Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07319


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Full Text
ANNO XXXII. R-74.
Por 3 meza adiantados .S'OOO
Por 3 meza vencidos 500
1 a
(HAITA FEIR\ 21 E MARIO DE lUI.
Por .uino adi.inlado IJJjOOO.
Porlc franco para o subsc iploi.
ENCARREGADOS DA SL'BSCRIPCAO' NO NORTE-
Parahiba, o 8r. Gerrario Y. da Natividad* ; Nalal, 8r. Joa-
quina I. Pereira Jnior: Aracalj, o Sr. A. da Lemot Braga ;
Oar, o8r.J. ht daOlireira Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
!um Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingos Hereulano A. Pessoa
earenie; Para, Sr.Juiliano J. Kamoi; Amazonas, o 8r. Jer-
nimo da Coala.
PARTIDA DOS CORKEIOS.
Olinda .* lodoi oa dias.
Caruaru',Bonito a GaranhuD! : noidjasl 18.
Villa-Bella, Boa-Visla,Eiu' a Ourieury : a 13a Sg,
Goianna t Parahiba : segundas sexias-feirai.
Vieioria a Nalal i naiquiotaa-feiras.
PARTE OFFICI AL
aOVEHNO DA PROVINCIA.
Expedanle do da > al* marco.
OllicioAo Exm. Sr. ministro do Brasil em Lon-
dres.Acenso recabido o oflicio que V. E\c. me fez
a honra de dirigir em 8 de fevereiro ullim.., dando
a lisongeira noticia de j se acharein vendidas todas
as aerees da companhia da estrada de ferro, que
do i mi ser emitiidas em Londres.
Congralulando-mecom >'. Exc. por este fado ani-
mador, para o qual muito contribuirn! os esforc**
que V. Exc. empregura, permita que eu llie Iribnte
o mais vivo recnuhccimeuto, nao ao de ininba p.irle
como em nome desla provincia, por coja prosperi-
dad V. Eic. ae mostra lio sinceramente inleres-
sado.
Por esta occasiao enmpre-me annunciar a V. Etc.
que, acceilando a commissao com que a direccio da
companhia me quiz obsequiar, nomeei os Srs. burla
de Camaragibe, commendadores f.uiz domes I'er-
reira e Manuel Goncalves da Silva, para comiso e o
Sr. Alfredo de Mornav conslilitirem a commissao
que lem de dislnboir as l.OMI acee* destinadas
ao Brasil ; e cordeamenle agradeco a*V. E\c. a hon-
dada que leve de lembrar o men nome.
A directora da companhia encontrar sempre em
mim a melhor vonlade e cnadjuvacao. para o lim de
serem puntualmente realisadas as indicantes que V.
Exc. Ihe li/i'r.i a respeilo do modo de se consegui-
rem os arraDjos necessarios a acquisico iniegral dos
ca pitaes.
Espero que V. Exc. continu a prestar a sua va-
liosa proteccao em favor do pmgresso e flnreseimen-
lo de urna empreza da mais reconhecida ulilidade.
DiloAo Exm. Sr. ministro do Brasil em Paris.
I enho a honra de aecusar recebido o oflicio de V.
Exc. de :t0 de Janeiro ultimo, no qual communican-
do-me V. Exc. ter sido devidamente aceita a letra
de cambio que enviei em 8 de novembro no valor
de i.lOO francos, delara-rae que pelo l.ido pecu-
niario nao haver mais embarazo quanto .i vunla de
seis irmaas de caridade e dos padres LazaraUM ; sen-
do que ainda nao se acham desvanecidos todos os
obstculos por V. Exc. upoiilndos em seus anteriores
educios, por causa da guerra do Oriente.
Moilo me satisfez porcm a declararlo de que V.
Exc. renovou suas instantes supplics a suprriora
geral das irona* de caridade para se realisarem os
meu.s pedidos; satisfacen tanto maior quanto V.
Exc. diz nao ter perdido a esperaoca de mandar pe-
la mala, porque meofflciava, quando menos anteri-
pada copia do tratado on contrato qoe jalean indis-
pensavel celebrar para aquelle lim. o qunj sri leria
vigor dapois de miulia approvar.lo. que desde ja
ronce a), tanta be a confianza que deposito em V.
Exc, a quem pelo presente oulorgu a autorisacao
que para isso for necessaria.
DitoAo Exm. commaudante superior do muni-
cipio do Kecife, recommendando a expedirao de
suas ordena para que amanbaa s 7 horas do d'ia seja
poslada em frente da igreja do Collegm urna guarda
de honra,alhn deacompanhar a procissao da Ressur-
reiiao que lem de ser feila pela irmand.vie do Di-
vino Espirito Sanio erecta n'aquella ig'eja.
DiloAo Exm. marechal commaiidanlc das ar-
mas, transmitlindo por copia o avTso da repartirlo
da guerra de do correnle, do qual consta que por
decreto de 3 desle roez, se enneedeu reforma na for-
ma da lei ao coronel commandanle do U balalhao
de-infamara, Luiz Antonio Patilla, que se acha na
corle.Communicoo-se a Ihesouraria de fazeuda.
DiloAo mesmo, autorisando em vista de sua in-
formaenjna mandar |>a drado7BNa>l.ilhao de injepljria. Desdslo Vrica
(jomes, aceitando em sen tusar o ildado do 9. ba-
lalhao da mesma arma, Antonio Luiz I, que para
esse lim foi offerecido pelo mencionado cabo de es-
quadra.
DiloAo Exm. commandanle superior da guarda
nacional do Cabo, commnnicando que segundo cons-
lou de participarlo da secretaria da juslica, conce-
deu-se por decreto de 18 de fevereiro ultimo a de-
missan que pedio Braz Carneiro Leao do posto de
majnr commandanle da secr.lo de r;serva da mesma
guarda nacional.
DiloAo inspector da lliesouriria de fa/.enda.
Sendo sobre modo estranhavel a morosidade com que
a commissao de compras de socorros, traa de aviar
e remelter para us diverso- lujares accommellidos da
epidemia os gneros alimenticios e mais objeclos, ru-
ja remessa lano se recommenda ; sirva-se V. S. de
expedir suasordens, para que no caso de nao haver
emenda, sejam Horneados oulros membros ; com-
primi entretanto queme remella com urgencia, nao
s orna relac.au de todos os soccorros enviados com
declararan das dalas das remessas, a quem feilas, e
dos respectivos portadores, como lambem urna de-
clarado do que ahi existe por ser enviado e do mo-
tivo da demora.
DiloAo mismo, remellen lo para os convenien-
tes exames copias das acias do conselho administra-
tivo datadas de 29 de fevereiro ultimo e 7 do cor-
rete.
DiloAo mesmo, recommendando a expedido de
suas ordenspara que na recebeduria de rendas inter-
nas sejam arrecada los,o vista da relaraoque remelle,
os direilos e emolumentos que esiao a dever os olli-
ciaes da Ruarla nacional desla provincia menciona-
dos oa supradila relaro.
llrlarao a que se refere o officto cima.
Jos Pereira da Silva, major ajudante de m leu-
do commando soperior da guarda nacional de
Flores
Direilos......711*100
Sello....... jiftio
Emolumentos. 1i;00O
AUDIENCIAS DOS TRIIttXAKS DA CAPITAL,
Tribunal docomroercio : quartase labbodoa.
Relacao lereas-feirai e sabbados,
Fazenda : quartas a sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas ao mcio-dia.
Juizo deorphos: segundas a quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel: segundas a sextas ao meio-da.
Segunda vara da eival: quartas a sabbados ao meio-dia.
EPHEHER1DES DO Mi:/ DE MARCO.
6 Loa nova as 6 horas, 19 minutos, 40 segundos da tarde.
13 Wuartocrescente aos 18 minutos e 48 segundos da larde.
Luacneaa 1 hora, 88 minutse 48 segundos da larde.
V uario miDguanleaosl3 minutse 48segundosda Urde.
_ PBEAMAR DE Ilud-
Primeira as 8 horas e 30 minutos da larde. '
Segunda as 8 horas a 51 minutos da menbaa.
DAS DA SEMANA.
24 Segunda. 1. Oit. Fesla da instilulCMdo89. Sacramento.
25 Terca- 9 2. Oit. Annunuacao da BanUaainM Virgem Mal de D.
20 Ouarta. Ss. Lndgerio e Braulio ah.
37 i.i un i. S. Roberto b. ; Ss. Flelo e l.vdia mm.
M Sexta. Ss, Prisco, Maleo e Pastor mm*.
211 Sabbado. S. Bertholdo b.. Ss. Joas, Bararhisio mm.
30 Domingo S. Joao Chinaco ; S. Clinio,
DiloAo coronel Denlo Jos Lainenha Lins pre-
sidente do conselho administrativo.Ilaja V. S. de
reunir a commissao cncarregada de examinar o esta-
do do arsenal de guerra, para que proseguindo a^o-
ra nos trahalhos que Ihe foram indicados por ollicio
de 2d de mu eiul.ro ultimo, passe com urgencia a in-
ventariar todos os objeclos existentes no almoxarifa-
do do mesmo arsenal, afim de empossar o novo almo-
xanre bacliarcl Antonio Maria de l'arias Keves, e
servir tal inventario ao ajuste de contas ao almoxa-
rifa suspenso Bernardo Jos Marlins Pereira.
Por e.la oceasia,. declaro a V. S.. que acabo de
ofliciaranactu.il director dn referido arsenal para
lazer parte da mencionada commiMo, que lambem
lera por membro un empregado ,1^ Ihesouraria da
fazenda, que f ir designado pelo respectivo inspector
a quem acabo de ofticiar.Fez-se o expediente de
que se trata.
DitoAo juiz relator da junta de juslica, Irans-
miltindo para ser relatado em acatao da me'sma junla
o processo verbal do soldado do segundo batalhao de
ufanlaria Thoraaz Antunes.I'arlicipou-se ao ma-
recbal commandunle das armas.
DiloAo juiz de direilo do Limoeiro, inleiran-
do-o de haver designado o Dr. I irmioo Jos, Doria
para prestar os seus serviros mdicos nos lugares
d aquella comarca onde elles forem necessarios, po-
dendo o Dr. Francisco de Paula Cavalranli de Al-
biiqiierquc .Mello dar por linda a sua commissao lo-
go qu- esleja concluida a desiiifecra.i de (odas as ca-
sas e estabelecimenls publicos da' % illa___Fez-se a
respeito o necessario expedienle.
DitoAo director das obras publicas, declarando
que expedir nrdem a Ihesouraria provincial para
que. em pretenea dos competentes certificados,pague
aos arreinalanles do empedrameolo do lerceiro lauro
da estrada da Escada e do segundo da de Apipuco a
importancia das primeiras pre.tar.ies dos seus coa-
Ira l os.
ENCABJIECADOS D\ ti ItM.Rlps \l Mi si I.-
Alagoas, o Sr. i laudino Falcao Dias I Babia, o Ir D
Rio da Janeiro, o8r. Joao PereiraMarlioa.
KM l'KDWMIlt CO>
O proprielario do DIARIO Manoel Fwuairoa da 1 ana, na sm
livraria Praca da lodepeodeocia na. t rS.
Dito\o mesmo. approvamlo a deliberarao que
lomou de mandar comprar os objeclos consta'nles da
relajo que remetleu, osquaes se faziam necessa-
rios as diversas obras a cargo d'aquella reparticao.
Lnminuincou- DiloAo Dr. Sxmpbronio Cesar Coulinlio e aca-
dmico Erminin Cesar Coutinho (em aiarelb .
Accus recebido o ollicio qoe Visea, me dirigiram
em dala de 19 do correnle. e no qual peden urna
suspendo de sua commissao medica |nesa comaVca,
allegando a necessidade de repousarem dos Irabalbos
e angustias que bao sofTrido esta quadra de cala-
to idade.
Em vista das razoes que me pouderam.rcsolvi con-
ceder-Ibes 5 dispensa pedida. Horneando o Dr. Er-
nesto dos Santos Machado e academieo Benevenulo
Pereira do Lago para irem substituir a Vaca, a
quem por cata occasiao louvo os hons serviros que
prestaram em favor da humauidade soffrdora.__
Fez-se a respeito o necessario expediente e enmmu-
nicaroes.
DitoAo acadmico James Comes Robinson.
Parla \ me. quaulo ames para o lermo de Iguarassii
afim de ajudar o Dr. Joao Honorio Bezerra de Me-
nezes, que all se acha prestando soccorros mdicos,
ciimprindoque \ me. enlenda-se com as autoridades
respectivas, ,le quem recebera os auxilios necessarios
para o boin desempejilio de sua commissao.Expe-
diram-sc a respeilo as ronvenicnles orden-.
PorlariaDelerminaiido a Anua Franrisca da Sil-
va, que sol pena de deniissio, entre quaulo antes no
exerciciodo lugar del substitua das profesaras Ido
collegio das orpbas. para o qual fiira nomeada.
Illm. e Exm. Sr.Tenho a salisfarao de partici-
par,a \ Evr. que a epidemia reiiianle. que ha mai
d* aro mes m.....i^ .^ |j|n ij^_[,,nj"- igra diml
uuido de vigor e ilensidade, e que 'eli/mente ja
poucos rasos nnvos apparecem. Tambem julgo de-
ver cominiinicar a V. Exc. que, leudo eu c o juiz
municipal supplente em exercicio, o leneute-coro-
uel Francisco Santiago Kamus, e varios propietarios
soccorrido sempre ile carne verde, arroz, bolacha,
etc.. a pobreza, mesmo anles de V. Exc. remelter
soccorros alimenticios para esta villa, de maueira
que aosapobres nada lem fallado, a nussa cusa, ap-
pareceu agora uin cerlo caixeiro Jos Victorino de
11
ol..t\ a.lo os supradilos acadmicos que o prndenle | que est gozando a Industria. E loi este n ponto de
(las Alagoas Ibes havia determinado que ella deve- | apoio do seu discurso. Joao l'allia, bacharel e ero-
ria servir para condaeclo de nflicios de commiiui- Homila do partido le^iliinista, orou quasi no mesmo
carnes desla comarca para aquella provincia, e espe- sentido, e bem assim os mais disearsaderes que en-
ro, que atientas as raines cima expostas, V. Exc. se Iraram no dbale por parle da opposic,ao.
A favonio projerlo, por conseqnenria do gover-
no, s fallaran! por einquanloA. Rodriguen de San*
digne approvar o meu procedimenlo.
Junio achara V. Kxc. por copia o oflicio que diri-
g ao K\m. presidente das Alagoas, em resposla ao
que dcllo recebi.
Dos guarde a V. Exc. Rio Formoso 20 de mar-
ro de 1856.Illm. o Exm. Sr. cnnselbeiro Dr. Jos,
lenlo da Cimba e Figueiredo, dignissiino presiden- i res da* inscriprcs em Portugal li/eram urna repre-
!"l!e!."pru*l"'i:'" Ja'' i'''','?e .'/" Snaza !"'">' I sentacao as corles, na qual lliepedem, que so conce-
da a elles lambem o favor e compensaca.i iiue o mi-
nistro da fazenda olTereccu aos uorljidorcs .las os-
crip^es (bond.) da nossa divida evieina. Esla igual-
dade, em Ibese, nao se pude contestar, mas como es-
te favor, foi para com elle se pagar oulro tao dese-
jado, qual a cotaro dos nossos fundos na pra^a
de Londres, como os credores nacionaes n.o leem
que dar em compensarao, provavelmente nao sero
allendidos.
Herebeu-se aqu a noticia da resolurao lomada no
Rio de Janeiro pelos accionistas da ri.inpanliia
u Luso-Brasileira. n Todos louvaram, porqu~ tra-
la do Porto, foi salva-la.
regoo o governo ao ma|or .lose Carlos Conrado Chel-1 Apparereu em lodos os jornaes urna reclamaran do
mick, de levantar as plantas, perfls e alead.,, do a- depotado Passos Manoel por llie haverem alterado de
qiieilurlo e depsitos das aguas livres. e de quaes- lodo, o -eu ulliino discorso na cmara electiva en-
quer nutras aque.lurtos. depsitos, nascentCS, elr.,
qner perlencam a.i dominio da municipalidadc de
Lisboa. At ao lim de junlio prximo .lvenlo eslar
concluidos e*le trabllhos. Reuniram-.se na cmara
'_'* .... ................. ............--. I, .1 Til |--r- ,,,, ,1,1, |, ,
Mo, redactor da Rei-nhirao. eio deputado Moracs \ municipal os socios daquella empreza, e apresenlou
Soarcs, que ral redactor do grande relatorio que pre- -
cede o projeclo.
Ja' me ia esquecendn dizer-lhe. que o portado-
juiz de direilo da comarca do Rio l'ormoso.
EXTERIOR.
DE
Joaquim Pereira da Silva Piniao, majnr ajudante
de ordens do mesmo commando superior.
Dreitos......?i-ih
Sello........ 9160
Emolumentos. I i*KJO
Can b lo Pereira de Souza, capilao -rrelario geral
do mesmo commando superior.
Direilos......509000
Sello....... -|i,n
Emolumentos. Iii-nu
Malhias Pereira da Silva, capilao quartel mestre do
mesmo commando superior.
Direilos......5ltJO0O
Sello....... aleo
Emolumentos. Ili.;i:ii
Jos Porfirio Lobo de Andrade Lima, coronel refor-
mado da enliga guarda nacional de Nazarelh.
Dreitos......jOoOOO
Sello ,...... 8100
Emolumeutos. 300000
Francisco de Horja Viera de Mello, major refor-
.rnado da guarda nacional do mesmo municipio.
Direilos......359000
Sello....... altio
Emolumentos. .* 149000
DiloAo mesmo, recommendando que mande
adianlar com urgenria por conta de scu vencimen-
lo:t0fto rs. ao Dr. Erneslo Jos dos Sanios Macha-
do, e igual quantia ao acadmico Benevenulo Pereira
do Lago, os quaes vao em commissao para a comar-
ca _d_e Nazarelh.
Vomesmo, inleirandn-n de haver o cstu-
danle de medicina Manoel Enedino do Reg Va-
leaea termina(rC>>ojmnissao em que se achava, e
recommendando que mande pagar ao referido estu-
dante o que se Ihe esliver a dever de seus venci-
mentos, na razan de 159 rs. diarios a contar do da
2 de fevereiro ultimo, desroiilandn-se-llie a quanlia
de 1009 rs. que elle recebeo por cotila na Babia, e o
mais que aqu ja liouver recebido.(>ininunicou-se
ao mencionado csludaote.
"iloAo mesmo. declarando que com avisos do
ministerio da fazenda de i do correle foram remet-
lidos presidencia os decretos de nomcacoes de Jos
Francisco de Salles Kaviera para ll." escriplurario
d'aquella Ihesouraria, para quarlos dilos os prali-
erntes Joaquim Viera de Arruda, Hereulano Juar-
le de Miranda lleuriques, L'fvsses Pernambucano de
Mello, Joao Carlos Augusto "de FitueireJu, e para
amanuense da secretaria o quarlo escripluraro An-
lonio Martins Seabra de Lemos.
DitoAo mesmo, transmitlindo por copia, para
ter a devida execbc.ao, o aviso de i do correnle com
que o Exm. Sr. ministro da fazenda remetleu o de-
creto.pelo qual fura nomeado paaa o lugar de segun-
do everipturario d'aquella Ihesouraria o chefe de sec-
r.'in da do Cear, Joao Sevenai.u Ribeiro.
DitoAo mesmo, commonicando que segnndn
consloo de avisos do ministerio da fazenda de i do
correnle foram nomeado os praticanles d'aquella
Ihesouraria Manoel Augusto de Figueiredo para se-
guodo escripturaro da do Paran, Cyiaco Antonio
dos Santos e Silva, e Mauricio I h.....Ion. de Souza
para iguaes lugares, esle nado Riotirande do .Nor-
te, e aquelle na da Parabiba ; deveu.ln S.S. de ron-
foruijdade com os cilai os avisos mandar abonar co-
mo ajuda de cusi ao primeiro a quantia de 3509
rs., e a cada um dos oulros doas a de 150; rs.
'aiva, rom Irezentos e tantos mil ron em alimentos.
mandados por um Inglez, para aqu serem distribui-
dos, e logo com a idea de montar um hospital, para
0 que procuraram a mmha coadjuvarao e mais a do
dilo lenle-coronel Santiago, ao que nos negamos,
aem impedir, porque para tanlo nos faltava juns-
dicc,ao a confecrao do dito hospital. E porque es-
le passo nosso lem feridoos interesse. de cerla gente,
passo a dar as razOsf porque nao me quiz envolver
nesse hospial, e silo :
I.' Porque, leudo eu, de acrordo com o delegado
do lermo. preparado ludo para um hospital Beata
villa, as pessoasque curavamnoi fizeram ver qae era
inconveniente essa medida, ja porque o povo a re-
pcllia, e iiinguem se lajeilava a ir para elle, prefe-
rindo morree sera recursos em suas casas, ja porque
a nica vanlagem dalle, que era a co nmodidade dos
curandeiros, se compensava com a boa voutade com
que elles, em numero Je seis, su preslavam a qual-
quer hora do da e d noite a soccorrer os accom-
mellidos ; e ja finalmente, porque a experiencia tem
mostrado que nos hospttaes de cholencos, os (len-
les perigam com as morles e sollrimenlos alheios,
mas que se passam a villa delles, e nos pediram que
abandonasse essa idea, porque elles se viain na ne-
nessidade de separar os doentes, quando em alguma
casa eiicontravain mais de um ; e nao lendo-se con-
rlni loji'ir isso dito hospital publico, uem poda
concorrer para a crearan de um particular.
2.' Porque, dando o Diario de l'rrnamliw.o no-
ticia de ter-se, por parle do Sr. inglez (ierge remet-
1 lo para aqu 6:0009 em gneros e medicamentos,
apenas appareeeram aqu os 3009 parecendu-
me que os llrasileiros em geral, e com especialidade
o* de ll.rreiros, nao preri.am de um icesq'uiuho soc-
r.orr.,, que leude a aviltar s bros nacionaes, amba-
ra o contrario so pense. Alera de que, nao seque-
rend.i prestar e-se* soccorros fra do hospial, he
fnra de duvida. que grandes clculos so lem em
vislas c que grande pspecular.au se pretende prali-
car, e para isto se coutava com a cobertura da poli-
ca, o que para mim seria desdouro. E, pois, eu-
tendo nao me dever prestar, e uem to pouco impe-
dir semelhaulc hospital. Em verdade, Exm. Sr.,
que caridade he esla, que fa/endo alarde de ti:IHHIj
aprsenla o emprego de :I009. e nao pode ser distri-
buida senio em jm hospital'.' Acresce a ludo que
estando a epidemia no fim, nao ha docules que para
elle van. a ponto de se andar buscando gente quasi
restauelecida dccnnvalcsceiiT,. para ir para o hos-
pital, como succedeu com um criado do cidadao Fir-
inino, e de otferecer 909 a quem metlesse, um doen-
le no hospital Dentis, as pessoa ncarrcgadas
do curativo da pobreza, e que lem le ,ado sobre si
lao arduo e pcoivel trabalho, se moslraram desgos-
losas, se suas rcclamaces fossem desallendidas,
Felizmeule hnje ha abundancia para a pubreza : he
pois mistar que V. E\c. fara nova remessa de gere-
ros, para que nao se siuta para dianle falta delles,
cerlo que o povo bem dir a administraran de V.
Exc.
Dos guarde a V. Exc. por muitos anuos. Villa
de Barreiros IS demarro de 1856.Illm. c Exm.
Sr. con.elliein. /os liento da Cunha e Figueiredo,
dignissimo |iresidente da provincia de Pernambuco.
Jua'/iiiiii Cai-alcanti de Albur/iien/ue Mello, sub-
delegado.
Illm. e Exm. Sr.Cumpre-iiie enmmunicar a V.
Exc, que liuutein aqui se me apresentaram os aca-
dmicos da Faeuldade de Medicina da Babia e cor-
le Francisco de Asis Azevedo Cuim iraes e Manoel
AlvesTojal, indosda provincia das Alagoas, envia-
dos pelo respectivo presidente,'.Irazcndo elles urna
grande ambulancia de mediramenlos.coulra o cho-
lera, baetas, vveres, don enfrmenos, duas orde-
nanzas da guarda nacional, e de/, praras de polica,
cninmaiidadas por um inferior, afim de" acudircm aos
dillercnles pontos desla comarca arcoininellidos da
epidemia reinante, como vera V. E\c. do oflicio do
Exm. presidente daquella provincia, que me enviou,
e que por copia passo as raaos de V. Exc.
Cnmquando em lempo tenha esta enmarca sido
por V. Exc. soccorrida ja com um medico, varias
ambulancias, liaelas, desinfctanos e vveres, e ur-
dens para esle juizo despender com os indigentes que
fossem sendo accommellidos da referida epidemia,
e cuntinue V. Exc. a salisfazer de prorapto a todas
as requisirfles que pelas dilTerentes autoridades Ibes
sao feilas, todava, vendo que a epidemia continua a
grassar nesla mesma comarca, e conheceudo que
um medico s nao be sufliriente para acudir a todos
os individuos que pelos dilTerentes pontos da comar-
ca vao sendo affectadoi do mal, aceitei os soccorros
cima referidus enviados pelas Alagoas, e leulio de-
terminado qoe o acadmico Manoel Alvcs Tojal si-
ga amanbaa para Barreiros, alim de tratar dos do-
entes dilli e de Agua-Preta, e que parla para Seri-
nhaem o medico Fredericn Rallave, ficando aqui na
cidade o acadmico Francisco de Assis Azevedo Gol*
maraes, levando n primeiro parle da ainliulancia que
trouxe, e varios vveres para soccorro dos indigen-
tes do lermo de Barreiros.
Relativamente a forja que veio rom os meamos
academices, deixei se conservar nesla cidade, nao
por falla de praras aqui existentes para n servido
preciso na aciualidadc, porcm sin), por me lerem
CORRESPONDENCIAS Do DIARIO
PERNAMBUCO.
4 de mai co.
A' doas quesloesdc importancia se reduzem prin-
cpalraenle as milicias desla quinzena a discussao
enlre o duque de Saldauha e o conde de Tlmmar, e a
apresenlaran do projerlo dos emprestimos esliangci-
ros pelo ministro da fazenda.
Vo dia I ti do passado, em quena cmara dos pa-
res se iurelou a discussao da resposla ao discurso da
ronia, como era a primeira vez que se viam face ,a
face os dous inimigos capitaes. vi.to que o marerhal
pela sua frula Itoje curada au linha nunca ido
as cmaras depois da regeneradlo ; o conde de 'I ho-
mar, romerou por felicitar o marerhal pela seu res-
Ubelecimeiilo, e por Ihe pergunlar se persislia em o
ler por coiiciissionario, com cuja labia o linha ei-
pulsado do minislerin.e feilo orna revolucao com suas
(ropas. MUe elle conde de Thomar liavia pedido as
provas da corruprao de que o aecusavam, que as
havia pedido aos collegas do marerhal. que lh'a nao
tinham apresenlado ainda, e por isso as pedia agora
fonamente a S. Exc. o presidente do conse-
lho.
O duque sobpesandocom pouco folego esla intima-
tao lo positiva, levantou-se no meio da geral c at-
tenlissima expectac.ao de centenares de pessoas. e
le larnii que nao quera mal pessoalmenlc ao Sr.
conde de I humar, mas como ministro, o linha ain-
da por fatal aopaiz, eque Ihe naolevanlava a nota
pela qual o havia hoslilisado ; que as provas jurdi-
cas nao as linha por serem dilliceis de cxliibir-se,
mas que existan no seu fausto e nos palacios c quin-
tas que elle ex-ininislro possuia. ele.
Esta declararo, nu anles confirraac/io, proferida
pelo duque de Saldauha, exaspernu por lal forma o
conde de Tliomar, quo esla sessao foi um escndalo
de rrerimnaedes, que escuso referir-lhe, purque he
repllelo das que se disserm logo antes da regene-
rar.au e continuaran) por moilo lempo, de que estilo
cheins os jornae*.
Esla sessao terminou meio tomulluosa, ficando o
debate pendenlc para a seguiote.
Esperavam-se neta mainres invectivas, principal-
mente da parte de Costa Cabra!, que he bilioso ao
ultimo poni ; luccedeu, purm, que altas influen-
cia* se emponharam entre os dous, para que se po-
zesse lermo a nina relaliajaoquo era indecorosa pa-
ra urna asretablea Uto gravo como deve ser o senado
conservador.
Assim succedeu. Xa sessao seguinle os dous ad-
versarios declararam mutuamente, que poriara per-
peluo silencio no sen passado, e que sn proseguiran!
no debate dos negocios prsenles e dos futu-
ros. ,
Eis como acabou este duelo parlamentar, que
amearava o exterminio de dous grandes caberas dos
-ni,.luis que temos lidn.
Continuo!! depois a discussao da resposla eom toda
a placidez, c volou-se com urna pequea alteraco .'inri!, dan
locante ao negocio pendente do padroado da In-
dia.
Al boje nao lem havido nos pares neulium oulro
dbale que marees mencao.
.Na dosdeputados tambem nao. Como os ministros
lem estado na oulra cansara, ncm se quer as inter-
pellaroesse leem verilicado.
Ilouve, porcm, a tao esperada apresentarao do pi i-
jectO de lei para a approvarao do empreimo cen-
tratado em Londres pelo ministre Fontes. Eis-aqui
o resumo dclle :
Peile aulnrisarao para fazer um cmpreslimo de
t:l, iOO:000500() rs., sobre bondsde :l p. c, para no-
vos camiuhos de ferro, e para comprar aos emprei-
leirosdo de Esle o que elles al agora tem feito. Pa-
ra pagar os juros deste empreslimo, o que motila a
180 conloa por anno, amplia-se a contribarcao pes-
soal, e em vez do imposto das nulas se crea um no-
vo a 10, 12 e 15 sobre os queja exislem.
i.lu.indo este projecto se publicou, a tmprensa sus.
pendeu romo se cosluma dizerl o sea juizo, assim
como tambem o suspendern) muitos que os haxiam
feilo bem temerarios, por se Harem em hlela- e in-
formares de ouvido.
0 que he reno he, que o juro do empreslimo nao
excede o que regalamiento dao as llagues que sao
obrigadas a levantar snmmas semelbaoles, e em lal
conjuntura. Para pagar o juro desla uovissima di-
vida, o governo alarga um pouco mais o imposto
peesoal, de lal forma, que em vez de enerar mais os
roulribuiules, como se dizia, su faz com que paguem
tambem aquclles que al agora linham escapado ao
lanrainenlo geral dos tribuios.
Veremos seda discussSodu projeclo saliera alguos
argumentos que nos far,am mudar de opiniao acerca
desle empreslimo, que nao julgamos ruinoso, como
melhor poilerao ajuiz.ar nessa cidade as pessoas >
nauceiras, que sabemos haver em todas as praras do
Brasil.
Outro projecto ministerial ss apresenlou ltima-
mente s cortes para evilar que se repitan) as crises
alimenticias, scinelhante aquella, porque eslamo-
passando. Eis-aqui o theor do projecto :
cr Arl. 1. lie permitUda a imporlacjo e exporla-
5*0 derereaes. debaixode qaalquer forma, pelos por-
tos seceos e mullalo- do reiuo.
Arl. 2. Oscereaes eslraugeiros, iotroduzidos pe-
Ips portos seceos, pagarao os segulnles dreitos : tri-
go, inillio, renteio, cevada e aveia, por cem ar-
ralis, em grao cem res; em farinha ceulo e
mmenla ris.
tj I. 0< mesmos cereaes, em graoe farinha, pa-
garao o duplo dos referidos direilos, sendo introdu-
zidos pelos pnrlos motilados.
_ ran a pagar-se os imposlos sobre consumo, eslabe-
lecidos na legislarlo actual.
-S 3. Os cereaes debaixo de oulra forma, que
nao seja grao ou farinha, pagarao -rnenlo os direi-
los designados mis leis em vigor.
' Arl. t. O governo mandar proceder aunual-
mente ao calculo da pm lucran e consumo de ce-
reaes, em todo o reino, pelo melhodo que julgar mais
convenienle, e publicar, at ao fim de Janeiro, o
resultado do dito clcalo, com lodos os esclnrecimen-
los que poder obler, acerca de precos, importaran,
exportarlo e reservas dos mesmos cereaes.
L'nico. Do mesmo modo proceder o governo
mm re .r.o a oulros quaequer seeros de produc-
to agrcola, a que possa ser applicavel a doutrina
desle artigo.
Arl. \. Pica o governo autorisado a dispor da
parle do rendimento dos direilos estabelecidos no ar-
tigo 2 e seus Bjt e 2, para execuco do que se dis-
poe no arl. 3.
Art. 5. Quando o preco do trigo de primeira
qualidade exceder, em Lisboa, livre de direilos de
importarlo e consumo, a seleceulos ris, e o do mi-
lito, no Porto, a seis ceios ris por alqueire, tica o
governo aulorisado a reduzir, por um prato nao
excedente G mezes, al :M) rs. por 100 arralis, lo-
dos os direilos de importarao marcados no artigo 2 a
seusSS t e 2. t
s nico. .Nesta hypotliese serao redolidos' na
pro|>orran dos cereaes. em grao, os direilos relati-
vos farinha.
a Art. ti. Fies igualmente ogoverno antorisado a
elevar al ao duplo, por um prazo que na." exceder
tambem i (i mezes, os direilos estabelecidos no art.
i! SS I e 2, quando o preco do trigo de primeira qua-
lidade, livre de direilos ile importarao c consumo,
baixar, em Lisboa.de 500rs. e o do millio, no Porto,
de 380 rs._por alqueire.
- Arl. 7. O guverno far os regulamentos neces-
sarios para a execu$o da prsenle lei.
i Art. 8. Fica revogada a legislado contra-
ria.
o Ministerio das obras publicas, commercio e in-
duslriaem f de fevereiro de 1856.Antonio Maria
de Fonler Pereira de Mello.
Como esta proposla de lei leude a estabelececsRli-
bcrdiide do commercio, desagradou aos lavrailores,
e mais ainda aos negociantes de cereaes. ,,
Urna associarao recentemente instalada, com a ti-
tillo do As.nciacao Central da Agricultura n
abri um debate sobre doutrina e opportunidade
testa lei. J (em havido doas sessoes de longas fal-
las, pro e contra, Alexandre Hereulano n'um bello
discurso, combateu esle projeclo. Da por elle tender
liberdade do commercio, mas por ver nelle niani-
fesla a ignorancia do governo nos assnmptos econ-
micos do paiz. Quera elle, que assim como se vao
cerreando as leis de prntecrao, que anda tem a
LISBOA.
5 de marro.
I'assou a prolongada inverneira que noa aigfllio
com indo o seu desencadea.lo sequilo de lurinenlas,
iiinundares e naufragios causados pelo Irasborda-
meulo dos nossus caudalosos ros, pela enrapplada
furu das nossas cosas martimas, pelos tremores
de Ierra e furaces, com ludo o braudo calor da cari-
dade, auxiliado pela Providenria divina subrar pa-
ra conrhegar tanta miseria e desconsol. (I exordio
da primavera lem sido risonho, he mais um auxilio
para os esforros de philanlropia. Quasi todas as fre-
guezias de Lisboa lem deseuvolvido em grande a
caridade publica. Por toda a parte tem andado os
parodias, juizes das irmandades e os mais conspi-
cuos devotos da viziuhanc.* solicitando da carida-
de particular csmola com qoe acudir s necessida-
de* mais urgentes dos seus pobres. Nao lem sido
baldadas as suas diligencias. Em quasi lodas as fre-
guezias se dislribue. ha perlo de um mez, urna a-
bundaiile sopa econmica.
