Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07313


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Full Text

ANNO XXXII. N. (18.
mmU FEIRA 17 DE MARIO DE l*St
**>
Por 5 mezes adiantados IfOOO.
Por 3 mezes vencidos -.,$300.
Por anno adiantado 1 i.s'OOO.
Porte franco para o suhscriploi
DIARIO
I Nt AHUECADOS I) \ SUBS.IUPr.\(V X( NOUTE.
Pranlas, o 8t. torvazio T. da Natividad* ; Natal, o Sr. Joa-
qun I. Pereira Jnior ; iraca ty, o Sr. de Lemos Braga ;
Ceari, o8r.J.Jos*0*OHieira;Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
IM Rodrigues ; Piauhj, o Sr. Domingos Hereulano A. Pessoa
Cearense; Para, o Sr. luillano i. Ramos! Amaionia, o Sr. Jero-
nvnw da Coste.
PARTIDA DOS iiii; unios.
Olimla .' lodoi o dial.
Caruaru Bonito Garanhum : nos di.ii 1 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Exu" Ourieury : a 13 28.
Goianna e Parahiba : aegundas e seitai-feirai.
Victoria a Natal : naiquintaa-feirai.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL.
Tribunal doeommercio : quartass sabbados.
Relacao tercas-feiras e ia libados.
l,i /ciiila : queras e sebbados aa 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas e quintas so meio-dia.
J11170 deorpbos: segundas quintas as 10 horas.
l'rimeira rara doeivel: segundase seitas ao meio-dia.
|8egunda Tara da eivel! quartaaeaabbados ao meio-dia.
EPflEMERIDES DO HEZ DE MARCO.
6 Lna nova as 6 horas, 19 minutos, 40 segundos da tarde.
13 Cuartorrescente aos 18 minutos e48 segundos da tarde.
21 Luatheia a 1 hora, K minutse 48 segundos da tarde.
29 Ouarto minguante aos 13 minutos e 48 segundosda tarde.
PREAMAR ni. llu.II..
Primeiraas 1 horas e 13 minutos da larde.
Segundas.- 1 horas a O minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Patricio b. ap. da Irlandia ; S. Guilindes v.
18 Terca. S. Gabriel arcenjo : S. Narcizo arr. m.
19 Quarta. S. Jos Esposo da SS. Virgeio M.ii de Dcos.
20 Quinta de F.ndocnr..s S. Marlinho Dumiensc are.
21 Scila da Paiso S. lenlo ad. ; >& do meio dia em dianle.
22 Sahbario da Alleluia Ss. II.1/1I1...1 ^ai ao meiodia.
-.1 Domingo. I'ascboa da Ressurreico. S. Victuriano.
i:xcahiii:(;aims d\ si itsi.iiin \ \o su..
Alagoas, o Sr. I'.laudino r'alcao Das : Baha, o Sr. Duarn
(Rio de Janeiro, oSr. Jobo PereiraMartina.
KM PKIi.N AMIII < >-
O propretario do DIARIO Manoel Figueiroa da tana, na ns
llivra na Prac da Independencia ns. a 8.
PARTE OFFICIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Exp.dlenr. de alia 11 de marco.
OflicioAo Eim. prtsdenta da Parahyba.Te-
nho a honra de acensar i recep(Jo do ollicio que
V. Exc. me dirigi esa dala de 7 do corrente, e no
qual declarnndo-me ichar-se essa provincia H bra-
cos com a epidemia reinante, pedia qne en lizesse
seguir tem demora o vapor S. Salvador aliin de
que elle chegasse a Baha i lempo de pnrierem vir
no primeiro vapor do sul os soccorros que V. Eac.
reqaisitava ao Eim. presidenle d'aquella provincia.
Em resposta cumpre-me dxer a V. Exe. que o S.
Salvador, segvie para o sal a 9 do correte, poslo
que liouvesse aportado aqui em domingo, .i hora
adiaolada, e o3o livesse cu ruis do que um dia
para apromplar o avullado expedientada provincia.
Dito Ao Etm. commandaole superior da
guarda nacional do Rccife, dizendo que pode man-
dar passar guias ao capitn do 2. balalho de reser-
va da mesina guarda nacional Jos Mara da Trin-
dade,visto qoe tem elle de residir na corte.
DitoAo cliefe de polica, inleirando-o de ha-
ver autorisado o inspector da Ihesouraria de [azenda
a mandar adianlar mais cem mil rs. ao subdelega-
do da Boa-Vista, e igaal quanla ao da freguezia de
Santo Antonio, ajastando-se as conla deste, e de-
clarando qoe as despezas com a conducho dos cho-
lencos para os hospilaes estahelecidos nesla cidade,
devem ir diminuindo, visto constar que os 'ten-
les repugnam recolher-se a esses cstabelecimenlos.
Dito Ao mesmo dizendo que para poder satis-
fazer aodisposlo no aviso do ministerio do imperio
de 25 de abril do anuo proosmo passadn, faz-sc per-
ciso que S. S.guiando-se pelo modcllo que enva por
copia, remella quanto antes n secretara da presi-
dencia ama estalistica dos eslrangeiros chegados a
esta provincia no atino lindo.
Dito Ao mesmo declarando haver expedido
ordem a Ihesouraria provincial para pagar, estando
nos termos legaes, a importancia da coola que S.
S. remetteu da despeza fela com o sustento dos
presos pobres da cadeia do Brejo, nos mezes de Ja-
neiro e fevereiro deste anno.
Dito Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
inieirando-n de haverem tallecido no da (i do cor-
rente o renenle reformado Manoel Bezerra do Valle,
e o alteres do 9 bataIbao de infamara, Berilo Ma-
ciel da Cruz.
Dilo Ao director do arsenal guerra, para
mandar fornecer ao administrador da casa de deten-
i.rio '20 correntes com pegas, para ferropcar os sen-
tenciados empregados no serviro de limpeza dos
quarteis e pracas.Communicou-se a.i chefe de po-
lica.
DitoAo mesmo, dizendo que pude fazer subs-
tituir pelo modo indicado em seu oflicio n ~ o
escrivio e escripturario d'aquella rcparliro, visto
acharem-soTcTtefi doeiifes.* OrUrnuiiicim c a 'he*
soorariajtefazenda.
Dito Ao commandante do eorpo de polica,
declarando que expedir ordem ao inspector da
Ihesouraria provincial, para pasar, estando nos
lermos legaes, a conla que Smc. remetteu da
despeza feita no mez de feverciro ultimo, com o
sustento dos dous calcetas empregados no servico da
limpeza e asaeio do quartel d'aquclle corpo.
Dilo Ao inspector do arsenal de mariulia, re-
eommendando que remella com urgencia a conta
das despezas qne tiveram lugar com o accrescimo
que se fez na casa da Illn do Pina.
Dito ao provedor da saode, para que enlcn-
dendo-se com o inspector do arsenal de marinha,
laca recolher aquella reparticao todos os movis
pertenceutes a naco, que serviram no Lazareto da
lllia do Pina, restituindo as chaves da casa da
mesma Ilha a respectiva proprietaria, a quem deve
Smc. prevenir de que a mesma .casa nao vence
mais aluguei.
Dilo Aodelegadode Santo Ailo, declarando
qoe nao pode ser approvada por excessiva i des-
peza feita com o alagucl do carro em que vcio para
esta capital o doutor Jos Joaquim de Sooza, visto
que aquella cidade nito se acha mais no estado de-
ploravel em que oolr'ora csteve.
Dilo Ao mesmo communicando haver olTica-
do ao doutor Candido Joaquim da Silva, para ir
prestar os seus serviros mdicos n'aquelle termo, e
recommendando qoe preste os auxilios de que elle
precisar para o bom desempenho de semelliante
commisslo.
Dilo Ao delegado de Serinbaem, aulorisaudo-
o a contratar o eofermeiro qoe julga necessaro para
ipplicar remedios as pessoas Indigentes accomeltidas
da epidemia, podendo Smc. requisttar, mas com
individuar,,!!.!, o que for absolutamente necessaro
para os doentes, designando logo a pessoa a quem
devem ser entregues os objeclos requslados.
Dito Ao delegado do I.irnoeiro,declarando que
nao se expedir ordem para lhe serem enviados os
desinfectantes que requisitou, mas tambem recom-
mendara ao eiado Henriqoe Luis da Costa, que
paise a exercer na qualidade de sapplenle a vara
de direilo d'aquella comarca, visto achar-se impe-
dido o respectivo juiz muuicipat. F'ez-se a respeito
o necessaro' expediente.
Dito Ao presidenle da junta de quali(kac,ao
da freguezia de Ipojuca, aecusando recetada a lisia
dos cidariaes qaalificados votantes n'aquella fregue-
zia.Igual ao presidente da junta qualificadora de
Cabrob. ,
t* Dito Ao presidente da junta de qualificac/io
da villa Bella, devolverlo a lista dos cidades qua-
lilicados votantes n'aquella rreguezia.alim de serem
rubricadas todas as iuas follias de confprmdade com
a lei.
Dilo A junta de qualificacao di freguezia de
Santa Mara da BoaVisla, dizendo que alem da
lista que remetteu dos cidadaos qualificados volantes
n'aqaelia freguezia. deve enviar copia da acta dos
trabadlos da qualilicac.io. J
Dito A commissao lienelirente de Olinda, di-
zendo que o delegado d'aquellc lermo acha-sc au-
torisado para providenciar acerca A ^ requisita a
musira cominissao, que deve recor elle.
Illm. e Exm. Sr. A commissao de hygieno
visitou hontem a tarde o cemiterio publico desta ci-
dade, onde nenhuma cousa enconlrou <]iic lhe in-
duzisse a crer que alti se infiiag o regulamente
sanitario ilesle estalielecimento.
Havia um grande numero de covas abenas, e de
reserva para ns das em que seausmentassea mor-
talidade ou que houvessc falta de trahalhadores ; ou
que grande fosse a quantidade da chuva que impe-
d sse este trabalho : oslas covas tem rinco a seis
palmos de profundidade, o quanJo fechadas s5o co-
bertas por um montculo de ierra que mais aug-
menta dita proftindidado.
Todos os cadveres chegados al aquella hora
(cinco o meia da tarde) estavam sepultados. Ken-
hum mo chairo encontramos, quer nos collocasse-
mos no conlio das covas do me/, de fevorciro e
marro, quer loniasscraos oulro ponto em que podes-
semos recebei o arque varresse por cima destas
covas.
Na occasiao em que encelavamos esle exame,
cliegou i aquclle e de polica Luiz Carlos de Paiva Teixeia, que nos
acompanhou em lodo elle.
Dos guardo a V. Exc. Sala da oommissao
deliygicnnc publica 13do marco de 1830.Illm.
cExm. Sr. conselheiro Dr. los liento da Cunda e
Figueiredo, presidenle desla provincia. ___Dr.
Cosme de Sd l'ercira, presidente. Dr. Igna-
cio Firmo Xavier, secretario. Dr. Joao Jas
Innocencia l'oggi, adjunto.
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
r>DE MARCO DE 1817.
l-'izeram 39 annos no dia 6 do mez em que esta-
mos, que nesla cidade suou, pela primeira vez, o
grito prophetico de liberdade e emancipacao pol-
tica, entre as acclaraicoes e as esperanrs de um
povo generoso.
Ilerdeiros agradecidos dos liens que no legaste,
com toda a veneraran e mais temo amor lilial, nos
te saudamos, dia ti de marro, anniversario da nossa
gloriosa revoliicaii de 1817.
E vos. Sombras Augustas, que passastes rpidas
neste mundo, vos qne agora vivis tranquillas no
seio da Divindade, e que, maculado da toma existencia, nos dcsles a liberdade
de que gozamos, iccebei na eeleste morada, onde
habitar-, a sincera homenagem da nossa mais pura
gratido.
Aiuda nao altingmos o degro supremo na escala
ascencioual do prouresso, mas ja lemos caminhado
limito. O MMO futuro causa oveja as nares do
s/ylho mundo. Em 39 annos lemos realsado mc-
llioramentos, que povo algurn nunca conseguio den-
tro de tito curto espaco de lempo ; e temos para ni
que um membro da geracao do principio deste se-
cuto, que comparasse o nosso estado actual rom o
que eramos era 1817, de cerln Tirara sorprendido e
deslumhrado vista da somma le civilisacAo que
lemos accammulado.
O que eramos mis naquella poca .'Nada ; e
que dea faza de mis o eslrangeiro civilisailo De
salvagens quasi ndomaveis. Mas esle estado de
degradadlo moral em qne nos arhavamos no poda
dorar. A Justina divina mais cedo ou mais larde
havia de laucar as soas vistas compassivassobre esta
Ierra, que parece destinada pela Providencljj a re-
Illm. o l\m. Sr. Nesla data regresa a essa
capital o Dr. Araujo Lima, cirurgio encarregado
por V. Exc. do tralamento dos doentes desla co-
marca. Nao posso assegurar anda a c\linccao
da epidemia entre DOS, porque com quanto tonda
olla derrescido c pareca querer desapparecer em to-
dos os povoados da comarca, a excepeo de Quipa-
p, segundo as ultimas noficias, com ludo esta
grassando com mais ou menos ntensidade nos i|uar-
teires visinbos aos mesmos [wvoados. Posso to-
dava assevorar que o estado sanitario de toda a co-
marca est miiilissimo mclhorado, c confiamos na
Providencia Divina a completa exiinrr.au do nial,
brevemente.
Tcndo por jutvs exposlo a V. Este, i's impor-.
tanles serviros que nesla comarca tem prestado es-
le facultativo, julgo completar boje o sen elogio,
assegurando qne a sua nomeacao pelos resultados
que produzio, foi urna das mais felizes inspiraces
de V. Exc. e a prova da minda convircio con-
siste em pedir, como peco a V. Exc. que, se a co-
marca de Paje, urna das que por muilos ttulos
me deve ser edara, fr arcommettida da epidemia,
se digne esrolde-lo para alli, pela probabilidade de
que arceitar essa commissao, c pela certeza re
que todos os recursos d'arte e todos os sacrificios
pessoas sero por elle esgotados em favor daquella
populacio.
Dos guarde a V. Exc. muitos annos. Cnta-
ro II de marro do 1856. Illm. e Exm. Sr.
conseldeiro Jos liento da Cunda e Figueiredo,
dignissimo presidente desta provincia Joa-
quim Gonc.alves Lima, juiz dedireito da comar-
cado I i lilil).
Illm. e Exm. Sr. Seguo para esa cidade
Caetano Jos, eonduzindo nove cabecas de gado
com recommendacao de as nao vender sem que pri-
meiro as ofTcrcca a V. Etc. Mu i lo pouco gado
lem concorrido neslas duas ultimas feiras, e por
isso a carne se tem talhado a 22 patacas por arro-
ba. Naomedesruidarei de fazerleguir para abi
o que for apparecendo, Hontom e boje, nao se
rjeu nesla cidade caso algum da epidemia roinanle,
havendo apenas o fallecimento do um velho de no-
me Rodolpho, com idade de (JO annos, que esla-
va no hospital ; por fora porem ainda val grassan-
do esse mal.
Dos guardo a V. Exc. muitos annos. Cidade
da Victoria 12 demarco do I8.'>6.Illm. eExm.
Sr. conselheiro .lose liento da Cunda eTiguciredo,
dignissimo presidente desla provincia.' O delega-
do supplente, Tihurlino l'inlo de Ahne>da.
Illm. eExm. Sr.Remellemos a V. Exc. o reto-
lorio dos exames procedidos nos hospilaes provisorios
desta cidade, e de seus suburbios por ordem desta
commissao, alim de saber-se qoal o seu astado, a or-
ganisarao e bom andamento, e por elle Ver V. Exc.
que alguns mcrecem reforma; e que oulro a con-
tinuar o pouco numero de doentes qoe para elles
tem concorrido, mu principalmente se a epidemia
declinar, merecem ser bichados*
Dos guarde a V. ExcSala das sessdes da com-
missao de hygiene publica I i de marco de 1856.
Illm. e Exm. Sr. conselheiro Dr. .los Bento da Cu-
nta e Figoeiredo, presidente da provincia.
Dr. Cosme de S Pereira presidente, Dr. Igna-
cio Firmo Aarcr.secrelario, Ur.JoAo Josc Innocen-
cio Poggi, adjuncto.
presentar um papel importante no congresso das
naces. Tudn pareca favorecer a nossa asrenrao
cathegoria de povo livre. Os nnssos dominadores
eram os proprtos que mlireclamente apressavam a
obra da nossa redempcao poltica e social. A me-
Iropole pouco ou nada favoreca o desenvolvimenlo
das ambiries legitimas dos Brasileiros. A cultura
da inlelligencia e o gozo das oulras conquistas da
ci\ ili-ai;ao nos eram vedados de facto; e a prohib-
cao fatal do ingresso do eslrangeiro nos porlos da
ierra da Sania Cruz, aiuda mais funesta tornava a
nossa -orle.
Curvados sob o jago colonial, olhavamos intil-
mente para este irnmeuso territorio em que lieos
nos fizera nasrer, e contemplavamos com ddf amar-
ga esta vasta extenrAn de praias, lianhadas por um
mar sempre benigno e seineadas de bahas e portos
magoilicos, onde a nalureza so ileixara ao lioinem
um insignificante trabalho a execular.
O Amazonas c o Prala, estes gigantes dos ros,
com tollos os seus allluenles, proporcionando orna
linha de mais de duas mil leguas de navegarn llu-
vial ; as nossas inmensas florestas, ricas de maderas
de construrcao, marcenara e tinturara ; esssas m\-
riadas de ribeiros, cujas cristallinas aguas arraslam
cumsgo diamantes e.melaes preciosos, arrancados as
fecundas enlranhas de serras soherbas, para sciuea-
los sobre vastas e ferteis campias, mide rrescem a
porlia os vegetacs ni i- ao homem : toda esta rique-
za prodigiosa rom que a providencia dolara esla
Ierra abencoada.e que lhe prosnoslicava, um bri-
Ihante futuro, um esplendido destino, ludo isto era
quasi perdido para os nossos antepassados.
tirande parte dosfructos do trabalho nacional ia
m.iolr, rio oulro lado do atlntico, o lulo da me
tropole ; e o desenvolvimenlo do paz seacbava pa-
rausado por falta de capitaes, de vias de commun-
carlo, e de homens versados as arles e sciencias.
Vivamos privados delodas as vanlauens inhereri-
les rivilisarnn, em influencia alguma sobre os
ni,--., destinos, e a in.-r parle da imssa popularan
ainda seacbava no oslado salvagem, e o reslo mer-
golha.lo as Irevas da ignorancia, e entregue aos
coslumes das eras barbaras!
Semelhanle etado docousas nHo poda durar por
minio lempo, linha urna existencia ephemera, Irn-
Hlm.Sr. Procurando satisfazer a commiss.iode que
me encarregava V. S. dirgi-me no dia 1 do corren-
te ao convento do Carmo em que se acha estabeleci-
da urna enfermara para tralamento de pessoas a-
larad.is da epidemia reinante. Esta enfermara
ocrupando parte do mesmo convento aeha-se colloca-
da em duas salas e i quartos ; dous desses quarlos
sao destinados para receber doenles do sexo femeni-
no ; e as duas salas para os do oulro sexo, e os do-
mis para diversos misteres: exsliam naquella occa-
siao I -I doenles om Iralamenlo c JO leilos competen-
temente dispostos c preparados e com o asseio con-
veniente : as papeletas se achavam em dia, donde
seconclue que ha a regularidade precisa no servico
medico que he ordinariamente deseaipeohado por i
mdicos internos, que sao, o Sr.Dr. Antonio da Silva
Dallro e o Sr. cirurgio Andr Ferrcira de Aduci-
da ; este nesla occasiao achava-se incommodado e
em sua casa ; eslava porem presenta o Sr. Dr. Dal-
lro. O restante do pessoal deste estabelecimenlo
compoe-se de Senfermeiros, urna enfermen.i. 1 bo-
ticario, I regente, 1 secretario,! asente de drrecada-
c3o, 1 fiel das romedorias dos empregados, 1 porleiro,
'2 guardas, I cozinheiro. e i serventes. Com o Sr.
Dr. li.litro que nos acompanhou a lodos os lugares
da enfermara, tive occasiao de observar a boa or-
dem e regularidade do servico deste estabelecimenlo.
t) Sr. secretario apresenlou a esrriptura^ao que es-
t fela com inclhodo a regularidade necessa-
ria.
Alguns deleito, porem existem, como poucas ven-
tilado e loz no aposento dos doentes elles sao devidos
a disposicao da casa em que se acha collocadasa en-
fermara, urna cloaca que pcrlo dalli existe permu-
te que algum mo edeiro se sinta, apezar mesmo
do uso dos pus desinfectanles que continuamente sao
lanrados nos vasos que servem de receber as malc-
ras excrementicias ou vomitadas pelos doentes, eja
por urna exhalar.lo continua de claro que se despren-
de continuamente de urna machina qne alli se cou-
-,tv,i para esse lim.
Este eslabelecimento esta a cargo ao Sr. Dr. Igna-
cio Firmo Xavier que se medra sempre ioteressado
em bem preencher as fuucces nao s de medico co-
me de director daquelle eslabelecimento
Rccife II de marco de 1856.Dr. /oiio Jos In-
nocencio hoggi.
Hospital eslulietecido no arsenal de marinha. 9
de marro.Este hospital consta de duas salas pre-
paradas com 50 ramas, estando 2( occapadas por
doenles e Jidispo-las para recebe-los.notaodo-se nao
i na< salas como nos leilos e vestidos todo o asseio
necessaro. Acha-s. funeciouando esle hospital do
dia 8 de feverciro em diante e tem recebido III do-
entes, dos qoaes tiveram alia i i, raorreram 73 J e
exislem em tralamento 21.
O pessoal deste hospital pareceu-uos desproporcin-
nal com o numero de doentes ; pois que consta ape-
nas de i enfermeiros e -i serventes africanos, sendo
'i cozinheiro o mesmo da enfermarla do arsenal de
parlaba JM percebe urna grallicarao por un. aere
cimo de trabalho. A escriplurarao eslava em da
quanto as entradas e sabidas dos enfermos. Ajo lia
viam papeletas por onde se podesse ronhecer qual o
tralamento a que foram submellnlos os enfermo).
t) facultativo interno he o Sr. Joaquim Jos Al-
ves, eslava na casa e ar%mpanhou-nos na vizil.i, o
qual apezar da rreulanriade e anomala de que
cima fallamos, zla a vida dos infelizes que eci..i
sob sua inspeccao,'
Me quanto temos a levar ao conhecimento desta
commissao em desempenho du que nos fura encarre-
gado c se em rumpri-lo houvc alguma demora lu
ella devida as tristes circunstancias em que uos a-
charaos lulando note e dia com trabadlos pblicos
c parlirulares, que a ninguem lem poupado e a to-
do tem estafado.
Rcciie II demarco 1836.Dr. Ignacio Firme
.Yar/er.secretario interino da commissao de hygiene
publica.llr. Joiio Josc Innocencia' l'oggi adjuncto.
Illm. Sr. Dando cumprimeuto a commissao de
que 11'uni- encarregados na sesso de 28 de feverciro
de visitar os bospitaes cholencos, e lendo-o feilo
Irazemos ao conhecimento da commissao de hvgienc
publica o relatorio do estado cm que se acli.uu ditos
cslabelccimenlos.
No dia 2S de fevereiro visitamos os seguinles hos-
ptae. Boa-Vista. Este hospicio he estabelcrido
em urna excellente casa edificada na ra da Aurora,
e nelle se disppne de salas aceiadas para o recebimen-
lo dos enfermos ; ainda que outro tanto se nao d
cm oulros lugares do estahclccimenlos nao obstante
o luxo com que he decorado o edificio. Exsliam dci
doenles. alguns dos quaes estavam em convatescenra,
e oulros gravemente enfermos : alm desles dez le-
tos "copados pelos doentes, achavam-ie preparados
mais Ireze para o recebimento que podesse ter lu-
gar. Us leitos em algumas salas eslavam bem dis-
postos, em outras porm athavam-se por ritmis
aproximados : as roupas estavam limpas, os doenles
receitados, nao obstante nolarem-se as papeletas
sem as respectivas dalas em que foram taitas as vi-
sitas medicas, pois que em muitas dolas haviam in-
icrruproes de dous e mais das, o que demonslrava
nao dar-se regularidade no servico medico, ou es-
quecimento em as notar.
t) pessoal deste hospital compe-se de um medico
interno, que he oSr. Dr. Francisco Mendes de Amo-
rim, e que eslava presente na occasiao da visita,
um escripturario que se chava ausente, sendo a sua
falta supprida pelo medico ; um regente, cinco en-
fermeiros, urna enierincira, tres serventes, um dos
quaes se achava doente, urna cozinheira e um com-
prador. A escripturacao eslava em dia e regular-
mente feita.
Enfermara da Capunga. O encarregado desla
enfermara o Sr. Manuel Eoedino do Reg Valpnra
nao se achava presente, estando porm em sea lu-
gar o regentee o restante do pessoal que alem deste
se compe de dous enfermeiros, urna enfermeira e
nm cozinheiro : achava-se oceupando um dos letos
urna mulher que secundo as infirmar.ir. que live-
raos. alli seacbava ha dous das; cxlranhatnos porm
que ale aquella occasiao saa papeleta eslivesse por
ser escripia, do que mui liem se pode concluir, que
ou nenhuma meiliraro se lhe le'.iha applicado ou
pelo menos que o serviro medica n.n, era feita com
a regularidade que se d ^e es \ llaviamoilo
leitos em estado de receber doen. e as salas e mais
hlgare com asseio. Existem alli urna ambulancia
que adiamos cm boa ordem e bem acondicionada,
e bem assim a dispensa ainda que pequea.
/enfermarla dr \. S. da Saude no Puro da Pa-
nella. I) engarregado desta enfermara o Sr. ci-
rurgio Francisco Jos da Silva, nao eslava presente,
mas secundo as informo, oes que recebemos, elle be
ponlual em visita-la duas veres por dia. Ncsta oc-
casiao a enfermara rontava cinco doenles em trala-
mento, cinco leilos preparados, una ambulancia
bem sorlida, e a caruo de um pharmaecutico que
lambem se havia pouco antes retirado, compomlo-se
o pessoal de urna enfermeira, porteiro, cozinheiro e
tres serventes, que presentes se arliavam ; aMi existe
um livro que esl escriplurado era dia, e os encar-
regados internos conservam o aeaio o regularidade
no estabelecimenlo.
Enfermara de S. Jos. No dia I. de marco,
tarde, continuando a visitar oulras enfermaiias pro-
visorias, nos echamos na que esta estabelccida no
consislorio da igreja de S. Jos sob a direcrao de
urna rommissSo de beneficencia para esle lim crea-
da, e incumbida do bom andamento do mesmo es-
tabelecimenlo ; ahi adiamos o Exm. Sr. brigadeiro
Joaquim Bernardo de Figueiredo e o Sr. cirurgio
Jos Antonio Marques, que se dignaran) prestar-nos
os esclarecimenlos que Ibes pedimos. Em um bom
saln se achavam quatorze leitos, oito dos quaes esta-
vam oceupados por enfermos, e seis conveniente-
mente preparados. Notava-se portn que por falla
de commorios. os doentes de ambos os sexos perma-
neciam no mesmo aposento, reconhecendo o Sr.
brigadeiro com nosco a precisao de os conservar
separados, o que se nao linha al entan conseguido
por motivos independentcs de sua voulade e da
commissao deque faz parte. (I serviro medico he
feito pelos Sr. Dr. JooNepomuceno llias Fernandes,
o cirurgio Jos Antonio Marques c n acadmico de
medicina Francisco Ncrv dn Fonseca, os quaes alter-
nan! de 8 em 8 horas, pelo quo entendemos ser bem
execulado esle trabalho. (auto mais quanto os do-
enles se achavam medicados, e as papelatas com to-
da a regularidade ; e bem assim a r-cripturarao de
ana livro que nos foi apreseulado por sen respectivo
escripturario, das entradas c sah.' dos doentes
Com snas respectivas observarcip., ./..
O restante do pernal o oeesrtoe St duas enfermeiras, oito serventes," :um cozinhei-
ro, dous continuos, um morrimno e um porleiro. lia
no estabelecimenlo alguns medicamentos, c se ua
ha em maior abundancia, lie porque, riisse-ims o
cirurgio daquella hora, segundo as necesidades
eram m nula lis vir dos estabelecimenlos pbarma-
ceulico existentes nesla cidade.
Primeiro de marro. A infermaria dos Afosa-
dos, com mais ires tilines a esta, segando as infor-
marcs e esclarecimenlos que Ufemos, tai esiabcle-
ria desdo o dia 1. de fevereiro c sob a direceo da
commissao de beneficencia nomeada para aquella
freguezia,e visitada pelo menos urna vez no dia por
seu medico o Sr. Dr. Jos do Reg Kapozo, que
dislribue tambem pelas enfermaras do Tigipi, Gi-
qoi e liarro as visitas que julga conveniente, sendo
irregular o serviro medico oestes ltimos lugares
j polas distancias c ja porque nos consta que este
facultativo lem a seu cargo alm (lestes pequeos
hospilaes oulros doentes tratados cm suas casas, e
em distancias nao pcquenas;aos quaes presta os soc-
corros de sua arle. Antes de enlrarmos cm parti-
cularidades sobre esla enfermara cumpre-nos di-
zer, que adiamos a casa em que esta se acha a me-
nos propria a conseguir o seu lim ; por quanto he
urna pequea casa, enlre outras, bstanlo poqnena e
estrella, apenas rom duas ponas na frente com mui
pequea distancia urna da outra ; os quartos. que
sao em pequeo numero, sto acanhadissimos, per-
mittindo em alguns delles forjadamente admitlir
dous leilos, as paredes sem o asseio necessario ; e
concluiremos, por dizer que jamis esta enfermara
preenchera bem, apezar dos bons desejos j do me-
dico, e ji da rominissao, o seu declino.
Ahi se achavam i doentes, doos homens e duas
mulheres, e 5 camas preparadas : o pessoal be de 5
enfermeiras e I servente qne nao eslava presente :
I'edimos que se nos apresenlasse a escripturacao e
amliiil incia. e nos respondern) que urna r oulra
exigencia s pdia ser salisfeila indo a casa da com-
missao ; pelo que nana a respeilo podemos infirmar
aV. S.
Conforme ja dissemos existem :l oulras enferma-
ras pequeas, a de Ciqui cargo dos Sr*. Rvd.
padre Joaquim Jos de lllivera e Silva e Podro dos
Sales Bezerra, Jos Corgonio l'aes Brrelo, Jos
Florencio de Oliveira c Silva. O cidado Jos Flo-
reci de Oljveira e Silva como membro desta com-
missao ollereceu sua casa para qaiTnella se estabele-
cesse esta enfermara: achamo-la em boas condiees
e com asseio regular, 1 leitos cm 2 dos quaes e
achavam enfermos e os oulros dispostos a receber os
que por ventura livessem de abi ser soc.corridus, Es-
la enfermara tinha recebido at aquella data o nu-
mero de 10 doentes, dos quaes:! haviam sido cura-
sitoria : por oulro lado o progresso das naroes he
urna lei fatal, neressaria, divina, e nao pode dei-
xar de realisar-se um dio. f H homens sao instru-
mentos regos de que a providencia se serve para a
realisacodos seus planos immortaes e a srande trans-
formadlo porque tullamos de pessar vem de'mui
lonse ; vera do grande mnvmento revolucionario
que leve lugar em I'ranra em 17811 ; masa serae-
llianra deste immensu suefesso, ella leve urna cau-
sa mais re:nola.
Com cITeiio, as chamma da fogucira que reduziu
aciuzaso corpo de Joao Ilusa em 1414, nao se apa-
garan) na pequea cidade de Conslanca, nem ex-
tinguirn! assuas generosas aspirantes, "illumiuaram
o mundo, e a sua claririadc mysterinsa se exlendeu
sobre lorias as regtoCs.
As m\liras controversias do Inglez Wirlef.eos
proprios esforros contradictorios e incompletos do
prophela de Wileinberg, em favor da emancipado
do pciisamcnlo, tambem concorreram para a con-
quista da lbenla lo de que go/.am alguns povos mo-
dernos.
