Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07303


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Full Text
ANUO XXXII. AL 58.
CUARTA FEIKA li DE MARIO DE ma.
Por 3 mczes adiantados ijjOOO.
Por 3 meses vencidos 4|500.
Por anm adiantado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
KNCAIlREGADOS DA SLTtSCKIP.WO' NO XORTK.
Parabiba, o Sr. Gervazio V. da Natividad. Malal, o Sr. Joa-
Jjim I. Pcreira Jnior ; Aracalr, o Sr. A. de I.emos Braja
rara, o8r. J. Joee d. Oliveira ; Maranhio, o Sr. Jooquim Mar-
que! Rodrigue. ; Piaubj, o Sr. Dcaningo. Herculano A. Pessoa
Cea reos.,- Pari, o Sr. Juliano I. Remo; Amaionn, o Sr. Jero-
n.'rao da.Co.la.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda i lodoi o dial.
Caruaru Bonito Garanhum : no dial 1.15.
Villa-Bella, Boa-Vista,Eiu' Ouricurj : a 13 28.
GoiannaeParahiba: segundase teit.i-icirai.
Victoria NaUI : nasquinlai-feirai.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL,
Tribunal docommercio : quarlas. tabb.dos.
Relajeo tercai-feiraa e tabbadoa,
Faaenda : guaras e Mbbetios as 10 horas.
Juio do commercio : segundas as 10 borns e quintas ao meio-dia,
Juizo de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Prlineira >ara do civel : segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda Tara da civel : quarla.e tabbados ao meio-dia.
EPIIEMEUII.ES DO HEZ DE FRVEREIRO.
6 Loa nov. as fi horas, 19 minutos, 40 segundos da tarde.
18 Qu.rio crcenle aoi 18 minutos e48 segundos da tardo.
31 La cbeia a 1 hora, 33 minutos e 48 segundos da larde.
SV Ou.no minguanteaot 13 minutse 48segundosda larde.
I'RRAMAR DE Un.II..
Trmetra as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. Ss. ileineterio, Mariuho e Asterio mm.
4 Terca. S. Casimiro ; S. Lucio b. S. Archclau.
o QuarU. Ss. foscas e Paleino mm. ; S. Tttcopliilo m.
6 (Juinla. Ss. Vctor, Victoriano eClandiauo mm.
7 Sena. S. Thotnaz de Aquino d.iuK.r anglico.
8 S.ilili.idu. S. Joao de lii''... instituidor dos religiosos da Caridade
9 Domingo. S. Francisca Humana v. : S. Calharina de llolunlia.
PARTB QPPICIAL
EM MtKEt.AlMiS DA SI ItsciuiH A) ;v Alagoas, o Sr. I .laudino Falcao tila.: Babia, > te. 1
Rio d. Janeiro,oSr. Joao Pereira Martin..
i;\i i'i;i!\\MiiH(>.
O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa de farra, na
linaria Praf. da Independencia ns 8.
Dr. Francisco de Paula Cavalcanli do Albuquerque, I COMMANDO DAS ARMAS.
para prestar ah seu, ervicos mdicos.Officiouse | QBartel ("eral do command. d.s armas de
um cont de res por .-.nula de seu. vciiciinenlos. lmKn
Dilo A Francisco Jos do Kogo. inleira,.do-o i B"r* -,n,JSil lm m N ...
de o haver nuineado para lazar parle da commissao '
OOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente de da 39 da leverelro.
Oilicio Au Eim. bispo diocesano, solicitando as
convenientes providencias, alim de que va cuna ur-
gencia alguna sacerdote para a villa do l.imoeiro coad-
juvar o respectivo parodio na admnislracao do pia-
lo espiritual. Tambem se solicilou a ida de oulro .
sacerdote para Caruaru do cornos man memoro, da referida commitilo.
Dito Ao Exm. presdeme da releed, inlriran-' D".A <">''<" bcueficeule de Oiiiide.com-
du-ode haver o juia municipal .upplenle .lo lermo do |'1,,,,n,",,,.l''1ll*rer ."'"'o doulor Filippe
Sanio AntSo participado que no.neara ioteTinamen-M"^" de Lastro Albuquerque. a prestar trricos
i. ., ___-"- f-ii_ d*.Z_i__- i_ mdicos .ios
*

>
to os fscn\,l-i Feliz Cavalcanti de Albuquerque e
1-'ilippe Cavalcanti do Albuquerque, o primeiro para
o carlorio de orphaos a esrnvAo do crime, capailas e
residuos e labelliao do judicial anotas, conforme a
distribuirlo porque era feila, e o secundo para es-
crio do civel, crime e labelliao do judicial e notas
do raesmo termo.
Dito Ai> inspector da tliesouraria de fazenda,
reroininend.iii.io a expedirlo de sitas orden-, para
que na recebedoria de renda internas seja arrera-
dada, visla da nota que remelle,, importancia dos
direilos e emolumentos que est a dever Jos de
.Ca.-v.ilho Araujo Cavalcanti, per ler sido nomea.lo
cummaiidaole superior da guarda nacional da co-
marca de tjaranhuns. Ofciuu-se ueste sentido ao
uomeado.
Dito Ao director do arsu.nl de guerra, man lan-
do por a disp.isic.Jo de AokMiio Bernardo Qoinleiro
lodo os caixOes que housejiem naquelle arsenal, e
na falla .lestes madeira cerrada, para conducrOo de
cadveres para o cemiterio. ou por empreslimo ao
mesmo Quinteiro ou pagando, este desde logo o seu
costo, visto a grande falta que ha de madeira serra-
da e de cerradores.
Dilo Ao commandante superior da cuarda na-
cional de Goianna.Cora quanlo esteja certo do zelo
a dedicacao que V. S. tem apresentado na presente
crine, ja como cidadAo prestante, ja como presidente
da cmara municipal, nao posso deixar de invocar
novamente o eu patriotismo, para que visto a falla
de forra disponivel que aqui ha, far.a com que a
guarda nacional b o seu commando superior pres-
te toda a eoadjuvacao policia as diversas locali-
dades dessa comarca, como lamo se faz inisler e V.
S. sem dunda ter recommenda.lo. Do mutuo au-
xilio e verdadeiro acord das autoridades nao pode-
ra deixar de resultar beneficios em urna quadra Uto
calamitosa em que a caridade a o patriotismo de-
ven) ser a primeira divisa de lodos.
Dilo Ao juiz de direito e ao delegado de tjuian-
na. Tenha presente o oflicio que me dirisirain
Vmcs. em -27 do correule, e Tico iuleirado do seu
conletido, seniiuJo rnuilo que a epidemia va toman-
do mais inleusidade paaaa comarca.
Espero que as autoridades conunuem a desenvol-
ver loda a actividade, e v.lo dando as providencias
qua se forein fazeudo nccessaria.
A agglomaraco de moilos individuos de fera pata
dentro dessa cidade nao podera deixar de er preju-
dicial: convm, pois, por meios suasorios convencer
a popula.;.lo, que em seu proprio interesse eslii o evi-
larein esta einmrar.Ao para um s lugar, aliin de se
nao rpetirem is sceuas da Victoria, onde os proprios
refugiados furom victimas.
Todas as autoridades devem-sc mutuo auxilio ; e
um so peiisamenio deve dirigir a todos em una cri-
te (Ao lamenta v el.
Dito Ao mesmo, remetiendo duas peras de bao-
la e dua ambulancias tem surtidas, alcm de oilo
lihraide camphora a oilo .lilas de rnoslar da quere-
o neo.iah.. expedieoie. "** rcsp,jl"
Dilo -^Ao presidenle da commissao de hygiene
publica, revertendo o projecto acerca do modo qae
aquella commissao julga conveniente adoplar-se pa-
ra dcsinfecrao das casas em que falleceremos pes-
osa accoiiimellidas do cholera, alim de que ella Dio
su organise o pessoal que jolga necessano para cs serviro, mas tambem o ponha logo em pratica en-
teodendo-se e requisilaodo do cliefe de polica o au-
xilio que llie parecer preciso, procurandu sempre
conseguir a maiur economa possivel.
Dilo Ao mesmo, pira fazer entregar com ur-
gencia ao Dr. Poasidonio de Mello Arcioli, os medi-
.vriici.l s e mais objeclus mencionados na rcl.eflo
qu remelle por copia. Coimuunicou-sc ao supra-
diln Dr.
Dilo Ao director das obras polticas, para que
entendeodo-se com o guardi.lu du convento dos reli-
gioso franciscanos, vi mandando fazer os reparo de
que absolutamente necessilar o salgo do mesmo con-
veoto, alim de estabelecer-.e all urna enfermarla.
DitoAo Dr. Cael8iio|\avier Pereira de Brilo.
itecormnenda que Irale de rcassuinir a direcru do
hospital Ja ra da Aurora, deveudo ser nesse servi-
do auxiliado pelo Dr. Jos Aoguslo de Soma l'i-
lanca.
DitoAo Dr. Francisco Meudes de Ainorim,
dispensando-u da cominis-a.i em que eslava nu hos-
pital da roa da Aurora, vislo ter-se .presenlado o
Dr. Caelano Xavier Pereira de Brito, para lomar a
directo do mesmo liospital, devendo S. me. incum-
bir-se de prestar os seus serviros mdicos em alguin
dos dislriclos da freguezia da Boa Vista, em que nao
luja facultativo delle encarregado, para o que .leve-
r.i culender-se com a respectiva comniiss.io lieneli-
cenle.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria provincial, re-
commendando que mande por em hasta publica os
concerlos de qu- precisa o einpedrameuln das raa.
do Uiquia, servindo de base a essa arrematara o or
camento e clausulas que remelle por copia.Com-
municoa-se ao director das obras publicas.
Dilo Ao commandante do corpo de pulicia, pa-
ra mandar apresenlar um soldado ao Dr. Ulegario
Cesar Cabuas, para eslar as orden delle, fazendo
recolher nquelle corpo a pra^a que eslava a orden
do referido Dr.Coinmuulroo.se a e.te.
Dilo Ao vigario de Tijucupapo, di/endoque
muilo seule o desenvolvimenlo que alli vai apresen-
lando a epidemia, que remelle ulna auibulaucia e
uinapeca de liaela, e que espera de sua solicitud.- lo-
do o acert na execucAo das anteriores recommenda-
riies da presidencia.Oliciou-se a commissao de hv-
giene publica para enviar a ambulancia.
Dilo Au delegado do l.imoeiro. Temme
eootrislado o carcter que ha desenvolvido a epide-
mia neua comarca, cujo calado descreve Vine, em
seu oflicio de :2fi do correule. Para alii ja seguiram
oilo praras para reforcarem o deslacamenlo
e o. desinfectantes e geuero de que fallei
bencficenle da freguezia do S.Jos, em lugar do' lu',rot'Dil1 ,u "W eominandaule das arma,
cidadfio Francisco Baplista de Almei.la, c direndo Ul cer,- <>"e "e"'' Mta fnn,ri,h" novo engaja-
que espera S. me. nao so negar,, a prestar ""I0 V".?? ?" T?0,i tUS"'!' i? regola.-
os seu serviros em hem da liumanidade. de accor- m.c,,,P d^ '' dezembro de 18.2 e do avio do roi-
mslerio da guerra de 19 de agoalo de 185.1, prece-
dendo inspecrao de sade, o dr. I. cadete 1. sar
genio da i. "= rompanhia do 9. h.ilallnl do infdllU-
ria Polirarpo Jorge de Canapo*. u qual percebera
al.ou dos venciinenliis que por lai lh. rmnpelirein e
premio de i(K>0 rs., pago segundo o di.posto no ar-
lijo .1. do ilecrelo u. 1 <'1 de Itldejunho de IKjt. e
findo o eDgajamenlo urna data de Ierras de '22,500
.ios .lenles pobres da qaeila cidade, e de-
clarando que as boticas, d'alli foruecam os medica-
mentos que elle lequissilar.
Dito Ao estudanles de medicina em commis-
sao MU proviucia. Poslo que no contracto que I ****** q algn da Viucs. fizerao com o governo provincial, nlaaen _do Prem,< e^daqu.ll a qoe liver direito,
para preslarem os seu servidos medico na actual
calamidadc. se inserisse a clausula de na~o seren pri-
vado de vollarem para a faculdade de medecina
da Bahia em lempo de se matricularem, e ndo per-
' derem assim o seu auno lectivo, todava atienden-
do a que o estado sanitario da provincia lie anda
o mais deploravcl, lornando-se por consegointe iu-
dispeusavel o auxilio que Vmcs. tem louvavelmen-
le prc-lado aos poucos mdicos existentes na pro-
vincia, juina de urgencia insistir muilo em que
Vmcs. dilliram a parlida para oecasi.lo mais oppor-
luna, na certeza de que vou agora mesmo sollicilar
da governo imperial o indulto de poderem Vmcs.
ser matriculados c admil|ido< a frequenlar o anuo
logo que sejam dispensados da commisso, e so
apresentein na faculdade.
E como pelos respectivo jstatulo podem o
alumno ser a.lini
sera' considerado como recrotado, discontando se
no lempo do engajameolo, o de prislo em virlude
de sentencia, averbando-se este disconln, e a perda
da vantageus nos respectivo titulo como he por
loi determinado. F'az igualmente cerlo, quo as pra-
ras que aeabao .le regres-iar do dcsl.icameulo do pre-
sidio de F'criiau-I.i, ruin o fim de rounir-se no-t seus
respectivos corpas, frainsoecorrida pelo mesmo desti
camenlo de sold e gratifirare ale i! de Janeiro do
correle anuo, e de rarOes de elape ale 29 do me/.
passadn, por nao poder o commandanle do tramper-
a /.ej.i/i./ae que ai ronduzio, fornecer por bordo,
segundo ronslou de oflicio do commandanle do re-
ferido presidio, datado de 25 do rilado me/, de feve-
reiro. Finalmente, o mesmo marechal de campo
c.oninaii lauto da armas, determina aos Srs. com-
mandaiiles de corpo-, que na primeira occasiao de
h Igualmente se rosproporad outras medida pa-
ra melhorar as Icit relativas as asociar6>s, simpli-
1i.mii i. eslas leis, e facilitando assim o emprego de
capil-ies no commercio.
a O sjstema, em virlude do qual a marinha mar-
cante tem qup pagar direilos de transito c locaes,
tem sido objecto de numerosas queixas.
a Ser-vos-Mo proposta medidas para pro.luzirem
mellioramenlos sobre esta queslSo.
Oolra medidas imporlantes vos lerJo propostas'
com o liin de melhorar as leis na tira-Brelanha e
na Irlanda : e nao duvido de que ellas chamarlo
seriamente a vMi alteii(4o, aisim como em lulas
as mai questftes sobre que poM.es ser chamado a
deliberar.
Fervorosamente peco a Divina Provid.oria que
derramo a sua lienc.io sobre os voseos conselhosi e
vos ajuda na coufecr.lu do grande objecto da minlia
constante solicilude o b.m eslar e a felicidade do
ineu povo.
'Jtpermn::i
O Morning l'oil, no aeu numero de :I0 de Janei-
ro, entre oulra cousas.diz o segointe :
As noticias que acabamos de receber dos Estados-
I nidos sao poueo a proposito, deba xo de cerlo as-
pecto, para reslahelecer a boa harmonia que lodos
os inglezes e anglo-americano ioleUgenles devein
desejarsc inaiilenhain enlre duas naques Clu estrei-
tid a matricula ate 15'de marro I Iransporte para aquelle presidio remellam o. artigo I Lmenle unidas pela commuuidade de origem, sym-
seguindo-se logo a ferias da semana sania al 31
do inez vindouro, ser lilvez couviuiente que Vmc.
me remellam suas procurares para que eu sullicile
do Exm. prndente da Babia, do director da fa-
culdade, a gra^'a de os a.limitlir a matricula, na
forma do artigo 91 dos eslatutos que por esta ma-
nrira Mnenle ficar prejudicado em urna circums-
laucia acci.lenlal, tal romo a de achar-sc e matri-
culando no lugar da sede da facilidad.. Estou cer-
tissimo de que UPin o governo imperial imn o pre-
sidenle da Bahia, e a facaldadc de medicina driza-
ran de allender ao met pedido, em quadra Lio ex-
cepcin.,I e nem Vmcs. fallarao patriotismo e
caridade para deixarem de acceder minha solli-
cifarao.
2 de marro
OflicioAo Exm. marechal commandanle desar-
mas, dizendo que visto achar-se doenle o boticario
do hospital militar Antonio Jos de Brilo, pode S.
Exc. contratar outro boticario que v substituir
aquelle durante o seu impedimento, e lia falla de
semelhaula providencia mande aviar em bolicas par-
ticulares o reeciluarios dos h .-pitaes militares iles-
la cidade..
DiloAo Dr. Jo.lo Mara Seve. declarando que
deve continuar no exercicio inlcrluo de provedor da
san le do porto.
DiloAo presidenle d. commisa de hygiena
publica, recommend.nda que rametta com urgencia
ao juiz de direito da comarca de (o.anua, os medi-
camentos mencionados na rclacao que remelle por
copia.Communirou-se ao referido juiz.
DiloAo jo de direito do Itrejo, declarando qne
sent a epidemia ler lomado alli mais inlrnsidade i
remllelo! urna ambulancia bein orlidn, -4h.
gas de bolacha, duas de arroz c duas arrobas de
T./io-Anim/dedireilo-do ("....nina, ipprorando
as providencias qua Sme, J.. dad p.r .or
corridas as pessoas pobres accommetti.las du
ma reinante, na freguezia de Tijiconapo e na p
voacoesde Ponta de Podra. eCioianninha. e oizend.
quo limito convm acudir de pr.implo a lodos o lu-
gares em que esse llagello ouse apparecer, dando
Smr. para iso as providencias quejulgar acertadas ;
que ja remelteu ao vigario de Tijucupapo urna am-
bulancia e urna peca de baeta, e que para poder ler
lugar o abono de urna gralilirar.lo ao eufermeiro
eucarregado de coa.ljuvar a Manoel Isidro do Na.
menlo no Iralamenlo dos .lenles, fai-ee necessario
que Smc. a proponha.
DiloAo juiz municipai du Rio-Formoao.Ta-
nlio preenle o sen odicio de 29 do paseado.Fica
expedida a ordem para serem fornecido e remedi-
dos pelos seus portadores 05 medicamentos requisi-
ladns pelo Dr. Relave.
Exped igualmente ordem para erem pagos os
portadores da quautia qne Vmc. menciona.
Iuleirado du-que Informa acerca da epide-
mia, e.limarei que nao lome ella maior desenvolvi-
mento. E>|ieru que ruiuiuue Vine, a mostrar a
inesina actividade.Deram se as ordens de que se
lala. '
DleAo delegado de Barreiros, declarando que
exped., ordem para llic lereni enviadas com urgen-
cia 2 peras de bala, 2 ambulancias, duas cargas de
arro? e duas ditas de bolacha.Fez-se a respeito o
necessano expeliente.
DitoA commissao benelicenle da povoaclo de
Cruangv, duendo que flema expedida as conveni-
ente ordens para Ihe seren enviadas com urgencia
una pera de baela e urna ambulancia, que julga
muilo arerlado para Iralamenlo das pessoas pobres
daquella DOToacao eslabelecerse o hospital de que
traa a commissao, lembrando-lhe que be convenien-
te promover com predela una subscripcito entre as
passoa aballada) e cari.losas para soccarm dos u-
digenle accommellidos da epidemia, e que espera
que empregue todo .. seu zelo no desenvolvimeuto
de semelliantes medidas.Drram-se as necessarias
ordens. \
Circular.A alguna ..nitores de eogenbo desta
provincia.C'iinecando a haver falla de carne verde
no mercado rietta capital, cm consequencia da api-
|iie lem reinado nos '
de fard tinento vencidos que liverem direito
proras alli em destacamento, vislo a carencia que
driles t.m.
J-is JOequim ('oelho.
EXTERIOR.
Discurso da abertura do parlamen-
to inglez.
Milordes e Scnliores. u Drpoia de encerrada a
ultima tsalo do parlamento, a armas dos alliados
obtiverarn um Iriuiupho importante e assignala.lo.
Sebaslupol, a grande fortaleza da Kussia no mar
\egro, ceden a perseverante constancia e i intr-
pida bravura das forras alisada..
Os preparativos marilimos e militares para a pr-
xima primavera chantaran! ueeessariamente. a mi-
nha formal alinelo .
Apezar, porem, de eslar decidida a nao poupar
esforej algumc.ipaz de dar impulso as operaresde
guerra, julguei do meu dever ii.'ih repellir passo al-
gum, que possa ra/o.n cimente offerecer probabili-
da.le de urna paz segora e honrosa.
Por consequencia quando o imperador da Au-lria
me offereceu ha penco, assim como ao meu augusto
alliado, o imperador dos Fraucezes, empregar seus
bous aflicto* com o imperador da Ritssia, para ar-
raujar ainigavelnicntc as qneatoea pendentes entre
as partes belligerantes, consent de accordo com o.
meui alliados, em aceitar aquella ollera, c leulio a
ur- salisfatao de aiinunriar-vs, que se c-t..l.clerei jm
L'pide-. certas indiques, as qeae poderao servir de base a
'^uni tratado de paz geral.
Dentro em poueo se abrirlo em Pars aa uegocia-
cne- relativas a este tratado. Na directo dcslas ne-
gocia^Des lerei cuidarlo de nao perder de visla os
objeclus pelos quaes se cmprebeudeu a guerra, e me
parecer justo nao diminuir da modoalg,um os meus
prepaia'.ivns marilimos e militares, ale se concluir
palhia. e ulereases.
Ao Xorlt escrevetn de Paris era data de 29 do Ja-
neiro, o que se segu :
A mudenca em expressar-se que apresentam os
peridicos inglezes, he muilo repeulin.i c cumple'*
para que n<. seja elTeilo de alguma insiuuaco.
Kllectivameiite.; rarlas de I. 11 Ir- as-egcu-aiu que
na semana ultima lord Palmerslon elorl Cl.irendon
presidirn] a urna reunio de proprielaro: ihs prin-
eipaes peridicos inglezes, para Ibes fa*r vera si-
luarao das cousas, c a necessidade de igadilicar e
sua lioguagem sobre a paz, afim de ni) compro-
raelter a allianea com a Franca.
Os correspondentes inglezes cm Paris icoeberam
PelertborgO quera que Mta eslipular.lo f0sse -up-
primiila, e propuiiha a Teslilonao a Turqua das
praras fortes e territorios, rjoc os exercilos russos
oceupam lia Asin, como equivalente da rcsliluic.lo
jas praras fortes e dos territorios que os exercilos
alliados oceupam na Cruja. Todava M. de Nestel-
rode olTerecia deixar para as conferencias a solucllo
linal desla difliculdade. (]
O seguudo artigo lera por objecto a livre navega-
Co do Danubio. M. de Nesselrode aceitavao pura
e siinplesrnente.
M. de Nesselrode propunha duas modifiear&es .10
lerceiro artigo, cujo lim eia declarar que o mar Ne-
gro seria ueulralisado, e determinar a cou-equen-
cias desla neulralisacAo. a O Memorndum aus-
Iriaco diz : Nao serao creados nem conservados ar-
senaes militare marilimos no mar Negro. 11 O
gabinete de S. Pelersburgo Indicara a seguinle re-
da0 que diza ser mai clara e mais propril para
evitar qualquer equivoco : Ko serio creados
nem conservados ar.enaes marilimos as margeas do
mar Negro. .. O Memorndum diz tambem
Al
risco Jos e o re Frederko (nlherme, M. de Ituoi! fallamos, diz que a Prussia era excloida da*
e M. de Mante.iffel espcravain-islo e consiileravam a
parlida romo ganha desde 5 de Janeiro.
l)s ftossos corrcspandenles f.illain lamliem da n-
lloenca decisiva que a corle de Vieiina, e ainda
mais a de Berln liverara as resolures do impera-
dor Alexandre ; sobretodo f >i a..s consellios e ins-
lancias do re Frederico Cuillicrmu que o imperador
Alexandre celen ; esclarecido sobre o perigos que chamando-a a conferencia.
amearavain o -eu imperio, instruido do projeclos I l.luanto ,. Sardenha, essa lem direito de ailir a
que formavam OS inimigos da llu ciaccs. se nlo adherir as cundir/te. propesla .. Bu
ia ; e se nao couformar a sua poltica e o en pro-
ceder rom a Austria. A Prussia responde que *..
determinar io do Memorndum nao tem objecla.
depois da aeeitarao da Rusia. Alem di-so a l'ra--
si.i nao se pode negar que leve alguma parle neala
aeeitarao, e pode ser que a Earopa a recompense
lolgoa malte hem que poda arenar sem deshonra
condres que realmente nlo bomilhara a Rusaia,
nem comproinellem o futuro de prosperi lade e de
grandeza que Ihe parece reservado, com lano que
seja servida por urna administraran econmica e
intelligenle, diposla a desenvolver as suas vaslas
provincia o movmcnlo reformador e progressivo
le urna civlisacao que comer apenas.
Porem
Beta direito perlen.-c-lhe pela mema aajBBe e
peitcure i Franca c luglalcrra, porque a Saraeaaaa
nao hes'lou em lomar parte nos sacrilieies : seos,
soldados combatiam na Crimea aa lado do asnees,
he justo que o seu representante tenha um lugar ao
lado do nossos. Todas eslas quesli.es, seguudo ne-
dizem, sao aguadas em toJ. a Allemanha. a rece-
1 hem diversas solurf.es segundo o interesses a pei-
nan se deve julgar que (oi fcil ao impe-j viles dos gabinetes,
ra.lor Alexandre a re Irmlisiuo Ihe diclar.im. Diz-se que no ultimo mo- Ida cidade c ni que devein reonir-se as conferencia.
lu potencias das margen obrigam-se molaamen- I menlo o partido da guerra eslava mais obstinado do A Auliia poda pre..lerer--e do preceleule de
,e a nlo conservar no mar Negro leoio o numero de 'lue n'"< \ agilava-se, amearava o partido da paz.
embarc.res ligeira, de nina forra determinada,
necessarias para o ,t\.;.. das suas cestas, a M. de
Nesselrode peda que se escrevesse : .< (l numero de
eml.arcar.ies... necessarias para o serviro e prolrc-
^a,i das costas, a
O quarlo arligo que consagra as inmunidades dos
subdilos rayas da Porla. era adoptado sem observa-
r.1o cupo o primeiro.