A associacao dos soccorros algarviense enviou
urna di'imiaran do seu gremio aos ministro* do rei-
no c negocio* eslraugeiros, afim de Ihe* pedirem
a coadjuvarao para serem convenientemente abertal
subsenprOes nos governos civis e consolados porlu-
guezes. O par do reino Jos Maria Eugenio c o de
(Hitado Leao Cabreira, brigadciro fio exercilo, a-
hriram urna subscripr/io lias suas rmpectivas cma-
ra*. Xo Iheatro de S. Carlos vai-se dar um beneficio
com igual applicarao, prolegido por SS. MM. No
magnifico palacio do duque de Palmada ao Calharil
leve lugar no dia 25de fevereiro um concerloa favor
dos desvalidos deSelubul e Seixal. A* honras desla
pliilautrnpica leiiilir.inr i pcrlencem s senhora* .
Maria O' Neil, D. lienedila Meu*on, e 1). Carlota
O Neil. No caridoso/'ioue/n'f ue musical do Calha-
riz ouviram-se cantar estas seulioras, Mine. I'.emex,
as lilhas do conde de Farrobo, a senhora OsornIT, 0.
Carlos da Cunha e vanos uniros dilellanles de am-
bos os sexos, tocando piano com admiravel meslria
a joven eondessa da Charruada.
Nao julgamos que a previdencia particular seja
urna forle barrena centra a furia dos elementos ;
Tora nao lermos lomado i :emplo da mallograda ten-
tativa de Babel, cutretar.to que o bom uso de pro-
priedade c os esforrns da assnciarAo alte.ioam multo
as calamidades pulitiras, lie o quedemos por ponto
de fe. As empraiaa uleis de lodo o genero, e mor
meule os raminhos de ferro esiao chamando a al-
osaos capitaes. Com tmlo ainda nao te-
mos aberla a circularao a primeira dcslas linha.
Veremos se nos consta que o caminho de ferro aulo-
risado pelo governo grego para communicar Alhe-
nas com o Pyrea, que lambem la vai ser o primei-
ro, lera de licar prompto anles do nosso. Ser o
que for ; o que he cerlo he que se esla aqui dando
grande impulso ao de leste e ao do norte. (> de Cin-
tra augmenta de dia para dia, e nao he de admirar
qae c*leja concluido anles do prazo determinado
para o suu acabameuto. Foram mandadas estada-
lar estas duas lindas pelo Crdito Motel de Paris
Chegou para esse fim urna commissao comminda-
da por Mr. Waltier, acompanhaJa do numero pre-
ciso de eugenlieiros de segunda classe, e conducto-
res para olharem pelos trabalhos dos obreiros. Sa-
bio no Diario do Gocerno urna porlaria em que a-
quellc eugeulieiro era encarregado da dirercao su-
perior das obras do caminho de ferro de Lisboa a
Santarem, sendo nomeados para o coadjuvarem
dous engeuheiros porluguezes, Joaquim Siraes
Margiochi, e Jos Anselmo liromicho Couceiro. Fo-
ram para o Porto, deixando previamente incumbi-
dos oulros engeuheiros dos esludos perlencenles ao
caminho de ferro a' fronlrira de Despalilla. O* lr,i-
balhadores e mais operarios de Mr. Wallier lem si-
do recrulados cm Paris e no reino viziuho. E*lao
igualmente no Porto para o mesmo fim engeuheiro*
inglezes.
De todas asdirecr,Oes obtera' a prefereucia a que
mais se internar pelo paiz, pois heconslanle o be-
neficio que eslas arlerias de communicarao derra-
mara por meio de suas raraicae/ies no ceulro da e-
conomia vital dos povos.
Chegou a Coimbra Mr. Bouru, oulro engeuheiro
do rilin Motel, e parti d'alli logo para Viseo.
la na sua companhia o engeuheiro porluguez Sou-
za ltr.iu.iao, desliuavam-se a continuaren! os eslu-
dos da linha frrea do norte. O engeuheiro Sou-
za Brandan, hcjainuito conhecido como jornallsta
e estrenuo defeusor das ideas ibricas, o que nao
prova nada no prsenle caso ; mas o que muilo a-
bona a sua reputarao he ser elle o autor do projecto
do caminho de trro de Caminha a Aveiro. Ovar e
Porto.
Esperam-se ainda no prximo paquete mais con-
ductores de obras mandados pelo Crdito Moved,
Estao para rhegar lambem de Kuilo qoalro locomo-
tivas para o camiuho de leste, tres construidas em
Franca e urna em llamburgo.
A eslacao provisoria desle caminho ja se acha ter-
minada em Santa Apolonia.
Publicaran) aqui os jornaes a resolurao dos accio-
nistas da companhia Luso-Brasileira residentes no
Rio de Janeiro. Consta liaverein deliberado, a' vis-
la das iiifiirmacnes do Dr. Lousada, seu procurador
edeputado as cortes porluguezas, que a sede da di-
recrao fosse no Rio: que se emillissem imais fOfiu
acees, que secncommendase mais um vapor gran-
de para a carreira do Brasil .e-'ioa o Duque do
l'orto coiiiinu is.e na careira de Lisboa ao Porto.
As correspondencias do Jornal do Commercio de
Lisboa nao sao lisougeiras gerencia da direcrao.
As ncc/ics do banco mercantil do Porto lem
sido muilo procuradas. Ollerccem-se O; e 7s(X)ll rs.
de premio; mas nao ha vendedores. Os possoJdo-
res para pequeuas porees pedas) de 10? a 129000
rs. de oremii).
Est-se tratando de organisar urna compa-
nhia em que entrara os principaes capilalistas do
districlo de Santarem, com o fim de levarem a elid-
i a construrcao de urna estrada a' mac-adSe de
Sanlarem a Barquiuha e desla villa a Tliomar e a
branles.
Entran) romo accionislas desla companhia os Srs.
Reivas, Rafael, Sirgado, Vlsconde da Fonle Boa,
Salinas, Thom, 'lavares, Conde de Tlmmar e nu-
tras cavalleiros. As garantas e condiees com que
a companhia do districlo de Sanlarem contratara a
sua estrada podem regular aquellas que so organi-
tarem era Leiria.
F'oi approvada a instiluirao e confirmados os
astatdos da companhia E*peranca, que tem por
fim a layra da mina do estanto nos sitios do Car-
qoejal, Carro Ladrao e Plumbeiras, freguezia de
Paradella, conselho de Miranda do Douro.
Anles de hontem continuou na casa da asso-
ciacao cominercial de Lisboa a discassao principia-
da domingo passado na reunin agrcola. A con-
currencia foi numerosa ; o assumplo o mesmo que
Ja n'oulra vez noticiei estar-- debatendo no centro
promotor dos raelhoramenlos das classes laboriosas ;
1slo be : a conveniencia oa inconveniencia de pro-
hibico da exporlacjto de cereaes, e vaolagens ou
inconvenientes do projecto *apresenlado no parla-
manto jabre este objeclo. o Centro suslentara-se
que lal prohbieap era um erro ; que o lavrador er-
um industrial como os oulros, qne derla eslar sua
jeito s mesma*'. leis da protecrao e concurrencia.
Agora esperam as elasses indiistriaes o resaltado da
reuna" agrie.ola,>e se os lavradorea pugnarem pela
prohibirao da importarao e pela liberdade da ex-
portacilo, que he a nossa legislaran permanente,
furmularo em representaran o seu voto, e pedirn
aos poderes pblicos, nao que se conceda a'indus-
tria a prohibii-ao da importarao, como a lem goza-
do a agricultura, mas ajusta e razoavel prolerrao
para lodos, como convein a Indas s classes do esta-
do. Nesla reuna.) agrcola, a que presidio, como
na precedente, o conselheiro Jos Mana tirando,
disrurson com prolcieuria nnlavel o nosso bi-loria-
lur Alexandre llerculanu.
a cnmmissan o relatorio dos seus trahalhos, pro-
pondo por lim a eleiran d'uma nova commissao .le
cinco membro*. que (tarja subsislindo como di-
rercao preparatoria, rcrommendou pela mesm nc-
CasiJM, que para esle lim e cootratasse o mais arre-
dilado e evpeneule engeuheiro que possa encontrar-
se cm qualquer paiz ainda qne hnuvesse ,|. se n,,.
dar unta
Irelanlo nao se pode bem liquidar em que eonsisUa
aquella allerario. O sentido da* suas palavras fra
interpretado diversamcnle pelas dilleieules parda-
lidades.
Na setaSo de 2Sdo passado leu o ministro da (azen-
da na cmara dos deputadus um extenso relatorio
rom as scgumles propostas de lei. que o Diario dn
Gocerno poblicou na sua integra no primeiro do cor-
lo industrial de Lisboa o hicharel Ricarda l.aima-
raes, ex-redador do Araulo.
Foi despachado lente do lnsiii.it.. agrcola de
Lisboa o Dr. Joequim Eleuterio Ca.par boaies.
.No da 17 do passado leve lugar un ralles
Artstico Commercial no palacio Sarmenlo ., Estrel-
la, a di-tribuicao solemne dos premios aos a'amna*
que os raereceram no ullin.o anno lerlivo : .'-iiveram
prsenles o duque de Saldanha. o ministro do remo,
o rommistario geral de inslrucro pablara A. F. do
'.a-lillio, redactores da imprensa iieriadira. membraa
r-nle: I." I ara o governo ser aulorisado a negociar I das duas cmaras, varias uolabilidades luterana*
lora do paiz (t..iin conlos de ris em bando de :t I commerciae e arislocralica. e minia* outras pea-
......P "..... producto ser npplicado a obras I soas. O relalono foi man lado imprimir pelo paanj*.
_." 1 ia sor approvado a controlo celebra- no, nao su no Diaria
pulili
engenheiro escolhido para aquellas obras foi Mr.
Mario, cuja reputacao nc*la especialidad o qualili-
ca romo u primeiro do mundo. A esculla fora in-
cumbida ao director do Instillo Industrial de Lis-
boa, J. V. Dainasio, que ent.iose achava anda em
Paris.
O governo approvoa a cnnla da commissao regu-
ladora da agricultura e commercio dos vinho* do
Alio Dnurn^conleiido o juizn do auno da llovida.le
de 18Vi, brando habilitadas, para a eXporlacSo
universal 13,943 (upas de vinho, produzidas no dis-
Uicte da demarrarao do Donro'C appmva.las como
eiportaveis (icio respectivo jury qualilirador.
Chegou a Lisboa o briga.leiro Cousseirn, direclor
das obras publicas da ilha da Madeira. Vem mos-
trar ao governo a necessidade de proseguir activa-
mente as obras que all se principiaran), c de co-
merar outras de reconhecida impnrlancia para u
dislrielo. As ultimas noticias que d'alli vieram sao
Irislis.iina*, em consequcnsla das muil.is chuva*.
que l, cuino em outras mokas partesjcalliram ; sa-
bio do seu leilo a ribeira de Joao (jomes, e inuun-
para a amurlisarao das olas,
man lo o imposto addicinnal nos direilos doapiclss
dos as alfaodesas c na conlribuir.lo de reparlirao
predial. .)." Exlinguindo os dilferetes imposlos pa-
gos pelos induslnaes.e subslituindo-os por nina con-
nino.
O Mitrco-I'ttronti que linha sido saudadn esa
S. Carlos cem lao numerosos applaosos, e que havia
inspirado a prima dona Spozi, o barvtanu Karloli-
nc e ale o propriu (enuorVulpine a poni d* nao i
do em rnnlrihuiran de repartirn o valor em que *e
calcula o mesmo imposto, s. E*labelen.(o que de
maio de IK.,8 em dianle passe para o governo a ad-
ininisliarao dn (abaco: e qnedssi poca cm dianle
lique livre o fabrico do abao. !l." Aiilorisan.ln o go-
verno para dentro do actual anuo civil poder cuuhar
mil conlos de novas moedas.
Foram declaradas urgentes eslas proposla*. e en-
viadas a commissao de fazenda.
Foi nomeado mmislro resllenle lias corles de Co-
penhague e Slockotino ndepuladn Anlonio da Cunha
Miulo-Maior. Leo-se anles de hontem na cmara
don no dia cinco de Janeiro urna grande parte da om ollicio deste cavalleiro participando
cidade do Funchal onde muita gente da mais pobre linearan o iksislinilo da sua cadeira no i
ealre pilase
paleada de que ha memoria nos aun ie- .laqaelle so-
brado. Es o raso: na Basta de 21 dn passada. antes
de principiar a opera apparereu |>oresrnpla,ariixade
no salao. n seguinle aviso (endo-se recusado a
rumprir as suas ohriga....e. os arlislaa qae lomaraas
liarle nos baado- do primeiro arlo do Marco I i<-
eossfi cm ronsequencia da ordem do director da Cor-
po do baile mr. Saint Leun, previne-se npuMicn da
snprasrta de-ta parle do espectculo occasionada pela
procedimenlo do r.-leudo director, e do* illudid .
artistas, conira lodos os quaes as aoloridades vio
proceder desde ja roovenieulemenle.
Principien a opera a quando devia aahir o baila-
do o publico reclamnu-o ; dcrlarou-se a platea .
...... r www ....... .-, or decre-
ram as que mus padecern). Moquen) conhecer a lo de 211 de agosto de 1855.
riqueza agrcola daqoellescampos e de seus frtil- O marqaez Riaiio Sfonta apresentoo a&M el-
lissimos vales e Visinhaoca da caudalosa ribeira do re I). Pedro V. a suas ere lenriacs de enviado ex-
mesmo nome avallar a destruirn causada pelo | Inordinado e ministro plenipoleucario de S. M.
mao lempo. Tambem no dia cinco pegnu fogo na i el-rei da* Duas-Sicilias.
ca*a da cmara, admiuisiracao do conselho e escola Conlinoam no ultimo e primeiro de cada rrez as re-
l ensino piimario da villa da Cmara de Lobos, copces noPajo das Necessidade.
ludo quaulo o governo cmpreheniler para mitigar
os sollrimenlos daquelle* iosalanos ja lo exlenoa-
dos pelasanleriores calamidades, sobre ser justo he
indispansavel.
O serviro das diligencias emalla-postas conti-
nua cun luda a ellicaria c regularidado. Para sen
uso chegaram pela escuna l.us'lania viuda ha pou-
co do Havre, nula cavallos all comprados pelo
cnsul porluguez.
Keaniram-se oa aubscriptores da empreza da
navegaran aroriana, aos quaes se declama ler a res-
pectiva commisiio dado us seu* Irabalbos por ter-
minados, tislo haver sido adjudir.adajlal empreza
companhia formada em Inglaterra, l'm represen-
tante da companhia adjudica!.tria pedio que se pro-
cedesse a usao dos capitaes subscripto* para a em-
|irezn dissolyida com os da nova companhia, para o
que de ser considerada por lodos vanlajo*a essa fosao.
Alguiis capitalistas purtuguezes ('orinaran) no
porto urna empreza rom n lim de levar a elleilo a
conslruccao de um lliealro na ra de Santo Anto-
nio. Avaliam-se as despezas da obra em......
O nuncio do papa conferio ordens sacras a 17 alum-
nos no seminario dos iugte/.inhns.
A procissao do* Pasaos da Graca fez-se com toda a
devor.loesolemnidade. O marerhal duque de Sal-
danha joia da mandada acompanhava o andar com
a rapa de irmao por cima da farda. El-rei reinante
foi antes da procissao visitar o enhor a S. Roque.
No primeiro do correte relebron-se na igreja da
'rara a fesla do nosso insigne compatriota, Benlo
Joao de Brito, raarljr no Madure, natural desla ci-
dade de Lisboa.
Diz-se que na S palriarehal sera ncsle anno o ora-
dor da Hcsurreira.) o Sr. rardeal palriarcha. e das
Lagrimas o c juego Alves Martins, depulado as enr-
en) sido grande a concurrencia de seulioras de
primeira sociedade de Lisboa aos sermnes do pres-
h.Mero fr.incez Mr. Fnurger.ii na igreja de S. Luiz.
rei .le Iranra, lodosos domingos e quintas de larde.
A suavidade da diecao e a .locura da pronuncia,
alern da lina exp osiro.ia doiitrina dn elegante prc-
gador caplivam e se.luz.em o aoditorio. No* domin-
go* ha (aniheiu explicacao da d.mlrina ehrislla
60:0003000 divididos era Irita acres de dous romos! eriancas, e resas canladas por rhrisiaos de ambos os
cada urna, lie mais um motor de civilisarao. sexos rom arnmpanliaineulo de oroau.
Os Irabalbos para a conlecr.lo da caria lopogra-
pbica de Lisboa coiilinuamcom aclividade.
A Commissao nomeada pela assembla geral da as-
soriaraorommercial de Lisboa apprcenlou o seu pa-
rerer sobre a conveniencia de fundar em Portogxl
nnvos estabelecimenios de crdito. Desle [iarecer
cnlhe-se :
1. Que a creaao de novas eslabelccimenlos de
credilo he necessaria e til ao paiz.
2. Que para desenvolver o credilo. em Portugal,
ser conveniente a creaelo era Lisboa de mais com-
panluas baucarias, cun dclega^es as provin-
cias.
3. Que estas inslituiees de credilo, devero ope-
rar romo bancos dn sistema mixto de credilo in-
dustrial e territorial.
i. Que nao cnnvm que ellas funecionem como
empresas de commissdes.
>. Que os depo-itos deveran gozar de um juro, em
escala ascendenlc. dependenle do* prazos em que os
depositantes poderlo dispor delles.
6. One os novos banco* nao devem funceinnar
como bancos lerriloriaes. cmquanln se nao fizer a
reforma hvp.dhecaria.
7. Que convm representar a propric.lade por
meio de ttulos neguriavei* como as apolires.
8. Que as novas instilnices de crdito devem
descontar lellas. e fazer em geral as operares, que
se acham consignadas nos estatutos dos diversos ban-
co*, dando a maior amplilude possivel ao empres-
limo sobre gneros, e sobre conhecimenlos de
carga.
0,
Que os bancos, que se insliluem. como fim
de organisar devidamente o crdito, devero pro-
mover a rrearao de novas industrias, e 0 desenvol-
vimenlo das existentes, associando-se a ellas rumo
coniinaudilarios, e facililandu, como banqueiros, a
venda de seus ttulos.
11). Que a amiasao de ltales fiduciarios manejada
convenientemente por una direcrao hbil, deve ser
minio lucrativa para os estabelecimentos, e de gran-
de ulilidade para n paiz.
Foi publicado no Diario do Governo o relatorio
do conselheiio Antonio Jos de Avila, na qualidade
de presidente da commissao purtugueza na exposi-
cao de Paris. All'oilamentc nos podemos regosijar
de liavcrmos feilo bom papel naquellc congresso
universal das artes e industria.
Tambem se publicou na folln nflic.ial una por-
laria aprovando o regulamenlo que a junta do cre-
dilo publico fez para cumprimento do decreto de
:il de Janeiro ultimo, sobre a substituirn da* ac
luaes iiiscripcoes comcoupons. .
Os nossos mappas de exportarlo dao boa idea do
seu mov men tn. Foram daqoi exportados em rinco
vapores inglezes 5(0 bois, e HO.lioO ovos, 2,378 al-
mudes de azeile, 31,73. arralis de sola, 1,991 al-
queires de caslanhas, e mallos oulros gneros. Sa-
ldrn) tambem em dous vapores inglezes mais de
(WKKKWK) era cruzados novos.
Pelos mappas inseridos no mesmo Diario a recei-
la entrada no cofre da Ihesouraria geral do ministe-
rio da fazeuda dorante o mez de Janeiro udimo foi
de ris 8i7:X(!l?'W:l ; a despena6M.723SI36, fican-
do para o mez, seguinle o saldo do 1(K;7l9i56.
O estado da divida do Ihesouro proveniente de
diversas origens, no mez Je Janeiro era o seguinle :
divida era III de dezembro de 1855.1:89::iiti>235
ris, dila roiitrahida em Janeiro de 1850.55:7349
dila paga no mesmo mez 103,0789127 : diminuirn
i7,8i:t-iiiri*.
No anno econmico de 185:1 a 1854, os ren.li-
mentos cm todos os dez circu i- pos laes de que se
compoe a adminlstraao geral dos crrelos impor-
ta tn era 21!l:5259i5f>, e os do anno de ISjl e |IK55,
cm 09.:t0032li8 ris.
O que tem occorrido de mais nnlavel no parla
l'oi nomeado conego da S de Loaada o presbvle-
) Josa Tavares da Costa Hoora.
m desles dias percorreu as ras da cidade baila
um fradeda nrdem chamada dos Barhadinho*. Segun-
do parece he um dos psssageiros aue veio do Brasil
a bordo do vapor D. redro II. ccharaa-se fre Pau-
lo Casa-Nova ; he Italiano. Cansava geral eslrauhe-
za ver um frade pelas mas de Lisboa, porque he
coas que ha mallos anuos se nao v.
O numero de (reiras que ha cm Indas as casas re-
ligiosas do reino sobe a 1360. Frailes, he que nao
na neulium, desde IS:l.
Fallecen a semana paasada o Sr. Joo da Cunha
nevse Carvalhoadvogado nos audilunos de Lisboa,
membro da anliga magislralura e socio da academia
real das sriencias. Era um dos mais respeilavei*
caradores do partido legitiroista.
Desembarcaran aqu us reslos moraos de D. .lose
Luiz. de Souza llolelho atoarlo Vasconcello*. pri-
meiro cunde de Villa Real, senlmr dos morgados de
Malher* e Cnmcira, par do reino, ministro e secre-
lario de estado honorario, enviado extraordinario c
ministro plenipotenciario na corte de S. Pelersbur-
go, Icncnlegcueral dos reaes exercilo*, gr-eroi das
ordens de Aria, Carlos Ul de Hespanha, do S. Leo-
poldo d'Austria, de Sant/Anna da Kaaata, commcii-
dador da torre e Espada, e de S. Luiz de Franca,
condecorado com as medalhas de coimnando dasba-
lallias de Albuera, Bussaco e Salamanca, e com a
cruz_das qualro campanhas. na*eido i !l de (evereiro
de 1785. O czarman.lara con.luzir o seu cadver
em um coche da casa real desde S. Peteraborge ale
J espectculo sii para aquelles dos especia-
dores que dra.sem. No bilbeleirn havia apestas cosa)
que restituir entradas a 50 pessoas : aovas rerlaata-
res; cram rasoaveis as oxigenaos; segunda reso-
lurao da aulori.lade : manda esta oalrave anona-
dar pelo pobre do contra regra qae eslava termi-
nado o espectculo ; augmenta o motim. I Huma
sabida da aulondade: deelara-se por um carlaz, qoa
o resto do diuheiro seria salisfeilo no da aeguinte
llojc o Ihealro est fechado. Consta que fura io-
liasado a pagar a i ido. em 2i horas no a dar-so por
lalhdo. A iaaproaaa lem viudo um sem numero de
ciirrcspondeiicias, arligos e fulhctino ai hot.
O jornal a Patria suspende a soa publicaran por
uns 20 e lanos das. Consta que lie moliva'da e-la
inlerrupcao por negocios domsticos, relativos a soa
gerencia.
lustaurnu-se no Ido corren'e a rir i "ni jan
tora deeduriinuinoiinl.irWem por fim prefessar a e-
-I ii.-.ir.io moral.inlellcrlu.il c pbxsica por meso de r-
cula gratuita para as clas-e* pobres e meos remedia-
das; allrabir a inundad,, pela Uia e-edha de mellin-
dos e modos de ensiuo; presidir ... alumnos pela soa
Irequenria. morigeraco e aproveitaraent ; premiar
os protestares pelos aMitrgds que emprecarem para o
Iwrn desempenho de sua mi*sa ; e convidar por meio
de concursos e premios os escriplores a appresenta-
rem n.o so compendio*, para uo de escolas ; mas
quaesquer muras obras ou eseriptos que tenham por
hin a cducar.io popular, a Sin pre.i.lemes honorario*
desla associarao n presidente do conselho de minie-
tros marerhal Saldanha e a ministro de interior Ro-
drigo da I nnceca Mugalhes ; presidente rnectivn a
Dr. Antonio Feliciano de Castilho. vire-presdeme
o depulado Jos Jarinlhn lavares, erreiario Luis
Filippe Leile, directur da escola normal de Lisboa, a
x aieutim Jos da Sdveira Lapas, direclor do nllrgie
arlislirncomniercial.
Estaa para fazer-se 1 Ir.insladacea: a dos otaos de
Cainoes para o jazigo real de S. Vicente de fura ;
orador o padre Malhao ;a dos resto* morlaes do ti-
lintoElxseo para os Prazeres ; orador .. padre Ro-
drigues de Azevedo, lente de Ideologa na l'niversi-
da.le de Coimbra ;a do marque/, do l'omlnl para a
aligo de familia na igreja das Mero-*, u que o seu
actual dcscendenle osla reslaurando; orador o roue-
lio .Vives Marlins.
I'rara de Matan em X
:l por canto. As*entamrnlo 12 e meio 42 e ,l|l
dem. Ceopooe i2 o ', i e '.
Acresdn banco de I'..i lo_-.il. P.IK-. JOOnj,
dem do Parto, 23119 2359,
olas do banco de Lisboa. i-*7Sll l-7;a"l.
Os fundo* porluguezes eslavam a 27 do pa-aJ.. na
rrara de Londres a .V2 e meio.
< )* i in-olid.iile- ingieres a '.12.
I'rara de Paris em 27.
3 por cenlo a 7:1 fr ; de i c meio
fr.
pr ren(e a HS
IISPANIIA.
Dos jornaes c correspondencias par ti.-ul.irr* dn rei-
nn visinho receludos nesla capital paso a extractar
o mais nolavei. Fura mera invriira., a su|iposla
ronspirarao que no meado do mez pa*sado se dizia
renlo fui urna discussao mais que animada, enlre o | nand Emigdio da Costa Cabra urna medalha de
-----;. ------- ------ *--------*-----'I- "" ...w MU H.T-t |.,.-s,,,|l, ( (.fia
\ arsovia, donde fm levado a llerlnn e d ahi a lla.n-1 exislir enlre alguns sargentos de Malaga de guarni-
burgo e Londres, donde embarcou para Lisboa na
sacona ingteza Julia. Fizeram-*e-lhe as exequias na
igreja da Lapa, e d'ahi seguio o cortejo fnebre pa-
ra ii rcmilerio dos Prazeres. Assisliram ao arlo os
ministros, maltas pessoas da corle, urna d .'putar io
da cmara dos pares, maltas pessoas de dislinrrao
de (odas as parcialidades poltica, e toda a guariurAo
da capital.
Km l.oanla marren o Dr. Juaruim Salvador Rap-
lista, joi/ da relacao de ,*Agola,i lie foi juiz de direi-
lo de S. Thom e Principe.
Na igreja dos Caulistas foi depositado o cadver
recem-chegado de Paris do visionde de Sanlarem,
ea-minislro Pealado, gra-eroi di ordem de Christo,
da de" Cirios III. socio da acadimia real das scien-
cias de Lisboa, e do instillo de Paris, guard.i-iunr
da turre do rumbo, ele, ele. Consta que lempos
antes de fallecer, por occasiao di fazer oseulesla-
menlo.deixara a preciosa livrari. de que era possui-
dor, a nossa academia real das siencias; com ludo
oulros motivos o deculiram a rengar n'um eodicillo
aquelle legado. A academia noneou o Sr. Alexan-
dre llerculanu para administrar i verba l cont* de
res ananaes) de que o fallecido visconde dispunha
para a rcslaiira^au dos monummlos histricos. O
eolerro do erudito acadmico |fs-se sem pompa de
qualidade alguma. O ministro los Eslados-L'nidos
den um janlar a lodo o rnrpo diilomatico, ministro
dos) negocios eslrangeiros, duqu* da terceira, etc.,
por occasiao do anniversario natalicio de Washing-
ton, fundador daquella poderosa epuhlica.
A Lisboa chegaram o conde ie Bull.m. o conse-
lheiro A. C. d'Avila, Joaquim I'nlo da Fonser.i, c
Bandeira de Mello, dstincto profssor de direilo pu-
blico no imperio do Brasil. Este lavaileiro foi apre-
senlado a inuiti membro* de anbas as cmaras pe-
lo depulado Pass'os Manoel, conversando com mullos
desles acerca do nosas ayatema deiloral, (inania-,
administraran publica, etc.
O guverno inglez den ao meslc do navio porlu-
guez Cntela urna medalha de oiro, por ler salva-
do no alio mar a Iripolarao do avio iuglez Secan,
em v'ge.n para Cork.
O mesmo govcrnu enviou ao garda tnarinh.i l'cr-
o em Victoria, e os operarios daquella ridade.
I oram prevenidas as autoridades de qoe. por cansa
da caresta dus gneros sahiriam para a roa os ope-
rarios, e enmerariam por sorprender lodos os cha-
fes e ofliciaes de Malaga, e em seguida daara saque
as I base araras da provincia e do coverao. O go-
vernador arredilou, e lomou grandes medidas : mas
nao liouve nada por enlo. Com ludo no da 21 foi
alterada a ordem publica em Malaga, sendo mora
pelos amotinados o Sr. Milla inspector da polica.
rom duas balas e urna navalhada : as a itoridade*
lomsram as aecBisaras provllennos, poidiraram a
lei marcial, acudirn com forras da ajanada civil.
urbana c do exercilo so hairio da Victoria e desar-
mar,un os habitantes. As duas da larde eslava res-
tal.elecida a Iranquillidade. Esta noticia foi dada
no congresso pelo ministro do reino.
Nos primeiros das de fevereira liouve perlo de
Malaga um tremor de Ierra lao grande qoe repeta
sele vezes n'uma hora. Cahirara muilas casas, a al-
guns montes desappareceram.
No congresso corra a discussao do omnenlo da
fazeuda. Querem os amigos do novo ministra fue
elle ten ha um svslema liuanrdro seu ; dizem oaliot
qae o principal plano do niiiu-t. o he csrrlbrr entre
todos os meios que se pi opozeram no reto da com-
missao o que mais lende a nivelar os orramenle.
lina das p.aquilas minisleriaes he para dar im-
pnlsa a de-,uno i ti-.i. .i" .
Anda,.i muilo preocupada a atiero un publica rom
um artigo, inserido n'um jornal de Pan*, na qoal -e
deixa ver o pensamcnlo de intervriirao eslraogeira
nos negocios de llcspanhs. logo que "esles le-Mahe-
lecida a paz. da Europa. I h/ia-e ao qae pareca,
cslar-se confeccionaiido em Paris um plano para o
rcslabclecimenln do partido moderado rom o regre-
so da ranilla Clinslina a Hespanha. e o apon, do im-
perador dos Franceses ; entretanto os tuodamenio.
para (aes boatos nao >ao dos mais seguros. Os mo-
derados caneados com lanos revezes e rncerlezr* es-
lo quasi para .ibaudouar o campo aos seus adversa-
rios.
duque de Saldanha e o ronde de I humar. Apro-
veilara esle a primeira occasiao que leve de encon-
trar fronte a frente com o seu adversario publico, a
depois de algumas corlezes saudares trocadas do
liarte a parle, descerara a arena das personalidades,
rerriiniuaiido-se mutuamente coiicusscs, palrona-
lus, n.'polisinus. palacio*, janlares. Cintra, Galdin
Paes etc., etc. terminuu esle aggravo em que ue-
nhiim dos dous Ilustres comhalenlcs ganhava, e o
prala pelos serviros que litera na.ueira da Crimea.
O celebre pianista l'alhcrg ruja appareao no pai-
ro de S. Carlos fui o maior aroiitcmienl arlblico
nesle invern, parti j para Ma lid, (rudo sido no-
mead.i pur el-rei D. Pedro, cavaleiro de Nossa Se-
nhora da Villa-Virusa.
A fragata />. Fernando cliezoade Mouramhique
c Angula ; linha partido ha um uno para c*te se-
gundo porlo. levando degradados; condoli depoi
paiz muilo menos, com a reciproca pruinessa de se j parle da expedirao que foi ocrupam Ainbriz, seguin-
Para poder contratar com pleno poder de causa
agricultura, assim tambem s nao tolerassem as de I sobre o abaslecimeuto das aguas da capital, encar-
ii."i" renovarem taes scenas. todava o marquez
de Vallada, que agora se declaran decidido parti-
dario do conde de Thomar, prolongou n'uma das
sesses subsequentes ti escabrosa commeinnrarau ,lc
actos consmalos para queja nao ha remeti.
A imprensa (ia uppusirao lem continuado a
lo alinal para Mour.imbiqua, .ui.e pereorreo iodos
u* porios da provincia. Na viagea perdeu qoiate
linmens, Iros de desastres e oiilrusdii molestia: veio
iiaqudla embarraran o pedutado pr Angula Carlos
Pcssolo de Souza.
- Seniio-se nu dia 1:1 do passno um pequeo a-
eansurar acremenlc o ministro do reino por causa da ; balo de ierra em Evora.
commenda dada ao negociante Piulo Leile, impu- i Na barra de Lisboa naufrago a escuna ingleza
lando-lbe desvies de fundos; n que he cerlo he que Primarme que Irazia um earrecanenlo de hai alhao
publicaran de diversos doruiiieillosja den a esle
fado inda a sua luz, e n procedimenlo do ministro
sabe illibado da* iuiputares referidas.
O comiede Ourem fui na cmara dn* pare* grave-
mente acensado a proposito dn iiatlroado da ludia.
A ilefeza do conde fui enrgica.
Termino* em ambas as cmaras a disensso em
resposla ao discurso do Ihrouo.
lespedarou se n navio, mas um escaler da (orre
de Bngio, rom grande risco consegiio salvar a Iripo-
larao.
A burdo do vapor portngnm D. Pedro II. na
yiagem do Brasil para Lisboa, falkeu n ronsi'lh.'iro
Mana Campellu, bem ronhecJo pelas suas rom- i z
De urna circular dirigida ao elero pelo novo mi-
nislro de grara e juslira. liravamc iliacas favora-
veis a una cumpusiro com a sania Se, ruja ruptura
linio l.iiiienlam em Hespanha os que veem naqoelli
inlerruprao de relares aposloliras grande descqai-
libria nos negocios espiriluacs e tempones.
Esta assignado o tratado de limites enlre a I ranea
e a Hespanha. Pela Cuiposca os limite* ero os
que lixou o tratado de Vienna ao dividir o Kidawson.
< Iraladu deve em breve apresenlar-se a crie*.
Chegoo ao porto de Cdiz pelo vapor / ulcan; o
hispo de Osuna qu regresa do sen .teslerro as Ca-
narias ; foi saudado ao desembarrar com salvas de
ardida ra.
I)s hnrisonles industriar- esla msi- ri**>nhns. De-
via (omar-se urna resnluc.ln delllniliva solne o pon-
tos de dillereules individuos acerca ,\o caminho de
ferru de Burgos a Valladolid. e o mesirui se devrri.i
passar a respeilo <\o caminho de ferro de Madrid a
Saragora.
