Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07310


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Full Text
ANNO XXXII. R. 5.
Pur 3 mezes adiantado* 4$000.
Pot 7) tnczes vencidos 4^500.
1)1 MU EIRA 13 DE MARCO DE I83g.
Por anno adiantado lfiOOO.
Porte franco pan o subscriptor-
DIARIO DE
KNCVRREGADUS p,\ SUBSCRIPCAO' X<> NOUTK-
l'arahiba, o 8r. Ganazio V. di Natividad* .- Natal, 8r. Joa-
auim 1. Pereira Jnior; Aracalj, o Sr. A. de l.emoi Braga ;
tara, o 8r. J. Joae i* Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
!M Rodrigue!; Piauhj, o Sr. Domingoi Hereulano A. Pessoa
earanaa; >ar, o Si. Juliano i. Hamo,; Amaionai, o 8r. Jero-
jmo da Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
lindi.- lodoi oa diaa.
Caruaru',Bonito a Garanhum : noi dial 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' Ouricurj : a 13 18,
Goianna e Parahiba : segundas a leilaa-feiraa.
Victoria Natal : naliiuin tai-ei ra.
AUDIENCIAS DOS TRIBGNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quartaae labbadoi.
Relacao tercas-feirai e gabbadoa.
Fazenda : quartaaeaabbadoi ai 10 horas.
Juizo do commercio negujda ai 10 horas e quintal ao meio-dia.
Juizo deorphaoi: gumai e quintal ai 10 horai.
Primeira Tara do cut : segundas e seitaa ao meio-dia.
|gegunda vara da civtl: quinas a sabbadoi ao meio-dia..
I Pili \ll r.llns. DO HEZ DE SlARCO.
A La nov ai 6 horas, 19 minutos. <(> sejjundoi da larde.
13 Quarlocretceole aos 18 minutos e -18 segundos da Urde.
21 La che a a 1 hora, 35minutse 48 segundo da tarde.
29 Ouarlo minguaDleaosl3 minutse 8 segundos da tarde.
_ PARAMAR lil. Ih..ii..
Primara asII horas a 18 minutos da larde.
Segunda as 9 horas e -12 minutos da manhaa.
DAS da semana.
10 Segunda. S. M'litao m. ; Ss. Drolhoiin e Atala..ib.
li Terca. S. Candido, Ilcraclio c Jovino Mu.; S. Constantino.
IL> (.loarla. S. Gregorio Magno p. dout da Igr. ; S. Mamiliano m.
13 Quinta. S. Sancha princcza v.; Ss. Mardomio e Clirialiua v. M,
M Seila. As dores da SS. Virgcra Mi de Dos.
15 Sabbado. S. Ilenrique rei S. Loiiguinho soldado.
16 Domingo de Ramos ; Ss. Cvriece e Taciano.
ENCARttfiGAIMN DA Nt RSUIIITA MPSU-
Alagoas, o Sr. Claudino Falca o Dus ; Baha, o ir. .
Rio da Janeiro, oSr. Joao Pereira Martina.
EM l't.ii.YVal.u co-
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria, na
Traria Praca da Independencia ns. t e 8.
PARTE QFFICI AL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedante te la 11 Ja marco.
Ofllcio Au Eim. presdeme do Para, aecusando
recebidos os dous ejemplares da falla com que S.
Ese. abri ai" sessao ordiuaria da assemblea legis-
lativa daquella provincia. Tambein se aecusou ao
Km. presidente do Cear a recepcao de duas col-
lecc,es dos actos legislativos da respectiva assera-
blea.
Dito Ao inspeclor da (hesouraria de fazenda,
mandando entregar ao director do hospital da ra
da Au-.ira. a quana de oitocentos mil reis para oc-
correr as desperas do ruesmu hospital relativas ao
corie-t,, mei.lnleirou-se ao referido director.
Dito Ao mesmo, recommendando que man le
entrenar a Maneel Klbeiro de Carvalho, a quanli*
de 60OKK> rs., qae Antonio Daplisla de Mello l'ei-
solo empreslou ao juiz de direilo da (aranhuns
para oceurrer ao pagamento das despezas fritan com
socerros as pessoas pobres acrommellidas da epide-
mia reinante naquella comarca. Ccminunicou-se
ao mencionado juiz.
Kilo Ao momo, transmitanlo para o lim con-
Nenenle os avisos de letras ob ni. :|j e :I8, lia im-
portancia de 1:8399X0(1 rs. saccada* pela thesouraiia
de fazenda da provincia do Kio Grande do Norte st-
ore a desta. e a favor de Antonio Tlinmaz I, nimio
termos do regulamenlo de 11 de dezembro de INJ, e
do aviso de 19de agosto de 18,1, precedendo ina-
peejao .le saude, o Sr. ." cadete I." sargeulo di 3.-'
companliia do9.' hatalhilo de infantaria, Antonio
Mariade Souza l.obo, < qual percebera, ..leu dos
vencimenlos que por le Illa coiuoetirem, o premio
de lOUjOOO rs., pan,, conforme o diaposto no anigo
.'!. do decreto n. 1401 Je 1(1 de juuho do sobreditu
anuo de IXVi. e lindo o engajamenla ama dala de
trras de %OO bracas qoa.Iradas: se desertar io-
correr no perdiinenlo das vaolajjeni do premio, e
d'.iqueM,i- h que tiver direilo, ser IhIo rom* recru-
lado, desconlaiido-se no tempe de ensajamenlo o de
prisau em virlude de sentenc,a, averbando-se este
descont, e a perda das vantagens no lespcclivo ti-
tulo, como he por lei delrrminado.
Jote Joaquim Coelho.
EXTERIOR.
DINAMARCA.
I Correspondencia particular do Journal des
Det,a\ )
Un lacio importante, e que nao deixar de fa-
zer eslronn na Dinamarca e na Allemanha, acaba
de acontece! no scioda Dieta de llolstein, actual-
mente reunin em ll/.dioe.
A revulucac nos dous ducados alientas linha o
da Cunha, Jos Joaquim de l.ima, JoAo Chris de Oliveira e Joaqnim Ecrreira Nobr'e Delinca. IancH* particuar de queem vez de haver sido fet-
Participou-se ao E\m. presideute daquclla pro-
arsenal de goerra, man-
por emprestimo t com a possivel
vincia.
Dito Ao commandaule da eslato naval, di/en-
do, que pt'nle fazer seguir amailU o vapor llchcribe
afim de rereber os pasaaeires do vapor Marque:
de alinda, e presUr-ltie o soccorro que lr possi-
Dilo Ao director do
daiido fornecer
brevidade, 150 capotes no teneiite-coronel do i. Im-
il.io de infantaria da guarda nacional d municipio
a Recife, responsabilisaudo-se esse ollicial a fazer
fiel entrega dalles logo que o prediln batalhao seja
desaquarlellado.Carticipou-sc ao iu.irecli.il coin-
mandante das armas.
Dito Ao momo, recommendando que depoisde
lavrado o lermo de que trata o art. I. .lo regula-
mento de 3 de Janeiro de 1S2. pode S. S. maular
alistar na comp4uhia ce apren.lizes daquelle arse-
nal os menores Carlos a J-i Salurnico de Partas.
Olliciou-se ao juiz de orpliAos para mandar lavrar o
termo de que se trata.
Dito Ao mesiiio. declarando que os atamles en-
tregues ao director do hospital da ra Aurora d*
llavero ser considerados como fori.ecidos a Antonio
Bernarda (Juiuleiro. alim de que elle satisfar a res-
pectiva importancia.
Dito Ao commandante superior 'da guarda na-
cional da Coiaiina,recommendando que sem demora
mande apresenlar ao delegado daquelle termo :0pa-
cas, iuclusive un sargento da inesina guarda nacio-
nal,para eoadjuvarem o destramelo de primeira li-
nha all evisteule quamlo nio seja |>ossivel oliler-s-
gratuitameule os serviros de las pra.;as, envi S. S.
competente pret afim de ser satisfeito-Communi-
cou-se ao referido delegado.
UOB Ao presidente da onn......i. de h\ giene pu-
blica, communienndo havor o Ur. Aleiamlrc de
Sooza Pereira do Carino participado que apenas re-
cebeB a primeira orde.u da pre-idencia, franqueon
o aroB,vo da commis leiiiio, que anda o nao receben porachar-se incom-
modado, segundo declarou.
DitoAo mesmo, recominendaudo, vista do cili-
cio que remelle do juiz municipal do Rio Kormuso,
que envi tora urgencia para aquella cidade. a ser
entregue ao ]ni/, de direilo, o oleo de ricino pedido
em dito oflicio, e bem assim os medicamentos de
que trata o referido jui/. municipal, no caso de ni i
lerem sido mandados na barcaca nacional Ucspi/ue.
fr'ez-se a uecessaria coininunicacilo.
Dito--As mesmo.Tendo o cidadilo Diogo Jos
Vieira l-'alcao descoberlo na Babia a massamamo-
naque elle comidera um remedio ellica/. coutra o
cholera, ofliciou ko lvn. presidente daquella pro-
viucia, pedindo-llie liouvesiede|communicar-me es noticia : a vista do que S. E\c. enviou-me o ofli-
eio iucluso acompanhando nAo a a copia do que
Ule dirigir o mencionado cidadAo, mas tambem o
jornal nnde se acha transcripto o modo porque se de.
ve applicar a dita massa.
.Cumpre que esta commissAo, depois de examinar
ses papis, que me devero ser devolvidos, passe a
fazer as necessarias eiperieucias, cujo resultado me
dever ser communicado.
DitoAo vigarto do Brejo.Kecebi o oflicin de
3 do ciirrrule. em que Vmc. me communica o esta-
l do sanitario dessa villa, e(a dislriboicjlo que fez do
rtinlieiro e'mais objectos com que o liabililei para a
fundado de um liospilal, soccorro dos pobres, e
prompto euterraineuto dos"cadveres.
, Espero qae Vine, interessaudo-se pela prompla e
regular applicarAo dos mesmos soccorros, deseuvol-
va tambem o seu zelo pastoral, procurando dispertar
a caridad de seus parocliianjs em favor da elaSM
desvalida.
DitoAo juiz de direilo de (ioianna. dizeudo que
etpedira ordem ao inspector do arsenal de inarinha,
para remoller em urna barcaca que elle Tai fazer
seguir para aquella comarca, dual ambulancias que
Smc. dever poupar, visto como ja se est sentiodo
falta de medicamentos nesta capital.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, man-
dando que compre os paos qun forem precisos para
fazer-se a balsa de que leni necessidade o presidio
de Fernando, remetiendo a competen le cania para
ser satisfeila. Commuuicou-sc au commaudaule
daquelle presidio.
DiloAo- vercadores da cmara municipal do Re-
, cife, Manoel Joaquim do Kego e Atbuquerque e An-
louio JosC de Oliveira, remetiendo para seren l.illu-
das ao povo desta capital, 1.", rezes, sendo 1 > de cusi
de 7103090 reis, compradas pelo delegado de igua-
rass, e du.is para ser o seu producto entregue i
coiiunis-Ao central de beneficencia.
DiloAo commandante do corpo de polica, Irans-
iinttinilo para ler o conveniente desuno, a cerlidAo
de bito do soldado daquelle corpo, Cosme I laman
de Frailas, que esleve destacado uo lermo da Escada.
DiloAo administrador do correio, remetiendo
por copia a comrsidlicasao da secretaria de estado
dos negocios do imperio sobre a niimeacao de l.uiz
de Franc.-i Olivaira l.ima para o lugar dj praticante
dariiaella administrarlo.Igual commuuicacAo se
fez -i lliasouraria de fazenda.
DiloAo inspector da alfandega. recommendando
que com urgencia faca entregar ao Dr. Cosme de Si
Pereira, presidento inlerino da commissAo de by-
gienne publica, os medicame'ulos que em in voluines
vierain para esla provincia no vapor Imperador i
disposicAo da presidencia.
DilrjAo subdelegado da Boa-Vista, dizendo que
ja liavia mandado fallar ao llr. Jos de Almeida
Soares l.ima Bastos, provedor do hospital portuguez,
para prestar os seus servidos mdicos em ban das
pestoas pobres que forem accoinmeltidas da epidemia
reinante no dislricto de Campo Verde, e em oulros
lugares daquella freguezia, e que eslima nimio que
elle anuua a semelliaule pedido e ao que Smc. Ilie
fez.
DiloAo r. Candido Joaquim da Silva, recom-
mendaudo que parla quanlo antes para a cidade da
Victoria, afim de prestar all os serviros de sua pro-
fiasAo.Communicoii-seao delegado daquelle termo..
Portara N'orneando para o lugar vago de guarda
da mesa do consulado o correio daquella repartirlo
Bazilio Baptisla Furtadol'ez-se a necessaria co'm-
municacAo.
COMMANDO DAS ABMAS.
Quartel jeneral \o coianiaoda eas armas da
Fernambuco Idade do Reclfa esa : de
arco da 1856.
ORDEM DO DA N. '.<->.
Circumstauciasextraordinarias ubrigaram o mare-
clialde campocominaiidante das armas, a dar a in-
r.uuihencia do hospital regiinenlal dos rliolericos es-
tabelecido na ruados Pires ao Sr. I." r.irurgiao rapi-
l.io do corpo de aaude, Dr. Manuel Adriano da Silva
Ponte-, nao obslaule adiar se no ocrcicio de del,- -
(jado docirurgiao-mor do evercito nesta provincia :
e, pois, que es-a- circumsiancias em parle cess,iram
com a .i|.re do mesmo corpo llr. Olegario Cesr Cabossi'i, c ci-
rurgiAo engajado Dr. Augusto Carneiro Moulero da
Silva Sanio-. O mesmo marechal de campo lem por
conveniente ao servidoeiouerar nesta dala o refe-
rido Sr. delegado de tal incumbencia, e de eommel-
la-la ao Sr. -2. cirurgiAo Dr. Miguel Joaquim de
Caslro Mascarenhas, e como este Sr. facultativo es-
leja presentemente doeule, e nAo pnssa entrar ja
no eierricio de suas ruocres, serAn estas desempe-
nhadas interinamente pelo Sr. 2.a cirnrgio Dr. Ca-
boss.
O marechal de campo commandante das armas,
.iz eerto para os lim convenientes, que nesta data
eonlrahio novo eogajainenlo por ruis seis anuos nos I ra o eslados de Hulslein, exporem ao rci sua opi-
la como nos ouhos paize?, pela burguezia e pelas
Hasses populares, fui fcila pelos metnliros da fami-
lia de principes dt Augustenbourg, e pelos da or-
dem equeslre que ossuiaiu a riqueza e as prinoi-
paes ptopriedades Urtiioriacs^ a autoridade real foi
sempre maniida dnvane 0s acontecimenios pelo go-
verno provisorio, o qud declarou em lodos os seus
aciose proclama xws qu,rcr fiTiVr os dous ducados
allemiies (o Sclilo-vMg e i Ilolstoin) do jugo dina-
marquez. ,
Ouau.do.-a rcvMut;o fo vencida na batallia do
Isledt, gatilia peto exereilo dinamar-juez sobro o
dos dous d.lcados, o rei da Dhatnarca recobrou ple-
namente seus direilos sobemos ; foi dissolvido o
governo previsorioqua cstabolcasua sede em Kiel;
seus principacs membros com os dous chefes da
familia d.i Atigtisletibuorg foatn comloninados
ao oxilio; lodos os cornos de tropis foram desarma-
dos e seis artigos militares, e seu armamento
transportbaos arsenaes de Cuperfiairue.
Imporp aqui render liontenageit clemencia do
actual rauda Dinamarca: quan.lo ssu exereilo oc-
cupoil dd novo os lugares revoltalos, nao liouve
Denhumfgota de sangue evpiaiorio. nenltuma ex-
ocucao rapilal de chele civil ott militar. As pes-
toas m,-s compronicitidas foram obrigadas a reli-
rar-se ?para a Allemanha ; muilas sendo amnys-
lia.las r'ipois vollaram pacificamente para os dous
ducado:, e nao solliem ncnliunia peneguio.
Mas agora oulras coraplicai-Oes serias' podem
sugger de novo no Holsloin-I.'aiiurnbour?, especi-
almente nrolegidoTOino paiz allemao pula .unfedo-
rar.o gitmanica.
Nos |. i mei ros das em que se reunir a Diela
em llzeh... tiinaopposi(;ao decidida s medidas do*
governo ^namarquez, manifeslra-se da parte ila
ordeineqt stre edospussuidoresdu grandes propie-
dades iioIhs, mediocremenie salisteilus com as ga-
rantas coiViiucioni-rtxincedidas polo gorerno pa-
ra a conseri^/io dos direilos e privilegios de que
sempre goza^m os dous ducados. Essa opposicao,
i qual reunir-iw-se os chefes conservadores das "pri-
raetras familia^tobres, manifesiou-seem iodos os
votos que lem libido desde a abertura da assem-
blea ; lem se d-jse^olvido de urna maneira lao de-
cisiva, que crii dissolueo proxinhA
Ullimamenle po.^ni voto solemne, a Dieta re-
cusott ao senhor de V-heele, ministro de Holslein-
Lauenbourg, que es*.^ collocado frente dos ne-
gocios eslrangeiros p toda a monarchia, a facul-
dade de assistir s se'.us para defender os pro-
picios de le que se di^iisscm. tssa decisaoque
fechava as ponas da a iblea ao ministro, pro-
duzo, como se pode iinV nar, grande sensacao em
Copenliaguo. '
I'oremessasensacoo,, pode deivardeobrarain-
da mats fortemente sobre partido ultra-dinai '-
quez era Copenhague,uturn i aliichegar a notic
adopro qu:sT unnime da locao do .onde Ke '
Uow Jersbeck, tendele a fi er votar urna sup,..
ao re para que garanta cont i todo o ataque, os di-
reilos sagrados, cujo gozo atintigas nostiiuices
assegaram aos dous ducado: allemaes. Orador
apotaio pelos chefes do todas i prncipaes familias
nobres do paiz quo letnassenlo ia Diela, fallou no
meto da emoco geral, da qua participara o nu-
meroso publico reunido tas irih as.
Apesar da viva opposir.aodo immissario real o
senhor de l-entzau, o qualdeclari a por muilas ve-
zes que .pieria dcixar a sala das i ssoes se toan a-
colluda pula maioria a mocao do d tde llevenllow-
Jers|)eck, aassamblea loda levanto -se de a'lguma
norte como mu sd hornera a favor a adopcio."De-
pois desee voto o commssario real x i todos os em-
pregados da diancellaria declarou de ivo ao presi-
dente quo nao podia mais tomar park nessa delilie-
rato, c deixou a sala das sessoes d; Diela ; esla
do sua parle nomeou no mesmo dia ti (a eommis-
sao de cinco membrospara redigir a su ,|iCa ao rei
e submette-la depois s suas delibera* s,
Eis-aqui como o Noticiadur deV 'mburgo
narra a sessao, de que trala-sc na con* ondoucia
que acaba de se lar : lv
Sessao da Uicla do ducado de llt* O conde de lovenllow-Jorsheck : Ve-
DDO propor Dieta que dirija a S. Al. um sup-
plica, alim de solicitar modilicacijes na const uicao
de llolstein para garantir os diroiios mais sa, ados
de nosso paiz.
A H de ullto de 1852 o governo conv 0u
em Flensbourg unta assemblea de nolaveis pan -
gular a queslo constitucional ; mas ellos nao i -
deram concordar, e seus trabamos licaram sem i .
sallado. Depois no mesmo anno bouvo ura regu
lamento cuisliuirional provisorio.
Em I.S53 o governo submeluju Dieta nm
projecto de constiluau que esla assemblea regeilou,
declarando que proferia um absolutismo puro a tal
constituir ao.
Etnlim otu 18.">i foram promulgadas duasleis
fundamentaos, urna para o ducado de llolstein em
particular, a oulra pora a monarcliia intein. Es-
sas leis sulilraliiran deliberai.ao da Diela de
Holstein, nao sotnente grande parlo dos nlercsses
materiaesdo paiz, como tambem mu i los dos nossos
direilos mais vitaos, e islo contra as leis de 1831
ede 183-1, que anda csio em vigor.
Nao quero fazer una proteslarao contra essas
medidas, peco somonte que a Dieta dirija ao sobe-
rano um siioplica alim de que nao onlinuemos a
oslar em unta posigiio iboflrivcl, a qual por con-1
traposo parece-nos ler acceitado voluntariamente. O
mal consiste en que o ducado de llolstein nao lie
sufllcienlamente representado no parlamento da tno-
narchia integral.
Nossos deputados siio ah lao pouco numerosos,
que mesmo quamlo os dos ducados da Sehleswig e
de Laucnburg, se collocassem de seu lado, se aclia-
riam sempre era minora, isto he, quo na realidade
ellessii lem vozconsullaliva, e que nstoexactamen-
te na mesilla posicao em que achavamse nossos re-
(i-.--L-i.i-.ini-- na -assemblea dos nolaveis reunida
em Reasboorg um 1852.
Por conseguinte considero dever sagrado pa-
nio a esle respeilo, e pedirem que sejam feilas na
nessa lei fundamental mtidancas que nos garanlao
direilos polticos que possuimos lugitimamenle.
Pe<;o assemblea quenoine logo urna commissao
encarregada de examinar minha morao.
O senhor comtmssario real .. Elslou per-
suadido de que o preopinante fallou segundo suas
intimasconviccoes, e qucsuhmellendo-vos sua mo-
eo julgou fazer um aelo boui cdigno; poremdovo
dizer que segu o um caminhu falso podindo que se-
ja a Dieta -iiie sollicito urna modilicagao da cons-
titnicao.
Nos termos da carta constitucional os negocios
communs'a toda a monarchia n.io se achain com-
prehcndtdos as allribuices das Dietas particula-
res das dillereules nuiles dos eslados dinama'fquc-
zes, e o negocio de que falla o preopinante respai-
la precisamenie a monarchia integral. Assim nao
posso tomar parte nessas dscussoes sem ter ublido
previamenle novas insiruccoes do governo.
O seuhoF presidento : Considero a pro-'
damaeao real do 1852 como a base da conslilui-
co actual de nosso paiz, e romo tal essa proda-
maro foi formalmente rcconliocida em 1853 pelo
ministro actual do ducado de Sehleswig, que era
enlao commssario real junto a Dieta Je rlolstein.
Na miaba opinio a Dieta de Holstein lem incou-
lesiavelinenle o direilo de sollicitar todas as uiudau-
t-as legislativas, queexigein os inlcresses especiaos
de nosso paiz, e isso d-se evidentemente na inorao
que nos oceupa. Desojo que o sanhor rommissa-
rio leal digne-se de lomar parle na discussao.
O senhor coinmissario real : Sinlo nao
poder satisfazer o desojo do senhor presidente; pois
persisto na opiniao que acalio de manifesiar. Ao
meu ver a Dieta de urna parle da monarchia nao
lem o direilo de deliberar sobre um negocio con-
cerneute monarchia inteira, porque tal negocio
podoria inlerassar tambera especialmente o paiz que
essa Diela reptesenta.
O senlior paesidento: Eu lainbem persis-
to na minha opiniao, a' qual he que a Diela de
Holstein lera o direilo inrontesiave! de oceupar-so
com a proposla de que se trata, e nao posso suppr
quo S. M. ten lia a ntenr.au de prohibir esta as-
semblea deliberar sobre os negocios que interessam
o paiz, e |>edir una modiicacao das leis relativas
aos inleresses que somos chamados a defender a
proteger.
n Demais Irata-se somcnle de urna petiro, e lie
de nosso dever dirigir pelicoes todas as ve'zes que
cumpre previuir conjurar os perigos que parerein
aineacar-nos. (Consulto a assemblea para sabir se
be de parecer que se nomee urna commissao para
examinar a mor.o feila pelo senhor condo de lie-
vemlow-Jersbeck.
i Quasi todos us deputados rcspon.lem allirma-
li va mente,
' O senhor euunnissario real a Ja que he
Myi, devo deixar a sala, e licar ausente at que
7 "fja dado otilro nogucio j^ara ordem do dia.
Osenhorconde jc Reventlow-Jeraberk FaCO
juslira lealdade do senlior commssario real, elle
lenl dado sempre Dieta pruvasde sua benevolencia
ede seu zelo pelos intSresses de Hulslein. Se a-
gora abslem-se de apoiar-nos, eslou persuadido de
que be porque suas conviccoes oppem-se a isso.
') senlior presidente: Alim de obrar no
preaste negocio com toda a madrela, com tuda
a circumspeerjo possiveis, pergunlo outra vez as-
semblea se persiste era querer notnear tima com-
missao de examo para a raoro do senlior conde de
Iteventlow-Jersbeck,
Agrande maioria dos depuiados respotuleram
cm alia vozsim :
senlior commissario do rei sabe da sala com
os funecionariosque Ihe assislem.
A Dieta procede a cloir.ao da commissao. Fo-
ram nomeados para comp-la os snhores o con-
de de Hevenllow-Jersbeck, do Blome, Reinkle,
Friederic e liargum.
Levan la-so a sessao.
Tem-se dilo que as resoluces parificas mani-
festadas pelo imperador Alexndre, sao em parte
devdas ao desojo que lem de activar o desenvolvi-
mento moral o material de seu paiz, para elevar a
llussa ao nivel Jos progresos scienltlicos, com-
tnerciaos e industriaes que lem feito as nacfjes do
Occidente.
Certamente essa resolucao lio tao sabia quanto
honrosa, e limitaremos a islo nossa apreciaco dos-
se incidente mais ou menos exacto da [lolitica. Mas
por essa occasio vcio-nos ao pensanienlo laucar
um olliar sobre o estado interior, islo he, sobre OS
recursos e a producr;ao dess vasto imperio, no
qual se estenderiam eommodamente qualorze ou
quinze paizes da superficie do nosso, e que alias
esla ainda longe do contar o duplo da nossa popu-
lacho.
Com efl'elo a Russia lio um inmenso campo
realativamentodeserto, uu|ao menos setneadode ra-
rosjhabiantes. Seu territorio lem, nao compreben-
dendo a Polonia e a Finlandia, 024 milbes de
dessialiues (1) ou quasi 700 milbocs de geiras ( a
Franca lem 52 milhoes 77,000 ), e a populado
rnssa nao passa de 35 milhoes, 137,150 habian-
tes, ;de sorieque comando a Pranga por 100 gei-
res, 140 habitantes, a liussia nao conta mais que
13. Nesla vasta cxlenso territorial sabe-se a quan-
lo se eleva a das torras araveis propriamenie ditas ?
A 88 milhes de geiras, ou a 12 1/2 por 100 so-
monte. Heverdade que a extensao das lloreslas na
Kussia oceupa maisdo duplo das ierras cultivadas.
Todava a Kussia be um paiz esscncialmente
agrcola. He ah queest a fontc principal da ri-
queza publica: he o paiz mais largamente produc-
tor de irigo: d, segundo dizem por anno, 200
milhoes de feneteerto ou ilO milhoes de hectoli-
tros ( tres vezes pelo menos nossa producr.ao pro-
pria, duas vezes a dos Estados-Unidos), ".Nos an.
nos ordinarios o commercio russo exporta 14 a
15 inillioes de hectolitros do trigo, e em 1847 po-
ca de penuria para a Europa occidental, fomecou-
he al 24 milhes.
Em gado vaceum o imperio russo cunta 21 mi-
oes 228,000 caberas, o duplo pelo menos do nos-
s ; em carneiros 35 milhoes, o equivalente do quo
p -uimus; em c.avallos 17 milhes450,000, cin-
co ./es quanto temos ; em porcos 8 milhes .
80 410 quasi o duplo du que existe nos nossos
eau. is, etc. Depois do trigo, os prncipaes objer
tos i exporlacao agrcola na llussa sao o canba-
mo e linho; o paiz exporta cada anuo o enorme
peso 130 a 140,000 toneladas desses artigos,
alcm t 40 milhoes do francos em Imitara ; sebo,
70 a fe 000 toneladas ; em couros o valor de 4(>
,">0 mi .,es de francos cm laa 30 a 40 milbes;
nm rohri ';ta 16 milhoes ; em madeirqs do ios-
lruci;ao i a 18 milhoes, c a.-sni oulros produc-
ios do sol. daslazendas, entros quaesdisiinguem-
su as sedas is provincias lranscaucasas,e os finitos
da Crimea,
Por esta mples expsito pode-se julgar do
enorme prej o que deve ter causado a guerra e
o l>l.,[.....n il portos martimos a um paiz, cuja
principal riqti a consiste na venda exterior dos
. *ai
(I) As cifra 'iiadas ueste artigo sao tiradas de
um doruuLito s Annats do commerno exte-
rior, o qual tambem lirou-as de uma rcente pu-
bcacao do Board\of tradt sobro o commercio e
navegario do imperio russo.
productos de seu solo, productos que dillicilraenle se
accommodamcom os transportes por ierra.
Todava nao se crea que o comaiercio exterior
da Russia corresponde quanlo ao seu valor a esse
desenvolvimento de riqueza agrcola. Em 1852, i
por exemplo, elle monlava apenas a 863 mllies C/10 da nossa tragedia classica, mas em una daaa
Alejandre Dumas tambem ola disse na scena
do Ihealro da l'orla S. Martin, o tnaor de l'aris,
nao obslaule ser ainda mu pequeo para semelliau-
le obra.
Elle uo la collocou nao na velha c iniiel decora.
de francos, e como em 18i.">, 1846 .Vra o lermo
medio de 740 milhes, devenios concluir que seus
progressos sao mili lentos. WS mfcles nao he
mais da quarta parle do que representa actualmente
nosso proprio commercio com as nossas colonias e
cora os paizes eslrangeiros, e he quasi a decima
parle do commercio da Inglaterra, e de suas posses-
ses dus dous mundos.
Alm disto releva notar que o commercio russo
he mais ronsidoravel dolado da Asia que do lado
da Europa: coma primeira elle monta va em 1852
a 464 milhes ; com a Europa nao passava de 399.
A I e!.. n-a i uni seus 4 milhoes de habitantes, a Suis-
sa cora menor popularlo, ou anda so o porto de
llaniburgo tazan muio mais.
Agora se lancamos a vista sobre a marinha mer-
cante russa, adiamos resultados quasi idnticos.
Nao obstante a natura enlulbadora das materias
e das mercaduras que ella expede pelo Bltico, pe-
lo mar Negro, e pelo mar liranco, a navegarao
commcrcial da liussia nao transporlava em 1852
mais de 2 milhes 39,000 toneladas de rarrega-
menio effectivo; he apenas melado da nossa cifra
geral do toneladas, o quasi a sexta parte da da In-
glaterra. Na entrada o movimento a leste be enor-
me (parto de um milliao de toneladas ) lio fraco he
o consumo do imperio em artigos fabricados da Eu-
ropa. l-.niui nessa navegacao a baiuleira russa
cobre somonte 14 por 100 de transpones, deixan-
do assim 80 por 100 marinha estrangeira, entre
a qual a Inglaterra loma ura ierro, e nossa propria
marinha nao mais de 3 por 100. Essa nferiori-
dade eommereial da Russia, nao he multo para ad-
mirar om um paiz que loca em tres mares ( sem
contar o Caspio ) que conlina com duas grandes
potencias commerciaes, a Austria e a 'russia, e
com dous eslados quasi desprovidos de industria, a
Turqua e a (recia, om um paiz einfim quo pode
exportar suas nereadorias para a l'ersia, para as
vastas regios asiticas, e para as fronleiras do ce-
leste impeli ? Aos 300 milhes de consumidores
chinezes 0commercio russo s enviavaaut 1832 por
Kiakaia 52 milhoes de mercaderas.
ma mullidao de causas podem explicar essa
fraqueza relativa das*ansaroes exteriores da lius-
sia. He om primeiro lugar a inmensa extensao
do imperio, a qualapezarde forleso magnficos rios
torna na mor parte das provincias os transportes
lentos, dilliceis e cuslosos ; em segundo lugar cau-
sas mais profundas, mais intimas que dependen!
do estado poltico e econmico do paiz ; uma ad-
ministrarao iiuanneira mu deoiiuosa, e sobretodo
excesivamente dispendiosa o rgimen do bel pra-
zer e do favoritismo apejfcado ls\emprezas de utili-
dade publica ; a servidao combinada com o commer-
cio e a industria, visto que grande parle da classe
dos mercadores corapoe-se de Berros ; os impecilios
tambem que pe uma polica desconfiada a livre
circulaco dos homens e das cousas, e portante ao
progresso das transacroes ; emlim o lente e diflicil
aperfei{oatnenl que lera lido al agora na Kussia
as aries manufactureras a despeto ou antes om
consequeneia do rgimen exclusivo que o governo
russo deu por inuito lempo as suas alfande;;as ten-
do em vista a proteceo do trabalho interior, pro-
leccio, que digamo-lo de passagom, s tein produ-
zido at agora o contrabando e a venalidade admi-
nistrativa.
