Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07305


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Full Text
I

ANNO XXXII. N. 0.
Por 3 mese* adiantadoi Ixooo.
Por .1 mczcs vencidos jjOO.
SEXTA FEIRA 7 DE NARCO' DE 185C.
"*
Por auno adi.intado 15j000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAKREGAOS DA SUBSCRIPC:.V)' NO NORTE.
Pirahiba, o Sr. Gervazio Y. da Natvidade ; Natal, o 8r. Joa-
Suim I. l'creiu Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemoi Braga ;
tari, oBr. 1. lote deOllreira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
M Rodrigues; Pauhj, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
carease,- Para, Sr. Juilian J. Kamoi; Amaionai, o Sr. Jero-
njmoda .Costa.
PARTIDA DOS COR REOS.
Olinda : lodoi 01 dias.
Ca ra ru, Bonito Garanhun: noidiail 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' Ourieury : a 43 a 28,
(ioianna e Parahiba : segundas e sejtai-feirai.
Victoria a NaUl : nas quntat-fcirai.
AUDIENCIAS UOS TRIIHXAES DA CANTAL.
Tribunal doeommereio : quartaia aabbadoa.
Retaceo tercai-feirai e tabbadoa,
Fazenda : quartas e aabbadoa aa 10 horas.
Juio do commercio: legundaai 10 boras e quintal lo meie-dil.
Juizo deorphoi : aegunda a quintal as 10 heras.
! Prime ira Tara do civel : segundas e aeitai ao meio-dia.
Segunda rara da civel: qaarui tabbadoi ao meio-dia.
EPIIEMERIOES OO HEZ ni: l l \ lltl.llio.
8 Lna nova as 6 horas, 19 minlos. O) segundos da tarde.
II Quartoeretcenle aos 18 minutos r W segundos da tarde.
21 La cheia a I hora, 15 minutase 48 segundusda urde.
49 Ouarto minguante aos 13 minutse 48 segundusda larde.
I'RKAJHAR UK llojk..
Primeirs as 2 boras a 84 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas a 18 mnalo da manha.
PARTE OFPICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta do da ti de marco.
Ollicio Ao Eim. mareclial commaiulanle das
armas, approvando a deliberarlo que lomou de
mandar mulilisar o vestuario, ciflv.es e reanude ra-
mas dai pravas que fallecerem da epidemia reanle
no hospital regiroental da ra do. Pires.
Dito Ao mesmo, Iransmilliiido por copia para
os luis convenientes, a relacao del pravas de prel,
que estaudo empregada. na colonia militar de Pi-
rnenteiras, falleceram da epidemia reinante ale 2K
de fevereiro ultimo.
Dito Ao Exm. bario do Rio Formoso a dele-
gado do tormo de Iguaraas. Em resposla ao olli-
cio que V. Eic. me dirigi em dala de liontem, le-
udo a declarar que agora mesmo me dirijo ao Exm.
hispo diocesano para que nulo.i.e o viajarlo respec-
tivo a benzer o cemileriu que so val eslabelecer no
lugar l.haa do Elev.V,._ A' vista la. informa-
roes da V tic acerca do estado em que se acha o
eugenho Mussupinho, acabo de recoinmendar ao
delegado do lerceiro dislriclo do termo do llecife,
qoe proceda as necessarias averignaies e lome lo-
das as providencias que as crcumslaiiciae reclama-
ren.Fet-se o necesario espediente a respeilo.
Dito Ao chote de polica, interando-o de ha-
ver expedido ordeiu a' thesouraria de fazenda para
pagar, estando nos termus legaes, a coala que S. S.
remenea da despea* feila pelo subdelegado da
Boa- "la cun a conducho para o respectivo hos-
pital de pessoas pobres accommettidas da epidemia
remanle.
Dito Ao inspector da Ihesooraria de fazenda,
recumioendaiido mui terniinaiilemente que indague
a causa por que anda nao seguirn) para (ioianna
os medicamentos e baeln. conforme se ordenoo, e
eslranne a commissAo de compras essa falla que
nao pode dexar de ser extremamente prejudicial.
Dito Ao mesmo, para mandar enlregar ao dou-
tor Manoel da Costa Nunes a quantia de cincoenta
mil rs., importe do alaguel de um carro em que
elle veo da ida le da Victoria, onde prestou os ser-
viros de sua praflaata Inteirou-se ao supradito
doutor.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. Ss. lemele rio, Marinho e Asterio mm.
( Terca. S. Casimiro; S. Lucio b. S. Arrhelau.
; (.luana. Ss. Foscas e Palelino mm.; S. Tbeopbilo m.
6 Quinta. Ss. Victur, Victoriano e Ctandiano mm.
7 Sexta. S. Thomaz de Aquino doutor anglico.
8 Sabbado. S. Joao de Dos instituidor dos religiosos da Caridade
9 Domingo. S. Francisca Romana v. : S. Catharina de Bolonha.
ENCARRKCADOS DA MTtsi llll'i \ BJSJ M.I..
Alagoaa, o Sr. I.laudino Faieao Das ; Babia, a Ir. B.
Rio de Janeiro, oSr. Joao Pereira Manes.
EM l'F.RWmlU CO.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figue.roa de Faria, a
livrana Fracs da lndeptndeoeia ni 6 e 8.
quim Capistrano. Fizeram-se as necessarias eom-
mutiicares.
Dita Nomcando, de conformidade com a pro-
posla do lenenle-coronel commandanto do hatalhao
ii. :l."l de infamara da guarda nacional do munici-
pio ile Ignarassii. para olliciaes do mesmo hatalhao,
o. c.lados aballo declarado..
E'lado-maior.
lenenle-quarlel-meslre. Vicenle ternura Mata.
Alteres secretario, Feliciano Paulino do Amaral,
Diln porla-eslandarle, Pedro Bulino du Almeida
BapUala.
I.* i'ompanliia.
Capilla, JoAo do Prado Ferreira.
lenle, l/idro da Cruz Siqaeira.
Alfercs, Severino laxe de Almeida Pedresa.
. '2.a companhia.
Capilla, Umbelinn Francisco Nogueira deCarvalho.
lencnle, Miguel l'orquaio de Siqueira Ilrilo.
Alferes, Marcolino Oroudinn Xavier de Siqaeira.
m 3.a companhia.
Capillo, Laurino Angelo He Almeida e Sil
lenle, Jos du toado
Alferes, Andino Francisco Robre.
1.a companhia.
Capillo, Manoel Jos Nunes.
Tstenle, Antonio Correa de Almeida Pedresa.
Alferes. Antonio Miguel da Silva (Juaresm.
"i.'1 compauhia.
Capillo, Josc Gomes de Mello,
lenle, (ioncalo Jos' do .Vascimeolo l.eile.
Alferes, Ignacio Baplista de (Miveira.
fi.'' companhia.
Capii;), Sparidiao dc Siqueira Campos
lente Joaquim Raphael da Silva.
Alferes, Marcolino Corado da Cmara.
".-' companhia.
Capilao, Joao Pimeulel de Siqueira Ilrilo.
lenle. Joao de Dos de Siqueira.
Alferes, Antonio dos Sanios Carvalhn.
, S.d companhia.
I.apilao, Jordao da Cuuha Franca e lliilo.
Tenle, 'Merino Pereira de Moraes.
Alteres Vasco Pereira de Moraes.
Communicou-se ao respectivo commandanle su-
perior.
DitaEloneranda o lenente-coronel Joio Nepo-
moceno da Mlva Porlell., do commando do corpo
de polica, e horneando para ee lugar o lenenle-
coronel Sehastiao Lopes (uimaries. I izeram-se
as necessarias communica(es.
Dito Ao ni.ni", mandando apromptar, alim
deierremetlido ao delegado da Sania .Votan, urna
carga de bolacha para ser distribuida com a pobreza
e com m doentes do respective hospital.Cominu-
uicou-se ao referido delegado.
Dito Ao mesmo, para mandar pagar a Fran- COJMMANDO DAS ARMAS.
cisco Rodrigues do Pas.u a quantia de 1-J-> ra., im- ajenaral ale comm.ndo das armas de
porlancia do aluguel de dous erro-. Pernatabaco na cldade da Rsclfe em 5 de
Dilo Ao mesmo NecessiUndo a cmara mu-' marero de 1886.
nicipal de um auxilio pecuniario para poder, nacri-l ORDEM DO DA N l
seaclual, occorrer agrande falla de carne verde.
que se vai manilesland.- no mercado : cumpre que
m'n?;J.'IC man,e d"r por empreslimo a quantia de
-Jtl:tWU9 rs., pela verba saluhridade publica, na in-
telligencia de que, acabada a cri ma cmara de jular e saldar a sua conla com a
thesouraria. E como a mesnia cmara toaba Ho-
rneado dous dos seu< meiiibros, o (enente-coronel
Msnoel Joaquim do Re^oe Alb.iquerque, a Anto-
nio Jos dedhveira para enleuderem-se rom a pre-
sidencia a tal respeilo. pode V. S. m.iidar-llies en-
lregar a supra lila quanliaCoinmmiicoa-se aoi re-
feridos mrmbros.
Uilo Ao coinnianvlanle da esiaro naval, re-
eummendando que mnide remover para um do.
navios de guerra surtos neste porto, o mesire en-
carregado da esrona .. I.indova mpregado no ser-
vio da altaadega desti cidade, alim de ahi pun lo
pelo desacato que lizera a eu rommaudanle, dea-
obedecenuo e al amearando-o. Commnnicoii-se
ao inspector daquella reparli;ao.
Dito Ao presidente do conselho adminitlrativo
adminislralivo |,,ua que independente de aununrins
promova a compra do. objoclo. mencionados na re-
lacio que remelle, os quae. sua precisos ao arsenal
de guerra, para saiisfazer nm pedido do hospital re-
gimenl.l dos cholencos. Iizeram se as necessarias
communicaroes.
Dilo Ao inspector do arsenal de roarinha. di-
zendo que acerca da agurdente apprehendida a bor-
do do transporte nacional Legaliitade deve S. me.
proceder do mesmo modo que se praticou com a que
se embarren sem Uceara no patacho Pirapama.
Dito Ao Dr. Alumiir- de Souza Pereira do
(.armo, recoinraendan lu que devolva secretaria
da presidencia lo los os otlicios de communicaroes a
respeilo da epidemia reinante, qoe foram enviados
comroissao de hygiene publica.
Dito Ao mesmo. Anda nao fni entregue ao
secretario interino da comroissao de hvgiene o ar-
chivo respectivo que se'acha em poder de Vine. ; o
que tem causado grande detrimento ao servir pu-
blico : compre portanlo qoe com a manir urgencia
Vmc. eltectue c DiloAo juiz municipal e delegado do termo do
Bonilo. leudo rei-ebido o ollicio que Vmc. me di-
rigi em dala de Odo me/, prximo passado, parli-
cipando-me achar-$e a freguezia de Reierres sem
um sacerdote, por ter tallecido o vigario respectivo,
olliciei au Enn. hispo diocesano, qoe acaba de re-
ponder-me assagarando qoe ha pnucos dias aulonsa-
ra o visitador desla provincia a prever de parorhu
aquella freguezia, ou no caso de impossibilidade a
encarregar da cura d'almas o parodio mais visinho.
'!!''. Ao delegado do lerceiro dislriclo do termo
do Recite.Constando por informa;ao que Uvera o
deiegado de Iguarasi que o engeuho Mussupinho
acha-se em total abandono, sendo que os cadveres
dos cholencos tem Meado insepultos, cumpre que
Vmc. como autoridade coinpeteute, volva para all
a sus* visto", aliui de dar lodas as providencias que
ascircurostanciasevmir.nl, e cominuuicar-me sem
perda de lempo o resultado das averiguaroes a que
houver de proceder.
DitoA commissAo lieneficenle da freguezia da
Boa Visla. dizeudo que com os bilaeles e belletios
impressosque remelle, salistaz a requi.icao da mes-
ma coinmissao.
Portara Demiltiiido, de conformidade com a
prnposta do chefe de polica, a Martinho da Silva
Cosa do cargo de subdelegado do primeire dislric-
lo da fregu,;,! de Nazaretb, e nnineamlo para o re-
ferid cargo ao alferes de primeira lioha Jos Joa-
<> marerhal de campo cemmandante das armas,
determina, de conformidade rom as ordena recelo-
das da presidencia em data de hontem, que urna bri-
gada imposta dos corpos da guarda nacional desta
cidade, inclusive o batalliDo destacado sob o com-
mando do .ir. coronel Domingos Alfonso or Fer-
reira, aeompanhonodU7 do correte a prcissao
do Senlior Boa Jess dos Paasot, para o que se de-
ver.i achar coiivenienlemeiile collocada em frente
da igreja matriz da Hia-vuti, pelas 3 horas da
larde.
<> mesmo marechal de campo convida aos Sr. of-
liciaes do evercilo a .icompanbarem a referida pro
risso, romparei-endn em dila matriz na larde que
lica indicada.
ADDICIONAL a DK .n. Bit.
o marerhal ib- cinpo co
ib'iermina, que >eja dispensa
HI-. i. 9H1.
nm.indiihle daa arillos.(
do do serviro o Sr. alfej
tornado dillicil a esrolha, e que a commissao desig-
nada no ministerio da tazenda para examinar todas
aspretsnc,es rivaes anda nilo decidio-se. Todava
eremos que he urgente lomar urna resAlac,ao e sabir
emum dos esludos theoricos para chegar a urna exe-
cuqAo prompta e iminediala.
A Franca collorada a oesle da Europa, defronle do
coiilinenle americano, pode ser considerada a cabe-
ra de linha natural da navegaelo transatlntica para
a mor parte dos oulros Eslados de leste do comine-
le europeo. A Italia, a Suissa, a Allemanha meri-
dional assegiiram-lhe vasta clientela.
Com tu.'o n ni smenle escapa-nos a vantagem
des.a po.icao para n iransparte das merendonas es-
Irangeira ; mas nosia mariiiba tem mesmo sido al
agora insofliciente para o transporte dos nossos pro-
ducios indigenas, os quaespela mor parle silo expe-
didos pela via ingleza na falta de servicos regulares
eslahelecidos nos nossos portes de uar.
Para mostrar lodos os inconviniente*. todo o
l.iiiiMii que resultit para o no.so rom.nercio d. talla
total de serviros transatlnticos, basta citar algumas
passagens da ultima deliberar,,i > da catmara do com-
mercio de Lefio datada de.liUJe janiero de ls"ii;.
ir Nenhuui de nos ignora que os navios inglezes
que parlen, de Liverpool, aos quaes nossa industria
he obrigada a recorrer, receben) primeramente a
mdico I rete os carregamenlos inglezes que se apre-
sentam, e depois, se nao falla logar, o frete do ron-
(iiieute; de sorle que mu la- vezes, e principalmen-
le nos momentos do anuo em que coinciden) e aecu-
mulam-se os productos de urna establo, acontece
que as casas do l.eilo n mi podem embarrar mais do
que a i|u iri i ou mesmo quinta parle de snas ex-
pedines ; as vezes at sao dilleridas inteiramcule
par;' oulra partida.
Alem disto asjcaixas que conlm nossas fazendas
de seda deveni chegar ao llavre seis ou ele dias an-
tes de sua partida para Liverpool, e as baldeantes
que sollrem elevam anda para nos o prero das'se-
guramas marilimas.
o Para dizer ludo em urna palavra, com o inler-
medio inglez, e o trajelo por Liverpool, New-Vork
lioa distando de Leilo -Jl a 'Jodias; com um lervico
nacional bem organisado parliudo do llavre, a mes
ina cidade n.lo oisla mais do que 15 a 1H dias. Die-
rereaca enorme, que redunda para a nossa indo-tria
em perda consideravel de dinlieiro e de lempo, lano
para os viajantes como para as mercadorias. o que
produzpara as nossa. expedires de alm mar, 13o
importantes e Uto numerosas, nina falla dc certeza,
de seguranca, e de regularidade, nina aggravarao de
encargse de riscos mui prejudiciacs a nossa produc-
rao : dltTsrencj tanto mais inloleravel, porque as
ahreviariies de distancia, qoando s8o possivei., silo
actualmente urna das nrrnilirtadus de todo o com-
mercio e de toda a industria, a
Assim, lardaura, incerteza da parlida. augmento
de fretc, c de seguranca, cmlim perda de lempo
e de ilinliciro, lacs sAo as coodiroes desfavura-
veis, em que parece que nos tem aprazido mauter-
nos.
Todava desde muilo lempo a cidade de Lejo coin-
prehendera quanlo era perigosa essa situado para
ella, como lestemunham os esforeoa, as deliberaroe.
desua cmara dc commercio. Assim o commercio
leonez coinecou desde 1SVI e tomar a iniciativa pela
fonnarao da companhia Franco-Americana, a pri-
meira que fez sabir dos e.ialeiro. franeczes navios
de fon; e de porle convenientes a navegado, a que
eram delliindus, 0 Jan/iinrl, de 2.300 louelad.s c
de "itKI cavallos, o tram-nts-irago, da mesma forja
do uisiiio porle, revelar.no aos constructores de
buniato medida de sena meios.
iiotros doos navloede forra superior coii.lroem.se
nos meamos eslaleirn. por conla aess i eampaahla,
res do 1. hatelhao de intanlana SI nioerjo.aiiim de .
So.iz.1. que por .viso imperial de S de Janeiro ult, ^-'.I.T".*-? '',,S i""n*"* """?' 'P"".""S^
ino leve licenc.a para esladar na escolla militar das
corle o rurso da sua arma, e deve -eguir .i seii des-
rviee da guerra, e ale qiinrend i retardar man
empoa execusjalode seus projeetes, eomprou ha tres
Uno no primeiro vapor que .arl.r pare o SulVdeirr-* """ "",r0' S"'S Srdn,Jc' bi,rC"9 e Va|""' "" l"-U-
nniu mais o mesmo marechal de rampo que o Sr.
cirurgian coi.lratado Dr. Augu leiro da Silv Sanios, seja empregado no hospital re-
gimenlal dos cholericos, deveudo o Sr. -J>. cirurgio
qoe esliver ile da nes.e hospital, prestar-se a qual
quer caso extraordinario que sedeo da Solidade.
Jote .1 n/ni a. Cnelho.
SITERIQB.
l.''--e u huriit ilo Goterno de Lisboa, de 13 de
fevereiro passado, o seguinle :
Canutillos de ferro em Inglalerra.
(U caminlnx de ferro em Inglaterra constad) ac-
tualmente K.tl.ii ini|ha>. As barras carns podem
formar urna cinta de Ierro em volts do globo.
Empregain-se no servios d'aquellescamiuhns.o, itW
hoiuons, .VI.UOII locomotoras, lO.OUO vehculos, e
se eoiisomein 2.1)00,1100 de toneladas de carvAo.
Tem-se gasto n'estas obras, e sen trem, SO lailanea
ile libras, cuja quanlidade he igual Ierra parle
da divida do estado. Piodoziram em IK'i'i libras
Jn.-Jl.i.imt. Os inndente- no primeire semestre de
IKii, correspoiideni a um porcada, 77,190^343
viajantes. Alean do. 90,000 empregados perma-
nenles, lem mais II.OOO ambulantes. Os caminhos
de ferro dAo ao trauco
libras anuuaes.
a economa de 10,000,000
K 1.(01.411.1 DAS HLIERGS. *
Poa Carlos Monselet.
PRIMEIRA PARTE. .
vm
Oninivt* de Felipp lleijle sobre as mulla rr .
Ireueo vagava desde muilo lempo pelos jardins
indiderente aos eacanlos do serAo. e preferindo as
avenidas desertas, quando foi dislrahido por grande
rumor de vozes e de risadas que elevava-se do pavi-
IbAo simado em urna das extremidades da casa da
cmara.
Adiaoloo-se machinalmente.
Essa pavilbao brilhaniemeule illumiuado fdra
Iransformado para essa circum.lanea em saldo de
jogo. Mas nesse momento as mesas eslavam qua.i
desoceopadas ; urna conversaeAo eslrondosa subsli-
tuira as emoces do tapete verde.
Pelas janellas que tiuli.m licado aberlas por causa
do calor Ireneo, avislou uns vinle humens rodeando
a r-ehppe Bejle, rujo taz enlcelinha-lhes o hom
humor.
PAQUETES TRANSATLNTICOS.
lia mais de dez anuos que a queslao dos paquetes
transatlnticos ocrupa a aliento dogoverno. o qual
mais do que nunca comprehende a necessidade de
nao Bear a tase respeilo alraz das oolras grandes
imbuiras martima.. Quando loi pela primeira vez
suscitada essa qursIAo, havia anda poocas relaeSes
comincrciaes eslabelecidas entre a Franca e os paires
de alem-inar, e as companhias que aprsenlavam-se
para essa vasla empreza, pediam ao governo enor-
mes subsidios para se eticarregarem das malas do
correio. Mas depoi. dessa poca o commercio ma-
rtimo da Franca tem feilo I.i. grandes progressos,
que urna companhia nAo neerssila mais de lAo gran-
des subsidios para obrigar-se a locar em toda a parte
a que o correio francs lem de remeller carias.
A queslao simpliucou-se pois a aN respeilo ; mas
lem-so apresentado desde algum lempo t,io grande
numero de companhias em concurrencia, que se ha
se urna Lucrecia. A Ignez da liscola das Mulheres
den igualmente sen nome is innocentes. Haveis de
concordar que sao dous exemplos que tem arde dnas
myslilicatoes. Que mais".'
O liomem dos oculos brilhanles interrogou sua
memoria ; mas ella nao respondeo-lhe.
Oh '. lornou Felippe, a respeilo de virlude so
hoove um homem sensato, foi aquello qoe erigs es-
Ic decreto para seo oso : .r A mnlher de Cezar nAo
deve ser suspeilada. u epois dislo esfreaou as mies,
edormio tranquillo. Obi esse vio claramente a ques-
lAo, deflain-a e resolveu-a.com urna s palavra.
Passe rinanto virlude, murmurou ero lom
amavel um liomem de idade mediaua ; nao estou
muilo longo do scepticismo do senhor a esse respei-
lo. Mas recusar h mulheres unirs qualidades boas,
recusar-lhes mesmo lodas, como creio l-lo nuvido,'
he o que parece-me mais dillicil de sustentar.
E que acento delicilo e ti.miado linha osse se-
nhor susleulaiido essa Ihese !
EnlAo porque'.' e de que qualidades hoas quer
V me. dola-las?
Mas... sua sensibilidade, sua ternura!
ervos e nada mais. Tantas lagrimas por orna
cadellinha, quanlas por um humcni. Mana e nAo
paixAo. Creia-iuc, he precisamente na escala dos
senlimentos que sua inferioridade absoluta e com-
pleta mais se mantcsla. NAo tem nenhuma dea da
honra : be nina niulher que impedir o amante es-
bofeleado He ir baler-se cm duello. NAo lem mag-
nanimidade : he nina mulher que tora apreud -er
l.alude durante Irinla annos as basllhas. NAo lem
Ierra.
Dezoilo milhoes foram consagrados pela cidade de
Len a grande empreza de qua ella lomou generosa-
mente o iniciativa fundando a companhia F'ranco
Americana.
Assim nAo he para admirar que a cmara de com-
meroiu dc Leas leulia lomado unnimemente a 10
de Janeiro de 1856 a resoluc,Au seguale:
ir Al i endeudo a que a fabrica de Leao exporta
seus productos principalmente para a America do
Norte, c que para laze-los chegar l.i he abrigada a
recorrer ao intermedio ordinario d.i. eruprezas in-
glesas, donde resolta para ella consideravel perda
de lempo e de dinheiro, falla de seguranca c de re-
gularidade nas ev.pedic.oes, urna fonlede emhnraros,
de contrariedades e de riscos, e emfim aggrava"i;ao
de encargos e de despena de toda a sorle, que cul-
lur .iii-iia relativamente a concurrencia ingleza em
condirnes de Iota deslavoraveis, e prejiidicam-lhe o
deicnvolvimenlo ;
O eslahelecimenlo urgente, c sem demora de
ama linha transatlntica de navios a vapor indo de
Franca aos Eslados-Unidos eao Brasil he de novo
recoiiimendado com a ni.iior instancia ii alia sulici-
lude do governo. a
Se considrennos nesses fados, que alias nao sao
pamculares ao eomincrcio de Lelo, e que reprodu
zem-se para nossas gratules manufacturas das pro-
vincias, o para a Jabrica de Pars devenios apoiar a
opinilo da cmara de commercio del.eAo, e repetir
depois dola:
o He urgente o eslahelecimenlo sem demora de
linbas transatlnticas de navios a vapor.
Foi para obviar de algoma sorle esse chamamenlo
ollicial que a companhia Franco-Americana decidi
a abertura de seus sarvieos. Desde 28 do mez pr-
ximo fuluro ella inaugurar as lindas frauenzas de
New-Vork e do Brasil hundo partir do Havre o
fino, paquete de vapor a hlice de 3J300 lunelladas
a de.VIO cavallos para New-Vork, a a .Napofcao ///,
nrvio da mesma forja para o Kio de Janeiro.
Provisoriamente, e emquaulo nao recobrar a pos-
sessAo das Ir vapores dessa companhia, actualmen-
leempregadus no ervico do governo, islo lie, al
maio prximo vindooro, o servico dessas lindas sera
mental) mas do mez dejunlioein dlaule sera du-
plicado para New-Vork.
Bis aqu, faetns que registramos com prazer. em-
prezas que Tallam pelos seus aclos, o que se solictam
do governo o apoio devido a loda a industria nova e
Tevc curiosidade de saber o objeclo da conversa-i Poes' : lome a lr Joconde, e diga-me porque fo
cao, e meio occullo por alguns arbustos pplicou o
oavido.
Felippe Beyle fallava das mulberes.
SAo o principio de lodo o mal c de toda a des-
orden), dizia elle ; nAn Ihes reesnheco iieuliuina
virlude, ueiiduiiia qualidadc boa...
I*s awsleute. clamaran) contra.
-*- Nlo, conlinuou Felippe, uenlinma virlude.
Nem no estado selvagem, nein no estado rivili.ado :
all aiti ha os naveganles, na corle "fe Franca ha os
MiifVes de Mazarin e o : Tanto me hacis dedizrr
a esse respeilo '. da rainha. lis premios de virlude'.'
Mr. de Nontyon .' Sabis lano quanlo en o que isso
he; a apelheose das vothas servas, qoe cobrlram
todas as nuiles duianle cincoenta anuos o mesmo
non) homem com o mesmo barrete de algodAo!
Todava as aldeAas premiadas com a iosa e do-
ladas... avenlorou alguem.
Onde ha dessas aldeaas Em Nanterre 7 Essa
de boa Evas em .....paiz onde nao ha pomos.
A historia est cheia de rasgos de virlude, se-
nhor, disse com solemnidad? um personagem, eu-
jos ocoIo de ouro brilhavam como otn lustro de
Ihealro.
Sim, para designar urna mulher virtuosa, dz-
{.) Vida Diario |n. 59.
i
que urna mulher prefeiio um an.io eslapido ao loa-
ndo bello c espirilooso? Amor de mulher isso
pnuco dura, e quando llura nAo rhama-se mais amor,
lie baloto, calculo, orgulho.
E a sublimidad" do amor materno'.'
O pelicano he igualmente sublime, repoudeu
Felippe.
A mai c o le.lo dc Floreura J
He o lAo que lem o bello papel.
O interlocutor obstinava-ta; multiplcou as c-
lares.
Voasa senhoria nao negara, disH elle, a dedi-
cacAo He Anligonc alimentando o pai.
Nan ; mas lite opporei a mulher do cerco de
l'aris assando o propno lilho para com-lo.
Como nao houve quein replicasse, Felippe Beyle
conlinuou :
Eis quanlo ao coracao. llevo agora fallar de
seu espirito"! Para que? O espirito chama-se Ileau-
marchais, \ oltaire, Kivarol ; qualquer oulrn aome
empsllidece ao lado destrs. i)e sua industria/ oque
ellas ratero hoje urna machina faramauhat. De Sn,i
jovialils.le'.' i.iui'm ) vio mulher jovial'.' ma mu-
lher ser ruidosa, lagatella, ou mordaz ; nao aera
jovial.
Houve drmonslraces de assenlimenlo.
A mor parte das mulheres morrem ante- de
chegarem a velhice; he um fado erilicado pelas
estalislicas. NAo parece que passada essa poca o
destino leuda querido consagrar sua flagrante inuti-
lidades Com elfeilo he triste o papel das velhas na
aociedade! Enfermeirai, disparatadas, ou espanla-
Ihos. UotS avo sai adquire a alleir.lo dos meninos
leudo os bolsos cheio de bolinhos, e nAo he soppor-
tavel aos nidos de lodos, se seus vestidos e soas lou-
cas n3o lem o carcter artista do lempo passado.
Pobres avi'ts! dsse urna voz que Ireneo julgou
recondecer.
Dcvo agora resnmir-me'.' pergunloa Felippe.
Sim sim ;
Mis vnu afaslar-me muilo das lradiccoe.de
Mr. Legouv.
Que importa".' disseram os assislentes.
Pois bem, eis-aqui minda, conclusoes : a mu-
lher so lem valor pelos allractivos quando he mece,
pela ferun iidaile quando esla madura, e nAo val na-
da absolutamente quando fica velha.
Bisadas unnimescoroaiam essa facera.
Todava alguem lentoii prulcslar.
O mal que Vosss senhoria diz das mulheres iiro-
va duas cousas : ou que lem padecido, ou qoe ha de
padecer muilo por ellas.
Aquello que fallava assim era Mr. Blanchard.
I ma leve conlraccAo aniuion as sobrancelhas de
Felippe Beyle ; mas linha-se adianlado muilo para
recuar. e alm disto sent t-se disposlo a discutir.
Padecer pelas mulheres disse elle depois de
ler saudailo l Mr. Blanchard, seria confessar sua
importancia, e nao eslou anda pcrlo dc o fazer.
Cuidado! oulros mais fortes e maiores (ein
tato sua philosophia derribada por um golpe de
leque.
Qoemt esses rolosso levados trella eram
vcidadeiraincnlecolosos '.' vossa senhoria medo-os?
Esleja cerlo de que o verdadeiro genio he solitario.
Homero nao reparte sua gloria com nenhuma mu-
lher. Newton morre virgem. Veja : he com um cor-
tojo de amanto-, que apresenta-se a mis Chrslovn
Culombo, liutteniherg, Shakspcar'.' Eis, segundo
creio, grandes nomes, glorias, forras. Que Ihes op-
pe vossa_senhoria ? Moliere'.' mas Moliere nunca
lanrou mi da penna Hale para zumbar das mu-
lheres ou para maldiz-las ; seo espirito estove sem-
pre oceupado em vingar sen coracao. liante'.'esse
quiz gracejar com sua Bealriz de nove annos. Pe-
trarca? ab Petrarca! um pato tanto quanlo um
cvsne!
Molejos e paradoxos! murmuren Mr. Blan-
chard.
Demais, fallo por mira. Iletafo as mulheres
a que me delenham ou me imperan) no meu cami-
ndo. Na falla de oulros merecimenlos tondo o or-
gulho de meu sexo, e sou ciuso de todos os meus
privilegios. Dizem que o amor he causa de grandes
cousas, pode ser ; mas lamento de lodo o meo cora-
cao o homem que t faz grandes cousas lendo em
vista urna mulher. Dar batalha por urna fila ou por
til ao paiz, he porque enlram em lula com compa-
nhias eslraugeira. tambero ajudadas, e porque olfe-
recem todas as girauliai possiveis de immediata, se-
ria, eleal exece^Ao.
A. l/mrraij.
(l'resse.
FRANCA.
Adniini'IrarAo, fazenda', industria e commercio.
Medidas administraHcstt em IK5.Farenda : remeafo de IH'-A, producto dos impostes directos
a indirectos em \KH;fluctuar n dos /nudos
publico;//oiK-oaV frama :caun r amorti-
sacoi) ;caira de-ttpotitot e de consignares ;
cai.ra de pcnses para a velhice:~c.ai.ra de eco-
noma:Sociedades de snecorros mutuos:/;.-
tntislica dos caminhos de ferro.Commercio e.r-
terier. Sacegae-o di longo rota, e cabolagem.
I'rrro dos ecreaes em I8)V.Industria CO-
vallar.
A organisac,Ao administrativa da Franca lem sof-
frido desde 1851 numerosas modilicaces. Assini de-
via ser, visto que a forma de governo tora lAo pro-
fundamente modificada. De facto convein que a
constituirAo administrativa esteja o mais pnssvel
em harmona com a con.lituir.Ao politice. As refor-
mas introducidas em lodos os servicos pblicos des-
de 3 de detentare dc 1851, e principalmente desde
a proclamado do imperio nAo eram pois nem po-
dan) ser sean o deseuvolvimenlo do principio de
autoridade, e o elleilo de urna reacejo, as vezes ex-
cessiva, contra o principio de liberdade, cuja han-
detra o enverno imperial abrigando-se de alguma
sorle sob a data de 1789.Bao qoena todava renegar.
