Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07309


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Full Text
ANNO XXXII. N. i.
Por 3 mczes adiantados-4S00.
Por 3 mezes vencidos 4500.
01 AIS I v FURA I. DE NARCO DE .8S.
Por anno adiantado i5s000.
Porte franco para o subscripto!'
a
KXC.VIUtKC.ADOS DA SOBSCWPtAO' NO NORTE-
l'aralnba, o 8t. Gervasio V. da Natiiidide ; Natal, o 8r. Joa-
quina I. pereira Jnior; Aracatv, o Sr. A. de Lcmos Brasa ;
Cc*ri, oSr.J. J014 deOlinira ; Maranhp, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodriguet; Piauhr, o Sr. Domingos Herculano K. Pessoa
Cearense par!, o Sr. Juiliano J. liamos; Arnazoius, o Sr. Jer-
nimo da Coila.
PARTIDA DOS t.iil;i;i:ins.
Olinda ; todot 01 das.
Caruaru Bonito e Garanhum : noi dial 1 15.
Villa-Bella, Boa-Vista. Eiu- Ourieurj : a 13 a 18,
Goianna e Parahiba : segundas e seitas-eiras.
Victoria Natal : as quintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS THIIU WAES DA CAPITAL.
Tribunal docommerrio : quartase sabbadns.
Relacao tercas-feire e sabbados,
1 .i/1'ci.in : quinas e tabbadoi ai 10 horas.
Juiso do comrnercio : segundas as 10 horas e quintas ao meiu-dia.
Juizo deorplsos : segundas e quintas as 1(1 horas.
Primeira tara) docive : segundase senas no meio-dia.
Segunda Tari daeivel \ quarlis e sabbados 10 meio-dia.
EPIIEUERIDES Do Mi:/ DE UAKCO.
6 La nova asli horas, 1!) minutas, 40 segundos di larde.
13 Quarloerescente aos 18 minutos e48 segundos da larde.
21 Luacheiaa 1 hora, 33 mioulose 48 segundos da tarde.
39 Ouarlo minguaoteaos 13 minutse 48segundeada tardo.
l'lti'.A.MAIt di: iio.ii..
Primeira as 8 horas e 18 minutos da larde.
Segunda as'J horas a ''- minutos da mantisa.
. DAS da semana.
10 Segunda. S. Milito ni. ; Ss. Drothovio e Alhabsab.
11 Terca. Ss. Candido, llcrarliu e Jolino Mm.; >. Conslaiilino.
12 Ruarla. S. Gregorio Maguo p. doul ila Igr. ; S. Mamiliano ni.
13 Quinta. S. Sancha princesa \.; Ss. Mardomio e Clirisluia M,
II Sena. As dores da SS. Virgcm Mai de Dos.
15 Sabbado. S. Ileurique re i S. Longuinho soldado.
16 Domingo de Hamos ; Ss. Cyriaco e Taciano.
ENCARREC.UMMi DA SI BS:HIIH:aO N .M L
Alaguas, o Sr. I .laudioo Filote Dial i atabit, ir. P.
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Peraira Martins.
i:m i-i nwmii <:o.
I) |iroprietariu do DIARIO Manoel f'igueiroa de lana, M
livraria Praca da Independencia di. a 8.
PAHTS QFFGI&L
GPVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 10 da marco.
Circular Aos Exins. presidentes das provincias
dosul.Tenho a honra de participar a Y. Exe.
que esta provincia oa de tranquillulade; seulimlo
dizer a V. Ene. que a epidemia, emburaSteulia de-
oiinuiilo do iulensidade em diversos poulos, lodavja
canliaaa a cellar um erescido numero de victima*
nesta capital.
Oltlciu Ao Exin.comraandaute superior fia guar-
da uacioual do Itecifr, recuiuiiiendando a cvpe.iir.io
de saas ordena, para que seja depeusado do servico
da iiiosm i guarda nacional o cooliuuu da (hesouraria
de Tazend.i fargjnu Silverio de Sjuza Magalhaes.
CjinuioSJPu-s ao inspector da inclina lliesouraria.
obstante o aviso vJameule proclamado pelos agr-
nomos no desespero, que un tonel (le guano prnduz
Bem sei que esla pouca
I i .mm; i pode ser altriliuida
disposices tomadas pelo go-
eixando-sc arrastrar, alm
1011 hectolitros de trigo
iioporlar.io do miao en
ale um cerlo poni, as
verno peruviauo. que
priedades emque seja de 1,00(1 Traucos. Em r'ran-
5a avalista o tamo medio em 100 Traucos.
O capital nao lie o nico elemento de Torra e de
progresso, cuja ausencia allecti de um modo lo nr-
genle OSSS agricullura. A agricultura taca neces-
sidaile de caminlioslalvez roaii do que qualquer on-
de lodos os limites, pelo] dasejo de lirar do magni6da Iro ramo da industria, porque
deposito, cuntida as illls Ctiinclias, vaulageus leve
a desgracada idea ile Tajar delle olijecln de um mo-
nopolio concedido a douj particulares, e este mono-
polio he .tu.Inicia.lo cojn um animo de que a agri-
cultura Tranceza e a equi Jade em geral leem o direi-
lo de se qucixar. Asseguram que a atlonro do go-
verno lie hoje Tinada sobre esle objeclo. J o gover-
110 dos Estados-Unidos, juslameute irritado, liah
ilo Ao curomaudanle (U estarlo naval, iutei- f'ito oiivir em Lima re iresenlncnes severas, c li-
raudo-o de haver o inspector do aisenal de mariulia,
participado que se acliam recollndas ao respectivo
almoxariTado \-2 ambulancias pequenas, conlendo
medicamentos proprios a' epidemia reinante, para
uso das iripolaces dos navios daquella estaco a cs-
lahelecimeuto de marinha.
l>ilo Ao director da Taculdade de medicina da
llallis.Tend- o Eira, ministro do imperio me com-
municedo por aviso de > do mez prximo passado, a
resaladlo que lomara, alim de ujo serein prejudic-
dos no progresso dos seus aludos os alumno, di la-
culdade de Medicina, que por molivo da rommissies
relativas a epidemia reipaute sa acltavam iaapoMibi-
litados de coinparecerem a lempo, para Ta/.erem as
respectivas matriculas: remeti a V. S.aa prueara-
c/ies do eldanles Alindo da Kocha lii- -. J01-
quim da Silva (iusmo, Francisco Nery da l-'unseca
efedro Antonio Cesar, para que Ibas d conve-
niente desliuo, na forma da aviando ministerio do
imperio de i de Tevereiro do correle anno.Parli-
cipou-se ao Ev.111. presidente daquella provincia.
Dilo Aos vareadores da cmara municipal desla
capital Manoel Joaquim do Reg e Albuquerqoe e
Antonio Joi de Oliveira, iu,iiid.iudu apresenlur-lli.s,
afiro de seren lalliados nesta cidarle, 6. hois vindos
de Peilras de Fogo, os quaes ciislar.un J:(i3>5, in-
clusive 30S de despezas com tange.lores, segundo de-
claro o juiz de direito de Goianna.
Dito Ao acadmico Alfredo da Rocha llastns.
recominemlaiido que pase a prestar us seus serviros
mdicos ua cid.ide de Olinia e seus suburbio'.
COBOKANDO DA, ARMAS.
Qnartel aeneral do esmtnanda das arma do
Pernambnco na eldada do Recite em 11 de
marco da 1856.
ORDEM 1)0 DA N. 225.
O pjarecbalda campo cominaiulanledas arma', de-
termina que >e recolha ao halalMo 10" de infama-
rla o r. alTcres .Manuel Joaqnim de Souza, [ir nao
lar seguido houlem para a corte alim de cstudar o
curso de sua auna.
Delanni
Indos
aroir.
empregados dos meamos hoapitaes, menos o de que
trata a ultima paite do artigo I i do regiilamenlo de
17 de Tevereiro de 1832.
Jos Joiquim Cnellio.
nlijm poslo em questao II WailliOgUn o direito d
propricilalc do l'er sobre aalas liblas que Banca
hahilou rrealura liiimana. Mas o monopolio insli-
luido pelo governo pera iano, qualquer que seja a com tudu o que lie-lhe necessario para o pregresso.
lem coutinuamenle de
transportar < cargas. I'ara piosperar reclama um
eicellenlc ivstema de caminhoi, naos no lodo, isto
lie seguiudo as principaes direrres travez do pai/.
iims tamiiem, e sohreludo as suas partes, isto lie,
de aldeia em aildeia quasi de cosa em rasa. Datan*
eadsawate al a le de I s:,i; so! ir as camiolios, o seu
svstPina em paite era delestavcl ;ja faz vinle anuos
que esta lei salotai esl em a iecur,iu, a o paiz ex-
perimenta eiufim o seu beoeTuio.
Mt-iiio com capilaes, 11........com um buin sisle-
ma ilc coiiimunicaroes estendijo pela lolalniai'e do
tettiloiio, a agricultura Trauceca nao seria prusXida
importancia que llie possiiin dar, n.1o explica suTllc
euiemente o empreo qile o guano acliou al aqui
na agricullura ilu solo rancez ; porque o mesmo
obstculo subsiste em quasi todo o muude, nao
rapada que um pequeo baiz, a anliga ilha de Fran-
ja, baja Mauricia, consu nma mais guano que o im-
perio trance/. A causa1 prima, a causa dominante
lie-que us ujssos agricultores Ihc ignorain ovalar,
c nao taiera os esl'orros necessarios para dar a trra
a Tustilulade recummendada pela necessidade publi-
ca e por seu proprio inte esse, ou antes n.io lem tal-
vez os BSaoa de o Tizer.
Sob a inlluencia de m 1.1 mullido de causas, de
que acabo de indicar alguinas snmeule, o poder pro-
ductivo di agricultura europea lie iiioito limitado
em compaiarao do que Badana ser, do que be em
alguus dislrictos ou einalgumos propriedades que so-
bre o continente formam aqui e all invius uasis,
do que he em granda numero de pontos nu Ingla-
terra. A respeito o abundancia da populacho, ,1 seus
desejos de liem estar a>sim como quantidade e
qualidade do Iralialho que oflervee em compensaran
de alguiiia abaslanra, .1 desproporr.o he flagrante,
injusta, perigosa para a conservarao da ordem publi-
ca, tisinn faci, por eiemplo, que leve lugar para
nos dispertar, mis Fraseases. Em termo medio,
nio obtinbamos de nosso solo na dala dos ltimos
extractos, mais do que 12 h Molfras e meio de lil-
ao por Bada herlare .em.i.lo. Ora, os agrnomos
sao de accordo obra esle ponlb que inlriusecamcn-
0 solo liaucez vale pelo menos o solo brilaunico.
O que anda lile 11,10 fallara l'iu pessoal iutelligeu-
lee instruido llie he iudispenavcl. A'esle lespei-
lo quanto niio era anda defMluosa 110 cometo do
seculo, que digo '.' ha vinle c (neo anuos! >- tre>
quarlos, ou cinco sextos da l'raura, proprielanos
completamente eslranhos cultura deuamseos cam-
po A discriro de rendeiros lambem ignorante e
(Kibres, ou de felores uuseraveis c desanimados. A
Flanea experimculava ,1-1111 seu modo as cuuse-
In' 1 de um flagello que muilas vezes se deplo-
ran! mi alsumas parteada la)laterradebaixu do Bo-
rne de (ilisenleismo.
Depois de um quarlo de seculo o estado das cen-
sa metliorou. Os propnel;
lranilaveis ;i sua disposirdo, a|
para visitar suas Ierras ; uniram-se a ellas a medi-
da que a OCCUpavain, porque uada he mais sedur-
lor que a pratira agrcola. Lin cerlo numerse
Tez rldenle, vendo que poda!estahelecer-se ah sem
ros leudo caniinlios
(iroveilaram-se dellcs
lio de faer mcuran, relalivamente aos direilos de
alfandega sobre o ferro, asim como sobre as s-
menles, e-li uines, machinas e instrumentos agr-
colas de toda a sorte. Insistamos mais um pouco
sobra a primeira.
I ni dos arlo pelo qoacs o governo actual quiz
marcar a sua etevarao, foi a organisaerio do eradita
territorial, afim de resolver o problema de que al
entilo riiuteiilavam- pilaes a' disposii;ao da agricullura. Fizeram-se os
maiores esfoeros para este Tun. Ilesiloii-se sem d>i-
vida, mas qu.il he o grande uegocio em que e nao
tenlia andado asapalpadellaa ? Fundou-se luijeuma
graiule inslituir.ii). Ella (em urna administradlo
bem monta la nos oiteuta \! seis bisaras principaes
dos departamentos. Adquirio-sc-llie a conBsjtea
publica : os proprielarios se dirigem a ella com pres-
ta. Porera falia-llie a energa ; nao lem capital pa-
ra emprestar. Pode dispar de urna soflama medio-
cre : empres(ou-a, e nada Ihe vem pira continuar.
Os notarios,;; seus competidores, e que se reconci-
liaran! com ella, nao sao prvidos mellior. Vollam
porque sao levados a considera-la canil o mauan-
eial uiide ilevcm buscar ; pnrem he mutil. Esla
prostrarao do crdito territorial he um 1 desgraca
publica.
Diversas circiiinslancias lem conlribuiJo para i-
so de um cerlo modo. A obrigaroes do crdito ter-
ritorial, islo he, os ttulos para a emissao dos quaes
a instituirn poderia procurar capilaes, s.io aiundo-
nados pelo capitalistas), e este desfavor (em por o-
rigem a severidide deque o crdito territorial he
objeclo d 1 parle do Bincu de Fraora. F.icto sin-
cular ; o Banrn que ailmille em beneficio do lu-
cro sibre deposito todos 01 valores da Bolsa pouco
mais nu menos, exclue os ttulos e OurigaeOes do
crdito territorial, apezar da solide! Uto notoria
da iustiluir/io, o cuidado de que sao munidas suas
operaroes e o penlior, que aprosenlam, e apetar
Ihe oll'erece inlerese a servir mi forra a respeitar ;
l'js ah mais duque nao he preciso para armar a
legitima indigoafjlo das almas honestas.
Dttpnis de alguns anuos ella lem de tal solt va-
riado no sen cumpoi lamento, passou too repentina- ; deveres, pois que par.
mente) dos excessos da invectiva aos excesso9da adu- [ ver no meio della, areilar-lhe us laicos, celia ntnti-
lar.lo, lem tanto esquecido, lauta dissiniulado, tanto nala hUucU, diz a Imitarilo, a celta lonia-se a-
sacrilicado o direito e a liherdade sui ambiguo, !-radavel .1 forra ib* vvennos uella ; a familia lie
aos seus receios e ao. seos inleresses, que todos lem i urna escravido. um 1 nobre escravidio, em que cada
o direito de perguntar se nio lie a conseiencia e a um sedeve ludo a lodos, ese o liomem lem ahi so-
confi.-oo tacita das condires criticas da ana silua-1 bre os aeas a anloridade, he aotorldada da abnesa-
1.A0 interior. cao e da dedicarlo, releva que elle proteja a fami-
No paisonde o orgiillm patritico lem por tanto i la, que a prolej rom e-e tr^balho, qoe garanta a'
lempo sido lao grande, oa boinena na tribuna e na' existencia de cada um, da lociadada o seu movi-
iinprensa diiem boje miiiio mal da sua propria na-1 ment, o seu progrestu, a ua eiviliiafio j cunipre
r.io, das suas leis, do seu governo ; livro, joruaes, que elle proteja a minlicr contra o perigoa. rom
brochuias, prosa, poesa, historia e romance, todo que a anteara urna experiencia Incompleta, una edu-
respira u.a espirito de desgasta e de rnlira conlra I carao asmis das vetes luperQcial, OS praieres O SS
as classes superiores e as velhss iostitoicttes. seducoes do mundo ; ruinpre que seguindo e C0BS*
des mais vivas e mais graves, mais delicadas e mais I imperial. Por i-to lem ete sempre usada deesa
profundas, ;, imaginado, o espirito, o rorac.lo, a | KtiHtmlt lutella, c deve asar para cohibir 01 daa-
priqiria razilo, c por urna '.Tara Imla esperial, elle, .
se lisa a ella pelo compleinento -alutar dos maiores, **""*''" ,'o1er P""** n'*'4 P ?-
azar de lamilia compre vi- | 'ado pela pressAo do enthusiasroo c de oalraa iMisae*
nteream da locali iade mal entendidos oa coitfra-
lle este um Tacto novo ile KfSUde importaocis ;
de oulro lado, o nivel geral do talento, da eapaci-
dade, ilas influencias abaleu, releva confessar, o im-
perio exclusivo das antigs ideas, se euTraqaeceo, a
o mesmo acontecen, as antigs instiluices; por ou- nidade do carcter, e especialmente cuilim com mui-
plelaniln .1 sua eilucjrao, elle a eleve ponro a pouco
das ideas frivolas s ideas mais s.las, e mais lirmes, e
islo rom palavraa nenetrantes e graves, cora pala-
vra de rozan sabidas d'atma, afoliadas sobre dig-
tras palavras, o carcter proTiindameiile aristorralico
da liherdade e da sociedade ingle/.a leuda a alterar-
le, este imperio anula est profundamente enraiza-
do, ele prestigio anda he feralmente reconhecido-,
eulretanlo ja n,lo he o que era outr'ora ; se um
lord he anida aiguina eoosa grande de urna grande-
za iucomprehciisivel sobre o continente, ja nao lie o
lord de outr'ora, lodo orumpleiu das uanras c das
uaces que se liga a esle titulo quasi inlrojuzivel
lo amor, e amor re-peitoso.
Compre lambem que elle seja liel ao seu lar, sua
familia, a' sua mulher com ama snlicilude, mm te-
na benevolencia, urna ronfianea esclarecida, um hu-
mor igual, e una ri.ouha severijade, que a salvein
doinimigo e dos perigosdeuma imasinarao (rans-
loruada. A mulher que por sua parte lem a sobe-
rana do interior, o imperio dos negocios domesliros.
deve exeree-lo s-in desdem, asim como sem ervi-
ser, como d'anles. cercado de
seis meaos do anuo. Os acontecimenlos polticos
de llSIO, distrahindo da furicc/ies publicas urna
lagos e panes duroule L da solicilude altamente proclamada do cvenlo.
Explique qnem poder esla anomala, Ouanlo a mim
que nada disso compretiendo, limilo-me a exprimir
classe iulluenle e rica, que pissuia urna boa parle ; a convierto em que eslou que bssls assiznata-la
do solo, re-olveram muilas familias distiuctas,a esla- para qucdeixo de o ser.
belecer-se no campo, e que lialviam de lazer ahi se I Porui nao hasta aplanan esle i.bslaculo para que
nao exi-lia o que desfruclar '.' Crearam-sc escolas| o crdito territorial prospere, islo he, espalhe pela
de agricullura. e com o apoto tlu governo acabaran) agricultura nacional os elementos de pro-peridade
por prosperar ; espalliaram no ai/, um bom uume- e)ii que aliun la. A laixa do interesse cresccu de
ro de propriotarios instroidos. 1A de lirignon pres-
ta nele genero servidos iinpnitanles. A insIrurrAo
pon o fogo sagrado
la eslimiil.iva au
primaria bem dirigida coinmuni
ua
elermina mais o mesmomareclial de campo, que e temos em nosso solo um elemento de riqueza que aos ramponezes, cuja iocrc.a ua
^^^^:^^ZT^^lM'^0 <........"" -Gn.BT.nbV Or...I.|des. A descendencia de .I acune,
Bouiomcue, batida
gl Ierra, ha alguna anuos, pro luzia 2 hectotitr->t, a I e eapeainbada durante seealos lejana gradualmen-
ns que a reforma trommercial do Sr. | le cabera, espira dclmos mais suaves e comea
a cealieeer que para eliegar a este ponto he neces-
EVPOSirAo UNIVERSA!. DE INDUSTRIA.
A agricultura esl em maiur atrasa i/ue as mauu-
facti0"as-ros meittn de rasfaaalaear o equilibrio.
A Exposirto nao deu igualmente para tudos os ra-
mos das artes uleis a medida do que sio na realida-
de. A' esle rspeito lem lugar urna dislincao pro-
funda, e, digamo'lo deploravcl, enlre a agricullura e
as mauuTacluras. .No que lora as manufactura, a
expoairao apreseulava o quadro dos procesaos que
ella empregam ; ou pelo meuo, se os utensilios
que vimos em actividadu uesla admiravel galera de
machiuas nao sao lodos os de que se usa as ollici-
nai em geral, Jie porque mnilos sao de iiivcnr.io as-
saz receule paia ao menos ter sido poalos em prati-
r,i. Mas, se o nao sao boje, se-lo-bo amauba, e nao
smenle em algumas olllciuas aseoibldas, parean no
ledo deltas, nao ni em Franca, em Inglaterra, na
Prussia,'mas em lodos os lugares onde reina a civi-
Koberio l'eel veio estimular os Iproprietarioa e o-
renleiro, este reudimenlo se augaienla. Drogo."
emprego dos estrumea 'lquidos, a abundancia do
guano. lmo o conjunrlo emfim deque se mani a.
agricultura innleae, parecem elev*-la sjmm inliniaf
mente. Mallos proprelario leem rbegado a ler :\j
o 33 lieclollros. Falla-se a respeito de algumas Icr^la>i4ftca, para lulo dizei a Europ
ra exeepcioaalmenle roteada, de io, c mesmo d"
"li e mais anda. Atein disso. com o orgulbo que se
Ihe conliece, e que, ICOmpannado, romo he de urna
perseveranra enrgica do Iraballio, pareee-me mili-
to respeilavel, poste que o calliecismo ponha o orgu-
lbo. na ordem dos sete peccadoa capilaes, o laglezei
ehegam a sustentar esta proposic/io, lemeraria na
appnrencia : que a Gran Bretauha tcm Torca capaz
de suslenlar-se multo lempo antes que esleja em
collieita de ccrcacs.
Por esla simples exposirao vc-se o quaulo os
uossos agricultores desprezam o pogresso. O leilor
percebera melhor islosese lembrar que a exlcnsao
ds prodtiiTilo dos cpreaes n.io exclue a da carne
que implica a Ua, ) nem das cuitaras chamadas
commcrciaes. Pelo contrario poique o supprimeu-
lisaro.0. Em quaulo agricultura as cousas se mos- ''" t'n* rcreaes se utilera, nao eslendeuilo-se sobre os
Ifaindillerente. A exposico aprsenla nina col- '"ampos naturaes 011 arliliciaes. ou as vinbas, ou so-
bre oulra qualquer Tracrao do terreno raltivado.
leern uolavel da iuslrumeutos agiiciilas. Ha 01
para cem usos diversos. Ha outros e inultos, cujas
vaulageiis s.lo demonstradas pela experiencia, que
porm aiigmciilaiido mais o rendimento de urna
mcsina superficie.O* mesmos meios, ou ineios ana-
provucam as mais evidentes esperanzas : porm es- '"s ontras produrroes Ihe determinan o mes-
tes utensilio', mesmo dos melhores, Dens sabe em
que lempo sero de geral pratira, particularmente
em uo-a bella Fraora. Os grandes prapnetariea
quaudo nao se acliam ludivldados, ou os mais ricos
rendeiros, quando leem um longo arremlamenlo, ou
a certeza de nao ser desapossados, Tazem de nimio
boa volitado a ncquisir 10 destas lll.iclnnas, que s.'.o
elementos necessarios para urna boa preparaco do
salo. Porm em Franca nao ha seno urna pequea
minora, e a superficie das Ierras, que corresponde .1
estas condicoes so he urna parcella do solo fraueez.
A collura media e a pequea cultura que se apode-
ra* de lao vasto aspara, se prcvalecein pouco desles
auxiliares, como da maiur parte dos recursos de uiia
cultora apetfeicoada, e o que diremos da Franca he
applicavel muior parle da E"urupa. Os tres ojear-
las da superlicie desla parle do mundo, todava lao
altiva por seus progressos, sao cultivados como eol-
livam os Romanos, isto he, mu! > mil. Como char-
ra lem-se o arado que servia a Melibeo e a Til)re,
instrumento grosseiro que grada tralialhosamenle a
superlicie da carnada vegetativa, e niio faz brotar do
seu seto seulto nma parle dos Ibesouros que en cerra.
As machinas auxiliare! da charra, islo he, que ser-
ven) na prepararon las Ierras autes ou depois da
lavaura sao da mesma sorto muilo pouco emprega-
das, e oala que i issu se limitase a lisia do que he
ignorado pela agricullura. As machinas que ierran
para recolher ecuuomicameute as searos ou para pre-
para-las com vsnlageiosao do mesmo modo segredos
para a grande maioria dos nossos cultivadores.
Se lu um poni bem adquirido, sobre o qual a
sejeheia da indicacnes evidentes que a pratiea linlia
perfeitamente continuado, lie : que para tirar mul-
lo da Ierra, he necessario dar-Ihe asadlo ; he neres-
saiio, eutre oulras cousas, espaldar nella cerlos ele-
mentos que silo iudispeusaveis .is plantas, porm que
estas nao podem haver nem da almospliera, nem da
Ierra onde penetrara as saas raizes. I> tu o empre-
go dos estrumes, estreos e adubos. Pois bem, ues-
tes mesmas partes da Europa, que arabo de indicar,
e entre as quaes ligura a Franca quasi loda, excep-
tuando um pequeo numero de localidades, ha pou-
co cuidado cm adubar, e ignora-sc a arle de lser e
conservar o estreo para os estrumes ; por mais for-
mo progresso. .Muilo mais, urna das HraoVdes de
inaior producto em ceieaes consiste no emp i do
etrume em maior quantidade, o que suppCx or
numero de aninae. E do mesmo modo q m
mais gado se lem maior ron lmenlo cm lodosos e-
neros na le ras lavradias, assim coi esle reudimen-
lo maior pode-*e nutrir mais gado. He o a h c da
ciencia dos agrnomos. A experiencia da Ingla-
terra esia ahi para demonstras a intima coiinexn
que asista aulle o maior rendimeuto em trigo e a
maior producr.lo em gado. Por una mesma super-
licie de cultura total, a Inglaterra lem mais carne,
leile.liias, couros, que a Franca. A luglalena pro-
priamcnie dita nuire dous caruciros por cada Aerla-
re, ao pana que a Fraora o termo medio he de dous
lercosde nina cabera e o producto dos carueiros in-
glezes em carne he o dobro dos carneirns Trancezes
donde se segu que o produelo medio de urna hei-
dade ingleza cm carueiros he em igual superlicie,
seis vezes inaior que a de urna lienta.le Iranre/a. 0
leitor que quizer in-lruir-se sobre esla compararlo
entre a cultura da Franca e da luglalerra, achara
todos os elemento reunido no excellenle limaio
do Sr." de l.avergne sobre a teonumia rural da lu-
glalerra, SscassSl e Irlanda.
Eis um evcmplo entre mil, que pfie em coulraslc
a toeaaaa de mallioramenlos, a esperar eutre nu,
dos melhodos aperfeiroados do Irabalho ua produr-
ro agrcola. Em Franca sabe-se as semca;oes do
trigo se lanas sem regra cm luglalena, o mclhudo
domiuanle he o do semeador. A quantidade do trigo
que he assim cronoinisada, rhega mclade das se-
ment. Ora, em Fraora onde a producro dos di-
versos sereaes eomparadns lodos com o seu equiva-
lente em trigo he pouco mais ou menos de cem mi-
llies de hectolitro!, a semeute absorve Irett a qua.
torze milboes de hectolitros. A melade he pouco
mais ou oseaos, dficit, que basta para constituir
ama caresta extrema, uina sorle de fume.
Purera nao quero ser nem parecer o aecusador de
nossa agricullura. Aos uossos agricultores nao falla
a boa volitado, c se elles se acliam atrasados, leem
boas desculpas, que Tarara valer. Nao basta aber
e querer, he necessario tambera puder : ora, a agri-
cullura tranceza nao pode, para poder ser-lhc-hiaiu
sano inspirar-se rom o espirito ile progresso, e lo-
mar as armas que ;i scirncia e as arles uleis nos
peul a linio. O exercilo ispalha lodo es dias em
nasaea nanapna rtaiaeaa quo ronlraliiran o babita da
rrgulariilade e da ordem e que co 'rendo a l'raura e
, aociadi)-se a
iciaesde que uina parle lie mu lo instruida, leem
a .lomudo ideas justas sobre mullas materias pra-
licas. Em uina palavra, o pesioal agrcola nao
exista, pode-se considerar que ex
Estou longo de haver enumerad
que leem atrasado a nossa ag'ricul
respeito nos collocatn em nma iuTe
nosa em relarao .- ('rau-Brelanha
Tallar da ausencia de nina massa
sle agora.
1 todas as couas,
nra, e que a esle
ion I ele I 10 pe-
Assim poderia
considcravel de
tal maueira na prara. os valores iuduslriaes, as ac-
ues do raminhos de Trro, prodaiem nina renda
'al, durante o da. que, entregue a si somente, o
crdito territorial cm vio entaiaria lomar empres-
tado com condic/Oes que a agricullura posss -uppor-
lar depois de addicionsr-llie as despezas de adiiiiuis-
traeo. por mai mdicas que .-ejain. He esla, (
lem soflrido a mesma IranstormaeJW. Sera islo um I lisino, com respeito e ternura, com essa ordem e essa
bem '.' Sera um mu '.' Em ludo o caso he um Tac-1 economa, que sao a dignidad de todas as familias,
lo cojas coiisequeucias releva apreciar. | co'm ese gosto, cora essa grari, com csa elegancia
Se a marcha do tetnpn e da cvilisac,o moderna | que podem ser de toda as existencias, aiuda as mais
operara invenciveluienle Iransforinares, se a obra I pobres, e depois deve dar a sen mando oulra cousa
a velha polilica esla' inciuilestavelmente concluida, que nao a silo casa regulada e ornada, deve le para
se os velhos parl)dos est.) gastos, se Whigs e Torios j elle o seu espirito urna.lo e cultivado, e nao -e es-
ja li/.eram seu lempo, be que nevos inleresses, novo ; querer nunca de qti ella lie a finca, o encanto re
problemas lem surgido,grandes quesles de huinaui rreio da familia, e que o -eu interior deve parecer
dad, de calida le, de Irabalho, de astira no cxle- | ao seu marido mais agradavcl, do que o dos nutro,
rior e no interior sao eslahelecidas pela mi de que um cerlo jo.lo eommum das cousas da arle, do
lieos, aguardaud ) da inteligencia e da dedicara 1 esniilo eurhaui muilo momenlo.de vacuo e enfado,
das elaases superiores que |a preoecupam todos os 1 que rui cerlos das torno rtmsethos, boas palavraa
espirilos moros e ganeroaoi. iconsolem e saliera mullos infortunios.
O nosso autor pretende que a ansiocracias ao a Ao lado desles deveres recprocos, o liomem e a
melhor salvaguarda da liherdade dos povos, diz > inuiher lem a prceuclier OBlros igualiiieme grandes
que a liherdade de detestar, favorecendo a desigual- [ para cora o Ribo que Daos llies conli 1. para rom asta
dada das parlilbae, um dos seas elementos eonslitu- esperaoca da ramilla, para com eta alma innocente
livos, be 11 verdadoiro palladio da aociedade inglesa, I da quem nada pertuiha anda o somao pacifico;
o duplo baluarte que a defende al 0 presente, con- emprehen lerao Tazer delle ura liomem, e abra
ra a uinnipoleucia mouarcliica e contra as invae
da demagogia ; que a igaaldada das partilhas he o
iiislrumeulo mais efficaz que o despolimo tenlia po-
dido inventar para destruir qualquer resistencia e
pulverisar todas as Turras colleclivas ou individuae
de urna naca : diz que os Whigs e Torio* desl'arte
esta obra de autor 1 lado e de res|ieilo com o senli-
inenlo da sanlidade. da delicadeza r a grandeza.