Reatara a quinta e atlima clausula, (i Memoran-
dum da Austria reserva as potencias belligerantes
1 o direito que Ibes perlenee de apresealarem. para
inlerease da Europa, condic.les particulares alem das
I qiialr,. garantas. ,, M. ,|c Nesselrode pedia a eli-
minara., desla reserva. As razoea ron
j cara a sua opjniio, erain as wzaintar:
O principio estabeleeioV) he muilo vago, elle abr'
.-i> a Purla a urna nova negociadlo, anda quando
houves.e um accordo completo sobre o qualro pon-
ios.Este principio he tal que inspirar incerteza
sobre o resultado
qOc juslifi-
c.iji voz e eaforces dominara, e liona eonsegnide
formar orna especio de oninlia publica apaixonada
que peda a conlinuaco da guerra. Assim nota se
que o gabinete de Berln espera rom impaciencia a
abertura das conferencias ; esle gabinete espera que
a diseas'lo do tratado de paz naaer longa, e que
os plenipotenciarios das potencia c mostrara 1 lodos
animados do mesmo espirito de eouriliac.ao c guiados
pelo mesmo pensamento, o de fazer juslra ai, im-
perador da Rnssia e de nao acrescenlar noviis emba-
rarus aquelles que elle podera encontrar no interior
d.. seu imperio. Estando boje resolrda as ques-
i.ies prinripaes, he de crer que os plenipotenciarios se
moitraiao cm puuco lempo concedes lias quesli-
arccssoiias.
Em Berlin considerair.-se romo quesl.'.es BCCesso-
rias as que nascerem do principio eslabelecido na
1851 e 1855, e pedir a preferencia para Vienna. Oo-
Iros julgara que he mais conveniente reunir-*, em
urna cidade neutral, eslrauba nao su as emacsle. da
Eoerra, atas lasahea* as lulas diplumalicas do* olu-
1110* 2 anuos propoem a cidade livre de Francfort.
I>iz-se que a Bussia pedio que a conferencia re-
ni-se em Paris : o gabinete britnico consent, coto
ollicilode, e a Austria nao -e oppoz. Tuda indica
que he era Paris que ler.io logar as negociar..f para
a paz.
lie urna Immena-em prestada Franca, mm he.
menagem que no* li*oug*a e enclia de orgalko.; a
Bussia faz jiislica a leal lade Iranceza assim canso
fez jnslirj a bravura dos nossos soldados, a discipli-
no do noaaa everrito. a poderosa organiar*o da ne*-
sa ad'iiinislrar.lo militar. A Inglaterra obra como
urna nobre c liel alliada: q.jer cimentar ainda mai*
npsla occasiao a allianea das duas grande nure
com a
Jas negociarOes. porque lira aos
diario, c a ewcularam comzclo e do-1 preliminares ainda depois de accilos e assignados o
carcter de estipularnos definitiva. l',,ra que fazer
cilidade nolaveis.
As msalas carias acrescentam que se prepara no
parlamento e no pan urna (einpc.ia.le aaeaeado-
ra para lord Palmerslon.
A opposiclo prepara-se para demonslra- que o
inlervr em urna qucsiao ja em si bstanle espinbo-
sa um principio, cuja inlorpretaca,, e applicacSo sao
da aleada exclusiva de um congreso europeo, unieo
arbitro das IranuecOes exislenles? Nem M. de liuol
primeiro ministro fez urna guerra e nina ,az igual- i se illude sobre os inconveniente*
menle funeslas a' Inglalerra.
No ministerio ioglez lem occorrido grave, divisoes
sobre a marcha qoe h. de aeguir-se as neiociaces-
Oulra mudanra se verificou nnsjoruaes minia-
teriaesde Paria. Preveoiram-uos que d.ixem as
injurias, de que lao prdigos se lem mosrado, ha
dou. uuno, para com a Bussia. Sao para notar os
elogios dados no CjttHtmchmnclao cunda de Nes-
selrode.
ilesla clausula.
como se v no despacho qu,; em Iti de dezembro di
figio ao conde Valenlim Esterhaz) para Ihe servir
de inslrocrlcs. .< Se, cuna esperamos, diz M. de
Bnel, as noras prouoslai liverem nina receprao fa-
voravel, nao lardaremos a recoinmen lar coin ins-
ianci.1 a sua aeeitarao as corles de Paris e Londres,
exprimindo a conlianea que nos anima, de que ellas
n;lo usara, do direilo que llics perlenco de apres
atnlar erentnalmente as negociarjaei parlicul.ire
Os peridicos belgas publican, o )fexlodode.paclio s.n.lo para inleresc europeu e n'uma tal nroporrl,,
d.ngido no|.,ia., de Janeiro pelo cande de Ne.-elrode I que d'ahi n.l,. possam resultar obstculos serios para
ao principe de l.orlschakoll,:emliaivador rano cm jo reslabeleciinenlo da paz.
Vienna, como resposla as prepoatai auslriacas.
um Iratado de paz satisfactorio.
Ainda quo a guerra em que me acho empenlia- j alliados se reservavam propor novas condic.se
da lenha sido molivada por successos occorrido no interesse europeu ; e cm quinto a islo, pola
Ainda que depois a Raasia tenha adherido aellas
he de notar que nesla contclarao s se negara a
reclificacao da frouleira russa na Bessarabia, si beiu
que oilercceinlo em troca as conquista das Asia,
sobre que agora guarda silencio.
Tambem elimina, o quinto poni, pelo nial o
no
ler
meiodiada Europa, minha atlencao nao se lem recebido seguran...da Europa, ou da suanelhore
parle mais -aa.
O raclu he que a Cazcta AntVUua quisi que
zomba do quinto ponlo.e a Sova Uazeta da l'ruaia
diz o seguinle :
A Inglaterra desisti das su:. exigencia, re-
nunciando dar urna inlerprelacao precisa do quinto
ponto at que se eomecem as conferencias.
O funiUlueioimel de Pan, u'um arligr que os
seuscollegasqualilicam de semi-ollicial, diz quo o
congreso .le Paris vai a ser urna desforra do Ma-
grease de Vienna.
O Sorle faz observar que allendidas is circums-
laucias que mediara, mais propriamenlelsera' des-
demia
li-tr iluda inicuamente dai(u.rao dos negocios no
norte, e de accordo com o imperador dos Francezcs
celehrei enm o rei da Suecia o da Norwega um tra-
lado que contera ebriga{0es defllnitivas, as quaes di-
zem respeilo a sua soberana e que Icndein a in.nler
u equilibrio do poder naquella parte da Europa.
Tainheui celehrei um Iralado de aiuisade, com-
mercio e navegaro com a repblica de Chile.
Dei ordem para vos serem apresentados esles Ira-
la.los.
Seubores da camaia dos cuiniiiun. :
Ser-vos-ha apresnlado o oi..ameulu do prximo
auno.
Achalo-beis formado de maucira, que prove as
necesidades da guerra, se desgracad.menle se nao
fizer paz.
Milords e senhores :
lle-me grato advertir, que apezar do males d.
guerra, cargos e sacrificios que ella inevilavelmenle
(em imposto ao ineu povo.os recursos do meu impe-
rio permanecen! intactos.
Conlo confidencialmente com a eoragem varonil
e illuslrn.lu patriotismo dos ineu. fiis subditos, para
qua continen! o apoio que lao noblemente me con-
1 I al he cm summa, noseserevem o* nossos cor-
reapondenie., a primeira reposta do gabinete de S
Petersburgo a que se den o nome de contra propos-
la. Ja se v que ella nao dillere sean em dnus
pontos da proposla aoslriara : primeiro, em reeusai
a rectilicaeo da fronlcira mol lava, seguudo, em nSn
admillir a reserva conli.la na quinla clausula ; pu-
rem eslas diflarencat ata apresenladas com una lin-
guagem 18a moderada que per.lem luda asna signi-
lcac.ao. Se allendermos a que na, olas de M. de
Nesselrode abundara o protesto mais favoraveis .
paz ; e que nellas se eneonlrarSo phrases como a
seguinle : Pedimos i corle de Vienna que se con-
venca bem de que as considerarr.es que vamos des-
envolver sao inspiradas pelo desejo sincere de evitar
as dilliculdades que Raern! abortar as ultimas ron-
frrancias.Nada desrjamo* tanlo como ver as nos-
sasobsarvacoe recebid.is cora o mesmo seuliinenlo
quinta clausula do Memorndum ausliiaco. A Rus- I occidcnlaes, que se fortilirou com a gaerra a
sia aceitou cla clausula como todas as oulras, de I victoria : a Inglaterra tem razao, e pela nossa prle
man eir que, na sua qualidade de potencia bellige. ; nos a louvamos e felicitamos pelo cus ealimeolM
ranle, fii St /tfff. romprebendi.la naB reserva I de cordealiJ.ide rom lana sat.-farao a sinceridade,
geral do direilo de apresenlar para""r/.vleresse curo- ; qlianla ella pie em no-lo uio-lrar.
peu condir.'.es parlirulares alera das qiialri.VaTiu-i Ja se vi que a. noticias ao cada vez Uitftt^
lias. .1 Este direilo, diz ella, perlence-lhe coniolWLiwi. A esperaaea da.^arperoo cm leda
perlenee a Franca, Inglaterra, Turqua c a Sar- a parle?*^nlre no cIL^-^rnina^ ,ubjBg. opiaia..
denha, que sao potencia beligerantes ; poiera mo publica. que\se ensoberbece com n-'gl .rioxnsaere*-
p..dc ser reclamado pela Austria e Suecia, potencias
alliada que nao lomaram parle na guerra, nem
pela Prussia, :Dolencia neutral. Pelo menos he
assim, dizem os nossos corresponden!, qne o ga-
binete de S. Pelersl.urgo entrale a quinla clausula.
S. esta inlerprelacao :f..r a.imiltida, srgue-se que a
clausula sera nentralisada pelas pretenrr.es cenlia-
lias. islo lie, annullada para lodos. Siipponhamos
que a Inglalerra e a Turqua quercm prcvalecer-se
dalla contra a Kussia, esta por *eu (uni uAo deiu-
ri de se pr
Turqua. A
afflrmaram qae Irea qneaiaea serSo agitadas m r-1 comir.unicar o despacho, qneoSr. rn.
I lude da reserva conli.la na quinla clausula : que s?
I prohibir a Bussia lomar a levantar as forulicaei.es
j de Bomarsuud ; quo se Ihe impora' una rerlilicara'i
da suas fronlcira da Asia, e que sera' obrigada a
receber cnsules rslrangeiros nos seus portel du mar
Negro : em Berln nao se acredila oslo.
A adinissao dos cnsules eslraogeroi he compre-
liendida implicilamenle no art. :i. das eondicise.,
porque os cnsules sao evidenleineiile :urna deseas
instituirles conformes com o direilo internacional e
com os usos consagrados na materia, que seao es-
labrlceiilas para assegurar nos porto, respectivos do
mar Negro a proteccao dos interesan comraerciaes
e marilimos de lo las as narOes.A reclilicarao das
fronleiras da Asia lem poueo interesse para a Eu-
ropa ; resla pois a proliihicao de fortificar llamar-
sural, que seria para a Kussia nina cundicao aggra-
Kiissa '.' Na
>os da guerra, nieudo volos pelo pr.unplo reetabelc
cimento da paz.
Joniial dr /''/./..
[PeTiodee do- I'ohres no l'orlo.
O egninle be o despacho dirigid 1 por M. de ibbb-
selrode ao principe de lior|schak.;l para Ihe lezer
coiiliccer as ohse.vari.rs do gabinete de S. Pelel
l.urgn obre as pro| : naMatai
.< S. Petersbora.., 24 de dczeuil.ro de |.V>. 5 de
lecer delta contra a lnglal-rra a a I Janeiro de teWK.L-eo ama voltou .. S Maaaaaajaai
r parte dos jornaes pslr: ngeiros! o senlior enviado d'Anslria. deo-e presjsa em ma
rele. Aceta-la-h
e equid.de que as diloa, e concorrer para nos fa- l"'ls.-",;'"i,-"! *****. V-
zer alcafar lira desojado... *'*, "" ''"'e *"? a n*',,e* "c taP
... ... 1ue Ibe impon lim obrigar s da mesma esnacia .me
Anda que es principios es.abeleeidos pelo gala, -, Mti,m de ,er iuter'essc
uele austraco nao pecara garaiilias maleriaes senSo
forra do Iratado de julho de 1810 em que se regu- K5sia e "0 *x'i*m nenliumas da Porla, a Kussia
laram os atsumplos de Oriente sera inlerven.ao da na S Prevalecer, ateo P"* rtieolar reservas, ou
Franca. Pra Iludir a discusso dos particulares. Se, dtze-
(A Sar.)
o o. uesinieciaues e geuero de que fallei nieioai UA ,u,
meus officios anteriores. Asn- r^rm raqui TT ceTieTqoalquer uailo
AIAC0N4II4 DAS IIJLHKIES,
Fon Carlos NoifSEUST.
PRIMEIRA PARTE.

' vi
A carreira iobre pernas de pttu.
Na mauhaa seguinle a carruagem do l/ulel do
lobo couduzia Mananto para a Pona do Sulronde
sabemos qae mora va a eoudessa de Ingrande.
^^ eV^rjApua ia so/iuba. Essa cunlissao da seu estado
equivoco e a eoudessa a recebesse framente ;
mas Mariajpa qde i'sso ja es4>erava, na.i eslrauhon
lal proceditni'iit... "^^
A nica coasa que leria podidosorprend-la, e
joslaineule a iisuca em que ella nao reparn, fui a
ligares de feiras como cederam, e podem eslar rertos de que UAo Ihe. pe-
Sanlo Antao o l'edras de Fugu, n.lo lia por ora
oulro rcmeilio senao recorrer a Vmc. e a oulros
proprielarlos para ircm rcmellru.lo para aqu,a dis-
pi.sica.. da cmara muuicapat, a gado que poderem
haver, emquaqlo espero Aelo resultado da providen-
cias que a lal respeilo voil tomando. Confio eu que
Vine nao deixar de edneorrer com o seu con-
tingenle para que aos Iftirtorcs da peale nao e ac-
ereseenle o da falla de um\ genero da primeira ue-
cesulade,i.a cerleza de quo todo o gado que mandar
era promplamenle pago poY um preeo razoavei.
Benietuwpropia da circuir cima ;i ra mar > ,,,_
1 accuin que Ihe
. --/
uviado.
permita sua filha rereber eVla joia que iT.'" ve;,.
cousa alguma senau pela sua origem.
E apresentou bu nuble mente, a Ameiia urna ca-
eoula pequea mu simple, mai exquisita.
Amelia lomou-a dopois de ler consultado cora a
vista a mai, cujo sileucio consnlerou como per-
missao. \
Qual be a origem desse objeclo'.' pergunloo a
marqueza de Pressiguy lomando 1 palavra pela pri-
meira vez.
Foi um dos principes da arle foi ftossini quem
m a .leu esle vero depois de urna representarlo da
Semiramtde, o qual f.'.ra levado [uasi forra.
A mesma coinmoc.1o produzo-se a um leu'ipo na
condessa e na marqueza.
O que rea le .va esse dora no ispirilo do maes-
tro, continuos) Maranua, e o que I irnava-o duas ve-
tes precioso he que essa cacoula nerlencera prece-
(ienleineute l Malihran.
Minha Alba nao condece a Maltbran, disse a
eoudessa de Ingrande.
Marianua rorou levemeule, e vollando-sc para A-
raelia, disse-lbe cora acento triste ,:
A Mal.bran era tuna das pobre, inulhercs, cu-
exlrcma allera;a^ajm que a marqueza' de Pressig- ji* 'lllnn c';' |J' visivel romo a luz de urna alainpa-
direisaerilicio abum, o qual nao seja exigido por
um legitimo respeito aos grandes interesaos, honra e
digmdade do imperio.
lia muitasquesloes rclaUvas a mellioramenlos in-
teriores quo recomrnendo ao vono alenlo examc.
A diaTereaea que existe sobre muitos pontos im-
porlanles entre as leis comraerciaes d. Escossia e as
demai parles do Kemo Unido, tem sido prejudicial
a muilo dos meus subdilos dedicado au commercio.
Para lixar o poni em que eslAo as negoeiacoe
desde qoe o gabinete de S. Tetersburgo aceilou cm
re.lricrao as condicSes proposla pela Austria, os
nossos correspondentes de Berliu vollam fallar da
aceitacao reslricla deslas mesmas condic.les que M.
de Ne,.eln.de liaba feilu conhecer ao principe Ger-
tschakotl em Vienna pelo seu d.sp.cho de 5 de Ja-
neiro.
A. condieras propostas pela Auslri. formara cinco
clausulas ou artigo dstiuclos. O primeiro desles
arligos be relativo aosprinripadm do Danubio. Pa-
ra assegurar a sua independencia, a Austria qaer
que a Kussia consiuta era urna reclilicarao da sua
frouleira, que lite [ara perder o valle do Prulli e as
prajas fortes construidas 11a raargera esquerda desle
rio ; poreui era compen-a;an deste sacrificio, a Kus-
r.ju."(a- uie.l .1 uara remediar ; sia recuperar as praca fortes e o territorios oceu-
los pelos exercilos alliados. O gabinete de S.
le. ia le lo por qualquer oulra. lome, pata, a tomar ; por toda a Franca h,~i"1
essa joia, senlior.., lorne a toma-la ; nao couvem '-''-:-
que Vmc. prive-se dalla.
Proferindo eslas palavras com o acento mais ul-
Irajaule cjuo a voz pido permittir, madama de In-
grande tomn a caenils das rnAos de Amelia, e ros-
lituio-a a Marianua.
Oh! murmorou esta afrontada econteudo as
lagrimas prestes a saltarem-lhc dos olltos.
Recoslada no* fondo da carruagem que a con.lu-
zira, e leudo o lenco sobre a bocea, Marianua dil-
uya examinara desde a cabe.;, al aos pcs. liavia
evidentemente mais do que curiosidade 110 olhar
com qua a envolva a viuva.
Marianua fui simples e digna na evpressao de seu
reconliecimento paracom Amelia ; as palavras que
achou ganharam imtaedialaiuenlc o coracao da ra-
pariga, a qual se nSodora o olhar imperioso da indi,
Ihe leria logo esteudido a nido.
A seuliora salvou-me de grande perign, disse
Marianua, do marear de lodos, segundo a opinin
. onimum, do perigo ila mor le ; .levo agradecer-llie,
embora nao leulia motivo para prezar a vida ; mas
porque fez-me'cnrar 110 corarao urna aflicao nova
e respeilosa.
A rapariga nao | cos miuutos, depon levaolaudo-se, dirigiu-se oulra
vez a Amelia:
Seuliora, levtio todas assupersliri.es de urna fi-
llia do povo, e per menor que seja o lugar que liei
de oceupar em rja leinbrauca, por mai.r que seja a
distancia qoe uo< separar sempre, eu creria nao ler
exprimido minha grulidao, c della nao Ihe donas-
te um leslemunhov
Um leslemunho ? murmurou a bndessa de In-
graude.
Oh disse Marianua vivamente, a senhora a-
p.uharia ama (onrhinha sobre a marge.n do mar,
() Vde DiM, |0. 55.
da, e que s lem genio coin a condir,lo de morre-
rera delle brevemente. Era una cantora. Tarrea
qusndo algiius anuos liverem augincnladn sua bel-
leza, a senhora ouvir resoarem cora esse nome os
saines que a aguardan), ou os camarotes do thealro
italiano ; na 1 tuna applicar o ouvido, porque esse
nome aumente dispertar lembranras aflectuosai, e
lernas sympalhias ; lie o privilegio dessas mulheres
que caininham lao cOrajosaracnle do scenario ao lu-
mulo. Enlao, seuliora, a quem todas as felicidades
ijcslo mundo devem (ornai a benevolencia fcil, dig-
ne-se ile lembrarse daquella a quera couservot a
vida, e ao nome glorioso da Malihran ajunte n no-
me digno de Marianua.
A Marianua repeli repenlin.meute madama
de logreada.
E seu olhar foi cucoolrar oda marqueza de Pres-
signj, a qual sorria cmo e Urajea esperado essa re-
velarao.
Vmc. he a Marianna... a cantora Marianua '.'
repeli inadaraade Ingrande.
Sil, senhora, responden Marianua espntala.
Amelia via e nuvia sem enmprehender.
Misseinus que Marianua levanlara-se ; ia retirar-
se quando madama de Ingrande levantando-., a seu
turno e cora n ar de quera toma una deciao,|falluu-
I li'i assim :
A ac^ao de minha filha nao merece oolra cou-
ca sendo agradeciraeuto; o que ella fez por Vine.
chiam j os banco*, os cliapelinhos .Je o1\ind"lav'in
eos chapeos de palhiulia que formavam a maioria
davam a idea de urna ceifa movedira. (Juanlo po-
pulacao laboriosa da Teste, aos resmeirus, aos pas-
tores, aos pescadores, est.vam todos grupados abai-
xo do eslra lo sobre a praia aguardando o espectacu
lo, no qual a mor parle deiles lam ser adores, e con-
teupUvam o lagamar sulcado pelas barcas que ha-
v ia 10 de concorrer. Era um quadro pilloresco e gran-
de. Nesse. typos denegrido* pelo vento do mar, cur-
vados pelas tempestades, mais furiosas as costas de
tjascouha do que cm qualquer outra parle, D3o se
devia procurar a belleza ; mas ah ochava se em
Era meio-dia. As vozes multiplicavam-se, e os li-, grandes dses a energia, o vigor, a destreza. O lia-
ros annunciavain a l'csla. Ao longo da praia patsa- I hilo do Irabalbo o do perigo em um dos lugares
vara alegres bandos de burguezes chegados no pri- mais rido, da Ierra lornra-llie.as fei.Oe rebeldes
raeiro eomboy do camin.o de ferro, e caravana de
banbislas montados em pequeos cavallos apanhados
a laco as charnecas do Maransio, cuja cauda var-
ria a areia.
rante o trajelo da Ponta do Sal a Teste jurou odio
eterno i orgulhosn familia de Ingrande.
Sera as emoces que agilavam-na, Marianna nao
leria cerlameute deixado de conceder um olhar aos
silios admiraveis e excepcionacs de que eslava ro-
deada.
De um lado eslcndia-se o lagamar de Arcachnu,
vasla antecmara do mar, do oulro a llorcsla da Tes-
to exhalando cheiro de resina. De distancia em .lis-
lancia, 110 meio das densas masaos de folhagem ver-
de-escura, ebrlara-M largas avenidas feilas para pre-
venir os iaeeadioa lao rpidos e Iflo vilenlos nesse
lugar esses caminhos ch.inam-se na linguagem 1I0
povo bire-huc o que significa deitia-fugo. \ cr mo-
nolona e trisle.los pinheiros era variada pelo saisso
vermelho das vinhas e palo espinheiro ordinario que
laaearam loucas vergooleas ; as vezes tambem, mas
meio a loga.la- Da areia, appareci.m papoula silves-
tre e orugas brancas; entao o contralle lornava-se
lano mai delicioso porque era inesperado.
Hilando da paizagem o olhar ia s raras casas qoe
deseuhavain-sc sobre a nudez da praia, nolava-se
com prazer que ucnliuma dellas ..fierecia ainda o
carcter frivolo que. deshonra todos os bauho de
mar. Nao havia dessas queijari.s suiss.s que pare-
cem sahir da loja de um patteleiro, nao havia imila-
rles do uslvlogolhico. Erara simplesmente casas de
pedra, quadradas, um tanlo .ombras como os sitios
em que ele.avam-se.
O lugar designado pelo nome de desembareadnu-
ro de Eyrac era o poni central da feta ; ah fura
preparado urna especie de amphilhealro deitinado
s pessoa. notaveis e ao publico que pagava.
aslre empavezados e Linternas de varias c'.r.-s
Icsleinuuhavam a uiagi,,.eiicia muuicipil,a mesma
mos nos, se allender forca deslas palavras, com-
prehender-se-ha como, pela simples leitura dele
do. uinenl.1. os gabinetes de Vienna e de Berln
presenlir.lo que o gabinete de S. Pebersburgo ce-
derla nos punios por elle reservados, antes tro que
tomar sobre si a respnnsabili.lade da cnnlinuaeao da
guerra. Ora islo be da maior importancia, por que
se segu qoe desde 5 de Janeiro o gabinete de S. Pe -
lersburgo eslava decidido a fazer lodos os sacrificios
para reslahelecer a paz da Europa, e que as condi-
gna propostas pelo gabinete de S. Pctersnirgo Bao
Ihe parecala incompativeis cora a honra da Rassia
e.cotn a diguidade,do|imperador. A sbita iesolu;ao
de Iti de Janeiro uao sorprendeu realmente acorte
da Austria, nem a de Berlin, nem aquelles que co-
nlieciaiu as verdadeiras disposiri.es da Kussia ; s
causou adiniracao ao publico. O imperador Iran-
para a Europa ; que
por exemplo, Ihe seja prohibido fortificar a sua pos-
sessau de lleligpland,
rae dirigi cm data de i. Il, de dezembro, e de que
cu aqui ajunto a copia.
.. Fazen.lo esla communicacAo. o Sr. conde de K*-
lerhazy enlregoii-me ao mesmo tempn um docu-
mento, o qual conlcm a in.1icar.~in de algn* prni. 1-
^pio, que, segundo a opinian do gabinete de Vienn.
liana, pelo fado l. aeeitarao das polencias bellige-
rantes. valor de preliminares de paz, e poda,
urna vez assignada. ser seguida de um armisticio e
de negociadles denilivas. Nao denei de' apre-

sentar eslas pecas ao impcr...!or. nosso aoguslo se-
nlior.
a S. M. imperial houve por liem rxamiua-las cota
o mais sincero desejo de resolver equitativamente
questao, que lem a Europa em armas, e de acabar n
lucio que a obre. Nao hesita cm dar a ma.. ao. es-
forros que S. M. imperial e real apostlica, quer vol-
sabemos ; j lar ,1 obra de paz, e a arara deile sincero desejo he
que, ha poueo, lomando so coneIho dos interescs
do seu povo e dos seussenlimenlos de liumanidade,
nao hesita em ir espontneamente ao encontr doa
volos pacficos da Earopa.