Sol um rgimen parlamentar, quando o poder re-
prle-sc entre diversas influencias, e por conse-
guinte a i*es|)onsabilidade lie dividida, a ordem na
ailininislracAo n in pode ser oblida, petos mesmos
meios qoe sob un rgimen que confere ao soberano
a direccAo quasi completa dos horneas e dos negocios
do Estado. Asini vimos de 1811 a 1818. e princi-
palmente de 1818 a 1851 o podero real disputado
lo tos os dias, c tuuitas vezes roubado ao poder nxe-
culivo para espaldar-sc enlre urna inliuidade de
corpos ou de conarlhos electivos, que detxavam pe-
netrar em seu seio, mesmo para o esludo das ques-
loes p trmenle administrativas, as coutradicres ar-
denles e as paixes da polilica. Era unta falla ; to-
dava o principio de centralisac.10 fora lato firme-
mente estadelecido no syilema administrativo, tal
qual o consulado e o imperio o tindain fundado, e
i arre.p .mil i lio exactamente aos inlciesses e aos
insidelos da nacn. que resisti aos arrepelldcs dos
partidos. O nova imporio coii'ervou a cenlralisarAo,
porque a autoridade nao pode adiar inellior instru-
mento ; deixou mesmo sudsislir na le o svsienta
electivo applicado ocomposirao dos conselhos lo.-aes;
portn liim.il. e conserven a presidencia nas elei-
ocs de sorle que a adminislracio paunio nesses
coiiseldos sjadaales dedicados, em vez ile encontrar
elementos de resistencia. F'in urna palavra, sob esse
rgimen, cujas vanlagens e incoiivcnienles urna ex-
periencia mais longa fara residir, ludo parte do im-
perador, e ludo termina no mesmo : dalt resultan)
decisoes mais promplas. niais radicaes nos negocios
que oulr'ora lorian] toflrjdo grandes demoras, dadi
resaltam por coit.egiiiiile um processo legislativo e
administrativo muilo mais rpido. Pode-e julgar
dtseo pelo grande numero de decreto, felos depois
da proclamarlo do imperia. lano sobre
sicAo das servicos administrativos, coinn sobre diver-
sas qnestoes ib* intereaae geral, cuja solacio lerin si-
dosob os regunens anteriores subordinada an vol
de una lei. Temos de aprese, "r um resumo les.es
artes e de exlr.ilur dos docuij utos ofllciaesos priu-
capaes fado, estaltslicos, que pcrmillcn apreciar a
situarn linaiiceira, econmica, e commercial da
F'ranra iluranteo auno de 1851.
Medidas adminislraticos.r'm 1S5, anuo de
guerra, loram os serviros militares que attrahiram
particularmente a alteugSo do governo. L'm ilecre-
lo de 11 de fivereiro reorgauisini o corpo de ai bilia-
ria, o servico da gendarmera foi regulado por um
decreto do I de marro destinado a substituir o de-
creto de 'Jll de oulubr de 1820 ; nm Ii." e foi creado em cada um do .VI regimenlos iTe raval-
laria decreto de 20 de abril A escola de .applica*
cAo de engenheiros e de artHheiros, o corpo dos
ubrei.-ns militares, a ju>tira militar, foram igual-
mantereorgainsados. Por um decreto de 23de oulu-
br os 5 regimenlos de infamara ligeira foram sup-
pnmidos, e seus numero (76 a 1000) lomaran) lu-
gar apos os numeres allrto aos regimenlos de li-
nda, por nao dever a tul miara ligeira compor-se
mais seuAo com dalaldes de caradores a p Em-
lim un decreto do 1. de maio resladelecc a guarda
imperial, cujo cumulando superior foi condado ao
general de divsSo Keguaoll de Saint .lean d'Angely.
A essa creajAo esla ligada a da companhia dos cem
guardas deslinados a fazerem o servido nos pa-
lacios imperiaes. e jauto da pcsioa do impera-
dor.
A guarda imperial foi completada a 111 de dezem-
bro pela adjunrc.Ao de nm regiment de zouaves.
A niannia, que represenlava papel lAo importante
nas opraseos mlilares, recebeu numerosas refor-
mas. Decretos imperaes faltos por proposla de Mr.
Ducos organisarain o corpo dos marujos ranliotiei-
ros.crcarum duas cla.se. de voluntarios, reconstitui-
rn! a engAibaris marilima, bem como o deposito
de cartas e planos.
A's medidas tiascidas do estado da guerra liga-se
a instituicAo em Pars do ronsrllio das presas (decre-
to de 18 dc juld. de 1851, Esse conselhb ha desti-
nado a decidir sobre a \alela I- de todas as presas
marilimas feitas durante a presente guerra, e cujo
jolgainentodeve perlenrer a autoridade franceza.
De.-lde alm dislo sobre as MOtestocBes relativas i
qnalidode dos navios ueulros ou iiiimigos naufra-
gados ou encaldailos, e sobre as presas mar i luna- le-
vadas aos partos de nossas colonias. O conselbo com-
pe-se deum couselheiro de talada, presidenle.de
seis inembro*, do. quaes dous sAo referendarios, e
de um cominissario do governo, que d soas con-
clnsoes sobre cada iiegocr*.As seasOfi do cunselho
nao sAo pndlicas; suas deetsoes s podem ser lomadas
ao menos por cinco memores ; podem ser deferidas
ao cooselho de estado, quer pelo commissario do
governo, qner pelas parles inleressadas.As equi-
(''--'II- dos navios de guerra inglezes sAorcprcscnla-
das peranle o cimselho pelo cnsul de sua Bacilo, ou I)de muilo lempo linha-se reconhecido que era in-
por qualquer nutro gente que a governo britnico | sulliciento o pessoal dessa polica: coinprehendia
designar. Os agenlos consulares eslrangeiros podem odre de Hllll Itnmcns que ruslavam ao cofre moni-
apresenlar ao cou.ellio lodas as observaces quejul- i cipal um militan e meio. Com o novo regulaiiienln a
garem convenientes ao iulercsse de seus nacionaes ; | cifra do pessoal elrvou-se a :t,000 liomens. e a des-
mas somonte por intermedio do commissario do go- | peza supportada tres quintos peto cofre municipal.
e don. quintos pelo Estado sera de 5,l>0O,0iai fr.
F^.sa orgsnisaOJra foi em parle lirada do syslema de
. fc-.
verno.
Na administracao civil temos de a.sigualar o de-
creto de 1:1 de maio que supprimio a dirercan geral
da adminisIrarAo do interior ; n de II de jiinho que
organisou a a lminislrar;Ao das tiiihas telegraphicas ;
os de 17 de jiinlio, que crearan os inspectores ge-
raes do. < imiiibos de ferro, e roorgentsaran o corpo
imperial das pontos e ealead i ; o decreto de I i do
selenibro que reorgaiiisou o servico ilos olliciaes e
meslrea de porto ; o de -2\ de agosto que reformou a
cireumscripeAo e administraran das academias se-
gundo os principios eslahelecidos pela lei que foi
adoptada pelo corno legislativo na sessao de 185t ; os
decretos de 15 deagosto, 10 de oulubro, e Ii de de-
policia que vigora cm Londres, e deve figurar en-
tre as mellmres reformas leilas em 1851.
lurtnda.Conforme o voto legislativo o orra-
mmlo da despesa lano ordinaria romo extraordina-
ria foi avahado em 1,5ti2,0:tO.:iOS fr. e o dareceilr,
lem l..5ril>.0l'2,JI I Ir., o que daixav* nm xrc.so de
qnasi milhoes em proveilo da reeeila, e pareria i
reallsar o equilibrio da fazenda ; mas a guerra eesa
suas enormes ilcpezasdrvia naluraluienle perturbar
e.-as rumbinar e indepcudenlemenle dos doos
enipreslimos, um de230 milhoes, nutro de .500 mi-
lhoes. numerosos crditos supplemeulares, e extra-
a T.

zerol.ro qoe .rganisaram as escolas preparatorias de ; ordinarios toram aberlo, em IK51 quer para dar ar
.nedicna e de pharmac.a em Leao c em Bordaos e servjc0, civi< ret,1Ir!iI)s ju| lniJi,-en.
laatileiram urna asala desM seera em Naney. Es- veis psra aj(lrtar M p^uJiS MtcaiUF.
sesdiversos manuseamenios que al.esU.n a aclivida- mtmo lempi, dl0|era ^ xetstiu ^
dedada a lodos os ramos da admiaistraelo produzi- o* cereaes. '-^j
ram em geral hons resolledo-
Em l'aris a poliriamtinirlp.il (oi constituida sobre Kis aqu o quadro da despeza prevista para
novas bases por um decreto dc 17 dc selemhro. i 185.5 :
1>,
ORCAMEMO DA "ESI'E/A DE 1835.
MINISTERIO E SERVICOS.
Despeza ordinaria.
Ministerio de eslado...........
da ju.lica...........
i dos negocios eslrangeiros......
I Divida publica.........
Dolacoes e despeas dos poderes legisl.
na /Servico geral..........
fazenda. I (iaslos deadiiiiuislracaoearer. dos imp.
' Reembolso, premios e desconlos. .
Ministerio do Servir.0 geral.........
interior. Servico departamental......
Ministerio da guerra...........
da mainha..........
Ministerio da iiistruccAo Inslruccao publica. .
publica e dos cultos, j Cultos !......
Ministerio da agricull., do commercio,e dos trab. p.
Totees. ......
I rebullios extraordinarios.
Ministerio de estado..........
da marinha..........
da agricull. do commercio. e dos Irab. p
tetaosdoe Irahalhos extraordinarios.
Totees geraes.....
trancos.
6V59MO0
27^43.380
9,021.601
320,119,710
37,383,114
17,170,951
31.337,300
313,409.747
117.1110.075
15,441,786
14,410,9%
73,762,742
1,0li.!i8,:m
5,.-..VI,0IM)
J 879,315
61.239^32
69,688.647
1,084,672,988
OKCA.ME.VrO DA RECEIIA PARA 1855.
Re
Francos
28,220,732
1.11:10,800
15S.7IJ.-2I
92.505,098
1,677.400
97,976^420
2,488.044
6.655,727
5,767,000
2,736,500
168.669,968
120,685
8.366.667
8,687,352
177,357,321
Francos.
06.400
27,443.380
9.621,600
118,370.442
37,383,114
l'./dl|.75l
158,712^17
92.305,028
33.014,400
97,976^20
315,897.791
I2f.(02,402
21.206.786
44.410,936
76.509^42
1.483,634,309
5,5.50.000
il.OOO.OOO
69J25,999
78,375,999
1,562,030,308
iir-o. ordinarios.
Francos.
los s clradas de ferro.Paga- |
nenio. d>s companhias de estradas |
Conlril.uicoes directos.......
Producios das alfandegas.....
Producios da, Horestas e da nesca.
1 reara,sai- Imposto* e rendas indirectos. .
Diversas rendas.........
Producios diversos donrranienlo.
Producto da
-
reserva 121.120,048
17.102,157
26,510.500
S'.l 1,756,1150
7,0.58.101
de ferr
Som.na. .
T.1'01 .'123
5W.OI 2.21.1
nm beijo, inventar um syslema de barcos vapor
na esperanra de obler um terno olhar, sAo actos de
fraqueza indignos. Assim prometi...
NAo prometa'
Enhinjuro, dsse Felippe rindo.
Acoiiselho-lhe que nAo jure.
Dizeodo islo os olhos de Mr. Blanchard sciulilla-
vam com expres.Ao mu singular. Suas palavras lor-
oavam-se cada vez mais maliciosas. Senda-se que a
ConversaeAo ia brevemente azedar-se entre esses
lous liomens. Ja o silencio comer na a reinar em
torno delles.
Procorarei ser o mais plido que poder, lor-
nou Mr. Blanchard, para dizer-lde que nAo creio
na presumpcao que osenlior lem de subtrabir-se i
influencia das mulheres.
O romero era preciso. Felippe Bevle fez um mo-
vimeuto.
Oh! Iranquillise-se, accresccntou Mr. Blan-
chard, nAo me soccorrerci eriidiitio para raspn-
dcrlhe.
He nena, disso Felippe rindo contra vonlade.
. Meus argumenlos nto acham-se nos dicciona-
rios, e nos livros de historia, eslAo vivos, e he isso
que Ihes da a superioridade.
Nao compredendo mais.
Habituarlo a exprimir franramcnlc c por (oda
a parto minha opinilo, da meia dora que eslava em
sopplicio ouvindo a vosea lanosla. Par quein me
condece he um dos maiores eonatraagimeatos que
jamis me lenho imposto. NAo deixn de render ho-
menagem a sua jovialidade e ao seu espirito ; um e
nutro su, mui brilhanles sem diivida ; porm suas
Iheorias p>reriam-me tanto mais frageis, e sua pro-
fssAo de f tanto mais oassds, porque eu sabia que
haslar-ine-dia dizer urna palavra, tocar una mola
para po-lo immedialamenlc em llagranle coulradie-
CAo comsigo mesmo.
Explique se mais claramente, seudor, dsse
Felippe inquieto ; ate auora so tem fallado por
enigmas.
Pois bem, ilisse Mr. Blanchard. Ha uestes sa-
lces urna mulher mora, bella e intoliigeute, que to-
dos luis acallamos de applaudir : he a Marianna.
Felippe cslrcinereo, e murmurou :
vosea senhuria esquece-se...
NAo esqueco-ine de nada, o senhor ver. ,\
Marianna chamo pelo proprio nome a artista hon-
rada e gloriosa esla ligada a vossa senhoria por la-
res qne muilos hnmens Ihe invejam, mas que, se-
gando seus principios, Ihe sAo sem duvida mu le-
ves e mui frageis. Fallemos claro : a Marianna he
sua amante.
Senhor!
Isso he notorio, lano aqu, como cm loda a
parle.
Baila, senhor, disse Felippe com impetuosida-
de, ha assumptos de couversac3o que a decencia
nAo permute etcolder.
total mis y,..-ui-.u. ordinarios.
Rerurso. extraordinarios.
Reembolso sol.re os empreslimos lei- |
Producto rfo.s imposto*.A* rendas do imposto in-
.irerlo pmdtuiram em 1834 um total de847,260,000
>7 005 0HI ^r"" 1"e ,e repartem assim por trio otros
I. trimestre 196,165,000 fr.
87,258 )'!-'' -' 2os.7:l7.iKK)
-7-,;, ., :- :1- 213X12,000
I I..2S.II0.2SS ,. ,, 22S.-dli.ntK)
O quadro s-guinlc ssoslra o detatha da reeeila de
INVi eomaarada rom a do auno precedente.
Direilos de registo, de arcdivn.de hvpolhecas ele. .
Direilo dc sello......."......,
Cereaes........
Utreilos dealfandega del Diversas mercadorias. .
imporlacAo. j Assoear das colonias Irancena
vAssucar eslrangeiro. .
DireitosJe-ilfandega de exportacAo. .".....
Direitos de navegarAo............
Direitos e producios diversos de alfandegas.....
laxa de consumo do sal arrecadado pelas alfandegas
Direilo sobre as hedidas........; .
laxa de consumo do sal arrecadada fora das alfandegas!
Direilo de fabrico sol.re o a.surar indgena. .
Direitos diversos e recedas a diuerentes ttulos. .
Producto da venda doladaco..........
Producto da venda da plvora.........
Producto do porte das carta..........
Direilo de 2 sobre as remessas de dinheiro.....
Produelo dos lugares das carrasgeas do correio malle-
posles................
Producto dos lugares nos paquetes........
Direilo de transito <1as> correspondencias estraugeira*. .
Reeeila accidental........
I'olae*
Francos.
229,613,000
s.Vl.onn
1,233, 00
92,370.0110.
33,192.000
23,775,000
1,507,000
:i,IO9.00O
2.s:t:l.(Ki
26,499,000
106,376,000
6,078,000
:M),72I,000
33,089.000
115,161,000
8,025,000
19.852, 00
1,521,0(10
i I'.1,00(1
.56.000
fUMi.OOil
21,000
817,260,000
Franco*.
236,366,000
16,360,(100
l.189.tm
94.6.10,000
26,404,000
19,271'000
I.S7S.00O
3,207,000
'I.I08.IKHI
27,922,000
1I4.IH2.INHI
6.307,000
:I4.7:IO,(hhi
37.266,000
1:1s,s;i:i,oihi
0.5I.5.000
15,861,0011
1,197,000
301,000
54,00
'vi.11 111
M.lili I
916^04,000
O total de 1854 aprsenla relalivamcnlc ao de I () importo das imposir-s para 1851 evava se ,
S LT au"'"? n' de M00tr.asfoento,a.. 43I32W1 fr. a somm, Kw
ini.ando os delalhes nola-se que a mor parte dos pois II duodcimos obra de ', do importe dasTm
artigo, prodnziram renda in-nor que a do auno pre- 1 posicoes. "opone ua> im-
cedenle. So houve augmento para o sello, o taha- rmeos puhlicos-\ eslatstica dos fundos publi-
co a plvora, o correio, os direitos de imporlacAo eos ollarece quanlo a da 1854 interesepar.ic".
."hre os cere-es e o assucar ; alia, o crescimeo.o da I Pelo quadro seguinle pode-se apreciar Z&S.
mensaes das rendas i '. e :l por 100 :
reeeila no que respeila a assucar eslrangeiro nAo po- I
de ser considerado como lucro para o orramenlo, o 1
qual marra premios para a exportarn "do assocar I
retinado. De facto o anuo de 1851 to menos favo-1
ravel que o de 1853, quanlo i arrecadacAo das reo- 1
das indirectas.
O imposto directo para o exercicio de 1851 produ- I
zio 114,273)000 fr. reparlidos assim :
1. trimestre 8i,0(i5,0INI fr.
, 115,5.51,(HK)
3. 93,320,000
1. >i 113.337,000
Tolal 111,273.000 fr.
A esla somma conven) ajeniar 21.066,000 fr. co-
brados do alrazado do auno de 1853.
4
Mais
Fr.
Janeiro. 1(H
l'ezemb. 07 12 -^ -. m
As aeres de caminhos de ferro soOreram Da
Co-s anlogas : limilamo-nos a indicar a- cifra..
rentos nas pnnripaes lindas
Mais alio.
Orleans2 de Miembrol,_iiii(r.
Norle 21 de uuiul.ro k.-,
l;eio 21 de oulobro 1,HS7
Este 21 de oulobro aja, ,
Kuao- 5 deialbo I .i .
Mais bailo.
Orleans5 de abril I.IH3 fr. t.
Norle :i de abril 96 -{-
LeAo 3 de abril 755 .
F.sle I :t de abril c.
i'.u.io : de abril 795 .
llanca de Franca O rea lorio do director da
Banco eootem sobre as operaroes desee ealabeWi-
menlo durante o auno de 1854 as segoiatea italer-
mari.es :
As ojieracoes elevaram-w a l.wes.nte.naa sr..
cifra qoe comparada com a de 1833 offereca ama Si
un n unan de 7i..ihio,ih i fr.
O iie-conlo das lellr. de commercio ligara em
pnmeiro lugar |r 2,!H "'" "? irrfflllsi
inais do queem 1853.A carleire ooia em 28 ata
dezembro de 1851 :m milhoes.Os adiaalames,-
los sobre rendas, que em 1852. anuo da rmersee
das rendas linbam chesado 3M milhoes. desceras*
em 18..I a llM milhoes. Os adianlameatos sotare
arenes e obngare* de caminhos de ferr elevaram-
se durante o exercicio de 1851 a 317 milhaea.Os
adiamntenlos sobre arpies dos canaca e sabr as
obrmac/ies da cidade de Pars deveraai d* 33 a*i-
llu.es em 183:1 a 23 mlhfies em 1834.O Jemal.
dos vales do ihesourn apresenlados aa Banca peto
publico cheeoo a 8,330.lltHI fr.O deseante dea va-
le- da casa da mocea, e as compras de has 1 ai cto-
varam-se a 28.1 milhoe..
Transacciies com o IhetovroNo 1.- de jaiba dc
1851 conlorme o tratado de 3 de marre de 1832
Ihesoore paeou ao Banco um sesead* <
de 5 mildoe.. Sua divida de 75 milhea I
zida a 6.5 inillies.
A 7 de fevereirc de 1834 o llanro abr* aa mi-
nistro da fazenda um crdito de descont de vasos d*
Ihesouro montando a 60 rrrilhOes. O mibalo 00-
menie usou dcsa faruldade at a concurrencia de
:I0 milhoes, os qoaes reembolsen a 16 de Jsaebe se-
guinte.
A 8 de novembro foi aberto novo crdito de Mi
milboes ao tdesooro, o qoal aproveiloe-e na aerea
da.
i-.mlim, a 7 de dezembro prximo panada Isreei.
ro crdito eventual para o dearoale e 30 mitanes
de vales do Idesouro foi volado pelo ronselt.o geral;
maso Idesouro nAo prevaleceo-se r.elle.
Lellras para serem pasea .1 vista.Em 1833 havia
na caixa em lellras dessa natureza 025 milhoeadtxi-
dulos em 717,000 lellras de valer media de IJ9n
fr. Em I8i o numero deseas lellras etevaa-ee a
761.821; o valor medio foi de 1.315 fr., a a 1
encanada de I milhar e 2 milhoes.
Moiimcnfo das especies metlicos, notas. I
so dediridas.i) total do movimenl* (im
d 25 mil e i!) milhe* de francas, 00 rrlativ
1853 urna diminuirlo de 090 miltoiea ame ve...
tetramente sobre os Ircspaaso*. II movimenlo a*t
e-pocies meto liras augmenten J".' milhoes 1.791
milbes em 185< r uii.i I,.536 milhi'ies em 1833 a
das n.dns aosmrnton :NO nnllir. 7,768 milbea
contra 7.188 milhoea.
Cotilas rai-renfiii.Em 1853 o termo media da*
conlas correntes de crdito fora de 172 mili
deseen em 1851 a 162 milhoes.
iTeasraai mrfaiiras.O mxime !>. 1
ladeas foi s 7 de selemhro. rlevoe-se a .500 mtlbtiaa;
o niiiiimo la 17 de fevereiro consista em 2K6 mi-
Mies.
No I.'deJaneiro de MM a< sommsa reaaidei na
caixa do llanro e dos filiae. dvidi.iin-se si lisa :
Doro lira i..i.ii fr.
Prata 11MI.raNI.tim
Tolal 21W.6OO.II00
No |.a de Janeiro de IK essas mesmss
moutavam :
v

Em ooro a
Em prata a
1SH.700.000 fr.
IM, UMI.IHMI
.li..iHHi.ieai
Feverer.
Marco.
Abril.
.Maio.
Junde.
Juld.
Agosto.
'.17 15
III
9,
IH
96
mi
'.m
inn
Setemb. lili
Oulubr. !!l
Novemb. ys
par 100
1. '1..1- :..,...
C. Fr. C.
7.5 96 50
95 .
88 75
88 ..
!H>
96
lili
98
117
97
93
.1 por 100
ah..... Han
Fr. C. Fr.
72 93 67
32
90
_>.
95
25
30
70
OS
61
71
7
73
71
70
90
l
60
t".
25
23
65
62
(.1
63
70
Til
70
73
1 1
68
Toquci a mola, coutentou-se de dizer Mr. Illan-
1 bar I framente.
Felippe eonleve-ee ; eslava upoiado cm urna me-
sa, afaslou-se llalli, e foi encoslar-se a chamin pa-
ra obedecer a necessidade de liiovimenlo que da o
sci.linicnlo de colera conlido.
Ficou ititoirameiile dianle de Mr. Blanchard.
A que quer chegar com isso, senhor".' per-
gunloii-llie.
A urna proposla.
Vrjamo-la.
Se sua Ihese n.io lem oulro valor sanio o de
um enlreleninento, minha proposla Ihe parecer
mili natural, e voisasendoria a acolder como a mu-
sa mais simples, como um gracejo renovado da Re-
gencia. No caso contrario...
No caso contrario?
Sua colera me dar inlallivelmeule relee, por-
que reduzira a nada suas nffirmacoes e suas pre
sumpjbes de philosophia a respeilo das mulheres.
Com elleilo, senhor.
J chego, e a ultima pdrase dcsle prembulo
sera para pcdir-lde descnlpa pelo que minda pro-
posla conlm de antigo e de ibealral...
Felippe llevlc procarava ler nos odos de Mr.
III mili a I, cujo saugue fro irrilava-o gradualmen-
te, ms infundia-llie respeilo...
Euilini, .1 proposla/ di.se elle.
Ei-la. Jogo o que o seudor quizer, por evem-
plo, esto diamante, ,- lirn om annel do dedo que
de magnilico e dcalto prero, jogo-o a l'ecarlc, ou
cm qualquer oulra parlida que Ihe cunvier escolder,
jogo-o contra a Marianna.
Felippe endireilou-se como per um eduque elec-
Irrto, e exclamou dando um paseo :
He loucura ou insollo, seudor'.'
Mr. lil.iiu liurd por conlra.le licia immovel c
orrindo.
Bem dizia en dsse elle aos assislenlcs estu-
pefactos.
Depois dirigiiulo-.se a Felippe sem parecer com-
prehender sen arrcbalanienlo, sem querer ver sua !
pallidez :
Negu as mulheres! c veja o que ellas o fu- i
zem fazer! Accresrente eu mais urna palavra, el
vossa senhoria me provocar por cansa de una mn-
lher, 1 cnmlialer roini-o por urna mulher! E snp-
ponhamos que eu mato-o, sua morlc lera sido cau- ,
sada por urna mulher.
Felippe Bevle enrarnn-o alguns segundos em si-
lencio rom olhos em que eslavam pintadas a raiva e
a ronfusAo.
Jugar urna mulher! murmurou elle cmlim,
he lefio mais do que lliealral, he loucura porque
nem o senhor nem eu podemos empedrar n vonlade
dessa mulher, Sua proposla su podefazer-me alxli-
ear os direitos que vossa senhoria me suppoc sobre '
a Marianna.
He asim mesmo que emendo, dsse IIr. Blan-i
chai ,1. 1
Os zombeleiros j linham-se voltado contra Felip-
pe. Elle comprchendeu o perigo de sua siluai-Ao.
e por um esforco de orgulho veuceu-o.
Chegando a urna mesa de jugo, lomou um baralho
de carias o disse a Mr. Blanchard :
Pois l.ein acceilo.
Sua voz eslava alterada, seu seslo convulsivo, mas
seu semblante calmo.
Sea alienlon.o livesseestado exclusivamente con-
centrada sebre essa scena, ler-se-dia podido notar
umaagilacAo singular nas arvores que lormavam
nina corlina .1 janella abena, que serviam dc costo
1 de odservacAo a Ireueo de Tremelcu.
Est promplo, seudor '.' disse Felippe; repito nnc
1 acceilo. M '
! II11 aihavi ja as callas.
O sorriso de Mr. Klancliard desapparecou e foi
em lom grave que elle respondeu :
O fado de sua accetac.io dasla para rar-me
todas as duvidas, nilo hesito cm asseverar-lhe iso
dianle de urna prova dio convincente. Assim torm-
nemos aqu urna discuss.to que eu 11A0 linha a inten-
rAo dc levar mais avante, e da qual alias vossa se-
nhoria sahe rom as hunras da guerra.
Ah sso de magnanimidaile. disse l'elippe
zoinbamdo, nesse caso previno-o de que n.io me
. comento com essa derroto. Quero jogar a meu Inr-
1110. Iteconheco que vossa senhoria linha razie : mi-
nhas Iheorias exigem una prova nAo quero que a
palavra fanfa:rao possa ser murmurada. Foi o se-
I nhor quein levoua discassls ao terreno extremo.
! "I"anlOeart. Eis aqoi as caria., comecemo..
Mr. Blanchard nAo moveu-se. leslemunlia de um
duello para o dia seguinle nao poda tomar a Felip-
pe para seu adversario.
Pois bem !.., o se.ihor 011 oulro! exclamou
; Felippe e\ltando-se cada vez mais ; quem quer
oecopar o logar da Mr. Blanchard '.' quem noerer-
Etr-ae em eampelo do bello sexo ".'
Im rapaz decidio-se a sabir do circulo e adianlar-
1 se, rapas corado como urna peona, mas resoluto
elegante, alcum lilho de proprietario sem duvida. '
(.om elleilo m um rapa/, poda acceilar tal de-
salo .
Felippe Beyle reprimi um movimcnlu de sor-
presa, e levou o novo parceiro a nina mesa de
jogo.
Em torno delles apiiharam-se os espectadores.
Ireneo tinha visto e ouvido bastante : nAo sentin-
do-se mais senhor de si fugio atravez dos jsrdins
para impedir ,1 explosAo de sua indignacAo.
Apertava os pundos e resprava desigal e forle-
menle.
NAo linda dado vinle pas,0s quando na volts de
ons earpe. eiicoiilrou a Marianna.
Esta yinli.. radiante, loos os Irinmphos o ludas
as le.icidadc: encliiain U-.a, 0 coracAo e tra>l-oidi-
vam.
A sua vislu Ireneo exclarjoa 1
Tolal
V-se por essa compararAo qae daranle a i
de 18.31 a somma de ouro enraixada
Ion 7l.70ll.iNH fr.. e a somma de prata dimia___
7,:i00,000 fr.
Ilancos filiae:A or.erar.5es dos Bancas naes
coulnuam a seguir orna marcha aseen dente; de
I,:KH> milhoes em 1852 wseseosa se a 2.161 milto*.
em 1834. ao passo que a. operar.Ses do llanca cea-
ira I mo exceder..m no ultimo anuo 1..5K I mimlM.
t s Bancos ftliaes, cujas operares foram mais cam-
-ideraveis, sAo Marselha, Lelo, Bordees, llle. Va-
lenriennes e llesanron. i.iualro bancos filmes na*
rnbriram seus gastos: >.o \mien-, Avmkae, Ij
Bochelle e Tonloo. O Raneo filial de rnicas ra-
meen,, a I iiiircioiiar a 5 de maio de 18.51 a dc
I miloii 00 I.'1 do abril.
Cai.ra de amorti*aia. A ace,Ao da raia de a-
mortisacAo esla suspensa desde I8P.1; osrapilaea, ee
em virlude das leis lnenceiras devem aer empresa-
dos na rompa das rendas, e.lao temporariamente
desviados de seo destino para farerem face a carca
onerosa que a revolorao de jsIs. o impulso dad* aas
Irahalhos pblicos extraordinarios, e mm* i crele -
mele a guerra impOe ao on-ainenl* da despera,
todava o principio da amorlisarin resist a todas
Basas difliculdades. e as leis de 11 de marra a 3* da
dezembro de 1851 que abriram os em prestimos de
250 e de 300 milhoes, marcaram evprestamente om
capital de amortisaciln igual a qoinla parte de cada
empreslimo.
Eis aqu como eslava repartida no I de Janeiro de
1853 a somma desuada amortisarAo eaIr cada es-
pecie de rendas:
i 4 por 100 i por lili I per 100
Somma
annual.
Renda dc
3 p. 100
proveni-
ente de
consoli-
il.l92,8li7 fr. 821.13 fr. 25,729.3:11 fr.
I'
/
Voss ah chega a preptvsilo ;
nha !
Marianna reruoii assoslada, e pergontoei :
C?ue lem vosaf *
Venhs repeli Ule segursndo-a pelo toaco c
coiidnzinda-a para o iiavilhto de jogo.
A parlida eslava comerada, era orna parlida dc
e carie em torno dos jngadores todos gaardavara st-
lencio, 10 Felippe Bevli conlinuavaa fallar a tam-
bar.
Veja disse Ireneo designando-o rom o dedo.
eis all o homem a qoem vosse quer salvar a vida '.
eis all o homem a qoem voatr -cnlu-oa Indo '
Sabe o que elle faz all publicamente?
Ireneo Ireneo vos*'- torna'-me Iremtla.
Joga a vi.sse. Marianns, jota-a com qaatqaei
pessoa e contra qualquer roasa X'ossr he a panda
daquella partida que dbale se a visla de ledos.
Ah iso nAo he verdade !
NAo me ere Espere e esrole '
Qaasi aa mc.mo instsnle Felippe elevava a vea,
e dizia no seu joven adversario :
A fortuna o favorece, senhor. mais sicomas va-
sas, e a Marianna sera decididamente sea...
Ouvio-sc um grito sol.re bu mino. Era a Moriaa-
aa que dismaiava e caba sobre a reir....
lodos ui.-ara 111o fora do pavilhAo. Felippe Bev-
le primeire que os oulro..
Infame Irez vezes infame! crilnu-lhe Irene
no paroxismo da rolera.
Alguns liomens melleram-sc enlre elles rruaeaato
ontraa pessoas rondu/iam Marianna an holel.
Na niesma hora a marqneza de l'ressignj ealrtva
em sen aposento.
Despedio a raiuari.la m.iis cedo quede rstame,
rorreo o terrolho da perla, e (echou ruidadosamonl
as pesadas cortinas da janell.i.
Imadas Indas essas prcoaocne.. al.no cora maa-
trmula de impaciencia o cofresinho |que Ihe entre-
gara Mr. Blanchard 110 fi.n do concert masiro.
I irnu primeirameule nm pergaminho rabel la da
signaes parlirularrs. o qual pas.011 rapidameole.
pela visla rom ar de salisfaco iriumphanle.
pin- Inrmili a litar os ollioa'no rofreannko.
I.iivo do pergaminho arhava-se a medalha de
ordem desconhecida.
