Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07318


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Full Text
V
?
AUNO XXXII. N. 77.
Por o mezes adiantados tyOOO.
Por mczes vencidos &&500.
SEGUNDA FEIRA 24 DE lAIC* BE IUC
Por anuo Mantado IS|M8.
Porte Crneo ("'> > siiiWnptol.
-NCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' KO NORTE.
Parahiba, o 8r. Otrvazio T. da Natividad* ,- Naisi, o 8r. Joi-
Suim 1. Pereira Jnior; Ararat;, o Sr. A. *e" Lemoi Brasa'
!ri, o Sr. J. Jos da Oliveira ; vi mnImo, o !>r. Joaquim Mar-
Ki Rodrigue*; Piauhj, o Sr. Domingos Hereulano A. Pessoa
rente; Para, o Sr. Juliano J. Kamoa; Amazonaa. o Sr. Jer-
nimo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda i lodoi 01 dial.
Caraira',Bonito l Garanhun: noldiail a 15.
Villa-Bella, Boi-Visla.Exu'iOurieury : a 1328,
Goianna Parahiba : legundaa leilai-feirai.
Victoria Natal i naa quinlai-fdrai.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES KA CAPITAL.
Tribunal docommercio : quarlaae labbadoi.
Kel.ir.mi tercas-feirai e lahbadoi.
Fa/enda : quarlascsabbadoi ai 10 horai,
Juizo do commercio: MgundaiailO horai e quintas ao meio-dil.
Jui/o deorphaoi: iruiulai e quintal ai 11) horas.
Primeira rara docivel: segundas a Mitas ao mcio-dia.
|8eguodt tara da civil quarlaiaiabbadm ao meio-dia.
PAHTE Q7FICIAL
EPIIEMERIDESDO MEZ DEMARCO.
S Loa nova as 6 hora!, 19 minuto!, 40 segundoi da tarde.
1S Quarto i rescente aoi 18 minutse 48 segundos da tarde.
SI Luacheiaa 1 hora, 55 mioutose 48 segundos da tarde.
29 Ouartu niinguanteaoa 13 minutse 48iegundoida larde.
I'REAMAR tu. HOJr,.
Primeira as r> horas a 51 minuto! da tarde-
Segunda as 7 horas a 18 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
21 Secunda. 1. Oil. resta da instiluirao do SS. Sacramento.
2o Terra. '!< 2. Oit. Aiiiuim.iar.ao da Siinlissima Virgem \li de D.
2u Ouarta. Ss. Lndgerin e Braulio ab.
(7 l.luinla. S. Roberto b. Ss. Flelo e l.jdia mm.
28 Sexta. Ss, Prisco, Maleo e Pastor tiln.
2!l Sabhado. S. Ilerlholdo b..- S*. Joas. Bararbisiu mm.
30 Domingo S. .loao Climaco : S. Cliuiu.
i;n< utiut.u.os u\ si its< iin-i \o bjsj Si i..
Alagoas, o8r.t;iaudinoralcao Diaa ; Babia, a Sr D Iraatai
Rio da Janeiro, oSr.Joo Pereira Martin. ^
i \t i>i:ii\ amuico.
O propriaUrio do DIARIO Manoel Figuairaa 4* Faria a* aaa
Iivraria Praca da Independencia di. a 8.
calcula em algum oo alen
Manloa, lerao n ni obstan
n* do* referidos conheci- [ anees, pono as.egurar a \'. AI. I. que silo o* me*mos
la remanidos au pagador, q le raimara o chele supremo da repblica, c que
uolaadii-se porem essa eirrtiin-tanria naquellc* em larei quanlo em min cuulier para chegar a eslahe-
que- se dar o erre ,1c cacalo, lecor a rnauler us rolare* de amizide cutre ambos
ti. > criticada e*a circunstancia, o ilireclor geral I os go.enms 'obre as bases mai* securas e inaltera-
da contaliiitdade. mandando logo brir entila corren-1 veis. Cousidrrar-me-liei mai Mis aa enm n meo
, I a ao e*cnvo das ollirinas, far.i a rumpelenle par- j proceder c conduela chegar a merecer a eslima do
o aviso do minisleriii dlT; liripaoau ao director do arsenal de guerra, pira que govenin de S. M. I. n
MINISTERIO DA FAZENDA.
Krpeaiente de III de (tertiro.
A' Iheiourarin de Pernambuco. O marque/, de
Paran, presidente do tribunal de thesouro achis,
nal, de conformidade rom
imperio de II do carrale me*, H0 qual se siijeil.ui I este ordene ., inileminsar.lii ,1a fazenda nacional,no
a duvida ilo >ir. inspector da Ihesouraria de l'emaui- ; lempo prescripto na* in-iruerne* espedidas pelo ini-
1 abierto da guerra em >> do corrale.
7. A claaMitraego dessa I.'-p v< ser feila na
conladorla, a vista da relaetu que devera remoller
meiisilinriile a' rmilailoria jeral da guerra, na con-
lormidade das meninas inilrocre. Thesouro na-
cional, em ^-, de reverairo de 1856. Mrquez Ir
l'arami.Cimlorme. Jiu 8ecerUm\4* ffocM.
lineo, se aos prufessore* du collcaiii das arle* da la-
riildade de llireito lia extensiva a ilispjisi'ran do .irt.
93 do* novo* estatuios deela, egaada qual em ne-
nhuin caso poder* o* lomea perr-ber as respectivas
Rralilicirii-s seni o effeclivo esercicio em suas ca-
rteiras. derlaru*ao mesuniSr. inapaetor que. fandan-
ria-se semelliaute di*po*irilii em um priucipiu geral,
applicavel por sem duvida aquelles professnre*, vis-
to dar-ae a scu respeito a inesma rarao que seda MINISTERIO DA hl IIIIIH.
para com oslantes da|t'aculdade, deve ella compre- l*' '_Janeiro.Ministerio do* negocio*da Buer-
lieuder o ditos professores. ra, em :>."> de Tevereiro de IS(>.Illm. e Em. Sr.__
16 l-evei ao cnnlieciineiilii de S. M. o Imperador oofli-
A' ilbadega, eomrouaicanda que foi deferida a ci" represeutar^lo da Real Companlii., de Paqueli-s Itri- rer*"nlaraodo coronel commainlaiile do I. reg-
taunico* da linha de Souihamplon sobre a dilliriilila- ""l"1 ,,e calillara icerca da insufliciencia da quau
de de apreaealar oulro* documento* allestando a ,,e ',s" ,s- arbitrada para cada rarao de forra-
descarga dos anjee!** baldeados do* inc*mos patine- -cm e 'enlio de declarar a V. Ele," de ordein do
les para os da ludia do Rio da l'rata, alm dos reii- lne*n> aagwto senhor, para o fa/.er consta: ao dito
1(01 'lo agente daquella companliia ; camprindo que l-'ornnel- oe *e ale au presente ess.i quautia lem si-
a alfandega a.huilla senirlhanle documento relativo ''" I'3" molenlo de um cavallo, uo ha raz.io para
ao* olijectos transportados par Montevideo pelo va- TBBienlada nao leuda subido de prec.i nem o
por Camilla, e para o futuro proceda nesta coufor- ,ii'IIm', em o rapim. E porque o estarem poaeo nu-
midade em casos idnticos. Iri lo* o* cavallns se dev.i antes atlribuir ao extravio
W. ,,JS racc*. c a aerem empregados pelo* ofliciaei em
A lhe*ouraiia do Pituliy, declaran lo, em aolocao P'8*6'11"- f'ira do servir, romo se lem presenciado,
a duvida proposta em olliciu de 2J de oalvbru uii- ''" u,,e deficiencia de unios para lieiu osallimen-
mo. que, cm vista da tabella que so segu ao reno- ,ar- l'"mpre que V. Etc. recommeude manir Btcali-
lameulo de lll de jnlbo de l85U,devem pagar l.-slHKI "".Vl" nle ramo do servir, a *e rmiseguir iDelhur
al -Jimia- por seren as fraceOe Intermediaria* "f* Snarde a V. Exc. Mrquez de Caxiat.
parle* integrantes de cunto* de rs. pela mesma ra- 'Sr- '"'", Urto* Pardal,
&Ttfttt SSZA Wft9a, ,:WWae "Sh-^"!dT\?.....!p ap",i"ii',;,
... everriu, promovUos a alteres alumno*, por de-
, .. ~:~ lo denla data.
A Ihesouraria de S Pedro, declaran.lo que. vi*lo para MlUiaria
ter a presidencia permilliitu que Estanislao Jo< de t> t ra.toia >t k.i.n.. i. .', ,, .- -
Kreilas nomeado p.gador da" ,-agadoria quese ten. Bello V?len,. idl\t '" 'MU tUmlm
lo eslabelecer no centro da provincia, tomasse con- /,r Imamlaria
la de sen lugar n prestar Ranea, raareando-lhe l) I. cadete d,> eorpo .le'gu.rnirao (iva da Baha
um praio para i*so, deve proceder na rrma do lei Julio Ceaar Pereira de (irralho .......
aa nao tiver sido prestada no lira dodito prax,, a re- 01. cadete do I. ha.alli.io de ifantaria Jalo Mi-
^fendiUianra, que ha de ser ofereciUi na lhc*oura- noel da Coila.
i ia. e aceita se for idnea, depois ilos iudisnens^i-
veis came* ; eoutrusiin, quanlo a duvida propoala
relativamente i liase sobre que devo assentar a liau-
O I. cadete do I. Dalatliio de infanlaria, Nel*ou
Janseii Mullcr.
ou- I En.il,.r: lubro ultimo, que leudo elle* empregados desle m
nisterin, devcin-se observar acerca dea lianzas que
lem de prestar as regras estalielecidas para os 'temis
llieioureires e pagadores subordinados ao me*mo
ministerio.
A directoiia das rendas publicas. Em solurao
diivKIa proposta pelo culleclor da ridade de Campal
cm seu oliicio do "> de oulubru ultimo, *e deve re-
ceben! s'ua da venda de ben* de rair. adjudicado*
faienda provincial em urna etecuran que moveu
Rernardiuo JosMaciel, antei de estar paga a da
adjudicara couvein que V. S. Ilie declare, que
atiento* o* cffeitos dcsta, e a poca em que leve lu-
gar, anterior i >ta publicado da lei de 6 de Miem-
bro de I*Vi ii. 77ti, he devida a fazenda geral nos
lermos do decreto de -Ji de deiembro da 18(9 a
sita por inleiro da adjudicarlo do* BWBCionadoi
liens ; mas que da* vendas e compra* que lizer a
fazenda .provincial de bens de rail nao se lie cobra-
ra siza, nco^ait conijiraduraiju vendedor noe rmn
ella conlraclar.
A* directora do contencioso. Em Ktpoala ao
oliicio que na data de 8 de Janeiro ultimo 1 lie dirigi
n procurador fiscal da tliesourari.i da Cear, no qual
d coula de que os e-criv;les da provincia, e*pecial-
menle os da capital e.da villa Virosa, ncgfio-se, a
menos que uao sejo pagos da ta\a do regiment de
castas, ou do que pedem. a dar buscas e a pinar
certide* das escriplura* de ben* de raz das corpo-
rages de inas-morla, dos inventarios e dos testa-
mentos com os quaes se podem nrovar dividas de
I. baulhHo de ihfantaria, M.moel
O -2. cadete do
Mara Rebouras.
Para Catallaria.
II I. cadete do I. regiment de cavallaril, Hereu-
lano (.arlo remira Peona.
O sold.iilii do iiH'-m-i regiment, Antonia Alves
Rilieiro.
Palacio do Itio de Janeiro, em I i de marro de
lis i(,.Margue: de Caria.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negorios da
guerra, em lll de marco de IS",(. Illm. c Exm.
.sr. ro presente a S. M. o Imperador, com o o-
hcio dess.i pre-nleiiria sol, n. 88o dala de I de ae-
tembro de ISVt. o que a ella dirigi o inspector da
Ihesonrarii de ratenda, eobrindo a emita crreme
de I), l'olucena Joaquina da Roclll Com a referi I,
repartirn pelo* dioh-iros que delta houve o sen fal-
lecnlo mando o teneiilc Joaqoirn Mareellino .Vnlu-
M. o Imperador dignnu-se res|ionder :
a Agradero milito esta pro\a de amiz.ide do me
bom amigo o pre*idenle da repnblira do Paraguav;
e spero, Sr. Vergel, que a sua minio ser seguida
da relia xito, eando asim satisfeitos os intere*-e*
de nosso ilon* paizes. <
80VERNO DA PROVINCIA.
Expedirme do la I'.I d* marco.
Oflicio Ao Exm. marechal commandanle das
arma*, enviando por copn o aviso da repartirn da
guerra de 9 do rnrrenle, no qual se derlarou que
alo po lia ser attendida a Mpplica do eapitfla do '.'.
Iialalban do iiifaularia. Jos dos Santos Nunes Lima,
que pedio contar como lempo de serviro no exerri-
lo o que servio romo prari de prel no eorpo de per-
maneules da corte.
Dito Ao mesmo, recomineu lando a expedirao
de sua* ordena p*ra que o commandanle da ferale.
la do Cruin ponha em liberdade quanlo antes o >.
lente do |. balalhao de arlilbaria da guarda na-
cional do municipio do Rerife, Jos Jarome de A-
raujo, que se lena delido na mesma fortaleza.
t/iininiiiiicni-se ao respectivo commandanle supe-
rior.
Ililo Ao mesmo, dizendo que, lito o colono
Joao Eugenio ja ler Dualnado o lempo por que eia
obngado a servir como prara da rompanlna de ar-
lilire*. parece que nao deve rollar para a mesma
coinpaiiliia, embora mo tenia concluido a eogaji-
menio que contrahira como colono.
Dito Au inspector da Ihciouraria de fazenda,
dizendo que a respeito do requerimenlo qoedevol-
ve, no qual Antonio Jos Coelho do Rosario pede se
llie pane titulo de um terreno que POSMM nos tun-
do* do arsenal de maiinlia, deve S. S. proceder de
conformidade com a informarn dn U. Iciieute An-
Inuin Egidin da Silva e do parecer do procurador
lisral daquella llicsourarij, con remelle.
Dito Ao rnsmo. inundando entregar ao I Ir.
Ignacio l'innn \nier. director do hospital provi-
sorio do tUrrao, a qoanlia de :I:(IK-* r*. para rror-
rer ao pagainenl-i daideipexai do mesmo bo*pilal.
Ciiminumcoii-se ao referido dnutor.
Dito Ao juiz de direito de (iiianoa. leu.lo
dado nova direcran a' qucslao do furiieciuienlo de
carne verde para o consumo da capital, habilitando
para isso a cmara municipal rom os precisos ineio*.
participo a Vmr. que tica dispensado da incumben-
cia que lli-' havia dado quinto a' c impra de ga lo ;
deveuilo por tanto lereni aviso dessa deliberar.to as
peaaoai a qucni Vmc. incumbir de laes compra*.
hito Ao juiz de direito de liaranliun-, recoin-
mendandii que remelta rom urgencia, alim de ser
Irammiltida ao marechal commandanle das armas.
nina cerlidAo de obilo do llr. Joaquim da Silva A-
raujo Amazona*, que fallecen naquella comarca.
hilo Ao commandanle do eorpo de polica, in-
leirando-o de%iver concedido tres mezas de licen-
ca sem vendinent i ausoldadu daquelle corpo, Ma-
nuel Jns Monleiro
Francisco Seraliro de A*
O esrriplurnri
valho.
O amanuense Joao-Ricardo i\a Silvi.
O apoulador Francisco de Resende.
E ordena que se experam as precisas i-oinmiini-
c pees.
Palacio do gnverno de Pernamhucn 11 de marro
de IH.,(i.
Jiac liento 'da Ciiuha e Fiqurirrdo.
Remellen-se copia da portara cima ao pronto!.
(or piililiro desla capital para proceder a respeito
na forma da lei.
hilaO presidente da provincia, leudo por porta-
ra de-la dala suspendido e mandado respnn-aliilisar
pela* ra/fies declarada* na mesma portara, o alino-
xarfe, csrriv3o,oscri|ilurar|o. amanuense o apontador
do arsenal de guerra, resolC^nTnear inl-rinainente
para o logar de almojarife .-m BtCharel Antonio Ha-
ra de l-'aria Noves, para eserrtrio o alfere* reforma-
do Joaquim Pereira X ivicr deOAveira, para ra-
criplurario A nlonio Franciieo de Souza Mag ilbiles
Jnnior, para amanuense Manoel Jos Victoriano
Borlia e para apouladnr Francisco Jns lialvo. E
ordena que ne*te senlido se experam as rompeleu-
ics commanicaeOea.
Palacio dn governo de Pernamburo 22 de marco
de 1836.
Jote fenlo da Ciinlin e Figueri&0,
Illm. e Exm. Sr.Com oliicio da V. Exc. dr.tadn
de I i Ao rorrete, recebi as t cargas de bolachas e
medicamento* para seren reuirtlidos ao vigario da
freguezia de lliim Jardim, que Imje farei -eguir para
all. Assim como recebi mai* um outro nllirio de
igual dala, em que me rnmiiiiinira V. Exc. a rc-
messa dos desiuleclanle*. os quaes ji havia rece-
hido.
lieos guarde a V. Exc. Delegada do l.iinneiro I!)
le marco de 1856.Illm. e Exm. Sr. rott*ellieiro
Jos liento da t'.unlia e l-'igueircdo, digiiK-mo pre-
sidente d'esla provincia.O delegado, l-'rannsro
Inlomo de Souza Camisoo.
Illm. c Exm. Sr.Addilando o meu nflicin de
hoiilein, tenhn a honra de participar a \ Exc. que
deante-hnulem a larde, ale o presente, nao so mo
se leo caso novo algum. como que lamliein liinguem
maii morrea do rholcra-morbo* nesta villa.
heos guarde a V. Exr. por muitos anuo*. Subde-
legara de Barrern I!) de marro de 1856.Illm. e
Exm. Sr. conselheiro Jos lenlo da Canlia e h'icnei-
redo, iligiiisiiiin presidente da provincia.II subde-
legado, Joaquim Cacalcanli MIiui/uerque. Mello.
Illm. e Exm. Sr. Cumpriudo os preeeilo* de
V. Exr. e obedeeendo as Impoboei de meu cura-
rilo Inmei a accordo de repartir com a comarca do
Rio l"orinosoliniilroplie norte desta provincia us pon-
eos recursos de que dispouh.i para proteger os inte-
lisea iffecladoi pela epidemia nesta provincia.
No da lil dororrenle fiz partir desle porto para o
da cidade do Rio Kormow nessa provincia a barca-
a Laura condozindo a seu bordo o* disiiudos
acaileinico* das facilidades de medicina da Rabia e
Re de Janeiro l'rancisco de Assis Asevcdo liui-
maraes e Manuel Alves l'.'jal. ilou* carpilos enfer-
meiro*. dous soldado* da guarda nacional na quali-
dado de cainarada dos referidos arademicos ; nove
praeai de polica sol o rommando de um inferior,
urna ambulancia rapaz de proteger nina pnpulara,
tilo 11 *.Vo "presidente da romms*.o de hxgie-|'lc ",:"00 al",as' *" l>arric-s de bolachas. 12
i sacras de arroz, duas barricas de fariolia de trio,
cem bolija*de|gene-
la Madeira e seis pe-
t:ar-1 mo no Jornal do Commerrlo di*penao a rbula que | lado que a actual divian impns-iliilita a nhervan-' a /'. S. hesle odia S lazem boje lidia.
seu* correspondente* pdeni empregar no vali de i ca da lei. Anda vemos, nesta provincia, cornar- rbove aqui rom iiiua lamenie. *e anida conliaar
noticia*. AlmdlMO, ha um i razio para eu daqui; cas rom ."i lermns gigantes. O povo tica sem ju-lica por algn* dias limos de soflrer iinme.no* nr,,.,,,*,
em di uite rircuinscrever-nie ao circulo das noticia*, i porque n.o Ihe chega a- sin vez de tero juiz de di- O Parahiba ja lomou a elr.da da manir parte ,u
declinando da parle commenlaria, que he perignsa. reiln. I m recurso lera-se tornado um hendido fazeodas do municipio, e a que segu para Minas.
\ er.iade, vci dade ; quem sabe se en. romo lodos I Ilusorio. Cnminhar, por nos** vereda*, quarenla Halla* tapas e algumas casas eta.i c d.mora.o
o* que serorre.ponilein com as folhas diarias da cor- e mus legua* para sotnr ao magistrado, be urna
le, ii.i i tac preponderar alguma vez miiiha ri//ei
particular, abusandodaa supremas columnas da mi-
prenia do paiz? Ei*o gran le erro do* eorrriponden-
directa ou indireclarni-nte se servem da corres-
lo as que nJo sAo de paredes de madeira Em m-
casa apparece dentro um idlm d'anui. dahi a pon
Ain- abalen osoalho.
les
pondenra, para dar gulhada* nos inimigos: a follli
da corle, que ngo esta orientada no* peruliurrx da
ido o que a fragili- penhe-se rom o Sr. Naliuro para que.... ora he b ia veir. ressou o m
Vir I .iiinuik 4 aa,,M -, ____ i '^aa >
ronte-tar. II crt.< be que nial.-u gente. Em I.are-
na ronsla nada have.
l de marro.
Saode publica inatieravel. Dos ra guardando a
Ierra de S. Paulo.
Do norte da provincia ha boa* imiicias. Em Sil-
cuja capitularn qoerem al.-on*
nenliom acoalerimeula
nc publica, maiidando entregar
vercadn-
re da cmara municipal deSla capital. Manuel .loa- um 1,"'r1ril1,'le "."'"' '*? P**!
miiin do Reg e Alboqaerque, e A........o Jos ,ie I '"e bollan ,a, 30 de vil
pira descaiga da citada viuva a declarncao que tez,
eumnre que pelo ni . iiisolubilnlade da importancia da divida por parle
beraiira- e legados, riimpre que V. S. Ihe declare ] Boa lierdeiros, sendo ella considerada como deapeza
que, opinando acertadamente quando emende que eventual.
as disposi(fies das inslruccoes de de abril de 1851
sao especi.ies s causas da fazenda publica, deve
rornover as diligeucias precisas para que se faro
ell'eclivas as pena* da legislarn em vigor,.Dito M
contra os ditos escrives que assim lem procedido,
senao tiinilieui contra ns que, emhora nao se lleguen,
a passar laes ccrtides, exigircm todava cusas in-
devidas.
O marque/ de Paran, presidente do tribunal do
Ibesouro nacional, ordena que no pagamento das des-
pez** de costuras feilas por cunta dn arsenal da guer-
ra da curte, e no processo e escrpln-aran da respec-
tiva despeza, se ob'ervem as segiiintcs instrurces,
liem co-)u a* que foram expedida* pelo mini*terio
da guc a em 11 do correle e liaixam cuojuncla-
menp om e*la*. Theaooro nacional, em "> de fe-
vere de ISMi. Mrquez de l'aranv.
In-lriirrue- a que se refere, a ordem desta dala, a
coijiiiiri.imeiil com as que foram expedidas pelo
ministerio da guerra em litio correule, se devem
observar no Ih-souro naeional no pagamento da*
costuras du arsenal de guerra da corle e respectiva
t'-i nplur.ir i.>.
I. Logo que qualquer pesoa se apresenlar na se-
gunda pagadura do Ihesuuru nacional, s ilicilando o
pagameoto de conliecimeiil-i de costuras, o respecti-
vo pasador, considerando o* me*inu* cnnlierimeiiln*
como letras vista e ao portador, inmediatamente
lor esta oreadlo manda nntrosim o mesmo au-
gusto senhor significar a V. Exc. que deve rt-com-
m-ndar a' citada Ihesouraria que mo faca a-lianla-
nienlos de mai* de dous ineze* de vencimenlos para
pagamento de qualquer furra, sem que se apresen-
tem os dociimenlo* de deapeu* dos meze* anlerio-
res.
heos guarde a V. Ele. Marque: de Cnxtot.-*
>r. preaideaU da provincia detioxaz.
MINISTERIO DOS NEliOCIOSESTItANtiEIROS
f Sr. h. Jos Vergel, plenipotenciario encerrega*
do pelo Sr. presidente da repblica do Paraguav de
urna mi,so diplomtica extraordinaria junto a S.
M. o Imperador, foi u-i da ."> do correntr recebido
em audienria publica peto mesmo auguslo -enlior
no paco da Um-Vista, as ii I, iras da manilla.
Ha occasiio de apresenlar a ana credencial a S.
M. o Imperador, pronunriuu o Si. Verges o seguin-
le discurso :
Senhor Ao fazer-mc o Exm. Sr. presidenle da
repblica doParageaj a diilineta bonra de encarre-
garine de nina missio diplomtica extraordinaria
junto .1 vossa augusta pessoa, arredilando me com
a Carla que.....: a salisfarn de apresenlar a Vossa
Mageslade, me reminmeiidou mu especialmente que
manife-las,e i Vossa Mageatade em seu noine o alto
apret em que 1-m as boa* e amisaveii rclare* da
o* pagara, depois de verificar que clan paliado* com repblica cun o governo de Vowa Mageslade "e que
as solemnidades prctu-riplu* as inslruccoes dada* pe- i para conseguir lao desejado objeclo. far Indo quan-
lo mmisteriu da guerra de >> du crrenle. lo fr pnsivel. porque o seu primeiro deseja e pri-
2. A despeza assim feila nao sera logo MCTiplura- j meira neeeaidaile d-i paiz cuja frenle se'ada lie
la ; mas o pagador guardara os conherimeiilos pa- conseguir e a.segurar a paz com todos os scu* vi-i-
gos em leu cofre onde representaran diulieiro, al nho* : e Vossa Mage'l id, que rege n melhur e o
que ella o seja no lempo abaixo determin ido, !!. .i------.
cuinsl.iiicia que descorori'ta.
Parece-me que vilo crear Ires commis*es.
da as*in nao sei se o regulamento da* correarles
sr.i observado, se se taran as reunies aunuaes do
jnry.
lira faca Vmr. um servir) aceta provincia: m-
provincia, sancciona moila vez *
lad rorrespon tenrial ousa escrever. j lineida 1... A causa he com o presidenle desta ,
Ne*leca-ii, para que Ihenan sucre u o que Imje es-| sanccAu novem de l. Ao menos a conslituiro
la accedondo ao digno redactor do Mercantil, que que esta aqu sobru a miaba mesa nao diz is*o, BOBJ
nao lem aqu um correspondente competente eara-'o addicion.il.
duado,como manda oeslxln eiliclnrial.escrupiilisarei. A nao ser a quesillo da chamada de supplcnle* e
limllando-me ao positivo das noticias. a retirada dn Sr. Manuel Eulrazio. supplcnle de n.
tira o oca Vmc. se eu erro. I'm correspondente i i no rigor da cuntagem, nada tai de uotavel. As
que se mette a carancho de depulai.ao, he repellidn grandes quesl.Vs estn na inculiarao. ,\ imprem
de quau i chapa se faz em S. Paulo ; enge-se liiiiiu- Vli mais .diva. O pilonga ja toma a defeci dos
gn do genero liiiinanu queiuiervcm em assumplo elci- homens de Piudamnnbaiigaba, a os oradores lihe-
lorial, e serve-se, por exemplo. dn Mercantil, para rae* fazem sen p de aKere*. tliiein dina eoahf
depriinir quem nao leve cul(ia do naufragio. lto I i*to ao sr. Jobim, que conhece la e*sa* cou.a* de
nao tem lugar; aredaecoquerque se noticie,nao que I l'indainouliangaba. Por mim declaro que anula es
se vindique odio, de um. pero ver...o que ... *nn. o Sr. hispo acabar de tirar v,.i e*iabelerer.
(Ira, suppunba mai* que o mspeclor da Ibesoura- ; e,mn|ai para o seminario ; o iropagivel escriplura- A. tropa* que, denoi* da uii"d da i.ule s,|,m>.
na .testa, por amor do servica publico, recabe no I rio do Mccranl.t deixar de citar o diccionario da fa- aquem dn rio. anida *e ..Ivaram V- une tirar.
desagrado_de um subalterno, c esle he. etuclamenle : hua -,e .. ministerio areilar a divisan do* circules para Sa.....i sortreram enorme niaieil. p, -|
correipondente do Mercantil! Larga o livro da porta como o Sr. brisadairo Machado acaba de ag.iUir. le ponto* nao ha pa*n-ens ^
e o regislro, e rabrianna o inspector I! Oh que formidavel divisilo. O Sr. Mon'.'Alcgre. (I* fazend.-.ro. I.i un pra.-.i* e maldices a aa.
A- roma* dianas do Rio pre-lain um grande serv- ; que ron ,ere a provincia, que ajoize. ra que Vmcs.que etU* I se, Bao altnhuw *.. vm-*-
co a* provincial; o Mercantil esta em pe de seguir' Pelo interior da provincia alian* titos e cace- presidenle. digo-lhe desde ja que a cn*,rx.r^^
i-.ida* dos rnmpanlieiro*; ma*. engaado por 'ada*, heixo de rirciiin-lanriar ella sublima mate- DMte que cabio, a velha, corra por ronla d* cm-
o e con/ianca, ha de ressentir-M do*dea-1 na. que para Vmc*. dahi, nSo ollerere grandes en-1 preurie da nnxa, rujas rahereiras
Para o sul da BteilBi
ueste as-umpin.
_ A popularao da ridjla de Santos asl.i ruipnra.
No ouiro di.i era n cor lo sanitario ; acora he roooa
parecida.
Raqueou a Brajate pona do l'.i'qnairo. enriando
a* roniiiiuuirar.ies rom a *ul e liarle da provincia.
O- fazenileiros luinam esle farlo como ama de^grara
ronsideravel. A passagem por agua, alem da
goaa,
a pari-
os,, he incummnila. Moj n.. qneram facer q
cus caf* e a-*iicar pa*sem por balsa, qee. certa.
nm abui
peitoi de sen* eorrespondenli; ho*lilisa-no* a todos canto*. Limilo-me dizer-lhe qoe es.es faci*, em
le S. Paulo, porqae sen correspondente qner *er I iaolamenlo, n.io alteram a tranqnillidade na provio-
mai* que empregido de the-onraria, crepcllido de'cia. Saino na,folha olcinl ama noticiaaame hanle
e pilares eslam
chapas guerrea os fautores!
Eu Biesmo tenlio pago a tal derrota ; S. S. nao gos.
la de mim, e pois cuinpre que, por meu turno, mirra j
as iras do bom amanuense.
Permita que laca esta pelic.io de queixa ao seu '
Mercantil ; urna boa parlo ila provincia nao de\e'
prompios. pnr te to ell aniio. e2iindo diz o reta-
torio presidencial, dar p.i-s-agm.
h-sa peale amearav.i perigo ; o presi !.-nlr rlama-
va ao ampretano pelo rumprimenln de roairata
de ruiiseivarao. Alinal, la se foi ao fundo, e a> mi-
*eros f.i/end-im* que -dli.ini.
\ tal ponte do l.,.qii.-irn. cuja importancia Vracs.
.i que Ihe den o sen eorresp.....lente de Mina*, .ubre
a ponte do Parahvbooa. Felizmente rol em minia-
lura : cabio a ponte sobro o rio Treinemh na occa-
iioo em que algumas pessoa* o alraveseavam.
Nao seise a Ihe noliciei como foi eomposta a runliecem. est.i n luliti jilj. \|am d.,
mesa daa-seinblea provincial. Enlretanln rninmii-1 demora de aaa prompliticar.n, acal de naafraa
sollrer as paginas de urna imprensadcssa ordem. si. ntro-lhe que foram eleilos : presidente, ronselhe.ro o navmomc, por ranta 'iTiaiaiiaaili i,,,,, ,.~rZ
porque uan quer que pessnas niliabililadas a repre- *' de Lampo* : pruneiro serrolano. llr. I'cli.i Ijulra de ferro ""**
seiilas.e... na a*semblea provincial. Nem pense Vm. j segundo, llr. Salvador Correa. .\,j, v |u ,,. 0,lxpl. ni r Xr,Mhm,
que eslou aqu Inventando. Pergunte ao* baresde I alla.a-se que o .sr. I.ameiro nio suia rjeito. da assemldea provincial
ao conselheiro Carneiro. hrs. Nebias Algumas pessoas lem detgoiti s de S. Exc. funda- | A qucsl.io da chamada dos siippletilc nao loinuis
Iguape e Hel
larvallo da ultima he miiiln pequeo.
Corrru Boje que em N. Miguel, a qualro leguas e
mais desta cidade, a povoario eslava aterrada, lau-
co pe-soas liiu.nu miirrido de urna enfermidade que
comerun a grassar.
IVnsaiiuis aqui que era cholera, alienta* as noti-
cia* de l.orena, de que algn* qaerem duvidar.
Entretanto checa dessea lugares o Dr, todoy,de- nai;ede mais a mais ah vem o trio. Sera oque
pregad"* para apresen-
lar a manira em dua* fraree* li-lincl* em dri-
ll meu rorrespondenle dn norte da provincia me rordia, mino Vmr. lera vi.io n i- r.,rra.pondai,na.
'''' .,ri >e a rou-a liavigiuhl estamos em bous [enroca : romo observador unparrial. que a mai >na marcha em
algn* mediros vio relirar-se desla culada para a i completo acord, e rom muit, dignidada ha.ri.do
Europa ; o hr.Ollniii. que aqu prestOB bous ser- | igualm-iile entre ella e u governo a man pa.eila
missao hvgienica, rctirou-se para Mi-1 lll.....una e boa inlclligenria. Vppdlamo. para >
vir.--presidente da provinna. que am duvida, tora
ariiuipaiih i lo a ili.pnsirrie, da a-semidea rom losts,
O Ill-Trssr.
Ain la h.ii. da forra pnlinal. na qual tem ha-
Vldo manile-tarues repelidas de cnnfiaiira ao gover-
no. exc -pin da part do hr. Carrte, org'-ta do ,mt|i-
do liberal, quedeclarou. nih-rpellado por membros da
| heos mandar... A principio, quando o seu obillia-
rlo era carrancudo, algum pouco -e fez qu.uiloa
limneza desta cidade. A rimara fez algum espa-
lliilaln. pouco serviro ; a pulida Umbem. Agora
ja *e esquecerara queniis n.i i temos nina .conipa-
ntra o iirirbut.
producto ilelle-_i'in beneli-
liiido que se Ippliqoe
CO dos neressilados.
hilo A Francisco Mariaiuio de Ara ajo l.ima,
para entregar a" comiiii-so de hxgiene publica os
medicamentos existentes em seu poder.Inleirou-se
a mencionada commi*'Ao.
hilo Ao piloto commandanle da escuna l.in-
doija, remetiendo |ior copia o aviso n. ti2 de 22 de
novembro ultimo do qual consta haver-sc conccdi-
do a' smc. o uso da farda de 2. lenle da armada,
como remunerarn du* servirns que lem pre*la lo.
Portlria Raformandu nos mesmos poslos o l-
enle de eavallnria da anfiga guarda nacional do iim-
nicipio do Itecife, Joaquim l-'ilippe da Costa c o al-
fere. reformado da inesina guarda nacional, Silverio
Joaquim Marlius dos Santoi. Communcou-se ao
respectivo commandanle superior.
hila Mandando admiltir ao servico do exerri-
to, como mi!i,na, i,, por lempo de seis anuos, o pai-
sano \ilderico Cesar de Alencar Jnior.l-i/rrini-
se a* necemriii communicacoes.
hila Ao agente da rumpaiiliia das barra* de
vapor, mandando dar pasaasem por eonta do go
verno no vapor ,s'. Saltador % Vicente Ferreira da
Silva, que leve haixa do servido do excrcito,l'ar-
licipou-se ao marechal commandanle das armas.
hita Ao mesmo, recuinniendanilu a expedirao
de suas iirdens para que sejam transportados para a
corle por eonta do gnverno no vapor, S. Salvador,
o* recrula* de marinha, Manoel Kodrigoes Cavalcau-
ti, Prxedes Joa Goacalve* ejoao dos Santos.