A liberdade de imprensa lem limites ; a paciencia
do governo lamben os lem ; por is$o foram denun-
ciados e preso* por varios periodos bajajriaaaa muir
o ministro do reino, a So/Irania, a tittnUm, a He-
f/cnacarnut e o t'tidrc Cohos.
O parecer da cnmmi-so sobre a proposla de le.
para que se nao evigissem i a.saporlc* aos Porlugue-
pie entra-em, perinanere-em nu vuaanaBj em
Jo
posicoes poticas. I llosonha, eantaa esto artm ossir* : PieaaaOa-
lomou pusse ilo'lugai do -erclaiio dn inslilu- Irisado o goveniu para suprimir ni fiaia|iailai aaja
RJUTIL ADO
ILEGIVEL


DIARIO B PEBM1BUCO QU* TI FEIRA 26 DE MARCO BE 1H6
hctje so i'vi.pin los subditos le S. M> F. que entran), [ itas devera eUender-se prar.i de NicolaiefT, em-
permauccem ou viajam pela lle^panba, ijuando a I bora Me ramal nao eMeja no llar Negro e que
*>
conveniencia do talado o uconsclhe
O Sr. |). Fernando Comdi, antigo redactor do
Clamor Publico, e depolado, clava a marrli.ir cora
toda .1 brevidade para a enro da Lisboa, para onde
f*.ra pomeado ministro plenipotenciario rm -ubsli-
luicjo do Sr. I>. Patricio te la Bseostura qoe, foi
chamado a Madrid para se encarrrgarda pastado
interior como entilo noticiei.
Ttcalisou-se na ultima semana do mez passado o
contralo do caminlio de ferro de Borsos a Vallado-
lid. Nao linham as provinrias empreza particular
que se encarregssse daa obras; eram duas as socie-
dades coni|ietidoras. sendo urna deltas o CreUil .!'>-
bilier de I ranea. A aobvenriu proposla pelo go-
veruo era de 1:300,0011 .ic reales por legoa; a 10-
ciedade liespaoliula tez um nbalimenlo de 18:000
reales, e a trancis oflitreeea faier as ebraa por me-
nos da melada da suliveiicAo, islo he, por 006:000
reales por legoa. Este abatimento comecou por as-
somhrar e acbar por encher de jubilo toda u pu-
voac.io. Reonram-ee depntadoa de Vallsdoli.i,
Burgo, Patencia, Avila. Santander, Zamora o Sino-
via, para concordaren) na forma de obsequiaren) os
representantes do Crdito Morel. Elleclivainculo
deu-sedhes ura jantar a que as-islirara o presidente
do conselho, o ministro do fomento, o director das
obras publicas e nutras notabilidades. A felura
dcsla porcSo do caminho de ferro do Norte he de
acheMtmdfl a .ligninas leseas t mareen) dorio
Boj.
Se o Mar Negro fica prohibido ,1 lodos os navios
de guerra, nao so podeadmillir que Nicolaiefl sub-
sista como cslahclermento militar e como orna
ameaca inccssaiile dirigida contra Conatantinopla ;
assim cstou convencido que o* Russosestflo perfei-
lamenle resignados ora a destruidlo desse arsenal.
Um terrein. ponto que poderla cslahclcccr pen-
dencia, be o i -vil mi ni' que se deve estabelecer
entre a Rnstit c a l'orla quanlo as fronleiras d'Asia.
Os sana ornaes iu-is(ein com batanla vigor sobre
r-le piulo. |'aroco-mo evidente qne a Itnssia, que
so foi bein sucedida de.le lado, devera pura e sim-
plen)cnle reslituir Porta a prac i de Kora e que as
rronteirat dos doua imparioa deverao ser designadas
laes quaea eram ames da atierra.
Resumo aqui mui rpidamente as qucaics e as
oluees pr.ivavis.c poiipolhc os romineularios dcs-
m-ura I a iieul" longos que provocan). Km lim, pira
eonhecrr i vardade, temos mui poueo lempo que
esperar, e be mili provavel que en pus-ana mioba
caria da prxima quinten* dar-Ule as solur_i.es ofli-
ciae*. Oqacda aqui esperanza de que o con
gresao termine dentro em poueo a ana principal
lerefa, be que o nosso imperador acaba de convo-
car corno legislativo para tres de marco.
Suppe-se qne elle eonta dar. uoss'a poca mui
grande importancia ; com ludo, apegar da alegra I tfpproximada, nina solucao definitiva da queslao 1
que causcu a barate/Alo contrato e dos chunos que
Ihe prodigalisa unnime a imprensa bespaohola, nao
se pode desconhcccr que poderosa aoeiedade fran-
ceza se va) fazer senhora da grande arteria que atra-
vessar os Ires reinos do Paria al Lisboa. I'areec
que a questao Dito se aprsenla a pelo lado indus-
trial ; e por algumas revelaees indiscretas consta
quo ha muilos das linham ordem de l'aris os re-
pretentaates da sociedade para arreroalarem, ainda
que livessem de renunciar a loda a sobveurao. Se
bouvermos de dar crdito ao que se diz, e no que se
ronjectorn, que anda he mais, transparecem era
ludo islo as tendencias de se estabelecer na Penn-
sula a influencia (huleen poltica, nao menos do que
a industrial e commercial. I)iz-se que a iik -um
companhia se aprcsenlaria um dcstea dias para
contratar o caminho de ferro de Madrid e Saraeora.
A arrematarlo definitiva icou adiada at ao di K
da marco. Apreseutar-se-ha quatro proposlas, in-
rliiindo ao do grande renlral. Nao se conlirmam os
boatos acerca de desinlclligencias enlre os generaes
Espartero c O'Dunnel c a lemisso deata ultimo.
Sahirain forras de Sevilha para Cdiz, legando di-
zem jomnes da primeira destas cidades, poique
se receiava um movimenlo revolucionario ; rom ludo
esles receos mesmo nao passaram do boatos e nen-
lium siroploma se tera manifestado em sentido sedi-
cioso, nem o goveruu lem disso a menor noticia.
As ultimas nolicas concordara em fallar da trise
ministerial que se esperava, asseguraudo-se que lar-
garan* as pastas os Srs. Escossura, Lujan e general
Sania Cruz.
l'izeraiu-se conclusos os aulos do processo dos nos
implicados no alternado Jo da 7 de Janeiro contra
a auioridade do congresso, c livre exercicio do cargo
dos depotedos ; o promotor fiscal na accusaro re-
queren apena de morle para o sargento Mayor,
que figura como caber.) de molim, a de prisio per-
petua para 3 dos cmplices, a ohsolvicao da ins-
tancia, a favor dos Ires restantes.
Havia algumas desordena en) Mama
Trala-se de fazer coin que as corles approveilem
lodo o lempo poativel para concluir a constiiicao,
islo be, comprir quanlo antes com o ohjeclo princi-
pal para que foram co)ivocadas.
(Sanio Padre mandn de presente i rainha de
llespniha o livro de nrares. que linba pcrlcncido
a Santa Calbarina de Sema.
A companhia geral de saz de Madrid acaba le
applicar com grande vanlagem um novo processo, i
producro do gaa extrahido da agua. Ha um mez
que este gaz muito marseconmico sobatllne intei-
ramenle o gaz de hullie rom gr.iuJo sali-farau do
publiro entendido.
Foram suspendidas por ordem da auioridadeaa
reprcscnlares da nova comedia o (onde de Cal-
/'c/.'o, por contar alternaos polticos,
A gl ficaram os:', OO consoli.laJos a 38 c 711; os
deferidos a I c Kl! /..
PAKIS,
M de fevereiro.
A final temos em I ranea um sei vico a vapor or-
ganisado entre o no-so. paiz e o Brasil I He dejaos
da manhaa 22 que o primeiro .paquete deata ludia
importante fa: a sua partida do Havre, e como loca
em l'croambuco, conlio-lhc a minha caria desla
qaimena, ed'ora emvanica minlia corresponden-
cia Ule ehecari-deqaiuzo era quime dita, pois es-
lou convencido que a poderosa companhia querrcou
este serviro saliera vencer ludas as dilliculdades, que
parecan) oppor-a at aqui ao bom exilo de seme-
lhantesemprezas.
Esla companhia que se chama PrancO-merica-
nae que be dirigida pelos Srs. Ganlbier Krresde
Lyon, reuni um capital immenso, j descinbolsou
para a compra de 1S iteamartile -JIMIO a 2W0 louela-
ilas urna somma de IS iniihes. Tres distes sca-
mers sao provisoriamenle consagrados linha do
lirasil, e qualro ,i linha de Neo Voik.
O que conslilue a cslrema audacia da companhia,
he ler ealabelerido esto servico sera tubveracao algn-
ma do govemo: lia quatro mezes crera-se nina
commissao para deliberar acerca das petiees de seis
ou sele compi.nhias.qne se aprcsenlavam para fazer
o servico destas ludias, mas todas evigiam que o ihe-
souro as coadjuvasse, c segundo os seus clculos, a
subvenrao que o govemo devia fornecer nSo devia
ser menor de 15 a 20 milboes.
Os Srs. Gaolhier l'rres, que tinham ponea pro-
iKibilidade de serem allendidos, pur ipie homens
mais influentes c mais poderosos do que riles se li-
nham apresentado, se decidirn) intrpidamente a
preceder a solucoes da commissao, improvisando o
serviro a vapor.
lie urna cabreada que po le. ser bem sucredida,
e anal detejo um pleno iriumpho, pois que mis
lodos que estamos em rciaco com o Brasil le de-
vemos todo o nosso recoDhi'ci)Dgnto.
E-lamos emiire na espcdativa do congresso que
se vai abrir. Tem-ae esperado ha raulo lempo que
a primeira rcuniao dos diplmalas listase lugar a
20, mas a distancia entre Paria c Conatoniinopla, e
a grave lenlidan que os Torcos aprsenla) em lodos
nsseusinovimenlus, mo lem permitirlo que n prin-
cipal plenipotenciario do SallSo se aprsenle aqui
cm urna poca i.io aproximada. Eslc plenipolen-
eurrio,Mi Pacha, devia prtir le Costanlioopla a
12, e nao era esperado em l'aris antes de 2:1. Mas
como nao ha certeza completa da sua ehexada nesse
da. a abertura do enngre-so foi definitivamente
litada para 25,
Os nut.-os plenipotenciarios j eslao ha niuitos
das aqui.i excepfilo do conde Orlofl.que deve rhc-
gar esta larde ou ainanhBa
paz.
O armisticio ainda nao foi pronunciado na Crimea,
eposio que nao baja recontro alsnm Importaule en-
lre oa exereiloa nimigus, as hostilidades ainda du-
rani. E*la siliiacao que ronlra-la cun as disposirSea
parificas dos govemo da Roaaia e da l'ranci. se ex-
plica todava por om fado que annuiicai as noti-
cias cintilas do Ib Miro da guerra.
Em verdade, nao so combale na Crimea, inas
lodo o esbirro dos eserrilos alba lo- he empregado
para realisar de anlcmao urna das rlaiisulas do tra-
tado, is|o be, destruir as forlicars de Sebasto-
pol. Arrazir romplelainenle tstaobra gigantesca c
compacta que cuslou aos prodecessoras do czar ac-
tual tantos esforcea e lanos milboes. seria para a
Russia urna larefa mu dolorusa. Osalliadoslh'a
poupain.
Sabemos que sob as perseverantes diligencias ilos
enginbeiros militares inglezes c frnceles, as doekaa
de Seliaatopol o o forte S. Nicolao acabara de sce
reduiidoi a p. Ja nao evisle nada em p desse
immenso monto ile forllicacots que desde a grandr
Gatnarina tinham sido lentamente levantadas oeste
poni da Crimea, c (aerara de Sebaitopol nutra (i-
hrallar. lis milcos birles quo existen) de p sao
aquclles que os llussos ainda occupain na margein
direila e que riles so resignarlo a desmoronar cora
as suas proprias raaos, pola que he forra que So-
l aslopol seja despojada para scinpre desae cmlo de
canhoea aceslados contra Conslanlinopla.
A diplomacia se occopou, uestes ltimos lempos.
com pieparar a solucao de certas qoealOes pralicas
de orna grande importanciai que deverau ser defi-
nitivamente reguladas no eoogresao le Paria. As-
sim am Conttanlinopla, oceupon-sepor niuilo lem-
po cora medida] que lem por lini fazer que ussrrtii-
dit"s grecos ticos. Eslc Irab.ilho que se reone cm l'.l arligos foi
feilo de acord com os ministros do aollao, e garan-
te aos Kajahs urna eiiiu)acipa I.m Irabalho nao menos importante foi prrpa-
rado, te maneira que o congresso le P.iris se possa
decidir cora pleno conheeimento lo causa, traa-
se da organi-.ieao dos principados danubianos, sob
asnzerauia da l'orla oltomana. Exislemdoua pro-
jertns a eslc respeilo, um que pretende enllocar as
data provincias da Valacada e da Moldavia sob a
aulhoridade le ura nnico hospedar cleilo pelo con-
gresso, |ue Iransrnillir os seus lireilos aos seus
ber.lciros, oulro que prelende uiautcr o Main ana
da divisan las loa* provincias, e dar a cada urna
um lio-.pii lar hereditario.
Em San Peteraburgo o partido da paz se lomno
mu poderoso, e a resolu;.io do czar be boje applau-
li la por toila a gente. Yo ni palavra a capital da
llu--. i Desse uliiipos dias era o Iheatro demoilaa
fcsla4. O gr,<) luqnc Nicolao acaba de casar cora
urna prima, a princeza de Oldeubucgo, que be ado-
rada pelo povo riissa cm consequencia las mil pro-
vas de caridade que lem dado. He um casamento
de amor, o que he rari as unidos doa principes.
1 Na Inglaterra o espirito publico se lem preoceu-
pado nimio deposde alguna das rom ,n dilDeulda-
desqne anacita a John llntl as prelencssexorbilan-
lesdo primo Jonatbam. Estas dilliculdades que lem
por caoaa as ultimas occocreociaa 'pie lem (ido lugar
na America Central, e os jirrolamenlos operados na
America por agentes inglezes, loroaram por um mo-
menlo lees proporroes que se julgou que a guerra
era inevil.ivel. Todos o receiet anda nao se acham
diatipa los. mas ha lanas rela;oes de inlercsses enlre
os doua paites, e um e antro perderan) lano com a
guerra, que nao be duviJoso paramimqoe consigan)
ajustar-sa. Creio tanto mais ueste ajuste, que a
paz se echando prestes a eencluuxe na Europa,
dar-sehaverdadeira loaeora para s Bttadoa-Cni-
dos, em provocar urna guerra em que a Inglaterra
osesngaria com o seo poder martimo, e Ibes cea-
Baria riamnos irreparavei'.
Outra queslao, toila inlerior, absorve lamlcm a
atteocio da Inglaterra. I'm jurisconsiillo celebre,
o birlo i'arko acaba le ser nomeado pela rainha par
do reino vilfllicio. II a primeira vea, ha 200 an-
uos, (|oe a corda noniea um par, quo nao he beredi-
lario, e a cmara los lords vio ueslc arlo urna vio-
lac.lodos seos privilegios ; mas a Opinilo publica, e
qaasi loda a imprenta approvam a medida, c pesio
que a qucsblo se dbala anda na cmara alia, he
mu provavel que ludas as resistencias cedern
diento da ptenle raanifestaco do senlimenlo pu-
blico.
cas interessadas e Mr. lliuedelli. direclor pol-
tico no ministerio dos negocios exteriores de Franca
que esla encarregado da redaceSO dos prolocolos,
devendo haver no prembulo desleso juramento le
honra dado por rada um dos signatarios para
guaritardar o nia'o absoluto segredo sobre delibe-
racOes.
Qaanto i queslao de precedencia, adoplou-se de
conformdado cora o que te praticara no congresso
de Vicua, a ordem alphabelica dos paizea repre-
enlad-is : assim asaignam em primeiro lugar os ple-
nipolcnriarios.la Austria, depoia oa da Franca, do-
nis os la lirao-llretanba, depnis o da Itussia, He-
pois os da Sinlcnlia, depui os da l'urquia.
Na primeira reunido resolveu seque honvetse um
armistirin ende a^forcas beligerantes, o qualtermi-
nara a ;tl do corrento, nao enlendenrlo-ae porem
com o bloqueio agora evisteulo ou c.......ulro qual-
quer que veiiba a estabelercr-se.
Conio a quinta proposicao he a que ollcrecc uiaior
ililllculdade, julgara-se conveniente alterar a res-
pectiva ordem, para ser ella discutida era primeiro
lugar.
Quanlo A posiejio da Prnaaia, parece quaai.deci-
liilo que aer convidada a lomar parle as confe-
rencias depola que forera aaaignadot os prrliiniua-
res le paz.
Ilavendo noticias de que oa Beliz estilo abatise
leserabaraeailos dos gelot, lic.iva a partir para o
Bltico a vanguarda da r-quidra ingleza, a qual
dever.i esperar era hil a orden) para estabelecer,
ou nao nin rigoroso bloqueio conforme o aspeclo
qu tornaren) as conferencias de Pars.
Segundo declaron Sir tobarles Woiul na cmara
dos ominos, a Inglaterra lera naquelto mar 330
navio- e IIH) no mar Negro se n.lo se concluir a paz.
c liver lugar una outra cainpanba, devendo os trans-
portes inglezes conduzir para esle segundo mar e
para o Mediterrneo umcvercilo de 1:1S.imhi he-
mena.
Os senlimentot hostia de que tempre forara ani-
mados os Ingle/es e Iranrezes nna Contra os oulro-
parece que se vao desenvolvendo agora a medida
que as perspectivas de paz vao lomando menos ne-
cessaria a sua unilo para resistirem a um ioimigo
cominum.
()a Inglezes quei\am-sc urnas vezes de que l.uiz
Napolcao motlra agora milita lympalhia pela ltussia,
nulras vezesata que se acha unido coma Auslra
para liumilhaTn Sirdenha. alliadl natural da In-
glaterra,e nao liinilamlo-se a i*>n, ale querem algiins
que se largue a redea os uarionalbladcs para ppo-
las ao lespolisino da franca e la Austria !
Eia aqu como se exprime o Mornini/ Aitertiter
a e>le retpeilo:
n Temos .i atsignalar um fado or sua nalureza im-
partantiasimo, a que nao dallar de attrabira atten-
j.lo ilo paiz. Antes de o mencionarmos he raister que
declaremos que o< esrlarecimenlos que temos m.lo
proven) le urna alia auioridade.
ii Ellerluou-se urna coalisaco enlre n Tranca e a
Austria, e o primeiro resultado Icsla allianc enlre
astas doas potencias despulios, foi de humilhar e
mortificar 3 Sardenha, visio nao terem consogui lo
exclu-la completamente da* conferencias. Tentoram
cITecliv inicnte este ultimo expe lenle : lord l'al-
meiston, todava oppjM-te c deve sc-lhe por isso fa-
zer Justina, Enrgicamente declaron que, antes do
que permittir nma tal adronla ao alliado'e ao hospe-
de da rainha, rompera as conferencias pelo que re<-
peila a Inglaterra. E todava c.im pozar o dizemos,
mas .ain sorpresa, lorl Palmer-Ion esl araea;ado
do se ver vencido pelas corles do Vienna o le Paris.
o A Sardenha he ahsolulainenle ingle/a as suas
tendencias e na sua poli lira ; he o que explica a
boslilidade de franca c Ta Austria. Oual sera n mo-
livo porque lord Palmer-Ion nao pi'ie miuediata-
inenle ura termo a ludo islo, largando as redeas a
nacionalida les.e oppoudo-as ao despotismo da Fran-
je e da Austria
Baslarii urna semana aos povoa da Europa levan-
tadas, para p.'irem um lermo a estas tvraiinicas op-
prcssites.
As conferencias de Constantinopla linham sido
encerradas.
l> resultado de aeutlrahalhos sjoot scgninles pon-
tos la reforma que foram approvadoa pela l'orla :
i Conlinuacno do llalli KherilT lie l'mlhanr os pri-
vilegios las igrejas grega e armenia ; suppressao los
poderes lerapiiracs e judiciarios dos palnarchados, i "ma mo;ao de lord Campbell, para que sir
gualdade dos cultos, auppressio dat penas eslabele "
cidas contra aqnelpM que mu
pares vitalicios erares hereditario-; islo cora grande
detrimento da dignidade da cmara.
Em lim que nem se poda argumentar com a ne-
ccssidaile le crear novos parea legislas, porque a c-
mara linha al em cerlos casos o poder de chamar os
doze jalara da Inglaterra.
O conde de (irauville lomou a defeza da nomearao.
c oppoz-se a que fnsse suhmctlida commissao. *
Suslenlou que os rveiupl i- Ciladoa por lord l.yn-
dhurit provavam contra as suas conclnsoet.
Oua a medida lomada pela cora era inquesliona-
velmenle legal, constitucional e oppnrluna.
Depoia le algumas palavra de lord S. Leonaids
que convida os pares a sustentar enrgicamente a di-
gnidade hereditaria ; lord chancellar levanlou-se, c
iiolou que baria ou a sustentar um chamado privi-
legio da cmara ou atacar urna prerogaliva da co-
ra.
Jue era eale um negocio em quo a cmara nao ti-
nha nem poder nem jiirisdicr.lo.
Qaet no cuo de om filbo de lord Wenslvdalc
haver de se apresenlar para o rolare, reclamando
urna eadeira na ranara. leria esla direilo de exami-
nar a carta de immeacao.
One rsla nomearAo era perleilamentc legal; c qoe
alera disto era para' desejar que os grandes talentos
da magistratura livesiem aeceaso a cmara alia.
Lord Campbelle nolim que a noineacao do novo
par introdnzia na eontlitnifle nma reforma mais con-
siileravel que a reforma parlaraenlar de 1832, a qual
era frita so pela vnnladc da corda.
(.le os precedentes citados nao provavam mais que
urna rousa. Pode-te crear um par sera Ihe dar pre-
cisamente urna eadeira na cmara'.'
Hueera quanlo ao caso actual era sobre ludo rr.an,
porque seria um precedente para nao dar aos lords
cbancelleres c aos lords Chief Jondee* tenSO paralos
vi la I icios.
Lord C-rev oppoz-se a que a caria de nomearao
fnsse enviada a commis-ao, pois que limitando o c-
cesso samara alia si aos herdeiroa, brava esla pri-
vada los grandes laleutos.
Lord Derbv suslenlou que nma mudanra na cons-
iiiuirao da cmara alia devia ser fcila por urna le, e
nao s pe i vonia le da cora.
Depois de algumas observaries do duque de Ar-
gyll, que fallou contra a moceo de lord l.yndhurst,
e de lord Broughara que fallou a favor, a cmara pas-
sou a volar.lo que dru o aegainte resoltado :
A favor da moran.
Mentara prsenles........, Til
Por procurar.lo...........vi
ladas cm f>0 mittioes do libras esterlinas.Para ro- final a eleif.ao do prcsidenle do eoegretso, tendn la-
lar o ullimo escrolinio no da 2 de fevereiro prxi-
mo passado
Contra a mor .lo
Hombros prsenles......
Por procurarlo.......
LIS
3.1
32
10-,
33
PAGINA AVULSA.
I.()!..cin 25, anniver^rio do juramento a
ron-Iil'iirrio lo imperio, ciiib.u. ]pir;tr,ini si? -w navios
e fortMetM, Mlfando as horm a rn-iume, e houvc
eorlfjo a tusosld rflmetleS. M. I.
tiracdatao Omnipotente .'irece, <(ue se nio
he ntsam plano ntritgico IndUu lmns en brava de ver-l!:e tu costas, itR*i cor-
larnenle por c-furros i!e algaios medico*, de lsuns
pbarmaceolco*. de algnoa rabdelagados, de alguna
Inspectores, ie IguiM proprielariotv, le at^an hos-
pitaes, v. i\e i|uisi todos os enfermeiros. Como quer
que seje, elle parche que no* qner deixar. e ad-
minisIracAo proviDcialcabelha grande p,iria do bem
e lia tallo. No enlraUoto que mh-
(jue a tf-tc pi
Giaaqni'aeunittoan^ ili",'"^ ',el7 """os- 'SSSf^. 1i/i"ll0s- }'T
le os nomes das personngens que tomarao narlc n.-s- r'll"lM <""'r """ aneu-et esta sob o peso falal do
sas deliberae.ies tolemnea, i "' i felnmente nos quer parecer que alR a ad-
Pela Ausl'ria: conde de Buol Schaiinsleii, e o l"',''slr"> provincial nao mBrer tropeees pelos
barao deHubner pela Tranca, o conde Walcwki e o I r""'''"''-'' nenv^lasorar/fcaroea dos rari.to-os, e
barao llubner ; pela (rao lrel.inba, lord Claren- i "in l"cx* a "ah"" ,.'''' romo o heroico Mare.,
don elordCowlev ; pela Rusaia o conde OriolTe o esmoroliaaraoamoHiroaootapaleiroat Jenualem.
barao de Brunnov'v ; pela Sardenha o conde de Ca- A 'Jos desojamos saudc, coragem. e dispnairo, e
voureo raarquci de Villamarina; pela Toraoia (,BeU"BJ" gaeoei>a nos atmeijem para irmos
Ali Pacha c Mehcmrt Rcx. earreaando o nosso feno ato o calvario. II" sin-
gular Alravessar una rri-e nicdiuiha le eiiferml-
hsta li-la oaodiffere ultima caria aenSo no que nha, que ao principio so linha um plenipotenciario,
e que reclamou instantemente para ler dous, como
as esandes potencias. Annnio-se a sua phantasia,
que nao poda ler rnnsequencia grave e que nao Ihe
di em definitiva nem um soldado de mais no seu
exercilu, nem um real de mais no seu Ihcsoum. M.
I' Aleadlo que primeiramenle fura designado |ior
el re para reprsenla-lo, sq lendo excusado cm
razan da sua-aude, o presidente do conselho, M.
de Cavour, foi nomeado em seu logar.
A l'russia nao lem logar no congresso, e he islo
para urna potencia que scmprelomou parle em lodos
os congressos desde i( anuos, urna humillaran que o
gabinete de lierlim graugeou para si porineio .c
um inrrivel encade enlo do facloa. Ainda idu
recentemenle, a Prussa poda fazer-ae admiltr no
rongresao, ou ora seu nrnprio norae, ou como re-
presentante da confederaran germnica : era suflici-
enle que ella adlwriaae s rinco proposirf.es conlen-
das no ultimtum austraco que a Russia aceitn ;
teria entilo oblido a inesma vanlagem que a Austria,
e teria asiento no congressncoin o mesmo titulo que
esia ultima potencia. Era vez de seguir este pro-
cedimenlo moteradn c hbil, o govemo prusaiano se
quiz mostrar mais recalcitrante do que a propria
Rsete.
Aceiten as quatro primeir.-s proposiri.es e fez re-
dades, usuras, aml.iei'.es, sacrilesins, impiedadea,
acmpre rora a pruna aparada para fulminar o repro-
bos da poca, sera anida cabir vctima le urna pra-
ga..... he singular. Felizmente o nosso serviro nao
be le correr, mar, pedir, chorar, ofliriar, imposta-
rar, malquistar, ele ele, etc., mas he de ajudar
sinceramente aos bous, aoipbeni intencionados, e aos
que desojan) aneiosrmeote nao crear rnlraves a mar-
cha regular los negjcios pblicos, cm crises actuaes.
Ila'quem nos queiri encinar a.raarlello, que nao
devoraos censurar ajenies do enverno, quo imbccili-
dade l'ois pira ipe nao fi/.essemos assim, seria
preciso que conhecessemos no digno Sr. conselbciro
Jos'e Rento lesejos di proteger Iralanlcese esprte-
las. I'odem ter ahisado de soa boa fe, mas elle'ig-
nora ab^.lutaineulequo homens que ainda hontem
proleslavain ajoda-l), boje etlrjam de joelhoa pedin-
lo a Dos dore* o* pomos cos/r/os para no centro deetes cas-
tigos viugaroin-ae (L, miseria e diteredito em que ja-
ziam, e verem esparrada le nina vea a pobreza que
o rodeava anda nosl.imborelcs e tripeasaa Vamos
lidiante.
Avisase seguida vez ao Sr. I......A..... que
se deixe de andar dtaabonamlo a quera nao couhece
c le quera nunca rcebeo olTensa alguma, tllribun-
do fados que Smc. le rapaz de pralica-los. l)amo<-
Ihc licem i para cinliuuar a divertir aa ras rom
servas quanlo a quinte. Pela sua influe'ncia, a Die-1suas '"'rae, ja q* alrm lepemm-m-r e e.rcom-
la de Tranrl .rl
resultado desl
xprniio reservas semclbanles, c o
bella manolua ha sido qoe nem a
tuteado lem paterlc le Zi-menlirt
Adverle-se aoSr. L. P. j.i ehrimaado,
que aa
Prussa nem a eeafederarao nao ler.lo limar no ron- cab-adas e mas sao ara o transito do povo, por is-
greaae
Como quer
tea aoropra .
Indas ta liiii.-ui
das. A Rossii)
aoverno frailee
qne -'ia, pt-rsisln ri pensar que
.ibo !. -ou 'i."/a. te l'ari-, o
idea ael.ai.i .ir tnlenio i'
qnii mui tinceraraenle a \ivi
nerda me ana maneira. e da
que
Ivl-
te
si. uaodevem aervirde mo4rador los gneros de su;
iasea, <-oiii. e-lfras v lenliii-, .tem te pin nina pos-
tura in.iiii.-ipal pioiibe e ini|......nnll.1 aqiieinas-
que sie acord foreslaheleiido, qualqacr "|.. nieio
se loma impossivel. Ii' mui verdade que os joroaca
inglezes publicara He quamlo em quamb. arligos da
liii lioinnr o inoi ^-.-ressivos contra a Ru-sia : pu-
rera nao passiim de tes palavrae edovidomntlo
qoe o govemo ... a naco Inglesa lenbam o menor
deaejo de leixar escapar a occasiao le paz que liies
he ofiereeidt. Ao paste que o lmat injuria a Krtt-
sia, oa tommereiaolea da rraraj se dao i.ress.a em
renovar a- suas retacoea rom s. Petersliorgo a
fazer numerosas encoramendas. Fieariam certa-
mente mai irritado* ae o mmpimenle din necocia-
;ues i|uc e nao abrir em l'aris late translornar
as suas esperularoes. (Ira, na Inglaterra, he o
commercio |uein d a le ao govemo.
Verdade he que arligu quinto que aulorisa o
coii'jresso a j.ri'-crever rerlas mciliilas no interette
Retal da Borona, se presta singularmente a iuter-
prelares, e qu n-nleria ininlslrar varios pretexto-
de rontpimonto ; mas, repito, eslou cwrvenciiK) le
que te entendern) de atemo, e que, met.....obre
este artigo, s resla a rrnular oa tionlos teeunda-
nos.
As-im, rreio firmeinente |ue so est dearorilo
rom a Bessia no facto de que se Ihe nito pedir sa-
crilin.) algum relativo ao Bltico, islo he. quese
niocxiaira diininuiro alguma da sua frota nes-e
mar, nem lo.irujrjo te neuhnuia las suas lorli-
tioaroes, o m o compromiaao publico le na., rerdi-
Hear alguma foriiiicara.. desl roda. Eston igual,
ente culo de que no Mar Negro, a destealo
Iescripia .elo artigo :i lo loJtt as obras fortilica-
ii nia que na n
i, e salisfeila coin
lo Sr. L. I.
-n oh I o l, ni lopiibli.'i. : l.iol
lieira li'.i.<.. Iiem rspnalas, vialai
pletamenle a detmacada ambicao
/ ,i auarAroitamo.l',asou->e antes da hon-
tem um preludio dli-n) i|ue nio venda bros com
urna menina brane: li/eni que interetsante.....)ao
conaeqneaeiaa dot lofea-eolea....
CoiHla-nns q-.e o peaaoal i" alsnm ho h'.ra niodificado. liis entendiam'it que S. l'.\c, i
Sr. presidentederria modificar rom o de tolos,por
que alini da epidenia ir decrescendo, as despetas,
segundo nos i'oii-la.em sido avnlladissimaa com essas
ca-a-.
.tir nman/ia.
lacio & ypctmwnut.
O vapor lr.inrez" alarslha, troute-ns asearlas de nossoa rnrrespon-
denlea de l'.iii e Labna, que ficam Irantrriptas em
oulro lugar desleBario, e bem assim varia- gazetaa
porlnguez s que, acanramb. al i do anrrenle, lao-
no noticias rcenla de bolos os paizea da Europa e
laminan doa K-iadu-l nulos e imperio do llavli.
As datas le l'ari e Londres sao dei do pataado
as de Berln) r Vrnna, de -J'i ; as de Bruxellas e
Copenhague. .!< J ; as de Madrid, de 2H j asile
Francfort,de a, eaadosEsladoa-Uudea, te i.
Abriram-se em lans as conferencias para a paz
no da -J"i do pasaato. romo eslava anniinriadn. de-
baix'. la presidenca do ronde Walexvskl. miaislra
dos aesoriu! ealraneiros do imperador Franeeaet,
nao sendo perrailido a ninguem assistir aoa
Irabalbus senau oj plenipotenciarios das poteu-
iin de religi.ao, al-
miann doa ehrialoa a fonec.*.-s pnUicaa, estabeleel-
uicnlos de c-colas populares, orgnnisarjjod nma jus-
lica temporal para os rayas, codilcario das leis cvis
e criminal-, cdigo publiro ruin ludas as linguas do
imperio, reforma ti. petases, reforma da polica, os
rayos aujeitoa ao rerrularacnlo, c admiaaaO de lodos
os chrislaos a ledos pontos militares, tranaformac3o
dasantoridades previadaes, facnldade para os euro-
peus poderem adquerir bena, impostoa diroctoa, me-
Ihoramenlo das vas le communicarlo doa chrisUoa
oconselho de estado, iusiituic.io de crdito para e
commercio, e relorin i monetaria...
Para assegurar a tranquillidaite dos estados do
sultilo. diz-se qne 10,000 homensautlriicot eslaco-
nano durante dous airaos nos Principados e urna
forra anglo-franceza de :tt),(MK) homens na Tar-
anta.
Na Crimea c na Asia ainda duravam as opera-
ees bellicas.porra nenhuina acrao importante linha
ti lo lugar depois la lomada da Kara.
Era Sebastopol completaran) os alliados a obra de
dealroicflo le que -e encarregaram, fazendo saltar
nllimainenle n forte S. Nicolao no que gislarara
50,1)011 kilogratninos de plvora.
A explosao foi terrivel e eucheu de leslroros e
ruinas loda Sebastopol e a entrada do porto.
As porti.s de ferro das docas terao transporladas
para Trancae Inglaterra.
Eis aqui como se expressa o Times a eslc res-
peilo :
.< L'm despacho lelegraphiro aniiuncou a dcatrni-
rao do forte S. Nicolao pelo excrcilo francez na
Crim. Sir W, Codringlon j.i linha participado que
a destruee das ducaa eslava completa. IV.de, por
tanto ili/.er-se,quc Sebastopol j.i u.io exi-te como for-
taleza martima.
i Passadasdetstela niezes lepois que foi arrojada
a primeira bomba conlra a cidade, o mesmo forte
que ainda eslava em p:, acaba de ser arrasad. Pro-
vavchnenle lamben) sera destruido am qnartel que
pode accommodar Ires regimenlos rusnos. Todos os
edificios que escaparan) tatito em poiler los alliados,
que naturalmente nao deixarao a Crimea sera ta-
vercm lomado intil qualquer edificio que possa ser-
vir de abrigo.
a Podemos considerar a grande empreza da cam-
pauba remo .acabada. A destruiciln de Sebastopol c
nao a conquista la Crimea, era o intento dos tato-
rea la arrojada empreza de I8">t. Todas as rir-
cumslancas concurran) pira que esse fosse o prin-
cipal ponto de aloque : era ah que o prestigio de
poderio russo devia ter aniquilado. A victoria he
nossa : o objecto po se linha em vista consegnio-ea
para serapre, assim o esperamos.
