seguudo todas as probabilidades de
que ele? poda dar provas a' cmara.
As obras do camioho de ferro do leste Vito-fe len-
leaudo, emquanlo se nao resolve a proposta minis-
terial para passar a uovos empreiteiros. O do sul
tambora es pouco adiinlado por caosa das expro-
priaces que sao iofelizmenle os maiores encallies
dulas emprezas, aqui e em toda aparle. O de
Cinli.i, porem, vai 6om vento em popa. Os Iraba-
Ihus feilos em Bclcm, e os agora recenlemente co-
rnecaJos ua propria Cintra serao prosegoidos ac-
tivamente, logo que o tempo se torne lirme.
O levautameulo da planta para o urgentissimo
raiuiuho de ferro de Lisboa ao Porto esta quasi
prorapio, porque o eogenheiro francez que velo
com o miuistro da fazenda para este trarado, adop-
ten quasi lodos ot que liaban feilo os engenheiros
militares portuguezes, o que os lisougeou muito,
porque nao eslo muito costuraados a laes appro-
vardes.
Este caminho, vista dos continuos naufragios ou
riscos, na foz do Douro, he um dos que o coiumer-
cio majs deve auxiliar. A principio houve no Por-
to sua discordancia a esto respeito, boje ja o desen-
callo cliegou a todos.
Publiruu finalmente o plano tilo esperado para o
novo uniforme do exercito. Acabaram-ta ai fardas.
A lutaotaria e os caradores lero sobracauea ; os
primeiros de panno azul com boln amarello, e os
segundos cor de brixe com alamares pretos. Os
bouels continan! os actuaes. As calcas da infanta-
ra serao alvadias. As grvalas Miudam de sola pa-
ra lila, com um rebordo branco, para evitar a mu-
danza de camisa lodos os das.
De invern trarlo iis pracas de piel polainas de
conro prelo, e no verCo de panno branco.
No corrame taiobem ha mudanra para mais li-
geiro.
A cavallaria e artilharia tambem ho de ler alte-
rarlo, volt unlo m antigs botas de montar, mas por
ora aiuda nao ha ordem publicada a este res-
peilo.
Coula-K, porem, que para a parada do Corpo de
lieos se bao de estrear todos os novos uniforme-.
Parliram desla cidade para urna expedirlo mul-
lo importante a galera Margando, pertencente ao
Sr. Antonio Joaqun] de Oliveira, e o brigue de
guerra Cabo-Verde, por coula do negociante de
l.oamla, o Sr. Francisco Antonio Flores.|associado
com a casa commercial dos Srs. Piulo Peres & C.
de Londres, obleve do nosso governo um privilegio
para explorar as minas de cobre, por elle descober-
tas, em S. Jos de Eoconge.
Na galera foi urna forra de cein baiooelas, coin-
tuaiidada pelo lenente-coronel F. de Salles 1 errei-
ra, ja experienle uequelle clima ; algunsmineiros
inglezes, capellao, dous facultativos, e uus 60 de-
gradados, todos mui beui vestidos, os quaes com a
gente da Ierra que e assalariar, vao empregar-se
nos Irabalhos da miueracao.
Muito til pode ser para a melropole, e para a
nossa frica, a tendencia que se esta manifestando
de explorar as minas e agricultura, principalmente
as proviucias de Angola c Cabo-Verde. Os gneros
que dalli nos tem, tem j grande sabida no mercado,
se forero melhorados, temos aqui onde empregar
muilo* bracos.
O presidente da cmara dos deputados Silva San-
ches, que aa julga hostil aos projeclos finaneeiros do
governo, foi novamenle iuslado para aceitar una
cadeira na cmara dos pares, nomeirlo regia, que
o governo lhe obteve uo lempo da regencia, e que
tem lido guardada natoraluieule para occaslo 1,1o
opporluua como 4 acUal. .
O diploma fui agora com effeilo apreseolodo na
cmara dos pares, mas parece que o presdeme dos
rommnns, obslina-se em nao qnerer passar para a
oulra cmara sera coucloir a legislatura actual.
O conselheiro A. J. de Avila, eoinmissario do go-
veruo a exposirlo de Pars, publicoa um minucioso
relalorio do que se passou a nosso respeito naquclle
grande bazar da industria universal.
He documento mui honroso para|Portugal, pos
se ve pelos documeolos ofiiciaes uelle menciooados
que o nosso paiz foi, relativamente, o mais gabado e
o mais premiado de lodos.
No ultimo deste mez, far sua magestade el-rei,
uo graude sallo da Biblioteca das Sciencias. a so-
lemne distribuir!,, das medalhas e premios que ob-
liveram 09 nossos expositores.
O principe de Canino, primo do imperador dos
Francezes, e um dos mais abios naturalistas do sc-
. culo actual, vcio fazer urna svisila ao nosso augusto
soberano, em cojo pac,o jauln e passou sigumas
imites, leudo repetidas conversarles scientilicas com
el-rei e com o Sr, infante I). Luiz, que he moi cu-
lioso e colleccionador de productos de historia natu-
ral e de uaraismalica.
O principe de Canino he socio da nossa academia
de sciencias, e gosiou muito de ver os seus diversos
esiabelecimeuos e oflicinas.
Esleve hospedado no hotel de Braganca. onJc den
un janlara que latan convidados algns cavallei-
ro* nacioiacs e pstrangeiros.
O banco de Lisboa e-labeleceu urna agencia lilal
na corle do Rio de Jaueiro, dando tsja incumbencia
aoe arredilados negociaules daquella praca os Srs.
Faria e Imita. Abrio-se-lhe um credilo de qui-
nheulos coulos, nao excedendo porem a duzeulos os
desembolsos, nem s praioa a mais de qualrn me/e-.
J aqui piihlicaram os directores dos as)los da in-
fancia desvalida, o recibo da quanlia de OIrjO(MI rs.
fortes, correspondentes a iIVIjOiio rs. mor,la do
Brasil, produelo da subscripto que o nosso bene-
mrito cousul da Babia promoveu para estes pos
eslabeleciiueulos, pela oeeasiao de solemuisar a ac-
rlamarao do uosso jovan monarcha.
Toda a imprensa repeli por osle lempo os louvo-
resque, quando chegou a primeira noticia, trihuloa
ao zelo e patriotismo do Sr. commendador Jos
Agosliuho de Salles.
Foram aqui muito festejadas as Iros imflat da li-
ndado que de I ran,;a vao para essa provincia.
A direcrao da companhia Luso llrasileira .. an-
nuuciou que esperava a rcsulurilo dos accionistas de
Vernamboco e Babia, para em aawnUa geral so
Iralar da fusao que propoem a nova companhia in-
gleza, ha pouco instituida nesta capital, para a car-
reir doa Azores porlos da frica portugueza.
A' primeira visla parece que ser de grande van-
lagem esla fusjoj todava s os arrionialas he que
podera decidir se Ihes he, 011 nao conveniente.
/> governo allendendo a represenlafOM que lhe
^ao sido felas sobre o angmeolu do agio dos sobera-
OIAHIO g HMMjjjM QUINTA Eiim 3 DE UR'L OE >U6
escripluras, esperava-
casava com a l'ronlei-
e paria a parle, majs
oslo este casamento,
n lade do seu joven
o titulo de condessn
u m.'iis que du noivo
nos, pedio is cortes autoriWao, para cuuhar mais
dous milhoes da nova moni a de prata.
Esla ja eleilo novo arcebfspo para Braga, qc he
o prelado de \ iseu. que oi ainistro dos negocios
ccclesiasticos e de juslira.
Eslavamos para ler urna glande fesla aristocrti-
ca, que era o casameulo do li li mais novo da Sra.
ioranla II. Amia, I). Augu-lrl de Uendonca. com a
1.11.a do m.rquez de Fronleija, II. Alara de Masca-
rculias.
I'inliam-se ji assignado as
se a Pascoa. mas ueste meio enipo o rapaz vio MU
olios preto, de urna Irancesi.i lia que lambein nao he
pobre, e declarou queja nu
ra. Houve grandes arrufos ..
o mojo nao qui/. descer da bujrra.
El-rei que latan muilo ei
para dar um remoque levi.
primo, deu a desprezada noiv,
da Torre, Ululo que ella gosl
que lhe desliuavam.
A empresa d,eS. Carlos fallii, ou para mellior di-
zer, o governo vendo que ellA fulo dava contado
recado, liruu-llie a adininislrai;u do Ihealro, Itome-
audo para esla gerencia, o eoinmissario regio do
Ihealro normal, o par do reino l>. Pedro Brilo do
Ki.
Agora ja hasocego e decoro naquelle Ihealro, e
ato antes de lindar a poca que vai al ao lm de
maio se darau all duas uperas e una danta uova.s
Sahirain ha pouco mais dous jornaes polticos.
I m he realista, dos lucaos da eonveneae d'Evo-
ra-Monle, dissidentcs da Narao luliila-se 2
de Agosto di.i em que os dissideutes se reuniram
em commissao para se aparlarem do gremio, que
defiende o amigo jornal leglimisla. '
O oulro jornal, he da opposicao, e deuomina-se
fceco das Provincias .
He urna folha pequeiiina e iusignricaule.
Ouem vai iudo no galarifo he a Revista Peiiin-
sul.r o nico jornal Iliterario, mais sizudo que bo-
je lemos, e o que mais assignatoras ja possue uo
Brasil.
A Palria iulerrompeu boje a sua siispenso
quarentcnaria, publicando um numero |iara cuviar
aos seus assiguanles do Brasil. A situarao e vida fu-
tura desle jornal, he anda um enigma, porque o
seu agente guarda segredo dos recursos que tem, al
para cun os collaboradores, que estilo todos para a
largar.
Memorndum do contrato rellirada hoje entre S.
l-.xc. o Sr. Antonio Maria do Fonlct l'erera
de Mello, secretario de estado e mililitro da fa-
zenda de S. M. Ftdeliiuima el-rei de Portugal,
de urna parle, e Cuilhermc Show e ll'aring Bro-
thers \ C. de outra parte.
Arl. I. O goveruo portuguez concorda, e o brisa-
se por este contrato a tomar e comprar todas as ac-
oes da companhia central peninsular dos camiuhos
de ferro de Portugal perleucenles a Mess. Shaw &
C. pelo valor actualmente pago por Mess. Shaw &
C, como constar e r-iner marcado as mems ac-
coes.
Arl. >. O governo porluguer. concorda em lomar,
e laiisTaur lodos os malenaesmaterial circuanle
edificios temporario-, ou permaneutes existentes em
Lisboa, ou sobre a buba entre Lisboa c Sautarem,
construidos por Mess. Shaw A; C, e nao pagos, pe-
la avaliajao estipulada uo contrato : o governo por-
logue/. obriga-se lambem a comprar todas ou parte
das ferameul.is Plantj perleucenles a Mess. Shaw
iV C. qoe anda nao leiiham sido pagas.
Arl. :t. O goveroo portumiez obriga-se a pacar as
aerosmaterial circuanleferramentas (Plaul ma-
lenaes ele, ele, especificados nos arls. ns. lea
do modo seguinle : libras 40,000 em lelras de cam-
bio sacadas por Mr. Shaw sobre a agencia (noncial
portosueza em Londres ; a saber : libras 10,000 a
dous mezes dalalibras 10,000 a 4 mezes datac
libras 0.000 a seis mezes oala, e o reslo da impor-
tancia em fundos portuguezes a :! or ccnlo ao nre-
co de 13.
Arl. t. Mess. Shaw e Wariug Brolhers j C. com-
promellem-se a cancellar lodos e rada um dos seus
contratos com a companhia central dos camnhos de
ferro porlugueza, e desligar o governo e a compa-
nlna Uo caniMiho de ferro de lalas as mais obriga-
SBm na parle que respaila a elles Mess Shaw, Wa-
rmg Brolhers ^C. ou aos seus agentes, c por oulra
parle o goveruo portuguez, e a companhia do cami-
nho de ferro, rompromellem-se n desligar Mess.
shaw. Wariog Brolhers & C. do pagamento de to-
das as futura preslares, e oulras i'nbrigaroes con-
nexas com a companhia central peninsular' dos ca-
mnhos de ferro, ou em oulras palavras, ambas as
parles se obrigan a dar-se mutuamente ampia qui-
lajao.
Arl. 5. Esla convenrso ou contrato considerar-
se-ha obrigali.rio para ambas as paites, sujeilo so-
menle conlrinarao das corles portugnexas, mas
eolrelanlo cala um dos coulralantes se ohriga a n3o
perder lempo em lhe dar execorio, e Mr. Shaw I i-
ri .Inmediatamente ordem aos seus agcules para en-
tregaren! an governo porlugiiez, a companhia do ca-
minho de ferro, ou ao ollicial ou ollci es, por elles
nomeados, lodas as suas lerramenlas Planl mate-
rial circulantemaleraesedificios permanentes ou
temporal ios em Lisboa, ou sobre a linha entre Lis-
boa e Samaren), fazemlo-se urna relaro de ludo
com a declararan dos prcros e quanlidadcs, que sera
approvada por um ollicial noineado pelo governo, e
ouiro por Mr. Shaw ; devendo as sohreditas ferra-
mentas Planl/material circulante materiaes
edilcios ele, te, licar em poder do governo como
garanlia da soinni.. de lili. 10.001) que se adianlam a
Mr. Shaw pelo goveruo portuguez em lelras de
cambio a J, i e l mezes dala, como mais particu-
larmente se estipula no arl. 3.
Arl. (i. Mr. Shaw obriga-se a produzir procurarlo
de Mes*. Waring Brolhers A. C. para os represenar
em lodos os objeclos relativos ou perlencenles ao
sen ciMiti.il i ou contratos com a compainha central
peninsular dos camnhos de ferro, tanto para a cons-
Iruccao da linha enlre Lisboa e Sanlarem, como com
relien,> a direilos i cooslruerflo das de Sautarem
fronleira de Uespanha, ou para a linha de Lisboa ao
Porlo, ou anda qualquer oulra linha de caminho de
ferro, mencionada ou alludida no seu contrato ou
contratos com a coinpaohia central peninsular dos
camnhos de ferro.
Arl. 7. Todos os processos de qualquer especie ou
qiialidade. ou ssja peranle os trtbonaea de juslira
ein Portugal, ou em oulra parle, que tenham sid'o
instaurados ou comerados por qualquer das parles
tirarlo sem effeilo, desde a dala da assignatura des-
le contralo. e nenhuma das parles lera o direito de
os instaurar de novo, a menos que e-te contrato nao
seja ratificado pelas corles, o que deve decidir-se an-
tes do I- de maio de 1856,
Arl. 8. Apenas Mr. Shaw liver recebido as lelras
de libras 10,000 especificadas no artigo :l, ser por
elle entregue ao agente fmanceiro do goveruo por-
tuguez a ordem aos seus agentes para entregaren)
Indas as ferramentas (Pinol)material circulante
maleriaes etc.. ele, ao goveruo portuguez.ou com-
panhia do caminho de ferro, c tambora urna ordem
para por termo a lodos os proco limcutos hostil con-
forme o arl. 7.
Arl. 9. Mr. Shaw lendo produzido o docmneulo
rcronhecido e datado a IG de selcmhro de 1S.">i, he
o mesroo admiltido como autorisarao para represen-
tar Hess. Waring Brotara & C, obrigando-se Mr.
Shaw a inilemnssar o governo potluguez de ludo o
que possa resultar de falla de autorisarao.
Arl. 10. As tetras de libras 10,000 devcnlo ser en-
tregues dentro de dous das contados desla data.
Arl. II. Serao pagos a Mr. Shaw lodos os juros
alrazados, devidos sobre as suas actes al i prsen-
le data.
Arl. \>. Sr.lo igualmente pagas a Mr. Shaw con-
forme o coulrato, lodas us sonnas que lhe possam
ser ilevidas por obras feilas e maleraes fornecidos
no periodo decorrido da dala do ultimo certificado
al ii speoslo das obras.
- Arl. 13. No caso de haver quesillo quanlo ao abo-
no de alguina parte do ultimo cerlificado era divida
a Mr. Shaw, a respectiva sonnna ser dividida en-
tre Mr. Shaw c a companhia do caminho de fer-
ro.
Arl. l. A importancia, ou sotana total dasquan-
lias a que se referen) os precedeules arls. ns. II, 12
e I : serlo pagas em fundos porluguezes de :i a
Arl. 15. Mr. Shaw nao ser obligado a pagar mais
prestarlo algana sobre as suas accoes, que montara
a 11,000 pouco mais ou menos, nem laesacrOes lhe
seria liradas por Talla de pagamento por parle de
Mr. Shaw de alguma preslarao ou |ireslaroes ; mas
2.000 des.as acces licarao obrigad-s e bvpolhecadas
ao goveruo portuguez e i companhia do'caniiiiho di
ferro, para salisfuzer qualquer dilleren.-a uo caso
que o sobrcdilo material circulante re'rrainentas
Planl; maleraes edilcios, ele, ele, quaudo fo-
rem avaiiados, nao valham a somata de libras......
Halado no dcimo quinto da de dezemhro de
1855.
Na miaba qualidade de ministro c secrelario de
eslado dos negocios da fazenda de Sua Magesladc Fi-
delissina, acceilo es termos desta tecorda.__^;ifo-
iiio Maria dr Tonle* Perrira de Mello.i,:ll=am
Shaw.
Don le-sleniituho de erem terdadairas as asigna-
turas de S Exe o Sr. Ponas, e de William Sharz,__
Assigiiadoj John fennie.
Vpr Waring Brothers.Charles II ariiuj.
I)u teslcmuuho de ser verdadeira a assignalON
le Charles Waring.John Rotule.
Miuislerio das obras publicas, rommerrio e in-
dustria, l>h de fevereiro de IK,V. tmalo de
/"ana.
Proposta de Iri.
Arl, I. lio aiilurismlo o governo a lomai aos ac-
cionistas da companhia do caminho de ferro de leste
as acrK's que possuirem, pelo valor do desembolso
designada uas mesiuas acedes, salisf.izeiulo-lhes a
respectivo imporlancia, e o juro a que litaren) di-
rc.lo ale a dala en que se realisar o pagamenlo, em
inscripres da Ires por ccnlo ao preco. de quarenla e
Ires por ccnlo.
J nico. Excepluam-se desla disposicjSo as acues
que firaram respoasabilidada dos empreileiros do
dilo caminho de ferro, conformo a respectivo con-
tralo de emprritada, c cuja pagamenla he regulado
por nutra lei.
Arl. Para execura.i de artigo antecedente o
governo applirar a soinm.i neressaria das inscrip-
res que f.izcn parle da dolarlo do caminho de fer-
ro do norle, regalando as que eativarem empenha-
das core os fundos provenientes da Iransaccao que
celebrar cm tirtode da aulorisarlo que lhe he cun-
cedida por lei especial.
Arl. 3. As ominas recebidas pelo governo, pro-
venientes das accoes negociadas uo imperio do Bra-
sil, serao restituidas em diuheiro, assim como os jo-
ros a que tiverem dlreilo as mesinas aerftes alomo-
ineulo do reembolso.
Arl. i. l-'ica resegada loda a legislarlo em con-
Irario.
Miuislerio dos negocios da fn/.enda, cm -J8 de fe-
vereiro de 1856.Antonio Mariadc h'ontes Pcreira
de Mello.
I'ropufla de Iri. .
Arl. I. He abolido o imposto addirional pai a a a-
mortisarlo das olas do banco de Lisboa, estabele-
cido pelas cartas da le de 13 de jalho de IKI8, 25
de junho de IKi'.l, e 20 de abril de 1KV).
5 nico. Olanlo as ronlr.buiries arrematadas,
que eslo sujeitas ao imposto para amorlisaeao de
uol.is, lica subsislindn este imposlo e inspensa a soa
abolirn, tmenle at fui laieui as acloacs airemala-
ees.
Arl. 2. lie creado um novo imposlo addcional
sobre as conlrihuiroes a liante designadas, o qual le-
ra cobrado era lodo o continente do reino e ilhas ad-
jacenli's. Este imposto ser do 10 por cento sbreos
direilos de consumo, que se cobrara pela alfande-
ga municipal de Lisboa, sobre os direilos de con-
sumo de viiihu, agurdenle e uniros geni-ros uacio-
naes no Porlo e Villa-Nova de tiaia, e bem assim so-
bre o imposlo de-iOO rs. por pipa de vinho, que der
enliada no Porlo ou em Villa Nova de Gaya, esta-
beleculo pelo decreto de II deoutubro de I852 :
de 12 por cenlo sobre lodos os oulros direilos que se
cobrara as alfandegas : e de I', por cento sobre
a contribuirlo predial, decimas, imposto de I por
cenlo de rendas, imposto de criados e cavalgaduras,
maneio de fabricas, sello de conhecimcnlos, direilos
de merc, matriculas e cartas, sisas, imposto sobre
Iransmisso de pro|inedade, sello de verba, dizimos
as ilhas, e quinlo dos bens da corda uas ilhas pr-
ximas.
: I. Esle imposto recabe sobre a contribuirlo que
houver.de p..gar-se, comprehendnlos os outros addi-
cionaes, a que por lei esliver sujeila.
j 2. lodos os impostes locaes, que se cobrara em
algumas alfandegas do reino, c que al ao prsenle
nao estavan sujeilosao pagamento do imposto para
a mortisarao das olas, ficam igualmente isenlos
do pagamenlo do novo imposto crado por esle ar-
tigo.
Arl. :l. Continuara em vigor as disposiroes legis-
lativas que regulara a circularlo das olas do banco
de Lisboa, as quaes conliuuarlo a entrar na quarla
parle de lodos os pagamentos que se ellecluarem ao
eslado, e por conta do estado.
Arl. i. A prestarlo iuei,-.,| de nove conos de
reis para a ainorlisarlo das mesnai olas, continua-
ra a ser regularmente entregue jinda do credilo
publico pela alf.nilega grande de Lisboa.
Art. ."i. l-'ica revogada loda a legislarlo cm con-
trario.
Ministerio dos negocios da fazenda, cm 28 de fe-
vereiro de 1836.Antonio Maria de Fonle.s Perei-
rn de Mello.
godos ou em barracas, ficarao sujeilos i melado das
colleclas de contribuirlo de maneio que pertence-
riam a essas industrias, quando exercidas em loias
ou ollicinas. '
! nico. As barracas ou lugares fixos us merca-
dos pblicos, slo considerados como lojas ou olli-
cinas.
es-
iii-,-
Propotla de lei.
Arl. | l-icarn extiuctas desde o primeiro de Ja-
neiro de mil oilo ceios cincocula e -ele a- conlri-
buires segiiinlcs ;
Dcima industrial;
Maneio das fabricas ;
Cinco por cenlo addicionaces as lila- roulrihui'-
res, segundo a caria de lei de doze de uovemhro
de mil oilocentus quarenla c quatro.
Sello dos ronheciraentos para a cobraura deslas,
e das outras conlribuires directas.
Arl. 2. As conlrihuiroes de que lala o arligo an-
lecedeule, serao substituidas por uiua conlribuiro
directa de quolidde, que se denomina contribuirn
do maneio.
Art. .1. As pessoas que exercerem no continente
do reino e as ilhas adjacentes, urna industria ou
prolissao, estSo sujeitas contribuirao do maneio,
salvas as escapeos estabelccidas no arligo viute e
sele.
I de laxas de proGsaO.
II dequolas |Toporciouacs.
Arl. .I. As promaoos ein cuja imporlancia iullnem
a populaco e a riqueza das Ierras, slo distribuidas
em oilo elasses ; e cada una deslas he laxada, com
atlenro orden) das ierras ein que as prolisses se
exercem, segundo a tabella A, que faz parle desla
lei.
Arl. li. As Ierras sao distribuidas em cinco or-
dens, segundo a sua popularlo e riqueza.
Consider.im-so Ierras da primeira ordem as cida-
dcs (le Lisboa e Porto ;
Considerara-se Ierras da segunda ordem.
No ronlinenle do reino :
As cidades e villas de Braga. Caslello-Branco, Ca-
mbra, Covilhl,Bvora. Figueira. tiuimaraes, Saula-
rein, Setnbal, Vianua do t'.aslelio c Villa Nova de
Paya, bem como as freguezias dos novos concelhos
de Belem e Olivaes. que amigamente fatiam parle
da cidade de Lisboa
E as ilhas :
As cidades de Angra, Fiinchal, Doria a Pona
Delgada. |
Con-idcram-se Ierras de segunda ordem.
No continente do reino :
As cidades c villas de Almada, Aveiro, Barcellos,
Bragaura, Bja, Chaves, Elvas, |-aro, lioarda, La-
gos, l.aniego, l.ciria, 'eso ,ja Regoa, Porlalegrc, 'la-
tir, Thomar, Villa Iteal e Visea.
E as ilhas:
As villas de Ribeira Grande, e Villa da Praia
Consideram-te Ierras de quarla ordem, ludas as
oulras cidades e villas.
Consideram-se Ierras de quinta ordem, as aldeias
e povoaroes ruraes.
Arl. 7. As profissocs que o contribuiuie exerce
soraeiile uus suburbios das cidades ou villas, devem
ser consideradas como exercidas uas Ierras da ordem
immeilialanienle inferior.
Arl. 8. As.fabricas c os oulros eslabelecimenlos
ou profissocs, em ruja imporlancia nao influe a po-
pulado, nem a riqueza das Ierras, licam sujeilos cm
lodas ellas, as laxas lixas eslabelecidas na lebella B,
que faz parle da prsenle lei.
