Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07304


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Full Text


ANNO XXXII. N. 59.
Por 5 mezes adiantados iji'OOO.
Por mezes vencidos AtOO.
(JUNTA IEIRA 6 E MAip DE 1856.
WI
Por anno adiantado 15*000
Porte franco para o subicriptor.
i:\c Vlill! :<, AI Mis DA SCBSCRIPCAO' NO NOBTE-
Pirihiba, o 8r. Gerraiio T. da Natividad ; Natal, o Br. Joa-
!nm I. Pereira Jnior; Ararat, o Sr. A. da Lemos Braga ;
tirt, or. J. Jot4 daOlIftira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
Sl Hodrlfua; Piauhj, o 9r. Domingos Hereulano A. Pessoa
rema; Par, o 8r. Justiino J. Kamoi; Amiionu, o Sr. Jero-
vmo da.Coala.
PARTIDA DOS COKRE10S.
Olinda : todoi o> dlat.
Caruaru', Bonito e Garanhuns: noi diai 1 IB.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' < Ouricurv : a 11 2S.
Goiannae Parahiba : aegundas a lexlia-feirai.
Tictoria a Natal : Mi quintli-feirii.
AUDIENCIAS DOS TRIBLWAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : quinan iibbedos.
Relacao lercas-feiraa e aabbadoi,
Faienda : quarlai e labbadoa ai 10 horas.
J iiiiij do commercio : segundas as lu borai quintal lo oieio-dil.
Jui/o de orphaos : segundas e quintas aa 10 horas.
Primeira tara do civil: segundase senas ao mcio-dii.
Segunda vara da elvel: quarua a aabbadoi ao anelo-dii.
EPHEMERIDES DO MEZ DE I F.VKREIUO.
Lu no,a as 6 horas, II minlos. 40 segundo da tarde.
1 Uuarlocreaeente aos 18 minutos c M aegundoi da larde.
Luieheiaa 1 hora, |S minutse AS segundos da larde.
W Ouirto minguaoleaos 11 minutse 48segundoida Urda.
.. I'HKAMAH OEIIOJK.
i rimein as i horas a 14 minutos da urde.
Segunda ail horas a II mnalos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. Ss. Hemctario, Marinho a Aslerio mm.
4 Terca. S. Casimiro; S. Lucio b. S. Archelau.
5 Quera. Ss. Fosca e Paletino mm,; S. Theopbilo sa.
0 Quinta. Ss. Vctor, Victoriano eClandiano mm.
7 Sena. S. Thomai de Aquino dnumr anglico.
H Sabbado. S. Joao de Dos instituidor dos religiosos da Caridade
9 Domingo. 9. Francisca Romana i. : S. Catharina da Bolonba.
PAUTE OrriGIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 3 da ureo,
J'fticio Ao Exm. biipo diocesano, solicitando
lncaiiukcados da sibschipcaO no slx-
Aligoaa, o Sr. (laudino raiceo Dial; Bahii, o r. P. *
Hio de Janeiro, oSr. Joao l'erein Martina. ~"'
KM l'll'NAMIUCO.
O proprleurio do DIARIO Manoel F.gueiroa de Paria, aa
livriru Praca da Independencia ni a e 8.
enle deslino, o nulos de ezame de idenlidado de
pessoa dos sentenciados Jesuino Rodrigues Becerra,
tilo Jos da Cruz, Mareos Pereira, ;-'rscsco Jos
Leopoldo, e Daniel Rodrigues -J? Sania-Aiina. que
fallecern no presidio de Fernando.
iloAo inajor._da0rpo de polica, autoris-ndo-o
i a pastar ecE<;f o soldado desse corpo Frandsco de
WTTBSr mm a ida de um sacerdote para a Assjilismp,,,, M ..o querer continuar no servio*
mt)B^*8a de ministrar o pialo es- [f .,ch.,e lindo o seu encmenlo.
pinina I as-sjessoas accommeltidas da epidemia, vi,- Dilo-A mesmo, par. mandar receber a bordo do
to tetar fallerfoo respectivo v.gano. Ir-nsporte Legahdade, para lerem o conveniente des-
Hilo Ao cormRan2rtille u rTDs.-fecomrnen- (M0, os sentenciado* daqtielle corpo Antonio Be/ctra
dando a expedirlo de orden! para que sej.ro dispen- tedio, Jos de Souza Araujo c (iervazio Pires Fer-
iado* do destacamento os soldados do 2. baialliao de | reir.i, que viernm de Fernando,
fantiria da suarda nacional deste municipio e Jos i DitoAo collector das rendas genes no munici-
pio de Olinda, pira mandar entregas ao delegada da-
quiesslo neressaiinsao arsenal de guerra para si-' penle do subdelegado do primeiro dislriclo ila fre
lisfazer um pedido da botica do liospilal rgimen- goezis de Maransuape a Joao Peiiolo de Araujo, c
tal.Fizeram-se as ueeesaarfes eommunicactie*.
DitoAo presidente da cominiuAo de hygieiie pu-
Antonio Camello a Sifuriino Pereira Guimar.le.,
viilo lerem necessarius os seus servicoi no arsenal
de guerra.
Commonicou-so ao Exm. eommaodinte superior
do Reeife.
Dilo Ao inspector da thesouraria de fizenda,
para com urgencia mandar entregar lo Dr. Cela
no Xavier Pereira de Brilo a quantia de 600a n.
para ir occorrendo as despezas do hospital da ra da
Aurora.
Dito Ao mesino, declarando em resposta ao seu
efficio de hoje, que se algum dos membros da com-
rnisao de compras adiarse dnenle, deveS. S. quin-
to antes oomear oulro para o substituir, alim de que
nao haja a menor demora uas compras c remessa de
gneros de soccorros.
DiloAo mesmo, para mandar pasar ao eslu-
danteem medicina Antonio Jos Campedu Juuior, a
diaria de 139000 rs. desde o dia 10 de fevereiro
lido. ,
DitoAo mesmo, mandando entregar ao Dr.
Coima de Si Pereira, presidente interino da com-
missao de hygiene, para as despezas ,i cargo da raes-
ma commissao, o cont de reis, que liavia entregado
ao Dr. Joaquim de Aquino Fonceei, e que consta
j.i haver elle recolliido aquella tlicsnuraria.
Communicou-se ao Dr. Cosma de S4 Pereira.
Dito Ao mesmo, para com urgencia entresar
ao admiuialrador do cemiterio desta cidade I0KM09
de ris para pagamento das despezas feitas com a
condcelo dos cadveres das pessnas fallecidas da
epidemia reinante ; devendo elle prestar conlas op-
portuuamente.
"DitoAo mesmo, inteirando-o de haver fallecido
uo dia 7 do passado, secundo Darticipou o juiz de
direilo de Flores, o promotor daquella eomarea,
Joaquim Altino dos Santos.Igual communiearao
foi feila a thesouraria provincial c ao Exm. presi-
dente da relarSo.
DiloAo mesrao, para mandar pagar ao acadmi-
co em medecina Francisco Nery da Fonceca.o qne se
llie e-liver a dever de seus vencimentos na raz.lo de
158000 rs. diarios desde I.- de fevereiro ullimo.
DitoAo mesmo, communicando-llic que fornm
recolhiilos ao cofre do almoxarifado de Fernando,
conforme participoa o raupecTa commandanle, os
15 eolitos de rei* que aquella thesouraria remeteu
pira all por intermedio do commandanle do trans-
porte Ugalidade.
DitoAo mesmo, inteirando-o de liaver aulnrisa-
do o inspector do arsenal de mariuha, a comprar
Manoel Ignacio de Oliveira Braga, 12 pec,as de lo-
na estreita pelo prec.o de 209 rs. cada um.Expe-
dio-se a anloriia^ao de que se Irala.
DitoAo director do arsenal do guerra, para for-
uecer a qualquer dos membros da commissao beoe-
ficente de Bebenbe, a padiola que se ordenon fosse
entregue a Francisco Martin dos Anjns Paala.
DitoAo Dr. Sabino Olegario Lodgero l'inho.de-
clarando-lhe em resposla ao offlrio do'l.* do eorress
te, que apenas receben o de 28 do m*z passado. au- j
torisar.i logo ao director das obras publicas a mandar
fasar os reparo indicado! por Smr. emo indispensa-
veii ao lalao e enfermara do convento de S. Frau.
cisco.
DiloAo Dr. Ignacio Nery da Fonceca, recom-
mendando-ilie que faca ulna vi.ila a villa do Cabo,
nao so para examinar n estado sanitario daquella c-
mara, mas lambem para dar direccao ao Iralamenlo
das pessoas accommeltidas do cholera. Communi-
eou-sea cmara daquella villa.
IliluAo juiz de direilo de lioianna.Firo intei-
rado do que informa Vine, em soa cana de 29 do
paliado, quanlo a resposta que lite deu o major Jos
Cezir do Albuqoerque, de encarregar-se de ir mau-
dando para esta capital o^adoque poder obler pelos
arredores de Pedrasde Fogo ; e que entretanto ja ex -
pedio elle ordem ios vaqneiros e amigos no serian,
para fizer descer gado, afim de poder ir mandando
lodss as semanal, principalmente depois de l'aschna,
magotes de cem caberas.
E em resposla lenlio a rer mimenlar-llie nova-
metite que do toda a urgencia a essa remessa, fazen-
do ver ao mesmo Cezar que envi logosem perda de
lempo todo o que elle J;i liver oblido por aquellas vi-
zinluu^as; devendo igualmente activar a remessa do
que espera do serlo.
Nesla data oftirio ao coronel Antonio Francisco
Pereira, auturisaudo-o a dar o dinlieiro necessario
para ino, Hcando eerlo de que ser.lo suas orden*
pira iqui promplamente pagas.Hemelleu-se copia
deste ofiicio ao coronel Aolonio Francisco Pereira-
DitoAo mesmo, iuleiraodo-o de que exnedio or-
dam para ser-lhu enviada miis urna pecade'baela.
Expedo-se a ordem.
DiloAo director das obras publicas, para man-
dar desembarcar a pedra de calcar vinda de Fernan-
do oo traoiposle Legalidatlt.()fticiou-se ao arsenal
de marinba para por a pedra a dsposic.,1o daquelle
director.
quelle lermo, mediante recibos, as quantia* que elle
requizilar para soccorros pblicos is pessoas accom-
meltidas da epidemia.
Dito A aaaociieao eommercial beneficenle.
blica, para enviar com urgencia ao subdelegado de
Muriheca Francisco do Reg Barros de Lacerda, o*
raediramanto* con*taule* da rpla^ao que rimetle,
requisiladospelo Dr. Ignacio Nery.Communicou-
te ao referido subdelegado.
DitoAo Dr Cosme de Si Pereira, presidente in-
terino da commissao de hygiene publica, dizendo
que deve Smr. continuar no axercicio de lemellian-
te commissao.
DiloAo commandanle.cjp corpo de polica, para
maudar por adisposic^o do felino Xavier Pe-
reira de Brilo, urna prafa d. lia corpo.tilliei-
ou-se ao referido dootor mauu o*o dasanojar.
DilnAo juiz de direilo do C o, declarando ero
primeiro lugar, que expedio ordem para Ihe serem
enviados com urgencia os medicamentos menciona-
(Juando recorr ao p.ilriolismo ila associa^ao commer- do* na relarao que remccu, e ein\ segondo logar
cial benelicente, para promover una subscripcao vo- | que approva as providencias dadas para aequific,ao
tentara favor.das pessoasJghfJjskMI *--|-p
cadas da epideTiua, live'H visla alliviar o thesour.
publico da immensa despeza que Ihe tem trarido a
actual ralamidade, mas o que vai aconlecendo na
dislribuirao desses soccorros parece contrariar minlia
idea.
Como a associacao eommercial entenden que devia
f.zer a dislribahjlo por membros de sua escollia,
sem relarao alsiima, nem com as cnmmisses paro-
chiaes, nem com a commissao central, e nem com o
asentes de polica que prestam lamhem soccorros
por conla do governo. acontece que alguns indivi-
duos sao soccorridos de inai<, em piejuizn de oulros
que lambem o devem ser, segundo me lem constado.
O que ludo levo .i considerarao da associacao eom-
mercial. afim de que faja com que as pessoas encar-
regadas da distribuirlo, so harmonisem com as com-
misses de soccorros uomeadas pelo governo, e re-
gularisem melhor o seu raridoso Irabalho.
Dito A cmara municipal do Reeife. Tenho
presente o ollicio que Vincs. me dirigiram era dala
de 27 do passado, em resposta ao meu de "> do dilo
mez, em que procure! saber noticia da providencia
que Vinos, pretendan] por em pralica acerca do a-
baslecimciilo das carnes verdes.
O que a cmara mecommuuiea romo resultado de
seus exanies, nao he senao a reproducido .loque ja
ie lera discutido, pouderado eresolvido sobre a ma-
teria, mesmo na asserobla provincial.
Kiogueni ignora qoe regular o consumo das carnes
verdes, de modo que nSo >e pondo reslricrao a' li-
herdade de industria, s pona abaslecer o mercado
desle genero de primeira necessidade por am preco
barato, he quesiao mui melindrosa e de dillicil exe-
'; i Mas do. que agora se traa lie acudir de
promplo a grande falla que vai apparerendo de car-
ne verde em razio da epidemia, que grassa ao mes-
mo lempo as principas* feiras que alimenlaiu o
mercado.
Chamo, pola, a atlcnc.ao da cmara para este pon-
to, e esporo que olla, com a manir iirgoncia, ponda
logo em pralica os ineios convenientes para que pos-
a haver o gado necessario, ao menos para .-rular o
supprimoiito dos particulares, instituid lo agentes
que va i compra-lo nos lugares mai* parlo para ser
lalhailo ao pavo pelo prero correle, e pelo modo
que ella julgar mais praticavel e econmico.
>"o enlrotaulo cuuipre-mo participar a' oaniara,
que alin da providencia que ja dei, nfliciaudo di-
versos sentones de engentaos para mandaroin para
aqu o gado que poilerera haver, cesando ja Ihe par-
ticipei, dirigi-me lambem ao subdelegado do Pedral
de l-'ogo copia n. ti de quem olilivo a reapoala P'*"
copia o. 2: aasim como olliciei o escrevi ao juiz dp
direilo de (joianna.
e escrevi ao jui;
copia ns. ;l e I ; o qua
de copias ns. .", o ll.
breve clicsue dslli nlgum gado.
pnndeii conin m-
E contando qoe
segundo a espranos, que me da o mesmo juiz de di-1
reilo, vnu todava reiterar a reeornmendac,ao de fa-^
zer sesuir para aqui o gado que for possivel obler,
o qual apenas chegue sera posto a' disposicao da ca '
niara, que deve desdeja prover os meios de recbe-
lo c applica-lo ao consigno.
Mae. como osla providencia nao pode deixar de
ser transitoria, convem que a cmara Dio desrance
nella, e estabeleca um syatema que deva pelo menos
durar lano quanto persistir o estado calamitoso das
duas feiras do Pedral de Fogo c Victoria ; e para o
que pide a cmara cpnlar com dndeiro de que pre-
cisar e com o auxilio da polica.
OIHciuAo Exm. marechal eoraniandaule das
anuas, recommendando a expedido de suas or.leus,
para que a tropa de primeira linda que se adiar
disponivel no dia 7 do corren! marede as .1 dora*
da larde desse da reunida aos corpo da guarda na-
clOOal dosla cidade, e sob a dlrecr.lo do oflicial a
quem por le ruinpelir o cumulando, para a frente
da greja matriz da Roa-Vista, allin de acompandar
a prooi-sao do Sendor Bom-Jcsus dos PaftMM.OD-
cou-se*nesle sentido ao commandantc superior da
mesm guarda nacional.
DiloAo edefe de polica, iiileirando-o de haver
expedido or tem a lliesouraria provincial, para pa-
gar estando nos termos logaes. a conla que S. S. re-
mellcu, das despezas feila rom o sustento dos presos
pobres da cadeia de Sennlieiii.nos mezes de Janei-
ro e fevereiro desle auno.
DiloAn inspector da. Iliesouraria de farenda,
dizendo que atoja se adiar sgolado o crdito de
.">0:0tlO.5OH0 rs aberln para fazer face as despezas
cun os soccorros a bem da salubridade publica, au-
DiloAo juiz municipal supplenlc da primeiro j lorisa a S. S. a despender mais sob a, responsabjli-
- terem o conveniente des- [dado da presidencia Igual quaulia com o pagamento
vara, Iransmitliodo para
lino, as guias dos sentenciados Antonio Joaquim
da Costa e Cunba, Claudio dos Santos, e Ricardo
Tbornii de Aquino, viudos do presidio de Fernando.
Communicou-se ao inspector do arsenal de nn-
rinda.
DitoAo mesmo, enviando para terem o conveni-
A MACMR DAS MILHERES.
Por Carlos Monsslet.
, PRIMEIRA PARTE.
rijyez
VII
da* despezas, que se forem Tazeudo com taes soc-
corros.
DiloAo presidente do conselho administratiu,,
recommendando que iudepcndenle de anuunno,
promova com urgencia a compra dos medicahientos
e mais arligos coasluntes da relacao que remelle, os
A man/ueza dr, l'rtfsiijiaj. ,
O illoei cosjarOius da casa da cmara tinliam
ido abertas para o concert msico e o baile, com-
plementos indispeosajveis das corridas annuaei de
barcal. Ol salces e jardn* eram an nexos, e por urna
inversao de feliz goalo os jardins eslavam ebeios de
lustros emquanlo os SalOes acliavam-se atulhados de
flores.
Acerescenleraol que a pbilnnlropia tizera quanlo
podera para a organisjar,ao e a composioao do con-
cert msico. Achura um pianista condecorado pela
rainba de Hespaoba, e o eternos doze cantores mon-
tanhezcf que, sesunjj as latitudes e a moda, trans-
formam-se em cantores TyrolcDse, Escocezes, Suis-
sos. Hngaros. A
Desla vez linhanf dmeolido em serem smente dos
sa occasiaosublrahir sua volitado i influencia dos
preseiimenlns. Seu semblanle lomara por isso orna
cor mais sombra, crispaturas involuntarias desvia-
vam-lbe a penna denlre os dedos. Mas nao parava,
continiiava a escrever ; ter-se-dia dilo que nao que-
ra pensar.
Entretanto ouvio baler levemente porla ; deixou
escapar um movimcnlo de humor, e foi abrir.
Extrema pallidez espalhou-se-lbe sobre as foie/.os
quando recnnhcceu Mariauna.
Vast... disie elle sem alrever-se a chama-la
pelo seu uome.
Sim, cu inesma, Ireneo.
Eslava adornada pura a fesla ; seus cabellos pre-
tos Ircmam-lhe sobre as bellas espaduas desco-
berlns.
Ireneo lumou-a pela mo, e a fez entrar em seu a-
posenlo.
Sem tirar delle a visla Marianna issenlou-se em
um sof. Elle licou em p.
Eslava mui longe de esperar semelhante visita, e
um tremor nervoso asitava-lhe o corpo lodo. F'icou
alguns instantes sem poder fajlar, mas depois sere-
uando-se per^unlou :
Qaa qoer".'
Vosae o abe.
Ireneo abaixon a cabera e calon-se.
Quero que elle viva, accrescentou Marianna.
E como Ireneo conlinuava a guardar o silencio :
l"m acaso revelou-me ludo. Esla manhaa val-
lando da casa de madama de lnsrande no momento
- -- wk ,,. ...Ki ns i-i aeu > ir i i--i i i '
PyreoeM. Lm caiaeo de velludo prelo e polainas al- em que ia enlrar na minda cmara, ouvi rnmor no
til eompunham leu vestuario nacional annunciado
entre as seducedes do programma, e que bem consi-
derado reprsenla o vestuario dos montauhezes de
todos os paires.
Duas oo tres grandes arias de opera liaviam de ser
alm disto cantadas pur atgumas das raparigas me-
lanclicas que nao perlencesn ao Ihealro nem ao
mando, e que as resines musicaes tem quasi o mes-
mo emprego que os pt-issons vnlans na ordem da I ma-d, ou antes nunca amoua.
creadlo. irpnpn i
A orcheslra recrolada enlre as sociedades piular- I ES i,.,, r,. n. .,, awa.
_____j_ j____,_____, ._.;. ;____,..__,,____ INunca amou-a. (.om elle sua vida de um mar-
quarln de Fejippe. Appliquei o.ouvido. Sua tesle-
munha eslava com elle ; sube ludo : seu encontr
para amanhaa, o In-ar marcado, a arma escolhida.
Irene i, reun mindas forra* c mirillas resoluces pa-
ra vr supplirar-lde.
Suppoz quo en renunciara a esse duello?
Eperei ludo ile seo coracao e de meus rogos.
- Mas oss bem sabe que esse liomem nao a-
moiiic.is dodeparlamcnlo resuma inconteslavelmen-
lea parle brilbanle do concert.
Pelas oilo horas comecaram a chegar 01 convida-
do!. Fizia grande calor, e viam-se vestidos bran-
eos. O encanto particular que nasce dosseres queli-
tes na vizinhanca do mar estendia-se gradualmente '
e eugrnenlava ; cada objecto pareca idealisar-se ; as j
arvores erguiam-se mais puras, a relva lornava-se i
debano dos pes branda e fugitiva, a msica suba ao I
eco paludo em notas 13o sua-es que sorprenda ni os
.mesmos execolores ; porque entre os instrumento*
a os labios humanos havia lagar para o sopbvda na-
lurezi.
Nessa atmospbera exquisita passeavam mulleres
leudo a cabeca nua e ramalbele na mo.
Mas antes de enceladnos os episodios desse ser:
iremos i casa de Ireneo de Tremeleu. O trajee
noi parecer tanto mais corlo, porque o Hotel d<>
(lobo era vizinlio da casa da cmara, e os dous jarj-
dins locavam-se. s
Ireneo eslava sozndo, e escrevia como os mais in->
dfferenlea na vespera de um duello. Bravo edef"-- Vose comeca a viver, Marianna
bravura experimentada maltas vezes nao poda nes-4j que lie urna afleicjio mal collocada, ignora a influen
-----------------------------------------.----------------------------- cia qoe exerce um primeiro erro desse genero sobre
() Vida Waro |n. 56. lodo o fularo. Ouja-me e creia-me : esta homem
lyrio de todas as dora-.
Quem Ih'o dase? Isso he falso!
Collada niurmuruu .Mr. de Tremeleu.
Foi & mesa onde escrevia, lirou o livrinho de me-
morias que j rondeciinos, e apicsenlou-n a Ma-
anna.
Esla icn confusa e muda.
Ja v que eslou bem informado, disse-ldc elle ;
esse liomem lie sua desgrana ; voss nao o pude
negar.
Mariauna suspirn.
I.nnge de ama-la elle aburrece-a, conlinuou
Ireneo. Voss Ihe pesa!
tem n se, disse ella.
Enl.lo para que quer que elle viva'!
Porque mn-o.
Ireneo conleinplou-a longa e Irislemcnlc. Todo e
seu sangue, toda a sua alma, todas as suas lemhran-
c.as, todas as suas esperanzas elle pui as palavras
sogniiles:
nao sabe o
e um enfermeiro, um ajodanle de/ mesmo e um
*rvente,^lim de cuid.irem do tr-H'menlo das pes-
soas indigentes accommetlidas da epidemia naquelli
villa.
DitoAo juiz de direilo de Nazarelh, inteiran-
do-o de haver expedido ordem para serem enviadas
a Sino, com urgencia, nina ambulancia e urna pera
de hacia, desliuadas para us dabltanles da poYoae,o
de San-Vicente e da Sorra da Palma, e recommen-
dando que nao haja demora na remessa desses nbjec-
lo para aquelles lugares.Fez-se o necessario ex-
pediente a respeito.
DilnAo delegado de Sanio Anio, declarando
que pfliciarn ao Dr. Candido Casado Lima, no sen-
tido de seguir rom urgencia para aquella cidade,
alim de substituir aos Drs. Souza e Mues da Costa,
que leudo ultimado a sua commissao podem reco-
llier-se a esla capital, e recoiiimendandn que preste
ao primeiro dos mencionados doatores. a roesma
<-"a Ijiiraeao qne lia dado aos outros que para all
leem ido.Oflciiui-se a respeito nao sci ao doulor
Osado l.ima, mas tambera aos outros.
DiloAn mesmo.Informe Vmr. com loda a ur-
gencia qual lem -ido o estado da fcira de gado nes-
sa cidade e o preco poique lera sido vendido.
Expela uas rccommendace* e avisos para que
vao descerni boiadas, e nao sejam esea*sas as feiras;
cumprindo que faja cam que venda para gsia capi-
tal a inaior porcao que for posivel de gado.
DiloAo .telegado de Sennhaem.Muito tinto
que a epidemia vi lomando mais iulensidade nessa
termo, rotiforme eommunic.i Vmc. em seu ofiicio
de 29 do passado, hnntem rerelndo, c faco votos pa-
ra que rerue em sua marcha. F'ico inleiradn da*
medida* que (em Vmc. empregado, e espero que
continu a providenciar com acert, animando a
popularan e leudo muilo em visla a prornptidao e
regulan.;.id- dos enlerrameulos, deveudo dar-me de
ludo circuin'lanciada iuformac,a o.
DiloAo visarlo de Tijucupapo, remetiendo pa-
ra ler a devida execura.i a aulorisac,ao que deu o
Exm. hispo diocesano para Smc. henzer os cemilc-
rios queso eslabelecerem naquella freguezia.Igual
autonsacao so remellen ao capelln da igreja de
Cniangy .
DitoAo Ur. Pedro Hezerra de Araujo Beltrao.
Aceito a ollera de 00-rOOO rs., que Vmr. vein de
fa/er em beneficio da pobreza desval la que est
sendo accominelli la da epidemia reinante m-la
provincia, e nesta dala remello a commissao central
lneiicenie para dar-lhe a conveniente applicarAo.
Nao posso tleiiar de Iribiilar-lbe" os merecido- en-
comios por esla aet;flo phil.intropica. que multo
va considerar na opinUo dos seus aoinproviiiciaiios,
ojos elleilos benficos serao pirticularmenlo sen-
por aquello', em proveilo de quem vai ser ap-
plicada,Remtlteu-so a commissao a mencionada
rjiianlia.
DiloAo capell.io da igreja de Cruansv.Reoebi
o lillicio de Vino, de 2 do rorrele, e lelio a dizer
em resposta queja liavia expedido ordem para se-
rem enviadas a commissao de dciiclcienria tleisa
povoaoao urna peca de dacla e urna ambulancia, e
agora novas ordena ef|iec;o para serem enviadas a
me*ma commissao uulra ambulancia e mais urna pe-
ca iWTwela. s
Seuiindo'muilo que o cholera taja lomado nesse
lugar a inlen-i hile referida em o citado ollicio, le-
udo a reoominen lar a Vmc. que contine a desvel-
lar-se em bem da pobreza, animando-a com os seus
exemplos e consolbos, c exigiudo que ella se apres-
se em dar sepultura as victimas da epidemia, alim
de que esla nao chegue a lomar pcior carcter.
Expediram-sa as rdeas da qaa se trata, e officiou-se
ueste sentido ,i referida commissao.
DiloA commissao lienelicenli de Jiboatao.Ja
leudo declinado a epidemia nessa freguezia, fazse
mui necessario que o Dr. Candida Casado l.ima que
ahi se acha, v para Santo Aniao substituir aos Drs.
*ouza e Nuiles da TJosla, que ja ullimaram a com-
missao de que estovara encarregados de desinfectar
a Cidade da Victoria. Se infelizmente aiiida e tor-
nar preciso a pretanes de uto medien nessa fregae-
zia, \ raes, m'o requisitem, poi, como mais parlo
da capital, nao llavera lauta dilliculdada em salisfa-
ze-los.
PortanAo agente da campanilla das barcas de
vapor, mandando dar passagem para a corte, por
conla do goveruo no vapor que se espera do norte,
a Antonia de Tal Franco, viuva do alferes Jos
Carlos de OUveira Franco, e bem aisim a 1 filhns
menores.
nomeando para o referido cargo a Sehaliao Anto-
nia de Mello Reg.Communicou-se ao referido
chele.
Dita Mandan.Ir. admiir ao servido do etercitd
romo volanlario, por lempo de seis annos, o paisana
Manoel Aniones da Costi.F'izerim-se as nrcessa-
rias eominODieac.nl!.
OllicioAo Exm. mareclial commmdi Ble das ar-
mas, triniruitlindi para ler o conveniente dellno a
guia do capitn Antonio Jos Lauca, que veio da
Paradiba para esli provincia.
HiloAn inspector da lliesooraria de lazenda,
participando liaver fallecido da epidemia reinan-
te o tinenta reformado Jos Xavier Pereiri de
Brilo.
DiloAo mesmo, pira mandar entregar i commis-
sao benelicente do Poco da Panoli, a quantia de
1:0003000 n.
DiloAo mesmo, trammitlindo para os conveni-
entes exames, copias das acta* do con*elho adminis-
trativo datadas de I e 15 defevereiro ultimo.
DitoAo mesmo, recommendando expedirn de
luis ordensi para que a repartilo da maiinda seja
inderanisada da quanda de 109570 rs., que *egnu a conla que remellte, e despendeu oom o 2. ina-
rinheiro da escuna Lindoia Manoel Filippe, que por
doente foi recelhido ao ho*pital de mariuha.Com-
muuicou-sa ao director do arsenal.
DitoAo mesmo, mandando indemnisar a repar-
tirlo da mariuha, da quantia de I igotut rs., que se-
gundo as cotilas qae remelle, se despendeu icom o
an-peesda do I.- balalho de artildaria a p Joao
Pereira Pacheco, o o soldado do ti.- halalhao de in-
fanlaria Jos Soares de Souza, os quae* por doenles
forain recolbidos ao hospital do arsenal de marinba.
Cominunirou-se ao respectivo inspector.
DiloAo chefe de polica, iuleiraudo-o de haver
Iransiniltido a thesouraria provincial, para serem pa-
gas, estando nos tormos legae, a* conla* que S. S.
remellen das despeza* felas no mez de fevereiro ul-
timo, com o sustento dos presos pobres da casa de
detenido e com as diarias abonadas que se aclia-
vam na'*,respecllvi enfermara.
DiloAo director do arsenal de guerra, para man-
dar fazar o* concedo* deque necessitar a cozinha da
compendia de artfices, afim de queposs.im as pra-
ca* della serem arranchadas.Fizeram-se as neces-
sarias coromumca(Oe*.
DiloAo director da colonia militar de Pimen-
teras, dizendo que sent muilo que aepdemia rei-
nante leuda lomado inlensidade n'aquella colonia, o
que espera que Smc. continu a mostrar-se diligen-
te nos soccorros que r.invein prestar ns pessoas ic-
eommellidas do semrllianle flagello.
DiloAo inspector ta Ihestiurara provincial, pa-
ra que, a visla do pedido que remelle, mande ad.
anlar ao Ihesoiireiro-pagador da repartigao das obras
publicas, a quantia de i:i:(>0O;0t)U rs., para conli-
nuarao tas obras P'T administratao a cargo d'a-
quella repartijao no correle mez.Cummuuicou-se
ao respectivo director.
DitoAo mesmo. para mandar indemnisar a the-
souraria de fj/.enda, da quantia de f'ijlKK) rs., que
segundo as contas qoe remelle, diipenden o.arsenal
de marinba, rom os sentenciados Joao Pereira da
Silva e Antonio II idiosa BelUirinino, que por doen-
les forain rejolhidoe ao ho.pital do mesmo ar-
senal.Communicou-se i thesouraria tic fazeuda.
DitoAo presidenta da commissao de hygiene pu-
blica, remetiendo a relacao dos dnenle* da epidemia
, reinante, recolbidos aonospift SjIoPosjO da Panctla,
'" desde 11 a .> de fevereiro iiilu, -
de liaver rernmmendado ao marcdial commandanle
das armas a expedic.lo das coovenienlet ortlcns, pa-
ra que o Dr. Rozendo Aprigio Pereira Cunnaraes,
preste o> em servaos mdicos a bem das pessoa*
indigentes que forem naquella cidatl* acommeltidas
da epidemia reinante.'e que alm dislo tambera es-
la prestando *cus> serviros o medico qoe ora reside
em casa de Dr: Manoel Joaquim Carneiro da Cunda.
Officiou-si a re*peilo ao referido mareclial.
Dito Ao juiz municipal da Escada, dizendo Pi-
car sciente de liaver S. me. entrado no exerciciodo
seu cargo e que espera que desenvolva todo o des-
vello em bem tos infelizes indigonlesque forem ac-
commeltidos da epidemia. Fizeram-sc ai necesa-
rias rnmmiinioacies.
Dilo Ao acadmico Antonio Jos Campillo
Jnior, declarando que tiara a* naceaaariac or leu-,
alim de Ihe serem remedido*ns medicamentos e urna
peca le liaola qne S. me. requisilou. Expadiram-
e as ordene.
Hito A llemelerio Maciel da. Silva, inteiran-
dn-n de o liaver nomeado pan membro da commis-
sao benelirenle da freguezia San Jos, e declarando
que espera que S. me. de accordo com a mesilla
commissao, se desvedar em prestar os soccorros de
