Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07308


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Full Text
ANNO XXXII. N. 03.
Por 5 mistes adiantados 4J00O.
Por o mezes vencidos 4500.

ilUUtll.V II DE UU.... DE 18S.
Por auno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
ENC.VKREGADOS DA SI'BSCKIP-'.AO' X< OR TE.
l'arshiba, o 8r. Gervazio T. da Nativdade I Natal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior; Ar.u\ity, o Sr. A. de Lemoi Braga ;
tasar, o8r. J. Jote de Olireira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
quea Rodrigues ; Piauhr, o Sr. Domingos Uerculano A. Pessoa
Oarense; Para, o Sr. Jualiano J. Hamo; Amazonas, o Sr.Jero-
jmo da.CoiU.
PARTIDA DOS COKUEIOS.
Olinda .- todos os das.
Caruaru', Bonito Garanhuns : nos das 1 e IB.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' Ourcury : a 13 28,
Goiannae Parahiba : segundas e seitas-feiras.
Victoria Natal : as quintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS THIBCXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quarlase sabbados.
Relaco tercas-feiros e sabbados,
r'azenda : quartas e sabbados as 10 horas.
i uizo do commercio : segundas as 10 horas quintas ao meio-dia.
Juizo deorpbaoi : segundas e quiulas as 10 horas.
Primeira vara do civel : segundas e seitas ao meio-dia. *
Segunda ara da cual : quaruse sabbados ao meio-dia.
EPDEIIEB1DES DU MI//. DE UABCO.
6 Ln nova as b horas, 1 !i minutos, 41) segundos da larde.
11 Qua rio crcente aos 18 minutos e 48 segundos da tarde.
31 I. na dina a 1 hora, 38 minutse 48 segundos da tarde.
39 Ouarlo mioguanleaos 13 minutse 48segundosda tarde.
PKI'.AMAIt DEHOJfe.
Primeira as H horas e -1 minutos da tarde.
Segunda as 8 horas 84 minutos da man ta a.
DAS da semana.
til Segunda. S. Militao ni. ; Ss. Drolhoiio e Alhalasab.
li Terra. Ss. Candido. Hcracliu eJovinn Mu. ; s. Constantino.
I-J i.in.iii.i. S. Gregorio Magno p.duut da Igr. ; S. Maindiaiiu in.
1,1 '.i'iui!,i. S. Sancha princeza v.; Ss. Mardomio e Cbrisliua V. M,
11 Sella. As lloros da SS. Virgein .Mai de Ueos.
15 Sabbado. S. Ilenhquc re S. Longiiiuho soldad'.
16 Domingo de Hamos ; Ss. Ciraco e Taciano.
L\< Al'.liLi.ADos DA SUHOHPOM .V M
Alagoas, o Sr. I.laudioo Faleao Dial : Babia, Sr. D.
Rio de Janeiro,ofir. Joao Pereira Mirtioi.
KM PEKHIBM H30>
O proprielario do DIARIO Mano! Figueiroa de lana,
livrarit Praca da Independencia ns. | < 8.
PARTE 0F7ICI&L
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da OlllcioAo pretideute da commis publica, para mindar apromplar os medicamentos
constantes da relaca > que remelle, aiim d' seren
euviados ao jaiz de direilo do Brejo.Tambera
maudon-*e apromplar para o mesmo lira duis sac-
ias de arroz, quatro de bolacha u jia saco .le sal.
Uilo Ao mesmn, recommcudando que man le
apromplar -> barris de alcalrAo e um de bren, para
serena remanidos ao delegado da Escada.Commu-
nicou-te a esle.
Dilo Ao delegado do l.imoeiro, inleiraudp-o de
liaver eussrmOa orden* para seren enviadas n Smc.
un. aaBsulaiicia, urna carga de arroz e duas de bo-
lacha. Deram-se as ordeus de que e trata.
Dito Ao regedor interino do Ovmuasio.Ite-
cebi o uiliriii de H do correnle, pin que Vmc. fazen-
do ver a irregularidad qo tem snlTndo o ejercicio
lectivo nesse eslabeleciuieiilo por causa das moles-
tias proprias da quadra, e que occasionain as repe-
lidas (altas de comparecimento de alguns professn-
rea, empregados e alumnos, couclue propoudn a sus-
peosad das Itces al que se eingua a c|iidemia
reinante.
Avallando ludo quanlo Vmc. pondera, parece-me
todava, que o goveruo alo d"Ve por causa de al-
guus embaracos da carador transitorio fall ir ao etn-
penbo que conlraliio, como viria a suceeder se os
alumnos que eslo frequenlaudo as aulas e os que as
quizerem frequeular depois de re-labelecidos dos
eus incommodos de saude, licasscm privados do en-
ioo durante a actual calamidade, cujo termo nao
se pode assegarar.
PorlariaMandando dar Iransqorle para Macen.
como passageiro de estado, no vapor que acaba de
liegar do norte, ao lucha re Mana uno Joaquim da
Silva.
I goal, maullando dar passagem para a corle a
Joaquim Jos dos Reis l.ima.
COMBANDO DAS ARMAS.
Qmartel general do coasaaaudo daa armas da
Pernamboco na cldade do Recita em 1U de
mareo da 1866.
OREM 1)0 DIA\B. 221.
O raarechal de 'campo cuininaiidante das armas
faz publico para coiiliecimeuto da guamicao e devi-
exposicao de Londres, mas que brillia na de Parla-1 Os productos manufacturados devrriatn ser sob-
consiste em que, na marcha progressiva a que obe, I mellidus a un Iratameuto dironte, do instituido
dece om todos os lugares a Industria europea, a dis- para as materias primas, machinas e romslivc'.'
lancia que se leparava OM dos outros, os povos ap- P.le-se duvidar. A respeito desla calliegori* de ar
plieadm em grande escala as arles manufaeliireiras, liso oo ao menos de um grande numero, a Iransi-
HimniiMo rpidamente. Nili ha necessidade boje cfloileveria ser milito mais graduada que no concer-
que a Knropa ocridenti.1 e central esteja na esphera nenie as materias primas, machinas e geni'ros ali-
da iiiduslria em urna allnra uniforme. Orlos menucios de primeira neceidade.
grandes povos ale entilo na retaguarda da indnslria,; Mas he constante hoje, para o Irahalho nacional
silo os que tem ganho mais terreno oestes ltimos mesmn, os direilos excessivos. com mais forte motivo
lempos. Assiin a Austria tem feilo progressos sor- a prohibilo, applicadoa aos obieclm fabricados, que
preendedores; n l'ipnioule, dea um grande paseo; a nao podan eixar de exercer d'ora em diente, en.io
l'ru-sia. a Snian, a Blgica, a llollauda, o/.olwerein I urna inlVion" a incoinmnda. He um lado impedein
em cera I, a Suecia. que eslavam menos adiantados a industria I cutir o aguilhan da concurrencia es- j eioVo que a tranca ha pouem di is fcslpjou a presen;*
que a' Inglaterra, se tem approximado a lal ponto, I Ifaugnifa, *! coja Iwnefica inlluencia, com a finca [ em Pars, o re Vctor Knimiri icl.couajmcido pelo
que caberla a presump^ao a esla.se attribuirdei'iue a distingue, realisaria um progresso continuo exemplo da Inglaterra, drlaruu em loins asearlas
lado do eslreilo o proleciom '' he na variedade ila
especie humana que desappureccu e que nao tem i
existencia so nao na historia, lie a uperienea
quem dclermiunu esta conversilo unnime ile um
graude povo. Mas, dirn, nao hava lio mundo se
nao a Inglaterra, capaz de afl'ronlar inipuneinenlc
osperigosde urna semelhanle mudanza. Den), eis
squi um outro exemplo, o do Piemonte. He extre-
mamente diividoso que a industria franceza n*o seja
presculemeute igual a brilannica. Pelo contrario,
he cnlo que o Piemoute eslava mais atracado do
que nos, e esta louue de nos igualar. Entretanto I
i que suceedeu '.' lia tres anuos o principe esclare*
ora em diante, nina superioridade eflectiva sobre a
quelles que olhava a lougo lempo como dominadores.
A< principies nacoes da Enropa, le:n hoje a preten-
c-lo jusia ,|e derramar os productos de nina industria
sobre o mercado geral do mundo, e nesla concurren- "lar um exemplo, esta
ca universal, cabe ohter os louros que attestam
o dous fados que vimos de dizer: unidades de in-
dustria europea, e seu caminho rpido para um grao
por evcellencui, quasi uniforme pela maior parle dos
EslSdos civillsados.
Cromo* poder dizer com um justo iealInMnln de
orgulho nacional, que do meio do progresso geral, a
Franca alnra' ila exposico com distincclto particu-
lar! Ella o apodiToo de nlguns ramos novos de
industria qae Ihe fallavam, e se forlilicou em todos,
sol a rplarrto da perfeicao dos producios, lem atlin-
gido com pouras exceptes, quando nao excedido, as
com graudu vautagem do publico; de outro, estas
restricc-'S roubarn ao Irahalho nacuma!, modelos
que a pretexto das legitimas exigencias lo consumo
se appmximariam com proveilo. Para n.lo deixar de
loiithua lee evidente pelo
empenbu com que o publico frauce su moslrou a
respeito das bellas lou^as de barro a casa Miulou,
Ihe compran lo toda sua exposii;ilo ; se as loncos li-
nas de barro eslrangeiras nao livessem sido prohibi-
das essa nova importacao que >c li/.esse,nilo sendo se.
uiu mediocre, por causa da nievilavel fragilidade
lestes arligos, leria de|>ois de longo lempo excitado
o amor proprio e o interesse hem entendido de nos-
ios fabricantes; e gracaa ao genio de nossos artistas
tiio habis em dispar iis formas e as cores, hoje n
em um discurso solemos dirigido ao parlamento pie-
montez, na abertura da sessao que o principio da li-
vre troca era a base da poltica coinmercial de seu
governo.
A tarifa dos Estados sardos fui reformada nesle
sentido. Tem a indnslria piemonleza suecumbido a
pinpreza ? Nilo, est mais foite, do que nunca : as
populaces lem maior liem estar, a poltica realca o
Ihesouro derrecursos. All lambem os homeus polticos
a os manufacturciros que tinhain feilo opposiclo a
principio se lorii iran os partidistas declarados do
novo rgimen coinmercial.
Eis precedentes em cousoquencias dosquaes pn-
de-se crer que n l*.'auca tambemse pronunciara at-
Iroziieule, inormentedepois da exposic-to universal,
Franca estaria em plena posos desta industria. O que derramou tantos esclareciinenlos sobre a ques-
scntimenlo iiislinclivo que leva ns povos rivilisados
leru.rmeiile cnlre as din'ereules nacie* da Europa,
esta' em harmona com a siluaco presente, se favo-
rece e nao contraria as tendencias as mais legitimas
e iiobres. assiin como as necessidades muis inperiosas
da eivilisacao.
Km um lougo decurso de ancos, n idea que inspi-
rava a poltica coinmercial na maior parte dos esta-
dos, foi encerrar a industria no recinto das fronlei-
ras. Obrigoii-a n.lo s a alii se mover das materias
prunas e dos instrumento- que ella empregou, como
dos enmesliveis necessaros a sen pessoal; em com-
peusacao se Ihes assegurava a llbrnlade absoluta do
mercado nacional.
Esle s\sleina conlcariava urna le superior em vir-
Inde da qual os povos sftc convidados pela diversida-
de extrema das proJuccoes dos ilitrerenles climas e
pela ile-siniellianc i das aplidAes nacionaes. e ao mes-
mo lempo pela analoga de suas inclinadles, a ruo-
merciar ..... com os oulros, aliui de lodos concorre-
do effeilo, que o governo de S. M. u Imperador foi I rem ao bem cominom. Obrigaudo os povos a produ-
servido, par aviso do ministerio da guerra de !) de i "r tildo, alim de por ai satiataior todas as soas ne-
levereiro ultimo, conceder que Irocassem de corpos cessidades, como se o resto do genero humano no
os Srs. aiferes* Jos Carlos de Oliveira franco e Joo j exislisse, se ofleuderia um dos mais bellos senlimen-
Paulo Marlins Naninguer. esle do '. balalhao de tos que a Providencia gravou oo nosM peito, o que
mais habis. .Nesla coujuuclara. se perguula natu- a se approximiirem un dos oulros, pare formar om
ramenle, se o rgimen coinmercial instituido au- ncleo e confundir seus interesses em urna solida-
infaiilaria e aquelle do 2o da inesma arma, utlima
mente fallecido, o que coustou de ollicio da presi-
dencia datado de X do correte.
Josc Jiiiquim Coetto.
EXTEHiaa.
EXPOSICAO UNIVERSAL DE INDUSTRIA.
l''ecltou-se a exposicao.
Terminou por urna snlemiiidade que merece ser
conlada como urna das mais magestosas e neto orde-
nadas de que Pars nunca ofTercceu o espectculo.
Deiiarn a Europa, a todo mundo rivilisadn inella-
vois recordacoes. e a Franca, legtimos peiihures de
satisfacAo e conlianca.
Km quaul'1 se doenvoli.im os acoulecioienlos de
urna guerra, ua qual os meios de destruirn so lem
innstrado cui ulna poleucia desconhecida ale boje,
ella llerece dina ie>i-la admiravel, em eilencao e
variedade, das torcas da paz i das arles creadoras.
Nada Ihe faltou do que era raisler, para aug-
mentar-lhe o esplendor e grava-la ua memo-
ria dos homeus, A flor de todas as nacoes se Irans-,
porlou a Pars e friiio no seio d'esla magestosa capi-
tal noves senlimen los de solidariedade ede benevo-
lencia reciproca. A soberana de um graude Eslado,
que premeditadamente partilha com a Franca, no
mundo, o sceplro o da riqueza e torca militar, veio augmentar com
sua presenca o brilho de-te incomparavel coocursu
de industria humana, persuadida que jamis existi-
ra urna occasiao ISo azada de firmar as relaces de
amizade eslabelecdas; emlim para felicidade do ge-
nero humano, e progresso da .-inlisaclo entre os dous
grandes povos que foram l.io longo lempo livaes.
Um outro principe cujo eslado he minio menos vas-
to, mas cujo goveino, por sua lirmeza e luzes, excita
a admiracao de todos, appressou sua viagem a Pars.
para saudar os ltimos momentos da exposicilo.
l.embr.iin-,0 as dilllculdades que assigualaraiu o
principio da empreza. O local uilo eslava prompto,
quaudochega o termo couvepcioiiadocom a Europa ;
ido saind,; mo eslava acabado, como era iuiufli-
ciente.
Os meios de iuslallacao pareciam nao existir.
Nestaa circumsliincias, algumas |iessuas que lonjao
voluntariamente o papel como du de despresadures
supremos de ludo, e oulras que i ricin-se ler grande
altivez, quando se depreria a industria e ludo que
nos leva a encarar todos os hoineus como traalos,
destinados a se judaram mutua e iiiccssaiileinente ;
se tendera a destruir alguujas das DorAei as mais
justas, elevadas e uleis que coiisagram pur um feliz
accordo, a religito c scieocia, saber, a iiuidude da
raca humana e a que representa a Ierra iuleira como
um dominio nico, sobre u qual os homeus lem di-
reilo, mediante a con licao de pagar um tributo pes-
soal por sen Irahalho.
r>de me-nio IXalema se oslentava, lio preciso o
coufessar, sol, cues que lisongeavaui um seiiliinenlo
nubie e mortal, o du palriolisoiu, que mullo hem se
poda Ira ln i pelo odio do etlraugeiro, de inaneira
que se estendi.i das pessoas as mereadorias, em sen
proprio detrimento. Acanciava na opioidu que lie
buje urna tleceprlo aos odio, dos liomens esclareci-
dos, a que representa o ooro e a prata como o sobe-
rano hem : fechando o territorio as mereadorias es-
lrangeiras. se ufauava de alrahir esies melaes em
riedade liemfazeja para lodos, linha sempre protes-
tado contra apoltica coinmercial restrictiva. F.in
iios-os das acha elle um auxiliar que parece irresis-
ti\el, nos meios do commiinicacAo aperfeicuados, on-
de n vap ir pie suas rodas a Hsposifilo. mo com n
maior privilegio, mas paca o bem de todas as cias-
te! da populaco,
Com os camiuhos de ferro c barcos a vapor que
conduzem miillidoes de vajores de urna regio a
o ilra, e hahiluamcada um a se reputar mais ou me-
nos como um cidadao do mondo, he necessario re-
naneiar de persuadir aos homensque he conforme a
juslica e ao ham senso, que o pilo, a carne, os vesti-
dos, os movis, e em urna palavra iodos os objeclos
que corresponden! asnossas necessidades, sejam mais
cjros de aquein que de alera de um rio, de um bra-
co de mar, de ama cadeia de monlanhas, ou algu-
mas veas de urna linha imaginaria de que a polti-
ca lem feilo urna fronteira.
Mas se o aperfeicnamento das communicacOes for-
iiece solidos argumentos contra o sxstema restrictivo,
ollerece lambem n preciosa vanlagem de facilitar a
lio. Tem coininunicaciies bem estabelecidas. insli-
tiiicoes de credilo industrial e commcrcial multipli
cadas e vigorosas ; possue uin admiravel pessoal um
chefe do industiia, engenberos, contra meslres e
ohreirns: alinal rene ludo o que se pede desejar
para mu snecesso completo. Com seu exemplo al-
(rahiris o reslo do mondo que eslt ja bastante dis-
poslo a repellir a poltica coinmercial testrieliva e
que para se por em marcha espera dclla 0 lignal.
llavera para ella multa gloria a adquirir, nina mag-
nifica po-icao a occupar,uma nova influencia a con-
quistar e a suscitar nm deseiivolvimenlo rpido' de
sua prosperidads interior. Nao resistir a urna pers-
pectiva tu seductora pur sua ambicio e por sua
razio.
Miguel ClieraKei:
<:olUli;SPo.\DEXUA DO DIARIO D.E PER.
\AMBICO.
PARS
7 de fevereiro.
Sob outro aspecto que nao o da queslo do Olien-
te, i Kussia anda parece ser urna anteica para a
industria a liansicao para ama polilica coniiner-1 Europa, especialmente para a Inglaterra: desde o
pagamento du que se poda vender (tara lora.
Estas duas illuses lizeram o soccesso do svslema.
Deve-se entretanto roconheeer que em viriude da
esclusao dos priMloclos agrario, e das fabricas do es-
Irangeiro, cnnlribuio a levantar no seio dos grandes estados, boin numero de fabricas impor-
tantes, e assiin a alargar o campo do Irahalho nacio-
nal mais conforme aos seulimeulos de nossa poca,
e segundo o verdadeiro espirito da poltica moder-
na e das proprias necessidades do Irahalho.
Urna das raides queoppuuhao lodosas vezes que
se traas a da quesillo de reforma das tarifas, entre os
povos coiilineulaes, e souretudo na Franca, era lira-
da da inerioriade dos meios de transporto em ra-
lacrto n Inglaterra,que airvia constantemente depou-
I" de vista.
Moje, grecas ao vigoroso impulso que deu o' go-
verno, a Franca loca o momento a que nada mais
lem a uivejar da (raa-bretanha.
Nossas vas ferris se coiiclueui com rapidez : se
leriam terminado mai promplamenle anda, caso
as reslricces da tunta das alfandegas, nao Imnedis-
-ein as coinpanliias de procurar fura os canil e ma-
chinas que mo podein adiar um giaude quantidad*
ou lulenor.
,., Outro ubjeclu serio que seapresentava contra a
ipioa de rever a tanta, era lilha da dilliciencia de ius-
tiluicies de crdito em compuracao com a lugla-
lorra.
Para a futuro a Franca ler.i locado nesla materia
o nivel das nacoes mais adiauladas.
Desde IS'iJ u crdito iulustrial (omoii ern Fran-
ca vastas proporees ; mi houve falla do capital pa-
ra empreza algaras til; iasUtaifOei poderosas o
nal. Estas conquistas, he verdade, foram hem cus- i faein circular em todas as arterias do corpo social.
Ihe diz assm respeito, affecluu. prupala. que a eipo- |layjj ,, rsllll!,,cll| sul) lire5si ,,
sicao se tintn malogrado, que seria a irretuediavel I ij-Q-a
cabo,e que i Europa eFraoca.absorvidas nos cuula-
; inarlvrius e rigores, de que
I" """". em vj se in oooraria exeinplos no exterior,
eslasorlede lia- I A >rwde e ; graode que dislingueiu agora a
" razos decisivas, para
sarquede.xarau. passar com urna desdenhosa ind.lle- j produc manufactoreira, s.
iiiiij 1- lim oro 'un ir o. eol rarahuln .1 j ,,\ ai<,,n.li .. .
renca. Esle proguoslicos lem recehido da cxecucilo
o deimeulido mais solemne. A dislribui-ao do local | SB i,[,.^ece,_ >eln d.stin
primitivo se operou com minia hahilidiide e arte
Outros edificios o vem augmentar lano quanlo era
necessario e tua disposico contra a qual a critica e
Ii.ivia levantado a principio, tem ao coulrsrio mol-
vado una divisan milito bem entendidas.
Ninguem esquecera o espectculo seductor em
sua sevijndJde quo apresetiluu a parte destinada aos
objeclos da grande ni luslna que abi abundaram,
com esle esercito de machiuas em movimeuto, que
revelavam ao povo, porque ineius se fabriciim tan-
tos objeclos necessaros as suas necessidades habi-
tuaes. E quem perder' nunca da memoria, o que
havia dp.fausto c de gusto amontoados na rotonda do
pauoraaba, e uas galeras circulares, se pode em
una palavra medir o successo que leve a exposiejo :
o interesse queexcitou conlrahalancou ao da guerra,
por maiores que fosiem os fetos das armas com que
assigualasse seus das. A historia que consignara
em suas paginas de bronze esta admiravel exposi-
'.ao, uao deixar a de dar a parle de elogios, que com-
pele ao govti no fiance/. Elle quiz enrgicamente
a exposicao. c uAo cessou de a cercar com sua soli-
ciluoo activa. Nunca regaleou os meios. Se mos-
lrou raagoilico para com ella.
As guerras as mais lelizes inesmo, tem suas peri-
pecias e angustias. Um s instante, durante o cor-
so deita gloriosa guerra du Crimea, quando ns dif-
licoldades pareciam mais formidaveis, o goveruo nao
se esqueceu do objeclo a que se havia proposlo ; que
a exposicao lizes-e honra ao paiz, que havia convi-
dado o reslo do mando, e que os eslrangeiros levas-
som o sentimenlo verdadeiro da coideal sympalhia
da Franca. No houve um so minuto em que a ex-
|Hiscao sollres-c preocupaces, que naccm da guer-
ra, 00 em que fosse tratada de oulra sortc, que nao
como uta negocio de Estado Se se tivesse de bus-
car ora algunni parle, a prova do poder da Frailea,
eu flao vejo onde se podesse achar inelhor, que nes-
la marcha parallcla da exposicao t da guerra, e uo
successo simultaneo de urna c de oulra. Membros
da cominis-ao imperial, commissarios eslrangeiros,
es jaradus vindos de lodas as parles da I ranea, c de
lodas as partes do mundo, empregados de todas as
grsduai.ne. preeucheram seus deveres com lelo,
devotamente, e orna imparcialidade exemplar. O
secretario geral da coinmissau imperial, ocommissa-
rio geral da exposicao e secretario geral do jur\,
supportaram durante esle longo espaco o peso do da,
com urna constancia infatigavel c habilidada perfei-
la. O paiz, os expositores e as uacoes que estes re-
preseulavam, lem coutrah'do para com elles om lato
de viva gralidilu. O principe Napoleio, presidente
da commis-ao imperial e do jurv, deu o exemplo a
lodo o mundo.
Em logar de se redu/ir ao papel fcil de presiden-
te honorario, e deixar o Irahalho a oulrem, tomiiu
sua parle, tanto quanto foi possivcl. De seu lado
deseuvolveu um ardor enatigavel.
Moslrou se chelo de enipenho por ludo o que ten-
da a elevar au moral e ao physco, a condiccao das
massas laboriosas. Sobre esie ultimo ponto, por
vvntade expressa do Imperador, a exposcilo levara'
ua lambrauca universal uin penhor, que nao se-
ra" a menor honra. Enlre os fados que a exposii.ao
poz eu relevo om dos mais hrilhanles foi, que a in-
dustria em sua variedade infinita, he nina em toda
a cmli-.ai.au occidental, islo he, nos dominios habita-
dos por povo clin,l.io.. Sobre esta vasta exlenc.lo,
olla lem os mesmos fuodamenlns, por que procede
em loda parte, das mesmas sciencias comprehendi-
das e ensilladas pela mesma forma ; pralca os mes-
mos procesos e emprega os mesmos mechanismos.
Esta uaidsde de industria mais se caraclerisa rada
da; a rapidez sempre srescenle das commuuicaces,
a tornam mais perfeita a vizivel n cada ioslanle.
Um oulro fado que se poderia ler percebido na
A esle respailo a iiilluencia dos capitaea fcance-
zese das institnicoes de credilo, se faz sonlir inesmo
alm de no'siis Ironteirai ", grandes operaees que
todo muuilo i'onltece, o demonstran] loOleiente-
lueule.
Em urna palavra, ao ine-mo lempo que necessida-
des e tendencias novas tornam desojare! urna motil-
licacao ila poltica coinmercial da Europa em geral.o
da Franca em particular, novas toreas econmicas
de um grande alcance lea opparecido, que tornam
a Irau.onnacjo fcil.
ludo conspira para o bom xito da inetamorpho-
se. Basta, paro 08 convencer, laucar um golpe de
visla sobre as circumslaucias em que se acha enllo-
cada presentemente a industria'europea. Diziam
que a providencia se coiupra/.eu em as combinar de
uaiieira a reduzir a sua exprsalo a mais simples,
as dillicuhlades da irau-ir.io.
A carencia dos producios mauufacluriidos de lo'la
especie, com |mucas excepees, he enorme e os pro-
cos elevados ; nio ha quasi em Franca ou un exle-
rior alguma fabrica que mo (eolia com condicciies
vautajosas, uiaiseucoiuineiidas do que |iode Jsalisfa-
zer. Em ueiihuma parte u modo do que se chama
luiiundacao dos producios eslrangeiros pode vir no
espirito. Olanlo as produce'es aluneuliciao, a va-
riedade relativa he mais evideule anda : os precoa
nao silo sement satisfactorios para u productor ;
sao excessivos para o consumidor, aligidores para o
pobre, e luquieladores para o homeiu de E,iado.
lal he o papel que o Irahalho lem representado
agora, que Ihe he unpos>ivcl se encerrar dentro dos
limites de um Eslado. A cada instante experiuien-
ta na iuvencivel necessidada de passar as fronloiras
onde Ihe aprmiver, os insirnuiitos e machinas que le nao he somcule, como temos dilo, para buscar ma-
o genio dos inventores reoova e aperreicoa continua- lenas primas, apparelhos aperreico idos ou gneros
alimeiilicios ; nao liiiubem para pedir inspiradles a
setnela que lem ha bastante lempo se revestido de
om carcter universal ; he para procurar collabo-
losameule compradas uo maior dos casos; porque a
eiclusilu dos producios eslrangeiros he frequenle-
menle onada do monopolio dos productores indge-
nas, que esto livres da necessidade de aperfeicoar
conuiumeule seus |irocessos. e em um e oulro aso
o consumidor, islo he, o publico paga por um preco
exorbitante os uhjectos reclamados pelas suas neces-
sidades. Mas emlim sio destas conquistas qne per-
manecen, edas que n.ais a louga endeia das geracoes
se auplaude, eulielanlo que se as completa cum fa-
ciliilade. Kesla saber se prcsenlemeiite o desenvol-
vimeulo do Irnbalho nacional se presta as reslriccoes
niiiimeraveis que sao proprias do rgimen restricli.
vo. No estado aelual das cousas ha as mais fortes
razes de dovidar e de crer, pel(i contrario que as
harreiras com que cada povo cercava suas rronteiras
a furca de ler sido urna protecc/io para o Irahalho na-
c nial Ihe san lomadas obstculos !
Esla observadlo he applicavel a Franca mais que
a iienhuina oulra na^iiu, qur seja por casssa dos
progressos parlicuUres 1un que se assiguala a Ins-
tila france/a e da energa com que aspira o ,ar
um grande logar no mercado geral do mun ii
por esta oo oulra ia/,ln que o svslema restrict
ni lo\
! que de hoje em diante
indnslria seja admitUda a
.lo dos lugares da proce-
dencia, rom lbenla le de direitos para as diversas
materias punas, cUjsH variedades se multiplican! m
infinito, alim de que lenba a o |uea de escolber
inslriir
meiile, ora cin um, ora eiu oulro pal/, se bem que
n.io haja paiz a,lgun>, onde au se manifest a neces-
sidade de fazer ueste genero einpresliiiw aos es-
'ranueiros.
E como apparecer sem desvanlugem uo mercado
geral, onde lodas as potencias manufaclureiras lem a
amln;ao de dillundir na massa de productos, a me-
nos que senao esleja investido .testa duplico faculda-
de.sobreludo no momenlo em que a maior parle dos
grandes estados o lem concedido quasi sem reserva a
seus nacionaes. Ite urna verdade que foi couverti-
da em principio polilica desde 17S, anida que de-
pois se esquecam que o governo dos poyos lem por
ia I me no sentido o iii.u. restricto da palavra.
Assiin, por exemplo, urna graude quuulidade de
lecidos de algodao que se fabrican! ou mundo, he
prodozida com lios que sahemdas fabricas de lian-
chesler, da mesma inaneira que utna cerla propor-
ciio dos eslofos de laa qoe a Escossia expede a todos
os mercados, he manufacturada com laa quo origi-
naria da Australia, e lem sido liada em tem. Po-
deriamos cilar milito exeinplos anlogos. Asstm
appareccria entre os Irabalhadores das difieren les
incoes, soba forma de una divisilo directa do Ira-
factus
norma fiiuilameulal e por principal objeclo, o me-
Ihoramenlo da orle do grande numero de nossos se- balito, nina solidariedade que cada da novos
melhantM, por uin todo de medida que abrace lo- tornam mais intima, e quo cria lores senil
dos os modos da existencia. Dah um programma cenes em o|iposicio ao svslema restrictivo.
completo de governo, do qual uin dos principaes ar- svslema restrictivo ;se damnifica aos outro
tigos se conten natas patarras : l.t rta loa mar-
ene!
Ora como esla condicao ser pnaiichila nos pai-
zes em qoe a legislacao coir.mercial prohibe se pro-
curar por bolso preco e lio abundantemente como as
miras nacoes, as materias primas du Irahalho e os
mechanismos de que elle uecessila'.' A haraleza das
materias .primas e dos instrumentos de Iralalho. sen-
do a cundircao do Irahalho abundante c da abundan-
cia do Irahalho, lulo se poderia dizer, coiistilue a ri-
queza do grande numero, da mesma raaueira que he
a foule da prosperidade e poder dos estados.
Perianto o syslema que assegura melhur e-ia ha-
raleza, merece a preferencia declarada dos estados
que dislngiiein na civilisacno adiantada e na polili-
ca esclarecida. Maso svslema restrictivo p.le pos-
suir esla virludc'.' Em uome mesmn du principio, la
ci ti Imm inarclie', he impnssivel que a le mo con-
sagre nos termos mais explcitos, a livre entrada e
circulaca'ii dos cotneslivcis da primeira necessidade.
Um dos litlos do governo actual he ler reslahe-
lecido a este respailo um acto provisorio, cuja renn-
vacao constante indica que sera em brevo definitivo,
a liherdaile | i a aasambla coii-lituinle havia |ils-
liluido, que .Nnpolelo I linda cuidadosamente uiaii-
lido, e que a rclauracao comiiielteu a falla de abo-
lir. Os inleicsse agrcolas a principio se chocavam
pelo reslaheleciinenlo da livre enlrada das subsisten-
cias; mas com o honi sensu qua Ihes he proprio, se
incliiiiiiu boje diante da soberana autoridade da ex-
periencia, e perfoilaineule animados applaiidcm em
reserva esla medida dictada p*or urna poltica gene-
rosa e inlelhgenle.
Iiebaixo de um oulro ponto de vista se percebe
que os novos descuvolvimenlns aperfeicoadores que
se dessom ao commercio e a iuduslria, cuncorreriam
a elevar a condicao do grande numero. Vio se pu-
de negar que sol a inlluencia ilesle rgimen, a lor-
ma{So do capital tornara se mais abundante, porque
cada individuo e cade povo eslando enlio enllocados
pelo Irahalho em condiciies meihore, o trahallm de
cada om dara maior 911111111a de producios, e a pro-
dcelo :i dividir eulre os individuos, seudo em gran-
de escala, o seulimenlo da poupauca que he tilo vi-
vo em todas as classes, lena mais estonce para se
desenvolver.
I|p desle modo que a massa dos capitaes se aug-
menl.li ni com urna rapidez espantosa. Cois o capital
he o ervo de lodas as emprezas, a materia prima, de
lodos os melhoramenlos, por assim d*er, e he em
virludc da abundancia dos capitaes em relacilo ao
numero dos obreiros, que se rogulaui os salarios.