Animado, como o gabinete de Vienna, por indi-
que ame.ea ao mesmo lempo era de que .1- aasoafta podnm tornar a comcrar
a Dinamarca e lodos os oslados do norte da Allema-1 sobre a base dos qualro poni*, taes como linba'm
nha ; que se limite o numero e a forra das mbar-1 si Ja formulados as conferencias de Vienna, S. M.
carne, militaras que ella poiera" inlroduzr 110 mar I u Imperador liaba adoptado urna resol urao, que
Bltico. Duvida-se qtfc a Inglaterra se snjeile a (julgava propria para dar nina solucao franca aquelle
taes eundiroes. li por aso conclue-se que prora- dos qualro poalae, que fura causa da ruptura das
velmeule nao sahira' da quinla clausula, aeaao o quo
for admitido porconsenliineiilo unnime das poten-
cias admillidas a' conferencia, a
Ouaes serao estas polencias'.' guando se abriram
a primeira. conferencias diplomtica em 1834, a
Prussia amiilia a ellas ; porera quando eslas confe-
rencias se eacerraram em i de jonho de IS55, a
Prussia ha muilo lempo que n.lo lomava parle nel-
las ; as deliberajes traban) lugar tmenle enlre os
I represeiilanles da Franca, da Austria, da Inglaterra,
da Ku*sia e .la Turqua. Dcbaldc a Prussia tinha
pedi.lu a sua admissao, o seu pedido nao foi altea-
dido, sem que lodaviaTosse pronunciada a sua ex-
clus.lo ; que acoulccera se a Prussia, como parece
Os nossos correspondentes eslae nislo de ae- '"** il,,is"r em '' V"l* as futuras ne-
gociac/.es'.'
O Meraort. "lum de 2S de dezembro. de que ja
djtjatfqmaj da lloresla. Ao longa erguendu sen
virnosj pNlAu.ul.He rniniai p.inTi.n.1 AcirillsfjVJ
cordo com o que diseram algn jornaes estrangei-
ro, e enlre ellcs o jornal inglez Tunes.
capolinho cor de rosa ; he na charneca rasa que se
deve ver o Ichanka imraovel e em p como um tri-
angulo solitario na hora em que o sal esconde-se
atrs dos arbustos ensangueulados do horisonlc, ou
quando arrimado a um pinheiro lece silenciosamen-
te lueb.s, guardaudo um lebanho decarnciros ma-
gro e prelos.
Severos c mudos no meio da mullida.. que os exa-
raiuava com curiosidade, sru |icusamcu(o eslava
concentrado ume.miente sobre o gauho que iam dis-
putar, ganho alias mu mdico, pois consista em
urna recompensa de vinte francos para o vence-
dor. Mas vinte francos aos olhos de 11111 tchanka re-
presentara urna riqueza!
Poueo depois, ao signal dado pelo presidente da
fesla, espalliaram-se lodos dez pela praia dando
uivos.
A' exceprao das pernadas immensas e reglales,
a jovialidade. A Teste de Buch nao conliuha talvez
(res tabernas nessa epoea.
Ha povoaces que nunca riem.
Assim, debalde se teria procurado sorprender um que he impssivel descrever, ler-se lua julgado as-
ar de mocidade na plivsionoinia da- mulheres ; ca- sislir a una pli.uilasia ar.be. Erara as mesmas e\o-
sadas quai todas com marinheiros, Iraziam umfor- lu^oe. feitas com a mesma rapidez em condicoes que
momenic e-iuari.1 prclo romo so vive-sem com a approiiniavam-se do impssivel, e era um chao em
perspeciiva e com o cuidado constantes da viuvez.' que cada pama de pao enlerrando-se carava um
Sendo tambera marinheiras liaban as pernos au
al abaixn dos joelhos, a caliera envolla em um len-
0, e coberta com um chapeo ilc palhinha adornado
de lilas ile velludo.
As corridas de barcas deviara ser precedidas de
urna carreira sobre pernos de pao, diverliraenlo in-
teiranienle local, que vale a pena de ser descriplo.
Deixaretuos, pois, Marianua vollar soziuha c fe-
roz para o Hotel do Globo, a pediremos aos nossos
leilore. a permtalo de fazc-los as.'.slir i esse espec-
tculo 11a praia de Eyrac. tjueni sabe te ah nao en-
contraremos ab.:u!isdus oulros adores desla his-
toria
Eram seis hnmens e qualro mulheres que haviain
de e'.ecular essa carreira original. Na Teala as mu-
Hieres parlicipain de todos os exercicios du* boineni.
E.'am, pois, dez (cAquAas, para seisir-ims ,1,, liugua-
g.em do povo, que qualquer (cria leutaroes de con-
fundir com os idiomas japouezes ou chinezes.
, Os Irhankas alo pessoas trepadas sobre pernos de
Eao. Todos dez liuhain o mesmo vestuario, o da Ira-
icra.., sem distiucra.i de sexo, islo he, barrete o-
bre a cabeca, capole de hia preso ao hombros por
Cima de uiua ve-lia abotoada, os pes deaealcoa e as
yernas envolla em um eamano ou pello alada com
j'arreleiras encarnadas. As pemas de pao o eleva-
vjam cinro 011 seis n cima di Ierra, e nina vara
|bes servia de lerceiro poni de apoio. Vistos de ccr-
I,, dslaucia assemelhavamse a raas giganlescas. Mas
transformadas em crvslalisaees luminosa'.
Foi nesse momento, o mais esplendido do dia, que
todas as barcas obedecen.In ao mesmo impulso po-
zeram-se em movimenlo ; as velas estelaran) e in-
charam, o remos lcvanlaram-se ao raesmo lempo,
mcrgiilharam e reapparecvrara rasgando a agua co-
mo una renda, l'm forte clamor, oda parlida, per-
deu-se na immensidade sem echo ; as barcas afas-
laram-se, diminuiram rpidamente, e poueo depois
so appareceram no lagamar tornado lmpido, como
diamantes semeados em um vasto espelho.
Enlre os espectadores havia um smenle, cuja al-
lenrao ralo eslava exclusivamente appcadu a esse
brillianle quadro : era Ireneo.
Desde a vespera nao tomara a ver Mr. Illaiichar.l,
e eslava no auge da perplcxidade. lu dos serte,
do holel afli.mava lr-lo vislo mu cedo dirigindo-se
para a estarao do caminho do ferro de Brdeos.
Ireneo eslava muilo inquieto; seus olhos nao ces-
savam de interrogar a maltidao e as estradas. Via
com desespero adianlar-sc o dia.
Repentinamente urna man, que poz-se-lho sobre o
hombro o obrigou-oa vollar-se, fez-Ule dar urna ex-
inlo
conferencias de Vienna.
Cora esla resoluc,.io o gabinete imperial cr.mple-
lava as garantas necessarias para urna paz duravel
e seria, c soregava inteiraiaenlc a Europa a respei-
to da repeticao da deplnravei romplicar;des ac-
tuaes.
Havia pois motivo para esperar que o gabinete de
Vicua, ao qual se corainunicou i-to, o levar*.'
em cunta para simplificar as quesle prelimi-
nares, destn, das a preceder a i'egociacao deliai-
tna.
E*la esperanca nao se realison inteiramente.
O imperador, nosso augusto amo, via islo com pc-
zar ; tudavia quer dar una nuv. prova deslas m-
tenrdes pacificas, entrando na* vas, que o gabinete
austraco julgou dever abrir para urna recoaci-
liarao.
"> resla*me a meu torno cumprir a prome**a
TT^S '__.,________ 1
furo de quasi um pe. Tendo us capoles aguados pe-
lo venlo como os dos cavalleir..* atabes, elle* cor-1 clamacalo de elimo. Mr. Blanchard cslavn
riam a sallavain cuino se eslivessrm a p. As mu-ldelle roberlo de f
Hieres em nada cediam aos homeos : una dellas foi
a segunda que chegoii au alvo indicado, Frain dts
(iuuuidas pelos seus gritos mais agudos.
Para lerininar ccoroar .1 carreira, una sebe de vin-
te ps de largura foi sallada pelo* dez Irhankas eom
api I,ni-.. 11:..nimio.
O vencedor pruclaniado foi Pech, o haleleiro do
ll'itrl i/', (lobo, o qual cumulavj iliveisas pro
lissoes.
Esa carreira foi seguida de exercicios parlirula-
res evenilados pelos t<1tan/.i.<, alim de piovorareni
a geiierosiilade do ampliilhealio. Saltar.1:11 de pe*
juntos, asseularam-sec levantaron) se sem esloico.
Oulros apanb.ti un correado rooedas que Ibes fo-
ram laucadas, e esse especiando n.lo foi o inen
Entao 1 pergunloo Ireneo preeipiladnmeiile.
Tadn esla arraajado; o encontr sera imnala
bem celo as Hunas.
A arma '.'
Pistola, responden Mr. Blanchard.
Sil, lie a arma do acaso, a anu dos aizosda
Deo.
- Nao haver.. oulras lelemnnbas se nao
Eu assim esperava.
Madama do Ingrande, vencida pelas mlkila-
{oes do maira da Teste, promclleu a-.i-tir aa cmi-
cerlo msico de caridade que lera de haver esta imm-
le. Ila de vir com a filha e a irmaa.
Com madama de Pressignv... Bata cerlo disse !
perguntuu Mr. Blanchard.
Ellas deram sua palavra.
Oue mais ?
Ser* essa, se asun llio couvem, a cirruotsl.i:i
cia que escolhere para sua apre-e..laclo.
Mr. Blanchard parecen relie.iir, e disse dcp.is .le
alguus insiaules, como se fallaste com sigo ii.r-m<> :
Sim. tem rar.lo... tai.l val aqui como em ama,
he terreno neutro... Alem disto 110 meio do ramas-
entre a mullidlo aclmrei m.i* fcilmente a ecce-
SM... Pois bem, ale a 1. ule.
Ireneo eslava tambera mu preocupado para dai
grande alinelo palavra. de Mr. Blanchard esca-
padas em ocia vo: ; ma- veudu-o aiastar-sc pergaa-
lou-lhc :
linde v.i'.'
Prevenir nosso haleleiro, man bar-lhe a ho-
ra |iara amniihaa. Avislo-o all no n.eio daqnelle
selvagens.
Cen efleito Pech pois era delle que i.,.t..\a--c
era nesse momenlo a pon., de mira e de invej. da
seus compatriotas, rodara como iodo o inuuiph
lem revezo*, algu.it Irhm'.-i. mais os .uilro*. auicaravam inal^ata-lo. i.ru.ando-e da
ler metlldo traieoeiraineule o bastan entre a* peraas
do pao de dou* ou Ires roiieorrcnlt* 110 momenlo
era que lam talvez alcmrar o alvo ules delle. A
e o. approvimarao de Mr. Blanchard imped", ou ao
bateieir.i eucarregado de conxlozir-nos. i tenos nwneadaa sean arojaclaa : aVaa paranaaj aaaal
Nao importa, disse Ireneo; encarregando a de deiva-lo fallar a Peche canto aaeatraaa querer.
v"-......baria do cuidado deesas disponerte, appro- A eonversara,. 11,11 foi loaca. Baawa a entendei
vii anteeip.i.lamrnle ludo o que lizesse. Ma* diga- qua Pecho n.lii era absolutamente e*erupulo*o. Sem
rae, porque n.lo o vi mai. cedo boje ; igaorava que
eu devorava os niitiulos esperanlo-o '.'
Sua senhoria hem -abe que um duello i.a.i *e
extra..1.1:11,111... Cornada com a maior rapidez va- improvisa, responden Mr. Bl.nchard, tohrelads no
M reprutinaineiile o liomem parar, curvar as per-j deserto em que estamos. Ondesa adiara aqui um
na* de pao, al.aivarso, depois agilar-sc como aranha ; armeiro-.' Tire de entrar no primeiro eomboy do
itso dorara o lempo deuin relmpago, e antes de raminhn de ferro e ir comprar a pistola em Bor-
deo., onde alias levavau-me meus proprios nego-
ler-se podido dar um grilo o liomem lomava a er-
guer-se tobre as pemas de pao. e conlinuava a car-
reira !
F'ram .luis horas quando eouierou ti ra reir de
barca, o sol liana-te occultado como para deixar
.0 lagamar de Arcachon lodo o seu lirilho, o ar lar-
iiava--e mais pesado, a brisa mai* rara e caiiegada
nos.
Ireneo fe/, um geslo'de iliserieo.
Oh! conlinuoii Mr. Blanchard. cousa mu
piuca... retirar um deposito dasmto. .le um notario...
Ocmais rreio que nao perd u lempo.
Nao redmente, dense pre*sa em di/er Ire-
ser inleirado do fado por Mr. Blandan!,proineKcu
arhar-seas cinco hora* da maiihaa rom sua baica a
pouea distancia do lintel, e conducir a elle e au.
cas rateos a amlaaareai que segundo -ua ev-
pre-sio nao rJirenam o n.-co de seicm in.umiii"-
dados.
Salisfeito com essa proraessa Mr. Blanrhtrd vol-
tou cuidando -menle na ua apie-ent.ic.l.. coa-
dessa de logrando e sobretudo a marqueza de Pres-
signv.
Ese peusameulo lixo iuipedio-o de raparar que
desde um qoarlo de hora era seguido de longa e e*-
preilado por una tuulber. ruja feic.'.es um veo den-
so nao deixava distinguir. roiiiinuar-sr-Aa.



MUTILADO
ILEGIVEL


SUM E PgMjjjjg QUr-m FE RA 5 DE MARCO DE 58
Depois de ler poza In m,i durameule as communi-
carnes, que I he Cnram feitas, e depois de procurar
rumhina-las rom as necesidades da iiuarAo do mo-
mento, o gabinete imperial se d.i pressa em fazer a
preseiilr com mmica,;.lo a V. Etc., convidanilo-o a
leva-la sem demora ao eoiihectmenlo do governo
austraco
Rogamos a corte deViennaque se conrenca de
que as considerarais, que vamos desenvolver, Ao
inspiradas pelo sincero desejo de tvilar os escullios
que fizeram destruir s ultimas conferencias de
Vienna.
Nada desejamos rom lano extremo do que veras
nossaa obsorvac,oesacolladas com o mesmo senlimen-
1o de equidade que a* diclou, e de que concor-
rain eilicar.inente para nos fazer atrancar o desojado
Imi.
Anles de entrar no exame dos piomenorcs do Ira-
lialho do sabiuele do \ leuna, temos que faztr dn.is
uhservaces geraes.
Croa diz amrpetlo ao quinto ponto dcste tr-
bala. '
Leudo o prrguntamos se, por om principio conce-
bido ISo vagamente, e qaeatare a porta a ama nego-
eiacao inleirameule nova, se poda realisal a espe-
ranza de paz'.'
Ileverdade que a seuhor ministro dos negocios c
tiangeirosquasi desfez esta apprebensiio, dizendo no
eu despacho a que 11,10 lardara em exprimir as cor-
tes de l'.ins de Londres a conli.inc,a que o anima,
de que ellas nao asarlo do direilo de aprsenla!
cventualmenleas negocacocs, rondires particula-
res, quopotsamaprcsenlar serios obstculos ao re.da-
belcrimeiilo da paz.
loda va estas segurancas sfia ponto precisas para
ileslruir a nossa objeeftu om una situadlo 1A0 grave
como aquella, em qoe seacha a Enrona ; as inrerte-
zjs que inspira a reserva nao podern deixar de ter
triste iutlueiicid, lirandu aos caracteres j accilos
c assignadns o carcter de eslipulacoet delini-
livas.
lie pois em inleresse bein entendido da paz, que
insistimos pira que se elimine a quinla clausula ; e
isto tanto mais poique o inleresse coropcu, que ella
parece ter em vista, complica intilmente mu* ques-
110, j.i tito espinbosa, e perlenceiia pela sua nalure/a
a deciso, nao das parles ja engajadas na actual lula,
mas a de um cougresso europeo, nico arbitro das
Iransacr.iei existentes.
O gabinete de Vienna, stm duvida, saliera apre-
ciar estas consideracoes, c faze-las valer para com
os alliados em inleresse da paz.
A segunda objecriioque aprsenla o todo do tra-
ballio do gabinete austraco he que em contrario ao
peotamento primitivo que tinha prendido ao pro-
-rainina dos quatro pontos, e que era eslabelccer o
s\ alema poltico do rlenle sobre base de una
piridade perfeita entre as duas potencias limilrupbes,
os principios eslabolecidns pelo gabinete austraco m
etigaaa garantas maleraes 11 Rusta, sem reclamar
algumaada rorla-Oiiomana.
Nao ha pois razo para receiar .que multiplican-
do assim as ubrigacct que iucombcm a urna das
partes, se atinan germens de futuras complica-
rles.
He urna queslao que deiamot as mediiarrs im-
penaes do gabinete de Vienna, e a sua longa evpe-
neiicu dos negocios do Oriente.
Finalmente, fazcudo esta objecro geral ao traba-
lbo que lemos prsenle, ao nos prevaleceremos del-
la, nem .para fazer urna reser\a, nem para illudir a
disrussao dos pronienorcs.
\s nonas delerminacoes estilo decididas. Consig-
namiTlN^il^^evarnnundo succcssivainenlc oadiver.
*os arligos do IraWrVtvau'lraco. ---
O priuieiro ailigo iiAososciViu no.seiissrualropri-
ineiros parasraphoa objerrao alguina./i'odavia nao
fui possivel ao gabinete imperial adoptar o paragra-
pho Anda que admitlindo como applicavcl si-
11 Piemonle de Furia do din ande Janeiro resum
do modo segninla .1 situaran poltica da Enropa :
A Kussja est hojo menos forte que eslava : ma -
pouco. anuos ||,c bstanlo para recobrar a sua an-
liga lorra.
0 imperio turco est agora mais fraco e nunca se
rtslabeleeer*.
A Iranca leve ocrasifm de manifestar a sua eran-
do forra, e a sua bravura militar ; mas ,|e faci, o
scu poder nao augmenlou relativamente ao equili-
brio europeo.
A Inglaterra pardea lalve bstanle da sua gran-
de reputaba militar.
Sem duvida urna e oulra poleneia nblerao vanla-
gens eommereiaes; mas nao se dir.i que lliea corres-
pnnden a melhor pule.
A Austria impoi i I ran.; i a Inglaterra, luimi-
llinu a l'russia o dermis obrigou a Kussia, lio as-
sim que ganhouem terca moral entre asdemais p-
cimas.
Johtev* vanlagens maleraes, c realisar.i mais
beneficios econmicos que as potencias uccidciilaes.
Por conseguirte a Austria lera ganhido loda ,1
paite de preponderancia perdida pela Kussia, c des-
le motn se lera aproximado anda mais ,| Occiden-
,c l....."8 1 fluerido conjurar ao lomar
is armas.
1 mas,, clausula dos preliminares podena propor-
cionar as potencias oecidentaas ., uceas,,,,, da repa-
rar os erros polticos commettidos desde o princi-
pio : he na que se diz que .0 ler.,., quc ,, ,,,,.
pu.iri.es no inleresse geral da Enrona.
A grande dinicnldade ser estabelecer caraoi
seguras no inleresse de lodos os astados e de lodos os
povos.
Clamor Publico.
eommunicada pela agencia da
I l.ord Slratfonl de Rrlclue: o internuncio austra-
co, o bario do Prokeah Oslen. O principe Calli-
inaelii ,-i,,\.,-._. preparando para sabir para Vienna,
JoaoGhilta fui nnmeado prncipe de Santos.
Peridico di< Pobre* no Porto'
A caria seguinle
Mr. Ilavas:
Sloekolmo, l~ de Janeiro.
A paz es).. Cuiu, he a voi geral, .1 Kussia celen
sobre lodos os ponlos, asura 11.1 re.la 111.11. que abra-
car-no. e cantar o I c-lleum. llavera lainlieiii que
enterrar os morios, algumas despozas a sil lar, al-
guus delicil de mais d'aoia nalureza a talisfazer, mas
que importa ,' A pai tem sido.tep.iit de dexoilo nic-
les a sonho do philanlropo, o lira ostensivo de lodos
Oscsforcos de Indos os gabinetes, porque se nao (le-
ve pois exclamar victoria.
Mas lamlicm lie natural que lano como deseja-
mos a paz, leudamos receio de urna tregua que pro-
porcione aos ruaos lempo de preparar uovos ele-
mentos para urna guerra mais terrivel, mais mort-
fera, e mais invasora que jamis
Reronhecemos que os qnalro punios concedidos
deixam Torqnii a facnldade de morrer lenlamen-
le, e de se uicidar sem p.issar pelo trgico meio de
um assassinain repentino. Convimos tambera que
elles sao mu favuravtis Austria, que vera dobrar,
triplicar, e dizemos mesmo, cenlnpllear o valor dos
seos producios da Hungra, que peder exportar li-
vremeuic pelo Danubio; mas nao vemos qnc calas
grandes eonressocsaproveitem igualmente Franca
e Inglaterra.
Em quanlo a nos vemos, que punco se pensa : tai-
vez q.ie o (culi unos um ponen merecido ; sem cm-
barzu garanlio-sa a integridade lo territorio escan-
dinavo ; mas -e se deixar subsistir a dominar,-,,, rus-
sanas ilhca d'Aland, podis esur segaros que sb
pena de fallar no- \ossus juramentos, Icrcis que rc-
Iroceder no Norte.
Naode\eises<,.ue-,tr yoe'ni nveruo o braco de
marqiie.iv.'.s eepara dcste arrbipelago gela muilas
r^ss durante semanas Inteiras, e enlao nada seria
' mais fcil que 'sorprender Sloekolmo e nslallar-se
all. Euian, segorament*. o parlamento inglezse
reunira para deliberar sobre osmeiosde vir cin nes-
sosoccurn. o a naco Irauceza. da qual nos comprar
reconliecer o espirito cavallieiresco e assvmpalhias
tuaco actual das parles belligeranles, que a evacna- gneros,,, (cana desolada de nao podar aoeeorrer-
SM dai prara. fortes e dos territorios oecupados pe- os, mas nem por isso deixaremos de licar ., raerce
los colimados 110 territorio russo. se posas fazer por ,( nassa ,,,,< |mp|acavel inimigo.
nem de urna troca de territorios por parle da Rus-
sia, nao podemos aceitar a maneira, porque nos pro.
|>oeiii ellecluar esta troca.
A importante coneess.10territorial, reclamada com
a denominaran ile rertilii-acaii da frontoira, nos pa-
rece poder ser juncada, pdr isso que a Rossa lem A ,sia conserv Nicol,lell ,-
em sen poder um territorio e urna fortaleza con- meillc ,,ra ella, nao esino sobre o Envino, mas so-
|u stada. rurqma. e que pe, .. importancia bre |Sui! e ltu la no lem mal, queme-
irocl *" ^ SerTrC"' CC' de ,,,rar>s,csrios-f'' consiruir un, cana, .le algumas
legoaa para dar a estas dona arsenaes rorlifirados lo-
I or ronsequenca supprmimos inleiramenleo pa- ,|, Imporlaneia de um porto de mar. c desla ma-
r.grapho em queslao, e o sub.ltuimo, por oulro re- ira a Ileulr..lidade garanlida nao durar., tango e m
.Ipgido no sentido cima indicado. Finalmente, pode ,,.,, BBTaoar a0 C,r.
rnearregar-se aos plen|lenrarios que bao de ar- Todas as nonaa oulra, rellews serian, demasiad
",,.',s,a,,,'i!',C,:'1C'10 ',eli"i,i>'' '*"' als"n,a muiu- "WW P"* eorrespondanca, r,>r isso M Hmi-
* O seguido ar'.is, rela.ivo ao Danubio Diosusci- l"mM ''Umat, *^ ,U uiP'"' Wpea
Ion objVcao. O sabinete imperial est promplo pa- ", T' """ '"rrC"'e ^ '"'
ra coneorrer para o, desenvolvimentos, que se -fe- "~" ? '" ,,r'le '"""''" "" llis'1,lu-
vem dar aos principios nelle enunciados. I '* """ v,v,ls e I,rl'.....,14 *> mPs,l"M P'1"
causa dos alliailos.
Eis |,os a |,o-icao na qual as bases aceeilas dei-
xam o II .Uro.
,\ ollemos aaora ao Mar .Negro, porque no Indo se
(rala .tu queslao do Oriente, c vejamos o qu 1 sC I,/
all.
A abertura il,,s hostilidades nos apanhna desaper-
eebidos, mas depois orna activiilada prodigiosa reina
entre nos. principalmente desde ,1 viagem do gene-
ral <'. iiirohcii, c hoja podemos apresenlar em cam-
peona lill.lKHI homena bom aprovisionados e aclima-
tados a lo las as vicissilndrs das esla.'oes.
O nosso materia) he eicellcuto, c os adiados acba-
,.,0 no exercito scandinavo um soceorro dos mais ef-
licazes se. como nos o julgamos, resulta do quinto
pangrapno, a rcrlez.i da opiniflo que temos boje de
que a Kussia nao quiz mais do que ganbar lempo.
Seriamos fel,/<-.. se nos livessemosebganado, c en.
lio proclam iriamos do corar.o as vanlagens d'unu
paz duravcl, iiiasem quanlo islo n.ti se realisa n.U,
Da .\jni).
<> segando artigonla faz mais do que reprod izir
a proposla emillida pelo sabinete imperial, e que
\. Evr. faieacarregade de cominunicar ao governo
auslriacu. Adoptamos c consentimos em que a con-
venci feita a esle re ta, seja previamente acceila pelas potencias signata-
rias. Nos sii Iba lizemos duas mudanras. Lina s
lem par Ata lomar n redacri, mais clara. A oulra
su acresccnla uina palavra que diz respeilu aos meios
le vigilancia, que nos ao indispensaveis as costas
orientaos do mar Negro, alien de impedir o eommer-
rjo de eslavos, qoe al agora lemos consesuido re-
primir.