,\ao pretendemos passar aqu em revUla as tor-
cas da fabricarao russa ; mas mencionaremos al-
guns ramos. A industria do ferro, por exemplo,
em um paiz abundante de minas, nao produz mais
de 320,000 toneladas de ferro em obras e em bar-
ras, o que reprsenla somentc pouco mais da ierra
parte de nossa produccao actual, Em ouro pelo
contrario a Kussia he mui rica : as minas da co-
roa o dos partcula re-, as de Oural e da Siberia do-
llie por anno 30 a 33,000 kilogramasde ouro, ou
85 a 90 milhes de francos. Mas as industrias
manufactureras apezar de alguns progressos recen-
tes sao anida mui fracas relativamente na Kussia :
por exemplo, a industria do algodao nao absorte
mais de 10 a 20 milhoes do kilogramas dessu arti-
go, o que correspondo a um terco do nosso proprio
consumo ; de outra parle as fabricas de fa/undas de
lia nao produzera, segundo a Gazeta das Manu-
facturas de 5. Totersburgo, mais do 95 milhoes do
lucidos do toda ason, o que pode equivaler sexla
parte du nossa fabricarao ; a industria do linho que
se acha sobre o solo russo e por baixos preces lao ri-
cos elementos de traballio cxporiava todava em 1852
( nao se lem a cifra da produccao ) apenas* valor
de 3 milhes 000,000 francos de fazendas de loda
a sorte, o pie reprsenla somenle a sexla pane de
nossas vendas para paizes eslrangeiros. Etnlim urna
das industrias que mais lem prosperado na Kussia
durante os ltimos annos, o fabrico do assucar de
beterraba, nao produz. mais de 35 a 30 milhes de
kilogramas de assucar, ou melade quando milito
de nossa propria fabricarlo.
Mas terminemos aqui esto esboro dos recursos
malcraos da Russia. Einbora seja rpido e incom-
pleto, permute todava julgar dos|esforros que deve-
r fazer e^so paiz, so aspira a collocar-sc as con-
dirues econmicas, que rogemos eslados da Euro-
pa occidental. Demais elle lem um meio seguro
de facilitar lal uansiro. he reformando seu svsle-
ma eommereial o administrativo, siibstituiido por
um rgimen internacional, esclarecido, liberal, e
conciliador sua velha poltica de monopolio de
compressao, de mysloi o e solamente.
(Journal des Debate.)
COHUESl'OMitxciA DO DIARIO DEPEkV
.\ A MltlCO.
PARS
7 de fevereiro.
REVISTA UTTERAR1A.
Oretlia, triloga grega por Alexndre Humas,
representada no Ihealro da Porta S. Martin.
l'or mais de uma vez se lem agitado a queslio de
saber, se cm certas pocas, as lurhas Intelligentes
fallam aos borneas te valor, ou se os homens de va-
lor i*llain aosseos contemporneos, c com razao se
lem muilas vezes rcsolvido a qUeslao ueste sentido,
que anude eslava o ment, aonde eslava o grande
sopro e o geuio, ah cslavam lamben) certas corran-
tea que os empedia de passar desapercebidos.
Esla be a idea rerebida, c rom ludo parcre
que o nosso publico parisiense lem querido fa/er
passar ao estado do paradoio esta dea justamente
valga risada.
Depois de algutu lempo na Academia Imperial
de Musir, elle deiva que se coalem as obran dos
grandes maestros na solidao, e nao lem olhos, ncm
ouvidos scuo para as esplendidas e graciosas frivo-
leirasda chorcgraphia ; o baile lem ictardado a
poca da Opera. Uiiprezam voluntariamente o que
dizem os poetas, para escularem as cousas de mo
goslo, queproduzcm chocrtenos sem eslro nem
espirito, lima verdadeira fesla do espirilo acaba de
ser eflorecida i mullidao, e ella pouco caso fez.
llr esta velha historia qae Ksclivln esrreveu na
sua adiniravel e inmortal Triloga de Agamemnuu,
(loepbores, e Kumeuides, para o Ihealro enligo, para
essa sceua .iberia a dez mil assisleules, i pura luz
do co grego.
paisasen que se souliam depois da Icitura de Home-
ro e de Virgilio, na- colliuas de macias iulleocs
as acrapulas dominadas pelos templos, nos valles
rccolliidns do -i erelun. e do hvvgeto, nos bu-quet, ilc
mvrlarom os horizontes puros eluininosos sobren
primeiro plano, uo palacio de Agamemnon, juulo
do qual se eleva a estatua de Apollo.
De p, urna senlinella espretla desde longos an-
nos osignal de fogo que deve de tnonlanha em mon-
lanha taaaaeiar a Argos a queda de Troia e a che-
gaos do rei dos reis, desse Agamemnon a quem os
deoses reservara uma terrivel lirilo, pois que elle
sacrilicou a sua propria lilha a Neptouo para obter
o sopro lavoravcl do Vapix, pois j|ue elle aaerHica-
ra um vencravel rei que nao linha roubado Helena
alRuma, pois que devastara um Iriiuquillo e pacifico
reino, uma cidade lloreseeote, rasgara lodos os veos
do santo pudor c derribara as estatuas dos deoses.
He repente a i hamma apparcre nos cimos : Troia
sucrumliio ; Argos adormecida acorda, apparcre um
choro de velhos, |>ois que Argot so lem velhos, ma-
nieres e ni. unios para ale^rar-se da grande no-
ticia.
T.illhvlio, o hroe do rei de AgOS foi o primeiro
que clieguu de Ilion : nada he to palhelico como
esla obscura personagem que chSSjS e beija a Ierra
ualal, e depnjaudo a victoria da sua aerela mui
radiante, falla da guerra em uma liogoageni huma-
na, e a reduz a sua triste realidade, por que elle
vio as sngrenles exequias que dous evercilos ron-
duzrain durautedez anuos cm lornodas muralhas
Iroianas.
lint i., apparece o protirio AgamemnoD cm um
carro Iriuinplianle lirado por captivos troianns e
leudo ao lado de si sobre o seu proprio carro, uma
virgem com olhos iinmoveis e o rosto fatal .esla
captiva de p he a somhia propheltca de Ilion, he
a voz inspirada que falla as horas supremas ao ou-
vido das pavas e dos reis, e, que nanea be escalada,
be a lilh.i de l'riamn, be Cassandra, nubre virgem
captiva e muda, que sent em seu pello o primeiro
sopro de nova inspirarao.
INesle momento o csperlarulo be maguilico, a
moltidao cobre a scena, Clylemncslra corre com
llores na fronle, com limes as maos, roiiduzindo
com sigo uma deliciosa virgem, Llcrlra, e um me-
nino que um ilia sera Orales.
Agamemnon reeebido dest'srte, lera medo da sua
lelicidade, sabe qae es Olyapianat sao sempre n-
vejosos da feliciJude dos homeiis, c entra em se'l
palacio hesitando, c depois -I" ler tentado ile bable
alralilr a si nana captiva. He entilo que ss echan-
do -n-iuha, I. i-- m.li a agitada e aioeacador.i. cerra-
da de uma mullidao respeilosa predtsse [itlos seirs
labios inspirados que a vinganca divina ruto o seu
p coxo ia aflnal alcanzar boje a sua presa.
Com cil.-ii ., nas Irevas silenciosas da nuulc, Clv-
lemnsslra Impellida por Bgyrlho fere o sen esposo
e a propria Virgen) Iroiana, lembrando-se para nao
desanimar no crirne que ia commelter, do sacrificio
da sua chara lpliigeuia. Com tudo, a sua obra cri-
minosa nao he cmplela, Eleclra salva o menino que
mais larde sera lamben) o iuslrumeulu da v neutra
celeste.
No segundo aclo, ja se tem pastado sele anuos ;
junto do lumulo de Agamemnon um mauceho ,1c-.-
conhecido se ajoelha e vem depor llores, coroas, u
um anncl dos seus louros cabellos, depois, como
uuve uma voz, se retira precipitadamente. Esla
voz he a voz de Eleclra, que se dirige para o mar-
more fnebre, seguida de Clvtemnestra que juu'la
ao seu lulo profundo e sincero um tributo de sauda-
des bvp.irril.i-.
>'esle momelo se aprsenla um vclho com uma
urua na mao, diz que trazas ciuzas de Oreslesmor-
lo em uma carreira de cairo.
Clylemncslra que procura em vao dissimular a
alegra que Ihe causa esla nolicif, sollicila do vclho
todos o proineuores que dissimulam a inoile de
Oosles. Eleclra esculou com a ternura de uma
irnnla a horrhd noticia ; o infortunio nunca per-
mita duvidar do inforluuio. Ella arredila no con-
(o menliroso e e apedera d.i urna cineraria que
abraca sobreosdegrausdo lumulo paternal.
Mas eis que ella euconlra uma Iranra de cabellos
louros que Ihe Irazem a lemhranra Urnas recorda"
cues : lembra-se eul.lo dos cabellos de seu pai, que
ella compara*a com os cus nosdias felizes da in-
fancia.depois vr o signal de um pauno sobre a arria,
he o insto desse pe taoconliecido por ella, Oreslcs
vive.
0 incgnito de ainda ha pouco apparece, amin-
as a Eleclra, e o irmao c a irmiia dizem um ao ou-
Iro que a hora da vinganca he chegada.
Eis Egyslho : Orales escapa da morle. Egyilho
soube a u.n racao do velho, e se approxima do mau-
cebo eicoudido para assegurar-se se aiuda Ihe resta
um resto de vida, o hroe se levanta de repente e o
fere com o puuhal. Ao grito que Egystbe alca ao
sabir, Civil-muestra corro espavorida : veudo Ores-
les,eslremcce u adcwuha aserie que a aguarda ; este
ultimo rom clleito levanta o punlial, e animado por
Eleclra, tere a propria mili, bradaudo : uao sou eu
quem fere, he o destino e deixando escapar esta pa-
lavra iuexoravel das rcligics implacaveis, esse l-
gubre acagekij. He eulo que as Eumcnides fazem
cchoar aos ouvidos do assassiuo o grito de parricida
ale o momento cuique elle teulia beijado os pes de
mal lim de Miuerva, o seja submellido ao julgamen-
lo do Arcopago presidido pela deosa.
No (crcoiro aclo, eis o templo de Minerva c o ro-
, lelo do Areopago, he Eleclra que defeude seu pai.
Como o numero das espheras para a cotideninnrau o
para a absolvifie -e ach. igual, Miuerva determina
a senleura, pur seu voto cleaieule que he o primei-
ro appello ao arrepeudimento dus criminosos.
A Oreslia he uma obra verdaderamente Ilitera-
ria, musa rara boje, cumpre agradecer muilo ao
poela dramtico o lerdesprczado os Iriumphos lacis
por uma semelhanlc larel'a, em que imprimi o ca-
libo de um elevado sculiinento trgico, em que na
verdade bem merecen da arle. Mas repetimos,
apezar de um grande effeilo prodozido, apetar de
lodas as magnificencias .la dernracAo, apezar do
zelo cdo taleulo das Ircs mulheres que se encarre-
garain do representar estas tres grandes figuras, Clj-
lemuestra, Cassandra, Eleclra, esla apparirau de
Escbjlo, esla tragedia lgubre e fatal com as suas
supremas desolaroes, com os seus suores de sangue,
com os seus tenores iuferuaes, n.io cuconlrou para
acolhe-la esse velho povo alhcuieuse, sempro l.io
accessivel a lodas as bellezas. Esquccnlo- das cou-
sas daarlee da 'itieralui.i. os cidadji desta gran-
de cidade, que so gaham de continuara Alhenas
auliga, -e inostraiam o?, Iilhos degenerado.- dos seus
gloriosos aulepassados.
DasSsl 'Mgin.
Depois de algum tempo a morle lem rodobrado
os seus golpes lerriveis sobre as Ilustrarnos da pri-
meira melade dusle secuto ; houleni o tmulo se
fechava sobre Kude, boje se abre para David dAu-
gers, tambera oulro grande estatuario, David d'An-
gers, ii lioincm do brame assim romo l'radicr era
o lioinriu do iiiaiui"!.' As suas obras pelo carc-
ter de grandeza e energa que possuein, recordara li-
mis bellos pedaros das arles antigs e do renasci-
em bion/.e um desses hroes que illuslram uma po-
ca David nao linha igual em nossa lempo ; quando
Irabalhava o marmore, senla-;,c em liuba recia pro-
ceder de l'hidias e de Miguel Angelo, e uinguem
mais do que elle dava mascara humana a sua viril
e Inteligente bellrza.
Nasdde era 17S'.l em Augers, c filbo de um lalha-
ilur de pedras e esculplor de oruamenlos, comejou
a vida por Iodos as provares da miseria, nellas
lemperuu a sua alma, nellas bebeu esse vigor ecs,a
energa que depois caraeleriaaram lodas a- taas
obras, l'assou a sua juvenlude Irabalhandu com
ura ardor febril e una forra de vonlade que nada
podia quebrar : lana perseveraura c curagem tive-
ram a sua recumpeusa ;eulrou no Instilulo de
Franca em ISl'i;, desde enl.lo nao leve mais de se-
guir a estrada, ahi rarainhoii sem que o seu talento
se desmentlsse nunca ; as suas obras, baixos relevos,
raedalbcs, bustos,estatuas, tmulos c monumen-
tos compuiiham por si su um i vasta gloria, lodas -ao
marcadas com o duplice cunbo que caraclehsa o ar-
sla superior,a urigiaalidade e a fecundidadele-
dassao marcadas com a sua poderosa persouali-
dade.
I ma rnllecrao cm .|ue elle repruduzio as maiores
illuslr.ices sera una da maravilhas que a pusteci-
dade ha de admirar em o no->o scruio \l\, os seus
bustos de li-uii-ei, de I.amaitine, de "ioclhe. de
Chateaubriand sao de uma belleza que nao pere-
cer.
Ouanlo is suas estatuas, lora inislcr rita-las quasi
ludas: recordaremos -rnente um nionumeulo em que
nao se pode cuidar sera emocAo,a Jonn (iriga.
tendo soers mi tmulo u Home de Marcor litiHa-
ris, o hereo da patria reganerada, he ura pedaca
que f.uia honra aos artistas Jonianos do scrulu de
l'ericlcs. riualjsaremos dizendo que aira toa al-
IDU hora sempre elevou a sua nlclgencia ao ni-
vel das mais alias roncepres.
a. m.
PAGINA AVULSA.
Aos lllins. Srs. membros da coniiuisso local
de beneficencia .lo Barro, l'eres c Tigi|iin! Nao
duvidamos de sorte algoma publicar o que nos man-
daslescm Musa rcrlaraarao; he mislcr porrui. que,
o Sr.'" que responsabilisado, nos ir.uisniiilr as ao-
licias dessas localidades, nos declare, se Me apraz
ouvir 6 que cs.es Srs. dizem em sua rcrlamaro;
porque se lim, enl.io mis a publicaremos psi* cer-
Ma se, .(o,|iius Ibes fareinos ajdeftta devida basta,
dos no que nos inlormaiu, e declararemos pur es-
tnse o nome de qoem sob Boa respousabilidade cen-
suiuii. Pedimos perianto a esse, qoeeajs i
a aquelles algum lempo para cabalmente "s salisfa-
zer. certas de que, com mais -alt-farAu defendo do
que censuro; all son forrado pelo dever. aqu pe
naloreza.
Ja dissemot'qoe,qoem quizer elegiar espirke-u
com mii nome ; nos c s'sabemos fazer corlezia con.
o nosso chapeo...
Ficam cm nosso poder as noticias da Eslrada-
Nova, freguezia da Vanea ale que....
X'um lempo cuino o actual, que todo pai de fa-
milia deve ler duplicado cuidado em sua casa, nao a
deixando senao quando esliverem em seus afazeres,
achara os imprudentes essas priafies a guardas naci-
nao por 3 e mais dia*t|podendo aroulecer, que du-
rante esses das a proseara do preso seja de muila
nere-i.l.nle em sua casa. Pedimos au Eiin. Sr. ba-
r.ni commaudanle superior, que por humauidade
S. Exr. mande suspender esas ordens de prisoes di-
latadas ao menos em quanlo durar essa calainidade-
Oulro sim: como he possivel, que ura guarda com
o diminuto salario |dc i',10 reis posta sustentar uma
numerosa familia ueste lempo, que ate as ami*ade.<
vendem-sc caras'.' Como he possivel, que alera des-
se diminuto -alano se desroule l'ardamcnlo. mesmo a
aquelles, como uos consta, que o compraran! a sua
custa'.' No entretanto diicrn os Srs. capilar-, que
:l-j eslao aquarlellados, quando he sabido, que para
render-sc as guardas he misler lancar-sc me de ho-
meus, que serviram un dio antecedente, sahludu
com ludo islo, as guardas com numero incmplelo
de praras. us nao censurarmos, que a gualda na-
cional esteja deslacada, nao; mas notamos, ee pas-
to, que en/ermeiros que se achain derramados por
essas enfermaras fumando,dansando, jogaudo, namo-
rando, pescando o matando com pingue diaria.... o
suarda nacional que se conserve firme como a guar-
da do estado miran lo os i'M) rcs como macaco a ca-
tla! Temos que S. Exc. o Sr. couselheiro poderj
remediar ludo, e coiilinuar com goslu o servir.
Nao se emende cora o Sr. nbarraacculico Ma-
nuel l.uiz de Abren o que distemos.em um desses das,
a respeilu de ura buticario.
ouvmu), diz.ee, que quando ura medico vr, que
a botica do seu dcsafteiroado est de /i/dnoso re-
ccila rtiiio !
Abi vai o bolao !
0 que Iraz o bulo'.'
1 111 liman.......
A proposito. Nao se falla mais no limao.... nem u-
da., que he isto!
Consta-nos que na ruada Reda n. Jl ha uma
enferma rholerica araasiada, mas que prelendeudo
casar se na hora ultima o meco abanara cura a cabe
raque ;iu, cseuo nos engaaran),ahi tambera ha
seu pagaoziuho fresco.
Consta-nos ainda que us africanos morrein bap-
lisados a trve mocho por um particular, e que o
Sr. parodio respectivo disaera, que n.io os baptisava
antea por nao saberem doatrioa ; a ser assim o Sr.
vigario nao deiva de ler razio; he preciso que o5
ueophlos sejam iniciados ao nienos. Oque lio cer-
lo he que os africanos vao i ii \ .ni lo cuiEuiurainenle
como animaos.
Se a commissao eommereial su est cm campo
administrando sorcorros aos doentc-, quera admi-
nistrar aos raiscraveis"! Oucn soccorrera a um to
grande numero de familias indigentes'.' Nos coubece-
nios alm de oulras una que mora na ra da Cou-
cecao n. 115, que se uao fer toceorrida marre de lo-
me, de nudez, c de molestia !
Continen) us corvos agoureiros ou contraban-
distas de defuiiclos rochclros a herrar toda noilc
iacommendando a mais possivel |.i popalaflo: scr.io
esses gritos tlgnat de boa presa?
Mi pretendamos mais receber corresponden-
cias de onda, mas n,\o sabemos o que acharaos de
esqaisilo na scgunle .actinlia, que ahi a damus
para experiencia. .
Seulwres redactores il'agiiut ./iti/sa. Eis-ae
i.iiu',.. ni curan una loiinuuiuli.i a carregar alimeu-
lo- para a sua Pagina que lao imporlanle vai-se
loruando entre a- viule e oilo columnas do grande
Diario. Meu charo, da sua Pagina, nada >e e-pci -
dir, tu.li. ahi he ulilissimo ; veja u que lez.-mc des-
pertar cslaspoucas.linhas;J negocio cslu[apei lado.
furam estas tres palavras penltimas da Exma. Di-
zem Ynics., o negocio est aperlado, e eu digo-lhe,
por c esla apcrtad'is-imo, c vejam enterrara cinco
eorpot em tuna sepultura,amanhereiu nmilos sobre
a Ierra, no eemilerin lem ainanherido alunas ras
poitas da igrej.v- Os rarregadores dr cadveres em
redes fazem urna algazarra, que affllga os .lenles
e inedrosos.'tanlo de dia como a noile; eestoa cou-
lueuto ; prinoppalmeute quando se IraUva da luudir I vencido, que se a raaior parle das casas desla peine
i Huida, fosse da vendas, c hoavesse em lodasa'ire
juizo, clles'chegariam ao remiteno Iras diaa I
Meando esses cadveres esteodido nas roas, at
bebam e resulvam-se a coolioaar com o trbalo.
ha rccrutaineulo de escravos para carre.ar
eitorvaudo de-la sorte os mandados de seus se horet.
resuliaudo dahi ama persuola ; aun.le asa tanto di-
ulieiro, que se lem reeebido'!!.. nada mam jaste,
quem (01 neo pague aos rarregadores, qoeta lar po-
bre soja carrejado a rusia do governo, qae pera -
-o ainda nao deisou de satisfazer os pedidos 3e ata
hospital onde n.io escaparan) nem o- pobres cofer-
meiros; sim, dizem que escapoa om cliolarieo, qae
fugt" um dia anlesda fechar-se o lal aisfadoaru ;
ja esta de novo aberlo. Dos permilta, qae wa cm-
serve como deve ser um hospital, lia ralla de ga-
lleros principies, pois cerlos htzerrot rtltt cata as
casas ale os trillados dietas de vveres, e negase a
|uem os quer comprar, esperando o prern de teas
clculos; \.io mamar nas lelas do diauo qae os car-
reuue eul.lo est ou nao esla apertaditaioM o oe-
goeae------ est apertadissimo, est ja quebra, ao*
queh, a.... e depois do aaanora qoclirado... loca a fai-
gir.... se liver de encontrar natas aprassadas liabas
em um quarlinho de suaPagina vollarei brava
rom o nome aluisn assiguado, ale que se|a cbnsaaa-
do ; pois que pretendo oiuda-lo. A.leu*. .lia pon ka
do seu Inrortinko.
As aguas cslagnad da estrada de Jola da
Horros roulinuam uo mesmo estado, e nem asna *
providencia se lem dado i esse respeilo; chegaodo
0 descomedimcnlo de rerlo empregado qae jalga isto
depender .le si, an ponto de dizer com a maior tesa
ceremoniaque nao se importava que shm rlaa
iiios, e que por isso mesmo nao se faria aqoelle i
co,he mullo !..., Sr. empreado, mais moralidad,
olhe que para empregus pblicos, he a moral a pri-
meira das .piali.lades exigida. S. me.
curoil quando l--o diste nliciilan-ar 1
qaera allribuio apalcrnidade dessas reclaniaroes.qaa
hao sabido ua Pagina Atuta, pois saiba qae asae
pe-so.i deapreu snberanamenle homens imuioraet;
e quando se Irm reclamado por aquella providoacia,
he so cun vistas de fazer. nem, e oo da accuaar a
este ou aquelle empres.do : por lano nao so jalgoo
lao elevado que decida da -orle desse pedido qoa lo-
mos feila para os habitantes da Jlo da Barros.
Sera nielhor que dr um pas>eio la a....Jabala.....
muralidade! inoraiidade!.,.. eiemplo da tatrelida-
dc de um empreado mbliroque se jalea eso laao-
levada po-irao. Esliinareinos que nao aos de occa-
sio de decifrar o cuigma. Carla tem ruoslo, atoo)
charo, e quem iijo quer ser lobo uao Ihe veste e pal-
le, tome isso no sculidu|que quizer.....caiaada!....
JuL.11u.1- que sena de mais utilidad* que ana
diuhero que se c-l.i saslaudo cora o medico qae o-
gara fui 1. iiik.i.! 1 para Helero, Campa (iraado, a
Salgadiuh, fosse applirado para soccorror cosa *
mal- nre.--ano aos puluc- .laquellcs locares que jj-
zem na miseria, sem roberlorcs e mais roana accaa-
saria. c nem com que deem que comer a seas lilhi-
ubos, ir.1- que so .icli.iiu per-ri:ui.l... da peste da
fume ; visto que o caridoso Sr. Thome l'erclii **
loruece de inelicaucnlos, e qua em nada adiaola
caslar-sc diuhe>ro coui um esludanle do '2 aoon da
medicina, quo he quem la de passagem tena appare-
cido. e receita para quem leve diarrhea, r/islarrs
muilo louge daquelle lutar. e 10 la chega para ver
qualqucr ataque repentino depois de o doeole ja es-
lar curado pelo encarresado do Sr. l'rretli. canlea-
laudo-se o raesrao medico nomeado com o loaatr o
nome do doeole, um homem que elle arvocoa esa
enferuiero, e que g.iulia J-omi por dia, como saecc-
deu com (iiiillierniiua de lal, que em qoauto alfa-
res A-umpcao Ihe .lava fricrues e mais toe corras, o
'al arvorado enfermeiro, anrios-s tomava-lhe o atasa
para levar ao Sr. Dr. que la apparecea no oalro
da pelas ID horas .lo da, quan.lo ella ja alo pteci-
sava delle, romo Ih'o disse.
Consla-nos que cm Campo-grande e Salsadi-
nho, sem precisan hados enfermeiros, osqoaes pa-
ra isso nunca lerAo geilo; e cada nm delles gaoka
-0(111 reis por dia sem nada fazerem, sracas a liaos.
Isso he uma -uperil-n.la le das maiores qua leaos
1 isto, quanto nielhor nao seria que o dinheiro des-
pendido cora es-as cousas aparalosai e sem utilidad?,
fosse applicado a soccorrer com ajlmeulos a indigen-
cia daquelle lo- r, pin- be do que boje se reaeotota,
porque de medicamentos o philaolropo, Sr. Tbar
l'erelli os lem prvido ; e mesmo quando se jolsaa
ur.-e--.ino enferraelros, estamos auteritados a decla-
rar que ha al pessoas habililadas para isso, e qae se
pi csi.10 graluitameule ; por tanto lie dente canario
dai-se dinheiro a espertalhoet, e nao he com esses
esbaiijameulos que se soccorre os nrcessitados. Na*
Se agasle ninguem com o que ditemos; nossa miedo
he advugar a causa dos necessilados: procurar elu-
cidar o goveruo e au la-lo como poder, porqoa elle
cominumineulc leva-sc pelas inforraacaes. Sr. eoa-
selhciro Jos Beulo, dcscance S. Esc. que Ihe aja-
da remos, romo temos devoladamenle feito, seos pe-
.iiriuu- a V. Ele. monloes, promonlorios, lulha-,
e ncm um erguemuho de dinheiro.
Decm o dilo por nao dito.
Consla-nos que em uma das noiles passadaa al-
guem passava pelas Cinco-I'onlas. a vendo oa cal-
rada de cerla casa aLun- .-aives, hermetirtmente
fechados, c junto um carro fnebre, que os espera-
va, leve a curiosidade de pergoutar ao eoadoctor,
se naquella casa t morreram tantos da ama ves, esa
rcsposla soube, que aili era um deposito de altaudas,
que. em raso dr precisan, uiandava-se buscar, coca*
enlao acuuleria.
Oiieui quer que recebeu esla rc-po-la nao se sa-
ti-iez muilo com ella, pois bem podia considerar
nao ser preciso um carro fuucbra para a Uansperta-
rao de calves vasius, que mui facilmeule, oa cabe-
ra de mu prcln, podem ser conduzido. roeseno asa
grande quaniidade; loilavia licou ua -cisma de qoc
nao lossc aquillo alguma patota unelire.
De lonue esprcil.i o raso, c admira-sc .le qae l*>-
sem prensas duas pasasen para levantaren) o a'iau-
des, e, com algum esforro, colloia-los no carro !
N.io somos das pi uncu j- nformaroes; nao qoe-
iciiio- com isso assotuarasr, que os cams levastesa
arria, era vez de nem vazos: levamos ao coaheri-
incnlo du publico esse boato, que Mema referido,
[iie 1,1 c nlciuei.it-, quando se desronlis de um
abuso lao escandaloso, deve ser considerado, para
servir de csclarecimento a- provas que se paasaai
rolher de urna falta de moralidade t.io criminosa,
omo'a de que suspelamos.
Dizcmos mais: bem pode ser que o qae se propa-
la nao passe de urna des.as aleivosias lao .- un'nuu-
eulre uos; porcm ha muilo que o povo embarre
cora o grande numero de in me- igaass, que se leern
ua rclaraaohiluaria.
I ni ura desses iltas encoiiliainos taltcz mai de
la- por nenie I beieza Maiu de Jesu, oBSlB c*a*
inmeuv.s Coureir.'c-, Es|iuilos-Saiitos, Sacraatea-
los, 11 un-i.b'-. cir.
I'.eiu pode ser que lalhcn tantas coineideocws
pateas sempre seiuo bem uolaveis.
Dos queira punir lo hediondos rnmes, aaMia co-
mo premiar aos que sabem ser verdadeiros rhti>-
1 ,n- n.1 crisc actual.
(tuvimos dizer, que ura individuo nu .loinm-"
lora intimado na igreja de Santa Hila de Casta,
que uu arompanhasse a procis-ao, porque o rapar.
uao eslava decente.... ra, meu srnhor.-:. <> quo
onl dizer essa gentileza I Emlim.. islo he ra
p'ra Uo>.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTinmrJ


CURIO DE PiMIUeB QUINTI IjEjjj Dfc 13 jjljgj fcl |gSG
A medida lomada ltimamente pelo Sr. Dr.
chefe do polica a respailo .le so laparem os buracos
dos caixoes fnebre*, he retlmeute sanitaria,'assim
daqui ha dias nlo e iranslorne ludo.
__Quintos din* fazem, que lomos no Her le thole-
Ijmirtr'T Ol!... f" completamente excepcional;
descoioroou a lados, e parece, que estando cstarrio-
nari.i deveria declinar... (Jual! Que est cmbirrnn-
te na casa dos loo, que nao a deixa. Se nos restar
vida, teremos, que lias acriies de graras di/cr milita
cousa...
/ o.r popnli, to.i: l)ei.Nem semprc este prover-
bio be desmentido na pratici. Militas vezes o po-
yo falla as cousas com un rerto inslinrlo propheli-
co ; e lie conselbo de prudencia n.io daspretar cor-
los boatos que assentam na vcrosiniilhanca e na la-
cilidadc.
Tem-sc espalbado lia dias que ha exageraran no
numero dos morios. Este rumor remerou dbil e
sem echo ; mas elle vai lomando corpo c as proha-
bilidades se augiiienlam. Cro-sp que Irm havidn
Iralicancia monstruosa da parle da genio encarresa-
da de dar destino aos niortix. Os mdicos, os paro-
cbos dizcm que a morlalidado lem derrrsrido ron-
sideravelmenle nos qualro bairroa da cidade; no
entanlo a cifra fatal de loo e 103 ainda nao sullren
a menor sublraceAo! Aqu ha mvsterio e mvslerin
tenebroso! Cases enlerramenlos a noite prestain-se
myilos eilganos... E que providencias se Icrao lo-
mado para averiguar a existencia dessa especularlo
atroz? lsso be urna vergonha, heum labo infaman-
te., nao ao povo de l'ernamburo, mas sim aos des-
granados que porvcnlura se livercm manchado com
eSe lucros nefandos!
Ilonlem nos coularam que certo inspector, sendo
procurado para dar urna guia, para poder ser aceito
un cadver no cemiterio, dissera ao cocheirn ou bo-
leeito funerario, demore-se um pouco emquanio me
visto; porque quero ir ver mismo o corpo; cen-
trando para dentro, quando sabio j.i nao encontrou o
rujo filbo de Cironte Ecsta'.' Qttis polest capere,
capial.
A banda de msica dos aprendices menores do
arsenal de guerra, oulr'ora aprcciavcl e brillianlc, c
'mais larde iuleiramenta aniquilada, consta-nos que
est reorganisada pelo actual director dcsleeslabe-
lecimento, c que tocar em palacio, a 1 hora da
Urde do prximo dia 1 do correnle me/, aniver-
sario natalicio de Sua Magesladc a Imperatriz.
'Hospital de S. Jos.Este eslabeleeimento vai
prestando encllenles serviros, e ollerecendo aos do-
entes que all se recolhem um Iratamculo prompto
c regular, que nao lem nada a desejar.
A eova da ra das Ninphasesni sendo entupida
com immundicias de varios monturas; para comple-
tar esta obra com loda a perfeicAo, s falla que as
duas carracas, empregadas nesle trabalho, condona
para alli os objeclos que perlenceram a varios chole-
ricos, os quaes objeclos evistem vista de toda a-
gente na ra das Conqoislas Por fallarmos nesle
atsdmplo, lembramos qua seria mui conveniente ao
publico em geral e aos moradores da ra do Pro-
gresso, que os proprielarios desta ra murassem os
seus quinlaes; oseas posturas municipaes fossem
mais matliematicas, lalvezque islo ja eslivesse feilo.
Consta que a freguezia de Una est quasi pri-
vada dos soccorros espirituaes ; o respectivo paslor
lie como se la nao eslivesse ; niio se presta a acto al-
gum do seu ministerio, mas todava nao deixa de ir
losqueaodo as magras ovellras, e tcm tanto amor a
aaa existencia e aos seus rommodos, que se mudou
da sede da freguezia para um sitio que lem fura,
adra de nao ser incommodado. Os habitantes do
ogar supplicam a S. Exc. Rvma. que Ibes mande
outrn sacerdote, que [Ibes preslc os serviros da re-
'i.giio, vislo que o mal lamben) esto declarada i
quclla freguezia.
O negocio esla aperlado na rasa dos SO.
.li amanha (sa nao morrer.
Taifa seaj islo ilevido aos
alguns desinfsclanlea.
fbrueeedores daqui.