Com o
e a si
inesmo. em quanlo que pelo svslema que encoraja
a empreza do commercio internacional, se presta
servieo, mo s a civilisaciio como a patria.
Em |iarle alguma a adopeo de um svslema coin-
mercial conforme a este espirito e alliuuca que a re-
ligiilo, a philosophia, a poltica recommeudain, por
um BOtavel accordo, exercera urna trio buinrazeja
iuflucucia. como em tranca. .Nenhuma oulra na-
;ao a sobrepuja em por em obra com tanto gesto
artstico como com tanta precisan raatheinalica, as
immensas diversidades de malarias primas desde o
mais desprczivcl dos metaos al ao muis precioso,
desde o mais grosso liuho al a mais fria Ira e a se-
da mais hrilhaiile.
Nao nos Talla nada, se nao n variedade, a haraleza
das materias primas e a facilidadu de ler sem de-
mora os bous mecanismos iodnslriaes, para umu
mais ler a temer no mercado geral e alim de que
para o interior, as populaces Irancezascstejam pro-
vedas de ludo que he necessario as suas necessidades
com condices favoraveis. lia 10 annos a passa-
gem do svslema restrictivo ao da liherdadc poda
parecer dillicile perigosa ; ua, salisfaelorias expe-
riencias verificadas enlre dous povo- nosoa ntimos
aitiados hoje. sao denstorezu a assegarar o espiri-
tas os mais liudos.
Muilo, ramos ade iuduslria brilannica pareciam
ilever ser profundamente feridos pela reformo de
li .b rio t'eel. A industria martima se apoderou
deterrur. A agricultura pareca condenada a rui-
na irreparavel. I'ois os fados faliam em contri-
rio com n autoridade que Ihes perleuce. Aquellas
das manufacturas da Inglaterra, que se julgaram
comprumetlid.is, sao mais llorescenlcs que nunca. A
indnslria das faieudas de soda que reprcsenlavam
como volada a morte, procura por si, que a lihertcui
da proteccAo que anda Ihe resla.
A da navegacao goza de urna prosperidade nunca
conlweida.
A livre ealllda das rabstaneias foi para a agri-
cultura brilannica a occasiaode um progresso ma-
ravillioto. II a tu anua, a doulrina reslrictivii do
commercio inlernacional, cuntava mu numerosos
partidistas na Inglaterra ; permaneca poderosa na
cmara dos commuus e se apoiava nados lords. O
successo da reforma de Hollarlo pool, foi lao com-
plelo no poni de vista social, pnlilico, do trabalho
nacional, das linaucas qne hoje se buscara em vo,
da extremidade septetilriotial da Escossia, a Uou-
vres, das praiasoccidenlaes dn Irlanda, a Newcaslle
e llull, urna pessoa da alguma coosidcrac,\o que ac-
ceilasse a qualilicacao de prolccciooisla. Do oulro
dia em que a Turqua ameacada ja nao chamar o
Occidente em sua defeza, a Dinamarca podar tai-
vez aliar um grilode agona seinelhaule. He incon-
leslavel que os czares lem designios serios sobre esle
reino. Alcxandre 11 he reconhecido como um dos
ber lenes mais prximos que (em prelenccs n co-
roa, quc'por fallecimculode Frederico VII deve pas-
sar a um siiccessur collaleral.
.Vpossando-se da Oioaiuarca, o colossii tusso com
um pe nos hardanellos e oulro no Sum ecr.tvisa-
r o mundo inleiro, e a Hbordldo sera calcada nos
ps lalve/. ate a America.
Por mais chimcrico que '-'.-['us*a ser priiceira
vista, seria um da uuia cruel, validado, se a Euro-
pa estpidamente dividida lt-asse como as eidados
da Creca em piesenca do- res de Macedoiiia. O re'
actual, arvoraudo a han lena da neulralidade, se
moslrou decidido a perder a ultima occasiilo que leve
para salvar o sen paiz, e evitar quo fosse esmagado
por e-1-- ,U-pul i-i no, adoptando a polilica de el-re
da l'russia e de alguns estados secundarios da Alle-
nianlia ; mas todava, considerando a posicao extra-
ordinaria da Dinamarca, deve-se duvidar que esta
neulralidade seja respeilada, e a Inglaterra deve
lembrar-se que o czar herdeiro da Dinamarca,
para um desembarque as cosa orientaos da Ingla-
terra, nao lem mais que alravcssar o ucenno germ-
nico.
hostil queslo he do mais alio inleressc para o povo
ingleze de mudo maior importancia du que os pro-
jeclos de conquista sobre a Turqua, c he chegado o
momenlo de decidirse aprelences rusas sobre a
Dinamarca sero respeitadas ou auiquilladas para
sempre. >
O pedagio do Sum pode lornar-se o meio mais
eflica para induzir o tnonarclia que leslcmunha l.'m
vivas svmpalhias para com a Reacia, a comprehen-
der os seus verdaderos inleresses e os seus deveres ;
o cumpre nao duvidar que a occasiilo se aprsenla
em breve para decidir ela qucsl.io, pois que sabe-se
que os Americanos da Uniao se prupem a enviar
no auno prximo as suasuuos de guerra para apmar
as suas reclamacoes, no caso em que o governo diua-
marquez mo abandone a pratica dessas antigs c in-
justas vcxuc,cs.
A conferencia do Sund Zoll foi aberta a de Ja-
neiro pelo consrllieiro intimo M. ilc Sclieel, que a-
prcseulou o conselheiro Blulune em qualidade de
pleuipolenciario da Dinamarca.
Do/.e estados eram representados nesla primeira
sessao. M. Blohme apresenlou um projeclo de capi-
laisai;o dos pedagios segundo o principio combina-
do das entradas e das sabidas, assiin como as de-pe_
zas que exige a arrecadacfiu dos pedagios. O pleui.
potenciarlo -ii'cn rc-pniideu. Como os ullimns. docu-
mentos que devetu ser -onsullados nao eslavam
promplos, a conferencia se prorogou al u liiu de
marea.
Ha muiio que se uao trateva das conferencias da
paz ; reunio-se em Pars sob a presidencia do impe-
rador .aple io III um conselho de guerra compos-
to do general Niel, do general Marlimprey, an-
ligo chefe de eslado-niaior do exercilo do Ori-
ente, do principo Jernimo NapolcAo, do prin-
cipe Napoleo, do marechal Vaillanl, do cou-
de Walewski, do general l'.anroberl, do gene-
ral Bosque!, do almiraitle llamelin, do almirante .1 u-
sien, de la (iraviere, do almirante Penaud peta
Franca, do duque de Cambridge, dos almirantes Sir
Edemoud, l.yons e Dundas, do major general Sir
Richard Ayrey, do major general Sir llary Jones
pela Inglaterra, do general l.ainarioura, cominau-
danle em chele do contingente sardo un Crimea, viu-
do de proposilo a Europa ; a missao deslc conselho
desl'artc composlo de generad experimentados, que
quasi lodos lem tomado urna parle gluriosa as ope-
races cousomadas no i iru-ule e uo Bltico, era me-
nos para asseular coi planos do campauha c em ouo-
ra'ies da primavera prxima, do que para recolher
lodos os esclarecimentos sobre a guerra, e considra-
la sob lodas as suas phases, e a examinara linha
que se deve. seguir para cominutiicar o resultado des-
lea Irabalhos aos governos adiados.
Transpiraran! poucas cousas do que so passou ues-
te conselho, mas quando se pansa que se reunir ou-
lro mui recentemeole em S. Pelersburgo, e que de
parle parle se leinconliuuado lormidaveis prepa-
rativos do ataque e de defeza, a gente se admira dos
peuhores dados ,i esperanza de una proximu paz.
Em lira, as conferencias de Vicua nao leudo feilo
mais do que altear a guerra, por que razan os cun-
seibos de guerra nao preparan! a paz'.' I di dlguus
lias deppis das ultimas reuuiues que se e.-palhou a
noticia em loda a Europa de que a inisao do cunde
lv>lliera/.v tiuha sido hem sticcedida em S. Pelen-
hurgo,e que o ultimtum de que elle era portador
lora aceito pelo czar Alexandre II.
A sessdo do corpo legislativo, lixada para li de fe-
vereiro, parece comecar mui tarde, mas parece que
o governo pretende convocar os depulados smenle
quando os projeclos que Ihe ilevein ser suluiiellido
psliverem complelamenfe preparados, alim de nao
deixar por um motlenlo que os irabalhos .la cmara
desfallecam, e preleude circuinscrevc-los uu prazo
de Ires mezes lixado pela couslitui^ao, evita udu
qualquer ses,aosapplemeutar ouexlriordinaria. Em
breve comecarao os Irabalhos que uucessilam as elei-1
coes geraes de IS-V: a a lininislrac.io superior!
tera do examinar os servicus dos depulados ac-1
lunes c decidir se couliuuarao a ser candidatos do
governo.
lallou-seem novas uomeaciie para o senado el
em anligas illuslraces associadas ao actual rgi-
men.
A proposilo do senado, appareceu un Mo/iilur.
orgao oflicial, mu artigo que parece ser a expreesid
do peiisamenlo da pruprio imperador, c que causn
cerla seusac.io. tt artigo exprobra aos senadores o
ter cumpreheiidido o Iheor de proceder que Ibes he
'raeado. e faltar a sua inissu : elles adormecen!
as alturas em que o coiistttuicao cullocou-os, uilo
se iiiforui un das necessidades do paiz, n.io formu-
lan) projeclos de le que sejam a exprsalo destas
necessidades, nao esclarecen! o governo sobre o es-
jado materia! c moral da sociedade, em l'un nao as-
si-.nal.im na solicilude do imperador ludo quanto po-
de conlribuir para gloria do seu reinado e do pro-
gresso da civilisacao ; e loJavi a consli luirlo de
IKJ2 Ihes deu o descaiico, o tem.io, c o lempo he o
esludo, he a uhservac,ao, he a relenlo, he o inque-
rito [ncessante 'le ludo quanto reclama a moralisa-
cao do povo, o seu hem estar, os inleresses da agn-
cullura, os desenvolviineutos do Irahalho c do cre-
dilo, a prosperidade e seguranca da F'ranca, ii'uma
palana he o poder de procurar o hem, dcscubri-lu,
prcpara-lu, defeudc-lo, realisn-lo. Dar-se-ha caso
que por Iraz destas censuras haja alguma resolueilo
occolle.. Anda ignoramos.
Em I'aris, n juvenlude das escolas o o nroiessoralo
eslaodepois de alguns das em grande agilacao : um
escriptor de um espirito pesado e de urna enidic.io
superficial, que um acaso maligno e eslouvado sen-
tn ha tres anuos na academia fcauceza, sollicilou
eohlcve do poder a caJetra de cloqueucia Ulinii na
Faculdadc das leltras.
Tuda a mocidade assislenle que conhecia todo o
pastado do vellio liberal, saudou a sua palinodia
com mais franca rudez do que pulidez civil. Islo se
passavn iuleiramente tora de qualquer preoccupac.lo
polilica ede qualquer peiisameuto hostil ao governo,
mas mo dcixaram que os csludanles fizessem us seus
iiegocios em familia, hoinens que Ihes sao eslranhos
se confundirain com elles, e a liedlo dada ao prnft-s-
sor tuinou as proporces de una pequea Fronde
eonira o poder.
Alim de que para o lulurn a mocidade nuuca seja
um instrumento entre es m.ios dos agitadores polti-
cos, o governo peuson especialmente em transferir
a facaldade de direitO para Orlcans, diiondo que
deseja lirar n mocidade lodos us bices lao dilliceis
de evitar na grande capital e lo ratees a graves e
s.lus edudus. Esta idea j passa ao eslado de Kso-
lucao deliberada.
Ilotro facto, 21! de dezemhro, ua uccasiao da re-
cepcao das tropas chogadas da Criusa, a escola polv -
lectiuica so apresenlou mui fria para cun o impera-
dor e com tnaiiciras pouco delicadas para com a im-
pealriz. I) imperador dera a enleuder que oto es-
lava satisfeilo com esla escola, que elle va IJumaui-
festaiiieule hostil, pronunciara a palavra de licen-
ciainento, supprimiria lodos os elemeulos civis para
fazer dclla uin instituto puramente militar e inlcira-
iiipnle -iilinietiulo a um rgimen especial.
Os estu.los cvis augmcnlaiiam ua escola central
das artes c manufacturas. Falla-sc no regate dos
ofcios minisleriaes por meio de apolices subre 0
Estado. Grd-ie que se as lenlalivas diploiualicas ti-
verem um feliz desenlace, o liceociamenlo de dn-
zeutos mil hoiueus dos exercilus francezes deve ser
aeiescculado as ecouuinias que resultaren! dcsla
grande eveulualidade ; smenle assrguram que pa-
ra que as pruvincias miu liqucm sem defeza sulli-
OiOOlO contra qualquer eveulualidade da agilace'
ulleriores, o algarisrao da geudarinaria sera aug-
meulado. I odaxia esle acresciuio uiu versara sobre
os olliciaes e olliciaes inferiores, mas sobre os sim-
ples geodarmes. Novos legimenlos da guarda impe-
rial, coja organisacao acaba de ser decretada, esl.io
em via de fonnacao. ,
Na Inglaterra se manile-i u ceita incredulidade.
cerlo despeito em coiisequeiicia da noticia da acei-
lacilo pela Kussia das proposices austracas, e se
formuluram numerosos desojo* pela conliiiuacao da
guerra e em loda a parle, nina aggravaco da sita.
c,io. Keleva esperar que spezar de um primeijo mo-
mento de uao humor, a Inglaterra vulle subre esle
pnineiro movimeuto, sobre esta primeira impressao,
pois que se fusse de oulra sorte, se ella se inoslrasse
capaz de fechar os ouvidos aos votos claramente for-
mulados pela opiniao geral, se por motivos mesqui-
nlins, por um espritu de birr.i, recusar prestar o seu
cuucurso leal u obra que se trata de concluir, ella
poderia semduvida ver levanlar-se contra si una
liga furmidavel que poderia redozir a nada as suas
prelences egostas.
O campeilo do pailido da gueira he lurd Palmcrs-
Iiiii que fez rlie-ai a circular IQgOiwlO aos membros
d.i cmara dos cominuns, quo elle julga tavoravel
sllll.ican :
.i Dowiug Street 12 de Janeiro de 1836.Tenbo a
honra de iuformai-lhc quo a rcuniao do parlamento
eslaudo filada para II deslo mez, algumas quesles
publicas do alta importancia serao submcllidas ao
parlaineiilo immedialameiile depois da sua reunan.
Purtaulu, sej.i-un- penuitli o evpiiinir-llii: o vivo de-
sejo de ve-lo assislir na cmara dos commuiis a
abertura da sessao.
Todava correspondencias particulares dizein que
apezar destas velleid.ides.o espirito das popuUcesse
tornou muilo mais tranquillo c e.nueea a encarar
sob um aspecto mais moderado as vanlaguus da paz.
M. M. d'lssaely, Gladslone e Derby arvoraram o
estiitidarle da pat,e lord John Itussell parece dever
juntare a elles : grande numero de membros do
gabinete esta completamente de accordo com a rat-
ona para marchar ueste seutido. I.ord Palmerslon
esla completamente em minora, o seu gabinete po.
dia sem duvida ser abalado, e no caso em que ca-
hisse, a succeisilo seria devolvida a lord Juhn Itus-
sell.
O parlamento se abri a 21 de Janeiro, como esto-
va lixado, eis aqu a passagein do discurso real qoe
se refere ao* grandes interesan que agitara a Eu-
ropa :
o Ilepois do encerranieuto da ultima sessiio do
parlamento, asarmai das alilos zlcauf,arani um
triuinpho assigualadu e inquirante.
i! Sebastopol, o grande baluarte la Hostia no Mjr
Ncgio,cedeu diante da constante perseveranea o da
intrpida valenta das loicas alliadas, Os preparati-
vos martimo c militares para o anuo prximo lem
nci e-ariamente ucciipadu a niinlia seria alientan.
u Mas achaudo-sc as cousas decididas de maueira
que se nao desprezc estoico alguiu que seja capaz
de dar vigor a operaedoa da guerra, julgneido met
dever nao declinar de nenhuma pruposla que possa
razoaveliueulc Irazcr a probabilidade d'uma paz se-
gura e honrosa. Em couscqueuciii, quando o impe-
rador d'Auslria meolfeieceu receulemeule assim co-
mo ao meii augusto alliadu o imperador dos Fran-
cezes, empregar os seus bous cilicios peanle o im-
perador da Itussia, alim de tratar de um ajusle ami-
gavel das quesl^s em leligio entre as partes conten-
doras, eu de accordo com os inetis adiados consen-
timos aceitar a ollera feila para este tito, c lefibo
a itisl.ii.o ,1 vos aiiminci.il que concordamos em
certas cond(, que espero puderao servir de base
a um tratado .-al.
o Negociaces relativas a esle trola 1. se ab-ira '
brevemente em Pars. Na direccao destas uegocia-
co-s terei o cuidado de n.io pe le de vista ns ob-
jeclos pelos quaes a tiera fura emprehendida, e
me parece juslu nao diminuir em nada us meus pre-
parativos martimos e militares em quanlo uin la-
la.lo de paz satisfactorio mo far concluido.
A mensageni da r.iinha foi volada sem emenda
uas duas primearas sessoosdo parlamento, o carc-
ter geral da discuss.li foi o desejo .le leva a bom
lim as negociaces empreheodiilas, conservaiido-se
ao mesino lempo em siluacio de continuar as hos-
tilidades em caso de necessidade.
Lord Palmcsrlon, vollaujo sobre as suas ideas
primitivas, pedio a cmara que adiasse a discuso
sobre as negociases em quanlo durassem as ciuife-
rencias.
Eiufim, a linguagem dos jorooel iuglezes al en-
tao spera e tilo violenta se applacou de repente ,
parece que os proprielanos dos jornacs principaes
foram convocados por lord Palmerslon e lorl t'.la-
reudon e foram convidados u modificar a virulen-
cia dos seus escriplos, sob pena de comproineller
a allianra franceza, e lomar mais grave a-iliiac.lo
ja mui inquieta do gabinete que a oppusicao aecusa
de soler sabido fazer una guerra e urna paz gual-
mc-iite funda i Inglaterra.
Na Allemauha a polilica das potencias ucciden-
taes chamou a si mullos estados e ganhoii o seu pri-
meiro concursa, c a Austria que envin c un la-
manha felicidade a S. Pelersburgo o conde Eslhe-
nizy, se vio apoiada pela S.noiiia, a llaviera, o
Wurtcmberg, a Home, e bianevre e o grao ducado
tualidades pacificas preteti lem mudar dp. siluaco
e empregar .. sua ardenle e feliz cooperac.io em fa-
vor da obra coinmuui.
A Prussia e lodos os seus adherenles gabam em al-
ias VOSOS osetfeitos d'uma calla aulhographa de Fre
derico Ijuilherme a Alexandre II. He evidente quea
l'russia quer ser adiiiillida as prximas conferen-
cias e que procora dar a esle respeito urna nla fa-
voravel da inlluencia que lem podido exercer sobre
a corle da Kussia ; a este respeito, resla saber com
que condiees ser ella adinitli la as conferencias.
O goveruo de Francisco Jos negocia com o ga-
binete prussiano acerca da propositases que devem
ser submcllidas Dieta germnica ; parece que as
duas potencias nio clao perteitamenle de accordo
a esle respeito, pois qua a Prussia quer que se l-
mite a uina simples cominuuica..o que o presiden-
te da D.ela faro a esta essombiea sobre a situacaai
Ideal, ao passo que a Anstrhi parece ler a inlcncau
le preserular proposice propriaineulc ditas que
acabaran! ein rcsjliices. Francisco Joe, dizein
osjornaes alleraaes, deve fazer a Dieta proposigoes
para que ella se approprie. Os pontos do garautia
servinlo da preliminares i.' paz e lomaran uas con-
ferencias una palie sena -o houver lugiu.
.Na Despalilla, depois das diSCOSSOOS de um *uuo
e 'un dia, as corles votaram alioal a conaiilntCsfo
futura que anda nao foi apieseulada a' r.iinha.
Aovas dosordens se reproduziram em Barcelona,
um operario lando sido despedido di fabrica de M.
Koses, cculenares de operarios associados se apre-
aentarara diente da fabrica e commelleram loda a
casia de insulto. A ordem l.u reslabelccida, e os
culpados entregues lo conselho de guerra.
Madrid tambeui foi perturbada, a T de Janeiro al-
guns suldados ebrios, pcrteuceules a milicia, e que
oceupavam o posto do palacio dascorles, alcaraiu
grilos sediciosos, e (Hitaran) utna sublevarau que
Espartero acalmou cum a sua alilada energa.
Esle molim leve lugar porque o congresso de-
clarara que n.lo havia nada qoe deliberar sobre
uu: i pelir.lo de Saragoca, lendciile a que o enver-
no seguis nomas c reformas sobre o oreanieuto ; os demcra-
tas desapooladas apresentaram as corles uina pro-
posico concebida nos termos seguintes :
As cortes proclnraam que a represenlaeao ema-
nada de Saragoca foi feita no exercicio do direilo
de pelieao, e que ellas ouviram com desprazor a
qualicacao de facciosa dada a esla mesma repre-
seutac.io. E-la proposiralo foi regeilada.
Dizem lainhem que de nada menos se Iratava
do que dispor as corles por todas as especies de
meios, e em caso de resistencia pelo emprego das
armas, a proclamar a repblica e installar um go-
verno revolucionario sobre as ruinas do goveruo da
rainha, que moviineulos coircspondeules se llve-
nlo manifestar ao inesmo lempo uas grandes ci-
lades da Hcspanha.
A crise ministerial desde muilo lempo immiuen-
le lem continuado, e O'Dunnell, eucarregadu da
coustiluicao do novo gabinete, lem feito longos es-
forcos.
O governo resolvcu definiliyamenle a quesillo
aguada pelas provincias tracas acerca da venda dos
Deas de mio-mor.ta ; declarou que esta operacao
se realisaria uas ditas provincias, assim como em
loilo u resto da llespauha ; os deputados provin-
ciaes do paiz basco-uavarrus devem dirigir-se as
corles.
Esla queslao dos /aeras c a da iuduslria da Ca-
laluiiha sao as mais dilliceis e as mais espiubosas
que a ilespanha lem aclualiiienle a resolver.
G. '/.
OS ESTADOS 1)0 PRATA.
O paqueie inglez il rio Ja Prala concedeu-iios
desta ve/, mais alguns das para responder corres-
pundencia de que foi portador, o para aitenJer as
nossas reanles coinmerciaes rom as [iracas de
Montevideo e do lliicnos-Ayres.
Agradecemos o obsequio, se bem que nos dei-
\asse as urgencias do cosiunto al ao dia em que
doria partir, atiininciatidu eni siiiionte a sua
iransferencia, e agradecemos bem que o favor
fosso imposto pela iiecessidado de seus proprios
arranjos.
I) commercio se lera aproveitado desta rara e
extraordinaria demora. Aproveiiemos nos lam-
bem o lempo que nos sobra para dirigir algumas
palavras de paz aos nossos vizinliots dequsllas a-
giladas regios.
^.iu queremos, nao mil vazes nao, ingerir-nos
em sitas queslues. Se fosse possivel, pediramos
ao governo do Brasil, ao da Franca, ao da Ingla-
terra, a lodos os governos einlini que tem luiuadu
parle as irises polticas daquelles pases, que os
deixassem a sos pur algum lempo, para que elles
se pursuadisseiu deque parto de si a causa de.seus
males, ou se eonvcnrcssoui as naiboas amiga une
sua ingerencia, ainila que destinada ao lieui, na
pralica alli se desvirta e degenera em elleilos ron-
irarios.
Se, porcui, sao estas astiossas dis|iosir;ries, nao po-
deiemos nunca ser indlllerenles i paz daquellcs
quo esUio ligados ao Brasil pur tantos vnculos de
mutuo interesse, polilica ocornrnoralttwnte fal-
lando. He nesle intuito que vamos aventurar dit-
as palavras sobre o arligo que lia dias pulilicou o
Correio Mercantil relativamente a Confederaran
Argentina a provincia ou Estado da Eiietios-
Ayros.
Emenden ronleinpuraiieo que as ultimas tenta-
tivas quo fez O goveruo de Buenos-Avies para defi-
nir e tnellior regular as condices do seu divorcio
temporario, mallgrarau-se, poique o governo da
Conlel-.-iae.au n se moslrou animado do ruc-ino
espirito c-'tieiliaVjur.
Su o conletnporaneo nao lem ooHoj dados para
e-te juizo senao os faclos da invasoes quo Bojsnos-
Ayres tem sido obrigado a repcllir, pedimos-Hio
liconga para divergir da sua opiniao.
l'-.-lj opiniao nao excitara o desej<> de cont -
ta-la, se nao nos parecesse, .Mein do injusta, noci-
va ao lim quo o contemporneo e n islo he, que o jaizo iraparcial dos neutros proleja
all a obra ds unan, prestando o seu apoto
moral contia pretenres raesquinlias ou exage-
radas.
Oeploramos. como o contemporneo, eases ata-
ques paz de que goza Buenos-Ayres, e que lao
til tem sido aos seus adiantamenios materiaes no
curio espaco de tres annos. Mas nao podemos
convir em que a naso do Sr. Joao Baptista Pon-
na se Irusirasse por culpa do governo argen-
tino.
Segundo as informacoes que temos e se collig
das tullas de Buenos-Ayres, do Paran ede Mon-
tevideo, o actual .-overno de Buenos-Ayres cuja
caliera directora be o Sr. Dr. Alsino, oflcreceu
condices irreconciliaveis com dgnidade e inle-
resses da Uniao das demais provincias argeu-
tinss.
E se Ite.erdade ludo quanto nos consta, essa
c-iii lices eram dictadas nao su sob a influencia
de um espirito contrario ao lim que se disia pre-
tender, senao al nimiamente rausquinbo para com
as llagues eslrangeiras.
Coiidemnemos, pois, as Jcsgracadas emprezas
dos invasores de Buenos-Ayres. Se o governo da
Confederarlo as animou de qualquer modo, cen-
suremo-lo no interesse da paz : mas nio preste-
mos, ti-i- jornalislas brasileros, nosso apoto a
quem, como o governo de Buenos-Ayres, proce-
ra restringir as concessocs feilas'pela Confederar^ao
is Landciras c subditos das nares amigas, eem
vezdeartigns de conciliagao enva ao Paran ar
ligos de submissao a Buenos-Ayres.
Esperamos queos nossos viznhos comprebeode-
rao os sentitnenios que dictao estas linhas, om que
acharao o mais bello contrasu; cora sus inceaoaate
malignidade contra o Brasil; e mais do qne is-
desejamos que u Correio Mercantil nos eadareca
>e oslamos em erro, desculpando nos oeste caso em
sua benevolencia, porque em lacs assumplos nao
podemos deixar de ler o mesmn lim e sentir do
inesmo modo.
(Jornal do Commercio da /fio.)
C03RESi?0NDENCIa\S DO DIARIO DE
PSRNAiraUCQ.
AMAZONAS.
Ii.nr.1 du Kiu Negro II) de le veratro.
Nao pense! e-cre.cr-H.e por ce vapor : a PovKa
iuilucncia de materia esperada por mira anlorisava
a fonnacao deste meu peusar.
Engae i-ine felizmente.
Enrerrei a minha primeira correspondencia, dan*
do-lbe uotiria da chegada a esta provincia do r.
Joao l'edro Das Vieira, e de qaautat esperaaa;os at-
aba criar no cocacao de mudos, que, coaso en,
amam esla Ierra.
No da em que esie senbor prineipiou a dirigir os
destines desla provincia, e nos dous seguintes a c-
mara municipal illuminou as duas frentes do e lilicu,
vin que se cusl'inu a r,-umr-e, e todos os hbilante>
da cidade sem convite e exponlaneamenle devana
lambem esta bem clara demonslracao de sen rejFasi-
jo por espaco de Ires dias. Como caboclo quo son,
sem Iralo das sociedades, e vivendo sabe Daos co-
mo. n,lo teuho representado alguma, e apenas oo
del, i um memhro, amigo da boa ordem, das intti-
tuices jurada- c do progresso material e moral des-
(e turnio do impenu do Brasil.
Sem u-o dos sales receio aprsenla! me em pa-
lacio, porque nAo -ei conversar senAo nos mallos,
as pescara^, uas plantaces, as cacada, etc., e
islo nada aproveila, e assiin n. estou ramio ao facto
de todos os projeclos dajaclual presidencia para aqoi
uarrar-lhos, senao fosse o Lopes, porleiro ds thesoo-
raria, que ludo me conla, eu no poderia continuar
a oceupar anida as pagiuas do seu Diario.
O Lopes para mim he a Laura de Petrarca, he a
I-ne/ de D. Pedro, he a Calharina de r.anioes. be a
musa dos poetas, e assim como Laura inspiron lao
bellos versos ao seo Petrarca, erabora depois em om
carcere chorasse elle a sua paix.lo, assiin cotnu
Une/ de Castro aeccodeu tanto amor, no corarlo de
D. Pedro, emhora algum lempo depois ello prau-
teasse a sua morte, e de nnera e mesqnmha a li-
zesse rainha. assim como Calharina de Alhavde fez
barbulbar da mente de Cames soberbos cautos, sean*
pilemos padies de sua gloria, erabora depois os
muros de om convento a teparassem e para sempre
de seus olhos, assim lambem ser o Lope a nansa
que me ha de inspirar, o correio que me ha do dar
noticias, erabora depoi* eu leuha algum dia de sof-
irer urna ou oulra mordedura de carapana*. por me
haver confiado inlcirameule nesle n'rerom, naico
que aqu agora existe capaz de preeocher bem o sen
papel, porque, dolado como he do dora da abiqsr
lado, apparere en toda a parte, lodo indaga, ludo
sabe, e ludo me conla.
Apazar da poulualidade do Lope, cre o qoe de
vez em quando hei de lazer a minha synalrpha ou
deiis-lo ii albis, porque lambem de vez em jasa-
do padeco bem de prcguic.i, que coaa as forminas,
>'omo dzia o vellio vitconde da Pedra Brancasao
os dous males invenciveis do Brasil, e portante eu
nao eslou longe uu fora do seu poder.
Apenas o Dr. Dias Vieira tomn cunta das redeas
do poder, orJenou qoe o Dr. em medicina Antonio
Jos Moreira fosse prestar os surcorros da sua pro-
Assto aos hahilantcs de Serpa, que, segando consta,
est.io padeeeztda lebrel de diversos caracteres.
It -conhecendo a falta que aqu ha de gneros de
primeira necessidade da vida, deu ja providencias
para que mensalmenle venham nos vapores da com-
pannia de navegacao e commercio 11 Itoit de Sao-
larem e Serpa.
Diz-me o Lopes que elle lambem OBta confeccio-
nando uin rcguUmento para enror|K>rar ama com-
pmihia Je pacailores.
A falta de aliineiilac.lo era para as.ini dizer um
obstculo iuvencivel, era uina opecie de colamuas
le llercuies, onde -e lia e-criplo u nON pin* ullrm,
onde n.lo poda obegar a influencia de quahtoor
idministra^ao, e ale a eaosa do desgo^io que reina-
va eulre os habitantes desla cidade, e urna rarae
sem duvida poderosa, que afugenlava daqui mailas
pessoas : hoje, porcm, creio que vilo ser removidos
lodos esles obstculos a prosperidade dstproviucia,
e que o Di. Dias Vieira vai s por fo.c.i de sua voli-
ta te rcali i esle projeclo. julgado por algnean ooeao
una utopia ou um sonho deliciOMi.
Lu urna bella raauhaa daqui sabio, e foi com
seus proprios olhos examinar a otaria creada pelo
conselheiro l'eniia, e que lem sido uro abvstao,
onde se (em sepultado para mal de 10 cunlos do reis,
e creio qoe elle, como eu, licou espantado quando vio
o preco enorme e escandalosamente excessivo porque
foram Tedas urnas qualru casas de palha, e algumas
anda na terminadas, e dous forno.
Anda eslava dormindu, quando u Lupe- invada-
me a polnica e disse-me em estrepitosas gargalka
dasO houo Joao Pedro /.i /oi i otaria, e oran*
que eiicontrou o Jiabo nar/aetta grua de coro...
que liuguiulia. '. Cou>U-rae que elle ludo vio ede
MUTILADO
V
ILEGIVEL


cada iDdioinagoa quaes eram ostraballios, queco-
milla lnham, vio o piriruc, a medida da farinha,
a carne secca, el*.
Ora, gr.i.;.i< a Dos, ja appareceu emfim um ad-
ministrador que ousou mechar na casa dos mari-
bondos.
Para destruir certos boalos, espoliados km da-
vida pela sucia de vadios, como o Lopes, urdeuou ao
administrador que llie mandasse diariamente um
inappa do inovimento da olaria, e de palacio mesmi>
ordena o Irabalho e .h.trihue os Indios disponiveis
da melli jr [orina possivel, e de ulilidailc ao servico
das obras pablicas.