Arl. Os eslabelecimenlos fabris ou r numr-
enlos, licar.lo sujeilos, nos Ires primeiros anuos da
sua existencia uo concelho, a um Ierro da conlribui-
co do maneio que Ibes competir ; e'nos tres anuos
seguinles, a douslerros da mesma contribuirlo.
Arl. III. As profissOesscienlilicas, Iliterarias e de
bellas arles, sero isenlas da r.on(ribiiic,ao do maneio
nos dous primeiros anuos em que forera exercidas
no concelho ; c lira,.io apenas sujeitas nos dous li-
nos seguinles a uiu Ierro ; e nos dous outros anuos
subsequeutes. a dous lercos da mesma conlribui-
ro.
S nico. Eicepluam-sc daqucllas profissoes, as
que litaren um estipendio cerlo e condecido.
Arl. II. Serao reducida* metade as laxas de
prolissao das fabricas e ollicinas que nao poderem
ir, lialli,,r pelo menos quatro mezes no auno por fal-
la ou superabundancia de agua, quando esla Ibes
servir de motor.
Arl. 12. O conlriliiiinleque no concelho ou bair-
ro exercer varias inJuslrias ou profissoes no mesino
local, licara sojeito s o inaior das laxas correspon-
dentes a essas industrias ou proOssOOS.
Arl. 13. Seraelhaulenienle, ocontribuinleque no
concelho ou bdirrueseicer a mesma ou as mesmas
industrias ou profissoes em dilfereules locaes, licara
sujeilo a urna s laxa de prdlissao.
Arl. I i. As quolas proporciouaes sao as cslabelc-
ridas na tabella C, que faz parle desla lei, ua razao
de Ires al seis por cenlo, sobre o valor locativo ou
reud, lauto da casa de habitarlo, como dos arma-
zeus, lojas. ollicinas, fabricas e de oulros quaesquer
locaes que sirvan) para o exercicio das profissoes col-
leclavcis.
S t. O talar locativo das casas de habitarlo, das
ollicinas, c dos eslabelecimenlos commerciae's ou de
deposito-, be o que esliver inscripto as malrizes de-
finitivas da contribuicSo predial, e na falta deslas
ser determinado, quer por meio dos arrendamen-
los, quer pela compararlo com outros locaes, cuja
renda esliver tarificada ou for iioloriamenlc conde-
cida ; e fallando estes dados, por meio de avalla-
rlo.
5 2. O valor locativo das fabricas coinprehen-
dera' a renda dos edificios, a renda dos instrumen-
tos fabris, e renda do motor, quando o hou-
ver.
Ail. I"). A casa de habitarlo sobre cuja rendase
clenla quot proporcional, ser smenle aquel-
la cm que o eonlribuinle lizer a sua principal resi-
dencia.
S nico. Todava, quaDdo um eslabelcrimeiilo
fabril ou commercial se nao considere a prolissao
principal de um eonlribuinle, e fr gerido por um
preposlo seu, a quula proporcional sera calculada so-
bre a renda da casa que esle oceupar.
Arl. 16. O coulribuiule que exercer no niesmo
local, ou em locis nao dtslinclos, varias industrias
ou prolisses, sujeilas a difiranles quolas proporcio-
uaes, julga-las-ha segundo o '/uii/iini correspon-
dente ,i prolissao pela qual for collcclado na la-
xa.
Art. 17 Quando, porem as indu'lrias ou prnl.s-
sOes fori'm diversas, e se exercerem esa locaes dis-
lllKlos pagara 0 eonlribuinle por cada um delles a
quoia proporcional respectiva a industria ou profis-
slo porque bircolleclulo na laxa.
Arl. IS. Ouaiidn o rMiiliituiinle esliver sujeilo a
mais de urna laxa de prolissao, o valor locativo 'la
casa de habilarlo so sera cousiderado para a inaior
quola |,rot,,or,,nal.
Arl. I'.l. A quola proporcional sobre o valor lo-
calivodacasa de hsbKacjtodoeoiiiribuinte que residir
era hospedarla ou ein casa partlcaler, deque n.'o se-
jchele de familia, considerar-se-ha correspondente
a vinta o cinco por cento da laxa ou da inaior laxa
de prolissao que elle lemilc pagar.
Art. 90. Quando se conhecer que algara indivi-
duo para se aprovcilar da disposiro do arligo nnle-
cedrute, arrendara em mime alheio a casa da toa
habilarlo, sera considerado Chefe de familia para o
pagamento da qu .la proporciou.il. e licara lujeito a
urna mull igual a Importancia da mesma quola.
S nico. A mulla ser.i imposta administrativa-
mente e cobrada com a cillecta da conlribuiro s
que disser respeito,
Arl, 2!. Os que Irabalharem por cunta propria
em sua rasa ou loja, mas sem "llici.il uciii aprendiz,
serao considerados como ofiiciaes.
Nlo se reputara efUciaet nem aprendiies a mnllier
Irabalhando na companhia do marido, os fillios me-
nores Irabalbatidii com seus pas, nem o seivenle,
cojo concurso fdr indispeusavel para o exercicio da
prolissao.
Arl. 22. lodos os que venderem pelas ras, pr.
(as uo mercados, objeclos de alguma imlusja nlo
compreheiidida na isen^lu de que Irala o n. 10 do
arl. 27, e bem assim os que exercerem algurai in-
dustria fabril ou commercial uas escadas, paiee>, si-
Arl. 23. Os conjoges com separarlo de bens
Ido sujeilos a urna s rvllecta de ceulrbui{8e do'
neio, salvo quando lenhain cslabeleciwenlos dis-
liuclos ; em cujo caso, cada um delles sera conecta-
do separadamente.
Arl. 2i. as sociedades com lirma, a laxa ou la-
xas de prolissao serao addicionadas com lanas meias
laxas quaulus forera os serios alem do piimeiro. Pa-
ra a quola proporcional ser somenle considerado o
valor locativo da casa de habilarlo do primeiro so-
cio, e de todos os locaes que ser'veui para a socieda-
de exercer a sua industria.
As casas de hahilarao dos oulros socios serlo sen-
las da quola proporcional, exceplo quaudo .irvam
para o exercicio da industria social.
Arl. 25. As sociedades ou companhias anoiiMnas,
que liverem por I un una empresa fabril ou Vora-
mereial, ser., sujeilas a urna so txa je prolissao,
segundo o objeclo da sua einpreza, e correJiiooden-
le quola proporcional.
Os accionistas deslas conipanlnas nao licarao porj
isso iseuios di eontrlboieio do maneio, nao perten-
cer i industria ou prolissao que cada um delles
exercer;
Arl. 2li. Sao isenlos de quotas pruporcionaes :
I. As profissoes que forem eouprcheodidas na 8-i
classe da tabella A ;
II. Asprolisies cujas laxas forera ja calculadas
obre rendas, ou sobre rediles ou vencimentos ofli-
rlamiente cooheciilos;
III. As industrias fabris subre producios agrcolas
exercidas em pequea escala pelos proprielarios ou
cullivadures.
^A ""' S" ise"'ai ,la conlribuii;lo ,| maneio :
I. Osmembrosdo corpo diplomtico eslrangeiro
era efleclivo servreo;
II. Os agentes consulares de pases cstranueiros,
quando nlo exercerem no continente do reino al-
guma industria ou prolissao sujeila a esla conlri-
buicao ;
III. Os veuciroenlos pigos pelo eslado ;
Coico. Consideram-se pagas pelo estado as con-
gruas e oulros proveitos do clero ;
IV. Os vencinienlos pagos por eslabelecimenlos
pios subsidiados pelo governo, ein quanlo esliverem
jeitos us deduce/es eslabelecidas por lei para os
vencimentos pasos pelo esla'do ;
V. Os juros da divida publica fundada;
VI. Os rendimeulos que por leis especiaes sao
isenlos de conlribui^lo ;
Vil. os lucros dos pescadores e da explorarlo das
minas, em quanlo esliverem sujeilos a impostes es-
peciaes.
VIH. os proprielarios que cultivaren) ou explura-
rarem os seus predios, e os rendeiros destes, pelos
lucros resullanles da venda das producres dos mes-
mos predios, dos lquidos exlrahidos dssas produc-
rftes, e do gado que tielles criara ou engordara ; an-
da mesmo que a venda se elleclne ihslante do seu
domicilio, ou do lugar em que se adan situados os
predios ;
IX. as caixas econmicas e os monle-pios legal-
menle establecidos ;
X. as pequeas industrias ambulantes ;
\l. os jurnaleiros.
Arl. 28. A lodas as colleclas da conlribuiro do
maneio serlo addirionados ;
I. cinco por cenlo para falhas, anullarSes, e des-
pecas de lanramouln ;
II. quiuze por cenlo para as estradas.
Arl. 2!l. A conlribuiro do maneio he devidr
por lodo o.anuo a contar do principio do trimestra
em que a industria ou prolissao colleclavel comcrae
a ser exercida.
S 1. Ouaudo a industria ou prolissao por sua na-
turezj nao poder ser exercida todo o auno, a contri-
buirlo do maneio ser devida pelo anuo inteiro.
si .> (luando os eslabelecimenlos fabris oo com-
mcrciaes se fecheni por obilo ou fallencia declaruda
doserapreiarios, a conlribuiro do maneio he s de-
vida ate lirn do Irimeslxe anterior aquelle em que
tiver lugar u bito ou fallencia. As colleclas respec-
tivas aos trimestres sobsequentes serlo .inull.ii.i-.
S 3. O que nu decurso do anuo mudar de local
de profisslo para oulro de raaior renda, abrir m..is
algom estabelccimenlo para o exercicio da mesma
industria, ou se mudar para oulracasa de maiorren-
da, nlo licara por isso sojeito a urna rollecta comple-
mentar pela drTerenr i ,t, quola ou quolas proporcio-
uaes.
S i." Dque no decur'o do auno transferir o seu
eslahelecimeulo ou o exercicio da sua profisslo de
um para oulro cunselho ou bairro, nao licara sujeilo
nesse anuo a nina uov.i collecla da ciuilribuirao do
in,meio. se mostrar que no cousellio ou bairro doude
sahira, havia ja pago a conlribuiro desse atino.
Arl. :|0. No mez de Janeiro de cada auno proce-
iler-sc-ha u forraarao ru>ilriz do maneio do conselho,
em visla das deelaracoes dos conlribuinles e dos re-
renri iincnto- a que se deve proceder.
l. nico. Eslas Wclarares serlo obrigalorias as
cidades e villas de primera, segunda e lerceira or-
dem. Oscontrihi ule'que as nao derem eui tempo
ou as derein iuexi las, uicorrerlo as mullas qoe,
por semelbontea i........-, se achavam eslabelecidasa
respeilo da dcima e^impollo auiiexo.
Arl. 31. Contra as cernelas da conlribuiro do
maneio poderlo os conectados reclamar para o cou-
selho de dislriclo ; e da sua desisto recorrer para o
conselho da direcrao geral das conlrihuiroes directas
e desle para, o conselho de eslado.
Os recuisos por parte da fazenda serao inlerpostos
se ni pro que as dceises parccerein contrarias o lei, ou
aos principius da juslira dislribuiliva, ua falla de lei
expressa.
Art. 32. A contribuirlo do maneio hepagavel aos
trimestres vencidos.
Arl. 33. Nos casos da mudenca para fora do con-
selho ou bairro, ou de venda voluntaria ou toreada,
a contribuirlo du maneio sera inmediatamente exi-
gida ua sua (olalidadc.
S I.* Os proprielarios, ou os inquilinos que sublo-
carem, licam responsaveis pelas colleclas da contri-
buidlo do maneio que os seus inquilinos devoren),
se quiuze dios antes de (iudo o lempo do arrenda-
meulo ou do ajuste verbal nao parliciparem a mu-
danra desles ao rerebedor do conselho ou da fregue-
zia.
S '* No caso de mudanra furtiva, os propriela-
rios ou em seu lugar, os inquilinos qne suhlocarem
licam responsaveis pelas colleclas da contribuirlo do
maneio de seus inquilinos, se dentro de cinco das
nao parliciparem ao recebedor a mudaoca furtiva
dos raesmos.
Arl. :li.- As industrias e nrofissao que nao orem
inscriptas as t-bcllas A c B de que Iratam os arli-
gos 5 e S, nem por isso dcixarlo de ficar sujeitas a
contribuirn do maneio, nao sendo das iseulas por
esta lei. As lavas deslas prolisses, bem como ss quo-
las proporciouaes, serao Sudas pelo governo, com-
parativamente com oulras com que livorem maior
analoga.
PROPOSTA DE LE*.
Arligo lo. Sao exlinclas desde o primeiro de Ja-
neiro de mil oilo ceios ciucoeula e sele as seguinles
conlribuires directas.
Novo imposto de criados e cavalgaduras.
I) imposlo de qualro por cenlo sobre a renda das
casas.
Os cinco por cento addicouaes a eslas conslribui-
res, eslabelecidos pela caria de lei de doze de de-
zembro de mil oilo cenlo quarenla e qualro.
Art. 2. As contribuir.".!':, de que trata o rtico
antecedente sao subsliluidas por urna contribuirlo
directa de reparticao, que se denomina eoHlrthukSo
pesoal.
Arl. .1". A conlribuiro pessoal he lixada un
quanlia de cenlo e rinruenla cuulosde reis, e ser.i
repartida animalmente pelos dislrictos administrali-
vos, na cnnformiladc do paragrapho mino do ar-
tigo quinto da Carla Constitucional.
Art. i." Slo sujeitas a contribuidlo pessoal tedas
as pessoas que residem no continente do reino e uas
libas adjacentes, c que desfrutara algom rendimrn-
l.i proprio, derivado de seus predios, do sen Iraba-
lho ou do eraprego de seus capilaes, em qualquer
parle que esles capilaes exislam, salvo as exrepres
eslabelecidas no arligo dezoilo.
Arl. ."i." A junta geral do dislriclo repartir pelos
concelhos o contingente da conlribuiro pessoal que
a lei livor designado au dislriclo.
Arl. li." As cmaras municipacs dos roncelhos de
Lisboa e Porto, repartirlo pelos bairroadeqoe
estes concelhos se coui|ioem, os contingente- da
ronlribiiic/io pessoal, que litaren sido designados
aos mesmos cdncelhos.
Art. 7." As ditas cmaras municipacs excrcerlo.
em relarlo a cada um dos respectivos bairros. os
atlrihuirdes que licam compelimlo a ludas as rama-
ras iiiunicipaes.
Arl. 8." As disposiees dos artigas 91 o 22 do de-
creto com torca de lei. de 31 de dezemhro de 1852
pelo qual foi esubelecida a contribuir predial d
repartidlo, s!io applieavets reparticao di contri-
buirn pessoal.
Art. 9.* A ditfereoea enire o eonligenfe d.) con-
lribuiro pessoal designado au concelho ou bairro, e
a imporlancia da laxa suuipluaria respectiva aa mes-
mo concelho ou bairro, he repartida proporcional-
nenie ao valor locativa das casas de hahilarao.
Arl. 10 A reparlico de que Irala o artigo antece-
dente sera feila por foiirrioiiarios liscaes, e liscalisa-
d> pela respectiva j.>nla de repartidores.
Arl. II. A conlribuiro pessoal rompoe-sc:
1 da laxa Mmplnaria.
2 de quolas proporcionaos.
Arl. 12. A laxa siimplu.iiia recibe:
I Sbreos criados do servico domestico, do sexo
masculino.
II. Sobre as cavalgaduras destinadas ao serviio
doinesliro ou aoconmudo pessoal.
III. Sbreos vehculos destinados ao commodo
pessoal.
Ari. 13. A laxa somptusria he lixada segundo ss
letras em que a contribnijgo se paga, pela forma
esUbelecida na tabella junta, que la/, parle desla
lei.
Arl. II. A conlribuiro pessoal he devida por
lodo o anuo a contar do principio do trimestre, em
que o eonlribuinle conmecar a ler no concelho ou
bairru algom ou algn, dos objeclos sujeilos a laxa
somptusria, ou nina ou mais casas de habitarlo mu
buladas; embora nlo resida nesse concelho ou ba-
irro
S I. O eonlribuinle que no decurso do anuo-e
mudar para oulra casa de n,ibil.tcao de maior ou
menor valor locativo, ou passar a ler augmento oo
diminuirao nos arligos da tasa sumptusri, nao li-
cara sujeila a augmente, nem lera direito a dimi-
nuirn ii irn.i verba da coulrihuicao pessoal.
* 2. O que no decurso do ailo Iranslerir a sua
residencia para oulro concelho ou'bairro nlo licara
sujeilo nesse auno a nova verba da contribuirlo pes-
soal, se iiiujlrar que nu cuncelho ou bairru donde
sabir.i havia ja pago a coulribuicln desse auno.
Arl. 15. A quola proporcional respectiva se eon-
lribuinle que residir em alguma casa particular, ru-
jo chefe de familia nao esteja sujeilo u conlribuiro
pessoal, sera calculada em relarlo ao valor locativo
daquella parte da ca para soa hbil,ira,,.
Arl. Ili. (Jo indo se conhecer que algum dos indi-
viduos a que se refere o artigo antecedente, arren-
dou em u ,ini' alheio a casa de sua habilarlo, com
intuito fraudulento, sera considerado rhefe de fa-
milia e cono lal licara sujeilo quula proporcional,
e u mulla a que se refere o paragrapho I do arti-
go 21.
Arl. 17. Ouando o coulribuiule residir em esla-
helecimeulo alheio, onde exerra a sua prolissao, a
quola proporcional sera calculada com relarlo ao va-
lor locativo da casa que se julgar destinada para sua
hahilarao dentro do eslabetecimento. se o douo des-
le ahj nlo residir.
Arl. 18. Sao somenle isenlus da conlribui.au pes-
soal .-
I. Os membros do corpo diplomtico eslrangeiro
em elToclivo serviru.
II. Os agentes consulares de paizes estrangeiros,
quando naolenhaiu no reino algum rendimenlu pru-
prio alem do que Ibes produz o seu emprego ; e
nao sejaiu subditos portugueses.
III. As praras de prel do exerciln, da armada, e
da cuarda municipal.
IV. Os individuos que lorem classilicados como
iudigenles.
Art. 10. Slo isenlos de quola pruporcional:
I. O individuo que ral razao do seu emprego re-
sideem edificio do Esladoem edificio arrendado
pelo Estado para algum servido publico,ou em al-
gum eslabeiccimeulo de beneficencia.
II. O individuo que residir em hospedara;
III. O individuo que residir em casa particular de
que nao seja chele de familia, qoando esle esteja su-
jeilo a mesma quula ;
IV. O individuo que residir era algum eslabeleci-
nienlo alheio onde exerra a sua profissao, juntamen-
te rom n dono desse eslahelerimenlo.
Arl. 20. A lodas as verbas da contribuirlo pes-
soal serlo addicioiados:
I. Cinco por cenlo para fallase anuullares;
II. Qednse por cenlo para estradas.
Arl. 21. No mez de Janeiro de cada anuo se pro-
ceder a formarlo da matriz pessoal do concelhu ein
visla das deelaracoes dos conlribuinles, e dos recen-
seamenlos a que se deve proceder.
-: t. Estas (lerlar.icue- eran obrigatoiias na- cida- l em robrrlor de rarorinhos as maieltas -*-,-,, lia
des e villas da primeira, segunda e lerceira ordem. lednrenlaes, romo drfunrto insepulta*.
Os contrihninles que as ule derem *m lempo, ou as i .Vio seremos un- que nuatu k qsso sarevai>,
deretn iiiexarlas, acorrerse as mullas que. por se- ] eapeBles -ubre Uoa, .levam-se I. umihW mm p>A*.
m.-lliant.- omissi'ies, se acliuvam eslabelecidas s res- | rosea, a poni de ervir-lhes de catssesss; na ; a l,;.
peilo da decima o impostes annexos.
Arl. 22. Os conlribuinles leem direilide recla-
mar:
I. Contra qualquei erro na designarlo da laxa
sumpluaria ;
II. Contra qualquer erro na designarlo do valor
locativo que se lomar como base de repartirlo para
a conlribuico pessoal.
III. Conlra indevida inscripr.lo de quaesquer
pessoas na ntalrix pessoal, nu cmlra a indevida ex-
clu-lo dellas.
nico. Oualquer contribninla pode reclamar
conlra a inexaclidlo da matriz pessoal a respeilo de
um lerceiro, quando de seeselhanle iuesariidao re
sulle prejuizu aos outros conlribuinles do con. elho o
bairro.
mudado evanglica nao abssirve de -orle ilzuma ,,
s.i uobreza indelevcl do carcter 'areriMal, ,|c .,
padre deve vellar como um .lepo-ib. agrado, jee
Heos lhe roullou. < I Sr. capelln de hXIea est
dizendu missasem alguma rapella parlirsiUr tve
Sopor defrcencia.ou por delicsdea. ou |*i dever e--
perar pelo lamilla a quem pcrleore e rapdla a
oratorio, por iue isso he um costum* inttlm-
do uas capellana*, priiicipalinenle do ame, mmt
um pobre padre faz'las tripas enrarass. e vai pava m
aliar quau-lo o Uzeudeiro e sua familia se rslvs a
isso, quaiid.. o conipadii' uo I Stro checa (Ve
duas legua-, quaudo .. \aqu.-ii,, tnn acebodo dr dar
._ I a utlima muq>drttii no ubie ,i. v^quialm, qati,i
osacntlio avisa ao pobre padic q*r o sr. rmpUin
esta promplo '. O Sr. paJre de Hellesn, tedavu.
se essa cria fni munida da liror paiarlual para
Arl. 21. As rerl.imari.os serlo feilas 'peranle o |,,,|,(is,d... devena anda dessa ves ditassssjnr a eTr-
rone.dbo de dislriclo, e das -ua- deciso h.ivci.i' ie- ,,u du recado r bilhrtr. r na e relsnat a IssaSi-
cursn para o concelho de eslado. jdfi ,,,,,,. ein rasos laes quem perda a* einaii
s! nico. Os recursos por parle do governo serao ,.rj enanca, per que se nao e-lava doenlr sa >
inlerpostos, sempre que as decanos parreerem con- um momenio para oulio Reas r morrn,
Irarias a lei ou aos principios de juslira dlstrihuiliva |,ollro< e o Sr. pare >rt inronleMav
na falla de lei expressa. i respcuisaxel. He esla a nn~a opnuao.
Art. 2. As cmaras mnnicipaes poden reclamar No da :)l do corrrnle t-ssstwe alga*
peranle o conselho de estado contra a mauifesla in- ra da Conreirl... e ouvio /m vlnria r
juslira da reparlirlo feila prla unl.i geral de dis- : denlro da igreja do Kosaim ; uilcUnlc per i
trido. embicou e nube eul.io |.ur am ndad ae
Arl. ">. A conlribuiro pessoal he pagavel aos nhar radiado, que era una musir militar >,a
Irimeslres veucidos. -nava querendo demorar-se nao le ve smi- I
Ar. 2. Nos casos de mu laura para fora do con- porque eslavam na ultima de mo. r enla i
celhu ou bairro, a conlribuiro pessoal seraj uate- msicos pelos r.irredores das tribunas de
diataraenle exigida na sua lotahdade, l"'"N ns cabera*, lo mando e jogandu un, tm
S 1. Os proprielanes ou os iu jmllinus que subte- Iros inn-n-eiiles pulhat propnas mesa a
carem, licara resjionsaveis pelas verbas da coulribui- das l.uiinb*. Mn (.aiam qui os escndales
rao pessoal que os seus inquilinos doverem, se l.'i da casa de lieos. A pulilaiiia pailidan. dassa k,
(lias antes de lindo o arreudamentn, ou o ajuste ver- 'la militar la eslava no coro. Iota mal alre/t. Ira
bal, uao parliciparem a mudanra destes ao recebedor Ib. '"'' """> os casquetes as ralieraa, la
do eoucelhu ou da freganda. aouviaiido, ou rslnbilhaiido es i ilrrde,
5 2. No ra-ode mu laura furtiva, os proprielarios, i cum irreverencias inauditas '. !
ou em seu lugar os mquiliuos que suhlocarem. licam i He multo mal eulendido farililar-a
responsaveis pelas verbas da contribuicjlu pessoal de ros, ou oulros quaesquer lugares dos lemptm |
seus inquilinos, se denlro de "i das nao panicipa- j e--es mislcro-, ahual sen.pro auarchicos.
rom an rerebedor a mudanra furtiva dos oesmos. Ora. peana a lieos que para oulra ves as
Art. 27. O governo he aulorisado para fazer a I pbilaruioniros de quartel --jan >nai
despeza que fr indispeusavel para se organi-ar o
serviea da repartirlo da contribuirn pessoal.
Arl. 28. Kegulamenlos de administrarlo publica
serlo publicados pelo governo para execuc.io da pre-
sente lei.
Arl. 2!). Pica revogada loda a legislarlo em con-
trario.
Ministerio da fazenda, 28 de fevereiro de I83C
Antonio Maria de tontas Pereira de Mello.
TABELLA da laxa sumptuai ia a quc se refere a proposta de lei desta data.
DESIUNACAO' DOSAKTIGOS SIJEITOSIA AXA.
l'or um criado do serviro domeslico.......
i haveudo 2. .
l'or cada um.......-'haveudo:!. .
thateado mais de :l.
1 elos criados do servico domeslico, que simullaneamen-
te se empregareni no serviro da agricultura, do corD-
raercio ou da industria fabril, se pagar melado da
laxa correspondente a igual numero de criados, so-
menle desuados para o servico domeslico, alao m-
ximum de Ires.
l'or urna cavalgadura maior, cavallo, egua oo muar,
destinada ao servico domestico, ou ao commodo pes-
soal .................
haveudo 2. .
ha ven.1,, ', .
haveudo mais de 3.
ror cada cavalgadura menor, melade da laxa corres-
pondente a igual numero de cavalgaduras maiores.