Oa alliados nao si arruinaran) Sebastopol, *e-
nao que cm grande parte lotruiram a po-ilubdade
de a levantar de novo. Tem lecorri.L. tessenla an-
nos desde a conquista da Crimea e poueo menos,
desde quo a amiga cidade birlara d'Ak'ior vio lovatl-
larcm-sc as primeiras constrtirc/.es da nova ridade
baptiaada com um noma pretencioso e condemnada
a ura fatal destino e i sua cmplela ruina.
Nala pi le comparar-so a esta lesiruic.v..
i A reina de Niniveon da Babylonia, de Carinase
ou de Jeruslaem, foram pequeas ao lado da de Se-
bastopol, considerando o auiquilameuto da supre-
maca rusta no Oriente. I) czar perdeu a sua mari-
nlra, c ja nao pode restaura-la ; apenas restara al-
gumas naos siibmcrgidas no porto, Muilo folgaria-
mos saber que se encontrn o;mein le acabar com
ellas dei.iiv.i .Tagua, de forma que dolas nao liquo
vcstigioalgiim.
i Podenamos com ludo desrancar agora, e apre-
ciar o que genhamos dorante o cerco, etigia-se ni-
camente que o mar Negro fosse aherto aos navios de
guerra de todas as naroes. Pcda-se'quc a Inglater-
ra aa Franca podeaaem IIvrenwnte mandar ai anas et-
quadras estacionar em frente das janellas do palacio
do tullAo pira aln los fortes do Bosphorn, na vlsi-
nhanea dos porloa rnaaot.
Os almirantes rasaos poleriam tambera entrar
no Mediterrneo. llesejava-sc ale que os porloa na
costa do mar Negro fossem conreilidus aos alijados pa.
ra manler o equilibrio, llimamenle s notaos es-
ladistas foram mais longe, pedirn) que os armamen-
tos do ciar roatem limitadva: deoulru mo.loa Turqua
seria obrigada a grandes despezas, e a dar homens
para o servi;o anlv palhic da mariuha.
E nao sao calas as mesraas vantagens alcanca,
das'.' nsesireiio- poiler.lo conservar-se fechados-
porqu nao ha perigo no interior.
A Turqua poder despender o seu dinbeiro mais
ulilmenlc que na conslrunyin das naos le buha,
por isso que nao tcr.i nimigo de fado.
a Conslanlinopla na lea que temer qualquer
ataque repentino: a invasa a pode vir por Ierra,
porque nao ha mar,i,ba que proteja os Iranaportea
rosaos, quo abaslerem aoaexerrloa na Bulgaria on
junio le Cauri*. Coin a le-liui.;a dos fortes las
d... a-.!. Sel. i.l..|,ol ,|e,v.......-en-ae a -onlni le nina
nova conquista pelo, baibaius ,.
Em liralaterra ataba governo da sofirer urna
grande derrota.
Tendn a rainha Humeado a Sir James Paike par
vitalicio com o titulo de lord Wenslevilale, a res-
pectivi cunara depoia de calorosa ditcutUo decidi
por I IS votos conlra 10, pie e--a nomearao nao Ihe
dava direlot lomar as. ni., na casa.
Este vol desennc-rlou um pouro o governo, e o
lord rb.incelkr estove a ponto de dar a aade-
mnago.
Eis romo a Xuo ]
cmara a esle respeito
Na lo dn ha 7, a cmara los lords orrnpna-M
da nioe.io de lord Lvndhursl relativa a nomearao de
or .lame, l'arke pira pai vitalicio com o nome de
l.rd VVenslov dale.
I.or 1 I.Midliurst levanlou-se e pedio pie a carta
de nomearao ; mandada ,i commissao de privile-
gios para a examinar, e fazer sobre ella o competen-
te re alono.
O noble lord di
i cunta dn
que
pastara na
que ha 100 anuos era o primei-
ro oxemplo de um Individuo elevado ao paralo vi-
talicio, com muito poucaa excepcOea tempre acoin-
panhadaa de rcumslanciae qu- alenuaVam a ana
l uipoi (ancla.
, Qoectti.......ueaces cm geral eram le eporas de
desorden) confuso, e quando a coiistiluicio la In-
glaterra u.io e.tava anda definitivamente estabele-
cula.
alaioria conlra o governo
Eis aqu o que sobre > mesmo assumpto se I i1 mais
no peridico cima citado :
A cmara dos lords reiinio-.-c no da 12 de
fevereiro s 2 horas, em commissao de privilegios
a respeito das cartas patentes do lord Wenslev-
dalo.
0 lord conservador foi cnlao chamado ban-
da, c, aprescnlou as cartas patentes originaos para
a rreagao de dous paralos, no reinado do Ricardo
II : lluiscliard d'Augio, creado conde de Hun-
lington, etc., da Woze, conde d'Oxford, creado
marque/., depois duque do Dublin .
Leu igualmente nina lisia de diversas oulras
cartas pateles. 0 lalim dos domnenlos apreson-
tados incommodou um tanto a scicncia de suas se-
rahorias, ei leilor foi iiilcrroiupido no cornudo da
sua larefa.
Finalinonte, por proposla de lord-Grey, con-
cordou-se em encarregar urna pessoa versada na
leitnra dstos velhos documentos, do ajudar lord
Lindhurst, e para tirar de laes documentos os ox-
tractos necessarios,
Kntiio suscilou-se urna queslao por causa
.!. Par-
le fosse convidado a comparecer na commissao,
se assim o julgasse conveniente. Ilepois lamiera
houve debate por causa de outra moco do mesmo
lord, para qne o dito sir J. Parko lv:csse o direilo
do assistir na dita commissao.
a Respondeii-sc primeira mocao que o novo
par de cario nao quereria reconhocor a legalidade
da commissao, roncorrendoao convite : segunda
respondeu-se que nao se deve tratar o novo par
pelo nomo de sir .1. L'arke, porque o direilo que a
ron'.a lem de dar nobreza he iaronlcstavel e incon-
iroverso. Finalmente a commissao licou adiada
para oulro dia. f>
Sessao da! cmara dos lords no dia 18 de feve-
reiro.
Neata aettaO te.u o lord chauecller orna carta le
lord Weusleyoiadc reeusando-sea assistir a commis-
sao dos privilegios.
A cmara ficou cm scguila consliluida em com-
missao de privilegios, para ouvr os lords conserva-
dores dos archion, e para compararen! dilferenles
carias patentes de parea, que foram chamados a lo-,
mar aaaeulo na cmara alta ainda na vida de aeua
pas.
Depois da tonga diteottlU) enlre lord Lvndhursl,
que se queixou de ultrajes fcilos a sua prelenr io e o
lord chancetler, o qual Ihe respnmleu que era a elle
que compella conciliar-s, lord Lvndhursl anuun-
ciou qne na prxima quarta-feira elle liria urna pro-
posta para se declarar que nem as cartas patentes
de sir Johu l'arke, nem o rouvile que Ihe linha si-
do feilo para vir ao parlamento, Ihe davam direilo de
lomar assenlo no parlamente.
Lord C-ranville compromettea-sc no caso de ser
proposla algama emenda a dar a sua opiniao com
Iranqueza.
Lord Brouggain exprimi a esperani}a do govemo
raser desapparecer urna dfliculdade que nunca de-
verla ter suscitado.
A rommissao esleve consliluida por muilo lempo,
e a cmara contiuuou nos seus Irabalbus parlamen-
tares iis Vhoraa.
J-e-se no Journal des Debis :
Urna quostao, cuja importancia nos tem sido
revelada, o lalvez mesmo exagerada pelas parles in-
teressadas, preoecupa nesle momento a Inglaterra,
questo que parece liflicl- de resolver, mesmo s
possoas qua eslao ao faci da legistac,o lio com-
plicada da Graa-Bretanha. He por isso que nos no
peitence inlervir na controversia que divide a c-
mara des lords e a imprensa, e po em opposro
lord LyndliursJ o lord Granvillo. o ZVnifs e o Mor-
ning Vosl.
Limitemo-nns a enunciar o facto.
O governo inglez, usando de urna prerogaliva
que iticoiileslavclmenio lite perletico, conferio a dig-
nidade de par e o titulo de lord Wensleydala a sir
James Parko, jurista, cujo saber o probidade sao
u n i viu sal tiente reconhecidos.
Todava o governo afaslou-se do uso geral-
tncnle observado, conferindo-llie esla dignidade vi-
talicia c nao hercdilariainenle. Esta medida ins-
lita pareen ler sido motivada pelas seguirnos ronsi-
doraci.es,
Acamara dos lords de Inglaterra, ainda quo
possua urna jurisdiccao inmensa, nio coniem no
sen suio sa'nao nm pequeo humero de juristas,
que o governo nao lera podido at hojo augmentar
ou substituir, geno conferindo o pariato lieredita-
rioa jurisconsultos^ nesle caso, a sua escolha en-
contrn o|isia>etrlbs polas diAleqldades do pos^ao
iwcuntaria ou social, quo em geral se procurou
evitar, preferindu juristas de dada avanzada, o
privados de descendencia masculina. Odircitode
conferir o pariato vitalicio, sendo-llie reeonheeido
por nenhuma eonsjdorai^o desle -enero so torna ne-
cessario,
Mas este direilo tem-lhe sido vivamente eon-
teslado. A cmara Jos lords, esquecundo toda
a divisao do partido, julgou-se atacada na sna
cssencia.
Julgou ver nesta. medida urna lootaliva feita
pelo governo para crear um precedente, em virlude
lo qual um ministril poueo escrupuloso poderia
assegnrar-se da maioria, capiamlo a mais grave
iniciativa ao principio horediurin : a mais effi-
a/ ".iraiitia (|| in,|,ipi>ii .deuria da cmara, lie r-
feclivamente para unta r que sir .lames l'arker he
dn una dnde avanr/ na, o nao lem posieridadc
masculina, islo he, 69 ui em cuiidicoes que permil-
tem ao governo evitar qualquer dilliculdade, confe-
rindo-lho o parilo b erealitario Mas deixarao de
ler fundamonio as i zoes invocadas pela rora ?
O direilo que rervir* tica seria constitucional, una
\ez que se nao lizas, se delle um uso abusivo, ou
que o abuso mi con* istisse precisamente no excr-
cicio desse direilo? Tacs sao as inestes que os
oradores inglezes tein agitado com o sen habitual
tos a urna neva discusso na
i em cmnraissao privilegiada,
a moro proposla nesle sen-
tido por lord l.ymllm rsl.
Mas iius nao o mhrCereniuBa sua solucao, se-
nao. se o governo iti gkv. leixar de redor aos votos
que os seos adversar ios tem rmitiido dever conferir
o pinato heredilaric i a lord Wcnsleydal
sistir no principio q uuadoplou. ..
Na sessao de 14 den roma o cbaneeller do E-
da fazenda publica, e recursos
os seguinles os principaos pon-
termos a noineac.lo ora qorstao nao era
eccilenlet.
One oestes
auloraada por pr
Queemquanlo a pofitca de nma temelhanle me-
,'"1''. """ ....."a ler defendida, porque nao teria ou-
lro resultado seinlo dividir acaman era dous campos
lirir o dficit de Ires niilhiics o meio, pronos o mi-
nistro que se autoriso a somma de rinco millies;
esperando elle que esla quantia basto ate abril pr-
ximo.
\s (lazlas inglezes publicara os mappas do
commercio o navegacao relativos ao anno de 185;").
As Ciporlaroes subirn! a 9"),G(i9,380 libras es-
terlinas, tendo subido as de 1853 a 98.033,781,
eas de IRM a 67,184,736- A pequea diftreu-
ra. pan menos, do auno de 18)5, proveio de urna
alteraban que se iiotou no dia do tmcerramenlo das
comas, oque dimtnuio na receila o roiidimenlo de
cinco dias.
O einprcslimn de 5 milln.es de libras tinba sido
contraa lo com a poderosa casa Bob luid.
As detinlelligencial com oa Eatadea-Unidos ainda
estilo looge le ser regulada, bavcudo mesmu quem
aventure um rompimento prximo entre as !ua-
nacoet.
I.e-se na Iniprniltiire IMge :
lima carta le Boma assegura-nns quo o impe-
rador da ltussia viria salisfazer, muilo de improviso,
a um deaejo, nutrido desde muilo lempo pela corte
papal.
" Nan sil os quadro bi-pos calholieos que cxisliam
antes na Polonia seriara reslabelecidos, mas have-
riam seis oolros era forma de corresponder anda em
oulras parles ,|o imperio ,is necessi lades das popula-
es ealholkas.
ii l'ma caria aulhograph.i ao Papa tcr.i acompa-
n liado e n A congregarao dos Bilos cm Boma esta necu-
pada de nma proposicilo para a bealilicarilo da rai-
nha Mara Chrialni de aples, lilba do re Vctor
Manoel I de Sardenha, c primeira mulber dn re de
aples artual reinante.
A ranilla Mara Chrsliua morreo em I8:l(i.
SAs noticias de IIespanba achara-se todas reunidas
na BBguinie caria do correspomlenla parlicolar da
XriiO '.
Madrid 27 de fevereiio de 1896,
Trala-se de fazer com que as corles aprovetem
lodo o lempo possivel para concluir a conslituic.lo,
islo be, comprir quanlo antes, e depois do lano
lempo perd,lo, com o ohjeclo principal para o que
foram convocadas.
Com este motivo se iq.resent.u no congresso, na
sessao de terca-feira, na primeira parle da ordem
do dia, nina proposla, assiguada por alguna deputa-
dos da maioria, pedindo que as cmaras pasaem a
a oceupar-se exclusivamente da discusso dos orna-
mentos e das le- orgnicas. ,
Nada mais justo e necessario que o ohjeclo desla
proposla.
Mas a opposieao comprchendendo o pcnsaincnlo
que ia inclu lo nella, e nao quercudo pela nalural
e lgica desconlianca do paiz a que lem icsgosla'lo
a situadlo que sobrevesse a discusso das rortc. le-
pois de voladas estas leis, o que poda venficar-se
dentro de ura curto prazo, corabilcu com a maior
violencia a proposla.
Estase bem que foi vetada, lepois de urna arden-
te hita, firou desvirtuada, havendo sido approvada
por orna emenda que salva o direilo geral dos depo-
lados, para apreseutarcm proposlas e projerlosde lei,
rom toda a bberda b- de iniciativa que teiiham por
conveniente.
Foi assim que so traten de aproveilar o lempo pa-
ra discusu'.cs proveilosas, mas esqueceram-se que
uisso mes i ii se perdern) dous dias em dbales iuu-
leis.
Os Srs. depulados conslluinlcs mi podern deixar
le ter conscieneia do profundo desgosto com que o
paiz os v, purera mesmo assim no querem dar por
acabalas as suas funcciies, reccau.lo a reaccao que
entregara legalmenlc o poder as nios dos mode-
rados.
lie cerlo quo as notabilidades dista partido se tem
posto de tecordocom algumas do auligo partido pro-
grcssisla, e em consequencia desle convenio, se eslao
fazendo grandes esforcos para acabar lias futuras
clcia'ies com esla ruinosa dominarao. Nada mais
justo e legal.
Porem os monopolistas nao querendo resignar-sc
sorte bem merecida da sua notoria incapacdade,
falla de principios c netea tyrannia, empenham-se
em no querer escolar 0 grito do Icsconlentamento
publico, violentan) a vonlade nacional pela sua ce-
pa obstinaco, e nao qocrendo consentir n'uraa,mu-
danea legal, lalvez que venham a ser victimas de ou-
lro 7 de oulubro, que pode mui bem desponlar no
horisonte.
Lancanilo a culpa da sua impotencia s inlrigas
dos seus adversarios, no permitiera que exista mais
movimenlo poltico aenfie o que deacrevem na sua
limitada orbila, c perseguem sera tregua a todos oa
outros, afogaudu a voz da imprensa por meio do ju-
rado e deportando ou desterrando com o maior des-
enfado, por meio de HtOMO, a quautos Ihe nl'un-
dem a menor sospeila.
Ilouieni pela manhaa regressou a esta corte da
soa viagem n Par, o Sr. liousaltz Brabo, c noile
foi cercada a sua casa
peis.
Parece que no se enronlrnu nada quo jusllcast
esla medida.
O Sr. i ion-abv Brabo nao foi encontrado, mis dei-
xoo-se-lhe ordem por escriplo de que sahisse irame-
dialameole desla corle.
Ao Sr. Uchoa fo-lhe negada a consolaro de vol-
lar a Madrid para o lado de sua mili, que esta gra-
vemente enferma.
No sabbado n i segunda-fera (arde houve ama
rumio-tara Jofoaleira, mas sem importancia po-
l)'ica.
Eis o fado :
Algons joriialeiros que linham sido despedidos
pelos emprezarios das obras que se execulam para ca-
sa central da moeda, agruparam-se na praca e deram
alguns grites contra a situaco o os generaes Espar-
tero e O'Donnell, mas acudiudo a (orea rmala li'C-
ram-se algumas prisOes, disperaaram-se us grupos e
com islo te concluio a manfesta<;o.
Parece que em Cdiz lamben) houve algum alar-
ma com o molivo da reunio nuquelle ponto de va-
rios genrica moderados, mandados deportar para
all.
Chegou-se a reforjar a guarnirlo, mas no passou
diste.
No dia -II houve em Malaga um molim poueo im-
prtenle. Parece que o juiz de primeira inslanria
linha mandado prender por delicloscommuns a dous
individuos da milicia, que rcsislimlo ii prisio, cau-
sarain dcaasocego a todo o burro da Victoria onde
viviam.
Alguns los seus visinhos tomarain parle na que-
lo de urna maneira ho o chete da policio, que acudi ao lugar da oceur-
reucia, e resistindo contra aa autoridades, que re-
aolv erara (inmediatamente trata-Ios com lodo o rigor
da lei.
Com efleito, segundo innuncia urna parliciparo
Icgrapluca. reccliida lionlcm em Madrid, a auiori-
dade licou triumphanta e a cidade tranquilla.
O governo pela aui parle dilno lambem disposi-
rOes enrgicas, o qoe eslimaremos seja cerlo, para
que os perturbadores da ordem nao fiquem im-
punes.
No dia 10 reunio-ae em Bilbao a junta geral da
Bisrava, com a-sislencia de de/eseto padres do pro-
vincia.
Segundo diz o Bulletini de Bilbao, a sesso abri-
se exhibindn previamente um exlralo do expediente
formado com o motivo da applicaro da lei de desa-
mortisico denlrodo senhnrio.
Os padrea da provincia declararan) por unanimi-
dade que adeputaro geral se linha couduzido liel
e lealmente na corle, e que astiatindo mi que a sua
represenlacio Ibes permillia, a lodos os actos e s
diirerentes resolurdes por ella lomada, se adheriam
estrictamente ao que se linha decidido, c davam um
voto de agradecimenlo aoa que linham interpretado
lambem os senlimeotos do paiz a
A jonta terminou excitando de novo ao conselho
geral, aos aeuhorea depubulos que para o futuro, sem
afaslar-se uma-linha da conduela que tinham trara-
do, representaran) eiu'raira, mas decoroMBBettte ao
governo, como he ro-lume na Bisrava, para fazer-
Ihe enlenilor, que a lei se oppi.e aos seus direitos e
pcerogalivas, e pie postos lo accordo cora as pro-
vincias vascongadas defenderle os destinos que Ibes
eslo confiados.
Na junta dea-te nonta de 90 exposici.es dos povoa
de liscavii reclamando conlra a amoriisacan.
No se sabe anda qual toi a rcsoluro adoptada
pelas juntas le lava e Ciuipuzcot. que deviam rt-
uuir-sc no da > era Tolo-a.
Os restes da goerrilha Mariano Hierro, que lem
as suas guaridas no valle de Bedible, Tunde saben)
a fazer as suas carreiras, acabara de apparecer cm
faz inlriramente desapparecer, rc-land" a seda, e al-
guma prii.tr.u o. que por alguns dias nrommoda n
paciente ; o cha le tilia ou d.i ludia, agua vinfcn
aa, etc.. me tem parecido o melbur remrd>. tal al-
guma limonada ctrica t mesmo fra para nao con-
tinuar a Irauspirin.io, e romqnanln tenha obaervasto
algons ctos, em os quaes agua fra lomada *
qiiantidade. quaii lo a c-t'imago a lolere tenha pri.-
duzido alguns efleilns, e salvado nesle hospal am
Africano lvre em deposite, no rsladn lgida por .1
das, bebendo em qnanlid >dt i referida e qua e-
nhora alimento, detadn pelo aooalho. sera cwber-
A respeito do llxali, eis o que teto no rimes :!Inr<;*- cetpoalo tr.,rrentera do ar, por no haxev
Nao resla duvida sobre a derrota completa do ['"**' >"""*"** J" fite-sem e-tar na rima, nena
.- i r tomar medicamentos; odavia. nalrns em melho-
imperador Soalouqtw,e do seo eierdlo na forc,a res rjr(.umanca, a acta Pod*, mZ*!L.aE,
do .10,000 homens, mesmu em pequea quantida le. As rnmbra> >te
a U corpodc expcdQao dirigido contra o pal- appareccm jwr meio das frirriies faUaa ron akoa.1
tido dominicano, que eslava s orden- do m-1 fa.m|'!?or.ado- '""P'*1"0 on qualquer estima-
Sahira pleito Mr. Banks rom 101 votes, (cmlo u-
tido Mr. Aikcn 10O, e Mr. Scallerng 1.1.
Depois da proclamarlo do resollado frito pelos
escrutiadores, de que Mr. Banks era cleilo presi-
dente, auscilaram-sc algumas ol.jecri.c-' p'lo Kiinn-
nolhingsconlra a illegalidado la elcirao ;aobre oque
urna resolurilo tendente a fazer a cmara responsa-
vel por este acto, foi proposla e adoptada ..pecar da
opposco de 39 membro
peradorcm pessoa, compunhi-se lo 18,000 ho-
mens.
A maior parte doslecorpo vollou as suas ar-
mas contra o imperador Soutouque no principio da
balalha.
" Depois Soulnuquc, andn fgido pcl) meio
lante forte.
A dieta absoluta por dous ou Ires dias nte lem
pareciilo de summa necessiilade.
Heos guarde a V. S.
Hospital provisorio do arsenal de marinba 19 da
mar. u de 1836.
Illm. Sr. Ilr. Cosme de S.i Pereira, presidente
interino la rommisao de bv girue pablira.la-
los bosques, mas di/.-s; que por fim eaegOU a um i '';>> '"'i "'< al iHmqucrQne. cirorgi.s ato h .-
lugar a liO milhas do ralin llailion, eseohado por, '
10,000 homens, depois de ler penlido todas as tatS^d1^2l,l S> P1* ^"T
* ,. { | .i i.iroe joao lo (.armo, maior de Itl anuos, ralra-te
suas niunirnes e duilie:ro. de veenera ; eniraram a no.te.e i.iteren anata ho>a.
As suas Taordas em dinbeiro sobem a libras 'depois a parda Anua Bita, matar de M anno, lava
10,000. I lllh'1 Man"'1 do4 Vnjo.. naloral deata provinn ..
0 Ceurrierdos Betadoa Unidet publica lambem 1".'! _!.P' .."_ _M,.,laro- ne'd, oe^nsana-te
urna desrripro engracada da ilcrrula que -odrera
o poderoso imperador
tlenlo. Serao
uje
cmara queso formar
lendo sido adoptada
per-
chiquierdo estado
do governo; sondo
tos:
A receila, cu
meio monos um re
Eis cm que termos se exprime a gatela ameri-
cana :
Chegam-nos mo os pormenores ; j nao ha a
menor duvida ; S. M. Faustino I. parti para a
guerra como om Cczar, e vollou como um Fals-
lall.
' Os seus soldados negros pozeram unaoimenlc
cm pralica a famosa mxima que a prudencia he a
parte mais esseneial do valor. e bouveram-se com
tanto valor que ainda correra. Em quanlo ao con-
quistador, nem mesmo pande salvar a caixa como
Bilboquet, e se nesta comptela bancarrota das soas
esperanras guerreiras, -ese perguntar qu mo faiteo,
responder como o S.ltimhauro : .Vaufa !
a Narremos pois os faetoa mais seriamente que
nos foi possivel.
f) exercilo Italiano coinmaudadn por Soulouquc,
poz-se era marcha no dia 10 de dezembro.
> Corapunha-se das tropas do Sul e unidas as do
Port-au-Prince. '
a Os contingentes dos l.onaives e de Saint-Marc
reuniram-se em Mirahelais ao carpe principal que
eria ao todo de 33:000 homens, independenlemcn-
le do exercito do norte, comraandado pelo genera
llucayellc e que monlava a 7.0011 homens aos quaes
havia sblo designado um ponto le reunio prximo
s fronleiras que se iara invadir.
> Em Mirabelais, Soulonque detacou um corpo
de 1,0110 homens pela entrada do sul, c designoii-lhe
o punto de reunio na pequea cidade d'Aiia. Esle
corpo d'eicrcilo poz-se em marcha, mas no chegou
ao seu deslino. Teve a infeheidade de encontrar no
caminho um destacamento de Dnminicanos. Os Hai-
tianos apenas eram '20 contra um, o que fez com que
o primeiro regiment la vanguarda, comraan-
dado pelo coronel Jarrad, se relirou precipitadamen-
te sobre o segundo, o qual por seu torno, aos de
villa Diogo, sendo imitia.b) pelo resto das forras.
Apenas licou em rampo o velln. general Garal e al-
guiis dos seus ofliciacs que tiverain a fraqueza de
morrer romhalendo. .
i Pelo que diz respeilo as tropas, fugiram para
onde bem quizeram, diz o bullelim. Nao se sabe
para onde.
0 Reslavn o excrcilo commandailo pelo imperador
em pessoa, excrcilo que era de IS a 19,000 mil ho-
mens, o grande rxercilo. u'uma palavra.
'< Esle avaueava pela estrada de Las Coabas. Ao
approximar-se desla aldeia, forraoucm linha na pla-
ir ; infelizmente, purera, alm dessa planice baria
um bosque, detraz desle bosque OS Dominicanos. O
inimigo conlava 100 homens e linha una peca de
arlilharia !
lia lodos os rnolivos para acredilar, qoe Fausti-
no I, cujea soldadas am cnmhaler m proporrio de
quarcnla e sele conlra um, poda sera umita pre-
sompto, considerar esla probabilidade do virloria
como sullicienle. Mas os aoonlecimentos deviam dai
nm solemne desmentido a opinio do marcchal Ua-
voust, que aecusava o Heos dos exerrilos de ser tem-
pre a favor dos hatalhes mais numerosos.
A vanguarda hniliana.rnmposla de 2.0IK) homens,
fez alte ao avistar o bando dominicano, rujo rom-
mandanle saino das hidras. O general Valentino
stguio o seu exemplo e os dous cheles reunidos tive-
ram junios urna pequea -conferencia myslenosa,
linda a qual cada um vollou para as suas lileiras.
L'ma parte das tropas de Soulonque rompeu inme-
diatamente o fugo, mas em vez de retiraren) os iOO
dominicanos, respondern) simplesmenle com urna
c revistados lodos os seus pa- a^carga geral, incloindo provavelmenlc a peca de
arlilharia. .
o l.ogo.quc as cousa's tomaran* eH aspecto, j.i no
houve poder para restahelecer a ordem. l'm ofli-
cial do regiment dos Caxos monta a cavado, orde-
na aos seus soldados que o sigan), e corre a reunir-
se ao corpo principal. Vendo as tropas que e nao
tratara de as conduzir contra o inimigo, obedecern)
com enlhusiasmo e todos, largando as armas, ae po-
zeram cm debandada como um rebanho decnteteos
amedrnnlailos, reinandoo sobre o grossotilo exer-
cito, seguidos de porto pela pequea brea ilomini-
cana, que accelerava consideravelmenle a sua mar-
cha, carrejando com denodo, bavoncta cali-
da.
o N'um abrir c fechar d'olhos os dezanove mil ho-
mens de Soulouque debamlaram completamente, e
fugiram a hom fu-ir, porque o inimigo desapiedada-
meiile malava os mais morosos.
a O imperador e o -eu eslado-maior apenas tive-
ram lempo para se evadircm por um Mtroila atalhn
atravez dos bosques. Ainda assim viram-sc |ior tal
forma aperlados na sua fuga, que muitos dellcs ca-
hiraiu sob os gclpes dos incansaveis. perseguidores.
Foi mister, para embaracar a marcha desles uHunos,
que aguarda nacional de Porl-au-Prince chegasse
em auxilio dos fugitivos.
u Esla refreg cuslou a Soulonque lodo o seu the-
souro, avallado ,-ni tres milbes de piastras em moe-
da do paiz, e 0:000 piastras cm especies hespauhu-
las, alcm de loda a sua arlilharia, e todas as suas
muuirc- eabaslecimenlo-, todas a- bagagen-, c to-
das as armas dos seus sobla.los, que para mais de-
pressa fugirem as haviam largado. Fus o que sabe-
mos de positivo. Parece, avista disto, que Faustino
1 si', tem o perder a aua cora c a cabera, onde a
pousa ; urna e outra eslo mal seguras.
a Todava, diz-se que poule reunir uns rail ho-
mens. poueo mais ou menos, u'uma aldeia chamada
telicidade. Foi a nica Irlicidade que encontrn
nesta occasio. Falla-te ainda de uns 1:300 homens
das famosas tropas dos Cavos, cuno temi vollado a
Las Caobas. Beceheram ontem de ircm reuuir-se
ao imperador lugilivo ; mas como, segundo parece,
a lii.au que haviam levado, arala Ibes eslava bem
presente, recusaram-se poremptoriamenlc a obele-
cer.
o Dous mil e quinhenlos nomina Eis ludo o |ue
resta lo grande exercilo Conquisladof O resto des-
a p paree.; u.
< Para acabar esla Parca inrrivel, ... falla ver os
fugitivos de Felicidailc cite Las Caobas haterciu-se
entre si..... ao soco, bem entendido, pm- quo nao
Ibes ie-tain oulras armas se nao os bracos e ts
raaos, o
Dos outros paites nada con-la que im i era ser
mencionado.
BII.I.ETIM DO CHOLEBA-MOBIIIS.
I'arttripaics a\M hospilaes.
Hospital de Caridade de N. S. do l.ivramen'.o do
dia J2 a tiEntraran) -2 hotnens e 1 mulher, sahi-
rain rurados homens, exi-lein em (ralamente S, 1
homens e i iludieres.
H>spilal.eaovso te TI lenles cm (ratamente, segralo a- partiripa-
rOesdenoje. leudo fallecido hunlem Antonia Mara
Fereira, e eolrado I horaem.
llo-pii.il da ra da Aurora, foram rerolhidas >
mulheree, morreo 1 e existen) (i mulhercs e ; ho-
mens.
Hospital da Carato, II docnlcs em lulamente,
fallecen 1 mulher.
Hospital Provisorio no arsenal de mariuha. parlici-
pafaaoflicial dodia III do currante.
Participo a V. S. que entraran) hontem a larde
Anlonio Francisco la Bocha, toldado de cavollaria,
numero le quatro homens em Padrote do Principe,; preso remelllo pelo commandanto da tortalrta do
poderanilo-sc do juiz e individoua da municipa-I Bru, e Jos lleurique, lilho de Manoel llenrique.
daile, e depois de terem exigido qoolro ou rinco mil' natural do Porto, brartco, maior te 60 mu..a. viu-
reales o varios conliibuiutes, os levaran) a distancia I vo. ciinduzido pelo insperlor do 10- quartriro. e
de mil pastos da pnvoarao, rale os aollaram. j que mirara hoja Salvador A Ivs Pereira. lilho da
Sabio alguma Hopa 'urpei-egiiiroilosguerrilhas, Joaquiui Antonio de Sun Auna, natural du l'.oar...
mas bDo bu poativel.....oiiIi..-I, orarla t .leridida _>aid.>, nla.le gil aun..-., olleiro, reiurllidu pelv Ilr.
prolerr.io que enronlian nos pnv.ts que percnr- Bibeiro. ,
"??........ Tlveram alia ?, nattaram para a enfermaria doa
O ultimo individuo que b'ou la partida dos Me- |cunvalesrenles I. ficaramrxi-lindo g.
o mesm... ...i prompta para hrm morrer. .nna
como Mana do Bosari... rrii.ul., ...Ileira. lilba de
ll.imingos Ramos, lilade de "il auno-, nalural testa
provinria.no ettea lgido, fatterrn fi horas depns ;
e Mara do Sacramento, branca, .Hr.ra. rota X
mnos, lillia de Jos (.destn*, nalural do Crate,
remeltidas pelo insperlor dn 17- qaarteiran. Ti-
veram alta cinco, licam existindo inte f*te.
lieos guarde a V. S. Hospital atavataatea aa arse-
nal de marinba -JO de marro de taaaWlllaa. Sr.
Ilr. Cosme de Sa Pereira, preaidetite interino da
commissao de Hxgiene pabhra.Joaqalm Jo-e .M-
ves de Albnquerque crnrgiae do hospital.
fesnni'1 rfn mnrlaliade.
Morlalida.le do dia >\ al ... ii hora, da larte__W.
Ilomcusli mulbere -_'l p.rvaln. .).
lolal da inorlaliilade atr o da 2i__hKl.
Homens 1JSgmullierrs lUilparvatov }
Bccife i\ de marro te IK.V8.
Participarims receiu.las boje. Ib.-piial da roa da
Aurora, entraram I hornera e > mallmtx. aitii I
mulher c exislem 7 mulheres e I homens
Hospital lo arsenal de marinba. fallece, .interno
Jo-e das (.hagas, enlron a iMiauu Claia a atan Joa-
quina de tal, sahram J r licam em traterneato l>.
Hospital lo l.ivraincnl.., H .lente em Irala-
raenlo.
Hospital do (.armo. |n doenles.
fesumo da moriahaie.
Morlalidade do dia i'i al as (i horas da tente ls
Ilomena L> mulher.-. >\ parvato, lo.
lolal da morlalidade ate boje ', __,9j|.
Homens MI mulhere* I W7 parate- J*7.
Ilecife -2 de marro de 18-VB.
A commissao de hxgiene publica interina.
Dn. .No Pereirm, re-idrnir.
/ irmo .Vncier. secretario.
/. Potfji, adjoncto.
(^orrf'^niiDcitcifi-?.
Srs. redactores.lenio o Sr. I.uia Pedro dat
>evcs feilo publicar no Diario ie /'i...
de 2-2 do coirente, e rcper )o de 21 do
urna correspondencia, cm que se justifica de itere
vendido ao governo macolla a :<8t0 a libra, por
ocrasiao das ambulancias que de ordem do Sr ins-
pector do arsenal de marinba apromptou, dundo
nave-la comprado por este proco na boiiea da Sr.