Era urna em de podras preciosas, com seto
las presa a urna larga tita azul.
todo repousava sobre urna almoladinha de siuaa
llianen.
A marqoeza de Pressignv ficou um momento ira-
movel e como de Inmbri'.da pelo toco que laararasn
as pedras. Qoando lornou a si do oxto e diss com
orgulho.
tirio mesira I snu Cro mestra '.a maronmri
das mMlheres.
j.oHlinuMi-te-in.
MUTITSDxT


CIIRI PEMI1BUCQ SEXT* FE'M 7 DE HIRCO OE t(S6
da;ao. 11,315.095 200,773 5,7:17
,787,962' ,031.2I2 31,467,103
o que aprsenla um total de S5.2U6.277 fr.
Caixu das depsitos e ion.iqnares.-Esla caix v
lodos os annus unen a rilra de suas operaces.
Seu oovinienlo, bem como o dos serviros que llie
csl;lo annexos, e levnu-se mi 18 a 1,481.631.049
fr. receita e despea reunidas. Esta cifra excede|a
do anuo precedente I0H milhes ; a diflerenra seria
mcsmo de titi milhes, se o serviro das pensiles de
aposentadoras civis nflo tivessc sido transferido pa-
ra o Ihesouro conformo a lei de 9 dejunho de 1833.
Enlre as operaces da caita de depsitos e cunsi-
gnaces urna das que inais interessa esludar em ra-
an de sua novidadc e de seu rpido desenvo'vimen-
to. he a das pmUcQes fritas aos departamentos e
aos inonicipios aulunsados a conlrahirrm empresli-
mos. No decurso de 1851 a Caiga receben porto de
900 pedidos e consenlio cin 197 preslafSe*. As pres-
taces consentidas des le I8S reparlem-se assini
I8!8. .
I849. .
1830. .
185!. .
1852. .
1853. -
1854.
2 esludos necesarios pira crear Molas de caminos de | ldos os ponlus do lerritnr
ferro na Brelanha, no centro ila Franja e nos de-
irlaineuios dos Pyreneoi. Km um relalorio do
ministro dos Irabalhos
a cnncliiido provisoria-
com as grandes eompa-
I. ile fcveri'iro de 1855
pblicos Inuncin que |n|
mente muilas eonvenrocs
ulnas j; existentes afini de ompletar a rede sobre! emlS..,'.
io. Em resumo as enn-
Cessoesquo em fevereiro iln 1818 soin-nlo tienta
a extensa de 3,600 liilomelros, abracavao mais da
I0,II!H> hidvmetres no comero de 1835, e neta ul-
tima dala Bstavao acabados 5,000 biluinetros.
Eis aqui o qoadro da rercila das entradas de ferro
Totaea t
A recolta de I8&1 exceden :n millioes a
e a rend i kilomtrica ausn eulou 3,313 rr
lomelrn, un 7,91 por remo
Commercio e.itenor.1>
com os paizea estranseiros e
leolou em 1854 o retallad
ti imrnercio g--
no inedia.
.le 1853
por ki-
fmportarao.
Exportaran,
l,709,10O,OU0 ir.
1,787,900,000
cmmercio d.i Franja
com es colonias apre-
s seguintas :
mmerejo especial.
1,158,000,000 IV.
I ,-59,400,000
700.000 fr.
. 1,300.000
. 1,000.000
. 6.000.000
. 9,300,000
. 9,600,000
. 20,k),(KXI
As soturnas recebidas pela calla a litlo de eousi-
gnacesjndiciaesou administrativas elevaram-se em
I85ia 78,638,000fr. eodepsitos voluntarios che-
garam a cifra de 75,973,000 li.
Cana de pensnes para a velliice. a A Herencia
liuanceira dssla instituir lie confiada a caixa dos
depsitos e conaignafoea.
Em 1851 cflecluarani-se 33,750 entradas, e det.ni
1,58.3,801 fr. soinma inferior a que foi recolhida em
18i3. leo termo medio de i7 fr. para cada entra-
da. Esla liiniiun-.io sgnala a influencia re-ltic-
tiva que exerce a lei de 8 de mato de 1853, a qn il
reduz a 2,000 francos o termo mximo dos depsitos
individuaes nnm auno, aliis a 'i por 100o
juro em que sao calentadas ai tarifas, e inpprme a
conslituicao das rendas de 2020 Immedialo.
A caixa das pensos empregnu seus r.tpitaes com
o inleresse medio de' tr. 721.. Ahriram-se cm
18.54, 7,381 conlas uovas, o q.ie eleva-Ibes o nume-
ro a 37,018. Foram inscriptos uo livro meslre e em
nome de 2,526 partes 61 i.OTO fr. de rendas vitali-
cias, ou em termo medio 268 fr. por cada parte.
Em 1854 a caixa de atiiorliSiieao servio de mcdia-
neira para a aunullacao de rendas perpetuas rom o
capital de ti,821,079 fr. em compensaran das rendas
vitalicias creadas e cedidas conforme as dispoi$oea
da lei de 18 de junlio de 185(1. Es*as Iransaroes
feilas para a caixa da velhice desde Is ,1 monl.1'0 a
867,387 fr, de renda com o capital de 22,721.15.5 fr.
Caixas de economa, a Eis aqui o resumo das
operares da caixa de economa de l'aris durante o
anno de 1854.
A caixa receben.:
1. Em 218,925 entradas, das quaes 29,018 eram
novas, a sorama de 23,723,311 fr ;
2. Em 1,272 tres passos de fundos provenientes
de caixas de economa dcpartamenlaes 604,013 fr.
50 centn:
E 3. em 9,121 atrasados de rendas perlencentes
aos deposiladores 88,58-2 fr.
Alem disto reduzio a capttacs por ronta dos depo-
siladores os lucros qnc moiitavein a 1,544,298 Ir. 93
cent.
Keemholsou
1. Em 100,070 reivindican
eram por saM
2. Era 1
as caixas dep
E 3. em compras de 227,710 fr. de rendas sobre
o Estado por conla de 7,151 deposiladores a eoraraa Bandelr.i franc
de 1,813,102 fr. 25 c. Bandeira eslrangelra.
Devia emflni a 30 de ilezembro de 1851 .1 212,308 '
deposiladores a somma de 18,182,175 fr. 40c. Totees 33932 HU 000
Comparando estesresaltado* eomosdo auno de CaMfl jm.-Scmeoto pudemos apresentarqo.n-
18. uota-se orna dirainu>caode iMtSK fe. na ; lo cabotaem infernarte relativas a lsv
cifra dos depsitos, e um augmento de 2,769,401 Ir. i) m0vim ..lo ral.quer de um mar a oulro -ran-
na con a das rcivimlicaroes; porem releva observar de cabotas-m quer n.i mes...,. peonen cabo-
qucindepeiidenlemen e a acraodale. de de ,,,,, Ugeni ,,.,,, ..,,-,;... ,nnc|laa7Vf,a inie-
dejaMqae limitaj lOOOfr. o grao mximo dos de- rior 127,000 toneladas o por rento a do anno
psitos, a dimiuuirao da rcceita bem cuno o aug- jirrcedeulM.
NOMES DAS
ESTRADAS.
Norte .
Anzin a Soiuain. .
E-le. '>ar's Strasbourg
[Moniereaa a 1 ro>fl^.
Paria a Saint Germain.".
Oeste ....
Parta a Raga. .
Rale .... Havre.
Rola a II
Pars .1 Or?;:\. .
Orleans e proiong intentos
Pari .1 [^ilo. .
I a'.; 10 Me lilerraneo. .
tiranda Central Itbone e I o
Mein- lia .
Circuito. .
e |>i'oloiigamenlo. .
lixttnrfto me-
dia percorrida
kilmetros.
T07
19
827
110
38
210
139
92
51
17
1.110
\ i.',
358
150
67
.'
1,33t
Receit* total.
iranios.
10,101,178
315,7
33,780,015
1.690,707
2.112,000
7,802,008
11.322.905
1,072.058
859,629
395.921
1,807.330
25.914.7631
11,8li3,7:3
9,312,6481
535,707 j
590,856.
196.534,8031
Recella I. ilo-
melrica.
francos.
50.721
10,019
10,854
10,907
70.120
37,581
81,400
51,01
10,855
21.280
39,357
58,498
33,l:l!l
62,081
7 000
39,390
l.".,025
melaea 21,
e vasos 23,
MOFINA.
Porque a mortolidade em Sanio Antonio he
menor i/ue em nutro i/uali/uer hairro .'
O .airro da Boa-Vista esta entregue aos cuida-
dos de doos ou tres particulares, que brni'.'iiamente
se van prestando com alguna senhoras doutores a soc-
rorrerem osdoentes, o Sr. Iir. Marlins, sabdele-
gado, em quem ih.ssiippunli.imns arlividade para as
pocas anormae-, nada absolutameiile, segundo be
oi geni, lin feito nada A pobreza clama coli-
lla S. S., os particulares o censurara publicamente,
as ancdota* paseara de bocea cm bocea. OSr.conse-
lbeiru,q.ie deposita no Sr. Dr. Marlins (oda conlmi-
ra. a.coniinissao benelicenle que deposita em S. S.
I (..la conflanja, astSo sendo mal correspondidos. O
Sr. Dr. I luir,.do, o Sr. Itinck-, o subdelegado do
i Recife .. se reeolhem as suas casas quando lulo per-
corrido as mas mais aneciadas pela epidemia, e o
Sr. Dr. Marlins queioj.i o viu junto a um cliulerico '.'
O muilo digno c prudente Sr. Dr. cliefe de policia.
que atienda ao nosso protesto em noine da pobreza
,. W97,000,OOU 2,417,400,000
bssas cifras represenbim os valores ofOciaes,
,\s nrn.ripies mereadoriai importadas sao : algo-
di._. cm rama 127 milboes,cerjaes raos ef.irinhaj
114,seda cia e I .rcida, e cadarro. 102,issurar
.las colonias, 52, usurar esCraageiro, 17lili, 18
caivao de pedra 16.araos oleaginosos, 38,ndi-
go, 21.mimaos. 2.I.rafe, 10 etc.
^ As pnneirwea mercadorias esportada* san- i^n-
dos de seda 2,7 milhues,lecidos de algodao 154,
lecidos.le 1.1, ixt,tecidos do I111I11 e de cnamo
30,vinbo 60,e-pirilns 14. pellas lrab.ilba.1as
.18,assucar relindo 28,obras .
rolva !.">,papel 13, porcelana
crvslaes e vidros 13 ele.
Os quodrot das alfandegat ndicam o valor dos
metaes preciosos impoiladoa exportados: em 18.51
imporlaramse 180 milhOei rni miro, o 100 1uil1n.es i 'la Boa-Villa. .Nao somus exagerados, e BaO volamos
em prata ; .1 exportario eompox-se de 64 milboes em ogerisa a,. Sr. D,. Martin
ooro e 264 milboes em prata. Kssas cifras que de-
ve.n ser consideradas cuno .ip|.'oviiiialivas,allenid a
diflirnldade de nverigaar rom exaelidao as entradas
sahidas do numerario, sao caracUrislicas; dellaa
resalla que a piata sabe de Franja em grande quan-
tid.de para ser substituida pelo nuro.
\actgariio de langa rota.O movinwnlo ila n-
veeaeao lano na entrada como na Sabida empregou
em 18.1. 33.932 navios de 1,386,000 mudadas con-
tra 36.200 navios e 1.601,000 tonel idas em 1853 O
mas estamos milito em
ouvimos sua queixas, e abs-
numero dos navi
:"--,. ,- ,,,,_: """^-i" ".' -M s .i.miiiiiin : ni.is a era 10 norte
00,6<(. reivinoica.;..-. das qutes 28,337 geral elevou-se um pouco. '
.Wo a soinma de 26,902.189 fr. 41 c ; Eis aqui quaes foram en, 18.31 j operacOes res-
,0o3 Ires passos de pagamento euvudos peciivasda 1.....eir rranceu e da bandeira es-
tpartamentaea 444,724 fr. 89 c. Irangeira :
Navios.
13.03.;
18,809
rondadas.
1,918,000
2,668,000
A p
J.. Mediterrneo de 706363.
Osi cinco porlos principaes qoe alimeataram era
|Kj3 a n ivegacvi .i cab ilag :m, classifieam-ee as-
Bim : Marselba 296,396,B irdeos 228.881,Havre
106,310.Ruao :!,I55.Nantcs 104,382.
As merca lorias que Rituraram
nos movimentos do cabolag. m 1
importancia, os cereaes, as 111,1.1
viiibi
contacto com o povo
Irabindo o que por veutura pode baver de cxccso,
Oca sempre algama COOsa que milito nao acredita
ao Sr. Dr. .Marlins.
A commisaSo benelicenle commercial icm res-
Iriogido soas eantolas aos doentes, eaneubumque
por seus procuradores tem mandado implorar a com-
missSo,ainda negou.
Ha um grande numero deorphaos, o que ser
des-es iiMi/es, ,e 0 govemo benfico como lie. nao
os ampira. ?
A um tal Sr. II......que mora no palco do
Trro, pede-se o ub rom a sua cara melade. afino de que nao sejam os
seas vizinbos incammodados con es-as palavradat,
m dignas de seren pronunciada' por .'ente de ribei-
ra ; cerlo de que, se um oulra algazarra liouvcr
iaual a que ouvimos as 11 lluras da noile do dia I.-
do correte, recorreremos a polica.
I.emos o Liberal 11. 1013, c por ter-
mos lido e visto o emprego desse dinheiro, loi
re do Ocano loi de 1,710,363 toneladas e a 1u" perguntainos : parece incoherencia, mas temos
onvido alguem se nos quoixar que a pobre/a de S.
Jos.- morrea mingue. Descolpem-nos. porcni,os>c-
nliores da commissSo, se assim nos exprimiudo, os
ollcudem.14,0 |ue cerlamenlo nao be de Dossas inlen
ebi maor parte (Oes, mas parece que havendo-sc esgotado o dinhei-
c ro, c conlinnando a miseria c bavendo neceasidade
ment das reivindlcajOes leve tambem por cau-a o
empreslimo nacional de230 milboes, na qual loma-
as parle milbares de deposiladores iniciados desde
muilo tenipo pela caixn de economa nos vantagens
e no mecanismo dos fundos pblicos.
Alcm de sua participaeito uesse empreslimo, nui-
les .lepo-it i.l.ires encarrecaram como de ordinario a
caixa de economa de comprar em seu nomo, segan-
do os precos da bolsa, rendas sobre o Estado, c a
soinma total empreada nessascompras alcanja quasi
a cifra de 5 milltes.
lu.lepeniienlemeute da cana .1 economa de Pa-
ris conlavam-se em Franja a 31 de dexembro de I portadas.
1833, 360 caixas de economa eni aetividade nos de-
liarlamenlos. Sea capital chegara maltas vetes a
229 millies aos quaes deve-se i.j.mtar 9,600.000 fr.
de lucros, o que elevava a quasi 238 o importe devi-
do aos dep
As eslali
daremos aqu
departamentos a 31 de de/.embrode 1853: |8--. a comparajao'das cifras do
Numero Termo medio sumo do assucar indigena, bem .
loslivri- do inip. .1 direilos pereebidvs pelo Ihesouro
,!;>',!':, M*j'ir,rt- .[;"' Cnsomo. Uireilospercebldos.,
1 ir. i(.(. ir. 118,1.1. ;.l ..s.iiiki l..T.t.si'i..ii):i kil. 34,730,000 fr. joaspenda as liarmonias do sen piano, ao m.i
18.5151,9(10,000 66.464,000 3O,72400O IqaanloemS. Pedro se pede Senhor Dos,
Adiminuieo da prodnejao do assocar indigena I ricordia !
em parle compensada pela mai .r imporlaeao de
ras coi.iiniins, os ,
. os materiaes de conslruccao, o sal e o carvu soccorre-ia,.lcver-se-bia ou continuar com a subs-
de pedra. lis seis artigas reunidos representan! 64 crioja, 00 reelainar-se do ^overno.
nto do peso letal das mereadoriu traus-1 Me ulular.' (toando quasi lodosos pia.
ProducrSoecansumodoemuear i%lw.-.\i""s(Bl:l0 filiados, qaamlo ne eoraclo da maior
produejo do assucar indgena em 1851 aprsenla P;*r'e d'' p..l'iil.'<:ii> sci lia t.s seiitir>ieulus de temor de
precedentes ; D#os, liorror da marte, ele, c quando no paleo de
ber tilo sania institoieao de Jesui Chisto, nico ali-
vio neesa hora extrema.
Os vehculos de soccorro pablco sao a cada pasSO
enconlrados na conducjAo daqaelles que, desfavore-
cidos da fortuna, procuram, so ullimu caso, os a<>.
los da caridad, para nelles encontrarem, quando
nao a saude, pelo menos os nliimos lufragios que re-
commenda a igreja. No meio di ludo slo os carros
fnebres crnam as ras da cidMe na Iransportnea.i |
daquelles que leudo pago o pesado tributo a Data-
ran, vilo no cemilerio poblico Jiiconlrar a sua ulti-
ma morada.
Tal be presentemente o triste espectculo que esto
represenlando a nossa heroica provincia ds l'ern.im-
biieo; o mesino que jj reprcsciilaram as suas irmaas
do sul c norte.
E quando ficaremos livres de lio cruel inimiao'.'
Qaal sera o meio de sua extioceAo-' \ conlrii-rao,
diremos nos, be o nico que temos para, alcancadn
operdAo daquelle a quem temos lano ollendi.la, nos
lisrar deste llaaello que lano nos vai persemiindo.
As nossas faltas commettnlas para com lieos n,io
sSopequeas: agora meta qne todos se deverlam
mostrar digaos desse Senhor de immenta bondade,
Os carneceiros desta trra exerreram honlem (oda
a sua suberania ; nialaram uns (i ou 7 bos. e de-
cretaram quo .. se ven loria a quem comprasse de
arroba para cima, e se bem o disseram. melbor o fi-
ieram, surcedendu por isso aue aquelles que nao fo-
rero ricos, ou pobres em lodo o ror da palavra, le-
em de morrer de fome ; por quanto aquelles com-
pram o que querem, e etlessSo soccoridos : os mais
que se erranjem '.
Segundo urna carta que leuho vista nao ha mais
Srs. deengenho para as partes de uossa Senhora
do <)', porque os que nao morreram retiraram-sc.
Oulro lauto di/.em ir succedendo pela ribeira de
Serigi.
Nesta trra Dio ha mais vveres, as vendas eslao
quas (odas fechadas, c alguina que ella- aberta be
por estar,
Saude e dinheiro.
\
dem.
ha.i-se enastado mais do
que .....tea dos deveres que
1 para com elle, como para rain o pro-
relativamenteads resultados dos
S=j: fflK Sit^deseTvKe^ *?. C *?** T ?*"* ""T ^
sucas de I8.11 nao lento sido publicadas ja da l.-terrahn cm conscquecia di caresta do e"'"ar ''","f0* de suas Treces na igreja, um jo-
luia situar 10 .l.s doxe pttncipacs caixas aleo !. Eis aqu qaanio aos doos anuos de 1853 el%e" principia com suas bellas variares de Rossiai,
171

Saldos 31 de
derc.nbro de
1833.
Brdeos.. 8.080,00(1 fr.
I.eao. 7,710,000 29,730
Marselba. 7^85,000 15,433
Orleans.. 1,947.000 io.oo
Lille. 1,432,000 12,050 369
KuSo.. 1:361,000 0.170 128
ITels. 1.3'. 2.(MO 15,070 270
Naney. 3,T29JW0 ti),-.;7:i 363
Baesi".. 3 U8.000 7.950 129
Nanles.. 3,384.000 7,400 157
Tout.ui.. 3404,000 Slrasboorg 3357,000 9,440 343
Sociedades) de cocenos mutuos. O relalorio
aprsenla.I ao imperador por Mr. Rooher, vice
presidenta da commissSo inttilaida para dirigira
opeiajes das .ucirdades de socorros molaos, con-
lemsobre essas sociedades informac.es ioteressan-l
tes, e cifras que vamos reproducir.
o lim de 1832 contavo-se 2538 sociedades, coja I
existencia f.'.ra assignalada pelos prefeito'. Desse I
Homero 2,301 que l'oii.er-ram mappas de s'luar'.'.
compreheiiiliair. 2,71077 mcmbrns, dos quaei 21,635
eram honorarios e 249,442 partieipanles.
A 31 de de/.eir.bro de 1853 contavao-se 2,77!!
sociedades; desse numero 2.555 forneceram nfor-
BMcOes mais ou men is completas. Comprebeodiara i
na data indicada 318.250 socio', dos quaes 28,8101
eram honorarios, e 289,446 participantes, oque!
eonstitae um augmento de 17.179 membros, ssndo
7,175 honorario--, c il),00' partieipanles.
O numero das mnlheres que faz Ao parles das
sociedades de socorros mutuos em 31 de dezembro
de 1852 er de 27,113. Seguindo os mappas de
1853 seu numero era a 31 de dezembro de 33,482,
o que constilue um augmento de 0,030, isto be
mais de 22 por cento.
Segundo o extracto dos mappas remecidos pelos
preeitos essas 2,555 sociedades receberam cm 1853,
4,962,003 ir. 21 c.
Nessa somma llguram:
1. As fintas dos memhrus participan........
3,191,335 Ir. 68 e.
pro lucr.-.n e de con- 1 Misarl. sobre diversas e cscolt.idas operas qoe na
tno importe dos acluali.ladc so servem de ccan.bdiar. Pedmos-llie
em nome deale povo l.lo acaben.hado, que por ora
nos em
inise-
: ,297000 kik de asnear colonial em 1854
contra 26,181,000 kil. em 1853 o 2:'..07,'KJ(I kil. de
assocar estrangeiro centra 19,297,009 kil.
''"''' w* em 1834.A alia dos proras dos
cerca"- ilfestra-sodesde imezde julhode
18 .:. quando veiillcou- la sustenlou-se em 183. Eis aqui oprejo medio
liara toda ^ I-ranr'i do lioetolH-nds frumentosesun-
desc de.iiud.19 inlagaefi's olliciaes feilas pelo go-
verno -.. principaes mercados :
A 15 de Janeiro de 1854. 32 fr.
I evereiro
.Mano.
Abril.
Malo.
.IllllllO.
Julho.
Agoslo.
Selembro.
(lulubro.
N"V..'I;.!jU!.
Dezembro.
. I
:mi
3)1
29
33
31
2(
21
2'.
26
20
lo c.
(12
93
III
31
85
(7
92
NI
Ihorar e mullipliear ^- rerorsos na inil
lar era Franja. Esta industria i q.-.al se tem sp-
le minios ennos grandes eapilnea pre-
ConsU-nos (|uc o Sr. I.uiz do Reg Barros,
inspector d Pora, vai fazendo por cumprir os seus
deveres, merecendo dos Poclstas estima geral.
Merece grande* etogioe a philautropia do
s'r......itii ra do Llcramento, f/itc manda um ten
pretocgo ganhar para Smr. 320 r#. por dia ti/t!
i/ue homiithii..... Va'.ha a verdade.
Quera qui/.er lazer censuras a alguno indico
assigne-ss responsabilisando-se ; ficam nr tanto em
nosso po ler os tartas que nos eiiviaram ..te que.....
Picamos ii.leirado, Sr. J. a respailo deesa taber-
na de qoe nos fallaste ; uinguem riis tolerantes
1.!.. que no-, quando se trata de expor a verdade fran-
1 camcnte,descancai.
I 01a mt/erin '. Auna Joaquina da Silva,
i pobre e.lenle, miradora na ra do Caldeireiro, es-
, lando a morrer, com o medico a caheceira, receben
; um bilhele do proprietario da casa onde roorava,
lestes termos : .1 linnlem fe:, (rea mezes que l'me.
est a dever, lie pre.ri.to mandar pagar. A pobre
miiliicr, que eslava cm 11111 c-lado de fa/.cr compai-
xAo sollYcr um deliquio
se achavam eolissram-se, e eis es pecas que demons-
cifras hiera resalar para 1831 termo nie-
dio de 29 fr. !;. cen, por lieciolitro : em 1853 .. ter-
mo medio Cora de 21 fr. 98 cen:
Indastri ira llar.O dnnuaHo .le 1853-31 e\-
poz os principios adoptados pelo governe para me-
uslna^ caval- 1 |ri-, a aenfrosidade de algn* e a miseria de 1/
lie fallecido O prestante ju municipal do
soda quinto a 1831 inters' particular : por quan- Brejo victima de sidad^'o'I'^. "i* ''"'" *,bt,"r noces- i esposa.-Em contado com os" doentes de quem era
si'iadis .10 cu'rcit... As iii.iiiias lom.ilas ..el. .,! ,.
in.nisirac.lo produziram resallados inesperado, de 1 P l^^'nl':'],"' "mx M 'uen1 ""''l'osicao,
que nos limitaremos^ expor os relos principac-! l.argjs purificijoes teilas nos c-iabeiccimentos d.> luiameni.- despreiar por saoerqoesaa esposa hia
Estado, combinadas com remonta permUliram reeeber os S. S.
apresentar aoi criadores um eleclivo de I 317 .' < ,-
ranbdei qoe produziram 74.109 jumemos cifr, ~ Corontl t-""u0,m'<>" sido a providencia-
1 "i". '""I.'' |,el"s nireilos de entrada. qnasi 7,000 superior de 18.3: alias he a cifra daquell.i populacao; continu o Sr. coronel, que
consideravel
lem, ni .
lime.
O avalento, cubicse somentcem iccumular o seu
the-ouro, alo se lembra que a humauidade desvali-
da geme nos horrores da necessidade, e nem urna so
vez o seu nsensivel corajSa palpita, uuvindo os seus
juslos clamores.
A ralla de caridade corre percibas com o numero
de victimas; nilo ha quem graluilameutc se pre>lc a
fezer um aervljo em prel da bumaui la.lc ; eulre-
lantu que. quando se (rala de quilquer inleresse pe-
cuniario nao faltam pesfoll preslimosas.
Nao incorre smente o govemo na obrigajao de
socorrer aos indigentes ; lie preciso que lodos con-
rorram mais ou menos com o que pnderem, alim de
quo nao fallera iuteramenle os m-ios a es:i elaseo
que tem santo direilo vida, BSSim como qualqucr
nutro que possa dispnr de meios pecuniarios.
(I que noo poder entrar com algum capital, deve-
ra prestar os seus serviros que valera a mesma cou-
sa. O, hospitaes precisan! de genio para regularisar
o seuservija; lujo precisa de auxilio, Indo precisa
de protesjao.
le agora que lodos devem dar una favoravcl idea
de si; Unge de uns o vil eguismo e conectivamente
procuremos mitigar os males da humaiiidade, que
exange lula enm os horrores da peste.
Consta-nos que S. Exc. pretendo ss ja nao poz
em pratica) contratar pessoea para iran comprar ga-
do cm diversos pontos da provincia, e remelle-I., pa-
ra esla cidade, alim da abastecer o mercado de car-
ne verde de que tanta falla lem sentido a popnlacao.
Por esle meio S. F.xc. chegara ao fim desojado, e po"
demos talvez assegurar que sera bem fcil encontrar
pessoas que se presten) a essas cjmmisses, medanle
um ajusle razoavel. Sa issim for cm breve a nossa
sorle melborar,., pois ja nao podemos supportar car.
ue at de 32 p.-itacas como vcudeii-se ullimamenl*!"...
O serviro dos enlerramenlos ja foi mais regular do
que nao est sendo ; pos consta-nos que na ra do
Caldeireiro, leudo fallecido una moll.cr da reinante
epidemia as III h*.ras da noile, SO conseguio-se que o
sea rorpo tosso ronduzi.lo ao cemilerio as qualro da
madrugada: isto nao sabemos se he devido ao gran-
de numero de morios que ja vai dillicullando o
promplo transpurle: em lodo caso devem-se dar
providencias de forma a cessar a demora .leste ser-
viro, que deve ser o man ligeiro possivcl. Se lia
ralla de gente augmenle-se 11 pernal, aogmenlc-11
mesmo o jornal quando for preciso com lano que
nao seja demorado o culerramenln.
Observamos tambem que murrem pessoas cm qoal-
quer casa e um ou oulru cuida em desinfecta-la. de-
vendo a policia lomar em milita considera..ib. este
servico tao proveiloso a mitigar o mal.
Outros mulam-se das casas onde niorre alguma
pessoa, licando assim rendo o ar pestfero por espa-
co de multes dias, e depois] isto be a causa de muilas
consequencias ms.
Respondemos ao Sr. lt, que o nosso mui dig-
no c virtuoso pceladj ^1 providenciou o que S. me.
reclama de nos: ja blicoe una pastoral, em que
autorisa aos revereodissimos parochos a despensa-
rem os proelama*, e a lancarem as benjios aos in-
fermos in articulo mortis.
Mui indignado bontcm nos diste o Rvm. Sr.
padre vigario da Boa Vista, que vio no hospital da
ra da Aurora, quando la foi ministrar aos enfermos
o paslo espiritual, homens eobrindo as muII.eres qoe
se achavam em esta lo de desastocego, c nos aotori-
ou a da-lo como testeinunha desse desacato feilo a
honeslidade. Com efleito se ha poucos infermeiros
cumpre contratar mais.
(1 hospital regimenlal dos cholencos a despei-
lo das repelidas reclamaroes do Exm. general, do
Sr. Dr. Pontea e mais mdicos internos, continua a
permanecer na lallencia de quasi ludo c do mais es-
sencial, camas, eoleboes, mantas de la, enfarmeiros.
abundan-lo s.iem cholcric.is, que eonem a 70!
OSr. que (ao imp.i lentamente acusa ao Rvm.
parodio do Bom Jardim por baver abandonado a sua
sede, e emigrado para o llrejo da rea,nao falle cora
a verdade Uto escandalosamente. O Sr. padre Cha-
cn nao he do numero desses fuuccinnarios que nas
crises calamitosas procura em segura guarida dcixar
entregues ao cataclismo seus irmQos. I.cia o expe-
diente do governe c saliera que o vigario do Bom
2. As fluas dos membros honorarios, subsidios,
donalivot, elegidosSi-5,238 fr. 47 c.
de 18
18271,3
pelas muletas, e pelos juros dos canilaes empre-
gados.
Em 1852 as sociedades ;'nhao receido 1,312,1.3!
fr. 30 c. Honve pois em 1853 um augmento de
738,641 fr. 83 c.
Despenderan>.170,tI \:,o y. :; 1 r. 1 saber:
1,493,13! f'. 82 c. em iudcp inisaees peconia-
ras aos doe -'es.
.82,767 K63c. em visitas d mdicos e medica-
... mentos.
'',.ii3 fr.12 cera pens.1:, [ios velhos.
~l!0,914 fr. 22c. cm socc orros as viuva- ,-c;
erplilof. '
121,751 3(1 em arlicos fnnerbres.
(I resto das despezas corap. e-ss degasl -. da g-
rencia, de algans depsitos n caixa geral de pen-
ses, de diversas soinmas liradas dos Ion.los de I desenvolvimsiil
mserva, que corto numero de sociedades repartirn!. pela- numei k
entre seus membros em rai.o da carcuia dos vi- terio da -.tria.
, Jardim se ada no posto, que a igreia e o monar-
11 I cha o collocainm.
Senliore*, pelo amor de Dos, pensai anles nos
males que do ceo, e da Ierra nos allligein : delxai es-
gS futilidades, banalidades e asni.la.les de amaros
para pocas em que em vez de fecbsr para sempre
os olhos em tao grande escalla, possa-se srfsear com
clles nina vez por oulra.
Pela segunda vi ddaranios qua se alguem
sabe avaliar s servic.n deste ou d'aquelle na poca
aclual, porque nao assisna-se'.' He mais bonilo.
A praia do Caldeireiro esta serviudo de recep-
tculo de despojos cholencos, bem como a do los-
inais considera, ela qoe lem r|icg.,do n administra-! recel.cr as bcnjcs do povo, embora a maldijao dos nci .,-,.. HonnoncU '
S i de que o Bsbtd 1 intervem na prodnejao ca- ecoisUs. P q dur,ne"c.,,!
vallar. au hs sera interesse recordar 1 cifradas ,- As negras estn vendendo o bable
pradoecAe. era 1827, 1837, 1847c compara-las com ~ e\" nlUmamn,' "-do, que os eoehei- asas terreas a 160 re. Aqui d el-rci!
ros fnebres conduzen, e n '-,. He cadveres cco. Achmus ,,, elllcni|i,|() os soI,,Hl|lls
rom pe Iras, ou nutras quae-quer materias que nao | ,,0,pi!llI ,,,, S(lle,|l|c ,, o|,ri^r (
seiam num.inas. t.onvem nao despre/ar esses boa-1 *
1 carregar agua para cuna du.s c Ires vezes, empa an-
garanbOos do Esta lo
,,,,. produziram 97,38 jmenlos.
