Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07324


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Full Text
awmo mu, N. I|.
-
s
!X
til
Ppr 3 mczes adiantados (000.
Por mezes vencidos 4500.
.
DIARIO
ttfCARREGADOS DA SIJBSCR1PCAO' NO NORTE.
Pirahlba, o 8r. Gtriaiio T. da Natividad* ; Natal, Br Joa-
quina I. Partir Juelor; Araeatj-, o 8r. A. d Umof Braca ;
5jA5A*-**&**** 8 jJWMfcil, o 8r. Joaqun. M.r-
fi?Jt??fmL' n5l.8r. Dom.ngoi Hercul.no A. Pe.ioa
L6UMM; fat, Si.Ju.luoo I. Kamoi; Amaxonaa, Br. Jaro-
ojos* da Cotla.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olioda .- lodoi o dial.
Caruaru ', Bonito Garanhum : noi diai 1 18.
Villa-Helia, Boa-Viiu, Eiu' i Ourieurr : a 13 a 38,
Goianna a Parahiba : itgunda a leitai-feirat.
Victoria Natal : tai quialai-feira.
TERCA KKIISV I ni. ABRIL Iii; loo.
Por anuo acUantado I5j>000.
Porte tranco para o subscripto!.
BUCO
*-
AUDIENCIAS DOS 1 HIIHXAF.S DA CAPITAL.
Tribunal doeommereio : quarlaaa labnadoi.
Retaceo tercai-feirai a ubbadoi,
Faienda : quartai a aabbadoi ai 10 horai.
Jujio doeommercionegundaiailOhorait quintal ao meio-dia.
Juio de orpbaoi: Mtunda a quintal ai 10 horas.
Primtira ara doeirel: legundaamiUiao meio-dia.
Segunda vara da eivtl: quarlai a labbadoi ao meio-dia.
PARTE OPPICIAL
MINISTERIO DA JUSTIC.A.
Oaerendo manifestar por actos de clemencia o
profundo respailo que Iribulo ao da de boje, em
que a igrej.i commemora a Sagrada Paiilo e morle
de Nosso Senhor Jesus-Cdristo : lici por bem, usan-
do da allribuirlo que roe confereo arl. 101 S 8- da
t.onsliluir,lo. perdoar as penas a que eslo coudeni-
iiados os reos constante* da rbete que com tale
baixa, assignada por Jos Tho.ua/. Nabuco de Arau-
jo, do meu ronselho, ministros e aecratara de oslado
dos negocios da juslicja. que assim o leidia entendi-
do e faja eiernlar.
Palacio do (til da Janeiro, aos -21 de maro, de
1856, trigsimo quinln da independencia e do impe-
rio.Com a rubrica de S. II. o ImperadorJos
I homiz Nabnco de Araujo.
RelacSo dos reos que por decreto desta dala foram
perdoados das penas a que eslo coiidemoadus, a
que *e refere o mesruo decreto.
Mauoel llorara Lirio da Silva Carneiro, rondem-
nado por teulenras do jui/.u de primeira instancia,
<-Kiilirni.iJ.il por accordlos da retarle ila corle de ti
de junho e I!) de agosto de 1818.
Jos, cnoulo, eonderanadn por accordao da rela-
rlo da corlo em agosto de 1818.
Henrique Teixeira de Cirvallu, coiidemnado por
senleiira do tribunal do jury da corle de 21 de fe-
vereiro de 1853,
Francisco Jos Pereira Basto*, subdito portnguez,
condemnado por semencia do tribunal do jorx de Sa-
bara, na provincia de Min.ist.eraes, de I "de no-
vembro de 18')t.
Henrique Beul, subdito britanuico, condemnado
por seulenca do tribunal do jury da villa da Es-
trella, na provincia do Rio de Janeiro, de 2:1 de fe-
vereirodo correnta auno.
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de marro de
I8V>./ose' Thomaz Sabuco de Araujo.
MINISTERIO DA FAZENDA.
Kcpeaitntc dn dia ti de marro.
A' llie-nur.iri.i do Para.O marquez de Paran,
presideule do tribunal do ihesouro nacional, em
resposta ao ofTicio n. 2|:> de 21 de dezembro do
auno peasado, no qual o Sr. inspector da lliesour.i-
ria do Para da cunta do que occorrera rom as licen-
jas concedidas a dous empreados de Hienda pelo
Sr. presidente da provincia. Ihe declara que, nos
termos do art. j SU da lei de .1 de oulubro de
1831, do S 2 do decreto de 13 de uovembro de IX2
e 53 do de SO de novembro de 18511, explicado, en-
tre outros, pela ordem u. ld de 7 de maio de I8">l,
os preaideulos das prov incias nao podem conceder
aoi empregados geraes seulo ale :l mezes de licenra
cora uua*eii,uio dentro de umamio. E porque seja
lora W*""1'1 'l"J *' disposir.....cita las nlo foram
ubi rpalas pelo que respeita as licenras conced
ao offlcial da secretaria da Ihesuuraiia* lito Jaime
da Costa Jnior, e Pedro Jos de Alaquiara, obrou regular e acertada-
mente oSr. iHoRlor negando a ambos o pagamen-
to dos ordenad*relativos ao lempo excedente de
Ires raezps, visto como aquelle so liulia direilo ao
vencimeuto dos dous mezes da priroeira tcenla, e
ao do primeiro mez da segunda, e esle someule dos
tres mezes da primeira. urna vez que a respeito do
lempo eieedentedever-se-bia ler procedido de eoo-
formidade com o arl. 3 do citado decreto de 15 de
novembro de 1842.
A' presidencia do Paran, declarando, em res-
posla aoseu oflicio, ein que communica a demisslo
que deu et-procurador liscal interino do ll.esoura-
ru, liacli... o Jesuino Uarcovlta de Oliveira a Sa,
por nao servir bem, como demonstra o irregular es-
lado em que te acha a scelo do contencioso da
mi .ni i thesoararia, que com essa demisslo usou a
presidencia acertadamente da allrihuicalo que o
respectivo regiment llie concede >ie demiltir os
empregados que noma ialennameulc, allribuirlo
que sem fundameutu quiz a Idesouraria conl-'lr-
Ibe.
ll'IIKMKItllll S DO HEZ DE AIIIS1I..
5 Loa nova ai i liorai. 2*. minutos, *s tegundoi da manhaa.
i* "uartocrescente ai 3 horas, 27 minutos e 48 tegundoida m.
La cheia XI Ouarto minguaote ai 9 Boraa,7 minutoi e 48 legundoida tar
- ,, PBEAMAB DEIIOJE.
rnmaira a 1 bora a 18 minutoida tarde.
Sagunda a l hora a 12 minutoida manhaa.
DAS DA SEMANA.
31 Segunda. Os l'razeres da SS. Virgfm Mai de Deos.
1 Terca. S. Macario S. tluitiniano ; S. Volcrico ab.
2i.iuirii. 8. Francisco de Piafa fundador dos religiosos M.
Quinta. S. Prancacio b. ; Ss. Benigno c Vulpiniano mm.
4 Sella. S. hidoro are. douclor da Igrcja ; S. Agatbo|iodis,
5 Sabbado. S. Vicento Ferrer S. Ira v. ro. ; S. /enon m.
ti Domingo do Bom Pastor e segundo depoi de Pascoa.
qualinforiiiouo respeclo rominandante superior I rado no Ido de
em i.tltcio da mesmo dala, rcsolve nos termos do ar-
tigo 48 da lei n. 6tM de l!l de selembro de IHiO, no.
mear para ouiciaes do referido ImUIi.Io o cidadAes
seg inte- :
I.1 Companhia.
Para capitn o lmenle da 7. compauliia Jo-e M>. I
riatniu le Albuquerque.
5." Companhia.
Para rapito o lente da I. Jo.io da Silve
Borges Tajaron.
l-ez-se a neces-aria rommuiiicacao.
i:\<:\itiiM.\iMs da si km mm \o \o si i..
Alagoai, o Sr. Claudino Faleao Diaa ; Baha, o Br D B> i -
Rio da Janeiro, oSr.Joao Pereira Martina. ^*^
EM I'KIINAUIUCO.
O propriaurio do DIARIO Manocl riguairea a Paria na
Irraria Praca da Indeptodeocia di li 8. -"
tOJIMANDO DA~ ARMAS
Qturtel (naravl o cinnindo
S7- w~ "V. *a jihik. .o lug.r competente publicarnos moa
riraiatacau cldade do Reclfe ene :VI da I declaraao.Jpela qual a reparlirao gem das Ierras
naar<;o de 1856. | publica^ ullerece, a quem quizer conlralar. os ser-
s epoci anteriores, adeos minhas eneomiiienda*
la vii- iiI.is ares ludo quaiiloaT tem feito.
Milu ouvidn a algumas MM de moii Ion f,
Anillos os partidos rcpri>si>iitad
i a .
I A. B. de Almtida : prevalece porem i
os na assemblcaa- O Dr. Bamallio, lente da pralica. tleclaroa qualindiaenleae des;
pouin a adiiiiiM-irar.,,. di. anual vice-preside.ile Dr. I adi.pl, para seo compendio a obra do Dr. Paula Beata proYineYa
hn |iara -occorrer a pewoa* de famili-.
is que ..illr-ram da e.n 'mi i
ORDEM 1)0 DIA N. 237.
Em verlu* de ordem da presidencia, rommu-
nicada em ollicio de 2(i do espirante mez, obalalh,io
2 de guarda nacional do municipio do Rerife rha-
mada para auiiliar a tropa de linha no laborioso
serviro da guarnicao desta capital, sera' am.inli.a
ili-poi. da revista de,nioslra. desaqiianelado e suhs-
litiirlo pelo So da mesma guarda do referido muni-
cipio. IN.io podeocommaiidanle das armas em
ciMiseqaeiicad,. atropello do servico aggrav.ido pelos
elleil..do cholera que invadir esta capital, revis-
tar o 2" lialalliAo e conhecer do seu estado de uni-
lorme-, ede1nslrucrao; mas l,,_ lisongein. decla-
rar, que a rrspeilnde uin e nutro motivo, npiiliuma
taita coiumetlera no serviro duratile .. lempo em
que nieve aqiir.rtelado : isso depoe em favor da
moralidade e disciplina doa goardas de que e elle
compOe, o ilemor.slra o inleresie e zelo qu? desen-
volvem no riiinprimeulo de ion obrigaroes o Sr
lente coronal rommandante Kndolplin* Jo'io Ba-
rata de Alenla e sua ollicialidado. o mesmo com-
mandante .las armas se apraz em fa/.er semelhante
declararan, juntando a ntn aclo de jusli.a os seus
elogios.
Amanbaa I- de abril se everiilar.lo as seguinlcs
disposiroes : 1 o Sr. segundo eirarcilo lenle do
corno de nuda do evercilo Dr. Rozando Aprigio Pe-
reira lioinaarBea ira" facr oservico no 2' balalliAo
de infanlaria. ao qual licara addido, e empreado
no hospital regimenlal dos rholericos da roa dos Pi-
res, consegninteinenle desligado do la balalliao de
entibara ap: 2-' o Sr. nrurgi.io engajado Dr.
Augusto Carneiro Monleiro da Silva Santos licara'
addido ao 'I" halalho de infantera e enipregadp no
hospital regimental da Soledade.ronliiiuando no ser-
viro das revistas de >aude nai compatihias fivas de
eavallarfae .rlilices : os Sr.. rapilao Mauoel
Uaudlne de Oliveira Crnz e alreres Joilo Paulo Mar-
tins Naninsuer tarao desligados, aquelle do 1- na.
talliao de artilliaria ape, e Me do 10* balalhao de
ii e tegressarao ao serviro de eus cor pos a
vicus de uyais de 300 Cliins importados directamente
pelo governo.
As condirOes onerosas para as pessoas que quize-
rem haver a si estes colonos s.lo as seguiotes :
Pagamento das passagens na razao de 20 libras
esterlinas por cabera.
Salario mensnl de i a t pesos com comida, uu de
ti a X sem ella.
Onceado dos domingos e dos ires primeiros diai
do anuo para que os Cliuis os euipreguem lio que
i!/"- convier.
A comida redut-ae a arroz, carne ou peixe sal
gado, cha' a assucar, e cumpre notar que n.i.i ha o-
bngarilo de pagar as despeai do regre-so daquelles
que lindos os cinco anuos do sen contrato quizerem
vollar a sua patria.
Estas condicoes de corlo as tnais vaulajosas com
qoe al agora se lem importado subditos do celeste
imperio animaran os nossos fazendeiros a aprovei-
tarem a occasio que se llies ollerece de manirn)-
. lutado
do governo par muilos circuios, o qu al cia pela deiguarao publicada ioi Mercantil ; que
ouviram dizer no (juro l'rel.i qde a uomearao do Sr.
c.nicgo l-iltppe para vice-presideote, nomarao que
sorprenden lodo o mundo, nato temoutra explicarlo,
tanto assim que esperassem pela eleirdo da cainpa-
nli i que desvendara o manejo.
Ilisseram lambem que preterimi-se pessoas de mui-
se de traballiadores robustos, doris, dados as fadi- lo mereciineuto, como o Dr. reneg JoAo Antonio, o
gas da agricultura e oriundos de um clima que em llr. Abreu de Sabara, inuito desvelados pelo adian-
moiloa respeitos se assemelha ao nono. lamento da inslroC{ao publica e oulras, para dar-se
Einlem na Jurujuba mais de 300 Cliins para se- | o lugar de inspector geral ao Dr. Kibiro da Luz,
tem di.lriliuulos pelos fazendeiros, que os qui/.en-m I que para lomar compativel o cargo do deiml i lo rom
conlralar pelo prazo de cinco anuos, mediante con- l o ordenado de 2:0011; qoe percala de inspector da
Ihesouraria provincial,passou-jeSara aquelle emprc-
palo que respeita as licenras concedidas, 1IIC perlencem; i" de manilla se passara' revistadle
musir aos corpoi do ezercilo aqui ezistenles. ao
DaUlUo 2 de guarda nacional aquai telado,ejas com-
panillas livas, pela ordem que se segu :
Ai (i horas ao hat.illilo 2- de guarda nacional
aquartelado ; as (i e meia a companhia de arlifires;
as horas ao balalhlo 10- ; as 7 e meia ao 2-; e as
8 ao'.l- lodos de infantaria,a !l a companhia i\a de
cavallana. e as 9 e meia ao i- bilalAo de arlilharia
a pe na ri.lade de Olinda.
Jos loaquim CoeUio.
diri.es favoiaveis, devendo os respectivos coolmlM
aerara lVradoa na rcpariirrio geral das Ierra- pii-
blicas, a qual se poderlo ilingir as pessoas que qui-
zerem e\a.....lar e esrolhcr os ditos Cliins, e oliler
raa cerca delles as precisas iuformaoes. Rapar
li'(-.io geral das trras publicas em 21 de marro de
ls.-,ii.
go, c emqnaiito nao chega o dia ala eleir-io, em rujas
vesperas lera de deixar a tliesoaTaria, vai aecumu-
lauln amitos. Conlaram innitii oulras cousas'relati-
ile I
rompostaquasido mesmo pessoa, J ^2, Auno : ,, cadera. Dr. Gur.el ; 2.. Dr f^JndTaa^l^e^^.vieta'
Pelo que lenlio ouvido a muilos Paulina*, a cuita j 3- Amio
Ilullelim do cholera. Fallecern do cholera
nos dias 22e 23 do correte lli pessoas, das quars
domen* e .". miillieres livres, e li liomeus e I iini-
llier aacravofi
Morlalidade total dos cholencos al
li .ti, sendo :
l.vres. .
Fscravns.
Condicao in
ante-douiem
vas i varios candidatos
gos do governo para este' os apoiar, em que nao ptiz
inulto sentido, c por isso ni i refiro para nlo fizei
| algum i salsad i de nnmes e lugares.
Se islo de assim, he milito na. Sacrificam-sa as
conveniencia! polilicas do governo iteresses muito
sagrados, como sejam os da instracc*) pudlica, e os
abusos do lempo da chapa grande continalo com as
chapinhai pequeas. He precito que o Sr. Paran
ollic p .r i estas cousas, para qoe nlo ie vire o carro
administrarlo do Sr. Saraiva, nesta provincia, faz ', ledo.
I be milita honra, locantavel na perseguirlo dos' Anuo
delnqueme*, e no desarmameiito da provincia, como Falda.
minio poMlivaraenle recouhereu na disruwlo o po- ."> \niio
prio Sr. bario de l'iet.que Ihc nlo he ffeicoado, o j Itamalho ;
sr. Soraiva fez rajtabelecer a segaraaca publica em
termos que se tinham ".ornado iuhalotaveis ; fez
Imperar a lei em toda a provincia, rehabilitando ..
prcsii-io J i auloridade, que em muilos pontos es-
lava de raslos. Quaulo aos disperdiems que Ihe
iiupulam no engajatnento de operarios allemles e
com dous engenheiros Inglezes, porque a assemblca
os eppmvon ;.' Ijoalqoer que podet*e ser a retpoma-
belidade do Sr. Saraiva em laes negocios, e-l lioje
evonerado ilella.porque ororpo legislalivo provincial
ipprovou e legilimou ludo. E relmenle lorio arlos
|o cadeira, Cidral 21, Dia* de To-
1' cadeira, Rodrigues dos Seoloi ; 2>
i
------- niera
anida salisfaclono eu catado higieniro : chotera
reapppareera intenso na ri.laleda Eitancia onJe n
ronsiderava exmelo ; e na Lafaa Vermelha, pre-
rompera lanahamcoaa forra nos lugares Esfnnto-
s.uii. e Chapada, O aovo nryojaaata tomara Baaai
cadeira, Rodrisue* lo. Sanios ; 2> .....li. 27 de fevereiro ultimo, alem da d.ifirulta-
', I-orlado de Meo tonca. de* proveniente, da. eleir.ies lem de talar anda rom
- O estado san. ario desta capital e povuari.es o r.lal chafara. Deo< o rade bem e o fa.-a salur el-
M.inhas he exeellenle. I'r-pal .u-se que a fedra I rioso de urna c oulra lula : *
amarella gras.ava em Santos ; mas houve evage-' __ :vj __
>,','.,i ,.. ri, l '"v"r" "" h,i'- P'u- ut',ei al'imes das
guanta ao cholera, apenas lez a sua appanrao na i lecm cabido abundaulcs eduva*
evtrema do Borle da provincia. O Dr. Porto, prci lente .la p.inla central de bv-
. '''" gicne publica, ja aaneiea |>f^aeaeia,aJajaaaaaaWa
'"'_-'l'-_"""""'"" epidemia qaam exliaefa noala tletal em vista da
naeaini dimlnnta onorlalidade o da* poacaa arco.nmetiaxM.
i.....- i..... ...-- ".w, px.,1 i|uti irto a
. 2.201; homens l.i:ts,inulheresN.3 que elle rnustruio com lauto Iraballio.
. 2,.">3; a 1,771, >. (821 P. S.Por engao no entregar esta
certa. 32; 39, e 2 reio vai ella rom minia demora, tappri
S.77I.
3,230,
1.537
I
Sanio
RIO DE JANEIRO, 33 DE MARCO.
MINAS GERAES.
Antonio da Paradihuna 28 de fevereiro
de IS'.li.
Tatndem eu Me quero dizer alguma musa desta
Ierra, que oestes ultimo, lempo, lauto tem OOCOpade
a alienlo da imprensa.
I'rimeiro que lulo Ide direi que a prximacoldei-
la (m daaar abuiidaiili.sima ; as ro^as eslo magni-
lica*. como sa pona ver ah por estes terrenos corla-
dos pela estrada, sendo entre nutras a du lugar deno-
minado Saudade, perlencente a companhia. Me un
que te ngarravam com ami- | le admiuislracao que longe de Irazerem vituperio,!
lazem inuit.i honra aquelle esclarecido e integro ad-
ministrador.
Heve-se Malestar, poslo que desagrade aos Pan-
listas, que esta provincia em relaeju aot inelhora-
meotaa malenaes e obras publicas eall na retaguar-
da de ludas as nutras provincias le igual categora,
l'ouco se tem feito, esse pouco lem sido mal feito ;
todava pel.s leis rt.. ornamento se v que muito d-
nheiro se lem gaslo. A verba dei:*lr,fla le los o, anuo, urna sangra loria no orramento ; to-
dava S. Paulo nao lem ama eslrala refutar. A
estrada de Jundiah), que me informan! ser a m..i*
importante secro da mata nolavel estrada da pro-
vincia, aiada nao te sahe por onde decc paitar ;
anda se iiaoassrnlou qual o ponto cm que dove cor-
lar o rio riel. Ignera.ee quae* sejao as estradas
geraes, as provinches e as n.uiiicipaes. lia lodos
os anuo, urna cdusuia
I or decreto de 10 do cor.eole me/, fui" uome.iduJao*10 TB"lH ditlicilmeule se poder.i. encontrar cous
l municipal e de ornhlo* do termo do Alcentai^r lnelllor-
la provincia do Marandlo, o luchare! Fernando '"""^ tatsrsuM-tioinn u poas do oia t taU
GrOVERNO SA PROVINCIA.
Expediente ata da 20 do mar90.
OflicioAo inspector da Idesouraria de fazenda,
para mandar pagar a Jos Romualdo da Silva, que
esleve em commissao na cidade da Victoria, diana
de 65 rs. contada de 29 de Janeiro a 20 de fevereiro
ludo denle anuo com .. abate da quantia que eile re-
ctbeu por adiamntenlo.
DiloAo mesmo, recommendando que mande
adiantarao lliesoureiro pagador da repartirn das
obras publicas mais a quaulia de 300} rs. para paga-
mento das despezas feilas com a obra do quarlel on-
de seacha destacado o bataldlo de guardas naciuuaes
da/cegaezia de S. Jos.Cominunicou-se aodirer-
lor d'arraella repartidlo.
DiloAo mesmo, devolvendo os papis relativos
ao pagamento; dos venciuieulos da guarda nacinual
destacada na comarca do Bonito, afim de que man- |juiz de direilo l'ri'llo JeAlcncar Ararip
J'i
da
Maranhense da Costa.
Por decreto de 18 do mesmo Ioi nomeado jniz
municipal e de orpbao* do termo da Cachoera, na
Baha, o bacliarel Erasibolo da Rocha Passos.
Por decrelus de 2 du mesmo mez :
loram coinmuladas aos roos :
Antonio de Sampaio, a pena de gales perpetuas
em degredo por toda a vida para a provincia do
Amazonas.
Cepille Lafa RideirodeSoiua Rezende, a pena de
im me/, de prisBa simples e multa, a que foi con-
demnado pelo jar) de Campias, em S. Paulo, em
quiulicnlos md rn. para o asilo de Santa Tdereza.
Foram removidos:
O juiz de direilo Jlo paulo Monleiro de ladra-
da, da comarca de Pastos Bons, no Maranho, pira
a de Mata-l.rande, as Alag.ias, poro haver pedido.
O juiz do direilo Jos Innoeenriu de Csmpos, da
comarca de Jequilinbonbe, para a da Parahybnna.
em Minas.
Ojuil municipal e de orphos Benjamn l'ranklin
Crrelo de Bams, do termo da Para di da dn Sal,
na provincia do Rio de Janeiro, para a do Bren,
em Pernnmliuro, por assim o haver pedido. '
Foram Horneados:
Chele de polieia da provincia do K carta no cor-
. pproveito a occa-
sio para Ihe dizer mais argoma cous do que corre
nesl. villa. Chegou o Sr. Ferreira I.age da exrurslo
que fez a San Jlo de El-Rei, e consta que nina das
proposta. por elle offerenda. ao governo imperial
fra aceita, c qoe o contrato j 1 est laviado e aisig-
ua io, devendo os Irabalhos comecar quanlo ante.
lin lmenla decodrjn-se a meada, desappare-
ceu, grabas a solicilude do governo, e a" boa voulade
e excellenles disp|rocs dn director presidente da
companhia I nio e Industria, oeiieanlo da e.trada
de l'etropolis. Agora sim, acredito que a Con vai
odiante.
Nao don coala i- caadicaa aceitas, porque a esla
dora ja o sen jornal .1. lera poblfaado. Posso asseve-
rar-lheqiie mclhores o governo Mu eneoalraria.
I ii 'i particular
Juiz de direilo da comarca de Jequilinlionlia, o
juir.de direilo avulsojoai. Salome Oueiroga.
Idm dem deS. Borja, na provincia de S. Pedro
Antonio
de etlectaar temelliante pagamento pela verba salu
- bridada publica.
_ DiloAo mesmo, communicando que lendo em
vista a sua informadlo dada acerca do reqoerimenlo do B10 (randa do Sol' o juiz maicipal
de Braz Antonio da Cuuda.e Alliuqiierque pediudo Gome* Villara.
licenca para transferir a Frederico Coulon pela, dem dem'de Pasto* Bons, ao Marand.io o iui/
quantia de 1:000-5 rs. o dominio til do terreno de municipal Adriano..Manuel Soares '
mirinlia e alagado n. 165 A e 163 II na ra Impe- | dem i lem de Braganra no Para', o iuiz miiuiri,,
rtal. lanrouemditorequerimeiiU .. despacho le-'"
gunle : Sim, pagos os direitos nacionaes.
fJvfaAo mrsiiin, dizen
p.l
o que para po ler resol-
ver acerca do sen ollicio de 10 do Brrente, faz-se
preciso que S. S. pruponia a gralilicarao que se .leve
donar a Manuel Fernn les da Cruz e Clan lino da
Silva Ferreira em remuneradlo dos serviros que leem
prestado cuino memdros da commissao de compras
D'loAo edefe de polica, iuleirando-o de haver
(ransmillido a Idesouraria provincia! para ser paga,
estando nos termo* legae*, a conla que S. S. remet-
teu da despeza feila com O sustento da prela liberta
de ame lguez,que foi tratada na enfermara da casa
ile delenrlo.
DitoAo commandaule superior da guarda nacio-
nal da comarca da Boa-Visla, recommendando que
exija dos rmniii 111 I inl"s de corposda mesma guarda
nacional as propostas de ofliciats |iara os respeclivus
corpos e as remella sem demora a secretaria da pre-
sidencia acompanhadas de sua informac.o.
DiloAo presidente da eommisslode higiene pu-
blica para enviar com urgencia ao juiz de direilo do
Cilio os medicamento, mencionados na nota que re-
ni"lte.Coiiinionicoii-se ao supradito juiz.
DitoAo juiz ds orphlos de Olinda dizeudo que,
depois de lavrado o competente termo, pode Smc
remeller ao director do arsenal de guerra afim de
serera alistados na companhia de apreudize* d'aquel-
le arsenal, os dous menores orplos de que Smc.
trata.Coinmunicou-se ao referid director.
DiloAo commandaule do corpo de polica, de-
clarando que pode mandar por em lber I.de o sol-
dado d'aquelle corpo Bernardo Marques da Silva de
que Irala o processo que remelle.
1 DiloAo provedor da saurie.dizcnrio licar inleira-
movis pertencentes ao lazareto da" liba do P1111 e
bem asiim o srvenle que all se acdava.e declaran-
do que approva a gralilicarao que Smc. propoz para
cada um delles.
DiloAo administrador do rorreio, aiitorisaudo-o
a elevar a I5OOO rs. o jornal dos estafla d'aquella
jejiarlirao, e recommendando que trate com a maior
uftncia'de dar principio as linha. do. rorreios.
ftilo Ao.conselho de administrarn naval, ap-
provando o c"rr*j;alu que fez rom diversas pessoas
para fornecimenlos dcnT^evieros necessarius as pre-
tal dos navios da armada, barca de esravaro e mai* do Para, o padre Leopoldo Vderi'co'da'Cosla'.
Tiv
Pelippe Ramiro de Soaxa L'cd.....
dem idem de Solini*. no Amazonas, o bichare)
lehppe Aire*deC.rvalbo.
dem dem de Cutab, capital de Mato-liros.o. o
juiz maniripal Daniel l.uiz Rosa.
Juiz municipal c de orphos do termo de Vle-
grele, na proiincia de S. Pedro do Rio Grande do
Su .0 bacliarel Silvmo Eludi C.meiro da Caoba.
li e, ,.|U, ,de, ,|e Coritiba, 110 Paran, o baclia-
rel l.uiz Lopes Castello Brauro.
dem idem idem de Soroeaba, em S. Paulo o ba-
cliarel Joao Luciano da Coala Ferreira.
Idem dem dem da Parahida do Sal, n.. provin-
cia do Rio de Janeiro, o bacliarel Virginio llenri-
qoes Costa.
dem idem idem da Barra Mansa, na mesma pro-
vincia, o bacharel Jos de Luna Nodre.
Idem dem idem do Cralo, no Caaro, o bacliarel
Sedasliao t.onralves da Silva.
dem idem dem de Pastos Bons, no Marandlo
brando .em -lleilo o que o uomera para Soroeaba,'
o hachare Malinas AufoUo da Franca Morolo.
Idem idein dem de Calmarte*, ua inatma pro-
v.uria .1 bacharel Francisco Uygioo Jai.sen Vieira
de Mello.
Teiienlc-ojudai.te do corpo municipal permanen-
te, o alteres ajudante Domingos Jorge Freir.
I enenie qoartel-mestre do mesmo corpo, o altera
quariel-meslre David Americo de I rzedo.
Capillet da |.a e 6." companhia do mesmo corpu,
o* teueiitcs lirmiuo Jos Das u Hilario Mariano da
Silva.
lenle* da 3." c *. conipanliia do mesmo corpo.
os alferea Joao Jos l'arias e Ciaodip Jos Dias.
Alteres da I.' e 2." rompauliia, o i." sargento
Pedro Angosto Varella, e o sargento ajudante Jos
Allonso de Csslro.
Foram apre.enlado* as Ireguczi.is de
Notsa Senhora da Penda de Franca, do arcedis-
pado da Balita, o padre Jlo Caetano de Moraes.
Divino Espirilo-Saiiluila vellia lloipeha.dilo. o pa-
dre Balhiuo Francisco da Silva Iluto.
Santo Antonio do Caldaoj dito, o padre Jos An-
tonio do Lago.
Notaa Senhora da Gloria do arraial do Rio da*
Egnas, dito, o padre Joao Joaquim de Suuza Ponte.
endura da Piedade de li ituia. do dispado
veram merco da servenda vitalicia dos o Hielos
de 2. labelliaodo publico, judicial c olas, da cidade
de Campos. I nomo Jos Ferreira Tinoco.
2. labelliao e escrivlo de lorphaos da capital de
sergipe, Sevenauo Aleundrtso da Silveiru.
- 2. U
Por decrelo de 13 de marcb do corrente Ioi sus-
penso por lempo indelermiiiapo o (eneule-coronel
do i. balalhao .la guarda nacional da corle, Jos Ri-
dependeucias dn arsenal de inariulia.Cominunicuu-
st a Ihesouraria de fazenda.'.
PortariaAo agente da companhia das darcas de
vapor, mandando dar passagein para a rrte por
conla do governo, no vapor que se espera do norte
a Adradaam Moreira Barbosa, que leve daixa do
serviro do exeretto
DitaConceden lo a demisslo que pedio o padre
Joaqium Mauricio NVauderley do lugar de regente
do hospital de caridade, e Horneando para o referido
lagar ao cidadao l.uiz do Reg Barro*.Fez-se 1 boira da Silva l.e.io.
neceasaria commuuicarlo.
DitaDemiltiudo de conformidade com a propos-
ta do cliefe de polieia, aos acianos subdelegado e
supplentes da freguezia de Agua,-Helias, e Humean-
do para ns referidos logares aos ridadlos abaixo mcii-
cionados
Suddelegado.
I'raueisco Barbosa da Silva e Mello.
Supplentes.
1," Jos de Mello Cavnlcanli.
2." Antonio Ramos de Vasconcellos.
3. Antonio Jos Pereira de Bastos,
i." Manual de Aldnqaerquc Mello.
5. Isaac Joaquim Cavalranli.
r.ommaniron-ie ao referido chele.
30 I
Porlaria O presidente da provincia, conforman-; es "romo siias
dn- inaes eslo aiada dependente! da estarn, se as rhu-
vas roulinuarein com excesso nlo ero grande coa.a ;
mas paciencia, ncm ludo pode ser como se desoja.
Tamben! a escassez do teijilo nao he, 110 sentir dos
nossos lavradores, lao sensivel como a do aailho.
Se as esperanra* lio bem fundadas de abundante
producr;5o se verilicarem. como be de crer, leremos
gneros de primeira necessidade limito maisem cou-
ta, o que Dos permuta para 111 iiiutenr.io e progres-
so de todas as industrias, que muito soUrerain com a
escassez dos anuos anteriores.
Por muito lempo eslivemo* aqui dt communica-
roes interceptadas com essa corle por causa da gran-
de elidiente do Parahiba, e rom minias fazendasda
margem esqoerda do Parahibnna que se prolonga
com esta villa, porque este rio lambem (oinoo aguas
como lia muito lempo nlo da noticia.
A endiente veio dar gando de causa a scicncia
conlra o que diziam prageuto* a respeito dos aterro*
da l.nha da estrada que abrir o rio. Dizia-se que
ella varreria ludo, como o vento varre o macadam
das estrada*. Ella veio, e volumosa e rpida, como
nao ha memoria nestas paragens, c os aterro* e a li-
nha da estrada lira.am ciuco palmos pelo menos a
ravalleirn do nivel da* aguas.