Bartholomeu Franrisco de Suiza, e qne para oh-
le-la foi-lbe mister usar la eslralesia de mandar
por inlerpostas pessoas compra-la as .|uarte<, nacas
Iuarla- c aos vinicns, visto que tendo mindade
comprar |jr seu caixeiro, e dc|>oia por ten hlho.
Ibes ton dito que nao havia, ?ou forrado m au-
zencia do Sr. Souza, a dizer cm resposu, <|ue
nn me record terem vindo, ao lempo que se refe-
re 0 Sr. Nevos, o seu caixeiro, e o sen lilho com-
prar macclla cm dita botica ; e se vieram ou quaet-
pior oulros cstrategjcimcntc mandados pelo Sr. Ne-
ves, foram de cello servidos, e nao pelo proco de
3-M40 ; pois na hoiica do Sr. Souza nunca ven-
deu-se a r.in;;uem, e lio ponco prava as ambulan-
cias nella aviadas, a macolla por mais de amort-
en, libra, e de 2500 a reulho. a islo n*f ri j.
nos dias em que havia escissez dcste rar 4mento.
- Sobre o que lew S invoco o icsTemunho das
innmeras pessoas que na botica do Sr. Souza
compraram maoallas .laquclla para quem avia-
ram-sc ambulancias c dos freguezes da casa.
Nenhum de cerlo afrmarj o contrario, e to o
fara o Sr. Nevos para se juslifirar. ou o seu eaisai-
ro, ou o seu filho, ou esses seus amigo para quem
appclla.
Sr. rodadores, ao lempo que se refere o Sr.
Noves (be 18 de fevereiro ) n;io havia esta gran-
de falla de maceHa as boticas, umitas a linham
c a vendiam, e nao be prtenlo acroditevol que o
Sr. Nevos, podendn nollas comprar, ixcapasse
seus amibos em comprar na botica do Sr. Souza,
marella asquartas, as meias quartas, c aos vi'hiens,
como ello diz, para formar libras, o neto otero re
3?S10. *
Graras a Dos, Srs. redartores. a argirn feita
ao Sr. Souza de 109000 c 129000 pela'libra da
marella, j lie hojo de 35840 ; espero que ainda
ir a menos at ebegar a verdade. Agora os que
vendern) a sua marella por alio prer >,virn di/en-
do que put lano a compraram na botica do Sr.
Souza.
Em|iiamo dizer o Sr. Nev* que desrja ao Sr.
Sonta nogurio- lao lucrativos como o? |nc presentc-
monle tem feilo, ao menos na macclla, como Ihe
aflirma o Sr. Domingos Alvos MatJtcus coa ama
carta, lonho a responder que essa macolla compra-
da io Sr. Matlieus pelo Sr. Sonta foi quati toda
forncrida ao governo as primeiras ambulanrias
pelo proco de MO e 8C0 rs., como se motirari
brevo rom as rurtides, '|uc das toas eonlas pedio o
Sr. Souza ihesottraria. c combinar,;*.* das datas
quantidadedoa forncrimculos, o la compra feita ao
Sr. Malhcus. Apenas rcreber ditas rertadoea la-
roi ao puhtiro urna rirrumslanri.>|a exposir-ie am
que cabalmente mostrarei a calumnia que contra o
Sr. Suun bao propalado os seus inim)gus.
Rcsla-me 3gora aflianc^r ao Sr. Neves, |ue
guardn a puhliraro da sua rorro-|K.n|.-nn.i pata
dopois da partida do Sr. Souza, que nao foi o in-
tento desle, fazendo publicar a cana que d)rigira ae
escrivao da receila da lliesouraria, e a rosposla qua
obtuve, chamar o odioso sobre Sr. NeVs, pnnn-
palmente nao havendo ntreos Srs. Souza e Neves
praveneo ou indisposic.io alguma, c menie provar ao publiro, a faisidade de luixer ven-
dido ao governo a libra de mai-clla a 10:000 a
123000.
Dgnem-SB, Srs. relactorcs, publicar esta em
seu concoilnado Diario, quo muilo obligado Ibes
ficani o seu assignanln
Jos (ttano de Carcath.
ficcie 25 de marco de 185ti.
novos, acaba le apresanlar-sa ao indulto
Em Barcelona foi preso na noile de 21 do mei
passado um sac.-rdole protestante por pregar conlia
a iinidade rellgosi.
Em Mtdri.l fui prohibida a in-bincia do Sr. x io.i-
rio ecelesastiro, unii nova olirao da lliblia, iem
acompanbameiilo te nulas.
Foram suspendidas, por ordem da auioridade, as
repre-ntai. la nova comedia.O conde de Cas-
Irello por conler alluaet publicas.
A commissiln de r.izamla uomeada afim te exa-
minar se ha" motivos para se formar outra con.mis-
sao para se rever o contrato dos 2S milbes feilo
pelo Sr. liru.roiicordoii'iinaninempule.em < pe-
la gravidade lo assumpto de que se trata, leve no-
ariateg
i bulo o anuo, foi le millio c
n*y\o ao ultimo anuo : o as des-
pezas dous milboes, maisdoque se esperava em abril
do auno lindo.As despezas da guerra esli calcu-
mear-se a rommissao pedida pelo Sr. Marialegui
A arremai icau definitiva do caminho de ferro le
Madrid a Saragoca licou adiada al ao da S de
marro.
Apreaenlar-se-bao qoatra proposlas incliiindo aa
do lirand Central.
11 uniera se julgou em an lienci.i publica a causa
formada a N. Huendia, assassino do guaitla L'rbano
Elias (ion/ales.
Constitua o trihontl as -' horas la lar.te. tomn a
palavra o promotor fiscal e pedio a pena de morle
conlra o arrusado.
llevo eonfeatar a V. s. que Ueua louvado, a epi-
demia por aqui lem declinado, nSo -.enle em rr-
ItrAo ao numero de casos, mas lamben em sua Hi-
ten.idade, ou boma porque ainda vai gratando ; no
principio bem poucos casos deiiaram le ser fataes.
ainda mesmo sendo de promplo socorridos, poique
lmente paatavam ao e-i uto lgido, e era poucaa
de
horas os lenles detavam de existir ; linj, porem,
nao tenho observado temelhanle marcha, os casas
le cholerina se demoiam nn primeira a secundo pe-
riodo, dao lempo a terem rombatidoa, excepto quan-
do sao era principio despiezados, e no fim te i ..u .">
dias remelli.los para e-te hospital, romo para seren
Sepultados no lim .le alguma- hora-.
Muiln bem me tenho dado na rholerina
ipepacnanha na dte de Id a 1" ario
menos de meia durara
rora a
lissolvida cm
lln- i
1

' '" raralii-o rspariloso.
Rl inriih.i rasa, senhorea rtatatateaaa, ma- |-s-
soas foram alaradat da cptemia (ranle, ma laito
se salvou sem maior nvid.ide ; attaTO tente nl r-
cedeu cun un caboclinbo de neme Joaqmat, pao
que o sen ciado de abalimente rbeg-a aUmm
gran ; n'nVn romplela, visla prrinrl.a.la. ,Ii(Im-iI-
inrnle se sentara, a principio >< vmitos foram aaaa-
rellos, depois verdes atr que petate a eshcaiM "
los : os ruros de um lupinte r j 'es puxaiido ao Invuer aniar-lla,l.. ; i^-l., ^.I.<,
i baniei i Illm. Sr. J..-- la Itoctta hiloatbai. |M i...
visto alv.ir a lilha lo n.eu alilign ,. Si. I loo,,.,, 4,
Vquino .Men.loi.,'1. ti Sr. I'aianh.x lugo ajar iH
o aballilienl.i c r-ta.lu -ni que -. a.l.av.. dan,),,
manda* tue se ihe ies.P eatoatraa ria a l'ari.
Con. ".((as de r-pinlo de ramplnu, r -e ihe ap-
plieamemaioaniantat i planta niia-se com as fricejoca de eapinlo de r.mphota, ana.
te Ihe "slav lando e que sobre a IIlilla te ealaata-
za lbeav-e)))li.tr.|.iaqn-MiliN|.naqtadatemal-
icol i-amphorado. ma- vemlo tjot vinha qat aa
rheresse ipplirava ai. lenle n.lo -e .lemoravt m
e-tomagn, dHae que ia mudar le tralamenlo. c prdte
agua niorna. fez que sr -;urasc o biente e |Mte.
teta em posir.io le a |...der bebe.. na Irrreira rtnrara
apparereu o vomilo. Iol-o qne tribal de lanrar.
Sr. Pateaban tez. repetir agua ai tina, applicaia-lhr
lout eattieoa a bartiga las paraats, ortenoa apaea
esse raais agua moma, e desla vea ap
Tontito na quarla chicara, e tonta' j.i vi
mais animado, rall.ra.n que ate miau nao fam.r r*-
i agua moma, lomada por dio que se quena ennfe-sar : ao uno Sr. Paraete
urna -n vez e mesmu iiaqui lies qu,. ,.m principio da aimuio ; r.uili.....n .-,.
,!!'!il','liel"cf'"ilmi J.'1"' rP-or se": '"" "" "" !*" I Ai,i",re"! aavta a emaa e o qur a tenia ate-
r i. !L exlremi,J,,'le ,.'""* P"1"' 'oncenlrado. lava era nma agua eusangueiilad.. roo) lrat-ai.1-,
i. I. ,,.ni""" "'i'" "'"''"-' prerrden.lo an- r,.,o que os inte.Dnos ,.rinr.piaxam a diaalvtr-ae.
le- ,la pepacuanha. escalda-pcs. e sendo abafa.lns o Sr. l'aranbos vendo i-u.. m.ndoo em 4e ,
u?LZrl r"'\"" VT, ,."n,," *-' r",M,lve "llJr,"a que se eslava dando, -..tol.lo.r por ro,.^-
.aiKpira.ilo acompanba.la te re.cCio febril, o que I lo dallhra po.co adorado, appliro. Ihe un. r.oslK-o
rae faz af.istar gradualinciite os cobertores, qua.) en. te.lo o vertir, m ...dando-lhe dar de hm. ,m
n'.'r ilre,i,.,.V"m 6 """.'" fe?p,r'C."n Com hl"a "m rl>'"" rt- "'fu'-"' <' l'nh.ra rom g.dl da.
o !;ou;ou,^d,,sa:a,:: s.mU'SSM ^zsrTHzs-zr+
aa, e s qu
I
rrime nao linha -ido premeditado
A au henil i lermiiiou as i lloras da larde e insis-
tirn) a ella ninas uitenla pessoas.
Dos Estados Luidos sabemos que coucluira a
au. ano em um ou .lous clxsieres de gamma, acora- qne nao se importas., o iloenFe. e qncitava-ae da
panhadr. de colmenlo brtoco de Sydei.hara e algu- : alllir.io no eorarao.e aru.pre des,mpar.e..lado tesan-
mas goliat de eltttr paregonco, um caustico fixo so- i do com aa pernas ; o Sr. ranal" tralava de pretx.-
re o esiomago eurado com ungueuto amaiello, a I rar um caustico para Ihe por sobre o corarao e lete
MUTIL
ILEGIVEL
m____


^-

01*1,1 o de tnmm ouaRta feira 2 de marco r )8.6
*
:.
peilo, Miaba familia leve vonlade "le so oppr, por
que julgando u doenle morto nao desejava nm- ver
semellianle martirio, mas llie fallando o animo de
so oppor ;io que dizia o Sr. Prannos que com lano
disveflo Iralava do doenle, nada se dsse e aprlicou-
M o quarlo caustico com o que no dia seguinle,
mais applacado da u1icr,.1o ficou o doenle, sao hoje
pastados 10 das, vejo o doeule salvo e j os primei
ros custicos principiam a fechar.
O roesmo que pralicou o Sr. Tarandos eom nieu
1I1H20 o Sr. Mondonga, fez comigo, n.io querendo
levar dinheiroporeus remedios, nem por seu Iraba-
II10, e o Sr. Paranlios procede como dove, porque o
inlcresse que elle loma pelas pessoas a elle confia-
da nao ha dinheiro que pague.
S elle lem paciencia de andar com custicos e ou-
Iros remedios ua algibeira da su.i casaca para de
prompto serem os 'locles loccorridos.
O Sr. Paraohos he conhecido nesla cidade por
bemfazejo, islo cu ouvia dizer, pois que com elle
nao (iulia relaces, roas hoje enlro no rol dos que
delle lem recebido favores e reconheco ser vcrd.ide
ludo quanlo pin seu favor so propalla.
Dos o conserve c Ihc d rotea, como homem ca-
ildoso, para acudir aos desvalidos, ja qoo me falla a
inslrucco precisa para fazer palenles suas virtudes,
e moslrar-mo agradecido.
Mima*! Hermano de Miranda.
Recite 21 demarco de 1836,
aeonaoi
Senhores redactores. Tendo sido publicado no
Diario de l'ernambuco de boje (21) una porlaria do
governo, pela qual foram suspensos diflereolcs em-
pregados do arsenal de guerra, c sendo eu mencio-
nado nessa numero, a hem da mioha reputadlo e
prohidade, seu forjado a dizer algumas palavras.
Contando para mais de JO anuos de idade, leudo
quasi 39 annos de servido publico, e duraulc lodo
esse lempo uao se lendo conhecido a mais leve man-
cha em minha prohidade e honra, he nem doloroso
que agora, nos ultimas quarleis da vida seja precipi-
tadamente laucada sobre mim tima accusariio desai-
rosa, fulminando-se-me o Jabeo de prevaricador!
He esta a retribuirlo de lanos anuos de servico pu-
blico, no qual por assim dizer, tenho necopadn tod
^a minha vida Me a recompensa que merece o cm-
9t>regado publico, quedesenvolveu sempre lodo o ze!o
e solicilude no cumprinienlo de seusdevores !
Nao he, senhores redactores, urna suspenslo ou
demissao, nao he a perda de lautos annos de servico
que podem exercer alguma inIJuencia no mcu espi-
rito, nao: mas sim o modo porque se procura desa-
eredilar-mee marear a minha repulacalo Felizmen-
te moilas pessoas me cnnheCem. e estas far-mc-h,lo
luslic.i, saliendo principalmente a verdadeira fonte
d'onde partiram semelhantes abusos e prevaricarnos.
Se eo livesse extraviado os dinheiros pblicos, os
qnaes nunca passum por minhas milos pela nalurc-
za de meu emprego, estara hoje em outra posirlo
de fortuna ; longe desla se diminuir, teria pelo con-
trario augmentado, nilo ostentando en principalmen-
te grandezas e lu\o ,il;iiin : eulretanlo lodos sabein
quo meus pais me deixaram boa forluna, e de man-
de parle della eu me tenho desfeito para occorrer as
minhas de dinheiros pblicos, seria preciso consumir grande
parla de meos bens, nao lendo en despezas super
(las? Por ahi se avalle o (iindamculo da aecusacan
Tendo sempre por movel de minhas acccs o de-
ver a a minha consciencia, eu nSo desanimo, nm
reciro .iccu-.ic.Vi que lio precipiladameute se me
fez; icnlio loda a confianca que della bei de victo-
riosamente defender-me; e por isso anciosamento
desejo e pec,o ao Sr. Ur. promotor publico que pro-
mova com loda a presteza o processn de responsabi-
lidade.
Se eu livesse, Srs. redactores, aceilado a apotan-
ladoria que me olercrcu, quando presidente desta
provincia, oSr. bario da Boa-Vista, cujo tcslcmu-
nbo invoco e para'cuja consciencia appello, eu hoje
lalvaz nao passasso por semelhanlo descosto e amar-
gara ; mas eu via entilo que anida nao linha com-
pletado o lempo legal para a minha aposentadoria.
e que-ella em tal caso poderia ser explicada do um
modo desfavoravel a mim ; recusei. portanto, com
admiraran do proprio Sr. liarlo da Boa-Visla, e dos
meu, collegas que a aceitaram.
He esta urna Mc.o que nao esquecerei, c que me
ha de aproveiiar para o futuro.*
Rogo-lhes. Srs. redactores, a inscrsAo deslas I-
ulias, do que Ibes agradecer o seu constante leitor.
Francisco Seraphico de AsiU Carcalho.
21 de marco de ls">i>.
MAPPA demonstralico do mocimenlo do hospital
de caridaie de Sossa Senhora do IM-ra-
mentn la cidade ,ln feci/e de 1!) a meta
noite a oseta iwilc le-3) de marco de I8i(.
Senhores redactores. Honlem veio-uos a ralo
o Liberal Pernambucano de 6 do crreme, mas, cu-
ja leilura muito apreciamos, e nelle vimos umt cor-
respondencia relativa i Olinda escripia pelo conhe-
cido Arucirona qual se diz inexalamcnle que o
nmi digno Sr. Ur. juiz municipal Jos Huinlino de
Castro Leao, representara ao Exm. presidente desta
provincia, contra o Sr. Ur. Rozendo Aprigio Pe-
rain Uuimaraes, sendo causa dessa represenlacao,
inimizade com o distincto commandanle do i bala-
Ihau de arlilharia. Nao pretendamos, senhorrs
redactores, responder I esseArueiroque s dcs-
prezo merece ; mas para que o publico, esse juiz se-
vero) aprroa^oingucm"injun>ijiajapma idea do uj4.
Srueiroe fique ao inesmo lempa scienlo da ver-
dade, delerminamo nos, nopndendo deixar pastar
certas cousas da ordem daqucllas que se JA nadila
correspondencia, respoiiilrr ao conhecidoAruei-
ropedindo desde j ao Sr. I)r. (juinliun, que nos
deseulpe ; se por ventura ofenderemos a sua reco-
nhecid modestia.
Em primeiro lugar diremos, que he falso e inlei-
ramenle falso, dizer-se que o Dr. fjuinlinn. repre-
sentara contra o Dr. Rozendo, e tanto he isso falso,
quanlo em poder do Exm. presidente exislem lodos
os officios dirigidos pelo Sr. Dr. (Juinlino, e ne-
nlmiii l se ver nesse sentido. E alem de estar o
Dr. Rozendo convencido, de que o Dr. (uinlino
nao represenlou contra elle, accrescc que nenlinm
motivo para isso baria; pois que o Dr. Qoioliao
sabe mu bem, que o Dr. Kozeudn lem se prestado
deboavontade aos coutinuos chamados, c a nada
recusa.
Em segundo logar diremos, que o Sr. Dr. (Juin-
tino nao tem inimisade alguma con o commandan-
le o a prova he quo lem sido visitado por esse tres
**. (pois se acha doenle) e nem motivo havia para
iiuto o Sr. Dr. Quin-
essa so.^rpTO,a^iUhT!swV,'lDor qu,
lino hje geralmeute eslimadb ci
h,e geralme
suas 'pulidas a delicadas inanciras, ja pelo seu bom
Senil*), attencioso para com lodos, o ja finalmente
pela, sua posirao. O proprio commandanle he um
. dos. que reconhece no Sr. Dr. Qaintino qualida-
(leTexcellentes, de que elle he oruadu e i|ue nos
diflicilmentc acharemos na poca actual em mui
poneos. E nao sabemos a queveiooArueiro
fallar cm tanta eoosa ; supponhamos mesmo que o
Sr. Dr. Oiiintino astivesse iuimrsado com o digno
commandanle qoidinde? o Dr. Rozendo he que
havia de pagar o mlho '.' cssa lie boa, he lgica
ursino deArueiro !!!l'ois saiba, Sr. Arueiro
que o Sr. Dr. Quinlino lem alma grande, he cava-
lheiro a loda pruva (pelo menos ja lem mostrado...)
c quando fiase real o que diz sua merct1, elle nao
lanc ira mao de uin meio l.i > baixo, I.n pequenino,
e que se nao compadece com o seu carcter de ma-
=i.Irado honrado, para representar contra um Dr.
que ss d comsigo, a qao lem ido a sua casa mais
de.nina vez, para ver sua familia, quo infelismenlc
fui accomellida do lerrivel flagcllo que nos assolla.
- Do mesmo modo, he falso o quo diz do Dr. Ro-
sendo. E-sc mo{n cuja habilidada lio hem conlic-
cida. e cuja independencia o torna mui disliiiclo,
nao lem contado dissabores, elle que o diga, lal vez
conle agora vendo o seu nomc na correspondencia
doArueiroAgora um consellm deamigotunan-
do quizer encher sua currespondeucia, ou llie dr a
mana para encher papel, e escrever a respeilo ile
certa,pessoas principalmentede pessoas respeilaveis,
indague bem e certinqne-se, para nao | ,ir, por
mentiroso perante o publico.E tambom essecoslume reprovado do oaarfam suas correspon-
dencias, que s devem 1er por hussolaa verdade
ili.-cmconsta-nosouvi ihzerque como sua mer-
c deve saber, nao he base sullicienlc para firmar-
se um dito, um fac" ele. Kimlmenle quanlo a
admiracao que Ihc causou, como disse Vmc. a ir,es-
m i nos ran.ao ao lermos a suairueiradae si
com cITeilo sua merco naquella occasijo se admirou,
mais ss ha de admirar (eslaodo doente do cholera...;
agora desla feita pelo seu,
O repintas.
HOSPITAL PORTUCUEZ DE BENEFI-
CENCIA.
Esmoias notamente feitas ao hospital.
Um annimo.......I00000
. -O lTrliJ^r. Manoel de Souza Leiio 1003000
Eslllooisjrrne. Hospital porlagoei de bene-
ficencia em Pernambuco23 demarco d.' I85C.__
Manoel Pereira de Souza .""losa, secretario.
Illm. Sr. A jnula ai. inislfativa do hospital
portuguez de lienelicencia, a quem foi apprcseniada
umaesmols de 1003000, por V. S. espontanea
menie ollorecida ao mesmo hospital por intermedio
do Illm. Sr. Jos Pereira da Cunha, appressa-se a
icsiemunhar a V. S. o seu reconhecimento em no-
me da comumnhao indigente.sobre ijucm vai reca-
hir o beneCcio, e com elle os seus sinceros votos
de ventura e prosperidade em favor do novo protec-
tor da indigencia desvalida, que embora dislame
do iheatro da dor, ilhado da penuria e respeitado
do infortunio escuta compassivo os gemidos da des-
dita, e estende solicito a sua mao generosa em am-
paro da miseria, em conforto da nfflicao. Na Ier-
ra nao se pagam finezas desla jrdem, mas paga-as
o ceo, e lemos f, que elle nao deixar sem recom-
pensa accao lio ineriioria, que para a devida |>er-
peluidade fica honrosamente registrada no archivo
do hoipilal.
Dos guarde a V. S. Hospital portuguez de
beneficencia 14 de marco de 18"6.I||ra. sr.
Manoel de Souza Leao.Jos d'Almeida Soares
de Lima Bastos, povedor. Manoel Ferreira de
Souza Barbosa, secretario.Bernardinn Gomes de
Carvalho Manoel Francisco da Silva Carrico,
ardoraos.
o 5 . Se.ros. .5 ^* 7 i II 18 es ^3 C 5
sg 8) Hunco. Mulhcrcs Total. :l 1 i U 1 1 > !1 i
0 13
Observarles especiacs.
Fallecen um lli horas denote, o um horas de-
pois da entrada.
Obsercan~.es geraes.
l'"oram soccorriilos em suas casa, durante este es-
paco de lempo Ires cholencos, rom receilac medica-
menlos.Q medico pin servico, Dr. .t/diiro.
Ao Sr. D-. Joaquim de Aquino Fon-
seca.Pernambuco.
Academia Imperial de Medicina.
Paria, ->H ile Novembro de 1833,
Illm. Sr. Collega. -Julito me bastante feliz pu-
dendo dirigir-lhe, como me pede:
l. A carta do agradecimcnlo que Ihc foi volada
pela Academia;
'i." O relaiorio que cu linha feilo em scss.lo.icerca
ile diversos Irabalhos, cutre os quaes ligurava por
cerlo cm primeiro lugar sua memori* a respeilo da
lepra.
Emquanlo ao titulo de inembro correspondente,
convem que. em outra occasiao. dellc so oceupe em
pedido especial, por cxemplo. diriindo algmn novo
Irabalho a Academia ; mas parece-ole que se nao
Irala de nomoacao prxima. Se houver. lerei cui-
dado de communica-lho; lodavia farc leinbrar o
seu noine na futura communicacao.
Seu mui dedicado collcga
t.'ioer'.
V. S.I,i com inlcresse sua nova caria de "Jl fie
oilluhro, e c>larci promplo a apresentar as indira-
jes scientilic.is que se dlgoar de Iranamiltir-nw,
Paria, I" de Janeiro de 1856.
Illm. Sr. Collega.l.i na laaiaO da Academia de
honlem, lerca-fcira lli de Janeiro, a parle scienlifica
e polmica de sua carta, que foi ouvida com inle-
resse e sera mencionada no proceua verbal. Ji na
occasiao, em qne se tuiha lido o relaiorio acerca das
obscrvacGes do Sr. C...., cu me havia pronunciado
contra a asserc.lo desse medico relativa ao Imlrocclc
e ;\ elephanliasis. e Uve o prazer de encontrar cm
sua corla a rcfularao daquellc erro manifest.
Emquanlo a sua prcleucao ao tilalo de memhro
correspondente da Acadeinia, j se Ihe linha feilo
o-iir i om urna das sessoes anteriores.
Estamos felizmcnle livres do cholera, ha perlo de
um anuo. Se vollar, nao dallara! de applirar o sueco
de liman, que me parece um meio muilissimo racio-
nal. Rccein -murle que os noMW limaos nao va-
Iham os seus.
Em vez de neha-lo Honnaiit. parlilho a suaMezili-
ma indieiiacan contra o charlatanismo e o falso sa-
ber..... Mas nao vivemos em lempos favoraveis ao
merilo conscicncioso e modrslo, assim como scien-
cia leal e dosinleressad i !
Receba, meu raro Collcga. lodos os meus agrade-
cnenlos pela presteza com que entrelcm urna cor-
respondencia que reputo preciosa, e creia que ton
Seu dedicado Colleja
Cibert.
Medico do Hospital de S. I.uiz.
ola do Iradurlor.Desla caria foi supprimido
um periodo que dizia respeilo ao mdico, de que ci-
ma se falla, nao residente nesla provincia, por pare-
cer intil sua publicaban.
ilo reino
licnelira
Licor
Arroz pilado ditas arroba!
" cm casen.........
Azeile do mamona ......
> meii'lohiin c de coco
a ii de pcixc.......
Cacan .............
Aves araras .......
panagaios.......
Bolachas ............
Biscoiloa ...........
Caf lium............
)i resslolho..........
com casca.........
muido...........
Carne secca........
Cocos com casca.......
Charutos Imus ....;.,,,
" ordinarios ......
ii regala e primor .
Cera de carnauba.......
" em velas.........
Cobre IIOMI IIIao .l'n|.|,i .
Couros de l"'i silgados.....
verdes...........
espixados .......
de oura ........
H calua corlidos .
Caachimlu........, .
Esleirs de preperi.......
Dore ile califa..........
o roMm........
SCS C'...........
a jalea ...........
Eslpa nacional........
)i eslraiigcira, mao d'ohra
Espanadores grandes......
pequeos.....
Fariulia de mandioca.....
milho .......
a aramia......
Foijao.............
1 uni
i ranada
. botija
. caada
.. garrafa
um alqueiro
ranada
una
um
S)
alq.
CCDlO
t&ontmtto.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d. por I.;.
a Paris, 3IS rs. por f,
a Lisboa. !2por 1IKI.
h Rio de Janeiro, ao par.
Acccs do Banco, 35 0|0 de premio.
Acues da compauhia de lieberibe.
Acccs da compauhia J'ernamhucana
Llilidadc l'oblira, :i() porcculode piemio.
u Indemnisadora.sem vendas.
Diseonlo de ledras, de 12 a 13 por 0|.n
META ES.
lluro.Oncas hespanholas. 28j
Moe'das de fii(W velhas ....
ii (i?OO novas ....
ii i 31)00.......
I'rala.Pataccs brasileiros......
Pesos columnarios......
i- mexicanos.......
..I.IAM'EliA.
Kendimento do dia I a '21.
Nam- iiu di* dtir-
."ilWKW
ao par,
2s>:,(Ki
1INHKI
tti<(m
J-oJio
1>Si()
bou .............p
ordinario.....
em fullia bom........
a ordinario.......
reslolhi......... o
Iperaruanlia............
liomma...........
(jengibre...........
Lcnha de achas grandes .
a ii pequeas..... a
a ii toros.......
Pranchas de nmurcllo de 2 costados una
louro......... y
Costado de amarallodcllja 10p. de
c c 2 a :l de I.....
de dilo usuaes.......
Cosladinho de dilo........
Soalho de dilo...........
Ierro de dilo...........
Coslrlo de louro.........
Cosladinho de dito.........,
Soalho de dilo........... n
Jorro de dil..............,
" i) cedro..........
Toros de Majaba.........quintal
Varas de perreira.........Ju/.ia
aguilhadas........
i) quiris.......... i,
Em obras rodas de sicupira para c. par
eixos H u d
9700
?2I)
9380
ri\ 0
SNKKI
19600
9800
29210
I #600
39000
109001
39000
69(01
89961
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63000
109211
69001
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alqueire 83OOII
ccnlo
a
milheiro
urna
um
alqueire
('t
Desearregam no dia 2(1 de marco.
Brigue liamburguezflcrf/iamercaduras.
Barca franceza(,"on/e llogcrideal.
Brigue escuna americano.stwartfamilia e banha.
Patacho suecoIdunalaboado.
IMPORTACAO.
Vapor nacional Paran, procedente do< porlos do
sul. manifeslou o segunle :
ti saceos ignora-se; ao governo da provincia.
20 dito- dilo ; a Jet Harijas da Silva.
3 ditos e2 barricas dilo ; a tjabriel Alteare Re-
gair.
13 barricas, II) meias e 20 saceos dilo ; a Joaquim
l-'ilippe da Cosa.
1 dila, 1 caixao c 3 caixinhas ; ordom.
1 volume dilo ; a llerlholomeu Francisco de
Souza.
I dilo dilo; a Domingos M. IVixolo.
1 dito dito ; ao commeudador I.uiz Comes l'er-
relra.
. 1 dilo dito ; a Maximiauo Francisco Duarlc.
1 ditn dito ; a Joo Pereira Monlinho.
I dilo dilo; ao capillo Leopoldo A. Ferreira.
3 dil os dilo; a M.nocl Alves (inerra.
1 dil o dito ; a Dioso Joso Lcite tiuimares.
2 dil us dilo ; a Feliciano Jos Comes.
2 dit o, I caixa e 1 caixao dilo ; a Novaos & Com-
pauhia.
I dilo dilo; a Albino Jos Ferreira di Cunha,
1 lile dilo ; a Jos Caudillo de Barros,
1 dili,' dilo ; a Antonio Jos Alves Kllieiro.
1 dilo dilo ; a Joaquim Ignario Alves de Azc-
vedo.
1 dilo lito ; a Manoel da Silva Souto.
I lata ig'ooru'Se ; a Joaquim de Paula Lopes.
I dila dilo ; ao cormiicinlador J. P. 1 dita dil > e KM)ceslo<""va\oos : E. I. Wilsc.'! J-
nior.
1 amarrado dilo ; a Isaac Curio \- C.
1 dilo,8carnudos e 3 volumes dilo ; a LeceDtl
Fcron C.
2 volumes t l'i liarris dilo ; a J0A0 remandes P.
Vianna.
I barril di,lo ; a 1). Mara Caioliua A. II.
I eaixote "lilo ; a L. Lopes Castello Itranro.
I dilo dildi ; a .Manoel liincalves da Silva.
1 dito dilii ; a Manuel Itibeiro Bastos,
2 dilos dilu ; ao Dr, P. A. Lobo Moscozo.
I dilo dilo ; Guilhcrmc F, de Souza Carvalho.
1 pacota'dilo ; a Vctor Jos Frailas dos Res.
1 fardo/dito ; a I). Josepha P. R. Ramos.
I dito lUgfkgvN'iiiva Amorim e Tillios.
6 caixolcs"dilo"havilonio Lopes l'erejra de Mello
t\- Compauhia,
1 dilo ililo ; a HirarTo* i*>J;reilas ^ C.
i volumes dilo ; a Firmlano30> Rodrigues Fer-
reira.
:l dilos dilo ; a Francisco da Paula I. Fernandas.
2 caixas dilo ; a Francisco Jos V. j.essa.
1 dita dito ; a thesouraria da provincia.
1 dila dilo ; a Antonio P. de Oliveira Ramos.
1 dila dilo ; a Schalleilhn ,\ C.
1 dita e 10 latas ; a Jos Sapnhly & C.
2 ditas dilo jal. li. enker.
2 caixes, 1 barril e 2 fardos ignora-se ; a Novaos
i\: Compauhia.
Brigue nacional Adolpho, viudo do Rio de Janei-
ro, consignado a Antonio Pedro das Neves, manifes-
lou o scguinle:
lli) saceos feijao ; a P. $ BelIrSo.
i caixes chapes ; a Novaes ..>; C.
32i barricas Cariaba de trigo, 15 pipas o 80 garr.i-
fes viudo, 13 pipas vasias, 2 calas meias, 3 fardos
Cateadas, I sarco pululas, 1.000 ditos Cariaba de
mandioca, li caixes mobilia, 130 jacasasbatatas, UM
. l2S:!l32a!ll7 k -
. iiiTWIB?'11*1 I''lr'i"'a
Tapioca .
I nha- de boi
Saliai.....
Vinagre pipa
l:iO:l:i3KI
Helaro......
Milho......
Pedra de amolar
filtrar .
rebolos
i'onlas de boi .
Piassava.....
Sola ou vaqueta.
Sebo em rama .
Pellcs de carocho
KINKH)
69000
WK)
39OOI
I3OOI
389001
39OOI
19300
2?N)
9900
II9OOO
249OOO
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89000
69OOO
39500
89000
69000
392I 1
2?:kh)
39000
19280
19600
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19280
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alqueire 2|000
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19000
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0,1)011
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17NHK)
39300
3210
3120
3OJOC0

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1110II10
meio
\
nina

a
ceulo
%
BLLETIH.
LISBOA 4 DE MARCO.
Piceos torrentes 4o* gneros de importacla do
Brasil.
Algodo de Pernambuco.....
Dilo do Haraohio e Para.
Aasucar de Pernambuco braoco o
Dilo mascavado......... '
Dito da llaliia b......... ii
Dilo mascavado.........
Dilo do Rio de Jan-iro m.
Dilo do Para brillo........,
Arroz do Maranhao c P. ord. im
Dilo dilo mellior........
Dilo dilo superior.......1
Cafe do Rio primoira sorlo. a
Dilo dilo segunda dita......1"
Hito dilo lerceJea dila.....
Dilo dilo esrolda boa......
Dilo da Baha.........
Cacao do Para.........
Dito da Baha..........
Dilo das Colunia-........
Comnhos............
Cravo sirofe..........
Cravo do M.irauliao......
Cera amarella..........
Couros seceos do Rio de Janeiro.
Dilos espichados da Babia .
Hilos sais, de Pernambuco. .
Ditos dilos da lli......
Idos dilos das ilha-......
Dilos dilos de Cabo Verde .
CliiCrcs pequeos dj Brasil ,
F-rva-doco...........
arinlia de pao.........
Comma copal..........
Oleo de cupahib.........'.
Dilo do liohaea.........
Ourucii.............