que precisaron) as pessoas^vobre* accommeltidas di
epidemia reinante.Com mu icou-sea referida com-
missao.
Dito A cmara muniri|M do Reeife.Commn-
nico a'essa cmara para seu conbecimento edirec-
(90. que leudo boje recebido do cnmmendador An-!
Ionio de Souza Le.lo, to engenho Morenos, 10 bois,
remelli-os ao fiscal cncarre,
bli-o.
quesles europeas ; fallemos ta impressao produzi-
da em leda a Alleinanlia pela aceilac.au da czar, e
das consequencias provaveis que dislo devem re-
fleelir. A opini.lo publica n3o se deve confundir
eom a* dipos5fes dos diplmalas, era na Austria,
anles da areilajao adversa a Russia, sendo desviada
do juizo recio por lotlo o jornalismo ; agora que se
v desengaada, e reconhece a mnderaejo hivida
pola Rqssia, volla-se com reconhicimenlo pira esla,
c abre os olhos sobre o pai cenhece a origem da lerrivel luta, parlo de lanos
mate* irreparavei*. ejulga deve-la i Inglaterra.
A guerra com a Russia devia aplanar a Inglaterra
o caminho do predominio TtaTAiia ; predominio ho-
je amearado por aquella Bqssia, que, perdendo a
esquadra em Sebastopol recusou preslar-se as pro-
poslas de 1855, e agora possuindo o pachalalo da
Kars e grande parle da Armenia aceita pura e sim-
plesmenle essas propostrrs.
O gibiucle austraco sonbe entrever os dos da
trama e evitoa-os tomando a iniciativa. As suas
proposlas dirigidas a Franja e Inglaterra como ba-
se da allianea concluida em dezembro, foram a-
caias.
A Auslria eslava eerta dallas, e talvez at a Fran-
o pu- '' maVa ,n'''""a i"" ealculoo com islo%e se-
ndo vejamos como procura escapar-se procurando
E como ale o prsenle nao tenda receido desea inventar vaos e. exagerados pretextos sobre a quinta
camra resposla do ollicio que Ihe dirig em 3 do eendiele.
correnlo, preciso que ella me informe a quem se de-
ve ir entres indo o gado que for recehendo. nao sen-
do nicesano lembtar a mesma cmara a necessida-
de que lia na quadra actual, de haver a maior pres- Inglaterra
ira na eipsdicio da correspondencia oflicial.
Dito A mesma, coucedendo a aulorisaejla que
pedio para mandar fazer no cemiterio publico as
dois casis, n armazem e mai* obras de que necessila
aquelle eslabelecimenlo.
E ella lem rada em querer sabir disto, porque da
i perder em lodo o caso : se se legoe a paz
o caso ; se se segoe a
cercado o sea poder na Asia, se
nao se segoe a Austria reivindica a sua neulra-
I dade, c dispoem da* suas forjas em favrr do
meldnr direilo, e a aliiauca anglo-franceza recebe
um golpe a que uao poder resistir.
Ilrev emente se ha de esclarecer esla quesl.lo. Hoje
chegou a Vienna o correio russo portador dos des-
pachos em resposla nasaSo do conde Esterhazy, e
amanhaa parlirao para Paris e Londres os correio*
portadores dos despachos respectivos.
A resposla n.lo se far esperar, e cintera lambem
alem da adhesSo simples e pura as proposlas sobre o
teriiam o governo britannico, lypo "los governos 1- i modo e sitio das conferencias.
beraes, assim mesmo n3o esperavamos que no mo- No da 21 o principe de UorUdiakoll. o einhaixa-
mcule presente em que a imprensa e toda a nacao | dor prttssiano de Arnheim, e o ajudanle de campo
inglesa mostreas tao grande enthnsiasmo por um i de Manlenffell com Mr. de Rourqueney e lord Sej-
EXTEMOR.
i
Correspondencia particular da \aoio.
Trieste, 27 de Janeiro.
Por mai* cosltiraados que estejamos ha longos an-
no* s grandes consequencias polticas, que carae-
m
Dita-A mesmo, para mandar dsr transporte pa-
ra o Para, por conla do governo, uo vapor que se
espora do ful, a Jos dos Sanios Martin*, Braz Hen-
rtques e Pedro Alexandnno, que liverambaixa do
servico do exercto. Parlicipou-se ao mareclial
commandanle das armas.
DitaExonerando, do conformidade com a pro-
posli do chefe tic polica, do cargo de primeiro iop-
he mo, en o sei por misa mesmo e por oolros. Dei-
xe Dos decidir de sua sorle.
Voss he eruel, Ireneo.
Nao, sou Mmenle justo.
EniSo he pessoa], he seu amor proprio que
quer singar, he una salisfacao que qoer tirar desse
enconlro.
Ireneo crgueii os hombros e disse:
Algum da voss me agradecer o que agora
faco por seu respeilo.
Eu Ihe agradererei a morte de Felippe? Fal-
la seriamente, ou he so tira cruel gracejo'.' Voss
pronuiicou o nomede Dos; Den* nao iircessilede
que iiinsuem faja suas vezes. Dcmais, Felippe nao
de como dizera, e como eu mesma pude dizer em
um instante de despeito. Pens que condecu-o luc-
idor do que voss ; da um anuo que vejo-o todos es
das, ao passo que vtissd apenas lem podido apre-
ciar dous ou Ires actoi de sua vidi. Como quer jul-
ga-lo assim'.' Assevero-lhe que Felippe lem boas
qualdades.
Sim, rnrniuron Ireneo ironicamenle.
Vi-n uraa vez chorar minda cabeceira, qnan-
do eu eslava doenle.
Urna vez s'
Dentis, sinds que seja om monslro, que Ihe
importa'! Amo-o lal qual be, c amo-o para mim.
Concordo que he egosmo ; mas nao reeouheoo ao
mundo o direilo de vir dizer-me : 0 homem" que
amas he mo, arreda-lc, vamos inala-lo.
Cegamente! disse Ireneo.
Nao, nao, replicou Marianna, vejo bem clira-
inenle. Acaso sou a primeira escrava que n3o quer
deixar o senhor ? Voss que he observador deve ier
encontrado desses exemplos de fascinaejo. Felippe
lem ininha vida como se nm poder sobrenatural Ih'a
douvesse entregue ; danle delle s seicurvar-rae e
amar.
Mae, sen soffrimento ?
Arostiimn-me a isso, hci de aeostamar-me ca-
da vez mais. Eu era urna menina, rorriamine aa
lagrimas por piccadcllas de allinele ; agora n,lo cho-
ro mais...
Nem mesmo por punhaladas, accresccutou Ire-
neo meneando a cabera.
Ireneo, sarrique-me seu resentiinenlo contra
Felippe ; rogo-lde to m3os postas!
Isso de impossivel, Maiinna.
Bolle de a iniin que voss nner ferir atravez
delle. '
Ad quem llie assegura que o matarc'.' qoem
Ihe diz qiie nao serei anles eu que sncciimbirei nes-
i.i lula'! Tenda esperanca, Marianna, arcresrenlou
elle rom amargura, leuda esperanra !
Marianna rcvollou-se a essas palavras njuslas.
Den uin passo como para retirar-ee ; mas parou no
meio do camndo, e disse :
I'ois bem, olTrcrei ludo, supporlarei sais cru-
eldades at o fin. leos sabe que consagrei-lbe toda
a eslima e lodo o recoubecimenlo que lenho no co-
racao ; mas ja qae voss pode desconhecer assim
aseos lenlimenlos descerei al o ultimo gnio da hu-
mldade, rngar-ldc-dei de m.los poslas, sappliear-
I he-he i de joelhos.
Od! Marianna !
NSo quero que haja esse duello, nao quero qae
nenliuta de vosis saja malidiado com o sangue do
mperio moridundo, por urna anlonomia ridicula,
por urna anomala e cunlradicc.an flagrande de lodos
ios principios da dvisacjhl europea, como de o im-
perio toreo, nao era de esperar, repelimos, que os
mesases que na Europa querem sustentar a Tur-
qua, sejam os que, segundu as noticias chegadas
pela ultima mala das Indias, estivessem dando om
solemne desmentido a* suas palavras na Europa com
os fictos pratiendos no Oriente.
O reino de Onde na India foi sequcslrado pelos
Ingleses, e pasto em adminslraca sol, o presidente I
ingles o general Ootrani. dan.lo-se ao re despojado
urna pnalo annoal .le lOO.OOO libras, reiltwindo-
DiloAo mesmo, para fazer apromplar e entregar i Ihe o exerrito de KO.IKH a 15,000 domens '
ao commantlanlc to }. balaliao do arlilhara ali, N .
o* medicamentos e mai* objecto* mencin.dos na! -'a verdade. na India tsl,lo surcedoinlo fados ex-
relaro quo remelle.Parlicipou-*e ao mareclial
cominaiiilantc das armas.
DiloAo mesmo, recomniendaudn que remolla
com urgencia ao acedemico Alfonso da Rocha liaslos,
encarregado do 5." dislricto medico da freguezia da
Boa-Vista, os medicamentos constantes da relacao
que envia.Tarabem^mandou-se remetler medica-
mentos a rnmmissao boncficenle de Iguirassii, e
communicou-se esla.
Dilo Ao Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
A demora que lem davido na eulrega do archivo da
eommisslo de hygiene a commissao interina, e bem
assim dos desinfectantes que vieran! da corle e fo-
ram pollos disposicao do Vmc lem cansado gran-
de Iraiitorno ao servico publico, cumprc porlanto
que nao continu sssa prolellacao, e que lanlu os
papis do referido archivo como 01 desinfectantes, e
ludo quanlo se achava em poder da commissao sejim
com urgencia entregue* cnmmtS'dlo interina.
Dito Au juiz de direilo e ao delegado de lioian-
na, declarando haver expedido as convenientes or-
dans, para que Ihe lejam remedidos os medicamen-
los que requisilaram e tres pejas de haeli. Dc-
ram-se as ordens de que se Irata.
Dilo Ao coinmeudador Amonio de Souza I.eao.
Com o seo ofiicio datado de honlem aqui chega-
ram os 10 bnis, que em virlude de minlia sulcita-
t3o remellen V. S., que poderi mandar receber o
importe delles quando Ihe parecer.
traordinarfos, nao sendo o menor o ver-se que na-
quella* longinquas regules he que parece r abrir-
se dentro em pouco o Ihealro de grandes lula* enlre
Ires potencias, cujas metropoles lao distantes se
achara urna* das oulras, a Inglaterra, Russia e Am-
rica Ingleza.
As noticias do Bombaim em dala do 1." de Janei-
ro annunciam o augmento consideravel da esquadra
ingleza m looneulal quasi ao dobro da sua forja
aclual, o que ludo segundo a crema geraP be para
combaler a preponderancia americana, a qual na-
quelles maaes se deseuvolve com urna aclividade e
numero de vasos extraordinaria, eslendendo o seu
commercio, que ja he superior ao de lodis as oulras
nae/ies reonidas.
O novo governador lord Camming era esperado
em Calcuda no lim daquelle mez.
Al noticias de Bokhara e Kabul sao positivas acer-
ca ta certeza da lomada de llerat. A Persia con-
tenla-se com o proleclor.rdo e collocicao sobre o
Ihrouo do principe Juss.ifT, sobrindo do Scli-Kano-
ram, da estirpe anliga dos Sodazai. A esquadra
jaldada Dloquea a rus.a, quo est no porto de Nic^-
Vgradecendo-llie a prornptidao com que acaba de|l,w,hi, 15o milhai da foz do Amour. protegida
se prestar, vou anda rogar-lde que nao deixe de
continuar a fazer a remessa qoe poder, comprando
me.mo por conla do governo lodo o gado que V. S.
poder liaver por ina visindanejaecom a possivel pres-
teza.
Dito Ao delegado de Santo Antao, dizendo
qaanlo ao lugar para um novo cemilerio, a' cmara
municipal daquella cidade incumbe tratar, disso ou-
viudo aos medico* que all se acharo, e quanlo aos
somarres de que falla S. me. tleve ir continuando a
dislibuir com loda a rcgularidade e economa algo-
ma carne e familia aos verdadoiramcnlc neeessila-
do*.
Dilo Aojis municipal de (Unida, iuleirando-o
oulro. O insudo que voss fez a Felippe nao pude
ser mortal. Renuncie ao seu funesto projecto.
Agora j de larde.
Nao!
Marianna, da eoosas falaes. O enconlro que
vou ler de desse numero. Nada pode impedi-lo.
Voss ir ao poni manado ?
Irei.
Apontar a arma para Felippe?
E sem dar-lde o lempo de responder, eselamou :
Ad! se tizer isso eu o execraren...
Ireneo encarou-a com Mprsalo de dolorosa sor-
preza. c disse lentamente como te nao compreden-
ocsie bem :
Voss me execrar "
A mulher fez um movimeolo com a cabeca que
sgnificava : Sim.
Mr. de Tremeleu voltou-so para nao deixar ver
que soffria.
Dous minutos passaram-se cm penivel silencio.
Toda a ferocidad que liavia na nalareza de Ma-
rianna eslava disperlada e exaltada. Seus odos bri-
Itavam como fogo fin na meia escurldao em que se
achava.
Execrado por ella murmurou anda Ireneo.
A msica dos ardins chegava nesse momento al
ellos pela janella que ficira aherta. L'm vcnlo incer-
lo agilava a luz da vela. Esse rumor desigual e essa
loz tremola eslava em harmona com a angustia da
scena.
Oh disse Ireneo eomsgo, basta seu esqueci-
mento, nao quero seu odio.
Knt.lo? pergunlou Marianna, a qual nao res-
pirava mais.
Cumpra-se seu deslino, desgracada mulher,
viva esse liomem, poil que sua vida esli ligada a
delle.
Ad! obrgada, Ireneo!
Vive elle para enchor a medida, e merecer at
o lim suas maldicftes!
Marianna uin ouvia. I'reoipitara-se sobro a m,1o
de Ireneo, e a cubra de lagrimas de alegra.
Elle arrauenn-se a esses transporles que alHigiam-
iio, e lornuii eom voz aderada pela cmooao :
Resia-me anda um sacrificio a fa/er-lhe de-
pois do de minha dignidade'.' Nao o creio. Repare -
mo-nos, poi., Marianna, e tiesta vez para sempre.
Para sempre? repeli ella machinalmentc.
Adeos, diese Ihe Mr. de i'reineleu'.
Adeoa e obrgada eleruainenle disse Marian-
na sahindo tle cosas...
Del minuto* depois Ireneo descii aos jardins da
casi da cmara para respirar; neis eslava sullocado.
Ah eiiilim aedei-o! eseumao Mr. Blanehard
lomando-o pelo bra;o ; venba, a marquoza de l'res-
signy e a condessa de ingrande ja ebegaram.
l'.lle deixou-se levar, e ambos eutraran na sala do
concedo. Os dote canlores monta nbezes lerminav.ini
uin coro nacional, no qual linliam perleilanionle da-
do a idea de una ordem de canudo* de orgo.
0 auditorio lotlo applaudia, exrepcao de mada-
ma de Ingrande e da n ni.ia. Os leitores sabem que
ellas linbam-sc prestado ao convite do maire na ul-
tima extreiuidade, e porque nao podiam deixar de
faz-lo.
Assim haviam (eslemunhado sullicienlemenle sua
n.a vontade pela simplicidade exagerada de seu ves-
tuario, a chegaodo o mais tarda qoe podiam.
mcur na cunferenria diplomtica junio do noso
ministro dos ealraogeiroi tle lluol, coiiveram sobre
as cventoali la les de uin congresso e de um armis-
ticio. Prcdominnu a opiniao de urna cidade neu-
tra para de do congresso com mandatarios espe-
ciaes.
Lina grave qneslao se aprsenla relalivamciite .-i
Prosiia que se julg.i de\e-la convidar a acceder ao
ralado de dezembro anles de admilli-la as confe-
rencias. A Prussia fez ja presentir urna recusa, e
pretende conservar a soa nentrali la le com constan-
te firmeza, qualqucr que soja o evito das coo.leren-
cias, uao reconhecendo por isso o direilo de a ex-
cluirem dellas, sendo como potencia de primeira
ordem e central, mamamente ioteveasada uas ques-
10 .
Al ultimas noticias de Coiislaulinopla dizera que
o congresso dos diplomalieo* encarregados de Ira-
larem do destino tos principados congresso que ja
\em coromentado em alguns jornae* foi adiado.
Continua portanlo ainda verde aquella questo do
reino das utopas, nao obstante o desajo de algans
principes eslraugeiros a respeilo daquelle throno
no choco, e as locubracftes dos aspirantes moldo- va-
a eos.
A Auslria de quem somcnle deve ler vol nesle
caso, e nao esl disposta a admittr nenduma mu -
danca. A Turqua lulellada da Auslria pode tutel-
|lar os principados com principes elesiveis, mas nao
hereditarios.
Foi assignada da lias a le regulamenlar dos di-
reilo dos calbolicos em conformidade com a con-
cordata austro-romana : e ser brevemente publi-
cada.
Basea-se sobre os seguintes principios :
1." O direito de proless.ir publicamente qualquer
culto recoiibecdo pela le austraca.
2. O direilo *de adminislraoao indepcndenle dos
bens das respectivas igrejas.
3.a Sana as disposr,6es provisorias no de Jano,
1819 sobre a passagem de um a oulro cullo, como
lamhem sobre os matrimonios mixtos.
Tero,a-feira prxima tari lugar o ullimo baile da
corle. S. M. a imperalriz lem brilbado ueslas fes-
las com lodos os esplendores das suas gracas e sobe-
rana belleza, e dguoo-so honrar com a sua presen
ca acompanbada de S. M. o imperador o baile dado
pela burgueria oas salas do didottu.
Pelo prximo vapor do Lloyd do I.evanle se es-
pera o novo embaixador lurco Kalimaski. nomeado
para a corle de Vienna.
por
um corpo de 5,000 Russos commandados pelo gene-
ral da Siberia.
O brigae bremez <;r-ia foieondemnado e vendido
por 1,500 dollars. Bem lilTerenlemenle se houve-
ram OS Ingleses com os vasos americanos que ha-
viam incorrido as inesmas fallas de valeren) .ios
Russos naufragados.
larde ou cedo lem que dar-se nm rompimenlo
enlre os lnglezes e os inglo-amercanos, e islo nos
mares da Asa.
Deixaudo os assumplos da Asa, c tratando das
Todava imh,ni h vado Amelia.
Nada diso impedir o maire da Test, lidalgo ar-
ruinado, amigo pagem do rei Carlos X, de lazer-
Ides um acoldimenlo eivadode todas as tradccoes da
velda corle.
Tinha-llies reservado o melhores logares, isto he,
os da frente ; mas por capricho as duas roslas ha-
vam-se obstinado em nao sahirem do cauto miis es-
curo do sabio.
Foi desea lugar que avistaran! a Ireneo, e acena-
ram Ihe que so Ibes approximasse.
Venba c, dsse-lhe a condessa quando elle
chegou perlo della ; estamos perdidas no meio desse
tumulto.
Ireneo implacaveimenle seguido por Mr. Blan-
ehard procurava um eiordio.
Que lem'.' pergunlou-lbe a condessa ; be essa
msica que o impressiona? Voss parece pertur-
bado.
Porque temo urna cousa. respondeu elle pro-
curando sorrir.
Qual cousa? disse madama de Ingrande.
Temo que bs senboras lamenlem brevemente
lerem-me chamado para junto de si.
Essa lie boa 1
Sim; vein na saa presenta um traidor, um
falsario...
Voss faz-nos estremecer !
Um homem que Irahio sua conlianca ; accres-
centou desrobriudo em parte o compandeiro.
Mas...
Madama de Ingrande, madama de Pressigny.
apresenlo-ldes... Mr. Blanrdard.
A sensaoao prevista por Ireneo produzio-se as
duas irmll, as quaes liraram eslupefarlas.
Mr. Blandan! inteiranienle tlescoberlo fallou en-. a visla e a presenta dessa mulher j detestada dc-
lao assim : ram-lhc maior ardor. Forte pela admirar.lo que
He sobre mim, senboras, que deve recahir lo- I ouvia susurrar em Ionio de si, ufana do tlenlo de
da a sua colera, e eslou promplo para stipportar-lde que linda consciencia, i|uiz resladelecer-sc da af-
o peso. Mr. de Tremeleu foi forrado, elle o dir irona que sollrera nessa manbaa.
depois. l-'.nlrel mo eu devia as seuhoras, devia a I AconipanhanJo a si mesma no piano, Marianna
mim mesmo urna restiluirao... cantou durante meia hora. Nunca urna alma se
Lma restituirn? repeli madama de logran-! tllliindira melhor em una voz. c nunca esas vo;
i lora lin lerna, 1,1o sonora, e Lio imperiosa. Ella
Mr. Cianchard nao tiran della os olhos. Fui a
seu lado que assenlou-se.
Amelia oceupava o lado npposlo junto da mai.
Toda a sua atlencjio eslava applicada ao concert
msico, um do primeiro* a que assislia.
Desde alguns instantes seu olhar filra-se sobre o
estrado dos msicos, ao qual subir ama mulher ce-
remoniosamente conduzida pelo proprio maire.
Amelia pegou do braco da condessa de Ingrande
e exclamou :
Ah! minda mai, veja; de a mulher desla
manhaa! '
A condessa olhou ; era com elfeito Marianna.
Tendo noticia de sua chegada o maire da Teste fura
rogar-lde uo mesmo da que prcsUsse seu illustrc
concurso a fesla, ecantasse em beneficio dos pobres.
Marianna agitada por mil cuidados, e anda sentida
do accidente da vespera recusara. Mas de ooite
Iranqullisatla, e restabelecida pcli promessa qae
Ihe fizera Ireneo tomou oulra resolurA, e acceden
as novas sollicilactles que Ihe foram dirigidas.
I'm murmurio de prazer e de curiosidade agitou
osalAo quando espalhou-se essa noticia. O nome e
o talento da Marianna nao eram myslerio para nin-
-iifin ;era urna felicidade para a aldea.
Apenas ella appareceu sobre esse humilde estrado,
os primeiros applausos foram pela ua beleza. Cer-
la como eslava da vida de Felippe, ella radiava por
assim dizer de alegra ; seus olhos ahrao.iv.im todo,
sua bocea sorna com um ar de victoria e de
boodade ; urna tespiracao ampia e regular erguia-
Ihe o pcilo ; desde muito lempo nao senlia-se Lio
forlemenle animada.
Nessc momento seus cilios que iam por loda a
parle ciicoulraiam os da condessa de logrando, lm
rubor mais forte e mais activo tingio-llie as faces ;
Correspondencia particular ia Sario.
Madrid 6 de fevereiro.
Hoje se prepara um a grande sessio.Ai apioieo*
pareeem animada* e disposlas ao cmbale.
Anle-hontem celehrou-se urna renilo da dessta-
los demcratas e progressislas poros, sendo o efcefe
desle o Sr. I). Pascoal Madoz, e nesta reaniSe deci-
dio-se combaler unidos o ministerio iclail.
Parece qae o governo inquieto por ver ajee na*
ultimis volares da le eleiloral. se Iht liaba acipa-
do a manira, resolvea dar um passo decisivo dil-
uan lo-.i a ordem.
Porlanto, doje pensara apreeenlar-se ledas m in-
dividuos as corte, e venlilu oulr.i ves a sjaaetlo
minilerial, se lamo se necesaita, rejeilaodo a eeti-
pulacao de 110 reales e axlendendo-se da cents o
eincoenta para o censo eleiloral.
Se edega efleetivaraente o caso para o geverne, de
se tratar a quesiao de cenfianca. cssrieaa sesasa asa
le-er^oes presencisremos.
Por tle promplo ta grandes e randadas esperarse.
de triompdo no campo ministerial.
A qoestao susciitds ns aessao de sexla-feira. pata
voto dado conln o governo por om deputado fuuc
cionario publico, ficou arranjanda.O tusos! 7.a-
rahin relirou a sua demisslo.
Oulro lano nao se pode diter do matcete, pao
crenu, pelo seu nenhum laclo, o Si. sasariearo da
guerra;rom o conselho do almiranlade.
Pelo decreto da (aceta datado de healeaa I
removidos os vogaes do almirantado, i
les senhores nma ordem do minislerie para i
ta corle.
Isto he um daqarlles llardos de forra qae ale en-
entra justificaran algnma sob nenhama forma de
governo legil.
Cre-ie [que a maior parla dos nevos Tipas a-
meados mo aceitaran.
Parece cedo que n governo resolvea na isajitsi
ao doeumeulo que a Santa S publico, cas raa-
posli ao famoso memorndum.
Kiste obra prudentemente.
Est resolvida a queslao da '-aTrliissll nos
provincia* vascongada*. A lei levar-savka a eila.
no que perlence ao* bem do clero, instrsKCte p*s-
blica e loda a classe de censos.
Emqonolo aos proprio* e de benefieessesa, Sjsse ka
o vertladeiro nonio do conflicto, o geverne entsaai
at rerto grao, mandando que se insiris paeui
so* sobre os bens desla duas clases qoe eslejass es-
cepluadas, oo *e julgaem pelo* municipio* necesaarie
exceptuar, snlicitandn as correspondeale isslcsisa
ees ; assim como para a applicacae da capital do,
bem que nao fossem exceptuados da maneara miii
ulil e conveniente as localidades e nrovisscias.
I'inalmenle tlecidio-se qoa o governador excite a
deputacao geral noaaear um do* eo membros pa.
rs que forme parle da junta provincial de venales.
O carnaval pawou-se com o maior sacona. Ka*
grande a concurrencia nos passeios, spuiatlante a
gente rom jubilo o primeiro dia di n senil litio da
sol, que sabio por lim honlem com lado o na aatti- .
go esplendor, tliiTun lindo a animarte a a alearte nao
nimos entrelidos par tanto lempo, pela arlinuncia
do invern c da siluicao.
Ilouve um numero consideravel de mascan.
S. M. passeou no domingo e honlem pela tarde
em carruagem. levando em tea compaaMa a prin-
ceza das Auslrii. disfarcada no primeiro dia ajan
maa, e no outro em traje anligo.
O Sr. Corradi rcceben'ia II sin tmilHiieai a
logo que se dispensa de S. M. a rainhi, paseara' a es-
cupir o seu poslo tle ministro de Heopinha eos Por-
tugal.
Adeuden Jo a cireumsliucia de ler-ea
do completamente a ordem no orgJo, i
n'umi junta formada pelai autoridades de Saraanca
a pedir ao governo qne se lavante o oslad de sits.
Ai ultimas cirta* de Blrcelona dizesn, ene o es-
tado daquella popular vai melhorande .asae.
I'llimainenle (em tbegado grandes carregactes de
algodao em rama, com o qual se abrirn moitas le-
hricas, qne por falta daquella materia prima lia
suspendido os seus trabalhoi.
Carlas da fronleira manifesUm qae o
carlista, excitado por (Ubrera, e contra a
dos demai* generaes, entre elle* Elio, Arevale, Ar-
royo, irai.alba activamente para preparar sssn noce
Icvanlaineiito no principado na prxima primavera.
Yiima correspondencia de .aple* se diz, ajea
naquella corle, em Roma e Pai se estte
passos para conciliar o* intercales dai duas dyi
com os do partido moderado, faodande-aa o i
(o ni renuncia a coros do conde de Monlensolia a
favor de tec irm.lo D. Jo,io, e desla a favor de easa
Ollio primognito, qae tem poneos annos aiass, en-.
sando loso este menino com ajjprissceza das Astariae.
Em I arrasana houveraan alganus desordesa casa
partid
Nao leindra-se mais? disse Mr. Blanehard.
l'm lu/, hriliiou-lhe na pona dos dedos.
Madama de Ingrande sordo, mo grado sea.
Mr. tle Tremeleu leve razio de dizer-nos que
vosea seohoria chegava sempre ao seu lim.
Estas palavras foram pronunciadas pela marquo-
za tle Pressigny.
Mr. Blanrdard incliaou-se profundamente diinle
della e respondeu :
Mojulgarei ter edegado ao meu lim, sendora,
ennpiaulo nao livor sido agraciado por una obslina-
nao procurou us elleilos extravagantes que tctulem
a transformar a larynge em cscala ; premaneceu ua
lr.iilnj.lt tos meslres grandese simples. Commovi-
da ,1o sua parle so procurou commover ; exaltada
lentou coiiimiinic.ir sua asaltete aquelles que a es-
culavam. Nao foi cantora de profiasao, foi una mu-
Ider inspirada. F^levon-sc alo as alluras visindasdo
sondo, cumes veiliginosos que ntnguem sobe em
perigo, sirva de exemplo Antonia de lloflmann, e
transportou para adiseus ouvautes lomados silencio-
sosa forca do eulliusiasmo. J a imagem tle um
;ao, alias bem coinprelieusivel.'e por um subterfu- i concedo msico linba-se apagado gradualmente a
gio muilo inuoceiite.
Isso depende de vossa senlioria, lornou a mar-
queza.
Como 1
A sendora marqueza tem razio, disse Ireneo ;
vo*a senduria esl na praca, j fez o mais diflicil ;
eiilrou por sorpreza ; agora loca-lhe fazer com que
seja esquecido seu Iriumpho.
E mis aprevinimos de qm da vemos de lem-
brar-nos delle muito lempo, accrescenlou a mar-
queza de Preuigny.
seus odos; experiinculavam oincommodoe o pas-
mo tao intensos nos pdenomenos do magnetismo
adisla ; pareca que suas almas iam separar-se dos
corpos para voarem a cdamaaa dessa alma, que can-
tava assim como as abelhas que se representa at-
trahidas pelo som ilo cymbalo.
Aasim quando interrompen-se o encanto, qoaodo
Marianna calando-se reslitaio-os s vida real, al-
puma ososa como um visto suspiro de allivio per-
correu o sabio, e foi seguida de ama explosao de
palmas e de gritos.
A Marianna f.ua sub me.
Que lens, Amelii ? d sse mida tus de la
vendo o* odos di filba chelos de lilsimas
Ah minha mai, qoaalo isa be MU
pondeu a riparigi.
Os ippliusos ainda doravam. Madama de la
de u.lnoi-culiou om uiuvimenlo de humor, o '
se para fallar a Ireneo.
Esle desapparecera ; porque nao poda i
Marianna, e sobretodo oovi-la. Satura teste pata
lusir della, romo pira coidar nos meios de diaeaii-
gar-e para rom Felippe Bey le. segundo a |
tal ve/ imprudente que Ihe fora arrancada.
Ile-t.ivam Mr. Blanehard e a marqueza de
sisnv. Mis alm da imlinctiva repulsa ejne a
condessa de Ingrande experimenlava par ene das-
conliecido, elle eslava nesse momento cc'cenads san
urna conversarlo Lio intima rom a marajoesa, asa
ella nao julgou conveniente dislrahi-la*.
Mr. Blanehard fallan em voz mai bata ee
marqueza de Pressigny onvia-o com expressio de sa-
len -o e de iiiiiuietao.io.
Senliora, comecara elle, fiz urna Vsaajoaa de
cenlo e sesseula leguas para encontrar a vees escel-
lencia.
A mim. senhor ?
Sim. sinhora.
Se bem comprehendo a linguagem des eer-
reios. isso significa que vossa senlioria vean te Pa-
ris.
Dr um pouco mais longa... de Saiat Deai.
' De Saint Denis ? murmurou a marqll cesa
admirae.lo.
lia quinze dias qae eo eslava i rahecerrs da
nmi i t'-oa, cujo lim sinislro j foi publicad pesas
garcas.
De qae pessoa quer fallar, senhor ?
De madama Adadie.
Madama Adadie... respelio a sniransss ner-
lurdando-sc um pouco ; o que he qae Ihe lizsep-
por que couheco es*a mulher ?
lima cousa mui simples : urna tneesasjeaa sle
que ella encarrrsnu-me para com vossa
cia.
I alie mais antea disse vivamente a mares
de Pressigny.
Comeireilo, foram me |rerninoirndadai ai i
ores preeaa(Ml ; por isso earolhi anas lugar, i
mudnl.lo pensando que iqui corm meaos
tle ser espiado que em qualquer oulrs parte.
E... esa mrnsagcm .'
Nao he mais te que um coffresinho para ser
entregue a vossa exrellencia.
Eu o sci. disse madama de Pressigay, Tajee
olhos1 illuniina,ani-se.
Mr. Blanehard nlo cessava de observa-la. Iste-
ressava-se por esse drsms, em cojo meio o cana e
lancra, a no qual senda qae reprsenlaa um papel
un porla n lo. f
Esse coffresindo vossa seohoria o Iras ?
Sim. sendora.
Poi* bem. nao diga mai* orna palana : i
irm.ia examina-noi a cometa a ioqaielar-se
esli couversarjlo, por isso leraDinease-la. O <
cario esta prestes s fiodsr-se, e eiper qoe ve
nhoris se dignara de fizer-nos a honra de l
nhar-nos al a uossa carmagem.
(Conttmar as ka.
ia'mmVmWfw- y