O maldito Cholera que por aqu salpicuu algumas
taioadas, cuino a tem sido publicado. Ioi causa do
aralo doa Irabalhos da companhia ; miiiln mais adi-
antados eslariam ellet, >e acaso ese flagelloda Oni-
potimcia divina derramando por toda a parle, senlo
a morle e su-lo, ao menos nlo houvesse feito retirar
muilos Irabalhadores.
Mas elles voltario e com outros que chegam d|no-
vo eugmentar-se ha brevemente u numero de lira-
ros drsponiveii.
O veo do misterio da estrada de l'etropolis acaba
de ser completamente dilacerado. Mo sel da quanlos
mear* lia 110 Mercantil, que a conslmcro daquell. estrada era
negocio decidido, que agora sim o Sr. Dr. Mello
Franco linda podo peito a oura. que se davia coin-
promellidu para com esla provincia a ionclui-la deu-
do de dou* annus, e por isso Ide davam imporlanli*-
simoarcesso collorauflo-o a par dos Olioui* o Fer-
reira* l.agcs, desses diltinctot Mineiros que au pu-
dem ser devulamenle elogiado*.
O veo do misterio foi ilelacerado rom a* publica-
ran do sen jornal, por onde *e \r que iienliuin CVII-
tralo linda ogovtrno feilo com aquelle senhor, eque
o celebrado com o Sr. bario de Maua nao liana sido
levado a ruello por de.iiilelligencias supervenientes,
nlo importa quaes. Foi dilacerado pelo que se tem
a-uallia 1.1 ao depois da edegada do Sr. Dr. Mello
Franco a esla villa, tlousta que elle rra enviado
pelo muito digno presidente da provincia do Rio de
Janeiro, lo desvellado em promover os mclliora-
uieutus materiao* do paiz, pota u\o sou to crdulo
o supponha enviada de mais alio, alim de considerar
o illuslre director presidente da companhia oilo e
Industria a propor as condiri.es com que se encarre-
garia da construcr.10 da estrada. Recouliecidos os po-
deros, e pelos adiar em devida forma, furam apre-
sentadas pelo dilo director presidente propostas que
me dizem mailu razoaveis, das quaes se una for ad-
mittida, de fura de duvida que leremos estradas.
Dizem-me lambem que qualqner deltas de muito
mais econmica para os cofres publico, do que a of-
ferecida pelo Sr. Maua, e que nlo foi aceila.
Acredito pamente nieto. Nlo me fascina o espi-
rito do dairrismo, mas leudo por iudubilavel a expe-
riencia u demonstra, que as despezas coto a eon.lrue-
rao d estrada orram por minio men* nesta pro-
vincia, mesmo aquellas mide
S. PAC 1.0.
IK de marco. ..
Promet Ihe que apena* aqui edegasse, Ihe man-
dara regularmente noticias do que vai por esta (erra:
aqu cliegoei da poucos dias, e vou ja principiando a
cumprir a palavra.
.No meu trajelo de Sanios para eta cidade encon-
Ire urna dilliculdade inesperada, que me causou nlo
pequeo incominodo; novia cadido ponto do Cas-
queiro, que da coiiiin.iuirarlo enlre a Ida em que
se esseola a cidade de Santos a a Ierra firme : e por
este motivo quasi que se inle'crplai-am as communi-
raroes. Consta-me porem que ja se tomaran] as
convenientes providencias, e que o cootractadnr da
ponle nova, para evitar fortes mullas a qu se sujei-
lara. lem feilo quanto basta para se restabelecerem
as rouim-iu.....;n-..
O resto da viagem ellcclaci-a semnovitfade, apezar
de elar em pessimo e.lado a estrada. Parece que
minio diuheiro se despende as obra* desta e.trada ;
e na verdadiv P'rle delta que corla a serra ih.Cu-
ballo, e a qnc ch.unam serra da Madundado, faz hon-
ra a provincia : na he anida a..im laslimavel que
nestas ti leguas de Sanios a S. Paulo nao se leiiln
anula feilo una estrada que merei.a tal uome.
lie todava esla urna estrada bem importante. A
prolisslo que exerro me lem lomado apaixonado da
Ciencia do* algansmos, e leudo na barrena do Ce- 1
batao um amigo all empreado, minio curioso em
tomar apoulamentns, ped Ihe qoe me des.e rertas
inlorinaces.que por julga-la* lotaratsanle* Ihe traus-
millo. Essa* infonnaroe* reduzem-se a algarismos,
e mo.trlo que iiiconleslavelmeule de de subida nn-
porlanria a estrada de que trato e que percorri lia
dias.
Segundo ess. apontamenlos tomados na barreira.
mostra-H que no anuo prximo passado de IXV>, a-
pezardaa quareutenas, patseram por all, em viagem
de Santos |iara serra cima :
Animaes carregados.....
Ditos muars e eavallare* sollos.
Dito* montados ......
e estradas para as qoaes se
rou.igiiam fundos: de S. Paulo tez-separa a cidade
de Jacarehy primeira, segunda e terceira estrada ;
njlo se sabe qual de a prefenvel, todas Ir* si., con-
sideradas i cusa do cofre provincial. Mo ha s\ itama
algum de laapaegaa e de admioUtractlo sobre as o-
bras em andamento : nao e abe ao cerlo o numero
le trabalhadoret que se empregam ; tem havldo por
lano dltperdicio* horrorosos e presomprlo de algu-
111.1. grandes matrertari-*.
< Sr. Saraiva nao qul/. srr ruln.eiro ; enteudeu
que >. Paulo eslava em rirrnnislanei.i* de sabir do
leploraved l(a| i/uo. e que algum atanco de dcs-
t.oniti;M'o\Di;\t:i\s do diario di.
IPKI.XAMItICti.
MACEIO
2tl de marro.
Ouem he esse esforcado campeSo que to modesto
los ullimamenle hav lo-: em vi-queuna de*
partiriparlo lem 1 tu S. Exr. aot poucos di*peaan-
I" a. me lides extraordinaria, que tomou aa crioe e-
pidemtoa.
As ultimas rommunicaredu norte da proi'.nru.
rio 7 Moeni lie esse orlhodoso da impreaaa que far.
lao lidia prolisslo de IV '.' lie um vigoroso c lindo
Rento.
Tivemo*
mis uoliri.1. do povnado de 6. Jote da
liaarantj': pengrino nj, poieii'i|eiii bellezas";'capa '-"r'M Gran le da romaica do Rio I orino... detta
ma nlo tem, que delta nlo precisa, *eu vestido e Prov.,"cla. "'"dse ocha in*dirainlo o di cocarsao lindas pcnnis do mais bullanle esmalta : ,lcm,c0 Au *' auno Tojal. o qual rnmmiiniron qoe
de sandalias .,o carece, que os espiados embolara- f l,avi",ra '""'"n1'"' Pfrto de too pessoas. S.
*e impotente, em seu, pea, as arzes e esc.ibro/os tri- c' orilenou '" coaaaoOaafa do brigue Capibmrihe
Idos rosluinados. n.lo robrem inda gelo. di v lince a '|Ue seSll,ssc ll,r* "or,e Barra i.rande levando
ardonle c vigorosa fronte, que lio alta >e levanta; *:"'cor", l,ar:' a**e* ponto, e Uansportando a Dr.
pescador n.lo he, que l.ua. mo. allil a empu- lf??U5? L",1*."*-I-,'*" *****-
nhara penna o lolbear u. In ros nao se prestar a l,1,rr'1r "" J orl '!' Pedr i,'m de Pesiar alli os
manejar o remo, preparar a isea r nanrtai a. '"'''""os do medicina, os 2 acadmico* Antonio Car-
isca e ronrcrlar as
mallas '. Traquejado sim be elle, em lides Ilitera-
rias: ua dexlra Irax um ramo de llores rrsreudcutcs,
na sjnislra um feixe de tiorbas aceiradas : liberal of-
feria virtude o que lem na mito dircila, lerrivel
dispara [no virio o que carregs m esquerda !
Assim me pronuncio, sabor correspondente, por
los da Silva e Candido Jeo de Merae* para w me.-
mo liin na Barra Brando onde devera desembarrar
o acadmico (Manilo Aristide. llamara anniiM-
nadu pela presidencia para coadjuvar ao Dr. Tojal
em S. Jos da t'.oroa tiraiide. para onde .egnira por
Ierra, sao lambem destinadas por esse poni alga-
que me parece algores, ja llave* aprecalo os sueco- : m" e ",w"'.ro*-
lentos e espirituosos escupios do sen lindo Haaranii' "ta-nns que >. bxr. vai enviar
nlo .e enrontram a granel i>ciiusbrlhanle* rumo as arro't'dado e 20tl arca, de familia
des..- illii.trr.do indgena ;no entinto pos*0 e*. '.. Parahiba e Gaara', e 2m aa
1 JcuUJad pujan.ll ii.n
rece-
peza seria lalvez razio d se ex Harem mullos diaper- 'l'"r 'l"e 5eJa v*lente e Mostr Indio,
uviciuscprevaricarr.es. Jolgoii pois es-encial p.ra a ,w "'" cordial abraco do mais humilde e pobre de
administrarlo o possuir um Uum mappa chorogra- I *e"s._""vos collegas ; Vine, senhor Correspondente,
HO arroba*
para as pro-
oberl.irrt o 72
libras de ptimo oleo de ricino para o Rio Mande
do Norte.
1 ale.
|ie.
Home
Carros
Bois de carro.
Diiu* sollos. .
1*2.988
12, Mil
I.1.I3
37,771
7(.l
3..-.IS
o->
Calculando que cada animal carresado condoz,
lermn medio, 7 arrobas, e rada carro 10 arrobas te-
mos que se r.onilu/iram de Sanios para as povoares
de serra cima 112.0KS animaes rarregados a 7 arro-
bas 1,000.010 li 7ti3 carros a W@. 3O,'i20 @
Somiua. 1,031,136
O movimenli) inverso, isto he, de serra cima para
Santos he ainda mais importante. Segundo asmes-
mas notas lomadas na barreira do Cubado passaram
110 auno de I85 para Sanios.
Animaes carregados.....
Ditos sollos muars e cavallarcs),
hilos inoulados. ,_
II un.ai- a pea ,.....
Carros .........
Boi* de carro......
Dilo* sollos.......
Feito o mesmo calclo qur cima lizemos sodre o
..peclivo aju
danto ; e, nio os hateado na provincia mamlou con-
trata-Ios o. Inglaterra. Eis-aqui um dos crimei ;
o Sr. Saraiva ollen.leii o aroor-oroprio e os brius dos
eugonaeiros nacionaes ; nao de' patriota, nlo ama
aos seas patricios, etc., ele. lie porm muito nolavel
qoe um dos dignos memdros da maioria que mais
calur lem lomado fallando conlra rala me.lid.i.sija ..
mesmo que no anuo atrasado dizem-nos inoslrou
que um dos eiigendeiros da provincia, lenente-coro-
uel do corpo de engenheiros, la por ladale mos-
trara ser inepto, imbcil c mai. alaunia rousa qoe
nao convera repetir. Ora, eniprega-se o Sr. Saraiva
a um deste. engendeiros. adi ludamos o clamor de
patronato, validismo. etc. ijoanto a uum, peino
que sem fa/.er injuria aos engendeiros niriouaes,
neiu depriini-los no conceilo publico, po le o gover-
no. como faiem a emprozaa particulares, s icrorrer-
se das lu/cs e couheciinenlus prolissionaes dos es-
trageiros.
Ouanlo aos operarios eslrangeiros, nao foi idea
nova do Sr. Saraiva. Ja em oulro lempo esta pro-
vincia, para as obra, da .erra do Cobalto, man Ion
conlralar operarios altearte*. O Sr. Saraiva quiz
repetir a experiencia ; ja pola falta de operario* m-
telligenles no 11 isso paiz. porque quasi lodos que
actualmente sao eroprega.tn* sfte escravos ou rsti-
cos, |a |iara se evitar o escndalo de pagar feria a
jornaleiro* phantasticos, em puro proveito dos espe-
culadores.
Para regularizar o serviro quiz .. Sr. Saraiva orga-
nisar don* corpos de operario, lojeitos a certa dis-
ciplina e cena ordem ; caso se lornassem inuleis, |
leriam cedidos a fazendeiros, que em geral sio sof-
rregOS para obler colonos. I)iz-se ua a-sanil.la que,
em vez de operarios, veram alsons vadios, alguns
ilfaiales, cabelleireiros, etc.. e;que foi urna praga
que o governo inlrodurio ua provincia. Pode isla
assim ser ; mas cerlaiueute a culpa nao foi do Sr.
Saraiva, que, ,10 cliegarem os operarios, ja nao esla-
va na provincia. Km todo o caso o seu peusini 01-
to a osle rsped fui
PARAHIBA
21 de marco de IH"*.
tiraras a Divina Providencia, anda me arrostro
__ por osle val t|a) lagrima., bem lora de meut%arrn-
In-ar por seos enripio* I meato* ; ma* muilo de arcordn c*m a maior boa
Deixe-mc porem vollar ao meu tri.te lalario de voajiade, Ojao hei li lu, des je queposso ler voolade.
Chronista de facto* luctuosos : o chotera, nome le- I''que cerlo de que. da forma que o neg. vai. o
nebroso edesconherido em nossa Ierra ante do mal-, el" v's,a do orramento mortuario diario, nlo he ka
ladado auno de 1835, I anda faz estragos em varios pequeo favor eaur-aa vivo ; a-s.m com.. nao he
pontos desta (provincia: lio dnannahncido era o grandenoudade eslar-sc morto ; mesmo ataim. porem
inooslr.iem nosso paiz, que sin genero foi as-umpl-i naogrilo lauta, vena por aoc-orr'. como o olle.-a
ne leuii.la quesl!o, quecomo militas oulras licou no
siculrral.
Ser por ventura essa lerrivel molestia um castigo
celeste'.' Desconfi que sim. ha mudo que sesmo
com osles dous versinhos da um poela paglo :
Di mulla negl'cti dednuul
Hesperia' mala lu. Inane.
Ouem sabe .e nao foram nossa irreligiosidad e i- farinha suslenla-se a 20it rs. o qaarleir.i... porque o
niquidade as promotoras de.lc liorronno castigo ".'! governo vende a que l-m p. esse xsroeo ; a carne
Srvese Heos de vario, menta quaudo projecla uifli- l'or ronla do governo ven.le-e a liMllo" r.. a anc-
gir seus ju.lo. castigos : unas vete* do dliuvio. ou- *' *'">' P** proras do cusi, e assim os moai.pi.-
Iras do (errcmolo o fago reosle : da peste, lome e l"',a, nau podem especular.
guerra lambem laura mo para punir a sua desre- "' e,n *ap*lHo alguma taaba e gado, e esprrj-
gr.i.l.i. e ingrata, rrealuras !'"o* pela, acertada* pruvidenria da presidencia.
do Pas, que pareca qoe o aroitavam em quinto e-
jcretia a* naiastva. a que me redro.
Estamos mal. he verdad.-, porqn.- a mort.1l1d.1da
no da 21 chegou a .".'.I. e temo. i.--i ridade perdnta
i ale o da 22 7 sorcorros, nao he porque no Icoliam faltado viveret,
'encasa* providencias do g .vrno da provincia. A
paitarme* sem sollrrr f..me.
Clavamos ullimamenle quasi fakn. de alguns
medicamento* ; n.a. conlivamn* com riles dessa pro-
vincia, e da Baha, para onde foram pedido* nanita
Pode-se avanrir que alo h .je ainda nao foi nen-
huma das proviociasdo imperio llu flagellada rom.,
esla pelo cholera elle lem ido aggreduido cada um
dos povoados sem poupar ao mais uisigiiilicsiites. Pa-
rece Inerivel que das :t ri lades. 17 villas e .10 povo- a 'ropo,e que de faca rbegaram.
aroes existentes nesta jirovineia, nrm uini s.. esca : J v. poi., que a gritara do collega fui lilha .le
paste '.'. I odas foiam aecommettida rom malo* 011 I '''Sum p miro. as-im ruino foi nial informado qoan-
nienor mlen-idade, c para rairosra obra de devasta- ,, d'sse qne a* enfermaria (atavMB uiiiilo detenn-
co, que parece haver jnrado o prfido, esta agir f''aad. He cerlo que ha alfXMa repugnancia em
assolandojos engenhos e lialdlaciies itnlada de nossa. 'r lMra 1 enfermara do quarlel. porque a mnrlali-
eslradas, campo*, malla, e prains 1 A* situarse*,. ''a''': '"' ,em s'd'' maior : mais a razio est em que
licita rio sobretodo, *Jo su... predilectas; aell*a|",,'B*"* enfeiinaria, que alias el* entregue a um
compraz-sao lrair;oeiro em demorir-se. e r.izer e.- mlico dislincto e intelligenle. o Dr. Penna. lica
liag : percorreii com andar morillero lodo. ... po-1 prxima ... ra* mais nn/-ra\ri-. d'on.le soinenlo
voa.t.is das margena do S. Francisco, com.. ihe noli-. *ao_reraetlidoi doaale* muito estragado* pela disno-
iei eitensamenle em minhas caria* transadas ; fez i 'u'.'ao r crpula, c no allim perirlo ; e lalver por
terrivcl visita aos engenhos prximos ao Parahiba ; I 'I'"" ,CI" *"' uln boticario, qoe nao goza
al.cou rom furia os do S. Miguel ; esl.i devastando' "-,'"paldi**-
in.nla
os das ribanceiraa do Mnadahu' e Saluda, c causan-
do lerrivei* estragos a- das mareen* dos rio* S. .111
1 osso, porem, a.sevrrar-lbe. porque vizilei a* en-
lermarias. que ellas e-l.10 no mrlhor |.r po..i\rl.
a e.te rsped, fui approvado pela asseuildei ; .... -----..... 1 e------ -
votaram conlra dous inenibros. o Sr. Gnmbleloo, "."" Velmn' Camaragibe, laliianiunlia. Malignaba 1UI' (luj|(ll"r deila* tem 11111 medir,, muito di.liocto.
pal*, que boje se laca disto um cavado de balalba,
173,831
11,s :,
lo. 117
37,078
7(ii
3,518
2,337
numero de arroba*, temo
173,83) animaes rarregados a 7 u. 1,216,8:18 a
7lii carro* a til arrobas. ln..M;i 1 *
Somma. I,27,3HS
Um estrada de ferro qoe ligue Sanios com a ca-
pilal e os principies focos da prodcelo be urna He-
dido, do que na proviucia 'i'to Rio de Janeiro k\"m i "^'?''Jlvel. Iiiwin geralmenle qne es-
dislo dir-lhe-hei que a tiscal.sa.lo nos traba boda itu'^^" "* calcul,'s'? *melh*nle empre-
conipandia be extrema, nao se pordira II l?,^ lB "r^col,la com "*"" c"'"' Q"'* ,le''a
alface: ale uesles n.-gorios leudo ouvidu tautTfc St T"j* M^'"* r" 1 ""'^ K'""-
commendadnr Ferreira l.agedo Alexandre em pul ',"e """ ** 5"b v^lios-.palroc.t.io esta em
11I10 ; nao sei se se de bstanle Atolondre em pundo.
pieza, lornar-se-lilu os lieneineriliis desla provincia
quaudo se despndela dinl.eiros aldeios. ** "C HI "'" ,al mel!l1',r'",en,1" ,
Apezar do mao lempo, do pessimo estado da eslra- j a_cnriori.fa.fa me ten. levado as WlmfTlomide
da em parle da linha nao empedrada, n qne de irre-
mediavel us lugares onde a pitarra cnxarcada por
ebuvas inres.aiiles he coiislanli-inenle revolvida pelo
Irn.lio das tropas, parliu o Sr. commeiidador Fer-
reira Lago para San Jlo, rom alguns engenheiros
da coiiipanlua, para explorarlo do terreno entre a-
quella cidade e a de Bardaceua, por era da direrrlo
da linda que lem de ligar aquello* dou* pontos. Es-
se rama' -'.-- ------
Allridue-se e.te fado do colcrno a' seguinte cir-
cular :
lllni. Sr. Lemliraiuln-ilus de qoe V. S. de
um dos dedicado, amigo* do Si. Lu! Mendos llidei
ro, deliberamo-uo* enderecar h V. s. esla puncas
e siibmissa, l.nhas rom o tatito de rogar a V. S. paudia Lniioe l'odaslria h"do a^fa7llrtfaa'!0
o odsequio de ,-adjuvar lu, u lao conde- ella lem a sen favor. ^ZS^SSuTSS^
cido vahmeiilo em prol do n,H amigo, inlerpondo -" B- "-
para com os juizes quo o Inri de julgar na ses-.io
do jury que .leve ler lugar 21 do correle, nlo
so porque lem elle sido viclikna da mais iniqal
perseguirlo, filda de urna vingajna que querein ler
com algumas pessoas envolvida nesta grande qoes-
Ijlite* aalfam .obre patritica assemblca, que geralmenle se acredita serl
lor ".como lambem facultado um liio grande beneficio ;i nossa provincia
.' tamtha, nlo t el- Einqu.inlo esperamos este grande denolirio dos po-
llinos bem,lira. a .teres provinciae* nao nos descuidamos de por nos
esto lio critica
algumas medida de iiilere.se muito ecuudarin, o
uniro projeclo que lem sido sulmieltido a diseosrto
de o que augmenta o numero de comarcas; creando
mais 3 alem dat 11 queja lem esta provincia. No
correr da discutan deste projeclo estaboloceu-se 11111
iiilercssaute debate entre os Srs. .Nebias e Carrao.
Esle a pozar de tbr perlencido a antiga opposirlo I11-
,.-... ..,- zia, suslenluu que as assemdleas legislativas p'roviii-
jai anraiiira para a estrada da companhia a ciaes nlo devem usar discricionariair.ente da facul-
.,.;: m!."|,"a.:i-..'le.s,;;""le -p:,rle ,l0 ,ul ,a "lB ,le crear >">" comarcas; porque sendo a ad-
niinistrarlo da justica um iuteres am as assemdlias provinciaes crear embararos ao go-
verno, e a qualquer idea geral de reforma sislema-
.Mw**a tira ua nrgaiiisarao judiriaria. C inclina, nota, que
ni vinrile :a'oaveis I' < dem das empresa* 1 se ouvis.e ollicialmenle ao governo ; mas a maioria,
fmlBTmTi "'!"" "lU'^dado. a quera nal apezar de governistii, rejeilou o requcrimenloc adop-! ra rousa alguma por'estar a petfre
...i,..; a* ,,,.:. ".'"'" Por,."!"'"l'to, de um ton o projeclo, susleuli.....o na seus oradores que a- j ni 1 .listante da capital; ltimamente
iiiiinin.i de juro que lem de ser solicitada pelo cora- qnella donlrina era degradante para a asemblea.
impar
provincia, muilo priiicipalinenlc se for avante" c-
mo se espera, a navegacio ,1o Bio l.ratiile, que vai
ser lomada por empreza. segundo li nos jomaos de.la
provincia. Besla, porm. que sejam concedidos os
e que no* debites se laca a mais negra pintara do
estado linainxiro da provincia, que est prxima
banca rola, a porque se hola lora muilo dinheiro
com operarios allemle*. Oala douvesse o bene-
mrito e Ilustrado Sr. Dr. Saraiva vollado para es-
ta provincia ; a sua administrarlo prometlia muito
para .. seu rpido engraudeciineulo ; isto apezar de
ser Bahiano. Ilasla porem .leste assumplo ; fui
mais prolixo do que qiicria, mas provem islo de que
me lem indignado ver a critica e ma vuotaje que
mustram ao Sr. Saraiva aquelles meamos, que a'qui o
inecnsavam, e que uendeusariam se para ca vullasse.
Vamos porem a nutro aisompto,
Vai funccionaiido regnlarmeiile a caix.i liliat do
Banco. I iil.trin ini-iiie, porem, que poderla ella
prestar mcldnres serviro ao couiniercio da provin-
via. e nao cucontrasse bices em algumas disnosi-
roe* rcgulaiiieulare* que nlo eslo adaptadas as no-
cessidades espociaoJ do lugar. Sabido he, por ex-
emplo, que lodo oatsucar e caf que a provincia
expnrla he ven lido pelos productores em Sanios ;
paga-se-lhes em leltra* para o Bio de Janeiro a pra-
zo de Irinla dias. Couviria muito aos lavradores
desenliar estas Miras na cala nli.il. recebendo
promptamenle o seu dinheiro, em vez de faze-lo
leceder no Rio, muilas vezes eom dilueoldades ; e
esta opararo serla ventajosa ,10 mesmo Banco. En-
Irelantu, nao se lem podido lazer esla operadlo ;
porque, sen lo ... prazo* .1* Irinla da, cncoulra-se
um bice as disposicoes rsala mentores. Tenho
ouvido geralmenle que milita vaniagem daveria cm
reconsiderar esla materia ; assim como vai. a caixa
filial osla1 longo du prestar ao comroereio e a' iodus*
Iria lodo o aox'lioqne poderla dar-lbet.
Algn melhoramentos se Vio alinal redisan lo
e Jaruipe. ao norte da provincia. Em tguma fa-1 toado da Corva entregue ao Dr. Cinta Carva-
brica* tem sido apena doeimada aeteravatura ; em 1 ""' Esle '"> (** a felidadede curar quasi lodo
oulra porem ro aniquilada Bom numero de en- s<,ns doentes.
genhos ha de licar de logo morlo Os nossos lavra-i A causeada grande morlalidade nesta provincia.
dores lem sollrido completa derrota : raro he 11 qne 1ua"'" a mim. sata no grande numero de honn-upa-
no lem a lainenlar um. perda sensivel, muilos per- "las improviados. que se lem apretenlado corando.
deram seas moradores c captivo, varios, alem da I MaMVHba a xannaar* e o pesoal detaet agentes do
escravatora re moradoras, ehoram a morte de tildo I l'h|dera.
e esposas, e alguns perdern] a propria vida '.'.'. ata rhegado a tal ponto o escndalo, que a rw
Ai noticia dos diverso povoadot .U provincia ''"'.l* J*'des p.'.z embargo* i espccolarlo.
(Juaulo ,10 preservalito* hmiieopatliico, lome no-
ta de mai* esse caos succedidos na familia do meu
tinado amigo Asi, de quem em oulra Ihe fallei
A despeito de lodos os preservativo., sueremhm
man um cabrinda do mesmo. urna candada, uruhlli..
desal, eslo gravemente arTeclado*. |,|,^ tonu-
vam preservativos homeopalhicos.
Se o tal negocio nlo he burla, he especula, ao.
Kecebeu o governo do Sr. Joaquim lucio Monlei-
ro da tranca dessa provincia, descendente dr mu
l'.u-ahibauo. rincoenl.i mil ron, e io garrafal de al-
cuol camphorado. e nutras taula* de alrool simples
para a pobreza.
Cousta-nut que ? Sr. Manuel tionr;alves da Slva
embareoo cincoent. sacras de farinha para ei tJOi-
dem aqui distribuida com a pobreza.
Agradecemos aquelles distinclos cidadaos sua -e-
nerosa lemt ran.-a.
sio meis lisougeiras : a epidemia eslava completa-
mente OXtincta em Ouebrangulo. assim o alianca o
arademicn Antonio Ca lo-, que acaba de ("lle-
gar daquella povoarlo, onde prestou bons ser-
vico*.
Tirabom nlo ilo mas ,\, noticias viadas do po-
voado do liltnral da minarla de Por lo Calvo. Em
Santo Antonio Orando linha .1 epidemia declinado
por tal modo que S. Exc. mandn d'alli relirar-se o
llr. Elov Martin*.
Na villa de Porto de Pedra* os casos eram pouros
o em geral benignns. S. Benln e Barra tirando ain-
da iam iltosos.
Na colonia militar Leopoldina declinara conside-
ra velmenle depois de fazrralguu* estragos.Em Ja-
cuino eslava exlincla.
.Na villa de Porto Cali grassava a molestia, po-
rm nlo apreseutava nlensidade assatfadora : o
meimo aconteca na* povoaoBo* de S. Miguel da* A margem do rio Parahiba. apesar .fa grande mor-
Milagros, Tatoamnnba o Ouitun.lc. landode, n.lo ateotra dillerenra. e romo e.lea .tei.-
,Na villa do Posto declina consideravelmente. |a ailivamonta livre, lornou ao"inligo estado.
s recolheram .1 capital o* 2 facultativos que haviam Nl< '-ruz do Espirito Santo, um do* I ngare- mal-
para la seguido ltimamente, o llr. Ignacio Jo-laiToctado, itapparece a feira, ehonve multa rara*
soda Cunda. 0 acadmico Manocl da Silva Ro-!*1 pataca. ; em Santa Bita, o mesan o vig-o. ,I,H.
mo. da* encollia, e houve c.rne do mc*m pr-.,
Va cidade de Alagoatainda vai respingando : em : ^"* Brejot o negocio osla aperlado, roni
S. Miguel de Campo* liouve urna recrudcrencia 11.11 aosas amigo da Pagina Avnlsa
M capital. Ninguem ignora que, para quem edega ; melado do correntemuz, ceifando por dia 3, 1 al6. : lp'" """ mcan*a\l em dat ai ptetidewi 114
a S, Paulo, nada ha mais allliclno do qne ai suas Em tiiqni da Praia lem srassado rom alguma 11.-I l'cm-se linado vanos ridadlos imnuri ...ir
,lelrlvA.. raleada. : uarece ,aa .0 va. rt.ular ,!.._ 1 l.iu.i.l ni.. 1 I...I* .. '
d./
.. gnvern
deteslave ralradas ; parece que e vai cuidar ,lis- I lentiifaUe. I toda a provincia
lo. porque vejo urna parle da ra Direila ja calcada | A villa do Norte e .. Coquoiro Secco ainda lulaiu linou-e no da
com tai ou qual perieirao ; para es patsoios later.ie | com 0flagello que proslra diariamente de 3 a (I vie- |('.ameiro da Cusma "o.
i .Ira,
lo. qoe lem feilo rom que
ludo, como V S. li i de ser sal
porque sendo qoasi lodos pai*
balalhlo de i-fanlaria da guarda nacional du muni-1 no hlfef o.ic'ao ao anal t^M^tatarfSI C"" fUSLS?^"?"" ,D.,we" <*<<*< desta
, Ja : raindem nao deixci de nolai qne o mesmn llr. Car-
--pre-1 rio, apezar de perleuccr ao anligo partido la.ia, se
siuenie o sr. vasconcellos. claramente anunciada na tanda recusado a entrar em discussao de poltica ge-
.po.irao lena ao Sr. conseldeiro llerculauo Ferroi- ral. apezar de prnvoesdo, stislcntandn que as assem-
ra l enna ao patsar-IlM a presidencia, c de tal o con- I dla* legislaliva nlo se devem absolutamente envol-
reiln que merece esle dislincto Mineiro, nlo s na ver em polilica, nao leudo meios para fazer opposi-
Itrra cm que uasceu, como em lodo o imperio, e I alo a iicnduin presideule de provincia. Por is.o a-
laes as esperanrai depositadas na nossa Ilustrada e pe/arde se nlo declarar governisli, rufa s volou pe-
la forr. que poda o governo provincial, enmn pro-
,,,'/ um augmento, no intuito de favorecer a '.-.larda
nacional.
Doa* qnosloet constilncionae* se tem .oscilado ...-
dre a inlelligenria do arlo addiciunal. Primeira. .<
a assemdleas provinciae* podem decretar e revogar
irnpoilot muuicipaes indepeudeuleineute da iniriali-
le.ein ns Paollsfaj a mellior pedra possivel segando [ limas.
tenho vislu, que sio as formosas lagos de ll qoe De Poxim, Coruripee Malla liroade, nao tenho
nlo lem rivaes no mundo para esle mistar, lio noticias recentes; oque prova que nao lem havi-
mna curiosidade da provincia asta magnifica pe- do recrudescencia aasaatadoro do contraro ja esta-
que ald pouco teiiip,. nlo era aprovoilada pa- riam ca os portadores na furnia do coslume.
ira a alen-, Em geral pode-se dizer que actualmente nao ha
pilal; ullimamenle se lem tr-1 povoado cm que grasse a epidemia da mido astut-
uado mais recis as comraanlcacnes para I t, e soltador: todo o furor do cholera vollou-se pira os
v" '......portando osla bella pedra. Se Indas ,......genhos, cuja* fabricas sin horrorosamente devas-
prineipao* ra
esta bella pedra.
calij ireid indo mesmo
\ oleras
la ra Direila, S. Paulo nealo respeito pastara' de
um extremo a oulro, do pessimo para u bello. N io
da, porem, calcadas que resislam ao* carro* que
aqui se nsam o qne te chamao de Sania Amara ;
nlo haveudo sobre ilo algum i providencia, de inn- lazar.
til la/or rabada
do lauq
cholera foi ,
que existia no interior da cidade. No lugar em
que eslava o lauque pode-se lioje formar orna bella
prar,a; asverlenles do aguas que all se de-per ii-
ravam esli deje couvctiienicmeule (proveifadas.
inmeii.l Ioi Maooel Mena
do I.ornen, mala rir... da
provincia.
Jl inou-.e no memo dia, uel.iVi.fa.le. .. detembar-
gidor francisco de Borja Pereira, que .me. e cha-
vo advogaiulo.