Slo consideradas cavalgaduras menores as que nao che-
gam a id polegadas.
l'or cada vehculo de i rodas, alem da laxa das caval-
gaduras ...............
l'or cada um de duas rodas, den)........
as Ierras de I
ordem.
-*tJ
l-r-IK)
l-(,'i
atoo
.^v00
BfOOO
73200
SOOII
138000
10*000
Ierras de 2
I' ordem.
9600
JOOII
Ir-iM.
I58OO
:i9too
;"iOO
SslOO
(WI
I25IKM)
KMMN)
NaS Ierras de i*
e 5" ordem.
- >1isi
S8IHI
|-2li
llares de
2.? 100
:l5f)0O
.LMiOO
19300
lOaOOO
fiOOO
Ministerio da fazenda. cm 18 de fevereiro de 1K.VS..sfnlonto Maria de t unte* Perrira de Mello.
1'KO.IECIO DE LEI.
Arl. I. O imposlo de subsidio luterano lica es-
linrlo uo couliueiite do reino, a contar do que res-
pcila colheila do auno de I8.">(i, e dahi em dianle.
Art. 2. O reiidimenlo medio do referido imposte
nos dez anuos econmicos de isln a I85i na im-
porlancia de il3.i)O*|)780 reis entrara 110 computo
da conlrihuii.au predial, que houver de ser repar-
tida pelos dislrictos do ronlinenle do reino desde o
dilo auno de 1856 em dianle.
Arl. :!. Ni coiiformidade do arligo antecedente,
a contribuirn predial que se ha do vencer no auno
ein eus ensato-; nos uus contenamos, que ca
aos sanios tanta deroroquaulo guardan aa fo
seus commandautes.
Com muilo snslo rccelienanio cncr
cia, coininuiii. ados clr.. el.. para Pagina, esa
Pagina fosse escripia rm um jiu nal que un to p*Ss-
lasse a receber correspou.lencias e roasmaanMlot.
A Pagina he propriamenlc para as indicsM, aa
propriaineule he um esparo para as aavsaaaas.
duando inulto poderemos rereber pouca tataae ce-
ne, correspondencias, que era Inmem graade
ro ; e dos nos-os rorrespondeulcs partcula
dentro da cidade recbenlo- lado, porqoe
dam sem desaba/os. Assim qu irain ler a
de procurar em u.-so escriplorin a corrr _
sobre os negocios de 1 Huida, e bem assim* 1
eessobre o cholera no Rio. Para facilitar, ai-
/.'o.i-, que ledii/am em jieriudos noticioset toas
correspendencias. c assiznem-se como respoosavets,
que li"linrnie as iteremos.
Coiisla-nos que a epidemia cm I Hieda lena Sa-
inad., o carerter e-pecial de dejecees -angaian .
sem atis uniros -vinplomas do cholera. Est et-
lingiiiudo-se.
.le amammit.-
civil de I83f he lixada ua imporlancia Je......
I ,:128:7328000 reis ; mas sera repartida pelos dis-
lrictos administrativos do continente do reiuo se-
ment pela quanlia de l,:lli::llOSiOO reis, segundo
o mappa que faz parle desla lei ; era titearla as
compensaroes de que Irala o arligo 2 da caria de
lei de 17 de agoste de 1835.
Arl. i. He por esla terina declarada e ampliada
a referida caria de lei de 17 de aguslo de 1835, e
evogada loda a legislarlo em contrario.
'slerio da fazenda em 28 de fevereiro de 183*;
' o Maria de Ponte Pereira de feilo.
MAPPA a que se refere a lei u^. .o predial qne no anuo ci-
vil de IS.iii lica perteocendo a c da um ilos distnctos administrativos do
continente do reino, e da toauo que tem de ser repartida nu conformi-
ilailc do art. Ti da mesma '
le
D1STR1CTOS ADMINISTRATIVOS.
Aveiro .
Beja. .
Braga .
Braganra. .
Castalio Urlico
Cuimbra. .
Evora .
r'aro. .
Guarda. .
I.eiria. .
Lisboa .
l'orto-Alegre.
Porlo. .
Saolarcra .
\ 1 ,nna .
Villa Beal. .
Vi/.eu .
Couliiigeules que
ficam pertencendo
aus dislrirlos admi-
nistrativos do conti-
nente.
3*5189000
> 1:2313000
87:783-}()l)0
2::li0-XKK)
::56l jimio
li:00.Vs(KH)
67:I52000
ih:08l-M)(>0
19:01*1000
:n:558000
:l:l-3:!)2laOOll
56^169000
125:1309000
!h;:o:ii 15000
34:6098000
33:1129000
li!>:i WjOilO
t.:h!ei:7529IKH)
Compensaras pe-
lo excessso de re-
partirlo nos annos
de 1851 e 1835.
6:28*8600
1019193
222-82
8318370
1893468
1179670
9
*9&
7779601
1:1905010
1125870
1:1839201
1:122-782
Ii::i25l00
Miuislerio da fazenda. em 28 de fevereiro de 1850. Amonio Maria de Fonit* Pereira dr Mell,
>iqrU> He 5pcrnambuco.
Telo vapor afsea entrado ullmameale de Saa-
tliamplou, leudo locado em UnMn, Madeira.leaeti-
fe e S. Vicente,recebemos as carias de nossos catres,
pon.lentes de Pars. Hainhiirg,.. a I isboa que litaa
transciiptas em oulro lugar desle Diario, e la
varias cazelas inglezas fraucezas e c rlugne/j.. 1
caucan 11 aquellas a 0 de 111..1 .. i.rnximo haoa.c i
lsate.
> iCurop.i a atlenro publica aduiva-se toda
cupada com os Irabalhos da ronlereneia que sa as-
ilo celebran 10 cm Pai is. e com r j/lo.p,.r qaanla del-
les depende a soluro da srande qaesli* da ase aa
da guerra, que he a mais im|>orianle para a nem
nidade.
relizmenle ludo leva a crer que o -aocae luanni
nao coiilinuara a ser derramado e que ansa pea hoa-
rusa para ambas ss parles belligeraalts n breve-
111. ule concluida.
0 armisticio emivcnrionadu na primeira sessa d.<*
conferencias ja linha sido publicado na Crinan, li-
rondo I. |,or conseguinle suspensas as hoslihdade.
a-im como cm tolos man pontos ocrupadas fa-
los exercilos iiiiinigos.
Mo acontece pore.n o momo no mar.
1 'almirante Walson, parlniJo de kiel. rdeaoa
que a esquadra sob seu rominando s reeanas OO
ilba Moer.e annunriou a renuvaro do bloques* tfas
portos 1 iis-o- no ll.l.i, ..
Km I rauca reuuiu-sc ulliinamcole rorpa le..--
lalivo.
A' falla que uessa occiso proneac i-u a imaera-
dor Napattaa III verae es batatas o* aaaaaasB>
poudeiicia de l'aiis.
Ksperava-se .1 cada hora miran-que a naperalriz
livesse o seu bom sucrrsso. e .lua que a crissara
seria b.,plisada logo 110 da seginule ao de sea n
cimeulo. seudo padrinhos o papa l'io l\ e a lasaba
da Succia.
Esle arlo Icrs lugar na capella imperial e sers ce-
lebrado pelo esmoler mor da orle em preseas;a de
cura de S. I.ormino FateMOTTOSS, que lie a paracbu
do palacio das lulbenas; do arrehiS|w. do caplloU
melropolilauo e dos grandes tfgostassss e ftncieoa
ros do imperio.
Se < imptralriz der a luz 11111 princi|ie. chaorel-
lei nmr da l.egi.10 da Honra levara a este o gran te
cSrd.io da ordem e a inedalha nublar, o marcea*!
BMC do palacio loiua-lo-ha nos uracos c o levara au-
Ira vez para o seu apu-eui*.
Corre que pei.sa-sc seriamenlc ees dar-lite o hie-
lo de re da Alergia.
-Na Inglaterra couliuuava o parlamento a ocraaar-
33:l 165:196 se c"ln os ncl mu- lm.
53:7195670 i Porla|des a venda do poslos 00 exercile.
125-o:l7-| (O I cmara dos lords rerusoa deliiulivaiuenle reee-
btr em seo seio a lord Wenslexdalle, uliiaamoile
nomcad* pela rainha par vilalicio, uo reslan I. e*o-
eguiulemcuie ao goveruo oulra ullimsliva seoao ce-
der e dar a ber.inc, ao uovo par, ou leconrr a al-
guma medida de rigor.
No da i de 111..1.;. Badea em Londres o Ihrjtra re-
al denominado Cocent (arden, durante a rverara*
do bate masque do professorAoderssin.
O fogo, diz o ItOtet, romcrou prla* i horas e 55
minutes, reinando logo a maior confusao
Contingento- q,,e
leem de ser reparti-
dos nos dislrictos.
.32:5189000
51:2515000
mh3009t00
i.'l:22M5808
.lS::ll8-">!8
63- Lito;:)
66^629 Vtj
16:0439330
i9:01*|000
37:5l3l7
O/816-791
51:486-21M
5I:II2- W: i 8- l,.'U)i:3l bealro. dominado rw
qoe as rhaoimss Mi-
se exeialava
'Ae 1 jure n.
Ilelalivameule tes negiKios da Alletuaulia e Ihaa-
vre'i,Vra"lndosaZlTATr'^ieC'H'''' """'' "i"' "" I ,Ar,- '' Soveruo 3oloris| para fazer cu- relenroo-ne, a carta de -osas StasJaeanatttnfJS
" Ik" referido da pnrae.rode ma.o! nhar durante o actual anuo civil ale a' quanlia de de H.iii.hurg...que delles Irala circuro..iaci**.m-
apenas que .ico escrutar o seguale aceira
ludo que depender de medida legislativa.
Arl. 2. O fabrico e commercio do sabo licara li-
PKOI'OSTA DE LEI.
Arligo I. He o 1
Irario,
Ministerio dos negocios da fazeuila em 28 de feve-
reiro de 1856. Antonio Maria de Fontcx Pereira
de Mello.
'rile pour (elude des ckemiHI de ler portugai< en-
tre le (ioucerneinrnl pirtui/ais, la Socit (ene-
rle de Credit Mihilier, Mess Pereire \ Fould
Si Mess Charles Decaux & C.
Enlre les Massgns : I Son Excellence Antonio
Maria de Pontee Pereira de Mello, ninlslre seer-
taire d'elat aux dparlemeiils des finalices et des
Travanx publics de S1 Ifajcste le Roi de Porlagal.
en ce nioinenl residanl Taris sgissanl au noin
el crame reprsenl aut du (iouvernemenl porlugais
d'une |>arl : 2 1.1 Sociele Gonorele de '.redil Mubi-
lier, donl lesige el le domicile sont a Taris Place
vendme n." ID, reprsenlce par Mess.. d'autre
par: 3. Mess. Entile cv Isaac Pereire, administra-
Icurs de cliemn de fer ilumeuraul a Taris, ru d'
Amslerdam 11." 9. Mess. B. L. Koul.l j Fould Op-
penheim, banquiers. deineuranl Taris, ru Bergcre
i.-' 22. Encor d'autre pan : l Et Mess. Charles De*
vaos *. C... banquiers, demenranl Londres, re-
presentes par Mess Devaux c\ Uxlelli, snssi d'aulre
par!, il a clr (til et cbuveuu ce qui suit :
Arlirle I. I.i Socil Genrale de Grdll Mobilier,
Mess.Emitev\ Issac Pereire.II. L. l-.mi.Kv i-'nui.i 1 i(i-
penlieiin Charles Devaiu r\ C. s'ohliganl enveisle
Couverneiiiei-.l porlugais qui l'acceplc faireludicr
par leus ingeniuirs te resesu 'orale des cheroius
de fer portetrai nolaminent. la |i:ne de Lisbonne
la froiitire de I Espagne, et la ligue de Lisbonne
Opurio. soni la reserve des engageOMnts existan!
enlre le tiouveriieuii'iit porlugais "el la Coaapagnie
du chemiii'de fer de Lisbonne a Sanlarem. Cet
lude dcvra ftlre lennindaus un deai de sepl mus
jour. Article 2. Aprcs les elude
vereiio de 1856. Antonio Mara de Fonle> Pe-
reira de Mello.
PESIAUDCO.
PAGINA AVULSA.
SS:-: -SHA S
O cholera reruou depoisque .1 morlalidade de-
cresceu, ou depois, que se prup.laram os hoalos
inexactos de dcfunlos de arcia 1 l.lue medroso !
Dever ler o privilegio e conejo de cholenco
quem morre de febre ainareila e Ivpho. que ja SS
assierugrassarem deparceria, de bracos dados apo-
pando o cholera '.' Que iluus riamu.nlos'.'
Assim romo se iinpozerain penas ao prelinho
de (uinr por dm parle de licenciado, |iorque os cu-
randeros, que receben) lanos del bagos lambem nlo
serlo punidos !
Sera cerlo, que na tullir espertte universal, I
que tem de haver em Vienna da Aiislria sera' lo !
bem exposta a iincomparavel inaceila, que se venden
Desta capital a 1,-000 a libra .' Oue gloria para o ven-
dedor .
Urna graciosa dcclararo deslai o exaroe, revi-
slo, proresso e pagamente'.' Oue boa vonladc'. Fa-
vor aos amigos.
Enlao nlo Ovemos, e nem temos fome, e ape-
nas l.ilirigamns eus arrufo, 1 Udr Ierra leliz '
Oraoiivo deenxergarem senosos Escaes quemis
olhos lem'. Que cegainhos de porte I
Como ss hade explicar acqaisjeao de fnrlunas
reiienlinas. e melhoras .te oulras D.i ep, |cmia
Denelici '
a partir de ce ivui. rucie z. Aprcs les eludes, a |
parlir de l'expiralion du dlei sus iudiqn, et du jour 1 r,a r,lv;isidesgoslos, soOrimenl
dalheirai, carreirase suicidio*-! Qae duvida
011 le tluuveineiueiil porlugais aura la couuire,
srs cndilo,o- pour l'execulion des ligues sus inenli-
onuoes, la Sociot tiuerale, Mets.|Eraile es: Issac Pe-
reire. II. L. Fould iS fould Uopi'1'nlieini, el Mess.
t".harles|llevux k\ C. Surontsix mois pour faire leurs
proposilious. Arlule 3. I>an<|le cas 011 les prciiumuies
nese chargeraienl pas de Texcculion du retesa des
chemins de fer porlugais. les liis fails pour l'elude
deeerseau scr.uit exclusivemenl a' la charge du
linuveriieinenl porlugais qui les re 111 bou-era son
Elal. Das les cas, au ronlraire, 011 il terall pas-e
entre le Ijouverneroent porlugais et les ptenomms,
un Iraile puur Texcbtion du rosean donl il s'agil,
les frais d elude su> Jlile serout a' le chargedes ron-
cessiouaires. Article i. Le tiouteruement porlugais
s'iuler.lil d Taire auciiuc ronci-ssion de clieinin de
ler, a' parlir de la sjgnaiure des presentes jusqu'ao
inoiiieul 011 tes iirgociallnns relaiives a' l'execulion
par les prcnuinines du rotosa qu'il se rliargeul de
faiie i'ludier, auiun abouti ou seruut deliniliveraenl
rompues. Uan tucen ras, meme aprs 1'wpraUan
du delai do sis iiinis. iu.liq.i eu l'arlicle Irois qui
precede, le Gonvernemenl purlugais nepouira Irai-
ler avec auruu eotre enlrepreueur, de la concession
de loul ou p.n lie du reseau ci dessus ineiilionne, s ios
siurTriraux pieiioiiiiiics la preference a' conditions
egales.
I'ail en quadruple original, a*Pars le vingtqualre
Ucembre mil huil cen cinquunle ciuq. Aprouy
Mu parece, que a exlensao da epidemia causi-
quebradeiras, ban-
Maisleriainos
Que pergunlar
Qoe seria
Nanea acabar.
Seremos breves
Com vosreineri's
Sempre enfadando
He quando cm ves.
1111 iiuilc !
;encaren.
t) primeira
e
de
inei." seria.
)' se di.
Pedimos ao Sr. fiscal do lente, que mande ha-
ver mais cautela na dislrihuiro da agua ternerida
pela cinara municipal; poia consta-nos, que na ra i
da Srnzala Nuva se ds.ribue agua em casas q,1P dimos e, eserevos aanhar as roas, sssiss como de en nina ,n,sr,,-in... '
em oulras casas habitadas por negras caj.liva.. qe Enlre lano .. Sr. m.|r da pislira, n.i. r-i
paglo semana aos seus senhore-.. e r.-la-ll.,', dinh 1- naliva gmernaliva paroce re.lu/.r-s,. ., .'.nU ,arts-
interinara exarlo este alimenlo ootr'ora Mn neeossa- d. denuncia que se lhe f J.....,., anda proles-
no ao pobre, he de nenhuma ulilid.ute elle. ,Mir- lanle em Brrelo..... acaba de dingi. um. rrralar
prert lentes .las audiencias, para que vigiem pela
que qiiaudu lhe cl.-gt be pouca, e polinenla, .11
causa mais damno romo se nao a behnssc. ('.olivera
por lauto que os Srs. inspectores indacem quera rs-
I no caso de receber agua gratuitamente, e di-lhe
urna guia.... que I ostial ti Mo, que au dopols po-
de-se lev .miar um falso de testemunha, e ver-se ao
depois as commisses em calca pardas para cubrir


panes loi bnlbaaie ;
real e leda a carie.
, e -riilia urna granate
alegra cm ver reunidos os homens ra.is roastdera-
veisda uioiiarcliia : que Separata qii" .->ta reuma
ligara eslreilamcuie Iodos us partidos do rein-s,
que, detlendido cuulra lodo o perigo exterior.'paite-
11 deseuvolver-se livrcinenle nu interior.
Em ronclii-lo, o rn ..grade ,11 a feoetadaSaaB*
servarlo da par, c .nrrcscruioa que r-perava qae
aa toluraa Estado sena ign ..iinnl'- preservada ..r
lodo o perigo. Osc.veino 11.10 ler que submeller
esla vez ao conselho gi.ndes praposla. de tei-. de
rendo ler lugar proxiiuiincole urna seso extranr-
diuaria.
Os minislros dinamaiqueres asaasssssa de rrinw de
Ira irlo a constituirn do nott foram a final ablM-
dos pelo supremo lnbnii.1 te ju^lna.
As noticias da Hespanba ar lian.-se icnnuda- aa
segninle corla Iranscnpla pete penolir.. nnrlagars
A No. o :
A qocslao de fazenda aprsenlas.. honlmi nirlboi
aspecto, e cria 00 que modificad. radicalmcnlr ...
projerlos do governo, leria maiona na omnii-..,. ,ir
orramcnlos.
Mas eslas esperanras em breve e dr-vaarrrrasta
vi-lo o desaccordo que ha mire sh votos das eppess-
roes, e o ni.iis provavel lie que o miuislerio laai It
uo plano que lem elaborado apresenlaiido-a .airar-
les.
.1 Em lodo o cate he evi leule que o Histeria
lem que acolher-se a um peiisam ni qualqoer qoe
seja ; c rom elle obrigar as corle a qne volts re-
rnrsos para governar. neis esli tista qar aaM aava
mudanra de ministro da telenda n 1 la id.aaiarte a
oluclo e o lempo urce ,>ppo.ir."o n"o tetn apte-
senlado ii-nl.nu projer!" que esjs suatlstol mitm.
ha.
0 Os moderados propem li.i e francamente n
resi al ilerimenl. do imposlo ,1. b.rrein. etntatV-
mos e conlra este pensunenl. -,. lem reliellad* a
materia parlainenlar.
. i'-meiiibros da roiniiulo nrTerecem. acrrilae-
do a ronlrihiiiclo de b.ureir.. ,|,-lilini a de roa-
sumos rom u,n angas sata sobre a r.niinuuirs.i i^r-
riloral.
.. Mas como poder,, support.. lo .1 prapiieda.le tet.
rilorial ja II.1 ststearrecads rom bastes impo-ias
abn drssacrilicins que II..' hope o .'inpresliiat va-
inillarte ?
1 Por outra parle a democracia, e n Sr. Orense
sua Irenle. iu-isIio em que orramenio d.-srati4a
toras a discutirc iiiii.tezi...i.i-se Ibe o rnclee
nrcessarios alo chegar i ...vellar.lo speaSlaalea, aa
ci'icearem-se ::s |onffiaar roiiiinriidaiid.i .n provincias o 1 uinpriaieulo le4e
J
consarvacao da un.la,te ealatsVs, mamlanihi Ibes
proreler entra aquelles que ni. 1 ujlquei ronreil
rompam ou perturben esla unid...le.
.< O bispo de Cartagena e Murria .lirici neta et-
posirao ao governo, na qnal baseaado-ae as esta-i
de se ler spresenlado um bispo protstame ees Ror-
MUTTr7xTSrv
ILEGIVEL


I
celona, supplica a S. M. que se decrete siraultanea-
inenle a expulsio do pretendido bispo proloslanle, e
o promplo recre-so a sua .Hcese do hispo de Bar-
celona, o prohibir a liogaagem nata calholica que
asa una parle da iioprrnsa.
Occupan lo-mo aiuda da daagracada sorle do
* oler, devo dizer-vos qiie de varias parles e especi-
almente da provincia de Santander escrevem, que
ha vano mezes qae so nilo satisfaz uenhuma mensa-
lidadeao clero.
ii A uolicia quevosciiminuniquei aiitccipadanien-
le na miaba ultima carta, sobre projeclos de uiler-
veneau por parle da tranca nos .issumptn- do lles-
panha lean oceupado seriamente a altencao da iiu-
| rensa dos circuios polticos.
Eisaqui sobre e.l .i.implu ,, spi>.,. mu- ra-
raclerisada MU.ceta Iradoii de desmentir, mas
que nJolopBPHesMiliia-la mun na opiniao pu-
Mica:
Sopjje-e quefem uta dus dias'qoe precedern]
a abertura das conferencias, o ronde Walev.k.i. mi-
nistro doa negocius de Ithihi, pedio.-io Sr. Olozaga
urna conferencia <|U ,1 steve preseule .. cunde
tiuol, minislro dos ue^onns eslrangeiros da Austria.
", O mhlUlro france/. mauisfestou ao representan-
le de S..M. a rainli.i. que n s tu.'lucillos em quo ia
a resolver-se a queslao do Oriente, e .pian.lo lal-
vez se Callarra as conferencias acerc da siluaoao
das aacfie* da Europa, o iiupcradoi 1 lie linlia anear-
legadajaie iiidic.ir-lhe succinlanienle. sem carcter
algoaioflicial, p jiiizo .pie luilia IjnuaJo a le-peilu
do estado publico da llcspauha.
O conne oceupaudo-se deslc asaumplo em dif-
lerentes occasiiSes, iosislindo priucipalmenlc em que
uAo eram lauto as desorden* malenaes occurridas
em varios pontos como a exaltarlo e propaaacao de
cerloi principi is anarchicos o que preoecupava o
imperador, acrescentando, por ultimo que se bem
S. M. I. SJecoiihecia os bous desejos dos mini-tro-,
e fazia justira .i redi Mo dos seus scntimculos. le-
mia qajHlo (ivr-ein a Inri necess.iria. a'.t-ndida
a linha poltica em que lii.li.m collocadn. para
dominar os aconleciiiienlosquc pr.Jeriam >obrevir e
salvar o principio de auloridade.
A mainfe-i.iei'i Uo Inesperada Sr. Olozaga
responden procurando rectificar as ideas do minis-
tro france/, e asseguran io-lhe *uhre ludo quo o
governo liespanhol tinlia a vontade e a Torca ne-
cessaria para man''' a ordein c facer respailar as
leis.
A estas noticia- lia que acrecentar ascouso-
guiotas ao acontec lo no conselhu de mini-tros ao
dar emit o general /.avala da eommuniracao do
Sr. Olozaga, e da loanifeslacao do marque/ Turgol,
suppoodo-se que, depois .te larga .liscussto, te
combioou. como o mais conveinenle de mo-trar ao
goverpa fraucez quAo equivocado ela' no juizn que
faz acerca das cumas de Iluspanha.
A jalo ha que acrescenlar tainhom. (|ue n Sr.
Muraala, ajtaiaule do duque de Victoria, saino antes
ile boalem coro direcoao a Pars. Attrilme-sc uran-
da aignificarao a e-la sabida
l)iz-se que o* depuU.lus em cortes, pelas pro-
vincias vascongadas, tem receblo, para entregar
ao goveruu, a representaran ibis juntas foraes. sup-
plicandoque se suspenda iijquollas provincias os
ellaitoa da desamorlisacau jeral.
He que-Uoque val lomando grandes proporoes
aquellas provincias, e creando all muila agilacao
ae bem nao se tenia por agora qus chegue a alterar-
se e a Irauquillldade publica.
.< Per uulra parle a tulla ministerial assegura
que at ao momeiilo presente, os deputados das pro-
vincias vascongadas nao tem'dado passo algum junio
do governo de S. M., insislindo em que se u3o leve
ao liui naquelle paiz, a dcsamorlisaraO.
o. A uuticias de Billiau dizem.'que tratam .le
apreseutar a questao debaixo d'uma forma nova,
irrecusavel e legal ; porin o fado be que a desa-
morlisarao se esla levando au (ira nu paiz vascou-
gado com luda a Irauquillidade c sem oppusioao al-
goma, apezar dos protestos em contrario das junlas
lecm.