O pai Ihe inlillrar a aatorkl ule c a rmSa, a mili
o atractivo e a ternura, a persuaso e as canrias" o
pal Ihe ensillara a respeitar o daver, a 111.11 enrular
ama-lo, o pal revelara Dos, a mili ensillara a
protegido- por este freio posto rtivisibil'.Iade iuli-' glorilira-lo; ambos danto ao maaiaa com esta edu-
uila da Ierra, inviolaveis dianlc da reate/a, a quem raeo mural, que faz rescer o coraran, a e tucario
deiaaram um poder quasi nominal, um prestigio inlellectual que eleva o espirito, especialmente pela
puramente decorativo, se mostrara a' porfia euvejo- sania educaco do excmplo ; sol) esta doce nliueu-
sos d.i grandeza do seo pal/., exercen lo por loda a Cin o menino se Tara liomem, sera verdadeiro. sera
parle era seus rondados voluntaria e gratuitamente, j sincero, ser simples, ser bom, ser o soiriso aben-
a adminilragao preletori)l, a pulira, o interesse I raado de DdOS, ser a pralecco da familia, tornar-
pulilicii, a magistratura inferior, ele. de tal soile se-'ia por si mesmo a educarao deseus p.iis
que todas provocados eminentemente pelo esbirro, Junto delle, o habito da velar sobra si proprio por
pelo Irabalho, pola lula conlribneui para a moruli- i solicilude em favor do ente iruorido, lorna-s 1 inaen-
a occasiao de ver, se, como pensaran) algumas pos- nada, para a honra de lo los, sem pedir nunca ao go- -ivelmuite um principio de perfeu-a e melboraaioa-
soas, o govem aSopodara .Hervir. O governo Hf"0.q"LMIs.'f.i!!." ".xSorallecva dos cida- to. hjnt,.de sua innocente imrezj. .a paisoes eanb-
, r daos, c que loine sobre *i a ilireecao e .1 respiinsab- jugara, OS sirtes se arrullan!, a mulla se puribea. e
inlerveio para proteger e desenvolver inleresses de lida.lc de lodaa >s coosaa; o com lado nao oasa con- o menino, que parece ler receido a prodonria de
muilo menor importancia. Aqui poderla eserect
nina ncc/io muilo ellicaz, n\ eiuaulo de lal miiieira
que nada custasse ao Uie.-'oW'. I n) governo que
lera menos que quaf '.i srH o, do inundo, o habito
de se iulromeller 1 np?rci>es, da industria Ihea-
brio o ramiuho. O govciuo ingle/. qu;)iiJo ans dar
impulso a agricultura para que esta resistisse os al-
ternativas do baixamenlo do prero dos cereaes em
I8M Ihe Torucccu um Tundo de capilaes destinados
a servir para oesgotaracuto a que Corara empresta-
dos immedialauente pelo Estado a cada um dus
propriotarios. Despended porto de 200 milhoes ;
mas pz-sc salvo por ura sistema de animidades
consumidores da cidude, que fossein ricos oa abas-11,JC coinpensam a amorlisarao das soniin.is rmpres-
conseguinle, com i '"das. Emprestar ao proprelario individualmente
lomar o traba- | enl ""' I1'"'- ''" pequea e media cultura, ha impra-
idade era airan- 'scaxel ; porcm o credilo territorial he ahi romo
lamia. Pouco pouco o gasta d economa enm o 1 "in intermediario natural. He ao crdito territorial
favor de quai meio secuto de plz, produzio em 11ue o Estado devera Torncccr capilaes, e o crdito
lados, pelos quaes se podesse por
11 certeza de una boa remuneraran
Iho de crear producios de boa qm
luir rom i etl.'/.a que esta aristocracia par elle I Su
gabada ajravoaaara a crue actual, doininaado-a e
que n.io Sara' excedida peni arrastada por ella, que
operara' por si mesma o |)or suas prapnaa mao esss
reforma admiaelrativa de que M. Layard hasidoo
campalo e em ajee lauto se lera fallado esto anuo,
esla retn 111,1 que deve abrir mais largamente a
ulores, n.io sabe que lie proprio lie .1 fonte da
sua prudencia, Depois, quando o menino cresce,
pa-saiidii pelas Ralntare alternativas da vida de, fa-
milia, e da vida de collegm, que nunca se deven)
de excluir uina a oulra, entra em oulra phase. que se
pis-o para elle enlreo mondo e .1 familia.
U mundo allrahe, porque rile soiri .1 sua n.'ce-
poil.i das carreiras, esta reforma em lili), gue ja se sidade de independencia e .1 sua ruriosidaile Ja vida,
aclia julgail.1 no espirito de todos os liomciis erlare-; A fifuiitia o relein pelo habito, pelas teciirdaroes,
cidos como uina das uecessidades do lempo, lulo nu- peto altelo, e por um cerlo pejo, mas o desconhe-
sa concluir cora a ceileza que esla aiislnrnicia taina- i culo, mas a csueiauri 0 Vence, e lie enlJo que, sem
ra' sobre si cun prudencia o estado aliento es pea- abdicar a prudente auloridade deseos conselhos. a
tica sincera dos deveres da propriedade, a comino-1 pai e a mal Ibes devem driiar fazer por si proprio o
nicac/10 da lodos os henelicios da ordem anliga as : tirocinio da vida, sob a nica prolecco do |>uderoo
popularoe uovaiuente creadas pela industria, a seiitimenlo da tiour.i. Contra o muudolvario e chelo
couciliarao das suas exigencia imperiosa e legitimas { de perigos, conlra todo os seos azare, lie 1 familia
com a manulour.io das garantas da liberdade e da que be sempre a protecrao, o a/vio, o lugas" de pe
iulelligencia. nileucia o lugar da regenerar,**) c do ner i.ni. que
lie que as sociedades modernas as aristocracia 1 ,lv' lo"?e vela e puosa no liilio. que nao penas nella,
perdem pouco a pouco a sua razio d-ser, he qii" a I 1UC "recebe, que o consola, que o levanta e o cu-
___ __ .. ... ..." Ir*
quantidade grandea forluiias.ou medias ; o Irabalho
uiauuTaclureiro a IquirinJo Torras e aplidiio Culi-
coneu poderosamente para este resultado. Actual-
mente a Franca a presen I) em shta villas principaes
primaria e secundariamente em un grande numero
de lugures principaes e de villas menores, um pu-
bliro consumidor que lie cuidadosa quaulo a quali-
dade aquanlo a quantidade. 0* pperos sobem, jus-
tificara da parle dos agricultores dfspczas novas as
provocara para melborar sua ruliui 1.
Ealreos obstculos aos progresos agrcolas he
necessario indicar, como leudo asueldo ama in-
lluencia Tunesla, o svslema prolector que os govur-
uosaiitenores legaram a poca actual. Ensaiou-se
persuadir i agricullura Iraacesa que a prolcgiam
pelas resnenles com que se liaba enchido o rudigo
da alfandega, e a agricullura leve a bondadedeo
acreditar. Tiiilia-se-llic sustcnlado ilue a escala mo-
bil fazia lev.iul ir o preco de seus lr|
relos obre os vnhos u auimaes lh<
os vinbas e os ani u.ie mais caro,
1I11I1.t.rle ella linlia admiltido estas ,
inlcirameute errneas. A escala niobil, o direito
sobre os violtos,'o direito sobre
meulavam um cntimo ao prec.o dos
gOS, que os di-
1 izi.irn vender
E cm sua cre-
ssercocs : erara
mdo nao aug-
Irigos do gado
,'e razio pouco se cuida em prorura-lo Tora da pro- necessarios capilaes, e o capital tho falta. As con-
prledade. Assim o residuo dos araos oleaginosos da- \ diroescom que ospede eb tersas ouerosas sauairuina- comrnercio eutre aIrara-e
ou do vinho. A experiencia Toi Teita pelos Irigos
e gado, prosegue Indos os dias, e he
denle. Muilo mais em consequenci
lias que linham alrahidu para a 1-ra
da legislarlo prohibicionista, o sxs
grandemente a sabida dos vinhos Irn
emquaulo as lita, pode-se duvidar
prolector, que produzia milito o iu lu
tureira na provhflo de certas qojlidaAes, Tossc pro-
veiloso a callara. O sistema prolecldr pelu contra-
rio recahia cun lodo o peso sobre i agnrullur.i,
bem couclu-
das represa-
ra os excessos
euia produzia
:czes. Mesmu
pie o direilo
tria mauufac-
porque puuha obslaculu as tentativas
ment. 0 direilo sobre os ferrus, que
demente prejudicial a maior parle dos
destila nacional, rausou damnos mu
a agricullura. Da mesma sorle os din
obre as machinas agrcolas, e que |
roii-oqueiiciado direilos sobre os rtrros. Maso
sjslemarestrictivo que dominava aopiniao em urna
poca anda aTastada de nos esl boje 1 truinadu co-
ran doutriua ; cada qual v emum os ii convenientes
de lodas estas exageraroes, e os ihomns esclareci-
dos sao unnimes em pedir que se !he liara juslira.
Nu mumeulo em que o rgimen proleccijonisla Tor de-
linitiva e publicameulo abandonado d
dado pela agricullura como a aurora
da. Em ludo o caso, entre as medidas;
preludiaru uslalielcciineiilo de livre
de raelhora-
ramos da iu-
parlicularcs
i los extremos
or lim sao a
lerrilorial correspondera rom o capital ou com in-
leresses sobre seu proprio capital. Urna somma al-
gn tanto grande a juros por dous ou tres anuos, e
garantida desla maueira, em uada Iraria obstculos
as linancas do Estado, (iraria una das grandes dif-
liruldades da MtaSQlo presente.
lia poucos aclos aos quaes se chegue lito bem pe-
la deducan, do que a Eiposir.lo verilicou ; ha-os
puncos qoe eslejam 13o bem 110 espirilo da adrni-
uislraro Tranceza dos melhores lempos, poucos
proprios a procurar para o governo taula popularida-
de e melbora. MtcAal ChcruUer.
Journal des Debat
pois da eilr.ice.io do oleo, e que se aclia em grande 1 doras. He porlaulo necessario muilo capilol a agri-
quanlidader.asadegasde.Marselha, achadilllcilnienle cultura para que seja lloiesccnte. Para que se eleve
compradores no meio dia da F'ranra, nos ricas cida- | par da industria mauuTaclureira, he Ihc uecessa-
des que embellcsaiu as margeos Trncelas do Med- rio lano quaulo a esta. as ideas modernas, ids
leiraueo, c van era grande porcoo ulilisar-se longe verdadeiras, justas, ideas cuja applicaru he raais que
os paise
nciihuina he raais urgente, nciihuraa Taria mais bem
a agricultura e provocarla no mesmo
BU (jian Bretauha. Huiro esemplo : a actividade
de alguus povos, mais amantes do progresso agrenla
que nos, deseobrio em algumas ilhas espalhadas 110
meio do Ocano mu eslruine ifc Bina virtude extra-
oiiliiiai ia amonloado por nma serie de sceulos pelo
estreo de aves que linham escolhido estas liblas
solitarias para (ixar sua residencia : e o guano, la
iiicdijlamenle se atnonluaram navios neslas praias
desertas para tirar a lubilancia preciosa, c as Irom-
bclas da fama celebraram-lhe as virtudes ; msale
hoje he a Gran llietanha, he a Unan Americana que
a ahsorvem quasi lo.le. Importamos alguns rnilhei-
ras de loneis, 0,000 em um anuo, X.OOO no auno se-
gunfe, ao passo que a tiran Brelanba, mais avisada
absorve 15,000 e 20,000. E islo ie d em lempo de
caresta, quando a Europa occidental est inquieta
sobra os meios de alimentar sua popularan, e Hilo
oportuna, porque be de uina necessidade imperiusa,
a agricullura deve grandunientc comparar-so com
as manufacturas pela quantidade dos ineios cora que
se muir. Ixossos visinhos es Inglesas ato os mes-
tres ueste genero. Elles leem ollicinas agrcolas co-
mo as leem maiiufaclureiras, e nella- pOem em pra-
lica os ex pudientes recomniendados pelas sciencias
phiscas, chimicas, mechanicas. Estes perseverau-
les nsulaies leem,por assim dizer, reslabelecido seu
solo. Cullivam-uu lodos os dias para recompnsa-
lo com mais vanlagem. Pode-se ver no livro do
Sr. Leoncio de l.avergne as victorias que ganharam
sobre a incalan, eslerilidade, e rararleres paludo-
sos de urna grande psrle do seu territorio. Mas para
islo elles leem achado capital. Na luglalerra pro-
priamenle dita, o capital da cultura he de 100 fran-
cos por laclare o termo medio, o que suppfte pro-
1
;r,io as ben-
raosdesses vinte milhoes de Fnneezest quo vivera
curvados sobro o solo, a lim de enriquecc-lo com
seos suores, do que a que consislisse en suprimir lo-
dos os direilos sobre as semenles, eslru mes, machi-
nas e iuslrumeutos agrcolas, os tubos de lodaa es-
pecie que ernon para a regada e de modo geral
sobre os Trros.
as circunstancias presentes o mojmeulo he op-
porlunn para un grande esforz cm favor du pro-
gresso agrcola. Elle o lie, purque q interesse pu-
blico exige um augmento rpido da producrao ali-
menticia, alim do proteger o paiz db rn-es crois
e so o augmento do poder productivo1 da agricollu-
ra Tara participar do bem-eslar este vinle milbes
de l;raneczes de quera acabei de Tallar, que sao con-
sagrados a esta industria, e que vivera della. Daas
medidas, immedialamenle praticaveis nuiaa oulra,
dariam i agricultura Tranceza um vilo rapidu. I'ri-
mciramenle sera a que livesse por objeclo procu-
<.onm;spo\Di;.\i i.v do diario di: pi:r
\\uiiti:o.
pars
"de Tevereiro.
REVISTA LITTERAKIA.
O pituro da Inglaterra pelo conde Montateinberl.
l.'m roame em l-J.
A situarn que loma a liraoBielaulia na causas
da guerra e da paz europea, leste iiuulia um muvi-
ineulo real e prolundo que seria iucvilavel e proxi-
inu as ihslituicloes da velha Inglaterra, e he sobre
0 preseule e o destino Tuturo desla grande uarau
que lodos os espirilos lera tixado actualmente as suas
rellexne- ; lodos us indicios, lodo os sympluraas
podendo indicar o que traz em suas eutraulias, a
phi.se actual da sua existencia Ul o objeclo do asta-
do mais grave, mais universal. E eis que ha pou-
cos dias, em Franca, era Psris uina das eloqueucias
das nussas insliluires constituciones, urna das illas-
tragues do nosso rgimen parlamentar, n conde de
Montalemberl acaba de expor a alti-nr.u publica
um livro que elle chamou De l'.lcinir pnlitique
de VAngleterre.
Esle ululo indicava urna resposla lis mil quesles
pie se agilavam prescutcmenle sobre lodos os pontos
un nosso vellio continente. O noine do autor, o
momento escolhidu para a puhlicacao da su 1 obra,
parecem dever Tazer deste Tacto lillerario um sceos-
lo politice. Infelizmente a despeilo da ancied.de
1 gran- ""*' a"e acoll,6U novo livroi a nucslilo periuanc-
1 ce intacta, nao deu um passo.
O conde de Montalemberl se inoslrou meaos um
espirilo sisudu, sabiamente instruido as inslilui-
res polticas da Inglaterra, couliando com coahe-
ciiueiilo de causa na sua prosperidade invalaeruvel,
que 11111 espirilo coso, possuido dos seus proprios
pezares, quasi quo disseramos dos seus ranrnres.
Elle escollieu um theina, uo para revelar a lodos
uina cousa que ignora, 011 que conliece superficial-
mente, mas para laudar a hora prsenle da Franca
com a recordorao pouco coscieuciosa de ura passa-
do, com ludo anda rcenle.
Ileroc decahido de uina tribuna em que os orado-
res tcm cuidado menos nos negocios do seu paiz do
que das suas pequeas e mesquinhas ii.lividuolidcs,
se esqueee de que fui ello o primeira que le/, um
uso fatal da liherdade,(roja perda deplora boje, ja
n.io sabe que a sua upposiro u a dos seus foi menos
urna oppo$ii;.io esclarecida c inspirada pelos inleres-
ses de quem erara depositarios do que urna oppos-
rio de partido, ja n;ln labe que a sua opposicflo era
to fatal a grandeza da f ranea e do seu governo do
que essa npposit'Ao radicalmente liberal, que elle
pretende lomar espoiisavel pelos lacios consuma-
dos; e cun lulo apezar de sua intensan de Tazer
una apologa completa do passado, do prsenle e do
Tuturo da Inglaterra, para desforrar o verdadeiro
alcance do seu protesto conlra o rgimen actual da
Franra, deixa anula escapar coulisses singularmen-
te iis-usta.loras para esse destino futuro lao segura
segundo sua opin.to, e nos registramos aqui para
esclarecer o grande problema, que cumple estudiar
mili profundamente hoje. antes que ainanhaa no.
possa ser dada a respecliva solur,lo.
O nobre conde leconhece que a liro-llrelaiiha
n.io esl isenla de censuras : a insupporlavel arro-
gancia da sua diplomacia para com us fracos, c di
sua im prensa para com todo o mundo, sublevou a
justa indignac.lo de um grande numero-; alem disso,
a i>cc,ao aggre-siva do seu poder conlra o direilo e a
fdos povos calliolicos do mein dia da Europa mere-
ce a reprovasan de lodos.
Fin ludo quanlo diz respeito as saas relaees rom
o eslraugeiro, a sua mnbilidade, a ana ingralidSn, os
seus enthasiasmos extraordinarios, a aspereza do sen
egosmo, o abuso da sua propria forc,a, o seu des-
preso pela traque/1 de nutren), a sua indilTerenra
sua existencia leude a manterasrlasses infenoresnos
limbos do proletariado a fevaular obstaealoi ao
desenvolviraenlo das classes. medias, esle nieto supe-
rior a lodos os ilesdenhosos de-pre/.os Jo alio, assim
como a lodos os invejosos ciunies das baixas regioes,
cle meio cm que loda a huinauidadc deve fundir o
seu desliuo, he que iuvolunlariaiiieute acliam que
ludo be para o mellior no melli ir do mundos possi-
veis, beque .os seus estorcos contra ospcrigossai
realmente cousas veas, he que ii*onia palavra os seos
remedios nao passam .ie paliativas, he que na Ingla-
terra especialuienlr operarios raauifacluraud objec-
los que pela liberdade illimilada decommercio al-
lingem a um liaixo prero l'aiiuloso, lem p-lo sen Ira-
balho um salario vcrdadeiraineiile illusorio o Loa das
prnporcoes com qnc devem empregar para a salala-
c.io das primeiras uecessidades da vida, he que a cri-
iici raais irrecnsavel da silu.ir.lo perigosa que con-
veiu no paiz, s suas velhss uisliluices be toda do
ra, quanlo o lili' he precioso qu j ella creara ua fa-
milia, no interior paternal, sob os albos da propria
in.il ; he bi somente que deve espera-lo a 1 Iade,
em que a imaginario se desperla, em que o coraco
se ubre, era que o espirito se enriquece du Ideas
navas, emqoe o mundo excita a runosidade, em que
a probabilidades diversa da vida ocrup.im os peo
smenlos e os sonhos, em que a felicidade lie or.len-
lemeute chamada, he ahi que elle rnnlroliiro us 110-
bres e elegantes hbitos, e lodos os oraameolos
do espirilo, be ahi que ella cnconlra essa bella Iron-
quillid.i.le, que. beben do ura punco ulo quer sabor
mai, a que espera pacificamente, eriode-se, que a
vida o o coraro Iba revelo iusensivelraeiilc os seus
segredos, he ah que uina nova familia deve tma-
la, e be ah tambera que o irm.io ea inu.ia apreudem
esse amor fialrin.il, que he o raais bello lypo da
amisade.
Appresculando desla arle as diversas pilases de te-
Overa sersau-
um bello
,.quc devem
elares de
eivilisados,
felo de que era parle alguina o pauperismo nao lo- I(,us us l'enelicios da Tamilia, das suas dilliculdades.
111a proporejOMmawaedonltaaaem a emigrarn alais 17** *'"i l'nvaroes, das suas alegra, a dea suas
numerosa ; be que propositan Talla li cmara dos I dores, em urna poca como a nossa, em que a duvi-
continuos por M. Loheking para faier-se ura inane- A* 5C prende a ludo, cm cada pagina du seu bello
rilo sobre a lei de successn, be ura faci que prova I ll,r. cm un eslylo, que esta u'allura dos seu.
islo, e que be o svmploiua precursor de um uinvi- peusamenlos, Paulo Jauel eusina por meio de cora-
ineulo da opiuio que ameara r.brigar a urao-Brela- i"*'* lirraaroes aos seus conteiuporaneo. que.L-
uha a dar u primeira passo esse declivio que preci-! vei" desprezar os accidentes ordinarios da vida cu-
pila os povos alravez dos abates das revoloroes em I ""' pre1') dos males incalculaveis do erro, ou da
abvsinos insoudaveis. | paixo, e que pelo coinpletainciini de grande de-
i: n condasio daremos o alcance da obra do con-' v"s, elles leem a representar Beata soriedade cn-
ie de Montalemberl, quando liverroos dito qoe o terma um papel de alivio a da cora; mas termine-
sen livro que comer por estas palavras : O que vi- !'""' l1'J'' annunciaodo rnn bulle e real Iryumpho,
r.i a ser da Inglaterra'.' coulinua sem algiima preo- e uada temos a accrescentar, pois que o Iryumpho
cupaco sena desla imprtame questao para termi-
nar da maueira -:eguinle:
Ptelerindo a alliva o paciente resignar/io da
derrota a urna deshonrosa compliridadecom olrium-
pho do que temos combalido ou desprezado durante
toda a nossa vida, esclarecidos dura em Sanie sabe-
mus aceitar a liuiniliac.au provisoria da lib.'rdadc co-
mo umcaligo merecido do iugratiiio, da levianda-
de, do espirito de discordia e de indisciplina que a-
romp mliai .un entre nos os seus primeiros beneficias,
mas coalinnemoa a acreditar Bolla e a conquistar por
meio das provares para nos ou para a Boosa uruspe-
ridade o ment que uos lem fallado. Caminbamos
uoite, mas em um caniinbo que nos lie conliecido,
cm que podemos ao mesmo lempo lembrar-nos
do dia e espera-lo : os sen eclipses id espantara aos
meninos e s alemorisam aos selvageus; alravesse-
iiin-l.. com a calseca erguida e ocoraro tranquillo.1.
Nao lemas hoje a iuteurn de examinar se a liber-
dade ahaudouou o coiilineulo e a Franca em pnnfei-
1 a lugar, e se apenas tura rcTugio na Eurupa sobre
o solo ingiez, se os deslinos de um grande puvo alte-
ran sem digiiidade vergonhas da anarchia demag-
gica deshonra do de-poliimo, mas lembraremos ao
conde de Munlaleinbcrt que elle e os seus leem sa-
bido defender iiluitu mal ludo quanlo lama-uta e
de seiiielhante livro he o seu raaior elogiu.
(.'. M.
ESTRADA DE FERRO DA BAHA.
Obocrranirs do consclkHro Sergio Tei.reir a'e
Maeedo sobre a replica do l'orreio Mer-
'until.
Km qualro artigos prctendeu a reJacrn do ('or-
reio Mercantil rcfular a resposla que dai .1 sua ac-
ru-ar.io de ler en opposlo syslematirainenle e por
motivos reprovado embararos estrada de Trro da
llaliiii. Almn Um uesses artigos as injurias e os does-
10, as insinuarcs odiosas e os esfor^os para nial
quistas e intrigar, mas no meio de ludo bao lambem
se descobrem argumento ou raciocinio'. Km mate-
rias desla ordem pode-se fallar e discutir inlcrmtua-
damenle, sobntudo naquelle estvlo. Nao pretendo
poi refutar iniuuciosiraente us argumento do Cor-
rrin Mcninlil, mas so fa/cr algumas obssrvsrocs.
chora boje, para surera diguus de recuuquisLi-lo era i v ~ .- 1
leinn 1 li'Uin >mguem cunta que en descerc a arena a que me
rar-llie capitaes, e em segando lugsjr de que ac- absoluta para com a Justina, quandu esla juslica nao
lempo iilguui.
.1 Familia, obra phUofopkicac moral de Paulo
taiier.
Ila'licilos livros que sao a honra daquelles que os
arolhein, assim como sao a gloria daquelles que os
penaam c os escrevera, e releva que estimemos o
nosso secuto, apezar das suas flaquezas c dos S"iis
erro, piando o viraos applaudir as eleva las e seve-
ras tienes, cuino as de um moralista honlem dcsco-
Bhecido e boje popular, Paulo .lanel, prole-sur de
pililos iptiia na faculilade de Strasboiirg.acaba du pu-
blicar lirc, em que deleuJeu peraule amauditorio,
ao priuripio mu reslrirlo, depois mai nnaieroso, os
grandes principios de ordem moral e religiosa, essas
grandes verdades, essas grandes bellezas, que s.io a
razas) eterna, a razio pratira do genero humano.
ruinan por ssampta de seu eosino a cousa ncsle
inundo malS permanente, mais iiuiveis.it, a familia ;
e como elle diz : a K\iln um liomem do qual a fa-
milia nao seja una parle da vida, uu presente, nu
passado, 011 futura, eui quera este vocabolo pronun-
ciado n o faca iiluar una corda, c de quera elle nio
oblcuha um sorriso ou alguma ligrima'.' Minguen!
ignara, aiuda mesmo entre os menos iniciados as
le 1 iveis agitarnos moracs deste seclo, que a familia
lem tillo era nossos das adversarios e detractores,
e que lera excrcidoo espirilo inventivo dos reforma-
dores: sem fallar desses novas enlamas, cuja im-
portancia nio ronveui exagerar, alguns espirilos liil-
vez irritados, lilvez perspirazes, prelcndara ver em
nos-os coslumes signaos rerlos do rnfraquerimenlo
do espirilo de familia. Seja qual for a gnvidade
destessymptemas exagerados, rumpre esperar; bas-
ta que se prmluzam cm urna soriedade para qne ella
se enquicie e se acautele, o be npporluno fallar na
familia, ou para a Tazer am>r ou para deTeude la n
A honra, de que o hornera lie lao cioso, ai se Ihe
ofTerece na Tanilia, nella elle loraa-a loda pelos sen-
tidos e pela Tma, tora, abala loda- as suas raculda-
chaina, mas procararci cora decencia iaoliUsar
maldade e repellir o odio.
I.
Os argumentos.
A roaaegao do l'orrcin Mercantil nao aronipa-
nhon lodas a minliis laeses, occopua-se rUqoellaa
sobre que se pode sempre Tallar e sustentar princi-
pios opposlo ; escarecoo com lonuas plirascs nma
ou outra qucstilo,e deisou em silencio lapicos e-sen-
ciaes.
t'.ouslil'iicioialidiiile da lei provincial.No pri-
men. artigo Iralou o Mercantil lesla questao. Ser-
vio-se de alguns argumentes |a empregados pela
sccro do couselho de esla Jo, e soccorreu-sea alguns
lophismas de sua rreacao. Eu di.se o que su pas-
sara no ieu entcndimenlo, e quanlo era bstanle
para mostrar que aquella duvida sobre a ruiiStilu-
cionalidade para mim he certeza da lei provincial
era sincera e fundada. Uu fosse por aquelle ou por
nutro raeio, o que sinlo he que 11,10 livesse sido cns-
sada a lei.
Nos Eslados-l'nilos, de muilas rc|iublicas que
conservaram sua soberania, se fez urna naro. /:'
llaribltl unum lie a leuda de seu escodo. U Brasil
procodcu do modo opposlo. De um imperio com-
pacto e centratisado forinuu urna especie de confe-
deraran de provincias, que nem por isso passaram a
sur soberanas, mas f a rain conservadas debaixo da
lutella do imperio aiuda mesmo nos negocios e in-
leresses de seus territorios. O poder proviucal fi-
cou alera disso inenus bem constituido que o poder
1 os aa bem geral.
Kmquanlo islas forem as condires do imperio.
minea aconselli.rei que de si demilta o poster impe-
rial dlinliuie.i. uteis e necearias ao bem das moa-
mas prnvinrias. As hy p nlie-es qae ligurou o Cor-
reio Mercntil de querer o gnveru 1 imperial a am-
tralar o deseiivelvimoale das provincias e asa laten-
te .. impedir que qualqaer provincia realise aaea
estrada que Ihe seja ulil... a ei.il'un. paresorar ao-
villares torpes iie-sc feilo de nnqodade, to inad-
misiveii vista da nrg.iii-ar.in da imperio. KlP
he prulsclnr das provincias e n.io rival, nem op-
pressor.
Toda a aigumeutaeao bascada sobre as hypolheso
de emprcsliinos dilfercntes. coolrahidos com dinTeren-
tes juros, e de coulralos dislinclos com diflerenle,
precos, sao forradas e sem analoga alguma csmi es-
sas garanlias de juro, em que o coverno apparece
conseutiudo e ronlrihuindo para ali.utai seu proprio
rredito.
Kac he generoso rilar em falso para a mular de
nma ignorancia qae se s dic nao existir no aiversa-
He. Eu n'n f.iliei de Ir na I 1 do governo rom parti-
ruta/es, fallei Je coulralos. Se me refer oa 0-1
le- 0:11.11.' ilo i palavra trjtai*. emprrgada mi
arl. Jl do aclo al li.-ional. foi porque |a linlia decla-
ra Is que aquella lei provincial eslava compreheadida
mai ou menos claramente em lo.las a* hy pnlheses
e-tabeleci las por aqaelle arl. i>, para se rev.igair
nina lei provincial. Aqui Je cerlo eslava coaapre-
heiidida menos claramente, p oque he precisa ovo
argumento de analoga para poder apptirar a ranfra-
tea aquillo que se leve >-m mente quan lo se Telera
le tratados. O arciimentn porem era intuitivo. Se
a -alie.lona do governo m.perial. cura a qual canta
contratante, pode ser inalilisada |ela imprudencia
do poder provincial, niuguem confiara saais naqaeMa
sabedoria, c conlratando com o governo imperial
lera em vista esa conlingencia, e exigir eeadiree
mais duras.
Sabia en bem que na as-emblua provincial da Ba-
bia tiutia appirocido a idea de n.in poder sobre a-
quella estrada legislar a a-semblua geral. nooea p-
r-m me urcupei de semelhaiite que-slao. Emquanl
no. 1 lei alo IoIii.it o que lie estrada geral e estrada
provincial, ao poder a quem rmpele fazer easa bn
compete tamben decidir as qoe-dsies en aiieaeaa a
me lida que pssnm apparecer. Esse poder nao he
provincial, he o geral ou imperial.
Clilrdadeda estra la.Esta qacsi) era esseacial,
c parece ase aquella a que a naaecjSa do Carreta
Mercantil ligan raais imporlancia. e que mai- a ir-
rilou. Vej.iin ns tiomen e impelen!-s e ella apre-
aeatoo dados eslalistico com qae pudesse innrmar a
minba aaaaSCjae de a prestar a estrada aenheam
servara a rica leseara oxiatauas, e de eaUaolaar-oe
per Ierra incastas, e algumas caleris, procurando
um futuro, cuja rcalisac.ij se diflicalta, e ama meta
que Ihe to aiuda tange, c para mitigar a qual
-e ileiliuem os meios. Falla o Mercantil de la-
pogr.iphia da provincia, enumera municipios, eana
o tocar n um mooiripio longos e irregulares en
iias formas eeaea afta os nossos oo he piVr-se a
caso de Ir.ui-p'irlar seus productos, qae poden nao
ler a elle accesso fcil, c ja ler ootro meio de trans-
porte, que he a q e acontece, e se confessa at corea
poni.