Finea-ee o padre Faasliao de Lareon. celebre pe-
la sua aplidlo ein gastar u qoe linda.
I ni lmenle, neta rne. ledo .... lamo, de Iroxa
arrumada ; |mr que a. \< ios a tal /ud-u .liega lao a-
..... P*asMaJo, qne nao ...Imilir muilas romersa.
, '. ,. O tal eirraio de uue ll.e lallei. anda e-ia manto
ranr I '"', T *"'*' T """"" '**" *** >.......'" "la paree?-.....que capa, .alvo ... ". '
"o.,. I a2 vi.-l.inaaamia......iro.lradasd.ana- ver-so a lomar .. ba.i.da.
re, os accommetl.mcnlos sao mais raros e K depttt .1........fia de que Ihe falle, en. urna dr
s medico |a nlo leer muito que | m....... Tu.-----------"i Valli
I interior em inn.lo lnuarraii|o.
I'oi aqu dizem que algum herdeire. de peqnen..
xnlto, ou liguas medrosa i lesa ojojondo larer ^o* en
ou. pouco aprestados, reclamando o* d
rom ,~ .piarlo, du
"l,lr".....idoramenlo nolavel fot o desseccamenln ra o ensenho Eastanha '.rai.de, ruio nronrietaVi
.minado do-. ,.,ga.-Ao leroor ,1 Manuel Cvale;......le Albuquerque mande...-...-!. .'-
ademiasma mar para soccart-lo : em oulro engenho que ......
rae o mesma pioprielario denominado I nu-
daviam fallecido fa escravos.
Aclia-se
i'
nesta capital o Dr. Ditiriro que tomos
...,,..-,,- ...., ,.,..,d, ,.,. u,i-,r,, ,|e |........ ,. lem sido altendido. pelo, reveir*
arbitrio de roltrdi do Mund.ihu o resto doscaptiusloultos dizem os mdico, que Uo contraer do nart
Ierro
no caminho contra .. deporlacJjo ler. ida. otxdsata-
1.....' por areno ; i-o qu .nlo'i uum n ,,. pravo mai*
do que a presfaxa rio serviro. o. que leu reclaman
' lem .ido atleudido pelo, cnr.ro. .pian lo ae

MlTTT-rATVV
ILEGIVEL


OlAHlO .t PERMlBUCO TtnC Etlnl I Di BR L BE 1116
s 1 eiii-i observado aqu um facto-iniporlaitle. I'on
ros carregadorcs leni sido acrommetliilos, e quaudu
.io he braiulaiiieulc. Co\eiro ros apenas deu Uta brandiimenle, que so estiveram
um i!.miente. O que dir aiora os que loateotMBj que
o cholera lie c.-nlauioso'.'
O que he cerlo he, que nesla capital nin::uem leu
medo do cholera, *al\u um ou oulro deanes maricas
de calres, que lem medo da propria sombra.
O serijo anda est livre. Nada mais ha de novo.
Saude, saude, mulla saude, lhef desojo, longe do
Kaslro-inleicolitcs que uqui por abreviatura chama-
mos cholera.
PERMAIBCO.
PAGINA AVULSA.
R2SSC ffirSi* S
A commissn benelicente de Olinda. ollicion
a Sr. I ir. delegado para, por parle da polica,se en-
curear ila ganada da mesma, vislo lerem se esco-
lado os seus recursos.
N.'io he possivel que a policia possa dispt'.r a seu
bel-prazer dos dinheiros pblicos, e assim nao seria
dcsarrazoado, que o Exm. Sr. consellieiro mandas-
se recolher ao hospil.il da Misericordia em Olinda.
onde estilo os soldados do quarlo balalliao d.i arli-
Ibaria, os doenles do liospilal da auliga academia,
Sagando-se dos cofres as dietas, ele (I hospital da
liserirordia esla o mais beni dirigido possivel, ludo
alli marcha debaixo das regras do conde de l.ippe, e
ob os preceilos do cvaiigelho, disciplina e candada.
Nos nem lemos prclcnces de aconselliar o governo,
porqu nao precisa dos"nossos consellos, e nem de
anleciparmos suas providencias, dizemos s o que
emendemos; se forem boas coasas e quizerem se-
guir, muito que bem ; se forem mas deiiem pau-
sar.
Afumas casas em Olinda, onde morreram cho-
lencos, querem ale que policia v lavar roupas dos
defonclos, queimar trastes, quebrar louc,as, alimpar
casas, varrer quiolaes, etc., ele. He preciso ver-se
para crer-se !
Merece muita consideracao o Sr. l)r. Francis-
co Rodrigues da Costa l.acerd, medico porluguez,
que se aeha contralado no en;euhor"ragoso,doSr.l)r.
Manoel Jeaqoim Carneiro da Cuuha. Esse medico
experimentado em muilas invases do cholcra-mor-
bus na Europa, e uliimameutc na Babia, tcm sabido
tratar coro lino e prudencia os seus docnles a pon-
lo de ler lulo a elicidade de poder salvar a 111111,1 e
tantos escravos do proprielario de quarenta que se
achavam aflectados da epidemia reinante. A nin-
guetn lem tratado por dinheiro, e he geralmenlc a-
mado pelo povo de Marangunpe e Olinda. Nos so-
mos leslemunhas e nunca dizemos o contrario do
que vemos, e somos informados por pessoas sisudas,
enibora se gaste m.
A unir la 11.1 a. le no termo de Olinda al o dia 21)
do correle, desde o comeco da epidemia alli lem si-
do de 97(1 pessoas, I ,liando o numero de fallecidos
de alguns lugarejos da praia de > .1 Seiihnra
e depois nao sao os mesmos : listamos a dizer,
he regra que Dio admilte exeeprao ; pode se.-, que
como asura as cousas se mudaren), que tambera 11111-
dein-se us miradores. Veremos.como dizia o crutn-
nliu da sanfuiia.
O hnineni que vende brochas lera o inesino, ou
parele de um nulru. que ventile inartolinho.s;'
A ceromissao da cmara roonicipil aononcioii
que de 30 eiu diaulc estara a venda carne verde ile
ISil e 200 rs. a libra, no entretanto compra-se anda a
razio de 22 e 21 patacas, pelo q ie faz-se misler que
seanniincie em que lalbos lia sisa carne da cmara,
porque quem quizer comprar de la ira procura-la, e
quem quiierdos arrugues parlic llares ja sabem uu-
de esta* alies.
Acaba na Baha de acontecer um tcrrvel si-
nislro na pama de um fillm dn Sr. I.acerda, lio da
senliorado Sr. Ir. Caetano \. I'. Je Brito. Esse moco
foi fulminad 1 por um raio indo Iver seu pai, que se
achava em Valenra, alVeclado do Cholera. Tro (al ar-
conteciincnto lance seral conslernacau em toda fa-
milia, e por toiias as pessoas. fue conheciam esse
e por
moco, dolado de nina educaran lii lada e de qoalida-
des apreriaveis.
Temi o Sr. Dr. Jos Maiui de pedido e reci-
bido deniissio do cargo de ciigent eiro em fC da re-
partirn das obras publicas desta
a eiereer o logar interinamente
que tomou pusse do lugar no dia
provincia, passou
1 Sr. Mello Reg,
20 do passado.
que I uha apresentado o meii relalurio annual ao goveruo,
ppareceu una grande cheia no Capbaribe, donde
resoltos o desmoronameulo dos pilares da ponte de
Camoriaa, em ronslruccao. Este fado veio anda
confirmar liisle verdade. que cima disse. acerca
das cnn.liuci.. es DO Cepibll ibe, us logares onde 11
,eo li'iio be de areia.
A pequea cheia que em fevercirodo anuo passa-
do leu nesserio, quando eslavam em comeco alguns
pilares, lizeram-me deicoofiar de sua segoranca, e
desde cnlao maiidci proceder pelo respectivo enge-
Dhciro aos Mames precisos; c conhecendo qoc cun-
viulia razar all um solido eurorliamcnlo, ur.lenei a
coiiiecr.io do nrcaineulo Decenario, e em abril o le-
vei ao conheciiueiil', do goveruo, que approvando-o,
mail.lou, sob proposla minha firmada em preceden-
tes, consultar o arrematante da ponte su quera en-
carregar-se de sua eiecuclo pelo preco do orcamento'
e com as cundiruesdeseu priniilivo contralo. Esse ar-
rematante, rom quanlo o urraincnlo tivesse sido con-
feccionado com preros rasoaves, iguaes aosdu primi-
tivo urrament, nao qui/ cncarregar-se de sua exe-
ruc,an, eiigiiiilo qtiantia muito superior ao valor do
Apparecendo virios aiinuii ios nesle Diario 1 ori-amenlo. para o qi e fez proposla verbaes, que
.il i' I il>> llliv. lli IlBI'ltl^kl I Hit !: Irnmi..:., J_ O (
acerca de peattaa necessiladas n fresuena dp S i
Jos, o S. commendador l.u.z SSmtmHni' Vl"i,am *" Me,Vd*-
em qualdade de iiiembro dacominissao central de
beneficencia, foi pcssoaliuenlc cvLiminar se huli.in
sido suciorridas laes pessoas e verllcou que todas li-
iiham recabido soceorroi da romrai>o heneficenle
daquella fregue/ia : animnii-as e dbisou-lhes alguns
recursos. Em fim dirigiudo-se a reUenda commissilo
afiancou-lhe que poda ser frauca.Ve que a commis-
so central eslava prompta a proporcionar os meios
necessarios.
unianA'ia.
Illm. e Evm. Sr.Por meio deste Weuho solicitar
de V. Ele. a evonerarao do cargo dV director dai
obras publicas desta provincia, reallsande assim a
inlencao que ha lempo manifestei a VI Esc. de dei-
xar esse emprego, que molivosde valioBa.poiideracao
me iuhibeiD de continuar a eiereer.
I-ora escusado dizer, que esses motivos nao di/eni
respeilo a V. Ele., de quem alias hei recebidn uo
equivocas provas de conlianes e consid ;ra^ao. Mas
sao elle- para mira (Ao valiosos, que [or maior qoc
do O. Otiuda e seus suburbios
Kio Doce
Beberibe
Primeiro dslriclo da subdelegada de Marau-
guape
Segundo dito da mesma Ireguczia
95
63
KM
!l
:i7(
Soohemos que o Sr. Dr. .Manuel Joaqun) reunir
em sua casa, uo dia -2 de fevereiro do correnle anuo,
algumas pessoas, alim de se tratar de urna suhscrip-
o para soccorros flus pobres enfermos daquella fre-
goezia, e podemos alcancar a lisia ou relaro de to-
das as pessoas qoc conenrrerara para fim tilo pi, ad-
verlindo, porcm. que a freguezia de Maranguapehe
pobrissima, a ponto de mi contar era seu seio mais
de cinco eogeuhos. Ei-la :
Coronel Joaquim Cavalcanli de Allui-
querque .,....,,..
Dr, Mauoel Joaquim Carneiro da Cuulia
lima auonima da familia do inesmo Dr.
Manoel Joaquim.......
Major Francisco de Paula Pacs Brrelo
Major Joaquim de Sa Cavalcanli de Al-
buquerque ,...,..,.
Padre Fortunato David Amador de Oli-
akra ............
Capil.io Jos Xavier Cavalcaute da Ro-
cha Wauderley........
Francisco Rufino de Araujo Ca\aleante
Anluuio Jacome Bezerra.....
Joo da Cruz Fernandes de Souza .
Vicario Jos Pedro Bandeira de Mello .
Padre Manoel Jos do Nascimentc .
Jos de Bri(o e Mello .
Francisco Cavalcau(e Pcsso
Mello.......
lim annimo.....
Anlonio Joaquim Sojoza .
Uourenco Jus(iniaoo Torres
Francisco Estado Kilie.ru
Jos de Brito Soares .
Ignacio Joaquim da Cos(a .
I"m annimo....... ,
SubscripcAo agenciada ero Tmbii e Para-
tibe............
Ccs.ii de
4*
30)000
joaoou
5OSO0O
'iOSOUO
osooo
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insooo
1118O00
1IISIX
103000
."C<> .',-iHKI
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5)000
.j-3MK)
fftOOO
I9OOO
'5UIMI
iSIKIO
isoon
nono
Em vida disso proput ao
governn para que fosse essa obra cocainpada, pagan-
do-se ao arrematante as despezas ja feila*. por isso
que essas obras supplemcnlares deviam ser execula-
das conjuiictamenle. e ao mesmu tempo com as de
mais obras de alvenaria da ponte, pelo que nao po-
dan! ser executadas por pessoas diversas sem gra-
ves inconvenientes.
Contra essa minha proposla represenlou o respec-
tivo arrematante, dizcudu que essas duas especies de
obras eram indcpendenles urna d'outra, e que po-
diam ser fcitas por diversos encarregados ; cnlao
mandando o goveruo ouvir o conselho desta directo-
ra, decidi esle, que sedissesse ao goveruo que nao
havia inconveniente em ser essa obra ejecutada por
diversos cmprcileiros ; e levando eu aoconhecimen-
|j do goveruo esse juizo do conselho, anda me op-
puz a tal resoluc.in, como se v de meo ollicio n. :|I0
de" de ulho de 1855. Resolvsu cnlao o goveruo
que essas obras suppIcmcnUres fossem cxeculadas
seja o desejo que nutro de servir a mi ha provincia I Por arremalaco, delermiuaudo a Ihesouraria que
sob as urden- de V. Eic, Dio me he lossivel per- i a pozesse em praca o respectivo orcamento, para o
manecer por mais lempo no lugar que aclualmeute 11ue foram cil"s M "ecessarias clausulas. Correndo-
oceupo, e do qual cerlamenle ja me hodvera relira- se diveisas pracas, sera que appureces.em licitantes,
mas isso procede de nao lerem apparerido licitantes
aos orcameulos, que em lempo conveniente foram
poslos em i'ra 1.
Obra> iivenai.
O acude de l.imoeiro, nuvamente arrematado, de-
pon que fura levado pela grande nchenle do Capi-
l> uil.e em IH,, acha-se concluido, segundo me
cpmmunicou o respectivo ariemalanle, quando su-
breveio epidemia, e impedio que o engeiiheiro
all fosse examinar aquella obra, alm de dar o
competente atleslado para o seu receb cnlo provi-
sorio. Agora que o mal declina cousideravelmenlel
e que Daquella villa se tuppc qotsi eilioclo, pode,
ra' o engeiiheiro l.ieutier, a quera dei.ordem a la-
respeilo, em breve dar sua inforinacao.
A plaa do no Capbaribe. desde esla cidade ate
quaes a neuhura oulro Icuho enrarregado por n.iu
ter desoecupado.
As dilliculdades resullanles d'cssa deficiencia de
pessoal | foram por mim levadas ao conhecimeolo
do goveruo, em occa-ao em que propuz o provi-
meulo dos logaras ii'ajudaute d'engenheiro por meio
de concurso. A V. S. cabe agora propor a esse res-
peilo o que julgar conveniente d'accoido com as exi-
gencias do ser vico publico.
Secretaria e archivo.
O eipe lenle da secretaria acha-se era dia, e ne-
iihum rcqiierimenlo 011 rcquisico existe na paita
para ser salisfeila. a exrepcao de um rcqiierimenlo
de Vicente lerreiru da Costa, prnprielarm da casa
em que actualmente fnnecona o tiviunasio, e urna
ordem do governo para roniratar com Vicente Fer-
Cachanga, compreliendeiido as estradas laleraes, de reir da Costa Miranda a execuc^o do :t bra cas de
que est encarregado o ajudante Jos Mara de Car- | embarreameulo na estrada do sl.
Acerca do primeiro ainda n.io informei, porque
pes-
329580
-amina........
^l Despcza feila.
Com oMas e ipedicamentos .
Dinheiro que se applicou a esmolas
Saldo .........
:H5^ViU
18.V7KO
ItHrjOO
JJeiOO
3158580
O Exm. Sr. baro de Cimbres lendo-se reti-
rado do seu eugcnbo|Algododres para esta praca, :i
lias depois de sua retirada, bateu o cholera no seu
engeiiliu, havendo morlo incontinente dous lillios
do seu administrador, e dous pretos da fabrica. Seu
sobruho o Sr. Jos idioma/, de Aguiar Jnior,
vendo que a fabrica se achata aterrada pelos casos
dados 110 engenho Algodoarcs, parti para alli e che-
gado que fosse, principou a medicar fabrica guia-
do pelo folheto publicado polo Sr. Dr. Sarment,
com filo felizes resultados, que de sesseuta e lanos
lente', tanto da fabrica como moradores, so mor-
reram dous escravos, um da fabrica e oulro de um
vizinho. O Sr. harilo de Cimbres nilo poupou a sua
bolsa em favor dos seus moradores e vizinlios.
Porque o crioulo SebastiJo, morador na ra
Velba, nilo da urna profisso ao prctinho do seu ne-
to, alim de nilo o castigar quasi diariamente d'uma
maueira Uo barbara Quem esta para ouvir todos
os das o zuar do relho, e a herrara do neto de tiu
Sebasliao t Ora viva !...
Afllancam-nos (quem, nilo nos lem bramos .
que na ra do Rosario estrella n... os Itemavrntura-
dos receberam tllconljuhos de verdade de urna le-
gitima, e que logo que elle- linram, i !... que de
amigos !... i !... que de baralhos de cartas !! e os
Bemavcnturados esta"o veedo perderem o reino da
glora, eserem sacudidos do coem baixo...
Oual he o Sr. padre qoe celebra na capella do
Belem"! Pois olhe, nos mandaram dizer que S.
Rvm." nao quiz, ja|por duas vezes, baplisar havendo
a licenca competente do parodio, a um mnlalinho
escravo da Sra. D. (ienoveva Perpetua Pires Fer-
reir, N porque essa senhora incurren na grande
/alta de nilo escrever ao Sr. padre pcdindo-lhe que
lizesse entrar para o reino dos cos esse pobre-
zinh.i pagas!...
/linda a pinguclta do Mangulnho Acha-se
ainda em estado de fazer morrer qualquer bom chris-
tao a pinguella do Manguinho. #
No dia > audava pela ra Nova um Acheronle
com a sua barca sinistia procurando passageiros
eis que encalha junio a urna casa de geute muito
honrada, mullo honesta, nimio poupada, etc., ele,
a ponto de dizerem que no precisam de cous
alguma desle moudo .1 como quer que seja.z bar-
queiro, ou gondoleiro levou dalu o 7. passageiro,
e creiam-me, que anda ah nao fica, porque os pas-
sageiros sabidos eotregam os leilos a outros qoc ja
Uo de passaportt, e vvem ou por medo de ser
vistos do citolera, ou por caulcla, ou por gracaa
debati de urna escada : as janellas nao se abrem,
a casa ndo se caa, oao se lava, nao se desinfecta;
as roupas dus lamageiros sabidos, ou embarcados
nao se lavara, e 110 quintal ludo se guarda para a
velhiee. Eulao! nao esta' a ra Nova bem guar-
dada '.'
Dous mcicbros da cominiss.lu de higiene pu-
blica visitaram em Olinda os liospilaes, militar,
e do governo, cadeia, colleRio dos orphos : dizein,
que acharara ptimo o hospital militar. O Sr. l-
ente coronel Iljgino esta'beatificado,para coma
opiado publica.'
Apesar de dizerem, que o Dr. Rosendo nao se
tcm prestado, nos estamos do contrario informa-
dos, bem ve-se, que um medico nesses lugares nilo
pode ser o l'etru* in cunds.
Estamos aulonsadns para aflirmar ao Sr. T....
que no dia ai do mez lindo o honrado Sr. ciruigiao
Manoel Pereira Teiteira em compauhia Sr. do Dr.
Ilulioo Augusto de Alraeida visitou iodos os dueutes
la Capunsa e Baixa Verde em numero de -.20, alguns
los quaes um perigo de vida ; quatro a saber : um
pardinho em casa do Sr. Jos Bernardo Ventura,
una paula em casa do Sr. Jos Duarto Calisto, urna
CriouU no beceo das Almas, e um porluguez na Bai-
xa-Verde, os oolros eslavam fora de perigo, leudo
sido desde o da 2'i soccocridoi pela couiinis-o cen-
tral c tratados segando a dirccc.io do mencionado
lenhor Teixcir, que apear d'e doeute se encar-
regou de dirigir o Iralameolo doseurermosdaquellu
lugar. E-tamos igualmente auton-ados a aflirmar
ao Sr. I... que nem o seuhor Tcixeira, e o cida-
ilao que detiio boa vonlade se ullereceu para ajo-
la-lo nao esperan! do govem 1, e nem querem delle
se 11.10 que osrecoaheci corno leaos, e liis as suas linas
iiitcnres, c que alera de u.io esperarein. Dio pedi-
rein o nem desejarera recompensas olliciaes, n.io se
prnpio a circulo atgum eteitorat.
A proposito de circulo : ainda OlO se distribui-
rn] as guanlas, ainda 11,'u. se deram os lanlot, e ja
ha empeuhos para os presumives eleilores '.! Para
esse lempo mnito ha que ver, que rr, que chorar,
que pedir, para esse lempo.....h quaulo nao lia de
este pobre povo ser orado, ser loovado e ludo que
caba, era ado como engaado \)eM ,,os d para
esse lempo vnta para viver, ouvidos para ouvir. e
olbos para ver : Dos nos guarde alela, que lodos
verilo muita gente de narizinho ambilado boje, de
pescocoen. pe; lao n-onhos. Uto melilluos, tao i,ra-
senleirus, lo camaradas, a depois....? As bonda-
des de um caudidalo s permanecen .10 parto ; aules
do, sent guardasse por V. Exc. anta deferencia
soal. I
Esperando que esle mcu pedido seja satisfeilo, e
tomado pelo sen juslo valor e causas, cumpre-roe
assegurar a V. Exc. que, retirando-rac a vives pri-
vado, nao deixarei de almejar orcasioes le prestar-
me ao servico de meu paiz e ao de V. I IC, com a
dedicarlo e zelo que couberem em ininhas fracas
forjas, e o desinteresse que se liga aos ardeutes vo-
tos que faco pela prosperidade e grandeza desta pro-
vincia, c a profunda consideracAo e esllma que voto
a V. BxC, a quem Dos guardo por uiuitos annos.
Directora alas obras publicas |S di fevereiro de
1856.Illm. e Exm. Sr. conselheira Dos Benlo da
Cuuli.i c l'igueiredo, dignissimo presidente da pro-
vincia.O director, Jos Mamedc .Ices Ferreira.
rendo por porlaria de boje cunee I do a deraissao
que Vine, pedio de director das obns publicas, as-
sim o communico para seu couhecimtiito, cuinprin-
do que Vroc. faca entrega de scmclh nto reparticao
ao engeiiheiro Francisco Raphael di Mello Reg,
que se acha nomeado para a reger i ilcrinamente.
Dos guarde a Vine. Palacio do go erno de Pcr-
iiambuco JS dej marjo de 1856../*se' lenlo da
Cunha e l-'igueiredo.Sr. JosMaineile Alves Fer-
leira. I
Illm. Sr.Passando a V. S. I admitiislracao das
obras publicas desla provincia, segiindolme fora or-
denado ein data de hnntem, pelo Exru. presidente
da provincia, por haver-me sido concebida a exo-
neradlo que snlicilei de lal cargo, climpria-mc
nesla occasiao aprescolar a V. S. urna minuciosa ex-
posicSo do estado e marcha dos diversos ramos do
servico, poupamlo-lhe assim um esama eestudo
prolongado dos variados Irabalbos, conilperda de
seu precioso tempo, que poder logo ser ernpregado
com provcilo e vantagem do servicio a carao desla
reparticao, agora felizmente confiada ao patriotismo
e desvella de V. S.
Mas n oven-icio de algons annos qne V.\S. lem
tidxi no rogar doentjonlielio deslo rcperttaMi ossis
(indo as sessOes do conselho da directora, execn-
taudn diversos trabalhos e commissoes, i|ueldcvem
sem duvida le-lo posto scicote de qoas] lodos
os negocios 1 dativos as obras publicas ; e lem dsso
o meu Telaturio animal apresentado ao governo da
provincia ein lins de Janeiro ultimo, em que Iralei
circunstanciadamente do estado do scrvic,ol e das
suas necessdades, dispeusam-inr de um desenvol-
vimento longo na presente exposico, em qoe farei
smenle breves considerac/ics, para dar a V. S. idea
clara da ordem eslabelecida na execucao dos raba-
llios, bem como, dll medidas adminislraliv c de
iiispecjdo para o lom audaueiilo delles.
filtrada do norte.
Comecando pela estrada do norte, pouco nu nada
mecumpre dizer a V. S., que achando-se ale o pre-
sente encarregado dalla, est melhor do que nin-
gucra iuteirado dos trabalhos que alii se lem execu-
tado. e daquelles que convem fazer, lano mais
quanlo tivemos sempre a esse respeilo visles accor-
des. Assim era minha iulencao levar a estrada al
Iguarass, e dahi em diante, segundo a natureza do
terreno, Ireear a sua direcc.Au geral. reparar o des-
viar alguns passos mos, construir as bombas e pon-
tos sobre os riachos c ros que exislein, alim de (or-
nar o Iransito livre pelo invern ; e finalmente,
cxerular o lauco que vai de Bojarv a cidade de
(ioianna, cojo orcamento ja o levei a presenra do
Exm. presidente da provincia.
'Pendo de fazer-sn os coucertos do arrombamen-
[O da eideia de Iguarass, segundo as ordens da
presidencia de 15 de Janeiro ultimo, propuz em da"
la de 21 do mesmo mez urna pequea modilicaejio
as prises, o que me havia sido requisitado pelo
subdelegado de polica daquella lugar, alim de tor-
na-las maiores o mais ventiladas ; c porque este ue-
gocio anda depende de decisAo do goveruo, nao
lera lido execuc.ao.
filtrada de 'vod'.ttho.
Desla estrada se acha encarregado o engenheiro
Jojo Lu Vctor l.ieutier^que lem ordem para
proceder aos cstudos precisos para a sua conlinua-
cAo e ramilicacao da (loria ; porcm esles Irabalbos
por ora Uto podem ler andamento, cm consequen-
cia da epidemia que grassa ua provincia, e se tcm
desenvolvido na villa de Pao d'Alho com grande iu-
lensidade.
Acerca do estado da ponte do Cachansa o concer-
t de que precisa essa ponte, julgo riover recordar
a V. S., que quando 110 anuo passado o conselho da
directora resolveu que se Iteesse 0 concert cons"
lanle do orcameuto apresentado pelo engenheiro
l.ieutier. eu por occasiAo de remoller dilo orcamen-
to ao governo, aflastando-me da opinAo do conse-
lho, disse que me pareca anles mais conveniente
urna subsliluicao ou reconslmcciio completa da pon -
le. do qoc um concedo que s servia para atamn-
car, e n.io remediar completamente o mal. Hoje
ainda eslou mais firme nesta opiniAu. Pens que
aquella ponte est ein pessimn estado, pens que
exige serios cuidados, mas nao para um concert
dispendioso, que muilo pouco, 011 quasi uada pode
aprovetar. inormente agora, que as ruinas foram
uggravadas pela sebeia que ha poucos das liveuius.
Porlanlo, se nesla occasiAo tivesse de dar o meu pa-
recer sobre e-a ponte, dira, que vislo adirme-
nos na quadra invernosa, fosse a ponte conservada
e escorada cuidadosamente, como ate agora lem es-
tado, pnrem que desde ja se fossem dispoudn os
meios precisos para no prximo verSo conitroi-la de
novo, com a presteza que exige o erescido transito
que por all lia ; V. S., porem, entendendo-se rom
o governo da proviucia providenciar a respeilo,
como Ihe parecer mais acertado.
ordeuou me enlao o mesmu governo em dala de -H
de Janeiro ultimo, em vista de requisc,ao minha,
que a referida obra supplemenlar rese feila por ad-
uinistracAo.
Immcdialamentc exped as convenientes or.lens
ao respectivo eugciibeiro, c quait lo e*te se dispunba
para dar principio s obras, foi justamente quando
appareceu a repenliua cheia, que occasonou a ruina
das obras ja le la-.
Perianto, faz-se preciso agora dar andamento a
urna obra, alias de grande necessidado para que nun-
ca se interrumpa o trau/.ito da cslra.ia pela even-
tualidade das dietas do Capbaribe. lie minha opi-
nAo, como vcrbalmente ja o cominuniquei a V. S.,
e vera do meu ollicio dirigido ao governo cm Ji do
crrente mez, que essa obra continu a ser execula-
da como se acha projeclada, com tanlo porm que
se faca a sapala geral anles de se elevaren! os pila-
res e muros de enco*lo, assim como cuteudo que se-
r mais couvenienlc cxecular c>sa obra por adminis-
Irariio pira haver mais garaulia sobre a solidez de
suas fundadles.
A ponte da Magdalena, que resisti a grande
cheia de 1851, sera nenhuma deterioracAosoUrer, por
ser urna das mais bem construidas, que lemos, lam-
hem foi agora bastante damnificada com a endiente
ullima. O que occasonou nAo foi puramente a
correnle das aguas. Alcm da grande quantidade de
pastas, ramos de arvorea e destrozos de banheiros ar-
rastrados pela crrentela, a que se embaracivam us
esteius da punlc, acconteceu, que durante a uoitc
duas canoas atravessando-se de encontr alguns
dos mesmos estelos, produzram um redemoinho lAo
forte que, cscavando-os em profuiididade cxlraordi-
niria, deitou-os aballo. Baldadas foram as provi-
dencias que procurei dar apcuas mo conslou o rpi-
do desciment das aguas do rio ; porque lendo viu-
do a graude euchenle a nole, 110 dia segainte pela
mauliAa, quando ah chegaram os Irabalhailores, ji
biiM.un cabido 4 esletos ; e apenas m pode evitar
valho, acha-se quasi concluida, e nao direl inesmo
que o esta, porque falta anda passar a limpo
algoraas partes, e tambera verificar alguns puntos,
halullio esse que pode ser lioalisado em poucos
das.
A obra do canal que se esta abrin.lo pelo Ierren"
que forraava o pantano do Olinda, alim de Iraser a-
gua polavel a essa cidade, tomandu-a 110 rio Bebe-
ribe, ja se acha bastante adianlada, e presumo que
em poneos das poder-se-ha fazer passar por lodo el-
le agua daqoella rio. A diflculdade de enconlrar-
se Irabalhadores naqudla luraldAde, e anda mais
a de inspeccionar convenientemente um tal Iraba-
Ibo, levaram-mc a entender-mu cora Antonio Nor-
berlo de Souza l.ealdadc, proprielario do lugar, e
homem habituado a Irabalbos de campo, e convi-
dado para encarregar-se da referida obra, sob a di-
reccAo do ajudante da engenheiro Paitlo. O refe-
do l.ealdade aceitando de boa ventada essa incum-
bencia, lem-na deserapcnhailo salisfaeteriamenle,
apresenlsndo grandes rpido andamento em lodo o
servijo. -"'
Tendo rcccbi.lo ordem do governo para pr em
execucao a reclilicacie da parle da esirada da ponte
de l.'cha era frente aos sitios de Nicolao llearlurx
o viuva Arnorim, de conforrnidade com a paiila e
contrato, que V. S. achara uo archivo desla repar-
tido, dei logo comeco aquella obra, e, por econo-
ma e para maior adiautameuto dalla, Icnciouava
execota-la tuda por pequeas empreiladas, c assim
ja se lem feilo setenta e tantas b/anaa correutus de
muro a IbSHKl rs. da braja. nAo obs(an(o as dis-
tancias de transporte dos maleriacs.
Fallando da estrada da poute de felina, devo nao
omillir que a da Magdaleua se acha em um estado
deptoravel, que nAo convem continuar, lano mais
quanlo o erescido transito que por ella lia. reclama
particular desvelo. O empedrameuto e reparos del-
ta ja foi desde muilo resolvido pela directora em
conselho e o orcameolo de urna lal obra, dividido
era duas parles, acha-se tus maos do governo. Jul-
go de grande conveniencia publica a execucao de
laes orcameulos, alero de todas as raidos, porque
a poutezioba da caarbea da passagem se acha cm es-
lado lal, que .l'om momento a oulro pode abaler e
comprometter o traoiito publico, e lambem porque
nao he possivel que continu por mais lempo a exis-
tencia do vivero era frenle ao litio do negociante
Manoel Joaquim Hamos e Silva, verdadeiro princi-
pio, que deve apavorar os Viandantes, quaudu ua-
quelle logar se d aglomeracao de cargas, carros,
carnudos, etc., etc.
Pelo goveruo ma foi ordenado o prosegumeulo
da execucao do raio do sul da casa de detencAo. E
porque uo estado em que se acham as paredes, o
nao podesse faaer em quaqto 11A0 tivesse a cantara
precisa para as jaaalias, Iralei de ajunlar esse mate-
rial, de queja ha urna boa porcAo, e conlava qoe
brevemente haveria delle quaulidade sullicieute
para dar comeco a obra. Por cm quapto lenho
mandado concluir os rebocos dos muros exlerures,
sendo encarregado da iuspecc/io desse trabalho o a-
judanle Peixolo.