A guernlba dos Hierros continua fazendosuas
correras, nao obstante ser perseguida sem desean cu
pelas tropas de linda e guarda civil. Os ullimos dis
do mez passado empregaram-uos em correr vatios
povos aaccamlo ronlrihuiro*.
Desta Conferencia parece que lia dado conla
circumstanciada o Sr. Ulozagaao governo por meio
de ura correio extraordinario, e acrescenla se que
no mesmo da da sua cliegada ou ti > segiiinte se
apresenlou no minislcriu do reino o Sr. marque/
de Turgol, embaivador de Franca e lea ao general
/.avala un despacho em que eslava vertida a maoi-
feslac.ao do cundo Walewskv ao Sr. Olozaga, com a
circamstaucia de que, havendu iudicadu o ministro
de estado M emhaiadvr se pu.lia coiumuiiicar-llie
por escupi o despacho, este respondeu que nao
se encoulrava autunsado para deixar-lho copia
dalia.
A Upara anuuucia que leai havido rereios de
urna conspiradlo em Andalu/.ia, c qii" coincidindo
com os acoulecimetitos de nutra ndole, devia relien-
lar em .Madrid, Aragao e Valencia.
* O peridico da larde di/, que os governadores
e capitacsgeueraes da An lalu/i i receberam ayiaoa
ueste -enli.il>. e que receberam ampios poderes pa-
ra obrar conforme a lei de mapenaao de garan-
tas. Esla lie a dausa que da a Kpoca da concen-
liac.io da lroi?s e da visita fcita pelo geoernl
Aleaos).
a As carias de l'erpinliam publicadas na Corana
de Aragn fallaiu d'uiiia prxima invasflu car-
Inda.
Por parle do governo e dos seus delegados se
aterce a maior vigilancia, e diz seque os carlistas
rarecem de diuheiro
" Os crimes commellMos uestes ullimos dias por
algumasquadrilhas de foragidos em varias provin-
cias, e singularmente na de Toledo, lea infund,lo
lerror nos nimos, e devem chamar a allencao do
governo.
A quadrillri de foragidos de Toledo nao a arre-
balou o conde de V'illarie/u, as unze lloras do da,
acuBfjBanbado de dous guardas de campo c d'inn
criado, em una berda.lc a tres legua da capital, e
qaasi vista d'uma povoacao das maiores da pro-
viucia, como que por espacu de dez ou doze .lias es-
ta fazeudu mofa da furca publica, cuuscguiudo em-
lim que os attnbulados prenles do conde, segundo
a voz pablica, livessem que levar liuinil leniuul" o
resgate, em visla da impotencia do governo para
lirar a victima das girras dos laeinoras, a quero to-
dava lem que agradecer comu um favor o ler-lbo
poupado a vida.
a Essa mensa quadrilba quiz sorprcuder a mi-
tro rico proprieUrio, o piil deven a sua salvaeao
*' ligeireza do seu cavallu ; masque aHVctado do
risco em que correr, hi suecumbido, segando -e
diz, em poucos diM.
o l'or ultimo csses me-mos salleadoies acaiiam de
a-saltar urna povoa^lo de mais de du/eulos liabl-
tautse, saqueando urna casa, roubandu ^:t,(HKtduros
e assassiuaudo brbaramente a duas pessoas.
a lia motivos para crer que o conde de Villariezu
foi victima de urna eombinacao especial, c que fot
saldado por pessoas que conbeciam o sea prupiio
plano. Keinqiiaiito au mnlivo por que os que cap-
turaran! o coudo de Villariezu, nao puderam ser
apandados; eis aqui.o que te cunta :
.. Entre as1 .iisposi^oes adoptadas pelo comman-
dHiiloda guarda civil paraobler a liberdade do con-
de e a prisao dos bandidos, foi urna e das mais se-
garas, valeu-se de Mamel e Diogo linones, vi/iubus
de Orgaz e coultecedores do terreno, para que lho
servissem de coulideulus medanle a recopeusa de
dous mil duros, uo caso de saberem anule parava o
roude.
.< Nesle oslado, e situadas as forcea em punlus'es-
tralegicos, com ordem de nao obrare adivamenle
ale receberem uolicias dos exploradores; oa irmos
- bViones deviain saber o poni anude se acbavam o
ran as e os bandidos, mas .-lies em lugar de o com-
muuiuarein au commandaute da guarda civil, que
esperava noticias, veuderam o segredo a pessoas cii-
rarregadas de proporcionar a quantia pedida pelo
conde, c alm disto foram os portadores de urna car-
ia, c depois dudiidieiro, que entregaran a dous ban-
didos, cuearrfgando-se um delles de cumpaiibar o
conde sua pronriedade de Villa-Verde, e o oulro
os ladres para Ibes facilitar a fgida.
ii Em Madrid vai-se desenvolvendo de um modo
espantoso o furor dos ernnes.
llunlem, as :l horas da larde, ful assssinado
iiuicarreleir.i nu mio de nina das ras mais fre-
queuladas da capital, o assassiuo foi um individuo
que eslava a cavallo.
o Ksle individuo deu urna tacada no carrete.!
que o deixou eslendido redoudameiile. Islo porque
o pobre homem Ibe tocou com as rodas da carreta
no cavallo.
c Emqnanto aea doas assassnos que ja' estavam
julgados, julga-se que ioterporlo recurso, al que
. llegue odia de l'aschoa, para oblerem o perdi de
sua mageslode.
a O Sr. ministro da fa/enda sobio bojea tribuna
para lr doas projeclos de lei. um sobre os egresos
cojiforme com o diclam; dos vutos favoraveis ao go-
verno na commissHo, e oatro sobre refrira da* al-
fa ndegas.
o Segundo parece, o Sr. Sania Cruz eonseguio
inclinar os nimos dos seus cnllegas, para fazerem
questSo de gabiuete da volac^o do sen plano, e as-
aim he provavel que iinpnnha o mesmo encargo a'
maioria, aqual, em verdade, nesle momenlii be pe-
quena.
u A sublocac.lo do camiiibo de ferro de Madrid a
Saragofa fez--e hojea favor da grande central, de
eombinacao seguido se snppe, com o crdito mo-
biliario, c soriedWe de capitalista-- bespanhocs. n
Na Grecia fura modilicadu o ministerio, entrando
para a pa,ta dos negocios cslranueiros oSr. Hizo Ite-
urgr.be. devendo ser nomeado oSr. Solialealerei*pa-
ra a da Justina em lugar lo Sr. I'ollisque que pedir
demissio.
OSr. Spiru Mjlios, ex ministro do rei UlhUo,
ao ii-al.i de ler ajudado a insurreii.ao na Turqua
com o diiibeiro do estado, fura ulliuiaiiicnle ab-ol-
vido com grande COBlenUmenlo da cute de Alhe-
l ai.
Do Egypto sabemos que be aclualmeule goverae-
do com o mesmo despotismo cun que o fora nos lem-
pos dos PharHos, nao tendo o actual vice-rei, Sand
Pacha, por as-im dizer, nem priiueiro iniuislro, nem
conselho, nem comniandame um ebefe. nem eogen-
heiros anles eieculando ludo por si mesmo.
,- Na Arabia acliava-e a provincia de Temem em
estado da completa perturbaran. A importante Iri-
b de Aicer linda mais de 3U.00U homeus em armas
contra a auloridade do sullo, tendo ja tomado pos-
ee da Loheia e de oulras eidades-na costa.
Da Persia consta que enviara o governo urna forte
expediQaO para lleral. e que Ticara concenlraudo um
eiircilo em Aderleidjan para repellir qaalqoer ala-
IARIO l PEkMHIUCR QUINTA FURA 3 DE ABRIL 18
que por veolura os IngleZW intenlassem contra o
paiz.
Na India nada oecorrera digno de ser mencionado.
Na China continua a rebelliflo a fazer frculeao
governo.
Em Kwangli lem sido os rebeldes bstanle felizes
pois conseguirn! apoasar-se de ires pref-ituras, con-
correndo tanibem que a provincia de lliiaui ao or- !
te acha-se em completa insurreieao.
l'in Cliinkiang redentora uro epi leniia que j
lem morlo 11X1,001 pessoas. pouco mais ou nanos.
<>s China levados pelos aympolomis que a caracteri-
sam, a lem denominado pesie de luigua prela.
No Journal ilu llarre le se a leguinte uoticia
acerca .las ilhas Sandwich :
Aa noticiasdai Ibas Sandwich por via de San-
Francisco cliegam a X dncembro ; as gaietaa do paiz
nao contera cousa que nlereue. O re tomava lieos
de pugilalo do celebre Yank.ee Sullivan. Eis aqi o
que escreve-se ease reipeilo .le llonolulu ao.. Ecbo
do Pacifico*.
.. O rei kainebamebc IV rom o lim evidente de
adquirir o amor da jovon lv k -la. sua graciosa e exi-
gente noiva, d tratos ao engeddo nao so para pri-
mar em lodosa- .ule- .01:10 por exemplo o jugo dos
marros, de qae seu ocjebre eammensal \an'keeSul-
livan da-liie lirdft, como lambem para deleitar sen
piivo por toda a sorle do proezas brillianles. Illi-
mamenlo qui/ imitar mu a da- facaubas do famosa
George IV atacando a pe Iradas a perla principal de
seu palacio. S. Magos! i le .-lava .lisiare ,do e linda
alguus roinpaiilieiros que o ajuilavsra nessa aceao
slrondosa.
.< Ao primeiro assalto a senlinclla assenlera-se es-
fregaudo osolbus, a segunda discarga grilou que Ca-
ria fogo. so os as-allaulcs nao c relirassem. Mas o
rei que bem sabia que os mosquetes de sua garda cs-
lavam mullo euferrujados para di-parar, aluda sup-
pondo que por milagro se pdense adiar ahi carinaos i
fezchoverem fragmentos de coral sobre os purlaes, i
airas dos quaes -e refugiara a forra armada. Na au-:
senria do cabo c do sargento foram desenterrar um
para snecorrer a pudre/... delta provincia. S. Exr.
remellen dita qnanlia eoniuaissae central para
dar-lhe a devida applicacao.
O Kvm. Sr. Joaquim Haphaelda Silva foi nomea-
do Itegedor do liMiinasiu Provincial
99937J
Da Kpoeat jornal que s.. publica na provincia da coros para agua.
Exportacao .
Aiacah, lale hrAsilriro nluvencivelii, enndu/in
o aeguinte : osi volumes gneros estranffeiroi II
raixai duce, :l barricas bolacha, 9 ditas botachioha
\-> ditas niel, 12 ditas assiirar, I fardo fumo, 97 cal-
xas cbaiulos, ti ditas rap, -2 barricas assucar, I bar-
ril espirito de vinbo, 10 caixas doce, 30 duzias do
Parah>ba, consta qae oSri commendador Manoel
lioucalvea da Silva, negoci ale desla praja, remel-
len cincuenta saceos de brinda para ser distribuida
rom a populaco pobre .1 iqnella provincia.
III I.I.KITM DO CHOLERA-MOKBUS.
ParliriparBet dos hospttaet.
lio hospilal do Cirin.i inens o :l luuldercs.
Da na da Aiii. ra enlraram _> hoiucns, cxislcn
domen-, J mulheres e I prvulos.
Di arsenal de marinha lOdocntosemtralamenlo.
Hrsumo da morlaltdade.
Uorlalidadc do dia i ale ,,s ( |,ora, j,, t.irslnI i.
Homeus ."i mulheres 7 prvulos :!.
Total .la morlalj.lade ale boje > :1,IIS.~
lloinena I:I.VJ mulheres litio prvulos .(ib
Herir-J de abril de Ijjjti.
A comini-sio dehygiene publica tnlerina,
Urs. .su Vertir, presidente.
/ irmo \aiier. secretario.
l;Poggi, mfjunclo.
lotingoiba, escuna americana Rngers, de 112(n-
neladns, condao o segunde : -JIKI barricas baca-
Ibu, 100 ditos farinba de Irigo.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1.....
dem do da 2......
-'::!oj-ii:ii
J:l.".l:l;tiJ7
s otzc'&pvttcntcu
Su. redactare/. (.lui/eramus dispor de urna babi
peim.i. para em lermos precisos Iribularmos em li-
me da humanidade, os devldos encomios a quem pur
jallos motivos delles se bao lomado ere lores ; por
issu que observamos, mao grado nusso, licorera liases
Ivido, qiiaudo a oulros se lecem merecidos elu-
capiUo, o qual cuiniiiau luu una surtida de meia Kios ni parque dispoem de Brandes capitaes ouee a-
duza d.- kanaks. (I. a,-allante, fiigiram pira o la- cnavain ilidevilamenle enllocadoseill alias posinies
do da planicie, e a guarda armada de baionelas ven- sociaes.
lo pequeo numero de fugitivos perseguoi-os calo- ; Oiieremos fallar dos prestantes cidad.ius que cum-
rosaineiile alo que n iniiiigo li.-ou Lercado ao pe da i pnieram a comuiis-ao de benelicencia do lugar do
velha craleca. Ahi Sua Magostada deu-se a coiihe- *iqui. islu be, dos Hlras. Srs. Jos Horencio de Oli-
cer. epoz o reslodeseu bando de sua augusta egide : veiraeSilva, Jo-ii tlorgonioPaes Brrelo, padre loa-
bu quiz experimentar vossa bravura, arcreeulou j quii Jos de Parias e Joiqumi Pedro lie/erra dos
o re. e eslou satisfeilo ; voltai para o vosa posto. | Sanios, verdadeiros e desvellados amparadores da lu
i Dizein que u Melleriiich bawaiano, ministro de ( manidada desvalida.
tres pastas exulta de alegra rala -ve/ que Ibe rete- Nao he nossa leueao enumerar Indos os actos rcni alguiaa fae.iuba semelliaiilc de son real pu- acrisolada canda de, que pi.ilicai.iiii e-ses virtuosos
pillo. i curuces, cin prol dos inleli/.e-: porque islo seria
No mesmo peridico l-se anida u s^uiulc tela- \ ranear o Icilor, mas sim maiiileslarunis quanlo nos
livaineiile ao Scnegal : penliuroii lana lo liraeao e espirito religioso que de
O almirante ministro da marinlia e das colonias i cerlo os nao fez trepidar na ardua miasaO de que se
receben do Sr. guvcrua.lor de Seucgal relatorios I reveeliram, nao duvi.laii.lo o Sr. Jos Florencio ores-
que cliegam a 7 de Janeiro ullini... \ lar ao governu griluitamonle uim grande casa em
Al essa dala a situaran dos nosso* negocios na i*"' auto, para o estabeleelmenlo de um hospital pro-
parte alia e u i baixa do rio couliuuava a ser excel- visorio, onde foram tratados com desvello muitoa in-
''' I Wlaea, como observa a eommissSo de higiene em sua
Dous lacios principan resaliera dossa curres- llaill a aquelle hospital,
pondencia : um. o eufraquecinienlo gradual da' u l'adre I-arias, alera dos cuidados que pre-lava
iiilluencia do lalso prnplicla Alagbi ; oulro, a ; "01 "nferinos desle hospital, era ineancavel a distri-
roustilui.o do Oualo em provincia frai.ceza. O buir a 1'nr,ao Sagrada, ja mesmo no Oiqoiu. j em os
ador Taidberbe em virlude de suas ios-1 l"*We rai distantes da freguezia ;dos Alogado-,
- 'os.-^rsjr'
BULLET1U.
LISBOA i HE MAHt.;n
/',,><< rttrrenteg don geiwro* de imp
ttratil.
Algoduo de l'crnambar.i.....
Hilo da Maranhao e Paro. "
Assiirar do Peruambuco brauco a_
Dilo inase.ixa.bi...........
Hilo da Babia b......... .<
Ibl.i niasravaili.......... >i
Hilo do Hio de Jan iro ni. o
Dito do Para briil......... a
Arroz do Maranhao c I1, ord. tn
Dito dita melhor........ o
Dito dilo superior.......
Alpisla............. a
l.ale do llin prilileii.i sol'le. '<\
Dilo dilo segunda dita......i
Dilodihl leleeia .lila.....n
Dilo dilo esculla boa......o
Hilo da Babia.........
!::;%Co.V7
turiariUt d'i
lo.-.
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1:17
Itrigue idem iiAmcliau. idem.
dem idem aRobloa, idem.
llarca idem Emprea, lldiia.
Idem idem aGralidfloo, Peniambuco,
Itrigue idem .< Viajautee, idem.
Patacho idem .. Ilrilhaute, dem.
Itrigue idem .iPeiisameiiloo. Maranhao.
Palachu iuglez alVlrel, Hio (irande do Sul.
Prometes para carregar.
llarca purlugucza vLigeiraa, Hiu de Janeiro,
tingue idem aPortanatoa, llabia.
Idem idem Afrieano, idem
Idem idem aMiuliuo, dem,
llarca idem "tlliveira-, Para.
Id. ... dem uiriuiiiphu, dem,
llana saeta Sophld, Saoloa.
Patacho porlagoez uCesar, idem.
O vapor ..I). Pedro II salle no da de abril.
Teem as suas cargas quasi completase devem sa-
bir brevemente: para o Rio de Janeiro as barcas
"Paqnclc Saudade", ..Joven Carlota, brigue a Ro-
bn e barca Flor de Olivoirai: para a Haba a barca
uEmprezaa: para l'ernamliucu o brigue nVajanleu:
e para o Tara a barca Ama/unan. ,
Esl.lu com parle de s iluda : para o Ko de Janeiro
as galeras uAmisade.o ..Linda de Beiris, iCidade
do Pnrliin: c as barcas uTemerarian, e Flor de S.
Simaos: para n Para a barca aParaense*: e para o
Ko in.iuJe do Sul a galera .il.ima II.o
Carao do Para.........
Dito da Haba.......... 11
Cominhos..............
Oavn giinle.......... i
(..ovo do Maraubao......
C-ra amarella.......... 11
Hita de Beoguella..........
Courus seceosdu Hio de Janeiro.
Ditos espichados da Babia ... a
Hilos salgados di Maraiibao. "
Dilossale. de Pernambeco. a
Hilos ditos da Itahia...... B
l'.liilre.s pequeos da Brasil ti.
Ki va-doce...........ai
Pannha de pao.........alq.
liomma copal.......... n
I leo do COpabiba........bar.
Hilo do linii ,a 1...........
tlurucii. .".......... ..
Pntenla da ludia........
Salsa panlia Sanlaiem.....
Hila dila liurupa'........
Dita dila Hio Negro........
Tapioca ..............
I.ip'.rtarao.
Agurdenle de :10 gr. encase, p. 331190002339000
:10.700o o-'ioo
2? 100 -(MI
7.'a|
29000
loo
100
103
son
69000
:!.'.-oiki
I-Jo
150
lio
il-liOO KHIOO
78200 8,ni 10
19500 69OOO
138IHI >>0(H)
A/eile doce.........
Ameudoa cm milo, doce.
. alm.
truceocs dividi essa provincia em qu.Iro circuios!" 01110 leme.lins, l'assagem, Torre, Daluca, S. Paulo, | I,1,,'' ei" '""* u"lu b'1r-
Malmandados por cheles dedicados a uosaa causa, e Barro c Ibura ; aquilatando esle sen proceder de leal
eolloeadoa debaixo da auloridade ccnlral da colunia. I minislro do Allissuno. em so.-correr ao infeliz qae
Estes quatro circuios eomprel.....lem 11 m : o de Da- "* acenmaneUi lo do cruel agello cum esmulas que
de seu bolso aoube pro.ligalisar-lhe-, na razilo de
29830 &90OQ
39IMI0 39300
gana; asaldeias situadas entre Dagana *u laineiro de
laouey; o segundo de Iticliard-Tul asaldeias
ruinprelieinlidas entre tsse posto e Mal. 1 ; o tercei-
ru u de Merinaghen as al.leias das margens do la-
go l'aineloul. e oqnarlo o de laimnsar) as aldeias
llmilruphcs do inlerinr.
Apenas o Oualo foi declarado provincia fraiice/o,
is popiilares agrcolas afasia,las desse ferlil paiz
suas forjas, c chamando ao r.uninio da salvaco a-
quellcs que viviim em estado du manceba pela pla-
tica do Sacramento do matrimonio,' para o que oble-
ve previa licencado respeclivo vigario.
.Nao concluiremos esle arligo sem fazermos inen-
sio do Rvm. Ir. Manoel do Amor Divino, pois que
te nao Cortn aos deveres .le s-u minislDrio em pro-
pelas iiepredajues do- Moiirus, vieran) de tropel col-! veito dos habitantes de Tigipi, Told, Peres, L'clioa
locar-se debaixo da prolerc.lo de nossa baiideir.i, e I e oulros lugares
coninraees, os julgaincii-
eea.
s al.leias do circulo de Dagana entre oulras virara
duplicar immedialaiiieiilc o numero de seus habi-
tantes. ,
Ease livramenlu do Oualo deu o guipe mais sen-
sivel a dominaeo dos Monros, ja singiilariuenle
abalada pelas rcenles e feli/es expedijes de un-sas
colonias. As noticias oIBciaes que cliegam du an-
terior Iralam continuadamenle da miseria c da pro-
funda desinnralisacao desse pnve iuimigo. Os Hra-
cknas e os Trarxas veein de lodns us lados os negros
levaularem-se contra si ; ltimamente tres carava-
nas de I rar/as que alravessivam o rio para vireiu
piUiar sobre a margemjesquerda, foram repsllidas
pi-los nossea barcos, os quaes Itzeram algnmai pre-
sas. Depois a geute do Ouilo do circulo de K-
cbird-l.d poz-se uo encallo desaai caravanas, e :I00
voluntarios laucados entre l'rar/as pelo governa-
dor do Senegal ahi li/eram una razzia de 1300
caberas de gado c lo prisioneiros.
Emsresamo, diz o Sr. governador raidherh, a si-
luaeao he esla : quando ha qaasi dezoito me/es e
filio piopheta Alagbi lenlava orgnisar entre mis
iiuii revolta geral, os Uoaros reaniram-ss a elle
com ardor; ns negros, cujas interesses alias sosten-
lavamos noa lui.i contra neos opprc-isores, beslta-
vam. parecamos qaasi i-ula.los ; agora o falso
propbcla batido, t posto cm fugla rcfiiguiu-se no
extremo limite de Ix.arla o do S.'gori. e sTIToufos
de-iiioral.-.i.b.s nu lardara sem duvida oa a sub-
melterem-se, mi a licarenvinleiramenle f.ira do es-
tad., de olleiideiem a Irauquillldade do paiz.
Nos Eslados-L'uidoi licara ludo tranquillo, oceu-
pando-sa j os nimos coma prxima allela do prc-
sidente da I niao. o negocio de Kansaa lie qae dava
mais que cuidar nao s ao congresso como tanibem
ao governo.
A queslau com a Inglaterra achava-se no menno
estado.
No Mxico conljnu.....a
los. banimeiilos c conflsea
0 supremo tribunal de'juslira daquelle paiz pur
um decrclu soberano allribuio "ao estado todas as
propriedades de Saiila-Anna.
A contra revoluelo ia rezando fazondo progretsos,
pois o exercilo imperial ja|se tinha apoderado da ci-
dade de la Puebla, chamada a invensivcl.
Ka Per reina vivo descoiilenlameiilo conlra o
presdeme Castillo, sendo provavel una prxima
revulucaii cm favor du general Ecbenique.
O Equador licam tranquillo, e o CI11I1 nao su tran-
quillo sanio tambem florescente.
Em Cuba chovas copiosas linbam arruinado gran-
demeote aa planl-i^oes, principalmente ascannas,
leudo havido nos assucaias urna alia iuuxperada.
O vice-presldenle da repblica Domluicana pnbli-
cou urna proclamadlo annnneiando a victoria alcau-
cada por seuscompalriolas sobre os Uaylienses.
Os cnsules de tranca e Inglaterra r'edigiraiu em
Tollo do Principe um protesto .-dleclivo conlra a
invasao projeetada por Soulouque e seguida de um
comceu de execuca 1.
Eis-aqui como este imperador cominuuica ao seu
povoa derrota que sonrera.
Faustino 1 imperador do Hait, ao pavo c no
cxerHlo.
" liailienses !
o Quando ln poucas semanas .1 freule do meu
exercilo deixei a capital, julgnei necjssario declaiar-
vos miaba determioargo.
.. Tudo rae ordenava quo empreaendesse quanlo
anles a cainpanlia lo Leste : miiiba obe lienci.: ao
juramento que preslei de manler nosaa runsliluieau,
miiiba certeza .te numerosas sympalhiasno Lale; a
inminencia sobretodo de urna invasao eslrangeira
nessa parle, laes foram os mulivus urgentes que me
goiaram.
.. Nenlium lcriGcio me cuslar para assegurar a
commodidade dos mcus soldados e o bum etilo dessa
campanba; mas eu 11.10 contara com a Iraicio !
Ja em Manuel Revo is aguias imperiae's tinbam
recelndo o duplo daptismo da victoria e do fogo;
ja em Las Damas-.Bailo e Lmate, dorna columnas
repellmdo ludo dianle de si linbam penetrado as
cidades de Saint Jean edeeybe, quando algans
traidores sabidos das lucirs do exercilo vieran] para-
lysar ineusesforcos, efaier-uo* perder o fructo de
uossos primeiros successos.
