Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07317


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Full Text
/
ANK \V\II. S. 72.
Por 3 metes adiantados isOOO.
Por ."> meza vencidos 4J500.
SIBIIUH) it III .ItlIHi DE is:,i.
Por anuo adianlado l.'i.sOOO.
Porte franco para o subscriptoi
DIARIO
KNCA BREGADOS DA SllBST.RIPC.AiV NO NORTE*
Parahiba, o 8r. Gerrizio V. da Natividad ; Natal, 8r. Joa-
quim I. Pereda Jnior; Araeatjr. o Sr. A. de Lemoa Braga ;
Cear, o8r. J. Jote da Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaqum Mar-
quei Rodrigues ; Piauhj, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
Ceareoae; Para, Sr. Juliano J. Hamos; Amazonas, o 8r. Jero-
nvms da Coala.
PARTIDA DOS COIU1EIOS.
Olinda i lodos 01 dial.
Caruaru, Bonito < Garanhum: nos dial 1 a 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' Ourieurj : a 13 e 28.
Goianna e Parahiba : aegundas e estaa-feirai.
Vieloria Natal : naaquintai-feirai.
AUDIENCIAS IMS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal doeommercio : quartaie lahbados.
Retaceo! lercai-feire e sa libados,
Kazenda : quartase sabbados ai 10 horas.
Juizo doeommercio :iegundasas 10 horas e quintasao rneio-dia
Juizo deorphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do eivel: segundas a sextas ao meio-dia.
(Segunda Tira dicvel: quartaieiabbadoi ao meio-dia.
EPIIEHERIDES DO MEZ DE Al ARCO.
Loa nova asG horas, 19 minlos, 40 segundos da larde.
18 uartocrescente aos 18 minutse48 segundos da tarde.
ai Luacheiaa 1 hora, SSminutose 48 segundos da tarde.
19 Ouarto minguanteaosl3 minutse 48segundosda larde.
. I'RKA.AIAlt DE IIO.IK.
Primeira as N horas a 30 minutos da larde.
Segunda a-. S horas lM minutos di man lia.
DAS da semana.
17 Segunda. 8. Patricio h. tp. da Irlandia ; S. crlrndcs v.
18 Terca. S. (abrid arranjo ; S. Narrizo aro. m.
19 Quarla. S. Jos Esposo da SS. Virgem .Mi i de Dos.
20 Ouinla de Endoenc.as S. Marlnho Dumiense arr.
21 Sexta da Paixo S. Bento ad.; ^< do meio dia em dianlr.
22 Sabbado da Allcluia Ss. Hszilissa ->an- ao meio dia.
23 Domingo. Paschoa da RessurrcicVio. S. Victuriano.
i:\c\ititi* .dos d\ iimmiO Mi MI
Alagoai, or. Claudino Falc.io Das: Babia, o Sr. D.
Rio di Janeiro, o8r. Joao PerciriMatliDi.
EM lili IIMIHll
O proprlaiario do DIARIO Manoel Figuciroa da lana, M km
livraria Praca da Independencia ni e 8.
PMTBJFFICaAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Rio de Janeiro. .Ministerio dos negocios do impe-
rio em 8 de marc,o de 1850. ,
lllm. e Exm. Sr. Tendo sido por decrelo datado
hontem demillidos o presidente da commissao dehv-
gieiie publica dessa provincia, Dr. Joaquim deAqi-
iio I onseca, e os membros da mesilla commissAo
>". Alexandre'de Sonta Pereira do Carino, e Jlo
rerreira da Silva : assim o cummuiiico i V. Eu.
para seu coohecimenln o exeeuc.Ao, leudo de deca-
rar-lbe que foi muilo desagradavel ao governo impe-
rial o fado commiinicail por V. Exc. em scu ollioio
de 23 do mez udo, sob n. 12, de se liaveiem os di-
tos presidente e membros da commissAu de hvgiene
escusado do lervico, como o liieram, ua quadra ca-
lamitosa em que se acliava, e ainda se acha a pro-
vincia.
Doos guarde a V. ExcI.uz l'iireira da Coulo
turas. Sr. presidente d,i provincia de l'eruam-
buco.
li.ipedicnte do dia 8 de fecereiro.
A presidencia de S. Podro, declarando que b.is-
(auilo para a numeacAn de juizes commissanos que
cousle a existencia de trras sujeitasa legiiimae.in ou
revalidado, inilepeiidentemente de informares mi-
nuciosas.bem proceder a dila presidencia Humeando,
apezar da falta destas inforniaeoos. om juiz commis-
sario para o municipio onde se eslAo mcdimln as Ier-
ras eootracladas pelo conde de Moulruvel. Derlarou-
se mais que no art. 211 do regulamento de :Ml de Ja-
neiro de I8.iV adiara a presidencia os meiosde coa-
gir as respectivas autoridades a prestarem as inl'or-
m.io.es de que trata o arl. 28 do mesmo regulamen-
to, adver lindo porem que nAo he possivel exigir mu i la
oxaclidAo na desisnacilo de limites, que de ordinario
sao desconhecidus aos proprios posseiros c sesmet-
ros.
A' presidencia do Paran, declarando que o ins-
pector geral das medioo.es so pode ser Horneado juiz
commtssano para o municipio em que nessa occasio
e-liver procedeodo a demarcarlo das Ierras publicas,
pois que de minio algos co'nvem distrahi-lo deste
mister, confenlindo o soverno que elle nccumule os
dous cargos, nicamente para facilitar a descrimiua-
) descerras particulares, sem o que se toma im-
el a medica., dai publicas. Accresceuta-se que
-sleriilendo-se simultneamente a dous municipios as
mediques a que esliver procedendoo inspector eral.
poder,, e-te ser snccessivamenle nomeado juiz coiu-
missario para ambos elles.
II
A presidencia do Espirito Santo, declarando que
couvem dispensar os julzes commissarios anterior-
mente nomeados para os municipios em que eslAo si-
tas as Ierras contactadas pelo majorCaetano Dias da
Silva, e incumbir esse carga sncressivamente ao olli-
cial encarregado da medirlo destas. Accrcsrenla-se
que o referido oflicial deve proseguir na mrdiciio das
mesmas trras, sobrestando nella somenle para pro-
ceder .i compleme legitimario ou revalidadlo quan
do por parle de alguin posseiro ou seimeiro assin
le fnr requerido.
Ao minislerio dos negocios eslrangeiros, decla-
rando nao ser aceilavel a proposta dos Srs. Maelland
l.ollibrcd & C, gerentes da companliia Anglo-F'ran-
eaxa do crdito agrcola, para fundar em Paria um
banco de 2.>,(KI0,00 fr. de fundo, coin o lim de pro-
mover no lirasil a altura e prepararAo do da, o a-
perfeiooamento do fabrico do asirn-ar e o dcscnvol-
vimenlo das vias frreas e de oulras empresas indus-
inaes; coocedendo-se ao dilofmjjjjcn^eiilre outros
favores, aftrrisrao de lnlhe^..7r^nJajjBajJo 'le dj-
reitoi de impnrtarjo pelas machinas de vapor que
qoizer introduzir, etc. etc.
% -19-
A' presidencia do Para, declarando que para
ob-lar a repelilo de fados de isobordinarilo na colo-
nia militar de Obidos, cumpre que a mesina presi-
dencia (independenlemenle de ausmeuto de torga
militar, pois que mormente as vizinhanc.as de urna
cidade como a de Obidos deve um deslacamento de I
al Teres e 18 pravas ser -lilimente para coDlcr 210 co-
lonos, dos quaes ili sao mulheres ou menores de 12
.iiinn- mande sindicar ;i resposta da direcrilo e eco-
noma da colunia, fazendo execular os resnlamentos
que a sujeilam i disciplina militar, e bem assim pu-
nir e expulsar depois os mais- insubordinado', sem
?oe comludd a nenlium colono se nei;ue o que Ihe
ir devidu pelo seu contracto ou mesmo'por equi-
dade.
Ao ministerio dos negocios eslrangeiros, decla-
rando que mui acertadamente lera procedido o con-
sol geral do Brasil as cidades Anseticas, nulrindo
as bois disposirOes dos emigrantes a respeito do Bra-
sil, sem enlliusiasma-lus com ludo a virem de chofre
para o imperio, onde n1o se acliam ainda tomadas as
providencias necessarias para o reccbimenlo e estabe-
lecimento dos mesmos.
A' presidencia das Alacoas, declarando, em so-
laceo as duvid.is propostas; t, que defenndo o jura-
mento a um empragado no luaar em que tein de
servir, se Ihe confere impliciladamenle a posse, a
qual por titulo nao carece do mitro acto especial; 2,
que as funches de director da instrucrAo publica nao
sao incorapaliveis com as de delegado do director ge-
ral das Ierras publicas; e 3, que a correspondencia
do mesmo delegado pode ser directa e immediata com
oseo director, quando versar sobre as informanies
de que trata o arl. 2., do reclmenlo de :U> de Ja-
neiro de I8H.
N. i.Kio de JaneiroAlinisleri dos negocios do
imperio. Heparticilo geral das trras publicas, em
26 de fevereiro de I8.'ii.
Illm. e Exm. Sr.Allluindo para essa provincia
emigrantes eslrangeiros, que em pouco lempo berilo
remido suas dividdi, salisfeito as obrigaroes dos con-
tractos a que se acliam ligados, e se acliarem em es-
lado de comprar lotes de Ierras e nelles eslabelece-
rem-se, c sendo ceno que prosperando as colonias
que aisim se formarem se augmentar progressiva-
menle a emigrarlo, loruaiido-su mesmo espontanea,
compre que se preparem com antecedencia Ierras
proprias para o eslabelecimento desses indivi-
duos. K como as vizinhanc.as da Ribeira de Isua-
pe, Jnquia, ele, pertencenles aos municipios de I-
guap, Sorocaba, \iririca e Canana.nao muilo dis-
tante! do porto e rio navegavel, e de povoarrs e-
xistom ainda Ierras devolutas, determinara V. Exc.
que o inspector geral de medires proceda a um ligei-
ro reconhecimento nessas trras e iefonne com ur-
gencia sobre a localidade ni.iis propria para se dar
principio a medirao e demaicario de lotes de trras
que, eipostas a venda, sejao com probabilidade ap-
petecidas por colonos que lenham viudo ou vierem
para o imperio com o intenlo de se darem aqui a
vida agrcola.
I'ara o reconhecimento doque cima fallei minis-
trara \'. Exr. ao inspector geral do mediques os mei-
os que precisos forem como urna escolta pequea que
o proteja contra a aggressAo dosselvagcns, recom-
mendares as autoridades loces para o coadjuvarem
com praticos, informares, etc.
Nesta commissao peder ser o inspector geral a-
companhado por um agrimensor que u auxilie no
Icvanlamenlo do ligeiro espaco que deve fazer de
terreno que tem de ser medido ; vencendo o pri-
meiro. alem do sold, a gratilicarao de 1i- mensaes
e o segundo a do II"-.
FMta o reconhecimenlo, e recibidas por V. Exc.
-'-i~TVl^ormar.>ei e esbnro.me remetiera ludo com os
esclarecilTienlos que V. Exr. julgar conveniente ad-
dicionar, aiTih de que, sendo isso levado ao conbeci-
menlode S. M. o froy ador, delibere o mesmo >e-
nhor o qoeacertado for l>re o poulo em que devam
ciimerar os trabadlos d.' demarcarao. divisan c sub-
divi-.io das Ierras publicas nessa provincia.
Se porem liver V. En:, conhecimento de lerrenos
proprios naqucllasribeirns para o eslabelecimento de
colonos proprictarios, poiler dispensar n reconheci-
mento de que cima fallei, e mandara' que inme-
diatamente se proceda a luedirao e demarcaran, sub-
il\ is.li e dacrip;an do prirneiro territorio, na forma
da lei de 18 de setembro de 1830, o regulamenlos
resrlectivos.
Nesta dala pero ao Sr. ministro da fazenda baja de
mandar por a disposirao de V. Exr. a somm.i ne-
cessaria para o andamea^p da repartirn especial de
trras publicas e da inspectora geral, creadas para
a execurao da lei citada.
Dos "guarde a V. Exe. /.ni: l'edreira do
Coulo Ferra:.Sr. presidente da provincia de S.
Paulo.
27
A' presidencia do Espir-to Santo, dando as se-
guidles inslrucroes para fu nlarao de um i colonia
agrcola junto ao r-o Santa Mara, entre a caqhoeira
iir.uide e a de Jos Claudio: I. que se fc,a medir
pelo 1. lenle Sepulveda um territorio de V leguas
quadradas, no lugar indicado; 2, que se divida este
territorio em lotes de 62,.VM> braras quadradas : :l,
que neslas operares se sisao. qu.Onto fr possivel, as
rezras dos regulamenlos de: de Janeiro e8de maio
de IR'ii ; V. que se eaeollia para assento da povoa<8o
urna rea de ."OO,MM> bracas quadradas, o dell.i se
levante urna planta, designando os lugares das pra-
vas publicas, igreja, casa de escola, e quaesquer ou-
tros estabelerimenlos, bem romo o alinhameiil ilas
na* c dos lotes urbanos, que lerdo 10 brajas de fren- I amhiiln, porque a interferencia dos governos, sendo i de seus chotes para com seus Subordinad
le e 2.> de fuudo ; .">, que o lugar para o cemilerio se I para estes eslabelerimenlos minia- vezes funesta, pe- mais desles para com aquelles
designe fora da puvoaro; 6, que no lugar que liver I los abusos que hilo commellido, lie entre nos urna
de servir de praca se faga desde logo um borracho fe- | necessiiladc, porque nao abundam c.apitaes disponi-
chado e com divises internas para accommodar -*4* veis, antes silo ns que existem insutlicientes s func-
ries ordinarias da industria cominercial, nao pode
familias, conslruindo-se ao lado casa suflicienle para
babilarao do director da colonia e armazem de nian-
timentos; 7, que se desmatan os logare! da futura
praca principal e das ras, abriudo pelo terreno me-
dido picadas de 30 braras de con.pr menlo e II pal-
mos de largara pelo menos, que formem, quanlu
possivel, as frentes dos lotes rsticos, e deem transi-
to para a puvonr.lu aos moradores desloa ; 8, que do
lugar da praca principal para o porto de embarque
mais pruximo no rio Santa Alaria se abra nina estra-
da de rodagem ; e '.), que feilo islo se participe ao
governo para esle mandar vir as primeiras .">() fami-
lias, e que ao mesmo se proponhao as medidas que
parecerem mais adequadas para a piospetidade da
tullir colonia.
MINISTERIO DA JliSTICA.
Derrito ii. 172: de Di de ferereiro de 1836.
Manda dar vista aos desembarsadores promotores de
justira nos tnbunaes da relaijao de todas as appel-
laroescriines. e sciencia das decise* dos mesmos
tribunaes, para que procedan! na forma abaixo
'slabejeeide.
Ilei por bem decretar o seguinte : Aos desembar-
gadores promotores de justira nos Iribunaes da rela-
i.Ao se dar d'ora em diaute vista de tolas as fppe:-
i.iroes rnmes, para arrazoarem e requererein o que
for, em segunda instancia, a bem da juslija ; sendo-
Ibes iiiualinenle aprescutadas as decisues dos mesmos
Iribuiiae para iulerporem revista nos casos em que
ella couber.
Jos Tbomaz Nabqcoile Araujo, do meu consellio,
minislro e secretario de estado dos ne:orio< da jusli-
ea, assim o k'nlia entendido I'ara execular. Pala-
cio do Rio de Janeiro, em Ili de fevereiro de I8."i<,
35.1 da Independencia c do imperio.Con a rubrica
de S. M..o Imperador./Me Thomat Sabuco de
Araujo.
Decrelo n. 17:11 do I.- de marro de 1836.
Crea o conimaiido superior da guarda nacional da
Granja, na provincia do Cear, e organisa a mes-
illa guarda em Villa A'irosa, lmpcralrizc Ipii, da
referida provincia.
Ilei por bem, altendeudn a proposta do presiden-
te da provincia do Cear.i, decretar n scsuinle :
Arl. I.- I'ira creado na provincia do Cear ocum-
mando superior da suarda nacional da Granja, o
qual ser compolla da forra ja orgauisada nessa villa
(decreto o. 11:11 de 12 de marro de IK.VI, de um
ii.ii.iili.in de oo conepanhiaa do aerTeo activo no
municipio de A'illa A'irosa, e de urna companhia do
serviro da reserva na mesma villa.
Arl. 2.- I'ira creado um balaltiaO avulso de oilo
ronipanbiasdo erviro activo, e urna companllia de
reserva no municipio da Imperalriz, e ontro batalhao
lamben avulso de oilo companhiasdo servido activo
e nina roinpanbia do serviro da reserva, no niimiri
po t\o Ipil.
Arl, :!.* Os hatalhocs e cumpanliias creados por
esle decrelo lerao sua parada nos lugares que forem
marcados pelo presidente da provincia, na forma d
lei.
Joso Tllomaz Nabneo de Araujo, do meu ronscllio
ministro c serrelario de estado dos negocio da justi-
ra, assim o tenlu entendido e fasja execular. Pala-
cio do. Rio de Janeiro, emo I. de mareo de IK-ati.
J3." da independencia e do imperio.Coin a rulni-
ca de S. AI. o Imperador.Jos Thomaz Sabuco4t
Araujo.
roso c indspensavel apoio para a conservaran de
sua exislenria, e progressivo drseiivolvimento do
todas as industrias do paiz. A r.iixa filial desla ci-
dade est liquidando a sua canta de descont, fazen-
do iccolbcr a sexta e stima entrada das preslaroes
de seus accionistas, e, secundo on\ irnos d/er, est
resolvida una das prelenres desles senhores de en-
Irarem romos arrionistas do Banrn do Brasil em
comuium. Do me/, de marso protimo fuluro em di-
ante e-l,ir.i em suas foncres a nova caixa de des-
ronlos e eun--,l.i ; e he sem me.lo de errar que arre-
dilamos liaver chegado a poca de acabar com a ano-
malia que se da no especial syslema monetario des-
*a provincia, onde a moeda eslrangeira tem um va-
lor nominal fno qoe neuliuma relajo guarda com o
valor que serve de base econmica ao padnlo mone-
tario legal.
A astillada -omina emolirs hespanholas de ouro
de baixo quilate c roubadas ou falsificadas existente
na provincia vai mostrar a regueira dos que na
posse dcllas viam seguro o valor da sens capilaes.
Agora reconlieeerao os prejuizos que Ibes lein com-
portado a medida que alguns commerciantes desla
praca rom a maior imprevidencia reaolveram tomar
em I87.
Comodisse naminha inlerior caria, o deposito de
sal e farinha de trigo lie comideraffel.
Nao lia dia no qual nSo surja ueste porto e no de
S. Jos do Norte barcos coin sal, farinha a viudos.
O deposito desles artigos sobe arlualmeule a mais de
SOil.lKKI alqueires de sal. 12,-OHO barricas de farinha
e mais de '>'>') pipas ile viudo ordinario, em geral de
origein franreza e hespinhola, sendo mui peqnciia
a existencia dos de Portugal, que conservan) preros
fabulosos.
Nao tenho-me ocrupado em dar-Ida minuciosas
iiiformarnes sobre o commercio, em relo do grande
nielhorainento que ja em outra occasio Ihe nnuii-
cei liaver lido a parte commercial do Diario do
/lio lirmide, cojo redactor incansavel tem o maior
cuidado ile pesquizar as mais pxadas informares
sobre o movimenlo commercial desta prara, e *ua
imilar.ln prosegue lambem boje O IHo-C.randense a
um relroapeelo commercial muito fidedigno e inte-
rewanle. Por elles a sua ruriosidade pode ser com-
pletamente salisleita.
Koi nomeado, como sabe, para escrivao da al-
lan.iega desla cidade Beriiardino Kerreira da Silva,
empregado modernissimo da de Porto Alegre. Temos
as mais lisongriraa informares qu.uto circums-
pecrao e probidade deste maco. Couhecemos mui de
perln seus dous irni.los. empregados ua alfaudega
de S. Josdo Norte, que rcunein a todas eslas qua-
lidades alguma illuslrarao e intelligenria ; mas do-
\ damos que Bernardmo, mais moro do que estes,
possa calar habilitado para o dsempeiilm do Impor-
tanle lugar para que tora nomeado. Sentimos ter de
dizer que esta notada cansn mais desagradavel
seosacao entre alguns empregados da allandega desla
cidade. onde fcil seria encontrar empregados ami-
gos e probidosos que por suas hahililac.esc serviros
mcrecessem ser lembrados para o lugar, por as-nn
lerem adquirido o dircito a arcesso ; entretanto, ro-
mo muito confiamos na imparcialidade ejtntica do
governo, arre litamos que assim proceden na inten-
rao de os promover por orrasiao da reforma que se
nao deve fazer esperar com i publicacao da nova
tarifa.
liando das armas da
do Rcclfe em 211 de
Qnartel general do coi
Pernambnco na cldado
marco de 1856.
ORDEM DO DIA N. 2:10.
SaUsfaxendO a requisiro que fez a commissao de
hvgienne publica em nllicio dalalo de 17 do enr-
rentr, o niarecbal de campo comm.indante das ar-
mas determina aos Srs. coinmaudautes de corpns e
companliias lixas, bem como aos das fortalezas do
llriim e Buraco, que franqneem a entrada nos res-
pectivos quarteis, dospitaes regimenlaes e fortalezas
a mesma rnmmissao, que no dcsempcnlni de leus
deveres rcsolveu visitar os estabelecimenlos milita-
res.
11 mesmo marrclial de rampn declara para scien
ca da guarnirao e lins convenientes, que nesta da
(a coulraliirain novo eiigajamenlo por mais seis an-
uos, nos termos do regulamento de 1 i de dezembro
de 18.12, e aviso do ministerio da guerra de 19 de
agosto de I8.VI, precedenlo insppcr.Au de saude. o
Sr. I. cadele I. sargento do 2. balallijo de infanta-
ra, l.uiz dos Rcis Faldo, e o cabo de esquadrada
oilava cuinpanhia do i balalhaode arlilhari
Aalentim rerreira da Silva, os quaes perreberao
sobre os venrimeotos que por lei llies eompctirem,
premio de 1 rs. cada um. pago segundo o dis-
pnsto no arl. :1. do decrelo n. I illl de l( de junbo de
1834. e concluido o engajamenlo, urna data de Ierras
de22300 bracas i|uadradas : se desertarem iucorrerAo
na pena db perdimenlo das vantagena do premio, e
daqnellas n que liverem direilo, serao considerados
como se fossem recrulados, ilescoulando-se no lempo
do engajamenlo n de prisAo em virlusle de sentenra
averbaiido-sc esle descont e a perda das vanlagens
nos respectivos titulvs, como est por lei determi-
nado : e declara finalmente que lizeiam boje sua
apresentarAo nesle quartel-geueral os Srs. lenenU;
do II). balalhao de tufanlaria, Manoel Alejandrino
de Albuqui-rque Pila e o alferes do 2. balalhAode
iufanlaria, Manoel Alaria Cantoso, os quaes licam
recolhidos aos seus respectivos corpos.
Jos JoiQuim Coellto.
S. PEDRO DO SU-
Cidadc do Ido Grande, 2 de fevereiro.
O pnico que ger.ilmente cansn a presenra desse
inimigo cruel da biimaiiidadu est paseado com a
primeira visita dosandudo cholera-morhiis e sua re-
tirada. Em as fregoexias e villas do interior nAo
consta que leuda apparecido eom m catadura, nem
mesmo asna inseparavel rompaobeira a cholerina.
Cartas que v irnos de Buge c Algrete dizem qocdou
lerco. da populacAo da campaulia sollrera nos lti-
mos me/.es do nefando Isi'.jnaisou menos os eHei-
los dacboleriua, que por aqyllai paragens se apre-
senlon com carcter benigno e sem ser acompanha-
da de seu fiirihiiudo e insidioso companliero; e, gra-
ras i inellavel liiin.lade do Creador, j se n,lo falla
des-e horrivel e faranhosninimigo.
Acda-se nesta cidade a companllia dramtica
de que deemprezario Joao Kerreira Baslos, c no dia
10 docorrenle reabno-se o novo lliealro de Sele de
Setembro, e foi scena o drama /). Maria de Alen-
r'Hro, roniposir.lo do l'ortugucz Alendes l.eal J-
nior. Iciiii corrido bem o drama, foi o prirneiro
ador Joaquim Augusto, e sita irmaa I). Itosiua,
talvez a mais interessanlc actriz que tem pisado
o pairo Itio-liraulciise, a quem aos dillellanli
aptonve favorecer com urna estrondosa roda de pal-
mas.
Joaquim Angosto, que por inspirares de seus nu-
merosos alToiroados esperava por cssas o.ares e be-
nvolo recelnmonlo, Ira/.ia um bem deduzdo mo-
nologo csliidado, contando um por um os espinos
que colhra ua sua peregrinaran e pcuivel carreira,
e acabando por piular com as hus vivas cores
quauto era agradecido e sua irma a este povo ge-
neroso. Seguio-se a comedia aj Dual llengalas,
a que nAo assisti por preferir eutregar-ine nos bra-
cos de Morphi'n. as subseqnentes recibs, como
na primeira, o llieatro foi muito concorrido. Nem
lie issn de admirar, pois sem outro interlenimcnlo
publico, n povo desla cidade, depois dos aziagos
dias por que panamos, andasequioso de distracres.
Infelizmente inio temos outro meio de desforrar-nos
dos Irabaldos, sustos e fadigas de lodos os dias.
Esta cidade de a mais podre e montona de que
lemos noticia. Sem arradaldes, seus dabilanles si-
liados por innmeros enmoros de rea, vive-so, nao
digo bem, vegela-se como se csttveramos em urna
das DMoenaa villas do inlerior, onde a civilisarAo e
sua ro-jrma, a sociabilidade, a furto ebegam de
passagem.
A sociedade bailante, que por alguns annos man-
leve-se com um driiliaiile concurso de una gran- j
de parle das familias respeitaveis do lugar, acaba
le baquear, e nao sem grandes dilliculdades se pre-
tende agora organisar urna outra com as allaias da-
quella.
Alora a soriedade de inslrucro c rerreio de que
ja Ihe dei circuinslanciada nolria, nao ha um ou
nutro passalempo booeslo e apratvel. Esta mesma
sociedade devenios ao mui ilislinclo e illm Irado
bcmfeiior da bumanidade l'emoleon /.aloni, quena
quadra epidmica se fez eredor das boas graeaa de
nosso magnnimo imperante.
O decreto de ."> do rorrete, aiilorisaudu a emis-
sAo al o triplo co fundo dispnuivel do Banco do
llrasit n das eaixas liliaoa, pare.'Piido-iins um prerp-
dpiue que nossusrii, graves apprelieiises aoerca do
rularedeatograndioso sstabelecimenlo econmico,
esta iiileirsineuie jiisliliradn pelas razM ile seu pre-
quantn i dir com ontras disposiroes is laconas on defeilos, Nossa Sendora das Brotase Santo Amaro, na villa
| que livpssem escapad*, o eomapropositadas inler-1 da Alalaia, as Alagdas.
D.i-se urna singularidade curiosa nesla cidade.' prelaees os pontos obseoros dos regulamenlos adop-1 Joaquim de ligucircdo lleierra, na freguezia de
(loando urna espelunca infernal, que Insollava a nos-1 tailos. Santa l.uza do Norte, da mesma provincia,
sa civilisarao e moraltdade, servia de rodea publica, i Duas novas radriras ile instrucrAo primaria do I." l-'irmino Josr de l-'igueiredo. na fregue/.ia de S.
nao consta que, apezar do soa falla de leguranea, ario e urna de InstrneeSo primaria do so\o feminino Miguel de Ipojoca, em Pernambnco.
Cnndirao incerta. :IJ;
l.i.
i. i 16. l.l.iK, I.VNM
Jornal to < ommemn do Rio.,
por isso deixar de ser rousiderada como um pode-, lao frequentes casos se dessem da fuga de presos ; foram ainda creadas na provincia de Alinas, o alguns' Joo Ignacio de l.nv olla Barro ,
entretanto que agora que lemos urna esparosa ra- collegios particulares lor.im auxiliados com c|u,nlias i Nossa Scndora da dooceicia do
deia, construida com lodos os preceitos da arte,
lio repetidos esses casos, ou ao menos as lenlalivas
de fuga, que a nao sera vigilancia, actividadc e zelo.
do digno delegado de polica Antonio Bonona Alar-
tins Vianna, uenlunn si preso all existira, fosse
qual fosse a euormidade de seus Crimea. Por mais
de urna vez tem sido cerradas as grjUes do sadrez, e
era lal a relaiaco do serviro dX-mrda, que o pro-
I illti;SI'0\DK\CIA INI IHXIilii i'l
na freguezia de l'KIIXAllltrcil.
Mario, no Rio Al.Al.OAS.
Alacei 18 de marro.
Antonio Freir de Cirv.ildo, ua freguezia do l'a- I draras a lieos ja vamos mais de.assomhranV do
l, na dila provincia. (crrivel cdolera, que parece principiar a encollier o
Pedro Bardosa I'ruim. na Ircguezia de Nossa Se- o luctuoso veo que davia clendido obre loda M
lora da Conceir.io da S?rrs tle Arrrima. na pro- provincia, romo urna mortald. Na maior parle
diversas pelo governo da prnviucia. que para isso es- lirande do Norte.
lava aulorisado por disposicao da assembla legisla-
tiva provincial.
Foram emlim allemlidos muitos professores, rojos
ordenados merrceram spr elevados.
A guarda nacional esta em Minas-eraes, romo
em quasi (o o o Brasil, a evrrpcio da corte e de
nina ou outra ridade mais importante, camindando
prio delegado, depois de ter maHal vezes recommen- ; apenas para sua reguhrisacAo.
dado o exame e dusca cm lodos os aposentos, foi elle | ('. m-i lera u lo o eslado ila saude publica na provin-
em pessoa dascobrir abundantes ferramentas paralcia, o nobre ex-preaidenle liAo leve que allligir-se l Nossa Senhora da AssumprAo da villa de Alhandra. de iijo deixar invisi't.ida urna s ssssssasjsja >i
que urna grade nao pudesse deixar de resistir ao coma nova da invaso do cholera, que alia deaap- | na_dita provincia. lem esrapado ao insano lioado intvmavel" A-liave-
viucia da Parahxba.
Jofl Paulina de llorn
Nossa Senliora da ConceicA,
i ua dila provincia.
C Mano Jos Kibeirn \l iclnlu, na freguezia de
tillo, na fregoexia de
da villa de Bananeiras,
lo. povo.idos ao sol d. [irav.ncia achi-se evlinrlo
llagello-, em utios di renlr.i derlina. rcapparecea
pnrem e.m 2 na :, recradesce em alguns e atacan oa
uliunos que anda estavam inl.i lo-, completando
issim o nefando projeclo, que parece haver formada
empregn dellas, i ara por franca a sabida.
Por fallarmos nesle preslanle cidadAo, releve que
reconlemos sem imporlnnlcs servidos durante a qaa-
dra da epidemia poique acabamos de pastar. Koi elle
o prirneiro que participou ao delegado da dygienc
publica a existencia de qualro ou cinco mil arrobas
de xarqe podre.que com a iimor imprevidencia e le-
mor u ilelegado ila commissAo de bvgiene publica
parecen do ponto em que havia parecido rebentar,
entrelanto a auloridade tomou lo.las as providencias
e se ufana que n exemplo grandioso de caridade e I de
enragein da lo pela capital do imperio seja seguido | 2. labelliao de notas, escrivao de orpd.os e mais
pela provincia de Al'
Por decretos de 2! do mesmo mez. { os en^enhos c lialntacop- isoladas l.i mesmo tem id*
riveram merco .de serventa vitalicia dos ollirios o perverso se anindar assolandn a ocravalara e as
no caso de vir a ser ella lla-
gellada pela tremenda peste.
Longa, minuciosa e animadora he a ennta que di
das obr?s pudlcas de Alinas Cernes o Sr. ev-presi-
deixouir infeccionar as xarqueadas de Pelotas, que | dente ; sAo numerosas as estradas, pontes roneprta-
foram o foco pestilencial que lanos eslragos causn das ou fetas; na impossiluli lade de acompanhar o
,i provincia. l;oi|o mesmo delegado de polici i quem i relalorio em ludas as observaces de que abundaba
prirneiro Concorrea para a fundacJIo do prirneiro la-1 lal respeito, limitar-nos.hemos a lomar notadas
zareto da ra do Corpndaluarda ; foi elle que pela obras, concluidas ; sao ellas as--cguinles ;
sua ordenanza mandn chamar os mdicos em soc- < Ponle pensil sobre o Rio Verde, no lugar denomi-
corro dos primeiros cliolericos ; foi linalnienle elle nado Milenio Homero,
quem agenriou subscripres a bem da pobrea en-
ferma, e, cercado a lodos os momelos de exigen-
cias, corra rasa dos cholencos, alo que tanta dedi-
caran e desvelo o proiluu em um leilo de ddr, com
um ataque do mesmo cd llera. Anda depois desse
successo, apenasreslabelecido, contnuou a prestar-
se com o mesmo afun, a mesma dedicajao em prol
da slnbridada e seguranca publica.
[Carla parlirular.
annexos do lermode Alarir da provincia do Kio di
Janeiro, Manoel Pinto Kiheiro Espindola.
Contador, ilisiribuidor c partidor do termo de
Mangaraliba dilo, Jos t'.andido Teixeira.
dem dem dem de llabvrahy dilo, Augoslo Ro-
drigues d.i Hlva.
Idciiiideni de S. Fidelii dilo, Manoel Jos de
A mirada e Silva.
I .o un nomeados :
immandanle do batalhAo de iufanlaria da guir-
miseros moradores ; perdas liein ron-ideravenji Imo
-ollrulo no-sos agricullbres.em grande parle devidas
,i incuria e deleixo rom que dormiram o imno da
indilTVrenca .te que vAo sendo mrdonhamenle aaa-
perladoa pelo rholera, que ahrindn-lhes a Iran-
queiras, esta aniquilando aa pniinn bracos qoe ma-
uojavam a enxada e rorlavam a canna.* Agora sapontados rlamam por occoiro- na hora do perica
e peden mdicos ,i prcideiw la para salvar seas es-
cravos Onde porem adiar ppsoal medir,, para
delTender mais de 300 engrudos? >'. MU.,l sera a
surte de nasaa lavossra ". So Pasa o *il> valham-
da nacional .'..< Ipil, lio Ce ir, o coronel da anliga nos os po teres do Estado piomoveudo a salvadora
sobre
rio Pirangi. na fazenda do
COMiyu U fnneslo aconteeimenla deu-se ha rilas na villa
,_______~. ._"__' 7^-tto^co-lc,-irrre-mefece orcupr.r algomas lindas de-la
carta. O preslimoso e muito respeitavel delegado
de polica daquelle termo, o cidadAo Manoel Jos
da Silva, lendo mandado vir de sua chcara o seu
carro para dar all um passeio, o boleerro poz-se a
caminlio sobre a madrugada, sendo este junto a pra
ia por onde cerr o canal geral do magesloso e ra-
mificante l'.uaijtm, cuja correle, cncoslando-se so-
bremaneira a pssa mnrgeni, desbarrancara o terreno
e o laucara ao ranal. A'erdade he que solapando
por baixo o terreno, deixa na soperficie urna crosta,
ruja rou-istencia vai gradualmente dimjnuindo, al
que afina! desala sodre o canal, como ja tivemos
occasio de observar passando por aquelle sitio, pois
que urna pessna que caminhava a cavallo ao nosso
lado ia preripilando-se, e a muilo costo [ugio do bar-
ranco.