O calamento das mas desta cidade, que lambem
se acha a cargo do mesmo ajudante, esta' sendo exe-
cutadopor ura uoicameiKe na ra do caes de Apol-
lo, por ser a que me parecen merecer preferencia
presentemente, vislo achar-sc ja concluida a ponle
provisoria do Keci-e, e uto penuillr o restante da
cola de-imada a e,-.. ramo do servico, que fosse
dependendo de exame do contrato feilo com o 1:0-
verno, j o requisitei, mas anda nao o recelo. Re-
lativamente ao segundo, nao lem 'ido lanado o
termo do Contrato, porque apenas hojei>Jiegou-rae
s maus as rondicocs, que para tal tim mandei for-
mular pelo respectivo engeiiheiro, a que ludo passe
as m.los de V. S.
A reparlicao posaaa nina mlleccAo dos instrumen-
tos preci-os aos seus mistares, bem romo urna soffri-
vel lvrara e urna collecjle de plantas, ludo bem
organisado e archivado coiivenieuleinciilc como se
acha relacionado no inventarla que lenho a honra
de passar smaos de V. S.
Outro lano nao posso di/.cr dos seus armazeus,
que leudo estado sempre em mudanzas, ;so no meo
lempu lera estado ein :l lugares;, ainda 11A0 se acha
prvido do que he mais essencial, nAa (endo em de-
posito cous alguma d'imporlante. Fajo votos para
qoe V. S. I.n.e.m lo suas vistas para essa I3u impor-
tante parle do material desta reparticAo, consiga '
montar pelo menos um pequeo arsenal, qoal o que
convem. e que nunca perd de visla, dspendendo
esfureos infructferos, que sempre empr^uei. mas
pie por embaraces diversos, nao furam cornados de
successo.
S.lo estas as nformariies, que acerca d'esla repar-
ticAo, e do an lamento do servico a seu cargo, julgo
poder c dever dar a V. S., no momento em que
exonerado da direeeao dos trabalhos pblicos desta
provincia, recebo do goveruo ordem de a passar as
mAosde V. S., com quem rae congratulo pelo acer-
t da e- -oili 1. que me d na pessoa de V. S. um
lio digno successur.
lieos guarde.Directora das obras publicas, ->')
de mar de |N.")(i.Illm. Sr. engenheiro Francisco
I! 1 ph.tr I de Mello Reg, diguissiinu directur das obras
publicas desla provincia.O ex-dircclor, Jo. aseda Alce ferreira.
Becco do Peixolo n.17, casa de Flix Avellar, mor-
ree Benedicta Mara ; esla casa eslava abandonada ;
desinfectada por indagado.
Ra Imperial u.79,casa de Manuel Francisco de
Olivera, inorreu o mesrbo ; desineclada por asiso
policial.
Ohaervaroes.
Na ra da AssumptAo n. ix, inorreu I mullirr._e
nAo desinfecte! por echar a nuda fechada, o nao
baver quem soubesse das chaves.
Pateo do Terco h. 58. fui chamado para desinfec-
tar esla casa, eeomo o dono se oppoiesse, nAo a de-
infectei, dizendo j a ter desinfectado.
Fregeczia do Recite.
I'raca do Corpo Sanio n..,casa de Manuel Igna-
cio de'ltveira, morreram escravos ; desiufeclatla
por aviso policial.
Ra do Ainorim, sem numero, casa de label Me-
11 lina Ferreira, murrou I criauea ; desinfectada
por aviso policial.
Beceo do Azeile dePeiie n. 8, casa de Manoel Jo-
s Peslrelo, morreu I escravo ; di --infectada por
aviso policial. F-sla casa eslava aliond.inada.
Becco da Cacimba n. H, casa de Rosa Mari.i da
Concecao, morreu I Ribo ; desinfectada a requisi-
c.io du Sr. Dr. Souza.
Travesea dos uararapes n. 2. casa de Finnina
Mara da (ainceicao, morreu 1 inulher ; desiufecla-
tla a pedido.
Rea do Pilar 0.5, casa da viuva de Joaqoim Bap-
tista dos Santos, morreu I mulher ; desinfectada |H>r
Hidagaco.
Ruados (lU.irarapes n.:i6,casa de Chrisliano Kro-
ger, morreu 1 homem ; desinfectada por aviso po-
licial.
Observante.
IIta do Farol, sem numero, casa de Antonio Joa-
qeim dos Santos, nAo foi possivel ser hoje desinfec-
tada, em razao de ter una tiln do mesmo .lenle,
vislo ler participacAodo Illm. Sr. subdelegado.
Desinfectes.Tolal do da 22,51 casas; seo-
do na freguezia da Boa-Vista II, Santo Antonio 12,
S. JOSO 21, Recife 7.
total at o da de buje 671.
Recife 2.1 de mareo de lvi.(tutano 7.i:ra:eno
hurtado de Mendoiva, encarregado da couservacAo
e distribuidlo dus agentes desinfectadles.
dem 2151Manoel de lloraes. Alrtca. M a...
solleiro, prelo, Boa-\ i.ta, Manguiaho n. 1:1.
..'-raro*.
Numero ,, I Magdalena, Periiasnborn. Vi jm-.
solleira, preta, rutiulieira, S. Anloa, rtxa N">a
11. 17.
dem TO Julia. I'ernaml.uc, 3 aaSMf. (vwda,
BoajXisia. ra Real n. .
leaa .<:lFelicianna Mana Barbo-a, Peinaml.u-
co, .IK anuos, ptela, >. \Blnin, houilal Girmo.
dem i.lThome.fi annos, preta. tWa-Vitla. >an
to Amaro,
dem /1.1SUria, 50 annos. parda, Hoa-VMa, pra-
ca da Boa-Vista o. 18.
I lem 77fiAlbiua, Pernambuco, 141 aneo. ejaaWne,
prela, rozobeira, S. Aalouio, rus das Crazn nu-
mero :I2. fc
dem 777Camilla, Pe lamba
S. Anlooio.
fletumo mortahade.
Morlalidade do dia 3t al s li horas da Urde21.
Domen* 8 molheres 6 prvulo 7.
Total da morlalidade ale hoje :tl :l,082.
Domea liitOmulhere* 1412 parvota-. i.
Recife :il de marco de 1856.
A commissao de higiene publica interina,
Drs. .s'.i Pereira, presideale.
/armo .\>irier. seereiai i.
/. Pogai, sdjoocle.
(Sorceaj>ou)ciicitt35.
'ce, h meaai, pelo.
MAPPA demonslralivn do movirr.ento do hospital
de San-Jos do Recife. de 21 ao meio-dia
a :11 de marco ao meio dia.
EM3I DE M A R(.. 0 DE dejos. s e 5 a k k |
1856, AO
Masculino. . 10 :t i
MEIO-DIA. Femenino. .) 9 5 6

Total . (> ll K 13
oulroj oconlecesse o uisnio, vislo j maiiifos- ello execulado era oulrus ruos, qus innbciu delle
farem serios receius, por causa das pastas e paos,
que se linham embarazado.
Levando ludo ao cuuheciineulo do governo, soli-
cilei, e obtive autorisacdlo para mandar proceder aos
precisos reparos, couslroindo para esse fim um pas-
sadico ua mesma ponte. Desse Irabalho acha-se en-
carregado o ajodaole Peixolo, a quem lenho dado as
necessarias instrucc^ues*; porm a diiculdade de ob-
ler as uiadeiras precisas, e anda mais de te encon-
trar Irabalhadores, na quadra actual lera sido a cau-
sa de nao estar mais adianladn esse servico.
filtrada da liicada.
Acha-se esla estrada a cargo do engeiiheiro Fran-
cisco do Kego Barros Brrelo, que alera dos e-ludo*
graphicos, .1 que lem procedido, inspecciona a exe-
cue.in dos 7. e 8. laucos, c einpedramenlos do 3. e
4. laucos, bem como a cnnservacAo dos mais lances
qoe se achara dilliniivamenle entregues.
1.'Irada a I ictoria.
Desta estrada esl encarregado o ajudante Felicia-
10 Rodrigues da Silva, que tambera acha-se incum-
bido da picada para o desvio da Sorra da Russa, cu-
jo trabalho se acha parausado por causa da epide-
mia reinante.
Tendo ltimamente recebido ordem do goveruo
para mandar piular as puntes de madeiras existentes
na mesma estrada, dei immedalaineule ordem ao
ajudante encarregado daquella estrada para execu-
tar lal trabalho, porm elle punco lem podido fazer
pela diflculdade de obler Irabalhadores na poca
actual.
Em alguns pontos dessa estrada convem fazer-se
necessilam urgentemente. Nesle numero repolo a
das Cinco Ponas, que considero ser a de que se
deve tratar, apenas concluido o calamento do caes
de Apollo; e bem assim o cano d'esgolo da roa do
Nogucira para u escoamenlo das aguas da baca for-
mada pelas ras adjaceules.
sobre a obra do C-ymuasio Provincial nada lenho
a dizer ein especial; por isso que vai sendo execu-
tada regularmente seguudo as regras d'arle.
No edificio cm que funeciona actualmente o (v m-
uasio se acham concluidas algumas obras mandadas
execular por orden do governo, laes como urna la-
trina, e urna casa para o purleiro, mas o respectivo
regedor requisita unir-,que deixei de fazer por nao
ter recebido ordem especial do governo. Desta
ubra, bem como de (odas quaulas se executam 11'es-
la cidade, acha-se encarregado o ajudaule Pil-
llo.
Alcm das obras provincaes, de que lenho falla-
do, outras cxislemacargo desla reparlicao, que tor-
mo por conla dos cofres geraes. A principal deslas
he a ponte pruvisoria dn Recife, que como j disse,
acha-se concluida, Iralando-se agora da couliuua-
c.iti du caes, cm seguimeulo ao muro d'encoslo da
inargem de Saulo Antonio, caes que lem de ri re mu-
dar o campo de palacio. Cabe aqu observar, que
dessa obra se lera lomado madeiras para os coucer-
tos da poute vclha do Recife, e que cunvm ser in-
demnisadas segundo o seu cusi e valor, que das
notas existentes V. S. poder extrahir.
Tarubem em virtude de ordera do guveroo esla se
tjzeiido 110 quarlel, em que oulr'ura estivera a com-
REPARTigAO DA POLICA.
Parle do da :il d marco.
Illm. e Exm. Sr.l.evo ao conhecimenlo de V.
F^xc. que das diflcreiitcs "irlicipacoes honlem e
hojerecebidas nesla repart; .j,cuojla que se deram
as segunles oceurrencias:
Furam presos : pela subdelegada da freguezia do
Recife, Jos Antonio do Rosario, Miguel Soares de
Barros, Antonio Francisco de I.acerda, Joao Oleo
de I.acerda, Francisca Mara da ConceicAo, eo pre-
to escravo Adi, lodos por briga, DamiAo Antonio
le Caldas Brandan, l.uz Policarpo Ribeiro, Komao
SerapiAo Gomes, Pampbilo Julio da Costa, Antonio
Ribeiro da Silva, Augusto Caslelhauo de I.cenla, e
Joaquim Leoncio de Me leiros, por jogos prohibidos.
Pela subdelegada da freguezia de Santo Anlum.1.
o pardo Jos lleuriqucs. por crime de rovbo.
E pela subdelegara da freguezia da Boa-Vista,
o pardo JuA.) Lopes Evangelista, por andar armadu
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco 31 de marco de 1856.illm. c Exm.
Sr. cooselheiro Jos Bento da Cunha e F'igueire.lo,
presidenta da provincia.O chefe de policia, Lili;
Cario* de Poica Tefaeira.
Dos l entrados, san da freguezia de Santo An-
lonio. Os doenles que (em lido alta, lem sido *oc-
curridos rada um coro 1SKKI rs. dados por uin an-
nimo e com gneros para dietas, dadas pela commis-
sao parochial encarregada do hospital.
Dr. Jotio Sepnmuceno Das Ferjiandc<.
iario )c pernambuco.
Desinfercoe* do dia 22 de murc,o.
Freguezia da Boa-Vista.
Hospicio, casa sem numero, de Jos Anlonio Lo-
pes Cumiara!-, morreu llernesto Lopes GuiniarAes,
e Camillo. escravo.
Soledade n. .">2, casa de Anlonio Mara de Souza
Lobo, morreu Iguaria, escrava.
Estrada le J0A0 Fernandes, sem numero, rasa de
Jos Americo dos Santos, inorreu Rarlholoraeu,
pardo.
O vapor Tocantini chegado houteindos portos do
sul, foi portador de jornaes com dalas du Rio de
25 c da Baha de 2.1 do correnle.
Alcm das noticias que em oulra parte cnroutrarAo
os leilores por extenso, eis o que mais ha.
Foi concedido o ollicialato da ordem da Rosa, ao
Sr. Jos de Agoiar Vailin.
Havia fallecido na corle o Dr. ScbesliAo Navarro
tle Andrade, lente que foi da anliga escola de me-
dicina da Baha, cora S2 anuos de Male.
Nesle vapor vieram : para esla provincia o Dr.
F^gas Muniz Brrelo Carneiro de Campos, contrata-
do por 103000 rs. diarios; para a Parahiba, n rirur-
giAo da armada Dr. Joaquim Anlooio de Olivera
Bolelho; para o Cear, a Dr. Francisco Pelruaillo
Alves de Olivera, lambem com n-mni diarios, a
preslnrem-se ao curalivo.dos desvalidos atacados da
epidemia reinante.
lie elle lambem portador de Km suecas de fari-
nha para a Parahiba.
Tralava-se na Baha de fretar-se um dos vapores
da empreza Santa-Cruz, para Irazer os soccorros
destinados a' Parahiba, que nao poderam ser aceilos
nos vapores Paran e Tocanlins.
Ainda alli se senlia a bordo dos navios c mesmo
em Ierra alguns casos de feble amarella. O cholera
continua no seu periodo de decrescimento.
De Macei nenhun jornal recebemus, pelo que
remellemos aos leilures para a carta do nosso cor-
respondente.
F'icavam car regando para esta provincia : no Rio.
a escuna brasileira '/ieloza f. e na Babia o pala-
Sn. redactores.Desde muilo ee fazia doSr. IH-
Cosme de Sa Pereira o eonreilo, ama Mis acara*
fazendo aquello que lerem com aUenco aa aaarro-
pondeucia publicada no Diario l Pernambum .1
hoje, e por isto entrego ao desprezo lada qaan >-
creveu. Para minha saturarlo individaal nao bail
mais do qoe essa correspondrnria, pois qoe ella
moslra bem o que he o Sr. Sa Pereira.
Se preced mal relirando-iae da fsesasiiili *m
Higiene Publica, rarregu rom a responaabilidade
moral ilnmnu proced raen lo ; mas nao acceitn ma
juiz o Sr. >.i Pereira. cojo proced metilo i>m am
ser julgado, se he que ja o nAo foi.
A Commissao de Higiene l'ablica. dermtlida peta
Decreto de 7 do correle, retiroa-ao na matar har-
mona,e dando parle da losssssls? fui ahilara. l\*
um peusainento. Seo *-r. Sa Pereira dos ida. pro-
cure itilorniat -"
Faz nr. cm verdade. sr Sr. >. Peretr., a r*-
-oa que ^e enrarre=a-ac de responder -n aflteta
qoe dirig Presidencia da l'rovinria em -27 rt I .
vereiro.e maiur riso provoca e-lo|dai adenominarass
de mamfe'to a ese oflicio. He hora meto de lerar-
sererommen.lavel. afimde ver se hemo-tiNeada a Ar-
tigo 155 do Regulamenlo de 11 de Maia de IRVi.
mandado execular pela I ei Provincial V Hel, lano
mais que sabio na vespera da partida do apar in-
gle/, que deve seguir para o sol. sua re.p,~t 1 '
Son. senbore. redactores, rom toda a enmaderara*,
ele.Dr. Joaquim de .lijaino t'onceco.
il tle marco de I85(i.
Copia.Illm. Sr.No exercicio de Pnxdeate da
Cimmis'ao Inteiina de Uve. Publica en me nao
ade collocado na falla de algom do. M-mbras el -
feclivos, e como Membro dessa; e sim por aaja or-
dem es|iecial do Coverno da Provincia; e par sss*
em quanlo esle me nao coininumrar qae an* lesa
desouerado desla Commissao e aceitado a parle de
pronto de V.S. o qoe muito amlicion.i, .uiinaar'i
no mesmo exercirio. lie esta a respnsla qae pom
dar ao ollicio de V. S. dirigido cora dala tle haaleai.
c que so boje pude lel-uApruveil esta orean*
para dizer a V. 8. que muilo amlu-u.no -ua bna -aa-
de. e ollerecer-lhe a meo pequeo preslim*. liras
1.u.irde a V. S. Recife 2de Marro de 1856.llla--
tri-simo Sr. Dr. Joao Ferreira "da Silva.Doatar
Cosme de Sa PereiraPresidente da Cosa. (al. de
v. P.
V B. Nesla copia seguin-se a orlhographia do
origiual.
JOM
Dita do dilo, sem numero, casa de Antonio j0. j cho ./moconas e a sumaca Itorlencta.
com promplid.lo alguns cnucerlos, dos quaes ja re-, pauhia de cavallaria, as accoinmodacoes precisas pa-
melli ao governo o ..remenlo dos que dizein respei-
lo ao enpedraanenlo das arelas do (iiqoia, o qual
ja fui posto em praca para ser arrematado.
Os cinpedraincntus dos laucos que anda o nao
lem j se achara cm praca; pelo que brevemente po-
der aquella estrada deixar de canter lamacaes du-
rante o invern.
Considero de grande conveniencia a lactura do
lauco cuinprehendido entre a ponte do Tapacura e
a cidade da Victoria, onde so com dillculdade podem
chegar os vehculos de transporto, por causa desse
pequeo meo passo. O urcameiito dessas obras, co-
mo V. S. devo saber, j foi remedido ao governo.
filtrada do sul.
Os Irahalhns ta estrada to sul. os da de Murilic-
ca. os da estrada de Porto de Uallinlias ao ennenhu
Cael, a de Barreiroa a Tamandar, c os irabalbos
de caiialisaco e comuiuiiicacAo interior tos ros Se-
rnhaem, Rio Formse e Arcquintl.i, se acham a car-
gado engenheiro Milel, que lera para o coadjuvac o
ajudaule Flix llamos l.ieutier. Nesla eeceto de
Irabalbos ha algumas obras que devem ser execula-
das o mais breve possivel, c sAu as segunles: 1.,
nsconccrlos da estrada e ponte no limar denomina-
do Aterro do Jnja, cujo orcamento ja remelli ao
governo ; 2., .1 execocAo do 15. lanro da estrada pa-
ra que o li. possa prestar 11I1I1 l.i.le. e cujo urcamen-
loja loi reme ai do ao guvcrnu : 5., as ponles tic M11-
tocolomht e Carvathn*, lambem devem merecer
urna parlicular .ilt'uc.io de V. S-, ltenlo o com-
pleto estado de ruina, cm que se acham, pre-
cisando ser substituidas.
Consirvac;\o dai estradas.
Eiislem aclualmenlte 0 termos de conservacAo,
a saber : I na estrada do norte, 2 na do sol, 1 no
atierro dos Afogado e Remedios, 2 na d Po-d'A-
Iho, e 3 na da Victoria. O seu pessoal me pa-
rece insiillicienle, e julgo rne'inn que conviria al"
lerar e reformar a divisan dos districlos, visto como
a experiencia lem mostrado, que um su guarda du-
rante o verao, leudo um ujudanle pelo invern,
lulgo de grande conveniencia a cuustruccau da 1 "'"' ,,,'s,;l l,:,r" conservar do\.lamente IOiKI bracas
punto sobre u Capbaribe. na villa tic Pao d'.MIm,
para ccnliiiiiaco ila estrada, lano na direccAo do
l.imoeiro, como para a r.unilir.ic,ao de Nazarclh.
Depois tle minuciosos esames lenho reconhecido
que iicnhiiui nutro lugar otTereee melhores vanla-
genspara a coltocacAo dessa ponte, do que o lugar to
l'.ivb.i, onde o rio aprsenla ura fundo lodo tle ro-
cha, de urna a oulra inargem, 11 que cousliluc- unta
base de grande valor para ronslruccoes dessa or-
dem. Anda quando maior tivesse de ser a tlespe-
za da ron-lruccilo naquelle lugar, o qoe naocreio.
eu o preferira ; por isso que a experiencia das re-
pentinas e enormes chelas uo Capbaribe me lem
mostrado quanlo he dilllcil a ronservacao de obras
no seu Icilo, cujo fundo he lodo de areia.
Em principios de fevereiro nllimo, quando Ja U-
d eslrada. A V. S., porem, cabe agora considerar
esla materia, e lomar acarea della as medulas que
tildar a sua e-clarecida inlelligenda e /elo pelo ser-
vico publir o.
Propuz o fui aprovado pelo governo a crcacAo de
mais um leimoua estrada do sul, oulro na da Vic-
toria, e oulro ua de Puo-d'Alho, e bem assim a de-
missAo do conservador to .'td termo da da Victoria,
pon 'n. Dio providenciei anda acerca do seu pes-
soal, por que eslantlu a deixar o cargo, que ora pas-
so as raaos de \. S., julguei dever deixar ao meu
successr a escolha desse pessoal. i
Nao devo concluir este arligo sem tlizer a V.
S. que com quanlo a le du orcainentn vigente de-
lermiiiasse que a coiiscrvae.m fos-e cxecillatla [ior
arrcinalaro, ella o esta' sendo por cAo,
ra o balaba 1 de guardos naciouaes de S. Jos, to-
do de conforrnidade com as requisiees do respec-
tivo commautlaule. 0 ajudaule d'cngeiiheru Pei-
xolo lem a inspecc.io desses Irabalbos, c o thesuu-
rciru pagador des(a 1 -parto; 10 tendo j recebido da
Ihesooraria de fazendu a quaulia de um coulu de
res, para occorrer ao pagamente das respectivas
despezas, eu requisilei ltimamente mais a quaulia
de 5(Mljf rs., pur assim ser uecessario.
Exislein por igual duas ubrs pertcncentes a c-
mara municipal, que havendo sido por mmi projec-
ladase oreadas, foraro era sua eseencjla runfiadas i
minha direeeao c inspecro. SAu ellas a capella do
cemilerio publico e o mala luuro da Cabanga. A
prieaelra ja se achaisjessi concluido, fallando apenas
una pcqueua parto do ladrilho de marmorc. A se-
gunda pouco adiautamciilo lem litio, alm to que
meuciuiiei em meu relalurio aunuo ao governo. A
pequea consignacAo votada para essa obra nao per-
mute que se Ihe dr maior e mais rpido andamen-
to, como conviria, atiento o misler a que se des-
lilla
Campanilla de operarios.
O apuntador de que trata o rcgujameiito que crcou
a 1 uinp.iuhia d'operarios ja se acha nomeado, e em
excrcicio de Irabalbos de que lem sido especial-
mente encarregado, (al como os arraujus precisos
que se eslo fazendo lio quarlel.
Sinlo ler de dizer a V. S. que smenle tres indi-
viiiiius e lena engajado corno pracau da mesma mm-
panhia, e qae a despeilo de lodos ot esforcos tin-
pregados para levar a elTeilo o engajamento de ou-
tros nada se lem conseguido ; nao soineute pur ser
a quadra actual impropria para isso, como mesmo
porque existe grande falla de serventes n'esla capi-
tal. Tenho porcm esperanzas que esta siluacAn me-
Ihore, e nAo seja impussivel levar a compauhia ao
eflet iivo, qoe Ihe marca o regulamenlo.
O pessoal doi engenheiro* ajudantes.
Diminuto he sem duvida o numero de engenhei-
ros ajudantes, que conla esta repartirla, em rela-
jan ao servido a seu cargo, e as necessdades era.
pre cresceules, de una provincia como a de Per-
nambncu, rica e lllaslrado, que, marchamlo na es-
trada dn progressu, exige vastos melhoramenlos no
seu material, comoo mais poderoso, stllcaz epromp-
lo meio de sen desenvolvimenln, quer na ordem
moral e iulellcclual, quer na ordem poltica c so-
cial.
Ouatru engruheirus lic.tm a. tu lmenle e qaatru
ajuilanles, em ellerlivn servico, afora ura que se acha
na Europa eslu.landn com o respectivo rtlenado.
Fisse pessoal helio Insuffleienle, que nlo permiti
mandar eugenheirus ao centro da provincia, onde
ha obras urgentes a esludar e execular. A inorte
to ajudaule Bernardiiiu Mues d'Hliveir.i em com-
missao no serlAo, causuu um grande (ranstornu a
certus servidos, que'lev am ser alli escrutados, cdos
s de Souza, morreu Mara Sabina do Carmo.
parc*a.
Dita do dito n. 17, casa do alferes Jos F'ranrisco
de Moraes Vascoiicellos, morreu .1 anuaria, branca.
Dita da Passagem ila Magdalena, sitio de Vicente
Ferreira, inurreu Miguel Coelho tle Mello, brauco
Mondego n. 93, casa de Pedro Corroa de Alcn-
tara, morreram 3 pessoas ; nAo foi desinfectada por
ter mais 2 pessoas doenles.
Dilo 11. 35, casa de Lzaro Jos Correia, morreu o
inesmo.
Dilo n. 29, casa de Antonio da Molla Monlciro,
morreu Vicente da Molta, neto do mesmo.
Roa da .Vtegria 11. 30, casa de l.uiza Francisca
da ConceicAo, morreram, Francisca Mara to Rosa-
rio, Bernardo de Sena, J0A0 Pereira, pardos.
Kua dos Pires. 11. 2i, casa de Alevn.Ir Correia,
morreo Marianna, escrava.
Ra lo Araga. n.28, casa de Domingos Rodri-
gues do Espirito Santo, morreu Severina. crioula,
Uivre.
Freguezia de Santo Anlonio.
Becco do Falcao n. li, casa abandona 1.1 ha 2 dias,
morreu 1 mulher, prela ; desinfectada por aviso po-
licial.
Paleo da Matriz 11. S, rasa de Anna Joaquina do
Nascimento, morreu I homem prelo ; desinfectada
por aviso policial.
Travessa tle San Pedro 11. I, segando andar, casa
de Mara Celbarina tle Sena, morreu 1 prela ; de-
sinfectada por aviso particular.
Ra de Dorias n. 58, casa abandonada ha 21 ho-
ras, morreu I pardo e I menino dilo ; desinfectada
pela segunda vez por iudagacAo.
Ra do Senhor Bom Jess das Criolitas 11. lili, ca-
sa abandonada ha 8 dias. morreram 2 prelas ; de-
sinfectada pur aviso policial.
Ra do Fogo n. 5, casa abandonada lo 21 horas,
morreu I mulher preta ; desinfectada por indaga-
cao.
Ra de llorlas n. 71, toja do sobrado de Filippe
Santiago Pereira, inorreu I prela ; desinfectada por
iudagacAo.
BeCCD to FalcAo. -obrado II. S, al. 111 lona la ha 15
dias, morreu I pardo e I parda ; desinfectada por iu-
dagacAo.
Ra Nova n. S7, escada do Dr. I.nurenco Francis-
co de Alraeida Calanho, morreu 1 prelo ; desinfec-
tada por aviso particular.
Travessa to Hospital do l'ar.n/o n. !. rasa de Sa-
bina Pereira ta Silva, morreu 1 menino, parti ; de-
siufeclatla por indagarn do Dr. Souza.
Travessa dasF^xposlasn. 2i.casa de Vicente Nunes
da Serra, morreu 1 prela ; desinfectada por aviso
policial.
Dita das tlilas n. i, casa de Cermina Maria das
Chagas, morreram :l mulhere*, pardas ; desinfecta-
da por indagaran do Sr. Dr. Souzi e minha.
Freguezia deSanJnsc.
Ra Augusta, sem numero, casa de Antonio Fir-
mo, morreu o mesmo ; esla casa eslava abandonada
ha 5 dias, e desinfectada por aviso policial.
Travessa da dita, sem numero, casa de Flix Jos
da Rocha, morreu o inesmo ; desinfectada por aviso
particular.
Kua da Alerrim, sem numero, casa de Cosraa de
lal, morreu Antonia Benedicta da Silva ; esta casa
eslava abandonada. Desinfectada por aviso poli-
cial.
Dita to dito 11.17, casa de Joaquim Francisco ta
Paz. morreu Marcelina Isabel da Silva ; desinfecta-
da por aviso policial.
Dita do dito, sem numero, casa de Jos Eliziario
Andr Hndrigues da Silva, morreu Dellina de lal,
casa abandonada; desinfectada por aviso poli-
cial.
Ilua Augusta n. 39, casa de Joaquim Josc de San-
ta Auna, morreu Marcelina de Muroes; desinfecta-
da por avisu policial.
Ra dn Onro 11. 15, rasa tle I rsula de tal, mor-
reo a mesma.
Dita do dito, sem numero, casa de Innocencia ila
Paz Mendoiica. inorreu (ertrudt-s Maria do Sacra-
mento ; desinfectada por aviso policial.
Dita to ilito. sem numera,casa de Claudiu Pacho,
co, morreu Hara to Rosario ; desinfectada pur avi-
so policial
Kua to Padre 1-1
ila ConceicAo, morrea Francisca, escrava. Africana;
desiufeclatla por avi-o policial.
Kua ta-Clenlas o. 52, casa de Clara Senhorinha.
morreu Anua Cusma de (al ; esta casa esteva aban-
donada ; desinfectada por aviso policial.
travessa tle San Jo* n. :17, casa tle Simplicia Ma-
ra dos Prazeres, morreu Juvencio Xavier da Costa
Pinto ; desinfectada por indagaran.
Hita to tillo 11. TU. casa de Antonio Fernando .11
Cunha Avellar, morreu o mesma ; desinfectada por
aviso policial.
Kua de San Jos n. in, rasa de Mavimianii de Sui-
za Maciel, morrea Anua Constancia tle Je-us; de-
sinfectada pur aviso policial.
Kua doINogneira 11. 17. rasa de Diniz Pereira tos
Santos, morreu Lu/., escravo ; desinfectada por lu-
dan icAo.
Dita do dito n. 13, casa de Joanna Teixeira, mor-
reu Ihereza de Jess ; desiufeclatla pur aviso poli-
cial.
Dita do dilo n. 19, casada Ricardo Anlonio l.uz
da Rocha, morreu Joanna Mana da Nalividade ; de-
sinfectada por inttagacao.
Ra das Aguas Verdes n. 37, casa de Francisco
Casemiro, inorreu Alevn Ir de tal ; desinfectada
poraviso policial.
15, casa de l'heotouio de tal,
desinfectada por avilo polt-
Estamos aulonsadns para declarar, que alcm dos
(res mdicos que actualmente comoftem a commissAo
liaaa'o de lici.
,ae7dacorrr..
Sr*. redactores. Rogo a V. Sas. qae se diga
de dar publicidade em seu Diario, e abmae ai
linhas ao extracta da parle do reMorie geral 1
do pela Commissao de Higiene Publica, atmiltlaa
pelo Decreto de 7 do correnle. ao Exm. PrendaMe
ila Provincia rom data de II de Dezcmbro n aeaae
pa'sado, relativa a Casa de deleocAo.
Sou, Srs redactores, com toda a considera*** etc.
Dr. Joaquim tAaama harneara.
2.1 de Marco de 1856.
Extracto do relatarlo fieral da 0**aa
ene Publica d.-miltnla pela Saar*t
te, relativa a* Gasa de deteeca'*.
(asa de deteiico. Na cadeia desla cidade 1
linuavam os mesinus abusos, que liaviam std* apan
lados pelo e\tinelo (on-elho deral de Salubridad*
Publica, e (a(vcz que anda se repetiatem. sem urna
oceurrenria. que se dea. I ra armmlmneulo prsli-
f" lo pelos presos do seguro, que quasi *a deixa eva-
dircni-se, obrigou a que fossem removiJaa pata a
Casa de detened)*, me .nuda nao eslava concluida, e
hoje as cousas lem melhorado ; loJaviajtalU bstanla
para que rheguem ao lim deaejavel.
A Cu-a Je .1ele/ica*r-u-i.:r. 1.0c eaOVioaale, esa
uin dea ararotos dividid era eellula>, tanlo a* 4*
pavimento terreo para um individuo, e a-.s.. I.
de hygiene publica, neiihum outro rara convidado | *'. |wr" c","" ; "" ccumul.c., ,,,. lem permu-
tlo que isla se ob-eivc regalamiento, de sari* ame
a CumuiissAu. em ama visita, qae fea em Age ale a*
quando se (ratou de nomea-la iiitcriuainenle.
Dcixamos copiada em outro logar a caria do nosso
correspondeiUe da Parahiba. A epidemia eslava fa-
zeudo estragos em varios pontos daquella provincia ;
mas o serlAo anda eslava livre ale a dala em que
nos escrevem. A morlalidade na capital no da 21
curtenlc anuo, nolou laes abasos aa dislribaira* d*.
presos, que leve de dirigir-se a V. Exc, e ped'ir pra-
videucias,
Desle sua priraeira visita a CommissAo havia *-
(ado que a situarlo da cosinba dessa e-iil.elecime*-
lo era a peior possivel. a tata uotou em na Jlmta.
1 ua qual vio presos doenles em cdulas uue laieaa
slsSo.$a\m. a-,9*,c,""-s' **HcEb ~"~ '?" -p
"" r de euferiuaria, purqoe I lie* falla
BL LI.ET1M DO CIIOI.ERA-MDRIII S.