. Infame-! nao senliran sin ssn eegaeira que
ealeavam aos oes a evnitltui(ao que linbam jurado
defender! Naoeomprehenderam esseb Indignosdes-
cendenles dos funda lores da nossa independencia,
quo repudiando a heranri de noss,s pas entrega-
vara ios eslrangeiros o solo da palriu alada qiienla
do sangiic de seus antepassados!
a Nessai eireanMlancius voliu .liflcriiiJn a exocu-
cao do armenlo que preslei de manler a integrida-
de do nusso [rrrilurio.
Ilailienses, beai sem susto! vosseimparador ve-
l.i sobre vos. En vos dei .1 Irinquillidadc, naide
conserva-la. Ja os traidores pagaran)rom 1 vida sua
conducta infame.
Olliciaes e soldados que permanecestes liis ao
vosso juramento, estou'sulisfeito com o xosso proco-!
dcr. Cum algans traidores de mends nossa miss3o
se leria cumpridn. Assim vollai paral os vossos lares
de fiunle alia, pois fizestei vo.su deviir.
.1 Viva a independencia I viva a cuusliluirao!
.. Hado no palacio imperial de Ouan imiiilhe a 27
de Janeiro de 18.56, anuo quinquaeesimu-lerceirn da
independencia e stimo do nusso reinado Faxftir.n.
.. Pelo imperador. O ministro da guerra; etc.
/.. Du frene.
11 O duque de Saint Lois du Su 1, ministro da
fazen la.Salomn Jo/\.
.1 O duque de la Bande du N ,rd, minislro do in-
lerinr e da sgriceltura. De ipudtuu.
Os consolidados licaram em Londresda '.II :1|8 a til
l| ; os cinco por eenlo brasileiros a 1.11 l|i: os
ruases a 102 l|l ; os sardos a 'JO l ; us Ires por
cenia bespanhoes a :t e us e i| lioilaodezes .. ii.
miWWit'
Recebemos milicias ilo Orejo rom dala de do
corienle, as quaes aiinuiiciain que a epidemia se
achara exlincla.
As ddas de Bom Jar.lim de 31 do passado, e de
Naz.irelb lunares quasi exlincla, e nos respeelivns suburbios
bstanle diminuido.
Reronbi'cendo a coiiinii--3ocommercial beneficen-
le desla praca, que a subscripta., que havia agen-
ciado para surrorrer a popelario desvalida, nao era
oIBclenl, esla promoveudo uulra. para a qual
hao runliilu lo al boje todas as passoai queja ha-
viain assignadn na primeira com iguaes quanlias.
Mil louvores Iribulnmus a estai almas bemfazejas,
que lAo dignamente sabem repartir com os seus ir-
mflos, desvalidos urna parle dos recursos que a sorle
Ibes conceden.
O erpoambucano Sr. Iir. Anlouio de So.i/j Cir-
Kecebam, pois, esses senliores esle nosso pequeo
tributo de gratidao, cerlos de que o Supremo Ser
os recompensar de tantns fadigas: e esses nisera
veis> quem ndedicararo, bemdirac sempre a .mao
que os amparou, livrou da crueIJade delao lerrivel
viajante.
Kogamo-llies, senliores redaclores, a insarrjo des-
las mal trabadas lindas cm seu ciinceilua.lu jornal,
cum o que muilu ubrigarao o
Observador ckrilto.
s$*MUac0t& apcUbv.
SIAPP.i demou-tratti-o do mormento do hotpilal
de cariae de Sot*a Senhora do Lcra-
meiito da cidade do Jte-i/e de 26 a meia]
noite a meia imite de 7 de mareo Je Is'iii.
0 % z. ,
Se.ros. < ^ 3 r3 2
:~ II mifiis j (I (1 (i
Mulheres 11 (1 O 0 u
p"'_l. rula!. O 0 0 (1 2
Obsercacoii i/erac
l'orain soceorridos em suas casas, dorante esle 1
paco de lempo tres cholencos, com reeeila .1 medica-
mentos.Dr. I'ocldonio de Millo tAceioH, medico
era servieo.
/Ilm. e Exm. Sr. Dr. auditor do marinha.Fran-
cisco de Paula llamos vem r.querer a V. Exr. se
digne de mandar certificar pelo escrivap desle juizo,
se os pronunciados como cmplices no erime pre-
yislouo arl. 2 da lei de 7 de novembro de 1831 por
unporlaeao de Africanos livrcs leeui 011 nao ate
hoj oblidn lianca, quau |u a lequerem, e prestara
idnea, e no caso negativo qual lera sido o inolivo
da denegaca.) dessa garanta constitucional.
Neslea termos : pede a V. Isac. assim Ibe delira.
E K. Me.Pelo supplicaute, Manoel .Inlonio .li-
tares di llrilo.
Como requer.Rio l de marco de ISoti.
Lisboa.
Candido Jos Velbo llillaucuiirl. servenlinrio vita-
licio de um dos ollicios de escrix.io de'appellacoes
e aggravos, do Irihunal du conimercio da corle e
esenvo especial do juizo du* cuntr.ibandu. de
Africanos, ele.
Certifico que pur este juizo lem sido admiltdos a
prestar lianej para solios* livrarem-ae, Ires reos,
qua foram pronunciados cmplices* 00 erime de con-
trabando de Africanos, como iucursus nos arls.
70 do cod. crm., e da lei de 7 de novembro de
Btalas.
Cera branca em gruine. .
Dita dila em velas.....
Ceblas. ."..........
Carne de vacca (ti arrollas .
de porco.
Chouricos.........
Figos du Algarve......
Fariuha de Irigo.....
Manleiga do porco (barril)
Paios............
Presuntos.........
Sal.............
Toiiciuho..........
Vinbo tinto eiicascidol .
Dilo brauco.....,
Vinagre linio......
Dilo brauco...........
Cambio/.
:ld|v. .-> I,i
60 d|d. Vi l|
'.10 dpl. Vi 7|!S a "11
I(H) d|d. ri|8
:l m|d. 5111
:i uipi. 13 :i|!
I mpl. 0.5|K a :i|
8d(v. '.lo nom.
Metaos.
Aguias de uuro dos Est. Unidos.
Pecas de S-yjOO.......
Oi.cas bespanholas......
mexicouas......
Polacas despalilllos.....
mexicanas......
1 brasileiras......
Vinle francos.......
Cinco Irancu
ti.1
i:
"|(K1
iso
340
360
M 1HI 100
II l-IHIO
183000
> .'tesoo
o sihi 13000
o II3OOO 119-500
11 1-SIHl
luz. 000
> 1-3000
mua J8IHI
a' :;3ihi
pip.l.'i30IH|:t30H)
i 125*00013-2*000
i) i'1-3000 188000
i C13OOO 503000
l.undrcs
Pars
Genova
A mslerd.
llanibiirgo
tiibi altar
18*100 a I8300
8*010 11 8-stliO
13*300 I5*l.')0
li^lHHl n 14*100
933 o 070
923 a 930
930 055
......3*300 11 :l-"iio
...... 893 910
licesta do mercaito
do 1 0 II de marco.
i'uucas Ir.insacrcs se lem f.'ilo em gneros do Bra-
sil e coloniac- depois da -ahidaff**,, 1 ',:;>: o regular
das vendas lem sido para consumo, af" geral as exis-
tencias, a nao ser oalgnilueni rama, alo limiladas.
Pouco luuvimenlo lem habido los gneros uacio-
naes : todava o vinho e vinagre d; superior quali-
da.ie obleni prompl.i venda, posto que a maior parle
das partidas que se lem realisado sejam pequeas.
As i-n: 1 1 i, s da barra limilara-se a alguus sorli-
meutos de gneros c mereadoriaa da Europa, acabara
de entrar boje |:t) ale as Ires horas da larde, a A-
mcliaii da Habla, o Imperadora 'de Periiambuco e
"Josepbiuao de Macci.
O mercado de fundos lem lido poucas allcrac.ics,
e as vendas s.lo de pouca importancia. A accoes do
banco de Portugal lem mellioradn, reali-ando-se ven-
das nos precos colados: 1* acres de compaiibia do
ferro de leste tem-se vendido "de 36*250 a 3b*500.
Em cambios coiiliniia a baver animacao, em cou-
sequencia de baver anda embarques U; ozeile e
mais gneros.
s Importacao.
AlgoJo. As vendas conliuuam a ser de puuca
importancia e uuicainente para consumo: o deposi-
to esla sullicienlemcnle sonido.
Arroz. Algumas Iransacces que houve sao de
pequea monla, o deposito esla muilo resumido.
Aisucar. Os priiieipaes consumidores eslao suf-
licieiileineule sorlidos, e os pequeos l.mlam-se a
comprar pequeas parcellas para as suas exigencias :
todava os possaidores susieniam os precos colados;
mas ludo iudica paraqiiu elles declinem. Acabara de
^ edegar Ires carrcgamenlos e esperam-sc oulros bre-
Ifvil, com referencia aos arls. 35 do mesmo cod., e i veniente.
Ida le de i de Miembro de 1850. Caf.Oa precos cslAo firmes, o ha alguma procu-
tl reren Jo he verdade, em lo do que passo a pre- ra, tanto para a Ierra como para o mar.
Ml'-e' ... Cacao:Al vendas limilam-se a pequeas parli-
K10 de Janeiro 1 de marco de 1856. | das do existente da Baha para consumo entre os pre-
isada mais conslava em edita eertidlo qna me loi eos colado-.
pedida, e por aer verdade passo a prsenle, neslaj Cera.A existencia he muito limitada, tem havido
Heriste commercial do/ principos mercado/ da la-
ropa pelo vapor Acn, procedente tic Soutampton
em lo de marro.
llamburg'i 5.1c muro.
CaleSem vaiac/io. A procura lia geralmeulc
mu limitada. A especula.;,!.! fe/, algumas tentativas
para operar sobre as surtes du Brasil,mas nao poude
obler dos pos-uiilnies as concessnes de preso que pe-
dia. Vendas:11,<00 saccas do Brasil, sendo (iOOO
aaeeai a preco do i a 5 l| -oh, e .5000 de l a 5 :ii8.
Deposito 29.000.000 libras conlra 7,500,IHHI era igual
dala de I8i5.
Assurar-brulai rao nova ha xa desperlou einlim
a procura, e li/.eram-se algumas vendas, a saber :
-lilil caixas de llavana, 3000 saceos da Maurieea,
.1000 de Peraamboco a entregar por sb. :i. :i .1
slerl (coudicoes iaglezasj
CacaoFirme: prevo em camiobo de baixa. Foi
comprado lodo qoanio havia do Para na praca a
5.1|8scli, o da presenlemeule falla desla sorle. Ven-
deram-sc do da Balda 120 saceos a preco de i lilb
a i l|i sch.
Couros Por causa de esculla iienbura negocio ab
solulamenle. Os precos se suslenlam.
, Londres, 8 de marro.
Cafe.Nao obstante as noticias le alca, viudas do
Brasil, as lr.11nacc.ies silo puuco animada, e emcou-
sequencia os precos tem urna tendencia nolavel
a desear. Das surles do Brasil venderara-se algumas
cenleuas de saccas do ordinario da Baha a preco de
*. f> a :l, um carreeameulu de Santos a entregar
1 1 >. sb., oulro do Hio de .5000 saccas primeira
sorte, igiialinenle a eutregar, pur preco de sb. 15.6.
para Trieste.
O deposito actual be de 7230 toneladas conlra
.1100 110 aupo passado, e do Brasil comprelieiide
I8,hi9 barricas c saccas.
AssucarA grande baixa que bonve, da miiilas
semanas, e que se poda avahar de 0 a 25 sh sobre
0 mais alio preco de uoveiiibroprovucou emlim com-
pras importantes, e urna creaeao im< precos, quo
ublram do I a I sh. ( d. Vendas Cilamse .VIO
HlXaS, 0 I harneas e :1 saceos da Babia va de
Lisboa e Porto) de ,-d :t i, .1.5. polo mateando,
lis. a i pelo sonienus, e u brauco fui em lelao por
i. ta ib. As Iransacces foram principalmente
sobre a sorte da Mauhrca. O deposito comprehende
libb canas, 13473 barricas c saceos do Brasil.
CacaoMercado calino, e presos fracos.
CourosO mercado do l.eadeuhall eslava bem
abastecido, e por isso lodas as sorles da A menea.rom
excepcao dos bezerros, ou pequeos couros ligeiros
de boi, descerara um pouco.
Havre, 8 de marco.
AssucarTrausacces quasi nullas ese limitando
exclusivamente as procedencias das Anlilhas france-
zas e da Reouiao. .Nada a respelo dos assucares
do Brasil, que licam colados pelos precos seguimos:
branco l:l fr; somcuos Hila 1li fr.iascavado lili
a lili (r por 100 kilog.. dircilos pagos)
CafeTransacces igualmeule muilo calmas, li-
milando-se as procedencias do Brasil e Ceylao. Da
sorte do Brasil venderam-s Han saecus do lavado
lo Hu de 71 a 78 fr 50 kilos em armazn)) 3110
sarcos du nao lavado de til a til. 50 cen, 50 kilog
irinaze.iii-Heposiloeiii5.le inaico de 1851; 1861,
360 l kilog; cm 1855 : :!.057,8(i0 ; em 1856,
1,937,300.
Cuuros e pellosEm baixa como o fizemos ver.
He um carregameulo ,lu K!o da Jaueiru prccedenle-
mente ajustado a 36 fr. 1200 pecas foram vendidas
11 fr. os 50 kilog. (dircilos pagos Em fevcreiio
venderara-se ue ludo aomenle 12813 pelles, sendo
1511 seccas do Piala. 00 do Rio de Janeiro, 1000
salga.las .|a Babia. As exilteucias estao buje limila-
das a OIHIO pelles.
f.liifresDuas partidas de cintres esperadas do
Rio de Janeiro pelo l.'.caillanl e Imoeralriz dn Hra-
mi foram negociadas a entregar a 87 fr por 101 pe-
cas, (direitos pagos)
Tapiocaem negocio: le 11.5 a 118 fr os 50 k-
1 og. 'dircilos pagos,
Sdsa-parriliiaHe colada a do Brasil a :t f j>j
cen por kilog. (deposito] Foram vendidos :!2 fardos
do Mxico a I. 50 e 2 fr o kilog. [deposilu]
IpeeacoanhaVale boje de fr a 2.5o. cenlo o
kilg. (direitos pagos)
corle c cidade do Rio de Janeiro, aos i dias do mez
.le marco do anuo do Nascimcnlo de Nosso Scnlior
Jesus-Orislu de 1856.
E cu. Candido Jos Velbo Lili incoiirl, a subscre-
v e assiguei.
('andido Jos I cilio lliltaurotirl.
Eslava reconbeclda.
ommeceto.
ijihki
ao par.
CAMBIOS.
sobre Londres. 7 d. por 1j.
Pars. .'!ls rs. poi f,
11 Lisboa. 92por 100.
a Rio do Janeiro, ao par.
Accoes do Banco, 35 0|0 de premio.
Aceiies Ja comp.inbia de Beberibe.
Accoes da companbia Pernainbucana
o .1 l'lilida.le Publica, :ll purceiilude ircmio.
.1 Indemnisadora.sem vendas.
Ilise.inlo de lellras, ile la r, pur O1.11
UBTABS.
lluro.Oneas bespauhulas. ,
Uooda de 63100 velhas ,
tisiOO novas .
o I9OOO. .
Prala.Palacios brasileiros. ,
Pesus columnirios. .
i mexicanos, .
28J a 289500
. Iti^lMKI
. I69OOO
. 0-MHHI
?iMHI
. 29000
. ISxSliO
ALi'ANDEliA.
Heudimeiiio do da I .
Idem do dia ,
11:7.155672
I2:08la21
26:816^)82
Oesoarregam hoje 1 Je abril.
' Barca francezaCont Hogermereadoriaa,
Brigue belgaCitarle/ fogieridem.
Brigue sardoIVofcrio/iefariuha, cominhos o cr-
vadoce.
irra porluguezaFlor dn Portoarcos, vinbo o
ateile.
II.NSIII.AHO UEKAL,
Rendimento d
Idem do dia
da I
3:238*217
1:1789269
i:7llijS(l
i-'IVERSAS PROVINCIAS.
Reiidimeiilo do da 1.....
Idem do da "
I..0-8S
2589693
10995*1
DESP.xCIIOS DE EXPORTACO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO lili
HE A BU II. Di; 1856.
LisboaBarca pirliigue/.a uMana Jos", Palmeiro
Ai Beltrao, 68 amibas da estopa da Ierra.
LisboaBarra porlogoeza Mara .losen, Manoel
I ......;.. de tlliveira, 51 harneas e 50 taceos assucar
brauco e I barrica a 1I ditos dito masravado.
I'orloBarca porlugue/.a Leal,,. Anljnio Barbosa
Ayres. 5 barrica* assucar lirauro.
Biienos-Ayres por MonleviduPolaca hcspanbola
.Chroiiomelroii. Au.orim Irma..-, 50 barricas as-
sucar branco e 100 .lilas dito masravado.
Buenus-Ayres por MontevideoPolaca bespanhola
Thereza, Amorim Irmaos, :100 barricas assurar
branco.
Buenos-Ax res por MontevideoPolaca bespanhola
Mensageira.i, Viuva Amorim 4 l'ilbo, 175 bar-
ricas assucar branco.
neLima, resllenle na capital do imperio, ao saber LisboaBdrca portogueza Mara Jos, Pranris'o
que a epidemia eslava dlzimando os seus patricios, | Severiano H. offereceu a quantia de IOO9OOO ris, por intermedio bjanco e200 ditos dilo mascavado, 50 barris de5
do Sr. commendador Manoel .ouratves da Silva, I mel, 34 ditos de 4.' e 1 pipa dito.
vendas aus precos rotados.
Courus.Estaseinaua venderam-sc dus espicha lus
da I!alna, e na passada dos de Angola, bem cuino dos
sainados de Cabe Verde.
Coinma copal. A qualidade superior continua a
ser procurada e oblcm fcil venda a 69.
tlleu de cupaiba. A exisleuca em primeira niau
be muilo limitada, us possuidores nao descera das
suas preteneesde 109 139, c nao irampira xeuda
alguma anda a seinelbaiite prceo.
Ourueu'.Nada se lem leiln.
Sal a parrilb.i. Puuco ou nada so lera feto, us
piceos devem-su considerar iiomiuaes.
I rsella. Os precos eslao lirmes, mas poucas ven-
das, esperaiu-se ordeus para se realisarem compras
de maior vulto.
Exporlaeao.
Azeile. As xendas para a Europa pararam, cm
cousequeneia do que dissemoa na nossa uliiuia revis-
ta : para o Brasil lem havido algumas vendas ao pc-
eo !e 29830 e 29900.
I aiiulia de Irigo.As vendas continuara a ser li-
lil:.ola-.
Sal.As vendas sao cscassas, raas us preces conti-
nuara firmes.
Viudo. As boas qualidades s.io procuradas, cm
cousequeneia das oolicias queschaiiain recobido
pelo D. Pedro II, e conlirmadas pelo Taiuaro :
todava a maior parle das vendas que M lem realisa-
do lem sido em pequeas parcellas.
A expurlaeau desde a sabida do (Cdiz, ucluin-
do a sua carga, a du brigue nMendunca Julia, Boa
l-Y" c Deslinu, lem sido;
Purlo-, Pin. ', Pip. I. e A.
Rio de Janeiro. ... 73 8 1045
Babia........78 lo 269
Miranda.)...... I 1 :|0
grande morosidade. era consequenca sera duvida l \ capatazia da allandega precita. A,.
dos elleifos da epidemia reinante, resolve prorogar 1 rr __UIL :____
al o lim do crreme mez o prazo para pagamento ''omens forros para O trabalho interno,
du mesuiu Imposto, lindo o qual nirorrcran os om- o cscravos para o externo.
missos as penas eslabelecidas.
E para que ebegue a nutca de quera convier, se
manduii publicar o prsenle.
Paro da enmara municipal do Recife cm scssSo de
di? abril de 1856.Bario de Capibaribe, presiden-
le.Manoel l'erreira Accioli. secretario.
^cciacacoc^
O lllin. Sr. iuspcclor da Uiesoursria de fazen-1
da manda fazer publico, que nos dias !. 8 e 15 de
abril prximo futuro, estar em praca peranlea mes-
ma lliesourana para ser arrematado a quem por
menos lizer c meldur vaulagens em favur da fazen- I
da ullerecer os serviros da capalazia da allandega 1
desla provincia, no trienio que tem de decorrer do 1
I.- de 1.1 Ilm do cu re 11 le anuo a 30 do junhode 1850:
os pretendemos comparecam a I hora da larde no I
lugar do roslume, com seus dadores rompeleutimeii-
le b.iliiiiia.los. Secretaria da Ihesouraria de fazeuda
de Periiamburo em l de fevereiro de 1856.O of-
ficiel maior, Emilio Xavier Sobreira de Mello.
O Illin. Sr. pilan do porto manda fazer cons-
tar a quem couvier, que existen) em deposito 00 ar-
seual de marinha, opauhadus indo pela agua abaixo
os segrales objectos : urna cauua grande aberla,
com dous baucos, sob n. I, propria para carregar
lijlos, urna dila de carreira, letlra k e 11. 51, um
bole nao leudo numerasSo e um praochaO, madeira
de amarello, os quaes sero eulregues a quem mos-
trar que de direilo Ibes perleucc, e pagar quaesquer
despezas que para a arrecadaco se lenham filo.
Capitania du pollo de Pcruambuco .11 de man..1 de
1856.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Pcla]delegacia do I." dislriclo desle termo
foram apprebeudidos, c se acliam no deposito geral,
o pi -lo Mauoel c a parda Josepba aquelle que diz,
ser escravu de Pe.lru Francisco Pereira, e esta de
Joao Barbosa de (oes, arados muradores na povoa-
au de-Naluba, proviucii da Parahiha dn Nuite
Os socios da extincta sala de danta
do fallecido Antonio dos Santo Mi-
ra em nome e tributo de gratidao,
pretendem mandar suflragar s al-
ma de sen Ilustre director, o mesmo
Antonio dos Santos Miiv, no dia 4 do
corren le, na greja de Nossa Senho-
ra da Congregario, pelas 8 horas
da manha, para o que teem a hon-
ra de convidar a todos os seus ami-
gos c parentes, para assistirem ao
mesmo acto, por cujo favor os mes-
mi is socios 11 us licarao summamente
gratos.
Recife "> de abril de 1856.
O professor particular Candido Joec
Lisboa contina a dar licees de instruc-
co primaria, latim e francez, nao s em
sua aula na 1 iia de Apollo, mas tambem
por casas particulares.
O Sr. Antonio deeArrada Cmara lem aaaa
carta na ra dai Cruzes o. 40.
Quem for credor de Luiz Manoel Rodrigos*
Yalenra. aprsenle sua conla para ser paga, ao ar
mazem da ra de Apollo o. 13 a 13 A.
Precisa-se de 200) a jaro com hjpsHbeca esa
urna casa : quem h ver annuocie.
O bacbarel Jos Mara da Trindade, nio leado
podido, por carencia de lempo, despedir-se peaaeal-
menle de lodos os seus amigos, collegas c mais ps-
soas de seu conhecimenlo, o faz pelo presente, pe-
lin 1.--U.es ie-rui|.a dessa falta invslenlaria, e otTe-
quaes escravus furtados all por Joaquim .loso e Joa-' r^n.u-|.!'.e4 fordealmente os seas tenaes
quim Anlouio da Silveira, que por isso se acliam re-
r.illiido- e presos ua casa de delencjo para seren
procurad o-. Os donos dos referidos escravos compa-
recam nesla delegada, para Ibes serem entregues,
curte do Rio de Janeiro, para onde vai residir.
eseja-se saber se existe nesla provincia e Sr.
Jos Anlouio da Costa, natural de Portugal oa liba
de Madeira, que diz-se ter residido tela cidade. e
nella negociado : a pessoa que se dicnardarai
para a Parabiba buje ao meio dia.
As carias para o Kio de Janeiro com os mimes
de Vicente .Navarro Lardoso, Joaquim Anlouio Pe-
reira de l.emos, Antonio Joaquim Vieira de Carva-
Ib.i. Bernardo Jos Pralo, nao seguiram no vapor
uislez por nao ler sido pago o sello ; e a caria paro
Placido Caetano Borges e Silva, no Para, nao seguio
seu dcsiino por falla de sello.
Sfoto? matitimt*.
%tt0toimento ov ;prtu.
.-varios- entrados no dia .
Soulbamploii e pollos intermedios21 dias, vapor
ingles Avon, comra.iu.lnnle Kevell. Passagei-
ros para esla provincia, Charlas Eduar.l Borel,
John ScollsTiicker. sua senhora e I criado. Char-
les Walker, tieorge Slart c sua senhora, William
Clemcnt Roberls, Jodn Prece, Cdarles Joseplie
Massou, riiomaz Davis, Joao Cupislrauo Baudeira
de Mello o sua seudora, Joao Paulo de Araujo
ll.lllili.
Mulbourue86 dias, barca franceza ii.Noe. de 77
toneladas, capillo Eoursou, equipagera 15, carga
tita; aocapiiao. Veio refrescar e segu para o
Havre. r
Macio/ sahido/ na mesmo dia.
Kio da PralaBrigue brasileiro ..Feliz Deslinu*. ca-
pillo Joaquim Soares Estanislao, carga assucar.
Passaoeiro, Man ael Comes da Silva.
BabiaMale brasileiro Doas Amigo, capitao Joao
Rudriguei Vianna Dantas, caraa sal e mais gene
jos.
Rio de JaneiroItrigue brasileiro iilirma. capiblo
Manoel de trenas Vctor, carga assucar e mais
gneros. Pussageiros, Antonio da Silva Poules
t.uiinar.ies. Mauoel Augusto de Figueiredo, I).