Mas o que he corto he que l.ulhero na Reforma
su romprehenrieii um lado da qrjesUo : combaten os
privilegios que a igreja linha sobre a consciencia do
homem, mas respeitou as usurpacnes polticas pra-
licadas pela autoridade temporal. Ao passo que
desobedeca ao pontfice l.eo \, e robria de oppro-
brin a llenrique VIII por se ingerir era materias do
consciencia, mandava acatar cm poltica a todos os
soberanos da Ierra.
llenrique VIII pretenden refutar a obra de I u-
Ihero, que lem por (lulo11 CapUceiro de llab,,-
lonia, e quando esle Irabalho chegou is inaos do
promotor da Reforma, elle Icovejou contrae arrojo
do lurior, e prornmpeu nesles termos : o Mentas,
re estpido e sacrilego, com rosto impudente das
s infalliveis palavra- de Dos um senlido dill'ereu-
le do que ellas lem.
Os anabafistas Slork e Mantel. ehefes da revnlu-
rao dos .YtYWadom,daquelles que preleodiam
abolir lodos os privilegios, de qualquer genertque
fossem,; lodos os tactos, todo os aroniecimenlos,
que liveram lugar no secuto XVI. neste secuto fe-
cundo em loria a casia de revolures,ludo i-io con-
Irihuio, de urna mam-ira mais ou menos directa para
dos, e 7 fallecido ; dous enfermeiros c una enfer-
meira que se presta lambem ao serviro da coziuha,
e2 serventes qu<* prsenles sa achavam constituan!
o pessoal della. >'o podemos examinar a escriptu-
racao, |>or quanto ah nao se achava|o Rvd. padre Joa-
quim Jos ile Farias a cargo de quem est a (lila es-
cripturacao, asseverando-nos os membros presentes
que se adiara em da.
I'rtmeiro metho. A casa em que esla ella eslabelecida rom
quanto terrea he elevada e esparosa, e por iso nao
riisposta a ser hmida. Desde o dia 5 de tevereiro
al 1. de marco havia recebido iO doenles, dos
qiiacs III sabiram curados, 2 > morios, e se achavam
5 em tralamento, dos quaes 2 j se achavam em
ronvalesccura, e exsliam i camas promptas. Ella
he dirigida pelo Sr. capitn t'elippe Benirio de Al-
buquerque, que diariamente a visita urna e mais ve-
zes, mostrando-se inlercssado no bom andamento
daquelle eslabelecimento. t) Sr. capitn Bcoicin
ah nao se achava naqm>lla occasiao. e pediudo n
a cscrip'.uraro e a ambulancia, tomos salisfeitos
nesla parle pelo eufermeiro descobrindo estar a es-
ripttn.i, i" em dia, c constar a ambulancia de pou-
cas subslau-i.-ts meriicinaes e em pequeas porems.
Disse-nos mais o eufermeiro e a enlermeira que o
serviro medico ah era ordinariamente feilo segando
as inslrurces, por escriplo, que ahi exsliam. dadas
pelo Dr. Rapuzo, que conforme lhe petroittiaro suas
oceupacoes medicas alli apparecia para melln orde-
nar-Ibes, e que estas nstrucees achav.im-secui mo
do Sr. Felippe Reido que moslrava-se zeloso cm
as observar.
Com os empregados do eslabelecimento haviam
mais I servente e urna rosinhera.
Enfermarla de Tigipit) encarregado Manoel
Fastosa que copstava acbar-sc incommodado nao nos
poudc ministrar os esrarecimcntos precisos. Hez
leitos distribuidos em I salas, em dous (lestes se a-
chavam doentes e o resto dispostos a recebe-los. L'm
eufermeiro, urna enlermeira c um srvenle nos in-
formaran! de achar-se estahalecida esta enfermada
desde o dia 2 de fevereiro ; c que de culao ale a-
quella dala havia recebido :)S doenles, dos quaes fal-
lecern) 9 c sahiran) curados seta ; e ronslou-nos
mais que a ambulancia se achava em casa do ins-
pector do lugar ; c bem assim a escriplurarao a
cargo do mesmo Sr. Feitoza, que diriga o trabalho
medico em falta do Sr. Dr. Rapozo ; ajudado do
inspector que munidos das insttucroes escripias,
empregavam remedios quer na enfermara, quer as
cesas particulares, rom alguma vanlagein em isla da
falla de pesases d'arte. /
TRIBUNAL DU COMMEBCIO.
StKao judiciarinetn I.) de marr) de 1836.
Nao houvc sessao.
Esliveram presentes o Exm. Sr. pro-idemo c mais
ilcseinbarzadores ; sii compareceu, porem, o Sr. ric-
a phase de regeneracao social em que nos acha-
raos.
ti Decaalo poltico, Irarado por lliomaz l'avne,
no meio das florestas virgens da l.uziana, posto
que incompleto, porque nao comprehendeu os phe-
noineuos soeiaes da vida do povo norte-americano,
tambem nao deixou de iiillutr no aclo da nossa cons-
liiuir o nacional.
I'oim o que mais positivamente determininou a
revoluro, cujo anniversario leve lugar no dia t do
corrente, foi o iramenso c uuiversal abalo que im-
primirn) na sociedade (ramera, Rousseau, Vollaire,
a Ensiropledia e toda a pleiada Ilustre dos philoso-
phos do secuta XVIII,foi a revoluro franceza de
I7S.
Com i-ili-ii". a Franca, esle cerebro e coraco das
naces modernas, nao agilava eulao Os seus inleres-
ses, nem os inleresses de um povo, sgliava os inte-
reses de loria a humanidarie; as aspirarles dos ope-
rarios da revoluco franceza eram divinas, c lavan-
do-seo sangtie que m ancha va as soas (heorias, ca-
rava a verdade immortal, que om dia ha de dar os
fructos que encerra em seu seio.
Se ha no mundo um pbeuomeno que prnve de
urna maneira mais evidente e luminoia a auidadp e
identidade do espirito em loria a familia humana, be
incouleslavelinenlc a adopeo universal de certas
ideas.
Assim, em virlude drsse laco impalpavel, miste-
rioso que liga linios os homens entre si petas nspira-
roes, pelos desejos, pelos seniiniciitos, os Brasileiros
nao podiam lardar mullo em sentir as vibrarcs elc-
tricas do movimeuto polilieo ipn- em I ,s'l abalara a
sociedade franceza.
Mas aiuda era preciso um fado, urna circumslau-
cia, que servisse de causa occasional ao desabrocha.
menlndo germen lanzado no meio da sociedade br.i-
sileira ; e este'lacto, o esta circumstancia apparece-
ram ruin a limitnea da Corle porlurueza para o
Brasil.
t.iii i ir-noo ou o mi as barreirai ijns vedeva
aos pslraiieeirns o luresso nos nossos portos; rom
as merendonas liausallanlicas, rerebiamos tambem
i':, i'ii.i- i l,,i- decivilisaro, que ainda mais apressa-
vam as peripecias do drama que se tinha de repre-
sentar.
pulado l'inlo de l.emos.
PSRMAMSSQQ.
KEC1FE 13 DE MAliljO DE 1856.
AS 6 HORAS DA TARDE.
IITMSPEGTI Sil ANAL.
As noticias que recebemos de varios pontos da
provincia continuara a ser animadora.
Em toda a comarca da Boa-Vista, ainda se dps-
ciinheciam os falaes eltoilos da epidemia ateo dia 2~>
do passado. Infelizmente uo aconteca o mesmo
cm Flores, pois que no lugar da Volla, pcrtencenlc
freguezia de logazeira, haviam perecido duas pes-
soas. que se jolgava ser do mal.
.Xa comarca de (aranhuus, especialmente as
povoacos de Corrente e de S. Bento, os estragos
,nii la eram consideraveis, e a villa tambera j ia
-olrondo mais ou menos.
Na villa do Brejo linha entrado no periodo da de-
clinaran, porem continua rom inteusiriade nos ar-
rahaliles.
Segundo as noticias recetadas da comarca do Bo-
nito por via de Caruaru, a exceprao de Ouipapa,
o mal eslava quasi extincln em os oulros ponto*
que foram atacados, e o estado sanitario do toda
aquella Incalida le tinha melhorado cousirieravel-
meute.
As cousas na villa de l.innieirn rnnliituam a ser
lisongeires. Desde o dia II ale t.l do correte nao
se linha sepultado radaver algum ; mas as diversas
fregoezias da comarca a molestia continua a la/.er
grandes estragos, a ponto de extinguir a esrrava-
lura de alguns engeuhos. Entretanto de todos os
pontos daquella comarca, o que mais sotlria era ia-
conlestavelmenlca pequea povoac,ao da Beta Jar-
das, onde haviam suecumbido 22 pessoas uo dia 11
do corrente, o que he extraordinario para o nume-
ro da popula ..!,.
Na Victoria, exceprao de i!ous casos que appa-
reccram no dia 8 do corrente. uo havia occorrido
ihim.1,1 las alguma ; c seguudo as noticias da Es-
cada em data de 12 do corrente, consta que a epi-
demia lem declinado lon-iJeravcimente cm todo o
termo.
Sem embargo da epidemia se mostrar intensa em
alguns lugares das comarcas de l'.io d'Alho eNaza-
reth, com ludo em oulros so lem quebrantado 600-
sidcravclmenle.
Em alguns pontos da comarca do Rio Formoso o
mal tem declinado, mas em oulros vai fazendo mata-
res ou menores estragos.
Segundo as uoticias recetadas do Cabo, a situaijlo
era pouco lisougcira, c o cemiterio da villa ja tinha
recebido grande numero de cadveres, alem dos
que se enterravam em oulras parles.
Na povoaco de Jaboaln eslava cxtincla, mas nos
arrabables ainda appareciam .ilguns casos falaes ; c
al o dia 12 do corrente existan) no hospital M do-
enles, viudos de fora.
Do lr#l de fevereiro prximo passado, al 12 do
corrente, linham sido accoraraellidas 1122 pessoas
na freguezia de Alegados, das quaes fallecern. :12.
Felismenlchoje omal se arlia i-.ui applacado;enlre-
lanlo ainda appareriam atauns rasos fulminantes.
A fresue/ia do Poro ra l'anella lambem lia sirio
llagellads, mas a moilalidarie be pouco numerosa.
piii rompar.ic.lo do que lem acontecido cm oulros
lugares ; e aproveilaremos a occasiao para consi-
gnar aqui o nome do Sr. cirurgio Francisco Jos da
Silva, que 13o dignamente ha prestado os seus des-
vellos em favor dos habitantes daquella frpguezia,
especialmente li popalacao indigente,
Em ( Huida o mal tem continuado, e nos ltimos
dias da semana o algarismo dos morios loruou-sc
nolavel.
Em Beberibt vai declinando, passando-se dia
! sem que se d nm sraso letal, ti numero dos ac-
o .miel 11 lo- lem derrescido de urna maneira mui sen-
sivel, achaudu-se no respectivo hospital no dia 12
do corrente apenas 5 doenles convalescenrio. Se
continuar o decrescimcnlo na proporrao em que vai,
temos por mis que cm breve aquella povoarao se
achara livre de lo tarrife! ilagelio.
As noticias, qoe recebemos do termo de Iguarass'i
c da comarca de Goianna, ainda sao pouco sasfa-
lorias: e poslo que em alguns pontos daqucllas
duas localidades o mal tenba feito pequeos estregos,
com ludo cm oulros, e especialmente nos eogeobos,
as suas devaslacoes eram lerriveis,
l..i se vai mais urna semana do anuo de lKti.
Olanlas lagrimas nao cor re rain durante este perio-
do,quantos tilbos Oearam sem pais, qnantas mullie-
res sem maridos, quanlns amigos virara descer a
sepultura o amigo aquem no dia antecedente eslen-
diam a nio!
Cercado de trabalho, astillado de vez ennpi.ni-
ib>de enfermidarics inaudilas, intrigando, ou sendo
intrigado, malriizcurio, ou sendo viclima da ca-
lumnia, vive o homem durante quasi toda sua
existencia, at o momento que desee ao sepulcro.
Perto de 700 pessoas foram victimas do cholera
| nesla oulr'ora tan risonha Venen brasileira, darn-
lieos sote dias, que decorreram, depois da uossa
ultima revista hebdomadaria. morlalidaJe, que
oulros lempos tena lugar em 20 scmanasoriavia em
releva confessar, que ditas700 pessoas. apenas 100
morreriam da molestia propriameulc dita, pois que.
temos para nos, que as nutras fallecenun. umas
em consequencia do pouco ou iieulium caso que
li/.eram dos primeiro svmplnmas, precursores do
mal, outras por falta de dieta, ca mor parle pere-
ceo victima do charlatanismo, lomando dous, qua-
Iro, seis, c mais remedios, -em esperar o resaltada
de algum delles, acumulando desta arle no esloma-
go drogas, cujos etTeilos .> contradictorios, eos
quaes tomados conjuntamente lancariam na cama
o homens mais rolsastos.
Infelizmente talvcz quea popularo nao tenha
eonheeido clc grande inconveniente, assim. aiuda
desla vez recounnenilareniosa todo que teiibam re-
gular dieta severa, um s Iralameiilu, ripie pro-
curem alacar o mal ramedialamenle, asim que se
manireslarem o seus primeirns indicios, pois que,
obrando desla maneira mediante o auxilio da bou-
dade divina, o numero das victimas ha rio diminuir
necessari amento.
A grande mortalidade da semana acabrunbou a
popularo desta cidade de urna maneira considrra-
vel. O movimeuto estrepitoso, que ouli'ora enchia
as suas mas c praras, foi quasi millo, e apenas ha-
viam alguns Signaos de animaro no esparo que de-
corre das 10 horas da manhaa as :l da tarde ; mas as
outras parles do lempo reinava urna perfeila mono-
tona. Felizmente, do dia 1'i do correle al boje
15 s G horas da larde, a mortalidade baixou a 6K
pessoas inclusive 11 prvulos.
Os regosijos pblicos leem cestada inleiramentc, e
os proprios ajiinlamenlns, que nesla quadra do an-
nn se formavea para ver as precissoei lem desappa-
recido ; apenas observa-se urna oa outra pessoa as
jenellas'para rontemplarcslas solemnidades da rp-
lgi.lo. Entretanto, como quasi todas as familia,
que possuem alguus meio da fortujia, se acham
mais ou menos relacionadas com familias indiuentes,
tara agradaval a Divitidade qne estendessem a sua
prolecrao aos desvalidos da sorle, e desl'arle excr-
cessem a caridade, essa virlude Uto recommendada
por Jess Chrislu.
Nao nos podemos eximir de louvar o digno pro-
coriimento dos possuidores da farinha de trigo, cm o
nosso mercado, cujos nomes, cm lempo competente,
levarmos ,i consideraro pablica. Sem embargo das
tristes circuinstancias emque nos adiamos, as quaes
toilos os vveres leem subido a um alio prero, aquel-
lo artigo, que boje faz parle do principal allimento
da popular "lo, se lem conservado iudecliuavclmentc
de 26$a SI8 rs- a barrica,proco que conservava antes
da epidemia ; e semelhanle procedimento ainda se
torna mais recommeodJVel, pois que ha muilo que
nao ha entradas deste genero, e o consumo tem
sido excessivo. A gratido publica, e as heneaos da
Divindade. serio a remuocraco de lio grande ge-
ncrosidatlat e philantrnpia.
A procura da bolacha foi cxlraordinaria, e milito
maior (cria sido o consummo, se os fabricantes deste
arhgo podessem ter dado vaso as encommendas,
que liveram ; e releva confessar, que os padeirog
lambem nao bao sido exigentes, e teem seguido o
excmplo dospossuidoresde farinha,que nesta occasiao
Ihes lem servido de guia, pois qoe, se nao livessem
pralicado desta maneira, nao seriam sdmittidos na
Os conhccimenliK que enlo possuimos eram |.....
r.iin-, e estes mesmos penco prolunlos; c nao luda-
mos iicnbum dos vehiculos uecessarios, que boje
lano abundara entre nos. para propagar os traba-
llios da Intelligencia, nem os iuveutos uleis das artes
e sciencias, pois que a imprensa ja descoberla ha
quasi tres secutas, era desconhecida enlre mis, espe-
cialmente na provincia de Pernambuco.
Entretanto, smpro havia alguns individuos, que
mais favorecidos dos meios da fortuna, linham illus-
trario de alguma sorte o seu espirito no seminario
bepiscopal de Olinda, fundado pelo hispo D.Jos Joa-
qun) de Azercdo Coutinho, e que era entao o nico
foco que esparzia as suas tuzes, posto que frouxas,
sobre toda a capitana de Pernambuco.
As rivalidades e os clamas, entro Brasileiros e
Porluguczes, foram lomando largas proporroes, o no
dia t de marco de 1817, a enasto do sengue de don
povos ii m.ios. ligados por muitos laros diversos, que
fallavam a mesma liugui e linham o mesmos coslu-
mes, precepitou o desenlace do drama; e no dia 7
do mesmo mez. pela ln.inli.la, o povo da cidarie do
Recito, despertado pelo rufo dos tambores,1 oevis ler
o scguinle bando, primeiro aclo do goveruo proviso-
rio, creado pelos patrilas:
i! Nos abaivo assignados. presentes para volarmos
na honiearao de um goveruo provisorio para cuidar
na causa da palria, declaramos a face de Dos que
temos votado e nomeado os cinco patriotas segninles:
da parte rio ecrlesiastiro o patriota JoSo Ribetro Pes-
soa de Mello Montenegro ; ila parle militar o patrio-
ta rapilo Domingos Tlieotooiu Jorge M.irlin Pes-
soa ; da magistratura o patriota .lose Luiz de Meu-
donra ; da parle da agricultura o patrila rorouel
Manoel Correa de Araujo da parle do roimnerrio
o patriota Domingos Jos Marlius; e ao mesmo lem-
po todos Armamos esla nomearo, c juramos obede-
cer a esle governo em todas as suas deliberare-i p
orden. Dorio na rasa do F.rario as |o poras 'lo rii.i ',
rip merend IKI7. V. ru Meximianu Franci ico Uar-
le n errevi.Assnzuado-, / n i / r.'/r tstodf Paula
i 'aralcanti..lose lunario llibeiro it tiren e I.una.
/oaatiim Humo* ile Almrida.FraHtSCO de Unto
Bezerra Carahanllde .llbui/ueri/ue. loagulm .!)-
ir / ii.- salgado. Antonio Joaquim l'errtira de
distribuidlo deste genero pelos ncgocianles da prara.
Infelizmente nao podemos dizer o mesmo acerca
dos possuidore de oulros vveres, alguns dos quaes
vveres se ho elevado a nm prer,o enorme, como pal
excmplo, o caf, que se tem vendido a :I20 r-. a
libra.
Nos ullimos dias da semana, tendo a municipali-
riade cuncorridu no mercado das carnes verdes rom
o nado, que pinta alcanrar, este genero vemleu-se e
JOO rs. a libra. Consta-nos que existem grandes par-
tidas de gado nos serles. que se otTerecem a preros
razoaveis, com a roudiro que daqui se roaodera
buscar.
Na quadra aclual o transporte lie diilicil. mas com
a iIim-.io da distancia, em Inlcrentes juu-a-, islo be,
de tal lagar ale qual. e deste at oulro, assim segui-
damente at esta cidade, semelliante incouvienle
desapparecera.
Finalmente cumpre remover todas as litlicolriade-
afim de chamar ea para a mercado concurrentes por
derosos, que npgociem neste artigo com dinheiro.
pois que .< actual iiiarchanlaria nao possue capitaes
sullicienles para abastercr|uma ririarie romo a nossa,
que consomm de sil a loo bois por da, e que moi-
lo mais consumira, se a carne se jvendetse por um
prero rasoavel. Ale o presente esle negocio lem
sido feito em gcral arredilo, isto he, umoa nutro
individuo compra 10 ou 20 l."i- a riinlieiro. e o mais
a prazo, que as vezes nao se realisa.
O Exm. prelado diocesano dr arcordo rom a poli-
ca prohibi os dobres. e repique*exres-ivos dossi-
nos durante a epidemia, os quaes incontcstavelmento
azsravam o estado dos enfermo e aligem aos
bons.
Por ordemdo Exm. pir-sidenle da provincia.a junta
rip Inviene poblica visilou a,enfermaria provisorias
eslabelecirias nesta ci.laile e seas arrabaldes, e veri-
ficou que umas exigiam reforma, e nafras a conti-
nuar o pequeo numero de doenles. que recebem.
deviamser fecharias.notaudo eperialmenre a da Ca-
pulina, como a peior montaria. A mesma commis-
sao visitn o cemiterio publico, e nada encontrn
que induzisse a errr que se infrinsisse o resnlamen-
to sanitario do estabelecimenlo, e esle resollad* to-
ra Igualmente verificado pelo Sr. dicto de polica,
que naquella occasiao tambem visitara remiten*. *
Em consequencia do falledmento de grande Ho-
mero de pais de familias pobres, vive boje nma
grande mullidao de orpho desvalidos, os quaes lem
liante si um triste futuro, se a autoridade na* lanrar
sobre estas victimas innocentes da miseria as suas
vistas benficas e protectoras. Entretanto, em um
los nmeros passados deste jornal, vimos um annun-
cio feilo pela fabrica franceza de calcado, eslabeleri-
ria no aterro da Boa-Vista u. >-', convidando apren-
riizcs de lo a ll> anuos de idade. dando preferencia
aos orpli.ms causados pela enfrrmidade reinante.
I.ouvamos o procedimento espontaneo desse opera-
rio fraucez, chamamos ,i c allenrin doSr. juiz de or-
pUos deste termo para e-lc assumpto de lo grande
magnitude.
Como ja sabem os nossos leltore-, alem das afllk-
res, : porque lemos passado, soffrea a provincia
um prrjuizodenmi ronlos de res cora a perita do va-
por Mareases de Olinda. prrda ainda mais sensivtl
poique vem inlcrrompcr o macnliro progresso do
nosso eommercie, diminuir de alguma sorle as nossas
retornes com algumas provincias do norle do impe-
rio, c marchar a Herencias de um foloro bullanle,
que a navegaran rosteira a vapor ia abrir a esla pro-
vincia.
Os:100 rontos, valor rio navio perd rio.-ero recn-
perarios sem a menor riuvida por meio do egoro de
l.ourires, pois que, felizmente secundo no rnnsla,
no aclo do seguro se preveniram todas as probabili-
dades de perita, e temos para nos qoe em* breve a
Companhia l'ernamburana rontinaar a sna marcha
regatar, pois. tftanaa, que enrommeodara para o Rio
de Janeiro a compra de um vapor para fazer o tra-
jelo conveiicinuado. emqaanlo chega o outro, que
mandou construir em Londres.
Tivemos a semana passada um navio da Enrepa.
rujas dalas sao superiores as que nos Irooxe o paque-
te inglez. mas as cousas rio velho mundo nao linham
sotliido aller.ir.lo alguma, c os negocios da gaerra *a
arliavam no mesmo estado.
Em um dos nmeros passados annunciamos qoe o
Sr. Dr. padre Antonio da Canhae Fisueiredo ofle-
recera os seus ordenados de profrssor do seminario
de Olinda a' popularn indigente desla cidade em
quanto durasse a epidemia, entrando nesle oAereei-
mento ordenado do mez de fevereiro passado. tn
(reanlo conslanos que esta ollera em seral, assim
rom o \ encimen!" do mez de fevereiro, fura fela em
principio daquelle mez, logo quea epidemia foi lo-
in.iil" corpo enlre uos, e nao no mez. em que esta-
mos.
Sampaio. Francisco de Paula Cacalcaati.W-
lippe Sery Ferreira. Joaquim de .Innunriaroe
Siqueira.Tlumxa: Ferreira l illanora.Jusr Ma-
ra de l'atroneellos Bourhou.Francisco de Paula
Caracanli Jnior. Thomai Josc Aires de Siqun-
ra. loao de Albuquerque Maranhao.Joao .1/0-
rinho talcTio.
Era o arlo de emancipara.! de um povo. que de-
pois de Ires seculos de capliveiro, pretenda lomar
parte no concert das Bajaes livrcs ; e os solTrimcu-
los. as oppresses e injustiras que solfria, attenuam e
jnslilicam em nossa opimao o eveessos e delirios
que pralicou na vesperaria manifestarn da sua voli-
tado soberana. As inriiviilualidaries riesapparercm,
ipiando se traa rio realisar urna vorriarie providen-
cial ; e as lagrimas derramadas memoria de um
homem, e as raberas que cahem justa ou injusta-
mente, sao rondires inriispensaveis para a aquisirao
do bem na vida dos povos.
Pernambuco parecen rentro destinado pela Pre-
videncia para ser o toco da rivilisarta brasileira.
Sem que baja prolPiirn da nossa parle, esla provin-
cia lem sempre caminhado frente das uas irmes
em lodos os inovimenlos em favor da liberdade, e.
depois de certa poca sob u aspecto das sciencias e
das arles, quanrio nao as precede, procura logo eol-
locar-se a par deltas ; mas o qoe be certa be que no
no dominio das idas o das instituirnos civilsadorao,'
.i pnmasia lhe perlence exclusivamente.
Dela tendencia, rieste amor para rom os princi- I
|iio de liberdade c progresso, Tesultou que entre I
todas a provinchu rio Brasil, Pernambuco fosse o
Ibralro em qii se repre-enlou o prologo rio drama
Ja civili-acao moderna, drama inspirado aos aposta-
tas dos -nllriineiili'- e dores da humanidarie |>elns |
principios pri>ctamados do alio rio Colgla.
A tlor da familia pernamburaua, que enlo se ex- !
leiiiha at o Cear, ioniou porte neste movimonto, I
qoe poslo nao produzisse iodos o fancto premedi-
tados, todava lanroo as premissasda felieidade del
qoe boje gozamos.
A r.ualul.a, e.n o..n eqnciu a da coiiimunho de |
Ideas ilo -.pus lilhos com os de Pernambneo, foi a
primeira po acompanhou o impuse patritico dos
nossos pai. e as caberas dos seu' irai illuslres li-1
lim tambem rolaram aos nsdoctriaseo.
PAGINA AYULSA.
JB9W 3H S
A innandadr da Misericordia.Acha-se ron-
lirmada por S. M. o Imperador seu protector perpe-
tuo, ii compromisso sera apresentado a assemMec
provincial, e romo he muilo prnvavel esle man-
dar.! entregar a irra.iodade o patrimonio de antiga
sania casa.
Cento c tantas pessoas das mais ".radas da capital
e de fura se .irbam inscriptas romo irmaos; sene*
digno ile notar-se, que se turta-.se a isla, negsudo a
sua assignstura, um anciio, que pelo carga qne *c-
fittpa na magistratura nSo devia negar-ee a nm saas-
ter to pi e nobre: nio sabemos,o que lev ou esse se-
uhor a responder por|u m recado simplesmenle na car-
ta de convite do digno Sr. Pires Ferreira: uo m le-
an irmandades!Dos coroe os esforros da digna
administrarlo.
L'm eslrangeiro, bem eonheeido cnlrc non, na
A revoluro malogrou se, lana dedicaran, lana
geuerosidade c patriotismo, quasi que se perdesi inu-
liluiente ; e o radafalro foi o lugar em que os dietas
do primeiro movimeuto poltico no Brasil exhala-
ran! as aspirares intimas das suas almas pora e
immortaes. Morrcram. he verdade. mas nerilium
(rain" o santo piramenlo que prestara palria agra-
decida.
r'. nos, que veneramos as sombras descs marlvrcs
e (|ue humildemente tribuamos lioje um feudo de
craliriado e saudade sua memoria, terminaremos
eslas liuli i*, copiando aqu <> epiluun com que um
um his-toidador moderno, remalou a historia dos tal-
los gloriosos dos seus antepassados.
Em verdade. urna naro deve chorar os su mor-
ios, c nao ronsolar-se de una ad cabera inju-la ou
odiosrmpiile sacrificada : mas nao deve lamentar o
seu san.uc. quanrio rorreu para lazer germinar ver-
dades eterna*.
Dcos pcrmillio que os seus designios sobre o ho-
mem se m inile-la-rm a ru-la desir -irrifirio. As
ideas vegetam com sanguo humano. As revelaroes
riescem dos radafalso. Indas as nUM e riivi-
ni-ain pelos seus mrtires, lilhos dos combtanles
ou das victimas, perdnemos-nos rrripr.icamente'
Reroiiriliemo-nos sobie seus lmalos par., conti-
nuar a-na obra inlorrornpida 11 enme per,leu
linio, inlromelirndo-sc na nhra da repoblira. Com-
balcr nao be immorular. tiremos oprime da ra-a
do povo romo urna arma i|ue lhe leie a mao c que
ioiivprtcu a liberil.i.le em despotismo -. nao prornre-
inosju-tilicar o rari.ilalc" ppla patita, iipm a- pMS-
criproes prla liberdade; nao ruriurc inios a alma rio
serillo pelo soplu-ma da energa revolucionaria ;
deixemoso coraco a humaiiidadr, be a mais seguro
e o mais nilallivel rio seus principios, r resignmo-
nos com a condiro das eesMOS liuinanas.
A hisloiia da revolurau he donosa r triste como
o da seciiinte 'le urna victoria, o romo a vpperarir
oulro combale. Mas se psU hi-lona be rheia .le lu-
I,). be rheia esppin.ilmenle ile I.-. .-pineHia-s.. ao
drama anliejn, em que. ao pauu qne a nairadoi la/
a exposirn, o ch-iro rio povu renta a doria, chora
as victimas e eleva um himno de roaselacjKi e de
esperanca a Dos !
i.s}t J__.__.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL
MOTIt WO


OIMIOBEIPERMIBUCO SGUND FEIBA 17 DE MARCO al li&6
que ufo quer que se saiba o que fa ein beneficio
ilos desvalido*, acal).i de mandar de csiuolla para os
potaros da lloa viascni SOIOOO rots.
O cidadao portugosf Antonio Pereira la Costa
dama, c o Sr. C.oiiubra. aquello, morador na ra do
Aftgao, e este na da Aleara, sao dons seuUuelle* vi-
gilantes, que (oiii os enfermos precisan) de proroplo seren soccorrido*. Nosleosos
visto o que estes duus homens bao feilo a bem da
pobreta.
Manoel Ignacio Carueiro, quonAo se algara cs-
capar,aclia-se restahelecdo.e nao sabe oquaulu agra-
dec ao Sr. Dr. Pilanga eueawregedo interno do
hospital da ra da Aurora, o le-lo tratado de tal sor-
le, que felizmente buje puudieervivo!Tamban
agradece aos enfermeirus desse bospilal os cuidados,
que Ihe prodisalisaram.
Consta-nos que o Sr. commeudador Manuel lon-
oalves da Silva poz a duposioao do Sr. franca eni S.
Jos puroao de bael.i. cobertores, comisase diuliei-
ro para em nmne da assoeaoao cotnmercial distri-
buir pelos pobres naquellas huras ein que a cummis-
sAo nlo o poder lazer. Mil louvorcs ao Sr. cuin-
mendador.
Cousla-oos, que a porcoo decouros que trovera
o Marque: de (linda vapor tem derramado nasim-
msdiaces onde parlira-se, un leudo horrivel a pon-
i de uiuguem mais poder se aproximar ao logar :
inais esta !
Sr.'. redactores da l'agina .iruba.Envio-lbes a
carta inclusa do lllin. Sr. Dr. Juno da lloclla llol-
laiidaCavatcanti, para no caso de que Vnics. acliem
alguina cousa de inleresse que nclla venlia lendeule
ao estado do cholera na villa da Escada, e a queiram
publicar, muito obrigado Ibes licar.i o scu constante
leilor.
Se por aqui tcm apparecido algiinius almas cari-
dosas, tanibem na fregoctia da Escada appareccram
os Illms. Srs. coronel llenrique Marques Lins, An-
tonio Marques de llollanda Cavalcanti 0 Ur. Joo
da Hocba llollanda Cavalcanti, este ultimo, quaudo
ha ti ou 8 anuos daqui se relirou dedicou-se as suas
horas vagas a lazer algum esludo da medicina com-
prando para esse lim varias obras que o pudessem
instrnir, moslrando-lhc a maneira de poder, anda
que mal, remediar a taita que ha de un medico nes-
ses lugares; nelleachavam militas vcz.es os seus vi-
sinhos alivio para saturnales, que de muito boa voli-
tado se preslava, sem qoc disso percebesse cousa al-
huma, e agora acaba deorTcrecer seus poucos conhe-
rHlenlo- da arle, ao hospital da villa da Escada.