Nesle lera, (romo em muilos uniros da|pro-
vincia, o procedimeulo dos senhores He enoeolio em
geral forma o |mais vergonhoso contraste rom
o dos habitantes >la [cidade. Entre estes lem
apparecido bomens generosos c dedica do*, que
lii-ui eomprebeadem e mellur pratieam os devo-
res de cbrisISo, aeecorrendo e consolaado seus ir -
oaos afOicios; aquel.es melteram-se emseusen-
genhos, quaes riirangiiejns no buraco, ninguem mais
os vio, e pela anaior parle neiilium ceilil, nenhom
grao de ramilla mandaran i pobreza. Patriotas
e philaiilropos assini. anda nao se vio.
Entre os da eidade sao disnea de especial menean
os senhores Miranda e Machado, que nao leem
unisii ilion;.oilo b.lo tlescancn, pujs noite e dia or.
rupain-se cni condui.ir e sepultar os cadveres : o
Dr. lenlo .lose de Sonta que al ha distribuido
rom a pobreza medicamentos de sua ambulancia
particular ; e o major Antonio dos Sanios Vital.
que nllo eessa de visitar os doentes o ministrar-Ibes
sorrorros.
O hospital fundado pela oaridade de alguna
liculare-, oslando ao principio mal orginisl
inclhor depois ,1 i remoran da casa em que eslava
para a de Joan M. Wanderley. Para esle nielho-
rameiilo coneorreram em erando parte aa diligen-
cias do digno juii municipal e delegado.
Acha-se no axereieio do sua commissao o lir.
Relave, medico engajado pelo governo, lem appa-
reei 11 algumaa quenas de que esse- |lr. procura
poupar-se, mas islo he lalvcz ilcvido ao seu estado
morboso, pois continua a sollrcr de iiilermilton-
tes.
A presidencia em virlude de requisires do uiz
municipal aulorisra o dispendio de soccorros com
exemplo do que se ha pratieado na' capital do inipe-
rio c em todas as provincias arroin)iieilidas pela epi-
demia reinante, rossein absoloumente os releriilos
dobres e stgnaei em quanlo dararom os cfl'eitos da
mesma epidemia.
Heos guarde a V. Etc. Rvind. Secretaria da po-
Bri i do Pernamhuco II da marro, de 18.16.Exm.
o Itvmd. Sr. I). Joao da Puriliraco Marques Per-
digan, hispo desla diorese. O r.hefe de polica,
/.ni: Carloi ilr Palta Tei.rrira.
lllm. Sr.liavendo-me diri^idojao Kxm. prelado
diocesano solticitanilo providenciaslpara que cessas-
sem os ilobres fnebres de sinos, re|iiipi|.s para a sa-
bida do Sacralissinni Viatico, e Sigiaea para a Santa
Unrao. em qoanto darassem os Icrriveis elTeilos da
epidemia reinante ; o lendo-mc derlarado o mismo
Exm. prelado, por ofllcio desla dala, que prohibir
em todas as igrejas desta capital os referidos dobres,
repiques e signaee, anda mesmo )io Irausiio das
procissOes o no a\iso para os sermeti ; assim o com-
iiiiiuiro o V. S. pira sen roiiberimpiitu e direecAo.
Heos guarde a V. S. Secretaria d| polica de Per-
nambueo 12 de marco de IS.'iti.II1|n. Sr. Ilr. Jos
is par- da Costa Honrado, subdelegado da freaue/.ia de Sao-
do, val] lo Antonio.O chefe de polica, .uiz Cario* tic
Paira Tcirrira.
luuaetofllcios foram dirigidos aot sulilelegadoj
das fregueiias do Kecife, S. Jose Itoa-Vist*.
Ue-iiifrrres to dia U).
Fregaetia da Boa-VrUa.
Campo Verde, casa sem numero, de Manuel Joa-
quim, alfaile, fallecen una prela.
Hito dito, casa sem numero, de Paulo, fallecen
Domingas, erioula.
I'omlial n. 3, rasa de Joaqun) de. Azevcdo, lal-
os .indigentes ; e para ele lim nomeou o Hr. juiz Mecerarn os dono, da casa, Joaiina.ecrava, e Paula
de direilo urna commissao composta do Hr. pro- 'a ".*"! I'cur0-
-----' Ani y
JABOATAO.
1"2 de marco.
Contra a expectarAu publica continua o Sr. I'ran
cisco Antonio Pereira da Silva a exercer os cargos
de delegado e leiiente-coronel das guardas naci-
uaes.
E porque .' Sera isso ilevido a qtic o Sr. Tranci
Antonio P. da Silva seja um modelo do valor o de-
dicarao ".' n.lo he possivcl, norqnanlo elle na quadr.i
eetual ha sido o maior poltrAo de Jahoatao. Ser pe-
la sua moralidadc que nAo tenba si lo dcmillido '.'
incito", porque o seu elhiope-eunucho. e as suas oda-
liscas a isso se oppocm. Ser porquetenha alguma.lei-
que o proteja? nao porque o art. 16 lit. I daa goarda
oacionaes lal m\o permute. Ser.; porque aquello do-
lecado sirva de modelo de probidade".' anda menos.
porque nao he capaz de dizer ao publico em que fo-
ramempregadas as 2 pecas de baca que diz o ex-
pediente do governo he furam remedidas.
Porqne pois continua a exercer dous cargos n-
compaliveis pela egislas.lo do paiz '. por que nao ha
sido deuiillilo o delegado que nao compre os seus
deveres .' Responda o Exm. presidente da provincia,
e uSr. Hr. chefe de polica.
A epidemia asta exmela na povoarflo: porcm
Continua a fazer victimas nosarrahaldcs'e engenhos
da fregaezia..
O eugenho Suassuna, que ale cnl.lo nao perder
eseravos, acaba de enterrar H uestes dias.
A commissao bencuceute prepara as suas conlas
para imprimir no seu Diario, aliin de que os pro-
prielarios que liohrcmenle procederam em criso io
calamitosa,aejam sabedores de como e em que foram
applicadas as suas canudas ; e mesmo para que ap-
lurccam as reclamarcs, se por veutura apreseutar
al juma ineraclidao.
Consla-uos qne o proprietario de Carauna eslahe-
Jeceo um hospital no seu engenho. onde militas pes-
soaslivres se leem tratado da epidemia : em quanlo
que o subdelegado do >. districto imbe, nao sii
lem errado o ollicio ; como se moslra apatbico s
esmolaa dos seus governados.
O numero dos enterrados no cemiterio da po\ oar.lo
sobe a 221) com os escravos, que dos engenhos vi-
ainhos mandain os seus ilonos para e>ta itovoa-
3o.
Eslou qualquer dcsles daspedindo niinba demis-
sao de correspondente, porque ja nao posan resistir
as ssipplicas de miiiba chara mel.ide.
Ha 8 dias que minha fcia inulher (6 holera, que
lizestes-.') me escreve da Victoria cartas de azei cho-
rar a um pirata de thesoaros na'cioiiaes...
O fro, a lome..i- saudades, os faneqoitos, os chi-
mes, ludo serve de (tierna aquella poderosa cabera de
mulher.
Resist em quanlo pude as alien oes moracs de
minha companbeira de exilio : mas "logo que ralln
nas rosas que o malo come, nao pude resishr. Se llie
dissesso que a Sr... he um typo de formotura '....
pelo corpo de pipa, olhos de curuja, denles de la-
mauco, nariz de arara ; e moralmenle he o ciume,
parvo.ee.eslullicie, lalvez acredilassc. O'lloflman !
se tivesses tacs prolotypos para leus immor/acs re-
tratos, para (uas phanlaslicas produccoes serias
o cscriplor mais festejado do bello sexo dessa
nossa...
Ainda boje ponho-me a meditar como casci-mc
com lal mulher, rom a inimiga declarada de ludo
quanto diz respeilo s bellas lellras e as bellas
' arles.
8ii castigo da minha desercSo.
Oque me val he as velesri'r-me, rir-meromo lon-
co ao ver minha mulher dianlc de sent liugir-se de
santa, de erudita, citando, corrunontando, coriigindo
os l"r I.uit, Hercolanos, Lobos, padre Beriiardes;eao
mesmo lempo dizer blasfemias que bnrrorisam .
depois com a gravidade de que sflo mcslras em Un-
gir, apenas os hospedes viram rostas arruma bolos
nas servas, tabicadas nos filhos, c cu sou forrado
a bater baldearas para sabir com as honras da
guerra.
Neslas occasies minba curuja tallo da minha se-
nhora) coroa as suas malcroa^oes com romper, cus-
pir, maldizer, loda a sorlc de verso e prora que te-
tilia composlo para alivio dos ineiis peccados, dos
incus amores, que sao uuvens.
O' ednearao abenr.oada que vos pais de familias
dais a rostas lilhas, a essas Evas a quem o diaho fa-
dou para toda sorle de amaros, cavillaroes, den-
gues ; c Heos para a procreadlo o firtudes deslc
mundo sublunar, onde miseria be lana, o orgolho
lamanho. a loucura s-m par ; mundo onde estre-
mece a honro, dchiiha a caridad*, niorre a vir-
Inde.
Saudo-le educarao da minha Ierra: lu quo l-i
n infernal poder de converlercs um povo nobre em
vil. o valor em cobarda, ,i caridade em esoismo, o
amor em logo de posires peconiajias, o luxo em lu-
do e a religiAo em nada .' !
N. B.O rclralo que (i/ he mera phantasia. Par-
anlo nao va alcuma formse Ueciliense tomar o
bonel e maldizer do coilado de mim. Depois de es-
cripto o que cima se l, be que lenibrei-ine do que
diz o Lopes de Mendouca no prologo das M. de Y.
Joudo : porcm ja nao he possivel rasgar o que es-
erevi. inda murreu I pessoa no dia '.lo nutra no
OH 1 iiesl.. povoarrio : sen lo para naktMc que
pones muibcres leas escapain em sendo accommel-
tidas da di... do rholcra.
_^^^^^ Caita particular.)
COMARCA DE RIO EORMOSO.
. 8 de marro.
Ja se nao podo di zer qua a epidemia be
benigna nesle .le.mo, especialmente na cidade.
So nesta bao .allecido U) pessoas desde -_.l do
?,^.r.emi T'"!Jconto recrudescencia il 8 do
Sd ,\u V a nu,nero l0,l1 dM 1" "u
sido sapultadoi no cemiterio da cidade
Gratas aos esforcs> e diligencias do digno juii mo-
nicipa e delegado o Ur. Tbeodoro, que se lem mos-
trado ineaniaval. lano o servir.o m'orlulrlo como o
do Hr.
motor public lenlo Jote de Sou/.a, do profesor An-
tonio los Sanios Vital, o do padre Jo.io tiomet de
Ollveira.
Os gneros alimenticios estilo por alio proco,
e durante tres dias deu-se falla absoluta de carne.
Entretanto, em pora lio critica, quando todas as
autoridades deviam estar em seus postos, a cma-
ro muniripal nem sexual d.i de sua exisleucla. Nao
he sii esleo mal que devera OCCUpar Jos cuidados
dos vereadores se ellos romprehendcisemseus deve-
res ; a limpeza das ras, o aren: da ridade lem li-
rado tambem ao abandono. Mas anda sobre esle
ohjcclo algomOS providencias le md.ido o Hr. 'l'bco-
doro no intuito de minorar os males da quadro.
I'azemos votos para que alate povo nao seja
dos mus inrrumente tratado pelo llacello que nos
assola ; e nao nos descuidaremos de informar o pu-
blico de oulras occun encias de que tivermos noti-
cia.
Jiem.)
A commissao central de henelicencia, desejando
corresponder ts uslrurcoes emitiidas pela presiden-
cia, todas ledenles a favorecer os pobres desvalidos,
p.issa a sobscrever o que a sua caridade sujeila, e
ro^a as pessoas a quem esle lar apresenlado queirim
concorrer igualmente com o que pnderem.
Exm. c Rvm. Hispo Diocesano. pg. HOOtOIIO
Monscnlior l'ranciscn Muniz lavares ^UUsOlKI
Exm. bargo da Boa Vista.....i 2009000
Commcndailor l.uiz Exm. bargo de Capibaribe .... 2tKri)O
A lllma. irmandade das Almas do
Recite..........o tilHI-INIO
Hr. Pedro Bezerra Pereira de Araujo
Bellro......... 1003000
Hr. tiabriel Soares Itapozo da Cama-
ra, alcm de 201)."' ja dados a com-
missao parochal.........:10(I^KH)
Hr. Pedio de Alhalixd l.obo Moscos a .;. m-ii.i
A Exilia. Sra. I). Aniiuurada Camil-
la Alves da Silva....... 2IH)?0(MI
lllm. Sr. Jos Anlonio Pereira de
llrito..........i. 2009000
lllm. Sr. Francisco de Freilas Gam-
boa........... o 3009000
Exm. Francisco de Paula Cavalcanli
de Alhuquerqoe........, IOO9OOO
Hesemliargadnr Firmino Anlonio de
Souta..........a lOOaOOO
Desembargador Jeronvmo Uarlioian-
no Figueira de Mello.....a 100.-4)00
Hr. Anselmo Francisco Perelli. a 1009000
Exm. Sra. H. Joaiiua M. da Silva
FerrSo...........IIKVTOUO
Exm. Sra. H. Tliereza tiOD?glVOS do
Jess Azevelo....... HHHHK)
lllm. Sr. Francisco Aecioll de God- -^1
veia Lina......... 100-000
lllm. Sr. Francisco Anlonio de Oli-
vsira............. itMtottOO
lllm. Sr. Anlonio Carlos de Pinliii
Borges.......... ioiwioo
Commendador Jos Pires Ferreira fOOgOOO
lllm. Sr. I.ui/ Anlonio Squeira o 100;t>00
film. Sr. Faustino Jos dos Sontos loo/ooo
Desembargador l'raucisco Jo.iquiui
Uomes Ribeiro.......,, loo-iiHHi
lllm. Sr. Antonio de Moraes Comes
l'erreir.i......... a lOOnOOO
lllm. Sr. i.uiz de HoraeeGoroes Fer-
reira........... n 100-000
Commendador llanoH .lose da Costa. .Vl-^OOtl
lllm. Sr. Domingos Jos da Costa, a .Vijuoo
lllm. Sr. Rento Jos da Costa .V)tM)tt
lllm. Sr. Albino Jos Ferreira da Ca-
ntil........... a 309000
lllm. Sr. Jos dos Sanies Monea 1I0
Oliveira......... .^i-.(mki
Hr. Antonio l.uiz CavaltaBli. ... 503000
Exmii. Sra. I). Anua Franeisca de
_ Paula Cavalcanli....... h 309000
Exm. bargo de tambres....... 503MJOO
lllm. Sr. Domingos Alves Malheos 50tOOO
lllm. Sr. Amonio dos Sanios Squeira
Cavalcanli........a 'lO^'iioo
lllm. Sr. J0A0 Vieira Lima. ... 20.5000
Um anonymo........' 2O5OOO
Res &XlO9000
DEVE A COMMISSAO' CENTRAL DE BENEFI-
CENCIA EM COMA CRREME COM LUIZ
COMES FERREIRA, I1AVER.
ISWi. Dte.
Feverriro22. Por dinlicirodado a com-
missao parochal de San Jos .
Por urna peca de baela com 73 covados
, e mais 10 ditos I l.i covados 730 ris
compradas a l.uiz Anlonio Squei-
ra San Jos.........
Id"ni 27. Por urna peca de hacia rece-
ida do arsenal de marinha por urden)
do lllm. Sr. Joao Concalves da Silva,
San Jos..........
dem idem. Por dinlieira dad a com-
missao parochal de San Jos .
dem 29. Por diiiheiro dado a commis-
sao parochal de Sanio Anlonio .
dem nlein. Por 30 covados de hacia
comprados a A. Francisco Pereira a
730 rs.) dados a commissao parorhial
de Sanio Amonio.......
dem idem. Por dinbeiro dado a com-
mi--.: 1 parochal da Boa Vista .
Marro i. Por um fardo com 12 peras
de baela comprada a Patn .Nash a
TOO rs...........
Deslas foram da-tas \\ peras a commi-sAo
paredal de Santo Antonio, 2ditata
da Boa Vista, :| dilas a de San Jos.
Idem 7. Por dinbeiro dado a coramissAo
parochial de San Jos.......'1OIHIOO
''>" saldo...........3:6619830
nao poderem-no romcr ; ailmirou a commissao o
ilizer-llie a roferiJaenferneiia, que ha poucu, forao
mudados os lengn .las camas das mulheres ilepois
de um me/., o que nao foi contcslailo pelo revente.
Ksses infelizes carecen) ile novas roupas para os
eorpos o camas, e igualroeole le penies, c tliesou-
ras para os cabellos o unh.is.
O mencionado rgeme a o enfermeiro do como"
causa das fallas notadas no pouco assein, e limpc/.a
das enfermaras, o baverem na casa para todo ser-
viro pino africanas Itvres, tmente ; tres do sexo
masculino, e seis do femenino, palo que he indis-
pensavel, que se augmente ntimeio dos srvenles.
"aoccasiaodanossa visita cxisiio, conforme o
Qumrtel epritio do l. Imlalhao de in/antaria.
As (irisos sao arejadas, o no quarlel se eslao fa-
zendo c vo fazer alsumas obras necessarias.
Ca*a\dr delenriio.
Aclia-se com asseio o limpeza, e nella se obser-
va ordem c regularidade no serviro ; notando a
commissao, que oxisliasa seis presos em nina celia
lendo esta somente duas ramas, assim como ag-
lomerados n um squarlo al nove presos escra-
vos. Os doentes das enfermaras nao tero sapatos ;
o, em geral, os presos pobres eslao precisos de cal-
cado e roupa, sendo que a existente que foi forne-
cida antes do exercicio do actual administrador,
alem do ser de ruim fazenda, esta quasi inutilisada;
mappa diario, qne nos mostrou o regente, uitenlal Parercnd(' pelo^lamanho das camisas e calcas, ter
doentes, a saber : cinrooula pobres, sefulo vintc lio- is'''0 'e',a ma's I'ara us0 ''c meninos do quo de
inens, o irinla mullieres ; nove liomens e tres mu- \ ,lomc"s-
Becco do Veras n. :t, rasa de Amia Maria di An-
iianeiarAo, falleceu a mesma.
II11 da Saudade, casa sem numero, Dr. I.ourei-
ro, falleceu Augusto Fernandos trigo de l.ou-
reiro.
Becco do lamba n. 1. casa de Widoro Jos dos
Prazeres, falleceu Maria da Conceicilo.
Roa dos Pires casa n. ti, de /.adiaras Jos on-
calvet, falleceu Rosa Maria.
Ra Velha 11. Idl.casa de Manuel Ignacio da Silva
leixeira, lalleceu Antonia do Espirito Sanio.
Roa da Alearla n. 28, easa de Ansplno Ayres de
A/.evcdo, r.illecci.uii Joaqun, Marllis de Accvedo,
c Sabina I mbelinada Axevedo.
Ra da Aurora 11. 30. casa do Mara Joaquina da
Iriudade, fallcreram Ibomazia eijoaquim, es-
cravos.
\\.\ de San Gonealo n. 17, casa de Jos Joaquim
do Espirito Santo, falleceu Mariai da Assomp-
cao.
Ra dos Coelbes n 7, casa do lenle-coronel J-
se Germano Cyalcanti de Albuquerque. lallece-
ram. Francisco l.nlouin das Chagas e'Eleuteria Ala-
ria da Gloria.
Ra da Gloria 11. SH, casa de Francisco de Amo-
riiii Cima, fallecen Tliereza, eseravaj
Ra da Caita d'Agoa n. :(2. casa de .loanna Bao-
lista, fallecen Lina Mariada Conceicao.
Roa dos Pues n. 2:1, casa de I). Mara Joaquina
de Honra, fallecen Maria Rosa.
Fregoezia de Sanio Autopio.
Ra do Colaboiieo Velho n. I, casa abandonada
ha ti das, morreu urna parda ; desinfeclada por 111 -
dagarAo.
Roa eslreila do Rosario n. 12, casa de Feliciana
Maria do Beso Silva, morreo um preto ; desinfec-
lada por aviso policial.
Becco do liospal do Paraizo, seiq numero, casa
abandonada ha 1 dias, morreu um preio ; desinfec-
tada por indagarlo,
Roa Bella 11. i, casa de Vcencia rferrrira daCosIl
Cavalcanli, morreu urna prela ; desinfectada por
aviso particular.
Becco do Padre 11. i, casa de Hellini Maria da
Conceic.lo, morra.....na prela ; dcsiiifeclada por in-
dagarSo. i
Dito Ho dito n. ti, casa de Maria Jesuina Caval-
canli, morreu om homcn brancu ;:desinlcclaria por
indagi{3oa
Freguezia de Sau Josi^.
Becco do Dique n. 15, casa de llene liria, morreu
a mesma.
Cinco Ponas n. I2G, casa de Jofio da Paz Los,
morreu o mesmo.
rravessi dos Marlyrios n. ij, casa de Fran-
cisco.
Ra de Sania Rita n. 13, casa Je Marcelina, mor-
rn a mesma.
Becco do Sc.Tcdo, sem numero, casa de Manuel
Joao, morreu elle e I mulher.
Ditodo dito, sem numero, rasaidc Francisco Lo-
pes, morreu elle c 1 lilho.
Ra Impeiial 11. 17. casi de i.Manocl Francisco
Aleixo, morreu elle e 1 lilho.
Dita dita 11. 17, casa de Manocl Jos Ferreira Gus-
mio, morrerem li prelos eseravoa do mesmo.
Dita dita n. :lli, casa de Francisco das Chagas,
uiorreti elle.
Dita dita n. :W, casa de-Anlonio, morreu o mes-
lo e I mulher.
Dita lita n. IS, casa de Loil, morreu o
mesmo.
Dita dili 11. S, casa de Paulo Anlonio, morreu 0
mesmo.
Ra de Santa Rila 11. 27, casa de Nicaco, morreu
o mesmo.
Roa da Assumpeao n. -Js, caja de J.icinllia llosa
da Gonceicgo, morreu ella.
Ra de San Jos n, 16, casa lo Dionizio Boque do
Jiasciinenio, morreu elle.
Roa de San Jos 11. 10, casa de Tbcreza de Jess,
morreu ella.
Fregaezia de \\ecfe.
Ra do Vigario n. I i. casa de Azoslinho Ferreira
Seiira ijuiuiariies, morreo o saetmo.
Dita do dito n. 2o, casa de JoAo Francisco Ponle
niorreram 2 esrravos.
lua do Amorim n. 22, cjisa de Rosa Maria do
Rosario, morreo a mesma.
Dila do dito n. 23, casa de Joao de Oliveira Gui-
mares, morreu I esrravo. '
Dila do dilo 11. II, cisa dq Jos Francisco Pinbei-
ro, morreu I mulher, l. andar.
Dita do dilo n. II, casa de Mara, morreu a mes- nlia, vislo que a que existe, niio cliesa para o ser
ma na loji.
Ra do Vigario n. S,
OO5OOO
8"ii2J0
5
MlOfOOO
3QJJ9000
22-iVIO
M09000
6309100
Res.
1856. Ilater.
Marco B. Por importaucia da subscrip.
5io al boje.........
6:::w-?ooo
li::!:!o>!HM)
6:3309000
Marro S. Por saldo
data ....
Por sabio em baeta i peras.
liubeiro nenia
3:661.^30
aeras, cuja tratamentohe folio ti sua cusa; edez-
oito piucas Jo corpo de polica. Na enfermara des-
tes lia mais limpeza.
Hospital dos Lazaros.
liste eslabeleeimento scha-se eollocado om lugar
apropriado,.; tem sullicientes accommodacoes, pre-
cisando poren do ladrilho na cozinlia ; existem n'el-
le Irinla e sois duenles, sendo vinta e dous do sexo
masculino, e qualorze do femenino, no numero dos
primeiros la um menino de idark de sete annos,
entrado ha qualro mezes, o qual parece a commis-
sao, que podtria ficar bom, se fosse d'alli retirado
para 011 ira casi, vislo que o mal esl minio em prin-
cipio.
iNas enfennarias nao lia barias para o rosio, nem
ourines para lodos os doenles, ha mais de dous
annos, se Ibes nao fornercm vasilhas para banlio, e
lavagcm das roupas; exisiindo nnieamenlc dua.s ga-
mellas velhas para os liomens.
Os doenles comcm com a mio por talla de ta-
llares, que, ha mais do um anno se Mies nao for-
necem, estando a casa quasi desprenda de louca.
Oao-sc annualmenle a cada liomem duas calcas,
c duas camisas de madapolao, c algodao azul, qua-
lro lences de brim, o dous pares de sapaios e a
cada mulher duas camisai de madapolao, dous ves-
tidos ilorhia, qualro lenciies de brim, c dous pares
desa|ialos : com tao insiillicienle roupa, cslariao
elles grande parte do auno niis, se a caridade parti-
cular os nao soceorresse as vezes com algumas cs-
molas, sendo de nolar, que, ha mais de dous an-
nos se llie nao fornecem loalhas de rosto, e fronhas
para os iravessoiros.
A refeicao, que recebem, he composta de gne-
ros de boa qualidade, sendo poren furnecida sa-
nenlo duas vezes ao dia ; os doenles em geral |m>
dem que so Ihes de ceia. cuja falla senlem bastante.
Para o servido da casa lia tres srvenles alngados, e
duas africanas livres, mas estas nao fazem com
promplidao, e a lempo, o que Ihes lie determinado,
a pretexto do nao screm escravas. Apczar de to-
das estas faltas, adiamos as duas enfermarlas lim-
pas, *e as camas arranjadas, ludo pelos proprios
doentes, os quaes se moslrao satisfeitos da adminis-
traran do regente, que nos parece zeloso.
Ha pouco lempo estere preso um docnie por
muilos dias dentro de um quario escuro, sem ven-
lilaco, cheio de buracos, e que serve de morada a
insectos, dando-se-lhc para alimento dous caldos de
carne por dia. Tal castigo parece commissao
um pouco deshumano Os doenles queixao-se do
barbeiro da casa, por so nao prestar a fazcr-lhes lo-
dos os serviros que necessitao, rocusando-se al a
afiar-lhes algumas thesouras e navalhas de seu uso.
A commissao, roncluindoesle artigo, nio pode dei-
\ar de pedir, que o seu contedo seja levado con-
8dencao da assembla legislativa provincial, para
que esla, amerceando-se da sorle desses desgraca-
dos, (jue vivera apaados da sodedade, c dando
mais una prova de seus sonlimenlos de piedade,
se digne de augmentar a qtatla, quo annualmenle
consigna para este hospital, a lim de que se possa
occorrer a lodas as necessidades, i|ue vimos de re-
ferir.
Casa dos exposlos.
Exislem presentemente nella sessonia e um, c fo-
ra duzenlos o trala e solo, uns ,i soldada em casas
particulares, oouvos entregues amas externas, al-
gumas das quaes miidaram-sc dos lugares em que
residido, e nao ps>t.ciparr recolheran os mepinos. m
As cxposias dormem sobro pci|uenas esleirs de
carnauba, por nao terem camas nem travesseiros ;
as roupas de corpo que actualmente lm, sao duas
camisas de madapolao, e dous vestidos de cliila,
que receberam em niain do auno paseado urnas
lem dous lenQes, e oulras um somante, que lites fo-
rao fornecidos em ntaiodcl853, uao tcm [lentes,
lliesouras, escovinhas de denles, bacas, loalhas de
roslo, e oulros objeclos que sao de absoluta necessi-
dade. Dovc-scs amas de casa mais de dous me-
zes, o s de fora mais de seis ; enlendc a commis-
sao, que esle pagamento nao don ser demorado. A
casa precisa ser calafetada, c rctclhada, presenle-
inenle nao ha enfermara, lano neste, como em va-
rios oulros eslabelecimemos, lia necessidade de uing
bomba ; precisa tambem de lauca de mesa e cozi-
l'rists da fortaliza do llrum.
A destinada para os guardas nacionaes do bata-
Iho do bairro do Itecife, ho mu baixa opequooa,
c pouco arejada a alem disto bastante quenle,
em razo de recebar lodo o sol do lado do oeste c
licar o fundo na rampa 011 aterro da fortaleza.
A dos sentenciados que _be igual aquella,
acna-se todava em pcior estado, por eslar sempre
ncciipada pelos ditos sentenciados de mistura com
soldados presos.
As domis, que sao duas, nas quaes se recolhem
pravas de diIferentes rorpos, oslao muilosujas e in-
fectadas, principalmente a maior ; sendo que a
menor que he de abobada, c s tcm dous respira-
douros, torna-sc a certas horas urna perfeita estu-
fa. Conven) quanto antes manda-las desinfectar
e caiar.
Os presos recebem comida duas vezes ao dia,
excepcao dos perienccntes ao dcimo halalhao ; e
estes mesmos se falta algumas vezes rom a ceia.
A refeicao que vimos era m c insufficienle,
pnrquanto constava de um pedaco def-farne secra
de pessima qualidade, oque lalvez nao livesse urna
quarla, urna pequea tigella de feijao niio rheia, e
pouca farinha.
A cozinha nao lem louca, fazendo-sc o servido
em-um scaldeirio.
Esi sem ladrilho e inteiramente suja.
Os presos raras vezes se lavam, porque Ihes lie
cusioso obter agua para os banhos.
Pristo do arsenal de marinha.
Nao (em asseio a tarimba que nella existe, lie
insunicienlc para o numero de pessoas que sao as
vezes para alli remanidas, e nao se faz. diariamente
a limpeza do ci:bo.
Entre os presos adiamos cinco, de nomes, Fe-
lisardo IWarlins, Antonio Candido da Conceicao,
lzidoro Jos Bpiisla, Francisco Jos Baplisia, e
Bernardino Pacheco, que declararan) ser recruias
de marinha,cnao receber racocs.
Esla declaracao foi feita em presenca do aju-
dantc do inspector, que disseque, se taes indivi-
duos fossem com effeilo recrulas, teriam recebido
rarao: mas,cumprenoiarque poucos minutos depois
se achavam os mesmos na enfermara, para serem
inspeccionados pelo cirurgio.'oquenosfez persua-
dir da veracidade daquella declararan.
lin/ermaria de marinha.
Est regularmente montada, lem assuio e lim-
peza lauto nas roupas do corpo, como das canias,
c os gneros de que so compa as dffetas sao de boa
qualidade.
Todavia disseram cerlos doenles, que soiTriam
falla de comida sufliciente, e mudanca de roupa.
Hospital provisorio para os pobres.
Est bem montado c prvido de camas com boas
roupas, existiodo nelle urna prela doente' do
cholera
Prisoet da fortaleza das Cinco Ponas.
Acham--e limpas; porcm os presos que nel las
exislem, soffrem inmenso calor, porque o sol bate
m Ha- quasi lodo o dia.
Gnu liiindo o |irescni relalorio, nao podemos
deixar de requerer que se peca ao governo da pro-
vincia, mande forneecr i cada praca dos eorpos de
linlia duas raleas, duas camisas e um par de sapa-
tos, vislo como tcm-se estragado as suas roupas
nas continuadas marchas e diligencias que tem fei-
lo para diltoiontos pontos do interior, e nao he jus
10 que na quadra om que infelizmente nos aenams
solTram matoras [irivaces, estendendo-so eslefni-
necimento extraordinarm aos presos pobres u
Justina do corpo de polica o recrulas- do exerriiu,
existentes no quarlel do segundo balalho.
Dos guarde a V. Exc. e S. S. Becife 12 de
fevereiro de 1856. Exm. e Illms. Sis. presi-
dente, e vereadores da cmara do Recite. An-
tonio Jos de Oliveira, Simplicio Josa de Mel-
l>, Joi Maria Freir Gameiro.
Noticias de Flores rom dala de 2 do correnle an-
nunciam que o mal anda era desconhecido alli e em
serra Talluda ; mas conslava que no lanar da Volla,
perlenceute a fresuezia de Ingazeira haviam morri-
llo duas pessoas, que se julgava ser da epidemia.
Km Floras se lint tirado orna subscripto para
sorcorrer a pobreza, no caso do ilascllo se manifes-
tar naquelle logar.
Recebemos noliras do l.mnero em datade II do
correnle as 5 horasda larde, (testado sanitario na
villa se ia tornando cada inez inelhnr, de sorte que
desde o dia!) al o dala em que neo escrevem, os re-
mtenos tanto o da villa como os dous arredores,
nao huilln recebido cadver al:um.
Ilavia fallecido em seu ensenho o Sr. coronel
lleurique Pereira de l.ucena.
As noticias que recebemos de Rom Jardim sao
sobrelmodo ln(es e allliclivas. O numero das pes-
soas que naquclla fregoezia lem suecumhido aos
alaques da epidemia reinante sobe, -canudo nos in-
forman!, a perto de 700 ; todava na povoacao c seus
arrahaldes, gracas aos cuidados c disvellos ceas que
a lodos ndistinclamenle sempre tratara o pretfaola
cidadaoCaetano l.uiz Collaro, que de bom grado se
encarroara de ISo ardua mssao. era a mnrtalida- I
de quasi nuil 1 ale ao lim do mez prximo pastado,
quando o mal assallaiido as pessoas de sua familia,
o iulilisara por alguns diis. linlao o numero dos
morios augmento rpidamente c segundo as ulli-
mas noticias que alcanram o 1 do correnle, and.iva
Idem 120!)Amelia, Pernamhuco. 7 aa
parda, S. Jos, em cata.
Idem 121oAnlonio (.encalves Peres, Peroosakon,
1:1 aiioos, hranro, S. Jos, em caiia.
Idem 1211Manocl da Costa, frica, jo asHsas, ca-
sado prelo S. lote, muoeiro, em cata.