Anua Mara de Jess, | 01 lia meuor e I escrava a
entregar, Agapilo Antonio de Barro*.
ColinguibaSumaca brasileiro FlordeCotiaguiba,
capilao Antonio Francisco dos Santos, caraa ba-
callao e lastro.
LisboaPalachu porluuuez Rpido, capilao Frau-
cisco de Paula Uaplisla (ieroii, caraa assucar.
IjenovaBrigue puituguez Oiiiyuuiu, capilao Jos
Gomes de Avelar, carga assucar.
LisboaBrigue porluguez iLaia II, capilao Caeta-
no da Costa Monleiro, caraa assucar e mel.
Porlos do sulVapor ingle/. ...Vvon, eommamlanle
Itevll. Nao levou passageiios.
Porlos do sulVapor brasileiro ..Imperador, com-
iiian.laiile !. lenle Jos Leopoldo de Norimha
lorrezo. Alera dos passaseiros que leva das
porlos do norte conduz .c-ta provincia : Anlouio
Joaquim da tlosla e Cunhi Jnior, Francisco Jos
da Silva, Dr. Jos Mana da Trindade, Manuel
Caetano Pereira de Sena, Francisco Alonso, com-
mi-iiio Caspar Jos de Miranda e I menor, cs-
crivao Januario Travaaso da tiosla, Policarpo Pe-
reira, Vicente Perreira da Silva, Carlos Itoruav,
Martin Whelan. Olveu llenry, Malinas da Veiaa
Ornellas e escravos, All'onso Jos Marques, Dr.
Jos Paes de Souza, James llunler, acadmico
Mauoel Endino do lleao Valensa. J. Charduu,
llr. Jos Francisco de Arruda Cmara, Aaoslinbo
.lose da Costa Ciros e I sobrinha menor, Julio da
Silveira Lobo, Dr. Francisco Alendes de Amorim,
Manoel Joso de Lima, criuiiuuso Joao Kibciro de
Faria acoiiipauhudo de prora- do polica, Fran-
cisco E-leves Alvos, Joso Antonio de l'aiva, Dr.
Antera Simdesdi Silva, invalido! soldados, Dr.
Manoel Clmenla da Bocha tjalfSo, acadmico
Manoel Nuiles da Cosa. James Elliol.
PORTO.
\ barca portogueza Ditarte II', da ptima cons-
IrucfSo, forrada de cobre, c de evcellemc marcha,
seguir imprelerivelmeulc para a cidade do Porto a
I do enrreute, se as ebuvas u.lu embarcaren), por
raltir-lhe nicamente cerca de .100 a 1110 arrobas pa-
ra completar o seu r.irregamento : quem oa mesma
quizer carregar 011 ir de passagem, para o que lem
agradaveis commodos, enlenda-sc com os consiana-
larios Bailar i\ Ohvcira, na ra da Cadeia do Recife,
escriplorio n. I, un com o capitao Jos Joaquim
Bazilio.
Para o Bio de Janeiro sabe com toda a brevi-
dade. por ter parte da carga prompta, o patacho Flor
da llahia, capilao Damin da Cosa Rosa : quem
quizer carregar o reslo. enlenda-se con) o consigna-
tario Mauoel Alvcs liuerra, na ra do Trapiche
n. II.
Para a Baha segu em poucos dias, por j ler
a maior parle da caraa prompla, a veleirae bem cu-
uhecida aaropcira Lirrariio ; para o reslo da carca
Irala-ccoin sen consignatario Domingos Alves Ma-
llieus, ra da Cruz n. 51.
Para o Para com escala pelo Maranhao. o ber-
ganlra lirasileiru Despique de Beiriz, capitao Ma-
nuel Marques Corrida, forrado c encavdado de co-
bre, de primeira marcha, segu com a maior brevi-
dade possivel, por ja ler parle da carga prompla ;
pira 0 reslo c passageiros, Irala-se no escriplorio do
Sr. alanoel Joaquim Ramos e Silva, ou com o capi-
ISn na praca.
Para o Ilio de
iiieiro
Ja
sejue viagem na prxima semana, por ja
ter dous tercos do carregamento, o brigut
nacional AilOI.I'll: pata o resto, pas-
sageiros o escravos a frete, tratante na rita
do Viga 1 ion. 011 com o capitao Manoel
Pereira de Sa".
Para o ro de
Janeiro
Segu com toda orevidade por ter gran-
de parte .do carrjegamento, o brigue na-
cional HERCULES : para o resto da car-
ga, passageiros e escraVosa Irete, trala-se
com Novaos & C, na ra do Trapiche
n. o\.
Para o Aracalv sabe o hiale urora : quem
quizer carregar, dinja-se a Martins 4 liman, ra da
Madre de leos n. .
eiii>e.
Total.....
Despachados
Porlos.
Kio de Janeiro. .
Baha.........
i'ernambiico .
Maranhao......
Tolil......
151
3B
de 5 a lo de marco.
Pip. '. Pip. Bar.
71 1150
ti 97
5 US
ti
1330
Alm.
6606
3010
7:l(
156
ll
28
I1I 1053
Vinagre.A qualidade superior continua a obler
prompla venda, anula que era pequeas part las, a
eiporl-ra 1 fu de 50 barris para o Rio rio Janeiro. 5
pipas e IIH) barris para a Babia, e 1.5 pipas e 15 bar-
ril para u Maranhaa,
NOTICIAS MARTIMAS.
Lisboa, I .1 Id de inarru.
Futrada/.
3Vapor Temar, Rio de Janeiro e mais escalas,
seonio no mesnio dia para o norte.
13Barca oAmelia. Bahia.
Idemllriune .iluiperadoi... Peroambaco.
IdemPatacho eJosephina, Macei.
Sabida*.
Ilio de Janeiro brigae brasileiro ."rlcndonra l\
Julia, capillo Miranda.
lMaranhao, patacho porlaguezBoa I-i'.., capi-
tao Silva.
5Rio de Janeiro e mais escalas, vapor francez
Cdiz, capilao Dagas!.
I.l.-niBabia, patacho porlagoez Deslios, capi-
tn Soona.
7P01I0, barra br.isilcira Moudunra II, capilSo
llosa.
Navios a sabir.
Rio tirando do Sul, escuna ingleza Majeslieba,,
capiblo Itedmce; carga 1:1 3|5 muios de sal.
A' carga no Tejo,
Vapor porluauez ni). Pedro II, Kio de Janeiro.
Barca idem Paquete Saudade, idem.
dem dem Christina, idem.
dem idem ..Joven Carila, idem.
Antonio l.uiz de Oliveira zevedo far leilaO,
por iulervencao doagenle ttliveira e por conla e ris-
co de qaeni perteacor, de 30 barris de manleiga in
gleza : seila-feira, 1 do correnle, as 10 horas da
manhaa, no armazem do Sr. Aunes Jacomc, defron-
te da arcada da alfandega.
O aaeute Borja far lelao em seu armazem, na
ra do Collegio n. 1.5, de nina encllenle mobila da
jacarando, de goslo moderuissimo, e diversos ulen-
cilios de casa, ele. ele, de urna pessoa que relira-se
da provincia, assim cumo de oulros inuilos objectos
cxislenlesno armazem, como bem um grande e com-
pleto sortimeuto do obras de roarciueria, novas
usadas, varas obras de uuro e prata, relogios para
algibeira, vasos e eLfeiles de porcelana, para sala,
optiuius apnarelbos de porcellana para sobre mesa,
ricos marmores pac console mesa Je meio de sala,
de didereules gostos os mais inoderuus possiveis, di-
versas quinquilleras fraucezas, ele, as quaes se
;n li ira 1 patentes no referido a'in'zem, 110 dia do
lelao : sesta-feira i de abril do correnle anno, as
11 horas da manhaa.
Uttc*.
O lllin. Sr. inspector da Ibesoararis de fazenda
manda Fazer publico, para conheciineiilo dos nteres-
sa.lus. as dispusicues abaivn liansrnplas. alim de
que lenham a mala cmplela execucJio. Secretaria
da Ihe-ouraria de fazenda de Pernamhiiro era l'.l de
mano de IS5I. O ollirial maior, Emilio Xavier
Sobreira tle Mello.
Copia. Circular 11. O marque/ de Paran,
presi lenledu Irihunal do tbe-enrn naciunal, recom-
men ia aos inspeeloras das Ibesourariai de fazenda,
que d'ein .1 iiMiur publicidade possivel a dilposiclo
du artigo II da le o. 810 de 15 du selembro do an-
uo prximo paseado, que manda que a compra e ven-
a d is bus de ra/, cujo valor exceder de Olrj, seja
celebra.la por eseriptura publica. Ab pena de 1111II1-
dede; ordenando uuiro siin aoschetesdasestacOei
arrecadadoras du renda nos diversos termes fradaa
rapibies das provincias, qu o mesmo facam nos seus
respectivos dislrictos, por meio de edilaes publicados
nos peridicos uii.le us hoaver, e allivs.los nos luga-
res mais pblicos. Tbe^ouio nacional em de Ja-
neiro do 1836. Marque: tle l'aranu.Conforme.
J.i-.'Seveniio da Rocha. Arl. II da le n. SKI de
l.> de selembro de IS5.5, a que se refere a circular
supr.i.
A compra e veilda dos bous de raz, cujo valor
oieeder de lio?, lerataita por cscriplura publica,
s.ib pena de nullida.le
Bala conformeFmilio Xavier Sobreira de Mello.
t) lllui. Sr. iuspcclor da Ihesouraria provin-
cial manda fazer publico, que do dia dn crranle
era dianle se pagara os ordenados e mais deeperai
provinciaei vencidas ale o ultimo de marco prximo
lindo. Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
iianibuco I.' de abril de 1836.O secretario,
A. I''. .1 \i:llinai,irau.
A rimara municipal desla cidade. allendendn
a que a MnCadatlo do imposto sobre os estadeleci-
inenlos ale commercio e iuduslru tem sido feila com
gjttggg e^JPgggO^
Cbamando a rllenro das illoslres .-..mini.es
de beneficencia, bem cuino daquellas pessuas carido-
Sas, que quizessem pralicar urna obra meritoria, suc-
correade urna pobre c honrada viuva de nome Isa-
bel, couhecida por Belliuba, moradora na ra Im-
perial em scguiuicnlo do caes do Sr. Cusinao, quar-
1.1 casa, a qual viuva arbando-se de cama, atacada
.la epidemia, leudo um lilbo quasi aleijadn de an-
uos c urna lilba donzella, joven de 16 anuos, que a
larca .le trabalho incessanle nial podia ostentar sua
in.u e irinao. tiveraos o prazer de observar a ponlua-
lidade cora que ao nosso reclamo acudirn), nao td
as dianas commisses parocblal e do commercio, co-
mo algamaa possoas earilativaa, que com os seus va-
lioso! dooalivoa mitigaram as angustias desla mise-
ravcl familia. Mas como sempre a aleara para o
infeliz he momentnea, eis que a pobre mocinha,
nico arrimo dus dous dnenles. de lambem lerida
pelo cholera, cabe na cama, sera que sua mal esleja
anda em eslado de soccorrc-la ; e posto que baja
passado o grande risco, roaamos as illoslres coaaais-
saes c essas pessoas pbilaniropicas, agora mais do
que nunca, para que se nao esquejara dessa mise-
ravel familia dorante a Uo perigoaa coiivalesceuca ;
cerlns de que as urares desles pobres bao de ebegar
ao llirono do Alli-siino. onde jamis deixa de suliir,
suave como a ambrosia, puro e armonioso conloo
dos anjos. o cntico da viuva, do imucenlee da vir-
dissimo inleresse para o dilo Sr. Costa, oa pan 1
seas derdeiros, se existirn!.
O bacbarel Francisco de Salles Alvea.Mae*el
pude ser procurado no primeiro aodar do librada a.
16 da ra estreila do Rosario, qaasi quioa da roa
das I rin.-heir.i-, onde lecciuna em latim, phileasphia
o geometra.
Aluga-se o primeiro andar da sobrado a. 33
por cima da toja demiudezas.
A senhora solleira que anoOncioa por este Dia-
rio querer ir para a companbia de nata sealera viu-
va, sem flhas, queira ir a roa de Ilortas n. S, qae
s ensinir a cisa da mesma senhora.
Quem adiar o bilhele de n. 1505 da oriaaaira
parle da segunda lotera da matriz de S. Jes*, qaeiia
entregar an proprio dono, Cyriaco Antonio dos San-
ios e Silva, morador na roa de S. l.onralo a. It^raa
sera graiiiirade.
Precisa-sede nm criado forro oa captivo, para
servir a um rauco solleiro : a tratar oa roa per trae
da matriz da Boa-Vista, casa n. 16.
Alusa-se o seaundo andar do sobrado da roa
do Amorim n. II. piulado de novo : a tratar aa roa
de S. 1.oucalo n. I.
METIIODO CASTILHO.
Lei regulamentar da instrmerao publica, ma pro-
vincia de l'ernambuco.
Art SK. Us professores e directores do I
menlos particulares poilerao adoptar 1
pendi* e methodos que nio forera expreaaaaaaale
prohibidos.
Estando demonstrado por fados presentes i 1
lacilo illuslrada desla capital, que o metbede CaaU-
Iho he n mellior de todos ale baje conheeidos par sor
0 nico smiillaneo, e por isso o mais aceasaaaasteda
a (odas as inlalligencias. e sendo de recenascida oe-
cassidade o eslabelecimento de urna escola. Masos-
nos em cada urna das fregoezias desla cidade, para
evilar que os meninos, pela forra do sol do awie
da, as i horas, alravessem aa raas desla cidasle,
desde os ltimos limites das fregosles de Keeile,
S. Jos o Boa-Villa par a esrola do meldode CaaU-
llio na ra Nova ; o professor se coropromalle, ata)
ensinar. pois reroudece a saa incapacidad, aaaa
para explicar aos Srs. professores e mais pernees.
maiores de 5 annos, c versadas aa arammalica aa-
cional, o modo por que execala o melhodo Caslildo.
que paito fosie o approvado pelo sea Exm. autor,
rom todo, da eombinacao de ideas dos illaslraa se-
nliores qoe se diKuarem acenlir a este eooviie, e sla
Iraca intelligencia do convidante, podera resallar o
islabelerimeulo de escolas por este melhodo as de-
mais fregoezias desla cidade ; posteado aa pretaa
denles apreseolar-se as 10 horas da manhaa ees la-
dos os das da semana, excepto aos sabbadea e do-
mingos, por serem feriados nesla escola, manidos da
melhodo. que se vende a 19000, oa livraria aniver-
sal, pateo do Collesio. Francisco de Frailas Gam-
boa, professor particular anlorisado pelo aevetao.
HOSPITAL PORTGEZ DE
BENEFICENCIA.
Por ordem do lllm. Sr. provedor, e de conforsai-
dade com o arl. .59 dos estatutos, convoca-se a jeata
administrativa para a sessao ordinaria, ae deasiag,
b do correnle, pelas 10 horas da manhaa.O oeere-
lario, M. 1. de Souza Barbosa.
Precisa-se de nm pequeo para orna padaria
nesla cidade: a tratar na roa da Seozala Velha a.!*.
Precsa-se de urna lavadeira : na
1 .imljiVi do Carino n. 58, primeiro an-
dar.
Ilebrard relira-se para Franca.
Oflerece-se para qualquer dos em.
parto desla cidade um moco muda babi I i
cholencos: a Iralar oa ra Angosta n. 30, em aa rae
das Calcadas u. 8.
Pela segunds vez tenho a lembraiaca 1
res qae liverera escriptorios de f.izendss. trja ejnal
for as suas qualidades de fazendas ; e un na riada
sendo o sr.ohor da arle de tinturara, oflereee aaa
proljs.ao para quem se quizer utilisar ; o 1
declara qoe lem Ungido diversas fazenda. tanta para
escriptorios eslrangeiros. como lojas, per dinamias
\ e/e*, o que nAo acontece com aquellas [
coitumam receber fazendas por te lerea
de lotureiros, qae tem tomado fazendas e o resalta-
do he nao rreelier o producto do sea trabalho, e
seus dono- licorera com as tazendrs perdidas coaae
lem acontecido a diversas pessoas : ao cana eje
queiiam ulilisar-se do mea dimiaalo prestase, pro-
curaran a raioha morada, oa deivaro dito aonde de-
vem ser procurados, na casa da Antonio Jos Perei-
ra, roa do Calinga n. 16.
Precisa-se alagar om ou dous andaras orno la-
nbam commodos para orna familia.sendo aa segata-
les roas : Cadeia do lleafe, Craz, Vigario, largo da
Corpo Sanio, 011 em oulra qualquer roa do basrrodo
Recife : quem liver e quizer alagar, dnija-oa a raa
da Cadeia do Recife, n. 57, primeiro andar.
Precisa-sa de um bomcm qae lese cante da
um sitio e Irabalbe com alguus escravos: aa lea
da ra do Passeio n. 7.
A eommissio da cmara municipal continua a ex-
por a venda diariamenle, carne verde para a cea-
suma da capital, pelos precos de 190 e M rs..
nos tallo.- scsuinles:
Pateo da Peoha.
I albo- de Albino de Jess Bandeira.
Raa do Rangel.
Talhos.
N. 10. de Moreira.
N. 51, de Belarmino Alves de Arocha.
N. 6, de Anlouio Francisco de Medeirus.
N. K7, de Pa.lro Jos de S.uit Auna.
N. .'17. de Vctor.
N. 60. de Monte.
V A'i, de Clmenle ,\ Feliciano.
N. il. de Itelannino.
N. '$, de Benedicto ,\ Remigio.
N. I. de Manoel Butebio.
K. 1, de Pedro Angico.
Kideira de S. Jos.
N. 10, de Alexandre.
N. 5, de Jos.
RDB I.AFFECrEl.R.
Ounico autorizado pi,r deriso do conselho ret e
decreto imperial.
Os mediros doshospilaes recommendam o Arrobe
de l.affecteur, como sendo o nico anlorisado pelo
coverno. e pela real snciedade de medicina. Esla
me.lu menlo d'uin goslo acradavel, e fcil a tomar
em secreto, esla em uso na maiinha real desde mais
aem. e nesle caulico lera.) o primeiro luaar aquclles de lili anuos ; cura radiclmenle em pouco lempa
bcmleilores qoe nesla tremenda crse coiilribuirem cora pouca despeza, sera mercurio, asaffeeresda
para Corar-Ibes a enlermidade, matar-lhes a fome e pello, impingees, as cnnsequen.ias das sarnas, ulrc-
ulvar-lhes a vida. Bemavenlurados os que usara ras, c os accidentes dos parios, da idade critica, a
de inisericurdia, porque elles alcantaraO miscriror- da acrimonia beredilaria dos humores; coavesa aos
da. calarrbos a liechiaa, as coiitraccocs, e a fraejaeza
Beta aberla a amiga padaria da roa das I aran- Jus "r'-lo Boira. H, o prompla a servir o publico cralo- *0n',as' <""" ?nlM> ",l,,,""' "**"""
vedo, praca de D. Pedro 11. S, onde acaba de che-
a"Zs.E!L#f- "- '.'iJ>' Ma^^rfKnJV;!r.mt%r/^rPa.l.
.. v' !"=">! ,,...- 1 ,, u._
Maadalena junio a estrada nova qllc vai para o Ca- f, I' a '
changa, lodo plantado de capun de planta, e bastan-1 *"oul '"
les arvnres de frurlo ; o qual sitio'lem capacidade I ."" i'eiie-se ao Sr. Jos Kodrigoes dos Pi
para nelle so oceupar 6 ou 8 escravos eonstaulemen- \f a ,oa !ar8* do Rosario a. .5, a negocio qoe
te no servieo, e criarlo de eado, ele. : a Iralar com
o propriclario, na roa do Hospicio n. 5i. ou na ta-
berna grande defronle da malriz da Boa-Vista.
c

diz respelo, islo nestes (res dias.
Jos Joaquim leiseira, subdito portoguas, vai
a Portugal.
MUTILAD
ILEGIVEL


,

DIARIO Dt'rKRklUNI Q|NTA FtlrU 3 || ABRIL Q 1865
Terceira edtyao.
TRiTilEITO HOIOPATBICO.
Preservativo e curativo
DO CHDLERAmORBUS.
pelos drs.
_3Wii%.wa: te .-^w am
eiiistrucc.ioaopovoparasepoderciirardeslaeniermidade.admims.r......oos remedio-,. js cllicazcs
paraatalha-la.emquanto serecurrco.aedico.ou mesmoparacura-Uiudepeu'deme,"i-,,oIu"kS
em que nao ostia, "^uieuesieinos lugares
TKADUZIDO EM POKTUGUEZ PELO DR. P. A. LORO MOSCO/O
Estesdoosopusculoaconlcmasiiidieacoesmaisclarase precisa ansia ,,,;', ^"'-"-
Sao e.lao alcance de todas as inlelligencias, n.los pelo quX mS mSR %2T~*\ HE
c.palment. a,s preservativos que lemdado o, mais U*HmHSSl!ZE2*lTTEL?.
liestem sido postos em pratic. uuaaos em loda a parte em que
Sendo o tratamenlolioineopatliicot. nnicoque tem dado srandesresullaHn.n ,. ,
velenermidade, jomarnos a proposito traduzir restes dous imprtame? 0nrii? v "!!S"
U, para destalle facilitar a sua leilora a quem ignore o- araen. "Paulos em I nigua vernac-
Vende-se nicamente no Consultoriodo traductor, roa Nov n ,V> or mnl ,
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos com am frasco ile tinrtuVa I.
m.
livro c 2 frascos de tintura rs. 2&J00O.
urna dita de :>(! tubos rom
i
M3BBAS PKEI ins\s.
S Aderemos de brilliantes, -
!3 diamantes e perolas. pul-' *;
m ceiras, altmeles, brincos i
e rozelas, l.oles e anueis >
de dill .ti n i es gostos e de J
?[ diversas podras de valor. 'm
*? i
'__ "" t
; Comprara, vender ou *
9 trocara prata, ouro, bri- *
* Ihantes,diamantes enero- *j
3 las, e oulras quaesquer '*
B joiaide valor, a diuheiro S
W ou por obras.
MOREIRA & DUARTE.
mu ne gtrives
Ra do Cabuga n. 7.
Recebera por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do rnais
moderno gosto, tan-
to de Franca como

ornoEPRATA'

j Adereces completos de fi
ouro, raeiosdilos, pulcci- 'Z
'' ras, allinctes, brincos e jg
^ rzalas, conloes, trance- 2
$ lins, medalhas, rorrcnlcs :.
J e enfeiles para relosio, c
y outros muitos objcclos de X
ouro.
Ej Apparelhos completos,
^ de prata, para cha, lian- 1
*j dejas, salvas, caslioaos, &
;* colheres de sopadle cha,
- e muitos outros objeclos
.> de prata.
:::: ?$.,
de Lisboa, asquaesse vendem por
preco commodo como costumam.
LOTERA Di PROVINCIA.
OIllm. Sr. thesoureiro das lotera! man-
da fazer publico, que se acliam a venda
Mfbfi Pa'lC ^ ,,Uailaii'OS ^o. desvalidos que venhama
t^^^^?TabV*?-Cai'a\** ^ommettido. do cholera : roga-ne,
idam no dta 12 do andante me/.; pois, aos .mil0S diX lllesma ivmindX J
*i a quem tenha conhecimentn de alguna
juiz, escri-
ou tliesoureiro, alim de que sejam
terolhidos pela mesa c I talados da mc-
A ciferniaria do consistorio da ir-
mandadedo Divino Espirito Santo em
Sito-Francisco, ja" annunciada, aclia-sc
provida do mais necessatio pata rceher
publico que tem i a quem tenha .
rjst! ",aouraJriadcte*,particDcin ao irm.io
vito, ou thesoureiro, alim de
tambem manda lazei
bastantes billietes
das loteras, das 9 as ."i horas da tarde.
Thespuraria das loteras .11 de marco de
185G. O escrivo, Antonio Josc'u-
arte.
Instruccao moral e reli-
giosa.
Este compendio de historia sagrada, que
loi approvado para instruccao paimaria,
tendo-se vendido antes da appi-ovariio a
ltfGOOrs., passa a ser vendido a lOO:
na livraria ns. 6 e 8, da praca da Inde-
pendencia.
Prectsa-se alugar ttm pequeo sitio
perto desta cidade, o qual tenha lugai pa-
ra guardar um cavallo e (|tie nao seja
prximo a charco ou agua ettagnada, e
se tiver casa assohradda melhor sera" :
na livraria ns. (i e 8, da praca da Inde-
pendencia.
A1TENCAO.
$ Acha-se a venda na cpufeitaria da ra da _
Cruz, perlencente a A. A. Porto excedente jj
# gelea de varias qualidades, perfeilamentc M
b acondicionada em latas de 3 libras; igual- 9
9 mente moilo bom doce de calda surtido em @
pequeos liarris, e todos'os mais arlipos de 0
i doceria, tudo confeccionado com o maior es-
9 mero : apromptam-se encominendas para 9
9 deutro e (ora do imperio, com loda aclivida- 9
de e limpeza.
#@C-S3
O Dr. Vicente Pereira do llego par-
ticipa aos seus amigos e conatituintes,
que U'ansfei io o seu escriptorio de advo-
reguezta
niortrma que for possivei.
Cotnmissiio de beneliccncia da fi
de Santo Antonio.