.Niuguem deu como nfalliveis. e evado, iodos os
dados tstalislicn que se lem colindo naj nutras pro-
vincias ; quasi lodos elles sauTailivris c mcacpM-
tos. Se o Mrrcanlil lsse com meaos prear. upari o
que escicvi, lavia v ver qae. dizeodo n um logar
que era Pernarabuco ni o Iranspurte los genera qoe
prlas eslra tas hoje existentes vem daqueilas auara-
gens em dirccrao a ciJade, calculada a qoaab Iade
pelo ren lmenlo das barreiras n dado ni) lie lao
m.io prumclte dividendo- de 12 ', ; n'oulrn logar
dise eu que ns coiirt-ion.irios daquella estiada es-
t.ivam iiidivi.lualiiieiitr seguros de que el I a dar j sem
pro mus de "> por ceiito, mas nao de qae da 7 per
ceulo. Por ahi se veem os dcscvnlus qae se deven
dar a e.-sa> clculos.
Oa le niio ha d I .s que prometan nem : por
cenlo niugueui deve aveiilurar-se na espera de T
por csala. Bases 3 por rento mesmo, para a Haba,
anda nao se acliaiam. ludo esla no lularo. r eme
tullir, quando se falla de M annos, iada nn pare-
ce longo, lie preciso estar Banal Jo de rnlliaiiiima
para raciocinar assim.
Sempre porem se invoca n exemplo dos Kstadot-
l'nidos, i- quasi serapie com apphraclo mal teita.
Nos Estajos-1 nidos em regra as estradas de Ierro
sao como lodas as da Inglaterra, empreas pnramen-
le commcrciaes e sem garanta dejaru. Paran
Oeste nao se em judenle rain estradas de ferro d*
lado do iiccaiioseu.ii depois que all Inane ppale -
rao, cultura e industria capaz de as manler. Pete
Mississipe, pelos lagos, |>elos aann e por ms estra-
das de carro, he que loda aquella raaasa de emi-
grantes para ull) se transporten.' Depois que l
recies liverain productos Instantes para alie
l,UH) vapores que podem fazer :KI,lKSl viageas no
auno no Missouri, no i lino e no Missistipi. he qae oa
Estado do norte, ns grandes centros ctmsmerciaes
raais visteaos ds Europa do qoe a Viva-rlenos,
eomee.iram a procurar chamar a si por meio de en-
prezas cuslosas de estradas de ferro as prodacron a
viajantes daquelles Estados. Em regra Anerieaao
e.ma que ha do malar o urso quando o liver aa al-
cance da sua davina, mas nn Ihe vende a pella aa*
les de o ler estemlnlo a seus pe-.
Pretende a relacco do Corre io Mercantil asm a
eguir--e rigoto-o:iienle a lunilla dootrina, de que ss.
deve o governo garantir juros quandu Im e-pera, a
de >[Ue non seja necessario paga-los sempre salvos
casos uveep. n nao- a garaulia de joros sena am *i-
verlimculo. Eugaua-se. A garaulia he neceswria
para inspirar cuiiliaura. Cada accionista na he por
si capaz de examinar esses dados eslalisticos, o cl-
enlos de possivel incremento, de provavel de-eav-t-
vimenlo. A garanta do governo Danquillisa-o.
n.io so porque obra como apolire de seguro qae
afilara um mnimo de rciidimcnlu. mes porque fez
ver que quera po-sue es meios de mohecer toda
aquellas cousas, islo he. t govem .. arrisca aa en-
preza o seu diuhuiio. ) governo que salvo ra-
sos excepciouaes gnala juro a orna rmpreza qnc
nao tera probabilid.i.lc de o dar, obra com o mesoaa
impruilenda do segurador qae securasse am atavio
que neiihuraa prooabili J,-.Je lem de rhecar a sea
destino. O capitalista qoe empregi seo dinheir-
era arene de uina empreza em p.nz longiisqna, e o
elle dc-ronherido, qu.mdo sabe que < governo des-
se paiz recusa garautir-l.be um tazoavcl minian de
are, obra rom a imprudeinia do harnero quedewe
carga a um navio que as rompanlnas de seguro re-
i u-am segurar.
Nos casosexcepcionacs cm que por quaesquer imi-
livossc decide o govuiuo a peider ou anlesa gastar
diuheiro para obter una cslrada necaanria a ootro-
lins que nao oscommurciaes, ha moitas ronsidera-
roes a fazer, por excmplo :
1 .* Pode o paiz com eses gastos 1
.'.a dual he o meihoi meia de obter o desojaste
lim com o menor possivel sarrilirin do Ihesmar !
.1.' Qual he a occasiao opportona'.'
Eslis quesles nao se examiuaram na estrada da
Baha. Corupromeileu-se nesta empreza a barra
t

i
MUTILADO




*
parle pouco mal ou men, de sua renda provincial,
impoz-se-lhe por um lempo longo un onm qu e a
obriga a privar-se de poder oblar uielhoramentoi e
Denuncios raais necessarios e urgentes, de sohre-
carregar com novos itnposlos n nica industria que
tem.
Em. lugar deescogilar os meios menos onerosos
de obler o lim desejado, adoptou-se o primeiro que
em Londres apreseularaio especuladores iotere,ssaa
los na precipitado. Nao se examinou se convinh-
antet conlrahir um empreslimo, ou execular parle
das obras pur conla da provincia (como se lem feilo
em Franca), abslendo-se de cobrar dividendos em-
quanlo a cumpanhia roncessionaria nao ohlem 1.1
ou tal minino, ou tomar coro esta niesnia clausula
urna parle de suas icciiea, ele. Em lodos cite' ca-
sos o sacrificio era limitado, era ronbecido, e rio
'avia o absurdo, que ja occorreu nesta iiie.uiu es-
trada, de estar o dinlieiro a -I por cento, e us go-
venins imperial e provincial reunida* garanlindn 7
por oenlo. isto lie, o dobro, ociando a proporrao i-,
cooherida, ale por um controlo eelelirado, lie que
basta dar ponen mai* ou menos 1 per cento iicma
do preco os desconlos do Banco da Inglaterra par
adiar quem lome acees.
(janato a occasiao. era este o dado sobre o qual
mais oaiar.luieiile *e devia chamar a alleoefio dos
servidores c amigos da provincia e (lo Brasil. Tilo
aprosada, lao argente era esla estrada que nao v-
lese a pena examinar os casos' da guerra europea,
alim de ver se ella promeltia poura durarlo, ou se
Ul era a abundancia e siluarao dos capilaes que
rnesroo coin ella os juros podes*eiu baixar '.'
A redactan do Crrelo Mercantil refagia-sc na
cousideracao de poder a estrada ser de um iuleresse
nao cciinmoiiia! e sini poltico, o.....Jo assim fosse,
ahi tica demonstrado que se nao allenderam a con-
Ideriroes essenciaes, e nao se allenderam porque
era a empreza u das paixoes polticas e uao ilas
conveniencia* polticas. Estas provocan) o exama
maduro, aquellas precipitan! a acrio, e impedem o
estudo calmo e reflectido.
Nao vejo fin* polticos na estrada, nunca se alle-
garan! senao agora. O quesempre foi allegado foi a
itcestidade ou a grande vantagem de ir procurar
El Dorado de S. francisco,!) e que sempre appareceu
foi a inquielaco de ser ahi precedido por l'eruam-
bnco. Secom a precipitaron e com o systema adop-
tado lulo se coinprometteu aquello iulenlo, digao os
liomens imparciaes e capazes de saugue-frio. Sea
nutra preocupado era negocio de inleresie publico,
digam todos os Bras'deiros que as glandes quesles
,. uao se deixam contaminar do espirito de bairrismo.
"A Ierra he de nos todos, deixem os l'ernarnbucanns
lutar com as desvautageus do seu mao porto e da
maior distancia, e approvcitem-se os Habanos das
befaos que sobre soa Ierra lancou o Creador. *
Cunveuier.cia poltica".' Neuliuma oulra vejo nesle
taso acim das boas Balacas, estas he que permit-
iera os melhoramenios malcriad, desses Ir que nos
precisamos e qoenosbo de dar forra e riqueza. Urna
empreza que aniquilla as (aucas nao pode ser con-
veniente. Como homein poltico creio no futuro que
s prepara, mas uao no milagre que ha de salvar es-
se futuro dos malas que Ihe prepara a uossa inconsi-
deracdio. Desse [uturo eu espero gozar, por inuilo
remolo que teja, porque lenho filhos. Nao se me
faca pois lo odifferente. He porque o nao son que
com fro egosmo nao lavei as minbas maos, dizeudo :
qoerem arruinar-te, arruinem-se. Se livesse assim
feito nao estara eu hoje alvo de lana malquerenra.
lia uo nosso paiz grande indulgencia pata os pecca-
dos de omissao.
Clausula do resgale.Insislindo em ser crearao
minlia adifliculdade que cesultava da interpretarn
gramola tica I desla clausula, comer a redacrSo do
Correio Mercantil por dizer que o gayaron geral
me nao encommendara o sertnao, que o provincial
menos, que os contractos eslavam assiguados. Data
dizer que o governo imperial me linha mandado
plenos poderes para fazer no seu contracto as alte-
rarles necesarias ao andamento da emprozu, e foi
desses poderes que eu quiz aproveilar-me para a,
duas Iransaccoes que mencionei ler proposlo ao a-
genle do concusionario. Tivcsse a provincia envia-
do poderes semelhanles a mim ou a qualqucr outra
pessoa em Londres, as acres luiham sido emillidas
cm jnnho ou julhn com a garanta provincial limi-
tada a 30 anuo*, ou com ambas as garantas limita-
das a :U annos. Eslou seguro ilislo, porque depois
da partida do Se. Coelho Iratou-se de saber se era
possivel, no estado em que se achava o negocio e na
falta em que eu eslava de poderes para dar remedio
'aurar as aceas no rrfercado cora este prospecto. A
garanta de juros vinha a ser de t> por cento, havia
mais'1 por cento de amortizarlo com a qual no lim
de :!ll annos se obtiuha o capital, c cnlao ficava livre
ao governo resgalar ou nao a estrada com aquellas
condires da clausula citada. Depois de convenien-
te esludo foi esle systema abandonado su porque a-
berrava muilo dos termos em que as coccsses es-
lavam concebidas, e podia-se assim fazer obra cm
upposirao com o que ao depois tivcsse de levar a
Londres o Sr. Oelho.
A respeilo da interpretarn grammalical da clan-
sula do resgale, a argumentarlo do Mercantil libra
sobre este principio de hermenutica jurdica que
quando o sentido grammatical das palavras repugna
ao honesto e ao til, oa envolve absurdo, deve ser a
bandonado. A regra he saa e contienda, mas nao
he applicavel a Iransaccoes de dinheiro cm seme-
ntante caso; se o fosse nao havia contrato segure,
porqne a lodos os momentos as Iransaccoes pecu-
niarias poden) apparreer desses absurdos. Naquclle
rato era lano meuos justificavcl a applicaao dessa
regra quantn havia nos dous contratos clausulas du-
ras para o Ihesouro e thesouraria.
O absurdo da clausula resullnva principalmente
. das cirrumslaucias do mercado, porque laes podiam
ser ellas cm outros lempos que anda com aquella
clausula o contrato fosse um negocio de ouro. Sup-
ponba-se que urna garanta de :1' ou 4, de juro
bastaste, to operando a clausula do resgate no lim
de 38 annos urna parle do capital eslava ou poda
ser reembolsada aos accionistas, vista a immensa
vantagem dos juros garaulidos sobre os que eram os
regulares.
Desde 1815 o prero d<> dinheiro lem tendido a di-
minoir. e decerlo lempp al a guerra actual essa di-
miuuirio foi grande, (joneloida a guerra e passados
. os primeiros annos de embararos, a progressao dessa
baixa dos juros ha denaluralmeiile recoraerar. Clau-
ala* pols de contratos que tem por objeclo prero
da juros, quaudo os contratos sao para durar mulos
annos, naq se podem com lana facilidade considerar
leoninas em direito, apezar de que podem assuslar a
quem lem de empresar o stu dinheiro.
N3o era pois materia tao correte a applicaco da-
quella regra de direito; A interpretacao gramma-
tical era a que se devia suppiir arceita pelo conces-
tionaro e seus representantes, (.loando se Irala do
geverno elles entendem que este deve pensar antes
de conceder; pensassem tambero elles anles de a-
reilar.
Dada a necessidade de abandonar a interpretaran
grammatical e obvia, a argumentaran do Mercantil
lie engotihota. Ella porem sempre suppe que se
pode chamar divida resultante da garanta de juros
aquillo que he divida resollante da repartirlo de
lucros superiores a 7 :l(f. Ha alem disso urna sin-
gular confutan de ideas no trecho seguinte do .1/er-
iinlil: Segundo a clausula (1 os lucros exceden-
tes a 7 :l|4 sao enlrcgoes ao governo depois de dedu-
zido dalles o montante dos pagamentos felos a com-
pinhia em razao da garanta de juro; logo, se no
lim dos ti) annos existe fundo de anmrli/ ic.i.j ou
quaulia a receher pelo governo, he porque esla esle
indeinnitado da tul ilutad da garanta. No lim de
cada anuo, distribuidos os dividendos, se elles sao
meuores do que o juro garantido o governo entra
com o que falla. Se s3o superiores a 7 .')|1 o exces-
so he dividido igualmente entre o governo e n cum-
panhia. Desla somma o soverno paga-se do que lem
desembolsado como garanta do juro, e o resto, se o
lia, emprega em fundos ou aceitas para os lins men-
cionados no contrato. Como he que suppe o Mer-
cantil que os lucros excedentes a 7 :(|i silo entregues
ao governo depois de deduzidodellcs o montante dos
pagamentos fcilosa eotapanhia em razflo da garan-
ta? Seo governo beque fez essos pagamentos como
he que a eompanhia he que os dedal'.'
A clausula do contraa provincial por sua clareza
he que mais ambarara a argumentarlo do .I7erc,;;i-
Ht, assim cono era ella a que mais inadmi-sivel lor-
jiava o contrato. Esta mnressado pelo Mercantil
que segundo ella a eompanhia ficava obrigada a re-
por ao governo provincial o qoe liveise recebido co-
mo garaalia de joros; mas, ajouta o Mercantil, a
o clausola nao podeprejudicar a eompanhia, porque
na occasiao do retgale ha de a necetsariaraente ser
.Hendida nos ajustes com o gotern. E aa nao frf
E quem assegura a eompanhia que ha de ser? Don-
de vem o necessariamenle do Mercantil ? Se alguem
lal distesse a um einprezario, agente ou negociador
iuglez, elle respondia-lhe friamcnle : yu are not a
man of .iness. Nao sois hornera acoslumado aos
negocios.
Houve inlerpretacao autlieulica. atlii ludo decidi-
do, mas todos esses esforro* de hctmciieulira suhlil
la fora de proposito. Pana a certas incrcpar.es a
respaila deste negocio.
Rcrommeiiilara-ine o Sr. ministro do imperio nao
propilr alleraroes uo ronlralo. Eu nao as piopuuha.
Apoulando aoaIntanaMdoa urna clausula que Ihes
linha escapado dizia-llies que se podiam sahissem
com ella a publico. Knleodiam ellos que nao era
isso possivel e pedia.i a eliminar., del la. Esta podia
negar-sc, dar-se uraluilamenle ou a troco de concet-
toetjmtaa, e que nao impossibiliiavam empreza.
Foi o que cu fu para Parnambaco, e o que faria pa-
ra lialna se tdrewe poderes.
ti*Bo oe nmtmt qu>kt> few* de \ Mgo *t 18,6
Seguio-se a in.i esculla do poni de partida e di-
recc,au da linha, e depois o preci devido a caresta
da poca. A empreza que corD ."> por cento de juros
sobre precos rozoaveis podia ser al vantajosa, passou
a ser urna calamidade. BsMI deeises vicram urna a
urna, avaneava-se um passo setn Ihe medir ncui Ihe
conheeer n alcance, e sem pensar no que ia seguir ;
c qu.indo se moelrava a Decaasidada de dar segundo
passo, o primeiro sacrificio era csquucido, e o seguu-
do nao parecia (Ao grande. Nunca allribui esta mar-
cha do poder provincial senAo I motivos iiohres c
honrlo-, ao cuthusiasmu pelo hem do paiz. A*.p-
verei ao ronliario que da probi'ladtf e desiuleresse
daquelles liomen- de eslade eslava lio seguro como
de mim mesme: foram as mnhas e\pre*ses lex-
luaes.
t)s actos do Sr. ministro do imperio contrarios
ueste negocio ao meu pensar forarn dictados, como
eu ili-se, pela nalujal preferencia que devia dar as
opitiidet das autoridadea da Hahia sobre as minbas.
,. Desobedec ao governo uao guardando para rom Ee ef3 r,,s ,e >e Mw/t gjiir ,,elo proverbi-
os repraacDladlaa do concessionario a silencio que misMbe o neseio m.seu do nuc avisado noalheio;
ineordeuou o Sr. minisdo do imperio, a Imisle ; _alli n5 4e ln,ava de nescio, mas n.m sempre as
Mercantil nesla accusarau depois de estar por mim ap|,|icai.0.s das nielhores re em dao resultado iufal-
demonslrado que esse silencio era impotsivel, por- |jve|. "
que os coucessioiiarios de l'ernambuco nao o podan ,, ,. .,
,=r,iii.. a__.-. ... 1,0111 o ComeUM de eslado a ininlia dissnlencia
permittir, depois de eslar por mim dilo que espe-, ,. .. ., ...
r.n^n i..ir.....l ..... versou sobre nina quetlio de dircilo publico censu-
rando inslruccoes e poderes que eu pedir.nao devia ,,-.-,,,,, ,, i
a..=.>.i... ,. lucional lirasileiro. A redaccao do Mercantil sabe
desmanchar o que eslava fcilo a ravor de l'ernam-
buco, e que se podia fazer a favor da Babia ; cmlim,
de estar dito que o que eslava feilo a favor de Pcr-
nambuco, eslava reilo.
Com esta queslaV da interpretaran da clausula do
resgale pararam os^argumentos da redMfaa do Mer.
cantil, lina- Iheses a, lera para aquilatar a mora-
se deviao e-per.,r de meus
lidade e as vanlageasque se
actos nesla queslo:\ 1, ag
que Uta podemos neslas materias ler urna opiuiao
sem nochennos em desaccordo com os maiores ge-
nios que lori> esciiplo sobre a poltica.
Nao passam pois de insinuadles odiosas as seguin-
tes plirascscom que o odenlo escriptor quiz explicar
o meu pensamento.
Tresvariava, diz elle, o corpo legislativo ; en-
eslrada do Kio de Janlfiro esto aqu ao par, apezar j leal, coiilranava-o, hoslilisava a. Sempre sobmiuis-
de 7 por cento de garanta, c que as apolices do go- Irei ao governo imperial O) esrlareciinenlos que elle
oha grandes inconveuiienles ; 2, a estrada lal como
foi planejada.e como'foram reguladas suas enndicoes
linanceiras, lornou-se urna calamnladc para a pro-
vincia daBahia. Ja selvio como se racionan a respei-
lo da segunda ltese i lia primeira nao fallou o .1/er-
antil. Smente por incidente di/ qu? as arenes da
aranlia de7 por cento ti- louquecia^o governo imperial ; doudcjava o ronselho
de estado ; devancava o presidente da Baha ; dea*
accordava a assembla dessa provincia....
lie em derramar titania entre mim e o governo
imperial que mais M ucrupa O CoTTto Mirrantil.
Nao pardaocensio le repetir que eu ciintraria\a as
vistas do governo. obslava sua acr.in. cra-lbe des-
veruo de (i por cento e-lao cima delle.
Em primeiro lugar, etses 7 por ceulo sao aqui ga-
exige deseos representantes un exterior, que minlia
posicAo ni i- dava meios de obler, e para isso era eu
rantidos so por i t anuos passados os quaes-eulrAo (i,' uella collocado : sempre Ihe fallei a verdade
accionistas nos azares del urna empreza puramente
particular. Em segundo lugar, ha duvidas se o ca-
pital filado be ullleiente, de sorle que se em lugar
de .'is.iru cotilos forem despendidos i'.),lKK), o joro
garantido fiCara sendo s de ."> por ceulo. Em ler-
ceiro lugar, ha todas e rajes que eu dei para serem
preferidos pelo conimum do* empregadores de di-
nheiro, fundos do governo a -acees de compauhias.
Em quarto lugar, as acres por ora emittidas para
a estrada de ferro sAo de um Ido limitado valor em
compararan do dos fundos do governo, que Bao po-
dem tr influencia Dalles. NAo fallo anda de oulra
crcum*laucia.
Em l.ondrrs porem Iraiava--o de emillir em ac-
tes das tres estradas urna quaulia um pouco cima
de luda a divida do governobrasileiro all circulante
em apolices. A garanta era por 'JO anuos, o capi-
tal a despender ja litado lodo, e a superioridade do
juro garantido era de7: o, endo romo he aqui de
7 : (i. Todas estas cousas se devem ter em vista.
II.
/nsr/iuacoes OUotfff, e l'ara os redactores do Correio Mercantil lodos sa.
bean que o sticcesso das negociaras cm Londres pa.
ra a estrada de ferro da Babia, nao lie urna quesldo
simplesijiente de inlcresse publico. <>uem ueste ne-
gocio nao combina com o Mercantil he para elle al-
euma eonea mais do que um simples adversario po-
ltico ou lioanceiro. Claramente exprime elle o re-
ceia de que a publicarlo de mirillas opinioes possa
causar algum embarazo aquellas negociaees. De-
via ler examinado essa aneado antes de provocar-
me a emitli-las.
Eslou aqui des le o principio de nnvemliro, e nem
aqui nem cm Londres puhliquei jmilarousa algu-
na a semeilianle respuilo. Nao sou porem tao fatuo
que pense poderem argumento* c opinioes ja pro-
fessados |iur horneo* tonu. -lenie adquirir mais for-
ra de convicrao s porque eu os adopto. Quaudo
pois live lie fallar em miuha defeca nao vi razao
para desprezar atea ateta. Nao sei porque quando fa-
za perigar miaba repatafio c me collocava n'anta
luz odiosa routava o Mercantil que eu dSo usasse de
atiaba) armas.
Dadas as mnhas opinies sobre os inconvenientes
daquella empreza, afta havia razao para eu me reler
em laes ru*< umslancias.
A irrilacao do Mercantil, produzida por aquelle
receiu e augmentada pela impotencia de destruir
rertos argumentos, o levou a tralar-me como inimi-
go que he licito fazer guerra de pana d c de vene-
no. Nao se oceupou tanto de refutar-me romo de
fazer-mc mal, e um de seus primeiros meios de hos-
(ilidadc foram ot esforr,os para malquistar-ine rom
toda a provincia da Baha, onde deve suppurmc cer-
lo numero de amigoi.com o goveruo imperial de
quem devo depender, porque estou na carreira dos
empregos de conliaura, com cerlos ministros espe-
cialmcnle que elle sabe lerem depositado em mim
lonliine i e me serem allerlos.
Creio que pouco conseguir o astuto escrip-
tor, mas devo inutilisar algumas de suas diligen-
cias.
Quanlo a provincia da Baha, eu a amo como par-
le do Brasil, romo aquella em que se dispulou a inde-
pendencia, em que cumecou o primeiro contingente
de nosso caliedal de gloria desligado da tiadi(Ao co-
lonial porque uessa tambera ha gloria eu i amo
como urna das mais Ilustradas, como urna daquellas
cm que teuho maior numero de coinpauhciros da
unidla adolescencia. Hrocure servida no que pude,
nao rae eulrinrheire era um tria indiflerenlismn I
seu respeilo. Pon ter-me engallado, mas creio fir-
memente que pastado o momento do cmhusiasmo se
me iar all Justina, se he que nina grande parle da
provincia ja nao a faz.
Quanlo ao governo. neuhum hornera, iienhuin
goveruo he infallivel. A cada passo se eslAo reco-
ubecendo pela experiencia erros nal leis e nos actos
goveruativos iniriados, sustentados, executados pelos
li ou,cus de e-i ido mais eminente- e volados pelas cor-
porai;es ou assemhlas mais illustradat. lie que el-
las todas sAo couiposlas de liomens, e estes por to-
da a parle lvam as fragilidades da uatureza hu-
mana.
Era todas as tuas deeises podem influir pat-
ita pequeas e paixes grandes, incuria, curleza
relativa do eulendimento, quo lieos Ihes deu limi-
tado.
m dos maiores estadista* da Eurepa. discutiudn
ha hem pouro rom oulro de igual forra sobre os inle-
resses de seus respectivos paizese da Europa, Ihe di-
zia: a Vos sacrificis a grande poltica pequea, a
O historiador mais enthusiasla de Napolcao, al le-
gatario e:u seu testamento, fallando da marcha sobre
Moscow, altribue esse erro vaidade pueril do gran-
de hornera de augineular a lista das capilaes inva-
didas.
Montesquieu, depois de dizer que Julio Cesar li- que nao tivcsse
nha quasi lodos os vicios c nem um s deleito, se
exprime assim a seu respeilo : a I m amor lawo o
tez experimentar quatro gaerraa, e por nAo ter evi-
tado as duas ultimas repoz em questao o que fora
decidido na l'harsalia. i> Emliiu, para nao aecumu-
pnmi cora frauque/a o meu pensar. Nunca entend
que um ministro do imperador era as curtes es-
Irangcira* um simples moro de recados sem respon-
sabilidade, mas nunca delseide execular com leal-
dade asorden* do gaverno, urna vez que a poca da
discussao, das infonnarcs c das represenlares es-
livesse pasrada. A idea de o ler hoslilisado c Ir.diido
be do ilimigoque agora se me rnoslra, e rom elle li-
Cara.
Aqui e-I, n ha mais de Ires raezes, vivendo era har-
raonia com lo.los os ministros, servindo-o*, como
devo, uaquillo cm que me uceupam ; anda nao lm
cei mao de nem um sai dos meios que se empregam
para hotliliaar uina a.lministraraa. Mas os catorros
do Mercantil nflo se limitnn a essa* aecusare* va-
gas, |iriieura tactos torturados ou falsos, e invena
proposicoes. Dous exemplos bastaran :
1. Diz o Corre} Mtr<'mntil que eilci trechos de
cartas conlidenciaes a inhiba volitado. Engana-se.
Nao publiquei nada desse genero. Os escriptos secre-
tos deixam de o ser qaando quem os escreveu Ibes
da publicidade. Eu publiquei em resumo, porque
isso exisia a necc>sidade de defender-ine, trechos
de nina urdeiu ministerial de que o Mercantil linha
couhecinicnto, e que citara incorrectamente.
Nao ha pois segredo ncnhiim Irahido por mim.
'2. O segundo evemplo anda denota mais ma fe.
Diz o Mercantil: Nao hastava E\c. trazer sem-
pre a luji'l os seus:serviros na questao dos em-
preslimos, dando a entender que os Srs. atonde
de Itaboraby c inarquez de Paran na gerencia da
reparlicao da fazenda era vez de expedirern ordens
ao ex-minislro do Brasilera Londres, as rccebia
a ,l-i II i.... a
Estas palavras snjiodera a|ludir a um trecho da
miaba exposic.ln sobro a estrada de D. Pedro II,
porque he o uniro em que fallei dessa materia para
mostrar que cu au podia ser lachado de facilitar
juios excessivos. As mnhas expr*ses foram as se-
gundes : (i Depois dos ministros da fazenda, de cu -
ir jas iostroccSea fui fiel e zeloso interprete, neuhum
,r homein nesle unu. J fec tanto como eu para abai-
'i xaros juros que o Brasil paga por sua divida em
o Landre*. Veja-se pag. 7 do foihelo.
A redaccao do Mercantil engana-se calculando
por semelliaule modo iuteressar na s ia querella, ou
na sua viiigaura, a susceptihilidade e amor-proprio
de liomens lio superiores a essas miserias, que me
coiihecem, que rae deram poderes raais ampios li-
mitados pur convenientes iuilruccoes; do que jamis
se lera delegado a Brasileiro algum fora d imperio,
e que se inoslrarara em geral satisfeitos coin o uso
que delles liz.
III. i
Jf /i/hi/os e os doeslnf.
l'ara docstar-iue a redaccao do Mercantil tortura
e altera tarto- ronhecidos al por publicaees feilas
em sua incsma folba, c nesta iposma discussao. Por
exemplo, repele umitas vezes que eu eslava incum-
bido de contratar a estrada de l'ernambuco, ou de
formar cumpanhia. lie falso. Essa eslrada fura con-
cedida pelo governo imperial a dous liomens dignos.
Esles lizeramsuas transacres om Londres com um
capitalista e nm poderos iVimtrakfdur de obras, sem
euserouvido. Enviaran) engeiaheiro levantar ptaa-
las, e fazer ornamento ; esse orramonlo foi appro-
vado pelo governo sem eu ler que dar inforniarao
alguina era ser para isso competente. Seguirainse
os embaracos do mercado moni tarn. Veo ilepois o
juro addiciunel de 1 por cen i. S cutan he que
dando-ine o presideulo de Peni ambuco poderes para
ajamar as condices cora que p idiam ser dados os
por cento, me fez entrar em cr inmunicarao oflicial
rom os ciuiccssioijrios e seus associados. ludo fui
enlre ana rearado a sali*farao de lodos. Fallou po-
rem o coulrulador das obras. (Is orramentos foram
declarados insuHiceiilc*, o por
emillir as acres. Vcio um de
Kio de Janeiro obler um uigm
isso na se poderam
* coucessioiiarios ao
Mito de :!7 por cento
no orramento, o obleve-o. Naoi ha pois pretexto ne-
incumbhjo de cou-
auiar-ine uegociador
nhum para dizer que en estav
tratar esta empreza e para
mallogrado.
Naoperdca redacrao do Mercantil aceariaaalga-
ma de dar-me epithetos odiosis. de apresenlar-rne
como um Chimborai;o de orgu
ido um perverso que faz serv
raneare* e desaleires desaire i
iiiinra live reiaeosi. Emlim
arligos daquella folha um leiido de insulto* ; talvcz
cu Iba leiiha reilo servico no auiriin de muila gen-
te, dizendo quo uo meio dessis ha tambera argu-
mentos o raciocinio*.
lio e de vaidade, co-
ua posirao ollicial a
rao a gente cora quem
oto* sii lni vi?lo nos
lessfcs
PERMAMBBCD,
PAGINA AVULSA.
l'edimos a lodos, al por raridade, que quan-
do se seulirem com lal oo qual indisposicAo ou dis-
p"-iean para a epidemia como sejam, diarrha, lan-
guidez, caimbras por menores que sejam, ele, etc.,
procuren) estando nenie cao os bo'pilaes ; pois tra-
tados em lempo serio com quasi certeza salvos do
perigo.
Os encarregados do hospital de Nossa Souhora
do I ivr.iinenlo recolheram a urna das enfermaras
urna enanca de dous anno. orphaa, e que gemia em
una cocheira, se uao nos engauamos, aftectada do
cholera ; esse orpbaozinho be do numero de ccnle-
nares que se achara entregues a orphandadc e mise-
ria. Achate boazioha, vestida e entregue a pessoa
que caridosameule se incumbe de educa-la. Nao lia-
vera caridade em nosso Pcrnarahuco .' Soba o que
nos falta lie quem di>o exemplo, que salle por cima
dos prejoiioe, dos inlerestes, do egosmo, do terror
e aprsenle aos ollios do pobhco um desses actos co-
mo os que acabara de pralirar os encarregados do
hospital de Nossa Seuhora do Livramento.
A Exma. Sr. D. Annunciada, viuva do tinado
Sr. Ilercalauo, poz a disposicao de lodos o* doeutes
mais ou menos longinquos, a sua habitarlo, seus car-
ros e pageus para a condiirAu dos rubores sacerdo-
tes que forem para all condutiudooSanlssimo Via-
tico. Essa re.-peila\rl senhora, religiosa como he,
sabe prrfellmenle que para honrar a Dos tudo he
pouco. Ou isso ou um qutrlinho immundo para nel-
le se receher o Enle Suprimo !
A cata mide se diz jegar'na Capuug, he pro-
priedade da Sr". viuva Lasser, e nao a mesma era
que essa senhora mora.
O Sr. I.niz Antonio Vleira lem sido por Fora
de Portas o medico do povo.