Idem 1o|2Manoel Malina, do Sacramento. Baha,
36 asmes, toHosro, prelo, Roa-Vista, miliar hai
pilal reuimculal.
Idem 1213Cmi-Unria Maria da Onceicao. t>r-
nanibuco, 11 anoos, casada, parda S. Jotr rm
casa.
Idem 121 Joaquim Pereira deSj, Para, Jhaaa*.
sollciro. pardo, S. Anlonio, em cata.
Idem 121V-Mana Joaquina dos Praieros, Pernam-
huco, 22 anuos, rajada, parda. Kecife, ota rata.
Idem 1216Manat \ iclonno honrado. Porlogal. 13
annos, solleiro, branen, Sinto-Aolosilo ascate
em casa.
Idem 1217Domingas Maria do Rom,, frica, W
annos, casada, prela, lloa-x uta, em rana
Idem I2ISAnua Mana da Com-ru-an, Pernaniboro
KO annos, tanta, parda, S. Jos,* rMJ
Idem 12111Alloiira. frica, 2> aonos.wiitjr, _.
la, Recite, hospilal prosino de mannlia. '
Idem 1220Manuel Jote de Santa-Auna, II annos
Itecife. bospilal provisorio de marinha.'
Idem 1221Senboriiiba de AleVedo Sanios. Pernafo-
buco, ill annos, rasada, branca, Boa-Wla. ata
rasa,
Idem 1222Loarenro Josc dos Sanios, "------raliat-.
1S anu, solleiro, pardo. Boa-Vista, em casa.
Idem 1223Malhihie llo.lrigues de Sa. Cer.
ja por 70 pouco mais 0,1 menos. Nao podemos dei- vi d H jf
zar de estranhar aqu. o procedimento inqual.fcavel ltm i2.i_(:r.,,lU Mana d.,Vlr!!eT'Pen,,b.,
IX anuos, ollera, parda, S. Jos, em cata.
a a..if...ii 1 .. "im'uiinuciii o
rid, i!. ? r",' 'T1" Cm a des'Javc' r'S"i-
ridade; mas vilo faltando medicamento, para soc-
corroida pobreza, pois havendo-os aquelle Ilr. rr
quisiladoau governo, apenas Iba foram roaudadoi
BEPAHTIQAO A POUCIA
Parle do da 12 do marco.
lllm. e Kxm. Sr.Levo ao coulieciinenlo de V.
Exc. que das dillerentes participarnos boje rece-
idas nesta rcparlirao, consta que so gundes oceurrencias :
Foram preso. : pela delegada do primeiro dls-
driclo deslc termo : o prelo africano Manuel, por
andar administrando remedio, pora curar o clndcra
eir casa, de doenles trata-Ios sem estar para isso
aulorisado, infringindo assim as postura munici-
paes c a expressa intimaran que se lile fez de nio
continuara administrar o. remedios do sua ii.vcn-
rn.
lela subdelegada da frcgiiezi.i do Recite, o pre-
lo esrravo Jos, por futido.
Dos guarde a V. Uve. Secretaria da polica de
Pernambueo 12 de marco do 1856.Hlm. o liim
Sr. consellieiro Jos lenlo da Cimba c Fisueircrb/
presidente da provinciao chefe de polica, Luis
Carlos de Patea Tlixetra.
O Dr.'chefe de polica da provincia em zddila-
mento a portara que em data de boniein dirigi ao
Sr. Manocl liunralves Agr eoearregado dos carro*
fnebres, racoinmenda ao mesmo Sr. Agr que d
as providencias convenientes para que dado o caso
de receber alta noite guias para couduccilo de dio-
le icos ao c unitario, os beleeiros do. cutos se pres-
ti-m a coadjovar os irabalbos de fechar e pregar os
caixes e colloea-los nos mesmos carros, quando nas
casas e lugares em que foram receber os cadveres
nao hajam pessoas que fseam esse serviro.
Secretaria da polica de Pernambueo 12 de marra
de ISV'../.i; Carlos de Paira ,'i'c.i.rcira.
Iguacs port Has se fizeram a Jos Pinto dr Magu-
lba's, Antonio Bernardo (jainloiro, c Miguel Jos
Alvos.
Exm. o Rvmd. Sr.Convndn na lastimosa qua-
dra acloal empregar lodos os meioa para diminuir
00 espiriln da populacao a sua aterradora irhpres-
sjo, vislo como o terror e o medo minio coucorrem
para o progresso do .nal o espantoso numero de bi-
tos : c mostrando a experiencia que os dobres fne-
bres de sinos, bem como os repiques para as sahidas
doSanlissimo \ ialico e signacs para a Santa L'ncao
muiloaugmenlam esse terror ao ponto de casos ia-
vidos por benignos se tornaren) graves, dirijo me
a V. Exc. com o fim de Ihe rogar a bem da huma-
nidade que se digne dar suas nrdeus para que a
sa de Jos Antonio dos
Santos, morreu um escravoJ
Roa do Codorniz n. cala da Antonia Caelana
de Moura, morreo um bomm.
Ra do dilo 11. 2-casa de jfoaquim Francisco Alem,
morreram 2 escravos e 1 caiiciro.
Roa do Pilar n. '.li. casa de Victoriano Jos de
Sou/.a, morreo I horneo).
Ra do Oriente n. I, casa de Ma.ioel Francisco de
Araujo, morreu 1 escravo.
Dita do dilo 11. 22, easa de Jeronvmo Ribeiro,
morreo orna mulher.
Ra do Itruui, sem numero, casa de Joaquim Josc
de Sania Anua, morreu o aicsmo.
Ra da Cuia, 11. 17, casii de Maria Rosa da Con-
ceicao, morreu a mosma, t. andar.
Rui da Sen/ala .Nova u..casa de Iheodora Maria
do Sacramento, morreu amesnu na leja.
Becco Largo u. 7, casa de Manocl da Paix.io, mor-
reu o mesmo.
Ra da Cadcia n. 37, casa de Joaquim l.uiz Vieira,
morreram 2 escravos.
Dita da dila 11. ill, casa de Joaquim l.uiz Vieira,
morreu t caixeiro.
Dila da dita 11. 2, casa deCactano da Cos. Morci-
ra, morreu um caixeiro.
Disinfccces : Total do dia 10, .Vi ; na fre-
guezia da Boa-Villa 15, ara Sanio Antonio (>, cid
San Jos 1(i, e na do Rjecife l'.l.
Total ate. o dia II, 127.
Casiav, l.izcazmo Frtado de Mendonra,mct-
regado da conservacao e dislribuirao dos agentes
desiorectantes.
CMARA MUNKflPAF. 1)0 RECIPE.
Illms. c Exms. Srs.-j-A rnmmisso encarregada
de visitar as prises citis c militaros, e eslabele-
cimentos de caridade, fiara informar do sen slelo,
o dos melhoramentos que preciso, vem trazer ao
conhecimenlo da camal o resultado dos seus Iraba-
lbos, pela maneira seg inte :
Grande hospital de caridade.
Esle c5tabelecimenloesui eollocado n'um edilicio
particular que nao tem Os necessarios rommodos, o,
alem disto, demanda dirarentes raparos ; nvtndo,
um conseqiiencia, que se conclua, com urgencia,
parle do hospital I'cdrd II, alim de serem para din
removidos osdoenles, n|i (pie sejo estes transferidos
para oulro"predio com bielliores proporecs.
As enfermaras reseonm-SO em geral, da incu-
ria, a do pouco ou nenjlium asseio a limpeza, que
millas se observa : varips doentes existem em ca-
nias sem colchos, nem
servan os ps nlciramou
lavaron) regularmente, co
encontramos um paralvii
travesseiros, muilos enn-
Ic sujos, tanto por se nao
no por nao terem sapatos:
i-o, cuja cama esl unida a
tima parede, parle da quil so ada preta o hmida,
por causa de escirros di
quasi lodo motilado de 01
.1 nulo ;i um lavatorio
berloconi urna liara; quasi
(eseslavan inallavados : ui
os homens, alem de ex
tabaco ; leudo o colchao
ria.
sstava urna bexiga para
dysleros, e abalxo dolle i m ourinol rom fe/es, co-
siAo do perign desagraderidos o abandonaram.
() Sr. i.ollaro ja conlava com essa lagnlidio, pois
ainda anles de ter sido aquella povoacao invadida
pelo cholera, j elle escreveodn a urna petsoa de sua
familia resideule uesla cidade, se exprelsava nos se-
guintes termos;
Nesta povoaeo nenbuma pes^oa esl em peio-
res circumstancas do que eu ; pois em quanlo liver
forras, asseguro-lbe que ningin-m aqu mnrrer.i a
mingoa, mas tambem eslou convencido de que ape-
nas precise de soccorro nincuem m'o prestar, n
io infausta pro|i!iecia acaba decumprir-se, e eis
aqu de que modo.
Minba mulher, escreve o Sr. Collaro mesma
pessoa de siw familia a que cima nos referimos, lua
forlemente asfaltada;pelo cholera, porem comjtri>/ |,|m I233_,\nl
vor de Dos pude sublrahir ss garra do nr&nslro
mais esta viclima, pausados algans das, qua'idoella
ja eslava quasi de todo restabelecida, inteciirelando
mal da alcova em que se achava, urna roticia que
um moleque dera na sala, leve i.io grande recabla
que cinco dias depois a 2!) de fevereir i entresou o
espirito ao Creador, a despeito de lud qoe|liz para
salva-la.
Na vespera desse dia a mcu esc'.avo Dominio,
vendo que a senbora se linava, de s.olido cabio ful-
minado, e dentro de I horas e-'ava morto. Ao
meio dia urna mulher que a Iraliva cabio tambem
fulminada, e 1 hora eslava ni elernidade. Sahi
coma familia para oulra casa ru pressa mandei
preparar, mas ao cliegar ella, cabe como mora
minha filha Rraziliana, sendo Cmbem atacada mi-
nha sonra e o meu lilho Leoq'o. Em lo pande
aperlo. apenas vi ao men lad
lespboro, que incansavel lr*)al
se consegua a salvaco da.amilia ao amanhecer
do dia seguinle cabe fulm, iado o ricu escravo Rraz.
suecumbindo do mal i*nlro de poncas horas, eu
mesmo sentindo-mc allr lado, tomei ai'suus medica-
mentos, bem que conlimasse sempre n- lula.
Ao anoilecer ca'em atacadas mi nbas lilhas
Erundina, Milla e FJina, no dii segu ate morre a
primeira e cabero nenies meo filbo 1 elesphoro e
um homem de nome' Manoel Xavier qi e muilo me
ajudava. So oulro'dia morrem minha." lilhas Milla
e Felina, o meus filhos Alfredo e i lespboro, o
meu escravo Vicerj.e c mais urna mocin. n que esla-
va em minha casa adoecendo nesse me-' rio dia una
mulher que Iraliva dos doenles, mai- dous filhos
meus pcqiienino elret escravos. i
Posso assegsrar-lbe qucalsumas Oa%pesSoai ru-
ja morle lamen o, succumbirain a fallad, trato, por
quanlo eu docnie e enfraquecido, nAo p'da acudir
promptamenle a todos. Dos rr.eus un os alguns
achavam-se drenles, aos oulros, n.lo que o aecusar
de desbumaniladc nem mesmo de ingral dan, ma-
semprc direi que por puzilanimidade abanjonaram-
me, quando mais necessidade cu linha de soccorro,
apenas faro exceptuados Srs. Manuel Jo iquiin de
Castro e Ismael Cezar Duarle Ribeiro que m lao a-
pertadacrise mostraran) que sabilo compre enderos
deveres da amizade.
Para voss fazer idea do abandono a q'
redolido, basta di/er-lhe que para ter un
que me viene ajudar na noite da vespera ch dia em
que falleru o mcu Filbo Telesnhoro, fui p eciso que
pagasse 2O.-^KI0 reis.e anda assim somente' un solda-
do de primeira linha a isso se preslou.
guras aquelle que desprezando os proprios inleresses.
sacrilica-se pelo bem de seos semelbanl-s, mas isso
nada be, alem desla vida ha oulra, que |a de durar
para sempre
Desde que o cholera aqu apparecn que uno te-
nh i descanco ; eu e o meu fallecido ll iu felespbo-
ro passamos varias noites na ra a Irat rdos (lenlas I Idein iW-Fraiicis7a"Marii
pobres e ricos, sem a menor recomp/nsa, romo ja '
liz no lempo da febre auiarella.(%)uan/o mediros ees-
i lodos os vasos seniL'lban-
ia lalrina, que servo para
"ar insupportavd man
clioiro, lem o ladiillin io liumidreiilii, que por for-
ra ha de algumas vezes dimniliear os doenles que
ndlaenlrao, mormente aq idles, que nao lem ralea-
do : muilas mullieres obtao dentro de algiiidars,
que eslo (leposiunlos deb; ixo dos leitos, sendo as
tozos laucadas n'um eslreit) (piarlo, contiguo i res-
pectiva enfermara.
Segundo a confissn di diversos doenles, a re-
feicao que se Ibes d.i, he laillicionte, porem alguns
gneros de que se eompta s;i0 de ruim qualidade,
como a farinha e o issucir, que be mascavado, o
qual assim mesmo lie distribuido em lao pequea
quatitidadc, que n;io adoch o cha.
Isio lamliem nos foi d clarado pela enfermeira,
a qual accrescentou, qu as doenles regeitavio o
pirao, quo se Ihes mand va, da dita -farinha, por
vico : parece-nos conveniente a construeco de um
telheiro, que encost ao lugar do banheiro, afim
de ficar esle mais resguardado bem como fazer
oulro encostado a casa da roda, para por elle serem
levados os meninos que forem depositados em occa-
sio de chuva ; bem como fazer elevar ;i mais seis
palmos de altura o muro do edificio, e finalmente
remover a latrina para outro lugar, visto que,
se acha incoinmoda at as pessoas que passao
por fura.
Para o servico da casa ha nove srvenles, sendo
sele africanos livres. Os regentes sao assaz tala-
sos, o conservao o eslabeleeimento com limpeza o boa
ordem,
Collegio das orpliaas.
Esle eslabelerinicnlo exisle em lima Casa parti-
cular, que boje lem excedentes comiuodos, eslao
nclle quarenla e cinco orphaas, e tres pensionistas ;
o servico he feilo por qualro pessoas, sendo tres
africanas livres, esl prvido de ludo quanlo lie ne-
cesario, conserva-se com bastante l'assoio e limpe-
za, e a comida que so d as meninas, be de boa
qualidade.
Ilospilal regiinciual da Soledadc.
Esl eollocado junio ao quarlel do 9. balalho de
infamara do primeira linha, em lugar improprio,
c sem as necessarias arcommodaeos, c arranjos ;
sendo algumas parles do andar torreo assaz hmi-
das, o que nan pode dcixar de ser prejudicial aos
doenles nesle eslabeleeimento ha mais regularidade
c asseio, do que no de caridade, eos gneros de
que soconqioein as dietas, sao de boa qualidade.
Todavia notou a commissao quecm algumas camas
oceupadas nao cxisiio colcliocs, nem iravesseiros,
e que muilos doentes (cujo numero excede do com)
estavaocom os ps sujos por falla de banhos ; os
quaes Ihes nao er.io dados tempo por ser insufli-
cicnlo o numero dos serventes, segundo nos infor-
mou o medico, que alli se achava, Dr. Miguel Joa-
quim de Castro Mascaronhas.
Convem muilo aprestar a condusao do novo
hospital militar, para que se nao Inte por muilo
lempo rom as dilficnldades, e inconvenientes queso
dao no actual.
Quarlel e pristi do !>. batalhd de infatuara.
A [iriso est rollorada n'iiin quario eslreilo, o
mni pouco arejado, conservando o ladrilho continua
humidade, prinetpalmonie por baixo dos estrados
-ni que dormem os presos, o que nao pode dcixar
de arruinar-Ibes a sainlo. < > amor a liiimanidade,
c a obrigacao que corre ao governo, do prove to-
das as necessidades da elasse militar, exigom que,
quanlo antes se mande construir no niesino quarlel.
em lugar .apropriado. oulra prisSo espacosa, o ven-
tilada, ruja obra lalvez se possa fazer com pomo
mais de um conm do ris, convindo para nao lia-
ver demora, quo se ella efloctue -obre a diroccau do
commandanie do corpo. Observou a commissao,
quo o quarlel co refeilorioeslao rom limpeza ; bem
como, que a clapo que se ornecu as pracas, lio
eomposta de gneros de boa qualidade.
As lalrinas do quarlel devem ser. quanlo anles
inulilisadas. porquanto eslo om lugar tal, c io
mal construidas, que qualquer limpeza queso Ihes
faca nao aprovetta:
ijnartel e prisao do segundo batalhao.
As prises eslo limpas c sao arejadas; o rmartel
esl limpo, a dispensa fornecida de gneros de boa
qualidade, e as chipes que se fornecem cada pra-
ca, sao assaz sullicienles. O quadrilongo do quar-
lel preicsa ser alienado quanto antes, para asgola-
mcnlo das aguas que em alguns lugares ficam es-
tagnadas ; prejudicando assim o bom arranjo do
servido.
X5iarlt )c pcrnatntinco.
Dio-so perlnrhai/ies nos principios conslitutivos
da vida humana, que iipiihiim esforro nem da na-
lureza, nem da arle pode destruir ; em rertas con-
dires ordinarias, esle phenomeno lie raro, e enlao
a estilcelo com pleta da vida, a morle, he urna
consequencia iusvltavel, fatal.
Pondo de parte estes casosexcepconaes, ou lilbos
das leis necessarias da nalureza pin sica, ou de cau-
sas accidentaos que escapaos, a' intellisencia do ho-
mem, o que he cerlo e inconleslavel be que feral-
mente fallando, a ciencia triumpha na mor parte
das circunstancias criticas em que as milhares de
molestias collocam a hiiinanidade.
O proprio cholera morbos que actualmente nos
llagella, e que lao horriveis devaslaces causn na
Enrona, no primeiro periodo da sua lolal apparican,
he quasi nada, segundo allirmam os principes da
sciencia, sendo atacado em seu comeco.
Em Verdlde, esta mvsleriosaenfermidade, encerra
lalvez mais su.lo do que males reaes, para as almas
timoratas. Dos, na sua providencia divina, per-
iniltio que este ceifador inexoravel niio sorpren-
dessea ninguem. m emissario, por assim dizer,
um lignal evidente da sua invasao fatdica sempre
a precede, ccslesignal que aiinuncia a sua pre-
zenra sao os symptoraas, boje infelizmenle mui co-
ohecidos entre nos.
Ora, um fallando nos casos fulminantes, que sao
raros, que silo quasi um mylho, pois mo se conla
um entre cem, estamos convencidos que comba-
lendo-seCom energa o iromediatamentcos primeiros
symptomas, precursores do mal, o cholera morbos
he urna enfermidade como oulra qualquer.
Mas, se assim lie, se os homens da sciencia, lano
na Europa como entre nos, lem chegado a esta eon-
clusao benfica, salottr, consoladora, de que o
mal, que nos persegue actualmente, be nada,
sendo tratado louo em principio ; donde resulta o
grande muera de victimas que se conla nesla ci-
dade? Uesulla iuconlcstavelnienle do abandono
da molestia no sen comeco, do desprezo dos piimei-
ros swnptomas, das |irimeiras indisposiees que se
senlem.
Bem sabemos que nem lodos possuem os metes
necessarios para se (ralarcm ; mas para aquellesa
quem laltam os meios da fortuna, a caridade pu-
blica c particular se bao mostrado sollicilas e pres-
surosas em aliviar as magoas c supprir as desigual-
dades sociacs.
O governo lem mdicos e bolira paga para todas
as pessoas neccssiuiJas ; as comiiiissocs beiieliccntes
eslao prompla ;, fornercr dinbeiro, roupa e ludo
mais quanlo fr preciso. Aquelles que iguoram a
quem devem recorrer, dirijam-se aos inspectores
de quarlcirao. que os bao de guiar, e liquen) eertos
que nada Ihes ha de faltar.
lano be verdade que o desprezo c o abandono
da mole-lia be que tem sido a causa da grande mor-
lad ule, que d'rnlrc as pessoas que ss lem Iralado,
assim que se senlem atacadas, quer nacionaes,
quer eslraogeras, muilo poucas tem morrido.
Por tanto, ao desprezo, e s ao desprezo do mal
em principio, he que attribubnos o elevado algaris-
iim de victimas que elle tem feilo entre uiis.
Aquelles que te nao podercm corar om casa por
falla de pessoas que os Iralem, devem recorrer aos
hotpilaes, que esto mu bem preparados, c a' I: -n
le de alguna te acham pessoas mui philanlrnpira-
|ui-sui 11- dos mais nobres seiilimenlos de piedad1
.Morrem doenles nos hospilaes, be verdade, m
segundo o obituario que se publica diariamen ,
ve-seque o noatero daqoellea que morrem n
casas particulares be extraordinariamente srand
nao lem compararlo cora
nos hos|iitaes. Por oulro
Idem 1227Candida Mara do Carmo. Pernea
(Kl annos. viuvo, parda. >. Antonio, em rata
Idem I22S Maria Sebastiana Tthara de Mella.
Pernambueo. t j annos, rasada, branca. Boa-Va-
la, em cav,.
Idem 122I Felippe Pereira Revs da l't. Per-
nambueo, "Pannos, casad*, preta, S. Josc, .illaiate,
cm cta.
dem 1210Mara do Carmo, l'crnamhoro, A'i an-
uos, -ollera. preta, llo--Vita. em .asa.
Idea-, 1211J..lo. p.rinmliiir .. annos, tsadnra,
pardo, Roa-Vista, em cata
dem I.M2Tiburcia, da Fon>eca e Silva Lias, l*ei-
f nambuco, 21 annos. rasada, branca, S. Joa, cta
asa.
Lepes da Silva Cardse, Per-
nambueo, 1:1 annos, solleiro. pardo. S. Jote, esa
rasa.
Ia>m lili Francisca linaria da Conreirao. Per-
namhuco. CO annos, ollera, preta, S. Jote, em
casa.
Uero I23.V-Kibppe Nerj ta Sanliaso, Pern.imlMsco.
7li annos, casado, nardo, S. Jo-e, em casa.
Idem 12llFranciscoCordeiro. Peraambaco, 211 an-
nos, solleiro, iir.ui.-o, Santo-Antonio, em cata.
Idem 1217i: I pian a Candida da Silva S-ara. Por-
nambaco. 17 annos, solteira, branca, S. Jos, etn
casa.
Idem I21KAnlonio Josc Francisco, Rabia, tu eo-
lios, solleiro, preti.. S. Jos, em cata.
Idem 1339Manoel Jota da Croz. Pernasnbare. 311
o i'neu bom nib'o e- 'dem \'W-\"<"> M".. do Espinlo-Saolo. Por-
oineu oom limo le nambuco, 21 anno. solleira. parda Koa-VatU
Idem 1211Amaro Josc Pereira, Pernamboet, .11
anoos, viuvo, pardo, Boa-Vista, srvenle, hospital
porluguez.
Idem I22Anna Florencia, Pernambueo,70annos,
preta, S. Josc. hospital de S. Jos.
Idem 1213l.auranna Maria da Conceir.ni. Per-
uamburn, 211 anuos, parda, Boa-Vista, militar,ln-
pilal da roa da Aurora.
Idem I2Marimba Clara Rosa, Pernambore, >
annos, casada, parda, S. Jos, em cata.
Idem l.'i.'i Joaquim de Moraes e Silva, frica, Ion
annos, viuvo, prelo, S. Josc, em cata.
Idem I2(Damin Rodrigues Seichas, Pemjsao*)
co, -W annos, casado, prelo, S. Josr, eanaesro, om
casa.
dem I2S7Clara Mariada Conceirao, Pernambort,
22 annos, solteira, Rccife, em cata.
dem I9Ml'raucisco Primo Cirrea, Piiaieabana.
annos. solleiro. pardo. Reeife. em cata.
Idem I2P.1Manoel Pereira, Aracalv, tu anno,, vi-
uvo, pardo. Recite, em casa.
Idem 1230Maris Cecilia Veloso, 2> anuos, sollei-
ra, Reeife, em casa.
Idem 1251Alaiatlra Joso de Souia Teixeira. Per-
nambueo, 30 anno-, casado, branco, S. Jote, em
casa.
dem 12)2 Iberea de Jesns, Pernamhuco. < sa-
no-, viuva, branca. S. Josr, em easa.
Ideas 1233-Maria da Conceirao, Pernambueo, 21
annos, solteira, parda. S. Jote, em cata.
dem 1231Maria f-ereira. Afnra. 30 anoos. soltei-
ra, preta, lio \ isla, hospital provisorio da ruada
Aurora.
dem 1233Miguel Rodrisoes dos Aojos, Pernam-
iiiico, :MIannos, pardo, lloa-\ i.la. nublar, hatra-
tal recililcnl.il.
dem I236JoAo Francisco Urna, Portugal. MI to-
nos, hranro. Boa-Visla, em c.
Idem I257Gao palla Jos de Mour.i, Porlogal. Hl
annos, casado, pardo, srvenle, em casa.
I me vi
homem
ldanles exgem do uovernoavullad.s quanlias, en-
carreguei-mc de tratar dos doentes ,ue fossem reco-
Ihidos ao hospital aqu estabeleci^ sem exigir cousa
alsuma, sem fazer nenhuina pr osla, sem mesmo
querer saberse meus servicos si io ou nao recom-
pensados. Tendo sido em pon i tempo consumida
a ambulancia fiada dessa cap! u\ repart dos me-
do .lli anuos, prela, S. Anlonio. em cas.
Idem (230 Manoel Igotcio dos Sanios. Perotm-
iiuco, 28 anno, solleiro, pardo, IIu \ i-la. militar,
hospital rcgimenlal.
ldemJ2WRosa CanJida (,ooralves Peixolo, Per-
nambueo, :l'J annos, viuva, parda, ^aulo-Aateate,
em casi.
dem I2lil Romana Ucnedicla, Pernambom, Ib
anuos, solleira, prela, Bot-Vitla, eni cata.
dica.nenlos que tinha para njr uso e negocio com i dem 1202-Anloi.io Ricardo Antones V.Uca.per
todas as pessoas pobres que d des Uveram prstalo, ,lmboC9, (i annos, ca.ado, Ibranco, S. Aa?
cm casa.
Idem 12li:lFrancisca de Sou.
e be essa mesma gente que e qiiecendo tilo depressa
os beneficios recebidos. det u para-me lao cobarde-
mente.
Sabe como me vinguei elles'.' Apenas me sen-
Norte, :lo anuos,
casa.
Rio i.raode do
solteira, prela, ll-.a-Viiia. etn
li com mais alguma forra, uz-me oulra vez na ra |,,ein |2b_AgeU Custodia de Oliveira So.ra.Per-
tralando a todos do Rtem modo como se de i,.n- | namhnco, 8 anuos, solleira, branca. S. Josc. em
giiein livesse razo de (]iir xa. o
O Sr. Caelanu l.uiz Col iro acaba de passar por
bem dura provarao; o :u proceilimenlo moslra
exuberantemente que su alma acbava-se forlemen-
te temperada para resisl a 13o crois golpes. Hon-
ra te seja fcila. Se a providencia Ihe enviou lito
r goso ralii, be pon ,e quiz que elle desse a lan-
ohardese eguislas m exsmpln magnifico de co-
m, resignarlo, des ileresse c magnanimidade.
.,s noticias do Rio onnoso felizmente ainda sao
pouco aterradoras. C isla que o juiz de direito. de
confonnidade rom y recominendaccs de S. Exc.
lem soccorrido os i ni" gentes. Afim de que se desse
a maior presteza pos vel na distribuirn dos soccor-
casa.
Idem 1265 l.uiza Damianna Araujo. Pernambo-
co, 70 anuos, iuva, parda, S. Jote, em case.
dem 12(10Felicia Mana da Conceie.**. Pernambu-
eo, 23 anuos, casada, parda. S. Josc. em cata.
dem 1207alaria Tesaaara de Sania Ama, Maceio,
2(i annos, viuva, preta, S. Jote.em ata.
Idem I2IS I roala Anna da Silva, Peruamboca.7
anuos, solteira, branca, Boa-Visia. em cata.
dem I29 Bordeliiia, Pernambueo, II mezes,
branca, S. Anlonio, em casa.
dem 1270Francisca Jess Oliveira. lotataaaaasam
i annos, solleiro, br.iiu o, Santo-Antonia ata
casa.
ros, foram incumb. .< de os preslar.cm Serinhaem j iam |J71 Firmino Josc Lisboa. Par, M ana...,
o respectivo delega, i, em Rarreiros o juiz mumci-. c,a,|, par,lo- ;. Jom._ ,, c,
pal sapoteaste, e ni ddade orna commissao eomposta ldem |oTo_ Jl)9c M H,.,^. r*nimtmc;
oe tres individuos. O numero das viclimas. que 21 ....nos. casado, pardo. S. Jos, em casa.
deslc28 do naatat ueluava entre I e 2 se U.ht Mm, |4J3_||iriii Pcrnamboco. 28 anno, ca^ds.
elevado a !', e esl iillimo anida n.lo bata diminu- | p.,rja, ... j,,.,^ m
bospilal para s pobres de ambos os sexos; e alisa
disto IsSo pres do outros soccorros A chisse desvali-
da. O -al I egado do primeiro districto. o Dr.
Joao da Re ia llnllanda Cavalcanli ollereceu-se
para dirigir bospilal e lem prestado outros servi-
ros. I.oovr a estes eidadios que (em de nina
maneira rer mmendavrl soccorrido parle indicante
da sociedad e lenios para nos que te ludas a- in-
fluencias, I orenlas da fortuna live'-ein esleudido
a inao aos obres dos lugares em que habitan), e nao
esperatse ludo do governo, lalvez se livcssem pou-
pado alg las sernas tristes e. vergonhosa'.
Scuii tas noticias recehidas do Cabo a epidemia
ainda ce linnava a fazer victimas, e o cemiterio i
linha n bido 77 cadveres, alem dos que se enter-
raran) n oulras partes, cujo Damero nao tic lacil de
calcul .
Rer aomos carta do nosso correspondente de Ja-
boalii que lica publicada cm entro logar, e segun-
do a nal temoso prazer dcanuuneiar aos nossos In
lore que a epidemia se ada eitncta uaquella pa-
vo? io, mas todavia ainda fazia estrago nos arrodo-
re- nos engenhos da freguezia.
HIT.I.EI IM DO CIIOI.ER.V-.MORBI S.
Hospital da ra da Aurora existen) IG doenles,**
.o curado 1 c morreram 2.
Hospital do Cirmo. fallecern) 2, entro". I c cx-
slein em convalescenija 12.
Hospital de S. Jos, exislem doenles Ib. em con-
valcscenra li, falleccram '.
lllm. Sr.Participo a V. s. que fallecen liontem
a larde, o africano livre de nome Francisco 2.", ap-
preheudido '.(mmenle ao sul da provincia, en-
Irado no di. anleccdcnle c as cinco horas da ma-
Ideta 1277Felicia Manado R rio. Prrnamkoc.
Ill anuo, casada, prela. Boa-Visu, em cato.
Idem I27SPossidonia, Pcruambaco, 2 annos. par-
da, S. Jos, cm casa.
Idem 1279Angela Cusi lia .I., Carmo. Peraambn-
co. .id annos, ,ltcira. prela, lloa-Vista, cm
rasa.
dem 1280Bernardo do Souzi^ojIo. Pernamboro,
11 annos, solleiro, branco, Reeife, em casa.
dem 1281Pedro Aulorio de I' ni l'i tamjiiii i .
21) auno, casado, branco, Reeife, hiiailal atJItat
rio de marinha.
dem 1282 Matbens. Aliica. !K1 annot, prelo, He-"
rife, bospilal de marinha.
Idem l-'S:lJesuino (iomalves Caimaries, Pernam-
riii'o, :i(l annos, solleiro, pardo, Boa-\ista, hlipl
lal do Pires. ""
dem 1281Idalina, Pernamboco. :l annos, tolteira.
prela, Boa-Vista, cm casa.
Idem I2S.3Bernarda, frica, 30 .innt, solleira,
prela, S, Antonio, em caoa.
N. B.Candida Maria do San menlo, bu repelido
esle nome de i a 3 ao 3 a (i.
/arrotos.
Numero 318Joaniu, Pernambueo, solteira. 8 in-
not, S. Anlonio, em casa,
Idem .19Juliana, frica, solteira, 30 annos,*.
Antonio, em casa.
Idem 3211Riti. Alagoas. solteira, :I2 antis*, S. An-
tonio, em casa.
Idem 321 San.liana, Pcrnamluico, solleira, Vto-
nos. Boa-Vista, em easa.
Idem 322 benedicto, Pernambueo, solleiro. 13aa>
. SantoAntnuin, cm rasa.
ah
oule prorura es-es a-.s\ios coiumuiis, ja
ultimo periodo da vida, minios apena
inorain Vivos alguos minlos, (mis que o
lem lomado loda. as suas Icrriveis proporeo
traanlo, temos par nos que a mor parle, i
lo ios que procuraren! os liospitaes, logo qi
atacados, esse* hito de ter corados, pois loo
dedo combater-sc a molestia immelialai
o ni lurosla.