Aiuda contina a ccifa na Escada e pelos cuge-
nhos, morrennu nelles diariamente de dous a tres
escravos-. lia um hospital, que he manlido a espeu-
sas do Sr. tenenle-coroncl llonrique, c seu gonru
Antonio Marques, alem de que furuccem Mmenlo
tambem a espeusas suas aos pobres da villa. (I Sr.
vigario, e mais sacerdotes nao tem ale boje desmen-
tido o espirito de seus caracteresanidado iudijlinc-
lamcule distribuida.lia espcrau;as bem lisongei-
ras de declinar a epidemia.
Moitos sAo os proprietarios que all se luto presta-
do coro dedicacAo ao servido da pobreza, felizmen-
te nao foram aneciados pelo cholcra-cubint do S.
Anta*.
Senhor fornecedor de carnes da freguezia dos
A logados, a sua carne est lao lgida !.. lao assim
como, que nao serve era para cries... ser;i possivel
se vender mais csse alimento cholenco !
Consta-nos que moram por esta cidade diver-
sas pessoas allecladas de elephantiasis. .Na ra do
Colovello ha urna mulher bem mal dessa lepra. He
caridade haver urna sindicanciaa respeito, o laz-las
rccolheraos Lazaros.
Illms.Srs.ParanteSmca. denunciao I guante
de certo Insista P. na ra do l.ivramenlo consiste
a sua quena, motivada pelo clamor dos moradores
da mesma ra. Este 1*. uAo se contentando com o
grande negocio que faz em sua loja, e vido de ein
mucos dias ajeniar una grossa quautia, e por-se
ao fresen, comprou ao preto Manoel a reccila de sua
beberagempor OttjOlH) reis; consta que t una gar-
rafa veudeu elle para um eiigenho pela mesma quan-
lia, e tem applicado esse seu remedio a Inmensa*
pessoas. pedindo auto quanlia* avallada*, quer vi-
va, quer morra. No da 7 do correte fot chamado
a ra da Praia pora applier tal remedio ;i una mo
ja, o Sr. B Sarment, que diga o estado ;em que a
achou, o o traballio que Ihe deu p.ira salva-la" ne-
gando os da casa, quem linda sido a causa. IMgain
mais os Ir mdicos na Capunga, quandu ehegou-se o
tal camelo, e dea a dose ao tal cholenco c SS. SS.
estando com o relogio na miio. dahi a meia hora o
que succedeu '.' espirou '. e oulros muilos casos ignaes.
A vista, pois, do eiposlo, est o tal supplicante zom-
bando das leis divinas e hiiniauas, e incurso no arti-
go... do nosso cdigo criminal, Vmcs. deprequem ja
e ja, ordem do Sr. chefede polica para qoe o sun-
plicado seja levado para a casa da dclcnrao, em
quanto na* provar o contrario, pague i multa cor-
respondente, e esta seja entregue a ama commisso
hcneficcnte de um dos bospitacs mais necesitados.
Na roa dos Pires, ha una casa, que leudo ncl-
la morrido ha pouco urna cholenca, levo a bondade
de ajunlar toda roupa della. nlrouxa-la, e alira-la
para o quintal do vizinho !..... arrepila, siuh do
chingo !.... arrepila '.....
Wa ra do Sebo, casa de solio do fallecido l-'er-
rAo, acha-se fechada ha dous oo tres mezes pouco
mais ou menos, no entretanto que o seu quintal'qoe
he aberto, esta servindo de dcposlu.)le immtimli-
cias, e as paredes do interior eslau mais sajas que
lodas as .rug'dades limpas, c por se liniparcm pelos
Itibeirinhos.
A castalia vizinha pequcnlnha, csl cabe Ao
cahe.pois ja desaprumou o ollao,convcm que prime-
roeaia sobre a cabera de alsuem para depoisserrec-
di lirada.
Ilizem que ha urna casa mal asinmbrada ni
ra do l.ivramenlo. Apczar de fechada, ve se
de aoite lozes na ala, correles arrastando, ge-
midos lgubres, ele, etc. O remedio que ha para
acabar com isso, he abrir-** as jaucllas para dcixar
correr o ar : talvez seja o ar que oppresso fara to-
dos esses ruidos. Elle faz minias arles quandu esta
preso.
Senliores redactores da l'agina culta.Ten-
do sido atacada forlcmcutc no da 29 do inez proxi-
mn'passndo, a minha escrava Martiulia, da epideiiiia
reinante, reccorri, como sempre, ao lllm. Sr. Dr.
Sabino Olegario l.udgero Pinliii. A" sua ebtgadl j j
a minha escrava se achavu em estado lgido, diar-
rhl continuada e rom lodos os mais svmplomas
t graves de lao horrivcl molestia : grecas, porcia, ao
cuidado, desvello e a precisAo dos medicamentos ap-
plicados, a minha escrava se acha boje reslabeleci-
da, nao obstante novos inroinmodos, inhercotes a
duenle lercm apparecido, que embarararam por es-
paro de !."> dias a eeco dos remedios para combaler
o tcrrivel Itascllo.
He mais um Iriumpho pata a homropalhia, que
sem ella mais urna vida de eerlo se teria linado nos
transes alictivos de (Ao horrivel moleslia ; he mais
um tlorAo para a cora queja orna a cabeca do lllm.
Sr. Dr. Sabino,
Ealtam-me eipressoe*, senhnrcs redactores,- para
mostrar ao lllm. Sr. Dr. Sabino a minha gralidSo
em toda soa pleniludc, oassim receorro as cnluinnas
do seu conteiluarlo jornal, para laz.er publico o meu
cierno reconhecimenln, pedindo aomesmo lempo ao
lllm. Sr. Dr. Sabino que me dcscnlpe, se oflender a
sua modestia, publicando asemoces do meu cora-
ran agradecido.
Sou, senhores redactores, sua ronslanlc leltora,
fiara Josa l.ins Soriano.
A carne tem eacasseado na lina-Vista, ao ron-
Irario em Sanio Anlonio, atcm de ser talhada a JO
palacas, tem havido.abundancia.
0 monopolio d'agua tem cessado, Dcos leu-
vado.
A casa onde morreu o sogro de Sirino Rodri-
gues de Campos, na ra da CoaeekSo n. 10, ainda
nao fora desinfectada desde o dia 7 al 15 do cor-
rento.
Todo o beeco do FundAo e da I.ama precisam
sar desinfectados.
Rogamos ,i companhia encarregadadailesinfec-
$S* desla cidade, que se digne lanrar as suas vistas
sobre as casas ns. i!l e -J da ru das l.arangciras.
as quaes morreram ha lre< dias dous cholericos.
llontem percorreu as ras desta cidade a pro-
rlssao denominada de Hamos, quo sabio da igreja de
Nfxsa Scnhora do l'aroiz.o, a qual esteve rica e com
bastante ordem, sendo para nolar-sc que o cordflo ia
Cheto dos irmaus, sem que alguma oulra confraria a
roadjuvasse ; sympalisamos com esta devolarao das
pessoas alistadas na irmaudade.
O negocio vai descahindo na casa dos SO.
. .le' ai/iazinflu (se n,lo morrer).
VILLA DE H.UAKASSU'.
12 de manjo.
O Sr. JoAo l-rancisco do Amaral nAo fui leve-
mente ini-uiiimo la-I i, como Ihe disso por ser mal
informado ; fui gravemente accommcllido do cho-
lera, e quandu ja eslava mcllior, rccaliio por causa
de um esoravo eslimado, que fui gravemente ac-
commcllido ; gr*{ai a'Divina Providencia, julga-
idos que ja se acha lora de risco.
Mur'eram lionlom tres pessoas nesta villa, in-
rluindo a Sr.i. I). Antonia (oiiva, que era de todo,
estimada por suas virtudes, c que por muilos anuos
fui regente do rccolhimctilo desta villa.
leudo moriido um enfermsiro c adoecido um nu-
Iro, ton a nciedade benelieiento se visto obrigado
a mandar os JOCCorros, de que dispoe, pelas casas
dos docnles. ConUnnam-M a prestar zclosamenle
os Srs. Julio Mello, Delmino ecolleclor Domingos ;
.issim coma o Sr. llanta, que sempre se acha promp-
(o a soccorrer quein o chama,
ODr.Joaa llnnoriu ehegou da ilha, estovo ligci-
ramanll ineommodada : porm lo-.-o no oalre dii
eslava prestando os sel viro- de sua protrtsAo.
Maiicola, a lilis, a Malla e esta villa sn,m
pracipalmento. Km Itabalinga dense bojeo pri-
mciio rano iitai do cholera ; Jtaindouaram o cad-
ver ; ro preciso que apolieia interviessu para que
lo.-se enterrado.
i collcciur Pairo Jorge, que loi accommellido .la
epidemia, icm Udo algum rtwahidas.
13
Fallecern honlem \-> pessoas; como ja v, a
epidemia vai lomando ranror, lando no principio
nos accommeltido Ao benignamente. Ha milita ten-
te di.cnte, e alguna* pessoas no periodo lgido.
Ha dias morreu o Lulero, carcereiro, e bontem mor-
e um genio ; familia tica na
li'laril a u.ullier
ni.....r miieria.
lalve/. Un; -iq i loita alguma reclamarao sobre o
que Ihu ili.-e a respeito de*remedios para aqui re.
nietlidos, visto como o Sr. Piulo dirigi um* carta
au llr. Honorio pcdinjo-lhe que atiestas** sobre a
qualidade u porfo dos remedio* mandados de sua
bolica. Nao conhtro o Sr. Piulo ; mas devo lazer
de Smc. bom concedo pelas iiifurmaroes que me de-
ran. No eulanlu pono alliriuar-lhe, que quaudo se
abri o cai\o muilas pessuas, que se achavam pr-
senles, ouv iram o I Ir. Honorio inaldizer da qualida-
de de alguus mcdicamenlos. assim como queivar-se
que nAo liiili.nn viudo lodos qoe liiiba pedido em
u'na relarao ; nesse enlitlo olliciou o Sr. Dr. An-
selmo ao Evm. presidente. Muito bem pode ser,
que o Sr. Pinto nato livesse leieneil do modo por
que fora aviada a receila do Sr. Dr. Honorio ; mas
esta he a verdad*, que sempre encontrar em nena
esrriptos; so allianoa o que vejo, ou o que sci do
pessoas liilcdiguas.
14
talleceram bontem da epidemia de ln a l pes-
saa, c boje o dia u.io andar por menos. Em pro-
porflo da populacho, faz o cholera mais estragos
aqui, do que ululando ItNI no Itecifc.
O Sr. Amaral esteve bontem mal morreo>lh*|>
avi't c um esoravo.
A sociedade beuclicenle tem gasto extraordina-
riamente' com os cnterramenlos, que por islo sao
(eilos regularmente.
O Dr. Adelina ja anda de pe, bem ^ue aiuda
muito fraco.
Do recnllnmento do Sanlissimo Coraran de Jess
morreu urna pessoa, a alguma* freirs eslandoen-
tes.
O Sr. escrivao Adolpho e tres lilhas, paileccm de
cliolerina.
Horren a mi do Rvd. padre l'lorencio.
N remucho, se me nito eugano, ja oxisten mis
sessenta sepultados.
Estaos sem rarnc verde para comer ; as gali-
nhasse nao acharo, c familia su temos quaudo o sub-
delegado manda apprehender alguma carga.
O escrivao Jos Harta de Calda* Brandan csta-se
concliiindo.
Nao sei se estarc vivo para cscrer-llie oulra.
- I". *
Horreram bonlen U pessoas. c muito recele
que este lugar najo vcnha tomar-so um Santo Anlo.
Fallecen a inulhcr do profeesor Manuel Francis-
co Cesar, o lica bem mal a mai do Sr. advogado
Amaral.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SBSSAO' EXTRAORDINARIA DE 11 DE I EVE
REIRO DE 1856.
Presidencia do Sr. Han'to de Camharibe.
Prsenles os Srs. Reg c Albuquerquo, llego,
Oliveira, Mello, (iameiro, c Franca, ahrio-sc a
sessAo, e fui lida c approvada a acta da antece-
dente.
i ni lidn o segolnle *
EXPEDIENTE :
Um olcio do Exm. presidente da provincia, man-
dando llie eommunicasse a cmara o resultado das
providencias que pretenda por em pratica acerca
do;,ihaslocnnentode carnes verdes. Nesta occasio
fez-se a leilura do parecer da commissAo encarrega-
da por parle da cmara do dizer acerca da pussibi-
lidadc e prolicuidadc da referida medida que a c-
mara julgoii poder lomar na actualidad* romo lira
le aliviar o povo d'esta capital da penuria que sof-
re, de vveres, principalmente de carnes verde*, no
qual parecer redigido pelo Sr. Dr. r'eilosa, e esorip-
to pelo seu proprto piinliu, depois de desenvolver el-
le diversas considerarles sobre a materia, illribain-
do pelas inloimares quo oblevo de pessoas respei-
lavcis c habilitadas, n.lo a fraude e monopolio, mas
causas naluracs, que nao poden ser fcilmente e
de piumpto removidos, a insulliciencia da carne que
se oipo diariamente venda para o consumo pu-
blico eo axeessivo preso porque olla se vende, con-
clueque a cmara no podarla mandar lalhar carne
por prefo o em quaulidade que salisli/.cssem lodos
os oousumidures. Emilio lamlicn a eommissSo a
sua opini.lu ;'i respeito it'outros meius, que acha seria
conveniente explorar, como ludo consta do seu pare-
cer abaixo transcripto.
Posto ein discussoo parecer, a cmara votuu por
elle, i e\ceprao dos Srs. Fraila o Oliveira, rcsul-
vendo-se que fotse remctlido por. copia ao Eim.
prcsidcnlc cin.rcspusta ao seu pllicio suppra, expon-
do-lhc n dcniais occorrido esle respeito, e rogan-
do applkatM a sua alientan aos neio* lemhra-
dos pela commissJo, alim de ver c algum he reali-
savel.
Leu-so mais o scj'iiintc :
Um offleio do procurador, inforntan.lo a razio por
que tcm deixado de pagar o mandado de castas de
Anlonio Joaquim Correa, a. cmara eonformou-se
com a iurormaeao e inandou rcmeltcr o requerimeu-
lo ao prorurador para pagar ao supplieante quamlo
o estado do cofre o permitlir,
Outro do mesmo, acempanhado d'uma roda de
reccila o despera municipal demonstrativa do estado
dos cofresmunicipaesdesde o I." de uuluhro do au-
no lindo al 13 do corrate, da qual se concela
ler-se arrecadada ato o referido dia a quanlia de
33:326/1 ii c despendida a de 33:69ljci, verili-
cando-sc assim o delicil de :ltiS-;!i7T, vista do que
ponderav o procurador nao ser possivel elleclua-
rcm-sc as desuelas decretadas ltimamente pela c-
mara, na importancia de mais de 30:9009, com o
calcamcnlo A estrada do MxUdoo.ro, alcrrameiito
do alagado na ra do llriun Corutroccia de casas
no ccmilcrio.da respectiva estrada, desapropriacaojda
cas: do cidadio Magalhans Bliloi, ele,A cunara
resalveo, depois de alguma discotsao, se odiciasseao
Exm. presidente da provincia,expondo-lhe o estado
de suas rendase rgando4he honvom de providen-
ciar para que nao sii [onen fcitas por cunta dos di-
uheiros geracs que so eslAu gastando com medidas de
ulubridade publica as despezas com o melliorameii
lo da mencionada estrada do Maladouro, visto que
daquota de UhOOol rs. volada pela lei do ejercicio
correntc j.i so tcm despendido .">:S li^rtTl) rs. o o res-
tante nao chega para lacs nellinramenlos ; como
com o aterramento da alagado do lirum, mandado
execular porS. Exc. a reqrisirno da commissAo de
hvgiene ; o bem assim rcsolveu mais se peditse au-
torisaclo a S. E\c. para so despender a quanlia de
5009rs., em que foram oreadas as casas e mais
obras que se tan do fazer no oetuilcrio ,i eieepele
da estrada.
Outro do fiscal da Boa-Vista, informando nao ha-
ver inconveniente en Coocoder-se -i Jo.iquim Alves
Barbosa a Itoenca que |icdc para collucar um guiu-
daslc un caes que passa nos lundos do scu estbele-
cimento no aterro da Boa-Vista, com a condicao de
n.lo impedir o transito publico.Conccdeu-se a li-
cenca neslc sentido.
Oulro do fiscal de S. Jos, participando que boje
Ihe eommuiiicara o goarda municipal da mesma fre-
guezia Lino celo de Jess, quo Ihe no convinha
mais continuar cmdito lugar, o propondo para subs-
tilui-lo a Augusto Ferrcira Loureno.Approvou-se
i proposta.
O Sr. llego fez nseguinlc requeriinenlo, qao nao
foi apprnvado.em vista das considcrarcs que licam
taitas sobre a falla do meius :
Allcndendo a necersidade cm que se acha o cl-
rurgiao eslipendiado pela nnnicipalidade para cu-
rar os pobres, 'le acudir rom presa a lodos os cha-
mmenlos, sendo imposaivel dar eme a esse Iraba-
Iho sen um vehienlo de cqnducria; e canvindo que
com mais nina pequea despe.-.a se proporcione
meios de evitar que aigueea soOra, ou morra sem
nrompto soeeerro, proponhe que se mande abonar
ao dito eirorgiae a qoantid mensal de 9/JOJO(>0 rs. du-
rante o teinp-i quo ,i epidemia se Conservar n'esla ci-
dade, a contar do corrento mez, c eessando logo que
o motivo dcsappareca.llego.
A' reqocrimenlo do Sr. Franca, mandou-se re-
eommendar a* fiscal de :s. Jos, loda a vigilancia e
aclividaili: na icmoeao de atlinues morios, que ap-
parecen en diversmi logares da mesma fregueria,
la/eudu a. do-pozas da rcmrjrjo quamlo a conpa-
nliiado ItibcirinliM nAoo possaefleetuar com promp-
tid.io, par,i depois ser indcmuisado na (orina du
coetune.
' porteiro da casa requeroo, o >e llw man Ion for-
neccr mu armario para guanta dos papis c livre-a
scu cargo. I
Mandou-se oliiciar ao director das ninas publi-
cas, para nao dar principio aos mellioramenlos da
estrada do Alatadouro, em quanto o governo nAo
resolver com dinhehre se se deve fazer a obra.
Dcsparlmram-se as pelicSesdo Anlonio Joaqain
Correa, Anlonio Valcnliin da Silva Barroca, David
W. Bowman, Joaquim d'Olivcira Maia e
.Manuel Francisco da SilvaCarrifo, Manoel Joaquim
la Silva l'igueiroilo, e levanluii-sc a sossao.
Eo Manuel Ferreira Acrioli, secretario a eicrevi.
Dorlaio ein lempo que esliverara em piara e nao
houvi! quem arromataasc as obras da estrada do co-
nnlorio e do aterramento do alagado da ra du
Bru.Bario de Capibartbe, presidente.Bara-
ta d'.ilmtidnReg.OUtatra.Mello.
ns abaixo asstgnados, eoosllluindo a commisso
nomeada pela illnslrissinai cmara municipal des-
la ciliado para dar o seu parecer acerca da possibi-
lidadee proficuidade da providencia, que ellajul-
guu poder|tumar na ectualldade com o intuito de
aliviar o povo desla capital da penarla que soirre
de vveres, principalmente de carne verde, consis-
ti do essa providencia em comprar mesma cma-
ra g.ido ,i cusa de seus cofres, para talha-lo ao po-
vo pelo menor prera possivel, deduzdas as despe-
zas indispensaveis ; providencia que, acliaudo-sc
aprovadl pelo Exm. presideule da provincia, pre-
cisava todava de ser reconsiderada e desenvolvida,
alim de se nao cslabelecer urna medida, cojo resul-
tado viesse a ser o contrario du que se almeja : lein
a honra de sbmctlcr a mesma illustrissima cma-
ra o resaltado de suas considerarles.
Pelas iDformaocs foruecidas por pessoas respei-
lavis c habilitadas, a insulliciencia da carne, que
se expoe diariamente venda para o consumu pu-
blico, e o excessivo preco por que ella se vende,
sao devidos, nao i fraodc e monopolio, mas a cau-
sas naliiraos, quo nao poden ser fcilmente e de
prompto removidas.
Dado cs,c farto como verdadeiro, a commissAo
icredila, que a providencia patriticamente lembra-
da pela cmara sera improficua, e mesmo nAo olle-
reco probabilidade de ser execulada ; porque o prc-
eo da carne devo cubrirs despezas do casto, e es-
las avullarao no fornecinienlo pe a cmara. Aiuda,
iipi'nndo a I nyl. la.le un po-sibilidado de oblerem
os cofres da cmara o rpita! necessariu para a com
pra do gado que abasleea o mercado do municipio,
be manifest que a camira teria de cinpregar gran-
de numero do agentes que nAo serviran) gratuita-
mente, c cujo procedinento ser-lhe-hia impossivel
e liscalisar convenientemente, c em ultimo resol-
lado he conviccao da commissAo que a cmara n.lo
poderia udhar carne por preco e em quanlidade que
atisfisesse n todos os consumidores, espccialmenle
os mais pobres, que sao os que mais necessilam de
prnteecAo.
\ eommissSo c-ta informada de que a venda da
carne verde suppoe lanas e lao complicadas opera-
ces desde o criador al a exposiean d.i carne ao
consumo, que Ihe parece a providencia nao so im-
prolicua, sean de dfllcil, ou antes, impossivel ex-
ecueao. E isso sem contar com as eonseqncncias
econmicas no futuro, que sjo obvias c que, por
economa de lempo, a commisso deixa de men-
cionar.
So a misso da coiiimissao se limita a dar o scu pa-
recer sobre a providencia lomada, tcm cumprido o
seu dever, mas, se devo ella lamben emitlir a sua
opiuiao acerca de oulra qualquer medida que pos-
sa ennsiderar-se proveitosa, coufcssa que nAo be is-
so fcil, nrmente com a urgencia, que o caso rc-
quer.
A laxa, s por s, nAo parece commisso um
meio prnlicuo, sendo que pelo contrario concorre-
r para a diminuirn da ollera e maior Magollo da
populacao, visto como rebaixado violenlaincnle o
preco uo convidar este aos que se oceupam desee
trafico a empregarem os seus capitaes.
Nao pode aproveilar o exemplo de que se lein lei-
to cm Pars : I. porqua alli se verifica a existencia
do monopolio, cujo correctivo be a laxa ; ," por-
que alli os capitaes, n espirito de assocacAo con-
tras muilas cnnliecs de concurrencia rollocam Pa-
rs em cirenmstancias mui diversas das nossas.
A laxa sem monopolio he una aggressao por do-
mis injusta ao drcitu de propriedade c de Icrri-
veis cooseqoenelas cm goncrus sobre ludo de pri-
nieir.i necessidade.
A commissKo esta informada do que os que v-
vem de abastecer o mercado de carne verle, sendo
Bornana que disputan de poneos capitaes, e nao go-
zando de grande conlianea, lulaiii ruin Innmeras
dilliculiladc, c nAo eslao ao alcance de conlrata-
rcm directamente com os criadores, de modo que
o gado, quamlo cllcga .i cidade. be por allu preco e
o seu retalbamenld no podo deixar de farcr-sc ca.
ni e em quanlidade insiillicinlc para o consumo,
as pocas em que as dilliculdades de transito e
de depsitos ereseem. Segundo estes dados, pode
a commisso allirm ir, que o prceo da carne na ac-
lualdadc he lillio de eausas naluracs, e he regular
segundo as contienes da poca. Talve que o meio
maiseilic3z da fornecer populaelo carne suilicicn-
Ic por preo.i eommodo, un estates dilliccis, fosse
explorar o espirito de sstoeiartJee que, dispondo de
pitaes e mcllior orgaiiisaudo essa especie de com-
mereio, podessem comprar o gado directamente ao
criador sem as intervenrcs do costume. elTecluar
mais facilmenlc as con turnes, ter depsitos sullic-
enle as immedijees da cidade, o mcllior aprovei-
lar os residuos du gado. I-ora talvez mais conve-
niente, en quanto o pata no offerec* melhoramen-
los sensiveis nes!c ramo de expluracao agrcola, a-
brir concurso i compauhias que qu'uessem contratar
n supprimento da carne pelo menor proco e com
mais eflieaxes garantas. So com esta condicao se po-
deria adnitlir a laxa. Talvez podesse ser admillidu
como ensato o contrato celebrado com o Exm. Sr.
Souza llamos, earrigindorge o qao elle leve neces-
sariameiile d j imprevideute. Esse meio nA i sera
isento de inconvenientes, mas parece l commisso
o mais proficuo, nffodes*aiilando-ae o governo de
preparar na futuro o caniinho para una livre con-
currencia, que he em regra o mcllior meio de abas-
tacinenlo. Este he o parecer da commisso e o re-
sumo das reflexoes verbaes que foram feitas na reu-
niao que leve lugar no paco da camira municipal
no dia IS de fevereiro, c quo os abatan assignados
tem a honra de otTereeer a' considcracAo da mesma
illostrissimacmara. Ilecife lOdefeverciro de 1856
Dr. Antonio Vicente do Nascimcnlo l'citosa
Conforno-me com o parecer supra, menos noque
diz respeito a' idea de contrato, que jiilfb impro-
ficua. Recita6 de fevereiro de IS'ili. Dr. Pedro
Aulran da Malla Albuqucrqiie.Com a mesma res-
triroAo do Sr. Dr. Aullan Jos Bernardo tialvo
Alcoforado Manoel Joaquim do Reg e Albuquer-
quer Anlonio .'os de Oliveira, vencido : ostot
persuadido de que acamara, coadjuvada pelo gover-
no, pode levar a elloito a medida proposta o que
resolta do mesmo parecer.
outros.iSr. cunselheiro Jos liento da Cinha c l-'igueiredo,
presidente da provincia.O chele de polica, l.ul:
Carlos de Patea TeUdra.
lllm. Sr.lleecbcndii bontem n ullicio do V. S
pelo qual nos roga providenciemos sobre us debres
lunebrcs de sinos, repique p.ir.i a Santa Uuean, par-
ticipamos a V. S. tarnesta data prohibid! em ludas
as igrejas desla capital os ditos dobres, repiques, c
signaes, anda mesmo no transito das prueissoe*, co-
mo no aviso para os semines, esperando quo esta
Providencia seja proficua aos alleclados da epide-
mia grassanle.
Dos guarde a V. S. Palacio da Solcdade 13 da
mareo de 1856.lllm. Sr. dieta de polica desla pro-
vincia. ./Vio, hispo diocesano.
Delegara do primeiro dislriclo do Recite 15 de
marro de ls">(
Total al o dia de boje, -JM.
Recite li de mareo de 1856.Guataco l.i:ea:eno
l'urlado de Mendonra, ciiearregado da conserva-
Sao e disIribuieAo dos agentes desinfectantes.
- l
I regnezia da Boa-Vista.
A Ierro da Boa-i isla n. IS, casa de Manoel Nor-
bcrlo Jorge (.onealvcs, lallcceu Joaquina, escrava.
Ba do Arasao n. :l, csa de Jos da Silva Cola-
res, falleceu Joanua, escrava.
Ba do TambU n l, casa de Candido lavares da
Mulla, talleceram UabeUn ferreira de Mello e
Senhorinha Albina Ferreira de Mello, brancas.
Cidade Nova de Sanio Amaro, sem numero, casa
de Joo Antonio da Veiga, lalleccu Joao Manoel
Perera de Abreu.
Ba do Rosario n. 33, rasa de Firmina Marta da
Concciro. falleceu Jeronyroa francisca da Silva.
Ra da (loria n. 3!l, casa do capilo Joaquim Cr-
rela da Costa, falleceu o mesmo.
Ra da Matriz n. 19, casa de D. Maria Eurra-ia de
Azevedo Mello, falleceu l.uiz, esrravo.
. c "" lina da Matriz n. 38, casa de francisca das Cha-
lina, arIciihn prsenle o ollicio de \ S. dala- gas. fallecen l.uiz Gontaga Lima, pardo,
do de IJ do rorrciilc, em que me rommunica que ; Estancia, roa Real n. II, casa de Antonio Iticar-
_ is___ __ 4 j li -.,.. r.li...... i.i____> ..-.
o Exm. prelado diocesano, a requisicao de V. S.
prohibir cm Ijada* as igrejas desta capital os do-
bres fnebres de sinos, e repiques para a sabida do
Sanlissimo Viatico, c signaes para Santa I ne.lo, em-
quanlo durasse a epidemia reinante. Em resposla
Icnli a ponderar a V. S. que hoUtem- ouviudo e-i
repiques de sino na malriz da fregnezia de S. Jos
para a sabida do Sanlissimo Viatico, dirgi-me para
alli a onde uncoulrc com o roadjuclor, dssera-me
esle que o Exm. prelado em ofliciu de 13 do cor-
rentc declarara qoc sua mente nao era prohibir
absolutamente os repiques de sino para a saluda do
Sanlissimo Viatico, ficando assim reformado o que
sccoutinhaem meu primeiro olcio de \> do mesmo
mez, no qual prohibir absolutamente taes dobres, c
repiques, sendo que me fura logo dilo odicio apre-
sentado pelo mesmo roadjuclor ; a vista do quede-
xede fazer prender o sacrislao da malriz, por julgar
que elle cumpr aia ordem de seu superior.
Deus guarde "S.. Im. Sr. Dr. chele de po-
lica.O delegado, Francisco Bernardo de Car-
Idilio.
a. B.Do assunipto do olMcia de S. Exc. Ilvni.
de que trata a delegara, c que nullilicou as provi-
dencias anteriormente dadas pelo que cima lica pu-
blicado, nenhuma seiencia ou cunimiinicaeAo rece-
bcu repartirlo da polica ; o que ia dando causa
a algumas medidas menos justas da parle da polica,
que felizmente ni* rliegaram a ser postas cm
pralica.
dem OSraspas, l'ern.ml.ur*, -JO ium. totlnr..
Recife. ,m cas*.
dem ittTCapitalina, Ptrnambuco, H aa**. |U*.
v isla, ero casa.
dem 138Miguel, Periumburo, :I0 anuo-, -llen.
Boa-x isia, cm casa.
dem 63Maria, Pernambuco, M nao,, to. Vi-
ta, cm casa.
dem 610Antonio
llccifc, era cas*.
Pedro, IrmamlHtro, I aiiM,
manilla, e Jos Vicente de S. Pedro, maior de 'JO
annos, entrado no da antecedente.
Entrara n noite e fallecer qualro horas depois, o
preto de naeo de nome Jos, maior de (0 anuos,
eseraVO do lahrineirn Joaquim Viauoa, morador na
ra da Sauzala Velha, conduzido pelo inspector do
II. qoarteirAn ; Manoel Antonio de C.arxalho, gru-
mete do brigue (carense, francisca Bosa de Lima,
parda, lilba de Joaquim liomes da Silva, natural da
ridade da Victoria, sollcira. idade de 35 anuos, con-
duiida pelo inspector do 17. quarleiro, e f luren-
cia, preta, forra, de naeAu, idade *" anuos, conduzi-
ila lelo inspector do 13. quarteirAo.
Entraram boje Jos l.uiz de Paiva, crioulo, natural
desta provincia, maior de mi anuos, viuvo, lilho de
francisco Jos da I'az, remedido pelo inspector do
8. quarteirAo. no estado lgido, francisco Amancin
Vieira, |lilho de Jerouvmo .loso Jacob, natural do
Pao Ami.iiello, blanco, -i.licirii, idade :i(i anuos,
conduzido lelo insiicctor do IV. quarleiro, no es-
lado lgido.' Trajaoo. nfricano Uvre. *-. dep<*.. *"J^*? ^S&TauT'SSSfR
Joaquim Pereira, perlencenle ao briguc6Varen.se! ?'-" ,,"ac' dem da morl.lid.de d*. pe^,, ,, laUtmim ,,
cholera-morbos, Ja. 6 hor... da t*ra)> ,| Z .
as (i horas do di. || o> n,,^, ,, ,v>h
litres.