Porm informram-nos que nAo foi assim que o
boleeiro pul em pralica o anligo annexim : ofii rom
os (mitos n'agna ; pelo contrario alllrmaram-nos que
vindo a dormir eiilregon aos cavallos qoe puxavao a
sege a direc;Ao da condocc.lo della, c estes, acoslu-
mados a piaar sobre o mar nos grandes baixios que da
na baha, ehagaram-aa lano pela beira da praia e
seguimlo ao longo della, que lonibaram o subnier-
girainse envolvidos pela crrenle do canal. Assim
de um momento para nulro sumiram-se o rarro, ca-
vallos e o desgranado Africano, que do somno em
vida passon ao eterno somno da niorte. e seu cada-
ver poneos das depois consta que fora encontrado no
porto desla cidade.
Estamos de pusse da apurarjo final, frita pela c-
mara municipal, dos depulados assembla provin-
cial, e a ordein da volacao, se nao lie a mesma que
Ihe enrlel ltimamente. -,lo lAo poucas e insignifi-
cantes as alleraroes, que p.isso a dai Ihe ronla, dellas.
O l)r. Plores fieou em segundo lugar, e o lr. Bello
cm lerceirn volado. Sahio o Dr. Jos Brusque e
entrou para o numero do depulados o Sr. Joao
Dias. Assim, ja v que nenhuma modificarAn sof-
freu o triumpho completo que obteve o partido pro-
gressisla em oppnsirao ao 1.' / ..z.
Segu ne putacAo grral por este circulo as eleices deste an-
uo. Vai em consequencia das orden do governo
geral e provincial, Aflorruradn em suas prelenres
polticas, confiando pouco na prolerrAo cun que'lde
subministrara o Sr. barao de Cacapava votos no rol-
legio desla cidade. onde S. Exc. coala amigos since-
ros, ptoearava este nfticial formar um partido que
Iheassegurasse a volacao ; linrou-se pois na arena
da poltica, principiando pelas prelerres com que
ao correr da pena fez gemer os pr'os, desenvol-
vendo todas as Ibeorias dos direitoa do povo, soba
epigraphe deaponlameiilospoliliros; passou de-
pois a envolver a alguns de seus amigos nos mane-
jse intrigas polticas, al que se proptoa por em
pratica seus principios pondo-se a testa de meia
dnzia de joven* que na larde de II dedezemdro ul-
timo, sol o titulo de povo, se reunir.un para desa-
catar as autoridades do lugar, successo de que j
Ido fallei em minda penltima caria, e pelo qual
foi desligado da commissAo de limiles e chamado a
essa corle, segundo eunsla, rom ordem de seguir no
vafor Tocanlins, mas den parle dedocnle para illu-
di-la. Segu porm agora, como disse, em virlude
de ser corapcllido pelo actual prcsideule da provin-
cia, que logo que soube desla oceurrencia expedio
asmis terminantes ordens para que esle flictal fos-
se Inspeccionado, e quando realmente enfermo, rero-
11ii I i ao dospilal militar.
Deu-se no din 12 do correle urna desagradavel
ocrorrencia entre o Sa Brilo, inspector da alfandega
e o feilor Manoel Coeldo da Rorda. Sendo esle re-
prehendido particularmente pela falla de respeilo
com que prncedia, tratando de ridicularisar ao seu
edefe. ao ponto de Ihe fallar com as saiidaces do
estylo, ainda quando so eliegava a mesa para assig-
nar o ponto ; e observando o inspector que elle con-
tinuara arinlosamenle cm seu nio comporlamenlo,
chamou-n e publicamente reprehendeu-o, dizemlo
une, senAo por principios de rivilidade e boa educa-
rn, a i menos pelo respeito que era obligado a tribu-
tar ao inspector, Ihe ordenara o c imprmenlo de
seus deveres.
Rucha nao quiz aceitar a reprchensAn ; disse que
o regulamento nao o obrigava a dar-ldc os donsdias
e nem elle coslnmava a fazer issoscnAo aos seus ami-
gos ; e de mais, elevando o voz, desrondeca o di-
reilo com que o Sr. inspector fallava de sua boa ou
m educaran. O inspector Ihe impnz silencio, man-
dandn-u calar e sentar-se, ao que tamdcm responden
que nAo era seu servo para o ubrigar a issn. O ins-
peetnr algum tanto irritado com semcllianle proceder,
disse : NAo seja insolente, nlicdcca-me, e siga a
tomar o seu lugar ; foi entilo que Borda arrebata-
damente se foi sentar, dizendo : insolente be
VOtt
Ilavia-se reslabelerido a ordem quando anda leve
de ipparccer um incidente occaiionado pela arilar.m
que sollria o inspector ila alfandega. e foi : dirigid-
do-se este ao eserivio, nntnu que aquelle feilor lives-
se pina com elle um lal proceder, nao se lemhraiido
ja de que o havia levado pela mAo ao Sr. Sampaio
Vianna para dar-lhe uuiemprego naquella casa. Ou-
vindn islo do seu lugar, que nao he distante da mesa
do ins|iee1nr. Rocha exelaniou allivo : a lie falso.
cosse lata h verdado !
l-.o! ,,i foi tal a inoiii.n; io do Sa Brilo e a sin per-
lurbac.io que llie responden : inra daipii nao me
dizia isso. Ao que leve ainda em resposta : Nao
lendo medo de bolos.n
l'nidoii com o silencio do inspector lo deploravel
aconteeimenla, sempre reprovado em laes reparli-
cas, onde deve reinar o maior respaitna) alinenos
BlOllEJANfciKO.
28 de fevereiro.
Poa delreto de 27 do correnlc liveram lugar as se-
gundes aposentadoras e nomeariifs:
I ir.ou aposentados :
O cdel'e de secrao da lliesouraria da]Badia. Manoel
de Ah en Conlreiras.
O iiilici.il- m nor da secretaria, Innocenrio Jos de
Castro.
O ex-contador da e.xlincla conladoria de mari-
nlia, addido mesma lliesouraria, Jo- Jacome
Doria.
O ex-segunilo-ofiicial, dem, Jou de Azevedo Pia-
pilioga.
O ex-amanueuse, idem, Anlonio Jos teixeira.
i'oiam nomeados :
lliesouraria da Badia :
Cdefes de secrao, os primeiros esftipliirarins Ig-
nacio Alberto de Andrade c Oliveira, e Salvador Pi-
res de Carvalbo c Alliuquerque.
Primeiroiescripturarios, us segn los ditos Pora-
pillo Manoel de Castro, Francisco Carlos de Souza
Czl, e Fulgencio Oresimbo Alves.
Segundos esrriptnrarios, o ciiefe de sereno da das
Alagoas Cieiaun da Silva Amaral, os leirciros cs-
criplurarios An'.onio l'ereira Baslos e lose Sessisnan-
do Botelho.
Terceiros escripturarios, os quatro ditos Lza-
ro Jos J.nnbciro, e Anlonio d; '' eir Baslos Va-
rella. .
Ouarlos esrriplnrarios, os pralir \ Anlonio dos
Santos Castro, Anlonio Alara Alves Branco, Mu-
noel Balbina de Meuczes,
lasco.
Ollicial-maior da secretaria, o oficial Alanod Bo-
telho Carneiro de Alaltos Cucrra.
Ollicial da secrel.ria, o Icrceiro escripturario Au-
gusto Anlonio Vianna.
lliesouraria de l'ernambuco ;
Segundo esesipturano, o chele de scelo da do
Ceara, Joao Severiano Bibeiro.
l'erceiro escripturario, u segundo dito da da Para-
dida, Jos Francisco de Salles lloviera.
Amanuense da secretaria, o i." escripturario An-
tonio Martins ile Seabra Ceios.
Ouartos escripturarios, os pralicanles Joao Carlos
Augusto de l'igueiredo, llerculano Duarle de .Miran-
da Iienii.pies, L'lysses Pernambucauo de Mello, e
Joaquim Vieira de Arruda.
lliesouraria das Alagoas :
Cdefe de scccAo, o prirneiro escriplurario Jos Fi-
lippe de Souza Rodrigues.
Prirneiro escripturario, o segundo dilo, lito de
Abren I i illm.
Segando dilo, o quarlo dilo da da Babia Antonio
Francisco de Aguiar Cardoso Fitho.
lliesouraria do Paran :
Segundo escripturario, o pralicanlc da de Per-
Damboco Manoel Auguslu de Figueiredo, dilo da do
MaraobSo Alanoel Duarle Beg.i do Valle.
lliesouraria do Ccar.i :
Chele de seceAo, o prnneiro escriplurario .Villero
de .Mello Cesar.
Prirneiro escriplurario, u scguudodito Jos Varo-
nil de Alboquerque.
Segundo dilo, o pralicanlc da do Alar.iuli.iu Anto-
nio Del nardiiio Jorge Sobrinliu.
lliesouraria do Amazonas :
I'rirceiro escriplurario, o pralicanle da do Mara-
ndAo Jos Flix de Azevedo.
lliesouraria dn Rio Grande do Nnrle :
Segundo escripturario, o pralicanle da de l'ernam-
buco Mauricio Thcudom de Souza.
lliesouraria da Parahiba :
Segundo escriplurario, o pralicanle da de l'ernam-
buco Cyriaco Antonio dos Sanios Silva.
Demitlido o procurador fiscal Antonio de Sooza
(iouva.
nome.
Dila
Grande
l'onlilhao junio aojanlim Bnlaniro.
Estrada entre as [alendas ros Moreiras c o arraial
de llaverava.
Dita entre a cidade da Campanlia e a Vargem 3
Grande. O paquetea vapor Guanabara Ira/, dalas de Par-
Dita entre S. SebasliaO, Gama e Boa-Vista. I'" Alegre al 11, do Vio Grande al 2te de Santa-
Hila entro Camargo- e Marianna. j Calharloa at 29 do passado.
Cotcenos da serra do Sapa tetro. A provincia de S. Pedro eslava perfeilamente Iran-
Diversas serres entre a cidade de S. Joao d'El-1 Quilla, mas tinha-sc lado all um aconlecimenlo que
Re c a villa d Rio Preto. | deploramos. Urna partida de Irinla homens, sob o
Atorros junto aos pontilhes na estrada do Corral rommando de mu oflicial da guarda nacional, inva-
d'El-Rei. i dir o estado viilnho para se apoderar de algum ga-
Alm destas obras ja concluidas, muilas oulras es- de que se diz lora rondado na provincia.
Tanenle-eoronel commandante do balalhao ile in- A epidemia rcappareren em S. Brar. I'oxira o (>-
fantaria da guarda nacional do lernso da Impera- : rnripe, rerrudesre no l'asso. Porto Cairo. Santo
Iriz. na mesma provincia, Bento Antonio Alves. i Anlonio Gruido e S. Aliguel dos Alilagres : romera
Idcui i lem rio lenno da villa Virosa na mesma a acrommeller l'orlo de IVdras e S. Bento. O Exm.
provincia. V cente do Espirito Santo MagalhAes. ; Sr. S e Albuquerque prnaegoe sempre cauteloso o
previdenle a acudir a todos e providenciar solara
lao em andamento, muilas inaliizes e igrejas se con-
certara ou sAo auxiliadas, diversas cadeias recebem
melhoramenlos, e nutras despezas de grande ulilid i-
de publica se cITeclnam.
Eis o que i respeilo encontramos as fallas de
Porto-Alegre :
ludo ; vai revocando dea lugares em qoe a epide
so extingue ou declina consideravelmeole os faroll.i-
livos rii|os serviros podciii spr dispensados a la-Ios
marchar para os differenlrs pontos da comarca de
Poil i C.ilvn. no intuito de guarnece-la com lada a
lorra medica dispnuivel para prrraver-se rontra
<]ualquer desagradavl eventualidade, resultante da
emigrares dos punios confinantes.ou recrudescencia
do mal.
Ja se acliam prestando serviros na villa do Pasan
o lr. lenacio Jos da Cunda e o acadmico Manoel
d.i Silva Rom.io. commissionados para rnadjavarern
i Na fronleira de Sinla-Anna do l.ivramenlodeu- ao Dr. Rulilio PalmCirim de Bulhoe-. que partir
se um fado criminal, embora seja -ua iravidaile alte- com antecedencia antes do apparenmeuln da mal.
CongralulPiiio-nos pois rom o digno ex-presidenle nuada rom razes de algum peso. Foi elle o de urna A epidemia assoberbara naquella Inralidade, cei-
de Alinas, com o espectculo esperancen e bello que partida de vinlr ou mais homens, coriin.nda los pur' fatulo enlrc tnilra preriosas vidas a 2 prestrnosos
sob esle poulo do vista aprsenla a provincia de Mi- i'"" "llicial ila guarda nacional, penetrar no (errito-1 membros da rnminlMle de soccorros. o cirorsiaa
nas-Geracs ; e cougralular-se-liAo coinuosco tambem rio da Repblica Oriental, o mi araada tirar d'al-1 Alanoel Nuncs BaMssasa e Antonio Josc da Silva
lodos aqoelles que creem as assemltlas prnvinciaes Ii porcAo de gado e cavallo*. O inolivo cpie nara ( Alagaltiae..
e que n.lu as sabem maldizer plos ahu-osde que e*a infracrAodas le- c tratados se allega, he o de se-
alguuias leeui dado Irisles exemplo-*. K-s.i forraosa
2. que com o saldo 'lo enven i
nln de fondo, edega a,de-r*****slo moa de
iuslliiirao liberal deve ser apreciada e cultivada
cntn esmero por lodosos Brasiieiroa, esempre que as
assenildas provinciacs forem composlaa de verda-
deiros repre-enlautes ila provincia, qualqnerque seja
a sua cor poltica, dAo de dar ao paiz resollados van-
tajosos e at Dril limites.
Para dar urna ligeira idea dn estado linanreirn da
provincia de Alinas-Geraes. copiaremos snnplesmenlc
lies periodos ,|0 relalorio de que nos lemos oceupa-
do. Diz elle :
m EstAo concluidas ,ts labellas do evrrcirio de IS.:1
a ISol.e driles e do balaoco respectivo se verifica
que a arrecadarSo desle anno liuanceiro se eleva a
importancia de 7S0:"iliS;:ll2. que com o saldo.dn
. exerriciu anterior e movime
Augusto tranco Ae- I |.8il:7(:b,s-,, sendo a despega no mesmo nereicio.
| incluido o movimenlo definidos de 1,728:1 i l-'is,
havendn um saldo de 113:6193037 do exerriciu de
IS'-iIsj... >
o Por ligeiro balaoco a que se procedeu nesle
mesmo exereicio de I8i"i a lsVi, qiir lem 'le enecr-
rar-ie cm lins de marre prximo futuro, se v que .i
rcceila carregada at setembro prximo passado mon-
ta svullada importancia de 781:213)661, alem
do saldo do exereicio anterior emovimeuto de fun-
dos.
A despeza nesle exereicio lem sido consideravel.
principalmente lias rubrica! inslruccao estra-
das obras publicas ; no enlrelanlo com pra/er
communico a V. Exc. que, apezar desaai despezas,
leem oslado sempre desponiveis nos cofres provin-
riaes nao menos de I00:IIINI?, pagas ronstaulemciile
em rlia a lodos os credores da fazenda grandes quan-
lias.
lie portanlo mais que favoravel, de lisongeiro c
animador o eslado das linanras da provincia de Mi-
nas-Geraes. e lano basta para que ella piusa rom-
portar mais avallada! despezas, quando qneira em-
lireliender odras de grande dispendio, mas de evi-
detilo importancia para o sSJjii progres-n material.
0 relalorio do Sr. ex-presidenle de Alinas-Geraes
olTorcre ainda muitos oulros pontos de um inleresse
innegavel ; este arligo porem ja se vai esteodendo
de mais, c para nAo fatigar a paciencia tos leilores
preferimos parar aqui.
Em arlignscspeciaes muilo provavclmenle volli-
remos a discutir questcsem iiuo ainda nao tocamos,
e outras de que apenas li/.emos ineurao.
rom aquelles animaos propriedade brasileira, queom
estranho linha usurpado.
Pelo que lemos em todas as fold.is da provincia
parece poder considerar-sp exliurlo all o rhotera-
inordus.
Transcrevemos o que diz urna das folhas
tal na ultima dala :
tt A sabida do paquete anterior era assriz ronsola-
doi u eslado sanitario, nao sn desla capital, mas de
lo la- as outras cldadesda provincia. Jnlgava-se mes-
mo inimediala a exlinrrao da cruel epidemia, c o
lacios vieran), felizmente confirmar essa esperance.
Assim Porto-Alegre, rpic ao lindar o me/ de Ja-
neiro, anida rontava, em termo medio, 2 odlos por
dia de cdolera inoidus, nos 21 das que v,iu decor-
O !)r. J. S. A. I'ind i olTereccu-se para ir pre-tar
seas serviros aeqoeRa localidade e sesaio b"olera
[ara lo. J linda rliegadoem Santo Antonio l.ran-
c o Dr. Eloj Martins, a em latuamunlia o pralko
.Ion' Damasceuo Alarlins Balueu-e, commi-^ionados
tni soccorro le-sas 2 povoarues. Ie maneira qoe
la rapi- | actualmente ochan aa nos diflercntes ponto da ca-
marc de Porto Ca'vo 11 faculiativo.,' 2 pdarmacen-
ticos e (i eiifermeiro., alguns dos quaes sao praticos.
Nao se lea limitada o noo previdrnte adminis-
trador em providenciar somante sobre a sorte deseas
presididos : soa caridade be mais lata. Sabendn que
os nossos beO! visindos da comarca do Rio l'ormosa
ja estavam em lula rom o devastador immiga,
apressnu-se em enviar-Mies uro bom reforro, com-
"stn de lodosos soccorros qoe lindamos disponiveis.
levereiro, op-n.i. leve o casos falae- | Irelou para isso orna barraca e convidou a duas das _
Acabamos de Icr a exposicao que ao Sr. cominen
da lu llerculano I erren a Felina apresenlou, no arlo
de passar-lhe a udmiuislra^ao da provincia de Alinas-
Geraes, o ex-presidenle o Sr. Francisco Diogo l'e-
reira de Vasconcelos. He um Irdialho por cerlo
muilo inleressaule e que derrama grande copia de
luz sobre o eslado daquella parle lao importante do
imperio,
As pecas olliciacs da nalureza desla, de que nos
vamos oceupar, nao sao somenle apieciavns pelo
inleresse que despcrlam na actualidade. mas ainda
pelo Mnimo proveito que deltas se colheni no futu-
ro. Nos relalorio dos uiiuis&i s de esladoe dos pre-
sidentes de provincia se deven! adiar reunidos e ar-
chivados os elementos da historia do progresso ma-
terial e poltico, o do desenvolviinenlo da civilisarao
do paiz, assim como da marcha edoaperfeicoamelo
do seu svslema administrativo.
Os documentos ollici es dessa ordem que nao pu-
de-eni de-euipeuliar osle lim, nem mesmo valen mi
a peua de ser lidos, e de neuliuma ulilidade seriaiu
ao Eslado.
Du relalorio do Sr. Francisco Diogo Pereira de
Vasroncellos nao podemos dizer seuao que todos os
diversos ramos da admiuistrarAo provincial sAo nel-
Ic devidameute considerados, e nAo pouco se apro-
senlam ufanos do melhoramenlos, que urna sazo-
nada experieuria Ibes tem sabido proporcionar.
Nao cabe nos limites de um curto e ligeiro arli-
go o exame longo, completo e minucioso do relalo-
rio do Sr. ex-presidenle de Alinas cm todas as suas
parles ; nllerecemos apenas aos uossus leilores al-
guns simples apontamenlos sobre os objeclos mais
importantes de que se oceupa aquelle documento
olHcial.
A primeira parle do relalorio de triste : u eslado
da seguranca individual nao de salisfaclorio, ebein
que fallassem ao Sr. ex-presidenle as inl'ormarOcs
exigidas para organisar nquadro geral dos juramen-
tos proferidos lelos Iribunaes de jurados da provin-
cia, ou pelos juiea singulares, acompanda o relalo-
rio um inappa dos crimes mais nolaveis quo liveram
lugar em Alinas-Geraes desde SS de marco a 2! de
dezembro do auno passado, e he elle de muito ilesa-
gradavel sigiiilicarAo.
Avnliajo numero dos homicidios ; c borrorisado
i villa do sangue derramado pelo pnnbal ou pelo
lio i mi ii le do assassino o Sr. cx-presideule de Alinas
appella ainda urna vez, e cmn bem razan, par
dessa moleslia, sen lo ellos nos Mguintoi dia
A 2 de fevereiro 2
A o o 2
! n u I
12 o i. |
mais halos e rorujosos acadmico-, bem experimen-
tados as luctuosas scena' representadas pelo chole-
ra ua llalli,i e Bio, para irem socrorrer os Biolornio-
zen.es ; esacs dous illuslres e di-luu I >. estadanles
sao os Srs. Francisco de Assis de Azeveslo Cuimarae
c Alanoel Alves Toj.il, que ac.ihav.im da rhrgar do
11 cenlro desta provincia, mide prcslaram taes erviro.
Ddiii se ve que nos iilhmos s dias iienliuuia vir- que o presidente r.i. .,, i........ n..r i...........--,nii.. ,i^. --......_,_ .. ___. .. -
A
A
tima tez a epidemia, e por lauto quedella devecon-
siderar-sc ja remita osla capital.
o No Rio Grande e .laguarao a situaran sanitaria
nao he menos lavoravel, havendn 10 ou mais diasque
nenham caso de elralera-aaorbaa era mencionado.
ii A cidade de Pellas, onde o Irabalho das xar-
queadas produzio nina momentnea recrudescencia,
desla mesma se aedava desassombrada, poi seren
podCOI e de carcter muito benigno alguns casos no:
vos que ainda se apreseulam.
o A cidade do Rio Pardo, as villas de S. I.eopoido
Triumpho e Taquarv. e as fregoezias do S. Jerenv-
ino Aldeia dos Anjos, nicas onde a epidemia leve
algum desenvnlviinento. lamhem vao tornando as
condiroes ordinarias de salubridade.
dade os eos dous hnies; e amlws merecem ese hsia-
roso ppilbelo pela ceneosiJa.ip. coragpm e impavi-
dez que lio demonslrado nesla medonha qaadra.
Aceil.iram ellos presuroso e mu ali-lrilo a toa-
insa commissio e parliram no dia II do carrale,
levando as Mgalates inslrucres :
ii Partan \ inrs. para a cidade do Rio lornin
na provincia de Peni imburn alini de la prestan ni
os serricos de ana prolis.ao. Segundo as ultimas ao-
lirias o cholera ja se liavia manifestado naquella ri-
ila le, leudo reifadn grande numeru de vidas em
algumas loralidades da remarra. Naquella provin-
cia a epidemia lem estragado popnlares qua-i in-
triras c lao grandrs daiimos. quanlo a uiim, sao dr-
vido em grande parle ao terror de que se deiiam
S no lugar denoinidado Canudos, ao sol da pro- | dominar essas iufelizes popularoes ; convela
viucia, onde eiislem algumas xarqueadas, e pourns
recursos contra qiialquer molestia, o mal lavroa coin
inlensidade nos primeiros dias do mez ; hele, pnreio
acda-se rodoaido a proporres mu dimiiuitas.
k Das villas da Cadiueira, Cacapava, S. Gabriel,
Bag, Alegarte, Irugiivaiia, S. Borja e Cruz Alia,
e lodo o inlerior da provincia, emlim, as milicias,
sjiiln bastante modernas, se accordara em dizer que
a siloac'iu sanitaria era f.voravel; e se o appareci-
ineulo de incommodos givstiieo preoecupava os ani-
Por decrelo n. 1727 de 20 do correnlc mez, foi | mos suppondo-os n^ocursnresdo lerrivcl flagcllo.ne-
determinado que os bildelrs de lolerias, assim geraps; nlium casa de mais pronunciado carcter linda dado
como provinrlaps, sn possam ser do valor de 20; corpo a esses lmures
inleirn-, de 1(1; mcios, e de 39 quarlos, sendo un-
e oulros vendidos nicamente pelos respeclivos Idc-
soureiros em seus escriplorios e as casas por elles
convencionadas, deliaixn de sua inimediala responsa-
bilidade, licando prohibida a subdivisAn dos refe-
ridos bilheles o sna venda por coula de particulares,
-ob as penas de 2." parte do arl. 33 do regulamento
annexo ao decreto u, 337 de 27 de abril de I81.
Em dala de 27 expediram-so as ordeus necessarias
para a fiel exectirAo du mesmo decreto.
siprehenso de olas falsas..4 cidado do
Porto lem entre nos a Insto nmutacao du se" o lu-
go! onde proruram abrigo lodos os falsificadores
que intentan] introduzir notas no lirasil. Essa ro-
ptitarao, que infelizmente nao lio de todo infunda-
da, obri;a os empregados de nossas alftndegaa a
proceder exropcionalnienli' a respeilo dos voluntes
importados daquella cidade. Assim as eaixas dn
Porto que so apresentam a despacho sao abonas
no acto ila saluda, tanto pela lampa, como pelo
fundo.
Honlem appareccu na alfandega um despacho
cm nnmedo Sr. Manoel Jos Vieira Guimaraes,
morador na ra do Rosario, do tres eaixas de co-
cliomlliosc rotipa feita entradas do Porto na barca
Perrera Bnrges cm 11 de Janeiro de 1855. 0
despacho eslava assignado pelo despachante geral
Amaral.
0 fcifor, o Sr. (on/aga de Moura, procedou
no aclo da conferencia como do coslumc, e em urna
das eaixas desrobrio um fundo falso, dentro do
qual enconlrou qnatorze macos com 1,339 olas de
10? da primeira serio coin a assignalura do Sr.
Francisco Jos Moreira de Carvalbo, empregado na
caixa da amortiacao.
O Sr. inspector da alfandega tomou conheri-
menlo do faci, o de ludo deu conla i polica, que
procedeu immudialanicntc as necessarias averigua-
coes, mandando^ir em custodia o despacbanle, o
dar busca na rasa do Sr. Vieira (iuimares, o na Je
Paira & l.enoir, ra do Fogn. 37.
Nessasditas casas nada se encontrn, mas pa-
rece que conlinuam as diligencias em oulros pontos.
Cumpre accrescenlar agora, a bem da justica,
que, segundo todas as provea colindas os Srs.
Vieira (luimaraes e Amaral sao intoiramente es-
trandns a BSta IraliGoncia. As eaixas nao perlen-
Kesuuiindn o que viemu de dizer, leremosque
o eslado sanitaria da provincia se aelia em condictes
normaes quanto A realidade, embora nos espirlos
predomine o abalimeulo pelos passado- males, nn o
lerror pela possiblidade dos que podem vir.n
Pelo Rio lirande temos noticias de Montes ideo,
ale 17 do passado. Parece que os nimos estavam
exaltados e que se recejara um rumpiniento por par-
le do anligo partido colorado.
0 Sr. i. Jos Vergas, enviado extraordinario c
mini-tro pleniputenriariu da repblica do Paraguay
em missaoespecial, (o recebido honlem em audien-
cia publica por S. .>. o Imperador.
Iluslracau, que cumpre ir geralmenio* icum ao Sr-(,llimare- nem elle a-mandou d
derramando, c para reformas na legislarAo, algumas
das quaes podem alias ser contestadas.
No que diz respeilo a admiuistrarAo da justira,
v-se que a provincia da Minea conla hoja 18 co-
marcas, em lugar de l, leudo sido creada! 3 novas,
e cxtincla a de tres Ponas, cujo territorio foi repar-
t Jo pelas do Sapurahv e Bio Verde ; e vo-se ainda
que II termos estAo prvidos de juizes muniripacs,
dos quaes eslAo em exereicio :t:i, suspensos 2. nao
leudo anda tomado posse. "i, e estando lora do termo
por doenca o de Passos e Jacob) ; arhando-se ani-
da vagos os 6 termos seguimos: Bio Pardo, Houso-
Alegre, Jaguar), Arax, Baepeudv e Ayurunca, c
Caelhe.
n.mi. iustiiiccau publica, a provincia de Mi-
nas seguio o exemplo dado na corte pelo Sr. minis-
lro do imperio, pms quo nina reforma loi l promul-
gada, reservando-se a presidencia o direilo de ac-
pachar; a sua lirma no despacito apresenlado be
falsa.
Quanlo ao Sr. Amaral, o sen mino consiste po-
rrn simplesmenia em ler pnsio n sen nnme, ronm
dospacnanto goral, om iinidespadie quo Ihe podi-
iain assignasse. individuo alias bem conltecido,
que tal pedido fez evadio-seapenas vio quo a caixa
ia sai aborta pelo fundo.
2 de mareo.
Par decrelo de 28 de levereiro ultimo foram apre-
senlailus os padres ;
Joao .lose ,1a Silva Aranjn, ua radeira dp roiiegn
que se acha v.!'!.!. na ratlinli.il dn bhpailn do M i-
riaiin.i.
Inao da Cosa da Silva Bu-nuel, na Ireguezia de
Itecpbemos honlem folhas de .Monlevideo al l do
passado. Preeucliem a lacinia que lindamos as no-
ticia, daquella capital.
(1 Sr. visconde de Adapte segua no dia 8 paran
Paran a bordo do vapor teqttitiHhOHAo.
Corra em Montevideo que o cholera liavia toben-
lado na villa de Mello, e que lindam fallecido ja qua-
renla pessuas.
Por decrelns de V formados oscapitAesdo carpo municipal permanente
da corte:
lenlo Marcolino Avena, no poslo de msjor com o
respectivo sold.
Jos de Brilo eOliveira, no poslo de major com o
sold do que ora orenpa.
Por decretos de ti do mesmo mez foram removidos
os juizes de direilo:
I nmi no Bodrigues Silva, da romarca do Parahv-
duna para'a do Bio das Morios, em Minas, por assim
o liaver pedido.
Francisco Soares lloro ir,lo- de (iouva,da comar-
ca do Bio das Mortcs, na dita provincia, para o de
Campo!, na do Hin de Janeiro.
I'oram nomeados;
Cdefe do eslado-maior do roium.iu.lo superior da
guarda nacional dos municipios do Itosario e Ical,
no Marandao, s lenenle-cnroiiel Josc Nuncs de Son-1 ('-amentos a quaesquer poni circnmvisinbos goe
pms
que V mes. a lodo o cusi procuren minler anima-
dos e clicios de resignaedo os dabilanles da cidade e
comarca do liio i'orinosn.
o Para que Ymcs. possam ma. proficuamente
prestar os seus serviros, remello urna ambulancia
largamente provi.l idos mais enrgicos medicamentos
liarlas c viveres.e faro acompanda-lns de 2 balieis e
dedicados enfei mii,.. de 2 praras da guarda nacio-
nal ni qualidade de cantaradas e de 1(1 praras de
polica sob o entornando asi I infeiior.
A grande quanli 'a le do me.licamenlos que en-
vi constituir urna Imtim rnilral. pela qual dereni
ser satisfeilas todas as requisires de remedios para
o soccorrimenlo dos habitantes da comarca.
o Vanee, proeuraraa cumi>rir seus deveres sempre
'li^ arrordo oam as autoridades do locar. Os 2 In-
clusos ollicios, para o llr. jniz de direilo da enmarca
e i>:iz municipal e delegado do termo, Ao vigorosas
apreseulaccs para que Vine, sejam bem recro.los
e enrontrein todas as facilidades para prestarem .
di mauidade do modo o mais uiil possivel os seas
servir s.
A aprcsenl.irin olln-ia! qoe faro as referidas auto-
ridades na parle relativa dedirarAo e raridade de
Vajee., consiste na d'signacAndos ponto* aonde
perigo dir maior e o rholera moslrar-se mais cruel e
devastador. I a.-en lo e.1.1 reconm-n,lacao, pilleado
que rumpro os meus deveres. e inlerprelo lielmrnie
Os pdilanlrnpiros o generosos senliinenlos de dnus
earidusos mancelios, que leem sabido ale boje hater-
se coiilra a marte, sempre victoriosos, arrebalando-
llii' grande numero de victimas.
He bem de-necessario di/er-ldcs que pi-'n lo
Vine, territorio alliein nAo podem la recelier ordens
minlias ; mas daroi sem demora |iarte do meu aclo
ao mesmo ounelbciru presidente da prnviucia de
Pernamduco. c oa mees nnpi evidentes roasalhos e
libias direcees serao subslilaidas pela ciieainsper-
c.io. energa e prevideocia do roen iltuslre eollega.
Nesle ponto Vmcs. nada perdem. lodo ganham, A
nota junta designa os medicamentos, vveres, h.ietas
e maisobjectos qoe remllo sob a proleccao de x'mrs.
as aulnridades do Kio i'ormoso.
Confian lo-lho-frsta'imporlanlr commissio espero
que Vmrs. a deseinpeuharao rom inuila fclicidade
para us Kinlormosenses e para -i proprios. N.lo ce*.
sarei de fazer vol* ao Allissimo para que assim
aconteca.Partam. e o eo proleja-os sempre lieos
guarde a Vmcs. Palacio do governo em Macem. I 1
de marco de I8.V, Itiltiilo Coellto dr So r illm-
querqtie.Srs. acadmicos Francisco de Assis de
Aaevedo liuimares e Manoel Vives Tojal. <
Segundo declaroii o Kxm. presidente neslas ins-
'.uccoes dadas aos dous acadmicos, remellen para
Kio i'ormo.o urna grandissima ambulancia, prvida
de lodos os remedios que melhor leem provado cin-
Ir.i a molestia reinante, nn minti .le nruanisar-sp
na cidade do Bio Tormoso urna botica central que
possa com mais faedidadr soceorrer e fornecer medi-
za llelford.
Tcnente-roronrl roumiaiidanlo do batalhAo u. 17
da dita provincia, o major Bay mundo de Brilo (jomes
de Souza.
10
lsploiao.Pela! nove horas da nniln de sabbadn
hoiive urna exploso no armazem de moldados n.112
da ra do Itosario, perlenreide ao Sr. Josr Bodri-
gues Machado. I m seu caKeiro de nome Jos lla-
mos de Oliveira lirava de nina pipa lim pouro do es-
pirilo, quando de urna luz, que est.ivaproxima.se
rommnnicou o fugo a urnas golas que se linham ex-
travesado, edahi ao inlerior da pipa. Eslava ella po-
ror quasi vazia. e o desgiarado caixeio animou-se
a sollncir o incendio. Corren, poi-, para um roher-
Inr que linha perln de si. r com elle tapou o orificio
da pipa. Kviloii assim o incendio da rasa poique o
loso cessou. o resultado, porm, foi nina eaplosSo
que o ileixoii nn miseravel estado, c a poni de pa-
gar lalvezcom a vida a sua coragpm e dedicacAo. A
pipa ilpsfez-se cm eslilharos (|ue o ferirain grave-
mente. Foi rerolhido ao hospital da santa casa, c
di/.ein-nos haver |ioucas esperanca* desalva-lo.