(hundo qualquer Indio oti tabalhador as obras
pablicas solfria qualquer molestia, era curado em
sua propria casa, que era apenas urna (impla pa-
Ihora com o terreno milito hmido < sempre enfu-
OABIO ?E PilWHilBUCO TiC* fj\U II DE MARCO DE 1156
] redlcs c"' elTeilos' e mdis Objeelw como canoas I Desde m> que o Mendes Cavalleiro publica em
ele,
I MI lypographia o Diario do Oran Para, e a cama-
Ai in-truccOes que linba o commandanle de Taba- 1 ra nanea se lembrou de saber quem era '.< editor no
'a. atll t.t llOle -r.no ,,..!.. ,.^i.... ..... ,_.. ________... ..... .
Unas, anda boje, erain pelo arduo or- tratar com
toda urbamdado a deferencia o governador seral
de l.orelo. ah.teudo-se do toda e qualquer quesUo
que podes coinpronieller o imperio com a rep-
blica do Peni. .\rl. 6." observar fielmente o rl.
1.'da convenio de 1 de oulubro ele 1S.,I etc.
I oudo em execur.lo o referido arl. ti.'mandou o
cuuimandsnte do Porte poetar em diversos pontos
desde 16 de agoste, tres canoas para imdmar que
esses salteadores viessem ao Torio apresentar seus
passapurles nole-se que j exeslia una reclamaron
do governador keral de l.orelo de ->i de Janeiro de
-854, exigiudn que o&u consanlltia pastar pessoa
alguma pela fronteira tanto na subilla romo na des-
cida jo SolimoM aem paesaporte | aiaira pastoo-oe
ate a u tita da I" q' pelas II lloras vcio a Tabatioga
o secreiario do goveruiilor do dislriclo de l.orelo,
participar que eses eslrangeiros liuli.lo forja ex-
macado, por causa de urna fosiucira que todos tem I torquido do mesmo governador, urna carta para
debaixo de urna pobre maqueta ira rede. I "T, Pa8eni comunicada ao coimnandanlo de la-
Coro e, elementos, acrescendo ainda a distancia \T*Z^gtittff&Er
em que mora o medico e o boticario, e I diflicolda- i o n. i li/e sr.dizen.l,. mais o secretario Rubens, que
de do transporte era multo demorado e dillicil o res- salteadores viiihAu perlo, e que pedia ao sover
labelecimcnlo de qualquer doenle. V'1'!ur <1UI! e*M "ecncao .i primeira carta : assim
dadas
!canoas
dencia
couv ementes ordena, couliniiaram as tres
a la/.erem ron la, oril.u.Hi.lo-sc a maior pru-
eque [copio jn disse nlimaeseo viuda ao
madrugada de IX do
uta denominada Gene-
rosa, distante meia lesna 'do forte urna descarga,
isto do lado opposlo ao mesmo, e pouco depois a
e a ches-ida de um
Favorecidos es-es a<-
sassiin pela esrusid.lo lograram pasear a fronteira
i com quaulo loso sahisse o inspector do qu.irlcirAo
JoAo Antonio de Allmeila forres, que os uto poudc
encontrar.
O commandanle do forte, com quanlo doente,
saliio logo depob Idas primeiras noticias, c dando
providencias circiulispccla., fe/ logo sabir ama isa -
ru beui tripulada! e mellior suamecida. ordeu.iu-
de ao coinuiaudanta d"ella que uznste de toda a pru-
dencia. e lizessu col que esses cstraiigeiros viessem
laa as 10 horas pouco mais ou
perlo ila liba de Javarv 8 le-
a baito de Tabalinga ) e runhe-
escapar lanrir.iiu Indo ao
pelo rio abaixo c entrio-
vivo rogo de bailas
: vendo o romman-
ho forte ; pela man i
menos forera vistos
guas mais ou menoj
ceudo que nAo podan)
rio, e largartm a cunVi
ehelreram-se no mato, fazen '
e aisiuna. acertaran! ua isaritc
denle da diligencia que nao era poesivei empregar
os bous modos, iii.h I m desembarcar em dou- pon-
tos s praras, afim d-.- dar-Ibes cerco, o que feilo
eiiconlraram grande resistencia, que (b respondida
resultando a morle di 5 detjan. nUMsiDca, ladres
pudendo escapar-se, Inni: esla lie a parle que nos
consta ler dado o cumin.indanle da diligencia, em
que menciona ter u/ado da toda a pro lencia, seres-
sentando a reo* --d d algomas pistollas de (i tiros,
urna anua amenil punbal, plvora, bailas etc. etc..
Ouandu lodos esperavo que o capililo fosse elogie-
do |iela actividado o encrsia quedeseuvolveu,(|uando
lodos os lioinen? bem Intencionados almejevafll que
do llirono do nosso1 inouarclia descessem um
premio para lembrar esla acrAo lieroica, que nos
livrou de mais um avillameiilo aos ollms do estan-
geiro, esta em remoerarao de ludo islo solfrendo
un consellio de invcslisarfln, e descont em sen
sold e mais vencimenlns! !
A verdade felismenle lio como o sol, que depois
de noites OaCUrissImai appareco e brilba corno sem-
pre, e eu anda csp?ro ver oGarcez clicio d'elogios,
porque mo be possivel que dure por miis lempa
este estado para nfrs al vergnuhoso.
Por boje ja bastada maseada. a termino este p-
dindo-lbe |inra que transcreva esle artigo, que em
elosio do nosso presidente apperecee na Estrella, ja
cxaraiio do ob'crrador do MaranbAo.
Disse-me o l.op?s, que be Iraballio do Sr. Fran-
cisco Solero dos Keis, prole-sor de lalim, oulro ora
mestre do nosso presidente, e boinem incapaz de
fallar a verdade.
Eilo.
No primeiro vapor, que ehegar dos porlos do
sul. parle, rom escala pelo Para, para a provincia
do Amazonas o Eim. Sr. Dr. Joio Pedro Das Vi-
eira, presidentenoroado para c-sa provincia.
O Sr. Dr. Ilias Vieira, que aqui lem
Estas consider.isi.es naofscaparain I penelracao
do presideule, e eiu segnidt ordenou a mudanca dos
dcenles da olaria para a enfermara militar deS. Vi- ,'"'l': polis luis hora* da
cente, onde em urna sala sAo tratados sob direccAo me*mo,["?><. uvi..-se u ,
do IT. Cesar Marques.
Foi geralmenle applaulida eslajjetibranca, c des- | noticia da morte ile um indio
uecessario be dizer-lbe as_vaasllgens della. porque | *olda''0 gravemeiije baleado.
sao IAo clara, que nem carecem ser demonstradas'
e alem disso lia nesla idea um principio de carida-
de, dispendida a bem dos Indios, que mullo pude
mlluir no espirito delles, e chama-Ios em maior nu-
mero do centro de soas maltas.
Muilo lempo ba que os moradores desla cidade
clamam contra o cemiterio provisorio estabelecido
em um monte, doude sopram coDslanlemtnle os
ventos que vem biabar esla cidade, e em cuja base
corre um pequeo braco de rio, habitado alem disto
de um e de oulro lado.
Estas vozes apenas chegaram aos seus ouvidos fo-
ram esaminadas, e como descobrisse uellas alsum
fundo de verdade, mandou ouvir os pareceres dos
Drs. Cesar Marques e Ayres de Oliveira Remos, e
como fossem elles conlirm.-ic.io dos boatos espalba-
dos, escolheram um lugar spropriado para tal fin
na eslrada da Cacboeira.
lia das, em companbia do general coinmaiidanle
das armas, do secretario, do commandanle superior
da guarda nacional e do Bolelho. inspector da tbe
souraria, elle foi evaminar a enfermara de S. Vi-
cente, e deliberou mandar edificar all um quartel
para agazalho da guarnirao desla cidade, que vive
em orna casa quasi iuleirameute cabida e anda
com algnroas paredes amea;ando ruina a cada
hora.
Esla enfermara est sentada ero um monte ao
norte da cidade, completamente isolada, bem areja-
do, baohado pelo rio Negro, que llie alfaga as (llan-
tas, e apena- em commuuicacAo com a cidade por
urna ponte bem estragada, parque tem mais de ()
anuos, e foi ainda teslemunba dos lempos colonices
em que s se fallava no Sr. rei.
Escollados assim os lugares para as cidade* ilo-
morox e dos soldados, appareceu n difliculdade de
nao se euconlrarem trabalbadores, apezar de convi-
dados por bom salario e iseucoes da guarda nacional
e Iropa de linba.
Aqoi anda ha muilo acanhamenlo de ideas, e os
pobres caboclos, como eu, julgam-se mancliados e
apelados de su digoidade ^imaginaria, quaodo se
empregam em cerlos trabalhos, porem espero muilo,
nao so no zelo de quem boje preside aos deslinos da
provincia, como tambero na civilisac.lo que um da
Ihes ha de dizer com Mr. Yillerm, que o operario faz
lana parle da soeiedade, presta IAo bons servidos ao
paiz com o proprio legislador, e o mais elevado pu-
blicista.
O Dr. Vieira nao lem voltado o roslo as difiicul-
des, recebe-as, esluda-as, e vai vendo o modo de ver-
se livre dellas.
Pedio e alcaurou do Jos Antonio AITouso, ad-
ministrador da gerencia da companbia de Amazonas,
os olliciaes de pedreiro e carpina que eiislem na
colonia Marta, e lem mandado engajar os colonos
portuguezes aqui rendentes e sem contrato.
Apezar da boa vontade de S. BlC, de soas boa<
roaneiras e do lino rom que lem procedido, ainda
nao pode levar a exito o seu intento, c por isso dis-
se-.-.ie o Lopesque ha das como correio, servindo
na secretaria do governo, foi levar um ofiic.io ao l)ra
chafe de polica, em que lli- ordenava a remessa
quanlo aules de urna lista das pessoas que sem oc-
cupacao cuulieci I i aqui vivan).
Creio que lie com o fim de contratar os vadios,
obrigt-los a trabalhar, lorna-lns uleis astea soeie-
dade, e livrar esla de lanos paras) las, que com
a indolencia llie vAu matando os brios e a exis-
tencia.
O rio Branco, onde estao situadas as Tazendas na
conaes, est lambem boje em visla da presidencia,
e creio que ella hoje procura um ollici.il do ejer-
cito, com inlelligcncia e honradez, para ir ve-las e
ezamina-las.
Para esla commis-ao lao honro-a e al gloriosa
lua S. Etc. com a dilliculdada de encontrar um ho-
rnera que queira sacrificar os commodos da vida e ir
all sollrer os tormentos do inferno, por causa de
tantas bichinhas que perseguem odesgracado que la
vai. de da e de noile, doriniudo ou acordado, com
' sol oo com chova.
He o tormento de Tanlalo que sempre dura.
'Segu nete vaporo Dr. A\ res de Oliveira llamos,
segando cirargi.lo, alferes do rarpe de saode do ej-
ercido, e que aqui est ba IK anuos, dorante os quaes
Iralou-me de urna boa cantada de sarnas.
Elle parle por doenle, Dos o leve a salvamento
e u traga quanto anles aos bra;os de seus oumerosos
amigos e de muitas pessoas a quem elle presin os
cuidados de sua pronssao com loda a habilidade que
o distingue.
No dia :t de fevereiro, pelas .', horas da manliaa,
fenderam os ares slaumas girndolas de fugeles,
lancados do quartel, e n noile a frente dcsle edificio
foi Iluminada, alim de recordar o i." auuiversario
da balalba de Moule-Caseros, na qual lomou bri-
Ihanle parle o .*>." balalbOo de indultara, que aqui
lem um deslacsmenlo.
Esla lembranc.i foi do commaudaDlcs dos coulin-
geoles o capilAo llenrlqoe Jos de Carvalbo, que
aqoi he gcralmeute eslimado, nAo i por suas esli-
maveis qualidades, como lambem pela boa ordem,
zelo e disciplina que hoje slenla a guarnidlo desla
cidade.
He das no quartel passou pelo castigo de iOO clii-
batadas o soldado JoAo Francisco da Soledade, un
ligo amigo e conhecido de tarimba do Lopes.
Esle Sr. Soledade quando deserta, abre logo urna
cora, vele-se como um padre, percorre ludia e
Mina como se fosse um mjssionario, prega serrones
edizmissa, casa e descasa, clirsma ebaplisa, rou-
ba e furia, cmlim, faz cousas que al causam espan-
to ao Lopes.
O primeiro cuidado do Dr. Braga, actual ebefe de
polica, foi ir fazer urna vila a cadeia publica, on-
de enconlrou muilos bomens ah deudos por meio
de mesqninbos, insignilicanles e ale infames pro-
' cessos.
Cousla-me que vai dar andamento a lodos el-
les, e lermina-los, co:n o que presta nAo su um be-
neficio a esses infelizes cuino lambem vai malar lan-
as vinganras ridiculas e lana intiiguinha, que aqui
reina.
Manda diariamente sabir os presos, e hoje estilo
empregados na limpeza das ras, com que c'stao
muito conten", ja porque respiram O ar livre c fa-
' zem e&ercicio, e ja porque percebem mais alsum
vencimento, que Ihes ha de mitigar um pouco a Iris-
te vida que passam.
ILi poneos das aqui cliezou ana naturalista, que
eusla aos cofres ganes a pequea quanlia de K0U3
annnaes cum o tiro de reunir objectos da historia
natural. Ja o vi apenas urna vez, he do genero
Simia e da pelo nomc de tiand.
No dia *.) do passedo aqoi chegoo vindo de Taba-
tinga ocapidlo arcez, commandanle daqiiellc forle.
Apenas chesou apreseutou-se ao _ener.il rommaii-
dante das armas, que iinmeriialamentc n mandou
recolher ao eslado maior como preso polos fados m-
gainles.
responsivcl daquella fullia, na que obrava com juizo,
porque ella nAo compete importarse disso, e sim
smente saber o bisar em que esta a lypographia, e
quem be-o sen proprielanii. ltimamente Mendes
Cavalleiro retirou-se do imperio, c dciiou por seu
procurador a Rebello Guiarles.
E-le leudo de mudar a l\pographia da rna Nova
para a ra I'nrraosa, cuniprio rom todas as formali-
dades da lei, participando a cmara aquella mudan-
ca. o que pensa meu charo, que fez a cmara e,i-
Sio que llabello (iuimiries declaraste quem era ae-
lualmenle o responsavel da olba que se imprime
na sua t\ pographia, por isso que Mendes Cavalleiro
l.i nAo reside no Brasil, e be esta nina d condieOes
eligidas para respoosavel da urna gazela. Ja se
vio destaoipatoiio igual .' que lei, ou postara muni-
cipal d.i direito a cmara para exigir saber quem he
0 respoosavel de qualquer jornal ?
las ainda da lo o caso de le- a rimara csse direi-
bi, irlo sabe ella que lambem lia urna eondicSo que
requer o cdigo criminal no elidir 011 respoosavel,
be ser cida.lio brasileirol e Mondes Cavalleiro he
rida.lilo lir.i-ilciro* untadas duas, ou acamara ig-
nora a le.i-iac.io que iiio diz respeilo, ou nao com-
pro cjii os seus doveres, porque tabeado que Me-
les Cavalleiro aSa be brasileiro, conseno que fosse
editor de lima folb.i. ,N uiimi entender esla ella lio
primeiro caso, porque do contrario uao feria aquella
exigencia lao fura de proposito.
Como quer quo seja, Itabello IjiiimarAes n;lo se
qai/ prestar a declarar quem era o respoosavel do
Diario do Gran Pai, porque nao pilson a cmara
competente. Anda ama vez, o que tienta Vine, que
fez esta ? fez urna emenda peior que o Soneto : ao
principio tornou-se exigente de mais. ao depois com-
melleu urna arbitrarie.ede, mandando lechar a ly-
pographia ; paree llie istu iinpossivcl, nao lie a*-
siin f puis he ama verdade. E como (tabello Gai-
maraes enleiidesse, e muilo bem, que a camera exor-
lulava das suas altribuices, ruulinuou a publicar a
sua follia. A cunara jiilsando-se insultada e deso-
bedec la, Impoi una mulla de sessenla mil risto-
doa os das que tShisee o Diario, mxima pena que
s deve sor imposta, quando o proprielario nao llie
eommunica a mudanca da sua ollicina, e islo mesmo
ie so nina vez e nio todus os das. E o que diz i
islo lie gato 011 rapuza ?
llabello Guimaraea conacio ile seu direilo nao den
envaro com om tal disprale, e recorreu a fonle
limpa, ao Sr. K*so Barros, pedindo um dique a esle
IAo desastrado pioccdinienlo da cmara, com urna
bem desenvolvida lepresenlace. O Sr. llego Bar-
ros mandou, Como ilevia, que a cmara respondis-.
Esla melteu-se as encollias nao poucos das, c sa-
lno-se por fim com ama resposla, segundo se diz, de
cabo de esquadra ; o que parece ser exacto, porque
ella nao se alreveu h publica-la como convinha, para
tildes lerem roiilicnuieiilo de que a razio eslava do
se o lado, acrescen o isto que o Sr. Ileso Barros
1 "11 11.e um lea e indos inens peccadus, e resolveu
que llabello liuiuiaraes teulia loda a razAo, e por
isso devia continuar a pnblicajao do Diario, e nao
se importar com a mulla.
Eis porque os muniripaes eslo arrufado* com o
Se. Ilegn Barros, queriam que S. Exc. approvasse
um acto Ilegal, arbitrario e altentalorio a libenlade
de exprimir os pciisamenlos, mas S. Exc. que sem-
pre corla pelo direilo, mostreo-Ibes que a justicie
unparcialidade sAo asuabutsola, e que nao paclua
com quem por capricho e pailOes pertegae e atrepel-
la n direilo dos nudos.
Ha dilTerenies versees acerca das cansas desla per-
seguicAo da Mutlriuima a Mendes Cavalleirojiis
dizeui que foi a pedido do cnsul portugus, amigo
inlimo do presidente da illustrissima, luiros alllr-
111,1111 que be porque o Diario do (irn l'ar eloeou
a administradlo dn Sr. Misucl Pinto, de quem o
presidente de ittattrlstima he inimlgo. Sej.i porem
qual fura causa, o tacto lie que a it/u.-l/i.-slmu ex-
picbou-se redondamente, e boje esla de lodo descon*
ceiluada.
Disse-lhe no conieco desla, que os muniripaes se
tinhao tainbcn Declarado em guerra com Pctis, vou
provar.
Vmc. nao ignora que hacerlos actos relislosusem
que a cmara e lodas as entras carpuracas, devem
comparecer, ou enviar una couimissiloque asrepre-
lie, sao a festa de Corpo .le Den-,j trasla-
iqm lem exereido | dacAo do Seuuor Jess dos Pasaos do Carino pi
com mu.la inlellisencia e cabal desempenbo diver- Merros, ele. etc., entretanto aqui nao acontece as-
sos empTtgos l.llerarius e a.lmin.slralivos. como o sim. omparecem de lodas as eorporacOes, menos da
ue lente de rlieiorica do seminario cccletiaslico, o I cmara municipal, nflo obsUale-receberem convite
de procurador llscal do lliesouro provincial, o de | do presidente da provincia. E o que quer Vmc. que
delegado de director da repartlCJo das trras puhli- se pense de l.omens que por negligencia, pouco caso
cas. advogado disliuclo, liomem de venada inslruc- ju irreverencia deixam de comparecer a actos da-
cto.de espirito penetrante, avisada c perspicaz, quelles, nao o devando fazer? dieaiu l'adaani
nvalheiro de mane.ras delicadas e obsequiosas de se osse para reprovar as medidas proposlas pelos se-
simpallnca amenidaile no talo, moito relacicnado e [ nhores da hygiene, ou para mandar lechar altznma
cslimado enlrc nl pela coiki leracilo e preslisio. de I Uposrapbia.' neulium delles fallara.
que a juslo litlo tem sabido ro lear-se, promete Anda multas entras eousinhas Idilio a coiiliir-l
porauacapicidadee tlenlos fazer nm bom gover- dcsles senborcs, mas lien para outra vez
no, e desempenhar hbilmente a missao honrosa e I adiaste.
dillicil, qqe llie foi confiada pelo soverno imperial, | O ferttt OBKI das elices provinciaes coulini.a
de administrar uma provincia nova e fronteira, para i cada vez mais forle. O Moraes nAo dorme, e lem
onde ja lem ido despachados dous administradores dado tralos sua iuiasinarao para aehar meios de
provectos, un) ( dos quaes 11A0 ebesoo a oceupar cantar victoria. Dizem-me porem, une a-ora nal-i
o lagar por circunstancias de todos no; conhecidat. j um pouco mais descansado, porque sttnnoe ler re-
I ma quabdade eminenle. que entre oulras se|solvido oprobenla de lima minera que llie parece
requer 11.. administrador, e bnllia em loda a luz no I eena. e be mandar lomar em separado as listas dos
seas contrarios nos citemos em que cunta com a
meza, tncfUando para isso um pretexto qualquer.
e
Vamos
Sr. I)r. Dias Vieira, qual he reunir venladcira
illii-tr.ic;ui muito criterio e juizo prudencial, nos
faz conceder .-ts mais bem fundadas esperanzas de
sua a lado.
N'uma provincia, que se acha as condico.s do
Amasoiias, a principal missao do administrador be
crear c cMsar; e temos que a habilidade eonsum-
mada, de que tem feilo prova o Sr. Dias Vieira, no
descmpenlio de ouiras comuus-os, o nAo ibando-
nar no desta, antes realear 111 lis n'um Ihcalro,
em que mellior se po ;e ostenta* : puis be rerlo que
quanlo maiores forero os sacrificios, que lizer para
bem cumpnr cum os seus deveres, tanto maior ser
a slnria, que il'alu llie hade resollar.
lia puncos dias regressou S. Esc. da comvrca de
(iumiaiais, que he o lugar de sen nascinienlo, e
aonde fora despedirse de seu pai, prenles e ami-
gos. Os habitantes da comarca, sem disliucc.io de
cores polticas, fizerain-lhe urna estroiidosa recepcae,
conc irrenJu a felicita-I, e dar-lhe provaa do
mais vivo inloressc e consideracAu. A cliesnlii de
S. Exc. all foi uma especie do nvuco, menciona-
mos esle fado por ser deinonslrativo das sympethias,
de que sosa S. Exc. por sen mrito e carcter.
Os povos do Amasouas pndem cerlain?ulo felici-
lar-se .le ter nuSr. I)r. Dias Vieira. um presideu-
le, que saben administrar-Ibes juslira, e promo-
ver o bem da provincia com esclarecido zelo, satis-
fazeudo as necessidades emergentes de sua situado
especial em ludo aquillo que depender do seus s-
forros, e coober na etphera dos recursos peatos :i
sua disi>nsicAo.
Quanlo anos, pelo conhecimento particular, que
temos do Sr. Dias Vieira. desde a puericia, pois
que a sua elevada inlelligenra comecuu a desen-
volver-se sob a nosaa fraca assislencia. contamos co-
mo rerlo que o deseinpeiiho ds dillicil Mmmissao
por que S. Ex. encela a sua brilbanle caraira ad-
ministrativa, corresponder dignamente a conlianca,
que n'elta deposiloo o governo imperial, sua ca-
pacidadee illu-trarAo, e a bem merecida repnlacAo
de que goza, lauto na sua provincia como Para della.
Desejamos uma piospera via&eui
depois de concluido o seu governo,
nbo coberlo das benres dos Amazonienses, para
gloria sua c sali-farAo de seus ami.os.
l'crmiuo desejand-lhe boa saode c dinheiro.
'uarainj.
PARA'
Belem 25 de foxereiro.
Como nao me be preciso empresar meios para
captar a sua allenrAo, e ganhar a sua benevolen-
cia, por isso que j cont com ellas, grajee a sua
bondade. comecarei esla da maneta que os rbetori-
cus cbamao ex abrupto, e ah vai.
Dou-llie a crala noticia, que o terrhel tiajanle
parece estar completamente extinelo nesla capital,
porque ueiiiiuina victima tem feilo ueste me/, lira-
cas poissejam dadas ao Omnipotente, a quem. uoin-
do iniulia voz .1 de lodos os Pareantes, ro_o, permit-
a, que nunca mais por c.i nos appare.a semelbante
hospede. (Mitro lauto porin 11A0 se pode dizer de
alguns lusares do interior, bem como a cidade da
Viga, porque de novo exacerbou-se o mal. tazando
algum.s victimas. Todava esperamos da Provideu-
(I lim, i.1 se sabe, lie a cunara municipal, o que faz
o que determina o sen presideule, nao coular aquel-
les volos, e ficareui por conseguinlc os outros em
maioria na uaaembla. Mas ha de ser o que disserem
dous boticarios epprovados. Omeu compadre /-
,ulco que he muilo almplorio, acha que o Moraes
eos seas nao sao capazos deempregarem meio tao
(crpcs para vencerem a eleicSo ; eu porem nao pen-
s assim, c coiiiigo peiisar.lo lodos aquel les que \i-
ram de que Coi capaz o Mora o auuo passado na
sa-'nAa.
O lado direilo da salinha, islo he, a verdadeira
maioria dos representantes da provincia, acaba de
dar a luz un ml-iessadle folbelu expondo as genti-
lezas do Mora e dos seus 11.1 sessao do anuo passa-
do, e esles lem dado um solemne cavaco a meu ver
sem ratlo, porque i/uem no quer ser lobo, nao Ihe
reste a pelle.
Pelo seu c.iiiceiluado Diario livemos aqu a noti-
cia da nuiueacAo do lenle-coronel Coelho para
cominaiidaiilesuperiorda guarde nacional de Came-
la ; todos Acarara conlenles rom isso, (porquo nao
poda ser mais bem fela tuna tal n.imeacAo) menos
o Maraes o a sua gente, que ja preparavam um es-
plendido janlar, esperando por todos os vapores a
noticia de ser o Pedro das Batatas o lomeado, por-
que aquelle nao perdeu ,1 vasa de man.lar a propos-
ta dcsle no primeiro vapor, que daqui sabio, cinco
dias depois da morle do benemrito Dr. Angelo ;
mas anda desla vez fcaro no ora teja; que te-
nhain paciencia, e consolem se com as alterantes do
co, que be o arco da velba.
Elles and,un Irislonhos, e desconsolados,porquedi-
zem que o Moran j perdeu iguma inlluencia e
presliso.que tinba na corle. Nao se engaan), ei
he prova que os que foram prnpostos por elle leva-
rnm lodos tbrqaiiha, e os proposlos pelo lenle co-
ronel Miguel Piulo foram approvados. Islo lem cbis-
(e, uo acha ?
>"Ao ha nada, que me rcvolle lano, como uma
injuslii;a, e por isso sempre que posso, sshloem
'nit 3 mq"e I "m"1"0"111 quclle, que asolTre. OI>l,n'l'erimm-
'- bwano censurou acremeiile no senhor Bogo Bar-
ros, dizeudo que S. Exc. concorren para a deporta-
cap de Mendes Cavalleiro, e oulrot portuguezes aqui
residentes. Foi uma clamorosa iiiju-dca, porque o
scnbor Beso Barras nflo fez mais do que execular
as ordens du govenio niperial, lodos os passosque se
derara para aquello lim, foram em ausencia de S.
Exc. quando fui lomar arsenlo na assemblea geni.
Se alguem bu que (enha concorri lo para aquellas
dcporlacies, e merece ser censurado, he o Sr. Dr.
Maraes, porque foi quem refor^ou as queixas do
cnsul purlugucz. como .dliyna a voz publica.
Esla minha terr be loda de originalidades. Nun-
ca vi, nem me consla, que em parle algumu domun-
do os filbos de Alarle lenliam um eacefe por arma ;
entretanto aqui v-te isso. Os sol lados do corpo de
indicia provincial rondam de ccele. Nao sei o
cerlo de quem foi a lembranca, < que sei be. que
denominado Bomba junio a eslrada dos Pra-
zeres, o carro que liavia levado o Dr. Nerv i M.111
beca, e que regressava, e como nAo enconlrassem
cousa alguma, que os bisciiiasse, senAo a libr e
chapeo do cocheiru, levaran) a libre' o o cha-
pe'o.
luna das pessoas d'alla classe. que mais tem
ollrido enlre mis com epidemia reinante, he a
Exm.' marqueza do llecife, que ja la val com seis
ou sele escravos pela porta fiira.
Consla-nos, que o diaUnelo Sr. |)r. Souza, vai
pnr-se a frente das conipauhias desinfectantes.
O hospilal liuiiieopalbiro esl prcslesa inau-
gurar-so no convenio de San Francisco. Tres jnvens
nossas patricias, as dignas Binas du Sr. Pedro Jos'
Lardoso, oflcrerer.uii-sc abrazadas no sanio amor de
caridade. bem como as lilbas relcstiaes do beroa-
venturado V. de Paulo, para eqlerineiras do hospi-
tal hoiiicopalhico.
Se a assemhle'a livesse aonuido, aqu cslariam
innas de caridade, e mis rccchciidn lices de
amor e beneficencia. IlirAoque basta dellas a tin-
tura.
O Dr. Mendes be quem esla incumbido do A.
dislriclo, e consta-nos, que alem de nflo cessar nm
su da de Irabalhar muilo, lem sido recelado pelo po-
vo com especial agrado.
Os Srs. Kulino c Herclti, pretender ir fazer
uma vsila sanitaria ao (.ampo t,raudo eZumb, que
a nao seren ja e J soccorridos, licaui entregues a
desolarlo.
Ped.-sc ao Sr. Inspector compleme, que alem
dos mais favores receidas, mande retirar para o lu-
gar oudc sempre esliveram, as duas padiol.is, que
estao na ribeira di Boa-Vista, junio farinha, ao
peixe, e a carne.
Porque motivo vcudeu-se na roa ,1o Sol 110 dia
7 do rorrenle as Sita uoile, raroe a :\> patacas/ Se-
ria por coiiimiseraco a pobreza, ou para mo cum-
prir-se com as ordens do governo ?
Bul dos soccorros do beneficencia, que certa
soeiedade maudou para um qu-rlcirao de mais de
200 pessoas :
Bolachas.....:t libias .'
Arroz......- ditas !
rapioea....., > ditas!
C""a......t) diu, 1
Transporte .... -Miseria!!!
No beccu d.is Mtudmlias, a casa n. S. la esta
infectada, e por signal a compaiibia de desinfecta-
dores ver que tem no meio dasala um colchAo un-
do in.o r.'.i n de/unto.
_ OSr.A. Pedro das Neves,pharmaceulico,no lie-
dle, lem sido sempre milito carulosu, e p ira encar-
tar razes, basta-nos dizer, que quando a macella
eslava a 5OOO rs., elle sempre a vendeu a
Pedimos ao Sr. inspector da ra da Cadeia do
llecife, que lance suas radas para o segundo andar
de cetla casa, e vera que raerferios nAo soller all
uma pobre esrrava .'
'.anco pessoas assisnaram-se ii'um elogio ao
cidadAo purluguez Jos' Fernandes de Carvalbo, por
ir se prestando eoiivenienlemenlc na crise.
O Sr. Antonio Carota da (ju uba lem salvado
a mais de 50 pessoas, sesundo he voz geral, e sem-
pre com a mellior boa vontade possivel. Dos o con-
forte.
(Jai I.a:arum resussilasli. Croa escrav do
Sr. Antonio Caldas da Silva, depois de eslar amor-
lalhada.e aberla a cova ua igrejinha dos Remedios, a
uegra bolio, sacodio, parlio !
Senhortt redactores da l'aaina .icuba.-Nao leu-
do nos lempo para respondermol>cahalmente afeii-
sura que Vmes. derigiram em 7 do crrenle com-
innsio parochial de beneficencia de-U freguezia de
San Jos', vamos apenas fazer um simples protesto,
para que do nosso silencio, se infir convicrAo de
culpabilidade.
A commissao de San Joso' lem feilo quanlo lem-
Ihe sido possivel com os exisuos recursos de que pe-
dia dispar ; se nAo Tez o que c.onvinba fazer. a culpa
nao he della, que ern lempo, reclamou meios ; pois
uinguem he obrigaao a fazer milagret, o que dize-
mos provamns com documeulos uretra.aveis qoe te-
mos, c que nAo os fazemos ja' publicar pelas razes
declaradas por um nosso mamb .1, quando se encon-
trara com um de Vmcs.
Iii-iieni-se Vmcs. fazer publicar lambem esla res-
posta em sua Pagina.
Freguezia de San Jos'do llecife S de mareo de
1856.O anego vigario, l/>urenro Correia de Sd.
Joaqwm /.. Monleiro da Franca. llemeterio
Maciel da Silia. laanuim Bernardo de t'iquei-
redo.
He preciso,que o Sr. inspector da ra do Li-
vramenlo, uioralise com alguns dias de cadeia, urnas
mulheresqueescaparam de ser brancas), moradoras
n'um caixo, que s serve de cevar quaulo sugeili-
nbo iiiexperientelia, que lem sua pataca.