I,-..,, s.i(j .y- -.m
18471,180 .Vl-i i
1834-1,347 TY,!69
Igual progretso tem havidn sem duvi.la
dacrao d
d'agm pe-
..... i"--.t.- ion. naviuo sem uuvi.ia na pro-
iu.-rao d..., garanh s parlicolarcs approvados: ava-
lia-seqceos 650 eavsllos de lanramento dessa ca-
legoria deram 30 a 33.000 jumentos de sorle que
deve ler bavido en. 1851 mais de UlO.tKKI beatas
- lelhores caranhfies it
liolavel i.a r .nrndu
los e pedilos rom instancia, n.ie as ant'oida.les sin- 1 1
. deas ao servir de seis seqhorrs que esperlalbes.
vergo| __ q, habitantes de San .lose pedem agm para
' beber '. '.'.
diqueni minuciosainente desse ruido ruidoso
nlioso, assombroso.
Verdade ..u mentira compre indagar policial-
mente, pois o lempo he de espeoolsjues, nao falta
quem morra p r .!,.i nina dentada no Ihesouro pa-
ira oca. Eslejblico.
. explica-sel Informam-nos qoe o chamados dos Srs. mdicos
'"-- '''".."" -'na d mlrw- Mra aMlllr ^
veres.
O escesso das receitas sobve as despez a f...
1,219,532 fr. 93 c, ao pasto que em 1852 foi
nas de 1,065.216 fr. 21 c. o capital da reserva a
.31 de dezembro ds 1853 era 'aoii .le 12,039,361 fr.
05 c.
Em resumo os mappas apresmlam em 1853 um
augmento de 20 par cento q oaolo aos membros ho-
norarios, pouco mai. de (i par ccnlo, quanlo aos
membros partieipanles. e de il I p2 por ceuto quan-
to ao capital de reserva.
Caminhos de ferro. A aetividade qne o gnver-
no dera desde 18,2 aos Irabalhut dosenmiohos de
lerror.iisusienla.il cm 1h>. Foram entregues i
circularan lil hilamelros, e licaram qua-: c.iui-
plelos 1000 hilamelros. iiis aqoi o quadro das li-
nhas a bertas .1 circulacilo durante o anuo :
Tonr a Nant-s. Prnlungamcnto sobre os caes de
Janeiro.,............ :',
Esle Blesmes a Grayi. Blesmes a Sant Uizier 15
de fevcreim.i..........17
Oeste 1.a l.onpc a Nogcnt-le Rolrou 10 de feve-
reiro.) .............O-j
Circuilo. Oa eslajaa do MoMe 4 de Orleans'.25 de
mareo.'............ID
Saint ermain ramo de Aoleni Balignolles a Au-
(euit 2 de maio.......... 8
Onleansa l.imoges. I'.hateaurons a Argentan (2 de
meio.............. 31
(.leste. Nogent-lo Rolrou a M'i'is |. dejunbo.i ti.}
Este rams de Reims Epe lax a Iteims ;, de
jur.ho.).....'......'_ ;;j
Orleans a Clermonl c 1 Itoamc. Vreme- a Saint
Ceraui-les
Fosees 49 de junbo....... i-
l.e.lo ao Me.literr.-n.vi. Avinhilo Valnr 29 d
junbo............- ,.),.
P.iris a Cea Clialoa Vale |. de lunlin. l]",
\ irens a fronteira. Virens a Ironleira belga 24do
junho.;........ .,
ParisaOrsay Rourg-la eino aOr'sav 29 dejo"
Ibo........... ^ ,,,
Este, ramo de Thionville Melz a Thionville.'lOde
selembro.......... jw.
Meio dia ,'Rordeos a Bayonna.) l.aMothe a'llaes
(12 de novembro.) |03
o qual pondo echar em Franca
alineados tem sido menores, e que
i durante* r do 1851,33,000 ravallos para eslc conressao qne os seos doentes va nem; ce
. seos diversos seryiras. As compras repaHiram-se pois combinar isto com
a|,c. como sos buo entre os dilTerenles aliatamentos
Wormandia. 15,959 cavallos.
Polln.
lauca.
Total........r0l
Independenlemenle dos trabalbos j acabados ou
que esto em excojo o governo fez em 1834 os
PAGINA AVULSA.
A MAI |>E EOS.
\ uge.n da ConceijJo, pura immaculada'
Das Ccos o da tena, suprema grandeza,
Da estrella o raiar he copia apagada
Dos raios q i fulgem da tna pureza !
i as divinas, porqus prolcclura
De leus pobres liihos misrrimos morlae,
Icos olhos Ibosvolve, M.lei-llies, Senhora
'.'ue Nillrnn do chalet 1 estragos falacs
i'a M.sericor.lis, .i fonle infinita
Por ella vale aos Ribos f... C; 11/.
Por riles pedi, santa bcmdila
1 c ilcra abrandai do vossn Jesos !
11 estrella da luz, ouv os gemidos
Qac a victima olla ao despedir da \ ida,
1 choro anglico do pobre innocente .
(.loo os anegos per.le de sua mai qn'rida !
I'azei que desertem, o -aula das santas,
Os males horriveis queo Brasil consomm
Cae o numero cesse de 'climas lanas
De atroz desamparo, la pesie e da tomo 1
O negocio esl aperlado
Ate anuinlm senao morrer.
COMARCA DO BREJO.
2 de marco de 1850.
A epidemia, qoe a piincipio se o-tentnu benigna
neie termo, tem temado ltimamente feir.es liem
Iristes e assuatadoras. Adiase boje derramada por
toda a ettensao do municipio, ceifando aqu e alli
numerosas victimas.
No dia 20 do paseado arrcbalou ella d'entre nos o
Dr. Manoel de Albuquerque Machado, juiz munici-
pal do (crino !
Puncas pessoas havlam adquerido lardes lilulos as
henea >s da humauidade '. ludo quanto o sacrificio
e a dedicaran lera de mais sublime o Dr. Machado
havia posto em pratica eos favor daqnelles qoe eram
reridos do mal .Munido da soa carteira homeopa-
lllica. se havia dedicado exclusivamente ao curativo
dos enfermos, a cuja caheceira nunca deixou de
achar-sc. Fez curas prodigiosa', ese ha Via turnado
i a consolajo viva .leste povo. Mas, emum, parece
que depois de lanos aclos de caridade e de amor !
(1 cholera, esle orado agonisante que pnrtiu.lu de P"" eom ,e"s semelbanles, elle devia subir logo '
. iodos ,.s coraeOes affliclosl se nenie na eztensao do.'. palria cel*s41 e reeeber o premio de suas virtudes :
1 assim suceden,
ares, para de novo ouvir-sc anula rom maior deses-
estes co
morlalidade!
A cmara 011 o regulamento do cemilerio de-
lermina, que nscaixOesque cumluzem os cadveres
helanha. 1.3711 sejam hermedlcamente fechados, no entretanto di-
\,'::'";, JWj rem-nos que uns s., al de rondo de ripas com duas
! re. ':".iii" laboas por lampa, cheias de fondas, qoaea earils de
Estas dfr.,. orovam que .1 Franja ha muilo mais [ t'""-'",i"<-
ren em cavallos d que se suppunha, e apoia o ,le 'jo a proeisslo do Senhor dos Passos, qne
nema de animajflo pralicado pela ,1 Iminislrajo. desde domingo sabio de soa igreja, qoando I,. tantos
i annus s.. houlcm era mudada para igreja donde duba
de percorrer as mas. Quera quer inventa seu mo
! do de penitencia !
lio ansso C. A. exlraliimosn seguinle:
' poro; esle [errivel inimigq que. sera guardar ronsi-
! decajCes, slenla o seu poder ja contra o |
,.11'ra o 1 i. >; este devastador insai
Das anles do seu fallecimenlo, elle havia sentido
qne eslava con) diarrha ; DMS, em lugar de curar-
se rom a mesma promplid.lo com quecurava os ou-
. .'' tros,foi desprezando amolesliaalque quando monos
' pensava entregon o espirito a I-
pi.i.re, ja
...,,., pensava entregan o o-pinto a Dos, un meio das la-
I de, que decollo erguido parece querer ongolir o grimas de seas amigase daquelles que fiMvamprl-
mun.lo iiiteue, finalmente es-e zombador da seien- vados de seos rasgos de beneficencia !
\
JaT.
ca, cojos resollado-, al o precenle tem sido notis
; a combati-lo.belujcoobjccd. nico das nossas inc-
| ditarocs. como u lem sido cu qualquer parle .1 > seu
apparccinienlo.
Por iodos in lado* se cncootram os vivos e pan*
! genios -i: ...ir, de sua ruina : as mar/jen do rio os-
I lio janeada' de fnnelires despojos-, aouivc-seum
cohao, indicio cruel do leitododor, finquen mons-
I tro icabou de fazer asna vieliina; atlt um travee-
;seiro, maisadiante una cima... Nao he sem o maior
1 assoml.ro que se encara este lluatro da mor'e, ondr
1 is senas de coasternajao fazera refleclir em nema
mente os quadros mais significativos do soffrimenle
.a homanidade.
Constantemente o sinos parc.chiaesannmnciam qoe
mais um ebrlslao recorre em sua hora devradeira, ao
Sacramento que da alivio espiritual e corfioral; sabe
o Santissimo viatico, e em lugar de ir ser pplicadn a
om, o he a tres e quatro que,]anciosos q.nerem rece-
l'ei.l i.im a sociedade e a magistratura um digno
<>i menlo na pessoa desse joven csperanjoso, qoe
apenas centava 20 anuos !
A sua belli c desvenlorosa esposa tica lamhem a
decidir; anda ignora a ninrle de su idolatrado es-
poso n ie qu.i.lros de angustias e de |desolac3o !...
Adcos. 6'arfa particular.)
COMARCA DE NAZAltETH.
3de marco.
O maldito do cholera, que 110 dia ultimo do mez
prximo lindo, lera as mais lisongeiras esperancaa de
so ler relindo dentro nl, conliuua com a me-nu,
se nilo com maior forCJ ; e de enlao para c lem fei-
to varias victima' notaveis. taes sao: o coronel Jos
Porfirio Cobo de Andrade I i un, n bacharel Jnaquim
llyglno da .Molla Silveira (Colleclor o bacharel
lierva/.in I.uiz daSCarneiro, o negociante Manoel
Uarte R.beiro Jnior, oescrivao RaDgel, c sua mu-
lher, bem como oulras inuilas pessoas de pontea
mais obscura.
Dizem os mdicos, que nao h ja' o cholera q"uem
mata, mas sim um tal lyphus.
CMARA MUNICIPAL 1)0 RECIFE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 0 DE FEVE-
Rl-.lltii DE 1856.
Presidencia do "r. liarlo de Cauibarihe.
Presentes os Srs. Reg, Oliveira, Garaeiro e Mel-
lo, fallaudo sem causa participada os mais senbores,
abrio-se a sessrto, e foi lula e approvada a acia da
aiilece.lenle.
Foi lulo o -eg.iinie
EXPEDIENTE.
Um ollicio do Fixin. presidente da provincia, com-
raunicau.io ler expedido ordem .1 thesoiiraria da ta-
zenda, para entregar a esla cmara, com urgencia,
a qiiantia de que trata o ollicio da mesma cmara I
de 30 de Janeiro ultimo, sob n. 1.5. Inleirada e
mandou-se expedir or.lein do procurador para rece-
be-la.
Outrn do mesmo, declarando que ficavam expe-
didas as convenientes ordene, para qoe n,1o so nas
fortalezas e quarleis militares, como nos eslabeleci-
menlos de caridade, se franqueic a enlrada da com-
misso nomeada por esta cmara, para os vizilar.
Inleirada.
Oiitrodo mesmo, autnrisando a cmara a despen-
der a importancia de mais de 2:0003000 rs. para
completar a quanlia porque loi arrematada a estra-
da para ucemilerio. Inleirada,e mandou-se coinmu-
nicar ao |.rucurador e contador.
Outro do mesmo, remetiendo una copia do olli-
cio da Mmmisslodn l.vgieue publica, de do cor-
renbs, para que uandasse esta cmara, quanlo an-
tes, aterrar usalagados e fazer as obras de que trata
u mesmo ollc;o, devemlu o execulor desses Iraba-
Ihos extremar bem a quanlia que se despeuder com
o aterro em terrenos particulares, para ser paga pe-
los seus propnelarios, vistonao ter a cmara obri-
gajao de o fazer, nao se Ihes conceden lo licenja pa-
ra edificarao sem que lenham elles leito semellianle
iiidemnisajan.
A cmara expedio inmediatamente ordem ao ad-
ministrad, t da compauhia de Riheirinhos para re-
organisa-la com o numero siillicicnlc dos trabalha-
dores, de modo que .1 limpeza da cidade se tara
com prompido e aproveilameiilo, recommendaii-
do-se a restricta observancia da ordem de S. Exc.
em referencia ao orticio da commissao de bvgiene,
e a economa dos dioheirea pblicos. O Sr. Ga-
meiro vutou contra esta rendujito, por ser de opi-
niao que ai obras doi alerros fossem arrematadas.
Oulro do presidente da commissao de bvgiene, di-
rigido ao Exm. presidente, em o I.- do correute,
pedindo mandasM S. Exc. dar esgoto as aguas plu-
viaes eslagna.las em diversus pontos da cidade, es-
lendendo-se esta medida aos qoinlaes.Inleirada |
por ja terem sido expedida* urdens ueste sentido, ao 1
sdminislrador da rompanbia.
Oulro do Dr. diere de policia, expondo a razao 1
por que o majar do corpo de policia relirou as sen-'
(mella., do mesmo corpn, que estavam nos di'ereii-
les puntos de despejos pblicos desta cidade.Oue
so representare a S. Exc. sobre a necessidade da
conlinuac.lo desse serviro na aclualidade. alim de
providenciar acerca da subilluijio das senlincllasj
por outras de oulro corpo.
Outro do fiscal do Recife, cominunicando o resul-,
lado da rararalssno que desempenhou na freguezia
dos Afogados, e pedindo pagamento do que despeo-
den com ella, assim como que pagasse a cmara au
medico que o acompanbou o que achase justo. I
Mandou-se ordem ao procurador para pagar a me-
dico a quanlia de 209000 rs., e ao fiscal o que elle
pedio 110 ollicio.
Oulro do mesmo, ponderando a necessidade de
ser alerrado o terreno allegado, existente na ra do
Brum, destinado para erara publica, por ser preju-
dicial salobrida.le publica a sua conservara, no
estado em que arlualmenle se acha___Autosou-se
ao fiscal a contratar quanlo anles o alerramenlo do
terreno, reeomtnendando-se que apresenlasse a con-
ta a limpo da despega que Imuve com esle melho-
ramento para ser indemnisada cmara pelo pos-
seiro do terreno, a quem devia fazer logo inlimajo I
dcsla ordem.
Oulro do fiscal de Sanlo-.Vnlonio, informando |
acerca do estado da cavallarira de Manoel .wilouio
Pereira, dlzeodo que declarara ao peticionario qne,
mo poda ella permanecer por so ler 3" palmos de
frente, embo.a estlvesse collocado em um quintal e
livesse sumidoro.Cni.ce leu se a lioenja requerida
para fu ar a avallarles, una vez que nii esla situa-
da por bailo de habilajao e sim no qointal. eom a
eondica do guardar o requerente as de mais condi-*
jes das posturas.
Outro do mesmo. consultando acerca da eonvien-
cia de espejar o prazo, que marenu para os propie-
tarios .las rasss de sua frente pintareni as frentes das
uesmas.Mandou-se responder qne- prorogasse o
prazo para mais um mez, sendo esla resolucao es-
tensiva s de mais freguezia da cidade.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, inrormando o orcor-
rido acerca da veataria que fez ltimamente no pre-
dio denominado Fundao, onde fui fabrico de liar
algodn, asscveranili. que ja se Un!.a feilo a limpeza
no corredor, que dentrada para o mesmo predi).
Inleirada, e mandou-se responder ,1o ollicio do
Dr. chele de p dicia, eobrindo o do delegado dcsle
termo, ambos sobre este ohjclo.
Oulro do administrador do cemilerio, commo-
nicando ter-se concluido o reslo das catacumbas da
municipalidade, faltando razer-se o* repares de
algumas ruinas, puncas, ocrasionadas pelas ultimas
clin vas; o que se razia logo que melhorasse o lempo
Iuleirado.
Oulro do mesmo dizendo ler mandado exigir e
receida das familias a que perlenciam Trajano
(jomes da I onceca.e Jos Maria liorges.qoe Talleceu
do cholera, e sepultados no cemilerio, sera as for-
malidades legaes, a quantia de IdOOO dcada um
sendo 10? r-is de condueo c InQtM) de sepultara,
por nno eslareiu elleS-no caso de terem sepultura
gratuitamente, e remellen to a quanlia de 8*000
licando em seu poder a de 20*000 a qae se
dara destino em lempo opportuno. Inleirada e
mandou-se remetiera dinheiro ao procurador para
o lim conveniente.
Outro do mesmo, acensando a recepjJo do desta
cmara em que Ihe coinmnnicou que havia prestado
juramento o rapellilo daquelle estabclicimenlo, e
dizendo que .1 excepcSo da celebrarlo das missas
diarias, Dio padiaocapcllao exerceros de mais actos
do sen ministerio, se nao qoando estivesse conclui-
da a capella. c feta a casa para a sua residencia,
acressentando que Iba pareca conveniente que se
aproveitassem na eonstroccao dessa casa, e de outras
de que precisa o cemilerio. as travs, raibros e
laboas, que foram do simples da capella. Man-
dou-se responder 0/ confcrriiciassecnm o cngeuhciro
dordeador Acerca da' planta c orramento da cas
para o capella, alim de se tratar do sua execoclo,
quando nao exist.im promptos esses Irabalhos : e
que nao convindo, ni aclualidade, que o capell.lo
mleja privado de exercer lodos os actos a que he
obngadv, cedesse elle administrador lugar n.i sua
casa, 1111 cemilerio, para estada dellc. nas horas
marcadas no regnlamenle. Maudou-sc oiliriai ao
engenheiro para se entender com o administrador.
Oulro do fiscal do Pojo, tratando da necessidade
dacreaj:> d'uin cemilerio naquella tregenla,
onde sejam sepultados os que suecumbrem a epi-
demia reinante, quando ella se dennvotve alli,
Qoe se oOtcissse ao Exm. presidente da provincia
para providenciar a espeilu entrando a despeza que
se lizer com aequisicRo do terreno no numero d'a-
quellas, que se esl.l.i l'azcnd" com medidas bvgien-
nieas por conla do cofre geral.
Oulro do mesmo, reclamando de novo sobre a es-
collia de lugar para a mtanos do ga.io naquella fre-
guezia, visto ser o em que ella se pratica actual-
mente improprio.
Ao vercarfor (iameiro, para, 111 qnalidade de
memoro da commissao de saude, emtttlr seu parecer
a respeilo, cem urgencia.
OSr. Oliveira fez o seguinle icqiierimcnlp, que
foi approvado.
I.ulando os babilanlcs (leste municipio com mul-
tas diflkiil.ladcs e vexames, devidns na maior pu-
le quadra actual em que a epidemia que se lem
desenvolvido FUI diversus punios da provincia, j
amcaja de inva l:r a esti capital, sendo .1 I alia de
viveros c o elevado proco dos que ha, o que mais os
opprime e alflige ; e nao p .den lo. nem devendo
esl cmara ser eslranlia aos seus soUViineulns e pri-
vares, rtqueiio que -.- compre gado a cula da mu-
nicipalidade para ser lalhadu ao povo, nos acoago.es
pblicos, pelo menor prej 1 pessivel, salvas as des-
pezas indispensaveis. segufndo-se assim o exemplo
do que se lem prilirado en nutras parles e ltima-
mente na rapilal da Baha, levndole esla medida
contiderajao ,lo Exm. presidente da provincia.
Foi approvado etc requerimerito, como ja Rea dito,
assentaodo-se qoe se expozesse so Exm. presidente
a idi que elle canl.-m, alim de S. Exc. re*o|ver e1
cominuiiicar rain ira o que Ihe parecer acertado, I
luudo-lheo de-'iivolviincnto deque carece.
Resolveu-se que se lizesse o Te-Deom de que irata I
11 art. 90 da le de !9 de agosta .le 1846, na .lia 9 do
rorrcnlo, as I horas di larde, na igreja matriz desta
freguezia. Mandon-se chamar doos supplenlesde
verea.lores para tomarem aasento.
Presin inramenlo o mensura noroeado para a
capella do cemilerio, Domingos Marques Vieira.
Kstavaa sobre a mesa muilas participae.'.es dos
lisraes dcsla cidade com os noines dos multados 11I-
limamenle por diversas infreccAes, sobresahindo as \
provenipnles de carnes corruptas, qoe em grande
numera de arrobas foram mandadas deilar fra.
Despacharam-se as pelicOes de Francisco Custodio
de Sampai.. e bacharel Francisca da Assis de Olivei-
ra Maciel, e levanlou- reira Accioli. secretario a cscrevi.liaran de Capi-
Iwribe, presideule,tiameiroRegMelloOli-
veira.
REPAHTigAO DA POLICA
Parte do dia 3 de marjo.
_ lllm. c Exm. Sr.Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das diOerentes participajes boje rece-
bidas nesla reparlicao, consta que se deram as se-
guinles occurrcncias :
Foram presos : pela subelegacia da freguezia de
Santo Amonio, o pardo Thoma/. de onza Marra,
por rerimenlos, e o preto esrravo Pedro, por deso-
bediencia.
E pela subdelegada da rregueiia da Boa-Visla,
o pirdo Joo Francisco, por desordem.
Dos guarde a V. Exc Secretaria da policio de
Pernatnbuco 5 de marro de 1850.Illm. e Exm.
Sr. conselheiro Jos Benlo da Cunba e Figueiredu.
presdeme da provincia.O chele de policia, Lu:
Carlos de-Vafea Tereira.
MAPPA geral do uovimenln dos doentes cholencos,
tratados no hospital provisorio do arseual
de marinha, desde o dia 8 at o ultimo
de revereiro de 1856.
I
(em providenciado para que os eatmaaaesnw ne-
felios rom pinn.pli.lan, assim romo distriboid* TT
rorros aos pobres c .lenles, o delr-vdo depwt*.
apparec.mento da epidemia liolu relirada-'r a
villa.. ""
Chesoo da Viciara o csludanle do exloosujo V
Manoel Nune da Costa, por Irr lindado a mis tews-
>^c que 1.10 disliiiclmciile camprio.
Recebemos noticias de tio.aooa em data de 4 do
corrcnle A epidemia c| mm ialtmt
quella cidade. e |a se contavam 107 victima. -i-
la. pessoas aceoinmell.d.,. Em raseq.enc. d. :.
Iivid.de do subdelegad edojqiz d' dire.t. p,v-
jao de l.uianninha nao maior numero das pessoa. qa. ,n lrm .^.jo. l^
emiiradas da povoacaa de Nossa" Senhor.. do O'
que presentemente se^achr Jesen,, porail# ajnajnsjhl
lugar a morlalidade fin rrescid.. N. |.,m irrn V-
crescido; em Pedras de logo nao lea .ementad
entretanto ah o numero dos arrommetlidos era'
(rescido.
CUOLERA. OBSERV \( \o V?1? .-
^..^ .... i "ii.*c.iv.ii...\u. (a cidade, urna coromissio composu uedon.d^,,.,
_____j_________________________ 'membros, os Srs. Manoel Joaqaim d Res e A>-
. I 87 I Fal.'nas S h. de entda.Tl uua.,"rau! e Anloni Jsc de Ol.ver. .fi. de pr."
________________________'__ mover o abaslecimenlo de carnes verdes nesta >..
I 17 ; ma cidade, sem ob.lar a conenrreneia. EM. cmm-
----- ni .-a,, j requistoo do Exm. presidenl, canse <*
I 51 v do mi i.-,o que lie publicado era lagar ran^.
,~. lente, a quauli. de viole conloe de fi, que Ihe f-
11 ram immedialamente dados ; assim, leaos para -.
Entraram.
Sabiram .
I 15 I dem nas 12 ditas ditas.
FaUeceram | 48 | dem nas 2i Hilas ditas.
Existera. | 21 |
.Somma.
Entra no iiumeio total um africano livre. appre-
lien.lido ltimamente, que fallecer no auarlel, e
um Portuguez fallecido da feble amarellal
Joaquim los Ahet de .1lbuqueri/ac,
Cirurgiao do hnspilal.
, i ,,,, .,,-, ,r. na.. ni. rnir o.oo. ; ,issim, irmii para o.-.
: que desapp re.-era o raonopolio, de laclo qoe ll.tet-
" a populacao. porque a manicipalid.de ha de
.rr;r com a matanr sufficienle paja o coa-
S-H|^a-
CinaU UU que o negociante inglez, o Sr. (eoraa
'.Ih-li.-ll n.C.I,,. I,-,-, ........ -:,_> .
lava
concorrer
sumo
tallista-nos que o negociante inglez, o Sr. t MAPPA dos doentes tratados na enfermara de ma- Palchell.estabelecido nesla cilade.onerecera a sraae-
rinha e hospital provisorio da provincia de ; ,,a "* contos de re. para o clibelerimenln de
Pernambuco, do primeiro ao ultimo ue fe- i um bo.pil-1 deeatidad*. que Sr. Dr. Filipp- 1^-
vereiro de 1856. P" *'U e 'cus aicos pretendem tundir no cn-
NOMENCCATL'RA DAS
MOLESTIAS.
Abcessos ....
Ilubcs.....
Bronquiles .
Itexigas ....
^"""jj pulmonar
Coiiluses .
Cholera ....
Dores siphililicas .
Febre benigna. .
Ferimenlos .
Gonorrhca .
(lastro hepaliles. .
Ilepalilp. ebrouica.
t)|.hlalinia .
Pustullas ....
Panaricio ....
Rheumatismo .
Sarnas.....
I'lreras ....
Somma. .
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OBSERVACO'ES.
O presente mappa, pertence nicamente aos (len-
les do corpo da armada, escuna l.indoia, barca
deescavaeo e arsenal de marinha. Os fallecidos de
cholera um per(ence a referida escuna, nutro bar-
ca c quatro a ete arsenal. Assim romo lalleceram
do mesmo cholera duas praeas, a bordo do brigue
Cearense as qoaes vieram ler a esta enfermara
par serem sepultadas.
Joaquim los .tires de Albuquerque.
Cirurgiao da enfermara.
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Santero.
Sahiram.
Existem.
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si.le.in da igrrji de .No-sa Sri.l.ora do l.VTam-Tlo
na fregoezied Santo Antonio, pr o Ir.i.rnenL
das pessoas pobres que forem taradas da epidemia
A esle eslabelerimenlo serAo recibidos aquelles qoe
xolunlariamente o qi'izcicm, a paso que os indi
\doos que des'jarem er tratados em ua. rcspe*,ti-
vascana, recebemo o. recursos neressarios para os-
le lim. Coiisratulsmn-nos rom estes preslimo^.
Pern.mbucanos qne lulo provino m onde as p-ssoas menos favorecidas da fortuna en'
ronlrem um Imiliro mi seus ofTriirenios ; P sr-U-
n. permillido. como orgJo desta pepalaci t mam
perleucemos, agradecer o li-linclo rgo V
Iropia dcsle ridadAo britnico, qoe mais de
lem dado sobejas prosas de seu amor e de.
esle nade
O
5-:,
MAPPA mensal do hospital re mental cargo do
segando batalhilo de inrantaria.
HOSPITAL NA RA DOS PI-
RES I DE MARCO DK 1836.
. -
B E



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- VI -=. i
i. balallulo de arlilbaria a pe . 1 31 | 1 3
i-" balalhto de inf.nlaria. | ..!> | 13 | 12 | 1 i
!(." balalliAo de inr.iil-ria. 1 1 i| 7| 13
10 liaialhai. de infamarla. 1 '1 | i | 2| 5
Cumpauhia decavallaria.....| > | 5 |
(.oinpanbia de artilices. . 1 6 | i | 1 2
Corpo de polica...... 1 -'1 1 15 | 1 2| l| "'1 1
Africano livrc....... 1 1
Somm........ ! 11 1 19 1 26 | :t!t
OBSERVACAO
Algosa dos que sahiram curados chegaram no pe-
riodo lgido.
Dr. Manoel Mriano da Siira Pontee, capiblo de-
legado do cirurgiao-mor d.- rxerciln.
I allereu honlem victima da epidemia reinante o
Sr. majar do corpo de policial Manoel Re/erra do
\ alie : militar honrado e valente, amigo sincero e
devotado, o Sr. Becerra sabia eooler-se na prosperi-
da.le, assim como resignarse na adversidade.
--f9>5Ttj**x---
O Sr. leuenle-coronel Portella foi honlem exone-
rado do commando do corno de polica por ler de
seguir para a provincia de Mallo lirosso a reuuir-se
a seu batalhao: sendo Horneado o Sr. lente-coro-
nel Sebasli.o Lopes Cuimaraes para o substituir.
llonleui ebegoe algum gado para o consumo, e
sabemos que vem em camiubo m-.is algum ; porlan-
to esperamos que em breve cesse a penuria.
Felizmente a epidemia na villa de l.imncim j
comer a declinar coiisideravelmenle, de surte que
nu da 2 do crrenle scpullaiam-se l c.daveres, no
dia a III e no dia i II. leudo principiado o periodo
le decrescimcnlo a 28 do paseado; eal o .lia I do
correute o cemilerio da villa e mais t outros li-
nham recebido Klll eadavere*. ti digno delegad.,
do lugar o Sr. caimito Camisa., ja perdeu 2 li'ii".. e
a senhora esta .lente, mas continua com a m-sma
aetividade. Tinha ohegado no mesmo dia em que
daqui partir o Dr. Francisca de Paula Cavakanti
de Albuquerque e la acodindo a tolos com muilo
animo.
Em Pas'iissiinga, perlenreiilc a mesma comar-
ca, o nial lem feilo grandes estrago', bavendo fal-
lecido familias inlen as; e muilas pessoas .bastada*
desejam ler alli um medie-, a qum estilo promptos
a gralillcar. (i mal tambem esl mui iulenso em
laquaretinga e llom-Jardiin. rojo vigaria tinha -i lo
atacado, mas ja eslava sem perico.
Ai noticias de .Vaaretli em dala de i do crran-
le ai.uunciam que a epidemia vai declinando en-i -
vclnienlc u cidade e arrabaldes mais prximos, as-
sim como cm Traeniili.icm e Alagoa do Carro ; mas ----- ."e..
vai progredindo em antros poni, da comarca que Waaaaa, easai
foram mais tarde accommellidos dem 838Adris
Havia grande talla d.- generas alimenticio, prin-
cipalmcule nas povoares da Alanc c Nicencii,,
entretanto o delegado para mitigar os sollrimentos 'a, emeasa.
.1.1 pebrea, tinha ordenado sob sua re inalai ca de gado naqnclle. punios para ser distri- cife, bospilal provisorio de marinha.
buido com os indigente!, medida esla que, estamos I Idom R|| Janana Mara I. Conrelc.,.,
cerlos, o governo ha de approvar. Pernamniico. 7(1 anuos, viova, ReciiV
W ann a., .- i i 1 le .1 ., lia rn .,,* .tr. I .ln ~ .... ......ni. .
III I.I.KIIM DO CHOI.ERA-MORBIS.
Hospital da ra da Aurora dia 6. existas I no-
entes em testamento, liveram alia leus, e fi||s_i
rain 2.
Hospital de >. los.. existem em IrataasetHe m
.lenles, saino I, e fallecern. 2.
Hospital do Carino, entraram 3 horneas, tallece t
e existem em testamento 13 doentes.
lllm. Sr.Participo a V. S. que entrara le...ten.
larde e fallecer 2 horas depois. prelo Otiiel li-
berto, natural de Benguella, 21 anuos do idade'. *-
leiro, cominillo pelo inspector do 17 qoartesra* e
Pedro Flix Furtada. |.1 annos de idade. dler '-'
llio de outro natural da ilha dr San Miguel falle.
cera is horas da mauliAa.
Entrara boje Bernardo trames da Silva, petlen-
cente ao briso* Cearense, Mano-I Gonralvrs Perei-
ra. snlteiro, 35 anuos de idade. ral. el.., natural 4
M ira.i li.o. coiidiiri.il |..I. ni.,,..i-i,,r j., pjro das
Nevcs, no estado lgido ; Henriqoe Perxra de la-
cena, lilbn de Jos I homar de donveia, soltetr
com 10 .unios de idade, natural das A lateas, marn'
do patacho Bom Jeius, ronduzido por pessoas do re-
ferido patacho, no estado alsidn.
leve alta Antonio Joe de Vasconeelio., e pasas
ram paia a enfermara dos conxaleseentes as Africa-
no* livres l.o.irenro. Francisco e Isidoro.
l)eo guarde a V. S. hospital provisorio no arsevail
de marinha 5 de marco de 1856.Illm Sr. |H. Cos-
me de S Pereira. presidente niteeinn > raiiwe
de .'ivaienc Publica.Joaquim Jos Mees de H-
biiquerque, cirurgiao do bospilal.
It.-laclo .las pessoas que fallecern! do cbulera-mor
bus e foram sepultadas no cemilerio poMie das
6 horas da larde do dia 2 as .6 da larde do
da 3 de marro de 18 Vi.
/jtret.