Pimenla da ludia........
Salsa panudaSanlarem.....
Dita dita (arana'........
Dita dila Rio Negro......
Tapioca............
Kxporticio.
Agurdenle de ti gr. encase.
Aaeita doce.........
Ameii.loa em milo, doc.
Bauli. cm rama uulo bar.
Batatas...........
Cera branca cm grumo. .
Dita dila cm velas.....
Ceblas...........
Cdourieos.........
Figos do Algarve......
Farinha de trigo.....
Manteig de porco barril)
Paios............
I'rcsunlos.........
Sal.............
Toucinbo..........
Vindo Uulo (encascado) .
Dilo Trini-......,
Vinagre linio......
Dilo Tranco........
103
19900
19700
l.-flOO
13630
19700
(9600
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29700
29300
1-9300
29600
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ISO
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152
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132
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155
C. 303000 H)^imJ
29IOO 292OO
750 800
2*003 6*9000
3390:10
1IK) 121
100 1.30
105 110
996OO IO9OHO
732OO 900'J
1-3)00 I3OOO
I3S00 230!)0
1
p. 2169000 2239000
allll.
a
M
Q
29830
33600
460
90
Londres
Paris
Cenova
imslerd.
30 d|v.
60 d| I.
00 dpi. ,
100 dpi. .
3 mp).
latas biscoilos, 2 caixas dito, 10 talas e 100 rolos fu- MaiiiTnrLa .1 mid
mo, caixes chapeos, 111 barris louriulio, 1,000 ca- liilirallar S div. .
xas sabo.
Barca ingleza fValArafoii, viuda de Terra-Novao
consignada James Lrabliee \t'.., manifeslou o se-
gunle :
3,000 barricas Tac,limo, s'JO mullios doblados de
piassava ; aos mesmos.
CONSULADO PROVINCIAL.
Itendiinenln do da 1 a 22 21:3339186
dem do dia 21....... llftiOO
24:3469780
PAITA
dos oreos correales to otmeor, algodn, e mait
gneros do paiz, qne se despacham na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 2
a 20 de man de 1830.
Aasucar em calasbraneo l. qualidadc
o o 11 2."
mase.....
bar. e sac. braoco.
11 >> n mascavado .
refinado .......
Algodao em pluma de I." qualidadc
11 B 11 2.a
1) 0 )i 3.a
o em caroro......,
Espirilo de agurdente ....
Agurdenle cachara......
de canni......
resillada......
de ai 9
11 9
n 9
. 11 39300
a 29350
. 11 ::-su
de 53 i 00
B .\5< 100
II 3<> 1) I933O
caada 3800
B 3480
0 3180
i) 3180
" mbios.
.'!5|8a.l|
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bar. II3OOO II3500
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luz. 900
i<2 19000
moio 2'SDO
a 392OO
Pp.l25f0001329000
12190001329000
a I30OD 189000
169000 .30900')
S3OIO a 89OO
159130 a 1.39:100
I3'K)0 a 113100
9.30 a '.16.3
933 a 930
930 a 960
:3">00 a 39530
OSO a DIO
peras de K-jOlM). .
(Jocas iiespanliiil.i.. .
o meiieooM.
Polacas hespanholas.
n niexioauas. .
Tia-ilcir.i-. .
Viole francos. .
Cinco trancos .
A's :l Aoro* da larde.
Pouco 011 nada lemos a accresccular notsa ulti-
ma revista de primeiro do me/, o assucar esU na
ineima po,icao, e asesislencias cm priineira mao sao
muiio limitadas.
Em caf continua a haver alguma animaco, nao
so lias vendas para a Ierra, como para o mar. nos
mais gneros do Brasil .1, Iransacces silo de poura
importancia.
Nos eoloniaea ha bstanle demanda,e as exislencias
de cora c ursella em primeira mao sao muito escassas.
Nos gneros nacinnaes, o azeite afrouxon, he de
esperar que os precos declinem, a banha de porco
conlinua a subir e he procurada.
Os vinhos e vinagres de boa qaalidsde encoulram
compradores anda que cm pequeas parlidas.
Desde o primeiro do mez at as Ires horas de ,e.
despachou-se: rioho 63 pipas e 600 barra eom h,950
almudes para o Rinde Janeiro, 2.3 pipas e 117 barris
com 1 ,:i'.)2 almudes para a Babia, 20 liarris com 120
almudes para Pc/aambuco.
Vinagre.I pipa e 30 almudes para o Ro. 10 pi-
pas, 10 meias dilas eSO barris com 930 almudes pa-
ra a Babia. ,
Azeite.171 barris para o Rio de Janeiro e 31 pa-
ra o Maraubo.
Em cambios uada temos a accresceolar ao que die-
M|.i.l, .- ... MW..M O ...."------, nuil- ,|.. IOIICI-
1, .350 barricas de Tu nli1, I "I titas dos de ceblas, 30 caixas de 17 de velas de
sernos ultimamenle, o mercado de fundos a acres
lem inelhorailo, cuino se ve das 'rolares.
Honlem 3 larnoii do ancora.louro o patacho (Boa
Fea para o Mamohilo, e saino da barra boje de 111a-
nlnla, levando lo meias pipas e 36 barris de viudo
15 pipas e 1.3 barris de vina-re, 20 barris de touci-
ndo,
noli
cera, 25 de massas, 100 ancorel; azeilonas e va-
rios gneros.
Anianda as 9 duras da manliaa larga o vapor fran-
co/. oCaili/ii, levando para o Rio de Janeiro 31 pipas,
166 liarris, l'Oancnrelas c 1 callada viudo, i7i bar
ris de azeile, US do carnes, 11 caixas de cebla', 23
debtalas, 85 volumes de caslanha, 130 saccas da
leij.lt>. 6 de erva doce, OS de pusai f vanos gneros.
Para a Baha 10 pipas, 10 meias ditas, 57 barris e
.50 ancorlas de viudo, 50 barris de vinagre, 6'J vo-
lumes de cera e varioa seeros.
Para Pcrnainliuco encommendas.
O patacho iiDeslinoi. larga" ainanhia s 9 e mea da
m india |iara a Babia, com 38 pipas 1o ||Hlr;^ ,),,
violto, 25 pipas e 30 liarris de vinagre, s barris de
asalte, 20 de carnes, 1.30 liarris de farinha, .300 ma-
llos de ceblas, 21 barricas de cevada, IS de alpiste,
6 de continuos e varios gneros.
Anda nao est destinado o dia da sa!3a. Pe-
dro ii.n g.5
As noticias da barra do Douro Icaiieam svV.^ de
marro. Em 2S do levereiro entraram : o lloaro do
Rio c Kapidan de Lisboa, que haviain arribado a
Vigo; ,1 i; un Siircesson e Vicloiia asta>ama entrar.
Sahiram a 27 de fevcrero a Flor do Portn para
Pernambuco, ea 29 a nlldran para o Kio Crande do
Sul.
Heiisla do mercado.
De lia 29 de fevcrero.
Depois da sahi la do nlavn, as Iransacces ero g-
neros do Brasil lem mclhorado as vendas para a
Ierra, todava o assurar no lim do me/, atlruuiou al-
guma cousa : nos colouiaes conlinua a haver deman-
da para o mar.
As entradas da barra leein sido regulare, do Rio
le Janeiro cIifou o al). Pedro II,n de Coa a "I).
Fernandoa com a carga da bares Felicidade,a que
havia sido condemnada. em Mocainbique; .le C|bo
Vcrdeeiitraram 2 embarcaces ede Angola o iTI'rium-
pdaulcii. das mais procedencias Lainliem rhegaram
alguiis sorlimenlns. "
Imporlarilo.
Algodilo.Ifouvc vendas Omitidas para consumo
c pira o Porto.
Arroz. As entra las foram LIS!) saccas de Coa ;
diz-se que foram vendidas pra a Ierra i 53300: ha
falla do do Brasil, motivo porque os oreos lem ine-
lhorailo.
Assucar. As entradas foram 35 caixas, iS sacros,
12 barricas e 6 meias dilas do Rio de Janeiro; 1151
sarcos de Coa, c II barricas de Cabo Verde; depois
da sabida do aTaya houve vendas regulares para a
Ierra, porcm no lim do me/ ellas afrouxaram.
Caf.Entraram 196 sacras do Rio da Janeiro,
892 de Cabo Verle, e I? de Gol: ullimamenle tem
haviilo alguma aniniac.lo as vendas para a Ierra :
os precos suslcnlam-sc.
Cacao.Apenas exislem algunas porcesda Baha
que lem sido relalhado em pequeas parlidas a 33;
qualquer Iransarrio do vulto nao enronlrar.i aquclle
preco.
Couros.Vcnderam-sj os cxislenles seceos do Rio
de 17 a 22 arralis. :,..,. como os de 31, algunas
vendas dos saldados de Pernambuco, Cabo Verde e
espichados de Angola.
Ofco de Capaiba.A' vista das limiladas exislen-
rias, os possuidores podem de 09 a 13,3 por barril,
preco porque alada nSo coasta IransaccAo alguma.
Ourucii.I'ouro se lemleilo: alguns embarques
de niaior considerado tem sido por coula pror.ria.
Salsa parrilda. Pouco so tem feilo, diz-se' que
urna pequea partida da do Rio Negro, do mui su-
perior qualidadc dir vendida a 89preco este quo
nao pode eslahelecer colacao.
Exportadlo.
Farinha de trigo.As vendas lem sido limiladas:
as 1.00) barricas rhegadas da America ja desembar-
raran), mas ain la nao foi vendida pela incerteza nos
direitos queda de pagar.
Sal.Os preris continan) Trines c as yodas pa-
ra a Europa tem sido mais regulares.
Vinho As noticias rhegadas peloaD. Podro H,t
lornaram o nosso increado mais firmo para as boas
qualidades, que boje sao mala procuradas, e lem-se
feilo nellas llaootas ven las do consideraran.
NOTICIAS MARTIMAS. *
Lisboa, II a26 de fevereiro.
entradas.
l7~''r'g||c Mondego, rom agua aborta da lat.
N. 35' e long. IV a O. de Creenwich, com a mesma
car^a com que havia sabido de Lisboa no dia 7 para
a Babia.
20vapor II. Pedro Un, Rio de Janeiro.
Sabidas.
15Rinde Janeiro, vapor iuglez iTaya cm quali-
dadc de paquete.
22barca poriag'uea Mara, capillo Silva.
20Babia,barca ingleza iNile, capillo Melligeu,
com a carga de carvan com qu: entrn arribada no
dia 7 de dezemdro de CardiO.
roso; car-
aacoreta,
inlluiram favofavelmentu sobre o irtEO, e niiuci-. legaca da freguezia do S. Jos do Recife 21 de ruar-
, ... .1- ,ti-c \ ^..l..lnln.....I
22brigue Nova Amisadc, eapiUo
aa: 48 pipas, lOmaias ditas, 221 lian. .
30 caixas l> vinli 1. 6S pipas e 201 liarris de vinagre,
"2 pinas c 255 barris da azeile, 5 barris de agurden-
le, 10 barricas do cera, 50 barris de carnes, 20 de
loucinhu. 50 barricas de farinha de Ifigo, 10 saceos
de cevada, 17 de erva doce, 100 moos de sal, 2 bar-
ricas de ce-adinha, 15 de milo de amendoa, I caixa
de man e varios gneros e mercaduras.
21brigue Anua, capilao M. P. Das, 46 pipas,
6 meias ditas, 12D barris, 50 ancorlas e:tl caixas
do viudo, 20 pipas, 10 meias dilase 76 barris de vi-
nagre, 325 barris de azeile, 10 de loucindo, 100 bar-
ricas de farinha, 3 pipas du agurdenle, 10 surres
de notes, 10 de alpiste, 7enceaa de comnhos, 7 de
erva doce, 6 de Ircmoros, lo caixas do velas de cera,
11 de doces, 10:1 barris de cal e varios .-eneros de
mercaduras,
dembarca Figueirensc. capil.lo Das, carga:
31 pipas, 2i meias dilas c 177 liarris de viudo, 10 pi-
pas, 10 meias dilas e 27 barris de vinagre, 8 pipas e
175 barris de azeite, 13 volumes com cera, 110 bar-
ris de carnes, 300 canaslras da ballas, 100 saccas
com feijio, 10 barris de manleig, 73'eaiias e 40 bar-
ricas de alpista, 40 saceos de pntenla, 55 moos do
sal. 1,000 ni illins e 150 caixas com cublas e varios
volumes com'drogas e difiranles mercadnrias.
dem Rio de Janeiro, paladn San Jos,' capi-
llo Fraila, carga 09 pipas, 3SI barris, 23:! ancorr-
lase 53 caixas de viudo, 17 pipas e 8 meias dilas de
vinagre, 208 liarris de azeile, 1SS do carnes, 10 de
banha, 100 caixas o 10 canaslras de hlalas, 15 cai-
xas e 2,000 mollina de ceblas, 18 barricas com li-
nhaca, 10 de castanlias. 7 alelas com amendoas, 2S
vnliiin s de figos e varias mercadnrias.
demPernambuco, paladn Conslaiica, capilao
Pereira, carga: 18 barris de vinho, 16 pipas e 30 bar-
ris de vinagre, 85 de azeile, 60 de toucinbo, 70 de
Tanha, 2210 milhos decolllas,, IK'catrasVr.isMe b-
jalas, 20 barricas^ ce adgy-j 53i de sardinlin-, 25
barris jfVffcbsae sk 25 volumes de cera. 20
de alpista, 20 de drogas < .arios gneros e mercadu-
ras.
26P.ua, barca porlugiieza "Flor de Ve/, capi-
ta Neves; carga: 2 meias pipase24 barris de vinho,
20 barris e 2 bilhas da a/cite, 10 barris de banha, 12
de toucinbo, lili aucorelas eom azeilonas, 17 barris
de cunes, 1,001) mullios do relila-, i20 moios de
sal, i saceos de alfa/una, de erva doce, 12 barricas
de cevadinda, 132 caitas comeen, 37 com pastas,
IS de cedo, 1 saceos com coiuinlios, 136 lages o va-
rios gneros e mercaduras.
laemPorto, barca porlugiieza Victoria, capi-
llo Pires, earaa: sale parta da carga com queen-
Irou do Rio de Janeiro.
dembarca liain SaeeeMo.a capilJo Azevcdo;
carga: sal e parla da carga eom quccnlrflu da Haba.
Navios a sabir.
Rio de Joneirobrigue uMendonra \ Julia", ca-
pilao Mcndooca, com 12 pipas 8 meias ditas, 299
barris. III) ancorlas de vinho, 50 harria de vinagre,
169 barris c S caixas com azeite, 32 l*Ss de carnes,
10 de banha, 10 do loucinlin. 10-Jcjii :uin ballas,
2,000 molhos de ceblas, 10() saceos do urelos, 3 au-
corelas de azeilonas, 15 barricas da carvao animal,
10 do amendoa e varios gneros e mercadorias.
O vapor D. Pedro Il,n que eslava dequareiilcna
em llelm leve honlem. 2'.) de evereiro, livre prali-
ca, c velo para o quadro onde fuudeou pouco de-
pois do meio dia, nao se sabe anda o dia da sua
psrlida.
A carga no Tejo.
Ilc.rc porlugueza Paquete Saudade, Rio de Ja-
neiro,
dem idem Chritlina, dem.
dem iuciii '(Joven C,rlo(a. idem.
Brigue idem Amelia,a idem.
Idem dem Robn,11 idem.
Barca idem Empresa, Babia.
Brigue idem Destino, dem.
dem dem Viajante, Pernambuco.
Idem dem Pensainenio, Maranhaa.
Idem idem Boa F, idem.
Propostos para carroar.
Barca portuguesa Ligeiran, Rio de Janeiro.
Krigue idem Fortunato, Baha,
dem idem o xd'rirano, idem.
Idem idem Uralidao, Peruainlmco.
Patache dem Brilhanle,a dem.
Idem idem Triumplio, Para.
Patacho dem Cesar, Sanios.
Rspera-se de Londres.
Paladn Ingles Petrel. R. 6. do Sul.
Porto de 11 a 22 de fecereiro.
Entradas.
IIlirinne -S. Manoel I. Peroamduco.
Idem dem 11Augnslo.il Babia por Lisboa.
11barca Paraensc Par por Lisboa.
21Tarca LUidm, Maranhfi.
26 brigue Rocha, Kio le Janeiro por Vigo.
Idem idem Trovador. Peniaiubuco idem.
Sabidas.
22brizne "Velo/n, Babia.
2brigueolfontairo I, Rio de Janeiro,
dem dem Tres Amigos, idem.
Idem barcaBoa Fc,n idem.
Idem brigue Rocha. Par.
Idem idem .Machado I. |{. (,. do Sul.
2galera Aurora, M n.1 rili.in.
Idem brigue Alfredo, Babia,
dem idem uliuilherme, Rio de Janeiro,
dem galera Bracharense, idem.
REVISTA COMMERCIAI. DOS PRINCIPAES
MERCADOS DA EUROPA, PELO VAPOR
PBANCEZ CDIZ, PARTIDO DO HAVRE EM
2i DE FEVEREIRO DE 1836.
Ilamburgo 23 de fevereiro.
Cali.As uliimas nolicias do l\io de Janeiro
plmenle sobro o real ordinario do lrasil. l'ou-
co ha em priineira mao, mas em segunda ha al-
guns aliastccinicntos ; houve nina alea dol|1'ia
1|8 sch. Avallamos as vendas depois do dia 4
em 1 -1,000 surcas do lrasil de ia I|> si-.li, 500
deS. Domingos de 5 I|I6 a 5 3|8, 10,000 de
La-Guayara de 3 ~|S a 7 sch, () real ordina-
rio do lrasil he colado mui firmo a -4 3|4 sch, o a
- 13(16 ; dilo bom ordinario de 5 a .'> 1|4,
lino ordinario de 5 3|cS a 0 1|2 s.-li.
Assucar.A procura do firmo he insignifican-
te, c com ijnanio os procos tivessem bailado, apo-
llas venderam-se 401 caixas -lo mas-avado braneo
da lahia ; mascavado de IS 3|1 a 20 e o hranco
de 21 a23 1|8 marco banco por 100 libras. A
compra do Havana limilou-se a algomaa remo-
las de caixas |int [divos mui fracos.
Cacao.Ali-m da imporiaoao do da sorte
< ruayaquil que foi vendido a ;'i sch, veodsram-se
"50 sai-eos da Baha a i 1|S sch. lteslam .lin-
da na [traja algumas btrjatelas do cacao do Par,
I o de Caracas ; mas fallan) as outras especies.
Londres 'li de fevereiro.
Cal.Depois do recebimenlo das noticias do
, Rio do Janeiro, annunciaiido remessas pouco im-
1 porlanles para a Europa e um avaoeo nos precos,
(liouvo un [ioiico mais do procura, mas sem aug-
I memo do preco, Ouereceram pelos carregamenios
i esperados do Rio precos que nao agradaran!. as
vendas iiolain-se: 500 sace.as da Babia a -O sh.
: as quaes furam recoropradas de H a 4-i. G, e iOi
, mil saccas do Rio good fin [iiitncira sorlo a en-
tregar por sh. 4.'. (i, sendo metade para Trieste.
Deposito seml 7074 toneladas contra 10,080 em
I8.V).I'rec'is : Rio. Pino ordinario lavado de 4s
a 59 sh,bom ordinario i'i 0. a 4". (i.,ordi-
nario, 39 a 44;lahia, lino ordinario a meiao
17 u 55,ordinario a bom ordinari? 3S a 46.
AssucarA forle baixa livera lugar, ha mtii-
I las semanas, o que se poda avahar de sch. 2U a
' 25 sobro o mais alto pomo cm novembro provo-
cou emfim compras imporlames.e tima reaceio nos
, prejos que subiram de sch 1. a 1. 6Vendas :
15000 saceos de Pernambuco do 41 a 46 pelo
liranco, do 38 a 40 pelo somonos, de 27 a 33
pelo mascavado, 200 caixas e 516 sacros da la-
hia de 33 a 43 sh,10G3 saceos do Pernambu-
co ordinario a bom 33. s. G. d. a 35 sfi ; nos
leiles 324 saceos da Baha ( viudos de Lislioa e
Porto ), de sh 32. 6 a 35. (i. o mascavado, de
3S a 42o somonos, o o braneo, leudo sido retirado
de 42. 6. a4C.
Deposito do assucar do Brasil.
Fot, 21 1856SJ69caixas44706 barric. osac.
18552362 43011
Havre 2t do fcvepro.
Cafe.Com as nolicias do Itio homo iratisar-
pes assa/. activas com prcros bom susioiilados. Ne-
nociaram-se nmi-;avelmoiito 1,000 saccas do lava-
do do Rio de (18 a 08.50 c, 163 saccas do Ma-
ranho por preco rosurvado. Cot*-ao ; (om arma-
zem) lavado do Rio 1 fr. 30 o. a i.60 o kilog.,
nao lavado 1.16. a 1.30, ordinario, 1.04. a
1.10.
Assucar.Alyumas precisos da retinara em
vista da reduccao do nosso deposito obri^aram a
pagar a paridado do 65 fr. a fioa quaria sorte do
nossas Aniilhas. Temos o rilar urna revenda de
1,150 saceos de Pernambuco 'or piero reser-
vado o nina segunda do 000 saceos mascavado dilo
a fr. 3 i por 50 kiloga (pajosos diretloSvj
.Conlmuar-sc-lta.1 s
%&wimtnti> bo yotto.
.'''arios entrados no dia 2.
Havre2i dina, vapor Oalicei eCadia, comman-
danle Basan, de 2,00OJoaeladas, equipacem s.
Eslc vapor fuudeou as 11 limas da ninlc do dia 2!,
lartiiu as malas na barr da allaadega e seguio
paraos porlos do sul. ^,^o trnuxe passaciroa.
libas Falklandil dias, palhabote americano Je-
linaii, de 143 to das, mesure J. S. Keeo, cqui-
pasem 7, cama |. s de lobo ; ao me'trc. Veio
refreaear e aegue pura Suomington.
.\arios culi i no dia 25.
Hontevido:1H dias, pn a heapaobola nChrnno-
metro, de 1.31) toneladas, rpestre Jacinllio IIm-
hravella. eqnipscm 12, em luslro ; a Amorim
Iroaaoedi Compaonia,
Jersey66 dias, escuna loRleza Ariel, de 105 to-
neladas, ineslre John Vicente, cquipasem S, canta
1,443 barricas com bacalbo ; a Me. Calmoul Cv
Gomraahia.
Bio de Janeiro31 dias, barca sueca trSir Charles
Napier,'de 332 toneladas, mesiro I. Gerdland,
equipagem 13, em lastro; a C. J. Astley & Com-
pauhia.
Colinguiba6dias, sumaca brasilclra Flor de Co-
liimuiba, de 116 Inueladas, inc-lro Antonio
Francisco dos Sanios, equipaacm II. carga assu-
car ; a Chascmm Wally Si Compauhia.
AVhos saliidos no mesmo dia.
Gftlbembnuri;Brigue inglez Crimcan, capilo
William Cargell, carga assucar c couros.
AlalaBarca inglesa aTekler, mealre Besson, car-
ga a incsina que iroiue de La Paz. Suspenden dn
lameirSo.
WMot X)iocr50j.
de 1S36.O subdelegado,
Eduardo Frcdericu I! mi,-.
I'ela subdelegacia da frcguia de S Joi do
Bccife se tu publico, que se echa recolhido casa
de deloncn por fuuido um prelo crinuln, por nome
Antonio, que di/ ser cscravo de um tal Jom: de Mel-
lo, lavrador do engrano Correnlai: seu legiiimo sc-
uhor juslilieanilo, Ihe ser enlregue. Subdelegaci.i
da hregueiia de S. Jos do Becifa 21 de marco de
1856l) subdelegado.
Eduardo Frederieo Banks.
Tendo o 9.' balalbao de iofautariade conlra-
(ar os gneros alimenlicios prnprios para as dictas
das praras em curalivo no hospital da .Snlcdadc du
raule o n imestre a derorrer do I de abril ao lim de
junlio do anuo vigente, o conselho ccouomicn
mesmo balalbao convida aos senhores negociantes I /;, os ,|.ls ,|0 in,,|iU1(;, ,s i lim .,- il.i
para que no dia 2S do nier. aud.inle comparream na '
O padre Francisco friinto Duaric
jiiinlnii a sua icsulciicia pam anaat Vclli.i,
sobrado Jo Veras.
A commissao da cmara municipal
(ara' e\por a venda carne sullicientc para
o consumo da capital) nos lias 2i, 28 c
."i do corrente, pelo pawrjo de 00 i-s. a
libra, cdeclara pie os latos lo venderem serao distribuidos p:la polnrv-
respecllva aecrelarin pelas 111 horas da manhaa, ma-
nidos de seas proposlai ; adverliiulo-sp, pon-m, que
aquell,; scnlinr iiegncianle que contratar a (orneci-
melo, apresenlar.i an conselho um liador idneo, se-
gando o disposlo n.i ardem do da do quailel nene-
ral de 18de de/.cmbm de IS.32 sob n. 11. Os geuem,
precisos sao os segolotaa : alelria, assucae refloado,
bolachioha \ ararais, dita iagleca, hi bolacha grande, carne verde, cha da India, ealcmoi- -
do, velas do carnauba, dilas de cera, manteiga ingle-i rara defillllos, iliuir.ehis i- anios, de |l i-
... .i:,., r--------- .,_-_ ,_ _.,._ ......... J .
larde, no lugai do maladouro.
Prccisa-$e de una caixeiroquclenlia
pratica de labcrna: na na de A|oll<>
n. I<.
Na cocheira de ra ros funcbTS do
pateo do Paraso, encontram-aas cari-os
za, dila Iranceza, dore de goiaba, farinha de man-
dioca, dila do reino, reiiao,mnrmelada, arroz, roscas,
loucinhode Lisbaa, vinhn do l'orln, a/.cilo doce, vi-
nagre de Lisboa, sal, lenba, papel paulado, dito al-
iara, dito de peso, urangos, leile, tinta prcta, ovos
e pacs, e cojos gneros deverio ser dos de mellior
lualidade dn mercad). Onarlcl na Snledade 22 de
un it a c segunda
ordem, bem ornados,
por piceos a conteni.
Na Iravessa da Congregaseis), loja
de encailcrnacio, conlinua-sc a vender
minias das obras de direitos ja annuncia-
Tendo o '.).- balalbao de iiilanlaria de contratar
os gneros alimenlicios para birneciincnlodas pracas
arranchadas durante 0 trimestre a decorrer do l.-'de
abril ao fim de junho dn anuo vigente, o conselho
econmico do mesmo balalhan convida aos senhores
negocianles para que no dia 28 do mez andante com-
narc<;ara Da secretaria respectiva pelas 10 bares da
inanhaa, munidns de suas proposlas ; adverlindu-se,
pnrin. qne aquella senhor negociante que contratar
o oriiecimenio, nprescutarii ao conselho um liador
idneo, segando o disposlo na ordem do dia do quars
(el general de 18 de dezembro de 18.32 sob n. 11. I>-
generos precisos sil. osseguinles : arr-iz pilado, ass
sucer, bacalh.io, carne verde, dila secca, cafe mui-
do, dilo em grao, azeile doce, manlciga fr.inccza-
toocinho, farinha de mandioca, foijilo, vinagre, sal,
leona, vinho linio enaesfecajos gneros.dever.i,
ser de boa qualidadc. (uarlel ua Soledade 22 dn
marco de 1856.Kav n-uii i Nonato da Silva, alfcrcc
ageulc.
mareada 1836, -Joaquim Cerdoso dos Untos, al-|dal pw efc DIAMIO, como tamhcm ou-
tras minias nao si) de direitocoino de ma-
terias diversas, na mesma casa vendem-sc
aljpimns obras latinas, proprias paraos
r|uccstiidaiu esta lingua : todas as ol>ras
estao cm muito bom estado, c por ellas
laz-se todo o negocio, porc'tn a dinhciix).
Lava-se C cn;;omma-se por pr com modo c da -se amoeps e janlacs com
muito acetoc promptidao : na ruado l.i-
vrainenlo sobrado n. I.
SI abaivo assignado faz ver ao respcilaveJ pu-
blico que o Sr. Agoslinho da Silva Torres deixou da
ser seu caixeiro desde o dia 21 do correle mes.
Francisco Jos da ('.osla Kibciro.
Koga-sc aoSr. X. II. N. queira ler a hoadada
da Scnzala \ elba u. i2, primeiro andar, seoSolera o
dcsprazr de ver -eu nomc por extenso nesla felb.i.
I) Illm. Sr. regadas interino dnCymnasio man-
da convidar aos pas ou correspondentes dos alam-
nos inl 'rinis, meio pensionistas e exteraos, para, a
prosa de x dias, enirrem com o quartel adiaalado,
que lem de principiar no 1.- de abril prximo vio-
doOru. Secretaria do l',\mna IS36.O secrelario, A. A. Cabral,
AO I'l BLICO.
O homem que mais serviros tem prestado o*s|j
poca de miserias na frecuezia do Recite, he oSr.
Antonio Francisco Lisboa, commercianle eom arina-
zem do assucar na ra de Apollo ; sem ioterease. sa-
crificando o seu negocie, prejudicaodo a saude, (pois
he dooose ; para ello mo ha hora, dia ou noile. ao
mais leve aceno prnmplamcnte vai a casa indicada,
all guiado pela l'iovidcncia, e com a felicidad* qee
o Irm acompanhado, applica os remedios beasaa
palbicos loo aprnprialos das quaes lem tirado inaroen-
sos resultados, de Unte, dientes que trata pencas
fio as victimas que o mnnslro doC m.-es tem devora-
do ; esta alma bemfazrja deve ser conhecida de to-
dos, c devemos pedir a Dos Ihe conserve a existen-
cia, dando-llie tarea pare nao abandonar a tarefa lio
hem principiada.
riamrhtah 4.
3tt>fo laritintt)S.
Ao Para
Scjjue nestes dias o palbabote nacional
A.CLA.IDE, capitSo Antonio Fornandes
Loureiro Jorge, s pode receber algumas
miudezas : trata-sc eom o consigeatario
Antonio de Almctda (iomes, na ruado
Trapiche n. 16, segundo andar. Decla-
ra-se a <|iicm interessar que vai de plati-
co.o mesmo cipitiio.
lleaJ compiih':; de pi-
quetcs iogle/c a vapor.
No lim des-
le mez espera-
se da l^i
um dos vapores
dcsia eompa-
libia. o qual
depois da de-
mora do Cllslll-
me seguir pa-
ra o sul: para
passaneiroSi etc.. lrala-e minos aceules Adaaaaoo
llonie o; C, roa do Trapiche-Novo u. 12.
Ar;i:aty.
Segil^ no f'in da pre-cnle semana o hiato Intcn-
eici andi recebe alguma carga Irala-se na ra
da Madre dr lieos n. 2.
^cclaracu ei?.
Pai'a o ro de
Janeiro
COSSELUO AUMIMSTKATIVO.
O cnnselho adminislrativo (cm de comprar
galota:
l'ara o arsenal de guerra.
Ferro asios em barras de I a :l|N de lar-uta, !
qiiintaes .30; dito dito de verga de vareada, ditos
iii ; dilo dilode dita quadrado de |8 de largura,
dilos 10.
Qoem os quizer vender aprsenle aa suas pro-
poslas, cm caria fechada na secretaria do con-
selho as It) horas do dia 28 do corrculc mez.
Secretaria do cnisellm adminislrativo para fornc-
cimenlo do arsenal de guerra 11) de marco do
1836.Beato Jote l.amcnlta l.ins, coronel Drjjglde-
le.llernrirUo Pereira do Carino Juttr, vocal e
secretario. -'
- t) conselho deJd(H1alrar3o naval contraa
para^spracas dp; navios armados, barca de csca-
vacao. Meflal e enfermara, u foruecimenlo por
lempo de Ires mema, dos seguinles gneros : azeile
doce de Lisboa, dito dito do Mediterrneo, dito 8e
Garrapato, assucar braoco, dilo refloado, arroz bran-
eo do Haraohio, agurdenle branca de 20 graos,
bolacha, bacalhao, cafe em crio, carne verde, dila
secca, farinha de mandioca, feijao mulatinbo, lou-
ciuho de Lisboa, vinagre de dila, velas de carnauba
e estearinas: pelo qoe eoavida-se aos que mleressa-
rem em dilo rorneelmanlo a comparecererc as 12
horas do dia 26 do corrcule na sala de suas ses-es,
com as amostras o proposlas, declarando os ltimos
precias e quem os liadores. Sala das leasoea do
seibo de adminislraco naval em l'ernambuco I'.) de
marco de 1856.O serrelario.
Clinstovo SantiaRo de Oliveira.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
f) conselliii admioislralivo, em ciiinpnincnln ilo
arl. 22 do rcgolamenlo de II de dezembro de 1S32,
Taz publico, ipie foram aceitas us proposlas de I.uiz
Antalo da Slqaeira, Siqeeira & Pereira, Francisco
Maciel de Souza, Joaquim Jos Dias Pereira, Ma-
nuel Ignacio de Oliveira Braga, Joo Carlos Auguslo
aa Silva. Domingos Jos l-'errcira Guimaulcs, Do-
mingos h'ranciseo Raasalbo, Jos francisco de Pau-
la, e Joaquim Lopes do Almcida, para forncce-
rem :
O I .a, 21 trillaras da pares de meias de baela, a
!MK) rs. ; 2 pecas de brim da Itiissia. a Vil I rs. a va-
; 3 arrobas do alvaide, a S^XM) rs. ; 2 dilas de
CI.1 da Babia, a ->'J--WM is.
O 2.', 2311 varas de brim braneo liso para frdelas,
a :ISD rs. ; 23 eovados de panno prelo, a 13900
salte com brevidade por t",'" a maior pai-
te da carga prompta, o hrcni conhecido
brigue nacional F1KMA rapara o resjo
da mesma, passageiros eescravos a ["rete,
para que tem excellcntes corinnodos, tra-
la-secom os consigna tai ios No aesfi C., na
ruado Trapiche n. o, ptimC.'ro andar,
ou com o capitiio nu piara.
PORTO.
Segui.i para a cidade do Pnrlo l.an breve quan-
lo eja possivel a veleira barra porlogoeza (loarla
/(', foirada e eucavilhada de cobra; lem ilgomi
carga prompla e recebe a que appareeer a Irete : tia-
la-se eom Bailar & Oliveira. no seo escrptorio da
ra da Cadeia do Bccife n. 12.
Para Lisboa pretende sabir com a maior bre-
vidade o patacho pnrtostoei Rpido ; quem no mes-
mo quixer carrecar ou ir de passagem, dirija-so ao?
consignatarios T. de Aquino 1 enseca ^ lilho, na
i aa do Vigario ii. ID, ou ao capitn na praca.
IJiicm liver coalas contra a barca americana
Smith/icld, queira apresentar no cscriplorio de Wi-
liam l.illej Jiiiiior para Scrcm pagas al terca-feira,
23 do corrente.
A qualipir horado dia ou noile aclia-se urna pes-
soa habilita la a curar pelo svstema linroeopallic-o, e
est prompla a prestar aren servicos em prel da hu-
manidade. O mesmo roulrala com qualquer senhor
de eni-enl.....o peaaM inleressada de seas pretlioMa
para fra da culada.