Partidpaees dos aneaifeii
Hospital do Carmo, dhirain 2, fallereu 1 e'cxis-
aliain todas 1
udiraes
1 oromilimitadas pela Higiene, e por esta rali* leve
de pedir a V. Exc. que se dignaaae de faaer eaaa-
t tu 11 lora do edificio, mas dentro de -eu maro do cir-
cuito, nao so a rosinha. sen 10 a enfermara, viada*
raio, que se acha concluido, .1 *rrsir rxrluMvam**-
lem II ducules em IraUmeiito : 110 da ra da Aurora 1 lr I"1 aquellos que lem .1; ser conservado* tea pri-
exislein em tralamcnto 2 horneas, I mulhere- e 11*** I'""' 1ae nada he mais razoavd do qM lasa,
prvulos : arsenal de mariulia S doenles. I porqu.ralo a roiisinha, situada na estrada do editan*
e por baixo de urna das salas da rasa central da Ins-
pecro geral, nem h .cente, nem deixa de dar I*-
] htfras d?u?toa ,- UU,C,em,ler'n P"Mr Mr ao ,nconv.nie....squ tora apontada. 4-
, qaBdl'r ', tuv da 'arde d0,i vera evitar ;e doenles trtalos en. relala. Vamc-
d... .1 de mar. o de 1S,o. | mo ril0iiq,lc forjI11 c,,rula.,N ao para .si*. ..
v______.,,.kl fia" ... para iireso, scnindoe .11- mesaaae latnaas. ao*
Numero1 212(1- Antonio Fernandes da silva, casad,., communicain com osemos de de-pej. commJL ,
l.l!m Vi-Ji "k ,'r' '"?, -ai "- '- ***** llulis- "> I""" deixar de dar l.or a
R VI" Y "i- ",'T,- v,nw*Prel. inconvenientes que concorrerio par, ab*^cara7da
Boa-Vla, quilande.ra. hospital da ruada Ao- a,olimas alIeci;o^ quc, flinlo a'j^SJeT. tmoto-
1 -inoibu- etc., se traiisuuttcni com tan li da da por
meio das exhaladles qoe se operara uas materias ex-
crementicias ; aleni de que a varila, qnc sempre la-
na cora iulensidadc eulre os preso*, e nutra altee-
cues ontag-.-.-. sendo a enfermara itaada nos rafa*
desea Casa de detencao, se 1 ommumrara .le a a
outro- iuiIimiIiios, e a1111 -e propagara.' por inaaa.
resultando d'ahi que a morlalidade sera malar, e
maiores serAo as desperas com o sen (ramalo.
N.io sendo a Casa de dclfiicio ama prisi-i rrm Ira-
Relacotlas pessoa-que fallecern! dn diolera-mor- !
rura.
dem 2122Thomazia Maria da Concec.lo. I'eruam-
huco, 31 annos, sollcia. parda, S. Jete, ra di
Palma n. !l
dem 2123Feliz Jos de Sena, Pernambuco. 1. an-
uos, panto, S. Jos, ra de S. Jos n. I(>.
dem 2121 Francisca Xavier .Mara de Miranda.
Pernambuco. 7:t aouos. viuva, branca. S. Anto-
nio, ra do Livramenlo n. 5.
dem 2123Carolina Maria da Concecao, Pernam-
!.. a.. ,, 1- *---- -----..... > : 1 --o a 1 .-, ae u ietic.10 urna i.ri-a a cent t
Uuco,snnoe meio, parda, Bua-\ is(a, ra \ elha balll0i ,, ,.ullVM1,lo q0 em estabeler.men.^ ,
dem 2l2(i Jos
anuus, branco,
Amaro.
.,lat.les baja o maior -ilencio noauvel, i-l-. nao He
nbtien. I- : peruiitlo caaaaganr-aa concedenda-se aos ptesos a ta-
>" .-uld.ide de Irabalhaiem cm suas celluta* em carias
de
Flix Arante
Bua-Vista, eslrada
.,.'. ., olliciiis uoc d 10 lu.ai an eslnpida, roma se
dem 212Pulquera Mana do Carmo Pernan.hu- .,,,,,,.' A Cura.n.ssJ. rfcoul.ere a ...ge- orne
\V",0S--!1MC"*- ''""" -*. "" hadeoecupar os preso ens Ir.ballio ule... e-T.
(oda p -
ceaprez"
Soledade 11. 52.
.,___,, u, '. ,' que ganlia o p'ivs.co e o moral ; ma n
a? ^-^"''or'"'"- P'-rna.nl.uro,(. ,., par- uem dar-se a ollicio, que nao cx.i.m o
_ da, Bua-\ isla, ra da Matriz n. 08. ,,!, .. .1 .,.. 1_^.._J____
dem 21211Theodora Mara do Carino, Pernambu-
co. 32 anuos, viuva, parda, S. Antonio. nguni-
madeira, rea deSr. Bom-Jesas das Oionlas no-
mero li.
Ideo 2l:tU Jos Uenriqees, Portugal, lis annos,
viuvo, branco, Boa-Vista, hospital porluguez.
dem 21:11Agostinha Barbosa de Olivera, Pernam-
buco. IK annos, solleira, parda, a. menle, iayi-
deira. ra larga do Rosario n. 8.
dem2132Candida Senhorinha Abren e Lima,
Pernambuco. 2!> anuos, solleira, hraiua, S. Jos,
ra Augusta, 11. .'{ti.
dem 2l:l:lJoo Baptista "arlado. Ilio de Janeiro.
(i(i anDOS, casado, branco. S. JosO, na do Padre
l'luriaiin D. 5S.
dem 2131 Luza Maria do Sacramenta, 2". an-
uos, viuva, preta, Boa-Vista, ra da Coneetrle
n. 15.
dem 2133Crala Maria das Virgen*, Peraaaaba-
co, 5K auno-, solleira, parda, S. Jos, ra do
Onro.
dem 2I3KManoel da llura e Souza. Pernambuco,
:|l anuos, casado, pardo, S. Josc, artista, ruados
Arouguiihos 11. 2.
dem 21:17Joanna (.malhera ,tn Rosario, Pernam-
buco, 10 anuos, solleira, parta. S. Jo*-, rila din
Martirios 11 18.
dem i:t8Hereulana Marque dos fra-erc. fri-
ca, ."lli anuos, solleira. preta. S. Antonio, qoitan-
dera, ra de 8. Bom-.le.11s das Crioulas, rasa do
Padre Salvador.
dem 2139Severina Mara da Cruz, PevnaaabaM*,
1 anuos, casada, prela, S. Jos, luadoCaldei-
rcro, 11. 12.
ri.iuon. (il!, rasa de Anua Mara Mem2U0 Joanna Francisca Macla, l'ernanibti-
co, 20 anuos, solleira, prela, S. Jos, hospital de
S. Josr. moradoura na ma do Alecrim.
I.lein 21 ICalharoa Mara do Rosario. frica. 10
anuos, viuva, prela, S. Jos, hospital de S. Jos, i la.lor.
ra dos Marlv ros,
dem 2112Otilia Augusta VirAes. lVrnamhuro. 11
s. solleira, branca, Boa-Vala, ruado Jas-
inartello. .1 oulro- in-iruiiienl..-, e por uta rnoii..
construir lora do edificio sala pmpna para Irak
porquailtl.de (Mitra surte nao -eta p ...iiel evitar-
u aeoavoatenle desse ollicio, n.io l.i-tan** asan,
que o eslrepido. que repercuto e orna-* I
lavcl, para que inesmo raio. cm que so devem estar i-resaa.
Na enfermara da Casa de di lene.1.1 rtsatiaia no
da I. de Novembro do auno |>aado luaiajin. -
"~ u*|.otaaic o uiiimoii i.tilntn,. .1.. carrale an-
no :5I, do quaes sabir in curado. -222. aiim
38, liraudo .ni Iralanieulo lli. As aflcrear-., qoe
aceoritmelleraiu pre-i^ ein malar nunscra, laraio
a varila, quejlarnii IS2. |ielo*ue de-tes falle-
reram 27, a lulierculisarAoilos palesoes. qae den i
artel, ea dvseulena que fez urriinliu .*. A C^ai-
nits-ao nAo pode Iwm apreciar a estado aullaste 4e-
--e-iabele. iiucnlo. nem di/et a retara* eo .pier-
do o ili.enle para cora aquel|r. qoe gota* saa.le
porque atada nao receben o inappa que requiMioa.
ao Chefe de Pulida, nem o que V. Exc. Ihe ordna-
la que fosse remettido a inesuia (. u.m.i-.i...
O coi 1 espondente de Jaboatao' os
seus aecusadot. -
Recite :! .te marco.
Oaaada um pai- qualquer lem a iaMr'' ,-st>^-
i ei .1 ua popularan dimnida pela falla ,|> rarsdsv-
de pela falta de moralidade. peta .il'.1 ,ie reli.iaa ;
quando a .iiilondade .toaaax.|p7 o a ptiaeetr* a
ahaadaaar eepastea ejoje* ejeeeevso, oa tmr-
conliou quando n*-t>rio. ii.nu.nae. aarlaraaa 1 aa.
pesa dos laclo, ilc dt-honia. litera e immofal.1a.le ,
e a fume, a |ie ir, a 101 ,-,i..ac.. p. r lata ees pavo;
he quando a miprcn-a deve biadar ronda aballan
que e-queci.lo da dicni.lade psapaje. da dignidadc
nacional, euteuehrerrn m.l, ,,,< t quadra de -
ladera he nesla siluaeA.. esdaulia. qae compre a
lodo ci.lad.io (|ur pre-a o. brii., a hanra, a historia
do sea pai/. sabir a campo .: jumr o crime e esat-
lar a virtude
O chole: a havia apparerido em Santa Amar*
de JaboalAo. As autoridades o rx-anbdeleeaa* Jrr
Francisco Pereira da Silva, r a delegad* Kranciare
Anlonio Pereira da Silva, olvidados d* pasa* qae
11 401er.10 l'ii's ruiihaij, reur anuo liulo o iiailiatl
Ide... 21 t.r-seraphina. I emambucu. 5 anuns. sol-'... de car.dade. abaL.la.Uram > ,"t!uUeU dTiZT.
teira, parda, llo.i-\ 1,la. ra da Aurora n.(i2, re-, menos caridoso.
siilenc.ado llr. Francisco Carlos Branda... O que cuiupna a qualquer ec..plor qee la*ca-e
Iden.2li0-Mar.a Antonia. frica, 80 anuos, sol- meo da penna IwJerei es|i:mai,ar a laraeV*-
le.raprHa, Boa-\ isla, COZnqeira, roa Velhe aa- ceder daquelles entregados da ik-Iici Caaa,*ia-
Icnebrosu daquelles homcaa, *
a.n
mi 111 11. (i A.
dem 2143Adriano,8 mezas, branco, Recife, ma
da Cruz, n. .i7.
dem 2144Angelice, Pernambuco, 10 anuos, sol-
leira. prela. Boa-Vala, becco do lamba n. .1.
Dita das tillas 11.
morreu Maria de tal ;
cial.
mero 2b.
dem 2117Francisca Therea de Jess, Pernambu-
co, 25 auuos, preta, I Boa-Vista, ra da Estancia
11. 8.
dem 21 liSAnlonio, Peruainburo, li me/es, brau-
co, Recife, ra da Mueda n. 1:1, I.- andar.
dem 211'.) Mana Demetria da Silva Sutiza, Per-
uainhnco, 12 nniuis, solleira parda, S. Jos, ra
dos Acougoiuhos u. 2.
. donde quer que aerUaai :
dem 2I.KIClaudinha Marta da Concecao, Per- morahsar.
Ihe rasgar o veo
raostra-los ao paiz como na realidade elles___
O escnplor qoe se presa, quando rerorra a
Breare para faier aecusace* fal-a<. he "
mas quando argumentando rom os faclos hi
O correspondente de Jaboala* recorre* a mi-
preusa para anublar aos bou*, instigar a virtade. e
castigar o vicio, o crime onde
'
dfMf, f
qu.T que e
recoireu a impreiiM para
iiainbuco, 20 anuos, solleira. pai da, Hua-V,Sll, Mas o crime. que sempre he au la/ e lem Jeden-
husptl.1 da Aurora- 1 sores onde que. que ,ipp...e.:a tenlou atoara l.o

MUTIOi
ILEGIVEL




Sr. Jos Francisco Pereira da Silva, e.-e subdelegado
que fui deinitido pelo mu proceder Coi oprimeiroque
acoulado pela opiuiao publica, leulou defnder-se
o fez chamando de doudo, desprezivel e miseravel
aocorrespoodeiite, o qual respondeu do modo m-
guiule :
o Que despreso mereca a auloridade deiniltida
por estpida, cobarde eindigna ; que despreio me-
reca o homem que cnmo Sr.Jos Fraucisco descouhe-
cia o que era honra e palr.olisrao; que de.pre.ivel er.
o pai de ramilla que se presenta publico cora
urna-me..; que despresivel era o pollrao Jos
rrancisco.quceucaiura-sc em casa a despeito das
lagrimas, uro. c doresdu poyo que era ceifadn pelo
cholera, e Ihe fora confiado pelo governo. Em quan-
to ao doudo tnostrou o correspondenle, que doudo
era aquelle que la de enconiro aos costuroes, moral,
e religi.10; era aquelle que como o Sr. Joic Francisco
nao linha nem brio, nem honra : era o empregado
publico que cobrava dinheiro mandando parar os
carros de Camassari e delles saccava assucar : era
aquelle que viaimpassivel a ceifa de urna povoarao
pela sua incuria, abandono e deleixo etc., ele.
A estas accusacijes nao houve resposta al o dia 17,
quando no dia 18 appareceu a defa segainte :
" Sabei,o Pemao)bacano-,qae a demissao dada ao
subdelegado Sr. Jo Francisco,nao Coi filha das eii-
genciasdo correspondente, foi sim pelaamisade__
que S. E\c. tem ao deuiiltido, e disto eslou amito e
muito eerlo. As amisades do presidente del'eruam-
bneo nao sao com homem immoraes, com ho-
meos cobardes, que abandonam o lugar na occasiao
do perico, com homens, que com a auloridade poli-
cial cobram-sedo que Ihe devem,brutalmente arran-
cando assucar alheio com suas proprias maos *
tleiessa a [nica idefeza iqoe faz o Becca ao
scu comparsa o Sr. Jos Francisco' Nada tem o cor-
respondente de Jaboatao com tal methodo de defeza,
e jamis ninguem suppor que a demissAo dada dei-
xasse de ser hlha da opiniao publica revollada con-
tra o procedimento bailo, eindiguo do Sr.Jos Fran-
cisco Pereira da Silva.
Vejamos agora a defeza brilhante Taita ao dele-
gado Sr. Francisco Anlouio Pereira da Silva pelo ta-
lentoso compadre.
O correspondenle de JaboaUo fiava aecusado o
delegado; t.' pela falta de rumpnmenlo dos scui
devere. ; 2. pelo crime de peculato sumindo o de-
legado as bacas que o governo da provincia Ihe eu-
viou ; J.- pela immoralidade do delegado ; 4.- pela
eslupidez que inhabilita o delegado a exercer esse
cargo policial.
Que o delegado o Sr. Fraucisco Anlouio encaiiou-
se em casa (a exemplo do irmao) veudo impassivel a
ceifa dos seus goveruados, he sabido por toda a fre-
goetia de Jaboatao e pelo seu proprio defeusor que
anda ha pouco lempo esteve lambendo seas pralos.
(suas proprias expresses.)
Que as pe<;as da bailas nao foram entregues a
commissao benelicente, nem a oulro huspilal, porque
uSo o ha lora da pnvuacjo : mas, que foram distri-
buidas por queni elle quiz, he sabido.
E o mais he que os seu defensores descompomlo
o correspondente, nunca respouderam-lhe, e nem
o podem fazer.
Que o Sr. Francisco Aulooio he (oupeira collige-
sedescusnuicios. e do como uliimamenle grosseira,
brutal e estpidamente Iralou o Dr. Aquuo Fon-
seca. Un delegado pensar que dur de deutes he
cholera Ah ab, ah.
E que tala educarlo dessa homem, que mandou
o Sr. Dr. Aquiuu por maltas e capoeiras a revistar
cholencos !
Como defeudeu ao delegado o seu oflicioso
amigo Beca'.' to modo seguinte, que muito honra
um elevado funecionarioda provincia :
Miseravel, adulador, impostor. Esqueceu-sc
esse magistrado, que miseravel era aquelle que lan-
c,a a mo de urna penna para se pagar com um mez
da recreio .' que aduladora era a penna, que em vez
dedelendera usura ultrajada, a virlude, a honra,
ao contrarwtpadrnh iva um homem cuja vida he
uta tecido de \illeta, crpula, iudignidade '.' que
impostor he aquelle, que descouheceiido que lodos
sao iguaes pranle a le, chama ao correspondenle
de mulato'.'
Pema esse Calabar que nos importa sermos bran-
co, negro ou mulato, quando as uossas acedes sao de
algum quilate para os homens houcslos ?
A demissao do delegado de Jaboatao nao he exi-
gencia do correspondente, mas sim da opiniao publi-
ca que se lia pronunciado conlra elle.
Oulro pato de aecusacao do manivella do de-
lecado :
Os89000 rs. do Pceo oecessitam de quarenlena.
Lede pois, diris eiilao- ha calumniador das repula-
Cas alheias.
b Minoel Francisco da Silva inspector do quar-
leiraodo Pico, Piedade, Suassuna e parle do enge-
nho Santa Anua.
a Atiesto, que no meo quarteirao lenho distribui-
do com orphaos e enfermos do cholera, dinheiro,
remedios, dietas, ludo mandado dar pela commfaso
lieiiecenle. As asmlas em dinheiro dadas por alguns
membros da commissao, e por mim, quanlo sonienle
a viuva Mara com seis flllioi menores de 1O90UO.
Anda por cncoenla e um mil rs. pooeo mais ou
menos o dispendido, ficando anda em meu poder
uns 204000 para ir soccorrendo aos indigenles do
meu quarteirao. l'or me ser pedido e-te o faro sol
minha f. SitioSlo Pico 19 de mat>jir"ae 1K51.O
inspector Mauoel Francisco da Silva, n
Qaeih he pois o calumniador Sr. da Beca 1 O
documento original ule l-lu aa rvpographia.
O Plalos de que 13o torpemente fallis, tao nohre,
generoso, preslalivo, procedeu na crise da epide-
mia, levando a palavra divina a quantos a pro-
curavam, que s um vil escriptor o poderia ac-
osar.
La cst JaboaUo todo, onde podis indagar se a
sua abnegado nao tem sido exemplar.
Sr. Togado, lede a correspondencia do Bonito,
e vade que se os matulos d aquella comarca deparam
com medicamentos, ludo para se trataren) da epi-
demia; se os do l.imoeiro, Victoria depararan] com o
nesmo acolhimcuto ; como haviam morrer a mi li-
gua os habitantes da povoacao ?
Essa lgica beadmiravel essa accusaQS'i he tor-
pe e injuriosa para quem a fez.
Fioalmeote declaramos ao Sr. defeusor dos Joscs
Franciscos, Franciscos'Antonios etc. etc. que se qui-
zer entrar em franca e leal discussao sobre os ne-
gocios de Jaboatao, encare os fados e refule-os: as-
signa o* saus escriplos, que taremos o mesmo aos
nema,
Por mquanlo nos assiguarnos o
Elmemo.
Srs. redactoresl)ignem-se publicar as duas car-
las infra, urna por mim dirigida ao Sr. lenente-co-
ronel Francisco Antonio Pereira da Silva, c oulra, a
tesposta deste senhor, o qual confessando que seus
acto devem servir de exemplo, queixa-se todava de
que sempre cara na obscurdade ; mas, nao sendo
eu culpado dessn infelicidade, creio que preslarei
om -erv ico ao Sr. leaeole-corouel com a publicado
destas pecas, pela qual muiln agradecido Ibes lican
Francisco Joao l.ins.
sitio Bom-successo 27 de marro de 1831!.
llrm. Sr. tenenle-coronel Francisco Antonio Pe-
reira da Silva. Em resposta |ao que disse V. S. ao
meu procurador, lenho a dzer-lhe, que de nada me
serve a insinuado de V. S., porque s Asserabla
Provincial compele deliberar em negocios de-da ua-
lureza ; amim compete o direilo de arrecadar o im-
posto de 3g(>00 por cabera do gado que for consu-
mido ncsla fresuezia, seja de quem quer que for,
e o dever de pagar a letlra no da do seu veuciineu-
to, para o qoe sojeitei o meu crdito e bens : por-
laut, ludo mais que se suppoe sao abusos, e nao he
de presumir qoe V. S. abuse, e me obrigue a lever
na lisia dos qoe ibusam o nome de V. S., para o
publico saber a razAo que tive para nao cumprir o
meu trato ; crea V. S. que muito sentirei, porm
, sere a liso obrigado para nao ver-me e minha fami-
lia redolidos a roermos as unhas ; pelo que acabo
de expender, espero que V. S. pague o imposto das
rezes que tena morlo de Janeiro prximo passado ate
esta data, pata com ito me livrar de fazer aquillo
que laote aateonstrange. Sou de V. S. alenlo ve-
nerador t aliadofrancisco loao Lins.
S. C. 27 de marco de 185G.
Illm. 8r". Francisco Jogo l.in..So Vmc. 11,10 de-
ve leceber insinuares mirillas, como eu rerelierei as
que me acaba de dar'? Eu purm nunca deivei d
pagar o subsidio das rezu que lenho matado, mas
entenlendo excepcional a qoalra prsenle, disse ao
ocluante do sen procurador, seria mui atlcndivel
um abalimento no contrato por Vmc. eilo, mas nao
por querer fazer-lhe insinuar/ios. vista da sua alta
calhegoria a necessario desenv.dvimeulo, que muito
mais pradenie seria se Vmc. us-sse de nutras expres-
sa, as quaes Ihe nao abundam para oulros que
Ihe nao querera pagar. Sim, os meus actos devem
servir de exemplo por cerlai conveniencias, ao passo
que hcam em obscurdade, quando deveriam chegar
a face do publico. Portanlo, nao me exibirei de pa-
ar quando josto for. De Vmc. atiento venerador e
"*ram&g*cisco ntonio Pereira d* .S'ica.
Calende 3Me ruaren d 185G.
destruidor que implacavel cm sua marcha medonha
e conslaole, vai leudando n terrivel flagello pelas
cinco parles do globo, e desl'arle envolvendo a mi-
sera humanidade no lulo, na aliciao, na dor ; e
qui(a no desespero com as mais funestas consequen-
ciaa !...
BaziloQuaresiuade Araujo Torreao nao he por
cerlo um nome desconhecido, sobre o qual seja mis-
ler tragar urr.a biograplna com vivas cores e sali-
les somhras.
Seja-mw licito, porcm, dizer de passagem Ba-
zilio TorrcAo era joven de mu lenra dade, e o cs-
limuio que nelle reinava, fazia r esaliar o tlenlo
uao vulgar ua hUloria, na jurisprudencia e n'ou-
Iros ramos da lilteraluia, qual se dedicava quasi
que exclusivameiilc.
A pureza e os mimo- dos autores classicos eram-
Ihe familiares ; possuia com incir.ivcl jubila as obras
lia decidido gostu
a sciencia da ra-
alinco, c atura-
.tumo ot mumm tec* fura i oe m\L & \m
Ivido, era dotado
ulelligeucia pers-
*PuWicco^ a pemo.
UMA LEMBRANCA
A morte do nosso collega c amigo Ba-
zlo Qnaresma de Araujo Torreao
filho do desembargado!- Bazilio Qua-
resma Torreao Jnior.
E in alto de morirHelo e vicace,
Dir parta opri il cielo io vade in pace.
(Tasso.)
Se pouco gozou na Ierra,
Dizer nao qaero infeliz ;
Que um anjo desle mundo
He un ceo sempre-feliz.
Araba de bailar sepultura o eslodante do quar-
to anuo da Faeuldade de Direilo desla cidade Basi-
liaQuaresma de Araujo Torreao, natural da provin-
cia do Rio Grande do Noria.
negressaudo de sua provincia natal onde paseara as
ferial no gremio dama respellavel famila.chegoo a
capital do vapor nacional Tocaefinslos nove do-
iovaote, e apena* sobravlvau onze das depois que
a falalidade o guiou.
Fallecru, pois, no dia 20 deste mtsrao mez, vic
-H da epidemia que nos opptime, desle cholera
de reconheridn incrcciinento, e li
pela arle oratoria, c pelasublimai
zao por elle cultivada com grande
do esmero.
Bazilio Torrean, uao Bata em t|
de um espirito alilade, e de urna
pieaz ; essa farilima comprehrnsaju dava-lhe certa
grata de exprsalo, que altrahia geral curiosidade.
Dest'arte couie^ava a fazer rapu os prngreaaol no
estados, quando a fria morte com sua mao descar-
nada c convulsa volou-o ao exterminio !...
O' dura parca nem ao meiio le .curvas ante
o mancebo vigoroso, que te encara com firme valor.
I'orem, que blasphi'inia'i! lamn he louco o ho-
mem, que se repula capaz de penetrar os arcanos
iusondaveis da Divina Provideucia .-tila sunl ;u-
diria Dei.
Prescindindo deslas vagas cousiderai.nes, anda
11A0 nos he possivcl dallar de lamentar a premalur.i
morle do uosso desditosu collega e amigo.
Foi urna existencia asss preciosa quebrantada ao
despontar da aurora de nova e venturosa era foi
urna vida cheia de esperamos, que se esvaio no so
11I10 da glora do porvir '. foi um pharol, que se e\-
tiuguio em negro horisoute, furlando-se as trevas de
prncellosa uoile! foi um astro fulgente, qoe depois
de vagar no espac.0 immeuso do azulado lirmamen-
lo sumio-se em densas nuvens como o fugaz alarlo
do .meteoro foi uina rosa leda e fragrant, que ba
tocndote alegre em frgil baste, lie logo esfolha-
da ao sopro do zephiro, ten nunca perder o delica-
do aroma que se exhala doceiiieiile de suas pealas
suaves foi finalmente urna alma pura, que Irans-
poado os umbrae's da eternidade, voou ao ceo com
ligeiras azas gozar da celestial mansa, onde ludo
he su prazer c graras !
1.a i face do Altssimo ouve ella agora com Min-
renle ternura, coros anglicos euloareui melodiosos
liyimius. I.a respira elle agora magnifico arcmbalsa-
madode deliciosos per fuincs.osquaeslaiito inspiraran),
e lano extasiaram a phanlasiade Bos-uel, Chaleau-
brand e Vieira, fortes aulagonislas de l.ulhero, Vol-
tairo e oulros-impios, que aiuda cm sceulos pasu-
dos itjn pU'lciaiu jamis triuinphar contra os dog-
mas da religiao chrislAa.
Sim, fallamos da victima immnlada 110 (iolgola,
fallamos do Crucificado, porque com elle nas mos
expirou contriclo Bazilio Torreao, dando assini
urna prova bem signilicaliva de hom chrislAo, extre-
moso lillm e lirl amigo. Mas ah que agora nos
vem a rellexao; ha ueste inundo dous poulos de
partida, e uro abvsmo os separa com invslcrio !
He por isso sem duvida, que o celebre J. Was-
hington exclama de um modo maravilloso e locan,
lo: Ah o tmulo, o tmulo Kilo aepulla
Indos os erros, cobre todos os defcitoi, extingue to-
dos os reseulimenlus; nao sahem do seu pacifico
seioseno ternas saudades, doces recordares. He
por isso tamben), que o sabio Massllon com elle
os eruditos marquez de Marica e conselhiro Bastos
assim se exprimen) em suas judiciosas mximas :
11 O priuieiro- passo que o homem da na vida, he
tambem o primeiro que o avisiuha da morle.
Esta verdade he de primeira intuidlo; a nalure-
za o exige imperiosamente, e us camiuhamos ce-
gos e fiibmissos alim de cumprir o nosso destino, e
todos os das nos aproximamos da sepultura com
pasaos agigantados A morle tere o incautos sem
piedade ; e o Opulento zomha e ri da indigencia!
no regaro do luxo e da grandeza apparatusa '.
Ah desgrasados! UUsriao eomprehcndtem o jazi-
go, a meio das illusoes em que vivem, e hao sabem
dizer em um phraseado simples e verdadeiramenla
potico, o que diz o Sr. 1.une,Ivs Dias, urna das
illoslraroes braaileiras, diiemo-lo stm lisonja.
Campa '. campa I que terror me incales '
(Juanto esse lea silencio me horrvrisa'.
Como he cloquele e sentimental a lirilhanle ex-
pressao, que rellecte oestes versos do nosso eyeoe !
Ileixemos isto de parle, e demos oulro curso as
uossas ideas.
Abramos a hiiloria romana, que se Iraduz ua his-
toria universal do> lempos primitivos; fulhecmo-la,
e com o olhos por sobre suas paginas negras escrip-
ias com saugue busquemos os nomes execrandos de
um Tiberio, de um Caligula, de um Claudio, de um
ero e de oulros mbecis de remlas eras. I
Que he leilo delles agora'.' Onde esla a moderna
Bibilonia de enIAu, o autigo Ihealro de lor|esdepra-
vacoes"! Qual a sorle de mouarchas soberanos e alti-
vos, que desde Augusto ale Homiciano oceuparam o
llirono excelso dos Cezarcs que iim liveranj o grau-
de Pompeu, o invencivel Alexandre e o prdprio Ce-
zar ?
Na mesma historia a par dos nomes gloriosos pro-
curemos a virlude acrisolada, o saber admirvel nas
paginas de ouro. Sneca e Scrates sao doui genios
transcendentes, e igualmente philosophos eximios;
ellos illuslraram as lellras, e domarao as paiif'ies e o
faualismode povosphreuelicos. barbaros esanfiudos.
Mas, o que he delles? Soln, l.jcurgo e oulros le-
gisladores nao men- sabios, onde estAo'.' Onde es-
tilo essa phalange de guerreiros intrpidos esses cn-
sules e senadores'.'
Onde esta a cloqueucia daquelles oradores clhu-
siaslas, que liguram na historia da antiguidade em
grandes caracteres'.'
E a decahida Alhenas, berro das luis c da cikili
sarao-!! Queris saber delles '. Com magua o o,izc-
mos:inlerrogai os tmulos
Queris saber dos imperios tradicionacs Ol
enraclo se nos confrange em refcri-lo .-olhai
Carthago ; vede a dcslruirao de Troya.
Eslendei as vistas para Roma; vede renasecr
urna cil.idij sobre um monUo do ruinas c deslilo-
os!
Encerremos, porero, de lodo csle quadro letriv^l
e sombro ; appellemos para Tilo-I.vio, para es
hisloriador insigne, e (eremos urna idea exacta des;
panado horroroso, dessas manchas indeleveis, cuj
leinbraura sobremaueira uos contrista I
Descortinemos agora oulro painel idntico p
ser lgubre; porem limpo dos hur ores que acaba-
mos de narrar com traeos concisos e impcrleilos.
Que bello conlraste!
Analvsai com eulernecimeiilo esta acea de palhe-
lica veneraro. Piao vedes all um lumulo pompo-
so coberlode crep'! Pois bem; he o tmulo em que
jaz Fredericn, olirande! Sabis quem o contempla
com lauto respeito, e lAo muda admirarn Parere
incrivel: he .NapoleAo i, que com a regia fronte in-
clinada obre o peito adornado de hrasOes encruza
seus bracea hercleos, e parece esquecer a cora ga-
nhada a cusa de enormes sacrificios, e ah-- os louros
alcanzados na victoria coinpl -la de Al arenco e Aus-
lerlilz!
Por ventura em 13o profunda mdilarAo serviinlu-
nos da expresso de urna das capacidades da poca
prsenle; previra o Iteroe Je mil batalhas vil IrairAo,
inevilavel queda'! Por cerlo que nao.
Proscripto em Santa Helena soube como Job resi-
anar-se com a sorle, e nos penedos escabrosos daquel-
la ilha orina, que s Ihe infandia tristeza, ja pelo
aspecto assaz desagradavel, ja pelo clima nimiamen-
te ingrato; elle acabrunhado por dores recordacoes
do seu passado de herosmo; auuiquilado por vOr-sc
em solo estrangeiro cercado de vistas iiimigas em
mais esperanza 110 porvir; no meio de lanos mar-
lyrios, diremos nos, prolerio seutenris com a calma
de um prophela inspirado, e hoje as vemos realisa-
das DaGuerra do Oriente '. Oala, que feila a paz
da ha muilo projeclada pelas potencias europeas,
abra-se urna nova era de progresso a civilisarao !
As-im o daremos esperar com plena confianza oa
Providencia. Mas tanta digressao! para que !
Tornemos ao qoiso assumplo ; em conclusao ver-
tamos ama lagrima de rdanle saudade sobre cam-
pa lingela do nosso rollega Basilio Torreao, e com a
mao sincera de um leal amigo gravemos Da lage
sepulcral modesto epitapliio, repellado enm o im-
moilal Carrell estas palavras de sublime poesa:
Mrenosle candido, formoso lyrio.
Taire: na '/uara de um melhor florir.
Por F. F. Correia.
Marro -li\, de IKli.
