Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07323


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Full Text
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)
ANKO mil It J8.
"

StttSBA FEIKA :,. E 141(1 bt ||$S.
Por T> mezes adiantadoi 4.s00().
Fot- .", mozos vencidos 14500.
Por auno adiantado 150 l*oi (o flanco para o subscripto!.
ErVCABKEr.ADOS DA SI'IISCIUPCAO' NO NORTE-
Parahiba, o Sr. Ger>atio T. da Natividad ; Natal, 8r. Joa-
quim I. I'erelra Jnior; aYraeaty, o Sr. aV. da Lemos Braga ;
Cear, oSr.J. Joa daOliveira ; Maranho, o 8r. Joaquim Mar-
ques Rodrigues : Piauiy, o Sr. Domingos Hfreulano A. Pessoa
Oartoia; Para, o Sr. Juftiano J. Hamos; imsions, o Sr. Jero-
nvue da Cuna.
PART HA DOS COUREIOS.
Olinda : lodoa oa dina.
Caruaru, Bonito a Garanhun: nos diaa 1 a 15.
Villa-Bella, Boa-Vista. Eiu' Ourieury : a 131 28,
oianna e Parahiba : segundas a sextai-feirat.
Victoria a Natal : laaquinlai-feiraa.
AUDIENCIAS IH>S TltlltlINAES l>.\ CAPITAL.
Tribunal do eommercio : quarlaaa aabbadoa.
Relacao tercas-felras e sabbados,
Faienda quarlas a aabbadoa ai 10 horai.
iuizo do eommercio: segundas ai 10 horas e quintas ao meio-dtl
Juizo de orphaos: aegundas e quintal ai 10 horas.
Primeira tara do civel: aegundas a seitas ao meio-dia.
Segunda tara da cirel quartasasabbadoa ao meio-dia.

PARTE QPPICIAL
OOVEBNO DA PROVINCIA.
Expediente do du 27 de marco.
EFHEMKRIDESDO ME/ DEMARCO,
I La nova as 6 boras, 19 minutos. 40 segundos da larde.
l Quarto crcenle aos 18 minutos eaj8 segundos da larde.
1 Luacheiaa 1 llora, S minutse 48 segundos da tarde.
J Ouarto mioguanleaos 13 minutse ISsegundosda tarde.
ll .* ... PREAMAB DEIIOJE.
Primeira O e 30 ninutosda tarde.
taajunda o a 54 minutos da manhoa.
--------------------=---------------------
DAS da semana.
31 Segunda. O- Prazeres da SS. Virgem M.ii de Dos.
1 Terca. S. Macario.' S. Quiliniann; S. Vulerico ab.
2 (Juana. S. Franrisco de Paula lundador dos religiosos M.
! Qtjintt. S. I'rancacio b. ; Ss. Benigno e Vuljunumo mni.
4 Seita. S. Izidoro are. douclor da Igreja ; S. Agatbopodis,
5 Sabhadu. S. Vieenlo Perrer S. Ira v. m. ; S. Zenon m.
ti Domingo do Bom Pastor e segnudo depois de Pascua.
ENCABREGADOS DA SfWrCAO \o m i..
Alagoas, o Sr. l.laudino Falcao Diaa : Babia, o ti. D. Pm
Rio da Janeiro, oSr. Joo Partir Martina.
i:m pcit.wMiiK.o.
0 i roprietario do DIARIO Manoel Fiaueirua da fina, ai
litra i n Praca da Independencia ai les.
si re-olvidos a pedir sua dcniissao. I'or vezes Ibes
IU ver que alo nao convino eni dina quadra em
que mais se neressilava de scus servidos c ale ja
IIips linli.i prometlido alguma tralilicacan. Na ves-
pera di dia em que deram parle de (lenles hiih.i
sladn contigo o presidente da commissao.e ndame
OnicioAo inspector da mesa-orarla de fazeuda, reelanjoo : e, por lanlo.posto que me nAo sorpren-
para entregar ao Ur. Jos Augusto de Sooza Pilan-I desse o prorcdimeiitn que elles liveram, todava
ga, a qu.iiiiia de oiloeentos mil res, para ir occor-' ''nra peusei que elles Ido depressa e 13a desairo-
rendo as despezas do hospital d.i ra da Aurora. smente abandonas-eiii o sen dever, lano mais
Coinmuiiicou-se ao rr 1 ri doalor. quaiilo se em .lignina eousa eu luib i perrado era
DiloAn mesmo.maiidaiidnapromplar pira seren emsalHfater eoro a Bteior promplul.io as sua< re-
reineltidas para Tnnb.iuba duas cargas de bol irba e tfuisicoaa, rt.ino poderei provar com es mais irre-
uma de. arroz.Commuoieoii-se ao respectivo sol-1 fragaveis documentos. Pareee-me pois. que a da-
delegado. | mi-s.ui de laas fonccionarios ha da absoluta neces-
DiloAo commandanle da e-taejo naval, dizendo i sidada ; mas V. Exc. tara o quo mellior llie dictar
dos distinelos cnthuiiaslas da homeopa-
qoe quando expediu ordem ao inspecler do arsenal
de ni .ruili i para fornecer os objeclos requisilados
para a suarnieao dos navios daqoeUa esla^ao, foi na
stipposiro de terem elles viudo da corle no vapor
Imperador, leguario se colunia da parlicipatilu do
mesinu Sr. ministro da marinlia cuntida no aviso que
j se remelleo por copia a S. S-, mas aconteceu que
os supracilados artiga* nao erain al agora chegades
cooforme declarou o mencionado inspector.
29
Ollicio Ao Evin. direclor ireral interino da ios-
lrucc;,ia publica, transinitlindo para seren disii ibui-
(Ilis pelos, proles-ores de insIruecAn elvmeiilar, im-
plares iropressosdas inslruceoes regulaioenlnes para
o rgimen interno das escolas.
Dito Ao inspector da Ukwooraria de fauatln.
recommendando a expedica') de soas ordena, para _
que na recebtdoria de rendas internas, sejain arre- Qaar,el Se
cada Jos osdireitos e emolumentos que, secundo a
ola que remelle, leem de pasar Fr. Joaquim dn
Espirito Santo, '.ente da cadeira de eloqaencia sacra-
pa, eopadre Joaquim Eerreira dos Sanios lente da
raileira de plnlo Dito Aejuil de aoscnles deste lenno. recoin-
ineii I ni lo que logo que cltegu.' ao porlo desl.i rulade
o vapor que se e-per.i do sol, mande S. me. apresen-
Ur ao agente da corupanliia dos p.iqueles, afim de
serem transportados para o Cear no mesmo vapor,
dous balms do Tinado acadmico Francisco Jos de
Medeiros. a que se refere ollicio da presidencia de
"> de feveretrn ultimo.Fez-sc a respeilo o naces-
sario eipedienle.
Dito Ao juiz municipal da primeira vara, para
mandar apreseular ao comin.tudaiite do folie do Hu-
raco dous calcetas, para serem empreados no serv-
ro da limper.a daquelle forle.
Dito Ao mesmo. inteiran lo-o de o haver deslg-
nadopara no da 2!l do correte presidir a evlraccflo
da segunda parle da primeira lotera em benelicio'da
matriz de San Jos.CominuDcou-se ao Ihaeonreiro
da< loterias.
Dilo Ao en^enheiro Francisco Itapliael de Mello
Reg, engenlieiro da repartiro das obras publicas,
recommendando que pisse a exereer int-riuamenle
as fuicnies de director daquella reparlirao, ralo
liaver-se concedido a demisso que de lemelbanle
lugar pedir o eu^euheiro Jos Mamede Alvos*Fer-
reira.Fez-se a respeilo o npccssario expediente.
Uilo Ao dfWgtae da arma 11 reformado Fran-
cisco Marciano de Araujo Lima, convidando-e a se-
guir coro breviilade para a com oca de Flores, aliin
de eropregar-se all no tralamenlo das pessoas pobres
que infelizmente vierem a ser are imraettidas da
epidemia reinaule, levando para isso urna ambulan-
cia que llie ser fornecida pela comiiiissao de hygie-
ne publica. Ollieiou-se a esta para dar a ambu-
lancia.
DitoAo (besoureiro das loteras, inleirandn-o de
haver appravado o plano que S. me. enviou para a
aKiracelo st-T-jj'1 !"-s d*ta pcoxmcia (' remellen lo
orna topia (^mencionado plano paro ler a rlevida
execucio.Igual copia reraelteu-se a lliesouraria
provincial.
IMIo^A cmara municipal do Recife, remcltendo
para providenciar a respeilo como julsar mais con-
veniele, copia de urna parte do ollicio em que
commissAo en liygiene publica reprsenla sobre a
falta de asseiode maladouro publico.Inleirou-se a
i roiiiiniss.io de bygiene.
Portara Mandando admillir ao servieo do ever-
cito como voluntario por lempo de seis auno-, o
paisano Carlos Manoel de Jesos.Fizeram-se as ne-
cessarias conimunicai;es a respeilo.
DitaAo agente da companliia das barcas de va-
por, para mandar transportar para o Maranliao co-
' ino pas-aueiro de estado, no vapor que se espera du
~ii I. ao desembarsador Custodio Manoel da Silva
(ioimaraes e Jesuino Barrozo de Mello.
DitaNomeando. de conformidade com a propr.s-
la do teneiitecoronel commandanle do 2" baUlnla
de artilbaria da guarda nacional do Hio-Formoso,
para ofliciaes do mencionado balallio. os cidadoa
seguidles:
Eslado-maior.
Tenenle quartel-mestreSilvestre Rodrigues Piu-
lo.
CirurgiAo lenteLeocadio Antonio de LeAo.
:." tenenle aecrelarioThoniuzde Aquino Calvan
Braga.
2 dllo porta-liandeiraPedro Joaquim \ launa
de Lima.
Ia companhia.
1 teneute/.eferioo Acciuli de Albuquerque
Lins.
2 diloSeraphim.Ignacio l'aes Brrelo.
2" diloLu l'eriiandes de Sonta.
2 eompanliia.
CapiloManoel Teixeira da Molla.
Io lenteJos Ignacio dos Santos.
2 diloJoaquim Iguacio l'aes Brrelo.
:1 companla.
CapilaoJoaquim Cordeiro"itibeirn Campas.
I lenle- JoAo Cando Cavalcanli.
2- diloJoaquim Luiz da Silva.
2- diloJos Camello Pessoa.
V co npanliia.
CapilaoJofro*ertaslro l'aes Brrelo.
I" lenelfFranciscoTaandro de lionveit.
t tenentePedro de MelloSila.
2- diloFrancisco de Paula Cavalcanli.
ja companbia. %
i ..i|ui'.nJoo Antonio Alvea da Silva. \ <
I* lenteAntonio A. do Reg Barcos.
2- diloJoAo Antonio Alves da Silva.
2- diloJoaquim do .Nasciinenlo Cavalcanli de
Albuquerqne.
ta companbia.
CapilAoMaximiano da Rocha Wauderlev.
t- lenteJoAo Carlos Cavalcanli de Albu-
ua sabedoria.
Em consequencia da neeessidade da occasiao, no-
meei interinamente para membros da cummisao
aos Drs. Cosma de S l'ereira, Ignacio Firmo Xa-
vier, e JoAo Jos liinacencio l'oggi. sendo o pn-
meirn para presidente e o segundo para leeretario ;
e para provedor interine do porlo o l)r. JoAo Mana
Seve.
Heos guarde a V. Kxc. Palacio do gnveruo ile
Perii.iiiilnieo 21 de fevereiroda |S"ili.
Illin. e Exm. Sr. Luiz Pedreira do Coulo Ferraz.
ministro e secielario do e-lado dos uegocius do im-
perio.
./ose lieuin da Cunha I t'iijue'ireio.
denha, coiava em Turin, antea de o ser, da repula- ] esforr
cao de di-liuclo economista. Na quaPdade de mi- tilia.
iiislrn, cnnhccenilo a neeessidade de crear a boa ad- ll Ur. II ililii segu avante en sua missao, nao Ire-
minisIrajAo de fazenda, tomn a seu rargoa direc- pdanlo, aciidiulo alla a parle, onde os seui es-
cAo dos negocios .i ella relativos. Raras vetea ser- (orcos sAo exigidos. I.ouvores ao distincto flllio de
vio, e essas-mesmas provisoriamente, as funccies de Esculapio, que lanas proras lem dado de amor
ministro dos negocios estrangeiroSi No ultimo pe- humaiiidade.
rindo em que laes funeces exercilou.he que asstgna- A commisso de sorcorios orgaui-ada nesta villa
ra o tratado de altianea entra Franca, Inglaterra e eamiuha em sua missao hunaanitaria, infelizmente
Sardenha. lora de naufragar, alenla a fall de recorsos pecu- aaios que se presenciaran]
i O marque/ Pes de Vill.imarina, enviado di Sar-' niarios. Muilu lia lefio, o eo mesmo admiro conwlOu eale lacio aja devido ao espirito de subordina- aaa eaaaa particulares, mas enlcndcmo-que a ser ver-: pelo Sr. Thom l'eretti e lelizmenle de
Pars, toi nomeado, como era natural, se ha podido lano tempe susUnlar-se. |filoe disciplina, que earacleriai o soldad,., mi seja dade. deve-aeproceder com lodo e escrpulo, alini I elles U chegaram anida nAo morreo peaaoa atanjeea.
de o m ou oulio rngeiilioqu- Jlalvez solTresse mais | Em nutra occasiao filiamos em nm annuncio (ello ribo ; pois saina o publico que eaw Sr. -b4eiV_a-
em razAo de cau-as arcideutaes, a mortali la le nos I pelo fabricante ile calcados, eslab-lecido no aterro i do des le que se detenvoUeu ne-ta capital a epidc-
escravoa Miznienle fji ponen desaslrosa. I Mima- da l!ua-Vis|a. [ur meiodu qual annuncio se ubriga- ma, anda nAo|leve urna hora que deMinatae irvi-
inenle a nelicias (ue rerelieinos laquella comarca, : va elle a recebar em seu estabeleriineiilu ale o uu- /.ilar aquelles logares de sua subdelegada, que a
inclusive as do tormo de Seritih.iein, davam as ron- mero de i!l meninos, preferindo os orpbHos Gaosadoe pouco lem sullridn o horrores da |wsle e da forac ;
sis em bom estado ; e visto termos rallado.ueste ul- pela epidemia. Entretanto, eooala-ao), que ale lio- e sendomeinbro da commisso parochial besteficeaMe,
limo lagar, oc-nrre-uos urna oliservaeao : Notamos je, anda nao apparecen uin so. Ilizem que se lem I anda para la nao mandn uem se quer aaa era* de
que nos pontos em que se .icliuam militares revest- distribuido alguns orphaos porrasas particulares. NAo arroz ...
doa de carcter policial, nao se deram eertos escan-1 aseveramos este farlo. o estamos longe de suppor I Os habitadles de Be lem, Zumb, Campo-Cian-
dalos que -, preseiiciaram em oulras paragens.; que raleafllhos da indigencia sejam mal dirigidos nes i de, e Salgadmho. leem sido socorridos de re
le Cavour na represenlacRo del Da capital nAo vem o menor aaxilio, ou por fal-
ifereneias de Pan-, o marque/ la de exigencias d'aqui, ou por indiiTareiilisino e que
all dcmonslram sempre qu: ra trata dos no-sos sof-
liiiiienio-, he o caso que varao-soisi-erraiijaudocom
a plvora de casa.
Exm. Sr. S,i e Albuquerqne, V. Fivc. que para
oulras localidades da provincia lem com prodigal-
daile, esparsido os soccorrn.s precisos para prodigar
a inteuaidade do cholera, nio nos desampare, en-
vip-nos alguns recursos, aalve-nos do terrivel cala-
clisma que nos comprime, e que imeaca realisar
nesla villa n Ijcum ubi Troiii /ttit. Snccorra-
para auxiliar Mr.
seu goyeoe eos
de ViM.iinariiia servio como coronel soh as orden
de Carlos Alberto, por quem toi Horneado cucarre-
gado de ttegoetos em F'lorenca, passando nos filis de
IK"i2 para o lugar que actualmente oceupa. a
| Diario do (oierito de Lisboa. '
l.-se na l'.a.la de Linares:
o A ranilla creuu peln aegoinle decreln nina nova
condeeoracAo naval e militar sobo nome de Crnx-
l ic/'ir/o.
T>
Vielori i, raiiha, ele. lomando em nossa regia i ""* Ev'"- snhor, de V. EC. esperamos linilivo a
COMTB4NDO DAS ARMAS.
neral do commando das armas do
Pernambnco na cldade de Recife em -_i de
marco de 1856.
ORDEM DO DIA N". 336.
O mareehal de campo coinmandaulo das armas
faz publico para os flus convenientes, que nesta dala
contraigo novo engajamento por seis anuos, nos ler-
mns do regiilamenln do li de do/.embm de 1852,
preeedendo in nbia de arliliees desla provincia Miguel Luiz da l'u-
riliear/o, o qual. alem dos vencimenlos que por le
Me competirem. nerceber o premio de ilMl-jtllHI.
pago segundo o disposln no arl. :t. do decreto n.
I MU de Itl de junho de IS'it. e lindo o engajameu-
lo, un.i dala de Ierras de 22..VK1 bracas quadradns ;
se desertar, perder as vantagens dn premio e da-
quullas a que livor direilo. sera lido como retratado,
descontando-te no lempo dn ensajamento o de prisao,
em virlu le de sentenea, averbando-se esse descont,
e a perda das \antagein no respectivo titulo, como
be pin le determinado.
7o.se Jtiiiquim Cn>>lho.
ConformeCan lido Leal h'erreira, njodaule de
ordens encarregado do dealhe.
querqne.
2' ditoManoel de Barros Wanderiev.
2" ditoConstantino Jos Soares.
Communicou-se ao respectivo commendante
superior.
Illm. e Exm.Sr. Como V. Eic. ver do olli-
cio respectivo, a epidemia continua a invadir-nos
com Torca. Talvez por issoos membros da commis-
so de hvgiene publica resolveram-se de um modo
cabalstico a dar parle de doenle,senmo V. Evc. ve-
ra das copias juntas. Bem cmiliecia cu que elles
prestavam-se com algoma dilliciiHade as exigencias
do servieo, allegando-me a cada momento que a
paga nAo compensava o trabilho, queeslavam qua-
--------jRiGrrVWL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO.
<. ^*-^2sa-^4-.
D.io-se acontecmentos na vida dos pnvos que se
loruam marcos nabalaveis ,. eternos da sua existen-
cia no mundo ; e. na inji-ala successao dos seclos,
as gerar^ejjjituras,sirtipre param respeilnsase agra-
decidas' dianle desses monumentos Immnrlaes da
historia,' que Ibes Irazem memoria a recordaeao dos
grandes, leilos dos seus antepagados.
Roma e Esparla, c tolos os povus anligos, cele-
'n j\,im a reproduccAo de cerlosdias dos seus aanael
i:om u n eulhusiasmo verdadeiraiuenle delirante ;
mas, ii..s regosijos. nessas festas dos anligos, o
I uni'.'iii tomado na accepC/lo mais elevada, o enle
vocial, s verbo divino da creacAo humana, linha
ama pa le qmasi imperceplivel,eram solemnida-
des mateadas com Ir cossensiveis de barbaria, para
li.ong; urgulbo ea vaidadeds grandes edus po-
deroiof v
Ne, feslins dos lempos pastados, dessas civilsa-
coes efiiueiilemeiile imperfeilas, nao se consagra-
vaiu ostous da liberdade, nem as cunquislas dos li-
reilos d> homem.
Os re ositos populares, em que baje se deilicam a
Iralcrtiii.ide e a liberdade humana, sAo Iriumphos
produzilos pelo cbr^sliaiiismo, produzidos pela civi-
lisacAo-nodenia.
SAo tiviti.M'lo- das novas sociedades em que os bo-
niensussuas ideas.as suiis crticas, os seus senlimeu-
i os.a-juas paix&es; todas as cousas misteriosas,ine\-
|n '.c .o-, porein reaes da uaiureza humaua, o amor
de iMi i. a amisade, a abenegacao u a dedicac.lo,
ud uisiiine maleriaes para a cnn-IruccAn da ni i-
geral.
EXTERIOR.
FRANCA
O fontal (/<.- Drhat* publica o seguinle, relali-
vamemte a Mrs. Walew-ki, e de Bourquenev ple-
nipotenciarios li anee/e- no congressn de Pars :
coii-idcracao que nao existe mcio de recompensar
equitativamente os servieo odWidnaes prestados
pelos ofllciae* de plenles inferiores no servieo na-
val c militar, a os oflieiaes inferiores e marinlieiros
da nossa mariuha : e allendendo a que a lereein
taran da mu honorinca ordem do Banlio he limitada.
notaos umle:
A unirle eouliniia. as noticias sao aterradoras, os
casos surcpileni-so rom rapidez Mpantosa, o susln
divisa-se em ledos, nao ha quem com resignarao cu-
care os vendavaes. a lempeslade que por abi vai.
A villa de Porlo Calvo sollre e soilre moito O
lilbo dos hbitos da classe.o qua be certa he
Senuhaem c en Limoeiro, oti l.....acham dous di--
nns militares exerceiido as funectres de delcsad 'le
polica, a epi icini. le/, eslr igos, mas aqoellis cota-
na que depeiidian inleiramenle da vonlade do ho-
mem. andaram sempre regulares, o nao se deram o*
abusos que se verificaran! em oulras parles, acerca
de cnlcrramenlos de cadveres, da remostas do go-
vemo, ele, ele.
As noticias da comarca do Cabo alcaneam a 28.
le evilarem-se abusos ruuettos contra a sorle desses I o que prov.i que as rittUt domiciliarias felas tmVJB
inlelize-. dexeni ser, e n.io como alguem rnteude. e os rraw-
It-i-liemos cailas donosso correspondonte da vil-1 diaa applicadfM esa lempo, em irinnpio do mal.
I.i do Passo de Camaragibe. porleoceule a provincia sao de muilu proveilo. A ambulancia do coverao
das Alagoas, e cujas ultimas dalas rbegam i 19 do | "inda la nAo chegou, de cerlo he longe,. tnsaai
c"r,r"'",e- j''" ale agora servido a aquella genle, lem sido os
A epidemia mis uniros punios daquella provincia, me licameulos do Sr. Perelli.
cnulinuava em dimiuiiicAo, mas no lugar donde nos Foram all distribuidas pelos pobres dorales IH
esrrevsm. eslava fazendo lerriveis estragos, como ve-; hartas mandadas pelo goverao ; -e irao mais nio
rgo os Icilorcs da eorrespon tcncia que lica publi- sabemos, o que podemos aflirmar. he que de mais se
Ascousas por all nAo lam bem. A epidemia linha | gada em nutro lugar. precisa, assim como de alguma rsmta para dietas,
r.crulesc lo, depois que licaram dona cadveres in- F;in um dos das da semana tiremos um vapor da pois be urna das grandes necessidades daquella cea-
sepultos no eemilerio por espaco de 21 horas. O Europa, procedente do Havre. Aletada noticia de le pobre.
delegado lem querido laucar ni.lo dos sol lados do ( que no da do mez passado, se linham aborto as Olinda. Lma mseravel alucinada loi ataca-
lesi.ir.imcnlo para euterr.iros morios-, e dabi resol- conferencias do c.iugresso da paz reunido em Pars. | da da epidemia tenanle, a qual leudo por cosame
lou uina lltercicao cum um soldado que deser- | c doa projeelos de reformas relativas ao imperio Ol- j recebar pao da oarnlosa m.io do Rvm. padre Joa-
exceplo em casos rarissimos, as jerarcliias mais ele- i l,r- 'acinlho Piulo l'ac- da Silva, mus le-labeleri-
v idas, c a que as.medalbas nao sAo conferidas tena ''" ,lr sansineonimodoe, como sempre volado a cao-
depois de um longo servieo ou de nm proceder bri-', m huminitaril, protegne na senda candosa. soc-
Ibante, mais do que pelo valor na acc5o ou aclos ilbv | eo"*"'lo seus irmos, que aflliclos iinplor.nn os soc-
linclos cm Irenle do inimigi. salvos s rasos em que c"rios medicina. Corigem e resignacao. meo
be concedida una medalba geral por um aclo espe-
cial ou por uina cainpaiili.j. ou por um .niel acre-
centado a essa medalba por algom combale p rlicu-
ar, casos lodos a que a condeeoracAo he igual
doolor, Dees o auxilie, e I be conceda foreas herc-
leas, para esmagaada a bydn sanguinos i salvar as-
sim a humanidad! da Ierra que o vio nascer.
O engenho Novo do disliuclo commandanle supe-
lou. toinano, nada mais nos trouvo digno de con-ide-
Tendo sido o norte da provincia a parte atacada i raeflo.
por ultimo, be o lugar que agora disperta (oda a al- f Este vapor pertcnce a urna nova companbia deno-
tencAo publica, c onde o flaxello vai hienda grandet j minada Franco-Americana a qual improvi-
e*lragos. sou e realisou dentro em punco, sem subvencAo do
A pobre villi de l;itarissu'e os seus suburbios! giverno, nm servieo de vapores para o Brasil Nc
mais prximos, por e-paco devinlee lautos dias Vork. Os vapores para os uossos nortos s.ibiao re-
Alleudeiido a que pretendemos alcancur mu !>- '"" "' Jr,nlbo de Mendenea, he ano le o cbole-
eclo lano para desojar como n recompensa dos actos i" leD,a ttoaUr seu sanguinoso movimenlo : al
individual de merilo c de valor, instituimos e crea- e,lil ,lil,a v'"le e d"*i victimas loram.....nidadas.
mns pelas presentes, por nos, nossos herdeiros e -ic- I S- S" P<'rum- c01 a energa, seu caracterislico, nAo
censores, nina con lecoracao naval e militar, que de- i lr'P"u. p assim val salvando scus moradores e fa-
ejninns ver altamente apreciada c ardenletnrule pro. I '"""a Icrucidadc do tnoqilro que pretende devo- iiliiinameiilc o mal la declinando, e o ilsaritmn des recem considerivesl vantagent as nostas retacees de
iiiiularam quolidi.iiiamente de 15 a SI cidaveres
par.i o cemilerin, o que he em extremo notavel, vis-
ta a pequeiihez di popularlo, l-'omos inlorniados
por pessoa lidedigoa, 'pie alem dos mnlivos qoe po-
diim er removidos pela forca humana, o que mais
contribua pura esse estado denloravel, toi um cada-
ver que insuf/icicnlemenlc lora queimado dentro
da villa ; poii que dlhi em vaille Foi que. o ina0e
.1
dad
gularmente do Havre no da 22 d lodos os me/es, oa
quaes juntamente com os da linha de oolhampten,
nos IrarAo inensaliiicnle as uiliri.n dn velho inundo
com inlervallo de dez a dez dias.
!\ao Ipreteudemns estabelerer compiraroer, que
s,lo de ordinario odiosas, mu principalmente quan-
do a nossa grali 1,1o rocoiiheec sinceramente os im-
portaulcs serviros, que lu; anuos nos prestamos
envolved com grande inteatidade, e a mortali-1 paquetea da iieat amipanhiii ngleza : mas hein-
elevou a 2t pessoas por dia! Entretanto, | eonlettavel que os siiumrs franco-americanos oITc-
- O conde Colonna Wllewskl lem >u{o empresi- I 'fenle do inimigo.
curada pelos oflieiaes e soldados do nos-o servieo na-
val c militar, e estabelecemos para a admiiiislracao
desla ordem as regras seguir.Ies, que serAn invinla>el-
inenle seguidas e observadas.
I. Esla con.lecoracAo se denominar Cruz Vic-
toria k consistir n'uma cruz de Malla em broa-
te com as nostts armas reaes na centro, e por buixo
legenda por aclo de valor.
2. Esla cruz usar-se-ha no peiln do lado esquer-
do com urna lila azul para a marmita, e vermelba
para o exercilo.
:i." Os Bornea daquelles a quetn for conferida, se.
rao publicados na Ctela de Londres, e se lara um
registro na rcparlirAoila guerra.
i." Aquclle que depois de ler recebido o cruz pra-
ticar tiovo aclo de valor lera o direilo de acci escenlar
uina li-la a lila da cruz, e para cada um desses uu-
vos aclos poder.i ajniitar-sc nova lisia.
i." A cruz sn sera conferida por aclos de valor em
pense em que
do as diversas pilases, porque a guerra dn Oriente
toin paitado, ja como embaisador de Franca, em
Londres), ja na qualidlde de ministro de negocios
estrangeiros, em Pars.Mr. xValonski lem qoali-
dades que o lornarn mallo idneo para ocenpar o lo
gar de presidenta de urna uoaiblCa, composla de
pessoas ilistuictas. lem nnbroia, e be dotado de
qualid.ides mu conciliadoras, postoindo as maneiras
mais atTavis o rorteslas.Niogiieiu
wl> a pra.idi-iiri^ dallu, IrilSMCa la -
raias ale onde be permillido ir ao ardor e zeta" p
Iriolico bem inlendidns.() conde Walewski. aii
que em boa idade, he ja velho na diplomacia, lia
irinla e cinco anuos represeulou elle em 'aris e
Londres o govemu provisorio da Pulonia, quando
esle paz se sublevou contra o dominio -dos Bassos.
Em I8W M em misstu a Meliemal-Ali, do que o
encarregoi Mr. Tkiert.Mr. Unizol, senno minis-
tro, o envina ao Kio da Prata.Em IHiy foi minis-
tro idenipoleiiciario da Franca na corte.' To-cana.
No segninle auno oceupou igual cargo em ap-
les, eonservando-sc abi al IKV2. em cujo auno leve
a uomeacAo de embaisador de Franca na corle da
ranilla de Inglaterra, lie mu claro por ascenden-
cia o con le Colonna Walewski. o que be de grande
valor n'uma reunan diplomtica. Descende da fa-
milia italiana Colonna, a qual cunta um pontfice,
alguns car.leaes. e inuilus generaes e diplomticos
distiliclos, n is corles de Roma, Franoa, e Uespa-
nli.i.L'm do Colman foi em 1507 gr.lo-condesla-
vel deel-rei Fernando, o Cilholico.
( O barAo Bourquenev, assim romo o conde Wa-
lewski, segu, des le asua origem. esle conflicto, leudo
exerrido em Vicua, desde 1853, as futicc-s de en-
viado exlraordiiiario e minislro plenipotenciario do
gnverno fraucez. Nesla qualidade lomou parte lias
conferencias de Vicua, e as suas obtervicO
t-*t Nem a patente uem os longos seivicos. uem os
lerinienlus, uem nutra qualquer condicao que nao
seja um relio bri liante de valor, pndeAi dar titulo
a oblcr-se esla hunra.
(Is arliqoa iinnie.lialos, 7 a 1:1, estipulan! as|condi-
ee- em que peder ser concedida u cruz no campo
de balalha. Conforme o artigo II, a cruz dar.i di-
reilo a urna neutle animal de dez libras esterlinas,
c cada promoeo a una pensao tdtccionil de cinco
libra-.
Nos terrTis'lo irtigo Li indo o iii'lividuo conde-
corado perder a condpcoraco em resultado de urna
cundemnacAo i pena iufimaole.
Esle decreln he datado do paco de Itiickingliam
aos 211 de Janeiro de ISti. 19. anuo do reinado da
rainha Victoria, r referen.lado por lord Paniiiure.
(Ilevolur'w de .Sclcmbrn.
ra-lo
A Barra de Sanio Antonio e a Riheira dn mesmo
nome, Camaragibc c outroe; lugares peitencentes a
esle iiiuuicipio. ja deram o seu contingente de vic-
timas ; si ni, al esla data (M sAo as existencias cei-
fadas.
Se reunirmns. meu charo senbor, estas til a Si
desta \illa. lemos a somint fatal de IIX exist- ocias
ronbadas a' inlcli/. villa do Pisto de Cimiragibe.
Ah meu charo, muilu lemos oll'endidn a Dos !
NAo estou aterrado, ufa me comprime isto qoe
por ah vai, nao; prante o Castigo providencial
Csbairam os esforens liuinanos, como pois temer'.'
NAu, sera o pie Dos quizer.
Sinlii uina eonsa, meu charo senhor, he o desem-
barazo e o afn desenvolvido pelos senderes agri-
cultores e commerciatites desla villa! O domingo,
da reservado para a oracao, li jtislamenle odil
das alicantinas e IrtquejoB couimerciacs! !!! He
minio abusar!...
Ainda ha similores de engenho, que para poupa-
maodam a sala villa buscar pesos de
piun d Assumpco. laz.i.i |ior mn aaaal a sea
tencia no (upo da escada do dilo padre, qae temen-
do talvez o castigo de lieos, ii.iu i qui/ laorar na
ra por se adiar molesta. Recelicu-a em um Vinar-
io da lujas e dirigi se ao decanlado hospital de be-
nclicencid a Iralar com o seu direclorVe medico o
r. Rocha Bastos, mas qual fi o su espanto qa.iu-
lo acabando de cxiirir o que prelen lia. enve da
propria horca do decantado medico sem fater inju-
ria ao eldanle du primeira auno de medicina nm
nao, to deseu&auadur quau injusto, bascada
em sec ella dnuda o que lal oto he e por emise-
queucia iuahililaJa de rereher os auxilios de um
hospital ; sem embargo dislo o Rvm. padre Joaqaim
lez algumas rcllexes, mas lofelizmente o Sr. Ros-ha
Baslus nao as alleodeu, conclaiudo qua |n*t turma .
alguina a admitliria ao hospilal.