Cninmiinicou-se ao capito do porto.
hila Ao me*mo, para mandar transportar para
a Babia por eonta do gnverno, no vapor S. Salvador,
a acadmico demedenla Amonio .los Campello
Jnior, visto nao ha ver lugar vago para pasiageiro
de e*lad.t em o mencionado vapor.
municipal supplcnle em excrcicio do termo de Itar-
reirosos olliciosque por copia passo taiiiliem asnillos
de V. Exc. Asseguro a V. Exr. que o* acadmi-
cos Azevedo tiuim.iris e Tujal sao dignos de receber
e ciimprir do modo o mais satisfatorio. a* laidas or-
den! de V. Exc. no de*enipeulin da eommissao de
que es encarregiiei.
Para evitar runfuso nos disp'ndti.s dos dinheiros
pblicos, pero licenca a V. Exc. para cuiilinuar
a pagar pelus cofres desta provincia, tiAu so os ven-
cimento* dos acadmicos, romo o do* enl-riiieiri.s e
soldados. V. Exc. desculpar-me-ha de Me dar
um auxi lio lao pequeo. O estado sanitario dajeta
provincia, ocansacua enfermidade de algn* m-
dicos, a jio'ica abundancia de medicamentose ge
eros alimenticios, a reducan, au* golpe* da epide-
mia, de lodo* os corpo* einpre^ad"s na goarniego e
dei-/1 da provincia contra um inimigo lio podero-
so, firoliihctn-mc de cumprir da um modo mais sa-
liifatorio a* recommenda^e* de \'. lxc. Se tanto*
einbirar-is ce*sarcm mandarei novo* auxilio* a V.
Exr.
heos guarde a V. Exc. Palacio do governo em
Maceio IX de mtrru de ISVi. Illm. e Exm. Sr.
conselheiro presidente da provincia de Pernambuco.
Jntonio Coelho de S/i e Jlloiquerqae.
COMISANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do enromando daa armas de
Pernambuco na cidade do IVelfo em Jl de
marco de 1856.
ORDEM IX) 1)1 A N. 2:11.
O marechal de campn commandanle das armas
determina que os enhores commandanle* dos rorpoi
a campanillas de arlilice*. e de vallara, de I,a li-
nha desta guarnirn, remllalo com luevi lade i se-
cretaria do mesmo cninuiaiiilo relares numiiiaes dos
potado provincial, que atlirm ser a enfermidade ni
felire |ieruiciusa.
Pelo crrelo do interior, chegade agora mesmo,
vem a boa noticia de que o nos*o estado sanitario nu
se altern por use poni cardial.
A asaemblen provincial prosegue em calmara, nbiadn alho rico e seguro
Anilla nao acalmo a incubarlo, nem foi aposentada i Mas eu leiibo ln.-ni boas esperance* que dopoil de maioria, que eslava cm dcsro'nlianra'para rom o vi-
i le iie torca. i rnorrer aqoi alguem no**o s\si,eina de limpea ce-prewlenle.
Areiajtodiaaiembla relo er favoravel a vlce- ser abatitoido. Foj-lne concedida ojala ilgawai forra do que ao*
presidencia, com ponca* excepcoe*. I Oar. bnpo vai fazerastu, Semana Sania em presidenlea transan.,., mm de.gostn ,i". a .i.-e,.,-
lios niambrus da oppmiclio liberal s o Dr, Car- Lampina, pa rico o ptimo para seminarios, -c v.nn ver .< **einlilia da
rao, segiiilgbj inlere. Un inrnal une piililica.ui.4is- rJii".'.'-iparem mal a porra,
cur*^, flira opposieio: o demo que us eulenda. Deciddamente o Sr. hispo esta divorciada da nos-
Ainda agora me diz |ies*oa que l papei.da secrr- SI calliedral
laria ile. I.urena ; que u3u huuvc citolera, que nflo inoir-ii Ca. Temo* hispo, ma* nao tinos '.
prclo algum, sim algumas pessoas uuscrarrin c de I Eis o que me dizm de l.orena :
enfermidade diversa. ,. l.orena. 20 de fevereJro de lN>t.
O caso he que de reas. Silveiras e nudas viii- | As noticias que Ihe voa dar pode sem receio pu-
nhas nao ha uo\dade. bliear na t nio eu me responsabiliso pela sua ve-
27 raeidide. Estimara bastante se o nu podesie fS-
h.tamos aqu na poca do inovimento : vem che- zer. isto lie, se nao fossem exactas,
caiiilo 01 acadmicos, fiineciona a assembla provm
Cial. Em S. Francisco preparam-se projeclo*
crTis
doulores ; as casaras do COllegio jesuta prnjer
de le para os presidentes se diverlrem. lia milita
analoga entre e-tas duas casa. ; por causa das intri-
gas sabe a letra fatal da urna para mis ; por casa
mesma causa a provincia pede le* em van ; o ser-
vico publicoSlhe quas seopre reprovid. Os leu- lOdl a familia acha-se atacada.
te* da academia alo soberano* como o Cesar, em- Na Cachoeira urna legua ao lado do-Embaa'
pivesados como un. senadores ; o* membros da as- \ "a fazenda do Sr. Manuel Innocencia de lloara
semblea provincial cm sua generalidade... que as- M.ireonde, no caniinlio para esta villa, ja appare-
neira .... ia au commentandn este reapeilavel corpo cea a terrivel molestia. Diste iillimo lagar acaba
deliberante, quando ja eala bem certo ejulgadu que ll" chgar o Sr. capiMa Anlanio Pialo Barbosa, que
elle nu reprsenla geiiutuaineiite a provincia. As- estove buje de manda*com o Sr. Meara M.ucoudes.e
im declara, se bem ma lembro, o faliulu.u corre*- den-noi a noticia de estarem acroiiiux-uidos moitos
pon lente do Mercantil, que lem boas lirada*. E a ''e seus esclavo*, ter liouinn fallecido um scu lhu
prora he irreeoiivel : o impaeavel correipondente j'' '"' fl>ra de duvida, repil
algum leqve .10 gavarna,
que querem gavenuH por liobm Uavoaaaa, aa na-
murar par esparulacao.
Se ela jied.irinli., laaaliea rnnlr,banda, pera-lbo
que corle : lenbo mede de rninprnmellrr-mc.'ainda
dizenda a* enBIBI mai* innocente*. ., vi.la ,ta que
est acoiiiecendn aa promotor Pedro I a que- Obob,
que be engennooa, he novo !
O correspondente do Carrete da larde naa be
esredo o seu nome anda nao e*ta empragado, lan-
do sahidii ha punen da Academia ; o onlro, da Cor-
reto Mercantil, lem um nana em rnmarra d ran-
.. Ja lie ora de duvida que.nfelizmenle o chele- J tro, prefere I da capital, \pparera um incidrnlo
ra K ach no monicipio de l.orena. favoravel. O promolor daqoi. que he fllllldl pro-
- No,lia lid,, crrente apparec.-u ao Embni ; e I vnci.,1. declarnu que. acmpanhando a maioria da
ale liuntein ., das jai fallei-ernm 1:1 pessoas. e .d-! assembla. he governista : i.to he. apoia a. Moni
cumas em menos de 2i horas. O* primairo* casos horimordiae* d* Enverno, reservando -e a anal, se na-
ralae* deram-se na casa fazenda ) do subdelegado ra um en entra arlo de a.lmini.lrar... Iledaro.
Jos t.omes da Mlxa. em um sen irmAo, :l cscravu
3. Ha segunda-feira dcada semana o mesmo pa-
gador aprcseulara na 2.' contadura os hilhetes que
livcr pago na anterior, para que se proceda ah ao
came do eslxlo. ,
V. Concluido e-*o exame, sern os conhedmeiites
devolvidos ao pagador ; o qual laucar enio em sua
despeza a somm.i lut.il paga, deveado declarar-so no
lancainciilo o numero dos ditos conhecimenlo*.
5. Se pelo exame se eonhecer que houve erro de
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO.
**"
mai* poderoso Estado d'eatre o* da -America do Sul
tamliem qner e neces-ila de-s.i
so, para lorna-lo o mais feliz
glorioso i, seu reinado.
" Acbanilose Vossa Mageslade c o Exm. Sr. pre-
sidente da repblica animados do mesmn entnen-
to, e lvalos pelo mesmo inlcresse me anima, Se-
nhor. a lisongeir i esperanca de que se chegar,. au
''BSWe.'inlo deseja u Exm. Sr. presidenle.
I'-I.ll ie diz respeito ao* meu* sejiMleiilos pe-
das dcsapparereram, porqae os colonos abandunaram
a cultura do solo, alim de se darcm s pequeas in-
dustrias, ja obstruidas pelos naciouaei, ou ao rom-
mercio a rclalho. Quanlo ao pequeo numero da*
que anda existem, inaulem-se o maior numero lid-
ies smenle em virlude de repelidos sacrliros da
parle dn gnverno. Oual ser a causa do mao esilo
destas tentativas Ei-la :
A coloniarSo ha sido inoportuna no estado ac-
tual. O Brasil tem neccnidaile de sabios e de ope-
rarios ube< ; que reiiham instruir a imputaran, e
mlroduzir diversos gneros de cultura e de indus-
tria ; mal Bao lem necessidade alguma de rolonot,
porque a sua populara actual he superior aos mofa*
que. ora p'issiie ,i sua disposinm para viver.
A" primein vista, em presenca do nosso inmenso
lerrtorio, cortado de ros navegaveis e de regatos
perennes ; desle solo frtil, que encerra inmensas
riquezas naturae* que su .iguardam a mao do homcm
para colbc-las,|iarece que a propusiro que arbamos
de aventurar nao pana de paradexo atrevido, que
apellas merece as honras de ama refularo nossa,
nada se d mais verdadeiro do que esla prnposiro.
Com urna pupulaci, do menos de seis nnlln-- de
sa?to eatrangaira. habitante* para um lerrtorio da quas Ttxi.ntit) le-
CofB elleilo esle recurso h o unicn que rcsla, mas! gua* quadradas ; ja pussiiimus. u iiianeira das velbas
naccs da Europa, una fracr,Ao nolavel da nossa po-
pillarn rujo* m.....s da aabaislencia sao lao precarios
que aprsenla evidente perigu para o resloda sacie-
Bada. E o que anda he ma< terrivel he que e*la
fracego leude a ausmentar-ae lodo* os das!
Na hora em que escrevemos estas liabas, ha rcr-
tamente mais de um sollirilador de emprego publico,
mais de um operario sem traballin, us quaes nio sa-
hem de que meins laiirem man para manler-se a si
e *uas familias.
Antes de cuidarmu-
hita!) presidenle da provincia, leudo em vista o OfBciacs, ulliciaes inferinre* e c ulule*,qua segundo o
relatarlo e docnmenlos apresenladoi pela eommissgi: disposio no regiilniienlode .11 de marco da IS.,1 de-
llomeada pura examinar o arsenal de guerra, c iu- vem ser eliminados no xercicio pralieo de suas
41 t^a^a*..
Jlojo que o mal qoe nos lem enexoravelmeiite lla-
sellado ha quas dousinez.es, comeca a declinar, e os
pirilos parecem ir sahido do estado de lorpor em
qoe se adtavam ; n.i-> ser fura de proposito aventu-
rramos algumas consideraees acerca das perdis
que lomos soflrido.
He inroiitestavel quo a epidemia, rnubamlu agri-
cultura inulto* niilhares de bricoi escravns, veio
apressar iustanlemente a -ulur.l i do probrema rela-
tivo '"4isliluco do ir di i!i i e-cravo pelo Irabalho
lTre. X
O prime^rrrai^nue a esle sespeito se oHeroce
indiligencia dos hornei'* encarregados da geremia
doi negocios pblicos, *sl colonisacao, a colon)-
mesma paz e repou- foruiaco que den sobre o scu conteudo o inspector
llirescenlo, e mais da Ihesouraria du fazenda, pelos quaes se reconhe-
ce tercm prevaricado algiins empregados do referido
arsenal com extravio,, abusos e oulras falta*, que a
mesiiia eommissao neni, rusolve suspender, para que
sejam respomaliilisados na forma da le, os empre-
gados segu tiles:
^
pensamos que, para quo es(c indo de o resollido
que se preleude alcanzar, ser mster antes que ludo
a realisar.lo de nutras medidas, sem as que*, em nos-
so entender, a colomsaro eslruiigeira nio medrar
mire mis.
Em oiilra poca Iracamos algumas consideracdei
sobreest assumplo, e como anda asrnpolamos con-
venientes, aqui as apresentamn., e o |iublco lara-
Ihes a juslira que merererem.
Colonisacao, colouisaro ; he nina palavra que de
,- mi i n un mi aos no-sos ouvldos desde o da am que
conseguimos a no*sa udependencia ; e dis*eresque
a culuiijsari he um remedio infalvel para tudos es
nos*os males.
E que resultado lemos oblido de lodos os sacrificios
pecuniarios feitos com a colonisacao '! Ahi eslan os
fados: elle.s que re'pondam. O resultado adqueri-
tnao corresponde de maneira ajguma as despezas
i.i* para esle lim.
Entretanto, quanlos syslemas seno tem aprsenla.
dn e quanta* tentativas de rcali-arau se nao team
einprahendido, de*do o famoso plano de moiisenhor
Miranda, que vemos estampado, por inleiro, na cnl-
lecrao das leis e decretos dn Imperio, al n que ul-
liiiiamenle foi submelldo i approvar3JB>da assemldea
geral legislativa.
Puncas s.1o si nossas provincias que au teiibain
fallo o seu amao de colonisaro ; o de todas essa*
colonias anda nAo ha orna se quer que leuha correa-
pondido s e-per,inr,i* que fizera nascer -. quas lo-
em colouisar, em importar
para entre un* habitantes de nutras trras, nu em
chamar para o Brasil o ezeesso das populaces labo-
riosas da Europa, devenios dispor as cousas de ma-
neira que estas popolac,6es oetum empregir o seu
Irabalho deum modo prodectivo,e ngo sejin.ubriga-
dos a vir augiiientar a elMH perignsa da populado
do nosso paiz.
Ora, he de toda a evidencia que antes de Iralar-
mo< de proporcionar indo* de labsiUeneii a eslrin-
geiros, a li.uneiis que linda se arbam em sua patria,
ha ni primeiro dever a prehenrher. dever imposto
pelos mais .imples seulimenlns de pistira e de pru-
denri.i : oll'eierer Irabalho lucralivo, meins de sub-
sistencia a esla [uiiran ucressarhuante accioaae pe-
rigoiu doi nosso* eonridadaOl, de que arima fal-
lainos.
lie, por a.sm dizer, ama colouisarlo interna que
deve preceder colonisac.lo externa, colonisajao
e-ti .nr.'-ir i Mi* nao hasla assjgnnr n alvo qne se
O almoxarife lleruardo Jos Marlius Pereira.
Oescrivu I ll.una/ Antonio Maciel Monleiro.
deve allingir, cumpre indicar os meios necc*saro*.
As medidas que % apresentam priraeira vista,
romo capaz.es de prmlu/ir o resultado desejado, sao
as medidas directa* : o cslabelcciineuto de colonias
nacionaes, a abertura de grande oflicinas de Irabalbu
etc., etc. ; mas um exame pouco profundo basla
para mostrar a insiillicieiicia radical das medida*di-
rectas, e a nnpossihilidade de obter-se por este meto
um esiiltadn duradouro.
Ouanloa* colunias nacionaes, para ellas assim como
para as que *So (orn.ida* de estrangeiros, lie mirlar
que os culona* pomuam, alem do solo, os inslriimcn-
tns ncccssarius para cultiva-ln.os capllaes indispensa-
vei* para esperaren] al que possam viver dos seus
prora-ios producto*; i.to he, durante alguns anuos,
a julgarmos pela experiencia das nossas colonias e das
eslabelecidas pelas aacOes europeas, e inormenle
pela Inglaterra.
Alem disso, he inilispcnsavcl que a enloma se
ache vi*inlia de um grande centro de consumo ou de
exporlaco, a que pon transportar os seus produc-
tus com poucas despezas.
Ora, mu poucas sao as porrics do nosso lerrtorio
que i vista da ralla absoluta de va* de commauca-
co, se. acheta actualmente nesta* circumstancas, ou
aellas se possam eolloear tem grindes deapeui; e
as que se arbam em laes casos nio perlcncem ao go-
verno, ma* sim aos particulares, aos quaes llie fura
mistar compra-las.
Assim, em lodo o caso, cumpre la/er enormes des-
pezas, sem certeza alguma de que sejam reembol-
sadas, com bastante brevidade, para que o sacrificio
seja til geraco que o lizer.
A mesma objecro se aprsenla acerca das oflici-
nas de Irabalho ; anda no caso cm que o* Iraballia-
dures desocupados sejam empregados em oceupace*
laes, que us seus productos nao aram concurrencia
lo* do* operarios actualmente i oceupados, e nao os
privetn de trabalhn, no caso, por exemplo de screm
empregados em abrir estradas, ranars, etc. Saja
qual fnr o sacrilcin que o governo se im|onha para
obler este resultadn nunca pmleria uceupar luda a
popalaeto que actualmente vive riesooeopada. E
anda quando podeaM occupa-la boje, nao se-ko-hia
pos.vel amanha, porque ca popularao vai. aug-
mentando lodosos dias.
Talvez no* ehjedem que, como a ereacao das vas
de riiiiimuniro periaille a callara de militas Ierras
ora incultas, teria ueVessidaile de grande numero de
bracos, e oll'erereria trahalbo eslearcre.eimn pnlarii.
Itespomlereiiios a wk}% que a creaafio das va* de
rnmmuoiraro, au passo que permiti a cultora de
minia Ierra, anualmente inculta*, lera lamben!
respectivas armas.
Jote Joaquim Coelho.
. PAULO.
I de levereirn de 1836,
As Irnnscriproes de milito fundo que Vm. impri-
cavallus, e por cnnseqiieiida privar desses meios ac-
iales de sabsistencjl os tres qurnH-. dessa popularlo
lao cnnsideravel, que presentemente se oceupa com
os transportes, e que sera obrigada a procurar ou-
Iros meios de vida.
Kitlrelaiih. est unos longe de negar as imineusas
vanlagens que re-iillariain necessarianiciite da crea-
rn de grandes alucina* de obras publicas ; mas ere-
mos que este meio seria insulllcieale, porque, co-
mo cima dissemos, as forras do governo san mu
escassas para que, em noBCOl anuos, possa eolloear
em commiinicicii fcil cun os centros de consom
nu de exportarn as terrenos feriis que anda per-
leneem ao Estado, c nio for.iiii sujeilus ao desastroso
lystema das sesmarias.
Oiianln au* oulrn*. usque perlcuccn a particula-
res, s se pude contar rom cites para arcummudar-so
um mu pequeo numero de iudividiiu*. Temos pa-
ra nos que o gnveruo deve c.aiiitiihar nesta estrada ;
mis precisa de un meio mai* prompto e meuos lu.
ueroso.
Em nossas praias, ao redor dos nos*os grindea
ceiros do pupularo, existem vastas ex teiiscs de
terrenos, pela mor part feriis, ruja decima parle
apenas, c umitas vezes a renle/.ima, he cultivada.
Nesle* lerrenus he que so devo operar a coluiiisaro
interna, O qne ae deve fazer he eolloear e-tes ter-
renos .i dsposico dos Iribalhadores.
Mas ha largo* anuos que estes terrenos furain con-
cedidos ; scacham em poder de legitimo* possuido-
res, e a respectiva pusicAo na zona do muviimnlo
conunercial para a eiprlarju, Ibes di grande valor
vendavel.
lalvez que o governo nao os possa comprar ; e
asim he forra recorrer a outro meio.
E qual sera esle meio '.' Aquello que nos indicar
de urna maneira mais palpavel, um rpido exame do
modo de formarn dessa Classe da nossa popularn
em que ja fallamos, e que, impellida pela neces'si-
dade, lorna-se a causa ellcienle das nossas lula. po.
tilicas, e de oulros muiln* males.
Entre nns, assim como em lulos os pai/es ml.in-
C'ir.iucho Mlalii'iqjjiillreu a decim
Por isso uo pre-ta para nada e-
vincial. heixemos esla ninhara. Os Irabalhus da i a,l"i Booveroat, e ha
assembla ciiiiiiliain plcidamente. E*petava-*e
grande tnrmenla. havendo Ires grupos : dos Srs.
Ticte, Nebias e Carneiro, etc., dos Srs. Qaeiroze
Filtro, e dos Si*. Daran e MarconJes.
Alinal. deram em drogas ni esperanca dos que
querem pescar as agoai lunas, o eommendador
Ooein.z Telles declarou emsriijlo que fazia parte da
maioria ; que nu discrepaV* dos conservadores, co-
mo se (pieria propalar.
As polmicas ou di-rordancias enlrc a gente dos
que as*im prore leudo fBBBava m en opiniaa d
proprio Sr. Paran, que dis-a aa Sr. A. d (Hon-
rao gotern u quer ana tigmum gacernitla que n propr aocarno, i.io he. goverais-
la*. quaml mente.
Daqui. os dous candidatos do ttuuwawa liram par-
tido para. na. duas referidas folha* diarOs. ron*e-
L-uir a demiss.io desle prcm >tor. Para reforrar a
pieleiiro. aiin!,-lem-lhe lainbem algn, artigas
de lorn.ies gavernisia*. q ic se quadram a me.ma
porque este andan,, opinin. *
quarta derrota. I em que tanto falla a I 'nio, c as cmaras de sangiie i lie um inelhodo engenhosn de arranjar demis-
^ p,0. | qae.lem havido em moitos pontos da provincia, ja jsie* '. '.... Se assim fo.se. nada mdh,r para .laminar
de mez que deixaram- n manda do que ""'" corle. E a trela -ena -ominara ; cifra -ene.se*
Anegnram-nos que o vigario da freguezia que \ recado* correspondencia .alguem. para ou- in-
enra pela homeopalhni nao allende a uenl.um ped- siiiue ao presidente de S. I'.iil,. a .han. do que
do nem de coiitis.ao O povo tu ..u.a- r-------r--------------r .^.--c-1-(| lll I BllllinBJ
preces que dizcm la comerar anunlm ; e alguns Ma., para qual dalles he a nova nomeac,, f,M
lacios mullos exactos jeque temol conheeimenlo I quem imaltar mai*.
provam o quanlo cslam desanima lo* pnr exemplo, I Ora. destaca Vmc. essa intriga I. na enfte. bem
ni dos -iippvn.r. do subdelegado, em cuja casa
V que o caso nao be pira (Taca*, e que au mi ami-
grass.ira o cholera, miodou honlem por sen sobrlnho so do prem .tur mprametlUa, que ja .a lcmbn.ii
Joao l.uiz lihurcm comprar aqui dous habito* de S.' de apadrinliar-e rom o sen di-liocio .rmaneiro
hrs. Ooeiroz e I lele, fanam mal ao* negocios da pro- I raadico para si e sua mullier. .Sobre trauquilluliide publ.r, nada tenho aoe
xilina, que mesmo segundo o relalnrio presidencial, I A cmara municipal aqu reuiio-sc anle-lion- nuiicar-lhc.
nao esl em bous auspicio* ;lem apparecida Ierro- ;1'1' edepoil de muil.is dirus*es medrosas e asna** i Veto lorar aaseam iu asamblea ., de.eo-.har-
ie* linaiii eiru* depns de una poca de llorescimeii- em niuito. logares nettas occasirs sobre cominil-
lo, quando o Sr. Josino deixnu nn cofre pulilicu nm I 'r,e* de saude public e do* vareadores, decidise e
saldo Uto liMngej.ro. A situaran nu re pur cunta dos | resumiu-se cm oliicio ao subdelegado du Embao',
Chamados conservadores ; se elle* fossem o* priinei- i pedindo noticias ; mas este, que ja e*l.i se iiiuiiiiuI*
ros a brisar e contender em vez de Irabalhar harmo- i''" habilndi S. Francisco como um especifico anli-
ormenla linanceira, os
irrepender-se amarga-
nicamenle para prevenir a
queridos eleilorcs Icriam d
mente.
Esle fado creiu que desorienloa no. liherae. des-
la provincia : a unan dn lado contrario Ihe ha
projudcLilissima na eleiro quese avisnha. E
que liila-lnra i vai ahi '..... No lado liberal hirini-
gam candidatos.
Irala-se de nina recnusideraci no assnmpto
da divisilo de comarcas, leni-se s'ensiv rmenle lin-
de ompregos pablicoi ; c entre os pobres por va do
resultados anda mais deploraveis para a moral pu-
blica.
(Juanto aos mancebos, se os pas sao arrcniediados,
estadam, c pui lim rectiaim lambem empregos : se
os pas sao pobres, apremien! um ollirn, e desl'arte
augmentam o numero, ja desmesurado, dos nosso
alfaiales, npeteiros, pedreiros, carpinas, etc., e es-
eslabelecem entre *i urna eoucurrencii que os irrui-
Ul, e inuitas vezes se acliaui sem (raballm. Alguoa
van estlbeleccr-ie no interior, mas em pequeuo nu-
mero, c a causa desle pheiiouicno vem
longe.
cholenco, nao responden ale esta llura.
ii Quando Ihe noliciei a tu dn correte une o chn-
lcra havia apparecido em Oueluz, ja cu eserava por
islu :
.. Por hoja basta : poL< quem sabe se o meu ami-
go nao anear anda mesmo de longe qualicar
desla vez em cholera manqu '.'
a i.iurin sabe se o meu amigo por estar longe e
com vistas, talvez, de um cordo no Ticte, nos que-
rer.i qaalificar de medrosos 1 .
l.iue destino tem o iccrescimo rnnlinuo da popu-
lacn no inlerinr '.' har-sc-ha caso que se empre-
gue na agticullura '.' Nao ; a parle mais esclareci-
da vem aqui para o Itecife procurar fortuna, solici-
tar um ridiculo emprego -. o resto aluo para as vil-
la* e uniros centros de pupularo, o ah passa ama
vida uiiseravel. porque entre nos mo ha indailrj
que oflereca ,m Irabalhador lvre um serviro certo
regolarinenln retribuido.
nado e drspnvoailo a Irlanda, a Campanil! de liorna
e uniros multe* paizes.
A cultura que deve uceupar n noss.t populaco,
que nos ha de dar urna classe media e estahelecr a
verdade dn sxstema representativo, nao lie a grande
cultura que exige grandes capitn, e qne ho execn-
ta.ta por e*rravus ; mas a pequea cultura, a que
pule eseeolar um pai de familia com os seus filhos,
ajudado quando muito por trahalhadorcs alugados
no momento da plantarao e da cometa.
As Urras suscepliveis de se prestaren! rum vanl.i-
le mais gema pequea cultura, cm ronseqiieiicia da nalure-
z.a do solo, da vizinhanca das Imites a dea riachos, e
dos ceiros de consummo e de exportarn, nao ido
os scrtcs longinquos, nem as calingas crestadas pe-
cador Fernando. C ida vez ina.s chibante .< ama pro-
vincial ; cada vez mais razio lem o sea Iliterata
rlirun (ueiru da quiu/.ena.
O a\*c. do ministerio .la fazenda que mand-m
separar a lliesonraria ceral da |,ru\in-ial xeio pro-
vocar em gr.ind- escali a lome de empr-c,^ : cream-
l se o* logare* de in*pcdor e lliesoureiro provincial.
O vire-pre-nleiiteenvin lambem es*eaviso* asam-
blea, que vai ja crear o* tugare*. Nao duvido qoe
a separaco traga sua uiihl.rie ; mas para a caixa
provincial vai nnporlar um bom augmento de despe-
za. Anda nu lemos edilino. nam sorprenda :
n.io ha aqui nem onde fater-se o jarx ; nao ha casa
propria para audiencias ; o juiz de direilo a* da em
um corredor ou quarlinho ao rez do chao.
ro inndiro, e s vezes ale por nada. o,>s Ihe daremos
nao *n a Ierra para plantar. :na* madeira* para cons-
truir habitaras. Com emulo, mais esle coso s exi-
te em quanlo apraz ao grande proprielano.
Entrelanlo, no momento em qoe bem Ihe parece.
por um rapricho, ou por qoe ellas se reeirwn a votar
em seus cindidalo*, ou por urna ordem qoe Ihr- lie
imposta, sao .le-pej.id.is sem rcmi**.1o. I nmn he que
se exige que esses infelircs plautcm. ** alia, nao tem
ccrleza de collier? One incelivo exi*lc que o. indii-
ia a lieiii-lici.tr um lerreno. do qual podeni ser des-
pejado* ,le um in-i.iiite para ouiro 1
Na* Ierra* dos grande* proprielarins alie- nau go-
zimii de direilo algum pnnUco, BB*BSja nao lem pi-
nio lixre: para elle* o grande propririano he a po-
lo sol eredozi.las a una quasi eslerilidade pelos i liria, os Iribunae*. a aduiiiiislra". ao. n urna iilavra.
sorribamcotns inconsiderados dos fazendtiros de al- | ludo: e afora o direito a a pasiibilidade de .. .leua-
rem, a -orle dessa* inlelizes cm nada .lulero ,1a do*.
-oilo.
S.io as ierras contiguas bsira-mar
a provincia esla regio he oceupada |ielos engenhos.
F>ia regio que se eslende sobre lodo u lilloral di
C I M, MPHHIH. If.l HHBB .. m f.... .1___. J. .1 .
nossa provincia al una profoBdeza de de/, doze
as vezes quiii/e e dezoilo leguas para o interior, se
r.is-.ilu donde provem essa macas de liomen- sem ; ach dividida rni eiigenho* mi prnpriedades ruja di-
seos da meia idade.
o poder dos grandes propriclano* do inlerioi. ,-
este poder he grande, lem |*nr basa o numero des-e.
vassallus obediente, que elle, n.aulein na. sua. tor-
ras.
Assim. no esiado cm que arh.i o goxrino rela-
meios seguros de subsislcnra. que em certa espliera mensaa varia denle un, quarlo de legua quadrada livamcnle a estas individualidades imirosa*. na im-
I 1,11... I m.....11 I i.- i : I i. i I ___:.__'_ r_ i i .... a^___ _' _______ >>>, >
a'iiiienlam a poltica ibis partidos o as regies infe-
riores da sociedade pralicam o ronbo e todas as suas I
variedades.
E porque razo o* mancebo* da* familia, arreine-;
diadas, am xez de enlrarem na can eir l.io precaria i
dos emprocdl puhjiros, nao se ,-utregam .1 agricullii-
ra ? V. porque r.izo, em vez. doaprenderem os ol- 1
licios de llflille, pedieiro, carpina, ele, os filhos
das familias punco favorecidas da forluua. nn rclrn- !
cedem para o interior ; porque lambem se nao van1
la/er igricaltores '.' I'orque os linbiluules do mallo
nao cullivam o solo seno conslrangidos ? Porque
os *eu* lilbos huscam as villa* ? Para ludo isto nao '
vemos mais que una nica resposla, e desgracidi-
mente ella be cabal !
No estado serial em que vivemos, o. meios de sul,.
listonan do pai de familia nio aogiiienl.im em pro-.
ale qualro e cinco leguas qua-
ale diiiis a Ir-
dradas.
Gimo a cultura da cana exige una quanlidade de
Ierras particular, que seno encentra pnr te la .1 par-
le, segue-se d'alii que. afora ai Ierras de cana, a
malas que Ihe sao norc-.aria-. e as Ierras de que ra-
icee- para seus bois e a plantacAo da mandioca, in-
ilispcnsavcl au alimento dosescravos.a mor parte dos
possihiltdado em que elle oslan (a/ci pm 11 ia>in
i-'speii.u a le no interior do paiz pela sua unir for-
ra, cada proprietauu he oiirij.idn, man ^rado scu. a
mantel osia especie de milu-ia-, alim de Mb* *n i<-
1.misado pelos seus xisiulios. <>u ailversario* polticos.
Ir.iiisferm idos em aulori lades poliriaas, e para qoe
p.ss.i si-tii pengn ilespojar-se de una parle da- siia-
lerras. e riiisecuinleinenle da urna pailc do- eos
e i
irrendar algumas brabas de lena, nn acharei
lie sin o que faz que a popula.lo improductiva
la. cidade*, a classe dos solicitadores de euipregns
Indos os das, que
ootro eflelto, o de sub'tiloir na parle dn solo nra I Ibas novas neressidades que no eommercio se tradu-
rnllivadn, o Iran.porle por carros ao transporte por I /em por falimientos, alias poi nina insaei.ivel .ede
te, a populaco vai crescendo, e a ferunilnladc da
unies ho espantosa, tanta as cnlades e \ illas, cuino I pon;"1,1 do numero do. filhos. donde resiilla que.
nos campos, o sobre tiidn as grande* cidade* como geral, o* lilho* so mais pobres que os pal
a em que habitamos. .....m menos capilar*.
Examinemos o que vem a-er este arcressimo de Ora, a agricultura eslti coreada por urna barrein I publico*se jh;i......1
populaco. primeiramentaaqui aa Recife. depo'is no inacessivd para o hemem pouco favor.-, ido -, para I contra a propriadade se lornem mais Irrqnenles, e
lamilias ricas porque lodo aquello que nn possue certo nnmero de roulos pai/ se empolireca de da em da, em consequenria
alias *e vo eiiipidiie. de r.-i*. Entretanto, ella be a funren productora '
1......M-ellencia, a mi alma moler .las nar...... lie
lili que i.- lem .. inleraea'-. vitaos da i.n-a palri 1 .
mi* romo seacha cercada par una barreira, lie ms-
ter que e-.t.i barreira caa, cusie o que costar.
E qual he esla barreira '.' A grande propriadade
territorial. FMa onljiliide terrivel que lem .iirni
engenhos poasoe vastas exlenrnes de terreno, incul- I meins de inlliieiicia gucrieira lora mi.lcr que nn*
tos, terrenos que seriam eminenlemente proprioi pa- visinno* lze-em nutro lano, c qoe o eovoina se. Mar-
ra a pequena cultura, e que, se fossem cultivadas, | na-se bstanle fnrlc para protege-KH ronlra a. ag-
baslariam para fornecer com abondancia farinhasIgreasoes 1.....ei..
fejo, inilho, ele. a luda a popularn da provincia I Or.i, paraabler-se srmrlli.iule ir-iill.ido, ha am
e das provini ia* vizinhas, e ate para exportar.10. mam efllcaz,I imposto dirccli de qur trata a n*sa
Os proprietanos se reru-am a vender esles ierre- constituido politira.
nos. e alea arrenda-lo-. Si possairdrs Irinl.i 011 Esleiid"endo-se nr.idu ilinenlr sobre a provincia o
quarenla rentos de reis, enlo pmlercis comprar um 1 imposto territorial, obngaria o* erandea proprietariiK
engenlio ; mas se sui. pobre, e qui/enles comprar ou a despoj u-e das Ierra* qoe lite.....nuiei.. E-las
inlerinr. Nao latamos 111
sao em nuiuero limitado,
rendo de geracaa em geraro, em ron
repetidas parlilna*; ma* da. familias
e pobrea,
A* lillias snbrecarregam as familia!,
eqo.....-ia das
irreiiiedi id 1
consumidores, no om-
ine odos pi niliirlores peruianere esluriuuuim
menos rre-ica em una pra(inran nimio mais
Ierras repartida* entre grande uuui.-rn de individui'.,
pnr mein de venda alnrameiito, seriam a fntile
de uin.i classe meln. formada de peqoeno. i-ruul-
S Crimea lores, que au^uieniariam excessnmenle a |>rodiir-
' rio do paiz. e -cm iri.un poderi'sameide jovenio.
quanlo .1 maniitror da ordein pablira : a enlo.
leudo Ind '* "- sena lilhns oreiipadus -le una manei-
1.1 pi'iihiiliva e xaiilapisa. o Itiasd p...iriia rl1am.11 <
i'm e.lente Ii cipillaroas iliilu.lru'-as ila I urnlia. Bu
i|i,al eiterereri 1 Irab.dlio nios .eiuiros ul.-.
la rolniii
augmento do iiumero di
tanto 1
un a
tenia.