Em quanlo ao qoarlo ponto, o imperador anbela
pelo momento de elevar em cominuin, com as nutras.
potencias europeas, a sua voz em favor dos seus cor- | "tan!ten,M e',a,la- '
religionarios, e do se assodar as deliberarles que te
devem fazer para assegarar aos vaasaltes chrislaos do
sullao seos direilo religiosos c polticos. Tal he,
rueu principa, a maneira porque encaramos o tra-
li.illi" austraco.
Nao davidamos de que as considerac,s que des-
envolvemos bao de dar a couvirrao de que a uossa
respusla, lonse de se parecer com una recusa, he
um ensaio franco e sincero para nabar na \ia que
Austria julga aberla para o rcslabelecimenlo da
paz. Anda mais, apraz-nos crer, que se as nosaas
disposiriies iwcificaj forcm parlilhadas pelos collig.-
dos, as variantes que iolroduzimos as ideas emit-
tidaspclo gabinete ile Vienna coutribuirao easeu-
ci.luiente para converter o -en Irabalho preparalo-
rio em preliminares de paz pralicus. serios e efli-
cazes.
yualquer ana* seja o resultado o governo impe-
rial, depois de ler desempenhado couscieueiosamen-
le sua parte un cargo immenso qoe cabe s polen-
obre elle receia a r, .isabilidade dat graves cou-
sequencias, que resullariam de un m.10 saccesso da
obra da paz. Kepelle-a j com loda a energa, que
Ihe d.i a consi-iencia do seu direilo.
Heeebci, etc. a
ledarnw rima. /tedicnTo auslriata.
I. Em troca das pra- E:n troca das praras
jas lories o do lerrilo- fortes e lerriloriaes oceu-
rios oecupados pelos ev- padas pelos esercilos al-
ercilos alliados, a Kussia liados, a Kussia conseulc
antenla em restituir ., em nina recliticacao da
l'orla Ollomana as praras sua Ironlaira.
fortes e os Icrrilnrios oc-
inpados pelos seos eer-
ritos na Asia.
M. Arreila.
III. Por roiiscqiieui'ia
nao serao cuuslruidos nem
l lia Independencia Hrlga de -2).
O /Vi/ies iupa-se boje da diflerenea snscilada an-
ima Inglaterra o os Eslalos I nidos por causa da
interpretaban da tratado Bulwer Clayloo, e sem se
preocupar da inlerprclaca rigorosa da conveiuao
d ao gabinete n aviso sesuinle : lomos ua letra do
tratado qah nos acorda ludo o que podemos rnsok-
velinenlc ilcsejar na America central. Renuncia-
mos francanteute o noaso direilo eontcslavel ao pro-
leclorado de Uosqoila c da ilh 1 de Kualan, c para
poopar-nosj lodo o cmbar.iro no fuluro, abandona-
mos o estauelecimenta indisno de Delire ulterior-
mente mercado.
Em recompensa exigimos que o governo america-
no nao smente observe [o tratado no] que diz res-
peilu, mas anda que extirpe esle bando de piratas e
assaiiinos que tomaram poste do estado de Nicara-
gua, e o c"ii(ervam no desprezo da ventado das dana
naisaa. ITim iswl eveinptr, s.T^iria melhor ion :.s
e- Secuiar iiaiu qlie a pruircau ronceVie a:
servasens clfios un a ocruparAo d'uma
valora 1
liba
I' 1 rousequeuria nao
se iin-striin.nl nem ron-
couservados arsenaes mi- servar*) arsonaes mili-
lilares martimos as ros- lares.
las do mar Negro.
As duas potencias da
margem do rio, compro-
melter-se -hau mutuamen-
te a nao tcrein all sen.lo
nuii ('tn de navios de
urna forra determinada,
neeessarte .10 sorvlco a lo servic/u de suaa.....
protecrao das cuotas. las.
Trile 6 lie Janeiro.
O vapor Houbay clisgou aqui esta uunhaadc \le
xandria, donde sabio a90.
As malas dallndia e China chegaram a Aleandiia
em I y de janeiVo, com dalas de Caleulla ale de
ilezembro, Bobaj al-_ de Janeiro, Sangbay r.\ X
de dezembro, Cantan \> ,|c dezembro e l-'on-
gkong 11.
Pastramos bilis para mudar o paiz de Santal em
urna provincia laosojeibi ao estatuto.
O reino de Utade ser sequcslradu, e a sua admi-
nislrarao couflida ao general Oiilram.
A rebelliao olntiuaa anda no inleiro da China, c
parausa ocomniercio.
Ilouveoutio grande fogo em Caolo.
W. Acceilo.
\. Kinuiuadu.
\ poli'iirias bcllige-
raulet reservase o direi-
lo que Ibes pertence de
prodiizirem em inleresse
l.o-sc na .irrcspondencia de Pars do l';/i
Par s> le Janeiro.
O Tliabor Iraz o mo do nlllmi.....11 dirigido i
Presia pelo minikiro ingle/, Mr. Murrav, exige ; I"
que, governo peka ponha em liberdade a priuceza
raalbci de Uirci ; 2" que recouliepi Mirza como
cnsul da rninha d.i Inglalerra ; Soque ,1 1 minie-
,r......ShaH va'alembaixada inslcza |wra dar urna
satisfarn e ictn.tr a sua nula insultadora. SI.
Murta), apc/ar Id'algoma resistencia, dcuou um
''-''......"' Iclieraj, < ainea..,,, >..... -,.r apoiado por
nina c-qo,idra inglesa no golpho di Presia.
iiiiiuhiii a ~t te Janeiro.
I 111 despacha (elesrapliico de Alar-. II,,1, daladmle
*l d correnle, da! noticia- de t^nslantinopal de I i
I
1111
htr
i:
lorn
ili'.
Correspondencia particular da afia.
Madrid, 9 d^ fev-firu de lc.'>(>.
Finalmente, sabio oSr. Bruil, o foi substituido
pclu Sr. Santa Cruz, o qual (ui ministro do reino
c lie homein uiimi.jI e a,]a n,.nis Os fuinlus
baixaram, o atlribue-sc isto ao novo ministro da
fazunda, c ao peitsamento ^do consolidar a divida
niiciuanle por meio de urna conversao.
Pateco q 110 o governo decidi om consclho de
minisiios sacrificar-so .i opiniao publica e o Sr.
Bruil aprorcilou esta circunstancia para pedir
a sua dcmissio e aliir do ai,uro cm que eslava,
I"" cansa da .li-vus-jo (|u sl| areainciim, tainbcm
s.j livra da obn ar.m do dellendcr nas curios o seu
plano financeiro.
\t agora a oleirio do son succassor nao produ-
zio urna imprcsso muito lisongeira.
I or isto < ni que a siluanao so bsapoiada por
urna insignificanlefracMo que nao tenioutros ti Hi-
para ,1 su.i olcvacao senao o favor do duque c a
lforonca do ministm da guerra, nao plu sa-
doste circulo vicioso.
Entretanto a accao do governo rada dia se vui
nand mais fraca.
A maioria parlamenlar d signaos de indocilida-
e a opposicao vai adquirindo foiijas
Ji em algumas sesses stflci adiado faro a race
nina volacao rapilal sub,.- a quantia do censo
i toral.
I.titii: l):\ volantes o goverooso leve dous votos
seu ravor. Tevo que redor na presenna desla
indada opposicao, e Iransigio do um modo vor-
ihoso nosia queslao, accoiuinda u censo de 120
lugar do 11 ti malos.
Hojo devora ser discntiilas algumas emendas, o
em soguilla ha de ser approvado o projecto.
1 que poi causa ilosla concesso forrada,
vista das coniratcmpos, que sorau ncsla dis-
issao, jubjava-se que o Sr. Escozura largara sua
isla, licando com oulra.
-Mas emquanto estou cscrevendo estas linlias est
ministerio deOndendo-se como um lelo contra
pretencao do que osla queslao era de crise minis-
lcri.il. .
Acaba de ser rejeilada uma emenda, na qual se
ipunlia que fossem eleilores os benoTiciados do
10.
Comttido fica incompleta a inodilicaco minis-
iM, porque ii.'m foi conanlida a demissio ao su
"..r ministro .la mannua, o qual ha lempos dezeja
ihirdo gabinete, e foi sem duvida rom a esperan-
de o demiuirem que coramcueu os desalios,
ie j vos conloi, relativos ao conseibo do almi-
;ita.|o.
fambenise vai fazendo maisdilDcil e menos se-
ra do que nunca, a permanencia 110 poder do
general O'Donncll.
Comludoanezar do que so diz, soo de oppiniao
quecontinuar no seu posto apezardas opposices,
1 'que cumprir a xa missao, cujo lim lie a dissolu-
r;ao das cotes actuaes.
P. -S. Votou-se por grande maioria a emenda
dos 120 reales.
pru
ele
'ii
nli
sa
ca
.|i,
1:1
' ..... "1TL," iinuamj, ci.mocad.. ..s(., capital as conferencias
eiiroiieu rotidicues paili- ,, ,rM ,,,.,,. i... ..... ,
' aulai'ieiilo nu pnmetro e qoarlo nond, rr-
r.l >r... ..... j ..I.I..1..I. 1 .- '
culares, em subslluiro I lalivos aos
das garantas.
Union.
principadas. As pessoas que assistiam a
ellas eran Aali Pacha, ur.,., visir: lind f.,cli ,,
minislro dos negocios estrangeiras ; principe Cslll-
machi; o embaixador franeez, Mr. deTlionvcnel i
ale
em
alli
01
.',n
loso
'or lei, 11a dala de 28, > determina que u
Banco de S. remando, se denomino d'ora em dianlo
llancit de f/espanha, dovendo existir pelo esparo
le vinie c cien, annos, e cstabelecendo bancos li-
iaes i'iii Alicante, Bilbau, Corunha, Malaga, San-
tander. Sevilba, \alencia, Valhadolid, e darage- ta na ojeracao. bous annos, mais que sufilcien
ea : que as aeces ,1o mesmo banco sejao de 2,0l0 tes saooncedidos para, as 1S l|2 millias, e se foi
Bales cada nina, licando prohibida a crearlo de a- preciso 1 todo pode nao ser concluido no esparo
oes de valor nominal, exceptuando os bancos de do l> amos. I'orent muito ames disso a linha es-
Barcelona e Cdiz, rujas acones se conservarlo as tara feil; de principio a Cm.
ca
Porianto, um governo de tal carcter, que deso-
ja molhonir a vereda, lia tamo lempo explorada
rom o intuito do dosonvolvor es recursos de uma das
mais importamos provincias, rumo agora acontece
relativamente!provincia de Pernambuco, nao dse
demorar-seem indagar so o capital inglez he mar-
eado ,le iiiii'nmdu mail nu menos favoravel aos
projectos ftsiraogeiros.
Olferecc simplMiiuiiie una garanlia de 7 rot
rento por 90 .unios, em uma linha de caminho
concedida perpetuamente, leudo provado o cuida-
do das ropresentaces fetas a respeito dessa linha
[ elos concessionarios Mrs. de Hornay, engenbeiros
inglezes de muitaovperioncia om Pernambuco, cu-
jos calcules ,. orcamenios foram corroborados Lm-
mediatamente por M. \. Borthwick, C. E. e 011-
iros professionaes na materia de grande inlelli-
goncia.
I endo friioi-ii,, e enviado para aqui ex-oIRcio
mu embaixador nossa curie, o cavalleiro de Mo-
reira (ha pouco arredilado em Washington) o gO-
verno espera Mnente a rosposta.
Qualquerquesejao sesnllado'ser n'um sentido
poinmereial, nao ha duvida, nemoccasiao para
isso,
A quinta parte do total das acedes reservadas
para o Brasil, pode dizer-se que se acha jl dispos-
la, e as applicacoes das firmas anglo brasileiras e
luso-brasileiras na Europa, mostramque todo o ca-
pital pode ser lio promptameme obttdo no Brasil,
romo para o caminho de ferro de Podro II. Mas
o govorno nao querendo indevidamenie animar
empre/.as dessa ordem, espeeialmente entre peque-
os industriosos plantadores, em um pai/.em que o
solo compensa quadruplicadamenie o-capital ora-
pregadoquasi immediatamente, preferio obler ra-
pilaes colrangeiros, e ofbroeer as vanlagens pos-'
sivois.
Se assim (or relmenlo, e nos o sentimos per-I
fulamente que ossm ser, a lerdadeira. diftlculda-
de no problema da eteravatura que altela o lira-:
sil, pode considerar-se resolvido, o para inleresse,
c nSo menos a honra do paiz que vlunlariamentol
fez estes saeriGeios inauditos na historia de uma
naci, libertar-sede nina herdadea proveiiusa ins- i
lituico, porciuqucuinelevadoespitilode bom sen-!
so o moralidade extingui.
Alera desta primeira considoracio, ha outrasque
recommendam o caminho de ferro de Pernambuco, I
ou antes os no'os trrenos. Os capitaes levanta-
dos em o Brasil sao sutueientes para as obras de I
trra, entretanto que nada faltar para a cxecur.au
Jaempreza d, lado dos Inglezes. Engenheiros in-
lezes, machinas o trahalhadores peritos, acbam-sel
bem pagos anles e durante a erapreza. O forneci-
mento de plaala, machinas, instrumentos ocarris,
ludo ser irarortado livre do imposto de 10 por 00
anuos depoi'de evectiiada a obra.
Entre os Juus paizes se cslahelecer necessaria-
tnente um rxmmercio, causando um ronsumino em
nosaas minas, de mais de metadu do capital neces-
-urio para i conferro da linha 78 milhas, divi-
dindo o OjUjse pode chamar o emporio do assucar
brasileit, 1 dando un foca mais central ao com-
mercio da .asta regiao banhada pelo Sao Fran-
cisco.
Quanlo as cachoeiras da Paulo AJTonso ( maiot
lo que dViagara o commercio desic rio de cen-
tenas de nilhas nao polo ser navegavel, e um dos
mullos lis do caminho de ferro be, primeiro par-
cialmente edepois completamente obviado alguns
embarace; da navegacao, o levando o producio dos
eonOns .h linha de Pernambuco, que termina no
rio o mas oriental dos portos do Bra-il.
Abera uma seeco da linlia goza lo-o da garan-
iromnndaa dormiam ama junio a um cao, e a oulra
aos ,., do estrado : n'um quarlo sobro urna esleir
trapilba nm cadver de homem, que desde as tres
horasida madrnsada al aquello momento ti da t.,r-
le all eslava esposto ja em estado de pulrefaccao ;
uraavtllia no maior desespero possivel, eibaisla,
ecarpindo era alias vozes a morle do senro, ea
branca dafilba. .\.i estavamos preparados para
lano, mas lizemos, como se costnma dizer, das tri-
pas coi.ic.iu, ora liemos ma, oobra. <:o-.....-,,s
minio c muito rtdniw a ,elh, nu onMenlitse a
ia .r para o hospital, mas aii.,i r,..ivn an-
pedir ao Sr. inspector da Kibaira
a padioia a doenle razia esfor-
nuir : o. uidain
llll! pad .1. ; v
Cil> upr mas 1
ella em cu cor
I..I . .-i na 1
iprnnos para repellir-uos-ial era a idea, qn
m seu corceo^rqoejanle fazia do liosptal- !
"',' "'' ?*.....'' Custoa-uos liiubem muito
litar asduaseriansas. porqnen vell.a oppoi-se mais
ateto do que consentir ..... w|IMe alilha. porm
c,0:l!.....-"" "'"-''"res crido.os se inrumbissem
de Hear comas rnauess. ella cont......nfii.it
snas condieces actuaes, al que so convertao
acc&es ilifiniiv.is ; que nao possa onillir, notas por
menos de lti reales, nom por mais de .'JOO di-
tos ; que os fundos estrangeiros, existentes 110 ban
ro consisrlo cm descontos ; em qtiaesquer iransa-
;oes de giro cominercial, recobendo depsitos, o
intratando n,m o governo, a seus agentes, com-
petentemente auloiisadps ; que nao contradirem-
prestimos para os quaes deposite, romo penhor, as
suas acces, nem conlraiar, dando em eaucao bens
,lo oslado ; que os premios c penbores de seguran-
5a se lixarlo em harmona com o disposto nos esta-
tutos e regnlamcnlos do banco : que a nomeaclo
do governador dn banco, Gea pertencendo ao gover-
no, e bem assim a dos commissarios regios dos
bancos de Barcelona, o Cdiz, e quaesquer ootros
pie venhoa estabslecer-so.
Por .mira lei de igual dala sj concede lieeur.i
a Emilio Pereire, e Isaac Pereire para organisarem
nma soeiedade anonyma rom o titulo de Sociedade
geral de crdito tnobar hespanhol, que durara
pelo espaco de SO anuos, contados do dia em que se
constilua delinilivamonto, lendo o fundo de -i.">6
millies de reales, representados por 240,000 ac-
caies de !.!)t|f) reales rada urna. A primeira serie
ileslasacces ser do 80,000, devendo o primeiro
ilividenio ser de :$0 por cont. A sociedade seta di-
rigida p..r um conselho de administrarlo, por mu
director e um sub-director. A junta geral de accio-
nistas degoR o consellio do alminisirar.10, que se
(leve compor de quiuze individuos, Horneando ella !
o direclor geral e o sub-director.
( Diario do Governo. )
Caminho de ferio de Pernambuco.
Empresa do Brasil Queslao obre os p-
mmhos de ferro ee.icracalura O nico argu-
menio que sempre oceupou seriamente ao huma-
no e .Ilustrado imperador do Brasil c seus pairioii-
cos minslros, quando se Iralava dos nietos para
abolir o trafego da esclavatura, agora felizmente
eonsummados, era a pretendida impossibilidade de
supprir u irabalho com bracos livros, de modo que
nao impedisse a rpida prosperidade de um paiz,.
ruja riqueza so funda na plantarlo e cultivo do ca- I
fr, assurar e algodio.
A resposla era que, os caminhos de ferio intro-1
duzindo hbitos systemalieos na reuniao e rapidez,!
na eonduceo das mereadorias, e diminuindo as !
despezas nos meios de transporte, neeessariaraenie i
economisavam o trabalho local ; ao passo que es-
tabelecendo uma grande eolonisacao, igualara as
crese raras nativas I sua, elevando o valor de seus i
serviros pela inllucucia de uma rivilisaeo adian- I
teda.
A isto, aerescentou-se, que a agitarlo poltica 1
hamsiiainiente desaniISf-" auenro da 'f.:iropa, y
o.-, divida do |tra-il capitalda Europa, o seus 1*3.
quenos recursos, nao po lem salisfazer as exigencias
de um caininho de ferro.
< s factos, porein, deslruem e-la bypulhose. A-
eommocoos da Europa tem causado uma grande e :
progressiva eniigraeao para a America do |Sul,
pecialnieme a coste Oriontel, ha muitos anuos, A-
antigas Imitas de vapor conduzem em cada viagem
mais passa-eiros do que nunca nova, lindases-'
tao abenas, como bem de Lisboa o Antuerpia ; ao
passo que militas mitras estao projertadas era Fian-1
oa ; quanlo ; pequea divida interna do Brasil, ;
menor ,1o que seis-milhcs de libras esterlinas ( qua-.
si a inesuia divida do eslrangeiro, e nao excoden-
do o tolal de ambas, I renda de tros anuo-, e s-
menle de o:i,()00, he sustentada pelos subdi- 1
tos britnicos, c 300,000 i por ouirus estran- I
geiros.
Um milbao pertence aos hospitaes e insiituicoes
religiosas, o o resto aos subditos brasileos. De
18451846 as tondas lem sido excessivamenlo
despendidas.
Ugoverno, que lie uma pequea monarchia lie-
redihria, com insiituicoes parlamcnteres inleira-
ntcrite livre ile disscncdci intestinas, o cntrotendo
rolac/ies de allian.;a rom ., eslrangeiro, ureupa-sn
Em Dda a parle, poisi ser sempre considerado
0111 a iraior conlianea alnauguracsjode um cami-
nho de fino construido cora um capital inglez. 1.
por que inga a sagaridade e moralidade do gover-
no, em ixtinguir a escravUo despeito dos pros-
nosticos le ruina i ?iicnliores; i. datado um
legitimo j luerbjjvo meio de lucro [vol emprego dos
meios em um paiz, cujas relacoes lomtnerriaes
roiunos'u cxredi-m em valor as dos tres imperios da
Sama Allianea colleelivainenle, ou sao iguaes
nilale de um seculo em leinjio de guerra.
MoriUng Cltronictc.
PQIFuA &VULSA.
I m levlo .la Seiihora, po, excellencia, maudou-
nes as lusniriles
SCPPUCAS A HARA SA.MISSIMA.
Sncrarrei-uos, o' Alaria,
Entre a< mailleras bemdila,
<%*uo cm vo-so veiilre encerrasles
A n dureza iiillnila.
anlia excelsa dos aojos
l. dos ecos a piarla e brillio,
Misericordia alcanrai-nos
l)u votsu divino lilho.
[as tempmtadea da vida
lis a estrella lionanrosa.
I.lue nos disponas 110 rro
Stmpie brilhanle c formoaa.
Aiiainai pois, Senbora,
E-la borrivcl lempeslade,
Hosa-soinhrai-nos, e dai-ms
.1 i.tz e serenidade.
Arca tanta immacolada,
IVto pura > ebes de eraras,
Se-ie a nossa salvacio
.\esle paga de des^rac.is.
E< Mai de Dos, que humanado
INtr mis expirou na cruz.
I.lue pedir-, ..' Senlwra,
One vos negu o Bom Jess?
lambiMii es mai carinbosa
Dos iifflicfos Ipeceadores,
Es o refueio que lomos
Xas amargaras c dores.
\lvnenia celeste,
Desta pobre liumanidade,
l'erdflo, Senbora, alcancaj-nos.
Da divida Mageslade.
* llissip.ii a cruel peste
Pudorosa Inteicessora, ^
t]omo a rabera esmaisasles
Ha serpele engaadora. ,
Dando a luz o Rcdeniplor,
IY prodicio sem ienal!
Inda o.. iy*si silinuMB*-
,,,i^eriBttat- ,.,.,...1
lioje rTainlin e Senbora
N.i Corlo celestial,
') que he pira vos curai-llos
Pesia peste corporal'.'
A ii.ilur. za, Senbora
Ao vosso lilho obederr.
E vossu lilho. que a rege,
Nao resiste a vosas precc.
It'ai, e serilo trocados
So por vossa interferencia
lie leos .s leniveis iaio-
liui suri i/os de clemencia.
Recolbei no-si.s lainenlos
I-111 von.i seto materno,
V. lancsi nesta agonia
Sobre nos um olhar lern.
aloslrai-noso' .Mai picdaia,
<,*ue 110 !>.,. on -Nao esqueceis VOSSoa lhos
.\csic cviliu .le amargaras,
Soccorrei-nos, Virgem Mai.
IVIa vossa l'.oiireirao,
lelas dores, que sotTreslos
l'o Salvador na l'aixilo.
I'or um 'hrittao.
Llama ao eco \ei o estado mserabilissimo a que
se val reduziudo a nossa rapilal ; osla romo o sup-
pliciado. que pendcule do patbulo o algo! rrgozija-
se em [iusar-lli as perius .' Kse alio/, que real-
mente nos esi cslrangulanda be o mil vezes nfa-
oiis-in:i egoisrou. iNo qaercuios registrar fados
80.....,te ;''"." melli.iainemos sr,aes,: maieriaos; por nos praticados para que ss noajalgue macrei-
e COm Id felleilladu que os ca pitaes brasileiruS sao l"r'1 lu'1'1 devolada, que so quer ser apona,:,! ,-. es-
fraleos em seus dive ,,- bancos; ao ims une lo- ''"I'1'1 '","" benepeente.. nao; vamos contar ao
das .1- acrucs du iwiueno caminhn de ferro le IV .''"' """ l'e'1"' ";1 hiMu I'""1-11' l'rar co-
,,.....,i- *i.......'.. ... iMr'uh. le- roanos, qUC ,,:/,. P lemos eonscieocia, que,,
1 "' J srando ,,e"......"''''" 'Vl11" cm .i-' que lize...... rana qual quer, que livesse mslin.los
do pagas por compradores Brasilciros. de bumaaidade. Anles de htmlem, escreviamos a
'-""""'.....'"Il ,l" I""'1'1 oxecuiivo em lodosos horror, que se dava naquello lugar, (j oizemos ain-1
seus tratos, comproincltendo-se ale por alguns en- ''' duer-llie, qoe 1...... ., tuloridade eompatente,
gajamenlos pouco favoraveis, om que o sua honra ""r",' wmB""l,*,Dof """"
ainda ,,, ,,, ,,:, id;, onicia.mento ,,,,,,,,,;, U. ^^ff^rCS 'ZZ&TlES.
todava se acha envolvida : enao he adiniravel so 'ue,r, que vicram ao noss.....,r,,t,o. Levarara-ns
cinco lrasileiros lem lid as mus elevadas acces, "a casinha baixa de poriae auella e nellade-
e sustentado as flucluacoes, sendo ,.....imo cambio KLT'm nobra 1!"' V'"''' "-"'-"T'' ,"1"'.....
das acces 1 molliei et| irando sobre um eslru-
cm a menor cobertura sobre si, duas enancas
.7........................" -na conseiiiio anual ; ne-
ilimos io inspector do lugar, al pelo amor de lieos
que uzesse conduzir para <> eeinilcrio aqirelles res-
tos mortaes, respondou-nos que nao liavi.im ta-
beas cenadas para cavao.
l'zomos seguir a p-i-Iiola para o hospilal d.i ra
ila Aurora, e qu.in.to iamus cliegau lo a elle obser-
vamos alcamas pessoas reunida, junio ao caes : ap-
provimamo-1.0 e vimos que todos eslavam horro-
risados ile verrm em uma cauda dous cholericos l-
gidos, que 00 Ion.lo s......baliain com a morir \l,i
eslavam diversos eidadaos, eolre os quaes os Srs.