\ '-n lo o padre Joaquini qoe nao lhc i
COBBi:.SPOXDi;\CIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
ALACHAS.
Villa'do l'asso II de marco.
Chtrissima Sr.Ainda seudo-me concedida a vida,
eu passo perianto com retignarjo, acorepanhando a
lempeslade qua por nhi vai, participar a Vine, a cri-
rem orna re, inandam a Ma villa buscar pesos de mnravel '.I du crrenle, a raorlalidadc ltimamente
rae, arrancando assim mais um recurso a esta Po- ,iesCcu ao numero de lli pessoa-, e pouco mais tem
bre villa! Emlnn ha pu|rielar. nlios, que au tem ,1) r-. de-macella. nada lem para -rm ,|,, Ciinl|,, c S,Bl0 a,,,,,,,, ,e(.ebelI :!! ciine.
aciilnem au mal ipic os aiucaca. Miseraveis; mi
...... -.-------. ----------,------, era possivrl
morios llucluaxa enlre III e 12. Rjiuava grande j lodl a especie. \ amenidule das maueiras franca- lrala-la em sua i-asa puique as duas esrravas que n-
penuril de carne, de familia, de remedios, del zas, o carcter insinu.iuienle e allavel des-e pnvo, a j n'ia eslavaut allecladas da epidemia, resolveu im-
lado. % generalidade d-i lingua, n laclo de perlencer a linli.i ( lar por segunda pessoa, o que |ior si nao linha po
Segundo as ultimas noticias qoe recebemos de ao continente, a modicidade do preco dat passagens i dido conseguir, sem embargo de ser jostissimu
Goianm, as cousas all eram mu Insle : i mora- e dos fretes, a circamstaneia de as) haver dideren- I seu pedido ; para islo recorre ao raajor Joan Baplis-
lidade diaria, que baria subido a 17 possois, oscila- Igl da p(.eru cnlre eomesliveia e bebidas, itto he. no 11* da Silva aat.nisms, seu amigo, conia-ih-
va ulUmamenla entredi) e37. Km Nossa Seuhora preco da passagem eslao incluido! comidas e vinhos, i acoiileci'lo. c e-lc cnib-ceiido bem o veame em que
do O', na Lapa, e em nutres lugares, ja' nao ha- i todas estas cuniliee a-seguram um prospero e li- se achara o Sr. padre foi de novo redamar o di-
viam estragos, pois que a morlalidade fura Oa gran- songeiro ful uro companhia, da que sao gerentes
de.que quasi ninguem mala reatava pan nutrir a rcm l.von os -enliores iiaulhier-lTcres.
Iiesle, e o-que escaparan!, fugiram para oulras pa-i He mais um passo dado ni estraila dn prngresso
rag-iis. Em Podras de Fogo os eslragos tambera I em favor da familia brasilcira. Fazemos os mais
eram considerareis, mas o mil ja' la decliniudo,| ardenles volos, pin que a empreza progrida, como
sen la o numero das victimas, al D do torrale, em \ estamos cerlos.e seja cornada por um explendido Iri-
(odo o termo de Itainbe, de StHI pessoas. i umphu.
A epidemia, que lautos estragos causn riest.i ci-1
dad. porespaco de dous metes, ineonleslavelmenle PaGS "sltS al VULSam
entrou no seu periodo de decresuimenlo. e se arlia i w *"* ** m
hoja mui diminuida. Com eOeilo, de 129 victimas, I 23 .' 1V/L"A
que lizera no dia de seu tnaior auge, no sempre me-
m-
1 un
serave
O egosmo, o srdido toletease, a >le do metal
sou.iru. n despre/.o de Dos, a n-iseria, moral a soa
plena ebolicaOi eis aqu o (pjrtt'eaajo.s em continua
exposie.io !
Basta, meu charo.
Saude e prosperidade, c dispouba do dedicado
Cosmopolita.
P. S.O subdelegado l.ins, lomou cotila da vara,
c vai mnsliandn-se presuroso no exercicio de sitas
funeces.
KECIFEa.) DEMARCO DE 1836.
AS ti HORAS DA TARDE.
RETROSPECT0 SEH.ML.
I'uratiie a semana recebemos noticias de niiiilo
poneos pontos da provincia ; e, pondo de parle as
dol comarcas mais uccidenlaes, que al u momen-
to das ullimas dalas que dalli livemos, anula seiclil-
Iteceila que iodos sabem.que poderu'ar i
COmmodoi das epidemias, mas que raros as ma
preparar :
Recipe. Mizerere meiOeut srrandum magiiam,
toizertcoriiam tuam. i:i ucnadam mulliludinem
ntizeraionum liiarum...
lista receita preparada na botica da COHteieneit,
pelo hbil pbarmaceutico arrepenmenlo, n.io pule
dar so au resultados felizes.
Depeis de salvo o enfermo para evitar as recabidas
Damero dos fallecidos, durante as l'o'V '' ; co,"""""m'""c ''*" ^ de vez ero
res ; segunda-leir.i :!l lerc i,S; quarla 22 : quii
la 2> ; sexta Itl; sabhado 2i ; o qu- da' a somma I
total de 205 petsoat pira a temaos, que s findou.
lie em verdade. nina somma mu conslderavel, se I
compararmu-la com a mortilidide duranic o metmo I
periodo, em lempos ordinarios ;
manas panadas, be cerlaiaente um resultado, posto
que sempre Inste, de algomi sirle consolador.
Sem embargo deste faci, que acabamos de assig
nalar, 0 que lie cerlo be. que as cousas aqu na ca-
piial anula nao entraran! nas comlicoes normnet.
Nota-te grande falla de vida ede morimeiilo. Asi
Iransacces commerciaes se acham mallo amor-1 deslribui'r
tecidas
fugiudo sempre das cumidas zzio-
alimenios vettaot
fenlat.
Dessas receilas ndopissam oscur.mdeiros.. edizem
que su urjiiftt podem usar dellas. Boa escapatoria
par os auebroMCttto* de resguardos commummeii-
le vanl.ijosos para Pedro Botrthol
A pipa d'agoa que a cmara municipal manda
stribuir na fregutzla da Buo-Visla uau nner ir an
us riveras, e os nutra gneros alimeu- \l,mte..n ..,.. ..:,,. ,"1.. q, ,
licios sAo mui vasque.ros nos mercados, c o pouco i'", ~ """l, -*"'"" Un,a rt*"'de le !
que apparece he vendido por alio preco, qa ,.,- u~tlZZ' LZZ'J ""f","" 'i"""' '
bon se ale leah elevado, com lado cmervi-se! ti; rf, t do R-cife pedir..,, uu
iualleravel preien lem pedir suas demissoes, se bem, que coati-
,. ; nnaina pn.slar os scus servicos a bumaiiidade anlc-
l.m oulia occasiao, em uina das nossas revistas ollirialmenle.
|I"-^'*,]^*,,*W^|Nia^miiiilaM, lembrirooi ama medida, | Os caixeirot nao podem nuil adoecer: -e ca-
liiieili nesla liqiemccrlos. que serAo iniiiiedi.il.inicii-
reilo da pobre mulhcr. mas u Sr. Rocha Bastos ta-
pando us ouvidos as reclamaces que a bem da bu-
manid-dc e da salubudade fazta u diln majar coe-
servuu-se lirme na sua primeira resolocao : O dita
padre recebendu com resignacao lodas e-la- ieiusti-
cas, concordou com sua irrn.ia nica pessoa qo asa
lepis delle se acbava cum saude a trata-la secan-
do as suas forca-, lempo e comniodos, como de laclo
assim o cxecularam porespaco de asa dias, ma- no
lira destes senlio a sua irmAa os siguaes precursores
da epidemia, e ).i nao llie era possivel poder en-
earregar-M de nnssiolAo ardua.
Sabeudo o prufessor Jote Inucu da Silva Sanios
em que co.isleruacAo se acbava >eu lio. e da uegati-
va interior, deliberoii cnvia-la uu hospital de bene-
ficencia, suppnuilo sCmi,re qoe o Sr. Rocha Basle-
uto seria lAo deshumano, que vendo orna pobre
malhet em um e-lado de abatimenlo lal, qaa j.i se
nAo sentavl e mal poda tallar, a uo aceitasse: nes-
ta suppnsicAo a mandou cnnduzir, e de facto foi re-
colbida an hospilal em occasiao em que. por acaso,
o Sr. Rocha Beatos eetaaa fura, porm cheganato ao
cabo de lies horas, e leudo rienda que a doenle por
quan lo de elle repudiada eslava no lio-pilal. sem indagar qual
que ainda buje julgainos necessaria, c por issu loma
moa a lilierdade de subiiietle-la novauenle a cousi-
nhain lal inlori ladequ ninguem se inimeva acn
Iriria-lat, per attentarem ais mais honrosas con-
vieedes, e no perfeilo coiihcciinento do imperio ul-
tontano.Mr. de Bourquenev fui primeiro secreta-
rio da emluixada Irauce/a eiii Londres, no auno de
IKiO, isticnou abi o tratado de 15 de juina de 184)1.
.No discurso das negociaces auxilinu Mr. de
Bourquenev. rom grande habilidade na poliliea de
I ranea, eulAu dirigida pnr Mr. Cllizol, do que fui
rci-oiiipen-.i I cum a nomeacAo de minislro pleni-
potenciario de Franca em Cmislautinupla, para onde
subseqnsnleinente Luiz F'illppe o nomeau emblixi-
dor.Mr. de Bourquenev be um dos veteranos da
diplomara IrinceM ; e 'pesar de algumas inlerrup-
cesj coma Irinla anuos de servieo. Ele diplu-
dade que batnla a localidade chamada Villa do Pas-
so de Camaragibe.
O cholera escollado do seu sequilo pavoroso, pas-
scia audaz nesla villa e seus circuitos, sua fonce crrente. No dia antecdeme iaviam cabido chu-
linguinosi move-se, a ceifa da humauidade esla vas copiosas, mas felizmente n mal nAo se aggraxou
em pleno movimenlo. | de urna maneiri exlraurdiuaria, pois que apenas fo-
Otteiila e qualro exislencias ceifadas pelo cholera I '"" atacadas Ircs pessoas. pnrni, sem perigr., e es-
li- | la furam povoar u eemilerio, a ceifa conlinua, o nu- ile4 mesinos casos se allribuiam ,i falla de diela ou a
suppot que o si- derac.lo dequem competir.
se de males que acurvam a triste e infeliz anana.- v;nn. ''vres da epidemia, pndem
leucio dos oulros lugares !ie um sigual de que as | Julgatuos conveniente que, anles que se acabe
cousas nAo vao muilu ms. epidemia nesla ridade, se mande proceder a aulop-
malico enlra no numern
glandes e imbres Iradirccs d anliga e-cnla france/a
fundada por llenriqu- IV, Luiz XIV, Iticlielieu, e
MlZirin.A lodos lemhrar, que o Journal des
Delials, leve i honra de rutilar a Mr. de lloorquc-
ne\ no numero dns escrqilnres.
O Journal des Debis, fallando dos ervicos
prestados por lunl Clarendoii, c lord t.iwley diz o
seguidle :
oJorge Villiert, conde de Claren Ion, c ministro
de estado, desde N de fevereiro de 1K.YI. lie cerlo, o
ministro mais dijtiiirlo que a Craii-llrelanlia node-
ria, nas prsenles circurr.staucias. enviar a Pars.
Perlencc au velho pMidn whig, cujas opiniOes pro-
fessa moderadamente. Eiej-ceu, por alguns alios,
com dislinccAo, o cargo de laiinslro hnlauniro na
corle de Madrid, sendo depois horneado lord lugar-
tenenle de Irlanda. Tem perfeilo conhecimemo da
poliliea aeral da Europa, e da de sua patria. Nada
elle ignora qne possa concorrer para a grandeza e
prosperidade de Inglaterra, nao desprezando meiu
algum tendente a lal desenvolvimenlo. Lord Cla-
rendon he homem de altos espirites, e oceupa um
dos primeiros lugtres enlra os estadistas da t.ran-
Brelanlia.
Lord Cowlex reprsenla o governo brilaimico em
Paris desde 1832.Cosa da vanlagem de ler vislo
desenvolver a queslao do Oriente cm lodas as suas
parles.Lord Coivley sustenta lustrosamente um
dus iiumes mais respeitados cm Inglaterra, aonde
(em grande iiilluencia pessoal.
O conde Cavour, actualmente ministro na Sar-
l'crlencem a essas novas sociedades em que a al-
ma, o espirito, o coracAn de Indos os membros ser-
vem de rodas, de palbelis, de eixos.
Essas feslas publicas, communs, humanitarias, sii
lem lugar, quando amachina social ha sido cons-
Iroida, de mineirt que a soricdailo, bita he, a li-
berdade, a inteligencia, a gloria, a ordem, a jus-
lica, gxrara como um inoiulio, cujas rodnibas, se-
gundo a bella expres-Ao de um roiilempnraueo, se
chamara Homaro,Washington, Phidiasou Rappabel.
au podem perlencer a esses lempos, cujas leudas
eslao cheias de personigent doladas de espirites au-
daciosos, de almas implas e Ivrannicas.que pareciatn
fazer pacte com o genio das trevas.para que lhes,des-
se em cambio das viclimas que sacrilicavam, praze-
les, gozos e riquezas.
Nao perteneca a estas creaturas iuduleulc.*, que
pas-.nam a vida em runsumir os milliea dos seus
Ihesouros.em encher os seus palacios de eslaluas, em
contar as mulheres dos seus harem, ora fatigando u
Ivra dos poelas, sem nunca poder quebra-la, ora op-
primindo a inspirar-ao dos philosophos, nuicos prp-
phetas, que eulao ai.....nciavam a nova pbaze em
que linha de entrar a humauidade.
Durante alguns secutes vivemos us sem ler um
desses dias em que Indos lomassemos parle, maiiei-
ra dos Nurle-Ameriranos no sen immorlal i delu-
di.
Entrelaulo, os etforcoi generosos, a magnnima
dcdicacAo e o sacrilieio da propri- existencia dos
uossos pais, nos deixaram das assignalados om os
nossos annaes, que lem direilo a nos-a liomeiiageui
c veueraca.
Ha pouco commeinoramos o annivers.rio da glorio-
sa, mas infeliz ravolnfo de ti de marre de IHI7.
Oilo anuos depois, esle mesmo mez linha de ser
Ittlgiallldo por um oulro successo imporlanle : o
Juramente da conslituicaojpolilica do imperio,suc-
cesso qoe na liliacTio das causas doseeilos te pren-
de i.iivez ao de 1710 e ao de 18i7, e cuja, realisacao
mero de rcomincllidos lie extraordinario, e aquelles recaliidia.
que estio no. i a-o. gr.m-s c consequentemenle pres-! Na villa do Bonito j havia abundancia de ludo.
les a exhalar os ltimos aleotus da vida, sao im- W* abbado de Allelaia maUram-se qualorzc buia, e
nensqt a carne regnliva de 12 a Upatacaia arroba ; a fei-
0 hospilal esla efTeclivamente preeuchido, e ago- i ra foi tal, que pouca diflerenca Tez da do- lempos
ra nn-ino couslou-inc que esla all um doenle, cu- ordinarios.
Em Be/erro-, Cravala, liba das Floras, Verde, c
uniros lugares daquella cauajtarca, leudo a epidemia
reappartrulo e i musa lo abetal mal, la declin iiulode
tuna matieira nolavel ; raVoutrii lano nAo se dar
no lugar denominado fUge (irande, o leguas
distante do Bonito, onde o'mal ainda fazia grandes
estrago-. Para este punto jiavia partido u cirurgio
da Pimeiileiras a requisicAo do delegado, c levara
remedios e dietas. Algumas pe-soas tinbain sido
atacadas de bexigas, mas smenle uina linha falle-
cido.
\s noticias dn Limoeiro, que chegam a 2, an
josssmplomas to do lypho Ainda mais Oh !
meu Dos, umereeai-voa de mis.
A rede morluaria es'a no /encl opas, he preciso
emliui que tres e mais cuvas eslejam abenas e
proinptas para receberem os cadveres que vio che -
gamhi.
A morlalidudo vai regulando de uilo a dez diaria-
mente ; nao he portante pan aterrar a iiussa sorle.
Se altender-se que oulras lucalidadescoin inennr po-
los que lem conservado as I pulacAo liverum u quadrupln de murtcs, au he pnr
livemos carias do Bouilo que chegam a 2-> do 1 cu de llanos cadveres de cholericos, alini de saber-
te decididamente quaes sAo os org.los atacados pela
moletlia, e a nalureza dos estragos miles produiidos,
pois sem lito os remedios serao ipplicados ao
accaso.
Fechou-te, em virlode do grande decreteimento
da epidemia, o hospital provisorio erecto na igreja
de Nossa Seuhora do I,mmenlo. Por varias vetes
oiiximos pirrases apologticas ede censuras contra es-
le eslabeleciineuto. Nao sabemos se jaitas ou injus-
tas, mas nque he incontcstavel he. qne elle prestou
seivicos reaes a popularn desvalida de-la cidade.
Comefleilo, 71 pessoas loram alli traala, da- quaes
isto desesperadora a nossa posirtjo.
No da '.I do correle, as duas horas
da larde, de-
pois de um lerrivel pailecimenln de tres dias, sendo : nonciavam i|ue as cousas conliiiuavam satisfactorias
esgottdos todos os recursos de intuidlo em tees ea-1 aaqaella villa.
sus. renden e lima ao Creador o cirurgiAo-innr Ma-
noel Nanea Bebiente, que bastante* serviros hsvia
prestado a humauidade desla villa, nao snna crise
que ainda nos persegue e tortura, mas n'oalrat po-
cas. Sensivel sohremaneira tei este golpe para esla
villa, foi como que um suslo que ainda mais veio
augmentar a crise de tantos uniros que nos compr-
melo. Baldados foram OS esfnrcos empregados por
seus amigos; liara sepulcral da eleruidade soou,
e elle marchou p ira a eternidade. A Ierra llie teja
leve.
O nossn povo csl.i inleiramenle animado, presta-se
para lodo ; o servieo do ciiteriamenlo he feito com
regularidade, a obra dn eemilerio est prompla,
emliiii ha sempre qualro c mais covas de prevenan
a espera dos cadveres.
A homeiip itlua cm teda a parte, a forle antago-
nista do cholera, e que lanos triumphos obleve, e
cuja cllicacia maravilhosa heiiironleslavel, quasi nau-
fraga nesla villa, depois da aposlasia dos dous ho-
meopalhas MagalhAes e Bahiense. Felizmente os
Srs. Vieira de Lima, Apolioarin, padre Delliuo e
Joo Francisco Marques, convicios da cflicacia da
sciencia salvadoraj nAo Irepidarara, e proseguindo
avante, vao colhendo ptimos resultados de suas ap-
plicaees. Nada de desesperar, rumpre marchar
avante, e veremos ptimos resollados coroarem os
lie inconteilavelmenlc devida theruica tentativa, ao
generoso iiiovimento de1S2i.
Coiiheciib) pcln nome da ephemera Confederarao
do Li/uador, que eulAo fora proclamada, hrilliou
breves inslaates.deixando lodavia na historia um 1ra-
co profundo, c que se pcrpclua no pelo fundnmen-
lale nu aclu addicional.
Compulsando as paginas da nos-a historia,um fac-
lu avalla e domina lo los os oulros,lie a iniciativa
ousadaeenergica.de Pernambnco em ludo quanlo
se retare ao deseurolvimenloda liberdade, ao incre-
mente dn progretso e da pro|ieridadc da patria.
Parece que esla cmisideracao uos d direito a uiu
orgiilbu iiulire e justo; e te a recordaeao da parle
gloriosa, que nos Pcrtiambucanos ha vemos lomado
na grande obra da ii'iciowu/i-ien do pait, emaoci-
pando-o e dolaiido-o com iiisliluirocs propriai e li-
xres, be o titulo mais valioso que temos a estima e
respeito do mundo, elle nos deve igualmente incitar
liara que a aureola brilhanle.que nos ringe a fronte,
se nao araorlrca e apague, para que o prestigio au-
gusto, que nos cerca, se nAo abala e desvaneca.
Desde pucas mui remotas, Pernambnco lem .der-
ramado o angue precioso dos seus lilbos, para con-
quistar a potete de liberdade de que gozamos,! para
fazer da Ierra da Santa Cruz um estado independen-
le; e perlencc-lhe nconleitavelmenta o direilo de
iniciativa em quasi lodos us mellior.iraentos moraes e
maleriaes qoe se bao realisado no territorio brasi-
leiro.
Na uhra da emancipacAo do jugo lidiante/,ge-
neroso engao,vaga, "mas nobre aspirarao de co-
ricSet que palpilavam de amor da patria c da liber-
dade, cabe-nos toda a gloria ; e as palmas immnr-
laes, colindas sobre os monlanhas de (iaararapes
Tabocas, to monumento- eternos, que aUettaro
ao vindiiurus o valor pernambucann.
Mas a nossa parle no denodado etforee em espel-
lir o eslrangeiru do solo de Pernambnco nao se cir-
riim-i-ieveu aos uossos limites: Alagoas, Parabyha,
a povoacAo do Bom-Jarilim o mal eslava qoati
le despedidos pelos amos, avistado que acaba de ore-
licor o Sr. B.... com o ten, qne restabelecendo-se
da molestia reidanlc nAo oi mais admillido Mi-
retn-se ueste espelho.
Trate-te de um Tt-Deum em aceo de gratas
10 lodo Poderoso, celebrado por todos aquelles que
1.....liveram de ser feridos pela epidemia em pessoas
le suas familias. I'or via de regra deve haver um
lunera! feilo por iodos aquelles que pesrderam pes-
soas de sua familia pelo sen descaueo eterno. Esle
mundo he o mundo das cumpensaces, e a lei deslas
lie a que mais regula eulre nos.
'Jar arara '. Bogamos a um cerlo more, lilla
familia, que mora ta Ireguezi.i de S. .lose, mal que
rene em um totao na fregoezia de Sanio Antonio,
immediate a sua .... una sucia de rapazet, a:im de
nlicarem dos que pas-ain e desinquelarcn cerla-
.l.i receberiin a qainlli de :l-'HUI rs. cada urna, na jorras, quesedeixem dessas molequei'ras ; com etlaa
nccasiao.eiii que dalu saliiram, e 117 I iran soccerri- : dcsarredilu-se, perde nuilo na o'pinO do- \ izuilio-
das em suas respectivas habilacies particulares com I a seus pais podem-lbe dar urna boa tunda, se vierem
medicamentos, roopa edinheiro. Consta-nos, que I saber. Nos rccummendainos esse ai/o/ii'. ao nossn
ainda restan) cinco a seis conl is de res, dos dez, que guarda.
para fundacAo do cslaheleciinciitn, dora o digno e Cousla-iios, que um senhor padre que se acha-
hinirailo negociante ingle/., o Sr. (ieorce l'alcbell.
Dizein que o restante desla quanlia linhi sido des-
tinado para soccorrer a |iopulaeau pobre da Parahi-
ba e du Geara ; mas, em conseqnencia das detola-
loras tiiilicias, que ulliinam -ule chegaram do norte
va de dia na freguezia dns Alogados nao se qaitert
prestar ir soccorrer na ultima horas urna moribun-
da rob prelexlu de ir larde, e bem montada. SAn
gustos..,
Consta-nos que he fallcddo na Parahiba o aca-
ta Seuhora du Livrameulo, resolvern! mandar am-
bulancias c baelaspir.i es-es lugares. O- diversos
extinrio, apenas de quando em quando apparscia um utensis da eufermarin foram dado- aos eslabelecim n-
u oulro doenle. Todavia. nos lugares de Oueiuia-
das c de Alagoa da Once, ealava lateado considera-
vela estragos. Calrula*-se a morlalidale da fregue-
zia de Bom Jardn em nuil de mil pe-soas, e as
perdas em escravus su fabulosas.
Na cidade de Nazarclh a epidemia linha lomado
matar vigor nos ltimos dias, ajas julgavase que es-
sa sbita modaoca no estado tanrtirio, seria de cor-
la doradlo. As noticias dos arredores c do interior
da comarca, onde o mal se liana manifestado pnr
ultimo, ja eram mais lisongoiras. Nao se receberam
communicaees de Pao d'Alliu.
Scgunilu as noticias da VictoiTrV-ha varios dias que
se ni" davam casos da epidemia naqiiella cidade,
mas nos arr.ibaldes do termo ainda seseuliaa sua
aeco lerrivel ; e na Escala, poste que searhe mais
benigna, com Indo anda fazia eslragos.
O sul da provincia lem snffrido mais ou menos,
porein, o que he verdade lie. que naqoella regia*
ii.io se observara:!! os horrores de uniros lugares,
uem as scenas desuladoras que acliialmeule se re-
preseulam nu norte. Nos diversos ponlos da co-
marca do Rio-Formoso, que foram alaeados.em uns,
on o mal foi nimiamente benigno, oo Ja icm decli-
nado de urna inaneira considcravel ; e a' excepto
Rio Grande do Norte, etc.. etc., nos virara mais de
tuna vez pelejar em favor da soa independencia, al
a consumac.io da ardua (arela de que uos liuhamos
encarregado.
Em 1710, vemos os Peniambueanos. moradores
enijOlinda insurgir-se contra o goveriiador.'.que eu-
lao regia a capitana ; n conflicto dnrou alguiis me-
f.es, mas com a a mudaiica du guvernadur e o an-
nuncio de perdn em nome de el-rei depozeram as
armas.
He verdade que estes inovimcnlos nao linham ca-
rcter poltico apotrante, mas o que he cerlo he
que u espirito de independencia e omancipacao,
ii'uiii estado latente, era que inspirava essa idea de
resistencia ,i uppress.io e a Ixrauuia de alguns domi-
nadores.
Cora elleilo, nAo lie a primeira vez que vemos n.i
historia os fautores de urna rovolueao Ignorar as
causas, as ideas em favur de que comhatem e pelas
quaes sacrificara a propria vida.
Cromvrell, esse .grande vullo do seclo Wll.nAo
linha conscieneia (da verdadeira idea que agilava,
que ''ii lna toda a Europa de terror e espanto. A
reforma religiosa era o alvo apparenle do drama
geral, mas cm essencia, a lula que linha por chafe
o velho regicida, hypncrila, fantico, dominado pc-
ln plianlasinas da infancia, nada menos era que a
revolucAo poliliea da Inglaterra, que se Iradu/.ioem
fados depois de alguns annns.
Entretanto, ha nm.i poca lia vida de Cromwell
em que a revolue.ia, fela ao principio era no-
me da idea religiosa, inanifcsla |de algoma sorle
o pen-amento poltlico quo a revolucAo trazia em
suas eulr.inbas ; be o momento em que elle lenta
eolher o fruclo que llie deixaxaa cabera ile < irlo
i ;lie u momento em que elle eosaia reali-ar o
primeiro sonho da toa infancia.o ultimo alvo da sua
vida,o fater-te re. A histeria nunca occullon
urna licao mais elevada oh um drama mais estu-
pendo.
desla provincia, os eocarregados do hospital de Nos-1 demicu Gomes da Silveira, li I lio de um eidadla da-
quella cidade. de malta considerara!!. No liislima-
ino esse passameuto, lano mais quaulo sabemos as
dores que elle veio causar a alguem aquein ese mo-
co votava pina dedicacSo. lieos assim quiz '.
Nao dizemos nem pelo nem sci que diga, quem
he a mociuh.i que enlj us rapares que por la peatam,
nem ior nada dizemosa lie alia, baila, grossinha,
fr.iiizuia, alviuha. moieniiha. anadiaba, Iraquiui-
"'a,....... he urna cpela, beata-a Dos, mas nAo
deve continuar mais com suas rizadas para quem pa
sa pnr sua ra. He verdade que a-sim li-a ludo
d.--i| untado ; mas va la, a mociuha he a... Exm.'
Sr." liona .... a, b, c, d, e, f. g, h, i, j. k, I, ni, n,
0, p, q. r, s, I. ll, v. x, z. iii.lo ha moca em nossa
Ierra cujo nome principie por y .
y.um-.um. Dizem que Belarmiuo Alves de
Arocba acaba de contratar o fornecimenlo de carnes
verdes de primeira qualidade para os navios da ar-
mada -orlos eni nosso porlo pelo preco de ."ijOO rs
a arroba Como be lato, se a carne pessiraa esla a
loillir.' He um inqrotio, que nAo entendemos : o
cerlo he que a falla da visco, cerlos arougues forne-
cem carne para as chamas de passarinhos. Dos nos
valba.
.Srs. redactoret.Adiamos ser iujustica o nAo
termos ale agora fallado dos ereffot presuntos peln
Sr. Dr. Martins subdelegado da Boa-Vista aos hahi-
lanles de Bolera, Campo-lirande, /urabi, e Salgadi-
lo- de carita le desla cidade, c a quanlia restante do
dez cotilos de rs cnntlii que vai ser applirada a
luudacAo de um elabi'lecnicnlo pi, que tem por
lira rereher ns meniios desvalidos, que licaram or-
pos pela epidemia.
NAo ha duvida que as circiimslancias, em que bo-
je nos adiamos, sa i lisongeiras, mas nem pnr isso nos
devenios reputar isentoi de algam ataque, cujas con-
scqu-cias pns-ain ser funesta-. O mal, ipic nos lera
perseguido, procede oa sua marcha, como o verda-
deira ladran, que nunca despreza a menor occasiao,
queS lhc ollerere, para exercer a sua ma]incliua;Ao.
Assim, cumpre que estejamus acauleladus, que guar-
demos e respeilemos lodas as prescripcoes bigyeni-
cas. e evilemus (oda a casia de excessos".
Encerrou-sc no Hospicio da Penha a augusta ce-
remonia o iili di -a da expesifo do Sanlissimo Sa-
cramento, por espaco de 10 horas, urna vez qne li-
nha cessado o motivo, que a necasionra entre nns.
Ainda mais esta vez (ivenins nccasiAo de lestemuuhnr
os dignus e lonvaveis e-lnreosdns inissionarius capu-
cbiiihos, a o espirito de rebgii, que anima o povo
dcsta cidade. Agora, que as cousas se achara mais
serenas, vai cumerar no mesmo templo a explicacao
dos dogmas da nnssa fe.
Asim, debaitu da forma material |da chamada
Cuerrados Mscales em 1710, occullava-se a inspi-
raro immorlal do espirito de independencia, que
mais tarde produzio a nureul i e curia tragedia de
1817.
Mas as ideas nao morrem, qu m lo milite a forra
pode conseguir abafa-las por algum lempo, porem
um dia, mais cedu u mais larde, ellas desabro-
chara, eproduzem os tractos que Dos ha dettinido.
(Jurado o pobre cura de Bethelein ouvio ler a stii-
leuea que o coiideninava a inorrer queimado, diese
que moflo o ganeo, nasceriain oulros que se crgue-
riam de om vo cima dos lacen dos inimigos : fui
o que acontecen ; e ZisL.i, afrenta de Irinla mil
homens, sustentan durante dotaseis anuo., as ideas
que elle llie legara, ale o momento em que foi alr.n-
coadn.
Palavras iiiagnilicas, rujo sentidoeecerrava odes-
nuil ni inii'iio il.is li irroii.t-de um i sociedade ilil-
perfeila. que nao podem impedir que as nucues
caiiiiiihem para o seu deslino, pois que, seme-
lliaiira de certas sombra- de Dante Ibeshe mpossi-
vet parar antes de alcancar u termo da verdadeira
relicidade.
As-im, as caiecas que rolaram ana pes dn carrasco
ISI7. e ii sangtic dos ninrlx res da familia portiaiului-
can.i, que nesla epuca se -acrilicaram .is ideas de li-
berdade c eiuancipacan, nao extinguirn] os aent-
mentos que nriginaraiu a siiblevaco poliliea, que
servio de base a nossa independencia'.
Cum elleilo. o drama, ebeio de entornes vivis-i-
tnas. de fecundascansequeneiasde \x2\, e o-opi-n-
dios auleriores do- nossos annaes sao as nicas po-
cas verdadeiramenta grandes e pmpriamente hi-lo-
ricas du pviz
A' excepcita da hitrlesco episodio monarchico de
Amador Biieiiu em S. Paulo, Indo quanlo se fez un
resto do Brasil cifra-s nas correras em procura de
jazigos de nuro e diamantes.
Por lauto, podemos dizer que, ale mui recenta-
mente, so Pcrnnmboro linha direilo de vangloriar-
e de nottair una histeria ; pois que, rigorosamen-
te fallando, sii se devo reputar como tal, nA i a vida
rlgelativa e o deteobrimenlo de metaos preciosos,
mas olidar incestante em procara da felicidade.
r-mcnlandoe promovendo asevoluces progressi-
vas da existencia poltica e social dos povot, do con-
formidade com a ndole do cada nm e das eondicSea
essenciaes em qne -e acham, uu que torgem 'l\ fula
de diversos inlercsses internos, e da coiii|dicac(3es
externas.