MUTILADA"
,

ILEGIVEL



-i-
OIARI gMggg jjgjjg FE'M 6 DE M1R{0 OE I56
motivo de eleic,oes o.i milicia naelooal. Ha conflic-
to mire municipalidad* e a milicia.
Escrevem de Sevilha que por fim e reliram as
aguas das ras ; mas qae reina all a mais espanto-
sa miseria, fallando os arligos de priiueira uecessi-
dade. Os potos acham-se incummiiiiicaveis pelo
mo estado das estradas.
Fallava-ae eru Madrid da convocaran de urna
commissau de engenheiros para Ilustrar o guverDO
sobre os mcios de etlecluar do modo mais rpido,
u melhoramenlo das estradas.
Bom sera' queogoverno s enao descuidmosla im-
portante quesISo.
Urna das entradas cm que 3o a empreliender-se
obras mais importante?, he a da Extremadura, onde
se dispetnlerao perlo de dons mdliOcs e meio de
reales.
P. S. Nao se deu na sessSu a grande balalha
qae se appeleeia.
Tudo se pasin alea ultima hora era um dbale
mu i moderado entre os Srs. Escosura e l). l'ascoal
lladoz que pronumiaram extensos discursos, Im-
pugnando ele a conducta do governo, e defeudeudo
seu adversario o Ivpo O \ .i 11 o. e declarando ambos
que ata qoestao nao he de gabinete.
Assim se devia esperar, o dia nao era para Iotas
um sol formostssimo ronvrdava a todos a alegra e
alguna pesca da sardiuha. Su parece que se veri -
ficuu a nniSo de varias frate,oes da opposie,Jo eollo-
rando-se sua frente o ministro da fazenda.
O peridico ministerial a Sacion publlcouhonlem
de matih.la a seguiote carta, que vario* peridicos
reproduziram :
lia das que nlo cessam de etica ir agentes carlis-
tas, e, segundo se diz, esperam-se oulros, entre ci-
tes um general, que deve vir de Marselha. lia en-
Ira elles guar !e movimeuto, e, apezar dejnlgarqoe
talvez seja sem fructo, bom be que ah se jaiba.
Kao ha maito que ehegnn vlodo de Roma um P.
Ifaldonado, geral dos carmelitas, o qoal tere dlver-
tas confereocas com Monlcmoln.
Eotaocomecou a eorre"r o boato que nSo hesito
em transmittir a v... depoisque vi certas polmicas
ltimamente enlatoladas em Madrid.
Oovi a pessoas muilo bm informadas que se an-
da em oegociir,oes para que Montemolin, que nSo
tem filhos, renuncie os seos sopposlos direitos em
favor de D. Jo.lo.e este em sen fllho mais ralbo,o qnal
tem poaea idade.
O fim dsles negociadores lie casarem o fllho de
I'. Joan com a princeza das Asturias, acabando as-
sim as difterencas dynasticas de Uetpanha.
Citam-seos nomes de pessoas de alta calhegoria
compromeltidas na negociado, e julga-se que he
ella a base da contra-revoluto que projectam fazer
em Hespanlia.
Alguns emigrados de julbo preteudem por este
modo fazer urna allianca poderosa com os carlistas,
qual os torne bastante lories para deitruirem a si-
tuarlo. Prometiera dar logo aos carlistas participa-
do oo poder e quaodo forlempo, veriflearem o ma-
trimonio, obrigando Isabel II a abdicar ; mas n.lo
qoerem esta transigencia.
N.lo faltam carlistas, os qaaes por desespero dan
crdito a estas promessas, e julgam muilo adiautada
a negociarlo; porem alguns delles, e os mais pru-
dentes, julgam, como a Esperanza, que islo n.lo
passa de um sonho, c que os emigrados, ainda que
quizessem, n'3o podiam chamar ao seu partido os
moderados, e que ainda que o pndessem conseguir,
nSo o farain, urna vez que se Tratero senhores do
poder, conlentando-se com palavras vais.
Soja como for, lenha v... a certeza de qoe existe
a lat negociado, por mais que o oegucra os interes-
ados, e que alguns carlistas de accordo com os emi-
grados trabalham em Pars, em Roma e em ap-
les com o fim indicado, eque o plano em que Ihcs
fallo, be um plano serio, emprchendido com per-
severarles e decso.
Se os ullra-moderados (ralam on nao de engaar
os carlistas, econlam com o auxilio delles, he o que
resta averiguar. Em quanlo a iffm julgo ter razo
a Esperanza.
. if;prn:,l
IVm lamban causado apprehensoes as disposice'
dosBstados-L'uidus relalivamenle a guerra do Ori-
ente, e a diversan, que em favor da Rsala pode-
riam operar, no caso em que um bluqueiro mais ri-
goroso das costas moscovitas embarazaste mais com-
pletamente as suas relaces commerciaes.
Os fados, segnudo parece i Preste Franceza, res-
pondem a todas estas apprehensoes.
O negocio do Sunda terminar-se-lia provavel-
raeute no nleresse de todas as narres. Os Eilados-
l nidos tem apenas ura me horre iuteresse na ques-
Uo. O seu commercio nos portns do Bltico he de
mnima importancia,e bem o indica o pouco des-
nvolximcnlo da sua navegado no Sunda. Todava,
como este negocio do Sunda, e os* emharacos causa-
dos ao commercio dos neutros pelo bloqueio dos
porlos russos, poderia servir de pretexto aos Estados-
Unidos para dar iaras a< sympalhias que se Ibes al-
tribuem para com a llossia,o a clculos funda-
dos sobre as difliculdades da sua silacao, bom he
saber quaes sao as forjas que os Elados-l.'ndo po-
deriam empregar na luda, se cora orleilo se decidis-
(tsein a entrar nella.
Os Estados l'ni.ios, acliando-sodi dos da Eoropa, pelo Ucean j. so poderiam aggredi-la
por meio da sua marinln. Convem pois mohecer a
importancia da marinha americana e compara-la
com a da marinha reunida da Franja, e da Ingla-
terra .
O material da armada dos Estadoc-Unldoi em
1KS era composto :
Nus.........lo
Fragalas........13
Corvetas........20
Novios menores. ." 29
Tem dado cuidado na Europa a ahitarle que os Es-1 senhoreadas por um certo numero de pequeos so-
lados-Unidos da America vao lomar na quesiao do beranos, o os que dominam nos porlos do Med
Sunda, pela pnssib.lidade, que ha, de que traga no- I tenaneo, sao dos mais nsigniGcantes, e alem disso
vas complicar.,*, cnse .dual europea. dos m,is obstinados da sua classe.
Total......72
armada com 2,12(5 peras de artilharia ;ealm des-
tes 72 navios tinha em conslruerao fi fragatas a vapo
de SO peras cada ama :
>o lodo........78 navios
*om........2,120 peras.
O pessoal desla armada compnnha-se de
Odiciaes superiores...... 165
Ditos inferiores....... 396
Inlanleria de marinha.....1,150
O Morning-Adoerlitser da como exacta e proce-
dente de orna alta personagero, a seguale historia
serreta das negociaros da paz.
f Luiz Napoleao, vendo que elle s entre os hcl-
ligeranles tinha adquirido gloria c Iriumpbos na
guerra, conheceu tanibem que esta exercia urna
influencia dial sobre o estado de finanras.
n Por cousequencia, resolvou sincera e franca-
mente fazer a paz. Consultou e gabinete inglez, e
aeliou a lord Palmcrstun resolvido a continuar a
guerra. Uaqui resultou cerla frialdade entre os dons
goveross que din ol dous mezes.
que lbe pareciam vantajosas. Nos lzcmos algumas
l.lir.ies qae o imperador dos Fraucezes rejeitoo.
Sem embargo, a Russia eslava deddida a r rjei-
lar as propostas do conde Eslerhazx, quando l.uiz
Napoleao mandou chamar a Mr. Seebach, (genro de
ftlr. de Nesselrode) e llie rogou qne parlisse imme-
diatamenle para S. I'clcrsburgo, afim de fazer sa-
ber ao ronde de Nesselrode que elle imperador,
desrjava sinceramente a paz ; que alem disso so
olirigava a dar a inlcrprelarao mai favoravel as
clausulas mais ou menos vasas do projeelo, e que ao
nicsiiin lempo o parlicipava i corle de Berln.
a O re da l'rusjia, ao receher estas noticias,
aconsclhou a Russia que aceilasse. Sem enUiargo,
nem a Prassia nem a maioria das potencias germ-
nicas tiubam deixado de sympalliisar com a Russia;
ms eslavam convencido, de que o imperador R-
patelo quera sinceramente a paz, e sabiam que
lord Paltnerslon propenda para guerra desdencia
que poda destruir a cordcal inlelligencia enlre os
adiados.
r.il he. vtrdadeim estado das cousas, lord Pal-
inerslon ei aprensa britnica querem a guerra ;
al-ranrae luda a Europa querem a paz, do que
resultara que o imperador Napoleao lera todas as
honras da paz, como leve as de guerra.
Forcoso nos seii soflrcr ,s|e estado de consas,
e quatiln mais grite a imprenta mais promplo ter
que calar-se kcomu assim acontecen.;
A Russia pode alllar-se eventualmenle com a
FlMtai e fazer-se nossa eterna e mortal inimiga.
Em tumma seja o qae for o cedo he que a paz es-
ta segura.
(/ (A .YacJo.)
Total.
1,711
1 O moderados por aqu tem commenlado com
o inaior prazer o incidente occorrido enlre o gene-
ral O'Dounell e o marquez de Albaida.
Parece mpossve,! o partido, que se tirn deste
f o lo e de uniros que lacs ; basta dizer que a pin-
tura da sittuc.'io de lletpanha feta por ceda" gente,
deixou a influir na idea que aqui fazcm dos homens
de jullio e principalmente dos generaes Espartero e
O'llonnell.
o A tal democracia est fazendo nuil em favor
dos moderados do que fazem as intrigas e u ouro de
C.hristina, de qnc tanto se falla nos peridicos desia
cidade.
Pars 1 de fevereiro.
Aqui Irabalha-se muilo contra 05 progressistas
liespanhoes ;'porem adianla-se pouco, por lerem
ppareeido nbslacules.com que se nao conlava.
u IMsse-se que por inlcrvenrlo de urna persona-
gem bespauhola poderosa e vingativa, appareceram
dous banqueiros fraucezes que estilo promplos a em-
preiar urna boa quantidade que nina pozesse asna firma nu negocio. Recusarse
lii.i a snb ira a assignar ? He o que parece, pois o
diuheiro falln.
k Ulliinaiuinle. como mj ailiriniram, sabio para
Madrid urna pessua de confianc.a encarregada d* le-
var inslriicces de familia, e apezar de se oecullar
muilo o objedo da sua viagem, na deixou de trans-
pirar que se trata de desacreditar o general O'Don-
nell, a quein consideram como hase da staselo, e
de favorecer lano nasallas como nasbaixas regii'ies
n principio democrtico, pois ja se reconbecc que se
pode annullar se o lio partido em 1853 por meio
dos demcratas, pondo innocentemente o throno
fora da le. Porem como diste a v.. no principio
nao conlavam com o obstculo que se apresentou.
A pessoa que dev representar o primeiro papel
em qualquer acontecimento na Ilespanba, ne(ou-sc
e desempenhar o que Ibe perlencia, e slo inntili-
sou o plano : assim me assegurou boje inenno urna
pessoa que recebe com frequencia commoicares de
Madrid jvas 110 ronecilo da mesina, mui aclivo ha
de ser ofovcrno hespanhol se evita o que se llie
prepara na Calaluoha eem oulras partes.
ildtm..
A armada ngltza, segundo o Savy I.ist Alma-
nakv de julbo de 18, comprehendia navios ve-
la, e a vapor, promplos, eem construejao 591, ar-
mados com 17,291 peesa de artilharia, com urna for-
ja de (19,989 ravallos, e alm disso mais 110 navios
menores para o ervico das cosas. O corpo dama
rinha real em 1855-1856 em lotalidade conta 3,288
oflicaes superiores e 69,594 homens de lodas as ar
mas, comprehendidosos oflicaes.
A armada /ranceza em 1851 conlava : 5:1 naus,
58 fragatas, 39 corvetas, 110 navios menorese mais
movidos a vapor 3 naus, 2l fragatas, e 3o crvelas, e
fii navios menores, ao todo 107 navios armados
com 11.773 peras de artilharia, e com a forca de
28,750 ravallos, sem contar as innumeraves embar-
eaetea de todas as qualidadea, chalupas, rauhonei-
ras, bombardas, ole, construidas, ou em construc-
rn em 1855.
Comparem-se estas cifras, e calcule-e o que pe-
sariam os Eslados-L'nidos com os seos 78 navios, em
franle deduasformidaves armadas de mais de 1.200
navios, que podem reunir a Franja e a Inglaterra I
Verdade be que os Estados-Luidos podem, no ca-
so de necessdade, armara sua marinha mercanle,
mas este recurso exige o sacrificio de todos os inte-
resses deesa marinha, sacrificio, que seria possivel
se os fossem accommetler no seu propro lerri to-
rio, e que o n.lo he pura effecluar urna aggressao
Inngio'iua m inri dorio e nesocios albeiof, e por
inleresses mui distantes c muito incerlos.
Accresce, que em tal eventualidade as forjas das
potencias martimas secundarias se juntariam pro-
ravelmente s das grandes potencias, para repellir
a inli'i veii-;.i.i do Novo Mundo nos negocios do Ve-
Ibo.
No negocio do Sriada a frota dinamarqne/a bas-
tara para repellir a aggressao americana ; porque
a Dinamarca anda possue 5 naus de lindas 6 Tr-
galas,e 109 navios menores,ao lodo 120 navios
armados rom 889 boceas de fogo,e alm disto de-
fender-se-ba no seu propro territorio.
Pode pois a Europa dcscancar por este lado. Os
scus destinos nao ser.lo Uo cedo compromellidos pe-
la ingerencia, com que a querem amearar.
Kevoliiru'iO de Selembro. 1
Do Tmtt extrahimos o seguinte e interessanie
arlio'0, cerra dos regulamentos sanitarios que exis-
tcm na Europa :
A poca adual he tao complcente comsigo pro-
pria c lio rigorosa contra as superelicoes de otitras
eras, que cem razio devenios congralular-mo-nos.
Costurrja dizer-se lioje que os conhecimentos se
acliam muilo desenvolvidos, c quo os homens cor-
rem o mundo cm lodas as direccoes. Os cami-
nlius de forro, os vapores c os telegraphos, diz-se
cm exagerada phrase, anniquilaram as distancias.
A nossa gera^ao tem por certo o djreito de vanglo-
riar-sude que o ultimo quarlo de secuto, em me-
lhoramenios materiaes, quasi que excede dez vozes
um periodo igual dos seculos precedenles.
Nesles tres ltimos am.os os progressos marili-
mos tomaram urna direccao que bem pode chamar-
se ocenica. Todos os mezes maior numero de
emharcac/jes iuglezas e americanas cruzara as aguas
do Atlntico, do Pacifico e do Ocano Indico. as
embocaduras de quasi todos os grandes portos, as
cumiadas de quasi lodos os promontorios notaveis
se v tremulac a bandeira ingleza.
Nos seus mais remotos confins cstao eollocados
lanos povos modernos, como as sociedades mais
aniiyas do mundo, os capitaes e a energa de ho-
mens audaciosos em navegacoes de longo curso,
vao crear florescenies porlos e cidades, em lugares
ondeantes s liaviam dcserlos areaes.
Essas,regi6es sem trato algum com as nossas
praias, ficaram esquecidas eabandonadas. O mun-
do dos amigos, o primitivo Oriente, o Mediterr-
neo, com as suas classicas praias, nicamente inie-
ressavam aos poebs e aos antiquarios. O Oribit
veleribns nolus poucas manufacturas possue.
O trafico do Levante pouco ou nada valia, e era
indigno da alien;ao dos grandes capitaes. ap-
les c a Hespanha, punco commercio tinham, e na
motor parlo feito por conlrabandislas. A Grecia
eslava pobre, Portugal eslava mal, a costa africana,
com excep;ao do Egyplo, vegelava na barbaria.
Ha ainda dez annos que os raros viajantes que
visilavam os mais longinquos porlos do Mediterr-
neo, nao produziam mais em tres mezes de passeio,
do que algum livro coniendo a descrip$o do que
tinham visto.
Urna visita a Smyrna ou Alexandria, era logo
seguida do alguma obra com o titulo de O l'enmj e
a l'iajlra. cm dous volumes. '
Urna companhia franceza e outra austraca, ali-
menlavam o trafico entre esses porlos. Os barcos
eram velhos, pequeos e ronceiros, os passageiros
cram raros, e as arribadas frequentog e demo-
radas.
Parece quo ningnem andava apressadoou dili-
gente Beatas viagens, do sorie que nao se qucxavam
da perda de dous ou tres das.
At que finalmente chegou a grande guerra em
que nos adiamos envolvidos. O Occidente corren
ao Orienle ; enlo comecou um movimcnlo cujo
lim a poca actual dillicilmente ver. As phrases
diplomticas que raanifostam a communho da
Turqua no systema europcu, significam a trans-
formacao que o impulso c as necessidades da poca
actual produzem tanto na Europa occidenlal como
oriental.
Os excrcilos que niales ltimos dous annos te-
tnos visto desembarcar na ierra da Turqua, sito o
lypo das grandes emprezas que provavelmente hao
doferlilsar cssas dilatojdas e esteris regies. Os
glandes vapores, o servico dos transportes inglezes,
nao seo os ltimos rpoe hao de !percorrer a linha
dos portos entre Gibralar e Sebastopol.
Cumpram os homems de estado o seu dever, e
contemplem os triumpbos da paz ou da guerra, e
nos confiamos que em poucos annos o Mediterr-
neo sera percorrido ena lodas as direccoes com tan-
ta velocidade o tanta Tegulardade, como as que
xistem as relaces cjue ligam os dous grandes
portos do Atlntico.
Infelizmorjie, porm,-rs praias da Europa estao
Ha nestes oslados um impolso particular, (pie
nasce da sua propria e muita fraquoza. Embara-
cam os progressos da civilisajo nos sops proprios
territorios e no mundo, som quo as naoes mais
poderosas o mais cvilisadas se atrevara a interfe-
rir, receando incorrer no labeo de urna aggressao
lyrannici e covarde.
Una das instiluirjoes agora mais cm voga desde
Lisboa al Constantinopla, he a le das quaren-
tenas.
Nos porlos da Inglaterra ou da America osla li-
mitada ao solamente temporario dos navios, que
reconbecidamente trazcm a bordo alguma molestia
epidmica.
Para'Obstar a que os enfermos aneciados de be-
xigas desembarquem indislinctainenltf, e vao con-
duznlos em rarroagens de aliuguel, povoar as hos-
pedaras, fe/-se um roguiamonto preventivo, po-^
rem muilo ditlorontedessaslcis tyrannicascoinqiio
se avexam os passageiros e poe peias ao livre tra-
fico nos portos do sul da Europa.
Na Grecia, em aples e em Portugal, basta a
presenta a bordo do urna enfermidade que com ra-
z.in 011 sem ella sejulguo epidmica, para que a
quarentenaseja obrigaliva, oque quasi sempre sig-
nifica a prohibijo de desembarcar durante quaren-
ta das, Porem estes estados vao ainda mais
longe. A sua llieoria acerca dos porlos nlleccio-
nados he inteiranienio ncompativel com a libcrda-
de de communicacoes entre lodos os povos.
Um (inicial do re Olho ou do rei Bomba, um
secrelaiiodo pacha de Smyrna ou de Beyroulh, al-
lega que ouvio dizer que o cholera estava em Gi-
bralar.
O faci podo ser cario, mas por em quanto ain-
da nao appareceu o menor indicio do nialem nen-
hum vapor, e uinguem jnlga que possa svita-lo al-
um regulamento martimo.
Com tudo [mi.I ira-so a ordem, o todos os passa-
geiros quo tocaren) no porto eondomnado, sao obri-
"osaesperarporcii.ro ou dez dias que se.lhe
conceda entrar no i/aiz a que se dcstinavam. Ape-
nas deseinbaream trans'erem-nos para um misc-
ravel lazareto.
As suas familias, i iclundo talvez algumas ere-
ancas, obrigam-fias a passar urna semana n'uma
casa isolada, distante da cidade, dormindo em ca-
mas mais ou menos inmundas, sobre o sobrado slo
um aposento no qual os empregados do lazareto,
nao escrupulisam em vir intromeller-se. Islo tem
lugar, ainda que se saiba perfectamente que nao
houve um s caso de molestia a bordo, e que os
encarcerados passageiros gozam de perfeila saude.
Durante quasi todo o anno lindo ractaile do globo
estove sujeito a estes vexames pelas autoridades de
Alhenas o de aples.
Aleas pequeas illias da Grecia obrigaram
quarentena os navios procedentes tanto do Orienle
como do Occidente.
Um viajante que do thealro da guerra volta
Europa, sabe com satisfar.ao que o vapor se demo-
ra um dia no Pireo. Porem a sua curiosidade
classca em breve soffre um desaponlamento cruel.
Quando se v enlre Magna e Egina, ouve de
repente dizer que. lando constado que alguns casos
de diolera se haviam manifestado nos portos tur-
eos, cm Alhenas se estabelecera urna quarentena
de cinco das Em Messina repete-so a mesma
historia
Devejulgar-se muilo feliz por contemplar da co-
berta do sen navio essas Ierras tao prudentemente
regidas, em quanto que os infelizes que deviam
desembarcar, vao tristemente encerrar-se na sua
temporaria prisao.
Ainda islo nao he nada cm comparando do que
solTrem aqucllcs cuja saude vem deteriorada, ou
que vem a negocios que exigen) prompta soluto.
O m.-iisjinsignificante pretexto basta para condemnar
um navio ao solamcmo, sem embargo de quaes-
quer argumentos adespeito da razio ou da humani-
dade.
Os nossosleiloros recordam-se que o grande va-
por Vera foi ha pouco obrgado a enirar em Lisboa
em consequencia do temporal e de desarranjos na
machina apenas entrou foi logo posto em rigoro-
sa quarentena, porque Ihe morrera a bordo um
passageiro de urna indammaeo na garganta. Nen-
huma obra se pode fazer para reparar a machina,
em quanto nao expirou o periodo fatal, nom se
concedeu [cenca ao engenheiro para ir a Ierra. Ha
pouco mais de um anno, os passageiros de um va-
por foram domorados por tres dias em Smyrna, por
quo o filho de um pacha, que tinha apenas dous
dias de vida, morrera, o era pussivel que fosse de
cholera.
Haveria fundamento nestes regulamentos vexa-
lorios, se por ventura fossem um preservativo con-
tra as epidemias. Porm, quem poder dizer que
as cidades do Mediterrneo oslao mellior previnidas
contra a molestia, que Liverpool ou Nova-York ?
Onde as ras sao verdadeiros chiqueiros, e as casas
esliio sobre cloacas, a polica sanitaria exerce rigo-
rosa vigilancia contra os tourisles e rommercianies
nglezes. A explicaco deste systema he fcil. O
dinheiro he a mola real de ludo islo. Os lucros il-
licitos dos empregados que compram os seus car-
gos, ou nirigam para os haver, sao a causa deslas
peas, destes vexames, que o commercio do mundo
sofTre.
Nos sabemos como he difcultoso nos paizes
mais civilisados conseguir alguma vantagem con-
tra o systema dos passaporles, sendo tantos os
funcionarios, o estando envolvida a sua continua-
eao com tantos direitos.
Os motivos que cobija mais influencian) os
pequeos gabinetes do Sul, estao ligWos ao orea-
mente, .que he pobrissimo, e cobica de varios
funecionarios.
He talvez intil instar com tal genio, assim co-
mo he desnecessario lembrar aos homans mais
prudentes, que o augmento no commercio quo ha
de seguir-so da extincso dessas peas, compensar
bem a extinecao de to mizeraveis tributes.
Agora porem, que a guara parece encaminhar-
se ao seu termo, e que a mais segura garanta con-
tra a sua rcnovaao, he o desenvolvimento e pro-
gresso dessas rcgies, he um dever para as grandes
potencias unirem-se para acabar com eslorvos e em-
barazos inloleravcis. .
Temos o maior respailo pejos direitos sobera-
nos, mas nao podemos acreditar que cada pequeo
monarcha lenha o direito de fazer tudo o qtio Ihe
apraz. I.slma, aples, Messina, Alhenas, Syra,
e os portos ottomanos, sao estaques importantes na
estrada das nacOes.
A sciencia tem provado que, a idea do contagia
que se espalha, he um erro.e, ainda quando assim
nao fosse, poderia cooidenar-se um regulamento
menos oneroso e Ivrannico.
Seja como Mr, lie mister adoptar um plano por
accordo internacional. As communicaces do
mundo nao podem por mais tempo oslar dependen-
tes do capricho ou da cobica do qualquer obscuro
oflicial de saude.
Nao nos persuadimos que. os oslados do Sul a-
doptem umalcgislocao mais liberal e mais philoso
phica, mas podemos ao menos compelli-los a res-
tringir) a razoaveis limites os prejutzos que
ro, exhausto pelas inevilateis despezas da guerra, e
aflectado pela reforma social e econmica que 11a-
quolle tempo te aparata. O governo de eallo pen-
sou, c pensou bem, que pois qne na era possivel
repartir pelas geraefas futuras o pesado tributo de
sangue e le martjrios com que os porluguezes res-
galaram os seus foros de cidadios, e defendan) a le-
gilimidado da cora desle reino, justo era que o le-
gado precioso que denavam a seus filhos nao fosse
isenplo do lodos os encargos que o aeouipanha-
vam.
Mis um paiz assollado pela guerra, exposlo as in-
certezas e perturbarOes de urna grande transforma-
dlo, mal poda salisfazer o pesadissimo onus nu*
conlrahira. Algumas das providentes leis da primei-
ra dictadura que dando a liberdade a Ierre, promet-
liam augmentar a forluna publica, s pelo dicorso
dos lempos podiam produzir os seus effcilos. de sorle
que, leudo crescido a despeza e mincoado a recei-
ta, surgi um grande desequilibrio no ore,ameulu do
Estado.
I > enlre os impostes que podem pesar sobre um
paiz, he o dficit o mais inexoravl de lodos, e per-
mitli, senhores, que figuradainentaeii chime impos-
to ao dficit, porque em imposto se Iraduz elle, mais
cedo ou mais Urde, qualquer que seja o aspecto
com que se revista. Enlre nos mais de una vez se
tem o dficit transformado e n divida publica: e o
augmento desla por tal forma a- dierbnu as admi-
nislraces transadas, que ateumas deltas resolvern)
applicar aos juros as dedueces que, por necessdade
imperiosa do thesouro, se faziam nos vencmeulos
dos servidores do Estado. O decreto de 18 de de-
zembro de 1858, mudando em reducto permanente
a deducan temporaria, conservando para a divida
externa o pagamento de 3 por cento, que cutan se
fazia, harmonitou a divida interna com ella, e orde-
nou a conversao de lodas hs iuscripc/ies e bonds em
um s padr.lu dentro c fora do paiz.
He justo dizer aqui, porque ha verdade, que as
diversas adminislraces, que teem eslado a frente
dos negocios pblicos, merecen sempre especialissi-
ma coiiiderac,5o o pagamento dos juros da divida
consolidada. Houve porem circunstancias, mais
fortes do qne a vontade dos homens, que fizeram
suspender mais de nina vez o referido pagamento!
eem 18">2, eslaria elle alrazado tres semestres, quan-
do mesmo o decreto de n de dezembrn do anno an-
terior nao livesse ordenado a capilal>sar.ao do que se
Ihe segua.
Agora que vamos curar a ultima ferida que resta
das medidas fioanceiras das doas ultimas dictaduras,
pede .1 jnstica que sejam devidsmcnle apreciados os
ados do governo a que me refiro, pelas suas tenden-
cias naluraes, e pelo espirito que os determinou.
N'3o vio elles anda bastante longe, lie certo, para
serem julgados com imparcialidade ; mas a ponto,
eomo estamos, de entrar n'uma situacao normal, dc-
vem ler desaparecido muitos preconcailos, e o lem-
po e a Aerearte dos aconlccimcnlos bao de ter indi-
cado bem a razau que presidio a oscolhado caminho
que se adoptou.
O crdito, elemonlo poderoso das sociedades mo-
dernas, ao qual as nacaos lem devido nesle ceulo
as maravilhas da civilisacao, existia entre nos aca-
nliado e rachylico, por diUerenles causas que a nir
giiemse podem imputar exclusivamente, c que eram
la! \.'/ de vidas ao imperio de circumslancias. Com
o peusamento uo futuro, e com a forja irresistivel
que d3o as conviejoes profundas, o governu com-
prehendeu que era neressario alocar inlaresses po-
derosos para fundir noutro molde os elementos do
crdito publico, afim de o tornar mais proficuo a
mais duravel. O paiz careca de melboramenlos em
lodos os ramos de sua administracao ; o paiz careca,
sobre ludo, de communicacoes internas, que Ibe
dessem a vida que elle n3o tinha, e que augmentas-
9e a riqueza nacional pela facildade na permutarlo
dos producto*.,
l'ara conseguir este lim era preciso o crdito e
para o crdito dos poder servir era nidispensave1
constitui-lo as suas verdadeiras bases, por meio de
ampias reformas.
Era necessario existir, para poder reformar e re-
formar para poder existir. Estes dous pensamen-
los, que alias conve, Mga para um lim commum, fo-
ram uterpetrarios, o primeiro pelo decreto de .'! de
dezembro de 1851 ; e o segundo pelos de 110 de
agoslo, e 18 de dezembro de 1852.
Fui, pois, o decreto de 18 de dezembro de 18.">2,
islo he, u decreto que rdanos a conversao da divi-
da publica, promulgado na decidida inlenr.'io de ser-
vir o crdito, para que este depois servisse o paiz;
mas, porque as palxe* polticas nem sempre dcixam
ver os negocios na sua verdadeira luz, ou porque os
inleresses particulares oflendidos fallara a cada um
mais alto do que as conveniencias geraes, be certo
que o governo foi combatido em norae do princp'0
que defenda e queria fortificar,e que alguns clamo-
res se levantaran, 13o alio que o Stok-e.rchange, o
mercado regulador da praca de Londres, suspendeu
a cuacan dos fundos por Inguezes.
O inlenlo principal do decrete de 1S de dezembro
da 1852 ficou assim opparenlcmenle mallocrado:
naquclle momento, ao menos, o elTeito foi contra-
producente. Quando porem os verdadeiros princi-
pios, applicados com rectas inlences, consliluem-a
razflo de nina providencia qualquer, a paix.lo vai es-
moreceiulo com o lempo, e o resultado infallivel da
boa doulrina justifica mais cedo ou mais (arde a sua
applica^ao.
A condicAo es'eucial do crdito he a confiante, e
Ma n.lo se inspira seno com a certeza de qoe o de-
vedor pode satisfazor o encaran animal a que se
compromelleu ; debata desle ponto de vista o dfi-
cit he o inimigo capital do crdito. Se um paiz he
rico, e pode supporlar o ausmeiito de imposto sem
vexame ; ou se o paiz est pobre, mas contem em si
os elementos da sua prosperidade: em qualquer
desles dous casos o dficit no lem urna signilicacao
aterradora, urna vez que o soverno ponha da sua
parle os meio para o extinguir. Portugal eslava
comprcliendido na scguuda bv polhese. Com um es-
tadio inunenso a percorrer no caminho dos melhora-
mi'iil) materiaes. que llie devem Irazer a prosperi-
dade, havia de terrosamente recorrer ao capital pa
ra cflccluar os Irabalhos pblicos, e ao paiz para ga-
ranlir o encarto do capital; nao podia pois recor-
rer ao psiz lambein sem vexame, e lalvez mesmo,
em impossihilidadc, para solver o dficit.
As dedcenos annuaes que se eflecluavam na divi-
da publica, e contra as quaes prolestavam constante-
mente os credores eslrangeiros, constituan) por si
s um elemento de descrdito, inscparavel dos ttu-
los respectivos, e ruja memoria se avivava pernicio-
samente lodos os semeslres. ConservaV as deduerrjes
era comprometer a rehabilitacao do crdito; pagar
sem ellas era impossivel. O governo optou pela
conversao, e prouiuigou u decreto de 18 do dezem-
bro del S52.
Porem a admirristracie nao cruznu os bracos de-
pois desle fado importante. Impoasibililado da le-
vantar dinheiro cm Londres, realison em I'aris o pe-
queo emprestimo Chabrol, qne applicou escrupu-
loaamenle a construccao de estradas. Jia cidade do
Porte promoved a organisac.lo da companhia utili-
dade publica para occorrer as vas de rommunira-
rao nos dislriclos do norte ; c com o banco da Por-
tugal cuutrahlo oulro empreslimn com deslino a
urna grande massa de capital. Consideremos, alem
diste, o que se conserva tmidamente nos cofres, e o
que se dcstiua as operac.Ocs de risco ; o excedente,
depois de lodas estas applicar,ss, podo ehegar para
orna ou oulra empreza mais 011 menos local e reslri-
la, mas esta langa de corresponder a lodas as exi-
gencias de ulilidade publica.
E nem por isso deixa de ser igualmente verdade
que os capitaes leem augmentado consideravelmen-
le em Portugal; nesles ltimos annos, sobretudo, a
importac-lo tem sido muilo consideravel.
(iracas, porem, ao incremento qoe'tem lido aagri-
eullura, e, sobretudo, a industria nacional, o aug-
mente dos capitaes apenas tem chegado para os seus
novos deslinos.
Firme no proposite de continuar as obras da uli-
lidade publica, e convencido da necessdade de re-
correr para isso aos mercados eslrangeiros, com par"
miss.10 de el re, e cm rinde de urna resolucio do
conselho de ministros, sahi do reino em novem-
bro do auno prximo tirulo. E porque, para obler
os capil'acs de que careca, importava, primeiro que
ludo, abrir a praca de Londres a' negociadlo ofli-
cial dos fundos porluguezes, primeiro me oceupci
deste importante nesocio, de que hoje venho dr-
vos conta, de preferencia aos oulros, n.lo somenle
para seguir a ordem chrpnotegica dos fados, mas
porque deve ser este assumplo considorado como a
base, e o preliminar indispensavel das negociac,6es
do emprestimo, e dos caminhos de ferro, que oppor-
(una e brevemente sobmellerei ao vosso esclarecido
exame.
Negociando em Londres a 'potaran dos fondos
porluguezes no Slok-cxchange, convinha, primei-
ro que tudo, ser verdadeira e leal; era preciso fa-
zer comprabender aos portadores dos nossos litulos
quaes sao os recursos do paiz na aclualidade, e as
suas aspiracei no futuro ; e era indispensavel,por-
tento. nAn lomar .promellimeulo qne 11A0 po-
desse reliaios.imen umprir-te.
Mas lambeta se absurdo surqior que urna tal
negociaban poderia efleeloar-se aem que ambas as
partes cedessero alguma cousa as suas perteneces
primitivas. Di.ve ser essa a r/eico caraelerisca de
um contracto i ualquer. (.loando urna das parles
cede ludo, c outra nada, ha urna vontade,
urna opiuiao imposta a alguem, e neceila por for-
Ca de circumslancias. No caso presente houve um
accordo.
O decreto de 18sle dezembro da 1859 reduzindo
os jurosda divida fundada interna e exlerna 1 laxa
uniforme de :t por eenlo, no intuito de melhornr o
crdito, quiz significar a impossibildade ero que o
eslado se echara de salisfazer maior despeza, e antes
proferiu rehuir permanentemente os juros a urna
somma possivel para o thesouro, do que continuar
urna promessa fallaz, que n.lo poda verficar-se,
e a qual se faltara peridicamente lodos os semes-
tres, desde longo lempo. Mas. lando sido
possibil'dade de pagar maer quanlia a razio pri
cipal daquelle decrete, nao podia o governo recu-
sar se de furnia alguma a promeller mais avullado
juro, quando as rircamslaneias do thesouro o per-
mitlissem. A formula para expressar este pensa-
menlo he que foi consignada no accordo celebrado
em Londres.
He claro, pois, senhores, e das raziies expendi-
das se deprebende, que o encargo actual nao podia
ser augmentado sensivelmente, militando ainda as
mesmas circomstancias que raolivaram o decreto de
18 do.dczembro. Assim lambem pela convengo
de Loudres apenas se eleva o encargo animal, desde
JA, em cerca de 1 ::100 libras;|quantia insignificante,
que nem merece atlencao. em presenra da impor-
tante vantagem que se obten), e que diz respeito
aos debenlures que primitivamente represenlaram
dinheiro.
Os diffeiidos que se conceden! nao alleram de
sorle alguma a doulrina e preceitos consignados no
decreto do IS de dezembro. Pelo accordo de Lon-
dres ligurou-se aquelle decrelu como promulgado
na aclualidade, e para e-la poca se transportaram
as regras qnc elle slatuio. Se a cunversao tivesse
sido ordenada boje, o governo leria recouhecido di-
reito, como fez enlo, a importancia dasdedoeces
effecluadas, o onda seria exactamente igual ao que
no accordo foi consignado. Nos sele annos, que
decorrem ainda ate I8GI, era que os difteridos se
transformara om divida activa e permanente, iiv
de crer, semlo fatham lo los os pri
Arl. 4. Fica por este modo approvado o accordo
celebrado em Londres, em 13de dezembro de 1855.
enlre o ministro da fazenda e rar. Richard Thorn-
ton.
Arl. 5. A junta do crdito publico far erear,
e emillir os bonds e mais litulos de divida, neces-
arios para eiccuc.ao.da prsenle Ici: licando au-
torisadas lodas as despezas que para lal fim lorem
iodispensavei9,
Arl. 6. Fica revogada a leiislacao em contrario.
Ministerio dos negocios da fazenda, em 6 de fe-
Tereiro de 18V;. Antonio Mara de l'ontct l'~
reir de Mello.
I dem.;
ISTSRQR.
demcomo o Sr. padre Alano** Cleaacola. Uta*
d um ausento no lagar do* j*(.
il
Continaao mala fenr-oosde mor*
des.
A miwri' lie 11.10 pouca ; o coverdo vas I
rendo.
Todava couvcm que tqa ajadada
nao pode faxer tudu ; 01 abastados se colneaa aMro
si a exempln de alguns lugares e traten da vimn
os necessilado. ,
Esta fregoezia he realmente pobre, os
nhores d'engenho que ha nao podem fazer muilo fa'.am pouco, ao meos, cada 1
em seu respectivo quarteirao.Morre aa 4,
nunca foi novidade, qaanlo mais hoje : e ah
os bens. Esle lempo he de caridad* por eicelleoria,
1.", porque ha mullo quero precise delta ; i.', por-
que devenios moderar a ira de lie,- coui osles e 00-
I lo- ICIOS.
Consta-meque logo 00 priocipio, quaode o dolo-
gado tui o Caiioeiras uomeou l.i uiu.i tewiiil paj.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUGQ.
PARAHIBA.
29 do fevereiro.
Sem incorrer as penas da regulamento do Conde
de Lippe posso dizcr-llieestamos cercados'. '. !
tvao ha um ponto na provincia de S. Jota para rt ,lclr e ,|jslribuirsoccorro., mi m, ,
baixo, que nao estrja a bracos com a terrivel opide-
mia, que enlendeu de lomar-nos por assedio, n.lo
mais benigna como principiuii, mas perversa e trai-
dora, comosoe ser.
Conduzida pelas endientes dos ros, producios do
grande invern, que alguns cnlendiam dever puri-
ficar a alhmospliera, ella se espalhou rom a rapidez
do raio do su! ao uorte da provincia, de sorle qoe a
maior actividade, w maiores recursos, ficariam mui-
lo a quem de lodas as necessidades. que se apresen-
tara de momento era lodos o< pontos.
Os mdicos nao 1,10 siillicienics. os 'uedicamenlos
divididos por todas as parles escaceam, as conduc-
coes encarecem, 05 viveres desapparecem. e ate i em neohuma occasiao he tao applicavd coi
as garrafas v.i/.ia lem dupliodo e triplicado de
dclla.Talvez achasse pama disposi^ao, e esta foaae
a ra/i, pnrqur ulo Iralasse de fazer o niawaa iirsu
villa.Ouvi dizer que apezar disto elle se lesa diri-
sidu aos subdelegados para que tolicileta a oa<
juvaru dos homens de seos respectivas dralriclos.
Muita gente enlnide que para so alcamrar eo
hasta ouvir mista e coofener-se urna vez cada 1
porque com is*o se uio ditptnde, roas qoe das
molas se nao faz conveniente, valo como b le
o nicu. Como se enganam lieos bom ve I
r
-- e
precio 11
S. Exc. apezar de sua aclividade, bons desejos,
ferlilidade de recursos iutellectuaes c alguns bns
agentes que o cercara, tem-se visto em serlas dil-
liculdades e passado |,elo dissalior de ver que o ni.10
desempenlio de sua insirucroes em alguns lugares,
lem produzido o abandono dos infelizes, cumo em
Mamanguape, onde nem as autoridades puliciaes ap-
pareccm!!'.
Em lal crise aceitados da peste, perseguidos dos
usurarios, especuladores e iraclantes de todas as
classes, e smear;ados pela teme e penara, estamos a
pera da Providencia Divina que nos soccorra.
S. Exc. deu providencias para que us nao faltasse
a familia; mas o encarregado dessa importante com-
missao em Mamanguape, approveilou-se da con-
fianza de seu commitenle e creau para si um crimi-
noso monopolio, mandando vender nessa e em on-
Iras provincias a farinha que comprava por conla
do enverno.
l/aqui conclua o mais...
A nica botica que temos, nio lem mais macella,
borragem e outros medicamenlos essenciaes, apezar
da antecedencia cora que se prevente, de sorle que
foi mister ao governo autorisar a venda de medica-
mentos uas ambulancias, mandadas vir para po-
breza, em manifest risco de faltar a esta.
O vinagre, agurdente, vinho e geuebra eslaa por
om preco fabuloso. Os taes nieus senhores contam
im- muilo com tenga vida, e que Ibes he misler muilo
rin- '''"''eiro para passa-la tegaladararate depois do
cholera.
Os mdicos e esludanles lem-'c portado com co-
ragem, especialmente o !)r. Coste Carvalho.qua lem
prestado relevanlissimos Services, o estudante Ab-
don FelintoMilanez, que lem-se coberto de louros
na povoacao do Espirito Santo.
Os Dia. Penna e Siqueira nao se ponpam, bem
como o eldanle Kicardiuo. O l)r. EslevAo em
Taquara he digno dos maiores elogios,* nao temos
expressoescori) que agrader-amos seus servidos. .
Ante honte.11 apresmilnu-se o primeiro caso de
cholera em nm barcaceiro nosle porto, o qual calln
o incommodo por Ires dita, e o dedarou nu periodo
lgido. Foi promplamenle soccorrido pelos r.
Cosa Csrvalho, Krause, e Poggi, que o asistirn)
at os ltimos iuslantes. O nosso vigario M rques.
que he digno dos maiores elosios.confeiHou-o c deo-
Ihe os soccorrot espiriluaes. com a maior candade e
carinho possiveis.
Nio houve quem qoizesse laucar o cadver no
caixao, e foi misler, que os l)rs". Costa Carvalho e
Krause o fizessem, que soldados o carregassem, por-
que ainda nao eslava montado o carro fnebre.....
Houtem apresenlou-se oulro caso em um indivi-
duo de fora, que ha Ires dias soflria calado os effei-
los de urnas laranjas, que rnnieu. Nao soubemos
qoal o resultado, pois eslava no periodo lgido,
quando foi soccorrido pelo l)r. Siqueira.
S. Ese. anle-hontem foi Sania Rila, onde se de-
senvolveu a epidemia, e all tezbenzer um cemilerio,
e creara urna enfermarla.
Seria um nao acabar, se Ibe quizesse referir as
providencias, que tem dado ; smenle Ihe direi,
[no nao ha lugar, em que elle nao tenha providen-
:iado com muita antecedencia, denlro dos limites
dos estercos da provincia e extensao da zona aflee-
lada.
os versinhos que se e enein :
O' 'clic dici ba$. niailrc de la I
llonl les cdlre- onl piel lis d'un or htrrlilairr
h.is les jouri ricoureai, vou* nave/ pos roamu.
La fruid qni raconnt I paavre desai-au.
29
(1 da de hoje a modo qoe na 1 vai molo ootl
houve dentro da villa oro can de poucas harta,
dous cahiram semsvmplomas de cuidado. O ttaat
parece mudar : sempre neslas aaaasdtpi o mal I
formas mais gigantescas. E orna verdade itriolet.lt
vel, diz o autor que cilamoa. que a< airilliion 4
epidemia cholenca nao reconhecemcanta mais poda
rosa que as mudanzas da lemperatora. Me te poda
dizer que um eslavo seja absolutamente aun favo-
ravel que oulra ao tus menlo do cholera ipiJitatio
porque ha na esseoria desla dos-nja im principia at-
1 r .mli 1 a todos os agentes ordinarios do manda exte-
rior, qoe os subordina todos a' saa actividade.
I de marro.
Apezar de ser no Oriente, meando a aolatidode
de Schurrer, a apparic,ao das brxigas na apoca asa
qoe reina a pote de feliz acouro para aa habitante,
pois Ihe indica o lim prximo da epidemia pestilen-
cial, jubo que vamos lutar con nutre mieais*
se nao to limivel porque nao Ir. cansa potar ajtsa o
cholera porem de que cmrem mais os nutalaw.__Te-
mos ons 11 doenlet, e a cedria om beiigoonto.
jftanw abissum incocal, arada au acabamos toan
urna, j nos chega oulra remeasa.Uoat dar rotnt-
dio a ludo.
Simo que se luja frito algumas increpen* ata
nossos mdicos, que nao lem tito na qtsadra acfatal
a precisa coragem, es-a abnegmeio que talo
deve c.rariensar os bomen- da medicina oaaa
mais que uinaiiem devem do eslar convencidot da
q le o cholera nao he contagioso, pois qat mait da
um fado abona esta verdade. neo esperas ame* totes
evemplos' < Ku bascarei, dizia Plalatcba. bimeni
cujo empreso seja restiloir t saade, aa ea
me contento em ama-Ios, en os adorarei 1
oas que nos dao bens. qut tu de lleta devemt' es-
perar. 11
He necessario qoe os digaos discpulos de ll> pe-
erales nao desmere^am o conreito qte driles fana o
celebre historiador.O medico he como o soldado
mntiti! mulandii. elles lem urna obngarao tttssssa
deixe-me diztr assim. de serem homanos.
Parslaa pardon, X/ctruri.
Se memclto em taes faodaras.
Teulio dito mais da orna vez. nnnea me retiro \
pessoa alguma; a uinsuem faro all
desairosas, apenas digo o que tenbo lidnem 1
Tullas, a respeilo da pouca disposiran para te ir m
cerlos lugares, onda musa lera 'al Hitpoll
I