A cotnmissiio abaixo assignada da Ire-
guezia de S. Antonio encarregada por
parte da associaciio commercial benei-
cenledesoccorrcra pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas (pie piecisarcmdc soccor-
ros,queiraoentend(r-sea quaiquer hora
na ra Nova n. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonteca, na ra do Trapiche n.
M), deThomaz deFara, c na mesmarua
11, 38,de Salusiiano de Aquino Ferrcira.
Pernambuco 23 de fevereiro de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca Thomaz de
Paria.
eaJ.D3.-3,*.T:! 2 .1. JANE, DENTISTA,
.w, conliDiia a residir na ra Nova n. 19, primei-
M ro andar.
Precisa-te lugar dous pelos capti-
vos, daudo-se o sustento, para trabalbar
Inesta tvpographia : na livraria ns. (ie 8
da praca da liulepcendcncia.
Na casa da residencia do Dr. I.oureiru, na ra
da Saudade, defronledo Hospicio, precisa-se de unu
ama de leite, forra, que nao traga comsiso o (illm,
que tiver, de peito.
O Illm. Sr. ragtdor interino do l.ymnasio man-
vidar aos pais ou correspondentes dos alum-
\ternos, para, no
artel adiantado,
rll prximo vin-
looro. Secretaria do livmnasio -Ji do marco de
1856,O secretario, A. Cabra),
A viuva de Francisco Jos da Cosa Campclo
couvida aos credores de seu fallecido marido, para
napra/.o de Sdias apreaeolarem su-s contas 011 do-
cumentos pelos quaes se julgucm credores do mes-
mo fallecido : na ra Imperial, segunda casa depois
da fabrica desabito.
Associac&o Coniniercial
Benetieente.
A rommissao encarregada pela Atsociacao Com"
raercial Beneliceutepara distribuir soccorrs sclas-
ses uecessiladas do bairro do Kecife, fa/, saber a
quem se adiar uessas circumslaucias, i|ue pode pro-
curar a quaiquer de seus membros em suas residen-
cias abaixo designadas a quaiquer hora. A commis-
sao estando dispusla a uio se poupar a quaesquer es-
forros para bem desempenbar a miado que llic foi
confiada, raga as pessoas que tiverem conbecimenlo
de que quaiquer pessoa em suas visinban;as se aclia
lio caso de precisar de soccorro, mas que por quai-
quer circunstancia nao opossa solicitar, queiram ler
a bondade de assim Ib'oindicar, alim de prompla-
menteserem ministrados os uecessariosautiiios.
Antonio Alves Barbosa, ra de Apollo 11. :ln.
Joso'l'eiseira Bastos, roa do Trnpiche n. 17.
Joilo da Silva Becadas, ra do Vicario n. -i.
Massa adaman-
tina.
Iiancisco Piulo Ozorio saiiRra, lira denles e chom-
ba com a verdadeira masa adamantina ; esla nova
preparadlo superior a todas quantasiem apparecido
al boje, (|ue alm de pctrilicar em meuos de um
minuto, fica o dente com a mesma cor natural e em
perfeilo eslado como que nunca tivesse ruina, lam-
ben) applica ventosas pela IttrMglo do ar, leido
para esse fim apparelbo completo ; assim come ou-
gacia para a ra do Queimado n. id, nri-1 "* 'n,ern"s- 'eio pensionistas e asi
meiro. andar onde pode ser consultado R2, lfUSSZT 2S
das 10 horas da tnanhaa em diante.
l'recisa-se de urna pessoa que lenlia pralica de
bolica, para Macei : quem esliver neslas circums-
tancias dirija-sc a ra do Yigario n. j.
Querse alugar um escravo para servico de
cata: a tratar ua rut do Trapiche n. tti, scg'uudo
EDdar.
Candida Mara da Paixao Rocha, pro-
l'essora particular de instrucciioprimaria,
residente na ra do Vi gario do bairro do
Recife, faz scienle aos pais de suas alum-
nas, qiieacha-seaberta sua aula.naqual
continua a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, mcio pen-
sionistas e externas, por piceos razoa-
veis.
Trocatn-sc notas do Banco do Brasil
porseulas: na ra do Trapiche n; O,
segundo andar.
Pelo presente protestamos denun-
ciar de todas as pessoas que venderem bi-
lhetes de loteras do Rio de Janeiro, Io
dia 20 do prximo me/, de abril em diante
tanto pelas ras como em quaiquer casa,
pois que nao adiamos justo que para p-
dennos vender paguemos o oneroso im-
posto de 1:200000 por cada urna das
nossas tojas e tendamos urna (anca na l!ie-
sourariageral, e licencadolllm. Sr. Dr.
chee de polica, ao passo que outros a'
nossa sombra os vendam com o maior es-
cndalo infringindoassima lei, e tirando
nossos interesses pelos quaes pagamos o
referido imposto. Recite 18 de marco de I
Io-.. A t a, 1 "" t""a icuo uc peuu em seiiiiuras tiue Inui-
Ot).Antonio JOSC Rodrigues de Souza I tas vetes se torna bastante til pelo mal que causa
I a releucao do mesmo ; tambem tem muilo superiores
I limas para apartar os denles, i)Uc vende por barato
iprec,o: pode ser procurado para estes lins, na ra
' eslreila do Bosario n. >.
Associac&o Commerclia
Be ficen te.
A commisso nomcada pela Associaijlo Commer-
cial tem liccnie desla praca, com o fim de soccorrer
as pessoas uecessiladas c desvalidas da freguezia da
Boa-Vista, por ocrasiJo da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver em lacs rircumstanrias,.de pro-
curar a Joilo Matheus, ra da matriz n. 18; Manoel
Teiteira Bastos, ra da Alegra 11. 7 ; Vrenle Al-
ves de Songa Carvalbo, Estancia : desde as 7 horas
da manbaa s 9. e a larde das i horas em dianle :
em caso urgente, porm, seru soccorridos prompta-
racnle a quaiquer hora. A eommitfae desojando
acertar na forma de distribuir os soccorrs, rog en-
carecidamente a todas pessoas milis conbecidas
desla Ireguczia quetncrem perfcila sriencia do es-
lado de precisao de quaiquer familia, sediguenide
a informar alim de ser rom promplidao altendida.
Recite -J."i de fevereiro de I8S6.Joo Malbeus, Ma-
noel Teiseira Bastos, Vicenlc Alves de Souza Car-
valbo.
I illa de larreirot < O abaixo assignado faz scienle ao vigario Manoel
l*'erreira Borgesea lodosos membros de sua familia,
que, com o auxilio de lieos goza de saude com o seu
lillio Jellerson e mais pessoas da casa. Adverle tam-
bera, que, era qiiaulo correr impresso este aviso, em-
bota, esla data, devem lodos ficar Iraiiquilisados,
pois qoe quaiquer ngilarAu que appareca em dispo-
sic.lo deootsat faculdades physicas, muda-ae de avi-
so. O lempo nao est de vacas, exige mesmo que se
tornera estas cautelas : ahvgieune publica em seus
conselhos recommcuda que se eviletu excessus de
cuidados, que sao nocivos, mxime em lempo epid-
mico.111 mino Lucas de Azevcdo Soarcsliordo.
Na Iravcssa da Congregacao, loja
de encadernacao, conlinua-sc a vender
militas das obras de direilos ja' annuncia-
das por este DIARIO, como tambem 011-
tras muitas niio s de direilocomo .le ma-
terias diversas, na mesma casa vcndein-sc
algumas obras latinas, proprias para os
que estiidam esta lingua: todas as obras
estao em muilo bom estado, e por ellas
laz-se todo o negocio, porem a diuheiro.
A II01IK01MTIIIA E 0
CHOLERA.
nico Iratainento preservativo
ctirativo do cliolera-morbus,
. PELO UOl'TOK
^ Sabino Olegario Ludgei o Pinho
Segunda edicnio.
A benevolencia com qu loi acolbida pe-
lo publico a primeira edireao deste opus- (#.
culo, Rotada no curio esparo de dous me- Z
V zes nos Induiio a reimpresso- (g^
(\ Cusi de cada exemplar......IgOOO (/%
7L Carleiras completas para o trata- W
(gj metilo do cholera e de muitas ou- !9
^ tras moleslias, a..........fttjoOO S
W Meias carleiras..........ll-sj fgF) tls niedicaraentos sao osraclbores possiveis. (W)
Cousullorio central hotncopatbico, ra 2f
de Santo Amaro Mundo-Novo n.(. (gy
Roga-sc encarecidamente a S. Exc.
Rvnia. o Sr. hispo diocesano, que tenha
compaixao da pobre da fregne/.ia da Luz,
(.onde lem morrido sem conlissiio mais de
du/.entas pessoas de l'evcreiro para ca),
mandando para .upti algum sacerdote
para conlessara gente de fra. visto que
o respectivo vigarioou por nervoso ou po
oceupado niio lem sabido a contessai, des-
de o principio de fevereiro prximo pac
sado; isto pede encarecidamenteUm
parocluano da Luz.
Na cocheira de carros fnebres do
pateo dD Paraizo n. 10, encontram-se
cairos de primeira e segunda ordem,
bem ornados, para defuntos e anjos, por
piceos a contento, carros de passeio c Itt-
doo maisconcernente a quaiquer enter-
ro, com promptidito c aceio.
l-urlaratn do sitio do Collesio da Conccicao, em
Cruz de Almas, um cavallo caslanbo de meia marca,
sera sigual branen ; pede-se as autoridades o appre-
nendar, e a quaiquer pessoa a quem se remunerar
generosamente. Dito cavallo (em signal de pisadura
sobre o espinhac.0 juulo a anca.
Aluga-se um moleque crioulo, bom para cria-
do, e ale para boliciro pois tem algum principio :
quem o qutzer, dirija-se ao sobrado da ra de Sania
llicreza. a fallar com o senhor do dito moleque, que
be o abaixo assignado.
Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
l'recisa-se de urna mulher para- concertar
obras: na loja de alfaiatc da ra Nova n. 80.
Aluga-se orna liteira : na ra da Cadcia do
Bccife u. I (i.
Sootball Mellor & Companbia mudaram >cu
escnplorio e armazcm de fazendu para a ra do
torres n. :W, com a frente para os edificios do tra-
piche do Angelo.
t"az-sc almoco ejanlar para fura, com inuito
aceio, limpeza e promplidao : no beceo do Carioca,
armazeifl u. l.
l'recisa-se de urna ama forra ou capliva. para
todo mi viro de urna casa de pouca familia: na ra
da Moeda n. -2.
l'recisa-se de um ctiad para o servico de urna
casa de pequen i familia : a tratar na rita Nova n.
JO, segando andar.
..scac Heslibeaux vai a Europa, deiaodo o Sr.
D. Ilidicr por sen procurador.
~ l'recisa-se de um menino de !:> a I i anuos,que
saiba ler, escrever e contar, linda mesmo que ralo
seja com perfeirao.desles ehegedoi na Flor do l'orlo,
para caixeiro de urna taberna : na ra eslreila do
liosaiio n. ||.
J. l_. Kabe rctira-se para Europa.
OITerece-sc urna mulher para coziobar e engom-
mar para hornera nlleiro : na Camboa do Carino
i. G.
p ti ur. I'io Aducci. medico operador ilalia-
@ no, nomeado pelo Exm. Sr. presidente da 5$
;:- provincia, para prestar os seus serviros me- ^
i) dtcos aos doentesdo cholera no hospital da
ra da Aurora c ao i" dislriclo, previne an ".;
S5 publico que tem fixadosua residencia no di- a
90 tu hospital, onde pode ser procurado. j
Lava-se ^e engomma-se por pceo
com modo c da -se almoros e jantaes com
muilo aceioe promplidao : na ruado l.i-
vramenlo sobrado n. 1.
AO PIRLICO.
No armazem de fazendas bata-
tas, ra do Gollegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazeodas, finas c grossas, por
precos maisbaixos do que emou-
tra quaiquer parte, tanto em por-
eoes, como a retalho, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este e.stabelecimenlo
ahrio-se de combmaciio com a
naior parte das casas commerciaes
mglezas, Irancezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
cotila do que se tem vendido, e por
isto ouerecendo elle maiores van-
tagens do que outro quaiquer ; o
proprietario deste importante es-
tabcleciincnlo convida a' toilos os
seus patricios, cao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) com piar fazendas
}w baratas, no armazem da ra do 19
M Collegio n. 2, de tt
K Antonio Luiz dos Sanios & Robn. |
sai? BB ^tsaas m& fas^saa^.<
%S Aluga-se um pequeo sitio na Soledade. dan-
do-se prererenria a algom moro solteiro estrangeito :
a fallar na ra do Trapiche D. 19.
Aluga-se n segundo andar do sobrado da ra
da l.apa n. C|, por preco coinmodo ; aassim como
vende-se urna purrao de varios caame* de pinho.
por preco coinmodo : na praca da Boa-Vista n. 7.
J&omptai
Comprara-se notas do Banco do Bra-
sil: na ruado Trapiche-Novo n. 40, se-
gundo andar.
Compra-se um guarda louca que
esteja em bom estado: no prmeiro andar
desta tj pographin se dir' quem compra.
Compra-se bico da trra, e renda, sendo es-
lreila e lina : na na do Trapiche n. :l, primeiro
andar.
Comprae nina ou duas moradas de casas ter-
reas, que sejam no bairro da Boa-1, isla : a tratar ni
ra da Autora u. :M.
Compra-se urna lileira em botn eslado : ua ra
da Cadcia do Becife n. ifi.
Compram-se 80 Cfcravmds 12a Jo innoi, per-
feilos e sodio-, para urna cncommenda : na ra da
Senzala Velba n. 70, segundo andar.
Compra-se urna rasa terrea no bairro da Boa-
Vitta, nao sendo era becro, e que tenha bom quin-
lal : procure na ra da Matriz, principio da ra da
(loria, casa n. 2j, que dir quera compra.
Compra-se urna cama frauceza de quaiquer
madeira.com lastro de palb.i.em bom uso, com lan-
o que seja bastante larga : quem tiver equeira ven-
der annuucie para ser procurado.
Compra->e urna hacia de prata, com jarro ou
sera elle, de gosto antigo : na luja de trastes do Sr.
Piulo, na ra Nova.
2ktt&aS.
Jnior.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,.
e poslo em ordem alpbabelica, cora a deseripc,5o
abreviada de (odas as molestias, a indicacao physio-
logica e therapeulica de todos os medicamentos lio-
meopalhicos, seu lempo de aeran e concordancia,
seguido de om diccionario da significando de lodos
os termos de medicina e cirurgia, posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO Mili!AIS.
Os Srs.,assignanles podem mandar buscar os.seu
templares, assim como quem quizer comprar.
CASA DOS KXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamentar erianraf na
casa dos ejposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as babililaijcs necessarias, dirija-sc a
mesma, uo pateo do Paraizo, que alii acbar.i com
quem tratar.
PUBLiCACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esta puhliraeao sera sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, pois oella enconlrarao por ordem alpbabe-
tica as principaes e mais frequentes oceurreocias ci-
via, orphauologicas, commerciaes e ecclesiaslicas do
nosso foro, com as remisses das ordenacies, leis,
avisos e reclmenlos por qoe se rege o* Brasil, e
bem assim resoluces dos Praxistas anligos c moder-
nos em que se lirmam. (aiulcm semelhaulemenlo
asdecisoesdasquestiies sobre sizas, sellos, velbose
uovos direilos c decimas, sem o trabalho de recorrer
colleceao do nossas lcis c aviso* avulsos. Consla-
radeddin volumes em oilavo,' grande fraucez, eo
primeiro sabio a luz e esla i venda pur 83 ua loja de
ivrosn. t> 8 da praca da Independencia,
lia da Boa-Vista, na ra Velba n. M.
ARBENDAMENTO.
A loja e armazem da casa n. SS da ra da Cadeia
da Recife junio ao arco daConceirao, acha-se deoc-
copada, e arrenda-se para quaiquer esubelecimento
em ponto grande, para o qual lem eommodos suOl-
ctenlet: os prelendentes enlender-se-hSo com Jn.1o
ISepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
07, ni mesma ra.
l'recisa-se alugar una casa de sobrado que te-
lilla sulllcientes eommodos para urna familia mi pe-
quena, e que sej resco : prefere-se primeiru ou se-
gundu andar, c quauto a siluaro, que seja em qual-
quer djs ras mais cenlraes deste bairro : quem li-
ver annuucie.
Precisa-se de urna escrava para alugar, que sai-
ba cozinhar, angommar e ensaboar, para urna casa
de ramilia, que seja fiel e nao beba, allianca-se o
bom tratameuto : quera quizer dirija-se a casa im-
mediala que fica pegada ao quarlel do Hospicio.
PUBLICACAO SWiTIFIGA.
Acham-se no prelo as INSTITUICOES DE |i|-
BEITO PLBI.ICO ECCI.KS1ASTICU pelo Dr. Joa-
qumi Villela de.Castro Tararea, lente da l'aculdade
de Direilo desla cidade : e por estes dias sera dislrui-
do pelos Srs. subscriptores o primeiro volume d'esla
iuleressanle obra, para impressSo da qoal os editoras
se nao lem poupado sacrificio algum, leudo j-
mente em mira apresenta-la ao publico ntida e
-cadamente impressa, em bons lypos e ptimo papel.
Esse volume. pois, conlendo de 390 a .'lo pagi-
nas, em elegante formato, achar-se-ba a venda do
dia II) de fevereiro em diante, na livraria dos edi
lores, Ricardo de l'reilas &.C. esquina do Collegio
n. -JO, ao preco de O.5OOO rcis, para os nao assignan-
les e abi, bem como em ma das pessoas que se en-
carregaram de agenciar assignaluras, sjra distribui-
do aos Srs. subscriptores, mediante a entrega da
primeira preslacao de sua assignalitra (.IjOOO reis : e
lirando asegunda e ultima prestarlo da igual quan-
lia, para ser nasa na orcasi do i-olume, queja se acha no prelo; recebendo an-
da este anuo o terceiro e ultimo volume sem maisre-
tribuirn alguma.
Aquellessenbores quo quizerem ainda suhsrrever
poderao faze-lo nesla provincia na livraria dos edi-
lores e em casa das pessoas cucarregadas da subs-
cripto, e em outras provincias em casa dos respec-
tivos agentes, al a publicacau do segundo volume
por quanlo d'essa dala em dianle a obra somenle se
vender por l.\?000 reis o exemplar.
Em face das enormes despeza que sao obrigados a
fazer rom a presente mpretrao, nao podem os edi-
tores dcixar de exigir dos irs. subscriptores I sem
exceprilo ) a imtnedtata entrega de sua respectiva
prestaran logo que Ibes seja presentado o primeiro
volume; porque do contrario, \or-.-e-ham sua ne-
cessidade de suspender por ora a impressilo dos
/licardo de Freitas & C.
foliiiiiltas
FiRA 0 CORRERTE AIIO.
Folhinbas de algibeira conlendo o al-
manak administrativo, mercantil e n-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
los paroebiaes, resumo dos iir.postos jje-
raes, provinciaes c munreipaes, .extracto
de algumas postulas, providencias sobro
incendios, entrudo, mascaras, cemiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
meutos e AxportBcSo da provincia, por
>00 rs. cada urna; ditas de porta a loO;
ditas ecclesiaticasou de padie, com a ce-
sa deS. Tito 1 .'00 reis: na livraria n. 6
e8,daprac< da Independencia.
Vende-se utqa esrava de naco. com 30 anuos,
para lodo servico : m .%a da Senzala Velha D. 70,
segundo andar.
J\a California,
loja nova, na ra do Crespo, ao pe do arco de Sanio
Antonio, vendem-se pecas de algod.lozinbo com ava-
lla Od, Vi, I3-28O e l>(100, e litupas a 28, alpaca
prela lavraua, sera defrito, de t palmos de laru'ura
a -JII0 rs. e a 20 rs. o covado, muito boa para quem
est de lulo, muilo boas meias prelas de algodao
para lenhori a too rs ditas para liptnem a 980, ras-
sas piularas fraueezas a :20 ditas de li \y> varas a 1)600, Chale escocezes a 360,
inadapolilo moilo bom a -JsOO, rOOll. :t?J00. :lSi0ll,
WHl, ?, i;i(K) e IjriOO, c muilo fino a 39 ; assim
como muilas outras fazendas, tudo muito barato, di-
uheiro vista.
n
1
Cale iiioitlo

> arlisla em daguerreotypo do alerro da Boa"
Vista 11. i, terceiro andar, avisa ao respeilavel pu-
blico, que lem de seguir muilo brevemente para a
corle do Rio de Janeiro ; aquellas pessoas que qui-
zerem possuir um perleitu e liel retrato devem apro-
vcilar-se do punco lempo que resla de sua estada em
Pernambuco. A galera e Alucina estar Iberia das
ti lloras da manbaa as da larde, seja qual for o
lempo.
Evadio-se ha t."> dias, pouco maisou menos, o
prelo Joac, contiendo por Joiio Sordinho. de uarao
Cosa, idade para cima de 30 anuos, bonita figura,
bem cheto docorpo, sempre muilo alegre c desem-
baracado no andar, dizem que anda l para as ban-
das dos Afosados ou em algum silio para a Emhiri-
beira : quem o apprcbender, queira leva-lo em San-
io Amaro, seguituento da ra da Aurora, casa de
Manoel Custodio Peixolo Soares, ou ua iraca do
commcrcio a quaiquer hora.
A commisso encarregada da dislribui-
i'o dasaceoes dacompanJiia da estrada
de ferro de l'crnambuco, faz saliera lo-
as as pessoas que teem inscripto o seu
nome, o. todas as que como accionistas o
quizerem inscrever, que tendo-se de ter-
minar o pra/.o marcado para a dita ins-
cripcaoe entrada do deposito em o dia
de abril prximo futuro, he indispensa-
vi-l que ate esta poca tralcm de fazer o
pedido c realisar as condicries ulteriores.
Descjando a commissaoque na provincia
lique o maior numero de acciies que lor
possivel, manda fa/ei- e repetir esse an-
nuncio, visto que, passadoo pra/.o, lica-
rao immediatamente lomadas pelo Rio
de Janeiro todas as acodes que foram des-
tinadas para o Rrasil.
Aluga-se a loja da ra da Madre de (' n. .">,
propria para armazem por ser muilo granc'e. cora
quiulal e cacimba ; assim como um grande telbeiru
por preso commodo : a tratar defronte, loiij n. :IG.
Vende-se caf moido sem mistura e de
(ft boa qualidade. a .:.11 rs. a libra : na ra do
~ Alerrim, rasa da esquina que volta para a
liavessa da ra Augusta. ^fi)
Milito em saccas.
Vendcm-se sacca# com nullio, por barato preco :
ua ra da Cadeia do Recite, loja 11. 23.
Vende-se a taberna sila na ra da Senzala
\ellia 11. 101, que faz esquina para o berro Largo,
a qual vciu a ficar em muilo bom local por causa
da passagem da ponle nova : trata-He na mesma, ou
na tallara n. US.
"uhir.'tiu hoje da al-
mndega queijos londrinos, presuntos in-
{le/.cs, bolachinas de soda e bucoitos de
diversas qualidades, em latas grandes e
pequeas, conservas e mostarda, ludo se
vende a piceos ra/.oaveis : na ra do Col-
legio, taberna de Francisco Jos Leite.
Vende-se tima casa na ra de San-
Francisco de Olinda : a tratar no Recife,
rita larga do Rosario n. 55.
Vende-se urna parle de una casa sila na ra
do Kogn : quem a pretender dirija-se a loja da ra
Nova n. ~t6.
Vende-se ama boa casa terrea recenlemciite
edificada, leudo nutra mais pequea no tundo que
tambem se vende, sita na rita Auguila n. : qurm
pretender dirija-se a mesma casa.
Bolachinbas linas para
dieta,
de ev."cliente qualidade. ebesadas ullimamenle de
Liverpool ; vendem-se em latas e as libras: na ra
do Collegio, taberna de Francisco Jos Leile.
M illio em saccas.
Vendem-SS saccas com milho muito novo, por ba-
rato proco : ua rila de Sania Rila, laberna ti. 5.
Vende-se I sola. Jcadciras, I mesa, ludo de
Jacaranda : na ra Dircita n. 10, se dir quem
vende.
Vende-se a ferratnenla de um apaleiro e mais
algn- pertenec do mesmo ollicio, por preco coin-
modo : na ra da Madre de Heos, laberna n. :<8.
Vende-se a laberna de l'ra de furias n. SS,
em bom local, bem afreguezada. e aluguel comino-
do, lodo o arranjo se lara : a tratar eottt Manoel
Coelbo Pinheiro. ra do llrnm.
Na roa da Croa n. I, escriptorio de Antonio
Lu/ de llhveira Azcvedo, vendem-se as sesuintes
obras: lliclionaire de la Cotiversalioii par une so-
cit de savanls et de gens de leltres suus la direc-
linndeM. W. Huelen, 10 volumes; daleric des
illuslrcs conlemporains ; Les lemmes de la Bible,
par Si. Iiailiu).
Vendem-se livros para o I.-, >. e :i.- annos da
l'aculdade de llirctlo, assim romo os loros de lodos
os preparatorios, por precos mais bailes do que om
outra quaiquer parle : no terceiro andar da casa da
esquina da ra do Rosario, delronle da igreja, a rol-
lar para a ra do (Jueimado.
Vende-se o estabelecitnenlo de bilhar do pri-
meiro andar da casa u. _', na ra do Trapiche: a
fallar com outroprietarios do mesmo.