As ideas que linham sido saflocadas em 1817, prn-
dnzirnm era 7 de Miembro de 1822 a independencia
da n.irao; e como era natural logo depois convocOB.-
se nm cnigri'sso para eslabelecer as bases que de-
Viam servir de hm lamento a nova organitlcao po-
ltica.
Corra o mez de tiovrinbrn de |S2:l. ea aeniblea
ronsliluinte, qne para este lim se havia reunido a 17
de abril, ja se apruxiinav.i do termo da sua existencia.
As intrigas e instancias do partido obsololisla,
com o qual o chefe do poileretecutivo maotinha es-
Ireilas relares, deram em resulla lo a deiiii-.ui do
gabinete Andrada, a rujo desioleresse lie altaroenta
digno de elogio, e que, leudo ao -eu alcance honras
e riquezas, reliraram-se do poder sem ttulos nem
con Iciorares, e em honre-.i pobreta.i
Louii depois deste aclu do poder, segaio-se a dis-
persan da i'uiisliliiiute pona de baxonelas, a qual
foi dissolvida por um decreto referendado por Clc-
inenle Ferrcira franca o .lose de Olixeira llarbosa,
e iutiinadn pelo brigadeiro Jos Manuel de Moraes.
taimse devia esperar, a noticia de lan grave a-
ronlecimento, seguida da pns.io de varias nntabeli-
dade da ronstituiile foi motivo de crias apprebcn-
ses em tapo n Brasil, em Peiuainbuco, Cear e
Parahiba causn viva e desagradavel imprettlo.
au Itrdirara muilu as manifestarnet por via das
amias contra a di-.soluc.iu du coiisiituidle. que era
o seu estado, e se ainda exista a pretendida raosa
da repulsa, isto he, a lourur-, mandou-a inconti-
nente reiuuJu/ir para a rasa donde linha vindo.
No dia segoinle o Sr. Jos Irineo fez sco-nle ao
Sr. Dr. subdelegado Pa-sos o necorrido, aliin delle
dar as providencias neccssaria. fazendo ver cm que
eslhdn se acbava a familia do cu to. e o desampara
em que estiva a dita pobre por n 10 ler qoen la
subministraste os etecaire que danles linha : a }5r.
subdelegado respnideii-lhe itna'a fiama, tpir istO tmt india obligar gne se rt-
'a/liesse urna doenle, gue o direclor r medico se rm-
mnliain, e rumo presente rslivesse Sr. lenenl-
cor juel Passos. um do membros da adminslrarao
do mesmo betpital, o dito professor Irineo pedio
l'imbein provuleucias a elle como encarregauo da
adminislracjo. e esle respantleu-lke do mesmo fne-
ui'i que o subdelegado.
I'ara que n.io lica-se algura meio a escotar, afia
de que a mulher fusse condiizid.i a um hospital, em
seguida dirigio-se a casa do Sr. lenle coronel llv
grao Jos Coelho. a ver se podia o lio*,nial militar
recebe la, mas esle moslrou que no hospilal militar
n.io exisliam enlcrmeiras, e por laso n.lo poda acei-
tar mulheres.
A pobre aiuda existe entregue qu.isi ao abandono
iuleclaudu por issu nao m a casa onde esla, cama
lambem a visiiihaura. I'.oin hospital!!'. Roa poli-
ria '.'. Boas providencias para i alubridade pu-
blica !! !
Publicamos a noticia supra respou-ahilisada.
Pedimos a Sra. viuva... pela pumeira e aslli-
ina vez, que nao cousinla mais cm sua casa das 7 a
'* da imite urna sucia de parts, qoe com lana algt-
zarra iiicummodam a quem nao costa Arperas, aaj
de carnes brancas, empre reimos.is a cbagas.
Vai aquarteliar a lialalhAo de guarda nacional
da freguezia da Boa-Vista.
Nao sa pude passar;mais pela rol da Cadea \ o
Iba. he lal o diluvm d'aguas podres qaecahem ron-
lantemente de um segundo andar, que be grande
lisco por abi andar-e. Se coulinoarem o nomo rt-
gilaule reteme para os prlus os nomes dos denos
desse segundo andar.
Dizem, que em cerlo ho-pilal desla cidade, por
nccasiAo da rea larga da Ouinla Fera de Endorn-
cas. gastaran! us cholencos que ja talleceram elo-
cuente g mala- de xinho do Porte generoso !!
'.uem seria o Judas da mesa .'
Coiisla-nus que algumas pessoas desla provin-
cia rclirain-se para a Europa, pnr causa do ept-e-
nria.
Nao obrariam romo cavilleiro-, lieneliceuies.
humanos, carilativos, os Srs. drpolados geraei e
pruvinciaes se lizessem ce-so de seos solisadios nas
futuras legislaturas era lavor dos orpb.ios e viuvas
victimas da epidemia reinante ? Dos vos ou< j. c
elle.;que mis comprehendam.
Srs. redactores.ila poucos dias disse-lbes qne
na ra das l.arangeiras se pretenda eslabelecer urna
padaria, era urna casa unde ha muite lempo existir
um eslabelecimenlo deste genero. Entretena, rosa
grande sorpresa vejo abetta a projectada padaria ; e
indagando com que lutorisaco se havia pralicadu
semelhanle escndalo, disseram-me qoe a cansara
uu n id pal, em conseqnencia de informarlo fiscal,
dera a competente brenca. Se he verdade, tenlto
para raini que a boa fe da cmara foi illudida. A
poslnra permute que as padarias que exisliam antes
da pmhiliicAo, conliniiem a existir ; maso eslabele-
cimenlo em qoeslo nao tem em seu favor a rx.-ep
cAo, pois que ha rauito lempo a rasa servia de ha-
bilacAo ordinaria, e ueste caso perder o privilecio.
reputada um arlo violente e attcnlalorio da soberana
nacional.
Einhora o rhefe do poder execulivo, que nao jul-
gava pradadto aaltagar aa inleiramenle ao partid*
absolutista, houxesse prometlido oothorgar urna no
VI cousliliiico, uiiigueni couliaxa cm lal | e,i resistencia ruiitiiiuava de urna inaneira mus oa
uieiios clara no norte do imperio.
No Sul, a de'coiiaiici e o desconlendau.'iito nao
eram lio gerae-. nem lAo intensos. A couslilaxic.i-.
onlhorgada foi abracada e jurada, ai eitando-sc aat-
l'arte lodas as cunscqiicncia- da dis-olucao d.i cooli-
(iiinle.
Odia cscolhidn para a -dcmiinlj.le do ies|-oclivo
liiraraeulo. cuj adoprao er- exigido as m-lant i do
agentes da curie, loi o da :'i de aMTca de IS2I.
F^m verdade, ete aclo loi acccleradn pelo rurapoii-
lamento (liguo c decidido de Peuiambuco. qoe em
assembleas populares declaren que u-io rccnnbecia
nutra auturidade que nao rc-uas-e da na cleicao :
e assim a sua lirme raaoterata at aml coiisrnlir im-
pas-ivel na viulacaodos seus direilos, ronlhbaio pa-
ra que remando Vio preaactel de ab-olulismo, se a-
dianlas-e o juramento da cun-tilui. io.
Sem embargo diste, as moviaciai doNorte.com
Pernamburu i sua irenle persisliam na deacaammV
ca. alias bem fnudada, e a resistencia continen nes-
ta paite do impello.
A lula foi ioiiga. cruenta e renhnla : e e a idea
di conlederar.io do Equader foi sollocada. collieo-se
a vantacem de lirmar-se a cciistiluicAo. cono penhor
de sincerid.ide da pr E e nM fosse a dexotacao heroica de l'eroaiubu-
(o. leriainns boje una ciuisliluic.io *' \ ixiriaino- o
sombra de intituicoes livres J eriamns a-ento no
eoiigresso das nacecs do iiiuilo He licito dn-
vidar.
t-taslilam al AtvatV-)

MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO ,E PRMIBCO SE6IRB E M 31 DE NARCO OE IH6
A eieenejto da postura s Iciu vigor,ni i|u.inlo esi-
te o estabcleciuicuio, mas Besado eitinelo rom li-
rou o da ra dal Laranseiras, desapparece o favor-
lio sto o que di/.em a* luis da lgica,; o contrario
seria um absurdo ; e enlao qualqucr casi 0111 que
liveso liavido padariat, aiiida que se icnissem por
inuito lempo transformada* pin hbil.icne- ordina-
rias, podiam allegar pin seu favor o animo 11*0, e se
abririam romo podaras ; porlanlo, rugara* lllma.
cunara municipal que se digne attender as DOMM
relenles e cacar a llcenra concedida.
I m morador da ra iai Larangttrat.
(Ale arnanhua.*
COMAItCV DO BONITO
Jl) de marco.
Sir compadre, como passa ? eu vou indo, grcil
,' mullas vetes gratas ao Todo Poderoso, que por
sua grande hondada me lea li boje livrado do
liorrivel mal, que lanas lagrimal lem collado !
tsAo me pos* dizer hvre, pois o lerrivel inlmigO
anida esta aqu, c e vez em quaudo salla tomo
o Iraicociro iixre, e ei-lo que leva I eslribucliar
nas agotadas garras mais uma victima de sai Ic-
roci.iade !' '. mi tudo a epideana marclia em conti-
nuada declinacao, e anida que em un* tres da* a
modo que recrude-ceu ; Praza aos ceas que essa uo-
v.i Iinoi.i ile cen mil cableas se auseule de nos
que .le certo lempo para ca lauto temos pade-
cido Heos se amercie dcsle pobre povo, e he d
ao menos uns JO anuos de descanto, para que cu-
valesc,a um |ouco ile tao longos e repelidos solri-
raentos 1 mi secca le i~>, urna guerra de S,
uma innund.icao de .11, e filialmente nina peste de
5.1 e .Vi !! !
De quanlos male* hemos sido victimas uestes ul-
timo dez aunns! Huanlos castigos bao pesado
b'e nossa caberas em tao pouco lempo!! Meu
Dos, se as penas que nos baveis infligidu nao
bastam para a punirn de nossus peccadus, ellas sao
lalvez sullicieutes. a emenda de nossas faltas para
comvosco, para quem aiuda nos julgaiuos com
algum merecimeulo, por que, su ,1**1111 nao fosse,
bastara 11111 sopro da vossa bocea para distruir-nos
como outr'ora aus babilaules de (jomurra c So-
doma queris a nossa correcc.au, porque os pas
larabem castigara seus lillios, aceitemo-la Ab meu
amigo, nao lia quem nao teuba sollrido! eu, que
ainda lia hem poseo lempo apenas lamenUva os ma-
les alheios, vivo boje carregadu de nao pequeinis
pe/ares, c o que be mai*. na dura nece-sidade de
solfrc-los com mais alguma cousa quo resiguacao,
por que infelisraeute a poca be tao Ivraiiua que ale
somos obrigados .1 sufocar amargossimos senil
uieulus !!! Dos me comprehende mclhor '. .
........,
Au reluurntr.
\Carta particular.)
procedemos. Algumas pequea* alleracile, 011 dis- 1 no .ir;-lnvu da riumiao liada existe inda que faca
concordancias que encontramos, relativamente a { aulheutico o proced.....ntn de seu* Jiiemhros ; o qiie
ida.le, fre-uivia e dala do rallacimento, be evpl-1 nao obstante eu dalles eiloo eerto. nio pela mufo-
eneu por turnio* equvocos, e -a de lio pequen renda que h>cra rom F.vm presidente da provincia
* "r 'I1.....' I.......'" lundauentar b]er.;es. e lia- anu de aceitar o lugar que ora occopo, como pe que
vidas de nossa parte, acerca da verai idadej dos lan- i me expenden o Dr. Aquin. qoe eneonlr.....1 ra,
camenl*. e, vi-ia das meimas guia*. No examalqaandu me diriga casa d uieu amigo e rolle-a
cumparaliv pretermits o hvro de entrada* ao* obi-
iuno* publicados pelo Diario,porqueneswsse en-
coutram engaos de copia o erres t) pnuraphicus
que milito augmenlariam no-so trabalbo, sem ofle-
recer a mesma garanta que laucamenl original
d registro de entradas. A Tabella JunlsMemon*-
Ira numero de guia* que devolvemus a V, S.
Cliasilicadas numricamente por das.
O livro de entradas tambeiu acompanlia esta.Cu-
nltecpinos que o nosso Iraballi be insntlieiente pa-
ra esclarecer a* dundas, e remover as.u.peilas que
por ventara *e hajam levantad acerca do* pnlerra-
mentos des clilercs. Mais nada rumpna-nus fu-
zeraleni do que lica eiposlo, por lulo ser oulra a in-
cumbencia que recebemos.
Heos guardea V. S. Keeife 17 de marco de
185b*. lllin. Sr. Dr. 1.111/ Carlos de Paira Tei-
xeira digno rliele de policia de*la provjineil.
Francisco Itaphael dtMillo RegaCandido .lu-
irn la Malta Mbuquirq* Anatlacio .tlexan-
drinn ile Salles Dtit ra.
1'AliblLI.A demonstrativa das gui
rendas por Frcgue/vas
i ptimeiro atti 7 dema
__________ l
is coii-
il esd i'
en,
HKl.l F./.IAS
I lambe -Jo de marca).
Ha seis lias, que Ihe escrcveiiios, e so o laclo oc-
orrido uo engenho Meriui uos obriga a dizer-lhc
estas poucas linbas.
Kis o laclo :
llontem 25, pelas :l lloras da Urde foram H uu tu
individuos armados ao cugeuhu Meirirn,pedir ao se-
nlior de engenho duas vezes para comer, e no ca-
so de nao as qncnr dar. enlo ellos levariam Tor-
ca ; a vista dislo o senbor de engeulio, que nao es-
tiva resolvido a satisfacer tal exigencia, que a ser
MUsfeite, abrira um precedente borrvel; leamos
de lular, alem da epidemia, com o lerrivel com ura-
nismo, ejulgando-se atacado cbama pela fabrica, e
iiimieili,llmenle participa ao subdelegado, que faz
sahir|incoutiDentc alguus soldados,e paisauosem oc-
corro do senhor de engeuho, o capit.lo Joaqoiui Jos
liomes de niivera-. logo que os lonautes se vem
assim repetlidus, lizcram ablativo de viagem, dan-
do sebo aos calcaoliares, licamlo um nas maus da
polica.
Cbamamos a attencao desse facto ao Sr. Dr. juiz
de direito interino, e o Sr. rummendador Antonio
Francisco, delegado da comarca.
lem liavido das, que nao se aclia nesla povoai ao
um bolacha, urna quarla de arroz, e mesmo car'ne
be por finia patacas, e n.lo chega a todos; purem
asun mesmo be do que menos se tem suurido falla ;
uto be.para quem lem dioheiro.
\Causa admirarlo, que n goveruo lenha prestado
soctorros a diversos lugares, o que se nao pude ne-
gar, e pelo que lano temos bem-dit da sabia ad-
ministraran d Sr. riiuselbcirn Jos licnlo.se veja es-
te lugar entregue aos proprios recuros; porcm di-
zemos em alto e bm som, que nio be devido este
estado de abandono ao Exm. Sr. presidente, e siiu
as autoridades da cabec.i da comarca, c da nossa pe-
ultima mssiva de (I dote se ver romo temos sido
soccorrido, nflo obstante as orden* de S. Ec,
Dos queira abrandar os coracoes endurecidos.
Adeos.meu amigo, se Dos nao nos malar aqu le-
ra o seu amigo vellio
W.
P. !>. Agora nos disseram, que para o Oratorio
eila-se alirando em gado a torio e a direito.
KEFARTigAO DA POLICA
Parle do da JS de marro.
lllm.eExm. Sr.Levo ao conliccimenlo de V.
Ele. que das iMerenles participares boje rece-
bla- nesta repartcao, coosla que ae doram as
seguintes oceurrencias :
'""orain presos : pela subdelegada da fregue/.ia do
Keeife, Tbeodoro de Santa Kosa Machad, o maru-
j inglez Merie* Kalchels, e o preto escravo Faus-
tino, lodos por briga,
E pela subdelegada da trege/ia | de Santo Anto-
nio, Joo Slauo da Cruz Ferreira, por desordem, e
a prela escrava Felicidade, por desobediencia.
eos guarde a V. Ene. Secretaria da polica de
Ternambuco Jm de marco de l*.il.Illm. e Exm.
Sr. cooselbcru Jos liento da Conha e Fiiiueiredo,
presidente ila provincia.O chefe de polica,/.ni;
Carlos de l'aiea Tttxeira.
29
_ llim. e Exm. Sr.I.evu ao conliccimenlo de V.
Ele. quo das diflereiKes participac.ies boje rerebidas
nesta repartcao consta que se deram as seguintes
oceurreucias :
I.iran presos : pela delegacia do primeiro dslric-
to deste termo, os pardo* Joaquim Jos e Joaquim
Antonio da Siiveira, por liaverem furtadn don* es-
cravos na povoacilo de Natalia da provincia da Para-
hiba o os leiem oflercrido ncsla cidade por venda a
Jo/n Fredericode Abroo liego, que fazendo cnlrega
do* escravos foram estes depositados.
Pela subdelegara da frp^uezia da lloa-\'isla, a
parda Anglica Mana dos Prazeres, por desordem.
E pela Mbdelegada da rregneiia da Varna, Poli-
ciano Lopes, por briga.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Pejnambueo >:> de mareo de 1K5H.Illm. e Exm.
Sr. coiuellieiro Jos lenlo da Cunba e Figueiredo.
presidente da provincia.U chefe de polica, I.uiz
Carlos ae Palca Te'ueira.
39
j:l
10
jii
lii
Mu
ni
IOS
BSERVACO'IS
Exislem a*signa
pelo Dr. delegado
guias.....
na
Alai* na Ircgue/ia
Santo Antonio sem i
la guias. .
Com.
Soinma total.
Til
7
W B. Vierain confundiila* com as gulas ci-
ma enumeradas, duas do da > que nao luram con-
tadas.
Francisco Itaphacl de Mello Kego.
Candido Aulran da Malta AlbuquOrque.
Anastarin Alejandrino de Slles Unir.
Delegada do I." dislriclodo ItfCile, ao* 'S de mar-
co de Is'iti.Illm. Sr.Em cumplimento ao que V.
S. me recoinineudou em oicio de ISdo corrente, re-
lativamente aos exames e averlguacef de "li guias
pusadlfpelos respectivo* lab leegados e inspectores
de quarleires das quatro fregoezias desla cidade,
alim de serem levados ao ccmilerio publico os ca-
dveres ilos cholencos fallecidos do I.* ao* 7 d cor-
rente, cojas smas me foram traiismiltutas. Tuh
a informar a V. S., que nao as roferila* guias
foram rernhecidas verdadeiras pelos proprios sen-
les policiaes que as passaram. como lamban) que
a* petsoas fallecidas da epilemia renaule, no de-
curs dc*ses da*, foram as proprias do que as ules-
na* guias la/pin ineiic, conforme veriliquei nas
casas amule falleccram pessoai do cholera, e nas Vi-
linlianciidaquetlaa em que, leudo algum fallecido
da iiiosma epidemia, sen* moradores se retiraran!
deixanilo-as fechadas. Tenh purlanto cumprid
pesada trela deque fui por V. S. encarrogado
devlvend-llie iiidu* as 7ill guia* que acomna
iiliram dito ollicio de V. S. a quem Des guarde.
Illm. Sr. Dr.chefe de polica desta provincia.1>
delegado de polica, Francisco Bernardo de Car-
calho.
^i
uio De fycxtwmbnc.
bulletih do ciioleua-morui s.
f'artlcipaee ot Aospiloaa,
P.irlicipacoes boje recebnlas. No hospital do
Carmo, lallerpram 'I e etistein S. Onze no da ra
da Aurora.Seis no do arsenal de marinba, falle-
cida nina uiulhcr, cnidos cinco.
Esta commissao recebeu um ollicio doSr. Dr. Joao
Pedro Maduro da Fonccca em que cominumca lia-
ver boje se encerrado o hospital decarda.le eslabe-
leeida em N. S. do Livrament, ea ele ollicio acoin-
panlinu o mappa Beta] dbs moviniPiitns daquelle hos-
pital ilc '.' a dala de boje, o que lica archivado.
~ /'esumo da mortalidade.
Morlalidade do dU21 at s6horasda tarde2i.
Humen- 8 inulhcres 9 prvulos?.
Tolal da morlalidade at o da 29:Hi:iS.
Humen- I3t)inullipreC H27prvulos -JS7.
Keeife :> do marco de 1856.
Blrlici parajes boje recebidasHospital do Carmo
11 doenles ; no da roa da Aurora 10 ; arsenal de
marinha 7.
Resumo da morlalidade.
Morlalidade do illa 30 al is ti horas da larde-Ji.
I lomen- S mullicrea 11 prvulos 7.
Total da morlalidade al boje :lil 3,002.
Homeii* 1332inulheres 1436 prvulos 294.
Keeife :il de marco de 1836.
A commissao dchvgiene publica i merina.
Drs. .s"n l'ereira, presidente.
lirmo \acier. secretario.
/. I'oggi, adjouclo.
Secretaria da polica de Pernambucn -J7 de mar-
co de 1856. Illm. e Exrr.. Sr. Havcndo al-
guus dos jornaes publicados nesta cidade denuncia-
do, que nas conduccies dos cadveres de pessoas
fallecidas do cholera, e inhumados no remiten po-
blico se davam malversacoes, e traficancias. por
isso que se dizia que muitos desses cadveres ei ao
lielicii-, coiidiizindo-ie cin lugar dclles, caixes
com pedras, ou areia ; julguei de meu dever esla-
belecer um rigoroso examc a tal respeilo, para ro-
uhecimeulo da verdade, lano mus quinto sendo
emelhanle camiluccSo realisadr. com a roncurreiiria
dos agentes de polica, convinha a uvesligacao do
faci para saber-se, quando verdadeiro fosse, quem
eram as pessoas nelle euvolvidas e culpadas, alim
de que sobro ellas lecabisse ajusta punicao.
Com este proposito e na falta de positivos dados
que facililassem o exame, pois que essas deuuucias
se baseavam no vagn du dizein entend con-
veniente uomear uma commissao do dous empre-
gadosdesla repartcao, sendo estes o segundo ama-
nuense Candido Aulran da Malta Albuquerque, e
<< amarinen. extraordinario Anastacio Alexandr-
uo de Salles Dulra, a que se ligou o lenle Fran-
cisco Kaphael de Mello Kego.
A esla commissao foram entregues nao su is
guias que acompanharam os cadveres ao eemilerin
p.i-sada* por mim, pelo delegado, subdelegados, c
inspectores de quarleirao, mas lambem as reanles
dos fallecido no decurso dos das I a 7, do cor-
rente publicadas no Diario desses da*, as forue-
cidas palas subdelegadas, e pelos coclieiros, e fmal-
ineiiie o livru de bitos do ccmilerio. e instituido a
vista de taes documeutos o mais minucioso exame,
den este o resultado coustaute do parecer da com-
missao que junto por copia passo as mAos de V.
Exc, do qual so v quo nenhuma razio ha para
que se possa acreditar nos supposlos cadveres de
podra.
Nao salisfeito ainda com o exame que vendo de
referir, remetli a delegado do primeiro difiriera
deste laman a* 7ili guias, cuja veracidad a com-
iiiissan lecoiiheceu ,. n,. r,|ei,ei qoe pe** denle
vnrilrane se ellas rain verdadeiras, te a*a.i'na
ii.. erara dos propr.o* igenloa de id,ci
lepo,* disto Ihii,. sedirigrssearada urna da
quelallereraiu .i. pessoas cholenca*, a que as goils
se referiam, e venlicasse se com elleito se liavi.un
dado lies falleciuicnlo, c se o nomes des Indivi-
doos tallecidos coneordavam com o* que se viam
nas ditas guias.
O resultad deslas diligencia consta da infor-
manio dada pe delegado, que igualmente junta
por copia aprsenlo a V. Exc.., vista oa qual se
confiere que fact denunciad, n,lo exisli. pois
que as golas ao verdadeiras em ludo, qiier no re-
coiiheciiuenlo da ulenlidadc d- pessoas que a* ev-
pednani. quer na dos individuos tallecidos, que el-
las iiienciouam.
O que tudo levo ao coiihccimcnlo de V. Exc. co-
mo me compre.
Dos guarda a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Jos liento da Cunta c ligueired. presi-
dente da provincia O chefe de polica. A.m; car-
loi de Paita Tei.ieira.
Illm. Sr. Pmce leinbi ao exame, de que fomos
por \ S. iin iimbidos, sobre a5 guias que aeompa
nharain cadaverc* de cholenco* ao remiten nubil-
cu desde o da primeiro ale 7 do correle, ventila-
mos que todas ellas se achaui asignadas pubis uh-
delegados e in*peclorcs de quarteir das fregaeuai
respectivas, e algumas pelo medico ene nre-ad do
hospital de marinha, hem como urna por V. S., 1
pelo I ir. delegado do primeiro distrelo e uma pel
administrador do ccmilerio. Conferfndo as mamas
a\i em numero de seleccntas e quarenla e qualro
com os lancameiilns feilos no livr de entradas d
cemiterio, adiamos que aquello numero be manir
de duas guias sobre o do dito lanraineuto, o que po-
de ser devido a eugauo na coutagetn das guias que
:
., qne
i ra a lem
OS OPERARIOS DO ARSENAL DE MAKIMIA
Nao ha duvila que estes uperarios sao livres de
Irahalharem ou nao em tal repartir ; isto he, os
que mo pe lencem as ollicinas de carpinleiro e e-
lalatc, pois |ii mi i a estes, matriculados na cipila-
m i do porto, a legislacad e outras ordens em vigor
os obrigam ao servico da marinha de guerra.
Trabatliando teem um jornal estimulado por ta-
bellas que reglalo as despe/as to, multas da* quaes snmenle o goveruo imperial pu-
de altera-las. Sao pauos ah com a presteza que
pcrmillc o preenrhiinuiiln das formulas de contahi-
lidade e fiscalisacao a cargosa thesouraria da fa-
zcuda, e, quaudo no trahalbo, apenas sujeitos ao r-
gimen ordenado e indispensavcl em reparliebei [iu-
Hieai lemelbantei.
Se hem que os jornaes dos operarios esl.lo a quem
d"s (lagos pelos particulares em suas obras, com tu-
do he i-loa nosso ver hem compensado pelo cons-
tante trabalbo que se Ibes da, pois o dos particula-
res he per-areidens, como assim se pode dizer ; de
sorte que a experiencia ha mostrado ser o produelo
pecuniario pelo o de um mes, o aun, trabalhaudo
aos particulares, comparativamente inuilo menor,
du ip: ellas obteem uaquella repartcao, estando
inesnio este producto menor em rclacao ao acresci-
mii de jornal pago fon.
Demonstrado que assim nao ha ucnhuna ilesvan-
lagetn contra os operarios, consta-nos que nao obs-
tante o actual inspector, i_m elevad cuccessiva-
meule os jornaes dos operarios das ollicinas nao cir-
cumscriptos nas tabellas a que ja mis referimos, por
caber esta providencia na rbita de suas atribuiedea,
e deprecado mais de uma vez do goveroo imperial
pelo intermedie da presidencia baixar em igual sen-
tido a precisa sobre os oulros; ludo isto nlm de
conseguir que durante todo o lempo de sua admiuis-
Iraco teuba os operarios trabalham Constantemente,
fa/.endo desta ferina desapparerer o Irahalharem por
turmas, como se dava inda no anuo de ISV1 job
tilulo de equidade.
Pelo que acabamos de expr, beo nosso jui/o que
mui preccpiladamenle, lalvez levados por falsas su-
gesloes de pestoasmal intencionadas, uu com a bolla
em desarranjo, lancaram mo os ineus coinpanbei-
ros operarios doaivurc de abandonaren! servico do
arsenal de marinha, pelo motivo dos jornaes nao
estirem a par dos pagos pelos particulares; p espe-
ramos que docei>, como san, e rellexionando um
pouco calmos sobre um tal paco, punivel quaudo
menos pela precedencia de um conluio nao admissi-
vel em eslabelei'inieiiliis publico*, hajam em lempo
leo allcnuar voltando ao diln servico, no qual sem
dnvida sera de novo admillidos alenla a reconbe-
cida hondaile d ravalleiro e honrado empregadn
ipn- illrige referido aperan!,
' i nprrarii.
, ,.-,;.,. i,,,.
ndo aliMiuia* | lio a li i-de r iiic-quiiha ida de que o- mclieos ipie
lomaram interinaroenle ronta d* Irabilhos iniss de hvj.ueue publica abandonad.! poi seus
membros elTecllvos deseeram de sua dignidade me
dica. por nao lerem imitado o proeedimenio dos
seus collegas s Srs. Drs. Aquin. Pereira do Carino
e Ferreira, os quaei espalliiram'por ahi, qoe nSo
podendo lazer ospuilar a torca moral du sua repar-
tcao. e a dignidade de medico se retiraran] de en*
empregos, idea que nao s circulara de viva voz, co-
mo hlra levada ao Abetal de '21 de fevereiro pr-
ximo panado, e J' de uiarc crrente, jolgu boje
de meu dever dar ao publico a explicarao do meu
procediineiilo, aceilaud um lugar ni commissSo
inlerina de hvgiene publica, o qual bsin longo de
qoanlu de mesqoinho se lia propalado, se ach ba-
teado nos ileveres mais restrictos e honrlos que
exige a dignidade de lod u medie que sabe esti-
mar o rcspcilar a rl.i-*c i que pintonee, p sendo os
unitivo* que obrgaram a rommissflo rnlo alTecliva
a ibandonar a administrarlo, julgados por mim iu-
-iillii'iculc* para poderein arrestar a rlasse a um -
peniamento, cuino desojara a commissao, na Irepi-
dei em lomar a re*piui*abili'ladc de um acia meu t,l
seguro eslava, e anida e*lou de que obrel em re-
gra :
Esperava que me tiene as inAos os documentos
Dr. Pereira do t.nin.....princlpalineule pela larga
conversa que com este tive em sua prnpria *'a^a, lin-
de fui procralo, na iiilcucao de saber desle meu
eslimavel collega quaea a* mas rzales respeilo, e
coneordaudo iodo* em ludo, o prinelpalmenle em
um pon, que fono moilvo capital, pelo que aban-
diniarain s seus lugares de membroi >\a coiuuiisso
de h)giene publica. Sirvo-me por ino desle docu-
mento juslilicativo do* motivos do Dr. Aquino, por
ser o nico de que tenh conlieclmento, o que con-
ten ludo que ilesejana a commissao para prora do
sen proeedimenio.
Antes porem de mostrar qoe os motivos aposta-
do! pelo Di. Aquin iiaojuilifleaiit procedimenla
da commissao, parque sftO luleis. oua creiiliiiam, e
que elle* condusem a obscurecer en imiimeoloi de
honra da cla**e -e per esta fossem aceilo-, devo no-
lar que, -elido elle* devldos ao *eiiliincnlo unnime
le que se achava imnresaionada una corpraco que
solidaria deu liarle de dneule e abandouou o *eu
posto, s fossem expostn* com o nome pesioal do Dr.
Aquin : e*le proeedimenio a mim, assim como
aos que souberam do molivo da reinada da comiuis-
*a de hygieoa publica muita admirara causou,
visto que solidaria a coinini**.! ueste acto, pelo
mesmo seulimenlo, peta mesma razio, e volunta-
riasolidaria lainbeiii deviam ser inaiufestaitos us
seus motivos ; mas tal nao aconteceu, donde se pode
concluir, ou que o Dr. Aquin ahandonou os seus
collega*, uu esles o abaudonarain, ou que elles nao
concordaram iiaquelleiuanife.l, e em todo ocaso
e infere fcilmente, que nio houxe para dar lu-
gar a tal proeedimenio uma convceao. ouumalga-
e;\o deiieiisameuloe de ra/.l. de amizade para cunsti-
tiii-ls olidarioa : e deixe pensar com toda a proba-
bilidade que este acto ta commissao foi anles uma
coiisequeiina natural do estado de desacord entre
seos iiieuiliros, em que viva a commissao, do que de-
vido a dignidade da classe que se supp/. desrespei-
tada, ou laubeiu devido a repulsa surda que entre
elles havia conlida pela posieari publica que oceu-
vam. o pela falla de um incentivo qualquer que a
lodos tres ao mesmo Icmp tocasse. K-ta falla de
equilibrio, existente seinpro co corporacies, cujos
membros seoilorespeilam, eienfloeslimain, esperava
un nada |iara de*moruna-lo-, e loi o que acontecen,
como *c vai ver pela aiial\-o que |>asso a facer no
manifest du ex-presidente da eominissao ne hygie-
ne publica, e pela qual facilmeule se mohecer que
elle nao lem e*lc peso que seu aullior Ihe pretende
dar, e he tambera o peiisamenlu unnime da popu-
lacao Ilustrada desla cidade. que coubece a todos
nos, e esta apar da parle de diicnle dos niembrus da
exlincla commissao de hygieue publica.