OSr. esrrivAo F'erreira (em sido incansavcl em
arcudir os seus vizinhos ; de sorle que inferimos que
s a pobreza ale tivesse qnem tanto se condoesse del-
la, nao loriamos mais um pdhre desvallido para sei
mente.
Alguus mdicos desses de palto lemem-se estar
em contacto com um cadver cholenco, o Sr. Dr.
Netlo acaba de dar om exemplo de coragem c humil-
dade, curvando-.e ante o leilo de um, tirando-o o
acondicionando-!, oo raixao! Seria porque.o Sr. Fiel,
lo quizesse destruir esse grande bice, causa de taula
falta de caridade geralmeiile|iios hospilaes '.' Se foi,
leve bom clleilo ; porque uo hospital de Nossa Se-
nhora do Livramento jpor ora) vai-secomprthenden-
do o que seja respeilo aos morios, caridade aut dcti-
les e cuidados aos vivos.
Pedimos ao Sr. Dr. subdelegado da Boa-Vista,
que atienda aos reclamos dos moradores da estrada
de Juao de Barros acerca damalanra do Luna.
' Consta-nos que o hbil acadmico que parti
agora para a Eseada, he em verdadeiro fatalista ; a-
lm de pedir que coma-se e heba-se a disposicao sera
eslravagancias, he feliz tos seus curativos : mis o re-
commendamos aos nostos irmaos da Eseada.
l'ergunla-se a certo acadmico se qoer pastar
porhomem de hem ? I'ois se quer, meu joven,
nao esteja de publico em menore e era mangas de
camisa jelosia de una rafamea, arrobando com o
maior cynismo a opinio publica.
O hospital de S. Jo*o, te hem que por tuas
tristes circumslancias pobrissimo.vai preenchendo sa-
'isfactoriamenle o lim para que fui insliloido.
lie fallecido um guarda do consulado. O lu-
gar precisa ser desinfectado.
Mocidade e caridade.
I
Me nuil", a cliuva cahe com grande ruido sobre
a trra ; sam dez horas As ras eslao desertas, a,
casas fechadas, Indo he silencio.
Mas all, naquelle becco eslreilo e immuudo, lia
urna pequea casa donde sabe um pouco de cla-
rAo.
Nao vos disperla a curiosidade, sabes o que all se
passa .' I. iremos.
II
Oue contraste !..- nao ouves aquella rouca voz
eslropianda um bello edaco do Trovador r He al-
gum Joveu, que tened BTaV seu passeio, se di-
rige para casa. <
Mas elle para ? Atiende para a casa que vi-
mos ? Eucarainlia-se para ella ? !
Sigamo-lo.
III
O joven por uos seguido, chega a porta, ouve co-
mo niissurdos gemidos ; sempre canlarolaudo, nao
hesita ; e porla, ao primeiro impulso cedeu, e
elle entren.
Interrumpe a sua aria para eselaraar : Apostacam
r/iiem worreria primeirn. E conlinuou .i cau-
tar.
IV
i^ra cadver sobre um estrado, urna velha uos pa-
roximos da morle, una molher que mesmo acabru-
nbada pela molestia era bella ; erara as que gemiam,
tres crianras, doas das quaes moras e urna lerccira
a chorar com Tome...
Eis a miseria dessa casa, eisonde o maldito viajan
le rio-se lauto naquella noite.
O nosso joven proenroo agua, achou nina jarra,
e encuendo orna cassarola, po-la ao fogo, que aleou
com un* pequeos cavacos.
Depois sabio apressado.
Nos nao podemos vista de tanla dedicaran, dei-
xar de acensar-nos, por termos estado indilTerenle,
durante os poucos momentos era que isso se passou.
Entramos, e de algumas provises que havia a vcud.
pouco distante dessa casa, compramos e demos a um
dos meninos que mais chnrava.
V
Enlrou o canlorolador, e vendo o menino a comer
exclamen : OA .' meu fedelho, onde firose essa sorte
grandef Depois correndo Uouxe a ra>sarola, c di-
rigindo-sc a doenle o seu pasmo duplcou.
Como est gamenlia como j grita alto!
fjual seria o maganao que assim logrou-me ? dis-
se elle, e foi applicando tima beberagein i enfer-
ma ; o ao depois, deu-lhe uto pediluvio ; emlim,
o,ui cessou os seus cuidado-, sen o ao romper do.dia,
quando ja estavam livres do perigo esses desgrana-
dos. O enterro s pela manlia sabio.
VI
Oh! caridade admiravel! Oh alma sobremodo
hemfazeja.
Nos o vimos chegar i urna casa izinh.i. e entre-
gando IO5OOH rs. dizerSoa ewarregado por urna
rommissao bene/icente. cenho entregar-llie ene di-
nheiro para tratardes dessee in/clizes, tend pieda-
de delles pelo amor de Dos ; e retirou-se.
Nos o seguimos, e nao podemos deixar de dizer-
tlie : He 1 oivave!, o que pral'cuu he sublime !
Causa lastima ver-se no amoraga deinspecto-
Hello, colleclor Domingos, iospeclor Delmino, que
tao digoot de lodo elogio.
O Dr. Adelino anda guarda o leilo, e enlsta-
me que hoje esleve bera incommndado; porem o
iilg.iuin* fora de perigo.
lia incommodado o senbor advogado Amaral po-
rem nada tem de cuidado. Dos o livre do cholera.
(Carta particular.)
1IIni. e F.v 111. Sr.Accusamosa recepeao do officio
que V. Etc. dirigi a esla coramissAo, datado da
b ni tem. cm que coinmunca a uomearAo dos rida-
,i.lo- Antonio da Cosa llego Monteim e Hemelerio
Maciel da Silva para membros ilesla commissao, islo
era virtude do nosso pedido por achar-te reduzido o
pessoa I ra mesma.
Ditos Horneado*, promptamente se appresentaram
para parlilharde nossos Irahaliios, lendo o primeiro
encarregado-se das fuuc;oes de llietoureiro era vir-
tude de ler o tenenle-coronel Franca de mudar no
hospital o coronel Figueiredo que all se acha ha 10
das.
O memlir.i lerein-iiomeado nao preslou-se a fazer
aquella muda eiu conseqiieitcia de nao poder afas-
tar-se de sua casa por causa de pessoas doeutes de
sua familia, que eiigemlsua presenca.
Pastamos as raaos de V. Exc. a conla demonslrali-
va do estado da caita desla commissAo, em 1\ do
niez prximo passado, bera como oulra daquelle dia
al honletii, mostrando um saldo de ri7*JUIl, que
foi entregue ao novo the*oureiro, bem corno os ub-
jectos de roupa e cometliveis que havia cm ser.
O numero de pessoas soccorridas por esla commis-
sAo de medicamentos, alimento, roupa e dinheiro,
passa de (rtenlos, das quaes remetiremos breve
urna relacio nominal a V. Etc. o que nao fazemot
ja por nos faltar lempo.
O jnoviinenlo du hospital 1101 III dias decorridot
de %i~> do mez prximo passado at houtem foi o se-
guinte :
Enlrarara doeolet
Morreram
l'tveram alia
Acham-se no hospital
56
W
x
8
Se viessem para o hospital os cholencos logo qoe
sao atacados, teriamos o prazer de dar maior numero
curados, tuas quando recorren) ao hospital ja estao
morios.
Dos guarde a V. Exc. Sala das sess es da com-
missAo de henefirenria parochial de S. Jos do Re-
cife i de merend IXjH.llim. e Exm. Sr. conse-
ira Jos lenlo da Cunha e Kigueiredo, muilo dig-
Iben
no iresideule da provincia.O conego vigario, Lou-
re' o Correa de S.i.Joaquim Bernardo de Figuei-
redo,Antonio da Costa Kego Mooleiro.Joaquim
L. Monleiro da Franca.Hemelerio Maciel da Sil-
va.Eduardo I rederiro Banks.
Deinunstracu do estado da caixa da commissdo de
beneficencia da freguezia de S. Jos, em 5 de mar-
co de 1SJG.
Heceila.
Saldo da cotila fornecida em it do mez prximo pas-
do.............KSftcfJ
Kecebido da suhscriprao voluntaria, a saber :
De Eduardo F'rederco Bancks
De .Manuel Joaquim F'erreira Esleves .
De .Manuel Jos Dantas.......
De Jote llyginodfi Miranda.....
De Verissimo Jos Moreira.....
De Derruirlo Macedo de Mendoura. .
De Joaquim Francisco de Azevedo. .
De Francisco Xavier da Fonseca Couli-
nlio..........,.
De Joaquim Mara de Carvalho. .
De Mana Joaquina de Mello.....
De Jeta Francisco Regs dos Aojos .
De Manuel Antonio ,i Silva Moreira .
De l.uiz Pereira Vianua......
De Joo Saraiva de Araojo lialvao. .
De Alexaudre da Silva Fragoso. .
De Juao de linio Correa......
De Lauriano Jos de Jess......
De Joaquim Lucio Monleiro da Franca
:ii)30iki
20S01I0
lJOlKH)
105000
10SOOO
103000
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23000
i)000
23000
I9000
1 a^sjoo
I005OO
-rturooo
Paleo de San Pedro n. O, casa abandonada, mor-
reu um prelo.
dem n. 17,casa de Joaquim Antonio de Albu-
querque, morreu urna inulher parda.
Travessa da ra da Roda u. Hi, abandonada ha i
dias, morreu um homem.
Kua de San Francisco toja n. G A, abandonada ha
1 dias, morreu urna mulher prela.
Dita de dito 11. :l abandonada lia 4 diat, morreu
um prelo.
Roa do Senhot Bom Jcsus n. 19, casa de Thoma-
xia da Silva, morreu urna menina.
Becco do hospital do Paraizo 11. O, Sabina de tal,
morreu urna mulher parda.
Freguezia de San Jos.
Pateo do Ierro n. i, casa de Mara de t.d, morreu
ella.
Ra Augusta n. II, casa de Joaquina Mana de
Mnraes, morrea ella.
I'ravetsa do Ouru n. li, Fraucisco Jos da Coila,
s morreu elle.
Dila da ra Augusta n. 5, Felippe Neves Pereira,
s morreu elle.
Ra Augusta n. M, casa de Clara Maria das Vir-
gens, morreu ella.
Dita dita .1. 28, casa de Romn Joaquim, murreu
elle.
Cinco Ponas n. 158, casa de Daoiiana Francisca
da ConceicAo, morreu ella.
Ra do Forte n. I, casa de (Juiteria de lal, mor-
reu ella.
Roa Direita n. 120, casa de Maria Ferrera da Sil-
va, su morreu ella e I hornera.
Becco do Marisco n. I i, cata de Antonio Lopes da
Silva, morreram 2 pessoas.
Ra do Caldeireiro n. .jfi, casa de Audrc de (al,
morreo um escravo.
Pateo do Terco n. 25, casa de Hirela Maria de
Jess, murreu 1 homein e 1 esrravo.
Freguezia de Reeife.
Ra de Apollo u. 21). casa de Human Antonio da
Silva, morreu um preto escravo.
Becco do Cim pe lo n. 1, casa de Maria da l'enha,
morreu dita.
Seuzala Velha 11. 6, casa de Maria Js do Nasci-
menlo, morreu a dila.
Ra do Codorniz 11. 0. casa de Fauslina de lal,
morrea a dita.
Dila do d-.lo, segundo andar da casa de Jos Ca-
berlo, morreu o di lo.
Ra da l.apa n. 3, casa de Maria Htate, motreu
a dila dona da casa.
Ra do Amorim n. 21, casa de Clara Dias Mon-
leira, morreu a dila.
Dilado dilo n. 21, casa delguacia Maiia da Cou-
ceieai), morreu a dila.
Ra do Pilar 11. 9, casa de Maria Izidia, morreram
2 pessoas; ^abandonada.)
Ra do Oriente n..l, Mathildes de lal, morreu a
dita.
Kua do Areal 11. Rosa de lal, morreu a
dita.
Dita do dito sem numero, casa de Joo Antonio,
dos Re-,morreram :l pessoas.
Largo do Pilar n. 2, Manoel Pereira, morreu o
dilu.
Roa do Farol n. 22, Joaquim Francisco Simes,
morrea um escravo.
Ra do Brum 11. 1, casa de Jeronjmo do A. Reis,
morreu urna en mea.
Ra dos C-uararapes n. 2b, casa de Adriana de
tal. morreu a dila.
Travessa do Chafariz n. 8, casa de Rosa Maria dos
Passos, morreu a dita.
Ra do Pilar n. I2S, casa de Ignacio de Carvalho,
morreu o dilo.
Travessa de Apollo n. 2, casa de J0A0 Antonio da
Silva, morreu e dilo.
Ra da Seuzala n. til, casa de Joo Vital, morreu
urna er anea,
Disinfecces : Total do dia 9, 19 ; sendo 5
casas na freguezia de San Jos, (i na da Boa-Vista,
8 em Sauto Antonio, e 20 na do Reeife.
Total ateo dia 10,71.
Guslaco Lizeazcnot'urlada de Mendonra, encar-
regad da cooservaco e dislriboic.30 dos agentes
desinfectantes.
SMario be ^cmambuco.
Recebido da rummissao central por mao do
Sr. commendador Luiz Gomes 1 en eir,
em 28 do mez prximo pastado .
OOCilOO
1:0.39181
espe.-o.
Ao cirurgao Marques, dinheiro Torneado
para soccorro de momento .... itOjOOO
7 l|2 arrobas de carne fresca a diIIeren les
precos........... ,"i73920
2 1|2 ditas da asucar refund..... Uta 160
I ditas de bolachas........ 2lol20
8 gallinhas a 13200........ 93600
1 barril de S.- de vinho do Porto. 853000
.'li garrafas o 9:1 garratiuhas para 11 dilo 103160
Desinfeclaute, acido sulphunco e perxi-
do............. 6.3280
2 libras de linhas para costuras .... 23VO
Ao inspector Izidro para eo idjuv u un de
fogueiras.......... 13:100
Soccorro de diuhciro em lo dias. 2:l'.i-iiMi
20 pecas de algodAoziuho, 400 jardas a 180 723000
1 iralilicae.i 1 ao cobrador da subscriprao .'(-300.1
I barril de alcatrao e diversos carrelos litfJll
Despeza do hospital.
8 fogareiros de ferro....... IO38OO
:l cargas de cervato........ 8.3JO
:l lafioas para laholeta* e armarios 63100
i lampeoe- grandes...... 83320
Cunta de cha, ararula, sag, ele.'' :i-i;.mi
10 pecas de madapoln para envolver .'IO38OO
I habito do Carino para envolver a enler-
_ ra que fallecen........ 103000
Conla de despezas miudas paga ao mur-
domo............ 163010
importe da folha dos empregados, de 2j a
29 do passado."........ 217^900
Feiaaduras, dohradie.i*. e pregos I-ii, 1
Saldo em dinheiro entregue ao novo ihe-
aoureiru, Antonia da Costa Reg Mon-
8883I70
leiro
S. E. e O.
127-014
Rs. i:0i;>l8i
NOTA.
Rccebeu-sc da commissao central por vezes pe-
ras e iOcovadosde baela.
Recebeu-se do Sr. commendador Luiz Comes Fer-
reira, 8 cobertores seus.
Dos gneros e roupa- comprados lem-se fornecido
o hospital do que lem necessilado,
A roupa e genero, em ser nesta dala foram entre-
gues ao novo Ihesoureiro.
Freguezia de S. Jos 5 de marco de 1856.
Joaquim L. Monleiro da Franca,
Ex-lhcsoureiro membro da coramissAo.
REPARTIQAO DA POLICA
Constando que us caixoesem que sao condujidos
e sepultados os cadveres do* cholencos, sao cons-
truidos de modo que depois de pregados deiam
exhalar miasmas.pois que alem de mal fechados >do
os fundos leitos, nao a semelbanea dos lampos, po-
rem com Iravessas esparosas c mal seguras, c con-
vindoprovidenciar lal reipeitu e deforma que se-
ja observado restrictamente o arl. 2ido regulamenlo
de 2 de junho do 18.it dado para o eemterio publi-
co ; o Dr. ebefe de polica recoramcuda ao Sr. Ma-
noel Goncalves Agr, que fara desde ja cessar o
abuso que se lem dado na coustrocrao dos referidos
caixcs os quaet devem ser felos de maueir lal,
que depois de encerrados nelles os cadveres, fi-
quem convenientementa fechados e por 11100*0 que -
rebci urna existencia que surge, e (edia-se um m.
mulo enlre lagrimal e solutos para encerrat anM
exisioncia que desjpparece.
Entretanto subre o berjo esvoacam as gVirai e
os sollrimentos da ida, e sobre o tmulo paira, a
paz e o descaiica da morte.
Kntietanio a berro, que he de ordinario um livm-
uo geiiuililiaco, que faz estremecer de alegra o'ea-
racao materno, e lambem o preludio de urna syat-
phonia sentida e amarga, cujas ultimas notas san) a
agonas Ju (lassamento, e o tmulo, que be sempre
um episodio de dr, escripio pela ntio da norte;
o tmulo, que lie orvallado pelo pranto do or-
l'liio, da viuva do amante, he |>ara os justo am
dos adylos da religiao, porque ah se reeoihcm elles
do longo jierigrioar da vida, porque ahi ptaaaaa
Dos o marco milionario cm que o viajar rateado
encontra o reponso e a pa/., porque ahi linalnteaae se
olcane.i a* n!ompcnsas e os triuraphos verdadeiret e
eternos.
Entretanto o beren svmbolisa a materia orgaai-
saJa e pcrreila em allianca com o opirilo acaabado
c imperfeito, c o tumulo ao coniratio, rei.re.eau a
espirito puri6cado lelos solTrimentos da trra a
romper o involucro material, que o nao podcaaMs
comer, porque se encaminha para a completa disao-
lur,ao.
Porque se ama tanto a vida onde se agitam da
continuo os viejos torpes, as paltes rdea lea e aa
duzejos immoderados, e se teme tanto a morte d*oa-
de surgem as ideas mais consoladoras e sablimes 1
Esse aprgo demasiado as cousas da Ierra, cate
terror pnico da morle nao serio o lestatnaata* da
urna incredulidade tanto mais rriminosa qaaala
mais offentiva a bondade infnila de Daos ?
Feliz daquelle que se nao atoln no tretaaaal da
vicios, que inliccionain e deturpam o genero huma-
no, e com a placidez de urna alma etcointada das
iuipuraaas lar rustre*, encara a vida como urna viapam
que he pre-iso terminar, e approxintac jo da aaar-
le ruin a alegra do navegante que descobre no ho-
risouie 0 porto que demanda 1
A morle he pois o termo da pengrinar.io espa-
lo ra, Calam-sa ahi as paiv.de* e a raais, ,~~
dendo o seu lacho, deixa correr sobre a I
sepulcro, o juizo dos homens, deparado da
cao mundana c sem o amarullio caudalosa des aii-
cios. O julgameoto que ah se pronuncia deve
sur sempre recto, porque o juiz du boje sabe aae
cedo ou tarde Ihe cabe a vez de sentar-se limhatn
no banco dos reos.
Arcudiram-nosao pensamcnio estas reflexoatae
ter a noticia da prematura morte do Sr. Dr. Ma-
noel de Albuquerque Machado juiz municipal da
Brejo, cujos serviros como medico, e coma protec-
tor da pobreza desvalida daquelle lugar, onde a
cholera apparecera com muila inlensidade, sao ama
prova irrefragavel do seu desapego vida a de
quanlo o san espirito desassombrado das v.ias praac-
cupaces d'esle mundo, se arha fortificado pela coa-
soladora esperant.a de urna vida e de ain meado
melhor.
O Sr. Dr. Machado, magistrado iniclligenie e
lionrado, cque apenas contava vinte e cien aaaoa
de idade, tinha-se enlacado na mu distincta faati-
lia do lllm. Sr. coronel Francisco Aires Caralna-
ti Camboim, esfiosando em i-elemliro do anao pro-
\ i 1110 passado urna (tilia deste senhor.
1.0--', que o cholera rebentou no Brejo. laneou
elle ui.io de uina carteira homcopalhica e com urna
abnegar io evanglica, s>;' entregos! ao curativa da*
pessoas accommettidas da epidemia Foi im laaa
vel em-soccorrer aos aflectados, c lano que, taarlo-
Ihe apparocido os primeiros symptoma* da manan
molestia, desprezou os seus por amor de accadir e
aliviar os incomtnodos do* outros. Bem dapressa
se vio impossihililado, pela aggrarsrio de saaa mf-
fri luenti's, para o encargo penoso, que tomara sobre
Era fumoso Iratar-se, te nao por
amor de si, ao menos para entregar-se de novo ao
glorioso ministerio de restituir a saude e a vida aa*
seus semellianles. Comecou pois a medicar-a*.
Mas nao era o amor do prximo a unir virtud*
que distingua aquello excellenle mancebo -. elle
dava de Bajr, um desses raros exemplos de aiuor
conjugal, c foi a victima incruenta do alerto lum-
inoso que ron-agrava a candida rompanhaira de
seus dias.
Sua senliora, fura como os mais, iiiiiaanullnli
lo cholera, e sua vida corra Unto pf.ig". que se
I'erdea-se na tarde do dia do correnle o vapor
Margue: de Oiinda, na barra de Uotanae, no lugar
denominado Coroa do Canto, em frente da povoa-
Cao de Carne de,Varea. Scguudo dizera os passagei
ros. que hontem chegaram a esla cidade na barcara
.\oca I icloria, a parda do navio lie total, porquelse
abri de meio a meio. Ilontem mesmo devia sa-
bir daqoi o vapor Beberibe alim de conduzir o res-
to dos passageiros. Felizmente nao temos que la- \xl>s hombros,
mentar perda de vida.
-~t35ffJa*
Qunla-fera 13 do correnle dar cuneen a com-
missao nnraeada pela cmara municipal a abastecer
o mercado de carnes verdes; mas como anda Ihe
nao'chesasse gado do centro, e o pouco que lem Ihe
le; 1 eu-iado caro, ser a carne vendida, por me
quanlo. a -JUjrcis a libra.|
Hecebemos hontem noticiasde (iarauhuuscom da-
la de 29 do passado. A epidemia con'inuava a fa-
zer terriveis devastares ua povoacau da Crrenles, | .
cuja triste -ituacio. diz urna carta que temos dianle ijul'-ou tndtspcnsavcl soreorre-la com Vs ullimos sa-
dus olhos, ski se pude comparar cora o quadro deso cramentos. Tanto que o Sr. Dr. Mirtitrlti oab
lador dacidade de Sanio Amaro na Babia. Cjm a d'btt, abandonou o IraUmento, retfeitou a rotmd.
emigraran de vanos nonios da comarca para dentro ______ ... T ...
da villa de liaranhuns.os casos falaes ja se iam mu-1 c esPe'oa '""I"'" a morte, |>ara Mmparulliar a
son de sua esposa, cujo passamento elle suppa-
nha infallivel, mas que *e nao reali-ou.
Na madrugada de 36 de hvereiro desprenfendo-
se a sua alma do envoltorio mortal, foi filiar o pre-
mio que be devido a quem romo elle praltra o
hem.
O Sr. Dr. Machado era de um raracier nimia-
- -..- m ...... apjua.u KtJ.ua** .iiuunmi iildUi l|Ul _
foi desla capital munido de dinheiro e soccorros com nle,lle jusliceiro como magistrado, c como parttra-
que S. Exc. o habilitara, par aecudir a pobreza, lar era brando, affavel, coridcsccndenie, exedlatH*
fundar um hospital e promover ao enlcrramenlo ; amigo, e marido extremoso, Sua morle he iosta-
dos cadveres ;e que os soccorros ja tiuham sido men.e sentida por lodos quanlosltver.m a Wkida-
tiplicando all, ludo se achava naquella infeliz co-
marca a cargo da polica, |iois eram raros os parti-
culares que se querem prestar, e dahi resullou que
o subdelegado de Crrenles sollicitou a auloridade
de l'apacaca, que Ihe mandaste algumas praras do
respectivo destacamento, para ellecluar-se o enlerra-
tneuto dos cadveres.
Cousta-uos que r,o dia ti do correule, chegou
villa do Brejo o vigario Pedro Mariuho l-'alrao, que
se uao lacain -enlr as exhalaroes de miasmas tao
perigosas e prejudiciaes em lodosos lempos e espe-
cialmente na quadra actual.
Outtn -un Ihe recommeuda que, logo que huuver
distribuidos. A epidemia cuntinuava furiosa na sua
marcha devastadora, ja' leudo ceifado desde a prin-
cipio da sua fatal apparicao mais de siHi pessoas.
O mal aggravou-se na villa era o dia i do correle,
e pouco se havia applacado. ;Su o cemilerio da sede
da comarca ja' linha recebido 28.) cadveres.
Segundo parlicipaeoes oilichei do l.imoeiro em
dala de *, do correnle, sabemos que no dia anterior
sepul1 ram-se no cemilerio da villa duas victimas ;
ten'' ido atacadu alem disso fulminantemente no
di' un soldado do do t). batalhao d e infaularia,
qi eceu 10 minuto* depois. Nut arrabaldes da
vi >a freguezia de Taquariliuga, a peste conti-
nua a fazer grandes estragos. S. Etc. reroetteu ao
delegado I ambulancia, 1 carga de arroz e duas de
bolachas, e ao Dr. Albuquerque e Mello que se acha
em commissao naquella comarca, foram enviados
igualmente urna porrjjo de medicamentos.
A's noticias da Eseada de i do correnle, annuo-
ciam que a epidemia continua a fazer victimas na-
quelle termo, e al aquella dala calcutava-seo nu-
mero das victimas em TOO a sito ; entretanto, nos
ltimos diastinha Incido alguma melhora, especial-
mente era alguns eugenhos e na villa.
Segundo carta do nosso correspondente de Igua-
rass, que fica transcripta em oulro lugar, consta que
o mal conlinua a fazer estragos consideraveis nos eu-
genhos da malta, lendo o dono do engeuho de Pur-
gatorio perdido a mulher e :IT cscravos. O numero
das victimas naqnella villa diariamente eram deu;
o medico aimla nao se havia recolhido, sendo al-
guns curiosos quem prestavam soccoros aos doeutes.
BII.I.ETIM DO CIIOI.EKA-MORBLS.
Acham-se l doenles na enfermara da ra da
rora, c morreram 3 e sabio curado I.
Enfermara de S. Jos, llcm talamente, morre-
ram :). duas mulhetes e um homein.
Enfermara do Carmo, existem I i e morreram 2.
lllm. Sr.I'arleripo a V. S. que falleceu hontem
tiln- t>* ---- mu a r\i a vJ. uur; i ri 11C
recebido guia para inhumaran de qualquer cadver a |ar,|e fiin 0e ,; ,|ora, Jo|o l,or|irio.
res de quarleirdo cerlos homens, que para livrarem-
Nao provoquei esses insiildi*. Esta dilo que sn ap-: se do servico da guarda nacional, he que occupaui
pareci ao publico para defender-mc ; n.io envenenei laes lugares, conservando-se alguns delles em seu
iulenres de uinguem ; (nao atmarilhai cousas tanto ocio, cerno acontece com o inspector do quar-
leirao, que comprehende a estrada de .loan I-'eruan-
des Vieira, im Soledadc ; e cm que quadra pedi-
mos, portan!,,, ao Sr. subdelegado da Boa-Vista, que
escolha para laes cargo, pessoas activas eintelligen-
' feilos em nina carroca, os cadveres amouloados un.
que nao tivcssum relarao edm a questao de que me
orrupava : do coiicessinnarb quasi que nem fallei,
nunca o nomeei; e pude-ae ler o* meu* esrriptos
c nao deprcliender se ll hs Brasileiro ou laglez,
l'orlugiicz ou l'rancez. I) Oolivo desses insultes pois es, c que tenham caridade. Pedimos a desmame
he o mesmo que ja moslrei ser o dos esforros "para I desse inspector, ou do contrario, toda a responsahi-
,ar raai* exe.nplos, referir, o dita condecido do gran- I n,alqnislar-me com rertaf pessoas. Tanto aquelles lidade recahir sobre o Sr. subdelegado.
,' ..... Succ'a hlliu, que pequea duse de bom tenso governa o conhecida.
mundo.
Mi- se he um 13o grande poetado o 1er por ineurial
urna decis.lu ou aclu de algum do* poderes du Etla-
do, pertencer por ventura ao Correio Mercantil o
alirar-me a primeira pedral Sem came algum lo-
dos o devem iBpjlor ueste ponto, percador raais en-
durecido do que eu. Yunia upposirao longa c apai-
xonaila nunra rcnsuiou essa folha as decisoe
governo'.' Nunca as altrihuio i o que
a motivos maos'.' Nao escureceu ali
gloria que reverta subre a nacAo'
N.o negarei aspesso,^ o respeilo a que possam (er
direilo : ma* a posigio m que a redaccao do Mer-
cantil se colloeuu pura alirar-me uas injurias he lal
que ellas niio podem prjodozir tffeilo. Essa posiela
be a do interese privado contrariado em materia de
iuleresse de deslinos dq uina provincia. A posicio
he baixa. A*injurias *eguem a le geral da gravida-
de, pela qual os rorpo* caheni rom lauto maior for-
ra e |ieso quanlo de ralis alto despalmado*.
As que parlera daquella posirao nem me podem
chegar. Se |>ois ellas me nido tocam, sn me resta
agradecelas a' redacrldo do Mercantil.
t'.om clfeito, essas ijijurias sao a ronlissao da falla
de arguinenlos, un dal flaqueza dos que como laes
seapresentain. Cada jira tem sen modo de etpri-l
inir-s, e nao poeto cfslraiihar que empregnem cer- I
la* pessoas rerlo eslylo. O homem generoso era-'
do
eu nao liz ]
as vezes a
Mis com
quem se Verificarn) as minlia* disidencias de opi-
nio'.'
Ea disse. que lena volado a M que rniicr-dia
provincia da Haba a garanta de ."> pur rento de ju-
ros para a leguas de soa estrada de ferro. Nao rae
acho pois em desaccordo rom a legislatura e o go-
veruo imperial*.
r i.. ..- valleiro faz a coniissalii de sua Franoeta ou erro nu
lodos os maos eonsteUriiM daquella lei vieram das rt r,
subseqiienles neeisSel da poder provincial. Comecou
pelo augmento da garanta de juro. Deprehcndese
de um relalorio do prndenle da provincia feilo
as*emblca provincial, que quando elle foi concedido
o3o se imaginava que o cusi das obras fosse tao ele-
vado.
sobre os un i ni*, e .imple-monte caberlos com lenrues.
Sr. subdelegado do l'oro, dimilla o seu inspector de
Santa-Auna, por nao prender o encheiro, que assim
concorre para o progresso da epidemia naquella lo-
calidade.
Consta-nos que una senhora ha pouco falleci-
da no Poco, fora enterrada como eslava cm seo
leito !
No hospital regimental de* rboleticos decresce
a mortalidade.
O negocio esla aperlado na casa dos lim.
Ate amanlia .se nao morrer.
lindade da ean*i que abracara em termos cor-
tezes. Oulrs a fazej) pondo a mao m ilharga e to-
mando a atlitudc das1 regaleiras.e o estvlo das dis-
cutios de Ulereado;! talvez anda se deve louvar a
nao (agotar o rocabalarie rlmini modelos.
{/prual de Commtren do iio.i
,
VILLA DE IUARRASSU.
lll de marco.
Kscrcveo-lha esta tmenle para uolicia-lhe, que!
o rholera-morbus ronliiiua a fazer estragos ueste i
termo. I)s eugenhos da malla, como ja Ihe diste,
to os mais perseguidos: o senhor de Purgatorio |
perdeu a mulher c nula e sele rscravos, o senhor
de l'agetinga perdeu lambem a mulher e algn* es-
cravo.*, assim muilo- outros. Na villa prosegue a
epidemia malignamente ; n.lo ha dia MI que ralo fa-
Ca victimas, chegando lambem o numero desla* a
seis, que para esto lugar he o mesmo. que ojenla
para o Reeife. Na ausencia do Dr. Honorio lem
sido diligente em acudir os doeuUs, desenvolvendo
muilo ido e aclividadeos sitihoreu : Amaral,Julio
chulerico, devar faze-lo immediatatnenle conduzir
ao cemilerio, sem a menor demora, visto como ja
uao lie a primeira vez que o mesmo Sr. Agr Infrin-
g esle dever, por quantn recebendo ,is :l horas da
noite passada uina guia do medico do hospital do
Carmo para sepultar um cadver -uniente as T l|2
horas da iir-nbaa appareceu all o carro para a con-
ducciln, o que he muilo eslraubavel e deve cessar
absolutamente.