Numeio 1VSI Anua Maria de Ver... PerL-
co. .MI annos, casada, hranr. V.Vu rm .
Iriem (VSg-Man.H-1 tundido X.vier Ferrew.. prt-
nimbuco, I annos, solteiro, Uanro S. Joir se
leiro, era rasa.
PKOCI KADORIA FISCVI. DE fA/.ICMlA.
Muvimcuio dasoce.in do couloncioso da Ihesouraria
de fazenda da provincia de Pernambuco durante o
auno civil de ISVi.
Correspondencia com o Exm. ministro da
fazenda, ollicios o
Dita com a directora geral do contencioso
ollicios
Dita com o Sr. inspector da llicsmiraria,
ollicios
Dita com diversas autoridades, ollicios
Dita com os procuradores liscaes, ollicios
Dita com oj colleclores, ollicios
57
110
39
16
2U>
Precatorias expedidas para tora c denliu da
provincia
Termos de contratos
Ditos ile liaueas
Coalas registradas
Tivciain aiulamcnlo Proeesgos
Pagaran (Devodoros
Importancia cobiada l6:133S|7
Cnstas l:5(HI55
191
7!ll
:i
;i
2.M-2
3,-205
1,218
50:65^9582
Seccao do conlenrioso da Ibesoararia de fazenda
de Puriiambuco 15 de mareo de ISti.I) procura-
dor liscal c dos fcilos, Fernando Alfonso de Mello.
KEPAHTIJAO HA POMCIA.
Parta do dia I", do marro.
lllm. e Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. qno das diflerenles parlicpirdcs boje rece-
bdas nesta ropirlieao, consta que so dcrain asse-
guinles oceurrencias:
Cela dolegacia do lercciro dislriclo desta lrnto,
toi preso o portuguez Jos Marta do Mcdoiros, por
insultos.
Pela subdotaeii da freguezia do Recita, o ma-
rujo hespanbol Wllliam L. Brem, a rcqoisicAo do
rcspcrlivo eousiil.c o pelo esrravo Samuel, por in-
sultos.
E pela da fregoeda do Sanio Antonio, o preto es-
eravo Manuel, a reqoerimento do senhor, para ci
corre,eionado.
Dos guarde a V. Exe. Secretaria da polica de
Pernambuco 15demarco do 1856.lllm. e Exm.
OesbUfeerBet do dia 13.
freguezia da Boa-Vista.
Ilua da Mangueira n. .">, casa de Anlonio i,unes
Pessoa, fallecen Jos|Ventura,cscravo.
Aterro da Boa-Vista n. 19, casa de Antonio A-
iles Jacoroe Pires, fallecen Feliciano, cscravo.
Ra da Saudade, sem numero, casa de francisco
de Barros FalcAo Cavalcanti do Albuquerque, falle-
ceu Serafina, escrava.
Roa da Santa Cruz n. "ii, casa de Manoel fran-
cisco Saraiva, falleceu silvina Maria do Nascimeolo,
parda.
Ilua dos Pires, sem numero, casa do lenentc-coro-
ncl Joao Valcnlim Vitalia, falleccram, Jiiliauna, li-
vre, Leandro, Lucrecia e Domingos, cscravos.
Ilua dos dito*, sem numero, casa de Francisco B.
C, falleceu franccliiia Senhorinha de freitas,
branca.
Solcdade n. 50, casa de Luiza francisca de fran-
ca e Silva, talleceram. Atara Honorio da Silva Lo-
bato c Amalia Curiotaua da Silva Lobato, bran-
cas.
Ilua da Alegra, sem numero, casa de Dolna Ma-
ria da CoiiccoAo, falleceu Joscpha, parda, li-
vre.
Una da Santa Cruz II. "i, casa de "Victorino Anto-
nio Martina, falleceu Lia e Maria, escravas.
Boceo do l'ambia, sem numero, casa de Joaquim
da Costa, falleceu Benedicta.mulher do mesmo.
Caniinho Novo do Manguind, sem numero, casa
do Antonio Jos Teixcira Lima, falleceu Isabel Ma-
ra da ConceirAo, branca.
Fceguexta de Sanio Antonio.
Ilua do Fogo u. j, casa abandonada ha i das,
morreu urna parda; desinfectada por aviso parti-
cular.
Ba da Palma, sem numero, casa de Alexaodre
Rodrigues de Almeida, morreu urna preta ; desin-
fectada por .viso policial.
Ra da dita, loja do sobrado, casa de francisca
Paula, morreu I prela ; desinfectada por aviso po-
licial.
Ra do Cano ii. 6, casa abandonada ha i das,
morreu um jla ; desinfectada pora aviso poli-
cial. v '
Traventt no, morreu nina parda ; desinfectada por indaga-
cao.
Dita da dita, sem numero, casa de llosa Maria do
Rosario, morreu I preta ; desinferda por indaga-
co.
Boa da Concordia, casa sem numero, de Joo
Pedro da Bocha morreram 1 prela* ; desinfectada
por aviso policial.
Dita da dita, sem numero, casa abandonada ha 3
das, morreram -> pardas ; desiufeclada por iuda-
gacAu.
Ba das Trincliciras n. til, casa du coronel fran-
cisco Joaquim Pereira Lobo, inurrcram 2 prctos :
desinfectada por aviso policial. Esta casa ja eslava
desinfectada pelo dito morador, mas a instancias do
mesmo, luruc u desinfecta-la.
Observacao.
Na ra do Oucimado n. 14, fui chamado pnr avi-
so policial para dcsinlccrAo dos andares 2,u e 11.
da casa du mesmo numero, mas como acbasse fe-
chada, nao a desinfecte!.
Becco do Falcao n. i, lamlicn fui chamado por
aviso policial, para a desinfec(ao da mesma, e como
cima lica dito, nao a desinrectei.
freguezia de San Jos.
Ilua de San Jos n. 16, rasa de Silvina Maria do
Espirito Santo, morreu Thcodora Mara de Santa
Anua.
Ilua do forte n. 211, casa de Bemvindo Marcelli-
no de Almeida, murreu a iiinlhcrdo dilo.
Ra Augusta n. O, cosa do francisco Xavier Ro-
drigues de Miranda, murreu Anua Mana de Jess,
lia do mesmo.
Travs** da Ilua do Alecrim n. I, rasa de Vicen-
te ferreira, morreu o mesmo, casa abandonada.
Pateo do Terco sem numero, casa de Francisco
Manoel Carnciro, morreu o mesoio.
Dilo do dilo. sem numero, rasa de Rila de tal,
morreram 2 escravos, Domingos c Joaquim e mais I
mulher.
Dito do dilo, sem numero, casa abandonada, mor-
reo I prvulo por nome Vorpiaono.
Ilua de Sania Rila n. casa de Marcolino Anto-
nio das Lhagas, morren o mesmo.
Dita de dila n. 19, casa de Mara de Moraes,
morreu a mesma.
Ilua das Calcadas n. 18, casa de Domingas, mor-
reo a mesma e 2 filhos.
Dita das ditas n. (i, casa de Simiauna Mara, mor-
reu a mesma. *
Dita das ditas n. 62, casa de Anglica'Rosa, mor-
reu a un -ina.
Itua doJardimn. 10, casa de Manoel dos Anjos
da Porciiincuta, morrea o mesmo e Scverina, e 2 me-
ninos.
Ra Imperial n. 161, casa do Jos Francisco Bap-
lista, morreu o mesmo.
. Dila dila n. 123, casa de Joanna Mara do Lvra-
mento, morreo a mesma. .' ~'m
Travessa do l'ejjiOn n. }0, casa de llTla Maria do
Parazo, nio'n en -i mesma.
Ilua ilo Alecrim, sem numero, casa de Alexandri-
ua. morreu a mesma.
Dila do dtoj sem numero, casa de Joanna, morreu
a mesmae Anea fiha.
-.Freguezia de Ilecife.
Roa da (lua n. 29, casa de Carlos Broters, fal-
leceu o mesmo ; desiufeclada a pedido.
Ilua da Seozala Velha n. II, casa do Jnaqom
Lobato Ferreira ; desinfectada por aviso poli-
cial, falleccram 2 cscravos.
Ra da Cruz n. 12, casa de francisco Vicenta dos
Santos; desinfectada por pedido, falleceu um li-
lho.
Becco das Criolitas, sem numero, casa de Manoel
francisco da Silva ; desinfectada por pedido. Fal-
lecen I mulher.
Ilua da Cadeia n. 38, casa de Manoel Joaquim
llamos o Silva ; desinfectada por pedido, falleceu
I cscravo.
Becco da Litigela n. 3, casa de Manuel Eslevo
de Mcndonca ; desinfectada por indagaran. Mur-
reu 1 mulher.
ilua do Encantamento n. I, rasa de Antonio Jos
Ferreira ; desiufeclada por pedido, falleceu o
dilo.
Ra do Vigario u. 20, rasado Joaquim Jos' Ama-
ranto ; desinfectada por pedido, falleccram i cs-
cravos.
Becco da Bola a. 10, casa de Joao Joaquim Alvos ;
desinfectada por aviso policial, falleceu a inAi du
mesmo.
Becco da Praeioha n. 25, casa de Joaquim da Cos-
ta Morcira ; desinfectada a pedidu. Falleccram -' cs-
cravos.
Ilua do Pilar ii. 110, Jrasa de Thcodoro Jos de
Ai nijo; desinfectada por pedido, falleceu I cs-
cravo.
Bla *l<* dito n. .V>, rasa de Manoel Alexandre do
Mello Albuquerque : do-iiilecladapor pedido, aban-
dnala. Morreram 2 cscravo*.
Dita do dilo n. 58 rasa de Manoel da Cruz Ne-
ves; desinfectada por indagaran. Fallecen a mu-
lher do mesmo.
Dita du dilo n. 51, rasa de Joso Vicente fer-
reira \M*; desinfectada por pedido. Morreu a
mesmo.
Itua do farol u. 1:1, casa dejse Antonio de
Carvalho ; desinfectada por indaganlo. Morren
I lilho.
Ilua do Arsenal de Mnrinha sem numero, casa de
licnriqucla Esliple da Silva ; desinfectada pnr pe-
dido, fallecen una orianea.
Disinfccces : Total do dia 12, 55 casas; sen-
do : na Ireguczia da Boa-Vista II, em Santo Antonio
>, em San Jos 1H, e na do Recite 17.
do do llego, falleceu D. Joscpha Joaquina l.iilc de
Sampaio.
dem, n. I. rasa de Manoel Joso da Silva Bra-
ga, fallecen filippa, escrava.
Aterro da Boa-Vista n. .">, casa de II. Maria Rosa
da Conccir.io Moraes, falleceu Mana c Marliulio,
escravos.
Freguetia de Santo Anlonio. .
Ilua da Peuha n.25, casa de francisco Alcxau-
iltino Vasconccllos Cablea, morreu nina mulher
branca ; desinfectada por aviso particular.
Ilua do Rangel n. i5, casa abandonadas ha ti
dias, morreram tres pessoas ; desinfectada por aviso
particular.
Itua de Santa Thereza n. :IS, casa de Alexandre,
morreu una pessoa parda ; desinfectada por aviso
policial.
Travessa da Polo, 1." e 3." andar, casa de Anlo-
nio Primo Soarcs, morreram tres pessuas, sendo tima
branca, um pardo c 1 preto ; desinfectada por avisu
policial.
Ba das Cruzes n. 2, 2." andar, casa de l.ourcnra
Joaquina do Sacramento, morreu urna pessoa bran-
ca ; desinfectada por aviso particular.
dem n. "i, casa de Antonio Teixeira dos Santos,
morreu urna pessoa branca ; desinfectada por aviso
policial.
dem ii. 17, casa de Carlota Unirle, murreu urna
parda ; deslnlectada por avisu policial,
dem o. 21, casa de Thereza llosa de Jess, mor-
reu um preto ; desiufeclada por aviso policial.
dem n. :!2, casa de Maria Michaela, morreu urna
prela ; desinfectada por aviso policial.
dem n. 33, casa de Flix Antonio da Silva Car-
vallo, morreu una pessoa branca ; desinfectada por
aviso policial.
dem n. 72, casa de Domingos da Silva Campos,
morreu um preto; desinfectada por aviso poli-
cial.
Becco do Padre n. 22, rasa de Eduvirges Joaquim
de Oliveira, morreu uina pessoa branca; desinfec-
tada por aviso policial.
Ra Nova u. i, casa abandonada h. oilu dias,
morreu um preto e uina prela ; desinfectada por
aviso particular.
Piala de Sania thereza, luja do sobrado de fran-
cisco Joao Honorato Sorra, morreram duas pessoas;
desinfectada por aviso policial.
Ra do Collegio n. 9, casa de Adriano Xavier Pe-
rera de Brilo, morreu um prelo : desinfectada por
aviso do Dr. Souza.
Ba da Boda n. 50, casa de JoAo Marccllino lti-
beiro, morreu una parda ; desinfectada por aviso
policial.
dem o. 96, casa de Olindina Libercina dos liis,
morreu urna parda ; desinfectada por aviso poli-
cial.
Travessa do Hospital do Paraizo n. 10, casa de
Joanna Maria da Trindade, murreram duas pretase
um preto ; desinfectada por indagete.
Ilua do Collegio n. 16, casa do Dr. francisco Car-
los Brandan, raorrcrain cinco pretos ; desinfectada
por aviso particular.
Becco do Padre n. 6, sobrado de JAcintho fheo-
doro de Azevedo, morreram duas pretas ; desiulec-
tsda por aviso particular.
freguezia de S. Jos.
Ra de Horlas u. 65, casa de Joaquina felicidade
da llora, morreu a mesma ; desinfectada por aviso
policial.
Travessa da ra Augusta, sem numero, casa de
Antonio Jo' Pinto, morrea urna mulher ; desinfec-
tada por aviso policial.
Becco do Dique, sem numero, casa de francisco,
morren o irlesmo.
Ra Augusta, sem numero, casa de Antonio da
Silva, morreu Anua francisca do Oliveira.
dem, sem numero, casa de Joaquim Eduardo
Pereira Borges, morreu Prudencia, preta forra.
Ba Imperial n. 19, casa de Joso de Almeida Li-
ma, morreu um esrravo.
Ba das Cinco-Ponas n. Si, casa de Margarida
felicidade da Conceicao, morreu uina preta por no-
me. Antonia Man
l'.teo de S. Jos.: n. 7, rasa de Antonia Alaria So.
Silva, morreu a metala ; desinfectada iiur aviso po-
licial.
Paleo de S. Jos n. (i, casa de Paula, morreu a
mesma ; desiufeclada pnr aviso policial.
_ Ilua dos Pescadores n. 10, casa de Manuel Amaro
Carueiro, morreu o mesmo.
dem n. III, casa de Anua Joaquina, morreu a
mesma.
dem n. 31, casa de Joaquim Morcira Alves de
Souza, morreram duis pessuas.
Ilua Augusta n. :t, casa de Antonio Ba/ilio, mor-
reu o mesmo.
Ilua do Padre Ftoriano n. 29, casa de Anua,
morreu utua lilba da. mesma ; deanilectldl por aviso
do delegado,
dem u. 12, casa de Maria, morrn a mesma.
dem n. 32, casa de francisco, africano, murreu
o mesmo.
dem ii. lo, casa de filippc Nogueira, murreu o
mesmo.
dem n. ol, casa de Domingas Maria Bibciro,
morreu a mesma e duas pessoas mais; desiufeclada
por aviso do delegado.
Ilua de 8. *o u. 52, casa de Manoel Candido
Xavier Pereira, morreu o mesmo ; desinfectada poi
aviso do delegado.
Ireguczia de Ilecife.
Ra da Sensata Nova n. I(, casa de Romualda
da Silva, murreu a mesma ; desinfectada por uida-
gacao.
dem n. >, casa de Francisca, morreu a mesma e
una lilha ; Icsinfeclade por iudagacAo.
Roa dos Guararapes n. 9, rasa de Thendoro Joa-
quim Alvos, falleceu a sogra do mesmo ; desinfecta-
da por iudagacAo.
Itua do Oriente n. "i, casa de Manoel Ramos dos
Santos, falleceu a mulher do ino-iiio ; desinfectada
por indaga _.i.'.
Itua dos (iuararapes n. 17, casa de Antonio Jero-
nvmo Torres, falleceu o mesmo e duas mulhcirs ;
desinfectada por pedido.
Ideni, sem numero, casa de Honorato l'acs Barre
Passarain dous para a enfermara dosconvalesccn-
tcs, e tiveram 'alta duus, licam existiudo triula e
(res.
Dos guarde a V. S. Hospital provisorio do ar-
senal de mariuha l de marco de 1856.lllm. Sr.
Dr. Cosme de S* Pereira, presidente interino da
commissAo de hvgiene publica. loaguim Jos Al-
res de .tlbuquerquc, cirurgiao do hupil.!.
Relarao das pessoas que falleccram do cholera-mor-
bus e foram sepultadas uo cemilcrio publico das
6 horas da (arde do dia II as 6 da larde do
da 12 demarro de 1856.
I.icres.
Numero 1511francisca Maria do Rosario. Per-
nambuco, SI anuos, viuva, branca, Boa-Vista,
hospital da Aurora.
dem 1512 Manoel Anlonio dos Santos, Parnam-
buco, .li i anuos, solteiro, pardo, Boa-Vista, militar,
hospital dos Pires.
dem 1519Paulo de Araujo. (ii annos, viuvo, Boa-
Vista, em rasa.
dem l.">l iManoel, Pernambuco, 3 mezes, pardo,
S. Antonio, enicasa.
dem I il.ij na Paula, Pernambuco. t~> annos,
viuva, pi i. Anlonio, lavadeira, em rasa.
dem 1516..winna Maria, l'eruarnbuco, {O annos,
solteiro, preta, Boa-Vista, cni casa.
Idemt.l7francisco, Pernambuco, i anuos,pardo,
S. Joso, em casa.
dem l.'ilsManoel Antonio Coiiealves, Minas, aj
annos, solteiro, preto, Boa-Vista, militar.bospilal,
hospital dos PiresX
dem 1519Anua Maria da Conceicao, Pernambuco,
25 solteira, preta, S. Antonio, lavadeira.
dem 1520Antonia llamos, frica, MI annos, sol-
leira. prela. S. Antonio, em casa.
dem 1521Chrislovam Jos (lomes, Babia, :tOan-
uo., solteiro, pardo, Boa-Vista, militar hospital dos
Pires.
dem 1522Mari da Silva, Pernambuco, 30 an-
uos, parda, S. Anlonio. coslurcira. cm casa.
dem I52ilManoel Jos Coate* Braga, Portugal,
29 anuos, solteiro, branca, Recife, ein casa.
dem 1521francisca da Silva lioncallo. Pcrnam- dem 1602Ignez Thereza de Jesas, Per'uaatbac
buco, 1(1 annos, sollera, prela, Boa-Vista, em M annos, viuva, parda, S. Antonio, eugMaeaaeW
em rasa.
Joso.
dem 1581Sebastiana Teixcira Efxpiciar*, |>n.
naiiibuco, 39 anuos, viuva, parda, ataa-VM*, tai
rasa.
I lein 1585Paulina I ranrisca da Silva, "-tinta!
co, l> anuos, parda. Boa-Vala, em casa.
Heniles'. lo-eta Corroa de Mella, PTrusnbecs
2(1 anuos, solleira, parda. Roa-Vi*4a, eaa rasa.
dem 1587Vicente Ferreira da* Sai!**, Peraaaa-
huco, lli anuos, solteiro, pardo, S. Jaw, ltatele,
em ras..
dem l.'issManoel Antonia de Sonta, Peraaanksi-
co, 10 anuos, sultciro, pardo, S. Jos, earntatcr
cm casa.
dem 1589Bernardina Fooseea Carolina Francis-
ca Sena, Peruamburo, :i meses, parda, Baa-VnU
em casa.
dem 1590Itemvido Jos de Josas, r~rnsnhai
29 anuos, solteiro. pardo, atoa-Viti., militar, hos-
pital regiineiil.il. '
dem I.VlfAnna Joaquina, Pernambaro. (5 a-
llos, viuva, prela, S. Antonio, criada, un casa.
dem 1592Jote Gome* 4* Silv., I'ntiutsit, 29
annos. casado, prelo, S. Antonio, alasocrsvc.
dem 1593Florencio Jos dos Patios, Prnisniaai
11 annos. solteiro, pardo, S. Antonio, em ras*
dem 119Anlonio de Dos, "irsmbqco. II. iu-
oos, solteiro, pardo, Ilua-Vista, m ri.
dem 1595Joaquim Jote de Sjiu'Aiiih. S. Paula,
.', anuos, ollnro, panto. Boa-Vista, militar, bo-
pilal rogimenl.il.
Ideui I V.KiJusta de Pauta. Baha. -| n%mt ^,
teira, preta, Boa-Vista, militar, lia-pu.i reai'tac*-
Idein 1597Maria Paes Barreta Be/erra, IVt*am-
buco, l'l annus, casida. Aflosados, em rata.
Idtni I59HJos Marques, Pcrnamborn, til i
solteiro. pretu, S. Jos, em cata.
dem 1599lgnacia alaria de Jesas, Pera
lii-s annos, viova, branca. Boj-Vi-ta, tm-ratal 4*
Aurora.
dem IliOilIzabel f ranrisca de Soasa, Pcriuwbo
co, .VI anuos, viuva, S. Josc, em cas*.
dem 11.' 11 II, lar mi na Mara, IVmanil.t-cn, i| an-
uos, solleira, parda, lloa Vista,
dem 1525JoAo Antonio da PurilicacAo, Pernam-
buco, 30 annos, solteiro, pardo, S. Jos, em
casa.
dem 1526Manoel liburcio. Pernambuco, 2S an-
uos, viovo, pardo, S. Anlonio, hospital do I.ivrs-
mento.
dem 1.527Maria dos Aojos da Porciuncula, Per-
nambuco, 22 annus, casada, S. Jos, cm casa.
dem 1528Romana Maria Benedicta, frica, 50
anuos, casada, preta, Recife, em casa.
dem 1529Manoel da Cruz, Pernambuco, 33 an-
uos, solteiro, pardo, Boa-Vista, servente, hospital
Portuguez.
dem 1130Scrapbina Mara do Espirito-Santo.
Pernambuco, 38 anlios, casada, parda, Boa-Vislo,
em casa.
dem 1.531Maria Joaquina dos Santos Rangel, Per-
nambuco, i-i anuos, casada, branca, Magdalena,
cm rasa.
dem 1.532Chrispim Bellarmiiio da Silva, Pernam-
buco, 10 anuos, pardo. Recite, em casa.
dem 1533Mara Laura, Pernambuco, I i mezes,
branca, S. Jos, cm casa.
dem 1.531Joo Josc de Carv albo, Pernambuco. 19
annos, sollcira. pardo, Recife, em cas.
dem 1335Alexandre, Portugal, 25 anuos, brauco,
forneiro, cm cas*.
dem 1536Maria de Jess Brilo, Pernambuco, 20 dem I6K
anuos, solleira, parda, S. Antonio, em rasa.
dem 1537Julia, Pernambuco, 3 aliaos, branca.
Ilecife, em casa.
dem 1538Apotonia, Pernambuco, (2 anuos, sol-
leira, Ilecife, cm casa.
dem 1.539 Mara da ConeeioAo, Pernambuco, 2(>
solteira, parda, S. Jos, hospital de S. Josc.
dem 1540Incgnita, parda, S. Antonio.
dem 1511Jos llue, 36 annos, solteiro, Recife.
dem 1.52 Franciseo Jos Campcllo, Portugal, .5.5
annos, casado, branco. Boa-Vista, em rasa.
dem 16(13Anlonio actaim Vieira, Pothssal, 50
annos, casado. a-r*nro, S. Anloois, ca casa.
dem 16(11Manoel Ramelfod "-r. j saaai. Re-
cita.
dem 16(15Mari*. Pernambaco, 6 ces, starue
arsenal de marinha.
dem 1006Maria d. P*nha, Pernambae* jo a.
nos, viuva, preta, S. Josc, em cu*.
dem 1607Manoel Francisco, Pernambura. 32 au*
nos. casado, pardo, S. Jos, hospital de S. Jas. "
Idrm lllSPatricio Jos da Coda, "-rnsm'bac "fct
annos. viuva, pret. S. Jete, hospital de S Javr*
dem 1WI9 Mariana Perpetua, Psraaaaboc VAaul
nos, rasada, prela, S. Jos,encasa.
dem 1610llenriqueta Manoel |*e*" Barreta Per-
nambuco, 28 anuos, solteira, branca. S. AhInh
em ca dem 1611Marta Maria da Cmijoii -lo, ferneasum-
co. I* annos, solleira. preta. s. Antonia, na t-a
dem 1612Iheodor. d* 1 onceo io, l'imialnii
12 sumas, solteiro. preta, S. Jos, em r*H
dem 1613I r.ncelir.a, Pernambaco, 9 anuos, tet-
leira, branca. Recito, em cata.
dem 1611 M.rlh* I raiicisca da Coacei^to, Perna*.-
buco, 32 anuos, solleira. prela, S. Jesdf ova cata
dem 1615Jos \ cente Ferrer* Leile, Pernam-
buco, 15 annos, casado, bronco. Reca*, em c*r>*
em 1616Rila Mana doCarmo, frica. 6.5 *.-.
solieira. prela. Recita, em cata.
dem 1617Paulo Vicenta ferreira, Prrosmbom
12 annos, rasado, preto, S. Jote, pedretr*. mi
casa.
dem 1618 Marculino francisco das Chaca. Per-
nambuco. 21 annos. casado, pardo. S. Joe. al-
tante, em cena,
dem 1619Mari*. Pcroamboco. I ano. parda
lloa-V isla, em cas.
dem 1620francisco de Nuizi. 16 annos. vi.vo
pardo, Boa-Vista, hospital <|a Varar*.
dem l.iilItita Alaria do Pa.raisu, Pernambuco, 31 1 dem ir.3i---Mai^Jfarii*a*iaco. I
Josc, -~
annos, rasado, preto, S. Josc, mu casa.
dem 1514 Mana do Carmo, Pernambuco, .Van-
nos, viuva, branca, Santo-Antonio, em casa.
dem 1515Joanna francisca das Neves, Pernam-
buco, 7.5 anuos, viuva parda, S. Amonio, em casa.
dem 1546Maria Jacintha, Pernambuco, 50 anuos,
viuva, parda, Ilecife, em casa.
dem 1517lielrudes Maria, Pernambaco, jOa-,
nos, viuva, parda, S, Anlonio, 0111 casa.
lJeni 1518Maria francisca dos Santos, Pernam-
buco, 32 anuos, solleira, parda, S. Antonio, cm
casa.
dem 1.519Marianua Altina de Souza, Pernambu-
co, .50 anuos, viova. parda, Ilecife, em casa.
dem 1.550Manoel Amaro Carueiro d.i Silva, Per-
nambuco, 7 anuos, brauco, S. Jos, em casa.
dem 1551Luisa, frica, 26 annos, prela, Recita,
cm casa.
dem 1552Joscpha, Atrita, 31 anuos, solleira, pre-
la, S. Jos, em casa.
dem 1.553Maria Pastara de Jess, Alagoas, 18 an-
nos, viuva. branca, S. Jos. em casa.
dem 1551Marinho Jos Ribeiro, Pcmambuco, 19
anuos,Isollciro, prelo, S Jos, em casa.
dem 155.francisca, Vernica da Silva, Pernam-
buco, 66 annos, viuva, prela, S. Josc, cm casa.
dem 1556Anlonio de freitas Carueiro, Pernam-
buco, 68 anuos, viuvo, hranco, S. Jiis, em rasa.
dem 1557Rosa, 30 anuos, solteira, prela, Recife,
cm casa.
dem 1.5.58 francisca Maria do Rosario, S5 anuos,
branca, Recife, em casa.
dem 1559Viclorina Maria da Conceicao, .50 an-
uos, viuva, Ifecife, em casa.
dem I5<>0Francisca de Salles das Ncves, Pernam-
buco, 8 aunos, sollcira, parda, S. Anlonio, em
casa.
dem I jblIdalina Francisca da Cunba, Pernam-
buco, 19 anuos, solteira, prela, S. Joso, em casa.
dem 1562francisca Pessoa Celar, Pernambuco,
77 anuos, viuva, branca, S. Joso. em cas*.
dem 1563Joanna Nepomucena, Pertiamhuro. 70
annos, solteira, preta, S. Antonio, em casa,
lo, fallecen o mesmo ; desinfectada pnr indaga....... |i]om 1-,;,_Maria; Afre,,8l 10nos, solleira, prela,
Travessa do Pilar n. S, casa de francisco da Silva
Chaves, falleceu o 1110-1110 ; desinfectada por inda-
gaeo.
Itua do Pitar 11. 9, casa de Victorino Jos de
Souza, falleceu o mesmo ; desinfectada por uiJa-
gaco.
dem 11.1 i.i, casa de Jos Batinga, falleceu o mes-
mo ; desinfectada por pedido.
Roa do tinento n. 2, casa de Antonio Jos das
Chagas, faltasen uina mulher ; desiufeclada por in-
dagarlo.
liii dos (iuararapes n. .41, casa de Anua Rila, fal-
lecen um homcm ; desinfectada por indagaras. .
Ra da Crnz n. 12, casa d Jlo Lele Pita Orli-
gueiro, morreram dous escravos ; desinfectada por
pedido.
Ra da Sciizala Velha n. 112, casa de Ferreira A;
Araujo, morreo um escravo ; desi ntaclada no* pe-*.
dida.
Desinfcrccs :Total do dia 11, 6i casas ; sendo
na freguezia da Boa-Vista II, Santo Antonio 20,
S. Jos 19, Bccifo 14.
Total al o da de boje 318.
Recife 15 de marco do 18.56.Gustaco IJrcazeno
burlado de Mendonra, em arrogado da couservafao
e disIribuieAo dos agentes desinfectantes.'
-------^_^_^.^------------------------------4.____________-____
Em oulro lugar dcixamos transcriptas as cartas do
nosso correspondente de lguarassii. Segando as no-
ticias que recebemos daquclle lagar, a epidemia ia
fazendo terriveis estragos cm lodos os pontos do Icr-
1110, espccialmenle na vista, onde ja morran de 12
a 10 pessoas por da.
l!l l.l.f.l IM DO CllllLERA-MORIll S.
Hospital de S. Josc, exislera 9, o tallecen I.
Hospital do Carino, cunliuuam cm Iralamcnlo. II
doentes.
Hospital da ni 1 da Aurora existen 11 docnles
cm Iralamcnto, morreram 3, c entraram .5.
lllm. Sr.Participo V. S. que fallecen honlem
as 8 horas da nnie, Francisco JosoMoreira, perlen-
cenle ao brigne barca Itamaracri, o qual lillha entrada
no dia antecedente gravemente entorno : hoje pela
Paralaba, lilho de oulro, conduzido pelo inspector
do 17. quarieii.'m. gravemente enfermo.
Entraran hoje pela mandila Alexandre KstevAo
dos Sanios, priioneento ao brigne CeureHs, Manoel
do Espirito Santo Castro, Joseph Banford c Manoel
Emedio, perlencentes ao vapor Biberibt, assim co-
mo, francisco Jorge, pardo, idade de 12 annus,
solteiro, lilho do Jorge Francisco, natural de Itama-
raeu, ron.ltiii.il> pelo inspector do .5." quarleiro, no
estado lgido.
Patsaram para a enfermaria dos convalcscenles
dous, c licam existiudo triula.
Dos Guarde a V. S. Hospital provisorio no arse-
nal de 111:1 riiiha 1 de mareo de 18.56.lllm. Sr.
doulor Cosme de S1 Pereira, presidente interino d*
Commbnau de bvgionp publica.Joaquim Jos' Al-
ies de Albuquerque cirurgiao do hospital.
lllm. Sr.Parlici|io a \ S. qoe fallecern! nofim
de las bocas francisco Jorge, eulrado houleiu pela
lina-Vista, lio-piial da Aurora.
dem 1565Bomfacia Maria, da Silva, Pernambuco,
60 anuos, casada, prela, Boa-Vista, cm casa.
dem I5ii6 f iiippe. Ncrv da Anniinciaeao, 2:1 an-
uos, I.raneo, Sauto-nlonio, hospital do l.ivra-
menlo.
dem 1.567 Amalia Maria, Pernambuco, branca,
Boa-Vistan cm casa.
dem 1568*--Francisca Joaquina llezerra, Pernam-
buco, :I8 annos, rasada, branca, S. Jos, em ra*a.
dem 1569Antonia Maria, da Silva, Pernambuco,
60 anuos, solteira, branca, S. Josc, cm casa.