rincipios, e todosJ tallam-lbe mdicos a diaos nata sufiiciencia, I ,ie nioilos a
oseiemplos, que as eondl{0e) econmicas e finan-l ni"> "? nece"
ssidades, como a satisfa^ao Ons que se \ .- ,
approveitam da occasiao para enricar. Quanlo se -
.ensanam Nesla crise > quem pardo su os pobres | Estou que rerao mal intarpretadas cerlat etrusas.
libras se,a muilo inte- empresados pblicos, cojos ordenados nao sao aug-1 ce aaM je rdasM de dtre he uo cam de Ser .rrrfad
mentados, entretanto, que comprara todos os
cira- -do paiz tenliam melhorado por lal forma, que
rior ao desenvolvimento das suas forras.
Alm desles encargos definidos, em lempo e quan-
lia, ha outros era prospectiva, os quaes, assentam
em disposiciies de lal sorte combinadas, qa'e satis-
fazem amplamenle ambas as paites contradanles.
Aos bond-bolders conslilue-se direito al 1 por
eenlo addicional, qoe sera pago smente quando o
paiz o poder pagar, e ni devena- fazer votos por-
que brevemente se realise essa despeza. Ouando
os caminhos de ferro construidos com empreslimos
especiaos renderem mais do que a impudencia do-
encargos respectivos, ou quando houver saldo posis
livo no thesouro, depois de salisfeilas lodas as des-
pezas auclorisadas por lei, a nar,1o estar portal
forma prospera, que seria iiqualifiavel m te n:
sistir na rednecao do juro em laes circumslancias.
Assim mesmo e ainda uesse caso, peco-vos que ob-
servis, senhores, que a escala ascendente desap-
parece para sempre. como se lodos os bond-bolders
livessem vindo espontneamente a conversao de
1815.
Mr. Thnmten, na qualidade de presidente de
Commitlee de liond-holders porluguezes, Iralou
enmigo as coudires que acabo de relatar, e aset-
gnou a 13 de dezembro o accordo, que lenho a
honra de juntar por copia, e que he documento da
proposla de lei que nesla occasiao sujeito ao vosso'
evamc. Nao fienra bem claramente definida na
convenrao escripia' a poca em que devia reunirse 1
o meeling, para a acceilarao das eondicBea ; po-
rm, cu (eulio a salisfacao de annunciar-vos que
mr. Tlionilon cumjirio dignamente a promessa que !
parliciilarmento me tinha feilo, de convocar o mee-
ting pouco depois da minba sabida de Inglaterra. A 1 2fi de fevereiro.
reunan effeiuou-so no dia 18 do Janeiro, e o ac-| Continua o chotera-morhiis a devastar a popla-
melo de t:t de dezembro foi quasi unauuamente j cao deste termo. Na villa parece ir em bstente de-
approvado. 1 dinamo, porque j a polica nao he tao impnrluiia-
Senhores. A medida que vos' proponha. como da para oseuterramenlos, todava npparecem de vez
preliminar de grandes operacoes linanceiras, e como '. cm quando seus ;casos graves; porem pelos arre-
meio indispensavel de obler recursos para os me- 1 dores este o fashionable sapaleirinbo a fazer das
Ihorameulos do paiz, tem um alcance imuienso: suas.
como medida de credilo, e complemento e remate I Na Aba da Serra, daqui a tres leguas, mala seus 10
do decrete de 18 de dezembro de 1852. he a justifi- e 12 por dia.
cacjlo dos actos do governo, e do vosso apelo. Aquelle Meira inspector foi accommcltido com to-
O governo espera e confia, quedareis a toast ap- da a familia,
provacao a seguale. Em Capoeiras lambem ealai o mal em diminuirlo
Pnpotla de lei, no povoado, mas fora vai como aqui levando
Artigo I. leo governo audorisado para conceder (udo adianle de si, he a grOMa crrante do caudaloso
aos possuidores das difiranles classes de divida fun- rio que, assim como nao poupa a ra-teira re-
dada eviena, em addilamenlo s Cfjasjjriis do de- I ma, lambem nao respeita a mais robusta ar-
crelo de IS de dezembro de 1852, as seguintei van- vore !
I s que diz a illuslrada redarrao do Paiz.
po da epidemia em l.uvrmbrr; : .. Os /era
e os e>tudan\e< /ranrezei honraram a soa
vive- 1
res e objeetns indispensveis', pelo duplo e triplo do '
preco commum ; quanto aa mais classes., porem,: i-0"cia0 """ sesuinle pedarinbo ; no nSr.
cada urna vti duplicando e Iriplicaudo os objects ">ilay de Mtute quem falla : referindo-tt ao
de sua industria ; e nao ha de ser nesse equilibrio
de precos, com os mesquinhos ordenados da pequea
cl^leu'|ilrt^'p'e^',0,''M'c,,s''fue *'"''* os es- ,, ,,., a narrla humana, apenas a ,.
Os homens esquecem, no momento em que Ueos i ""ise '* cra ain,u u0 'eHfro emi^HO
pune nossos Crimea, os deveres da primeica das vir- ("''a tu* formidavel fm amearav.i invadir eats)
ludes a CARIDADB '. ptiz, lodos eorriam ao seu encontr ladea peto
O l)r. chete de polica lem sido iucansavel cm au- id,scjo ar a f,tud*r, ena esperan*-* de artea arttV
xihar ao governo as providencias Batanarlos, ala!.-.-___-~ \ ,......
lem mostrado os mclhores desejos em prol desla pro- "anMt 1oe "" mnor vigor, vitea-a.
vincia. 'de da e de noits em exercici* levarem a mor da
Apezar da epidemia os Ihuggs nao descancam. Em humanidade c do enfuedmenlo de ti ammai ato
Tajpu', foi modo no dia 18 do correnle um pobre | a0 exce-sn.Nestes lerriveas momontos imitando a
hornera para rouba-lo. Esta preso o individuo so-; ,-.... .
bre quem recabe a suspeila, he u.n preto eterno. rov,,1",cl loJos *" 'm ,,,,.
Em Pianc foi assassinado, einquaulu dorma, um vam-,e suc-orrer nao o iaj< rteo, mas o
neresHtado e se seu mo. ,-,0 em Murado linha alea-
m* preferencia, ainda entao, como a IVovidetH-ia.rra
homcm por dous genros. que se achara presos. Os
perversos linearan! fogo ao cadver, quo nao che-
h O jury Irabalhou nestes ullimos dias, e findou hon-1parao p,*r* >"' nNtsssNtssl para unta insta .
lem, a Talla de numero. !\ao esleve muito miseri- | pensacao de ludas aa suas miseria.Taes arrea*
cordioso. He verdade, que um ensao, ao que di- pcrlencem somenle tos homens eeaerosot,
zera, Ibe fez dar urna senlenca justiss.ma ; mas ap- | pralcam : sao urna in.trucr.io publica, ma
pareceu o effeilo, fosse la pelo que losse. ... .. "
Nada mais occorre, digno da mencao. Estemos | n,c,onal- 1ue dislmctoes cvicas devem t sitaste.
auciosos por milicia, dessa provincia, que he. por contemporneos, e que ama longa lambranca de-
emquanlo, o que mais nos interesan, depois de nos- ve transmittir as gerafes fatnras. Esta atare Fran-
is neoocios domestico, que sao para roubar-nos r, j, loda robera de Irophco* surrreiros, ae moaa-
muita parte de nossa attenrao.
Saade, saude e muita saude Ibe desejo, bem co-
mo aos nossos vizinhos.
PEBlAMBnOO.
COMARCA DO BONITO.
lagens :
6 por ccnlo em ttulos de divida differida, com
vencimenlo de juro do I. de Janeiro de ISllt cm
diante, aos possuidores de bonds de 5 por cento de
1811.
A pobreza soffre mnilu pelos motivos que nos sito 1
ronbecidos, porem o Sr. que lano nos amedronla I
nao he exclusivamente demcrata, nao pouces *czcs
sobe elle os vistosos palacios t regiiim/uel turres 11!
este moleslia. diz nm escriptor medico, tao eepri-
3 porcenlo nos rcteridos litulos de divida dilferi- diosa cm sua marcha errante, quanto iocomprehen-1
conslruccoes dos caminhos em todo o reino. Para Ida, eom igual veuciniento de juro. ao> pu-suidores sivel nasua iialureza e causas, escollie indittincU-
execueau da va frrea de Lisboa a Sanlarem reali- I de bonds de a por eenlo .le 18*3. 1I)enlc Sllas victimas em tedas as classes. sem poupa'
toa capitaes dentro c lora do reiuo, e especialmente l.b. IDO em bonds de :! por cento activos, por Ib. .evo e idade, e apezar da preferencia que o cholera I
no imperio da Brasil, sobvenoionon o caminho da 100 em debenlures, aos po-suidores desles ttulos, affectou nos primeirus lempos pa
ferro do llarreiro. Setubal e VendasNova-, e pro.no- j nico. Estes fanlagem tfo applicaveis aos li- d'indiMiliios, pode dizer-se que eiie
vcu a conslruccao du caminho de ferro de Cintra, lulos das indicadas dcnominacOes, que ) se acha- realmente condicau alguma daaoeiedade
VEZUVIO. j':",'" esles (lo('1"1|cntes pensa o governo que se jus- rem convenidos. ,, aflu0 ,(,, t^jo,
l)e.\apolcs(screvemem(idejaneiro.-lla algom I,Me" "*"n>anS qe lem merecido aos represen-| Arl. 2. Alera das cnncesses feilas no artigo pre- Os raiseravers sao era maior numere, raigo para
tempo que se fazem ouvir ruidos mtranhoe no seio l:lnlc9 Jo l>'','z c rom csle precedente julga-se ha- I codele, he n governo ignalmente audorisado para ser nelles maissensivel a mortandade,
do Vezuvio ; j este aberla nina nova crtera. OI lli'i'1',"'0 caniinbar com mais vigor e inaior desn- dar certificados, cora veiicimento de juro annnal alo j Km lodo o H.uiilo nao pode andar por menos de
Jornal Jo Commercio de Lisboa.
'> ten 1
1 a cedas classes
nao exccpliiou
em I'aris
que acontecer depois diste ? Algum is pessoasjul- v"1,,im',>l0- enipenho de cruzar o reino comas
gara que o vulcilo vaiabysmar-so O relo he qne o ,fa' de ro'nm'"''carloque hflo cono principal se lem aballado e mudado considera- [ S cn,1"""cio '"temo, c aproximar-nos da Europa
velmciilo de forma. Hoje nao he sem grande perigo : civlllsa ''
que se Icntem vvrurses au alto da crtera c todos A tendencia natural ,ia sariedade para-o aperfai-
os symptomas aonuneian 11111 aeontecimenlo qual- j eoamente successivn, prohibe iiue nos desviemos do
quei e prximo, quer seja nina crupcau, quer um caminho encelado nos mellmraineii,los materiaes do
possuidores de fondos de 3 mx) a 1,000 numero dea morios ; he a maior cala-
100 Ib. em codificados por midade por que pana o Brasil que tmpre com liar- 1 por fora.
daaabamenln.
Sera muilo siugular que nos tentianios de presen"
ciar aronlecimentos como os da anliguidade; islo
he, o Vezuvio abalrndo e formando ura lago do ge-
nero do 1 11/ai,1 e do Agnano.
dem.)
PORTUGAL.
I'ii-laloi 10 lido pelo Sr. ministro da fazenda na c-
mara dos depulados, na sess.to oe S do correnle.
Senhores: A divida coolrahida antes c depois da
restauraran para conqaistar o firmar a- liberdade do
Paiz e o throno conslitutional dos nossos res, aggra-
vou cviifilervelineule as circumslancias do Ihesou-

paz, c seria ura novo estimulo para o governo se
precisaste dollc para o romprimeiilo ilo'eea dever.
He indispensavel concluir lana obras eomeeadas,
para quo o povo possa gozar dos beneficios que ellas
aflinncara. Nesle caminho, em que vamos, parar he
morrer. O rerohlieciineulo ncoiitroverso da ne-
cessdade das vias de commuiiicaiNlo em Portugal, e
a crenca de que he possivel execula-las, sao, mais
do que parecem, imporlaules oonquistas qne se teem
frite no iuteresse da nossa futura prosperidade He
comludu eerlo, e deve dizer-se, que denlro do paiz
nSo Misten os capitaes necessario 1 para as obras de
qoe elle necessita. A induslria, agricultura, o
grande e pequeo commercio, abiorvem sem duvida
1 por cento, e lodos os
por eenlo, na^razlo de
Ib. 1U0 em ditos lion.ls de .1 porcenlo, consignan- ror se hade lembrar da primeira visitado tremendo
Aaialieo, a quem pois infclixroenteja nao conbecc-
mo so por ir ,dioc o \
Fallecen da epidemia o vigaria de Becerros, o Sr.
Manoel Clemeute lories Gallin lo, depois de lauto
lidar !
O Sr. \ig.11io .Manuel Clemente era restricto cum-
plidor de seus devore ; 05 meslos piucos dcsafei-
coadoa sempre Ihe deram essa qualidade, nunca en-
lormo algum deivon de v/-lo ua eabereira na ho-
ra extrema, quando por doenle n8o poda sabir a
carado, vinhsm-ae buscar de rOde! Na pesie,
meulos elevados s scienrias, m lellras e as artes,
espera queateum monumeolo. aluda mesmo tjoe ate
seja senao urna lamina de hronze, urna 'imptes po-
dra, sa erija hoje em honra da virtamos modestas
que altrahem o amor dos homens.
\ leo-, ,'doo.. cher ani*.
Iteos Ihe d forra e valor.
Pan encarar sem temor
0 tal re das desvnterias,
E vice-rei das miserias
O'he bicho que faz tremer.
Al mesmo aoa snn limite*,
Oue n.)o estao p'ra massadt,
Nem p'ra jogar canelladas
Com om ministro da morir.
O'ie mala a cem de um so corte ;
E as vezes muito mais.
Out nao respeita ninguem ;
Seja sabio ou rbarlatao,
Fracu, forte, ou atenan.
Cabo d'esquadra ou soldado.
Pobre ou muilocndinbeirado,
Kepimpado na poltrona.
Ouc enfin vai dando em indo,
(.le se aprsenla na frente ;
Kis oporqueinu'ta tsjttta :
Noqoiz ir a Santo Ant'w.
Pois quein he l lulelro
l'ara expor o fardosinko T
l'ara evpor o fardozinho.
Para tapar o fardozinho ;
Pa....ra expor...or.. o far.....dou......uii- "!
Sim, -eiilinr. .........
' ......Se Otos qnizer,
Sir compadre........
.111 relumer.
N. II. Houtem Itllcrcu aqu nm quasi de r-
pente, todava o nosso esta lo canliuau tatitla-
lorio.
Ite Capoeiras, e de Bczerros lambeta sao I wat at
noticiasanda naqaettat parasen lambem o atal
%
\
do para pagamente do referido juro :
1. O lucro liquido do caminhos de ferro, que s?
roiistruirem rom os emprestimos, que o governo
levantar especialmente para tata lim, deduzida a
imporlancia dos encaruos de laes empreslimos.
2. As seminas que sobraren! animalmente dos
lendimcnlus publico, cm cousequiicia do desen-
volvimenlo dos recursos do paiz, depois de salisfei-
las lodas as desperas tillorisadaa por le.
Arl. 3. No caso em que mr. T'iornlon, mr.
Foirid iS.C.a e mr.Charles Ueraux ,\. C.",negocei-
eni o emprestimo de nm roilbao slerlino para ci- q" litemos, muilo Irabalhou. Nao foi elle so-
minhos de ferro, equiilientas rail libras fiara eons- mente um exccllcnlc paslor. era nm homem carita- ufnnieulo loo
Iruccao de esledas ordinarias, porlos, c outras
obras de ulilidade publica, ser-lhes-ha concedida a
preferencia para a negocMe.)ode fatdroa empresti-
mos; licanlo dependendn de coiiveneao especial o
preco e coinmis.lo das referidas operactos.
livo e hospilaleiro. Perdemos um amigo, seos p-
renles e mulla gente, um verdadeira pai.Ames morrer pedio que o sepultassem 110 lugar desliuad
para os mais I I!
Acabau pobre; assim acontece u sodos que proc
Ein Bezerros,segundo diz o taadetttpta, lem aa-
vido inuitas osmulas pora a pobreza, ante at-
sira.
Que pi'oredaiii lodos datte modo.
Carta purti'mlmt.
COMAUCA DEI.OIVN'NA.
I. ilc marco.
Ainino red.iclni, vou relalar-vos n'i MHa Mi
he, desde a inva-ao do cholera neslt comera, lude
quanto lem sueceditlo ale boje 1. dr mairo, a aate-
\ero que digo a verdade ; c nem oalra coasa te de-
ve esperar de quem esereve paree poldico ea> am
sotemne, romo em vesperas de m
cmbale sanguiuoleolo, Ae. qoe pode multar a 1
le, que agora adeja em lorno de todas 1
desterrados filhos de Eva.
Um mea totes da ima-ao do chotera netta co-
marca, 1 cmara municipal, tona presidencia doSr.
%
MUTCS
x