Srs. redaeforc.Lendo ballelim do citolera-
nmi luis dn Diariti de 2'l desle mez. no qual Iraria
fallecida Sra. II. Mana 1 eli-mina l'eixoto romo ro-
lureira, vou par meio deslas linha- tazer ver qoe
ella nunca foi coslureira, c que os senhores autores
do ballelim do ch dera-morlm- foram mal informa-
dos. Dimirm-sc, Srs. redactores, dar publiridade a
estas leseas liabas, que Ihe Orara agradecido.
' ni prenle.
O abaixn.issiiiiado faz ver a seus fregaeaes.que
mudou o sen cslnheircimento de charo'os para a roo
da Linajuda n. :l.Joso Affonso de Acevedn Ca-npos.
Prociaa as de :l ufliciaes de charuleiro : na roa
da Lingnelii n. ;t.
l'recia-se alugar urna ama forra oa captiva,
para o servico de oina casa de poura familia : n -s
Coelhos, sobrado junto ao hospital novo.
l-ugio da fabrica de caldeireiro da raja do Brum
. 3*>. presa eSiaaoi. O* rqaja irraaaajwasssa^ajaijaj
anuos, levou correle un p, a qual rstame inelier
por haixo da rale,, |IP fllelil de laloeirn e eser
v/
o
doSr. Manuel J nquiin Carneiro Leal, mor- '
ra dns Pir.s ; rnga-se a quem n |iegar d| !' "
mesma fabrica, ou a seu senhor que
sado.
I'rceisa-se de um.
uliar para casi de h
n. y*
- t) coliVc^i,, da* nr|,i,,-,,1s ..;, em rui i(1 Awnm
ra, prcarPa de urna nninlieira e urna srvenle livro
njjvcapliva : quem a l.cs serviros se quizer pror-Vr.
de dlriRir-se ao aterro da Boa-Vista, casa o. K.I.
jera recompeu-
ama para comprar e coti-
iem sollcirn : na rea di Praia
baja
ara o
II i o de
Jaiioiro
O :l". HHI pares de sapalos reitos na provincia, a
IjSOil rs.
O .-, KKl esleirs de palha de carnauba, a
300 rs.
O ."i.", I peca de lona da Itussia do :l(l varas, pr
363000 rs.
ii 6.-, t peca de cabo de linho alcatroado de 3 po-
legadaaj a I3xj0o rs. a arroba.
O 7., 12quinlaesde ferro de Veranda, a IOjVIO
ris.
O S., IIK) bonetes, para os recrulas do 2." hala-
lli.l.i de infanlaria, a Ijitll rs.
O i).-. IDO grvalas de sola enverniaada, a 360
res.
O lO., 10 du/.iiis de laboas de plnho de forre de
:i|l de polecada de grossura, a I IjUU rs.; J i dilaa
da l| dila de dila, a USIIOII rs. ; III dilas de dilas de
assoalho de 1 dila de arossiira e 12 de largura, a
203001) rs.
C a\isa aos supraditos vendedores que devem re-
cnlherao arsenal de gunia os rele idus ohjcclo* no
da 2 dn enir ni" me/.
sctuc na presente semana a vcleba cscti-
; "vt)A : parad resto da carpa passa-
geirosejsc?vo* ;> frete, trad;-"S<-' .na rua
do Vigario n. T;_oh com o cnpitaoTK
pratja do GommerciorN.
Para o Rio de ifoiiiro
sabe imprelerivelmente al o fim da corrW'e sema- a
o Veleiro c hem conhecido palacho brasileiiT- '"
as ; para o resto de seu earregameolo cescra. ?-
Irala-se com o seu consignatario Antonio I.uiz cf-.
Oliveira A/.evcdo, ruada Cruz n. I, ou com o capi-
lao a bordo.
;tii iialiia
-abo imprelerivelmente ale o fim da corrculc semana
o veleiro e bem conhecido palhabole brasileiro DeWJ
Amigos, o qu.il j lem eSnus tercos de seu carrega-
- ment promplo : Irala-se com o seu consignatario
Antonio I.uiz de (Uncir Azevedo, rua da Cruz n.
I, no com o capitn a bordo.
ACAB.VCI'.
Segu uestes dias o late Crrelo do Sorte, mes-
ure e pralico Joan Antones da Silveira ; para o reslo
da carea e nassageiros, Irala-se com Caetaoo O ra-
coda C. M-, ao lado do Corpo Saulo n. 2.3.
PARA'.
Segu com milita brevidade o nalhabote Sobralen-
se, capilao c pralico Francisco /te da Silva Italia;
anda recebe miudezas e pa-saJeiros: a tratar enm
Caelano Cvriacu da C. M., ao lado do Corpo Sanio
u. 2-3.
- Para o Par.i com escala pelo MaranhSo, o ber-
ganlim Inasileiro Despique de Reiris, capil.lo Ma-
nuel Marques Crrela, forrado e encavilhado de co-
bre, de prinwira marcha, segu com a maior brevi-
dade possivel, por ler parle da carsa prompla ; para
o reslo da carga c passageirus, Irala-se no eseriplorio
dn Sr. Manoel Joaquim Hamos e Silva, ou ruin o
capilao ua praca.
() Ihesi.ureiro. Joaquim francisco Duarte.
. ~,.'hiclara-seque o bilhrle n. :I2I da latera a
| henehcio da malriz de S. Joai que corre un dia fj d.
correnc. pcrlence a Boavenlura da Luz Cidreir.i.
Bernarda Jos Marl.ns Pereira, almoxarifedo
.irsenal de cuerra. suspenso do erado de sea etn-
prego par porlaria do Exm. Sr. presdeme de 22 de
i orreote. declara ,,o publico em ueral. e a seus ami-
gi cm parlirular, que lodo e qualquer ioiio meno
lav oravel a icspcil.i do seu proredimenlo he leme-
rarylo ; dcciaia mais que tem fo em Heos e que mo-
la oa Iranquilidade de sua consceocia, para nrovar
a sua mrulp.-ibili.ladc. e mostrar que nao desmeollo
os seus preredcnles.
Ahiaa-sc um silio que lenha planta de eapim,
rrnclc.ras e lugar para pisliecm de fi vareas : pes-
-"is que iivercm um sili-, cm as eondiroes .-inva
diiijainse a rua do Oucinudo n. 6, primeiro audar.
ou aiiiiuiicicm par esle jornal.
I'rerisa-se de nm caixeiro para laberoa ; no
palco do terco n. II.
AftVnoo.
, Osabaixoas-suados. leudo pedido demissao .le
inspectores de quarleirilo de Pota de Portas, decla-
r.iinaos desvalidas moradores uaquelle lucar, que
conl-.niiaiii a preslar se como danles a loda c qual-
quer horaida nole.-Jose Izidoro Pereira dos Res,
Joaquim Dalivo Tellcs de Sooza.
O Sr. Tiburcio Valeriano Baplista veuba oa
mande peana que suas veres faca, ajustar e sua rea-
la com o ahai-.o assigoado, por quanlo o mesmo nao
asna uldma pre.lac.lo sem que o mesmo Sr. Ti-
bu l0 ""i elle se enlenda, e que nao se obrsa pelos
juro- ,,e oa ultima lettra, por quanlo o mesmo Sr.
mo ni" concluir suas ronlas i vita dos documentos
que def."u enl PO'ler do abaivo assisnado. Engenhe
Capiana 7 1 'K.o de IS"-o.
ira neis
Fugram" "arr..
Parahiha do Nortelo '
cravos, os quaes leu
ciioulo, r.r prela. id.ni.
po, nlhos hugalha loa, caj
hi, ps regulares com rTe7
veasado : Bomao, erioole
eslalura regular, rheio d
locha Waoderlev.
No, da provincia da
renle mez, :l r~-
gaiolas : Luir,
serco .lo eor-
poara bar-
i cu. meio alr.i-
eor ful.,, '*" aoo- *,
coi po, c cosas lalhadas do
etdSCi.
O agente Borja, por autorisaeSo dos
socios da sala de tlansa do tallecido Anto-
nio dos Santos Mira, (ara' leilo dos mo-
vis existentes na dita sala de danta, sita
na rua do Queimado n. iti, primeiro au-
par, consistindo em -1 neos lustres de
bronzede li e S luzes, diversas arandelas
i? candieiros, urna poivaode cadeiras de
ainarello, solas, consolios, banquinhas,
una ptima mesa elstica, nina estante,
um rico cortinado adamascado, e onlros
innitos objectosclc., que se acbaro pa-
lo leili
.,' .... r teutes na mesma sala, no ilia ao iciiao
>e.Te|.ria do couselno adminislrativo para f..rnn- i ... ,
cln.............usenal de guerra PJ de marro de "Je' quarte-teira Ztlo corrente, as 11
1*36.Bernardo Pereira do Carino Janior, vogal boilis da manli.i i.
e secretarle.
Pela suhdelcgacia de
blico. que lora eiicoul
i) agente Borja (ara Icil.'io de um gran
di bailo Antonio se laz |ui- ,,,, llli;i,r ,|eliominaMlo Parnameirim, rom
.;.''. ','"'"' '' l'"a ,.'" I.....c" ''a viveoda de pedra c cal, com 6
le
silio
pli-
ETaairrts: "* n *s ^Wuzz::^ l"v" oc"'',nm ,;l pa,"",,
dizer a familia a une nerlence: sua familia nol ZHY1"
eomnareca nesla aobdelegaci. para II, ser enu "" U "|f"'" *"*? "n,..... f
0.1 en, casa, do Sr. inspector torres suudo.inlTdas ''' 'H,ll'a";' "'" '' C"al,0>' -ri,,"'C
Plores n. 1.3, qoe tciidn-o eucontrado perdido, pater-
nalmente o arolheu no seio de son familia. SobdC-
lesacia de Sanio Antonio 2i de marco de 1856. i)
subdelegado, J. C. Dourado.
Pela subdelegara da rregnexia da S. Josa do
Recife se faz publico, que foram apprehendidos c
achnm-se em depoailo 2 ravallos que andavam va-
les, lendo um sobradinho
lavos. eochei-
para 6 cavallos, grande cacimba com
bomba de ferro, 2 tanques Brandes roberas, Ins-
umes aivoredos frncliferosentre os quaes se achaca
laranaciras, parreiras etc.. a qual be foreiro. Os
Srs. prelcodcotes que qnizerem algumas informa,
joes a seu respeilo dirijam-se ao armazem alto na
rua do Collegio n. 13 do senle aiiniiiiri.inte. I)
ineam i agento ufl'erece a importancia da eorrelsgem
do lelao cima a eommissAo de beneficencia da Ire-
gaiido pelas ras dcla cidade, sendo um alasto e o Ignezia do Poco da Paoella. para esta distribuir aos
oiilru ruco pedrez, ambos com cangalba : quem for indcenles resllenles na mesma freguezia : qoiota-
seu douo, juslificaudo, Ihe sero eulregaes. Subde-1 feiaa 27 do corrente, as II horas da uiauhaa.
ehicote : e (iencrosa, mulata laioea, cabellos carapi-
nboa, idade 16 a ls anuos, baixa, e corno regalar.
Esta muala he escrava de Joo Barbosa de liocs e
Silva, morador cm Barra de Natuba, eosdouses-
cravos silo de Pedro Francisco Pereira, morador em
t. ues da mesma freguezia: roga-ae a- auton la les
policiaes e .-apilaos de campo a captura desses escra-
vos, e se rerompensara gcnernsamrule a quem o cn-
Iregar a seus embone, ou nesta |>r.ja ao Sr. alteres
Manuel de Asstimpc.ln e Santiago.
A pessoa que se quizer encane^ar de cozmliar
cm sua cast para .3 pessoas, va ao Passeio PuUiro,
loja ii. II, para Iralar.
Alugaree un lerreno murado rom lelheirn den-
tro, o qual terreno aneoala junto a elle barraca*,
visto que heno lim do Passeio Polilicn dosla cidade :
quem pretender dirija-se a loja n. II. oe Passeio
Publico.
Aloca-ee ama boa esenva limpa. fiel. l>oa en-
-oinm.ideira. eorofcm, e de-ejava-se que fosse para
sen le i interon, boa para ama asees a muito obedien-
te : na rua IHreila n. 21, lagaoida andar.
Avisa-aa ao lilbo de Mara d' \-siunpcao, que
fallecen do cholera na eaaa da rua da Senzala Nova
n. (O, o qual rhama-se rann-cii, he lanoeirn. e di-
/ein murar no eogenha Catafago, termo da Esr.ida,
que venha qoonto antea loaaar coala de urna menina
sua lilha de nome Joaima, e doa niove* que deixou
sua mai na inc-ma casa onde fallcceu.
Alega-se um primeiro ou seuun lo andar de
urna esa .pie seja gran h-, as ras -e^uinles : Col-
legio. larga do Rosarlo, S. l-'ranrisc.*. Alerro ou
'.neini.idi. : quem liver anuuiicic para ser procu-
rado.
Precis.i-se de nina ama de leile para criar um
menino cm cisa de hume." solleiro, n.io trazendo
illm, paga ae bem e alanca-sc bom IralameMo .
quem quitar dhrija-ee a estrada nova da SoMade.
na casa junio a ulna laliema.le :' noria-, que achara
rom quem Iralar.
HOSPITAL PORTUGUEZ DE
BENEFICENCIA.
Qaem tiver rootas activas oaaa o basfOna, ajeniara
apresenladas ale n lim do crrenle me/.( aerrea-
rio. M. 1. de Sooza Barbeaa.
(I rirurmao Ir.incise.i Marciano de Araajo Li-
ma de vnlla a esla capital da cnmmis..'o de que Hru
iiiciimhiio pelo governo da provinria. a comarra do
Bonito, |MiJe ser procurado para qu.ilqari misler de
sua pr.iliss.io na rua da Clona u. 73.
Joaquim Goaralves Salgada delta por am
procuradores Anlom.. llomlaaaeB -le Almei.la l'n-
eaa, Policiano l.oureiico da Silva e Cuslodio Aulmuo
Soasas.
DATA INCORRETA
MUTTCOT5D"
ILEGIVEL


t
Terccira cdi^ao.
TRATIEHTO HOIEOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO
Mgll DI PHMWn QUURT* FURA 26 flt MMCO 01 1856
i
CHOLERAMORBUS.
PELOS DRS.
,-w .-*'- m-z -l. w
ii nslriirr.io aupuvuparase poderrurardesla enfermidade, administrndoos remedios mais eflicazes
paraaialua-la.emquaulo recurreaoniedico,ou mesmo paracura-laudependeuledeste nos lugares
em aue nAo os ha.
TRADUZ1DO EM PORTUGUEZ PELO DIt. I>. a. LOBO MOSCOZO.
Estes doosopusculesconlc-m as iadieacAesmais clarase precisas, c pela sua simples e concisa esposi-
{3o eslaoalcaace de todas asinlelligencias, nao so pelo que dii respailo aos mcios curativos, como prin-
cipalmente aos preservativos que lemdado os man salisfacloriosrcsullados em toda a parle emque
elle- lem sido posto em pralica.
Sendo o Iralamenluliomeopauiroo umeoque lem dado grandesresultadosnocuralivo desla horu-
velenfermidade, julgamosa proposito (raduzr restes don* mporlanles opsculos cm liugua vernac-
la, para desl'arlc facilitar a sua leilura a quem ignore o francez.
Vende-se nicamente no Consulloriodo traductor, rua Nov ti. .">:>, por ?000. Vemlein-se tambem
os medicamentos precisos e boticas de t-2 tubos com um frasco de lindura I."..?, umadila de ::o tubos conu
vro e 2 frascos de tintura rs. ">jO00.
l'EDKAS PRECIOSAS-
Aderecns de brlhanles, I
diamantes e perolas, pul- ,:.
W ceiras, alfinctes, brincos -\
| e rozelas, boles e annes
de diflerenles gostos e de
diversas pedras de valor. *
.i
B
MOREIRA & DARTE.
LOJA DB 01H1\ES
Rua do Cabuga' n. 7.
Uecbem por to-
ldos os vapores da En-
I BSti rQPaas obras do mais
|ft*8SnBSR| moderno gosto, tan-
teSw^^^J fie FraiiOH tomo
de Lisboa, as que aevendem por
prega commodo como eostuniam.
ESTRADA DE FERRO DE PERNAMBCO.
Banqdf.iros DA CoMPANniA EM LORDUB.Srs. Heywood, Kenoards, & C\
Banoueiros em Pernavimxo.O Banco de Pernambuco.
Agestes no Rio he. JaneiroSn. Man, MacGregor, & C*.
Agentes em Pernambuco.Srs. Roth*e& Bidoulac.
Agentes na Baha.Srs. S. S. Davenpon & C".
illllll E PRATA-
___ .O
Aderecot completos de
ouro, meiosditos, pulcei-
ras, alfncles, brincos e
rozelas, conloes, trance- J
lins, mcdallias, correales <'
e enfeites para relale, c
oulros muilos objeclos de -.f
ouro.
Apparclhos completos, S
de prata, para cha, han-
dejas, salvas, caslraes, .*
colheres desopa edecli, :'
e muitos oulros objectos S
de prata.
..?: : :>:<*:<. ::-: :.. .
12,000 accoeseslao reservadas para o Brasil de valor de 20 ou rs. 177-7/77 cada arcao.
Os que desejarem comprar accoes d'esta Companhia podero dirigir-so na forma abaixo indicada
Commissao cm Pernambuco encasa das Srs. Rollie & Bidoulac. 0 deposito de urna libra es-
terlina ao cambio de 27 por 1000 ou rs. 8?888 por arcao deve ser allcctuado cm Casa de um
dos Agentes da Companhia no Rio de Janeiro, na Baha, c em Pernambuco, que dar o competente
recibo.
A subscriban fioa abena at o dia 20 de marco em Pernambuco.
Os senhores que ja fizerao pedidos para a acquisicio de arcos dcsta companhia antes de sua pn-
blicacao em Londres, devem tambem dirigir-se Commissao o remetler aos Agentes a importancia
do deposito def 1, por conla de taes necoes dentro do pVazo lixado para a apresentacao de podidos.
A urna Commissao nomoada pelo Presidente da Provincia de Pernambuco, deaccordo com o
Concessionario o Sr. Alfredo de Mnrnay, ser confiado o trabalho da dislribuirao das Accoes.
Se nao forera concedidas todas as Accocs pedidas, o dinheiro depositado ser levado em conla para
a primeira prestacao de duas libras esterlinas Rs. 175J77G por cada Acco.
Senetihuma for concedida o dinheiro seni restituido por iniciro al o lim de Abril, ao mais lardar.
A Companhia leas reservado fundos que os Directores calculo ser sufkienles para o paga memo dos
juros aos accionistas desde o dia em que se cffccluarcni as prestaces, e csses juros serio os mesmos
ejue sao garantidos .pelos govemos Imperial e Provincial depois de abortas as sccroes da Estrada
de maneira que a importancia das entradas vencero 0 juro de 7 por rento logo que estas forem
realisadas. *
Os dividendos sero pagos aos Accionistas no Bra/.il cm casa dos Agentes da Companhia as nidadas
do Rio de Janeiro, Babia, c Pernambuco.
Cada prestacao nunca exceder de duas libras esterlinas Rs. 179776, por arcao, a, ha ver um in-
tervallo pelo menos de Ira mezes entre as presi.-ir.iies. V*
Os que pertenderem aices devero dirigir-se Commissao, e remetler aos. Agentes da Companhia
cm Pernambuco Srs. Rolhe & Bidoulac, logo depois de entregarem a iiuporlanria do deposito, um
pedido segundo o formulario akixo transcripto que os Agentes da Ompanhia forncceroconjunc-
tamente com o competente recilio pelas quantias depositadas.
Associa$lo Couimerclia
Beficente.
A commissao nomcada pela Assoriar.o Commer-
rial lenelicente desla prara, com o lim de socenrrer
as pessoas necessiladas e desvalidas da freguezia da
Itoa-Visla, por occasiilo da epidemia reinante, pre-
vine a qncni estiver cm lacs circumstancias, de pro-
curar a Joao Matheus, rua da matriz n. 1H; Manoel
Tciveira Bastos, rua da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza Carvalho, Estancia : desde as 7 horas
da manida as 9, e a tarde das i horas em dianle :
cm caso urgente, poroin, sero soccorndo prompta-
mentc a qualquer hora. A commissao desojando
accrlar na forma de distribuir os soccorros, roga en-
carecidamente a todas ai pessoas mais conhecidas
dcsta fregosla que llverem perfeita sriencia dn es-
tado de precisao de qualquer familia, se dignem de
a informar afirn de ser rom promplidao altcndida.
Kecife >'> de fevereiro de !S5(i.Joao Matheus, Ma-
nuel Teiieira Bastos, Vicente Alves de Sooza Car-
valho.
I illa de narraros li d> mnrro de \h:,C
() ahaiso assignado faz scieme ao vicario Manoel
l'erreira Borgesea lodos os Miembros de su familia,
que, com o autillo de Dos goza de saude rom o sen
lillio Jellerson c mais pessoas da casa. Adverle tam-
bem, que, em quanlo correr impresso este aviso, em-
hora esla data, devem lodos licar Iranquilishdos,
pois que qualquer agitadla que appareca em dispo-
sicao deuossa* faruldades phvsicas, muda-se de avi-
so. O lempo nao esta de unirs, eiige mesmo que se
lomem estas cautelas : anygieone publica em seus
cooselbos recommenda que st evilem evcessns de
cuidados, que -,"io nocivos, mxime em lempo epid-
mico.Firmino Lucas de Azevedo Soarcsliordo.
A ci.ferraaria do consistorio dn ir-
'mandade do Divino Espirito Sanio em
Sao-Francisco, ja' annuncinda, acha-te
prvida do mais neccssai io para rceber
aos scus i raos desvalidos'mic venhama
sor accommeltidos do cholera : roa-se,
pois, aos irmaosda mesma irmandade,ott
a quem lenha conliecimento de almins
.
(lestes, participem ao irmao juiz, esci-i-
vao, ou tliesoureiro, alim de que sejam
recolliidos pela mesa c tratados da me-
Ihorforma que for possivel.
Commissao de beneficencia da fregtiezia
de Santo Anlonio.
A commissao abaixo anignada da I're-
rjuezia tic S. Anlonio encarregada por
parle da associarao commercial hencli-
ccnledesoccorrcra pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas queprecisaremdc soccor-
ros.rpieirio entend r-se a <|ualr|uer hora
na rua Novan. 7, casa de Anlonio Att-
{justo da Fonseca, na rua do Trapiclie n.
i, de Thomaz de Faria, e na niesina rua
n. de Salustiano de Aquino Ferreira.
Pernamhuco 25 de fevereiro de 1S5C.
Salustiano de Arpiino Ferreira.Anlo-
nio Aujjusto da Fonseca.Thomaz de
Faria.
Formularia para O pedido de Accoes.
(o Stnhores da Commissao encarregada da distribuicQo las Acedes da Companhia da
Estrada de Ferro entre o Recife e o Rio \de Sao Francisco.
HavendoNm^onlregadb aos Agentes da Companhia reis
ao Crdito da mesmo Companhia, pojc-lhcs que me eone^Tio as Accocs correspondentes aquella
prestacao, e pela presente jijo obrigo acceitar aquelle-iiumero de AccOesou as que me houverem
de ser concedidas ; e bem assift pagar as fuliscqufiiics prestaces quando me forem exigidas na
forma das Leis quo rejulo a Compleja, assig.nando-me por mim ou jior mcu bastante procura-
dor no Livro competente da inscripco.
(SWiNlTIIR*.
Nome por extenso
nossos inlcresses pe'*
referido imposto.
Residencia por extenso __
Profisso ou Occupaco
Lugar do Negocio seo tem_
: J. M, DENTISTA. f
A contina a residir na rua Nova n. 19, priraei- '%
ro andar. aa
CASA l)t)S EXI'DSTOS.
Precisa-se de amas para amamcnlar criancas na
casa dos expostos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, lendo as habililaees nnrrmarhr. dirija-sea
inesina. no pateo do l'araizo, que ahi achara com
REPERTORIO DO IEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAH1DO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
posto em ordem alphahetica, com a descripeo
abreviada de todas as molestias, a indicacao ph\sio-
logica c therapeulica de todos os medicamentos ho-
meopalhicos, seu lempo de ac^ao e concordancia,
seguido de um diccionario da significacAo de lodos,
os termos de medicina e cirurgia, a posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
lili. A. J. DE MELLO NORAES.
Os *Srs. assignanles podem mandar bnsraros seu
excmplares, assim como quem quizer comprar.
PUBLICACAO' LITTEKARIA.
Repertorio jurdico.
Esta pu'.'licacao ser -em duvida de utilidad aos
principiantes que se quizercm dedicar ao cxffricjo
do foro, poisnella encoi(lrar.1o por onlenijatj,!,, |],,._
lica as priucipaes e mais l'equentes "jfreucias ci-
vis, orphanologicas, rciaes ee(.,csiasticas do
nosso foro, com as s das Ordeuares, leis,
avisos e reglame 'ne rege o'Brasil, e
bem assim resole .stas aMigos e moder-
nos em que se ,m semelhautemente
as decisoes d.- ,re sias, sellos, velhos e
VL3. j'*!!.' -, aerifB Irabalho de recorrer
' a c*a|*J*T,.. .osas leis e avisos avulsos. Coosta-
ridedous volumesem oitavo, grande francez, eo
primeiro sabio luz a est venda por 89 na loja de
ivrosn. 6 e Lda praQa da Independencia,
lia da Boa-Vista, na rua Velha n. 42.
No pateo doLivramento sobrado da
esquina n. 1, da-se bolos de vendar-ern a
80 rs. a pataca e armam-se bandejas de
(tollos de todas as qualidades, por menos
do que cm outra qualquer parte.
Trocam-so notas do Banco do Brasil
porsedulas: na rua do Trapiche n. iO,
seminado andar.
Precisa-se alugar dous pretos capti-
vos, dando-se o sustento; para traballiar
nesta typographia : na livraria ns. (ie8
daprara da Indepeendcncia.
Candida Mara da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de instrucraoprimaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recife, faz scientc aos pais de sias altim-
nas, queacha-scaberta sua aula, oaqual
contina a ensinar as materias do coslu-
rai'i e admitte pensionistas, meio pen-
sionista e externas, por piceos ra/.oa-
veis.
LOTERA da provincia.
O I lim. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, cpie se achato a venda na thesou-
raria das louterias, das 9 horas as 7, da
tarde, os bilhetes da segunda parte da
primen a lotera da matriz de San-Jose
desta cidade, cujas rodas andam no dia
20 do corrente me/.. Thesouraria das lo-
teras ."> de marco de 1856. O escri-
vo, Antonio Jos Duartc.
PARA LUTO.
Apronta-se dentro em ~> das vestuarios
completos de merino por mdico prego,
na rua Nova n. 52.
tC.% quem Iralar.
| N, Na fabrica ira
anceza de calcado, no aterro
\ da Boa-Vista n. 52,
aotmilte-sc aprendizes de 10 l(i annos de idade,
cnu preferencia orphAos pessoas que tiverem
meninos note caso, sirv. n-se dirigir fabrica ci-
ma rerarida para tomar onhecimenlo das condiedes
clavrar o compclcnle coutraclo.
Attenrao.
Alnga-seo segundo andar do sobrado da roa do
Jard'.m a.71, com bstanle romaodo para grande
familia, e basla.ite fresco : 6j pretendenles proco-
rein uo pateo do Carras n. 9, primeiro andar.
Associjcao Coniniercial
," Benefcente.
commissilo encarregada pela Associacao Com-
ercial Bencficentepara distribuir soccorros sclas-
/rfses necessiladas do bairro do Kecife, faz. saber a
quem se adiar nessas circumstancias, que pude pro-
eorar a qualquer de seus memhios em suas residen-
cias abaixo designadas a qualquer hora. A commis-
sao otando disposla a Bao se poupar a quaesquer es-
forc., para bem desempenbar a iniasQo que lio foi
confiada, roga as pessoas que tiverem conliecimento
de que qualquer pessoa cm suas visinhancas se aclia
no caso de precisar de sorcorro, mas que'por qual-
qaercircumstanciano opossa solicitar, qoeiram ter
a bondade de assim Ih'o indicar, afim de prompla-
mentescrem ministrados os necessarios auxilios.
Antonio Alves Barbosa, rua de Apollo B. 30.
JosTeixeira Bastos, roa do Trapiche n. 17.
Jo,lo da Silva Recadas, rua do Visario n. 4.
AUHEMtAMENTO.
A loja c armaze. da casa n. 55 da roa da Cadcia
do Kecife junto ao 'a :o da Conceiran, acba-se desoc-
cupada, c arrenda-se paia qualquer esiabelecimenlo
em ponto grande, para o qu.il tem commodos sufli-
cicntes : os pretendenles enlender-se-hao com Joao
Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma roa.
Na casa da residencia do Dr. I.oureiro, na rua
da Saudade, defrnnledo Hospicio, precisa-se de urn
ama de leile, forra, qoe nao Iraga comsigo o filho,
que liver, de peilo.
Passa portes.
Tiram-sc passaporles, despacbam-se escravos e
correm-se folhas ; para este lim, procure-se na rua
do Queimado n. i">, loja de miudezas dn Sr. Joa-
quim Monlciro da Cruz.
l'recisa-se de orna ama de leite sem filho e que
leuba bom leite, promelle-se o bom Iralameolo : a
tratar na rua do IJueimado n. I i, primeiro andar.
No aterro da Boa Vishi
precisa-se de um bom oflicial deloinciro, que enlen-
da perfcilamcule de saa arle.
Pelo presente protestamos denun-
ciar de todas as pessoas que venderem bi-
lhetes de lotei ias do Rio de Janeiro, Uo
da 20 do prximo me/, de abril cm diante
tanto pelas ras como em qualquer casa,
pois que nao adiamos justo que para p-
dennos vender paguemos o oneroso im-
posto de 1:200.s000 por cada urna das
nossas lejas e tendamos urna lianca na the-
souraria gcral, c lircncadoIllm. Sr. Dr.
(befe de polica, ao passi que outros a1
oossa sombra os vendam m o maior es-
cndalo infringindo ass' ,i !ci, c tirando
^ipiaes pagamos o
cife 18 de marro de
I85U.Antonio Jos Rodrigues de Souza
Jnnior
ESTRADA DE FERRO.
Membios da commissao para a distribui-
cio das aeces.
Os Srs.0 E\m. copselheiro Josi lien-
to da Cimba Figueiredo.
Barao de Camaragibe.
Commendador lianoel Gonralves da
Silva.
Commendador Luir Gomes Ferreira.
Alfredo de Mornav.
Em COnsequencia das distancias cm
que moram alguuas pessoas (pie assigna-
ram accoes da companhia da Estrada de
Ferro, e adilliculdade de (cachar porta-
dores neste tempo de epidemia, (ica o
tempo que se marcou para sefa/.era en-
trada de nma libra ou res 8,s888, poi-
cada accSo, transferido para o dia i de
abril, depois do rpial a commissao encar-
regada da distribuicao das accoes nao re-
cebera' mais pedidos.
Precisa-se de alugar urna ama de leite: na
praca da Independencia n. 36 c :1X.
da
riKLICACAO cientfica.
Achanta no prelo as INSTITUIGOBS DE 1)1-
REITO PUBLICO ECCI.ESIASTICO pelo lir. Joa-
quint N illela dc.CasIro Tavaics, li>nle da l-'aculdade
de JJircilo desla cidade : e por estes dias sera dislrui-
do pilos Srs. suluarfiptores o irnneiro totume d'csla
inlereasanle obr ara imprcsso da qual os editores
se nao'lcn po > sacrificio algUB, leudo so-
mcnie nitTmu .'senla-la ao publico ntida e as-
seadamenle impressa, em bous lypos e oplimo papel.
Esse volume, pois, contendo de :IlH) a 340 pagi-
nas, em elegante formato, arhar-sc-ha a venda do
dia 10 de fevereiro em dianlo, na livraria dos edi-
tores. nanlo de l'rcibu cVC. esquina do Collegio
n. l11, ao preco de Hnnhi res, para os nao auignan-
tes e alii, bem corno em mao tas pessoa que se en-
carregaram de agenciar asaignatnra*, ser distribui-
do aos Srs. subscriptores, mediana a entresa da
primeira prestado da sua atsignalura (5jO0 reis; e
ficando asegunda e ullfma prestacao de igual quan-
lia, para ser paga na occasiao da entrega do segun-
do totume, quejase acha no prelo; reiebeudo an-
da este anno o terceiro e ultimo Mame sem maisre-
tribuirlo algoma.
Aquellessenhores que qui/erem anda sobscrever
poderao faze-lo nesta provincia na livraria dos edi-
tores e em casa das pessoas cuca regadas da subs-
cripc/io, e em outras provincias cm casa dos respec-
tivos agentes, ate a publicacan do segundo volume ;
por quanlo d'essa daia em dianle a obra somenle se
vender por I.VcOOO reis o exeniplar.
Em face das enormes despeza que sao abrigados a
tazar com a presente imprattan, nao pndem os edi-
tores dallar de exigir dos Sr>. subscriptores (sem
exeeprSo ) a immediata entrega de sua respectiva
prestacao logo que Ibes seja apresentado o primeiro
volme ; poique do contrario, ver->e-ham ana ne-
ccssidadc de suspender por ora a impressao dos
Ricardo de FrtUat i\ C.
Trecisa-se de urna ama de leite, pag-mdo-se
muilo bem : na rua estrella do Itosario n. 35, casa
do desembargador Rabello.
Ollcrcce-se urna ama para casa de hornera sol-
Iriro para o servic. de portas dentro, ou para tra-
tar de menino, a qual aliaf.c.i sua conducta : atrai
da matriz, da Boa-Vista n. 31.
No dia a) d corrente desencaminlion.se da rua
do Crespo um quarlab prelo. ferrado anida de fresen
na anca do lado direito, lera una nulo branca, e a
cabecj eslaqueada, eondnzia dous eassne com va-
rios objectos de molhadus : quem delle der noticia
na rua do Crespo, loja da esquina que vira para a
rua da Cadeia, ou uo eugeuho S. francisco da Var-
rea, sera recorapeosado.
Aloga-se um silio moilo perto da prac^a por ser
logo ao sabir da Soledade para o Manguind, com
nao poucos arvoredos de fruclo, chaos prupnos, com
grande casa de sobrado e solfio, tuda emidrarada,
leudo um algrele na frenle, lodo murado c eugra-
dado com dous porloes de ferro e qualro columnas
com lees, c nofuudo oulro parti, duas estribaiias.
e duas corheiras, casa para prelos c co/.inha, um
poco d'agua de beber e laoque para baiiho a quem
convicreste arrendainenlo, dirija-se a mesmo silio
a qualquer llorado da, a tratar com o seu proprie-
lario.
I'rerisa-c alugar um prelo escravo para servir
em urna casa de homciu solteiro, e que seja fiel : a
Iralar na rua do Queimado, loja n. -20.