Mem 1.570Domingas Mara Bibciro, Pernambuco,
66 annosMolteira, branca, S. Jos^em casa.
dem 1571Maria de Moraes Fonlunra, 20 annos,
casada, branca, S Jos, cm casa.
dem 1572 Rila Ribeiro da Conceicao 16 auno-,
parda, Recife, cm casa.
dem 1573-^-Maria Procopia da Silva, Scara, 19 an-
nos, solleira, parda, S. Anlonio. cm rasa.
dem 1574Joan de Uliveira, Portugal, 36 annos,
hranco, kpa-Yisla, hospital Portogoez.
Ideui i.575Silvina Mana do N.iscinienlo. Pernam-
baco, 13 simo-, solteira, parda, Boa-Vista, cm
casa.
dem 1576Joanna da Conceicao, Pernambuco, 70
annos,,prela, Boa-Vista, em rasa.
dem 1577Joaquim Antonio, Peruainbnco, 30an-
uos, solteiro, preto. militar, hospital regiroenlal.
dem 1.578 Malbeus da Silva, frica, 80 aunos,
prelo, Boa-Vista, ein casa.
dem 1579Domingos de Souze Barbosa, Portugal,
3.5 anuos, solteiro, hranco, Boa-Vista, ferreiru,
em 0.15.1.
dem r-SO^-Carlo Borgard, llauuvcr, 35 aunos ca-
sado, Ilecife, cm rasa.
/."scraroj.
Numero 617 Baj mundo, frica, 10 aunos, Itecifc,
em casa. -
Iden 618Antonio, frica, lo annos, Recito, cm
casa.
dem 619 xinarinbn. II annos, Recita, cm rasa.
dem 620Isidoro, frica, 60 anuos, solteiro, S. An-
lonio. em casa.
I.tam 621 Julin, Pernambuco, 11 annos, solteira,
S. Antonio, em rasa.
dem 622JoAo Paulo de Souza, Pernambuco, 10
aunos. S. Antonio, cm casa. *
dem 623francisco, frica, 38 annos, solteiro, Re-
cife, cm casa.
10 anuos, loa-
annes, solt**, sVa-
cinco horas da manliaa Carlos Borges Vidal, entra- i la>B, 621 Anlonio, Pernambuco, :
Irado houloui pela mantisa j c que entrara lion- \ |((-, em casi
tem as qaalro horas da tanta Jos Vicenta de S. Pe- UWm 625-Cactao, Pernambuco, 50;
dro, manir de 90 anuos, paulo, vinvn, natural da la, em casa.
50anaos, Boa-A is-
Idem 626Isabel, Pernambuco, 30 anuos, Boa-Va-
la, em casa.
Moni 627Sebastin, IVrnanibiico, 66 inaos. boa-
\ isla, emeasa.
dem628Maria, Pernambuco, 36 auno:, Boa-Vis-
ta, em casa.
dem 629-Candido, Pcmambuco, 98 anuos, snlloi-
10, S. Joso, cm casa.
Iden 630Joao, Pcrnanibiiro, i annos, Recife, MU
casa,
dem 631-Irinea. Pernambuco, 18 anuos, solteira,
Boa-\ islu. em casa.
dem 632Fclicianna.lltebnllo. 30 anuos, solleira,
Recita, em casa,
dem (-33Joao, solteiro. Boa-Vista, em ras*.
Idrm 63iDomingas, frica, 10 aanos, lloa-Visla,
em casa.
Jdem 3.5 francisca, Alui 60 annos, Roa-Vista,
hospital da Aurora.
rm casa.
Mem 1622Angela Barbota de Jess, l'ern.iwtWK
78 nnns. branca. S. Anlonio, rm casa
dem 1621Anglica Roa de Alcxandria. Penaaan-
bnco. I aunos. casada, parda. S. J.-.-. etu rasa.
dem 1621Simiana Joaquina da Costa. I'era.niih 1
co, 3,5 annos. rasada, parda. S. Josc. em ras*,
dem 1625Francisca Maria .10 Cara*.., "naistl s
ro. .54 aunos, viuva. branca. S. J**c. a cas*.
dem 1626Izabel Maria do Carmo. PiiaanuaoLn
Ml*nnos. viuva. BOTOS, Itu.-Visi. cm casa.
dem 1627Semao dos Pasaos Assump.o. Peruam
buco. 10 annus. preto. S. Antonio, em r.sa.
dem 1628 Paula, Parahxba. :I0 annus. viav*. par-
da, Ilecife. cm casa,
dem 1629 Bernarda Thcodora Alves, Cea**, U
annos. viuva. branca. Recita, em ca-.i.
dem 1610 Manoel Carueiro, Pernambuco, 60 sa-
nos, pardo, Ju>, imasiu irio, em Casa.
dem I3iMarros, Pernambuco, 52 asaos, raido.
Boa-Vista, em rasa.
I.Km 1632Francisca Maria da uuuju. Peruanba-
ro, I anuo, branca, Boa-Vista, em rata,
dem 1653 luiza Mana da Ginerio.. Pesaaotba-
ro. 7(1 anuos, solleira. prela, hospital da Aoror*
dem 1631lnroguita, prel. Boa Vista, h*9nilii
da Aurora.
dem 1615Thereza Lucia de Oliveira Lope*, Yt-
uamhuco. 2 mezes. branca, S. Josc. em casa.
dem 163iAnlouio, Pernambuco, 2 annos. paree.
S. Antonio, em casa,
dem 1637Vicente Ferreira da llora, Prrnamt-a-
co, 7 auno, pardo. Recita, em casa.
dem 1638Mara Joso de Brilo. Pernambuco, til
annos, solteira, brane 1 Atrito, em casa.
Idrm 1639 Antonio Basilio da Csau. Pen-ambore
18 annos casado, preto. S. Josc. em rasa.
Bsurunnu.
Numero 611 Sevcriano, Pernambaco, i snetcs
Santo Antonio, emeasa.
dem 612Andre, Pernambuco, tal anoos, sdtelro.
S. Joso, em rass.
dem 6 :l Feliciano, Pernambaco, V'iuuss. i-ll-
ro, Boa-Vis(a, ca rasa,
dem 611Ignacio, Pernambaco, 30anuos, saMuir*.
Boa-Vista, em rasa.
Ipem 6I.1JoAo, frica,
Vista, em casa.
dem 616Anglica, Pernambuco. 20 annos, sollri-
ra, Kcrife, cm casa.
dem 617Domingos, frica, 35 annos, aqtaei.o,
Ilecife, em casa.
dem 618Seraphina, Pernambaco. 11 ana*, sol-
leira, Boa-Vista, em ras*.
dem 6t9-lle.nelerio. Pernamlmeo 18 nusuua sol-
teiro, lma-\i-i.i, holeeiro. rm rasa.
dem 650Simo, frica, 17 auno, soNeir* sV*-
Visla, em rasa.
dem 651Angelira, Pcrnamburo, 28 annos. sol-
teira. Boa-\ isla, em r.a.
dem 6.52Domingas, frica, I annus, v.ltra,
lloa-\ isla, esa rasa.
Idew 651Vercdiam, IVrnaruJiuro. 26 aaoo, sol-
leira. Boa-Vista, rm ,-,.
dem 1-5i J...11.11.1, Afro., annos, solteir, Rc-
circ, cm casa,
dem 65.5 Domingos. Pernambuco. 3n annos t*4-
leiro, S*nlo Antonio, sep.tcirn, em raa.
dem 656Francelina, Pcrnamhacn, 11 -un,,. ^.
teira. lloa-^ is|a. em casa,
dem 6.57-l.uiz, frica. 28 auno., Stuto uUSuUUU,
solteiro. tallecido n. cadeia
dem 658-Benedicto, frica, Nl anoos, sHlenn.
Hecile, em cas*. t
dem da morlalidadr das pessoa. tallecidas d -1, ,-
ra-morbus, das 6 horas da (arded, dia 13,o*
hiras da tarde do dia 1 i de marro de Mu.
Arres.
Numero 1610Joaquina (andida, Prraautbaco. ..
anuos, branca. Sanio Antonio, em r
dem llIsabel Marta. ParnamUnco. 9 junre.
parda, Santo Vnlonio. cm casa.
dem 1612- tertulian KranciVo I uuiarrh. Per-
namburo, 38 annos, casndn. pardo. Boa-Vida, al-
faiate. hospital da Aurofa.
litam 1613Antonia. frica. 1 annos, sollcira.nrc-
la, Santo Antonio, em rasa.
dem 1611Prudencio, frica. 50 anno,
prelo, S. Josc, ein rasa.
Iden 161.5Jeronymo, Pernambuco, .5 metes. I
co, S. Josc, cm cas*.
Id-m 1616Isabel Francisca Vianna. PernanUBur
olannos, solteira. branca. Santo Anloai., em'
rasa.
Idrm 1617Antonio Brnn, frica, t.i anuos, viu-
vo, preto, Roa-\ isra, rm cs*.
dem Kils-Joanna francisca, Pernambaco. II aa-
nos. parda, S. Joso, rm ees*
dem liiii'-Antonia Mara .1. CBnrcic>. Pcroam-
buco1 ,0 annos, viuva, parda, S. J.-*. em casa.
dem 1650-rctix Renedict... iVinam**. 3 an-
uos, rasado, prdo. Sanio Anlonio, pedreiro. osa
case.
IJen. Hiolr-Iauslino Jos de Sania Anna. Pernam-
nuco, .1, annos. ra-ado, nuruo. Sanio Anlom, al-
taiale. hospital do l.ivramenlo.
dem Ih-t-Virenci, Maria Ferreira. Peinan. I-a. o.
111 annos, solt 11,, parda, Santo Antonio, rm es-
casa. S
dem 16.53vancisco Joso Moier*, Rm (.marta do
-Norte, 21 annos, solteiro, branca. Recita, hospital
provisorio do arsenal de marmh ..
dem I6.)iJoanna, frica, 35 annos, prets.
N isla, em rasa.
Hem Jii.55Jo.epha Jaioaiua LeileSamp.it. Pur-
naiPfm-o, 5ii anuos, vinvt, brane... Itos-Vins, em
casa.

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL
MUTfnayr


MIRIO DE ISUIIUCB SfGUNdft FEIM 17 DE MARCO ki 1816
dem 166Antonia Maria do Rosario, Peruatnbu-
co, 40 muios, solteira. prela, S. Joi, em casa.
dem 11.">7Alhinatia, l'ernambaeo, 60 anuos, sol-
leira, parda, S. Josc, em casa.
dem 1658Adonso de Albaquerque Mello, Per-
nambuco, 61 anuos, catado, pardo, Santo Antonio,
sapaleiro, em casa.
dem 1659Alaria Alejandrina Callara, Pernambu-
co, 67 aunos, solteira, branca, Santo' Antonio, em
casa.
dem 1660Jos Joao Francisco do Amara!, l'er-
nambaeo, 8 annos, brinco, Santo Antouio, em
casa.
dem 1661Clara Honorata Serra Grande, Pernam-
u Cc!-,i"""-<"' Dard"> Sanl Antonio, em casa,
dem 1662Francisca, Pernambuco, 2 anuos, par-
da, Boa-Vista, em casa.
dem 1663Joaquim Correa da V.osla, Pernambuco,
06 annos, casado, pardo, Boa-Vista, em casa.
dem 16(11Faustino Tlieotouio Pereira Cardozo,
I ernambuco, 80lnuos, viuvo, nardo, S. Joso, cm
casa.
dem 1665Venancia Joaquina da Costa, viuva,par-
da, Poso da Panella.
dem 1666Libauio, Pernambuco, 6 metes, pardo,
S. Jos, em casi.
dem 1667Joaquina Felicidade da llora, Pernam-
buco, 30 anuos, casada, parda, 8. Jos, em ola.
Idom 1668Mara Amalia da Gama, Portugal, 60
annos, viuva, branca, Uoa-Vista, em casa,
dem 1669Francisco Geraldo dos Santos, ;15 annos,
casado, brauco, Hoa-Vista, em casa,
dem 1670Antonia Mara da Trindade, Pernam-
buco, 32 aunos, casada, parda, Santo Anluuio, em
casa,
dem 1671Mauoel Gouc,alves Pereira, Pernam-
buco, 30 annos, solteiro, pardo, S. Jos, em ca-
ldera 1672Angela Mara Saraiva, Pernambuco,
M anuos, viuva, parda, Santo Aulonio, em ca-
sa. *
dem 167:1Genoveva Mara da Conceic,ao, Pernam-
buco, 17 anuos, solteira, parda, Roa-Vista, lava-
deira, hospital da Aurora,
dem 1671Alejandrina Mara da Conceirao, 21
anuus, casada, parda, Becife, em casa.
675Joauna Mara ila Cruz, Pernambuco.>
50 annos, viuva. parda, S. Jos, em casa.
dein 167(iClaudino de Souia Meileiros, P
buco, 32 anuos, solteiro, pardo, Boa-Vista,
,-------,------ ....., m-.h-
lar, hospital regimeolal. \
dem 1677 Joaquim Rosario do Nascimento, S>,
Paulo, 29 anuos, solteiro, pardo, Boa-Vista, mili-
tar, hospital regimental.
dem 1678Francisco dos Sanios, Pernambuco, 76
anuos.jolteiro, brauco, Boa-Vista, cm casa.
dem 1679Francisco da Silva, Pernambuco, 30 an-
uos, yiovo, pardo, Boa-VUl, cm casa,
dem 1680Jojijjuj^hahtl do Santa Anua, Pernam-
_5"^3fi_iinuos, casada, parda, S. Jos, em casa.
Idcnl 1881 Belmira, Pcruainhuco, 8 mezes, parda,
\ Boa-Vista, em casa.
tem 1682Antonia Quintilla de Snuta, Pernam-
Bteo, 30 annos, viuva, parda, S. Jos, em casa.
ldeinNji83Carlos Borges Vidal, Pernambuco, 44
auno!?, solteiro, brauco, Recite, hospital provisorio
do arsenal de marinha.
dem 1681Antonio Joaquim dos Sanios Ferrcira,
Coimbra, 60 aunos, casado, branco, S. Jos, hospi-
tal de S. Jos.
dem 1685Raineldes, Pernambuco, 10 das, blan-
co, Boa-Vista, em casa.
Vlem 1686Silveria Maris da lncaruarao, 30 annos,
viuva, branca, Recite, em casa.
dem 1687Francisco da Silva Chaves, Pernambu-
co, 26 aunos, casado, branco, Recite, cm casa.
dem 1688Honorato Paea Barreio, 30 anuos, so I-
Itiro, pardo, Recifc, em casa.
r dem 1689Jos Rodrigues do Araujo, Pcruam'uu-
co, 40 annos, solteiro, branco, Boa-Vista, mil.itar,
hospital regimental.
dem 1690Barbara Mara, Pernambuco, 3 annos.
solteira, parda, S. Jos, cm caso.
dem 1691Mara das Neves, Pernambuco, 80 an-
nos, viuva, preta, S. Jos, em casa.
dem 1692Joauna Salomeo do Rosario, Pernam-
buco, 4 raezes, parda, Santo Aulonio, eincasa.
dem 1693Aleiindre Latino, Pernambuco. ib an-
nos, solteiro, pardo, Santo Aulouie, sapateiro, era
casa.
* dem 1691Jo3o Goocalves dos Aojos, Pernambu-
co, 10 annos, pardo, Santo 4utonio, em casa.
dem 1695Francisca Rosa, Pcruambuco, 92 an-
uos, viuva, parda, Boa-Vista, em casa.
dem 1896l.uiza, Pernambuco, U aunos, parda,
Boa-Vista, em casa.
, dem 189?Rosa Leocadia de Lima, Pernambuco,
36 aunos, viova, preta, Boa-Vista, em casa.
dem 1898Gregorio Caetano, Pernambuco, :k) an-
nos, solteiro, panto, Boa-Vista, militar, hospital
regimental.
dem 1899Joao Ferreira de Souia, Pernambuco,
32 annos, solteiro, pardo, Sauto Antonio, tallecen
na cadeia.
dem 1700Jo^o Lu/. Ferreira, Pernambuco, 6 an-
uos, branco, Boa-Vista, em casa.
dem 1701Theodura Cabra] de Mello, Pernambu-
co, 26 annos, solleira, branca, S. Jos, cm casa.
Jdem nO-ic^Kita Maria Correa. Pernambuco. 18 ao-
nos, solteira', pWaVBBntVista, em casa.
dem 1703Mara da Peuha, Pernambuco, 65 an-
nos, viava, parda, S. Jos, em casa.
dem 1701Francisco Jorge, 12 anuos, pardo. Re-
cite, hospital provisorio do arscual de mari-
nha.
dem 1705Bernardina Maria da Conceirao, Cear,
58 anuos, viuva. Recite, em casa, a
dem 1706.Jos Francisco da Silva, Portugal, 80
aunos, viuvo, branco, Boa-Vista, em casa.
Escrotos.
Numero 659Sopbia, Pernambuco, 7 anuo?, Recite,
em casa. *
dem 660Jorge, frica, 29 annos, Recite em
casa,
dem 661Mara, Pernambuco, 12 anuos, Recite,
em casa.
dem 662Joaquina,frica, 80 annos. solteira, Boa-
Vista, em casa.
dem 663l.ourencn, Pernambuco, 2 anuos, Boa-
Vista, em casa.
dem 661Thereza, frica, 60 annos, solicita. S.
Antonio, em casa,
dem 665Jos, frica, 25 annos, sulleiro, Recite,
cm caso,
dem 666Francisco, Pernambuco, 33 aunos, sol-
teiro. Boa-Vista, cm casa. _
dem 667 Joaqium, frica, 60 anuos, solteiro,
Boa-Vista, era casa.
~__yem 668Filippe, Pernambuco, 32 anuos, solteiro,
" Recite, em casa.
dem 669Ladislao, 6 aunos, solteiro, S. Antonio,
em casa,
dem 670Jo3o, frica, 50 annos. solteiro, S. An-
tonio, em casa,
dem 671Simao, Pernambuco, 1 annos, solteiro,
S. ftntonio, em casa,
dem 672Faustino, Pernambuco, lOaunos, S. Jos,
em casa.
dem 673Antonio, frica, (5 aunos, solteiro, Re-
cife, em casa,
dem 674Mitheos, Pernambuco, 22 anuos, soltei-
ro, S. Antonio, em casa.
dem 675Filippa, Pernambuco, 29 annos, solteira.
Boa-Vista, em casa.
Resumo da mortaliiaie.
Morlalidado do da 15 al as 6 horas da (arde68.
11 ornen s 28 mulhere-*) prvulos 11.
Tolil da mortaldade at hojo 15 2,425.
Horneas ll.i.') molhcres 1123 prvulos 172.
Recite 15 de marco de 1836.
Hospital de S. Jos, ixistem 8 docnlcs, saliiram 2
e mor tu 1 molher.
Hospital do Csrmo, existem 12 doenlc* em trata-
ruento.
Hoipital da rna da Aurora, entraran) 4, eahiram
curados 3, roorreram 4 e evislem em Iralamento I.
Resumo da mortaldade.
Mortaldade do dfa 16 al as 6 toras da tarde81.
llonieus 29 mulheres 41 prvulos 14.
Total da mortaldade al o dia 162509.
11 ornen 1159mulheres 1164prvulos 186.
Recfe 16 de marco de 1856.
A commisjo dehygicne publica interina,
Urs. .S'it Pereira, presidente.
i ir mu Xaeier, secretario.
/. I'oggi, idjoncto.
^ommitrricibsy.
Religiao'.
A flagei.lAcao.
Acpite el mandcale : hoc esl corpus meum qitod
pro volas frangitur.
uc lempo se cumprio litleralmeulo essa pre-
ialvader do mundo lizera na ultima
agrava e dava como" alimento i seu discpulos'.'
pite el mandcale ele! Ah! essa prodiceiloaogus-
noite do eco"! ljac)(> leve lugar c-c quebramento,
essa Iritnrarao de scu cirpr>- Joravel, que elle entjo
consa
Acpite
la se verificou a risca n cruel agellaro i que o
senhor foi submotlido por'ordem e em casa de Pla-
los ; pois que be sohrctudc* por essa sanguinolenta
execucao que o corpo sacrosanto de Jess, segundo
a expresado do prophela, foi dilacerado da mam-ira
mais barbara, por cusa de noSwts peccados. Atlri-
lus esl propter celera noslra.
A llagellacao do Senhor, obra de iniquidade infer
nd!, e da barbaria atroz dos homens, lie pois un
grande e importante mvslcrio ; por quo o mesmo
Jess Cbrislo associou a sua memoria con) o myste-
rio da Eueharislia, obra sublime e inellavel do poder
cdo amor de Heos. E u.i venladc, pronunciando es-
tas palavrasacpite el mandcate ele. esle be o
mcu corpo que, dentro em breve, ser crucificado
por vos, que outra cousa nos qtiiz ensillar ovSalva-
dor, se nao que nos devemos recordar dos I relos
rrucis, por que passou, (odas a vezes que receber-
nios seu corpo sagrado na mes: ;ur'iarislica, c que
o devemos receber nao soment cora a maior pureza,
por que he um presente divino, mas tambem com o
amor mais terno, por que erso mesmo corpo foi
cruelmente roto e despedazado por ciusa das nossas
iniqoidades ?
He, portante, penetrados desle lugyslto senti-
mentos que devemos boje a,s/> drama sangui-
noso, que leve lugar no pretorio de Pilatos ; consi-
derando com a mais piedosa ternura como esse divi-
uo corpo foi llagellado por Dana causa, alim de bem
conhecermos como convm dispormo-uos para rece-
be-lo. Jedpile ct mandcale etc.
Posto que Pilatos livesse ja, como vernos, livrado
B..rrabbas e consentido na flagellarao de Christo; lo.
da\ia, aulesde lavrar por es-ripto essa iniqua sen-
Icnc.aedefaze-laexecular, ello voltou ao seu pri
mallo espediente lio injusto quanto infeliz. Fez
acontar o Salvador na esperance, diz Sauto Agosli-
nho, do por esse modo acalmar o furor dos juies,
tigres, vidos do sangue ; e do que, pelo especla-
cuf dera conseguir que os barbaros detienen da pedir
c iusJar pela morle do pretendido criminoso. Assiiu
proccileu, nao por se conforinar com a lei que pres-
cievia, como observas. Jcioii)mo. que os esciavo,
losseni aroulados com varas antes de seren crucifica-
dos ; mas foi por um sentimenlo de injusta e cruel
eompaiUo, que Plalos dea ordem que Iban o Sal-
vadoragellado.
Mas co mo se explica o nAo lerem os l'Aangclislas
escriplose nao mu pODca palavras sobre o objeclo
dessa flau ellacSo, o mais doloroso, c o mais liiinii-
Ibante da paix.lo de Christo Porque quizeram el-
los nabar nom f e nossa pledade o conheci-
meulo d.S todas as circuiuslancias que deveriam
acompai* a-lo .' E se elles nada nos disseram, nein
a respeito dos instrunicnlos empregados para dila-
cerar as ciarncs del:adas do Cordciro Divino, ncm
do nuniei o dos golpes que leccbcu, nem da abun-
dancia de sao^uc que derramou, nem ilo uror bru-
tal dos ca rrascos : por quo nos occullaram ainda as
dis.,.oiifoos admiraveis cm que a vclim se devia
adiar no momento solemne de ser crucificado por
nossa salvarn, de urna maneira la?".iTru ? Sabis
vosarazao desse silencio'.' He porqtM Uias essas
cousas se achavara ja, desde muilos seculos, relata-
das de modo mu circumstanciado nos livros do au-
ligo leslamenlo, quo encerram nao someule aspre-
diecdH ^reraes, mas tambem as narrares feilas so-
bro muitus faclos do novo leslamenlo. Os Evange-
listas, pois, se calaram sobre as particularidades da
llagellar.io de Christo, por que ellas ja (i.ibam sido
designada* com o mais raiuucioso cuidado pelos Pro-
pbefas, que o mesmo Jess Christo chama scus his-
toriadores antecipados, pois que cites cscievcram
sua vida,(.nuitoantes que clleapparccesse sobre s Ier-
ra. Skin scriptum esl in Itgc ; in l'rophelis el in
l'salmhide me.
Assi'.'n, para conhcccrse cm lodos os seos detalhes
esse 'nurrivel supplicio a que o corpo immaculado do
I'ill to de lieos foi condcinnailo, nAo he misler re-
cor rer revelarocs poslcriorcs que, apaiat de mui
n.'speilaveis, todava, nilo silo de fe ; mas ser a bas-
tante reunir as passagens em que os Preplietas rev-
larain todas as circumstaucas dess: myslerio com
uina tal precisao e urna tal evidencia, que he im-
possivcl confundir no que elles dizem outra qual-
quer personagem com Jess Christo.
Temi ido pois o divino Salvador entregue ao po-
der de urna soUadrsca insolente c deseufreiada,
mos sacrilegas o agarrara, arraucam-llie violenta-
mente os vestidos, e .it.nu-iio com duras Gordal
uina das columnas da prac,a do Pretorio. Oh que
ignominiosa coufusao para o lieos queestende sobre
a Ierra nina cortina de nuvcus ; que cobre o co de
gloria ; que reveste os pissarosde brillianle pluma-
gem; as llares de um aroma perfumado, e que cerca
de cindiira o Ivrin dos campos, e o mal/, dos pra-
dos, ver-s npeato, na mais vergonhosa nudez, ser-
vindo de espeelacolo mm olhoi licenciosos, c ios es-
cmeos sacrilegos de um povo ioteiro David, o
Prophela hisloriador, referin-lo essa circomslincii,
diz que um imnicnso rubor cubrir as faces do Sal-
vador, e que se derramando das faces ubre lodo o
sen corpo virginal, cubrir lambcm os scus inembros
pdicos, que, como suas faces, se envolverao igual-
mente un mani da ignominia e da allronla. ();ie-
mM eonfutio fariem suam. Hl coitfusio aciei mete
cooperuil me. Ali dosce, espirilos bcinavcnlura-
dos, viudo cobrir com as venas candidas azas esse
eorpoaagradOt milagro de caudura, c de pureza, c
arrancai-o aos olhos impdicos, s irrisoes insolen-^
tes dos lilhos da perdirAo Mas nao! suspendei n!
vosso vo, anjos santos ; o que a lona piedadel
para com elle vos nao fara esqueccr i(ue nos, des- i
grarados! temos lambem necessidade dclla Mis |
somos esses infelizes sobre cujas caberas a justira
divina pronuuciou em sua colera o lerrivel analhc-
ma, que nos entrega uina coufusao eterna Sim !
sema contuso, sera a ignominia que cobrcni ncslc
monienlo o santo e adoravel Filho de Dos, a nossa
nao seria ncm espiada, nem apagada. Dcixa-o puis
consumar esse grande nnsterio de misciicordia para
romnosco ; porquanlo, be em nom lugar, he para
perdoar a nos mesmos a ignoniinia que nos he de-
vida, que elle se dignou de suppoi lar o opprobrio da
nudez.
Todava, qualquer que fo-sc a vergoiiha que jess
Cbrislo senlissc, ao ver seu divino corpo cxposlo aos
uIIr.ij -. elle rvperimenlava urna conlusao ainda
mair para o seu corarAo. Jess,como refere Da.id,
volveu n'esse transe de angustias sens olhos turva-
dos ao sen eterno Pai, porque |6 elle ronhecia toda
a profundeza e lodo o excesso d'ellis. E qual seria
pois essa coufusao intima, essa ignominia secrela de
seu corarao que lbc fez quasi esqueccr a de scu cor-
po ? Ah, diz S. Boavenlura, he a vergonba que elle
senlio de ver-se carregado de todas as impudicicias
dos liomcns, c de tomar diaule de Dcos loda a res-
ponsabiliJade do castigo que ellas mcrecem, sein
que haja nelle a menor sombra do peccado !
Que opprobrio, com efleito, para o Dos da pure-
za, o ser asoim cxposlo aos olhos dos ecos e da let-
ra, como culpado de todos os pensamentos, de todas
as prcmedilsres interiores contra a virtude, de lo-
dos os discursos licenciosos, de lodos os olhos immo-
destos, de todas as familiaridades impdicas, de lo-
dos os grosseiros arrcbalamenlos dos sentidos, de
que os proprios brutos se envcrgonhariam.e de que,
todava, os homens fazem para si um objeclo de di-
vertimcnlo c de Iriumpho Oue conlalo para Jess
representando ao scu espirito, (raraodo ao seti pen-
samentotao puro as dissolur?s com que oichristaos
do secuto deshonravam scu corpo m\slico, isto lie, a
igreja : e com que os proprios homens do santuario
prol'anavam seu corpo real, levando um corarn
inmundo celebrarlo do formidavel nnsterio di
sanlidade c da pureza Siio todas estes ev e-sol, de
qoe se elle sente carregado, que o J>trrn1lbam mais
profundamente, que o cuofundem o Ihe partera o
seio d'alma ; em quanto que^para os espiar, elle se
penetra cada vez mais do -colmenlo da horrivcl e,
secreta ignominia, que experimenta, e que oflerece
:i scu Eterno Pai, alim de Ihe fazer Mellar a inten-
sidade, o mrito e a virtude dclla. Viisr/.-, Domine
opprobri'im meum el con/usionem mcam.
Eulretanlo,es>,i immensa eonfusao de Jess Cbris-
lo, em tace de lodos esses peccados monstruosos, que
nilo eram -cus. he urna advertencia eloquenteda ver-
gonba de que nos devemos possuir, em presenca das
hediondas voluptuosidades, pessoalmenle culpados. Assim pois, dsgrorado ric
ti, joven libertino desgrarada d ti, molher escan-
dalosa quo ambos imprims na fronte o sello da
impudicicia, c que, em lugr de vos envergonhar-
des de tantas miserias, lazeis deltas um objeclo de
triompho e de gloria J A vergonba do peccado he
ja nma disposrjo pira o nao eommellcr mais ; pa-
ra o detestar e obter-lhc o perdo. Mas, deipojin-
do-vos dessi vergonba. lendes perdido a grifa de
poderdes chegar ao arrependiinonlo. Vos vos adiis
no declive da vossi reina, na burila do precipicio,
na vespera do completo abandono de Heos! Tremei,
pois, pelo vosso futuro deslino ; rubn-\os de coufu-
sao, cm logar de viverdes tripudiando no ineio de
divertimenlos insensatos, de alegras passageiras ;
por que \s sois Ionio mais dignos de lastima, c
lanto mais anclados da salvarolerna, quanlo me-
nos tremis pela vossa sorle, e quanlo menos vos
envergonhardes pelas voseas torpean !
Ah ao p.itto que medilamos sobro o maior de
lodos os opprobrins do Salvador, o mais cruel de lo-
dos os tormentos vera ajuular-sc essa tremenda
ignominia: O" espectculo de eompaiilo e de hor-
ror, nao s para os anjos e para os homens, como
para o Universo iuleiro, exclama o ibbade Ropcrl !
O autor dessa libcrdailc querida, ijue so do eco poda
vir, preso e lOMllldo como escrovo ; c por quera,
justo Dos .'pelos vis escravos da miseria Mas, 6
myslerio de bondade e de amor, acrcsceula S. Boa-
venUira, pois qoe nesse momcnlo o lillio de Dens
nAo toma somonte a forma d'uir ecravo, forrado a
obedecer i vontade de oulrem ; mas lambcm a de
ura escravo mjo, indcil, revel.e que merece ser
castigado com i azurrague. E dipois de se ler sub-
mellido .< Maria e a' Jo*,osmiircsd'eutre os w
vos de Dos, elle apparece como servo dos mesmos
Judeus ; islo he, como esclavo dos escravos do de-
monio
F. com cITeilo, n,io ouvis vos, no mcio dos gritos
ila alegra feroz e dos applausos craeii dos sacerdo-
tes, dos magislrados, dos soldados, o da populara,
o retiir dos amiadadoi golpes dos carrascos Elles
coincjarain ja o supplicio mais alroz, quo nunca
sollreii, nem solTrera' nenliuin corpo humano! Os
Piophelas, cu o digo anda uina vez ; os Propbetas
o virara era espirito, pelo soccorro das lu/.es celes-
tes ; no-lo descreveram cun lodos os scus espanto-
sos detalhes, e nao nos resta se nao reunir os (raros
dispersos desenliados por elles, para formar o qua-
dro completo desse niystcrio de compaixAo c de
liorror.