MAPPA demonstran 10 do mocimento do hospital
de raridade te Nossa Senkora do Urna-
ment da ndade do Heci/e de 2t o meta
noiteameia noitc de 1', de mano de IK.'iti.
O
tal-
_
Se.ros. .55 0 Es
C 0 a
"i. 9 -> 0
Horneas 0
Mulhcres i 0 i 0
l'utal. 8 0 ( 0
Todos esles
obserraees yeraes.
i'iiioimos -itli mu do cholera, c dos
que sahiran foram soccorridos ."> com :io cada um
para asirespectivas dietas.
Foram soccorridos em suas casas, durante esto es-
pado de lempoaSlc cholericos, com receila e medica-
mentos seis, com receila, medicamentos c roupa um.
Dr. I'ossidonio de Mello e. .tcdoli, medico em
servico.
lenles que passardes,
Pela Sauta Cruz
Se viriles I orn mi I ,
Charaai por Jess.
Esseda rilieira,
>.iu/ de tucano
Que so na figura,
Tem visos de humano.
Tem certas amigos
Que jamis expulsa.
Por quem manda avisos
A' Pagina Acuita.
Contra uio seu visiuhu
Mui bem com portado,
Que uao d motivos,
> P'ra ser criticado.
t'oiife>sa o caipora
Por ser um prophela
Que ja o vio imImi -.0
De ser um paleta.
I)e Iraser as costas,
II .ma pauclla
E qne bous falinhus
l'raz l dentro della.
Porem o Vasconso
Que vive all perlo,
Me disse mui seriu.
Ser fado mui cerlo.
Que o, inesinn Feruaudes ;
i un sua amule.10
Se quebra a pa'nella,
Cabe ludo no chau.
Nao lenho cu a culpa
tDissu euau galleen'
Porque se se quebrar,
Eu IA nao me chego.
Mas vejo de fora
O que se derrama.
Para eulao dizer-lhes
Quem tem melhor fama.
Nao he vergonhoso
Ver homens visinlios
Ficarem zangados
Depois de atDigninbos ?
\ ivendu o asgressor,
<;ora o aggravado,
Debaixo das lelhas,
Do .-iio-ini tediado !
.Mas nao c*morcra
Senhor Azevedo;
Fui suas manobras.
Nao queira ler indo.
Vera o rcsulladu,
Que colhe da iulriga
Ver como firmes
Lh'iinpin^em a espiga.
O inimigo dos improperios.
(Svnmttci.
ao par
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por 1;.
ii Lisboa, 92por 100.
u lito de Janeiro, ao par.
Acues do Baen, :ir> 0|0 de premio.
Acues da cumpauhia de leberibe.
.\ccdes da rnmpanhia Peruamburaua
11 Utilidadc Publica, 30 parenlo de premio.
V ii Iiideiiitn-.i lora.sem vendas.
Discoulo de leltras, de 12 a IS por O1.11
MBTAES.
Ouro.Onras hespanhulas. .
Moedas de lis'iOO velhas
o i) tiSiOO novas .
49OOO. ,
l'rala.l'alacics brasileiros. .
Pesos cnliimnanos. .
o mexicanos. ,
D1I0 do assucar, e oulros
gneros da dila.....
Dito dito do lliu (irande do
Norle........; .
Dito dito das Alagdaa. .
inmo
I67J910
3:2l8H(i7
1:017I9I
i:fiO:i;:W7
Deposilos sabidos..... I:055$i38
Ditos eiisleolea...... 7:0S85ii
Mesa do etuMolado de l'ernambuco :|| ,|e marro
de 1856.Peloeacrivlo, o primeiro escripluran,
trawisrndc Paula /.npes liis.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PEI.A MUSA
DOCONSDIADO DESTA CIDADF: ,\o |)|a
:il DE MARCO DE 1856,
PortoBarca portugueza ni cal, Mannel Joaqoim
Ramos 01 Silva, ti barricas e 70 saceos assucar
manco :HI ditos dito mascavado.
Porto Barca porlu^ueza nlluarte IV, Antonio Gu-
ies de Macedn, :IS barricas assucar branco, e I
dita familia de mandioca.
demBarca portugueza nUuarte IV, Bailar 6Oli-
veira, 37 cascos niel.
LisboaPatacho poitagoet oRapido, T. de Aquino
Fonseca A Filho, 130 saceos assucar branco e 90
ditos dito mascavado
LisboaPatacho portuguez Rpido, Domingos
Ferreira Maia, :)0 saceos assucar branco, e 20 ditos
Ido mascavado.
LisboaBrigue portusuez l.aia II, Francisco Se-
veriano Rabello 4 Filho, 13 pipas mel, 1100 saceos
assucar branco e 535 ililosdilo mascavado.
Baenos-Avres por Montevideo-Polaca hespaiihola
Thereza, Amorim Irmios l Compsahia, 350
barricas assucar branco.
Exporlacao'.
Bueuos-Ayres rom escala por Mniilevldo, brigue
urasileiro Feliz lieslium die 207 toneladas, con-
duzio o seguiule : 1,276 volumcs com 9,522 ar-
robas c 15 libras de assucar.
Bueuos-Ayres por Montevideo, patacho inglcz
.Alelo, de 21s toneladas, cnudutio o seguinte :
1,167 barricas e 171 meias dilas com 10,040 arroba
e 18 libras de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidnneiilododia 1 a 21) / 31:0205811
dem do dia 31 ..... -a- 963(07i
* 31:983588.5
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO
PROVINCIAL NO MEZ DE MARCO DE 1836.
Direitos de 3 por cento do assucar
exportado........ 23r744W08
Hilos de 5 por cenlo do algodAo e
mais gneros....... 3:996*828
Capalazia de 320 rs. por lacea de
algodao ......... B3S880
Decima urbana....... 1:HI7v-25:l
Sellu de heranras e legados 50I5O
Meia siza dos escravos 2775VK)
Einolumenlos de pulicia .... ji -un 1
Novse velhos direitos..... 244b74
Importo de i por eeoto..... 1:3705-266
dem de 3 por rento...... 255200
dem do IO3OOO rs. sobre casas de
modas.......... 10)000
Matriculasde iuslrucrao superior. 55OOO
Mullas.......... 28-58
'-usas.......... 2858S
31463)685
i 3." secriio do cousulado provincial 31 de marro de
(856.O escripturario,
t lisies Cokles Cavalcanli de Mello.
PAUTA
ios preros rorrcnlcs do assucar, algodao, e mais
' gneros do paiz, que se despacham na mesa do
consulado de l'ernambuco, na semana de 31
de marro a 5 de abril de 1856.
Assucar emeai xas branco 1. qualidade (a
*ct::.::.
28a 28)300
. 11..-0U.1
165000
, 8)000
. 250OO
. 2000
. I586
ALFANDEGA.
Rendimeulo do dia I a 29. .
dem ido dia 31......
181:733)303
7:208(368
I9t:9il871
Uesearregam hoje 1 d'e abril.
Barca francezaCont Itogcrbacalho.
Barca portuguezaFlor do Portoarcos e liaras.
Brigue haraburguez7'rAamercaduras.
Brigue brasilcirohidraliversos gneros.
Patacho portuguez Constanciavinho, vinagre
azeite e sardinhas.
Brigue hrasileimAmeliafumo c charutos.
RENDIMENTO UO ME/. DE MARCO.
Ri'iiilimeiilo letal.........
Rcsliluirocs...........,
i) i) mase.........
bar. e sac. branro....... a
masravado..... o
retn.ido....., ...
Algodao em pluma de l. qualidade
2.a
i) )> 3." o
em carece.........
Espirito de agurdente......caada
Agurdenle cachara........
u de raima
i) resillada
do reiuo
Gcncbra.............cunada
...............botija
Licor...............ranada
" ............... gijrafa
Arroz piladoduas arrobas, um alqueirc
i) cm casca.......,
Azcilc de mamona ........caada
mendobim e de cocu n
de pcixe.........
Cacan ...........
Aves araras.....
papagaios.....
Bolachas..........
Biscoilos .*.........
Calo hom..........
rcsslolho........
com casca.......
muido.........
Carne secca ........
Coros com casca......
Charutos bous.......
11 ordinarios ....
11 regalia e primor
Cera de carnauba.....
em velas.......
Cobre novo mo d'obra ,
19
una
um
ii<

cenlo
Rs.
Importuno.
Dircilos de riiusiium..........
Ditos de 1 por ceulu de reexporlarao
para os portos eslrauceiros. : .
Dilos de I por cenlo de reexportadlo
para os portos do imperio......
Expediente de 5 por rento dos spueros
esliaugeiros despachados com carta
de guia................
Dil de 11- por c. dos gneros do paiz.
Dilode I l|2 por e. dos gneros livrex.
Arniazcuagciii das merradoras.....
Dila da plvora.............
Premio de l|2 por rento dos ase(inados
Mullas calculadas nos despechos. .
Dilasdiversas..............
Interior.
Sello fi\ii................
Patentes dos despulanles gerac*. .
Ditas dilas especiaes..........
FriUn de ttulos dos despachanles, dos
caixeiros despachantes, ele......
Emolumento, do ccrlids. ..'....
191:9113871 .
92>328 Roeros de hu silgados
verdes. .
191:8195513
187:270)676
1085320
13)183
831)386
1065910
96?. 188
609)303
.51-5000
I:91S>95
IOI5U2
0-5000
21)360
509001)
12->50ll
50O
18^280
i:.ilraordinaria.
Ue-liliticjo feila por um particular
seguales especies.
191:819-5.513
30)000
I9I:8995I3
.Jnlnhciiii
Aasignados .
^Depsitos.
Em halancii un iillimn de
fevereiro........
Entrados no crrenle mez
Sabido-. ....
92:90:19-5:18
98:9969005
10:1165557
1:71:1-5299
Evsleulrs..........
A'eM teguinlet especies.
Dinheiro..... 1:11-5711
Letras......32:5135375
U:8j0)836
1-2:211)767
32:618)089
Contribuirao dr earidade.
Rendimento ueste mrz".......... 313)182
Alfandr-ga defernarnbuco 31 de marro do 1856.
o MerivSo,
Faustino Jos CONSULADO tihRAL.
Reiidimenlodo da 1 a 29 39:2i9is(li
..... 1:427)156
Idom do dia 31
\
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a ^9 .
dem do dia 31 ,, 7 ... .
0:676)116
3:841)433
172)736
espixados...... ,
de oura .........
a cabra cortidos ....
Caachimbo......., .
Esleirs de preperi........
Doce de calda..........
goiaba.........
secco ...........
jalta............
Eslnpa nacional.........
eslraugeia, mao d'nbra*.
E-panadores grandes.......
pequeos......
Fariuha de mandioca......
i) inilho........
b ararula .......
Feijao..............
Fumo
milliciru
urna
alqueirc

11
alqueire
. A'
\ 1:017)191
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO DE
l'EKNAMBUCO NO MEZ DE MARCO DE
1H56.
Consilado de 5 por cenlo. :W:2359il2
\ ----------------38:2355112
Ancorrigem........ 1:303)7.50
l)ireitos\de por cento na
compra e venda das em-
barcaees..... 135)000
Expedicnledas capauzias. 119)600
Sello lixo e proporcional. 575-9801
Emolumentos de certides. 6)600
2:410)751
Ditersas provincias
Dizimo do algodAo e oulros
gneros do Rio Grande do
Norle........
Dilo dilo iliiu dito da Para-
laba........
10:676)196
698310
1389T51
boro .........
ordiuarii......
em futli,i hom........
ordinario.......
i) reslolln.........
Ipciaruanlia............
tiouima..............alq.
Gcngibre..........__ t. ',l
Leuha de adas graudes......cont
ii pcqueuas.....
ii toros....... o
Prendas de amarellode 2 costados urna
louro......... i>
Costado de amarellode35a 10p. de
c. c 2 ', a 3 de I..... "
de dilo usuaes.......
Ceetadinho de dito........
Soalho de dilo...........
Fornfde dito...........
Costado de louro.........
Cosladiuho de dilo........ u
Soalho de dito...........
Forro de dilo...........
1 redro..........
Toros de lalajuha.........quintal
Varas de parreira.........ilu/ia
aguilhadas........
ii quiris.......... ii
Em obras rudas de sicupira para c. par
ii cixus II II II II u
Mlico...............caada
Miiho...............alqueirc
l'edra de amular.........urna
)i ii filtrar..........
ii roblos......... ii
Ponas de hoi...........cenlo
Piassava..............n mili o
Sola ou vaqueta..........meio
Sebo em rama...........lai
Pelles de rarneiro.........nina
Salsa parrilha...........(Si
tapioca.............. ii
I nhas de hoi...........cenlo
Salan...............ft
Vinagre pipa ..........
3
8
8.
38100
25100
-.3810
.58100
5*000
1)600
15350
8S0O0
9180
swo
880
9700
8-580
8210
8-580
8210
85OOO
19IM1
8)0011
2)210
1)600
5)000
108000
3)000
6)100
85960
830110
6)000
65OOO
10-5210
6)000
3)810
1)600
5600
2)400
9)000
11)000
8160
5200
8110
3270
15)000
9120
5)000
5200
3210
8200
3800
9100
156110
I3OOO
M HX
1)601
3)200
3)000
3)300
85OOO
I05HK)
65OOO
8)000
.58000
9000
38)000
3)000
13.500
5'iO
5900
118000
248000
lfi-JOtX)
30)000
18)000
89000
69000
29-500
89OOO
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38200
23000
:l5(HKI
18280
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19920
1)280
44)000
20)000
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2)000
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(9000
89IKK)
1-5IHKI
5-120
2)300
6.hh>o
3320
17)000
3)500
5210
9120
30)000
sua senhnra e 5 lillins, Francisco Ferreira Bandei-
ra e soa senhora. Dr. Ilinmaz Anlunes de Abrcu
el criado, Dr. Egas Miinis Brrelo Carueiru de
Campea, enfermeiro Cesarle Francisco dos Passos,
It.-uij,mi 11 Jariullui Tlioiiiaz. Jos Maiianuode
Campos, Julio Augusto da Silva. Joaquim lio iri-
gues de Seixas, l.uiz Rodrgaos Nanea, reverendo
Candido de Souza RequiAn, M ,n .| Jos dOS Rcis
liinior, Antonio Tallas da Silva Lobo, Antonio
Joaqoim Correia de Araujo, Antonio de Oliveira
Cardoao Gaimaraes, Francisco Jos Cardeso oi-
maraes, Francisco de P. II. I.. Brando, Antonio
Mana Hamos. Innocencia Marquesde Araujo Coes
c I escravo, Antonio Talles da Silva Lobo e I
criado. Amonio Joaquini de Magalhaes Catiro e 1
escravo, Thoroax Garcei Paranhoa llonleuegro e
1 escravo, t^ornelio Cicero Dantas Marlinsc Bcni-
co llantas Marlios e 3 escravos, Jos Pires de Car-
valliu e .Vlbiiquerque. Antonio Jos de Amorim e
1 escravo, Anteara Josc de Castro Lima e 1 es-
cram, Antonio Jos Pedroso de Alliuquerque J-
nior c I escravo. Francisco l.uiz Ai.lunes de Cam-
pns c I escravo, Antonio Vicente da Rocha e 1
escravo. ^iiar-la-inarinha Anlero da Cusa Alham,
alferes Jos Francisco da Silva, Filippe de Mella
Vascoucellos e I escravo, Manuel Joaquim de
Sanl'Anna, Jos fresar de Menezes, Antnniu Fer-
reira Carrez, Mugue Bclirlo, e 2 cx-pracasduex-
ercito. Segucui para o mirle: Dr. Cassiano Au-
gusto de .Mello Mallns e I criado, Dr. Marcelo
Lobato de Castro e 1 escravo, Jos Lobo Vranna,
Paulo Jos da Silva, alferes Cicero Fraukhn de
Aleiicar Lima, o soldado. Joaquim Jos de San-
i'Aniii, tciieule-coronel Manoel Lopes Peceguei-
ro, Florriiiino Jos Pereira, Dr. Joaquim Anto-
nio de Oliveira Bolelho, Francisco Petronillo Al-
ves de .Oliveira Ataliba Americano Franco,
Antonio Mavignier Lopes liana, Jos l.uiz Tei-
xeira Lopes, Caelano Correia Lima, Raymundo
Prazeres Rocha Pacova, ...limo Andr Curcioo,
1 ex-prara do cxercilo, 1 cscrav a entregar, Cons-
tantino Pedro Chaves da Molla, Manoel Juslo
Itilicirii, 1 e\-prara de marinha.
Rio Grande do Sul20 dias, britue brasileiro Ar-
-on.iutae. de 187 toneladas, capitao llenrique
Correia de Frcilas, equipa^cm 13, carga carne e
grasa ; a Manoel A. Guerra.
Genova17 dias. polaca sarda nl'rolezione, de 170
toneladas, capitao Fortunato de Oliveira, equipa-
gem 11, carga farinha de trigo e mais gneros ; ao
capitao.
Marenhao18 dias, patacho brasileiro Sania Cruz,
de 107 toneladas, capillo Marcos Jos da Silva,
equipageem 8, carga farinha de mandioca e arroz;
a Caelano C. da C. Moreira. Passageiro, Pedro
Gouc,alyes Pereira.
(iilualtar15 dias. briguo inglez tiaiiiel, de 221
toueladas, capil.lo Simpson. equipagem 9, tm las-
tro ; a Brunn A; Coinpauhia.
Vacio sabido no mesmo dia.
GihrallarBarca hamhurgueza Sophie Georgelh,
capitao C. I--. Bnsenharulz, carga assucar.
SMaeZ.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazeoda
manda fazer publico, para coiihecimculo dos inleres-
sados, as disposicoes nbaixo transcriptas, alim de
que ienham a mais cmplela eiecucao. Secretaria
da Ihesouraria de fazenda de l'ernambuco em 19 de
marco de 1856. O ollicial maior, Emilio Xaticr
Sonreir de Mello.
Copia. Circular u. 2. O marquez de Paran,
presidente do tribunal do theseuro nacional, recom-
meiida aos inspectores das lliesourarias de fazenda,
quedeem a maior puhlicidade pns do artigo II da lei n. 810 de 15 de setembro do an-
uo prximo passado, que manda que a compra e ven-
da dos bens de raiz, cujo valor exceder de 2005, seja
celebrada por escriplura publica, siib pena de nulli-
aade ; ordeuaudo oulro sim aos ohefes das estaces
arrecadaduras da renda nns diversos termos fura das
capitaes das provincias, que o mesmo f.icam nos seus
respectivos dislriclus, por meio de edilas publicados
nos peridicos uude os houver, e allixados nos luga-
res mais pblicos. Thesouro nacional em 22 de Ja-
neiro de 1836. Marque: de Paran.Conforme,
JosSeveriiio da Rocha. Arl. II da lei u. 810 de
15 de setembro de 1855, a que se retare a circular
supra.
A compra e venda dos bens de raiz, cujo valor
exceder de 2005, ser feita por escriplura publica,
sb pena de nnllidadcii
Esl conformeEmilio .Variar .Snftrrira de Mello.
&cdaracx>e.
Corre i o gem.
As nidias do vapor TocanUn* para os portos do
norle fecham-se boje as 4 horas da larde : os or-
uaes ilcveru ser eulregoes tres horas antes.
O Illm. Sr. capitn do porto manda fazer cons-
tar a quem convier, que existen) em deposito no ar-
seual de marinha, apauhadus indo pela agua abaixo
os seguintes objeelos : urna caima graude aberla,
com dous bancos, sob u. 12, propria para carrejar
ionios, lima dila de carreira, letlra K c n. 51, m
bote nao leudo numerario e um pr.iucli.lo, madeira
de amarello, os quaes serio entregues a quem mos-
trar que de direilo Ibes perl-nre, e pagar quaesquer
detpezas que para a arrecadacao se Ienham frito.
Capilaoia do porlo de l'ernambuco 31 de masco de
1856.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Retaste das carias seguras viudas do sul pelo
vapor l'ocantius para os seuhores: Antonio (Ion-
calves Ferreira, Antonio l.uiz Hilarte ti., Benlo Jo-
seda Cosa, Caelano de Casiro Felisberlo. Jeronymo
Coelho, Izidora Sculionuha Lopes. Joao Antonio
Piedade, Josepha Joaquina Vascoucellos, Josc Lou-
rencoda Cruz, Josc Joaqoim Tiberio Lobo, Jos de
Sa Cavalcanli Lins, Jos da Silva Reis, Mana da As-
somprio, Manoel Dumiugos Jauuarin, Manoel Jos
Ribeiro Cavalcanli Lidia, Mauoel Thomaz dos Sau-
los Rodrigo, Ignacio de Souza Meuezes, Jo,io Alves
Ferreira. Vicente Pereira do Reao.
Pela subdelegacia da freguezia da lloa-Visla
foi appreheudido por ser encontrado sem doun, um
cavallo de cor prela, com eataus, cociendo diversos
gneros de inolhados : quem for seu dono compare-
Ca ne-sla subdelegacia. Subdelegacia da Boa-Vista
29 de marco de (856.A. F. Marlins Ribeiro.
l'elaldelegacia do I.- di,trelo desle lerino
foram appreheudidos, e se acliam uo deposito geral,
o prelo Manoel e a parda Josepha aquelle que diz,
ser escravo de Pedro Francisco Pereira, e esta de
Joao Barbosa de Goes, ambos moradores na povoa-
cao de Naluba, provincia da Parahiha do Norle ; us
quaes escravos tintado, all por Joaquim Jos e Joa-
quim Antonio da Silveira, que por isso se acliam re-
colhidos e presos ua casa ue delenrao para seren
procurados. Os donos dos referidos escravos compa-
recam ncsla delegada, para Ihes serem entregues,
viudo munidos de documentos legaes. Delesacia do
I.- dislriclo do Recite aos 29 de marro de 1856.O
delegado, Francisco Bernardo de Cafvaiho.
Sfto&oS 9Eforitim00.
%tox>tm?iito 2)o povto.
.vacio.-- entrados no dia 31.
Riu de Janeiro e porlos intermedio-<> dias, paque-
te a vapor Tocanlins, commandanle o capilo
de Trgala Gervasio Mancebo. Patsageiros para
esla provincia, Joaquim Gil Senaa deMtsquia,
Para o ro de
Janeiro
sabe com brevidade por le- a maior par-
te da carga prompta, o berri conbecido
brigue nacional FIRMA : para o resto
da mesma, passageiros < escravos a frote,
para que tem excellcntes commodos, tra-
ta-secom os consignatai os Novaos V C, na
ruado Trapiche n. 34, primeiro andar,
ou com o capitao na ntica.
PORTO.
Seguir para a cidade do Porlo (,1o breve quan-
toseja possivel a veleira barca portugueza Duurte
II', forrada e encavilhada de cobre ; lem alguma
carga prompta e recebe a que apparecer a Ircle : Ira-
ta-se com Bailar A Oliveira, no seu eacriptorio da
ra da Cadeia do Recife n. 12.
Para u Rio de Janeiro sahe rom Inda a lirevi-
dade, por ter parle da carga prompta, o patacho Flor
da Baha, capitao Damin da Cosa Rosa : quem
quizer rarreaar o reslo, cnlenda- lariu Mauoel Alves Cuerra, na ra do Trapiche
n. 11.
A escuna LINDA precisa contratar
mariuliciros brasileiros, para a viarrejii
que ora vai fazer ao Itio de Janeiro.
Para a Babia segu em poucos dias, por j ter
a maior parle da rarsa prompta, a veleira e bem ro-
uhecida garopeira l.'trarao ; para o reslo da carga
(rata-se com seu consignatario Domingos Alves Ma-
theus. ra da Cruz n. 51.
Pira n Para rom escala pelo Maranhao, o ber-
gantim brasileiro Despique de BttriS, capitao .Ma-
nuel Marques Correia, forrado e encavi liado de co-
bre, de primeira marcha, segu com a maior brevi-
dade possivel, por ja ler parle da carga prompla ;
para o reslo e passageiros, Irala-se no esenptorio do
Sr. Manuel Joai|uim Hamos e Silva, uu com o capi-
tn na praea.
Para o Itio ce
Janeiro
segu v iugem na prxima semana, por ja'
ter dousteicosdocarregamento, o brigue
nacional ADOLPIIOi pai a o rusto, pas-
sageiros 0 escravos ti iele, hala-sc na rita
(In Vigarion.5, mi com o capitao .Manoel
Pereira de Sa".
-- O brinoc brasileiro Firoia eaue viagem para a
Rio de Janeiro no da 2 do correle ; su rcrebe es-
cravns a frele a Iralar com oa consignatarios No-
vaes c\ Coinpauhia, na ra do Trapiche n. 34,
O ageulc Borja lata leilao em seu armazem na
rus do Collegio n. 15, de urna eicellenle mobilia de
Jacaranda de goslo uiodernissimo c diversos olenci-
lios de casa, ele. ele, de urna pessoa que relira-se
da provincia, assim como de oulros mullos objeelos
existentes no armazem, como bem um grande e cm-
plelo snrlimenlos de obras de marcineria novas c
usadas, varias obras de ouro e prala, relogios para
algibeira, vasos e eufeiles de porcellaua para sala,
ptimos apparelhos de porcellaua para sobre mesa',
ricos marmores para censlo e mesa de meio de sala,
de diferentes goslos os mais modernos possiveis, di-
verjas quiuquilharias li.iiu-ez.i-. ele, as quaes se a-
charia patentes no referido armazem no dia do lei-
Uo, quarla-feira 2 de abril do correule anuo as II
horas da uiouhaa.
l-i-.orre cV Tissel I rere faran leilao, por in-
tervenrao do agente Oliveira, de cerca -VI barris de
mantehja franceza, e 900 barricas de bacalho, que
acaban) de desembarrar de bordo do navio Cont
Hoger : lerca-feira, 1.- de abril, as 10 horas da ma-
ndila, do armazem do Sr. Aunes .lamine, defroule
a arcada da alfandega.
timo* &.t>er5i>5.
Pede-sea [lima, commissao da c-
mara desla cidade, queira designar quaes
sitos acougues que vendem carnea 18
patucas, para quu os talliadores nao la-
cam alguma das suas.L'm que s en-
contra carne de vintu.
:4 HOIEOPATHIA E 0
g CHOLERA.
r nico tratamento preservativo e W
curativo do cliolera-morbus,
'3 PELO DUCTOR A
'^SabinoOlegarioLudgeio Pinho- fA
{f\ Sryunda edirrao.
A benevolencia com que foi acolhida pe-
lo publico a primeira odiccao desle opus-
culo, esgolada no curto esparo de dous me- J
IH7 zes nos induzio a reimpressao' (Bt
7Z Carleiras completas para o Irata- w
(p| ment do cholera e de mnilas ou- B
A lr,a molestias, a..........30|000 ZL
2? Meia* ca"eiras..........ltlaIMI ^
^ Os medicamentos sao os melhores possiveis. A
ijji. Cousullono central horaeopathico, ra zS
W de Sania Amaro Mundo-Novo 11. ti. v)
Na ra do Encantamento n. 76A,
milito se desoja fallar como Sr. francisco
da Costa, vindo lia poucos mezes da villa
de Chaves em Portugal, para esta cidade.
;O Dr. Vicente Pereira do Reg par-
ticipa aos seus amigos e constituintes,
que Iransfeiio o seu escriptoro de advo-
gacia para a ra do Queimado n. \ti, pri-
meiro andar, onde podo ser consultado
das 10 horas da manhaa em diante.
Francisca Antonio Benedicta e tres
netas, moradoras na ra dos Mam rio,
lojas da casa do Si-, coronel Salgueiio.ja"
oram socconidas por tres vezes, nos dias
10, 20 o 25 do coi-rente, com 80O0 r,
om dinheiro, ") cuiasde farinha, 5 libras
do bolacha, l libras de carne e 2 ditas de
arroz; isto pela commissaoparocbialdeS.
Jos, da qual he membroJoaquim Lu-
cio Honteiro da Franca.
O cautelisla Antonio Jos Rodrigues
de Souza Jnior vendeu em bilhete in-
teno n.2018 a sorte de .J:000.s000, em
mcios, ns. 5510, a de 2:000.,-000, em
oitavosn. 2977 a de VOO.sOOO, em meios
n. 2802, a de 200.SO00 : e outras de 100.S,
50$, 20.so IO.sOOII, da segunda parto da
primara lotera da matriz de San-Jos
desta cidade: os possuidoresqueiram vir
receber na forma costumada, na ra do
Collogion. 21, ptimeiro andar.
Precisa-so alagar ama preta captiva ou mesmo
torra, que emenda de colinda e ensommado: a pes-
soa qoe tiver dirija-se a ra da Penna n. 'J, ou an-
nuncie a sna morada para ser procurada.
Desciicaminhou-sc um pranchaoda louro, com
a marca M. A..- quem o liver adiado dirija-se a roa
do yueimado n. 33, que ser generosamente recom-
pensado.
Precisa-se de urna pessoa que lenha pralica de
pnlica, para Maceio : quem esliver nestas circums-
tancias dirija-sj a ra do Visarlo n. 5.
J. C. Ralie retira-se para Europa.
Oflcrecese urna mulher para coiinbar e engom-
mar para homem sulleiro : na Camboa do Carmo
n. O.
Candida Rosa Dias l-'eruanJes lem jaste e con-
tratado com o Sr. Joao Jos,- de Araujo comprar a
casa terrea do becco do Tambi D. 18 ; se alguem se
ulgar com direilo a dita casa, annuncie por esla te-
nia, ou compareca uestes 3 dias na ra larga do Ro-
sario n. .(0.
Quera liver um sellim em bem estado, inglez,
e queira vender, appareca na ra da Praia n. 12.
Precisa-se de um criado para o servico de urna
casa de pequea familia : a Iralar na ra Nova a.
20, segunde andar.
d 7. Vscar l)e,,iheau> v*' Europa, dcixando o Sr.
I>. Ilidier por sen procurador.
Precisa-se de um lueniun de 12 a 11 annos.que
Mita ler, escrever e coular, aiuda mesmo ,que ntlo
seja com perteirilu.desles rhegados na Flor do Porlo,
para caueiro de urna taberna : na ra eslreita do
Kosano u. 1|.
Soulhall Mellor & Campanilla raudaram seu
esenptorio c armazem de (aseadas para a ra do
torrean. w, coru a freille os cdifcj05 d lra_
piche do Angelo.
1-az-sealmoco ejanlar para Jora, com muilo
aceio, limpcza e promplidao no becco do Carioca,
armazem o. 9.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva, para
loooaei yiru ile uma casa de pouca familia: na roa
da Moeda n. 2.
Aluga-se um moleque en mo, hom para cria-
do, e ale para bolieiro pois tem algum principio :
quem o quizer. dirija-se ao sobrado da ra de Santa
lliereza. a fallar com o senhor do dito moleque, que
no o abaixo assignado.
-Miguel Jo- de Almeida Peruamhuco.
Precisa-se de uma mulher para concertar
obras : na loja de alfaialc da ra Nova u. 611.
Aluga-se urna lileira : na ra da Cadeia do
Rente n. 16.
Francisco Aulonio de Oliveira, Ihesoureiro dit
loteras da provincia,manda Iranscrever para conhe
cimento do publico o decreto n. 1727 de 2" de feve-
reiro para cuja execueau |a se acliam expedidas a
convenientes orden, pelo Illm. Sr. Dr. chete de po-
ma, e pelo dito decreto se vi, que em nada Irans-
torna o andamento das loteras desla provincia, de-
vendse nelias observar o reculamente prov
nal, pudendo us pnssuniores de bilbeles de luleriasl
sulidividireni-us.n.is Iracres concedidas por lei, nb-
servamio, puieni, o disposlu un arligo 2." do sup-
piemeuto aditivo ao regulanienlo proviucial das lo-
teras.
lotera da provincia.
Olllm.Sr.tliesourcirodas loteras man-
da fa/.or publico, que te acliam a venda
os bilbeles da secunda parte da quai-ta
lotera do Gj miiasio Pernambucano,cujas
rodas andain no dia 12 do andante me/.;
tamliem manda lazo publico que tem
bstente! bHieles a venda, na ihesouraria
das loteras, das 0 as 7, \lolaf Qil tarde
Tliesouraria das lotera ll Jc marco de
1856. O escrivao, Antonio Josc Du-
arte.
Precisa-se de um homem para Irabalhar ees ajen
sitio : a fallar no sido do viveiro do iluuiz.
Jos Rodrigues da Cunta knnles. sabdilo par-
tuguez, vai a Portugal tratar de suajsaude.
Na primeira audiencia do Sr. Dr. jaiz mamci-
pal da primeira vara, que lera logar nas Ierra e
sexlas-feirai, se ha de arrematar por veada om sitio
com casa da vivenda no lugar do alenteiro, pana
rado ao Dr. Vicente Ferreira Gomes e toa rualber.
por execoc.io de Francisco Antonio das Chacas.
Precisa-se de ama ama para toda o serviro de
ama casa de pouca familia : pastando o qoarlel d
Hospicio o tegundo portan.
Osear Destibeau vai a Europa, deixaodn o Sr.
B. Dedier eocarregado da sua procurarao.
A pessoa que liver correspondencia commernal
na cidade de Porto Alegre, oa mesma na ato Rie
Grande do Sul, digne-se dirigir-se a roa Nava o. 12,
a negocio de sea interesse, oa anuancte soa parada
para ser procurada.