H'tllriim do rholera. Falleceram do cholera no
dia 8 de marco II pessoas, das quaes i lemeos e I
muliier livres. e .' domens e 1 mullior escravos.
Morlandade tolal dos cholerieos ale anta-bonlr-m
1,616, sendu :
l.ivres. 2,222; liomens I .l'.lii, mnlherostUli
Ksrravos. 2,:W2; < 1,7.12, **
forem atacados: ina.rliai.ini |(l pracas de poden
sol o cunimando de um inlerior animuso. seguirn!
lambem na barrara iloo^ inlermpirus babel-, mai di*-
veliadns c pralicos no (ratamenlo do mal remanir,
ur'i pharmaceulico, vveres e boa porrAo de *inio
do l'orlo, genebra e cognac : com destino a Itarrei-
ros envin S. Kxr. um barril de sinti do l'nrln. <
saceos de arroz e li barrica- de bolacha, inliciaa por
ultimo as utoridades do Bio Formase e ao Kxm.
c.insellieirn | rr-iilcntc des-a provuuia. a ruja dispo-
sicao passou os don- acadeinicos. K--e valiosissimo
soccorro lia de neces-ariamcnle produ/.r ptimos re-
sultados : praza ao rro qoe M '''"
e-llld.Mitos pos-
do Km I ormoso os rele-
sarn prestar aos rnmarc.
vantissimos icrvicoi que nreslaram ne*ia inovincia
reamo sabido com pasma do inqualibcavel com-
pnrlamenln qoe h.m lulo nsa e em oulras provin-
cia*, al"0ns degenerados niedicns lili/menlr nr*la
sn lia motivos para luqva lal. e sinl nao ler urna
priina bem aparada para reiid.r-llics o. Hirrenlos
ou -nimos pelo lieroi-mo, dedica, ao e i aridade que
dio palenleade : anda n,iu hnuve um m que se e*-
rusassa a qnalqu> i r.nnini-m p.....iai arriscada
ipio lo-se Muitos regressam evl.o nados, ronvale
reios e ruin a saude arruinada, e no enlauta anda
se mostrara ihapnilnl a ronib.ilri e sp.mr para qoal-
quer parle em que se loruem neressarios sen* mi-
cos ; dial nuil i n i aqui una nobre einnlacAo os
-aciilicins p alinee.icp* que nonti liorna (a/ .ios idg
no. lo iillalivos que'sea. Ii.sill as Ma.oas NAo m
s esle laclo he .levido ao bgarlii o inlluvo everos.
MUTlUM"


pdo Etm. Sr. Sa c .Vlbuquerquc, o quul com sua
amabilniade, eavalleirismo e agrado, cousegue del-
les linio quanlo quer. Nesla provincia a presiden-
cia anula nao mandou lavrar un su contraa : as
palavrai dadas leen sido es valiosos c lirmes panno-
ras, entre o presidentes o medico : um c enlro no
Inn to-sc por latilfeiUM du modo porque as dosein-
penliaraiu I ira mero rnnlralo lavrado cnlre o ad-
minislrador da provincia e o facollalivo na crise
actual, tem um nao sel que de inesquinhn e feslnc-
(>< que milito repugna cun u nnlire e ampio ti ti da
iiiporlaiil.ssitn.i i-ommissao que o uicd'co se Confia.
as qua.tras epidmica! requer se que esto alein
de lialnl. diligente ecorajoso seja lamliem lunnano e
caritativo: iwrcertu que estas ultimas qualidades
nao poden ser contempladas n'uma etcriplura pu-
blica ; e mal iriaiu as popaltcOei llagellad.is pelo
cholera, se o medico engajado para BOceorre-las se a-
pegasse rnente aoi arligoa do se contMIo, indine-
renle aus males concomitantes da pesie !
Nem he smenle a cIjssc medica que lia patente!-
do enlre nos herosmo, dedicarlo' bous desojos :
cidadaot de todas as claates e condir,. vio-se offe-
recw qoolidianamenta .1 presidencia pai irestarem
serviros nos uiais arriscados pontos Ua: que lo-
dos perderara o respeilo do medo ao lerrivel Asha-
verus, e creio que licou elle aqu Completamente des.
moralisadu Bracas a lieos!
Cniluiuanus a mili ir nesla capitel a lisougcira
esperance de que a epi lemia est cm -eus ltimos
parosJsinu : com effeil o obituario iaixoo conside-
ravdmrute desde o principio desle mez ; ja se pas-
saram das cm que niio houve rallecimente nocen-
te.' da cidade, e a maior mortalidade diaria nao lom
eicedido a i os accommellimentos lornani-se mais
raros e benignos : no entretente anda nao me ani-
.....a emboeear a |ul para eantar o epinicio : ,,
bita lie Iraicoeira e volla miiilas vete, quamlo mo-
nos se espera, baja vista a povoaro de Cororipe !
Alin da escasset e encaredmento de iodos os ge-
nerus de priineira necessidade o ipie ainda incom-
inoda a popularan, he o appaicrimeiilo de unas Pe-
bres gstricas. Ivphoid.-s o caimhras de sangue.
S. Bar. ainda nao sa acha perfeilamente restabe-
lecido : allrihuo a demora de sua lonvalescenoa ao
aturado Irabalbo do espediente a que se entrega pa-
ra |dcr providenciar com loda a presteza sobre o
occerrimento das punios allectados. Heos Ihe d
lo^as para continuar a preslar sua valiosa roadjuva.
cAn ao mu digno eonselheiro presdeme dessa pro-
vincia, no cmpeiilm da rcsgalarcm das garras do
cholera muitas presas, c aliviaren) os males e sollri-
menlos que pesam sobre essa heroica c bella prolu-
cia !
Permita, seabor correspondente, que mais esla
vea cu me ulilise de um calilo de scu interessants-
simo Diario para paleolear urna aceito de acrysola-
da gcnerosidade, e render cm nome dos Alagoanos
um vol de cordeal agradeeioeate aos nobrea e mol
dignos directores da companhia|Peroambucana de
navegaran a vapor.
guando cm Bus do mes de novemluo do auno pas-
tada bradosde agona c desespero partiram das mar-
gena da S. Francisco, e Miiham echoar em nossos
oracues estcrlegados, qiiaudo cartas e cilicio* pedin-
do misericordia, implorando soccorros. violiam a ca-
lla hora conpuogir nonas almas, sem que liVesscmos
lacnltalivos, medicameolot o recursos sullicienies pa-
ra acudir nossos tfllielos rmeos, fondeen em nosso
porto coir.o um amistarlo de salvarlo, enviado pela
Providencia, u Marque: de Olinda : contideramo-
locomo umsalv aleo nos apuros em que nos vamos,
e nao nos encanamos : o digno gerente da enmpa-
nhia c o commandantc do vapor mostraram-se
premptoa c dlspostos a fazer ludo qoanlo delles exi-
gi a presidencia no intuito de grangear soccorros:
regrossaram pressarosos a Babia em demanda de
stteenrros. Odo das depos eslava da volla o Mr-
quez de (Hurta tmzeiidn facultativos, medicamen-
tos, vveres e mais soccorros requisitados, que, sendo
do S.
para minorar os estra-
gos que all bita o devastador cholera.
A presteza, diligencia e boa vonlade com que se
presin o vapor aquella iinporlanlissima cummissao,
e a plena approva.-o da direccao a lodos os arlos
los seus agentes, j.i eram grandiosos favores na a-
pertada circaostencia em que as vamos : o Exm.
-r. ha e Albuquerque agradecen a compaiiliia e i
seus asentes.
A companhia Pernambueaua como, todas as em-
prczs desla urdem no camero lula rom mil diili-
culdades, avullando cnlre oulras as grandes despe-
na resallantes do salario do pessoal dos vapores:
esperava-se pois que fos-em avoltadas as dspotas
proveoieutes da commiss.io : assim acontecen, a cun-
ta moldava a perlo de lUu090O rs., ji a presiden-
cia dispunha-se a providenciar sobre o pagamento
dessa cante, quando recebe eommuniea'cao da direc-
tora declarando que a companllia nada exiga pelo
Irelamenlo do vapor, que lodo., servico prestado ca
vraiuiio, e que apenas reeeberia a importancia dos
maleriaes consumidos, roir.edoria e soldadas da Iri-
polacao.
I'al(am-mc expresses com que qaalilique lao no-
're Proceder Nilo lenlio pshvras para agradecer
la bullanle munificencia Honra e gloria aos mag-
nnimo, direclores de lao Ilustre companbia. A
empreza que lar. seu tirocinio pralicando scmrlhaii-
es aeces nao pode dexar de ser feliz : Heos pro-
teja a romiitniMa Pcrnambucana, c multiplique os
iiaveres daquelles que Uto nobrcincule uiam de ~ua-
lortuuas '
Aqu chegou no dia 11 no focaitioi o |)r. Ma-
riano Joaqnim da Silva, c loi DO dia scguinlc nomea-
lo promotor publico da comarca do Penedo : com-
anos que o l)r. Mariano he moco de tlenlo e cran-
de dluslracao ; seja pois bem viudo cnlre nos!
I'iiudcoii ueste porto no da 17 procedente da
Babia o portes intermedios a Cotinguilm. Sergipe
licava tranquilla e desassombrada do rholera ; scu
digno presidente bavia lomado pusse c Useaehava
no limao adminislralivo.
As.nolicias do Penedo c mais povoados das mar-
gens de S. Francisco sio talisTaelorias; na Malla-
brande porm ainda a epidemia razia estragos :
acabaya de ealiir rcrido do mal o ncansavel e de-
nodado l)r. J. T. I-. Lopes Vi;.....a: faca votos pelo
sea piompio reslabelecimenlo; Dos proteja a quem
lanas vida salvon. < re-Iilua aquello liom lillio e
querido irm.io ao seio de sua estimavel c virtuosa
familia, desolada rom a noticia do sua enfermi-
dade !
As uliiinas noticias da comarca de porto-Calvo
nao .... Inoiisciras. ,. cholera esbrav.-ja cm alsuns
pontos, c S. F.\c. que lencionava enviar mais soc-
loiro. aprnvciiou o onsejo da dragada do Cnlingui-
i"i o inandon-o em commisso at Porto de Pedras
iindii/indo o Dr. f. deK.F. Kspiudol
miro .1. a. Barbota de (lliveira
noite de 17.
Continnam ; chegar-nos conlristadtras noticias a
vanos engenhos, devastados pelo cholera ; entra te-
porcm mais compunge a sorle do Mtmdu-
DiARio y mmam sabbado n de marco de issg
idos, romo llu- diese, escassez c eiicarecimcnlu de
gneros de primeira necessidade; porm o pouco
que ha rcparle-se coro aque les que eslo solliendo
mais do que mis: creio que nao pode baver mais
requintada cardade'
Dosnos forneca meioa de pedermos continuar
nesse caridoso empenho: bont desejos nao lallam
ao nosso eximio administrador, assim dispozesse elle
de mais ampios recursos
lia minio que nao Ihe fallo sobre a seguranza in-
dividual e a razio he porque o malor raccinura des-
le lempos he o cholera, c a ese nao ha beleguim,
soldado ou anloridade policial que se atreva a cap-
turar: os demais faeeinoras, creio que, envergo-
nhados de sua tibieza, em viste das proezas do faca-
nhulo homicida, reeolneram-se ao bastidores por
tal maueira que o nosso rhefede policia he boje an-
tes <-hefc de meeorroi pubtirot. I euho comtnelli-
do conlileur! a roioliaiile injuslica de nao o ler
nleirado dosrelevautissimus servicos que na quadra
aclnal tem prestado aquelle dilbtentisaimo e mui dig-
no magistrado, o ehefe de policia das Alagaos, Dr.
.Manuel .loso da Silva Neiva, desde que o citolera
invadi esla provincia, n.io tem lulo um s dia de
de-canso, loruon-se n braco dreito do Etm. Sa' -
Albuquerque para a remessa do soccorros aos pon
i"- alfeelados, e tem desenvolvido tiesu
oma ailivi.la lo digna dos maior
promplido c presteza cun que
livoadesli.....os soccorros enviados pela presiden
' sao em grande parle devidaa ao telo
One es Mai, lu Ibes mottras, que nunca le esqueces
Ouc a Cruz (amos albos le deu, Hara,
Ao Verbo apresante seus rogos e preces.
llizendo-le, escole-os : bosana
Mara.
Do alte Ib- brilhes, fstrella dos mares,
Na- llevas da vida, piedosa M.llia,
Na angustia cousola-os, Mii dos pezares,
Keecbe-lhe os eolios : bosnia, d Mara.
E\lr. ila Iteliguio.
Uiirihcca.A epidemia nesse povoado Icm
feilo grandes estragos: mais docem cadveres se
tem inhumado, e >e bem que o medico, que all
esla soj.i hbil e activo, com ludo nao poder vencer
o Irabalbo sem o aoccorro de oulro. A inalvadeza
dos assassinos anula u,io decreten rom o qoadra me-
donha do cisiigo de Dos. |m cerlo Joan ihi t:os-
la Saturnino loi ao engenho Palmetea assassinar a
Manuel Ignacio Percira de Mello, que ronvallescia
do cholera : esse allenlado foi publicamente perpe-
irado. mas Saturnino, segundo a voz do povo, he
bem visto pelo escrivao da sub lelegacia, Jos Perei-
rcira do, Santos Alvareuga. pelo inspector Francis-
co Marcelltx, Alvarenga e Marcellos. Marcellosa
Saturnino, Saturnino e Alvarenga he nina Irindade
que li'insoas inlliienrias, porm o Dr. Francisco do
empenho liego I! irros de l.acerda que nao he dessas inflnen-
encoinios. A I cias, e que pro/a o cargo policial que lio dislinc-
leeamaoa reapec-1lamente uceupa, tem dado cicada Saturnino, eo
pretendo a todo cusi caplornr, embora para este
em alguina alvarenga c
e policia. O Sr/ DrV Neiva';,:" """ e"Cu,""";n'lar-" "
, diligencia lim lenba de embarear-s
nesse que lom empregado nesse servico
se I
Consta-nos que o fiscal da Varzea lo; um me-
nino. N'oiilro lempo anda rom Irinla anuos o lio-
metu nao era cidad.io...
t> Sr. h>c*l do Uecilo lenba a bondailc de mau-
. neos opreserva ate dar desinfectar o solSo da taberna n... na ruado
aparo esoccorrodosmfelir.es que ain- Codorniz, onde h. um chrisISo com lao boa HUa,
que quando Suic. amia decorreico esconde na di-
poupadoa tedig; c Irabalh
sejam, no empenho de scodi
as popolacoes Hagelladas: S. S
caluma este calamitosa quadra ;
por mais anliius que
ora a maior presteza
lera alravessadu in-
da nerassitarem de seus benficos cuidados'
I ale.
----. .... ,.,,.- pw-.viisn rrquisiiauos, qu
remeliidos promptamenle para as margens
Fraodaco, muio concorreram para minorar i
qo
i o o acade-
parliram em a
PAGINA AVULSA.
ASSETE PAI.AVKAS DECIIKISTO.
lloiit mectim arte n paradUo '.
S. I.ur. cap. .
Curvai-vos, Olbos do crin,
Curvai-vos, vinde, segui-me..
(Jue be este o da sublime,
'.'no .i crcniM den terca e luz ;
Moje ao enlpadose ensiaa,
Ouniido a fronle ao chao inclina.
I.ic.io de nova doiilrio.i,
i.>ue a patria eterna condal.
I m Deus, por mestre contemplo,
I) cvit e a Ierra por lemplo.
Por nobre aliar.... urna cruz.
Vinde.... t) guie do colicio
ReUlbe as libras ao vicio.
Cuija a c'roa do supplicio
E M'alma a dor abra una chaga.
D'ella.... mane o sangue eui baga.
No pr.uito. que a face alaga,
,hic vos goteje nos ps ;
Kompa o remoraonum grito,
'endeudo o pello conlrclo,
(Jual se rasgara noEgvpto
< mar a voz de Uoyscs.
\ nidio olhai... vede o Calvario...
De nnvans negro sudario
loca n nubre santuario,
IJue sobre u monte aqu est.
Penda no rijo maddro
I m.-rlvr casto, o cor.leiro,
t.>oe da Ierra o capliveiro
Com seu sangue apagara ;
Pende un duro holocausto,
Futre os flagidos exhausto,
Despojado do sea f.uisio,
( rei, a Hor de Judo.
Une nllragcs.... ai, sao sem cotila.
f.'ual o salva cm lom de alionla,
'.nal para os golpes Iba apona
C Ihe cospe no- verges !
lis seusalgo/.is mesqoinhos
Pfie-lhe diadama.... d'rspinhos,
POe-ihe o esparlo, emsrez. d'armnbos
Sii Ihe Irihulam.... baUnes !
Do-lha fel que a sede inalc.
Ao Dos, que a humein se abale,
No myslerto do resgale,
Dio por soiius.... iluus ladroes.
Dous ladres!....o vicio ceg
Suniui-os amhos no pego.
Fin que o impo diz reneg
I) i eco, do mundo, c de mim !.....
Ambo-, sem luz da virlude,
Sem fo. que os salve, e os escude.
Si) vendoa pazno alaiule,
Depois dos crines, por lim :
Vnibos, com nngne, Irarando
O SCU C:1J* ;i"l...l.:... '
Nos sens irn^.ios imitando
A negra .icr.io de Caim.
dos
/'.que Icm solo arrazado! A epidemia accoin-
mclteu-o com :, maior desahrimenlo: sen infe-
liz propncterio Dr. II. |. |.. Oilidca tem s.iiri-
do os mala pungentes golpes; para mais do I:! es.
cravos eram fallecido., duas innocenles lilhinhas Co-
ran ornar a edrte ededial e por fim sua virtuosa e
digna consorlt !!!!
Dos se compadeca delle ilando-llio coragem c m-
signacao para supporlar laidos e l.io repel dos
golpes! '
A pequen., povoaejo lo trapiche da Barra acaba
de ser aecomnetlida pela epidemia ; decididamente
nn Inri n.u> hcara inclume o mais insignificante po-
voado.
P. S.Pelo prinieiro porlador segurn que voss
iver para o Para mande dizer ao padreManoel \n-
lonio do Valle, que li rom summo prazer sen roin-
muocado mprean no man,, d Commercio da-
qoella provincia,de'JU de levcrciro ultimo: lelici-
le-o |ielo brilhaiile e llorido eslvlo daquelle bem
elaborado arligo ; o agradecido sacerdote, alosoano
[lagou rom usura a divida em que eslava para com
ofliuatrade presidente, que por saasacertadas medi-
das proinplas e enrgicas providencias e consuma-
do lino administrativo tem arrebatado abom mime-
rodo sens patricios das fune-lis Barras do cholera, e
impedido os grandes estragos e devaslacoe-' qoe o
medonho lljg.llo parecia dispost,, a r.zer e'in sua bel-
la provincia Ao br,ieu infloxo da presidencia
sao p,,r cerlo devida, a congor, e rcsignac.io que
todos os Alaaoanos bao palomeado em Uto aterrado-
ra quadra! f) digno capelln Tez a merecida iustiea
ao lUoatro administrador de soa provlnda!
lenha mais um pouco de paciencia ; dina tambera
a llluslrada rclan.ao da Echo l'ernamhucano que li
com satisfarn as lisongeiras expressoes rom queso
eiiiiuncia. em seo n. de -Mi de fevereru. acerca dos -
relevantes serviros prestados pelo Exm. Sr. A. C. de ; Qna all vinlias cumprr sobre o Calvario,
aa e Albuquerque na jireseuio quadra: essas ex-
pressoeaao lano mais apreciaseisqoanto he salii
lo que u Echo uao he aleicoado a S. Kxr.. seu iuizo
nAo pode ser suspeito, heaverdada confessada por
adversarios polticos: mnilo honroso he para o / /n
cmclhanle proceder !
v "~ "' "~
fcperava-so aqu o vapor do sol ao mais tardar
ale nnntem. a por provencio harte aa alinh.-uado o
piei.cidito; masnesta ...I ir.-.ii i quadra ehovem
nolicias, o que,,) por ,i. pe, ealiw comprnmel-
lan-O a carrejar o oneroso carg,, de chrniiisl.i. vo-re
em apuros pira acompanliar j veloz marcha do in-
c.nsavele eterno ve..... da ainpnlh.la < liucr, que
por lungoem e-pera. Aproveilarei a demora 'do
vapor para aeresrenUr algumas nol.cas. Vollou
"""^ larde da i,n,,is..io a ,|o l.nha ido a IW-
tode ledras ,por fotinguiba: bata as punas
daquella villa o incemmodo e -iocvo hospede se
haviain manil
As ultimas
sao lisougera
inumera
i.....i-:: i
le
------ -----lene, la
U'lo Blgun, cas,s de fatal molestia !
'lirias do Puso ,!,. Cau.a.agil,,. ju
a epidemia prosegua rom alannn,
intensidade, mira as victimas nolaveis
sa o preetimoao Uularte, membro da
sorrorros.
Acabam de cl.cgar portadores das autoridades da
comarca de l.r.nl,,,,,.. reqnisi,....., ,, ,
ros : s. fcve. mandn preparar par remeller-lhea
mi carga de sal, bolachas, arroz, farinha de trigo
vinho, ganebra e dgiins medicamentos.
.Minio so i-.,, ititiingnido na,o. li, comarca o ac
delinco l.iiu Amelio de Codoj V.sc.....ellos
des maiores elogios pelos relevantes
prelado.
Das provincia da Parahiba e do t.ea nos reqii
digno
os que ha
- do Ceara
uuram lamben) soccorros: u Exm, presidente da.
te provincia no pode remoller a aqaelles nossos ir-
rotos lodos qoaolos occorr......., .11,1., M......, e
genernso c inijao : porque nao inil,s, daaonaln
porm ana boa vontade enviando emr.ie alguma
caiusa: paria Parahiba egue boa porra,, de Tiri-
ulia do mandioca, a ere.....ue qiiaiilidade de arroz
epara o Ceara S'rjlKMl em caeln e cognac. Ja v
Vmc. que iiiudam-se as scen.is, de protegidos va-
mo-nos lomandopretecteres, gracasa Dos! SolTre-
Mas ai. a um d'elles o erro
Toldou-lhe cora veo de ferro
A estrella, que no desierro,
A salvagac mis prediz ;
Ao oulro.... nao: frouxa, ciuboij,
Alveja-lbe ao longe, a aurora,
Que Iba prometi um i hora.
Km que o conlricta he Miz ;
N'un lil.spheini a imp'nilencia ;
K'oulro geme aconsciencia :
I" entre os dous n Providencia
Va ser tremendo juiz.
Ao que Iba lirada : ,i Mnnarcba !
Se o leu sceplro o eco abarca,
Seos do lempa o palharcba,
Se os .i llorde Jeric, r
Se lu.... es lilho di i'jrgem.
Se do Eterno Icns a origeiu.
lis verdugos, que le afuigcm
Com leus raios loma cm p.... o
t m.irlvr responde___ mudo:
Contra aquello aggravo agudo
Da hnmildade faz escudo,
nue um SansSo lindo ser Job.
Aoque. erguendo a vi ti baca
l'ara o ro..... a le se abraca,
lie, lorie c'o aluz da graca,
Kompe, carpindo, a dizer :
o Abrio-me os olbos ku hrilbo :
V. pois.meu pu. que me liuimlho....
Nao te e>qii-cas deste fllbo
>o Ihrono di leu poder.... o
Clirislo, olhau lo-o d'unprnviso,
K-iii.iilando a dor rom um riso,
Kespondeu : No Paraso
H"je nwiigo has d>' ser l
ituc myslario o desls dia !
fiVnlrc nuvensde sgoia.
as chagasdj' um lieos se abra
II livro da Itcdempc.io.
Chrislo, o sol do psganisno,
So. a culpa fechando o abvsmo.
Com us aguas do baplismo,
Crava Uto'anca no Jora.lo ;
Ka calva tolgotha, agora,
No Icnho, qae em Ihrono arvora,
Co' o pranlo amargo, que chura,
Com sangue escrevea Terdilo.
./. /'. da Cunha.
Da Hcliijitu.
As sete palavras de Gbrislo.
Maiier. tere FiliusTam...... Ucee.
Maler Tita.
S-J- ^3P. \l\. v. Mie-JH.
I.m pe junio da Cruz. Mara, eslavas,
Vendo morrer na Cruz o auloi da vida,
Morrer Hue, que o Ceo cohre de nuven*,
li de um areno ,i noite enrhe d'eslrelles !
Choravas, que eras m.ii..... mais, lilba d'Eva
Sorrias vendo a pebre bamanidade
No sangue dessa Cruz lavando a nodoa,
Que o primilivo crime ihe estampara,
Do alio da inonlanha Tu mostravas,
Aos povus, a Israel, aos Ceos, c inferno.
O que ao celeste nuncio prometieras,
Corredemplora ser da rara humana__
A prol do horneo), como Eterno, dando
O mais que Indias Deor... leu proprio lilho.
Olorosos, romo To, os inillnies d'anjos,
<.>ue pelos reos e Ierra e mar revoani.
roasi invejaiido o homem quem valia
Do Vilho do Senhnr o angue lujo
Prnslrana ante < hritln (nllnravam,
Vendo bunilhado, comoro, Aqndle
Que sobre o mundos erigi sen Ihrono,
As fcsias do llulem. ss alegras
Fm pranlo se mudavam sobre o fiolgollu,
lulo era lulo e din saudades ludo,
Mas quando a I i Jetos volveu seos olbos
o Mullier, ili/.emlo os lio.n-ns san tena lillios,
n Emmeu lugar Tus .leixo. En fus entrego ;
0 Delles lodos so Mai, Mai sarinhosa. n
loi eiilan que o sonurn besana nim-i,,
l.lue inleira a creacau le ilescaulava.
f )s alijos das n-ieiies hauliaiidn :;- .!/:.
No sanzoe do leu ii'iho moribundo,
Vonram para "s povos, que guan iv im :
F ^' lo,- riles o Imlsauo espargndo.
Que das nevadas plumas Ibes niauava,
Fin concert c'oi orbes Te di.- r nn :
1 Insana ao leu nome, que es ebeia de graca.
Itcnnlil.i cnlre todas, li i-aua, ,, Mana !
A sor pe do ahvsnio leu pe despedace,
As furias |iie domas, botana, Alaria.
o Filhn n.io choras, que houveste un Eterno,
O homem por IHIio Te lica, Marte,
lnvejam-no os anjos pragueja-oo inferno,
Aeatam-uo os mundos, husana, Mana.
Das oh-as Divuus n.io os a mais bella V
Nao fui o no preeo Ten Chrislo, .Mara
lo mesma o reunsle, ndisle Donzella,
fu mesma o salvaste... hosjna, Mara.
') que Eva do males causn percadora,
Sarasle aceitando ser Mai, .i Mara.
E Mil .los lujinanos lornaslc-ta agora :
ti' genlss reunidas, besana, ii Mara,
lo rujo os queijos e mais gneros que eslao cur-
ruplos.
Nao nos podemos furlar a publicaran de eerlas
noiicijs cliegildaa de lllinda, alira de "que o Exm.
Sr. presidente, e govemo geral ronhecam, que
no lim da batburdia nein iodos cslao no casi, de
um premio, como ja cootara. Sin, conlam guisar,
aullar, florear cu-la dos gemidos e dores da hu-
iiiaiiidaJe -em Ihe darcm nina s de d'agua. t) que
fazera e-sis inlluendas propriimenta de (Muida ; o
povo lirada e gomo, e os influentes lapam os nari-
/.,; lecliam os olbos, e quaes aleados e cegns van
a-riliu-1,1.1. r casas pira au verein um cadver, para n.io unvi-
rem. / ma ornla para um dornte I-; depois
que passa o iierroso, tego, oflicio ao Exm. Sr. pre-
sdeme leuho feilo e acnnleridoos pobres esljto
socorridosos huspitaes a beneficencia, etc., ele.
"C~ W ''"' Sn '""^'Ibeiro o que ha de fa-
zer Em Olinda. por exemplo. he ludo e esta cm
ludo o sr. P.is-os. ja como delegado, ja como len-
le coronel, ja como homem de suas patecas, ja co-
mo potencia eteiloral, ji romo o Sr. I'assns. Ora,
em (Huida quera mais no caso de fazer lano bem
aus desvalidos O Sr. Dr. Manoel Jnaqiiim lamben)
he ludo em Ignaras-u, mas nao foge ,1c um di-run-
lu, e era cerra os onvidos sos lenlos da |i,d.re-
'.I o Sr. Dr. Silvinio ja priuri|iia a o irreira do ludo
e merecidamente, o Sr. Dr. Silvinio tem sido hu-
mano e caridoso, mas o Sr. lenle coronel Passos
nao quer lar etpansao ao seu genio hemfazejo, nao
quer ouvir o Beot le facorera dos pobres, s quer
di:<-/>, an menos he o que lodos com quem con-
vertamos em filiada, disseiam, -e bem que niJo fal-
lara mas liaguj.. que ale dizcm, quizeram espaoear
i os coveiros qusndforam receher seu dinheiro F
em fim mis pedirrlRs ao Sr. Passos, que, o ,<., erise
aclual S. S. n.:o pode, ou nao quer, on nao se ani-
ma a exeirer a delegacia. pis-e a oulro, ou pera a
sua ileiniss.io.
Olimla.Sr*. redactores.Estira summamente
penhiiradu pelo acolhimenlo quederama iiiinliacarli-
ulia,embora fusse para experiencia, como Vmc*. dis-
seram. Devo dizer-lhes, qae son inimigo dos negocios
de experiencia, pois que delles sempra resollara feas
carola-, o en lemn-as lano, quanlu os macacoa : la
qnanlo ao erquitilo passe. m-s a (al experiencia he
nina chura la diablica que me fez arder os milos.
Ileixeaaaa ludo issn. vamos a malladada Olinda, va-
mus au meu dever, que lacilamenle onlrahi pelo
agasalho qu.. Vics iterara a ininlia pobre iin-siva.
He anda .i miseria c a pesie cun lodo sen rancor
que sustenta o hus l>raneo poder, sem que a saa
Ventenajara inimigos para embarga-lbe os pa-sos
he anda a falta de cardade de cerlos homens, a
causa de lanas desgragas e de lanas mortes. Moje
pela uianli.i i loi visto no adro da igreja de NnSa Se-
nhora do Amparo um cadver quasi nn e pudre, e
eram duas lluras da larde, quando i bogara a misc-
ravel policia com alguna reeruta, incluso um pobre
homcn doenle de um p. de sorle que anda arrima-
do sobre um burdao pe lindo esnmlas, ,: lambem um
eseravo, que i.n |,r seu tenhor lirado das maos dos
soldados ; nesla occasiAo acbarnm-se as casas desle
lugar cora as pintas lechadas por causa do fe dor que
cvliilava o cadver, c lauto he o delcixo dos homens
ilCSta Ierra, que ainda oslara o cadver no mesino
lugar, s0 o Dr. Itozcndo, que pas,ra na occasiao
nao iiilluis-e. para que dalu losse lirado c roiUuzi-
do para o remilerio ; que deseraea, que falta de hu-
nianida.le .. ludo Uso tenhore, deB-se na cnladc.
(i numero dos mor',us diariaiueule he espantoso,
regul, iempre Vtnte e lanos, e lem lamben) haviUo
mudos de i-ma e lanos ; era, relativamente a po-
pulacao de.la cid ule faz horror a mortandade dia-
na. Oes le que aqu ebegou o coUa-genle, ainda
nao desuifeclou-se urna so casa ; qaaqdo iiorre al-
gnem, s.iho a viclima por nina parla eos vivos por
oulra din loda bagagem, sem midarem mais na
desinfecrao, c isn lom sido um dos grandes males,
lomes un carro fnebre pSia cundncao dos morios,
poreui eslou que durara pouco. prinieiramenle por
nao resistir aos huracos o ln.leiras que ha denlro
da cidade, segrate, por ser negocio que cusa di-
nheiro, e os meninos n.io csl.io disposlos para isso.
( dinheiro que o govemo e os particulares deram
para us pobres, n.io icm apparecdo, ainda continua
ludo em mxslerio, c continuar; ha poneos da-
andav.i urna i'inllirr como nina pefccodoeaSil emeasa;
un dizia, va a ca oulroide bel/rano, onenhnra dessrs henies saiisfez
o pedido .i., pobre mulher, volteado ella para casa
sem rauseguir cou-a alguma.
Qoan lo me pobro sn approxima rasa dessesdes-
humanos, peden des allcslados al do collagtiite,
e com .,o ijram semi..-e victoria ; s a adopidez,
mi a falla de cardade djeconheceni que seja pobre
i homem qu ira; a "r na semblante, e farr.quis
no rorpo ; s descaramente e falla do leinor de
Dos farao que com Micidado >> arranque da pobre-
za aquillo que pira ella lo dado.
Fu espero o signal da obra, espero que Pedro,
! auto, Saneho, .Vartinlu alleg..ndo os seus servios
presentemente queirain dinbero, eommendas, cm-
pregos e o dial,o a qoalro, e en liei de estar de par-
le nndn-inc o gritando, hoja ponesles ,r,e.< dam-
"'''"~: aneirai.....iganar os outros, allegando o
que......lizeram.
Adeos. Dipouha ,!> FuTorzinho.
ion '.i'pf,car,o.Srs. redaclores.Agrade-
cendo o favor que X mes. ma pie-lain, na parle que
me eoirespamle na Irabaihp das desjnfece.es pelo
rro. avisando-me na sua Pagina,lcul
ment do cholera, que por tantos dias o lem privado
de continuara preslar Uto bous serviros a frego-
ste de Sanio Antonio.
OsSrs. raspadores Francisco Leandro do lie-
go, Joaqnim Vital Machado, Antonio Manoel |!e-
rcira Vianna Jnior, Albino do Rego'Machado, lem
sido cuidadosos de oma maneira digna de louvorea
no comprimento de sens devarea na quadra aclual.
Na ra da Praia baalguns ndadaos, que mni-
lo Clcm [coiieorrido para os pobres visinhos se-
rrn pronptamente occorrdos, e essas lio os se-
nhores 'redactor d/>Ao Ignacio |[iio de l.oyola,
Pedro Jos da Cos'tt-rfalo da Silva Campos, a
Domingos liibciro da LiT^is Oliver.i.
Icmos a salisfarcao do cnininunicar ao publico
que se acha concluido o examc da polica sobre as
guias e laiicanieulosdo ccinilcrio, e mo se oncun-
Iron diflerenca alguma. nem o menor vislumbre de
duyida, que podessem fundanienlar os lualos, que
ullimainenlo circularan! nesla cidade. O Sr. Dr.
chefe de polica lerommcndoa ao Sr. Dr. delegado
o examo as casas em vista das nuias. para anida
a<-un Irauquilisar totalmente os que anida cieem
as Iraficaueias cadavricas; igualmente em oflicio
de JU do crrenle o Si. Dr. choro de polica bonig-
namente Iteiidendo as nasaas rellexaet determina I saa cond
que as guias de eiilerramenlos de cholencos alera
de cuntcrcui us nomesdas pessoas fallecidas, neltes
-e insrrcva a eonilirao, calado, pioli-sao. niimern da
rasa, a lodosas demais circunstancias que postara
larilraenlc orientar a policia cm qualquer dlivida a
icspcilo.