Numrro 792Bernardino Jos Carreja, Porlzal,3n
annos, solteiro, bronco S. Antonio, caier san
casa.
dem 703 Vicenaia .ferra Pernambuco. 70 aama*
s.dleira, prcla, Santo Antonio, em cau.
dem ,91aria Zeleriua de Lima, l'rraisabeu
2(, anuos, solleira, parda. S. Anin,,, em case.
dem ,95Jos das Jveves Barran, P-rnmssioco t
annos. c.s.do. pardo, S. Antonio, rm rM.
loem (96ClaudiiiaM.ria Pereira. Pernamboe, I
annos, soltcira, parda, S. Antonio, em cava.
dem ,J.Jos Ignacio Ferrara da Silva, I
buco, 60 annos, casado, branca, S. \s
casa.
liem 798Angela Rosa de Andrade. lale..
2. anuos, bronco, Recife, em ras.
dem 799Jos Francisco Comes, Portugal, lia*
nos. solteiro, Recife, caxeiro, em cas..
dem 8tm l,abel, l'eriiambaco, 10 anuos, prcla
Recite, em casa. !".
dem 8tl|Maris da Penha. Pernambuco, 47 an-
no. parda, Recife, em cas.
dem 802Manoel Felirianoda Cw. Pernamboe
12 annos, solteiro, pardo, Recite, em cas.
IdemN)3Antonia Mara do E nambuco, 18 30iios,;solteira. parda, Recne, em
dem 804Rila M.ris. Pernambuco, M annos, vi-
uva, branca, S. Josc, em casa.
dem 805Jos Lu* de Franca, Pernamnne. 3ti
annos. solteiro, prelo, S. Jo-c, rm casa.
dem 80tJoann. Kr,.n.-i-ca de Oliveira,'PoraaoB.
buco, 51 annos. solleira, parda, S. Jos* evo
rasa.
dem 807 Reanlo Kodriguet da Silva. Peraaaa-
buco, (> jnnos, casad;, rurdo, ,S. Jo- cea
casa.
dem 808Hilaria Luir loCarmo, PcrnantMK, |.i
anuos, solleira, prelo, S. Jos, era cana,
dem 809Antonia Alaria da Cernen-do. I'ernam-
buco. 10 annos, viava, parda, K.'u-\ i.|.. tm
casa.
dem 8111Cecilia. Pernambuco,
Boa-Vista, eni caxa.
dem 8<|Anionia Maria do NaseimenU. Fernani-
buco, :W annos, solleira, parda. Boa-Vista, em
rasa.
dem 12Simplicio lo.. Concia, Minas Oeraes, M
solteiro, liranco, B .a-Vista, soldado, to l.-hsH.-
Ib.iu de arlilbaria. un qua.lei.
dem 813Tenenle -I.-.- Xavier Pereira le
Pernambuco, 35 casado, brinco, Ba-Vista i
lar, em casa,
dem 811Francisco Josc Luir, R.lna, fct aos*
solteir... preto. Boa \ isla, soldado, a eotirM.
dem 81.1Maria Joaquina da Hora, Pernea
8 anuos, parda, S. Antonio, em csa.
dem 816Agobia Mana la I .trmenlo. Pe
buco, .m; .uni,, prets. S.nlo-Anlaai, m t.
dem 817Mona de Tal, Pernambuco, 60 i
solleira, peala, S. Antonio, cm cusa.
UrmKI8- Francisco Monteire, frica, M
casado, prelo. S. Jos. en. casa,
dem 819Antonia Siltania do .\ascimenlo, Per-
uaraburo, II anuos, solleira. branca, S. Jeec, os
casa,
dem 820-Cecili Maria, frica, 10 anuos, snaMet
prela, *>. Josc, em casa.
dem 821Marcos Jos d As,uinn..o. I'eroaa
K anuos, solteiro, pardo, S. Josc, cm ca
dem 822Maraarida ue Jevis Catanh,
l.urn. I annos, solleira. parda. S. J*\ emessa.
dem 823T.bur.-ia Valeriano |t.i,l., ['ernamnac*.
11 amasa, ,ol(eiro. bramo. hW-Vista, em c.w..
dem 82Mario Joaquina, reman..uro. '> sones,
viuva, prela. Recife, em casa,
dem 825Jos..- da Silva. Pernaiubu.u, lo anno.
branca, Boa-Vista, rm rasa.
dem 82(>Cusma 1 r.n-.ci-ra de Mello,.'! aunan, m4-
teiro. hranro. Recife. em esa.
dem 827Maria Senborinha Reg Miranda, Tara-
billa, 35 annos, solleira. parda. S. Josc, em exa.
dem 828I.uiz Itonaaia Monteiro. Porlural. 7(1
anno., solteiro. branca, S. J,.-c. em essa.
IdemNBDellina Maia da (,'nceir.io, Pernantbn-
co, iO annos, viuva. branca, S. Jo*.-, cm casa,
liem 830 JaciullM llora Soares, Pvrlasal, MI an-
uos, s. Reir, branca. S. Antonio, rm rasa,
dem 831Icnacio I ranero.Mina. Ceraes .lleirn,
pardo, Boa-Vi.Ia. sollado do 2 h l.lhj de ra-
r,iularia, em casa.
dem 832Antonio Manoel do sacramento. Pernam-
buco. 25 annus, preto. B-m-\ sla, soldad dt.
bil-dhao, hi-pilal reginirnt.l.
dem 833Joc Thoma/. S. Paulo, .2 annos, pardo,
Boa-Visla, rabo do !.- batalhao de infantaria. nos!
pital regunrutal..
dem 831Je.!ina. Peruambnr, I ano, parda, s.
Antonio, em ca-...
Liem 855Maiiajoaquini do S'trainento Di... por-
iiamhnc, ('ai annos, viuva. branca. Sanio-Antonio
em ras. %
dem 836Carotina Maria da Conccnao, rernasn-
buen. 30 anii't,, solleira, parda. Redfc, era casa.
dem 837 Lourenro Marlvr deJeons, IVrnamliosv
lOanuns, caiedo, nrel, 6. J...-. rm rasa.
.. Iriana, da Sil, Pernambuco. .1 an-
no. e ote solleira. prela. S. Jo^j, mi casa.
Mein 8 p.iSima... aJHra, 70 anuos, ireto. hW,
-\i-
ilet:arvallio, 58 .unos, solleir, Re-
cerlos, u governo ha le approv..,.
Segundo caitas de Unrreirns de 3 do crrante, que *o marinha.
publicaremos em onlr oecMiio, consta que alli i Idem8i2Lucio (.notes (Ja Sonta,
apparerera o cholera no di 13 do pastado; no dia ro, pardo, Recife em rasa.
aMalra,
.f n.i p.
anno.. llt-
ollcira, preta. Re-
appareceraocnoierauo.il ti do pastado; no dia ro, pardo, Kenie em casa.
15 morreram dous barcaceiros expirando nm lelles, dem 813Esperanra, 80 anuo
que tinha viuda de fura, no engeuhu l ibiri, distan- f ir<' r"1 *"*"
te daquella villa um quarto de legua ; no dia 17 '''era 8iiJaciulha Maria do (armo, rtfrnamboc,
j haviam ,ido sepultados nn cemilerio 5 pessoas; 21 .naos, casada, parda, Boa-Vista, liorpilai da
na poviiac/m do Abrou ja Naviera sorrumbidu III | Aurora.
pessoas. acbando-se grande numero affeclados do Kdern 845Francisee Theedora Mareo. Pereeee-
m&l. Ate aquella dala subiam a SI o numero dasj buco, 54 annos, cesado, pord*. Rsn-vT*. am
victimas sepultadas dentro da villa, n subdelegado] can.
MUT,OiCT
ILEGIVEL


CURIO DE KRUIIIKD S XT FElR 7 OE MI^O I 18 6
-x
dem 846 Amia Maa dos Pratares, Pernambuco,
30 aunas, uleara, prela, S. Jos, ni casa,
dem 847M oambaco, 23 anuos, solleira, prela, S. Jos, am
casa. .
dem 848Filippe Servulo Bexerra Csvalcanl, Per-
lumb-P, 30 annos, solteiro, pardo, Boa-Vista,
om caa,
dem 849Kulinio Xavier de Franca, Pernimbnco,
25 anuos. solleiro, brauco, Boa-VUla, militar, hos-
pital do Pires. .
dem 830 Donato Antonio, Pernambuco, 30 annos,
oltsiro, pardo. Boi>-Vista, soldado do 9.- balalhAo
de infantara, hospital regimeutal.
dem 851Francisco Momeiro, frica, NO annos,
viuvo, preto, Kecife, ero casa.
dem 852Isabel Mara dos Passos, Pernambuco,
50 annos, solleira, parda, Kecife, oni > i< a.
dem 853J>i8o Antonio da Silva, 30 annos, viuva,
prela. Kecife, em casa.
dem 851 Felismina, 2 n.....'. Kecife, em
casa.
dem 833Candida Joarwa da Costa Kerreirn, Per-
naiobuco, 25 annos, casada, branca, Santo Anto-
nio, em casa.
dem 856Manoel da Silva gueda, Portugal, Iti
annos, solteiro, branco. Kecife. em caa.
dem 837Migael de Siqueira, Kio de Janeiro, 35
annos, solleiro, preto. Sanio Antonio, em casa.
dem 858Mara Rosa da Conceicao, 32 annos, ca-
sada, parda, Kecifi', em casa.
dem 859l.ux de Moraes, Recife, soldado do 9.
batalhao de infantara, hospital provisorio de ma-
rinha.
dem 860Clara Mara da Silva, Peruamhuco, 60
annos, solleira, Kecife, hospital provisorio de roa
riuha.
dem 871Mara Chrisostoma da Conceicao, Kio
Grande, 36 anoos, solleira, parda, Boa-V'lsta, em
casa.
dem 872Mara Romana Oliveira Soma, Pernam-
biico, 10 lunos, branca, Santo Antonio, em
casa.
dem 873Manoel do Sacramento, Rio de Janeiro,
23 annos, solleiro, bramo, Boa-Vista, soldado do
dcimo balalho de inlanlaria, hospital regi-
raenUI.
dem 874Joaquina Antonio de Araojo, Pernambu-
co, 38 annos, solleiro, pardo, Boa-Vista, hospital
da Aurora.
dem 875Felismino Pires do Rosario, Pernambu-
co, 4 annos, pardo, Boa-Vista, em casa.
dem 876Manoel Antonio dos Santn, Pernambu-
co, 46 annos, pardo, S. Jos, em casa,
dem 877Joio Uenriques de Oliveira, Pernamhu-
eo, 18 anuos, solteiro, brauco, S. Jos, em
caa.
Idem878Joao Biiptisla de Macelo, Pernambuco,
38 anoos, solleiro, branco, S.Jos, em casa.
dem 879Pelona Martlia Francisca, Pernamlio-
co, 50 annos, viuva prela, S. Jos, em casa.
seracos.
Nmeros 383Jos, frica, 40 anoos, casado, Sao
Jos, em casa.
dem 384Joaquina, frica, 10 annos, solteiro,
San Jos, em casa.
dem 385Jos, Pernambuco, 1 anuo, San Josc,
em casa.
dem386Severina,Pernambuco, 60anuos,S.Jos,
em casa.
dem 387 Miguel, Pernatubuco, 28 annos, solleiro,
Boa-Visla, em casa.
dem 388Servulo, Peruambuco, 40 a anos, Boa-
Vista, em casa.
dem 389l.uii, frica, 33 annos, solleiro, Boa-
Vista, hospital da Aurora.
dem 390Jo-, 35 annos. Kecife, em casa.
dem',191Aureliano, 30 anuos. Kecife. em casa.
dem 392Antonio, 30 annos, Recife, em casa.
dem 393Jeronvmo, frica, 10 annos, Kecife, em
casa.
dem 391Justioo, frica, 30 anuos, Boa-Vista, em
casa.
dem 395Paulo, frica, 55 annos, solteiro, Santo
Anlooio, em casa.
dem396Mara, frica, 30 anuos, solleira, San
Jos, em casto.
dem 397Helena, Pernambuco,32 anuos, solleira,
S. Jos, em casa'.
dem 398Amonio de Mello, Pernambuco, 38 an-
uo, solleiro. San Jos, em casa.
dem 399Paolo, frica, 50 annos, solteiro, Boa-
Vista, em caa.
dem 1011Clara, 30 anuos, Recife, em casa.
dem 401 -Paulo, A trica56 annos, solleiro. Hoa-
Visu, em casa.
dem 402Amaro, frica, 35 annos, solleiro, San
Jos, em rasa.
dem 403Maranoa I-reilas, Pernambuco, 30 an-
nos, San Jos, em rasa.
dem 104Rufino, Peruambuco, 19 anoos, Santo
Antonio, em casa.
dem 405Romualdo, Rio Grande, 38 annos, Reci-
fe, em casa.
dem 406 Benedicta, frica, 60 annos, casada,
Boa- Vista, em casa.
dem 507Antonio. frica, 10 anuos, Boa-Vista,
em casa.
dem 408 Manoel, 50 annos, Boa-Vista, era
casa.
/resumo da mortalidmde.
Mortaiidade do
dos : foram duas vidas arrancadas ao maldito cho-
lera : se estes dous soldados nao livessera a ho-
meonalhia ao p do si, e fossem conducidos para o
hospital mais prximo, certamente que de nada Ihes
serviriam todos estes recursos, e empregados com
luda a onergia, de quo nelles seaispoem.
OSr. .los Joel Esdras de Souza, lilho do Sr.
lenle Sou/.a, em uina carta com que nos honrou,
hisloriou-nosoito ou nove casos, algn? del les nim-
io graves, tratados com a campliora, c oulros di-
versos remedios, e nenlium dos doentes passou a es-
te estado que taz o medico desesperar de si pro-
prio, e principalmente da sua sciencia, e lodos cu-
raram-se cm pouco lempo.
O Sr. Vicente Alves de Souza Carvalho lem
curado a algunsde seus escravos e dos da casa de
seu sogro o Sr. coenmendador Manoel Goncalves
da Silva, o do ouiras casas de prenles, e a e\cep-
co de um, era que foi preciso recorrer a ipec., to-
do* os mais cararam-se promptamente.
O Sr. commendaJor Manoel Costa hoje refe-
rio-nus que linlia applicado a dous doentes, um
delles de cholera fulminante, c ambos curaram-se
promptamente.
O 3r. inajor Nascinienlo lem tralado a varios,
o mesiuo tem acontecido ao Sr. roajor Jos Jacin-
tho da Silvcira, e entre os seus doentes leve o sc-
nhor seu lilho. c-apitao Joaquim.Ios Silveira :
OSr. Luiz Antonio Vieira lambem tem tra-
tado a varios, e un desles dias foz um mila;re
la por estas mas do llccife em urna doente que, di-
zem, eslava desengaada por um medico, que apos-
tava i]ue o Dr. AIoscozo fosse capaz de curar, e
o Sr. l.uiz Antonio Vieira tomou conla dola, c
no dia seguinte (piando o Dr. perguntot se ella ja
linlia morrido, ella assentada respondeu-llic que es-
lava mellior.
O Sr. Arantes, negociante decalcados na pra-
?a da Independencia, munio-sede um frasquinho
de espirito de campliora e disse-nos que achou
muilo bonitos os seus effeitosern um caixeiro o um
fmulo que cahiram da molestia.
O Sr. Guilliermino de Albuquerque Martina
Pereira, lambem tem feilo suas^
igual resultado ; e o Sr. majof Fras Villar, tra-
lou a tres pessoas de sua familia, e todos se cura-
rara rpidamente.
Vamosdizendo os nomes, que lie para quoseal-
guns dos visinhos desles caritativos Srs.se virein
angustiados com a peste, corram logo casa del-
les, que eslou cerlo se prestaran a ministrar este
verdadeiro salva-vidas, ao menos um quanto se
acha algum medico, que nao esteja lavando o ros-
to : desles he que se deve fazer bigorna, e fogo
nelles.... mas nao nos que vesterae as 7 da ma-
nliaa edespem-se ao tocara mis-a de madrugada.
Muilas oulras pessoas de amizade ou conheci-
menio, nos lem contado seus casos, mas nao pode-
mo-nos lembrar de todos, c he preciso aprovcilar
um instante que nos daj de socego para fazermos
estes apontamonlos, nao quero dizer com isso que
os doentes sejam muttos, mas esses mesmos pon-
eos quereni ser visitados militas vezes, e querem
saber se podem beber urna culher d'agua, c se po-
dem mudar una camisa que est suada etc. etc.
A noticia dos prodigios da campliora, ja chegon
ate as velhas, queja vem pedir um bocadinho do
remedio que se deve tomar quanlo se he atacado da
molestia : venham buscar que em quanlo houvcr ha
de se dar a lodos que 0procuraran.
Temos tralado mais algumas pessoas atacadas
om diversos graos, e appreseniando symptomas di-
versos, ora com a campliora, ora com o sulfnr e
ora com oulros remedios.
A Sr Librala Alaria da Conceicao, parda,
moradora na ra das Larangeiras, cabio no dia 23
as 2 horas da larde, deratn-lhe campliora com gc-
nebra, siuu, mas nao uielliorou dessa angustiado
corarlo que tem sido um symptoma frequenta, fui
chamado mais tarde, e mandei repetir a campliora
com agua : algum lempo depois nao sendo grande
a melhora, mandei dar a lincuira desulfur e dabi
a pouco nao senta mais nada.
l'or fallar em genebra, veo-nos nina lembran-
ca : parece que nunca npparocou urna colleccao de
remedios prervonlivos e curativos, tao bons como
t,desta vez: isto lie, por certa gente: genebra de Hol-
| lauda, cognac, agurdente de Franca, dita de eao-liolerldade.
No dia 15 culoiraram-sc
Leia-se a carta do Sr. Ignacio Manoel de Lo-
mos. o so rom-firmar mclhor o que temos dilo.
Illni. Sr. Ilr. I.obo Mu-co/.o. Asadero a V. S.
a Ironsrriprau que se servio mandar azer do curati-
vo pela homenpalhia contra o cholera, quo tenlm
publicado nesta e em Santos, p que
cid a ulilidade, foi publicado as Alasoas.
Nao preciso dizer a V. S que seus resultados cm
Madrid c Porto foram maiaviihosos, porque V. S.
esia ja bem inteirado de ludo, ta|v pela nazcla hu-
meopatl'ica do Porto, que cora os amigos e collonas
d alu Moiileir, Bra^a, Gomes, etc., eollaborava-
mos com o mellior xito i propaganda da Horneo
patina i nu.compra-lile carlifica-lo de urna vrrda-
de que \ S. nao pode recenli-cer sein experimen-
tar. A ipec, phosp, acc, cliam. lem perd lo soa
Importanciana. cholsrina e cholera, litado he-
rocu remedio tintara de cn\ofrc. Nos casos de cho-
lera conwni primairo o espirito de carophora
at 3 doses, e depois este ultimo.
Nos casos de eholerina a tintura de ensofre he.
como disse, o nico remedio canario o ellica/.
Convein quo V. S. faca dill'undir o couherimonlo
desla verdad, c de ante-niflo, Ihe desjo lo las a.
venturas para acudir oom proveilo da sciencia e da
huuiaiiidade a lodos os infelizes que confiarem nos
Ineigotavela thesouros da homeopathla.
A tintura lolphoril prepara-so bem em alcool ile
10 gr. Cartier, 5 por cerno de emolre sublimado e
levado em diflerentea .unas e doas vetea em alcool,
posto de infuaao e vascolejado de quandi em quan-
do.
O eipifilo de campliora que lomos usado nao he
pelas proporco de llahnemanu, mas por ooim
seu sectario Hollinan, I parle de campliora para 19
de alcool a 40 gr. : Cirtior. He mais forle, o obra
com decidida anargia. <>s mdicos, aliopaihas do
Porto, reconhecondo os ell'eitos da liatura de cnxo-
fre, e do espirito de campliora, Iraziam lias algihei-
ras os vi trinhos distes dous mcilicameutes, e em
qualquer parir, levanlavarn se bous os fulminados
dos por e*les amgoa da huuianidadc, quo em tal ca-
lamidade poz-ram de parle seu amor proprio, sua
mosqoiiiha rivalidade de principios. As pharmaeiaa
indistiiKlimenlc dorain-se a preparaelo dos dous
remedios b'inieapaiUinnsf'qae erain olhados como a
alvaro publica. Faril. os mdicos allopalhas de
Pernambuco oulrn tanto T
Sou de V. S. Amigo ltenlo criado c colloca
Ifjnann \, moel de tjimos.
Parahiba Ibd fretro do IS.
Illm. Sr. Ilr. Pedro de Alhaide iNbo Moscozo.-
iniiilia prnsldencia installon-sr. nosla ridade
e b rneopalhica l,eneli,-enlc, que vai
melliores resuRadus pessoas alafWraPl|Pna^|Mrn,l!r^.Miiaiile, leudo a
mesma oeiedflda a extraordinaria fortuna de nlo
ter perdido al boj um so dos muilos doentr! que
lem medicado ; aerescendo mais, que ja vai lendo
a Gloria de supprir a dellicienca dos allopalhas, quo
em >eus apuros ja nm pedem soccorro. Mas como
a socedade fos.o msiali ida muilo anressadamenle,
anda osla halda dos medicamentos neeessarins para
occorrer is uranios precisos da qiiad'a ; e por issn
me dirijo a V. S. para romoller-me com a mainr
brevidado os medicamentos ron inclusa ; a rogo-lhe encarecidamente que se desvele
na eaeollia dos medicaraenlos, a que tome por essa
nova associaciln io'do Inlerease pos-vel, declarndo-
me se podera lomar a seu caruo a puhlicacilo pela
imprensa dos Irahalbos da sociedad, pagando a
mesma socielale a importancia cm que inootarem
as despezas. |)e V. S. Amiso attonrioso criado e
ohruado
Camillo Henrique* au Sileeira Taoora Indgena.
Goiano 2 do fevorciro do 1856.
Noticia a seguinte carta a inslallacao da Soce-
dade Beneficenlo eui <".oannae os bons resultados
quo se tem d'ella colindo.
Consullorio llom. '.' na Nova n. o(l 1. andae
em 26 de fe vereiro de I83'j.
Di'. Lobo Moscozo.
"clmenlo que baixou com o Decreto n. K28 de 29
do Miembro de 1851, que o archivo das Coiniiiissos
do llygiene publica estoja dcbaixo da guardados res-
pectivos secretarios, a> Dr. Alexanitro do Souza Pe-
reira do Carmo he que compele dar emnprimomo ao
n reconhe- q"B V" ^xc" determina em sou olliciu de bontein ;
nao lando ou em exerciem, paroce-me quo nao
son competente para transmitlir urdens ao dito Sr.
Pereira *1o Carmo quo n;lo roconhece em mim carc-
ter ollicial.
[eos uuarde a V. ExcRecite 26 de fevereiro de
I85tiIllm o Em. Sr. consolhetro Jos Benlo da
Ciinha e l'istieiredo. presidente da provincia.Dr.
.Inaf/nim d',li/uhio Foncecn
Illm. c Exin. Sr.Cominunico a V. E\c. que se
acha rorolhida a thesotiraria da hienda o como de
rcis que della havia rcrebido por ordcni ip V. Exc.
par despezas da Commiss.1o de llygiene Publica.
Daos uardc a V. F.\cKecife 3 de marco de
IS.ili.Illm. e Etn. Sr. ronselhoiro Jos Ben'to da
Qunha e Figoelredo, presidente da provincia.Dr.
Jot/'/iiim d'.-ii/uint) 'oRcaca*
Illm. e Elm. Sr. \>s|o que de cama, onde me
acho doenle, sou forrado a responder a V. Exc. para
que mo parecaque teubo intenjaode demorar cum-
primenlo do ordens.
h-dando o archivo da Commissao do llyajieiie Pu-
blica sob a guarda do Dr. Atosandre do"Souza Pe-
reira do Carmo, secretarla da inesina ('..unmi-.ao,
nao sou quera da logar i prolelani-i qoe lem havMo
na sua entrega ; e ntl leudo en recabido da alfan-
doaa deainfectanta algam, embora V. Ene. os tivos-
so mandado por a minha diposirjo. nao rae he pos-
sival entregar o qne nao racebl. Tudo qoanlo per-
lenra a Commisaao e foi removido precipitadamente
da casa, em que fiinccionava para o Trrelo da Al-
raniteaa, onde diversos objoclos chagaram quebrados,
all exislia quando liz entrega das chaves desse l'or-
roao ; c havendo V. Exc. mandado onlreuar essas
chaves ao Dr. Cosme de Si Poreira, islo fiz iminedia-
lamele, mandando leva-las pelo sargento do corpo
de polica, que, por ordem de V. Exc. servia a
mosma Repartirlo.
Dees suarde a V. Exc. Recito 5 de mateo de
1856Illm. e Bim. Sr. conselheiro Jos Beuto da
Cunha o Figoeirrdo, prosiienle da provincia.Dr.
Joaquim dr Aquino Fonttta.
r^:i5c:--^ssrmssmHBmt
Mara l.uiza. mulata, ccrava do Sr. cern
menha, com 30 annos tle i lade, no primeiro per
boa cm 12 horas.
Josepba Mara, mulata, escrava do mesmo Sr.
icima, com 5(1 annos de idade, primeiro periodo,
boa mu 21 huras.
Antonio Fraucsco. pardo, forro, mas da casa do
mesmo Sr. cima, 43 anuos de Idade, primeiro pe-
riodo, bom em 21 horas.
/.ferina, crioula, idade de 25 anuos, escrava da
Sr.-1 D. Francisca Dclfiua Pereira Vianna, segundo
periodo, boaem 58 horas.
l.uiz, rrioulo, idade 60 anuos, escravo da mesma
senltora cima, primeiro poro lo, bom etn 58 ho-
ra*.
Paulo, nac.io, idade 55 annos, escravo da mesma
cultura cima, negando periodo, 2! horas depois
aehnva-se livre. continaando grande pm*iracao ; no
lerceiio da desfallecmento coral sem nenhuin iu-
commodo, pedio conflasaQ, no dia secuitile f dlo-
cou.
Singo, rrionlo, dado -JO annos. escravo do Sr.
(.arlos Augusto l.iiis Souza, primeiro periodo, bom
em 2 liaras.
Serafina, nacn. idade 25 anuos, escrava do mes-
mo Sr. acuna, grvida de 7 mizos, boa em 25 ho-
ras.
Benedicta escrava da Sr.' marqueza, com O an-
nos de idade, un terceiro periodo e soltera involun-
taria, em 16 horas exp'roo.
Joflo, crioulo. rom 5 annos do idade, no segando
periodo, laucando quaoldade de loaabrigas, bom
em 25 lloras, escravo ^,\ mesma senhora mar-
que/a.
Jos, naco, com 50 annos de idade. escravo do
Sr.deaembargador SeveroAmurim do Valle.primeiro
periodo, em J horas bom.
Sr." I). Carolina Josepli, da Silva Pinlteirn, viuva,
idade 36 anuos, primeiro periodo, boa om 25 llo-
ras.
Joaquim dos Sanios, soldado do ravallaria, idade
32 anuos, alaque fulminante, cm 25 horas bom.
Joan Fernandos M irinho, soldado de ravallaria,
alaque fulminante, Imm om 25 horas.
Joao Pereira, segundo sargento de eavallaria, 32
annos, primeiro periodo, em 21 horas bom.
Francisca, ama do capitao de ravallaria, com
23 anuos de ida le, primeiro periodo, boa em 25 ho-
ras.
Oons escravos do mesma, ambos no primeiro pe-
riodo, bons em 2i horas.
Deodala, idade 5 para 6 annos, tilha do soldado
Manoel Pereira, de eavallaria, no lercciro periodo,
boa em 3 das.
Consullorio homeopatbieo no olerro da Boa-Vista
5 de marro de 1856.
'arnciro Leao.
1.a-1 consinada ao Sr. Manoel Ai-
aos Srs. Amoriru Irmaos. vej (,,,,, e o ,*^Ba6e,ft M avos,. nTvMim; ,,,- ,,.,
UINSUI.AHU GERAi. CVOeUlentM cominodos, lr;ita-s>-iij os
tndodta I a 5 .... ^ (onsi{;n itirlos Nova.s & C, na na oo
;>: Trapichen. ~i, piiintuo andar, ou com
dem do dia 6
::l82-rX2H
l
Readiinenln do
dem do dii (
JtSAS PROVINCIAS.
Ia5 .
HK7W6
11950
h92;S9fi
.0 capilao na prara.
Vjj- Para o Rio Grande do Sl, n briuoe narlonal
cas ronV'1'"'''''"*' "' ,,m |f ara |ra Itl bam-
deLaac^^''^''3" rc,e rala-se no eseriptorio
lua. ra da Cruz n. 49.
cisa-sc de 2":'lOll.sWH).
DESPACHOS DE EXPORTADO PEI.A ME-iA
DUCONMILVpO ESTA ClilA^F. NO
DE MARCO DE 1S5I..-
CanalBarra inglea trSir James Rosso, 3H"""
der 4Companhii. 600 saceosasaucar ma
Sloekolme Barca sueca aEliiabelb, W. .
I Companhia, 989 coums salgado*.
PortoB-rra porlngueza a Lala, Manoel Joaquim
Runos e Silva, 25 cascos mel.
Ex:.'Ori,:cno .
Aracaly, hiale brasilelro oDovidosa, de 3 tone
lados, ron lo/io o egninte : 252 volme conero-
rslraneoiios, 5 barricas assucar. 5 ogivas labio, I
sacra arroz, 6 dilas e 2 barricas bulai liiuha, 2 ditas
biscoilos, I cais.lio dealgodlo, 6 lilas bolacliinba
de aramia.
Rio de Janeiro, brigue brasileiro ol.itia, de 170
toneladas, ronduzio o Mgointe 5,0011 coco> com '
casca, 70 pipas aguardante, I.I5G saceos assucar. 33
saccas inilho, 1,697 mnios de sol3.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentodedia I a 5 .... 514(171)
'.'vm do da 6....... 9IX;I22
3:4629300
O CHOLERA NO LlMOEIRd.
3 de marro do 1856.
Desde que nesta villa cnslou que o cholera havia
locado em S. Antao, que o Limoeiro eslremeceu, e
do-do eniao daivaoeeeram-se as esperaneaa do quo
flcariamos beatos, e islo mais se aogmeillavj a pro-
porco que eliegavain as noticias mais laineiiliveis,
referidas por muilas pessoas que para aqui emigra-
vaiu.
Ero bus de Janeiro caliio na feira um malulo de
Cimbres que suecumbio, e loco appareeeram aluns
puucos casos dediarrha e(dores do estomaso, quo fo-
ram curados pelo Dr. Wanderlcv, mlico que tora
mandado para tsla villa pelo governo.
No dia 11 de fevereiro amaoheeeu doenle una ft-
Illa do capil i Csuisao, e logo as lo horas era aojo ;
no dia 12 cabio usa preto, e as:! horas da larde era
defunlo.
No da 13 porom emaoheeeram atacadas, quasi
fulminadas 18 pessoas, e as (i horas di larde eslavam
ja plantadas f a i u cemiterio para nasceram na vi la
cierna : notando que os atacados foram, sem eicep-
-o. pessoas amigas da embriagues o debotho, isto
nesmo anda cons.lava aos que linham algum i re-
lambem 3 dos atacados
Ktav
Sobre a lousa de Antonio dos Santos
Mi a, offerecida a' familia do meu
especial amigo e seu ii .nao Get al-
do Hemqui s de Mita.
.....rorpu fri
Sinho Alimnaila sem u:.
Franco de S.
Ja nao vive ANTONIO DOS SANTOS MIRA !
Anda honlem nos o vamos tao rheio de vida,
lidandocomnosco, rumparlindo de nosa> frnicOes...,
E boje finca sombra que mal se pode suslcr na
abobada celeste....
Sim, Hierren deixuu parasempre esle mundo, o
bom liibo, o extremoso irmo, o prosianle amigo, o
exccllmle cidadao, o protector de orphilas desva-
lida.
Pardeo a tena um mortal, porem gaoboo o ceo
mais um justo.
Pcinambiicano que Jamis desmentio o nomc qu-
Ihe deu a provincia que o vio nascer, como bom fi-
Iho, consagroorlbealc os uliimos momentos de sua
vida.
Typograplio desde idade mui Icnra, nunca des-
merecou da considerarlo de seus superiures, e sem-
pre toi eslimado por seus couipanheiros.
Pobre, nas de bom oorarao, suslcutava, no seio
de sua ramilla, cinco orpbaas de lenra ida le ; seu
maior prazer, sua maior gloria era soccorer os infeli-
zes, c consola-Ios as hora-, de amargura.
Anda linulcm nos o riamos tao cheio de vida, li-
dando romnosco, coinpailindo de nossas fruiroes....
E boje, fraca sombra que mal se pode susler na
Ao Illm. Sr. Francisco Antoni >
de Sa' B- reto.
*MX)lntc>rt>) o vovo.
'mi sabido mi dia ti.
Terra NovaBriauo ingle Getanca, capitn Ja-
mes Avtoll, em laslro.
(Utat&.
mais ou menos, a
mu.itimo, obi-e o
o r eanVrjamento da
ni americana CaliM-
"' Ai.cu.,.,,^ ,..ipi,-, G c Imv(.