Secretaria da polica de Pernambuco II de marco
de I85t>.O ebefe de polica, l.uiz Cdrlos de Pai-
ta Teixeira.
Iguaes portaras com suppressan da segunda pafle
foram expedidas aos cocheiros de carros fnebres
Miguel Esteves Alves, Jos Pinto de Magalhaes, c
Antonio Bernardo Ouiuttiro.
Parle do dia 11 de marco.
lllm.eExin. Sr.l.evo ao coohecimenlo de V.
Exc. que das dillercnles parlicipaeoes hoje rece-
bidas nesla reparlicao, consla nao ter ocenrrido
novldade alguma.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
l'eruamhucu II de marro de IUVi.lllm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos lenlo da Cauha e l'igueircdu,
presidente da provincia.O chele de polica, Ni:
Carlos de Palea Tei.icira.
Dcsinfecn'ics do din S
i'regne/ia de San Jos.
Cinco Ponas n. tul, casa de Mana da Couceicao,
morreu ella.
Roa doslardim o. li, casa de Nicolao l'eireira,
morreu elle.
Paleo do Terco n. II, rasa de Alberto de tal,mor-
reu um escravo.
Detinfeeriet do lia 9.
I'reguczia da Boa-Vista.
Roa do* Pires, sitio de Manncl Joaqnim Carneiro
Leal, atanco um escravo.
Uado Manguind a. 12, casa de Rosa le Jess
Araojo, morreu urna mulher.
Dila do dilo n. ti, casa de Paula .Maria da Cancel-
rao, morreu urna erionll.
\lerro da lloa-\ isla n. .1:1, casa de Jos Antonio
Guedes, morreram 2 pessoas.
Berco do lanhia' u. 2, fallecen urna rrioula, Ma-
ria, dona da raso nao quiz dar o uome.
Campo Verde, r isa sem numero, de Joaquim tij-
atet dos Santos, morreram i pessoas. '
creguezia de Santo Antonio.
I',u.i estrella do Rosario n. 27, casa abandonad.:,
morreram 2 pessoas.
Entraran! na mesma tarde Manuel Joaquim de
Santa Auna, lilho de Joaquim Correia Monleiro.
natural de tioianna, par,I,,, "ai anuo. ,le idade, viu-
vo. eondnnde palo inspector de 10quarlcirao, Ma-
nuel Martin, do N'ascinieillo, lilho de pas inrogai-
de de conh-e-lo a apreciar estas letalidades.
IbjpMaaHin Sobro a campa urna erinalda de
roxas perpetuas em signal da saudade que aos
punjje.
liecifeS de marro de 1856.
Parti hoje no vapor Toeantiw para a provincia
de Alagas o Dr. Mariamio Juaquun da Salva, aaa
segundo iioslcou-ta. val eveiccr o lugar de pilltlll
publico do l'enedo.
O Dr. Marianno he nm daquelles manceba,
acerca dos quaes por seus talento* e amor da ren-
cu devenios nutrir at mais litungeira* rperaa.;a.
Nao he islo expies-ao exagerad* de um joise aiite.
devido a amsade do qoe a severa olotrvteio: -
couceilo que formami de nosso aiGigo. pude alaa-
na-lo tanto aaaa lentes que sempre o etlimaram *
eonsideraram como discpulo que pode vir a hoara*
aos mestres, como seas eollegu cuia emalac-t* aoo-
ca desprezou.e entre us quaes ocropou contlantaaaca-
te lugar dislincto.
Antes de ultimar o tirocinio escolailice. levando
a noticia de seu uome a um circulo mais largo, y
Dr. Mariaiino adquira mais um titulo i reputara*
de moco iulelligeule e dedicado aa trabilho, preoV-
poudo em seu favor a grande sociedad* a cujo ai*
linha de entrar ao deitar o recinto acadmico, gran-
jeando a cnnsidfrar.lo do publico cota qaem Haba
de em breve vivar em mais eslreilo cuntido, qa*
romo juiz Ihe obeervara apreciara a maior parte
dos actos. A Iradurcao das /.l/tii-r. de Dirriln
I< imano por Walderh.rnja ultima narie .nuda <* adn
no prelo, levada a elleit,, durante algn* mrzesaaa an
no lectivo, espaco que mal devera b.-.tar para a sals
bu.ao das pesadas olitigares de tres aula*, he ara*
prova bem significativa dot nirreriinenloi da aa ac-
tor. Ninguein contestara a importancia e llflliattl..
des de temelhaule trabalho.
Se por um lado a vida publica. esprctalmcaSp,
para os principiante, rnoslra ae as vezet bem cerca-
da drlespinhos. por oatro abre raril eaminho a lo-
ria otl'ererend i funes estimulo* que faieta oa*ea-
volver toda a forja do talento, toda* oa sanana
ma liilclligenci* feliz. Ataan contamos qM
los, pardo, solleiro, 2i annos de idade, natural do so amigo sabendo baver-sc com as difliculdade
Brejo de Areia, um dus encarregados da polica da
coducn to* duentes cholenco*, falleceu t liares
depois ; e a noiie l'rancisco Jos ila Costa, branco,
solleiro, idade 17 anuos, lilho de Thom Francisco
da Costa, natural desla provincis, fallecen s horas
depois.
r.ntr.i-ain boje Damio l'erreira da Silva, criado,
I lilho de Joaquim Kerreira da Silva, natural desla palria sorri cheia de esperancas.
pri'Vini ia. solleiro, idade 10 annos, remctlido pelo [ A l'rovidencia o guie.
noviciado, nu emprego qne Ihe for confiado, lera
occasiao de juslilicar nnsa* previsoe* c de faaar.se
cada vez mais digno de estima de seus patricia* ; *
que nao *e|de*lisando jamis da Moda da honra e da
probidade, nulo sempre pela norma do exarla ca
primelo de sens deveres, ce los ornamentos dessa mocidade brilhanle, para qaaoa
inspector do I"'1 quarleirdo ; Antonio escravo do
patacho .tstre'a perlencenle a Bailar Oliveira,
remeltido pelo subdelegadu desla freguezia, l'ran-
eiteo Jos de Lima, perlencenle ao brigue Caaraat-
sc. e urna mulher dunda, remellida pelo subdele-
gado desla freguezia alocada de darrhra. Sahiram
oilo, passatatu para a enfermara dos convalescenles
quatro, lieam exitliuda drzanove.
Deas guarde a V. S llu*pifal provisorio ao arse-
nal de iiiarinba 10 de marco de 1830.lllm. Sr.
doutor l'.osme de S Pereira, presidente interino da
commi.sao de hvgicuc pabliea.
i gun
Sao esles os nossos sinceros votos, os aaaam cor-
deaes desejos. cu|a manifrtlarao ruerno* publica
para desabafo de pungentes saudades.
Reeife 10 de marco'de iHu*.
COI de Albnifuergne cirurgao do hospital,
llesum la mortalidade.
Mortalidade do dia II at as V, horas da lardaIOS
Humen* SO mulheres.>| prvulos II.
Total da mortalidade at hoja II 2,108.
Ilornens 100 mtillivrrs OSO prvulos 122.
Reeife 11 de marco de 1856.
A commissao dehvgiene publica interina,
Drs. .Vn l'ercira, presidente.
i irmo \acier, secretario.
' Pogai, adjuuclo.
Barreirosti de marro.
Orholera continua a augmentar a cifra de saaa vic-
timas !
No dia 2 do correte *e rontavam !7 pexoat aja.
_ pallad** tiesta villa, excepto aquellas, qae om >
loaguim Jos' .11- arrabaldes suceumbem aa* golpes do lernvel vi
*r
t&mmitnicaW.
NECR0l.0i.IA.
O aromadas lloros, o canto das aves.
Oque ha de mais puro seentraoba nos reos.
0. Dias.
le i.iatiro : no dia i >? observava o naniero i
| boje o de 07 !
Ucholcrasempreiioeinpcnhi.de la/eimal, #>_
, cide, presrreve e mata, e a. hnmanidade,
a desvalida e ri e raorre!
II inoi tii mu espanta, causa terror!'
N.lo ha remedio ; Deo assim o ordena, eamnra-
se, nem mais tima p.ilavra.
De Dos vem castigo aos homens pe olTenavaa
que Ihe bao feilo. a Deas smenle he qa* recorrer como mate perenne .le rai-ericrdia e hon-
da,le :
Convem, |Kiis. que ra.la um se prepare aatMm>
almenle porqne nao sIh; d. I,,,,, rm ,,(j,.
simo o chamar a cuita*. Se corre a
....ht. n impe-
rioso dever de em leaaao bunanc,,.,, preparar oespt-
rilo para alcanrar a gloria eterna, porque naosabrm
da hura lina!, rom man sobeja razio o devem fairr
I agora, pois qne Deo*. altanar de no, ingraldSoem
menosprezar os seus prereilns, cu,, ari execacaa
dade os dous captulos mais not iveis. He .pie |lar-Mrvilld'"w ,,e u nial conio o ermlcra-roorha,
ahi os extremos se trocam pelo contraste. |P a.amo* da irilhadeem* exmanci* toaa
il [>SC allllflOSal.
Abre-se um berro entre risos c folgares parare- | Sim ; o vimdante, quando em seu ajajaj din
MUTILADO

l


I
1
pastos a um destioo. que jolga ser-lhe de grande
venlagero ; mal que caminha engaado ; porqae as
saas plantas rasgam-se no espinhaes, que guarne-
cen! a Irilha de urna vida chela de Iropecos, se rom-
prai a bemJu aquella que o despeila, e que o des
via dessa errnea tendencia : uto posto, nlo sendo
o caminlio de uossa felicidade este qae pisamos ;
porque Dos tnuilo se allende, devemos indagar o
nelliur, que nos couduza a fruictjao de urna vida de
(ranquillidade e docuras.
O cholera nos veio dispertar, corramos, pois, ao
tribunal da penitencia, nico canal onde ralea a
barca de nossa silveco.
Seria prudente que o governo iii.hiJ.t-i- mdicos
eapirituaes para aquelles lugares de inaior atln
bularlo cholenca,ifim daajudarcmua respectivos pa
roclis, que callo causados de muilo lidar no soecur-
ro doa allhclo-.
O parodio desla freguezia e seu respectivo coad-
jiictor tem manifestado um ze'o invejavel na cura
das almas, e ace,lo de caridade para com as suas
ovelhas. Ambos foram alindados da epidemia, e
eoraludu os senlimenlos de plulaulropia que ooaai-
ui.uii. er.nii paleuleados ein qualquer lempo ou lu-
gar, onde a indigencia exigia os seus desvellos: slo
p'orlaolo, estes ungidos do Senhor, dignos dos uiaio-
res encomios.
Nao he o dever inhercule ao sacerdocio, que os
obriga a exercilar actos de pliilautropia para coma
humanidade; mas sim incentivo de seos corajes,
sempre devolados a virtude e a rumpailao dos liis.
Esta freguexia se compra* de ler estes dous mi-
nistros do altar na administrado do pasto espiri-
tual, e fai fervorosos votos pela coiiservafiio de
ambos: Dos os conforte e os vigorise com sua di-
Tina grata.
Nesla proviueia rxislem muilos conventos, e qua-
ai todos oecupados-por ministros do aliar ; seria con-
veniente que o governo auxiliasse as freguezias, cu-
jos vigano- e coadjuctores u.lo podes'em administrar
o paalo espiritual, mandando para cada urna dellas
aquello uumero desses mdicos espirituaes, que re-
claioassem as precises desse conforto celeste.
Talvez que se julgue esta medida como excntri-
ca ; mas ella he de grande utilidad?, porque estan-
do eiu Deus, e someuje ein Ueos, como devenios pia-
menle erar, v exterminio de nossos males, de nonas
alHicde* e de nossas dores, l>eoa someule devenios
recorrer com as tres potencias de oussa almaf, es-
perauca e caridade: e para que cheguemos aos iTns
he de misler que apphquemos os meins : e qual o
nais cjJjraT. iiiai* beuclico, mais proficuo, e mais
indispulavel! Oda coolissio, o mais Seguro escabello
por onde nos elevamos|ao gozo da vislo beatifica.
In eeleaia uni suinus,diz S. liento : na igreja
lie que devenios depositar a vaidade, o odio, a ma-
ledicencia e ludo quauto leude a corromper a so-
ciadade rhristaa : na igreja he que devenios rereber
congratuladlo, fralern idade, uuito e amor do pro-
limo : na igreja, finalmente, lie que se nos usina o
veidadeiru camiulio da salvarn.
Agora lie tenipu de cada uin,mediudo suas possea-
sOes, facer obras pas, soccorrer a orpliaa desvalida,
consolar a viuva afilela, enchugar as lagrimas do
pai, do filho, da esposa, einlini exercitar actos de
virlnde e de caridade. ,
Agora he lempo de cada um nao estriar nos sen-
timeutos de rcligilo, e dizer, Jirigiudo-se ao
Deo* ile Misericordia:Seulior, nos filhos da vai-
dade e do peccado, uAo comprelien Jemos o que so-
mos, tal he a miseria.que nos legou a culpa do pri-
meiro liouiem! Por isso, Seulior, humildemente le
rosamos, que allasles de nos esla epidemia.
Seulior Dos de Misericordia, e boodade infinita,
allende a fragilidade de nossa carne, aaxilio-nos a
abracar a la santa lei, para que saldamos das tor-
tuosas veredas, por onde nos ha couduztdo o pecca-
do : sem o lea loceorro, o que ser de mis ? p,
cinra e nada. Nlo somos obra de las divina*
mSos '! Tcm, pois.corapaixlo de leus lillios, nAo din-
amias que coulinnem atribulados de dor Nao fui
a culpa dos liumnis, que levou ao supplicioda Cruz
o feo Bemdilissinio Filho Jess Chrislo N.. > >--
nhor; e uao fui elle que le pedio neatsi palavras
l'aler. dimitte illis; quia nesciirat quid faciunl?
Pois bem, us que somos lierdeiros dessa mesnia
culpa, na mesma phrase de leu bemditissiino Filho
Jess Cbtilto Nosso Senhor tasupplicamosDeus de
suiinia bondade e iuliniUnif ule aniavel, suspende a
lerrivcl epidemia, que nos alllige, dilacera e mala !
Nos cantaremos perennemente a tua alta justica;
na igreja e nos solemnes das exaltaremos o leu li-
me Mas, Seulior, se os estragos do cholera-morbus,
esse executor de tua ira contra o peccado, ainda
nao compensan! a la oflensa pelas culpas e mise-
rias, de que somos reo*, seja feita a' tua vontade :
resignados nos curvamos ao que for de leu sanio pre-
oeito.
Pede V. S. digne-se de a Hender a presente
supplica, E R. Me. Dr. Antonio Vicente do
Nascimento Feitosa. advocado.
.l mandei dar vista prumoioria publica para
o oerecimento do Huello, com cujo disparliu Dea
deferida a peticao do supplicanle.
Secretaria da polica de pernambueo i de mareo
de 1856. faiva Teixeira.
Illm. Sr. Dr. audielur de marinlia. O Lacha-
re! Antonio de Vasconcellos Menezes de Druraond
continua a ver com admiradlo, com ospanlo que
de maneiia alguma se tcm querido dar andamento
ao seu malladado procesan J se eaminba para
tres mezes depois da pronuncia, puadra actual se
ostenta horrorosa ; urna inullicr, oito filhos o o res-
tante de sua familia eslao fura Jos cuidados do sup-
licante, e a nada se atiende, como se se nese
feito o protesto de deixa-lo morrer coi urna pri-
sto !... Qae sso se prolic;isso om lempos de obs-
curantismo, oiitende-sfi : mas boje, ein um pai/.
constitucional ... e\cede as raas da crenca huma-
na.
Declaren V. S. por seu respeilavel despacho, que
ja havia mandado fa/or os autos com vista ao Dr-
promotor publiro para o olTerocimenlo do libel-
lo.
Entretanto, ainda os autos nu sahiram do carlo-
110 at o presente 1*
Neslas circumslancias, vem o supplicanle reque-
rer V. S. digne-se de dar suas ordens terminan-
tes para que os autos vao incoiilineiilu ao Dr. pro-
motor.
Qualquer demora ha'em prejuizo da Justina, c
um mero sacriliejpde quein se considera innocenie,
como ha de inconlestavelnienle denionslrar.
Pede \ S. digne-se de Ihe deferir na forma
requerida. E R. Me. Dr. Antonio Vicente do
Nascimento Feitosa, adtogado.
O escrivao cura [ira o despacho por miro, proferido
nos aulos deque traa o supplica*nte.
Secretaria da polica deVcrnambuco 7 de mareo
de 1856. Patea rerct'ra.
tMde Je S. Jos de Mipibn 15 de fevereiro de
1856.
3foR clier. S'i o cholera, esse itivisvel e trai-
coeito inimigo, que so se deixa ver pelos seus hor
riveis effeilos, ou somenie ainda o mdo e-o terror,
seus funestos e favoritos precursores, me obrigariam
a inim, nullijade no mundo litlerario, a sahir ci do
meu escondrijo, e tambera por mtnha vez pedir-lhe
Nenia, para com eslas toreadas rabiscas que elles me
arrancara, empachar-lhe o seu b"in conceiluado
jornal, proleslando a face de Dos o dos humens,
que nos habiantesdeste canlinhodo mundo, dis-
pensamos de muito boa vontade a etiqueta de sua
tres vez.es ominosa izila, verdade he que parece des-
necessario um lal protesto ; porquanto be de crer,
que o famigerado viajante do Ganges, ein seu des-
mesurado orgulho se esquecer de nos, miseros ha-
bitantes dete S. Jos.\ Sim ( e nem seja cu que
desconheca osla razao fec, quo tem perrorrido
tantos reinos florescentcs vastos" imperios, visita-
do magnificas e opulontissimas cidades, e debella-
do phalanges iuleiras dos nais' intrpidos Glhos de
Hypocrales e Hahnnemanu, aada lera que ver nes-
la pobre cidado, onde nao ha mdicos e remedios,
que Ihe disputen! as ratinas, nem enfermara que
as recolha, e de nenhuma sorle, cemiterio onde re-
Se assim acontecer, que peca
&orreftftOttftmciai3o
Srt. rrdaclorct. Como se lenha demorado Ihe-
souraria geral em dar-me a cerlidao que requer
para mostrar ao publico qnc fui calumniado pelos
meus gratuitos iniini).-os, qoaudo para me tornaren!
odioso, propalaran) que eu forneci medicamentos
liara o interior da provincia por precita excessivu-,
e conato-roe agora que o i-orrespon.lente que daqui
escreva pera o Mercantil lambem assavernra que eu
veudi masla' por prei;o exorbitante, (de 8 a 12 pa
lacas a luna apreaso-me ein Je-in i-rar.ir esses Vis
detractores cabn a dectaraco que faz o muilo digno
Sr. escrivao da receila Jos Bruziliuo da Silva na
carta que dignar-se-hao imprimir.
que por urna malignidade que nao lein qualilicaca
allirmou o intituladoI'liarm.ireulicoiignatario da
correspondencia publicada no l'aiz n. I de '22 do
uiez prximo liu lo, .qo1 eu vendi ulfato de qoiniuo
por UjOUO e suliuilralo de bismullio a Inhhi a oi-
tava,para o qae be foi nece-snrio lomar a expresao
abreviada tjl) por (8, ambas coniida- em ininha.-
coutas para designar, esta a oitava e aquella a onrja.
Queirain, Sr.. redactores, publicar esta em seu
couceituado Diario, que muito ubrigado lhes iicar
o seu anignaute
Barlluilomeu b'rancuco de Souza.
Illm. Sr- Jo< Braziliuo da Silva.Sendo V. S.
oajKrivio da lliesourarra geral, e como tal Iba pss-
sem pelas ruaos todas as conlas relativas ao forneci-
mcnlo de medicamento, para o ceulro da provincia,
vou rogar a V. S. o especial favor de declarar-meiau
pdenla: 1 qaal foi o maior pre(o porque forneci
macella as ambulancias que apromple ; i se hou-
ve algum collega meil que fornece-se dilo genero
por maiorpre^o qua aquella por quauto forneci;
perinillindo-me ao mesmo lempo fazer uso da res-
posta de V. S. como me couvicr. Sou com respeilo
de V. S. ltenlo venerador e criado.
Barlhatomea francisco de Souza.
S. C. 20 de fevereiro de IbViti.
Illm. Sr. Bartholomeu Francisco de Souza.Em
reaposla a esla carta lenho a diier que, na qualidade
de escrivao da receila e despeza bei vislo todas as
caulas de medicamentos por V. S. veudidos fa-
zenda publica,e em abono da verdade devo declarar
que o maior preco da macella que V. S. forneceu
fai de dous mil reia por libra, ao passo que o boti-
cario Luiz Pedro das nieves venden o mesmo medi-
camento por doze patacas ^l&SfO.< Nada mais devo
aecrescentar podendo fazer uso idesta como convier
a V. S. Seu aliento venerador e olirigado.
Jote iraziliiu) da Silca.
(Eslava recouhecido.)
pouscra eteauamente
elle nos praga !
Debaixofpois de lio desagradad impressio, he
que Ihe per a dislincta honra depertencer ao nu-
merojdc seis noliciadores. J bem'v, que as tris-
tes circumslancias em que Ihe escreto, o raen esty-
lo saber nor cerlo a funeste influencia que o dieta,
o que V nc. c os oulroscollegas, me devem levar
em conla'. Dada esta razao de mim, vou sem mais
ceremoni passar ao luctuoso objecto, que preocupa
o Brasil ^nteiro.
Aochegar aqui a infausta o aterradora noticia,
que o colera penetrado linha os umbraes desa ci-
dade, q/ic he por assira dizer, o celeiro das provin-
cias do (norte, lal terror e desanimo, calou nos ja
preocupados nimos do povo, que juigar-se-hia,
qua eslp,\qiiv Ihe rbamarei primogenito da morlo,.
orinado de sua mortfera e eusanguentada espada i;ente para
mis liaviAaccommetiido. Sim, que as nossasac- io teremos
tuaes ciriiimslancias, privados de todos os recursos sos a igreja,
mdicos eilivsienicos, nao era para menos.
l'ainbWiento, e sento o insiincto de conser-
vaeio da propria existencia, reagindo sobre esta ge-
ral prostrajao dos nimos, reassumio os seus foros,
arrancndonos desla fatal ndillerenca borda de
lao horrorost precipicio Parece que (j povo em
massa eonspin para conjurar o mal, que paira so-
bre suas caheca:, e que os odios, c todas as paixes
ruins que nos dridiam se vai emfim ludo sacrificar
ante as sanguinofentas aras do dolo do dia.
Ainda bem ireo que ficaremos desta vez, ao
menos emquanto dirar o| terror (que he o mais car-
io) uns santinhos, j
O nosso mui dgase dislincto juz dedireito in-
terino o Sr. r. Lut itodrijjues de Albuqnerque.
frente desle movimajto anti-cholerico, lem pres-
tado relevantissimos &rvir)s a nossos Mipibuenses,
ja riquesilando ao bmi, presidente da'provincia
medidas preventivas, y mandando limpar os bcos
e ras destacidade, e jfioalmente installando urna
soriedada benelicente, dtque he elle merecidamente
o digno presidente. OSr. Dr. Albuquerque que
at enteo nos era conhecdo como ma^islradr o-
bo, e inlelligente, qualid.tles estas que Ihe ti
geialincnle grangeado lodis as nossas sympa
revelou nesla funeste crise
que nos ameaca, urna
DARO ,E PEMI1BUC0 OURTA FEIM 12 DE MIRO E ilbt

n phantasma eis um duende
ue a cada canto, em todas as ras,
e aprsenla dianlo de urna
reapparecendo-lhe de ras-
ando-Ihe lgubres previses
10 que ein vivo rosmorama, onos-
O cholera 1 Eis u
descommuna
as pra$as pub teas, ,
populacao esmo ecida,
tanta a instante inlili
e reflcctindo, coi
so nada, o horr r dos kuinulos e a pavorosa estra-
da pela qual coristerna las lera seguido tantas ge-
races para os u ilbracs da eternidade!!!
A assol&co di cidade deS. Amaro na provin-
cia da Babia, aii da c-tp bem presente na lembran-
<;a de lodos : a di vastado do Rio Grande do Sul e
os horrores de Sirgipcj onde o numero do morios
he superior ao (OS vivos, formara por reno um
quadro alllictivo, um painel por domis melancli-
co, o qual faisca que shlta, tem produzido nos fra-
geis coracoes um incenjdio lerrivcl, em cujas cham-
nias parece arder, csloitricar e completamente anni-
quillar-se a espe ilafijesM dora precioso, esse pre-
sente do co, co n quoDeos fortaleccu a mssa ah-
raa, esem o qurl esia|vida seria um raariyrio pa-
ra o genero hun tao.
O cholera, isse ante-humanitario desertor do
Ganges, donde nuncal deveria sabir assuraindo os
foros de costno(oliiir(i, aporlou infelizmente as
plagas brasileirap, e rjopois de horrivel carnagem
as provincias o Sul do imperio, ei-lo de volta
para o Pai, onde fez sua primitiva e sempre in-
fausta apparir.io
Actualmente ist na cidade do Rocfe, a qual se
bem que bastanu prvida para recebc-lo, [larece
com ludo pouco satis eila da visita e do combate,
que de boa ment reetsaria, se tanto cstivesse as
forras humanas.
As continuas elaies de muitas provincias do
Norte com a de l srn mbuco, especialmente com a
sua capital, relacies tstas que nao lie dado as for-
jas humanas gort r; i ipsulliciencia das qnarente-
nas, cordoes saniliiioi e outras medidas, nos inda
ziratn a crer que i lenl um dique pederemos vanla-
josamenle oppr ao v ilcnte caminhante, paraquem
sorras alcantilada:, n onlanbas a pique sao peque-
os saltos, e, poi b ijo be induliilavl sua (uiieski
apparioao entre n s, ( mo grado noiso, esse hos-
pede enfadoiihocl|ega :i as nossas porlas e lavad "
as nossas casas, trenos de encarar esse inimigo
trairoeiro e cruel, que vem enlutar nossos coracoes,
perturbar o nosso socgo, fazendo-se imprimir com
caracteres de copioso sangue que a fio correr de
sua mortfera esphda no frgil coracao de nossas
familias!! Pacuncia.
Sim. teremos le nos medir, ja que nao temos
para onde fugir, p como? Acaso seria curial, se-
ria honesto e cari ioso. abandonarmos nossos filhos,
nossos pais, nossns irtnaos, nossas esposas, ainda
provimo aos estragos da pesie,
3 netessilam dos nossos soccor-
vezs nao, um scraelhante facto,
ainda quando tetlha s dado, nao nos deve servir
de exemplo, utr senuSlhanlc sacio, quando dado,
sendo o sesultad i de ira senliraento que se exalte,
he por tanto rn guiar ecomo tal deve ser despre-
zado porum povo, qiiicomo nos, vive sob as m-
ximas do chrisiihnism j e sob a lei do Evangelbo.
A lula, senhores, he indispensavel, e, pois, cuni-
pre que nos previnamos do inelhor modo que nos
for possivel. sepo para esbarrar o passo do inimi-
go, o que be pqr certoj impossivel, ao menos para
nos nao deixarraos anniquillar. Assim senhores, he
de fcil inluici que nenhuma victoria podaremos
contar,dominadoscoqioestamos do tenor: cumpre
que nos pacifiquemos, que nos resignemos, c s as-
sim poderemo* alravcksar essa quadra aperlada :
lechamos lodtj a confiinca na Misericordia Divi-
na, que devenios implorar a cada momento ; de-
poisdo que p^ocuremas debellar o mal com todas
capazes, romo filhos do im-
e depois verdaderamente
mesmo o nosso
quando elles ma
ros?!! Ah!mi
le so rao
lia Cruz
reulo dn nossos primeiros cuidados
as torea* de
perio da Sa
ebristaos.
Entra no
a hygiene, alfas, senho es, he muilo o muilo con-
veniente, quejnos colhquemos as tnelhores condi-
ces hygienic|as.' Be i sei que ludo nos falla !!!
una enfermarla, falta-nos
m cemilcrii tanln m i< necessario, <|uanlo ceno
epidemia mi nao teremos
nlo, ou quando lenbanios,
emente, eera ambos os c-
leos su propria para a ora-
cao, se conv^rter em i m foco inextinguivei de in-
fecc,o.
preparados para a lula qae
|u enerlerendo a
unlerramq
wnvenien
a casa d
Estamos
to prxima
tamos desan
a instellada
da qual deve
senlimenlos
I It'lll pouco
se rae alij ura,mas felizmente nao cs-
parsdos. Moro' de Dos, temos boje
nesla cidade urna sociedade.henelicenle,
-se muito
socios, e a lisia desla
velado o escl
quoia para a
a sociedade
tecedentemei
Senhores
cudir ao pi
corros de qu
Srt, rtdaetorei.Muitas sao as mizerias que j^
lualmenta soflrem os habilanles da forraosa CHinTdT.
a despeito dessas decauUdas beneficenciaspre-
gnada ; mas urna sobe de punto a clama aus reos:
Os cadveres as victimas da epidemia nao lem
prompta inhumaran, que imporla baver cemilerio se
naulia vehculo de condurrau para de proaiplocoodu-
ziros morios".'A cmara eiqoeceu este principal mis-
ler na actual quadra, e nlo da em resultado ficarein
ns cadveres mallas horas insepultos depois que se
da aaaaameulo Para a conducr.n inm.iain as
aaloaWades pe^ac por soldados a forra, u- eacravos
dos naatadores ri Je vio a servir de -cus senhores e
os deixam sem comida, porque muitas vezes a vito
comprar etc. E isto quando a quadra presente nao
d recurso algom'.
Porque nao requisita a cmara ao Exm. Sr. presi-
dente um vehculo de condcelo para os cadveres?
David* lalvez que S. Bxc. Ihe negu esta humani-
dade? Nao lem razao para isso, porque S. Evc. o
Sr. presidente da provincia,e-se benemrito a digno
Csidenle,ainda ato oegou soecorro algom a quem
o supplicuu. Perianto, semellinnles disparales
sao nicamente devidos ao descuido e nada roai*.
Me por elle que (Ilin la esta soUreudo cuino se lo: a
um povo aparlado cein le-ua- do governo !
Despert a voz do povo opprimido a quem com-
pete para dar remedio proraplo a semellianlo mal
obre mal, e para fazer seccar ura .abuso mais que
desptico.
Pague a cmara e pague bem, que o servido fu-
ebre sera feito com presteza, mas querer enterrar
aa morios com os escravos alheios, e de graca para
rom os forros que igoalmenlc s,1o pegados a forca,
he u que nao he possivel to!e.*ar-se
Finalmente, pedimos ao Exm. Sr. presideulc da
provincia, que se informe disto, que achara muilo
iitaia do que dizemos, e queira dar providencias em
favor da um povo desvalido como he actualmente o
da (Minda.
O cidadii'i.
En II de marro de I".('..
J$nUittpc qftebti?i)o
Illm. Sr. D. diefe de polica. O bacharel
Antonio de Vasconcellos Menezes de Drumoud,
pronunciado por V. S. desde ilczembro do auno
passado, e achando-sc preso no quartel do Hospicio
pe he um verdadeiro fuco de infeccao na quadra
actual, requereu V. S. so dignasse de dar aada-
mento ao sau processo, visto como precisava de
* deender-se e du por termo esse raariyrio, tanto
f sais r.iuel, quanto sua niulber e lilhoa se achara
miseutcs desta cidade c em lute com o llagello que
aterra a provincia. Entretanto, nao se dignou
-inda V S. de mandar proseguir no processo,
Mtiandou que subissem os autos conclusao e al
esta dala nao descarara.