Par.iphraso do padre Ventura.
finio de Gampos.
{C ouliniut.
O DELEGADO DO 2" DISTRICIO UESTE TER-
MO, E OS SEl S ACCCSADURES.
Scnhnrcs redactles.Nada roe rcvolla lauto como
a injuslira c a ingratidao ; c por isso permitlain-ine
Vracs. que eu lance mi da penna para protestar
por intermedio do seu peridico contra aquellc-,
que levados de paixocs incsquinhas, ou ignorando
os Fieles, (era procurado desconeciluar ao Sr. Icncn-
(c-roronrl Francisco Aulonio Pereira da Silva, dig-
no delegado do 2",|Jisliirlo policial dcslc municipio,
ja propalando por seu Diario, n outros peridicos,
que elle (cm sido iiiscnsivet aos reclamos da pobreza
no rustrido de sua jurisdirAo, e nenhuma providen-
cia ha lomado para minorar as devastantes do mal-
dito cholera, ja pedindo voz cm una sol, falsos
suploslos a deuiiss.'io desra benemrito fonceiouario
como se o Exra. presidente da provincia nao couhe-
cesse os serviros que elle em lodos os lempos lem
prestado, c anda agora presta, nao somcnle boa
polica do scu termo, aos desvalalos feridos pelo
moustro asitico. Hcsitei por algum lempo cm sa-
bir a campo em prol desse honrado cidadao, temen-
do por ura lado ollciidcr sua modestia com a divul-
garan dos arlos de develada caridailc que elle est
praUeaodo no sea engento Calende, o pcrsuadjdo-
rae por outro que as acensarnos feilas ido callaran]
no animo das pesroal MMattl, c de quanlus conlie-
cera de perto ao acrusado ; son porcm forrado a
romper o silencio, vendo que esses aecusadores, lin-
gmdo urna ensibilidade pelos infelizes que elles pa
rece s ler cm palavras, rorapendo loda a mode-
r.ie.io propria de cavalleiros. passam ale a csrnerilhir
o sagrado da vida privada, c julgam que sol a capa
do bem publico Ibes be licito desuioralisar, cubrir
de baldes o honiein honesto, o bom servidor, que
entregue aos scus deveres nao tcui lempo para dar-
Ibes a devida resposta, inflinga do-Ibes a peni de
laliao, como relorsao dos insultos do que he victi-
ma. Ciugindo-mc por lauto ao que ncsle momento
lenlio cui vista, declaro ao respcitavel publico, que
apenas o cholera se mauifo-tou na fregueiil .le jn-
boalJo, o Sr. delegado Pereira da Silva, conscio de
seus deveres, dirigio-ee a presldencie primoira e se-
gnnda vez pedindo -Ihe providencias para obstar o pro
^resso dessa lerrivel epidemia, e lembraiilo-llie a
necessidade de eaiar-ae para o districlo urna ain-
bulancia, c os mdicos de que neressitava a pobreza,
sendo que por clleilo de laca requisirfles foi que o
Exm. presidente da provincia, para mclhor ccrtli-
car-se do estado sanitario do districlo, cuviou a Ja-
hoalao o Dr. Aquino Fonscca, c que esle correndo
apressadamente pela eslrath da Vicloria al More*-
nns. c observando Ierra, arvores, e asiros roncluio
que em Jaboal.lo nada bavia, como he publico, cm
dcsprcr.o de quanlo Ihe fura coramunicado pur pes-
suas sizudas c cxpeneiiles.
Saiba mais o publico, aeonfuiidam.se os que o
prcleudem desvirluar, que Iratindo-M de organisar
urna ronimi-,io de beneficencia na freguezia, o dig-
no delegado do 2, districlo foi um dos qoe subscre-
veu com nuior quanlia 1009000) e que sua bolsa
est aberta anda paia ministrar novos sorcorros a
essa comniissao. c for neeessario, aosim como scu
coraran *t sempra expandido a soccorrer aos in-
feliic?.
Saiba o publiro imparcial que o benemrito de-
legado do 2 districlo desde que o cholera appare-
ceu na freguezia, comcraudo por ferr alguus de
seus moradores, I o i semprc solicito cm prestar-Mies
graluilaracnle os iiiedicainciilos, os consclhos e ou-
Iros soccorros de que nocessilava miseria, nudez
e a ignorancia de nosso povo, sendo que a expensa5
suas cugajou um eidadfto curioso em medicina para
iralar os doenles de soa vastissiraa propriedade, a
qual diariamente percorre alim de conliccer quera
reclama o sen Iralamento.
Saiba finalmente o publico que o teninle-roroncl
F'rancisco Antonio Pereira da Silva, nAo ruiiLculc
com essas demonstraras de sua svinp.vlhia pelos
desgranados, lem inorto muilas caberas de gado vac-
cuiu para distribuir graluilainnilc pela pobreza, c
llvra-ladula arle das garras da fume qilo ha inuilo
nos esl.i votando; exeniplo este raro na freguezia, c
deque nao rto talvez eapazes apuelles que o inaul.
tam na propria vida privada.
Oucm obra dcill maneira, solicito in rumprimen-
(o de scus devores, abiiudo ana luisa aos infelizes,
soccorreudo com vveres aos iieccssiUdos, nao he es-
se humera insensivel, como lem procurada propalar
o correspondente ilc JaboatAo, mas um cidadao be-
nemrito, um fiinrcionario zduso, c um honieni
caridoso, digno de nonos respelos e encomios, l-'e-
liziEente o Sr. Pereira da Silva he bem conhecido
por seu carcter honrado, sua dedicarlo e seu pa-
triotismo, e lem sido eerapre apreciado por lodas a,
presidencias cm diversas epocas.quando nAo eram 1c-
vadaa por profundas divergencias departido, utiii-
sando-sedeseus gratuitos servidos; c porlauto quan
do se tcm chegado .i esse conceilo iuc os mais recen-
tes factos confirmara, podc-se desprezai seguro na
conscieoca, os laudos de ele-llcclos gratuitos, ou
de adversarios occultos. Assim procede o Sr. Perei-
ra da Silva; mas mis entendemos que alguma cousa
deviamos dizer era sua defeza, e julgamos que o
expendido he bastante pira desmascarar os calum-
niadores.
Recita de marro di 1856.
limJaboatocnse.
UM SIGNAL OE GRATIDAO.
A medicina he orna especio de sacerdocio honor-
fico c sublime, quaudo o scu ministerio be exercido
per um homem inleltigeute, activo e humano. O
medico he euiao a providencia que anima o contorla
o doente, qoe arranca das garras da niortc e o resli-
tue rom vida e eaude aos pareles, aos amigos e
sociedade. O sacrificio que o medico Faz de seus
commodos, os riscos, os perigos que corro em nada
sao inferiores, nAo sflo menos gloriosos e dignos de
memoria e reconhecimento do qoe aquellos que es-
t.i'i .i ti-trelos o ministerio da cura das almas.
Felizmente para mim e para minha familia, nesla
quadra calamitosa, porque estamos paliando, em
que lauto se lem declamado contra o egosmo dos
mdicos, contra a sua falta de cari,lado, encontr! no
Sr. Dr. Pedro deAthayde Lobo tloeeozo um desses
mdicos que honram a sua elasse. c que to como
que um leslemunho irielragavcl da bondade das sci-
enciai medicas, excrcidas por quera bem as sabe
couiprehcndcr e dellai fazer uso, o de que o espiri-
to de cariddde e de amor pelo prximo anda nao a-
li.in lonou os lilhos de lvsculapio.
llevo pois o mcu coraro ao Sr. Di. Lobo Mosrn-
zo, pelos serviros prestados a mim e as possoai de mi-
nha familia,a quein Iraloa da molestia qoe osla gras-
sando nesla eidado. Sinlo nlo poder dar-lhe mais
\alisa prova do mea icronliccimenlo do que procla
mando suas vlrlades e manifestando publlcamenl
a minha eterna graliitAo, Espero que a aceitara,
adiando na pureza da inlenrAo infllcienlo de-culpa
para a pequcubez da ollera.
Manocl .'onif.s /./.
Recite 16 de marro de 1856.
Sobre Londres
>'0tttmedo.
CAMBIOS.
!J a 27 i. d. por IJ.
34)000
ao par.
premio.
Pars, 31S rs. por f,
n Lisboa. 92por 100.
c Rio de Janeiro, no par.
Acrocs do Banco, 35 Opl de premio.
Aceites da campanliia de Beberibe. .
Acrcs da rompanhia Pornambncana
n a L'tilidadc Puhlir.i, 30 porecntode
(i a Indcmnisadora^-scn vendas.
Disconlo de ledras, de fll a 15 por 0|.f)
MGTAES.
Ouro.Onras hespanholis. 2H3a2SJ.VIO
Moedas de 69100 velbas .... 168000
(9100 novas .... 169000
49000....... .,-hio
Prala.Palacoes hrasileiros...... 290110
Pesos cnlumnarios...... 28000
meicanos....... l.-so
Al.FANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 11. .
dem do dia 15......
83:4089831
11:1189327
94:357*161
Descarregam hoje 17 de mareo.
Barca porluguezaMaria losediversos gneros.
Mriiiue 1 n-le/.Levan!ferro.
Brigue franreztlclemmcrcadorias.
Brigue inglezAnnellebacalbao.
Patacho porlugucz/la/iidolagedo.
IMPORTACAO
Barca (ranceza licin, vinda do Havre consig-
nada J. li. Lasserra & C", manifesiou o sc-
juinic :
25 Larris e too tnoios, manieiga, 15 caixas
sanlinha em a/.citc; aos ronsi;nalaiius.
25 Larris o 50 mojos ; a Tasso Irmios.
1 caixa vestidos ; a liarroca c ("astro.
1 caixa modas, a liuessard L Milloehau.
25 Larris c 25 mojos, manteiga; a Fox freros.
1 caixa chapeos de seda para liumcm ; o Manuel
oaquim C.
Carne secca- Temos nn mercado dous navios do
Rio da Prata, os quaes lem vendi-
do de I98OO a 59300 por arroba, c
. boje lera cm ser 16,000 arrobas.
familia de trigo- Niohonve entrada e o consumo
foi grande, e mesmo seria maior
se os padeiros live-sein maior pes-
soal; porm os prrros conserva-
rain-ie de 20-9 a 31 por arroba.
Ficaram boje em ser 5,600 barri-
cas, o esperam-sc alguns carreua-
menlos; por lanto nAo ha receio
que vendamos a sentir falla, e mes-
mo conlaiuos com a pliilanlropia
dos possuidores, que assim como
nao lem elevado o proco al aqu,
tambem o nlo Cario para (liante.
Loara- ----- Venden-te de 275 a 280 por un-
i de premio sobre a I achira da
inglesa.
Manteiga- dem a 760 rs. a libra da ingina,
e de 000.1 610 da franceza.
frotes ----- lia pouca aclividade neito ramo,
regalando os ltimos frciameulos
para o Canal a 30, e Liverpool a
20 e l|2d. por libra de algodlo.
Ocomnicrcio rescnle-so do csmoreciracnlo geral
sentem todas as elasMl,
4i)<> irr;c ...,,, 'Iu" seniora lodas as classes, causado pelo cholera
120 Larris e 20 mcio, .1 Mancel Joaquim jmorbni.e apenas leve urna divenlo noa oltUooi dias,
amse Silva em conseqoeucia da perda do vapor Margue: de
2 caixas (elles do rarneira ; Isaac Curio & C '"'"''" "a entrada de Goianna. que (em dado lugar
1 dita chapeos do senhora ; i A. Holwri. ",ui,as distuss"-'s-
3 ditas fa/.iMulas de algodao, I Jila fa/.endas de
suda o algodo, 1 vestido sedas, 25 gigos vinbo
C. J. Asey & I'...
I caixa merecaria, 1 fardo caira Jo para liomcm,
Tocaram no porto durante a semana'. 1 vapor bra-
silero, outro inglez. 2 navios cora laa e I cora sal.
Eulraram : de cabota-cm, 5 rom rarregamenlos
europeos, 2 era lastro, I cora bacalbao, e um trans-
porte do coverno.
Sihirara: 2 de cabotagem, 1 m lastro e I Irans-
I volume c 1S raixas, mercearias, chapos para porte.
homem, perfumaras, altinotos, modas, chapeos i ficaram no porto 69 embarcarnos, a saber: 2 ame-
Para Lisboa, o mais breve possivel, leudo j,i
parle da, carca prorapta, o brigue pnrluzuez Lata
Jl, de que be capilo Caclaim da Costa Marlins:
para senhora, fa/cmlas dealgodio, saceos devia-1 f^^> -' hrsllen;as. 5 fiwneew, toortMirgueai, oe aeoa conalgnaiarioa ftaneisco^rino Rabeiio
gem, carias para jogar ; a Burle, Souza & C.V l\"f, '2 **"' "'?,c'S' S l",r,u- m">-
2 Larris agurdente, 7 caixasabsintho, 8 ditas
vermoulh, 2 ditas pannos, 3 volumes fazendas
lo linhn o algodao, 1 volume fazenda de seda, 10
volumes fazendas !; algodao, 1 caixa chapeos pa-
ra homem, 2 ditas pelie> de bezerro, 1 dita
roupa feila, 1 dita e I volume, fazendas do laa e
seda, 1 volume fazendas de seda o laa; .1. Rcller
e C.'.
3 raixas bonets, 1 dita grvalas do seda, 1 di-
ta fazendas do seda, 2 dilas, ditas de algodao, 3
9Hot)iment0l>0 potto .
No dia 15 do correnlc nao houveraui entradas nem
saludas.
lacios entrados no dia 16.
Rio de Janeiro32 dias, barca porlusueza Duarlc
IV, de 377 toneladas, capillo Jos* Joaquim Basi-
lio, equipasen! li. cm lastro ; a Bailar & Oliveira.
New-Vork2>dias, brigue escuna americano W.
II. Stmrlin, de206 toneladas, capillo George A.
litas chales de algodao, I dita roquifes de sedao al-1 Srabs, equipagera S, car-a 1,590 barricas com fa-
go,^,, ditas du,peos,.eMtro;a<:.,ris,ianifrere-^
1 dhia lencos de algodao, 3 ditas carneiras, 1 toneladas, espillo Joaquim Jos da Silveira,
lila oLjeclos do merecaria, 1 dila fazendas do se- eqaipagem 6, carga farnha de mandioca c velas
la. 2 dilas dilas de seda o algodao, 2 ditas o I vo ,le earnanba ; a Marlins & lnno.
Iiime, fazendas de algodao ; Soliapl.eillim r5i C.' Bal,u-|;' d.la> Baropelra braiileiri iLivraetlo, de
25barris e 25 muios inanteiga;a V. A. de Sou-
za Carvalho.
3 caixas fazenda de laa e seda, 2 ditas'fazcndas
le algodao, 2 ditas dilas de seda, 2 ditas diales de
lia, 2 ditas [ditos bordados de seda, 1 dila con-
feitos, 1 dita, roupa, bordados, rcijuifos, ouros,
luvasdo pellica, 2 dilas Lijouteria da ouro, 2 ditas
chapeos de palha, 1 dita fazendas c flores, 1 dila
uvas, perfumaras, vidros, 4 dilas diapeos da se-
da, 2 Latas de fazendas de algodao e linho : F.
Sauvage & C.\
25 Larris e 25 nieios, manleiga ; a Johnoston
Paler4C..
1 caixa fazendas de algodao a G. da Silva (iui-
rnaraes.
1 dila boncteria, 2 dilas merecaria, 9 dilas
perfutnaria, Lrinrjuedos etc. etc. ;a Feidel, Piolo
& C.'.
^ 2 raixas fazendas de algodao, mercearias; a J.
I!. Coelho.
1 dita diales de laa, 1 dita litas de seda, 5 di-
las fazendas de soda, S ditas fazendas do algodao,
15 ditas dilas de algodao lioneleriae merecaria, 50
Larriso 50 meios, manleiga; a N. O BicLer & C."
1 caixa pentes, 1 dita lilas do seda : a Cals
frere.
2 caixas eixos, 1 dila cartoes, 2 ditas calcado,
I dila papel, 1 dita obras de follia ; a J. P. Adour
& C.
1 caixa diapcos para senhora c-enfeites, 1 dita
arligos de modas, enfeilese chapos de meninos a
Madama Theard.
1 caixa pndulas para relogios, 1 dila oculos,
nelas, arligos de relogios ; Cliapronl & Ber-
na nd.
1 caivn viilraria. 1 Jila verni f^Biio .1. .. .
I dila papel o drogas, I dlda oihor sulfrico e dro-
gas, 1 dila oleo de ainciidoa o perfumaria ; a J.
Soun (St C *.
1 efixa fazendas de seda, 15 ditas ditas de di-
las de laa, de algodao e linho, etc. ; a H. Brunn
&C.'.
i liarris repollios conservados, 2 ditos papel pin-
tado eu. etc.; a Meuron 1 caixa calcado e formas para ditos ; a O. Des-
liLeux.
3 dilas couro curtido, calcado e prepares para
ditos, 2 dilas pellos enveinisadas, 1 baila oLiertos
o prepares par; calcado ; Demesse, Leelere & C.
1 dila perfumaras; i Lelellier. ^C*.
1 dila tinta de oleo, S ditas papel, I dila calca-
lea
o, 1 fardo chapeos de palha, 1 barril vinho; a J..
Leconio Feron & C.*
VO barris e (10 meios ; Tasso Irmaos.
1 caixa filas de seda, I dila perfumaras, 1 dila
papel pintado, 2 dilas roupas para hornein, i ditas
vidros, -i dilas calcado, 2 ditas chapeos para ho-
mem, I dila chicles, 2 dilas boneleria, 1 dita jo-
gos, orillse lunetas, 1 dita chapeos de sol, I e'm-
liiulho amostras de rendas, pcrolas etc., 2 halas
pannos; aDider t C.*.
1 caixas fazendas, chapeos de sol, roupa para lio-
mcm e diapcos para dito ; a Joaquim Carioso
Ayrcs
l'J Larris sal refinado, 3 caixas producios cbi-
inicos e mercearias ; a Barlliolomeii Francisco de
Souza.
3 caixas ignora-se, 1 dita [merecaria, 2 ditas
quinipiilliaria, 2 ditas porcelana, 1 dila obras de
ferro Latido, 1 dita mesas e teclas do pedra ; a G.
A. liourgeois.
'! caixas vestidos, grvalas de seda, perfumaras
e chapeos de sol; a Luiz Antonio do Siquetra,
10 ditas bonetes, fazendas o chapeos para ho-
mem, I caixa mercearia, 3caxas roupa feila, fa-
zendas de algodQ e chapeos de palha ; a ordetn .
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do da 1 al* 15:0503167
dem do dia 15....... I:06o>275
16:1163712
LMVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dial a 11 2:0205501
dem doxdi 15....... 135*627
-~w ------------
2:1565220
DESPACHOS DE EV.POHTAC.VO PELA MESA
DOCONSUHUO IIESTA GIOADE NO DIA '
15 DE MARl.0 DJi 1856.
dilirallar llarc hamborgoezt nSophia George-
llc, N. O. Bieber & Companbia, 600 saceos as-
sucar branco.
MarsclhaBarca franceza Jeane Citarles, N. O.
Bieber ev. Companhia, 600 saceos assucar masca-
vado.
Exportacao'.
Phitadclpbia, patacho americano nina de 235 to-
neladas, conducid o egointe : 3,000 laceo! com
I5,(KKI arrobas de assucar, 1 cascos azeite de poic.
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidirnenlododa 1 a 11 12:391;6!I5
do dia 15........1:I20;6S"
dem
13:515;382
Plt.VCA 1)0 BECII i: 15 DE MARCO DE 1856.
AS 3 HORAS DA TARDE.
Retinta semanal.
Camino.
Algodao
- Sarousc a 27 1,2, 27 l|i, e 27 d.
por I-.sobre Londres.
- As entradas tem ido tao diminu-
as que nao dflo logara cslahcleccr
prero, conservando por comeRoin-
le os anlecedenlcs de 5/300 a
5950O por arroba de primera sorle.
Assucar----------A epidemia minante lem lomado
ili!liciill"-a a couducc.io do inte-
rior para a praca, por cuja causa
a entrda foi moderada. Vcnde-
ram-se afgumas partidas do bran-
co de primeira. segunda c lerceira
torio de 39550 a 3$750i geral-
menle pode-si rolar de 2J900 a
:i-.HKl por arroba ; o inasravado
interior vendeu-se de 2-dlK) a
29150, colndose geralmenlo de
JrliH a 2S650 rs. por arroba.
Cotilo-- ----- leudo sotlndo baixa nos mercad
1(1 lonelldll, mostr Manuel Joso da Rocha, equi-
pagem 5, carga farnha de mandioca ; a Domin-
gos .Vives Malhcus.
A'aefoi lOAidoj no mesmo dia.
Philadclphia Patacho americano ulna, capilao
John l.incu', carga assucar.
Rio de JaneiroBriguu brasileiro Conccicao, ca-
pilao .lo.i(|uim Ferreiradus Sanios, carga assucar
Passageiros, Manocl Francisco de Silva, Aleiau-
drna Maria da Conceirao, c i escravos a entre-
gar.
vi'utacv.
O lllm. Sr. inspector da tbesoiiraria provin-
cial, cm cumprimenlo da rcsolur.lo da junta da fa-
zenda. manda fazer publico, que no dia 3 de abril
prximo vindouro vai novan,ente a prara para ser
arrematada a quera mais dir, a renda do sitio na es-
irada de llclem, avahada animalmente cm 170J.
A arremalarao sera feila pofj lempo de 26 mezes,
a contar do t. de maio do crrante anuo, ao lint de
jucho de IS5S.
E para constar se mandnu aflivar o frsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesoiiraria provincial de Pernam-
bueo 13 de marro de 1856.l) secretario,
A. I-". d'Aonunciaejio.
o lllm. Sr.impeclor da ihesonraria provincial,
em cumprimento da ordem do Exm. Sr. i-residente
da provincia de 20 do passado, manda (fazer publi-
co que 110 da 3 de abril prximo vindouro, peran-
le a junta da fazenda da mesma Ihcsourarij, se ha
de arrematar a quem por menos lizer a obro do em-
pedrainento das areias do (iiqui ( estrada da Vic-
toria, avahada cm -1:1155100 rs.
A arremalarao sera feila na forma da lei provin-
cial 11. 343 de 15 de maio do IsVi.esob as clausulas
especiac3 nboixo copiadas.
A* possoas que so propogorcui 3 osla 'o......ii.:,..,
comparcram na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo mcio dia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandn allixar o preseule c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial di; Pernam-
buco 12 de marro de 1856. No impedimento do
secretario, o ollicial do secrclaria, Miguel Af/onso
Ferreira,
Clausulas especiaes para a arremalarao.
I." As obras dos reparos do empcdrainenlo das
areias do ijiqu.i farseao de conformidade com o or-
rameulo approvado pela directora cm consclho, e
apresentado ao Exra. Sr. presidente da provincia na
importancia de 5:1155100 rs.
2.' O arrematante dar principio as obras no pra-
k/o de 2 mezes, c as concluir,1 110 de is ambos rolda-
dos de conformidade com o artigo 31 da lei provinci-
al 11. 286.
3." O pagamento da importancia da arremataran
verilicar-sc-ha em dus preslaresiguacs, a prime-
ra quando cslivcr feila melado das obras, c a segun-
da quaudo for feila a entrega definitiva.
i.' Para ludo o mais que nao se adiar determina-
do as presentes clausulas ncm no urramento seguir-
se-ha o que dispe a lei provincial 11. 2S6.Con-
forme, no impedimento do secretario o ollicial dese-
rrctara. Miguel .l//onso l'erreira.
O lllm. Sr. iuspector da llie-ousaria provin-
cial, ero comprmanlo da juntada fazenda, manda
fazer publico que 110 da > de abril proiimo vindou-
ro, vai novamcnle a |prara, para ser arrematada a
quein por meOOl lizer a obra do cnipcdramcnln, que
piecisa fazer-se uu aterro dos A logad II, pelo prero
de 25:0OONI00 rs.
E para constar se maodou lltixar o prsenle e pa
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincia' de Pernera-
buco 12 de marro de? 1856.No impedimento do se-
cretario, o ollicial de secretaria Migad .tffonso
Ferreira.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm ciiiitprimcnto da rcsologo da junta da ta-
ren la, manila fazer publico, que no dia 3 de abril
provuno vindouro, vai novamenlc a prara, para ser
arrematada a quein por menos lizer. a obra dos re-
paros precisus a .-.isa da cmara e cadeia da cidade de
Olinda, pelo prero de 2:6105000 rs.
E para constar se iu Rodad atusar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrclaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 12 de marro de 1856.No impedimento do
secretario, o ollicial de secretaria Miguel AffontO
Ferreira.
O lllm. Sr. inspector da Ihcsouraria provincial
em cumprimenlo da rcsolui;ao da junta da fazenda,
manda fazer publico, que vai uovamenle a prara
para ser arrematada a quem por monos lizer, a con-
servarlo permanente da estrada da Victoria, por
lempo de 10 mezes, eoular do 1.- de abril do cor-
rente auno, e pelos presos abaixo declarados :
!. Ierro. 2:0575 2.; i) 2:0575000
i.- 2*575000
!. 2: i 2O5OOO
E para conslar se mandn allixaro presente e pu-
blicar pelo Dfro.
Secrclaria da thesouraria provincial fie Pcrnain-
bnco, 12 de marro de 1856.No impedimento do se-
cretario, o ollicial da secretaria Miguel AffoiUO
Ferrrira.
Secaraiiei.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O consclho udiinnislralivo leu: decompra 0 se-
guidle :
Para o H.fl bnlalbao de infanlariu.
fauno verde escuro, rovados 75.
Recratas cm depoiito no gegaodo hit lh.o de in-
fanlaria.
Bonetes de panno, Iiki ; grvalas de sola enver-
ni/.ada, 100, brim hranro lizn para lrdelas, varas
250 ; panno prelo para polaina, rovados 25 ; bo-
. ------------ toes de o-so pelos, ilozial 81 : tpalos, pares 100 ,
da turopa, he provavel que tam-: mantas dr loa, IIKI: esleirs, IIKI.
Itera aqu diniinuam de prero, o Trslialhos das olliriuas de I. e 2.'clasie*.
que nao se lem verificado pela Tal- Cola di Babia, arrobas 2 tahuas dr 1 inlio de as-
Bacal
la que dclles ha para vender,
ao -Z I ivemos um carregamenlo de llal-
lifaz, que fui vendido acerca de
125500 por barrica, c rom quanlo
a venda tenha sido boa, o preros
nao loram alterados, retalbando-
se de 125 a 139500 por barrica.
Ha em ser 5,000 barricas.
snalho, duzias 10 ; dilasdedilo.tr 3|l 'ic pelegadi,
ditas 10; ditas de dito de forro, ditas JO ; alvaiade.
arrobas 5.
Oflicinas de 3." elasse.
- ierro inglez de vanada, quinlaes 12.
Ditas de 5.' dita.
Lona da Russia, peca I ; brim da dita, dilas 3 ;
cabo de linho de 3 potegedas, dila 1.
Para o hospital regimental.
Pares de meiai de laa, duzias 23 l|2.
Oflicinas de 1.1 e 2,' classes.
Taboal de assoalbo 6 duzias.costados de oiticica 8.
Ouarta elasse.
Kolbas de cobre de 6 a 7 libras cada urna 10.
Ouera os quizer vender aprsenle as suas pro-
postas, era caria techada^ na secretaria do con-
selho as 10 lloras do dia 17 do corrcnle mez.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
'menlo do arsenal de guerra II demarra de
1856.tiento Josc l.nmenlia I.ins, coronel presiden-
te.llernardo 1'cTcira do Carino Jnior, vogal e
secretario.
0 delegado do primeiro districlo
desle termo, iaz sciente ios pronrietarios
inquilinot das casos cm que lullccctam
cholencos,- c se acliam techadas, sem que
lossem desincetadas convenientemente
pelos cncar regados desse servico, avisan-
do para isso ao respectivo inspector de
quarteirao. sol) pena deserem ellas ar-
rombadas com assistencia de duas teste-
mtmlias, c proceder-ce adesinfeccao. Ue-
egacia do primeiro districlo do Kecife aos
15 de marco de 185(.O delegado,
Francisco Bernardo le Carvalho.
SCDi&oS mazitimoz.
Para o ido de
Janeiro
salie com brevidade por ter a maior pai-
te da carga prompta, o bem conliecido
l)iif;iie nacional FIRMA : para o resto
da mesma, passageiros e escravos a fete,
para |iie tem evcellcntes commodos, tra-
la-secom os consignatarios Novaes & C., na
tiad Trapiclie n. ~>\, primeiro andar,
ou com o capilao na piara.
Para o liio de
Janeiro
salie com umita brevidade por ter a maior
parte da carga prompta, o brigue escu-
na MAMA : para o resto da mesma,
passageiros e escravos a fele, pata que tem
excedentes commodos, tratu-se com os
consignatarios Novaes <5 C, na ra do
trapichen. 54, primeiro andar, ou com
o capito na prara.
l'ara o Kio de Jaucirrl sepile em poucos das a
escuna brasileira Linda ; para o resto da carg Ira-
la-se na ra do Visario n. 5, ou com o capilao na
praca do commercio.
l'ara Lisboa, o mais breve possivel, tendoj
parte da carga prorapta, a barca porlusocza Maria
Jos, de que lie capilao Jojc l-'crreira Lisia ; para o
reylo da carga ou passageiros, Irala-se com os scus
consignatarios Francisco Severiano Kabello & Filho.
l'ara o Uio de Janeiro
sabe cora milita hrevidado, por ler a maior parle de
scu carrcgaiuculo promplo, o muito veleiro patacho
brasileiro Alhenas ,- para o rcslo da mesma e escra-
vos a frete, para os quaes lem excellenles commodos,
trata-sc com o scu consignatario Antonio l.uiz de
Oliveira AzcveJo, ru. da Cruz 11. I, ou cora o capi-
lao .1 bordo.
Para a llalli;:
pretende sabir com muita brevidade, par ter parte
de seu carreuaincnlo promplo. o veleiro e bem co-
nhecido palhabolo brasileiro Dous Amigos ; para o
resto de scu carregamenlo, Irala-se cora o seu con-
siiialerbJ Antonio l.uiz de Oliveira Azevcdo, ra
da Cruz n. 1, ou com o capilao a bordo.
l'ara Lisboa pretende sabir com a maior lire-
dade o patacho portogaex /apidn ; quem no mes-
,i> iiuiier ca.ri.Qul uujr Oc j ,.- ,-uoj. iHijja a> aos
consignalarios T. de Aquino Fonseca & Filho, na
rila do vigario n. 19, ou ao capilao na praca.
iloal companiia de j)a-
quetes infice- ;i vapor.
No dia ^2 ou -' desle mez espera-sc do sul o va-
por I'ng, coiUjmandaiile Ilridge, o qual depois da
demora do cosime legobr para Soulhamplon lo-
cando nos porlos de S. Vicente, Tcucre, Madeira e
Lisboa ; para passageiros, Irala-se com os agentes
Adamsou Howio o\ Companhia, ra do Trapiche n.
12. Os enihriilbos que preleuderem mandar pora
Sotithamploii deterio estar na agencia 2 horas antes
de se fecharein as mala-, e depois dessa hora nao se
recebera emhrulho alcuui.
*> ,IfSrtfi
LEILAO DE BENEFICENCIA.