Consla-nos, que o caixeiro da caxa d'agua in-
duz as pelas a lulo ven.lerem pelo prec;o tachado a
asna, e consla-nos mais, que elle lem uma tabella
para os procos, que aqui a apreseulamos :
lluas.
Pires .............
ConccicAo...........
Ribeira"............
Pedimos ao Sr. inspector da Soledade, que
providencie sobro o uuntaineiUo da liberna desea
tebradinho, pois t. nio qierem, que as familias
.'lie-ii, ni mais a'svarand.s, mellior ser', que man-
den) esse povo, quo ahi scajuuta, dizer e fazer o que
diz e faz nessa lasca.
Consta-nos, qoe os moradores do eugeiibo
Mussupinho, eslAo i.iorreudo a uiingua ; ora, pode-
ra nao '. oSr. de engenbo unloo as canellas e man-
dou-se mudar Nao succodeu assim cora os de Mus-
supe, Piedade, Cunaba, Campia e muitos outros,
que la' eslo firmes em seus poslos, procurando mi-
tigar a indigencia e os horrores de seus solfrimen-
los.
O subdelegado do > dislriclo tem-se portado
como deveram todos os encarregados da policia em
crises laes.
O Sr. banio do Kio Formte mandou convi-
dar um padre na villa de Iguarassu', para vir mi-
nistrar o Saotistimo Sarramculo aos habiUnlW das
Olallas, que morrn comb tules, e a resposla qu_5 S.
Exc. leve foi que o padre nao ia porque linha
medo do cholera '.
O Dr. Ozorio onde mora".' Oudc ha epide-
mia, ou onde por ora ainda nflo esla' contami-
nado '.'
Como se nflo baslassein os males e affl ceas que
nos Irazem a epidemia, ha bomens, que esq'uecidos
da nosaa aDUeelo, a augmentara com u seu procedi-
ini.'iilu. Alem de outros males, posso afilrmar que
na coebeira fnebre, do palco do Paraizo, existe,
nao sabemos se o dono, ou quem quer que seja, qoe
loda a noile se diverle, dando gritos discompassados
e me 1.mi bo-, para conler os cavados da cocheira, com
que sao gravemente molestados os Vltinhot, doeules
e os que nflo eslfln. Bem se v que islo 11,10 se pode
sofirer, uinguem leiu direilo de Incommodar aos
seut vi-inhos em oulros lempos, quanlo mais ues-
tes.
Senliores redactores da Pagina ^liulsa.onor-
te desla provincia, legua e meia ao sul da barra de
(ioianiiii e oulra legua e meia ao uorle da barra de
Catuama, ou duas legoas ao norte de itamarac, fi-
cando de a (> lesuat a lesie da cidade de 1.01,11111.1,
ha uma povoacAo chamada de Pona de Pedral. Esla
povoac.lo collocada a marsem do Atlntico, visla du
mar, olferece uma perspectiva arrebatadora, mais pa-
rece uma cidade populosa do que um simples lugarejo
povoado por mizeraveis pescadores.
A popularan de Pona de Pedras he calculada por
uns em sele mil almas, entretanto oulros mais gene-
rosos a ralculam em dez mil almas.
Nessa lugar as uniris autoridades que cxi.tem,
quando as intrigas o nAo deixam aeplialo, silo dous
inspectores.um do Poco, meta.le da povoac,flo e oulro
de Pona de Pedras, a ouira motado, os qoaes a seu
bel prazer exercem as funcees cumulativamente do
poder moderador, do executivo, do lesislalivo e do
judieiario.
Ha bem pouco lempo o inspector doquarleirAo do
Poco era lambem fiscal nomeado pela cmara muni-
cipal de Goianne, e o inspector de Pona de Pedras
era juiz de paz eleiln pelo poto!
Nao temos lembranca de vermos em lempo algum
em Pona de Pedras uma s farda de policia, apenas
um ou oulro nesrador, qualificado guarda nacional,
Procos.
(U) rs.
so rs.
100 rs
islo depile muilo contra a civilisac.lo. em que j es- quamlo as circumslancias urgem, arma-se do um ca-
la e-la capital, e jii den occasiflo de fazer-se um e-
pigramma aquelle corpo, e ao seu commaadanle, a-
quem se altribue a ideie) chamando-es soldados de
pao e faca, lie na verdade iuleressante ver-se um
cia Divina, que cedo esta provincia loda respire des- i soldado rom um pan na mo a noticiar a cariado....
asseinbrada do terror, que causa aquelle llagello.
Na passada disse-lhe, que o Sr. Di. Campos linba
cl.esado, c 110 dia seguiute havia tomado conla da
chcl'-lura de pblieia be que o Sr. Dr. Lima eslava
exercendo iulerin--mentc, havia seis mezes ; por es-
querimcnlo, 011 antes pela presta, com que llie es-
crevi, deixei de pagar um tributo de\ido ao Sr. Dr.
Lima pelo zelo, aclividade, e intelligeuria com que
se porlou no detempenho daquelle lugar. Me ver-
dade, que rala talla nao se lornon aensivel, porque
o nome do Sr. Dr. Araujo Lima ja he bastante ro-
nheci.lo, c lodosos que com elle lem talado.
volt.imos ao lempo do defunto Balonha, que fazia a
polica ron) um sipo de roso, que em lodo o raso
nflo he lo desradaulc como um ccele.
Nio ha remedio, meu charo, seuao aturar oslas c
oulras....
A Dos. A mala est quasi a fechar-so O eu nflo
quero perder a occasiflo.
la-me esquecendn de di/er-lbe que o vapor ia-
pujo:, da companbia do Amazonas enealuon na
volla de sua ultima viagem 110 bailo das Araras,
porm felizmente tSo sollrea averia algnma nem no
arga, que Irazia. porque o bailo be
sabem I casco, nem na
quaes sao as qualidades que o distisueni, ja como I do lodo.
liomem particular, ji como liomem publico. evu lambem commiinicar-lbe, qneoD
Toilaria nao llevo furlar-me ao prazer de dizer-1 -"> agraciado por
Ihe, que lal foi o lino e prudencia com que o Sr. : cavalleiro da ordem
Dr. Lima proredeu, ale em iganlas commisses bem
arduas c eapinhosee, lars eram a nrbanidade e justi-
ca, que com Indis despenda, que um s desairelo
nflo deitou ao entregar o lugar que ha fra confia-
do, antes lodos os ,1'araenses sAo unnimes em lerer-
Ibe os maiores eloems.'e S. Exc. o Sr. Reg Barros
sempre nelle deposito!) milita c.uifianca, e se mos-
trou satisfeito coin os seus servicos. No dia 1S do
correte pertio elle] para Saiilarem i tomar conla ite
sua veri
preench
1
Os llluslres muniipacs desta cidade nflo temi
feilo no cu qnetrieoso, em beneficio de seus mnni-
ripes cousa disna doi iiiencilo, e nflo d?sjando que
s mis nomes sejam votados ao usqoecmenlo que me-
rerein. sentar.un de -e Inrnar sempre tcnibrados p
cele, do estoque do Cazuza, onde uma graoadeta
velba, mesmo sem o feues, -islo nao d cuidado, e
acoinpaulia a qualquer dos inspectores a alguma di-
lisencia.
Nao se persuadam, senliores redactores, que essa
falla de armas e teu pessimo eslado depile em favor
da innocencia dos costuraos desse povo, nflo ; mul-
los c lustrosos bacainarlcs temos nos vislo nessa po-
voacAo o seus arredores, o iramenaas bicadas de Pas-
mado lem sua morada habitual no cus das calcas dos
bomens que vivem oesse hemavenlurado lorro !
Dirci de passaseni que em IM... assisli a ama
eleicAo em Tijacopapo, a qual, como he cosame,
lambem coiicorreram volantes le Pona de Pedras, e
aondo vi o mais luznlo e brilhauteroncurso de baca-
| martes de lodos os fcilios, ale os bote de sino, que
nunca havia vi-to, entre estes primava o do cidado
Las-1 !.'. mclhoi edificio desse lusar be 11111,1 soflrivel ca-
folha de ferro eslanhada! Kim. Sr. bispo, V. Exc.
IAo zeloto do respeilo devido a mageslade de Dos,
examine u que agora dico, csabe V. Exc. muilo bem
o seu dever : nada mais posso dizcr-lhe.
Alm da capella nao ha mais edificio algum digno
de menrjlo apenas a casa do coadjuclor de Tjacupa-
po 10 qual exerce as fnnccOes de capella de Pona'de
Pedras be que por licar em um excedente local, c
pela sua .insclleza elegante pode ser citada como o
sesundo edificio da povoarflo.
Em pocas nomines o alimento da populac/10 de
Pona de Pedras he o bacalbo a carne secca e algu-
nias vezes a carne verde, quede 15 em Lidias ou de
mez em mez be lalhada no arougae da povoarao ;
acontece lambem que passam-se um e dous mezes
sem ver-se o corlador de ccoras por Iraz de verdes
ramos de arvores adradas ao chflo, e sobre os quaes
lem a carne que deve vender au povo, gritar com
sua voz nll.iulida -.Temos carne fresca, carne fres-
ca I amos a tila, a ella !
Cruel contraste, uma populac.lo de pescadores eus-
lenlar-se de bacalhau e de carne secca que nos vem
do Sul Cusa a crer, mas, senliores redactores, islo
be verdade. A peste dos alrave-sadores, que em to-
da a parle abunda, 11A0 falla all. Acontece que
o peixe ainda .nflo esta apanhado e jijas atravessa-
dores o lem comprado para vircm veude-lo .1
ontros alravessadores 110 iiiercado desla capital.
As pescaras dos curracs acbam-se comprometlidas
muitos dias antes de serem faites. A febre daespe-
culacflo nesses alravessadores be lal, que muilas ve-
zes elles mesmos e suas familias susienlam-se de ba-
calbo e da carne secca para reservareuvmais algoos
peixes dos que comprara, ou otra o mercado Kecife
ou para o da mala, nome com que desiguam algumas
feiras do interior.
Em pocas auormaes a alimeularflo dessa gente be
anda o bacalbo. lialliuhas, que all sempre abun-
daran) boje falla completamente alguma que appare-
ce he vendida IAo cara cnmoaqai 110 Recite. A causa
disso? Os especuladores queodigam.
Falla agua essa populacAo, e a pouca que ba be
buscada no olbo d'agua do C-oulandin, um quarlo de
legua ao oeste, ou enlAo vem de Tabaliuga, que ca
meia legua ao norte.
Ha um oulro recurso para o supprirr">iiio de agua
e sajo as cacimbas ; huracos pralcados 1 Ierra e en-
Iretiilos com uma ou duas barricas sias de baca-
lbo (sempre o bacalbo .' ) A agua lirada dessas
cacimbas em regra geral be salobre e de raiio pa-
ladar, a poni que de ordinario he empregada so-
ruente nos usos domsticos.
Existe lambem uma laita ao sul da povoacao a
qual he feila pelas aguas dai chavas que all licam
t'-ta-u idas ; esla lagoa serve para a lavagem das rou-
paie para os I nhos, embora a sua insalubridade.
Tenho falla senliores redactores, tobre ludo
o que diz respeilo a Poula de Pedras, ainda mo fal-
le! no principal para a calamitosa poca em que nos
adiamos ; Iralarei agora disso.
Punta He Pedras existe no maior abandono de toe-
corros mdicos, all nflo ba nem boticas e nem cousa
que se llie .i-einelhe ; 11.11 admira pois qoe nao ha
quera lenha, por pouco que seja. lu/.es sobre a arte
de curar. Ue verdade que esl all um moco por
nome Rernardino Placido de Tal, qne na poca expe-
eepcioual ere que estamos vaisoccorrendo como pode
a nm ou oulro, vendo-se perseguido por muilos.mas
prudente romo he mede as suat torcas e su se occa-
pt duquelles que Ihe parece que sabe tratar.
A epidemia reinante ja lem feilo victimas naquel-
le lusar.e entretanto a sua^popularao, como ha pou-
co diteo, esla em inteiro abaudono. He de crer que
esse abandono seja motivado pelo deleixo de algumas
pessoas, que deveriam recorrer convenientemente ao
Exm. couselheiro presidente da provincia, que se
tem mostrado iiicantavcl em soccorrer as dilTerenles
populaces que eslflo debaixo de sua administrarlo ;
mas aquelle pobre povo s lem por si Nossa Senfiora
do O", como a alguns tenho ouvido, visto que seoc-
cullam as suas circumslancias de quem humanamen-
te o pode soccorrer.
Este meu brado sirva de aviso ao Exm. couselhei-
ro presideule da provincia, de quem sempre muilo
esperamos c continuaremos a esperar.
Senhores redactores da Pagina Acuha, se dirigi-
mos esta Carla a Vmcs. he porque desejamos que o
nella coalido seja o mais conhecido possivel. por isso
Ihe pedimos a sua publicara no espaco desuado
para as suas noticias.
De Vmcs., ele. O Pernamhucano obscuro.
Mil Luv.ue. ao liim. r. coiomendador lia-
noel (joncaUcs da Silva, que lanos beneficios lem
feilo a pobreza. Deu ordem franca aos seus arron-
zeos de fazenda para fornecerem de baelas, coher-
toret ele., para a pobreza qoe delle demandar soc-
corros. A sua bolsa est aberla sem osteal n;io.e sua
raflo esquerda nflo v o que a direila prodigalisa.
Consla-nos que alguns dos senliores acad-
micos queriam relirar-se, mas o Sr. commeudador
pode fazer com que elles aqui se deinurassem por
mais tempo.
O Dr. Villas Boas, embora perdesse uma lilha,
11A0 se (lem.ir.ni por islo mais lempo em sua casa :
os pobres enfermos da Soledade bao experimentado
sua geuerosidadee beneficencia.
Ileincomprehensivel os heos que ha feilo a
1. iran.....- as autoridades desse lugar, de oaos
dadas com o Sr. Lavenar! Garantaos esl anima-
do, c a caridade he all distribuida iiidislinctameule.
Ipojuca Julsanius, que all a mortal da-.
fosse immenta, mas a liomeopalhia tem Iriumpbi.-
do; ha senliores de engenhus, que tem salvado suas
fabricas com csse s\ -lema medico. lenliAo animo
os nossas amigos de Ipojuca, que Dos se lembrar
de lodos mis.
Parece que vai se acabando com o horror aos
hospilaes, e de cerlo be um prepuso que muilo
daiuno causa a populacAo.
Temos esperanca do haver carne barata c
abundante.
No da II do rorrenle marro) indo o Sr. Dr.
May a ra da Sanzala nova, casa uumero '.VI ver
duas pretas pertencenles ao Sr. Manoel Joso Correa,
e leudo examinado, e receilado ditas pretas, foi-lbe
pedido pela dona da casa que lizesse favor ver-lhe
um moleque que linha doenle em uma camariulia
da roesma casa o Sr. Dr. responden a senhora
persuade-se que eu venho Iralar de seus doenles !
eu s venho ver estas prelas, e dito islo relirou-se
sem que se dignaste ver o dito moleque !
Ilonlem comei.ou a dislribuir-se asua po-
lavel aos pobres da fieguezia de S. Fr. Pedro (en-
calves, por ordem da camera : as pessoas que pre-
cisaren) deste socc&ro queiram ler um pauuu branco
jaueila.
Exislem as ras do Prosresso e das Ninfas do
han ro di Boa-Visla, dous buracos oo covas, onde se
lefti lanrado inmensa podrido, ropis e esleirs de
cholencos, o que com as chuvas deve desenvolver
um foco de infeerflu, que deve causar grandes ma-
les: no entretanto o Sr. fiscal e o subdelegado nflo
se lem dignado remover semelhante mal, e obrigar
o proprielario do terreno a murar ou cercar Meus
senliores, adeudan) ao bem publico e deixem-se de
coiisideraces particulares.
BOA N01TE.
Senliores redactores da Pagina Aculsa. Ainda
exslimos e nflo Ihe lernos dado noticias nossas por-
que tomos andado pelas comarcas, dando c applican-
do uro remedio auti-cholenco, por isso que demos
lambem cid curandeiro ; oflicio que boje nflo rende
pouco, (aiiin mais que nflo nos podemos arranjar na
policia, ero em algum hospilal. No final desla Ihes
diremos qoal seja o nosso remedio, adverlindo-llies
desde j que s tem elleilo f ra da cidade. Nos pre-
cisamos que voseas marees se digoem responder-nos
as seguinles percudas:
I.
Daten a policia marcar em um dia o preco da
carne, e logo no oulro dia sesuinte lomar a marcar
elevando o pnce '.'
Nao se dever julgar que foi forrada por pedidos,
ou upposirflo que a pulira fez essa elevarao do
preco'.'
aV
Nao he cerlo, como dizcm alsiins marchaules, qua
a carne vendida a 21, deixa o gaabo de 39000 rs. ex-
clusive o cotiro, fato, e o mais'.'
I-
Ser justo que s os moradores do hairrn de Sanio
Antonio comessem da carne dos _!1 bois, l compra-
dos e 10 olfereridus e no caanlo que no arougae da
Boa-Vista um sii tletsea hois nflo fosse talludo '.'
.I.-
Podeta um inspector de quarteirao prender um
ndividiiu a ordem do subdelegado, e solla-lo ao de-
pois, dizeudo que era seu collega .
(i.
ceder as epidemias, aules que ellas f.u.aiu suas des-
pedidas.
Devo annuneiar-lbe que alinal resolvcu-se o dele-
gado a mandar um proprio em busca dos forueci-
ineulos do governo, aguardamos auciosos a sua che-
gada.
Falla-
conduzem a'uoile, cadveres para o cemut.it, per-
turbando o socego das familias e assottando-et, e hs-
n.iiiiou-si- a ses.ao.
Eu Manoel Ferreira Accioli secretario, a etcrevi.
llardo de r_p.o.irioe,presid*nle.(Ni'retni.na>
tal ase muilo aqui na morle de pessoas nolaveis ra<. a- A. .. ---------- .-------__-
de dillerentes pontos di comarca, mas como sao no- mmm u *"'' rramem. (.mmetrv.
dcias vagas, nflo me animo a da-las noroeadameule "
Para l,Ao commeller indiscrirocs crueis.
(JDr. delegado continua firme no sea posto, fa-
zendo como se diz das tripas corarlo. F. nflo be na-
da fico agora leudo fe em genle magra e pequea,
porque o lal D. Magriro he de tempera rija.uAoab n-
donuu e nem aliando
liara a tua comarca, porque sup-
pe que Ihe curre a ObrigacJo de velar na sorle dos
pevoa accoiiimellidesna sua jurisdicio.
Allii, allia, alliler. baja visl oSr. juiz do Li-
moeiro que fez vispora para essa cidade, e ludo isto
por falla de roupa onsommada. Em verdade aqui
para nos a juslificacflo da ralla de cnaoiumados he
razAo de arromba.
Fico aqui, porque nflo esl u lempo para graras, c
sim sumeule para pedirmos ao Eleruo, de nt se
compuleca.
A epidemia reinante declina nesla cidade visivel-
meute : o que apparece agora coosidera-se como ca-
sos da 11/.--ina epidemia; mas esles ainda sAo em
maior numero, do que fura para desejar-se; e quasi
sempre falaes, sAo como dizem os nossns malulos,
quando querem exaserar a excellcncia de alguma ar-
ma do foso :pa, pi, piro !
O que agora esl assolando ludo he a fome, nao ha
o que comer ; para ab-ancar-e uma bolacha he pre-
ciso empeubo ; mas o bom do povo. em nome de I Silva,"morre"ella'
quem ludo se faz, e para quem ludo se faz, sotlre c Becco da Muleta n. K, cata de Manoel Heli-aa
sollre muito, porque nao enlende de empenbos. | morreu elle.
Escreva la no seu cadente, que o cholera nao he ; Dito de dita n (i. Mara Tbereza de Jetas asta-tas.
lao mira cumo dizem ; para alguus foi uma for- ella.
Ra do Bru.n n. lo, ca.a da Joaqun Vtctefiao*
Bapdsta, morreu elle.
Dita de dito n. :tO. eatM de Antonio Solaba, snttr-
Desinfecr{,es do dia K
Freguezia de Boa-Vista.
Ba da (.onreirs., n. |i, ra Campos, morreu o susro du dono da casa.
lua dita 11 i*, cita de Isabel Gomes, morrea nm
prelo.
Ra do l'irc- n. i, case de Aula* do Sacraateat,
morreu a niulher.
Becco do Tambid n. Iti.casi de Filippe Seala
Bezerra, morrereni. marido e malher.
Dito de Joio Francitcu n. 12, caM 4t \|_jU |.ni.
za, morreu uma crioula.
Aterro da Roa-Vista n. i.s, casa de Pedro Pea**
dos Sanio-, morreu uma crioula.
San (joucalo 11. 2S, caso de Jos' Bernardo Peunv-
cha, morreu um moleque.
Freguezia de Sanio Antonio.
Ru de Sania Isabel n. II, casa de Jai* Maaoel
de Castro, morrea um cholenco.
Frevuezia de llecife.
Ra da liuia u. IK, casa de Isabel Mana dot p,..
sos, morreu ella.
dita dita 11. Ji>, casa de Auna Maris Kota da Sil-
va, morreu ella.
Ra do Pilar n. lili, casa de Anua Joaquina da
IHasMao-
Isl
Entretanto que elle por aqui declina, como j dis-
se, ahi por fura vai lazendo as lodas : eis o tpico de
urna cana que acabo ds receber : reram dous escravos.
a Uaqui (de Alagoa Secca, para Allianca, se buu- Kua dos (uararapesu. :ll, casa de \ium. p-.-..
verem duas ou tres casas que accendam fogo.aposlora Dias, morreram dou. eteravo.. "
que uflo chegart as qualro I Enlrelaiilo era um dos Becco das Miudinhas o. I, cata de Manoel
lugares mais povoados. Os lugares do Brejo. Agua- lo da Paz Jnior, morreu elle.
tranca, Cangau, circuitos de Allianca, Maribondo, Dilo das ditas n. K, casa de I rancelina
Luda, etc., etc., esl.lo lodos despovoados. O Joa- te,0, morreu ella.
Jt'rl 1 f Uj dep"i''''? ,et"ll,e inur,i,l u,,i,n" Kua ''' >t"Ha Nova n. !l, cata de Mana
escrav.oho do seu engenbo, que he Cangauziuliu. e Camillo, morrer.m ambo. ,
vio-se na necessidade de com suas .naos fazer nina Dita da dita dita n.i0.ean de Marte
cova no lerreiro da casa, e sozmho arrailar a mulher rflo. morreu II1
para dar-lhe sepultura. Muilos esiflo insepultos e Dita da diUdiU n. 17, Luisa Mari, da 'amcairiM
sendo devorados pelos efles e urubs Nada nos pai- morreu ella. -wwstr..
de valer : a bomeopatliia derrolada, a allopalhia de Becco Urgo n. !l, casa de Manela Mana de Nas-
brajos cruzados, e para cumolo de desgranas ja se. cimeuto, morreu ella,
allende as leilirarias de prelos buQaes '........ Total:
Pela ribeira de Sirig a derrua he igual, se nflo I orani detinfeciadis. eetaat; a fregueaia da
II1 __ -. ,1 l!o*-v'sta, 7 ; na de Santo Antonio,) ; a. do Reci-
Lma lerobraoca vero anda alll.g.r a lodos, e he fa, n, r_|lal|0 a p.rl.cip,rA, do ei^rr^aC*.
qoe a fome mais horrorosa nos espera, pois sendo I .le-inteerflo da freguezia de Stj Josr' Me ate' esta
este o lempo das plaolaSes, na., ba ale agora quem hora naofn mandou. '
lenha plantado cousa alguma. Novo campo porlan-
iiniani. (influ ,-iie. j'iii.i ^"iiii.iiciii ., minar COIIIa lio
iua vara do juiz dVi direilo daquella comarca, e li
jreencher o vacuo nue a sua ausencia doixou, pelo
|ue muilo -e bao deiregosijar os Santarees.
S. anudado com a cruz de Hlinha da invocac.io de N. S. da Expeclacflo ou do
le S. Gregorio Magno, lie Io- esta uma recompensa que bem mereca o Dr. Castro, I pella, e causa ledio e vevame quando re entra no
pois que l'oi um dos mdicos desla provincia, que I corredor da sacrista, ou anida mesmo quando da sa-
mis tabalharam, e se esforcaram em Favor da bu- latid e lauca a vitla para um quarlo pequeo, es-
manidade ; laes foram na serviros por elle prestados
tiesta quadra ; que ecboartm al na cidade santa,
e levaram a S. santidade a remunera-los.
PAGINA AYULSA.
to se abre as especularles dos usurario..
.blando a epidemia se aproximava deste lugar,hou-1
ve quem se lembrasse de tirar uma subscripto para
erigir-se am leaiplo a S. Sebasli.lu; mas os qoe sub-
screvessem s seriara obrigados a entrar com as
quaulias promeltidas, ao caso de nao morrer-lhes I
uma sii pessoa da familia : com semelhaule condi-
.;i-, esl claro qoe nao faltaran) subscriptores, alguus
ai de quaulias avulladas; porem o santo parera que
.....quiz eslar por isso, vislo como nAo ha aqu quem
11A0 tenha perdido duas, Ires e mais pessoas de sua
familia ; o mesmo instiluidur lem perdido algu-
mas.
i.ij.m lo liver occasiflo favoravel, mande-me al-
guns desinfectantes para dinheiro.
Saude e felicidades. .V.
(Carla articular.)
CMARA MUNICIPAL DO RLCIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE i(i DE FEVE-
REIRO DE Igj4i.
Presidencia do Sr. Barco de Canibarilv:
Prsenles os Srs. Reg, Oliveira, Reg e Albu-
querque, Mello, e Gameta,CalUnda sem causa par-
ticipada os mais senliores, abrio-se a sesso, foi
lida c approvada a acia da anlceedeole.
Leu-se o seguiule ullicio da commissao, a quem
na sessflo anterior eocarregou a cmara ile propnr-
llie o meio pralico de se levar a elleilo o forueci-
nieuto de carne verde ao povo d'esta cidade, i custa
dos cofres muuicipaes.
A commissAo noiucadj pela cmara municipal,
para propor mesraa cmara u meio pralico de for-
necer ella gado para o consumo publico pelo menos
preco possivel, enlende que, vi,las as difiiculda 1-- e
embararos que olferece negocio d'esla ordem, o ni-
co meio pralico a seguir, be o de nomear asente8
que comprem gado as feiras c o faram roaduzir pa-
ra esta cidade, e os agentes ou empregados que fo-
rero 11 lispensaveis para que a carne teje coudiizida
aos a.ougues, e ahi lalhada, como sejam pessoas
que lomera conta do gado c velein ua sua conser-
varao, assislam s matauras, ao peso c i venda ro-
lalho. Para levar a elleilo esle meio convem nomear
uma commissao permauenle, que escolha os empre-
gados, marque-Ibes gratificaees, e os fisiahse 00
desempenbo de seus deveres. Nao esl habililada a
commissao para eslabelecer previamenle o preco,
pelo qual deve ser lalhada a carne nos arougoes,
por que este prec;o depende do cusi do sado, que
he variavel e de contingencias que se nao podem bem
avahar. Julga pois mais prudeute e acertado qoe este
preco seja determinado no principio de cada semana,
assim como que se compre o maior numero de rezes
em ratafia ao cousumo diario, para evitar clamores
que se podem levantar quando a carne que se olfere-
cer venda uao for sullicieote para o consumo,
devendo a cmara dispor de meios para elTecluar
coiu lesiiluridade dilacompra. Poslo que o meio
proposlo acrrele avulladas despezas, e exija molla
fiscalisasAo, e tambero zelo c probidade da parte dos
senle^ que forera empregados ncsle servico, toda-
va r lo Ihe occorre oulro que seja mais simples, ou
qe elhonnente possa salisfazer s louvaveis vistas
municipalidade ; teudo que o adoploo de-
e haver estudado e refieclido nos embarazos
i.ue olferece esle genero d'induslria para ser levado
a elleilo, e alten li Jo aos meios e systema qoe coslu-
nian empregar as pessoas qoe a elle se entregan),
quer em grande, quer em pequea escala.
i( Enlende a commissAo haver prcenchido a mis-
sao que Ihe foi incumbida, e nao te esquivar de dar
mais ampios esclarecimenlos, se Ibes forem pedidos,
porque arilenlemcntedeseja salisfazer a confianra
com que foi honrada, e concorrer por lodos os meios
i se alcance a pre.lar n auxilio que coober em
suas forras.
11 Dos suarde ele. n
Poslo em disenssao, o Sr. Reg disse que Ihe pa-
reca que o eu pensameulo, quando se Iratou desta
especie na sessflo antecedente, nao tinha sido bem
apanhado, ou elle nao se lez bem comprebender,
porquanlo a sua oprobio foi que a rnnnnissflo eslu-
daase a queslflo no sentido da pestibilidade e proli-
cuida.le da nedida que pretende a cmara realisar.
..lira de qui r-lahelen.il ella nao venba a ser o seu
resultado o contrario do que se deseja. A commis-
sAo, que eslava presente, respondeu pelo seu orgflo,
o Dr. Alcoforado. membro da meante, que poslo
llie occorresse a Circunstancia enunciada pelo Sr.
vereador Bego, todava nflo poda allnpian o que
Ihe foi pedido no ollicio que rereheu, e disse qoe a
possibilidadee proficuidade da medida era queslao
|ue de preferencia devia ser tratada c resolvida co-
Kecife 9 de marco de !"*.lituiatn Uztmi'mm
Hurtado de Mendoma, cor ai re sado da ron-cr vaca
e dislrtbuiro dos agentes dot detinfeclimles.
poeoot casos, mal em feral
tlavia srande lata de generas
.Diario be yernambut*.
Recebemos cartas do no-o correpJdeale de Ha-
zarelh.as quaes licam transcriptas esa tttrt lagar. A
epidemia continua a decreten de unte atiesta vi-
tivel. u-oso dentro daq uella cidade como em Mires
poulos da comarca. Eulrctaolo em algons loga-
res at deuastuc.ies foram IAo coutideraveit qoe as
deixaram qaasr>detpovoadof. Kelativaneult fallan-
do, hoje ja te davam
eram lodos t.laes.
alimealicint.
U soverno man loo remeller hontetn para o ltaj
- saccat de arroz. I harneas de bolacha, I tace* de
sal; para a Escada 2 barr, de akat.se e I do
lirn ; e para Limoeiro -2 saccat de arroz e 2 deas
cargas de bolachas.
''ItiatW
BLLLETIM IKICIIOLERA-MOKBI S.
Exislem em Iralamenlo no hospital da rae da Au-
rora ti doeoles. falleceram _L
Hospital do Carmo, saino ama mulher cavada e
entrn um liomem
F.uiermar 1.1 de S. Jos, em Iralamenro 11 deentt>
e falleceram i.
I lim. Sr.Parlici|>o a V. S. qoe fallereo bonlesa
a tarde o prelo forro de nome Matheos. maior de SW
anuos, entrado no dia do correle ; entrar am a os-
le .loan Francisco 11 -sis, natural de Lacena, pavrde,
11 anuos, casado, (ilho de Amonio Jote Katbosa.CM-
iluzido pelo iuspeclor do i qoarteirao ; lallecee I
horas depois; e no lim de ama hora, Edatdo da
PaixAo. lilln. de JoAo Jos da Paixao, awtaral de
Punta de Pedras. idad>-|lx anuos,pardo, solleire. En-
Iraram boje Joanua I rixeira. maior da CU aanws,
preta forra, de uacflo. eonduzda pelo inapiirlti da)
IIo quarleirlo: fallecen duas lloras depmtt; Jete
Uern-rdino Crrela de lluros, peiieocante ao nes-
gue Cearenst ; Joao|Porlirio, IIIm de Kraacisco Jote
Machado, natural da l'araluba. ida te do -ti aaaMM.
pardo, rasado, cou.luzi.lo pelo meslre da bareaea
Aurora Feliz. Jote Francisco da Trisalade. m osla-
do lgido, e 11 africano livre em depona I raacitro
Gomes, eslado grave ; sahiraan dou-, pastea pera
cun ale-cenca, em licam exislmdo vintc e qoetre.
Dos suarde a V. S. Ilu-pital 1 rovi-.nn no ar-
senal de marraba ti de marre de IMjb. Illa. Sr.
doulor Cosme de Si Pereira, presidente interinada
commissao de In.iene publica. Joa<,uim Jmr
Alces de Albuquerque, cirorzio d Rehiri das pessoas que falleceram do cholera-atar-
bus e foram sepultadas no cemiterio pablica aos
6 horas da larde do dia i as h da larde do
da ,i de marro de IMiti.