. Hestes termos, vera de novo o suplicante reque-
rer a V. S. digne-se de dar pressa es3 malfadada
aeeasacao, pois que nenbum motivo justo poda
impedir o andamento de um processo crime, qua-
d reo, que solicita daeader-se, esu preso.
alma nobra, ornada deemiienles virtudes chrislaas,
que corto Ihe ganharo umihrono nos coracoes de
todos ns hons Mipibuenses.
No dia 10 do crreme, hique leve lugar na casa
da cmara a installacao da soiedade, de que cima
Ihe fallei, onde na presenca las pessoas mais gra-
das do lugar, o seu digno pesideole recilou um
eloquenie diaturao, com o geal applauso dos cir-
cumstantes, repassado de nno evanglica, que
nais o assemelhava um orado do pulpito, do que
de tribuna, expondo cora cores km mas horroro-
so quadro que prximo se nos Molba. Deixo de o
analisar, porque consegu do se. autor manda-lo
publicar pela imprensa, e assira adera menormen-
te apreciar os rasgos de eloqucuciie poesia que for-
mara o seu lodo.
Por esta mesnia occasio ollereo o mesmo pre-
sidente da sociedade considerar.* dos socios os
competentes estatutos, que sao un ,.| iransumplo
de seus pliilanlropicos seulimentos.
Est pois organisada debaixo dos tais favoraveis
auspicios sociedade beneficen le, que secundo re-
sao os seus estatutos, se forem religitamente ob-
servados, rivalisar com os de S. Vicer* ,|e Paulo
em sacrificios heroicos, e abnegaco da ropria vi-
da a bem dos irapestados.
A causa vai as mil niaravilhas, j leas al"um
diuheiro ein cofre, e urna zelosa commissi, cncar-
regada de montar urna enfermara, uma fuudacao de um cemiterio, e neste senlid(4|ouma
cousa j se tem feito. I'elo lado religioso il\,,.,ll
nao estamos muito atrasados, falla-se era Dvenas
S. Boque, |ienileni-3s publicas, conversiesniu-
dangasde vida, einliui, cousas estas qua no ncu
humilde pensar, muilo valem para o caso.
Neste louvavel empenho, temos o nosso mui .,.
no parodio, que com seu exemplo o cxhorlaccs
nao cessa de convidar os seus parochianos a exbo r
a misericordia divina. Proccdimento verdadeir.
mente eslranho e singular! que su amemos a Deo:
ou pelo menos mostremos atna-lo, quando nos ell
castiga !
Basia, que para eslra este j vai bem longa, e
por consegrante onfadonlia.
Dos se digne amercear dos nussos males, remo-
vendo a causa dos nossos soffri metilos, u priva-
coes.
Iloa saudo. Seu criado, ele.
O Mipibuensc.
DISCURSO
Com que abri a sessao no dia 10 de fevereiro,
como presidente da sociedade benelicente da ci-
dade de S. Jos de Mipib,o juizdedireito in-
terino doulor Lui/. Hodrigiics do Albuquerque.
O cholera Eis urna expressao geral, que por
entre alfliccoes crtieis sollam as mis angustiadas
de seus labios dcscorados : eis urna expressao pro-
ferida com apertura do coracao pelos pais, por entre
as inquictaces e agonias em que todos vivera,
quando consideran) nos horriveis estragos, pelos
quaes tem feito passar a misera humanidade esse
terrivel viajante, que mais se irrita a proporcao que
o terror, sua arma favorita, se derram-i por sobre
toda,' as classes soctaes que nao sabe respeitar! 111
esperar, por isso que puros
la caridade acrisolada nuirem seus
provincia uin governo dis-
mido, de quem devenios esperar urna
djutorio do hospital c outras obras que
inicura faz :r, e que mister he que attr
le estejampreparadas,
o nosso mui digno presidente nos a-
meiro griti, dando-nos lodos os soc-
puder dispr, e assim devenios espe-
rar de sua caridade e paternal coracao.
Tenhamos, Senhores, f era Des. porque elle
todo Misericordia,; nao veta correr o nos-
so prantu sem que se ompadeca dos nossos tran-
ses e das nossas allliccis.
Outr'ora, senhoresl estando o Senhor enfure-
cido contra Isabel, inahdou a peste que era tres
diasceifou setenta rail Urnas desda Dar ale Bersab.
e estendendo o anjo sub mo sobre Jerusaleui pa-
ra a destruir, compadeoeu-se de sua afiliecao edisse
ao anjo exierrainador baste: detem agora alna
mo. O eos dapaiella lempo, raous senhores, he
o mesmoaWnoje, porqae Dos enlcnde-se um x-r
infinito e nico.
A ira de eos est arsa contra ns.c a maodo
anjo exierrainador l tjem estendondo-se para nos,
suppliquemos ao Senhpr, que, so conda de nossas
tribulases, e que, coipo ouir'ora, diga aoanjo:
basta : mas para que sjejam nossas supplicas ailen-
didas c levadas orte i suprema, tieeessario se faz
que desterremos dos nr)
as tendencias ms, que;
do bem, qua sejamos
l-'ico muilo pensativo
(lu.tan.lo nesla partida.
Por meios de uina vinganca
Me querem tirar a vida.
'liando be meu senlinienlo,
Pois agora liquem scienle
lis milvados chainam me reu
Nao sou reo, suu iuuoceule.
Iloje eu peguei na peiina
Declarando os meus inlenlus.
a De illudido nao me deixarem
Moslrar os meus docoiuenlos.
.1 i me vejo suecumbido
Joven Pedro das A lloras;
No dcixeis sor cousjiuida
Esla inleliz crealura.
I. daquellas alturas
Queira ver a humanidade,
Tiiar-ine da sepultura
Do horror e crueldado.
M.ill.i'i.i I Iculin sido
Por me ulgarem desla surle;
-Nao procurara documentos.
S me querem dar a inorte.
iada elles querem ouvir.
> 'mu provas qoe quciia dar ;
Aquelles que sao por mim
Se uegam no (ribuual.
Ob meu pai. lao clemente
Acudi-me ueste lugar,
J que vou ser penitente
V io.Ij aqui me consolar.
Pensando desta maneira
Todos facam rellexAo:
yuerem-me dar a morir.
-Vio admillir razao.
Que j deram-me a senleura
Kmbura eu lenba razan,
(,'uerem esses phariseus
\icliuiarem-nie em sua mao.
Itelatam esla sentenfu
Choro sem consol ler,
Por paixao dos traidores
Eslou em vosp?ra de raorrer.
Soberaua Mi dos homcus,
Vs leudes lano poder,
A vossos ps humilho-me,
Para elles me valer.
lenho de a lieos pedir
Por Jess, Mona e Auna,
Que rae nodeixe morrer
lie nina mor le 1,1o Iv raima.
Humilde aqui Jess pero
Pelos sanios do aliar.
Ja que morresles na cruz,
Vinde ver-me espirar.
Vou por lim arrematando
Sem possuir mais tlenlo,
Oh .Dos. Oh anjo do reo
Livrai-me desle lonneulo.
Choro sem ler remissao
Conformado em paciencia :
(Juera lem de passar Irabalbos
Nao lhc val a innocencia.
Cambando meus inimigos
.Me deram esla -enlcnra.
Sagrados cos consolai-me
Para solTrcr com paciencia.
O lil be ledra do lim
Eu nelle vou rematar
Oh eos poderoso livrai-me
Comvosco quero marchar..
Do iufeliz
Joai/uim Jote' Bezerra de Santa Izabel.
Segunde A II C du memo infeliz eondemnaJo
pena ultima na cidade da Paralaba.
Ab mou Dos. Ai raen Senhor,
O c'racao lenho Iraspassado
Em cuidar na grande dr
De ser breve sepultado.
Banhadn lenho o rosto.
Os meus ulhos sao Verteule,
Ja h." lano o padecer
Do meu coriio penitente.
Condoam tantas lagrimas
Que de um inleliz sabe,
Depois por lim de ludo
0(cadaver tanto vai,
Dai, Oh real Senhor.
I'rolerr.'io a meas deliulios
% Elles ficain ueste mundo
Miseravois coiladiulios :
Em pensar ja viva vario.
Tanda de mim piedade,
Pelas pessofs (res
Da Sinlis-ima rrindoHe .
ido

ssos coracoes o odio c todas
uiemosaojbem, esii por amor
caridosissimos, para que
intngoa e a pura miseria nao morrara nossos ir-
inos, a quera a fortuna nao conceden com que ao
menos se possam tratar! durante a enfermidade.
Sejamos pridosos, cultivemos os campos da ca-
ridade, que na linguagem de um afamado e bem
conbocido escriptor, helo elo que prende a trra ao
co, e o equilibrio conlira a desigualdade.
Pela carjdade o -.ico sabe que lie devedorao po-
bre de suas sobras, e a pobre i.onhece <|ue nada Ihe
falte, porque Dos depositou as raaos do rico lu-
do aquillo de que precjsa!
Se exera rmos a caridade, se curaprirnios cora
os preceilos do nosso Creador, teremos resignarlo,
lereraos recarsos c o temor rail vezes mais fatal do
que o cholera deixar nosso espirito, e enlo ar-
mados de esperanca e p)or ella fortalecidos atrave-
saremos essa crise pavorosa, porqnc, senhores, so-
bre nos recahiro as heneaos !do Senhor!!!
Assereipos bcmdkos na cidade e no campo,
bemdilos seruo nossos passos nos trabalhos. Por
urna porta sobre nos mbrebar o cholera, e por seto
fugir da nossa presenfa; por quanlo, senhores,
Dos disse pela boca ddMnyses aos filhos de Israel
que observassem sui lui: Vos .-eris abem.oados na
cidade e no campo.
Por um cjunioho vossos Inimigos vos accouiinel-
tero, o porsele fugirp devossa presenca. citer.
Cap. 28 v. 7.
Est abena a sess
l-'azei-me Saim *V*H
Por Mana PjJ i a pura
I 'la hostia C. ..-.agrada
Pelo cjlix de amargara.
(iraude sois oh meu moiurcha
'rende de mira Cumpaixao,
Dai-me um bom despacho
Por vossa legrada inau.
Iloje, meu imperador,
Coudoei-vo* rio que ai
Meus lilhos ja uaa lem raai
Agora licam sem pai.
Ja eslou perlo da morle
O meu corpo estremece.
Valha-uie o braco mais lorie
A que o povo obedece.
Lagrimas he raen almo
It;ualmenlc meu jantar,
Tamficiti rae serve.de ceia
Tenho muilo que chorar.
Mesmo agora vou dizer,
Minh.1 musa vai lindar
A souibia c -ion igual
Para daqui rae lirar.
Nada mais tao rigoroso
Penoso agora entao
Oh i lo aclu lastimoso
l'az partir o corarlo.
Olho para Dos c iligo
l.amenlando a minba sorle,
Sejais sempre comiuo
Na hora de nimba morle.
Proslro-me ao mais alie Seulief
Para ello me valer,
Ita-iar.i a sua voz
Para ludo suspender.
(.lucro pedir a meu Heos
Oue rae d feliz partida,
Vou pagar o que nao devo
Com mili ha propria vida.
Kaia iio nascer n sol
lao brilhanle e lao frcunlio,
En nasci para passar
Os Iraliallu)- desle mundo.
Santa Anua mai de Maria,
Uanhai-mt* .um vo-sa luz
Sorcorrei a um afliiclu
Pelas cbagjs de Jess.
lenho feito exp'riencia
Nesta minba infeliz sorle.
Oh Dos de lautos poderes
Arredai me desla morte.
Humilde eu vou pedir
A meu bam Jess dos Passos,
Oaa me uAo deixc morrer
Por aquillo que nao l'aco.
\ inda, meu pai amorose,
Assistir nesta partid i,
(.loando cu ruido ueste acto
Mais valia nao ler vida.
Chorando vou escalar
A vossa voz poderosa. .
Eslou esperando o despacho
De urna ralo lao uiaviosa.
/.ombam uns e un I ios padecen
A mai grande (yrannia,
l.)iic crinldade eu solro
Vallia-me a Virgen! Maria.
(> (il be letra do lim
Plenla esla hiu dia.
Vrtu pedir a quera nao peje
Por Heos me quena valer.
Do me fino infcli:
<&9m>iserci0.
..C. de um infeliz limdemnado a pena ultima na
cidade a\a l'arahgba.
Ai de mim Ifisle, collado.
Oue Irouve sida e destino:
He passar lyrajino golpe
Nesle mundo, eu (Ao menino.
Hem colillero de cerleza,
Oue s por Des pnderia
Acabar eu desla sorte,
Morrer rom tanta aaonia.
Co|ii" f"i Deo Podcreso
Primeiro jolga jo a morrer
Pelos Jadas
\ssim me querl
Hetcarregam hoje 12 de marco.
Brigue Ingles/.eiatttmerradorlaa.
Barca porlocuezaMaria Joteidem.
Brigue porluguez.Laia IIdiverso gneros por
fura.
Patacho porluguezlapidoidem idem.
UINSULADO GEItAI..
Iteiidimento du dia I a 10 7:1:l8g0ll|
Idem do dia II....... 1:187(835
8^2583
UlVERSAS PIIOVI.NCIAs.
Kcndimcnlv do dia 1 a ID 1:4419856
Idem dovdil 11....... 20l(.",2
l:(i:i;.)(W
DESPACHOS DE EM'OKIACO PEI.A MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO Dls
II DE MARCO DE 1856.
Buenoa-Avres por Montevideo-Brlgne braiileiro
"Keliz Dcslino, l-aac, Curio A. Companhia, lili
harneas assucar branca a (i!) ditas inascavad.
I'luladelpliia Patacho americano Inao, llcnrv
l-'orster \ Compaubia, .Vio saceos assucar masca-
vado.
CanalBarca inglesa Sir James Ross, James Ry-
der $ Companhia. 1,900 siccos assucar mascavado.
Bio (irande do sulPatacho hrasileiro eAstraa,
N. O. Bieber A; Companhia, 2 pipas espirito.
PortoBarca porlugneza a Leal, Campos lis Lima,
-' liarriquinhas assucar branco.
IdemBarca porlusueza nl.eal. Campos cv l.ima,
2 earrafoos agurdente de canna.
denBarca porlugueza nl.ealo, Campos ,\ l.ima,
il caises doces diversos. .
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendiinenlododia 1 a 10 fi:l8J."i(.7
Idem do di II....... 8BS60
7:()85l->7
PAITA
dot prtrot carretiles to attuatr, algodoo, e mai*
leeros do paiz, que e detparham na nieta do
consulado de Pernambueo, na remana de 10
a 15 de man de 1856.
Assucar cmcaixaa branco |,a qualidade
o 9. i ,,
caada
mase.........
bar. csac. branco.......
' mascavado.....
i) rehilado..........
Algodao em pluma de l. qualidade
9 )) i) 2.* ii
a n o ii ;(,a
oni enroco.........
Espirito de agurdenle .
Agurdenle cachaca.....
de caima.......
ii resillada...........
OeneBM.............cauda
" '............... Imja
U*...............caada
" ............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqueire
cm casca...........
Azeile de mamona......
mendohiui c de coco
' de peixc.......
Cacau...........
caada
una
um
a
cenlo
milheiru
urna
Aves araras .......
papagaios......,
Bolachas...........
Biscoilos...........
Caf liom............
resstolho.........
com casca.........
muido...........
'.ai nr secca........,.
Cocos com casca........
Charutos bous........
ordinarios.....
regaba e primor .
Cera de carnauba .......
em velas........
Cobre novo mo d'obr ...
Couros de boi silgados .....
verdes...........
espixados .......
de oura........
cabra corliih .
Caaehimbo......., .
Esleirs de preperi.......
Doce de calda.........
goiaba.......
scico ..........
jalea ..... ......
Estopa nacional........
eslraugeira, mao d'obra
Espadadores grandes.....
a pequeos....
barraba de mandioca .....
a inillio......,
aramia.....
Keijo............
Fumo hoai ........
ordinario..... .
em folha bom.....
a ordinario ". .
reslolho.....
Ipecacuauha .........
liouiina...........
Ceugibre...........
I.cuha de achas grandes ....
pequeas......i
a i) o loros.......
I'raiicli.i- de a ma re lo de 2 costados una
louro......... i,
Coslado de aniarello de 35 a 1(1 p. de
e.e 2 ,'j a 3 da I......i
de di lo usuaes.......
Cosladiuho de dito........ a
Soalho de dilo........... .
Perra de dilo...........
Costado de louro.........
Costadinho de dilo........ a
Soalho de dilo...........
Porro de dito...........
" cedro..........
loros de tal.unki......
Varas de parreira......
aguilhadas........
quiris..........
Em obras rodas ilc sicupira para c. par
1) cixos 11 W ) D i
9

39200
39300
39810
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59000
19600
19350
3700
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19600
19000
39000
19000
39000
39500
alqueire 89000
. lO^MK)
sob a presidencia do mesmo Exm. Sr. a iiorocacan
de dous administradores e um fiscal para arreen lar.
.idmiuislrar e liquidar a liei anea e salisfazei todas as
obrigacea do fallecido noa termos du artigo 310 do
cdigo romiiierii.il e arl. di 5 2 do regulameolo n.
7:17, lic.indo os mesmos eredores na inlelligeocia de
que iieulium ser admiltido por procurador, se este
uu livor poderes especiaes para o aclo, e que a pro-
curadlo nao (iii.ie ser dada a pessoa que seja devede-
ra ao fallecido,nem um mesmo procurador represen-
tar por dos diversos eredores.
Cid.i le do Kecife de Pernambueo aos 7 de mano
de ISili.O escrivao,
francisco Ignacio de Torrea Bandeira.
COSTI HAS JO ARSENAL. E
:-3 Deordem du lllmMr. lenenle coronel di- 9
9 redor do arsenal de goerra, se faz publico S
para conliccimenln dos inleres-ados, que no $6
9 dia 1i do eoirenle. ao ineio-dia, se pegam 5?
no mesmo arsenal os corles e feitios das *f
obras que se maniifaclnrarain do a \t\ Jes- f}
?i le mez ; e cnrrespondenles aos bilheles de $i
S-5 feilios de ns. (ii. 117 e lili; e de corle e fei- ?>
& lio de ns. 58, 69. 80, S2. 85,87, 141, lis, ;
i; 153, l">7, 1.VI e 160. Oulro sim. que as pea- vi
f9 toas que ainda leem em seu poder obras que J
,':3 receberam para costurar em lempo de seus jg
3 anlecessores, aa devem recolher rom a maior ','i
f( brevidade possivel, sob pena de serem chama- 5*
ej) das nominal e por este jornal, quando se nao *j
a) recorra a meios mais eflirazes.
9 Directora do arsenal de guerra de Per- .{
S nambuco II de marco de 1S(i.O encana- JIJ
% eado do expediente, Antonio Fraociaeo de fi
3D Souza Ma- ilh Jnior. '
CONSELHO ADIIIMSTBATiVO.
O consellin adminislrativo tem de comprar o aa-
guintc:
Para o S. batalbao de infanlaria.
Panno verde escuro, covadus 7.'>i.
Kecrulas em dcpoiilo no segundo balilh?n ()> in-
fanlaria.
Bonetes de panno, loo ; grvalas de sola enver-
ni/ada, HHI brim branco lisa para frdelas, varas
2T*) ; panno prelo tiara polaina*, covadus >'> ; bo-
les de osso prelos, duzias S ; sapatos, pares IIKI ;
manas de la, IIKI ; esleirs, 1.1 1.
Irabalbos das ollicinas de I.' e 2.a classes. *
Cola da Babia, arrobas 2 ; (aboas de piaba de as-
soalho, duzias 10 ; ditas de dilo Je :| de polegada,
ditas 10; dilas de dilo de forro, ditas J>\ ; alvaiade,
arrobas 5.
Ollicinas de :i." classe.
I-erro ingles de vanada, qdinlaes 12.
Ditas de 5." dita.
Lona da Kus.ia, peca I ; brim da dita, dilas 2 ;
cabo de linha de .1 polegadas, dita I.
Para o hospital resimenlal.
Pares de raeias de la, duzias 2:1 l|2.
Quem os quirrr vender aprsenle as suas pro-
ponas, em caria fechada na secretaria do ron-
seibo as 10 horas do dia 17 do correte mez.
Secretaria do couselho administrativo para forne-
cimeulo do arsenal de guerra 11 de marco de
ISjfi.Benta Jote Lamenha l.int, coronel presiden-
le.Bernardo l'ereira do Carmo Jnior, vogal e
secrclario.
9 c-
&5 "SSPSSgBBSgg'Sgej,?
f g?sfsSf f Sll.f flf S
.-:ti5c:ii>afr.2: ||
f!iiis|lS;
? 2S!tr;!'!i:oi,a'S5-
5;2=-a-7==.*i5s-
iltlErfiliiS r'f
= ? *, 2 a._ = ^o3 S"5
= r-S-= b 5 i S' 3 ?S 5 I *
Ife-f? 2.iii|.I 1 i
Stfl' "? |S*1* s S.
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Melaeo.......
Milho.......
Pedra de amolar .
" > lili r .11 .
o roblos .
Ponas de boi .
Piassava......
Sola 011 vaquela .
Sebo era rama .
Pclles de rarneiro .
Salsa parrilba .
tapioca ......
I nhas de boi .
Sabao .......
Esleirs de parpen
Vinagre pipa .
. caada
. alqueire
. nina
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. cenlo
. molho
. meio
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. nina
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. cenlo
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179000
39500
?2IO
5120
92OO
3O9OOO
Para o ro de
Janeiro
sabe cora brevidade por ter a inaior par-
te da carga piompta, o bem conhecido
iitigite nacional FIRMA : para o testo
da mesma, passageiros e escravos a fete,
pata rpte tem excellentes commodos, lia-
ta-secom os consignatarios Novaes i\ C., na
ruado Trapiche n. V, primeiro antW,
011 com o capito na praca.
Para o Rio de
Janeiro
Salte com muita lirevidaHe por ter a maior
parte da carga prompta, o brigue escu-
na MAKIA : lima o resto da mesnia,
passagciioseescravosa lele, para qae tem
excellentss commodos, trata-ce cotn os
consignatarios Novaes St ('.., na ra do
LYapichen. 5*. primeiro andar, ou com
o C.inilo na praca.
Para o Ararali sague cm poucos dias por ja
ler a maior partp de sua carga prompta o bem ro-
iihecido bialc aCapioaribaa ; para o reslo e passa-
geiros, Irala-se na ra do Vigario 11. 5.
O brigue escuna nacional HARA,
capitSo Manuel Jos Vieil', precisa con-
tratar maritimoi brasileiros para a sua
viagetu ao itio de Janeiro.
Para o Hio de Janeiro, o brigue t7oJtcaiWio se-
gae viagem no dia 1.1 do coi -rente ; s poda receber
escravos a frete, para o que lem bous commodos : a
Iralar com Manoel Alvos aerra, amado Trapi-
che n. 11.
Para a Kio de Janeiro sesuo e.a poucos dias a
e-'Cuua brasiloira Linda ; para o reslo da carga 1ra-
la-se na ra do Visarlo 11. .">, ou cora o capilao na
praca do commercio.
A bareaca ConceirBo de Maria, de qu be
meslre Manoel da Cru, sal impreleiivelmenle
amanliaa, 1:1 do corrate, para al'arahihi: quem
nella qnlzer carrejar, pode dirigir-se a mesma, no
Forle do M .ti-, a cut2uder-.se com o mesmo meslre.
*8lQ\ma9'0) pono.
1 m ini-, ;
(*rn f.i/er.
S
\
ns desaraeades o juramento
Se al Contra jUea deram
'waiiiiam nn reo morle,
I assim j ojllzeram.
"tiei lembrado na verdade
viiiinias mlirrajido berra,
"r "' 'erem ser grandes na Ierra.
I-RAGA IX) RECIPE II IIE MARCO AS II
HORAS DA TARDE.
Coiacf.es aluciaos.
Cambio sobre Londresliu d|V.37 11i a dinheiro.
frederico BoUUtar, presideule.
/'. Borges, secielario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3| a-JS d. por 19.
Paris, :!1S rs. por f,
Lisboa, (hipor IIKI.
a K10 de Janeiro, an par.
Actes do Banco, ::."> 0|0 de premio.
Actes da companhia de RVbcrihe. .MjtMK)
Acces da companhia Pernamburana ao par.
a 11 lililidade Publica, .10 florenlo de premio.
m o Indemiiisadora.sera vendas.
Ui-conlo de Icllras, de t2 a l por Oi.n
UETAES.
Ouro. (Incas hespa 11 bolas. -JSj 1
Moedas de 6SUKI velhas .
" )i (I^OO novas ....
) -JIKK).......
frala.Palacncs brasileiros......
Pesos rolumnarios......
mexicanos.......
Saciot entrados no dia 11.
Melbonriie75 dias, galera ingle/a ultla-Newallii,
de sis toneladas, capilao I. He. Werlie, equipa-
gem :>i>, carga ouro e lia ; ao capillo. Veio re-
frescar c seguio para Loudon.
liba do Sal13 dias, lugre diiiamarquer. olilian, de
!(ii lonejadaa, capillo I. P. Uraw, aqaipagamO,
carga sal ; a Rothe Bldoolac.
Da rommissaollrigue barca de guerra hrasileiro
iillamarac.il), cominandante o primeiro-teneule
Pedro l'liom de Caslro Araojo.
geiSe*.
LEILAD DE BENEFICENCIA.
Marcolino de Borja 11 'ral les.ajenie de I mloes com
annatem na ra do Coilegio 11. 13, olTerecp-se pira
ctTertuar um ou mais leudes, em beneficio das pes-
soa neceasitadas. Todo e qualquer individuo que
qnier concorrer cora objectos para laes leiles, pra-
licando assim um aclo de caridade, pode diri:ir-se
ao agenle mencionado, que olferece o produrlo de
seu Irabalho, a commisso que pagam os conipradn-
res. para soecorro dos qoe. na poca aclual, delle
precisarem. E como quer que exista una comais-
lo central de beneficencia, e-la sera scientilicada do
dia do leilAo, para comparecer, qnerendo. e receber
o produelo que baja de ser apurado. O agenle ci-
ma mencionado espera ser allendido. e se persuade
que a populacao desla cidade dar urna prova robus-
la do-, senlimenlos candosos que a dominara. O da
sera (anunciado previamente.
O agento Olivoira continuara, s.ib as Bteeasat
formalidades auuuiiciadas, o leilao da remanescenie
da carga e mais arligos da barca americati.i Smilh-
field, capilu Charles II. M. Clearc, consislindo os
mesmos em harris de carnes salgadas, cabos novos
e usados, Mame, botica, algumas fallas o pedacos
de robre, bigorua. e muilos oulros, que no aclo se-
rflo pateutes : quinta-feira, 13 do corrale, as 10
horas da inaiiba, na armrsera do Perreira, caes de
Apollo.
%\Mo% r^l^er$o
aLPANOBOA.
Kendimento dn dia 1 a 10. .
[dora do dia II......
I actual KI
Ki-SHKI
169000
JOIHI
-290tHI
23000
IS8M
1379267
:073s7>1
(KJ:233i018
Pela iospeccao da alfandega -e fa/. publico,
que 110 dia 12 do crranle, depois do meio dia, se
bao de arrematar em hasta publica, a perla da mes-
ma reparlicao, os objectos segnintes : iimesraler le-
lil) no valor de 12?, duas calraias em mao estado,
valor una 69, total 128, urna porfo de madeira ve-
Iha, constando de travs etc. etc., 110 pateo externo
da alfandega. valor 03, una porcilo mais pequena
de dita, que se acha no palco Milenio da alian lega,
valor lo, onza soleiras, dea hombreiraa, nove ver-
gas e dous pediros de pedias para jogu de portal e
janells, valor urna K>, total -,(5.
Alfandega no PeriiainhuroK de marco de ISili.__
O inspector, liento .lo.i. |-ornan le- Barros.
&ccarac5e*.
De ordem do Exm. Sr. director juii de direito
especial do commercio, sito convocados todos os ere-
dores do finado Raphacl Keln Jos (arela para
comparecerem iv sala das audiencias as 10 horas da
Banana do dia i do correle, alim de proceder-sa
Carne verde
A %JM 18. POR ARROIV.
Vos dias quinta, sexta c
s.bbadndesta semana, h
ver ea ne frese.i a 200
rs. a libra, vciittia p ;r
corita da coiiiiissao mu*
iici'>.tl.
Ainda esta por alugar o segando andar do so-
brada da rua da Aniorim n. 21 : quem pretender
dirija se a rua Bella n. a.
No da I i do correle, na sala das audiencias,
depois da audiencia do jui/.n municipal da primeira
vara, se ha de arrematar por venda a quein mais
der o sobrado de dous andares e sotan n. I i silo na
roa da Cadeia do Kecife, avahado por S:>IOg, por
execacao de Jos l'ereira da Couin contra Gerv.wio
Pires Ferreira ; escrivlo Caoba : visto que no da
II nao p.le ler lugar a arrcnialac.io como e liana
annunciado,
Aii-cnloii-se na imite de :l para I da cnrrenle
o mualo Rav mundo, alio, do IKa20annoa. cara
iarga o cspinlio-a, denles limados ; fui montado em
um eavallo eaatanbo castrado, com uina estrella ni
testa : levou bolas e espinas de litio, chap f prelo
de abas largas ; ulga-se que foi de sociedade com
un prelo de iiome Manoel. estatura regular, id ole
de IS a 20 anuos, leu. falla de d-ntes na frenle, falla
descaneada; foi montado em um cavalla ruco sujo
pequen, naligo, bom andad ir bajo, porm o an-
dar nuxa pela nerna i lente : quin os pegar, ou
delles Igrer noticia, dirija se a seus srnhores no eu-
geubo P,iei, .lo sera gen ri-j nenio recompen-
sado. '
Alaga-as um primeiro andar de um sobrado
no pateo la Sania Cnia ; quera o pretender falle na
rua das Crazas, sobrado n.!. No laja do mesma so-
brado ha para ven ler-so 2 caililhoi e'uvi Ira id.,, com
reparlimenlos para amoslras de gneros de laberni.
Precisa-ae de nm roroeiro, a quera se dar 30f
mensaes se o seu servido agradar quem tativer
neslas circumslancias, dirija-se a rua larga do Rosa-
rio, padaria n. 18, que achara com quera tratar.
No da 10 do correntc, deu principio
a cmara miinicipal a iornecer ngua po-
ta velaos pobres desla cidade, que naopo-
ili-in comprar jioi IliO rs. um balde aos
igiiadeiros, os quaes alcm deste excessivo
Iircro i-i.'|ni"iiain entrar as casas em que
lies eonstam existe algum doente tacado
daepiaemia: a companhia de Beberibe,
fazendo abneflaco dos seus interesses por
tuna maneira assa's meritoria e philan-
tropica, promptamenteannuioao pedido
que Ihe fez acamara municipal, de fran-
quear {jrattiitamente, emquanto durar
nesta cidade a epidemia, os seus chafari-
zes, para delles rr.ceberem os fiscaes era
pipas a*agua pie tem de ser distribuida
diariamente pela pobreza.
\SS0i;i\l Vil C0N1ERGI.L l!F.\E-
HCEME.
Acommisso nomeada por esta associa-
;ao para distribuir soccoi ros na fregu
7.ia de San-Jos, l'az saljer as pessoas ne-
cessitadas e enfermas que precisarem ser
soccorridas, |ue se lhes podem dirigir
independente de certificados, porque co-
mo a commisso s distribue os soccorros
as proorias moradas dos desvalidos, por
si mesma, se informara' de suas prjci-
si'ies.Kecife 11 de mareo de IRfi.Luiz
Jos da Costa Amoiim.CandidoC. C.
Aleooiado.J. J. Tasso Jnior.