Na ma da Solodade, casa n. li>, morrendo a
nli a bre/inlia i-ia no desamparo, e se aseocMadea be-
iii hccnlcs n.io a soecorrerem, se linara a' mingoa.
Na raesina ra, u. .">(>, morrendo um menino,
nao se qoiz dignar a ajudar a condcelo
furto AraU" UW*' ''"" avcr'8aroes em crrae de
Pela subdelegada da freguezia de Santo Antonia,
Joanna Francisca de Paula e Margarida Maria da
Conceicao. por indiciadas em crime de terto.
Pete subdelegara da freguezia da Boa-Viste.
alruano livre de
Ei pela subilelegacia da Iregne/ia d.i Munheca.
pardo Manoel Rodrigues da Cosa, inir deivar lugir
um preso.
Dos guarde a V. Bze. Secretaria da policia de
Pernambiico -JI de maro de llsoli.Illra. eExm.
Sr. eonselheiro Jos lenlo da Cunha e I igueiredo
presdeme da provincia.O chefe de iioliria, /.ir
Carlos de l'aiiu Teixefra.
Illni.
'.'(, anda nao quizeram.
hero
do caivao para o carro a poni" de maltratar, .
gando nos consta, ai lenhoras da casa com pala-
vras, e a n.io ser una |iessna do pnvo n.io-e enllo-
cara o caiio -obre o carro. Ale em puchar cada-
veres ha ousadia cm no-sa Ierra !
Os passeiot do Sr. inspector da Snlcdade lem
reilo ora que hija demora na conducan dos orpos.
Ponsvaamos queja se havia acabado como ne-
gocio de inalanca e deposite de porcos denlro da ci-
dade. Na ra Velha, n
Paciencia.
Ja basemos alguma cousa sobra o modo sacri-
lego a estpido, rom que sio enierra los os cadve-
res na \ arzea. O cadver he laura lo a moa rede :
una corda amarrada a um dos punhos he ligada a
um ou dous cavallos que arrastra pelas estradas,
lamas, podras e locos o- reslos do infeliz cholerico :
depois, quando chega ao remucho, o coveiro bu-a
o pe.ene,, Jo murl c alira-u ao vallado ou cov.
Algueni di;, ,|e llCj
mnria do infeliz um dcluvio de improperios inaudi-
tos, e arrescentam que al dio-lhe com ccele, per-
gunteudc-lhe tafir* oqar a espada .'
Nada, nada, nada absolutamente duvidamus des-
ses homens Ribos esiulio de urna educacao depra-
vada e religiao de selvageus. Quando em um dos
iiospltaes de-u cidade ouvio-se o enlcrnieiro .1...
cubrir de injurias urna misera mulher do mundo,
que agonsava... o que nao diremos dessa gente,
que su de humana lem a crearas. Demais, sao ja
mullas noticias qoe lomos a este respeilo dadas pur
diversas pes-oa-, ou viudas di Varzea, ou lli mo-l
r.idoras, un qae se corresponden rom peaoas da-
quella localidade. Foi preciso que Dees enviaste por
sobre nossas caberas o lerrivel llagclln, que nos ,ii-
zaraa para que os discjlas desseiu urna vez por to-
das copia de si !
So algoera, na trise Intnosa em que nos adia-
mos, p.,,1 direiloa om elogio por servios iire-la los
a huminidadc volada ao infortunio ; nao podemos
ser indiOerente ao dever de pateutoarmus a philan-
Iropia ecaridade do lllm. Sr. lenle coronel|Ma-
nuel Joaqun) do llego c Albuquerque e sua consor-
te a fc.xma. Sra. I). Anua, que transpondo lodos os
pengas, se prestem a soccorrer aos inrel'zes da fre-
guezia dos Allegados, acoulados pelo borrivel llagel-
lo da epidemia reinante, ja com os recursos pecu-
niarios de que iiodem dispor, ja rom medicamentos
que Ibes olterccem. e que ao ministrados pcssoal-
raenle com a cardade propria do dous coracu=s Uto
bem formados !
F, quando o Sr. Reg e Albuquerque e sua se-
nhora assim se preslain com lana abnegaran da si
nos desvalidos, sem que oulro lim leiiham suao de-
licar--c ao reclamo de seus seinellianles ; he noto-
rio que sempre conservou o mesino Sr. nanuella
rreguezia a carne verde a viole patacas, quando os
que lem igual negocio mandavam ulhar a Irinla
patacas arrima !
Nao podemos deixar de igualmente elogiar ao Sr.
francisco Carnciro Machado Ros Jnior, que, leu-
do sid sempre ncansavel era prestar os roelhores
serviros na mesnia rreguezia, nao su acode cora di-
ligencia aos doentes, a quem fomeee o ministra re-
medios, como soceorre-ns rom os recursos de sua
algihcira, lano quanlo he |iossivel caber cm suas
jorras ; e consolando a viuva. ao orphao, ao iiai de
familia emlim, lorna-so ura verdadeiro chrislo:
lummamenle nlll na quadra de Iransc a que nos a-
IL',111,1. lelil: l\f '
Sr.Coraiiiiiiuco a V. S. jiara sen ronhe-
ciraeniocdirerrao que em addilamento as nrdens
ex|,ediilas por esla repartiera acerca da conducrao
e inhumar.io do. cadveres dos chderieos, leiiho
nesla dala rcromincndailo ans subfielcgidos da- fre-
goezias deste cidade que por si c por seus inspecto-
res dedarem as guias que passarem para a dita on-
o, alendo nome da pesso fallecida do cholera
-lado, c profissao, a ra e numero da
rasa do fallecido, e quando a casa nao lenba nume-
ro que lar.uii as prensas udic.ic.Ges da sua localida-
de, afim de que o cocheiro a quem locar a conduc-
cao com fadlidade se dirija a casa designada e certa
em que teuha de reerber o cadver.
Dos guarde a V. S. Serrclaria da pulira de Per-
nambUCO JO de marro de ISjti. lllm. Sr. Dr.
Francisco Bernardo du Carvalho, delegado do pri-
meiro dislrido deste termo.O chele de policia,
/.mi; Carlos de Patea Teiretra.
Nesle .enlidose olliciouse aos qualro subdelega-
dos das fregiiezias desla cidade.
lllm. Sr.leudo nesla dala rccominendailo u de-
legara e subdelegaras desla cidade que por si c pelas
inspecteresdeqnarteiraa, dedarem as guias para
Coniliicr.ii) dos cadveres dos cholencos ao cerailerio,
alem dn nome da petaos fallecida, sua condieco. es-
lado c profissao, i ra c numero da casa do fallecido
c quando a casa nao liver numero, que faram as
precisas indii-acGcs da sua localidade, afim de que o
co, hero a quc.ni locar a conduccao se dirija com fa-
cihdadc a casa designada e cerla cm que lenha de
receber o calaver, assim o ominunio a V. S. para
en coohecimento e rom o lim de preveni-te de qae
nasretecOes des bitos que diariamente V. S. remel-
le a roinmissan de hvgiene publica, devera fazer as
mesillas declmenos que veuho de indicar.
Heos guarde a V. S. Scrrrlaria da policia de Pcr-
nanibuco 2') de marco de 1836.lllm. Sr. Manuel
l.uiz Virios, administrador docemilerio publico.__
O chefe de indicia, l.uiz Carlos ac /'aira Teiaxira.
chamos reduz
Alem de ac Isroicas constantemente pralica-
das por pqu ioyji disliurlo, he digna de coc-
etai mcns.10 a qae jiratTcno na occasiao d'ora incet,-
dio h.ivido no lugar denominado Caluca' por
que leudo ardido nina ea-a a' noile, nao sG elle fez
M maiores .lihg-ncns pira que o fogo nJo ommu-
nicasseas casaladjacenles, com, lambem irabalhou
om a desirva e pericia lo arlilire, dando exemplo
le enragein aquellos que o ajudaraui para conseguir,
como consegu.) em pouco, a exlincco do i.ii-n-
din ; levando omsigo os habitantes das ruinas pa
una rasa de sua propriedade, aoode os agazallmu e
ror.ieceu Ibes recursos com aquella generosidade
somenle propria de ama grandeza Palma a loda
Serviros (,lo imporlaiilcs merecen cerlamenle a
consideracaa publica.
Sra. redactores da Pagina .-iculsa.Vendo
lineado no Piano de 21) dn correule
espiilms.e Benedutio tlitu qui apparmt ni ruin,
l.ogo a benrao de Jo.o derorria da {arca, ou por.....
.Ira, vinha do mrito dos espiados cravados na cabera
,i -i, i i. i' """," ,,or ,S l,e,l,cl""la' d" nazareno. Mas com Jess Chrislo ralo lera ue-
> e Claudino. por brisa. ] cessidade de ser abepcpido, p,,,s que elle o he eter-
namente, como fonle de loda a bem ao, he evidente
que a mesina beurao deseco de sua cibera sabr nos,
que somos seus rmeos ; c assim realison-se igual-
mente essa outra prophecia de Jacob : ,. I ol- as
narcs da Ierra sern nbenoailas nessa cabera divi-
na indignamente Iraspaasada de ludas as parles. ;l:l
lienedieentur in eo oiitne. iiilius terne.
Oh! bondade do pai celeslial, que escolheu i ca-
bera deseo lilho muito amado para nella sleriolypar
o sello do nossa maldir.in esterilidade, couvertendo-a
em urna fonie de reeondidade e de bencao para nos!
Oh I amor unmenso de Jess Chrislo, que cun-enlio
era ser cruelmente traspasado pelos espudios das nos-
sas iniquidades, alim de fazer manar sobre mis esa
unrao celeste de graca e de salvaran, que operou e
opera continuamente cm nossas afinas lanos e lan-
os prodigios !
Porquaulo, essa unido divina nos lerna fecundo-
para o bem, e cura a esterilidade do no-so espirite e
do nosso curaca : ella converte o seu sueco envene-
nado e amargo cm urna reiva preciosa que faz. ger-
minar na nossa alma as plantel salulares dos pen-a-
mentos mais santo-, e os inicios delicadas de lodos
as boas obras. Cuiiduz o nosso espirite a saborear
as delicias que resolten da noasa hnmildade dame
de Heos; conduz a pensar sempre om Dos, a me-
ditar n.is grandezas e ni buida le de Heos; e reduz
u nosso roracao, lao endurecido, a ser sensivel aos
allralivos da graca, eoeher-se los santos Iranspor-
les do amor de Dos, e a diflondr-seera obras de ca-
rdade para rom o prximo. Emlim, essa unrao di-
vina mis faz mudar de n dureza a de ndole, pois |ue
por virlude sua. a oliveira selv.igein une em mis a
verdadeira oliveira ; o smenlo eatfril a' vinha pro-
ducliva ; e que por ora pro ligio eslapendo, pode-
mos colher fraetns deliciosos da ligaeira maldila. ro-
sas perfumadas de um sanio amor dea carcas esteren,
e uvas vcrmrlhas do |iaraizo da vinha celeste. As-
sim complelou-se .a feliz profera que nos promelle,
que quando approuvcr ao Scnlior fazer descer do sua
rabera sobre mis a anclo divina de suas henean a
Ierra da no-sa alma prodozira os truel.....nis raros
abundantes. Domiuu* dabt bentgnilalem ci trra
no'tra dahtf frnctwn kuhih.
Mas ooirn myslerio n',, menos preciosa o Senhnr
realisoa cm su.i misericordia, quando permitlio que
os saldados arrbala los de ceg furor joiitessem a
t\ia< iunomiliias o trapo de purpura que Ihe lauca-
rain sobre os hombros, llenis de o h ivrrera despoja-
do de seus hbitos. Isaas em suas vises vira o Hes-
ites coberlo dessa maulo de approbrio, e exclama,
(lirigiiulo ss a elle: Senuor, porgue vos vejo enta-
llad nessa vestimenta encarnada '.' E |i ir que os vos-
sos hbitos se assemelliaiu ao. vinhalelros que n.-.ii-
(am as uvas o as expremem no lagar -.'n E o Seniur
Ihe rospondeu: no sangue dos homens cabio sobre
mira, e os meiis vestidos licaram manchados.
(ra, para coinprehendcr o -culi.lo deste raspada,
he necesario recordar que o verbo cierno, logo que
sub aos ceos c ao seio de seu pai, no raeio do es-
plendor dos sanios, nao leve oulro vestido que a di-
vina luz de sua gloria ; c que csse vestido divino,
sempre branco e sempre puro, nao pedia ser locado
de nenhuma nodos. Foi por islo que o Senhnr ten-
do querido dar a seus discpulos sobre o- i babor lima
imagem da glora que o cerra em qualidudc de lilho
de Dos, apresenlni-se-lhes com o semblante que
resplandeca como a oz do sol, e com o vestido, cu-
ja candara deslumbr.ua romo a nev .Malh. 17 :
ni is fazendo-se homem, elle revestio sobre a Ierra a
nossa carne mortal e enferma, c essa veslimcnla cor-
paral c terrestre pode receber sobre si os dcITcilos
exteriores, que o lizeram parecer inmundo aosolhos
dos homens, posto que nada Ihe podesse alterar a sua
pureza interior. A saber: em qualidade de hornera
elleloraou sobre sua bamanidade as manchas de
sangue que Ihe imprimirn os nassas prcidos; em-
qiianto que em qualidade de hie de Dos n.io pote-
ra consentir que ellas se itnprimiasem em seu maulo
do gloria. Assim, o lampo de purpura deque elle
se deixa cnbnr le urna maneira lao insnlloasa para
a sua divina pessoa he o simbalo da vergonha e I
pudor, que deviain derramar-se sobre a fronle dos
homens, por causa dos peccadoa que haviam rommet-
lido e que conliuuam a commeller por seu laxo des-
enfreado e por sua vaidade escandalosa. Mas
vesliudo-se de urna dc-lionra que cm realidale u
poda feri-lo, Jess a e.piou, a extingui, a-seguran i
do-nos o perdau lella; assim como den-nos a graca
de pdennos renunciar ao luxo e ..s porap.s v.ia<,*e
la amar a siraplicidade e a rao leslia em no lidos; den-nos lambem o sincero desej le ataviar o
nosso corpo dos ornamenlo- precioso de seu ahali-
menlo e de seu pudor sobre a Ierra, alim de o reves-
tir um dia no ceo da britlianle claridade de seu cor-
po glorioso.
Mas o que diremos mis da caima idiculi que Jeras
consenlio que Ihe pozeasera cm toas raaos? Ah ella
reprsenla nossa fragilidade e nasaa inconstancia,
como os e-pinhos representara a no-sa eslerilidade :
pola que Jatos Chrislo qoiz espiar iwr nos eates vi
os diversos._ _. -
Neiihuin oulro smbolo como a caima, planta ouca
us voeahitur. B nolai bem qoe Moyaa accreacen-1 Dona, ajtte aaaaV eaaraaifjt aa niiom nrcmi di
la a'beoi;5o de Jacob eslas outras p dnvras: nA bcu-, rrueldade do- hiiniens em inri >. o mais vII
cao daquelle que appirrreu na carca, no raeio dos para sua -anlilcarao c salvarao Oh po-ler d- tata
M.ll'l'.l demoiisiraliin do mocimenlo dn hospital
de caridad de .Votta Stnhora do Itera-
ment da cidade do Recife de V, amela
imite a ineia noite de IS de mano Je 1836.
O s = . i
Sc. IS, .3 ES :; b. <3
~7T """ G <-
Jx Homens < 7
Mullieres i :[ > 0 :t
u
7. Total. 17 \2 ii H in
ObtereacSen etpeciaci.
lalleccu I nove horas depois, 1 tez horas depois,
I doze horas depois, I dote erada horas depois, 2
Viole e duas horas depois, I viute e Ires horas depois,
I elocuente e nove horas lepois la enlrada.
Oosercarodi gentes.
lodos estes enfermos sollreram do cholera.
forran socorridos em suas casas, durante es-e es-
pao de tempo :(l diolericos, a saber: com receila c
medicameutos J!, com receila, mdicamente e rou-
pa ..
Dos diolericos que sahirain forain soccorridos !l
com :tj cada un para as respectivas lelas.
Foi recibido no corredor do hospital em alado
de complete embriaguez un individuo, que depois de
tornar ao seu perfeito juizo, retirou-se. O medico
era servico, Dr. Maduro.
iteceliemns a cari,, do nosso correspondente do Li-
inoeiro, com dala de |S do correule, e lella consta
que a villa continua Itere los estragos da epidemia,
ao passn que os oulros pontos da comarca ainda
soJTrem mais u menos.
As noticias receidas deTimbanbt, perienconle
comarca de (ioianna, sao muilo Irislcs. Mais da ter-
ca parle dos moradores daquella povoaro ja nao et-
islc, ese acha malla genio lenle c "sem recursos,
pois que ni i ha quera ministre soccorros.
Em lioiaiininha haviam fallecido o cadete Silvino,
qualro soldados lo dedacamonto, e 150 p*ssoas,
das quacs eram residentes naquclle luaar, e o
retanle so lilllia refugiado all, viudo de oulras
parles.
Jemos visto I* -. da Rio le III, da Babia de
II e de Macelo da i lu crvenle.
Ilavia dictado u le a fragata d? guerra I). I:a-
liet de volla de sua Vitgem de inslruccao ao Cabo da
Uua-Esperanra locando em Sania Helena no regres-
so ; gastn ^'.l a :!( das na ida e J(i na volla.
Por decreto de 2. le Janeiro prximo pastado foi
agraciado com o titulo le ceuselho o chefe Ue es-
quadra Anlpnle Pedro de Carvalho.
O Sr. morque* do Paran foi agraciado por S. -M.
I-. cora a ijtlti-cruz da orden) da Coceijao.
Por decreto de !:> do pissa.lo foram concedidas as
honras de grande lo imperio o Sr. visconde de Ca-
mamii.
S. M. o Imperador houve por bem agraciar rom o
mulo de b-r.iodeajmdu uor. Ignacio Antonio de
sobre os ruiarnes dos homens, poisqoe os l.*rM
reconh-rer era Jesu. Chrisi,, nroa.lo d rs|Ha. ..
verdadi-im Satesale,.. wdaluia re etaajbta te un.
aureola de gloria I Vanee, pois, tiih... .la verdadei-
ra Siao, vinde inhulai -Ihe as huraenagru. da v.,-a
fe, do vanas riraahmaunu, v0 amu, i, ,
adorai ele ni\-Itrio ile|,-i,> ,n corara. qi-
dlc fez descer ubre na para n. elevar r orar ans
cleriiaiiienle a si na patria cdrslid, lode .esesionh.^
scrao llores, os Uraaialst g..z..,, x ap,Nl l.arm-
inas. e as amargura-do calvario, consola?.***, leti-
cias <: suavidades l-.gredimnu. f,t\., >i'.. ,>.
te rcqem...
Paraplicse ,t Pailre Ventwa
l'uito de Cmmpo'.
(I pairAo DO I.IHFRAI.. E A SI \ c\l li\
Oo.indo i l'm: IriMixe a lume as nu.ella. d |-rt
uieiio inoralistidor desla boa Ierra, mais de um ..-
r.r.io sensivel eslreraeceu de -u-lo. pretagianda a
orle ufan-la que devrria pesar obre os redactoros
daquella folha. Aggcedir enm lamanlia dr/a .,
chefe de urna coiiiinunliao pollina que abrange a
lolalidade da papelete pernambucana, era etritar
ama ronilagrarogeral, era provocar as iras, pragax
e in^l lires de um povo inlciro. (I liso, ruin ellei-
Io. era mu serio.
Pe civ.illeiro- apresentaram se em campo, c fr-
uiarain co.....Ilio.... Nesle p.inlo h sobresalta .red-
broo... Parecia que nina represalia Imnivel, sao-
grcnla, dc-e se record enl.io dos horrle- ptaliatdat pdo cele-
bre Cn lizmente parean, um moiueuiu depoi-, |t se poda
respir.tr lvremanla, o a fbula featsaaa /nr tunen.
era o rhavn que la 11, a- horcas n ;.elin ora r.-
Irondos.i gargalhada...
I. na verdade o caso lilil. mais le /''/ que da
lgubre. A allilode los ravalleiro- aro grave; *u
que fusse beilicosa, na i bavia uiugu*ra queadis-tH-
se. Files viiihirasiinplesmenl suppticar ao paira*
que nao se deilaf-e perder, ou que a. reos-*
adiaste a sua vioganra tremenda para depon da
lempo |uare.inal Ouem ll p-ns.rij :.. Caneas
apparencias age t vetes engaosa.;!.
Mas no lim das Cantal, o que procurara -aber aa
curiosos he a raz.io por que pairan do Ijhernl.
s-ndo o ehe/c de mu an-auh ,,i|u qqe abrase ,
provincia inleira. a leve d': naaaamt qoe Hte pa-
essem na rauda, suavisan I,-Ihe as atatsaaoj r,.m
que o lirlitraram '..
Eque /igure, q,ie -i o- ,!: pilruno- '
A que se redonram as gl,.na> de um partid .
I-.I s,e irar.'il gloria mnndt !.
E anida llavera'ah quera s atreva a dizei que ,,
paireo he ura mrvo aeompaiihad'j '.' !
No da 19 do earrdite paisavt pete ra Imperial
mu cao, que era perseguido por algumas pessoas, 0
que segundo lodoa os indicios se achava atacado
c
-------. ..v ... ,,,,, i ... ... ..... ,|o
...iiropitobiaeao pas-ar cm frente da porla du Sr
1 razeres entrn esc oceultou dobaixo le um hamo
que eslava i. um corredor eslreilo perlo do qnal so
achivanm mean. de dous anuos lilho do Sr. Pra-
zere*. ira, qual seria o pai, que ao ver sen hi.,
prximo a ser mordido par um cao damnado, nac
procuraste p- lodos os meins cvliir um i roerte ccr-
a, nao procuraste salvar casa innocente crianea ?
Uego..,sva,ra,l.. voido a grandeza do pjrigo. oSr.
Ama... laura lilao |e um,, arma que linha carrega-
do ei,z.|,oiaria a cao que so achava encostado a1
i jarcie do orredor ; no momento em
disparou ar-iimula-sc na i
que a
a grande pori
arma
le
ro lo Freilas loi, por haver pedido, reformado no
polo de chele de esquadra.
Foi condecorado com acomenda da orlera da
llosa o Sr. Manoel lioncalves Perert.
(Sr. Francisca Xavier Bomtempo, oficial maior
da secretaria de ciado los negocios da marmita, foi
agraciado por S. M. o Imperador com o Ululo do
conselho.
Foram nomeados:
O Dr. Jaime Silvestre Dariiuu lo,se,uiiilo cirurgi.io
do corpo de sande da armada.
O eapil.ij de cugeiih. iros Jo.in de Souza Mello e
Alvim, delegado das ierras publica-, era Santo Ca-
marina : o capilio de ditos, Francisco Jos de Frei-
las, insperlor; Andrtiodo} Jnior,ollicial; c llen-
rique Julio de .Mello Alvin, amanuense.
Na Babia eran Jii raras os caaos de cholera, mas
ios
SAIADO SAMO.
./Ilchtia, illeiuta. Allelnta, llrlum.
Horte e >.>pultado o liumem da d-'-res Jesos-Chiis-
(o, no dia seguinle le madrugada, quando ainda a"
luz .omecava a rompci, parliram Mana Magda.-
na, .Maria, mai de Jacob o menor, c Saln-, cota
aromas, j cliegaram ao sepulchro para emhiisama-
rcm o rorpo .lo Jess Uiristo. Somenle as |n>fJan>
va pelo caminho, a grandeza da podra pie era for-
;oso atredar; porcm |iiand.> liegaram, arharam-
na arrcdaila, que um anjo de mulante tere neva-
das roupas desvara do co, e derrabando a pedia,
obre ella eslava senlaJo, de ruja preseaca, ,.- do
grande tremor de Ierra que sohreveio, seanodron-
laram tamo os soldados de scntinella ao sepulchro,
-JIM cahiram romo morios ; de sorle que diegada-
as sanias raulheres, nem guardas, nem peaattV
impedio de entrar : mas assombrou-as, entrando,
nao verera denlro o corpo de Jess Cliristo.
A Magilalana corre logo aos Apos^uios, e a Pe-
dro e Jo.io |iiu eocontrou disse : levaram-aaa
meu senlior, e nao sei onde o pozeram Tulcrunt
ilaminuai dt monumento, el naci no* laaaaante-
ritul cum. A vista disto acodera, rlicgara ao
re.! iponumenlo, e Joa pie chegou piimeiro aliaixao-
lo-sa, mas noenlranjo, vio por trra os leacoes,
e l'iidro que clh.vou c entrn vio os lenrues e snda-
rio -om que cubrirn o rosto do Senhr, dobrad,
e posto de parte: o mesmo va depois Joao que eo-
iroo, e assentaram com Magdalena, aanj tinhan
levado o rorpo. porque ignoravam o que a .-- lura e Jisus-irisio Ibes repeli Unto-.pie iwres-
silava que ressuscitasse dos morios.\ oluram as-
sim lodos, c Cedro pelo raminho admirara aaW
ntaneira lodas oslas rousas.
-Magdalena s licou chorando inquieta e indina-
da para seimb' onjc rju lous anjos ytsl'4- -
Icliranrj, ,.o ,,,.ar eui i,.,e aaajvjBji o corpa te
Jess, os quaes Ihe pu-gunlarain por-jue rhorava.
Levaram-uu: diz ella, o meu lonja, aio sai onde
puzeram, c di/endu isto olhou para Ira/, o vio uta ho-
rnera era Irajoa de Imrlelo que llu; disse : nnlhcr
de que choras e |ior quem procuras <)' Senhnr,
responde ella, s s tu quem daqui o lirou, diza-n'
onde puzzle a leva-lo-lici. l>om.ne si (iistmlm,
cum, diuto int/i. ubi potutsli ntm. el etm emm
lollam.
Deu-Se tnbio o &:nbor a conlieier, '-intindu a
pelo seu nome, ./u-if ei Jrmm, Maria '. Bla ett-
lao oxrlaniou fabboni que quer dizer meu mestre.
oo Sr. Me disse : nao me loques que wnda nao'
sub a mea pai noren) ra a meiis irmaos ( os
apostlos J c liz-lbes que eu vou subir meu e
voso pai, meu Dos, r. vosso Dn,
Oj apstelos eslavam mui.*ralrisudns e allliriu-
quando ella Ibes romoii que linha visto o Sr. ; <-
rreram.
fraral, movel e ligeira poda mellior exprimir, diz
Orgenes, a nossa grandeza imaginaria ueste muudo.
grandeza fugiliva qual a sombra: a'sim como a nan-
sa vaidade ridicula, a musa vrtodede empreslimo.
a nossa sciencia, rica le palavras e pobre de erudi -
cao. e mais que ludo chimenea, cheia leorgalbor
despula le solidez. Sim: he sobreesla pobre cana
da grandeza do secute e da sciencte puramente ha-
mana, antes frucio do delirio do que da razo dos
plulosophos que os homens se apouo ; cc-la canoa
impotente para sanenla-lot, quebrando-te era suas
maos, os feria e ilmava-os rahir tu tremadal de to-
dos os vicios c no abysmo de loilos os erro- Por-
quaulo a falsa sabedora alliadafcom a pro com a ronlianra em si nie-mo, e com oorgulho sobre
que se fiuidavam os nossos pjs gemios antes de se
converlereniao chrittianismo, na faziam senio tor-
nar mais espessas as nos-as IreVM, em vez de lis-i-
pa-las ; se nao augmenlar nossos vicios, em vez de
o- curar,
todava, Jess Chrislo nao somenle recebe a cali-
na em suas maos divinas, mas eoBtenla que dclla se
sirvam para revolver o calcar cada vez mais s espo- va nue ellos n
hos em sua cabera, Iransforma^do-.e para elle em um I 1 n, ,,
Inslromento de novas dores. Elle nos raoslra om Hta miilh..iv- rompanhcira- de MafjialaM rali
jue desde o msl nlc en que Ad.io ousou querer lor- -" "a mesilla angustia [lor nj0 ,-,chareni n
Itecife
. ten .tumor
I de marro de 1856.
Sr. Dativo, Smr. porque nao quer dar
ve de sua casa da rus bis (iuararapes, para ser des-
nivelada .' V..II11-1 Heos. Sr. Dalivo.
Srs. redaclores da Pagina Acuita. O abaixo a-
sr.-nadn cnsul americno, n.io olKlante achar-se
doentede cama nflo |muIo contcnlir que paste desa-
perrebido rtiuo que boje apparecen no IHirio,
-idi a epigraphe Pagina Acuita: aleseutelligencia a
qual se allude. fui mu aconleeimeilto mui simples
no qual meo lillm nrnhuma parte leve nem pessoa
alguma da minha familia.
A allerrarao leve lugar entre o meu holieiro c ou-
lro individuo na r-ia; origiuo.i se de seu- proprios ne-
gocios, c 11II111011--0 por ellcs inesinos. Eu 11.10 a-
vanco minha opil.i.lo soh qnal leve ramio visto
qae as autoridades san as competentes para decidir
1 quedan.
O fado de 1 c o individuo meu criado, nada pro-
va quer le una, quer de oulra maneira. pur .pie nao
dtsecnlou la le.
Porque nao he elle preso, e proeettado pe 1 r mi
plente tribunal I) niio seria isso mais honesto, do
que publicar um arliiro calculado a fazer recahir o
ile-rredilo-nl, urna fimili.cnja maioi ambir .0 hed-
ejara deirrm em paz !
O individmi renlinna o meo tervieo, se aquellos
pie liyerem o direiin de roetema-lo sera enlregoe :
pois elle mine 1 i nem ser..' ..rodado pralirando o
mal.
l'-mq naln ;in mus .[ artiga por fados anligosc
ora por adnle reproduzco, tei raen lilho locho,
smente jostihcndo no I. raso.com as deeisas dea
Miras, sr. iiis).....toraa da albiidcga e con-ulado; e
era ultimo f.u mn acontecimenlo de momento, a que
urna pessoa m rallada nem sempre pode sublrahir-se;
ra.ia mu que decida conscienciosamer.te como qui-
zar. '
Kerifede Pernamburo pide marco le IkV;.
Ir 111. I.ill, y.
Cooaal americano.
Parque o Sr. Marn.....1.. Borj.-i <"..-r.t I -.'
auento de leil.iis com annazira na ma do (JMIegio
11. ti, nao poe em exorne,-,,, -,,. annancios de
elides do beneficencia Notamos, que por ora s
temos de apreciar a boa vonlade do Sr. Marcolno,
quanlo a llieoria.
Ilesrjanos, que quanlo antes 0 dislncte Sr.
Dr. Domado te re.labeler.i do folie accommef.i-
pro.luzdo a publicacao feila na Vagina.
\ mes. obligaran summamente aos abaixo
'- dos, dando puhiicida.ie ao q.,o lica dit
" de marco de I
neslo Uetquite Falcao.JoSo Fe
Joaquim l.uiz dosSaMotV||a-.Verde
do Amaral.Hdetonso dos Ueis lio
llorciilnio 1lcjr01fr.il.
A defezate bem quejaste nAo desiruc
c por conseguinle ,1 noticia que dem 1. S
vcrdaileirainenls
"""--' semelhanle i Dos, oorgulho de sena Milus
subi lao alio que conccherain o projerlo le o al.ir-
men 1 iran, renegando sua patavra e contestando sua
anloridade: mas lomando em suas raaos essesvm-
holo da nossa fragilidade, o Senlior segnroa a da tal
maneira que aquelle que ere e confia nclie. liz S.
Ambrosio, ja nao he ama dehil caima agitada pelos
venios das mas doulrinas e las paixea hediondas :
elle adquire a conVic;.io da fe e di I erra da graca.
que deriva dos solTriuicnlos de Jess Chritlo. Origi-
nes accrescenla depois que Jess t:hri-l. recebende
a caima le nossas in.ios,oiiverleu-a no lenho de sua
cruz, e reveslidii a nossi flaqueza, nos coinmunieou
-11a ni lude, afim de que postamos Iriuuipliar de.....
meamos. r;m |UMruo r,agj| apoio da nossa propria
lorra, que mo impedira que perecesemos, elle enl-
locan em nossas raaos o sceplro le seo iciuo cdcsle.a
vara miraculesa le seu poder divino, nica que pu-
de sustentar-nos nos caiinulios. 1 j juste; 1 chrislaa.
I'r-nos na posse lo reino de Dos.
Couseqneolemente
supulcltro o corpo de Jesns Uirislo, mais anda
iru-ndo virara diante de si dous maned-os de te-
fiilgenles vestiduras os mesmos dous anjos que
vira a Magdalena ) que vondo-as espavoridas e cra-
vados no rie os olbos. ll.es taaetMI porque bus-
eis entra os morios o O/mvm Iniscais Jess Na-
zareno a ipu-m crunticaram n:iu esta m, >,
tenais ; cmno o linha dito, re--iiscilro-. lasmbrai-
ra que estando em falilea vos diste importa -pie
< Hlli do homem seja entr.-u-,- n.is 111 .os dos Ba
ailores, para o rrui ilicarem, .-ao lereeiro dia res-
surgira.\ in.le. e ved.- o lugar onde foi posto, c
prompias ido dizer aos disapulos e a Pedro qu.-
elle ressiisrilou ; e ll.c lisscram mais que Jetos
Chrislo serta .mies .pie ellas cml'.alika, Onlo .
Ivenam -..nio llu.-s proinott.'-ra. I.og.i .pie das se
e-u- t'.liristu receba e-la canna lembrarara da nroincssa, e a nova da ressu,,
de ignominia para tornar mais forte o nvenclvc-' '-.....
lencenl
menlos.
Eslavam a pul
inedcos
aquelles que essa plaa ivmoolisa. Ni, seraelhau-
les caima,soraoa flcxive'is, frugci-, ligeiro- ein-on-
lanos.
Possoimos um corajilo vaidoso, ermo de mrito,
de seiilimeulos virtuosos; mas o Salvador loini-n
em soaj maos e naa enche de gr.ir.
, aialmou-so o lotror que os anjos Ihe causaiara.
j liiratn ,1o manumeuto is -antas -fanJeanaa pm
! dar aos apostlos parle ,1o que viram eis aajaj Je
[sus as sania, c transportadas de alegra e as-ion-
I bra s.- rhegan a betjar-nV os pris e adora-loKj.
naos e naa enche de arara ; lerraraa sobra i ,, 4 "" "" auoi-i-'oiai
nusas li:/cs do Sanio Espirite n,.s dula dejim ro-1 lein:"s- "-'s disse o Sr i.le dizer a meus irmin-
para esla provincia, do lo, os .ai; 10 geni-roso e trjdjajc ni. conrc|ii;o-.-s do bem; 11** vo a (ialili'-a que la rae veri* __.Xeilllr time
.. -----------.....,...., a lito. -1....... -" ".">.. 1.1, ..> i.iu, os .;-.1-----.------_
llu, Imperial u, de marro de ISM.-r..idos Fr- ,'"* '"'i,Mll,|r"!'. '"''"' Damao, patacho Dhtliac '""o '"* i;>marawre*re-i,,-. ,.iu ... ,,ire; id,,-, o- re, ile mentale Iratribus iwit ut cami.. CUt
rrcir 1 T,r '" oten, o eaeona Xelloza //; da Haba, sumara bra- l'-l ,|'- allronter 11 ... ,.i..,...i...............
nena lavares. .-,iir. il.t..,*..~:.. ,u, l;n;...,i
Josti Mara
mes.Manuel
slcira llortencla.