Mas, dizem os grande-; prujirielario-;, eatamoi ton- lencia. Antas di**n, qualquer lenlaliv
ge de rerusar i gente pobre as Ierras que ella prori- 1 1 lo ha ileurda
*1 para cultivar; aprpseniem-sr. nieiliaiile um fo.'" II alak 'I A'.''-
Ml-TirAXifT
ILEGIVEL


OSARIO S KRMIBUCO SEGUNI Film 14 DE hlRCO 3E HM
Entretanto toda o nosso dionelro M nela as es- i < prndenle l.opez arahava le dar o sea -oiispii-
Iradas, r os la;enile;ros grltMB qoe nao lem estradas, i lin.entn pan que us Correnlinos c rlassein madeiras
E com elleito nao lun, ',la margen direita do Paraguay, cuite o no Rermcjo
Eu dou ura remeiliu para corar lodo esles nal** [ o Atajo,
da provincia. Canse o Sr. .\abuco de ser ministro
da justica, fraila presidir esta provincia. Se S. E\c.
Hilo tivesse aquellas elriri'ies, digo se VOltasse, S.
Paulo tinh.i caminhade algasia rousa.
S. Paulo nao quer presidente poltico, nein islo cs-
ti na ndole do Sr. Paran ; quer um hornero csseti-
cialincnle udmiiiistralico. Assim digo ludo para o
que me enleiulem.
Ouasi ledo* os ccirrespondeiites das folhas diarias
quero ter esta celleidade ; '. dentis, planos cit-
nos nao puderau influir na deisao ministerial. Se-
ria liuinio que u ministerio, iniiito mais o actual, se
louvaeM nos amaveis rorrespoiuliuiles de provincia !
Ura, que pitgiiice'. Ns. tem duvida, os correspon-
deulcs formaran breve ('. poder do Hilado. E.
pois, em ve/ de inhibir lamben, o ineit pimo '.'.'.
acuuselhu-lho una coas*. \ n cata Jo Sr. Monte-
Aleare, ipie palmo* conliece e-la provincia c so-
licito de S. Esc um plano. Depois liiM-me se eu
erro.
(Caria particular.*
RIO HE JANEIRO.
-1 de fevereiro.
A albedoria do governo imperial acaba do laz-
lo delerininar se adoptar urna medida de que o pall
nao lardara arollier iuimediato proveilo; a iniprenu
sa que urunselhuu esse acto e que demoostroO .1 in-
conveniencia com repetnlas e conscienciosas obser-
vares lleve agora triliular-lbe os merecidos louvo-
res, nao s porque a ustica o reeoiinnenda, como
porque nelle pode a mesina iinprensa saudar una vic-
toria sua.
Acreditamos que o publico nao se esqueceu ajada
dos rticos COOCludeatcs com que um dlililieto e e>-
forcado correspondente do nosso Jornal veio minio
opportunumentc atacar esse tributo oneroso e uimn-
ral que se disfama com o nonie de lotera ; talvez
mesmo que lamben! anda se lembre das ligeiras
e eihbura mallo Iracas considerarnos qne otTerece-
m em ariiu especial.secundando a opiniao e os es-
forcos do nosso correspondente.
E nem o nosso correspondente e nos fomos os
aicos que nos levantamos contra Mo pesado trbu-
lo ; a tal qual gloria que dessa cruzada pode resul-
tar perlence imprens. loda ; acolita poia ian>b>
loda ella com verdadeira alisiacao
acaba de tomar o governo dn Estado.
Ou fosse que a importancia egrav.dadc da mate-
ria preocrupa que a sua linal resolucoa respailo della cumeidisse
rom a poca em que inais instante e fervorosamente
se pronunciou a imprensa contra aeloleriaa; ou fos-
se, o que anda au be menos butiroso para o uover-
110, que as rerlamacoes da imnrensa levassem a con-
viccao ao es|iiri(o da aotnridade, o cerlo lie que um
bello Iriumplio, embora anda incompleto, pareceu
vir coroar os esforcos daquelles que em opposirau
loteras acabaran de pronunciar-se.
I'or decreto de n. I77 de Jfl lo corrente mez, fui
determinado, conforme lionlemauuuuciainos ao pu-
blico, que os bilhetes de 'oleras, tanto geraes romo
provinriaes, su possao ser io valor de 209, 109, o ."?;>,
islo 6) bilhetes inleiros. meios c piarlo-, sendo mis
e outros vendidos nicamente pelos respectivos the-
suureiros em seus competentes escupinos, p as ca-
sas por elles convenciouadas, debnixn de sua imme-
diata responsabili dade, (cando prohibida a subdivi-
sao-lo- referidos hilheles e sua venda por conta de
particulares, oh as penas da !< parle 1I0 arl. :i."i do
regulamenln annexo ao decreto de 11
abril de 18H
li
l'romorao. I'or decreto de IJ do con ente loram
promovidos ao posto de *J" lenle da armada na-
cional e imperial os u>guin(e* guardas manabas:
Jos llippolvUi de Metie/es,
Fernando Das de Meadonca l'aes l.em?.
Arualdu Jus Pialo d Cerquelra.
Lail Anlomu da Silva l'ervolo.
Joaquim l-'raniisco de Abren.
Jo-e Beraardioo de Qaeiroi.
Jerunvmn l-'raucisco tioncilves.
Francisco Joao da Fooseca l.essa.
Antonio Moreira .N'evcs Hilho,
Jos,' Forluualo de Saldaulu da dama.
Etcola o Sr. coronel Polvdornda FollMca Quilllaollha Jor- I re po
dan -er^ nomaado direrlor interino da escola de ap-
plicar io do cverrilo. em suh-liluican do Sr. hriiM-
deiro JerouynLO Francisco Goalko, nomeado presi-
di'iile e romman lanlc ilas armas da provincia do
l> ni (randa do Sul.
mortalidade pelos rminradoa de nutro lugares, que
aqu siiciumliem infallivelmenle.
Em um momeiilo cnconlra-se urna pettoa, com
quem punco antes se bivij estado, ou lamentando a
unirle prompta, ou accominellimeiiln iirare de urna
pOMoa de sua familia, ou em enminho do remi-
lerio.
Militas cartas me team cholada as mais, viadas do
interior por lerceiros que as recebem as ras desla
cnhnle do moribundo portador.
Huirs vives qna 11 do solicito o parlador para res-
ponde-las,tai que ja esta no cemilerui.
Esta certeza fa/. ^om.aque ninguem qoelra vir a
esta cidade, e assiiu, por milito lempo estamos pri-
vados de noticias dos amigos do interior.
As enfermaras estn cheiase ja regorsltani. Os
mediros.pezar de lerem vindo mala pelo ultimo va-J
por, 11:10 sao siillicientes aos duenles.
i- reme los eaeacain ; e a roma cresep. Muila
u.i> sel so erro calculando em um Ierro, mor-
io poder ou n.in ter a resiunacao de gnar-
que a epidemia se litiba declarado lias outras pro-
vincias daquella reijiao, fazendn maiores 011 meno-
res ealragos; mas a capital da I'arahiba era o ponto
em que a mortalidade diaria se elevava a um alio
rao.
Heleva conlessar, em abono da verdade, que 11a-
quella cidade.seiiindo 0 que Unios publicado, as cou-
vas lam mullo peiores do que esliveram aqui. I)
lindo igualmente ao Sr. Ir. I.oboquecom elle se
Bnlendeasa para tal Hm.
Ero virtude de>sa deliberaelo do Sr. lar. Manuel
Joaquim, dirmio-se o Sr. Ilr. I.nbo no Sr. Pasaos
com o lim de inloira-lo das medidas que liavia lo-
mado, para recularisir o servico docemilerio.-c da
despezaque com uso se deveria fazer. Nesa occa-
lai.M,o desla cilade, para que concorressem com ob-
jeclos .- pois so com objectos enlraunes para tal lim,
poderia o mosmnagente realisar Wollerecmenlo que
Kua das IgaBM Verde, n. M. Ia, eaa ata J~-
Theodorio, mnrreu I prela ; demiVuii,i por um
policial.
Hita das ditas n. II. sobrado e anlaa, icamra-
que bu cerlo be que em luda a palle se dao as mes-' Ibe que *,-ria prinlente, antes de aproveilar os Ira-
nias cirriimslancias que se deram entre nos, sean balbadores que linha aprecadopor j!HMI rs. diarios,
s.io peiures. Poodo d* parto a desmesurada ambicao I amoragar ledos os esforcos a ver se outros chaa
que se manifeslou uesla cidade no principio da epi-jpor mellos proco, alim de tornar menor a despeza
demia. OS limares aflactadoa na provincia da Paratii- quese tem de fa/."r,sein que rom ludo fieaasem os
ba nao lam apreaaiuado qoadros menos desoladores vencimentos de KtKI rs..conlornic foi dilo. Essa pro-
do que aqu em l'ernambuco ; e temos para nos que posta do Sr. Passns, que sendo atlas razoavel e justa,
o propro Itio de Janeiro se losso atacado na prcqiur-I nao |iridia lodavia ser acceila pelo Sr. Ilr. I.0I10,
cito em que lomos, alcana as mesillas queitas. quoja linlia contratado seus Irubathores por 2HKK)
esta promplo .1 roalis.ir eui lodo lempo.
Declara inais, que teinlo observado a improlicu- i se o morador, morreo 1 paajm branca el preta :
dade du meio lembrado, resulveu-se declarar qoe o | desinfectada por viso parlirular.
producto, que baja de tirar nu leil.io de um sitio do, Kua Helia ii.ll.casadeJi.se J'inio da Malla.
io foi que o Sr. lenle coronel Pa*sos observou-I logar de Parnameirim, aera applieado em beneficio murreu I preta ; desinferlada por aviwt puli-
da pobreza da fre-ue/ia 1I0 Poro da l'anella. A, cial.
vista do etposto, desappirece acpusura, que indi- ; Ra de Santa I iiereza 11. Ib, (asa de Joan Ker-
reclamenlc fVg dirigida ao aballo assisfrtado pelos I reir da Costa, morreram J pe*soa> branca- :
redactores da Pagina Aiulsa. ferala por aviso policial.
Hi-
par decreto de lll corrente me/:
Foi nomeado cliefe de polica da provincia de San
Pedro ,io Rio tiran lo do Sul u jiii/. de direito Anto-
nio Thomax de liodov, actual rbefe de polica da
provincia do Espirito Santo.
Foi reiuuduzido o bacbarel Vicente Vives de Pau-
la l'essoa un lugar de Juiz municipal e de orpbaos
dos termos reiinidns da Fortaleza e Aquiraz, no
Cear.
l-'oi concedida a demis.Ao que pedio o bacbarel
logo Jos le IMiveira Jiinqueira do lugar de joiz
municipal do termo da l'.acboeira, na 11 di a.
Por decretos de II do mesnio me/, tiveram merc-
da serventa vitalicia dos ofllcjos de
Escrivo do jurv do lermuno llaparica. na Babia,
o labelliao e escrivo da provedoria do mesnio lermu
Jos Francisco Cariolano dos Santo--.
EscrivSo dos orpbaos de Alacem, capilal das .Ma-
gnas, Antonio Januario de Carvalbo.
Escnvlo du juizu especial do commercio da pro-
vincia do MaranliAo, Kayinundo dos l'ra/eres Mocha
pon --"-rl_aj||"%''- ...
medida que **,"**'S"'*"m"**fc-'a'--';lvo* protestos de
letras do Iriliuual do commercio da provincia do Ma-
raiib.in Saturnino Bello, escrivo das appollacAes e
aguravos civeis e eriuies da relacao da mesilla pro-
vincia, accumiilaudo os referidos oflicios, por serem
tenues os respectivos rendim?ulos.
dem dem dem Honorato do Sa, idem idem dem.
Bulletim do i-holera. Falleceram do cholera
no dia 1 i do corrente S peanas, das quaes 2 Inuncns
e : mufliere* livres e 2bomens e I mullier escravos.
Mortalidade total dos cholencos ale aulc-honlcni
1,709, sendo :
2,-2.">(>; boincn' 1,417, muflieres s:l!l
2.2I; n 1,750, 71
3 W.
l.ivres. .
Escravos. .
Coi-idico incerta.
.Vtl'.l, :1,I!I7, l,"ili!
Jor nal io Commercio do Rio.
ni.
i:niUv;si'o\iii:\<;i\ imi ihahio
i*i:n\AMittt;o.
PAKAHJBA.
17 de marco
11 -ni- de minlia ultima os nogociospor aqui tma-
le 27 de I ranl nio carcter, c eu mesnio julguei no da do
' corrente, que ficaria demiltidu ile seu corre'pon-
A execuc'o desle decreto sesue de prompto a sua dente, honra que no he qualquer, e n que inais he
promiiljaca >. pois que u governo imperial evpedio I lalvez fosse nm punco peior de habitante desle
logo nu dia -27 do corrente as urdens uecessarias para | Qloho terrai/uio, cajos eivns. diz qaetn sabe, eslao
lorna-lo effectivn. deslocados, ou lalvez gaslos pelo atrito.
Nesla sabia resolucao do governo duas importan-: Seni lirar, nem por. o jadeo maldito, un i/nl-
les ideas se achilo incluidas ; \ primeira be a prolu- 'luer de ten precurtoret, que bem nao sai o que
bir in dessa arbitraria e illiunlada aubdiviaao qoe
solTrio os bilheles de lotera : e a segunda, e nao
ineoos apreriavel, e um limitle posto a essa indus-
tria suspeita. nao se permilindo a venda dos bilhe-
tes senifo nos escnptorius dos lliesoureiios e as ca-
sas por elles convenciouadas, e sol sua immcdiala
responsabilidade.
Os proveitosos resultados desla duplicc disposicito
nao podero por maito lempo demorar-se. A imp'os-
silnlnlale de s^rem d'ora avante sabdivididos indeli-
liidamcnle. e ale em centesimos 011 mais alm, os
bilhetes de lotera, tornar impossivcl essejogo para
os escravos, que, acucados pela esperanc.i da
sorte, chesavain a pr em trbulo a gaveta ce seus
senhores.
foi, eiiliou-me ai cinco horas da maiihaa do da quil-
tro, e pilhou-me na banca a escrever, e sem lirle,
nem ajoarla, sallou-me s costas, e ferrou-me as
unhas :i c.lumna vertebral ; pulo da cadeira, mas
elle arriinia-mc um sopapo com a esquerda, e /a/...
Feliznicutu um rirado urazia-ma no momento urna
chavana ile cha, que toniei bem quelite, cobri-me
como quem cobre um pacote precioso, c innndou
chamar o Ilr. Cosa Carvalbo, que em lula rom o
tal maldito, o pOZ a andar, e a inim de pe. era me-
nos de dous das. Sou urato ao Dr. mas a dieta,
meu amigo.'! Ole, que gaitrilet-fameticM rora-
cina '. '. '.
So de dize-lo, se me arripia o pello.... Dos o II-
vre de rousa igual. Basta de nntn. e vamos aos
dar a ricorosa dieta que a moleatia exige
Mesnio nssim o desanima nao appareceo mire es-
tes rorajosoa habitantes.
Menlium doente be abandonado, nm so medico
no se recusa a assentar-aeem s-u leilo e preatar-lhe
pelas propnas niaos os socrorros, nem um Mi padre
ainda recusou os loecorroa espintuaes aos enfer-
mos ; finalmente esta popularan tem sido he-
roica.
Acrcseetilc inais que ainda um soldado nao deser-
tan do mis perigoso lugar para onde fosse mandado,
um s individua reeusou-se a enterrar um cadver.,
011 condii/.ir um doente.
Se entrar de repente nesla ciilade acreditara, que
eu estou compondo, que ella nao se acha a bracos
COin a epidemia, tal he o semblante, o ar, a anima-
cilu das pesaoas que encontrar. ,
A e-ca-s/. dos vveres vai eui progreMO a par da
epidemia. O comprador de familias para o governo
em M'toi'tmjiiape, einbarcun para fora o que piole,
e boje lendo mandado o govorao lomar os depsi-
tos que elle liaba para continnar n'essa indigna es-
peculacan. na; ha barcaceiros que queir.im etpnr-
se. temando adoecer em camiono p morrer an des-
amparo : assiin, porlanlo, estamos sem familia,
al.-iii de um pequeo deposito, do qual o governo
esla mandando vender pobre/a pelo preco do
custo, no que ainda tem sido roubado pelos encar-
roados.
Ileindisivel a imii i que -c lia de-envolvido coi cer-
ta gente.
A carne esta' carissima. o o governo lamhem man-
dn comprar gado, que tem vendido por cinta da
provincia e rom prejuizo a I ti patacas.
Os padeiros, tanto por qna Ibes tem esrareado os
bracos, como pela crande procura, nao dio veuci-
inento ao consumu do pao e bolachas
Felizmeote dous dos inais fortes, o Reis e ontro.
resolveram nao ausnieniar o preco d'arraelles g-
neros.
Ainda se enconlram lijinens rom senlimenlos de
liuiiiauidade. *
S. E\c. enfermo de um -rande tiinior, abatiiln e
sem poder senlar-se, n secretario em coiivalesceuca,
- o.Ur. cheli de poliria anula abatido da ullima en-
lermidade : mas assiin mosmo lodos em seas posto*,
todos Iraballiaodo, lodos animado*.
iNo Cabedello a epidemia lemse desenvolvido, e
os pobres senlenciaiios, que ha um serillo esperam
dessa provincia um navio que os romluza a Fer-
nando estn licando livres das miserias d'esie
mundo.
Na radeiad'esla capital lambem lem-se desenvol-
vido a epidemia ; mas n;lo me consta que telilla
enviado mais de um.
Ghegaram pelo ultimo vapor que passou do norte,
de loraa viagem amas cem sacras de Cariaba viu-
das do Uio de Jiineiro. podre, e an propna para
porros.
Veio mu Id a proposito OSOCCorro, O l"vm. pre-
sidente do KiO tiraiide, que leve 1 fJli/. lembranca de
mandar tirar a' larca de bordo do Marques de alin-
da cem saccas de arroi:, que o governo d"esla pro-
vincia mandara comprar ao Mamullan, bem poda
lambem ter lirado com as rom Baquianas de fari-
nha as quaes linha mais poder, por serem do ge-
ral.
Nada mais ha que po-.sa merecer niencao.
Saude, e quinto he bom lile desojo. Iivrc di ciV-
li-ra, romo en. Amen.
\s noticias Ira/.nlas dos porlos du Sul pelos :l va-
pules que durante a semana enliacain em u nosso
porto, s.io destituidas de interesae poltico. A epi-
demia eslava etliocla na eidade da Itahia. mas em
alguna lugares da [iroviuria anda fazia estragos.
iNas .Magnas lambein ia em grande deeresrimento,
excepto na villa do l'asso deCamaragibe.ltimamente
atacada, onde a mortalidade era a-susladora.
PAGINA AVULSA.
Como fot o Ictor de /esta
-V PAIXAO' HE CIIP.ISTii.
Soneto.
O rei dos asiros, o munarcha nclito
Ooe a forma humana |iara si luinou
A Golgotha caniinha : eis quechegoii,
Entre a turba de algo/es genie afilelo.
Alu lo).....a cruz ; o sen delicio
Contra as leis da ra/.io se npregOOO :
He laucado na cru/, logo alruou
Has cravns que o prendeu u som maldito.
O seu corpo estremece..., O' croeMade !
Mil espasmos soffrendo a alma exbala....
ludo para salvar ,1 hiimanidade !....
A nalure/a luda ento se abala;
He tutu se revesle e de saudade :
A piivao ilc Jess s se propala.
/ C. .1.
Nada entre aa he ni.iis fcil do 1
acuna ditos, fui rausa pnr que elle, ja escandal
sadn pelas exlemporaneas rellexesqu' an remiterio
lio' Inr 1 la/er nulrn memhro da cnnimissao da c-
mara, i-oiileslandoa legitbaidld* da entervenc.lo da
polica n*ura eslabelecimenlo que, sem aiicuder a
evcepcionalidadeda quadra. repUlava de pura com-
petencia municipal, e assiin smenlo ugeila a di-
recc.io de sua commissto ; se dee por desonerado,
junlaineule rom sua gente dos trahalhos do cemi-
lerin, e sem quere: entrar em novas comhina(.i?s,
deduziiidu tln procedimento do Sr. Passos, e do
desse onlro memhro da coinmisso, que haveria
lalvez intentan riesembarara-lo na evrcciico de seas
desejos humaularios
Heivandn assim o Sr. Dr. I.ohn a direrco do re-
miterio un dia lli. quasi as || horas do da, ficou
elle deserto de trahalhariores, pois naquelle dia s
all eomparreeram m qo* o referido Dr. havia en-
gajado, pois ale 01 do mallo, tiuliain deixado de
comparecer por contar o Ilr. Manoel Joaquim
com o infatigavel /.elu do ^r. Hr. I.obo, que se
achava na direccao do cemiterio, e ser csse dia do-
mingo em que com selimo <\<\ semana, os pregui-
; cosos e medrosos, tem toda a uhediencia ao precedo
' religioso que manda gu*rda-lo. Neslas rircumsUn-
I rias i.uo sendo fcil a ucquisirao de trabalhadores a
i taes lior.is,dirigio-eo subdelegado em pessoa, arom-
| pandado de varios cidadns. e entre estes o Sr.
: Lopes lilho. e 15 calcetas que Ihe ce leu o digno
conimainlante do l." halalh:lo de arliiharia, para o
! cemiterio para all proceder a inhumarn dnscada-
I veres que lossem chegando.eao so.-ameulo achivam as sepulturas, e nissn Irahalhou cornial
proveit qn j as t> lunas da tarde cstavam regula
nsadns os enlerrainentos, sem nue fosso misler ou-
ire us he mas 1,0,1 do que a .,,le de ; ,MJ ,lc ,,,.., chr. J ,,,_, oeeurreneia
cu ar nao porque ella ...... demande de grande, es- ; a rjil ,,,. ,r1, ,, ^ ,Pllell,c rorone, Pa._
tudus e .em muito Irabalhose posn collieressa som- s,,s, M ,,, l;lll(, ,le lliem|lr(1 lLl rmm^vu daca.
ma de conbecimeulos que. a,s.m como em qualquer ,, ,,, .....,.; ,,e ,, A evll,r
oulro ramo de induslna, chega a ronshlu:r o humen. re|lrn,,nr.,0, e ocemderio conserva buje um pessnal
siieiilihcn; pnroin -i.....ela facil.dade cum que di- m Becal(jdai,^ iJependente dessa
versas pessuas. cunsuleranduse capazes dceserce-la, | ,, -,-.,,., rs. d,aiioi, (le que f,,,,,,, Vmcs. por
sem Ululo que as aulurise. leva.las snmente pelo es- .... linio de expecuiscs.i| cumecam a deseuvulver a per-
niciosa chuica, em prejuizu da inexperiencia .que
lano abunda, infelizmente, para pasiu dodesenfrea-
do charlatanismo
Senhores redactores da Pagina Acuita. Orno Hus da Concordia n. rasa de Jo.,- I raun-m 4
Vmcs. se leein empenhadu pela solt de lodos os mi- \ Cosa, inorreu I parda, I prela e t prelo ; deonter-
seraveis na quadra actual, venho cunmnicar-lhes lada pur iiidagaro.
u seguiute, para ver se cora a puhlicaco du que ve- 1 Kua das Aguas-Verdes)n. 12. casa de Joo Vicente
libo dizer-lhes. melliora-s ,, sorte do's mo les ha- Kerreira Passos, morreram 2 pardas : desmirriada
luanles de ira Lldeiros, m, lugar de Sania Cruz, por mdagarao.
que he termo ou comarca de Iguaras. o lugar de I lliservara.
TrtS Ladeiras, he um povoade que |mleter tul ca- llecr.o do Poriuho n. II, nao desinleclei |w e-lar
sas, parto das quaes su edificadas un palmnonin da fechada.
Santa Cruz, que he urna capellinha que la existe 110 Kresueria de San Jnsr.
cenlrn deste puvoado ; o povo naquelle lugar murre Pateo do I erco n. .'17. caa de Francisca ,|o Nasci-
aos 7 e K pir dia, purque nu oilau da mesiua li/.eram menln Civalcaiili. inorreu o memt: doialerUda
n remileno para enterrar os cholencos, liearido por por mdagarao.
essa razan o remiterio dentro da referida povoafSu, Kua do Padre l'lurianu, sem numero, casa *V i -
para unde concorrem lodos os cholencos de 2. :l e i .- Eluardo Correa. inorreu l.aiza Mara da t>-
leguasde distancia, vindo entre eiiei igaost com eaifao ; lesinfeclada por mdagarao.
:tU lloras de morios, e por cunseguinle fedendo. o Kua das l.ab adas n. til, casa de Jo*o Come* la*.
mesnio depois de all rliegarem, poiisam sobre a 1er- ] murrea .. mesriiu ; le-mferiada por indagara*.
ni e 5 horas, emquant 1 apparece quem raye a se- 1 Kua do Jardim'n. (11, casa de Mara MasMOta dos
pullura ; acbo, Sr. redactores, mal entendido este llore- morreu Auna, e 1 .andida blha da :
modo de pensar, digo, de concurrer para alli todos desinfectada pnr indasaro.
os cholencos, purque ludos aquellos suburbios sin ] Ra do Caldereiro n. I,' ci%* de Joa Jnaqqim de
Ierras de engenho que tem capcllas em ineHior ou Santa Anua, murrea o mesmo ;des peiur estado, como o Cumbe de Itaixu, que tem so do inspertnr.
urna capella, o Cumbe de Cuna tem ouira, o Jar- Kua Augu-la-em numero, rasa de Misart \arrlM
dun iem .o,ira. o Mundo Novo tem ouira, o Carau' da Silva, murreu Mana leixeira e Mirharla : >-
lambem tem ; que necessidade ha de aug- sinfectada por iodasarao.
mentar o terrur .1 aquelles iufelizes de Tre% t Kua do Alecrim, em numero, rasa de llene-Inda.
/.adeirat, que nao leein onde cahirem mortos, que morreu a mesrna ; desiufrrlada por aviso poli-
ja morrein al de fume '.' Alem disso se carrega fjial.
com a pesie para alli, grande impiedade se v por | Becco do lima, sem numero, rasa de llaaam.
estes mallos I 1 morreu o me sino e Mara de lal : destalonada par
.Iriso aosdilertantes. Na ra da C.adei.i do aviso policial.
Kecife, em um andar do sobiado n.... ha eunstanle- Kua Imperial n. 2:1. rata de Elisbania Mara do
mente concert de gaita e gailo, acompanhado sem I l.uz, morreo' Idalina. Eduardo e Mana
alinacao, de cauloria fnebre, e he lal a vozeria, que lada por indagacan.
parece oflicio dos Ooados Kua das Calradaa n. tt. caaa de Aolami Ja
ma dad ka.Cnnsla-nos.que o morador do so- da Silva, morreu Manuel de Jeso**; daatnfeeiad*
bradn da Treinpe, ollerecera aos indigentes de por aviso policial.
Os pobres operarios redern lambem as dillicul- i oolros.
dades que imps um onns mais elevado, e poupa-. "e Haluiana ale esla rulado, pelas margeos do rio
rao assim, graras a providencia lomada pelo gover- I I'arahiba exisle nina verdadeira miseria. Em lta-
vemo, quanliasque melhor serloaproveiladas quan- baiana nao lia.que comer, nem quein coma
do se e.nprcgarem as despezas iodispensaveia da ca-
KECIFE 1 DE M.VUCO DE 1856.
AS ti HORAS DA TARDE.
.UTROSmiTO SE\ML.
Ilotaate a semana nao recebemos noticias nem
da Boa-Vista, nem de Paje. nem de Garanhans,
sa p da familia.
E por oulro lado a barreira levantada ante essa
mal chamada industria, lao impertinente como sus-
peita, a necessidade em que se ver.le de fechar-se
lanas casas de ti.-.egimos, ha de forzosamente ins-
pirar a seos donos ama occupac,o mais til :i so-
ciedade.
rvrTTgdltdlt atcforj-l iniue cuuiurehender e explicar
como, s com a venda de bilheles de loteri.i.sepodia
pagar o elevado aluguel de urna casa e colher ainda
bastante lucro para acudir a todas as despezas da vi-
da 13o cara que se vive na eidade do Rio de Janeiro.
Era um inyslerio indcrifravel a que o decreto do go-
verno imperial vai felizmente por nm termo.
Se pssas casas conlinuam aberlas, correru d'ora
avante sob a responsabilidede dos tbesoureiros das lo-
crias, c ningoem olharn mais para ellas com urna
descnnlianca alias maito explicavel.e lalvez bem fun-
damentada.
Adevinhamos y.i um grande incunveniente que os
interessadns (eran de descubrir no decrelu o. 1727 do
governo imperial: be provavej que a roda das lote-
ras no corra mais cincocuta nu sessenla ve/.es pur
anuo, como at agera.
Mas quem diz que seja is. i um iiicovenieute '.'.....
se lal acontecer dubrada razo lereino- nos para ap-
plaudir a dispusicu tomada peln governo ; quanlo
inais demoradas forem as loteras, lano menos
pesar sobre o povo o onus insidioso que dellas pro-
vm.
Obrigado a respeilar e fazer execulsr as leis ema-
nadas do poder legislativo, o governo nao pode aca-
bar de um:i vez rom esse fatal c inconveniente jogo ;
ao menos porm devenios agradecer-tbc um lcrelo
que, acnoselhado pelo mais evidente espirito le jus-
lira, e que em nada prejudicue nem coulrara as leis
do paiz, serve ao mesmo lempo para eslorvar .les-
envotvimento le urna paiv.lo nociva e desastrosa, e
para impedir a rontiuuarao e repelilo de abases es-
caadalosos.
Se alcum defeito pt'.le nolar-se no decreto le u.
1727, nao be cerlamenle esse ronlra o qual lern
bem cedo de fazer ouvir clamores usinleressados; se-
sia pejo contrario essa ultima conressu deixala ain
la aos' cambistas nesses qnartos tic bHheles que con-
tinan! a ser tolerados.
Nao somos, porm, pobres soherhos. Koma nao se
fez n'um lia. Kemlemos volas de sincero agradec-
ment ao governo imperial pela sabedoria com que
nos oulorgou o decreto o. 1727.
A primeira conquista da opiuio publica nesle ram-
po est real nada. A idea que se plantou e qoe ja en
me;ou a n-actinenr lara em breve fruclos inais seso- '
nadse anreriaveis
O Pilar foi abandonado pelo Hr. Anisio. juiz de nem do Brejn
direito interino, e pelo medico Hr. Elov, que aqui As ultimas dalas que teinn? du Itonihi aleanr.im a
ehegoucnolerfM, nao sei le que especie. j 15 do crrente. A epidemia eonlinaava a desappa-
Os presos foram us ltimos, quese safaram deirecef nessa comarca nos lugares que loram pri mei-
parceria com n caircereiro; e os corvos miseria pos- ramale eoeommellidos, mas eslava Uzendo eslra-
laram nos corpos humanos... aos em dous ou tras que loram ltimamente ata-
As autoridades abandonaran! vergonhosamente cados.
seus poslos ; e de nada approvcilaram providencias; As noticia-da Victoria aiinuuciavam que, le quan-
com mu-la antecolenci.i dados, anibiilancias. ? ludo do em quandn-aprm-ecia um ou nutro r* | nessa.ci-J
u mais. | dade. mas us arrabldes ain la se lavam mudos ca-
Osengenhos las margens dn Parahiha estn des-I sos falaes.
fabricados, especialmente Itapu, c otaran'. Este As nutirias da Es lila conliiiuim asef lisongeira--.
ultimo, los l-'rades lenlos, fez emigraru para esla A epidemia ia em derrescimento ; e os casos de
eidade, e aqui Icui perdido, um a um, os milbores morle erain muidimioalos.
escravos; moitos dos quaes ainda buje nao deram 0 Otado sanitario da villa do l.imoeiro he lison-
de si noticias, leudo licado em cininho. geiro, e se pass.ivam das sem queso dsse um raso
Na Croz lo Espirito Santo a mortalidade foi es- fatal, apenas apparecism algiins ataques benignos
panlosa, ape/ar los esforcos do disilncto estudante de cholerilia, O cemiterio ale o lia IS sii lluvia rc-
Alidou Filalo Milano/, que leve Irabalhu indisivel
em fa/er sepultar es mnrlus.
\ miseria, e fome, mataram a par da epidemia,
c por prer.o algum se encontrara urna pessoa. que
qnizesse para alli cumlu/.ir urna carga de manti-
meutns.
Vqueile digno estudanle foi acTectado)cravemente
la epidemia, e communirun ; fui n Hr. I'enna, que
voltnu mi nutro dia, deixanlu-i melhorado, ma
Cabido om cadver. Ja se linha feitn a desinfeceo
du cemiterio, de todas as rasas la villa, restando s-
mente a la radeia e lo hospital provisorio.
Na fregnezia dn Rom Jardim noal continua rom
inlensidade ; mas comei.ava a declinar na povoa-
ro, para onde o Hr. Paula Cavalcanli fora no dia
lli prestar os socrorros da arle.
\s ultimas nniinas que recebemos le Nazarelh
aiinunciava.n pie a epidemia Se achava exlincla na-
enfermidade reappareceucom fnrra, c aquello pobre ] quella eidade ; mas em algons pontos la comarca
muro licoa SO desamparo, sem ter quem Ihe desse : ainda fa/.ia algiins estragos. Qoaoto a Pao ri'Alho,
um caldo. mis lugares j se achavam livres, e outros solfriam
Amigos o mandaran buscar em urna lileira. r su mais un menos.
pondo rhegar al Santa Rita, d'ani OS meamos ami- i Recebemos noticias de varios punios la comarca
gos o li/eram vir em una rede, e acha-SO em casa di Rio Formoso. A epidemia tem continuado na .
do Hr. I.inlolpbo, seu amigo, que lambem eslava i.lade com mais ou menos inlensidade. porm sem '^ 'lo corr,,"'e. "elle vi o que dizem, boxeados em
Traosgride-se a lei nleiramente, e sem outra con-
silera;iu que nao seja o iuleresse pecumariu, vai-se
pnr esse meiu lio raprorado em pialquer paiz im- (ie"caiia'veres"
piolando innmeras victimas nessa marcha devasta-[
dora.
Pelo svstema bomeupalhico, principalmente, nao
ha quem se nao considere habilitado (au fallamos
d>s profeeaionaes] para exercer a medicina, urna vez
que Ihe falle uutru moni de vida mais couvenieute ;
todos fa/.em milagrosas cura, mesmo tm seus pri-
meiros eosaos; e o que nao diremos lepois que nos
acrommelleu o lerriveltlagello'.' O numero de curan-
deiros de que abuuda esla eidade foi diminuto; pa-
ra marlv do no-so mullos de lora lella vierain aijui
exercera medicina, nao s por meiu dn novo sxste-
ma, como do anligo : uns usan d ,s ervas, oolros em
loilns os casos s applicam o espritu de camphora,
como nico meio do combaler o mal, e vo a seu ta-
lante sacrificainlo a quem cegameule entrega-se a
Iralaineiiliis perniciu-os, desenvolvidos por gente le
crassa ignorancia.
A ulilidada de sigamos hervas que l'azem grande
parle la medicina, no se dcconhece, assim rumo a
le outros medicamentos de quese tem presentemen-
te tirailu os mais feli/es resultados; iiois de qual-
quer um delles se pude tirar vaalageui incaluclaveis,
una vez que sejain applicadas por pessoas entendi-
das em materia medica, e n.io por quem destituido
inleii menle desses coi.hecimeulos professiouaes,
nflo possue muilas ve/es, nem mesmo os couheci-
inenlos primarios que (oustituem a parte inais e-sen-
cial la nossa eilucacol! .
Assim mesmo nao vacllam limar sobre si a gran-
de responsabilidade de curar, SO concedida por nina
academia a quem recebe una carta, depois le grati-
nes estados, e presta um juramento, piomellendu lu-
dn desvello as funciji.cs inherentes ao hunrnso car-
go que vai desempeuhar em beueii'io da huinani-
lade.