Ha para alugar urna preta, no ater-
da Boa-Vista n. 11 : na mesma se compra
um carrinlio de mito, se entende, oestes
de obras.
MUTA ATTENCAIV.
Na noite de II) de marco de I8M fagri-me de
ininha olaria da roa do Moodego da Boa-Vida, I ea-
cravos rocus.com os signaes ecuinles : Pacifico, rn-
oulo, ebeio do carpo, bastante alio, pamas bambas,
pe- bstanle glandes, com o esquerdo invado e com
cravos, cor meia fula, rosto cornpndo. olhos brincos
e bem fallante, vestido coro roapas de riscados, ca-
uiisa branca, cbapoo de iialhinha prelo c jiell.t
lino, representa ler 2i a unos de idade, tem pai, ir-
mitos captivos, (ein a mai e ama innaa forra. Fran-
cisco Caj', crinulo. estatura ordinaria, fanhoso par
ler ii to urna gonima na gmanla, com muilat ur-
eas de beviga. por ha pouco ler lido, corpa resalir,
rosto redondo, pe- (orlos para Tora e peroas meio ar-
queadas para (ora, alguma rousa fula, rosto resin-
lo, representa ler :10 aunos de idade, vestido ma
roupasde ripeado e brancas, chapee de pvlba. Ro-
mualdo, de Angola, baixo, lacea, falla alguna rooaa
gago, cor preta, he quebrado, vestido com roapas da
riscado e de quadros, chapeo de palhinha fina, repr-
senla ter il .unios de idade. Simio de Angola, ainda
moco, baixo, meio grosso do corpo, cara romprida.
sem denles na frenle da parle de cima, cor preta,
amblante carrancudo, vestido com roapas de risca-
do, branca e de casemira, chip* prelo de pello fino,
e bouet de patn azul Tino. Estes escravos levaraaa
Iruuxas com i aupa c foram do encenho d'agaa da
termo de igaarana', e boje do tero do Kecife,
cujo lora do finado llcorique Poppe Cirio; ea qoaas
tocaram-me em parlillia-: jalgo que foram sedon-
l.i- ou i orlad i-, que algoem se approvcilando da
quadra prsenle da epidemia para os sedazirem ; a
assim roza a lodas as autoridades e osis pesaoaa e/em
i_)< ,ipprebenda ni e os con iuzam a rua da Alegra da
Boa-Vista, casa n. :tl, que paira re as despoaas, o aa-
r i recompensado quem o- apprehender.
Marcelino Jos Copes.
Faco ver ao publico, qae se acha reoslhida m
cadeia por ordem do Sr. subdelegado dn Recaa a
prelo e-cravo por nome Tbome. cnoum, e eu dovido
do nome vislo di/er que o eu seahor era Joaqdira
Jos Alvos, c dizem que he llenrique l'ereira do
Hornee, senhor de ene*nbo Pagi : quera se jalgar
ser o seu senhor dinja-se a esla praca. (I qual esrra-
vo fui preso a 8 de fewreiro pelo capillo mor geral,
morador em Fura de Porlas.
Jos Patricio de Carvalho Silva.
x) abaixn assignado faz publico, que haveade
sido deposilados em seu poder pelo subdelegado da
fregu/la do l'ocod i Panella algons boas pai lonroq
les ao Tinado Jos Mana de Va.concella Boorboa,
no dia 7 do crreme, desapparecera o eserava Thao-
dozio perlencenle aquelles bens ; pete que e sop-
plicanle desde j protesta contra quem o moaaaa es-
r.iio bou ver orcullado. Kecife 10 de mal, de
1836. llenrique de Miranda tteuriqaes.
Deaaja-aa saber se existe nesla provincia o Sr.
Jos \ni.uil i da Costa en algurri sea parale. a
(orre o da Madein de 15 de dezembro de IKV9 ea
ui.l.ig ni da txistMcia do mesmo senhor, a proposita
de uina bcranc, mas ninguem at hoje apparoeoa.
A existir aqui o dito Sr. Costa oa algom sea paran-
te, pude dirigir-e pe Aprigio Jnslinianno da Silva Cumiarles para alie-
riores infurmaces.
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro dea
Sis. Meu.le- ,\ Draga desde o da 1 do corrale, c
apnroveita a ocea-i.lo para agradeeor aos tneamai o
bim tralameulo que recebeu durante o lempo qoe
esleve em ua casa. Joan Ignacio de Fignerredo
Freilas Jnior.
Aluga-se ama preta para o erviro de casa, eo-
zinba o diario, engorama alguna causa : sjaasn a
pretender, dirija-so a rua Direita, obrado a. fi, pri-
meiro andar.
Il.ii Ib llamen Francisco de Souza lem de ir fa-
zer unta viagem a Borona para tratamento de sua
saudo, e deixa par -mi- procuradores nesl.i praca ea-
carrega los de seus negocios, o sea genro Jos Podra
da Silva, e aos Srs. jse .'.aciano de Carvalho e Joa-
qiiim l'ereira da Silva.
Pede-se ao Sr. .Napolelo Antonio Mouorl
queira ler a bondade de dirigir-se ou mandar aa ea-
geuho Montevideo da fregaezia de Ipojuca, ealea-
der-se coa o sen propriotarte a negocio qae Ihe ros-
peila. Igualmente roga-se a qualquer pessoa qoe le-
nba noticias daqueile senhor e qae saihe aoode exis-
te, de declarar por esta folha, pelo qae sa Iba acara
noilo fihrigado.
O Sr. M. I. K. Braga tenha a bondade de rbe-
gsr i rua larga da Rosario n. :ts a negocio qoe nao
ignora, ou entao anniincie sua morada para ser pro-
curado.
hereeo-ee urna malber partaaacaa pan aroat-
p.inli.ir alguma seubora ou lanulia para as libas,
l.isbaa ou Porto : quera precisar dinja-se a estrada
da Soiedade, rasa do Sr. Antonio M :Chado.
i ii .iiil i m do Divido Es-
pirito .Sstiit'..
A mesa i egedora rogj a lados os sen* n mao- ha-
jam le comparecer em sua igreja no dia II do ror-
rele as i horas da larde, para encorpoiados ires
aioinpaiiliar a proris-o de Iriiimpha. ein saiisfa;aa
ao convite que nos dirigi a veneravel ordem lercei-
ra do Canna.
C.'elann Pinlo de \ eras avisa aos Srs. sacerdo-
tes que qiiizerem celebrar missas por alma de soa
Uada m-.ilher 11. Mari Ferreira da Silva, no dia 13
do crrenle mez, com a paga de llalli, eomparera
n.i uialriz do bairro do S. Sacmenlo de Santo .Va-
inilla desla cidade, que dizeudo a mesnia missa san
paga, iiiuio j* se esta praticindo na igreja da vrne-
I ravel ordem lerceira de S. Francisco.
O Ibesoureiro da innandade do Seulior Bom
' Jesiis dos Passns da matriz do Corpo Sanio, pelea
i Indos os seus charimies irulaoa para runir.-m na
i mesnia malnz sexta frira, It do corrale, pelas-2
| horas da larde, afira de aiompaohar a prociasto da
Triompho. Pede-sc lambem a lodos os traaos qoe
! liverem capas em casa, e qae por motiva ole pos-
sam comparecer, o favor de as mandar entregar pa-
ra serem dlstribaidas.
Precisa-se de um menino para caixeiro de 10 a
l aunos, que seja do. ehectdes ha pone : na roa
Dircila n. 19.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO




WRIO 0. PiKUlUCQ QUARTA rEIrlA 12 la MUQO
Terceira cdi$o.
TRATAISSTO HOlSOFiTHICO.
Preservativo e curativo
PELOS DRS.
juM jfl.-.:f^ TR2 -ar^a.. a*-- .
ou iiistrurr.lo aopevuparase podereorai -desta enferniidadc. administrndoos remedios mais ellica/.es
paraalalh-la.einquaiilo srrecurrtaomedico.ou mesmo paracura-l itidapeudenlcdeslesnos lugares
elD <|,ie TKAI)IJZU) EH PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOTO MOSCOZO.
BrtMdwopoelconl|n cao es I.i.io alcance de lodas as iulclligencias, n.1o o pelo qua di respailo aos meios curativos,como prin-
cipalmente aos preservativos que lemdado os mais satisfactorios resultados em toda aparte em que
elles tero sido poslos em pralic.
Sendo o iralaoienluhoiueopatliicoo unirnque (em dadograndesresulladosnocurativodesla horu-
valeolerinidnde, jaleamos a proposito (raduzir restes dous iinporlaulos opsculos cui liugua venan-
la, para desl'arle facilitar a sua leitura a quem iguoie o fraueer.
Vende-se unicaineute no Consultorio do traductor, ra Nov n.Sii, por 2tt)00. Vendem-se tanihem
os medicamentos precisos e boticas de [2 tubos com um frasco de lindura 139, umadila de 30 tubos conir
vro e -2 frascos de tiulura rs. 25$000.
:. --.- -
s>.
8 PEORAS PRECIOSAS.
(i ''
;
A teteros de brilhaiiles, *
'<, diamantes e perolas. pul- "
; reirs, allinetes, brincos >.
* o roletas, boltes e anueis *
* de diflereutes goslos cite
', Compran), vendem ou ft
|J Irocam prala, ouro, bri- g
?j Ihanles.diamanlesepero- w
las, a oulras quaesquer fl
* joiasde valor, a dioheiro
$ ua por obras.
HOREIRA k RUARTE.
:lo,ia iib ni mus
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os va por es da Eu-
ropa as obras domis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
Aderemos cmplelos de X
ouro. meiosdiU, puleci*.:
ras, alineles, brincos e v
ruzet.is cordoes, Ininre- *
lins, mcdallias, correnle*
c enfeiles para relosio, c *
oulro* muilos ubjeclus de %
ouro.
ApparclUos completo!, jj
de prala, para cha, lian- ^
dejas, salva*, caslicaes.
culbere* de sopa edecli, j
i' muitos oulrus objeclos ^
. de prala.
<. ^ ,N ,> -> ^ .;. c. A ,;. ; ;> ,. .-. $ a
de Lisboa, as que aevendem por
pi*e$o commodo eomoeoslumam.

ESTRADA DE FERRO DE PERNAMRCO.
BaNOCEIROs da COMPANHIA EM LONltRES.Srs. lieywood, ketinanls
Banqueiros em PeUUMBUGO.O Banco de I'ernambuco.
Agentes jo Bio de. JaneiroSrs. Man, MacGregor, A C*.
Agentes km Pernambuco.Srs. Roihc& Bidotilac.
Agentes na Bauia.Srs. S. S. Da'vennort & C".
& C,
Os que desejarem comprar acedes d'esla Companliia podero dirigiese na furnia aliaixo indicada
Commissao em Pernambuco emeasa das Srs, llollio & liidoulac. O deposito de urna lilua es-
terlina ao cambio de 27 por 13000 ou rs. 87838 por accao deve ser allexiuado em Casa de um
dos Agentes da Companbia no Bio de Janeiro, na Babia, e em Pernamlitico, que dardo competente
recibo.
A subscripcao Tica aberla at o dia 20 de marco em LVrnambiico.
Os sehores que j Hzero pedidos para a sequisicao de aceoes desla companbia antes de sua pu-
lilitaco em Londres, devem lambctn dirigir-so Commissao o remelter aos Aginas a importancia
do deposito deJ 1, por conta de taes accoes dentro do prazo lixadc para a apresentacao de podidos.
A ama Commissao nomeada pelo 1'residente da Provincia de Pernambuco, de accordo rom o
Coneessiuna.no o Sr. Alfredo de Mornay, ser condado o trabalbo da distribuirlo das Accoes.
Se nao forem concedida todas as Accoes pedidas, o dinbeiro depositado ser levado em conta para
a primeira preslaco de duas libras esterlinas Rs. 177770 por cada Arrio.
Se nenhuma for concedida o dinbeiro ser restituido'por inteiro al o lim de Abril, ao mais lardar.
A Companbia tem reservado fundos que os Directores calculan ser suHciemes para o pagamento dos
juros aos accionistas desde o dia em que se efteciuarem as preslaeoB, c essea juros sero os meamos
que sao garantidos pelos governos Imperial e Provincial depois-ds abortas as serenes da Estrada
de maneira que a importancia das entradas vencero > juro de 7 por cenlo logo que estas forem
realizadas.
Os dividendos sero pagos aos Accionistas no Bra/.il em casa dos Agonles da Companbia as cidades
do Bio de Janeiro, Bahia, e Pernambuco.
.Cada prestacao nunca exceder de duas libras esterlinasBs. 178770, por accao, solver um in-
lervallo pelo menos de trez mezes antre a> presia^oes.
Os que perlenderem accoes devero dirigir-se Commissao, e remellar aos Agentes da Coinpanhia
em Pernambuco Srs. Boine & Btduulac, logo depois de entregaren! a importanria do depusilo, um
podido segundo o formulario abaixu transcripto que os Agentes da companbia foruccero CO0JU11C-
tamcnie com o compelenlc recibo pelas quanlias deposiudas.
AssocicdLu Gotiimercinl
| Beficente.
A commissao nomeada pela Associai.o C.oniincr-
cial Beuclicenledesla praea, com o lim de soccorrer
'as pessoas uecessiladas e desvalidas da freguezia da
Bo;i-Visla, por qccasiao da epidrmia renile, pre-
vine a quem pstlver em laes cirrumsUiurias, de pro-
curar a Joao Malbeus, ra da mal i/ u. 1K ; Maooal
Teiieiru Bastnsj ra da Alegra u. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza Carvalho. Eilancia : de-de as 7 horas
da inunlia a's '>. e a (arde das \ tinras cm diaule :
em raso urgente, porem, sero .occorrido* iirompla-
nicnl.' a qualqacr hora. A commissio desejando
acertar na forma de distribuir essoccorros, rog. en-
carecidamente a todas a* pessnas mais rnuliecida
dcsla freguezia que tiverem perfeita sciencia do Ba-
lado de precisan da qualqucr familia, se lignein de
a informar fim de ser com promplidan allendida.
Recife 2 de fevereiro de I8S6.Joo Mallieus, Ma-
noelTeixeira Bastos, Vicenle .Uves de Souza Car-
valho.
Alusa-se n segundo andar do sobrado da ra
do Aniorim n. ) : a tratar na ra Helia n. .
A vinva e herdeiros de >. (tadault, leudo ilr
proceder ao inventario dosbcnsdeixados pelo nie-mo,
convidan! aos credores do casal, para que bajara, no
prazo de K das, deapresenlurem suas eoutas, afim
de serem verificadas e coinprehendidas no inventa-
rio, no consolado francez, que para Uto esl aulori-
sado. Recife S9 de fevereiro de H-'H.
Elias l'ereira (jonc,alves da Cunlia, encarrega-
do da administradlo da companbia dos desinfectan-
tes, pelo conselho de hysiennr publica dista cidade.
faz scienle aos Srs. inspectores de quarleirao o mais
pessoas do povo, que tem filado sua residencia
na ra da Cadaia de Sanio Antonio, casa defronle
do convenio de S. Francisco, onde peder er pro-
curado para o evercicio de sen cargo, devendo easas
pessoas darem a ra e o iiuinero da casa cm que for
roisler empregar a desinfecrao.
A abaixo assignada, por si e como tutora de
mas tillias, faz scienle para que ninguem pague o
importe de qualquer divida em que '-( i para rom
a padaria do seu finado genro Jo.1o Antonio da Vei-
ga, sita no lugar das Cinco Ponas, a Andr Nauzer,
nein a algunia oulra peoa que mo eja a nbaito I
atsigiiada OH a do lesl.imcnteiro o llr. Manuel Jn |
l'ereira do Mello, sob |iena de quem o conlmrio li-
zer tirar oliriaado a repetir o pagamento. Hecife 9
de marco de 1850. Maria Senhorinha do (.tra-
monto,
AVISO AO PUBLICO.
No anligo deposito da ra eslreila do Rosario n.
11. junio ao neceo do Rosario, he chegada urna por-
rSode bichas de jlamburgo.
Precisa-se de um Irabalhadur de masseira
quem >e satisfar um ordenado corresponden'o ao, .
sen trahalho ; aqoelle que se adiar neslas clreoms- "a dfi delronte do llo*pi-io, precisa-se de um
laociaa, pode diri:ir-se a rua larga do Rosarij, perlo ""a "c lellf- rorre, que nflo traga comsiso o filho,
do quarlel, padaria n. IS, que ochar com quem
tratar.
l'crdeu-se dii rua da Conceiqao da lioa-Visla
af a rua Nova nina pulceira de ouro sem esmalte ;
a peasoa que a acliou e qui/.er entregar, ilirija-se a
roa da Cnnceic/lo da Boa-Vista n. 39, que se dar os
sinnaes e sera bem recompensada ; e a quem for of-
ferecida queira tomar e levar a ilila casa.
Precisa se de urna ama secca que leja de boaj
conduela, para fazer o serviro interno de una casa
de homem solleiro, paga-se bem agradando ; no
Forte do Mallos, rua do Burgos n. 31,
Precisase de um eaiieiro partugut-x de li a
ll anuos, para urna fabrica de velas de carnauba :
ua rua Dircila u. 59.
Drsappareceu ou furlaram do porto da rua Nova
urna canon aberla de lote de tiOO lijlos, cum os sig-
nar-, neguotes, ferro na proa, as cavernas quasi to-
das novas, e lem sobre as mc-nnns um assoalho de ta-
llos ;e lonco : quem da mesnia der u< licia ser re-
compensado na roa do Mondego u. 1:15.
J.i-c da Rocha Prannos.
0 Br. l'ossidunio ile Mello Arcioli, medirnen-
earrecadode preslar soccorros de sua proAssio as'
pessoas do quinto dislricto de Santo Antonio, derla-1
ra que lambeni se achn prompto a prcsla-los na fre-'
^oezia d" S. Jos, e piWle er procurado a qnalqucc 23Ja
iiora ifo tonvcolo de S. Francisco..
Caelano l'inlo de Vera, pedo prsenle avisa as
peMoaa encarregadas das irmandades de Santa tUta
de Ca.si.i. dem do S. Sacramento do bairro de San-
io Antonio, idem de S. Jos, dem da Senlior Rom
Jess dos Marlvrios, dem de N. S. do Terco, dem
da ordem lerccira de N. S. do Carino, todas dosta
cidade, di' mandar dizer na missaa por alma de seua
irinaos fallecido-, que no da 7 do corenlo me/, fal-
leceu victima da epidemia reinante a irroaa I). Ma-
ra Feneira da Silva, mulher do aunuucianle, o fa-
vor e Ihe manda dizer a* referidas mis*as que Ihe
he concedido pelos seus compromissos ua e-iatolos,
como irnia, por sua alma, e dar-sc-lhe os dnbres de
sino do cosime, para que os mais irmaos cunipram
os seus develes.
Os abaixo ssunados, encarregados pela com-
missao interina de hygieune publica de desinfecta-
ren! as casas em quefalleceram pessoas atacadas do
cholera, declarnm quescacbam munidos dos reageu-
les e utensis precisos para este serviro, e por iiao
rogam aosreverendos Srs. vigarioa, os Srs. mdicos
do dislriclo, e os inspectores de quarleiro que os
avisero, iodicaudo a rua e o numero da casa cm que
se fizer preciso proceder desinfecrao
Boa-Vista, ruada C.onccicao u. II, Joaquim Elias
de Moura Condiin.
Santo Antonio, rua larga do Rosario u. fi, p.i^i.
Pereira Gongalves da Croa.
S. Jos, paleo do Terco n. 70, Domingo- da Silva
Ferrcira Jnior.
Rerife, rua da Cruz, botica de l.uiz Pedro das
Noves, l.uiz Pgd.ro das Noves Jnior.
Oner-se alagar omescravo para servicn de
casa: a Iratar na rus do Trapiche n. Iti, segundo
andar.
Prcca-sc de urna ama para o servir interno
a externo de urna casada pouca familia; prometie-
se bom Iralamenlo, e paga-se iirm ; piefere-sc cs-
erava : no paleo de S. Pedro u. :i.
LOTERA DO RO M JANEIRO.
Acliam-se a venda <>s novos billietes da
lotera "> do conservatorio de msica, cine
dcvia correr do dia ; H do presente
mez: os premios ateo de i:ltim.sO(IO rs.
seraopagot a distribuico das lisias.
Precisa-se de lima ama para BCrvico de porlas
dentro em urna rasa de pouca familia : quem qui-
zer, dirija-sc ao Forle do Mallos, sobrado o. 10.
segundo andar, que achara com quem Iralar.
O aballoassignado, snbdilo norlngnez, retira-
se para Europa a Iralar de sua sanrie.
.Manuel Jos do Narimanln c Silvil.
Prccisa-ie alugar um criado para servir a um
liomem solleiro : a Iralar na rua do Oueimado, loja
AO PUBLICO.
Os encarregadm da proetssin de penitencia e tras-
ladacao das iiuagcns do Senhor llom Jesiisdos Passos
do Manguiuho para a Esliiiicij, e de S. (ioncalo des-
la para aquella, deve ter lugar na quarta-tira, 1-2
do crrenle, as 5 hora* da larde, pregando ua sabida
do Manguiuho o Hvm. Sr. padre incslre Joao Capis-
irano de Mendonca : rogam, porlanlo, a todos os
devotos que quuerem acompanhar, de comparece-
rem ua igreja do Manguiuho as horas iudicadas.
A fabrica de sabo da rua Imperial precisa de
11 abnihadores serventes, livrr* ou escravos, e paga-
se 800 rs. diarios a secca, e 169 men-aes. dormiudo
c Comeada ua fabrica : a Iralar com o gerente da
mesnia.
Na casa da residencia do Pr. I.oureiro, na rua
PARA 0 CORRENTE AUNO.
Folhinlias de algibeira eonlendo o al-
mannk ailiiirnisliativo, mercanltl c in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos irjjfjjpttoi ;e-
raes, provineiaes e mttnicipaes, extracto
dealjjimias posturas, providencias sobre
incendios, cntrudo, mascaras, (emiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
meutos e exportaeo da provincia, por
500 is. cada urna; ditas de porta a ltiO;
ditas ecclesiasticasou de padi c, com a re-
ta deS. Tito a V00 re: nalivratia n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Quem quizer comprar um carro
americano de (|iialro rodas.com assentos
para duas penoas, tendo arreice ecavallo
muito ardi<;o: dirija-ge a rda do Trapi-
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques com plumas, boleta e
espelho i 2>, luvas de pellica de Jouvin o melbur
que pode liaver a 1sMI o par, ditas de seda aina-
rellasc brancas para homem e senhora 1-yJWI, di-
B!i,,JI*^"rC? t,0rdadns de core I conslrucrao ; laisa, d. frro |
rs. e 19200, ditas de lio de Escocia brancas e de lo- sunerjor qujf '
IECHAIISIO PARA EIGE-
IHO
NA FLNir.AO DE PERRO 1)0 E.NCt-
NIIEIRO DAVID W.BOWMAN. *A
RUA DO BKLM. PASSANDO O oHA-
PARIZ,
ha sempre um grande soruaientn do efjaftjjBJa o-
joctos de ineclianismo proprio. para eii-eho.. o m-
ber : rooendas e nielas moenda. da mais
I que iiver, de peilo.
0 Di'. Possidonio de Mello Acciole
encar regado de prestar o> soccorros de
istia prolissao as pessoas do(|uinto distric-
to da treguezia re S. Antonio pode ser
procurado no convento de S. Francisco,
a qualquer hora do dia c uoite.
A i teruiaria do consistoi o da ir-
mandade do Divino Espirito Santo em
So-Francisco, ja" annunciada, acha-se
provida do mais necesaatio para reeber
lien. M),
indo anda i
i ^0 C0\SLLT0RI0 HOMO
i
Formularia para o pedido de Acro'c.
. Aot Sehores da Commissao encarreyada da dislribuigao Ja Acede* da Companhia da
Estrada de Ferro entre o Recife e o lito de Sao Francisco.
avendo eu cncarregado aos Agentes da Companhia reis
ao Credilo da mesina Companhia, peco-Ibes que me eoncedo as Acedes correspondentes aquella
prestacao, e pela presente me obrizo acechar aquello lujmcro de Accoes ou as que me bouvecem
de ser concedidas-: e bem assim apagar as subsecuentes preslaoSes quaudo me forem exigidas na
forma das Leis que refjulo a Companhia, assignanilo-mo por mim ou por tneu bstanle procura-
dor no Livro compoiente Ja iuscripc;.o.
% rvniico.
Rua das Crazas n. 28.
9 Coiitiniia-se a vender os mais acreditados
A mediramenlos dos l)rs. Castellao e Weber, /
'' em tintaras e em glbulo, rarleiras de lo- W)
f) dos os lmannos mullo em conla. H
^ Tuhnsaviilsos a 500, HIJO e 1JO00. 21
tonca de tintura......S00 Tubo c frascos valias, roldas de cortica 9*
para tubos, e ludo quanlo he ueeessario pa- Zk
vsy rs o uso da humiropalhia. &l
$###$
Ceblas de Lis-
boa.
Ja rhegnram as ceblas de Lisboa, e vendem -o no
armalem de Juo Marlius de Barros, Iravaasa da
Madre de Heos n. -.'1.
Ventle-se cobre niooda) rom ptemio de dous
por cenlo ; na roa Imperial n. :17, padaria.
Vrnde-te aieile de carrapalo a -J310 a caada,
em porcao e a relalho: na i ua das Trincheiras n. 29.
\'emle-se arroz de casca, milho e feijao mula-
linho : no enes do Hamos, a bordo de urna harcaca,
uu ua rua Dueila n. <>9.
Vende-se um hu muito gordo com orna car-
roca ; a tratar na rua da Cadeia do Recife u. 12.
Vende-e no pateo do Carino, quina da rua de
Hurtas n. 2, sag' novo a :lti0 a libra, cevadn nova a
120, banlia bem alva a -VJO.
Veadem-se toalhas de lah\rinlho de muito
boas goslos, e por preeos commodus : na rua da Ca-
deia do Kecife ii. 2H. '
Vende-se ama canoa cm perfeilo estado, ev-
cellenle para conduccSo de capm : a Iralar rom II.
I). I-rauco Jnior, nos Keme-lio-, que esln aulorisa-
do a fa/.er todo o negocio.
Vende se felino c milho muito barato : na rua
aos seus irmaos desvalidos que venliama do Vicario n. t.
ser acconnnettidos do cholera : roga-se,
|M)is, aos irmosda liiesui.i irinandade.ou
aquem'tenha conhecimeato de alguns
(lestes, participen) ao nno jur, escri-
vo, ou Ihesoureiro, alim de que sejam
recolliidos pela mesa e tratados da ine-
lliorfrmaquefor possivel.
3 COLUTORIO HOMffiOPA-
m
...
PIUCO
IIA COMAKCA do CABO.
So rri'jeithn Mwrtupagipe
(Gratis para os pobres.)
Nome por exienso__________
Besidoncia por extenso_____
Prolissao ou Occupaco
Lugar do Negocio se o lem.
lsn-Mitiu.
S J. mi DENTISTA, !
A contina a residir na rua Nova u. 19, pnmei- tja
# ro audar. g
a*3*Orti3i-a*3BS5ftir;.
REPERTORIO DO ISSICO
HJDMEaPSTK.
"EXTRAHIDO E KUOFT E BOEN-
NINGHALSEN E OL'TUOS,
c |>oslo em ordem alphnbetica, rom a descripeo
abreviada de todas as molestias, a inrlicarlo physio-
logica e Iherapeulica de todos os medicameqlos ho-
meopalhiros, seu lempo de arrAo e roucordaucia.
seguido de um diccionario da significarlo de lodos
os termos de medicina e cirurgia, c posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO 10RAES.
Os Srs. ..ssignantes podem mandar buscar os seu
excmplares, assim como quem quizer comprar.
PUBLICACVO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esta publicac^o serii sem duvida de ulilidade aos
priucipianles que se quizercm dedicar ao ejercicio
do foro, pois nelia encontraran por ordem alpuabe-
lica as principaes e mais frequentes oceurreucias ci-
vis, orphanologicas, commerciaes eecelesiasticasdo
nosso foro, com as remisses das ordenaces, leis,
avisos e re^ulamenlos por que se rege o Brasil, e
bem assim resolurfies dos Prasistas anligos e moder-
nos em que se firmara. Conlm semelbaulemcule
as decisoes das questes sobre sizas, sellos, velhose
CAMA DOS BXPOSTOS.
Precisa-se de amas para amameular rri.uieas na
rasa dos exposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, lendo as habililaces necessarias, dirija-se a
mesma, no puteo do Paraizo, que ahi achara com
quem Iralar.
a fabrica tranceza de calcado, no aterro
da Boa-Vista n. 52,
admitiese apreudizes de 1U a lli anuos de idade,
rom preferencia orphos: as pessoas que liverem
meninos ueste caso, sirvam-se dirigir i fabrica ci-
ma referida para lomar cocieciraeuto das condices
e lavrar o competente contracto.
ASsOCIACAO' COMMEKCIAI. UENEI-CEME.
Os abaixo assignados, membros da commissao de
beueliceuciii da mesma associacao rommercial para
soccorrer os pobres da fieguezia de S. Jos, leodo-se
dirigido a esla fregnezia no desempenho desua com-
misso, mas como uAo fosse possivel soccorrer n to-
dos pelo pituco coiihecimcnl.i que tem do lugar, ro-
gam as pessoas que nao forain soccorridas de se di-
rigirem aos abaiio assignados; oulro sim pedein a
todas ast pessoas que liverem conhtcinienlo de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma, de.
dar as precisas informantes n mesma commissao,
|.oliendo lamltem dirigircm-se na mesma freguezia,
defronle a fabrica de sabao, ao Sr. Antonio Joaquim
de Vasconcellos.Jos da
Madre de lieos n. ">.Candido Carneiro liuedes
Aleolni,ido, rua do Amonio n. ">tl.Jos Jronle
Tasso Jnior, roa do Amorim n. 33*\ cenle l-'er-
reira da Cosa, rua da Madre de Dos n. 2(i.
."isSOll 5:000$000
-i.S'.XIO :500.s'000
2S000 1:G00$000
Ijf500 l:2oO. 700 625 (i'tO OOiOOO
7r{) 2508000
NA MESMA Fl'.NOICA'O.
op-
dos Srs. J. Soum
muilo superior a 5?, ditos de;
alisar lamben] de lartaruca a :tj, ditos de verdadei-
ro blalo para alar cabello imitando Bailo aos de
tartaruga a I980, ditos de alisar de bfalo, finen- ** execulam (odas as encnmmciidas con. a -upein*
da muito superior a 320 e OO rs., linda* nteias de r',l;",e ja condecida, c rom a devida ptslez^e rwm
seda pintadas para enancas de I a :i anuos a I.-miii I modidade ero preeo.
oaftar, ditas de lio de Escocia lamltem de bonitas I llUIOn nmnctvn
core- para criai.cas de 1 a 10 arras a 320 o par. es-1 Uillbll UtrUoITU
pelhos (tara parede com excelleules vidros a 5IKI j j ,-r .