O Sr. S. I. B. appareca na ra da Cruz de Re-
cife ti. 15 a negocio que nao ignora, seoio na pran
de 1 dias vera o seu nome por extenso, e e l
Ao publico.
t. Joauoa Eduardo Porlo, moradora na rea do
Hospicio n. 8, declara ao respeilavel patMiee, na
leodo em ua companhia ama parda do neeaa Eo-
genia, livre, de idade de 16 anuos, esta se pac em
faga desde o dia 25 do correle, e raga a qaalseaer
pessoa que souber onde ella se ada, participar ae
annnncianle ; como tambem protesta coatra i
a leuha em seu poder, visto ser ella I
Precisa-se alugar um pequeo sitio
|>erto desla cidade, o pial tenha lugar pa-
ra guardar um cavallo e que nao aeja
prximo a charco ou agua eslagnada, c
se tiver casa as-sobradada melhor aera' :
na livraria ns. (i e 8, da praca da Inde-
pendencia.
Instrueco moral e reli-
giosa.
Este compendio de historia sagrada, que
loi approvado pan instruccao pjimaria.
tendo-se vendido antes da approvacao a
lGOOrs., passa a ser vendido a IsOO :
na livraria ns. (i e 8, da praca da Inde-
pendencia.
ATTENC.VO. mp
% Arha-se a venda na confeitaria da roa da a*
0 Cruz, perleoceiite t A. A. Porta evcrlle
3 gela de varias qualidades. perfeiUsaeaea
g acondicionada em latas de 3 libras; noal-
S mente inuiio bom doce de calda sorlida
pequeos barris. e lodos os mais artigo da
9 docena, ludo confeccionado rom o maior i
traero : apromptam-se encommendas para
dentro e fura do imperio, com toda aclivida- _
St de e limpeza. m
No dia lie abril em dianle ha-
verao oinmliiis para t M iiilaaaia
lodos os das de aula, senda a par-
tida do primeiro as 7 :l|i da manhSa. a depois sac-
cessivamente partir umde meia em meia hora ale
s 11 horas; rusta o lulhete de entrada 1l r., aaV
verle-se que pessoa alame lera intresso sem esae
entregue primeiro o bilhele ao boleeire. esto ana
nao ha asaignalura: os bilbeles de cidrada viieeaa
se no escriptoro da ra da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 13.
""* a
1
ajBJLgSj*^UJSjBj^Lav ajaBialj- l^kS^sld laJBk^Bt ftbOfeat^h* VI
. -yi/AxIr. U. .|T
A commissao encaiTegada da distribu-
crio das acees da companhia da estrada
do Ierro de Pcrnainhuco, faz. saber a lo-
das as pessoas que teem inscripto o seu
nomo, e todas as que como accionistas o
quizerem inscrovor, que tendo-se de ter-
minar o pra> marcado para a dita ins-
cripeto c entrada do doposilu em o dia i
de abril pix)\mo futuro, he indspensa-
vel que ate essa poca tratcm de fazer o
pedido e realisar as condunes ulteriore*.
Desojando a commisaao c|ue na provincia
lique o maior numero de eMaaS que lor
possiyel, manda fazer e repetir este an-
nuncio, vislo que, passado o prazo, fica-
1,10 imiirodiatamonto tomadas pelo Rio
de Janeiro todas as acones que foram des-
tinadas para o Brasil.
Kofta-se encarecidamente a S. E\c.
Uvina. o Sr. hispo diocesano, que tcnlut
compaixao da pobre da fregnezia da Luz.
(onde tem morrido sem conlissao mais de
duzentas pessoas de fevereiro para ca),
mandando para jqui algum sacerdote
para coniessara frente de fra, visto que
o respectivo vigarioou por nervoso ou por
oceupado nao tem sa 11 i do a confessai, des-
de o principio de fevereiro prximo pas-
sado ; isto pede encarecidamenteUm
larochiano da Luz.
A commissCro da cmara municipal
lara' expor a' venda, todosos das, de 50
do coi rente em diante, carne verde para
o consumo da capital, pelos precotde OO
e 180 rs. a libra.
tretSc*.
O leilao de pipas vasias licou transferido para
hoje I.' de abril au meio dia em ponte.
Decreto u. 1727 de 211 de fevereiro de 1856.
Provideucia sobre a divisan de bilhelet de lo-
teras.
k llei por bem,de conformi.lade com a niiulia im-
mediata resolucao de 7 do correule mez, lomada
sobre parecer da secrao dos negocios do imperio do
conselho de estado, determinar o seguinte.
Arl. I. Ua dala deste decreto em diante he pro-
hibido aos possuidsies de bilbeles de loteras a sub-
divsilo delles em qaaesquer fraccoes.
Arl. 2 Somente aos (hesoureiros das loteras
geraes e pruvinciaes he permillida a emissu de bi-
lbeles e IraccOes de bilbeles de telena, na confor-
undade dos respectivos planos, e das ordeus do go-
verno, na curte, c dos presidentes na- provincias.
Arl. 3.i A venda dos bilbeles, ou sejam intei-
ros, ou em fracriies, que nao Ienham sido emitti-"
dos pelos Ihesoureiros das Llerias legalmenla conce-
didas, sera punida com as penas da 8." parle do arl
35 do decrete n. 3.57 de 27 de abril de 1S1 i, quando
naosejutgue crime de estelionalo, avista da dis-
pusicao do n. i do arl. 361 do cud. criminal.
o Ari. Na crle os Inllioles de luteria su pde-
nlo ser vendidos nos esrriplorios dos ihesoureiros uu
mis casas por elle determina las. sob sua inimediala
responsabilidad, hcaiuln appliraves aos labactorea
desla dispusirAn as penas do arligo antecedente.
Arl. 3. licam revugadas quaesquer dispusires
em contrario.b Pedreira do Cont /-erra-
do meu conselho, minilro e secretario d'eslado dos
negocios do imperio, assim o lenha enleudido e fa-
ca exerular.
Palacio do Rio de Janeiro em 20 de fevereiro de
IK.X., trigsimo quinto da independencia e do im-
perio.Com rubrica de S.M. o Imperador.Luir.
Pedreira do Coulu Ierra/. Conforme haasto Au-
KUSlo de Aguiar.Ceiilorme Irancisco Lacio de
Caslru.
Precisa-se de um Imrlelau para o engenlio liur-
jau dislante li lesnas desla cidade : a fallar ua ra
da Cadeia do Kecfe, ncriplorio d Sr. Jos Pereira
da Cuuha.
Ouem precisar de um Dagem ou mesmo criado
pare um.i casi eslraneeira uu lirasileira, pois lem
pralica diste, queira aiinunciar.
Ouem precisar de ateuin bolieiro de cncheira
ou ine-mn de alguma casa, queira auuunciar nara
ser procurado. '
O capillio de navio mercantil, estrangeiro ou
brasileiro, que precisar de algum mato para criado
de cmara, pois ja andn embarrada e lem pralica
dislo, queira anntinciar para ser procurado.
cmara municipal
de tal ha duros para o serviro
ilas carnes veides : c
A coir-missiio da
precisit
I nem quizer enga-
jar-se dirijtXfl a <|iial(|iioi dos membros
da commissao Manoel Joaquim do Reg
e Albuqucrque e Antonio Jos de O-
veira. .
O Sr. Josc- Alves Vianna ou pessoa
que o conhecer, por obsequio, queira di-
ngiixe ao pateo do Tor<;o n. 11, que se
Ihe deseja fallar a nef^oio de seu inte-
resse.
O professot particular Candido Jone
aisboa continua a dar lici/>cs de instru -
;ao primaria, latim e liancez, nao su ora
ua aula na ra de A|K)llo, mas taml>em
>or casas partictilaros.
Na cochoira de carros fnebres do
fcaleo da Parai/.o n. 10. encontram-se
anos de primeira o segunda ordem,
em ornados, para defuntos e anjos, por
recos a contento, carros de passeio v tu-
t so matsconcernente a qualqucr cntu
), com promplidao o aceio.
Precisa-se de um ou toen trabalhidores de ma-
r : quem esliver neslas rirrunislancias. p.le di-
ir-se a p.idana da na tarea do Kosario n. 18.
| Precisa-se de um lorneim e de um aaussador .
padaria da ra llireita u. t'.i.
_J~ 1 urlaram do sitio d Collcuin da I noceijo. em
.r 1/ de Almas, um ravalln caslanlm de meia marra,
ignal branro ; pede-se as auteridadrs naprne-
ulan, e a qualquer pessoa a quem e remunerara
ge erosameule. Hilo cavallo Iriu sicaal de pisadera
Ol re o espiuharo junio a .mea.
0T1SSA CAL YIRGEI
So autigo e ja' bemconmecidu dejxisi-
to la ra da Cadeia do Koclo.escriptoro
n. 12, ha para vender muito superior
po assa la Kussia.ilila do Rio do Janeiro
o c irvtrgem de Lisboa em |iedra,tudoa
pr eos muito lavoraveis, com osquacs li-
cai io^s compradores satisfeitos.
- Ouer-se a lucir um escravo para serviro de
casi : a tratar na ra do Trapiche n. Iii. segunda
end r.
he
ieW
ILEGIVEL



ciRIO 01 FtKRA.ur.0* TERCA F-lRH l di ABRIL 01 1856
Terceira eclisa o.
TRTAISHIO HOIOPATHICG.
Preservativo c curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
natfaecuo dopovoparasepoderrurardcsIaiMifenuidadc, administrndoos remedios mais eltica/es
paraatallia-la.eniquauto serecorreaouiedico.ou mesmo paracura-1 Miidapendeulc desle los lugares
em q"* trab/iih) em prtuguez pelo dr. p. a. lobo moscozo.
Estes dons opsculos coulm. as imliearoes mais clarase precisas, e pela sua simples e concisa exposi-
caoeilaaoalcance deludas as inlelliscucias, nao s pelo que dil respeito aos meioscuralivos, como prin-
cipalmente a"* preservativos que lemdado os mais satisfactohosresullados em toda a parle em que
elleslem sido posto cm pralica.
Sendo o Iralameulohomeopathico o unicoque lem dado randcsresultadosuocurativo desla horu-
veleuferroidade. iulcamosa proposilo Iraduzirrcsles dous importante)! opsculos em lingua venan-
la, para desl'arte facilitar a sua leitura a quem iguorc o trancei.
Vende-se nicamente no Cousulloriodo traductor, ra Nov d.5, por -.SOOO. Veodem-se lamben
os medicamentos preciso! e boticas de 12 tubos com um frasco de lindura I9#, urna dita de :l(t tubos com
livro e 2 frascos de tintura rs. 23000.
I
;?,
i PEDKAS
i .
PRECIOSAS-
$ Adereces de brilhanles, *
' diamautes e perolas. pul-
i*i ceiras, aluetes, brincos
* e nitelas, boloes e aunis
Sg de diflerculeS goslos ede ,>
* diversas podras de valor. ;
- _
s
* Comprara, vendem ou
Jj trocan) prala. ouro, bri- -\
'ai Ihanles.diamntese pero- gal
* las, e outras quaesquer
* joias do valor, a dipbeiro '..
'* ou por obras.
MOREIRA DARTE.
LOJA III! OtltlYES
Ra do Cabuga n. 1.
Rece be ni por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gusto, lan-
o rio Franca como
OURO I. l'll.VI'.V
Aderecoa completos de "
>. ouro, meiosditos, pulcei- <
ras, alliuele-, brincos e ^
i ii/ci.i-, conloes, trance- .,
: luis, medalbas, correutes >
,% eenfeiles para reloaio, e "
J oulros mullos objeclos de ^
ouro. id
Apparclhos completos, ij
2 de prata, para cba, lian- J
: dejas, salvas, castiraes, $
J- colhere desopaedecba,
J e muitos oulros objeclos
.". de prata.
:: '
de Lisboa, as que aevendem por
preeo couiuiodo eoaio cosliiniain.
ESTRArDE" FERRO DE PERNAMBCO.
Bamjchro- DA CoMPAKUiA em LONRBS.Srs. Ileywood, keiuiards, & C*.
Banqceibos em Pebnambixo.O Banco de Pernamlmco.
Agentes no Rio he. JaneiroSrs. Man, MacGregur, & C.
Agentes em Pernambuco.Srs. Rothc & Bidoulac.
Agentes na Babia.Srs. S. S. Davcnport &C".
A ei lerinaiui rio consisloi lo du ir-
mandado do Uivino Espirito Santo em
So-Francisco, ja' annunciada, aclia-w
provida do mais necetsatio para rcebor
.ios srus i-maos desvalidos que venliarca
ser ucconimcttidos do cholera : roga-sc,
pus, .ios unaos da hiesm.i irmuiidiidr, mi
aijiii'in tenha conhecimento de alguns
destes, participem ao irmao juiz, escri-
vao, ou thesourciro, alim de que sejam
recolhidos pela meta e tratados da me-
Ihor lorma que for possivcl.
Commissao de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissSo abaixo assignada da fre-
guezia le S. Antonio encarregada por
parle da ussocinco commeiciul beneli-
centedesoccorrera pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas (inc precisaren! de scem-
eos, quciro entender-sen qualquer hora
na ra Nova n. 7, rasa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na ra do Trapichen.
0, de Thoma/. de Faria, e na metan ra
n. .ili, de Salustiano de Aquino Ferrcira.
Pernambuco ''t de fevereiro de IS5C.
Salnstiano de Aqnino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Paria.
O *Sj<**."*:*. *
: J. JANE, DENTISTA, 2
0 cuiiiiuna a residir na ra Nova u. 19, primei-
# ro andar. m
Precisa-se alugar dous pretos capti-
vos, d.mdo-se o sustento, para Irabalhur
nesta t\ pographia : na liviaria ns. Ge 8
da praca da Indepecndencia.
Na casi da residencia do llr. I.oureiro, na ra
da Saudade, defronleiloHospicio, precisa-se de nuil
ama de leile, forra, que nao Iraga rorosijo o Bllio,
que liver, de peito.
lllm. Sr. regedor interino do Cymna-io man-
da convidar aos pais ou correspondentes dos alum-
nos inlernos, meio pensionistas e externos, para, no
prazo de H dias, enlrarem com o quarlel adianlailo,
que lem de principiar no I.* de abril prximo \in-
doftro. Secretaria do Gymnasio 2 de marco de
1836.O secretario, A. Cabra!,
Ouem perdeu um papacain, pude procura-lo
i.i ra do Kncanlamenlo "l A, que dando o- -I--
naes cerlos llie sera entregue.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bata-
tas, ra do Collegio n. 2,
veii de fazendas, finas e grossas, por
piceos maisbaizos do que em nu-
tra qualquer parte, tanto em por-
ches, Gomo aretalho, aflianqando-
sc aos compradores um s preeo
para todos : este estalielecimento
ahrio-se de comhinaeao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, ranCt-'/as, alleinaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
COnta iln i|ue se tem vendido, epor
Na fabrica de salan da ra Imperial se vende
minio nova e superior madeira de pinlio em prau-
ilioe de I i pes de comprido, "1 pollcgadas de largu-
ra e de grussura, a :io.-> a duzia.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra d a
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento eontina a ha.
ver um completo Sortimentode moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos,
dito.
para
Ouem
americano de
elle malores van-
uaUuer ; o
quizer comprar um carro
uatro rodas, com assentos
para ditas pessoas, tendo arreios
muitoardigo : dirija-se a
chen. 10, segundo andar.
Relog'ios
ing czes de pa-
tente,
e (avallo
ra do Trapi-
12,000 seges esli reservadas para o Brasil de valor de 20 ou r.s. 1775777 cada aocao.
Os que desejarem comprar arges d'esla Companhia poderao dirigir-so na forma abaixo ndice
a Commissao em Pernambuco cm casa das Srs. Ituiho & Bidoulac. O deposito de urna libra es-
terlina ao cambio de 27 por 19000 ou rs. 8?888 por acrao deve ser adcriuado em Casado um
dos Agentes da Companhia no Rio de Janeiro, na Bahia, e em Pernambuco, que dar o compelenle
recibo.
A subscripcao fica aberta aleo dia 20 de marco em Pernambuco.
Os senhores que ja lizerao pedidos para a acquisicao de aejocs desla companhia anles de sua pu-
blicacao em Londres, devem tambem dirigir-so Commissao o remctler aos Agentes a importancia
do deposito del 1, por conta de taes arcoes dentro do prazo tixado para a apresentacao de pedidos.
A urna Commissao nomoada pelo Presidente da Provincia de Pernambuco, de acrordo com o
Concessionario o Sr. Alfredo de Mornay, ser conliado o trabalho da dislribuicao das Acedes.
Se nao forem concedidas todas as Arenes pedidas, o dinheiro depositado ser levado em conta para
a primeira prestarlo de duas libras esterlinas Rs. 173770 por cada Arciio.
Senenbuma for concedida o dinheiro ser restituido por inlciro al o lini de Abril, ao mais lardar.
A Companhia lem reservado fundos que os Directores calculo ser suficientes para o pagameclo dos
juros aos accionistas desde odia em que se effectuarem as preslarjoes, e esses jaros serio os nicsmos
|ue sao garantidos pelos govetuos Imperial e Provincial depois de abcrias as secees da Estrada
demaneiraque a mporiaucia das entradas vencerao o juro de 7 por cenio logo que estas forem
realisadas.
Os dividendos sero pagos aos Accionistas no Bra/.il cm rasa dos Agentes da Companhia as ruladas
do Rio de Janeiro, Bahia, e Pernambuco.
Cada prestacao nunca exceder de duas libras esterlinas Rs. 17J776, por arcao, e h'avcr um in-
turvallo pelo menos de trez mezes entre as presiacoes.
Os que perienderem accoes deverao dirigir-se Commissao, o remetter aos Agentes da Companhia
em Pernambuco Sr. Boihe & Bidoulac, logo depois de enircgarem a importanria do deposito, um
pedido segunde o formulario abaixo transcripto que os Agentes da companhia ornereraoconjunc-
lamente tom o compelenle recibo pelas quantias depositadas.
A viuva de Francisco Jos da Coala Cantpollo
convida aos eredora He ira fallecido marido, para
no prazo deK dias apresenlarem suas cuntas ou do-
i'umeulo,, pelos quaes se julguein credores do mes-
:no fallecido : na ra Imperial, segunda caa depois
da Tabrica de sabio.
(I Dr. Po Aducci. medico operador italia- ti
Ti no. Horneado pelo Kxm. Sr. presidente da i
9 provincia, para prestar o seus servidos me- 9
5 diros aos doentesdo cholera no bosjiiial ila ^
?9 ra da Aurora e ao V dislriclo, previne ao af
96 pubtieo que lem litado sua residencia no di- y';
0$ lo hospilal. onde pode ser procurado. jj
>#XMMgtJO> ?*jM9a>0^
l.ava-se e engoinma-se por preeo i^)
commodoeda'-se'almorose jantaes eotn
niiiilo aeeioe promptido: na ruado Li-
m menlo sobrado n. I.
Precisa-so de urna ama : na ra Helia n. -JO.
URATIFICACAO*.
tiralilira-se com 10-> rs. aquem inculcar urna ama
de leile de boa conduela : na ra da Cru/. n, 18, se-
cundo andar.
O Sr. Adolpho Cavalcauli de Ulixoira Maciel
lenlia a liondaile de aunuuriar sua morada, ou diri-
ir-se aoescriptorio do abano assiguado. na ruada
CadeJa do Keiilc u. iti, que se Ihe precisa fallar por
paite do Sr. Antonio Augusto Maeiel, boje residen-
te cm llarreiros.J, J. de Miranda.
Alosa-sc o andar do sobrado do lari'o da As-
semblea n. 9, aonde mora Vicente Ferrelra da Dos-
la ; esU casa lem :t salas e 7 quarlos boa cozinba,
ex: cllenle vista de mar, ella se acha no melhnr es-
tado de aceio: qocm a pretender, dirija-se tu ar-
mazem dndilo Costa, na ra da Madre de lieos.
isio oFerecendo
tagens do que oulro proprietano desle importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham ( a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da roa do
S Collegio n. 2,- de
Antonio Luis dos Sanios & Kolim.
:ss Fffi mim ?m rsB?arBaE :<
ItdB l.AFFECTEIK.
Ouuico aulorisadopor decix~io do conselli't re e
dtertlo imperial.
Os mdicos doshospitaes recommendam o A.Tobe
de l.alVecleur, cono sendo o nico aulonsada pelo
govoroo, e pela realsociedade de medicina. Ente
medicamento d'u>r%wlo agradaxel, e fcil a tomar
em sccrelo. estatal usona maiinha real de-de mais
de to anuos ; cara radioaluieule em pouco lempo
com pouca despela, sem mercurio, as allecres da
pelle, impingeos, as consequenrias das sarnas, ulce-
ras, e os accidentes dos parios, da idade critica, e
da acrunouia hereditaria dos humores; couxui aos
catarrbos a bechisa, as roulracces, e a fraquea
dos orgrtos, procedida do abuso das injeccocs ou de
sondas. Como anli-sxphililico, o arrobe cura em
pouco lempo os lluxos rcenles ou rebeldes, que vol-
veu incessantes eiu conseqSiencia do emprego da
eopaiba, da cubaba, ou das injcices que repre-
si'iilem o virus em neulralisa-lo. O arrobe La-
necleur he especialmente recoiuineiidado contra as
doeucas iuveleradas ou rebeldes ao mci curio c ao
indurlo de polassio. Lisboa. Vei.de-se na boti-
ca de Barra I e de Antonio Feliciano Alvos de A/e-
>edo. praca de 1). Pedro n. 88, onde acaba de rlie-
^.ir nina grande porfo de garrafas -rundes c |ie-
queuas viudas directamente de l'ari-, de casa do
dilo Boxveau-Laflecleur 12, ra Bicheo a Paria.
Os formularios do-se gratis em casa do ageuleSil-
va, na praca de II. Podro u. 82. Porto. Joaquini
Aranjo ; Bahia, l.ima & Irmaus ; Pernambuco,
Soam; Bio de Janeiro, Kocha & Pililos ; e Morei-
ra, loja de drogas; Villa .Nova. Joao Pereira de
Magales Leile ; Hio (irande, Francisco de Paula
Coulo (V (:.
I annlia de mandioca.
No arma/cu, do Sr A. Anne. Jarome Pires ven-
de-se tuperior brinda de mandioca em saces Kr.u-
de* ; para porcoes Irala-aa com Manoel Alvos t.uer-
ra, na roa do Irapiche n. i.
Moinhos de vento
jomhomba-derepuiopara reear borlas ebana,
decapmi.narundica.idel). W. Bowman:naroa
do llr un ns. (i, 8 e 10.
PARA OS SENHORES ESTUDANTES.
Vendem-sena livraria ns. fie 8 da pia-
ra da Independencia, os segundes livros
para as aulas preparatorias ; em franecz:
Paul el Virginie, Telemaque em inglez ;
Historia oi Home, Thompson
eos commodos.
9 \0 COmiTOBIII HOMO g
PATIIICO. 9
Ra das Cruzes n 28.
Couliuua-se a vender os mais acreditado] V?
medicamentos dos Srs. Caslellan e VYeher, e*
e em slohulo-, i arleiras de lo- 9)
w
i
em tiulura
dos os laiuaulios mullo em conta.
Tobos avulsos a d(K), 8110 e I5IKMI.
1 0115a de tintura......aflOQ V*
l'uboj e frascos vatios, rnllias de corlica (f.
para tubo, e ludo quauto he necessario pj- T
ra o uso da livmuwpalhia. y)
por pie-
Formularia para o pedido de Accoes.
Aot Senhores da Commisto encarregada da distribuipo das Ac<:es da Companhia da
Estrada de Ferro entre o Recife e o Rio de Sao Francisco.
Uavcndo eu entregado aos Agentes da Companhia res
ao Credilo da mesma Companhia, peco-lhes que me concedi as Accoes correspondentes aquella
prcslacao, e pela presnteme obrigo acceitar aquelle numero de Actes ou as que me liouverem
de ser concedidas ; e bem assim pagar as subsequenles preslac,oes quandu me forem exigidas na
formadas Leis que rcgulo a Companhia, assignando-me por mim ou por ineu baslanle procura-
dor no Livro compcksnle da inscripco.
ASSICNAVOKA.
Nome por extenso
Besidencia por extenso____
Profisso ou Ucrupac.iu____
Lugar de Negocio se o tem_
Candida Mara da Pbulo Rocha, pro-
lessora particular de iusti uceo primaria,
residente na ra do Vigurio do bairro do
Rccile, fa scienle aos pais de sitas alum-
nas, queacha-seaberta sua aula, naqual
contina a ensillar as materias do cost-
me, c admitte pensionistas, meto pen-
sionistas e externas, por piceos ra/.oa-
veis.
Trocam-se notas do Baen do Brasil
porsedulas: na ruado Trapiche u. 'i,
segundo andar.
Pelo prsenle protestamos denun-
ciar de lodasas pessoas que vendereui bi-
Ihcles de loteras do liio de Janeiro, do
da 2(1 do prximo me/, de abril em diante
laido pelas ras como em qualquer casa, i
pois pie nao adiamos justo que para p-
dennos vender paguemos o oneroso im-
posto de 1:200.^000 por cada tuna das
nossas lojase teuhainos nina liama na l!ie-
souraria geral. e beeneado lllin. Se. Dr.
chele de polica, ao passo que Outros a'
nossa sombra os vendam com o maior es-
cndalo iid'ringindo assim a lei, e tirando
nossos interesses pelos quaes pagamos o
referido imposto. Recite 1R de marco de
I85(i.Antonio Jos Rodrigues de Sou/.a
Ju nior.
' REPERTORIO DO IEDC0
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
6 poslo em ordein alphabelica, com a dcscripcao
abicviadude lodasas molestias, a indicac.io phxsio-
logica e therapeulica de lodos os medicainenlos ho-
meopalhicos, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicaco de lodos
os termos de medicina e cirurgia, c posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. .1. DE MELLO M0R4ES.
IH Srs. MHgMntea podem mandar buscaros seu
exeraplares, assim como quem quier comprar.
CASA DOS BXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamenlar rriancas na
casa dos expostos : a pes-oa que a isso se queira de-
dicar, leudo as hahiliiares neceasarinr, dirija-se a
mesilla, 110 pateo do l'arauu, que ah achara rom
quem tratar.
Precisa-se de um codnheiro forro ou captivo,
que SSiba fazer a sua obrigac,ao, para urna casa de
pasto : 110 l'orle do Mallos, ra do Codorniz 11. "I.
Precisa-se alujar nina casa de sobrado que le-
idi.i suflicienles commodos para urna familia nao pe-
quena, c que seja fresco : prefere-se primeiro ou se-
<*omi>ra.
Comprain-se notas do Banco do Bra-
sil : na ra do Trapiche-Novo n. V0, se-
gundo andar. i
Meias pretas ra-
ra padres'.
Veudem-se superiores mtias de laia para padres,
pelo baralissimo preeo de 18800 o par, ditas de al-
godao prelas .1 bil) o par : na ra do Oueimado.lnia
de miudezas da Boa Pama n. S\,.
Sal do Assii
A bordo da escuna Jose vende-se sal do Assu',
ou a tratar com Antonio de Almeida Gomen, na ra
do Trapiche n, Ili, secundo**.
SBMEKTES.
Silo ehesadas de l.i-lioa. e arham-se h venda na
ra da Cruz do Kecile 11. lii!. laberna de Anlouio
Francisco tlarliot as seuuinlssemenlesde horlali-
ces, coma sejam : crvilliasli-ila, senoveza, e de An-
gola, feijao carrapalo. rxo, pinlacilgo, e marello,
alfare repolluida e allemaa, alsa, tomates grandes,
rbanos, rali.nieles braucos encarnados, nabos r-
xo e liranrn, senoiras branecf e amarellas, couves
Irincliuda, lomharda, esahcil, sellla de Selubal,
segurelha, coenlro de louceirr repolhn e pimpinela,
e urna grande porcAo de dillerente- semeotes, das
mais bonitas llores parajardins.
Cutiros de cubra.
Vende-se um re-lo de couros de cabra, muilo gran-
des e bous : 11a ra da Cadea do Recife n. 57.
No armazem deNovaes&C ra da
Madre de Deosn. 12, vende-se farinha de
mandioca em sacras, de superior liualida-
de, poi preeo cominodo.
Taixas para engenhos
"s melborei fabricados em Inglaterra : em casa de
llenrv liibson : ra da Cadeia do Recire o. Wl.
LIUUIDACAO*.
O arrematante da loja de miudezas da roa dos
Quarleis 11. l, quereudo acabar as miudezas que
exislem. vende barato afim de liquidar sem parda
de lempo.
Franja com bololas ara cortinadoi, pee. ijnmi
Papel paulado, resma, de peso) WlllO
Hilo de peso, resina 2*700
l.aa de coies para bordar, libra TC4NW1
l'enles de bfalo para alisar, duna del mi
Fivelasdoarada para calca, urna 100
Croza de obreias muilo finas *>J4KK>
l.encosde seda finos, ricos padres ISJM8
Caita de lindas de marca 4*9
Meias para senhora por '2W
Pcnlesde larlaruza para segurar cabello 1KIO0
Crozas de canelas finas para pennas 2i0ll
Hilas de bolees finos para casaca 231100
Meias prelas para senhoia, duzia '~-'1 M'
bitas ditas para homem 2SM00
l.aereencarnado muilo lino.libra 1b**00
Papel de cores, maco de o quadernos nOO
Duzia de colxeles "JO
Espelbos de lodos os nmeros, duzia S-'rfMI
l.iuhasde novellos pandea para bordar Ijtoo
Ricas filas escocezas e de sarja, lavradas,
larcas M0
Meias cruas sem costura para homem 3>.'I00
Hilas de seda n. '2, pec,a dsii
Trancas de seda branca, vara 400
Caima de raiz, duzia IJWMl
y Pecas de filas de ciis ;W0
l.apis finos, groza 2S00
Cord.io para vestido, libra 19:200
Toacas de bloode para menino 1(200
Chiquitos de merino bordados para menino 1904X1
e oulro- mallos artigoa que se loruain recommenda-
veis por -ua- boasqualidade-, e que nao se duvidara
dar um pouquinho mais btalo a aquelle enbor In-
sista, que queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira miio.
Navalhas a coiileutn.
Na ra da t-.deia do Kecile n. W. prinaen* an-
dar, escriplorio de Aucu-lo C. de Abre.
uuam-se a vender a kji o par 'prev> Sv. ? V
bem ronheridas e afamadas naxalh*. de barb* feilf
pelo hbil fabricante qoe foi premiada na o,*.*
de Londres, a quaes alrm de darartin eilraordina-
riamente, nao sesenletn in.rn.in na acrie de eorler ;
venden-, eom a rondi^a* de, n*e acrdil. f-
derem oseoni|iradoreiilevolve-laale IS dia.defMa
da compra realiieiedo-ae o importe.
VAIIAMIAS E (IHIIES.
I o. lindo e variado torilmente de mndello- para
varandas e radariat de ge*le modernmiaM : no
fundirAo da Aurora, em Sanio Amarn.e no >iM-
lo da mesma. na ruado Brnm.
RELOGIOS
Colierlos 'deseol>ei los,|m -
quenos c -| iintlcs.ilr mi
ro, patente inl< /,.
IS.
de ferro de D. W
rita do Brum, passan-
Associa^u-O Coiimiercial
lieiieiceute.
A commissao cncarreuada pela AssociacTio Com-
mercial lleuelicenlepara distribuir soccorros as clas-
ica neceasiladas do bairro do Recite, faz saber
quem se adiar nessas circunstancias, que pode pro-
curar a qualquer de seus membros em suas residen-
cias abaixo desiguadas a qualquer hora. A commis-
sao estando disposla a uiio se poupar a quaesquer es-
roicos |iara bem desempenhar a miaalo que Ihe foi
confiada, roga as pessoas que liverein conhecimeiilo
de que qualquer pestoa em suas visiiihau;as se acha
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circumttancianao op.issa solicitar, queiram ler
a bouda.lo de aaaim Ih'o iu.lir.tr, alim de proinpla-
mente seren miuistr.idus os necessarios auxilios.
Antonio Alves llarbosa, ra de Apollo n. dn.
JoaTeixeira Bastos, ra do Trapiche 11. 17.
Joao da Silva Regadas, ra do Vigario n. i.
Massa adauan-
tina.
Francisco Pinto Uxorio tangra, lira denles e chum-
ba com a verdadeira ma-sa adaiuanlina ; esta nova
prepararo superior a ludas quantas lem apparecido
al boje, que alcm de pclrilicar em menos de um
minlo, lira o denle com a mesma cor natural e em
perfcilu estado como que nunca livesse ruina, lam-
ben] applica ventosas pela allruccao do ar, tendo
para esse lim apparelho completo ; assim como ou-
lro para lirar leite de peilo em senhoras que mu-
tas vezes se torna bstanle til pelu mal que causa
a relencao do mesmo ; lamber tem muilo superiores
limas para apartar os denles, que vende por barato
preeo: pode ser procurado para esles lilis, na ra
eslrcila do Rosario w.'l.
Assoriacao Comiuerelia
Befeeute.