Desde que a commiaso de lixgiene publica des-
la provincia foi ioslaluda, procurou dar execuejo
ao que Ihe presercvia o sndu suas vistas para as boticas leve de vi*ila-la*. en-
contrando em nma taes iulracciies, que nao pod'am
deixar ile ser punidas, fez lavrar termo de tudo, se-
gundo diipe esse regulamento, c remelleu ao dele-
gado de polica, de ronl'ormiilade com o que deter-
mina u diln regulamento em seu arl. 77. alim de
que f**e processado infractor ; mas este por uin
escndalo deixou de ser ri.iidemiiado, levando a au-
toridade policial a proleeralo, a ponto dejulgarda-
quillo, tiara que m as escolas de medicina do im-
perio sao competentes. O ahusn nao poda deixar
deter consequencias ; o Infractor animado pelo que
prfticara a autoridad! policial, na poda conlenlar-
se com ver-se hvre das mullas em que havia incur-
rido a vista das diversas iufraccocs, intenlou um
proeesso de injuria contra s doos membros da com-
missao que liiili.im viailado sua botica, e proleslou
por perdas e damoos.
' Isto le/, que a commissao na podendo ler a-
poio no delegado de polica, que anida he o mesmo.
e u.lu quereiulo expvr-se a novos procenos, pois que
o precedente eslava eslabelccido. lem deixado de vi.
sitar as boticas tiesta cidade, porque remoliere que
nesias lulas perde sua forca moral. 1
i Kelliclainos, Sr. I Ir. Aquin.obre esse tpico do
vosso manifest, alim de que com criterio possanios
diduzir, ou a prova ti rehaxaniPiito a que nos ex-
poliemos, ou a certeza de vossa fal Bu aeeil como verdadeiras tmlos os detalhos des-
le piragraphu de vo*s manifest ; porem o qne
couefuo desla trilleoccorreoeii, nao lie favoravel ao
vosso Woccdimeiito, anles ao contrario, altamente
Vos critjina, e lano peior quanto a vos*a rriininali-
dade hevconlirmada por vossa ingenua coulis*. E
que vamos nesta oceurrencia acontecida a til me-
Cesque pnssa indiizir-nosa apoiar o vosso pensamen-
lo, islo he\ a abandonar a admini-lracao por Ur of-
fendido a classe medica, e a forca moral de vossa
repartcao? De um lado apnnlaes um bolicario infrac-
tor, de oulro, uma auloritladc corrompida, e de ou-
tro una corporac.lo cumprnlora de suas pesadasobri-
gaciles ; a qual sois vea mesmo que iijlo obtives-
les do juiz competente a seuleuca que esperavas ;
e no que voaapole ; e por isso cmicluo que a au-
loridade medica cumprio com seus deveres, hon-
ra vos seja fela, que a auloridade policial mo i um-
nrto com suas bi igarOes, ella que se cutir de pej
pur ter pralieado um acto de corrupeo: he o quanto
podis dizer to occorrido, e em ludo sso em que foi
oiTeodldo o brio da rlasse ? por ventura ser pur
lerdes cumpndo com a vossa niissao '.' ule de ceno :
ser pr ter nelle influida o poder administrativo .'
nao de certo. tambera porque hem sabis a indepen-
dencia em que est do poder jutliciario ; e alem dis-
lo deveis estar certo que por estas circuinstancias uo-
nao l di ir un buns-oicius, para sustentar intacta a
vossa posicao : tojo onde esta a ollcusa dirigida a clas-
se '.' e se na occ*ia desla tri*lo oceurrencia, o vos.o
eutliusiasmo pela dignidade de medico o pela forca
moral da vossa repartcao, nao vos inllainmou a pon-
i de obrigar-vos a provocar a vossa retirada da
commissao, hoje purera que ludo esla passado e que
ja se lem decorrido lOmezes, lie que delle vos que-
ris servir rom prova de VOsso proeedimenio, n.lo
leudes raigo : e se ale linutein pur cs?c motivo nao
vos rebaixaveis occopandb um lugar na commissao
rreio que cummelleis uma grave injuslica a com-
missao interina, daodo-llichoje por esse molivo una
posicao inferior a vossa.
lie minio nolavcl, Sr. Dr. Aquino, que vossin-
taes lo oITcinli lo par qualquei infrarcao do regula-
meuln'pelo qual se rege esla corporacao, e n.lo levis
esle honroso *euliuieuto aos actos proprios da vossa
reparto ln, sobre a qual, segn lo as vnssas proprias
expre-siles recbelo tallas u cumprimenlo do que
Ibes be expressamente delerminado, e dir-se-ha por
ventura, que a' commissao serapcrinillidu cominettei
iufrarees '.' nao de certo, mas com nao cuiii[in-les
o que vos he expressamente deleriniuado '.'
Segiiudu o regulamcnl, de cuja exacta b*ct van-
esa depende a forca moral de vo*sa repartirlo, deveis
ao inclus urna vez por anuo em pocas incerlas vi-
sitar as boticas quer tle particulares, quer, de curpo-
raciles, arl. is do re-ulaineuto de 29 de setembro de
IKil, e romo de.de a vi-ita t(ue li/.esle a botica do
Paraolios ale hoje nio visitaste! mais botica alguma
como o conlcssacs ? e ser razan plausivel desla falta,
o dizerdesqiie a commissao nesta lula perde *ua for-
^a moral? de certo que Dio: alem disto vede que
a coinmis*.! de hygiene foi nitallada em .%3V e a
botica do Parando*, ja tle vos mohecida quaudo
nienibr do eonsellio geral de salubridade publica,
foi visitada em jiilho ou :i-t tic IK'il um anuo de-
pois.e nao loe tlepotstlesua iu*lallac.l, como dizeis,
e nao sera i** um abusonas vnssas ex pressoes, aproxi-
mando pocas remlas para tornar vivas iropresouei
esquecidas.e queosfaclnsenlo occorridosdcviaiu lar
provocado: epara que fazeis isle.Sr. Dr. Aquino?..?
Iletndoissu pois, pode-sc concluir que, se honrosa ale
boje era para vos a posiea de memoro -la commissao '
de hxgiene publica, nao obstante esla oceurrencia,
nao menos honrosa ser para a rommis*o interina :
e 'ne se algum desar ha ue'te motivo, elle redunda
em tli*proveito da commissao ellcctiva que confe*sa
nao lar cumpndo com 0 que Ihe impoe o regulamen-
to que a reee : que a oceurrencia por vos trazida
para juslilicaca do abandono qoe li/.esles ta vossa
pnsieSo. quaudo minio desabonar a auloridade se-
cundaria policial, c ni a pnineira, auloridade ad-
ministrativa : mas ainda assim, e ainda provada a
corrupcao e a -enlenca Injusta : n.lo creia que e*le
erro e e*ta cor/upeio, esle abuso vos aulorise a aban-
donar nina posicao que vnssa conscraneil proclama
ser illibada, e nem la pouco que delle proveiiha
tleshonra a classe.
No paragraphoque segu logo ao que lica auahsa-
I, Iratacs. senhor presidente, do rharlato u Ma'noel
Borges de Mendonra, que diz curar mornhea ; que
por ilumnelos pblicos convida a quem queira ver
0 renillado de suas curas em sua enfermara ; e di-
zeis que levasles a prova d que lica diln a chele de
polica, o que nao obstante u abuso nao li reprimi-
do, e Borges continua anda a explorar a rredulida-
de publica. Sois.dignu dajoovor, senhor lii. Aqui-
no, toda* as vezes que vos arraj ip- ll......mpi iinent..
de vnssas iibrigar/iM, sem lemw odiiMidadc alguma,
1 ai |e, tllillil,;!!!,,,.. ,,., ry ,,!,, .....||,
dado publica, annnnciaudo pnt arla/.e propalan-
doailinir.neisciira*; c he esla i rior*a abrigaran
de lodo* aquclles que urrupaiii mu lugar lia -ucie-
dade, e eslao Incumbidos tle fa/.er lodo o hem que
nadlin. l"orain vossos exforcos perdidos : viis odi-
zeis c eo n cielo, mas qual f(, aquella corporacao
que ueste negociosahisse mais vict..risa que a coin-
mis-a tle hjgieoe publica ? iieuhuina ; e com ludo
neiihiima den o cxemplo que desics; e nenhuma
rhairou anula sobre si, ou *hre a iu lividiialidaile
da cla**e i que perlenre, desar que acarrala a falla
deappliciic mili lieipiente da lei, e a inercia da
maior parle das autoridades quaea s conliadas
a lutella e a gualda da *;Mide publica, como di/
lardieu : a vnssa iihrigari le mina na denuncia;
cumprilles vosso dever : a' oulra auloridade cuni-
pre a impus'cao das pena-. e*ta. ou |ir iraca u por
duvida, ou por patronato n o fe/ ; descrdito non-
hura piulea vir dtste acto -bre a lena moral de
v*sa repailie.i : milito menos sobre a dignidade
de medico que deveis sustentar c respeilar. Ileixo
aqu e-la inateiia purque anda lerei de trata-la em
oulro limar.
a Os facultativos que i cidade da Victoria foram
pr nrdem tle V. Exc, soflrerain Insulto!, viram-se
apedreados, e tiverara de rclirar-se : tle sorte que
o cholera nada encontrando que se oppoiUM ao sen
furor, fez innmeras victimas ; e linda buje um *
facultativo nio poderia permanecer all se nio b'ira
desengao, e ter declina i lauto a epilemia que
*e pilge exlincla : pnlrelanlo o que pralicava n de-
legado da \ letona eta uma inlracca do regulameii-
tu, e os estragos da popular a CoOsequencia.
Antes de tirar a uiintia conclusa, que me levara
a um ponto diver*o do vo**o, Sr. presideote, eu de-
vo dizer que algumas das ONU prp-ices ueste pa-
ragrapli contidas, nao e-la provadas, parle su
destituidas tle ludo o fundamento, e parte alo ollcu-
sivas a classe cuja dignidade tanto presaes e expri-
miutlo-vos na seguiute forma, segundo tliiein, dais a
entender que uao leudes ralbes -ullieienle*.anula pa-
ra provardes o que avancacs ; que delegado de po-
lica de Santo Aotao capilanea*e boineopathas, he
una a-sere.l-em fundamento ; que os medie* fo-
ram apedrejados. he uma falsidade ; e qne iieiihiim
medico poderia all permanecer, -e na lora ler tie-
cliu.ido a epidemia a punto tle julgar-se exlincla :
he uma ofensa a cla* licos c|un |iara .all loram no forie da epidemia, prn-
vain o contrario, porem coinu o meu projeclo n.lo he
cnlradi/.er-vos, e sim nicamente mostrar que Uve
razo.es tle sobra para nao aceitar como justo os moti-
vo* que vos levaran! a abandonar a adininislriic,.io, e
la/er sobresabir a irrellexao que levoii a coiiiiiii*-,o br .rain de ciiIIiiim
a avallar taes motivos, daudo-lhe una forca que nao
lem o nem mercelo ; par isso aceito como exactas
a* tlcclaractjes contidas nesle artigo : porem imquin-
lo vos, Sr. Dr. Aquino, lirai* delle uma conclualo,
eu tiro outra bom diversa : assim julgaes que com
tais accoiileciiiieni., qoe se sao verda leiros,deinns-
Iram a ignorancia e barbaria dos babilaules ta Vic-
toria, perde a forca moral a repartidlo que dirigieis,
e se "lleude a dignidade da classe medica que deveis
mauter, eu digo que ucro uma, e nem nutra causa
deve resultar daipiella saali i de um povo brbaro,
segundo o intitulis : por quanto as pessoas illu.Ira-
das,ascorporacues,judice*que sindicaren! um lac-
lo desla urdem, jamis apoiar.lo o desenreameiiln
tle uma populaca faaalica. Nao cre que a com-
nus-.lo de hygieue publica *aiba mais apreciar a dig-
nidade com que deve ser acatada a classe medica, do
que as academias naeionae* ou eslrauseiras, o entras
corporaroes da inesruinU*-e, que pe* grandes h-
iiiens que contera em seu seto, respailados pelo seu
saber,e pela *ua |>sic,a.us quae* jamis deram a lac-
ttis desta tu lem a signilicaei que llie* allribui- : e tle
certo ondea polica Iriumpliou do charlatanismo : mi- !
de i qual foi a corporara medica que cm preaenra
de oceurreucias desta nrdem se despio do- cargos p-
blicos que exercia ? acconteueria islo jamis na
Franca.......ou em alguma uulra qualquer
capital da Europa, onde a civilisaolo seja digna de
imiucSo .' S em Peramboco leamos este exem-
plo da nica curpiira^ila medica que existe, iicum-
bida dn servico publico.
llera sabis, Sr. Dr. Aqiiiun, que a liooiopalliia
n.lo dala de boje, e por isso achou-a plantada a ac-
tual ailiiiiiiislrac,ao ; logo, como desta oceurrencia
tiris criminalidadc para a administracao provin-
cial ? he omsyslema que o povo abraca" e cultiva a
nnitacao de muitos metheos, nao s iutui como em
ludas as grandes cidades ; nao a aceitis, eu lambem
nao a aceito : porm cora impedir que e-le svs-
leina dcrraraatlo pelo povo, lenha tantos charlarles
como lem a allopalhia ; inslrui-lo he a nosso dever,
e nao processa-lo o inulla-lo : he o que a pruden-
cia manda que se faca com aquellos aquemjulgamos
Iludidos.
Ninguem pode exercer a medicina sem que le-
nha (iluto conferido, ou veriticudo pelas escola* do
imperio, entretanto esladanles de priinciros auno*
mdicos foram eocarregados tos servicos clnicos
nesla capital, nao se podendo allegar a falla de pes-
soas habituadas, por quaulo nesta cidade havia fa-
cultativos que se encarregassem desse* servicos. Es-
ludautes de medicina mo podem exercer a arle de
curar, o que fa/em he uma infraeco to regulamen-
to : mas a commissao, sera rerouhecer legues ai
fuureies desses cstudaulcs, nada disse para que se
nao suppozesse que. ella quera augmcular os eraba-
racos da actualidade.
He verdade tudn quantu dizeis sobre o exerricio
Ilegal da medicina petos e*tudantr* ; mas, Sr. pre-
sidente, o regulamento de que tanto vos sirvis, he
fcito para as circurastancias ordinarias, e nao para
casos extraordioarios, como de uma epidemia : Dio
quero que pensis ser uma tangente para fugir da
queslio, a especie extraordinaria de que
me sirvo para pensar defronte de vs. Dizei, nem
era toda a parte que he habitada fallo uo Brasil, e
com especialidade em Periiambuco ha mdicos ?
nao mas estes habitantes sao como os oulros. c por
isso ua contingencia de adoecercm ; pergiinlo-vos
quem os curara ? Mdicos Ululados nio us ha ; aos
curiosos be prohibid por le oexercicioda medicina,
logo nao se deve conseulir que curem, aquelles que
oestes lugares povoado, se dedicara por eniu a ob-
servadlo das molestias, e dos seus duineslicos reme-
dios ? a lei n fez assercao alguma ; ora isso he
um alisurdo. Responder- rae-heis lalvez, que se em
Pao d'AIho, Limoeiro. ele, se d o ra*u de poder-se
admiltir os cunos no exercicio ta medicina ; igual
circunstancia sc'n d.i na capital, onde existem
Medios medico., si oxMuio j se conclue to para-
grapbo a que me refru, porem ainda assim vos en-
ana s, porque seris fdicado a admitlir para esla
capital o mesmo raso excepcional que fosseis forcado
a conceder para Limoeiro, Pao d'AIho, etc., o calcu-
lo vai ilemonslrar-vos o que digo.
Eslou que comigo adrailtireis que a morlalidade
nesta cidade foi provavelmenlede2i', dosaecninraet-
tidos, logo quando morrerarn 100 pessoas por dia ;a
inortaMdadc chegou a mais) deviam 1er sido accom-
inctlidas quatrocentas pessoas diariamente ; mas o
cholera nao arommetlia e malava lo;o em uma hora:
e pode-se por em calculo,que vos sera favoravel ad-
niillir que em cinco das se lerraiuava a molestia ou
pela mortc ou pela cora, logo Icremos ilKI doeolM
repetidii) em cinco dias, o que d 2.IKXI doenles, pa-
ra serem Iratalos por w pessoas habilitadas, seauu-
do o regulamcul, que sao mdicos e cirurgiesdesla
cidade, o que da para cada um .li) doenles diarios.
Ora acreditareis, Sr. presidente, que se possa vizilar
j(l doenles despeisos era um illa, e repetir por dias
este trabalbo, crelo que u3o o allirmareis. Logo
grande parle tos accomraettidos deviam licar sem
mdicos que os vuitasse e receitasse: e como sup-
pnr e-i t lacuna se nao ajudando aos mdicos, estes
estdanles, este* curiosos com o* quaes tanto vos
irritis por amor to vosso regulamento ? he para
iinra, pois,sem razo mulivo que dais para sahinles
de vossa posicao publica, o estarem curando estdan-
les tle medicina em uma poca em qoe os mdicos
erara poneos para esti servico. E lano lie real
o que acabo de expor qoe em lodos os lugares, mes-
'o onde exislem academias de medicinas as mais
isao do cholera, o* gover-
iantcs para esse servido; na
ccommetlidas primeiro
os estdanles, em Pars
Use preto era Irircoes e bebidas: um meiubru da em Un* de Janeiro e principios de fevereiro, e sua
rnuiini,io, por ordein do V. Exc, lie mandado im-| deslruieio se ia e>(endido com igual iiilen-ulade
arredor tlaquella cidade, e cainiiihava para a ca-
frequenladas, que na n
nos laucara m,lo dos esl
Babia e uo Rio que Iu
que Pernambucu, serv"
Igual cas lambem se
Mas, Sr. Dr. A pino, para quem escrevestes, e
publirastes este vosso aianfesto? certamente para
aquelles que esl.io hmg^ desta capital, c que nao se
importara com qoe por aqu se paisa ; senao tal
au diras: eseas-im nao foi. Dio vistes0 abvsmo
que havicls deixado feilo por vossas loaos, que le-
viaudade ?
I'or occasio de approximar-se o cholera desta pro-
vincia,a commissao tic hygieue publica, inauduu im-
primir suas inslrucces para o tratamento do chole-
ra, a qual (ai di*tnbuido pelo povo ; depoi* dislo,
outras receilas foiam tambera publicaila* por ordein
da inesina commissao, e dislo leudes lana presump-
c a coinmissu no imperio fez mais, nemescrcveii tan-
< I alim tic instruir a populac.io, acerca do trata-
i< menlti to cholera,como aquella tle que eu fui prc-
sitente, g e com CSlOS lolbelos aquem aconselliava
a comnnssiiu ? ao* mdicos de certo qne nao seria
uma loucura que a commissao tal pensasse: logo
seus consclhos din.in dt-se ao povo, e o povo iiii-
pregando os medicamanlus actuiselbados pela com-
missao, na era infractor do regulamento? e nilo
fora a cuinmis*aiLjam!ti7iTQIuri*ai'a e*la infraccau ?
pi* heiu, senhor presideote, collocai esles eslud-tu-
te- uu uumere daquetles que aulorisa-tes a curar; c
u.io digis que su p ira n augmentares us embaraeos
da actiialidde, cni-iiilieis em calar-vus, veudo eslu-
daules de medicina curar.
Neulium tos dilleienles pontos do vosso manifest
mo-lrou iiiii- a vu**a falta de raza para |uslilicar-
des o proceilimeul da commissao dn que esle : pois
que sendo elle devido a vos, que cria*les ruin a pu-
biic. i c distribuidas de mimares tle exemplares do
tratamento to cholera, milhares do licenciados sem
Ululo, exercendo a prolissan de medico, e infracto-
res do regulamento da coinmiss de hvgiene puhli-
ineilialainciile a l.uararape-, alim de ob*ervar o t|ue
se dizia, procede, prrsla-se a ver appliear o Irata-
ineiiloeiu algn- doenles; ina* nada collieque pus-
a justilicar enlhusia-iu. Viudo a esta cidade dous
lilhos tbi coinmeudador Ltiureueo de Sa c Albuqurr-
que, alim tle daiem nultcias to que se pas*ava em
seu engeuli, esliverain algumas luirs ta noile no
lerceiro andar tle um sobrado da ra ta Aurora ;
seu* pagens durante e*lo lempo os esperavam a' porta
a conversar com o prelodosogra uo Dr. Uervaiio
lioncalve- da Silva, cuja lamilia reside no primeiro
andar de*te sobrado, .v conversa versou sobre u que
c*lava fazendo em (iuarirapes o escravo de uin dos
filiaos il dil commeudador, e uu dia leguinte o pre-
lo do sogr do Dr. Cervuno tiuacalves da Silva sabia
uin remedio, que era cllica/ cuuira o cholera. Pes-
soas que iiicupain pn.ie.i elevada na sociedade lo-
maram es-e preto -b sua prulerca, uin al dese-
java que houvesse una -ulilevacao popular, alim de
pr-e a *ua frente e inelralhar us medios, einhora
sempre delle* livesae recebido semeos giatuilos;
e por lim e**e iiret na < pox-se a vender publica-
mente e pur alio prora o *eu remed, sena a ser
levado de ca*a em casa!! A cuiinnissau vendo qna
isto era mais du qoe abuso, e desojando evitar o es-
carnco a que se ia prestar a popularle tiesta cidade,
reunio-se em aessao extraordinaria, e pedio provi-
leucias a V. Exc, mas us protectores do preto redo-
ma, e gritarara pelas lojas t es-
quina. ; a populara exalloue e prel. loruarain-
*e inslenle*: os desordeiros comecaram a (orinar
grupos que perrorriam as ras romo foram visto* du-
ranieiluas nuiles, e de todas as boceas sainara un
precacoe. cuuira s mdicos que se viam expostos a
ditos uisiilliiosn*: e por lira um *acerdote pregava
do pulpito a favor de-te preto c contra os mdicos c
boticarios, pretenden I que estes o queriam malar,
porque elle curava u* pardos e os prelos. entretanto
o que razia a auloridade policial para reprimir esles
excelsos, que teriam ido multo looge se houvesse im-
prudencia da parle de algum medica ou hiticano .'
Nada : penuillia s grupos, que se preparavam para
dar assallu s boticas, e Lina acompauhar o |irelo
por nrdenaucas do curpo de policia; e os raembrus
da cuinmi5*ilu lecebiain avisos de que seriara assas-i-
iiado*.
Sr. Dr. Aquin, VOS nio queru contrariar, e nem mesmo suppur que
para e*ta narrarlo pomposa, lenha concurrido v*,a
Imaginadlo impressiouada lerrivelroenle por urna
circumslancia quesuppozestes ollendcr o v*s raiac-
ter publico : mas di/ri-inc em que deu ludo isto .' em
nada; salvo o vos-o pas-o precipitado, e quantas pru-
pusicuesah cuntidas,nao scnloprovadas |iur vs? viu
concluir a vossa uarracilo emphatica: uno dia ^1 do
corrente pela manilla fui visto pelo escravo do sogro
to Dr. Cervazi um pretocarvoeiro, que resida jun-
to a igreja d llosan de Sanio Antonio ; grupo* se
loram formando e estavam preparados para quebra-
rein as botica* e mallralarein os mdicos se esse pre-
to escapasse, entretanto que providencia deu a aulo-
ridade policial, nenhuma : cu como presidente da
commissao de hygiene publica era e ainda sou o al-
vo de todas as calumnias, eacho-me expnslo a intui-
tos o violencias, e ao prelo se lem dado doenles a
tratar na enfermar!] de marinha; uio obstante sa-
bor-so que elle su ha Teilo victimas por oude passa;
c continua nio obstante nio haver alli curado um s,
perecendo com -en iralaueulo tres dos Africau* li-
vres, *eguud se v dos ullictus do respectivo faculta-
tivo.i>
Deivando de parte, Sr. Dr. Aquino, a prova que
produzireis em favor das vossas pruposiees, cu vou
encarar a quesillo em todos os delalhes por vn-leitos
no que liver ella de oflensn i atlignidade de medico
e a forca moral quo cump. conservar qualquer re-
partcao.
Nessa historia v-se uin charlatn aventureiro e
protegido,he elle o preto Matiocl.uiua populacao ig-
norante e mullica apeoai propensa em vasar-se em
algum cyoismo; cuma raparliejte que se julga ollen-
dida quer pela classe a que perteuce quer pela po-
siea que oceupa ; por nao poder reprimir as iulrac-
ciies commetlidas pur um charlado contra o rtgu-
lamentoque elle jurara re*peitar e fazer rcspeilar ;
mas oscliarlal.ie* reunidos e uma populaca tola e
desenfreada, anida mesmo que levasse seu pliana-
tismo e cviusino a inaltralir o*, medico* jamis pude-
i.iu ullender moralmeute causando degradacan ao
carcter publica ou particular de qualquer individua
ou corporacao; por quanto iieuhuma posicao est
livre de receber um igual insulto, e as pessoas ac-
salas a quera competir julgar deas* insulto leilu por
massas populare* de certu jamis Ibes dar razan em
seus leilu. descomedidos. Porem, Sr. Dr. Aquino,
o que adiaste* tic novo ne*lc lonco proeedimenio de
massas populares enlurecida* uu enthiisiasmadas .' e
onde acharis algum exemploque autorisasse o xos-
su proccilinieulo abauduuaiidu u vosso posto de hon-
ra, que julgaveis uflendido por um motivo que nio
he novo, c la mesquiulio ? admira-nie bstanle:
porque nao s.lo poucas as victimas medicas sa-
crificadas a esse furor; e nem encontr! proeedi-
menio algum igual a vosso, quero dizer. sei que
pela histuria os mdicos no exercicio de sua prolissao
(em aido destespeiliidos pelas populacas quaudo fa-
natizadas, em algumas epidemias : e pur esla mes-
illa historia lambem sei que o proeedimenio desse*
mdicos n.lo Torl Igual 'ti vosso erabora cercaaos
de motivos mais fortes que aquelle que representaos
para vossa juslitkacao, tudo isso nao be novo para
uma pessoa illuslradl como vos, pois na hi*ttina da
sciencia que professainos toda a oceurrencia ha-
vida apenas mu-Ira nina sombra do qoe em outros
paizes civili*ads lem uccurridu, e por isso extranbei
que para ju-lilicirdes dis-esseis que nunca occorrera
a commissao que a degradadlo da iulelligencia dos
pernambucanot, chegasse a pouto de sugeitarera-se
individuo* que raciocinam aaprescripcoes de homena
eriiiieamente ignorantes e que para isso era precisv
ile*cer tilo baixu para servir-se de escarueo mesmo
a* mais pequeas provincial d imperio : sem vos
letubrardc* que Jacques Avmar, Caglioslrn, c oulros
percorreram a Franca. Londres, Vieuna, Berliu, ad-
mirando estas grandes capilaes de populanies civili-
sadas e aceitas pela* mais altas perstinagcus ; pian I
he certo qoe a eivilisacao de paiz algum por mais
alto que iosse jamis pode por harreiras a devarios
de.lcs que sempre apparecem em pocas crilicas e os
mdicos tem sido victimas de taes desmaudos, ora
sollrendo barbaridades e ora calumnias que Ibes le*
vanlal pupula^a ignoraote ; era 1720 quaudo em
Mar-elha reinuu a peste, os mdicos foram insulta-
dos publicamente pelas mas da cidade, dizia-sc alli
que elles queriam fa/.er um milsiisini e enriquece-
rein ]!' luiicura Era Verana uo atino de tlidil
(razio e (ieordaiic ftiram iqiedrejados pelo povo por
lerem esles ttuus illustrados medicas certiticado ao
goverito da prrseura ta peste nesla cidade. Era
aples, uh era aples, s le de illuslraoao e civi-
lisacalo por uma igual declarac.W um medico foi con-
demnado a nrislo. m medico do hospital Fmiedio
Sanlilh de lunes foi punid de bastonadas pur ler
declarado a existencia ta pe*le em dito hospital.
Em Franca, oh em Franca em ls:lil no lempo da
invas.lo do cholera citico os mdicos loram aecu-
sados de serem os iustrumentos de uma infernal
machinacu da goveroo o de envenenar o povo, e
muiros delle- correr,un o risco de pagar com a vida
sua dcvolac.lo aos seus concidad.ius quem mais au-
ciuso se ni -ir i\ i por (ralar dos ciiolencos maior uu
mero tle morios ipresentava e mais criminoso era i
t|ue dillereuca na ha entre priicedimeuto tleste*
povos civilisados roraineltundo lauta barbaridade
e proeedimenio tle nossos concidados moderados
em -cus cxces*o*
O que sera Pcrnamhuco em civilisacao comparado
com Marselha, aples e Pari*. Nao ba*ta isso, Sr.
Dr. Aquino, lido como sois ua historia da scienria
que professamos.dizei-ine, oude leve turca a lei contra
o charlatanismo, esla certeza histrica devia ter di-
minuido u vo*so ardor no cumplimento do vos*
idolatrado regulamento, sois digno de loiivnr cuni-
priudo-o mide pu ler ser CUBprldo.mil la onde a le
tem tallado era lodos os lugares, ein lodos os paizes
era escusado lancardes isto como ullensa sobre a dig-
nidade de vossa repartcao e como ignominioso so-
bre a vossa patria, u como prova de um triste es-
pectculo tladu por nossus concidados a dilliculdade
em vencer a que loi ale hoje invciicivel, car
/ilaie sodale '/ue rimije toitle lhe< pnifessians,
el yin echajie a t'action de la luslice. Trebuenei
jurispruilencia medica pag. 11(1:1.i
^Porem, acreditareis por ventora, que pensando as-
sim vos .ictiuselhe taUser /"i-.ec ? na, e nem l
pouco que processeis e prendae* esles clierlables :
parque elles se mostrariam mais vigorosos enlilulau-
tlu-se marlvres: tlire que se proceda como acouselha
a academia tle Medicina de Paris, que diz deve-
se esperar pelu progresso da iustrucca que trara
em resultad o propagar ideas mais *aa< .obre a
do, que >ua direrr.io n.v. Hieden e nem llar pnilia
tlar nem illuslrar.w e nem honra : e n-4)e amar*
lempo em que--r,Mim. ,,il,... e .. nir.irin traba
Ihu a (Sil provincia. ,e nada bz que llielrre.^ leas.
vor, nada ti V. S. la/erque Ihe truoxroc lan
e digo -em temer
os collega* que rom V. >. *er>iran im r.u.vl..,
de alubridade publica. .....en)p da .pideit da
fobre aniarella, ,. qe le/ X. s pan hla-i..i kaM
de que fosse nico medico, que meu>rei uma ttmr
coracao poe hiver prestad servico- a' liumani.l >de
que serviros presin V. S. no. q"oae, n.i..|.~e eire
tlido : a enndecorarau nrm empre indir., mrnl.
pila! de Pcruaiiibiicu : o medu se havia apuderado
le (tidus.e lodos esperavam ver repetidas era sua fa-
milia as -linas lgubres daquella com arca, porque la honra, e dig -em leniei er ile.mt nlid (wraaile
nada pareca poder tnuiuphar desse lerrivel cas- "
ii. ; snbrcuma zona ja exlen-a n lulo, um leste-
rejo havia, em que o cholera se mostrara menos fu-
rioso, e foi alinbuida e*la excepeSO ceral em lu-
das ase|iitlemias do cholera, ao curativo inveiilado
por uin tos piel, do engenho diararape*. a noliria
lesla excepcao, foi transmittida a esla cidade exa-.
gerada e turnada por i-.o qua-i com milagrosa : Id- a e-la cnudeCoracao hoje lio h..orcia. aaaj* He I. ni-
do* ja sabiam dclla c queriam a certeza. Informado |io preleria V. S. qualquer ;talilifara poajaMana
lisio o Exm. presidenta di provincia, e julgan.to I fra ella devida, di ia V. S., a inlloenea de am-en
que au se devia perder um i oeca-i i em que se i particular e amigo que e*lava enla na r.lrl e tira-
nplionlia ler desciihcrlo u leinedi para romhaler o I va o seu lilulu |or nao cau-ar uma le-lril, a ...
bolera, eucarregou a commisslo de byuicne pubh- le amigo e tioje he ella u ir-utlad ar eaml tla-
ca tic dar-lhe uuia iiiloriiiac.liirenalnla da aulori-
dade scienlilica, e por i**o ca|iaz de poder *er noti-
ciada como uma verdade deseoberta e demonstrada
pela observarlo e |ielo* fictos. A eommissio eoear-
regouttesse traballi a sea illostrado ineinhro o lar.
dicaeau ao servico da liumauu'.a le. e a HHa
que aqui fnsse pralicada c ao que acresretilai* Un-
je iieuliuma commissao no iinpefio le mai-
nem esereVM lanl : nao sou medpro nl>vii,i..|pm-
ineu mue ja alravesMiu ti nrranu, miera lai metn-
Pefeira to Carmo, este part tmmedialamenle pa- brointil na* mai* nnportaiiie- cmnait-r. quese-
ra o raiup de cxploracjo, vollou logo, e tlcu parle i 'le lsi aqu *e lem reunidii; rnrreni roa a aa-igaa-
a Commisslo do quanl observara) e o Sr presidente tura de pre-nlenle trahilh* meu*. qoe d-*me-ra la
ta ciimmissa tle hvgiene publica, no dll llitlc fe- I |ire*umpeao.ella breve vos dar tiltil
vereiro de ISVi, levoii ao cunlieriinciilii do g.iverno
o occorrido uos segumle* termos :
Illm. cExin. Sr.Passos mios de V. Exc. o rela-
tor i a presentado comintsslode hvsiene publica por
*eusecretariu acerca das invesligares a que (o prurp
perlenceis a elasse medica.