4oK
O l,|. 1,1
nliuios
um mi sinislro, c leuios, qoe em
vtotadascircnmstenciaa atenuantes o Sr. Prazeres
sera lavorecido pe|H juslifa. Fazemos votes para
que nao-,, os .lenles juslilqu.-in o Sr. Prazeres
no^ralteVio^eridos! ''""""'" l,enlsnamenl8
aitvSl,,,'*, ,l'1 l"'ri,' dl "ll,!ll,', r<-!
enire-j das caites a tornees vralos do s,,i pelo vapor
< "" e dahi a ura, hora constou-nos,,e ocom-
. .uidaute exigi dr, crrete as malas as ires horas ,1
(arde, e de laclo assim as fez alr
que. hiuvpsse lempo demlnrr.'
o-.
i' ls lamente, sera
.. muilas colisas que
Mvam preparadas, principalmente alguns medica-
mentos para a pn(Blba ,,, Gn,..... ,, y
le, o no enlrelanlo n.7o sabio o vapor......e dia, e ain-
lionlcn de in:,!,:-,, ,..,,,,., n|ereclina I na-, aguas
.10 i, o.qu,.,,-., par,., pn. ,,..,. airopelos! oque
raz 1 companlu. mal. des mi menos .\e, huras i"{_
"JhidtT lrre-"""*''^l'-;: A popular.!., onia ron)
.1 saluda do vapor no da -egumle ao da entrada o
indo qoanlo fordi-allera-la he nao.
Iiido". 1. it!'1'"'1." V9por "' "'"'" <"" havia sa-
l"- t" l5?f' 'Mn ,!" ''.....''" ''""'
ciiegou .1 Baha l: horas lepois des
Macei- '
all
P
eos Iri-
I Acjnrnalisla compete apanlar os fac
liiui.ics poni-loa
. -. I,"""s ......' interesse na descrdito da familia
ao v. contal Americano, que nos prstanos a 1111-
iilu-ai ; -suas r. Ilcvis om .lefoza do .111.1 pur tantas
pesso.ssisu.las loi presenciado : he porem este .. no-
vo modo de pensar por qae -., queremos. c profes-
saniosjii.liri, e iuip.iirialidn,lo.
I, Iteproilusimos esses fados par., que n publico
"besseqoecosteiro que faz ura. faz um cenia.
na 11. /.-.
\-,em i li., L '' ""^i', "pP"ls "esl"i I'"411 em
lacen. Ires hora,antee da sal......lo /',, que
h( eslava tandeado, aohagvam juntos ao nosso
Ale amanhia (se nao morrer .
nEP. . Parle do da II! do marco.
Illra. e l-.xin. >..|,ev ao conheriuiento de V.
BZC. que ,n .Inicenles parliripsnies boje rece-
ludas nesla repaNleao, coma que se deram as se-
giliules ncciirrencia :
Foram presos : pela subaldegaria da freguezia de
>a.ilo Antonio... |,ar,li, .:,,, ,|u Dos Ivifrazio. por
uifrarcio do potluratmnnicipaet. I
*. pela sub lelegacia da freguezia da Varzea, Ma-
nuel Izulro, por desorden)
Dos guarde a V. Ezc. Secolaria da policia de
lemamliuco I9damarco de ISMi.-ni:,,. e Exm.
sr. eonselheiro Josa Benlo daOanha a ligueired,..
siilenlc da provinciaO chele do polica, l.uiz
III 1.1,1
Hospital .1
fallecen I.
Hospital de S. .lis
v.il.-ccnri.
IM IHICIIOLERA-MOKKI S.
C.arn., T doeulcs em iralamenio c
9 era Iralamenio e I cm con-
Ilesaui 1 da mortalidade.
Mortalidade do (lia O al as Choras da larde.'.!.
Homens-JOmulherea 9prvulos ,*.
Total da mortalidade al o da Oi\\,
llomons l-KImulheres I77prvulos _"-.
Kecife 20de marro de isii;.
No hospital de Nossa Senhura dn I.ivr.inu-iiio do dia
IS a 19 ctisliaui fl doenle-. 7 homen-e .1 iniilhe-
res; ratearan "., :.lo sean mascolino e u .1.. fimini-
11.1 ; sabio enredo I hoinem a morrer.....-2 homens,
r I mnlher, e osi.iu em Iralamenio II, 1 homens e i
mnllierix.
Oa II ...1 lu pilal ,11 ru d. tarara to rerolhldo
I tiomem ; saliiram rurailos i I.....tense I mulher e
seliam-se.....Iralamenio lu, :. homens .- :, inulhere;,
Ion,lo falterid.i | mulher.
Da l'I. Acbai.i-s...... hospital do ilariu 1 s doen-
tes cm Iratamniiif.
ntar fod* os ohslaculos, le vencer lo
das as dillieiil lados ede pod rmosdiz-r .11111 S. Paii-
. lo: .. cu posto lodo en Jess Christo e por Jetes
1 Chrislo que me robora purili .. ,,,,., o.-ov
11' corroborante me Chritlo.
Se nos precipitemos de soa grara, lornam........le
rep rale canoas frascis.c apios pan ullraja-lo e oll.-n-
lio-lo: be esta toda a uossa habili.larie ; 1 ni o no-o
saber Sceptros de gloria, objectos de romp iceucla,
mmenlos de eslabilidade e de torca tspinloal, cm
I qnanlo nos conservamos cm sua grao; maesa fal-
see moa cm nossas cogitarnos, valamos sem demora
ao nosso anligo eslado, 11 nossa lemendade primili-
uiiuna capazas tmente de
I 11 amo-nos
em
de ofloii adate e|'
Carla de Palca Tetxetra
20
inm.eEtn.Sr.-Le-.ao coi......lmenlo le V.
fcxc. que das difiranles parlicpacors hoja recebidas
nesla reparlic.io c,,s|a ,,,,.. M deram as tegninlH
occurrencias:
Foram presos : a minha ordem, Manoel da Fonse-
ItesHmn
Uorlalidada .1.. da _'l
lloinens ;! --- n,
Total da mortalidad"
11 mortalidade,
,| as ti boi is da lardel.'i.
Hieres Ji prvulos II.
te hoje >i -j,7si.
Homens (VImullieres I1)7 prvulos 19,
Recite -JI de marro de 18-Vi.
A commissi teli-.gieiie publica interina.
Iir-, So Perrtra, presidente.
i irmo Xacier, secretario.
/. Poggi, adjuncle.
i^oini.utiV.iOov.
UKi.iiiiAir.
I id',' Sio,,.... ndete regen,..
{t'.onlimiaritii do n. antecedente.]
Jacob ley. seguramente (liante dos ollios esse mys-
lerio, quando abenroou sen lillm Jos; edepon
lloysea lambem n previo, quando repeli a mesma
I -lino- : e A be1
Ya
ulnas de ruina, e objecto
il insulto paia Heos.
\--im. po,s, o meu arinvel Jess. 3 minha sorl
cate em veasas maos; a minhn otrseveranra eralva-
r.io dependem de vi'15. Ah sede o meu esc uo ron
ira a minha propria fragilidade ; nao ra* ddxes es.
correear nos ramiobos da iniqnidade. Felizea as al-
mas liis que-i guardadas par vosa pr.de. rio' Fi-
las n. servirn le pieza an inferno quTii.ln ps
reeerem morrer aos olho do mundo....... repoosai
no seio da cierna mniensidale.
Concillamos. A .....ade-ca insolenta a pretorio
junten aludos os nllrages. nrniieali I .brillo, asmis irrisoria- adrame, c llonieilagena
r.,l.:u,do-o .te vates eovacea ridicnlas. como -e'
pr.-ilicari.-i rom un rei de ihcatro. Ora, tubmellen-
iio- alte ai insultos dirigidos contra a sua pessoa,
a -na realeza e rotura a sua divindade,o Sal-
expioo as impiedades sem numero, oculto
abominavel, as anpertlirOcs impuras, com que ..s
povos do gentilismo nllrajavam .. verdadeiro Heos,
curvando osjoelhaa dianle das obi ia de toai 111 Jos
maule das paitan de seu orar.-,,.. prostituta lo a h
vino- c as erealuras a a lorarao supr
.lev id 1.-10 creador: Elle expio'u os ev
crltia e do .-niio i lo mal
Inam, ibi me v'debunt.
Partirn -.-iii demora, o (oran logo ornar aaa
anos,0.,0*oe mais disripulos,. au varan, eJeen
lli.-s hsseFi : mas ellos .. Mataran por delin.
nao lies deram nenaiumcrdito. N.> lugar p-..i.-m
onde os aposloloa eamaaadedoa InJen .-iivaeT
junios, allavan ,le diversas apoartgoa le (ni ,.^.
ir. quando sulue a Urde, oslando .. im-sa e a-
portas lerlia,! is, Je-us fP manifesta e d.z-lhes Ta-r
robi* ego sitm nolUt lemerc : c lendo-o- a-im
saudado, os arga de mcre.lulns B duro d. nera-
'. que nao .-ri.io em Ma re-surreifa.
Os lisi-ipul.isli.i.jui.i-U.rios liram immnveis..-1
go depois vendo que era o u divim. ntestro. o
adoraran con profnido reaneate a irera anaai-
Miar an.El edentes enm aiioraverunl
dnm nuirm dnliiiarcriiui.
(ni-
contra
vado
ma, que s> ha
o; da hv|>.
crisis1 a -io cutio todo material apparente, pdoqual
osJadees, allerandoo espirito d., verda.ldraroliiSio
l'eos de verdade. em vez le hour
OMEOI.aTIflX
*. A .....ira '" mnahui. ,\e mtofre n*,
medicamenins prmrnwi para preamrn, .-iialhai
curar o cholera morlaj-. *
IJn outros artigo que |,-,,- p-.il.hca.k. i.c-la
Diario sob numero tDm.rarnos ^^
opinmoa respeiDiIu- iv-uludu- ol.ti.los pete cam-
phora e enxofre como o- pnnnpa.-s mdos rural-
v.i- desia fal.il enformidade, que |>or casligo de
Dos e desfilara nem, can awartieah ate iWiz
l.rasil ja lio devastado ..^ outra- ralamida**, o
que nos resia be resigiiarrao-nos ., vonlade de ltao
e seguirnos .. lir,,vl, h/j, fc m
que cu te ajuilare___
Desde que lia cholera morl.us tana rcundo que
insultavan
ron-no. Espin erofim os sacrilegios', a" iieliaiito a"f-1 nAeil para saber qual 7nann^7'avZ
raer .c,!',elMde ""Sidadeqneom grande no- Icslia e qual ha '
mero lo enlistaos se conservara colpa lo al
sumnaeae do murado ;
cimente de seus npproloi
u.iges Mos a masesiade de lieos, obi.....1 dos he- *'
laquelle que ao- I rcu.tead^\spr,ltoded,;;e, corar:;;"' Po''elto co.,* T 'CU,CaS ^ "** "** -"*
" "*' uri neiro ^'ol" J- *reZeem1- S V'^adeiros ciin.l's tev tara nm I em """"f "'vatligaces, era queslaV- calorosas
"o1:,', 1'.". ,,!,ro,:n. 5""s i'1:' *.**'em esPr'' e verdade, mu ai Deu en.,e I '" a liumani.lad.
e s.:r (, remedio ata. arure:u.do
w p itNi qu,-. pelo mere- |Ua""; lamhmx "** '"do lem sido usa.].. M
s.ili-f.izia por lodos os al-! cml,r>Vdo para conseguir qtial.iu.rr das duas cno-
~s : porem parece que a inldligenria das maiores
liecas medicas lem-se esgoiado 1
,

MTH ADO
ILEGIVEL


\
<
w
/
ir.i epidemia, jual elixir qual infallivct : nada
serve e os doentes vao-se arscenlos, aos mil, o os
mdicos a olliarciu : mista especio podomos contar
o decantado limo, en que tanta gente litou todos
os seus sentidos, mas o limo os deixou como to-
dos os mais remedios preconisados como grandes
cousas no lim da opidomia : verdade lie <|ue pes-
soas do muito criterio tcm asseverado haver venci-
do grandes difliculdadcs com osse agente, mas he
preciso que elle seja manejado por urna hbil mi,
o envellieci la na observacao de doontes, como a do
muito respeitavel pralicoo Sr. Dr. Manoel l'erei-
ra Teixeira, para f.izer alguma nasa.
No mcio desse sem numero de remedios lia um
que desde muito lempo lio IpreconisaJo pelo poro,
pelos mdicos e par todos que tem visto cholera,
como o mais eflicaz, como o mais poderoso para
combater nao s os symptomas precursores como
os caracterislicos da mfermidado declarada : lie a
CAMPHOBA.
A camphora he o remedio por excedencia do cho-
lera morbus, he como diz o Sr. Hollinan, o re-
medio ao lado do mal, o emquanto agente mais
poderoso nao for descoberto, nos nos contentronlos
com os grandes services que ella presta, nao so pa-
ra preservar como para curar o cholera morbus.
Se bem que o co6rv, o elleboro e o arsnico
sejam meios mais seguros para se preservar da mo-
lestia, todava a camphora pode dar muito bons re-
sultados s pessoas que por sua constituicao possam
sem inconveniente supportar o scu uso.
Para atalhar a molestia em seus symplomas pre-
cursores, nao diremos que he infallivel, porem seu
elTeito hrj quasi certo, o estamos persuadidos, pelo
que temos observado, que mal daquellcs em que
ella nao for improlicua : parece que ueste caso ja a
molestia lem prodnzidoestragos taes no organismo
que nao ser fcil reparar: ludo istotem suasexcep-
coes, e por conseguinte ninguem tome as proposi-
coes que ennuuciamos como regras geraes.
Se a camphora, como dissemos, he o agente po-
deroso para decapitar a molestia no nasesdouro,
permitla-so-nos a expressao, nao o he menos quan-
do ella se mostea no seu primeiro e segundo perio-
do, ou seja por descuido dos individuosou seja pe-
la violencia com que esse rytie '. que nos nao sabe-
mos oque he, acta sobre o organismo do su jeito :
mesmo os primeiros vmitos o as primeiras
evacuares alvinas nao sao motivo bastante para
obstar o emprego da camphora : nao he senao
quando as dejecces c os vmitos ficam pertina-
zes e o resfriamento he profundo, que sedeve
cessar o uso da camphora e .recorrer aos outros
poderosos agentes como sejam o arsenicum,
o vemirwn, o cuprum, etc., empregados com lao
felues quanto espantosos resultados pela homeopa-
thia.que os estudoue eonbece suas aeces.
um oulro remedio nao menos efficazlie a tinc-
lura de enxofre, a qual pode ser empregada logo
que depois da applicacao das tres ou quatro pri-
meiras doses da camphora nao apparece urna trans-
piraco abundante onioha um allivio notavel da
conslncco ou ancia tomago e coracao dahi ern van te estes dous me-
dicamentos alternados sao sulhcientes porsi sos pa-
ra debeHatJRn o mais forte ataque de cholera, com
'rataa^sxa'pces.
A lindura de enxofre tcm sido empregada por
nos com o mais feliz resulla jo nao s as diarrheas
indoloras, como em lodos os casos de cholerina quer
ligeiros quor graves : mesmo os resfria memos mais
ou menos geraes que os doentes sentem por alguns
dias, e quo lem sido combatidos intilmente'pe-
los raeios allopalliicos desapparecem como por en-
canto com duas ou tres doses desta lindura : mu-
tas diarrheas que lem resistido a ipec., nux. vom.,
ars. veratr. tcm cedido logo que se toinam as pri-
meiras doses de lindura de enxofre : nao lemos in-
lenso de que a nossa opinio seja aceita como um
evangelho, o queentendemossomenie he que lemos
obrigaco de esclarecer aos amigos da liomeopathia
acerca dos resultados das nossas applicaces e cada
um que aceite ou deixe de aceitar a nossa opinio-.
nao temos prcsuuipcOes nom de- mesire e muito
menos de sabio : quando as diarrheas ou cholorinas
nao cederrijr^inj^r^^eiaojijJjuje^^^
pliora cam elle he quasTTnflilTivel se bem que al-
gumas vezes tenhamos sido obrigado a recorrer ao
veratrum.
remos tratado grande numero de doentes, e nao
podemos mencionar todos, porque o atropello nao
lem dado tempo a tomar lodosos dias as respecti-
vas notas: mas mencionaremos os que noslembrar.
A Sr.* D. Francisca, moradora na ra do Col-
legio, soffrendo ha 24 horas de diarrhea, teve um
augmento consideravel desta, no dia 2C de feve-
reiro com grande abaiimcnto e frieza, a tinctura
de enxofre em menos de duas horas suspendeu a
diarrhea o nada mais leve.
A Sr." do Sr. lente Muniz Tavarcs vilenla-
mente atacada de diarrhea : tratamento depois de
8 horas, proslracao sbita, resfriamento, decom-
posico das fctc.cs e outros symptomas graves, em
27 defeverciro depois de varios medicamentos que
pouco ou nada fizeram, veralr. fez desapparecer
ludo : no oulro dia aps de nina emooo triste, re-
peticaodos vomitse diarrhea, cessacao dellcs de-
pois de muito trabalho: symptomas ivphoidcs, mor-
te depois de alguns dias de continuo trabalho dia e
noito : fizemos quanio era humanamente possivel,
nao nos poupamos a visita-la todas as vezes que se
pedia a nossa assislencia: foi urna perda muito sen-
sivcl, porem ncm o medico tem sua familia e ami-
gos pouparam sacrificios e cuidador. '.!
O Sr. Joo Leiiedc Azcvedo leve mais dous es-
cravos doentes, un caixeiro, e por lim a senhora
sua nra que estove bastante incommoda Ja : rcsla-
helecimenlo de todos cm poucos das.
Um guarda do balalho de artimaa da guarda
nacional ra da Senzala n. 18, diarrhea ha
mnilos dias que nao ceden a varias applicaces al-
lopalbicas, no dia 28 applicacao de sulfur. resla-
belecimento promplo : na nicsma casa urna meni-
na de mezes : vmitos e dejeceo : cham. e ipec.
Constanza crioula, ra da Senzala n. : primei-
to periodo de choleracamphora : boa.
O Sr. Joao llarlinsde Marros um escraio e urna
dita : primeiro periodo de cholera : camph. e sulf.
bons.
lima preta forra em casa do Sr. ftezcmle Rogo
ruado Livramcnto : primeiro periodo : camph. e
sulf. boa.
A senhora ea filha Sr. (eraldo Correa Lima,
regente da roda: cstavam atacadas muito fortcmrn-
le: camph. e sulfur. : boas em poucas horas: mais
dezesete orphas tratadas pelo Sr. Ccraldo com al-
gumas consullas que se dignou fazer-nos : nenluim
caso fatal.
1) Sr. patrao mr|re(orinjdo, ra do Pilar 1." pe-
riodo: bomem poucas horas, alguns incoinmodos
subsequenlcsdequese curnucom facilidade: um seu
escravo periodoalgido: reaccac. com alienaco mental
e furor, foi preciso metilo no tronco ; lielladona
fez desapparecer ludo em poucas horas- una liron-
chiles intensa com OppreSao de peito e rouquido
succedeu a isso e cufou-se com bryonia : convales-
cenca. Perdeu este mesmo Sr. dousou tres escra-
voj^Mm^illnpalhia, c depois urna preta vclha <|uc
esteve tres oiff'*al_ro 'l'33 com diarrhea, e quando
foroos chamadoses?aVUa' ^m P",t10 -Sl,m wHi
e morreo horas depois. *
O Sr. Amonio Carlos Pere ira delorgos, ra da
Cadeia do Recife n. O, estei'e doento no engenho,
e vindo para ai|ui saturnio a ra com o rigor dn
sol, recahio e nao se achava .muito bom : camph.
restabelecido no scguinle dia.
A Sr." viuva do Sr. dcsemhaJgador Luna Frei-
r, gravissintamenle atacada de ifitorrliea com res-
friamento e grande proslraocao, e seus tilhos : linct. sulf. somente, cirrou a maior
parte, e a senhora lomnu varias remedios.
O Sr. Domingos Jos Ferreira Guiniaraes com
loja de ferracens na ra do (Jueimado : tcm tido
ura caixeiro, urna criada e urna aggregada : a cria-
da esleve peior que os oulros : o mesmo tratamen-
to: todos reslabecclidos.
O Sr. -loaquim Pacheco da Silv.rua Jas Cruzcs,
primeiro periodo : bom ao seguintedia.
A Sr.' do Sr. Manoel Gomes .Leal, ra do Cres-
po, diarrhea durante um dia, depois symplomas do
primeiro periodo : boa.
O Sr. Francisco Xavier, ra do Pilar durante
arios dias de diarrhea, tratamento allopalhico sem
litado ; linct. de sulfur : bom.
) Sr, Rocha, travessa da Madre de Dos, diar-
ha dias, aggravada por desvios^de rgimen :
r.
i Sr. Bernardo Martins Pcrei1", ra da ^ole-
Mjjlfl gEttMiga SiBBKOO 22 t MiRCO | |86
dado : primeiro periodo : camph. e sulf. : j esta prompla. ncm lao eommoda : a se nlo he remedio.
exereendosea emprago. ,., iodasesU&cousas milagrosas, espantosas e
O N-. Manoel Francisco da Silva Carrico da- difliceisquo eonsegue a homopalhio nao sao so-
mou-me para ver um seu escravo depois de bave-lo nao devida- aos esforcos reactivos do principio v i
tratado com macella, oleo de ricino, etc.; periodo; tal contra as causas que o querem aniquilar : por
lgido, morle : dous das dopois um oulro he ala-1 outra toda- as cura- sao duvidas ualureza ou vis
cado com symptomas graves o rom a camphora em
poucas horas eslava livro do perigo.
Km casa do Sr. Pedro liurges de Siqueira este
Sr., sua esposa, e mais urna prenla, h um moca
que se acha hospedado em sua casa : esto teve ata-
que fulminante, curados com camph. c sulf. : ra
Ja Pcnha n. 20.
Boceo Jas MiuJinhas
medicalri.c nalurir: agora nos respondam o quobi
tojas estas applicacoeso remedios (orles,
corrosivos ele. etc., deque se servem os
[ue fa/eiu
venenoso
nossos contrarios ? embaracam, perturban!, des-
troem os esforcos que faz a vis mcdicalrix na-
turw para i.pellir do organismo aquillo que o quer
aniquilar : e quem se oppem ou priva mesmo
que a naluroza cumpra a sua missio, isio lio : cu-
re as molestias, cm bom portugus o que faz .'
Respondam os senhores alio jaibas que sao os ni-
cos quo lram ptimos estojantes as academias,
os mucos que lm intelligencia, talento e saber, os
nicos que U'iu clientela : agora esta liega [tara
tejos e ah a engeilam.
Al outra vez.
Consultorio bomopaihico, ra Nova, n 50, 1(1
Dr. Lobo Mmcozo.
Joanna Mana da Cou-
ceicao, doenle lia muitos dias o suhmcltida sem pio-
veito ao tratamento alktpathico, .piando fui chama-
do tivede esperar quooSr. vigario aeabassede a
un;.;ir, terceiro periodo, varios remo los ; acha-so
em convalescenca.
lua doCano o. l(i: um parda, com seis mezes
de prenhez, ataque grave, atalliado com a cam-
phora, contimiaco de alguns incoinmodos e da
diarrhea, com grandes dores pelo centre : nux vo- de marco Je 1856.
mica alero Je outros remedios : aborto dias de-
pois : reslabelecida.
Una do \ gario : o Sr. Joao Manoel da Veiga
Seixas, estovo durante alguns dias doente e sem ti-
rar provoilo do tratamento allopalhico : as duas lio-
ras da noile foi atacado de resfriamento geral e ou-
tros symptomas, o com os remedio-; que llie appli-
eamos rosUbeleceil-se em pouco lempo : urna es
cruja lambem foi atacada e r:.slabeleceu-se depres-
sa : urna outra e de avancada idade eslava no ulti-
mo grao da molestia .piando a vimos, e fallecen
poucas lioras depoic.
Em casa Jo Sr. Francisoo Je Froitas Gamboa,
um.1 cscrava arruinada pela- bebidas espirituosa-.
foi atacada de diarrhea abundante a tratada pelos
remedios allopalhicos cm uso actualmente, durante
48 lioras e som resultado ijuando fomos chamado,
seu estado era pouco satisfactorio anda menos es-
perancoso : em poucas horas a tinctura de sulfur
sus|iendeu a diarrhea por urna vez.
A Sr." do Sr. .los Joaqun] Jo Miranda, pri-
meiro periodo, camphora e sulfur. lem tdo por
vezes alguns resfriamentos que cedem promptamoti-
te i applicacao dos remedios : vai bem.
Na casa do i>r. Ramos ruaMo Brum, um es-
cravo padecendo de liexigas he atacado de violenta
diarrhea ; vai sem novidado : mais dous, um Jos
quaes tendo appresentado algunas melboras, he re
penlinamente atacado de pequeas mimbras as
peritas e sem symptomas que indicassem perigo
eminente: suecumbe quasi de repente : o oulro no
periodo lgido suecumbe no dia scguinle. Tres pe-
queos lilhos do mesmo Sr. livero a diarrhea e es-
lo hons.
I!ua da Cadeia do l'.ccife a Sr* .lo Sr. lomes
com armi/.em de motilados ; primeiro periodo : j
linha lomado remedios allopalhicos com que nao
melhoroa da ancia e dr de estomago, a camphora
fez desapparecer ludo em pouco lempo : convales-
cenca.
Izidoro, LavraJor.guarila nacional da arlilharia,
becco das Miudinhas, periodo lgido, depois de qua-
tro dias reapparvcimcnlo do calor, sem motivo sa-
tisfaelorio, o calor torna a desapparecer, c depois
de dous dias reslalwlece-se por urna ve/, estado gra-
vissinio ; convalescenca : la est toda a visinhanra
que presencioit esle faci.
Em casa do Sr. Dr. .lose dos Anjos, urna parda
ama de creaco, periodo lgido, reaeco : svmpto-
mas lyplioides gravissimos, estado desesperado :
nux vom. depois de outros remedios muito apro-
vetoit : o nosso eolloga e amigo Sr. Dr. Dornellas
visitou-a nesse estado c fallar a verdade.
O Sr. Arihur Pabio de Mendonca, soffrendo de
diairh.-a desde pela iiunlia he :.s 3 da noile ataca-
do pela maneira a mais
cholera : em poucos instantes resfriamento geral, realcar tojo o brilho de suas virtudes.
suofcs [ros evsguentos.Jecomposicao total das fei-| Desaliamos a quem soubor do contraro do que
Coes, olhos encovados nariz afilado, queixo sa-1 levamos dito, a .pie nos conteste.
Com a pulilicaco e acolhmento desta pequea
Sn. redactores.A le tura do Retrospeeto
Semanal do seu Diario de 17 do correte nos
impeli a pedir a \ mes. urna ralilicaco, que sem
Jovi.la sera IcvaJa em conla pela justica que en-
cerra.
I raan.lo o lirlrosperlo Ja caresta dos gneros
alimenticios, louvaaos fabricantes de bolachas, ou
padeiros, por nao lorem levantado o preco s suas
macas : o exprime-se ncslcs iertno~.
A procura da bolacha foi extraordinaria, e
muito maior loria sido o consumo, so ..- fabrican-
tes desse artigo podessem ler dado vaso as cncom-
mendas que liveram ; e releva confessar que os
padeiros nao bim sido exigentes, e lm seguido o
exeniplo dos possuidoresde farinha que nesla occa-
sio Ibes tem servido Je ;uia, pois que se ttioli-
vessem pralieado desla maneira niio seriam ad-
millidos na distribu to deste genero.
Daqui se eonclu j clarainenlo que nao he espon-
taneo este acto dos padeiros, e que he o elleilo da
imposieio dos possuidores de farinha de Irigo, nao
redundando aos padeiros mrito alguin. Nao que-
remos absolutamente que seja essa a conclusao que
o llustrado redactor do Retrospeeto leve em vsia:
mas infelizmente as suas expressoes a ella se
presiam.
Nao nos doleremos em provar que he tirlicia es-a
imposico dos possuidores de farinha sobre os pa-
deiros, pois se corrermos a vista aos artigos C'om-
mercio e Movimento do Porto desse mesmo Dia-
rio, all veremos cxis'.ir no mercado 7,SuO o lan-
as barricas c que a abundancia desse genero ne-
cessariamonte fa-lo dosier Jo alio preco, eexpo-lo
commodamente a venda Jos consumidoros.
Mas o nosso lim nao he somente re-labelcrer o
mrito Jos padeiros, o pedir a Vinos, quoiram fazc-
lo valoi tal qual o tem grangoado, c sim he espe-
cialmente recommendar a dous deaire ellos, que so
tm conduzido tiesta calamidade como verdadeiros
cliristaos, sao estes : a lllni." Sr." I), .loanna do
Rosario Guiniaraes .Machado, e seu genro o Sr.
lose .leronymo da Silva.
Estes, i miando parlo nos sollrimentos Jo prxi-
mo, o .lespeilo mesmo de lerem perdido pe-soas de
-na-fabricas, conservara o preeo.de 53120 pela
arrobada bolacha, quando geralmenle se vende a
0-1(10 !
A' Sr.' viuva 3Iacliad e a seu digno ;;enro,
devenios, Srs. redactores, louvar, e louvar muito,
pela verda.leira philanlropia que lim sabido dispen-
der com a humanidad.; soffreJora. He especialmente
o mrito dessas pessoas generosas que esperamos ver
vilenla dos symplomas de I restabelecido pelo sen acreditado Diario, fazendo
.Mais urna lo-ai. de menos,
M.is urna csp'ranca | ; ], 1,
Alais una r.'roa Je Bovos,
Mais una llnr de-felliada ;
Mais um ca.Uvcr na campa ;
Alais ama ro-a f.uia.la !
Maia uro i alma innoeentinh*
l'c menos pin sidire a Ierra !
M.is um aupa J candura,
'.'ue a Mdiisi.i Celeste eoeerra !
'l'c ccil'ou inda cm hnlao
O s.qiro Ja desventura,
Mas la alma aos ecos s'elcva
Cola ve/, oais santa c pura !...
Ii.irnv o sonino .la innocencia
Dos anj.is I n.i UanuSo,
!". rn-elic o pranto imarRO,
(.'ue veri-- o iik-ii corado.
Itecife l(i Je mano .le I85C
(: onvmtsl.
^MKI
ao par.
premio.
CAMBIOS.
Sobre Londres, _'7 .1. por I?.
.. Pars, :!is rs. por f,
Lisboa, 92por loo.
Iti .le Janeiro, ao par.
Accocs do Banco. :!."> 0,0 ile premio.
Ac.;..es ila compnihia ele Baberibe. .
Armes ila compaiihia l'rro.iiiihucao.i
.( .1 lililidade Publica, 30 purcentolla
ii liiilciunisailora.sem vendas.
Discanto "le leltras, ile l-J a l por Oi.n
UETAES.
Duro.linca- lie-paiiluilas. 285a SttolKI
Mocdas Ue (S)100 vellias IfrHHH)
n )) 69100 llovas .... le.-.,:, ,
i~(ll....... ll)IM)
Prata.Pataces brasileiron...... ^3000
Pesos eolumnaros...... :^>immi
indcanos....... I.7HOU
KIl) DE JANEiKO Hi)U UAKCU.
Cambio*.
Londres 'S Ipj a 'Si .'lis.
Parla Vf ris a '.10 dias.
Lisboa !" a 99 m,. nominal.
I [imhurso lijo a 9(1 dias-.
METAES E KINDOS PBLICOS.
META ES. Onras da patria. 399K0I)
" h.'-paiiholas SlQKOO
Peca. Je ltUU Mth.i-. HisOOl)
10 Je 2 me/es, e as concluir no de S ambos conta-
dos de coaformidade ruin o ai ligo :i| da Ici provinci-
al 11. 386.
3.* (i pagamenlo da importancia Ja arrematarao
veriflear-se-ha em dual prcstaio>s iguaes, a primei-
ra quando ealiver i -1 melado das obras, c a c^un-
Ja .piando for feilaa entrega definitiva.
i.' Para ludo o mais que nao se adiar determina-
do nas presentes clausulas ncm no orramento seguir-
se-ha o que dispoe a Ici provincial n. SM>.C011-
lornic, no inippiliiocolo do secretario o olli'ial dc^e-
crelaria. Miguel Allomo t'trreira.
O lllm. Sr. inspector da llieaousaria provio-
cial, cm coinprinicnto da junta da tazenda, manda
fa/er publico que no dia :! de ahril prximo vindoo-
ru, vai iiovamciite .1 praca, para ser arrematada a
quem por nu-iios lizer a obra Ju empedramentn, qu;
iCuUCv.
O agente \\n\\ f.ira leil^iu de um gr no lugar deiioiiunailo l'jiM.imeirim, com 11111.1 pli-
111.1 r,is,i (ic vivenda de pedra c cali com *> palmes
de li'.-nli!, muitoiCQiiirnuiics, leudo um suliradinlio
A'encfio.
>.i,i leudo I..nido ln;ai a rom..;.,, d, .rr-lon- d .
casal de >. Gadaull m. dia 17 do coennit.- ,^ un.,
do compai.iM'iei.to .1- patn ,1. ,,- -,!
redores, o con-nl de PraMej convida paca o o e-,
oe irciuc, inmlos commodi.s, leudo am sol,radinho (i ,^0, ,luc -r JllUar.n, nes* caso Kdli.'lo|i
o lado com quar.os para fe,.,,, e escravos, coche- 11,llllcmellle ,|u ., drixCnT. r? m
a, iwlribaria para cavallos, grande cacimba con, r|,nctl|,n, d meo. Mta4a MdTFZ m |!
bomba de ferro, i lauques eran.les cobertos, ''"-1 ra, da iiianha.i.
tantcs aivoredos fruclileroseolre os qnaes se acham
larangeiras, parreiraa etc., o qual he foreiro. lis
-srs. ptelcii.lentes que qui/erein algumas inlorioa-
...K's a seu respeilp dirijain-se ao arma/.cni sito na
ra do Collegio o. 15 do apele aonunciante. O
Am la ou ra ver --v.--.ii.....Iiet.l-,,,,. ,|e ^,. ,ia.
daull aos i-, clores do inc-ioo. ,pi,. Iia,am d* a(cM-
. lar no pr;-/a i Franca, aliui de que se nao i iiamem a .navaaria
' para o IiiTuio, quando as parliih.i* i.i -iivr,rn, *>,_
iiii'MHo ^enleollerecc a importancia da coireUgem e illleitidos os l.e.Jciros d..mic.li.,j. fn, | ,..
no icilao acuna a cominis-.io de beneficencia da Ir- ,.,,. Rccire 21 l nari j de ItW.