Uarcolioo de Borja Geratdcs,agente de lelocs com
armazn na ra do Collegio n. 15, oflereen te para
clecttiar ura ou mais Icilcs. em bcnclicio das pes-
soas necc'ssiladas. lodo e qualquer individuo que
quizer concorrer com ohjeclos p.ira,taes lelocs, pra-
licandn assim um arlo de ca idade, pode dirigr-se
ao sgenle mencionado, que oflerece o producto de
seu Iraballio, a commissao (pie pagam os comprado-
res, para soccorro dos que. na poca actual, dellc
precisaren). E como quer que estila una commis-
sao cendal de beneficencia, esta ser scicnlilicada do
dia do leilao, para comparecer, quercodo, e receber
o producto qoe baja ale ser apurado. O agente ci-
ma mencionado espera ser attenddo, e se persuade
que a populicao deatl cidade dar uina prova robus-
ta des sciiliiiieulos can.Lisos que a dominara. O dia
sera annunciadn prcviamcnle.
O cipilo Tboraaz A. Norgrave, capilao do pa-
ladn americano iWarren l'ioddard fara leilao, por
inlcrvcneo do agente Oliveira, e por corita e risco
de quem pcrlcncer, e em um so lote, de porrAo de
couios salgados, quanlo baste para occorrer aos gas-
Ios com dito patacho neste porto, onde arrilou na
sua recente viaaem procedente de Montevideo cora
destina a New-Vork : segonda-feira, 17 do corrente,
as 11 horas da nianhaa, no armazem do Araujo, caes
de Apollo.
m)iso$9fr<:foz.
I'edc-se a' commissTio'ila sociedade
conunercial heneiiccnle do bairro deS.
Antonio, baja de declarar onde se devem
dirigir os pobres que necessitamde es-
molas, v isto acliar-se impedido o memhro
que as dava.
PARA LUTO.
Aprontarse dentro em dias vestuarios
completos de merino por mdico prero,
na ra Nova n. 52.
Otliesoureiroda irmandade do Se-
nhor Bom Jess dos Passos, da malrizdo
Corpo Santo, pede por obsetj uio a lodos
os irmaos (pie ttveremlcapas ila irmandade
em casa, tenliam a honilade de manda-
las entregar.Jos Fernandes da Silva
Tei\eira e Mello.
Precisa-sede urna ama secca, para
casa de pouca familia, no Aterro da Boa-
Vista n. 2S, segundo andar.
Precisa-sede urna ama de leite para
crea 1 um menino de poucos mezes, oqual
lie nimio manso,e |ta;;a-sc bem, ajjradan-
Cumpanhia pernavxibn
cana.
Os Srs. accionistas o convidadoi para a reaman
da assembla geral 00 dia 17 do correle ao roen
dia, na sala da aisociacao commercial, alim de t\r-
ger-se a direccAo que deve trotar da enrommenda
dos novos vapores, c do frelamento do que proviso-
riamente deve preeucher as coudicOes do contrato
com o governo.
Um justo ii^ratleiimento.
o abaiio assiguado, summamenle penhorido para
com os lllius. Srs. passageiros do roalfadado vapor
Marguet de alinda, ao seu eommando, pelos dece-
didos esloreos, que por 1 casi,m desea naufragio ao
entrar a barra de oianoi, volunlariameule e a por-
fa empregaram para a salvaro do mesmo vapor,
prestando ao abano.....f nado a mais louvavel coad-
iu\ae.10, alim de desencalha-lo ; lanca por sao mao
do prsenle raeio para fazer chegar ao conbecimealo
dos mesmos senliur u sen 1 rciuihecimenlo por Uo
philautrupico proceder : e Ibes assecura, que em
qualquer posicn em que o destino baja de colloca-ln.
sempre o acbarao promplo a eiecatar com praaor
suas determioacoes, puado por issa dispon cao de
tao dignas pessoas seu limitado presumo.
A. S. Maciel Jnior.
Convida-se ao respeilivel publico a eliminar
os retratos de da.'uorreotypo e eleclrolypo tirados
pelo artista do aterro da Dea-Vista n. 4, ierceiro an-
dar, e que se achara em eipoic.Ao publica na rea
do Cotcelo, armazem de lelocs do Sr. Marcolmo.na
roa da Cadeia de Sanio Antonio, no caf des anee,
e na ra estreila do Rosario n. 17. lojade bilhetea.
O artista cm daguerreolypo do aterre da Boa-
Vista n. i, Ierceiro andar, avisa ao raspeitivel pu-
blico, que tem de seguir muito brevemente pan a
corle do llio de Janeiro ; aquella! pewoii qne qoi-
zerein possuir ura perfeito e liel retrato devem ipre-
veilar-sc do pouco lempo qoe resta de sea estada en
Pernambuco. A ualeria e ollcina estar aberta das
'.1 horas da inaubaa as i da tarde, tej qual for o
lempo.
Aluga-sc uina carrosa propria para cooduzr
agoa por eslar preparada com pipa : quem a preten-
der, dirija-sc a ra de llorlas u. 3K, das 6 as 9 be-
tas da manliaa, e das .1 as > da larde.
A preta Angola/ por nom Mara l.uiza. que
dosde dezembro do anuo prximo panado, costanu
diariamente ir vonder asui no li.cio c \ ollar para o
Moulciro a noile, a qual deimu de vir desde a neite
de l:l do corrcnle ; quem della tiver noticia qaeira
iinuuciar p or este Diario ou participar a Francisco
Manoel da Cunta Medeiros, ou mesmo na leja du
Sr. Mauoel Luiz lioncalves, na ra da Cadeia do
Kecife ; a referida preta tem os signaos sceteles :
baisa, bstanle grossa, cor fula, pes apilheladoi, Ira-
zia na raheza um pequeo can.lo com alcum gne-
ros comestiveisem occasiau di volla, vestido de mar-
te azul ja velho.
l'recisa-sc de urna ima escrav para fixer lodo
o servico do urna casa cstraugeira ; na rea Nova
n. II.
No dia II de marco fueio urna preta crieuli,
de nome l'auliua, sendo de altura regalar, refnrca-
da do corpo, ineia fula, atsumi consa -ag. lando
urna marca de logo em urna mi, algem panaae na
rosto ; levando vestido de cambraia branco de 3 ba-
bados bordado de azul, cometales de cmbala na-
de rosa ja bastante velho : quem a appreheoder pode
entregar na prata da lloa-Visla, sobrade qoe foi do
liu-ma.'. Ierceiro andar, ou no pateo da PenJia, caen
n. 8.
Atuga-se o primeiro andar do sobrado da rea
Direila n. 9, raildo e piulado de novo; quem o pri-
lender, dirija-sc a ra do Rosario da Boa-Vista n.l I.
O Sr. Romilo Anlonio di Silva Alcntara dei-
1011 de ser administrador do armaiem de Carvalho
& Companhia, no caes de Apollo, da qaal licam en-
carregados Carvalho c\ Colmarles.
Preeisa-se de uina ama qoe tenha bom leite e
11,10 icnlia lilhos. para criar um menino de 15 dias ;
nao precisa que lave nerr engomme para o incMM :
na ra Direila n. lu.
L'mbelina do Espirito Santo liuimarlet, vinva
de Agostinho l'erreira Sema (uiiniires, por Mal
bstanles procuradores Domingos Jos Ferreira Cai-
manes. Candido Alberto Sodre da Malta, convida
sos credores de sru fallecido marido, anaa do eom-
parecerem no dia tK do corrcnle, as 10 horas da aaa-
n!iaa. 110 escriplorio do Sr. Candido Alberto Sodre
da Molla, e deliberaren! romo julgerem coa veniente
a seus nleresses, sobre a tiquidafio dos bem qne
evislem para pagamento de seus dbitos.
1 illerecc-se um caiseiro para padarii, o qaal
enlende desse necocio, e tambem de buhar com per-
feiro : quem precisar diriji-se ao l.ivramentu n.
'Mi. ou a ra estreila do Rosario, deposito do Sr.
Fructuoso.
Pede-se ao Rvm. vigario do Kecife lenlii a
bondade de fezer baplisar dous meninos pacaos, sen-
do um de nome Sidronio, o qual j foi recrelado,
menor de IU annos; c outro de nome Filippe ; o
como um dos padriohos se escase, pede-*e este acto
de caridade : a casa he n. .>, na ra do Encanta-
mento.
Florencio Marlins da Silva Borces relira-se
para a Europa a Iralar de sua sande, e dein por seas
bstanles procuradores, em primeiro losar o Sr.
Joao Jos Lopes da Silva, em segundo o Sr. Josc
Antonio Ferreira, c em Ierceiro o Sr. Doaaiages
llernardino da Cunda.
MODAS FBANCE/AS.
Madainc Millocheao Buessard lem a honra de par-
ticipar as seuboras suas freguezas, qoe pelos ltimos
navios franeczea tem recebidn um liode sortimenio
deveslidos de bloude bordados com ai manas ir-
niaas para casamenio, ricas capellas de floras del a-
rangeira com os caitos para eufeilar o vestido, rol-
larinhos c mansas de bico dntele e re cambraia
bordada, ricos enfeiles para cabeca, chapeos paraea-
uhora. lilas de velludo pretn He lodas at largara-.
galnea e iranias preta, inanias de bico preto, lovas
de malba pretal, lisas e bordadas, lenca* de cam-
braia de linho e miis fazendas de goslo e barata : na
sua loja n. 1, no aterro da Boa-Vista.
No aterro da Boa-Vista, no primeiro andar da
casa n. IJ, precisa-se de urna ama de leite.
I'recisa-se de uina ama forra on captiva para
lodo o servico de uiui casi de pequea familia ; na
loja de cera da ra do Livramenlo n. 36.
O abaixo assignado deiiou de ser r.iiieiro do
Sr. Francisco Tararrs Correia desde o dia 13 de rnar-
co.Manocl de Souza Sa.
Francisco Pires Machado l'oilella vai a En-
ropa.
lleinardiuo Pacheco da Silva retira-se para o
r.10 lirandc do Sul.
Offerecc-sc um homem com lstame pratira
para tratar de cholencos por ser enfermeiro ha vinte
e lano* anuos, e agora enfermeiro em nm dos ha-
pilaes deata capital ; para o mallo preferiodu enge-
nhii quem deseo presumo se quizer uliltsar. pro-
cure na ra da Concordia n. 15, que achara cota
; 1 -in tratar.
O abaixo aneipalda partici|a ao respeilavel
corpo de romractrio e ao publico em geral, qoe ea
Srs. Jos Antouio Rodrigues Canuto e Jovin* da
Souza Heis deitaram de ser seus caiieiros deade
da 15 do correle. Kecife 15 de marco de IK56.
J. Falque.
Francisco da Silva llrbairo. brasileiro, parali-
tico de arabas as pemas. relira-se pira Portugal don-
de he natural, levando em sua rompanhia para o tra-
tar, como criado, o preto forro Joaquim Jote.
Quem precisar de urna mo'her para casa de
pouca familia, dirija se a ra do Collegio n. 7, qne ,
se Ihe din quem he.
O escravo Pedro perlence ao orphao Numcria-
110, Gibo do fallecido Manocl Francisco r.wmbra. co-
mo consta dos autos de na cotario existentes no car-
lorio do c-cu\,io Unto.
Francisco Pereira de Medeiros relira-se pera
Portugal.
Precisa-se de um caiveiro para taberna, braai-
Iciro ou eslraneciro, anda aian qne nao tenSa
pralica, e que d conheciraenlo de rna inndnili: na
praca da Boa-Viila n. li.
Passa portes.
Tiram-se passaportes. despacbam-sc escravos a
rorrem-se folhas ; para este flin, procorc-se na rna
do Queimado n. !', loja de miudezas d-> Sr. Joa-
quim Monleiro di Crol.
Da-se i-iki*- a qoeui der por g.iraolia nma prei.i
que saiba coiinhar o diario de urna casa, tiendo rila
fazendo osservieos pelos juros ao lempo que se con-
venciouar : a Iralar na praca da Independencia
n. 3.
i\a loja das seis
portas.
tm f'remie do Lir rann lo.
lo ; no Aten-oda Boa-Vista n. 28, segn- ttisrados prenea para luto a meia pataca, meias
prelas de algodao a pataca o pai. chales de cada o
proprios para andar era casa a duas palacascada um.
chitas escuras de tinta seirura a meia pataca o cava-
do, e oulras muil.is fazendas por preco roramodo.
(
do andar, e gratilica-se bem a quem t-
ver noticia de ilguma amae a levar a'
Casa acuna.
O abaixo anignido, eslabelecido na ra da Ca-
deia do Recifc 11. 25, defronle do neceo Largo, ten-
do de relirar-se para Europa a iralar de sua sande,
faz publico que acaben com o sen i'stabclecimento,
julga nada dever a neama alguma, lano nesla pra-
ca cuno tora della, nSo s de gneros comprados pa-
ra o dito cstahelecimcnlo como dt cotila particular ;
eoni ludo se ahuera scjuliar sen rredor queira aprc-
senlar sua eonla ale o da 18 do ccrrenle. para ser
paca ; deiva licar por sens procuradores, cm pri-
meiro Insar o Sr. Joio Baptisla do Campos, cm e-
|ZUndo lugar O Sr. Jos Joaquim de Castro Moreira,
e em Ierceiro o Sr. Joao Pereira Muolinba ; ainda
pela ultima vez roga a todas as pessoas que Ihe esto
devendo, que Ihe queiram pagar ale o da IY do cor-
rcnle. pois o mesoio enunciante desde lo de jaaei-
ro que esl annunciandn que se retira, assim quem
s engam be porque quer ; aqneNes que nao lizeram
casonao se qiieivein do resullado ; lambem lira en-
carregado de cobrar as suas dividas, lano araigavel
como judicialmente, o Sr. Joao Antonio do Reg, e
aquella que nao quizerem ser constringidw por
meios obrigalorios, o facaui por sua livre vontade ao
primeiro procurador. Rccife 13 de marjo de 185,
Mauoel Jos do Nascimento Silva.
IECEHISIG PIRA EHGE-
sao.
NA FLNDU.AO Di: FIKIU). IK) ENGE-
NUEIBO DAVID W. OWK1AX, a.\
IU A 1)0 BRL'M, PASSASDO O JIA-
FAllZ.
ha lemp'e un ,-raudc soiniiienlo dos -cumies ob-
ioclos ,le meciaoisiilo-pioj'.rios |-ai.t rn_cidio-. a sai-
iier : mocnl.is e meias inneiulas da mais moderna
eonslruceao ; laivas de ferro fundido c halnlo. da
superior qualidade c de lodosos lamanhos ; rodas
dentadas para snu ou aiiimaes. de Unas as |tro|>or-
ces ; erivoi e ltccas de fornalbae rc;iire> de he-
eiro. aguilhocs, bronzes, paral usos ccimIIi faci-
lillo de mandioca, etc., etc.
NA HESMA FLM)l(;AO.
ie cvecul. m lodas as encommendas com a nprrior
ridad* ja ronhecida. e com a devid prlei.ie rotn-
modidade em preco.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEGIVEL


DIARIO 01 PIKMIUCO SEGUNDA FEA* 17 OE MMQO OE 1856
Terccira edi^ao.
TRATAIE1T0 HOlEOPTHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
oh mslrucc.io aupovnparase podcrcurar.lesla enfermidadc, administrndoos remedios mais eflicazes
paraatalha-la.emquaulo serecorreaoiuodico.ou mesmo paracura-laiudspeudeutcdeste nos lugares
em que nSo os ha.
TRADUZIiH) EM POHTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doas opsculo conlcmas indicacoes mais claras o precisas, c pela sua simplese concisa expon-
cao esi ,uio alcance de todas as iulelligcncias, nilo s pelo que diz respailo ao9 meios curativos,como prin-
cipalmente aos preservativos que lerndado os mais satisfactorios resultados em toda aparte em que
elles tem sido posto em pratica.
Sendo o Iratamentuhomeopathico o nico que lem dado grandcsresultadosnocfirativo desta horn-
velenfermi.lade, julgamosa proposito Iraduzir restes daos imporlaules opsculos em lingua vernaci-
la, para distarte facilitar a sua leilura a quem ignore o francez.
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov n.52, por -."000. Vendem-ee tamhem
os medicamentos precisos c boticas de 12 tubos min un frasco de lindura l.Yj, umadila de ;l(l tubos romr
vro e 2 frascos de tintura rs. KSHMt.

PEORAS PRECIOSAS-
. Aderezo de brilhantes,
"*5 diamantes e perolas, pul-
* ceiras, alfinetes, brincos
X e rozetas, botoes e aaoeia
B de di ii ei i ii i es gostos e de
i diversas pedras de valor.
j* Compram, vendem ou
5, Irocamprata, ooro, bri- ?
Ihantes.diamaDlesepero- $
$ las, e onlras quaesquer "
i. joias de valor, a dinheiro '
& ou por obras. >
'$*>'. se.<.*:>*. -j
MOREIRA & DARTE.
:L0J4 DE OIRIYES
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como

m.-........
OURO E PRATA-
Aderecos completos ouro, meios ditos, pulcci-
ras, alfneles, brincos e
rozlas, conloes, tranre-
lins, medallias, correales
c enfeiles para relocio. c
outros muitos objectos de
ouro.
Apparelhos completos,
de prala, para cha, ban-
dejas, salvas, easticaes,
rolheres de sopa e de cha,
e muitos outrus objectos
de prata.
< >**? > : : : ,
de Lisboa, as que aevendem por
preco commodo como coslumam.
ESTRADA DE FERRO DE PERNAMBUCO.
Banqceiros da Companiiia em londrbs.Srs. Heywood, kennurds, & O.
Banqueiros em PBUUMBOCO.O Banco de Pernambuco.
Agentes no Rio dk. JaneiroSre. Mau, MacGregor, & C*.
Agentes em Pernambuco.Srs. Rolde & Bidoulac
Agentes na Baha.Srs. S. S. Davenpori & C*.
12,000 accoes eslao reservadas para o Brasil de valor do C 20 ou rs., 1T7?~77 cada arrio.
Os que desejarem comprar arges d'esta Companiiia poder dirigir-so nt (orina abaito indicada
Commisso em Pernambuco em casa das Srs. Boiho & Bidoulac. O deposito de urna libra es-
terlina ao cambio de 27 por 1000 ou rs. 87888 por acrao deve ser aflertua.lo em Casado um
dos Agentes da Companiiia no Bio de Janeiro, na Balita, c em Pernambuco, c[oe danto competente
recibo.
A suhscripcao fica aberta al o dia 20 de nri etn Pernambuco. '
Os senhores que ja fizerao plidos para a acquisigao de accoes desta companiiia antes de sua po-
blica^ao em Lottdres, devem tambera dirigir-se Conimis:.io e remetter aos Agentes a importancia
do deposito de i' 1, por cotila de taes accoes dentro do prazn fixadc para a apresentocao de pedidos.
A urna Commisso nomcada pelo Presdeme da Provincia de Pernambuco, de'accordo com o
Conecssionario o Sr. Alfredo de Mornay, ser conliado o trabalbo da distribuicao das Acces.
Se nao forem concedidas todas as ArcTies pedidas, o dinheiro depositado sera levado em contapara
a primeira preslacao de duas libras esterlinas Rs. 17?77(> por cada Accao.
Se,nenbuma for concedida o dinheiro ser restituido por inieiro at o' lim de Abril, ao mais tardar.
A Companhia lem reservado fundos que us Directores calculo ser suficientes para o pagamento dos
juros aos accionistas desde o dia cm que se cffccluarcm as prestare-es. o csses juros serao os mesmos
que sao garantidos pelos governos Imperial e Provincial dopois de abortas as scccGes da Estrada
de mancira que a importancia das entradas venceriio 0 juro de 7 por cenlo logo que oslas forem
ndisadas.
Os dividendos scrfto pagos aos Accionistas nn Brazil cm casa dos Agentes da Companhia as dadas
do Rio do Janeiro, Bahia, e Pernambuco.
Cada prestaeao nunca exceder de dnas libras esterlinas Rs. 1777G, por aeco, e llavera un in-
tervallo pelo menos deirex mezes entre as presiacoes.
Os que pertenderem "acces deverao dirigir-se Commisso, e remoller aos Agentes da Companhia
em Pernambuco Srs. Rolhe & Bidoulac, logo depois de entregaron a imporlanria do deposito, um
pedido segundo o formulario abaixo transcripto que os Agentes da companhia forncceraoconjunc-
tamento com o compleme recibo pelas quanlias depositadas.
Formularia para o pedido de Acco'es.
Aos Senhores da Commisso encarregada da distribuicao das Acedes da Companhia da
Estrada de Ferro entre o Recife e o Rio de Sao Francisco.
Havcndo eti entregado aos Agentes da Companhia res
ao Crdito da mesma Companhia, peco-lhcs que ma eonccdao as Accoes correspondente aquella
preslacao, e pela prsenteme obrigo acceitar aquelle numero do Accoes ou as que, me houvercm
de ser concedidas ; e bem assim pagar as subsequenles presiacocs quando me forem o\i;idas na
forma das Leis que rerjulao a Companhia, assignando-mo por mim ou por mou bastante procura-
dor no Livro compleme da iiiscripco.
ISSltXATin*.
Nome por extenso
Residencia por extenso
Profissao ou Occupacio_____
Lugar de Negocio se o leu
X J. mi DENTISTA, S
m contina a residir na ra Nova n. 19, primei-
ro andar. _
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOE\-
NINGHAL'SEN E OLTROS,
c poslo em ordem alphabetica, rom a de'scripcao
abreviada de todas as molestias, a indicac.io pbjsio-
logic e therapeulica de todos os medicamentos ho-
meopatliicos, seo lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacAo de todos
o termos de medicina e cirurgia, post ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Us Srs. assignanle podem mandar bufaros seu
eiemplares, assim como quem quizer comprar.
PUBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
EsU publicacao cr sera duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao excrcicio
do foro, poi nella encoutrarao por ordem alphabe-
lica as principaes e mais frcquenles occurrencii ci-
vis, orphaoologica, commerciae e eclesisticas do
nosso loro, com as remissoes das ordeuaces, leis,
avisos erealamenlo por qoe se rege o'Brasil, e
bem assim resoluces dos Praiistas aaligot e moder-
nos em que se lirmam. Contm semelliautemente
a decisoes das queiles sobre sizas, sellos, velliose
novo direilos e decimas, sem o trabalbo de recorrer
i colleccao de nossas leis e avisos avadas*. Consta-
ra de dou. volumes em oilavo, grande francez, eo
primeirosahio i laza estn i venda por 83 na loia de
ivrosn. 6 e s da praa da Independencia.
ata da Boa-Vista, na ra Velha n. 42.
No pateo do Lvramento sobrado da
esquina n. 1, da-se bolos de vendagem a
80 rs. a pataca e armam-se bandejas de
bollos de todas as ((nulidades, por menos
do que em outra qualquer parte.
l'rocisa-se de ama ama para tratar de dous
doentes, paga-se bem : na ra das Cruzes n. 29.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
porsectulas: na t-ua do Trapiche n. iO,
segundo andar.
Precisa-te alugar dous prctos capti-
vos, dando-se o sustento, para trabalbar
nesla typographia : na livraria ns. Ce 8
da piara da Indepeendenca.
Candida Hara da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de inatruccaoprimaria,
residente na ra do Vigariodo bairro do
Recife, faz idete aos pais de suns aluin-
nas, (pie aclia-seaberta sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por piceos ra/.oa-
ves.
LOTERA DA PROVINCIA.
O Illm. Sr. theSOUreirO manda fa/.er
publico, pie se acltam a venda na thesou-
raria das lotit
crias, das ') horas as 7) da
CASA VOS EX POS I OS.
Precisa-se de amas para amamenlar crianras na
casa dos exposlos: a pessoa que a isso se queira de-
dicar, tendo as habilitac/ies necessarias, dirija-se a
mesma, no pateo do l'araizo, que ah achara com
quem fralar.
a fabrica hanceza de calcado, no aterro
da Boa-Vista 11. 52,
admitle-se aprendizes de 10 a 1( aunos de idade,
com preferencia orpliito: as pessoas que tiverem
meninos nesle caso, sirvamse dirigir fabrica ci-
ma referida para tomar conhecimento das condices
elavrar o competente contracto.
ASSOCIACAO' COalIlBRCIAL BENEI CEME.
Os aballo assignados, meiubros da commisso de
beueliceucia da mesma associacao coinmeroial |>ara
specorrer os pobres da fresuezia de S. Jos, Icndo-se
dirigido a esta freguezia no desempenbo de sua com-
iiii-jn, mas como nAo fosse possivel soccorrer a lo-
do pelnpouco conhecimento que lem do lugar, ro-
gain as pessoas que nao foram soccorridas de sedi-
iijirein aos aballo aasanadM oulro sim pedem a
loda as pessoas que tiverem conhecimento de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma, de
dar as precisas infuriuacoes n mesma commisso,
podendo lambem dirigirem-se na mesma freguezia,
defronle a fabrica de salmo, ao Sr. Antonio Joaquim
de Vasconcellos.Jos da Costa Amorim, ra da
Madre de Dos n. .Candido Carneiro tiuedes
Alcofnrado, roa do Amorim n. ,*>0.Jos Jacome
Taiso Jnior, ra do Amorim 11. 33.-Vicente Fer-
reira da Costa, ra da Madre de lieos o. 26.
Associag&o Commereal
Benefcente.
A comraiss.lo encarregada pela Aisociacao Com-
mercial Benefcente para distribuir soccorros s clas-
es oecessitadas do bairro do Kecife, faz saber a
quem se achar nessas circunstancias, qoe pode pro-
curar a qualquer de seus memhros em suas residen-
cias abaixo desiguadas a qi>.tquet hora. A coiuiuls-
sao estando disposta a 11.10 se poupar a quaesquer es-
forros pau bem desempenhar a miuao que Ihc foi
confadaAfoga as pessoas que tiverem coiiliecimenlo
de que qualqoer pessoa em suas visinhancas se aclia
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
qoer circumslancia nao o possa solicitar, queiram ter
a bondade de assim lh'o indicar, alim de prompta-
mentesercm ministrados os neceisariosautilio.
Autonio Alvcs Barbosa, ra de Apollo n. 30.
JosTeiteira Bastos, roa do Trapiche n. 17.
Joan da Silva Kcgadas, ra do Vigario n. .
MUITA TTFNQAO.
A losna romana de Soline, he o amar-
go mais poderoso para reanimar o esto-
mago e azer desapparecer as nauseas,
diarrheas, flores brancas etc., as pessoas
(pie sollrerain da epidemia reinante e
que (icarampadecendodo estomago, en-
conliarao um proveitoso remedio, to-
mando uma colhcr (das de cha') dissol-
vida em ama pc<|ucna quantidade de
agua : este remedio se vende nicamen-
te na botcB de Joaquim de Almeida Pin-
to, junto aoquartei (pie foi da polica.
l'recisa-se alujar um criado para servir a um
homem solleiro : a tratar na ra do (Jueimado, loia
n. 20.
AUKEMIAMENTO.
A loja c armizem da rasa 11. 55 da rua da Cadeia
do 1!- ile junio ao arco da Conceicao, acba-se desoc-
cupaua, e arrenda-se para qualquer eslbelecimeiilo
ein ponto grande, para o qual lem commodos sufli-
cientes : os prclendenlcs enleuder-se-hao com Joao
Nepoinureno Barroso, 110 segundo andar da casa 11,
"", na mesma rua.
Na casa da residencia do l)r. I.ourcim, na rua
da Saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de umi
ama de leite, forra, que nao traga comsigo o fillio,
qne liver, de peilo.
- l.luem liver um andar 011 casa terrea com sollo
no bairro da Boa-Visla, nao sendo no aterro, para
alugar. annuncie para ser procurado ; paga-se sem-
pre adianlado.
l'recisa-se de una ama ; na rua Bella n. 90,
larde, os bilheles ta segunda parte da
primeia lotera da matriz de San-Jose
desla ctdade, cujas rodas andam no dia
23 docorrenle mez. Tbesotirai a das lo-
teras de marco de 1S:.G. O cscri-
vud, Antonio Jos Duarte.
Precia-se de urna ama para o servica inlcrno
e externo de una cas., de pouca familia ; >roinctle-
r.v'T noSKf'l: .P."8,a"se b,,m ; Per** es" l'recisa-se de um eaiaeiro para balcao de pada-
crava no paleo de S. Pedro u. 3. | ra na rua das C,uzes u. 30.
Associasao Commereal
Beficente.
A commisso nomcada pela Associac ao Commer-
eal Benelicenle desla prara, com o lim de soccorrer
as pessoas uecessiladas e desvalidas da freguezia da
Boa-Visla, por oecasiao da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver cm laes circumslancia, de pro-
curar a Joao Matheus, rua da matriz n. 18; Manoel
leiveira Bastos, rua da Alegra n. 7 ; Vicenle Al-
ves de Souza Carvalho, Estancia : desde as 7 horas
da manhaa i* 9. e a larde das horas cm diante :
em caso urgente, porm, scr3u socrorridos prompla-
mcnle a qualquer hora. A commisso desejando
accrlar na forma de distribuir os soccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais condecidas
desla freguezia que tiverem perlera scicncia do es-
lado de prcciso de qualquer familia, sedignemde
a informar alim de ser com promplid.ln allendida.
Hecie >.< de fevereiro de ISSli.Joao Maldeus, Ma-
noel l'eixeira Baslos, Vicente Alves de Souza Car-
valho.
Ilesapparereu ou furlaramdo porto da rua Nova
uma canoa aliena de lole de (m lijlos, 00111 os sig-
naes seguinles, ferro na proa, as cavernas quasi le-
das nova, c lem sobre as memas um MBoalho de la-
boas de louro : qiiem da mesma der indicia sera re-
compensado na roa do Mondego 11. 135.
Quem quizer concorrer com dona-
tivos 011 serviros pessoaes para o HOS-
PITAL DENQSSASENHORA O LIVRA-
MENTO, pode dirigir-se ao Rvm. prefei-
to da Peona ou ao Dr Lopes Nelto, que
cstao encarregados de recebc-los.
Precisa-sede urna ama para comprar e cozi-
nlijir o diario de urna casa de pouca famila, alianca-
sehom Iralamenlo, p paga-se 1-Jg por mez; quem
quizer dirija-se ao palo do Carmo n, 7. fruncir
andar. '
Ordem terccira de S.
francisco.
l'recisa-se de uma imillier parnnjudar nn servir
inleriio do hospital da mesma ordem ; a pessoa que
se jolgar debilitada pode dirigirse a dilo bosplul,
que adiar rom quem tratar. No impediuiruto do
secretario, i'domaz Jos da Cosa o Sa.
I Uta de llarreiros < de murro de W56.
11 abaivo assignado faz. scienle ao viaario Manoel
lerreira Borgesea todos os uicmbro de sua familia,
que, com u auvilio de Dos goza de lando com o seu
tildo Jeltersou e mais pessoas da casa. Adverle lam-
bem, que, emquanlo correr impresso esle aviso, em-
bora esta data, devem todos ficar Iranquilis&dns,
pois que qualquer agilacAo que appareca cm dispo-
sicao deoossasfaculdades pin sicas, mud*a-se de avi-
so. O lempo nao esta de gracas, cige mesmo que se
tomem eslas cautelas : a Dygieone publica em seus
conselhos recommenda que se evilem exressos de
cuidados, ano s.lo nocivos, mxime em lempo epid-
mico.I iinniiii Lucas de Azevedo Soarcs fiordo.
A ei.fermaria do consistorio da r-
mandade do Divino Espirito Sanio em
Sao-Francisco, ja' annunciada, acba-te
prvida do mais necessai io para rceber
aos seus irmaos desvalidos que venhama
ser accommettidos do cholera : roga-se,
pois, aos irmaos da mesma irmandade.ou
aquem lenha conhecimento dealguns
(lestes, participem ao irmao juiz, escri-
vfio, ou thesoureiro, alim de que sejam
recolhidos pela mesa e halados da me-
Ihorforma que for possivel.
Commisso de bcWiicencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commisso abaixo assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parte da associacao commereal benef-
cente de soccorrer a pobreza,"avisa as pes-
soas desvalidas (pie precisaremde soccor-
ros,queii-3oentender-sea qualquer hora
na rua Novan. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na rua do Trapiche n.
tO, ileThomaz deFaria, e na mesma rua
n. 56,deSalustianode AquinoFerrcra.
Pernambuco 25 de fevereiro de 18o(.__
Salustiano de-A(|iiino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Faria.
i.luer-si. alagar um eoeravo para servico de
caa: a tratar na rua do Trapiche n. 10, segundo
andar.