Untan,
Numero ',170-Jardim, Prrnamburo, :li anejos, sos-
leiro, panto. S. Joto, em casa,
dem 971 lo anona. Antonia. frica, annoo, sel-
Iciro, prelo, Boa-Vista, hospital da ..arrea.
dem '.ti'EslevAo Seraphim de Freilat. Minas Ge-
raes. :li annos, solleiro. pardo, Bna-Vda, ntiVMar,
hospilal dos Pires,
dem ;>T:lTheodora Francira do Nasfimrnlo. Rae
Grande do Sul, W anno<,|solleira, cenoria. San(
Antonio, em casa,
dem 971Jnaquim Vielorino llapti.u. fu 11 ambo
co, 19 anuos, solteiro, hranro. Rerife, ean casa,
dem 9".">los de Almelda lima, Pemanabnea, 18
anuos, rasado, branca, S. Jote, em casi.
dem 970Mara Joaquina ''iTr'rls li enmar,
solteira, parda, S. Joto, hospital de S. Jet.
dem 977 Luiza, Pernambnco, M annos, vivos,
prela, S. Josc. hospilal de S. Jote.
dem 978Mara d'AiinunciarAn Preztret. Par nata
boro, lu annos, rasada, parda, S. Jeo. ees cata.
dem 979Damiaaa Francisca da Onrcicie, Per
nambuco. Mi annos, viuva, prela, S. Jeo, en
casa,
dem MD Daniel. frica, -_>l annos. dieta, prela.
Recife, hospital provisorio de marinha.
dem 9X1Mara, llespauha.liu annos, solteira,psr-
da, Sanio Antonio, em cata,
dem M9Paulino Kaptisla Frrnandet, IsattttntW
ro, li, casado, pardo, S. Antonio, pedreta, vea
casa,
dem M3 Mana Lacia. M annot, rava. prtXa. I.
Josr-, em casa,
dem M Lena Jote Cavalranli. I'crn
annos, solleiro,
casa,
dem 9KiJoAo,
nio, em casa.
Ideen m Jos Josquim de Santa- \nna Acrwli,
annot, casado, pardo. 5. Jr--,
v,
pardo, S. Jos,
\frica, i" annos, preto, S. Ante-
I
Exm. presidenleda provincia, que aulorisou a medi-
da proposta pela cmara ; mas que nem por isso se
esquivara ella de dar mais ampios csclareeinienlos.
sobre a materia, se a cmara assim o eiitcudesse'
las caneca las qoe lem dado, declarando.s. em guer- |'" '"P" ''" s,la da. ejoe a gente sii
ra com lieos e com loe o mundo, .l Iheconteio *
que nzeram aos Sr-. da Ir sienc ; asura viraram de
. bordo t foram implicar cora a Ivpusrapbia do /f Wo da II de agosto do anuo p. p. csrebeu o ca- rio do lirn Para ; purera desla vez nao sC sabi-
piliio Garcezum cilicio docoronelcomronndaiite mili-
lar e geral do litoral de Loreto, com dala de 9
do mesmo r/iez, e outro do governador do dislriclo
de Lselo com data de \2 do mesmo exigiudo a cap-
tara de ama .pudridla de salteadores que linhflu
invadido o ponto de Tngo-Maria e rotlbado na
casa do governo 600 pezos em dinheiro, e 87 pezos
rain Iflo bem eomo da primeira, pelo que .indain ea>
hisbaixos c enxol'rados rom o Sr. Ileso Berree, In-
justamente porque S. Exc. nao fez mais nem menos
do qu dar 11 ('.-zar o que era do Gozar, e a Dos o
que era de Dcos,
Eis o raso :
ruro e mondo, que lira debaixo dn cainarim da ca-
pella-mnr, e ahi se veein ussos humano- lancados a
CS0M e. sera a menor respeilo, sobro um rh.iu liuuiido
que junto rom esses despojos humanos laucara cou-
tiuuaineule vapores inephiticos.
A capella nao prometle longa duracao, vai-se ar-
ruinando pouco a pouco, o porque sso nao hade
acontecer 1 Airmandade que esta de potse da ca-
pella he pobre c muilo pobre, e o pequeopalrnto-
1110 detse capella composto de uma pnreflo de bracas
de terreno lera sido paulaUm paulatim abtorvido por
algumas almas caridnsas, que julsain o enllo divino
desneeestario I Boa occanio he esta para lembrar-
.. lindo sbi'-bi' """ au Sl'- Ur- Procurador de rapellas un exame tuna
lenco no nariz .' Pola olhe, senlni ttomao, se 'avesligacflo ubre o patriotismo engolicel e eogulidu
. ido purificar cora bem cuu-at essa sua casi, a SV?1]1 'lo No'i'', s- Jo ,u l,ovoa.ao de Pona
lednnos a conipanlila dos llmpadores, pan dar ,' ('A':'S-
Scnh RomhO, que suio be esse ? *"""'' seubores redactares : no rnrpo da capel-
. a 1 1 ,.,.,, 1 ,,,!,.. 1 1 1 1- 1... .1................. ,-
Periiamburo,
Cin casa.
dem 9S7Manoel dome.. Pcrnamlwro. :s annos,
solleiro, pardo, Boe-Visla. huspilal porlagoez.
dem 9KS Berlliolere, Pernambnro, li annos, WJ-
leira. parda. S. Jo, em casa.
dem 9S9Franrelino Jote da Co-t_, Parahitu, Jx
anuos, solleiro, pardo, S. Antonio, etn rasa.
dem 990- (.minian.) do Monte. Pernamb.ce. 1
anuos, solleiro. prelo. Boa-Vitla. arlihres. tnapi.
(al rrsimental
dem 991Juttin... Pernambuco. .' ana, pardo,
Hoa-Visla, em caa.
dem '.hl-Rosa Mara da t inianlt, (" annos ra-
sada. preta, Recile, em casa.
Llera 991Anua Mara do Caneo. H nnno. d-
leira, parda. Boa-Vista, hospilal proviMW. da roe
da Aurora,
dem 8l Jeeefa _ne,AMc-ja annos.solleira.i re-
la, Rerife, em casa.
'V?
Sc.ilui /io/n)o,que sujo he esse '.' I,nis Sme. nao
I0111 olhos para ver, nariz para rheirar.o que val pc-
Vinc.
mis |
11111 assallo nella.
(*/ O Dr. Eduardo Olimpio Machado.
e la de que braba fallado, ha dous aliares, um a direi-
oliorcceu sraliiitamcnle riivallns sellados aos mdicos oulro a esquerda da rapella-imir ; no aliar d.i
O Sr. Aquino, cidadAo portas
do seu dislriclo, araba de fazer o meVino olferecimeii-
lo aj padre incumbido de ministrar os Sa-
cralnenlo eos guardas nacionies da Boa-Visla, caso
lenha de ir soccorrer algum fura da ''dado. Ainda
desla vez teios de apreciar a gen. -idade desse
excedente liomem.
Ua dias foi assallado por 1 Mdroes, no lugar
direila esla rollo, ala uma imasein du Seuhoi Cruri-
licado. qne tem a nvoracflo do Scnliur Itum Jess da
Pedra, esla iraaecm lem nm eiptendor c titulo de
(*) llazncs de muilo peso ra I menle, mas que
nao podamos cotiliecc-las.
Um d*s lili.
NAo se degreda c merece pnnieJM, o empiegado mo llie rwesnj que ja eslava, quando o ollicio do
que obleve licenrii para Iralar de sua sitiide, e vai ser *
riiferineirode prelos de cusenho, para ganhar M**
rs. inensaes '!
Dever 11 policia consentir que se venda por li.n
e 1-11 um balde (Tagua, que lie comprado por -JO rs., Em consequencia resolveu-se que a commissAo re-
ao pasto quo sns senles publicamente eseallavam
rom palmeteadas aos escravos alheiot, e a maior par-
le das vezes, nicamente por sallifazer caprichos e
reuder aflectos ?
s.-
Dever um membro da commissiu beiieliccnle ser
ao mesmo lempo asente policial.Ibe-oureiro e uard.i
de JIK) sallinhas c se estas sAo para se dividir pelos
mais necessiladoi Cholercot, por quem se repard-
rAo os ovos'.'
9.-
N-o sera exaclissimo que inuila gente se rstu erran-
jando cora a calamidad.- publica, a falla nicamente
de medidas reprrssivas que casliguem lauta perverei-
ilnile '.'
10.-
Nao he publico e sabido que o medo nos lem feilo
lauto nial como o co.lera '!
A epidemia a dar-lhe cora a casa de IIH, e 1(1
prvulos !
0 negocio esla aperlado.
Ate amaitina se nflo niorrcr.
COMARCA Di: NAZARETI.-
I de marro.
(1 querer aproveilar puitador que para ah sesue.
e mesmo pera que perca receius de que cu ja ligure ,
na dsla dos morios, Ihe dirijo estas liubas. examinar as tres rasas pinlo a punte dos Reme.iios, dem ItKtl(ieral.lo \i-n 'siino^.aeerda. IViaatn-
1 ti apena-1110 mez que braro a braco luamos 1 que se csl.lo edificando com paredes sngelas, contra buco, .18 annos, solleiro, pardo \tmtn
como sganle do auses, o ja contamos nesla cidade j o que dispocm as posturas; assim como que se pro- faiale, em casa. '" '
"Am"l?"Lq"e-e"f.S nl" c",,,i""e", Pl '"ei- dem lOUS-Joa da Craz Intenm, Prmamfc-c,, M
aimos, casado, pardo, 8. Jo*-. em ,,
ios liscaes d'esla cidade dem KKItlFelicia Hilaria l.eile, PtrninsbniJ
adverlistem aM doiM ileeslabclecimenlot de carros anuos, viuva, branca, S. Jo-e, em tt*
fnebres, para 0A0 (onsenlirem que os bolcelms dos
mesmos carros deen, como abusivamenle cosla-
mam, e-talos com os chicotes, na occasiao em qne
considerasse a queslao na sentido enunciado pelo
Sr. vereador Reg, sendo Horneados us Srs. Drs. |>_
dro Aulrau da Malta e Albuqiieique. e Antonio
Vicente do Nascimento Pellote, para hizorem pirle
da rommiss.io como pessots iniciada, na materia, a
quem mandou a cmara ollicar, rosando-Ibes o
sea rompareciinenlo no paro municipal no dia 18
do rorrenle s 12 horas.
Leu-se mais am ojBicio do fiscal d'esla freguexia
pedindo requisilassc a cmara .111 Exm. presidente
da provincia a ana dttpenta do -rrviro da suarda I dem 99.,Ij,"ar",ieirn, f 1 y,t
nacional, ao qual linha si b. cl.aui, lo. na qnalidade ,,UVo. p.rdo Bo.,-\ l5ia en. cata
de lenle secretario do 2.. balad,..,, desta cidade dem 9!Mi-J., p.,,i,f. \,',Kt. ti .,nno>
Resolveu-se que se nflo pediese a dispensa, o se cha- Visla, em casa.
mease ao sappliearde para entrar em exorcicie, vo-
lando cmilr.i o Sr. Oliveira. por entender qne a dis- \ j
nema na eetnalidade era multo conveniente ao ser.
viro municipal.
0 Sr. Mello fez o sesuinle requerimeiilo, que foi
approvado :
1 Reqneiro que se mande ao cordnailor engeuheiro
prela. aVta
lem 9*7Jo..-, i me/es, pardo. Rr.-.ife, j^, mm
lem 9*.tNAuloma Mana do Reg liante.. pMB
buco, te anuos, Milleira. branca, em rasa
dem 999Mana Joanua de Meisdon,-,, |bjanajnann>
co, -J.'i anuos. ca-aJa, branca, S J___. ..
-* .m rana.
Llem IQP0 Meennr Antonio de Anuda, p,
buco, li anuo., parda. S. Josa-, etn c...,
ruin o numero de X10 victimas. Por fora alera do
numero de que ltimamente llie dei noticia, ha no
restante da comarca o arcrescimo lalvez de 100 mor-
ios.
(1 obiluario diario desla cidade regularle lo a 15 ;
parece iiiesrao que denlro della a *pi.lemia quer a-
mainar, mas insidioso como be o cholera, tememos
que eslas tregoas sejam fementidas e ainda mais nos
arrecciamos de algama recrudescencia como s. sue-
ro por que eslo.Mello.
Mandon-sc recomincudar
Hi
dem lOtliJoaquim da tosa laanst. Re de Janei-
ro, U annos, solleiro, pardo, Ba.a-V.tla. bt-tsUl
regiiueolal.
MUTlODvT
ILEGIVEL


CURIO K NHMWCI TtflCI FElM DE II MARCO i I8BS
*
dem 1005Lii Anlonio, Portugal, O aonos, ca-
sado, brinco, Kecife, em casa.
tdetn 1006Pedro Flix Portado, Portugal, 13 an-
nos, solteiro, brinco, Kecife, hospital provisorio
de marinha.
dem 1007Mara Magdalena da Conreino, l'er-
nambuco, -28 onnos, casada, parda,Sanlo-Auloiiio,
em casa.
dem 1008l.uiCorreia da Costa, Peroambuco, 17
anuos, parda, Boa-Vista, em casa.
dem 1009Helfiua llosa da Porciancula, Pernam-
buco, 32 aonos, solteirn, branca. S. Antonio, em
casa.
dem 1010Jos Joaqun) da Rocha, l'ernambuco,
30 aiinos, casado, branco, S. Jos, em casa.
|dem tOtlJoanna Maria do Espirilo-Saulo, l'er-
nambuco, -21 anuos, casada, parda, Boa-Vista,
em casa.
dem 1012Maria do (V Pernambuco, W) annos,
viuva, parda, S. Josc, em casa.
dem 1013 Luiza de Ta, Pernambuco, ;ttj annos,
catiida, parda, S. Antouio, em case.
/ dem 101 iMaria Manoela da Cor,cec,3o, Peruam-
liiicn 50 anuos, prela, Boa-Vista, cm rasa.
dem 1015Victorino Joaquim Rosa, Porto, 25 an-
uos, solteiro branco. Boa-Vista, em casa.
dem 1016Josefa Maria da Conceicao, Pernambu-
co, 30 annos, solteira, parda, Boa-Vista, engom-
madeira, em casa.
dem 1017 Maria da Conceicao, Pernambuco, 36
annos, S. Jos, em casa.
dem lul'.i.vugela Barbosa, Pernambuco, lliannos
solfeara, prela, Boa-Vista, em casa.
dem 10-20Maria de Tal, Pernambuco, 50 annos,
solteira, parda, S. Jos em casa.
dem 10-21Luiz Eustaquio Ramo, Pernambuco,
/'26 anuos, casado, preto, S. Jos, padeiro.em casa.
em 102-2Francisco Jos I'erreira, l.imociro, 31
annos, casado, pardo, S. Jos, servente, em casa.
dem 1023Cecilia, Pernambuco, 5 me7.es, blanca,
S. lQi^em casa.
-.' ldcoi lo-J".Antonia Maria da ConceicSo, Parahiba,
12 annos, solteira, prela, Recife, em casa.
dem 1(121 Francisco Simplicio, Pernambuco, 36
annos, solteiro, pardo, Boa-Vista, militar, em
casa,
dem 1025Anlonio, africano, frica, 30 annos,
solteiro, preto, Boa-Vista, hospital rcgjmenlal.
Jdem 1026JoSo Ramos, Babia, 32 annos, solteiro,
branco, Boa-Vista, militar, hospital regimental.
dem 1027Filippa Maria, Pernambuco, 18 metes
parda', S. Jos, em casa.
dem 1028Francelina Maria da Concedo, Per-
nambuco, 12 anuos, solteira, parda, S. Jos, em
casa.
dem 1029Manoel Marques de Alhavde, Pernam-
buco, (nanos, parda, S. Jos, em casa.
dem 1030Sebastiana Maria de Santa-Anna.Per-
aa roboro, 25 anuos, casada, parda, S. Jos, em
casa.
dem 1031Jp.o da silva, Itahia, 28 anuos, soltei-
ro, pardo, Boa-Vista, militar, hospital do Hospi-
cio.
dem 1032Domingas, Pernambnco, 30 anuos, sol-
teira, parda, Boa-Vista, ama, em casa.
dem 1033Joaquim Jos da Cunta, Par, 38 annos,
solteiro, pardo, Santo-Antonio, msico, em casa,
dem 1031Vicente Soares, Babia, 35 anuos, preto,
Boa-Vista, servente, hospital portuguet.
dem 1035Anna de Tal, Pernambuco, 70 anuos,
viuva, prela, S. Jos, em casa.
dem 1036Sebastiana Mara, de Jess, Pernambu-
co, viuva, parda, S. Jos, em casa.
dem 1037Antonio Francisco Nogueira, Babia, 26
annos, solteiro, pardo, Boa-Vista, militar, em
casa.
dem 1038Antouio Fernaudes, frica, 50 anuos,
casado, preto, Recife, em casa.
dem 1039Jos Mauoel (loncalves, Portugal, 30
annos, solteiro, branco, Recife, em casa.
dem 1040Severino Jos de Sania Auna, l'ernam-
buco, 33anuos, viuvo, pardo.Boa-Vista, pedreiro,
i em casa.
dem 1011Joanna Baptista Nunes. Pernambuco, i-J
aunos, solteira, parda, Recife, em casa.
dem 1042Mara Rosa da Coneeiran, Pernambuco,
36 annos, casad, parda, Kecife, em casa.
dem 10*3Jos Uuarle, Pernambuco, 22 anuos,
solteiro, preto, Recife, era casa.
dem 1065Anna Maria de Jess, Pernambuco,
67annos, solteira, branca, S. Jos, em casa.
dem 1066luuocencio Anlonio da Silva, Peruam-
buco, 20 aunos, solteiro, pardo, San Jos, em
casa.
dem 1067Anlonio Jos, 35 aunos, casado, pardo,
Boa-Visla, alfaiate, em casa.
dem 1068Francisco Fernandes H anderley, Per-
nambuco, 38 anuos, solteiro, pardo Sanio Anlonio,
alfaiate, em casa.
dem 1069Mauoel Connives Pereira, Maraoho,
35 annos, solicito, pardo, Recife.lhospital provi-
sorio de marinha.
dem 1070Feliciana Maria Cavelcauli, l'eruainbu-1 prC|0, em casa.
dem 178Joaquim, frica, 35annos, S. Jos', pre-
to, em cafa.
dem 179Marianna, frica, 71 annos, Recife, pre-
la, em cssa.
dem 180Josc' da Paivao, Pernambuco, 36 aunos,
casado, Boa-Vista, pardo, em rasa.
dem 181Mauoel, frica, 10anuo*, solteiro, Boa-
Visla, preto, em casa.
dem 182Rosa, frica, 28 anuos, solteira, Boa-
Vista, prela, em casa.
dem 183Jlo, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vistl,
pardo, emca*a.
I dem 181Vicente, frica, 30 anuos, Boa-Vista,
anuos, parda, San Jos, solteira, cm
ernambuco, 28
co, 30
casa.
dem 1071Anua liara da Silva,
aunos, parda, Recife, cm casa.
dem 1072/.eferino Jos dos Santos;, Babia, .30 al-
anos, pardo, Boa-Vista, militar,! hospital regi-
menlal. 1
dem 1073Auna Cardse, Pcroamnuco, 31 anuos,
solleira, prcta, Boa-Visla, em casal
dem 1(171Maria Emilia Candi Freir, Pcrnambu-
... -irf _____ ..:___ t_._,_ ni. : ....
annos, viuva, brauca.
dem 185Andre', frica, 26 anuos, S. Jos', pre-
to, cm rasa.
dem 186 Sabino, Pernambuco, 10 annos, solleiro,
S. .lose', pardo, em casa.
|dein 1S7Maria, frica, 60 annos, solteira. Sanio
Antonio, prela, em casa,
dem 188Sililenn, Pernambuco, 10 anuos, Sanio
Antonio, preto, em casa,
dem 189Anlonio, frica. 37 anuos, Santo Anlo-
uio, prclo, em casa,
dem 190Joanna, Pernambuco,35annos, solleira,
Boa-Visla, parda, em casa.
dem 191lytiez, Periiambucn, io annos, solleira,
S. Joe', preta, em casa.
dem 192Antonio, 15 annos, Santo Autonio, pre-
to, em casa,
dem das6 horas da larjudodia 0, a Choras da
tarde do da 7.
Litro.
Numero 112!)Eugenio Francisco de Paula,
S. Paulo, 30 annos, solteiro, preto, Boa-vista,
militar, hospital dos Pires,
dem 1079Auna Maria da Conceicao, Pernambu- dem 1130Galdino Fcrreira da Silva, Pernam-
lwa-Yiota, em
rnambuco, 30
co, 3tf
casa.
dem 1075Maria da Conceicao, Perdambuco,
annos, solleira, parda, S. Jos, em casa,
dem 1976Clara de Si, 15 annos, solleira, preta,
Recife, em casa.
dem 1077Candida Cavares Sarment de Azcvedo,
Pcruambuco, 18 anuos, viuva, branca, Sanio An-
tonio, em casa.
dem 1078Maria Thomazia daConccirao.Peruam-
Imico, 22 annos, solteira, parda. Boa-Visla, ero
casa.
dem 1041Marianna, Benguela, W annos, solteira,
prela, Re&fe, em casa,
dem 101..Lnurencp, Angola, 60 annos, solteiro,
prelo. Boa-Vista, em casa.
dem 1046 Feliciaua, Angola 90 annos, solteira,
preta, S. Jos, em casa.
dem 1047Thereza Maria de Jess, Pernambuco,
26 anans, solleira, prela, Recife, hospital de S.
Jos,
dem 1018Thereza de Jesus, 28 anuos, solleira,
prela, S. Jos, hospital de S. Jos,
fccraco.s.
Numero 448Joao, frica, 30 annos, solleiro, Boa-
Vista, hospital da Aurora.
dem 449Antonio, frica, 60 annos, Recife, em
casa.
dem 450Maria, frica, 45 annos, solteira, S. An-
tonio, em casa.
dem 451 Manoel, Pernambuco, 40 annos, solteiro,
Boa-Visla, em caa.
Idom 452Garcia, Pernambuco, 22 aunos, solteiro,
S. Antonio, em casa.
dem 453Leocadio, Pernambuco, 40 aunos, sollei-
ro, Boa-Vista, em casa.
dem 454 Flix, Pernambuco, 35 annos, solteiro.
Boa-Visla, em casa,
dem 455Jorge, frica, M aonos, Recife, em
casa.
dem 456Cypriano, Pernambuco, 13 annos, S.
Jos, em casa.
dem 457Jos, frica, 40 anuos, solteiro, Boa-Vis-
ta, em casa.
dem 438Adriana,Pernambuco, 32 annos, solleira,
S. Jos, em casa.
Mein 459Maria, frica, 30anuos, solteira, S. An-
lonio, em casa.
dem 460Ismael, Pernambuco, 17 anuos, Boa-Vis-
la, em casa.
dem 461Sebasliio, Pernambuco, 30 annos, sollei-
ro*S- Antonio, em casa.
dem 462Manoel, Angico, Recife, em casa.
dem 463Benedita, Pernambuco, 31 annos, Sanlo-
Antonio, em casa.
dem 464 Uoucallo Angola, 70 annos, solleiro, S.
Jas, em casa.
Idean 465Maria dos Prazeres, Aracaty, 50 annos,
S. Antonio, em casa.
dem 466Manoela, Pernambuco, 30 annos, sollei-
ra, S. Anlonio, em casa.
dem 467Paulo, Angola, 30 annos, solteiro, Boa-
Vista, em casa'.
dem 468 Maria, Pernambuco, 90 annos, solleira,
S. Jos, em casa.
dem das 6 horas da tarde do da 5, as 6 horas da
larde do da 6 de marco de 1850.
IJcret.
Nmeros 1051Joaquina Maria do Carmo, Per-
nambuco, 4 anuos, solteira, parda, Boa-Vista, em
casa.
dem 1052Maria do Rosario, frica, 55 annos,
preta, Recife, em casa.
"dem 1053Pedro Antonio de Mello, Pernambuco,
8 inezes, branco,S.Jos, em casa.
dem 1054Josepha, Congo, 60 annos, prela, sollei-
ra, Santo Antonio, em casa.
dem 1055Autonio Miguel Pessoa, 40 anuos, sol-
leiro, pardo, Santo Antonio, em casa.
dem 1056Nonato Jos dos Santos, Pernambuco,
35 annos, so' "Ato, pardo, Boa-Vista, militar, hos-
pital regirojW.
dem 1057Manoel Ricardo Cavalcanti, Peroamhu-
eoj 13 anuos, solleiro, pardo, San. Jos, em
casa. *
dem 1058Francisca Ignaeia de Brilo, frica, 70
annos, solleira, parda, Boa-Vista, hospital pr
visorio.
dem 1059Joanna Baptista da Conceicao, Pernam-
buco, 36 annos, casada, parda, Kecife, cm
casa.
dem 1060Domingas.Arrica, 70 antlos.viava, pre-
la. San Jos, hospital de San Jos,
dem 1061Manoel Antonio Pinhciro, Pernambu-
co, 28 annos, casado, preto, llot-VIsla, hospital da
Aurora.
dem 1062Fernando, prvulo. Pernambuco, 10
mezes, brauco, Boa-Visla, em casa.
dem 1063Domingas Gusmo, Pernambaco, 27 an-
nos, solleira, parda, Santo Antonio, em casa.
dem 1064 Jeronymo do Espirito Santo,Pernambu-
co, 19 iodos, solteiro, pardo, Santo Antonio, al-
faiate, era casa.
co, 11 annos, viuva, parda, San Jos, em
casa. I
dem 1080llemenegildo Piolo def Paira, 32annos,
casado, branco, S. Jos, em casa.
dem 1081Joaquim, preto, Recife, hospital de ma-
rinha.
dem 1082Joao Pedro Celestino, Caluama, 35 an-
uos, solleiro, preto, Recife, hospital de mari-
nha.
dem 1083Isabel Thereza xle Jesus, 56 annos, viu-
va, branca, S. Jos, cm casa.
dem 1081Candida Maria, viuva, branca, Sinto
Antonio, em casa.
dem 1085Manoel Francisco dos Santos, Portu-
gal, 15 anuos, solleiro, branco, Boa-Visla, hospi-
tal portugaez.
dem 1086Joaquim Aulonio Soares, Pernambuco,
22 annos, solleiro, preto, Boa-Visla, padeiro, hos-
pital provisorio da Aurora.
dem 1087Rufina Maria dos Prazeres, Pernambu-
co, 25 annos, casada, parda, S. Jos.em casa.
dem 1088Adrianna,Angola, 26 annos, preta, Re-
cife, em casa.
dem 1089Germana, Pernambuco, 24 annos, sol-
leira, prela. S. Jos, ero casa,
dem 101M)Manoela, 16 annos, casada, Recife, em
casa.
dem 1091Marcos Aulonio, Babia, 36 anuos, sol
leiro, pardo, Boa-Vista, militar, hospital regi-
mental.
dem 1092Deolinda, Pernambuco, 1 mez, parda,
S. Jos, em casa,
dem 1093Henrique Pereira de Lucelia, .Maguas,
19 annos, solteiro, hospital provisorio de mari-
nha.
dem 1091 Jeroiiyma de Sooza Maria, 70 annos,
preta, Recife, hospital provisorio de mari-
nha.
dem 1095Ricardo Jos Silvestre, Recife, hospital
provisorio de marinha.
dem 1096Antonio Vicente Borges, Recife, casa-
pinteiro, hospital provisorio de marinha.
dem 1097Feliciana Maria da Cenceicac, Pernam-
buco, o annos, casada, preta San Jos, em
casa,
dem 1098Antonio Manoel, Pernambuco, 35 an-
imos, casado, pardo, S. Jos, cm casa,
dem 1099Firmina Maria da Conceicao, Pernam-
buco, 38 anuos, catada, branca, Sau Jos, em
casa. .
dem 1100l'ilippe Ncry I'erreira, PernambucJ^
25 anuos, casado, preto, San Jos, pedreiro, em
casa.
1 lelil luDomingas dos Martyres.'Pernamhuco,
60 anuos, viuva, parda, S. Jos, emeasa.
dem 1102Silvano Victorino de Sooza, Pernam-
buco, 21 casado, preto, Santo Antonio, marciuei-
ro, em casa,
dem 1103 Luiz Conzaga de Lima, Pernambuco,
37 anuos, solteiro, pardo, Boa-Vista, sapateiro, em
casa.
IdemllolJoaquim Jos de Saula Anna, Per-
nambuco, 40 anuos, solleiro, prelo, San Jos, em
casa.
dem 1105Anna Adela de Araujo, Pernam-
buco, 16 annos, solleira,, parda, Santo Antonio,
cm casa.
dem 1106Rila Maria dasMercs, Pernambuco, 20
anuos, solleira, parda, S. Jos', em casa,
dem 1107Jos' Patricio de Santa Anna, Poruain-
Iiuco, 10 aunos, solleiro, branco, Sau Jos', em
casa,
dem 1108Milito Anlonio, Pernambuco, 16 an-
nos, solleiro, pardo, S. Jos', pintor, em casa.
dem 1109 Thomat de Aquino Carvalho 'ioian-
na, 50 annos, casado, brauco, Roa-^ em
casa.
dem II10Aulonio Narciso,? Pernambuco, -,, an-
uos, solleiro, pardo, Boa-Visla, serveute, cm
casa.
dem liliJoanna FrauceUina das Dores.Pernam-
buco, 10 annos, casada, branca, San Jos', em
casa.
dem 1122Maria, prvula, Pernambuco, 2 annos,
parda, Santo Antonio, erj casa.
dem II13Vicente, prvulo, Pernambuco, 23 me-
zes, parda, Recife, em casa,
dem III iAnua Thoinazia Sluard, Peruambuco,
20 annos, solleira, parda, Santo Aulonio, em
casa,
dem 1115Lourenra Isabel do Espirito Santo,
Pernambuco, 20 anuos, casada,prela, Sau Jos',
em casa.
dem 1116Thomaz AnlonioMendes, frica, 63an-
uos, solleiro, prelo, S. Jos', tro casa,
dem 1117Manoel Francisco de Sonta Paulo, Per-
nambuco. 15 anuos, casado, brauco, Boa-Visla,
lintureiro, em casa.
Mein I lisCuduvina Jusliniana de Oliveira, 25
annos, parda, Recife, em casa.
dem 1119 -Maria de Jesus, Macelo, io anuos, viu-
va, parda, Recife, em casa.
dem H20Augelica Calharina Maria da Conceicao,
.Vannos, viuva, pela. Kecife, em eua<
dem 1121Manoel da Plislo Ribeiro, 17 annos,
prelo, Recife, em casa.
dem 1122Jos', frica, 80 aunos, prelo, Santo
Antonio, em casa.
dem 1123Francisca do Nascimento Jesus, Per-
nambuco, 15 anuos, solteira, parda, Sau Jos', em
casa.
dem 1121Francisca Thereza de Jess, Pernam-
buco, 35 annos, scltcira, parda, Boa-Visla, em
casa..
dem 1125Leandro Gomes Rodrigara Coolo, Per-
nambuco, 10 anuos, prelo, S.'Jos', em casa.
dem 1126Francisca Maria do Conreieaa, Per-
nambuco, 30 anuos, casada, parda, Boa-Visla, em
casa,
Mein 1137Feliciana Maria da Pac, Fernando, 11
annos, solteira, parda.S. Jos', em casa.
Mein 1128Feliciano Jos' de Sonta, Pernambuco,
30 annos, solleiro, militar, hospital regimon-
lal.
/.'(.'raros.
Nmeros 169Joaquim, Afica, 70 anuos, Recife,
prelo. em casa.
dem 170Cainillo,frica, 28 anuos, solteiro, Boa-
Visla, prelo, em casa.
dem 171Maria, Pernambuco, 35 anuos, Sanio
Anlonio, preto, em casa.
dem 172Maria, frica, 26 anuos, solleira, Boa.
Visla, parda, em casa.
dem 173Antonio, frica, 55 anuos, solleiro, Boa-
Visla, prelo, em casa.
dem 171l.ibanio, Pernambuco, 5 mezes, Boa-
Visla, preto, em casa.
dem 175Miguel, frica, 35 anuos, Recife, prelo,
em casa.
dem 176Joaquim, frica, 34 annos, Santo Anto-
nio, prelo, em casa.
dem 477Manoel, frica, 50 annos, Recife, preto,
em casa.
buco, 3i annos, solleiro, pardo, Sanio Anto-
nio, artista, encasa,
dem 1131 Agoslinho Francisco, Pernambuco,
25 annos, solleiro, pardo, Sanio Antonio, alrno-
creve, cm casa,
dem 1132 Scrapliina, frica, 80 annos, pre-
ta, S. Josc, cm casa. >
dem 1133 Joaquina Rosa Thereza da Ci nha,
frica, 52 anuos, solteira, prcta, Boa-vista ijui-
landcira, hospital da Aurora,
dem 1134 Robera Maria da Conceicao, Per-
nambuco, 3Q annos, solteira, preta, S. Jos,
cm casa,
dem 11.15 Manoel, pardo, S. Jos, era casa,
dem 113(5 Pedro Jos de Souza, Pernambu-
co, 40 annos, solteiro, prelo. Boa-vista, hospi-
tal regimental.
dem 1137 Jesuina das Mercs Baplisla, Per-
namhuco, 'ti annos, solleira, prela, Boa-vista,
cm casa,
dem 1138 Joao Lui/. Jos, Rio dj Peixo, 32
annos, solleiro, preto, Boa-vista, servente hos-
pital da Aurora,
dem 1139 Belarmina Rila dos Santos, Per-
nambuco, 18 annos, solteira, branca, Boa-vis-
la, em casa,
dem 1140Joao do Carmo, Pernambuco, 55
annos, pardo. Boa-vista, canoeiro, em casa,
dem lili Manoel Aflonso, Portugal, 22 an-
nos, branco, Kecife. em casa,
dem 11-12 Mariana Alexandrina Cintra Silva,
Pernambuco, 44 annos, viuva, branca, Boa-
vista, em casa,
dem 1143 Antonio .Tose, Pernambuco, 24 an-
nos, solleiro, pardo, Boa-vista, militar, hospital
regimental.