O abaixo a-uiia.i... pelo estado de sua saath- e
prc-(e/.a de su \ uaeni. nao podendo de-pedn<
|ielalm.a;-' de seas 'uii^.r-, o 11, pelo prsenle an-
J? f^d A,,.,,- r;;:;;:-;::::-:;^^::;,;^&r oi.d'rp;^
de lixar sua residencia ..;< sua prxima volla a esta
provincia. Ketife 17 de nian.o de iKAi.
Joao Antonia (joroes l.oimarae-.
l al)..i\o as-isua lo, procurador da tilma. Sra.
I. Joanna II. ,1o Jess. t.: nuldicn qoe pur ardem
;ueiia do Poco da Panella, pare esta dislrihair aos
lu.lieiilis residentes na menina treiuezia.
O agente lint
ja.
or
aiitorisaro di
iiiii-
ansa, sita
precisa fazer-se no aterro dos A logados, pelo preco 0 (|,1S Simios Mita, lara k-ilao los
**www- veis exirtentes na dito sala I
Mitr;ci,i7^,,.r,,';'n 'rurrCC,''Ce''''' n;i *Quoinlo primeiroan-
SoCCl irl i ,U lim"-,, ,.r ,,, ., .n I I I. P81" 'Ol'-SISli III lo CII1 l'ICOS luStfOt llf
Secretaria da thesonrara provincia! de Pcrn-m- ...... .,.,,, s .,. ,1,.,,,.,.^ .1,..111,,,.|.l. Ja mesma senhora dc:a encardado durante ,..
buco 1-2 de mar.;,, de IMONo impedimento do se-1'" on/(1 d( (' L s lue- versas arandelas |dtwdii Clhr:in,:il ,., rt|Ui,. s,. j,* de
erelario, o ofllci.1l de secretaria Miguel /f//njo|e cau",ei,'0S, lima poiraode CadeifilS de|Oliveira RamoseSilva. Kecife II demarn.de ii'*,.
Ferreira. amarello, sofi's, lonsollos, bnnquinhas, I Jo.io a. ,. (.uunaraes.
..... ...:... i OV. coronel l-avilla q:eira mandar rerekei
-Olllm.Sr. inspector da Ihesouraria proviu- ".n.i optim., mesa elstica, urna estante,' M fmum un,|s do Cear.. : n,i larso do lavra-
cial, em ciin.priinciilo da rcsolncao da junta da fa- i "n rl(:o Cortinado adamascado, c outros monto, obrado n. :l. legnala andar.
renda, manda fazer publico, que no dia 3 de ahril. muitos ol.icclos ote. que se acharao na- T ltortho,0^S p2H??.^ S .' T\ w"
.,:,, i i- i i i'- Lisboa no vapor /;. Mana II, e pelo estado de sua
prximo vindouro, vai novamenle a prata, para ser lentes na mesma sala, no da do leilao : moieMt:l .,,.,\ despedir-* de -eos ttam, tim
arrematada a quem por menos lizer, a obra di
paros precisos a .asa da cunara c cadeia da cidadede ras lia Iliailllaa
Olinda, pelo preco de 6108000 rs.
E para constar -e ni nidou aullar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial Je Peruana-
l.uco, |-J do marco de Sli.No Impedimento do
secretario, o ofllcial de. secretaria Miguel .i//<>n*o
Ferreira,
... pn le les| _
i re-Isegunda-ieiraSi do correte, as II lio- aso oflacece seu urtaitm* yaMa cidade.
Av.- ,-se a. .1 vedores do imposto de detimas
das Iresuezias i.'o Krcife, Santo Anlnuio, S. Jiw.
Afogados e BoaVista, e da imposto de I por ccnl.
i ludo dn auno linaneeiro de lfi',1tKVi. que as rela-
C'.e* de seos debitas ja so ac'...m em juico, onde *e
COOCOda o prazo de I*, dias para pa.-.mri.io ei-
(i lllm. :>r. inspector da Ibeaouraria provincial
em ciiniprimcnluda rcsolncao da junla da lerenda
lente, vmitos e dijeeoDes noessanlos, em pouco
tempo pareca um cadver : camph. e sulfur alter-
nados
hora
do Je
melhora.
10, Je I", em I", minutos, s 10
fjaniiarepjj OjjcaJs menos ji^,rosti..
observacao muito obrigaiao aode Vmcs.
O Jusliceiro.
a meia noito o calor se'torna geral, nao lia nem
mitos, ncmdejeccies ha muito lempo,eos Srs.
queira e l'ereira c o Sr. Sorra, presonciaiain
facto, e podem contar o que presenciaram : ao
tro dia de manhaa o doenle que doze lioras antes
pareca um detunto, appresentava feioes Je quem
naja houvea solriJo : nom urna braza, nem nina
escovadela, nem urna botija de agua fervendo, nem
um desses artigos liellicos de que se serve a srande
medicina ollicial, que ainda nao comprehendeu
que a frieza da [.elle, he JeviJa a apalhia dos cen-
tros nervosos e circulatorios, e que s empreando
agentes que actuem directamente sobre o principio
vital he que poderao reanima-lo, e fa/or reanimar
os mais orgaos quo a elle csl.o su^eilos : e sao es-
ses mesmos homens que mandara escrever as ca-
zatas que s sao homopalhasoa mdicos estpidos,
sem clientela, c que foram mos estudantes n3s aca-
demias, nao se lembrando <|ue so isso fosse verda-
de mui grande devoria ser o numero dos homo-
pathas '. be pena que neiihum se appresenle na
c-tacada para discutir com csses desprovidos da clien-
tela : em urna crisa deslas ludes tem clientela, e
al;juns al em abundancia ...... vamos adianto.
Km casa do Sr. N'uno Mara de Seixas, urna
crioula de 12 a 1 i annos, esleve no periodo lgi-
do, nielhoroii, recahio porque beben de noite a
agua das botijas que Ibo applcaram aos ps, { nao
que eu o aconselbasse ) al nestas insignificantes
cousas a allopathia he fatal depois com alguns
medicamentos e carb.-veg. tornou a apparecer o
calor, c acha-se boa.
No dia 12 do correnle foi violentamente atacado
um crioulinho de 7 a S anuos, escravo dn Sr.
Lui/ Borges do .Siqueira : fri completamente,
ennvulsos horriveis, olhos revirados, estertor da
morle etc. etc. : realmente mi pensamos quo a
homeopailua fosse capaz de tanto : depois da eam-
phnra, cuprum nietallicum fez desapparecer as con-
vulsocs e tornar o calor i noito reaccao com a
mais desenvolia agitano : movimanfDS bruscos,
desordenados, ninguem podia conler osla crcanoa
um instante : belladona, com poucas horas acaboii
com ludo isso, e o lal sujeitinho amanlieceu bom :
este nao teve precis.io Je bolipi?......
A Sr.'' Candida Amelia Ja Cruz, morad"!a ni
ra do Pilar n.2, leve una rcanja ha 15 dias:
depois urna metronhologia que quasi a mala, o al-
guns dias depois diarrhea incessanle, proslraccao,
frieza, etc. no dia 12 pediram-nos para a \isilar,
e achamo-la de semblanle lotaluieiile abatido c mu-
dado, olhos encovados, frieza repugnante as ev-
liemidades, que se achavam- coberias Je suor vis-
coso, grande anciedade precordial, quasi impossi-
bilidade do fallar, dnre\cessiva no estomago, ele,
eoiilros soflrimentos proprios do ultimo periodo
dio'cra, veratr-albiim de 5 em "> minutos fez roap- [
parecer o calor as 8 para '.) horas da noito com fe-
bro. agilacao muito grande etc. ele. : belladona foi
applicaJa com o mclhor suceesso, pois que ao oulro
lia acbamo-la assontaja em una cama : quem Ju-
viJar Juij-si: a essa casa para verificar quo conta-
mos as historias, romo ellas se passaram e sem na-
da accresceniar-lhes : os fogareiros e escovadelas
poderiam cura-la, mas nao com essa brovijaje.
^rsT redactores. IV.ndo apparecido no Diario
. (>'. de ts, um Jos seus correspondentes do Ra-
arelb, noticiando-lhes o estado daquella cidade c
omarca, pela epidemia que por toda a parle nos
lla;-ella, entre outras noticias, consigol o corrsc-
pondent, que seadiava em aclividade tima compa-
nhia ollicial de desinfectadores, isio lie : creada
muito de prximo pelo digno delegado Dr. Mos-
co/o da Veiga Pessoa ; e logo no scguinle dia 19,
Diario a. 70, o correspondenle X, cm que tra-
tando de um moco, consigna ler elle levado pela ca-
ndado a curar e desinfectar casas cm que sabia lia-
via Jinheiro. como no engenho do Junco, parecou
ser por urna lal coincidencia, que devia esclarecer
a quem uo rcfleclir, que nada tem o lal caritativo
desinfectante do X.
A plice
Mocdas de 1?. .
Soberanos. .
Pesos hcspanhr.es
?. da patria .
Palac.cs. .
-Je i; ,.......
proviuciaes.
irsOOO
K^ttKI a
laio a
IgOU a
l-'.UO a
106a 107
101 a loo
l-i.....
5000
l>!llill
19960
,. a ... Ihei conceda prazt de l]i.i-. parn pa^jnifii
Fi-ecisa-se de um lioraoni pai-a di" j ponutwe, com guU U ptoctiw fcCTtg fM pde
I i 11 > 11 m I o" desto DIARIO: na livi*ara us. rao procurar na wwdwicli i! me^mo, hmmvi
'i e 8, da niara da Independencia. i M S*ui p"ILr2 'T0?-'10'. ,"r..1, ^
1 I (.-priano I ilicin liuedcs Alrofnradn.
(i abaiio assignado declara que Ihe desapparc- Aabaioaaaignada, Jeaiado paaanas-
ccra de sua casa um inannscripto sobre a SciOHoH- TO annuncio, dadara que o Sr. Nauzer |MMte robr.-.r
. sacio rfo Comercio a rttolho, escripia em papel de lvidas que h ijaaa para rom i esiabelccimenlo da
manua razer publico, que vai novamenle a praca I peso aiul, com lila atol e inearnadn. paaria qaw perlencera ao peino :a meanu JuS* Au-
para ser arrematada a quem por menos fizer, a con- Contem o Irabalh, segundo so lembra o abaixo I Ionio da Vetar, visto ler aquell: de dar ronlas par
assignado as secoinles materias : Pamllelo critico sua parle : a mesma ahaivo i<9snada protega con-
de lodos os govciuos ronslitueionaes modero- com | tra quem entrara cm casa do dito seu :enro depoi"
O governo nglez ,* historia econmica abreviada da do ralledmeoto desta, pelo drsapparerimenlo .le i>-
propriedade territorial, das Mamarlas, docoinniercio
e dos .eiir.is inslrumeiilos do Irabalho, no Brasil,
especialmente na parte do Norte, desde o momento
da deseoberla al o presente : Ineoria philosopliica
solire a justica absoluta, crtica sobre a applicagao
pralica deste conceito, segundo a legislaejlo de varios
servadlo permanente da estrada da Victoria, por
tempo .lo lo mezes, coutar do I.- de ahril Jo ror-
rele aun.i, a pelos pie.;
I." terco. ,
-'- .
:.- .
i-' .
abaiso declarados :
. 2:0..7oOO0
. 2:O.>73O0O
. J:0."i7NIH0
porlai.ics pap.'is | i-itcu-entos ao mesmo e a abano
assignada.Mara Scohorinha ,1o l.ivramenlo.
A.U-ao o priicciro andar de um obrado un
pateo de Santa Cruz, e na loja do rae-mo existe para
vender-sc dous caixues com repartimento para an*-
Ira Je sencros de '.ahorna,que -e entre:ara por qnal-
(JortuH do Con'iiwrrio do Iti...
.... 2:1206000
li para constar se inandou allixar o preseple epn-|povos anlipo- e modernos, com a conclusa., de I quer prego : os iiretcndei.le> fallem na ra da-. ta*u*
ilicar pelo Diario. 'i'"';' j"sii,;i ah-oluia no mondo s lem existido no es, sobrado n. 9.
935 Mmao^ox-cnc.
estado ideal, nacahe.a dos philosophios, e nueoi'ae
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pon.....,- a pralica lem e>ie nomc nabhe oulra cousamaisdo
.">ari'o< entrados un dio 20.
Kio Je Janeiro c porlos intermedios!) .lias e 12 ho-
ras, vapor brasileiro Paran, commandanle
I raiiri-o Ferreira Borses. Passageiros para esta
provincia, Julio da Silveira Lobo, lente .Manoel
Alexandriuo de Albuquerquo Pita, aKerea Manoel
.Mana C.r.io-o, Ruardas-marinhas Francisco Fer-
reira de Lcenla, Eduardo Waideiicolk, M.in,.el
Lopes de Santa Rosa, Pedro Lopes da Conceica..,
Jos da Koclia ViaOna, Joflo Jos de Sou/.a, Tito
da Silva .Machado. Auti-ro Sillinesdi >ilva. I cria-
do e 1 e$cravo, Pedro de Calazans, Dr. Ernesto I
Jos dos .Sanios Machado, Manoel Francisco Tei-
xeira, Jos to:,calves da Silva, Jos Kiliciru de
Almeida Sanios, i)r. Firmino Uoria, Joao Manuel'
de Kreita* Jnior, Manoel Jos de Lima, .loa.nl
Soares Laroehe, Valdeterio Benvenuto Pereira .t..
Lago, Jamo)Gomes Kobinson, o ex-cadele Tibor- '
I.....Piolo de Almeida Jiinior. Seucin pira os!
porlos do norte, Tito da Silva Machado, Joao Mu- '
ni/. d,.s Santos Pereira, Ildefonso Jauuarioda Ro-
cha, Dr. Antonio Eduardo Faerbank, euarda-ma-
rinhi Pedro Jos Alves, Lucio Joaquim de Ollvei-
ra, AuEOSto Cesar 'ir- de Miranda. Jos de Cas-
Ir,, lteis, lleiinqne Ellenx Jnior, Jos do Avilla
liouveia, Pedro AugustoMlller, .lose deSaLeitel
Aniosn. Silveiio Jo-e Nc.-v, Joo da Molla Mar-,
ques. Joao l'edro Kibeiro, Aleandre Ferreira
Lisboa Braqa, 1. lenle Francisco de Miranda
Ribeiro, I. lenle Joo Joaquina da Silva Gui-
maraes, Dr. TheoJoro Antonio de (lliveira, Js
Cuperlino do Araaral, Jos Joaquim Ja Silva Gui-
maraes, Porfirio Candido Ribeiro.
Rio de Janeiro9 dias e 12 horas, vapor brasileiro
D. Marta II*, commandanle Antonio Francisco
Kibeirn GoiinarSes. Passageiros para esta pro-
vincia, Manuel Diai da Cruz, Jos Francisco Car-
reja, Francisco Antonio I...urtico
hnco, 12 Je marco de ISli.No iiupedimenlo Jo se-
crelario, o ollicial da secretaria Miguel .tffomo
Ferreira.
que o nteres-c do maior numero, as conveniencia*
geraes, o interesse supremo ; aoalxso sobre os ar-
tigos publicados acerca da materia pelo Diariode Ver-
nanibueo e pelo laboral Pcrnambucane : ineios pra-
A cmara municipal do iiecife .illeii.lciidn ao i ticos de realizar a ^medida sem que se Ji i".en lam
que reprcaenlou ao Exui. pn-aidente da provincia a i os direiloa adquiridos pelos eslrangeiros residenles
i.immi-sao interina do llysicne Publica, ede con-1enl;e nos; resposla nl.jeccaoles tratados perpelu-
rorinidadc com as ordena do mesmo Exm. governo, o; anlagem que resullariam para o Brasil, sol.
faz publico que .lora cm .liante, em qoaalo reinar a ] o aporto Ja linerdado do rolo nos ceiros epidemia, deve rcss.ir o costume, reconhecido noci- | lacao : da verdade do jury : da independencia da
v.. .. saude pela mesma commi-so, de se melterem guarda nacional. Ja puniriio dos crime-, da eilinc-
ii aL'iia as pes-oas que se empregam em carregar e I j^n das odiozidadea cutre nacionaes e eslrangeiros,
descarregar barcacas e canoas, devendo esto serviro ele. ele. ele...
ser Mmenle i'ciio, sob pena de desobediencia, nos Esle Irabalho nao s fui visto por algn amigos
trapiches ou nos logares ora que so no poa .lar.. ,1o abaixo assignado, om dos quaes fez as respec-
inenciooi.lo inroiivenieiile. Para cuniprimenlodes- Uvas margens varias ohservarnas, com a su., pro-
la providencia liejm exped la- as crocos runveiiieu- pria Ictlia. como pelo piopriclario de urna lypo-
graphia o livraria, c-t.il.cl.-.i:..- oolr*ora na quina
les. Paro da cmara municipal do Recite em sessao
le 19 de luarcn de IK56.Barfto de Capil.aribe, pre-
idenle.Manoel Ferreira Accioli, secretario.
teHxacvc$.
Cabo VerdoIS dias, briaao lieapi
'aula.,, de
. om a compauhia ollicial, pois
de boa fe crea o correspondenle a tal respeito
Com a publicarlo deslas linhas, Srs. redactores,
Ibes ser agradecido
O amante da boa .
Recita 20 de marco de 18.">G.
porque se com elleilo assim succeil.sse, deivaiam-
na com outras molestias, como queimaduras.esfola-
Jelas ele Soria para desojar que se declarasse se
aintln nao morreu algom snjoilo atacado do chole-
ra de sulTocacao ou asphvxia producida por esss
fogareiros e estufas terriveis com que os atormen-
tan), alcm do quanto cobertor, l.aela, panno de
Tardamente ele. ele. se pode adiar, com que se faz
una montanha deroupa sobren doenle, constando
aloque um medico, ou desses aorados, pedio que
se trouxesse quanta roupa suja houvesse guardada
em casa, e com ella eobrissem o misero doenle, a se
fazemos esta pergunla, be por que nos consta que
na Europa quando algun sujeito en leude que lem
vivido de mias, fecha-fe n'um (nano e accendu um
fogarein com que d ahi a pouco est na elernida-
de : he preciso por tanto saber, si os doentes tem
morrido de cholera ou de asphvxia por essa atmos-
phera artificial de acido carbnico, conjuntamente
com a extrema rarofaccao do ar produzida pelo in-
tenso calrico.
F.stes ullimos seis casos, caJa_ qual mais grave,
e sobresahindo o do crioulinho do Sr. Borges de
Siqueira, o qual nunca pensamos que deixasse Je
morrer em pouco lempo, nos poem atarantados e
sem saber o que pensar : a homcopathia he reme-
dio ou be agua pura Se he remedio nao ha me-
dicina o poderosa, nem lao enrgica, nem lao
Sr*. redaciore*.In'-migo romo tcnhosiJo Je po-
lmicas, principalmente por jernaes, nao me poseo
todava dispensar de dizor aUum.i cnusa, acerca de
urna carta escripia pelo Sr. Bartholomeu Francisco
d' Souzd aoSr. J. Brnzeliuo da Silva, cm20dc levc-
reiro p. p., e por c--c respondida e publicada no
Diario ile l'ernambHco u. 65, om que o mesmo Sr.
isouza para se desculpar das accnsaco.'s q.ic Ihe fa-
zem dos excessiv .s prejos parque larueceu oj med-
eamenloa de sua b.lu pira as ambulancias do 50-
veruo, parece que quer laucar sobre mim o odioso
quanto ao proco da macella, como so fusse en o pl.ar-
macculico quo llie Tez essi accusaro, quando nao
se dando entre miro e osse Sr. prevencao ou indis.
P isicao alguma, nem um molivu liuha para assim ..
maltratar e cham 1-I0 ao terreiro ouhlieo para que
elle se |ustilicasse : mas com,, o Sr. Sooza parece
1 querer saber a raza porque veo I. macella .. :~si,i
a libra, em duas vezes qoe l'urnoc medica melos
liara o ovcnio, eu satisfac > a sua curiosidade. e o
publico sensato allondendo a< ra/.ocs qupala is... [din20 dial barca
me as-istirain, lomara 111 devida rmisi leracao o meo '
pioce lmenlo, (juando em (i de fevereiro do cor-
rele auno mandn o I.lm. Sr. inspector do araenal
te uiariiilia preparar uma aiiihiilancia. vcio incluid,,
no pedido urna libra de m.cella. qoe na miaha I..-
tica nao havia,c na > podendo ael.ar emOUtras, man-
de por meu Caixeiro ablica dn Sr. Bar|boloineii
Francisco deS.o/a, comprar dita libra de macella,
e live em resposta .pie nfto havia. 1".,; me s.ui--
razendo esta resposta, inaudei por meu lllho Joilo
compra-la a m'-oi, h.'.ie.i e live ,. mesmo suecesso.
Ei.l 1 v 'ii o que nao po lia apr.copiar .. ambulan-
cia como 10 me pe lia, u i da estrategia do in.ndar
comprar por diver-i- pessoas do povo e me-mo por
algumas do meo conlieciinenlo om pequeas porrOes
de quarlas, c ale vnicos, a-sim pude colher a por-
cao.le macella qoe cbegasie par., ama libra, a qual
me ciislou (MO rs porque mandando comprar
pelos Srs. Jos Das Simio, Elias Goncalves l'ereira
da lomba e Caelan > Guio ,|v, s l'ereira da Cimba, a-
ipiarlas. estas foram vendidas por '.'lid rs. cada nina
c a libra a 1>i'i rs, Dis-o ni me adinirei, no so
porque a qoadra ara favoravcl como porqu \ quem
tem .. que he *eu ven le-o pelo proco qoe quer, as-
sim ado quem lli'-- o compre, Tive oulra uruem do
mesmo lllm. Sr. iospectorcm ls do fevereiro deste
auno, para apromptar oulra ambul incia, e nesse pe-
dido vinli. inclu lo meia libra de macella. (Ira eu
que j.i linha passado pelo dis^oslo de 111 botica do
Sr. Bariholoin-ii Francisco .1 S .u/a nao se vender
macolla a meu caixeiro e iieni a ne.i lilho, especu-
lei com a compra, e empregando o .mesmos meios,
ol.Iive os mesmos resollados, com o que pude pro.o-
plilicar as duas ambulancias, sni que Ins Calanse
' cousa algama. Eis, Si-, redarl
14 toneladas, mesire 1-ruuciscr"M .nv, e.pn-
pasem l. carga farinha de triso ; a Aranaga &
iirv.-m. Sesuio para o Rio de Janeiro-.
Slockolniol dias, patacho sueco i.ldunai., de l(i:l
toneladas, mestre C. I. We-smau, eqaipagom 9,
carea tabeado e mais gneros ; a N. O. Biebei o,
Companliia,
Xacios taMido* no mesmo dia.
LisboaVapor porlugoez aD.Maris II. comman-
danle Antonio Francisco Ribeiro Guimaries.
Alcm dos passageiros que trouve Jos porlos d sol
COOduzmaiS desta provincia : l'edro Maieano Jos
Leitede Si Jnior, Joaqun Goncalves Salgado,
Manoel 1. Nones Itairao. Jo- Antonio de Araujo
Guimaries, Francisco Pereira de Medeiros, liento
Jos da Silva, Manoel Jos de Carvalbo, Antonio
Jos l'ereira, padie Manoel Jos l'ereira Pinto le
Lomes, levando cm soa companhia os prelos Pe-
dro Aurelio l'ereira c Jos Rondo, J0A0 Antonio
Gomo- Guimares e sua senhora, llarlholoinou
Francisco de Souza, levando em sua companhia o
menor Antonio Domingos Pinto Jnior, Antonio
Jnaqoim Rodrigues, J.-aquim Antonio de Araujo,
Manoel Jos do Naseimento e Silva, 1'. Dragao,
Florencio Alves da Silva R. .'i-, Dr. Jlircos Anto-
nio de Mace I-, .I.aquioi Alves cisco Pires Machado Porlella, George Frederico
l'iOllier, Roberto Doliao.
I'.a .:.!Ilrigue Iranccz aBeloms, mesire Chrelo,
arga parle da que Irouxe do Havre.
Rio de JaneiroBrigne escuna brasileiro Mara.,,
mestre Manuel Jos Mara, carga assucar e agur-
denle. Passageira, I escrnva a entregar.
SlockolmoB.rca sueca aElizabethv, mesire J. II.
Knoell, carga assucar o couros.
Aracatjlliate brasileiro aCapibaribea, mesire Tra-
j 1110 Anlunes da Costa, carga [gzendas e mais g-
neros. Passagciro, Manoel Theopliilo e I criado.
.\arios entrado* no dia 21.
Rio de Janeiro.!:! dias, brigue brasileiro aAdol-
COSSELUO ADMINISTRATIVO.
1) conselho adminislralivo lem decomprar o se-
gointe"
l'ara o arsenal do guerra.
Ierro iiilez em 1,airas de I a :l|S de largura,
qr.inlaes .VI; dito dito Je verga de varamla, dilos
'id ; dita dito Je Olla quadrado de |8 de largura.
Jilos II.
(.'.lem os qui/cr vender aprsente a- suas pro-
postas, em caria lechada na secretaria do con-
lelho ..s 10 horas do dia 2,t do correnle mez. .
Secretoria do oouselho adminislralivo para fornc-
cimento do arsenal de guerra l'.l demarco de
1850.(rento ./ose fjunenha Lint, coronel preaiden-
W.lleii,nrdo l'ereira do (armo Jnior, vogal c
cerelario.
1 conselho de adminislraeao naval contrata
la rna do collecio, o qual se offerecera liara impri-
ini-lo gratuitamente, assim que eslivesse concluido.
V. como quaesquer qoe sejam as idea- nelle ron-
leudas, boas ou mas, verdadeiras ou errneas.
de (modo algun o abaixo assignado nao esteja des-
P'.-t.. a reiicg.ir-ll.es a palcrnida le, la.-, a presente
dcel.raoa. para previnir duvidas futeras.
Kecife 20 de marro do IKjS.
.;. /'. de Figueire 1.
Domingo 1 do corrate, as 6 e 7
horas da manhaa, l.avcr.u. mnibus
jara Apipoco,eregressam dalliasfi
e 7 limas da no.ie do mesmo dia ; .. laido lambem
havcr.i um mnibus que aarllr as 3 huras na
mesma d-eccio de Api pucos : os bilheies vender-
se un esrriptorio da rna da Cadeia de Santo Anto-
nio 11. 13.
Procisa-sc >'.< inn caixeiro tiuctenlia
|.taiiia di- taberna: na ra de Apollu
n. 19.
.\
IVir.i as pracas d.u navios armados, liarca di esca- J |S1?I'DIfc T}ft &i\ "" I 5 PiDI
vacao, arsenal e enfermara, u rnrneciiucuto i,i "iiU LXlL .U illU .? jj Jjj\n>jllx.j:
tempo do tres mezes, dos seguales gneros: azeile p..l,- ..,,. 1 1
doce de Lisboa, Jilo dito lo Mediterrneo, dito de I VaP' |C acal de CllPgar nao
carrapalo, assucar branco;dito retinado, arroz bran- recebemos listas da lotera '>' do Conser-
.odoM.nai.i.o., agoardeoic brancada 2 grajo*. Va torio de Miisica, porque esta loteris
bolacha, bacalhao, cafo em gi.lo. carne verde, dita .-, ,- .'
secca, farinha de mandioca, feijao inulalinho, lou- s<-'lta i'\ Iranida a I.) do COI'rcnte.
cinho de Lisboa, vinagre de dita, velas de carnauba O laclo ile tercm sido precisos mais dias
e estearinas: polo que convi.ia-se sos une inleressa- ,>,.-.. .. .,,1..,....-.. .1... 1 .1
remen, dito toneeimento a comparecer* H P* ^accao desta lotera pollera ,_
horas Jo di. 2,i do correte na sal de suas sesees, ; pt0CT e vtraOfdtnano ao respetan'! ptt- ^J^SZ % :* TttiTwi
o baiatd assiSDXto. lenJn j.i Hiiii!*ui cm iliiilitint, l't baelsis, '2't lenisf>fft c nutra<> lania-
camittft, i]ue |or tJefereona, <* n per.
rcniiirt ;;i,. 1 '.an H'I G inriUc- ta Silva rc^ebm
do nesroo sorilicr. < k'.m.i |uc lir,i sem rlTeil" ji-
80 .i eominiMao ruiiiiercial encarrecada do ocrr-
riT ()< iinli^enles de* fitgsioril de S. J*t, in-^riw*
nole jo.iI 110 da N d.i cinrcTile : a relarao da di-
Iriboi o !ui rcMpili'ln ao mcmo Sr. rnmmrnda-
dor.Joa-i|aioi !.. Iloaloiroa Kranc.i.
I". Pnjon, li.lo |*udc;i I. dep?dir-M |>e mpnlc 1I0 lo.lns 00 petiOM OjVO o lioorar-m com a km
amizide. pela ra|>idl .lona parlch, e nao Ihe per-
mi I (ir o 1 1-' 1 1 de suido, fa-lu pelo ,reenlc. c
pedo deacolpi pela falta |ce iu\oluiitariamenlr mm-
mrru. Bordo do vapor D. Mara II -J de marr
de 1N".(.
ear&e l"rc:h*ricn laollior, Iciido lc rciir.tre
para a Kuop.i. c nao ptxloriiio de>pedir-se pcfcmal-
1111-11 le de todo* m satis aaoiojee e ini- pc**oai q
1 >'i-.'i|ii.i.i.; -i.ir.ii: a s'i.i c>tada lila nrovmria,
pelo ^cu man elado lc ^audt. o faz. por uirio lete.
0 OiTeTCCC*bes o -cu potista pre*!inio cm hi-I.iterrc.
anude | m de c demorar alsun- mero.
A -!i. 1 tii'-i imiu-ida Smla Rosa, qoe cvislia r.a
111.1 Aiiii-11. para oro mode meninas. | la* Wtm
de i iraaino J. i di "osa. ojev-oa para a roa fr
V'sario, sesondo andar daeaaa a Sr. ihom.irde
Aquin 1 rorr*e i v\ I lim pac ciaaade -cu eoos^ifatto,
aondo rccci'crao ;:-menina* qi;c seu* pas ili'a* qui-
errem coeflar para -reinar a i:ueMcn. e \em a
o I.' eusniar..o a. le. f-rrcMr. eoular, ate.
:*." cos"r ch'n\ !!'' imtJio. r : '-. .^rdc.-n--
!(* v aol-lnvi i-i. ;.:,;; *..r de l-ii > ..-. 'iit.i.adc*.
.*i.', lappt. I.ij'l'j.'ii, mili/, iiii'jan^a c ooro. He.;
e l.uniem se Ut pial-jaer dcs'.e*. ohjecio a feiliw
por presos ratoaveb. A aula riajeaptaoj moSi I."
lcvtreirc.
Precisa-sede ama aau forra oa captiva i>ara
o servir da ama tasa da poaea (.imilia, paianl-
e h*m se for ..o -:;;.;) alral.ir 11.1 rila o ApojfJi
.\X\\\ /i "O at,3ur.i l, 1:1.
^E^^^.o^.
A direcr. .!; eurnpaniia le S.^uro liiJemni-a-
dera, runviila .ios senhoras acciom-ta- a reunueiu-
se em assenibia ceral e\ir.i-!.3i!' tria ao da -Ji d
rorrnle. ao nMio- 'f. :: 1 respectna e*crij do Vicario n. I, afiOJ de resolver abre aeojMeaaaa
que lem de Ihes s?r pree:i!es. Kecife M de anarr*
lio ls"(.!s dire^lorc?, Juan l'iiicin do Meiieiri>
Rc2o, Alborto Forster Oamon, Joao da Silva Re-
ijadas.
-Vnico., !filatltlmot>o
mo na corte c provincias. i i.ustosa. em que sc^.i:.,!,, ...>,:.. p.-rta ;.i. .i,
lie sabidoriueaonte expedia wmeaAw^S',M?*n**mU*m. Tu "?*
1 I ,- ; a sna ,-ohrao.a : i;nem leer cm smi peder o rrfcri-
O patacho brasileiro Attra, surto no ancora- sas "uportanteS de caulelas pata inversos do roasso queira reslilair ao abaixa aaknnda nnV
e niainihciros hrasi- punios. C lencloaililelle decreto nspera-1 denle ao aterro da !'..-i-\ista Icrreirn andar n. C,
, ,1 -i 1 I nuese suardar secredo c ser;, gratificad. Oain.
domo da carga, lem precisa
leirus para a sua tripolacao na viagem que dcslo por-
to vai fazer ao do Kio Orando do Su I ; na,- su duri-
...-.,..1.. .1 :i 1, L 1 uuc se 2u,'i,ia:a sccrc... t ser;, sr.uiiir.nii.. i
lamente prohibido as mesma cautelas, slrnadertoaqoaiquer drvede. ,i,. ret.,i.. Sr.
Va-
cuno, c porque
forma vendi ao soverno macella a \! patacas l-
hra !
Agora respooda-me o .--r. Souza, se comprando
en assim macella e..1 sua bulica, a pur pessoas que
merecer eoneeilo e que eslo promptas a isso mes-
mo aflirmar, (|uan.lo Ihcs seja neceasarlo, podia
vende-l.i por menos do que a comprara .' A respos-
ta he obvia. Tenho assim mostrado a maneira a
mais sincera porque ohrei, e do respeitavel publica
espero a merecida justica.
Jaleo que lenho hein lalisfeilo ao Sr. Bartholo-
meu Franeisoo do Souza, a quem desejo iipuocios i.lo
lucrativos como os quo presentemente lem feilo, ao
menos na macella cuno in altirma o Sr. Domingos
Alves M.illn'u- em uma carta que me responden.
Hianem-se, Srs. redactores, dar puhlicula.lc a e<-
las linhas com o que milito ohrisarao o seu Coman-
le leilnr c a-s.^oaule
/.uiz l'edro dan \eie.<.
Sua casa. 17 do marco.
^tibccao vi ih-.Mh),
Poesa recitada a' belra do tmulo da Exm'
Sr D. Amelia Serena de Araujo Acular,
e offereclda a sna Exm. mana D. M R. de
A. A. por A. Z.. M. H J
Sae da larva a liorbolela,
Sie da rocha u diamante ;
IVum cadver mudo efrio
^se uma alma radiante '.
( (.'. Da'.
Mais um elo quebrantado
Na cadeia ilesla vida '
|.hot, de '2\'2 Ion.dadas, mesire Manoel l'ereira da
Sa, equipaqem \2, carga farinha de Irigocmais
gneros ; a Antonio Pedro d is Neves. l'assageiro,
a familia do mesire.
rerra Nova .lias, brigue inatet James Stwarla,
do '2't') toneladas, mestre John l'avlor, eqaipagem
II. carga 2,70X1 barricas com bacalhao ; a James
Crablree .\ Companhia.
Ingieza uNelliertiini., de 10
lonela las, mesire i'liomaz Bales, equipagem t").
Carca :l,(ii)il harneas com bacalhao ; a James Cra-
idrce iV Companhia.
Vralo* sahidot na mesmo dia.