(Jueria llenar de tl.r-v... qualqaer rest-la. parean
a- vossas repelida* indirectas em loilm .,. arOJfBa qaw
ueste *enlitlo lem sido publicado*, em que paren- an-
dar o yo*-o detlo. forram-mea sahir-voa ao chcmi-
Iro c izcr-vo* publica p calhegoricameole. qna vas,
respeitamos. mas n vos leinemo*. qoe deiiaam* da
dar-vos sempre prompla e rabal respeala. na.. (..
C'ivarde nem |Hir lermvs culpa* aa cariara, nao r*f
ler meti da vossa poiirao e illu-irar.,,,. mti .,, ,,,.
ra na irnlar-vo* mais e denar a !o*-o arma l..da
I expiases que elle proei.ia ocrupal no e.pa. da
|ire*timpt-at>.
Minio v. a^radernei. r-. re,|.,r|,r.. rmWi'a
..a tle-la* mulla* reflexe-.Di. tTeoM "e
reir.
Keeife. 21 de marco de IKV,.
s /-.
dicm du curp* diplomatique.
I iiialraeiile. Sr. Dr. Aquino. a qiirslac |nisIi por
\ S. esta n iltiuiMii do publico: o mea parrrer
lambem val .er. Elle. poi*. julgara de qae pan-
e-I a razio, -e em vos que abandoua-le* a aatiMHi-
der no en^eiib (iuarara|ies.relativamente ao (rameu- traca pela* uiilbiii-a. .lr**e elluape oa *- een otim
I que por um preto de uiudn* lilhos da couunendadur j que detliquei a, meu* humildes serviros a patrie qa
Louraneode Sa Albuquerque. lera sidu ap|dicado abandonales : e termino pediud-vo% que re-peii-,-
COM BOM XITOera pessoasllliaccommetdsi i a quem *oube sempre re-peilar-s-. ni .em ailenea .
pelo cholera-morbu*. Dcos guarde a V. Exc.Sala au vs* profundo e extrema saber que ja alravrm
da commissao era sesslo extraordinaria de IB de fe- o atlntico, mas sim porque sois medie, porque
Vereiro de 1836.Illm. e Exm. Sr. cunselheiro Jo-
se lleiilu da Cuoha e Fiuneired, presidente ta (ir-
vincia.Dr. Juai/utin d'.4'/niiio FOHMca, pre.Len-
te ta commis*ao.Pnrlaiitoem termo* claros e pre-
ciso* o tratainent luvenc.lo do prel de Guara-
rapeshe felu cum bom exilucoinu diz o Sr. Dr.
Aquino.
Couliuueraos com o lio que uos couduzir a parle
de lenle dos tres membros da cuuuuissau. No
Diario de IS de fevereiro mi publicado o rrlaloriu
d secretario ta cmun*-.io de hvgiene palmea, e
nelle vi o povo de Perambocoque u dilo -e-
cretariu ronlirmava que *e dizia do preto de lua-
rarapesnio porque |iessua* li ledigua*. coma o
Sr. commeudador Ltiureueo de Ss e Albuquerque.
seus lillius e seu genro o Dr. iraiici-r d Kegu
Barrus tle Lacerda, inforuiaram como lesleiuuuhas
ao Di. Pereira do Carmo, o b)in xito do curalivu
leilo a individuos accoinmettido* .i de vcrtigenses-
morecimenlu nas peruas, dores uu veulre, caimliras
mais uu menos lories, diarrhe.i, reslnaueulu tlu
corpo ; cahiudo dous repentinamente sem sentido-,
e cum fortes convolses como pelu exame que o
mesmo secretario litera desles uObserve qualro que
estavam cunvalescendo, dous anida com alguma fe-
tire e diarrha u era coiiluuaco to (ralameulu
(luiros caso* lambem loram informados, lal loi do
purtuguez Mauuel Francisco da Silva, que sollrendo ]
ha ojio dias de diarrhea, sem tirar pruveito do cha
de folhas de larangeira, e leudo uu qoarls da os-
lado lgido, e eni.ti. usando d lal remedio, pune a
p meo uiclborara e se achava m conva.es.euca :
mesmo secretario informa lambem que presenciara
a appliraco do Iralaueulo leilu pelu propri prelo
de loararapes: e certiticara-se anula do sgu hora
resultadu pela observadlo que lizera em uutros
doenles.
nuera prtanlo autuiisuu o curativo to lal prelo ?
fui u administrador da provincia que cousultou a
respeilo a commissao de hvgiene publica, ou foi
rssa commissao, que teudo observado o I ratamente
a I' de fevereiro, disse ullicialmeute que elle era
vautajosu, e pelu mudo circuinslaiiciailo que tica
ilesa iptu ? he digno de reparo a facilidade, pres-
teza e o mudo como se infurmar.i a pruueira au-
loridade da provincia, sobre uma quest.io importan-
11--1111.1. quer livesse ella um re-ullad positivo,
quer negativo.
Illudida a commissao,econlirmado por ella o bom
xito do tratainenlo empreado pe i prelu captivo
de liuararapes ; e uao pudendo esle vir a cidade,
u.ida foi mais fcil, mesmo pela imporlancia da pe*-
soa, e cousaque dis.e a commisslo *er tle bom
exilo no tratamento do choleraJo que apresenlar-
so outro prelo dizeudo-se inestre do de Ijuararapes.
He esla nova persouagc.-n o prelo Mauoel, de quem
noviis prodigios se contara, ese multiplicara suas
facanhas e concurre para isso a maliguidade do
cholera que eoto invadir a capital, zoinhandn das
recursos dos mdicos ; a populaca amulada pelas pu-
bhcaciles da commissao recorre ao pal Manoel, u
qual he puucu, andando a p, para acudir aus inn-
meros doenles que Ihe cousullavara : olrerecem-the
carro para conduelo rpida e elle aceitar ; enlao
brillia u prelo Manuel, a commissao disperta, quer
impedi-lo cuma lei.e acba a popataciteqae eulliu-
siasraada pelo preto, uao a apuiairritae o Sr. Dr.
Aquino, adiando opposicu forte no lente coronel
Sebastian Lopes liuimaraes, cujo protegido reo ue*
ranlc a coramissao de hygiene publica ,elle su, o de
'juararapes naoVe apoiad pela nonulaca. val or
v'dem do goveruo mostrar a sua milagrosa sandice
n tres prelos bucae- uo hospital de marinha; quan
do ja uulrus prelos ladinos su pediara a seus senho-
res u r me to de seu parcelraOh guveruo qu- ( lizesles. Vejamos o destecho que he celebrea com-
misslo super-irnluu-see adueceu, o prelo Ma-
nuel perdeu a partida no hospital; e qoeretnlo re-
babilitir-se lora delle, a policia enlao interveio, re-
calcitrane por isso foi lera csa de correceo. A
commisslo adoentada nao convatesceu, c de-muro-
nou-se em um momento, ni ob-taule o seu ex-
plendor, quej.i vai alm dos mares, e ter preferido,
como diz, a dignidade ao iiitere*se ; e acatiou pres-
tando seu derradeiro servico au jirel Mauoel que
preferir o iolcres-e a dignidade.
Todo esse meteoro se deu nos ltimos oilo das do
fatal mez de fevereiro ; seudo sua principal causa
a siraplicidade c irntabilidade da coinmiss i de hv-
giene publica, e luis, meus amigo* e collegas da
commissao inlerina, pagamos boje ditsaboras da
commissao, e as maravilba* tlu pal Manuel.
Assim, pois, interpretad dillereuteineule u moli-
vo que levou a commisslo de hvgiene publica a
dar-se por dueute. ejulgando que per motivos UH
frivolos, como infr.icc,es dn prelo Manuel, o qual
ja ha muilu desappareceu da scena, nao devia acora
pauliar os meus illuslrcs collegas na liga que lize-
rain, negando os seus serviros a adiiuiu.tracao
acloal, e cerlo de que a administran! convidndo-
me para prestar os meus servicos junto a ella, de-
pusilava em mim confianza, c na exigirla qne cu
lizesse mu papel Iriste. nao exilei nuvido o Exm.
administrador da proviucia, e os meus dous colle-
gas e com parlicularidade o Dr. Pereira do Carmo,
Iniuar interinamente a direccu da cumuiissau de
hvgiene publica, na cuuviccao profunda deque fa-
zia um servico patria, hoje que os servicoe admi-
nistrativos se resuiuiam lodos em servicos sanita-
nos, e julguei tambera que com o meu proceduueu-
I lirava um desar a clase. pi* sena Iristissim r
vergonhoso para ella que a adinun>traciu retirasse
do* mdicos de Peruainbuco tuda sua cuiiliauca, e
mandasse-us vir de lora para campar a comiui**.iu
de hygiene publica.
Abanduiiandu a classe a admiuislrue.ie, segn.t
era o deseje da corumissn. pie tle Instes couse-
qucncias na resollaran! ; tte um lado a adinuus-
liac.lo tles|ieilada por motivos to Involos deixirta a
classe a si mesmo, podero nesla ln*te conjuntura
faze-las cumpelir pur .iventureirus todo sempre inso-
lentes : pur uulru, a classe ollcndida nao ar.ouipanlia-
na a admiiiislra^au cm cousa alguma relativa .su-
de publica, ambos esles poderes *uciae* em repre-
salia Iratiam um prejuizu enorme para a popularn
luferma, irameiisas seiiam as'victimas, cm quanto
tle parte a parle se rc.liuissera niainleslos, ollicioa,
e por lim se dessem sati.facoes mutuas, e durante
esta* i i! alhema* huras ou das privariain os mdi-
cos o povo dos conssihus e soccorro* que Ihe s.iu de-
vidos, pela experiencia que os lem conservado e
pela sciencia que pele--un. e pelo juramento que
preslaram
Hilando uma calaiui.tatte cabe nao mi sobre urna
Cidade, como sobre uma provincia c snbre um im-
perio, quando se asiiste aos horrles tle uma epide-
mia, cnio| o cholera, que .lelxa era tuda* a* fami-
lia* u lu e a dor. he beiu ilitlicil, Sr. Dr. Aqnitio
que eu vossu humilde collegl
nature/.a dus soccorros que os doenles devem rece-
t l'ciidu cliega.lu de Alagua* iititn ias de que as
do/e- hu......palluca*, estavam ia/end all miligrea
contra cholera, especuladores cunlaram de api-
veilar-se da quadra, e munidos de carleiras espa-
"taram-se pela proviucia. lim Santo Anio, dc-
olliciaes em que a commisslo eflcliva fundara_o seu | legado capitaneando us homoopalhas, segando se
proeedimenio, para pode-lo aualysarcom mais cla-
reza e prccisln ; e al linje p-lana ainda intiibitln tle
o la/ei. -e Si. lir.^Aquiun n.i publicasse n seu ma-
nifest em Diario 'le Pernamhuco de sexta-feira
J'.l de fevereiro, expondo ero um corpo os moli-
di/, fezcr.r a |Nipular|o que nao havia inolllof ic-
inedi rniilra a epidemia do que s globalos : e tal
fi .i habllidade que s especula lores emprearan! um prel que a curassi
que conseguirn! seduzi-la, regeitando ella pr su-
gcstoesinas, ossocrarros mdicos que Ihe* eram ini-
vos que u Icvaram a dar parle tle dueute, -purque I rastrados pelas pessoascoiunclcnlt*, ele
ra, atiraes agora subie a aduiuii*tiai;u esle vosso
mesmo piucediuieulti. e leude* curan pouco briosos
o* mdicos que nao vo* acnuipanliarain pin vosso
[irocedimeulti; portiotu pv.i iiislriiido por vs
cura t> t-liulera ; rustes parlauln \* que aulnrisa-le*
uma iiilraccu p,.i-i-i quem ararietara roniorr
....i, d.dadi- desla innacc.lo .' a administra(n ..
quem abaiidouasles, n vosso! collegas ,pie \tis uio
animpaiiliaram:__ eessa.... rienhuma commisslo
u Brasil COncorreu mais que a de Peniamhuc para i isenl de qualquer inerepac.u
instruir populacao; i-lo he. dand-*elhe (olbelo*.
onde aprenden! a curar o cholera : dizeis vos, porem,
curar be prohibido pe aicor.1 dacommissao.nioim-
perta cure o povo seguUdo esle regulamento : e a
administracao e s mdicos n.lu da commisslo
que paguem as cusas... e essa...
Eu diego a queslao mais Importante desse mani-
fest, aquella que foz transbordar vosso lessenti-
uiento at enlao emitid, aquella eiiilim que fez
a commisslo dar um pa** l.lu preci|la.l, *em me-
ditar nu que ia fa/.er, e sem discutir os ineios mais
honestos de execular o -eu plano, e sera prever as
coii-cqueneas Irisle* que lal prucediineiiiu podil
acairelar. Ante*, purem, de entrar nesta que.tao .le-
vo dizer, em abono de miiihl pusico. que se as oc-
eurreucias iie que temos tratad uin loram infaman-
te* para a cninimssa, pois, que ella zelautl laiiln
a dignidade de medie e a forra moral tle sua repar-
tcao, con-ervava-.e n inesmu lii-ar, me cunceder
tanihem que a actual commisslo e-lepi no mesmo Ca-
so ate esle pun.
Passeinos agora a materia que lauto irrilou a com-
nn.s.i de hygiene publica. >.| m piel ila Costa d'A-
frica apparece em cncenho Ijuararapes, e preten-
de i ni n cholera, pessoas ilicompelenles em medi-
cina, nem mesmo refleclindu que se essa aflecelo
l'-*e conltecida na Costa tle taoine, e auui honvesse
na Babia, lm dos prelos da ''"'' "".....''*
Costa d'Afnca, nio lea donada de appareeer al-1 ,">,norne,
gum que a conliecasse i soubessa cura-la, apregoam "
as virluclcs llietapeutiids das ervaseinptegadas por
^it'tcacac-v a^r>i>o.
Um pagina de talo, aa. Iarlaaa Se aaaaaaaaja
sobre o laaaalo lo nuda llaasarta Paa-ocH
o P.dilha | oSferrclla a' aaa ckara a nal
temada faastlU.
>0\ETO.
O que he de amigo, que ra amiva .'
Hude o vejo Onde esta? I.teem o iua|...u !
\ raurle, a cruel morte. arrebaloa
Aobimem que de vea* eu prezava '
llontem ehei de vida, emballava
E.perane i* que nt ,,|,M potlH1B_
Hoje immuvel ; e em vida. repuuMiu
Ne Inmuto que a *orle Ihe gaardava '
O que somos nesta vida de momelo. '
Nesle mundo meertp e duvidose,
Uede precede ,ll0rie .. ..iitrim.m,,.
Mas n.lo marre, nao acaba xirtaose
Elle passa deste mu lo de lormenl,
A viver la no.Ceo-, a*s.is ditoto '. '
No da l"i to corrente pelas ele hora- da mul,
siiriimbiu no aageafce do Araujn, de prtqTicdjdr m
Sr. leueiile-curuiicl Minoel Locas de Araoje Pi-
nheiro. u Sr. Koberln Peregrino Padilha. at tima
da cruel epidemia, que o ceifou na flor da ida le.
fora do bracos de sua presada familia ; usoradn-
ra na cidade do Keeife : deixando minio* amigo e
i e: ladeira- alleicues. uu corlo espace de doa* m-/e.
que esleve no lugar onde a Hura orla o levou, para
terminal o fatal destino que a ma do fado escre-
veu Nao podeiam valar ao Sr. I'adillij os aaai.
pr.uuptn* suecurrus que Ihe Imam prestadas, nasa
a prsame! de um hbil e pralico cirargalo que a
pressa se mandou vir : e nem mesma os leiisl i.
uma ramilla de quem era digno hiipalL, ecujaa-
mi/.tle ja Ihe era deuda pela gralidlo !
I ae- sao os irrevogaveisdecretos do Kola Saprena
sos quacs, siibmissos ejea devemos curvar, irnptn
ramio a sua divina misericordia.
Na verdade, a morle do So. Pa Lilia i aazaa os
verdadeiro seulimenlo a i.!.-, que iiv-raru ncca-iW
rte u ruminuiiicar. porque as suas mai tfrttcacT*.
o porte de houesliJaOe que Ihe er* So nateral,
prenda as allences de lodus.
Contralado pelo Sr. Manuel Lucas, e p ir inlar-
mac.lo Je um dos ine.lic. acredilados desta isIji'i.
para o api jar ou tratamento de *ua lamilia Sara-
dore* e de mais Iras visiuho e amigos, rujas essfa-
nlio* Ihe tirara mui proxiui.K. preeocliea atnfae-
toriameule quanto de mellior e poda isaaaujL
Se pa-arm.i. aos servico* que preilou, tur
ahi o biimem incausavel all-cia... mesmo na acca-
sio que delle preci-avam. n.l ... .qaellcs a qaeaa o
jukava obnuado. mas uo geral e indisliiu tsaarnl*
lamo ao rim como ao (Mibre : veriam. anda h-
ineiii pobre de foi luna, porem rico dr uma alma Ha-
br c generosa, nao cubicar u ouro e rr, ir-a-lo ot-
mo tl'aquelie* que podiaui e Ihe queran pacas ;
pois dizia c.iii.Uuleioenle que uio quena -or feliz
quaulu a humauidade sofTria. quaudn o nui. cruel
dos Itagelosroin que a Divina Providencia nos lem
punido, ceifava des tpieJadamenle ao-, oosau- iraaas !
Tanta virludc ein l.lo curta vida !
N.lo sao elo.-ios cmerecijo-, appellamos para o
amigos com quem eslava em contacto: pois cuota a
crer que no espira de dju* me/e- de cmliaaalia
balho. pre-iau loe a uma grande parte desta tre-
guezia, e da tic Sanlu Ama que Ihe lira aulla.
apenas i eccbe*se qualorze mil re* qsas Iba manta
rain por intermedio tle oulrrm, e qoe a> a aaail ..
rogos aceiten, para nao pa>*ar jhit ieaSMsMii
elle. Kesla-uos porem a i i..olacKi qoe.
Padilba foi iucaiisavrl em servir. u-
u meuos loram cm reconhercr. Elle
desprezaram nomumeulo do prn; ..t.|u. torrera a
visita-lo quaudo divulgou-sc a sensivel noticia da
sua molestia a cm turno delle proraravanj indo o
mcios possiveis de >alva-lo. Vimos ronn qoe por
encurto, dr*pparererein as permriosa ideas do nm-
lagio Era o inesmo Sr. Manuel Lucas qoea Ihe
Ihe preperave, e mimsirava icmedio, -napre a
pe delle, alagante rnm a um sea praprin Irma-
F-le exemplo I n -Jfu'.to por lodos os mK aoaigm.
prenles e lavra.lorc*. |h>i eram o* me-m .- ooe Mar
punbain os muapi.ino-, laziam-lhe MegMl a lodo
o mais liatamentn que era m^sler. e de qoern a pre-
sad ri.le um viveu ..n-lai,;rmenle cercado, em ?
horas que diirou o cu soifrimculo ; mereceada e-
liecial menea o multo digno Sr. padre FHi Jar
Morcira da l'.o-la que, logu n dia eauaale. ata
* lumia a trela de coadjuvar m Sr. Manad Lora*
OP coiilimiado IraUmeiilo. e dar-lhe aUaaa. mame
s da dcocinea, com prestou os serviros do aea w-
ln*toio. exortou-o na agona, c ac.HBpaahoa hoal
mente a sepultura.
VenUcado o momento fatal qoe ba-lanle saajafajs.
liara causou, na oflerereudu losar aera ereaMo
ulro* recui- .. Mino, anida .. cadver do prvMaale
l'adilba dorcnlemenle envidio, depositada em ama
-ala de oraee-, e-peiar-r um raixao qa* a maa-
dou vir da (resuena para nelle ser cm tu 11 a ca-
pella d cngrulio l'.ova*. n,|e pa-aita para aotr
rana que para ee fnn e mandou rater. loi *e
poi. -epiilla.lo em lugar deeei.le e rtmati aoje -e
Deo* opermillir all -e tai i mu ollicio ."temar- pe-
lo etern repon- de na alma.
>irv.iui estas dciniiti.IrarVie. de limtive a dor que
(xperimeula -ua chara e ronternada lamilla, mu
sem lu'u'ue alera''tu '''," '"""''" '"'" ""!''" 1ue *uberaoa apreciar
BlglM
ber ua ausencia to* medico* deve-*e luihliraiuenta
fa/.er rnnhecer que lal remedio he uma velhacaria
O regulamento he fraco, segundo a historia ale h
je, com lo.1a as Iris para impedir as iiifraccAt>
drsla nrdem, rain mente ein lempos la cnlicns: pur
i.i.l* i. paites i iiae-aiieiiiiil* -e lem .tul. Kl
i.ida oceurrencias pon v. uaaulorisa a acolier-
lar.le* com o visa da honra. ie*peilo da elasae e a
forca moral de v**a repartidla, para que liqoels
que e vo* faca por
tertles abandonado vosso logar, e mnito inen*
tornar fali- de bros aquelles que vos succederam.
Se inelhur peusasseis, Sr. Dr. quino, no pista mor-
tal que iei. .tu. epai.i o tpial irrastasseis vossos
collegas, venc- que ni* eommeller umerime pre-
visto ua logi-lac.io .auilaiia Iraue/a. ta qual ludo
que temu* he ein gei al lirado, 11 ebucbel na Illa obra
tle jurisprudencia medica, tratan.I dus casos em que
0 medico he n n.lo ohrm.ulo a pre*lar-se, diz : \l.t
misiles obrigalorias as quaes o* mdicos se n.lo po-
dem eximir senlo com urna impossibilidade sbso-
Inta, taes slu os cesas de peste, e tu.las as vezes em
que lia aconleciinentos calamitosos uu urgentes i e
n.lovstarciuiis n. em circumstaueias ralamitosas, e
e-taha a commissao eni.i impossibililada de prestar
seus serviros ? O me-m aulnr mi pag. Tlti dizque
ludo aquelle medie eiiearregada pelo governo de
coneorrar pira a execoclo das .lisposicoes prescriplas
para servie -ailan recusar ou ilesprezar exercer
estas tunee'-, -ca punida com nmi inlerdtcc.lode
1 a ."i anu-. Oiin ungiiiuii se e-te vnlc.lu, doiitlc
proeedeu esla tiMlra de seta caberas que tanto vos
atornienluu .' Di commisslo de bygii ne publica, re*-
pnn.ler todos. Convinha. Sr. cotlega, ex|iondt> ao
publica uma oceurrencia era que havieis toma.lo
parle, expo-ll cm loill a fr inqueza, na exagera-la
e de tal moda que mais parense uma liccu tlu
e permit! que mu.. Ic-lemiitiha com-
lia n que a re*peito sei, por ter visto
O cholera dcuirava ]os habilantes tle Sanio Aotao
ocano, sera lilulos mais que o de medico, pos*a ler
a presuropeo de :auhar por meu* diuuuiilo* ser-
vicos preslado.s a patria nesla cnse gloria e huiros
que vus causera invejl ; mas e.lcii cerln que, se
n raen prucedimentu. segundo o vss pensar, aines-
quinhnii a iniiiha posirio na rlasse a'que peileuco.
e pela qual teiihn ludo merecido de meus concida-
dos, crei tambera firmemente que esta mes.ua
classe Hilo enroara tle lurs a cabeca daquelles quo
ab tu binarain o seu posto, di/eudo*se soberanamen-
te ressenlidos da infraeco qne couuneltpra u pipi
Manuel de um regubimeut.i anda lila -......nonada
pp|;i praliea, r opinio publica : um lal piocedi
ment ja loi claasalicadu pal um iliioilu e"..-iuo
illegilimo, tpu* consllloira' aquelle que o liver in-
grata a" patria.
Agura que i publico abe como procede, e pur
que proced asssiin, lomando a direreioda eummis-
s interina, depois de le uvido o Exm. pre*iileu-
leda provincia e ao Dr. Pereira d Carmo, a quem
disse, que se por acaso lizesse paite da cunnt*-u,
dcixaria departe tudoquanlo l- que-lu pe**nal
movida pelu am.ir proprio, e in-i*lin.i ruin luda a
forra uu que fosso nina queslio de honra da classe,
que sena para mim de vida nu tle unirle.
Devo declarar que aceiiei esselugai cun a condi-
(ilo tle larga-lo logo que os meus collegas dessem pu-
le de pitimplu para n servico. i.u einquaulodurme a
epidemia, un emquanto a actual administradlo jul-
cussa que meusscrvlcos eram necessarios nesla iir.
vinca, e positivamenteeslabeleci que cm a. condi
cues setuaes marradas na le eu n quera ter moni-
bro .la ranimiasio; e comoessasceodcaes francamen-
lepostal c francamente aceita- quem"se nao admira-
ra tle que em Pernambucu houvessem roedieoa que
uan aceilassem esse lugar da commissao de hvene
publica? Oiieni ser esse Judas de n\.i especie I
(nem sera esse que nao aparando muitu a clese anle o exerciri da medicina, pcrmillido ao
piel Manoel? quera ? quem? Ha cai.ipui.a- que
servem bent a quem as lalh.i, ese rom esse meu pro-
cedimento se deshonra a classe medica, eu nio quero
honra-la cora o procedimenla da rominissio ellec-
liv a.
Bom he que V. .s. conheca a don* do* membros
que fazem parte da commisslo inlerina, uin dus
quaes sou eu, que j servirn! dehaix de sua di-
recelo, mas, dtga-o lego, em um poni 1,1o elva-
lo querem. lecer eludios a eir. que nata sui-
hzeiaui do que cimprii um dever que a gratula
exiuia. quizemo* -im provar de nma mantera olem
ne. que era real o meiit .1 tinado e a -ealid..
Haberlo Peregrino Padilha.
Seja elle um .! herdeno-do p.paro cHr-ie.
A Ierra Ihe seja leve.
/'ur ii.ii amiyo.
l/eguezia de Nn.sa Senhara da l.or ii de mano
de IK'aS.
M.urf.le*. iiul.i.lo >iiadaa lena
Roabou le I t mar a pe-le le../
I a,i redo vtia*! a sel d l.|.". ;.,i '
Mas deixais cierna tttisMo rnlren.^.
Morre.lt.'.'...... iiljeaa,,. m ana querida '
Deiva-le* ., |.|o bal ha I, em pranl :
xjual! nao! nao morrealt-qu V.-nii titiriti aaamorrt!!|
>un vai junio a De-, viver nlre <- miiK"-.
He dore o cn*l \' cmiud a !riubrao<.a.
One tem* de vs. d Clenipulina;
Em nos vivir ate que morramo*.
Porque he co'.i mo.le que luda e lina
/'. I. C. I.
i "
M tl'l't aVmoaurravrro d., m.,r.m,t 4 /.
d' /iu/ne .le \..sj ajajafSJ 4' '*'!
mmfe rUmd* d.. Me ift 4' -' asar/,
uifeu mtia ntnte eVJI demarra I""*.
/.
2 =
.S>.r.c. 1 i. i w = a c 0 j! ii o ___e-V
Iloinriiv Mti1lu*rpN 1 ? M I
lol.ll. O
'"'rr' -r .'. ferm -
I nfilin BOCCQITiIw 1*111 ii;t. Col-aj-. i 111 ,1 ti -'
|'.u;< tle it'inti,i|uu> rlmli*nr.i rnm trreil.i e R
meiilo". It. HiMro. aedicv e crvkf.
ILEGIVEL


f
MAPPA demostrativo do hospital de Noss Sentara do Liv amento da c-
dade do Recife, de 9 aomeio din a 29 de marco de 1856.
MEDICA-MENTA DOS NO Sexos. Entraran!. Sahiram curados. Fallecern). Soccorri-dos com '1 n i saluda 21 o : o o 5 a c 107 o 3 o a* si u. 1 CU a o a ti i
HOSPITAL Ilomens. .Vi fe SO
Molhrres -7~ 11 la 11 II r

loli 1..... :ll :r> IT
ase1
horas /2ta2tTi?12^^ ,,,re,S lw**r*M. cinco hora. O^spois. l,ci,.co
M),l,llMimh A^S!ir,.^taPi,ll,de',oi, '"llora, dcpui., I, dez hora.
horas .leituis, t viule e seisl,n ,d. .U V P v,ulc e ,l"',s horM *f. ule c Ir,
'lepois, .q.renlaefololo di i .* novc ^ ** 6Ml huras e me,,
da entrada Trio. .,.* e feuoCl re a,?drf "*e """S ** ul,e"U "!*
depois de tornar ao seo perfeilo jouo retiroi", d d einl.nauo.ei.uin individuo que
cu,,. jssvs: ^ S"uaSSt3CSK 22 ,,os,,,e< "r,nuir"djas--p i|ue, *i-
e eslorvava, a lomad, dos aaonlamento. orc os "TWaSS PeSSl"'S'"'* xmUyam ''"P"'
um tra*ssseire. AoSr. Ruliuo Jo,. r,.rr l vi A. en"lerteo '"meceu-se orna cama, dous ten.,.es c
paracompr.ro, f^^^^^^^l^^.^^^^Mr^,an^ de ""l c "S-
go. Ao Sr. Dr. Joaquim Elvirrde MorTs Mrva.rT SOrCrr *" ,".,,e"f" Vala, car-
corro do. cholericos necesitados do seuconheclmei.o A^TLE ,,,eJ ."". I" I-*. P* *>
gou-se B cobertores de algodAo B rova.1.. H s Antonio Joso Lomes do l.orreio entre-
ricos pobres da rreguezia*SolPoco da P etl, S '2" e"';'"!, ",e','.Mn"1n"P" ** ehole-
os medicameutos que pedio oar. Vj. a i ," Jo',1l"m Ivaueiseo Estove* Clemente, forncceu-se
A base do Irlame,m,,..!?" du ch'er'<"essitados da fregueziaptarVarzea.
lo^-^?ptod?S2if?CS? 2^?^ f0i i -0P..cam,hra. ipeca, i.anlia e ca-
leruameule iX SS^llkZ HT^'Vt'T ''"'S^os produ/.iram resollados h.oone.ros : el
N. B. A choier c, V ^ '^ P P|"l'cando-se vesicatorios sobre estomago.
MUa'wt^^lr.^T7S^}r'^?mg,0'f!'ia'tU^* de 01..... encontrada aban- "'""s de molhados: qocm for seo dono con
um anue. que* S^'ZanT!$&** M ^ P'- ."os.os.com g X&tU!ttBL Kibeio
fr. M (Potnmctcio.
Hr. Aitii/uim Antonio Alte lliheiro.
Dr. PouUonio de Mello Arrioli.
l>r. lorio Pedro Maduro da Patueca.
'>idUtK>
ao par
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 d. por I5.
Paris, 3W rs. por f,
Ljsboa, 92por 1U0.
Rio de Jaueiro, ao par.
Actes do Banco. 35 0|0 de premio.
Acunas da compaubia de Bebenbe.
Acedes da compaubia l'ernambucana
Llilidade Public. 30 purcenlo da premio.'
Indemnisadora.sem veudas.
Iiiscouto de lellras, de \> a 13 por O n
., META ES.
Moedaa de BsilK velhas
BaiOO uovas .
x 45000. .
Prala.Pataces brasileiros. .
Pesos columnarios. ,
mexicanos. ,
carne de charque, .'com ganen europeo e I com
uacalhao.
Sabina: :t em lastro, :. com assucar e : de cabo-
lagfm.
2St>^hnciio ^0 porto.
ALFANDKUA.
Keudimento do da I a its. .
Mam jdo da 9. ...
'y'aiios entrados no dia 29.
Parahibalidias, escuna brnileira fZeJeaa, de 131
toneladas, capilo Adelina Alpido de Pinho, egui-
8a 28BS00 P^SemS.carga algodo e mala eros; a Isaac.
IBaOtIO u'r' Compaubia. Velo receber ordens c .e-
lBgOOO """' 'l'lra "'" "e '""ciro.
OaOOO Ki '"c Janeiroli dias, barca iii2le/,, Marianne,
2900' dc'"'" toneladas, capilao Tiloma/. Moll'el. equipa-
2S0OO 1*em '.* "'" laslr" a Ji"'1^ yder & Coaapaoliia.
1>*Wit) ,ueraIN '"-'s. patacho brasileiro lihalia, de 17".
I loneladas, equipasen) II, caraa larinha dc inau-
dioca e eijao ; a >'ovaes & Companhia.
Baha!l dia,, 1.1.t-- brasileiro Ameliau, de (i lo-
170:H|(iJ.iy|
I-I:9l7all2j
le4:7:B#503
I J --------- ----- "Mi, wnr.i.t tita '.| |,|-
neladas, equipasem 9,^rKa charutos, fumo e ca-
le ; a Antonio l.uu dc Oliveira Azavedo.
Biicnos-Ajres.11 das, barca france/.a Uniaou, de
Jlt) toneladas, equipasen) 10, em lastro; .1 N. ().