Idom 1144 Joaquim < ioncalxes de Carvalho,
Pernambuco, 29 annos, solleiro, branco, Boa-
vista, palacio do bispo.
dem lH.'i Antonio Manoel da Silva, Pernam-
buco, li annos, solleiro. Boa-vista, hospital da
Aurora,
dem 1146Maria Francisca da Conceicao, Per-
nambuco, 32 annos, casada, parda, Boa-vista,
em casa,
dem 1147 Thereza Maria de Jesus, Pernam-
I buco, 25 annos, scllcirn, parda, S. Jos, casa
dos pobres,
dem 1148 Joaquina dos Res, Pernambuco,
4o" viuva, branca, Recife.
Idem~H49Anna Victorina dos Santos, Per-
nambuco, 50 annos, solleira, parda, Santo An-
lonio.
dem 1150 Joaquina da Conceicao das Dores,
Pernambuco, 27 anuos, prcta, Boa-vista, hospi-
tal da Aurora.
dem 1151 Rila Michaclla dos Passos, Per-
nambuco, 39 anuos, solleira, Santo Antonio,
cm casa, v
Ipem 1152 Alaria Angela da Conceicao, Per-
nambuco, 2 annos, solteira, Boa-vista, hospi-
tal da Aurora,
dem 1153 Francisca Maria da Conceicao,
Pernambuco, 80 anuos, solleira, prela, Sanio
Anlonio, em casa.
dem 1154 Antonio, Pernambuco, (i mezes,
parda, Boa-visia, em casa,
dem 1155 Fernando, frica, 60 annos. sol-
leiro, prclo, S. Jos, seirador, cm casa,
dem 1150 Leopoldina Jos da Silva, Pernam-
buco, 30 annos, solleiro, Boa-vista, militar,
hospital dos Pires,
dem 1157 Antonia Maria do Espirito Santo,
Pernambuco, 47 annos, solleira, parda, Boa-
visia, lavadeira, emeasa,
dem 158Joanna Maria do Nascimento, Per-
nambuco, 100 annos, viuva, parda, S. Jos,
em casa,
dem USO Manoel deSaiii'Anna do Nascimen-
to, Pernambuco, 30 annos, solteiro, preto. Boa-
vista, hospital porluguez.
dem 1160 Antonio, Pernambuco, 2 annos,
branco, S. Jos, em casa,
dem 1161------loaquim Jos de Sanl'Anna, Per-
nambuco, 50 annos, viuvo, pardo, S. los,
dem 1162 Maria Joaquina, Pernambuco, 18
mezes, parda, S. Jos,
dem 1163 Manoel Bezerra do Valle, Pernam-
buco, 50 annos, solleiro, branco, Santo Anto-
nio, militar, em casa.
dem 1164 Mara Isabel da Ciuceijao, Per-
nambuco, 24 aunos, solleira, parda, Boa-visla,
hospital da Aurora.
I dem 1165 Joanna Maria do Rosario, Per
nanibuco, 40 annos, solleira, parda, S. Jos.
dem 1160 Balbina Maria das Virgens, Per-
nambuco, 7 annos, parda, S. Jos.
dem 1167 Faustin Maria da Coneeicao, 45
anuos, Pernambuco, parda, Recife, em casa,
dem 1168 Marcelino Pereira Machado, Per-
nambuco, 29 annos, solteiro, pardo, Boa-visla,
militar, hospital regimental.
dem 1169 Francisca Alaria da Cenceicao, 9
annos, parda, Recife. emeasa.
dem 1170 Francisca Senlioriiiha de Carvalho,
Pernambuco, 8 anuos, solleira, blanca, lioa-
visla, em casa,
dem 1171 Manoel Jos da Cuaba, Pernam-
buco, 6 annos, solteiro, pardo, Boa-vista, em
casa,
dem 1 172 Isabel Thereza da Jess, Pernam-
nambuco, 30 annos, casada, prela, Sanio An-
mo, em casa,
dem 1173 Isabel Maria de Oliveira, Pernam.
buco, 35 annos, casaila, branca, Boa-visla, cm
casa.
Idom 1174 Tbomazia Alaria da Conceicao, Per-
nambuco, 50 annos, viuva, prela, S. Jos, em
casa.
IJcni 1175 Lui/. Hiplito, Pernambuco, 30
annos, solleiro, prelo, S. Jos, ourives, em casa.
dem 1176Anna, l'ernambuco, 60- annos,
viuva, parda, Boa-visla, cm casa.
dem 1184 Raymundo Vatino, Parahiba, 29
annos, solleiro, Recife, hospital Je marinha.
dem 1185 Rosa Maria dos Prazeres, Pernam-
buco, 65 annos, viuva, parda, Recife, cm casa,
dem 1186 Alaria Januaria, do Espirito San-
to, Pernambuco, 27 anuos, casada, parda,
Boa-vista, em casa.
dem 1187 Manoel do Carmo, Pernambuco, 6
mezes, parda, S. Jos, em casa,
dem 1188Maria Benedicta, frica, 40 an-
nos, prcta, S. Jos, em casa.
dem 1180 Luiza Mara do Espirito Santo,
Pernambuco, annos, solleira, parda, Boa-
vista, em casa.
dem 1190 Isabel, frica, 50 annos, solteira,
prela, Boa-visla, cm casa.
Idcmll9l l.uiza Maria da Conceicao, Per-
namliuco, 66 anuos, viuva, branca, S. Josc,
emeasa.
dem 1192 Joaquim Gregorio dos Passos, Per-
nambuco, 40 annos, casado, pardo, S. Jos,
carpina, emeasa.
dem 1193 Carlota Jacinlha de Lacerda, Per-
nambuco, 30 annos, casada, parda, Santo An-
ionio, cm casa.
dem 1194Candida, Pernambuco. 2 mezes,
parda, Boa-vista, em casa
Idrm H95 Mara FerreiraJa Silva, Pernam-
buco, 45 annos, casada, branca, S. Jos, em
casa.
dem 1190 Joao Francisco de Souza, Pernam-
buco, 50 annos, casado, pardo, Boa-\ista, cm
casa.
dem 1197 Clara Mara Felizarda, l'ernam-
buco, 58 anuos, viuva, prela, Boa-visla, cm
casa.
dem Jl98Joao Anlonio da Veiga, Pernambu-
co^J aonos, branca, Sanio Antonio, em casa-
Idem 1199 Francisca Jos da Silva, Pernam-
buco, 30 annos, soltoiro, pardo, Boa-vista, tni-
lilar, hospital regimental.
Idein 1200 Heliodoro, prvulo, Pernambuco,
8 mezes, pardo, Boa-visla, em casa.
idom 1201 Claudina Frai.ciscadas Cbagas, Por-
nambuco, 20 annos, casada, parda, S. Jos,
em casa.
dem 202 Marcelina de Sena Lima, Pernam-
buco, 37 annos, solleira, prela, S. Jos, cm
(tasa.
dem 1203 Anna Luiza do Carmo, Pernam-
buco, 71 annos, preta, S. Jos, em casa.
Htcnmot.
Numero 493 Anlonio, frica, 45 annos,
solleiro, prelo. Boa-vista, hospital da Aurora.
dem 494Firniina, 26annos, solleira, parda,
Boa-vista, em casa.
dem 495 Benedicto, frica, 30 annos, sol-
teiro, preto, S. Jos, em casa
dem 496 Anlonio, Pernambuco, 44 anuos,
solteiro, pardo, S. Jos, em casa.
dem 497 Jos, frica, 40 anuos, solteiro,
preto. Sanio Anlonio, cm cas-a .
dem 498 lacob, 30 annos, solteiro, prelo,
Recife, em casa.
dem 499 Escolstica, Pernambuco, 35 anuos,
solleira, prela, Boa-visla, em casa.
dem 500 Francisco, Pernambuco, 40 annos,
preto, Boa-vista, em casa.
dem 501 Florinda, Pernambuco, 13 annos,
solleira, parda, Boa-visla, em casa.
dem 502 Claudina, ^Pernambuco, 20 annos,
parda, Recife, em casa,
dem 503 Michaolla, Pernambuco, 50 anuos,
solteira, Boa-visla, em casa.
dem 504 Alaria, Pernambuco, 25 annos, sol-
leira, prela, S, Jos, em casa.
dem 505 Paulo, frica, 4o anuos, solleiro,
preto, Boa-vista, em casa.
dem 506 JMaria, frica, 40 annos, solleira,
preta, Boa-visla, em casa,
dem 507 Florencio, l'ernambuco, 22 annos,
solleiro, pardo, S. Jos, em casa.
dem 508 Manoel, frica, 50 anuos, solleiro,
prelo, Boa-visla, cm casa.
dem 509 Pedro, frica,-36 annos, solteiro,
preto, S. Jos.."Ti er.
dem 510FraadJ mnos, solteiro, prelo,
S. Jos, cm casa. ,
dem 511 Antonio, A.rica, 50 annos, solleiro,
prelo, S. Jos, emeasa.
dem 512 Joaquina, 48 anuos, solleira, prela,
S.(Jos, cm casa.
dem 513doiio, frica, 100 annos, solleiro.
prelo, Sanio Anlonio, emeasa.
dem 511 Pedro, frica, 32 annos, solleiro,
preto, Boa-visla, em casa,
dem 515 Manoel, frica, 69 annos, solleiro,
preto, Boa-visla, em casa
dem 516 Joao, frica, 26 anuos, solleiro,
prelo, llocifc, em casa.
dem 517 Antonio, 40 anuos, solleiro, pelo,
Recife, cm casa.
llcHtmo da morlalidade.
Morlalidade do da 10 al s 6 horas da (arda100
llomens 15 malhern 16 prvulos 9.
Total da morlalidade ale boje 10 2,003.
llomens 960 mulheres 935 prvulos IOS.
Recife 10 de marco de 1856.
A commissao de liyxiene. publica inlerina,
Ors. S Pereira, presidente.
lirmo Sarier, secretario.
/. Poggi, adjunclo.
j.Sim, Illm. Sr. I'r., V. S. quando chegou a
esla cidade acbou os seus habitantes hitando an-
da coin o terrivel inimigo o cholera que
euto rjjeixava sobre o campo 50 a 60 victi-
mas, c V. S. aprescnlando-se escudado com as
armas de sita honrosa prolisso, o atacava de fren-
te, econi tal felicidade cpericia, que apezar da sua
sauha e de lanos eslragos, que entre nos havia fei-
to, se poz em retirada, e se foi acantonar as es-
pessas maltas donde fazendo soitidas, conlinuou a
assallar ora a um, ora a oulro lugar, sendo sempre
perseguido por \. S. que jamis o perdeu de
visla, soccorrendo com os auxilios mdicos a lodos
quantos eram vulnerados o o procuraran. ,
lncansa\el do cerlo foi \. S. em combater to
iracundo inimigo ; pois que desinfectando as casas
da cidade cmqne elle se havia alojado ; o hospital
ciuqiioV. S- benigno recebia, recolhiae tralava
os Vicloricnses, procurando remediar os seus ma-
les, qui/.provar-nos com evidencia que lano anhe-
lara o nosso bem oslar, que nem ao menos con sen-
liria que se percebesse o mais leve hlito laucado
desse vulcao devorador, que quasi traga as nossas
mesmas habiaces.
Digne-se pois, Illm. Sr. I)r., de aceitar os meus
agradecimenlos e do povo dcsta cidade e sen termo,
|ielos beneficios recebidos : os quaes sero lembra-
dos durante a nossa existencia, e eslampados as
paginas da historia pernambucana. E para que
loda esla provincia tenha conhecimento da maneira
porque V. S. portou-se ncsla cidade, onde s dei-
xa amigos, quoira pormitlir que se d publicidade
a este meo cilicio, que a bonestidade de V. S. dei-
xaria em silencio.
Dos guarde a A S. muitos annos. Cidade da
Victoria 7 de marco de 1856.Illm. Sr. Dr. .loa
quii Jos de Souza, dignissimq medico em com-
missao ncsla cidade. O delegado de polica sup-
plente. TiburOno Piulo de Almeida. Con-
forme, l'into de Almeida.
SL'PPLICA.
De c ii ac.in vos pedimos,
Peranle vs liiiinilhados ;
Ten le de mis compaivao,
Perdoai nossos peccados.
Misericordia, Seuhor,
Vos pede um povo contriclo ;
1'ende de nscoinpaisao,
leude dd de um pove adelo.
He dentro d'alma, Senhor.
Perdi vos pede ao delicio ;
T'einle do nos CompaixSo,
leude d de um povo afilelo.
Suspeidei Senhor, o braco,
O' grande Heos iiilinilo ;
I en le de nos compaiao,
leude d de um povo affliclo '
Recorrer.... a quein '.' A vs,
Perdi pedinJo ao delicio ;
leude de mis compaiilo
II irle do de um povo afliiclo.
Sesse, o' Dos de nos ccifar
Alais a espada do aojo invicto ;
leude de mis conipaxao,
leude d de um povo afilelo.
Perdoai. pai amoroso,
Do lilho insralo o delicio.
Tende do ni'ts compaivao ;
leude d de um povo afliiclo.
Permilti de nossos peilos.
Soja o neceado proscripto -,
Tende ,1c nos compaivao
I ende do de um povo afliiclo.
Permilti, Iciihamos sempre
Horror ao feio delicio ;
Tende do nscompaixao.
Tende d de um novo afliiclo.
Imitar ao Ninivense
Esl.i esle povo convicto ;
leude de nos rmpanlo,
Tende d do um povo afliiclo.
Fa/.ei que a um rei milenios,
Quinde espin sea delicio ;
Tende de mis compaivao,
Tende d de um povo affliclo.
Correi a mim, seris salvos.
Por vos inesmo islo foi dlo :
Tende de mis compaivao,
I en Je d do um povo afliiclo.
I'ur um ckrtit&o
@Wtte.
Aehaodo-M implcitamente comprehendidos ua
excepo do artigo nico da postura de 2K de maio
de 1853 os arrmzcns em que se vende farinha de
mandioca, devendo por lato goiii do mesmo privi-
legio de que sozam aqaelles cslabeleciiuenlos de que
faz mencao expreHI o citado artigo ; a cmara mu-
nicipal ilesll idade fa/. publico, para conbeciinenlo
dos ilonos dos mesmos armaran, que podem estes se
eoOServarem ibertM aos dominaos c da* santifica-
dos, para abaslecimento do povo.
Paco d: cmara municipal do Kecife em sessao de
5 de marco ue 1856. Barao de Capibanbe, presi-
denlcManoel Terrena Accioli, secretario.
Pela in.-pecrao da alfaodeg se faz publico,
que no dia 12 do corrcnle, ilepois do meio dia, se
bao de arrematar em hasta publica, .i porla da mes-
ma repartija, os objeclos sckuhIcs : um escaler vc-
Ibn no valor de 1-J>, duas calraias em inao estado,
valor una (i;, total 12?, urna porro de madeira ve-
llia, constando de travs ele. etc., no pateo evlerno
ila alfandoga, valor 50i, urna porcAo mais pequea
de dila, que se acha no paleo interno da allamleea,
valor 109, onze soleiras, dez hombroiras, nove ver-
bas e dous podaros de pedras para joos de portas c
janellas, valor urna H?, lotal 2">6c.
Alfundegl 'io Pernambuco S de marrjo de 1856.
(1 inspector, Reulo Jos T'ernaudes Barros.
---Ni typ<'l.'THJi|lH <|
Echo t'ernambHcuHo pre-
cisa-se de i:m impresHor
partt lia balitar em obras
avnlftas, e na iiiipresso
o Echo.
Atteneao.
Rotf-se ao illm. Mr.
Euzebio Uc Paula Pinto,
Siiihor enlio*bicn-
peiiiinha, queira ter a b n- \'
&eclaracoc3.
riade de comparecer rita
Bella ii. 9, que se desoja
fallar com S..- sen :ite-
resse, fisto o mais breve
(lOssivei): damlo-se a d-
he ordem do Evm.Sr. director juiz de direito ; CM' ll(" <4 (iaS a COlltar
especial do commercio, silo convocados lodos os ere-
dores do finado Raphacl l'eliv Jos (iarcia para
comparecerem na sala das audiencias as 10 huras da
manliaa do dia 13 do rorrenlc, afim de proceder-se
sob a presidencia do inesmo Ero. Sr. a uomeacao
de dous adminislradore* e um fiscal para arreca lar.
administrar e liquidar a beranca e salislazei todas as
obrigaeSa do fallecido nos termos do irligo 310 do
cdigo coinmercial e art. 21 2 do regulameulo n.
737, licando os mesmos credores na intelli^encia de
que iicnliuin ser admillido por procurador, se este
nao liver poderes especiaos para o acto, c que a pro-
curadlo nao pode ser dada a pessoa queseja devedo-
ra ao fallccido.nem um mesmo procurador represen-
tar por dous diversos rredores.
Cidade do Recife de Peruambuco aos 7 de marro
de 1856. 0 escrivao,
Francisco I&uacio de'Torres Raudeira.
iivmmzwiv.
V!'i>i>0 SlutritbttO^.
Para o ro de
Janeiro
(leste, on entao se |Mten-
tearo que existo a res-
peito.---r'tecife li de mar-
co de l836."-JfMfoOzo-
riu de Castro Maciel Mou-
teiro.
Altemiio.
QuakraerpeMH (HKSS julgar credoi
da salu i li: d,i ns,i do tallecido Antonio do*
Santos Mira, tenlia a bondadedeentregai
suas conlas na loja do mesmo sobrado n.
4(iA, pata promover-se meio de pagar,
devendo estas mutas seren a presentadas
I ate se\ta-leii a I i do corrente.
ae reunir na
1 mestna sala, no dia 16, a's X horas da lar-
Para o Hio de
Janeiro
salu: com murta lirevidade por lera maioi
CASI BIOS.
Sobre Londres, 27 3|1 a 28 d. pur 19.
Pars, 31S rs. por f,
ii Lisboa. 'J2por 100.
Rio de Janeiro, ai, par.
Ac{es do Rauco, 35 0|0 de premio.
Aceeda companhia de H-heribe. 549000
Acedes da companhia Peruambucana ao par.
ii L'lilidadc Publica, 30 porccnlo de premio
( liidcinnisadora.sein vendas.
l)iscoiilo*lc Icllras, de 12 a l.i por (>|.()
UETAES.
Ouro.Oncas hcspanholas. 289a 289500
atoadas de 6)100 vellm .... I6900U
)i 6V,(H) novas .... 16r00
i) ICOO....... IjOOO
Prata.PalacOes brasileiros...... 2JWO0
Pesos columnarios...... 29000
u mexicanos....... |~siai
Attencao.
Pede-se a todos os p\-socios da sala de
. i i a j dansa do ialleeido Antonio dos Santos Mi-
salie com hrevidade por ter a maior par- ,
, ,' 'j ra, tenliam a lx>ndade de
te da carga prompta, o bem conhecido i _Jr ,,. ._ ,
breue nacional FIRMA: para o resto i ,
i r de, para se deltlicrer sobre certos nceo-
da mesma, passageiros e escravos a lete, ^^
para cpie tem e.cellcntes commodos, Ira-
.a-Seeo.noseon,ignatn,iosNovaeS&C na LOTERA DO RO DE JAIEIRO
ruado Impune n. 3*, primeito andar, I *** vw hi vainnuuiV)
ou rom o capito na piara. Acliam-se a venda os novos hillietes da
lotera ">" do conservatorio de msica, que
devia correr do dia & 8 do presente
me/.: os premios ate o de 4:0000000 r.
serao pagos a distribnicao das listas.
Nos A logados, sitio Ipiranga, ha Ifi
l parte da carga prompta, o lirigue esett-1 tre para vender: ipiem os rpiizer corn-
il i MA1U.V : para o resto da mesma, prar dirija-se ama da Senrala-Nova n.
passageiros e escravos a lete, para que tem 28, dcjioisde os ter visto no dito sitio,
e.vcellentas eommndos, trata-se com os
consignatarios Novaes & C, na ra do I
Trapiche n. i, primeiro anclar, ou com :
o capitSo na prar*a.
Para b Rio Grande do Sul, o lirhuc naciana (
/.ciin. rapilSij Paria ; t tem praca para 100 barri-
cas com asquear : para frele Irala-se no escriplorio i
de Isaac (lorio c< Companbia. ra da Cruz n. 19.
Para o Aracaty se-ue em pouco* das por ja
(er a maior parle de sua carga prompta o bem co- para que se clicnem comparecer no dia seile-Oira,
oliendo Male Cspinarine ; para o reslo e passa- | i do corrente. as 2 horas da tarde, pan aaaaaja
gejrM, trala-se na ra do Vigario u. 5. nbarem a mesma a qual ten de sabir da em asa
quadratura do paleo do Carino, Camboa do mesmo,
ra das Flores, Nova, Cabucu, Ursa do Rosario,
(Jueimado, Ciucs. travessa de S. Kraiicisco. la da
Cadeia, em sesumieniu ao Recife, rea da Cadea Vo-
lita. Cruz, Tauociros, Corpo Santo, de ella, a raa
do Coll>eio, l.ivnmenlo. llireila. palea da Tere*.
travessa do Macisco, roa de llorla a rociRwt ao. O
serrelario, Jo quim Manoel I'erreira daSeana.
O abaixo assigaado, de ordem ra da veneras el convida aos seus charissimos irmaos a comparece-
rem no dia I i do crrenle as 3 horas da larde, na
noasa igreja, ornados de hbitos, pan acotopaatu-
rem a prorissao de Triumplio da vrneravel ordem
lerceira do Carino Joao lavares Conleiro. sarrtll-
ruem terceira
do Carino
1 en lo a mesa reucilora da veneravH lilil ler-
-1 r.t do Carino deliberado .ner a procisaio do Tn-
iimpho, e para se tornar este ido com maior emplea-
dor, co.ivida a lodos os nossos charissimos iimlo
*Bt#.
ALFANDEUA.
Rendiuienlo do .lia 1 a 8 .
dem do dia 10......
.V".:j71j6l7
I :5B2b650
.">7:l.")7.;267
Illm. Sr. A eiiiuljivaeii'i rjue V. S. preslou
policia com o destacamento do scu commando na
presente iiuadra, digna de melhor sorte, nao leve
ficar em esquecimento ; eu al seria injusto se nao
desse V. S. urna prava do valor e apreco, em
que reputo os seus serviros.
V. S. logo que o cholera Ippircceil em Cacim-
bas fazendo victimas, que Hcavam insepultas ou
dentro das proprias casas, ou no campo pela falla
de raridade ou antes pelo temor do que se deixa-
vain pOSSUr aquellos moradores, fez para alli se-
guir parte dos denodados soldados do seo com-
mando, os quaes bemeomprehendendo a sua mis-o
nao siicarregaram em seus hombros os corpos. co-
mo llies davam a sepultura, abriudo com as pro-
priis maos os jazigos, onde descancam para sem-
pre, como bem lesiemuohou o nosso incansavel e
nfaligavel, o digno reverendo padre Francisco Fer-
reira de Souza Braoco, na rauitas ratas que por
alli transilava dia e noitc, levando os soccorros es-
pirituaess casas dos affliclos.
V. S. querendo mesmo testemiinhar o compor-
laincnlo de humanidade o herosmo dos seus subor-
dinados, nao recusou a ir aquello lugar.
Ouati'io ento esse inimigo arrandor acromme-
teu nossa cidade, \ S. nao exilou em cumprjr
una s urdemque partisse dusta delegaeia : V. S.
vagando pelas ruasclieias de tristeza, por entre do-
lorosos gemidos e horrores, a procurar onde se a-
cliavam corpos insepultos os fazia conduzir para os
cemilerios ; V. S. fazia abrir casas cm que nesse
transito havian suspeitas de corpos que alli deiva-
vam aquellos que, espavoridos, eorriam, o que mais
adianle eram logo assaltados por esse inimigo, cu-
jas vdelas secslendiain por tudas as ras e enge-
nlios desta cidade.
Emllm V. S. fui o meucumpanhniro insepara-
vel dia c noile, comparlilliandu comigo os dissabo-
res porque iamos passando, e, pois. mesmo doenle,
como V. S. estere, jumis deisou-me solado, la-
borando com os arduos devflres que pesavam sobre
mim, e que me eram impOSUM pela humanidade,
lecelm por lano os meus sinceros agradecimen-
los, e dos habitanies da Victoria por lana dedica-
cao, e crcia lirinemeule, que O Cxm. Sr. presiden-
te da provincia a quein os Viclorienses, c, para me-
or dizer, loda esla provincia, devem estar to pe-
Idem 1177Manoel Amancio. Pernambuco, nliorados pelos promptos surcnos que nos envin,
43 anuos, solleiro, prelo, S. Jos, sapateiro,
cm casa.
dem 1178 Maria, frica, 40 annos, prela,
S. .los, em casa.
dem 1179 Honoria Maria da Conceioao, Per-
nambuco, 4 aunos, solleira, prela. Boa-vista,
em casa.
dem USO Feliciano Gomes de Almeida, l'er-
nambuco, 50 anuos, rasado, pardo, Boa-visla,
em casa.
IdemllSl Sabina'< .lisia de Azevedo, Pernambu-
co, 29 annos, solleira, branca, Boa-visla, cm
casa.
dem 1182 Victorino Soares de Almeida, Por-
tugal, 22 anuos, solteiro, branco, Santo Anlo-
nio, barbeiro, em casa.
dem 1183 Paulo Pereira da Silva, Pernambu-
co, 29 annos, solleiro, pardo, Boa-visla, mili-
tar, hospital regimental.
lomar na duvida consideraro os serviros do V.
S. Finaliso este, pedindo-llie pennisso para llic
dar publicidade.
Dos guarda a V. S. muitos anuos. Delegara
da cidade da \ ictoria 7 de marco do 185(i.Illm.
Sr. .los Antonio Pestaa, dignissimo lente
c coiiimandanlR do destacamento desta cidade. O
delegado supplenlo do termo, Tiburtino l'into
de Almeida Conforme, l'into de Almeida.
Illm. Sr.O Exm. presidente da provincia
acaba de comimmicar me por oflicio datado de 1
(leste mez, que leudo V. S. concluido a sua com-
missao nesta cidade, podia recollicr-so capital,
logo que aqui ebegasse o Sr. Dr. Candido Casado
Lima. Eu do rerto faltarla a utn dever, que re-
puto mais sagrado, o da gralido. se deixassc em
silencio os relevantes serv-os que V. S. acaba de
prestar, nao s aos habitantes da cidade da Victo-
ria, como tarabem aos do scu lermo.
Oescarregam hoje II df marro.
liriiiue ragtez l-eeanlmercaduras.
Rarca porluguezaMaria Jotedem.
Iti i:;u porluguezLata IIleijlo, ceblas, hlalas
e Trelo.
ONSlIl.AliO UBRAL.
Rendimento do dem do dia 10....... 2:3388165
LELAO 0 beneficencia.
Marcolino de Borja Ceraldes,acepte de leiles com
armatem na roa do Collesio n. 15, alfereea ae para
elTecluar um ou mais Icil-'ies. em benelirio das pes-
soas neeeniladai. 'Todo c nualqner individuo que
quizer eoneorrer rom objeclos para laes leiles, pra-
licaudo assim um aclo de caridade, piide rtirinir-se
ao senle mencionado, que oll'erece o producto de
seu trabadlo, a commissao que parjam os comprado-
res, para soccorro dos que. na rpoca actual, delle ,
precisaren!. I como quer que elisia nina commis- I
de
l'recisa-se de um Irabalhador
quem se satisfar um ordenado rorr
seu Irabalho ; aquelle que s adiar oeslas i
laucias, pode dinsir-se a ra Urca do Rosario. |
do quarlel, padaril n. IS, que achar
tratar.
Alu;a-se o secundo andar do s -hrado da ra
do Amorim n. I i ; a tratar na ra de 8. Gaaraie
12.
sao cenlral de hciielicencia, esla sera scientilirada do
dia do Irilao, para comparecer, queren lo. e receber
o produelo que baja de ser apurado. O ajenie ci-
ma mencionado espera sr allendido. e se persuade
que a populicao desta cidade dar urna prova robus-
ta dc~. seiitimenlos earldoaos que a douiinam. O dia
sera annunciado previamente.
Trrca-fcira, II do crrenle, no armazem do
Fcrreira, caes de Apollo, o agrille Oliveira conti-
nuar o leilao <*a melhor parle la carga, veame,
cordoalba, falo, sobresalenles c oulros arliios de-
sembarcados de bordo da barca americana Snrith-
field, consislindo os principar* em cabos novo e
usados, velas igualmente, agulhas de marear,- car- I
nes saleadas de vacca e de porro em barris, queijos, !
mantiineulos oulros arlipos miudos ; Inda sob as' Uar o seu a seu UO110.
mesillas condiees a formalidades do lellilo aiinun- I l.endo na l'agma .///.i do dia 10 do i
ciado, e principiado no sabbado ultimo. Meando vi que se tralava de dous doentes de miaba casa, a
lia de segunda-feira destinado para a entrega do | becro de S. Pedro n "ai, que hnham sida Iralados
de quaiilu ficou pelo Sr. l'aranhns e nao pelo Sr.
I'erdeu-se da ra da Conceicao da Hu-Vista
ale a ra Nova urna poleeira de ouro sera esaaalle ;
a pessoa que a acbou quizer entregar, dilija sa i
ra da Conceicao da Roa-Vista n. 39. que se dar aa
signaes c sera bem recompensada ; e a qaesa fer a-
ferecida qoeira tomar e tevir a dita casa.
entao arrematado, e fazer os lotes
por vender.
9fi)i$<> &it>ev&0&.
7:1381001
IVBKSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 8 .... IiI-nm;
dem do dii 10 .......
1:1115856
ESI'aCHOS DE EXI'OKTACAO l'EI.A MESA
DOCON8UIADO DESTA CIDADE NO DI \
10 DE MARCO DE 1856.
StockolmoRrigue sueco cdlclena, C. J. Aslley te
Companhia, 1.160saceos assucar branco.
CanalBarca inglesa Sir James Koss, James Ry-
der \ Companhia, 600 ssccos assucar mascavado.
MarselhaRarca franceza Rararhois, l.asserre i^
Tissel-freres, 5IK1 saceos anacer mascaxado.
I'tiiladelptiia Patacho americano alnas, Mein \
l-'orsler jj Companhia, 1,309 suecos idem.
Ilio da l'raia llriauo braaileirn Feliz lleslino,
Isaac, Corlo & Companbia, so barricas dem.
Exportacao .
S. Malheus, patacho hrasileiro (Aodao, de 103
toneladas, rouduzio o seguinle :200 alqueires sal.
20 pipis cachaca. 10 dtttias cocos, 0,000 tellias. xK
saceos com Oairobas de assucar, .MI meios de sola.
23 caivas velas de carnauba, 100 pelles de cabra, (i
gigos lotiza, 3 barris c 10 meios dilos manteiga. I
pipa vinliu, 3 barris azeite dore, 25 barricas baca-
ib. io, I c.iiva queijos, 12 barris plvora, 5 Clisas fa-
zendas, 1 lacio marioquini, I dilo madapolAo, 2 di-
tos algodao, i carines cortes ile vestidos.
CO.ISDI.ADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 118 .... 1:5823623
Mein do da 10....... !;603;!Hi
6:186a567
%to\)inuttt0i>0p0zt0.
I illa de Harreiro 6 dr marro de 1856.
Oabaivo assignado faz scienle ao vigario Manoel
I'erreira Rorgesea lodoa os meinbros de sua familia,
que, com o auvilio de Dos goza de sande com o seu
lillio Jell'ersou c mais pessoai da rasa. Adverle lam
Dem, que, cm quanlo correr impresso esle aviso, em-
bora esla data, devem todos ficar trnuquilis&dos,
pois que qualqucr agilac.1. que appareca cm dispo-
sie.io de nossas facilidades phjsicas, inuda-se de ni
so. O lempo nao esta de gracas, evige mesmo que sr
lomem estas cautelas : ahvgienne publica cm seus
conselbos recommenda que se evilem eveessos de
cuidados, que sao nocivo', m.v.im cm lempo epid-
mico.I-'irmino Cucas de Azcvedo Soares (iordo.