Alanoel Cocido Cinlra. a 1'ortoCarrriro, que no.
vpuzeram a crueldade dos enfrmenos do hospital
eein alo qaererem receber ii.'io sabemos porque, a-
quellss inlelizes : dirigimo-nos para la. e pedimos,
que por caridade aceitastem nao so a doeute da pa-
dioia como os da canoa rtisseram-uns que reee-
bcriam lodo e qaalquer doenle, mas que ningoera
quena conduzir quelles, qoe se achavam na ca-
noa. KulSu o Sr. I'orlocarreiro, e mais pessoas
qo alli se arbavaiu larregaram a brara* mu do-
tule, 0 oulro em rima ilt urna taboii 1
Nao lemos realmente que censurar a procedimen-
I to dos enfernieiros, visto nos .isseverarem elles, ,|UC
I nao bavia urna s pessoa, qoe anda bem paga qui-
1 zesse conduzir os doenles para o hospital.
0 quo nehsmos mm enjenle he que os ho-pjiaea
I leal,-,., .oh suas ordena pessat pagas, e bem pagas,
para a con 1,,...,., dos .lenles. Aeabou-.e a historia.
I ergiini.'imos mai respeiiosamante ao Rvm
r. vioarin de San Jos, .1 qua he f...... das quantiai
que .-s. >. lirn para os aneciados rholericos, visto es-
tar uma gran le parle dalles em sua freguezia latan-
do com os horrores da forae '.'
Pudimos ao Si. i,-.-..! do He.-ire, que mande
queimar essas camas, colioes, esleirs e roopas de
cholericos, que su acham encalhada na praia do bec-
co do Koronba.
Scnhores, na, no fazeis pera slguma conli-
nuando a nao providenciar sobre os loques, ou
tignaes nas torres ; pedimSa e ronlinuareui' s a pe-
dir que cestera elles. ;,i (|......m ,|,, enmprehendam
que esses rislcs signaes nao fuera senao dispertar
em notaos coraroesja 13 angustiad el.ideas que mais
servem de avallar o vos,,, -n.io pelas cn-.s alllirli-
vas, do que ie despertar compuncjto; conlinnai, ao
menos as oulras provincias tiberio o gusto que leu-
des pela msica Me badallos.
Ja nma ves livemos occasiao de fallar na ra
do l'rogresso jtor anllese e nossas rotes nSo eehoa-
ram em quera lem o restricto dever de vigiar sobre
a silubrdade pnbliea: nao desanimamos, e nova-
meulc pedimos aos proprielarius daqu^lla ra para
que raureiii seas quinlaes, que sao divididos pela
mesina ra. afirn de nao snvirein os moradores de
euanlas mnuicipabs, embargando que se Tara alli a
limpeza publica,
A razan porque o bairro le Sanio Antonio letn
ido menos disimado que qualqucr oulro".' IJieanl
padwmi
Pedimos a comm-so coinmerri.il sua prolcc-
rao para M.inoel Severlano da Albuquerque, pobre,
ceg, rom is annos, carregado ile uma onerosissma
familia, morador na roa de Sania Rila 11. T.">.
Os sanhores subdelegados Jos da Cosa Honra-
do e Eduardo Banks tem pelo scu procedunenlo
conquistado as sympalhiat do povo.
rom oseo 1100 conten pura disturbios e en-
thtuitumo*. Ileein de comer' a qnem lem foiiie e a
poilria seja vigilante,
O ruubo do Uonilo. tem lembrados esta-
r.lo lodos que ja distemos n'uma occasiao. que Dio-
nisio qne morrea na ra Imperial Ibiroubado; pois
agora salbam, que se |,em njo postamos provar com
tu lo a indicia pole dar rom o lo dessa tea.... al
consta-nos que os brinqainhoa oo rosetas que as or-
phaas linliam nas orelhas foram-lhes ronbadas!
A polica sindique es-e fado, que esi. na bocci do
pavo.
IVnl'i. Mea amigo, nao sci como lenba an-
da o goslo .te rsrrever-llie. Foi i.io morlifera c as-
siladora enlre 111,3 ,. invasau do el,olera, que em
ver.lade.nao sci romo pu tremenda borrasca. Muito sonren o Peiido, meu
amigo; mas nlo obstante, devenios rtargracas
Dos porque muilo peior bira sem duvida. local-!
culaveit metano teriao sido os dragos da terrivel
epidemia, se o animo raltroio de um sobra ri : idito
Klo fosse por mis; M!.. do muso, bor lanos ttu-
los, digno delegada o Sr. Captiao Hanwl V.-
diano l'uiho. Sim, oieu amigo; se ha no mundi
equanimidade elevada ao herosmo, he sem a mi
niina conlradicao a que ncsla cidada oslentou o Sr.
delegado l'inbo. por occasiao do ll.isejlo do cholera.
Uelxa que Ihe d una i.lea dos feites desse distin-
to eiiladao, Icilos que n'um paiz, rujo governo bem
se compenetra do seu dever, cerlo que ui.i lic.irum
sem o merecido premio.
Lavrava oclfolera espaulo.menle por esla pobre
cidade ; os hospitaes alulhadoa do enfermos; a cada
uslanle eareciain de eiportar cadveres; era necea-
sario a cada instante recolher enfermos aos hospi-
taes ; os enlerramenlos compria que l'j-sem felos
com loda a pr.iiupi.tao ele. etc. etc. e para dirigir
lanos traballios una nica tuloridade se ochava
am canillo, visto como as mais eslavu amas doenles
o o. tras refugiadas, e cssa mesm a auloridade o Sr.
I'inbo se achava com seu velho pai gravemente en-
fernio, a esposa c ama innocente lilha j nas aneias
da morle, eosescravot a cahiiem-lbe, e a morre-
rcm-lhe da epidemia a cada momento!.. Oulro
qualquer que nao fosse de um animo igual, de-fa-
lecera imiiicdialainunto, e a han donara o seu posto,
deivandoos seos coucidadf.os enlregues sem recur
sos a o mais atroz flagello que nos lem perseguido....
Mais o nosso heie nao trepida: e anles rompr-
mindo a terrivel angostia que padeca pela perda
irieuicili.iv.-l dos entes mais charos que na vida
liuli.1, u indiferente nos enormes prejui.os que sof-
fria, o Sr. l'juho, com o- olhos lilos no seu dever,
s animado de un espirito da mais sania caridade,
eleva as suas Corea* a altura d?s circunstancias, e
sem parar dia e uoile a code a lempo a todas as
precisfles, ennseguindo vencer todas as .lifltcaldades!
Ot eadaveros erSo uromplameiile enviados para o
remiterio; oaeufermbs pobres de qaalquer ponto
que fosse erau sem perda du lempo remetlidos para
ns hospitaes; os euttrraineutos erau evecut-olos
coma precisa aclividaJe, m m grado a dasanima-
ri., do po\o. c a iodo isto como por encanto presi-
dia o Sr. I'inbo, lulo islo del! emunava.,..
1 m da em que o numero dos moi ios -ubio jle
I00,eiasperado9 rom oniu lotiabalb.i.uns j) horneas
empregados .,, remiterio em abrir sepulturas, vie-
ran declarar ao delegado que 11.I1> continuaran),
senao medanle o estipendio d 3O0 por dia :
mas considerando o Sr, I'inbo' quo ceder a lal exi-
gencia seria abrir a porla um sen, numero de
abuzo- de um pengaiinmenso naquella terrivel rrise,
e firmado no principio que en circuiM*tancQt e -
traorinarias u< umlidns tamliem n derru ser.
fez logo recolher a radeia o rabera dos ) revoltosos
a envin os oulrosera uma escolia para o eemilerio,
rom a ordem desespera Is ao roiniiiaudanle de 1,Lin-
dar fnzer foco sobre o que imsasse recusare ao
Irabalho, ou fuisse de modo que o nao podetseon
agarrar.
l-.-ta molida por cerlo f.,i exeessivamente desptica;
ma' o que be vcrc'ade he oue a .JL. je-d...... -,
.1-.... -.-... ,....,,o eln mq.i o prmvel
"'*+ mesmo da man lou o delegado tirar
os presos para -ociroin as sepulturas, ,1 pelas III
horas da uoile urde,mu qu te eereaasein as casas
a nm de se rerrutar gente que ajndasse o servir;o.
I'or este 10,00 ronseguiu-se que iodos os cadve-
res fossem enterrados com pronipliiMO, sem pastar-
moa pe o iriste espectculo de vermes os cadveres
do- iiossos iufelize* irmiot consamidos pelo fogo!
Km a ooeseguale sendo o Sr. I'inbo informa
do de que os .lenles morram a sede 110 hospital da
Conceirao, sem lercm anua se queY para fazer um
caldo, raandou inmediatamente conduzir ot cane-
cos do seu alambique para a porta do quartel, onde
deterecendo aos soldados o atado dai/urltc* iufe-
lize doeute, otreduzio, depois de os fazer tirar
u< fardas, o presiarem-n carido'amente a forne-
eer/sm o hospital i'agna tufficiCHte.
nucrendu os especula.lores levantar o prero da
carne, prevenio o Sr. I'inbo ao eucarregad do
aroogue, qoe l.iri.i repnlhei ca leia lodo aquello
que vendaste |rariie por mais de 1.11 res a libra ;
e por osle meio couseguio o que desejava, de modo
que anda boje se conserva a carne pelo incsiuo
pirro.
Vendo o quartel rom cinco praras apeas, eos
hospitaes cm ri-ro de ferharem-se por falla da .li-
nheiro, o Sr. IMoho depois de dar S(Kl-(i|ill ao pre-
sidente da i-rn,mi-;io para ir eupprindo as desperas,
frelou i, vapor Cnlinijuiba, e que por fcri lade
aqui ebesava. c nelle com seu i.-mo o Sr. doutor
JosS. A. Pinh.i, que aqui se achava em commis-
rao. c que loo bons serviros presin a este ni li/.
povo, partir 111 no .li., segunte para Macei, onde
repretanlandn ,-i ,:..-i amado presideule ..s p\|re-
mos apuro- do l'enedn, Foi |L. allcndidn por S.
Etc. rollando tlacein .1 'litro
povo das garras da morle,
res da fome.
mais ainda dos horro-
.!!' amanliii.
De !l do prommo pa-sado parara lem rtecre-
cuusideraveimenle a morlali.lade. e boje eslatt.-
qoi-i .lesassombrados, pois apenas tttorre ama oo
ootrj petase das que ja e-lavai.. lia das .l.wi.1. -
Os uossos suburbin he que eslo a,d- ..
por nao se \erem complelameule livre do utal, taa-
a peslp por ah laosla cori a uilens !ide rom pte
COMARCA 1)0 CABO-
-S de feverem.
t.oiilinua o terror do roinido na Ireguezi.i doCaho
a razar batanles sirt.mas. Coo-l.,-nT,s que para as l"'""P-
parlesdoengcnho Baranhaemisto he, aleas .1. quello U'"'-""1". """ ***.,
engenhu lem sido bastante estragado o nove mise- se" appiiecmenlo aqu, um gnlo mais iMviuhi *-
ravel, endo que o Sr. bario d'Ipoiaca lera sido in- !'"" ,lc '"''"* "* I1*1''"': hf qu elle Irnux ratataatw
Cancavel cora aqu-lles iufelizes, ja dan.lo-lbrs re- um,n 0",P:,"nc"a n* ntrnus lernvrl.
1 nioosir.. _.m^* tic. Ira <
medioa, c ja dando-ll
doenles mas lambeta
Ncsla villa ha dous di.-
melliorar ni., obslante
o loslento, nao si
'ir.. o> valeules 1
parece que as cusa- v.io a
duda iiiMT-ni algumas
para us
s liln ...
Viclimas e miiilos accomellidla. Compre em abm
da verdade declarar que as auloiidades lera se pres-
'.....ro|n iodo disvelid>i seeeorrarem os acroenetti- |w'te"troa*a dtaappare
dos da epidemia,
Alguns esraparam da peste para iiiorirrrm fatam
los. Mes una hemfazej ma., se e-teodeu. e ole
novo mal fui mne liado.
II Eim. Sr pnsidenle da provinria ahrino. roltr-
publirns para soreorrer a.. allliri.^ \ Htaiastasaa,
,. enlao a fome e-paulada pin r-la iiia:iiat>imidade.
Alimentos de primeira nrresnlade foram fortirri-
doss principio a tod..s em erral. p..i- anda Ico 1..
dinliiro, 11.10 se arJtava vende 'or,-. asura s-itnet.1.
.1 poiireza.
Mtlilus suieillldio- bous tleasn l-.ule. ..hs rain
approveilar-..' do >nteio p-i |,asairin -eu> -a.n
p >r leltre-. 1* ic mal vai m--u lie .linlteir.* .la ra-
la qualquer roo In. Ai. ItN
caa enj rima a praga. A pe-
lar enfermo o reverendo vigari'o.' m'.'a e's'le ser'viro ,c' anda "ah.
e lem prestado o reverendo paire Pascoal, que Itin *r- r"r""fl ilHirimo I.o o hotttem a iiem i-,
animado a lodos. U anoto jo de direilo foi leve- '"" I"" """" '' -* '""' '"-1" q-'tia a irruir a
mente atacado dn mal. mas achate sem perigo, e delegaei, e aei ., a^ni- .u. brnehriu. .1 svemn
firme no seu posto de honra, bein como o delegado a '.....'" U'""4J"> ""-'"r leaa-ta roudozdo etrHleule-
Sr. Iir. Ernesto, na > obstante o seu mu, estado de "lc"le- Apegar de vive Sr. tasastari cm^e n>-
saudese conserva firme da mesras forma. Mote- "*"*" sa cata, tea falto cataaMna .. ma
mus por ora nada quo lastimar a respeito das auto- "" *"is '""'* I''"-' minorar a sorle alfli.i.-.
rnlades ncsla freguizia, romo ja' distemos, lem sido Honra Ihe setefcito.
ministrando-litas rom suas pro-
prias raaos reraediot algomat vezes al,- lugar de
enfermeiro occonaram, ja visitando a lodos que sao
abordados pelo terrivel 11.,.. 11.,. (), .Mir..... remet.
'ios peio governo lem .h| pontaalmenle distri-
buidos pelos povos desvallidos, nao da villa como
de oulro qualquer lugar qoe a neceesidade reclama.
'- que pro.-,,rao, o patio espiritual lem sido prosop- ''" I"'1'' "" -'",l" '
menle sii,feilos os s-u- reelanws, nio.abs(ante es- "os : "J'"" "'" """
pouluacs nas seus deseres.
o morador '/o Cabo.
Vari partirttlor.
VILLA DE IGUARASSU
I de marro.
Sinlo nao poder eomocar a presente carta da mes-
mn maneira porque li/ -s ultima, era que Ihe pai-
tieipava, que o cholera nos linha concedido Iregoas.
Alguns das se pass.1r.11n sem termos ca.o algum da
epidemia, porura ultiin enle se lem desenvolvido,
havendu na villa Uous casosfalaes, um emllarieota,
e 01I.....o Kan,, ll,o.
Na malla lm u cholera acc uimellido ruin mais ,
rv...a ; a (ha,, do Eatevao e ,,.,. Tres Udeivas lem H&
mor ido bastante gente.
De Maneota
peclnr pedir soi-rorro pt-
Mullos atedeos nu- foram ei.Mo.lo- pela .. I,, lin-
de do nosso (averna, qu,- a la se puu|oa. | r
aliviar os nii-.o mal -. 11. ,l priincii..qste *-
garam ollr. CaitMro Mooteir., o ., acastaanS bo-
"" ......has qoe a.p.i r-liveram. preslar^tn ,-
lo boas -ri\,ro-, aru.linloa I...la hora do .lia r da
aoile, aos iaMrzcs aecttaiaMtMas .la sa *4e-
rendu ellrs. vnllar-m para o IW1I1-. 11 liy. A||,
querqu- e Mello, r*~e homem allatel, Irm roa iai.
l-doa s.Miipalhia .iopuhliro da \ irlnria. pHa aaa-
r.eira, porque te lem piulado : lie an m-.tao Irsapo
querer.ola aos 'lenles o- roiisolu e anima. l'ailHt
110 .lia -2* do provimo pastado, para ir eaa aimu
dos iufelizes habilaules do l.inioriro. que esta .,
br.ros ron, a epidemia : dtshwa -audartos. >.~ |.
loda a -orle de trinidad*-. OrirurgU,
c ot dona lwmcopatl.aa leaoriu. e Silva.
R
.... r,,, o oie p ,. nm p.,ra salvar.- *. mnHbat.-
I cuniario, pois que os doenles nao linltam o que ea- u'a < 'le fevereiro rl-eg. nesla ridadr n
niei. par nao poderem Iraballiar ; a sociedade heno- 'c'-''"'":' ^es da Cosa, qu. raplivon alie... ...
trenle deu ordens para que e,iCt fosso forn^ndo
o prenso, recemmendand >-< muili economa e ds-
rnrao, visto romo a sociedade lem pouco. de que
disponba, c muilo que fazer.
<" fiscal da villa velha de llamaraca l.imbem
velo pedir soeiedade remedios e soecorroi; man-
darameas remedise deram-se as meamas provi-
dencias, i|ue para Maricola foram con.-e.li.ias.
Em Maiia.Fariiiha conliuua 1 epidemia, porcm
ale aqu nenburua victima ainda Tez.
As duas que morreram ncsla villa, romo Ihe I
iisse acuna, foram o Trava-so. recador, basteis
de lodos pela. .na. 1.0.1. maniocas e .eli.ila.l
dssprezaiiin os 10. omino I da viagem vrittoa
aiienas apeo-,., .. l.-wp.ial mallo, eafetm... ; r
lem conliiiiiado a dllala 1I111 l, a tasaaBjj Uit-
I.,. qoo -e Ihe roi.riou. II |)r. Suaza, que l.mW.u
nos ven, acudir, lern ..ibi.l,, ron>preheucr ., ,.
bre mis..!.,, e be um humera ., tola ., pr.a par a o>.
sernp-nhar as arduas laratks. como sala, aoe Ihe I-,
encanegada enire nr. Coragem. energa *
In >. -a,, rou-a-, rm qasssaaje he di-lniclo. Merrrr
poi", luda ircui.inion.larjaa e louvor.
Diga por ah. meu amigo, a rerl.i l>oln>, rata al-
1 1 lia ana II 1 1 .___________. u
velho, e una eterava da II. Joaquina Mara l'ereira \J i' ,ni'""r ""'- '" qu- quml-.s rabell. Ira, ,
Mann.i. a mesma qneescapoa do incendio da ra
do I.mmenlo.
A ramili.i du Travasso ab.iudonuii-o ; para ser
enterrado foi preciso que o rabdelrgado Julio Mello
estiveste prsenle no eemilerio uma hora da noile;
lodos fpgem dos cadveres cholenco-', be ucce-saiiu
que a polica inli-rvenha.
O l)r. Joto Honorio llez.-ira de Menczes a-ba-
se na 1II1.1 ha das a chamarlo da respectivo subde-
legado, qoe olliciou-lhe eoibhsunicando que a epi-
demia eslava alli, leudo ja feilo S victimas.
Li, re-li, e mais qoe li .1 celebre corresponden-
cia, que em resposla,, uma caria miaba nablicoa
em seu Diario um T..., u su be verdade que palo
deuo se ronhere o gigante; posso-lbe alanrar que
me 11.10 he dcscanhccido quero fez ou mandan faler
.1 tal dita cuja referida correspondencia.
lie certo que em virlude da deliberarlo da socie-
dade beiiehcenteordenou o Sr. Dr. Additto.que se
corlassem estacas para a conl'ecr.io do eemilerio, sem
designar o lugar ; m. 1 nao he meaos crio, que ape-
nas o Sr. Adelina tuube. que linhain cuiladu em
Ierras de Manjope ,que nilr
rihcr 1. que o Sr. Dr. Souza lem sido asta por
CI I I- inleira .emprea rima, e altis traan I. rtV.
leme., e.le luto quc dit respeito a sanidad* dnto
lagar, e nao romo anda ducado esta loaptira.
Irra va mentir assim. su bobo, ao inferno.
Acerca de d.uis ouir,,, Sr.. ino.liros. rna aaeai
governo muito seconhou. e ., cu-a nriihunia lu.
rain, nada uccresrenlarei toque -ahio da beta apa-
rada iiruna do illatlre redactar de Catieira. sania
lepareicum ura trecho, no niirii n. :),, queman.,
rae .leu no goto, por se lallar ah ru:n l.t.la verdad*
a jo-tica.
Ilaosso everellaule governo alo-e b-mbr.j ,
do socorro materias, de que carname, ata* lata-
bein cuilou do espiritual, enviando-nos do*, re-
ligiosos para ajeoaraai a..s n ......
chavara verga ios deban > .1..
Ibo'. lodos
taJrea que se a-
paaa de ajtMSSB traba-
se purlarana bem. c lzeram rrlcaaatr.
spr\ ir..-.
Em loda parte. ,1* noile, e de da. ~e tiata o-
mililitro- du Crurilicado pretendo o soc.aWTtr.e--
perilaaej aos pobres enfermo. amtaaitdo-ai* tu
ura eviterna con, as consoladoras paiatrasde par-
"1.. 11 I 1 I 1 nliHia a \l.l S_____ta .a
va .....- parciilhe.es, nao he ,
propriedade du Lvm. Sr. llr. M.moel Joaqun! Car- "" ""J-' eterna : Mil Iteuraosdo eco le.ra.n ,-
neiro da Cunha, ao menos por a-ira escreveu to "s u"?i(ll,s '" !r- que allr..nlam ot peiigos pata
adraiinslrador do engenhu dando urna sati-f .ra., e
offerecen lose a salisfazer o que de coslnme se" paga
por laes ucearas.
Ora, em eircumstaneies como as actuaes, em que
se lauca mao dos ollimos recorsos, em que se v
mesmo neasa Capital frcqucnlemeule a polica agar-
rando os pobres malulo-pira em prejtrtia sea le-
varem ambulancias para as comarcas, em que he
forjada a venda dos gneros, em que pe ideo, a forra
principios da economia poliliea, quera merece
an'n\\'aaVli. t) Sr. llr. Adelino, que na pr-seule
qntdra lem mot Irado que n.io em caridade in tin-
gua. mas quea pratira decorara., ou o adminis-
lia.lor de aionjope. e com alia '-. -,- pr
causa de urnas cincuenta estacas fas seuielbaulc bo-
rulbo T
i Deeidam os imparciars, que excluo do parecer
daquelle, que desde cerlo lempo se ten. apresco-
tadu em continuada bostilidade ao Sr. Adelina, por-
que o ferio em seus micressas; julgamos evada de
raucor a opinias d'aquelle, que fazendo-sc tapete a ri.m|>;iiilna de dous ...
poni ,1c excitar o nojo quando prensa nao p-rdoa \ v'e "c-'r!"" 1ul!l .,o!<>
quando alcanca a aquelle que leve a ousada de! !i!t!le",u '*"'* mi deste numero, sarrslicr. a saa
nao curvar-te ante sua sUa grandiosa c bizarra pes- ,"J'1 "" "ale tarvice que a -i hm m.
toa : Sr. U. J. da V. C, o coire-pondenle de Isua- "* l'rcos aprosnlando-t* ds geral aHlcao. arroaa-
ra.-ii o conliece bastante, li.iue ceito, que sua lilal- lia"!l -1 cadeiae evadir.im-sr. lir-n lo apenas Ir.
guia o nao (mi desanimar, plebeu como he. ,,. 0e eslavam a expirar.
pro o encontrara' em sen oslo, ouvio .'! Alguns deles evadidos rahtram mc-ino |hmIo da
Olanlo a'delicadeza, porte lio,., e roaiieiras ,|ei_ e-tria. eridos pete chilera. Suppuc-se qoe qaast
gadas do Sr. .Inore, e altearan e respeito, que diz ,"'"1""" escapea. Islo acontecen quanda ,. mal t-
oT... te devera ter aoEsra. Sr. Dr. Manad .|ua. : la no sen maior furor. Uohj a cafase aaSJ tei-a-
quim Carneiro da Cunha, .1 quem alias estimo e rada a nella a seacaa jmnaaiti ttasttrataNaaW
repello por suas qnalidadea e relevantes temeos .<> lenl.io de Alcvanlre da M da. o narra- dr
prestados em Olio la. nada direl por ora, porque le- j ?'""'"" aiuumi-se por nma vez : asara mais o vi.
nho mais qoe fazer tlul ctaiuum ii peetnre, el' "u'ic I1" '"'m l'J'" l"""1' '" nariz foca da ja-
ufird propter caiididaturum prtmplum liahcnt."'"'"'""' '*' de algaat biMatat do Sr. cMera.
Bem procs.ler de nm ineinbro.ter.inimistaa>:
.Na miaba primeira eatiai-lhe-hci uma lista de al-
guns mocos .retanles e philaiilropicos, que te pat-
larain neasa qua.Ir.,, romo verdadeirot hroes afi>-
la.-s ; algaat .tesqua.-- sacrificaran) ate a-na tula
'
levar a seos irejaai aaaaatlaa pela la,tura, -t *,
dores 1 .n-i larnes da religiAo.
Alguns boiiiens dla fregoeaa lem-e .anin I.,
heroicamente ursla 1 iiueulavel crtse. A peta. ,pi..
era neres.ario iulervir a polica para que rnwl...
fot-em sepulta los. purem logo qoe o mal .e tnraaa
mais inlcii.o. se eslabelrceran vulnutavianaml-
eampaanias de earregadores de rd.ivere>. c etc.
h unen, oecupados ne.,e pied.-o e Carito-, ir.tulho
eslavam lirmesera seus pastos, aperar d- verem aeor.
rnrnpanhciros ircabiudo sur-isa,. meare un. a*> .s
tatrof. O Sr. lenle Pesian, e os tal la*.-. I* ,rm
de.tacaiiicnlo lauto Irabalharain. c se b-'iu -auam
os I. iilaa era sua -aula ^h-ria.