Bicber S l.oinpaiilua.
Rio de Janeiro12 dias, briue brasileiro Eliza,
de ISI loneladas, capilao Belmiro Baplisla Na Sil-
va, eqnipagean 11, carsa vaailhaine e lastro ; a
JoscJ. Das Kernandes. Paasageiro, Jos \lve.
Sania Calbarina1 dias, patacho brasileiro ..Espe-
ranca, de 10.1 toneladas, capilao Jlo Pinto de
Campos, equipasen! 10, carsa farinha de mandio-
ca ; a Antonio Laia de (llivcira Azcvedo.
K10 (irande Jo SulOdias, brisue brasileiro uBom
Jcsiisn, de 127 loneladas, eapilio Josc r'erreira
Pinto, equipasem II, carga carnesecra ; a Eduar-
do lerreira Bailar, l'assaseiros, Joso Cesar Hu-
rlan, hrancisco Antonio l'ereira l.emos, l'ilippe
Cuslodio de Paria*.
Sacio sahido no rnrsmo da.
BabiaBrisue mslez ..Eliza, capilao James Lucas,
carga a mesma que trouxe de Terra Nova. Su,-
pemleu do lameirilo. ,
yaBtot entrados no da .10.
K10 de Janeiro l dias, brigue br;.sileiro Saaila-
rio, de 266 toneladas, capilao Manoel Josc Ki-
beiro. eqopasem 15, carsa farinha de mandioca ;
a Manoel Irancisco da Silva Carrico. Passaseiro!
Jos 1 r: .1 -.
Sanios ti dias, brisue francez Culberl, de l:i
oneladas. capilao I. Demay, equipasen) 10, em
2 Tardos pannos, 1 embrullio amostras al K0| '' ?" '' .' 2- .l,'e,li", Co!"""-
lar & C. amoairas a J. kel- Rio (.rauda do Sul-iS das, barca brasilcira ..Santa
3 canas papel ; a Isaac, Curio A C \i i'.'1 ^U^'e^ ,de *X ""'C'das, capilao
d9 ditas peZs de inarn^ ;'a Prender a Bran-! ^L^^^llonlt^^. ^
"ss.srf7-ti%, dd S&L^^^WJ
ssnaRt Saraoslra9 dB ,,u"" Ji.'.fr a ?* 55*- "*""
41 barri. pregos de ferro, il caix.s papel far ir. LU"!>el,,d'" WWM !> carga 2.W2 bar-
do, couros de vacca, It dii'o, p".el?a ordem hta ''""* (:ra'"reC ,VCu,npa-
Oncarreeam no dia 31 de marro.
Ntea francezaCoiie Itogermercadorias.
Bnsue nalga Ckorlet ltogicri>\tm.
Barca ingiezaSerthettonliacalbo.
Brigoe bamburguezri/iaferro.
Patacho porlusoetCouManciaceblas e btalas
IMPORTA5AO.
Brisue nacional Damio, viudo do Rio de Janeiro
consisuado a Jos Joaqun. Das l-ernandes, man.l
festn o seguiote :
RosT Ca'"S' CarUS de fS0 da ('hiua a Jos M- da
150 saccas caf ; a Firmino J0.0 Rodrigues
/. ditas dito ; a Couvria 4 Leile.
2 ca les chapos ; a Cbrialiani A Irntloa.
1Iraea barrica erve-male ; a A. Agoslinho E. de
50 barricas farinha de trigo, 23 Larris e .".0 meaos
ditos manteiga, 2 cana pecas de nscado, 20 ditas
-ni a'.' f",i1uelr*i genebra, 30 saccas pimenta,
itl ditas rarinha delhandioca, 71I ditas cale. > H.I
caixas sabao ; a ordem.
Brigue belga Charles llogier, vindo de \nvers
consignado a Holhe Bidnulac, maoileslou o se-
l5"B"*br'le,C.2di,a, Va"Un,aS C CanVeU!S; a
------" ----- I"---------o ;,.<--*.-((*, IIUiM (IO I\lO H
Janeiro, ccosiguada a T. de A. f. \ F., manifeslou
o seguiute :
25 barricas farinha dc Iriso, i caixcs com 20,000
charutos, 12 aucorelas com 2 arrobas e 10 libras de
ferro ; ao capilao Paulo Amonio da Rocha.
ai.NSUI.AHO laBKAL.
Rendimentododia 1 a 28 :i8'VJ0si'''i
dem do dia 29....... hl98615
:i!l:2t950i()
IVBH5AS PROVINCIAS.
Hendimeulo do dia 1 a 28 .
dem do dia 29.....
3:231*634
BI2J82I
3:8ici5-.
DESPACHOS DE EXPOR1ACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
29 DE MARCO DE IS-Mi.
PortoBarca feVtugue/.a ..Leal, Jlo dos Santos
Nuue Lima, 45 sacca, alsodao.
PortoBarta porlogoeza ..Duarle IV, Jos da Sil-
va Loyo, 300 barricas assucar branco e 100 ditas
dito mascavado,
Lisboal'alacho poitoguer. Rpido, T. de Aquino
Fonseca Si lilho, quarlolas, 16 barril de I.", 19
diloa de 5. com mel.
LisboaBarca porlugueza Maria Jos, Anlouio
Joaquim Pastos, 45 espanadores.
Buenos-Ayres por MontevideoPolaca despalillla
...Mensageira, V'luva Amorim c\ Filho. 200 sac-
eos assucar branco e 100 d.los dito mascavado.
Exportacao'.
Rio Grande do Sol, brigue brasileiro l.eao, da
217 toneladas, condu/iu o seguiule : 350 vnliimes
com 2,853 arrobas e 26 libras dc assucar, 9 ditos
plantas, 231 ditos ferragens, 58 ditos fazend.--. 80
loneladas carvao.
New-Vork, brigue escuua ..W. II. Slwarl, de 23B
touelada, coudnzio o seguinte : 3.000 accos com
15,000 arrobas de assacar.
(iibrallar, barca hamburgueza Sophia G-corgelli,
da 320 toueladas, conduzio o seguinte : 3,958 sac-
eos com 19,790 arrobas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudiineuto do dia 1 a 28 .
dem do dia 29......
a 101 ,------- r-..ca ,.. iui no runo,
de 183 loneladas, capiUo Antonio Ignacio de Oli-
vcira, cquipagem 22. caiga arcos e maja gneros:
a Manoel Joaquim Ramos e Silva Paasaseiros
Antonio Emilio de Avellar, Joio Joso da Silva,
Casimiro Joso da Sil.va.'Belmiro Augoato Montei-
aj ro Salgado, Domingos Joaquim Linhas. Joaquim
Caelano da Silva, Antonio Caetauoda Silva, Jos
Lopes Corral,Jote deOliveira Maia, Manoel Ma-
ra A. Soulo. Josc Dias Marques. Manoel Fran-
cisco Manteiro Torre., Vicente Jos da Silva la-
vares, Manoel A. lavares, Manoel Lopes da Sil
va, Mauoel M. de Azevedo, Manoel da Cos
Campos, I). Mana Adelaide Ferreira. Antonio
Goucalves da Silva, Manoel Ferreira, Misuel Fe-
reira, Agosliiiho Ferreira, D. Maria dos Prazercs,
Mana da Silva Ramos, Joaqoim Paulino Barbosa
Antonio Ferreira Leal, Joaquim Lopes Moreira
Bcnlo Jos Pereira de Macedo, Manuel da Rocha
de Jess c Antonio Pereira.
Montevideo 18 dias, b^rca americana S. Au-
drev.so, de 288 toneladas, capillo II. B. Horhap
equipagem I i, carga ossos ; ao rneamo capilao.'
teio refrescar e segu para l.ondoii.
libas Sandwich103 dias, barca americana Edo-
ard, dc 275 loneladas. capillo A. Smith, equipa-
gein 22, carga azeite de paite ; ao capilao. Veio
refrescar segu para Ncw-lledrord.
Parahiba3 dias, hiale brasileiro ..Caiues, de 36
toneladas, capilao Sabino Luiz Anlouio, equipa-
sen) i, carga loros de .angue ; ao capilao.
Socios taidos no ment da.
Provincial, pelas 10 horas do dilo dia ; versando o
dito exante nao so sobre as material do ensillo res-
pectivo, se nao lambem sobre o svslema pralicu, c
methodu de eusino. nos termos do "arl. 19 da lei pro-
vincial 11. 309 de l datnaio do auno que espirou.
E para constar se mand.ui publicar o prsenle. Se-
cretaria da direcloria serat 27 de marro dc I8M___O
aeereUrlo, Francisco Pereira Freir. "
leudse feto constar em dala de 13 da feverciro
do anuo prximamente lindo, em um annnneic pu-
blicado no Diarlo de Pernambueo, que effeetnada
ja a matricula .los carpiileiro, e Calafates ordenada
cm aviso .la reparlicao da marilllia de IB de Janeiro
do dito auno,e lodosos respectivos tstaleiroa, nao po-
diaino, meatret admiltiralgum operario sem licenea
desla capitana por escriplo, e iiein emprear os que
nao estivesscui matriculados, ludo de conformldade
con a letra do artigo 05, capitulo 2"'" do regulameo-
la n. M7 de 9 de mino de 1846 : manda .. Ulan. Sr.
capitn do porto fazer publico nevamenle laesdi-posi-
..oesalini,do, ditos meslie.naoallegareiii falla de lem
ranea deltas .piando pela Irantcretaao leuliain de ser-
puiiidos, o que se l'ara risorusamculc.
E como os operario) deases ollicios, pelo laclo de
empregado na vida do mar, estao isculos da suarda
nacional, e dos ma'u oous civis, sugciios, porem, ao
servicn naval da iiiarinha de suena, todas as vezes
que for necessario e'aegondo Suas circorestanciat,
artigo(8 do citado resulaniento; manda mais o lllm.
Sr. eapilao do porlo faier-lhea i,lo constar, para
que nao prelexteni ignorancia se por ventura que-
rendo esquivar-te do mesmo tervico d blo lugar a
proeedar-aa contra eiles energicamenla.
Capilaua do perto de Pernambueo, 29 de marco
de 1856.O secretario, .lUxanirc Rodrigue dos
Jnjos.
Pela sulidelegacia da fresuezia da Boa-Vista
foi apprehendido por ser encontrado sem dono, um
cavallo de en prela, rom ca.Mi.is, coi.lcn.lo diversos
gneros de molhadoa : qocm for sen dono compare-
Boa-Visla
OHHIO OE PEaUBJCI SEGUNDO Ft|R| 31 DE MARCO t 1816
- -a >atj)aaa uu 11 i i i L 111 UCAIU (fTIlKI
roram apprchendidos, e se acliam no deposito geral,
o prelo M.uinel e a parda Josepha aquclle que di/,
ser escr.vo de l'edro Francisco Pereira, e esta de
.lelo Barbosa de (ioes, ambos .Doradores na povon-
cao da_Natoba, provincti :ia Parahiba qoaaaMfravoa furtados all por Joaquim Jo,c c Joa-
qoim AiVinio da Silveira, que por isso se acliam re-
colhidos e\iresos na casa de delenrao para seren
delegado, Francisco Bernardo de Carvaiho.
Wxto* matimoz.
Para o ro dc
Janeiro
salte cora brevidade por tec a maior par-
te da carga prompt, o bem conhecido
brigue nacional FIRMA : pata o resto
da mesma, passageiros e escravos a frete,
para rpte tem excelleiites commodos, Ita-
ta-secom os consignalai ios NovaesA C., na
ruado Trapiche n: ."i, primeiro andar,
on com o capilao na piara.
PORTO.
Seguir para acidada du Porlo 1,1o breve quan-
lo seja possivel a veleira barca portuguesa Duorte
//, ro rada e ciicavilhada de cobre ; tem alguna
carga prompta e recebe a queapparecer a frele : tra-
ta-se com tallar & Oliveira, no scu escriplorio da
ra da Cadeia do Recife n. 12.
Para o Kio de
Janeiro
segu na prsenle semana a veleira escu-
na LINDA : parao resto da carga, passa-
geiros e escravos a frete, trata-ce na ra
to Vigario n. .">, ou cotn o capilao na
praea do Commercio.
I>ara o Kio sabe imprcterivclinenle ale o lim da correnle .emana
o veleiro c bem conhecido patacho brasileiro Alhe-
nas ; para o resto de seu rarregamenlo e escravos,
Irata-.e com o sen consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, ruada Cruz n. 1, ou com ocapi-
' a bordo.
ur.u h Baha
a veleiro a bem conhecido paulbate brasileiro Dous
Amigos, o qual ja lem duu, tercos dc seu cauega-
inei.io proinplu : Irata-se cun o scu consignatario
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Crol n.
I, ou com o capilao a bordo.
Para o Rio de Jaueiro sabe com loda a bievi-
dade, por ler parle da carga prompta, o patacho I lor
4a Baha, capilao Damin da Coala Rosa : qoetn
quizer carregar o resto, cnlcnda-se com o consigna.
tario Mauoel Alvcs Guerra, na ra du l'rapiche
n. 14.

Liverpool porMaeeiO-Barea iogleaa ..Laura ca- "la-cconi sen consigm
piblo W.lliam S.nilh. em lastro. Iheus ra da Cruz n. ..t.
-A escuna LINDA precisa contratar
inarinlii'iros brasileiros, para a viaj'ctn
" rpte ora vai ia/.er ao Kio de Janeiro.
Heal coittpanhta de paque-
tes ni>lc'/es i vapor.
No lim des-
te mez espera-
so da Europa
um nos vapo-
res desla com-
panhia, o qual
ilepoi. da de-
mora do coslu-
me seguir pa-
ra o sul : para
tassagriros etc.. trata-se com os agentes Adamsou
lowie C, na ra do Trapiche-Novo n. 12.
l'ara a Babia segu em poucoa dias, por ja le
a maior parle da carca proinpla, a veleira e bem ro-
uhecida garopcira I.icraro ; para o resto da carga
'rata-sccom seu consignatario Domingos Alves Ma-
ptao William Smith, em laslr...
Marselha-Barca Iranccza ..Barochois, capilo Si- ".- V f J ''"' ','"', .M.i,ran,,ao;, f""
nope. carsa assucar "l"'"^ ganlim brasileiro Despique de lleirn. rapilo Ma-
New-VorkBrigue escuna americano ,<\V. II. SI- "^ i}"'\"e>i}"""a'.'0,n'Ut Cl";avi"ia.d" ?eo-
arl, capilao Ceorse A. Scabs, carga assucar.
. -..,---------- ----------.. ... ..,.,-, tal;a .I--IH
Rio brande do SulBrigue brasileiro ..l.eao.., capi-
lao Joaquim Anlouio de Farias e Silva, carga car-
v.io de pedra e fazeudas. Passageiro, Armol Ja-
nes Padre.
_a-
<^t>itaei3-
O lllm.'nr. inapactorda thesouraria dc Duenda* .
>9:88?)271 f'"er publico, para couhecimeiito dos inters-
1:13l&538,,ado. as disposicoes abaixo Iranscriplas. afim de \
----------------que .enliam a mais completa evecucao. Secretaria
31:020.^11
da thesouraria de fazeuda de PernamlniroVn V'l d
marco de I806. O ollicial maior, /,,<.o .Vaciar
.sobrea de Mello.
Copia. Circular n. 2. O mar.juez de Paran,
i presidente do tribunal do Iheseoro nacional, recom-
I meniia aos inspectores das Ihcsourari.is da fa/eu.la,
PRACA DO RECIFE 29 DE MARCO DE 1836,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios---------- Nao
aa
preco regulou de giOO a .5S600 da dos bens de r.iz, cijo valor cvreder de 200-, seja
por arroba da primen a sorle. celebrada pur escriplura publica, s.Mi pena dc nulli-
dade; ordenaiido outro sim ao, chele) das eslaroes
arrecadadoras da renda nos diversos termos tora da*
por arroba da primeira sorle.
Assucar- A eulrada desceu a 8,836 saceos.
Fizeram-se pequeas vendas, que
regularam: branes de 25850 a ij,
mascavado esrolbido do 29550 a
23600, e regular de 25200 a 28300
por arroba. Os preco, foram mais
firmes, e se as noticias que seespe-
ram da Europa pelo paquete ues-
tes dous dias nao furem dcsanima-
doras, lalvez sofra alguma alia,
valo o deposito nao ser grande.
*--denle------Vendeu-se de 8li a 90g pur pipa de
21 graos, e nio houve venda do
espirito.
Baca Ib., o O -arresamenlo da 3,000 barricas
o. |u/io o brigue Seltiilnn,
capitaes das provincias, que o uiesuio facam nos seos
respectivos districlus, por meio de edilae's publicados
nos peridicos onde os bouver, e allUados nos lusa-
res mais pblicos. Tbesooro nacional em 22 de Ja-
neiro de IS.">B. Margue: de Paran.Uniforme
JoscSeveriuo da Rocha. Arl. II da lei ll. 8II ,|e
15 de setembro de 1855, a que se refere a circular
inpra.
A compra e venda dos bens de raiz, cujo valor
eveeder de 2tHls, ser feila por escriplura publica,
sb pena de nullidade .
Esta conforme Emilio Xarier Snhretra de Mello.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
V'l ,f"Lcu,nIiriln 3 de abril
,u.... .....,_.,-...,.,.,.,.....,,...,,,,,.....icmu o,i resoiucao .la jiinla iln
ido acerca de 10/501) por i zenda manda fazer publico, qu no da 3 de I
. sezuiudu para a Babia o' prximo vindooru vai eramente' praea para ser
- que tocou no oosso porlo, arrematada a quem por menos lizer. a obra do em-
pois nao acholi comprador. Rea- | pedrameulo do 15. lauco da Irada de l'ao-d' Mho
I bou-se de 103 a 13s por barrica, | avallada em i: 1031000 n.
ficandoemdeposilo 4,000 barricas.
Carne ecca- Vendeu se de in.500 a 5-jiOO por
arroba da do Rio da Prala e ha em
. .
aer 8,000 arrobas desla. Chegou
i boje um navio do Rio (Irande do
< Sul, o qual ainda nao abri preco.
arinh de trigo- O consumo foi bom, mas os precos
mo solfreram altera;3o. Vendeu-
so de Ni 278 da de Philadelphia
' e *'ew-York, a35 a de (enova e
Richmond, a ?5| a de SSSF. Te-
mos boje em ser 2,300 barricas de
Philadelplua, BOOde Cennva. 800
de Richmond, 1,200 de New-Vork
e 400 marea SSSF. Continua a
/ procura de bolacha, o que n.io da
lugar a demnrar-sea que os padei-
ros vao fazendo.
De-coi o i., ni 11 ii na de 10 a 12 por renlo ao
ono.
x A di mull ". do cholera nesla cidade e na mainria
da pr. ocia lem animado os espiril < e dado mais
en i*- -a ao commercio ; todava ns males causados
Pt pemia ciigem lempo para curar-se.
im no nosso porto: I vapor francez, 1 na-
h azeite de peite, um com pelles, I com ba-
C oulro com madeiras.
aiu : lt em lastro, 10 de cabotagem, I com
allivar o presente c-
E para ron-lar se mandn
publicar pelu Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo 2B de marco de 1856. O secretario, A. F.
d' Annunciarao.
O lllm. Sr. inspector da Ibesuuraria provin-
cial em cuinprimenlo da resolucao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que nn dia 3 de abril
dr,menlo do 17. o 18.lauco da estrada de Pao d'\
Iho. avaliada: em 13:156)000 rs.
publicar pelu Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de I',mam
buco 96 de marco de 1850. o secrclario A. F.
d' Annunciarao.
0ecacac5e3.
Directora geral da instruceo publica da
provincia.
bre, de primeira marcha, segu com a maior brevi-
dado possivel, por ja ler parle da carsa prompta ;
para o resto e passageiros, Irata-se no cscr.plorio do
Sr. Manoel Joaquim Ramos e Silva, ou rom o capi-
lao na praea.
ttiXoii
O agente Borja fara leil.lo em seu armazem na
roa de Coilegio n. 15, de una ciccllenle niobilia de
Jacaranda de goslo modernsimo c diversos ulenci-
lios de c-sa, ele. etc., de una pessoa que relira-se
da provincia, aim como de uulrus nimios objeclos
existentes nn armazem, como bem um srande e com-
pleto sortimenlo, de obras dc mareineria novas e
usadas, vanas obras de ouro e prala, relogos para
algibeira, v isus c enfciles de porccllana para sala,
ptimo* appai cilio, de porcellana para sobre mesa,
ricos marmnres para censlo c mesa de meio de sala,
de diHercnles goslos os mais modernos possiveis, di-
versas qiniiqiiiili.il i.i, francezas, ele, as quacs se -
charla patentes nn referido armazem no dia do lei-
lao, quarla-feira 2 de abril du crrenle anuo as II
horas da moohaa.
O agente Oliveira fara leilao, por despacho do
r:m. Sr. Dr. juiz especial do commercio, Clarado
em requerimeulo do, curedores liscaes da massa fal-
lida de Joaquim Joa de Parias Machado, da .ere.
2i5 saccas cum railbo lules a voi.ta.le do, licitantes
ou dos pretndeme- que cum anticiparan poder..
examinar osen estado, no armazem do Cunha : se-
gunda-fcira, 31 do correnle, au meio dia em puni,
no indicado armazem, defroule
Pedro Ijoncalves.
da Igreja de S. Fr.
Nascimento 4 Lcinos faro leilao. por inter-
veocao do agente Robarla, e por canta e risco de
quem perlencer, de. erra de 70 pipas valias, no es-
lado em que se acbam, no armazem junto ao trapi-
chedo Cunta, no Perla do Mallos: seg.inda-leira,
.11 do crrante, ai II horas da mandila.
Lasserre cV lissel Freres faro leilao, por in-
tervencao.lo agente Oliveira, de cerca VI harria de
manteiga ranceza. e 2IHI barricas de bacalhao, que
araham dc desembarcar de bordo do navio Cont
lluger : lerca-feira, I.- de abril, as lo horas da ma-
nida, no .ma,,., ,| Sr_ Xnan Jacnine, defronte
da arcada da alfandega.
Wt)i$o$ 'S)it)cri5ij5.
proiiini. vioduuro vai'ovaineire a'ura'a' naVa' 'fl!?mm^i"ortr* eommlaijlea de beaefl-
a'rremalada quem por menos liz r a br do emir Sil 'Z"'"""- Cf,,,"K "" qUa"|U"r ........'
dramenlo do 17. o 18. lauco da eslrada de Pao V. < .Tt.?V'*',a'l"Km ',ra""r u,ni1 '"dadeira
i- obra de misericordia, que muito agradavel sera aos
olhos de Dos, bajain de dirigir-se a ra Imperial,
Epara couslar se mauduu afflUf n msenle a ". .'".....'T de dirisr-,e a ra Imperial,
ihlicar pelu Ihort. Pe56"lC fd-n'e do caes en. frente da casa do Sr. (usina,,,
lado esquerdo, quarta casinha. Abi enconteario sin
cima da cama una pobrissima, mas honrada, viuva
- de um empresad.. publico, atacada da epidemia, .le
noma Isabel, mala condecida por llelliuba, um Hlbn
de 12 anuos quasi aleijado, dc nome tiualbcrto, P
nina blha que parece ler li anuos, doOXORa c de
urna conduela exemplar.que (rahalha conslantenien-
le da c onitc em coser, ensaboar e ensommar para
sustentar os dous .lenles. Mas o producto desse
Irabalho improbo he asss mesqiiinbo para occorrer
as mais urgentes precisoes deau miieravel familia,
o a qual personifica os verdadeiros pobres du Evange-
is Iho. or .inania nr.n he n miztli or.i.a.. ..-.........
Pela respectiva secretaria se faz publico, que u
ne dos cuucurrentei inscriptos as cadeiras vacas Iho. por quanlo nao he a miseria srdida provemen-
" le da preguica, deleito ou devassidao, que ah se v,
ja aiinuiiciadas lera principio no dia lerca-feira, 1.a le da preguica, deleito ou devassidao, que abi se v
de abril viudouro, ua sala dos exames do Gvoiaasio mas a pobreza extrema, que apesar do Irabalho as-
jnduo de orna menina, mo pcrmille nesla qua.lra
calamitosa supprir as maiores uecessidades. lina
asmla, pelo imoi de Oeos, para esla familia infeliz !
Atteneao.
Aluga-se por prerrj tnuio commodo o
segundo andar do sobrado (|( n,;, do
Amorim n. i), com commodos para fa-
milia : li'ata-sc na ra Helia n. ").
Francisco Antonio de Oliveira, Ihrsourciru das
loteriai da provincia,manda liaoaeVever para conbe-
cimento du publico o decreto n. 1727 de 20 de feve-
reuo para cuja evecuraa ata acbam pedidas as
convenientes orden, pelo lllm. Sr. Dr. cnefeda po-
lica, e pelu dito decreto se v, que em nada Irana-
lorna o audameiilo das lulerias desla provincia, .le-
ven, lose nella- observar o regulamento provin-
cial, pudendo o. poasoidoraa de Mlhele de loleria.
subdividreiii-os|uas htacefiea concedida, por lei ob
servandu, poiem, o danoslo no arijo,, j... ju ^Up-
plemeuio adilivo ao regulamento provincial das lo-
teras.
Decreto n. 1727 de 20 de feverciro de 1856.
i Providencia sobre a divisan de bilheles de lo-
teras.
i lle por bem,de couformidade com a mnha im-
uicdala resolucao de 7 du correle mez, lomada
sobre parecer da aecrao dos negecius do iinperiu du
conselhu de eslado. determinar o sesuinle.
Arl. I." Da dala deste decreto cm diante he pro.
Libido ao, pussuidoies de bilheles de loteras a sub-
divisilo delles em quaesquer fracr;0es.
o Arl. 2-" Somcnle aos llicsooreiros das loteras
eraes c provinciaei he permllida a emissao de bi-
s Hieles e Iracces de bilheles de loleria, na confor-
mi.lade do. respectivos planos, e das ordens do go-
verno, ua cirte, e dos presidentes as provincial.
.i Arl. 3." A venda dos bilhates. uu sejam inlei-
res, ou em fraccoes, que nao teobam sido emdi-
dos pelo, lliesoureiroa das Mirlas legalmente conce-
didas, sera punida rom as penal da 2." parle du arl.
35 .lo decrcln n. 357 de 27 de abril de 1844, quan.l.i
nao -c joloiie crunc de esielioualo, avista dadla-
posicSo do n. do arl. 264 do cod. criminal.
Arl. Na corle o. ]nll,o:n! ioiena -., pode-
rao ser vendidos nos escriplorios dos lliesoureiros.ou
na, casas por elle- determinadas, sob sua immedial
respoiisabilidade, licando applicavcis aos infractores
desta dispnsic.lo as penas do arltgo anlecedente.
Arl. 5." Ficam revocadas i iaesquer diapoairOei
em conlrario. Luis Pedre do Cotilo Ferraz,
do meu conselho, ministro e st jlaro d'eatado dos
negocios do imperio, assim o tei a entendido c fa-
ca ejecutar.
Palacio do Rio de Janeiro cm 20 de fevercir.. dc
I8.il., trigsimo quinto da independencia e do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.Loz
Pe.Ir. ira .lo Coulu Ferraz Conforme Fausto Au-
suslo de Aguiar.Oenforme Francisco Lucio de
Castro.
Percuula-se ao prior da ordem lerceira do
Carino em que dia houve reuniao de mesa para se-
iciii apreaenladog os requerimenlos dos concurrentes
a rasa du paleo do Carino, do patrimonio da mesma
ordem, que foi desoecupada pelas iuqulinas iim.las
da mesma ordem, pobres que foram torca la, a mu-
darcm-se da referida casa, lalvez por exigencia de
alsiim barl.eador. alim d ser alugada a alguma lilla3
dc Jerusalem ; com a sua resposla satisfar
Ao lerceiro adormecido na culpa.
O abano assignado declara pela) prsenle aa-
nniicio, para que rhesue ao conhecimnto de lodo-,
que Vicente da Cunha Soulo Maior, furtou do poder
do mesmo abaixo aasigoado 4 escravos que se acha-
vam penborados por exeru^o do Dr. Clirislova i Xa-
vier Lopes contra a Sra. D. Jsabel Mara.da Cunha,
ro.1i do dilo Vicente, e depositados cm mi du mes-
mo abaixo assignado ; perianto pessoa alguma com-
pre laes escravos a este ladran, pois he publico que
esle velbado trata de vender lodos os escravos de sua
mai, alim de nao pasar os dbitos que summam mui-
lo mais da la/en.la .milito breve o publico sabera
quem he este tratante, pois esta se traanlo da de-
nuncia ; os escravos fui lados chama m-se Joaquim,
cabra, Juliana mulher do dilo, urna filha de 2 anuos
chamada A.lrianna, urna negra de nome Antonioh i.
Cacboeira Nova Hi dc fevereiro de 1856.
Caelano Francisco de Barros Wanderlev.
Precisa-se de um borleblo para o engenho Gur-
jau'. distante B lesnas .lesla cidade : a fallar ua ra
da Cadeia do Recife, escriplorio do Sr. Jos Pereira
da Cunha.
Ouem precisar de um pagem ou mesmo criado
pare urna casa ealraogeira ou brasileira, pois lem
pratica dislo, queira anniinciar.
Quem precisar de alsum bolieir de coebetra,
mi mesmo de alguma casa, queira anuonciar para
ser procurado.
O capilao de navio mercantil, eetransciro ou
brasileiro, que precisar dc algnm moco para criado
de cmara, pois ja andn embarcado e lem pratica
dislo, queira aiinunciar para ser procurado.
Precisa-se de um homem para trabalhar em um
sitio : a fallar no sitio do viveiro,!) Muuiz.
Roco ao lllm. Sr. coronel ll^r.cque Luiz da
Ciiiiha e Mello, senhor dn engenli Miranda, de (ioi-
auna, dc responder-mo se lem recebido as miiibas
carias ; e se tem, digne-se de responde-las, de con-
formidade as carias do Sr. coronel, que s.i por moti-
vo, valiosos nao tem sido respondidas, e como agora
he cusloso mandarein-se portadores ao engenho, por
ato fuco o iTcente. Marcelino Jusc Lopes.
Jos Joaquim Teixeira, subditu portuguez, vai
i Porlogal.
Jos Rodrigues daCunha Fonles, subdito por-
lugnez, vai a Portugal tratar de sua saude.
Srs. redactores. Vmrs. que sabem mais do
que en pobre e eslupido rainponiu, e que alem disso
leein ah minias illuslraci.es a quem consulten), eu-
Irelanlo que en apenas cont com o meu vigario, sus-
peilo em semelhantilius rebus. tenbaui a bondade
de responder o seguinte: quanlo cabe ao parodio
pelo enterraincnlo dos corpos nos cemilerios'.' po-
demos paruchos exigir que quem mo quer anda
que pona! faca oOicio paroeMal a seu dcfunlo '.' f-
lirmalivaiueiilc pode o parodio cobrar a importancia
sua e dea mais padres, des.e ollicio anda o au ten.
do taita, a pretexte de que logo o faro, quaudu hou-
verem os sacerdotes precisos 1 quero ludo, lintim
por lintim, em vista da tabella e cousliluirSo do bis-
pado. Com isso muitu obngarao So
Matulo curioso.
Na primeira audiencia do Sr. Dr. juiz munici-
pal da primeira vara, que lera lugar as Ierras c
sexlas-feiras.se ha de arrematar por venda un sitio
com casa do vivenda no lugar do Monleiro, penho-
ra.lo ao Dr. Vrenle Ferreira Comes e sua mulher,
por evecucao de Francisco Anlouio das Chacas.
HOSPITAL PORTUGUEZ DE
BENEFICENCIA,
O abaixo avenado perdeu des le a ra da Cruz du
Recife a do Trapiche, urna porcao de recibos dc men-
salldadea dos accionistas do Hospital Portuguez de
Beoef-ceocia : rogase a quem os achon u obsequio
de reslitui-lo, ao aballo assignado, ou de enlrega-los
ao secretario00 pateo do ('.armo n. 17. visto que pa-
ra nada Ibc serven-i. Koga-ae aos Srs. accionistas
nao paguen) quulquer recibo que se Ihe aprsente,
senao ao abaixo assignado.
Josc Maria Navarro Porlo.
A commisso parochial de S. Jos agradece cor-
dcalmantc em nome dos desvalidos, a todas as pea-
nas, que por cumale se incumbirn! da latn .las
milpas que se dislribuiram pela pobreza, e forueceu-
,e ao hospital ; as quaes pessoas sao as que se se-
guem ; c pede desculpa a quem per ventora pona
ler sido esquecida.
A I lima Sra. viuva dc Manoel Caelano Soares
Carneiro Monleiro.
A lllma. Sra. viuva do tcnonlo-cnrouel Josc Ma-
chado Freir Pereira da Silva.
A lllma.Sra. invadeJoa MariidaCanha(joi-
maraes.
A lllma. Sra. viuva de Luiz Ignacio lliheiro
Roma. -
A lllma. Sra. D. Aiiuunciada dc Jess Teixeira
Campano.
A lllma. Sra. I). Francisca Sime Munleiro da
I'rauca.