Venderse Diccionaiio Theologicu por llergier,
Mirtilo Natural por breos (iraduzido Huello Na-
tural por tener, llislorv of Kouic.pur Thomaz Mo-
rd. Yicar ol Wakelield, o Paraizo Perdido por Jo-
busoii Milln, I alili de la I ntame, Kpislohc Cice-
ronis, rompendio de gengraphia por Caullter, Su-
premacii du Papa por Moreno, Direilo Publico Ge-
ral por Ur. Aiilran, Galena Piloresca da Historia
de Portugal, por muito barato preco: noalciruda
lloa-Visla, loja de ourives ti. OS.
Vendem-se sel li ns com per-
Na fabrica de sabao da rita Imperial se vende
multo nova e superior tnadeira de pinho em pran-
(linesde ti pode comprido, !l pollegadas de largu-
ra e :i de grossura, a 3US a duzia.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Nesle cstabclecimento continua a ha-
ver m completo sorlimetodc
Jas
moen-
Uas e metas moendas para engenho, ma-
cbinasde vapor, c ta.xas de ferro batido
e coado, de lodosos tamaulios, para
dito. '
Quem quizer comprar um carro
americano de quatro rodas.com asscnlos
para duas pessoas, |,.|:(|0 i.|.(,0. (> nvMo
muitoardigo: duija-se a ra do Trapi-
chen. MI, segundo andar.
Farinba de mandioca.
No armazem do Sr. A. Ant.e. jarlnG |.ires ven.
i em sarco, gran-
Relogios
czes de pa-
tente,
l melhore. fabricados em Inglaterra : em casa de
llenrv (nbson : ra da Cadeia do Recife o. U.
Illg
CHAROPE
DO
BOSQUE
se superiorVarinha de mandioca
orlar.e haixa,
Un v, m a n : na ra
para porcde, IraUn com Manoel Vives (,uer-
", na ra do Irapicbe n. Si.
Moinhos de'vento
omhombasderepuxopararegarl.
oecapira.nafundicade I). W.
do llrum ns. (i. s c'lO.
PARA OS SEMIOHKS ESTLDANTES.
Vendem-se na livraria ns. (ie 8 da pra-
ca da Independencia, os seguintes livros
para as aulas preparatorias ; em francez:
Paul et Virginio, Telemaque. em ingle/.;
Historia of Borne, Thompson: por pro-
cos eommodos.
Meias prelas pa-
ra padres.
\endem-sc superiores mtia de laia para padres,
pelo liaralisstmo preco de IjSOll o par, dilasdeal-
godao preta, ., oS 0 psr I1H rua 0 yueimado ,:
demiudezasda Boa lama n. .(:,.
Sal do xlssi
A bordo da escuna'iJoseu vende-sc sal do Assu',
ou a tratar com Amonio de Almeid.t Comes, na ra
do Irapicbe n. tti, segundo a.
SEMEMES.
Sao chegadas de Lisboa, e acham-se a venda na
ruada Cruz do Recire n. (2, taberna de Amonio
I-rancisco Martin as ces, coma sejam : crvilbas l, ra, Eenoveza.'e de An-
ela, fejilo carrapalo. n'no, pintacilgo, e amarcllo
alfacerepolhudae allemSa, Isa, tomates grandes,
rbanos, rabanetas bramos iicarnados, nabos r-
xo e branco, senoiras branen e amarellas, couves
trinrhuda, lombarda, esaboil. sebola de Selubal
segurelha, coenlro de touceira. repollio c pimpinela,
e urna grande poreSo de dillercntes semeDles. das
mais bonitas llores para jardn,.
Con ros de cabra.
Vende-se um reslo de couros de cabra, muilo gran-
des e bons : o ro i da Cadeia do Recife n. .17.
No armazem de Novaesi\C. ra da
Madre de Dos n. I 2, vende-se farinba de
mandioca era saccas, de superior qualida-
de, poi preco commodo.
Taixas para engenho-.
Na fundicao' de ferro de D. W
Bowmann, na ra do Brum, pastan-
do o cbafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
tundido e batido de o a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
carregam-se em carro
em barca m-se ou
sem despe/.a ao comprador.
Vende-se por U) rs. o trabtmxntn <'
cholera-morbus: na livrria n. o ^,
praca da Independencia.
Cousas finas ede
bons gostos
NA LOJA DA BOA FA1A.
Vendem-se neos leques com plomas, bolola e
espedid a -2>. luvas de pellica de Jouvin o melh'ur
que pode haver a i grajo o par, ditas de seda ama-
rellas e brancas para liomeni e senhora a 19380, (ti-
las de lorcal prelas c com bordados de cores a SO0
rs. c 19300, ditas de I' de Escocia brancas e de to-
das as cores para hornera e senhora a ,"i00 rs., ditas
para meninos e meninas muilo boa fazendf a 320,
lenrinhos de relroz de todas as cores a I?, (nucas de
Ka para senhora a fiO, pentes de tartaruga para
atar cabello, hienda muito superior a ">g, ditos de
alisar tambera de tartaruga a ;lg, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a tgiXO, dilos de alisar de bufalu, fazen-
da muilo superior a [VJO e ..00 rs., lindas meias de
seda pintadas para rriancas de t i 3 annos a IgXOO
olpar, dilas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para criai.cas de I i 10 annos a 320 o par. es-
pedios para pande com eicellenles vidros a 500,
700, \0 e 1g->00, tone.olores com ps a 15">00, lilas
de velludo de todas as cores a 160e 2i0 a vara, es-
eovas linas para denles a 100 rs., e hnissimas a 00
rs., ditas lnissimns rom cabo de marlim a l->, tran-
cas de seda de lodas as cores e larguras a .120, 400 e
500 rs. avara, sspalinlm da lila para eriaaeas de
bonilos padrees a 240 e 330, adereces prelos para
lulo com brincos e allineles a tg, toncas prelas de
seda para criancas a tg. travessas das que se osam
para segurarrabello a I, pislolinhas de metal para
cri*ncs a 200 r.s., aallieteiras para azeile e vinagre
a 2>200, bandejas muilo linas e de lodos os tama-
itos de l, 2?. .'te e tg, meias brancas linas para
senhora a 210 e 320 o par, ditas prelas muilo boas
1100 rs., ricas raias para rap com riquissimas es-
tampas a .'te e 29500, meias de seda de cores para
homein a 610, cbaruleiras muilo linas a 2, cistes
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
800 rs., oculos de arinaeao de ac praleados e deli-
rados a tito, tg e lj200, lunetas com aro de bfalo
e larlaruga a 500 rs. e tg, superiores e ricas benga-
liubas a :2g, c a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequenos e grandes, fazenda muilu supe-
rior a (itO, HOO, lg. 19200, 19500 e 2g, atacadores de
cornalina para casaca a 320, pentes muilo linos para
suissa a 500, esrovas linas para cabello a 640, ditas
para casaca a 640, capachos pintados para sala a
10, meias brancas c crups para homcm, fazenda
superior a 160, 200 e2iO o par, camisas do meia
muito linas a tg e !g200, luvas brancas encorpadas
proprias para montara a 240 o par, meias de cores
para seubora muilo fortes a 220 o par, ricas aboioa-
du
e
LIQUIDACAO'.
O arrematante da loja de miudezas da roa
yuarleisn. Ji.querendo acabar a, miudezas
etislem, vende barato alim de liquidar sem
de lempo.
Franja cora botlas ara cortinados, paos
l'apel pautado, resma, de peso)
Hilo de peso, resma
l.aa de cotes para bordar, libra
l'enles de bfalo para alisar, duia
T velas douradas para ralea, una
Croza de obreias muito linas
Lencos de seda linos, ricos padroes
Caita de lindas de marca
Meias para senhora por
I'enle-de tartaruga para sesarar cabello
(rozas de celas finas para pennas
Hitas de botes linos para casaca
Meias prelas para senbota, duzia
Hilas ditas para hornera
Lacreencarnado muilo lino,libra
l'apel de cores, maco de SO quadernos
IJuza de colxetes
Espedios de lodos os nmeros, duzia
Lionas de novellos grandes para bordar
nicas lilas escocezas e de sarja, lavradas.
larga
dos
que
perda
iSOOO
39000
JgTIHI
TgOOO
19000
100
Bfooa
19500
210
-'i'i
19000
:flOO0
-'9000
I o transiendo o deposito desle charapa posa a ba-
dea de Jo-c da Cruz Ssnlos. na rata >ove a. jj,
garrafa. >).'iUO. e meias Igoott. sendo tsow 1.a.
aquello que nao for vendido nesle denosiU. pos*
que se faz o pre>enle avise.
IMPRTAME rtiA trnua.
Para cura de phlvsica em n nnidUssnii
grao,, quer motivada por coiiotipiroe*, SSSM. asih-
ma, pleuriz. escarros de sausae, ordM
peito, palpitaran no coraran, roqaela
diir nagargaola.e lodas asmolesliaMB
monares.
Navallias a contento.
Na ra da Cadeia do Hertfe n. 18,
dar, escriptorio de Ausosto C de
nuam-se vender K90UO o pr p._
bem conhecidas e afamadas navalha* de
Pelo hbil r.ibriranle qoe foi premiado _
de Londres, as quae< alm de durarem en _
menle, nao e -entera no rolo na acra da reatar :
XhiSi ie'"'m-st com a condican de. nio acri "
aerem osrotnprsdoresdevolve-lasal 15
da compra reslitindo-,eo importe.
. oiisai;_____
i"'CsB,. y.
m
000
720
29500
19600
900
Meias croas sem cosan para humem :I9.'MI0
Hilas de seda u. 2, peca :I80
Trancas de eda branca, vara 400
Caitas de raiz, duzia IgdlKI
Pecas de litas de cs ilIHI
Lapis flnos, groza 2g'.00
CordSo para vestido, lihra 15200
oseas de I ion,l,. para menino \tr>i*)
Chiquitos de merino bordados para menino 15000
e outros muitos arligos que se turnam recommenda-
veis por suas boas*qualidades, e que nao se dovidara
dar um pooquinho mais barato a aquello senhor lo-
cista, qoe queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira m.lo.
Acbatn-se expostos a venda rdoeio*
de ouro esmaltados muito lindos para as
ser-lloras de bom {oslo, (llegados pelo
ultimo navio de Franca, e por preco
muito commodo: na ra da Cruz n.
2(, primeiro andar.
AO BARATO!
Na ra do Crespo, loja n. I, vendem-se por lodo
o preco fazendas de primeira qualidade, para acabar
03o se ol lia a preco.
Xo primeiro armazem de farinba de Iriao, oo
bteco do iionealves, vende-se a mais acreditada ra-
milla em meias barricas, desembarcada em l'.l do
correte.
E GKIN8.
pora
nurii:
I m lindo e varisdo soritmenl de
verandas e gradaras de goMomodei
uiidirSo da Aurora, em sanio Amaro,e M
loda mesma, oa ruado Brum.
RELOGIOS
Robertos edescobfM08fp.
quenosenrancies,de ion
ro, patente ingles.
\ ondein-.c no eseriplorio de Soalhll MeOoc A
Companbia, na roa da Cadeia a- Kecife, a
mais superiores relo=io coberln e '- itufc 'sj*.
quenose grandes, de ouro. palrntc in:ln, 4o OOB
dos melhores fabricanles de Liverpool, visjdot sna
ultimo paquele ingles.
Em casa de I lem \ lis inm& C, na
ra da Cruz n. Id, lia p. r,a vender n
glande sortimento de ouro do i
\ e ns de cera de car
nauba. '
Na ra do Qucimado ti. 09, loja de ferr.igens, ven-
dem-se velas de cera de carnauba, em cia, de 10
a 0 libras, por diminuto preco : quem precisar
aproveile a orcasiao.
Vendem-se licores de Absvntbe e
Kirscb, em caixas de K garrafas cada
urna, ltimamente ebegadode Franca,e
por barato preco : na ra da Ciiiz n.
'2f, primeiro andar.
Cassas irancezas finas
140 rs. o covadu.
Na roa do Crespo n. "i, vendem-se cas-
sas irancezas linasa W r.s. o covado.
Vende-se cafe a 200 e a 20 rs: defronte da
casa da relacao u: 28.
Vende-se vinho bom a :H)0O rs. a ranada e
100 rs. a garrafa : na Travessa do l'araizo ti. !M.
J'ara se ler.
Vende-se lianas de meada do Parlo, libras de re-
lroz, pomada, cotilas de osso, babados, traticeJiin de
relroz, colina, e outras miudezas, em porotos mili-
to barato, romo boloes entrados a 1-20 cada iuf. Na
loj de t'. A. de Piubo, em frente do l.ivrainento.
Vende-se agu" lino em porrau e a relalbo, por
preco coinmodo : na ra da Cadeia u. X. defronte
da relacao.
Vende-se um bom e bonito cabriolel, com ar-
reios e cavados, ludu pur preco muilo commodo :
liara ver, ua cuebeira do Sr. Joo Kraocisco, defrun-
leda ordem terceira de S. Francisco, por baivodo
liabinele l'orluguez, e para ajusfar, na ra do (Juei-
litado, loja de miudezas da Boa Tama n. 33.
Charutos varetas.
Veidadeiros de Brandad S. Flix por preco
commodo : vendem-se ua ra do Vigano u. 23, pri-
meiro andar.
Vende-se na fuudii;o de ferro de l). W. Bow-
msii, lia ra do Brum pastando o cbafariz. urna car*
roca ingleza de duas rodas, nova, forle e leve.
gosto, assim como relorjio* de ouro k pa-
tente.
Vendcm-se dous pianos foi tei ole ja-
caranda", conslrucco vertical e com lo-
dos os melboramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Matnbur-
go : na ruada Cadeia. armazem n. 8.
IECHAHISIO PARA EI6E-

NA FLXDICAO DE FERKO DO ENCE-
NHEIRO DAVID W. BOVVXIAN. r RA DO BRUM, PASSAXDO O oHA-
FARIZ.
ha sempre om grande snrumentn dos
jectos de mechaaismos proprios para em.e
lie : moendas e meias moendas da mais
ronslruccao ; taitas de ferro fundida e I
superior qualidade e de lodos os lmannos;
dentadas para agua oo auiuiaes. de lodas as prepor-
j| ".oes ; crtvos e horcas de fnrnalhae reawlrw de -
eiro. agutlhors, hronzes, parafnsm ecavlb***. eaa*-
le mandioca, ele, ele.
nho
Para
luto.
NA MESMA FINDICA O.
se cvceulam lodas as eorommenda, com a -apetMt
ndade ja conhecida, ecom a devida neeaaSBJM com
modtdade em preeo.
Em casa de llenrv lliunn 4C ra da
Cruz n. 10, vendem-sc:
Lona se brins dn Russia.
Instrumentos vota rausiui.
Espelboscom molduia.
GJoboj para jardins.
deiras e sola's para judiiit
Oleados paia mesa.
Vistas de Pe nambtii o.
Cemento romano.
liomina lacea.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem' no DEPOSITO m
i na te do Arsenal de Maiii.ba ba' sempre
um grande sortimento de taicba tanto
! de tabriea nacional como ctrangeira,
batidas, undidas, grandes. p.iinenas,
razas, e fundas ; e eni amlx* os Vfarn
existem guindast.-s, para canvgar ca-
noas, ou
Corles de vestido de cassa prela com 7 varas cada
um, de bouilos padtoea a 2^)00 : vende-se na ra
ilo Crespo, loja da esquina que volt, para a ra da
Cadeia.
ba patos de borracha.
No alerro da Boa-Visla, defronle da lionera n.
1 he ehegado um grande sorlimculo de spales de
borracha muito proprios para a estacAo presente, tati-
to para homem como para senhora, meninos e ire-
niiias, assim como um novo e completo -ni tmenlo
de calcados Trnceles, e de Nanles, de lodas as qua-
lidades, e us bem conhecidos sapalos do Araralv,
para hoincm como para menino, esteiras, cera e ve-
las de carnauba, as tnelbores que de la tem viudo ;
assim como nina porrao de verde francez, ludo por
prego muilo commodo, a troco de sedulas velhas.
Karintia de trigo.
Jos B. da Fonceca Jnior, na na do Vgario n.
23, tem a venda de superior qualidade de B.illimo-
re a preco cominudo.
O
carros livres de despe/a.
precos sao os mais commodo*.
C. STARR 4 C.
respetosamente annuuriam qoe no sen este
abelectineiilo em Sanio Amarn.rnnlinuam I
com a maior perleir.o e promplidao. loda a i
de de machii.isiiio para o ......i., .tgnciillaia, ao-
vo^.icao e manulactura: c que para malar moa I
de seus numerosos nTCMatnoo* do publico rn ger.l.
teem fterto em um dos grandes armarem d. v.
Mesqutta na ra do Brom, alrai do arsenal de su-
ritiha
IHOIIIO DE MACHINAS
construidas no dito seo eslalwlrcumuto.
Alli acharan os compradores om completa sorli-
menlo de moendas de raima, rom lodo, o. mtllinj
nieulus alguns delles novo* r originar, de eje a
experiencia de ramios annos lem morirn*
sidadr. Machinas de vapor de imita e alta i
lai\a< do lodo lamanlio. lano batida, coma (awdi.
das, carros de mao e ditos para rondasir fnimsi 4m
machinas para moer mandioca, lamias pa-
assucar.
ra dito, fornos de ferro balido para (aiinh. inda'
\ende-se om relogio de ouro paienle suisso, i ferro d.i mais approvada (dn.lruec.io. totolo,
com sua competente crrenle e chave, ludo de ouro,! alambiques, envos e |>nrlas para i ornadlas.
e mais algumas obras : as Cinco Ponas n. !l.'l.
para
aras de madreperola e deoutras.muitas qualidades
gostos para rolletes e palitos a .100 r., Arelas dou-
radas para calcas o colleles a 120. ricas lilas linas
lavradas c de todas as larguras, bicos finissimos de
bonitos padrees e todas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores pura camas de noivas, tesonri-
nhas para coslura o mais lino que se pode encontrar.
Alm de tudo isto oulras muilissimas rousas muito
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os freguezes ja sa-
bem : na ra do Qoeimado, nos quatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
A3S500
Vendc-secal de Lisboa ultimameinechegada,as-
sim como polassa da Itussiaverdadsira : ua praca do
Corpa Sanio n. II.
Perillas
patente inglez c da
qunlidade ciuc lem
a este mercado: no
armazem dr Adamsonllowie
ci C, ra do Trapiche n. i.
oe cma.
Vendem-se muilo boas primas de ema : ua rna
da Cadeia do Bccife n. .">".
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac superior em garrafas,: na ra da
Cruz n. tU.
Cortes de cassa para quem esta1 de
I.ITO.
Vendem-se corles de cassa prela muilo miud
por diminuto preco de 23 o corle, ditos de cassa chi-
ta de bom gosto a 2>, ditos a 2>i00, padroes franre-
zes, alpaca de seda de quadros de lodas as qi-alida-
des a 720 rs. o covado. lia para vestido lambem de
quadros a ISO o covado ; todas eslas fazendas vcu-
deni-se na ra do Crespo n. (1.
\ cude-se um cabriolel ludo pintado e forrado
de novo, com arreios, he bstanle leve, seguro e bo-
nito: para ver, na ra do Hospicio, csqoina do Ca-
marao, loja do Sr. Candido pintor de carros e a
tratar, na ra do Collegio ti. 21, piimeiro andar.
Cartas irance-
zas.
Vendem-se superiores cartas francezas para vol-
larele a .100 rs. o baralho : na ra do Queimado,
loja de miudezas Boa Tama n. 33.
Cassas pretas
Francezas
Vendem-se cassas prelas francezas, muilo linas
na ra do Crespo, loja n. 19.
Para vidracas.
Vendem-se vi.lros aleja caia : na ra Nova n.
38, defronte da igieja da Coiiceicao dos Militares,
casa encarnada.
Vendem-se sarros grandes rom milho a 33MJ0,
feijao mulalinbo muilo novo, velas de carnauba da
melhor fabrica do Aracalv, esleirs dita, oleo de ri-
ciuu em garrafas de 1 1]2 libras, era talas de 37 li-
bras, garrafas a I?, e ludu mais por preco commodo:
ua ra do Vgario n. 3.
Vendem-se superiores relogios de onro e prata,
caberlos e deseobertos, linba de Itgodto branca e de
cores, em novellos, para coslura, botarhinha supe-
rior de diversas qualidades, em lala's pequeas : em
rasa de Soulhall Mellor A; Compaubia, ra do Tor-
res n. 38.
Vende-se o al(|ucire de muito supe-
i or farinba de Santa Catharina, por me-
nor preco do i|iieeni outra iiualquei par-
te: a liordodo brigue SAGITARIO, de-
fronle dolapieliedo algodao, ou na ra
do Collegio ii. 17, segundo andar.
A 19300.
Xendem-se saceos rom larinba de mandioca, che
gada do Bio de Janeiro pelo brigue Damo, na
Iravessa da Madre de Dos, armazem ti. 15.
Vende-se um relogio de ouro paten-
te ineioehronoinctro, de superior quali-
dade, proprio para mdicos, ao preco de
r>50000 reis: na rita da Cadeia do Reci-
fe n. ".
Vende-se um piano quasi novo, de jacarando,
e um lourador de dito. uno. porca de vidros de
cheiro do dili> loucador, ludo por preco muilo un
amia por son dono|-e retirar para lora ; poda-e* pro-
curar na ra du cabuga, luja de miudezas, que se
dir quem vende os ditos objeclos ; la tambem e-
isle um peale muito bonito viudo de l'rauca para
senhora, por 20.-, urna poredu de loucas para enan-
ca, o una p o rio de laa e coalas de bordar, lulo por
preco muilo em cunta.
Ainda eiislrm alguns evemplarcs da Denions-
traoao dos ArlS. do Cod. Com. com referencia nAo
so entre si. mas tambera com os avisos, portaras o
regularnenlos respeilo ao mesmo Cod. Ksiaobra he|
moi Interessanle a lodos os ridaditospara os acras da
vida commercial. principalmente aos lllms. Srs. aca-
dmicos : vende-se as lojas de livros do Sr. Ricar-
do Krelas A; Companbia, ra do Collegio. e na do
Sr. Antonio Doiningues Ferreira, ra do Crespo, a
19000 cada eiemplar.
inhnidade de obras de ferro, que seria miado*!,*
enumerar. No mesmo denosito eiisle ni pu is
; nlelligenle e habilitada para rrreber lod a* sm-
; con.mendas. etc.. etc.. que os annoncianles caaHan-
do com a capacidad,- de sua ollinuas e ~ir-ntnirp.
e pericia de seos olticiaes, -e compramoUem a laacr
etccular. rom a maior presteza, perfriria. e rwru
em i orm i,la,lo rom os modelo, ou dnenltn.e iskIim, -
ces que I lies torera Tornenla*.
MOENDAS SI PEKIOR.
Na fundicao de C. Stai r A Com|MnliM
em Santo Amaro, acba-se para vendet
moendas de caimas todas de ferro, de nm
inodcllo c construccao muito supeiiore-
ARADOS DE FERRO.
Na lundicao" de C. Starr. di C em
Santo Amaro acha-se para vender ara
dos d-ferro de "-'ii-'lualadadc.
KABIMIA ni: TRH.O.
No hecco do t.oncalve-.armarem de ir Imar-
le das Neves. acba-se a venda nm bnaa
lo das melhores fannhas do mercado.
Vmda SO orna rarroca grande, bem i
para ser puvada por don Ik>. por prero
commodo : no paleo do Carmo n. :l. por "cia
bolica.
MEIAS l)E LAA.
\enJem-se superiores meias de laa, par
I commodo : ha ra Nova, loja n. -_ii.
I .."~.y?*^* ""Pef'w cafe de iirimeira
, Rio de Janeiro : na loja do paveio poWk-o n. II.
j de Tirmiaiio JoM Kodrisnes I errcira.
C crasos fgido*? "
No dia 17 do rorrenle mez faci do afcese *.-
signado urna escrava crioula. pi* *"*" aaanawida.
qur reprrsrnta ler 10 annos dei4ad>. dr uSalaao re-
gular, arhava-se em convalrsrea(a do ama grava
enfermidade qoe leve ; levoa osea Iroava de riaspa
delta. e cansa qoe esl amalada : qoeta a liver.
pagara perdas e damnos.
Tranrisco de Paola Orneara Lana.
No da LI do rorrenle mezlogaodacasadosooi
senhor um mualo por oome Sareriaao, qate repreaoaa
la ler 20 annos de idade. e-lalura regular. rtW* do
corpo. bstanle claro, .em b.rb... rosdo rom snarra-
de bexigas : levon camisa de bada, ralja de a Ida O*
e om santo do pede de carneiro cam aleo* raspa
branca, he nal ni ,1 do Brrjo de Arca. fas escaavo
do Sr. Manoel Irancisco Alves i,asna : resa-e* o
quaiquer capitn de campo ou quem quer qo* seje
que delle tiver nolicia, a lavoi de o uaaillsr a son
senhor Luiz Josc da Costa Amorim, no Recife. rna
ila Madre de lieos n. 21, qoe alrm das iliaprisa sa
gratilirara os portadores. '
.'olio i i andar focida a prela Videncia, cri-
nla, idade de 2S a 30aunr.s, paasoa o.ai- oHpnonoo-
coui o. oagaae* aeftawatn falla dr denle na frena .
urna das orelhas rascada i,,\i nicnte dos brinco*}.
quera a peuar leve-a a rna do llrum, armazem do
assucar n. 12, qoe ser bem gralilicado.
/
i
4
'
l'KRN. : TVP. UB M. F. DK TARI*. fHJl.
Mum
ILEGIVEL


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