(liegario Kerreira
da Silva Coulinho, nao posso calar-me cosa lata,
, pois parece invrja ou.... etc. ele, declaro que nae
1 s dous como qualro doenles da minha casa feraoa
tratados, tanto rom os medicamentos, cama polo
proprio Sr. Olegario, que de dia e da noile paaaava
ao lado dos meas doenles, pois su Dees podar re-
compensar os grande beneficios que recebi da Sr.
Olegario, que lambem disse-roe que se achara esa
sua rasa, na ra Uireits, segundo andar a. 43, preae-
plo para soccorrr-r a qoalqoer que o procure, j cata
medicamentos, ja como enermeiro.
Jlo Mariano di Cuaba.
- Precisa se de orna ama secea qae neja de bna
conduela, para fazer o servico inlemo de ama casa
ile li. ni pin solteiro. paga-se bem agradando ; aa
I orle do Mallos, ra do Burgos a. 31.
Precisa-se de um caiveiro parluguez de II i
16 annos, pan urna (.lrica de velas de carnauba :
na ra Direita n. 511.
ESTRADA DE FERRO DE PERNAHBUCO.
Bankukiros da Compamiia EM lon-hkes.Srs. Ilcywood, Kennards, & C*.
BaniiI'EIbiis em Pernamhtco.O Banco de Pernambuco.
Agentes xo Rio de. JaneiroSrs. .Mau, Mae Gregor, & C*.
AGESTES km Peunajibuco.Srs. Rothc& Bidoular.
Agentes na Baha.Srs. S. S. Daveopen & C*.
.vario ntralo Mfl dia II).
Babia6 ilias, patacho brasileira Athenasn, de 200
toneladas, capitn Antonia I'erreira (uimara.s.
cquipagem lo, carga hiriuba 'le mandioca c caf :
a Anlonio l.'iiz le Oliveira Azeveoo.
Nados tahido* no ntarntn dia*
Nexx-lledf'r IGalera americana aChristoplier Mil- do Rio de .lanciro, Babia, o Pernambuco.
cbell, capilgo I*'. Sloiucom, carga a mesma que
Irouve. Suspendeo do lameirtio.
Rabia e porlos inlermediosVrpor hrasileiro n'l'o-
rautins". eommandinle o capillo de fragata Ger-
vasio Mancebo. Passageiros, Alvaro aloreira S.im-
paio, l.uiz Correii de afeneze<, lleurique Fer-
nandes Eiras, AnEU'te Fernindea Eiras. Ilr. Ma-
nuel Joaquim Pernindes Riras, Angelo Bilin-
courl, Michel Noril, I remita le marinha, An-
tonio Josc Alvos de Rrilo, Antonio Maria Rain s.
Charler Raer, .Martin de Esladens, Dr. Mirlan no
Joaquim da Silva e I criado, paire Manoel Sim-
plicio do Sacramento, Anlonio Pedrotode Albu-
querque Jnior e I escrivo, Manuel Rodrigues
Percia dtCriiz, Jos Ignacio Loyola, Joao Vasco
Cibral lilho, Clau lio do Nascimento l.ins e 1 es-
cravo, francisco Ildefonso Ribeiro de Menezrs,
Manoel Xavier Paes Brrelo Jnior, Manoel Bu-
arque Macado l.ima Jnior e I cscravo, alferes
Manoel Joaquim de Souza, Joaquim Jo l.ima, Jos Maria do Valle Jnior, Adolpbo Ca-
valcanti da Oliveira Maeiel, Francisco Apoligorio
Leal, Joiquim Ulieer de Mesqnila, D. Lidia Au-
relia Pilauga Bandeira u I escravo, JoSo Pereira
Kilippe, I). Antonia Franco e i lilhos meiiurcs,
Jos djfllorha Filgueira, Francisco Xaxlcr do
Cago, ffsnocl Flix de Oliveira e Silva, Dr. l.uiz
Rodrigue^Nunos, J. II. C. WoIlT, Joao Jos de
Mello Pili da e sua familia.

Os que desejarem comprar arres d'esla Companbia poderao dirigir-sc na lumia aliaiio indmda
Commissao em Pernambuco em casa das Srs. Itoihe 4 Bidoulac. O deposito do urna libra es-
terlina ao cambio de 27 por 18000 ou rs. 8?888 por acrao deve ser atieriuado em Casa de um
dos Agentes da Companbia no Rio de Janeiro, na Babia, o. cm Pernambuco, qoe dar o competente
recibo.
A subscripcao fira iberia al o dia 20 de marro em Pernambuco.
Os senhores que ja lizerao pedidos para a arquisirao de acroes desla companhia anlcs de sai |m-
lilirarao em Londres, devem lamliem dirigir-se a Onnmissao o romeller aos Agenles a importanna
do deposito de 1, por contn de taes accoes denlro do praao lixsdo para a aprescnlu-au de |>edidos.
A nina Commissao nome.ida pelo I'residente da Provincia de Pernambuco, de accordo rom o
Coneessionaro o Sr. Alfredo de Vionray, ser cunliado o irabalho dadistiibuirao das Accoes.
Se nao orem concedidas todas as Accoes pedidas, o dinhriro depositado ser levado em romanara
a primeira praslacSo de duas libras esterlinas Rs. 17?77t> por cada Arrio.
Se n nbuma l'or eoncedida o dinbeiro seni restituido por inieiro al o fim d>- Abril, ao mais tardar.
A Companhia tem reservado fundos que os Diieetores ralrul.io ser sullirjentes para a pigamcnlo dos
uros aos accionistas desde odia em que se eHectuarem is prestanbea, a esses juros serio os mesmos
que sao garantidos pelos .aovemos Imprtele Provincial depois de abenas as sm-oes da Estrada
de maneira que a importancia das entradas venrorao juro de 7 por salo logo que eslas forem
realisadas.
Os dividendos ser.io pagos aos Accionistas no Bra/.il cm rasa dos Agento* da Companhia nasridades
Rio de .lenciro, Babia, e Pernambuco.
Cada prstenlo nunca exceder do dos libras esterlinas Rs. l~1TTH.jiit amjia, efciaari nm in
icrxallo pelo menos de Irez mezes entre as presiares.
Os que pertenderem aceftes devoro dirigir-se i Commissao, e rcmetier aos Apetites da Companhia
em Pernambuco Srs. Rolhe & Bidoular, logo depois de cniregircm a ini|M)rlanria da deiisilo, um
pedido segundo o formulario abaixo transcripto que os Agenles da companhia forncrcraocuaja
lamente rom o complanle recibo pelas quantias depositadas.
Aos Senhores da
li.
Formularia para o pedido de Acco'es.
da Commissao enrarregada da distribiiicao das Acms da Compankta Ha
istrada de Ferro entre o Hecifc e o Rio de Sao h'ranciieo.
reas
llavendo eu enea negado aos Agentes da Companhia
ao Crdito da mesma Companhia, pero-Ibes que me Concedi as Accoes correspondentes aquella
preslaefio, e pela presente me abrigo asentar aquclle numero de Actes i,u as que me houvrrera
do ser concedidas ; e bem assim pagar as subseqiienles preslaces quando ine forem evi;ula- ni
forma das Leis que regulo a CompaDhia, assignando-me por mim ou por meu bastante procura-
dor no Lixro competente da iDseripeio.
tS*>IC;\ATt HA.
Nonio por extenso _______
Residencia por extenso
Prolisso ou Occupacao
Lugar de Negocio sa o tem
MjnDSD(T


I*RI0 01 nMIU'.l> TE-C i FEIRA H A MM(0 3 .85b
i''
Tercera edi^o.
TRATA1EHT0 HOMEOPATHIC.
Preservativo e curativo
DO CHQLERAMORBUS.
PELOS DRS.
fcnj ^^ anfi: >B3.Jjri%.BUn.H
ou lustrucc.lo ao povo parase p^>dercurai desla enleriiiidade. administrndoos remedio mata ellicazes
paraatalha-la.emquaulo .erecorriaoiuedico.ou inesmo paracura-laiudapeudentedcsteMios lugares
eni que nao os ha..........____
TRADUZIDO EM PORTUGEZ PELO DB. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doos opsculo? contenas ndieaces mais claras c precisas, e pela sua simples e concisa expoai-
ciio eslnao alcance de lodas asiulelligeucias, nao 6 pelo que diz respailo aos meios curativos,como prin-
cipalmcule aos preservativos que lemdado os mais satisfactorios resultados em toda a parle ein que
ellos loui ido poslus ein pralic.
Sendo o Iralamenloliomeopathico o nico que leiu dado grandes resultados no curativo desla lioru-
veleoferroidadc, julgamosa proposito Iraduzirrestes dous importaules opsculos ein liugua vernaci-
la, para dest'arte facilitar a sua letlnra a quem igooie o francci.
Vende-se Biiicaniente no Consulloriodo traductor, na Nov n. ->i, por 29UU0. Vendem-se lambein
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos coiu un frasco de liuctura 1.x, umadita de 30 tubos conir
vro e 9 frascos de tintura rs. 2554HX).

?-:->:?>-

I-EDBAS PRECIOSAS- |
J Aderecos de brilliautcs, *
<_ diamantes e perolas. pul- *
* ceiras, alliuetes, brincos
*} e rotlas, lioles e auueis ;
g de.dilTerente. goslos e de
M diversas pedral de valor. I*
| Compram, vendem ou *
* trocara prala, ouro, bri- -J
Ihanles.damaule-e peni- .o;
$ las, e outras quaesquer *
S joiasde valor, a dinheiro J
ou por obras. o
HOREIRA & DARTE.
:iOJ* HE 0LR1VKS
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os va pores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
.......iu,
OURO I'- l'KATA-
-.:- :
S Aderecos completos de
> ouro, meiosditos, pulcei-
- ras, alfineles, brincos e
8 roalas, cordes, tranca
j lins, meilallias, crrenles
* c enfeites para reluci, c
v outros muitos objeclos de
$ ouro.
l Apparellios completos,
8 de prala, para clia, bau-
2 dejas, salvas, caslicaes,
J culheres de supa edechu,
e muitos outros objeclos IS
do prala.
de Lisboa, as que aevendem por
pre^o eouimodo como costumam.
.
L.- publ
ea#:8e>*5S3
: J. jane, DENTISTA, s
t% continua a residir na ra Nova n. 19, primei- 0
# ro andar.
*
REPERTORIO DO MEDICO
HOKIEQPATHA.
EXTRAHU)0 DE KUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
poslo em ordem alpliabetica, coiu i descripeo
abreviada de todas as molestias, a indicacau physio-
logica e Iherapeutica de todos os medicamentos ho-
meopalhiros, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da siguilicacao de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
lili. A. .1. DE ELLO MORAS.
Os Srs. assignanles podera mandar buscaros seu
(templares, assiui cuino quem quizer comprar.
PUBLICAgAO' LITTEKAKIA.
Repertorio jurdico.
Esta poblicacao sera sem duvida de ulilidadc aos
principiantes que se quizerem dedicar au ejercicio
do foro, pois nella encontraran por ordem alpliabe-
tica as principaes e mais frequenles oceurreucias ci<
vis, orphanologicas, cummereiaes e ecclesiastiras du
nosso foro, com as remisses das ordenacoe, leis,
avisos e regulameolos por qoe se rege o Brasil, o.
bera assim resolueoes dos Praiislas amigos e moder-
nos em que se firmara. Conten semelliaulemenle |
as decisOes das quesles sobre sizas, sellos, vellios e
nuv"s direilos e decimas, sem u Iraballio de recorrer I
i colleccio de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
r de dous volumes em oilavo, grande francs, eo
primeiro sahio luz e esta i venda por 85 ua luja de
ivrosn. 6 e 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Velha n. 42.
,Trocam-se notas do Banco do Brasil
porsedulas: na ra do Trapiche n. 40,
segundo andar.
Precisa-se alugar dous pretos capti-
vos, dando-se o sustento, para trabalbar
nesta typographia : na livrariu ns. (ie8
da praca da Inde-peendencia-
Candida Mara da Paixao Bocha, pro-
i'essora particular de instruccoprimaria,
residente na ra do Vigario do hairro do
Recife, faz sciente aos pas de suas al u ni-
nas, que acha-seaberta sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meto pen-
sionistas e externas, por precos razoa-
veis.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesouretro manda iazer
ico, que se acham a venda na tliesou-
raria das louterias, das 0 horas as o da
tarde, os bilhetes da segunda parte da
primei i a lotera da matriz de San-Jos
desta cidade, cujas rodas andam no lia
29 docorrentc mee. Thcsouraria das lo-
teras 5 de marco de 18.">(. O escri-
vo, Antonio Jos Dliarte.
A commssao beneiceute do hairro
de Santo Antonio, borneada pelogoverno
da provincia para agenciar esmolas esoc-
correr os pobres atacados da epidemia,
faz publico que por ordem Uo inesmo go-
verno, paralysou seus trabalhos ; por s-
so que passa a soccorrer a commssao da
associacao commercial.
Os.ab.u vu assignados, encarregados pela com-
mssao interina de hygienne publica de desinfecta-
rem as casas em que fallecern! pessoas atacadas do
cholera, declarara que se acham munidos dos remen-
les e utensis precisos para este servicu, c por issu
rogam aos reverendos Srs. vigario, o's Srs. mdicos
do dislricto, e os inspectores de quarteirao que os
avisera, iodicaudo a roa e o numero da casa em que
se fizer preciso proceder desinfeccao.
Bua-Visla, ruada Conceirao u. II, Joaquim Elias
de Mnuia Gondim.
Santo Antonio, roa larga do Koaario u. it, Elias
Fereira GonQalvea da Cruz.
S. Jos, paleo do Terco u. 70, Domingos da Silva
I-crreir Jnior.
Kecife, ra da Cruz, botica de l.uiz Pedro das
Neves, Luiz Pedro das Neves Jnior.
A fabrica de sabau da ra Imperial precisa de
trabaihadores serventes, livres ou escravus, e paga-
se 80U rs. diarios a secea, e lu meiisaes, dorniindo
e comendu na fabrica : a tratar com o ereule da
mesma.
CASA DOS EXt'OSTOS.
Precisa-se de amas para amanienlar cri.incas na
casa dos e\poslos : a pessoa que u isso se queira de-
dicar, lendo as liabililares necessarias, dnija-sea
mesma, uo paleu do Paraizo. que alii adiara can
quem tratar.
Vicloriuo Jos Correa de Sa vai a Portugal, le-
vando em sua compauliia sua tcnliora, e um meuor
pardo de 9 anuos.
Na fabrica francesa de calcado, no aterro
da Boa-Vista n. .">2,
admille-su apreudi/es de 10 a lli anuos de idade,
com preferencia orphaos: as pessoas que liverem
meninos neslc caso, sirvam-se dirigir a fabrica ci-
ma referida para lomar cooheciroeulo das coudices
elavrar o ronipelenle rontiaclo.
ASSOCIACAO' COMilEKCIAL IIE.NEUCEMIi.
Os abaivo assiguados, inembros da conimissilo de
beneficencia da mesma associacao commercial para
soccorrer us pobres da Ireguezia de S. Jos, leudu.se
dirigirlo a esta fieeue/ia uo de&ein;ieuliu ilesua com-
missao, mas como nu fusse pussivel soccorrer a lo-
dos pelopoucu cunliei iiiitnln que tem do luuar, ro-
gaui as pessuas que nao foram socrorrida desedi>
rigirem aos abaiso assignados; oulro sim pedem a
ludas as pessoas que liverein conliecimenlo de quem
quer que fur que precise dos soccorros da inesina, de
dar as precisas informantes a mesma commssao,
podeudo laiuliem dirigiiem-se na mesma fre^ueza,
ilclronle a fabrica de sabio, ao Sr. Antonio Juaquim
de Vasroucellos;Jos da Cosa Amorim, roa da
Madre de lieos n. ."i.Candido Carnairo tiueiles
Alcoforado, ra do Amorim n. 50.Jos Jarome
Tasso Jnior, ra do Amorim u. 35,Vicenle l*'er-
reira da Costa, ra da Madre d Dos n. 2b.
Associacao Comiiiercial
Beneliceaite.
A commssao cncarregaila pela Associacao Com-
mercial Deiiclicrtile para distribuir soccorros MCIas-
ses iiccessitadas do bairn. do Kecife, faz saber a
quem se adiar uessas circumslaucias, que pmle pro-
curar a qualquer de seus* membros em suas residen-
cias abaixo desiguadas a qualquer hora. A comms-
sao estando dispusta a nao se poupar a quaesquer es-
forcos para bem desempenhar a missau que I lio foi
confiada, ruga as pessoas que tiverem conlieciiiienlo
de quo qualquer pessoa em suas visnliauc.as se ada
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circuuislancia n.o o possa soliciiar, queiram (er
a bondade de assim lli'u indicar, alin de prompla-
menle seren ministradus us uecessarios auxilios.
Anlnnio Alves Barbosa, ra de Apollo n. :it).
Jiim' i'ei\cir. Bastos, ra do 'trapiche n. 17.
.1 nao da Silva llegadas, ra do Vigario u. i.
Precisa-se de dous amassadores : U padaria
da ra Direila u. til).
Precisa-se de um caheiro para taberna, sendo
menino, porm que cnleuda de lialcilo : nos qualro
cantos da Bua-Visla n. 1.
Precisa-se alugar um prelo ou prela, que seja
sadio, para servir urna senhora viova com pooca fa-
milia, que mora nu Monleiru : i|uem liver queira
entender-se na ra da Madre de Ueos n. 36, segun-
do andar.
W1UITA iHFigt,
A losna romana deSoline, he o amar-
go mais poderoso para reanimar o csto-
irago e lazer desapparecer as nauseas,
diarrhe'as, llores brancas etc., as pessoas
que sollreratn da epidemia reinante e
que licaram padecendo do estomago, en-
contiaro um pruveitoso remedio, lo-
mando una eolher (das de cha'; dissol-
vida em uiua pequea quantidade de
agua : este remedio se vende nicamen-
te na boticu deJoai|uimdc Almeida Pin-
to, junto aoquartel que foi da polica.
Nucarlorio da fazcuda ou ra da Caia u. tii,
precisa-se do um criado.
Piecisza-ie d'uma ama que cozinhe o diario
para uina pequea familia, e um prctu para cum-
prase mais algum servico de casa, paga-se liim : ua
na da Cruz do Kecife t, se dir pira quem he.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da ra
doJardim u. 71, baslaute fresco e cuiniuodos para
gruude familia : procure uo paleo du Carmo n. '.),
pnmeire andar.
Da silla de Caroaru' e ca.a do Sr. leneiilc-co-
ronel Juu Viera de Mellu c Mlva, fugiram na imite
de -'i para J.'i do pateado :i escravos, sendu i mua-
los, 1 de nuil.!.' Uuliun, c uulro de nouie Ju.'io, de
bonitas figuras, leudo aquello IS anuos du idade,
pouco mais ou meuos, e urnas cicalrizes de fogo um
pouco apagadas, e este a lalla gruss, baixa e bstan-
le descancada ; ucrioulo lem -J2 anuos de idade, Ig-
unra-s'a lodos us mais signaos : ruga-se, porlanto, a
ludos os capilao de campo e autoridades pulientes a
apprehencao dos referidos escravos, e manda-Ios eu-
Ircgar ein Caruaru' au dito Sr. lenle-coronel Joo
Vieira de Mello e Silva, que geuerosnmeute recom-
pensar.
Na ra da SniZdla Velha do Kecife n. 90, pa-
llara, prcas se alugar mu prelu meusalmeiile para
ervico da mesma, anda mesmu que mo cnleuda.
O Di*. Possidonio de Mello Acciole
enea negado de prestar os soccorros de
sua proCssao as :pessoas do
ia ra da Cadeia il| Sanlu Antuuio, casa ilefroule
lo convenio de S. francisco, onde podera ser pro-
QOer-M ailugsr um escravo |iara servico de
casa: a tratar na rui do Trapiche u. lli, seguudu
andar.
AshOcia9a.o Coniinorcial
Beficeiitf.
A commissu uoiueada pela Associaivu Commer-
cial Beneiceute desla pra^a, cun u lim de soccorrer
as pessoas n,-.cv.ilada-, e desvalidas da Ireguezia da
Bua-Vista, pur becasiao da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver ein laes circumslaucias, de pro-
cura!' a .lean Maiheu-, i ti,i da inatr/ n. I.s ; .Manuel
leileira Kaslusi ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza Cakvalbo, Estancia : desde as 7 horas
da iiiauhaa i ei larde das horas em diaule :
emtcasu urgenlc, purem, serau succnrndos prompla*
meule a qualqier hora. A cummissau desojando
acerlar ua form i de distribuir os soecurros, ruga en-
carecidamente i lodas as pessoas mais condecidas
lela ireguezia jue liverein perfeila sciencia do es-
lado de precisai de qualquer familia, sediguemde
a informar .mu de ser ruin promplidao atteudida.
Recife ^."i de lyereiro de ISMi.Juau Malheus, Vla-
noel Teiieira Bslos, Vicente Alves de Souza Car-
valhu.
Arrenda-se o engenho Santa Cruz,
na Ireguezia|da Escada, levantado lia
lannos, tetraslnovas e de grande produo
cao, com as obras precisas, tem o embar-
que distante menos de qualro leguas :
quem o pretender dirija-te ao sen prc-
prieiario Matioel Goncalves PeieiraLuna,
nocngenlio Vicente Canipello.
O hospital Provisorio da ra da Au-
rora precisa contratar enleimeiros, ser-
ventes, coziubeiro, foniecedor d'agua e
pessoas que seiqueiram encarregarda la-
vagem da roupa : quem a isto se quizer
prestar diiija-ie ao inesmo hospital.
Aluga-se o seguu.ln andar do sobrado da ra
do Amorim n. _".! : a tratar na ra Helia u..").
A viuva e licrdeiros de N.liadaull, leudo de
proceder au inveuUrio dosbensdeixadus pelu mesiuo,
cuuvidam aos creilfres do casal, para que hajafli, no
pra/.u de 8 lias, dejapreseuUrcm suas cuntas, afm
i:e sen ni \im iiu aila- e coilipreheiididas lio luvenla-
rio, no consulado fiaucez, que para istu cel> autori-
sado. Recife-J'J de fevereiru de ISli.
Elias Pcreira liou(alves da Canoa, encarrega-
do da admluislracaa da compaiibia des desiufcclan-
les, pelu cunselhod li)gienne publica desta cidade,
faz sciente aos Srs. Inspectores de quarleirAo e mais
pessoas do povo, que tem fixado sua residencia
ua
d
curado para u exerekio de sen caigo, devendu essas
pessoas darem a rua.e o numero da Cusa em que for
un-ii r empregar a desinfeccu.
A abaixo assigoada, por si e como lulora de
sus lilhas, laz-cicnle para,que iiinguem pague u
importe de qualquer divida em que esleja para com
a padaria do s ga, sita no lugar daslCinco Ponas, a Andr Nau/.er,
nem a algunia uulrai pessoa que nao seja a abano
assiguada uo a do tesjlamenteiru o Dr. Manuel Jo-c
Pereira de Mello, sQb pena de qoein o contraro li-!
zer licar abrigado alrapeliro paganMOto. Kecife y
de mateo de IVm Mara Seuhorinha do Livra-
mcnio.
AVISO AO PIBLICO.
No auligo deposita da ra estreila do Rosario n.
II junio ao becco do| Rosario, lie diegada una pur-
e.lmle bichas de llarnburgu.
O abaixu assignido, aiilicn pliarmacculicu, al-
(eiiiiendo a que eslo'hoje a testa da salubndade pu-
blica mdicos dislincus por seu caracierle illu-lra-'
ilo. como os Srs. Drs. Sa Pcreira, Firmo e Pogge, e
cuuheceudo qoc a epidemia reinante vai desenvol-
vendo um carcter aSsustadur de serle que nimias
pessuas fogem daquellas casas onde infelizmente
tem falleridu algum cholenco, faz cenle a essas
pessoas que queiram ^lesenfeclar as suas casas con*
vcnieiilemenle, para que. se dirijam ao abaivo iwig-
na.1i), morador na ra Direila n. os, segundo andar,
onde o ene mirarte dom os reaventes e apparellioa
necesarios para as fumiaaces chloricas. fuiniga-
enes guyloinaiiasoo de livtun de Murveau, ou hy-
i;iemcas, c bein assim as fumigaees ntricas ou de
Smith: rom as priinciras de cada porrlo que Oler,
desenredara um espado de iliO ps cbicos e com as
ganda 10 ; quanlo ao mais lem seguido a opiniao
dos uielhores aulores ineuos quanlo aos movis, por-
que nesses nsa de um leagcnte difireme que ns 11A0
prejuilica. e anlefl os liorna mais lustrosos. Muilas
pessoas, leudu visto coplinuar a morlalidade em suas
rasas, uo ubslanle a fumigaffiM feilas com alca-
Irlo, breu, salitre, eiixofre ele, sem resultado al-
gum, se lem dirigido 10 abaixo awigaado, c depois
de ruinpriieui a risca n que elle Ibes ha prescriplo
lecm visto rom prazer Icessarem os casos falaes, e os
dueiiles melliomrem injconlinente.
Jos da Rocha Paranlins.
No dia II as II lloras, na sala das aupieucias,
depois de linda a do Sr. juz de alsenles, s lia .le
arroma! r os novis pirlencenles a heranra de Joa-
quina Mara da Conceiilao.
O Dr. Possidonio ile Mello Accioli, medicocn-
carreeado de preslar soccorros de sua profiseau as
pessoas do quinto dUtricko do Sanio Antonio, decla-
ra que lamben se acha promplo a presla-lus na Ire-
guezia de S. .lose, e pode ser procurado a qualquer
hura nu eunvenln de S. francisco.
No dia II do correple, na sala dos auditorios,
depois da audiencia do jm/.> da primeira vara do
civel, se ha de arrematar por ser a ultima prara. o
sobrado de dous andares e solo, silo ua tun da Ca-
deia do Kecife.ii. H, avafiado por B:300fc perten-
renle a Cervasio Pires Ferreira, por eieeonao de
Jos Pereira da Cunha ; MCriviO Cunha.
Caelano Pinto de Veras, pelu presente avisa as
pessuas eucarregadas das!irniaiidadcs de Sania Rila
deCassa. dem do S. Sacramento du bairro de San-
io Antonio, idein de S. Jos, idem do Senhur Rom
Jess dos Marlvrios, idem'de N. S. do Ierro, idem
da ordem lerceira de N. S. do Carino, ludas desla
cidade, de mandar dizer as missas por alma de seus
irmaus fallecidos, que no da 7 du correle mez fal-
lecen victima da epidemia muanle a irmaa II. Ma-
ra Ferreira da Silva, mullier do aununciaute, o fa-
vor de lie' mandar dizer a- rele na- missas qoe llie
he concedido pelos seus cuniprmnissos ou estatuios,
como irina, pur sua alma, e d.ir-su-lhe os dobres do
sino do coslume, para que jos mais iriuaus cuuiprain
os seos deveres.
Precisa-.e ile um menino de 10 a 14 aunos pa-
ra caixeiro de taberna, que lenba pralca uu sem
ella, e que d fiador a sua conduela : na ra de S.
Francisco n. (8.
Precisa-se de uina ama para servic.0 de portas
a dentro em urna rasa de pouca familia : quem qui-
zer, dirija-se au Forle do Mallos, sobrado n. 10,
seguudo andar, que achara com quem Iralai.
O abaixo assiguado, subdito porluguez, retira-
se para Europa a tratar de sua saude.
Manuel Jos do Nascimenlo e Silvd.
A. lie/erra de M. Lira participa au publico,
que Francisco de Paula Andrade deiiou de ser seu
caixeiro desde o dia II)do mrente mez.
Precisa-se alugar um criado para servir a um
hnmciii solteiro : a tratar un m.i du ijuennado, toja
n. -JO.
AO PUBLICO.
Oscncarrsgados da prociss,i<> de penitencia e tras-
ladac.io das iiuageiis do Senhoi Rom Jess dos Pas-os
do Man^iiinhu para a Estancia, e de S. Cunalo des-
t> para aquella, deve ler lugai na quarla-feira, II'
du coi ron le, as ."i huras da larde, pregando na saluda
do Manguind u Kvin. Sr. padre meslrc Jnio Capis-
Irano de Mendonca : rugara, portento, lodos os
devotos quequizerem acompsuliar, de cuoiparere-
rcm na igreja do Maugoiiiho II horas indicadas.
A'lolpho Cavlcanli de Ollveira Maeiel declara
que nada ilevr, a etceprao de un- fiirus do lerrcnu
que pns.ue nu Muuleiro', que nu paguu em conse-
quencia de sua viagein repeiiliua, mas o manda fa-
zer iuconlinente pur seus procuradores que sao Mi-
guel los da Molla <; Antonio Piulo de Barros, os
quae licam aulorisadoa a promover ammavel ou ju-
dicialireule as cubraucas de seus devedures.
Adolpho Cavalcaoli de Oliveira Maeiel, uao
podendo despedir-so de seus amigos pela hrevidade
do sua viagein, o fai por meto do prsenle, e Ibes
eflorece osseusservicos na curie deste imperiu.
( Cumpra-se cITectivameiilc, tatito, brouzc e cubr
velho : uo deposilu da fundico da Aurora, na rua
do Rrura, logo na entrada u. J, c ua mesma fund-
cao, em Santo Amaro. a,
Compram-se notas do Banco do lira-
sil : ua ruado l'rapiche-.Novo n. 40, se-
gundo andar.
Compra-sc pulio serrado cm lorio
alO.'t'OOO aduza: no palco do Paraizo
n. 10.
&tnbas.
Tercos
Quartos
Oilavos
Decimos
Vigsimos
.. (iiunto distnc-
T..^^d?.!?.iden^aduDrVl-oureir'f'arua to da freguezade S. Antonio pode
ser
procurado no convento de S. Francisco,
qualquer hora, do dia e noile.
A ei fermaria do consistorio du ir-
da Saudade, defronte do-Hospicio, precisa-se do urna
ama de leite, furra, que uo traga comsigo o filho,
que liver, do peito.
A commssao Beneiceute da Iregue-
zia de Santo Antonio toga as pessoas ala- mal,dade do Divino Espirito Santo em
cadas da epidemia que neeessitarem de *er | Sao-Francisco, ja' annunciadi, acha-se
soccorridas, queiram d.r.gu-se ao Hvm. provda do mais necessa. o paia rceber
Sr. vigario, em sua caa, na travessa do aos seus irmaos desvalidos ser accominellidos do cholera :' roga-se,
pois, aos irmaosda ntcsina irmanlladc, ou
a quem lenha couhecimento d^ alguns
destes, participetn ao irmao juid, escrir
pateo da matriz, eno caso de o nao encon-
traran em casa, a qualquer dos outros
memhros, a qualquer hora do dia e da
noite, ate as !) horas.
Precia-se de um forneiro, pardo, branoo, nu
prelo, para padsria da rua larga do Rosario n. IS,
junio ao quartel, dando-se^ho um ordenadu corres-
pondente ao bom desempenhu de suas obrigace*, e
tarabem se recebe um bom amacadur uomesino sen-
tido : quem se adiar neslas circumslancias pode di-
rigir-se mesma padaria, que adiar com quem Ira-
lar.
Precisa-sc de um caixeiro porluguez de H a
'JO aiinosxpara caixeiro de taberna: em Fura de Por-
tas, rua do Pilar u. .si.
Na padaria alraz da nialriz da Roa Visla prc-
risa-se de dous amassadores e de um forneiro, que
enlenda da sua obrigaco, nao se repara para orde-
nado, n que se quer lie quem lome coula du traba-
dio.
Desapparereu ou turlaram do porlo da rua Nova
urna canoa aherla de lole de tu mi lijlos, com us sig-
naes seguiotes, ferro ua proa, as cavernas quasi lo-
das novas, e lem sobre as mesmas um assnalho de la-
boas de louro : quem da mesma der noticia ser re-
compensado na roa do Mondego n. l:.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar o
diaro de um* casa de pouca familia, paga-se bem ;
ua roa do Crespo o. 21.
Precisa-se de urna ama para o servico inlerno
e exlorno de orna casa de pouca familia ; prometie-
se bom iralamenlo, e paga-se bem ; piefcre-ie es-
crava : no paleo de S. Podra n. 3.
/
vao, ou thesoureiro, alim de rjui sejam
recomidos pela meta e tratados da me-
'<,;
uezia
Ihor forma que for possivel.
Commssao de beneficencia da IV
de Santo Antonio.
A commssao abaixo assignada da Ire-
guezia de S. Antonio encarregada pul-
parte da associaro commercial leneli-
cente de soccorrer a pobreza, avisa is pes-
soas desvalidas que precisaren! de succor-
ros,qiieiraoenteiidir-sea qualquer hora
na rua Nova n. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na rua do Trapiche n.
0, de lhomaz de Faria, e na mesma rua
n, 36, de Salustiano de Aquino Ferreira.
Pernamhuco 25 de fevereiro de 1S30.
Salustiano de Aquino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Tlicmaz de
Faria.