Com ruello, mais de cincocula pesso
sido atacadas da epidemia, urnas que t
(ada a nos pelos laros mais eslreilos da
piecstao empreaada nosdivarsotmish
jllicina, Indas traalas, immedialamei
salva*, inrbisivo tre^ que caluram sen
nhaaJose Mara de Oliveira. entrado amela noile, I "j!!,5^, ^jS?1 **" "*** '" """*
ai-
llo
.1 j
En-
quaii
forem
depenr
quin. lilho le Manoel do .Nascimento, pardo, soltei-
ra, idade :13 anuos, natural de Iguarasan. Knlra-
ram boje os africanos livres em deposito, do nome
Eufemia, Lina. Margarida, e Francisco .": passou
para a enfermara dos eonvalcscentes um ;licim e\i>-
iimlo vinle tres.
Dos guarde a V. S Hospital provisorio no arse-
nal de marinha 11 de marro de 1830.lllm. Sr.
sentando symptomas perfe,osos e Ja
periodo supremo. Na i peitcncemos
roslumamns clorilicar Iratamenlos'm'
nos podemos eximir de declarar qi
que haremos oblido nas pessoas qu
te trillos Iralado, sao devdos excli
receiluario que. benleni se dislri'
uantes desle Diario, receiluario i
cido pelo Sr. Dr. Joaquim Elvi
valb i, revslo ccorrigido pala Sr
de Moraes Sarment. g
que lem
irbam li-
lla, oulra-
s da noss.i
, se acbam
alia, apre-
olouior Cosme de S.i Pereira, presidenltjiinlerino da
commissao de h\ liene publica.JoatJHim /os" -f-
tesde llliiii/uen/ue rirnruiao do bospilal,
Relaco das pessoas que falleccram do cholera mor-
una e foram sepultadas do cemiterio publico das Idem
li horas da larde do dia 7 as ( : i larde do
ha S da.fiaren de 1830.
Ucrei.
Numero 120Rernordo Cu-lo lio dos Sanios. pcr.
nambuco, 3jB anuos, -olleiro, prete. S. Anlonio,
em rasa.
dem 1203Fra.irisco Ricar lo de Mendouca. Pcr-
uambuco, 22 aunes, branco. S. lose, em casa.
dem 1206Felicia, frica, "id anuos, solleiro, pre-
la, S. Antonio, em rasa.
dem 120TTherezi Maria do Passos, Pernambu-
eo, 84 annos, solleira, parda, Reeife, hospital pro-
visorio de marinha.
dem 1208I.uit de Franja, grumete, Reeife, bos-
pilal provisorio de marinha.
solleiro, 2111
-ollera. .'Uanaes,
anuos. S. Jane,
Jote, etn
comero do
icncia, nem
iros, nas ni i
os resultado
larlicularmcn-
vamcnlc a um
to com os assi-
B nos foi ollere-
de Moraes Car-
Ir. ao-o Joaquim
se, em casa.
Idem 323Sitverto, Pcrnamb
S Jos, em casa.
Idem 32lThrc/a, IVriiambuco.
Sanlo-Anlonio, em rasa.
I lem 327Francisca, solleira. .13
cm casa.
Idem 328Jos, solleiro, W atoaos,
casa.
Idem 320Thereza Maris da Conceirao, Pcrnambo-
co. solleira, :18 auno.. Raa-Visia, em rasa.
Ideni 330-\ntonio rerna'nbuco, soltciro. 23 annos,
s. Jos,-, em rata.
IIEscolisiica. Prrnambuc.i.soileira. 2iaa-
no-, Itecife, cm casa.
Idem .1,12Thomazia, Alrica. solleira, W irnn,
Roa-Vista, em casa.
Idem 3:11Pedro, frica, soltciro. lu annos, Roa-
Vista, cm casi.
Idem 3IIDomingos frica, solleiro. o aano>.Boa-
Vista, em casa.
Idem 313 Rosa, frica, solleira. 21 annos. Recite,
em casa.
dem 530l.uiz, Pernambueo, solteira, 23 sonsa,
Roa-Visla, em casa.
Idem 3.17l.uiz, frica, solleiro, SO tnoos, Kecife.
cm rasa,
dem 538 Benlo, Pernambueo, solleiro. 23
S. Anlonio, em casa.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
TO"


'.
dem 539Camarina, Pernambuco, tolleira, 40 an-
nos, S. Antonio, em cata.
dem Mi) Joto Pernambuco, solteiro, 10 annos,
S. Antonio, em caa,
dem 5*1Incgnita, (etcrava,) frica, solleira, 15
8. Antonio, em cata.
dem 512 Mauoel, Pernambuco, solleiro, lloa-
Vtsla. em cas.
Idemi:)Jeronyma, frica, solleira, -21 aiinos,
Boa-Vuia, em can.
dem .51 iAsottioha, frica, solleira,.10 anuo-, S.
Antonio, em casa,
dem 515Joaqnim, frica, solteiro, 93 annos, S.
Antonio, em casa,
.dem 546Antonio, Pernambuco, solteiro, lOauoos,
Boa-Vista, em casa,
dem 517loaquim, solleiro, 33 annns, llecife, em
casa,
dem 5iNAlberto, solteiro, 50 anuos, S. Jos, em
essa.
Idemda mortalidado das ptMiim que fallecern! dn
rholera-morlius. das ti horas do da H, us ti hora*
do dia 9 de mano de 1856.
, I.irrts.
Nnmero I8tGtiilhermina Senlioriubn. l'erniim-
bnco, 9 annos, parda. S. Ot, emeasa.
dem 1dH7Thenlonio Monteiro da Silva, l'rrnam-
liuco, :|K aonos, viuvo, pardo, sapateiro, S. Jos,
em casa.
dem I1BB Mlril Joaquina da Conoeirao, Pernam-
buco, 35 aunos, snllena, branca, Santo Antonio,
em casa.
dem 1889 Hila Mari da Conccico, Pernambuco,
tu annos, solleira, branca, Santo Antonio, em
caa.
dem 1:290 JoSo Gome lavares, Pernambuco,
ti annos, branco, Bea-Viate, em rasa.
dem 1391Auna Joaquina de Aranjn, l'orluqal,
tl annos, viuva, branca, Boa-Visla, em casi. '
dem 129-JMarcelina Emilia de Abreu Veiga, Per-
nambuco, 1 annos, casada, branca, Santo Amo-
nio, em casa.
dem H93 Petronilha dos Santos Cardoso, Per-
nambuco, 33 annos, parda, S. Jos, em rasa.
dem HMEduardo da Paulo, Pernambuco, 18
annos, solteiro, pardo, H-ri.-, hnplltt provisorio
de mariuna.
dem 1295 Rila Nosueira da Costa, Babia, 52 au-
no, viuva. parda. Kecfe. em casa.
dem 1396Clara Francisca de Jess, Pemamtruco
40 inflo, solleira, branca, Boa-Vista, em casa.
dem fWMara Bernarda, Pernambuco, 10 a,,,
nos.nolleira. panla, Boa-Visla, em casa.
dem 1298-J| KJjpjros da Paixilo, Pernambuco,
30 aonos, ', prcto, oleiro, Boa-Vista, hos-
pital da A
dem I 99 uro Celestino Osar de Mello, Per-
nambuco, 10 annos, pardo, Sanio Antonio, em
casa.
dem 1300Jovelina Maria, Pernambuco, 7 annos,
parda, Boa-Visla, em rasa.
dem 1301Domingos Jos Hamos, hrasileiro adop-
tivo, 70 annos. viuvo, branco, Magdalena, em
casa.
dem 1303rsula Candida Fernando Crin, Per-
nambuco, 57 annos, casada, branca. S.Jos, em
casa.
dem 1.10:11-loiinda Maria dos l'razere, Pernam-
buco, .55 auno, solleira, branca, S. Jos, em
casa.
dem 130iArtonia Bernardina Peres, 5 annos,
Recife, emeasa.
dem 1305Jranna Maria Marques Santiago, il an-
aot, saltairA branca. Reare, em rasa.
Ido** .SWJoseptia Romana de \ eras, l'ornainbu-
|Y co, 11 annos, solleira, branca, S. Jos, em casa.
dem 1307Mana Francisca Kosa, Para, 35 annos,
solleira. parda, S. Jos, em casa.
dem 130H Ignacio, Pernambnco, 38 annos. pardo,
Boa-Vi dem 1309Joao Vianna de Carvallio, Babia, i>an-
nos, solteiro, prelo, militar, Boa-Vista, hospital
regimcnlal.
dem 1:110Scverina Maria dos l'ra/ere, Pernam-
bnco, i annos, solleira, parda. Boa-Vista, em
casa.
dem 1311Anglica, frica, 50 annos, prcla, San-
io Antonio, em casa.
dem 1312Lourem-a Gomes Rodrigues Atada,
Pernambuco, 37 anuos, casada, parda, Santo An-
tonio, em casa.
dem 1312Firmina Maria dos Aojo*, Pernambu-
co, 18 anuos, solleira, prela, Santo Antonio, em
casa.
dem 131 iJcsuina Pereirada Silva, Pernambnco,
2j aonos, solleira, parda, Santo Antonio, em
casa.
dem 1315I.uiza Maria, frica, 15 annos, preta,
Boa-Vista, em casa.
Jdem 1316Jos Wenceslao, Babia, 15 annos, sol-
teiro, preto, sapateiro, S. Jos, em casa.
dem 1317Paulo dos Sanios, Pernainliuco, .Van-
nos, solteiro. prelo, Boa-Vista, em casa.
dem 1:118Francisca Kabeila de Albuquerque, Itio
Grande do Vorte, 87 annos, viuva, branca, S. Jo-
s, em casa.
dem 1311Clara Maria das Virgen, Pernambuco,
db aunes, Casada, branca, S. Jos, em casa.
dem 1.1S0Mauricin Mana da ConceicAo, Pernam-
buco, 15 annos, solleira, parda, Boa-Vista, colle-
gio das orpli.ias.
dem 1321Joao Francisco Hegis, 22 annos, casa-
do, pardo, Recife, hospital provisorio de mart-
nha.
dem 1322Anna Maria do Nascimento, Pernam-
buco, 28 annos, solleira, parda, S. Jos, em
casa.
dem 1323Maria da Penha da Consejis, Pernam-
buco, 3(1 annos, viova, parda. S. Jos, cm casa.
dem 1321Vicente Ferrcira, Pernambuco, 36 an-
nos, rasado, pardo, S. Jos, em casa.
dem 1325Gonralo Jos da (osta, Pernambnco,
29 annos, solteiro, pardo, marico do 2." hatalhiio
de infantaria, Boa-Vista, hospital rcsimental.
dem 1336Manoel l.uiz Monteiro. Porlugual, 30
annos, solleiro, branco, furriel do 9." balalho de
infantaria, Boa-Vista, hospital regimcnlal.
Idtm 1327Joaquina GomesdosSantos, Pernambu-
co, 40 annos, solleira, parda, lavadura, Boa-Visla,
hospital regimental.
dem 1328Joao Antonio da Veiga, Pernambuco,
dURlO PE'tWlBUCO QUINTA FElM 13 0E MARO DE S56
:io
anuos, S.
dem 567Benedicta, Pernambuco,
Antonio, em casa,
lilem 568Joao, frica, S. Jos, em casa.
Ilesumo da morlahdade.
Mortalidade do dia 12 at as (i horas da tarde91
llomens 37 mulheres4< prvulos II
Total da mortalidade al boje 12 __> |%
llomens 1037mulheres 1(126 _ir.'ins m
Herir 12 de mar,;., de 1856. I'""'"* 133.
Acommissao de b> siena publica interina
Irs. 8a l'ereira, presidente.'
lirmu Xacier, secretario.
I. I'ogqi, a.ljuneto.
l?0W!ttttlttC^J?.
Religiao'.
'Vyiiate el m ale...
A maior miseria do hornera, -nao he o ser Traco ;
he crer-se demasiado forte ; be presumir muflo de
si e ostentar un lonco orgullio diante do espectcu-
lo de sua propria traqueas. A rada instante rano.
va-se no mundo o que refere de si. dehulbado em
pranlo, o prophela rci islo be, que o homem in-
felizmenle he supplanl ,do e vencido, tempre que | mai, santa
conlia n., abundancia imaginaria de suas torcas. Al- tocante aidti
guias Tena elle er poder siislentar-se contra o
embates furiosos da tentacao ; mas quondo, en
la. De feilo, S. I'auhl
so contradire-, seria ror cerlo una virlulc sii-poi-
nos assegura que lodos aquel-
les que aspiram a viver segundo as leis de urna pie-
dada sincera, e a se:
eneontram opposic,c-
neram em perseguicpfi ieaes. Nittoo apostlo nito
Fea mais ilo que(repeli
rao do Salvador; < q
tos ao escndalo <> ;'i
M os passos de Jess Christo,
ile lodo o genero, que dege-
-, em oulros termos, a predi. -
le tmlos os liis seriain e\piw
tenlahio, durante i noli* da
vida presente. Omi ral seandnlam paliemine in
me in noel iile.
Aigreja, ao menos em noisas reginas, gos* de una
paz. profunda. Mas e-la pa/., dizia S. Ambrosio,
lem lambem soas pe legnlroa* o anas conlrarloda-
oa poca urna muljitln de
que sao obrigados cada di i a
Christo n i meio das mais ru-
cr ladeiros liis sofl'rem tanto*
i-mi diflerentos sao no iiiuiii!o
des. Ha anda em
mrtires ignorados,
ronfcssai a lo de Jeausj
des provacoes ; c os }
marlvnos diversos, q
as aspese* de perses
latanlas vezes as
1(00*,
liouas aliadas no veneno do
Olanla!
desibi
is candida c pura
cia para cora a sua reserva e delicadeza !
estulta nidada, elle cuida locar no co, acha-se Se alguem consesq
prec.pilado as portas do inferno. I-I rila mea in- i pcrjgiiices dos gran
ferno apropinquaiil.
maledicencia nAo anialliam como rrinics as ar^cs
\ezes vemos nos a graca mais
ns o inveja* ; o a innocencia
io poder alcuhear indulgen-
0. i;m ao ineuospreso un
(les; c nao podera snbli.ihir-se
Sim : aqoelle que se apuia em suas nroprias or- \ melhanlcs. E sera c, _
cas, romo se fosse Dos, No lardara en fazer a Iris" ] motejar a religi.lo de tena lilhos, nu osina'ridosiii-
io ciuine de scus igu es, c a oppoeicSo do seus i
usa rara o ver os proprios par
Ouando qualquer pessoa ergue-se pondo a mira I
em mu nohre c til lim, c loma por escopo do tem
desejos a realisacao do que lia de mais louvnvel o
sublimo, quera se negara aos applausos'.' Quem dei-
xarade pronunciar algamas palanas de animacAo
e esperanza; de proteecflo aenthuaiaamn? Nao'ha
coracao por mais insensivel quesenio tinta abalado:
e em casos laes a manirestarao do* internos senli-
mentos tornase nina nccessldade, Esta necessida-
da_he orente, e leva-nos como eonseqneneia i ma-
nilo-lacao dos sentiineiXns que prcseiilemcnl nos
doiniuain.
Ourremos fallar do modo pirque ve lem pronno-
riailo nesla cidade o .loulor Possiduuin de Mello
Arcioli, oni nina qoadra de lauta ealamidada o hor-
ror I :
Esledislinelomedica apenas oubeonea epide-
mia reinante comer va a desenvolverse nesla cid .-
de, corre, abandonando a -na familia, da provii-
iia tCAIagOOl d'onde be natural, e onde presin re-
levanlissimos aervifof, gravando por esta sorte no
i-oraoao de seus comprovincianos o elevado enti-
1,1....." > iralidiio, e \ ni pedir ao Eim. presiden-
li! que Ihe indique o |.....tu em que mais neceoa-
nos -c lornem oa ieu*cuidados, este louva-o, e Ihe
ronlia o hO'pilal iln Boa-I'itla.
Ahi envidara elle lodos os eaforgos com particu-
lar o desvelad., iileresse e caridade para salvar ama
pon;;)o de iufe.il/cs, que gemiao no |ej|0 da dor ; c
a lodos ellos animara, consolava, c nem por instan-[si
^nhlkmca a ptbibo<
lllm. Sr.De po vio expedir rom dala de boje, na qual V. S. estra-
Dnando o modo porque se lem construido os candes denle
em que sao condii/idos e sepultados os cadveres dos"
cholencos, ha por hern recommenda que elles vpjam
feclidos de forma a no deiaar transpirar miasmas,
e oulro sim a prompta o iminediala conduc.io dos
cadveres para o reiiiiterio. logo oiie sejam recebi-
da- a- resrKtivM oa, alim deque se nao reprodu-
zam as iulracces j;l por mais de urna ve, coiumol-
tidaa por miro a eslc reapoilo, e ltimamente rom
urna guia do medico do hospital do Carino, que leil-
do-ine entregoe as ires luirs da uoile, s as 7 e meia
da iiiauhaa appareccra all o carro para a conduelo ;
anda que de cama e gravemente allcrladoda epide-
mia reinante, apresso-me a ponderar a V. S. que
caldudo eu doenle e quasi toda a minha familia, sen-
do obligado por preeeilo do medico a mudar de resi-
dencia, batn poderia dar-me por desohrigado do
ronlraclo que relelirci com o lllm. Sr. administra-
dor ilo cemilerio publico, inavime nao lendo havido
da parte da polica a ampia coadjuvaoSo pelo mes-
mo sonlior proniriljda a linios os admiislradures de
\ apor nacional Impermlnr, vindn dos porlos do
sol. consignado a agencia, manifestoa nseguinte :
.100 saccas familia de triso; a Manoel Alve
tiuerra Jnior.
I volumes i; presi-
isnora-se ; ac Bim. Sr.
: a Jos'Cnnc.ihes Malveira.
a D. Floresta Aleandrina de Mene-
a Hoslron Rooker k C.
"lito : -i Ignacio Francisco dos S
rocheiras fuiebrcs ; mas nio quereudo eu eru urna
cri^e Uto larneiitavel roncorrer por forma
para que nesla cidade se rrproduzissi-m
le Santo Anlao c cutre
alguma
Inslcs
le eiperiencia da Traqueza huinana : mas aquelle
que receia, que de^ronlia de si, e vela c ora con-
tinuamente, porque sabe que be homem, adquirc,
pelo contrario, a immensa forca
d/.i i Dii eslis.
sullar a modestia c ^ piedade de suas mulheres .'
Muilos, que liavian resistido aos aUqoes mais vivoe,
se dcixjm por dltimo! seduzir pelos atractivos de
le um lieos, ligo j una vida inolle c ociosa. Olamos clirisl.ios nao
i perderam ncjsas persekuiroes adultas do vicio as co-
Eis-aqui porque o Salvador, pouras horas.antes I roas que cites, havarrj conquistado nas perseguiees
de morrer, nos dirigi a Ultima inslrucrao na pes- publica*dos I; ramos Porquanto, observa S. Agos-
soa de seus discpulos, nossos representantes dos tinho, a lingoa 'do um vil adulador he muitas vezes
jardins das oliveiras : cssa inslruccao ou preceito i mais assassina do quej a man cruel de um carrasco,
que elle nos deuou, como n testamento expressivo I Em urna palavra, cooclue S. Bernardo, n5o somen-
de sua ultima vontade, foi que velasscmosoe oras- ,e esta vida vive conlinuamenle eiposta aos p^risos
sernos coiiliiiuamcnle, alim de nao servirmos de jo- caslcnta.-i.es; na-, ti ella mesnii um perigo inces-
gucle infeliz das lentar.ies; por quanto, acreseenla sanie, urna tentacao cdnliiiua !
erie, quando mesmo o espirito esteja promplo ej E todava, venios nu. muilos cluislaos que leinam
cheio ueircsoluc,f.o, a carne be sempre fraca c en-I e,SCs perigos, u qut mesmo desronliem do si :' O
ferina. \,g,late et orate: Spiritm qaiicm promp- i maior numero, rbeii de urna fatua prcsiimftao.
(MI al, caro aiilem infirma. Dcpoi.s, junlanlo o nao contara se nAo cojm as suas propriai torcas ; e
preeeilo ao ejemplo, elle niesnio se poz. a vista e
face dos apositos, a vigiar c a orar lonsamente.
Inlerrnmpaitos boje por nossa vez, romo o fez o
Divino Salvador para nos dar cssa lic.io importan-
te e salutar, a or.cao que o linhamoi fisto hontcm
comecar. Epliquinos a licao e o exemplo que em
um momento tilo .'oloroso para elle, Jess nos den
sobre a vigilancia e a. oraran. Vejamos como illa ahi
indicadas eexpressa\i neceisidade, a importancia
e as condi^es dessa piimeira pralica da religiao, e
nella acharemos um an po ohjeclo de inslruccao e
de cdificaeao para nos.
j/rimeir^ parle.
Vimos que o .c ordenou a oitoyrJc seus discaiulos que paras entrada des^kTlugar ; c, .hanainlo a parle Pedro,
Jacqoes c Jtao, pcnelrou comelles tres somentc no
interior dojirdim plantado rie liveiras, que demo-
ra nesse mermo lugar. Ora, qie razie lera Jess
Christo para dividir os seus discpulos em duas sec-
ees-; E' apostlos, lendo JSus ii sua frente,
a igrej.i cnln eiisterte, eeram a ima-
ja futura. Dividiudo os apostlos em
, um que se seula, seJele l,h;\ t ou-
areba com elle, aUKIMII seciim, Jess
cm os Santo* Padres, e os interprete*.,
las clas*es dislincl.is, qui devin lor-
a. i in i comporta daquelles que conlem-
epouso, nutra dos qu- se entregam a ac-
o trahalho ; urna dos simples liis que 0-
uurra dos pastores que governam ; esta
os fracos, aquella encerrando os perfei-
meira cnsros*da pelos reprobos, que for-
lior numero ; a segunda que rene osc-
ilos, que cst.i em minora ; pors que elle mesmo
z que ;U mullos ..io <>.* rh'inwd
rninpun
Sem d.'
dous
In
I
lividatt
bedece
contei
tos;
mam o n aior
lelos
d
nlhidn-i.
o e pnwos o< rs-
l.luanlotss apostoloa que o Salvador con
siso para b jardim, nio do senSo em iiin....,
Ires ; porque este num-ro myrterioso das tro* pci-l f-'snrci nina
t ; i I I M J llA I -^ t t r \ .1 f>_.l_. t_" II ^ *k t
luz enu-
mero de
divina-' he ornis perfeito de lodo-. Se elle
escollie Ped V>, Jaeojaea o Joao he porque, diz. Ori-
gines, "estes .ves discpulos cr.V. as columnas princi-
pan di isrej\ naacento ; he porque elles eramos
mais firmes te lodos, os mais fervorosos, os mais
perfeilos, e poi isso inemo os menos suscepliveis
de se eacandalisVem com a tristeza, com as amar-
sura* e agonas '->,ue devia experimentar sen divi no
Mestre. Arrcsceniynos que sua esculla recahio nos
Ires, porque ellcs^prcscnlavam as notabilidades,
e quasi que diriami\, a alia aristocracia da isreja ;
a >aher, Pedro rep^sentava o prelados ; Joao os
doutores; e Jacquesvos martvres. Em uina pala-
vra, elle os escolhcu Forque, depois de haverem si.
do as leslemunhas ilkslres dos sotrrimentos c das
glorias de Jess Chris"-), dev.un annuncia-las em
36 aunos, viuvo, branco, commercio, Boa-Vista, 1,0'''ls as ''nS"as cntao c.jliocidns. e em todas as ri-
em casa.
dem 1329Manoel da Costa Pouzes, Portugal 51
annos, viuvo, branco, carpinteiro, S. Antonio, era
casa.
dem 1330Domingos Soares Kibeiro, frica, 51
annos, viuvo, preto, San-Jos, em casa,
dem 1331Domingos, frica, 97 annos, solleiro
prelo, S. Jos, em casa. >
dem 1.132Jos, Pcrnambmco, II mezes, branco,
S. Jos, em 3aa.
dem 133:1Maria Jos, da Silva, Pernamboeo, 25
annos, prela, Boa-Vista, hospital da roa da Au-
rora.
dem 1331Maria Joanna do Espirito-Santo. P'.r-
nambuco, 68 annos, viuva, branca, Jos, em
casa.
dem 1335Ignacio Joaquim dos Sanios, Pernambu-
co, H annos, solteiro, branco, S. Jos, emeasa.
dem 1336Joao Ferreira da Silva, Pcruanhuco, 16
annos, branco, Becife, em casa.
dem 1337Jos Maria, Pernambuco, 4 anuos bran-
co, S. Jos, em casa.
dem 1338 Manoel 8 annos, prelo, Kccife, em
casa.
dem 1339Joanna Teixeira, frica, 6n anuos, pre-
la, Recife, hospital provisorio a.e marinha.
dem 1310Cosme, Pernambuco, 18 mezes, pardo,
Boa-Visla, em casa.
dem 1311Francisca Pauliua, Pernambnco, ti au-
no*, solleira, branca, S. Antonio, em casa.
dem 1342 I.uiza Gerlrudes de Magalhaes, Kio
de Janeiro, 4 annos, branca, S. Aulonio, em
caa.
dem l.il .laria, Pernambuco, I aono, branca,
Boa-Visla, em casa.
dem 1311Innoccncio Francisco da Silva, Pernam-
Ime*), 30 annos solteiro, prelo, Boa-Vista, em
casi.
dem 1313Mara Pessoa di Gama, Pernambuco, I
anuo, branca, Boa-Vi-la, em casa.
dem 1316 Anua Maria d'Annuneiar.io, Pernambu-
huco S#,,nos, parda, Boa-Visla, em casa.
dem 1317 Uenrquela Maria da Conceicao Per-
nambuco, 24 annos, casado, -S. Antonio, em
casa.
dem 1318Jos Emiliano lavares de Mello, Per-
nambuco, 19 annos, solleiro, branco, S. Antonio,
em casa.
dem 1319 Francisca Romana, Pernambuco, 110
annov .oiiMi-a. branca, S. Antonio, em raa
dem 13,50Ignacio Mendes, Pernambuco, 15 annos,
casado, pardo, S. Jos, em casa.
dem 1351Pedro Jos de Barros, Pernambuco, 6
annos, branco, S. Jos, em casa.
dem 1252Jos Bento de Souza, Pernambuco, 52
annos. casado, pardo, Boa-Vista, em casa.
dem 1853 Joaquim leriiaudes de Azevedo, Per-
nambuco ui aunos, casado, branco, Bua-Visla,
cm casa.
Hicraios.
Numero 5'.l-i;mlielina, Pernambuco, Santo-Ama-
ro, em casa.
dem .550- ''omingos, 50 anuos, Recife, emeasa.
dem ijjt. -'ano, Arrice, 2i anuos, solleiro, Boa-
Visla, eiu'-/
dem .552 Mana, Pernambuco, 20 annos, solleira,
S. Antonio, em casa,
dem .553Manoel, frica, 12 anuos, Sanio-Aulonio,
em casa.
dem 551Joaqoim, frico, O annos, serrador, S.
Jos, em casa,
dem 555Jote, io annos, Recife, cm casa.
dem 556Thclcspliora, Pernambuco, 29 anuos,
Boa-Vislaem casa.
dem 557Felppe, Pernambuco, 35 annos, cando,
S. Antonio, cm rasa.
dem .558Incgnito. Pernambuco, 50 anuos, em
casa.
dem 559Domingos, frica, 30 annos-, solleira, cm
casa.
dem 560Antonia do Monte, Pernambuco, 15 an-
, nos, S. Jos, em casa,
dem .561Joaquim, Pernambuco, 1.5 anocs, :olt"i-
ro, Recife, em casa,
dem 502Domingos, Pernambnco, .5 nnnos, sol-
leiro, Recife, em casa,
dem 563-r-Joao, Pernambuco, 3 annos solteiro,
Boa-Visla, em casa.
dem 561Felizardo, Pernambuco, :)Onnnos, sollei-
ro, S. Jos, em casa.
Ideo. 565Amaina, Recife, em casa,
dem 566 Joseplia, 35 animo, Boa-Visla, ero
casa.
dades mais celebres da i*ra : Pedro em Roma,
na lingua latina ; Joao en Epbeso, na lingua gre-
ga ; eJaeqnea em Jerusaein, na lingua hebraica.
Observemos, todava, n sentido do ohjecto que
emprehendmos tratar, que foi a lodos os apostlos
jontos, minan que licarar a' porla do jardrn das
oliveiras, como aos que enlVam nelle com us,
que o mesmo Jcus, segun? observa S. I.u '-
eoniinendou a vigilancia e giraran, para q j
fos'em veliridos pela tenlaci E quiz nos ensiuar
com islo,que oraclo e IVnjJaneia silo urna ne-
cessidade, urna pralica, um deyr commum a lodos
os lempos e a todas as circumshucias, um remedio
etlicaz c universal para lodos s que pertcncem a'
isreja, qualquer que seja a uaidade, sexo e ron-
dicao social; que nao be menos lecessario ao justo
para perseverar, como ao peccadoi para se couver-
ter ; ao homem perfeito para maner a sua perfei-
cao, como ao fraco pra se fortifica, que he a fon-
tc do zelo dos apostlo, da sahcdoia dos doulores.
da prudencia dos prelados, da forp das almas ex-
perimentadas pelas tciitacoes, do fevor das almas
penitentes; quo lie euilim o broquelda virgem a
armadura do inarly rea coroa do jusd.
Entremos, pois, no amago deslas aun pralica*,
cm alguns detalhes e descamo* a'* applcares par-
ticulares.
Em lodo o}tempe, dii oSalvaJorno^angelho, o
homem deve velar ; porque cm lodo'kmpo elle
pode ser aasaltado pela tentaeflo e *oceogbira lia
olham com ar de compaixan ou com sorriso mofador
para as precauees da virlude, e para as desconfian-
oas da hnmildade. I^n vAo os ministros de Chri'lo
OSadmoortam a se pjiiem em guarda^conlra os peri-
gosque osccrcam; eni vilo Ihe, clamara que uin-
guem, no meio das reva* desto tenlo, o* poder
evilar lodos : <.mc. t,,, tcondalutn patiemini i me
llthtanoele. Elles arorcm por suas acees dar a
mema rrsposla, que ledro dora de viva voz Jess
Christo : pois que temos nos necessidade de tantas
preraucoes Nao' se r)iide ser exeellenlc ehritlo,
scni fugir ao mundo, semser tan meticuloso '.' Que
oulros snccumliam, upo duvidamos rr-lns; mas
mis n.lo estamos raaolndo* a ceder a tentacao e an
escndalo ; porque se Re impotente* para aj*. i:i
i oiiiur scandilisali / leriul. reo iwii'/iiam sean-
dilitahnr.
Mas vollemos aojar lim das oliveiras ; esrntcinos
as inslrueciics que .lc-ils Chrirto nos da na pessoa de
Pedro, c vejamos romo elle exprobrai conlianra cc-
ga que pomos cm noisas forras.
Para reprimir a estulta e orgulhosa presumpcilo .In
seu discpulo, Jess Ihe responden : Pedro, que .li-
les lu .' A la v.iidadc le faz. presumir que s mais
lorie que os oulros? foi hem snu cu que le pre-
dico que has de rahir mal desgrac.idamente que ns
outros ; oque aillo que o gallofara ouvir o sen can-
to no meio da noilc, *] me negaras tres vezc-- I
.'mi;; dlri) Ubi; pringue gallit* cantil ler me
nejabif.
E-la predirodo Satvadoi nao era a!i-olula ; era
condicional. Pedro podja e devia rmharsar o seu
complemento pela vigilancia cpela oraco. romoou-
li'ora os Ninivitas, por sua penitencia, conjuraran!
a prophecia ameatadorn de Joa. Era do dever do
chefe dos apostlos, 1/. Eiilliviiiin, lomar mais cau-
tela* conlra ^i meinojc implorar o -occorro divino
^izcudo-ltie : .. S.nh
ic se.vos me crudar
s e sein per.la do Icmpn o vimos
2 ditos .lili
2 ditos dito
z.e.
2 dito< !i(a
I dito dii
1 dii
Campanliu
I dilo dito
Santos A
i Viuva AmorimA; Kilhae.
I dito .11.o ; a Mano,.! Pcixolo de l.accrda.
' lo**' Antonio ',eir., de Souza.
a Ttncisco Alves Guunaracs.
"o capiuo Jo-.' Angelo Moraei
1 dito dii
2 ditos di! >
1 dito dito ;
Reg.
I dilo dito ;
1 dito dito ;
1 dilo dilo ;
/.a Jnior.
I lata dito
a m. Schramm W. ( C.
a John Ilion llovi ,\ C.
a Antonio Jos''Rodrigos
de Sou
a Amonio l.uiz de Ollvetra Ve-
O brijjue nacional PIRMA, capito
.Manoel de Ficilas Victor, pi-eca conlra-
far miij'mlicii os nacionaes, para sua via-
/jetn ao Riode Janeiro.
Para o Kio de Jaiieirn/srgue em |nacos di a
exclu i bra-ib-ira l.mda ; para o rulo da rare* -
la-SC na rua do V uari.i *j, .",, IIM rom o capitj na
prar i do commercio.
Para Lisboa, o mais breve poivel. lendo ja
liarle da carca prompta, a barca rmrtogaeza .Varia
fott de que lie rap.lao Jo-i- Ferreira l.essa ; para o
re-lo da carga ou paaaaajairaa, trata-* romonte*
.oii-ii.-natari.is Francisco Severiano Kabollo Si FiMw.