ILEGIVEL


-m
PIAR IO BE HWm B QJlnT* mU B .iE MRQO I8V6
conniendador Joao Joaqun do Reg Barros, reu-
uio-te para Iralar delermintdamente de medidas
tendentes soeeorrsr pobreta, no ca, < in*-
sio : e de feito KM n essso mwdoo com-
prir, a expensa de seu cofre municipal, 50 camas
de lona, 150 covadoa de baela'para preparos de um
hospital, para logo resolveo procorar um terreno
proprio para o cemilerio, o q jal flcou a cargo do
medico, e camarista o Sr. l)r. Firmino, que logo no
0utro dia indlgitou o lugar : assim tambera a mes-
illa caara mandou comprar furinha, arroz, e ac-
oordoa em promover-se ama subscripto, que logo
Do oalro dia leve principio em casa do mesmo Sr.
eommendador presidente da cmara, que, assignan-
do 500 rs., lomou a seu cargo promove-la por fra
9a cidade entre seus amigos e prenles, depois que
assisniram lodos da cidade. Nao se esqueccu fi-
nalmente a Ilustre, benemrita e previdente cma-
ra municipal de nomear logo urna commissflode t
pesscus das ruis gradas da cidade para tomar as do-
mis providencias necessarias para a organisacao do
hospital, e de tudo mais qoe as circunstancias re-
queressem. E querendo estender seus cuidados, e
desvelos pelos outros pontos do municipio, nomeou
para as oulras freguezias e povuados commissOes
chamadas paroehiaes composlas das pessoas mais
abastadas, e influentes do lugar, para trataren) de
soecorro da pobreta desias paragens.
Em face do que acabo de expor, quem poder
recusar a' cmara municipal de tioianu* mil gracas,
- mil luuvores t Oumi poder recusar a seu digno
presidente luuvor, recouhecimento e gralidad, por
ter eotn a merecida influencia de que gota ua co-
marca, dado grande impulso a todas estas medidas
e providencias? Sejamos justos ao menos agora,
qoe estamos prestes a comparecer perante o Supre-
mo Juiz ; ao menos por agora espanquemos de nos-
ios cori{oet oj sentimenlos de odio e de despeilo
contra quem quer que for.
Agora caberme fallar do qoanlo lenbo visto obrar
e praticar em bem da comarca nesta triste eon-
jonctora, os Srs. Dr. Estellila e eommendador An-
tonio Francisco Pereira, digno delegado desta co-
marca.
O Sr. Dr. Eslellita, juiz de direito inltrino, sen-
do noraeado pela cmara membro da corruaw*!
central, log- no onlro dia posterior a' reuuio da
cmara, comparecen em casa do Sr. eommendador
Jlo Joaquim demonstrando os maiores desejos de
coadjavar as providencias lomadas pela cmara c
assignou 505 rs. para soecorro da pobreza ; e indo
a sobscripco ao Sr. eommendador Antonio Fran-
cisco, que se achava na cidade, assiguou 1OO5 rs.
aseverando ao Sr. Dr. Miranda, portador da subs-
cripto, qoe concoircria com mais se as circuns-
tancias argissem.
No dia segointe a essa reuni.lo em casa do Sr.
eommendador Joao Joaquim, o Sr. Dr. Estellila
possuido, como piameute eremos, de ardentes dese-
jos de provar que se achava muilo disposlo a pro-
mover de accordo com a cmara lodo bem possivel
em pro da comarca, fex.om convite a todas as pes-
soas gradas da cidade per se reunirem em sua ca-
sa, a cujo convite todos acqoietceram, e nessa reu-
ni.'io propoz certas medidas, que submelleu a' con
aideracao de lodos, das quaes ornas foram approva-
das e oulras rejeiladas por ja estarcm lomadas pela
cmara ; ficando afiu il o mesmo Dr. Estellila auto-
ritado a convocar para sua casa a commissao cen-
tral todas as vezes que fosse necessario tomarem-se
providencias urgentes.
A cmara seulia muito que o Sr. presidente an-
da nflo Ihe tivesse respondido a um s dos oflicios,
em qoe lhe dava parle de todas as providencias lo-
madas, e em que lhe requislava um ou doos m-
dicos contralados para o curativo especial da po-
breza ; mas o Sr. Dr. Estellila reconhecendo lam-
ben] essa necessidade, c de accordo com o Sr. dele-
gado, conseguiram do governo que esle contrMasse
com o Sr. Vedro Cesar, .csludaule do 6. anno de
medicina, o curativo dos pobres da cidade.
Tarabem conseguio o Sr. Dr. Estellila ser encar-
regado pelo governo para contratar as boticas da
cidade para fornecerein remedios para luda a po-
breza da comarca e do hospital da cidade. Korara
logo coutratadas as boticas do Sr. Leocadio, e Pin-
to Crespo, as quaes ja se acham exhaustas dos re-
medios mais urgentes para a epidemia, Iraball'ando
os boticarios dia c uoile un lidar incessante e
sobre mudo afanoso. Me podemos deixar de regis-
trar aqoi os importantes servicos prestados pelos Srs.
Dr. Estellila e delegado ; o primeiro nao lem des-
canso dia e noile ; purque de todas as partes rece-
be reclamaces e pedidos ('ambulancia*, e a todos
responde e satisfaz como he possivel, e por mais^da
urna vez o lomos visto sabir de casa nos (rajos em
que nella se acha, correndo as boticas para aclhar
aos boticarios no apromptamen'.o das ambulancias, e
para dar oulras ordens, e felizmente a Providencia
aiuda conerva-lhe at hoje saude, e a toda fami-
lia. Huma teja feila ao Sr. Dr. Estellila !
Nao menos tfem feito o segundo no que he de sua
competencia ; e a despeilo de ja ter sido tocado pe-
la molestia, conserva-se na cidade anda coovales-
cente, e nesle mesmo estado nada tem poupado pa-
ra a boa execueflo das medidas lomadas pela cma-
ra ou pela cummissao-central de que he digno mem-
bro. Honra seja feila an Sr. delegado, que enlre-
gou o cuidado de sua prupriednde e de sua fabrica
a alguem e s trata na cidade' de se prestar ao bem
publico.
Agora he occa-in de relatar os estragos que o
O Sr. eommeodadnr Juao Joaquim fui afectado da
molestia e quasi toda sua familia, mas lodos se chim
fora de perigo e ja em convalescenca. Parece que t
Providencia lhe quiz de alguma sorle retribuir os
desvellos, o* cuidados, quo lem lio prdigamente
despendido com o soecorro da pobreza : a sua fabri-
ca al hoje he a que menos lem snflrido, c nao cons-
ta que per.la-e algum escravo ale agora.
Com elTeilo. lem havido at emularlo por curar,
e Iralar cholencos, sem esculla de pessoa. Ja acon-
leceu um joven libo familia cahir aneciado do mal
ao p da enferma que tratava, sahindo dahi em bra-
COt.
A commissao pirochinl da cidade fez prodigios de
caridade; mas della s resla de pd o Sr. Araulia,
que anda lida sem cansar.
hospital que a cmara apromplou cora aceio na
igreja da Misericordia, tem sempre aneles que sao
bem pensados.
Nao loi possivel cercar o cemilerio, porque nin-
guem mais quer corlar madeiras com medo de ser
fulminado no mangue ou nas malas.
Todos aqu na cidade tem prestado servidos mais
011 menos, inclusive o Dr. promotor, que tambera
nao se tem poupado.
Vieran para esta cidade qualro garrafas da ruesi-
nha de pai Mauuel e por 4OO5, e sendo experimenta-
da a mesinha conheceu-se que era urna peta de pai
Manoel. Omosmo Dr. Miranda applicou es>a me-
sinha a urna cholero, e nao trou resultado algum ;
e foi essa mesinha causa de inorrer urna menina do
lente coronel Benlo, que confiando nella nada
mi ojipUeog a menina, e qaaudo conheceu que
era improficiva, recorren^ atrapaHija, mas ja*larde ;
o por isso raorreu a pobre menina, vicjima_cje^pai
ehuva poda e'nlrar i vonlade. Um dos riegenos
reparlimeulos eslava tao oceupado com os 14 pe-
queuosquepareciam uns porcos da india em xiquei-
ro ; a ponto de dar-nos nao pequeo trabalho a
conlissaode urna doenledooulro quarteto.
A commissao la deizuu 8,000 reis alm de bola xa,
arroz, medicamentos e recomendarles ao inspeclor
para velar sobre aquello, infelizes innocentes, que
tiao tm culpa em seus poli aerean tao golosos de
fruclas que sedevem comer com parcimunia...
O snhdelegado Paes Brrelo, o vigario oo algum
membro da cummissao sempre eslAo a ahir para os
arrabaldes a ver ontros quarleires, como o da Es-
rada ale Macugc, o da Victoria ale Calende, o de
Caiuac,ari ale Duas-1 nas Cauanduba. Em lodos
conala-uos que a commissAo tem dado gneros ali-
menticios, dluheiro, mcdicameulos ele. ele.
liscrevi a minha caria do I. demarco dizendo-
Ihe, quo amos bem, quaiido no mesmo dia a larde
morreram :l pessoas. He verdade que a minha
carta foi escripia as 8 horas da manhA, e por isso
nao poda ser iufativel. Nos illas i e 3, al ahora
desta, niiiguem morreu na puvuarSn. Os engenhos
do dislriclo conlinuam a perder" escravos e mora-
dores livres: sendo que,em geral amor parle leudo
antes da epidemia poucos escravos (de 20 iO\
alguns engenhos j perderam Jl) e lanos, oulros 15,
13, e os menos 5, t e 'I.
Na hora em que escrevo sahem do hospital :t lio
mens radicalmente curados: sendo > almocreves e
um coveiro. Em quanln os huspities d'ah causau
horror ao povo, o d'iqui v entrar salisfeiloa os do-
enles da povoac,ao, lugares e almocreves de comar-
cas Joiiginqiias. Tem entrado, at hoje, no hospi-
tal 53 cholencos, dos quaes 30 curados, morrendo
os raais pelo estado adianudo da molestia.
Em quanto o Exm. presidente a ganhanio as
svmpathias dos habitantes desle dislriclo pelo ben-
volo acolliiineulu a commiss.lo beneficente, pela de-
missao no to Cazoza, vai ora poniendo essa eslima
pela renitencia em dimillir o Nono Franrisoo A,
P. da Silva. S. Exm. se duvida das aecusares
juslissimas que lemus feito a esse hereje anlropo-
pliago de odaliscas de Guie, introductor dos usos,
quiaTeW^JJosso Brasil, indague dos homeiis probus
de Jaboalao.
Sr. Pedro JoTqBi111 ^HF*' roudeiro de Goii-
beira, porque Vmc. Lan$95 de'vsnas lerras aujelle
'ai de lamilia e lumou-h1
pobre pai
le as rocas
Pob
\l 1110-1 1 1 u j ----- ^^---------^~ y""3" <" uunivcas ae uuinr, luiroouclor uos usos,
-ua.ioei e ua creiiulidade do pai, A miin, pai Ma- fo.:umes e leis do rlenle, ou la das Arabias e Tur-
noel nao me pregava esla, porque nao emulo araras.
b admira que eise uegro pregue esse mono nessa ci-
dade lo Ilustrada.
Ja vai esta muito looga, e eu ja eslou enfadado de
referir tantas desgracas a miserias, que subirao de
ponto se Dos nio suspender seu braco justiceiro.
raro, amigo e Sr., ardenles volos pela sua saude,
al logo, se permitir o Sr. cholera.
O Iris.
. S.As uolicias de Toaras de hogo nao sao mui-
lo aterradoras ; para la tem ido ambulancias e cons-
ta que o digno subdelegado Sr. Marianno anda nao
desanimou, e antes est em seu posto de honra; mas
tambera u3o ha duvida que a epidemia lem grass.i-
do por la forte, e lem feilo multas victima-.
O diguo prior do Careno fui acrommettido ; mas
restabeleceu-se logo. O uo\o subdelegado da cidade
tambera lu benignamente accomiuellido, mas ja esla
rcslabeleeido e em exercicio.
Foram atacados da apidemia dous lilbos do Sr.
major lloclla Farias, o Manoel lioiKukes na cidade,
depuis de prestar grandes serviros, mas esle ja se a-
cha^fora de perigo, mas o Joca foi atacado 110 euge-
nho para onda fui soccorrar o lio e a fabrica do eu-
genho, e segundo a coimuanicacao do lio, lalvez ja
nao exisla. Dos o salva lie ura cxcellenle DM$0,
brioso e excellente lilhu e hora amigo. O Dr. era
mediciua Francisco Tavares de Mello, pelo seu esta-
do de saude, nao pode vir para a cidade ajudar a
seus compauheiros ; mas lera prestado no engenho
Diainaule, onde mora, graudes servicos a seus ami-
gos, prenles e a pobreza. Sentimos quo o Sr. Dr.
Tavares nao possa era maior escalla demonstrar seus
grandes talentos medico-, ja i.o experimentados Des-
la mesraa comaraa.
O Sr. c.ipila Botas coramandaute do deslacameo-
lo da cidade foi mudado; mas he forja confessar
que leve um cuniporlameiilo exemplar e irreprehen
sivel. Sentimos sua retirada; preslou muilos bons
scrvirosa despeilo de seu mo estado desande, e
foi sempre Mito amigo das autoridades, fruin.lo a
coliblanca dellas no maior grao, c nio deixa.uiu su
desafelo. Esperamos que seu successor o imito ;
porquanlo nos asseverara que he lamuem um ollicial
brioso.
Dina DOf o Dr. Firmo que os ataques do cholera
oje foram mas raro', porm quasi lodos fataes. Mi-
sericordia, Senhor, misericordia!
O Sr. Cainillo |da Silveira Tavora indgena, pre-
sidente da sociedade horaeopalhica, tem presladu
grandes serviros cora a maior prumplidAo e desnte-
aivirlo-lhs que se o hornera qin""r"se l" soldele-
gado Paes Barrlo Vmc. baile P'^5' nn o
velho, e hade toruir-se mtli huma'1:''''" 0U,rB "
Sr. delegado Francisco Anlonio l'reira da Silva,
em que raza., se estriba Vmc. para no"'" covas a""
moradores .lu seu ensenlio que parecer' do cllol"!'
1* Sr. Antonio F'rancico P llr-''"' alm de
cTauvu ,- .v...w.. .,_ ------ ^"moradores de-
ve-os enterrar tendo Vmc. urna legua de Ierra'.'
>mc. genio lacanhu, nao lem o exemploiao bello,
.philanirophico, caii.losode lulos os propiciara de
JaboalSo que dao djiihiros,medcaraenlo aos desva-
lidos, sendo Vmc. e seu irmAn to Cazuza a excep-
CAodaregra? Ora Sr. Non... tome brio, pera de-
uiissao,entre na soa obscuiida.lc pelo restos dos sens
dial, que cfiian lo nao Rea sabendo que Vmc. he
cousa e 11A0 pessoa.
Nio seudo pos-i vel que o vigario e coadjutor oc-
corressem a lodosos lugares chamados, os Sr. dou-
lor Domingos de S. Lelo, coronel A. P. de S
Brrelo A. T. de P. Barreto J. F. de P. B. An-
tonio de S. I.eao e o doutor F. do K. P. B. loma-
ran a muilo louvavel deliberadlo de terem um ea-
pellao para ministrar os sacramentos as suas fami-
lia e ao povo, que nao ponen grato lem sido com o
sen proceder. Nao menos bem escnlhido foi o lu-
gar Jardira como central, porquanlo lem servido
muilo para oeeorrer as cnmlissoes dos povos visi-
nlios.
Picata no hospital 3 liumens o.l mulhercs : sendo
2 lionera da fia, e das mulhercs 1 da puvoarAo e
3 de fura.
Numere total dos enlcrr.iinenlos IWi. Na
minha ultima caria do t do correte era de 150 '
porem eoino callo vindo al cadveres de Calende,
por isso se aogir.enlou ,1 cifra.
N. t. AcabAo de entrar para o hospital mais 3
doentes de lora da povoarao : Nessa licalu alsuns
eonvaleseeules.
' dem 1
fiarlo be ^fctnmntuto.
da
PAGINA AVULSA.
3./. 8A 3
Os infelizes do lugar denominado Torro, aiu-
carecem de recursos mdicos e alimenticio*.
Ua puucos .lias deu-se, quo una familia succorrera
cora os seus poucos recursos -1 una moribunda.
Quem mais nos dixima, quem mais nos reduz a ulti-
ma exlremidade sAo:
O egosmo.....
A Irai(lo.....
Ajames auri.....
A tiberlinagtm.....*
A impiedade.....
Ionios qu.si un dos ltimos a quem a epidemia
llacoo ; deu-noi bem lempo a preparar-nos para
rccebermo-la ; se porem asora a pobreza
resse.e a elle llevemos a aequisicAo de muilos jovens 'ZXZZ^'JJ!E? p"!"c" loU a
'., ; V"rrtvclmenle he mesmo porque a pobreza..... sem-
lotrepidus e curajosos para o Iralameiilo da pobrez*. '> foi para os elisias enmo o negro lio batuque .le
Ala o agf Hanrique Forreara Rabello, acorapanha- venda, o primeiro que apaoha, c a ultimo que
do de um sen lilhu, tem prestada hons servidos.
Ninguem se tem escusado nesta cidade, lodos li-
dam, mas as forcea do inmigu cada vez augmentara.
Fechamos esta na mauhaa do dia J de narco e agora
inesmo soubemos que a inortalidade de lioulem che-
au a mais de 13 pessoas, e o dia de hoje amauhe-
ecu cotn peinr carcter. Misericordia, ineu Dos,
miseriaOrdia, Senhor.
[dem.)
BAKREIHOS.
1. de marco.
O cholera-niorbus invadi esta villa 110 dia 13
do cadente mez de fevereiru, c sem descansar em
sua carnificina, l.i vao sepultadas 67 pessoas
desla villa fora as dos seus arrabaldes '
0 povo com urna abne^arjo evanglica, e resig-
nacaochrisla lem combalido o mal de um modo 11-
vejavel ; mas vive completamente desanimado ,
quando considera na falta absoluta de gneros ali-
menticios : e na realidade nao ha urna s barcaca,
que largue-se deste porto em demanda dos soc-
corros; porque os seus empregados cstao mor-
cholera lem fe.lo ne*. cidade e por toda a coma;- ic^^-^t^^lachas, nao ha arroz, nao ha fa-
ca. Na cidade entrou o munslro dos monslros be- rfl... -a- k-^Ul'nJi.V. .- ,-'._ l
niguamenlc, e por muilos dia apenas se conlavam
alguns casos de cholerina branda ; mas depois foi
fazeudo em um dia una victima, no oulru duas,
uo terceiro tres, e foi atsim piogredlndo, e ha
muilos das a morlalidade de he ti, 7, 8e 9 foi o
maior numero at boje t. de marro ; mas o nume-
ro dos atacados ja excede s na cidade a mais de
300.
Ilonlem fallecen com muito d o dizemos., o Sr,
teuente-coronel Jos Corroa de Oliveira e Andra-
de, proprielario muito abastado do engenho Pedre-
gullio, en pouco mais de Ji horas. Nao quiz se
tratar senAo homeopslbicamenle ; mas a molestia
zemhou de todas as prescripces, c de lodoi os me-
dicamentos desse syslema, e roubou-nos essa preci-
osa existencia. No periodo lgido lhe appliearam
Irataiiienlos allopalhicos ; mas ja era larde, e cum-
friose sempre a sentenra, de que elle parece tinha
previstlo ; porque tres diis antes s cuidara em dis-
posiroes testamentarias, e na feitura de urna rata-
rumba no cemilerio, na qual se acha enterrado,
acabada i pressa para esse lira. Ja coula o cemi-
lerio perlo de 40 cadveres. Por fora as fabricas
dos engenhos estao-se rarefazendo de dia em dia,
aja temos proprielarios de iO e 00 escravos, que s
contara um lerco, e oulros menos, e se continuar
por mais lempo a epidemia muilos licaro sem ter
qoam Ihes carregue agua para casa. Temos alguns
aenhores de engenho que abandonaram suas pro-
piedades e fabricas, quasi a discrirAn, e eslAu aqu
na cidade, com suas familias cin cmplelo deslen-
lo. O Sr. Dr. Firmino e cirurgiAo Silva ja ver-
gam com o peso do servido s na cidade, e se due-
ctrem, ai de ous '.
As povoasesdcNosse Senhora do O', Goianninha,
e l.apa representara o triste quadro de Saulo Aotao,
e Limoero : a morlalidade, nesses lugares he de
30, iO, 50, 60 por dia, t vAo ficando i n le runenle
despovoadas ; ja as igreja* nio comporlam mais ca-
dveres e ja enlerram-se por fora, e agora 11A0 ha
mais quem queira fazer semelhanle servido.
O deslacamenlode Goianninha ja pe;deu Ires mol-
dados e o cadete Silverio. O Sr. Alorado comman-
danle do delacamenlo e subdelegado e-l a punto
de enlouqoecer, ejadizemquc est. As noticias
dos oulros logares, bem como Pona de Pedras e
Tijucupapo Ao pouco menos alteradoras. Emfim,
meo amigo, s na cidade temos alguns recursus, por
ora lodos os mais lugares tallo s com ambulancias
em niAos ineptas, e com a misericordia Divina !...
Muito, mocos corajosos, nv-mbros de nina socio-
da bomeopalhica, que se inslallou na cidade, sob a
lireccAo do Sr. Tavora Indgena, lem sida manda-
do pare diversos lugares ; mas com pouco vollam
.Ierra I is e desacorcroados. O Dr. Estellila man-
dou nm experiente para Nona Senhora do O' com
ambulancia : mas esle vollou logo, dizendo quc
fora desamparado por lodos da pnvoaclo, o mesmo
sneceden na l.apa, para onde fui por mandado do
ajpmo Dr. Estellila ootr experienle, que tambera
^illoa desanimado
Para a cidade eslo aflluindo muilai pessoas de
fora, que nada tem lacrado com n mudan;,, por-
qoe 4o logo atacadas, e delles he o maior numero
de morios. O Sr. delegado prohibi a entrada dai
-rtricas pin a cidade.
rinha, nao ha carne, nao ha milho, finalmente he
urna lula cenlinua da pesie com a ome
Gracas as enrgicas providencias, e sentimenlos
de liumanidade, que dislinguem o actual "subdelega-
do de polica o Sr. capitao Joaquim Cavalcanli de
Albuquerque Mello, se lem distribuido com a po-
breza alguma carne, bolachas, e assucar, sendo que
estes dous gneros ltimos apparecem a suas expen-
sas ; mas este recurso fenece, nao he mesmo pos-
sivel que elle tenlia duracao porque os propriela-
rios, que fornecera requisicao do eximio subdele-
gado, lambeni tm suas familias, fabricas, labrado-
res, e aggregados, quem Ibes corre o imperioso
dever de soccorrer. Dos nos acuda com a sua di-
vina beneficencia I
Temos nesta villa|o Sr. Dr Ignacio Alvos da Silva
Santos, hornera digno de toda a considerado, que
invetorado no costume de fater bem, e com a virtu-
de de nao eliminar da lisia do sua beneficencia
aquellas mesmos, que o offendem, nao socega, nao
para, nao dorme, passa mal, qur chova, qur fa-
ca sol, as suas vistas somenle se dirigom an exerci-
cio dos sentimenlos de caridade, e philantropia para
com a liumanidade.
O delegado desle termo o humanilario tenenle-
coronel Thomaz Alves Maciel, logo que soube da
invaso da epidemia na freguezia d'Agua-Prela,
que faz parte do termo de sua jurisdirr.io, mandou
a expensas |suas, comprar algumas carleiras I10-
mopailiicas, e fe-las distribuir por a fregue/ia,
accompanhando outras providencias sanitarias no
sentido de salvar aquella fraccao de seus policiados.
Os soicorros se foro exhaurindo, e a epidemia i-
rrujlescendo com espanto, nesle estado dirigio-sc ao
governo, reclamando prompias medidas salvar o
povo, e o resultado foi apparecer aquella ambulan-
cia, de que j se fallou.
He verdade que o Sr. delegado nao tem vindn em
pessoa esta villa, mas nao se faz de mister, por-
que seria desconfiar da energa, e sentimenlos de
liumanidade. que dislinguem o Sr. subdelegado
Cavalcanli, que lem sido incansavel em aecudir a
lodos os anguos do seu dislriclo. Assim oceu-
pa-sa o Sr. delegado nossoccorros d'Agua Preta,
entretanto que nao cessa de procurar instruir-se dos
inovimenlos cholericos desla villa ; e o Sr. subde-
legado applica todo o seu cuidado no districlo de
sua jurisdiccao: cada um em seu poni, faca o bem
que poder, porque I Jos assim como casliga o vi-
cio, vela inccssantemenic sobre a virtude.
Concluimos, dizendo ao Exm. Sr. consnlkeiro
Jos Benlo que habilite as autoridades policiaes de
Barreiros eotn os recursos necessarios.
[dem.
pebe.
As vezes quando desaloja-se de lima pra.a
.astissima a ura niimigo, e nAose lomara cuidadosa-
mente tudas as avenidas, succede que o menor can-
linlio serve-lho jiara ollar a carga.
A ra de l'eriiaudcs Viaira na Soledade. vai a
ponte .to Man.uinliu ; nessa ra ha dolado esquer-
do um becco, casinhai onde morara dez e doze pes-
soas. como soldados, mull.cres de sol lados, amanas
de solitados.mAis de sol.la.los.mAis de amazias.de sol-
dados, e ludo misturado cora palronas de soldados,
baonelat de soldados, e ludo sem um soecorro na-
ra soldado !..... '
Pedimos com instancia a deraiula do inspec-
orde quarteirao Serafim, la da Itoa-Viagem, porque
leudo seus corraes de pescaria nunca se acha em sua
casa a Iralar dos que precisara de sua coadjuvacao,
e aponamos a Nogueira de lal para subtlui-lo.
Somos informados que a praia de S. Francisco
em 1 Unida, nao s.) esta sendo devastada horrivel-
menle, como est servin.lo de quarlel general do
Mrte do Ganges. Cuiivra que u Exm. Sr. conia-
llieiro mandando alagar algum. 11 casmlias em Olin-
da, ou fazendo reeullier a.is aposentos du hospital es-
ses miseraveis que s acham doentes, mande lascar
rogo nesse arraial de palha, para nao so dcsinfecclo-
nar aquellas paragens, como para puder salvar-se o
resto dos inrelzes pe-cadures de Olinda
Deixainns de aceitar correspondencias de Olin-
da, porque ale nisso ha espirito de intrigas, o rivali-
dades. No entretanto daremos aquellas noticias que
us rore.n Iran.mitlidas por pessoa. em que descu-
bramos imparcialidade na oarraeao de fados nao s
all coran em oulra qmlquer lucalidade, onde icual-
inenlc reman rivalidades.
Os Srs. Drs. Manuel Joaquim, Silvno Cavalcan-
li, Guerra, e mais oulros, poneos e bem poucos,
conlinuam a preslar-se de veras em soccorrer n
pobres com desinleresse. O Sr. Dr. Moraes adia-
se sem novidade, c o Sr. Dr. Roteado o subsl.tue
em aclividade c zelu.
Consta-nos que na Vanea morro gente at n'u-
ma estribarla. O hospital pouco pode ofTerecer de
soccorros, porque he .lisiante do luqar, alm de que i |dom 158- Dionizia
11A0 ha mcios de coudi.crao,e succede como ha puu- '
co, que um enfermo fui transportado dentro de um
cobertor servindo do rede, c 110 meio do raniinhn
rasgou-se o coherlor que Marlha liuu, c o pobre era
cima da queda levou mais um rouce !
Consla-nos que alguns amos i.Ao tratara com
caridade eos caixeiros quando aneciados da epide-
mia ; enlre oulros que sera duvida faraoexcop.au,
incluimos o cidadAo porluguez Aug-lino dos Sanios
Andrade, que nos ronsla por pessoa circumspecta,
trata com lodo raimo e cuidado o seu Juvenal.
_ Pedimos ao Kvm. Sr? padre vigario da lioa-
\ isla que mande sindirar.se 110 herco do Espiuheiro
lia una casa cora duas moras paglas, porque no-'
ronsla que sim, e seudo exacto asentado be dizer 11
re-to.
Exislc na freguezia de S. Jos, ra do Ale-
enm n.... urna desgranada miilhcr, parda, escrava,
de nome Mariauua, a qual pelo seu estado morboso
e tolal abandono em quo vive, mendiga o pAo pelos
ras desla cidade c entretanto os senhores dessa in-
feliz vivera cora alguma abaslanra em certa ra do
Kecife.
1) Sr. M. A. Torres,pharmaceulico eslaheleci.lo
no j.aleo do Ierro, he digno dos maiores elogios pe-
la constancia com que lem abarlo a sua botica ale a
meia noile, desde que enlre nos rebculouo cholera,
e pela pr..inpli,i,lo era que se levanta, seja a qu
liora for para aviar as receitas de quem o procura.
lia billa de mdicos Qual Keparem que
quando cahe urna stima quai.tus ii'um brir e fe-
char dolhus nio apparecem '. E logo que nao podera
cui.secuir meiboras, vollam d-s.puntados c resmun-
gando se eslava lgido como cura-lo 1 us fal-
lamos em os nir.lii us de muinluu,
Judos cunhecein o Sr. Thom Perelli,es ro que i. povu o apona cumu um |ilulusopho : p..u-
.0 se lem dito 011 nada a respeilo delte ; pois saiba
o leilur, que alm de ser 1 almete um comprohen-
dedor disto tudo quo vai c pelo iiusso lorrau/.inhu,
he ura chrislAo devolado pobreza. Em sua casa
ten una bem provida ainbulanria.que s he dos po-
te una ou oulra familia de seu ronlieciinen-
JABOA'lAo
i de marro | os 8 hora- da inaiiba.
Ha Irez especies de pessoas r.uriusasmulher, diabo
e um rurrespondente. Algumas vezes 11A0 deixu de
bamar pensando se ai diabo he pessoa ou couza.Da
inullier e correspondente eslou corlo sao pessoas:
mas o asaba ou mulher faz voltar-me a cabera.
Ora. rurioio como mulher, entend dever irao
quarleiro do Pico ver o que i3o fazer os Irez
subdelegado vigario e Moraes. Cr Vmc. que
haja em nossa Ierra a miseria Irlandeza '.' pois ha.
No Piro deparei en e a commissao beneficenle com
don mulherea, cada urna com 7 filhot de 6 annus
para baixo, mellados i.'uma choupana com st dous
reparlimenlot e Uo mal tapados que o valo a a
TRIBUNAL DO COMMEKCIO.
Sessao judiciariaem 5 de marrj de 18i(i.
Presidencia do Exm. Sr. desembrgadorSouza.
Prsenles os membros do tribunal.
Nao houve o que Iralar.
O Sr. eommendador Anlonio de Souz.i l.e.lo. pro-
prielario do engenho Morenos, envin dez buis pa-
ra (aprmenlo desla cidade, vista do pedido de S.
Exc. o Sr. pretidenle, os quaes foram mandados en-
tregar ao fiscal eucarregado do arougue. S. Etc.
.-eradeceu a prompli.lao desla remes-a e pedio-llie
que compraste per conta do governo todo o gado que
podesse. M
O Sr. Dr. Pedro Pereira llezerra de Arautu Bel-
trlo olferlou a quanlia de 40O3OOO rs. para soecorro
das pessoas atacadas da epidemia, os quaes foram
remedidos a commis-.lo central de beneficencia. S.
Exc. o Sr. presidente agrndeceu.
Por noticias viudas da Colonia Militar de Pimen-
leiras, cousta que a epidemia all vai lomando maior
inlensidade, queja haviam morrillo 5 crinos- o
seu direclor, apezar de ligeirameule alacado, conti-
nua a prestar bous serviros.
D.i> carias dos nossos correspondentes da Parala-
ba, Goanoa, JaboalAo, Barreiros e Bonito verAo os
leilorcs o que por estes lugares ha occorrido.
BULLETIM DOCIIOI.EKA-MOKBIS.
Hospital da Boa-Vista, dia i, saturara curados ,
niurreram 6, e acliavainse em Iralamenlo i.
Hospital de S.J.isera dala de 5, acham-sc em
traiamenlu II .lenles, tallecern! 6.
lluspilal du Carino uxistem 11 doentes, sendo, 7
homens el mulheres ; Tallecern! >, um homem e
una mulher.
Helaran das pessoas que fallecern) do cholera-mor-
bus e foram sepultadas 00 cemilerio publico das
li horas da (arde do dial. os 6 da tarde do
da 2 de marjo de 1856.
Licrtt.
Numero 717Paulo do Carmo Freir, Baha, 39
anuos, tollero, preto, S. Jos, na albergara.
dem 718 l'raneisca Maria do Carmo, Pernambu-
co, 36 annos, catada, parda. 8. Juse, em casa.
dem 719Joaquim (africano forro,) frica, prclo
Kecife, era casa,
dem 70Manoel da Casta Comes. Portugal 50an-
nos, sollelro, hranco, Kecife, em casa.
dem 7:21Francisca de Paula Cavalcanli, Peniain-
buco, 3ti anuos, casada, parda, S. Josc, em casa.
Mera TJos Germano de Oliveira, p'ernambuco,
M) anuos, solteiro, prelu, Boa-Vista, em casa.
dem JSB Praiedes Alivalo, Pernambuco, 18 an-
uos, solleiro, Ba-Vista, soldado de arlilices, em
casa.
dem 7iAntonio Correia Maia Jnior, Pernam-
buco, 12 anuos, pardu, Boa-Vista, em casa.
dem725Horrada Candida Prxedes, Pernambu.
co, anuos, solleira, pardg, Boa-Visla, em casa.
dem 72l>Severina Gomes de Jess, Pernambuco,
80 anuos, viuva, parda, Boa-Visla, em casa.
dem 727Cosme Damiao da Silta, Pernambuco,
30 anuos, solleiro, pardo, S. Jos, em casa.
dem 738Lua Gonzaga, Para :12 anuos, solleiro,
pardo, S. Jusc, era casa.
dem 730Luiza Romana dos Prazeres, Pernambu-
co, 10 annos, solleira, preta, S. Jos, era casa.
dem 731 Caliste JoAo Damasceno, Pernambuco,
32 annus, tolleiro, prelo. S. Jos, em casa.
dem 732Manoel Araancio da Kessurreiro, Per-
nambuco, 7 anuo, prelo, Boa-Villa, em casa.
dem 733Manoel l-erreira Duarle, iVrn.iiuh.ico
:i anuos, casado, pardo, Boa-Visla, em casa.
I.lem 73iCarolina, Pernambuco, 7 anuos, brauca.
Boa-Vista, em c.s.1.
dem 733Josc Guilherme, frica, o airaos, sollei-
ro, prelo, Boa-Visla, em casa.