A lllma. Sra. D. L.iuriana Ramos do Espirilo
Sanio.
A lllma. Sra. I). Luiza T. Amalia de Meirelles.
As lllmas. Sras. manas do lllm. Sr. I- lorian.. Cor-
reia de Brilo.
As lllmas. Sras. minias do lllm. Sr. F. Antonio
Chacas.
A familia do Sr. Manoel Nivardo Caldas.
Precia-aa de urna ama para ludo n servico de
orna casa de pones familia : pastando o quaril du
Hospicio .. secundo poriao.
Alusa-se una negra que rozinha, lava c en-
comma sem perfeicilo : na ra Direita n. 21.
IIRUTSII CLERKS l'KOVIDENI ASSOCIAITON
The qnarterly maeling will be held al the llrilish
l.ibrary un Tuesdav Ihe Isl. April e fi oe P. M. Bj
order. tico: lt. Le Lievre lloiiv Secry
Osear Dealibaau vai a Europa, dexandoo Sr.
II. Dedier encarrecadu da sua procurar.".,..
A pessoa que liver correspondencia cummercial
na cidade de Porlo Alegre, ou luesmu na do Rio
I.laude du Sul, dici.e-se diricir-se a ra Nova u. 12,
a necocio de seu intrnate, ou annuncie sua murada
para ser procurada.
O St. S. I. B. appareca na ra da Cruz do Re-
cife ii. 15 a negocio que nao iguora, seuAo na prazo
dc i dias vera o seu nume por cilenso, e o negocio
Ao publico.
D. I.unti-i Eduardo Porlo. miradora na ra do
Hospicio ii. 8, declara ao respeitavcl publico, que
leudo em sua companhia orna parda do nomo F.u-
Cenia, livre, de dada de IB auno*, e,la ,e pdi em
fuga desde o da 2". da correnle, e roga a qualquer
pessoa que couber onde ella acacha, participar aa
aiiiiiiuciautc ; cuino lainhein protesta contra quem
a lenlia em seo poder, vislo ser ella menor.
Pergiinla-so ao prior da ordem lerceira do Car-
ino quem o aul.ui.ou alocar as ratas do patrimonio
da mesla ordem. ,em ser priineiramei.tn ouvida a
mesa, lato desoja saberO niab.ir cum .., uniros.
Precisa-se alttgar un |>c({ueiio sitio
perto desla cidade, o pial tetilla lttg.ii pu-
ra guardar nm cavallo e iiue nao seja
prximo a charco ou agua estagnada, e
se tiver casa assol ira dada mellior sera' :
na livratia ns. (i e 8. da praea da Inde-
pendencia.
liisiriicyo moral v. reli-
giosa .
Este compendio de historia sagrada, que
l"i approvado para .inslrncro p.iitnaria.
tendo-sc vendido antes da approvaco a
IjGOOrs., passa a ser vendido a l.fOO:
na livraria ns. (i c 8. ta praea da Inde-
pendencia.
0 Al TEN CAO. f
* Arba-se a venda ua confeilaril da ra da {
Cruz, perleiiccute a A. A. Porto cxii lenle $
35 Ceba de varias quali la.le-. perli llmente JJJ
Se acondicionada em latas de :'. hhra,; igual- a
S nieule mullo bom doce de calda surtido em
Aj> pequeos barril, e lodus os mai, artigo, de J3
) doceria. Indo confeccionado com .. maior es- jj
;3 mero : apromptem-aa encommendaa para m
ft> dentro o tora do imperio, cum toda activi.la- %
S de e limpeza. g^
No da I" .le abril cm .liante ha-
verio mnibus para a a academia
lodos ns da, de aula, seudo a par-
as 7 3|f da inanbaa. e depois suc-
, ...tira um de mcia em inea hoia alc-
as 11 horas ; custa u bilhele de cidrada 1BO rs., ad-
verlc-se que pessoa alguma lera ingrraao sem que
entregue primeiro o bilbcte au boleeiro, este aun..
u3o ha assigualiira: oa bilheles de entrada ven.lem-
se no escriplorio da ra da Cadeia dc Santo Anlo-
uio n. 13,
Massa adaman-
tina.
Assoetatjao Gommerclia
Beficente.
A commissau nomeada pela Aneciarlo tmii
cal Beneficeul. de,,, com f ^^
aspessoainecessi.ada, e d.tv.lida. da fregoe.\7d.
perfeito estado como que nunca livesse ruina, lam-
bem applira veulusas pela atlracgle do ar, lendo
para este lim apparelho roniplelo ; .s-iui corno ou-
lro para lirar leile dc peito em senbora. que mul-
la, vetea ,e loma bstanle ulil pelo mal que causa
a retencao do mesmo ; lambem lem muilu superiores
limas para apartar us denles, que vende por barato
preco: pode ,er procurado para estes lili
estrella do Rosario n. 2.
Precisa-se de nina ama : na ra Bella u. 20.
lida do pnineir
.iv.imenle p;
a*Sa de.de at 7 hora-
da manhaaas.ea larde das t hor em d,1Ble
em raso urgente, porcm, sers socrorridot prompta-
menle a qualquer hora. A comm1Ma0 deseai.d
acedar na forma de distribuiroatoccorrot, rosa en-
carecidamente alodat at pelosas mais contienda*
desla Iregueiiaquetiverem perfeila srieocia no-
lado de prccisao de qualquer familia, as dtajajajaj a
ra a )uformar alim de ser com promplidan atiendida
i Recife 2.) de fevereiro de ISS6.Joio Malhe, Ma-
no, I leiteira Bastos, Vireule Alves de Seaza Cai-
valho.
I illa de narraros i. r marro it iai6.
O abaixo assiznado faz scienle ao vicario Manoel
Ferreira Borgesea lodos os inembroa de sua familia,
que. com u auxilio de Dos gota da saudo com o mu
hlho Jellersuu e mais pesaoas da cata. Adverle Uta-
A comniissao encarregada da distribui-
rlo das acedes da companhia da eslrada
de ferro de Pernambueo, faz saber a to-
das, as pessoas que teem inscripto o seu
nome, e todas nsfpic como accionistas o
quiserem inscrever, pie tendo-sc de ter-
minar o prazo marcado para a dita ins-
cripro e entrada do deposito em o dia i-
dc abril ptoximo futuro, he indispensa-
vcl que ;!(( essa poca Iratcm de fazer o
pedido e realisar as condiees ulteriores.
Ik-sejando a commissoque na provincia
fique o maior numero de accf.es que for
possivel, manda fa/.er e repetir esse an-
iiiincio, visto que, passadoo prazo, fica-
rio immediatamente lomadas pelo Uio
de Janeiro todas as acees que foram des-
tinadas para o Brasil.
Roga-se encarecidamente a S. Esc.
Rvma. o Sr. hispo diocesano, que lenha
compaixao da pobre da fregneztada Luz,
(onde lem morrido sem confissao mais de
duzentaspessoas ele fevereiro para ca'
mandando para upti algum sacerdote
para confessar a gente de lora, vislo que
o respectivo vigario ou por nervoso ou por
oceupado nao tem sabido a confessar, des-
de o principio de fevereiro prximo pas-
tado ; isto pede encarecidamenteUm
paroclitano da Luz.
Srs. redactores. Pata queda noti-
cia da Pagina Avulsa, relativa a'i lies mil
garrafas de vinhos astas nos hospitaes,
se nao infira que o de S. .lose contribuio
com sua quota relativa a'quelle numero,
cUtapre-me declarar, pu- desde a abertu-
ra do dito hospital deS. Josc ateo dia 27
demarco, tem-sefornecido (44) quaren-
ta c quatro garras tic v nbo para o ines-
mo hospital.Joaquim Lucio Monteiro
da Franca, metnbroda commissio paro-
chial.
-A commisso da cmara municipal
fara' expor a' venda, todosjos has, de 30
do coi rente em liante, carne verde para
O consumo la capital, pelos piceos de 20(1
e ISO rs. a libra.
-A commisso da cmara municipal
precisa de minadores para o servico
das carnes verdes : quem quizer enga-
jat'-se difija-Se a quahpiei- dos memhros
da commisso Manoel joaquim do Reg
e Albuqueripie e Antonio Jos de Oli-
veira.
Na ra de Senhor Itum Jcsiis das crioulas n. 7,
mora urna viuva, multo honesta e que .empre (em
sabido viver com hunra c dicuidadel>la Sra., Ii-
uha una cscrava, uuico bem que pussuia ncsle
muudoi que foi diziinada pelo cholera, e a pubre
Sra. (cara por i-erlo reduzida a mendigar o pao de
porta em porta visto a sua avaluada dade, e a dig-
na cummissao de beneficencia a mo succorrer.
O Sr. Jos Alves Vianna ou pessoa
que o conhecer, por obsequio, queira di-
rigir-se ao pateo do Terco n. 11, pie se
Ihe deseja fallar a negocio de sen inte-
resse.
A aula publica le inslriicco prima-
ria, da segunda cadeira da Boa-Vista, foi
transferida da rita Velha para a ra da
(loria n. IS.
O professor particular Candido lose
Lisboa contina a lar licei.es de inslriic-
co primaria, latim e francez, nao s em
sua aula na i ,ia dc Apollo, mas lambem
por casas particulares.
CH4H0PE
DO
BOSQUE
lo Irn.le. ido o deposito deste cl.arope para a bo-
tica de Joso da Cruz Sau tus, na i na .Nova ll. ."id,
garrafa, ..-."MKI. e majas :1000t), ,.....lo falso lodo
aquclle que n.io for vendido nestc deposito, pelo
que se fax u prsenle aviso.
IMPRTAME PARA (I N BUCO.
Para curado phtvsica em lodososseusdillereules
graos, quer motivada pur constipaces, to.se, asth-
uia, pleuriz. escarns dc saugue, dor de costados e
peito, palpitadlo no corarao, coqueluche.bronchile
dor nagarcanla.e ludas asmolesliasdosorgaos pul-
iiiuuares.
Na coebetra de carros fnebres do
paleo Paraizo n. 10, encontram-se
'uros de primeira e segunda ordem,
bem ornados, para de'funtos c unios, por
piceos a contento, carros de passeio e tu-
doo maisconcertiente a ipiahpier enter-
ro, com promptidao e aceio.
Precisa-se de um ou dou, Irabalhadores de mas-
seira : quem e.liver ueslas circumslaiicias, piide di-
rigir-se a nadara da na larga do Rosario o. tS.
Precisa-se de um forneiro e de um am issador :
na paitara da ra Direila u. 69.
I urlarain du silio do Colletio da Cunceic.lo, em
Croa de Almas, um cavallo caalanho de mcia marca,
sem sicnal branco ; pede-ae as autoridades appre-
heudaiB, e a qualquer pessoa a quem se remunerara
genemsamenle. Dito cavallo lem sicnal dc pisadura
sobre o espiubacu jimio a .\i\c.\.
Na ra do Encantamento n. 7B A. molla se '
deseja fallar cun u Sr. Francisca da Costa, viudo lia
poueos nezes da villa de Chaves, cm Portugal, para
esla cidade.
I'ni muco portnciie/, desojando arrumar.se em
algnm escriplorio de leja de ferragens, a que lem
ruiiherimenlo nao so de ferracens como lambem de
e.cnpltiraciio por partida simples, o qual se aeha
empregado : quem de sen prestirn prensar, lara o
favor aiiuuiiciar ua lypographia desle jornal com
a. iniciae- A. A.
Ouem perdeu um papagaio, pode procura-la
o., ra do Encantamento o. 7i A, que .laudo os sic-
uae, cerl., Ihe .era entregue.
Kvadio-se ha 15 di..,, pone, mais ou menos, n
prelo Joai conhecido por .loa.. Sordinho, da narSo
Costa, dade para rima dc 30 anuos, Imnila usura,
bem rheio do eorpo, semprc muilu alegre c desem-
bararado no andar, dizem que anda la para as ban-
da- no, A rucados ou em alciiin silio p.ua a Embiri-
beira : qocm o apprchender, queira leva lo em San-
io Amaro, seguimenlo da ra da Aurora, casa de
Manuel Custodio Peixoio Soares, on na praea do
Commercio a qualquer lona.
Aluca-se um moleque de dade de 12 anuos.
forro, de quem se alianca conducta, para o servico
dc casa e ra : oa ra ISova u. 12.
CHATI I ICACAD'.
bratifica-ae com 10> rs. aquem iuculcar urna ama
de leile de boa conduela : na ra da Cruz u. H, se-
cundo andar.
O Sr. Adolpho Cavalcanli de Oliveira Maciel
lenha a bondade de aiinuuciar sua morada, ou dri- '.
cir-scao escriplorio du abaixo aasicnado, na ruada m-^uc. '" quanlo correr impresto esle aviso, eaa-.
Cadeia do Recilc n. IB. que se Ihe precisa fallar por bura e'ld d* devem lodo ficr Uanq,|IH-l,
pafc dn Sr. Anlouio Angosto Maeiel, boje residen- |,." 1?e 1ual1uer *Ri araoqne appareca em di.po-
le cm Ilarrciros.J, J. de Miranda. s"-', ua uossa fatuidades phviica, mada-ae da avi-
so. < > lempo nao cita de gracas, exige mesmo que te
- hvgieooe publica em atoa
que se evilem exceatot do
,__rlos, boa cozioha,' cuidados, que sio nocivos, mxime em lempo apide-
eirellciile vista de mar, ella se acba no melhor es- mico.Firmino Lucat da Atevedo Soaresi\mm.
lado de aceio : quem a pretender, dinja-se ao ar- _
mazem do dilo Costa, ua ra da Madre de Dos. A enfermara do consistorio da ir-
Precisa-se de um cozinheiro forro ou captivo, [ mandade do Divino Espirito Santo em
1??. "*?. f"ef a. s"i' parlgaciWf. para urna casa de ; Sao-Francisco,
.. i so. ti lempo nao etia de eraras, exige mesn
Aluga-se o andar do sobrado do larco da As- lotnem estas cautelas : a hvgieooe publica
mantean. .'. aonda mora Vtenle Ferreira da Cos- cooselhos recommenda que se evilem exi
pasto : no forte do Mallos, ra do Codorniz n. 9.
ja anuunciada, acha-tc
I prvida do mais necessaiio para rrebei
eaa.^1-^^ seusirmao, desvalidos que venlxam
tucal alim i"
le Iratar de sua saude, levando cm si
companhia scus .lo.is lilhos menores
ser accommettidos do cholera : roga-se.
em sua ausen- pois, aos irmosda i.iesm.i i i mandado, ou
na ueixa cncarrecacinne sua casa commercial a seu, ,.. i u ,'
coleado Joaquim Filippe da Cosa, e em falla desle a 'lucm ,en.h:.' conhecimcnto de algn
a Joilo Marlius de Rarros. aos quaes nutorgou plenos I destes, participem ao iim.to juiz, escri-
poderes para a geatSo de lodos os seus negocios. | vao, OU theSOUreiro, .
aT. ,.'1r.,'cia-',e aln5Hr ,uma 'asa de soorado 1ue ,e" iccolhidos pela mesa e tral
nha sulhcientes commodos para urna familia nao pe- i|,,.,-, ,
quena, c que sej, rreaeo : i-refere-sc primeiro ou se- """l"lma 'll,e for possivel.
gundu andar, c quantu a -il u,n.,iu. que seja em qual-
quer dis ras mais ccnlraes desle bairro : quem ti-
ver annuncic.
JUIZ,
alim de que sejam
atados da mc-
Precisa-se de una boa ama de leite, forra ou
cicrava, que seja carinhusa, e sadia : ua ra Impe-
rial u. :i.
Commisso de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
Precisa-se de dous
paca-se bem :
A i .iiiuniss.il) abaixo assignada da fii>
gue/.ia de S. Antonio encarregada por
i parte da associaco o Timercial beneli-
amassadores/\le masseira, I _
.em : ua padaria da ra estreitBdo Rosario, ct-nte Iravcssa do Queimado, deposito n. 2. *
AOS DEVEDOKES E N. GADULT.
Avisa-se aos senhores que devem casa do falle-
cido Gadaull, que bajara de salisrazer os seus debilos
na loja da ra Nova n. II, por lodo o mez vindouro
de abril, para evitaren, por quanlias Ua ridiculas,
saluda de seus Romea ueste Diario na rela.-ao que o
consulado francez lem de publicar, como represen-
tante de berdeiros ausentes subditos de sua nacao.
Ouem precisar dc um rapaz brasileiro que sa-
be lerc cscrever, para caixeiro, annuncie sua mo-
rada.
Aluga-W0 silio que foi do fallecido Domingos
Jos Ramos, na Magdalena : os prelcndenles, diri-
jam-se ao mesmo sitio ou ao Arsenal de Mari liba,
a fallar com Miguel Paulo de Souza Raiigel.
Precisa-se de s ameacadnres e qualro fomei-
ros, paga-sc aos ainassa.lores (O^XNI rs.. c aos or-
neirus SOsOOO : a tratar no largo das Ciuco Poutas.
Na ra larga do Rosario u. 33, aecuudo andar,
casa de homem solleiro, precisa-se de una ama livre
ou cscrava.
Ileseja-sc muilu fallar cum a Sra. I. I nmina
Joaquina de Agolar, viuva do I.- tenente Joaquim
Jos de Acular, morlo no MaraiihAo em ISlIil ou 10,
a beneficio da mesma senhora : no Passeio Publico,
loja n. II.
Deseja-te fallar com o Sr. Manuel .lose da Sil-
va 1 reir de Andrade, a negocio que Ihe iulercssa ;
queira annuiiciar a sua morada ou diricir-se a ra
do Vigario ii. 23, piimciro andar.
Precisa-se alagar una prela forra ou escrava,
para u servico de urna casa de pouca familia : a Ira-
lar no l.ivramcnlo, luja u. li,
Precisa-se de urna escrava para alngar, que sai-
ha eozlnhar, angommar c enaabaar, para urna casa
dc familia, que seja litl c nao beba, afliauca-se o
bom trataniciilo : quem quizer dirija-se a casa in-
mediata que fira pegada ao quarlel do Hospicio.
Precisa-se de algoni amassadures bous, paga-sa
bem, o .. tervico he regular, e um oseravo para o ser-
vico ordinario de padaria, e adml(te-se a aprender
quem quizer : na padaria do palco da Sania Cruz, e
ra do Rosario n. 53,
No aterro da Boa Vista
n 5,
precisa-se de um bom oflicial de torneiro, que enlen-
da perfeitaiuciile de sua arte.
Pelo presente protestamos denun-
ciar ile todas as pessoas que venderem bi-
Ihetes de loteras do Itiode Janeiro, lo
lia 20 do prximo me/, de abril em diante
tanto pelas ruascomo em qualquer casa,
pois tpie nio adiamos justo que para p-
dennos vender paguemos o oneroso im-
posto de 1:200#000 |ior cada urna das
nossas lojas e tenhamos urna (ianca na the*
cenla do lllm. Sr. Dr.
passo pie oulros a"
nossa sombra os vendam com o maior es-
cndalo it'fringindoassim lei, etirando
nossos interesses pelos quaes pagamos o
referido imposto. Recite 18 de marco de
ISoii.Antonio Jos Rodrigues de Souza
Jnior.
Precisa-se de alugar una ama de leile: na
praea da Independencia n. .'IB c 38.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
XTRAIIIUO DE ROFF E IIOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
pealo cm urdem alphabelica, com a descripro
abreviada de todas a. molestia,, a indicacao physio-
logica e Iherapeulica de todos os medicameutos bo-
meopalhicos, scu lempo de ac^lo e concordancia,
seguido de um diccionario da .icuilicarao le lodos
slennos dc medicina c cirurgia, t poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
Di!. 4. .1. E'MELLO Mili!U.S.
Os Srs. assicuaules podem mandar buscaros seu
(vciuplares, assim como quem quizer comprar.
CASA DOS EVPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamantar mancas na
casa dos cxpostoi : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as habililacoes necessarias, dirija-se a
mesma, no palco do Paraizo, que abi achara com
quem tratar.
PL'BLICACAO' LITTERAR1A.
Repertorio jurdico.
E,la publicaciio ser sem duvida de ulilidade aos
priiicipiaules que se quizerem dedicar ao exerricio
du foro, puis nella encontrarn por ordem alphabe-
lica as principan e mais frcquenles oceurrencias ci-
vis, urphauologicas, cummerriaes e'ecclesiaslicas du
nosso foro, com as remisses das ordeuacAes, leis,
avisos e regolamenlos por que se rege o" Brasil, e
bem assim resoluc,6es dos Praxistas anligus e moder-
nos em que se lirmara. Conlcm semelhaulemenle
aa decisAesidas questr.es sobre sizas, sellos, velhose
uovus direilus e decimas, sem a Irabalho de recorrer
i coliccco de nossas leis o avisos avulsos. Consta-
ra de doua volumescmoitavii, grande francez, eo
primeiro sabio a luze esla i venda por S> oa loia dc
ivrnsn.B e S da piarada Independencia,
/ia da Bol-Vista, ua ra Velha n. t.
Associi<;;*io Comiiit ri-ifil
Beneicente,
souraria geral, c
chele le polica, ao
soas desvalidas que precisaremdc soccoi-
ros, queiriio entendr-se a qualquer hora
na ra Novan. 7, casa de Antonio Au-
j'jsto da Fonseca, na ra do Trapiche n.
40, de Thora.a/. de Paria, e na mesma ra
n. "(i, de Salustiano de Aquino Ferreira.
Pernambueo 25 de fevereiro de 1856.
Salustiano de Aipiino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Faria.
Publica-se actualmente em Lisboa um jornal
denominado A Patria, em grande formato a setae-
Ihanr.i du rimes em Inglalerra, a da rear em
Franca quanlo aos principio! polticos. He eridea-
le a crande ulilidade. e indeclioevel necesidad* a
existencia de una fulha politica como A Patria, por
ser na imprensa o orailo decidido dos verdadeiros 10-
leressesdos Purluguezes residentes em Portugal e no
Brasil, sem tomar as core polticas dos partidos, naje
de indinarlo Irau.viam as iiielhnre. uilenret o de-
lurpam os mais justos desteios. L'm jornal eem a
independencia de opini,iu. que acorapaoha todo de-
senvolvimenlo moral da Europa mieira. Inrea-se
prompto e evado noliciador de lodos os moviaaeotos
commerciais das primeiras prarai do mundo, do*
fados pnneipaes orcorridos no interior na exterior
de Portugal com relacao aos mais montmosos inte-
resses da >ua |H.pulacao. alen de ser um registro
permanente dos arlos administrativo,, da reprsen-
la ..ao nacional e dos Itibunacs durante a nova poca
de regeneracao que surge ttaquella trra classtra de
liberdade e heruismo tob o reinado do Sr. D. Pedra
V n,io pude deixar de ser considerado da maior im-
portancia possivel. principalmente aos Portugaeirs
eulhusiasias do seu paiz. e por isto he de esperar que
lodos mural rain para esa empreza, a qual para ple-
na reahsarSo do seu vasto programma de liberdade
e civili.ae.iu lem de despender nao pequeo capital.
Em cada antiu -e publicaran rom loda regularida-
de prxsivel dous volumes de tlO paginas, cmtendn
na fulhelim romances traduzido* e alguna originaes,
a inditos. Nn primeirt. anno se dar aos enhore
a.-icuame. urna obra anda indita em i volme, se
tituloA perspecliva do reinado oSr. II. Pedro V,
ou o honsonle polilico em Portugal, a no segondo
comeara (pelo svslema de folhetim compaginado' a
pubbcacao de um dicciouario da liogoa verncula, o
mais correlo, e iuleressaole dos que ate boje ne,-
su>mos. "
A Patria sera remedida a lodos os seus rollecas
do jornaltsmo, e cabinete de iailura, aguardando da-
quelles a precisa reriprocidade.
A redarcao da Patria se obriga nJo sn a publicar
gratuitamente os annuncios de lolereate partir-alar
dos seus subscriptores, como se ineumlie de promo-
ver a consecujao de quaesqoer ewlarecimentos dn
estado de nesociosou da existencia de pessoa que
Ibes afleclem em alcuns dos pontos de Portugal, me-
danle o previo pacamente das despetas indispeasa-
A regularida.le com que se acha montada a ent-
oreza desse jornal he a mais solida garanta da sua
prompta entrega, ao chegar o navios procedentes
de Portogal.
Sabscreve-se para esse bem enneeiluado e impr-
tame jornal na livraria ns. 6 e K da pra. a da Inde-
pendencia ; Jos Noguetra de Souza, ra*do Crespo.
arco de Santo Antonio ; e no hotel inclez.
I M I BACO TKSTEMI MI l)E MINH4 t.HA-
lllAtV AO ll.l.M. SB. I)K. COSME UE SA'
PKBEIBA.
N.io ienIi.i em vista orTeoder a vossa reconhecida
modestia, nem emprestar-vos qualidadesqoe as na
possoais ; e se por veulora [a vos-a sejtceptibilidade
for tal que se mague rom at expreates de am since-
ro testemunho de mitiha cralidao. eut.io perdoai-mo
em atteneao a forja e a porcia de seotimenlo qee
me domina.
lllm. Sr. Or. Cosme de Sa Pereira. se a sratidae
he um doce seitlimeulo .1 alma, qoe no* torna tince-
ramenle agradecidos pelo bem que recebemot, tem
duvida deve ella ler seus graos, auat reUroes, o ano
sendo exacto mejulgo enllocado para cmvosco no
cro mais elevado de urna gratidao eterna.
Depois da vontade do Allissimo. be ao veste telo,
a vossa docilidade. ao. vos^)s craudet conlwcirnenlns
e pratica de salvar aos enfermos das horrendas gar-
ras da tnorle. que en devo a conservacAo de minha
eM-ieocia jt por duat vezes seriamente ameaeeda.
Atacado gravemeole pela epidemia reinante, vos roe
sahastes e a varias pesaoas de minha familia qne me
silo sobremaneira charas. Bacebei, portante, esta
Iraca msnile-iar.io de minha gralidlo, e desla fami-
lia a quem temi, conservado a vida da seu chafe.
A nobreta de vossi alma mait se eleva peto desiote-
resse com que exerreisa vossa nobre pre44sio, re-
nunciando muilas vezes a devida recompensa do
vossos Irahalbos, romo acabasles de pralirar pan
commigo. Dos conserve a vossa preciosa e mil exis-
lencia. (lueiram. Srs. redactores, publicar estas os-
ea- buhas, para que a minha crali.t.io soja publica.
e mais esla vez seja o mente apreciado. Recife -J4
de marco de ISB.Josc Dias da Silva.
0 lllm. Sr. regedor interino do l.ymnasio man-
da convidar aos pas ou correspondente* dos alen-
nos internos, meio pensionistas e externos, para, no
prazo de 8 dias, eulrarem rom o quartel adiaalao,
que tem de principiar, no I.- de abril prximo vin-
dodro. Secretaria dn Cvmnal de marco de
18j6.O secretario, A. Cabral,
A viuva de francisco Jos da Costa taiiupello
coDvida aos credores de seo fallecido mando, para
no pra /o de Sdias aprrsenlarem suas rootas oo do-
cumentos, pelos quaes se julcuem credores do mea-
mu fallecido : na ra Imperial, secunda rasa depois
da fabrica de aahno.
K*BS3**e-fc'#*K#aj
?v O Dr. Pi A.loco, medico operador Italia- aj)
no, iiumea.ln pelo Evm. Sr. i re-.denle da JJ>
9 provincia, para preslar ... scu- aarvtpm me- ajj)
*V dice. au. dueule. do tb.dcia no lio.p.ial da fjt
9 ra da Xiirora e ao i d.-trn lo. previne fjj)
*V publicu que lem litado ana re Inicia no di- aa
jj lo hospital, onde pode ,e. pr.K-uiado. gj
99&*mm9mtm**-w*%*kwmmkm
Lava-se e eii;.)inuia-se por prtvo
A coinmiss.iu "cncarrecada pela AtsoeiacSo Com- i'.immiuloe da -se almoeos e jantaes mm
muito aceioe promptidAo: na ruado I i-
rameulo sobrado n. I.
Na travesa da Congregaiik, loja
de eneadernaeao. continua-ce a vendi
mereial ll.ii.lii ente para distribuir soccorros selas-
tes aeceaslladas do bairro do lleeife, faz saber a
quem adiar uessas circuinslancias, que pule pro-
curar a qualquer de seus memhros em mal residen-
cias abaivo designadas a qualquer hora. A commis-
so estando di.posta a nao .< poopar a quaesqoer es-
rorros para bem desempenhar a miasaa que Ihe fm
confiada, raga as pessoa. que liverrm roiibecimenlu
de que quab|iier pessua em mas vi-inbancas se acha
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circuiAstaneia'oao o posta >..licitar, queiram ler
a bou. la.ie de assim Ih'o indicar, alim de prompta-1 alpimas obras latinas,
mente serem roinisti udos os ueceisarioa ausiliot
Ai.Ionio Alve, Barbosa, ra de Apello n. lll.
Jusc teixeira Bastos, roa dn I rapn he n. 17.
.lu.io da Silva llecidas, ra du Vigario u. i.
AKKE.NDAMEMO.
\ loja e armazem da rasa n. V, da ra da Cadeia
do Becile junio ao aico ,la Concn;.n,, acha-se de-oe-
cup.i.la. e arrenda ,o para qualquer cslabeleciiocnio
em ponto grande, para .. qual tem commodos toIB-
cienle, : os pi elendeiil,, eiiteuder-sc-ho cum Jou
Nepoiiuicenu Barroso, uu segundo andar .la casa n.
i~, na mesilla ra.
Oflrrere-se um rapaz com pralica para 'qual-
quer rasa ,lc commercio tejaestrangeiraou bra.ilci- i
ra, da dador por sua conducta : quem precisar au-: teS' "' ,n,om" ,.
uuncie. [tas, a contento dos compradores.
minias das obras de direilos :>' .uiniinei.i-
das por este DIARIO, ,i.mn i. m I K-m on-
das minias nao s de direiUxxuno Je ma-
terias diversas, na mesma casa vend -m-se
Igualas obras latinas, proprJM paraos
Iqueestuckmeata lingual loaaW a* rjaraa
1 estio em milito Imm eslado. e por efl.i;
i fa/.-se lodo o iie;;oeio, porem a dinlieno.
No arin.i/eiii .le Novaes.V (*... rua d.i
[ Madre de lleosn. 12, vcade-ne farinha dc
mandioca cm saccas. desupeor<|ualkU-
de. poi pieeo eommoilo
Na ultima tasa da ni.i dos (uarara-
pes, ao lado esquerdo, ha para neasle
docesecco decajii, quer cm libras ou em
rle.i de .n ara em la-
ILEGIVEL


DURIO 01 PIRMICO SEGUNQ. FE|R* 1 di MUCO II i856
Terceira cdi^ao.
TRTA1EHT0 H0M0FATH1C0.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBU&.
PELOS *DRS.
es caMi: -- *. "i
odcr curar desta enfermidade. admiiii*traudi.H>s remedios
alcele aonovopaiaiei-oiKTiuidiucsKic.ic..uiuouc.auini.il,iio...>... ....,,> nuil eflicaies
naraalalha-la.emquaulo screcorreaoniedico.ou mesmoparacura-li-iudneiideute denles nos lugares
''xRADUZlfJ^M PORTUGUEZ PELO 1)R. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doos opsculo* contenas iiiiear mais claras c precitas, c pela sua simples c concisa exposi-
e .le lodas asinlellisc.ncias.uAoso pelo que dii respeilo aos meto* curativos,como prio-
a parle eiu que
dpa'mculV'a^Vr^e'rvuvos que leudado ei mais satisfactorios resultados cm loda
*ll%lelTdolo''tr'aCtJmeu,l"ll<>'"e'>P'1''|''<, euieoque '" dadosrandcsresulladosnocuralivo desla liorti-
elenferroida.le. julsamosa proposito traducirccsles don-iniporliules opsculos em lingua vernaci-
la aradesfarle facilitar a sua leilnr.i rqueni iguaie o franco..
1 'vende! nicamente no Consulloriodo traduc-nr rua Nov*.S2. por 2-3000.
os medicamentos precisoi e boticas de 13 tubos com um frasco de lindura 159, urna
vro e 2 frascos de tintura rs. 25bO0O.
QtW-ee alugir um cscravo para servico de
casa: a Iratar na rui do Trapichen. It, scguudo
andar.
(fomprai
Millio novo.
Vende-so a 39200 a ticca de milito : na ra da
Cadeia do Hecife n. 3.
Camisolas de pun la para pretos.
Vcudcm-seuo escriptorio do Aulouio l.ui/. .le (llj-
veira Aievedo, roa da Cruz n. I.
Compram-se olas do Banco do Ida- Guaran'.
: na ruado Trapiche-Novo n. 40, sol Vende-se guian, ai libra que o comprador qui-
zer comprar," por preco coininodo : na ra da Cedis
do Hecileu. 17, loja de miudezas.
mido andar.
Compra-sc um suarda lonra que
esteja cin biun estado : uoprimeiro andar
disla t\ po;rapliinse dir i|iicm compra.
Compra-s urna escrava de mei.i idade, que
sailu i-n/inli.ir o diario de una casa e entornillar :
na ra do Encantamento n. II, arma/em. Na mesma
casa l.inibeinaluga-se nina ama.