Para l.ihoa, .. mais hrev possivel, tonda
parte da rarca prompta, o brigue pi.rlneuez Iai*
II. de que he capitn Caclano da Costa Martin :
quem quiznr carrejar ou ir de (...-a^em, dirija-te
aos *eus consignatarios Francisco Severiano Kabellu
t\ Filho.
Seiaei.
SS^ DE BEHEFICEICIA.
"fardos dilo ; ,i Siqueira J l'ereira.
I calite dilo ; a Manoel Goncalves da Silva.
I dito dito ; a Joaquim Antonio da Cui
randa.
I dito dito a Amonio t.eal de Barros.
I dilo dilo; ,i S intos M C.
I dito dilo; a lliiningos Alves Ifalbeu.
I caixilo dilo ; a Manael V Irmilo.
lia Mi
.Mas a sua dedicarao mi para ahi e se eslende
a um ponto lalvez a cuna de uas forras__ pelo
que torna-se digno do mil louvuies, pos n.io con-
tente Anda rom n traballio, de que se acbava en-
carregado, nio quer poupat o 'cnipo, que Ihe res-
la, e procura dividi-lo para com oulro qualquer
lugar, olferecendo-se aos habitantes da ficgueziade
S. ht, e porque mancira fai elle essa parlilha ?
l.omo um Jiomeni incansavel, como um verdadeiro
e do lirado amigo da hiimauidade. como finalmente
un pal do; desvalidos sollredores, que nessa fregue-
za infelizmente iaa elle em grande numero, e me-
llmr que nos poder.io apreriar o* feilos deste hroe
lillio de Hvpocrates.
He roreoso coofmar que nenhnma amizade vo-
tamos ao Sr. doutor Possidonio, para que se nos
possa lachar de sosneito, c o que nnieamonle nos
leva a chamar a attenc.io do publico, he a nossa ad-
uiiraeiio pelos seu impagavei* servicos,
lieos queira que o seu proceder* servindo de
exemplo.seja'.imitado por todos, que cnl.io felizes de
nos i
l.ouvores, porlimlo, ao incansavel medico, que
mo hesita em firmar as esperanzas, que nelle depo-
sitamo*.
Continu, pois, o senlmr .loulor Possidonio a Iri-
lliar pelo caminho que lao honradiimciita cncelou,
que a huiiianidii le agradecida Ihe ollorlarn uina
nir.ia de louros, c lera entilo n gloria de ver que os
seus apaix.uudos e aleivoao* iinildizenle. quando
arrepeodido*, serii os prinjeiro* a deposita-la em
-na fronte.
Hecife 11 de marco de 1856.
/. /..
<''iM'lT.-UP;!it-|!iitv.
Ir, -.-jai- o meii escudo ; por
les rom a vossa graca, vos n.io
Pedro nao te ia-cabi In, se menos presump-
Mo :
ry-o. elle tivesse depositado toa con.inca nosoccorro
divino ; pois que est rsrripto, qae a-sini como nina
alia montanha ailroui a borrascas cm tempestades,
nssim ohoincinqiie.se volla para lieos e nelle pOe
Inda a sua etperancajanao sera arrelmlado pelo so-
pro das tcntacocs. QmeonfiduHl In nomino, $eut
moin Sion.
M is, no contrario, Pedro penosa, que elle su era
bastante i si mesmo ; ello se julgou forte por sua
fe, por seu amor e por sua coiacm ; e dahi a res-
posla orgulhosa que lera no lien, prophela:nao
succeder.i como vs o dzei-. guando mesmo me fos-
se necessario morrer aomvoKO, nenhnma lontacilo,
ncjibuma forra, seriaim capazos de me separar de
vs. i.
Ilcvcrdade, diz S. leronymo, que a vivacidade de
sua fe. a vehemencia de seu amor para com Jess
Chrislo foram que inpiriirani a Pedro esta regosta.
Mas o apostlo juntou i essa r c a esse amor um tal
enlimentu de cenUaa|ga em suas proprias lorcaa,
que juk-ou poder di|
ensar auxilio e-tranho na Iota
todava orcasies em que a tentacao he malproxina 1 menos
e violenta, e enlo cunvem man que nuui* enuser-
com a carne. Assim, ios, acreseenla graciosamente
S. Jcronymo, Pedro auemelha-se ai. passaro al ir-
dido que di-J'.-ro seus vos, sem reeebei do alto as
az.as quo o doem soccorrer, c cuja queda ser tanto
mais lamentaveJ quauloa sua tentativa foi mais te-
meraria. Eeeeatlsmu pemtls imaltum rolare ni-
lilur. E talJ^gjcoiitniio do or^ulho que os oulros
apostlos^Imilacao de seu clicfe, ousam ler a mes-
illa lilfiasem. Sem c lembrnrem da recommenda-
ja 1 que JesusChrislo Ibes havia feilo de telar e orar,
enlregam-sc lodos i profundo somnoe se abandonan!
ao repon-,i ; c cs-ic hoinctis que arabaviim de de-
clarar ao seu divino diestro que eslavnin promplo* a
morrer por elle, dizS. Joao Chrisoslomo, njo podem
mesmo velar um instante com ello I Assim, aproxi-
maodo-ee Jcsu- delles pralos despertar, enronlra-os
abvsmados eimomnoU* pesado,que volvcinpiira el-
le nsolhos eapantadasl sem oconheccrem, semn ou-
virem, nem compreh^nderem o que Ibes diz.ia ; nem
to pouco atinaran! eijm a respaila que llic deviam
dar! Mas cssa sumnnl^ncia que Ibes opprimia as p||-
pebras era,segundo9, Jaranymo, uina imaaem da
fraquez.a de seu espritu promplo a cahir. E Orge-
nes acreseenla que se os othos do corpo e-lavam en-
torpecidos pelo soiiind.osolhos d'almi: n.lo-.. e.-tavam
var-sc cm guarda contra si mesmo. Ora.val era a
posirio dos apostlos ne-si noile Icrrivel. jptauai
asim que o Salvador ns linha previnido, di^uiera
ludo para os fa/.er pa-sar pelo cri-.d, come e faz
com o trigo quando se quer separa-lo do joio <|n
he, segundo a explicacao de Eutbvmio, elle otjjue-
ria destruir, e faze-los perder a fe. Essa noileviis
devia ser para ellos todos, assim como para a c>.|.sa
de Jess Chrislo, urna noite de perigo* c do obstan.
los. Ellos linham sido exporto* u rugir c a se di-
penar como um rebanho tmido que se arranca .
t.lue dor para Je-m, que golpe Icrrivel para o seo
coracSo desolado, o vier-se a-sim abandonado por
seus mais charos disdipulos, para cumulo de sua
tristeza c de sua allliccio F, todava, elle solTre
anda com toda a caljna cssi dcmonslrariio de fria
indillerenca! Se. os dcpr-rla do somn.i.he mais no in-
lerc-se desuaf, do que para Ibes pedir consola;.;.
cm sua ingurtia. Elle coulcnla-se em Ibes .li/cr,
em um tom cheio de locura e allabilidadc : Pois vi
dorms'.'! V. mi sabis velar um s momento pelo
VOSM proprio nteres**, no patio que cu velo e sollm
por amor de vs 1 llepois, diricindo se mais etpeeial-
Senhoret redactara. Succombio boje pela ma-
nilas a nniu /i-Zirc Igphoide mam fe-la minha cunha-
da, inulher de incn irma.i Antonio Augusto da I on-
ceen, c nao obstante decl.irar-se a ,-illeccao em nltes-
la-lo, por mim passad.-, c reforcad.i rom a astisna-
lura doSr. I)r. Aleandre de Souza l'ereira do Car-
ino,que vio,i .lenlo urna liora antes de expirar, ao -en
cadver foi negada no Cemilerio Pnhlicoa cat.iciiinh i
aqiietinha direilo como jrmaa da Matriz de Saiilo-
Aulonio ; prolepdenil.i-se que a febr tgphnide. quan-
do reina epidmicamente o chotera-mnibtH, he o
metmo que esta allecefto.
I Kegulainento do Cemilerio Publico, mandado
observar pela Presidencia em virlude da aulorisacao
conferid! pelo Artigo 31 da l.ci Provincial n, 300 de
de Main de 1853 c do Aniso 2 S 'r' do acto ddi-
cioju*, nio prohibo que cadveres de peisoas falle-
cida de affccriof epidemira* in/eceionailta ou con-
taqiotat sejam recebidoi em calaeomba* : o Artigo
21 ilo Supracilado Kegulameolo apenas exige que
e -i cad iveres ru ein-tn-ail/n cm caixoe ; entre-
tanto boje na., -io admillidos em calacumba* nem
incamo os ca lucres iquelles que nao accumbem
ao cholera-morbos, enihoru seja i-to uma offenia de
um direilo adquirido peto- membrus das rmanda tes
e contrarias.
NaoesMn-lu derogado o upraMado Regulamen-
lo, oslo lleves"! oi.,joi br,.- c que sollicu meu ir-
iii.iu be uma violencia :.. .rli'.Bs\5 do Cdigo Cri-
minal manda punir aqoelle* funcionarios que dei-
sam de comprir ou faier comp ir exactamente qoal-
quir I.c ou Regulamenlo ; entretanto o Regula-
mente do 2 de Junho de 1851 lem dcia-l-.i de ser
cumprldo.
Faro eslas ubiorvacei ..ira em Icmpn dolas sor-
vi r-ine.c romo desojo que lenham toda a publicida.lc
recorro a Vmcs.
Sou. senhore- redactores, com (oda n consldera-
oao, etc. Ir. Joaquim de .quinoFonctea.
12 de Mareo de 1856.
P. !*.Itlo que dia*, nao n refere io Sr. Admi-
nistrador do Cemilerio,
Sr... redactores. Agradeeendo-lhesa pdblicarito
no Diarto de 5 do crrenle, do meu coramonicido
arena da nalurcza do cholera mnrbiis e dos meio*
proervatvos c curativos a empregar, anda lenho
que pedir Ibes licenca para acrcsccntar mais algo-
mas linha* sobra o mesmo assampto.
I De nio menos de mil pessoas que cm toda a
coila do sul desdi provincia, tem adoptado a aruei-
ra romo preservativo, quer feilo cha, quer matean-
do-lhe o eiilrccasco, aluda nflo me consta que uma
se quer fosse atacada pela epidemia.
2" As fricres do mofsamlir rom azeile de carra-
pato, eocozunenlo deameira tem salvado avulla-
dissimo numero de pessoas em toda a parle onde (o-
ram applicadas, quer por miiii e meas amigo-, quer
por pessoas a que lemos en-inado, e com cspeciali-
dade na cidade do llio Foruioso onde o mossarob
destrocou as carleiras liomeopalhcas e boticas allo-
pathicaa, nas barreirasde Gindahv, na villa de Se-
rinliaem, Em Tnmandarc, Porto de Uallinhas, Sal-
fado, Ec,ida c outros mullo* lugares.
3" Qualquer que seja a opiniao dos mdicos acer-
ca das causas da molestia, provenha ella debiaos,
miasmas ou cutra qualquer origen, o que nao se
pode negar he, que os dous phenomenos palhologi-
COS que sobre sabcn na epidemia reinante, sao o
pnfraquecinienlo, ou.se qoiser*m, u estado adinmi-
co do.systema nervoso c do aparelbo digestivo. Ora
qualquer um pude verificar com facilnlade, que as
frcenos do mo/fimlir reaiiiin un o -v stema nervoso, e
a arveira possuequalidades lao eminentementedru--
licas.que nio ha diarrhsa que resla a meia chicara
do colmenlo do entrecasco da mema. Poreonte-
guinle o Iratamenlo pelo motsamb? e amara he lo-
do racional e nao lem nada que cboire u feiliearia.
I" ti cha de nrueira tomado romo preservativo
leve ser milito fraco, lendo apenas leve travo, sob
pena de occasinanar ataques hemurrndaes. os qunes
entretanto cedem inmediatamente a alguna* golas
delaudanom on na falla, ao* cozimentos da gram-
ma, revada, linbaca, vaotOUrlnha de bnlao, etc. etc.
Sou, Sr.-. redactores,
tt l'liilanlrono.
itecile I de marro 1856.
elles, he verdade, a exalarao dos mias-
mas, mas para as vedarem siria necessario que as
tahoas fos-ein de meio lio, e cuidadosamente ajusta-
da*, c se para a obl caixoa* c.....o aclualmeiile se fazeni ha todas a dilli-
eaMadoa que por vezes leino, levado a presenca de
v S. que dilliculdades sera necessario vencer" para
fabrica los pela maneira por que V. S. exige .'
l'ermilla pois V. S. qne com o devtdo respeilo Ihe
declare nm me ser possivel mandar fazer cantes por
oulra forma, salvo pondo V. S. a minha dsposicao
as madeiras c os ofliciaes de carpina sullicientes para
tal lim.
Na segunda parlo da mencionada portara, me re-
prehende V. S. injustamente, visto romo iiinguem
podera provar quo o servco dcsla cocheira nAo te-
lilla sido feilo com a maior relocidada que be possi-
vel nestd crise.
Nnnea recebj guias do medico do hospital do Car-
ino, lmenlo as lenho recebido dos encarregados da
polica, sendo que no hospital do Carme lem sido
demorados por muitas vezes ns carros desla cocheira
por espaco de horas, c cm casa-particulares tem al
esperado que us enfermos Cipirem paraconduzi-los:
esle caso deu-e entre ou tro* com um prente ou fa-
milia do Sr. Manoel l.uiz da Veiaa. Ta.nbem lem
acronlecido que na i indicando as guias o numero das
casa onde ctistem os corpos, anden os boleeiros es-
pecialmente de.....le, por muila- horas, sem acer-
tar, coma ha pouco acconteceu com um corpo que
exirtindo na rihelra da Boa-Vista, a respectiva guia
o indieava no lugar dos Qoalro Canto*.
Por tacs faltas, lllm. Si., n,io possa responsabili-
sar-me, e se V. S. julga necesaario evita-las, oulras
davem ser as providencias.
Concias pois ponderando a V. S. que inlcresseal-
gum me resoltarla em demorar as guias em meu
poder.e protestando que smente II demoro emquan-
lo Chegaalgum dos tres carros queandiun em secvico
activo. *
E*pero que V. S. lera a bondade de dcsculpar a
prolixidade de que julgoei necessario osar em defe-
z.a do meu crdito.
Heos guarde a V. S. Recife II de marco de ISjli.
Ilmi. Sr. Ilr. l.uiz. Cario de Paiva Teixeira, dig-
nis.imo ehefa de polica desla provincia. Manoel
(ioiiraiir. .igra, administrador doeslabelecimenlo.
0mmctcU>.
seu pastor. Sua coragem devia ser posta em dillici mente Pedro, quo, diz. S. Hilario, havia mostrado
provacas. Sua f devia ler rudes assallo que sus- mais presumpcao quivos oulros, e havia so jactado
tentar, em tare de Indo quanto devia acontecer no deque nada o escandallan.....mu podara jamis se-
tan Difino Medre. Jess Chrislo Ibes havia clara- 'ara-lo de JesusChrislo, Ihe di-sc ; e tu lambem,
ineule predilo. Masas palavras do Salvador, que 1 "Bdro, estits dorminds t! Aonde esta o leu amor na-
exprimirn enliio o perigo da situaran em que esta- r oomigo ".' Ah aquelle mesmo que anida ha pou-
vam os di-cipulos em Jcrusalem, pintao anula inai- i '"lizia que me laria o s.-icr,l:io de la propria i la
vivamente o perigo da nossa, no meio das tempes- I nS pode ao menos sacrilicar-mc nma hora de vigi-
lada* do mundo, lie com muila razio-, diz S. Jero-! "a llepois dirige lodos uma .illocucao grave, cm I
nvinn, que a nossa vida lie nesla nsjugem aonpa- 1o*o meio da amargara datexprobracOes, brillum :
rada .i noite ; porque, como be principalmente dn-; a sualiondade e sabeaorig ; em que ludo he grande
raute a obscuridade da noite que os honicns se en- e rnn'rme us necesaidadei de lodos; cm que elle
bregam ao vicio hediondo da embriaau.z, be (am-! Ilillla m poseas palavras a fragilldade da carne, a
bem quando o espirito he obscurecido, o se acha I necesalade de caolelas conlra a lenlaeSo, o a nipos-i
uhvsmado nas trovas que o escndalo e a leular.lo! sibilids'o de a vencen sem i vigilancia, sa orardo. I
Ihe proporcionara o mais das vezo-. De surte que Vela!, les diz j velaje orai, para que nao entris
estas palavra* de Jesui Chrirto nao sao Igualmente ''"' ,e"'':no ; porquetas o eiplritoalprompto, a'
dirigidas u nos todos; pois que de nos lodos se pode ','''''"-''" rara. Inslruccao -olida q lao imprtanle,'
que o salvior entonoje dever dii igir .i lodos o- chris-
lao-, de Ule* s e-lados ; ,lc ludas a- dades ; ella
merece poi -Cr meditada.
lia cviduic, diz Itedc, quo pela palavra .efat,
Jess Chrisl
nao quiz recomiiicinlar aos apostlo
dizer que, na noilc funesta deslc mundo, devenios
esperar sollrer o escndalo c a lentaro, visto que
faz.emos proliss.lo de seguir un mesmo. Jess.
i.iiial'lie, cm verdade, pi-i .'-.inla __Ccao. a obra
do virlude evanglica que no- nao aS^^BIraridd.i '
Qual he a f que nio seja atacada '.'I HJi-- es'a vgilauc. quo combate o somuo do corpo ; mas
tilo que nao tenha poderosos n:imif HPvana '' S!m l>m' *l"t|nc'a espirilu.il que saccode o lorpor
.'d'almacaini|.dcdocbir nosomno da inledilida le;
essa vigilancia m lim de que elle havia fallado no
sen Evanaclho bemarenluratlo o seno, que o sc-
I encontrar rtgilanl' e /'/.
,1'araphrase lo padre Ventora.]
I'intode Campo*.
' Continua.)
nio quo non lenua [irineio- imniiiamo ofnoaiar .
Oual be enilra a victoria que se olileW*) Mtistfc-
cii Em quanto respiramos sobre aBcra, vfernas
cercados de sedadas de lodos o- I,i ilo, expostoi
lucias ince,-aillo- cm lodos os lugares. / y f "'''"'tm sua '"^
l.'ma virlude que obtvesse um sullrglo*cooitnle
e universtl ; que nio euconlrasse um i obstaeuto ;
q u3o provocasse inxejas e censuras, neta sotffes-
T
'la*
.sr-. rcducliim.Cunse tenha demorado u ihe-
sonraria geral em dar-me u cerlidlo que requeri
para mostrar ao publico que fui calumniado pelos
mens gratuitos inimigo*, quando para me tornaren!
odioso, propalaran] que cu forneel medicanienios
pan i 0 inlerior da provincia por precos exCOtfivoi,
e coiisto-ine agora que o correspondente que daqul
esereve para o Mercantil taniliom assevcraru que en
vend maeella por preco exorbitante, [de s- a I3g r?.
a libra apresso-me em de*ma*carar esse* vi- detrac-
tores com a dedaracu quo faz. o muilo digno Sr.
escrivo da resalta Jos Brszlino da Silva, na caria
quo dignar-se-Mo imprimir.
Ouaiiiin obtivcr esta cci ti.l.io mostrare! lambem
que por uma mallgnidadc, que mi lem qualillca-
cao, alliiiiiou o mitalado pliarm.iceulicosigna-
tario .la correspondencia publicada no l'oi: n. Is
.Ir 22 do me/, prximo lindo, que cu vend Milphalo
de quiido por lljOOO e subnilralo de bisraulho a
IfOlHI r. a oil.iva, para o que Ihe foi necessario lo-
mara evpro-siio abreviada l|ii por 1|S, ambas omi-
t !a- em minhas conlas, para .! isignai esta oitai i
o aquella a onrii.
Qneiram, Srs. redaclore-, publicar osla em bou
i. n iluado Diario, que muil i obrigado Ihe- i ara
o sou asjigiiaoio
llarthotonieu Pram Uro de Smt; i.
illrn. Sr. Jos llrazilinn da Silva.Sendo \ S.
oeicriv.lu da lliosoiiriira gem, cromo Id llio pas-
-em pela: milos todas as conlas relativas ao torned-
menlode mediraraenlos para o centro da provincia,
voo ru-.ii o V. S. o e-pecial favor dedeclarar-meao
I1" tiesta : I- qoal lid o roaior preco porque forncei
maeella nas ambulancias que apromplei : 2- se hon-
re algum collega meo que nirnccetse dilo genero
por maior prero que aquello por qoanln forneci :
permillindo-me au me-no lempo fazer uso di res-
posla de \. s. coiu.iine convier. Snu
de V. s. ltenlo venerador e criado.
Ilartholamcu Francisco de Son.a.
s. C. 2n de fevereiro de is~,i;.
lllm. Sr. Bartholomen Praneisco deSou;a.__Em
resposla a esta caria lenho a dizer que. na qilalidade !
le cscrivao da receila e despeza bel visto toda a
conla9 de medicamentos por V. S. vendidos > fa^
z.cndii publica, e em abono da verdade devo declarar;
que o maior prero da maeella que V. S. fornnrcu
foi de dous mil res por libra, ao patio que o boti-
cario l.uiz Pedro das Noves venden o mesmo medi-
camento poi dOZC pillaras 398(0. Nada milis devo
accrrsi enlar podendo fazer uso desla como convier
a V. S. Sen aliento venerador eobrigado.
Jos Braztlino da Silva.
Eslava rcconbecidoj
i-U.\i,A DO RECIFE 12 DE MARCO AS3
iloitAS DATAROS.
Colar.'.e- olflelaes.
Assucar masca vado2^150 por arroba com sacco.
Ucsconlo de cticasI '. ao ine-z.
frederico Ilobilliard, preaideofe.
/'. Dorgrs, secretario.
i .<*<
CAMBIOS.
sobre l.ondr. 27:i| a28 d. por 1>.
Pars, :',S rs. por f,
o Lisboa. 92por Itio.
.. Rio de Janeiro, ai. par.
AcfOet do Banco, 35 0|0de |u-cmo.
Acees da rorapanliia de Brberilie. .
Aci.-.-s da_companhia l'eruamburana
ii .i l.lilida.lu Publica, 30 porrelo de premio.
o n liidoiniii-idora. em vendas.
Disconto de lettrai, de 12 a 15 i.orl'i o
1IETABS.
'luro.Oncas bespanholas. 2a.:-'.:.ii
Mocda .te 69IOO velhas |ii-;khi
68100 novas .... 1IT-000
, <5 Prela.Patacos hrasileiro-......3SO00
Pesos colnmnarios......2^.hmi
" mexicanos....... l-sr.o
',.- XI
10 par.
de Sa I 011.o., manifeslou o
consignado
eguiote:
i 12 s ceos assucar branco. 2KS dilos dito mascava-
do ; 11 ordem.
CONSULADO GKliAI..
Itemlimento do d.a la II
I tm 11, do di 12 ... .
S::t5-sl(
1iS7:lc-j-
10:l9!c09
ilVERSAS PROVINCIAS.
Kendimeiilo do da I a 11 .
dem dovdi 12 ...... .
1:li:t-508
:iSs25l
1:68laT DESPACHOS DE i:\PORlACAOPEI.AMEbA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
12 DE MARCO DE 1856.
PortoBarca portugueza Leal, Manoel Joaquim
Ramos e Silva, 100 saceos assucar branco.
Iliienos-Avres por Montevideo Brigue hrasileiro
leliz Destinos, Isaac, Curio A; Companhia. 50
barriquinhiis as-ucar branco.
Pliiladelpbia Patacho americano alnas, llenrv
Ponter \ Companhia, (00 saceos assucar masca-
vado.
SlorkolmoItarr.i sueca sElizabelb, W. O. Bicber
i\ Companhia, (S rouros sainado*.
Slorkolmollriiie sueco Helena, C. J. Astley i
Companhia, 1,120saceos assucar branco.
CONSOLADO PROVINCIAL.
Ilendimento dodia 1 a II .... 7:0S23I27
dem do dia 12....... 1:5625101
S;li?2ll
%rXt>ttimt bo porto.
ALPANDEUA.
Rendimenlo do da I a 11. ; .
dem do din 12.......
60:23.1fOI8
5:973a985
66:aV7 Hartos entrados no dia 12. ,
Havre21 dias. briuue francez i.Belemn, de 18/
toneladas, cspiMo Churilo. equipagein 15, carga
fazendas ; a l.asserre & Companhia.
Porto AdolaideTi dias, galera inglesa iVietorio,
de 5:10 toneladas, capiuo A. C. Pora*, equipacem
21, carga liia e robre. Passageiros 21. Veto re-
frescar i- segu para l.ondou.
Lisboa33 dias, brigue pnrluguez .lOmvum. de
2IS toneladas, capitn Jos (ornes de Avelar,
equipagein 12, em ltiro ; a Me. Calmont i Com-
panhia.
Ilalr,iz:5dias, palacbo loglez aAniietle, de lli
toneladas, capitn Nidal, equipaaem 0, caria 1,708
barricas o i meia- d'las com baealhiio ; a Me.
Calmont A; Coinpaubii.
Socios tbidos n 1 rneanm .lio.
S. MalheoPatacho hrasileiro Andas, capilJa
Manuel Moreira II da, carga asOardenle c asiucar.
Passageiros, Desiderio Jos Brrelo, Arobroziuo
Pelolio de Senna.
Em commiisaoVapor de guerra hrasileiro aBeba-
rilien, eommandaole o capilao-lenchla Jos Maria
i; 1 Iriguc.
Portsmooth Van ir de guerra ingloz a rridenl,
commandanle llarvex.
llio .le JaneiroLugre Un 1 irquez aldra, eapilSe
J. P. liraw, caiia .1 mema que trouxe da Una Uo
Sal. Suspenden da lam i:
Marcolirra de Borja 'eral le-.aceiile de leiloes rom
iirina/em na rua do Collegio n. 15, nn>rece-e para
eneeluar um ou mai leile. em lieuefirio daa pe>
soat DOCesaUada*. Todo e qualquer individuo qaa
quizer roncorrer rom objeclos para.Ues leiloes. pra-
ticando assini um acto de caridade, pode dirigir-*e
ao agente mencionado, que ofT.-rece o prodsrlu de
seu trabalho, a commisso que pagam os comprado-
res, para soceorro dos que. na poca actual, delle
precisarem. E romo quer que ensla uma conasik-
siio central de hencficanela, cla ser cientfica< *
dia do leiliio, para comparecer, querendo. onesber
o producto que liaja de ter apurado. O amis ei-
nia mencionado e-pera ser ailendido. s te persuade
que a popularao de-ia cidade dar ama prava robo
ta dos seutmentos cuidosos que a dominan. 0 dia
-ero anniineiado previamente.
O agente Olivoira continuar, sob a* meiaaas
formalidades annnnciadas, o leilao do remskeacenle
da corsa c mai aniso da harca americana .SaaVI-
peld, rapilao Charles II. M. Clcare, coDstslindo o*
mesmos em barris de carnet salgada, rabos nossa
e asad**, vcllame. bolca, algumas fnllias e ped*ss
de cobre, bigoroa. r muilos oulrss. qoe no seis as-
mo patente : quiuia-leira. 15 do correle, as III
horas da maubaa, na armazem do Ferreira, coa* de
Apollo.
rteos S)it)eri5oif.
A>Cf-1!
miel &.
3- :^'^i^ :
COS11 RAS 110 ARSENAL. 9
Carne verde
.4 MtmmiMM.
Nos dias quinta, sexta c
Siibl)a(o*(l('sta seittana, ha-
ver carne fresca a 500
rs. a libra, vendida por
conta da coniniisso mu-
nicipal.
Atada est por atafai o segando andar do so-
brado da roa do Amorim n. J9 : quem pretsadsr
dinja-se a rua Relia u. 5.
No da II do crreme, na tala dai audiencias,
depois da audiencia dojuizo municipal da priasasra"
vara, se ha de arrematar por venda a qnsta mais
dor o sobrado de dous andar* e olio n. 14 *Ms na
rua da C.dea do Rente, avahado por 8:5009, par
execucao de Jos l'ereira da Cunhi conlra ervatM
Pire* Ferreira ; c-cnvilo Cunha : visto qoe ao da
11 nao pode ler lugar i arrfruatacao como se havia
annunciado.
Caelano Pinto de Vera* av isa aos So. laesrds-
les que quucrem celebrar mias por alma dt mi
linada mulher I). Mara I erreira da Silva, no dia I I
do corrcnle mez, com a paga de 1{000, com parvea
na matriz do bairro do S. Sacramento da Saals An-
tonio desta cidade, que dizendo a mama mista tora
pasa, como ji >e esta pralcando na igreja da vsae-
ravef ordem lereeira de s. Francisco.
MUTA AITE.NCAO'.
Na noilc de 10 ue marn de iMVi ragiraro-sne de
minha ..lana da rua do Mondego da Boa-Vista, I et-
o.-.ivi meus.com us -ipiiae seguinles : Parifico, cri-
oiilo, cheio do carpo, batanle alto, perras bambas,
pes bastante crandes, com o etquerdo ovado e cmn
cravos, cor mida fula, roslo comprido. olbot braacvs
e bem fallante. ve-tdo com roopas de riscados. ra-
misa branca, chapes de palhinha e prelo de pelk
fino, representa ler l sanos da ida.ie. tem |>a, ar-
maos captivo, lem a mil e uma rm.ia torra. Fran-
Cisco tajo', r.ri.oili.. estafara trat***, ranhoso rr
lor tillo uma somma na sircanta. com muila nwr-
cas de devisas por ha pouco ter ldo, corpo regatar,
roslo redondo, pes torios para foca e perno ineis ar-
queadas para fura, alfaau ronsa fula, rosta redsa-
ilo. representa ler :m anuos de idade, vestido cssa
roupas de rucada e brancas, chapeo de pslh*. Ro-
mualdo, de Angola, baila, -ere... talla alguma rotna
gago, cor prela, he quebrado, vestida rom roopas de
nscado ede quadros, chapeo de palhinha fina, repre-
senta ter aVIaiino de idade. Simio de Areola, aiada
moro, bailo, meio grasas do carpa, cara tenias idi,
tem denles na frenie da parle de cima, car preta]
semblante carrancudo, ve-lid.i com roopas de rtsea-
lo, branca c de casearira, chapeo prelo de pello fino,
> iionet de panno /ni fino. Esles esrravo- levaran
Irouxa* con roana c foram do engenho d'agaa da
*>, S.,, S7, tormo de lsuaras-if. c boje do lermrl do Hecife,
Oulro sim. i ojo fora do tinado llenrique l'oppe Cirao; o qoae-
v.t'11 Tiii.T '* Inriraiaan ...~ >. .alisa___:_a_. i
;;:^.:.:.:::tfii-.'
m
59 licor loni do illiii. ~r. lenla coronel di- J
?3 rector do arsenal de aiierra, so faz publico
;0 para coiiliccimcnlo das iulrc-ados, que no 2
S dia l do correle, ao meio-dia, se pasara ,>
;t) in mesmo arsenal o corles o fei,.- das &)
ty obras qnc-e recolherain iiiiinufacluradas do I- (Q
;i; a ID deste mez; e correspondentes aos bi- ffi I e bonel de panno aaal lino.
,;- Hieles de reinos de ns. (i. 117 o 11(1; ede je1
corte e feilio de ns, 5s. fj9, su, 82, 85, S'
fi II!, lis, 15.1, 157, 159 e 160
IMPORTACAOV
Patacho porlaguei /lapido, vlndo de Lisboa, con-
lignado .i Ib una/ do Aqoino Fouseca & Filho, ma-
nifeslou o ssgniule :
Obarril azeile doce ; a Manuel Joaquim llamos
e Silva.
1 pipas o 50 barris viiilm, L>|| dilos loucinbo, 5
barricas lamilla de trigo, 21 dita* sardnhas, ; t P,
S. Kabellu Filho. '
III pipa- o51) barris vinagro, 55 dilos vinho, :!() il|.
(os toucinho, -21) dilos steite de nliveira. IOS barri-
cas c IR meia* ditas farinha de trigo, un barris cal;
a Thoimu de Aqoino l'ouscca & Filho.
i caixa* rrucias teccas, I barrica retina amarella,
1 dita fozes dconro, I fardorelalnosda pellica, I
caixole moslarda e drogas diversas, I dilo espirito*
esseociaea ; a Bartholomen I", .le Souza
5 barris azeile doce ; a Narciso Jos' da Costa i'e-
reira.
1 caixole droga medicinaos, 1 dilo frascos de vi-
oro Vatio* ; a Ignacio .loso fo i.uilo.
35 pipa abatidas a Antonio l.uiz de Olivoira
Azevedo.
I barrica caniphora, I ,-aiia sraes de ptdra ; a V-
crnlc Jns de lliilo.
21) iblascera em velas, Id -anas cCT.ida, 50 ca-
naslras batata* ; a lenlo Candido do Moras*.
i'D barr- azeile de olivoira ; n Jos ll.iptistu Fon
seca Jnior.
2 caita* pedras para moer; u Manoel Ignacio de
Olivcira.
:l ditas cera ; a Moreira ,\ Fragoso.