700, \g e 15.110, louendores com ps a i;",00, ntas N emle-se agua flentilricr do Dr. Pei-
de velludo de todas as cores a ItJe -JtO a vara, es- re, u i u ,t it.i i ,i 11 m p.i i i isiliiitcs da
covas-linas para tientes a 100 rs., o finissimas a .'00
rs., dilns limssimascom cabo de marlim a 1>, Irn-
cas ,|e seda de todas as cores e larguras a \M), 400 e
SOOra. avara, sapalinhos de lila para enanca, de
bonitos padrOes a 240 e .V20, aderecos pretos para
luto com brincos e allinelesa lo, loucas pretas de
seda para enancas a 1;, Iravessas das que se usain
para segurar cabello a I;, pislolinbas de metal para
enancas a Ol rs., galhcleiras para azeile e vinagre
a L'-j-ei. bandejas muito linas e de lodos os l.ima-
nhos de ts, 25, 35 e t, meias brancas linas para
senhora n 210 e 320 o par, tillas prelas muilo boas
a tOOrs., ricas caixas para ra|tc cean riquissimas es-
tampas a :>5 e 2s.'iOH, meias de seda de cores para
boinem a litO, charuleiras muito finas a 2a, casles
para bengalas a 10 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs., neulos tic armac.io de aro prateados e do-
ra.los.t Co, 15 e 11200, lunetas rom aro de blalo
c lartarosa a aOH rs. e la, superiores e ricas lieu^a-
linlta- a Uj. c a .'iOO rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra eavallo pequeos c grandes, fazenda muilo supe-
rior a tilo, S00, la, 19200, la.tOO e 3$, alacatlores ta
cornalina para casara a ;iil), penles muito linos para i c
suissa a .,00, escovas finas para cabello a II, di las 12 a. Z^SJSmSfZ fwoml,,,d-
para casaca a <0. capachos pintados para sala a I '"" uw "' "
liiO, nieias brancas e cruas para homem. fazenda
superior a 160, 200 a340 o par, camisas de meta
muilo finas alte 1s200, lavas brancas encorpailis
proprias para motilara i 240 o par, meias de cores
liara seiUiora muilo fortes a 220 o par, ricas aboloa-
durasde madreperola ede oulras umitas qualidades
c go-tus para rolletes e palilos a .VIO rs.. fivela lloa-
radas para calcas e odeles a 120, ricas lilas linas
lavradas c de ludas as largura, bicos linissiino de
bonito., padrees e todas as largaras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de aoivae, tesuurt-
ii li.i- para costura o mais lino que pode encontrar.
Almde ludo isto oulras miiitissimas cousas moilo
proprias para a fe-la, e que titilse v ende por prc-
cn que faz admirar, como todo- os freuueze* ja sa-
lit'iit : na rua do (Jueimarlo, no-quatro calilos, na
bem conhecida loja de miudezas da lloa Fama
n. M.
timo paladar : em casa
c.
Vende-se um arreio novo para ca-
briolet, muito borne barato: na ruada
CriK n. 20, pi imciixj andar.
Cartas fraiwe-
zas.
Vendem ae superiores tarlas fianrei.M pata *et-
larrte a VK) r. o dkaralho : na ru. d
loja de miudezas da Boa fama n. :U.
C. STARRskC
resueilosaiiienloaiinuuciam i|r no seu eUf tts
abcleetnieiiloem Santo Amar,,.......,,,, a faks
e-
fatwkar
aa i
- aunrollora, ao-
vegatao e manufaclura; c om para mam es<
de sen, numeroso frejiuezese do publir* ca astral,
leem aberlo em um dos gran.le. araaaaeaa 4VSr.
Mesquila na rua do Brom, alraz do arsenal de a-
Saldo Vssi
\ en le a bordo do palliabole Adelaide. tm ,
tratar com Antonio de Almeida Gamo, no rea V
Trapiche n. 16, segundo aodar.
Eixos carreios \mn*
carros.
LOTERA da provincia.
Acliatn-se a venda os hillieles da se-
gunda parle da primeira lolerta da ma-
triz de San-Jote, cuja extraccaolieno-dia
2!l do crrante. Km consecuencia da
mndanca de plano os preeos dos nossos
l)i I leles o cautelas so os r.l>ai\o notados.
pagando-se os primeiros premios sem o
discontodosS por centollo ini|)osto {eral.
Bliete inteiro
Meio billiete
Tercos
Quartos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
Os i-aiitcstas, liveira JuntorcVC-
Quem quizer concortei- com dona-
tivos ou servicos pessoaes para o HOS-
PITAL E NOSSA SENHORA DO LIVRA-
SIEXTO, pode dirigir-se ao Rvm. prefei-
to da l'enlia au ao Di- Lopes Netto, que
estiio encarregados de recebo-Ios.
Para o serviro do HOSPITAL DE
NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO,
precisa-se de dous mdicos e duas ener-
meiraS : a tratar na rita Nova n. (!).
No deposito da rua do llauzcl, courronle ao
becco do Trem, pretisa-se de um lorneiru e alRuns
amassadores, paita-sc bom diuheiro ; a Italar no
'eEue/.ial
l're-
por
Associacat; Coiutocroial
Be ne fice 11 te
A commissao encarresada pela Asociaco Com-
merci! ilencliccntepara distribuir soccorros lisclas-
novosdireilus e'decimas, sem o trabalbo d recorrer i ses necessiladas do hairro do Kecife, la/, saber a
colleeejo de uossas leis e avisos avabos. Consta- quem se adiar uessas ctrcuinslancias, que pode pro-
ra de doua volumesem oilavo, grande fraucez, e o | curar a qualquer de seus membros em suas resideu-
A Commis-
uer cs-
Ihe foi
confiada, rnga as pessoas que liverem conhecimenlo
lrocam-se notas do Banco do Brasil I de que qualquer pessoa em suas isiohaoeas se acha
pOCSCduluS: na rua do TrapicllC ll. 't, caso ,le precisar de soccorro, mas quc'por qual-
o,,,.,,,,,|,, J., 1er circunstancia uno o poss solicitar, queiram ter
sejjunao anaai. > bondade de assim Ib'o indicar, alim de prompla-
Precisa-se alugar dous pretos capti- i '"eute serem ministrados os aecessarioa auxilio.
J. V i> h, ni, i \lvii, llarttnsn rita tln Viudlu i, 'til
primeiro sabio luze est venda por Sj na loja de i cas ibaixo designadas a qualquer hora. A con
ivrosn. ti e 8 da prat;a da Independencia. soe-taudo disposlaa uo se poupar a quaesque
zia da Boa-Vista, na rua Velba n.42. j torjos para bem dasemnenhar a mi-sao que II
No deposito da rua do Han^el. coutronle ao
becco do Trem, precisase alugar algons escravos
para o trauco de padaria, page-SO bom dioheiro : a
Iratar no memo.
I'reeisa-se de una ama para faer o serviro in-
Costa Amorim, rua da lento e externo de urna casa do pouca Camilla :
quem estlver uestas eireumstancias, dirija-se a rua
lo Qoeimado u. 33.
Aind.t -e acha a disposieo de tptalqoer senhnr
de eiiueiiln, quem se ollereceuuo n. 31, '>2 e .VI pa-
ra administrarlo ou feilorisaeao : quem precisar,
dirija-sea mesma rua. casa n. 71.
Preciaa-se de alna ama que saiba co/inhar e
fazer o serviro interno de casa : ua rua Direila n.
t-1'( -e-iin !, andar.
Na padaria confronte ao viveifO do Muni/. pre-
cisa-se alugar algeos escravos para este Iralico, pa-
ga-M bom dinbeiro : a Iratar na mesma padaria.
Attencio.
vos, dando-te sustento, para trabafliar
nesta typographia : na livraria lis. (icS
da praca da Indepeendencia.
Candida Maria da Paivao Rocha, pro-
estora particular de instruCCO primaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recite, taz sciente aos pais de suas alum-
nas, (|ue aclia-seaberfa sua aula, naqual
contina a entinar as materias do costu-
me, c admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por preeos razoa-
veis.
LOTERA DA PROVINCIA.
O Illm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que te.acham a venda na thesou-
raria das louterias, dat !) horas as 3 da
tarde, os bilhetes da segunda parte da
primen a lotera da matriz, de San-Jose
desta cidade, cujas rodal andam no dia
29 do crtente me/.. Tliesourai a das lo-
teras de marco de 1806. O cscri-
viio, Antonio Jos' Dtiartc.
Alusa-se o segundo andar do sobrado da rua
do Amorim n. li ; a iratar na rua de S. Com-alo
u. t.
A commissao beneicente do ha i rio
de Santo Antonio, (torneada pelogoverno
da provincia para agenciar esmolas e soc-
correr os pobres atacados da epidemia,
faz publico que por ordem do mesmo go-
verna, paralysou seus trabalhos; por is-
so que passa a soccorrer a commissao da
associacao commercial.
Pede-sc a todos os es-tocios da sala de
dansa do fallecido Antonio dos Sanios Mi-
ra, tenham a bondade i\c c reunir na
mesma sala, nodia I (i, a's horas da tar-
de, para se deliberar sobre ce
cios.
Atteneao.
iti
r.
sen inte-
s irovo
se u dt-
Aulonio Aives Barbosa, rua de Apollo n. ,\l).
JosTeixeir Bastos, rua do Trapiche n. 17.
Joao da Silva llegada-, rua do Vigario u. i.
WU1TA TTFNCAO.
A losna romana deSoline, lie o amar-
go mais poderoso para reanimar o esto-
mago c lazer desapparecer as nauseas,
diarrheas, flores brancas etc., as pesso.is
que sollreran: da epidemia reinante <
pie licaram padi-cendo do estomago, en-
conliarao um proveitoso remedio, lo-
niainlo una colher (das de cha.) dissol-
vida cm una petiueiia uuantidade de
agua : esle remedi se vende tnicamen-
te na botica de Joaquim de Almeida Pin-
to, junto aorpiarlel que foi da polica.
I'recisza-se d'uma ama que cozinhe o diario
para unta pcqueua familia, e um preto para com-
prase mais algom serviro de casa, paga-se bem : na
rua da Cruz do Kecile n.' i-', se dir pata quem he.
Da villa de Caruaru' e casa do Sr. tenenle-co-
ronel Joo Vieira de Mello e Silva, fugiram na uoilc
tle 2'i para ."i do passado :l escravos, sendo -J muid-
los, 1 de nome llulinn, e oulro tle nome Juo, de
bonitas figuras, lendo aquello IX aunos de idade,
pouco mais ou menos, e urnas cicslrizes de logo um
pouco apagadas, e esle a talla grossa, baiva bastan-
te descaneada ; ucriouln (em -'-' aunos de idade, ig-
nora-se lodos os mais signaos : roga-se, porlanlo, a
todos os capililes de cam|to e autoridades |inliciaes a
appreheneao dos referidos escravos, e manda-Ios eu-
Iregar em Caruaru' ao dito Sr. (enente-coronel JoSi' Oitalipier pessoa (ltese jillj'al' credor
nrtt^r',18 Mcll e S1Va' qUe 'c"eros,""eol,! rccom- da sala de dansa do tallecido Antonio los
Na rua da Senzala Velba do Recife n. MI, pa- bi"-tos M"'a. bondade de entregar
dara, precisa-so alogar um prclo mensalinrute para Sitas cotilas na loja do UiestnO Sobrado 11.
ervico da mesma, ainda mesmo que nao euleuda.
Precisa-se de um caixeiro para taberna, com
pralica oo sem ella, e que d conhecimenlo de saa
conducta ; na prjra da Boa-Vista n. 12.
9
a
;.c

i
M.iuoel de Siqiirira Cavafratili, professor U
3 homeopallia, eonlinna a dar consultas lodos ;
os dias. j
99 .. ;. ..v asi&'i ..-> .-;>::**
Na padaria confronte ao viveim to Mliniz pre-
cisa-se de um bom foruciro e d ios amassadores, pa-
ga se bom dinbeiro, nao se ollu a preeo.
Commissao de It^nelicencia da
de .' nto Vntonio.
A commissao abm\, ssignada da
guezia de S. Antonio encarregada
parte da associacao commercial beneu-
cente de soccorrer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas que precisarcm de soccor-
ros,queirao sntender-tea qualquer hora
na rua Nova n. 7, casa de- Antonio Au-
gusto da Foiteca, na rua do Trapiche n.
5-0, deTliomaz de Fria, e na mesma rua
n, o(i,deSalustianode AquinoFerrcira,
Pernambuco i"> de fevereiro de ISati.
ISalustiano le A nio Augusto da Fonseca. Tltemaz de
Paria.
/ illa deBurreiro* (i dr marro le ls.'tii.
O abaixo assfgoado fas solate ao vieariu Maneel
l'erreira Borgesea lodos os membros de sua familia,
que, com o autillo de Dos goza de saude com o seu
tillio Jellersou e mais pessoas da casa. Adverle lam-
bem, que, cm quanlo coirer impressd esle aviso, diii-
bora esla dala, devem lodos firar lranquilis.-.dos,
pois que qualquer agilac.l que apparce.i em dbpo-
sieo de DOSsas facilidades pbvsicas, muda-fe de ivi-
so. (I lempo n.'o est de grecas, exige mesmo que se
loinem estas cautelas : a lixgieonc publica em seos
considhos recoTimeuda que se evilem excessos do
cuidados, que so nocivo-, mxime em lempo epid-
mico.Piraas Lucas de Azevedo Soarcsltordo.
rclem tereeira
-lariuo
|pi'i<> i iresri resuilora dn veneravcl oiJcm ter-
eeira iltj CarnM delit-railo TniAt a procisMO de l'n-
UOipUO, a para se tomar eslo irlo r tin 11. ;i i o c explftll-
tlor, ca.ivida a lodos o* DOWO* rliirisiinos iiin.'ius
para t|oe sl- digoeiu comparecer na dia sfvU-feira,
I. do correte, os huras da Urde, para Heompa-
nliarp'gn a mesma a qual lerl de sa'-ir da iurej.i m
<|u.rlr llura Ui paleo do Cumio, Gamboa do int'.liio,
na as Flores, Nova, Cabula, larca d Rusario,
DoeimadO} Cruies, Iravessa de S. {'ranciscoi ma da
Cadeia, em Segu meo lo ao ReciO, tua dj Cadeia Ye-
lda. Cruz, Taiioeiros, Corpo Sanio, de volla, a rua
do Colleaio, ..mmenlo, Direila, paleo do Terco,
travesa do Marisco, roa de 11 orlas a recopier-se.O
secretario, Joiquim Manuel Ferreira de Souza.
O abaixo asignado, de ordem la mesa regado-
ra da vcneravel ordem lerceira de S. Francisco,
convida hm seu charissimos iritlflOJ a comparece-
rcm no dia i i do crrenle as !t horas da larde, na
n.is-,1 igreja, ornados rem a procissao de Triumpho da veneravel onlem
lorceira do Carino Joao lavares Cordeiro, secreta-
rio inleriuo.
Precisa-se alagar urna eacrava que ej-i h*-'' c
saiha to/inhar e couquar : queiu livor dirija-se ao
largo <" Collecio n. 6.
Preefsa-ee ile um criado que saiba coainhar
para dou4 esludaules ; ua rua larga do Kosario
u. :7.
Precisa-se de urna ama ; na rua Itella n. 20.
POTASSA E W, VIRGEI
No antijo eja' bem coiiliccido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
n. 12, lia para vender muito superior
polas-,i da Kiissi.i, dita do [lio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedra, tudoa
preros ititiilo lavoraveis, com os quaes li-
carSo os compradores satisi'eitos.
: i'.'b'h' os v !iisiros.
Acha-se i venda cm casa de E. II. \V\all, na roa
candelabros c lustros !n > n/e.idos de :i a S luzes.
inliti X'.' o/ v 'orlo .
Vende-se vinlio \crc/. e Porto em harrisde quar-
lo : cm casa de E. II. Wyall, rua do Trapiche No-
vo n. IS.
Vende-sc ac em cunheles deum quinta!, por
preeo muilo cninmodo : no armazem de He. Cal-
moni v.^ Companhia, praca do Corpo Saulon. 11.
Taixas para engentaos. <
Na fundieao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do
do o cliafai-i/, con
completo sortirpeiilo de taixas de ferro
fundido e batido de a 8 palmos de
bocea, as quaes acbam-se a venda, por
preeo coinoindo e com promptidao' :
emliarcam-se ou carregam-se cm carro
sem despe/.a ao comprador.
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja ti. 1, vendemsc por lodo
o preeo lateadas tle primeira qualidadc, pira acabar
nao se oltta a preeo.
13$rl00
Vendc-secal de l.isho?allimamentcchegada,as-
sim como polassa da Mustia veidadsira : na praca do
Corpo Santo u. 11., ,
Vendem-se cm casa de S. P. John
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins ingleses
Relogios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose raaticaes bron/.eados.
I.on atinglczi s.
Fio de sapa'eiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barr* de graxa n.97.
VinboChetrj em barril.
Camas de ferro.
Cobertotea de algocl&o.
Veadem-se cobertores de alaodao sem pello a I?,
panno a/.ul lino para larda a -i^oHO o covado : na
rua dj Qoeimado ii. ."i.
LIQUIUACAO'.
U arrematante da loja de miudezas da roa dns|
Juarleis n.-Jl, quercndit acallar as miudc/as quel
evislem. vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo. I
l-ranja com bololas para cortinados, peca
Vendem-se superiores eiton e arreie* para ro
na rua do Trapiche Noto n. 18, aj d* K. H.
\ endem-se ainemloas com casca molo sv* ar-
mazem de Tasso irmaos.
Peonas de eme.
\endeme muilo bo| prnoas de ra : na roa
da Cadeia do Kecile n. j7.
Vendem-se jraude- saccas com ftiao : ao ar-
mazem de Tasso Trinan?.
RAPE ROLAO FRASCO.
Vende-se esta e\cellente pitada, ul-
titr.amente ebegada de Franca aj |mt rom-
modo preeo: na rua da Cri n. 4ri, pri-
meiro andar.
SAO cbegadus os verdadeiros diarn-
los lanceiros, de Antonio Dultra de An-
drade. ja" bem cnnlici .ili.s e acreditadlo.
poi sita eM-ellente qualidadc: na ruada
Cruzn, 27, aima/.tiii de Fivmont ALasnc.
SYSTEXA MEDICO DE. II0LL0WAY
lo Brum,passai-| l'^Pel paulado, resma, de peso,
tinni liaver um >" ,le I'"0' '"
anua uavci um -,a ,, C0|cs ^ ubri
>gios
ngl^/es de
pa-
tete

os melhorcs .ihrirados em In.-I.ilerra : em casa de
llenry Gibson, rua da Cadeia do Itccife n. ->2.
Moinhos de vento
omhombasdcrepuxo para regar horlas e balsa,
jcoapim, na fundieao de D. W. Bowman : na roa
do liruin ns. 6.8 c 10.
Reloirios de ouro
inglezes
tic palenle, de sahomle e de vidro : vendem se cm
casa de Aususlo C. tle Alireu, na rua da Cadeia do
llecife u. 18, nrimeiro andar.
lio
l^MKI
; ii i
2;7tHl
7,-SlUd
:I8IHHI
100
r.?oofl
IJoOO
^'.11
2\n
19000
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JJ8IKI
1J8IHI
li'HI
7-J
JS'M
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!HH)
39.100
:im
00
ICliOO
.UM)
iMOO
I5J00
1CJIKI
i oooo
la
11
fina, pelo b.iralis-
: na rua do Oes-
Rogn-se a o
Eu/eb > iio Paula Piulo,
s ilior do o gciihu ->it'ii-
deiiiiiiha,queira tora i> :\-
dade de comparece! risa
Bolla n, 9, que so dcscj.i
fall ir com .S. i
resse, (isto o m i
[lOSsivol): damio
iayr( do 4 dias a contar
cente, ou eutao se paten*
Loar o que existe a res
pcito.Ket'ifo 11 do mar-
co de 1856.--.1 ooOzo-
rio tic Castro Maciel Moa-
leii">.
cmpt .
Compram-se nulas do lianco do lita-
sil : uu rua do Trapiche-Novo n. 1-0, sc-
(uudo andar.
i>cui)ai5.
Aden
cao.
il>A, para promover-se meio de pagar,
devendo estas contas serem apresentadas
at sexta-l'eiia 14 do corrate.
/
Hastia a 7(11) rs. O covado.
Vi loja da rua to Crespo ti. II), ve.ido-sc hacia a
"oo rs. o corado.
Baeta a 70.
Km peca a 7i0, o em corados a 7(l: ua rua do
Queimado, loja n. 21.
b'arinba de mandioca.
No armazem do Sr, A. Aunes Jatome Pires vea-
tlc-se su|ienor larinha tle mandioca em saceos grao-
das ; para purretes traase com .Mauoel Aives liuer-
ra, na rua do 'Trapiche n. I .
Cobertores de ai^oiao,
Veodani-H cobertores de al^otK'io sen pello a I?,
pamiu ;i/u! lino pura farda a j-*iiini o covado : ua
rn.i do ijiiciiiidilii ii. 5*
Na ru* c-tlreila do Kosaro D. ~h\t loj.i de mar-
cineiro, vende-M una calila do amar ello ole ai mjr.io,
umn caisa degsardar msicas para pieuo, e urna
(;onniiodd/wili;i de Jacaranda, ludo cm meio uso, por
preeo que nioguem delxar de comprar.
varauas e mm.
I ni lindo o variado soitiinento tle modellos para
varamlas c gradaras tle goslo madernisaimo : na
ftin.itf-lti da Aurora, em Sanio Amaro.e no deposi-
to da mesma, na rua do llrum.
Vendem-se espingardas francezas de
dous canos para caca, e muito em conta:
na rua da Cruz n. 2li, primeiro andar.
Ol que peoliiiK
Ven !e-se casemira irela muilo
simo preeo de 59 o corle de cale
po ii. 5. *
Chapeos de sol de seda ti .ioOOO.
Na rua do Crespo, luja n. "i. ven lem-se chapeos de
sol tic seda de mullo boa tpjalidade, pelo bauo pre-
eo tle 33 cada um.
Sal do Ass
A bordo da escuna Jos vende-se sal do As',
ou a tratar com Antonio tic Almeid.t Comes, na rua
do Trapiche n, lo, sonando a.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias do laia para padres, I
pelo baraiissinio preeo de 1)000 o par, ditas de al-
godlo prelas .1 640 o par : na ru do ijueimado.loja
de luiudci.is da Boa Faina 11.:!.,
Farelo ovo de
LISBOA A 4,500 RS.
No armazem tic Tasso limaos, no becco d
cal\es.
AGENCIA
Da Fundieao Low-Moor. Rua d
Senzala nova n. 42.
Ncsle estahelecimenlo CODn&a a a-;
ver um completo, soitiinento de mcu-1
das e metas moeudas para engenho.na-
chinasde vapor, e taixas de Ierro bndo
e coado, de lodosos lamauhos, >ara
dito.
vi.mo xehez.
Vende r.e :u'er;or .inlio tle Xcre/ em braisdo
lli.eincasa daB. *--. Wyall: rua to rapiche
n. I
SEMENTES.
Silo chesadas de Lisboa, e acham-sc yenda na
rua da Cro* do Recife a. (1-2, laberna Antonio
Francisco Marlius as sexuinles scmeniclc horlali-
ces, como sejam : arvilhas torta, eiiove1. e de An-
gola, teijlo carrapalo, iriso, pinlacilgo,e amarwlo,
iracc repnlhud.-i e all mal, valsa, lomes arsndes,
rbanos, rah,,neles In ancos e onrarnafS, nabos ni-
iti e tira neo, senoiras brancas e amllas, couves
(rinchuda, lombarda, esaboil, sebo de Selubal,
sesorelha, coenlro de louceira. repoP e pimpinela,
e urna grande porcio de dincreule'emeules, das
mais bonilas flores parajardius
Penles debtalo para alisar, duzia
l-tvelas douradas para ralea, urna
broza de obreias muilo linas
Lencos de seda linos, ricos padroes
Caica de Mullas de marea
Meias para senhora por
Penleada tartaruga para segurar cal
brozas ale caetas Tinas para pennns
Hilas de hnles finos para casaca
Meias tirelas para senboia, duzia.
Hitas dita, para homem
I.aere encarnado muito fino.libn
l'apel de cores, maco de 0 qua-ernos
11,1/1,1 de coUeles
Espelhoi de lodos os nmeros, luzia
l.inhas de novcllos grandes p ra bordar
Ricas filas escocers e de safa, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura par liuiucm
Oilas de seda n. 2, peca
Trancas tle seda branca, van
Caixas de raiz, du/.ia
Pecas de filas tle cs
l.apis finos. KVoaa
i' rd.io para vestido, libra
Tuncas de bloinlc para irtuino
Chlfoilos de merino I.unidos para menino
ec Iros muilos arlisosqe se loriiam rcrommeda-
ior suas boas qualit'.des, e que nao se tluvidara
im pooquinho mais^aralo a aquello senhor lo-
. que queira a diisciro comprar mais barato
-o que se compra em p, meira mao.
Vende-se uuia errla em Itom uso : a Iralar
no caminhn novo da Sledade, taberna de Grageria.
Coiirot de cabra.
Veuduse um reslo e couro-t de cabra, muilo grao-
des e bons : ua rua n Cadeia do llecife n. 7.
No esciiptnii) de Domingo* Ahes
Matlieus, tua A Cruz n. ."ii-, In para
vender superia -irinhade mandioca ero
saeeas de (un iipieire, medida velba.
PARA OS SEHORES ESTUDANTES.
Vendctn-scia livraria ns. li e 8 da (ira-
ca da Independencia, os sejjuintes livros
paraasatila&u-eparatorias ; em l'rance/,:
l'aulel Virjiie, Telemaipie em ingle/.;
Historia ol lome, 1 liompson : por pre-
eos rommelos.
O .19 A,
conlrotil ao'iosario de Sanio Autonio. receben cai-
x..s com biscilos muilo proprios para convalescenca,
por preeos rmmodos.
m A SEMANA SAMA.
Vendase na livraria ns. O e 8 da praca
da Independencia, Manual da Mina e Ilo-
tas Mnannas, por preeos comtnodos.
CORTB DE CASSA l'ARA QUEM ESTA' HE
LITO.
Venem-se corles de cassa prela muilo miado,
por diiiuulo prtca tle ij o corte, ditos tle caasa(hi-
la de'om slo a ditos a 29(00, padroes frailee-
zes. Jiara tle seda dequadrus tle lotlas as qualida-
des 720 rs. o covado, laa para vestido Ituubem de
queros a ISO o covado ; loma estas r.izeudas ven-
de-se ua rua do Crespo n. (i.
ogu.se verdadeiro.
No aterro da Boa-Vista n. I, ha para vender al;:u
.as duzt.is de cognac velho.de qualidade superior, c
hsiniho suisso, ambos de 10 anuos tle Brrala.
Vendem-se saccas grandes com milito a '13, oleo
110 becco do I9UW ; na na do \ igarto n. .t.
\ ende-se cal de Lisboa, propasa para desinfec-
tar casas: 110 arina/.eni do caes da alfaudega n. 3, de
Joaquim de Paula Lopes.
\ endem-secaivinliascom tentosmui-
Ui lindos, para jogos diversos e por mui-
to barato preeo : faina daCrrz n. (i,
primeiro andar.
Cosnac verdadeiro. '
\ ende-se cognac superior em garrafas: na rua da
Cruz n. Ll.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milbarestle individnosde todasm oece*
teslemunbaras vinudesdesleretuetlio incomMravcl
eprovarem ra-o ueccano,qur. 1.1 .,, que elle
. Iizcrain. lem tm coip, e 1......1,.,. ii,ie.raiwio
T nt,8'.. T VVL"PrWoinolilmenlr o.r.,
JotlOO Iralan.ei.los. Cada p.oa palsr sa"aa con
dessas curas 11.aravill.otta. |tela leiloiadw 1
que II, a. relalam lodos os das ha mull ana
maior parle dellas slo i.'n, ssl|iiialn|i. ,.c 1
rain o, medico, mais celebres. 1 in.u.l.v. tm.,., re-
cobrarain .0111 esle sobeiauo remedio a no dt teas
Maca* e perntts, depws de ler permanecido hwg.
lempo nos bospilaes, oude deviam s.dlier a aaspuu-
1..10 Uollaa ha multas, que litt, m,i deivad*Ukur
asWosdcpadecimeulo, para -e n.H, bSMUereaa a
ea operaeao doloroso, loiam 1 urad.t. compeala-
ineute, medanle .1 uso .Ice pres-n.-o remedio. Al-
auaMS das laei pessoas. ua elusjo da oca iitonncii
lueiilo.decl.raram estes esulladt bendices Oaalr
do lord corregedor, e uulros magistrados, alia de
maisauleiilirarem sua allirmatix.
Ninguem desesperara do eslario de sua saude *s-
UVesse bastante eonli.nea para eutaiaresle remede
t-oiistaiiieineiile, -etuindo algunt iimpo ., Iralo-
meuloque necessitas.e a nalurrza do mal. cuio re-
soiad.,.,., id pruiar iuconleslavclmcnle : Qnuj 1
cura !
(' ungento he til manarliruiarmenlt tmt
fejuinet cato'.
matrii.
Lepra.
Mates dattpernas.
d-ts pello-.
de ollin-.
Mordedura* tlerepli.
Picadura de ntpsaaitos.
Polmt.es.
'.'uilll.adcl,-.
HHiB,
Supuiarte pilluda-.
11 liba, em qualqacr pal-
le que sc|a.
Alpoeca.
Caiaaaraa.
Callos.
Canceres.
CorUduran.
Dores decabet;a.
ua costas.
.ios membros.
Enfermedades da culis
em geni.
Enlcrniida.lcs I*asma,
Erupees escurbuticas.
Fstulas no abdomen.
I'naldade 011 falta de ca- Tremor deicrvo..
lor as evlremidades. I leers ua bocea.
Trieiras. do figa*.
beetgrras escaldadas. da- arin ola, r
lawbacue*. \eias torcidas, ou 1
luflam111.1e.lo do tajada. das as per.
da be\a.
Vcinle-se esle unguenlo no rslaMecimeal* geral
de l.oiidres.n. 2,.stran*.* 111 loja de lodo* a* ap-
licarlo-, droguislase oulras |o-s.i- cncarresodanda
sua venda em luda a America 00 Sal, Havaaut e
llespatilia.
Veudc-se a 800 ruis cada boreliaha.conleaa mu
lastnseeio em porluu-uei para explicar o
aicr uso detll uiigucnlo.
O deposito geral he em casa do Sr. Sooi
maecutico, ua ru.i da Crui n. -_.'. em IV
buco.
tt
e
m
\ ende-se um cabriolal todo piulado e forrad*
de novo, eom arreos, he bstanle leve, seguro e bo-
nito : para ver, na rua do Hospicio, esquina do Ca-
rnario, loja do Sr. Candido pintor tle carros, ea
Iralar, na rua doCollegio n. 2\, primeira andar.
Superior faiinha tle Sania IXharina; vnde-
se cm saccas : no armazem de l'aula Lopes, na cs-
radtnha da alfandega.
Tinta preparada em oleo
Na rua do Trapiche Ivoio 11. 18, em casa de E. II.
Wyall, vendo-so eu-ellente linl.i branca, preparada
em oleo, em Lilas de _'S libras.
;VefiUe-se por W rs. o tratamento da
cliolera-morbus : na liviavia n. (i e 8, da
piarada Independencia.
Velas estearinas, pedias de mar-
inore para mesas, pajiel de peso
ingle/., papel de embriillio, oleo
de liniaca cm Isolijas, cbteotes
para carro, pianos de armario,
lona ebrios, de vella, cemento ro-
mano, armamento de todas a*
ijl qualidades, rabo* de linbo e de
H manilba, pi\e da Smx-ia, cliam-
w pague e vinhos linos do Kenho : .
*f vendem-se 110 arma/.ciif de C. J. W
f$) Astlex & C, rua da Cadeia n. SI. f|
TAIXAS DE FhKRO.
Na fundieao' d'Aurjafr) em Sanio
Amato, e tambera u DKPOSITO na
na do Brum lor te do Arsenal de Maiinlia ha' wmprc
um grande sortimento de tan-lias Unto
de fabrica nacional como cslrangeira,
batidas, fundidas, grandes, peiiiicnas.
razas, e fundas ; e em asomos os logares
CMStem {jiiintlasles, para carrejar ca-
noas, ou carros livres de despeza.' O
preeos sao os mais comtnodos.
t$gcn*#l fuftl-Do^
DlliuiiS < fogitb a prela Merewia, fri-
nula, idatle de Jrt a M\ sitii,,., |touro mar ""
com os signar* seguinles : falta d> denle* na freui*
urna das urelhas rasgada pmv miente dos b
quem .1 pegar le\e-a a rua
assuear I
de Brom, **
li, que ser bem cralilirado
tem de
PERN. : TVP.-DB M. F. DB FAWA. 1SS
.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTIL ADO

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