A polica leve, a bem dessa humanidade sullredo-
ra, eslirpai do seio dasociedade urna praga infernal
que lio amigada nella vai zumbando inleiraniente
das leu do paiz. lalvez por urna complacencia por
demais prejudicial.
Con-lanii'i eiitc se lem reclamado contra lal abu-
so e com to Do; pois levemos attribuir a essa
horda >l i .01, :s o maior numero de vctimas que
se conla.
Os tactos publicados cm alguns jurnaes, ja inician-
do os cuiandciros, ja denuncandii-os as coosequen-
cias dos seus estupidus Iralamentos, atteslam a ver-
l.ide do quanlo lizemos.
Lancemos urna vista retrospectiva ; tragamos a bo-
ina anda o prolu Manuel da Costa, din apregn.ido
por suas lelizes curas: que fez elle por lim? Hepuis
de ter Iludido a meia luzia de ineptos, mais do
que elle proprio, encheu-se bastante a cusa dos to-
los c iiiexperienles. e pnr lim entraram no condec-
mentu da improlicuidade los seus engrcdienles
llouve quem COmprasM urna garrafa do tal elixir
pela avistada quanlia le 2l)'L?, e veio a perder por
fim cinco escravos, que se fossem entregues smenle
aos cuidados de um medico, lalvez anda os pos-
susse.
Nao firou s nsso; alm do prelo Manoel, una
sucia de intrusosappareceu ciirandn peln inesuin sjs
fema : ebtinham > lal elixir, e nao sabemos mesmu
se al o fabricaran) a seu modo, e toca a malar por
consequencia.
Senlmres redactores da Pagina Aculsa. l.endo
em seu aprcciavel escriptu publicado no Diario de
parte lu Sr. Lopes,e apezar le toda a regolaridade
que se da agir nos cnlerramenlos. o Sr. Hr. Ma-
noel Joaquim, rreio en, insiste anda pelos inlatiga-
veis serviros lo Sr. Hr. Lobo, pois com elles fu-a-
ro prevenidos lodos us embneos que possao so-
hrevr.
Eis lal qual se passou a historia da falla inhumaran
'Juanto a fimo e abandono de qoe he victima a
pobreza de Olnda, rabera por ventura a respunsabi-
lidade di-so a polica'.' Sera ella que illude as vislas
do governo'.'
A polica le Olinda nao foi aulorisada para dar
lnheiro nem alimerSu ao povo, c nem lo governo
receben medicamentos para soccorr-lo. O Sr. Al-
meida Lopes se eflorecen para fornecer medicamen-
tos gratis aos pobres, eogoveruo manibiu para alli
o Hr. Maraes, e lepois por molestia desle, 1 Hr. Ro-
sendo, e o acadmico Rocha Rastos. Este est el).
carregado do hospital la enmmissao de beneficencia,
e aquelle vai exereen I sua profissao. Se ha por-
tanto, falla le remedios para applicr-se aos pobres,
nao he cerlamenle a polica que illude as vistas do
governo.
No enlardo os pobres enfermos que se resignem a
ser curados,no hospital la ooromissio le beneficencia,
au qual o govorno auxiliara quando seus recursos se
esgolarcm;em quanlo eu me prevalecoda opporluni-
dade para aflirmar aus Srs. redaclores.qne apezar la
pohre/a Franciscanoqneopprimea velha Olinda; to-
dava alli lem apparecido almas philautropicas, que
se preslam au auxilio los que soflrem, alem da pes-
te, u horror la miseria. Pur exeroplo, o Sr. leuenle-
'ir mi I Passos, que nao he lo descaridoso, como o
pintaran) a Vmcs; sempre alguma cou*a tem feito.e em
nada tem econoinisado o seu presumo, nao obstante raeon iiceno,""uma vTcgeni^^ penosi e 'arrVraila
1IIindi, um prodio le 2 andares, silo na ra da l.a-
dea do Kecife. Ain la nao sa acabaran com
a epidemia os homeiis coridosos. Essa rasa lera o
mesmo lim do euiitiuhn le res du Sr. lieurgcl'a-
chetl '.'
i'eui sabido rumprircom us seus deveres ua
quadra actual, o inspector da rua do Aragao a Roa-
Visla, Juvelino Ariniun de Barros Correa. Islo al-
lestam moilos mdicos daquella freguezia.
Consla-no, que as ooraacoea de Nossa Se-
nhura do O', Lapa e Tirohanlia. ninre-se sem os
socrorros espiriluacs. (1 fallecido padre Rodrigues
era o nico, que em Timbauba sorcorria os enfer-
mos, e por soa morle este all os chrislos perecen-
do sem osollimus snecorros da igreja.
Na rua i/icendiada ha urna leja com fumns de
armazem de peixe secro, eqoe o vende bem espi-
chadinho a' pobreza. Como o lempo he de rarida-
des va' la".
Muilas tabernas cm Olinda se acham fechadas,
e as que aiuda se conservan aberlas causa unjo oque
vendem.
O inspector da Estrada Nova, Joan Francisco
lem-se portado com humanidade ua crise em que
nos adiamos.
Ate amanha.
I.IMOEIKO
18 de mami as .1 la tarde.
Ainda a pouco era esta vi!'.: o lliealm i)C horrores
indisiveis. A epidemia se manifcs'.axa snb o aspertu
mais hedionlo. lloje felizmente respiramos lesa-
sombrados : lemas passado sete lias s.-m que lenham
a|u havidu casos falaes. Oulru tonto nao aronlere
cum a puvoiran de Bom Jardim, mul o a;oule se
lem eilo sentir desapieialo. Aquella freguezia lem
sido devasta la, e as margeos do Tracuiihem e Svri-
gi apresentam um espectculo, que aperla o cura-
eflo, e li-pert un recordai.-es binUeas las devasto-
rfles com que o Senhor castigava os povos naquelles
lempos palriarches.
O Dr. juiz de direito da comarca, Aragao, aqu
ehegou no dia luze, Ira/.endo da l'iralubi,uude l'-
P"'
querer eeonomisar os dinheiros pblicos. A polica
por sua parle faz o que pode,sendo o Sr. subdelega-
do activo e inransavel no rumprmenlo de seus de-
veres. O Sr. delegado Hr. Manoel Joaquim lodos re-
r.onheceni os seus esbirros, e o quanto so tem pres-
tad!, niio pniipaudn quei- sua pess ia, quer seu di-
nheiro, para f.izer bem a seus semelli^nles, e regula-
risar o servco a aeo cargu, e le mudo, alm de ou-
tras muilas generosidades que foi para fai-.illar as
cousas, a pagar le sol algiheira aos cavetros do ce-
miterio lo rio-Doce, para que baja alli promptido
nos euterramenlos.
Quem pois assim faz o sacrificio de sea linheiro,
para eeonomisar o do governo, apesar das ordene
Veio atravessando campos le deseolarfo lesde la al
aqui. Huas vezes em caniiho fui accommelldo la
epidemia, sendo por issp abrigado a marchar com
todas as precauees : assiin parlindo le la no da 22
de fevereiro ehegou aqui 110 dia 12 du corrente, e
au amaiihccer de boje foi pela le.ceira vez atacado
da peste. Felizmente ja o julgam f'ra de perigo.
I'uuco depois de sua chega la conseguio com al-
guma lliciildade resolver o mediro Paula Caval-
canli .1 ir a fregnezia du Rom Jardim prestar sorror-
ros aos enfermos lili, O medico foi, bem a seu
pezar, levando em saa compan o profe-sor Ma-
noel Alves, que lem oslado empregado no hospital
dos rolericos testa villa, lesde que adueceu, ese re-
francas que (em. nao pote deixar luv.la acerca de (ir0u o Hr. Wanderlex. Sabirain hoja pela madru
sua phjlanlrnnia e Incansavel zelo e iuleresse pei-
nen! publico.
Os clamores c censuras, que apparecem contra a
polica de Olinda, Iip cuusa que nao leve admirar,
pois que elles al neslAidade se dao, como proprios
ua oceasMo incninmodado, em lamenlavel lestalo
Ha algamas esperances de sen restabeleeimento.
Heos nn pode esquerer lauta dedicargo, lanos sa-
crificios em prol ds homaodade. Esi cuherlo le
louros ; mas lambem rhcio le sollrimentos '. .'
A epidemia naquelle lugar ja declina, segundo
rorre ; mas a fouie crescc.
t) Kx 111. fre Enren, quese presluu a irsoccorrer
pspiriliialinenle os iufelizes nlleclados, e que foi
toinl.ein encarreg.ido pur S. F^xc. de dislribuir es-
BBOllas, adoei-eu ; mas aclOd-se ,,m convalescenca
tiesta eidade.
O padre Firmino de Kigueiredo, doente de roli-
cat, nu tem podido prestar sorcorros aos mori-
bundos.
rom qucaccommPtteii mitins lugares da
violenei
provincia
as Barreiras de Gindahle ondjB hnave grande
morlnndade o mez passado, as cous.is tem melhora-
do muito.
As utiras le Agua-Prela e de llarreirosso sem-
pre tristes.
Em Tamaiular at o dia lsnse liuham dad-i 5
caso- falaes. .- todos em pessoas que viuhain do IIir-
reiros ou do Recife.
Na Rirra le Seriuheiii o estado sa Hilario linha
melhora.lu alguma rojisa ; e na villa nao obstante os
esforcos -lo delegado de polica, o algarismo dos
morios ja passou le trinla, mas nos engrudos do
termo he onde 11 mal lem desenvolvido o seu
l'ambem os quartos le bilhetes deappareccro, co- implacavel llagello
api
mo os oeninos, vigsimos, centesimos e nao sabemos
<>ue mais.
Hepos chegar.i a vez dus meios bilheles, e linal-
menlc al os bilheles inleiros lern a niesina sorte,
piando a economia poltica, a ninral publira, e, em
urna palavra, a civilisaro, Iruinphautes consegoi-
rem fazer sabir da boceado governo este |iensamenlo
eminentemente moralisador : < Nada mais de loteras
110 Brasil, o
lie talo o padre Joaquim le l-igneiredn llezer- furor
ra, de |uem pur mais de urna vez Ihe tenho allailo.'. linha rhegado ao Rio Formoso urna barraca, vin-
Succuiubiu un dos sacerdotes, que nias llastravara da de Macelo, trazando a seu bordo lous medicse
saa cla-se | alguns soldados |e pulira mandados pelo presidente
A Ierra lite seja leve :... le Alagos, com vveres e medicamentos para a po-
lla familias inteiras, que tecm desapparecido snb breza
I.'l de marco.
(I paquete Camilla Iraz latas de Montevideo at
ti, e de Buenos-Avres al :l do correnle.
FelizmeDle, contra a expectativa mais fundada,
realisuu-se a eleirlo do presidente da Repblica Ori-
ental lo L'rugav eni plena paz. Coograluleuio-nos
rom os nos*os visinhos de todo o corarilo. A sua
paz he urna parte da nossa, permitla-se-nos a cx-
pressao.
Hehalde s paixes de momento e as intrigas pe-
queninas e mal pensadas tentaran pr em Invada os
sentmentns que manifestamos como um dos mais
fraros orgos la opiniao publira do Rrasil.
Foi cleilo presidente oSr. H. (iahriel A. Pereira,
e escollicii um ministerio pie oll'erere todas as ga-
rantas aos amigos da ordOm. Sobre as circuinslan-
cas que precedern) e se seguirn) a esla eleicalo na-
da tenaosaccresceillar l mmaeloss eimpnrlanle car-
la do nosso rorrespoudeiile.
O Sr. visconde de Ahael- linha rbeg.iio ao l'ara-
n. o j 1 p-,., ,, n 1 ''"-u,[.'uili de saa mis-o espe-
cial, que, a ;'i!".ir pelas palavra- In diseorso de
npreaentaoflo proferido por S. Exc., e pela resposta
lo Sr. viee-presideote la Coafederaran, se deve es-
perar seja bem sacerdda, como tanto eanvem aos
lous paixos. Na correspondencia de Montevidi-o
encontrarn na lei toros estas las pecas eluGiaea.
O general Urqoiza, que se achara retirado na sua
estancia de s. Jos, fez ama viagem violenta al
capital para assis|jr reccpijo do enviado brusileiro.
Foi urna ilelicada prova le amizaile e de ronsidera-
ro para rnrn o Brasil e seu angosto soberano.
As relaroes enlre a Confedera;flo Argentina e o
governo de llii'iios-Avresressenlam-sedosaconleri-
menlos de que ja demos noticia* aos leitores, a en-
trada do ministro da guerra Mitre no territorio de
Sania |' em persegniego du general I-lores, e n mal-
logro la missaoconfiada ao Sr. Pcnna.
A despeilo dasapregoadaa derrotas los Indins, pa-
rre cerlo que a villa un Azul eslava sitiada
Em balita Rila nu lem sido menores os eslragos
Alli diflicilmeole, apezar das providencias do go-
verno. sp eiiterr.ini os cadveres ; e 110 lia ID mau-
dou S. Exc. alcatro para qucimar uns. que csta-
vam insepultos.
A fome alli tambenisel^ fello sentir com forc.
O coronel Jos Teixcira lem perdido crescido nu-
mero deyseravos.
Naquella povoacao, o profes Iraa Angelo Miguel de Sonta, tem sido incansavel
em soecurrer os desvalidos, e a lodos os que deman-
dan! seus soccorros. San iucalculaveis os serviros
por aquelle iuransavol cida.lao prestados.
Ooarabira gente ja, e Alagoa-Nnva, eparala sc-
guiram. ha lempo ambulancias, p agora mediros
ParaMamanguapesegaio o joiz municipal sup-
plenle. Dr. Aolunio Carlos do Almeida Albuquer-
que com o-alferes Francisco do llorja Pereira. co-
mo delegadoTo ...na torca. (1 desanimo cessou,
o flageflo diminuio le horror. 1; a populacho ficou
resgnala. Honra aquellos disllnctos ciilados. e
ignominia cierna aos que fugiram o ruuiprmrnlo
A villa do Cabo e outros pontos da comarca con-
linuam a sollrer mais ou menos ; e alguns ponlos
que ja se jolgavara livres, bao -ido atacados nova-
mente.
As noticias de t (linda ainda slo lesagradavei. A
mortalidade lem decrescdo, mas es negocios se
acham lio complica los, que, sem embargo le estar
aquelle ponto, pnr assim di/.er, s portas de-la cida-
i de. nao se pude fazer urna idea justa acerca la si-
Inacto.
Na villa de IgoaraoM a mal eslava fazendo consi-
deravei- eslragos, a'Slm cuino em niitroi ponlos do
termo.
(i numero do morios nos 1:1 ltimos diaso'Cilla-
informaijesque colher Olinda,acerca dodeplo-
ravel estado le abandono em que suppe permane-
cer aquella eidade, unde o* cadveres de tantos
uossos irmos morios pela peste, fome, maldade, asu-
ra e impiedade, |axoadocorroptos sobre o campo do
cemiterio, necessitam para oblerem sepulturas, que
lli'a- de um homem hemfazejo, com suas prupnas
mos, e pur pessoas engajadas le sua bolsa pur 2?
diarios!- E como oeste mudo le pintar o quadru
recuulietja que Vmcs. o lzcram com cores demasiada-
mente i-urregadds, me permitlam que, certo le que
nao liniive da sua parte intenso calculada, e sim
por mi' lerem os seus informantes se compenetrado
da vertlade e criterio que us leveriam guiar as n-
formaia'es que Ibes minislraiam cuui sensivel abusb
da boa fe e lealdade que lodus aprecian) em Vmcs.;
eu. leslemiinha de vista los fados lp que Iralar.ini
P.r achar-me ainta em Olinda quando elles se de-
ram, venho pedir-Ibes um caolitiho em seu trabalho
diario, para em houienagem a' ju-lir, e a' verdaile,
fazer urna liel e imparcial expsito do occorrido,
para que Vmcs. eo publico melhor informados, ou-
lro jiuzu forniem da p..|icia da veterana e decadente
Olunla. pie tiem mal deve estar na opiuilo publira,
quatidu digan c learavpl be o seu comporlamento.
F^spero, pois. que Vm. ravalleiros o generosos como
sao. nao se negarn a lo justa recl.unaeo, feila por
quem lie iuteiraiiienle eslranhO as cuusas e as pessoas
le Olinda.
lie ineontcstavelmeolo naquella eidade. onde de-
puis lesla, com mais regolaridade se faz o servrn
le enlerramenlo dos epidmicos na provincia, e sso
lev-ido nicamente an zelo e aclivdade da polica e
la quailra actual. Assim como aqui se inculpa a po-
lica por tu lu, alli lambein a querem fazer responsa-
vel pela caresta dos vveres, pela falla le medica-
mentos as boticas, e al pela descaridailc albeia !
A dar-se, pnr lauto, vulto a toda essa algazarra, -
II.a -'iiwduM la ato- pie nao leudo nenhiiin presli-
mo, tecm todava grande bucea para gritaren! contra
o dos outros; nu llavera enlu laqui por ruante
quem. gozando de cerla Humeada e cousidcrao.io, se
desapegue, em quadros assim calamitosos, los leve-
res domsticos para pr-s'e a frente los pblicos,com
sacrificio de lodos os commodos e repousos, pudeiulo
resiriiigir uuicamenle a caridade particular, da
qual se adquire gralido, e minia dissabore e de-
preciarOes.
E para nao ter occasilo de outra vez incnmmen la-
los, Srs. re laclore-, me prevalecer, la accasiao pa-
ra dizer-lhes que nao he exacto ailaren) em Olinda
os cadveres pelas ras, pois que apenas um appare-
ceu ua porta de urna igreja, e fui lu2u conduziilo pa-
ra o cemiterio. Me parece que a polica que fuiere
aos cadveres pobres conducroeenterramentosi/ra-
tis, nao lem oulro meio le prevenir abusos laes9ben
como o le truncaren) cadveres em suas casas, seno
collocamlo em cada casa una sonlinella que isso ve-
de, para o que nilo ha cerlamenle tropa em Olinda.
A'cerca da desinfeceo las casas, nao lem ella si-
do feita a falla de deiifeclanles, os quaes sendo Bo-
rnete reqiiisilados peln polica, e pelo digno joiz
municipal, c leudo o Exm. Sr. presidente ordenado
a s.lisiarn le liles requisicijes.apenas foi para Olin-
da remet nli'a lli do correnle pela jimia de hvgiene.K
garrafas de labarraque, urna pequea porc,o de en-
xofre e alcatro, objeclos estes que someute tem sido
applicadospela sua insufliciencia, ao cemiterio e hos-
pital.
Nova requi-n.-u fui feila, e logo que seja satsfeila
a desinfecrao da cidaile se fara sem demora.
Acrilandu Vmcs. Srs. redactores, a prsenle recla-
maro, le cuja verdade se porleru certificar, caso
queiram dar-se ao Irabalhu de novameiile ir a Olin-
da, e alli indaga-la de pessoas imparciaes ; favor
l'ar.iu a
Cm repatsador de /na em Olinda.
Recile lil le marro.
P. S. Mais um contra-peso.A polica le Olinda
apesar dageuerosidale e prompliilo rom que o Exm.
Sr. presidente tein allendido as suas exigencias, ain-
da nao receheuium s real por opnta dosdinheiros p-
blicos, c o crdito que lite foftbcrlo na cnllectoria,
at o presente aind.i nao foi ulilisado, por s'. Icver
si^-lo depois de feilas e Bsealisadas as despezas que
lem sido ordenadas.
Era cm no (po incnos' a ralilicaro supra, purque a respeilo
dos valiosos servicos que ha prestado o Sr. Hr. Ma-
IIu 1 du Padre Flonano 11. 21. casa de Joaajuim
Manado Espirito Santo, morreu 1-atwl Marta, c-
I liaa da rola; desinlerlada por aviso policial.
Hita do lito n. 72. cmw de loann. Ir
ca I. Chagas, morreu Anglica ; lesinfeclada
indagaco.
Freguezia do Recife.
Becco da Lama 11. 211, rasa de Mara Oertmdet da
Nasciinenlo. morreu a mesraa ; desinfectada par
aviso policial.
Rua do I arul n. lli. casa de Nicario Barbota Ri-
beiro, morreu I caern ; dcinferiada por ansa po-
licial.
Rua do P|ar n. I, rasa le Manuel Monleirn. mor -
ceu o iiio.ino ; drsinfeclaila por podido.
Rua lo Faml n.2i. rasa le l.uz Riheiro, morrea
I mullier ; dosMocU la por m I u 1; ..
Rua da Cruz n. 2.. casa de Jos i.ervaio do
Amorim Carria. morreu I escravs ; lei"ferta pir aviso potirial.
Rua lo Farola s.m numero. ca liuiauadc Almeida, morreu a n,,-ai : desmlsctaSa
por aviso policial.
Kua da Cruz n. fin. rasa de Fnrlanalo Cardos* de
liouveia. morreu t escravo ; desinfectada por aviso
policial.
Hesinfecc.ies : total do dia IS :M casas; son-
do na freguezia da Boa-VUU 7. Sanio Auloma 12.
S.Josc 12, Recife 7.
I ola! *lr o da de h->je *2!.
Kecife 19 de marro de Is-.'Hi,,-./.;... o tjzemum
'arlado de Meudon-a, em anegad., da c*marva*;ao
e ili-lnluno.iu dos alenles desinfertanles-
Desinfei-lares do di 19.
Freguezia la Boa-Vila.
Rua los Pires o. (i. rasa de /chaas Jos G*.
calvos, falleceu u mesmo.
Rua la lituri.i n sil, casa de francisco de Anto-
rim Lima, fallecen Lucrecia,esrrava.
Rua du Mondego. sem nomern. caa do Dr. Frao-
ci-cu de Paula Baplisla ; desinfectada por arden O
Dr. Souza, segunda vez.
Ciminho Nuvu da Soledade. raaa sem uomero. Se
Sebastin da Silva Comes, fallereo Jeronxma da
ConceiraoOomes, mullier du memo, e Jnaipiina Ma-
ra da Conreo o. prela.
Hito dito da lila, sem numero, rasa de Fraoriar
Jop Teixcira Lima, falleceu Antonia Maria de Sa-
cramento, mullier do mesmo.
Rua do Rosario n. J5. casa de Rosa Mara de Ao-
nunc u;,'io, falleceu Francisco Jote do Santa.
pardo.
Alerro da Boa-Vista n. 18, rasa de Manoel Xer-
herto .Inrge (ionralve*. fallecen I. Amalia Serena
le Araujo Agui.r. e Joanna Baptrsl.i, eacrava.
Rua da Alegra n. 1:1, rala de Joanna de tal. fat-
lerpu a mesma.
Rua Velha n. 22, casa de Fraocisco Vieira da Ssl-
v. (alteren Olimpia, parda.
Aterro la Bao-viaU n. II.casa de H^Jinionia FU-
Illl II fasssa de Meno, lerreiro andar. Nesla caaa
desinlectei um quarto no corredor da rscada, por ler
morrido um rhoteriro. qoe dizem pertenece a mes-
ma do terceiro andar.
Fregoexia de Santo Antonio.
Rua de Hurla- n. II, casa de Manoel Aduano,
morreu I par I 1 ; lesinfeclaila por avias poli-
! cial.
Hita le ditas n. 20. rasa de Vcente Moreira da
caita, e as flttalro horas la larde ermn j.i de volta
aqui. Ora havendo a distancia le seis leguas enlre
esta villa e o Rom Jardim, creio que deduzido o
tempo para ida c volt.) nao Ibes restou muito lempo
para medicar os enfermos.
A chegaila du Hr. juiz de direito foi um allivio
para o nosso delegado que ja extenalo de lautas
la.ligas iem agora com quem repirli-las : reinando
entre ambos a mais perfeita harmona.
Aqu parou o Rv. Margal Lupes le Siqueira ..
dia 21 de fevereiro. e ficou dolido pela epidemia ate !*, morreu I preta ; desinfectada por avii part-
11 lo corrente, da em que t ai lio para essa eidade.' culai.
He pena que S. Rvtn. viesse au Limoeire em tem- Iravssa le San Pe Iro n. I. rasa de Maria da Ei-
po lo calamitoso, em que alem ale soffrer em sua "amento, morreu I parda : dcsmlerli.la por avian
pessoa, per leu o seu pagem que suecumhio epide-: policial.
mia. O carcter e inaneiras de S. Rvm. merecan) Bcco do Carrereiro a. .'1. rasa de Francisco *>
mais benevolu acolhimenlo. Do mesmo molo lem I'*"'-1 Rosa, morreram 2 prelas ; desinfectada pat
a queixar-se outros deputados prnvinciaes ; que avj?'> pol'cial.
aqui passaram: O vigano Cuimares perdeu 111111 oa da Cadea n. I. rasa le I mlsclina Waastasor]
escrava e o Hr. Gameiru um escraxo. Peixoto. morreu I pessoa branca : dr-ioferlada P
Alguns malfazejos se lem aproveitailo das ralami- aviso parlirular.
dades da epidemia, pilhando as fazendas de algumas Ku" *'" l-'xramenlo n. :Mi. segundo andar, caaa de
das victimas, cujas propriedades lem estado em 'rlrmle lo Espirito Saolo Muir, morreo t nsjnj
abandono ; e nos vexames. cm que se vem as au- branca ; desinfectada pnr aviso policial,
loridades, nao he possivel remediar, lodos quintos; Rua do Cadlegio o. IB, escoda da raeama rasa de
exresios pnr ah se pralicam, longe da sua aecu. Tavares Luna, morreu | prelo ; de-inlectada per
Fclizmenle o delegado o Sr. Camizao, ipm feito a*'*" policial.
arreradar os bens dos qne lem morrido na villa e K"a. Direita i:l. secundo andar, casa de Sabina
por perlo. Dm comhov enviado, segundo se iliz Antunio da Silva t.oulinho. morreram 2 pre tt; de-
pelo Hr. Manoel Joaquiii C.rneiro da Cuuha para o asnfeetada por aviso policial.
serlo, c que constava de muilas cargas, licnu em Kua *" ,,rai* '" pnmeiro andar, ra>a Ma-
abanduno na povnaro da Pedra Tapada por terem ria Fraurisca Boielho, morreu I parla ; le .ecta-
morrido todos us conductores. Saliendo dislo bou-1 da por aviso policial.
lem o Hr. juiz de direito, encarregnu ao delegadnl Rua de >anla I'hereza n. :lt. casa de ISelnaa t>-
Camizao de miniar arrecadar cargas c cavalgadoras nn,n ,u SHvO, morreu I pessoa branca ; desinferia-
para serem entregues a quem tiver lireilo. Ambos !'or l*i''0 policial
Observaroes.
da Pcnha 11. 211. nao drsinlerlei per te
Hireita n. il.ja eslava desinfectada peta
do l.ivramcnlo n. 2, foi dc-interlada pela
Iregoe/ia de Sn Jos,
do Jardim 0.51*casa le Virencil de lal.
murrer mullier, a nica liflia que Imlia', e ludos os m,,rre" Francisca Ribeiru de Alhaqarrqor : desia-
cscravos em numero de 10, foi elle o ultimo que **etada l>or aviso policial.
eno-rrou essa lucluusa lista de cadveres. O cap- I'1'*" do rerco n. BO, casa de Antonio le Freda-
lo.Mathiasde Aquino t'.uerra dn engenho Bizarra Corrosa, aterrea a mesmo: dosinferiada por aviva
morreo, depois de perder a mullier, a mi, um ir- PoMcial.
hnntem rnmbinaram esle respeilo e o delegado
iiiainlou of-dens. e leu providencias ueste sentido.
as minhas cartas anteriores tenlu por descuido .
"uulliilo os nomes de muilas victimas lia epi lemia.
das mais conhecidas: por isso direi agora alguns
desses nomes eos estragos e prejuos que outros
tem solfrido. ntreos casos mais notarais vem logo
a frente de lodos a morledo seobor de engenho Au-
rora major Chrislovao Olegario, que depois de ver
Rua
(lente,
Rua
ilonn.
Rua
dono.
Rua
in in. smiro. lio e to O i'nroiiel llenriqH' Pereira tle T-ucenn loi vich-
ma hnnbem, levando -Jiante quasi lodos os sens e>-
cravo*. D-pois inorreu limhein um.i lilhi ras-ida.
O delegado capilAo Cimizrio. depoi-. de perder
iiii)4 filha, leve unda a per-la de um lilho ; e leve
a Sr.t. em grave perico : di/ineiile rela!>eleceti-se.
loi virtima afiual o alteres do ii^staejirT oto ,U-
Kua de Mbit Hila n. 7i, raia.le Minocl le>o>4
lavare-., morreo J u(|iiun ; deiu(ccUda por nM
policial.
Kua deSan Jcx.-n. T. ra-a de Jnr lvnin.---
morreu Jaanna ; de^uiferlaila pnr inda^arao.
Diti de dito -lilo n. JS, rasa le ArrHa;a Mkij.
inorreu Laa; deinfeclada por indagar'*.
rtudo CaWeireiro n. 7(1. ra* dm Maria lciwia
ro*ljuv,|rru> de poucjs parliculare<. que ludo lem
empreado paravenrer o monlAode dificulilatlc* que
\? enlre l. a -211 di-iriamente. O Sr. presidente la de liora em horauUliej4 anlolha. Alguma ve., po- noel Joaquim Carneiro da (.unha loda Olinda e*!;
provincia inandou ^c^uir para aquelle Ierren o esiu- rm, ellc h iviaJuile superar Iftu de hcado* esforros, perfcilamenle inleirada, p so erviros loe*, que
l>r. Manoel Joaqun)
i Koliinsun, alim tle
O
iianic do anno laime l
eoeidjuvar o Dr. Joflo lloimi
Da eidaadede linianna nfto recelienion mu
estada ti- Tiinl-aiiba era mu lri*le ; a mortalidade poura erra por ciih e nao socatlos. seinlo verdade
era rre^nila : des par*'-; da popolariVi liaviam sue-! que foi iis< c.uisa o abandono que fez o Sr. Dr. Lo-
bit i^ "lirerro tlaquella e-I ibelecimenlo, .1 qual (lie
e por imo f-ii que no dia 16 do rorrele le\t- de ap- anida o maior inimififO in Sr
parecer nt remiterio cerca tle -Jt) r;iil.iveres nao so- nao os podero contentar
bre o campo, mi-* apenas mnllulos as covas, com
cumbido. e lirnva muil. Rent atacad*, esem recur-
poi* qne nilo bavia quem min*ttraMe soccorrtf,
le seos devere. OcirursiHo Nones Pinto, nnico A pn\o;.r.V> de (ioianuinha lambem sollria de una
recurso naquellp losar, anda de.... nio sei a mol^s- manelrn c< nalderavel
lia, lia muito lempo
l'ara alli sezuio nutro medico. ** ambulancia.
Km Pitimbo1 e Taqnara o mal tem lomado urna
iuteutidride cruel.
O Hislinclo coronel Esteva! r.avalrante de Albn-
qaerqoe, tem em Mni Migenlio Tana1 urna enferma-
ra, ua qual lem ron-itaulemente mais de gomanla
ilupnlo". entre e era vos livres mheravei Nao
.Aliando n^ av.diadas ^mma qne tem dado para
'.necorro do desvalidos ern ontro ponto-:.
Entro agora no roab difcil ila pre.pnte mifstvn,
na qu: res o eslaclo desla capital. Servir ella talvc/ de
rer*trdar-tne um sar e*la calamidade, o que \\ e que presenciei, run-
tra niinha espoctalva, inuilo alem le minhas sup-
po-iroe';. por mais evatieradas que fossem.
Nao pretendo er mais, em alguma outra. minu-
cioso, como nesia ; porque eutando que nam Ion
alivio .10 que solIVem relatando suas atlliccos nem
eslava confiada p-lo Sr. Dr
netro da Cniha, telcuado tln termo;
verdail" be i|ue esse abandono provtera em paite do
Secondo as informar ;e* que colbeinos, o numero justo e louvavel zelo que pelo* dinimiros pblicos a-
ilas pBMoaa atacadas da cpitlemia enlre nos nos ai 11 i presentara o Sr. teneiilecorouel 1'avs.os, qoamlo com
ims da da semana, em proporc.io foi maito menor. "Sr. Dr. i.obo enialnilou combnacj&et. Convem,
Os castis foram benignos; poden do-se ippular a pois, entrar no det.ilbe das cou>as, para qoe se nAo
morlalitlade nina conseqnenria dos que artnecpram rrei que o Sr. Passos prplcuden ambara^aff a repu-
la inais lempo; p alsumas pp*soa habilitadas ..lu laridade do -ervico do cemiterio, nem que o Sr. |>r.
de npiniio que o mil vai a deeresear de urna ma-i.oboon.aava por e-banjainenlos.
neira coii'.deravel. :>iido, de^de ere?cimenlo da ipidemia, innu-
Poalo qnp a morttlidadp tenb haivilo an numero mero* emhaiacn* que oppunhaui a recularidade
de '< ppssna no oliimo dia da semana, romlado a I dofl enti-rramenln-:, ja por falta de qupm so qoiaessa
aluar;V> ainda he iustadora. pois que co aljaris- oinprei;ar no misler le eoveiro, e ja pela repu-
A rc*pcito,porem,lo Sr. lente coronelPassosnao
achilamos de serle algama a railicac.lo, porque ule o
do clamor pin Olinda ser.Keralcon'.ra S. S. t?n.os tlo-
enmeuto, que pnr ora nos ahslemosde publiror, que
Mi noel Joaqtinn un como I se com itesmeturatln zelo para com os dinheiros p-
blicos no negocio passos-cemilerio. Alm do que
tno he comparativamente minio npprior ;' mortali-
dade ordinaria de outros lempos, a qual lluctuav
todas as emana* enlre :!"> o iO.
Quem lem visto a nossa eidade. nos dias da sema-
na santa to* auno- anteriores, o observou a do auno
de I85.F, nSo precisa de onlrs prova* para avaliar o
daino que a pesie DM lem causado. Apenas duas
i^rpjas celebraran) nl^uns actos com pie nesla qua-
dra so rom-memora a pnivio de i'
dnas pr"ci-sr>es do enterro percorre
que
as fon;as tln sovernn se achavam reduznlas a inarli- mesmo lempo lana resicnojA
inlereeansqur me lerem piulando quadros irisles i ;ipqu(1|ia mnXimo ow as 9companhava. er:. ma.-
enema m.n. mesmo conven, po.que em escrever Un documento que altestava a .'rostrado e abali-
sinlo duas vezes as maicoas. I ment cen.
^IllIca pensei, qna em meas diaspreseneiasse ce- Os eneros alimenticios nao soilreram alterarlo.
nns |,lo ilolornsas, tivesse .!es_,nst j* lid eaecesvos. |O preco da carne verde nm-ervoii-se enlre SM) c
golpes )< > repetidos, allliccoes hlo constante
gnaucia. e inedn parle de pe o transporte delles para o cemiterio, aconlou uSr.
Dr. .Manoel Joaquim com o Sr. lenle coronel
Passo no esiabelenmeiito de um carro fnebre,
usando aquelle da inllaencia de sua pessoae aulo-
ndade, para conservar diariamente no cemiterio l
trabalhadores do mallo, para, reunidos a alguns da
Somenle eidade, fazerem o servico de iohnmaces p aberturas
as mas, e a de covas. Como essas f/rovdencias anda pareriam
insnlicientcs, o Sr. IV. Manoel Joaquim, veudna
actividade e dedicacao admiraVel qj,e apresenlava o
.w. IIUIBHO uuuu. i........- UVSlrtl lllll Ul !<; -~---------------------------.....-----"---------"- a. -------------
la villa, Renlo Mai-tel la Creo. O rullertor la ren- I do^arramento. inorreran), l.niza e Romao ; leno-
das ueraei, o majur Villarim perdeu a Sra.. lous fi- feriada pur indagar...
Ihos, a josra, um ennhado c quatro rsrraviw. K,,:l''" ,)llr" ca de l.aei. Rimallm Ma-
Succumbiram tambeni o na Ir Marr.elliao CkIs r"'". morreu Riti Maria deinlertada por aia. p .-
lirial.