P." r:'!:u as lM"variasfatagetaj.-, sua viafrem d<-
S. >^-'"1/ ao |Kjrto de S. Illa/., Mxico ,
recebelP-scas propoajbM eaa carta I'.cIm-
ila ale rfeW^horas ii. na do Trapicimp. nriineiix) andar.
i'ara a Rabia se-Weio laniiaa dias o velrir,, r
bem ronherido hi.ile i>n*JUir i (astro, par ler :i
maior parle da carga prorfcla : para o r.i traa-
se com seo rousignalario
na na da Cruz n. 54.
Breaiteini de\i
Vapor.
O
rantim cawi-
inrndante a ra-
piiao de fraga-
ta Manceba,
espera-se Je
porl* do or-
le eaa segei-
menlo para
Maoeiv, labia
e Rio, i in iM
correte: re-
ccbe-se pissaneiro-', earga. eneommenda* c dtiabei-
ro a frote na agencia, roa do Trapiche n. M, se-
gundo andaa.
N. R.Os volumes sujeitos a despacho, a sea
admittidos no da i(a rhrzada do vapor, e o^lia da
Companliii
Alve. Mathear-,
To-
s-duda he deslinaifo para a rceeprao de ea
das, passageiros e itinheiro al ri horas de expadi-
enle.
I'ara o Aracaly segu em poocoa dias pae jo
ler a maior parle de sua carga prompta e I
uhecido hiale nCapibaribe ; para o resto e
geiros, Irata-se na ra do Vigario a. 5.
3c*.
LEILAO DE BEHEFIGEICU.
Marcelino do orji Gcraldes.aceiile de leilees essn
armazem na ra dn Collegio n. 15, offereee-
lo dia 6 ats 6 horas da tarde101 1 na superior, vinfto do Corto superfino ele. ele :l
Homeos47 mollieres 54 parvoloslO. devem-so lembrar que seo uso moderado desles os- HWJi f,,l,i'.l.,"llu "'" jne unto licaria ; porem
r 1 i 1 i 1 i I .. ,1., 1.....1 I l'll *
Total da morlalidadc al boje 6 ||605.
Homens 780 mollieres 7.">2 prvulos 70.
Kecife 6 de marco de 1856.
A commissao dehvgiene publica interina,
^ f'rs. i'ir Pereira, presidente.
lirmo Xavier, secretario.
'. Poggi, adjunclo.
Ealando snbmellida a considerado do governo
imperial o qoe ho i ilativo materia de que boje
trata o Pniz em seu arligo do Tundo, della me nao
oceuparci emqoanto a questao nSo for resolvida
pelo mesmo goveroo; mas,logo que o seja, publicarci
todas as pecas olliriaes, r estas por si t esclarecerlo
eufllcienlemenlc a materia ; cumprindo-me dizer
que bom he que o Paiz nao falle em falla de cora-
jem, porquanto isto pode dar lugar a enmparaces,
que por cerlo nao serao favraveis a algnem.que' pa-
rece ser o mesmo autor do artigo.
Dr. Joai/uim de quino tunceca.
6 de marco, de 1856.
HOMEOPATHIA.
Trolamento do clioltra morbos.
Temos tralado mais algumas pessoas neslcs lti-
mos dias, e tinctura de campliora e de sulfur, tem
sido quasi os remedios exclusivamente empregados
por nos, porque seus eleitos sao tao promplos co-
mo proveilosos, que quasi nada fica ao depois do
nso destes roedicamenios.
Quando molestia vem com symptomas assus-
ladoros, como sejam a queda sem sentidos, a gran-
de ronstriccao e angustia no coracao, caimbras ou
dores violentas por todo o corpo, fri e iusensibili-
dadegeral etc., damos em primeiro lugar o espiri-
t de camphora (duas golias em urna colher d'agua)
decincoemcinco oudedezera dez minutos, portres
oaqnatro vezes: a melhora nao tarda a appareccr ,jmas
se nao ha logo um grande allivio, enlao urna ou
duas doses da tinctura Jo sulfur dadas com inter-
vallo dedez minutos, fazemdesappareccerosincom
modos como por encanto : alguns doentes d'ahi'a
duas ou tres horas acham-se perfeitamente bons, e
a nao ser o risco das recabidas poderiam mmc-
diatanienietomarsuasoccupafjoes ordinarias: neste
modo de exprinirmo-nos nao liaexageratjao, e ci-
taremos alguns casos de pessoas que padem ser
interrogadas: o filho do Sr. (ieraldo Correa Lima,
tui """l" no dia 22 s 7 horas da manlia, e ao
me\> dia eslava de psem nada senlir: um aggre-
gadolflo Sr. capitao Amonio Francisco Pereira,
foi atetado s 8 horas da noile. e dabi a duas horas
nadateina: um caixeiro do mesmo Sr. foi ataca-
do as mesillas horas, ede manha apenas leve algu-
na* ovacu^oes alvinas que rederam promptamente
a ipec.; o noVjutro dia andava na ra : nao lou-
vamos esta prailaa, antes nos oppomos sempre a
olla porque facilitaSqjn lo as recahidas.
Duas creanijas paXlas, da C3sa da Sr.' D. Hila
que mora na ra DireMa, defronte do boceo da Pc-
nha, foram tratadas pela'campliora e logo ficaram
Loas. \
O trata metilo dos symp lomas de invasao do
cheera-morljib, por mais graves que sejam, por
meio do espirito de campliora, vai se popularisan-
do por urna maneira espantos?., e he digno disso
pata sea quasi infalliliiliilade, digo quasi, por que
neate mundo nada he tnfallivel: de todas as partes
recebemos noticias de sua eflicaci a e mesmo nesta
cidade innmeras pessoas se tem com elle tralado,
independente de chamar mdicos : nao exige escal-
da-ps, nem sinapismos, nem fogareiros, nem to-
da esta trapalhada de pelrechos que su servem pa-
ra p6r urna familia intejra em ronfusao: bastam
apenas algumas coberturas para o doenle comecar
a transpirar logo na segunda ou terceira doso : is-
to he o que ba de mais certo ; alguns amigos das
mwuradas iem usado da camphora em una gilada demacella, mas para que ella produza todos
os seus effeiios he preciso da-la em um pouco
d'agua fra, porque assim fa/. desapparecer com
ptompltdo a constrio do coracao o a ancia, e
a macella su serve para embarazar os elTeilos pro-
digiosos da camphora.
Temos visia urna caita do Sr. lente Souz*
ajudante da fortaleza do Brum, em que nos c.om-
rauniea o traUmento de dous soldados de artilha-
ru, Jos Joaquim de Sam'Anna e Benedicto Jos,
que cabiram fulminando mas nao Qcaram reJu-
2idos a carrto :. foram ambos tratados pelo espi-
nbdgTcafrvora, eenrpottew" horas resUDtleci-
pirilos pode e deve fazer algum bem, porque lie,
bom para o fri, e bom para o calor. > o abuso
lambem pode causar grandes inconvenientes, pro-
vocar mesmo a molestia, e quando menos pode-se
licar com um habito vicioso, ou com saudades da
profasao : vi islo sem reparo.
A portugueza .Rosa, moradora na ra da
Mangunira, tambem foi atacada, mas nao fulmi-
nada : curou-se com ipec. por ser indicada pelos
symptomas principacs.
O prelu Lourenco escravo do Sr. Joao T.eile de
Azevedo na praea du Corpo Sanio espirito de
camphora e lindura do sulfur.
II m caixeiro do mcsinoSr., tambem leve a eho-
lerina e curou-se com lindura sulfurjc nux. vom.
A casa do Sr. Manoel Antonio, condecido ge-
ralmenlu por Man Chico na ra do Sr. Bom Je-
ss das Ciioulas, tem lido constantemente mais
doentes do que algum dos hospitaes provisorios crea-
dos nesla cidade,aporque nestes entram cinco, sa-
hem qualro ao outro dia, ejitram quatro saliem cin-
co ele" etc., ec, a excepcao de urna menina que
moneo logo dopoisde quatro ou cinco dias de di-
arrhea.que jiarcceucll'eito dedenlico, por nao ap-
presentarsymptomas de cholera, sao oito e dez pes-
soas de cama : he o Sr. Manoel Antonio em con-
valescenca, tres filos, deas rms, cunliadas, enao
sei mais quem, e una escrava, que depois de estar
boa com o tralamentodo Sr. l)r. Seve, recahio, e
diarrbea a mais e a mais, frieza geral, olhos enco-
vados, proslraQio completa etc. etc.. e depois de
varios remedios a lindura sulfuris e o veratr. fi-
zeram suspender a diarrbea, o vai agora bem : os
meninos um dia bons, ontro dia sem se poderem
comer, apanhando chova cousas de menino ; as
mocas tomando uiua ligellinlia de sopa, lem sido
urna roda viva : felizinenlo ja nenlium lem diarrbea,
mas nao eslao livres de lomar a ter: acham-se to-
dos em convalescenca e muito memorados, cm
quanlo Dos nao mandar o contrario.
A Sr." viuva Peixolo, moradora na na de S.
Francisco, foi alacada pela segunda vez no dia 22
i noile, assim como um filho seu : ambos sem ful-
minarlo-. acham-se rcslabtleridos, camphora e
sulfur.
Una lia doSr. Oueiroga foi atacada no dia 23,
campliora c sulfur. Esl boa.
O Sr. Jos \ asroncelios e sju irniao Bjnardino,
padeceram de diarrhea e dores pelo ventro : cura-
ram-se com nux. vom.
O Sr. Manoel Augusto Menezes Cosa e depois
um lilho do mesmo, foram atacados de diarrbea
forle : lindura sulfuris : o menino cabio honlem
25, e ainda nao esl muito- seguro.
Una cunhada do Sr Manoel'lomes Leal ca-
hioesla noitc com o cholera,e depois nina lilhinha
do mesmo, com diarrbea: campliora c sulfur: estio
sem incommodo al ver.
Una escrava do Sr, Francisco de Frailas Gam-
boa, estragada ja pelo vicio da embriaguez, solTrou
dediarrha por alguns dias sem nada dizer: depois
que se soube foi tratada com macolla, ludano, clvs-!
teres etc. e nao cedendo a isso tomou ais., e co- |
mo nao sedease dei-lhc a lindura de sulfur e
com poiicas colheres parou a diarrbea ale boje.
A mor parle desles doentes, podemos asegurar
que nao tomaram oulros remedios, porm como
1 o anarchia da medicina esl boje em son
auge, nao nos atrevemos a assegurar que lodos cs-
lejam no mesmo caso, porque quando cahealguem
doenle nao falla quem, logo que o medico d as
costas, v applicar sua liebenajem, seu limao, o
remedio do pretinho ele. etc., oque lem dado
causa ccriamcnte. tanta nioriandado.
A tinctura desulfur lem sido applicada com mui-
to proveilo nos casos mais benignos dechnlera
antes da campliora, e nos casos mais graves,
como ja dissemos) a campliora lem sido dada em
primeiro lugar e depois a tinctura do sulfur que
ajuda-lhe o mellior possivel osdeffeilos ;
Noscasoj de diarrhea que lom resistido i 3lgum
dos remedios apropriados tem recorrido lindura
Jesulf irenaoiemfalhado. Cbamamos ailenrao dos
aW^usdahonicopalliiasobre este novo epoderosissimo
-recursotherapcnthico, e conlamosqueno seaeliarao
rpalcomseu uso: isto ha nao para tudo e em lodasos
c?sos, porque quande se dic quo um remedio he
bord quer-eelogo que seja para sedar s costas.
ombra
ab bada.celeste.
Qual ouiro Franklin ef
pographo um dos inaislniM
de compositor.
Lega a sua familia nal
um nomo coborlo de lo
sempre soecorria nos i!
Seus amigos c parculi
ero va sua vida de tv-
, r Jxeeltenles olllciaes
le maculada, mas
. aquellos a quem
ais dolorosos da vida.
ueOlsm a morlc pro-
matura do bom cidadao v do amigo prcslanle. e ja-
mis o deivaro de fazer o infelizes desvalidos, aos
quaes servia do pae extremoso.
Sen nome jamis ser exilado do catalogo dos
bemfeitures.
Perdeu a Ierra um mortal, porem ganbou o co
mais um justo.
A torra Ihe sja leve.
aWaVHalSSjnojEHKaBRI
A morlc para o juslo he um bem. a
Quaudo a vida he am empeeilin que se en-
lollu ao li'ii moral da humanidade; quando os 1
tropeos oresocoi para os rspirilm privilegia- fe
dos ; quando a reacflo da materia contra o
sublime no ideal se expaode ; a vida nao be
mais do que tseolho da virlodo, o a morlc lio
om li-in.
Sim. he um bem a morte para as al-
in is nnbres, como a da E\m. Sr.- I). Anna
Joaquina do Amor Divino, em quem o dever,
a moral, a rehgiao chrislaa, e a su i lei sublime
a raridade. Ihe serva de pliarol nis prorellas
'leste mundo, onde lana virlnde naufiaga, lau-
to espirilo se abale.
O si^n espirito nao, nunca se abaleo, nem a
sua virlnde Ireinou anlo a inesquiiliez da car-
ne. Alma viril em corpo de muMier, era el-
la a mai de numerosas infelizes a quem csino-
lava, a quem consolava, apnulando sempre pa-
ra u Calvario.
Dos nao a quiz separada de si por mais
lempo ; c a sua mensageirda mortesuave-
mente lbJ cerrn as palpcbras qnaudo o coro
rfanjes lh aorria aponiendo o caminho do co,
onde llie cbaveram eanlinos, e o olliar de Dos,
como rompensacao de lano bem que fez no
mundo.
Nao a choris, que pelos asios nao chora-
se, tem-se saudades; e a inerte da virlnde
nao be mal, he um bom.
i ni amigo.
no da 15 ja Sepullavaoi-jefS, e os ataques fulminan
les erara lio repetidos qoe dos a:acados un sci nao
ejcjpava.
Pin da 16 sabbado em diente erescea o numero
de caaos laes e dos radaveresque jamis se eonlava,
e foi crescendo a ponto de termos das naqaella se-
maui que s-' sepullaram 8!) pe>soas .No sabbado a
noile logo cabio o medico Wanderley que na segun-
da leira foi para o engeiibo 1 mina: adoeceram qua-
si siinultaneiinenle o vigario, condjiclor c o viga-
rio Giiiniar.ies, que se havia prestado ao lervico das
confissoes ; culao o l.imoeiro era um cabos. I) po-
v.i roma sem aaber para onde em procura de quem
llic ensioasse orme lio; preeuravam tolos os sacor-
dolcs para cura das alma-, qoe Ihesrcslavam poucos
momentos e nada enconlravam aenao diera, lamen- i
tos e morlo: t) Dr. Nabor, que antes lo aporto ba-
via diviaido o campo em opinMea medicas, correa
cubardemenle com a uiorle do s-u criado, dando or- |
rasi.lo, por tilo escandaloso procedimento, a maior,
desanii.....io povo, dpois de ler procurado desacre-
ditar ao Dr. Waudrrlev e oulras muitas cousas que
nao ha permit i 'o aqu mencionar.
Na qiinta-i-ira morrea o adrogado b'iguairedo, o
mais habilitado que linhamos ni arte medica, e com
o qoe as mlliores pes-oas da villa esmorecern!, e
nesso m-siiio da cabio o nosso amigo o proslimoso
teiienle-eoroncllialvao, para ser victima no dia 26,
havendo rhegado nesla villa naquello mesmo da
quinla-reira o padre Marcal, bstanle neommoda-
do que soguia p .ra os Iraballios da nssembla. I"l-
leeeram quasi iodos os emprogad a da cmara, i Iros a esposa '. '. aquello
porletro, ajudante do parletro, s,Cretario. os lre< of- m- i i
licaes de jaitica, um partidor dojuilo e o escrivilo I
Peres, lera estado mal. .Nao se euvio mais um lo- I
que de sino, nem ciixa, e s o gem lus o gritos dos
lenles e o som d i eepno eemiterlo, a paisageui
den)tese esquiles para la. O vigaria, aolei de
adoecer, henzeu um campo arredada daqui urna la-
goa, em oulros lugares se enl-rravam mudos cada-
veres, corno em Piranhin, Jne. Kibeiro-h'undo.
Alagoa-Torl-i, Pararle, etc. lem decreacido o nu-
mero de morios o ja Ovemos dias do 6; porem ,le- i
nois desle tem variado para 13, !1, ele. etc., endo i
que o numero dos morios, ale boje, smenle no re
mlerio da villa approiiina-.se a Stltl victimas 11! Na]
comarca loda pode ivaliar-se, sem evaporar .oom I
2,000 pessoas. O qie he quas, iu-rivcl; mas ver-!
dade eiicontestavel lio que esla villa esleve econti-
na: a est.rsem oulra auloridade mais qoe o dele-
gado Camisa, a quem nicamente llevemos a regn-
laridade inimilavel, aervico mpagavol. Ojuitde
direile Araga esM de licenca na Par-hyba, o Dr.
Nabor fugio, como cara/fatro, e oss upp"lenie< mo
ileram -igual de existencia. O-ubdelegado Manuel
Cavatcanlt, nunca appareceo aqui o nem poda, coi-
lado! porque mora na comarca da Na/arelh ha 8
liara 10 mezei; porni lao prompto que apezar de
mudado, lem o eserricio no sou engolillo ierra Ver-
velha, fregnezia de Tracunhera ;
Os dona professores de primrirai letras e lalim san
dignos, quando mo do urna recompensa an monos
de elogios ; porque se lem presta lo a militas curas,
sendo um pola homeupalhi-t e o outro pola nllopa-
thia: mitaiido porem que esle lem vendido remedios
e exigido dinheiru pelas curas, o aquelle sem um
vinleni drico nudo pobre. .Muilo lem valido a
remessa de bolacha, arrea l'-ila p I- governo, porque
a no ser isto maior numero perecera a Come. O
Sr. Jos Rento, perianto merece imilla altcurao do-
Limoeirenies. Muito nn tem valido a enarSo do
ga lo aqui porto quo sollro lauta guerra das po-lliras
munielpaes porque nossabbados se mallo s il ie-
tes, e :ns quarlas friras ama, c que a io ser Uto
iiiorreriauui. a fume; porque do serian nflodesoeu
urna rea. Kesta-oosque Deossecompideca danos
s.s miserias. y.
Lina ptala de saudade sobre a campa da
Exm.' Sr.' D, Hara Carmelina Gomes do
fego, mulherdo Sr. lente Manoel Dio-
nisio Gomes do /lego-
A vida lie um assopro, que os
roeus ollios nao tornarao a ver.
Job. c. 7, n. 7.
Un incus dias sao como a sombra
que declina ; e como orva vai mur-
chando.
l'salm. 101, o. 12.
Lgubre c pesaroso amanbeeeu o dia 21) de fe-
Verairo o pranto a dr a angustia la cons-
ternacao !, se viao debuxados em todos os sem-
blantes I !, uns eboraria a chara mSi, 1 I ou
um filho '. um ir-
um amigo, emfim iodos tinbao a pran-
lear urna perda saudosa I I e o cortejo fnebre
da morlc, nao para va c ainda nao cessou I I !
Nc>le luctuoso dia de angustias o aUliccoes, urna
victima innocente I um anjo de bellezas uina lin-
da flor, que principia a abrir com o orvalbo mi-
latino, jaa no leilo de dores 1 soffrendo lo-
dos os horriveis manyan o agonas do maldito
Ashawer.-, este hediondo camitilianlc-, quo sabio
lo Jas frias margens do Ganges, lanas victimas
lem sacrificado '. .' e lanas lagrimas feilo derra-
mar. !
A Exm." Sr." 1). Maria Carmelina Gomos do
Reg, vendo sua innocente c anglica filbinlia, que
apenas eonlava cinco annos, goinendo com as ago-
nas e convulses da niorle, nao cessava do prodiga-
liwr-llto lodos os cuidados que o coracao mavioso i Iteudimenlo do dia
Peaaaria por eio-seiro. -e inosmo ajota-
do, e anda sob a impresso da dor pola sem-
pre sentida morte de minha cara mili Cla-
ra ttosa da Silva K irnos, que surcumbin
nesla cidade da epidemia reinante, nao ma-
nifo.lassp o meu recnubTinionto para enm
o Illm. Sr. Joo Alves (i-ierra, pota promptidao
com que seapreseutou em casa da lina la, com
medicaraentos seus, proprios para combaler o
mal. auxiliando assim os soecorroi mdicos
prodioalisades polo Illm. Sr. Dr Kozondo
Aprgio l^creira Guiniaraes, a quem sou igual-
mente reconhecido pela volocda te com qoe
acudi ao chamado da victima e esforcos, an-
da que debaldeJ empregados para -alva-la, as-
sim como ao Illm. Sr. Dr. Jos Carduzo de
Queiroz Fonseea e Sr. .loso Das UuimarSea,
pela parle activa que tomaram nos auxilios por
essa occa-iao, prestados para com a mesma fi-
nada.
R'cebain, pois, estes senburos, este signal do
rcronhcriinenlo de seu muito venerador c
criado
Antonio l'andiio da si ira.
Olinda (i de niaaco de 1856.
O Illm. Sr. inspoclor da thesouraria provincial,
om cumpnmonto da resolucao da junta da fazenda,
manda lazer publico quo a arrematare da conser-
vao-o parmancnte da estrada do sul, vai novamen-
te a praga no dia 19 de marco prximo vin-
douro, avahada cm 5:400l)00.
A arromataeo ser feita por tetupo do 10 nio-
zosr contar do 1. de abril do correte anno.
K para constar se mandou afiliar o prsenle c i
publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernam-1
buco 28 do fevereiro de 1856. O secretario,
slntonio Ferrara d'.innunciacio.
O llhn. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cumplimento da resolucao da junta da fazenda,
manda fazer publico quo rro dia 19 do marco pro- i effectuar om on mais leilor. em benefirin das
xinio vindouro, vai novamonle a praca, para ser' sns nccessiladas. Todo e qualqoer individuo ae
arrematada a quem por menos zer a "conservaco i"'1" '""'cor"r c"m objectos paca taes leiHes^pn-
..________. i i i x ,- *^ i ticando 'iim um arlo dccaiid.Httv. pode oiniir-M
pernianente ,la estrada do >ono avahada em' .,,, monrionado. que offerece o praJerte >
1:201", .'8. I su irabal-io, a conunisso que pagam os comprado-
A arrematat;ao ser feita por lempo do 10 me-!rcs- Para soccorro dos que. na poca adoal, della
Zesa contar do 1. de abril do corrente anuo. i P"'"'-, E como qoer que exisla UN*
' Silo ontral d" benenrenria, i -la sera srientineao* da
) prsenle c j[a ,) leilao, para riunparerer, qoerendo, e i tcebti
o produrio qoe baja de ser apurado. O agente ici-
nia mencionado e-pera ser altendide, e i
que a popul.ciio desla ridade dar orna prava I
la dos senlimt-nlos cardoso* que a dominara. Odia
sera annuiicia-to previamente.
O acento Oliveira Tari leilao, per ordeea de
Charles II. Me. Cleavc, rapilAo da barca norte ame-
ricana aSiniih lields, e de seu consienatario Williaei
l.illv Jnior, i.i aulori-ar.ao da alfajdega, e em
presenta de um seu empr-gado, assim cont de do
Sr. consol dos Estados t nidos, e por conla e risco
de rr;em ,ier!cneer, dos inantimentos, lobresaleertes
e erg: la dita barca, leiulmeule ronderanada ueste
porto onde orritiou por f,rra maior. na recente vie-
gem que furia de VA 'ai i ou rom deslino a pescara :
consisindo o- objectos principacs em barvis cata car-
nes sal&adas, fariuha de Inco. azeile de peixe. aka-
Irao, arcos de forro, aducas, ancoras e onhas da fer-
ro pequeas, milhn, passas, manleisa, pipes com bo-
lacha, aban, arcos de ferro, laboas de pinito, achos
lo Icnin. ral. pipas e linas vasias, ditas rom rabo,
peras de dilo. velas dn navio novas a velhas. oleo de
lindara, queijos, moiioes. roopa feita, caf, cabs
velhos. puliente, vinagre, assucar, mellaro, fei|le,
arroz, fumo e eharules, rachimbos, linlas, preces.
inachados, s-palos, che, raixes rom loara, folhaa de
cobre, fenamenta. remos, polacos de viradores, cas-
va com remedios, ngulhas de niareor, c ajaialra ba-
' tceiras com podencos rio. : abbndo e aeevnda fei-
ra, .s e lil do rorrele, as 10 horas da manhia, ao
K para constar so mandou afiixar
publicar |u-lo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco S do fevereiro do !85t. O secretario,
-Inonio Ferrara d'Annunciac'io.
0 lllrn. Sr. inspector da thesouraria provine..-I
em comprimeatu de resolucao da junta da fazenda
manda fazer publico que nu dia 19 de marco pr-
ximo vindouro, vai novameote a praca para ser ar-
rematado a quem por monos lizer "a conservaran
nermauenle da estrada do i'ao d'Allio. avahada em
i:(!iK)-> rs.
A arremalacao ser feita por lempo de 10 mezes
a cootar do i de abril do rorrete anuo.
E para constarse mandn aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de l'ernaiu-
buco -2X de revereiro de 1856.
O secretario,
Antonio \:. d'Aununoiaran.
I) Illm. Sr. inspector da Ihesooraria provin-
cial, em cumplimento da or lem do Iivrn. Sr. pre-i-
denle da provincia de 19 do correle, manda fazer
publico, que no dia l!l de marco prximo vindouro,
parante a junta da fazenda da" mesma thesouraria,
a ha de arrematar a quoin por menos lizer, a obra
do empedrainento de 500 bracas rorrentos no 15
lenco dir-eatrada do l\i> d'AlliO, avahada cm rs
1:1038000.
omtttccdD
i'KACA DO REt:iFE(i DE M A KIO AS II
HORAS DATAKKB.
l.otacr.o- olliriaes.
Cambio sobre Londres27 l|J d. 60d|V. a diuhoiro.
Dilo sobre dito7 til) d|V. a pratjo.
frederico /i"biitiard, presidente.
/'. Borgm, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, :!7 :l| a ^S d. por I?.
Paris, oi8 rs. por f,
Lisboa, 92por 100.
i Kio de Janeiro, ao par.
Accoes do Banco. :|5 0,0 do premio.
Acones da companhia de Beberibe. 5JO00
Acces da compaubia Peroumbacaoa ao par.
u Uillidade Publica, 30 poreente de premio.
< Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de letlras, de 12 a 15 por Opo
META ES.
lluro.Oneas hespauholas. .
Ilnedas de 11*100 velhas ,
>i tifflO novas ,
S I800. ,
l'rala.l'alaces brasileiros. .
Pesos cnluinnarios. .
mexicanos. ,
8-5 a 389500
. Itisono
. IBtOIK)
. sooo-
. ason I
. I-sii
LFANDECA.
te habilitadas.
E para constar se mandn afliltr o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 23 de fevereiro de 1856.0 secretario, Anlo-
oio l-'errcira da Anuunciaciio.
Clausulas especiaos para a arrematarlo.
i-1 rar-se-Hadito empediamente deroiiformida
de comooreamealoapprovado pela direeloria era
eoneelho. c apreseolado a epprevacsie do Exm. Sr.
presidente na niiporlanria de i:IO3J0OO.
2a O arrematante dar principo as obras no prate
de um mez e as ceacloira no de um auno ambos
contado na forma do arl. itl da le n. 280.
3* O pagamento da importancia da arrematarle
realiiar-se-ha em qoalro preslacOes na forma da'lei
n. 28ti.
4' O arrematanle devera proporcionar Iranzilo ao
publico.
5' Para tudo o mais que mi) estirar dcterinfWnlo
as presentes clausulas nem no orcamento. s-,-^ir-
se-ha o que dispoe a respeito a loi'n. 80.
Conforme. O secrelario, Aulouio i'crreira da
Aniiunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ibesouiaria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. presi-
d-nle da provincia de lil do crreme, manda fazer
publico que no dia 19 da marco prximo futuro,
perante a junta da fazenda da mesma Ibesooraria, se
ha (le arrionalar a quem por menos fuer a obra de
un! bracas coi reios lao-.o da eslrada do Pao d'Alho, avallada cm reii
13:1561000.
A arremiitacilo ser feita na forma da lei provin-
cial u. :t:t de 15 de maio de I85, e sob as clausu-
las especiaos aballo copiadas.
As pessoas que se propozcm a esla aircmilacao
comp*recam na sala das sesscs da mesma junta no
lia cima declarado pelo meio dia, rompelenle-
mcnlo hahili-ladas.
E para eooslar se mandou ailixai o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesooraria provincial de Pernam
nambuco 23 de fevereiro de 1856O secretario, ./.
/*'. u'.-iimimci/co.
Claii'iilns especiaes tara arrematarlo.
I.a l*ar-scba dito empedramenlo de> confermi-
de com |orcamenlo approvado pela direeloria em
eoneelho, empresentado a approva(5a do Exm. Sr.
OlT&P0itdmCWa
Senhores redactores. Em resposia correspon-
dencia do Si. Tibarttne Pinto do Alroeide, nao le-
nho que dizer sen.lo (|uc lei* o que em pocas olli-
ciaes o nos jurnaei dtsl provincia fui dito a icspei-
lo da homeopathia na cidade da Vichan .. c n que se
acha em um nflieio do Sr. Dr. Auguslo Caroelro
Uooteiroda Silva Santos, d'alli dinaido aoExra.
presidente em -i
qoal exliahi o
ilc urna loma c desvelada mai, costuma cnipregar a
favor do seus lilbos I oh .' quanto soffre o co-
racao maternal que dores '. '.".' que angus-
tias I que aluiercs '. nao Ihe Iraspassio !,
s observando-se ou sentindose, [iode-se eompre-
hender .', olla vendo sua innocente lilhinha,
morrer sem a poder salvar !, nao podo resistir,
suecumbio victima de sua dr no era a
morte do sua lilha, quo lastimava, dizia olla, que
bem sabia que ia para o seo, c que em ludo devia
resignar-se com a vontade de Dos, o oulros lilbos
ja tinbao morrido, c em milis lenra idade sem in-
tnstecer ; a pena, o senlimento quo liaba, erao as
horriveis dores, as agonas, a sOde devoradra que
via a innoeenlinha sollror I! toda gelada do iio I
sem a poder valer !, cita dr esta scena
pungente, oslo senlimento profundo, concenlrou-se
em seu amargurado coracao .' que nao pode mais
sobreviver H no dia 1. do marco, pelas ho-
ras da tarde, principlou a queixar-se de diarrhea,
os remedios da botica, em nada a melhoraram, antes
parece que fez augmentar, os Srs. Dn. Nery
Firmo e Miguel Felieio, nao a poderain mais sal
var, o mal tinlia caminhado com a rapidez do
raio no dia 2 s (i botas da manhia j e-lava
com toda a couitdera-
b'owc i-
le Janeiro o correle anuo, do
periodo que vai transcripto mais a-
oaixo.
Sou, lenhoros redaeloroi
yo. etc.
Di. Joaoiiiiu AiiuiUO
li de marco de I85G.
Na cidade a doutrina homeopalltica fz-:ic acre-
ditada com a eholerina,visto tomo cedia com facilida-
de logo que sr- faza li .inspirar n doenle : assim o fe-
liz xito oblido pelos meios esternas provocantes da
Iraiispiracao, de que seas sectarios us.vam, propa-
rou-lhei falsa conVi de gloria ; mas agora que a in-
teniidade do mal a.....ba se a cada hora victimas que pensam adiar nrlla sal-
vaejlo cerla, pelo que s procuran) a medicina racio-
nal quando eStSa no perodo lgido. O arrojo da
ignorancia chega a ponto tal que e*fJ rharlataes in-
juriain-nos com epillutts affronlotot e onsam ir as
casas dos doentes fazer reqeilar os remedios que
meUican-.o.
dem d di. o
i a
presiaciilo da provincia na importancia de 13:1569*
3'2:209IH0 2.a O arremtenle dar.i principio as obras no
5:':'(i5aOK prazo de tim met e asCODClair no de um auno.
---------------ambos contados na forma do artigo :!l da lei n.
38:385*272 \ 8t.
3. O pagamoolo da importancia da arremalacao
rcalizar-sc-ha em qualro preslacOes na lumia da'lei
u. 286.
1.a (i arremetente devera proporcionar trauzilo
ao publico.
5.' Para ludo o mais qoe nao esUver determina-
i .AnloM. viudo da Baha, I do as presentes claosulaa. nem no oreamento sc-
guir-se-ba o que dispne a respeilo a lei n. SO.
I.onformc.O secretario.
A. /'. t.liiiinnctaeao.
Adiando-so implcitamente comprehendidos na
excepcao do artigo nico da postara de 28 de maio
de 185:1 osarm./ens om que se vende farinha dn
mandi ea, devendo por isso gozar do mesmo privi-
legio de que gozam aquellos eslabelecintentos de que
&l*tt**$.
Desapparecen desla Ivpsicraphia ana prete de
nome Joao. alto, re forrado e pes mellados, o Sjaal be
muilo conhocido per andar com ferro ao pescoro.
mas prconlopieiile nao o trazia : consta andar pela
Soledade cSanio Amaro : rosa-se a quem o eaaaa-
Irar. o apprcbenila e leve-o a livrana as. 6 c 8 de
praca da Independencia.