Do deslaeainenlnquc Vota ro-n o Sr. raf-il.,.. Man,-
tetro, muilVfs pracaa d.scrl rain, vendo n tmWnr
Sjrrmpfe de -ni r.tmmau lante, .. qoal n. Ib* rtaei-
1 aol.. aqui a rousa bein, Iralnu de esapnrar-x- cm
ulio. bravos, ima nMattes
os le.u inoriidn. ti ilcl
Morreo mais uma |eserava da I). Joaquina, na
villa, c por fura algumas victimas centraos a fazer o
cholera.
o ,e marco.
Sexla-feira leve lugar das 8 .,s in horas da no- .
te nma procissao de peaiteacia, a que acumpaiiha- 1 cl" l"eill,>os Irabalho.. Asm como louvamm a
rain desraices lodos os habilaotes da villa, c dos eslcs "A" P"demos ,te,\ar de censurar aquelle que
arredores. valendo-se do bem qae lzeram, a.ora andam exi-
Ko mandado 1 Chaa do Bslevfe um enfermeiro 2il"'0 raliieaeiea e erapreco; o que marea iatot-
que voliuu dando boas milicias, contra o que tssoa- i '""""': "uas "ai acces.
lliavam alguns. No ,'1'1 'lo protimo pastado prinripiou-te a de
0 inspector de Ilapiswma eemnuntea ao prc- ""'fecrionar a cidade. Os reiuileri. que c-la-am
si.lenle da sociedade, que morrera alli una pessoa orna desgraca e ludas as casas onde houveram ate-
lo cholera, que lcavain oulras doenti-s, u que u Sr. | "*. r"!al" al,erlas e Misa se qneiiuarara masara-
Uorjaia fazendo servicos miilislraiido os remedios
uecessarios.
A regente do recolhimenlo do SS. Coracflo de
Jess, achava-so liuntem com a cholerina.
Chegou de lioianna um preto do Sr. Cliagas, c
cabio immedialanienle, porm sendo logo soceor-
rido acha-se e-capo.
Por rile veio a noticia de que linham fallecido
naquella comarca algumas pessoas .le Importancia.
los, foram .iberias e 11-llas
.!r-:nferiantes. Nesles tralnlhos multo -e e,
rain e e houveram oom loda diligencia e actrvttU-
de os Srs. Dr.. Souza. Albuquerque e Mellu. (. w
la .aues. .Nao me consta que alguna de aovo ad**-
resse alai casas.
Alguna loubus .ipparen iam durante a qaadra
medoiiha e anula sr eaaliaaa a ruciar. Caataa-ant
que certa siijeilo, vea o um seu parale (t|iirar.
Sanando que elle aeisara um 1 I. ..1 propnedade a ir-
Algona senhores de engenhos te malla negaiara-; nl;""la',e da-almas, arrehalou de debaivo ,u ira
sea subscrever para sociedade benelicente, ..obre fu- ""eir do moribun.lu o seo le.lamento.e ,, ,ieU pM
leis pretextos. sumido, se cora rafate he veridiro est farln. be
Benzen-se honlein o eemilerio com a solemn- u"?''"" '""' vollanles que bei de ver em manha
da.le do coslnme. vida.
ODr. Joao Honorio a volteo da ib'1.1, que nao 1 < m da .lestes .'homen. que Inga- Vate. ,.a-
vai bem. quemsaa liveram uma aftsja de palavras na ajja>
11 fiscal da Villa V.lb.i cominunca que na- l"'1'1 "''"' '-rc>* ">*''<'
quelle lugar fallcrerain tres pessoas do .hulera. Ue partea parle se rerambiaram aUumav ripre
Deoso livre do cholera. *e* desagradavtm la deles be ronh-, 11 por
*
dem,
COMAJ.CA DE SANTO ANTAO
Ciara 3 de marro.
pe.,.i mansa, .le hora genio, e maneiras arhaaaa;
o ouir.. pir ateotale, ritoso, dr aanuaa corara .
islo hn1 .le,lunslra.lo em tolos os lagares por aJe
tem andado e donde taha sempre corrido. I tui-
meiro veio desse Recite para aqu, parque anana Ib.
minha apparente deerrolem dado que fa-1 '"t rarrie'a.nud.' ha 1..
z.r a mulla gentedaqui. Insjalg.m -
i:
ouirusTeesr:i:i;::v z^Zo"^>"^sns>--<<><
cao. que lao somenlc rae lorn!" nm ZSSLST I m'*** """" *** f"
asanle cara c retenta .*
iro A 'ros.
II I ielorirmsr.
dem.
preguiroso e-1
terno.
lie verdade que toflri ura lurniidavel arranhio
do maldito azialico, e nao obstante ser um velho ca-
runchoso, e toda cheia de achaques.pude aguenlar e 1 REPAST1CAO DA POlalCIA
i-.-l,r aos .eus dolorosos repudios, aeaaudo-ma l'a.le TtTdn I \ ?7
presentemente, gratas ao Vltissime, perieitamenle l'lincF,, Sr .. .
bun. Tao depre-a liqnei livre de ,Lm,Z lv .Ve ,McrT ,1 ."" -' -' '"- ''r
pude manejar nina penna, coma logo dei-llie novas < -!"- "'"" NsaWaajasjaaMj rcre-
inmlij.. mas meu /ir.t uimsageiro, nao Ihe enlre-
ca, hrbt,f -^ ----'-: lA'sz SrW: -* -
'"-. andaempa.iz.oando go mondo inleiro con ,,]?,,!'*'*" """ K'^"
rcS'nue' al',a,L;.:',C.B'i S** .. ~ "* '-r. Serrelar.a .1
biil.is nesta reparlir.10, ron'-la qu m derai asi
cinni.s oceurrenna :
l-r ,lr-
s'e
em lonco com
lodos os sorrorros dr que carecamos. Juleui
In Bnobre
por I
aqu meu amcu lu guobre rararlcr do Sr. I'inbo, el
se rlepois de lamaiiboa sarrlirios c l.iu provada da-
dle raopodera He menei j.i mais na memoria do
um Penedenac.
OSr.l'inlio pnlcgloriai se de que d s,le osinplrsl
sold ni,, ale .1 iii.n- subida auloridade deseinpi nhou
todos os deveres qud humanamente tepudiam es-
perar de um cida 1.1o am ,:ite do sua patria, em uma
crise l.io desesperada.
J anteada epidemia era e-te prestante cidadaol
considerado o primeiro dos delegados da provincia
pela certeza ejosra de tilas proi delicias. Doran-
te a epi tema elle foi mais quo um homem, foi um
hroe.
Praga .1 Dos que ,, nosso Pernambuco nao pasas
pelas rruois pruvac/ies porque temos pastado; se
porcm assim nito acontecer, t pedimos a Dos que
d energa e forra as autoridades para arrancare
que na., o rouhirera : .i
meu Mercurio alcancaria a abtohicao.
agora e leuho para mira que cala Ihe
chegar as maos.
I sabe Vme. que a ordem ,|->
exclusivamente o cholera. V
dizer-lhcalgnma roosa da. ;,...
por aq-ii esle damnado, u iiiii:iero
do ,ia. mnrgens do Ganges,
lia mais ,|- mez qoe elle viva entre
guindo-nos atrozmente. .Mais de uma
d.i nossa populara,, lu victima toa.
Esla malladada eidade nos ltimos das de
patata 1 ,:t
'"-.-' .Um. a ttxsn
-ola r Ftajaaaanam,
' da paUeta, /-.,.
ora o Pernaabaco ; marra .1
bsrreva-lhe Sr. rontelhciro .!...,. |i',.i ,i., ,
na lielmenle presidente da provincia___11 rbel
, Carlos .,'- /.., 1 niiriii.
lia luqe be qu.isi
11 pois principiar por ..'.,.. -. -
que lem ten., -. ..'. : ; Ul 3 C tiClttUl'
peregrin 1, vin- '
O Sr. Dr. Casal,, |.,nia I,., ir udad.. Hta a,,m.
rc-n.l, r ... Srs. De. Saaao e N e .1, ,.[ "
. havarn na Cl lade da \ ,, l,.a. ,>Mea rrclhe. ., ,
1 capitel, lalo terruicou.liii.iu a .' einrrrrao
l.n..u-s,. mesmo un alie deb mai"- ',. "','"'........''"ip..l.ram medica.,,, r.ir... e r.d-,le pasa
;.....-". >ri.le?.do.SStobite"aT: s.^::;r,Wi-.......*?*&^+<~s+
'^^UuL7:X%VoTyZ........K""'",...... i'......'"-"-'""".......rm delgada.. ..a,
1 o >.i.iaici.,,,,. ieuuo seus pan-ules e rstanonario, I ^^
;,r;:rri:l,d,|;ug.rn *raee aa te.....ru"............ izzrtz-......>s-......*
nuasiuaobacsaa-ui na cidade oodr na. le- tem ^SZLT** -*?** P". afl. .
nian, havi.lo Meninas. Mula. habilaces .., o .;,,- ^.v.w.z.,.,.
se fechadas, pois familias iuleiras lr.,.,i arraladas ,. "'HiiWM'i
un--, pene-
tersa |mrle
lo pelage piuiundissimo da immensuravel elernida-
I
liuntem nao chegou a rarnr verdal para alM-lr...
monlu desla ri.l.de. x,,,,!,,,,,.,.^, ,......-. ,^ t,M.
ve de 2 a .t-M is. a libra. Cuna! 1-nos que a >:,.-,-
dade CriadnrAatnandaiido relalha, a que Ir* jri
Supponho que a pele cm 11,1b ,, oulro lugai ha
ile apparecer com niaior valenlia c furor. Mas a
colera divina fui afplaeade, e Des, sien leu sen bra- I,s- r'" r'le *** alterado iK-lot lall.a lor.. p r
co poderosisslmo sobro a cidade ronlricte. o fez ap-1 a llu" '
1 7"UTsaj
iili.i.EriM dim:iiiii.eka tmi;i>.
Ao liospilal do Carino cm dala 1' -.o;e evi.lem
l'.iurrra sua grande misericordia. '
Desde cutan ,, terrivel flagello, como anicdroul,-
00, 1109 foi dando as tostel,

MUTTCft
ka
ILEGIVEL


CURIO U KMHiU.B QtUT FElR* 5 (JE mARQO I 1816
Infmenlo cinco doente*, alliceram -Jesahio co-
rado 1. O moviroenlos do hospital do arsenal do
marinha rferimo-nos aos olAclos abaito:
lllm. Sr. Participo a V. S. que entrava hou-
(em a noile Lourettco Dias, hranco iilade de MJ
anuos, casado, lllho de oulro. harcaceiro, remellido
Eelo inspector do 1K quarleirAo, no eslado grave;
oanna Francisca da Conceic,ao, parda maior de 80
annos, viava natural, dcsta provincia, fIlia de M,i-
noel do Nascimento, remellida pelo referido ins-
pector (esta mulher lie seguuda vet que vem a este
hospital tendo por molestia a sua id..I. e u estado
de pobreza ) Antonio CoM-eia do Nascimento, 33
annos de idade, oll'iro filhn de Antonio Francisco,
remellido pelo referido inspector, faliceu as 5 horas
da manda. Enlrou hoje Joilo de Carvallo, lilliode
Antonio Bernardo, natural da villa de Alhiandra,
58 annos de idade, solleiro, barcaceito ; remellido
pelo inspector do 10. quartcirJo, no estado lgido.
Dos guarde a V. S. Hospital provisorio no ar-
aa] de marinha de marro doutor Cosme de S Pereira, presidente interino da
cororuissilo de lis licite publica. Joaquim Jos
Alces de Albuquerque, cirugio do hospital.
lllm. Sr. Participo a V.S. que cntraram hon-
tem a larde o alTricaiM li\re de nome l.oitrenoo, e
Luiz de Moraes, soldado do !- balalhao ite infan-
lari, prezo remellido pe eommandante do porto
do Bl un, e faleceu boje ao meio da ; entrn as 0
horas da noite, Joanna Mara da Conceicao Mon-
teira, viuva uaturul dn Paraluba, maior du 70 anuos,
coiulu-iil.i pelo inspector, Jos Pedio das Neves,
faleceu as II horas da manl; entrara as 1 horas
da mesma, Clara Mara da Silva, solleir.i idade de
HO aunns lilli.i de Antonio le Sonta, natural de
Pao d'Alho, conduzda pelo inspector dn H. quar-
leirAo no eslado lgido, faiteen ao meio dia ; os
aflricanos livres Jo'io, e francisco, assim como Ma-
noel Gomes do Valle, pertencenle ao briguo Cea-
reoce, o qual esta gravimeule inrenno. Faliceu as
3 lluras da manliA, JoSo de Carvalbo. entrado hon-
lem as 9 horas da mandao.
Tiveram alta, Cosme do Valle, e Jos Joaquim de
Souza, pastaran) pata a informara dos ronvalicenles
seis doeutes; e liveram alia da mesma 11. FlrSo
exUlindocm tratameuto 15 doenles ; na enfermaria
dos convalecentes 7.
Faleceu ueste momento, l.uiz Jos da Ro/a, de
urna phtyza tuberculosa o qual linha entrado no dia
27 do met p. p. atacado da epidemia reinante.
Dos guarde a V. S. Ilospilal provisorio no ar-
senal de marinha 3 de marco de 18ot. lllm. Sr.
doutor Cosme de Si Pereira, presidente interino da
commissao de hjgiene publica. Joaquim Jos Al-
ces de Albuquerque. cmirgiao do hospital.
lllm. Sr.Participo a V.-S. que f-lleceram non-
ato) des II meia noile, Mauoel (jomes do Valle c
Jos I-'elix Xinea, pcilenccnle ao brigne Cearensc,
e hoje das ."i as (i da manilla, Loureoco Dias e o A-
fricano livre de nome Joilo, um dos nligos existen-
tes ueste arsenal.
Entiaram boje pela manliaa Joe.escravo de Fran-
do cisco dn Silva Flores, inarinbeiro do palacbo ./-
tra, qual he meslre Jos Ignacio Pereira, Rosa Ma-
ra da Conceic,ilo, solleira, 38 anuos de idade, parda,
lilha de Joaqun) (ornes,natural do Rio Doce, condu-
cida pelo inspector do 17 qoarteirao, Joilo de Al-
meida l'eivulo, perleucenle ao vapor Beberibe, e
Luiz (j'inzaga, do brigue Cearense.
Ficm exislindo eni tratameuto 15 e 7 cm conva-
lesceuca, total 82.
Ueos guarde a V. S. Ilospilal provisorio uo arse-
nal de marinha i de marro de 1856. lllm. Sr. I)r.
Cosme de Sa' Pereira, presidente da commissao de
hvgiene publica.loaquim Jos Alee* de Albuquer-
que, cirurgiAo do hospital.
Helacodas pessoas que fallecern do cholera-mor-
bus e foram sepultadas no cemilcrio publico das
6 horas da tarde do dia U9 de fevereiro s (i da
tarde do da l. marro de 1856.
fAcres.
Nmeros 650Mariana Alejandrina Passos. Per-
nambuco, :I0 annos, casada, parda, Boa-Vista, em
sas.
dem 651Damiaua liosa do Espirito Santo, Per-
namhuco, :t annos, viava, parda, S. Jos, em
cata,
dem 652.Mara, livre' Pernambuco, 55 annos,
prela. Recite, em casa,
dem 653Mara Tlieodora do l.ivrameulo, Per-
nambuco, (livre), 100 anuos, solleira. par Ja, Recife,
em casa.
dem 631Justino Francisco Aires dos Sanios, l'a-
rahlba.27 annos, pardo, S. Jos, em casa,
dem 655Braz dos Sanios. Pernambuco, 15 anuos,
pardo, Sanlo-Aulonio, em casa.
dem 656Maria Rosa de Jess, Pcruaiiibuco, :ti
annos, viuva, parda, S. Jos, coslureira, em
cata,
dem657Jjis, Pernambuco,!) mezas, pardo, Boa-
Vista, em casa.
dem 658Maria do Carmo de Jess. Pernambuco,
18 annos, solleira, prela, Boa-Visla. em casa,
dem 6>!l-Cosme Joaquim da Sania Anna, klvrc
Pernambuco, 10 anuos, prclo, Recife. em casa.
dem 660Pedro da Costa, Pernambuco, i annos,
prelo, Boa vista, cm casa,
dem 661 Francisco Jos Rodrigues Jnior, Per-
nambuco, 16 anuos, solleiro, branco, Boa-Visla,
em casa.
dem 662Jacintlri (iraca Marina, Pernambuco, 60
anuos, viuva.preja, Recife. cm casa.
dem 6>V.l-4!ai4irt'a Mana da Cosa. Pernambuco,20
annos, soltura; branca, Keeife, emeasa.
l.lcm G6\Bulara Mara da Conceicao, Pernambu-
co, 28_annos, r,saa, parda,S. Jos, em casa.
dem bj1 liereza Maria ,|, Jess, Pernambuco,
Bannos, solleira, parda. S. Jo., cm casa.
dem bb6Joaniia Alaria, frica, 70 annoa, prela,
Sanlo-Anloniti, cm casa.
dem 667Ant, Mara do l.ivrameulo, Pernam-
buco, 26 anuos, solleira, parda', S.-.ulo Antonio,
em casa.
dem 668Ma'rianna do Coradlo de Jess. Pernam-
buco, 75arj-|UIS, vuva, prela, Santo Antonio, em
casa. .
dem 669,1-eiicia Mara de Jess, Parnamboco, i
annos, solieirn, prela, S. Jos, em casa.
Idemb.O-Alaiiocl Jos do .Monte, Pernambuco, 11
annos, soiiein-, pardo, Boa-Visla, emeasa.
dem (.. I_i .,,,., Maria da Conceicao, Pernambuco,
70 """'as. solleira, prela, S. Josem casa,
dem b2Luisa Maria da Conceicao,.Pernambuco,
"-> *nos, solleira, prela. Recife, cm casa.
Idere/73Maria Kiheiro, 00 anuos, preta, ilecfe, 1
c caa.
IJ*.m 67*Mana Francisca da Pureza, Pernambuco,!
50 annos, rasada, prela. Recife, era casa.
' 'em 675Alejandre, frica, 38 annos, solleiro,
1 prelo. solleiro, Sanio Antonio, em casa,
'dem 676yuileria Serafina das Virgeos, l'einim-;
buco, 10 anuos, casad, prcta, S. Jos, em!
casa,
dem 677.patinarla, Pernambuco, i anuos, par- \
da, Roa-Vista, cm casa.
dem 678Pedro Paulo da Coala, frica, 32 annos,
prelo, S. Jos, em casa.
dem 67'.)Aleiaud ina dos Sanios, Pernambuco, 58
anuos, viuva, parda, o. Jos, cm casa.
dem 680Manuel Francisco Coimbra, Parahiba, 50
annos, casado, branco, Sanio Antonio, alfaite, em
casa.
dem (81Francisca Thomazia da Silva Braga, Per-
nambuco, 50 anuos, branca, Saulo Antonio, em
casa.
dem 682Josepha Mara dos Prazeres, Pernambu-
co, 52 auuos, viuva, prela, Santo Amonio, em
casa.
dem 683, Francisco GODcalvce, Pernambuco, 25
.nios, solleiro, pardo, Recife, em casa.
dem 681 II. Muller. Hollando*, 28 anuos, sollei-
ro, branco, Recife, em casa.
dem 6S5--Francisca Romana, Pernamliuco, 60 an-
anuos, solleira, parda, EtcciCe, hospital provisorio
de marinha.
dem 686Joo Kangel da Silva, Pernambuco, 63
annos. solleiro, prelo. San Jos, em tasa.
dem 687Mauoel Frapcisco Alexo Trmdude, Per-
namboco, 60 annos, casado, branco, S. Jos, em
casa.
dem 688 Diomedio 6 metes, San Jos, cm
casa.
dem 680, Anua Joaqu na do Espirito Santo, Per-
uambuco, 20 anuos solleira, parda, S. Jos, em
casa.
dem 6110Maria da libia da Purlicarao, Sergipe,
30 annos, solleira, pa da, S. Jos, em casa.
dem 691Jos Homar lo de Oliveira. Pernambuco,
56 annos, vuvo, pan o, Boa-Visla, sapateiro, Ilos-
pilal provisorio da B. a-Visla.
dem 602Epifauio Jts Auluues, Pernambuco, 50
auuos, casado, branc* Boa-Visla. em casa.
dem 693Jos Borges Portugal, :W annos, sollei-
ro,branco, Uoa-Visla cm casa.
dem HM UlMiUai M ria da Conceicao, Pernam-
buco, 21 anuos, so -ira, prela, Boa-Vala, em
casa.
dem 695Juanita, Pernambuco, 70 anuos, preta,
San Jos, emeasa.
dem 696Francisca i a Silva Kcves, Pernambuco,
co, 32 annos, casado, pardo, Santo Antonio, em
casa.
dem 713Miguel Martina Fonseca, Pernambuco
20 annos, solleiro, pardo, Recife, Ilospilal provi-
sorio de marinha.
dem 711Joo lenlo deMedciros, Portugal, 71 an-
uos, solleiro, branco, Recife, em casa.
dem 715Francisco Joso do Reg, l'crnambuco
"'ll I.....os. casado, branco, Sanio Anlouio, eni
casa.
dem 716, -Felicia Maria da Cinceic.no, ',', anuos,
solleira, preta, San Jos, em casa.
Hsrracns.
Nmeros 380 Antonia, Pernambuco, 50 anuos,
Recife. em casa.
dem 331Raphael, Pernambuco, 8 me/es. Boa-
\ isla, em casa.
dem 332-Benlo, frica. 5 annos, Keeife, em
casa.
dem 333Domingo}, frica, 50 unos, solleiro,
Boa-s isla em casa.
dem 33* Domingos, frica, ,(; anuos. Recife. cm
cas.
dem 133Mariatma, Recife, hospital provisorio de
marinha.
dem 136Maria, Recife, hospital provisorio de
maiiiilia.
dem 317Vicente, Pernambuco, 30 anuos, soltei-,
ro, San Jos, em casa.
Mein 338Romana, A frica,38 annos,Santo Antonio,
em casa.
dem 339Vicente, Pernambuco, 15 anuos, sollei-
ro. Sanio Antonio, em casa.
dem 310Felicia, frica, 60 anuos, solleira, Sanio
Antonio, cm casa.
dem 341Joaquim, Pernambuco, 15 annos, sol-
leiro, Boa-Vist, em casa.
dem 312Joaqun), Afrio, 10 annos, solleiro, lloa-
Visla. cm casa.
Idom 313Hilario, Pernambuco, 20 anuos, sollei-
ro, San Josc'.em casa.
dem 311Pedro, frica, 50 annos, solleiro, S. Jo-
s', cm rasa.
I lein 345Claudina, frica, 28 anuos, solleira, Boa-
\ isla, em casa.
dem 316Jlo, frica, Boa-Visla. cm casa.
I.lem 317Calalo, Pernambuco, 51 annos,Boa-Vil-
la, em casa.
dem 318Paula, Pernambuco, 28 annos, S. Jojc',
em casa.
dem 319Romana, 22 anuos, Recife, em casa.
dem350Jose',Afrca,50 annos.Sanlo Anlouio, cm
casa.
dem 35l(JerliuJcs, Pernambuco, 32 anuos, San
Jos', em casa.
dem 352Rosa, Pernambuco, 3 anuos, S. Jos', em
casa. v
dem 353 Rufino, '-- j
casa.
dem 351Mariana, frica, solleira, Boa Vista, em
rasa,
dem 355. Pedro, frica, 26 anuos, Santo Anlouio.
em casa.
Ilesumo dn marlahdade.
Morlalidade do dia 1 al s ti horas da (arde129
HomenaSB mulberes 57 parvslosli.
Total da morlalidade al boje 1 1,i()i.
Uomena 677 mulberes 672 prvulo* 55.
Recife i de marco de 1856.
A commissao dc'bysiene publica interina,
Drs. .Sil Pereira, presidente.
/ i'rmo Xavier, secretario.
/. I'ugyi, adjunclo.
citabilidade nervosa e proslratao tal que me submet-
lia a (ovos remedios !! Prohib que me cnulassein
tantos horrores, mas vinha-o sempre a saber. Foi
iiimli i senliora ameacada do mal. c esla circunstan-
cia me ia sendo fatal' Nesle estado Ido pudendo
ulilisar nem a minlia familia, resolv entregar ludo
aos cuidados e direccAo do meu adininislr.idor ja
pralico no Iratamenlo,e fazendo all o meu (estmen-
lo aberlo, cscriplo pelo professur dos meus llbos,
Iransporlei-me a 2 do correle, de ri'vle, para esle
engenlio, esperando ronvalescer, puder tomar aqui
as necessarias providencias, cono bem preparar o
administrador para arroslar a pesie ja aproximada!
Aqui a senliora melhorou logo, e eu lambein ; mas
por isto mesma pratande-me da rigorosa dieta, sin-
li e tinto una especie de paralisia gaatrtca Os pro-
prios caldos dcmoiam-se no estomago, se os nao lo-
mo siulo una Iraque/.a extrema, continuos aore* e
soflrimenlM neryoao* Eis o meu aclual calado, re-
celando cada da um novo arcesso com as noticias que
me cliegain de lenlo Vclho, onde a peste tem recru-
descido e feilo muilas victimas cm escravos c mora-
dores Em quaulo all estivo, repilo, nilo.se me fez
ueuliuma exigencia da cidade. Consta-me parem
que se exigir do meu admlniatrador i ou 6 carrus
de lenia, que elle us maiidou levar a cidade c vol-
Undo um dos carreirns cabio da pesie, e nao sci se
lera murrido Kis aqui o que parece dcsbnmauida-
de exigir-se que fos-cm de fura expor-se aos ptridos
miasmas da cidade lautas vidas por alguna carros
d,
'o lenha, cojo proveito estar sempre cm problema ,
,-.. tf. .. ,, .'. i regido do coracao, ale elle fallar nos raso-
Anua os brs. me lieos, se foram ellos eilgisscm Interior da frica all ocraslouam tambem o cholera,
o qual be epidmico naquella regilo, donde resulla
que os negros do interior possuem meios Iradiciomes
de curar dita doenja, a qual allribuema um bicho.