Rua Aiud-ta n. Sil, rasa de Joik- l^nirio Riheiro.
murreu Clau.lina. earrava.
Hita dita 11. ti. rau le Herlo, morrea n mr.nic.
Kraacetliaadoriac Antonia: ooroaaBsaagloMda>
sinfectadi.
Rua In Dique n. \1. ea>a de Kenedirln \l\r- 4t
Silva, uiorrru o mesmo ;' desiulnta la por indac -
profosaor do Rom Jahlun, o o capitn Antonio Jna-
i|nim da ('osla Gomes do Oroodooeaa. OSr. dnen-
i:ent.n li ni 1. Praoelseo t.luirino i.u rom o frsala,
Jos Piolo e "i eseravos. i A sramle raa da faronda
dn lan perdru tres lilbo. ja eroaneipadoa, p inai- lo
escravos. O eomoiaiidaot sonerior loado panudo
em las patheladaa J'> escravos, daaodorou e arru-
mnii-se para Naloba rom todo. o< qoe IIip restaran
la familia. I.a' esta' em caa lo Ilr. Jote Mauricio '-',
VVaaderteyf onde J pardea nats eseravos; haven*
o Sr. l'assos conu di* o correspondente, podera ser i (| perdido um senrn antes de Tiiir.
um empresado muito rerto, quan lu sendo arroma- j o lenle-Coronel HaJia lem perdido I", psrravos
lanle da illuminai;;ln de (Huida o senhor seu lilho be | Em II mu Ceceoso raltecea a espiUa l'ranri.i-,. loa-
qnem, como and lelosailu, da os atteslados a reapeito quilll da Silva, e a ni.ii do Sr. Revoredo. \ io .ii-
vidade por falla de rsvalbmla
l'i \-s,nnpr,io do Paraffoav ha autieiaaat2 do
pasaado. I) goveroo derreluu que lodos os vasos
moreaolea ou ,|o guerra pie se dirigiesen eapllal,
fuidci-seni mi frente rortaleza 'U< liumail, para
prnvnren alli a sua narionalidade- c lerlararein u
ubjeeto que os levava ao Parasuav.
Osoverao qail experiincnlar ninas peras ,l- gran-
de calibre recealemenle enmura tas em Boenov
\jres. Ao seiundn lim rel.onlon urna e maln
lous artilheiriM. Deram-ae
por termiaadaa.
n eeneral Upe/ Mola partido da capilal para
llomaltn iliin da Inapcreionar n ejercito c levantar
man nina balera.
A colonia Nova Rldeos. .,,. ci|u -..mimas a-
bubr-as ao governo paraimavo. Iinlia-e dissolvidu.
lorcesiu tos golpea me no deixa aentir cada um
lies. N.lo tenlio embolad. sensibilidade, p nem
amor a ronservajilo me lia rieslraido lo pezar :
.'lid reis a libra
Parece me qaa a | Coosta-ooa qne a ultima r.ira foi le lilKI lacia ;
ntrelant -.. em nutras nocas, a l'eir.i que -e denomi-
ia 'le l'ascboa, era de otniM( bois e ni.lis.
Sr. Hr. I.obo a frenle de urna irmandail-pa. que
creara, para coadjuviir a conducran le cadveres
para n rcniitcriu, -niividni-n e inatou para que elle
tomasse a -i a diiTerito do servico daqaelleeslabe-| leuliam CrieRado i im grao do poder, que i
lerimenlo, e a aoaaaoio ^r. Ilr. I.obo, entran-, sa njornal,-! impirrial fa/erlli-s em lerma
des
mas be forc/no provar que o senhor seu pai pJp ser
milito bom commercianlo, honra lo liospilaleim. ele,
mis como emprendo aS desempeahn salifaclori3-
mente os seus devere*,e|nem pi.dnde'empenbar, por-
que como 1 supplcnto do drlrptdo luco que esle
pnr qualquer motivo sp;irlir impnssbilidado de
evercer o cargo.tem de pa ir ao snpplenle p al,i te-
mos nis na iuesmac.,-i siiln|p|e*:adnp lelegado: ou
o Sr. Paasos ha de sempre pa-sar o everricio a.. *>
suppleute, ni u Sr. IV. Pasaos hade passar .10 I" da
subdelegara para nao haver iiiroinpnllliiliilad te
parle a parle.
Ora. o Sr.teneule-coronel Passos, queaao lem ei-
lo islo, havendo por laio tempo c*orri uacias, be que 0A0 lem l mniln escrpulo pin ever-
cer um cargo, que nilo o leve rgo o Si. Passos
nao he hom pinpresado publico.
O Sr. Ilr. rbefe de polica far o melhor.
Alsueni lem-se roaravilliado |ior osoOsarmoslilo
francamenip eensarar o Sr. Passos. Con elTeilo !
Pois he po-sivel. que em nossa (erra as in/lamcia*
* pos-
leccn-
liaaoporqae.se lora ameoeionnr aa perdas de es-
eravos eneberia loda, as r.ilumn.i- lo sea '.i")nlescn '
R11.1 dos Pescadores n. I. ra*a deSeveriaana Ro-
sa la Costa, morreu l.ui/a Maria I ranciara o Mana
Primitiva ; desiulrclada por indagara.
Hm de Santa Rila, sem numero, "caaa de asBO>a
(lor-inio de Araujo. murreu Jn.lo d. lal ; de-iofer-
la pnr iudasaran.
itili Imperial n. Til. raaa le Antonio H In. ...
liiario,
VI. mili 1
se ,1 -bolera
eulii
lo ao dia 1.1 nessa direccao, e pedindo o Sr. Dr.lles ola censara'baseada em provssl
[Manoel Joaquim ,intnrisa;an ao Kvm. Sr. presi- 1 Se o Sr. leueiile-rnriiiii'l l'aisus prfler, que Icien-
,,.,
espenencias
la
d dein-a- cenas aioda me n.11 faltn oconselbo, c I veroo aa\ili
nem a caln O conaoi.....lo pao e da bolacha conliaoou em
Maia d um amigo, inais ilf um prenle, mais de I grande oscila: us preena da lannln de trigo n.io
un) ni| -aiibeir.. di- infau-ia. lenlio vista ralur un sidlrpiam alliracan, o que lem >idn levido honda-
Irairoeiro golpe desse funesto inimia, e a cada mo- de do< Si-, Mau-u. Aualin .- K., Ilpiirique Koraler
So querem rrer !'
o temos partido polilico algom, quan-lu le-
,\ commissiin da cmara municipal, encarregada !,lente para serem pagos as" Irabslht lores engajados' da-sc : mis nao temos com sua defeza cu'sa alguma
maa a Providencia derraiimn em meu coraran o de promover cmiiimu desle genero, mandou ao I pelo Sr. Ir. I.obo ua ra/.ilo de SgOOO ts. diarios.' Ainda
balsama alalar da reaisaaeiio, de sorte que no meio 'serian alguma* pessoas com o liui de fazer compras valo no poder esle aelia-laa por menna preco. .\us
mata aterradoras noticias, n. presenta das mais de sa loa en lugares le sita ; e conala no. pie ogo-1 pura maior garanlia desse eogsjaraealo al.- se pro- mns ato cenur.ir quem merece. Kespeitamos i Carvalbo, morreu urna prela
rarregados municipae*. |piinhao Sr. Ilr. Manoel loaquhn a pur de aeo | com o maior aealamenl aa ideas politices le cada su policial.
Rua du Senhor Rom Jesos, o. (i, m-,,, de Mara
l nibelina la Coni-eic.io. morreu I po-sua liraaca;
DtsuifeeeSctttn dia I -.
Fregaezia la Boa-Visla.
Rua dos Pires, ilia le Manuel Joaquim Cirueir.
lama, fallecen Antonio Moreira Martio*. porto-
glle/.
Rua Velha n. SS. casa de Benedicto la Costa
Ferrein, fallecen Anua .Mana da l'.iinceic.io. prela,
livre.
Rui da Malri/. n. i, rasa de II. Marianna Priv-
lo Rnarqiie, falleceu a mesma.
Aterro la Boa-Visla n. titi, nadara de llamingos
Antonio da Silva, fallecen tiabriel, escravo.
Campo Verde, sem numero, rasa le Paulo Carnet-
ro l.eile, falleceram, Jos Svmplicioe Francisco das
Chagas.
Mansiiinho, sem numero, casa de D. -Maria le
lal, falleceu a mesma.
Estrada de Belm, sitio de Patricio Antonio le
turres Baodeira, falleceu o mesmo.
/ Fregaezia de S lato Antonio.
Itua de Sania Thereu n. 9, casada Valn;.i Mar-
celino da Cosa, morreu, | prela; desinfecta Nl
aviso policial.
Itua la Penba n. i. casa de Severiou .l,,-,| Reis
lesinfesleda poi avi-
meuto tremo pela sorte dos objeelos, qae me sao
mais charo-__ fj
Ksta citado esi sou'rcndoa maioi inlensidade de
sen rigor.
o numera das victimas diarias tem rhcgadn a
trinll e tantos, cerlo que muito aleubula ha sido a
,\ C Manoel d i Silva Santos. J. J. Tas.o Junio,, e
BailoSiX I.Fiiin.s, possuidores deste genero, os quaes
nilo se qui/.eiam aproveilar las lritea cireumslan-
cias em qoe nos adiamos, para llasellarem a popu-
laco, elevando n prcen la aa proprie o vapor dn norte Iroiive-ims a triste milicia de
bolso a dill-ren;a dessa diaria, se para menos fnse um. N.lonnsinins atacar o rredilo nem a repula,
a autorisacao le S. Ele.('.ollocadas as cousas nesse le alonen). C-in-iderainos quarnbi o merecen! -is 111-
pe. e devenrio a< despezas do remiterio serem feilas ftuncia* da ierra ; mas bajabem nao juleamos pes-
por cunta lo linlieiios da muniripiliiladr, e na falla soa alnuira revestida dfZrivilcgioa taes, que niio
(lestes, pelo que poz o governo a disposicito da po- poasa ser nem de leve loeVda.
livia, pedio n Sr. Ilr. Manoel Joaquim ao Sr. Pas- Marenliou de llirjat Gsraldes, .mente de lei-
sns qu, na qualid ido le inembrn la commissilo que les, declara aos re laclares da Pagina Acuita, que
a cantara bavii nomeado para dirigir obra do ain 1., nao pul: em evecuc os auiiuncins pubUeadOB
cemiterio, se eucarre^asse lo pagamento das despe- em diver-os e coillinoados nmeros desle Diario,
zas que se huuvesse de facer com enlerrameutos, pe- I porque nao foi aeeito o convite que dirigi popu-
desiofeclada requisitan do Dr.Souz
Hitado dita iliii 11. 2, morrea .1 "noado...; .le-
sinfeclada a requisu--o rio Ilr. So.lZa.
Rua da Cadesa n. 15, casa deJosajoberlo, morreu
1 pardo -, desinfectada por aviso p djcial.
Ruada Praia n. 38, casa de Hu.ionio Felis le
Mello, morrea I prelo ; desiafeOuda por indaga-
calo.
I
, Rarivio.niiirreu Rasa, prvula, hiaiira,^ Ir ti. |.lr
lo desiofeetada por iaatancls).
Hila lila n t !4. ca 1 de loiqo.ni -.
Mello, morreu i foaqnin aMearaa
Hita dita, en numer... raaa ,',r ;,|al^i afanosa de
A/ev.dn morrea I ...arene (j| |.,l,r n,|, po,
avian pnlicl^l. ."
Hila lili, cem no ni ro. rasa de Antonio Martina
I errara ro..al... mnrrri. Frederico Anl-mo e I en-
geilado, aa( eslavaaa cuando ; ,ie..ulrclada por
avi-> p-lirial:
[Jila lita, sem ataer*, casa le Zscharia* J~r
Carlos mIre j,. pau|0 dil s,|,j ^^,(,,,,4,
por aiso policial.
"I lila, sem numero, rasa de Marti. I imj.
ni "i.u o mesmo, Manoel Joa Bares, o aaastna
" ir:.i do Kspinto Santo ; de-inf-clada por aia
potirial.
dita dita, sem nuinern. rasa de Mar lucia, naor-
r'u a ine-ma ; de-inl., lada poi NtaaSMao.
Hila dila. sem numero, casa le Metandre Jos.- de
.L..u/a. morreu o mesmo ; desinlerlada por inda -
gacao.
H.l.i dita, sem numero, rasa de Manuel Anloaio
de Alcntara, inoireu o mesmu e Mara Antonia le
Mello ; desinlerlada p ir avi-o policial.
He.Hil.-cc.M-s : *- Tolal do da I'I II casas : ena-
lto : na fregnexia da Boa-i mu hi. onaaas Anin...
lll. e San Jos.' II, fallan.!., a parl.cipicao do lenle
que ale esta hora, ,,j0 man-lxii.
Total at o dia de boje MI
Recile -Jl de ni.reo |p l*M.- tmumulSmmum
I' nrtadiiar y,../.,.,.,., ,nirr;..|n ,la rnu-eivaca,.
di-lribuieao,lo. agrille, de-inlc, lanl.-.
salario jc ^pLTuambJiCD.
Pela vapor hbsj|m iai, chegad. hsmlMn do Hm
MUT!L ADO
ILEGIVEL


CilfilO DEtlillUCO SGUNM FEIM 24 t MARCO H 18*6
\
L*

e li.iln. recebemos jornaes com dalas,os primeiros de
16 e os segundos de 19 do correle.
I .11 Humeado consul-geral il.i- Duis-Sicilia* na
corle do Brasil o Sr. Aleandre Wendling.que cier-
na o eirgo de vire-ctinsul em Malla.
Alm das esmolM que S. M. Imperador lem da-
do quolidianamenle para u, enfermos pobres e con-
valescenles noi-i-.il. I"- da epidemia, lem sido dis-
tribuidos de seu liolsinho :
Para Bulla e Para.
Para as llagoas. .
Para Sergipe.........ftlNIlbOIK)
Para o Rio dundo do sal. :l:omi;j00l
Para o Espiilo-Sanlo.....-> IHHWIiKI
Par Pernumbnco....... KMHHINMIO
Para o muuicipio neulr i:8tHr-Ol)0 mensaes desde
o dia 26 de selembro de 1K.V ale lindar a epidemia.
Achavain-se conlralados na Rabia a legtlirem para
esta cidade os l)rs. I'io Aducci e Esa- Maaii Barre-
lo Caranini de C,nipos, perrebendo o primeiro 50j
c o segundo lll? rcis diarios.
BIJI.I.ETIM DO CltOI.EItA-MORHl S.
Participantes dos hospitaes.
lia enfermarla de Nossa Senhora do l.ivramenlo em
dala de 19 a 20 do crrenle ; entraran) I. .'I humeiis
e t mtilher ; itiarreram2 ; em lulamente 13, 9
homens, e mulheres.
Hospital da ra da'Aurora no da di, 7 doenles
em Iralamcnlo.morreraiii 2 horneo*,saliiram curados
2, 1 houieiu c I mullier.
O crurgulo encarregailo do hospital de marinha
participa na meara* dala ler -ido recnlhido para
dito bospilal Jos Malbeus da Silva Braga, e Rosa
Maria da Conceicito ; sahiram curados 6 e :i enlra-
ram para a eiifenn in.i dos convalescenlcs.
Uia 22. Enlraram para a enfermara d> Carino 2
doentes. I homem e I mulher.
Hospital da ru.i da Aurora eiistem 6 doenles,
morreram -2, 1 homem e I mullier.
Enfermara de mariulia em dala de boje referin-
do-se aos acoiitecimenlos do da anterior, rnmrauni-
ca o encarregado da.mesma que entrara Joito
Faustino Jiivit:, que falleceu 10 horas depnis, sahi-
ram 8 curado* e licivam eiiftiudo 12 em traa-
ment.
Enfermara de S. .tose.Dosla as parlicip.ices silo
ilo da '20 a 21 a mei.i mul, evislein 12 duemeo em
lraiaiuenlo,8 homens e i miilheres.cnlraram sahi-
ram :l e morreram 2, I houicn e I mulher.
Helarlo las pes-o.vs que falleceram do cholera-mor-
bos a foram sepultadas no ceroiterio publico das
6 horas da larde do da Is as (i da larde do
dia 19 de marco de 1856.
f.irres.
Numero 19:17Manuel l'rancisco de Alcntara, Per-
nambuco, 112 anuos, casado, branco. Sanio Aulu-
nio, militar, cm casa.
dem 1938Inflo. Pernambuco,-J annos, brinco,
Santo Amonio, em casa.
dem 1939 Anlonio Joaqun) da Costa Kigaeira,
Pernambuco, ili annos, casado, branco. Sanio
Anlonio, em casa.
dem 190 Camilto, Pernambuco, 8 metes, par-
do. Boa Vista, em.easa.
dem 1911 Honorato J ose Muui/. Parlado, Per-
nambuco, 14 anuos, solteirc, pardn, Boa Vista,
artista, em casa,
dem 1912 JoDo Rom, Penambuco. 8 anuos, par-
do, Santo Anlonio, hospital do l.ivramenlo.
dem 1913 Benedicto Alves da Silva, Pernambu-
co, 31 anuos, casado, pardo, S. Jos, carpina, em
casa.
dem 1911 Antonio de Oliveira Maria, Portugal.
2*2 annos, solleiro, branco. Boa Vista, caiseiro.
hospital portuguez.
dem 19l Francisca, frica, 2(1 anuos, prela, S.
Jos, em casa.
dem 19l(iThcre/a, frica, 7.'> anuos, solleira,
prela, S. Jos, qoitandeira, em casa.
dem 1947 Benedicta dos Praieres, Pernambuco,
45 auno-, soiteira, parda, Sanio Anlonio. costu-
. reir, em casa.
Idsav*l9s< Rila Maria da Conceioilo Oliveira,
Alagoas, 21 anuos, viuva, branca, Recife, em
casa.
dem 1919 Urania Mara das Virgen, Pernam-
buco, 28 annos, sulleirj. parda. Boa Vista, em
casa.
dem 19.*)0 Silvana Maria Tavares Xavier de
Sallen Pernambuco, 21
Sanio Antonio, em casa
dem 1951 Basilia Maria da Coneeotlo, Pernam-
buco, 20 anuos, soiteira, parda. Boa Vista, em
casa.
dem 1952 Francisco. Ptruambuco, 8 das, pre-
to, S. Jos, em casa.
dem 1953 Eduardo de Freilas, Kio de Janeiro,
3t> anuos, solleiro, parJo, S. Jos, hospital de S.
Jos.
dem 1954 Maria da Conoeioao, frica, 10 annos,
soiteira, preta, Sanio Antonio, criada, cm casa.
dem 1955 Anna Mana daTrindade, Pernambu-
co, 26 anuos, casada, par la, S. Jos, sm casa.
dem 1956 Mano I Jos Feruandes Burges, Por-
tugal, 22 annos, solleiro, branco, Rccif*. caise-
ro, em casa,
dem 1957Maria do Rosario, frica, 62 annos, sol-
leira, prela, Bn.i Villa, quitan leira, hospital da
Aurora. >^
dade de sua doutrina, de seus prodigio, e em sum-
ma de sua divindade.
Effeclivaiiieiile. o lilho!.le heos, depnis de haver
durante a sua peregrinaran na trra ingr.da, apre-
sentadn una serie sublime de milagree estupendos,
que exhiiberaiilemeiilealleslavam ser elle o Msalas
prometlido, o Salvador do Blando, entra as fases de
sua palillo doloausa.
Prognoslica mais de iimi xn. a runa de Jerusa-
IO:0(K)noOO lem; Imtruea seus discpulos em diversos assump-
l:00ICO00 los de sua celestial doiilrina ; falla-Ibes por dille-
(>"rr';"'1,iMthritl'('TM prodigalsados a mm, o a meus lilho, partilhou. anna, A. P. Sapnraia, C. Baslelle. F. Souza Pa-
s^>v 'M.iiviimil.i comvosco. nobres vtclimas da saudade, a tristeza a raiza. V. al r..i..a..i i v <,ih
.s'rs. redactares.Tanda en um eseravo que rendo
atacado do rhulera-morbus. <> ja sema menor esp-
ranos de vida, lemhriiu-me qiie o Sr. Anlonio Car-
nciro da Ciiiiba. sendo lambem acoonuneltido 1ra-
lou-se rom um remedio, sen. assim como a aenhora
sua mili.r- manas, lambem lorain tratadas pelo dito
Sr. Carneirn.ralei-lhe, eelleeoin quanlu pu/.esse
grandes objecefies pelo man estado em que se ach-
rente- parbola, pral.ca a aceito mais. humilhanle e I va o .lili, eseravo, todava applicou-lhc o reme lio e
lubmissa, lavau.lo os pos ., seus discpulos; deixa- o prelo so acba rcslabelecid,, pelo que muilo agra-
liios um novo mandato, um precelo grandioso de dero ao dito Sr. salvar-ule a vida de un eseravo que
inarem-se miiliiamenle ; in-iiiuc o inefavel sacra-
mento da euch.irslia ; e para mostrar aos homens
olanlo suba de ponto o seu acrisolado amor, deixa-
Ihes sua inesma carne, son proprio sangae para sus-
lenlo e para a soa santiGcar;Ao.
Keqiiinlada bondatle de um heos empre beneli-
eo. Prcenchidos estes ardenles anhelos; JesM-
t.hristo vai logo eiporimenUndii os labores atura-
dos ; ai eonliecendo as bdlgas. as altribulaces, as
angustias que Me eslavam preparadas; as agonas
do Hurlo; os sollriinenlos no jardim das Olivciras,
a perlidia de um discpulo misado : seu ultrajes no
Pretorio ; a negativa de S. Pedro ; a accusacAo
iniqua Do tribunal de Plalos ; a llagollacflo "na
columna ; a contacSo de penetrantes espinhos ; o
rhu\eirode baldos, doeslos e sarcasmos sobre elle
laucado ; a iracundia sem par de um povo amoti-
na lo; a preferencia de Barrabas i Cbristo ; a con-
demnara'n morle de cruz. ; cm Mnima, sua dolo-
rosa eraaiHtfO no empinado l'ndgolha ; e os impro-
perios e vilipendios que nos ltimos momentos de
espirar, recebe da genlalba vil.
.....-- ............qu
ja o lilil por inorlo.
Peiliiilo a' \ un, sadicnem publicar e-ia mnlia
narrai.'io uo seo mai conceituailu jornal, grato lica-
V mes. osle que helio Vinos, minio alenlo
arador e criado.j,
Medeiros.
S. C. 21 de marco de 1836,
('amliilo de Carralha
comvosco, nobres viclimas da saudade, a tristeza e
ilur que vos occasiona a sua ausencia ueste mundo.
Corramos ao lugar, em que jazein os seus restos ;
poubamos sobre sua campa unta cm/.... esta em
sua muda elnquencia Iraduzira a historia da falle-
cida, que encerra.
herramcnios sobre sua campa lagrimas de ver-
dadeira saudade por lao inesperado passainonlo.
Seja lao immorrcdoiira a VOSM dedicaroe sauda-
de, pela sempre apreciada finada, assim romo sera
cierno o meu reconhecimeuto.
(Iremos a Dos por ella.
A Ierra Ihc seja leve.
M. S. I ./.
M.ii'P.t ieuunutralltfo do wvKimeMo dn hospital
dr rari'l'iile. de \ossit Senhora do /Acra-
ment da cidade dn lieci/e de 18 a meta
imite a mcia noilt de 19 de muo de 1850
raizo, 1". M. S. Cavalcauli, J. A. Vavarelhe.
I.a Paz97 das, barra ingleza uTecklera.de 332 lo-
ncladas, meslre Besson, eqiiipagem 13, carga ma-
deira de tiiiir c conchas ; ao meslrr. Velo re-
frescar e segu para Alala.
Ierra Nova33 dial, biigue inglez l'eerlos, ile
llii tonelada", nieslre A. Meonrs, eqiiipageui II,
carga 2,0!0 barricas cim bacalhiio ; a Jobnston
l'ater iV Companhia. Seguio para os pintos do
sul.
Rio de Janeiro33 das, patacho brasileiro Hor da
Baha, de 2I<> toneladas, mesUe llamiao d.i Cos-
Araraty.
O hiale HxatatSo segu uestes dia ; para carga e
pasageiros, trala-se com Caelauo Cyriaco da C. M-,
ao lado do Corpo Sanio n. 25.
Para Lisboa prelende saln rom a maor bre-
vdade o patacho porlogue/. /tupido ; quein no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagom, dirija-se aos
eonsignalarioa I. de Aqoino Fonseca \ rllho, na
ra do Vigario u. 19, ou ao capillo na praca.
Ouem livor i-ontas contra a barca americana
Smilh/ield, queira apresentar no csrriplorio de Wi-

leinir,
redactores.Inmigo como umita sido de po-
. principalmente por jornaes, nan me possn
ludavia dispensar de dizer alguma cousa, acerca de
urna carta escripia pelo Sr. Ilarlbulomeu Francisco
de Souza aoSr. J. Br.izelino da Silva, em20de leve-
reiro p. p., e por ole respondida c publicada no
Diario de l'eriitmlnuo n. ti:,, em que o mesinn Sr.
Souza para se desculpar das aceusacAes que llie fa-
zem dos excessivos procos porque faViicceu os medi-
camentos de sua botica para as ambulancias do go-
verno, parece que qner laucar sobre mim o odioso
quanln ao preco da macolla,como se fosse eu o phar-
maceiilici) que Iba fez essa ai-ri|sai;fiu, quando nSo
espirar, recebe da genlalba vil. e recebe com admi- dando entre mirr. c esse Sr. prevenrao ou indisposi-
ravel uniisuelude ; sao em verdade documentus au-1 cao alguma. nem um motivo ludia para assim o mal-
lienlicos; siloprovas irrefragaveis de que ludo e.le tratar e chamado ao Irreiro publico para que elle
nom Heos sapporloa para resgale da bomaiiidade e se jusiilirasse : mas como o Sr. Souza parece que-
reparacao de um enme feio. de um peccado enor- rer saber a razilo porque vendi macella a 3-8ll a
me. commeiiidu pelos descendentes do primeiro ha- < libra, em duas \ez.es que forneri medicamenlus pa-
inlailor do Kdetl. Com esles acerbos paderunenlos, ra o governo, en saUsfaeo a sua curiosidade, e o pu-
se vio i'iimpri i., pin loda a sua pleniludeo vaticihio
do real prophela : Son um verme e nao homem ;
eslou feilo o opprobrio dos homens, a irrisao do po-
vo. I Bgo autem xum rermis, el non homo ; o/i-
probrium homnam et abjeclio plebU.
Airado, perianto, o estandart* da redempcao,
nelle expirou o divino.inartvr : sua morle serve de
conversan qflalles que erain liis servidores da co-
horte preloriana. f
Ahen.idar, nunmaiidanle de guarda que espreila-
ya o corpo do Homcin-Deos. pendente do patibulo
infame, conhece, plo que lite falla a consciencta,
que a victima que acabava de ser sarrilicada pelas
feras carnvoras, era justamenle innocente, era o ver-
dadeiro lilho de lieos : e cnMo sem mais ceremonias
arremeca a lauca que impanhra ; hale nos pellos e
clama com a voz de um homem totalmente novo
pela conversanlleiinlllo spja u heos lodo poderoso,
heos de Abrnhto, heos de Isaac, heos de Jacob;
esle homem era justo, era verdadeiro lilho de heos,
rere hic homo filitu Del eral. j2
Abanad (oeentamo prestando reverentes zm-
balas ao verdadeiro soberano dos Orbes, entrega o
comisando e a lauca a Cassin. ollcial inferior da
mesma curie preloriana. Este homem activo desiii-
leressado. ruja vista fraca c ollins vesgos excilava as
mofas dos seus conridadaos. recebe unta inspiradlo
a pi
tilico M-nsalo allendeiido ,:s lazoesqiie para ato me
assistiram. tomar ua rievida eonsidenejlo o meu
piocedimenlo. (.loando em li de fevereiro do cr-
reme anuo mandn o Illm. Sr. Inspector do arsenal
de marinha preparar nina ambulancia, veio incluido
no pedido um. libra de macolla, que na minba bo-
lles nao havia, rnilo podendo adiaromnutras, mmi-
dei por meu raivens a botica do Sr. Barlholomeo
Francisco de SouzaJcomprar dita libra de macolla,
e Uve em raspela1 qje nao havia ; nao me salis-
fazendo esla respos(a, mandei por meu lllm Jlo
compra-la a mesma botica c tive o mesmo lueeesso.
tnlAo vendo que nao poda aprompl.tr a ambulan-
cia como se me pe.ha, uiei da estrategia de mandar
comprar por diversas pessOM do povo e me-nnn por
ilgumas do meu canheci.nenln em pequeas porcoes
de quarlas.meias qoarliH e ale vinlens,assim pude'ro-
Ihera porcaode niarella que chegasse para u.na libra,
a qual me coslou :l?sitl rs. porque mandando comprar
pelos Srs. Jos DtasSoulo, Elias (oncalves Pereira
la CiinhaeCaolanoliancalves Pereira da Cimba, as
quarlas, estas foram vendidas or 960rs. cada una
e a libra a :l^8itl rs.'. Iltsso nao me admirei. nao s.i
porque a qnadra era lavoravel como porque, quem
lem o que he sen vende-o pelo preco que quer, as-
sim ache quem llie o compre. Tive ootra or.lem do
mesmo Illm. Sr. insperlnr em 18 de fevereiro deste
B ;
3 (3
s. . Se.i'oa. 5 '< ~~ .
/j O 3
< ? i. "* 3 S * -
^ H _^- *Q la]
Ilomoiis
07, i .( 1 i 1
Miiilicro- 3 2 0 1
Total. 1U 5 i 3 11
Para o Rio Janeiro
l'.illei'i'u um 89 horasdepois. um 2li 1 |i horas, um
5 IpJ horas depois da entrada,
Obtercaroe* especiaes.
lodos estes enfermos sollriam do cholera.
Foram soccorridos em suas casas lll cholencos, a
saber: com reci-ilae medicamenlos I, com roupa sii-
menle 3.0 medico em servico, De. Maduro.
C^omiweccio.
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 d. pur 19,
i. Paris, 318 rs. por f,
a Lisboa. 92por 10(1.
o Bio de Janeiro, aa par.
Arci.es do Banco, 35 llpl de premio.
Arenes da rompa.iln.a de Beberibe. 51J000
Accoe* da i-.oinpanbia l'ernambitcaiia ao par.
i. .i Ltilidadc Publico, 3(l-T..ircciilo de premio.
i Indemuisadora.sem vendas,
liisconto de leltras, de 12 a 15 por it|.M
HBTAES.
Ouro.Onras hespanhulas. . 2b> a 289500
Moedas de 69100 velhas . 1 (31100
i. 69400 novas . - 16NNNI
o i. 49OOO. . 99000
Prala.Palacnes hrasileiros. . - 29000
Pesos columnarios. . . i-3(HHI
o mexicanos. . I986O
AtFANOBUA.
Reudimento .India 1 a 19. . . 126:8171369
dem do dia 22....... .' 2:1369548
128:9525917
que ene mesmo depois admira, loma .1 lauca, e aeu- | auno, para apmmplar oulra ambulancia, e nesse pe-
roc.aoo cm desempenhar urna accao digna de Ion- dido vinha ocluido meia libra de macella. On.....
la Rosa, equipagem 13, rarga sebo, grava C barr- i liam Lille) jnior para seren paga* al lcn;a-feira,
cas vasias ; a Manuel A. liuerra Jnior. 125 do correte
Idcm:tl .lias, briguesueco nAvancc, de 278 to-
neladas, niestre I. II. Sjolauder, equipagem 11.
em lasiro a .1. C. Aatle; \ Cimpaubia.
\acios sabidos no mesmo dia.
SoutliamplnnVapor inglez. ..layo, .ominanilanle
It. Bmlges. A lem dos pasaagairea que leva dos
portes do sul, couduz desla provincia : Williaiu
llarr, Tbomaz F-rrken, J. Sanders, lesse, (darlos
Aiue.
BabiaBrigue inglez James Mart>i,|me>lre.lames
l'aylor, carga a mesma que Irouse de Ierra Nova.
Suspenden do lamctrao.
.vario entrado no dia 23.
Montevideo12 das, polaca despalillla a I liereua,
de 155 toneladas, nieslre Jaime Bsico, equipagem
11, em lasiro; a Aroorim Irm.ios A Compauhia.
.Vacos saliidos no mesmo dia.
CanalBrigue inglez I. O.n, mostr William Edu-
ard, carga assucar.
StockolmoBrigue suero Helena, mostr L. E.
liierlz, carga couros e assucar.
ParalabaHiale brasileiro Flor do Brasil, meslre
.luao Francisco Martins, carga farinln de mandio-
ca e mais gneros.
Canal pela ParalnbaBrigue inglez Margarel Ri-
dley, meslre James Bruwu, em lastro.
dem Barca ingleza Sir James Boss, capilao Alc-
nndre Slephens, carga assucar. Passagciros. Tilo-
ma/. Pavne a sua lamilia.
LOTEIUA DO RIO DE JANEIRO
Kcsunao da cxlracrao dos premios da ">
lotera roiieedida para o cslabeleci-
mentO de um conservalorio de musiia
nesta corle, evtrabida em !"> de mareo
(fDiae.
vor de seos comparsas, com imlo rerteira a arremes-
si no peito direiln do Salvador : fere o peilo, e do
peito salla arrotos de sangue e agua, que intimida-
ra m 11 seu rosto, como om rio de salvarn e de gra-
ja. .3
Cassio recehendo a perfcclibilidado de sua vista,
aturdido por lao eslupendn inilagre. coinmnve-se
profuu lamente ; cabe. protra-se por Ierra ; fere os
paitos como sigual de arrependimenlu sincero, e
confeasg com ama lingoagem a mais evpressiva ser
aqoelleo verdadeiroChriste, Salvador do mundo;
e recebe logo pela regencracao que o abraca, o li-
me de Longuiiho. di
Os proprios soldados de cohorte ejecutora, bo-
qui abertos, confusos, e sorprendidos, por um SOC-
ces nhecem que o homem que padecen era o verdadeiro
lilho do Eterno.
Morto e sepulto CHrislu na se&la-fira, Maria
Magdalena com suas Compaoheiraa parlem pressu-
rosas com aromas e perfumes preriosos para embal-
samaren! 0 corpo santo, o sacrosanto cadver de
Jesus-Chrislo, pnrm com sorpreza veem arredada
a pedra que cobria o sepulcro glorioso; deparam
um anjo de rutilante face, sentado do um lado ;
observam o aspecto luminoso desle enviado do co,
aspecto semethante ao rogo do relmpago, e as suas
vales 13o brilbaatea como o mais vivo espleudor, a
maneira .le nev mais pura penetrada pelos raiosdo
sol mais intenso.
O desejo rdanle que penelrava o coracao tiestas
mulhcres generosas, acorocoa a sua timidez, para ar-
rosirarem perigos e chegarem impvidas a sepultu-
ra do lilho de heos.
Ellas apprnjimam-sc ao lugar suspirado, e sao lo-
go interroga.lss pelo embaiva.lor celeste, que lem de
publicar os triumphos to llomem-heos, e juntamen-
te a sua rrssiirreicilo : Nao vos assuslets (diz-lhe o !
anjo se procuris a Jesns Nazareno crucificado, res-
susnlou. mo esta mais aqu; esle he o lugar onde nj
Ide*n7r958 Amelia, Pernanibueo,Tiezca, Santo"*,^]rafr,,7^T,",e- observa., desToCanai-vos : ,
anuos, solleira, branca.
Anlonio, em casa.
dem 1959 Rila Maria de Lima, Pernambuco, 31
auno*, casada, parda, S. Jos, em casa.
dem 1960l.uiz, Pernambuco, 3 mezes, prelo, S.