21) barris sai-..tilias : a Antonio Atoes Vilella.
50 pipas novas ; a .Manoel Alves (uera.
:iii barris azeiiu doce, :l barrica* sardinhas ; a
l.uiz Joso da Costa Ainorim.
2 finios pao campeche, > dilos plantas, I dilo ras-
pas de pona de viado, 2 barrica* llnhaja, I dita Ror
de env.ifre ; a .loaquim do Almeida Pinto.
> barr- vinho, 211 ditos maulis.i de pono.til bar-
ris e 30 barricas sardinhas, 20 pipas novas aballas,
I raido cesta* de vime ; a .Manuel do llego
Lima.
1 calite massa de lmales, :)2 pedras com 135
palmos de comprido, 2 de largo el |2 de pono,
10 saccadas .te 12 por i l|2e I de grotso, ti degraos
de 10 por 2 o declino de um grotso, 2(1 caiiaslrai ba-
tatas, 1.000 raolhosde ceblas a granel ; ao capilla
do mesmo.
Patacho nacional .lllir/inn, viudo da Rabia, con-
signlo a Aulonio l.uiz de Olivcira Azevedo, nuni-
feslou o -egujiilc :
2 fardo- biela-, 2 ditos cobertores to laa, 2 paco-
tos maeella, I dilo sabugueiro, lcaixOe* rom vidros
vazloi, 10 caixaa cognac, '.m rrasqueiras genebra : i
ordem.
05 barris c I) meios ditos ni interna ; a l.a-ero
c\ Tissel.
aj> Directora do arsenal de snerra do Per- tt
30 nambnco II de marco de 1856.O encarre- !#
3 gado do eipcitiente, Anlopio Francisco de ff
; Souza Masalb.ies Jnior.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
0 contsllio adminilrallvo lera de comprar o ie-
gulote:
l'ara o s." buiallian de Infantaria.
Panno verde escuro, covadui75i.
Recrulas cm deposito no segundo hat-ilbo de in-
famara.
Reles de panno, loo : grvala* de sola enver-
nizada,. KIO briin branco lizo para frdelas, varas
250 ; ..nio prelo para polainas, envados 25 ; In-
les de osso prelo-, dorias84 ; sapalos. pares 100 ;
manas de laa, 101); atisbas, loo.
Trtbalhos das ollicinas de 1.a c 2.-1 clas.-cs.
Cola da Babia, arrobas 2 laboas de | inlio de as-
soallio. duzias 10 ; ditas de dito de :l| de polegada,
ditas 10: ditas de dilo tic forro, ditas 2U ; alvaiade. i
arrobas 5.
i tilirina- de .'!.' cla-se.
Ferro inglcz de varanda, qtiintaes 12.
Ditas de 5." dita.
Lona da Rus.ia, peca I : brim da dita, dita- 2 ;
cabo de liitho de o polegadas, dila 1.
l'ara o hospital rsgimantol.
Pares de meia* Ollicinas de l.a e 2,-1 classes.
laboui de assoalho t> doxiat.costado* de oiticica s.
Qaarta closse.
Folha* de robre de t a 7 libras cada uma 10.
Quem os quizer vender api escute a- suas pro-
poslas, em carta fechada na terretaria do ron-
sclho ns !l) horas do dia 17 do correntc mez.
Secretaria do cunselho administralivo para forne-
ciinenlo do arsenal de suorra II demarro de
IS5(.lenlo Joti l.amenha l.ins, coronel presidi-
le.Herminio l'ereira do Carino Jnior, vogal e
secretario.
Marcelino Jos Lapes.
U abano antiguado, reconhecido para cusa
ns pe-snas qne se preslaram a auxiliar o trata-
mciilo de teu mano Joao Antonio da Veiga e
sua iufeliz familia, que surenrobiram da epi-
demia reinante, muilo Ibes agradsce lio rele-
vante servco-, especialmente aos lllm. Scs.
Des. Pitonga e Gastas, Bata promptidao e boa
vontade com que pnidigalitaram anda qas
dcbalde os srus soccorros medico, atsim co-
mo o-lllm-. Srs. .lo-.-i, uioalve Ferreira Cas-
Ij, esenvao Aulonio Joaquim Ferreira de Car-
vallu.. Antonio dos Santo e M.irrolinn Jote
Pupe, que nao sendo a isso obrigados por laca
algum de parentesco, foram os qoe te acha
ram firmes e inransavet ao lado dos enfermos,
e n.io poup.ir.im sacrificios, alim de ver se ss
salvavam, como .'>em fazer os verdadeiret
amigos.
_________________Manoel l.ui: da Oi'fS.
Vt'vro^ ?aiiritim>0.
Para o nio de
Janeiro
saliv com brevidade por ter a maior jKtr-
ledacarga prompta, o licm coohecido
l'i li.MA : para o rosto
un -
lo algodo :
Srliiiincltou
a J.-.-i
com respeilo
:i fardos baca c 2 cobcr
mes Ryder ri C.
I dii dii i : a Itabo
lilil.
I dito fa/en .l.i .I- |,,i, |.-, rrasqueiras genebra, lo
caitnlescognac, 2tl barris mantoiga : u Aulonio l.uiz
.1 Oli-.eira Azevedo,
'ti su cu cali-. ; raixes com :iii5 caixinhaa cha-
rutos : .i '. II. liaeuslej .
I dilo com III" ditas lie dilo.: a Jos' Antonio da
C. Ov 1 tinao--.
1 barrira quartinba ; a Vnlnnio Dita Sonto.
10 ditas o i.5S sacras farinha de mandioca, .'.:i7 d-
la rale', |:12 fardos fui em Falla, > peras '., dito
lesado. IDcaivoe- com |:I2.:!00 charutos, Sli caixl-
nha- ditos : n ordein.
Vapor narinnal Tncanlins, viudo dos piolo- do
noilc, consignado .. agencia, mauifesl
suinle :
'i fario- ignora-se; a linilherme da Silva lioi-
inarac-.
I .tilo dito ; a Joo Maria C. .na.
I tola redonda ignora-SS ; ao llr. Joaquim Bap-
lista Moreira.
I dita encapada c I caivinha :gnora--e ; ao llr.
Pedro de A. I.nbo Moscoso.
I encapado gnora-sc; a .loso' Rodrigues Fer-
reira.
5 volumes isnora
Vianna.
i saccas arroz ; ao padre M. A. A. -Mello.
SO ditas dilo ; a Jos' BaptisUi da Fonseca Ju
nior.
i>i:gnc nacional
la mcsiiia, passageiros eescravoa a frde,
para que tem e\ceilcntes commodos, tra-
la-secom os consigna tai os Noiacs&C: na I ver nutro de
& Compa-jruado 1 r.ij>i< 1 u- i. '<',, primeiroandar,Ianli
tm com ocapitao na pi
o Rio de
anei.ro
liivMd.-idc portera maior
iroinpla, n brigue escu-
da
a Joao Fernandos Prenle
/
sahe com i
parte ii.i carga _
nu niAltIA : para o rusto da mcsina,
o sel I l,a*salt',"uecscrav'o$afretc, para pie tem
evccllcnlas commodos, trata-sc com os
consigiiHlarios Novat-s & <;., na .rua do,
Ir.ipit-iif n.-."i, primeiro mular, mi com
o capito na piara.
Para o Aracatj segu cm poucoi din por ia
ler a maior parle tle sua carga prompta o bem eo-
nhecido hiale Capibarihe ; pura o reslo e passa-
geiros, trala-M na rua do Vigario n. 5.
O brigue escuna nacional Al.VItIA,
capitilo Manoel Jos Vieira, precisa con-
trataf maiitimos brasileos para a sua
viagem ao Rio de Janeiro.
A arrematar" i por venda da raa da raa da*
l'ernambucanas. na Capunsa, pelo Juio da prhaai-
ra vara civcl, esenvao Cunha. annanciada para s
lia II, licou para o da texla-feira 11 do carrele.
depois da audiencia, na sala da mesmat, coja casa
vai a i ra.;a por evecucao de Minoel Joaquim Fer-
reira Estove* contra Maria da A-ampr,ilo Cavalcan-
li de Albuquerque.
Aviso aos Srs. inspectofes de i|iiarteiro
da livgiiezia do Kecile.
Salnsliano de Aipiino Fet reir, suIhc-
legadosiipplenlc ila Irejuezia do Recite,
avisa pela imprenta aos dilos Sis., para
que se lirvam dar incnntinenle, na l>r>
lica da rua da Cruz do Recife. aoSr. l.ui/.
Pedro Has \e\es Jnior, urna i-elacao
evacta das casas em que lalleceram cho-
leticos, alim de serem promplamcntcdes-
inlectadas, a bem da Mude publica.Re-
cife IT) de mateo de lS.'ili.Saliistiano
de Aquino Ferreira, subdelegado sun-
ptente.
No pateo do Lii i iiiinuto solirado da
estpiina n. I, da-se bolos SO rs. i pataca e aimam-sc bandejas de
bollos de todas as qualidadet, por bssssbM
do que em outra qualquer parte.
Anton'oJoaquim Coorado, poi ha-
ii.d nomc.de liojeenndi-
sc assignara nor Antonio MK Con-
rado.Recife 2." de fevereiro de IrViii.
Antonio Jos Conrado-
Pre, imi-si Ai um:- ama para cas.i ilc
familia: no aterro da Boa-Vista a. "''.,
segundo i tidal.
Iloalem II w ti batas da torna au-eal hi-sc
um prcto por nomc .1. de Baria, de 1(1 a .511 aa-
nos .1. i! ule ; lavon calcha de i itsaasra u-ada. cami-
sa dcalaotUo branca srotss, c tem alalladsaai
dedo ni na direila ; maa-se .. unem o apprchea-
dcr. leve-n a rua do Amoiiiti i. I;, ,|uc sa grati-
licara.
Na rua Imperial n. IS,. delruiile da lalmca He
cihleirciro. pren-a de uina pesswa qoe te sarn
incumbtl de lava a nmpa lieni e proinptameute.
I'recita-se de oiliciaes de rarapiua par* faaei
,-ami de veto ellcclivameulc : a tratar na raa de
Sania Hila n. .1, taberna.
ARKKMlAMIMo.
A toja e armazcm da rasa n. 5S da rua da t jdeia
do llecife junto ao arco da Conceicao, acba-* Jetar
cupada, e arrenda-sc pata qualquer e em'poulo grande, para o qual lem commodos snfll-
cienles : os pretenden), s eolender-se-hao eo*n JaJs
Nepoinueeno Barroso, no segn lo andar da osa a.
57, n* mesma rua.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MLnTTTilJfJ


*
'(*
MBIOi 01 PIRMIUCO QU NT* FElR* 13 U MAKgo DE 1856
Terceira edi?ao.
TRTA1EMT0 HOMEOPATHIGC.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MQRBUS.
PELOS DRS
r.n ."-"^ "": --'**
ou iiistrucc.ioaupov0|.arascpodercurarde*aenfermidade.adininiraiid.os remedio mais"
para alalha-la.emquauto serecorreaoruedico.uu mesmu paracura-lsiudapeudeuledcsle nos lug
em que nao os lia.
licazes
ares
elles Icm sido postes em praliea.
Sendo o iralamenlohoineopailiicoo nico que lem dado i-randcsresulladosnocurativo desla lioru-
veleufetmi.lde. ulcamosa proposito Iraduzr restes don importamos opsculos cin liucga venan-
la, para desl'arle facilitar a sua leilurn a quem mnorc o fraucc?.
Vcnde-M nicamente no Consultorio do traductor, ra Muv D.52, por JjOtH). Vendem-se lambem
___. ..,.>|..|J 11 Klll Ifl-IL lili I > I 1 I I i i. i'oiii II IV ,>..>.* .1 n I I I -
Veode-se nicamente no Consultorio rio traductor, ra Muv D.52, por JjOlH). Vendem-se lambem
os roedicamentos precisos e boticas de 12 tubos com um frasco de lindura 130, umadila de 30 tubos con.r
vro e 2 frascos de tintura rs. -Jj^lO.
I

ttt FKDKAS l'llLCIOSAS- ?
H i
* Aderemos de brilhanles, *
a diamaules e perolas. pul-
$ cetras, alliueies, brincos -y
J rozelas, lioloes e aunis *
^ de diflercoles gostos e de S
;i diversas pedras de valor. s3
* Compran), vendem ou
;J trucan) prata, ouro, bri- ^
i Ihanles.diamanlesepero- .-.
* las, e outras quaesquer
o
JS joiaade valor, a diulieiro
n ou por obras.
Se38s3e3e3r&*883>*
MOREIRA DARTE.
IL9JA DE 01RIVES
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben? por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do luais
moderno gosto, tan-
to de Franca como

m lio i: PRATA-
Aderecos completos de
ouro, meiosditos, pulcci-
ras, allinetes. brincos e
rozelas, cordoes, Iraiirc-
lins, medallias, correlo
c enfeites para rclosio. e
oulros mullos objeclos de
ouro.
Apparellios completos,
de prata, para cha, ban-
dejas, salvas, caslicacs,
culheres de sopa e de cha,
e muitn- oulros objeclos
de prata.
de Lisboa, as que aevendem por
pre^o commodo romo eostumam.
ESTRADA DE FERRO DE PERNAMBCO.
Bacqeiros da Companiiia ni i.ondrbs.Srs. llevwood, konnards, & C\
Banoueiros em Pernajihico.O Banco de Pernamliuco.
Agentes no Rio de. JaheiASi*. Mau, MacGregor, & C*.
Agentes em Pernambuco.Sr. Rolhedt Bidoulae.
Agentes na Baha.Srs. S. S. Davunport & C".
Os que desejarem comprar aeges d'esta Companiiia podero dirigir-se na forma abaixo indicada
Commissao em Pernambuco emeasa das Srs. Rollio i Bidoulae. 0 deposito de urna libra es-
terlina ao cambio de 27 por IfOOO ou rs. 88888 por acrjM deve ser allecluado em Casado um
dos Agentes da Companiiia no Bio de Janeiro, na Babia, e em Pernamliuco, que dar o rmpeteme
recibo.
A subscripcao fica aberla aleo dia 20 de marco em Pernambuco.
Os senhores que ja fizero pedidos para a acquisico de acees desla companiiia anles de sita pu-
blicado em Londres, devem tambem diriizir-se Commissao o remoller aos Agonas a importancia
do deposit del 1, por conia do taes accoes denlrodo piazofixadc para a apreseiitaoau de podidos.
A urna Commissao nomeada pelo Presidente da Provincia de Pernamliuco, de'accordo com o
Concessionario o Sr. Alfredo de Murnay, ser conliado o traballio da distribuicao das Accoes.
Se nao forem concedidas todos as Acms plidas, o diuheiro depositado ser levado em cotila para
a primeira preslacao de duas libras esterlinas Rs. 1TP77G por cada Arrio.
Se nenhuma for concedida o dinbeiro ser resliluido por inieiro at o fitn do Abril, ao inais lardar.
A Companiiia lera reservado fundos que os Directores calculan ser sullicienles para o paga mor, lo dos
juros aos accionistas desde odia em que se elTecluarcm as piesiacoes, c osses juros sero os meamos
que sao garantidos pelos governos Imperial o Provincial depois de abortas as sccees da Estrada
de maneira que a importancia das entradas vencero o juro de 7 por rento logo que eslas forem
realizadas.
Os dividendos sero pagos aos Accionistas no Bra/.il em casa dos Agentes da Companiiia as cidades
do Rio do Janeiro, Babia, e Pernambuco.
Cada prestaoao nunca exceder do duas libras esterlinas Rs. 179776, por arrio, e llavera um iii-
lervallo pelo menos do trez mezes entre as presiarOes.
Os que perlenderem accoes devro dirigir-so Commissao, c remeller aos Agentes da Companiiia
em Pernambuee Srs. Rothe & Bidoulae, logo depois de entregaren! a importanra do deposito, um
pedido segundo o formulario abaixo iranscriplo que os Agentes da companhia forneccrao conjunc-
lamente com o competente recibo pelas quaniias depositadas.
------------------- i UJJU---------
Formularia para o pedido de Acco'es.
Aos Senhores da Commsao encarregada da dtslribiiicao das AerOtS da Companhia da
Estrada de Ferro entre o liecife e o Ilio de Sao Francisco.
Ilavendo eu entregado aos Agentes da Companiiia res
ao Crdito da mesina Companhia, pero-Ibes que me concedan as Acedos correspondentes aquella
preslacao, e pela prsenle me obrigo aeccilar aquello numero de Accoes ou as que me liouverein
de ser concedidas ; e bem assim pagar as lubsequenles presiarOes quando me forem exi"idas na
formadas Lcis que regulo a Companiiia, assignaudo-me por miin ou por inou bstanlo procura-
dor no Livro oompelonto Ja iiscripcio.
ISSIGWlTint.
Nomo por extenso_____________________________________________________________________________
Residencia por extenso
Associacao Commercial
Beficente.
A ronimissi uomeada pela Auociar.o t'.omuirr-
eial Beiielicenle desta pra{a, com o funde sorcorrer
as pessoas necessilad.is e desvalidas da IteRUetia da
lloa-Visla, por necasiao da epidemia reinante, pre-
\ine a quem esliver em tacs circunstancias, de pro-
curar a Joao Matheus, ra da matriz n. IH; Manoel
leiveira Baslos|, ra da Alegra u. 7 ; Vrenle Al-
ves de Souza Carvalbo, Estancia : dcdc as 7 horas
da niiiuliaa a* '.>. e a larde das horas eui diante :
em caso ur&enle, porem, serio toecorridoi prompla-
uieutr a qualquer hora. A commissao desejando
acertar na forma de distribuir es soccorros, roga en-
carecidamente a todas ai pessoas niais conhecidas
desla freguezia que liverem perl'cita sciencia do es-
tado de precisap de qualqucr familia, *e dignen) de
a informar .liei de ser com promplidao allendida.
Kccife de feyereiro do ISSIi.JoSa Matheus, Ma-
noel Teiicira Bastos, Vicente Alvcs de Souza Car-
valbo.
A viuva d lierdeiros de N.tiadaull, leudo de
procederaoinveiilario dosbensileixailos pelo nie>ino,
convidan) aos credores do casal, para que hajain, no
pra/.o de S dia? de apresentarem suas rentas, afrh
de sercm vcrilicadas e comprehen.lidas no inventa-
rio, no consulado francez, que para blo esla aulori-
sado. Kecife dfj de fevereiro de lK'iti.
AVISO AO PUBLICO.
No anliso deposito da rua eslreila ilo Itnsario n.
11. junto ao h'to do Rosario, he chegada urna por-
[lode bichas d llamburgo.
I'rcrisa-se de um Irabalhador do masseira i
quem *e satisfar um ordenado correspondente ao
seu trahalhn ; aquellc que se achar neslas ciicoms-
taucias, pode dirisir-sc a rua larsa do ltosario, pcrlo
do quarlel, padaria n. l->, que achara com quem
tratar.
I'erdeu-sc da rua da Conreicao da lioa-\'ista
al a rua Nova urna pulceira de ouro sem esmalte ;
pessua que a chou quizer entregar, dirija-se
rua da Coocticu da Boa-Vista n. 39, que se data os
ignaes e sera bem recompensada ; e a quem for of-
ferecida queira lomar e levar a dita casa.
Precisa se de urna ama serca que seja de lina
conducta, para fazer o servico interno de una casa
de liomem solleiro, paua-sedieni agradando; no
Forte do Mallo, rua do Burgos u. 31.
I'reeisi-se de um raiiero partuguez de 1 i a
l anuos, para urna fabrica de velas de carnauba :
na rua Dircila o. V.
Desappareneu ou furtaram do porto da rua Nova
urna canoa abena de lote de (M> lijlos, rom os sig-
naes seguintes, ferro na proa, as cavernas quasi to-
das nova-, e lenv sobre as lue-nias um assoalho de ta-
beas de louro : quem da mesma der noticia sera re-
compensado na rua do Moudegn u. 135.
Jos da Bocha l'aranbos.
O l)r. l'osfiidoiiio de Mello Acrioli, medicoen-
carrejado de prvslar soccorros de sua prulissflo ns
liessoas do quin|o dislriclo de Sanio Antonio, deca-
la que lambem se ach.i promplo a presta-Ios na fre-
guezia de S. Jos, o pude ser procurado a qualquer
Sora no convento de S. Francisco.
(Ja abaivo assiuuados, encarregadus pela rom-
missao interina de hygieune publica de desinfecta-
ren! as casasem que fallecern! pessoas atacadas do
cholera, declaran) queaeacliam munidos dos reageu-
les e utensis precisos liara esle servico. c por Uso
rogam aos reverendos Srs. vigarios os Sis. mdicos
do ditlrictn. e os inspectores de quarteirao que us
avisein, indicando a rua c o numero da casa em que
se ti/er preciso proceder a desiofec.j.io.
lloa-Visla, ruada Conceicjo n. II, Joaquim Elias
de Moura Condim.
Santo Antonio, rua larga do Kosario u. ib, Elias
l'cieira lioncalves da Cruz.
S. Jos, pateo do Terco n. 70, Domingos da Silva
rerreira Jnior.
Itecifc, rua da Crol, botica de l.uiz l'edro das
Neves, l.uiz Pedro dasNevea Jnior.
Quer-ae alugar omescravo para, serrieo de
caa : a Iralar ua rua do Trapicbe n. 16, segundo
andar.
l'recisa-sc de urna ama para o servico interno
cevleruo de una casa de punca familia ; prometie-
se b(im tratainento. e paga-se bf m ; pielere-se es-
crava : no pateo de S. Pedro u. :i.
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Ai-liiim-sc .i venda os novo* bilbetesda
lotera .">" do conservatorio de msica, que
devia correr do din a S do presente
me/.: os premios ate o de 4:00%00O rs.
serao pagos a distribuirlo das listas.
O ahai\o assignado, subdito porluguez, retira-
se para Europa a Iralar de >ua saude.
Manuel Jos do Nasriuienlo c Silvd.
Trerisa-se alugar um criado para servir a um
liomem solleiro : a tratar na rua do Oueimado. Ima
i!. 2U.
A fabrica de sabao da rua Imperial precisa de
liabalhadores setveiils*, livro uu escravos, e paga-
se *0 rs. diarias i secca, e Uc men>acs, dorminde
e cometido na fabrica : a tratar com o gercule da
mesma.
Na casa da residencia do l)r. I.oureiro, na rua
da Saudade, defroute do Hospicio, precisa-se de nina
ama de leile, forra, que nao traga consigo o filho,
que liver, de peilo.
ODr. Possidonio de Mello Acciole
cneairerjitdo de prestar os soccorros de
sita profissito as [pessoas do quinto distiic-
io da freguezia tic S. Antonio pode ser
procurado no convento de S. Francisco,
a qualquer hora do dia e noile.
A ei-fermaria do consistorio da r-
mandadedo Divino Espirito Santo em
Sao-Francisco, ja' annunciada, acha-se
prvida do mais necessai o para rceber
aos scus irmaos desvalidos que venliama
ser accpmmettidos do cholera : roga-se,
Deseja-se saber se existe nesla provincia o Sr.lP01*" as tnnosda i.iesin.i irmandade, ott
Jos Antonio da Cosa pu alsum seu prenle. No; a (tem lenha f'Olihccilllcnlo de almiru
Correia da Madein de IS de dezembro de IS'I e i ', _uuwiKJ (te alguna
indagoudatxiseiiciadiimesmosenhor, aproposiloi |)'1 c'l>ein. a0 ,rmao juiz, escrt-
de una heranca, mas ninguem al boje appareccii VBO, OU thesoiireiro
A existir aqui o dito Sr. Costa ou alguna seu paren- \ rei-olliidos pela mesa
le. pode dirigir.se pesoalmente ou por caria ao l)r. n f ,.
Aprigin Juslinianiio da Silva Guimaraes para ulle- u,rlOrma que lor p
Profisso ou Occupaco
Lugar de Negocio se o lem
5 J. JANE, DENTISTA. %
S contina a residir ua rua Nova n. 19, primei- )
ro andar. aj

REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIOO DE RUOFF E BOE.N-
NINGHAUSEN E OUT110S,
c posto em ordem alphabelica, com a descripeo
abreviada de todas as molestias, a indicac.io phvsio-
logica e Iherapeutica de todos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de accHo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacao de- todos
os termos de medicina e cirurgia, posl ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
t)s Srs. assignantes podem mandar buscaros seu
exemplares, assim como quem quizer comprar.
PUBLICACAO' LITTEKAKIA.
Bepertorio jurdico.
Esta publicarlo ser sem duvida de ulilidade aos
principiantes que se quizerein dedicar ao exercicio
do furo, poisnella encoiitrarao por ordem alphabe-
lica as priucipaes e mais freqenles oceurreucias ci-
vis, orphanologicas, commerciaes e ecclcsiaslicas do
nosso foro, com as remissoes das ordenacoes, leis,
avisos e reclmenlos por qoe se rege o" Brasil, a
bem assim resoluedes dos Praxislas anligos e moder-
nos em que se lirmara. Coulrn semelhaulemenlo
as decisoes das quesles sobre sizas, sellos, vel lise
novos direilos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
a collecco de nossas leis e aviso avulsos. Consta-
r de dous volumesemoitavo, grande francez, eo
primeirosahio a luze esla venda por Se na loia de
ivrosn. 6 e 8 da prac.a da liidepeudencia.
zia da Boa-Vista, na rua Velha n. 42.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
porseclulas: na rua do Trapiche n. i,
segundo andar.
Precisa-se alugar dous pelos capti-
vos, dando-se o sustento, para trabalbar
nesla typographia : na livraria ns. OeS
dapraca da Indepecndencia.
Candida Harta da Paixo Rocha, pro-
fessora particular de nsti uccao primaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recil'e, faz sciente aos pais de suas alum-
nas, que acha-se aberta sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionista!,, meio pen-
sionistas e externas, por piceos ra/.oa-
veis.
LOTERA DA PROVINCIA.
O Illm. Sr. tbesbureiro manda fozer
publico, que.se acbam a venda na thesoti-
rarta das ioutefias, das !) horas as 7, da
larde, os bilhetes da segunda paite da
primen a lotera da matriz, de San-Jos,
detta cidade, cujas todas andam no dia
-29 do crtenle me/.. TheSo
ferias 5 de marro
vo, Antonio Jos' Otiartc.
i ~ S luf?0,lreiro rmaudade do Senhor Hom
Jess dos i'assos da malrix do Corpo Sanio, pede a
todos os seus charissimos irmaos para se runirem na
meima matriz sexlafeira, U do correnle, pelas >
horas da larde, ahm de aconipanhar a proelssao de
I riumpho. i'ede-se lambem a todos h irm.loi que
liverem capas em ca*a, e que por motivos naa poe-
sam comparecer, o favor de s insudar eolregar pa-
ra serem distribuidas.
Precisa-se de um menino para caixeiro de 10 a
18 annos, que seja dos cbegadoi ha pouco : na rua
UireiU n. l'J.
tirana das lo-
ls.)(j._'o escri-
CASA DOS EX POS ros.
Precisa-se de amas para amamentar cri,unjas na
casa dos cxposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as habilitaces necessarias, dirija-se a
mesma, no palco do ParailO, que ah achara com
quem Iralar.
Na fabrica tranceza de calcado, no aterro
da Boa-Vista n.*^2,
I admille-sc apreudizes de 10 a Hialinos de idade,
com preferencia orphaos : as pessoas que liverem
incuinos neslc caso, sirvamse dirigir a fabrica ci-
ma relerida para lomar conhecimeuto das condicoes
clavrar o competente contracto.
ASSOCIACAO'COMMERCIAL liENEl'CENTE.
Osabaixo assignados, membros da commissilo de
benehceucia da mesma associacao commercial para
soccorrer os pobres da freguezia de S. Jos, Icndo-se
dirigidoa esla freguezia no deseinpenbo desua com-
missao, mas como nao fusse possivel soccorrer a lo-
dos peto pouco conhecimenlo que tem do lugar, ro-
gam as pessoas que nao foram soccorridas de se di-
rigirem aos abaixo assignado; oulro sim peilem a
todas as pessoas que liverem conhecimenlo de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma, de
dar as precisas infurmaees a mesma commissao,
podendo lambem dirigirem-se na mesma freguezia,
dcfrinile a fabrica de sabAo, ao Sr. Antonio Joaquim
de Vasconcelos.Joe da Cosa Amonio, rua da
Madre de lieos n. >'i.Candido Cameiro (iuedes
Alcoforado, rua do Amorim n. SO.Jos Jaeome
Tasso Jnior, rua do Amorim II. 33.Vrenle Icr-
reira da Costa, rua da Madre de Ueos n. 2I>.
Associagcio Commercial
Beneficente.
A commissao encarregada pela Aisociacao Com-
mercial Uciicliceiile para distribuir soccorros :is clas-
ses uecessiladas do bairro do Kecife, taz saber a
quem se achar nessas circumslancias. que pude pro-
curar a qualquer de seus membros em suas residen-
cias nbaixo designadas a qualquer hora. A commis-
sao estando disposla a n.io se puupar a quacsquei es-
rorcos para bem deseinpenhar a missio que llic foi
couliada, ro^a as pessoas que liverem couhecimento
de que qualquer pessoa em suas visinhancas se acba
no caso de precisar ilc soccorro, mas que por qual-
quer circunstancia nn opossa solicitar, queiram ter
a bondade de assim Ih'o indicar, aliin de prompta-
meulo seren ministrados os necessarios auxilios.
Aulonio Alvcs Barbosa, rua de Apollo n. .ni.
JoseTeixeira Bastos, rua do Trapiche n. 17.
Joao da Silva Regadas, rua do Vigario u. -I.
MUITA ATTFNQAO.
A losna romana de Soline, he o amar-
go mais poderoso para reanimar o csto-
irago e lazer desapparecer as nauseas,
diarrheas, flores brancas etc., as pessoas
<|ue solheram da epidemia reinante e
c|ue I i ca .i m padecendo do estomago, en-
COntrarSo um proveitoso remedio, to-
mando urna colher (das de cha') dissol-
vida em una pcipiena (|uantidadc de
agua : esle remedio se vende tnicamen-
te na botica de Joaquim de Almeida Pin-
to, junto ao qurtel <|ue foi da polica.
Prerisza-se d'uma ama que cozinhe o diario
para una pequea familia, e um prelo para com-
prase mais algom servico de casa, paga 10 bem : na
rua da Obi do Rccile n. 'r2, se dir para quem he.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, com
praliea "U sem ella, e que rio conhecimeuto de sua
candada ; na prata da Boa-Vista u. t'.
lia pura aliij'ar nina pela, iioalet-
da Boa-Vista n. 11 : na mesma se compra
um ca i inho de mo, se cnlcntlc, destes
de obras.
Taco ver ao publico, que se acba recolhido a
cadeia por ordem do Sr. subdelegado do Recife o
prelo escravo por nome I lime, crioulo, eeu duvido
do iioiiii-visto dizer que o seu seuhor era Joaquim
Jos,, Al v e dizeui que be llenrique Pereira de
Moraes. euhor do eaaonho Pag : quem se julgar
sei o seu senlior dirija-se a esla praca. O qualescra-
vo foi preso a 8 de fevereiro pelo capillo mor geral,
morador em Pora de Portas.
Jos Patricio de Carvalho Silva.
Precisa-se de urna ama ; ua rua Bella o. 20,
Ilarlhulorneu Francisco de Souza lem de ir fa-
zer una viagen a Europa para Intmenlo desua
saude, e deiva por seus procuradores nesla praca en-
rarregados de seus negocios, o seu genro Jos Pedro
da Silva, e aos Srs. Jos Caelano de Carvalho e Joa-
quim Perera da Silva.
Pedc-se ao Sr. N'apoleao Aulonio Mouforl
queira ler a bondade de dirigir-sc ou mandar ao en-
golillo Montevideo da freguezia de Ipojura, enlcn-
der-se um o sen proprictano a negocio que llic res-
peila. Igualmente roga-se a qualquer pessoa que te-
lilla milicias daquelle senhor e que-saiha aonde exis-
te, de declarar por esla folha, pelo que se Ihe licara
inuilo obngado.
Ollerece-se urna inullier porlugue/a para acnm-
panhar alguma senbora ou ramiza par. as libas,
I.isbna ou Porto : quem precisar dirija-se a e-trada
da Soledadc, caa do Sr. Aulonio Machado.
irmandade do Divino Es-
pirito Santo.
A mesa regedora roga a lados os seus ii mos ha-
jaiu de comparecer em sua igreja on da ti do ror-
rele as :l huras da larde, para encorporados irem
acumpaiihar a prurissao de I riiiuipho, ciu saiisfacao
;.' convite que nos dirigi a vencravel ordem tercei-
ra do Carino.
.\o dia 10 do corrente, den principio
acamara municipal a fornecer agua po-
tavel aos pobres desta cidade, que nao po-
dem comprar por 100 rs. um balde aos
nguadeiros, jwquaes alem deste excessivo
nreco repugnara entrar as casasem que
IhesconstamcMsle alguin doente atacado
da epidemial: a companhia de Beberiljc,
fazendo abne^acao dos scus interessespor
ttma maneira assa's meritoria e philn-
tropica, promptamenteannuioao pedido
queche fez acamara municipal, de
quear gratuitamente, emquanto durar
nesta cidade a epidemia, os seus chafan-
/.es, para delles receherem os liscacs em
pipas a agua que tem de ser distribuida
diariamente pela pobreza.