Ullcrece-se um rapai porluguez para caiieiro
de (aberna ou oulro qualquer eslibelecimeolu, para
lomar coula por bataneo ou sem elle, para o que lem
bastante pratica : quem de sen prcslimo se quizer
iilili,ii. dirija-se a praca da Independencia n. 34.
que achara com qnem Iralar. \
l'recisa-se da om homein porluguez que enlen-
da perfeilamenla de ceifai c Nender capim de plan-
ta, c mesmo se alagam alguus cscravos mensalinen-
le, que saibam do servir de campo, afim de tratar
de um sitio jt plantado de espira, no lugar da Mag-
dalena junto a estrada nova, que vai p.ira o Cachau-
ga : a fallar oa roa do Hospicio o. 51, Boa-Vi>la.
l'recisa-se (logar 4 escravos, pagando-se 2(1;
mrnsaes, e d-se o sustento : na pad.ria da roa Im-
perial, defrontc da fabrica de sahao u. 17.'!.
Afleiu-ao.
Nao lendo havido lugar a reuniao dos credores do
ca-al de N. Gadault no dia 17 du corrale por falla
do cAmparecimenlo de parle dus mesmos senhores
credores, o comolde Franca convida para o n~esmo
lim a lodos que se julgarcm aesse ca>o, pediudo-lhes
instantemente qoe uao dcixem de comparecer na
chancellan,! do mesmo consulado no dia (i as 10 ho-
ras da manhAa.
O Dr. l*io Aducci, medico operador, italiano,
leudo chegado nesla capital cm commissao do gover-
no para tratar os docnles do cholera, participa ao
reapeitavel publico, que se acha promplo a lodos os
pedidos, lano de dia como de noilc. 0 seu folbelo
sobre o tralamenlo ito cholera, impresso na Babia,
se acha a venda na sua morada. A sua especialidade
be partos, iloeucas dos olhos e vias ouriuarias, e para
eslas ultimas possue ferros totalmente novo* para
sanar todos csreslringimenlosde uretra. A sua mo-
rada proviso': no hotel inglez, rua do Trapiche.
Compra*
Compra-se um moleque de 12 a l(i annos para
urna eucommenda : na rua da Senzala Velha n. 70,
segundo andar.
Compra-se urna preta, que seja boa cozinbeira :
lia rua do Collegio n. 33 I." andar.
Compi-am-se notas do Banco do Bra-
sil : na ruado Trapiche-Novo n. iO, se-
gundo andar.
SSen&irS,
Parioha de
iiiaiididca
Na rua da Madre de Dos n. 2, vende-se superior
familia de mandioca, em saccas de alqueire velhe, e
Ires quartas e mcia a (>5 e 53500.
Cobertores <
800
le ulffodo a
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. -20
.r do Amorim : (raase na rua Bella n. 5.
SUBES,
l'recisa-se de om forneiro :
Direita u. (19.
na padaria da rua
com fabrica de lartarngue.rn na rua das Trincheiras
B. 1, participa ao respeilavel publico e principal-
mente aos scus freguezes, que recebeu pelo ultimo
navio de tranca um rico sortimenlo de penles de
tartaruga para alar cabello, fazenda muito superior
e muito variados gostos, assim como tambem ricos
peutes de massa tambem para atar cabello ngindo
tartaruga, muito bous pentes de alisar cabello, de
tartaruga, assim romo marrafas para menina, ludo
por menos preco do que em outra qualquer parle.
Massa adaman-
tina.
Francisco Pinto Ozorio sangra, lira lenles e chum-
ba com a verdadeira massa adamantina ; e-la nova
prepararlo superior a todas quanlas tem apparecido
ale boje, qoe alm de petrificar em menos de um
minuto, lira o denle com a mesma cor natural e cm
perfeilo estado como que nunca livesse ruina, tam-
bem applica venlosas pela allracrao do ar. tendo
para esse lim apparelho completo"; assim como ou-
lro para tirar leite de peilo em senhoras que mul-
las vezes se loma bastante til pelo mal que causa
a retenrao do mesmo ; tambem tem muilo superiores
limas para aparlar os denles, que vende por barato
l>reon ; pode ser procurado para esles filis, na rua
eslreita do Rosario n. >.
Avisa-sc aos devedores do imposto de decimas
das Ireguezias do Kecife, Santo Antonio, S. Jos,
Afogados e Boa-Vista, e do imposto de por cento,
lodo do anno financeiro de 18541855, que as rela-
tues de seos dbitos ja se acliam em juizo, onde se
Ihes concede o prazo de 15 dias para pagamento es-
pontaneo, com guia do procurador fiscal, que pode-
rao procurar na residencia do memio, na rua Nova
n. II, segundo andar.O procurador fiscal,
Ouer-sc alugar um eaerava para servico de
casa: a tratar na rus do Trapicha n. tfi, segundo
andar.
SEGUROS.
A ilirccrao ila companhia do Seguros ludemnisa-
ilora, convida aos senhores accionistas a rcunirem-
w cm assembla gcral extraordinaria na dia ( do
correle, ao meio-dia, no respectivo eirriptorio, rua
do Vigario n. 'i. alim de resolver sobre os objectos
que lem de Ibes ser prsenles. Recite 211 de marco
de I85G.Os direclores, Joao Ignacio de Medeirns
llego, Alberto l-'orster llamn, Joao da Silva Re-
gados.
Atteneao.
De bordo do vapor PABANA' desen-
caminbou-se um baln'i com as iniciaes
E. XV. : se algtun dos senhores pnssage'i-
ros que aqui desembarcaran! <> live por
engao conduzido cm suas bagagens, po-
de indicar por este DIABIO asna mora-
da para sei procurado, ou lera bondade
de mandar avisar na rua do Pilar sobrado
n. 8."j, do (pese Ibe (cara' em agradeci-
mento.
rs.
Vcndcin-se cobcrlores de algodao grandes a K00
rs., panno a/ul fino para farda a 3)600 o rovado :
ua rua do Oueimado n. 5.
v elas de cera de car
n tuba.
Na rua do IJuoiinadn n. (>9, loja de ferragens, ven-
deni-se velas de cera de carnauba, em caitas de 10
a 00 libras, por diminuto prejo : quem precisar
aproveite a occasiao.
Vende-se a loja de calca lo da rua do l.ivra-
mento n. 1 >, com pc.ucis fundos, a dinheiro ou a
prazo, dando o comprador intil as ledras : a Ira-
lar na mesma loja.
Vende-se cal de Lisboa para caiare desinfectar
casas, a rclalho, por preco coimnodo : na rui da
Seuzala Nova n. i.
Vende-se a loja da rua Uircita n. 13, muito
propria para loja de barheiro, ou mesmo para quem
queira negociar com bilhetes ou oulro qualquer es.
labelecinicnlo que nao seja de grandes fundos, estan-
do esta casa cora lodj o aceio possivel ; faz-se todo
negocio : os pretendenles podem culeuder-sc cora o
dono da mesma loja.
Vcude-se una prela boa coziuheira e cngoni-
niadeira : na rua Ibreila n. GG.
Vendein-se tres vaccas de leite, crioulas, do
paslo, paridas ilc pouco, dando Iraslaule leite : ven-
dem-se por uao se poder ter : oas Barrciras o. i. se
dir quera vende.
fOllllUllSIN
PARA^MRENTEANNO.
lolliinbas de aljjibeira contendo o al-
ma na k administrativo, mercantil e in-
duslrial desta provincia, tabella dosdirei-
los paroebiaes, resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes e municipal"'. extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, remiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
mentos c exportacaO da provincia, por
500 rs.cada urna; ditas de porta a ItO;
ditas ecclcsiasticasou de padre, coma ro-
sa deS. Tito a M)0 reis: na livraria n. 6
c 8, da praca da Independencia.
IXovasjoias.
Os abaixo assignados, com loja de ourixes na rua
do Cabuga n. II, conrronle ao |iateo da matriz e rua
Nova, raxem publico, qae eslao recebendo continua-
dainenle muito ricas obrasdeouro dos melhoies gos-
tos, tanto para senhoras como para homein e meni-
nos ; os precos conlinuam mesmo baratos, e passa-se
cotilas com responsabilidade, especificando a quali-
dade do ouro de I i ou 18 quilates, Picando assim
saleiloses mesmos por qualquer duvida.
Seraphim & Irmao.
Af) BARATO!
Na rna do Crespo, loja n. i, vendem-se por todo
o prero lateadas de primeira qualidade, para acabar
nao se olha a preco.
Carapitanga.
Vende-se muilo hora peie ecco carapilanga.:
na rua do Oueimado, loja n. U.
Oh que pechincha !!
Vende-se rasemira prela muilo fina, pelo b.iralis-
simo preco de 55 o corte de caira : na rua do Cres-
po li. 5.
Chapeos ile sol de seda a SJJOOO.
Na tai do Crespo, loja n. 5, vendem-se cha pena de
sol de seda ile minio boa qualidade, pelo batso pre-
co de 5j cada um.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimentode moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, c taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Quem quizer comprar um carro
americano de quatro rodas, com asientos
para duas pessoas, tertdo arreios e cava lio
muitoardigo: dirija-sea rua do Trapi-
chen. 40, segundo andar.
Farinha de mandioca.
NoarmazcmdoSr. A. Aunes Jacume tires ven-
de-se superior familia de mandioca em saceos gran-
des ; para poreSes traase com Manoel Alves Guer-
i, ua rua do trapiche n. i.
VIRASOAS E CRIDES.
1 m lindo e variado sortimenlo de moriellos para
vareadas e gradarlas de gosto modernissimo : na
fundicao da Aurora, rm sanio Amaro,e no deposi-
to da mesma. na rua do Brum.
IECHANISMO PARA ERGE
NHO.
NA FUNDICAO DE FEKI'.O DO ENGE-
N1IEIUO DA VID W. BOWMAN. ,\A
KUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimenle jeclos demeibanismosproprios para en^enhos.Msa-
Iwr : moendas e meias moendas da mais moderna
conslrurrao ; laivas de ferro fundido e batido, de
uperior qualidade e de lodos os lamanhos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de lodas as propor-
roes ; crivos e boceas de fornalbae registros de bo-
eiro, aguilhcs, bronzes, parafusos ccavilliDes, moi-
nho de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FUNDICAO.
se executam todas as encommendas com a superior
ridade jronhecida, ecom a devidapiestezae com-
modidade em preco.
C. STARR & C.
respetosamente anniinciam que no sen extenso es-
abclecimenlo cm Santo Amaro.contiunam r.ibricar
com a maior perfeirao e promplidao. loda a quaida-,
de de marbiiiismo para o uso da agricultura, na-
vegacao e manufacture; c que para maior commodo
le seus numerosos l'reguezes e do publico era gcral,
leem aberle era um dos graules armazens do Sr.
Mcsquita na rua do lirom, atraz du arsenal de ma-
n li ha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito seu eslabelccimeulo.
All acharau os compradores um cmplelo sorti-
menlo de moriida* de calina, com lodos os mclhora?
m,,,,(..- (nlguna dclles hoyos c origior.es) de que a
experiencia de muitos anuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baixa e alia pressAo,
taixas de lodo lamanho, tanto batidas como fundi-
das, carros de mo edites para conduzir formas de
assucar, machinas para muer mandioca, prensas pa-
ra dito, fonin- de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais approvada construcrao, fundos para
alambiques, crivus e portas para fornalhas. e urna
infinidade de obras de ferro, que seria enfadunho
enumerar. No mesmo deposito eiisle urna pessoa
intelligenlc e habilitada para recebar lodas as en-
commendas, etc., ele, que os anuunciaiiles contan-
do com a capacidadede suas ollicinase machiuismo,
e pericia de seus oiliciaes, se compromcllem a fazer
exccular, com a maior presteza, perfcir.lo, ovarla
conformidade cora os modclosou dcseubos,c inslruc-
(Oea que lhes forem fornecidas.
Em casa deN. O. Bieber&C, rua
da Cruz n. \, vende-se :
Lonas da Itussia.
Brinzio.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de tuna duzia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos e cornetas.
Por commodos precos.
Moinhos de vento
omhombasderepuiopara regarhortase baixa,
dr capim ,n a fundicao de W lio man : na rua
do Brum ns. 6, 8ei0.
Vende-se um arreio novo para ca-
briolet, muito bom e barato: na rua da
Cruz n. 2G, primeiro andar.
Na fabrica de sahao da rua Imperial se vende
muilo nova e superior madeira de pinho em pran-
choe de I i pea de comprido, 9 pollegadas de largu-
ra e 1 de gtossura, a \"- a duzia.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baratissimo prero de 1SJMO o par, ditas de al-
godao pretas a 640 o par : na rua do Queimado.loja
de miudezas da Boa Fama n. 3o.
Sal do Ass
Cousas finase de
hons gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com plomas, bulla, e
espellio a ir. luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a 19800 o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para huracm esenboraa lJiO, di-
tas de tunal prela e com bordados de cores a 800
rs. c I5JO, ditas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as ron para hornera e seubora a 300 rs., ditas
para meninos e meninas muito lina fazenda a 320,
lencinhos de retroz de lodas as cores a 19. toucas de
la.1 para senhora a blO, pentes de tartaruga para
alar cabello, fazenda muilo superior a '>, dilosde
alisar tambem de larlaruea a lis, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello Miniando muito aos de
larlaruga a l?'i80, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo superior a :120 e .mxi rs., lindas meias de
seda pintadas para crianras de 1 a :i annos a llHOO
Upar, ditas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para criancas de 1 a 10 anuos a -V2Q o par. s-
pelhos para parede com excellentes vidros a SM,
700, 1/ e IB'JOO, toucadorescom pes a IjOO, litas
de M-lludii de lodas as cores a 100 e i io a vara, es-
covas finas para denles a 100 rs., e finissimas a ~iOO
rs., dilas fniissimas cora cabo de marfim a 1;, trun-
Cas de seda de lodas as-cores e largoras a :i_'n, 400 e
AH) rs. a vara, sapaliuhns de laa para enanca* de
bonitos padres a -240 e MO, aderecos prelos pare
lulo com brincos e alfinetes a 1c\ toucas pretas de
seda para crianras a 1?. travessas flasqueseusam
para segurarrabellu a I1, pistolinhas de melal para
I crianras a -J00 rs., galheteiras para azeite e vinagre
a u-jnii. bandejas muilo finas e de lodos os lama-
nhos de 18, 2S, 35 e 45, meias brancas finas para
senhora a lt) e 320 o par, dilas pretas muilo boas
a 400 rs., ricas caixas para rap com riquissimas es-
lampas ait e J? >IH), meias de seda de cores para
homem a liiO, charoteiras muilo linas a 2$, cssies
para bengalas a 40 rs., paslas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armsco de ac prateados e dou-
radosa 610, 13 e I.vJIk). lunetas com aro de bfalo
e larlarnxa a 500 rs. e 18. superiores e ricas benga-
liuhas a -'^. c a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallu pequeos c grandes. lazenda muilo supe-
rior a hit), H00,18. lSOO, 18.500 e ;, atacadores de
cornalina para casaca a 390, penles muilo finos para
Mise a ,500, escovas linas para cabello a i40, ditas
para casaca a tiiO, capachos pintados para sala a
K40. meias brancas e cruas para homem, fazenda
superior a 160, 900 e-240 o par, camisas de meia
muilo finas a 15 e 1800, luvas brancas encorpadas
proprias para montana a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas ahorca-
duras de madrepcrola e de oulras militas qualidades
e goslos para colleles e palitos a 500 ri., furias dou-
radas para calcas c colleles a 120, ricas filas finas
lavradas e de lodas as larguras, bicos lnn-.imo- de
huilln- padrees e todas as largoras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, tesouri-
nhas para costura o mais lino qoe se pode encontrar.
Alm de ludo isto outras muilissimas cousas muilo
proprias para a reata, e que ludo se vende por pre-
ro que faz admirar, como lodos os freguezes ja sa-
brm : na rua do Oueimado, nos quatro cantos, na
bem condecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ltimamentechegada, as-
sim como polassa da Kaesiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo n. 11.
Vendem-se em casa de S. P. Jobns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglczes.
Relogios patente ingles.
Chicotes de carro e de montara.
Candicirosc castiracs bronceados.
Lonasin;lczas.
Fio de sapaleiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barril de graxa n. 97.
VinboCberrv em barril.
Camas de ferro.
Cobcrtoies de aleodo.
5endem-se cobertores de algodao sem pello a 18.
panno azul fino para farda a 23t00 o rovado : na
,ua do Oueimado n. 5.
Couros de cabra.
Vemle-se um resto de cooros de cabra, ismila gran-
des e bons : na rna da Cadaia do Racifc n. 37.
PAKA OS SENHORES KM TOANTES
Vendem-scna livraria ns. tiie 8 da pra-
ca da Independencia, o serjuinlcs lirroa
para as aulas preparatorias.; em francez :
Paul et Virginic, Telemaque. cm ingln;
Historia ofRome, Thompson : por pre-
cos commodos.
KOB I.AFrEi:tElR.
numen aulnrismdopor aleono ato conietka rrU t
decreto imperial.
Os mdicos doshospiiaes recommendam A.SHSJ
de l.ailei lem como sendo o nico anlmisadj pela
goveroo, e pela real sociedade de mido um. tale
medicamento d'uiu goslo agradavcl, e fcil a tonsar
em secreto, esla em uso na mannha real desde man
de UO auno-; cura radicalmente esa psaaro tenap*
com punei despeza, sem mercurio, as eercsda
pelle, impiugens, as eonsequenrias das sarsuM,nSee-
ras, e os arcidenles dus parios, da MalSS rnlKa,
da acrimonia hereditaria dos humores; eaania) as
calarrhos a beehiga, as routracres, a fraaaeu
dos orgias, procedida do aboso das injercoe na do
sondas. Como aoli-svphilitico, v arrobe cara cea
pouco lempo os Husos rcenles un rebeldes, ene vaj-
veu incessautes em consequencia da esnaret* aa
copaiba, da cubeba, on das injeefues asta rentc-
seiilem o virus sem neutralisa-le. O erraba La-
llerieur he especialmente rrrommenda* contra m
doencas luveleradas on rebelde* ao mar cofia e ao
lodurelo de iwtassio. Lisboa. Vende-ae na nati-
ca de Barra I e de Anlonio I-rliciano Alvas da Ana-
vedo, piara de l>. 1'edro n. KX, onde acaba de cha-
gar urna grande porro de garrafas arandee e aa-
qoenas viudas direrlamenle de l'aris, da tasa da
dilu lto)\eau-l.allenrur 12, rna Hkliee a faris.
Os formularios dao-se gratis em rata do agenta SoV
va, na piara de II. Pedro B. s-2. PnrW,.'
Arauju ; Baha, Lima & Irmmit; Il
Soum; Kio de Janeiro, Radia A- Kilhas;
ra, loja de drogas; Villa Nava, Joao Pemra d_
Majaie Leite ; Kio Grande, Francisca de resalar
l.oulo \ C."
Vendem-se lio'ires de Aba>nthe e
Kirsch, esa caixas de I i garrafas cada
urna, ltimamente chegado de Franca, e
por barato prero : na rua da Ota n.
6, primeiro andar.
Veudem-se na serrara da rna da Praia a-il5,
praoches de pinho com 16 pe, ja' serradas a j fias,
e lambem se vendem na mesma serrara ontiaMs pe-
dras de filiar.
Vcndem-sc dous pianos fortes deja-
caranda', construccao vertical e cosn lo-
dos os melhoramcntos mais moderno*.
tendo vindo no ultimo navio de llambui-
go : na ruada Cadeia, armazrm n. *.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O uuicodeposiloronliBBaa ser na batir da Bar
lImlomen Francisco de Soasa, na rna tarjada I
rio n. 36; garrafas grandes59300 e peques
LIQU1DACAO'.
O arremalaiiir da loja de miudezas da rua dos
Quarleis n. 2i, qoereudn acabar as miudezas que
eiistem, vende barato afim de liquidar sera perda
de lempo.
Franja com hololas ara cortinados, peca 43000
*^i pautado, resma, (defiero)--------
Hilo de peso, resma
Ua de cores para bordar, libra
3000
iljOtKI
100
lijOOO
i;">00
210
210
-3000
2-yioo
2S100
39SM
21800
IjStNI
ROO
720
29500
19600
IMPORTANTE PARA 0 NJLICfl
Para rura de phlisica em lodos as seas fia
graos, quer motivada por conslipacoes, ta
ni.i, pleoriz. esrarro* de sangoe, dr da l
peilo, palpitarlo no coracSo. coqueluche, breo*bu
dr nagargaola,enlodas as molestias dos ergio pat-
monares.
REMEDIO IMCOMPARVEL.
Cypriano Fenelon Uuedcs Alcoforado.< No primeiro armasen de farinha de Irigo,
Aluga-se o primeiro andar de um sobrado no
palco de Sania Cruz, e na loja do mesmo eiisle para
vender-se dous raixoes com reparlimenlos para amos-
tras de gneros de taberna,que se entregara por qual-
quer preco : os pretendenles (al lem na roa das Ou-
zcs, sobrado n. 9.
A aula denominada Santa Rosa, que czislia r.
rua Augusta, paran ominada meninas, pelas lilhas
de l-'irmiuo .1. I-*. da Ilusa, miidou-se para a rua do
Vigario, segundo andar da rasa do Sr. Thomaz de
Aquino Fonseca Filho por cima de seu escriptorio,
anude receberao as meninas que seus pais Ih'asqui-
zerem confiar para ensinar u que saliera, e vera a ser
o seguinle :
I." ensinarao a ler, escrever, coular, ote.
2." coser chao, labyrinlho, cacundi-, bordar de sus-
to e acolcboado, marcar de lodas as qualidades.
,'l." tpele, lapecaiia, matiz, mieanga e ouro, etc.;
e (ainhem se Ui. qualquer destes" objeclos a feitio
por precos razoaveis. A aula principiou no dia I."
de fevereiro.
I'recisa-se de urna .una forra on captiva para
o servico de una casa de pouca familia, pagndo-
se bem se for do agrado : alralar na rua do Apollo
armazem de assucar n. 13.
Ainda nutra vez avisam os herdeiros de N. a-
daull aos credores ilo nir-mo, que bajam deapresenc
lar no prazo de 15 das suas cuntas no consulado d-
Fr.uiru, alim de que se nao rhamem a ignorancia
para o futuro, quando as pardillas tu esliveirin fri-
tas, e inteirados os herdeiros domicilia,!"- em Fran-
ca. Recife 21 de marro de 18'iti.
l'recisa-se de amassadores que cnlendam c se-
jam diligentes, pagando-se :Hr mensaes.
becco do lion^alves, vende-se a mais acredilada fa-
rinha em meias barricas, desembarrada em 19 do
corrate.
FAItlMiA DE TRICO.
No beeeo do Gonealves,armazem de Jos Daar-
te das Ncvcs, acha-sc a venda um bom sorlimcn-
lo das melhores farinhas do mercado.
taixas com farinha.
Vendem-se saccas com farinha o niilho ; na rua
da Cadeia n. 2:1, loja.
Vende-se na rua l>ireila urna armarflo envi-
drarada para calcados, e ua dita casa lem cnmmndo
para morar familia : quem a quizer comprar dirija-
sea rua d'Assumpeao n. l, que achara cora quem
Iralar.
Milho novo.
Vende-se a 39300 a sacca de milho : a'rada
t'.adcia do Kecife n. 3. J
Camisolas de pura l.'iassjiara pretos
Vrndrin-se no escriplorio de ^nlonio l.uiz de fJsV
veira Azevedo, rua da Cruz n. .
Guaran'.
\ ende-se guaran, as libras que o comprador qui-
zer comprar, por prero rommodo : na rna da Cadeia
do Herilen. 17, loja de miudezas.
Vende-se urna armacan con alguus gneros,
no aterro dos Afogados, propria para qualquer prin-
cipiante : a Iralar na rua da Cadeia de Santo Anto-
nio n. 2, taberna de loto Pedro Marques da Silva.
O mesmo a\ la com o fallecido Jos Francisco de Oiiveira, que
as apremiara aleo dia 30 do corrente raez ao mesmo
senhor cima.
Penlesdjtataio para alisar, duzia
I i mI.i-,ion cola- para calca, urna
tiroza de obreias muilo finas
Lencos de seda linos, ricos padrocs
C.aixa de linhas de marca
Meias para senhora por
Pcntesde tartaruga para segurar rabello
Crozas de ranetas finas para pennas
Hilas de boles finos para casaca
Meias prclas para senhora, duzia
Ditas dilas para homem
Lacre encarnado muilo fino, libra
Papel de cores, maro de 20 quadernos
Duzia de colleles
Espelhosde lodos os nmeros, duzia
Linhas de novcllos grandes para bordar
Ricas fitas escocezas e de sarja, lavradas,
largas 900
Meias cruas sem costura para homem 35:100
Dilas de seda n. 2, pera :180
Trancas de seda branca, vara* 100
Caias de raiz, duzia 19600
Pe^as de filas de eos ?
I.apis finos, groza 2S400
Cordao para vestido, libra IS2O0
Toacas de blonde para menino 1200
Chiquitos de merino bordados para menino llOOO
e oulros muitos artigos que se (urnam recom metida-
veis por suas boas qualidades, e que nao se d uvidara
dar om pouquinho mais barato a aquellc senhor lo-
gista, que queira a dinheiro comprar mais. barato
do que se compra em primeira mo.
CORTES DE CASSA PARA QUEM ESTA- DE
LUTO.
\ endem-se corles de cassa preta muilo miuda,
por diminuto preco de 23 o corle, ditos de cassa chi-
ta de bom goslo a 2?, dilos a 23400, pads/es france-
zes, alpaca de seda dea-iatiros de todas as qualida-
des a 720 rs. o covado, lila para vestid o tambem de
qoadros a iSO o ci.vado ; lodas eslas Vazeudas ven-
dem-se na rua do Crespo n. 6.
Peiiiia de c;iia.
Vendem-se muilo boas pennas de eras : na rua
da Cadeia do Recife n. 57.
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac saperiorem garraf. -: na rua da
Croz u. 13.
Vende-se um cabriole! lodo piulado e forrado
de novo, com arreios, he bstanle leve, stfguro e bo-
nito: para ver, na rua do Hospicio, equina do Ca-
rnario, loja do Sr. Candido pintor de carros), e a
tratar, na roa do Collegio n. 21, primeiro andar.
PILLLAS HOLLOWAY
Esle ineslimavelespecificn, compvsto ioleiiansia
le de hervas iiiedicinaes. au comean mercera, neta
al-uina nutra sobslaocia delrrlerea. Benigna a man
lenra infaucia, e a compleirae man delicada, he
-----t;.7"'> i-uah-entr proni-'- itim para lUoatiaiaal o snai
2-)700 na cumpleirao mais robu.la ; ha mleiramaale laaa
cenle em suas operaroes e efleilo- ; pois baara e re-
mos e .is.doencas da qualqoer especie e crea, pe
mais antigs e leares que sejam.
Entre militares de pessoas curadas re m este re-
medio, nimias que ja eslavam as perla da marte.
preservandu em sen aso, conseguir montar a
saude e forras, depois de haver lenlado iaalilmente
todos os oulros remedios.
As mai- a I Hielas nao devem enliegar-se a i
r.n ,in ; faram um competeule ensate des
eilriln desla assuinhrosa medicina, e prestes rea-
peraroo beneficio da saude. '
Nao se perca lempo em temar >*ie remedie para
qualquer das -e-uinte-intci innl.i.U- :
A bordo da escuna iijosco vende-se sal do Assu',
ou a Iralar com Anlonio de Alraeida Comes, na rua
do Trapiche n. 1(1, segundo a.
SEMENTES.
Sao chegadas de Lisboa, e acham-se a venda na
rua da Cruz do Recife n. 62. laherna de Anlonio
Francisco Marlns as seguinc.f semenlesde horlali-
ces, como sejam : ervilhasl i-', genoveza, e de An-
gola, feijilo carrapalo, n'no. pintacilgo, e amarello,
alTacerepolliuda e altama, *.ilsa, tomates grandes,
rbanos, rabaneles brancos 'iicarnados, nabos ro-
so e branco, senoiras hranc e amarellas, couves
Irincbuda, lombarda, esaln sbela de Selubal,
segurelha, coenlro de bwiceii repolho u pimpinela,
e urna grande porcilo ile dilUrenles semenles, das
mais booilas flores parnjardins.
Vendem-se saccas de fcijiin mnlatiuho muilo
novo, velas de carnaiuia de composicHo da tnelhor
fabrica do Aracaly, pclles de cabra, esleirs de na*
Iba de carnauba muilo boas, ludo por prero commo-
do, assim como saccas grandes com milho a :l-W)0 :
na ruado Vigario n. ,'>.
Vende-se aro cm cviihctesdenm quintal, por
preco muito commodo : no armazem de Me. Cal-
moni Companhia,praca do Corpo Santo n. II.
Em casa de lleniv liiiinnrS, C., na
rua da Cruz n. I", ha para vender um
grande sorlimento de ouro do melhor
fjosto, assim como relogiOS de ouro de pa-
tente.
engenho*.
ferro de D. W
do Brum.passan-
Vccnlc ule m-pile pteos.
Alporcas.
Aiiipolas.
Arelas mal .1' .
Aslhnia.
Clicas.
Convulstics.
Dcbilblade ou eslcnua-
co.
""bilidade ua fai.tr e
forras para qualquer
enana.
rV-inlen..
Dar de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Eiitcrniidades no ligado.
venreas.
Envaqueca.
Ervsipela.
Febres biliosas.
ulermitlenles.
Relo^ios
ing eies de pa-
tente,
Taixas para
Na fundicao' de
Bovrmann, na rua
do o chafariz continua haver um
dompleto sortimenlo de taixas de ferro
idido e batido Je o a 8 palmos de
:a, asquaes acham-sc a venda, por
piteo commodo e. com promplidao' :
emharcam-se ou cnregam-se em carro
seo despe/.a aoctlhipradtr.
Vende-se por 40 rs. o tratam cuto da
cholea-inorhus ; na livraria n. (i e 8, da
praca da n I pendenc
o* melliurc. fabricados em Inglaterra: em casa de
llcnry i iilisn". rua da Cadeia do Recife n. .*i2.
uelogios de ouro
inglezes
de ptenle, dc sabnnele e de vidro : vendem-se em
rasa de Augusto C. de Abreu, na rua da Cadeia do
Recife n. 18, primeiro andar.
Cartas france-
zas.
Vendem-se superiores cartas francez.is para vol-
larrle a VKI rs. .i baralho : na rua do Qo cmado,
loja de raimlczas da Roa Fama n. 33.
Acham-se expostos a venda relogios
de ouro esmaltados inuilo lindos para as
senhoras de hom gosto, chegados pelo
ultimo navio de Franca,
muito commodo: na rua
2(i, primeiro andar.
Farinha -iu mandiora.
\ ende-se a mais superior farinha de mandioca, em
saccas de alqueire, medida velha : na rua da Cruz,
escriplorio de Anlonio l.uiz de Oiiveira Azrvedo.
Meias de la curias e
coiupridas.
Vende Antonio l.uiz de Oli>eira A'.evado, no seo
escriplorio, uta da Crns n. 1.
Vende-se urna porcilo de gado, vaccas, etc. :
no sitio do rapito Barrea, na estrada dos Aflliclos,
ou uo collegio da Concn.jo na I iniai incii j.
e por preco
da Cruz n.
Febre loda especie,
(.ola.
Ilrmiirrhoidas.
llvdropisia.
Ictericia,
lndigcslites.
I II Mallll.l.M.i...
I r ir. u lar idade da I
trnjrta._
Lombrigas de Imlaespe.
ci.
Mal-de-pedra.
Manches na calis.
"bslrur.aodc .cure.
I'hlisiranii ronsa>*>
pulmonar.
Hetencao d aurina.
Rheonutisne.
Sv m ploma secaadarios.
temores.
Ticodolaroso.
I leers.
Venere* nial.
*
Vendem-se estas pillas no eslabelecimenle
dc Londres, n. SM, Slran, t na laja de leaos ee~
bolicarius,droguistase oulras pessoasenrarreaanaa
de sua venda era lada a America do Sal, IIarana a
llrspanlia.
Veude-se asbocelinhas aSOO rs. Cada nasa della
conten urna instrurrAo em purtaguez para espiarse
o modo de se usar denlas pillas.
O deposito gcral he em cas.' da Sr. Son* rbar-
macrulico, na rua da Cruz n. _'_!. rm
buco.
ggffXf fwfopi.
Fugio no dia Ifi do rorrete n oesro Ja
de 10 annos, pouco mais oo menos, groas
talura. inebrado da verilha direita, caja i..
he muito vulumosa; levou camisa eccroala deolfiai
riscado de azul ; fogio para esta cidade : tnataa a
pegar leve-o ao collegio da Conreirto. na 1 aaseri-
neira, que ser recompensado.
No dia I.", do rorrente mez fagia .la ea%* de sea
senhor um mulato por nome Savenno, qae Itpreaina
la ler -JO annos de idade, eslatara regalar, ches" da
corpa, haslanle claro, sem b.rb... mato roas aterra-
de bexigas ; Ir > camisa de baria, ralea de alendan
e um tarraja de pelle de earneiro com algaras napa
branca, he naiorl do Brejo de Arra, a foi eseraoa
do Sr. Manoel Francisco Alves C-ami : raga-sa a
qualquer rapilSo de campo ou quem quer eee sefa
que dclle liver noticia, o favoi de o resarller a eeaj
senhor l.uiz Jos da Costa Amorim, no Recife. rua
da Madre de Dos n. >, qae alrm das deipeim sa
gratificara os portadores.
Attenfo.
Anda coniina a estar fgida desde odie 17
do mez prximo p .ssado a eaerava Joaeaina, dtVs>V
ciio, ecm os siguaea seguinles : alta, serr (Vara de*-4
carnada, pernas arqoeadas, poucas ve tes oeiia a ra-
chimbo ; a qual negra fogio^BrrrompAiihia de ata
soldado do dcimo balalha.o por nome Manoel Joa-
qun) da Silva, o qual rrioulo. moco, a aja-aaaa
cousa relavado ; a dita scrava foi por maitas anwr,
rapliva de urna senhort viuva, moradora esa Panel-
la. de Miranda, a qual senhora anda estse na
mesmo lugar, c a esera \a lem um filho ah forro :
por lano pede-se a loda s ,is autoridades pnlinje a
capilar- de campo a raptnra desla erras a. leva
a rua da.(.loria, na Ko..-Vista, casa n. t*i.
MUTILADO
ILEGIVEL
Fogio no dia 11 ,1o corrrnle um preta
chamado C\priano, iilade HOranlos anne*. t,
cara opada, alguma ronsa rorcorvado, barrica gran-
de, levou caira de algodao hranro i:ro*ao. ransa do
incino pannu. j.iqnria de rhila prela rom osa car-
dan bronco, o qual ja foi vislo no Poro da Pan*Ha :
roga-se a quem o pegar leve a roa Idreila a. (9.
Fugiu do engenho Qoianmho. no da I de fe-
vereiro prximo passado, um moleque que represm-
la ter 10 anuos, rr' .ubi. de nome Joaooiaa, lem a
edr bem preta, rosto comprido, pernas finas, levan
camisa de baria encarnada e nolra de algasias atel,
e ralea tambem de algodao atol : qaem a appnhta
der, leve-o ao metieionado engenho, ee a raa da
Apollo ii. II.
Contina andar fgida a prela Meiencia, ni-
oula, idade de ^S a 30 annos, |hiuco mais enarene*
com os sigoae-aveguintes : falla de denles aa frenle
urna das orelhas rascada proveniente tas arnaco*
quem a pegar leve-a a rua Hram, armazem d
assucar n. 1J, que seta bem (ralifirado.
l'ERN. : TVP. 1>B M. F. UB FARU. I8*


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