I.s-.s meios consislem imprelerivelmeulc, ou cm
Ineeoes. rom especialidade no espinhaco, para ex-
pelhr dalli 0 bicho assim dizem elle*) o em banlios
destinado* ao raesmn lim, c, lauto u'um como no ou-
lro caso.n'oma bebida desuada a expelli-lu uas de-
jeeciiL's alvinas. Quaato a re.iceao ou resultado dos
estrago* pro luzidos.abandonain isto a nalureza.
Examinando a* em* a cascas imr elles empresa-
das, e relleetiii lo sbreos seus eueitot, cbegaiuos ao
teguinte Iratamento, do qual oblivemos mu) bous
resulladoa na nossa clnica.
Primeiros meio* preservativo*.
Upar us ouvidos com algodao torneado de p de
casca de arucira da pi.ua.
ler sempre na bocea um pedacode cnlre-cascadu
incsino pan.
Beber iodos os dia* ama chavena de cha feilo com
olhos de laraageira e casca dos galiius da mesma
arueira.
Ilesinfectantes os mesmos ucima citados, cal cin-
ta, cliloro-acido muriatico garoso.)
I ralamento do cbolcrina.
D-se ao doeule una cbavena de rozimcuto de
casca dearueira, pude acresecnlai se entre-casca de
raiz de rsjateiro) adobado com asauear, a contina-
le com o cha fraco da mesma arucira indicado como
preservativo.
I i,llmenlo do cholera.
Pisam-se ramos de mussanib ;e de malvaiscn se
se arhar na occasiao) cm qoanlidade lofliciente pira !
obler-se una bola da grossura de urna laranja pe-
quea, moiba-se dila bola no izeile de dende ou de
c.iirapalo, seala-te o doente c esfre^a-se-lbe cun
forca 0 espinhaco, e de vez em quandu a inoleira e a
regias do coraro, at elle fallar nos casos fulminan-
ni us caso*
ale desapparerer as dores geraes. angustia do cora-
cao. caimbras ele, c a dor localisar-se as mai* da*
<>".'wtHMtai)0.
Acaba de suecumbir ;i febre am hella, conseriiliva
do cholera, o Sr. Nicolao Gadaull, subdito fran-
ccz.
Residindo ha obra de quaienla anuos ncsla cida-
de. e aqui bavendo casado em urna das piimeiras fa-
milia*, Miube sempre conquistar a estima geral por
suas maneira* excellenles e liondade de coracao a
loda prova.
Morreo pobre, porque nunca soube o que era ac-
t-umular por meios sordi los, leudo sempre lamaulia
boa femsens negocios, que de ordinario dcllcs sa-
bia-se mal em lelaeao aos inlcresscs que dahi ileve-
ram provir-lbe.
O rallecidoSr. adaull foi um dos eslrangeiros
que maiores beneficios Tez dossa cidade, proinnvcn-
do a povoaco de algn* de -cus arrabaldes rraisno-
lavcis boje ; pois que costumav* comprar terrenos e
divid'-los em pequeas propriedades, de sorte que
em pouro, logares (Tantea inli.ibilados, oflVreciain-
se aos ollios du observador cuino que por inania ar-
ruados o com populacao crescida.
Ahi esla pur etemplo a Capuuga eoberla de casas,
a Baixa-Verde, osCoelno*, ele, etc.. as mesma*
condiees ; lo lo islo devido ao sen sxslema de divi-
dir esses terrenos cm pequeas propriedades ; ac-
crescendo ao que acabo de notar um grandc| nume
ro de suas principae* e da Itaveasaa gratuitamente
abertas nesses seus terrenos.
Ilomeus desie quilale sAo candores de luda a esli-
ma e COUSideraeflo do paia, que Ibes da bospilaliJa- i
de, porque por acta, ile-la onlem revelam > apreco j
emque tcm esaa h^spitali I idej enjo valor s'.- os pa- .
rosita* desconie.ei.l.. ^
Corno ja dase, morreo 'robre ape/ar da e**9a|kjde |
recursos de que sempre dispz ; e ah deixa urna HN
milia nomerosa.apeins com us meio* absolutamente
precisos subsistencia, mas oraulhOM do uoinc hon-
ra lo que lite rile lega a pus sua morlc.
cada um seuhor de eiigeulio um coulu de reis para
pagamento de sua Itumaiiidadc'. Foi por esles meios,
que o mal se propagou por fora com intcn-idade 1e"' 0'am* <"""' : ^li"l1i" <" no lugar do-
u ...... I iroso urna sensarilu parlicul.ir.eomosoaudassem or
Pasando como disse una violencia, lenhoTOl re- dentro grande numero de rormignt Scgue-sc eniao
dactore*, para escrever esla em niuilos dias, checa- | a ilor com as friccoes por loda a parle ou Je ello fu-
me do novo o seu Diaria, c vejo que continuara i -p> l, "'0 **n'u' m >> o (lenle dor ueuliuma. o que
usapudos.ainda que de boa f,escintas dos meus col-11-08*' se,"1|,r'' *PP" 'li-P0'" l,e uVr ler-se refu-
i......... .. ". giadn aira/ da orellia, occasu.nando all um peilueno
legas monos! ,Vo rctrospetto semanal do da II do I Mchaea que desappareee com as rriceB*.
correte o seo redactor dn como urna das causas da | Da-se cnlao ao doeule una chicara do cozimentn
vastissima dimensio da molesli na cidade da Vic- M0 "fucira tteima indicado pira o cliulerim, a se o
M-ocriminosoegeitmo dot enkoren de en.,-\T''"' r"ln,i,"n!c-.sc'" *" irprD.ii.io dediarrhea
.i/,.,rf.-,.-,.i ; / algama, u rc-l ibelecimenln he mstmiaen, podendo
*toii/,a.,n((r. i E emowro lugar fallan- U ex-cholerico patsear hnmediutamenie ; nos mai*
do-sedas esmolai obtida* em Sania Amaro para I casos inda prensa tratar-te dos estragos ja feilos no
creacao do hospital, accrescenla-seOlliem-se ueste I 'l"or'<'f. os quaes cosliiinam ceder a reacejio do or-
^^3uansUr Sanl; .ptn'o. Kesponderei | n^i'," radjuvaJa ''eU dicla c Put ,''b>^ fV
f& a isRfoflrJnJo seSTprcleiidcr ser all n.agua(a) j A diela he de sopa de bolacha, caldos, arroto
que nao tem paridadeo argumento c quando iikiiti>! gallinha DO primeiru e secundo dia, no lerrieroj se
servir isto para estimular a uns c augmentar os l,6e alarga-la.
Possam estas mal Iracadas lindas ser de alguma
utilidad- a bumauidade solfredoru !
Son, Srs. redactores, ele.I 'm phitantropo,
Recife 28 de fevereiro de 1850.
soflrimenlos de oulros E Mo tem paridade; primo,
porque a pesie all anula nao era esperada,lano que
morreram os primeiros quasi a mingue; secundo,
porque no houveram lili promoc icsd'esmola i que
os proprietarios se n,io presUssem: lerli Qualmen- SV"(""'1r' reactores -Acho-.nc lelizn.enlc salvo
i .,.... .* i "udimcn do viulculoalaque de cholera confirmado, que me
e porque nao s pode comparar o* adustos* ridos I assnltoo cm das do mea panado, e afuma quadra
arrabaldes d aquella irdenle Libia com o florido, nc- 'le lautas alllicces como esla, que raros sao os que.
dio, e at poelicu Sanio Amaro apianado cm roda de i grandes engeulio. c proprietarios abastados. Voltc- T'W- V" i""."cc"l,nnu-.u' de todos os lados, podem
_.. t .' '' ,n"c I dizer salvci-me Ihe urna fclicidade, he nimia
mos a lunebre cantilena contra os (enhorca de en- i maii um grande avor do co poder-se, como me *-
uenhu das vi-inliancas. Aposto que sc us senderes I Ptat faser agora, agradecer puMieamenle aos que
redactores dcsle Diario snub-ssein quam "ri\e in a'l',',u doOnuiip "leulcsalvain a um polneenfermudo
jusiica esiao fazeudu as cintas d'esies miteravei. or! 'f'1'! 'lolurf *J? nestpllci-ea tormento, de lio .ne-
..... """','e">Porulonha, qu.lo alllicliva docnca. hn estive. como niu-
uui ateive uive d algum dos mdicos, que de l ; goem pode imag uur quando fui atacado pelo hole-
correram, nunca mai* fallaran) em senliures de en-' "' masdousliomen* excetsivamenle caridosos. dons
genhu das visiiihancas! Sabeffl Smcs, quaes sao os hon,BM a qnem a pobreza da Boa-Villa mullo de-
niuil.' .1.. ,; i.'.i. ,.... o ve. aecudiram de prnmptoa nossa casa, enuafsan-
engenlMida* toinltancas, e que hcam prximo a jo, de proteccJo por Deba enviados a cabeceira do
ciuac da > clona nao porcerlo, e nem qual a sor- moribundo, elles nao s rom palavras de auimacao
te deaeosdooos! Ouenm pois. Depois-do nosso, lc-
mus primeiro o Coiirttro a meia legua, descilo.por-
que u reudeiro anda nao sc pasin para elle ; 2. a
romo com oemprrg da fortes agentes, poderam
ronseguir em poucos dias u rcsObelecimento de mi-
nha saude.
Esles liiuiiens SO : o digno Sr. Rufino Jos Cor-
uma legua o Battria.cojo dono deixci a morle o Sr. j rea d'Almeida, e u distiucto pharmaceutleo Sr. Joa-
Anionio Rufino, que pardeu os captiviohoi! 3. u (l"im Ignacio Kibeire. Sel bem, senhore* redarlo-
Cartn a urna legua do Si. Vnlouio de Uireu une iri'"- ''"e "'"' ho a"le *'-";l1 l",,llico ,le "'C11 reconhe-
mp di/em lar iiirri,!,.' I /.- i cimento, que fara brildar m.iis o diadema de gloria,
uit, iii/.eiu ler .uorriuo. l. (.a1 fl/l'i.'ls a um i i^.iiii ... <
k,u imoa- a urna le.ua,.le- ,|,le ,.ss,.s -enhores por seus actos de beneficencia
serio, porque o rendeiro ainda naos* passou para I tem cingido em suas frontes; mas eu estive a mor-
clle! 5. Engeoboca,t'ra&as mais de leguario Sr. Jos Irer...... Vnic*. nao ignorara que muito casta aoe-
SeveriuoCavalcanli, que lugo sc panoo para a cida-
de ou ja linha mora la la, mide perdeu canjivea, ir-
mao e tamben) dizem que morreo '. (i. Eiigenhoca
Santo Anto do subdeleg ido Jos Jeronx roo.que mor-
reu 7. Hura lo eallector Jogo Francisco, que mo-
ra na cidade e l deixei fulmina lo, e nao sei se es-
capou. S. Utringaba urna legua, do espiUo Coito,
que morrea 19. Engenhoca l'ra:cre* ao p da ci-
dade, cujo dono nao conlieco.e Dos sabe sc vive. lo.
f/pirito Sanio da casa do Sr. Dionisio (jomesdo Re-
g; que la no Recife morrea Eis aqui qual a mu le i
goismo u'uma poca cuno a actual, remecher-se
de sua poltrona de reliado para aecudir a um pu-
lir padre, que sri tem um curasao para avallar fa-
vores da tal oraem, e palavras para abencoar os do-
me- le queni ns pralica.
N.lo poderei tamben) esqnecer os Srs. Drs. Po.gi
e Brito, que saliendo do meu eslado, se apprcseula-
r.ini em nossa casa promplos a me soccorrerem.
Boa-Vista 2 de. marco de 856.
O Padre branles.
LMA RESPOSXA.
No liomem de educaran e *'.< w,n coracao lien
que ns dos particulares. Ao mar, portante a ma-
eellaf.
Oulro anniinrio do mesme Diario c.ihio-me no go-
to. He um aviso a pobreza, que me disperluu cer-
as apprehensnes.
Naoconlicco o dono da (adema n. 91, da ra Au-
gusta, pode sermesmo que suas nlenrSes tejara pu-
rissimas, c que- o mova verdadeira philanlropia ;
enlrelaulo ser bom que a polica lenha mullo ero
vista ai Irnnsacces que all -o eflecluarem, pois que
ellas podem dar lugar a mnilas velhacadas.
Torno a repetir, longc 16 niiui esla' o pensa-
ment de que o fim dallas seja esle dio repro-
vado, e digno de punicao; pode ser ninilo caritati-
vo, c prcslar immensos beneficios a elasse desvalida,
mas enrao de ludo se lem abusado, principalmente
na lerrivel qoadra por que vamos passando, sera
bom que elisia despertada a polica, ruja interven-
cao ueste negocio ser urna garanta segura para as
pobres, que com mais ronlianca approveilar-se-hao
deslc meio que se Ibes aderece, leudo assim o bom
liomem que leve ta feliz lemhranca mais ampio
circulo para rxercer as siias vista* pbilaulropi-
ca.
Sou dos que cMlnmam lr os pe ndicos c|esde o
principio ale u lim, sem escapar mesmo os anniin-
cios, oinle arda nos quasi sempre materia para rir,
ou para lamentar, bem que entre nos nao lenham
anda allingidu a originalidade condecida dos aviso
inglezes c americanos. Por i-so llie aponlo esles
dons que nao deven) auar desapercebidos.
Orientar contra es cooductores dos carros fne-
bres vai-sc generalisando: bpedes e quadrupedea
vao desgolando muilo a populaciln : csIm, comlndo
nao lem culpa, porque o Irabalbo he multo, as mu-
das poueat, e o alimento, ou racao rerebem em rhi-
coladas.
Aun 'lie- pnrem, devem ser viciados, e punidos
pelas irreverencias, desaforos, e desacatos que estilo
diariamente pratcando.
OsSrs. redactores conherem aj*operttiSjo do nosso
povoque arredila piamenle, que quando um desle
carros Ihe para a pnrla. algoem da familia paga lo-
go o palao. o vai faser urna visita forrada ao Sr. Vi-
rio* Pois bem, ajunle ao temor que islo a inspira,
principalmente a Bolle com o alarido infernal que
ra/.cm os (aos bolieiros, c lera' urna idea de terror
que inipressiniia essa pobre gente, o qual produz lo-
go swnplomas bem samethanhMao* do rholer, ven-
do que d'abi ao verdadeira mal ha apenas nm passo,
que quasi sempre be IrtntpOStO, verilicando-se as-
sim a siuislra appreben-ao.
Consla-UO* que em Fora de Podas na noile de 2
para 3 do cor rente se dera alguma rousa com um dos
taes carros seriara II horas, e que a t o Sr. Dalino,
inspector, brisara com o bolliciro. Ser verdade.
Por faltar em Forado Portas, dizem |ue mulla
'alia fazem all alguiis soldados de polica ; que na
taberna do Sr. lenlo principalmente aos domingos,
ajunla-sc nina sucia de m.-.marrulcs que com os seus
dilos e acees rilen lem a moral publica ; que na
mesma taberna leula-ae nina pobre louca por nome
Huilona, que excitada pelos messe* sojeilos profeta
em alias vozes mil improperio! ; que defronle ha
um acougue, cuju carniceiro cbama-se lambeni Ben-
to, e que he um dos da pandilha, o qual agora por
distracijao initiluia todas as lardes um rerlo joguinbo
ao mesmo acougue, onde rene uina sucia de mel-
quelrefes, que assim pas c o copo !
Serlo exacta* estas infrmanos ? Acredito muito
em quem mas leu, afianzando tambera que o tal
lenlo dono da taberna, e sen caxciro sao bous ho-
mens, e que loleraut estas scenas contra vontade,
por nao tiren) meio, da reprimi-lus.
Conlinuarei sempre que puder a dar-Ibes noticias
minlias.
Adcus, Srs. redactores. Dos os livre da pesie, da
fome, e principalmente dos usurarios e traanles-
O y.ebcdfa.
^';)Ti'3ViM,ut:in.lxr.
m for-
d, done,, de.-,a- pobres engenhoca* visiulias de legua r ., lle-e oppouhm algumas consider.rOesmuipo-
pulis da ndade. seos medico* queriam que esse* I derosas ; assim, cumprido com o dever do naren-
boincn- atteudeasem a suas instancias, i.o us dei-' les;". 1"o me liga ao coininercisnle Joso Antonio
xassem morrer.ma* vis0 ,,: officiatmenleeorreram ''"'* Sl"1'"' Colho, tomo sobre ram a respost* iios
annuncios que Ida foram derigidos no tVrfto d i do
liquem ubendo que eu, potto que trmulo anda es-
tou vivo, para au consentir, que e mancho a sua
curenle, e as cuiiscqueucias que d'.lhi possam xir ;
*aulo mais quanto parece-mc que, se hoove impru-
60 annos,
casa.
viuvo,
tranco, Santo Autonio, em
dem 697Rosi, Pcrniiubuco, 2 anuos'parda, San-
to Antonio, em casa .
dem 698Candida Tiomazia Rosa, Pernambuco,
Jos, em casa,
mezes, parda, Recife, em
39 annos, parda, S.
dem 699 Maria, 3
can.
dem 700Jos F'ran
annos, solleiro, bra
afee Fernanda*, Portugal, 20
ico, Recife, em casa-
dem 701Cosme Daini.lo de Santa Anua, Pernam-
buco, 35 annos, casado, prelo, Recife, era
casa.
dem 702Joilo Rodrigues Bandeira, Pernambuco,
60 annos, viuvo, braucu, S. Josc, em casi.
dem 703Isabel Maria de Jess. Pernamliuco, .50
anuos, viuva, parda, S. Jos, em casa.
dem 701Francisco Rodrigues Barbosa, Pernam-
buco, 36 aunos, casado, branco, S. Jos, cm
casa.
dem 7 0,5Francisca, Pernambuco, solleira, prela
Boa-V isla, era casa.
dem 106lienovcva Maria da Conceicao, Pernam-
buco, 25 aunos, viuva, parda, Boa-Vista, em
casa.
dem 707Marianno da Assumpnlo, l'crnambuco,
31 anuos, solleiro, branco, Roa'-Visla, em casa.
dem 708-Iguez Maria Fialho, Pernambuco, 80
annos, solleira, parda. Sanio Anlonio.cm casa.
dem 709Francisco Gomes, l'crnambuco, 70 an-
uos, solleiro, prelo, Boa-Vista, em cas*.
dem 710Joaquim, Pernambuco, 6 mezes, bran-
co, Boa Visto, em casa.
dem 711Brgida, Pernambuco, 16 metes, branca,
Boa-Visla, em casa.
dem 712Pedro Antonio de Carvalbo, Pernambu-
l'ECU Al i'ENCO.
Sn. redactores.Nao leio o Dtario desde 21 de
Janeiro, em que fui accommcllidj de cbolcrina gra-
ve, de que aindS'toflro, mas vi agora no de 7 do cor.
rente o wgniute tpico.Dizem o< mdicos, que
apezar de suas drruni'taneiis uo tcm sido au.ii-
liados pchs senkores de enqenho, que ficam pro.ri-
mos cidade da Victoria \ Parece incricel tanta \
desliumanidade quando todos derem socorrerse
iiiuluiimenlee coudjucar ao ooterao etc. '.'.'.
Mandar.im-me anda u numero 1002 do Liberal,
onde se l nina correspondencia da Victoria, na qual
depoisd* tallar-s d'auaeaeia du Dr. Cvrne, se diz
o Dr. Pedro tlellriio reiiron-se.para o engenho Pa~
raizo. liitSo abandonando a chlade as pessoas prin-
cipae s etc.
Islo me obrig.i.sciihorc; redactores^ l'.izer um es-
forco superior ao meu eslado mrbido, para justifi-
car a muida retirada d'aquelle para esle engenho,
sem todava abandonar a cidade, porque n'ella nao
maro ; nao fui ouvnlo, nem contvidido para cousa
alguma alo 2 ile^revereiro, em que lalll de Benlu
Vclho; e quando a morlalidade ja principia)a a de-
clinar, segundo me disseram e o farei da maneia
aeguinte. Muilo ante* d'app irecer all a epidemia
fui positivamente ao Recife, o segundo as prescrip-
Coes dos Srs. Un. Sabino, Peixolo, Carolino, e ou-
tros me previni de remedios, para uina dioica de
603 pessoas, e esles remedios divid entre os dous
engeiibus Beulo Velllo e Paraizn. onde leudo dividi-
da a mulla familia. Foi por isto que quando a peste
se declaruu siinullaucaraenle em Carimba* e lenlo
Velho, mo me sorprenden ; e ao pasto que morriam
era Cacimba* o* accommettidos, os meus doenles s
salvavam. De Caciinb s 22 pessoas e de ouiro-: luga-
res 32 cotreram para liento Velho espavoridas,
ao todo 51 pessoas, qUe me eurlieram todas as casas
do cercado, c desla gente -o orna morreu al a* ulti-
mas noticias porque d'enlrc as mais intelligenlMi
formi'i com os meus lavradores urna companhia de
saude em miniatura para sneennor aos accommelli-
dos sob uiiulia fraca direc^ao, e todos inleressadus
em aprender, para u tralainenlo de suas familias.
Coravamo* ou davamo* remedios a lodos os accoin-
meltidos por rainhas e aldcias Ierras. Algumas vezes
dinheirn; mullas vea esmolas da viveros para a dic-
la acoinpaulivam aos remedios o InstruccOet, ludo
e a lodos gratis. Nunca d'alli vollou nem vollar.i
urna pessoa sera remedios! Parece-me, senhores re-
dactores, que he Uto soecorrer a humani.iade e co-
adjurar ao qorerno em sua paternal soliclluih, mas
como islo ulo he feilo oflicialmeule com diuheiroa
pblicos, su apparecein culpas c recriminaces con-
tra os p-.lu senbore* de engenho, que apezar de
marlv risadas c morios, silo boje causa da morlalida-
do !!! Esle mundo he assim mesmo, e assim ha de
acabar! Nao approuvc porcm a .Providencia, que cu
pudesse continuar em p, quando mesmo escrevia,
para insiroccao do pavo, urna correspondencia ,ies-
eripliva dos casos e remedios por mim empregados
com proveilo, correspondencia que mo vi anda pu-
blicada, fui arcummellido da pjsle, que liraodo-rae
a penua da mao arrojou-me ubilarnenle a cama c
aus sollrimeuios ; soirriuicnlns que mo era preciso
sull'ocar e oceultar, para nao desanimar aos rpeus
ajudantes e cunlinuarem uu Iralamenlo geral. Rc-
conimendci todava que me consullatsem as llovi-
das e urgencias ; mas tantas eran) as duvidas c casos
em una clnica de quasi 300 pessoa* dentro e fora
do envendo, que elles persuadidos de que eu pouco
soTria, me inquielavan a cada mumcnlo ; e eu para
sustentar a liccao, ia fallando e sofriendo dia e noile
debaixo dos cobertores !! I'arece-mc que lio isto sa-
crificar-ted humaiidmle,senhores redactores'.' (Juan-
toaos mais senhores de engenho prximos a cidade
so direi quesolTreram mal du que cu, porque quasi
todos morreram sita, morreram! liquem pois saben-
do todos quinta* vao fazendo echo com cssas injurias
conlra mim e meus collegas prximos a cidade, que
nao fazem mais com islo do que augnienlar a atllicc.lo
ao afilelo, ou zurzir as cinzas dos morios!'.! aliante
o mnslrarei I O Irabalno de e-prilo. i fadigas em
fallar dia e noite, as mas noticias da cidade sen3o
rae taita recahir,de)iavam-me em um eslado deei-

P"
ranles quaii lo pretendern) pr em duvida a bem
merecida lepulacao de que goza Sanios Coeldo na
sociedad* (sendo Muiente nesla cidade bem cu-
nhecidp), pela boa fe e pureza do consciencia em
todos os seus negocios, pelo respeilo o consideraeo
em que tem a naca o Brasileira, com a qoal acba-se
idenlilicado como esposo c como pal de Brasdei-
ros.
.Nao posso deixir de iouvar o bro de meus patri-
cio- quinde impelirlos pelo senlimenlo de naciona-
lidade, nao Irepidaram ante de i de repellir um
aiiuunciu que pulida a venda o patriotismo Brasilci-
ro c a preco de |.~I00 rs......; mas senti ao mesmo
lempo, que das pessons que assim mostrara in tanta
zelo pelo sfu lirio nacional, parliatem palavras Ido
pesadas, se nao grosseiras, como, bregeiros. vclda-
memoria e de seus lildos, c ajeite-se impunemente' l'*"c'* on leviaudade no primeiro eaixeiro de San-
as suas cinta,::: Diga -se por lauto pelos nomes.uiiaei lo,<>'e!hosemaulorisaci1o previa de seu palrSo,
rr.m. i., ....... i '. ,,,'t' annunriar a venda una fazenda cun n titulo de
torara estes lennores de engenho, cuju egosmo aug. Patriotismo Brasileirae a proco da lIO0 rs., don
meniou a morlalidade | ve igualmente leviaudade em mea* patricio* aooun-
Nao posso agora, mai se Dos pcrmillirquc viva'
desde ja me comprometi a discutir com quem qui-
zer assignar-se, e moslrarei as causas que poderiam
ler coucorndo para este augmento. Vataoa concluir.
Nao se leudo us seudores de engenho prximo* a ci-
dade negado a exigencias, nemj esmolas para soc-
corros da pobreza : au sendo cu lili pessoa oflicisl
ou commitsionada para cousa alguma ; deixsndo cu
all remedios para se dar a pobreta, viudo conva-
lescer. onde leudo igoaes necessidades, lamilla e
obrigicOes, ni* |>oJe caber aos senhores de engenho
serr.clhannle censura; e quanto a mim liz oque faria
qualqucrhoincmde senso. Rege-Ibes, senhores re-i
dudaran m,u,.-. i. i cu*, venillas lundas, etc., que impurlaui una farmal
dadores, a publ,ca..,,u desla, com q.je a.nda mais ; injuria conlra un. humera que goza de eslima c ron-
oorigado-mes sera seu constante lelor c assignanle | l-ileraeao publica, e na sociedade oceupa um lugar
Eugcnlio Paraizo em Rio Forraozo, 20 do fcverei-! dislinclo, ja pelu sen comporlamento parlicular c
rod 1856. | domestico, j pela sua vida conuncrcial. eappella-
Pedro Bezerra Pereira de .iranio Ileltrao i "lus par* "s ,|uu C0,lllCl',;m' mmedialaroenle com
_________ I elle tem lido traotacrAes de qualquer nalureza, e
Sn. redactor**.Qoaai iodos os progreo* seien-: n3'" ''"'" c"r|' d* '"""'fi'.odesia ci vde
tilicos foram devtdosa hxpnlbeses, as mais das ve-
zes erradas ou incompletas, o que lodava serviram
para guiar os expenmenladores c mlemalisar-lhe*
us irauallios, pur isso rogo-Ibes a iosereflo das seguin-
les lionas, as quaes lalvet possam ser de alguma
ulilidade na prsenle quadra de allliccao.