dem 736JoAo liaplisla, Pao d'Alho, 10 anno-, sol-
leiro, pardo, S. Jos, em casa.
dem 737Manuel Barros da Paz, Pernambuco, 12
anuos, sclleiro, prelo. Recite, em casa.
dem 73Sl'lorinda Maria de Jess, Pernambuco,
20 aunos, solteira. preta, Boa-Visla, em casa.
dem 739Ignez do Monte, Pernambuco, 30 annos,
solleira, era casa.
dem 710Maria. Pernambuco. 15 anuos, solleira,
branca, Boa-Vista, em casa.
dem IIIUlerea Maria de Jess, Pernambuco, 00
aunos, viuva, parda, S. Josc, em casa.
dem 712Joaquina Mara, Arrica, 40 anuos, sol-
leira, prela, S. Jo-, em casa.
dem 743Zelerina Maria dos Prazeres, Pernambu-
co, 18 anuos solleira, parda, S. Jos, era casa.
dem 744Bruna Iguaria da ConccicAo, Pernambu-
co, 35 anuos, solleira, prela, S, Jo,, em casa.
dem 715l'raiicelina Da Munteiro, Pernambuco,
2 annus, sulleira, prela, Recife, em casa.
dem 7lliThereza Maria de Jess, Fernamhuce, 77
anuos, viuva, branca,',S. Jos, em casa.
dem 717Maria Zeferiua dos Santos, Pernambuco,
i 30 annos, casada, parda, S. Jos, em casa.
I lem 748Pedro Antonio de Alleluia Pacheco,
Pernambuco, 13 anuos, solleiro, pardo, S. Josc,
em casa.
dem 749Maria Thereza Cavalcanli, Pernambuco,
solleira, preta, Boa-Visla, em casa.
dem 750Maria Joaquina, Pernambuco, 40 anuos,
solleira, prela, Boa-Vista, em casa.
dem 751Antonia Gervasia, Peruambuco, 50 an-
uos, solleira, par.le. S. Jos, em casa.
dem 752Manoel Marques, frica, 50 anuos, casa-
do, prelo, S. Jusc, emlcasa.
I.lem 753Joaiina, Vieira de Mello, Pciunmboco,
18 annos, viuva, parda, S. Jo, cm ca dem 754 l.ourenca Anglica da Conceh-ae, Per-
nambuco, 25 anuos, solleira, preta, Bua-Visla, em
casa.
Idciii755--I''rancisca das Dores, Porlo-Alegre, 40
annos, solleira, prela, Boa-Vista, em casa.
dem736 Francisco l.auriauo de Moura. Pernam-
buco, 20 anuos, solleiro, pardo, Boa-Visla, em
casa.
Ilcm 757Paula Maria de Jess, Pernambuco, 32
anuos, casada, parda, Boa-Vista, em casa.
Maria da Conha Guimaraes,
Pernambuco, 18 anuos, solleira, branca, Santo-
Anlonio, em casa.
dem 759Albina, Pernambuco, 20 annos, solteira,
parda, S. .\iii. nio, era casa.
Idein 700Maria de Tal Pernambuco, ti mezas, par-
da, Boa-Visla, em casa.
I.lem 761(crtrmles livre, 1 frica, 74 anuos, sol-
leira, prela, Boa-Visla, era casa.
Idein7t>2Gamillo Pereira da Rocha, Pernambuco,
3n annos, pardu, Recife, em casa.
dem 7(13 Rosa, frica, 50 anuos, solleira, prela, S.
Antonio, em casa.
dem 781Florencia I.uzia Gonzaga, Pernambuco,
21 anuos, solleira, parda, Boa-Visla, em casa.
dem 782Domingas Maria dos Alijos, Pernambn-
co, 50 annos, parda, Sanio Antonio, em casa.
dem 783Elisia Emilia Zo do Cotilo, Pernam-
buco, i anuos, branca, llua-Visla, cm rasa,
dem 784Mariana Maeaiia da Costa, Pernambuco,
35 anuos, viuva, prela, S. Jos, em casa,
dem 785Maria Izidra, Pornanibuco, 15 aunos,
solleira, parda, Recife, em casa,
dem 780Florencia Cavalcanli da Silva, Pemam
buco, 15 annos, viuva, parda, S. Jos, em casa,
dem 787Franrisca da Silva Ferrcira, frica, 15
amios, prela, S. Jos, em cama.
dem 788Joaquina Maria das Mercs, l'einambu-
co, 30 anuos, casada, pirda, S. Josc, em casa,
dem 789Joaquim Ferrcira de Meudoi)c,a, Pernam-
buco, 20 annos, parda, Boa-Vista, em casa,
dem 790Josepha Maria da CmiccirAo, Pernam-
buco, paida, Boa-Visla, em casa,
dem 791Claudina, 8 ineze, branru, lloa-Vitla,
em casa.
/i'srrnros.
Nmeros 356l.uiz, frica, 19 annus, solteiro. San-
io Antonio, em casa,
dem 357Maria, frica, 00 anuos, solleira. Sanio
Anlonio, em casa.
Ideni358Mara, Pernambuco, III anuos, solleira,
Santo Antonio, em casa.
dem 359Thomazia, Peruambuco, SO aunos, sol-
leira, S. Jos, era casa,
dem 360Antonio, frica, 45 anno, solteiro, San
Jos, em casa.
dem 861Domingos, Sobral, 29 anuos, solteiro, S.
Jos, em casa.
dem 302 Una, frica, 40 annos, solleira, S. Jos,
em casa.
dem 303Jorge, 25 anuos, solleiro. Recife, era
casa.
1,1;.11 304Luiz, frica, 21 anuos, solleiro. Retire,
em casa.
dem 365 Benedicto, frica, 35 anuos, solleiro,
Recife, era casa.
dem 366Margarida, Pernambuco, 30 aunos, sol-
leira, Recife, em casa.
dem 367Maria, frica, 21 anuos, solleira, Recife,
em casa,
dem 368Albino, 25 annus,-solleiro, Becife, em
casa,
dem 369Seveiino, 10 anuos, solleiro, Recife, era
casa.
I.lem 370Francisco, frica, 25 anuos, solleiro,
Boa-Vista, em casa.
dem 371Gal.lino, Peruambuco, 26 annos, solleiro,
S. Jos, 1111 casa.
I.lem 372Antonia, frica, 30 anuos, solleira, Re-
cife, em casa.
dem 373Mariaiina, Afica, 10 aiints, solleira, Re-
cife, em casa,
dem 371 Joaquim, Peruambuco, 35 annos, sollei-
ro, Recife. era cesa.
dem 375Cecilia, frica, 25 anuos, sulleira, S. Jo-
s, cm casa,
dem 370Dionizia, 10 anuo, sulleira, Bua-Visla.
em casa.
dem 377Mara, frica, 25 annus, solleira, Reci-
te, em casa,
dem 378Seveiino, Peruambuco, 27 aunos, soltei-
ro, Sanio Aulonio. em casa.
dem 379Joaquim, frica, 10 annus, sulleiro, Re-
rife, em casa,
dem 380Ventura, frica, 50 anuos, solleiro, Ke-
cife, em casa,
dem 381 Pauto, frica, 56 annus, -ulleiro, Boa-
Vista, era casa.
dem 382Domingas, Peruambuco, 40 anuos, sollei-
ra, S. Jos', em casa.
/lesumo da morlalidade.
Morlalidade do dia 5 al s 6 horas da larde100
Homens 56 mulhercs 39 prvulos 5.
Tolal da morlalidade ale boje 51,501.
Homens 733 mulheres 708 prvulos 60.
Recife 5 de marro de 1856.
A commissao dcbvgieue publica i uterina,
Drs. .'.i Pereira, presidente.
/ irma Xavier, secretario.
/. I'ogqi, a.lj.iuriii.
otte&poiibenciix.
ERRATA.
Na primeira poesiaest3.aversos 13emvez
de Ceriola-oCerfo.
Na quarta poesiaest2.averso 5.em tez de
(sila-seL.
(i
D.t.terdo
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 :i|i a 28 d. por 13.
Paris, 318 rs. por f,
Lisboa, 92por 100.
.1 Rio .le Janeiro, ao par.
Aceces do Bai.cn, 35 Opl de premio.
Acctfes di cuinpanhia de iebelihe. .
AejSet da coiup.inliia IVrnaii'bueana
1 Clili.b le Publica, 30 purcenlo de
.. Indeinuisadura.seci vendas.
Discoulo de leltras, de 12 a 15 por 0|.||
, MI.IAE8.
Ouro.(Jocas hespauliulas. .
Moedas de 69400 velhas
11 Oo'iO novas
>< 45000. ,
Prata.PatacAes hrasileiros. .
Pesos col.unnar o-. ,
i> mexicanos. ,
.,1-iKKI
ao par.
premio.
280 a 28*500
. I6JO00
. OJOOO
. 9|000
25000
25000
I 860
Al.FAN DECA.
Rendimenlo dodia I a 4 .
Idam do dia 5 ..... .
' 28:2513633
4:1659557
32:4205190
Detearrega hoje 6 de marro.
Barca inglesa Lauraurnas e caate.
Brigue inglezI.' .mimerradorias.
Uiale brasileiroDon* amigosdiversos seeros.
IMPORTA^AO'.
Vapor inglez Tuy, vindo dos porlos da Europa,
consignado a ageucia, manifeslou u seguinte :
I caita juias ; a Oclavianode Sooza Franca.
1 dita ditas ; a J. P. Adonr & C.
2 .lilas ditas ; a.Rabe Scliamelan & C.
I dita .lila- ; a C. Beer.
I dita ditas ; 2 ditas teci.los ; a Timm Momseu \
Vioaasa.
1 dita joias e dluheiro, 13 ditas tecidos, I dita
amostras ; a L. Keruu c\ C.
1 dita relogios, 1 enibriilho amostras : a Soulhal
Mellor A; (;.
1 dito e 1 caixa relogios, 2 embrulhos amo-Ira- ;
a II. (iili-ini.
3 caitas lacados, 3 ditase 1 embrulhos amostras ;
a J. KellertA; C.
I caixa tecidos ; a Guimaraes.
5 dita* dilos ; a Feidel Pinto iS C.
I fardo dilos, I dilu e I einbrulho amostras,; a
fi.O. Beber& C.
1 caixa dinheiro, 1 embrulho amostras ; a Isaac,
Curio A; C.
I dito dilas ; a II. Bruno.
I caixa dilas ; a I m m ,ni.
1 dita ditas ; a J. R. Ceibo.
1 dila dilas ; a L. A. Siqueira.
1 dita dilas ; a J. C. Avres.
1 dila dilas ; a Siqueira" & Pereira.
2 dilas dilas ; a Burle & Souza.
2 dilas ditas a Srhafeitlin cv C.
1 dila dilas; a J. Byder&C.
2 Jilas dilas ; a Paln Nash.
I dila dilas ; a T. Hegwood.
I dila e 2 embrulhos amoslras ; a Fox Brolliers
i Compauhia.
I caixa amostras; a M. Um licor.
I embrulho ditas ; a Kostron Rooker c. Compa-
nbia.
I dito dilas ; a Barroca Si Castro.
I dito dilas ; a .1 dni-ton Paler A; C.
1 sacco dinheiro ; a Ignacio de Oliveira.
I dilo dito ; a Francisco Anlonio de Brilo.
I dito dito ; a F'ons?ca c, Medeiros.
I dilo dilo ; a Antonio Alves Barbosa.
I dilo dilo ; a Manoel Joaquim Hamos e Silva.
I embrulho amoslras ; a (tastos & Lcmos.
I dilo dilas ; a Russell Mellor & C.
1 dilo ditas : a J. R. Lasterra $ C.
1 dito dilas ; a II. Broun.
I dilo dilas ; a C J. Asllev.
I dito dilas; a ti. Praenr.
I dilo dilas ; a Manoel Fiueirua de laria.
I caixa relogios, 2 ditas bichas, 3 ditas amostras
;i ordem.
Polaca hcspanhola Flora, viuda de Bueuos-Av-
res, consignada i Viuva Ainonin i\ Filho, manifes-
tou o segointe :
2,880 quiuUes de carne secca, ou 9,000 arrobas,
pe'o portu.uez
JONSULAOO GEKAL.
Kcudimeiito dr, .ta tai 2:I853''91
I.lem do dia 5....... 162:202
Para a Paralo ha,
a escuna /Wo.a recebe nesles 4 das algaras carta :
para fres Irata-se no r*criplorio|de Isaac. Caria 4
Companhia, roa da Cruz n. 49.
Para \ Babia segu esa poucos das o vtese o
hem cuuhecido i,rale brasileiro Catiro, par lar a
maior parle da carga 1 ..npia 1 para resta trata-
se rom seu cuusisnalai unuicoa Aires Mathasst,
na ra da Cruz n. 54. .'
Para o Rio de Janeiro,- ao dia 6 do cerreale a
brigue /.i.'o, capillo Benlo Goncalves Asa*r-; t
recebe escravos a fretc : a tratar can Carta Cyria-
co da C. M., ao lado do Corpo Saolo n. 25.
Companhia Btasileira de Paquete a
Vapor.
O apar 7ie-
ra-HtMu, ceto-
meadaata a ca-
pitaada (raga-
la Maacab,
espera-sa des
portes da asar-
le sin taaJBt-
ineuto pora
MaeekS, llakia
e Rio, a 10 da
corrale: re-
cet>e-se passaseiros. carga, encommendas e diabei-
ro a frete, na agencia, ra da Trapiche n. 40, se-
gundo andar.
N. IbOs volumet sujeilos a despacho, su ala
admitlidos no dia da chegada do vapor, e a dia da
saluda he detliiiado para a recep^o de
das, passageiros e dioheiro al rt horas de
ente.
d!3e.
LEILAO DE BENEFICEHC1A.
Marcoliuo de Borja Geraldes.agenle de leilocs cesa
.irinarcm na ra do Collegio o. 15, atirete se pera
i'llecluar um ou mais leiloet. em beneficio das pes-
soss necessiladas. Todo e qoalqoer individa sjsm
quizer concorrer cura ohjectus para.taet leiloet. pra-
licando assim um acto de caridade, pode dirigir se
ao agente mencionado, que offerece o pradtscts t
seu (raballio, a commissao qoe pagan os ttnpisda
res, para soecorro dos que. na poca actual, delle
precisarem. E romo quer que exista una coaanit-
sAo central de beneficencia, esla sera sciealifieada da
dia du Iim1.~i.ji. |iara comparecer, qnerendo, receanr
o produelo que haja de ser apurado. O ageate 4ct-
nia mencionado espera ser alleudido, e se prtasete
que a populirao desla cidade dar ama prora robas
(a dos sentimenlos cari.losos qoe a dominan. O dia
sera annuiiciado previamen'e.
O agente Oliveira fart leilao, por urden da
Charles II. Me. Cleare, capitao da barca norte aase-
rican Smilh fieldi., c de seu consignatario Williasa
Lilly Jnior, por aulun-acAu da alfa.idega, e esa
|uo-enra de um seu empregsdo, asain come ala ata
Sr. cnsul dos Esladot-lnidos, e por coala a 1
de quem pertencer, dos manlimenlot, sob
c carga da dila barca, legalmenle condenaada 1
porto onde arribou por forca maior, na recente via-
gero que fazia de Warren ruin deslino pescaria ;
eonsiaiindo os nbjectos principies em brrit cesa car-
nes saleadas, familia de trigo, azeile de paite, aka-
tr.ni. reos de ferro, tduelas, ancoras e aahaa da far-
ro pequeas, milho, pastas, manleiza, pipas casa bo-
lacha, sabao, arcos de ferro, taboas de piola, sestas
de lenha, cal, pipas e linas vasiss, ditas con cabos,
peras de dilo, velas do navio novas velaas, ote do
lindara, qoeijos, moiles. roups feila, cate, cabos
vclhos, pimeula. vinagre, assucar, raellaro, fijla,
arroz, Ionio e charulot, raclnmbos, tintas, prensa,
machados, si palos, cha, raixoes com loara, Mbas da
cobre, ferramenla, remos, pedarot de viradores, est-
xa cora remedios, agulhas de marear, a aneare be-
leeiras rom pertenres etc. : sabbado o seseada-let-
ra, 8 e 10 do rorrete, ss 10 horas da maabaa, ao
armazem rio Kerreira, caes de Apolla.
Henry Forsler c\ Companhia fario leilao, per
inlervenrao do agente Oliveira, e por coala risco
de quem pertencer. de cerca 150 barra de baaha da
porco: tetta-feira, 7 do rorrenle. as 10
ma-ihaa, .1 pona da alandega.
2:61Tci:il
K1VBRSAS PROVINCIAS.
Keudinienl.' Jo dia 1 1 S 62SKU
dem do di 5....... 63X843
enliores redactores.Lendu u Diario de Per-
natnbuia 11. 54, deparei com o olliciu 1I0 Sr. Dr.
Joaquim de Aquino Fonscra, dlrifido ao Exm. Sr.
presidente da provincia em dala de 27 do nei de fe-
vereiro ullimu ; e ainda que llgun cousa caneado
do longo (raballio, com que lulei c que aiuda se ala
araliou, desde que por infeliciib.de nossa appareceo
nesle lerrao a lerrivel e sempre honrorosa epidemia
do cholera ; todava nflo me pude eonler quando no
arrasoado du Sr. Dr. Aquino cncoiitrci expresses
injustas a meu respeilo e injuriosas ao hora e co-
rajoso povo da Victoria.Di! o Sr. Dr. Aquinu___
Era Santo Ailo u delegado capilaucando os ho-
meopatas, aegnado se diz, fez crer a popularau que
uAo liuu inelbor lemedio contra a epidemia que
os glbulos, e tal foi a habilidade que os especulado-
res empregaram, que conseguiram seduzi-la, regei-
lando ella por sugesloes suas us soccorros mediros,
que lhe erara ministrados por pessoas compelemos.
Continua o Sr. Dr.: Os facultativos que cidade da
Victoria foram pur ordem de S. Exc. autlrcram io
suitos, viran-se epedrejadoa e tiveram de retirsr-se;
de sorle que o cholera nio enconlrsndo nada, quo
se oppozesse ao seu furor, fez innmeras victimas e
aiuda hoje um m facultativo ato puderia permane-
cer all, se mi fura o desengauu ; e ter declinado
lano a epidemia que se julga etlinrla, culretanto
o que praticava a auloridadc policial da Victoria
era uraa infraerju do regulameulo, e os estragos da
pupulao.au erara a cunsequencia. Perinittam-me,
Srs. redactores, que para detTeader-ne e ao povo da
\ ictoria traga a minha historia de mais longe.
No dia 13 de Janeiro appareceu o cholera em Ca-
cimbas, mas esle laclo s veio ao meu conhecimenlo
uo da 16 pur olliciu du iuspeclur .le quarleirao Ma-
noel Joaquim Mureira, e nu mesmo momento dei
parte ao Exm. Sr. presidente da provincia, que nio
se deiuorou ni dar todas as providencias que o caso
exiga.
Invade o cholera esla cidade da Victoria, alii cha-
lan dous acadmicos e logo apos desle us cirur-
gues Rodrigues, Romualdo, c Tenorio em commis-
sao para diversos poutos dos serloes, os quaes sendo
recebidos en mioha casa, ahiosdelive em quanto
oflciava ao Exm. Sr. presidente sobre ela necessi-
dade, visto como nao era possivel, que os dous aca-
dmicos somenle podessera acudir de prora po aos in-
nmeros accuuunellidos deulro e fura da cidade e
assim continuaran! os Srs. Rodrigues, tenorio, e
Romualdo a hieren a sua estada em minha casa,
que lamban foi franqueada aos dous acadmicos,
cuino a (odos os senhores mdicos que della se qui-
zeram servir. Adoeceram os acadmicos e relira-
ram-se. Cbegaram os Srs. Drs. Carueiro Munteiro
e Coiliiiho e depois de preslarem servicosa.locrcm e
se relirara. Cnega u meu amigo Sr. Dr. Brilo com
o Sr. Dr. Klbeiro, c quaudo esles senhores que lau-
to aiiiiuaraiii a ri.la.le cncelavaiii us seus Irabalhus
mdicos, infelizmeuie loi aceomnellido do mal cm
nimba casa oSr. Dr. Biilo apenas principavaa jantar
c na iiianlia tegainle relirou-sesendo acemnanhndo
do seu ronipaulieiro licando enlao os
6879046
Srs. Dr. Cosa,
dem'iiMarcolina Rosado Lima, Peruambuco, e cirurgies Rodrigues, Koiuuahlo e Tenorio.
ores
lo. Desde pela manilla sl a uoile o Sr. Peretli,
sem es.es buliciot, sem essas correirat, ixlta us
seus duenles, furnecc-os, te silo pobres, de bata e
Comer, va quem for asuacasa alta noile, cliaina-lu,
elle la vai com o seu andar pausado, e pur nilo cur-
rer ainda
2i anuos, casada, parda, Sanio-Antonio, coslurei-
ra, 0111 casa.
dem 765Justina, Pernambuco, 'i annos, parda,
Sanio Anlonio, em casa.
dem 766Joaquina Maria da Couceirao, Pernam-
buco, :tOaiiuos, solleira, parda, Boa-Vista, me
rasa.
I.lem 767Mara Joanna da Couceirao, Pernam-
buco, 26 anuos, casada, prela, San Jos, era
rasa. .
dem 70SOlimpia Maria do llora Parlo, Per-
nainbneo, 1 anuos, solleira, parda. San Josc,
em casa.
Llem 769 Joao Antonio Leilao Jnior, Per-
nambuco, 3 anuos, brauco, Boa-Visla, em
rasa.
dem 770Archangelo Francisco de Mello, Pernam-
bucu, 30 annos, casado, pardu, Boi-Vuli, en
casa.
dem 771Antonio Correa do Nascimciilo, Pcrn.im-
buen, 35 annos, prelo, Recito, hospital provisorio
de mullidla.
IJein772alaria Cornelina Comes nanbnco, 30 annus, rasa,(a, braura, San Jusc, era
casa.
us l^ofn.1cSu,?^Lr,!SfPB '"' l'rCS'ar i Utm -Anlonio Theulonu dos Santos, Pemam-
soecurrus .1 quem elle precisa, blle mesmu pre-
para seus inedicamenlos na forma recommendida ,
emhm u Sr. iliume l'erelli I0111 prestado multes
serviros e nao quer que de sorle alL'Uiua se falle
nellcs. IVdimns que nos contesten ; pedimos aos
Srs. Drs. lerreira o Aquinu, que au nosjleiveu.
menlir, pedimos a nina grande liarle dus moradores
de Belm e Rusarinho que us ajude a inoslrar ao
puhliru, quem he o Sr. Thomo Perelli ; pudimos
einlim ao Sr. altores Assiinipraii, que nos esclarera
se anda lia pouco das Smr. nao levou para us po-
bres de Belm prelo de medicamentos mandados
pelo Sr. Perelli. E porque estariain lao boas acc.es
era silencio '.'
Agua Prela en- que dislriclo estar '.' Consta-
nos que ha una carta viuda desse lugar, que d as.
nuinas mais tristes possiveis. Ni s fareraoslodo pos-
sivel pur colher della ai que inleressarem ao pu-
blico.
Air amanhS.
buco, 38 anuos, casado, pardo, Sanio Antonio, em
casa.
Ideiu 77-iCtpraoo Francisco do Reg, Pernara-
bucu, o anuos, casado, prelo, Boa-Visld, em
casa.
1 lem 775Luiza, solleira, prela, Boa-Vista, era
casa.
dem 776(iiiilh;rmina Maria de Souza, Pernam-
buco. 6 anuos, parda, S. Jos, em casa.
dem 777Auna, vlivre, Periiarabucu, 60 auno,'
sulleira, parda, Bua-Visla, cm casa.
dem 778Carolina Lopes Dias,Pernamliucr>,30 au-
nos, solleira, branca, Sanio Aulonio, em caso.
dem 770Luiza Mariada Conceicio, frica, 70an-
nos, sulleira, prela, S. Jos, em casi.
ldim 780Mara Joaquina da Silva, Pernambuco,
25 annus, solleira, brauca, S. Jos, em cata.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DOCO.NM I, DO DESIA CIDADE .NO DI A
5 HE MARCO DE 1856.
Havrelincue francer (Alma", Lasserre i5 Coiups-
nina, i8i cornos salsa las.
PortoBarra portoguezi .(Leal, Barroca v tUs'lro,
52 cascos niel,
demBarca porlugueza Leal, Manuel Juaquim
Ramos e Silva, 32 cascus dem.
Exportacao .
Havre pelo Rio Grande do Norte, brigue francez
..Alian, do 225 toneladas, coudnzio o seguinte :13
caixas perfumarlas, 800 sanos estacar, 484 couros
salgados. 7 arrobas de cobre velho.
Lisboa, brigue porluguez ..lncomparavelu, de 311
toneladas, conduzio o seguinte : 3,450 saceos com
17,250 arrobas de assucar, 312 couros salgados, 30
birria de 5.- mel, 12 pranchoes de amarello.
CONSULADO PROVINCIAL.
Hen.liinenlo dodia 1 a i .... 1:9085176
dem do dia 5....... 576j002
2:5Ul78
9&irimmt0 H ptt.
HavU) {entrado no dia 5.
BabiaS .lias, hiale brasileiro ..Dous Amisosn, de
1(6 toneladas, meslre linio Rodrigues Vianoa
Dantas, equipagem 7, carga fazendas, cafe e mais
gneros; a Auloniu Luiz de Azevedo Oliveira.
'atio sabido no mesmo dia.
Watt-IndiosBarca iiileza Coran, capitao James
Wallare, em lastro.
&trfttroci5e3.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pci-nairbtico sueca a vista
Pi'ecisa-se alugar dous preto* capti-
vos, il.iiiiin-M- o sustento, para tiaballiar
nesta tvpogtaphia : na livrtrria ns. lie X
ra praca da liiclepeendencia.
Hoje, pelas 2 lunas da tarde, peran-
te o E\m. Sr- l)r. juiz Jo commercio, te
liao de ,.i; .'inalai diversas fazendas, pe-
nhoradas por Koslron Kooker & C, a seii
devedor Joiio Alexandre Vieira, conforme
fui publicado neste DIARIO do 1* do
coirente.
Se o artigo de hontem i,em rectificaran ao poaii-
rado anles ,i- lioulem 3, na folhao Pai-.em me
falla de um subordinado da casa estraaacira, soso
enfeude com o caixeir. do rmateos desea cosa, res-
ponde-se mui rathegoricamenle, qne ene caixeir,
i.eu. peoa al^nuia da dila casa oflerecea oar'fas
com oulra fazeitda a membro ou membros de coas-
nissAes benerieenles, mas -im a logiitat. para qoen
una e oulra fszenda sao vcudaveia ; acranead
mais, que dilas baeias foram mandadas ir tarea
smenle para terem vendidas com a taieada asa
questo barraganas para rapte- perleurenle ao
mesmo correspondente, e pelos oreos de 700 rs.
ova b de bai'la, e 650 rs. a jarda de liarracana ; asas
higo que appareceu alguem, pedindo barias ara a
beneficencia, nao su cedeo-se um, porm todos es
qualro fardos que li.viam em ser e aiade as al-
farolees para despachar, por ter descarregado aeaae
inesmo diasegunda-fcira 3\
Esla satisfarn da-se uoieamenlc para iIosim
odiosidades de quem nio as merece.
Dando poblicida.le a citas buhes. Srs. redactaras,
muilo grate Ihes ser o seu leilor e criado. **
Julsandoeu de inrompreliensivel insigaifieaa-
cia a polmica que commigo queresa tratar por i
sa de algumas estacas corladas en terreadas
olio Monjope, pira a confecrao do cemilerio i
villa, dando eu ao administrador de dito i nf,fbo
urna satisfarn por nao ter sido ouvido. e offerocoa-
do-me para pagar o que podasen valer, peo lieoa-
ra para nao apauh.ir ISo srdida luva. deixaoo ooc
o publico imparriai d a r.zao a quen tiver. Tilla
de Iguarassu' 3 de muren de 1856.
Adelino A. de Luoa Freir.
O abaixo astignado roaa a lodos os atahona sa-
cerdotes resideules em Olinda, o favor da virara ce-
lebrar no dia 8 do corrale, os igreja de iV S. de
tiua.lel.ipe. peh alma de sos presada consorte D.
Maria Carinelina Comes do Reao. cota a i anata de
I-.IVHIManoet Dionisio Gomes do Rege.
Firmino Lucas de Azevedo Soares (i
lilhn Jellerson Mirabeau Oleroo das Mercs Gordo,
sobie o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban- aba' ''""los, eslando al hoje con o auxilio do
ordo ese
"> de dezcinbi'o de
da direccao, Joao
co de Pernambuco
t8o.O secretario
Ignacio de Medeiros llego.
O banco de Pernambuco toma dinhei-
ro a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2V de
novcinbrn de 18,").".Joao Ignacio de
Medeiros llego, secretario da dnecco.
SfciSoS WXatw.
Chegain linalineute os Srs. Drs. Souza e Albu-
querque, quando ainda morlalidade era de 60
pessoas. os quaes com o Sr. Dr. Cosa, honra Ibes
eja feila, preslaram com lodo cuidado, zelo, e co-
ragem lodos os succorros de sua honrosa prufissao, j,i
aos ICOommellidoi de deulro di cidade apresenlan-
se em suas casas, j recelUndo Je inandando reme-
dios aos de fora. K quenlas ve/es nao mandei por-
tadores de fora a casa do digno Sr. Dr. Souza para
aviar recoltas e mandar remedios1! Elle que o diga.
Como pois pode dier o Sr. Dr. Aquino que o de-
legado da Victoria capilaueoo us liomeopallias fazen-
do cror ao povo, que os glbulos eram o inelbor re-
medio, o privando assim dos sorcorros mediros, e
roiitrihuiu.lo para I morlalidade Eis oulra prosa
conlra a a quo osr. Rodrgaos se ingerir era irreojoa do hot-
pilal a cargo do Sr. Dr. Souza,cu llie exlrauli-i o seu
prurodiuionlu offleinlmenle, e lhe ruguei que o nao
repeliste donde se podo inlerir, qus se i> delegado
fos-e rapilii d.s li"iii"iip.Ibas, apoiaria o seu sol-
dado Rodrigues. J se t pois que nio be nac i
u que disse o Sr. Di. Aqu......j a repello .bis lio -
inoopallias, ja dos S'S. me (uo-, que se nilo retira-
ra"! por seren insullndua e ipedrejados, mas -mi por
causa justa e involuntaria, a molestia, nio ollando
noenlrelanlo os seotcompanheiros de vlagem.
Reiirarain-sc os Srs. ciruruies Rodrisues e Ro-
mualdo, esle .lenle, e aqaelle a entender-sc com
o Exm. Sr. presidente, continua
lbos os Srs. Drs. Souza,
rurgio Tenorio, que pe
reea.lo da desinferrai do cemilerio do norteCaja
e os mais da cidade, (raballio este, que ultiinaineii-
le posn sobre oSr. Dr. Souza pola ausencia do Sr.
Dr. Albuqueriue, e pur orcuparau da Sr. Dr. Cosa
cora o rclalorio, esbiu.lo a carao du Sr. Dr. Suuza
o Iratu rio hospital.
Eis, Srs. redactores, como se patsaram as eoossa
na Virlona relativas a soccorros mdicos, e a iusul-
los e epedrejamentos invenlados. E>lou convenci-
do em iniiiba ron-rionci.i que u.iu infrinei n regula-
incnluate que falla o Sr. Dr. Aquinu, o que nao con-
tribu directa ou indireclaraenie para a morlalidade
cuja origen) o Sr. Dr. Aquino .leve procurar.nilo nas
razes que aprsenla, mas em oulras. (Juando po-
rem se lem era visla algum lirn, t se applicam os
ineios que couvem para se chegar a elle.
Hasta. Srs. redaelures, jasou muilo extenso. Ouei-
ram porlanto hourar-me com inserir estas linhas no
seo acreditado jorusl, no que far3u grande favor ao
seu constante leitor
Tiburtino Pinto de Almdia.
Victoria. 2de marcu de 1856.
Para o nio de
Janeiro
t maior pat-
bem conhecido
o resto
salu: com brevidade por ter
te da carga ptompta, o
brigue nacional Fllt.MA : par;
da mesilla, passageiros e escravos a i'tete,
para que tem excellenles coinmodos, 1ra-
ta-secom os consigna la i ios-Novaes i\ C, na
ruado Trapiche n. .Vt, primeiro andar,
ou com o capitao na praca.
Para o ttio de
Janeiro
talie rom muita brevidade por ter a toaior
parte da carga prompta, o litigue escu-
na HARA : para o resto da ir.rsma.
paasageiroseescrav lafrete, para que tem
excellentas com modos, trata-se com os
consignatarios Novaes & C, na ra do
o ti com
c::;a,:,'!;t,^erZ,e,lrl:!T'-'1,i^''"- ^< Prime.,-0 andar,
o Sr. Dr. Souza foi encar- CapiOo na praca.
- I ara o Rio Grande do Sul, o brigoe narianal
Le.io, capil.o lana s lera piara para illO barr
eatcoin assucar : para frete trala-se no eseriplorio
de Uaac Curi > Companhia, ra da Cruz u. 19.
rt
Precisa-sede20:000s000,
pouco mais ou menos, a
risco martimo, sobre o
.cascoe carregamento da
dti barca americana .Calhe-
tina Augusta, capitao George llawe,
para pagar as despezas feitat com o fa-
brico das avarias fetai em a sua viagem de
S. Tbomsz ao porto de S. Blaz, Mxico ;
recebem-se as propostas em carta fecha-
da ate as ~> horas do lia 10 da crtente,
no escriptorio de W.lliain Lill'ey Jnior,
ra do Trapicho 11. i, primeiro andar.
Deos,livres do cholera-morhus ou de qealquer oolm
locommodo. nao obstanle o choleral oslar fazeod os-
tra jo no lugar de sus residencia.o (sien scieala asa
membros de sua familia, para que saiam do citsdu
de incerteza em que por sem duvida osito, oeostso-
euintemente ds cuidados pela fall Insta arie ida
tambera aiiiiuu, iam que o cabocoliuho Msaael foi
accommellido do cholera, mat esla livre d perigo,
porque o mal redeu ao vigor da doulnn de liatmc-
iit mi. Ossvmploma, que o cabocolioho leve foram
raaos e ps fros rum caimbrss : sem perder lempo
applicou-se-lhc a ramphora. nao produzindo efleilo
com osoecurro .le fricees, niolteram se os ps n'a-
-' i quenle, que produzio uiilacrnso e evidenle ro-
suliadu, pois que deapparecerain as caimbrss e frie-
/a. e appareceu una fehre inflaminaloria casa ralor
serro ua pelle, dores de c ibera e no corpo, palto
duro e freqoenle ; nesle estado applicaado-se lhe
urna dosc de acouitum, f.u rpido o milagre, porqoe
ludo foi subsliloido por suoret qaeules, e estila so-
ta elle isenlo do perigo, e eir. observancia da arela,
que se torna de nter,s-r vital. Barreiros !. da
marro de iSMi.Firmino Curas de Aaavedo ssut
tiorJo, Jellerson Mirabeau Oleroo das Herees Gerd.
l'recisa-sc de umt ama qoe rozmhe o dnrio
de urna casa, paja-se bem : na roa do Crespo n. di.
Ilenrique Bruno ,\ Companhia, curadores Ss-
cacs da raassa fallida de Joaqoim Jos de laria Ma-
chado, previnem aos devodores desle, que nao pe-
guera a pessoa alguma en- debito, pois se o lixereui
serao obrigsdos a psgar segunda vez, o sodraren as
peuas da lei.
I'rerisa-se de orna ama de Isilc : aa roa da
Peala V.lha n. 1.
Precisa >e alugar para o servro de orna lani-
lla agleta, urna prela qoe saiba lavar, eogsnnst O
coser : na ra do l'r.i piche Novo n. 10.
Na fbrica francesa de calcado, no aterro
da Boa-Viola n. .V2,
a Iniiii so aprendiz** de 10 a Itanonsdel
c.in preferencia rpluU: a |"-soa qne tive
ineuino netlr caso, suvar.i dirigir a fabrica an-
ua rebeba .ara lomar < >i lierimenbi das roodicot
elavrer ocotapotonls raalroelo
Roga-se a commissao benelrnle desla fregae-
zia de Snulo Aiiloui>. que presle alcons soccorros a
una familia honesta que mura na ru.. eatreiu do Ro-
sario n. a:|, segando andar ; a qoal familia LSnpe
la de 5 fillw menores e de -eu rhefe ceg e paralili-
co, ai b.indo-se a maior parte afleclada do rholsrs,
nao podem euronlrar presen lemonle nutro recorto
senaO na rompaixAu daquellos qoe pie.losamenle os
quizerera sorrnrrer
U abaiu astignado avisa em Olinda familia
do Sr. lie: ii .r.un Jas Serpa, que mande con bre-
vidade rereber em sua casa, ra do (toeinado a. t*.
una quanlia q-ic Ihe.sla destinada a pe dilo da saet-
n.. Sr. Serpa. Recife .", de marro de I85K.
tiilonio Aurcliano Copes Coutioba.
O collegio das rpliaa, silo en a roa da Af-
lora, precisa de urna eozinheira liberta oo escrava,
e bem assim de Ires 'ementes prela* para o servro
interno e eximio do eslabclecimenlo : quen a la-
so se quizer pro por, dirija-se ao dilo collegio, a fal-
lar com a direrlora.O Ihesoureiro,
J. K. l>oarie.
l'aul Hebrard pai lem a honra de participar eo
respeilavel publico, que tem vendido a tas fabrica
de charutos e rata de pasto, titos ns roa do Trapiche
Novo n. -JO, ao Sr. Lu/ l'uerb, o qaal deveri teeaar
conta no dia 15 do correle. O mesas vendedor
nhriga-se a nao por oulro resiiertnl.
buco.