Quem precisar de um moco brasitairo para
caixeiro de cobraocas ou oolro qualquer ugocio, o
qusl d.i fiador a sua conduela, pode anuanciar para
ser procurado.
LOTERA Di PROVINCIA.
Acham-se a venda los htlhetes da se-
gunda parte da primeira lotera da ma-
triz de San-Jose, cuja je\ti acco he DO dia
'.) do crlente. Era, consequencia da
mudanca de plano os! precos dos nossos
bilbetes e cautelas sao bs abaixo notados,
pagando-se os > primeros premios sem o
discontodosS por centqdo imposto geral.
Bilhele inteiro .'>.S>*|u 5:000x000
Meio hilhete 2S91 2:500j000
2SO0O l:666?6t(i
I.S.'.ob 1 :-.")0.v000
7(il) 025$000
OV) ."illO.sOOO
520 25OSO00
Oscautelislas, Oliveila JuniorAC
Precisa-sede serradores para serra-
ron praiichiies de pinho|, pagando-seo pe
avinteecinco reis, dando-se armazn e
estaleiro: a tratar no pateo do l'arazo
n. 10.
I
Precisa-se deum hniein que seja si-
zudo para fa/.er o servico estenio de urna
casa de tres pessoas, todas dose\o mascu-
lino : na rua estreita do ({osario n. ."0,
segundo andar.
Quem quizer concorrer com dona-
tivos ou serviros pessoaes para o HOS-
PITAL L)L NOSSASENIIOlvA 1)0 LIVRA-
MF.NTO, podedirgir-se no Hvm. prefei-
lo daPenha ou ao r Lopes Netto, que
estio encarregados de recebe-los.
Para o servico do! HOSPITAL DE
NOSSA SENHOKA 1)0 LIVHAMI.MO,
precisa-se de doOs medicse duas eiiler-
meiras: a tratar ua rua Nova n. (iO.
Ouein quizer alugar carrocas com boiou ra-
vallo para conduzir agua a pobreza, dirija.se au lis-
cal suppleiilc da freguezia de Sanio Antonio.
No deposito da rua do Itangel, confronte ao
becco do Trcm, precisa-se de mu forneiro c alguns
amassadores, paga-se bom dinheiro ; a tratar no
inesmo.
No deposita da rua do Itangel. confronte ao
becco do Trem, precisa-se alugar alguns escravos
para o trauco de padaria, paga-te bom dinheiro : a
Iralar nu mesmu.
l'recisa-se de una ama par fazer o servico in-
lerno e externo de urna rasa \\o pones familia :
quem esliver neslas circumslaucias, dirjase a rua
du Mueimadn u. .VI.
.Viuda se acha a disposico ile qualquer senhor
de engenho quem se offerecc uoln. 51, ,'i e .VI pa-
ra administraran ou feilorisacao : quem precisar,
ilrija-se a mesma rua, casa n. 71,
l'recisa-se de um caixeiro para taberna, com
pratica ou sem ella, e que d coiihcrimcnlu de sua
conducta ; na praca da Boa-Vista 111. 12.
l'recisa-se de urna ama quei -aiba cozinhar e
fazer u servico interno de casa : Ua ru.i Direila n.
IJt), seuuudo andar.
Na padaria confronte ao vivero do Muniz pre-
cisa-se alugar alguns escravos para este trafico, pa-
ga-se bom dinheiro : a tratar na mesma .idaria.
Na padaria cuufroute ao viveiro do Muniz pre-
cisa-se de um bom forneiro e dous amasadores, pa-
ga-se bom dinheiro, uau se olita a prec, ,
PAR 0 CRREME NN.
lu I ii ii lias de alrjiheira contendo o ul-
manak administrativo, mercantil e in-
dtistraldesta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes e muuicipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, cemiterio,
tabella de leados, resumo dos rendi-
mentos e exportacao da provincia, por
500 rs. cada urna; ditas de porta a IliO;
ditas ecclesiasticasou de padre, com are-
sadcS. Titua sOOris: nalivraria n. (i
e 8, da praca da Independencia.
Vcndc-se arroz de casca, inilho e leijao mula-
linho : no caes do Hamos, a burdo do uina barcaca,
ou na rua Direila n. lili.
Vende-se um boi muito gordo com nina car-
roca ; a tratar na rua da Cadeia uo Kecife n. 12.
Vende-ic no paleo du Orino, quina da rua de
Hurlas n. 2, sag' novo a :18I) a libia, cevada nova a
1211, hauha bein alva a 52U.
Vendem-se lonlhas de labvriulho >!e miiilo
bous goslos, e por precos cuinumdu* : ua rua da Ca-
deia do llecifc n. !IS.
Vende-se uina canoa em perfeilu estado, ex-
cclleulc para cjiuluccan de capiui : a Iralar rom B.
li. franco Juuioi, nos Keuiedios, que esla auturisa-
do a fa/.er lodo o negocio.
Vende-se cal de Lisboa, propria para desinfec-
lar casas: iioarmazem do caes da alfaudega n. :t, de
Joaqoim de I'.ma Lope-.
Vende se fejao e milho mullo barato : na rua
do Vigario n. l.
O 7,9 A,
conlronlp ao Hosarior de Sanlu Antonio, rect-heu cai-
\.is con biseoilM moho > pnos pira coiivalescenra,
por tfi'os coiumodos.
PARA AS.. A .SAMA.
Vende-se na rrvraria us. li eS da piara
da Independencia, Manual da.Missa e llo-
ras Mariannas, por precos commodos:
PARA OS SEXHOKES ESllJANTES.
Vendem-se na livraria ns. (i e 8 da pra-
ca da Independencia, os seguintes lvros
para as aulas preparatorias ; em francez :
Paul el Virginie, Telemaque. em inglez ;
HistoriaofRome, Thompson: por pre-
cos commodos.
Na rua Nova li. 39, primeiro andar, vende-s
um luagDifioo cavallo arreado, sem achaques, poj
ruiiimuilo |ircco.
Xo escriptorio de Domingos Alves
Matlieus, litada Cruz. n. .")i, ha para
vender superior i-irinhade mandioca em
saccasde tim ak|ueire, medida velha.
Con ros de cabra.
Vende-se um reslu de com ns de cabra, muilo gran-
des e bous : na rua da Cadeia du Uecie u. ".
i ognac verdadeiro.
^o alerro da Iloa-Vijla n. I, lia para veuder alga-
mas duiiaa de coguac vellu,de qualidade superior, e
absinlho uisso. ambos de 1(1 annus Veudem-se saccas grandes com mimo a i3, oleo
de riciuo em latas e era garrafas de I e l|2 libra a
IsOIH); ua rua do Vigario u. .">.
CURTES DE CASSA PARA (|UEU ESTA" lE
LUTO.
Vendem-se corles de cassa prela muilo miuda,
por diminuta preso ilf :.j u corte, ditus de cassa chi-
ta de bom gusto a 2?, ditos a 2>illtl, padrocs france-
les, alpaca de seda de quadros de todas as quahda-
des a 720 rs. ocovado, la para veslulo lambein do
quadros a iNO u covado ; todas estas lazeudas veu-
doiu-ae na rua du Crespo n. ti.
Vendem-secaixiiihuscom lentos mui-
to lindos, para jogos diversos e por mui-
to barato preco : na rua da Ciiv, n. 2,
primeiro andar.
Cognac verdadeiro.
Vcude-se cognac superior ein garrafas : ua rua da
Cruz u. 13.
Vende-se um cabriole! lodo pinladu e forradu
de novo, coiu arreos, he bastante leve, seguro e bo-
nita: para ver, narua du lluspicio, esquina do Ca-
marita, luja do .Sr. Candido ipintor de carros,, e a
Iralar. na rua doCollegio n. 21, primeiro andar.
Superior familia de Sania Cathariiia; vende-
se cm saccas : no arniazem de Paula Lopes, na cs-
cadioha da alfaudega.
Tiiit-i preparada em oleo
Na rua do trapiche Novo n. IS, cm casado E. II.
Wyall, vende-se evcellenle tinta branca, preparada
em oleo, em latas de 28 libras.
RAPE SOLAD FRANCEZ.
Vende-se esta evcellentu pilada, ul-
lir.amentecliegada de Franca e porcom-
modo preco: ua rua da Cruz n. 2I\, pri-
meiro andar.
raUBi E CAL ?IRGEI
Xo antigo e ja'bem conhecido deposi-
to da ruada Cadeia do Recife, escriptorio
n. l, ha para vender muilo superior
potassa da liussia, dita do ido de Janeiro
e calvirgem de Lisboa cm pedia, tildn
precos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisl'eitos.
Vende-se por precosj razoaveis, em
casa de lirender a Brandis&C, na rua,
do Trapiche n. 1C.
Superior salitre refinado le Londres.
Papel de todas as (iiialidades.
Barbante americano.
Alvaiade de cinco muilo lino.
Pregos fundidos para barricas.
Vendem-se velas de carnuaba multa boas do
Aracaiv, c arroz pilado muito bom : na rua do Vi-
gario u. 5.
Candelabros e lustros.
Acha-se a venda em casa de E. II. Wyall, na roa
do Trapiche Novo 0. IK, um cuinptetnsorlimciito de
candelabros eloslros bronzeadus .le :i aK hues.
: nlio Xere/ e Porto.
Vende-se viudo Xereze l'orlo em lianas de quar-
lo : em casa de E. 11. Wyall, rua du trapiche No-
vo n. 18.
Vcude-se a^o em cimbeles de um quintal, por
precu muilu cniimudu : no armazem deUc.Cal-
uiunUV Compauhia, praca do Corpo Sauton. 11.
RELOGlS
Col>ertOh odesct'bertos,pe-
(j'.ienose^ialides,de ou-
ro, patente ngiez.
Vendem-se no aacriplorio de Soolhall Mellor &
Compauhia, na rua da Cadeia du Recife u. 3b, os
mais superiores relogiM cubcrlos e dcscoberles, pe-
queuos e crandea, do oaro, patente mglez, deum
dos melliores fabricantes de Liverpool, vindos pelo
iiliinm paquete inglez.
MOENDAS SUPERIOR.
Na fuudicao de C. Slarr & Compauhia
em. Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de caimas lodas de ferro, de um
modello econstruccao muitosuperiorc
Tai xas para engenhos.
Na fundico' de Ierro de D. W.
Bovfmann, na rua do Brum.passan-
do o chafariz continua haver um
completo sortimento de tabeas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promplidao' :
embarcam-se ou carregam-sc em carro
sem despeza ao comprador.
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja n. I, vendem-se por lodo
0 preco lazeudas de primeira qualidade, para acabar
uao se ulba a pre^o.
elogios
inglezes de pa-
tente,
os in llinrr- fah icados em Inglaterra : cm casa de
1 le y iiiliMiu. rua da Cadeia do Recife n. 52.
Moinhos de vento
ombombasderepuiopara regarhorlas e baua,
decapim .nafundiraode D. W. o* man : na rua
dnBrum ns.o.be 10.
Relogios de ouro
inglezes
de p.ilente, de -.abnete e de vidro : vendein.-se em
casa de Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia do
Kecife ii. is, primeiro andar.
Ol que pee lii lie ha !!
Vende-se cKennra prela muilu lina, pelo b.iralis-
siiiin precu de 3) o curie de calca : ua rua du Cres-
po n. .">.
Vende-se por iO rs. o tratamento da
choleta-morbiis : na livraria n. (i e 8, da
praca da Independencia.
Chapeos de sol de seda a .'i-nn.i.
Na rua ilo Crespo, loja n. .">, vendem-se chapeos de
sol de seda de muilo boa qualidade, pelo bailo pro-
co de .8 cada um.
Sal do Ass
A bordo da e-cuna ojoso vende-se sal do Assu',
ou a Iralar com Antonio de Almeida Comes, ua rua
do trapiche u. lli, segundu a.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendein-se superiores msial de laia para padres,
pelo baralissimo prego de IsMIlUo par, dilasdeal-
godao prelas a lili) o par : na rua de Queiniado,loja
doniiudezas da Boa Faina n. 3b.
Farelo aov de
LISBOA A 4.500 RS.
Sao chegados os verdadeiro charu-
tos lanceiros, de Antonio Dultra de A-
uade, ja' l>emconhecidos e acreditados
po' sua excellente ipialidadc: na rua da
Cruz, n, 27, aOMSNsn de Firmn t A La
K.MEDIO IMCOMPAR VEL
PILLLAS IIOLLOWAY
hslc iiiesliniavelespealic, compoMo ,uirMm
le de narval raedicinaes, nao comen, rorrranaitri
alguma nutra substauris delecte,,,. Be,lc. ,3
lenra infancia, e a cumpleirao ro-i deliead. I?
igualmente promplu e seguro para derraiaac o 'saae
ua cumplen.ao mais robusta ; lie inteiranieale IB><
cenle cm -uasoper.na.es e ellnle- ; pois buM-a e r-
nmve as dueu^as de qualquer especie e eras, m
mais MMiSM e lena tes que sejam.'
Kntre inilhares de peuMs curadas roen este re-
medio, mullas que ja ettavam as portas da mwie,
preservando em seu uso, consecuiran recolar
saude e torcas, depois de haver tentado mutila
tliiljl- li. mllrnl -- Jl ,
Cousas unas ede
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com plumas, bolola.e
espelho a 2, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que |K.de haver a IsHOt) u par, ditas de seda ama-
relias e brancas para liuinem c seuliora a 19-2HO, di-
las de toreal pretal e cum bordados de cores a 801)
rs: e 102(10, ditas de lio de Escoc, brancas e de lo-
das as cores para homem o seuliora a .'aJO rs., dilas
para meninus e meninas minio boa faieuda a .'120,
lencinlios de retro/, de lodas as cores a I, urnas di
laa para senhor a 40. peines de tartaruga para
aiar cabello, fa/.enda muilo superior a jj, ditos de
alisar tamhcnt de tartaruga a :is, ditas de verdadei-
ro bulaln para alar cabello iinilandu muilo us de
larlaruga a t.riNO, dilos de alisar de bfalo, faien-
da muilo superior a 320 e OO rs., lindas meias de
seda piuladas para enancas de I a :< annus a IcHtX)
olpar, ditas de lio de Escocia tambera de bonitas
cores para enancas de 1 i 10 anuos a 1120 o par. s-
pelliu |iara parede com eicelleutcs vidros a 500.
"00, l#e IsJOl), loucadorescom pesa laOII, :\.,'.
de velludn de lodas as cores a IliO c "210 a .vara, e>-
covas linas para denles a 100 rs., e I..........,i- a .VKI
rs., dilas liuissiinas com cabo de marlim a 1?, Iran-
cas de seda de lodas as cores e larguras 3aV, 00 e
OO rs. avara, sapaliohos de laa para enanca- de'
honiles padres a 240 e :120, aderecos prelos para i ludos as !***"? rlu'dlo.
lulo cun brincos e allineies a 1s, tucas prelas de A_s maiafilelas nio devemenlregar-s a
seda para criancas a t?, Iravessas das que se usam
para segurarrabellu a \j), pslolinhas de metal para
crianc.s a 200 rs., galheleiras para azeile e vinagre
a 2?2O0, bandejas muilo finas e de lodos os lama-
nlios de I?. 25, :l? e Is, meias brancas tinas para
senhora a 240 e :120 o par, dilas prelas muilo boas
1100 rs., ricas caixas para rap com nquissimas ta>
lampas a :ia e 25500, meias de seda de cores para
homem a biO, charuleiras muilo liuas a 29, casloes
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs.. oculos de arraacAo dearopraleados e dou-
radesd BIO, 19e IriOO, lunetas rom aro de hualo
o larlamoa a .MO rs. e I?, superiores e ricas neaaa-
linhas a 35, e a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e grandes, faienda muito supe-
nur a tiiO, 800, is. 13200, IjjOO e 2-5. atacadores de
cornalina para casaca a 320, peules muilu linus para
suissa a 500, esrovas linas para cabello a filo, dilas
para casaca a tiiO, capachos pintados para sala a
liiO, meias brancas e cruas para homem, faieuda
superior a ItiO. 200 e240 o par, camisas de meia
muilu finas a la e 1c200, luvas brancas eucurpsd.is
propria- para montana a 240 o par, meias de cores
para senhora moilo fortes a 220 o par, ricas aboioa-
durasde madrcpcrola e deoulras mullas qualidades
e goslos para rolletes e pantos a 300 rt., livelas lloa-
radas para calcas culletes a 120, ricas filas finas
lavradas e deludas as largura*, hicos linissimoi de
bomlos padroes e lodas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de lloivas, lesouri-
nlia- para costura o mais lino que se pode encontrar.
Al. ni .le tildo islooulras muiliisimascousas muito
proprias para a festa, c que ludo se vende por pre-
co que fa admirar, como lodos os fregue/.es ja a-
bera : na rua do ttueiraado, nos qualro calilos, na
bem contienda loja de miudezas da Boa iama
n. 33.
racao ; facam um compleme ensata dos eflicaa
elleilos desla assvinbrosa mediciua, e prestes rece-
perar ao o beneficio da saude.
.Nao se perca lempo eui lomar rsle remedio para
qualquer das seguiuioeufcrmidadcs :
Ucideulesepilepticos
Alpurcan. *
Amputas.
Arelas mal d' .
Aslhioa.
falla de
qualquer
Clicas
Conviilsocs.
Ilelnlidade ou cvlcuua-
cu.
Ilelnlidade uu
'rea* para
Masa.
Ucsuileria.
Dar de garganta.
de barriga.
o nos ruis.
Dure/a nu venlre.
Eufermidadesno ligado.
venreas.
Lmaqueca.
Erysipcla.
Febrcs biliosas.
nlermittenles.
l'l'ielodaesi*r*r.
basa.
lli rn.irrlieul.s.
Ilvdrupisia.
Ictericia. '
linli;,..|,^s.
I nllaliiaiacnt;.
'"giilaridaile daaKS
truarao.
I omhri;. de I'iae.pe.
ci.
dal-de-|*dn.
.Manchaaa cali*.
Obslruccio de ,.,.
I lilisicaou caa,.,^
pulmonar.
'et,cao d-.B,1Bi.
Hheumali.iDo
I ico doloroso.
I leers.
Venrea .na|.
3$500
\ endem-se eslas pilotas no estabCclL,,,.
de Londres ... 241. sraaaf, S-u?lLff-5
boticarios, droguistas e oulras r ~ 7* "^
de sua venda em toda America do Su| iTZ!*-"
llcspanh. sul' nsvaaa
Veude-se as bocelinhas a 800 r.. ,.. ,
come,,, uma.nslmccaoein .-.ip__***g
o modo de se usar deslas pilul, "^ laicar
O deposito geral be em casa a i, c
Vende-se cal de Lisboa ullimamentecliegada, a-
simeomn potassa da Kussiaverdadiira : ua praca do
Corpo Santo a. II.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.,
Reloj'ios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montara.
Candeirose casticaes bronzeados.
Lon asingle/.as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
VinhoClierrv em barris.
Camas de ferro.
Cobertores de algodab.
NICO DEPOSITO.
\ ende-se agua denlirice do Dr. Pie,.
re, nica para limpar o,denles e dar p-
timo paladar : em casa dos Srs. J. SoJm
\ ende-se um arre.o novo para ca-
bnolet. muilo borne barato: rua j,
Cruz n. 26, primeiro andar.
Carlas franee-
zas.
Ure.faC,^rro^,rrnVr^''r,-',-
loja de miudeas da Boa Kami o O
C STARK A C.
. ...(f--------- ,.,!, ^ ^.
veiiiicm-se cobertores de aUodJu sem palla a I?, espeilosamciiteaniiuuciam nue
mno aul lino para farda a 2-s6O0 o cuvadu : na abeleciinenlo em Sanio .....: esletiso es-
No armazem de Tasso Iriuaos, uo becco do Cou-
calves.
AGENCIA
Da Fundico Low-Hoar. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver uin completo sortimento de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de lodosos lamauhos, para
dito.
VINH XEHKZ.
Vende se superior'.libo de Xerez-em barraisdo
11 i. .mu ca-a Je B, li. Wyall: rua do Trapiche
u. 18. '
SKMLMES.
Siochegadas de Lisboa, e acham-se a venda na
ruada Cm/. do Kecife n. 02, lahcrua de Aplonio
francisco Marlim as seuuiules seiueiiles de hurlali-
ce-, coma sejam : ervilhas loria, enoveza, e de Au-
pla, feijao carrapalo, i\o, pintacilgo, e nmarello.
Slfaee repolhuda e altentSa, salsa, lmales grandes,
rbanos, rabaneta! braucus e encarnados, nabos ro-
so e hrauco, senuiras brancas e amarellas, cuuves
trinclloda, lombarda, esabnia, sebola de Selubal,
segurelha, cuenlro de louceira, repolho e pimpinela,
e urna grande porcAo de dillereules seinentei, das
mais bonitas liare- parajardins.
Vundc-se no lusar do Kosariuho um grande
litio CJipat de conservar animalmente 12 vacras de
leite, cum Cata ptima, baisa para capiu. e inuilas
arvnres de fruclo : a Halar na rua do Queimado
u. 63.
Saldo Ass
Vndese a bordo do palhabolc uAdelaideu, ou a
tratar cora Antonio de Alenla (jomes, ua rua do
Trapiche u- lli, seguudu audar.
Eixos earreios part
carros.
Vendem-se superiores eixos e arreios para carros :
na rua do Trapiche Novo n. IS, casa de E. II
Wyall.
Veudem-sc amendoas cora casca mole : uo ar-
mazem de Tasso Irmaos.
UNTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas da me-
lhor qualidade que lem viudo a esta pra-
ca e por preco counnodo : na casa de
damsoD Howie&C, rua do trapiche n.
VI.
Pemif.s de euia.
na rua
eiuirt-s
Veudem-sc muilu boas| pelmas de ema :
da Cadeia do Recife n. "i".
Vendem-se espingardas francesas de
dous canos para caca, e muito cm conta:
na rua da Cruz. n. "2(i, primeiro andar.
Em casa de N. O- Bieber vV. C, rua
da Cruz. n. vende-se :
Lonas da Russia.
Brinzao.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de una duz.ia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por commodos precos.
Em casa de llenrv Brunn &C.,rua da
Cruz. n. 10, vcudcin-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos para msica.
Espelhoscoui moldura.
Globos para jardins.
odeiras e sota's para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas i- Periiambuco.
Cemento romano,
domina lacea.
' finos.
Vendem-se em vasa de llenry Brunn
& C, ruada Cruz n. 10, ptimos pianos
chegados nos ltimos navios da Europa.
Vendem-se grandes saccas com feijao : uo ar-
mazem de Tasso Irma. s.
panno a/.ol lino para farda a 2>6> o cuvadu : na
rua du Queimado n. .
LIQLTUACAIV.
O arrematante da loja de miudc/as da rua dos
Quarleisn 2|, quercudo acabar as miudezas que
eistem. vende baralu afim de liquidar sera peda
de lempo.
I ranja com bolotal para cortinados, pera JJIHIO
"pel paulado, resma, (de peso) .IrOOt)
Hito de peso, resma -JaTIIO
Laa de cores para burdar, libra 7otKlO
rentes de bufaiu para alisar, dalia :1500
rivelas doaradaa para calca, una 1041
(rota de obreias muito fnias l'.^KKl
Lencos de soda linos, ricos padnics I.-.VKI
Caixa de liuhas de marca 2i0
Meias para senhora por 2U
Pealesde larlaruga para segurar cabello iiooO
Crozas de canelas finas para peonas 29U00
Hitas de holes linus para casara 2S0U0
Meias prelas para senlioia, dalia :Ijj20U
Hilas dilas pira homem 25*00
Lacre encarnado muilu lino, libra 1?S(
Papel de cores, maco de 20 quaderoos 00
Duzia decolvetes 720
Kspelhosde lodos o3 Humeros, duzia C-MM)
Liuhas de novellos grandes para bordar IctiO
Ricas lilas cscocezas e* de sarja, lavradas,
larga hhi
Meias cruas sem costura para hoinem :ij:iOO
Dilas de seda 11. 2, peca :t,s
Trancas de seda branca, vara ',iki
CaiSM de raiz, duzia IglRIO
Pecas de lilas de eos ;tou
Lapis linos, (roza 2.O0
Cordao para vestido, libra l?20O
Toucas d>e bloudc para menino 1Q200
Chiqui'os de mcriu bordados para menino IsOOO
e oui muitos arlisos que se luriiain recotntnenda-
vei- suas boas qualidades. e que Uo se dovidara
da looquinho mais barato a aquello senhor la-
ce o queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira mao.
Na val 11 as a contento.
Na rua da Cadeia do Kecife 11. '18, primeira an-
dar, escriptorio de Au&usio C. de Abroa, canil-
ouam-se a vender a SsOOO o par (preco livo, as ja
bem conhecidase afamadas navalhas de "barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na expasirao
de Londres, as quaes alem de doraren) extraordina-
riamente, nao sc-enlem no roslo na accao d cuitar;
vendem-se com a condieflo de, nao afrailando, po-
derem os compradores devol ve-las al !."> pa compra iesliluindo- AHADOS DE FERRO.
Na uiidicao' de C. Starr. A C. cm
Santo Amaro acha-se para vender ara
dos c1-ferro de "'ii'" qualidade.
Vendem-se dous pianos lories deja-
caranda', conslrucrao vertical e com to-
dos os melboramentos mais modernos,
leudo viudo no ultimo navio dcllambuiv-
go : na ruada Cadeia, armazem 11. 8.
Aos Kt-n llores de engenho.
Av isa-se aos senhores de cn;enho, que
para tacilitar o uso do arcano do Dr.
Stolle para purilicaeao de assucar: ven-
de-se ao inesmo preco de .".S'MiO, cada la-
la de III libias.
Em casa de N. O. Bieber v\ C, rua
da Cruz. 11. \, vcude-se:
Vinlio de Uadeira em 1 \\ e 118 barris.
Vinagre branco.
Tinta em oleo-
Lonas.
Brins da liussia.
Papel de cmbriillio.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos piceos.
Vendem-se sellins com peiiencn pa-
tente inglez, e da melhor qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adainson llowicvVC, rua do Trapi-
che 11. "2.
vu.n,..,
I 111 lindo o variado sorlinienlo de modellos para
varan.las c gradaras du gusto inudernissiuio : na
fundicAo da Aurora, ein Sanio Ainaru.c uu deposi-
ta da mesma, ua rua do Hruin.
Ein casa de lleiuv, Brunn iV. C, na
ruada Cruz u. 10, ha para vender um
pande sortimento de ouro do melhor
oslo, assim como relogios de ouro de pa-
tente.
S33- CORTES TURCOS*
Vendem-se esles delicados corles de ri,sa prela
rom pinlas rarmezius e li-lrado-, os mais lindos pos-
siveis pela sua uuvidade de padroes, o su se ven lem
lias lojas dos Srs. Campos \ Lima, rua do Crespo ;
Manuel Jos l.eile, rua do i.hieima.ln ; Narciso Ma-
ta Cu uen n, rua da Cadeia, por preco muilo em
conta.
Vende-se urna carroca em bom uso : a iralar
do camiubu novo di Soledade, taberna de Gregorio.
com a ...arar perfeicao e pro,.......,, 23T.
de de .iiacliu.isn.o par, o usi da fi*~'
ve=acau e manufactura; e que para amtar aaaanaal
de se.., numerosos freguezes e du publicTeirerll
lee... alieno em un, dos grande.TinaaS 7*'
.Mesquita na rua du Brum, alr.,. du ar-^otaSl
DBfosrro de mai.iiin vs,
cunstrui.las no dilu seo esiabelecmenl..
All arharao os compradores un. roini.lcla s-ri^
mana de.nuenda.de canua. cora LaTaHaBaW
ment, aluunsdeltas nevos -lj^ff**
eMierienca de ,, ,tm fiJJJ", 5?J
Jadc Machina, de vapor de baiv, ,,", or^T
la.vas de todo lamanbo. tan... bandas como^:
daa, carro, de maoe ditos comlurir f^nTda
aanicar. 1.1 achinas par. moer mandioca, pretST
a ,1,1o fornos de ferro balido ,wra far^liLT^dVa
ferro da n.a.s approv.da cuuslruccao. !]??
alarab ques. cr.vos c porta, ,,ra OT1|^". !
...I.u.dad. de obras de ferro. qoe *," taV^.
enumerar. N mes..... d.-posilu aVaaa ..IT.^?
in.elligen.o e habilitada STl?2 HT
comrae.idas. ele. etc.. que os ai.nunci.nle, aZtat
do con. a cap.cldadede.ua. ollie,,.., fVmTrhiSlU"
e pericia de seu, otliciae,. se compromet,,,, I -
eucular con, a marar poeslew. rmSS, sir
coi.forii.id.de com os modelos011 deicabo. c ii.r.c
toes que Ihe, forera remecidas. c**"no*'e '""-
HOB LAFKECTEl R.
Oun.co autorizo por aaMhj do coa,c/Ao real t
oecrtlo imprrial.
Os mdicos doshospil.es recommend.m o Arrobe
de Lanecleur como sendo o un.co aular.^^S!
goveruo. e pela real cied.de Ue mJZT SI
nied.caraento ,rUin goslo agradavel, c fcil l.at
emsecrelo. esta em uso na niaiiob, real denle alai.
dcbO-innos; cura radicalmente en. ^-Tmt
con, pouca despez... sem mercurio. as^ecWC
palle, impingen. asconseque.,,.., da. ,,;. .^
ras, c os accidentes dw p.no,. j, .^j. ^Tl
da acrimonia hereditaria dos humores; conven m
catarrhus a bechiga, conlr.ee. franam
dos org-OS, procedida do aboso da. injecrOc^Tae
sondas Como aiiti-svpbililico. .. arrobe cura en
pouco lempo os fluvo, rcenle, ou rebelde, cu* vrJ
veu i.ic-ssanle, en. conseone.ici. do emneeso rt,
copaiba, da culieba, uo das injccV, qae rcere-
senicm oviru, sen, nculralua-ta. II arroba U-
I leen ur he i-|.ei i.ilmenle n I ll.lllialiji coalla aa
'loencas inveterada, uu rebelde, au mercurio e o
.ndurctn de pul.,,,. Lanas. Vndala ..- nan-
ea de Barral e de Antonio Krlici.no Alves de Ae-
vedo, prara ,|c |). Pedro n. K. onde acaba de ehe-
gar una nraada aareSn de canafa. urawles c ne-
quenas viuda, direrlamenlc de Parta, de cm a
d.lo IJnvyeau-l.aorrU-ur t>, rua Bicheo a Pars.
lis rormulino. dAo-se gratis en. casa do agente Sil-
va, u, prara dc II. Pedro n. "-- riiiL
Araiijo : Babia, l.:ma Irm.ios ; Pctiusbmh-o
sou.ii; K10 de Janeiro. Kocha A Eilhos; e Jlorei-
ra. |OJa de droga. ; > il|a Nova. Joao Pereira de
Majales Le.lc ; Ido (randa, francisco de Paata
'..111(1 j\ (..t
CHAROPE
BOSQUE
Ounicuileposilocnnliiiaaier n. bolic.de Bar
Iholoineu Ir.nciscodeSooia, na ru. lardado Ron
no n. 36 ; parefas e.r,udes.i,yK> IMPRTAME PARA i) MUCO.
l'ara cura de phl.sica cm lodos os seus diOerenle.
Kr1.11., quer motivada por consl i pagues, losse, eslbe
ma, picaril, escarrus de sancue, dr dc cosl'adme
peilo, palpilacau no rorac.10. coqueluche, broachil-
dor nasar^anla.c todasas molc.liasdosorcaoal-
mona res.
IECUHISIO PARA EKfiE-
E GRADES.
HHO.
NA FINir.AO J)E FERRO 1)0 ENGE-
NHEIRO DAVID VV.BOVVMAN. rA
ROA DO BRUM, PASSANDO O ^IIA-
FARIZ,
ha semprp um crande soru.nenlo uys seimiales oa-
joctos de ineelianisinos proprios para rm-enhos. a n-
lier : muenda, c meias moenda, da m.us saadenia
conslrucrao ; laivas de ferro fundido e batida, da
superior qualidade e de lodo, o, l.nunhos ; roda,
dentadas para anua 011 aiiiin.es. de Inda as peonar-
an1. ; orives e boceas de furoalhae registra de bn-
eiro. aguilhoi s, bron/e, parafuso, ccivilhon, ani-
nhu de mandioca, ele, ele.
NA MESMA Fl.NDICA'O.
e v vecul.ini lotlds a> tMicommeml-i;. con< a >upcrmc
ridade j.i conhecidci, e coro a de\ida prv.--trz.ic c#*
modiilde ero prn.o.
^*ecrat)o$ fttn)oe.
>'ainlin,i.i andar focida a prela Merearia, "-
011I.1, idade de :!S :t .mno,, pouco n.a,- oome.H,
com os sign.ies seguintes : talla de denles na frenlo .
um, das orelha, rasgada proveniente do brinco, I
quem a pegar leve-, a rua do Brum, allano da
assucar n. il, que ser bem gratificado.
PERN.; TYP. UB M. F. DE FABU. tS6
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i

MUTILADO


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