Compra-ce um carro de quatro
Vcnde-se urna porcfl.i de gado, v.icink. etc.
no sitio do capilao Barros, na (Irada do* Allliclos
ou uo c.dlesio da Coucciciio na Tamarincira.
Volksilii'
das e dequtro assentos. novo ou em mili-
to l)om uso, com lodos os setis perlcnces:
0. Veudein-se lambem i'l"eln *'v<'1' annuncie, ou dirija-se ao pa-
adila de :l(i tubos comr leo do Parai/.o n. 10, que SC dir' quem
quer.
Aviso.
,:-*-
s
;.:;; &*:.
W PEORAS PRECIOSA
H

S Aderec.0 de brilliaiilcs,
j diamsnles e perolas. pul-
Si ceiras, alliueles. brincos
S e nuetas, boles e aunis
X de dili'ereiitcs costos e de
* diversa* pedras de valor.
i
Compram. vendem ou
Irocam
I ha d les
las, e
J joias de valor, a dinheiro jjj
? ou por obras.
'fi&Si&SiS >*:&#$<<* :*?.--
ram, veuuem u
n prala, ouro, bri-
s,diamntese ||jfc-
oatras quaesquer
HOREIRA DDARTE.
I.0JA IIK IMRIES
Ra do Cabuga' n. 7.
Kecebeiu por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gusto, lan-
o de Franca como
<>l Ito E PRATA-
d
Adercros completos
> ouro, meios ditos, pulcci- >
' ras, alfinetes, brincos e *
rozelas, cordoes, Irance- %
v lins, medalhas, correles
* e enfeites para relosio, e ':
'. outros muitos objectos de V-
: ouro. ;.
Apparelhos completos, <. J
v de prata. para cha, han- |j ciar por esta folha.
;- dejas, salvas, caslicaes, ,..''
v colheres de sopa edecha, *
J e muitos oulros objectos S
": de prala.
; s 4 ..;. .-. $g
Compra-se nina escrava de 22 a ."0 an-
uos, boa lisura, quesaiba co/.er, lavare
entornillar, prelere-se com lilbu de 5 a
anuos, pasa-wbem: no escriptorio
PARA 0 CORRENTE ANNO.
Follnnlias de aJgibeira conlendo o al*
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos parocliiaes, resumo dos imposto* ge-
raes, provinciaes e mumcipaes. extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, cemiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
mentos e exportaeio da provincia, por
">00 rs. cada urna; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasoii de padic, rom a re-
No primeiro armazem do familia de triso, no l.lyl.'lDACAO'.
Iwcco do (oncalves, vende-sc a mais acreditada fa- ') arrenialanle da loja de miudezas da*roa dos
rinlia em meias barricas, deiembarcada em 19 dolQuarleis n i, qaercudo acabar as miudezas qna
corrale, eiislem, vende barato afim de liquidar sem parda
. de lempo.
harinna de inandioea.
Na ra ila Madre de Daos n. 2, vende-se superior
(arlnha de mandioca, em sacras de al(|Qire velho, e
tres quarlas e meia a (0 e $9300,
\ elas de cera de car
nailba.
Na ra iloUucimado u. ti'.), loja'de ferra^ens, ven-
dem-se velas do cera de rarnauba, em caijas de 10
alio libra-, por dimitilo preco : queni preciitr
apioveite a orca-iao.
de Francisco Severiano Uabello& Fill.o, is:'de?- Tito a 400 iris : na livraria ,,.
largo da asscmblca provine,al. sobrado
delionteda taberna do Alem.
COHPKa-SE.
(.liiem (iver aluuma collc(ao de modiulias brasilei-
r.-is para piano, mesmo em meio uso, queira anoun-
de Lisboa, as que aevendem por
pre^o cominodo como eostuniam.
ESTRADA DE FERRO DE PERNAMBCO.
Banqdkibos da Companma em losdrbs.Srs. llcywood, Keniiards, C.
Banqueiros em PebnaIibijco.O Banco de Perna'mbuco.
Agentes ko Bio be. JaneiroSrs. Mau, MacGregor, & C*.
Agentes bm Pernambco.Srs. Rothe & Bidoulac.
Agentes na Baha.Srs. S. S. Davcnport & C.
eitba.
Vende-so prali brasileira cm moeda de I,- e
-J? ao cambio de I ", : na rua do Hium, aruia/cm de
assucar n. J6.
Na rua dasCruzes u. >jjpren de i'li auno-, que coziuha, lava de sabao e faz lodo o
servico de casa, c tem principio do cngomniar.
Vemlc-se na fundirn de ferro de II. W. Bow-
nan, na rua do Hrum passando o chafari/., urna car-
rafa io^leza de iluas rodss, nova, forte e leve.
Na rua do EDcanlamenlo u. Tli A. vcndein--c
os se^uinles livros : o l'Vliz ludepeudenle, (Conduc-
ta de una senhora chrislaa, lloras Mariannas. o
ChtiaUa Devoto, liemidosda USi de lieos, e inetho-
do para a oraran mental.
Veude-sc farinha de S. Malheiis. por preco
commodo, e juntamente saccas com milho : na rua
do Kaugel n. 52, ou passaudo o beceo do Carcereiro.
Vndese una farda nova para ofticiat da guar-
da nacional : na roa iova, loja n. I.
e 8, da praea da Independencia.
Chapeos de sol de seda a SfjOOO.
Sa rua do Crespo, loja ti. ">. vendem-se chapeos de
sol de seda de muilo boa qualidade, pelo bailo pre-
co de 59 cada um.
AGENCIA
Da Fondicao Low-Moor. Ruada
Senzala nova n. 42.
Neste estabcTecimenlo continua a ha-
ver um completo sortimentode moen-
Taixas para
Na fundcao' de
Itowmanu na rita
engenhos.
ferro de D. VV
do Brutu, passan-
do o eliafaiiz continua baver um
completo sorlitpenlo de t:ii\as de ferio
tundido e balido de a 8 palmos de
bocea, asquaet acham-se a venda, por
pceo commodo e com promptidao' :
einbarcam-se ou carregam-se em carro
sem despe/.a ao comprador.
Vende-se por M rs. o tratamento da
cholea-morbiis : na livrria n. (i e 8, da
piara da Independencia.
Cousas finas ede
lions i>'oslos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Para hito.
Coi le de vestido de cassa preta rom 7 varas cada
am. de bonitos padrnps a 2?00O : voude-se na rua
do Crespo, loja da esquina que volla para a rua da
Cadeia.
Veudem-se laboas que serv iran de praleleiraa
de taberna o suas suarnicoes, de louroe nova ; as-
sim como -2 caixes que serviraiu de amostras, e
exilien na loja do sobrado de 2 andares, virando a'
rua do Aragao para o pateo da Sania Cruz, lado e
desoecupar a loja : o pretendeuies la
Cru/es u. !l.
lem na i ua das
Pianos.
12,000 accoes eslao reservadas pora o Brasil de valor de i 20 ou rs. 1775/77 cada aceao.
Os que desejarem comprar aeeoes d'esta Companhia poderao dirigir-se na forma abaixo indicada
aCommissao em Pernambco emeasa das Srs. Holhe <5 Bidoulac. 0 deposito de urna libra es-
terlina ao cambio de 27 por J8000 ou rs. 8?888 por accao deve ser allecluado em Casa de um
dos Agentas da Companhia no Rio de Janeiro, na Baha, o em Pernarabuco, que dar o competente
recibo.
A subscripcao fica aberla ate o da 20 de narco em Pernambco.
Os senhores que j fizerao pedidos para a acquisico de accoes dcsla companhia antes do sna pu-
blcacao em Londres, deven tambera dirigir-se Commissao e remellar aos Agentes a importancia
do deposito dei 1, por conla de taes accoes dentro do prazo (hado para a apresentaco de pedidos, querdo, que se entrega por qualquer prer,o |iara
A urna Commissao nomeada pelo Presidente da Provincia de Pernambco, de accordo com o ''
i Concesionario o Sr. Alfredo de Mornay, ser contiado o irabalho da distribui^o das Accoes.
Se nao forero concedidas lodas as Arenes pedidas, o dinheiro depositado ser levado em conla para
a prrmeira preslaro de duas libras esterlinas Bs. 170770 por cada Accao.
Senenhuma for concedida o dinheiro ser restituido por inieiro al o lim de Abril, ao mais tardar.
A Companhia lem reservado fundos que os Directores ralculoser sufticientes para o pagamento dos
juros aos accionistas desde odia em que se efectuaran as prestarles, e csses juros sero os mesmos
t]ue sao garantidos pelos governos lmpcriel e Provincial depois de abertas as secces da Estrada
de maneira que a imporianria das entradas vencero o juro de 7 por cento logo quo estas forera
realisadas. ,
Os dividendos sero pagos aos Accionistas no Bra/.il en casa dos Agentes da Companhia as ridades.
do Bio de Janeiro, Babia, c Pernambco.
Cada prestacao nunca exceder de duas libras esterlinas Rs. 178776, por aci-o, ohaver um in-
tcrvallo peto menos de trez mezesenire as presiacoes.
Os que porlcnderem accOes devero dirigir-se Commissao, o remetier aos Agentes da Companhia
em Pernambco Srs. Roihe & Bidoulac, logo depois de entregaren a impoi lamia do deposito, um
pedido segundo o formulario abaixo transcripto que os Agentes da companhia (ornereroconjunr-
umenie com o competente recibo pelas quantias depositadas.
Vendem-se ricos leques f;om plomas, bc'jia. e
espelho a 35. luvasde pellica de Jouvin o jielhor
que pode haver a I5KIKI o par, ditas de t ,1a ama-
relias c brancas para lioniem e senhora a .S80, di-
tas de lorcal prelilS e com bordados de- cores a KOO
r>. e l5'2IMI. tliIms de lio de Kscoci brancas e de lo-
das as cores para hoineui o senhora a .VIO rs., dilas
para meninos c meninas muito boa t'ar.eHda a iu,
lencinhos de retroz de todas as cores a I5, loucas de
laa para senhora a OiO, penles de tartaruga para
_.,,, alar cabello, fazeuda muilo superior a .">5, ditos de
qiiizei comprar uro carro alisar tambera de larlarosa a 3. ditos da verdadei-
americano de quatro rodas, com assentos^| robiifalo para atar cabello imitando muito aos de
paraduaspestQp, tendoarreios e cava lio 'liir,i,rusa a lISBuVdliea de alisar de bfalo, fazen-
muito ardigd dirija-se a rua do T
as e meias moe^ndas para engenho, ma-
chinas de vapor e taixas de ferro batido
e coudo, de riosos tamaubos, para
dito.
Quem
Cassas l'rancezas filias
240 rs. o coTado.
Formularia para o pedido de Acco'es.
Aot Senhores da Commissao encarregada da dtstribuico das Acedes da Companhia da
Estrada de Ferro entre o Recife e o Rio de Sao Francisco.
Havcndo eu entregado aos Agentes da Companhia reis
ao Crdito da mesma Companhia, pcco-lbes que ma concedo as Accoes correspondentes aquella
prestarlo, e pela presnteme obrigo acceitar aquclle numero de Acr,esou as que me houverem
de ser concedidas ; e bem assim apagar as subsequentes prestecoes quando me forcm axi;;idas na n para l.omem como para senhora, meninos e rre-
forma das Leis que re^julo a Companhia, assignando-mc por inini ou por meu bastante procura-
dor no Livro competente da uiscripc/io.
.- .ra pi-
chen. 10, sejiundo andar.
Karinba de mandioca.
No armazeui do Sr. A. Aunes Jaronie
de-se superior fariuha de mandioca em
des ; para porcea irata-se com M
ra, na rua do Trapiche n. {-
Moinhos de vento
omh6mbasderepuiopararc2ar borlase b
lecapiin.nafundicaode VV Bow
doHrnmn.*,8e10.
PARA OS SENHORES l.STIDAM ES.
\ endem-se a livraria ns. lie 8 da pia-
ra da Independencia, os sejuintes livros
"ara as aulas preparatorias ; em flanee/. :
da muito superior a -i-"1 e ."lOO rs., lindas meias de
Tires ven-
accos sran-
auoel Aires liuer-
ana,
na rua
seda pintadas para chancas de 1 a ', anuos a I.-mni
o|par, dilas de lio de Escocia tamhem de bonitas
cores para enancas de I a 10 anuos a 320 o par. e-
pellios para pande cora excedentes vidros a 300,
700, le IrJOO, loucadorescom pesa ISOO, lilas
de velludo de todas as cores a IHO e 210 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e finissimas a ">00
rs., ditas unissimascnm cabo de inarfim a I-, tran-
cas de seda de lodas as cores e larguras a 320, iOO e
SOO rs. a vara, sapalinhos de la para crianzas de
bonitos padree* a 210 e :I20, aderecos prelos para
luto com brincos e allinetes a 1;, toncas prelas de
i seda para rriancas a l>, Iravessas das que se usam
' para MgarercaMlla a I?, pislolinhas de metal para
! crin..-s a 200 rs., galheteirai para azeile e vinagra
j a 25200, bandejas muilo finas e de todos os tama-
! uhos de 15. 25, 3-5 e i5, meias brancas linas para
senhora a 210 e 320 o par, ditas prelas muito boas
a 100 rs., ricas caixas para rap com riquissiraas es-
Franja .n balla, ara cortinado,. ,.eS. 4*000 f "" ,,n frl*S^ ?"^T
l'apel panudo, resma, (de pesoj :ta000 a* Irancraas linas a SU r. o corado.
Dito de peso, resma '25700 Veodem-se 3 1 l mil
l.aa de cores para bordar, libra 7)000 para embarque para fura ; os pr
PeDles de bfalo para alisar, dalia 38000 te a'raa da Cadeia a. 21.
Fivelas douradas para calca, urna 100 Vende-se caf a _ii e a 2H1 rs : desrame da
Groza de obreiai muilo finas lijOOO casa di relaro 11. 2H.
Lenjos de soda finos, ricos padroes l-'iOO Vende-te vinho bom i WWi t>. 1 redada
Cala de Molas de marca aja 400 rs. a garrafa : tu Travetsa do Parata a. 1H.
Meias para senhora por 040 l'ttr'l sf Ifr
l'enlesdetarlaruca para segurar cabello 5OOO *
Grozas de canelas finas para penna _-.niiki \nde-se linhas de meada de Porto, libras a* ra-
llitas de boles linos psra casaca -jjiiKKI Iroz, pomada, conla de oxo.'babadnt. IratKOttm da
Meias prctas para senlioia, duzia 3(900 relroz, roxins, a oolrat miodeza, ota porcao, omm-
Uitas dilas ptra homem -jmhi l...l.aral.i. como boloet eofitdos a I-JO cada iof. Na
Lacre encarnado muito lino, libra I5NINI loja de K. A. de Pioho, em fraole oo l.nmtm.
l'apel de cores, maco de 20 quaileriios ..mi Vi-ndem-te en casa d S. P. JotinMm. A 1...
Iluzia de rolxeles 720 rua da Seoiala Nova 12. tedias inglein, ctacooi
Espedios de lodo Os numero, duzia 25.VH) de rnuro e de montana, candiel* a caslicaes W
l.iuhas.lc novcllos grandes para bordar IfifiOO zeados. relogios palente injlez. barril da arata a.
Kicas litas cscocezas e de sarja, lavredas, T, vinho Clierrv em barnt. eaaaat a> torro, fe 4o
largas !*0O vela, chumbo da manirao, arreiot para carro, Imm
-Meias crnai sem costura para homcm :I5300 inglezas.
Uilas de seda n. 2, peca :M0 'ede-e am sitio no lugar do atoan, ariian
Iranrnsdeseda brauca, vara 400 P:raaa, com boa cata da pedra a caiinta ha
Caixas de raz, duzia i&WW l^ocn, etUiban para earallot. cataa o raeako. bao
Peras de lilas de cs 300 P'nl "P"" "a da cata, a amal lailaala i n-
Lais linos, groia 2;00 I'm ; veiidem-te iaoalaaele.aetaida laita port-
Cor.l.lo para ve-lido. libra 18200 ''"s Puco : no d"0 caaa a proprw-
Toucas de bloudc para meuiuo 1200 lar, Aolomo Pere.riida Costa.
Chiquitos de merino bordados para meuino 18 e oulros muitos arligos que se tornara recommenda- prer.icommodo : na rua da Cadata o. Jt,
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidara "'?'' ___
"dar um pouquinho mais barato a aquello senhor lo-1 ~ <|" um ~m e DO" caia*t,
cisla. qoe qoeira a dinheiro comprar mais barato I"' avallo, lodo por proco taoHo
do que se compra em primeira n.ao. i P" "r- n" coebeira do V. Joa l-raontco. 1
,. i le da or.lem lerccua de 5. f-raneitro. por hoiio te
CORTES DE CASSA PARAIQUEH ESTA- l)E | Gabinete Porluauez. e para ajotar, na rea do (Joei
LUTO. mido, loja de miudezas da Boa Fama b. 31.
> emlem-se cortes de cassa prela muilo miudi. I .. -
\ ende se superior somma de ararati ; aa rao
do llriiin, armazem n. 22.
x\; va Illas a CUIIteiltti.
Na rua da Cadeia do Recife n. iX, primeiro an-
dar, escriptorio de Aucuslo C de Abren, raoli-
nnam-te a v endor 1 Kgutai o par prer Gao, a* Je
bem conhecidis eafimada navalh.. .le bariM felat
ver. na rua do Hospicio, .esquina do Ca- i Peln bal.il fabricante que foi premiado na ex^oMrao,
do Sr. Candido pintor de carro*\ ea de Londres, as quaes alem de durarem oilraardina-
riamculc. naosesenlein no rosto na accao de carlee ;
vendem-se rom a cnudicAo de, nao acradaado, po-
dercm os compradores devolve-la ale l.i diaadaaaaia
da compra resliloindo-te o importe.
(.baratos vareta-.
Veidadeiros do Braudao S. I elu par prero
commodo : vcudem-se na rua do Vicario n. 23, prt-
meiro andar.
por diminuto prata de 2s o corle, ditos de cassa chi-
ta de bom goata a 25, ditos a 25IOO, padroes france-
zes, alpaca de seda dequadros de todas as qi-alnla-
des a 720 rs. o covado, la para vestido lambem da
quadros a 80 o covado ; lodas estas fazeudas ven-
detn-te na rua do Crespo n. o.
Vende-te um cal.riolel lodo piolad., e forrado
de novo, com arrems. he batanle leve, seguro ? bo-
nito : para
mar.lo, loja
tratar, na rua doCnllegio n. 21, primeiro andar.
Relogios
iug e/es de pa-
tente.
!$s>cta*o fugiDa.
A el
Vendem-se tres ptimos pianos de al-
mario de Jacaranda', por preco commo-
do : na rua do Trapiche n. 12, casa de
Rotlie& Bidoulac.
Alcalro da anecia.
Vende-se lcali 111 da Sitecia em lotes a
volitado do comprador, ero barril e meios
barris: na rua do Trapiche n. 12, es-
criptorio de Rothe A Bidoulac.
I utno em Foili.
Em casa de Hothe & Bidoulac, rua do
Trapiche n. 12.
Arados de trro.
Por commodo preco : em casa de Ro-
tbei Bidoulac, rua do Trapicheo. 12-
dapatos de borracha.
No alerro da lloa-Visla, defronte da bonrea n.
l, he chesado um grande soitimcnto de Npaloa de
I borracha muilo proprios para a eslacao prtstnlc, lan-
p -jv" 'ti .*" 1 lampas a 3? c 2>0OO, meias de seda de cores para
1 auiet virgime, Iclemaque em ingle/. : homcm a 640, ehamteiraa muito linas a 31, ctstf.es
Historia ofRome, Thompson: por nre-' paril bengalas a iOrs., pastas para Guardar papis
i"OS COmmodos ,f*0"rs., oculos de armarilo dearo pralcados e dou-
Na fabrica de sabao da 111a Imperial -p vende '
muito nova e tapeh.ii madrira de pinito em pran- I'"'......_.....
chei de 11 pes de ruinprido !l pollreadai de lrc rj cavado pequenos e Grandes, fazenda muilo supe- j n-iiito commodo: na 1
No da 2~> de favereiro prximo p
em casa de 1 ''"'"' da rasa do abano aasignade o preta
I escravo do Sr. Uioce Soare de Albaanna.ni. pro-
| pneiario do ensenho Pi'^o, frecaezia da
! signaes sao os sezuinle : 13 anuo* de id
preta, rotla bexisso, alio, etpadauda. lena 1
I feilo em um dos ..Ihos, nariz chalo, falt
1 G'ins 1 >>nle> na frenle. aaa Brandes, a ota
le- analta lorio |n-ra dentro. E^e eterava, 1
com a idea doquellat viclnnat que o choloc
j naquelle ensenhv. focio d.dh em demanda de Reo-
fe : oesta viacem fi accommeitido da Batenla rei-
nante, da qual foi tratado na Paataaam da Masdaat-
] na, no correr de dout diat qoe alii lili 11 ; dapooi
, .Ido que apparereu na cata do anaivo ettianade, d'on-
lam-se e\|>ostos a venda relogios de fusio. Julcava o abano atcnad ooetHtoaocra-
de ouro esmaltados muito lindos para as : ,0 vesse ido para a engenta ; na entreUala. ^>
bendo que ale 22 do crranle nao era chesado.
o* melbores fabricado em Inglaterra 1 ..
Ilenrv tiibson : rua da Cadeia do Recife u. 52.
Cartas franee-
zas.
Venlem-e superiores carias fraucez.is para vol-
tarele a "iOO rs. o baralho : na rua do Hueimado,
loja de miudezas da Boa lama 11. 33,
.iilh'-ailas de larc lJ cavado pequenos e Grandes, fazenda mu
ra e 3 de grssura, a 1)09 a duzia. iri,,r a ,ii0- *, I?. 1?200, IJJOO e 29, alara
losa tll, I? c I.12IKI. lunetas com aro debtalo seidioras de hom rosto chcados nelo 1 \"''*a ",c,-^o"-;" e ao era rheaado. neta
arlarosaa 300 rs. e 19. superiores e re, benga- |llm ., C"Laa0S VU tile bav.a nolteu no refer.do anaatata. abaixo ^
has 11 -i-.e a:500 rs. mais ordinarias, chirotes pa- ul,lm0 n:n "' ,ic FraOC,a. e por pteeo nsnadn roga m aulonnadet HKtoee e eaeotaa. da
,..,.,n ...n,.,,...,. M,io, ..,.,,. 1, ......!...,, ir 1111.1 ..:. #l:i f'.i'iw campo a apprebensjo do referido craso, na anana
da Cruz 11.
Meias prelas pa-,1
ra padres.
apeadores de! -2li, primeiro andar
tiln linos 1 ir.1 I
Fariiili.i fie m;tmlio a
1 cornalina para casaca a !I20, penles ni
suissa a 500, escovas linas para rabello a tito, dilas
para casaca a 610, capachos pintados para sala a
lO, meias brancas c cruas para homcm, fazenda I Veae-te I mais superior feriaba de mandioca, em
! superior a 160, 200 e 210 o par, camisas de meia | saccas de alqueire, medida vclha ua rua da Cruz,
; muito linas a 1c e 19200, lave brancas encornada) ; escriptorio de Antonio Lu! de (iliveira Azevedo.
proprias para montana a 310 o par, meias de cores
Vende
. para senhora moilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
rm-sc superiores meias de laia para padres, | duras de madreperola e dcoutras militas qualidades
10 preco de 18800 o par, ditas de al- c goslos para codetes e palitos a 500 rs.. fivelas don-
" radas para calcas a odeles a 120, ricas filas Una
godlo prelas a (tO o p'-r : na rna do Qoeimado.lola
de miudezas da Boa Fama n. 3a.
Nome por extenso_________
Residencia por extenso___j_
ProGssao ou Occupa(ao____
Lugar de Negocio se o iem_
ISMI.WII iti
Candida Maria da Pai.xao Rocha, pro-
lessora particular de insti uceao primaria,
residente na rua do \ igario do hairro do
Recite, la/, sciente aos pais de suas alum-
nas, queaclia-seaherta sua aula, naijiial
contina a eusinar as materias do cost-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por piceos ra/.oa-
veis.
Trocam-se notas do Raneo do Brasil
porsedulas: na rua do Trapiche n. 10,
segundo andar. .
J5asa>ff*aSa:*Saag
t J. JAKE, DENTISTA, S
e> contina a residir ua rua Nova u. 19, primei- tt
4 ro andar. W
Prccisa-se alagar dous pretos capti-
vos, dando-se ^3 sustento, para trahalliar
nesta typographia : na livraria ns. da praea da Indepeciidcncia.
Na casa da residencia do I ir. I.oureiro, na rua
da Saudade, defronte do Hospicio, precisa-se de urna
ama de leite, torra, que nao traga consigo o tilho,
que liver, de pcito.
ninas, assim 0.1110 um novo o c.-mptolo aortioiento
de calcados fraucezes, c de Nautes, de lodt as qui-
li.l.i.lc-, ..- I.i-i.i couliecidos apalo do. Aracatv,
Sal do Ass
A bordo .!.- f-rjns ...l ...... vende-se sal do Asu',
ou a Iratar con, Anlouio de Almeid.i tiomes, ua rua
do Trapiche o. 10, tc^vodji a.
lavradas e de lodas as larguras, bicos finissimos .le
bonitos padroes e lodas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas do noivas, tesouri-
uhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Alcm de linio i-lo oulras muitissimas cousas muilo
proprias para a reala, c que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os freg'iezesj sa-
bcm : na roa do Qoeimado, nos quatro cantos, na!
bem conherida loja de miiide^as da H2 Fa
n. 38.
cani|io a appreliensJo do referidu eteravo. qoe 1
riso o apresentaiilo ao senlior no tea aneen**, oa aa
abaivo as-icuado. em -oa toja i.a roa do Canina a.
3, aonde eran recompensado -rnerttorntele.
Manoel Antonio Geea;alai.
Escravo incido.
llesappaieceu do Re) de Janeiro, da
tasado Sr. Feh\ AntunesMoreira. bca-
rra mi Joao, crioulo, natural do Mara-
nhao. com os iignaes aerruintes : idade
\ende Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo. 110 sou I t,. .,__. _.,___"
wripterio, rua da Cruz n. l. '" ",nos- |oiico mais ou menos, cor prc-
; la, rosto comprido, nari 1 egnlai. cabcl-
Meias de la curtas
cuitipritirts.
e
AO BAHATO!
Na rua do Crespo, loja 11. 1, vendem-se por todo '')S natliraes. olllOS pretos. barba cen
o prero fazendas de primeara qualidade, para arabar
nao se otlia a prero.
33500
SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e arhani-se a venda na
rua da Cruz do Itecile n. 6, taberna de Anlouio
Francisco Martina as eeBOiottS tmanle de horlali-
ces, coiiij sej^m : ervilhasl. ra. aenoveza, e de An-
ela, feijao carrapalo. rdzo, pintaoilno, e amarcllo,
alfacerepulhuda e allrm.ia, alsa, lmales grandes,
rbanos, rabanales branios t anearnadna, nabos ro-
zo e I.rauco, senoiras brancer e amarellas, couves
triuchiida, lombarda, esahok, abela de Selubal,,
segurelha.coruirode loucein. repolhoc pimpinela, Ion & C., na rua de Senzala Nova 11. 42.
para houiem como para menino, esleirs, Celfe ve- e urna grande poroto de diOercnli- sementes. das c,.|i;,, ntrltxM
las de carnauba, as melhores qoe de la tem viudo ; llws |,0.las lloras para jardins. '
assim como nina porcau de verde francez, lado por
preco muilo commo.io, a troco de sedlas afilias. CiOtlFOS tic <' Veude-sc a taberna lila na rua da Aurora n.'
56, moito propria para um principame porlerpou-
cos fundos, e lem bous commodos para familia ;
vende-se por o dono se retirar para a Kuropa ; qurin
pretender, dirija-se a nseenia,
l'ariuha de trigo.
Jos 11. da Fonceca Jnior, na rua do \ iuario 11.
21, tem a venda de superior qualidade de Ualtiino-
re a preco commodo.
Vende-se una canoa aberla que carrega .MU
lijlos, propria para olaria para a conduccao de bar-
ro lambem se negocia a troco de lijollo : quem pre-
tender appaiera na rua da Aurora, pastando a fnii-
dic/iu pi nucir taberna.
FAHINIIA DE TRIGO. Vcnde-se aloja de calcado da rua do l.ivra-
No beceo ilo tioncalves.armazem dr Jos lloar-. njenl.e 0,33, com poucos fundos, a dinheiro 011 a I
le das Neves, acha-se a venda um bom sortiincn-' prazo, dando o comprador garanda as leltras : a Ira-I Vcude-se
lo das melhores familia de marcado. I lar aa mesma laja, 1 Cruz 11. 1:1.
Vendem-se licores de Ahsvnthc e
i Kiz-sch. ezn cai-vas do i 2 (;, ,',[ catia
urna, ltimamente ehegado de Franca, e
por barato preco : na rua da Cruz n
ti, primeiro andar.
Vende-se um resto de couros de cabra, muilo gran-
des e bous : na rua da Cadeia do lenle 11. 5".
^Vende-se um cabriole! em bom uso. com um
dos melhores cavados, por ter o dono de relirar-se:
ua roa do Aragee n. 12.
VELAS DE CERA DE CARNAUBA.
Vendem-se velas de cera de rarnauba, em caixas,
muilo superiores : na rua da Cadeia do Mecifc n.57.
Vende-se urna dislilarao bem mouda, com
lodos os seus perlences, exigiente na rua do Hansel
n. Vi : h tratar na rua do Crespo, quina da rua das
Cru'zes 11. tli, loja.
Veodc-secal de Lisboa ullimameulechegada. as-
sim como polassa da Kussiaverdadsira : na praea do
Corpo Santo n. 11.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose castieaes bronzeados.
Lon asingle/.as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro,
Barris de graxa n. 97.
Vinho Clierrv em barrs.
Camas de Ierro.
i
s
Velas estearinas, pedras de mar-^V
more para mesas, papel de peso
ingle/., papel de cmhrulho, oleo
de hnliaca em botijas, chicotes
para carro, pianos de armario,
lona e brim de vella, cemento ro-
mano, armamento de todas as
qualidades, cabos de linho e de
manilhn, pi\e da Suecia, cham-
pagne e violtos linos do Retalio :
vendem-se no armazem de C. J.
Astlev iV C., rua da Cadeia n. 21,
da, altura cinco pe e duas oollegadas.
consta andar "mharcatlode ma: inheii o. r
intitula-xe ser forro, e consta que aprsen-
la carta Iii h.i e alloma : ., .m o apt-i -
hender 011 der noticias certas, pode ir a
rua do Trapiche n. primeiro andar.
escriptorio de Novaes C ue recebera'
a gratilicacaode I ."id.sIMMI.
No da 17 do rorrenle mez fusio do ata* at-
-i.-na lo urna escrava eriaula, por nome Itarsarida,
'Io- reprrsenta ler iOannot .le idade. de catatara re-
sular. arhavase em convalescenea da amo arave
eufermidade que leve ; levoa orna lroo\a de roanaa
della. e rola que esli acontada : qocni a Itvet.
pagara perdas f .Umn. -.
Francisco de Paula Caroeko I
Peiias
Vendem-se muilo boas
da Cadeia do Recife n. 37,
c cma.
pruna- de fina : na ma
Cognac verdadeiro.
oguac superior fin garrafas: na rua da
Vendem-sesellins com per-
tences, patente inglez e da
No dia l.'i do cnrrenle mez I uno da c_
senhor um mualo por nomr >a truno, qoe I
la ter -JO annos de idade. eslalara reanlar,
corpo. bstanle claro, sem b.rb. rotla coas I
de besiaas -. levoo camisa de borla, ralea do alamlaa
f um Kirrao de pelle de carneiro rom algoaaa roopa
branca he natural do Brejo de Atea, a foi corras*
1 do Sr. Manoel Francisco Alvrt liana : rafe-e a
; qualquer rapilo de campo oo quem ttaar ama teja
I que delle liver noticia, o r.i\..i de o iimiai a too
senhor Loiz Jote da lana Amonan, aa I
; da Madre de Uro- n. 2... qoe alean da*
I gratificara os pi.rla.lore-.
melhor qualidade "que tem ^ S^sSl**-'*^
viudo a este mercado:
ass-
I auno-, iliaco ir.ai osdananea
no com os Manaes secuinlet : falta de denle na renlef.
armazem dr Adamson Ilowie """' ds orelhas rasgada provenienle do brincas*
& C, 1 ua do Trapiche n. i-i. i qU"" ***-+ rul Mr". -"- *
ar a. ti, qne ser bem gralincado.
DOS PREMIOS DA SEGUNDA PARTE DA PRIMEIRA LOTERA A BENEFICIO DA MATRIZ DE S. JOZE. EXTRAHIDA A 29 DE MARCO DE 1856.
iNS. l'KEMS.i NS. t'HEMS.i NS PUU.MS] NS. l'UE.MS.
109
39
39
13
10
22
21
2
5
r
2H
33
35
38
-
13
iti
iS
i!
;i
J2
33
li
lili
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63
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71
73
71
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