Quem [quizer concorrer com dona-
tivos ou serviros pessoaes para o HOS-
PITAL DE.NOSSASENHORA DO L1VRA-
MENTO, popedirigir-se ao Rvm. prefei-
to da Penha ou ao Dr. Lopes ISetto. que
esto encarilegados de recebe-los.
Para
eno, alim de pie sejam
e tratados da nie-
possivel.
riores inloriuacjocs. Na padaria confronle ao viveiro do Muniz pre-
Aluga-se urna prata para o servico de casa, co- i r'sa-se de um bom forueiro e dous amassadores, pa-
ziuha o diario, cugomma alguma cusa : quem a 2a->e homdiuhciro, nao se olha a proco.
n.Xeo,andar.,ra'SC "" ""'^ Sbr'Jo 6' Commissao de beneicei^ia d lreg.te/.ia
de Santo Antonio.
A commissao abaixo assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parle da associacao commercial benei-
i ten le de soccorrer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas queprecitaremde soccor-
ros, queirao entend r-sc a qualquer hora
na rua Novan. 7, casa de Antonio Au-
gusto, da Fonseca, na ruado Trapichen.
0, de Thoma/. de Taria, e na mesma rua
n, 56, de Salusbano de Aquino Ferreira.
Pernambuco 25 de fevereiro de 185G.
Salustiano de A'piino rerreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Thcmaz de
Paria.
/ Uta Ir linrrrrn< (i dr murro (le INri.
(lahaivo assignado faz sciente aii vigario Manoel
I errcira Rorgesea lodos os inembros de sua familia,
que, com o auxilio de lieos go/a de saude com o sen
lilho Jcllerson c ojais pesua. da rasa. Adverlc lam-
illio Jellersou e nn
lem, que, em qifi lo^rrer inipros-ii esle aviso, em-
bora esla dala, d cm>,dos ficar Iranqoilidoa,
pois que qualqucr ..gilaciV. que apparrea cm dilpo-
ic.io de nossas facilidades phvsicas. mada-e de avi-
so. O lempo nao esta de graras, exilie mesmo que se
tomem eslas cntelas: a hygieune publica cm seus
coiiselhos recommenda que se evilem excessos de
cuidados, que sao nocivos, mxime em lempo epid-
mico. I-11 mino Lucas de Aicvedo Soarcs l.ordo.
Ordem terceira
do Carino
d servico do HOSPITAL DJE
N'OSSA SEMIOKA O LIVRAMENTO,
precisa-se de dous mdicos e duas enler-
meiras : a tratar na rua Nova n. (i).
No deposito da rua do Rangcl, confronte ao
boceo do Trem, precisa-se de um forueiro e alguns
amassadores, paga-so bom diuheiro ; a halar no
mesmo.
No deposilo da rua do Rangel. ronlroule ao
beceo do Trem, precisa-se alugar alguns escravos
pira o trafico de padaria, paga-se bom dinbeiro : a
halar uu mesmo.
Precisa-se de urna ama para fazer o serv ico Mi-
lenio e externo de urna casa de pouca lamilla :
quem esliver neslas rirciimslaiicias, dirjase a rua
do ejoeunado n. 53*
Anda ss acba a disposicao de qualqucr senhor
de eiigenho quem se oITcreceu no n. SI, 52 e 53 pa-
ra adininislracao ou feiloiisacao : quem precisar,
dirija-se a mesma rua, casa n. 71.
Precisa-se de nina ama que sai lia colindar e
fazer o servico iiileino de casa : na rua Direila n.
Un, segundo andar.
Na padaria confronte ao viveiro do Muniz prc-
cisa-sc alugar alguns escravos para este (rauco, pa-
ga-se bum diuheiro i a Iralar m> mesma padaria.
Attenro.
Pede-se a todos os e\-socios da sala de
dansa do tallecido Antonio ros Santos Mi-
ra, tenham a bondade de se reunir na
mesma sala, no din I (i, a's horas da tar-
de, para se deliberar sobre certos nego-
cios.
Atteneao.
Roga-se ao Illm. Sr.
Euzebio de Paula Pinto,
senhor do eiirenlio Sic -
i i
(ieniiuiia,queira tora o n-
dade de comparecer rua
Bella n. 0, que se deseja
fallar com 8. S. a seu in'o-
resse, (isto o mais breve
possivel): dando-se a di-
laca o de 4 (lias a contar
deste, ou iitao se paln*
toar <> que existo a res
peito.^-Recife 11 de niar-
;o de 1856.JooOzo-
rio de Castro Mac id Man-
teiro.
Atteneao.
Qualquer pessoa (pese julgar credor
leudo a mesa regedora da veueravel ordem lar-
ceira do Carino deliberado faier a prurissao de l'ri
i umpho, e para se lomar esle arlo com ir.aior esplen-
dor, cojvida a lodos oa nossos charis-imos irmaos
para i|oe se diguem comparecer no dia sevta-feira,
ti do correnle, as J horas da larde, para acompa-
nharein a iiiesma a qual ler de sabir da igreja em
quadratura du pateo do C.armo, Gamboa do iiic-ino.
rua das Flores, Nova, Cabuga, larga do Rosario,
niirimailo, Cru/.es, Iravessa de S. Francisco, rua da
Cadeia. cm seguimentu ao Recife. rua da Cadeia Ve-
lha, Cruz, Tauoeirus, Corpo Sanio, de volla, a rua
do Collegio, l.ivramenlo, Direila, pateo do Terso,
Iravessa do Marisco, rua de llorlas a reco|her-se.0
secretario, Joiquim Manoel Ferreira de Souza.
(t a ha i vo assignado, de ordem da mesa regedo-
ra da "veneravel ordem terceira de S. Francisco,
convida aos seus charissimos irmaos a comparece-
rn no dia I i do correte as :i horas da larde, na
aoaaj igieja, ornado de hbitos, para acompanha-
rem a procissao de Triumpbo da veneravel ordem
lerceira do Carmo.Jofta lavares Cordeiro, secreta-
rio interino.
Precisa-se alugar urna eterava que seja fiel c
saiba cozinhar e comprar : quem liver dirija-se ao
largo do Collegio n. 6.
Precisa-se de um criado que saiba cozinhar
para dous esludanlcs ; na rua larg i do Rosario
ii. 117.
3 O O -.-, o -5 o = ~ 5 ~
_ r c '* z; ai ~ j r X ^ a'
_. e *
da sala i
Santos Mira, tenha a bondade de entregar
sitas contas na lujado mesmo sobrado n.
40A, para promover-sc meio de pagar,
deyendo estas contas serem apresentadas
ate se\ta-feiia 14 do correnle. <
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Aiisenlou-se na noile de :i para do correnle
omulalo Itavmundo, alio, de IS a n annos.lcara
iarga e cspuiiiusa, denles limados ; foi montado em
um cavallo caslaiiho castrado, com urna estrella na
testa ; levuu bolas e esporas de labio, chapeo preto
de abas largas; julca-se que foi de sociedade com
um prelo de nome Manoel, estatura regular, idade
de 18 a JO anuos, lem falta de denles na freute, falla
descaucada; fui monlado em um cavallo ruco nio
pequeo, naligo, bom andador bajo, porea o an-
dar pnxa pela perna lenle : quem oa pegar, ou
delles liver milicia, dirija-se a seus senhores no eu-
genbo Poda, que sera generosamente recompen-
sado.
Alnga-H um primeira andar de um sobrado
no paleo da Sania Cruz ; quem o pretender falle na
rua das Cruzes, sobrado n. 9. No luja do mesmo so-
brado ha para vender-so :>raivilhos envidracadoscoin
eaansa ao tallecido Antonio dos repanimeniu paiaamoalraadage.....x de' labarna.
Precita-ae de un lurnciro, a quem se dar !Mb|
mensaes se o seu servico agradar ; quem esliver
neslas rircumslancias. dirija-se a rua larga do Rosa-
rio, padaria n. IS, que achara ruin quem Iralar.
Uucm precisar de um homem brasileiro para
criado de urna casa para comprar a servir a mesa,
auuuucie por esla fullu.
I
Ka primeira praca do Illm. Sr. Dr.juiz muni-
cipal da segunda vara, que lera lugar na casa das
audiencias as quarlas-feirascsabbados, se ha de ar-
rematar por venda, por ser a ultima pra de trras na estr.,da que vai para Boa-Viagem, pe-
rorado a .loso Rodrigues de Mi vena Lima e seus
lilhos, por evecuc.io de Frai,cisco Joao de llanos ;
escrivao interino llaplisla.
No dia II, as II hora-, na sala das audiencias,
depois de lida a do Sr. Dr. juiz de auseules, se lulo
de arrematar diversas obras de medicina, ticaixas de
charutos, cstnjus, um de medicina e outro de bar-
ba, una porcao de roupa quasi nova, e oulros. ludo
peileuceiile a heranca de Francisco Juse de Me Ju-
ros.
No dia II. as II horas, na sala das audiencias,
depois de linda a do Sr. Ir. juiz de auseules, se ho
de arrematar os movis perleucenles a heranca de
Joaquina Mana da Conceicao.
Leudo no Diario de Jll de fevereiro um oflicio
do Em. presidente da provincia, dirigido ao Sr.
Jos Aulonio Pires lalrao, em que diz j ler rcmel-
lido urna ambulancia para o subdelegado do primei-
ro dislriclo de Ipojuca, e como alguem posvi suppor
que cu babililaalo pelo goveruo com os meios neces-
sarios para soccorrer os pobres, o nao tenha feilo por
Ji'lu vo mi |ior qualqucr oulro motivo menos digno,
por isso declaro, que al o prsenle nada absoluta-
mente leulio recebido, Ipetaf de por ve/.es ter pedi-
do a S. Ese. nina ambulancia. Ipojuca II de mar-
co de 1836.Fraocuco Alves da Silva.
Precisa-se do um caixeiro que tenha praliea de
taberna, ou mesmo dos llegados agora : no paleo
da Sania Cruz n. (i.
~ pessoa que achou um legislro da paix.lu de
Lhrislo rom lodos os martirios e cun tres imagens
aos pea, qiierendo restilui-o, pode leva-lo ao neceo
do lamba, na Roa-Vista n. l'J, que se Ihe agrade-
cer.
Emilia Suzana da Silva faz scienle a Joaquina
alaria de Sanl'Auna, que desde n de fevereiro do
correnle auno os seus peonares nao correm mais ju-
ros, pms qoe fui do contrato que nesse dia seriam
vendidos para seu pagamento, e com) desde enlau
t aunuiicidiite nao podesse encontrar a Joaquiua Ma-
na de haol Auna, por isso previne-a para Ihe man-
dar Irazelos e receber c seu diuheiro, nu eslituir o
cxcedeiiic do valor dos peuhores se forem vendidos.
liento Jos Meudcs da Silva relira-separa Eu-
ropa.
Ordem terceira de S.
francisco.
Precisa-se de urna mulher para ajudar no servil o
i ilerno do bospil.il da mesma ordem ; a pessoa que
se julgar habilitada pode dirigirse a dito hospital,
que achara cun quem tratar. .No impedimento du
secretario, I homaz Jos da Cosa e S.
O padre Manuel Jos Perera Piulo de Lemos,
suhdilo portuguez, relira-se para Portugal, levando
emsiia companhia os crioulos Pedro Aulonio Pere-
ra e Jos Roimlo, esle de idade de 10 anuos, ambos
libertos.
Jos Manoel de Carvalho, subdito portuguez
relira-se para Portugal.
Joaquim Aulonio Rodrigues, brasileiro adopti-
vo, retira-te para Portugal.
Antonio Joaquim Rodrigues,brasileiroadoplivo,
relira-se para Porluj-al.
Precisa-se de um amaasador para padaria, pa-
gando se bom ordenado : na rua eslreila do Rosa-
rio, deposilo n. '2 A.
II t." batalhaodcirlhaii.i di gaarda nacional
do Recife contraa para a banda de msica dous pic
loes e um bono e harmona : quem esliver neslas
circumslancias, dirija-se a rua da Madre de Dos n.
I, quarlel du respeclivo cummamlante inlerino.
<) lr. Marcos Antonio de Macado, juiz de di-
reiloda comarca do Ico, ua provincia doCear., vaia
I'.iiropa tratar de sua saude.
Anloniu Jos do Arantes vai a Por loza I Iralar
de sua saude.
Roberto huiln, subdito britnico, relira-se
para fura do in peno.
~ Ja "H "o Roario, segundo andar onde mora
o Sr. llr. Moraes e Silva evisle urna pessoa que ofie-
rece-se para curai em qualquer ciigeuho fura desla
11 r a cu,
na
a da
s seis
por
tas.
Em frente do L'tviamento.
nrIVSC i''"S, pr,',", ,''1^', ll110 a ">' palaea, raeias
reas .le alg01|,io n palara o par, chales de caduco
proprios para andar em casa a duas palacascada un,
cimas escuras de Unta segura a meia palara o cova-
uo, e nutras mullas fazendas por prero caminado.
ti abaixo assignailu. leudo procurado no cr-
relo carias suas viudas no paquete inglez do (. do
correnle nao achou ; e boje 12 fui-Ule entregue por
um earieiro urna caria viuda pelo dito paquete, cu a
demora Ihe lem causado bastante preiuizo ; por i-
pede encarecidamente aos ditos senhores empre?
dos, que se nao p..dercm entregar as carias immed li-
lamente deixcm-iias eslar naiadminislracao para se-
ren eiilregins quando procuradas.
Ilernardino Francisco de Azevedo Campos.
(,eurge rrederica Collicr, subdito britnico,
relira-se para Europa.
Antonio Jos Pereira retirase para Portugal.
lenlo Jos da Silva relira-se para Portugal,
i Al".-a*se primeira andar do sobrado da rua
uojiaugeln. i., : a lra,,,r M imveaaa do Carioca
ii. 1/. t
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para o
servico interno de urna casa de pouca familia, pa-
gando-se bem se for do agrado ; ua rua de Apollo,
armazent n. 13..
Quem liver um andar ou rasa lerrea com sol.lo
no bairro da Boa-Vista, nio sendo no aterro, para
alugar, anniiucic para ser procurado ; paga-se sem-
pre adianladu.
Cousas finase de
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Ve..dcin-sc ricos leques com plumas, bolol, e
eSpelhoa2>, luvas de pellica de Jouviu o melhor
que pode haver a 1o0O o par, ditas de seda ima-
renas c brancas para homem c senbora a IjvO, di-
las de lorcal prelas c com bordados de cores a 800
rs. e I3-1JO, ,iu.,. de lio de Escoc, brancas e de to-
das as cores para homem e senbora a ."00 rs., ditas
para meninos e meninas nimio boa fazenda a 30,
enciuhos de relroz de todas as cores a );, toucas de
lia para senbora 640, peine, de tartaruga para
atar cabello, fazenda muito superior a B, ditos de
alisar tambem de larlaruca a :i0, ditos de verdadei-
ro hualo para alar cabello nnilando muilo aos de
larlaruga a IjHO, ditos de alisar de bfalo, faien-
da muilo superior a :(20 e .VNI rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de 1 :i anuos a IjKOO
olpar, ditas de lio de Escocia lamben) de bonitas
cores para enancas de 1 a 10 anuos a 320 o par. s-
pelhos para parede com excellenlcs vidros a fino
700, t^e 1J200, loucadores com ps a 1;."i00, lilas
de velludo de (odas as cores a 160 e SO a vara, es-
covas fina* para denles a 100 rs., e Tinisiimas a jOO
rs., dilas liuissimas com cabo de marlim a I;, tran-
cas de seda de todas as cores e larguras 3. iOO e
oOOrs. a vara, sapatinhos de lila para enanca- de
bonitos padrees a 210 c :|J0, adereros pretos para
lulo com brincos e allineles a 1s, lucas prelas de
seda para criancas a 15, Iravessas das que se usam
para segurarcabello a la, pislolinhas de metal para
criancas a J00 rs., galheteiras para azeite e vinagre
a UrJOO, bandejas muilo linas e de lodos os lama-
nhos de la, 25, 3-5 c la, meias brancas linas para
senbora a 2i0 e 320 o par, ditas prelas muilo boas
a 400 rs., ricas caias para rap com riquissimas es-
tampas a :ls e 2500, meias de seda de cores para
homem a UiO, cbaruleiras muilo linas a SSL casloes
para bengalas a 10 rs., pastas para euardar papis
a 800 rs., oculos de armarao de ajo praleados e dou-
radusa 640, la e 1y200, limetas com aro de bfalo
e tartaruga a .'iOO rs. e lo, superiores e ricas lienga-
liuhas a 2?, e a .VX) rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e grandes, fazenda muilo supe-
rior a 0, SOO, lo, I5200, 1500 e 2s, atacadores de
cornalina para casaca a 320, pentes muito finos para
suissa a 500, escovas linas para cabello a 640, dilas
para casaca a (iiO, capachos pintados para sala a
(>10, meias brancas e cruas para homem, faztsda
superior a 160, 200 e 210 o par, camisas de meia
muilo filias a lo e 15200, luvas brancas encorpadas
proprias para montaria a 240 o par, mei-.s de cores
para senbora muilo fortes a 220 o par, ricas aboloa-
durasde madrcpcrola edeoulras mui'as qualidades
c costos para rlleles e palils a .VKJ r,., fivelas doo-
radas para calcas e colleles a 120, ricas filas linas
lavradas e delodas as largura*, biios finissimos de
,bonilns padrees e lodas as largu-as, ricas franjas
brancas e de cores para camas da noiva., lesuuri-
nhas para costura o mais fino que se pode encontrar.
Alm de ludo islo ouleas inultsimas cousas muito
proprias para a fesla, e que lu'iu se vende por pro-
co que faz admirar, como loJos os freguezes ja sa-
bero : na rua do Queimado, nos quatro canlos, na
bem conhecida leja de iriudezas da Boa Fama
o. 33.
A3$500
Vendc-secal de Lisaoaullimamenlechegada, as-
sim como polassada liussiaverdadsira : napracado
Corpo Sanio n. 11.
Vendern-s3 cm casa de S. P. Jobos"
ton <& C., na r.ta de Sen/.aln Nova n. 42.
Sellins Ingles.
ltclogios pattnte ingle/..
Chicotes de 1 airo c de montar.
Candie'uose casticaes bronsesu
Lon asinglezas.
Fio de sapa teiro.
Vaquetas Je lustre para cairo.
Barris de grasa n. 97.
VinlioClierrv em barris.
Camas de ferro.
POTASSA E CAL YIRGEI.
No antigo e a' bem conhecido drpow-
to da11 a da Cadeia do Hccife, escriptono
" 12, ha para vender muilo superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
c cal viigcm d<: Lisboa em pedra, tudo a
pi ecos muito la voracis, com os quaca ti-
carao os compradores satislvitoe.
NICO DEPOSITO.
\ ende-se agua deiit,frce do Ih Pier-
le, tnica para !impr osdentes e dar p-
timo paladar : em casa dos Srs. i. Sotim
&G.
Vende-sc um aneio novo para ca-
hriolet. muilo bom e barato: na rua da
Cruz n. 2(i, piimciro and.ir.
Cartas france-
zas.
Vendem-.e superiores caria framwias para wH-
tarele a ni rs. o baralho : na ru. d llliissi.
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
\ inflo Xere/. e l'orto.
\>de-se vinho \ere/e Porto em barr*de emar-
vo .?","" E' W>4"' TraaWlla.
Vende-se aja em eooheles do um qumlal. por
prero muito commodo : no armaren, de Me. (2-
monl & Companhia. prafa do Cor,.. Saaloa. II.
Taxas para engentios
Na fuudicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, paaaan-
do o chafaiii continua harer una
completo sortimento de taixas^ aaierrt>
Iludido e batido de 5 a 8 palmo, de
bocea, asquaes adan
prero commodo e com
embaream-se ou carregam
K'm despt-za ao comprador.
.. AO IIA It A I 1!
*. ma do Crespo, |j, .. ,, ,eadem- par toeV
o prero a,ed de prime.ra qaalnl.de, ra .c.ki,
uao se nll,a a prero.
Saldo Ass
Vende sea bordo do pallialmle Adelaide. M a
Iralar com Antonio de Almeida Como, raa do
trapiche n. Iti, segundo aadar.
Eixosearreios |iar
carros.
\ endem-.e superiores eisoa e arreiet para
na roa do Trapiche Noto d. Itt, rasa do K
Wvatl.
\ eudem-se amendoas com casca mole : ao ar-
mazem de Tasso Inuios.
Pelmas de oina.
\ endem-se muilo boa| primas de raw : aa raa
da Cadeia do Kecife u. .Y7.
> endeni-se grandes aaatai
in.i/eni de Tasso Irmaos.
'nda, por
nptidao' :
em carro
(&0mpta.
Compram-se notas do banco do Bra-
sil: na ruado Trapiche-Novo n. iO, se-
gundo andar.
SSenl>a$;
Ouem (|nizer. cxiiiipiai^un carro
americano de quatroisoBas, com assentot
para duas petabas, teno-aneios e cavallo
muitoardigo: dirija-se a ma do Trapi-
chen, il), segundo andar.^^ .
Ceblas ele Lis-
boa
J cliegif.an as ceblas de Lisboa, e veodem-se no
rmasela do loto Martina de Barros, iravessa da
Madre de I'eos 11. 'i, 1
Vende-se cobre (moda) com premio de dous
por cenlo ; na rua Imperial n. .17, padaria.
Baeta a 700 rs. o covado.
Na loja da rua do Crespo 11. III, vende-se baca a
"00 rs. o cuvado.
Familia le mandioca.
No annasem do Sr. A. Aunes Jacema Piras ven-
de-se superior lariuha de mandioca em saceos gran-
des ; para porcoes tratase com Manoel Alves tiuer-
ra, na rua do Trapiche n. 11.
Cobertores de afgod&o,
Vendem-se cuherlores de algndao sem pello a I;,
panno azul Tino para laida a j-mhi u covadu : ua
rua do Queimado u. 3.
\ende-c 110 pateo do Carmo, quina da rua de
Hurlas 11. -J, sag' novo a :KiO a libra, cevada nova a
IdO, baiiha bem alva a J-JO.
\ eudem-se loalhas de lahvrinlho de muilo
bous goslos, e por precos rommodos : na rua da Ca-
deia do Iteeilc n. S.
\eude-se nina canoa em periodo estado, ev-
celleulc para condueco de capim : a Iralar rom II.
0. l-'raucu Jiininr, nos Keinedius, i|ue esla aulurisa-
du a fazer ludo o negocio.
' Vende se l'eij.io e inilho muilo barato
do Vinario n. I .
Vende-se salsa parrilba nova e de muilo bo
qualidade, sendo os rolos linos, chegada ulliinamei-
le do l'ara, e por preco c mu, 1,1,1 ipiem quizer p-
dera dirigir-se ao armazem de l.uiz Jos da Co Amorim Si Companhia. defroute da igreja da Blare
de Dos, ou rua da Cruz 11. :|, escriptono.
Cobertores a SOO rs.
\ endem-so cobertores do algodto muito enrrpa-
ilos; na yia do tjueimado n. O em frente doiecco
da Congregarlo.
Camisolas ele la.
Vendem-sc camisolas de lia, proprias panesera
vos, roberliircs de dous pello:
Cobertoics de algodao.
x endeni-se cobcrlores de algodao sem 1 o a 1c,
panno azul lino para farda a JjoO o covado : na
rua do Oueimado u. j.
i.iyi iiiACAir. -
arreinalaute da loja de miudezas (a rua dos
(,'uarleis n. 2*, quereudn acabar as miidezas que
cvistem. vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo. '
[ranja com bolotaspara cortinados, pu.i
II.
coai feiia : ao ar-
iNKKI
39000
2?7IHI
"JOOO
:15110o
100
6*001
lVIO
SM
L'i
, 19000
300
3W00
3>aoo
2sfl00
I^NIMI
000
TdO
23)300
liMiOO
ipel paulado, resma, (de peso)
Hilo de peso, resma
ala de cores para bordar, libra
I entes de bfalo para alisar, \luzia
livelas douradas para calen, una
brosa de obreias muilo linas
Lencus de seda finos, ricos padrcs
1.11 va de lindas de marca
Meias para senhor por
rentes de tartaruga para segurar aballa
Crozas de canelas finas para pendas
Dilas de bnlOes linos para casan
Meias prelas para senhoia, duaa
Dilas dilas para homem
Lacre encarnado muilo fino, |bra
l'apel de cores, maco de -20 qiademos
Duzia de colveles
Espelhos de lodos os numeris, duzia
l.inhasde novellos grande?para bordar
Kicasfilas escocezas e de -arja. lavradas,
.,U'S" ; !HI0
Meias cruas sem costura >ara homem Uj.lOO
Ditas de seda 11. 2, peca Jff
Trancas de seda braucavara SM
Caias de raiz. duzia / 1>.,,,.,
Peeaa de litas de cs 300
l.apis linos, roza 5500
Cor,1,1o para vestido, '1,1,1 Ij_ihi
Toucas de bloudc pan menino Il'ihi
CI- lilos de merino lardados para menino 15000
e os muitos arlign que se turnam recommenda-
or suas boas qialidades, e que nao se duvidara
m pouquinho nais barato a aquellc senhor ln-
g.,1.1, que queira adinheiro comprar mais baralo
do q ue se compra M primeira niAo.
Goiiros de cabra.
Vende-se na re'.o de couros de cabra, rnuilo gran-
des e hons : ua r:a da Cadeia do Itecifc n. ,"i7.
No eterptorio de Domingos Alves
.Matheus. ni la Cruz n. 31, ha para
vender suprior (arinhade mandioca em
laceas de tth alqueire, medida velha.
PARA 0^'SENBOBES ESTUDANTES.
Vendetr-sena livraria ns. (ie8 da pia-
<;a da lnd:peiideneia, os seguintes livios
para as adas preparatorias ; em francez:
Paule! vrginie, Telemaque. em in/jlez ;
Historia jf Kome, Thompson: por 'pre-
cos eomnodos.
O r,[) A.
confrontiao ltosario de Santo Antonio, receheu cai-
xas com liscnilos milito proprios para couralesceuca,
por prea commodos.
i*AA A SEMANA SAMA.
Veule-se na livraria ns. e 8 da praca
da [{dependencia, Manual da Mista e Mo-
ras Alariannas, por piceos commodos.
COITES DE CASSA PARA QEII ESTA' DE
LUTO.
endem-se corles de cassa preta muilo miuda,
pr diminuto preco de 29 o corte, ditos de cassa chi-
nde hom gosto a 9, ditos a >100. padrees frauce-
zs, alpaca de seda dequadros de lodas as qualida-
s a ,20 r>. o covado, laa para vestido lambem de
jua.lros a SO o covado ; ludas eslas fazeudas veu-
na rua ucm-e na rua du Crespo u. ti.
Vendem-se saccas grandes com milho a i?, oleo
de ricino em latas e em garrafas de I e l|J libra a
isuiw ; na rua do v igario u. 5.
\ ende-se cal de Lisboa, propria para desinfec-
tar casas: no armazem do caes da alfandega 11. :i, de
Joaquim de Paula Lopes.
Vendem-se cabJnbas com tentosmui-
to nulos, para jogos diversos e por mili-
to barato preco : na rua da Cm n. 6,
primeira andar.
Cognac verdadeiro.
>cndc-se cognac soperior era garrafas: na ruada
---------- ,------- inui grande, e pro-|'*ni 11. 1.1.
pnos para fazei suar : na rua do Oueimado ni Iren! vi,.l ..... -,i..:i.. 1 ...
te do hecco da Congreg 1,1o 1, t) e,--,e-e "" eahriolet lodo piulado e forrado
- V.nde-A azeile de'carrapa.o a >,.,t.s. a ra- I *T*?%% ''e -** le>e- *~<" '-
nada, tanto em porra.., como a relalho : rua das 1 nar",' I, la f ^"v." [t.fx""P'"0' f'l01 uo <*-
I marau, loja do Sr. Candido pintor de carros1, e a
ua dotlollegio n. >\. primeiro andar.
Tricheiras 11. 20.
No aterro da Boa-Vista n. su, vendoxe sag' a
1_1> a liln.i, civilhasa I JO a libra, cevad .1 I JO, vi-
nho do Porto eugarralado ,1 I;, ginebra le II,,Man-
ila em frascos a I?, viuho inuscalel Srliibl IjOOO.
Na obra ao pe do arco de Saulo Allomo, ven-
dem-se portadas de pedia, soleiras e peacos, grades
para varan,las, portas Yeldas de aiui'elln c louro,
caihros, taboas pata aiidames e anUmabJectot, por
barato preco.
Meias pretss pa-
ra padres.
Vendem-se superiores nuias i'; laia para padres,
pelo baralissimo preco de lj80fo par, ditas de al-
godao prelas a 010 o par : na ru do Queimado,loja
de miudezas da Boa tama n. 31
tratar.
Siipennr faiinba de Santa Calhanna; renda-
se em -arcas: no armazem da Paula l.npc-, na cs-
cadinba da alfandega.
Tin tu preparada emoleo.
Na na dolrapiche .Novo 11. IS, em casa de E. II.
"val, vende-sc .'Mllenle tinta branca, preparada
emoleo, em lata- de js libias.
Vende-sc por 10 rs. o tratamento da
cholera-morl.us: na livraria 11. (i e S, da
piara da Independencia.
Vendeiii-sc.'spii.'ar.las francezas de
dous canos pai a caca, e muito em conta:
na ruada Cruz 11. 2, primeiro andar.
Vende-se arroz de casca, milho e feijio mnla-
lioho : no caes do Ramos, a bordo de una barcaca,
ounarua Direila u. t",'i.
I
RAPE ROLLO LUMLU
Vende-se esta exeellenle pitada, n-
tidamente chegada deKianca eporcom-
modo prera : na rua da Cri n. 2i, pri-
ineiro andar.
RELOGIOS
Co be ros edescober(ot,pe-
((ueuos e grandes,de ou-
ro, patente inglez.
Vandam aa no escriptono de Svalhall Mellar A
Companhia, na rua da Cadeia d.. Kec.fe a. M, ao
mais superiores relugios cuberlos e Oesroberto*. ac-
quenus e grandes, de ouro. palele mul/, o* en
d.M mellior Cabricaoles de Liverpool mdoo ucto
ultimo paquete iuglei.
MOENDAS SIPEKIOR.
Na fundieao de C. Stan- di Compaiihia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas decannas todas de ferro, de um
modello e eonstruceao muito superiore-
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oltx) surtidas da me-
lhor qualidade que tem viudo a esta pra-
<;a e por preco commodo : na casa de
Adainson ilovvie JsC, rua do trapiche n.
42. '
Em casa deN. O- DielierAC, rua
da Cruz 11. i, vende-sc :
Lonas da Kussia.
BnnE&o.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de urna duzia. ,
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por commodos precos.
Em casa dellenrv Brunii AC.rua da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brns da Kussia.
Instrumentos poia musita.
Espelhosoom moldura,
(ilohoi. par,i jardins.
adeiras e sola's para jai.hni.
Oleados para mesa.
Vistas le Pernambuco.
Cemento romano,
(omina lacea.
1 anos.
Vendem-se em casa de llenrv Bmnn
& C, ruada Cruz n. 10. ptimos pianos
chegadoa nos ltimos navios da Europa.
Navalhas a contento.
Na rua da Cadeia do Kecife 11. 18, ponatire aa-
dar, escriplorio de Aneosio C. de Abren, roali-
nuam-se a vender a 8900U o par (preco liso, as ia
bem conhecidas e afamadas navalhas de barba fel
peto hahil fabricante que foi premiado aa n,MriS
de Londres, as quaes alem de duraran Iraerdiaa-
r lam' ule. n.io se-enlem no rosto na ao;So d corlar;
vendem-se com a condirao de, nao aeradanda, na-
dercm o>compradoreslevolvc-lasale I > lili dilieia
pa compra restitundo-sc o importe.
AKADOS DE FERRO.
Na lundirao' de C. Stan. ,V C. era
Sanio Amaro acha-se para vender ara;
dos 1}". ferro de "ai i-qualidade.
Vendem-se dous pianos fortes de ja-
caranda eonstruceao vertical e com to-
llos os uu 'Inora uientos mais modernos,
tendo viudo 110 ultimo navio de llambur-
go : na na da Cadeia. armazem n. 8.
Aos sen llores de en Avtsa-se aos senhores de cngenlio. que
para facilitar o uso do ai-cauo do Di.
Stolle para piirilicacaole as ir: en-
tle-se oo mesmo preco de tada la-
ta de 10 liluas. "
Km casa de N. O. BieUr i C, rua
da Cruz. 11. 4, vende-se:
Vinho de Madeira em l|l c l|H l.u 11.-.
Vinagre branoo.
Tinta em oleo.
Lonas.
Bi ins da Kussia.
Papel de cml. 111II10
Saceos de estopa
Cemento,
Por commodos precos.
Oonlimii andar incida a preta Mereaeia, rn-
oula, idade .le :8 a :M> aun.,-, pouco a.i> omnaaeo,
com m sigoaes ..cuntes falta de denles oa frei.le o
unta dae orolnas rascada proveniente do anacos :
quem a pecar leve-a a rua do Brom. armarem do
assurar o. 18, que ser bem gralicado.
EI'BJS.: TYP. M M. F. 1)B FAJU*. aW
i
l
S

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
W7


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