Jos, em casa.
dem 1961 Filippianno Primo, Rio de Janeiro,
29 anuos, solleiro, prelo, Boa Vista, militar, hos-
pital regimenlal.
dem 1962 Minervino de Almeida l.eile. Per-
nambuco, 17 anuos, solleiro, branco, S. Jos,
hospital de S. Jos.
dem 1963 Manoel da l'aixao Antonio Ramos,
Pernambuco, 21 anuos, casado, prelo. Boa Vista,
pedreiro, em casa.
dem 1961 Joaquim FranciscoNepomuceno. Per-
nambuco, 3 anoos, pardo, Bea Vista, em casa.
dem 1965 Maria, Pernambuco. 15 dias, parda,
Boa Vista, era casa.
dem 1966 Prncopia, Pcrnambucn, 22 mezo, par-
da, Santo Antonio, em casa.
dem 1967 Rosa de Jess alvlo, Pernambuco.
8 auoos, branca, S. Jos, em casa.
dem 1968 Ju,1o, Pernambuco, i annos, pardo,
S. Jos, em casa.
que ja tmha paseado pelo desgoslo de na botica do I
Sr. Barlholomoii Francisco de Souza nao se vender |
macella a meu CSiieiro e nem a meu lilho, especu-
lei com a compra, e empregando os meamos lucios, I
obture os meamos resudados, com o que pude prom-
plificar as ditas ambulancias, em que Ihes f.iltasse ,
cousa algoma. Eis, Srs. redactores, como, c porque I
forma vend ao goverim macella a 12 patacas a li- 1
bra !
Agora respon.li-me o Sr. Souza, se comprando :
en assim macella em na botica, o por pessoas qoc I
mererein conceilo e que estila promplas a isso mes-
mo allirmar. quando ll.es seja neressario, podia
vende-la por menas do que a eomprava '.' A respus-
la he obvia.' Tciilio assim mostrado a maneira a
mais sincera porque ubrei, c do respeilavcl publico
espero a merecida juslica.
Jallo que lelil tem satisleito ao Sr. Barlholo-
meu Francisco de Souza, a quem desojo negocios hlo
lucrativos como os que presentemente lem feito, ao
menos na macella, como me allirma n Sr. Domingos
Alves Malheus em urna caria que me responden.
hignem-se, Srs. redaelores. dar publicidaile a os-
las linli is com o que muilo obrigarao o seu constan-
te leilnr e asignante
l.uiz Pedro das .Veras.
San casa. 17 de marro.
Ueic.arregam no din 2 de marco.
Urie dinamarquezH/rthamercaduras.
Barca francezaCont Hogeridem.
Brigue escuna americanostirnrtfamilia de trigo.
(iaropeira brasileiral.icracaofumo e charutos.
IMPORTACAO
Hiale nacional Soliralense, viudo do Acar.icu,
consignado n Casiano C. da Costa Moreira, manifes-
loii o seguinlo :
2 barricas com 10 arrobas de resina ; 611 molbos
de-olla, ion meiosde dita ; a Manoel oncalves da
Silva.
I sacco com 3 quarl isda gomma, 1 dito com 2 ar-
robas de cera de carnauba, 20 molhos | .le sola ; a
Miguel Anlonio de Miranda.
896 mullios desoa ; a Jos Rodrigues Ferreira.
6,259 molhos de sola. I meius .le dita. 2K mu-
ros salgados, | pacote e 2 macos com 33 dilo curti-
dos, 7 saceos com l(> arrobas de cera de carnauba, I
barrica com 5 arrobas de sebo, I dita com peive, 1
cainoie a com arroba e mcia de vellas de carnauba ;
a .o lem.
Polaca hespanhola Mcnsageira. linda tle Monte-
video, consignada a viuva Atn iriiu t\; Pililos, mani-
fe-tuu o seguinle:
90 pipas c 20 barricas va/.ias; aos mesmos.
^ONSLI.AhU lictRAL.
Kendimenlo tlt da 1 a 19 28:.",IS^."iO
dem do dia 22....... 2:793.937
O llr. Anselmo Francisco l'erelli. commendtldor da
imperial ttr.lein da llosa, e juiz.de direitoespecial
do ct.ininercio tiesta cidade do Recife provin-
cia do Pernambuco por S. Al. i. C. oSr. h. Pedro
II, a quem heos guarde etc., etc.
Faro saber aos que o presente edital vircm, que se
acba .iberia a fallenria de Jo.lo Chrisosloino da Silva
i\- C, a requerimeuto de Joaquim F.lippe da Cos-
a, pela senlenca to llieor seguinle :
Atlenileiido, a vista da pelicao de II. 2 e dos do-
cumentos de II. 9 a II. 13 que o cnmmerciaule Joo
Cbriso-loino da Silva, eslalielcri lo com taberna ua
ra do Collegio desla cidade n. 5, lem cestada os
seos pagamentos, o declaro cm estado de quebra, a
6x0 o termo legal da existencia desla .1 contar do
dia 17 do crrente. E uo sendo o fallidu commer-
cianle matriculado, e nem e\cedendo de ItlOOOjlKKI
o fundo mercantil, com qoc rommerciava, lem lu-
gar proceder-s nos termos do arl.93 do decreto 11.
1597 de 1 demaio do anuo prximo passado. .\'o-
meio curador fiscal o credor Joaquim Fehppe da
Costa, e depositario os credores Selvas j Azevedo,
devendo aquelle prestar o juramento .10 eslylo, e
estes assignar o coinpelenle tormo.
E feito istu, se seguir o inventario, avaliacao,
venda, c deposito dos bens e gneros, emquanln
uo forem vendidos e do preco desles, depois que se
ellecluar .lila venda, em poder dos referidos depo-
sitarios, sendo a presente devidamenle publicada.
E porque na 1 possa antes do da 2'i do correle
proesder-ss ao inventario mencionado, e convenha
evitar lodo o qiialqner prejuiso dos .-redores, mando
que seja fechado sem demora o eatabslecimento do
lallido, recolhi.las as chaves ao depositario geral.
Recife 19de marro do 1856.Anselmo Francisco
l'erelli.
E mai- se nao cominha em dila senlenca aqu
heme lielmenle Irauscripla e coapiada e para que
chegue ao coubecimeiilu de lodos mandei passar
edilaes que serio publicados pela imprensa e arrisa-
dos nos lugares designados 110 cdigo cetiiinerci.il.
Hado e passado nesta cidade do Recife, capital da
provincia de l'criiamburo aos |9 de marco de 18-56.
Eu Mavimiano francisco huarlc, escrivlo do jaita
especio! do coinmercio o suliscrovi.
Anselmo trancisco l'erelti.
^umicttcoeS tutoibito.
3UI2#387
-V'ifi'le .espacescere ; Jesum qwcrelts Sizarennm,
cruci/ixum, surre.xit, non est hic ; ecce loetts ii/u
posuerunl cam. 5
Na verdade, a ressurreic,ao de Jesus-Clirislo. como
diz Roquelle em suas relle nao s o fundamento da nossa f. objeclo da nossa
esperanea ; se uo o modelo, o evetnplar da ressur-
reielo espiritual da nossa alma na presente vida.
Ua mesma sorlc que Atino todos perecemos, assim
em Jesus-Christo lodos vivilicamos; as premelas da
morle nos ministra o infractor Adao ; as premelas
da rcssurreieao nos entrega Jesus-Chrula. einquau-
lo lodos resurgen] ; assim. pois, em Jesus-Chrislo
ressuscita o mondo, ressuscita o co. e ressuscita a
trra, diz o sanio hispo de MillnSurre.iit in eo
mundiit. ra. ,0 s
Para Jesus-Chrjsfo nao era necessaria a ressurrei-
c.lo, como accrcscula o mesmo sanio doutor. porque
nada conven a quem nlo eslii sujeito aos grilhoes da
morle : porcra era convente..le, era do um valor e
vanlageiii transcendente para o homem modo pela
culpa.
Beneficio sem par prodigalisadoa humanidatle! O'
... .1..-. cu ...... r i* 1 ,i ,
dem 1969Maria Joaqnina do Espirito Sanio, Per- I ,'"' ''""', "" "c ""'"'"' '"r'",t /",("Te
nambuco, 4 .lias, parda, Boa Vala, em casa. | H""">l"^m diz a igrcja.
dem 1970 l.uiz Pe Iru (lon.alves, Pernambuco, ,\,el,ullr' '['> *' o sacrosanlo cadver do
17 annos, solteiro, branco, Boa Vi-la, em casa. : marl>r *'' '"'S""'--'. <' ">'>> di sua mesma glo-
Idem 1971 Francisco Jos de Souza. Pe.namt.ii- : Jf? morle o principio .le nossa vida ; a soa res- |
co, 25 annos. casado, pardo, Boa Vista, em casa, *?"e'^a '"cielo da nossa A morle Inumplia 110 \
dem 1972 Maria Fel.sm.na Peitoto, Pemambu- LMya'"' V"" '' vencida 110 sepulcro ; a natu-
. eo, 20 anuos, soiteira, branca, Santo Anlonio.! "a lesf-lcce na cruz parase reanimar ni mora-
costureira, emesa. Iba, o corpo desee a., sepulcro para subirn ceo.
dem 1973 Maria Apoliuaria das Virgens. Per- -"-"J-Cbrislt, sollre, padece e morre ; mas vive, tri-
. 6.5 annos, solleira. parda. Recite, em ""l'l'a. res.uscila. Cuma sua ressurreifa.. elle ven-
nambuco
casa.
dem 1974 Maria Benedicta. Pernambuco, O an-
nos, casada, parda, S. Jos, em casa.
dem 1975 Jos Oliveira do Busariu, Par.diiba,
i"i anuos, solleiro, pardo, Becife, alfaialo, cm
casa.
dem '976 Anna Thereza de Jess, l'ernambnco,
51 annos,svitiva, branca. Sanio Antonio, em casa.
dem 1977 Francisco Joao Baplista, Pernambu-
co, 10 anuos, casado, pardo, Santo Anlonio, hospi-
tal do l.ivramenlo.
dem 1978 Maria da Conceica... Pcrnamboco, 10
annos, soiteira, preta, Santo Antonio, hospital do
Livramenlu.
A SENTIDA MORTE
DA
ILLM Sil D. IGi\KZ DE G. V. NOMKIRO.
." -.-, ,1 !.-., I,..i..i.|.i|.. I', .1.. I, ,-, --.;.:.-
POESA,
i ..........Indo pttima
.1 norte desle inundo he mal segura ;
Se cem depois dos niales a cenlura,
I em depois da>- prazeres a desgrac.
lionzaga.j
Anjo! anjo d'amor. porque roubar le
Voin .1 mu le cruel dus bracus meas !
Arijo! anjo d'amor! porque voas-ie
lao cedo aos cus !
Ouiz a Ivranna desfolbar-me a esperanea.
Malar-mat a seiva de um viver leliz !
Rasgar-mc o peilo, dissipar meus sonhos,
ludo ella quiz.
I'risle lembrauca de um viver il'.unores
l.luando a minha alma nao vallareis mais '!
Ai! nunca!" nunca! que m;in grad lempo
Mais viva estis !
<\EZ S lao bella como a or, que nasco.
'I'eve o destino da mais bella llr ;
Ai 'uempoderam namoradas brisas
Dizer-lhe amor !
Sopro pestfero bafejou-lhe as pealas,
Aura de morle tiesto I lio 11 a Inste !
Tudo acabou-sc !..... desbolada e murch.i
.'.i mo eiisle.
Paludas folhas engolio a campa.
Mas fui a essencia reviver nos ceas !
Anjo pe loa se le opprimo a alma
Com os pranlos meus.
Recife 23 de marco de 1856.
UM VERSAS PROVINCIAS.
Kendiuiento do da 1 a. 19 2:185*969
dem to dia 22....... Jt
2:1839969
19
l.rasil.i, de 28
domes gene-
ps gomma,
caixes doce,
Exportadlo
Parahiba, hiale brasileiro nl'lor
toneladas, conduzin o seguinle :-i
ros eslrangeiros. ^2 sacros rarinli-
I dilo tapioca, 50 calvas charutos,
31 sacras arroz, 14 ditas Caf, 1 quartola vinho, 2
barrira gi 11 ebra.
Canal, barca ingleza Sir James Rossii, de 330 lo-
ucladas, ennduzio o seguinle:.50 saceos assucar.
(iolhembotirg, brigue in&lez uCnmea, de 267 to-
neladas, couduzio o seguinle : 3,500 sacros com
17,500 arrollas de assucar, 1,700 couros salgados.
Slockolmo, brigue sueco Ellen, de 342 tonela-
das, couduzio o seguinle : 971 conros salgados,
3,570 saceos rom 17,850 arrobas de assucar.
Canal, brigue inglez ni. O., de 311 toneladas,
couduzi. o seguinle :1,10(1 saceos com 20.500 ar-
robas tle assucar.
Rio (irande to Sul, patacho brasileiro Astrea,
de 117 1 mcia la-, coiidu/.ii o seguinle :1,000cocos
seceos, 50 pipas cachaca, 1 dila e 10 harria espirito,
504 barricas a 79 metas ditas com 1,152 arrobas e 2
libras de assucar, 6 hcelas doce.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimento do dia 1 a 19 22:5539476
dem do dia 22....... 1:7819(10
24:335,186
ce a morle, deslrcie o pecado,alegra os cos. a Ierra,
os infernos, confunde a Jnda ; levanta na delira
illm. o E\m. Sr.Cliegnei sem a menor uovidade
boje pelas 7 horas da inanli.ia no vapor Paran, vin-
pnr convite de V. Exc. para einpregar os meus
.. ....... ..-, i.iiiuinii .1 .,,,011, letana un iic.*i,rt ,. .--.--
vencedora os vencedores laudarles c cercado ,)e evforcos em prol da humanidade ; e pnanlo parlt-
mageslade e de luz por si mesmo ; por si mesmo e ,cmo a X EJc-.9ae m(' "n" Pr,,,nP' 'ese ja, c me
ollerero a V. tve. a perseguir o cholera no ponto
mesmo pireccr a V. Exc. que a vida oscilla entre a
morle.
Pernambuco no hotel Francisco 19 de marc,o tle
eleva sobre o tmulo com inevplicavel COnfotSo dos
seus proprios inimigos.
So Lzaro for.-pjando denlro da sepultura onde ja-
zia tres dias, para levantar ja vira a rabera alo cn-
lao moribunda, e solt as ligaduras da morle. sabin-
do dacortup^ao e do p, encbcu a Jadea de pasmo
com a sua ressurreicao ; a ressiirren/n. de Jess
Chrislo, que lautos henelicios trniive a hiimaimlatle
.lee,iln I 1. que nao leve oulro agente que a sua pro-
pna nalorazaj he. e sera' sempre assonibrosa, sera'
com
dem 1979 Anu S.bia, Pernambuco, 51 anuo. I ?P,'li""'"lil ''"laveltneiile pela chrislandade, coi
viuva, branca. Boa Vista, bospilal da l.ivramenlo. ">mnu5 e nlicos os mais puros e graciosos.
dem 1980 Jo.lo do Car.no, 90 annos, solteiro, A '^"'">^ de Lzaro por mais hrilbanlee m
prelo, Recife. hospital prov.sorio do arsenal de ';-le fosse. nVi foi mais do que ...na *.. pi
S> 1 l*alQ(IJ Alia Fn> lrts- 1.0I.. ..n l..n. -1 n.,i..:l...l.
Ilarinlut.
literatos.
Numero 730 Alaria Rosa, Vrica, 15 annos, casa-
da, preta, Santo Antonio, cozillbeir. em casa.
dem 731 Leocadia, Pernambuco. 32 anuos, sol-
leira, preta, Recife, c.n casa.
dem 732 Lucrecia, Pernambuco, 38 annos, ca-
sada, prela. Boa Vista, em casa.
dem 733 llerculaou, Pernambuco, 18 mezes,
pelo, Boa Vista, em casa.
dem 73i Joanni. Pernamboco, 47annos, sollei-
ra, preta, Boa Vista, em casa.
dem 735Maria, frica, 35 sanos, prela, Boa
Vista, bospilal da Aurora.
_ llesumo dn inorlalidade.
Morlaiidade do .lia 22 al as 6 horas da tardei i.
Homens 15 mnlhere-*| prvulos 5.
letal da morlaiidade al boje 22 2,833.
Homens 1268m.tll.crcs 1321 prvulos :2.
Ilecife 22 de marro tle 1856.
Comnuii.ic.icu do bospilal de N. Senhora da l.i-
vramenlo ila meia noile dn dia 21 meia noilo do
dia 22, consla qua aiistem 10 doenles em Iratamenlo,
.homens e 3 mull.eres, sihio 1 e morreiam 2.
,__^V*BHeBBIal de marinha em data do boje participa o
sen encasUSaSdo que no dia anterinr haviam em Ira-
tamenlo m. tTtlltn pnlradn Severino Pereira Belem.
Hospital da ra ttAlirnra. enlraram 2 inullipre-,
saino urna, mnrreu urna mulher e axistem 8 em
tralnmento.
llesumo da inortalidade.
Morlaiidade dn dia 23 al as 6 horas da larde31.
Homens hmulheres 19prvulos 1.
T0l.1l da morlaiidade ale o da 232861.
Homens 1276mull-res 1310 prvulos 248.
Ilecife 23 de marro tle 1856.
A commisso dehvgiene publica interina,
Drs. .S'.i Pereira, presidente.
i-irmo Xatier, secrelario.
/. Pugiji, adjuiirlo.
celada, que fez ver milito ao Iones a magnilu.le, a
gloria, os Iriumplios de Jetas Chrislo ressusciledo.
Lzaro ha. ressuscilado por Jess Chrislo. mas Jess
Chrislo se lessuseiia a si mesmo. Lzaro morre eo-
mo honiein, eapezai ~.l~ujilag|#. como homem lie
que rettuscila ; Jes.is Cl.r.slo^.ore.n morre como hu-
men], ressotcila como heos, porque morre para res-
suscitar e ressiiscila para na., morrer tais.
Com a ressiirroirao de Jess Chris he que a rc-
ligiao crgue Klorii.samente os seus' aliares, a sua
douliina he r.rehida, sua crenra dilatada, seu culto
propagado, suas lci defendidas, seus dogmas victo-
riosos, seus Iriiiinplio completiH. lie a ressurrei-
rao tle Jess Chrislo que ella deve a magestade de
seos ministros, a constancia de seus hroes, a pompa ,
de seus mvslorios.a grandeza de sciistlons.a gloriade r<,[-'rlndo motivos atlendiveis. qie nos conveneerom
1 ..' rl's i> iiilit iir,,!..lii' iln, .1.1 .- .I..I..,-,. _n;...^__> _
1856.Illm i'I'.mii. Sr. conellieiroJosBeiilo.la
Cunlia e Figueirodo. presidente desla provincia.
Dr. Omino Jote Drea, medica chegado emeom-
misato.
Ilvm. jr.Bcspondendo an oflicio que V. S. nos
enviou cm data de btmlent, relativo aossignaes para
convocar os irmiins, que lem de acompabar n sa-
ra-ln \ ialiro aos enfermos, declaramos que no olli-
rio lionlem dirigido a Vi S. nao foi nem podia ser
da nossa moni" prohibir os signaos para convocar os
que lem .1" a. iiiipanhar o sagr. do Viatico aos en-
fermo-, bm como irn moderado repique na sabida
do mesmo Sacratissimo Viatico, assim como um di-
miuiilu lijrnal p.ra a nn-sa conveulual nos dias de
precaito. l'ns c oulros si-naes jamis se deven,
omitlir.
heos guarde a V. S Palacio da Soleda.le Litio
mareo de 1856.JMo, hispo diocesano.Ilvm. Sr.
coti'go vlgario da freguezia de Sanio Autouio do
Recife.
Rvm. Sr.l'.ecel.endo hoolem um uilisio do Illm.
chefe do pulira, sulicilnn.lo proxelrncias para nao
haver .lnb.es, repiques de sinos, e sigues para San-
la 1,'nra.i, em quantn existir a epidemia grassanle.
($0 ututi ti ti cabo.
conquislas ea eminencia do seu poder; os bens
que goza a igreja;os benelicins queusufrue a huinani
dade, lu.lo sabio, ludo emaiiou da Ionio sacrosanla, a
gloriosa ressurre.cao da Jess Cl.ri-tu i> inestimnlitlis
dilectio charitats: m sercmii rediineret filium ira-
dedisli'. Basta nao ainplirmns ubis; termine-
moa ti nossa li .ib lie. com o soneto da ressurreicao
o quat nos veioasmaos pela benevoleneia de sen
mi :
t'rei l.inii do Manir ( armella.
SONETO.
A tessuiteicao' gloiiosa de Chrislo.
ho*cen(ro deas* lumtiln sagrado
Onde apagou de Chrislo a magestade
Se por mortal tribua i liuiuai.i.lade
Como immor'.al se vo ressucila.lo.
Supremo pelo Pai glorificado
One do inundo o poder e a autoridad?
Nem ferido sera' da adversidad*
Fiea ludo c'o a morle terminado
Sobre a torra apparere viclorioso
lie lodo" seus poderes dominantes.
Immorlal. impassivel, glorioso.
Tudo se vio mudad de semblante,
S.i no sen rotaran sempre extremoso.
Dos homens rada vez. mais lino amable.
da urgente prob.hirao dos ditos dobres, repiques, o
signara, auto no transito das procissdes, como pac
tis sernioes. e Sania Lncfio, liaven.os por convenien-
te prohibir absnltltamenle os dobles, repiques e sig-
naesi mencionados, tanto na matriz como as ca-
pailas liliaei. V. S. comnitinicirn esta nossa prohi-
birlo a quem ronvitr. para que lenha seu devido of-
foilo.
heos gaarde a V. S Palacio di Soled.ule 12 de
marco'de 1H56./..:7o, hispo diocesano,Rvm. *r.
conego visniio da fregnezia da SAntO Antonio.
da Il'na. i'ra. V. Marn
1 Psal I.
2 Marr. cap. 15. 39.
,3 O sauguo c agtia miraculosa que
latn to Salvador, san. segundo os santos padre.
doa lentes misteriosas que servir.10 a regare a s.in-
A ressurreica'o de Jess Christo.
Surrexit Dominusceri: Alleluia.
Auiquilaram-se os baluartes com que es figadaos
iirimigos do llomem-heos e Imparevam ; quebra-
ram-se lodas as molas em que o erro s lirmava : o
varo de dores, o reparador da huinanidade lleca- .
hida, o uppliriado da Jadea, o hornero vilipendia- librar a igreja : a agua significa o haplismo por
do. o objerto do odio, da rrisaa de mu povo barba- \ meio do qual n homem he regenerado vida da gra-
ro feroz; aquelle homem que. chela de anguslias. I ea 0 santUS gnifira o sarramenlo da Eocharislis
eeherlo deopprobnos Ignominias eip.rou no em- (que alimenta a alma. Vid. Ilisl. Sagr. de Roquelle
pinado ijolgoili... rompeo, rasgn mnrialha que o lom. 2. pag. 169.
envolva, ergue a pedra que o lecbava nu tmulo, 1 Vide a l),.|oroa Paixo de Jeu-Chris|o. se-
levanla-se, reanimado re'sosciU rumo o havia elje! gunrlo as medilaces de Anna Calharina Emmerirb.
mesmo prometlido ; triumpha tlesrarle da unirte. 1 pan. 200.
confunde os impos seus aecusadores gratuitos, e ,5/ Marc. cap. 16. v. 6.
convence-os de urna maneira singular da verabili- I ,6, S. Ambroato enlibro de fide resstirreclionis.
Um tributo as .,
Ferreira da Silva.
A mora lio seu giro fatal e bnrrivel n,lo poapou
urna esistencia astas preciosa !...
Arrojou campa cun um golpe prematuro
aquella, cuja vida era ain.'a nece>saria a lautos.
A esles corloii-lhes os lacos tle moi puros altelos,
aquelle reduzio a nrphandade: e a eulros p.vou
da proleccjla c aiuparo.que .. caridade de Uo nobro
alma Mus prodigaitsava.
Campa, campa, qno nobres que sflo esses restos.
que occullas a nossa vi-la !....
A I lima. Sra. |>. Maria Perrcira da Silva era
dolada de excedentes qualida.lcs moraes ; em ten
corar 11. nonhum nutro principio dominav. senao
a cndale. Os deveres de esposa, e da lu.ii pul
ella en u bem comprehendidos; e nrumprim nb.
desles devores era para seu generoso corado a salis-
f.irao mais completa.
I 0'_morle, porque alo proseguiste do tea giro eo
lerminadur sem arrebatare- a prccioss-stjyda, que
Imi
aliirain do agora pranteamos.
Al. sim... Tu n.lo deve- -or o '^SM 'u eso
meio 1 ..no .pie prendes is duas osislenrias.
lu eso termo da peregrinacao dos justos que
vivem tiosle valle .lulagrimas, : e 11 oulro mundo
.. principio de nos-alterna uniio com heos.
(.hiendo morre obsto nao devemos pranleara
sua inorlo ; porque H he o meio poderoso de que
a prnvidoii. ia se segvaj para compensar i.ssofl.i-
mentns deslo mundo, coneeder no oulru o premio
das sublimes virtudes.'
Vi.s.flrmaos, e til to da Ilustre finada consent
que cu, rccoubccido s suas cinzi- pelos lavtres
PRACA UO RECIFE 22 DE MARCO lE 1856.
AS 3 HORAS DA TARDE.
Iterisla semanal.
Cambios Os saqoes negociados para o vapor
Tay ellctuaram se a 27 d. por 19
sobre Londres, e355 rs. por fr. so-
bre Paris.
A Lo I o .... A epidemia lem parausado a en-
trada, de -lito que somente vie-
ran! .10 menudo 51 saccas, que
lulo .leu lugar a oslabelecer preco,
pres.-iiiido por ronseguiute o an-
tecedente tle 59300 a 39300 por ar-
1 da do de primeira sorle.
Assucar- Enlraram carca de 12,000 saceos,
e mais leria entrado so a epidemia
e os dias ta semana santa nao o
contivesse nos enjennos; por ca-
jos motivos lambem o negocio foi
traco. As vendas que ma.s sobre-
. sabiram (oi: branco da lerceira
sorle boa 35650 par arroba, e ler-
ceira balsa 393SO; masravado es-
coluido tle 23500 a 2SG00, e re-
guiar de 2j200 a -J^iOO por arroba.
Azeile-tloce -_- Venden-ie a 2if o barril.
Bacalbao livemos tres carregamenltis, dos
qaaea dous segairam pasa .. sal, e
0 lerceico ditera estar vendido,
mas aiiida 11 ao Irsnspiroii o proco.
Carne secca- Vendeo-SS .1 to Bio da Prala de
i-SOil a .".--itMI pur arroba, c lica-
ram 0111 ser 1'i.iKHI arrobas.
l-'arinha de trigo- Tivemos um carregamento, #010 o
qual o deposito lioje monta a 6,000
!i ni.... e^sj.........continua re-
gular, e os pl -nao I01.1111 alto-
rulo., vondeu-se irMi; a 31"s por
barrica.
Descont-----------Hel.aie. 1,11 letras 10 a 12 por
1 ei.lo ao auno.
Tu- rain no porto: '1 vapore-. I navio com azeito
de peite, 1 com madeiri-*. 1 com farinba de trigo e
2 c.,111 bacalbio.
Enlraram : 2 navios em lastro, T de caholngom,
2 co.n f.izendas, I com farinba de trigo, 1 com bars-
lii o, o 2 rom latinad...
Sihiram: 2eom aasacar* d cabolagem e I fran-
coz eo, 11 parle da carga que irnuxe.
l-'icarum 110 porto 79 enibarcacoes, a saber : 2 ame-
ricanas, > brasileas, i franco/as, 2 hanibiirgiie/.i-,
T hespanhotas, I hnllandeza, 2.~i inglesas, 9 portu-
euezas I -arda o 3 sueca'.
Rio DE JANEIRO 15 DE MAttCO.
CotarSet offtciae'fl da junto i.'c* corredores.
Cambios.Londres S i|2 a M illas,
hesronios.s 1|2 por ce.iio.
Acccs de compaiihias.TBanco do Brasil a entre-
gar em juih.i 1108 premio.
Cambio*.
Londres 27 l|2 a 90 diasl
Pars 352 ris a 90 dias. !
Lisboa 97 a 99 0I() noiuiial.
II imbu_.. 650 a 90 dias^
METAES E FUMUOS PBLICOS.
METAES. Oncas da patj-ia. 293800
hesparfliolas 29900
11 Pejas de OjilMl vclb.s. KhikHI
11 Moedas de 'i:j.....9.3OOO
Soberanos. '.....S;SIKI a
o Posos hcspaiihiios I>9tl a
ta patria '. 9920 a
l'alarcs.......1;920 a
Apolices.le 6 *.......... IO6.1 107'
a proviuoiacs. ....... 101 a 102
(Jomo d 1 (Coinmercio do Rio.
scquk n iii'csenlc semana 1 velcira escu-
na LINDA : para o tvsio da carga, passa-j
geirosc t'Sf.itivos ti l'i'flc, Itala-sc na 111,1
lo Vigario 11. .">, mi com o capilao na
iitirit doComutcrcio.
Para o Kio de Janeiro
sabe impreterivelmente ale o tim da correle semana
o velciro c hem coiihecido patacho bra-il...... Alhe-
nas ; para o resto de sea carregamento o escravos.
trala-se com o seu consignatario Anlonio Luir, de
Oliveira Azevedo. ruada Cruz n. I, ou com o capi-
lao a bordo.
ara a Bulla
-abe imprelcrivelmente ate o tim da correle semana
o veleiro ebein coiihecido pa Iba bule brasileiro Dous
Amigos, o qual ja lem dous tercos de seu carrega-
mento prompto : Irata-se com o seu consignatario
Antonio l.uiz, de Oliveira Azevedo, ra da Cruz B.
1, ou com o capilao a bordo.
ACARACf.
Sesgue oestes dias o hiale Crrelo do .Noi'le, med-
ir e pralico Joao Anliines da Silveira ; para 1. resto
da carea e passaueirns, Irata-se co.n Caoln... Cvr.a-
co da C. M., ao lado do Corp.. Sanio n. 2~t.
PARA'.
Segu com muila brevidade o palhabote Sohralen-
>e, capilao e pralico francisco Jnso da Silva Ralis ;
amia recebo miudezas e passageiros : a tratar com
Caelano Cyriaco n. 25.
Para o Para com escala pelo Maranhao, o ber-
gantn! brasileiro Despique de liciris, capiUto Ma-
noel Marques Corroa, forrado e eiicavilhado de co-
bre. de primeira marcha, segu com a maiur brevi-
dade pn-sivel, por ler parle da carga prompta ; para
0 resto da carga t- passageiros, Irata-se no escriptorio
do Sr. Manoel Joaqoim llamos e Silva, ou com o
capilao na prara. ,
lll
10
1,11
IS.".!!.
N. I>si
., 2.101
vv.'is.
11 sr
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n 710.5.
359S ,
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1-709 ,
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-">20!l ,
563H .
1*17 .
5180,
I7
55
I l".,
1791 .
r,;,(i.
I I si.
3659
3370
2 IA:(NHK-
>:IMMij{
2:IMMIs
l:IMMIv
WKI.s
icii3c.
&ccfaracpe3.
O agente Borja fara leilao de um gratule sitio
110 lugar denominado Pamameirim, com una pti-
ma casa de viveuda de pedra e cal, com 6i palmos
de frente, ramios commudns, tendo um eobradiuho
ao lado, com quartos para feiltn a e>cravos, cochei-
ra, estribara para 6 Oavallos, grande cacimba com
bomba de ferro, 2 lauques grandes coberlus, bs-
tanles aivorcdos Iruclieros entre os quaes se acham
laratigeiras, parreiras etc.. o qual he foreiro. Os
Srs. prelcndcnles que quizerein algumas lufurma-
ciies a seu respeito dirijain-se ao armaz.em sito na
ra do Collegio n. 15 dn agente aiinunciante. O
mesmo agente ofTerece a importancia da correlagem 1
do leillo cima a commisso de beneficencia da Ire-
guezia do Poco da Panelta. para esla dislrihuir aos
indigentes residentes na mesma freguezia.
O agente Borja, por autorisacao ilos
socios da salo (le dansii do lallecido Anlu-
B7 H8 ,
S! 1717 ,
I7SS, |H.-, ,
202 i 23H ,
22! 5tM .
"siri. :,tm .
5WI3..... 200$
IOV 21, ,
772 S77 .
9M I03V ,
ir.i, 1 mi,
1381 1133 .
1375 1 (92 .
JHOli 1833,
1936, I9II .
219* 299* .
2537 2tf .
2830 5037 ,
3115 5211 .
riiS 5*12 ,
3605 r,71 r, .
5011, V2I2.
KiO Mii". .
728 *795 ,
172 ">I53 .
5521 5570,
3681 SPSS loox
100 premio! de....... *8f
1800 ditos de........ 20s
Ai-liam-sc a" venda os ni>vns bi I leles da
lotera 2 das tasas de caridade, que do
via correr no dia 27 ou 20 do prsenle.
Os premia at t:0O0.s serao pagos logo
(pie se ilislrili'iam as listas.
nio dos Santos Mirtt, ara' leiiSo dos mo-
vis existentes1 na dila sala de dansa, sita
n;i ruado Oncimado 11. ii, primeiro an-
par,
'.i-iitm
2?<)IKI
I filil
19060

Van 1 1 ira los w 1
eiro e llalli >t. .lias, v
danle K. Iirids.es. I Pa
a, l'r. C. V. ....s .Saldo"
Navio irados )> dia 22.
Kio de Janeiro e llalli .ti dias. vapor ingle/ Tay,
corninaiidanle R. Itrdges. I Passageiros para esta
provincia, llr. C. V. dos Santos Franca l.eile, F.
J. Viaiina, ('.. 8. Smiih, F.. J. do Sonta Lope-.
I>r. Pin esas familia. J. II. Hacalhaes, M. I. Ma-
rinho da Canoa, Braalio R.S. Colonia, A. F. Es-
pinlieiro. Dr. M. C A. Lima. E. dos Santos, M.
J. (aspar, F. A. rilo. J. F.j Lacerda, li. L. Vi-
C'orreio g^eral.
Carlas seguras para os seiihoros : Novaos & Com-
pauhia, Felishertu .loronyino Coelh, Heinosllienos
da Silveira Lobo, Francisco Jos Tavares ( Lean-
dro Carlos de Sa, Manoel Lobo de Miranda delin-
ques. Jnso I meneo da Cru/., Melquades Antones
de Almeida. Aleixo Jos de Oliveira, Vicente llendes
Wanderloy, Jos Marcelino Alves da Fnnseca, Joa-
quim de Oliveira e Souza, Ihogo Jos l.eile tiinma-
rSes. Maria d'Assumpcao, Hallar i\ Oliveira, Fran-
cisco Severiano Rabello, Albino Jos I erren 1 da
' "..I.... Maria Carolina A. Blocn, Jose Marcelino
lio-1, Manoel lioncalves da Silva.
COSSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselbo ndministrativo (cm tle comprar o se-
guinle
Para o arsenal tle guerra.
Ferro ingle* em barras de I a ;|K de largura.
quintaos jll ; dito dilo de verga de varanda, ditos
SO ; dilo dito de dita quadradu de .'11N de largura,
ditos 0.
(Juein os quixer vendei apicsenle a-suas pro-
postas, cm rana fechada na secretaria do con-
selbo ns 1(1 horas do dia 2H do corrcnle mea.
_ Secretaria to conselbo administrativo para lornc-
cimenlo do arsenal de guerra 10 tle marco de
1836.lenlo .lose Ijunenlia l.ins, coronel presiden-
te.Bernardo Pereira do Cacmo Jnior, vogal e
secrelario.