A mesa regodora da innannade das Almas da
matriz do Carpo Santo, pede a lo los m icaa trealae
para comparerrrem na mesma matriz boje 7 da ur-
eo, |ielas :i I(2horas da tarde para irnmpaaheum a
procs-io de S. liam Jess rius Pasaoa.
Precsa-sc de urna ama de meia idade pare o
serv, o interno e externo de urna cesa de lumen
selteiae: na ra da Cruz. Liberna n. 32.
(Is aba \o asiiaaados fazem publico, qoe d-
solveram arriaavelmeiile a socidade qoe linliaa aa
taberna da roa da Cadeia de Sanio Antonio a. Iti.
que Bvrava sob a iinna de Jos l.eile da Sa A Cmb-
panhia por ler de relirar-se o sodo Leilr, Meabdo
lodo o ortivo e passivo da mesma socedade a
do sorio Villar, as.im easno om peqoena divid
da liquidaran do Antale Pedro Martins.Ja
le Sa. Manoel Gomes Villar.
Precise se de urna boa rozinheira : aa rae da
Cadeia de Santo Amonio, drtronle da ordem tercei-
ra da S. l'ranrisro n. I.
AirmandadedeSanla Rila de Caasie ao aove
ion a lodos os irmana, para ajao conipareeeai es 3
horas da larde dr dominio, 8 dn corrale, para
arompanharc.il a imacnn de > S. da Piedade esa
prociasdo de penitencia, que nao pode ser efferlaada
no da ti por motivos ndepeodentes de vontade de
irro iinda.de.
O abaixo ominada, vollando da ridade da
Vdoria, hji.lo iiermanerea lodo tempr esa qoe aW
Krasfoa a pideinia rrin me. para fazer rseapaaMa
neise Iterife a sua familia, da qual alnnwa f unan
se .o ham iufezmeule arcommellidas da peste, offe-
rece-se aqu para prestar os orenrros de aeo safra '.*
ministerio, e as llores consolara -s da rrligia aos n-
falizes locad is do flaielln. Uahaixo aisnado lea-
do-sc applica !.. a homeopalbia, r adqorindo alja-
ma pial ira na Victoria, onde fez .o.-nmas rara Mi-
zas, lambem ledir. era mr.l.rar gratis aquelle*
quo d-eu presiono se quizereca ulilisar. Poda pea
desla Isla em oanle ser prucurado a qualqner hora
dn di: ou da noitr c|n sua rasa, na ra da Pilar, na
I-, r. de Perlas n. 53, onile o adiarlo aampis ptaai
tescarrega hoje ~ de marco.
(trigas ingle/.I.rtuiitmerradorins,
Hiale brasileirn Dous freaosdiversos gneros.
IMPORTAS AO'
na manso celeste. !!
bemfazeja, e cheia do earidado :
diente '. nina mi cannhosa !
de loda
dal
Foi-se unta alma ebrishia,
Iba obe-
iima esposa digna
'.
o morecimento por anas virtudes c honesti-
Wm9&.^$p.&&*
Illm. e Exm. Sr.Determinando o'Arl. ". do Re-
lios a tetilla om sua sania loriaAmen.
"linda do marco do 1856.
laMMUUMMaatJJJliJJsjajaj.
HOMEOPATHIA.
< Sr. allores Pedro .Martins, idade anuos, re.
rotiioii-se de Santo Anido, com eholerina, cm :>i ho-
ras bom.
, O Sr. l homar. Antonio llamos Zanm, idade de
1J anuos, primeiro periodo, bom em al bo-
OSr-Dr. Anilo Pereini Barroso, 15annos de
idade. primeiro periodo, bom ern -J hora--.
Dcllina, uarao, escrava do misino Sr. cima, rom
-MI anuo, de ida le, em 2i horas boa..
Anua Praneiseado garrmenlo, parda, com |7an.
needo idade. acha va se no ultimo extremo do ler-
ceiio periodo e parida de \> dias, considerada ja por
perdida, quando me recorreram, em 48 horas livre
de perio, em 8 las boa.
-Alexandrina, fllha dn mesma cima, de idade de
2, annos, primeiro periorlo, boa em 2\ horas.
consignado a Antonio Luiz Oliveira Azevedo, man
feslu o l ;:lllle :
1 fardo-, baett,-d djlosooborloro-. I dilo flor de
liibnsaeiro, I dito camisolas, 3 ditos, I caixio e I
barrica macolla, 1 dita moslenln, I catxflo camplio-
ra, I dilo aleado preto, II ditos medicamentos, I
lita opio, 0caixasgenebra, 3 eaixOes chapos de
I Uro : a ordem.
I dito medicamentos; .: Lima Jnior i\; Compa-
nhia.
I fardo coberiores ; a Antonio l.oiz de Oliveira
Azevedo.
i ditos beata : a Joiuulon Paler & Compa-
nhia.
J lil os villa, i ditos cobertores Je lia, i ditos ditos
de algo lao ; a J. hellrr \ C.
6 c.iixas chales de 13a aF. Soavage cv Compa-
nhia.
> dilas livras cm branco; a limm atorasen A
Villiissii.
I laidos baeln, ti caixas brjm de imito, a James
Crabtree ; C.
n lardos toarles; ga Me. Calmen! & Compa
nhie.
1 caira livroaembranco ; a N.O. Iliebcr & Com-
panhia.
2ditas Hullas ; a Joaquim Terrena lendesliui-
maraes.
encapados macella, I sacra llores de borragem,
I dilo raspas de viado : a Manoel Joaquim Ramos e
Silva.
I dilo cola : a Juhnslon l'atei cV Coinpa-
nbia.
:0 fardos tabaco em lollia ; a Mauod Joaquim
llamos e Silva.
o eaixM com 76ttcalxinhaa de durlos; a J. II.
l:.*onsh .
i eaixOes e 1,731 caixinhas charuloi, 53 fardos
panno de algodBo ; a Jos Antonio da Cunha Si ir-
maos.
5 fardos lbaro em follia, 35 saccas cafe pilado.
">0 dilas farinha de mandioca, li fardos panno de al-
godao. : raixas, I parole, 13 ceixGes e 3.0SH caixi-
nh.is eharntos, 2 eaxoles oleu la, 1 du\;i obras de rhifre, 1 Hila cocos de beber
agua, 1 dita cuias do coco, I (KM) quartinhas, 25 ai-
cuidares, 10 bacas e 3 tainas de barro ; a or-
dem.
a Ooseiracuo.
Acame "ida na polaca hespaiihnla Flora, veo
faz mencao exptesia o rilado arligo ; a cmara mu-
nicipal desla cidade faz publico, para eonhecimento
dos donos dos meamos armazens, que podem eates se
conservarem abarloa aos domingos e diaa santilica-
dos, para abaslccimonlo do povo.
Paco da cmara municipal dn Recife om scss.i" de
5 ele marco de IS'iti. liarlo ,l" Capibanbe, presi-
denteManoel l'orreira Aceioli, secretario.
>,ik>8 mavitlm.
Para o ro de
Janeiro
Salte 1.0111
te da cor
n'iwdauc p
{i nn)tapla,
nacional FiitMA : para o
r U'r ,i maior
o bem condecido
lu mesma, passageiros e escravos .i ln-ii, ii'"""'!rc "miar.
. ,ii i Joaquim Alves ii.:dx.sa, subdita
iiii.i (|tic Lem e\cellentes commodos, lid- |ra^ |.a,a Poriagal.
brigue
dn
i1
la-secomos consignatai ios ftovaes&C., na
rua do Trapiche u. 54, primeiro andar,
on com o capitao na piara.
Para olio de
po para arodir aos seo-seraelhaolaa. Recife 6 de
marco de 1856.O padre l'< riunalo Jote de Soasa.
Pretisa-se de urna amasecra para rasa de pea
ca familia : na rua da Praia ::. !'.'. primeiro andar.
Pre. isa-so de nina ama forra ou captiva ; ao
paleo do Carmo n. .
Proci..i--e ,!e t'oe. ami-sadcrcs, que saibaai
desempeiihar r-so losar, dando--,- um bemeraasu-
dn : a tratar no aterro da Boa-Vista, nadara aS8.
PirVisa-s* oo .loas amassadores : na padaria
da rua llireila u. (.'.).
t) abaixo assignado, parodio da frranrzia de
Sanio Ao! u io do Kecife, roca a bulas a pesoaa da
;"o~ ; frrguetia, eran" i luja fallcrido al-
guem da epilenn reinante, tinlnm a buodade de
leva ,ui reverendo | ri.-'c o. no.ipolentes assratas,
alim de faxercm nos livras es Ijuraaienlo dees-
lyle.O conreo vigarin,
ocio !lniiqurs dr RezeoJe.
Precisa-se up um c.-ioiro para (alterna, scads
monillo, p.ucm que enlanda >lc halcn : nos qnatra
autos da Boa-Vala n. t.
Preeiaa ee de om caixeiro pan taberna ; aa
rae de Sania Rila n5.
Preeiaa -so de mua ama >ecca para o servico ala
nina senhora : pag e bem : quem quizer. diriia-
se a Ir .is ---..1 ,1o i it.ciioa-lo. .-litigan.rale herrada
Peixe i ufo. Mibredn n. 7. pntcir andar.
AO SU. I'ROCI livDOR DE (A ISAS.
A prw a que so j dgai baii !i:.:.!a para ir tratar de
i urna pequea questao no fro de S.ulo Antio, ese
| que poneos das podera levar, querendo a isla ia-
cumbir-se, llovera baje ateaiao sir rnleinler-se aa
rua da (" lea do Iterife n. W, que adiar cesa
quem tratar.
Pie.,-a-e de aasa ama para oziuhar e cesa
ll-lpru : .i tratai na ru lltr :i n. Pa:.
ii% -- Aluga-so o-c.iun-l'' andar do ssibrado da rua
doJardimn. 71, bastante fresco i oimnodos pera
1 Cbt I grande familia : procure im pdleu lo i .anuo n. **,
Janeiro
sahe com milita ljfe**dade por ter a maior
parle da carga prompta. o brigue escu-
na MAMA: par v o resto da mesma.
| orlu-.ee/. te-
LOTFRIA DA PROVIHQA.
t) Illm. Sr. Iliesoureiro manila (aun~
publico, iKieae acliain a venda natlreaon-
raria das louterias, das horas as >i-<
tarde, os billietes da secunda pite da
piiineita loteria da matriz de San-Jo*-
desta cidade, cujas rodas andam DO da
29 do corrente me/.. Thesouraria das lo-
teras ii de marco de IS.'tC. O escri-
vao, Antonio Jos Uuarto.
'
MUTILADO
ILEGIVEL



/ s
r
TerceU
serval)
DO
edi$ao.
iOIPATHICO.
oe curativo
iiBifl oe mnmo sxt ft\H 7 se Minee be use
C^iOLElU-MORBUS,
PELOS DRS.
'WBZIDO EM lf^' V A. LOBO MOSCOZO.
dos remedios mais ellieazes
iudependcnte deste nos i uj.ires
ndieaces mais claras e
E>Vs dous opsculo conlom-asi.g,,,.-^ liao?0 |Q o recital, e pela sua mplese concisa etpnsi-
,i-el:i;io alcance de todas as intelli|,ln||a(|0 05 ml-t je diz respailo ios meios curativos, romo prin-
cipalmente aos preservativos que U ..tisractoiins resultados em toda aparte em que
elles lem sido poslos em pralica. nco,.
Sendo o iralamentniomeopatnic,. |raju7: -e tern dado grandes resollados noenrativo desla horu-
velenfrrmiitade, juluamosa proposita >p .,r restes dous importantes opsculos em lincua vernaci-
la, para de'l'jrle facilitar a sua let'ira ,uem icnorc o (ranees.
Vende-se nicamente no Consultorio; rio traductor, ra No n.52, por 28000. Vendem-se lamben
os medicamentos precisos e boticas de K lulios coin um frasco de lindura l&S, umadita de 30 tubos comr
vro e -2 frascos de tintura rs. 25S00.
X
*
* PEDR.VS PRECIOSAS- S
-
* Aderecoi de hrillianles, *
' diamantes e perolas. pul-
, * e rozelas, bot<>es e anneis *
* de diflerenles go9tos e de %
* diversas pedras de valor. -
i
, Compram, vendero ou
^ Irocam prata, ooro, bri- *
i 1 liantes.diamntese pero- .-.
& las, e oalras quaesqoer
* joiasde valor, a dinheiro i
- ou por obras.
MOREIRA &. DARTE.
:loja de muyes
Ra do Cabuga n: 7.
Receben por to-
dos os va pores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
-
orno E PRATA
V.
2j Adereros completos .le .;,
j ouro, meios ditos, pulcei- ;
* ras, allinetes. brincos e *
$ rozelas, cordOes, trance- 5
,o. lins, medalhas, correles
* e enfeiles para relogio, c *
2 oulros muilos ohjeclos de J
K ouro.
* Apparelbos completos, f
J. de prata, para cha, ban-
V dejas, salvas, caslicaea, <
jj collierea de sopa edech, -:
e muilos outros objectos 8
de prata.
**?*.**?* ?.;
de Lisboa, as quaes vendem por
preco commodo como costuniam.
I uni uo dia -Ji de fevereiro do correte anno
um raolecote de idade 18 a 19 annos, pouco mais ou
menos, estatura regalar a idade, olhos grandes, ma-
;3a do rosto alia e o queixo um poocojSecro, magro,
apparecrndo as costelas olliando pelos pello-, perna
lina, pe seceos coro alguns cravos seceos nos mes-
mos, falla um pouco gasa, levou camisa de algodao
de listra e oulra de Ua, caira da mesina fazeuda de
algodao, levou um chapeo de sol da panninho quasi
novo, e inglez, um balaio de arco jft velho ; chama-
so Placido, o qaal suppoe-se ter tomado a ealrada de
l.imoeiro por ja ter feito ha pouco urna futida para
esse lugar, e foi apandado pelos capihies de campo
em raZtlo de ter morridoo ravallo em que 1.1 monta-
do da primeira vez : a entregar no sitio do Kosari-
nho, a Seraphim Al ves da Bocha Bastos.
Avi>o a pobreza.
Fornecem-se gneros de primeiras necesidades pe-
los presos acluaes a lodas as pessoas que esliverem
em necessidade, islo sera usura alguma, porem com
pen'iores, anda mesmo sendo roupas ; lainliem se
lornece de dinlieiros em pequeas quanlias sobre um
limitado juros, sendo em ouro ou piala o penhor :
na ra Aogntta, hiberna n. 'Ji, defronle duchafariz,
isto das II horas da mauhda as 3 da larde.
CASA DOS EXI'OSTOS.
I'recisa-se de amas para amameiitar enancas na
casa dos evposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as hahililaces necessarias, dirija-se a
mesina, no pateo do l'araizo. que ahi achara com
quem tratar.
No dia 17 do mz passado fugio do poder de
seu senhor Manoel Ferreira Chaves urna escravapor
nome Joaquina, levando esla luda a roupa, e com os
sigoaes seguintes: alta, secca, cara descarnada, per-
nis arqueadas, (poucas vezes deita o cachimbo), a
qual negra fusio em companhia de um soldado do
dcimo balallnlo por nome Manoel Joaquim da Sil- briga-sc a nao por oulro restauran!
va, o.qual he crioulo, e alguma cousa lelarhailo : a buco.
escrava cima mencionada foi escrava pormuitosl Precisa-sede urna ama de leile
anuos em Panellas de Miranda : porlanlo rosase as i Cont Velha n. I.
autoridades policiaes e capitaes de campo a captura
deala escrava, levamio-.i ,i rua da i.lona na Boa-Vis-
ta, casa n. !'l.
Paul llehrard pal len a honra de participar ao
respeilavel publico, que lem vendido a sua fabrica
de charutos ecasa de patio, silos na ra do Trapiche
Novo n. JO.anSr. Lat Puech, o qiial dever lomar
roela no dia 15 do correute. O mesmo vendedor
em l'eruara-
na ra da
Massa adamantina.
He gerlmente recouherida a eicellencia
desl
Precisa-se aluzar para o servirn de nma fami-
lia ingleza, urna prela que saiba lavar, engommar e
coser : na ra do Trapiche Novo n. 10.
Na fabrica tranceza de calcado, ho aterro
da Boa-Vista n. .">2,
preparajao para ehombir denles, porque seiw resul- admitiese aprendi/.es de 10 a Hialinos de dado.
lados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sebasliao Jos de Oliveira faz uso desla preciosa
massa, para o fm indicado, e as pessoas que quize-
rem bonra-lo dispondo de seus serviros, podem pro- '; e lavrar o compleme contracto.
com preferencia orplnlos : as pes-oas que liverem
meninos ueste caso, sirvam-se dirisir i fabrica oci-
ma relerida para tomar coehecimento das comlices
cura-lo na
beiro.
.Iravessa do Vigario u. 1, luja de bar-
j. jane; dentista. $
% conlioa a residir na ra Nova u. 19, primei- 0
9 ro andar. H
*
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEQPATHA.
EXTRAIIIDO DE UUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alphabetica, com a descripcSo
abreviada de todas as molestias, a indicaban phjsio-
logica e therapeulica de lodos os medicamentos ho-
roeopatliiros, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da signilica(.1o de lodos
o termos de medicina e cirurgia, e poslo ao alcance
dls pessoas do povo, pelo
M. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. ;issignan(e podem mandar bunraros seu
exeroplarps, assimeomo quem quizer comprar.
PUBLICAQAO' LITTERARIA.
Repertorio j uridico.
Esta publicaran ser sem duvida de ulilidade aoi
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, pois nella encontraran por ordem alphabe-
lica as principaes e.mais freqbenles oceurreucias ci-
vis, orphanologicas, eommerciaes e ecclesiaslicas do
nosso foro, com as remissOes das ordenaroes, leis,
avisos e regulamenlos por qoe se rege o'Brasil, e
bem assim rrsoluc&es dos Praxislas anlicos e moder-
nos em que se linnam. Contm semelbantemenle
as decisoes das quesles sobre sizas, sellos, velhose
novos direilos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
> collecro de nossas leis e avisos avulsos. Consla-
radedoiM volumes em oitavo, srande francez, eo
primeirosahio loza esl venda por 85 na luja de
ivrosn. 6 e 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Vista, na la Velba n. 42.
O Dr.BJbetrOf medico pela Univer
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. 13.
GRATIFICACA'O.
Da'-e 2OS00O de gratflicacao a quem
iiictdcar urna ama de leite forra ou es-
crava, que tenlia boas qualidadei <: bom
leite: quem pretender dirija-se-.t ra do
Collegion. 13, armaxem, ou na ra das
Crii7.es n. i I, segundo andar.
Candida Maria da Paixao Rocha, pro-
essora particular de instrueco primaria,
residente na ra do Vigario do bairro do
Recife, faz sciente aos pais de luai aluni-
nas, que acha-scahei-ta ta aula, narjual
contina a ensinar as materias do coslu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por precos razoa-
veis.
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Acha-se a venda um resto lejiilhetes
da lotera 2- do SS. Sacramento da an-
tiga Se, (|ue devia correr de 21 a 23 do
passndo; as listas esperamos boje pelo
vapor GOANABARA: os premios serfto
pagos a' entrega das'ipesmas listas.
Na casa da residencia do l)r. I.ourciro, na ra
da Saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de nina
ama de leite, forra, que nao traga comsigo o fillio,
qne tiver, de peito.
A contmisso Beneicenle da fregue-
zia de Santo Antonio rosa as pessoas ata-
cadas da epidemia quenecetsrtareni de ser
soccotridas, queiram dirigir-sc ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travessa do
pateo da matriz, e no caso de o nao en con-
tra rem em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer hora do dia e da
noite, ate as 9 horas.
Preca-se de nm fornpiro, pardo, hranro, on
prelo, para n padsria ila rna larca do Rosario n. 18,
juulo aoquarlel, dando-e-lhe um ordenado corres-
pondente ao bom dcsempenlio de suas obrigafoM, e
lainbein se recebe um bom amacador un mesmo sen-
tid : quera se achar ne.las circumslanrias pudc-di-
,rigir-se a mesma padaria, que achara com quem Ira-
O abaivo assignado rosa a lodosos senhores sa-
cerdotes residentes em Olinda, o favor de virem ce-
lebrar no dia 8 do crranle, na igreja de N. S. de
*.U*^elpe' pei" alma 'lo sn" l,re>*,, cons-irle I).
V ? tiirineliiia (lomes do llego, com a esmola de
14000Manoel Dionizio Gomes do Reg.
I'recisa-se de ama ama que coznhe o diirlo
de urna casa, paga-se bom : na rn* do Crespo n. l.
Henriqoe Brnnn & Companhia, curadores fis-
ASSOCIACAO' COMMEIICIAI. BENEIICENTE.
Os abaixo assignados, iueinbro4 da commissoo de
beoeHcencia da mesma associacao rommercial para
socenrrer os pobres da fresuezia de S. Jos, tendo-se
dirisidnaesla fregneiia no riesempeiilin desua com-
missao, mas como nau toase possivel sorcorrer a Io-
dos pelo pouco conlipcimenlo que lera do luaar. ro-
cam as pessoas que nao Imam sorrorridas le se di-
ricirem aos aballo as-igiiado; oulro sim pedan a
todas as pessoas que liverem conhecimenlo de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma. de
dar a. precisas infurmaroes a mesma eommlsalo,
pndendo lamhem dtrigirem-se na mesma freguezia,
defronle a fabrica de (abao, ao Sr. Antonio Joaquim
de \ asconrellos.Jos da Cosa Amorim, ra da
Madre de Heos n. "i.Candido Carneiro i.uedes
Alcoforado. ra do Amorim n. 50.Jos Jarome
Taso Juuior, ra do Amorim n. X>.Vicente Fer-
reira da Costa, ra da Madre de lieos n. 26.
AssociacMo Goromreial
Beneficente.
A rommissao cncarregada pela A.sociacao Com-
mercial Beueficentepara distribuir soccorros sclas-
es necessiladas do bairro do Recife, faz saber a
quem se achar uessas circumslancias, qne pode pro-
curar a qualquer de seus membros em suas residen-
cias abaixo designadas a qualquer hora. A curarais-
sao estando disposta a n.io se poupar a quaesquer es-
forros para bem desempenhar a mi.sao qne llie foi
confiada, roga as pessoas que liverem conhecimenlo
de que qualquer pessoa em suas visiiibanr^is se acba
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circunstancia nao npoSM solicitar, queiram ler
a boii.la,!,' de assim Ih'o indicar, alim de prompta-
meiile seren ministrados os ueressarios auxi'io.
Tilonio Alves Barbosa, ra de Apollo n. 30.
ase Teneira Bastos, roa do Trapiche n. 17.
Jo;lo da Silva Regadas, ra do Vigario n. 4.
Precisa-se de umo ama secca para Iratar de
dous meninos: na ra do l.ivramenlo u. -JO.
Precisa-se de nm foilor para um sitio perlo da
praca, e que Irabalhe hraralruente : paga-sc bem :
na ra eslreila do Rosario n. 15, sobrado.
ATTENCAo.
Precisa-se de orna ama forra ou captiva para o
servijo interno de urna casa de pouca lamilla : no
paleo do Carino n. 9, primeiro andar.
O abaixo assignado acha-se no exer-
cicio da subdelegada da freguezia de San-
Fret Pedro r.oncalves do Recife, e dar'
audiencia as tercas esextas-l'eiras, as 10
horas do dia, na casa de sua residencia,
segundo andar n. 30, da ra do Trapiche.
Recite 4 de marco de 1856Salustiano
de Aquino Ferreira.
O hospital da ra da Aurora precita
contratar serventes c pessoas que se quei-
ram incumbir da lavagem da
tratar no mesmo hospital.
Atteitco.
O abaixo assignado pelo vehculo deslc jornal vera
encarecidamente pedir ao lllm. Sr. Ilr. Pedro Be-
zerra Pereira de Araujo Bellro, que pelo mesmo
leulia a bondade de nolici.r-lhe o estado de sua sau-
de, e de loda sua familia, prazer que ha muilo mo
lem nio so em consequencia da longilude que os se-
para, como tambera pela intraiisitabilidadc dos ra-
rainhos por edeilo da epidemia, mxime porque ten-
do escriplo-lhe no dia immediato ao de sua clie"ada
do centro, com dala de 8 do correute se a memoria
llie nao he inliel por orgam de seu correspondente
Amorim nesla praca, jamis lem oblido resoosta on
noticia que salulara. Aproveila o mesmo'a occa-
siao pira d.zer-lbc. que iqdos de sua familia ale o
prsenle passam sem maior incommodo a respeilo
do cholera ; bem que a rada nstame aguardara sua
furibunda invasao, alenlos os estragos, que pelos
prximos arrabaldes desle Icngenho ha feilo. En-
genho HnMope de baixoSTJde fevereiro de I8.',li.
Francisco Pereira de Arruda Cmara.
A ci fermaria Jo consistorio da r-
mandade do Divino Espirito Santo em
Sao-Francisco, p' arlnunciada, acha-se
provida do mais necenatio para rceber
aos seus finitos desvalidos que venhans a
ser accommettidos do cholera : roga-sc,
pois, aosirmaosda laeamaii-mandade.ou
aquem tenha coulieclmento de alguns
desles, participen] ao imito jtiiz, es'cri-
viio, ou tbesoureiro, ilirn de que sejam
recolhidos pela mesa el tratados da me-
ro upa : a
-p-Aluga-seum sitio com ptima casa de
^rveoda, com innmeros pes delaranjei-
rase de outras, muitas fructeiras, Da es-
trada de Joo de Barros, esquina do bec-
co de Santo Amaro : a tratar delionle do
dito sitio, no da Exma. xiscondessa de
Goianna.
ODr. l'ossidonio de Mello Acciole
encarregado de prestar os soccorro de
sua prolisso as(pescos do quinto distrio
to da regtte/.ia de S. Antonio pode ser
procurado no convento de S. Francisco,
a ipialquer hora do dia e noite.
MASSA ADAMANTINA.
rrancisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa denominada adamaiilina, apresenlada
ao conselho de hjgienne pelo Sr. Panlo tiaiguoux, e
calca com ouro e prata, c oulros rnetaes, assim cpmo
applica ventosas pela alrac.lo do ar, e nao com fogo
como gerlmente se usa : pode ser procurado para
qualquer desles mislcres, na ra eslreila do Rosa-
rio ii. 2.;
Ouer-se alujar um escraxo para serviro de
casa: a tratar) na ra do trapiche n. Iti, segundo
andar.
Associasao Commercial
Beneficente.
A commissilo uomeada pela Associa<,So Commer-
cial Beneicenle desla praca, com o lira de soccorrer
as pessoa necessiladas e desvalidas .la fregueiia da
Boa-Vista, por occasulo da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver cm laes circumslancias, de pro-
curar a JoAo Matheus, ra da matriz n. 18; Manoel
Teiieira Bastos, ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza Carvalbo. Estancia : desde as 7 horas
da mandila as 9. e a larde das i horas em dianle :
em caso urgente, porm, sero soccorridos prompla-
raente a qualquer hora. A commissao desejando
acertar na forma de distribuir es soccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais conhecidas
desla freguezia que liverem perfeila sciencia do es-
lado de pi rci-au de qualquer familia, se digiiem de
a informar alim de ser com promplid.ln allendida.
Becife Si de fevereiro de IS5ti.Joo Matheus, Ma-
noel Teixeira Bastos, Vicente Alves de Souza Car-
valbo.
Precisa-se de urna miilher de meia idade para
coznhar em casa de um hornera solleiro, porum nao
sahir a ra ; no paleo o Terc,o n. 10.
Precisa-se de un humera de 10 e tantos aunos,
brasileiro ou porluguez, para cnixeiro de um arnia-
zem de malenaes, dando fiador de sua conduela :
atrazda matriz da Boa-Vista n. 1:1.
IRMAMiAUE UO DIMM) ESPIRITO SANTO.
A mesa regedora roga a todos os seus moos ba-
jan de comparecer em sua igreja no dio 7 do cor-
rente, pelas II horas da larde, para eucorporados,
irem acompanhar a procisso do Senhor llora Jess
dos l'.issos, em salisfacAo ao couvilc da respectiva
innaiidade.
F. Ilragon, subdito iraucez, relira-se para Eu-
ropa.
Arrenda-seo engenho Santa Cruz,
na freguezia da Estada, levantado lia (i
aunos, trras novas e de grande produo
cao, com as obras precisas, tem o embar-
que distante menos de quatro leguas:
quem o pretender dirija-se ao seu pio-
prielario Manoel Goncalves Pereira Lima,
noengenlio Vicente Campello.
Compra-seo romanceO Arcipreste
das l.arangeiras n. 18, primeiro andar.
S8cittjHl0
i^lliinlias
FiRl 0 CORRERTE AHHO.
lolhinhas de algibeira contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos paroebiaes, resumo dos impostot ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, cemiteno,
tabella de feriados, resumo tos rendi-
mentos e e\portaciio da provincia, por
500 rs. cada urna; ditas de porta a 100;
ditas ecclesiasticasou de padre, com a re
sadeS. Tito a V00 rc'is: nalivraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
I 'enas de etna.
\ endem-se muilo boas peonas de ma : na ra
da Cadcia do Recife n. 7.
Con ros de cabra.
Vende-se um reslo de couros de cabra, muilo gran-
des e bous: ua ra da Cadeia do Recife u. 37.
. ~ *euJe-se inilhn pela medida velha, o alqueire
9"t0 : na ra do Vigario n. l, taberna de Joo
himAo.
Vemlem-se :l cavallos rucos, sendo um muilo
bom carregador e passeiro sera segundo, e os 2 sao
de carro ; na loja do Passeio u. 7.
* og'iiac venia de ro.
No aterro da Boa-Vista lia para vender algumas
duzias de cognac velho, de qualulade superior, e ab-
sinlhoaulsso. ambos de 10 anuos de garrafa.
Vende-se om quarlao bom carregador, por pre-
50 commodo : na cocheira da rua da Floreuliua.
\ endem-se sacess grandes com millio a i, oleo
do ricuiu em latas e em garrafas de 1 e l| libra a
loOOO ; na rua do Vigario n. 5.
Vende-se por precos rzoaveis, em
casa de Brender a Brandis&C, na rua 1
do Trapiche n. I (i.
Superior salitre relinado de Londres
Papel de todas as qualidades.
Rarbante americano.
Alvaiatle de zinco muitolino.
Pregos fundidos para barricas.
Vcndem-se velas de carnoaba moilo boas do
Araraty. e arroz pilado muilo bom : na rua do Vi-
gario n. 5.
Na rua Nova 11. 39, primeiro andar, vendem-
se veslidos de seda para senhora. chapeos para ho-
inem c senhora, loque, porle-bouquetes, luvas de
toda as qualidades. magnficos toncados para senho-
ra, abotoadurai de ouro cora (pedras ricas, bincu-
los, boneles de couro da Rossia. veslidos, veos, ele.,
luyas 1 feamente Mfeiladas para noiva. numerosos
objecios de gahnlaria para prsenles, bengalas as
mellones po.siveis. issim como grvalas, collarinbos,
essencia para tirar nodoas, e todos os mais objectos
do ultimo gosto para loilel e modas.
Cait.ielaMos o lustros.
Acha-se venda em casado E. II. Wyall, na roa
do Trapiche Novo n. 18, ura completo sorlimeulo de
candelabros e lustros bromeados de:ia81uzes.
Vinlio Xere/ e l'orto.
Vende-se vinho \ereze Porto em barrisde quar-
lo : em casa de E. II. Wyall, rua do trapiche No-
vo n. 18.
Tabeas,
Na fundicao'
Bowmann, na
do o chafariz
para engenho
de ferro de D. W.
rua do Rrum, passan-
continua haver um
i:ii\as de ferro
a 8 palmos de
Velas estearinas, pedrasdemar- w
more para mesas, papel de peso W
ingle/., papel de embrulho, oleo ($)
le linhaca cm botijas, chicotes ($)
para carro, pianos de armarlo. (
lona ebrim de relia, cemento 10- fe*
mano, armamento de todas as 1L
qualidades, cabos de linbo e de ^
manilha, pxe da Suecia, cham- w
pague e vmhos linos do Renho : w
vendem-sc no armazn, de C. J. ($
Astlev i\ C, rua da Cadeia n. 21. t
Ihor forma que for poss
Commissiio de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissiio abaixo
guuzia de S. Antonio
liarle da associar
cenlcdesoc
soas desvalidas que p-ed
ros,(|iici,ioenlcnd(r-s.
na rita Nova n. 7, casa
gusto da rViseca, na
40, de I boma/, de Paria, e na mesina rua
n, 3(i, de Salustiand de Aquino Ferrei
veL
saignada da fre-
jencarregada por
commercial benefi-
a pobreza, avisa as pes-
isarcm de soccor-
a qualquer hora
de Anlotno Au-
lla do Trapiche 1
ira.
caes da massa fallida de Joaquim Jos de Faria Ma- FernambUCO 2o deyevereiro de 1856.___
chado, previuem aos devodores desle, que nilo pa-
guem a pessoa alguma seus dbitos, pois se o fiterem
pen'sda ?a-d5 Pa?"r 8goni,a vez' e """"'"m as
Salustiano de Aquino Ferreira.Anto-
nio Augusto da F*ns;ca.Thomaz de

Fari
na.