'
MUTILADO
ILEGIVEL


MOg DI PmWICD QUIHT* FElfiA 6 si M*^0 DE 1856
Terceira edfyao.
TRATAIEKTO HOMOPATBICO.
Preservativo e curativo
DO CHLERA-IWORBUS.
PELOS DRS.
ou ius.ruccaupovoparasepoder(-urarileslaenrermidade, administrndoos FemtdioMiiait ellicszes
par.alaifta-la.emquaiilo serecorrtaoraedico.ou mesmoparacura-laiudapendenledeste nos locares
em que nao os lia. o
TRAUZ1DO EM PORTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles dous oposrulosconlm asndieaooes mais clarase precisas, e pela sua simples e concisa esposi-
Sdo e.luao alcance de lodas a* lolelliseucias, ote ( pelo que diz respailo aos meioscuralivovcomo prin-
cipalmente aus preservativos que temdado os mais satisfactorios resultados em toda a Darle en aue
elleslem sido postos em pratica. ^
Sendo o tralamenlu horaeopathico o nico que tem dado srandes resollados no curativo desla hora-
wlenferrnid.de, luamos a proposito tradu.ir reste, dous importantes opsculos em lingua vernaci- {d. salida ediSSo 1851 : vende-te no Rio de
la, para destalle facilitar a sua leilnra a quem ignore o fraucez. B Janeiro, na livraria de Pinto \ Waldenar sucre,
\ende-se nicamente no Consultorio.do traductor ra .Nov n.,, por 2BO0O. Vendem-se tambem sores <' Mongie, rua do Ouvidor n. 87. '
os medicamentos preciso e boticas de 12 tubos com ura frasco de lindura 15. umadil da til Inho. ,
vro e a frascos de ti 59000. -Aluga-sei.m sitio com ptima casa de
viver-da, com innmeros pos de laranjei-
rase de outrat muitas iucteiras, na es-
trada de Joao de Ranos, esquina dobeo
Silvana Maria Feruandes Eiras, viuva de Joc
remandes Eiras, declara que nao deve a pesoa al-
guma. ese alguem julgar-se credor baja de apresen-
lar suas contas na ra do Queimado n. 7, primeiro
andar, dentro do prazo de i dias, a contar da dala
dcsle.
l'rerisa-se alug.r uin prelo ou lioniem forro
para o servico interno de urna casa, pagaudo-se bem;
a tratar na ra Nova n. ,"i3, botica.
Na ra do Crespo, casa n. 9, segundo andar,
precisa-se de urna ama de leite.
Precisa-se aluaar um andar de alamna casa as
ras cenlracs do bairro de Santa Antonio, que tenlia
queui Ufer aimuiicie para ser
oas acconrmodarOes
procurado.
Ollerece-c urna pessoa com pratica de negocio
para cajieiro de qualquer eslabelecimenlo, eweplo
laoeroa ou padaria, para esta provincia ou fra del-
ta ; quem precisar annuncie para ser procurado.
I'recis de Droil Adminislratif par P. Pradier-
Ni coclieira de carros fnebres do
pateo 4oParaso, precisa-sede dous bole-
eiros, pajja-sebem.
(Sompt*.
W PKUltAS PRECIOSAS-
i |
2 Aderecos de brilliantes, t
& diamantes e perolas, pul-
5R ceiras, allineles, brincos $
* e rozetas, boles e anneis
de difTerenles gostos e de
$ diversas pedraa de valor. M
J Compram, vendem ou
,,; trocam prala, ooro, bri- *
Ihanles.diamaDlesepero- '.
MOREIRA & DARTE.
ILOJA DE 01RIVES
Ra do Cabuga n.
Recebem por
dos os vapores da
ropa as obras domis
a n-
ouiio K PRATA-
V, t A
7.
to-
Eu-
+ Aderemos completos de i
* ouro, indios ditos, pulcei- :
.? ras
i
j las, e ostras quaesqner | .> m( |,,-.,, ,. rtti
! jolas di valor, a dinbeiro g lllUUel gOSlO,
to de Frautpa
.?; ou por obras.
r
e0rao
allineles, brincos e
rozelas, cordoes, trance-
* lins, mcifalhas, frrente
* e enfeiteslpara relogio, e
' oulros mullos objeclos de
: .ooro.
* Apparelhos completos,
'i de prala, para ca, ban-
dejas, salvis, caslicaes,
* colheresdesWaedecli,
... e minies oulros objeclos
* de prala.
,.4(.."(.fJ ... j
de Lisboa, as quaes vender por
preco (rom ni ocio como cosluiiiam.
rugi no dia di de fevereiro do correle iodo
nm roolecole de idade 18 a 19 anuos, pouco mais oo
menos, estatura regular a idade, olhos grandes, ma-
c,Sa do rosto alia e o queixo om pouco secco, magro,
apparecendo a tetelas olliando pelos peitos, per na
fioa, pes seceos com aiguns cravos seceos nos rues-
mos, falla um pouco gaga, levou camisa de algodo r,
d. li.lra o oo.ra de l?a. calca da raesma fazeuda de | hS.^rJ. endoCTnrUeDM ^^ ^ ^
AvsO a pobreza.
Fornecem-se geueros de primeiras necWsidades pe-
los [nero- acluaes a todas as pessoas que esliverem
em necessidade, islo sem usura algumaj porcm cora
penhores, ainda mesmo sendo roupas i tambem se
juros, sendo em ouro ou pral^ o pruhor :
novo, e inglez. um balaio de arco j vell.o : chama- hJ-'! fH!,J,taW! ?" y,:,defrnnle
m Placido? o q..l suPp,,e-se ter tomado a eslra'a de ,S' d"S 9 ,,0raS da ma""aa a' :1 alcodlu, levou um chapeo de sol de panninho quasi ,
na ra Augoatt. taberna n. M. defronlc tochafariz,
Lmoeiru porj ter feilo ha pouco urna rugida para | C\SA DOS EXPOSTOS
M?ra ". f0 *P"!h,aAo P*1* Cal'"'1es de camP0 | l'fecisa-se de amas para amanen! c
aa. m0rr' CaVi'" "" ,|,,e la mi""a- : casa dos P4"" l'" Kosari- dicar, temi as habililarfies
laucas na
|ueira de-
lirija-se a
iar cora
do da prmeira vez : a entregar no siti do
nho, a Seraphlm Alves da Rocha Basto.-.
No dia 17 do mez passado fuio do poJer de
seu senhor Manoel lerreira Chaves uraa esclava por
lome Joaquina, levando esta tuda a roupa, e com os
siguaes seguales : alta, secca, cara descarnada, per-
uas arqueadas, poucas vezes deiva o cachimbo), a
qual negra fugio em companhia de um soldado do
dcimo batalhao por nome Mauoel Joaquim da Sil-
va, o qual he crioulo, e alguma cousa lelachado ; a
cscrava cima mencionada foi ejerava por muitos. .!, i. u ---r."" f-
anuos em Panellas de Miranda : portanlo ro^a se as i c Bl(loulac> l,,a do iraptclie n.112.
' beneficencia da mesma associacao commercill para
Para o servico interno de utna casa eslrangeira s(!c5"rrer "s poliresda freguezia de S. Jos, tndo-se
de duas pessoas. oecessila-se de orna enzinheira e | lrieido a e-^ta freguezia no deiempeiiho desua com-
engommadeira, forra ou scrava; na ra Nova n. 17.' mi>>a. '.is como Dio fosse possivel sorcorref a to-
dos pelo pouco conherimento que tem do lugar, ro-
uecessarias,
mesma, no palco do Paraizo. que thi a
quem tratar.
Precisarse alugar dous sitios com
bastantescommodos para fan:ilias|estran-
geiras, preferindo-se a' beira do io, na
Magdalena, Ponte d'Ucba ou Poco da
Panella: a tratar no escriptorio de' Ro-
gara as pessoas que n;lo oram sorcorririas desedi-
rigirein aos aliaixo as-ignados; outro sim pedem a
lodas as pessoas que liverem conhecimenlo de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma, de
dar as precisas iuformaroes o mesma eominissilo,
podendo '
Massa adamantina.
lie geraloiente reeonhectda a eicellencia deau
preparado pora chumbar denles, porque seos resul-
tados sempre feliaes sao j do dominio do publico.
Sebasliao Jos de Ultveira faz oso desla preciosa
I Madre de Dos n. 'i.Candido Carneiro t'.ucdes
Alcoforado, ra do Amorira n. 50.Jos Jarome
Tatso Jnior, ra do Amorim n. 35.Vicenta l'er-
i reir da Cosa, ra da Madre de Dos n. 'JO.
! Precisa-sc de urna ama de leite : na ra do
Queiraado n. 7, secundo andar. Ka mesma casa
precisa-se tambera de urna ma secca para tratar de
meninos.
Associayo Cominercial
Benefceiite.
A rommissao encarregaila pela Aisociajao Com-
cposloem ordem alpl.abelica.com a descripcao ZTSS^CST^&SS^S!'^^'
,eopa,hico,.seu,erapo de ace* ^Z^l^^
i J. JANE, DENTISTA. 2
continua a residir na ra Nova n. 19, primei- SJ
1$ ro andar. m
REPERTORIO DO HEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIO DE RL'OFF E ROEV
N1NGHAUSEN E OUTROS.
seguido de ura diccionario da significacAo de lodos I sfloV^iV h^T'" "',.....1,ur "ra- a c'
rraos demedicin, e cirurgia/e posto ao alcance % St^gSTS^ja
das pessoas do povo, pelo
DR. A. .1. DE MELLO MORAES.
<>s Srs. nssignanles podera mandar buscaros seu
eiemplares, assim como quem quizer comprar.
PBLICAQAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico."
Esta publicacao ser sem duvida de atilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, poisnella euconlrarjo por ordem alphabe-
lica as principes e mais frequentes oceurreucias ci-
vis, orphanolosica, coromerciaes eecelesiaslicasdo
nosso l'iiro. comas reraissdes das ordeoares, leis,
avisos e regulamentos por que se rege o*Brasil, t
bem assim resoluc^es dos Praxislas amigos e moder-
nos em que se hrmara. Contera semclliautemenle irecisa-se de uma ama forra ou captiva para o
as decises das questoes sobre sizas, sellos, velhos e viro interno de uma casa de pouca familia no
nevos direitos e decimas, sem o trabalho de recorrer P-"eo do Carmo n. 9, primeiro andar.
> collecrao de nossas leis e avisos avulsos. Consla- ___fl uh! U.I...J. I
rde.dou. volomeseraoilavo, grande fraucez, e o j ,,a8SIS,ladO aclta-se no e\er-
pnmeiro sabio luze esl i venda por 83 na loja de CICI da subdelegada da freguezia de San-
.Td'Boatvlu, P";ua,v.h,aTr/nCa- ^ ^H Ga,' d Re?f. ***'
audiencia as tercas e se\tas-feiras, as 10
'horas dodia, na casa de sita residencia,
| segundo andar n. 56, da ra do Trapiche.
IRecife 4 de marco de IS.Salostiano
de Aquino Ferreira.
uer es-
llie foi
conliada, roga as pessoas que liverem conhecimenlo
de que qualquer pessoa em suas visinhanc.as se acha
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circunstancia nao o possa solicitar, queiram ter
a bondaJe de assim Ih'o indicar, alim de prompla-
menle serem ministrados os necessarios auxilios.
Antonio Alves Barbosa, ra de Apollo u. :t0.
Jos Teixeir Bastos, ra do Trapiche n. 17.
Joao da Silva Regadas, ra do Vigario n. 4.
Aluga-se o segomio andar do sobrado da ra
do Amorira u. >9 : a tratar ua ra Bella n. 5.
Precisa-sc de uma ama secca para Iralarde
dous meniuos : na ra do l.ivramento u. 20.
Precisa-se de um feitor para um sitio perto da
praca, e que Irabalhe bracalmehle : paga-se bem
na ra cstreila do Rosario n. 1 j, sobrado.
ATTENCO.
Precisa-se de uma ama forn
oo de Santo Amaro : a tratar defronte do
dito sitio, no da E\ma. riseondessa de
ioiauna.
O Dr. Possidonio de Mello Acciole
encarregado de prestar os soccorros de
sua prolissoas|pessoas do quinto distric-
to da freguezia de S. Antonio pode ser
procurado np convento de S. Francisco,
a qualquer hora do dia e noite.
MASSA ADAMANTINA.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa denominada adamantina, apresenlada
ao conseihn de hygieuue pelo Sr. Paulo Gaianoux, e
calca com ouro e prala, e oulros raelaes, assim como
apptica ventosas pela airadlo do ar, e Mo com fogo
como eeralmenle se usa : pode ser procurado para
qualquer desles misleres, na ra cstreila do Rosa-
rio n. .; >
uerse alugar um escravo para servico de
casa : a tratar, na rus do Trapiche n. IG, segundo
andar.
A ->
Associajtu LoiiiuierciR 1
Beiiefceute.
A commissao nomeada pela Associarao Cominer-
cial Beuelicenle desla praca, com o lint de soccorrer
as pessoas necessiladas e desvalidas da freguezia da
Boa-Vista, por occasiao da epidemia reinante, pre-
vine a quem fsliver em tacs rircumslannas, de pro-
curar a Joao Matheus, ra da matriz n. tS; Manoel
Teixeira Bastos, ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Soma Carvallio; Estancia : desde as 7 horas
da raanhaa s 9. e I larde dos i horas cm (liante :
em caso urzenle, porm, sero soccorridos prompta-
mente a qualquer hora. A commissao desojando
acerlar na forma de distribuir os soccorros. roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais conhecidas
desla freguezia que liverem perfeila sciencia do es-
lado de precisao de quolquer fomilia, se Hiitnem de
a iufftrmar alim de er com promplidao Hendida.
Recife i") de fevereiro de 18511.Joo Mallieus, Ma-
noel Teixeira Bastos, Vicente Alves de Sonta Car-
valho.
Compram-s notas do Raneo do Bra-
sil : na ra do Trapiche-Novo n. JO, se-
gundo andar.
Compram-se bons cavados para car-
ro: no paleo do Paraizo n. 10.
Compra-so uma carrera que sirva para vender
agua, com a sua competente pipa quem a liver le-
ve-a a ras da Alegra, na Roa-Vista n. 4:2.
$Bmi>G&.
os irmaos da
venera vel ordem
terceira de S.
Francisco .
Roga se a qualquer dos irmaos da veneravel or-
dem terceira de S. Froncisco da penitencia desla ci-
dade, que liverem capa e corriao. hajam de ver se a
capa esla trocada, a qual lera as iniciaes M. L. V.
por dentro junto da zula com tinta encarnada, e o
eordao lera na extremidade de urna das borlas um
circulo com a mesma liaba, a qual capa c eordao se
achavam com o habito em uma das gavetas da sa-
christia da mesma ordem, e aquelle qoe a liver as-
sim trocado, por obsequio teuha a bnndnde de a
mandar levar ao irmo sacristn da referida ordem,
com o qiiclhe Acara agradecido u rinaoM. I.. V-
Precisa-se de urna miilher de meia idade para
rozuihar era casa de um hornera solteiro, poreni nao
sahir a ra ; no paleo do Terco n. iO.
Precisa-se de um hornera de O o, lanos annos,
brasileiro ou porluguez, para eaileiro de um arma-
zem de raaleriaes, dando fiador de sua conducta :
alraz da matriz da Roa-Vista n. 1:1.
IRMAM.ADE DO DIVINO ESPIRITO SANTO.
A imsa regedora roga a lodos os seus irmaos ha-
jam de comparecer em sua erija no dia 7 do cor-
rele, pelas :i horas da tarde, para encorporados,
irein arompanhar a procissao do Senhor Rom Jess
dos Passos, em satisfacao ao convite da respectiva
irmandade.
F. Dragn, subdito fraucez, relira-se para Eu-
ropa.
Na cocheira de lora de Porlas em
frente da torre do arsenal, ha para
vender um hom cabriolet era perfeilo
estado : a tratar com os propietarios
P Or.Ribeiro, medico pela Un ver
sidade de Cambridge, continua a residir |
-na ra da Cruz n. 15.
GRAT1F1CACAO.
Da'-se 20S00 de gratlicacao a quem
inculcar uma ama de leite forra ou es-
clava, que tenha boas qualidades e bom
leite: quem pretender dirija-se a ra do
Collegion. 15, armazem, ou na ra das
Cruzes n. 11, segundo andar.
bandida Maria da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de insti uccao primaria,
residente na ra do Vigario do hairro do
Recife, faz sciente aos pas de suas alutn-
nas, que acha-seaberta sua aula, na qual
contina a eosinar as materias do costtt-
me, e admitte pensionistas, meto pen-
aionistas e externas, por precos razoa-
veis.
O hospital da rita da Aurora precisa
contratar serventes e pessoas que se quei-
Vam incumbir da lavagem da roupa : a
tratar no mesmo hospital.
Attc.(;aO.
O abaixo assignado pelo vehculo deste jornal vem
encarecidamente pedir ao lllm. Sr. Dr. Pedro Be-
um Peretra de Araojo Beltro, que pelo mesmo
lenlia a bondade de nniiciar-lhe o estado de sua sau-
de, e de toda sua familia, prazer que ha muito nao
tem nao so m conwquencia da longitude que os se-
para, como tambera pela intransitabilidade dos ca-
minos por entilo da epidemia, mxime porque len-
doescripto-lheno dia iminediato ao de sua che-ada
do centro, com dala de S .lo correle se a memoria
Me nao he infiel) por oruam de seo correspondente
l An">riui uesta praca, jamis tem obtido resposla on
noticia que satisfar. Aproveita o mesmo a occa-
suo p.ra dizer-lhe, que todos de sua familia al o
TflVPnilnn;nnniinntnn prese,, e pastara sera maior incommrdo a respeito
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.; Saai^arsur^S
daotsr2arSusm mto t^^^P^sa^s^
claiott-iidi- do SS Sacramento da an-l Francisco Pereira de Airada Cmara.
liga Se, que devta Correr de 21 a 23 do ~ l'recisa-se de uma criada para casa de muito
passado; as listas esperamos boje pelo ? U!l!l"ll'.?-lu* *"hv cu""h alguma cousa. e
vapor GANARARA: os premios serto
pagos a' entrega das mesmas listas.
Na casa da residencia do Dr. Loureiro, na'rua
da Saudade, defronte do Hospicio, precisa-se de oras
ama de leite, forra, que nao traga comsigo o fillto.
que liver, de peilo.
eoBommar, forra ou captiva; no bairro da Boa-Vis-
la, na casa aonde esleve a lypograjihia. na ra da
Lniao.
A ei fertnaria do consistorio da'ir-
mandade do Divino Espirito Santo em
Sao-Francisco, ja' annttnciada, acha-se
noile de :i para 4 do correte provida do mais necessat io para rceljer
aos seus irmaos desvalidos que venliam a
ser accommettidos do cholera : roga-se,
pois, aosirm9osda mesma irmandade,ou
a quem tenha conhecimento de alguns
destes, participem ao irmao jitiz, escri-
vio, ou thesoureiro, alim de que sejam
tecolhidos pela mesa e tratados da mc-
Ihorfrqta que for possivel.
Commissao de beneficencia da
de Santo Antonio.
A commissiio abaixo assiguada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parle da associacao commercial beneli-
Ausenlou-se na
o mulato Raymundo, alto, de 1K a ti annos. cara
largas espinbosa. denles limados, foi montado em
um cavallo caslanho castrado, cora uma estrella na
lala, levou botas e esporas de lalao, chapeo prelu de
abas largas : julga'-se que foi de sociedade com um
prelo de nome Manoel, estatura regular, idade de
18 a 20 .inuus, tem falla de dente na frente, falla
descansada ; oi mflulado n'um cavallo 1,150 sujo,
peqoeno, naligo, bom audadur baixo, porem no an-
dar puxa pela perna doente : quera os pegar, ou
dalles liver noticia, dirija-sc a seus senhores. 110 en-
genbo Poeta, que ser generosamente recompen-
sado.
. A commissao Renelicentc da fregue-
zia de Santo Antonio roga as pessoas 'ata-
cadas da epidemia que necessitarem de ser
jMccorridas,queiram dirigir-se ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travesa do centedesoccorrei'a pobreza, avisa as pe**
pateo da matriz, e no caso de o nao encon- so,s desvalidas que precisaren! de soccor-
rcgtiezia
trarcm em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer hora do dia e da
noile, ateas !l horas. .
Precisa-se de um forn'eiro, pardo, branco, on
prelo, para 1 padiria da roa larga do Rosario 11. 18,
junio ao qoarlel, dndo-se-lhe ora ordenado corres-
pondente ao bom deserapenho de suas obrigicoe e
tambem se recebe um bom amarador no mesmo sen-
tido : quem se aehar neitas circumslancias pode di-
rigir-se mesma padaria, que achara com quem ira-
lar.
pie precisaremae soccoi
ros, queirao entendt r-se a qualquer hora
na ra Nova n. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na uta do Trapiche n.
40, deThomaz deFaria, e na mesma rita
n. 50, de Salustiano de Aquino Ferreira.
Peruambuco 25 ded'evereiro de 1856.'
Salustiano de Aquino Ferreira.Anto-
nio Augusto da l\nseca.Thomaz de
Faria.