Aenco, atteuc&o. *
Os meus escravos l'acilico. Komiialdo e Kranci'co
Caj', que 110 Diario de 11 e i> do crrenle annon-
ciei lerern fgido de miiiba olaria da rua do Monde-
go na noile do dia 10do correnle, foram encontrados
pela mandaa do referido dia II, na .Malla de Pao
Picado, em direccAo aos engenboa Cumde, e d'Agua,
que foi do finado llcnrique l'oppe Girao, eaonde el-
les perlenceram ; levando cada um sua Irousa de
roupas : por isso rogo encarecidamente a lodas as
autoridades e mais pessoas desses lugares, que os ap-
predendam, que pagarei todas as despezas, na rua
da Alegra, cm minda casa n. 31.
Marcelino Jos Lopes.
Aloga-se um pequeo silio na estrada de Joao
de Barros, defronle do sobrado que foi do fallecido
eirorgio Manoel Bemardino, com casa moderna,
que tem salas, gabinele, 4 quartns, cozinlia c co-
piar fura da parle do nascenle, eocdeira e estribara,
uma cacimba de eicellenle agua polavel, e oulra
com bomba de repudio c tanque, multas arvores
fructferas, plantario de capim etc. : a tralar na
rua cslml.1 do Bosario n. 3:2 A.
Roga-se ao Sr. Dr. Joaquim de Souza Iteis a
bondade de dirigir-se a rua estrella do Kosario, so-
brado segundo andar 11. 23, que se Ide deseja fallir.
Precisa-se de urna ama q ra urna casa de familia, que seja esla forri 011 capti-
va : na rua da Autora n. 30.
Fugio ha lempos do engenlio novo de Murhe-
ca o escravo Eugenio, fula, bastante alto, cadera
redonda, com sigual de urna ferida n'uma nenia":
consta que andava Irabalhaiidu era conduzir saceos
de assucar para o arraazens, c que no sabbado iaao
Poco da Panella, e que ltimamente se encamindra
para a cidade de (Miada : roga-se pois a quem o ap-
rehender ou delle liver noticia, dirja-se a rua do
Collegio n. i:>, ou ao mesmo engeudo que sera re
compensado.
A vtuva c berdeiros de Nicolao Ca-
dault rogatn aos senhores credores do
mesmo casal, o obsequio de comparece-
rem 110 dia !7 docorrenle (segimda-fei-
ra) as 11 ho.ias, na praca da Boa-Viste
n. 22, alim de tratara sobre seus ere-
ditos.
I M CONSULTORIO HOMO
PATHICO.
Rua das Cruzes n 28.
I.oiiliiiiia-se a vender os mais acreditados
i
mcdieamenlos dos Drs. Castellao e Wel.er, <
1, arleiras de lo- W
TjT em Unturas e em glodulos, ,
(^ dos os lamandos mullo em coma.
/l tubos avulsos a 500, WHI e 18000.
"J i unja de tintura......jjOOO
l^, l'ulios e Irascos vatios, roldas de cortina
eti |ara labos- e ''lo quanlo be uecessario pa-
tff ra o uso da liounropaldia.
Precisa-se alugar uma csrrava para servir uma
casa de portas para fura ; em casa de Manoel l-ir-
mino rerreira, na rua da Concordia.
lotera do ro de jaheiro.
Acham-se a venda os novos bilhetes da
lotera 5* do conservatorio de msica, (pie
devia correr do dia 5 a 8 do presente
mez.: os premios ate 4:000,sOOO rs. serao
pagos a recepcao das listas, as epiaes es-
peramos do dia 10 em diante.
Para o servico do HOSPITAL DE
NOSSA SENJ10BA 1)0 LIVKAMENTO,
precisa-se de dous mdicos: a tratar na
rua Nova n. (i!l.
No hospicio da Penha e no conven-
to do Carmo desla cidade, cstao enlloca-
das duas caixinbas para ncllas serem de-
positadas as esmolas, destinadas ao HOS-
PITAL DK NOSSA SEN1IOKA DO Ll-
VHAMENTO.
Matriz do bairro do Santissimo Sacra-
mento de Sanio Antonio do Recife.
A mesa actual desta irmandade convi-
da.-! todos os seus meaos, a comparecerem
no dia terca-feira IS do con ente, a's (i lio-
ras da inai.baa, para acompanharem a
procissao doSenlior aos enfermos, que
tem de sabir da mesma matriz no men-
cionado dia. Recife 14 de marco de I8."i(i.
O escrivao, Jos Estoves Vanua.
A mesa regedora da rmandade do
Santissimo Sacramento da matriz da Boa-
Visla faz scienle, que tem mudado a pro-
cissao do Scnhor aos enfermos,'para guan-
do melhorar o estado sanitario desta ci-
dade, e logoque tenha Je ell'ectuar dita
procissao avisara' pelo DIARIO por con-
seguinte as nossas irmaaspie teem de dar
liguras licam reservadas para (piando se
annunciar.
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Alujase o sesundo andar do sobrado 11. 9 d.i
ura do Amorim : trata se na rua Bella n. .">.
(^K 0 Dr. Ignacio Firmo Xavier convida as (j*i
Z pessoas que desejarem vi/ilar o hospital. e- W
taheleridn no convento do Carmo, para &)
Iralamenlo da< pessoas icrommellidns da *.
eridemia reinante, podem faze-lo a qual- W
quer hora do dia c da noile.
OITerece-se orna senhnra olteira que nilo tem
pai nem mi para servir de companhia a urna senlio-
ra ova que nao lenha fillins, e prestando-lhe al-
Cum servico nao por dinheiro, e nem precisa dar-llie
de vestir : quem quizer annuncie sua morada.
Joaquim Alves da Cunda val a Portugal tralar
de sua saude ; quem se jular seu crednr queira
presentar lias cenias no escriplorio de l-'rancisco
Alves da Coaita A; Companhia ale o dia l( do cor-
renle para serem satisleilas.
Roga-ae aos Srs. pi.ssaseiro do Marque: de
Hinda% que se encontraram na< suas hazacen* uma
rarteira pequea chapeada de lalo, facarr annun-
ciar nesla Ijpojraphia : quem acha-la,querendo en-
Iregar, sera recomponsado. Declaro por meio do
presente, que dentro da dita carleira existen noilai
cuntas de commercio por esta prac.i, c em uma del-
tas urna ledra para o Sr. Joaquim Kiuza Lima, em
Pedras de l*'oso, com a qual uinsueni podera fazer
qfialqucr lransr;.lo : rua da Cruz n. l;t, secundo
andar.Domingos Antonio Alves Ribciro.
Continua a oslar Cogida desde o dia IS de feve-
reiro a csrrava de nomo Joanna, de nacilo Anzola,
baiva, cor fula, psgrossos, (cm um lasgAo cm uma
orelha no lugar do brinco ; foi escrava no Brejo da
Madre de lieos de Jos Gomia de Araujo : roga-se
a qualquer pessoa que vir a dita escrava deaappre-
liender e leva-I i a seu senhor, na rua do IJaeimado,
loja deferragens 11. 30, que sera generosamente re-
compensada.
, \" pAiOiriu .. Saraiva, rna do Moo*Io n. 9".
precisa-se de um rorneiro que s'aiba desempenhar
suas obrgac.6es.
I'recisa-sc do um caixeiro para taberna, de I i
a lliannos, prefere-se portusuez mesmo desiesclie-
gailos ha pouco ; a Indar na rua da Cruz 11. 28.
Agencia de passaporte e follia corrida.
Claudino do Rogo Uma tira passaporte para fora
do imperio, e folha corrida, por preco commodo e
presteza : na rua da Praia, primeiro andar a. 13.
Precisa-sede urna ama de leile para criar um
menino ; lambem da-se o menino a quem se queira
enrarregar de criar, pagando-se. sendo porm em
casa capaz: quem quizer annuncie, ou dirija-se a
l'Yira de Portas n. 92.
Precisa-se de urna ama que saiba eadnhar c
fazer lodo o mais servico de casa : na rua Dircila n.
Kl>, segando andar.
Aluga-se a loja do sobrado, silo no largo do
l'araizo n. i, propria para cocheira ou oulro qual-
que- eslabelecimenlo : quem pretender, dirija-se ao
primeiro andar da mesma casa.
Bernardino Pacheco da Silva relira-se para
fon da provincia.
Camisolas de
laa.
Vcndem-se camisolas de 13a, proprias para escra-
vos, cobertores de dous pellos mui sraudcs e pro-
prios para fazer suar : na rua do Oueimadn em fren-
te do berro da Congregir,M n, 10.
ARADOS DE FERRO.
Na fundicao' de C. Starr. & C. cm
Santo Amaro aelia-se para vender ara:
dos cV ferro de *prr"' qualidade.
lolhiulias
PARA 0 CORRENTE ANNO.
Folhinhas de algibeira conlcndo o al-
mauak .ulministrativo, mercantil c in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos impostos ge
raes, provineiaes e municipaes, extracto
dealgumas postillas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, cemiterio,
tabella de refiados, resumo dos rendi-
mentos e esportecSo da provincia, por
500 rs. cada urna; ditas de porta a 100;
ditas ccclesiasticasou de padre, com are-
sadeS. Tito a 400 res: na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Novas joias.
Os abaixo assignados, rom loja de ouri\es na rua
do Cabuga 11. II, confronte ao pateo da matriz croa
Nova, fazcui poltico, que osUO recebendo continua-
damente muiio ri^as obraadoooro dos meltiores gof-
ios, tanto para senhoras romo para homens e meni-
nos ; os precos continuam mesmo haratos, e passa-se
contas com responsabilidade. especihciindo a qoali-
dacle do ouro de l 011 IS quilates. Picando assim
sujeitosos momos por qualquer duvida.
Seraphim & Irmao.
-- Vendem-se livro para o.- 2.- e 3.- anno da
tacoldade de llireilo : na esquina da rua larga do
Rosario, defronte da igreja no lerceiro andar.
CoDlinoa-se a vender na primeira taberna da
rua das Cruzes em Sanio Antonio, caf a 900 rs.,
arroz do Maranhao a 125 a libra, dilo da tern a 11.1
a libra, vioagre PBK a 360, dito mais bsixo a :I20,
dilo da Ierra a 90 rs., superior farinha de mandioca
a 2<0 a cuia, sueca de 3 e meis quarta li-iOU.
AO" BARATO!
Na rua do Crespo, loja n. I, vendem-se por lodo
crespo, loja n. I, vennem-se por muo Aicmae luao tslooutras muilissimas cousas i.noilo
ojireca 'aseadas de primeira qualidade, para acabar proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
a prcc,o. co que faz admirar, como lodos os freguezesj ,a-
bcra : na rua do Queimado, iiosqualro cantos.
n.lo se olba a proco.
Vende-se azeile de cajrapato a 29360 a cana-
da, em porc/10 e a relalho : na rua das Trincheiras,
casa n. 29.
Carapitanga.
Vende-se muilo bom peixe ecco .carapitangai :
na rua do Oueimado, loja n I i.
Vende-se doce de caj' secco da melhor quali-
dade : na rua dos Pires, casa 11. 25.
Oh que pecliincha !!
Vende-se casemira prole milito lina, pelo h.iralis
simo prcro de 0-3 o corle de calca : na rua do Cres-
po II. .".
Chapeos de sol de seda a SfOOO.
Chapeos de sol de seda a ftjflon. %usasen use eastl
Na ru do Crespo, loja 11. 3, vendem-se chapeos de Lon asnj'lc/.as.
I de seda A3$500
Vende-secal de Lisboaultimamentechegada.as-
sim como polassa da Russiaverdadsira : na praca do
Corpo Santo 11. 11.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Scnzala Nova n. 42.
Sellins ingle/.es.
(.elogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose easticaes bronzeados.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Nestc estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
uas c meias moendas para engenho, ma- panno azul lino para farda a:
chinas de vapor, c taixas de ferro batido rua 'lo Qff/hm n. :>.
e coado, de todos os tamaubos, para
dito.
&ompta'v.
Compram-se garrafas vasias para l.e-rov a 160
rs.: na rua doQueimado n. 61.
Compra-se um relogio de ouro horisonla!, fren-
te de vidro ou cubera, que seja moderno, e que o
seu preco nao exceda de 109 a 308 : na rua de San-
to Amaro, taberna da quina o.8.
Compram-se notas do Raneo do Rra-
sil: na ruado Trapiche-Novo n. 40, se-
gundo andar.
O corrector Robci ts compra acedes
da Companhia de Seguros Indemnisado-
ra : na rua do Trapiche n. SR, segando
andar.
Quem quizer vender urna cria de um
anno, annuncie para ser procurado.
Fardo novo de
LISBOA A 4.500 RS.
No armazem de l'asso Irmaos, uo becco do GOD-
calves.
Quem quizer comprar um carro
americano de quatro rodas, com asientos
para duas pessoas, leudo arreios e cavallo
milito ai-digo: dirija-se a rua do Trapi-
chen. 40, segundo andar.
Farinha de mandioca.
No armazem do Sr. A. Aunes Jacome pires ven-
de-se superior farinha de mandioca em saceos gran-
des ; para poreSM irala-se com Manoel Alves tiuer-
ra, na rua do Trapiche 11. H.
Cognac.
No armazem da rua da Madre de Doos 11. 22, vea-
dem-se garralV.es com cognac verdadeiro, por preco
razoavel.
\ endem-se 10 re/.cs para acougae : para ver-
se uo silio do fallecido lanas, no principio da eslra-
da do Remedio, ea tralar na rua largado Rosario no
lerceiru andar da casa da esquina defronle da igreja
a volUr para a rua do (Jueimado.
Ctt&tt3.
Cobertores
i\wSOO RS.
Vendem-so cohertore de aluodao moilo eocorpa-
dos ; na rua do (.lueiniado 11. 10 ctu frente do becco
da CongregacAo.
Cbolas de Lis-
boa.
J eliegaram as ceblas de Lisboa, e vendem-se no
armazem de Jo.lo Martina de Itarros, Iravessa da
Madre de Dos n. 21.
Vcndem-se sacras com 2, II e i arroba-, de su-
perior comma de aramia : a Iralar na rua do llrum,
armazem n. 22.
~7 ^*IM'e"* ""'a can Icrrea. sita na rua de San-
la Cecilia n. 33 ; quem pretender,dirija-se ao becco
do Dique n. 21, que achara com quem tralar.
Veode-se um piano de Jacaranda, um berrinho,
um loucador, ludo por preco commodo por seu dono
se retirar para fura na rua do Cabuga, loja do Sr.
Guimaraes se dir quem vende os ditesobjectos ; o
toucador tem todos os seus vidius de cheiro.
Em casa dellenrv Brunn & C, rita da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
(lobos para iardins.
adeirat c sol'a's para jardim.
Ojeados para mesa.
Vistas di- Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.|
Em casa de N. O. Riel.ci \ C, na
da Cruzn. 4, vende-se:
Vinliode Madeiraemlate l|8J>arrs.
Vinagre branco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Bri us da Russia.
Papel de embrullio.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por cotnmodos procos.
Vende-se um arreio novo para ca-
briolet, muto borne barato: na rua da
Cruz n. 2(i, primeiro andar.
POTASSA E GAL YIRGE1.
No antgo e ja'bem conhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potas da Russia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedia, tudoa
precos muilo lavoraveis, com os quaet i-
carao os compradores s;i liste-i tos
LUPE ROLAD FRANCEZ.
------------------v ^........, v>,_
timamentechegada de Franca e por com-
modo preco: na rua da Cruzn. 2ti,pri-
meiro andar.
Vende-se no paleo do Carmo, qoina da rua de
llortss n. 2, sag' novo a :)B0 a libra, cavada nova a
120, banha beio alva a 580.
Vendem-se loalhas de lah\rinlho de muilo
hons soslos, c por precos commodos : na rua da Ca-
deia do Kecife 11. 2H.
Vende se fej.io c milito muilo haralo : na rua
do Vinario n. I i.
Vende-se salsa parrilha nova e de muilo boa
qualidade, sendo os rolos lios, chepuda ltimamen-
te do Para, e por preco commodu : quem quizer po-
dem dinair-se ao armazem de l.uiz Jos da Cosa
Amorim V Companhia, defronle da isreja da Madre
le Heos, ou a rua da Cruz n. :t, escriplorio.
Meias pretas pa-
ra padres.
V endem-se superiores mtias de lata para padres,
pelo haralissimo preco de 19800 o par, ditas de al-
20.I.10 pretal ., 640 o par : na rua do Queimado.loja
de miudczas da Boa Fama n. 3o.
Sal do Ass
A bordo dn escuna nJosii veiide-sc sal to Asm',
ou a tratar com Antonio de Almeid.i Comes, na rua
do Irapiche n. Ki.-seaumlo a.
SEMEMES.
Sao chesadas de Lisboa, e acham-sc .1 venda na
ruada Cruz do Hecife 11. Ii2, taberna de Antonio
iranriscoMarlins as seuuinles scmcnles de horlali-
res, coma Mjam : ervilhaa loria, Renovera, c de An-
gela, leijio earrapelo, rdio, pintacilgo, e amarelln,
rllanos, rah.uielcs bramos e encarnados, nabos ni-
*oc liranco, senoiras brancas e amarellas, couves
riiichiida, lombarda, osahoia, sbela de Selubal,
egnrelha, eoenlro de looceira, repolho c pimpinela,
e uma grande porc.lo de^tiflcrenlo sementes, das
mais bonitas llores panjMins.
Vendem-se dous pianos lories deja-
caranda (-onsii-iieeo vertical e com lo-
dos tendo vndo no ultimo navio deHambur-
go : na na.la Cadeia. armazem 11. 8
Veodent-sc grandes saecas com feijilo
matera de Tas irmaos.*
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos Jeques com plomas, bolola, e
e*pelhoa2?, luvasde pellica de Jouvin o melhor
que pode haver I|000 o par, dita, de seda ama-
relias e brancas para homem e sendo a 15280, di-
tas de lorral pretas a. com bordados de cores a 800
rs. e 13200, ditas de lio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem e senhora a 500 rs., ditas
para meninos e meninas muilo boa fazenda a 321
cncinhos de relroz de todas as cores a IS, loucasd
lia para senhora a 610. peines de tartaruga para
alar cabello, fazenda muito superior a i, ditos de
alisar lambem de tarlarusa a ,'lj, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitaodo moilo os de
tartaruga a 15280, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da moilo superior a 320 e .VX) rs., lindas meias de
seda pintadas para crianras de 1 a 3 anno s a I58OO
olpar, dilas de hn de Escoria lambem de bonita*
cores para enancas de I a 10 annos a 320 o par. es-
pedios para parede com escellentes vidros a 500,
/00, le 13200, louc.olores rom pes a l.'iOO, lilas
de velludo de lodas as cores a 160 e 210 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e finissi mas a 308
rs., ditas finissimascom cabo de marlim a 15, Iran-
ias de seda de todas as-cores e larcuras 320, 0O e
>O0rs. a vara, sapalinhos de lila para rmicas de
bonitos padrees a 240 e 320, aderaros pintos para
luto com brincos e allineles a ts, loucas pretas de
seda para criancas a 15, travessas das q Je se osam
parasegurarcabelloa 13, pislolinhas de metal para
criancis a 200 rs., galheteiras para azeile e Vinagre
a 25200, bandejas muito finas e de lodo s os lma-
nnos de 15. 25, 37 e .3, meias brancas linas pira
senhora a 2(0 e 320 o par, ditas pretas. m uito boas
a 400 rs., ricas caixas para rape com riqusimas es-
tampas a 33 e 250OI), meias de seda de ron->- ^jara
homem a (10, charuteiras muito linas a -23, rstfte<<
para bengalas->40 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armario de aro praleados e dou-
radosafi<0 e 1*9)0, lunetas rom aro de bfalo
e tarlarusa a .VIO rs. e 15, superiores e ricas benga-
linhei .1 }, e a ."i0O rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra cavallo pequen", c grandes fazenda muito supe-
rior a 640, 800, la, B200, 1300 e 2a, atacadores d*
cornalina para casaca a 320, peoles muito f suissa a 500, escovas finas para cabello 1 40, dilas
para casaca a iO, capachos pintados para sata
t>40, meias brancas c cruas para home m, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par, camis as de meia
muito linas a 15 e 13200, luvas brancas eucorpadas
proprias para montana a 240 o par, me "' de cores
para senhora moilo fortes a 220 o par, ,'ieas aboioa-
dnrasde madrepcrola e dcoulras muilas qualidades
e gostos para colletes e palitos a 500 n., fi velas doo-
r.idas par.1 calcas colletes a 120, ricas filas finas
lavradas c de lodas as larguras, bicos lim-. irnos de
mitos padrees e todas as largaras, rica franja
ancos e de cores para camas de noivas, i'esoori-
...las para costura o mais fino qoe se pode enco ntrar.
Almde ludo istooutras muilissimas cousas i.ioilo
Cartas france-
zas.
Vendem-e superiores cartas (raneera* para vol-
larde a .VIO rs. o baralho : na roa do gaaiaaili.
pija d mtudezas da Boa Kama a. 33.
r- Vende-se ac en eoohetts de nao quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. l.al-
mont & Compendia, prora do Corpo Sonto n. It.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann ra rua do Bium.pasun-
do o cltafariz continua haver um
completo sortimento d taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, asquacs acham-sc a venda, por
preco commodo e com promptidao* :
embarcam-sc 011 carregam-sc em carro
sem despeza ao comprador.
Saldo A;
Vende-se a bordo do palbabole Adftaider, na
(rular rom Antonio do Almeida Gome*, no rae do
Trapiche n. tf>, segando andar.
sr CORTES TURCOS-
Vendem-e estes delicados enre* de cena preia
com pintas carmetins o li-trjiio-, ot nui lindo po>-
siveis pela sua novidade de padres, t o voorfo
as loja- dos Srs. Campos A lam, rua do Croipi ;
Manoel Jos l.etle, rua dn i.lneimado ; Noirwo Mo-
ia Carneiro, roa da Cadeia, por prcro morie em
con la.
REMEDIO IMCOMPAR VEL
bem condecida loja de miudezas da Boa Fam.i
o. 33.
Vaquetas de lustre para carro.
Barril de grasa n.97.
VmhoClierry em barris.
Camas de ferro.
Cobertores de algodao.
nn,'."!0,1."'8.' Cbertorc; de algodao sem pello a 13,
2o600 o covado : na
LIQUIDACAO*.
O arremalanle da loja de miudezas da roa dos
(.luarleis 11. 2l,qaerendo acabar s miudezas qne
.exislem, vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo. r
j-ranja com dollas para cortinados, pee
J pe paulado, resma, (de peso)
lito de peso, resma
Ua de cores pra bordar, libra
lentes de bofalo para alisar, duzia
'vetas douradas para calca, urna
l,roza de obreias muito finas
Lencos de seda linos, ricos padres
(.ana de lindas de morca
Meias para senhora por
Pcntes de tartaruga para segurar radello
r.n"j 'le ''""',;,s P3" pennas
Mitas de botoes linos para casaca
Meias prclas para senhora, duzia
Ditas ditas pira homem
.acre encarnado muilo fino, libra
l'apel de cores, maco de 20 quadernos
Duzia derolxeles
Espolona de todos os nmeros, duzia
l.inhasde novellos grandes para bordar
meas titas cscocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias croas sem costura para homem
Ollas de seda 11. 2, peca
Trancas de seda branca, vara ,
Caitas de raiz, duzia
1'ee.as de filas de eos
l.apis finos, groza
Cordita para vestido, libra
Toacas de blon.le para menino
Chiquitos de merin.i bordados para menino
e outros muitos artigos que se lurnam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um pooquinho mais haralo a aquelle senhor lo.
gisla, qoe queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira rno.
43000
31000
23700
73OOO
:i3000
100
(13000
13500
240
2i0
19000
2>0O0
23000
3*300
238OO
13800
00
720
2f500
I36OO
!KX)
3*300
:wo
too
13600
:U)
25'. (K)
1321MI
1821KI
MiHM
Couros de cabra.
Vende-se um resto de couros de cabra, moiln gran-
des e bons : ua rua da Cadeia do Recife n. 57.
PARA OS SENHORES ESTUCANTES.
Vendem-se na livraria ns. (ie 8 da pra-
ca da Independencia, os seguintes livros
para as aulas preparatorias ; em francez :
Paule* Virginio, Telcmaqttc. etn ingle/.;
Historia ofRome, Thompson: por pro-
cos commodos.
...........-------- -"- O .19 A.
Vende-se esta excedente pitada, l- confronta ao Rosario de Saulo Antonio, receben cai-
ri.imentprliecr.irln rll."i-or, por precos commodos.
PILl'LASv HOLLOWAY
Esle inestimavelespecitKlTrnmpoT4* '**
le de hervas medicinoes, nao coulrm m
al.-o ma oulra sobslancia drlrr lerea. Broisno 1
ten infancia, e a cumplen.ao mais rtriienda. he
i.-ualmeote proroplo o .cauro para diona|Oi o atol
na compleicao mais robada : he ioleiraaenle inno-
ccnle em suas operaron Hleii. ; pois nm e ro-
move ns ilocnras de qualqoer especie e croo, por
mais amigas e leares qoe srjam.
Entre militares de perseas rutadas rom esta re-
medio, multas que ja eslavain as portas do anorta,
preservando em seu oso. eonsecoirotn recobrar a
saude e Torcas, depois de haver tentado ioullla
lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem eolrefor-M a 1
cacao ; lacam um compleme ensata
effeitos desla assombrosa medicina, e prestes recei-
I'erarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio pan*
qt'alquer das secuiiilesenfermdade*
s. t^.. 1 -. ~ .1_______ m
4
I
V 'i-Jcutesej ilepticcs.
Alp oreas.
Anip, alas.
Arelas mald .
Aslhm. 1.
Clicas.
Convuls''cs.
Debilid.idc ou eilenua-
rao.
Dcbilidade 00 falla de
forras para qualquer
rousa.
esmteria.
Dor de aar.aula.
de I ,1 r 1 i.'a.
1 nos rins.
Dureza no ven Ir.
Enfermidadesnp ligado.
- venrea-.
Emaqueca.
Ervsipela.
I- enn- biliosas.
febre loda especie.
Gola.
Ilemorrhoidas.
Ilylropisia.
Ictericia.
Indi es toes.
loflammarci.
Irrefotaridade do ascos
trnarao.
I.ombrisa de lodaetpe-
ci.
Mal-de-pedra.
Mancha na colis.
iibslrucro de entre,
i blisiraoa eooManpeSo
pulmonar.
I'eieni. Tenrinj.
8 li'u mal.
lieodoloroao.
Lleers.
Venrea mi.
ra|
v tm A SEMANA SAMA.
Vende-se na livraria ns. 6 e 8 da prara
da Independencia, Manual da Missa e Ho-
ras Manannas, por precos commodos.
CORTES DE CASSA PARA QUEM ESTA' DE
LITO.
\ endem-se corles de cassa prela muilo minda,
por diminuto preco de *? o corle, dos de cassa chi-
ta do bom gosto a *, ditos a -',00, padres france-
zes, alpaca de seda de quadros de todas as qualida-
des a ,-20 rs. o covado, ISa para vestido lambem de
quadros a i0 o covado -, lodas estas lateadas ven-
dem-se na rua do Crespo n. (>.
Vendem-se cakinhas com lentos mili-
to lindos, para jogos diversos e por mili-
to barato preco : na rua da Crrz n. 20,
primeiro andar.
Cognac verdadeiro.
Vcndc-se cognac soperior em garrafas: na roa da
Cruz 11. |:i.
Vende-se um cabriole! todo pintado e forrado
de novo, com arreos, he bastante leve, seguro e bo-
nito: para ver, na rua do Hospicio, esquina do Ca-
marSo, loja da Sr. Cindi.Io (pintor de carros), e a
tralar, na rua do Collegio n. SI, primeiro andar.
Superior (anana de Sania Calharina; vende-
eem saecas: no armazem de Caula Lopes, na es-
111 linda da alfan.lega.
Vende-se por 10 rs. o tratamento da
eholera-moi luis: na livraria n. (i c 8, da
praca da Independencia.
Vcndem-se espingardas francesas de
dous canos para caca, e muito em conta:
na ruada Cruzn. 26, primeiro andar.
Vende-se cal Se Lisboa, propria para desinfec-
tar casas: aoarntazMn do caes da alfandega n, 3, de
Joaquim de Paula Lopes. I
Vende-se azei e de carrapalo a 0560 a caada,
milbo novo a 3MM o alqueire. medida velha : na
rua da t.uia n. 1,1, jrinazem, das S horas do dia os
1 da larde.
Em casa dellenrv Brunn & C, na
tita da Cruz n. | (), |,a" para vender um
grande SOrtipiento de ouro do melhor
gosto, assim cono relogiosdeouro de pa-
tente.
intermitiente.
\ endem-se eslas pilotas no rstaMecim*,,!.
de Londres, n. -J, Stnm, e na. lo,, de kanni
bolicanos, droguistas o oulra* pewoa< corarn*~
Vende-se as bocelinhat a W) rs. Cada nana anm
conlem umainstra8iL*miorl.B,^I,, !L
o modo de se asar deslas pilotas. n
O deposito geral he em casa do Sr Soom alur
maceolico, na rua da Crui n. Ja, em Pernam
Na vidas a contento.
Na rua a Cadeia do Recife n. 18, primeiro aci-
dar, escriplorio de Augusto c. de Abree. ram.
nuam- a vender a x-ymn par ,,,,., fi J E
bem condecidas e afamadas nasalh.i, ,|e barba fci.
pelo hbil fabricante que foi premiado na rijosr*.
de Londres, ajquaesalcm de dorarem Iraordma-
riamenle, n.io sesentem norosao na acrao d cMtar -
vendem-se com a condirao de, nao agradando,
dercm os compradores devolve-las ate 15 diasdcM
da compra reslitoindo-se o importe. ^^
NICO DEPOSITO.
Vende-se agua dentifricc do Dr. Fier-
re, nica para limpar osdentes e dar p-
timo paladar : em casa dos Sis. J. Soum
4C.
TAIXAS DE I Illlto.
Na fundicao' d*Aurora em Sanio
Amaro, e tambem no eDEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Matinlta ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como cstrangrtra,
batidas, fundidas, grandes, perjuetaas,
razas, c fundas ; e em mnl ios os logares
evistem guindastes, para entregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao os mais commodos.
Relogios
inglezes de pa-
tente,
no ar-
Peimas le ema.
\ endem-se mulo bo,is| penoas de ema
da Cadeia do Kecfe u. 57,
na rua
os melhoro fadricados em Inglaterra : cea eaaa da
Hcnrv Gibson. roa da Cadeia do Recita a. .'-_>.
Moinhos de vento
omhombasderepasopara r ecr hnrt.i. e hltil,
de'-apim .nafundicade l). W. Boman:narna
do Brumos. 6, He 10.
> endem-se amendoas com rasca mote : ao ar-
mazem de l'asso Irmaos.
uelogios de ouro
inglezes
de pllente, de saboneta e de vidro : vendem-se em
casa de Augusto C. de Abren, na roa da Cadeia d>
Recife n. ix, primeiro andar.
Em casa de N. O- Bicha & C, rua
da Cruz n. i, vende-sc :
Lonas da Kussia.
Brinziio.
Tintas em olee.
Ultramar.
Cognac cm ca va-., de uma duzia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por commodos nrecos.
RELOGIOS
l/Obertus e deseo be rtOfl,pe-
quenosegrandes,dt* ou-
ro, patente inglez.
i .i!^m"" "" 'SCT'P,or'<' deSooihall Meltar ,\
^' '' "" "" da ,-i,ti' *' "<*'
mais atiper.ores relogio, coberlo. e dr>eobe.lea, pe-
queno, e grandes, de ooro. patale inele,. do Mn
^^^^^^"^ ^ *
-- ConUnd*and rasMa .1 prela Mereacia, rri-
01.I.1, idade de 28 .Ul annos. poaea ..,- ovomH,
com os sign.ies -egninies : falla de denles na trente o
ama dss orelhas ra.ga.la proveniente des brinco* :
quem a pegar leve., a rua do Rram, armazem de
assucar n. la, que sera bem gratificado.
KK*. : m. 0U.~f70m~ FAKU. 18K
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
ILEG1VEL
MimOSTO"




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