O hospital Provisorio da rua da Au-
rora precisa contratar enlermeiros, ser-
ventes, cozinheiro, Ibrnccedor d'agua e
pessoas (pie se queiram encarregar da la-
vagem da roupa : quem a isto se quizer
prestar dii-jja-se ao mesmo hospital.
Trocam-se notas do Banco do Brasil
por sedulas: na rua do Trapiche n. 40,
segundo nndar.
Precisa-se .'litigar dous prelos capti-
vos, dando-se o sustento, para Irabalhar
nesta t\pographia: na livraria ns. lie 8
da praca da Indepeendcncia.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da rua
do Amorim 11. ^0 : a tratar na rua Sca O, 5.
Ocollegio das orphilas, silo era a rua da Au-
rora, precisa de uina enzinheira liberta ou escrava,
e bem assim de Ires srvenles pretas para o serviro
interno e eitrrno do eslabelecimenlo : quem a i's-
so se quizer prnpr, dirija-se ao dilo colletdo, a fal-
lar rom a directora.O thesoureiro,
J. F. Duarlc.
A viuva e liiT.len.i- de N. adaull, leudo de
proceilerao inveulario dos hensdeixailos pelo mesmo,
convidara aos credores do casal, para que hajam, 110
prazo de 8 dias, de apresen!.rem suas conlas, alim
de seren verificadas e compreheiididas ao inventa-
rio, no consulado francez, que para islo esls aulon-
sado. Becife -.".I de fevereiro de 18jf>.
liquida'cao'.
O abaivo assignado. nlabdecido na rua da Cadeia
do Ueci- n. -_'i, delroiite do becco Largo, lendo bre-
ve de reiirar-se para Europa a Iratar de sua saude,
roga a todos os sens credore* queiram aprcseular suas
conlas par serem pasas ; lamhem roga a lodos os
seus devedores queiram pagar seus dbitos ale o dia
10 do correle, e o nao fazendo se vera obligado a
usar de oulros mcio.
M.itinel. .los..- do NascimenloSilva.
A mesa regedora da vencravel ordem lerceira
de N. S. do Carmo roga a lodos os seus cbarissimos
irmaos, para que se dignein comparecer com seus
hbitos no dia sesla-feira, 7 do correte, as 3 horas
da larde, para o lim de acompanharmos a procisso
da N. S. dos Panas,t) secretario,
Joaquim Manoel Ferreira deSooza.
AVISO AO PUBLICO.
No anligo deposito da rua eslreila do Rosario n.
II, junio ao becco do Rosario, he chegada urna pnr-
rSode bichas de llamborgo.
Joaquim Goncalves Salgado relira-se para f-
rado imperio.
Aluga-se o lerceiro andar e solao do sobrado
n. 18 da rua da Senzala Velha, com muilos commo-
dos para grande familia; tambera se alugaosuhlo
separado do andar : a tratar na rua da Senzala No-
va 11.1.
Trocam-se duas imsgens muilo perfeilas de
N. S. I.rucilirado e N. S. da Conceicao, leudo cada
urna dous palmos de allura : na rua da Cadeia do
Recile. loja n. I.
Miguel Maiquesde I.einos ni a Portugal Ira-
tar de sua saude. e deia por seus bastante, procu-
radores os Srs. : em primeiro lugar Manoel l.uiz
tioncalves Jnior, em segundo Josu .ornes Alberga-
"J, a em lerceiro Manoel Nuiles da Silv.
l'rtcisa-se de urna ama que saiba cozinliar o
razer o serviro interno de casa ; na rua llireila n.
120, segundo andar.
Na cocheira de canos fnebre do
pateo do Paraizo, precisa-sede dous bole-
eiros, paga-se bem.
O thesoureiro da mandade do Se-
nhor Rom Jess dos Passos, da matriz do
CorpoSanto, pede a todos os rajaos para
se reunirem na matriz da Roa-Vista, boje
7 de mareo, pelas ."1 e meia horas da tar-
de edalli acomppnharein o mesmo Se-
nhor em procisso para a matriz do Cor-
po Santo ; o mesmo thesoureiro pede a
todos osirmaos (pie liverem capas e nao
possain ir por circumstancias, o favor de
as mandar ateas'.) horas, para serem dis-
tribuidas por aquelles que se dignarem
tcompanhar : o mesmo pede em nome
da mesa o especial favor a todos os Rvms.
sacerdotes, para comparecerem com seus
roquetes, alim de abrilbantar mais esle
acto.Jote Fernandes da Silva Tei\eira
e Mello.
agrieto novo para ca-
1, e barato: na rua da
ira andar.
jardas francezasde
muito em conta:
primeiro andar.
cae de carreira para se ven-
ssy CORTES TORCOS-
1 endem-se estes delicados corles de cassa prela
com piulas carinezius e listrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, c ose vendem
lias lojas dos Srs. Campos \ Lima, rua do Crespo ;
Manoel Jos Leile, rua do Queimado ; Narciso Ma-
la Carneiro, rua da Cadeia, por prero inuiloiua
conla.
Vende-sc feijao molalinlio cm saccas. muilo
novo, a 3(1$ a sacca : na rna do Vigario 11. .">.
GUARAN'.
Vende-se goarana ; na rua da (Cadeia do Becife
n. .11, tu 1 de iniudczas, as libras quo o comprador
quizer. e por pre^o c.tromodo.
CORTES DE CASSA PARA Ol.'KM ESTA' HE
i. uro.
\ endem-se corles de eassa prela muilo miuda,
por diminuto prero de ) o corto, dilos de cassa chi-
ta de bom gosio a 2B, ditos a 2$400, padroes france-
zes, alpaca de seda de quadros de lodas as qcalida-
des a 70 rs. o covado, lila para vestido tainbrm de
quadros a 80 o covado ; todas estas fazeudas ven-
deni-sv na rua do Crespo n. (i.
Vendem-sc caixinhas com lentos mili-
to lindos, para jogos diversos e por mui-
to barato prero : parua da Crrz n. 2(i,
primeiro andar.
Vende-se um
briolet, muito t.
Cruz n. 2(i, pri'
Vendem-s
dous canos para
na rua da Cruz 1,
Acha-se una
der. nova, acabada no eslaleiro, boa para familia .
quem a pretender, dirija-se 11 rua de Sania Rila
11. T.
vende-se o bolequim da Sania Cruz n. 1, com
poucos fundos : a Iralar 110 mesmo.
Veudem-se saccas com familia com alqueire
de medida velha, e juntamente saccas com milho
muilo novo ; na rua da Cadeia do Recife n. 55, es-
criplorio, primeiro andar.
Veudem-se duas vaccas para .irouguc : na en-
cruzdhada de Belem, taberna do Andr.
Vende-se urna carrosa que pega 50 arrobas,
bem constiuida, com I rodase muito maneira, mais
duas ditas de > rodas cada urna, pode ser puvada a
bois ou a cavallo, mais dous pares de rodas para
carro, novas, minio bem construidas ; na roa da
Cadeia do Recife n. 16.
Vende-se ama casa terrea em chaos prelo*,
para grande familia, no becco dos l'erreiros n. :t: a
trtar na rua do Prugrcsso. na ultima casa, com o
Leal.
SACCAS COM FABIMIA.
\ endem-se armaces de camas de vento, de ama-
relio, e saccas com farinha : na rua de Santa Rita
" 5, taberna.
..putos de burracha.
No aterro da Boa-Vista, defronle da lionera a,
14, I1.1 chegndo 11111 grande sor lime nlo de sapalos de
burrarha muilo recommendados para a eslacAo pr-
senle, tanto para homem como para senhora, meni-
nos e meninas ; asim como um novo e completo
sorlimeulo de calcado francezes e do Nenies de lo-
das as qualidades, c os bem condecidos sapalos do
Araralv para homeus e meninos, esleirs, cera e ve-
lasde carnauba as melhoresque de l.i lem viudo, lu-
do por prero muilo commodo, a troco de sedulas
velbas,
Vendeii)-se grandes saccas com feijao : no ar-
mazem de Tao Irinans.
Pelias (le cma.
Vendcm-se muilo boas peonas de enia : na rua
da Cadeia do Recile n. ,">7.
Cognac verdadeirn.
Vende-se cognac soperiorem garrafas : na rua da
Cruz 11. 13.
COSSILTORIO HOWeOPA-
THIGO
l'-V COMARCA DO CABO.
No engenho Martapagipe
(Gratis para 09 pobres.)
professor

i

---re
Manoel do Siqncira Cavalcanl
i ho.neopalha. continua a dar consultas lodos i
*5 os das. W
sa >5iiJ3;5e*a>sJ
Precisa-sena allandega de trabaja-
dores livres e esclavos, para serventes de
pedreirona mesma alfandega, d0 dia se-
gunda-feira 10 de marco deste conente
anuo em diante.O arrematante, Jos
Thoma/. He Campos Qual csina.
No escriplorio de Domingos Alves Matheus ha
para vender ricos e elegantes pianos, bezerros en-
graxados, rosins de lioliu para montarla.
Vendem-se saccas grandes com milho .-1 45000,
lalas com oleo de ricino, e tm garrafas de I I | li-
bras a ti>, algodio em rameo ; na rua do Vigario
n. 5.
Farinha de mandioca de Santa Calharina, em
saceos, de superior qualidade : vende-se no arma-
zem de Paula Lope., na escadinha da alfandega.
Vende-se um cabriole! todo pintado e forrado
de novo, com arreios, he baslauto leve, seguro e bo-
nito: para ver, na rua do Hospicio, esquina do Ca-
marao, loja do Sr. Candido (pintor do carros), e a
Iralar, na roa doCollcgio n. 21, primeiro andar.
Soperior farinha de Santa Calharina
se era saccas : no armasen de Paula Lopes
cadinha da alfandega.
Pnvn sacerdotes.
Vendem-se meias de laia prela.e brreles de se-
da prelos para sacerdotes : na rua da Cadeia do Re-
cife, luja n. 50.
completo sortimento de
fundido e batido Je 3
bocea, asquaes acham-se a venda, por
prero commodo c com promptidao' :
embarram-sc ou ravregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
AO BARATO!
Na rua dn Crespo, loja n. I, vendem-se por lodo
o preco lazeudas.de primeiro qualidade, para acabar
nao se olha a 1*050.
i
Saldo Ass
Vende se a bordo do palhsbolc Adelaide, on al,
tratar com Antonio de Alraeida Gomes, na roa do!'
Irapicbe n. 16, segundo audar.
Cousas unas ede
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-sc ricos leques com plomas, bolola.e
espelho a luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver I98OO o par, dilas de seda ama-
relias e brancas par homem e senhora a I -jxfl di-
tas de torzal pretas e com bordados de cores a 800
rs. e 15200, dilas de fio de Escoc, brancas e de to-
das as cores para homem e senhora a 500 rs. ditas
para meninos e meninas muilo boa razcnda'a 320
leucinhos de retroz de todas as cores a tj, toncas d
Ua para senhora a H10, pentes da tartaruga para
alar cabello, fazeuda muilo superior a 5S, ditos de
alisar lamhem de tartaruga a 39, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando moilo aos de
tartarugas 1J8M, dito de alisar debtalo, falen-
cia moilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de 1 a 3 simo, a IgAOO
olpar, ditas de lio de Escocia lamhem de bonita*
cores para enancas del a 10 annos a 320 o par, es-
pelho. para parede com escolenles vidrot a 500,
700, I* e IIHO, loacadores com pe a 19500, fitas
de vellodo de todas as cores a 160 a 240 a vara, es-
covas linas para denles a 100 r>., e finissimas a 500
rs., dilas finissimas com cabo de mar lim a 19, tran-
cas de seda de lodas as cores e lareoras a 320, 100 e
500 rs. a vara, sapalinhos de Ua para enancas de
bonitos padr6es a 240 e 320, adereces prelos pare
loto com brincos e allinetes a I9, tacas prela.de
seda para enancas a 19, travessaa das que se nsam
para segurar cabello a lg, pisloliohai de metal para
enancas a 200 rs., galheleiras para ateile e vinagre
a 29200, bandejas muito finas e de todos os lama-
nhus de IS, 28, 33 e 48, meios brancas finas para
senhora a 2O e 320 o par, dilas pretas muilo boas
a 400 rs., ricas caixas para rap com nquissimas es-
lampas x 39 e 28500, meias de seda de cores para
homem a 610, charoteiras mnito finas a 29, casto
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
aSOOrs.. oculos de armado de aro praleados e dou-
odUM e tartaruga a 500 rs. e I?, superiores e ricas benga-
linhas a 29. e a 500 rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra cavallo pequeos e grandes, fazeuda muilo supe-
rior a 610, 800, lj>. I92OO, 19500 e 29, atacadores de
cornalina para casaca a 320, penlrs muilo finos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 640, ditas
para casaca a 640. capachos pintados para sala a
640, meias braucas e cruas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e 210 o par, camisas de meia
muito finas a 19 e 19200, luvas brancas encorpadas
proprias para montana 240 o par, meias de cores
para senhora moilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
durasde madreperola edeoulras muitas qualidades
e goslos para rllelos e palitos a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas ( rlleles a 120, ricas fitas linas
lavradate de todas as larguras, bicos fihisaimos de
bonitos padroes e lodas as largaras, ricas franjas
brancas ede cores para camas de noivas, lesonri-
nhas para costura o mais fino que se pode encontrar.
Almde ludo islooatras muitissimascousas moilo
proprias para a Testa, e que ludo se vende por pre-
ro que faz admirar, como todos os fregueses ja sa-
bem : na rua do (Jueimado. nos quatro cantos, na
bem condecida loja de miudezas da Boa Fama
" A3$500
Vende-se cal de Lisboa ullimamenteeltegada, as-
sim como polassa da Kussiaverdidsira : na praca do
Corpo Sanio 11. II.
nglezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra : em casa de
lletiry Cibson, rua da Cadeia do Recife 11. 52.
Vende-se ac em cimbeles de um quintal, por
prero moilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
Moinhos de vento
ombombasderepmopara regar borlas e liana,
decapim, 11 a fundicao de D. W. Bowman: na rua
doBrum ns.6,8e 10.
ueloglos de ouro
inglez es
de pllenle, de sabnnele e de vidro : vendem-se em
casa de Aususlo C. de Abreu, na rua da Cadeia do
Recife n. 18, primeiro andar.
Oh que pechineha !!
Vende-sc ensemira prela muilo lina, pelo baralis-
simo preco de 58 o corle de calca : na rua do Cres-
po n. 5.
Vende-se por 40 rs. o tralamento da
cholet a-morbus : na livraria n. Ii e 8, da
placada Independencia.
Chapeos de sol de seda a 55000.
Na rua do Crespo, loja n. 5, vendem-se chapeos de
sol de seda de muilo boa qualidade, pelo bano pre-
co de 59 cada um.
Sal do Ass
A bordo da escuna oJoc vende-se sal do Asso',
ou a Iralar com Amonio de Almeida Comes, ua rua BarriS de graxa n. 97.
do Trapiche n. 16. seaundo a.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baralissiuin preco de I98OO o par, dilas de al-
gjdflu prelas .1 640 o par : na rua do Queimado,loja
de miudezas da Boa l'ama n. 33.
Cal
de Lisboa barata.
Para fechar conlas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 39200, assim como
lia nina porrao .la dita ral sulla, ptima para caiar
palo seu hiilhauismo e duraran, e enche-seuma
barrica que tenha sido de bacalhan por :l.- : na roa
da Cadeia do Recife 11. 50.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nora n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes hronzeados.
Lon atingieras.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para cario.
Liqui
a$ao.
O arrematante da loja da rua do Crespo n. 1, jun-
to a casa nova da quina, confronte ao arco de Saoto
Amonio, qiierendo acabar com as fazendas que exis-
ten), vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princesa pela de boa qualidade a 300 rs. e
covado, alpacas linas de superior qualidade a 800
rs. e 19 o covado, meias pretas de algodu para se-
nhora a 200 rs., suspensorios IU0 rs. o par, corles
de cansas linas francezas a 1?100. e SfDOO muilo fi-
nas, lencos de cambraia linos a 200 rs., dilos de seda
da ludia muilo linos para homem e senhora a I9OO,
romeiras de cambraia fina .le lac.i- de seda para se-
nhora a 2>, manteletes de seda finos a 49, maulas de
seda para senhora de superior qualidade 11 59, corles
de rolletes de lazinha para homem a 500 rs., lencos
de seda branca muilo linos a 19, corles de fustn
para colleles a 60 e rlOO rs. de superior qualidade,
corles de veslidos de cambraia e seda muilo linos a
>9 e 6?, cortes de cambraia rom babados linos a 39,
ditos de cambraia de ciir a 29500, brelanha de hubo
de 6 varas a pera, lina, a 29200, chales de larlatana
a 800 rs. e 18200, dilos de cassa e seda muito finos a
2950O e Ifci, lila para ve-lulo de senhora a 320 o co-
vado, cambraias do cores linas a 320 e 100 rs. a va-
ra, pecas de lihi para mosqueleiro de 20 varas a 39
a pera, corles de meia casemira de superior qualida-
de a 18600 e 28 o corle, meias para senhora linas a
20 e 320 rs. o par, midapalao e algodaozinho, e
nutra muitas fazendas que por serem muitas nao se
pdem mencionar, e que se vendem por todo o prero,
na mencionada loja.
Vinho Cherrv em barris.
Camas de ferro.
UQUIACAO-.
O arrematante da loja da rain.le/as da roa dos
Vuarleisn. i, qoerendo acabar as mindezas que
etislein, vende barato alim de liquidar aero ptrda
de lempo.
Franja com bnlolas para cortinados, pee
I apel paulado, resma, (de peso
Dilo de peso, resma
Loa de core.
bordar
lavradas,
i 8000
39000
29700
79000
31000
ion
69000
18500
210
240
9000
29000
29OOO
.18200
28*00
18800
600
720
29500
19600
900
39300
380
400
18600
300
29400
19200
1C200
19000
______gQtttjHttfto
Comprain-se notas do Banco do Bra-
sil: na ruado Trapiche-Novo n. '<). se-
gundo andar.
Cotnpram-se bous cavallos para ,:ill..
ro: no pateo do Paraizon. 10.'
Compra-se urna rarrora que sirva har vender
agua, com a sua compleme pipa quem a tiver le-
ve-a a raw da Alegria, na Boa-Vista n. 42.
Compram-se accoes do Banco de Pernambuco:
noesenplono de Manoel Joaquim Rara e Silva. 0
Tmt* preparada em oleo.
Ka rna do Trapiche Novo n. 18, om rasa de K. II,
>\ yall, vende-sc escolenle tinta branca, preparada
em oleo, cm lalas de 28 libras.
RVIE K00 FRANCEZ-
Vendexe esta excedente pitada, l-
timamente chegada de Franca e por com-
modo preco: na rua da Cruzn. 2<, pri-
meiro andar.
NICO DEPOSITO.
Vende-se agua denti'rice do Dr. Fier-
re, nica para limpar osdentes e dar op-
TA1XAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Attrora em Sanio
Amaro, e lamhem no DEPOSITO na
rua do Rrum Iojo na entrada, e del'ron-
te do Arsenal de Maiinha ha' sempre
um grande sortimento de t,tiritas tanto
de fahrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e eni ambos os logares
existem guindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. O
precos sao os mais commodos.
Vendcm-se dous pianos fortes deja-
caranda', construccao vertical e com tor
vcnde-j.log os melhoramentos mais modernos,
lendo viudo notilliino navio de Hambttr-
go : na rua da Cadeia, armazem n. 8.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sorlidas da me-
lhor qualidade que lem viudo a esta pra-
ca c por proco commodo : na casa de
di.-ison Howie&C-, rua do trapiche 11.
.2.
timo palada 1
4C.
cm casa dos Sis. .1. Somn
POTASSA E CAL YIRGEI.
i\o antigo e a' bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, csii iptorio
n. 12, ha para vender muilo superior
polassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
c cal virgen, de Lisboa,cm podra, ludo a
precos muito avoravets, com os quaes fi-
carao os compradores satisfeitos.
Couros de cibra.
Veude-se um resto de couros de cabra moilo eran-
des e bons : na roa da Cadeia do Recife n. 57.
Fardo novo de
LISBOA A 4,500 RS.
No arma/.em de I asso Irmaos, 110 becco do Gon-
calves.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Ncste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das c metas inoendas para engenho, ma-
chinas de vapor, c labias de ferro balido
c coado, de lodosos tatnauhos, pata
dito. '
VIMIO XEREZ.
Vcnde-se soperior-.inho de Veres em barraisdo
1|S, cm casa Je h. Ii. Wyall: rua do Trapiche
n. 1 '
Aos sen llores de engenho.
Avisa-se aos sen ho res de engenho, que
para facilitar o uso do arcano do Dr.
Stolle para purilicacao de assucar: ven-
de-se ao mesmo preco de 3|000, cada la-
ta de 10 libras.
; INCLENTO HOLLOWAY.
Milharesde individoosde todas as nacoe*
leslemuuhara. virtudes desle remedia irposavel
e provarem caso necessario.qoe, pele aso aa* 4eHe
liieram. lera iru corpo e membros iii1ihia.il I.
saos, depon, de haver empreaado iaalilaerate *
Iralameiitos. Cada pessoa poder-te-ha 1
deesas curas mararilhosas pela leu ura des 1
que Ih'as relalam lodos os das ha maitee 1
maior parle dellas sSo lao wrprendeoln <
rain os medico mais celebre., tjuaoiaa 1
cobraram rom este soberano remedio o ai
bracos e pernas. depois de ler permaa__
lempo nos hospitees, onde deviaaa soltrrr e~i
(Ao Helias lia muitas, que harudo deii
envos de pidecimenlo, para so I
essa operacAo dolorosa, foram carada* 1
nenie, mediante u aso desee precioso 1
guma, das tacs pessoas, na efoeio do seu
nenio, declararan! estes resultados I ...
do lord corregedor, e oulros mati.tr.do, 1
maisaiilrnticarem sua afltrmaliva.
Ninguem desesperara do estado del
livesse bastante coniniira para ensaiareetat
constantemente, sruuiudo alcuui lempo
ment que uecessilasse a'nelureta de mal. CB|
ullado seria provar incoalestavelateala :Onjc Insto
cura :
O ungento he ulil mair parlieul
teguinlet raior.
matriz.
Al-
para bordar, libra
lVutesde bfalo para alisar, duzia
Hvelas douradas para calca, urna
Groia de obreias muito finas
Lencos de seda finos, ricos padroes
l.aiva de linhas de asarca
Meias para senhora por
Pentes de lartarusa para segurar cabello
Crozas de canelas finas para pennas
Ditas de hotoes linos pira casaca
Meias pretas para senhoia. duzia
Ditas ditas pira homem
Lacre encarnado muito fino, libra
Papel de cores, maro de 20 qoadernns
Duzia de cohetes _^_
Espedios de lodos os nmeros, dnjzja
l.inha- de novel!.> grandes para bo
Ricas fitas escocezas e de sarja
largas
Meias cruas sem costura para homem
Ditas de seda n. 2, neja
Trancas de seda branca, vara
Calcas de raiz, duzia
Pe^as de filas de cus
Capis finos, ^roza
Cordilo para vesiido, libra
Toocas de blondc para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e ootros muilos arligos que se lornam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que 11S0 se duvidara
dar um pouquiuho mais barato a aquello senhor lo-
gisla, que qoeira a dinheiro comprar mais baralo
do que se compra em primeira mso.
Eixos e arreios para
c.i rros.
\ endem-se superiores eizos c arreios para carros :
na rua do trapiche Novo n. 18, rasa de E. II.
Wyall.
O abaixo assignado. antiso pharmacculieo, al-
tendendo a que eslao boje a lesla da salubhdade pu-
blica mdicos distinctos por seu carcter e illuslra-
c3o, como os Srs. Drs. Sa Pereira, Kirmo e Pogge, e
conbecendo que a epidemia reinante vai desenvul-
vendo um caracler asVuslador de sorte que muitas
pessoas fogem daqnellas rasas onde infelizmente
tem tallecido algum cholenco, ras sciente 8 essas
pessoas que queiram desenredar as suas casas con-
venientemente, para que se dirijam ao abaixo assia-
nado, morador na rua Direila n. 8S, secundo andar,
onde o enconlraro com os reasentes e apparelbos
necessarios para as fumigacoes chloricas. I umua-
coes guylomaiias ou de liylon de Monean, ou hv-
tieiiic,'is, c bem assim as fumicaees ntricas ou de
Smith : com as primeiras de cada porcao que lizer,
desenferlnru um espaeo de MO ps cubico e com as
seaundss 10 ; quaulo ao mais lem seguidu a opiniao
dos melbores autores menos quanlo aos movis, por-
que nesses usa de um reasente dillerente que os nilo
prejodica. e antes os toma mais lustrosos. Muilis
pessoas, lendo vislo continuar a mortalidade em suas
casas, nao obstante as fumigacoes fritas com alca-
IrAo. brea, salitre, eiuofre etc., sem resollido al-
gum, se lem dirigido ao abaixo assiguado, e depois
de riimprirera a risca o que elle Ibes ha presrripto
leem vislo rom prazer cessarem os casos felaes, e os
doentes melhorarera iuconliiieute.
Jos da Rocha Paranhos.
Veudem-se amendoas com casca mole : no ar-
mazem de l'isso Irmaos.
i era de cnrnaulia.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos prec,o do que em oulra parle : na rua da Ca-
deia do Recife, loja 11. JO, defroule da rua di Madre
de Dos.
SEM ENTES.
SSo rhegadas de Lisboa, e acham-se a venda na
ma da Cruz do Recife n. 2. taberna de Antonio
Iraucisco Marlius as PORttMea sement, de horlali-
ces, coma sejara : ervilh.s torta, genoveza, e de An-
gola, feijao rarrapalo, roso, pintacilgo, c amarello,
.ilfacerepolhuda e allmia, salso, tomates grandes,
rbanos, rabaiirles bramos e cucaruados, nabos ro-
lo e branco, senoiras brancas e amarellas, couves
Iriurhuda, lombarda, esahoia. sebola de Selubal. .
segurelha, roenlro de louceira, repolho e pimpinela, I ha rudo p.u* -up|...r-se qoe elle 10 malalo
e urna grande pon-flo de diflerenles semcnles, das de passai v*ir forro : quem o pegar lar leVar le
mais honilas llores para jardins. var a sejrfsenhor no ensenho menrinnadn, oa aaaea-
Vnnde-se no lugar do Rosarinho um grande r >**,fl P"S Sr- Amonio Aones JecaSM rV
siliu capaz de conservar animalmente 12 vieras de rey. moradc.r no aterro da Biia- isla, qoe sett rt-
leile, cura OSM ptima, baix para capim, e muitas Compensado rom gcnerosidade.
arvores de fruclo : a tratar na rua do Queimadoy Contina andar fgida a prele Mercara, c-
oula, idade de 28 a 30 auno, ponen mais QiiBMai .
com os signties seguidles : falla de denlea na frente e
Cobertores de algodao.
endem-se cobertores de aleadle sea, paHa a Is,
panno azul lino para farda a 29*00
rua do Queimado n. "1.
AO PlILICO.
No armazem do fazennlas bata-
tas, rna do Collepo a. 1,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e fjrocsas, por
precos mais baixos do que rmou-
tra qualquer parte, tanto em por-
es, como a retalbo, amanendo-
se aos compradores um s prer,-
para todos : este esUbelecimento
ahrio-se de combinarao com a
maior parle das casas cr>mmerr-iaes
ingirnai, ranccEas, allemaas e sms-
Sas, para vender fazendas mais esa
conta do que se lem vendido, epor
isto olferecendo elle maiores van-
tafjens do que nutro qualqser ;
proprietario deste importante es-
tabelecimento convida a' todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, pa,-a ,,ue venham (a' bem dos
barata, no armazem da rua do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos A Rolim.
Em casa dellcnrv Brunn 4C.,i_
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos para jardins.
adeiras e sola's para j.ndim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Comma lacea.
Em casa deN. O BieberAC, iva
da Cruz 11. i, vende-sc :
Lonas da Hussia.
Ilrinzo.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de najan, duzia.
.Saceos de estopa.
Espadas para msicos c cornetas.
Por commodos precos.
Na va litas a contento.
Ni rua da Cadeia do Kerife n. R, pnmewe an-
dar, esrr.ptorio de Aneaslo C. de aaWSsnV
uuam-se a vender a 8B00Q o par (preco Ro, aaio
bem conhecidas e afamada aavalhas de kart* -
pelo hbil fabricante que foi premiado na eij
de Londres, as quaes alero de dorarem eslraat
mente. n;)o sesenlem no relo na accao d c
vendiaa aa com a condicio de, nao imdeaSi. m
derem os compradores devolve-las al 15 '11 SiiTI
pi compra reslitaindo-eeo importo.
KEMEIO IMCOMPAKAVEL
Liquidaea de
loja de miudezas
ti dono da loja de mindera* da tTillnJ.
n. I, querendo liquidar o seu eriabelrrianat. aaS
resolvido a vender tuda pelas precos abono asaat.ii
nado.1 imagen, de porcelana de N. Seafcora a do
Rom l'aslor a I5200, palileiro. de porretaoa fsnsso
bonilo a \ que pesam mais de orna libra a Mil. rana,
le sabao para barba a Ion r... remedio ,
calo a I5 a cala, jagos 0> aonasna a INOTI.
de louca, S. Jarinlho. S. Piul... N. S. da O
S. Pene.helo. Santa Apalonia >dv,.Cada dos deede
Santa Kmiba e Santa Mana a l!si rada .me, liai-
luros de porrelana a HuO rs., penlrs de baleia a .iraj
rs. correntes de ac para reloiio a ), erajes neta
I frasco par denle a 2*0 a caita, grampo -JO r

t
4
I
.-...__.----- .v.,,M, ., Ainp>< a -Jll r [1 nsaiq
anneis de cornalina a all, Mbonrlo. neo a tdV
tas a :g0 a libra, f.lh. lOUr... baUal^JoT
di.",'-, ?w """r-,olh"* lfi**M
de I-JO ale -m r lilas de loda a qaalidades e W-
cos para enhilar anjos. tranras de -n aaaliJ.
des e nutras muitas mtudeus por melada deeeeio.
|or, a dinheiro a vhtta.
ARADOS DE FERRO.
Na lundicao" de C. Starr. C. rtm
Santo Amaro acha-sc para vender ara:
dos d ferro de "*- qualidade.
para .
na.
I.epra.
Male das 1
dosaatlea.
- deeNtoe.
Mordedura de reo**.
Picadura d
l'ulnmes.
".'urimadela.
Sarna.
>upurare. pulriena.
In.ha. eme^lojaJrna
le qoe e|a.' 2
Alpareas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Oores de cabera.
das costas.
dos membros.
Lnleiinnlale da culis
em -eral.
F.n tenuidades do anos.
Eruproe esrorbulira.
lislulas no abdomen,
tria Idade ou falla de ca- Tremor de ne-ot*.
ior as eitremidades. I leer na aseen.
Kneiras. do lado.
liengrvas escaldadas. da. *n san leude.
Incharoi. Veas I o vidas, on 1 "
Inllanimac.io do licado. das aa pernaja.
da bexijia.
Vende-se esle ungento' no cl a he ler imenle
de Londres.o. -_' i, .s/raiid.e na loja de lodo bo-
ticarios, .Im-ui-ia e oulra. pco.i enrarre&adaada
sua venda em loda a America do Sol, Haveaa a
Hespanha.
Vende-se aSOO rciscada borelinha.conlrea asna
in>lruccao em porluucz |iar,i esplirar o
ranar uso deste ungento.
U deposito peral he em casa do Sr. Senas,
niaceulico, na rua da Crui n. *!, em l'erim
buco.
or
o
No lia 1(i de Janeiro do correle
do rneenho Tabatinea om molalo ew-ravo, qoe jer-
lence ao Sr. Ilerculano Cavalranli de Sa AHiaaju-
que, cujos tignaes .io o seguinle : cor bem clara,
cabellos crespos e ca.lanhos, bailo, ebrio do carpo,
esla com a cor plida por -ter offrido seince, n leas
milita mancha- no prscoeo, na ro.la e nenas*. tN
a -JO auno de idade, o bur ja Ihe apona ; lavan
camisa de slgodsoziolio aznl ja desbatada, e Unibee
a ceroula, um capole de panno lino cor dr car y
hem usado .' prrsatme-ee que levan em compaa
um rrioulinhii forro com 12 annos do idade, alio,
seceo, e ruin jjLum.i nodoas pelo rosto e eesrara. e
n.63. y
Vende-se una carroca muito Iwa-.
com arreios para um cavallo, tudo em)
muito lx>m estado e por commodo preco)
na i-uasda Cruz n. 26, primeiro andr
urna das nrelbas rasgada proveniente dos
quem a pecar leve-a a rua do Ilr o ni. rmate do
assucar n. 1-2, que era bem gratificado.
PErUS. : TYP. DI M. F. M RUssV 185*
MUTILADO
ILEGIVEL


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