|UI110
FlBiiSi
da me Arrenda-seo engenho Sania Cruz,
na freguezia da Escada, levantado ha G
anuos, tetras novas e de grande produc-
to, com as obras precisas, tem o embar-
que distante menos de quatro leguas:
quem o pretender dirija-ce ao seu pro-
prtetario Manoel Goncalves Pereira Lima,
no engenho Vicente Campcllo.
O hospital Provisorio da rita da Au-
rora precisa contratar enfermeiros, ser-
ventes, cozinheito, foriieeedor d'agua e
pessoas que se queiram encarregar da la-
vagem da roupa : quem a isto se quizer
prestar dirija-se ao mesmo hospital.
Trocam-se notas do Raneo do Brasil
por sediilas: na rua do Trapiche n. 10,
segundo andar.
A viuva e herdeiros de N. tiadaull, temi de
proceder ao inventario dosbensdeixados pelo mesmo,
convidam aos credores do casal, para que bajan), no
prazo de S dias, de apresentarem suas contas, alim
de serem verificadas e comprehendidas no inventa-
rio, no consolado francez, que para isto esl autori-
sado. Recife 99 de fevereiro de 1856.
I.IOUDACAO\
O abaixo assisnado. eslabelecido na rua da Cadeia
do Recife n. defronte do becco Largo, lendo bre-
ve de relirar-se para Europa a tratar de sua saude,
rosa a todos os seus credores queiram apresenlar suas
contas para serem pagas; tambem roga a lodos os
seus devedores queiram pagar seus dbitos al o dia
10 do correntc, e o no fazendo se vera obriszado a k,'.T."7 "".*" a"-" <"""""*
usar de oulros meios. 1,ra! a algodao em carolo ; 11
Manoel Jos do Na"cimenloSiI\a.
A mesa regedora da veneravel ordem terceira
de N.S. do Carmo roga a lodos os seus charissimos
PARA 0 CORRENTE NNO.
Folhinhas de algbeira contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrialdesta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos itr.postos ge-
raes, provinciaes e mtinicipaes, extracto
de algunas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, cemiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
mentos e exportacao da provincia, por
500 rs-cada uma; ditas de porta a lliO;
ditas ecclesiasticasou de padie, com a ro-
sa deS. Tito a 400 ris : na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Cobertores de algodao.
Veudem-se cobertnres de algodao sera pello a Ib,
pauno azul lino para farda a i^iHl o covado : ua
rua do Ooeimado n..'.
\eude-se feijo mulalinho em saecas, tnuilo
novo, a J0-; a sacca : na roa do Vigario n. 5.
GUARAN-.
\ende-se guaran ; na rua da Cadeia do Recife
n. 31, loja de miudezas, as libras que o comprador
quizer, e por prejo espiando.
No escriptorio de Rolhe&Bidottlac,
rua do Trapiche n. 12, vende-se alcatrao
da Suecia, em ha tris e meios ditos.
Vendem-se tres ptimos pianos de
armario, de Jacaranda' e do ultimo gosto :
no escriptorio de Kothc A Bidoulac, rua
do Trapiche n. 12.
CORTES DE CASSA PARA QUEM ESTA' DE
I.LTO.
vendem-se corles de cassa prela mulo miuda,
por diminuto prejo de 25 o crlp, ditos de cassa chi-
ta de bom gesto a 2;. dilos a ilt), padroes france-
zes, alpaca de sed dequadros de lodas as qt'alida-
des a 72(1 rs. o covado, laa para \eslido (ambem de
quadros a 80 o covado ; todas eslas fazeudas ven-
dem-se na rua do Crespo n. (i.
SEMENTES.
Sao chesadas de Lisboa, e acham-se .1 venda na
rua da Cruz do Recife n. 62, taberna de Antonio
francisco llarlini as seauintes semeules de borlali-
ces, com.) sejam : ervilhas loria, genoveza, e de An-
gola, fcijao carrapalo, rxo, pinlacihjo, e amarello,
alface repetboda e alienta, salsa, tomates srandes,
rbanos, rabanetas brancos e encarnados, nabos r-
xo e branco, senoiras brancas e amarellas, couves
triuchuda, lombarda, e sahoia, sehola de Selubat,
segnrelha, coenlro de touccira, repolho e pimpinela,
e uma grande porcao de dificrcutes semenles. das
mais houilas llores parajardius.
Vnnde-se no lugar do Rosarinho um grande
sitio capaz de conservar aniiualmeulc 12 vaccasde
I leite, com easa "puma, baixa para capim, e muitos
arvores de fruclo : a tratar na rua do Queimado
j 11. fi;.
Vende-se uma carroca muito boa,
com aiteios para um cavallo, ludo em
muito bom estado e por commodo preco:
na rua da Cruz n. 26, ])itneiro andar.
Vendem-se caivinhas com lentos mui-
to lindos, para jogos diversos e por mui-
to barato preco : na rua da Cm n. 2(,
primeiro anda,"
Vende-se um arreio novo para ca-
briolet, muito bom e barato : na rita da
Cruz n. -2H, primeiro andar.
Vendem-se espingardas francesas de
dous canos para caca, e muito em conta:
na rita da Cruz n. 26, primeiro andar.
Acha-se uma cauoa de carreira para se ven-
der, nova, acabada no eslalciro, boa para familia
quem a pretender, dirija-se .1 rua de Santa Rila
n. 97.
Vende-sc o bolequim da Sania Cruz 11.1, com
poucos fuodos : a tratar no mesmo.
^^iidem-se sacos com familia com alqueire
de medida velha, e jumamente saecas com milho
muilo novo ; na rua da Cadeia do Recife n. 55, es-
criptorio, primeiro andar.
\endem-se duas vaceas para acougue : na en-
crozdliada de Relem, taberna do Andr.
Vende-se uma carrosa que peca 250 arroba*.
bem ronsliiiida, com i rodas e nimio maneira, mais
duas ditas de 2 rodas cada uraa, pode ser puxa.la a
bois ou a cavallos, mais dous pares de rodas para
carro, novas, mnilo bem construidas ; ua rua da
Cadeia do Recife n. 16.
\ ende-se uma casa terrea era chaos proprios,
para grande familia, no becco dos Ferretros n. 3 : a
Iralar ua rua do Progresso, na ultima casa, com o
Leal.
SACCAS COM FARIMIA.
\ entcm-se armagfies de camas de vento, de ama-
relio, e saecas com feriaba: na rua de Santa Rila
u. taberna.
.S-putos do burra'-ha.
No aterro da Boa-Vista, defronte da boneca .1.
14, lia ebegade um grande orliniento de tpales de
burracba rauito recotiiinendado para a eslavo pre-
sente, lauto para hornera como para seiihora, meni-
nos e meninas ; asim como um novo e completo
surtimento de calcados francezes e de Nanles de lo-
das as qualidades, e os bem conhecidos sapatos do
Araralv para homens e meninos, esleirs, cera c ve-
lasde carnauba as melhoresque de la tem viudo, lu-
do por preco muito commodo, a troco de sedulas
vclhas.
Venden?-se grandes suecas com feijo': no ar-
mazem de Tasso Irmaos.
Ponnas Vendem-se muilo boas peonas de eraa : na
da Cadeia do Recite u. 57.
Cognac verdadeiro.
\ ende-se cognac superior em garrafas : na rua da
Croz n. 13.
Vende-se por precos razoaveis, em
casa de Brender a Brandis&C, na rua
do Trapiche n. I (i.
Superior salitre refinado de Londres
Papel de todas as qualidades.
Barbante americano.
Alvaiade de zinco muito lino.
Pregos fundidos para barricas.
Vendem-se velas de rarooaba muilo boas do
Aracaly, e arroz pilado muilo bom : na rua do Vi-
gario n. 5.
Acha-se orna canoa de carreira para se vender,
nova, acabada no eslalciro, boa para familia ; quem
a pielender, dirija.se a rua de Santa Rita n. 97.
Na rua Nova 11. 39, primeiro andar, vendem-
se vestidos da seda oara seuhora, chapeos para ho-
rnera e senhor, leques, porle-boUquoles. luvas de
toda as qualidades, mamlleos tourados para senbo-
ra, nbotoaduras de ooro cora Jpedras ricas, Innocu-
os, bonetes de couro da Russia. vestidos, vos, ele,
luvas ticamente enfulladas para noiva, numerosos
objeclos do ulanUria para presentes, henalas as
roelhores possiveis, assim romocravalas. cnllarinhos,
essencia para tirar nodoas, e lodos os mais objeclos
do ultimo goslo para loilel e modas.
Ciiiixjelrihros e lu.stros.
Acha-se i venda em casa de E. II. Wyatl, na rna
do trapiche Novo n. 18, um completo so'rlimeuto de
candelabros e lustros bronzeados de3atsluzes.
inlitt X.t*re/ e ('orto.
Vende-se vinbo Xereze Porlo em barrisde quar-
lo : em casa de E. II. Wyatl, rua do Trapiche No-
vo n. 18.
Taixas
Na fundicao'
Bowmann na
do o chafariz
para engenhos.
de ferro de D. W.
rua do Brum, passan-
, continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de' 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes/acham-se a venda, por
preco commodo e^com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despezar ao comprador
Tahoado Arpiaba
_ inho da Suecia, alcatrao e plxe.
31c. Calmonl ,\ Companhia, leudo recebido um
carregaraetili, deste gneros pelo brigue sueco D.
Ihereza, de' olliemboun, venderlo os mrsm a
retalho por Pr-~i k-rrlnr n Mino ts echase reco-
Inido no armazem do, Srs. Carvalho A Irmao, rua
do Brum.
ao barato:
Na rua do Crespo, loja n. 1, vendem-se por lodo
o preco fazeudas de prmeira qualidade, para acabar
nao se olha a prec.o.
elogios
nglezes ele pa-
tete,
os melhores fabricados em Inglaterra : m casa de
llnirv Gibsou, rua da Cadeia do Recife n. 52.
Vende-se ac em cunheles de um quintal, por
preco moilo commodo : no armazem deMc.Cal-
montiS; Companhia, praja do CorpoSantn. 11.
Moinhos de vento
ombombasderepuio-para regarhortase bata,
decapim'.nainndicade D. W. Bowman: naroa
do Bru ns. 6, 8e 10.
nelogios de ouro
inglezes
de patente, de sebearte e de vidro : vendem-se em
casa de Ausnslo C. de Abreu na rua da Cadeia do
Recife n. 18, primeiro andar.
Oh que pechineha !!
\ ende-se casemira prela muilo lina, pelo haratis-
simo preco de j o corte de calca : ua rua do Cres-
po n. .">.
Vende-se por 40 rs. o tratamento da
cholera-moi bus : na livraria n. 0 c 8, da
piarada Independencia.
Chapeos de sol de seda a K9000,
>a roa do t'.rf spo, toja n. 5, vendem-se chapeos de
sol de seda de muito boa qualidade, pelo bailo pro>-
^0 de 39 cada um.
SalcioAssi
Vende sea bordo do palhabole Adelaidas, ou a
Iralar cora Antonio de Almeida Gomes, ua roa do
Trapiche n. 16, segundo andar.
sonsas finase de
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques cora plumas, bolota, e
espelho a 2-j. luvas de pellica de jouvni o mclhor
que pode haver a 13800 o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homem e senhoraa 1&280, di-
tas de torcal prelas e com bordados de cores a 800
rs. e 1J200, ditas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para homem e seuhora a SOQ rs., ditas
para meninos e meiiiuas muito boa fazeuda a 320
lencinhos de relroz de todas as cores a 18, loucas de
Ua para seuhora a 640. pentes de tartaruga para
atar cabello, fazeuda muito superior a 59, ditos de
alisar tambem de lartaruita a 39, ditos de verdadei-
ro bfalo para atar1 cabello imitando muilo sos de
tartaruga a 19280, ditos de alisar de blalo, fazen-
da muilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de 1 a 3 annos a I98OO
o|par, ditas de fin de Escocia tambem de bonitas
cores para criai.ras de 1 a 10 annos a 320 o par, s-
pelbos para parede com excellenlcs vidros a 500,
"00, \t e 19'290, tonendorea com ps a 1;500. lilas
de velludo de lodas as cores a 160 e 2*0 a vara, e-
covas finas para denles 1 100 rs., e finissimas a 500
rs., ditas fimssima enm cabo de marlim a 19, tran-
cas deaseda de lodas as cores t laraoras 39$ TOOF
oOOrs. avara, sapatinhos de las para enancas de
bonitos padroes a 240 e 320. aderecos prelos para
lulo com brincos e mmele- a 19, loucas prelas de
seda para crianzas a 19, travesees das que se usam
para sezurarcabello a I9, pistolinhas de melal para
enancas a 200 rs., galheleiras para azeile e vinagre
a 25200, bandejas muilo finas e de todos os lama-
nho de 19. 2, :te e i, meias brancas tinas para
eolio,., a 2it> e 3W o par, ditas pretas muito boas
a IOOis., ricas caixas para rap com nquissimas ci-
lampas a 39 c 29500, meias de seda de cores para
homem a 640, charoleiras muito Tinas a 29, csslbes
para bengalas a 40 rt., pastas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armario de ac,o praloados e don-
i--.;-.-., B40, 15 e la20, lunetas com aro de bfalo
e larlarusa a 500 rs. e 1, superiores e ricas bena.i-
linha a 23, e a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e crandea. fazeuda muito supe-
rior a tiiO, 800,19, I9200, 19500 e 29, atacadores de
cornalina para casaca s .120, pentes muilo finos para
Saissa a 500, esrovas finas para cabello a 610, ditas
para casaca a 640, capachos pintados, para sala a
640. meias brancas e cruas para homm, fazenda
superior a 160.-200 e 240 o par, camisas de meia
muilo finas a 1s e 1*200, luvas brancas encornadas
pr.oprias para montana a 240 o par, meias de core
paja enhora muilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
darasde madreperola e dcoulras militas qualidades
e gostos para colletes e palitos a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas c odeles a 120, ricas filas finas
lavradas c de lodas as largura*, bicos finissimos de
bonitos padroes e (odas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de nortes, tesouri-
nhas para costura o mais fino que se pode encontrar.
Almde ludo istooulras muilusimascousas mnito
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
cio qne faz admirar, como todos os freguezes j sa-
bem: na ruado Queimado, nos quatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. '!'{.
a$50o
Sal do Ass
A bordo da escuna Jotes vende-so sal do A>u',
011 a iralar com Antonio de Almeida Gomes, na roa
do Trapiche ti. 10. secundo a.
SVSTEHA MEDICO DE HOLLOWAY
No escriptorio de Domingos Alves Matheus ha
para vender.ricos e elegantes pianos, bezerros en-
grasados, coxins de linho para montana.
Vendem-se saecas grandes com milho a 49000,
latas rom oleo de ricino, e em garrafas de 1 Ir l-
a rua do Vigario
--\
irmaos, para que se dignera comparecer com seus
hbitos no dia sexla-feira, 7 do correnle, as 3 horas
da larde, para o lira de acompanharmos a procissao
da .\. &. dos l'assos.O secretario,
Joaquim Manoel l-'erreira deSouza,
AVISO AO PUBLICO.
>o anttg.0 deposito da rua estrella do Kosario n.
11, junto o becco do Rosario, he chegada uma por-
.1ode bichas de llamburgo. '
Joaquim Goncalves Salgado relira-se para f-
ra do imperio.
Aluga-se o (erceiro andar e sotan do sobrado
n. 18 da rua da Senzala \ell.a, com muitos commo-
dos para grande familia; tambera se aluga osotao
v?n"i d0 a,,dar: a lralar"'rua ,la Sezaia *>
. K"**?*! ,lu?.* imagen, muito perfeitas de
N. S. Crucificado e >. S. da Conceirao, lendo cada
rSiX^."" *"*"!-"**
, A veneravel irmandade de Santa Hila deCas-
SiaeipOe boje., vista dos liis a imasem de N. S. da
cm procissao de penitencia rosa-se por-
tanto aos Irmos hajam de comparecer para tal V.111.
as3 horas da larde e convida-se igualmente a lo-
ado, sacerdotes para que se prestem a esse
Miguel Marques de l.emos vai i Portaul ira-
lar de sua saude, c dena por seus bastantes procu-
radores os Srs. : em primeiro lugar Manoel i.uiz
Goncalves Jnior, em segundo Joso Gomes Alberga-
ra, e em terceiro Manoel Nones da Silv.
-.Precisa se de uraa ama qoesaiba cozinhar o
razer o servico interno de casa ; ua rua lliretta 11
120, segundo audar.
natnz do bairro do Santisstmo Sa-
cramento de Sanio Antonio do
Recife.
_ leudo de se celebrar un memento no dia
, do corrente pela alma do fallecido Francis-
co Jos do Kego, convidamos todos os ir-
mao da mesma irmandade e aos amigos do 8C
lalltcido, para que se dignem comparecer a 39
esle aclo de candade, no dia cima mencio-
nado, pelas B ), da manbaa. Recite 5 de ft
SI raarco de 1856.Hemeterio Maciel ^
a

larinha de mandioca de Sania Calbarina, cm
saceos, de superior qualidade: vende-seno arma-
zem de Paula Lopes, ua escadinba da alfaudega.
Vende-se na rita da Cruz n. 2(i, pri-
meiro andar, o verdadeiro e axcellente
cha' preto em libras e por muito barato
preco que faz admirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos Irancezas, muito proprias pava caca
e por baratissimo preco: na rita da Cruz
n. 2(i, primeiro andar.
\eude-seum cabriolet todo piulado e forrado
de novo, com arreos, he bstanlo leve, seguro e bo-
inilo: para ver, na rua do Hospicio, esquina do Ca-
: inar.lo, loja do Sr. Candido (pintor de carros), e
Iralar, na rua doCollegio n. 21, primeiro andar.
Superior familia de Sania Calbarina; vnde-
se cm saecas : no armazem de Paula Lopes, ua es-
cadinba da alfandega.
Para sacerdote*
Vendem-se meias do laia pretas.c barretes de se-
da pretns para sacerdotes : na rua da Cadeia do Re-
cife,. loja n. ,11.
Tiiitn preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo 11. 18, em casa de E. II.
Wyall, vende-se excelleule tinta branca, preparada
em oleo, era lalas de 28 libras.
Na rua Nova n. 44, fabrica
e loja de chapeos, ha ehega-
_ do pelo navio ALMA, ura
complelo sarliraenlo de chapeos de castor preto cora
pello, ditos brancos rom pello e sem pello, fazenda a
mais superior que tem apparecido ueste mercado
tanto cm qualidades como em formas: vendo-se po-
preco mais razoavcl do que em outra qualnuer
parte. '
Chapeos.
Chapeos de oleado copa baiu, ditos copa alta e
tormas modernas, proprios para criado ; assim como
bonetes de oleado de muilo bom jtostd, ludo por
barato preco: na rua Nova a. 44.
M
A
PILLEAS HOLLOWAY
Este incslimavelespccifico, composto iuleirauen-
le de hervas inedicinaes, nao contera mercurio, era
alguma outra substancia deletlerea. Benigno a niail
tenra infancia, e a compleico mais delicada, hs
igualmente promptu e seguro para desarraigar o rnae
na cumpleirao mais robusta ; he inteirameule inno-
cenle em suas operucoes c elfeilos ; pois busca e re-
move as doencas de qualquer especie e grao, por
mais antigs e lenazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com esle re-
medio, muilas que ja eslavara as portas da niorte,
preservando em seu uso, conseguirn! recobrar n
saude e forcas, depois de haver tentado iuutiliuenle
lodos os outros remedios.
As mais afilela- nao devem enlregar-se a desespe-
rarlo ; faram um competente ensaio dos eflicazes
efleilos desla assombrosa medicina, c prestes recu-
perado o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar rsle remedio par
qualquer das seguinleseiifeimidades :
4cctdcolesepilepticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias ,mal d'..
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Dehilidadc ou cxlenua-
co.
Ileliih l.ule ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desintcria.
Dur de garganta.
o de barriga.
nos rins.
Dureza 110 venlre.
Enfermidades no ligado,
u venreas.
Enxaqtieca.
Erisipela.
Febres biliosas.
iolerraillenles
i-ebre loda es|iecic.
Gota.
Ilemorrhoidas.
Ilvlropisia.
Ictericia.
Indigestles,
luflarainacoes.
Irrcgulandadc damens
truacao.
Lomhrisas de lodaespe-
cie.
Mal-de-pedra.
Manchas na cutis.
ObstrucrSo de venlre.
Phlisiraoii coiisuniprae
pulmonar.
Itelenrao d'ourina.
Rheiimalismo.
S5 mplomas secundarios.
Temores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo mal.
Vende-se cal de I.i-boa ltimamente chegada, as-
sim como potassa da Russia verdldsira : ua praca do
Corpo Santo n. 11.
Cal de Lisboa barata
Para fechar contas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo dimnulo.prec,o de 35200. assim como
ha uma porc> da dila cal sola, ptima para catar
pelo seu brillianliaino e duraran, e enche-se uma
barrica que tenha -ido de |bacalho por 35 : na rua
da Cadeia do Recife 11. SO.
Vendem-se em casa de S. P. Jphns"
ton & C., na rua de Senzala Noa n. 42.
Sel lins nglezes.
elogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candiei 1 ose casticaes bronzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
VinhoCherrv em barris.
Camas de ferro.
' L1QUIOACAO'.
U arremalante da loja de miudezas d rua dos
yuarleis 11. querendo acabar as miudezas que
exislem, vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo.
Franja com botlas para cortinados, pee
Papel paulado, resma, de peso)
Dito de peso, resma
Lila de cores pan bordar, libra
I entes de hualo para alisar, duiia
rivelasdouradas para calca, uma
Groza de obreias muito finas
Lencos de seda finos, ricos padroes
Caixade lionas de marca
Meias para senhora por
rentes de tartaruga para segurar cabello
Grnzas de canelas finas para pennas
Ditas de hntoes finos pura casaea
Meias prelas para senhoia, duzia
Ditas ditas pira homem
Lacre encarnado muilo fino, libra
Papel de cores, majo de 20 quadernos
Duzia de colxeles
Espelhos de todos os numero: dnzyj .
Liohasde novellos grandes pMnSraar
Ricas filas cscocezas o de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura para homem
Ditas de seda n. 2, peca
Trancas de seda hrauca, vara
Caixas de raiz, duzia
Pec,as de filas de cus
l.spis finos, groza
Cordao para vestido, libra
Toocas de bloode para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e oulros muitos arligos que se tornan recommeda-
ven por suas boas qoalidades, e que nao se duvidara
dar um pooquinho mais barato a aquelle senhor le-
gisla, que qoeira a dinbeiro comprar mais barato
do que se compra em prmeira inflo.
C. STAKR & C.
espeik amento annunciam qoe no seo eit)
abelecimento em Santo Anaro.eooaaaa a
com a maior perfeicflo e protnpldSo, leda a 1
ae de mach|mo p,,, 0 UM) d, am,,,!^ ._;
vegacao e aa.fccg e que fm^
de seus numeroi fr.m..... SZ
""a freguezes e do nablie*
aCftr!
ira;
raemos alguns delles no^os e orinke. dTw^
experiencia de muilo. so ief?S2JSdo*. SJ
sidade. Machinas de vapor tf, 1,,., .11.
taixas de lodo tamanho, Unto ImmI
das, carros de 111,0, e ditos para condoair for
assurar, machinas pal. moer mandioca nr
ra dito, tornos de ferro batido par. E&T ,
ferro da mais approv.da constroera0 ruadsM
alambiques, crtvos e porlas para '' < -
inliuidade de obras de ferro, qoe seria i
enumerar. No mesmo deponito esisle w
iutelligente e habilitada para reerber loa,
commendas, ele, etc., qoe os annoncisnies
do com a r.pacidade de suas oflicinas e marh
e pericia de seas ofliciaes, se compromcflesn
eaecular, com a maior presteza, |*rfeirjo,
conformidide com os modelos 011 desenhos.e i
cftes que Ibes forem Torneadas.
PIBL1C4CA0 MSMHL
quim \,llela de.Castro T.va.e, lente da F.ceMao>
de Uiieilo desla cidade ; e por estes dias sera |||U_1
do pelos Srs. subscrplore. o prmnro rottnsss 'mu
inleress.iile obra, par. imprcs-So da q.jj
se nao tem poupado sacrificio alaum
mente em mira prsenla-la ao publico oilid
eaJmente impressa, em bous typ* optia
Esse volme, pon, contendo de .ijii a tko'
as, em elegante frmalo, achar-se-fca a
di. 10 de fevereiio em dianle, na livraria
lores, Ricardo de Freitat &C. esqua da
>. 20, ao preco de HgOOO res, para 1
te e ah, bem como em me das pe soai m si os>-
caricgurtm de gcoci.r aisigu.lmas, sera slielila.il
uo o hrs. ssbscriplores, mediana a entrcaa
piimeir. prestacao dt soa ..sigiwiur. laOOO r
licando asegunda e ultima prestacao de icaal
lia, para ser paga na occasiSo da caire. #, ,_
lo rotume, que ja ae .cha no prelo; rttsndaTT^
da este auno o terctiro e ultimo ro/inor sea
tribuidlo slgom..
Aquelle. senhores que quizerem ainda s,
poderao fare-lo netla provincia na livraria n
loies e em casa das pessoas encanefjadM da
cnp,.,r,. e em outra. provincia ens ua dos rs
Ovos agentes, ale a publicara do segundo vr4
por qu.uitu d'essa dala eso dianle a obra 1
vencer por 1 j00 re o exrmpiar.
Lio face das enormes despeza qoa sao
laact com a presente impreseSo, nao p.des> m
lotes llenar de exigir do. Srs. .ubcnpiores
excepto a immcdiat. entrega de sua r
preslcao logo que Ibes seja apresralade 1
volume ; porque do contrario, ver-i
ressid.de de suspender por or. a tavpaesSaa Jeie
Hicarioe hreilmC.
IECHARISMO PARA EIGE-
vuVi^i0 UE FERR. *>
NHEIRO DAVID W.B0\VXIAX nA
BA DO BRUM. PASSANDO O HA-
FARIZ.
ba sempre um grande sori.menlo dos senintes
joclos de mecl.aoi.mos proprios par. --, -|, ^
ber : moendas e meiss moend.s da T.iT ./""
constioccSo ; taix.s de ferro fondido c baTsaT<*>
superior qualidade e de todo, os lasaanhos '
denudas para agua oo animaos, de (oda. as '
coes ; en vos e boceas de foroalhae reaislros ds
eiro, agu.lhes, bromes, paraf-jw e sneSlsCl
nho de mandioca, etc., c. ^^^^
NA MESMA FUXDICA'O.
se execulam lodas as cncommendas com a ana
ridade j., conhecida, e com a devida Pt e^eaV
modtdade em preco. r "
Em casa de Heni v Bi unn A C, su
nada Cruz o. 10, ha' pw, vender osa
grande sortimento de ouro do tnelhi
fjosto, assim como relogios de oui o de
tente.
fanos.
casa de ||CIV Bninii
n. 10, ptimos piano
1
* s
4

P-
SOOtl
380011
2171X1
781100
38000
100
OjOOO
l^v)o
L>10
iMO
isooo
28000
20000
:l8200
28800
18800
600
720
.28000
19600
900
33300
380
400
18600
300
38400
19200
1*200
18000
Vendem-se eslas pillas no eslabelecimeuto gerai
de Londres, n. 21 i, Slrand, DI loja de lodos os
boticarios, droguistas e otilras pessoasenrarregadas
desua venda era toda a America do S11I, llavana e
Heapanhs.
Vende-se ashocelinhas a800 t. Cada uma dola
conlem uraa IntlraocSo em porluguez pura explicar
o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral he cm rasa do Sr. Soum phar-
macculico, ua rua da Cruz n. 22, em Pcruara
buco.
Vendem-se frascos com rolhasdevi-
dro-tnuito proprios para conservar toda
a qualidade de rape, e por muito com-
modo preco : na rua da Cruz n. '2(i, pri-
meiro andar.
Fardo novo d(
Vendem-se etn
C, rua da Crux
chegados nos ltimos navio da Europa
Em casa de N. O. B.eber & C, rsu
da Cruzo, i, vende-se:
Vinho de Madeira em I,, c ItS banis.
Vinagre branco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Brius da Russia.
Papel de embrtilho.
Saceos de estopa. '
Cemento.
Por commodos precos.
ar- CORTES TI RCI-
*endem-se otes delicados r.tes de ea*sa pro**
com piulas .armen,, e llstrado-. os ma lindos no.-
siveis pela -ua novidade de padroes, e so aa venden
na, |,as dos Srs. Campo, & Umt< u^
-Manoel Jos Leite, rua do Ooeimade : NarcisoMa-
1.^ Carneiro, rn.d.Cade,.. por preco i.mJI.
MOEXDAS SUPERIOR.
Na fundicao de C. SUrr dt Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de un
modello e coiutruccao muito superiore-
RELOCxIOS
o ber I os cdescol)eitos,|-
<|uenos ramies,de bo-
to, patente iugfes.
Vendem-se no escriptorio de Sun (hall Meiler A
Companhia, na 10a da Cadeia do Recife n
mais supenore. relogics coborlos e descoberlos 'e-
quenose grandes, de ouro. patente ingles, de nsn
dos melhore. fabricantes de Liverpool, vindos Moa
ultimo paquete inglci. ""
Vendem-se sellins com pe tences na-
tente inglez., e da melhor iiualidade que
tem vindo a este mercado : no arma
dcAdamioii HovvieAC, ma do Tran-
clie n. 42. r
COM .'O POR CE\T0 MAIS BARATO
do tpie em outra tpialquer parte.
Bico de blond de seda prela para qoaresma e bo-
nitas Tilas, como se recebe esta fazeuda din clmen-
le da fabrica, por isso pode ollerecer esta vanlagem
a seus freguezes, casa do lelojoeiru.
Carias franee-
zas.
Vendem-se superiores cartas franeezas para vol-
larele a MO rs. o baralho.: na ru do Qoeimado,
loja de miudezas da fioa Fama o. 33.
E GRADES.
Velas estearinas, iiedras demar-
more para mesas, papel de peso
inglez, papel de embrulho, oleo
de linhaca em botijas, chicotes
para carro, pianos de armario,
lona ebrim de vella, cemento ro-
mano, armamento de todas as
qualidades. cabos de linho e de
mandila, pi\e da Suecia, cham-
pagne e vinhos linos do Kenho :
vendem-se no armazem de C. J.
Asilo i\ C, rua da Cadeia n. 21.
LISBOA A 4,500 RS.
No armazem de la=so Irmaos, 110 becco do (Jon-
calves.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Senzala nova n. 42.
Neslcestahelecimen.o continua a ha-1 |]||M)KTAME PARA 0 PUBLICO
ver um completo sortimento de raocn-l Para cura de phlisica em todos os seus diflerenles
das c meias moendas para cnpenho, ma- S1*0**oUa4a poreonslipacoes, lossc, esthe
chinas de Vannr e I iivn Aa f,..n K-,;^r, ?' Dleurlf *" de sausue, dor de coslatlos e
unas tic vapor, c taixas de ten O batido !ppit0l palpitado no coracAo, coqueluche, broncl.it-
99^'
e coado, de todos os lamauhos, para
dito.
VINHO XEREZ.
Vende-se superior vinbo de Xerez em barris do
11 i, tn casa de E. K. Wyalt: rua do Trapiche
Vendem-se amendoas com casca mole : nn ar-
mazem de Tasso Irmaos.
/
dor na&arvanta.e lodas as molestiasdosorgSo pul-
monares.
Eixcs e arreios para
carros.
Vendem-se superiores eiios e arreios para carros
na roa do Trapiche Novo n. 18, casa de E. 11.
Wysll.
i m lindo c variado -.omnenlo de modellas _
varanda. e ,-radarias de goslo modernisai,^2
fundicao da Aurora, em Sau.o Am.ro.e no *
lo da mesma. na rua do Bruto. ""'7-
em de Cfiroaulia.
^ ende-se cera de carnauba de boa Qualidade sane
Sb pe?,d0,'B tm "r P" : a* C
2. Dos '' '"J1 X' de,r0,,,e di *
CHAROP.E
DO
BOSQUE
() uiiicorfeposilocontiniia ser na boiic de Kai-
Iholomeu IranciscodeSoofa, na roalaraad. Kom
no n.Jfi; garrafas grandes 5800 e pequeas39W-
No da 16 de janeiio do crranle annn fnsio
lo rnsenho T.bt:i!, uro mulato e-cr.vo. qoe pir-
lenceaoSr. llercul.no Cavalcanti de Sa Albnssner-
que, Cujos signaes sao os srsuinte. : cor bem clara,
caliello crespos ectanhos, baixo. cheio do corno,
esta com a cor plida por ter soflrido cies, e lesa'
"Sn n,*"c,l*s pesclo, 111- costas e peitos, NI
20 annos de id.de, o buco j.i I he apona ; levo*
camisa de algodaozmho azul ja desbolada, e tanatean
a ceroula, um capote de p.nno lino cor de rafe ja
bem usado : preunie-e qoe levon etn companhia
um crioulinho forro rom 12 annos de idade, alio,
secco, e com algosnes nodoas pelo rosto e nesVo, o
ha la/.o, par. uppi'ir-se qoe elle o molalo preea-
de passar por forro : quem o pegar lar. a favor le-
var a seu senhor no engenho mencionado, on entro-
sai nesla orara ao Sr. Antonio Annes Jacoane Pi-
res, morador 110 aterro da Boa-Vista
compensado com generosidade.
qoe ser! re-
Conlin. andar fgida a pela Merencie, crl-
oula, idade de 28 a :lll annos, pouco n.i> ismiusi.
com os signaos seguiile. : falla de denle, na frente o
uma d.s orelh.s rasgada proveniente do brinco. :
quem a peg.r leve-a a roa do Brom, rnsaeesu ate
asucar n. 12, que seri bem uratilicdo.
PEUN.: DI M. F. DB FAAIoV. tH
MUTC
ILEGIVEL


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