Porlos do NorteVapor hrasilturo ul-aran, ciun-
mau.i.inle I'. I. Itii^c Alsni dos passageiros
quo l"va dos porlos ,1,, -ul, fonduz desla provin-
cia: O .oiol ('..-. i llamos, Podro Jos Antones
deiliranda, Joaquim Jos da Silveira, Joaquim
llaptisla da Silveira, l...io Ignacio de Son/a. Jos
Pedro ti..n.os de (lliveira e I estrato, I>r. Jos de
Araujo ito-o li.unm e I criad.iJ.oaqui.ui Caval-
cauli ile All a pierque, Dr. Ahlomo llenrique de
Almeida Jnior.
la dar roaiores soldadas do quo as etlabelecidas para!,M; clarocjueas loteras nao poderiiomais Ionio Ferreira l.astoaa, qoe nao pasjn leiir^ aiga-
iquelle porio : qaem quizer cnionda-sa com os res-'esti'ulni'-seem > e 'i dias como ultima- ''''''B*" "f"' ': >c':l'lue o portador pclentcmeiilc hahilitado por procuradlo o-j cadoss^.
AnAnio Lope da Silva U i terO | (Herccc-se urna ama pan casa da hom-sa sol-
Ierro ; na rea Bella n. i,
Precisa-O de urna cozinheica, larra ou ccra-
pectivos consignatarios Bailar & Uliveira, na ra da
Cadeia n. ou com o capillo na praca. meioe aconteca.
i i Parece, pois, aue por ciiiq
> (.(..ip IIISi i lie pi- andamento duas loteras em cada i
teai
quetcs iiig-ic/e n vap
Kio de Janeiro, as nos vamos observar
^**^r->
No dia 22oo l,K devitaiuente, para dar emita ao res- V1- l'ara cnsa ,'lcJ'0" f-jm>i'- : quem pretender di-
i-i ,irci.. .,*,'.. ;..,.. I., ir .- l']a-s, a ra da (,ru/. n. .-J, pi onciro andar.
... dcsie mez peitavel publico, pontiie continuamos a
' -.

>. pon pie coniiiti
XVw fomar ..esponsnKlidade datiuil
l'o'j, coinman- \ ''C noliciarmos.
danle Bridges, () vapor que COIldu/.ir as lisias da -"> i<
o uoal depois I ir* .
demora do ll'";i laOnservatorio, sera taran m |io
pie
cosiumc sesui-i lador dos nios l)il!ielcs : aproveitamos
Ihamplon lcenlo nos portes de S. \ c* ,\Tl^m ':Un!H'1" ^ **> Pra Pa'tCpar ,Ue
le. .Madura e Lisboa; para passageiros, trata-sc com cm oveve cceehei i mos para e\por a vell-
os agentes Adamson llbwio & Croa do Trapichen. I da, (Miarlos assirrnados pelos lliesomci-
i2. Os t-iulirulhu< que (.reten,lerem maular para ,. ,, u '
Sonthampton devero cslar na agencia -2 liorasanlcs105' ll;:os" porrjtiea -'i cxpressamonle os
de se fcrhareni as malas, e depois dessa hora mo sel permitte, como porque sallemos de boa
parte que o Exm. ministro <\o imperio
ordnala a quenas provincias se nao po-
ESIiLDA DE FERRO.
.Meniiiios da comen-.u. para a dislrdvi-
, io uas ..rr-'.-s.
Os Sis.!l E\ii. coPselhciroJoM*len-
lo da Cunta Figueiredo.
i.ato Commeni'adoi' X: i.oel lioacarnc .i..
Silva.
Coiunicndador Luiz (jomes Ferrara.
Alfredo de Uornax .
Km coBSeriuenrin das dastasscsM em
nl.a embararo a suvenda. moram gumas pessoas tme .->,
DECRETO ram accocs da companhia da EstiasJa de
i Por decreto n. 1727*de 20do cor-\hetTO> e adilMouldadc de Kachar psrta-
|dores ncslc IcmiO de ma, lacao
,.(.lltc> foj determinado que os Inllieles dore li,' sal.-- com brevidadc por ler :t maior par- .. de loteras, assim recaes como provin- '""I quesv marcou ]<.<-.< sefaxera
leda carga [irompta, o bem conhecitlo .. ciacs, so possains.-c do alor de 20.W00 '""" "" "<* MW. |
brigue nacional FIRMA: para o resto inteiros. de IOS incioscdesOOOttuai- C.,d:'. a?.'ao' lranrfendo P**"* l
@*5t5in
o lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, cm cumplimento da resolo{So da junta da fa-
zeuda, manda fa/er publico, que no dia :! de ahril
prximo vindouro vai liosamente a praca para ser
arrematada a quem mais der, a renda do sitio na es-
Irada de lielem, a\aliada annualmenle cm I7(i.
A arremalacao sera feita por lempo de -2'< mezes,
a contar do I. de inaio do concille anuo, ao lio. de
junlio ,!.. xv.
l |.ara constar s^ mandn .illiv.tr o presente c pu-
blica! pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernam-
huen i:t de marco de IS5B.(I secretario,
A. ,l'Aniiiiii,-arn,'.
O lllni. Sr.inspector ,!a Ihesouraria provincial,
em cumplimento da provincia de 29 do psssado, manda |p*izer publi-
co que no .lia :| de abril prximo vindouro, pean-
te a junta ,1a tazenda da mesma Ihesouraria, se lia
de arrematar a quem por menos lizer a obra do eni-
pedramento das areias do Ciqui ; estrada da Vic-
toria, av.iliada ero4:1135(00 rs.
A arremalacSo ser feiU na forma Ha lei provin-
cial n. :ii:l de l"> do malo do IsVi, esob as clausulas
especiaes abaiso copiadas.
As pessoas que se propuzerem a esla arremataran,
comparecam na sala .las sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia, Competentemente
habilitadas.
F. para constar so mandn allixar pre-cnle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de l'ernan.-
l.uco \2 de marco de 1836. No impedimento do
secretario, o oflicial de secretaria, Miguel /t/fonso
Ferreira,
Clausula* tspeciaes ;)i.i a arienuiUiriio.
I." \s obras dos reparos doempedraniento das
areias do i.iquia farseao de coiiforuudade com o or-
namento approvado pela directora cm conselho, e
aprsenla,lo ao Exm. Sr. presidente da provincia na
importancia de M159100 r*.
2.*0 arrematante dar principio as obras no ina-
ne nacional FIRMA : para
da mesma, passageiros e esclavos a frele,
pata que tem excellcntes commodos, tra-
la-secom os consignatai os Nov aes& C.. na
ruado Trapiche n. ~>', primeiro andar,
on com ocapitao na praca.
l'ara l.i-h.'a, mais breve possivsl, tende j
parle da cama prompla. o lii.eue porluftnez l/wi
//.deque ha capitn ('.aciano .la Costa .Martn-:'
quem quizer carresar ou ir .le pa;il,'ii., dirija-se
aos seus consiunatarius |-'rai:ei-.:;, Scveriano Kahello
i l-ilh".
Para Lislioa, < mais I.rev possivel, leudo i;i
parle da carga prompla, a barca porlnoacza Mara
lose, de que lie .apdao Joc ferreira Lesna ; para a
resto d carga ou passagoiros, Irala-se romos seus
consignatarios l'rancisco Seveiiano lt.rntdlo& l-'ilho
icijao, transferido para o lia l de
abril, depon do qual a cunmisso encai-
regada da dtstribuir^feo das aasnAes nkei re-
cebera' mais peditm.
Oucm livor um vio'.",,, ,-m basa salada, queira vender, rdk) muito caro, anooocic pan -cr
procurado.
Alieii'-c.
i
Precisase e .loas an:.:- : i. na padana da
l aterro .a |i:.t-Vi-l-i v. W!, que-o dar. !>om mdc-
ii te do ai t. oo cc;;iilamci!io an- liaj.
inteiros, de Kl.s ineiosede')$00quar-
los, sendo tms e outros vendidos ni-
camente |ielos iespecl:\es tliesoureiros,
em seus escrptorios, e nos casas por
elles couvencionadas, debaixo de sua
immediata responsahdidade, licando
prohibida a (ubdiviso dos rclcri.ios
liillieies. e a siki venda por conta de
particulares, sol as penas da segunda
nexo ao decreto n. H57 de 27 de abril
de ISi. [Extracto do Jornal do Cora-
merciodequinta-icita 2Sde fcvi reit-o.
IVIonreseuli i i"Ocst.mios tlcmin-
.:;- de toda! i i vende: eir ',.-
tcli lie lotenas do Kio le Janeiro, ili
A pessoa que annnnciou querer comprar am I din _(l do prximom>v ile abril cm .liante
violan. dinja-'C a roa da Clona n. :'.*, que acharo
PORTO.
Seflnir
lo -eja possivel a veleira barca
//*, forrada o cneavilhada de
carga prompla e recebe a qoe apparecer a fele .
la-serom Hallar Ov uliveira, no sen sscriplorio da l*m <"l'S'. paeando-se :!> memai
rna da Cadeia do Ucrile n. I_>. MroroiSo I ranrueo Marciano de Araujo l.i- I
i..... ma de yulla n esla capital da commissSo de que r.ira ".......!" <>'
incumbido pelo enverno da provincia, i comrca dolchelede ioliea. ao nasso i. ...;.......................... .1 '
i rom quem datar.
i para a cidade do Porto lito breve qoan- ,',ecis'_se 'luaar escravos, pagando-te iio
i, ii lu ./! fuarte mensaes, e rtn-se o sostenln na padaria da ra Im-
robre \ lem algama Werial. defr.o.ie da lal.rica de -ali.io n. 17:!.
1 > amass.id.-res que rnlendam c so-
nleama rl'erial. defr.o.le da
te: Ha-I. l'recisa-se de i
A<- tracir t- Ce ai ..'
lauto pelas roas como cm rpiabiuc i.is.i.
pois que nao adiamos Disloque para p-
dennos vender IMglIC'lllOsi ollero-, im-
posto de I :0(.s'IO(l |)i cada una las
nossas lujase leudamos mita liatica na !!*
sourai'ia geral, c lii -n. a do lllm. Sr. Di.
Sagne com brevidade o palhab le Sobralense. ca-' "":'"'.!>"'' ser procurado para qualquer mi iler de ,,n....i s, ,-,!,,,, ,;s Vl. |am
sua prohssao na rna da Clona n. 7... ,- ," .
.1..: q.um c.i.caives Saleado, nao podendo dea- r'"1 la, mlringindo asstni .: Ici. cunaan
pedir-se de seus aiiueuH pcsualuicule pela muila l.re- nossos intcresses lelos mine: |..i"-niio.s o
vidade de
pi:V. e pratico Francisco Jos da silva llati-; rece-
be earpa e passageiros: a (rolar com Caetano Cira-
co ,\ ('.. al., ao lado do Corpo Santo u. -J...
Ara.-itv.
ni
"........' -...-......-,.-(,.-.^.,ii1.irihe pe.......llhl l'M- (IO"t'-i IIIUIVOH' iJilUS (ll.lt .' I l.l jiilll'" *
ro!r^deTe7r,no^^^^ H.VIHS.!.:...,. -V
na morar poraleomlempo. IS.it..Antonio lose Rodriguesik Sou/a
ti hiale l:.mlarii" sesiie ne-ic dias ; para carga e Joaquim uncahes Salgado deixa por seis Junio:
pa.s.-ciios. Irala-si.....o l'.ael.ino Cviiaco di. C. M., procura,!, os \n|oi omuuues de Alinela Po-
bo la lodo Corpo Santo n. -J.i. c.is. Policiano l.uurenco da Silva c Costa li Antonio
l'ara Lisboa pretende saliii cm a maior loe-1' "''""" .
vidade o patacho por tugue:'. Hapido ; .pie..........es- ; l analxo assignada rordcalmentc agradece as
ni,, quizer rarregar ou ir de pa.-agem, dirija-se aos Pwaalc ">> amlzade e prezados pareles qoe live-
consignatarios T. de xquino Ion cea ,\ Kilho, na "ln a ""oj do comparecer na matriz ,ua do \ i-ario i,. I!l, ou ao rapiblo na praci. ;\",1'nl".'n u",e'^ 'I- n.i minio prczadissiina irmiia
Mari.. Atex.iii.lnna Querobina Call-.ca qoe lle,.s
Pan
a
!;
,-
lo aiiuit'ii
assa 'Mlaiuau-
tiua.
I ran
|.iep.
al
.r. pinta ira -m ;i;;, lira denles r l.oai
i, ..I. .den., o..,--., adamantina : rala nova
......perm a lodaa ,p. .otas leu. appare.-i.tn
que alrm de pcaili-ar em meo..-.le um
teniia em santa gloria : prolesta os s.u- rrarasswvi-
Cm e.....mita gralidSo aosdilo senhores que prali-l lia
sahe ale o do. I de abril i roximo futuro .. Iirrcan- earam mu acto l.'. meritorio.
lim brasileiro DespH/tie drBeiriz, de |irimeir mar l'rancisro Alexandrino de Vasconrellos (aliara.
cha. forrado acneavilho de cobre, rapil.to Manoel iiilerece-se um caixeiro puHnguezde vinl eI minut, ra odonlrom nmaaa cr nalur.d e em
Maiqucs Lorrea, por ler dous le ros da carga prom- tantos anuos para caixeiro de loja .le ferragen, da nereito estado com qui nunca l:\cssc mina. I.un-
!"' I*1.....;''-1"; l','";U--''-e ,- ai, isa lo le. Ira- ; qual j tem piali.a, nu para ontro qoalqocr eslabe-1 bem appiira veotaaa pela allr.,.,ao do r. l.-i.do
t.i-se cm o .sr. .vianoei joaquim Ramos e Silva, no leeimenlo, esrepto taberna: quem precisar annun- para esse lim ipparelliocompleta ; ,-,i,.
seu escnptorio, ra da Cadeia d Kecil, oo com o ci por este Diario. iro para tirar leste de netla eo cnh,-.,- .;. i. ,..-
capllao na praca. > abaiso assignado, durante sua anrencia dei- las ve/es se loma bastante mu pe,, mal q..e ,.-,
- T.iS ." ",0r r"" fonlra americana xa por seus procuradores os Srs. Antonio de Morra a relendo do mesmo : lamben lem malla -..ern r-
.SiiHM/iea, queira apresenlar no eseriptorio de Wi- I Kolim. Joaquim de Almeida Pinto. Jos.- de Olivcira i limas para apartar os denles, que vende pe. baraSa
llana talle] Jnior pera serem pagas al lerra-leira, Ramos e Silva. Recite 17 de marco de l&Vi. preco: pude ser procurado para esle. fin, n ras
'-' '-do cortcle. Joao Aulonio Cuuies Ctiiniaracs. | eslieita do Kosano n. -.'.
MUTIT7xXrT
ILEGIVEL


.MARIO Dt PERIMUCQ StBBftOO t Al Mft'0 OE 1856
1
Terceira edi^o.
^TRiTAIEHTO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO
CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
r3*
*Tra3
oaraae podcrcurardesla enfermidade, administrndoos remedios inais'etlicazes
u InsUaocjlo aopo' "1n'l0'?erecorreaomedico,ou raesmuparacura-laiudapendentcdesles nos lugares
g^gglDO EM PORTGUEZ PELO I)H. 1. A. LOBO MOSCOZO.
Estes dous opusi-
mos ronlm as indieacoes mais claras c precisas, a pela sua simples o concisa evposi-
riioealaao alcance
,le lodaa asinlclligcncias. naos pelo que .1i/. reeneito aos meios curativos,comoprin-
lomdadoos mais salisfaclorosicsullados em toda a parle em que
cipalmeule aa V^mnAaT
elle^en\'o'\rXimVn"'!oraeopallicoo unicoque Icm dado grandesresulladoa nocnralivo desta horn-
i mi lude iul-amosa proposito (raduilr restes don- importantes opsculos cm liBgoj vetnaci-
vetenierm j s;l u-ilnni a quem ignore o franrer.
Ia' PVende eunicanenle o Consultorio do'-raduCor, roa No n.52. por 2*000. Vendem-se lamban
os med"came'uorprS e boticas de 12 tobo, con, un. frasco de t.nclura 15* umadi.e de 30 lobo, co.nr
vro e 3 frascos de tintura rs. 'AaOttO. _______________________________________________
-- .'
| PEORAS PRECIOSAS- |

* Adereces de brilhanlos. jj
% diamantes e parolas, pul-
s! ccir.is, allinetes, brincos c-
S e rojetas, botos e anueis
3 de diflerenle goslos c de
i* diversas pedras de valor.
% ~
h Compram, venden ou S
2 trocan prata, ouro. bri- jj
'?, lhantes.dianiantcsepern- $
* l,i-, e outras quaesquer fi
* joiasde valor, a dinheiro .:.
^ ou por obras.

MOREIRA l DQARTE.
:i,o,i,i de unes
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de 1:
*
.1
masn %
-
OI'RO I". PILMA-
Assoeiacao Commereia I
Be ficen te.
A omnmissao Borneada pela Associai.ao Coiiimcr-
cial Beneficente desta praca, con o lint de soccorrer
as pessoas necessiladas e desvalidas da freguezia da
Boa-Vista, por occasiao da epidemia reinante, pie-
vine a quena esliver em tacs cireumstancias, de pro-
curar a Jou Malheus, ra da malri/. n. 1*". Manoel
leiveira Bastos, ra da Alegra n. 7 ; \ cenle Al-
ves de Sau/.a t'.arvalho. Kslancia : desde as 7 horas
da manala
cm caso uraenle, porm, seraosoccorridosprompta-
menle a qualquer hora. A eommissao deaejando
acertar na forma de distribuir os soccorros, rog en-
carecidamente a todas as pessoas mais ronliccidas
desta freguetia queliverem pwfcila aeieneia do es-
tado de precisan de qualquer familia, se dignan de
a informar -Mu de or con promplidao altcndida.
Bccife 25 de fevereiro tic ISili.Joao Malheus, Ma-
noel leiveira Bastos, Vicente Alves de Sonaa Car-
valho.
i illa de Barreirot B uV mareo de IK56.
O abaixo aaaiguado fax scienle ao vinario Manoel
terreara llorgesea torios os memhros do sua familia,
que, coin u auxilio de Heos goza de aaude com o leu
lilhi' Jellerson e mais pessoas da casa. Adverte tam-
ben, que, em quanto correr impresso este aviso, em-
bora esta dala, devem lodos ficar Iranqnilia&doa,
pois que qualquer agtaoai. que appareca en dispo-
sicao denostas facilidades physicas, muda-e de avi-
lo. II lempo nao esta de gracas, exige mesmo que se
a hvgicnnc publica
?<
ranea
como
Adereces completos de E
ouro, meiosdilos, piilcei- :
ras, alfiucles. brincos e jj
roletas, conloes, trance- .'.
ij lins, medalhaa, crrenles :
: e enfeiles para relngio. o :'
'.' oulros muitos objeclos de X-
: ouro.
N Apparclhos complclos, *
9 de prala, para cha, ban- ^
e dejas, salvas, eattifa.es, >
colheres de sopa edeclia, ?
: e muitos oulros objeclos *
;. de prata.
de Lisboa, as que aevendem. por
pre?o commodo como costuntam.
" ESTRADA DE FERRO DE PERNAMRCO^
BanukiKOS DA Companhia BMURDUS.Srs. lluyxvood, Konnanls, & C*.
Banqueibos km PewUMBOCO.O Banco de Pernambueo.
Agentes no Rio de. .IaneiboSrs. Man, MaeGregor, & C'.
Agestes km Pernajimico.Srs. lioihc & Bidotilac
Agentes na Baha.Srs. S. S. Davenpori & C.
PIIBLICACA SKMIFICA.
Acham-e no prelo as INSTITUItOES lE lll-
REITO PUBLICO ECCLESlASTiCO pelo Di. Joa-
quim Villela de.Castro lavares, lente da laculdade
de IJireito desta cidade : c por estes dias sera dislrui-
do pelos Srs. subscriptores o primeiro enlame d'esta
iutcressanle obra, para impresdoda qual oseditora
se n.lo tem poupado i sacrificio algn), tendo so-
mente em mira apresenla-la ao publico ntida e as-
seadameule impressa, em bonslvpos e ptimo papel.
Esse volume, pois, conlendo de :l:0 a :t'ill pagi-
nas, em elegante frmalo, achar-se-ha a venda do
dia lo iie fevereiro m dianle, na livraria dos edi-
tores, llicardo de Frailea ,\l esqnina do (lollegio
n. 'JO, ao preco ile li.^(MKI ras, para 09 nao aasignan.
les e alli, bet cmo em mao das pessoas que se en
earregarara de Hgenciar aasignalnraa, ser distrilmi-
doaoaSra. snhscriptores, mediante a entrega d-
primeia prestac.ao de sua a-sign dura ,"iNHK) reis ; a
licaoilo a segunda e ultima prestaran de igual quaii
ta, para ser pana na occasiao da entrega do segun-
do rulume, queja se echa no prelo; rrcehendo an-
da esle auno o lerceiro e ultimo roame aem maisre-
tribmcao alguma.
Aquellessciihores qiicqui/crem ainda subscrever
poderilo faze-lo ncsla provincia na livraria dos edi-
tores e em casa das pessoas encarresada da subs-
cripto, c em oulras provincias em casa dos respet-
ivos asentes, at a publicacao do segundo volume ;
MOENDAS SUPERIOR,
tuudico de C. Slarr & Companliia
pata
Nafi
em Sanio Amato, acha-se pata vi-ndur
moendas deanuas todas de ferro, de um
itioddlo c construceflo maito upenore.
C. STARR t C.
respeilosanienle annuuciam que no seu extenso es-
ahelecinicnlo em Santo Amaro,coutiuuam a fabricar
com a maior perfeicao e promptidAo, toda a quaula-,
de de uiacbinisnio para o uso da agiicullura, na-
vegaeio e manufactura; e que para maior commodo
'le sena numerosos tregue/esc do publico em gcral,
lecni aherlo cm um dos grandes armaieni do Sr.
Mesquita na ra do Brum, atrai do arsenal de ma-
ntilla
DEPOSITO l)F. MACHINAS
Construidas no dito scu eslabelecimeulo.
Alli acharan os compradores um completo sorti-
mento do moendas de canoa, com lodos os melbora-
mentos (algunadelles novoa eorigtnae) de que
experiencia de muilos anuos tem mostrado a neces-
sidade. Machinas ile vapor de baixa e alia pressao,
laixas de lodo lamanho. lano batidas como fundi-
das, carros de inau e ditos para ronduzir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra dito, tornos do ferro balido para larinha, arados de
ferro da mais approvada conslruccao. fundos para
alambiques, crivos c perlas para fornalhas, e urna
Bi mu A f.
I tara, vender
Em rasa de I Icm v
ruada Cruz. 11. II, lia |wia vende un
grande sortimenlo de c-uio do roeHxM
fjosto, .isMim ntni. 1 elogios deouto de rw-
tente.
E
tomem eslas cautelas: a hvaienne publica cm seus,
eonselhos raeomnenda que se avilen excessos de '' >" ewglr dos Srs
cuidado-, qna s.lo nocivos, mxime em lempo epid-
mico.Firmino Lucas de Aievedo Sosrestiordo.
do consistorio da
por quanlo d'essa dala em dianle a obra somente *e 1 iaOnidade de obras de ferro, que seria enfadonho
vender por l.'nOIH) res o cxemplar. enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa
Em face das enormes despezas que sao obligado* a inlellsenle c habilitada para recebes todas as en-
fazer com a presente impresto, u.io podem os edi- commeudas, ele. etc., que os aniiunciaules conlau-
hiiMsino,
1*1111- c iidlillliou'i !"" .--vv"*^ -----
ndas, ele., etc., que os aniiunciaulcs
a rapacidad'-deslas ollicinase mach
12,000 aogSes esli resonadas para o Brasil de valor do C 20 ou rs. I:"?/"/ cada ac-an.
Os que desejarem comprar accoes d'esta Companhia poderao dirigir-S na forma abaixo indicada
3 Commissao em Pernambueo em casa das Srs. lothe & Bidutilac. O deposito de ama libia es-
terlina ao cambio de 27 por 13000 011 rs. 8?888 por arco deve ser afiaclliado em Casado um
dos Ayuntas da Companhia no Rio de Janeiro, na Babia, o cm Pernanilmco, que dar o rompolenlc
recibo.
A subscripciio tica aberla at o dia 20 do marco em Pernambueo.
Os senhores que ia lizero pedidos para a arquisico de acees desla companliia antes de sua pil
blicaao cm Londres, devem tamben dirigir-se Commissao o rcmetter aos Agentes a importancia
do deposito do- 1, por ronla de taes accoes denlro do prazo lixado para a aprcfcntac.au de pedidos.
A urna Commissao nomcada pelo Presidente da Provincia de Pernambueo, de accordo com o
Conccssionario o Sr. Alfredo de Mornay, sera conliado o Iraballio da distribuieao das Aeoftes.
So nao forem concedidas todas as Accoes pedidas, o dinheiro depositado ser levado em cotila para
a primeira prcslacao ilc duas libras esterlinas Rs. 174W76 por cada Accao.
Sencnhuma lbr concedida o dinheiro ser restituido por inlciro at lim do Abril, ao mais tardar.
A Companhia tem reservado fundos que os Directores calculo ser suflicienles para o pagamento dos
juros aos accionistas desde o dia cm que se effceluarem as prcsiacoes, c osses juros scro os meamos
que sao garanlidos pelos governos Imperial e Provincial depois de abertas as secees claustrada
de raaneira que a importancia das entradas vencero > juro de ~ por cento logo que estas forcm
realisadas. .
Os dividendos scro pagos aos Accionistas no Bra7.il cm casa dos Agentes da Companhia as enlodes
do Rio de Janeiro, Bahia, e Pernambueo.
Cada prestado nunca exceder de duas libras esterlinas Bs. 179776, por acoso, ubavcra un 10-
lervallo pelo menos de tre7. mezes entre as presiaces.
Os que portenderem accoes deverao dirigir-s# Commissao, c romet!"r aos Agentes da Companhia
em Pernambueo Srs. Rolhe & Bidoulac, logo depois de entregaran a unportanria do deposito, um
pedido segundo o formulario abaixo transcripto que os Agentes da companliia forncceraoconjunc-
lamenlo com o competente recibo pelas quantias depositadas.
A ei-fermaria do consistorio da 11-
mandadedo Divino Espirito Sanio em
Sao-Francisco, ia' annunciada, acba-te
provida do mais necessai 10 para rceber
aos seos "timaosdesvalidos (|tte venliar, a
ser accommettidos do cholera : roga-se,
pois, aos irmilosda 1.tesina irmandade,011
aqncm ten lia conheciinento de alpnns
desles, purticipcm ao irtnuo juiz, cscri-
vao, ou tliesoureiro, alim ile jue sejam
recolliidos pela mesa c halados da me-
llior forma que for possivel.
Commissao de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissao abaixo assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parle da associacao cotnmercial bendi-
cen te de soccorrer a pobre/.a, avisa as pes-
soas desvalidas (|iie precisarem de soccor-
ros, queirao entend r-sea qualquer hora
na rita Nova ii. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na rna do Trapiche n.
iO, deThomaz deFaria, ena mesma ra
n. rt, de Salustiano de Aquino Ferreira.
Pernambueo 2-"> de fevereiro de IS.">(i.
Salustiano de Asnino Ferreira.Anto-
nio Augusta) da Fonseca.Tlie-maz de
I'aria.
SIJLT0I10
m
PATHICO.
Ra das Gruzes n. 28.
(loiiliiiiia-se a vender os mais arredilados ^/
medicamentos dos Sr-. Caslellan e Wcber, /jA
em Ijiilnrd* e ern .'lbulos tarleiras dlo- x4rJ
m
subscriptores (sem I j0 com a cap.
excepcAo a inmediata entrega de sua respectiva |e pericia de seus olliciaes.se compromcllem a faicr
preslacao hijo que Ibes seja apresenlado o primeiro I execular, rnra a maior presle/a, perfcii;.1o, exac
volume; poique do contrario, ver-.-c-ham sua ne- '
cessidade de suspender por ora a impressRo dos
llicardo de freiiat \ ('.
Paula \ Santos pelo prsenle fazem publico 30
seu devedor llominsos da Silva Campos, que a niu-
suem pagne,aenlososanooneisnlw aadnaa lellraa
que Ibes aceitnucm l!> de janciio do crrenle auno,
cada urna da quantia de 1579025, sendo urna venci-
vel em l'.l de abril por ler sido sacada ha tres mezea,
e a nutra em VI dr |un'io por ler sido sacada ha cin-
co mezea, visto como ditaa letir^s penleram-ae no
dw 7 da fevereiro desla mesmo anno, da aluibeira
de seu caixeiro Manuel de Soma Conleiro SiniOes
Jnior, quaudo do mesmo Sr. as recebeu, c antea de
aaalsnadaa pelos annoiicianles cuno aacadores : e ao
mesmo lempo declara a quem as liver adiado, que
as leve em seu escriplorio da ra do Amoriui 11. W,
que sera ratificado.
Roga-se a qualquer pessoa moradora ns Imbu-
ra, que esteja coslumado a lira Icnha as mesnus
mallas, que queira rornecer lenha que ->eja boa, por
auno a urna padaria, entrega-la -'menle no porto da
l'onle Velha conforme se tratar, pode dirigir-se a
padaria do paleo da Santa Crol n. l. qoc achar.i
com quem tratar.
Preetia-M de um non Irabalhador de massei-
ra : na padaria do paleo di Sania (u/. 11. ti.
O individuo a qocm liontem IS se desenca-
niiuhou un embrulho de dinheiro, pode enlender-se
com Joo FernandeS Uaplisla, na ra do Vigarie n.
33, para ser-lhe entregue,
._. Precisa-se de una criada para 11 aervico interno
de' urna casa de pouca familia : no pateo do I.uni.
sobrado n. > por cima da botica.
Prccisa-se deuma ama : no aterro di llja-\'is-
la n. 00.
Precisa se de um fornoiro idneo,Irahalhadores
de inasseira.que aaiban tralla,.urou mesiiio que nao
saihain, e lambem se compra mu eacravo : na ra
I incita n. S.
eanfornidade com os modelos ou desenlies,c instru-
es que Ibes forem furnecidas.
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendeni-se ricos leque com plumai, bolola,e
espelho a 29, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que jide ha ver a 1.-nhi o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homem e senhora a I5i8t), di-
las de tunal prelas e com bordados de cores a 800
rs. e I.-Jim. dita- de lio de Escocia brancas c de te-
das as cores para homem c senhora a 5UO rs., ditas
para meninos e meninas minia boa la/enda a .l'JH,
lencinhos de retro* de todas as cores a t;, trucas de
lia para senhora a (iiO, | entes de tartaruaa para
atar cabello,fatenda multo superior a 5a, ditos de
alisar tambem de tartaruga a Ir. dilos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imitando muito aos de
tartaruga a l.rJ*0, dilos de alisar de bfalo, faien-
da moito superior a :P20 e 500 rs., lindas meias de
seda pintadas para chancas de I a :l auno a IjXOO
olpar, ditas de fin de Escoca lambem de booilas
cores para chancas de 1 a 10 anuos a 1120 o par. es-
pedios para parede com excellenlcs vidros a 500,
700. \$ e I9-JO, toucadores com pes a l-VOO, filas
de velludo de todas as cores a 100 e -JiO a vara, es-
covas tinas para denles a 100 rs., e finissimas a 500
rs,, dilas linissimascom cabo de marfim a 1 ~, tran-
cas de seda de todas as-cores e larcuras 3*20, 100 e
"iiti 1 rs. a vara, sapatiuhos de laa para crianzas de
honilos padres a -J{0 c :IJ0, aderecos prelos para
lulo com brincos e altineles a 19, toucas prelas de
seda para criaucas a 19, Iravessas dasquesc osam ic'execulam todas as encotnmenda. cfn a a
illuno l, UllAULO
Cm lindo e variado sorluoento de modello^ para
varamlas e gradaras de Roto moOernixiaM : M
fundicao da Aurora, eiu Santo Aaaarn.e un 4y
lo da mesma, na ra do Brum.
IEGHAIISIO PARA EHGE-
IHO.
NA FLNDICAO DE FERRO, IJO EMsB-
MIKIRO* DAVID W. BOWMAN. HK
l!l \ DO BRUM, PASSANDO O oHA-
FARIZ,
ha sempre um grande soriimenln do* w fintea k-
jeclos -i mei lianisiiiu- proprios para riucnbo*. a*a-
ber : moendas e meias mocadas da mais madama
constraccao ; taitas de ferro tundido e batida, de
su|>erior qualidade e de lodoso tamanbni.; radas
dentadas para anua ou animar, de toda* a prapar-
ees ; crivos c boceas de fornalhae registros de n-
eiro, apiiilbAc*. bronces, narafaao* ecavilhe, asa*-
le mandioca, etc., ele.
NA MESMA FINDICAO.
/
tiho
m
da
Formularia para o pedido de Accoes.
Aos Senhores da Commissao encarregada da distribuieao das Accoes da Companhia
Estrada de Ferro entre o Recife e o Rio de Sao Francisco.
Havcndo cu entregado aos Agentes da Companhia rcts
ao Crdito da mesma Companhia, pcco-lhes que me eoneedan as Acr/ies correspondentes aquella
prestaeao, e pela prsenle me ubrigo acechar aquclle numero de Accoes 011 as que me liouvercm
de ser'conccdidas ; o bem assim pagar as subscquenles preslacoes qnando me forem \i;;idas na
forma das Leis que repino a Companhia, assignando-me por mirn 011 por meu bstanle procara-
dor 110 Livro competente da inSCTfJCo.
IsisilCMTIRl.
Home por extenso__________
Residencia por extenso
Profissao 011 Oecnpaco____
Lugar de Negocio se o tem.
t J. JANE, DENTISTA. S
% coolina a residir na ra Nova n. 19, primei- >g)
A ro andar. 0
REPERTORIO DO' MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRA1IIO DE RLOFF E BOEX-
NINGHALSEN E OUTKOS,
6 poslo em orden alphabetica, com a deseripeo
abreviada de lodas as molestias, a indicac.io phvsio-
logica e Iberapeulica de lodos os medicamentos ho-
mcopalhicos, scu lempo de ac^ao e concordancia,
seguido de um diccionario da signilcac,ao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
lis Srs. assignanles podem mandar buscaros scu
ejemplares, assim como quem quizar comprar.
PBLICACAO' L1TTERABIA.
Repertorio jurdico.
Esta publicacao ser sem duvida de ulilidade aos
priucipiantes que se quizercm dedicar ao cxcrcicio
do fiiro, pois uella enconlraro por ordein alphabe-
tica as princpaes e mais frequeutes oceurrencias ci*
vis, orplianologicas, commercaea eccclesiaslicasdo
llosso foro, com as reroisses das ordenaces, leis,
avisos e rcgalamenlos por qae se rege o Brasil, e
bem assim resoluqoes dos Praxislas anlisos e moder-
nos em que se lrmam. Cnico semelhautemente
as decisoes das quesloes sobre sizas, sellos, velhose
novos dircilos c decimas, sem o trabalho de recorrer
colleccao de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
ra de iloiii volumes em oilavn, grande fraucez, e o
primeiro sahio luz a est i venda por 89 na luja de
ivrosn. ti e K da praca da Independencia,
zia da Boa-Visla, na ra Velha 11. J.