A commissao uoraeada pela Associaijio Commcr-
cial lleneliceule desla praca, com o lim de succorrer
as pessoas uecessiladas e desvalidas da frcEiiciia da
Boa-Vista, por occasiao da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver em taes circuraslancias, d pro-
curar a JuAo Malhcus. ra da malriz n.ltj; Manoel
I eixeira Bastos, ra da Alegri n. 7 ;'Vicente Al-
ves de Souza Carvalho, Kslancia : desde as 7 horas
da maubaa s'.I. e a larde das i horas em diante :
era caso urgente, porin, sero soccorridos prompla-
meole a qualquer hora. A commissao desejando
acertar na forma de distribuir es soccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais conhecidas
desla rreguczia que liverein perleila scicncia do es-
lado .le precisio de qualquer familia, se dignen) de
a informar afim de ser rom promptidao alien.lula.
Recife "1 de fevereiro de ISli.Joao Malheus, Ma-
nuel Teixcira Beatos, Vicente Alves de Souza Car-
valho.
Compra-se um guarda louea que
esteja em bom estado: no primeiro andar
desta l\ pographinse dir' ipiem compra.
Compra-s.' una escrava de ineia idade, que
seiba cozinbar o diaria de urna casa e enifommar :
11a ra do Fjqranlamento n. 3, armazem. Na mesma
casa lambemaluga-se lima ama.
gundo andar, c quanlo a situaco, que seiaem dual- r 1
querdjs ras mais centraos desle bairro: quem ti- Compra-se um carro de quatro ro-
das e de quatro assentos, novo ou em mui-
lo bom uso, com todos os seus pertcnces :
quem tiver annuncie, ou dirija-se ao pa-
leo do Paraso n. 10, que se dir' quem
(|tier.
COMPRA-SE.
Qnem liver algoma collecflo de modinhas brasilei-
ras para piano, mesmo em meio uso, queira annuu-
ciar por esta falla.
Compra-te bico da Ierra, e renda, sendo es-
lrcila a lina : na ra do Trapiche n. .'Iti, primeira
andar.
Compra-se una ou duas moradas de rasas ter-
reas, que sejam no bairro da Boa-\ isla : a Iralar na
ra da Aurora n. 'Mi.
Compra-se una liteira em bom estado : ua ra
da Cadeia do Recite u. di.
No aterro da Boa-Vista n. VJ. rnmpr.im-. sapalos velbos de borracha proveniente do Para.
ver annuncie.
AOS" DEVEDORES HE t. (iAll.Vl I.T.
Avisa-se aos senhores que devem a casa do falle-
cido Gadaull, que hajam de salisfazer os seus dbitos
ua loja da ra Nova o. II, por todo o mez vindouro
de abril, para cvilarem, por quanliai lo ridiculas,
saluda de seus nomes nesle Diario na relacao que o
consulado francs tem de publicar, como represen-
tante de herdeiros menles, subdilos de sua nacao.
Precisa-se de urna escrava para alugar, que su-
ba cozinbar, ngommar e ensaboar, para urna caa
de familia, que seja fiel c nao broa, iffianra-se o
biiin Iralamenlo : quem quizer dirija-se a casa im-
mediala que Dea pegada ao quarlel do Hospicio.
No aterro ta Boa Vista
n S5,
precisa-se de um bom ollicial deioinciro, que calen-
da pcrieilarnenle de sua arle.
Pl IILICACAO SCIEN TFICA.
Acnam-se no relo aa I.NSTUT ll.OES DE Hl-
KEITU PUBLICO ECCI.KSIASTICU pelo Hr. Joa-
quim Villela de.Caatro lavares, lente da Faculdude i
de Direilo desla cidade : a por esles dias ser dislrm-1
do pelos Srs. subscriptores o primeiro rotante d'esla i
Interesaaule obra, para impreaaao da qeal os editores I
uo tem p.Hipado i sacrificio algum, leudo s-
menle em mira apresenta-la ao publico ntida a aa-
aeadameule Impresa
Esse volme, i'oi
as. em elegante formato, arbar-se-ba a venda do .
dia III de leveieiro em diaiite. na livraria dos edi- los parOClliaes, resumo dos ur.poslos ge-
lores, Ricardo de Freilaa &C. esquina do Collegio I raes, provinciaes C miinicipacs. extracto
TahXu^omo^rmao'daH;^
carregaram de agenciar aasignalnraa, sera dislribiii-1 incendios, entntdo, mascaras, cemiterio,
do aos Srs. subscriptores, mediante a entrega da
primeira prealar,aQ de sua assignnlura .'10OOO reis ; e
licaodo asegunda e ultima pieslarao de igual qii.m-
lu, para -er aua na occasiao da entrega do segun-
do rolume, queja se acha no prelo; recebendo ain-
Kcnba?.
ffoliiiiaN
PARA 0 CBRENTE ANNO.
I'olhmhas de al;iheiia conlendo
o al-
em bousijpos e ptimo papel. I manak administrativo, mercantil e in-
conlendode 320 a :ilo pasi-1dustrialdesta provincia, tabella dosdirei-
Acham-se expostos a venda relop;ios
de ouro esmaltado! muilo lindos para as
senhoras de hom fosto, chegados pelo
ultimo navio de Franca, e por preeo
rnuito commodo: na ra da Cruz n.
2<>, primeiro andar.
Farinha de mniidia a.
Vende-se a mais superior farinba de mandioca, em
sacc.is de alqueire, medida velba : na ra da Cruz,
e-cri| l, 11., de Aulunio l.uiz de tlliveira Azevedo.
Meias de la curtas e
coinpridits.
Vende Antonio l.ui/. de tlliveira A/evedo. uo seu
escriplorio, ra i\d i.i n/ n. I.
ai 1 barato:
Ka ra du Crespo, loja n. 1, vendem-sc por todo
o preeo fazeudas de primeira quahdade, para acabar
nao se olna a preQO.
No primeiro armazem de farinha de Iriso, no
boceo do tioncelvea, vende-se a mais acreditada fa-
rinha cm meias barricas, de'embarrada em I'.I do
corrente.
Fariaha de mandioca.
Na ra da Madre de Heos n. 2, vende-se superior
farinha de maudioca, em sacras da alqueire velho, e
[res quarl.i- e meia a (i; e ">>>0O.
v elas de cera de car
ii-nha.
Na roa do Oucimado 11. 9, loja de ferrageoa, ven-
dem-se velas de cera de carnauba, em canas de tl
a 60 libras, por diminuto preeo : quem precisar
aproveile a occasiao.
Vendem-se licores de Absvnlhe e
Kirsch, em cai.vas de 12 gnalas cada
urna, ltimamente chegadode Franca, c
por barato preeo : na ra da Cruz n.
2G, primeiro andar.
(assas fraiicezas Ji;is a
40 rs o coTado.
Na ra do Crespo n.5, vendem-se cas-
sas francezas linas a VO it>. o covado.
Vendem-se 3 a, i mil coaros seceos proprios
para embarque para rra : os prelendeotes uirqam-
se.a' rau da Cadeia n. H.
Veude-se caf a'200 e a 10 rs: detronle da
casa da relacao n: 28.
Vende-se vinhu bom a 35000 rs. a caada e
SOO rs. a garrafa : na Travesea do Paraizo n. IS.
i'ara se. ler.
Vende-se liiihasde meada do Porto, libras de re-
tro*, pomada, coutas de otan, habados, trancelim de
retroz, eolios, e outras miudezas, em porces mili-
to lnal.i, como boloes enfiados a l-JOcada'iuf. Na
loja de F. A. de Pinlio, em frenle du l.ivramenln.
Vende-se mu siliu no lugar do Uonei. proiimo
a Piranga. rom boa casa de pedra e ral Teita ha
pouco, estribarla para cavallos. casas de aceta, boa
plaa de capim liras de casa, a qual sustenta i ca-
vallos ; vendem-se igualmente .*> vaccasde leite pari-
das de pouco : no dito sitio, a fallar com o proprie-
tano Antonio Pereira da Costa.
Veude-se auu' fino em porcao c a relalho. por
preeo commodo : na ra da Cadeia n. J, defronle
da relacao.
Vende-ae um bom e bonito cabriole!, com ar-
reios e cavallos. ludo por preeo muilo commodo:
para ver. ua cocheira do Sr. Joo Francisco, ilidion-
leda ordem leicena de S. Francisco, por bailo do
Na fundicao
Bowmann na
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
tundido c balido de o a 8 palmos de
boc-~a, as quaes acham-se a venda, por
preeo commodo e com promptidao' :
embarcam-sc ou carregam-sc em carro
sem despeza ao comprador.
Vende-se por 'id rs. o tratamento da
cholera-morbus : na livrria n. (i e 8, da
piara da Independencia.
Cousas finas ede
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
\ endem-se ricos leques cum pluma*. bolola4e
espelho ,i ;. I uvas de pellica de Jouvin o melhur
que pode haver a I^SOO o par, ditas de seda ama-
rellas e brancas para homem c senhoras I~-Imi, di-
tas de lorcal prelas e com bordados de cores a 800
rs. c 1-^200, ditas de lio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem e senhora a .">00 rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa lazeuda a :l-j(i,
leiirinhos de retro/, de todas as cores a la, (nucas de
Ua para senhora a bil). peines de tartaruga para
alar cabello, lazeuda muito superior a .">5, ditos de
alisar lambeni de larlaruza a .i.-, ditos de verdadei-
ro blalo para alar cabello imitando muilo ans de
tartaruga a l9JH0,-ditoa de alisar debtalo, fazen-
J.i muilo supennr a 320 e ."i00 rs., lindas meias de
seda piuladas para crlaocas de I a .1 anuos a 1,-niii
o|par, dilas de lio de Escoria tambem de bonitas
cores para enancas de I a 10 anuos a -JO o par. es-
pelhos para parede cum excedentes vidros a 00,
700, I/e ln-200, loucadorescuin pesa 19300, lilas
de velludo de todas as cores a IIU) e 'J10 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e linissimas a 500
rs., dilas linissimas com cabo de marlim a I-, tran-
cas de seda de loriaa as cores e lareuras a :)JO, 100 e
J00 rs. a vara, .palinhos de laa para cranca de
bouitcs padrees a jh e i-", aderecoa pr.iu- fiara
lulo com brincos c allineles a I?, toucas prelas de | Cabinele Portusuez, e para ajustar, na'iua do Ijuei-
da este anno o terceiro e ultimo loluine sem matare*
liibmcao algoma.
Aquelleasenhores quoquizerem ainda sub-rrever
poderao faze-lo nesta provincia na liviaria dos edi-
tores e em casa das pessoas eucarregadas da subs-
cripcao, e em oulras provincias cm casa dos respec-
tivos agentes, ale a publicar.au do legando Volme ;
por quanlo d'es-a dala em diaule a obra somenle se
vender por la-ajoo res o exemplar.
Em face das enormes despezas que sao obrigados a
fazer rom a presente impressao, uo podem os edi-
tores deivarde exigir dos Srs. subscriptores (sem
exceprSo a ni.medala enlrei;a de sua respectiva
prestarlo logo que Ibes seja apreseuladu o primeiro
rolume : porque do contrario, ver-se-bam ana ne-
cessidadc de >us|ieudcr por ura a impressao dos
Iticardo dt Freilaa & '.
II arlisla em daguerrcolvpo do aterro da Boa-
Visla u. i. lerieiro andar, avisa ao respcitavcl pu-
blico, que lem de seguir muilo breveuienle para a
corle do dio de Janeiro ; aquellas pessoas que qui-
zeicm |iussiiir um perleilo c liel relalo devem apro-
vcilar-se do punco lempo que resta de sua estada em
Pernambnco. A galera c ollicina estar aberta das
PUBLICAQAO' LITTEKARIA.
Repertorio jurdico.
/ ilfn de llarrciro (i V murro de 1856.
Ilahaivo assignadn faz srieule ao vicario Manoel
Ferreira llorgesea lodos os membros de sua familia,
i que, com u auvilio de Dos zuza de saiuln com o seu
?!'^!,!-,^!vl0-S":!AeJ"/l^V"'Le ulll'lla^e>' I HU.o Jellers..i. e mais pessoas da rase. Adverle lam-
0 bem, que, em quanlo correr unpresso esle aviso, eni-
bora esta dala, detein lodos licar Irauquilisi.dos.
pois que qualquer azilacao que appareca em diS|io-
sic.io de nossas f.ieuldades pbyaicaa, inuda-se de avi-
principianles quese quizercm dedicar
do Toro, pola nella enronlrarilo fior ordem alphabe-
lica as principaes e mais frequenles oceurrencias ci-
vis, orphanologicas, commerciaes e ccclesiaslicas do
nosso loro, com as remisses das ordenaces, leis,
avisos e rce;ulameiilos por que se rege o Brasil, e
bem assim resol uries dos Praxislas antigoi c moder-
no- em que se firman. Conlcni scmelhaiilemeiitc
as decisoes das quesloes sobre si/, is, sellos, udliose
novos direitos c decimas, seui o Iraballio de recorrer
i collerc.io de uossas leis 0 avisos avulsos. Consla-
rsdo,dous volumesem oilavn, urande fraurez, eo
primeiro sabio a luze esta venda por >vj na luja de
ivrusn. ti esda pra;ada Independencia.
zi.i da llua-Visla, na ra Velba n. H.
AKKF.MIAMEMO.
A loja e armazem da i-asa n. .Vi da ra da Cadeia
do Kecire junio ao arro da Honren .io, acha-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer eslabelerinienlo
em poni grande, para a qual lem commodos suli-
cienles : os prelendentes enlender-se-hao com Jo.lo
Nepnmuceno Uarroso, no seguudo audar da casa n.
57, ua mesma ra.
le nossa. r.ieuldades phvsica
so. (I lempo nao esta de uracas. exige mesmo que se
lomeui eataa cntelas : a hxgienne publica cm seus
cousellios reenmmriula que se rvilem evees-os de
cuidado-, que sao nocivos, mxime em teuipo epid-
mico.Firmino Lucas de Azevedo SoarrsCordo.
Na Iravessa la Conyrejjaeao, loja
de cncjile liacan, cnnlmiia-sc a tendel'
minias das obmsdc direitos ja uintincia-
das por este DIARIO, como lamhem nu-
tras ii un tus nao su di' di re lo cuino de ma-
terias diversas, na mesma casa vendem-se
alfjumasobras latinas, proprias para os
fjuecstudam esta linsua: todas as obras
estSo em muito bom estado, < por ellas
faz-se lodo o negocio, porem a dinheiro.
tabella de feriados, resumo dos
mentos e exportaro da
500 rs- cada urna; dilas de porta a 160;
ditas ecclesiaslicasou de pailie, com a re-
sadeS. Tilo a LOO reis: nulivituia n.
e 8, da praca da Independencia.
Guaran*.
Vende-se guaran, as libras que o comprador qui-
zer comprar, por preeo commodo : na ruada Cadeia
do Recifen. 17, loja do miudezas.
A 19300.
SJ|> endem-se saceos com lannha de mandioca, che-
gada do Hio dt Janeiro pelo brigue i'Uaino,n na
Iravessa '\>t Ma^n: Ue lieos, armazem u. 15.
Yeiidt-sciun reloj'io de OUfO pale-
le meioehronometro, de superior iptali-
dade, proprio para mdicos, ao preeo de
ViO.sOOO ivis: na roa da Cadeia do Reci-
fe n. 57.
Vende-se o alqueire de muito supe-
i iorlai inlri de Sania Catharina, por me-
nor preeo do i pie em oulra ipialipiei par
te: a bordo do brigue SAGITARIO, de
fronte do trapiche to algodo, ou
do Collegio n. IT. segundo andar.
Vendem-se saceos srandes com milho a .'1-soo,
feijao miilatioho muilo novo, velas de carnauba da
melhnr fabrica do Aracalv, esleirar, dila, oleo de ri-
on'becendo que" a' epidemia'rein'lc val daenvol- i '"" el" ?a"afai"le IjS libr'l$- *' I" de :17 li-
VmV7- "* """^ d' 'ardC' "^ '|U'1 fr f.ln,e. do trapiche tl algodo, ou na rita
O abaixo assignado, anligo pbarmacefltico, al-
ien.leudo a que esto boje a lesla da salubrida.le |iu-
blica mdicos disliuclos por seu car.nicr.e illoslra-
cao, como os Srs. Drs. S Pereira, I inno e Pbgge,
vendo um carcter uraUdor de snile que mullas
peasoas ogem daquellas casas onde iuleli/mciile
lem lallccido algam cholerico, Taz scienle a essas
pessoas que queiram ilcscufeclar as suas casas con-
vciiieulcinenle, para que se dirijam ao abaixu assig-
nado, morador na ra ireila n. SS, segundo andar,
onde o encontrarse com os reacenies e appareUiea
neces*arios para as fuinigacoes chloricas. I'umiga-
e..es gu)loiiianasuu de tivtiiii de Morveau, ou hy-
gieiiiras, e bem assim as lumigacoes ntricas ou de
Siinlh : rom as primeiras de rada |iorcao que lizer,
deseafeciarii um eepaeo' de dio pea cbicos e com as
Mgnndas 10 ; quanlo ao mais lem seguido a opiuiao
dos melhores autores menos quanlo aos movis, por-
que nesses usa de um rcagenle dillerenle que os nao
|irejudira. c aulrs os torna mais lustrosos. Muias
peaaoas, leudo visto continuar a mortalidade em suas
casas, n .o obslaule asfumigarues fritas com alea-
irn, bren, salitre, vuvofrcetc, aem resoltado al-
gam, se tem dirigido ao abaixo assignado, odepoia
de cituipriiem a risca o que elle Ihe- lia presenpta
teein visto rom pra/er ressarem os casos falao, e n>
doenlea melboraren.....Minliiienle.
Jnsc da Kocha Paianbns.
Kvadio-sr ha 15 dia-, pouco maisou menos, o
prelo Jlo, eludiendo por JoAu Sordiuho, de narau
Cosa, idade para cima de 30 anuos, bonila figura,
bem rhein do corpo, sempre muito alegro c desem-
barazado uo andar, di/em que anda l para as ban-
das dea Alegados oo em algam sitio para a Bmbiri-
hcira : quem o apprebaoder, queira leva-lo em San-
io Amaro, segolmento da ra da Aurora, casa de
Manoel Custodio Paitlo Sosres, ou na prara do
i "mu. i i., a qualquer hora.
liras, pirraras,i I;, c ludo mais "por preeo commodo :
na roa do Vigario n. 5.
Vendem-se superiore- relogios de miro a prala,
cobertos e desrobeilos, linba de algo.lao branca e de
cores, em novellos. para costura, boladiinba supe-
rior de diversas quahdade, em latea pequeas : em
casa de Soulhdl Mellor A; Companhia, ra do tor-
res n. 38.
Vende>ae um piano qua-i novo, de jacarando,
e um tnucador de dilo, una pinedo de vidros de
cheiro do dito toucador, ludo por preeo muilo em
conla por seu donolse relirar para lora ; pde-se pro-
curar ua ra du Cabuga, loja de miudezas, que se
dir quem vende os ditos objeclos ; la lamhem ev-
isle um pente muito bonito viudo de Franca para
senhora, por 0, urna porrjo de Inoras para eriaa-
ca, e urna porcao de laa c cotilas de bordar, ludo per
preeo minio en cunta.
Vende-se om reluuio do ouro paienle suisso,
seda para crianzas a 1?, Iravessas das que se usam
para aegnrareabella al?, pislolinhai de melal para
criaueMS a ^00 ra., galbeleiraa |iara azeite e vinagre
a 23d00, bandejas muilo linas e de lodos os tama-
uhos de 19,28,38 e 1?. meias brancas linas para
senhora a ll e 3JO 0 fiar, dilas prelas muilo boas
a 100 rs.. ricas caixas para rape com riquissiinas es-
rendI'amPSS a 39 e 28500, meias de seda de cores para
homem a 640, charnleiras muilo linas a JS, caaloea
iiovincia. por 1M,a bengalas a 40 rs.. pastas para guardar papis
a S00 rs., ocolos de armacao de ac praleados e dou-
radusa liiO, 1? e 1*200, lunetas com aro de blalo
e tartaruga a 500 rs. e 1?, superiores e ricas benga-
lilihai a 28, ea 50(1 rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra cavado pequeos e fraudes, lazeuda multo supe-
rior a tilo, 800, I?, 18200, ls500 e -J;, atacadores de
cornalina para casaca a 3J0, penles muilo linos para
suissa a 500, esrovs linas para cabello a 610, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
tO, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 160, -JOOeJiO o par, camisas de meia
muilo lina- a I? e 19'JOO, luvas brancas eucorpad.is
proprias para montana a -JI0 o par, meias de cores
para senhora muilo lories a -J20o par, ricas abalea-
duras de madrcpruila e de oulras mellas qualidades
e gostus para rllele- e palitos a 500 rs., livelas lloa-
radas para cairas s colleles a IJ0, riras filas linas
lavradas e de todas as larguras, biros linissimos de
bonitos padrOes e todas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, lesuuri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Almde ludo isto outras muilissimas cousas muilo
proprias para a resta, c que ludo se vende por pre-
eo que faz admirar, como lodos os freguezes ja sa-
bem : ua ra do (Jueimai'.o, nos quatro cantos, na
bem conbecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
mado, loja de miudezas da Una Fama n. 33.
\ ende-se superior o.mina de ararula : ua ra
du Itrum, armazem n. 22.
Charutos varetas.
Veidadeiros de Braudao S. Fslix por preeo
commodo : vendem-se na ra do Visarlo u. -Jl, pri-
meiro audar.
.Na ra das Cruzes n. 2, vende-se una cnoula ,
de 26 anuos, que eozinha, lava de tabeo e Ui lodo o : vende-se por o riono se relirar para a Esr.-pa ;
servieo de casa, e lem principio de engommar. ; prelender. d'rija-se a me-ma.
\ endem-se no escriplorie de SeaSbaH MeMe.- A
Companhia, na rea da Cadeia a> Mrsm n. 3.
mais -upen, i e- reoslos robetloa e lllLlbmlll. pe-
queos e raudes. de ouro. plenle inctet. de oaa
dos melhores fabrieaules de Liverpool, lindas peto
ultimo |iaquete inslec.
Em casa de Mein \ Brunn A C.. na
ruada Cruz n. 10, ha para vender um
grande sortimento de ouro do rm-llni
gosto, .issnn como relogios de ouro de pa-
tente.
Vendem-se dous pianos fortes dr je-
caranda consti uccao vertical v com f.-
dos os melhoramenlos mais modernos.
tendo vindo no ultimo navio deHasstboi-
go : na ra da Cadeia. armazem n. 8
KCHHIS10 PIRA EKE
1H0.
NA FLNICAO HE FERRO IX) EM.E-
MIEIRO DAVID W BOWXIAX. r,A
RA DO BRLM, PASSAXDO O UlA-
FARIZ.
ha sempre om grande son isaento de* ecninn ee>-
jeclo- de mecbaoismos proprios para rn_mbi.. a sa-
ber : moendas e meias moendas da man
ronslrorro ; taixas de tarro fundido e
superior qoalidade e de lintni r i lamanhiii
dentadas para a:ua oo aoiaaees, de lo__
res ; crivos e breas de fornalhae regtsSce">'-
eiro, aguilhoes, bromes, parafusos eeameadea, aeea-
nh.i de mandioca, etc., ele.
NA MESMA FLNDICAO.
se execulam todas as en< ommendas cana a leeniwi
ridade ja cooherida, ecom a devida presteue ceas
mndulade em prejo.
Em casa de llenrv Brunn AC.ru- da
Cruz n. 10. vendem-se:
Loriase luii.-. da Russia.
Instrumentos pota msica.
Eapelhoscoin molduia.
(lobos para jardins.
adeiras e solas para j.u dita.
Oleados p.ua mesa.
Vistas de Pernanibueo-
Cemenlo romano.
Iiomm.1 lacea.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora esa Sanio
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
na do Brum logo na entrada, e defross-
te do Arsenal de Maiinha ha' scsstprc
um grande mu tmenlo de Cuchas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, peonera*,
razas, e fundas ; e em ambos os logare
exiStem guindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao os mais commodo*.
C. STARR 6 t.
respeilosameute aniianciam um "o sen e._
abeleeimenlo easvlwaio Antaro.eoi.i i.oan a I
com a maior perfeieSo e promptidao. lodal
de de marliiinsiiio para o uso da aciKullara, M-
vriacu e iiiauuraclnra: e que para matar riman I
de seus numeroso* rregociese do publica em geral.
leem aberlo em um des grandes rmateos do Sr.
Mesquila na roa do Brnm, atrez do arsenal de aaa-
rinlu
DEPOSITO UE MACHIMAS
construida- no dito en eslabclerimeale.
All achara es compradores um reeanlrle s,li-
menlo de moendas de raima, rom la
mentos ak-unsdelles novo* e originaos de
experiencia de mullos anuos lem maetanoo
sidade. Marianas de vapor de baila e alia
taivas de todo tamaito, tanto batida* cerne tend,
das. canos de uiao e dilas para cendrar ti me* do
assacar, machinas para moer mandiuia. prensa* po-
ra dito, furnos de Ierro balido para farinaa. arados de
ferro da mais approvtda conaaracraa. fondea para
alambiques, crivos e norias para tomainas,
inlinidade de obras de Ierro, qoe seria
enumerar. No mesmo deposito evi-le
inlellisenlc e habilitada para reeeber toda a* en-
cummendas. etc.. ele, que aomncianiet cantan-
do com a ... pandad.1 de suas otlieina e marbiaami'.
e periria de seos otliciaet, s* compremcltem a faier
eieentor, rom a maior presteza, perfeieae, e esarla
ronl'ornn.l ide rom os modelo-ou de*eahe*,C le-lri.-
ces que Ibes torno romenlas.
MOENDAS SIPERIOR.
Na timihcao de C. Slarr dt Companhia
cm Santo Amaro, .nlia-oc para vendei
moendas de caimas todaade ferro, de um
modello e i-onatruccao muito superiore.
ARADOS DE FERRO.
Na liuidicao' de C. Sl.n i A cm
Santo Amaro acha-se para vender ara
dos ferio de "ni"1*' qualidadc.
\ endec a laberna sito na ma da Aurora *.
.".!., mallo propn.i para nm prinnpaanie par lee pan-
eos lundo, e lem Iwns ceraaMdo* para laajiln :
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ul l i mamen lee begada, as-
sim como potassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. II.
PeilllHH (ll! Ollil .
Xendem-se muilo boas peonas ,lc fina : na ra
da Cadeia do Kecile n. .".
Cognac verdadriro.
Veu.le-se cognac superior em garralas: na ra da
Cruz u. FI.
Cortes de cassa para ouem esta' he
i.i ro.
Vendem-se corles de cassa preta muilo miuda,
por diminuto preeo de -J; u corle, dllos de eassachi-
ta de bom goslo a 8, ditos a J>OO, padroM rranre-
zes, alpaca de seda de quadros de lodas as qealida-
dessTOrs. o covado, laa para vestido lambem de
quadros a iso o corado; toda- eslas rateadas ven-
dem-se na ra do Crespo n. t.
com sua compelenle corrente e chave, ludo de ouro, \ eilae-sc un. cabriolel lodo piulado e roado
e mais atguiuas ubras : as Cinco Ponas n. !l.l.
Vende-se ua l'undieo de Ierro de I). W. Bo-
mau, na ra do Brum pa--.in.lo o chalan/, urna car-
roja iugleza de uuas rods-, nova, lorie e leve.
Na ra do Encantamento n. 76 A, vendem-se
os seguiutes livros : o Felis Indepeudenle, Condue-
la de urna senhura chrislaa, lloras Mariaunas, o
Chrislao llevlo, Cernidos da Mu de Dos, e inelho-
do para a oracao meulal.
Vende-se farinha de S. Malheus. por preeo
Sommodo, e juntamente sacfn com mtlho : na ra
o Hangel u. \2. ou passaudu o becco du lairceretro.
Vende-se una farda nova para ollicial da guar-
da nacional : na ra Nova, loja n. I.
Para luto.
Corles de vestido de cassa prela com 7 varas cada
um, de bonitos padres a ijOOO : veude-se Da ra
do Crespo, loja da esquina que volla para a ra da
Cadeia.
Pianos.
Vendem-se tres ptimos pianos de al-
mario de Jacaranda", por preeo comino-
do: amado trapiche n. 12, casa del
RotheA bidoulac.
Vende-se orna canoa aberta qoe catrrg* -**
lijlos, prapria para otaria para a randatC/to de bar-
ro lambem se nesnris a troco de tijas: ajean* asc-
ender appareca ua roa da Aurora, neasaauto a i'nn-
iie.io primeira taberna.
FARINHA HE I KILO.
J No becco de (encalves.armazem de Jen* fnar-
le |das Neves, acha-se venda m bom nuneam
lo das melhores feriabas do mercado.
gfgjjgjj fatM.
I"m Tiivo lili: i ti <.
Hes.i.parecen do Rio de Janeiro, ila
casa do Se. Flix Antunes Moreira. on-
cravo Joo, crioiilo. natural do Maia-
nlio. com os rirpiacs serpiintes : idad'
0 anuos, pouco mais ou menos, oV pre-
la, rosto comprido. nariz, regular, cabel-
los natmaes. olbos pretos. harlia cena-
da, altura cinco pes e duas poHegadas.
consta andar "mbarcadode marinheiro. c
intitula-ce ser lorro, e consta que apresen-
la carta lj|l-,i de alforria : ipiem oani-i i -
Alcalll (1.1 dUevift* hender uu ler noticias certas, pndr ir ..
Vende-se alcatro da Sucia em lotes a ',,ua ll ''"P'^ "4, jrfmieiro anda..
vonlade do comprador, em barrile meios I ''l'lPl.<'.,'l dc Swaea A C.. que recbela"
barris: amado Trapiche n. IS, t. I" ITri....."/'O de I. 0.sir00.
criptorio de RotlieA bidoulac.
i limo cu i Follia.
Em casa de Itotlie & Bidoulac, ra do
Trapiche n. 12.
Arados de ierro.
I'or commodo pceo : em casa de Ro-
tbe& Bidoulac, ruado Trapichen. 12-
Sapalos de borracha.
<
.assas pretas
Francezas
\eindero-se casas prelas frauce/as, muilo finas
na ra do Crispo, loja u. 19.
Para vidiacas.
Veiiclcrn-sc vi,lros a SS a r;ii\a : iu riiii .Nova D.
38, defronle da igicja da CODCCi^o o% Militares,
casa encarDadd.
de Dovo, com .irreos, Iip ImsIhiIc leve, seguro Ito-
iiiln ; para VflT. na rn.i du H n>|iici
inaiao, luja ilo Sr. Candido pinlur do carro e
halar, na ra doCoIlegio D. Jl, primeiro andar.
Cartas france-
zas.
Vendem-se superiores carias rranceiM para vnl
arele a "illO rs. o baralbo I na ra do llueimado,
leja de n iude/.i- Uoa lam n. X).
No alerro da lloa-Vi-l.i, detronle da lionera n.
11, lie cliegado um -rande sorliineulo de spalos de
quina do Ca- borracha muilo p
No dia 17 do rorrenle mea faci do abaite e>
signado urna escruta rrionla. por neane saarcamU.
qur ir psenla ler in anuos de idade, de estilara re-
snlar, a. Iiaxase em conaleseanca de ama arare
enlermidade qoe leve ; leso* nana treaxa de reama
dril... e coma que eslS acontada : jnoen a liver,
papara perdas e .1 .nm.,..
1 rancisco de Paala Careeire Leo.
No dia C, do rorrenle mralncie da casa de sen
sennor um mualo por nome Sarerina, eew renreseas
la ler Je annos dr idade, eslalara lainlai. cheia a*
coriHi. h.i-i.i,de claro, sem narW. reala com mnrea-
de l-exigas ; |eVMi ram.sa de aorta, caifa de alfind*.
e um surrao de poli- de carneare reas ajanan apa
branca, be nslur.,1 do Brrjo de Alea, O ra earraro
lo Sr. Manoel francisco Alves Cansa : rana--* a
pniprios para a estarlo prrseule.lai,-,|,ja|oiUeIfi,pi,i(, Je '
lo para homem romo para senhora, meninos e u e- ,,,le oc,|c ,^ oUca 0 &^Eik1 t*C
senhor Luir Jos da Casia Amenas, na Mc*t>. roa
ninas, assim romo um novo e completo sorlimenlo
de ca|ea.dOS traacesea, c de Nuntes, de (odas as qua-
lidades, e os bem roubecidos sapalos do Aracatx,
para homem como para menino, esleirs, cera e ve-
la- de carnanba, a- melliorea que de la tem viudo ;
assim como um,i pon.o de verde francez, ludo por
preeo muilo commodo, a Iroro de sedulas velhas.
Farinha de ui;o.
Jos II. da Fuerera Jnior, na ra do Vigario n.
23, lem a venda de superior qualidade de Balliuiu-
re a pnea commodo.
d Madre de Heos n. i, na
Bratificara os porUdore*.
Cnnlinua andar fur.i.l i a prela Mereneia,
oula, id..d,- de a M) annos, penco njajs *#*
eem os siso, es s,.sinte ralla dr denles ns Irenlr.
lima das uretras rn ia proveain.le das brinco
qurui a |>es:ar levr-a a ra da Rrem, armares/
asnear n. ti, que ser bem cralinrari.
'EKN. : TYr\ DB M. K. DE rAKl. \jJob
0
r
lirmci jt_
MVlSlSt

Mimos
ILEGIVEL



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