O conselbo .te administraran naval contraa
para as pracaa dos navios armados, barca de esca-
Viieln, arsenal e enfermara, u lornecimento por
lempo de Ires mezes, dos seguales gneros : a/.ole
doce de Lisboa, dito dilo do Mediterrneo, dito de
carrapato, assucar branco, dilo retinado, arroz bran-
co to Maralo, agurdenlo branca de 211 finios,
bolacha, bacalbao, cafe em grao, carne verde, dila
secca, lamilla de mandioca, feijao mulalinho. lou-
1 mo. de Lisboa, vinagre de dila, velas de carnauba
e esleanuas : pelo qoecoiivida-so aos qoo inleressa-
rem em dilo loriiecimcnto a comparecercir as 12
horas do dia 26 do correle na sala tle suas ses-es,
com as amostras e propostas, declarando os ltimos
precns e quem os fiadores. Sala das sosses do con-
selbo de administraran naval em Pernambuco 10 de
marco de 1836.0 secretario.
Cbrislovo Santiago do Oliveira.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselbo administrativo, om rumprimcnto do
arl.22 do rogiilamciiln de 11 de tlezrmbro de 18.'i2,
faz publico, que foram aceitas as proposlas de l.uiz
Anlonio do Siqucira, Siqueira & Pereira, Francisco
Mariel tic Souza. Joaquim Jos Das Pereira, Ma-
nuel Ignacio do Oliveira Braga, Jotlo Carlos Auguslo
da Silva, Domingos Jo-e Ferreira Oolniaifles, lio-
mingos Francisco Ramalbo, los Francisco de Pia-
la, o Joaquim Lopes de Almti la, paca fomece-
rem:
O I.", 2:1 l|2diizins tle pares de meiaade biela, a
900 rs. ; 2 pecas de hrim da Rusta, a 730 rs. a va-
ra ; ."> arrobas de alvaide, a STdtMI rs. ; 2 .lilas de
cun da Babia, a 393000 rs.
O 2.. "id varas tic hrim branco liso para fardlas,
a :IS(I rs. ; 23 rova los de pimi. prelo. a l>0(MI
res.
ti :', o, ttl pares de sapillos foilos na provincia, a
19800 rs.
O i.", lim c-leiias de palh.t do carnauba, .1
300 r, #
O ..", I peca do lona da Kossia do .1(1 varas, por
36S00U r>.
(I 6.", t peca de rabo de liiibo alcalroada de .1 po-
l.'gailas| a 13930(1 rs. a arroba.
O 7., 12 quintaos de ferro de varanda, a I05.VK)
res.
08., 100 bonete--, para os recrutas do 2." lula-
Ihao de infantaria, a l.ytSO rs.
O 0.. 10(1 grvalas tle sola toveroisada, a :I60
res.
O 10.", 1(1 tluzias de laboas do pinito de forro tle
:l| de polegada de firissora, aliyitl rs. ; 20 dilas
de l|J dtade dita, aSSOOO rs. ; lll dilas de ditas de
assoalbo de I dita do grossura e 12 de largura, a
ttiOOO rs.
E avisa aos -upra.litos vendedores que devem rc-
colherao arsenal do guerra ns referidos objcclos no
din 21 d.....urente inez.
Secreli-ria to conselbo administrativo para forne-
cjmento do arsenal do guerra 10 de marc;o de
1836.Bernarda Partir do Carmo Jmsior, vogal
e secretario.
iJara o nio de
Janeiro
salie eotn brevidade por ler a maior pin-
te da carga prompta, o bem conhecido
brigue nacional FiUMA : para o resto
da inesma, passageiros e escravos a frete,
1 para quetem escellcntcs commodos, tra-
I la-secoinos consignalai ios Kotaes& C na
ra do Trapiche n. ~ii, primeiro andar,
011 rom o capilao na piara.
romo.
j Seguir para a cidade do Porto Uo breve quan
i lo seja possivol a voloira barca porltigue/a DunrtC
i//, foirada e encavilhada do robre : tem algnma
j caiga prompta e recebe a que apparerer a felo : Ira-
I la-se eoni Bailar ,\ Oliveira, no sea earriplorio da
1 ra da t.adoi.i do Kccile n. 1_'.
Aciracu' e Ceara'.
Seguc cm brevidade o palhabote Sobralentt, ca-
pil.l e pratico Francisco .lose da Silva llatis ; rece-
be cama o passageiros : a tratar rom Caelano C)na-
co da C. M., ao lado do Curpo Santo 11. 25.
consistndo ora neos lustres de
bronzede (i e S luzes, diversas arandelas
e candieiros, urna porcaode cadeira de
aitiairllo, soi's, consollos, hantpiinlias,
una ptima mesa clstica, una estante,
um rico cortinado adamascado, e oulros
muitOS objcclos ele. (pie se achanto pa-
leles na mesma sala. 110 da do letlao :
sefjunda-l'eira2'i do conenle, as II lio-
ras da manhaa.
^i5oi3 Stucrfcw.
Precisa-se de um c.n\etro quetenh*
pratica de taberna : na ra le Apoil
n. I.
EltliAl \.
.\a inaniesiacao d'ajsradecimento do Sr. Francis-
co Kirmino Monteir... inserta no Diario tle 20 do
corrate 3.' pagina.|colii-nna 6.', linha l. quando
primeipia o abaivo assiROado sencivel o cordial-
mente, leia-so. o ahaixo as.igna.1o sincem e cor-
.linimento.
I

I Antonia Florencia dos Pra/crcs muilo
agradece aos amigos tic seuV'luiado marido
Carlos Augusto tle Araujo. o mudo porque >e
prestaram em sua grave enfermidade. afm de
n salvaran las garras da morle, sentindoque n
seu estado de agunia fosse lal que n.'m potlesse
agr lecr-lhes n > mesmo inslaule, o que faz
por osle Diurio,
Na cocheira de carros funebres do
paleo do Pa raizo, encontram-se carros
rara del'tmlos. don/.elas e anjos, de pri-
meira e segunda ordem. Iiem ornados,
por precos a contento.
I'ede-se ao llvni. vigario do Keeifc,
tcnlia a bondade de lii/.er baplisar dous
meninos pagSos, sendo um de nome Si-
dronio, o rpial ja' fot recentado, menor de
10 annos, t oiitrode nome Filippc. e co-
mo um tos padrinhos se esettse,
este acto de caridade. a casa lie 11
do Encantamento.Q Abissinio.
Atlencao.
De liordo do Vapor
cttminlioti-se um lialiu
PARAN' desen-
com as iniciaes
E. \V. : sr algum dus genitores passagei-
ros enfjano condii/.ido em Mas bagagens. po-
de indicar por esle DIAItlO a Ma mora-
da para sci "procurado, ou lera bondade
de mandar avisar na ra do Pilar sobrado
n. 8", do quese llie ficara' em agradeci-
mcnlo.
LOTERA da provincia.
Os n11irles ecautelas do eautelista An-
lonio Jos Rodrigues de Souza Jnior,
nao estiio sujeilos ao descont dos S por
centollo imposto da le.os quaesseacham
a venda as lejas da prara da Indepen-
dencia ns. i. 13, I ."> e it). ra Direila 11.
15, ina da l'raia 11. O, ra dn Crespo
11 S e do Livramento n. 50
As rodas audam no dia l do presen-
te : os premios sao pagos logo que sa-
hir a lisia (eral.
Uerebe por inteiro
llilhelos
Aleios
Tercos
(Ruarlos
Quintos
Uitavos
llgcimos
Vigsimos
.VvSllil
29900
2rs"HM
l>.".IKI
I?2IK1
76(1
./..I
.120
O referido eautelista det
paga nos seus Jjilbetes inte
:,:(XIOSOO0
2:.VOJOOO
1:6663666
i tivijono
I:(NNI9(NI0
625S00
5OU9000
IO9OOO
ara que su
ros vendidos
os S porceuto como lem anniuiriado.
(l Dr. Po A.l.ic.i. medico operador, italiano,
leudo rliogado nesta capital em comnVisaSo .!.. gover-
no para tratar os .lenles do cholera, participa ao
respeitavet publica, qae se teas prompto u indos t.s
podidos, tanto de .lia como de noilo. ti seu folliolo
I sobre o Iratamenlo da cholera, impresso na Rabia.
se cha .1 venda na -ua m..radii. \ mu especialldade
, he parios, doeneas dos olhos e vias ..orinaras, e pina
esla- ultimas possae ferros lulalmeille m.vos para
sanar lodos os roslringiinentn-de uretra. A sua ino-
rada provisoria heno hotel nsjez, ma do rrapiche.
Precisa-so tle ama ama .lo leilo, asHjando-se
muilo bem : na ra estre'i.i do Rosarlo n. :i">. casa
to desembargado! Rabello.
Hllerere-e urna ama para casa do liomoni sol-, o tiaimarassa, atada
leiro para o servicia .le pnrlas dentro,
lar de menino, a qual afiance sua conducta
da malri/. da lloa-Visla n. :.
O ahaiso assiguado, leudo viudo da Babia no
vapor Imperador ltimamente chegado a este porto.
na ni 1- isln to desembarque tle soa bagasen veto
por engao, fa/.endo parle della um bahu' Irancasto,
cujo dono elle ignora ; por isso avisa a pessoa a qoem
o mesmn bahu' baja tle perlencer, que o pude proco-
rar na ra da Cadeia do llonfe n. (II, aonde o abal-
lo assiguado se acba residindo. Recife 22 de maleo
de I Va'. Joao Minervino llrastliro da Caoba c
Mello.
Koga-se ao listal da fregueria de S. r'r. Pedro
lioncalves, queira ler a Imndadc de vigiar esa Mal
de Portas, na ra dos (iuararapes, um terreas aae
esisle 1111111 la In de quantas porranr.ia ba, que ale
limpe/.a- fa/m-se em dito terreno, servindo o mas
mo de deposito de cachorros, galos, galinhas moras
e diversos objrelea de posooaa qoe morreto e all se
v.lo deilar lora : espera-se que o Sr. liscil d provi-
dencias, por quanto essas iminoiidiriat servero tle
grande mal n saude de diversas pcssaias qae na roa
moran.
No dia 20 do correle desencaminlioo-sedarua
to Crespo um quarto nrelo. ferrado anda de reara
na auca .1.. la.lu direilu, lem urna tnao branca, o a
cabera estaqueada, condu/ia dous cassuas cota va-
rios objerlos de molhados : quem delle der noli, .a
na ra do Crespo, toja da esquina qoe vira para a
ra da Cadeia. 011 no engenho S. Francisco da Var-
es, sera recompensado.
O abaivo as.tgitado fallara a um deve se nao
agradecesse por meio deste jornal a.. Sr. Jos Anto-
nio lioncalves da Rocha, caiteire do Sr. Joto Har-
lins devflarros. as boas n..i.eir..- com que II.e ob-e-
quiuu : vamos ao caso. No dia K do corrate, iodo
dilo Sr. K. a minha casa recoher orna conta. estaodo
urna lilba minha tle 12 annos atacada da epidemia
reinante com soltura, vmitos, dores no estomago,
olhos fundos, ludo isso a mais. de maneira que esla-
va sendo pranliada por lodos de casa, e poseas espe-
rancas de vida, foi quando o Sr. li. applicoo-lhe
urna tlse honieopathica qoe traria comsigo. qne no
lim de urna hora eslava reslabclecida de ludo, eiun-
1 menle um eseravo, que gracas a Ulvloa rroilden-
cia e ao Sr. R. rslilo escapas; e queira o mesmo Sr.
receber os meas sinceros asradecimentos, a cont casi
o meu pequeo prcsttmn.
Alevdiidrr Joiqnlm Salvro.
Aluga-sc um sitio muilo porto da prara per ser
logo ao sabir da Soledade para o Maoaoinho. com
nao pitucos arvoredos de fruclo, rbJt, proprios, rom
grande casa de sobrado c sotilo. toda env idra....4a.
tendo um algrele na fcente. lodo morado e eogra-
il-.li. com tloo> pui:.es de ferro e qoalro rolumna-
enm lenes, o aofondo oulro portio, duas estribnos.
e duas cocheiras. rasa para prelo> c rotioha, om
p'.eo d'agua do beber o >anqoo para banhn : a quem
convior esle arrcndamenlo. dirija-se ao mesm.'sitio
a qualquer hora do dia, a tratar com o soa proprie-
lario.
(Merece-se orna ama para bomoin solleiro, api
para Ir..lamento do alguma chanca, pois j esla ha-
bilitada uestes serviros.
_ II. Antonia Klorenria loa Prareres, viava de
Carlos Auguslo de Araujo, lar sciente qoe leudo fal-
lecido seu mudo prezado esposo no da 20 dn ror-
renle, nao se responsabilis.1 dosla data em d.ai.te pe-
las lianr.s dadas peloemmo,qaae-quer qoe sejani.
Precisa-se alugar um prelo eseravo para servir
em urna casa tle hornera solleiro, e que saja fiel : a
Ir,n.ir ua ra do (.laciniado, loja n. 20.
Os abaivo assignados .terlaram pelo presente an-
nitncio, para que rbecue ao rotihecmenlo de lodos,
que \ cenle da Cimba Sonto Maior forln do poder
dos mesmos ahaixo assignados i escravosqneseacfca-
vam poobandoa por eiacacia do l>r. rjimlovao Xa-
vier Copos centra a Sra. I. Itahel alara da Caoba.
.n.ii do Viccnle.e.lepo-ilados em Moa." mesmos
abaito assignados; porlanto pe.a alguma roapre
taes escravos a este ladrSo, pois be publico queoVe
velbaco traa do vender lodos os escravos de sua mil.
alim de nao |..._ ir os dbitos qoe suman, moilo mat
ta fa/etida ; muilo breve o publico saliera quem he
este tratante, poi- esla se tratando da denuncia ; os
escravos furlados rhamam-so Joaqnim, cabra, Ju-
liana mullier do dilo, nina lilna de 2 anuos chamada
Adriana, urna negra Antoniuha. Cacltoeira Nova 16
de fevereiro de 1836.Caelano Francisco de Barros
Yasconcellos, l'hcodoziu Maduro da Konteca.
Pergunta-se ao Sr. pralico mu das barras c
porlo .testa cidade : I. se os piat.es da assori.ir.iu
que se acham actualmente com parles -de doenlr,
poriem livremcnle nao su passear a qualqoer hora do
da e da imite as mis desta cidade. onde lem shi>*
varios, mas lambem sahem para f.'tra da praca c resi-
dir, sem lirenca, em Olinda. apesardo dipnslo no)
arl. 16 do regulainenlo de 2H de fevereiro de IH-M :
2." se pererbem \encmenlos o- pralico-. que po
esse motto fog*m .1. servico, deivando alropelado*
uelle ns seus ct.nip.inheiros, alguns dos quae- esl...
anda convalotrendo dos ataques que soflreram da
[epidemia reinanlo.I m nervoso.
(lHorece-se mu rapar pnrtosuez para altero
de 1 .le 111 011 mitro qualquer e-I ihelecimenl. para
lomar conta por balanco ou sem elle, para o qae lem
bastante pratica: quem de sen presumo seojoiter
ubliiar, dirija-se a praca da Independencia n. II.
qoe achara com quem tratar.
Precisa-se de um homem perdigue/ qoe colea-
da perfeitamente de ccifai c vender capim de pla-
a, e mesmu se alugam alguus escravos mensalmen-
le, que saibam do servico de campo, alim de Ir..tai
de um sitio ji plantado de capim. no lugar da Mag-
dalena junto a estrada nova, que vai para o Cacha-
en : a fallar na roa do II.Kpicioa. "'.. Boa-X illa.
Precita aa Mugar l escravos, pagande-se 2tr-
mensaes, e d-sa o aostealo : ni padarta da roa Im-
perial, defroute da labrica de salan n. 17:1.
Precisa-se de am.is-.itlnres que entendam e se-
jam diligentes, pagando-so :Mt?t mensaes.
O cirurgio Francisco Mnrciino deAraojo 1 .
ma de volla a esta cup.lal da ennim-*an de qoe Uta
i.iciimhi.l.t pelo enverno da provincia. .. oomirra Ronlo, pude sor prororado para qualquer mi-It-i de
sua proBssao na rua da Glora n. 7"..
Joaquim lioncalves Salgado dejvj por so-is
procuradores talonia Itomingasts de Almeida Po-
ras. Ponciana Leareoco da Silva o Custodio Anlonio
Suares. (
(1 abaivo assignado. durante aoa ausencia dei-
\x por seus procuradores os Sr-. Anlonio de Monra
Holln, joaquim de Mmei.la Piolo, Jos de Oliveira
llamos e Silva. Recife 17 de marro de HBS.
Joao Anlonio t,omes iiin.nar..c<
Atiendo.
Nao leudo bavido lugar a reuiii.'u. dos .redores do
ca-al de N. Gadaolt na dia 17 do corrcnle |K>r falta
do ri.uipareciinenlo tle parle do" mesino. senhotes
.redores, o consol da Franca envida para o iiem.i
lim a lodos que -o pilgare.......-e c.1.0, pediii.li.-lhe-
insianiemente que nao deixem d comparecer na
ciuincellaria do mesmo 1 amalado no dia 26 a- 10 llo-
ras da manhaa.
Anda nutra vexavtstan aa bordobroaoa V '.a-
tlaull aos credores do ine-nio. que liaiam de apresen-
lar 111. pra/n de i." da- nuas conta- no consulado tic
t'r.mea. alim de que se u.in cbatnem a ignorancia
pura fotOTO, .piando as parlilh.is j.. r-l.veoin fol-
la-, e inicua.lo- os he.denos domiciliados em I-ran-
ea. Ilecife 21 de mareo de 1836.
O abaivo aatigwado, pelo estado do sita saude o
prstela do sua vugein. niln podordo despedirle
pe.-.almenle de seos amigo", a la/ peln prsenle an-
uuiicio, e ollerece-lhes seusservtoaa eso Lisboa, Porta
la ultima cidade onde pele.,-
l Ira-I de livar sua residencia ale soa pruvimn volts a r-la
alia/ provincia. Recife 17 de marro de llCifi.
.ede-se
">, rua
.lulu Antonio Gomes tiuimarjc.
.
MUTir^

ILEGIVEl


bunio de nnwm sfgunoa fim u h muco oe i 856
Terceira cdi$ao.
TRATAMEHTO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
ii instrurc.io aopovoparaae podcrcurar desta enfermidade, administrndoos remedio mais ellica/es
paraalalh'a-la.emquaiito *creeorr*aomedico,ou mesmu para cura-liudapeiidenle desle mi os lagares
em que nSo os ha.
TRADUZIDO EM PORTGEZ PELO DR. I*. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doas opsculos contm as indieacnes rail claras e precisas, c pela sua simples e concisa expsi-
to e*luao alcance de lodas asintelligencas, n.los pelo que dii respaila iaa meins curativos,como prin-
cipalmente aos preservativos que leuidado os mais satisfactorios resultados em toda a parte em que
elles tcm sjn postos em pralica.
Sendo o Iralarnentnhomeopathcn o unicoque tem dado crandosresulladosoorurativn desta horu-
vel enfermidade, julgamosa proposito Iradoiir reste* dona importantes opsculos em Inicua venan-
la, para desl'arlc facilitar a sua Icilura 1 quem ignore o franecz.
Vende-se unicameiilc un Consulloriodo traductor, ra No n..">.!, por 2SOO0. Venilem-sr lamhem
os medicamentos precisos e boliras de \2 tubos coni un frasco de lindura l'ij, umadita de :ttl lulios color
vro e 2 frascos de tintura rs. jOtH).
I"9*-.
* PEORAS PRECIOSAS-

'; Adereces de brilliaiiles,
% diamantes e perolas, pul-
;5 roetas, botos e anneis
jg de dillerenles costos ede
!* diversas pedras de valor.
*
* Compram, vendem ou
^ Irocam prata, ouro, bri-
* Ihantes.diamanleseprrn-
9 las, e oatras quaesquer
* joiasde valor, a dinheiro
$ ou por obras.
-*&>V.>:*>" > .o :* < ; sf $:
MOREIRA DARTE.
3iM ni? nimvFs
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben por to-
dos os vapores da Eu-
ropa ns obras do mais
moderno gosto, tan-
to ile Franca como
OIHO E PRATA-
Adprerns completos ele
oum, meiosdilos, poleei- ;
ras, rtllinelos. brincos e g
roletas, corus, trance- ?
lins, medallias, corren le* :
e enTeiles para relocio, e v
ontros minios ohjerlo* de $
ouro.
Appnrelho* completos, jfi
le prata, para cha, han- !
dejas, salvas, caslicaes, <
colheres de sopa e de cha, y
e muitos outroi objeclos *
de prata.
de Lisboa, as que acvendem por
pre$o eommodo como costuniam.
ESTRADA DE FERRO DE PERNAMBGO.
Barqdeibos da Compamiia em londrbs.Srs. Hcywood, Kennards, & C.
Banqueibos em Pebnamdico.O Banco de I'ernambuco.
Agestes no Rio de. JaneiroSw. ftlau, MacGregor, & C".
Agentes em Pbrnambuco.Srs. Rothc & Bidoular.
Agentes na Baha.Srs. S. S. Davenport & C*.
12,000 acedes esli reservadas para o Brasil de valor de C 20 ou rs. IT7777 cada KQM).
Os que desejarem comprar arges (Testa Companhia podero dirigirn na forma aba'ixo indicada
Cornmissao em Pernambuco em casa das Srs. Roiho St Bidoulac. O deposito de urna libra es-
terlina ao camhio de 27 por 13000 ou rs. 8?888 por acco deve ser atier-tuado em Casa de um
dos Agentes da Companhia no Rio de Janeiro, na Baha, c em Pernambuco, que dar o competente
recibo.
A subscripcao tica abena aleo dia 20 de margo em Pernambuco.
Os senhores que ja lizerao pedidos para a acquisicao de arcos desla companhia an les de sita pu-
blicarlo em Londres, devem tamhem dirgir-se Cornmissao n remoller aos A gantes a importancia
do deposito de 1, por conla de taes acedes dentro do pozo litado para a aprcsenlacao de pedidos.
A urna Cornmissao nomeada pelo Presidente da Provincia de Pernambuco, de accordo rom o
Concessionario o Sr. Alfredo de Mornay, ser conliado o irabalho da distribuirlo das Accoes.
Se nao forem concedidas todas as AceSes pedidas,* dinheiro depositado ser levado em contapara
a primeira prestarlo de duas lib.as esterlinas Rs. 17?77f> por cada Arcan.
Senenhuma for concedida o dinheiro ser restituido por inleiro at o fim di: Abril, ao mais tardar.
A Companhia tem reservado fundos que os Directores catculo ser stifficientes'para o pagamento dos
juros aos accionistas desde odia em que se effertuareni as prestaees. e essea jurus sero os niesmos
pie sao garantidos pelos gnvernos Imperial e Provincial depois de alertas as secc.ocs da Estrada
de maneira que a importancia das entradas vencern O juro de 7 por cento logo que estas forem
realisadas.
Os dividendos sero pagos aos Accionistas no Braz.il em casa dos Agentes da Companhia nascidades
do Rio de Janeiro, Bahia, e Pernambuco.
Cada prestarao nunca exceder do duaslibras esterlinas Rs. 175776, por acco, o haver um in-
tervallo pelo menos de trez. mezes entre as presiacfies.
Os que pertenderem accoes devero dirigir-se Cornmissao, e remetler os Agentes da Companhia
em Pernambuco Srs. Bothe & Bidoulac, logo depois de entregaren! a imporlanria do deposito, um
pedido segundo o formulario abaito transcripto que os Agentes da companhia foriicreraoronjunc-
tamente com o competente recibo pelas quanlias depositadas.
Formularia para o pedido de Acco'es.
Aos Senhoret da Cornmissao encarregada da distribuifo das Acres da Companhia da
Estrada de Ferro entre o Recife e o Rio de Sao Francisco.
Kavcndo eu entregado aos Agentes da Companhia rejs
ao Crdito da mesma Companhia, pepo-Ibes que me eonredo as Accoes correspondentes aquella
prestaco, a pela presente me obrigo acceitar aquelle numero de Accoes ou as que me liouverem
de ser concedidas ; e bem assim apagar as subsequentes nreslaroes qu,and<> me forem e\i;;idas na
forma das Lcis que regalao a Companhia, assignando-^ne por mim ou por meu bastante procura-
dor no Livro competente Ja inscripfo.
IHK-MTIRI.
Nome por extenso
Residencia por extenso
Profissao ou Occupaco
Lugar de Negocio seo tem^
: l JANE, DENTISTA, %
contina a residir na ra Nova n. 19, prmei- j
ro andar. g
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAIIIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto era onlem alphabetica, com a dcscrippo
abreviada de todas as molestias, a indicacAo pliysio-
logica e tlierapeutica de lodos os medicamento! ho-
mefpathicos, seu tmpo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da slgnilicacan de todos
os termos de medicina e cirurgia, c posto ao alcauce
das pessoas do povo, pelo
DR. A. .1. DE MELLO 1I0RAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buncaros seu
exemplares, assim como quem quizer comprar.
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esl publicacAo sera sem duvida de Dlilidade ao
principiantes que se qnizercm dedicar an ejercicio
rio fiiro, pois nella cnconlraro por ordein alpliabc-
tica as principaes, e mais frcqoenles oceurrencias ci-
a, orplianologicaf, commerciaes e ecclcsiasticas do
nosso foro, com as remissOes das ordenaret, leis,
avisos e regolar.ienlos por qoe se rege o" Brasil, e
hem assim resolu;oes do l'raiislas anligos e moder-
nos em que se firmam. Conlm semelliautemenle
as decisOes das queslves sobre sizas, sellos, velliqse
novos direilos e decimas, sem o trabalho de recorrer
colleccao de uossas leis e avisos avulsos. Consta-
r de dous volumesemoitavo, grande francez, eo
primeiro sabio a luz e esta i venda por 89 na loja de
ivrosn.G agda pra;a da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Velha n. 42.
NopateodoLivramento sobrado da
csiiuma n. 1, da-se bolos de vendapem a
81) rs. a pataca e armam-se bandejas de
Iwllos de todas as qualidades, por menos
do que em outra qualquer parte.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
porsedulas: na rua do Trapiche n. 40,
segundo andar.
Ptecisa-se alugar dous pietos capti-
vos, dando-se o sustento, para traballiar
nesta typographia : na livraria ns. (ie8
da piara da Indepeendencia.
Candida Maa da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de nstruccoprimara,
rcsidentena rua do Vigario do bairro do
Recife, laz idete aos pais de suas alum-
nas, queacha-seaberta sua aula, naqual
contina a ensillaras materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por piceos ra/.oa-
veis.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesoureiro manda lazer
publico, que se xcham a venda na thesou-
raria das louterias, das !t horas as ." da
tarde, os bilhetes da segunda parte da
prinieit a lotera da matriz, de San-Jose
desta cidade, cujas rodas antlam no dia
29docorrentc me/.. Thesourai a das lo-
teras :, de marco de HM. O cscri-
vfio, Antonio Jase Duartc.
PARA LOTO.
Apronta-se dentro em r> diat vestuarios
completos de merino por mdico preco,
na rua Nova n. "2.
CASA l)t)S EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amamentar criancas na
casa dos cxposlos : a pessna que a isso se queira de-
dicar, leudo as haliililaces aeCMnriaf, dirija-sc a
mesma, no palco do Paraizo, que lii achara com
quem tratar.
Na fabrica iranceza de calcado, RO aterro
da Roa-Vista n. .">2,
admille-sc aprendiz.es de 10 a 16 annos de idade,
enm preferencia orpbnos: as pessoas que livcrem
meninos neslc caso, sirvam-se lirisir u fabrica ci-
ma referida para lomar conhecimenlodascondices
clavrar o competente contracto.
Atiene ;1 o.
Alnaa-te O segundo andar Jo sobrado da rua do
Jardim n. 71, com bstanle rominodu para grande
famjlia, e bastante fresco : os prelendenles procu-
rem uo paleo do Girino n. 9, primciro andar.
Associ^fio Coimnercial
Benefceute.
A cnmmi ."ni encarregada pela A*sociaco Com-
merciil llrnelicenlepara distribuir soccorrs isclas-
ses necessiladas dn bairro do Kecife, laz saber a
quem sa adiar nrssas circumslaiirias, que pode pro-
curar a qualquer de seus membros em suas residen-
cias abaixo designadas a qualquer liora. A coimnis.
sao estando disposla a nio se poupar a quaesquer o<-
l'orcos para bem descmpcnliar a miis.lo que llic loi
conliada, roga as pessoas que liverem conliecimentn
de que qualquer pessoa em sujs visinhan;as se acha
no caso de precisar de sorcorro, mas que por qual-
quer circumslancia nao opossa solicitar, queiram ler
a bondade de assim Ih'o indicar, alim de prompla-
menteserem ministrados os neressarins auxilio*.
Antonio Alves Barbosa', rua de Apollo n. :10.
JoscTeixeira Bastos, roa da Trapiche n. 1".
Jo."io da Silva Itezadas, roa do Vigario n. 4.
' AKKENDAME.NTO.
A loja e armizem da casa D. 35 da rua da C.adcia
do Kecife junto ao arco da ConceicAo, aclia-se desoc-
cupada, e arrenda-sc para qualqnr eslabelerimentn
em ponto grande, para o qual tem commodos sufli-
cienles : os pretendentes enlender-se-hao com JoAo
Ncpomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, Da mesma rua.
Na casa da residencia do Dr. I.oureim, na rua
da Saudade, defronte do Hospicio, precisa-so de urna
ama de leile. Torra, que nao traga comsigo o fllio,
que liver, de peilo.
Passa portes.
Tiram-se passaportes. despacham-se escravos e
cnrrein-se folhas ; para este lim, procure-se na rua
do Queimado u. -J.:,, loja de miudezas do Sr. Joa-
I.mu Mouteirn da Cruz.
Precisa-se de um forneim ; na padaria d rua
Direita n. (9.
yner-se alugar um escravo para servicn de
casa: a tratar na rus do Trapiche n. Iti, segundo
andar.

:

1 CONSULTORIO H0M0PA-
8 THICO
DA COMARCA UO CABO.
No rnijeiiho Marlapiigi/ie
K- (Gratis para os pobres.)
9 Manuel de Siqneira Cavalcanli, prolessor '$
9 hoineopallia, continua a dar consultas lodos
OS daS. jV;
**93# 9999&*>99&te
SEGUROS.
A direcrao da companhia de Scsuros Indemnisa-
dora. convida aos senhores accionistas a reunirern-
se em assemhlca geral extraordinaria no dia -Jii dn
corrente. ao meio-dia, no respectivo cscriplorio, rua
do Vigario a. I,alim de resolver sobre eaobjecloa
que tem de Mies ser presentes. Recife -Jtl de marco
ile IK-Vi.Os directores, jlo Ignacio de Medeiros
Reg, Alberto Forslcr Dainon, Joio da Silva Re-
gada*.
Precisa-se de urna ama para rasa de homem
solteiro, e BiO sabe a ru : no palco do Terco n. 10.
I'ri'i isa-s de una co/.inheira, forra ou cscra-
va, para casa de ponca familia : quem pretender di-
rija-se a rua da Cruz, n. 52, primeiro audar.
Associa^o Gommercial
Befieente.
A commiss.io nomeada pela AuOCa^Ao liommrr-
cial Beiieticcnie desta praca, com o lim de soceorrer
i as pessoas Deceasilada e desvalidas da freuuczia da
Boa-Vista, por occasiao da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver cin taes circumslanrias, de pro-
curar a Joao Mallieus. rua da matriz n. I**", Manoel
I eiveir.i Bastos, rua da Alegra u. 7 ; Vicente Al-
ves de Siiuza Carvajho, Kstancia : desde as 7 horas
da mmiliAa s !. 0(1 tarde das l horas cm dianle :
em caso urgente, porcin. serSo soecurridos prumpla-
IDenle a qualquer hura. A rominissao desejando
acertar na forma de distribuir os soccorrs, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais ronbeciilas
desta fregneiil que liverem perfcita sriencia do es-
lado de precisilo de qualquer familia, sedignemde
a informar alim de ser rom promplidao atlendiila.
Recife ."i de levereiro de IKMi.Joao Mallieus, Ma-
noel Teiieira Bailo*, Vicente Alves de Souia Car-
valbo.
i illa de Barrtiron !' dr marco de ls."iti.
Oabaixo assignado faz. srienlc ao vigario Manoel
t'erreira Borgesea todos os membros de sua familia,
que, com o auxilio de Heos goza do saude com o seu
lilil Jellerson e mais pessoas da casa. Adverle lam-
hem, que, cm quanto correr impresso esle aviso, em-
bora esta data, devem lodos tirar tranquilisi,dns,
pois que qualquer agilacAo que appareca cm dispo-
sir.in denossa. faculdades pbvsicas, muila-se de avi-
so. (I lempo nao esta de grecos, exise niesmo que se
lomem estas cautelas : a byaieoae publica em scus
conselhos recnmmnda que se cvileni excessos de
cuidados, que silo nocivos, mxime em tempo epid-
mico.Fumino Cucas de Azevedo Soarcsliordo.
A ei ermaria do consistorio da ir
mandadedo Divino Espirito Santo em
Sao-Francisco, ja' annunciada, acha-te
provida do mais necessatio para rceber
aos seus rmaos desvalidos ({lie venliam a
ser accommeltidos do cholera : roga-sc,"
pois, aos irinSosda mesma rmandade.ou
a quera tenha conhecimento de alguns
deates, pai-teipera ao irmao juiz, escri-
vflo, ou thesoureiro, alim de que sejam
recolhidos pela mesa e tratados da me-
Ihorirma pie for possivel.
Commisso de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissSo abaixo assenada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
liarle da associaeao coinmcrcial benei-
cente de soceorrer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas que precisarcmde soccor-
rs, queirao entend r-se a qualquer hora
na rua Nova n. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na rua do Trapiche n.
V0, de Thomaz de Faria, e na mesma rua
n, oli, de Salustiano de Arpiino Ferreira.
Pernambuco 25 de fevereiro de 1856.
Salttstiano de Aquino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Faria.
Precisa-se de urna ama de leile sem lilho e que
tenha bom leile, promette-sc o bom Iralamenlo : a
tratar na rua do Queimado n. Ii, primeiro andar.
No aterro (
la Jua
n S5,
i
sta
aSctbc^.
precisa-se de um bom ollicial delorneiro, qua emen-
da perreitameule de sua arte.
At ten car..
Precisa-se de dous amas-adores : na padaria dn
alerro da Boa-Vista u. 66, que se dar.i bom orde-
uado.
Pelo presente protestamos denun-
ciar de lodas as pessoas que veiulerem bi-
lhetes de loteras do Rio de Janeiro, lo
da "20 do prximo me/, de abril em (liante
tanto [idas ras como em qualquer casa,
pois que nao adiamos justo que para po- manak admmittra'tivo^Vercan~U
Rogase a qualquer pessoa moradora ns Imbu-
ra, que e*leja ro mallas, que queira lornecer lenha que seja boa, por
auno a una padaria, entrega-la smente no porto da
Ponte Velha rouforme se tratar, pude dirigir-se a
padaria do pateo da Santa Cruz u. r>, que achara
com quem tratar.
Precisa-sede um liom Irabalhador de roaaei-
ra : ua padaria do paleo da Sania t;Miz n. (i.
O individuo a quem honlem |K se deseuca-
miiihnu um emhrulho de dinheiro, pode entender se
com JoSo Fernaudes Baptisla, na rua do Vigario n.
33, para ser-lhe enlregue
O abaixo assignado, procurador da Mima. Sra,
I). Jo.iiina M. de Jess, faz publico que por ordena
da mesma senhura deixa encarregada durante *oa
auseuria, para cobraura dos alugueis, o Sr. Josc ile
Oliveira Ramos c Silva. Recife 14 de marco da I85t>,
Jo.io A. ti. tiuimar.ies.
O Sr. coronel Favilla queira mandar receher
uns pasearos viudos do Cear.i : no largo do I.m-
menlo, sobrado n.:, segundo andar.