No pateo do Livramcnto sobrado da
esquina n. i, da-se bolos de vendagem. a
8(1 rs. a pataca e armam-se bandejas de
bollos do que cm outra qualqtier parte.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
por seclulas: na ruado Trapiche n. iO,
se;tindo andar.
Precisa-se alugar dous pelos capti-
vos, d.indo-se O Sustento, para trabalbar
uesta typographia : na livraria ns. (ic S
da praca da Indcpeendcncia.
Candida Maa da Pai\ao Rocha, pro-
l'essora particular de instruccoprimaria,
residente na ra do Vigario do bairro ilo
Recife, la/, scienle aos pais de suas altini-
ii-ts, que acha-se aberta sua aula, na qual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e esternas, por piceos ra/.oa-
veis.
CASA l)t>S EXPOSTOS.
Precisa-sc de amas para amamcular chancas na
I casa dos expostos : a pessoa que a isso se queira dc-
| dcar, tendo as habililaces necessarias, dirija-sc a
I mesma, no pateo do Paraso, que ah achara com
quem tratar.
i Na fabrica tranceza de calcado, no aterro
, da Boa-Vista n. 52,
jadmilte-se aprandizea de 10 a t anuos de idade,
I com preferencia orphaos: as pessoas que livcrem
meninos ueste caso, sirvam-se dirigir a fabrica ci-
ma referida para lomar conhecimcnlo das condires
clavrar o compctenle contracto.
Atten<;ao.
Alnoa-se o segundo andar do sobrado da ra do
Jardimn.Ti.com bastante commodo para grande
familia, e bstanle fresco: os pretendenles procu-
ren! uo paleo do Carne 11. H, primeiro andar.
dos os lmannos moito em emita.
Tubos avulsos a 500, 800 e 18000.
I onca de tintura......33000 .
Tubos e frascos vazioa, rolhas de rortica (A
para tubos, e ludo quanlo he necessario p,i- ?^
iy ra o uso da homo-opalhia. vy/
__ D aballo asrlgnado, autizo pbarmaceulico, al-
leudendo a que eslao boje a testa da saluhrnlaJc pu-
blica mdicos dislinctos por scu caracterle Ilustra-
do, como os Srs. I>rs. Sa Pcreira, l-'iimo e Pogge, e
conhecendo que a epidemia reinante val descnvid-
vendo um rararlcr as-oslador de sorle que muitas
pessoas rogem daquellai casas onde infelizmente
tem fallecido alsura ehojerieo, faz cieole a essas
pessoas que queiram desenfeelar as suas casas con-
venientemente, para que se dirijan) ao abaixo as-i;:-
iiadn, morador na ra Direita n. SS, secundo andar,
onde o enconlrarilo com os reaventes e apparelhos
necesarios para as fumisacoes chloricas. Kumiua-
coes guvlonianas ou de tivlon de Morveau, 00 hy-
iencas," e bem assim as fumicaees nilricas ou de
Smilh: com as primeiras de cada percSo que lizer.
desenfectara um espaco de :iiO ps cobicos e com as
KgUOdaa 10 ; quanto ao mais tem seguido a opiniao
dos melhores autores menos quanlo aos movis, por-
que nesses osa de um rscenle dilVercnle que os nao
prejudica. e antes os torna mais lustrosos. Militas
pessoas, leudo vislo continuar a morlalidade cm suas
casas, no obslanlc asfumicac.es fcilas com alea-
trao, brea, salitre, enxofre etc., sem resultado al-
gn, se tem dirigido ao abaixo assi^nado, e depois
de cumpriiem a risca o qoe elle Ibes ha preschpto
leem vislo com prazer cessarem os casos fataes, e os
doeules melhorarem incnnliiienle.
Jos da Hocha Paranbos.
A OtEM IMERESSAR !!!
(> lilm. Sr.....i|ue prometleu ao abai-
\o assignado tratar de restiluir-llie aquel-
las.... letrinhas.....de.....e pie ate boje
anda nao cumprio tal promet ment !!!
e creio(que se nSo lembra mais !!...
Pergunta-se.sequer S. S. pie se publique
lodo o negociosinbo a respeito !! Ou en-
tao ueste caso comparecer, que.se lliede-
seja allat ; mesmo pai o convencer, que
ha outras publicas formas !!!.... E sea na-
da do que lica exposto, quizer annuirS.
S. entuo vera osen nomc por extenso
em tvpo itlico ; e o entjpna decifrado
tara o publico bem o ajuiza
Ittllt UFFECTEIK.
Ounieo aalorisadu por ieeitSo do cotelho re il e
decreto imperial.
Os mdicos doshospilacs recoinmcudam o A.'robe
de l.allecleur, como sendo o nico aulorisadj pelo
governo, e pela real sociedade de medicina. Ksle
medicamento d'on gosto sgradavel, e fcil a tomar
em secreto, csl*ciu uso na maiiiiba real desde mais
de 00 anuos ; cura radi.almenle em pomo lempo
com pouca despoza, sem mercurio, as adecenes da
pello, iinpingens, asconseqoenclaa das sarnas, ulce-
ras, e os accidenles dos partos, da idade critica, c
da acrimonia hereditaria dos humores; conven aos
calnrrhos a hechiza, as coulraccocs, e a Iraqueza
dos orgfloa, procedida de abuso das iojecees ou de
sondas. Como anli-s\phillico, o arrobe cura em
pouco lempoo> lluxos rcenles ou rebeldes, que vol-
ved incassanles cm consequeiicia do empreo da
copaiba, da cubeba, ou das injei cues que repre-
senten o virus sem neolralisa-lu. (I arrobe l.a-
Decteur he cspecialnenle reeonmendado contra as
duencas inveteradas ou rebeldes ao mercurio c ao
indurlo de polassio. Lisboa. Vende-se na boti-
ca de Banal e de Aillonio Feliciano Alvea de Aie-
vedo, prac- \. Pedro n, SSt, onde acaba de dic-
tar nina -" purcito de garrafaa graodea e pe-
qoenas vlnu*d a'ec'anonlo do Par, de casa do
dito Bojvesu-Laneclear l, ra Kicbco Pars.
Os formularios do-sc gratis cm casa do agente Sil-
va, na praca de D, Pedro n. S. Porto, Joaquim
Araujo ; Babia, Lima & lrmaos ; Pernambueo,
Soom; Rio de Janeiro. Bocha i\- lilhos; e Morei-
ra, loja de drogas; Villa Nova. J0A0 Pereira de
Macales l.eile ; Rio Crande, Francisco de Paula
Coulo ,\- C.'
Novas joias.
Os abaixo assignados, com loja de ourives 11a ra
do Cahusa 11. II, conlrunlc ao paleo da matrizc ra
Nova, fazem puldico, qoe eslao recebendo conliuua-
damenle muito ricas obras de ouro dos melhores cos-
tos, tanto para senhoraa como para bomens e uieni-
; es precos conliiiiiam inesiim baratos, passa-se
caulas com responsabilidade, especificando a quali-
dade do ouro de ti ou IS quilates, iicando assim
suieilosos mesmos por qualquer duvida.
Seraphim ci Irroilo.
AO BARATO!
Na ra do Graspo, loja n. 1, vendem-se por Iodo
o preco fazendas de primeira qualidade, para acabar
n'io se olha a preco.
Carapitanga.
Vende-so mnilo bnm peixe secc carapilanc>v :
ni ru < rio ntifi nin'ln, loja n. 1 i-
Oh que pecliineha !!
Vende-se rasemira prata muilo lina, pelo barat-
simo proco de 55 o crie de calca : na ra do Cres-
po n. 5.
Chapeos de sol de eda a S9000.
Na ru do Crespo, loja n. 5, vendem-se chapeos de
sol de seda de muilo hoa qualidade, pelo balso pre-
co de 5^ cada um.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Neste estabeleeimento continua a lia-
ver um completo sortimentode moen-
das e meias moendas para enfjenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamaulios, para
dito.
para sequrarcahello a le, pislolnhaa de metal para
chaness a 200 rs., galheteiras para azeile e vinagre
a 2>i)0, bandejas muilo linas e de lodos os laroa-
nhos de I?, j.-\ 3.; e 19, meias brancas finas para
senhora a 210 e :I20 o par, ditas prelas muilo boas
a 100 rs., ricas caixas para rap com nquissimas es-
tampas a :t; c J~ ">( h 1. meias de seda d cores para
homem a tiiO, charuteras muito linas a s, ostes
para bengalas a 10 rs., pastas para guardar papis
aSOOrs.. oculosde armacao dcaropraleadose doo-
radoaa MO, 19 e l.vjim. lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a .500 rs. e I?, superiores e ricas benga-
liolias a 2>, e a "iO(l rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavado pequeos e grande*, fazenda muilo aupo.
rior a 610, 800,1?. 19200, 1;500 e -J?, atacadores da
cornalina para casaca a >_n, penles muilo linos para I
suissa a 500, escovas linas para cabello a tilo, dilas I
para casaca a liitl, capachos piulados para sala a
lilO, meias brancas c croas para homem, fazenda
superior a IfiO. 200 c -Jin o par, camisas de meia
muilo finas a ls e 1;200, lovas brancas encorpadas
proprias para montana 210 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas aboloa-
doras de madrcperola e de oulras muilas qualidades
e goslos para colleles e palitos a 500 ri., fivelas don-
radas para calcas Blleles a 120, ricas fitas finas
lavradss e de todas as largaras, bicos linissimos de
honilos padres e lodas as largoras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, tesouri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Alcmde ludo islo oulras muilissimas cousas muilo
Baieta.
Vei.de-s baela a relalhn a 7I rr.
cm peca a KNII : na roa do Creta* n. 10.
n rs*>. a
Fardo novo de
LISBOA A 4.500 RS.
REMEDIO IMCOMPABVEI.
(Komprai.?.
Compra-sp una preta, que se|i boa co/inheira :
na ra do Collegio n. 25 t." andar.
Compra-sc nm cvlindro ou ensenlio de traba-
lbar em maesa de fazer bolachiuha. novo ou usado,
que he para ir para o mallo : quem o liver c quizer
vender, pode diriair-sea ra larga do Bosario 11. IK,
que achara com quem tratar.
Compra-se um espanador lodo hranco, guarne-
cido de velludo bordado, cabo de Jacaranda, e que
uflo seja muilo grande : na ra do Collegio n. i.
__ Compram-se garrafas vestal para l.e-roy a ItiO
rs.: na ra dot.tueimado 11. 61.
Cunipra-se um relogio de ouro horisonlal, fren-
te de vidrn ou coberlo, que seja moderno, e que o
seu preco ago exceda de Mj a 509 : na ra de San-
to Amaro, taberna da quina 0.8.
Compiam-sc olas do Banco do Bra-
sil: na ruado Trapiche-Novo n. O, se-
riuido andar.
No armazem de Tasse Irmios, no becco do (ion-
calves.
Ouem quizer comprar um carro
americano de (|ttalro rodas.com asientos
para duas pessoas, tendo arreios ecavallo
muitoardigo: dirija-se a rna do Trapi-
chen. O, segundo andar.
I'arinba de mandioca.
No armazem do Sr. A. Annes Jarome Pires ven-
de-se superior ftirinha de mandioca em saceos urar :
des ; para porrne< irata-se coin Manoel Alves (uci-
ra, na ra do Trapiche n. H.
( oi>"i ac.
No armazem da ra da Madre de lloo- 11. 22, ven-
dem-se garrafes com cognac verdadeiro, por preco
razoavcl.
Vende-se um arreio novo para ca-
briole!, muito bom e barato: na rita da
Cruz n. 2li, primeiro andar.
lupe rolao m$m.
Vende-se esta excedente pitada, nl-
liinamentecliegada del'ranca e por com-
modo preco: na rita da Cruz n. 2(i, pri-
meiro andar.
t t 1
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. Iliesourciro manda fazer
publico, que se acham a venda nathesou-
rara das louterias, das horas as ~> da
larde, os bilhetes da segunda parte da
primen a lotera da matriz de San-Jose
desta cidade, cujas rodas andam no dia
'2'.) do corren le mez. Tliesburaria das lo-
teras ."> de mano de IS.ili. O CSCli-
vao, Antonio .lose Diiarlc.
PARA El 10.
Apronta-se dentro em r das vestuarios
completos de merino por mdico preco,
na ra Nova n. -V2.
Associacao Cominercial
Beneficente.
A commissao encarregada pela Associacao Com-
mercial llenelicenlepara distribuir soccorros sclas-
ses necessitadat do bairro do Keeife, faz saber a
quem se adiar nessas circumslancias, que pode pro-
curar a qualquer de seus memhros em suas residen-
cias abaixo designadas a qualquer hora. A commis-
silo estando disposta a nac_e poopar a quaesquer cs-
forcos para bem desempenbar a miaao que Ihc fo
confiada, roga as pessoas que tiverem conhecimenlo
de que qualquer pessoa em suas visiohan;as se ada
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circumslanria nao opossa solicitar, queiram ler
a bondade de assim lh'o indicar, alim de prompla-
menle seren ministrados os necessarios auxilio..
Antonio Alves Barbosa, ra de Apollo n. :I0.
Jos l'eixeir Itaslos, ra do Trapiche n. 17.
Joao da Silva licuadas, ra do Vigario n. i.
\a loja das seis
portas.
Em frente do Livrcimenlo.
lliscados prelos para luto a meia pataca, meias
prelas de algodao a pataca o par, chales de caduco
proprios para andar em casa a duas patacas cada um,
chitas escuras de tinta segura a meia pataca o cova-
do, c outras muilas fazendas por preco commodo.
AHKKNDAMENTO.
A loja c armazem da rasa n. 55 da ra da Cadeia
do Kccife junio ao arco da Couceico, acha-se desoc-
cupada, e arreuda-sc paia qualquer estabeleeimento
em ponto grande, para o qual tem commodos sulli-
cientcs : os pretendenles enlender-se-hao com Jo.lo
Nepoinuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesma ra.
Na casa da residencia do l)r. I.ourciro, na ra
da Saudade, defrouledo Hospicio, precisa-se de una
ama de leite, forra, que nao traga comsiso o filho,
que liver, de pcito.
I'recisa-se de urna ama escrava para fazer lodo
o servico de urna casa eslrangeira ; na ra Nova
n. 22.
\'o hospicio da Penda e no conven-
io do Carino desta cidade, estao colloca-
das duas caixinhas para nellas serem de-
positadas as esmolas, destinadas ao HOS-
PITAL DE NOSSA SENHORA DO l.l-
VRAMENTO.
J. O. C Maciel Uonteiro.
JUnBm OU RMlilTA PARA
01 EN COMPETIR! '
Pergunta-se ao Sr. E. P.P., quando
iuer pagar aquellas rendas, que ha mais
de dousannosdeve a quem S. S. nao ig-
nora '.' S. S. tem bens, r. segundo diz,
com que pagar, e licar-llie muita sobra ;
mas nein tem p:i[jo, e parece que iiem
tenciona pagar e este; procedimeuto de
S. S-podera' ser admissivel ".' Querera'
S. S. porventuratatisfazer ena sua obri-
gacao, depois que cessar a epidemia?!!!
Pergunta-se ainda se S. S. ciuer tero pra-
zer de ver o seu nome estendido neste jor-
! E assevcra-llic, que o Tara'estender
cm 1 \ po itlico, c apontado pelo indica-
dor da compclcnlc inozinha coma his-
toria desse tergiversado e demorado paga-
mento.O credor las taes rendas.
Precisa-se de urna ama de leile sem lilho e que
folhinlias
PARA 0 GORRENTE ANNO.
Folhtnhas de algibeira contendo oal-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
los parochiaes, resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, cemilerio,
tabella de leriados. resumo dos rendi-
meutos e exportaban da provincia, por
500 r. cada uma; dilas de porta a lO;
ditas eccleshuticasou de padre, com a ce-
sa deS. Tito a 400 reis: nalivraria n. (i
e X, da praca da Independencia.
o aterro ti Bou Vista
55,
Meias prelas pa-
ra padres.
Veudem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baratissmo preco de IS800 o par, ditas de al-
sodao prelas .1 (iltl o p-r : na ra do yueimado,loja
de miudezas da Boa Fama n. 3b.
Sal do Ass
ridade ja conliecida. ecom a devida predeue eaan-
modidade em preco.
itelogios de ouro
inglezes
de patente, ''o -abnele e de vidre: veaNleas-seoan
rasa de Augusto C. de Abren, na rna da Cadeia 4
Kerife n. iH, primeiro andar.
Cartas france-
zas.
Vendem-se snperiores carias franceta* para oal-
tarcle a Vio rs. u baralho : na rna d jHaeMaad*.
loja de miudezas da Boa Fama n. t'I.
Vendem-sc lio'ircs tic Abavnlhe c
KmsiIi. em caivas de 1 i garrafas cadn
uma. ltimamente 1 ln ;;.ido de Franca, c
por barato preco : na ra da Cruz n.
(i, primeiro andar.
Veudem-se na serrara da rna da l*raia n. I.,
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre- pranchies de pinito con Ifi pr, ja'scrradin a** fm,
ro que faz admirar, como lodos os fresuezes ja aa-l e lambem e vendem na mesma serraria apliaaaa pe-
11.-r 11 : na ra do Qiieiroado, nos quatro cantos, na dras de tillar
bem condecida loja de miudezas da Boa Fama'
13$500
Vende-se cal de Lisboa ullimamenlechegada, as-1
(im como potassa da Kussiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio 11. II.
Vendem-se em casa de S. P. Jolins-
ton & C., na ra de Sensata Nova n. 4.
Sellins inglezes.
Relogios patente ingle/..
Chicotes de enro e de montana.
Candieirose casticaes bronzeados.
L011 atinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Rarris degraxa n. 97.
VinhoCherrv em barris.
Camas de ferro.
Cobertores de algodao.
Vendem-se cobertores de alsodilo sem pello a tt,
panno azul lino para farda a 2?ri(Kl o covado : na
ra do (.lueimado n. 5.
MQUIDACAO'.
O arremalantn da loja de miudezas da roa dos
tuarleis n. querendo acabar as miudezas que
elistem, vende barato afim de liquidar aem perda
de lempo.
Frania con dollas ar- co'L'pado?- peca Snmmi
pautado, resma. ;de peso' :ttill
de peso, resma 25700
le cores para bordar, libra 7JO00
es de bfalo para alisar, dalia :1J(000
las douradas para calca, uma 100
tiroza de obreias muilo Boas jOOO
Lencos ilc seda linos, ricos padrees I?500
Caixa de linhaa de marca 2IU
Meias para senhora por 210
Penles de larUrogapara legarar cabello -rooo
(rozas de canelas finas para pennas 2>0O0
Hitas de bolcs linos para casaca 2JO00
Meias prelas para senhoia, du/ia ;i200
hilas dilas para homem 2S(IO
Lacre encarnado muilo lino, libra 1>S(I0
Papel de cores, maco de 20 quadernos 00
uzia de cokeles 720
E Linhasde novcllos grandes para bordar tjtiOO
Ricas lilas escocers e de sarja, lavrada?,
largas !HI0
Nelaa croas sera costura para homem >ai
Dilas de seda n. 2, peca :W0
Trancas de seda branca, vara 100
Caixas de rai/, dalia IMlO
Pecas de litas de eos 300
Lapis finos, Kroza 2J5O0
CordlO para veslido, libra tc200
Toucas de blondo para menino 10200
Chiquitos de merino bordados para menino 19000
e oulros muitos arligos que se loruam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nilo se duvidara
dar um pouquiuho mais barato a aquellc seohor lo-
aisla. qoe queira a dinheiro comprar mais baralo
do que se compra em primeira mao.
PIULAS IIOI.I.OWAY
Esle ineslimavelespecifico. comrnnle iait*<
le de hervas mediemaes. nao conirm merrnrw.
alloma uulra subslancu delri Ierra. Bcuisno aa
lenra infancia, e a cooipleicAo mais dclH-ads:
uualmeule pi.implo e seguro para desarraisai *
na cumpleicao mais robusta : he inleiramenle i
ccule em suas operacoes e elleil,-- ; pois t-u-ca e re-
move as doenc.is de qualquer especie e Eras, pac
mais anlisas e tenates que sejaaa.
Enlie inilhares de peswas curada rom esSe re-
medio, muilas que ja eslavam as perlas da marre,
preservando em se uso, consesuirain tecaWar .,
saude e torcas, depois de liaver lealado iantilinenSe
todos os oulros remedios. .
As mais a filela na devem rnlre;ar-e a dc*e*ir-
i.icao ; faram um compelriile rnaaio do eslirare*
elleilos desta assombrosa medicina, e presle* rer.
peraraoo aaude -^v-
Nao se perca lempo em tomar e-la remedio par*
qualquer das seguintesanfermidades:
iccideulesepileplicos.
Alporcas.
Ampnlas.
Areas mald' .
Astlima.
Clicas.
Convulses.
Ilebilidade ou evlcuua-
cao.
Ilebilidade ou falta de
torcas paaa qualquer
censa.
he-Milei ia.
Ilur de L-ai-aula.
a de barriga.
> nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidadesno ligado.
> venreas.
Envaqueca.
Ervsipela.
I clin- biliosas.
tabre lod especie,
iota.
II- mor 1 lunda-.
Ilvdropisia.
Ictericia.
Indm-st.-r-.
Inllnini.".".
Irrrsnlandade daaarns-
IruacSe.
I.ombricas de Irdaespc-
cic.
Mal-df-|*dra.
Mancha-na culi-.
1 ib-1 run.ao de ventar,
l'lili-icaou ro*am|-.M
pulmonar.
Iteiei-cao d'ourma.
Hlieumati-me.
S> ni| loma, ,
1 more*.
I ico doloroso.
I celas.
Irniii" ?ial.
A bordo da escuna Jos vende-se sal do Assn',
ou a ti alai com Anlouio de Almeda 1 mines, na ra
do Trapiche n. III, sesundo a.
SEMENTES.
Sao chesadas de Lisboa, e acham-se a venda na
ra da Cruz do Recifo n. SS, taberna de Antonio
Francisco Martina as semiinles seineules de horlali-
ces, coma sejam : ervilhas loria, acnoveza, e de An-
ela, l'cijo carrapalo, rovo, pinlacilco, c amarello,
alfacerepolhoda e allemla, salsa, lmales arailes,
rbanos, rabaiicles bram os e encamados, nabos rd-
r.o e hranco, senoiras brancas e amarellas, couves
trinrliuda, lombarda, esaboia, sobla de Setubal,
Con ros de cabra.
\ ende-se um resto de couros de cabra, muilo gran-
des e bons : ua ra da Cadeia do Recife n. 57.
PARA OS SENHORES ESTUDANTES.
Vendem-se na livraria ns. I e 8 da pra-
ca da Independencia, os segnintes livros
para as aulas preparatorias ; em francs :
Paul et Virginie, Telemaque. em ingle/..
Historia ol Home, Thompson : por pre-
cos commodos.
O r. A.
sesurelha.coenlro de louceira, repolbo e pimpinela, 1 confronte ao Rosario de Sanio Antonio, receheu cai-
e uma grande porfo de diferentes sement*, das vas com biscoitos muito proprios par convalescenca,
por preeoa commodos.
Passa portes.
Iiram-se passaporlos. despacham-sc cscra-.os e
correm-se lolhas ; para esle lim, proture-se na na
do ijupiroailo n. i',, loja de miudezas do Sr. Joa-
(|uim Monleiro da Cruz.
Precisa-se de um fomeiro ; na padaria da mo
Direita n. 09.
Qaier.se alugar um eacravo para servico de
casa: a tratar na ra do trapiche n. 16, segundo
andar.
Precisa-se alugar um criado para servir a um
hoiiicm solleiro : a Iralar na ra do l.lueimado. loja
[ n. 211.
lenha bom leile, promelle-sc o bom Iralaincnlo
datar na ra do (jueimado 11. I'i, primeiro andar.
Fugionodia til do crrente o negro Joaquim,
de O anuos, pouco mais ou menos, grosso, hoa es-
tatura, quebrado da verilha direita, ruja quebradura
he muito volumosa; levou camisa eceroula de algodao
riscado de azul ; fugio para csia cidade : quem o
pegar leve-o ao collegio da Conceicao, na Tamari-
neira", que ser recompensado.
Precisa-sc de ura caixeiro para balcao do pada-
ria, cque d fiador a sua conduela : na ra dos Pi-
res 11. 4 5.
Precisa-se de alugar uma ama de leile: na
praca da Independencia n. :l(i c .1*.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 211 da
ura do A111011111 : Irala-se na ra Helia 11. 5.
S ARES,
com fabrica n. I, participa ao respeilavel publico c principal-
mente aos seus fregueses, que recebeu pelo ultimo
navio de Franca um rico sortimenlo de penles de
tartaruga paia atar cabello, fazenda muito superior
e moito variados gustos, assim como lambem ricos
penles do masan lambem para alar cabello ngindo
tartaruga, mnilo bons penles de alisar cabello, de
larlarnga, assim roniu tnarralas para menina, ludo
por menos preco do que em oulr.i qualquer parle.
O delegado do primeiro districto
(iesle termo, faz scienle aos proprietarios
e inquilinos das casas em que lalleceram
cholencos, c se acham fechadas, sem que
lossem desinfectadas convenientemente,
as maiidcm abrir parascrem desinfectadas
pelosencarregadosdesse servico, avisan-
do para sso ao respectivo inspector de
(iiiailrii.io. sol pena de serem ellas ar-
roinbadas coin assistcncia de duas lesle-
munlias.e proceder-se adesinfeccao. De-
legacia do primeiro districto do Itecife aos
15 de maivo de IS."iii.O delegado,
Francisco Bcrnai'do dcCarvalho.
n
precisa-se de um bom ollicial delorneiro, que cnten-
da perfeitamenle do IU arle.
No primeiro armazem de f.irinha de Iriso, no
neceo do encalves, vende-se a mais acreditada fa-
rinlla em meias barricas, desembarcada en 10 do
corrale.
FARIMIA DE TRIGO.
No bceco do rioncalves.arma/eni da Jos puar-
tc das Nevcs, acha-se"a venda um bom sortimen-
lo das melhores farinhas do mercado.
(Jofire.
Vende-se urna burra de Ierro feila ua Ierra, com
i pollcgadas de altura : na ra do llrnin, passando
a fundicao do Sr. Ilouinann, lado direilo, primeiro
telneiro, a fallar com Antonio Jos Pinbo.
aSaccas com fariulia.
Vendem-se saccas com farinha c niilho na ra
da Cadeia n. 2;|, loja.
Acham-se ex pos tos a venda relogios
de ouro esmaltados muilo lindos para as
ser-horas de bom gosto, chegados pelo
ultimo navio de Franca, e por |>ieco
muito commodo: na ra da Cruz. n.
(i, primeiro andar.
NICO DEPOSITO.
Vende-se agua dentifrice do Dr. Pier-
re, nica para limpar os denles c dar p-
timo paladar : cm casa dos Sis. J. Soitm
&c.
mais bonitas llores parajardins.
Ve*ndem-se saccas de feij.lo mnlalinho muito
novo, velas de carnauba de composicao da melhor
fabrica do Aracaly, pelles de cabra, esleirs de pa-
las de carnauba muilo boas, ludo por preso commo-
do, assim como saccas grandes com milho a gSOO :
na rifado Vigario 11. 5.
Na travessa da Congregacao, loj a
de encadei-nacao, vende-sc cm muito
bom estado as segundes obras dedireito :
LizTei-Vcira, Ferreira Boiges.Gouvea Pin-
to.. Ordcnacies do lleino, Delvencoui t.
Hottlav Dati, Diccionario de Economa
Poltica, por Malttts.Joao liaptisla Say,
Mello Frene, Cdigo Criminal, Constittii-
cao do Imperio, Couto, Kogron. Cartas de
um americano do Norte, Comentario de
Filangiere, Rcgulamento Militar-
elogios
iii; ezes
liante,
os melhores fabrieadoa em Inglaterra : cm casa de
lli-iiiv lainson, ra da Cadeia do Recife n. 52.
Pentiafl de cma.
Vendem-se muilo boas] pennas de ema : na rus
da Cadeia do Recite n. 57.
Vende-se ac em cuiiheles de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia,praca do Corpo Sanio n. 11.
EmcasadcN. O- Bieber&C, ra
da Cruz n. vende-se :
Lonas lia Ilussia.
Brinz&o.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de tima du/ia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos e cornetas.
Por commodos precos.
Em casa dellenrv Bl'Unn &C, l'lia da
Cruz 11. 10, vendem-sc:
Lonasc brins da Ilussia.
Instrtitnenlos poi a msica.
Espelhoscom moldura,
tilolios para jardins.-
ndeiras e sofa's parajardim.
Oleados para mesa.
Vistas de PernamMH.
Cemento romano.
liomnU lacea.
Na fabrica de sabSo da ra Imperial se vende
mnilo nova e superior madeira de pinho em pran-
rhesde I pa de comprido, 9 pollegadas de largu-
ra e :l de giossnra, 1 I"t a du/ia.
COR I ES DE CASSA PARA QUEM ESTA' DE
LITO.
^ endrm-ae corles de cassa preta muito moda,
por lino i uto preco de _'- o corle, dilos de cassa chi-
ta de. bom goato a 2;, dilos a 2S10O, padres france-
zes, alpaca de seda de quadros de lodas as qualida-
des a 720 rs. o covado, Lia para veslido lambem de
quadros a 180 o evado ; todas estas fazeudas vcu-
dem-se na ra do Crespo n. ti.
Vendem-sc cai\inhas com lentos mui-
lo lindos, para jogos diversos e por mui-
to lia rato preco : na rna da Criv. n. 2(i,
primeiro andar.
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac soperior em garrafas: na roa da
Cruz n. 13,
Vende-se nm cabriole! lodo pintado e forrado
de novo, com arreios, he bstanle leve, seguro e bo-
nito: para ver, na rna do Hospicio, esquina do Ca-
msrao, toja do Sr. Candido 1 pintor de carros\ e a
tratar, na ra do Collegio n. I, primeiro andar.
Superior farinha de Santa Calharina ; vende-
se em saccas : no armazem de Paula Lopes, na es-
cadinha da alfandega.
Vende-se por 10 rs. o tratamento da
cholera-morbtts: na livraria n. (i e 8, da
praca da Independencia.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W
Bowmann na rna do Brum, pastan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de tahas de ferro
fundido e batido de a 8 palmos de
bocea, asquaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcain-se ou carregatn-se em carro
sem despe/.a ao comprador.
Vende-se um piano de Jacaranda, umbercinho
um loucador, ludo por preco commodo por seo dono
se retirar para fura na ra do Cabuga. loja do Sr.
liuimaraes se dir quem vende os ditos objeclos ; o.
toncados tem todos os seus vidros de chairo.
Moinhos de vento
omhombasdercpuvo para regar borlas e liana,
decapim, n a fundicao de D. W Bowinan: na ra
do Brum ns. li, 8 e 10.
Vendem-se espingardas francezasde
dous canos para caca, e muito em conta:
na rita da Cruz n. 2, primeiro andar.
Vende-sc na pra?a da Independencia n. :tli. o
:is, papell u. 15, 20, :io,iale 50.
a iulermillentcs.
Veudem-se estas plalas no cslabelrcinaeate
de Londres, n. 211, Stratt, < na loja <* lodo
boticarios, droguislase outras pessoas eararregaSaa
de sua venda ero lada a America do Sal. Ilasana
llespanha.
Vende-se asbocelinbaa a M*i rs. Cada nasa drlla
conlem uma in.irucc.lo em portaguez para rvphrar
o modo de se usar destas plalas.
O deposito geral kc em casa da Sr. So rtur-
macculico, oa ra da Cruz n. 22. ena fnnaaa
buco.
CHAROPE
1)0
BOSQUE
O uuieodepnsiIncontinua a sel na blica > IW
tholumeu Francisco de Soura. na rna largado >-a
rio n. 3vi; garrafas granoes5C5IKI pequeas 3*inai
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO
Para cura delphlisica em lodos saesiaditiNnlea
graos, quer motivada por fonshpace, lasas. *the
na, pleuriz. escarros de sancoe, dor de (aaladai s
peilo, palpilacao no corarlo, coqnelncbe, bfsssciVal-
dr nacarganla.e lodaaaa molesliasdosaeoj "
monare*.
G0& fufl>lH.
No dia 15 do crranle me/ logia da casa i
senhor um mulato por nome Saverna, ajac i
la ler 21 annos de idade. -Malura resalar.
corpo. bstanle claro, sem barb... rosSa cam aaeera-
de besigas ; levou camisa de baca, cal^a de algodao
e nm surrAo de prlle de carneirn cam aliaasa raupa
branca, lie natural do Brejo de Arca, a Sai esclava
do Sr. Manol Francisco Alvea liaasa : rana-aa a
qualquer capilSo de campo ou quem quer aaa aria
quedclle liver noticia, o favoi de o reaaeller a as
senhor Luir Josc da Costa Amorim, na Recife. rao
da Madre de lieos n. 25, qae alo das desacsas ar
gratificara os portadores.
Attenco.
Ainda continua a estar fgida
do mez provimo pastado a escrava,
cao. com os signaes egoinle alia, aerea, cara des-
carnada, prin.i- arquead w, |ucas veles .lena a ca-
chimbo : a qual negra logio em cnmpaahia de an
soldado d dcimo halalUo por nome Manad Jaa-
quim da Silva, o qaal lie rriunlo. moca, e alterna
cansa relaxado ; a di la escrava foi pr aaiuss ana a
captiva de uma senhora viuva, moradora en fanal-
las de Miranda, a qual -enhnra Jinda esiaei as)
mesmo lugar, e a escrava Icm um filbo ahi farra :
portanlo prde-se a lodas aa anloridades pabciae* a
capilAes de campe a captura desla escrava, lavando a
a ra da (doria, na Boa-Visla, casa n. 91.
logio no dia 11 do correnle nm pealo veHio
chaoiado Cvpiiano, idade Wle tantos aaaas. alio,
cara opada, alguma rousa rnrrorvad. barriga (raa
de, levou calca de algodao bramo grasan, raaaiaado
memo p,.iiuo, jaquela da chita preta ro* aaa car-
dn liranco, o qual ja foi vislo lio Poca da Paaesk
roga-se a quem o pecar leve a roa Ihierta a. SW.
Fugiu do rngriibo Oniaoinlm, no da 21 o> fe-
vereiro proiimo passado, um nioleque qae reprsen-
la ler It anuos arioulo. de nome Joaqaim, lean a
cor bem prelaAoalo comprido, perna liaaa. Istosi
camisa de bata encarnada oolra de algedie .nal.
e calfja lambem de algodao aial I quem o apprihia
der, leve-o ao mencionado rngenho. oa a roa de
Apollo n.2 B.
ConlfOua andar fgida a preta Maleara, m-
oula, idade de 2K a :*l annos. pouco prfi o aun,
com os signaos asimiles : talla de denle aa Irona
uma das orelhas rascada piovenienle dos Ixiar
quem a pei:ar leve-a a rna do Brum. aima/en
assucar n. 12. que ser bem gratificado.
I'l- IIV : III'. I'H U. F. liF. FAKU. -
7SFT
ILEGIVEL


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