Avisa-se aos devedorea do imposto de decimas
das fregoeiia* do Recite, Santo Antonio. S. Jos,.,
Alegado* e Boa-Vista, e do imposto de l por cento'
ludo do anuo linanrciro le lVi iKVi, que as rea'
les de seus dbitos ja se acbam cm joizo, onde se
Ules concede o prazo de 15 das para pazamcnlo cx-
|ioulaneo, com guia do procurador focal, que pode-
ro procurar na residencia do iiie-ino, na rua Nova
n. i i, segundo andar.<> procurador focal,
Cypnaoo Kenelon liuedes Alcoforado.
A abaixooaugnada, desfozeado um seu primei-
ro annuurio, declara que o Sr. Nauzcr pode cobrar
as divida* que hajam para com o esialielecimenlo da ,
padaria que perteueera ao genro da mesma joo An- i
ionio da Veigr, valo ler aquelle de .lar conla* por
sua parle : a mesma abaixo signada protesta con-
tra quem entrara em casa do dilo seu genio depois
do tallecimculo desle, pelo deupparecimentu de im-
porlanles papis perlcnrcnlr. ao inesino e a abaixo
assignada.Maria Senhorinlia do l.ivramcnlo.
Alnge-ee o primeiro andar de um sobrado no
pateo ile Sania Cruz, e na loja do mesmu exisle para
vender-se dous cixoes com reparlinieulos para amos-
tras do gneros de laberna.que se enlresam por qual-
quer prec,o : os pretendentes lallem na rua .las Cru-
ze, sobrado n. 9.
I". Ilragon, jie.podendo ilespp,|ir.sc pessoal-
menle de to.ias as pessoas que honraran) com a sua
aioizade, pela rapidez de sua partida, e nao llie per-
millir o seu estado de saude, la,-lo pelo presente, c
pede desculpa pela falta que involuntariamente rom-
mellcu. Bordo do vapor Mara II JO de marco
de 1856.
A aula denominada Sania Rosa, que exista na
rua Angoste, para o entino de meninas, pelas lilhag
de lirmino J. I. di Rosa, iniidou-se para a rua do
V igario. segundo andar a rasa do Sr. Thomaz de
Aquino Fonseca ^- l'ilho por rima .le seu escriplorio,
auode recbenlo *menina* que sens pais Ih'asqui-
zcrem confiar pora ensinar o quesahem, e vem a ser
o seguinlc :.
I." ensinarao a ler, e-crever, conlar, etc.
i'." coser chao, ahjriulbo. cacuiiil, bardar de sus-
to e acolchoadii, marcar de lodas as qualidades.
i. tpele, lapecaiia, matiz, mican^.i e ouro. ele;
e lambem-se r.z qualquer .lestes objeclos a feilio
por preros razoaveis. A aula principien no dia I.'
de levereiro.
Precisa- o servico de urna casa .le penca familia, pagndo-
le hem se for do agrado : alralar na rua du Apoilo
armazem de assucar n. 13.
Aos sihon s de eiin'enlio.
Avisa-se aos senhores le engenho, que
para facilitar O uso do arcano do l)r.
Stolle para puriicacao de assucar: ven-
de-te ao OlCSmo preco le ."i.sOOO, cada la-
la dt- III libras.
Novas jotas.
tls abaixo a**ignados, com loja de onrives na rua
do Calinga n. lt. confronte ao pateo da matriz e rua
Nova, fa/em publico, que estSo recebeinl.i cm.liuud-
damenle muilo rica* obras de ouro dos methore* goa-
loi, lano para senhores como para horneo* tate-
nos ; os preroi eonlinnan mesmo baratos, e passa-se
c.uilas ruin i.'-poiis.diili.|ad|i, upecificiodo a quali-
dade do ouro de 1 ou IS quilates, licando assim
silicuosos niesmos por qualquer duvida.
Seraphim & Irmao.
A'l BARATO!
Na rua do *'.respo. loja n. 1, vendem-sc por lodo
o preco l.izendas de primeira qualidade. para acabar
n.lo se ollia a preco.
Cdi^pitanga.
VtMiile-sf miiiln bom ppixi? errn [oarapiCangH :
ni rua doQucinado, i'i i n. l .
4=
oh
liiiicha !!
Qontptng.
Conipra-sc um moleque de 12 a li, ennoa para
um.i encuimnenda : ha rua da Senzala Velha u. Tu
segundo andar.
Compra-ir: una preta, que seja boa cozinheira :
na rua do Collegio n. "> 1.- andar.
Compram-.se notas do Banco do Bra-
sil: na ruado Ta piche-Novo n. 40, se-
gundo andar.
*M I5-1
PARA 0 CORRENTE ANNO.
Folhinfaas de algibeira contendo o al-
(leemos vender paguemos o oneroso im-
posto de l:200$000 por cada tuna las
nossas lojas e tendamos urna llanca na the*
sourariageral, e licencado lllm. Sr. Dr.
cheede polica, ao passo que ontros a'
nossa sombra os vendam com o maior es-
canilalo ipl'ringirido assim a lei, e tirando
nossos interesses pelos quaes pagamos o
referido imposto. Recite IS de marro de
1856.Antonio Jos Rodrigues le Souza
Juniot'.
ESTRADA DE FERRO.
Membios da cominissfio para a distribiti-
ao das accoes.
Os Srs.O E\m. conselheiro Jos Ren-
to da Cimba Figueiredo.
liaiao de Camaiagihe.
Commendador H&noel Goncalves da
Silva.
Commendador Luiz (lomes, Ferreira.
Alfredo de Mornav.
Em consequencia das distancias em
quemoram algumas pessoas pie assigna-
ram accoes da companhia da Estrada de
Ferro, e adiilicuidade de se adiar porta-
dores ueste lempo de *pidemia, lica o
lempo (pese marcou para sefaz.era en-
trada de urna libra ou leis 8.SSSS, poi-
cada acro, transferido para o dia de
abril, depois do qual a cornmissao eticar-
regada dadistribuieaodas airi'ies nao re-
cebera' mais pedidos.
I'recisa-se de um raixeiro para balcao de pada-
ria, oque d fiador a su.i roudurla : na rua dos Pi-
res n. 44.
Precisa.se de alupar una ama de leile: na
praca da Independencia n. :!< c :W.
Alugase o segundo andar do sobrado u. ) da
ura do Ainurim : trata se na rua Bella n. .">.
SARES,
rom fabrica de tarlarusueim na rua das Trineheira*
n. I, participa ao rcspeilavel publico e principal-
mente aos seus freguezes, que receben pelo ullimo
navio de tranca um rico sortimeulo de pentes de
larlaroga para atar cahcllo, fazenda muilo superior
e muilo variadus goslos, assim como tambem ricos
pentes de mana tambem para alar cabello Bngiodo
larlaroga, muito bous pentes de alisar cabello, de
larlaruga, assim como marrafas para menina, ludo
por menos prec.o lo que em outra qualquer parle.
O delegado do primeiro disteicto
deste termo, taz sciente aos proprietarios
e inquilinoi das casas em que tlleceram
eliolericos, e se acham techadas, sem que
fossem desinfectadas convenientemente,
as manden] abrir para seren desinfectadas
pelosencarregadosdesse servico, avisan-
do para tsso ao respectivo inspector de
piarleirao, sol) pena de sereno ellas" ar-
rumbadas com assistencia de duas teste-
munhas, e proeedei-se adesini'ecCao. I)c-
legacia do primeiro districto do Recife aos
15 de mar;o de 183.0 delegado,
Francisco Bernardo deCarvalho.
Massa adaman-
dustrialdesta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos itr.postos ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre
incendios, udo, mascaras, emiterio,
tabella di .. ados, resumo los rendi-
mentos c ca ortarao da provincia, por
SOO rs. cada ama; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasou de paute,com are-
la deS. Tilo a i-00 res: na livraria n. C
e S, da pra;a da Independencia.
No primeiro armazem de familia de trigo, no
herco do Goncalves. vende-se a mais acreditada fa-
milia em meias barricas, desembarcada em I do
corrente.
lAltIMIA DE TUIt.O.
No heces) do lioncalves,armazn de Jo- lluar-
tc das N'cves, arba-se a venda um bom soilimen-
lo das melhore* farinhas do merrado.
Vende-se urna horra de ferro feila na Ierra, rom
ipollesadas de altura : na rua do llriun, passando
a fundinlo do Sr. Ilouinann, lado direilo, primeiro
tclheirc, a fallar com Antonio Jos l'inho.
Saccats com ariiilia .
Vendcm-se sacras com farinha e milhn : na rua
(til Ca.leia n. -J.\, loja.
Aeham-se expottos a venda relogios
l: ouro esmaltados muito lindos para as
senhoras de bom gosto, chegados pelo
ultimo navio de Franca, e por preco
cuito eommodo: na rua da Cruz .
2l, primeiro andar.
elogios
&
ing ezes de pa-
tete.
CarJ^
tina
francisco Pinto Ozono sangra, lira denles e chum-
ba com a verdadeira massa adamantino ; esla nova
preparado superior a todas quantas tem apparecido
atj boje, que alcm de petrificar em menos de um
minuto, lica o denle com a mesma cor natural e em
perfeilo eslado como que nunca livesse ruina, tam-
bem applica ventosas pela allr.ircao do ar, tendo
para esse lim apparelho completo ; assim romo 011-
Iro para tirar leile de peilo em senhoras que mui-
las vetea se torna bastante til pelu mal que causa
a retencao do mesmo ; tambem tem muilo superiores
limas para apartar os denles, que vende por barato
preco: pude ser procurado para estes lins, na rua
estrella do Kosarin n. >.
ti abaixo assignado laz publiro que leudo sido
loriado pela menta* do dia l'.i do corrente, do bal-
rao da laberna n. "i da rua larga do Rotarlo, um
masso de cartas que 1 lie lora remed.lo do termo de
Cabrolm, inclusive nina dn Sr. Antonio l'erreira
l.uslosa, cm que segundo assevera o portador, viuha
inclusa nina iellra para deliuenciar-se nesla capital
a sua cnbrai.ca ; quem liver em seu poder o referi-
do masso qneira restiluir ao abaixo assignado resi-
dente no aterro da lloa-Visla lerceiru andar n. ii,
que se guardar legrado e ser gratificado, (lulro
lim adverte a qualquer devedur do referido Sr. An-
tonio Ferreira Laetoaa, que uro pague Iellra akea-
ina desle senhor sem que o portador so mostr com-
petentemente habilitado por procurar/ao ou endosso.
Antonio Copeada Silva Barros.
os mellones fabricados em Inglaterra: cm casa de
llenrv liibson, rua da Cadeia do Itccifc n. ,">. '
Relogios inglezes
ilc patente, c sabnneie e de vidro : vendem-sc em
rasa de Augusto C. de Ah cu, na rua da Cadeia do
Recife n. iS, primeiro andar.
s france-
zas.
\ endem-se superiores carias france/.is para vol-
tarclc a 500 rs. e baralhu : na rua do yueiinadu,
loja do miudezas da Boa Tama. n. 33.
Farinlia de madio n.
Vende-se a mais superior farinha de mandioca, em
sacc.is de alqueire, medida velha : na rua da Cruz,
escri|iturio de Antonio l.uiz de Oliveira Aievedo. '
Mchis de iaa curtas c
RtUnpritlas.
Vende .vnlonio l.uiz de Oliveira Azevedo. uo seo
cscriplorio, ftaja Cruz n. 1.
Vende-se na n>a Uireila urna armacao envi-
dragada para calcados, e na (lila casa lem eommodo
para morar familia : quem a quizer comprar dirija-'
se a rua d'Assiimpcau n, tul fl"e achara com quem
Iratar.
Vende-se iiin.i porcAot de gado, v.iccas, ele. :
no sitio do capillo}Barros, na estrada dus Altliclos,
ou no collegio da Conceic,lo na Tamarineira.
Milho rovo.
Vende-so a :i3dOO a aaec* de milho : ns rua da
Cadeia do Kecife n. ;!.
Camisolas de pura laa para pelos.
Vcndeni-se no escriplorio de Antonio l.uiz de
veira Azevedo, rua di Cruz. n. 1.
(ruarana'.
Vende-se guaran, libras que o comprado? qui-
zer comprar, por preco eommodo : nirua da Cadeia
do Kecife u. 17, loja de miudezas. Jf\
Vende-se urna ani.tac.ao com alguns genero*,
no alerro dos Afogados, propria par: qualquer prin-
cipiante : a tratar na ruada CadeiaMSanto Anto-
nio n. >, taberna de Jos Pedro Merques da Silva.
O mesmo avisa a lodos os senhores ejnlivcram ron-
las com o fallecido Josc Francisco de Oliveira, que
as apresentcm aleo dia :t() do correnle mez ao mesmo
senbnr cima.
MOENDAS SUPERIOR.
Na fundieao de C. Starr em Santo Amaro, acha-sc para vender
moendas de cann; s todas de ferro, de um
rnodello e conste tcco milito Stiperore.
que pee
Vende-se rasemira preta milito lina, pelo b.iralis-
simo preco de ."15 o corle de calca : na rua do Cres-
po 11. 5.
Chapeo* de sol de seda a SjOOO.
Na ru. dn Crespo, loja n. "1, veildem-se chapeos de
sol .le oda co de ">S cada um.
AGENCIA
Da Fundieao Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
.Neslc estabelecimenlt continua a lia-
ver um completo si'timcnto de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e tai xas de ferro balido
e coado, de todos os lamauhos, para
dito.
Quem quizer comprar um cairo
americano de quatro rodas, com assentos
para duas pessoas, leudo ai icios ecavallo
muitoardigo: dirija-se a rua do T
che n. 10, segundo andar.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jarome l'ires ven-
de-se superior farinha de mandioca em sarcos gran-
para porrOea irala-se cum .Manoel Alves tiuer-
I lapi-
des
na rua do Trapiche n. Ii.
I Oli-
oX ac.
No armazem da rua da Madre de loos n. 2, veo-
dem-se uarrales com cognac verdadeiro, por preco
razoavel.
Nende-se um arreio novo para ca-
briolet, milito borne barato: na na da
Cruz 11. 2li, primeiro andar.
I 40 PUBLICO.
,. No armazem de fazendas bara-
^ tas, rua do Collegio n. 2,
a| vende-se um completo sortimento
9 de fazendas, unas e grossas, por
piceos mais bai>:os do pieemou-
tra qualquer parte, tanto em por-
R cees, como a retalho, allianeando
j| se aos compradores um s preco
B para todos : este estabeleciraento
ta ahrio-sc de combinacao com a
S| maior parte i'.is casas commerciaes
w inglesas, (raneexas, allemas e sms-
^ sas, para vender fazendas mais cm
3 conta do que se tem vendido, e por
M islo oifrecendo elle maiores van-
gj tagens dojtte outio qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a'todos os
seus patricios, eao P':b!ico em co-
ral, para pie venbaln (a' bem ios
seus interesses) comprar fazendas
g baratas, no armazem da rua do
Collegio n. 2, de
B ^"to"' L"!'- dos Santos ex Rolim.
32S! san g^vB ~m tmHmm&
Na labri.'.- de sabio da rua Imperial se vende
muilo nova e superior madeira de pinho em prau-
choe de I i pesde compri.lo. 9 pollegada* de largu-
ra e :l de grossura, a :W5 a duzia.
MeiaxS pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores mtias de laia para padres,
pelo baratsimo precu de 1f>800o par, dilasdeal-
god.10 prelas ,1 640 o par : na rua lo Queimado.loja
de miudezas da Boa Fama n. 3.
Sal do Assi
A bordo da escuna Jos vende-se sal do A>su',
ou a Iratar com Antonio de Almeid.i Gome*, ni rua
do Trapiche n. 16, segundo a.
SEMENTES.
S.to chega.las de Lisboa, e acham-se a venda na
rua da Cruz do Kecife n. 6-2, taberna de Antonio
francisco Martn as seguintes scinentesde horlali-
celvcoma sejam : ervilhaslurta, genoveza, e de An-
gola, feijao carrapato, roto, pintacilgo, e amarello,
alface repolliuda a allrinja, salsa, tomates grandes,
rbanos, rabaneles brancos e encarnados, nabos r-
xo e branco, senoiras brancas e amarellas, couves
Iriuchuda, lombarda, esaboia, sebola de Selubal,
segurelha, coenlro de louccira, rcpolbo e pimpinela,
e urna grande porco de difireme- semenles, das
mais bonitas flores para jardn*.
Vendem-e saccas de feijao ni.ilalinho muito
novo, velas de carnauua de composiciio da mclhor
fabrica do Aracaty, pelles de cabra, esleirs do pa
Iba de carnauba muilo boas, ludo por pre^o comino-
do, assim como saccas grandes com milho a :l?SiH> :
na ruado Vigario 11. 5.
Na travessa da Congregaeao, loja
de encadernacao, vende-se em muito
bom estado as seguintes obras dedireito :
LizTeixcira, Ferreira Boiges.Gouva Pin-
to,, Ordenacoes do Reino, Delvencoitrt.
Boulav Dati, Diccionario de Economia
Poli tica, por Maltus.Joiio Kaptista Sav,
MelloFrciie, Cdigo Criminal, Coustitui-
;ao do Imperio, Couto, Rogron, Carlas de
um americano do Norte, Comentario de
Filangicre, Regiilamento !Uilitar.
Vende-se aro em ciinhetts de um quintal, por
preco muilo eommodo : no armazem de Me. Cal-
monlcx' Cumpanliia,praca do Corpo Sanio n. 11.
Mavallias h contento.
Na'rua da Cadeia do Kecife n. 48, primeiro an-
dar, cscriplorio de Augusto C. de Abren, conli-
uuam-se a vender a 8S0O0 o par (prcr,o fixo, as j
bem conhecidas e afamadas navalhs de barba, feilas
pelo hbil fabrcame que fui premiado, na expsito
de Londres, as quaes alcm de duraran eitraardina-
riamente, naosesentcni no rosto na aceito d cortar ;
vendem-se com aeomlic.iu de, mo agradando, po-
daren! os comprador es .IcmiI ve-la-al 15 diasdepois
da compra resliluiude-se o iinpui le.
TA1XAS DE FERRO.
Na .fandijao' d'Aiuoia cm Sanio
Amaro, e tambem 110 DEPOSITO n.i
rua do Brum logo na entrada, e delimi-
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
UIJi grade sortimento le taiehas tanlo
de (iibi'ica nacional como estrangeia,
batidas, fundidas, grandes, peitiienas,
razase e fundas ; e em ambos os
ii"
existem guindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. 0
precafr sao os mais commodos.
POTASSA GAL YIRGEN.
No antigo e a'hem onheeido deposi-
to da rua da Cadeia do Recite, cscriplorio
11. 12, ha para vender muilo superior
potassa la Kussia, dita do Rio de Janeiro
ecalvirgem de Lisboa em pedra, ludo a
piceos muilo lavoraveis, com os quaes li-
ra rao os compradores satisfeitos.
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
\endem-se ricos teques rom plumas, bnlola, e
espelho a i), luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode baver 1-mu ,, ,,Hr, 1,.,-. de seda ama-
relias r. brancas para bomem e senhora a l|dt*9, (li-
las de lorcal prelas e rom bordado* de cores a BM
rs. e Ix'IHI, (lilas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para boinem e -cubera a 300 IS., tilas
para meninos e meninas muito boa hienda a 330,
lencinlios de relroz de todas as cores a I?, toncas de
ll.i para seubora a 640, peines de larlaruga para
alar cabello, fazenda mullo superior a .">,">, dilosde
alisar lambcrn de larlarufla a .\?. dilos dr verdadei-
ro bfalo para alar rabelln Miniando muilo ms de
tartaruga a 19380, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo superior a 320 e ."il)0 rs., lindas meias de
seda piuladas para enancas de 1 a :i anuos a tfHOll
oipar, ditas de lio de Escocia tambem de bonita*
cores para erial.cas de I a 10 annos a IIJO o par. os-
pelbos para parede com excellenlcs vidrns a .VHI,
700, le I|r200, loucadoresrom ps a l^iOO, lilas
ile velludo de lodas as cores a ItiO e 2S0 a vara, es-
covas finas para denles a 1IMI rs., e linissimas a 500
rs.. dil.is liu 1 1111,1- rom cabo de marbm a l>, tran-
cas de seda le lodas as cores e laara* a 320, \W e
">IH1 rs. a vara, sapalinhos de la para enanca- de
bonitos padroes a dill e :l:>0. aereeoa prelos para
lulo com brincos e allineles a 15, lenca* pretas de
seda para criancas a 1?, Iravessas das que-e usarn
para segurar cabello a I-. pislolinhas de metal para
criancas a 200 rs., aalheleiras para azeile e vinazre
.1 39900, bandejas muito linas e de todos os late-
iihos de 1.>. 25, :!? c 13, meias brancas linas pira
senhora a 310 e 320 o par, ditas pretas muilo boas
a 100 rs.. ricas caixas para rap com riquissimas eo-
lampas a :t? e 2?VHI, meias de seda de cores para
homem a tii, rbarnleiras mullo linas a 25, rastes
para bengalas a itlrs., paslas para guardar papis
a 800 rs., neulos de armacao de ac praleados e dou-
radosa tilo, t$ e 1a200, lunetas coih aro de bfalo
e larlaruga a .VK) rs. e 15, superiores^ ricas bnnan-
linhas a 25. e a ."i00 rs. mais ordinarias, chicolea pa-
ra caxallo pequenos gra^i.-,. Maanida 111111I0 supe-
j rior a 640, 800, I"-. 19200718300 e 2, atacadores do
cornalina para casaca a 330, pentes muilo linos para
suissa a500, escova* linas para cabello a lili), dilas
para casaca a lilO. capachos pintados para sala a
640, meias brancas c croas para homem, fazenda
superior a lili). 200 e 210 o par, camisas dr- meia
muilo linas a 15 e 15200, lovas brancas encorpad.is
proprias para montana a -J40 o par, meias de cores
para senhora moilo fortes a 290 o par, ricas atrona-
duras de fartrcperola e dcoutras minias qualidades
e goslos para colletes e palito* a 300 rs., livelas don-
rodas para calcas c cuteles a 130, ricas lilas linas
lavradas e de lodas as largura*, bicos lnissimos de
bonitos padroes e toda,s as largaria, rica* franjas
brancas e de cores para camas de uoivas, tesunri-
nhas para costura o mais lino qoe se pode encontrar.
Alenda ludo iiloonlra* mniliaiimai renminlte
proprias para a reata, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodos os freguezes ja sa-
bem : oa rua do (.inclinado, nos quatro cantos, na
bem cnnhecida loja de miudezas da Boa I ama
n. 33.
Baieta.
Vri.de-se baeta a re Lllm a 71*1 r. n ma|t, ,
rmrpera a (MI : na roa do Crespo n. II.
<*
Velasestealinas, pcdiasdcmar-
$500
bordar
lavradas,
75tKIO
.15111111
100
61000
15 VIO
240
210
kioo
251100
25000
39200
2J800
19800
(00
720
29300
1500
900
39300
:W0
loo
19600
300
25'.00
19300
I 200
1511011
Vende-se cal de Lisboa ultimamenlechegada. as-
sim romo potassa da Kussia verdadsira : ua praca dn
Corpo Santo n. 11.
Vendcm-se em casa de S. P. Jolins-
ton A C, na rua de Senzala Nova n. 42.
Sel 11 ns inglezes.
Relogios patente inglcz.
Chicotes de carro e de montarla.
Candieirose casticaes bronz.cados.
Lon asingb'zas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barrs degraxa n. 97.
VinhoCheriv cm barris.
Camas de ferro.
Gobertoiei le algodao.
\endcm-secolierlores de alod.lo sem pello a 1f,
panno a/.ol lint para farda a 39600 o evado : na
rua do (Jueimado n. 3.
LIQUIDACAO'.
0 arrematante da loja de miudezas da rua dos
yuarleisn. 24, qoerendo acabar as miudezas que
existem, vende barato alim de liquidar sem perd
de lempo.
franja com bololas ara cortinados, pe jonn
pe pautado, resma, de peso) 39000
Mln de pe.Oj resfria N_____, ^^Tuu
Ui de cores para bordar, libra "
I entes de bfalo para alisar, duzia
rivelas douradas para calca, urna
liroza de obreias muito Dna*
Lencos de seda linos, ricos padroes
Cala de linhas de marca
Meias para senhor por
Ponteada tartaruga para segurar cabello
(roza* de canelas finas para pernios
Hilas de boloe* finos para casaca
Meias prelas para senboia, duzia
Ditas dilas para homem
Lacre ru.ir na.!" muilo lino, libra
l'apel de cores, maco de 20 quadernos
lluzia de cohetes
Espelhosde lodos os nmeros, duzia
l.iuhasde novello* grandes para
Kicaslilas cscocezas e-dtrs
largas
Meias ornas *em costara para humem
pitas de seda d.2, peca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de raiz, duzia
Peca* de filas de eos
l.apis linos, groza
Corda* para vestido, lihra
Toucas de blonde para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e oulros muitos arligos que se lomara recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um pnuquinho mais barato a aquello senhor lo-
gista, que queira a dinheiro comprar mais Ivaralo
do que se compra em primeira nulo.
Con ros de cabra.
Vndese um reslu de couros de cabra, muilo gran-
des e bons : na rua da Cadeia do Iterile n. 37.
PARA OS SENHORES KSI LOANTES.
Vendem-sc na livraria ns. lie 8 da pra-
;a da Independencia, os seguintes livros
para as aulas preparatorias : em francez:
Paul et Virginie, Telemaque. em ingles
HistoriaofRome, Thompson: por pre-
ros commodos.
CORTES l)l Cassa PARA QL'EH ESTA'Ir8
UTO.
1 endem-se corles ,|P rassa prela muito miuda,
por iliiu,uuiu preco de 2) o corle, diios de cassa chi-
ta de bom gosto a 25. dito* a 25OO, padroes franre-
zes. alpaca de seda dequadros de todas as qualida-
des a 720 rs. ocovado, Iaa par* vestido tambem de
(Madrota SO ocovado; todas estas fazeudasven-
dem-se na rua do Crespo n. ti. -^
\ endem-sticai\inlia.scom lentos mui-
lo lindos, para pgos diversos e por mui-
to barato reeo :' na rua da Criz n. 20,
primeiro rular.
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac superior em garrafa* : na rua da
Cruz 11. 13,
Vende-te um cabriole! todo pintado e forrado
de novo, com arreios, lie bastante leve. Basare e bo-
nito: para ver, ama dn Hospicio, esquina do Ca-
rnario, loja do Sr. Candido pniloV di- carros'', e a
tratar, na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
Superior familia de Sania Calbarina ; vnde-
se em saccas : no armazem de l'aula Lopes, na es-
ci lilil 1 da aliando ja.
Vende-se por 40 rs. o Ira lamento da
cliolera-morbiis: na livraria n. (i e 8, da
piaea da Independencia.
Taixas para engenhos.
Na fundieao' de ferro de D. W
Rowmann, na rua do Rrufn, passan-
do o cliafariz continua haver um
completo sortimeulo de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
pceo eommodo e com promptidao' :
em barcam-se ou carregam-se em cano
sem despeza ao comprador.
Vende-se ora piano de Jacaranda, umbercinho
un loneedor, ludo por preco eommodo por s,u don*
se retirar para lora na rua do Cabug, leja do Sr.
tiuimaries se dir quem vende os ditos objectos ; o
toneador tem todos os seus vidros de cheiro.
Moinho- de vento
omhnmbasderepuxopara rcgarhorlase bana,
der a pim. na fundieao de l). W. Bowman : na rua
do Brum ns. 6, 8e 10.
Vendcin-seespingardas francezas de
dous canos para rara, e muilo em conla :
na na da Cruz 11. 2(i, primeiro andar.
Vende-se na praca da Independencia 11. iti, e
:ls, papelao n. 15, 2(1, 30,-al 50.
f (.iiii.is Ir cuta .
Vendem-se muito boas prunas de ema : na rua
da Cadeia do Recife 11. "i7.
8 more para mesas, pai>el le peno
ingle/., papel de embiullio. otVo
i^f de linliaca ,.m Urlija, |,i,,,|
^ para cano, piano* dc armario.
fA lona cbrimdcvvlla, cemento 1-0-
^ mano, armamento d- IimIus >t
f pialidadcs, cabos de linlio
r m:inillia, pi\e da Suceia, 1 liam-
w pague e vinlios lino* do Rcnho :
B xendem-se no armazem de C. J. V
'> Astlev V C, na da Cadeia n. I. M
Vendem-se licTires di* Alaxvntlie e
Kirsch, em caixas de 12 garrafas cada
urna, ltimamente clicgadn de Franca, c
por barato pre;o : na na da Ci 11/ n
'2'i, primciio anddr.
Vendem e na serrana da r da Hrei* u. 15.
pranrhoes de pinlw rom II. p, ja' errada* a I Vn.
e l.ilnl.cm e xenrlrm na iii.'-hm -ei rana ptima po-
dras de tillar.
Vendem-se dos pianos ibrtcs de ja-
caranda', comti ucean vertical 1 om to-
dos os inellioramento* inait modernas.
tendo vindonoultimd navio de llamboi-
go : na 1 ua da Cadeia. armazem n. 8.
RELOGIOS
Cohorlos ?MtV'M'nfM'l (>,p( -
(|U(Mios-jriai,|;stfJ ro, patente 8wgt*jia.
V.n,lem-se no esrripiorin de SMaihall Meller
Companhia, na rna da Cadei. do K,e _
mais superiores reluvios coberlm d^-0b*,i~ T
que,.o,cs,de,,neoBro, pjlfIe BT^JJ
dos moldures fabricantes dc lllllnist wSmm,aS
ullimo paquete iiisler. ^^ '*"
ARADOS W FtRUO.
! .Na lund.cao de C. Starr. V C. en.
pnto Artlaro av|,a-sc pan, vender aira
! I Km casa d- N. O. Rie|M-, V C. PH
la Cruz n. 4, vende-sc :
I Vinbo de Madeira em lile M barris..
IXinagre branco.
i Tinta em oleo.
! Lonas.
rins da Kussia.
Papel Je cmbrullio.
Saceos de estopa.
Omento.
Por commodos pceo.
VSTEMA MEDICO DE IIOI.LOWAV-
wat Jjj^*
lXilEXTO HOLI.OWAV.
-MHliaresde mdividuosde loda- .,*,. r-^
l^t>TL7: v,r'ude' "t5,f ""*' S5-S3
e provarem rasouecessario,que. i.,i.. u-.. n, *>i
L'ZJZ r cor,'u e 5^ sea:
1 "tara;,7':d,e,,"erill
"m s'nJ 'l,S,a0 '?" wl"-'e..lesn,w*lH
1-^a^rZ"'soberano ,,n>td.a^Xd7U
metileR.! ,dulo,OM- '-I coPk-l.,-
aaente, decl.raram e.le. re.ull.du, beoelic- StaM
. o d corregedor, t,U5 ,J t ,, ,fm ,
'"-''iitciilicarem sua aflirmaliva.
livd'.'r"! de1,esPer'" < >""t d sua Hade es-
mei.; ""","0- "K"nd a.gum ...-
n.iniuqu. nccessitas.c a n.lur,/a ,l M+, r.r re-
sultado seria prov.r incoolc.axel, Btc ajsTiM,
" ungento he til --j.....f|lllliinia ..
scguiMlet rervr.
nialrii.
Alporcas.
Laimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Boro* de cabeca.
da rustas.
dos membros.
Lepra.
Male .1.1-1 r'i.,-.
Jopeilos.
de olliu-.
Moni* dura, dcrepli-.
I'ii-adiira de *Ho**nitle.
l'u lines.
tulermidadcs d. c| y,m.,U|,-.
en, ger,|. ^^
ns ta e"T'"Uct*- T",h- (Sajan; |-ai-
nslula, 1.0 abdomen. I, ,, sr|a.
I rulddde 011 falle de ,.- Tremor de.r*.
Ir lias extremidades. I leer, na borra.
Ineiras. E I"
,.__ do tu-Mln.
(.encas escaldada. ,!>,,
,,1c,"a,-,";s- Veia, torr,dasriSX
Inllaminac.lo do (gado. da, na, pern^. ^^
da aeiiga.
Vende-se este ungento 110 cslahelcrimcnlo fSBBj
de Londres.,., t i. s,ra*.t na l-j. de Saa "Z
ncarius, droguistasc outra, pesso, cnrarrcsada*
u.i venda em toda a .Vmenea do Sol. ||,ni .
Ilespaoba.
Vende-se a Son reseda UsrelinlM.ronlrm OM
iiistrucc.!,, ( iK.rluuoer para explicar o modo .f*
lazer uso desle uusueiilo.
O depo,ilo sera! he cm oaoa do Sr. Soum i.Imt-
maceulico, na rua da Crea n. >'. rm sjenajaj.
buco.
ggcroal Hin^t;.
l-ucio no dia Iri do corrente o ne^ro Joaejojim,
de 10 anuos, pouro mais no menos, erntw, no., t-
latura. quebrado da xerilha .lireil. roja ejoearadnra
he muilo vulomosa; levon camisa ecrrooU de*
riscado de azul ; fumo para ei cula.br :
pegar leve-e ao collecin da Cenreirao. na fe
neira, que sera recompensado.
No da l."> do corrente mrilagio da rasa de ara
senbor um mulato por nome Sai-runo, qne repres
l.i trr -Jii anuos rorpo, l.a-lantr cl.ro, sem barb-, m,lo rom marra-
do liexians ; lev* camisa de l.a.-ia. ralja d* algodan
e um surro de pelle de carnriro rom aguma roapa
branca, be nalui.,1 do Brejo de Are, e foi e-crax.
do Sr. Manoel francisco Alves Cama: rocae a
qualiioer capil.io .le campo ou quem que qoe -ca
quedelle liver noticia, o favm de o rermller a s
senbor Luir Josc d t>sta Amorim, mi Krrife. na
da Madre de lieos n. i., qoe alcm ds desuna* gralilirar.i o, porladoic-.
Alte nc lo.
Ainda continua a c-lar fgida desale o du 17
do me/, prximo pastado a escraxa Jeaejaina, de .-
cao. rom o, siunaet e^oiolc- : l|, seres, cara *_,
carnada, perno, arqoeadas, poue* ver* den o ca-
chimbo ; a qual orara lucio rm companhia de non
soblado do dcimo lialalh.lo por nome Manoel Joa-
qnim da Silva, o qual he -crisolo, moco, o alguna
cusa relaxado ; a dila ei-rrava loi por moilo- am...-
rapliva de urna senbor* asnea, moradora em FamH-
las de Miranda, a qual senhora anida exi-l* i o
mesmo layar, e a r-rrava lem um tubo ahi farro .
porlanlo prde--e a lodas ,is aoloridailcs poliri.ie- e
capules de campo a captura desta earSMsv, le jada a
a rua da I,loria, na Boa-Vista, casa n. 91.
Fogio no di* 11 do correle um prelo velna
charoado l'.xpriano, idade Wl e tanto, anno.. alio,
rara OBOda, alsuma cousa corcorxado. baruca erar,
de, levon calca de algodan branco SJrsaaa, camisa da
mesmo panno, jaqurla de chita nrela rom uncs.
dio branco. o qual j foi visto no latea da l'anellr :
roca-se a quem o pegar leve a roa In'reila n. aja,
I'ugio do engenho .luiaoml.o. no dia ->i te le-
vereiro prximo passsdo, um moleqae que repech-
la ler Ib anno,, rrioolo, de nome Jnaqaim. Sea a
cor bem preta. roste rumiirido. prrnasj linas. |rxnu
camisa de baca encarnada c nutra tic algodao aial,
e calva lamhem de algodao atol : quem o apprehrn-
der, leve-o ao mencin.do encenlio. oa a rea do
Apollo n. -2 B.
Conliniia andar fuci.l.. a preta Mereacia, rrt-
onla, idade de -JS a :l anno,, |...co n.ai. aojejajaa*
com os signaos "cuinle, : falla de denle* na frea**
urna das orelhas rascada pros miento do* bnaca*
quem a pecar leve-a a rua do llrom, arraa/rm 4
assucar n. 12, que ser* bem craiilica.to.
I'ERN. : TYP. HBH. f. DE KAKI*. -, Ka%
MUTIL APO
ILEGIVEL


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