"
rhroria hvpollielica sobre a nalureza du cholera
morbos c a sua accao sobre
O rliolera-mordus lie causad
ero mosca, os quaes inlroduz.,..
bocea e nariz, para deporem. no interior do corno ,. enMn v",iir rsPC'lo consnleracues
OVOS donde saliera lux riadas de vermes ou elmvntua* I 0W* a"'' |)0"'10 1"c OCCOpam lias sociedades ; e is-
que atacara immediatameiit* os negaos nudo' foram' lu "'"' s'ra ullc,"lcr provocar os aeumento* das
depositado* o* ovos. Ral* he a oplniao de ISvoshi/i us'adades n quem esM* pessoas representara
o qual todava limita i actu de lee* elmvnihos* l'leil1"- W *' Portento conlra esses escarnece
mucosa du estomago e dos intestinos, especialmente M (|ue se ,,l"'em vo,ar dS ir'is "*iona. E
o/e/iuMtsfce parece ler algoma probabilidad* vis- "J"" "'pretenda quo us meus patricios volem a
tu nao se cholera urna febre, romo acontecera se Coelbo a cslmia e consideraro que merece,
fosse occasiouada por missmasque allerassem a cora-' '.'"m '? "e l$l, um acl ,le 0B,ai esperamos que
posicSo ilo sangue. | ''elle facain.u ora em diautc.incllior conceito.ein al-
Ns casos fulminantes, o cholera chamado secco lcl"-;}u ;l *"> conducta civil e moral, porque isto he
_ ~ .________ ...... -i. ,., ,!.,,,,. ~ I...I..J .... ....... I.. ...... .1
i'ara as pessoas bem intencionadas, o auuuncio do
primeiro eaixeiro de Santos Coeldo, usando do no-
me do seu paoao, nao tem por lim quebrar os bros
do patriotismo brasileira, e sim servir-so do titulo
com que Ide foi Iransmillida a la/, ma c Islvet na
bypoiheie deauaprompla exltaec*io e parece-me
que era tal caso, se ha oOeoss au patriotismo brasi-
leira ; esla oflensa xem-nos d'oulra fonle, oque,
economa aimal. i \*"1" ",H,S "',u *e ,leve ,luvid',r quando vemos cm
por inserios do "e- te".1-"* "^ *U*r-se tabaco, em loucas e ate cm vasos
ero mosca, os quaes jnlroduzem-se pelos ouvidas, I""i"'"n.aser'enliii, eslamuado* relralos de pessoas
por nao eracoir.panliado de diarrhea, os elmxnihos
i.ui ou ci .icoiupannao uo uiarrlie.i. os elinvullios ,
alacam directamente o svstema nervoso e especial- ,e|''"'":"'-
mente a p.rte denominada cerel.ro-suinal. '< "*"" Cl
Nos ca-os mais Mlh'irn. .(, .1, ,,,1.,'................... 0.
um dever e todas na sociedade (cm um dimito a sua
conclu,
un lodava Iouvar a indiicri-
O llrasilciro.
uu sem elles. os elmynlhos acbam-se aquarlelado- no ---------------
csloraago, duodiiiuin ele. cr. ,,,, ... ,. ,
A .obstancia anloga a gomms coridl que se oh- '^<"'nrc,,-len,o s.Mnp.Hisado muilo com
serva as diurrheas e lalvet nos vmitos cdolericos. escrlplo*, que vao concorrendo para see c-lir-
nao he senfo as ehryaslidil formadas pelos elinvn- Ps'n abusus velho* o enraizados que se notavam
Idos a nossa custa, e donde saliera as moscas gene'ra- nesla bella cidade.
doras dor dulcid. .,
Parecem corroborar esla opinilo. .,"* """ Pos"",", Vnlc'- ,lo,n ,l'1 bquidad0
I. I) ficto de seren os aote-elmynlhiCM, caroplin-' "lu cou*a Prrlollie escpala, se nao liverem
ra, leos essenciaes ele, que melores elfeitos bao I"1'111 os auxilie na alauosa laiefa de que se ii.cum-
produznlu para curar n cholera. biiam.
mmStttt*ttX'.Prc,e......por "Bto ser(ir-,,lc r>rili"J **-
na su ha penga de infeccao quandu ja se achara for-' a MrrBar Ua pesada cruz ; para isso dar-lhe-
madas as cnryulidss. hei de vezcm quando alguma, olas que pod.ro pu-
|Wj ,, ,. '-" Iblicar, se asjulgarara dignas ditao,
ItUiOS (lierapeuliros resoltantes da llicoria lixpo- ,
Milica cima resumida. i mcipiare hoje chamando sua atlenctlo para um
1. Frircnes era lodo o corpo e especialmente no IOnuucia que a inspectora da alfandega deala pro-
vs'ema ne|m's'e'ra P"ra c,|,e"il oi tayollio* do vincia fez publicar no Diario do I do crranle, no
2. BebMasTnle-elmynthiea. para matar os ver- ?"' ae'|,r I08 no di *"* arrematar em
raes ou elmynlhos, ou obler a sua expulsao as de- "**" Poul'ca diverso* objcclos, entre elles, duas ca-
\ jec-es alvinas. naslras, marca (i, com macella cm rano estado, pe-
corrC'IU.'i'US"r0,l'''1i"""l""a'-'ao ProJuzida pe. sando lili libros, valor arbitrado, libra 200 reisa
I corrosa,) das mucosas, qilill ,.,,a ., M)le ,,., el. .;l
nada rcaccao, e .leve ser datada como (odas as le-, ".' '
Illm.e Exiu.Sr.So bem, que engajado no 2."
Iialalhao de fuziloiros da guarnicio desla capital, c
por ennsequemia cora o hospital militar a meu car-
go, c cora ludo, desojando nao me tintar a menor
cousa que possa ser til a humanidade, principal-
iiicnui na aetoalidade, onereco a V. Ese. os meus
serviros como sacerdote nos hcspi.ies, ou onde
quer queestejatn stEeclados da epidemia reinante
os guardas nacionaes do balalliao do municipio da
Boa-vista, proustando desde j a V Exc que se
rci solicito cm acudir aos reclamos dos guardas,
que de mim precisaren) como ministro de Jess
Quisto,
Dos guarde .1 V. Exc. por mallos annosCoa-
vista 21 de fevereiro de I&"><>. lllm. c Exin.
Sr. bariio da Hoa-vista, meritissirao eommandante
superior da guarda nacional capital da provincia da
Pernambuco.0|padru f rancco l'eixolo u-
arte.
^ lllm. e lviu. Sr. De posso do oflicio de V.
llvni. de 21 docorranio, em que talonee, na qtu-
ItdaJe de sacerdote, os sans servicos nos hospitaes,
ou onde quer que se aden) guardas nacionaes do
3." balalhao alienados da epidemia, c precisem de
soccorrosespiriluaes, lenbo a responder : que, os
acceilo, Climprindo-me era nome da corporacao
que lenlioa honra de commandar, agradecer a V.
liviri. esse lao louvavel procedimcnlo de um digno
ministro de .lesus Cliristo, o declarar-lde que, Pi-
lilos da igreja catliulica, os guardas do 3. balalhao
sahero tomar no valor devido os seiiliinenlos que
V. Ilvm., como verdadeiro filho do Evangellio,
niUre para com elles.
Dos guarde a X. Ilvm. Ouarlel do com-
mando superior da guarda nacional do municipio
do Recite, 23 do fevereiro de 183(5.-lllm. e Itvtn.
Sr. padre Francisco Peixolo Duarte. Ramo da
Boa-vista, eommandante superior.
Deve a dminlstraca'o do cemiterio publico
em 3 de marco de 1856, baver.
Osos.
Dinhoiro recebido nesla dala da tbc-
sotirariageral, porordcmilo Exm.
Sr. presidente da provincia, para
pagamento das quairo coebeiras,
pela condoeo de 1,014 cadveres
da epidemia reinante, sondo cada
um acompanbado de sua guia por
ordem da polica : e para paga-
mento dus empregados do mesmo
ceoiitcrio, nove eoreiros e seis sr-
venles, que pernoitaram Dai|uello
eslalielecimenlu no me/, de feverei-
ro, aloque se* possa apresenlaro
niappa demonslrativo da ruceila e
dospota.......10:000*000
Saldo a favor da adminislrecao lo
cemileriu, at a declarajao do
mappa domonslrativo.' 3709030
Tambem servio alguns annos de commisario na
ordem S* do (armo.e ha pouco desempenhnu satis-
factoriamente urna raissao espinhosa, m<- que moito
Ihe honrou ; raiss3o que Ide conliou o Esm. hispo
diocesano, e elle aceilaudo-a de bom grado, parlio
logo |iara a cidade de loiauna e ah eterren o lugar
de capelln das rtcolhidas daquella cidade. Colloca-
do nesse honro**) lugar, coma maior sulicilude e es-
mero, elle leva a elleilo os grandes reparos e oulras
obras de urgeiiie necessidade daquellc recoldimento,
c para cojo complemento vendo n deficiencia da
quota despendida pelos cofres, elle vai. pede, e re-
cebe de alguns fiis, seus amigos, algumas esmolas
em beneficio das obras daquellc estabeleciruento ;
deixa desl'arte completo o sen aperfeicoamento ;
merecendo seus servicos reiterados encomios dos
habilautes do lugar.
Vendo o padre Saulo Elias seus anhelos prcenclu-
dos, de ludo da conla ao Exm. prelado diocesano, e
Ide pede dispeusa daquella commissao, visto como
davia como pode Mlitreito as condirees que liohi
conlraludc ; recolde-se ao seu nmslciru e quando
eomeeava prestar comgosloaos liis, os seus eenl-
rosja no cunlessionario e ja na cadeila evanglica,
eis que o iiumigo occullo que tantas vidas ja ha cei-
fado, inscreve sen nome no rul de suas victimas e
deshumanamente uaccommeiie. Vendo-te antla j
exiianido de torcas, sen pensamento sc eleva em
Dos; condece o perodo curio de sua existencia,
confessa-se, recebe os sacramentos de consolacao,
preparase devidareenle e enlrec.r seu espirito as
rallos dn seu Creador quandu ronlava 31 annos de
sna existencia. .Morreu o padre Frci Autonio de
Sanio Elias ; religioso exemplar, ornaraenlo do Car-
melo, honra do sacerdocio, compassivo da liumaui-
dade. Morreu como o juslu, porque morreu Iran-
quillanienle, porque na dora do seu passamenlo cer-
rado de seus ii raaos religiosos, soube mostrar que
era um zeloso levila do Seuhor, um ministro vir-
tuoso do sancluario.
A Ierra Ide seja leve.
t m amigo e.r cor de.
ro s juros, de conformidad*; com os se
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
nov<;mbro de 18.J5.Joo Ignacio de
Mcdeiros llego, secretario da di recrio.
~wmo< "%mmi
bres de mesmo genero.
3.o
Meios preservali vos.
I. t.omida forte e bem temperada de albo, piojen-
ta, roniiiihu etc.
2. Bebidas e friccoes iinle-elinvilUiieas.
3. as casas onde ha doenles i"la epidemia ler lu-
das as parlas e janellas abarlas, e uo qoarlo do doen-
te conservar n um pralo agua de lal.airaque ou cilio-
rurelo de cal.
i. Deitar cal viva ou na falla cinta nos Vomito* e
dejeccues do doeule, e no cadver quando o sepul-
taren).
". Depois de mora alguma passoa da epidemia,
uc-inreclai a casa com u cliluro gazo-o. produtido
pela accao dn aculo muriatico sobre o peroxydo re
Maiiganese, uu com o acido muriatico gatosiiquesr
obtem. deitando acido sulfrico sobre o chlorurcln
de 'Jiiiin (al coiuuiuin .
iSova hypothese avista dos relos a eoiuequeaeia*.
As inoundacOes do Niger e oulro* i ios grandes .lo

' '
I A- noticias que publicamos de Sanio A'ntao,
foram exlrahidas das parlicipan.es nlciaes, sem ac-
creiceutar nada du nosso coirrspoudeiile.
OsRR.

-

|)ue significa islo, Srs. rodadores '. Poil o goveruo
que manda pelos seus delegados da unta do hxgene
publica examinar as boticas, csequeslrar-lhcs as dro-
gas e medicamentos vellli s c corruptos para hnca-
las ao mar. Copenle que urna repcilicao publica ex-
panda a l.ii.D droga* em raau estado,itloem urna
quadra carao aprsenle cm que ha falla desla no
mercado, sendo ella um dus principies medicamen-
to* empregados para combater a epidemia .'.
Nao so aproveilirSo os boticarios avaros dcsle en-
ejo p,.i.i se sorlirein, o fa/.crrm um negocio de
ouio ?
No haverao alma* caritativas qae a arrematein
para manda-la para o interior, e vende-ln par bom
dinheiro '
E d'.ihi quanlos perigoa para a saude publica!
Nao faco mais ueuliuma rell. \ao a respeilo, Srs.
rcdacloi es, esperando que Vmrs. desperlarao a di-
guiisinia junta do hxgieno para que nao lolere
-11111111..._.,. i desle escndalo.
A jusiica bem feita deve principiar por casa, e o
i nleresses do fisco niu devera ser mais poupadoi do

10:3705039
llaier.
Pago rodieira do Sr. Manoel
(loncalves Agr, conforme o sen
recibo ........
dem do Sr. .los Pinto de Maga-
Ihcs ........
dem dos Srs. Qainleiro ot Irmao
dem a do Sr. Miguel Esleves Alvos.
dem follia dos empregados
dem dem doscoveitos e serventes.
lllm. e Exm. Sr.Em resposla ao oflicio de V.
Exc. datado de J*\ do corrente, cumpre-me dizer i
que encontrando no Rvm. guardi.io dos religiosos
franciscano*, a melhor vontade de prestar-se ao ser-
vico .la humanidade, olilive delle tanto o salo, que '
ja davia poslo a dispo.ico de V. Exc, como lam-
bem a enfermara do mesmo coiivcntn, a qual po.le
ser conveiiienlemenle augnieulada cm urna sala,
que tambem osla a disponalo de V. Exc. na parle
oceupada pelo bata hilo de guardas nacionaes desta-
cadas. .Nao san grandes os reparos que se devem .
faier, para qoe osla cas* de soccorros possa com ,
brevidade pieencher osuna para que he destinada ;'
c por isso, rogo a V. Exea expodic/io das conveni-
entes nrdens reparlic.no das obras publicas, para
que dilos reparos sejam ctecutados com loda a
prstela que eiigem as actoaes circumstancias.
'.iiiaril.i as casas que disse verbalmente a V. Exc.
screm ollerecidas pelo Sr. major Manoel do Nasci-
mento da (".osla Manliiro. seriara ellisde muda uli-
lidade na prsenle quadra senao precisassera de moi-
los concertos, que levaran] lampo em serem excru-
tados. Disso mesmo me davia prevenido o Sr. Nas-
cimenlo.
Conven] anda communicar a V. Exc. que usando
ila ampia autorisacSo com que me honrou. e jolsan-
do que nao llavera duvida na promplilie.icao da ca-a
de soccorros de San-l-'rancisco, ped ao Sr. coronel
liento Jos l.amcnda l.iii. presidente da commissao
de compras para o arsenal de guerra, que se incum-
bisse de promover a compra dos odjeclos necessarios
para montar-se e-se dumanitario eslabelecimento.
Dos guarde a V. Exc. Keeife 8 de fevereiro de
lS>(i.
lllm. e Exm. Sr. conseldeiro Jos Bento da Cu-
nda c l'igueiredo, presidente da provincia.
Dr. Sabino Olegario I.udgero Piuko.
lllm. c Exm. Sr.Como al esla hora t hora da
larde), nHo lnht en recibido rommunicacao de V.
Exc. de baver man lado execolaras obras para o es-
labelecimento da ca-a de soccorros no convenio He
San-Francisco, segundo requisilei cm meu offlcio
anterior, e saiba que no dito convenio nada anda
baja que indique a breve promptiticacao dos nec-s.
sarios comino.los para esse lim, cumpre-me ainda I
uina vea rogar a V. Iac. que se digne de dar as con-1
venanle* orden* a reparlieio das obras publicas, pa-
ra que com a n.aior brevidade possa esta rasa pres-
tar os servicos que com anrjedade o publico espera.
Dos guarde a V. Excllecife 1 de marco de
1836.
lllm. e Exm. Sr. conselliciro Jos lenlo da Ca-
noa e I-'isueiredn, presidente da provincia.
Dr. Albino Olegario I.udgero Pinho.
lllm. c Exm. Sr.Cumprindo com o dever que
conlrahiinos, temos a participar a V. Exc. que des-
de 26 do mes prosimo paseado, al do correnlc.
teem sido acrommr Hielas da epidemia reinsnle nesta
freeuezia JSS pessoas, e fallecern) 7!l. sendo o to-
lal dos accoinmelli los al boje, confurme as parles
dad is V. Exc. (li'i, e drsles fallecern! 189.
A epidemia lem modificada aljnmn causa nos1
quarlciroa* d-? Tigipi, Peres. 11 irro e (iiqni. pon-
eos casos por lli Ipui .o ;i ,r,-ri lo de qualru dias pa-
ra ci, porcm os que ipp irecem-ao lgido--, e minio
puncos lem escapado ; miro tan(o nao acontece no
povo.ido dos Afoea.ios, llemelios c Baa-Viagem, que ,
nAo sn lem aocmenlado o numero dos accummettt-'
dos como a morlalidade tem regulado de 11 a 16 i
diariamente.
lista couimissao nao pode deixar de ariadecer a
\ Exc. de l-la dolado cora os meios de poder com !
mais franqueza e proinplidocombalcr a epidemia
a (occorrer o* lofelrtes que necessilam de soccorro-.
dignando-se V. Exc. aceitar os tespeitos c considera-
ees desla commissao.
Dos guarde a V. Etc.Afondo* 3 de m r.;o le
1836.lllm. e Exm. Sr. conseldeiro Jos lenlo da
('.linha e l'igueredo, dianmimo presidente da pro-
vincia.Manoel Joaquim do llego c Albuquerque.
Anarleln Antonio de Moraes.francisco Carneiro
Machado Kios Jnior.
Para o ro de
Janeiro
sabe com brevidade |r ter a maior
ledac.r,a jirompta, o bem conhewdo
brigue nacional FiKMA : para o resto
dn mesma, passajjcitx e escravos a frete,
para (pie tem excellenles commodos, ira-
la-secotn os consignaUi ios Novacs. C., na
ruado Trapiche n. ."ii, primeiro andar,
ou com o capitiio na pr.ica.
Para o Ro de
Janeiro
salie com muita lin-vidade por ter a naaiot
parte da carga prompla. o brfjue eacts-
na MAKIA : para o resto da mesma,
|iassaj;ciif)secscia vosa fete, para que tem
exfolenlas commodos, trata-ee cosa os
consignatarios Novaes & C, na ra do
Trapiche n. .">4, primeiro andar, ou i
o capilo na praca.
I'ara o Kio (rinde do sol, o brigne ni
do, capiUo I ana ;.s, tem praca para IOS)
cas rom a-sucar : para frete lala e n. aeri.
do Isaac Curio & Corapaulua, roa 4a Crui a. M.
Para a Baha segu em poaco* dias o tiliita c
bem eonbecido hiate brasileira Catiro, par lar a
maior parle da carga prompla : para o reta trota-
se com sea consignatario Domingo* Alve* Malkat,
na ra da Cruz a. I.
Para a Parahiba,
a escuna /: ,.a recebe nes(es 4 dias altmaa caras :
para frele Irala-se no escnptorio|d* Isaac, Cari* A
Companhia, roa da Crui n. 19.
Precisa-se de 2tl:(MXI.xiMXl.
pouco mais ou menos, a
risco martimo, sobre o
. casco e canegamento da
i b'ica americana o Cal be-
rma Augusta... capitiio George Ilawe,
para pagar as despe7.as leitas com o ia-
brieo dasavarias leitas em a sua viageam dr
S. Tliomc/. ao porto de S. Blai, Mxico ;
recebeir.-se as propostas em carta fecha-
da ate as -> horas do dia 10 da corrente,
nc escriptoro de \\'lliam Lillev Jtinior,
ra do Trapiche n. i. primeiro andar.
I'ara o Kio de Janeiro segna imprelerivelmeole
no da S ou II do correnlc mea o brigo* CoaeaSfvW ;
para o resto da carca, pa-sageiro* oo eseravw a rete.
para o que lena -xcellentes conuando*. Irata-sa ana
Manoel Alve* duerra, na roa do Trapiche n. 14.
Para o Kio de Janeiro, no dia 6 da carralo *
brigue l.'-.in. capitn Rento i.onralve* Amaro; *
recebe escravos (rete : a Iratar com Caotoba CjTia-
co da C. M.. au lado do Corpo Santo n. i.
y^it- c ;
PRACA 1)0 RECIFE I DE MARCO AS3
HORASDATAHDB.
Colacocs oliciacs.
Dcsroulo de lellras por poucu lempo1 ao mo/..
t'rederico fnbuiiard, presidente.
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres. :>7:i|1 a S d. por I.
o Pars. .''rS rs. por f,
Lisboa. MJj.nr lili).
Kio de Janeiro, ao par.
Acgoes do Banco, 33 0|tt de premio.
Acees da companhia de Beberibe. 549060
Arenes da compauliin l'ernaniliucaua au par.
ii l.lilidadc l'udlir.i, DI) por cenlo de premio.
i< liidcmiiisadora.sera xendas.
Discanto 'le leltras, de l-j a I.'. por th.o
HETAES.
Duro.Oncas hespanholas. 288 a 2RS>iOO
Mocdas de (is'itlti velha* .... IGgOOO
.. (ia(K) novas .... KiSK) I
5000.......9*0001
l'rala.l'alaces brasileiros......ijuil
l'esos columnarios......>0ll
u mexicanos....... i-mu
leilao de beneficeich
Marcolino dcBorja Geraldes.acenle de leitSeseoaa
.iriii.i/em na ra do Collegio n. II. iBtatta it pora
elfecluar um cu mais leilc.es. era beneficio sin pes-
soai neces-itadd-. Todo e qualquer individua *me
quizer concorrer com objrclos pora laca |*Baa, P*a-,
licaudo assim um acto de candad, poda drqjar-ae
io agente mencionado, que olTerece puSoil* de
seu trabaldo, a coraraiss.in qoc pagam o* ermprada
res. para -. iccsvro aos qoe. na apoca actual, dalle
precisare). K joma quer que exi-ia uina coatana-
io central de benelcencia, esta ser scttsaliDcoda m
oia do leilao, para comparecer, qoerendo, el
o produca qoe baja de s-r apurado, t) i
ma mencionado espera -er alleodidn. e |. .
que a populacho desta cidade dar ama prava ro
la dos sentimento*. cari.lusos que a dominan). Odia
sera anntinri.-.do previamente.
Lacurre A; Tisset Kreres tarto leilaa, car -
lervenc.lo do agenle Uliveira, e por cuota a rites V*
quem pertencer. de cerca Jl barricas de iftiii
bacallwo, Mearaba de ser descirregado de borda
lo navio frTWe/ Alma : terta-.'eira. 4 do arca.
tt) horas da raenliai, no aranieoi do Sr. Antonio
Aune*, defronle da arcada da alfandeca.
O capilao Charles II. Me. Cica ve fon IsAao
por inlervenc.lo do agcnle Oliveira. em preseora da
Sr. cnsul do- Esl.idos lindos, ca a alomas;* da
alfandega e sob ii-cali-.ic.io dr um sea impii|i4a, a
por routa e n-co de quemiperleacer, da barca aax-
ricant Smitkfuld oe 1(1. toneladas ingleza*; coca
sua maslreac., i, veame, rordoalha, c lodos o* amala
pertcnees, tal qual sc ardo ancorada noslc porto, oa-
de os prolemlenles poilem exaraina-la coro anticipa-
cilo, c onde anibou por torca maior, e foi legalaaeo-
le cun lemuaila na rcenle viagea que fatia de War-
ren com destino pescara ; o inventara respectivo
sera patente:-.de. no acto da venda publica, ojoo lert
lugar quarla-feira. 5 do corrate, ao meio dia ca
punto, a porta da assBeiac.io commercial deala prora.
3ft)toii rl>tt)cr^p3.
ALFANDEGA.
Kendinienlo dodia 1 a II .
Idom do di a i. .
ft%87|877
TTtiOs"."*
-23UB33
Descorrega hoje ."> de marco.
Barca inglet.iIjsuramerradorias.
tONSULADO i.Kit m..
Itendimenln dn da Ia3 1:.Vtl^'l(i->
dem do dia i....... 6359J9
2:185*291
(MVERSAS l'KOVINCIAS.
Rendimentu do dia 1 a :t i:l7d510
dem do dis 4.......' Isii.rV.l.'i
(ljIOlt
2:010^000
2:9009000
2:GiO000
2:IS'.IS000
2.508990
3S99040
10:3709039
0 administrador. Manoel Luiz f'iracs.
A SENTIDA UORTE DO IIVU. CARMELITA
PADRE FRE AMONIO DESAMO ELIAS.
Dics ,nei brrriiiliunlur cliclum
mihi supere?/ srpulchrum.
Job.
A rcligiao Carmelitana acaba desoifrerum col-
pa lotol.vendo um de seus lillins lucruinbir ao furor
da cruel epidemia. O padre l'rei Antonio de San-
io Elias,um dos singulares ornamentos desla corpo-
racao respeitavel, ja ralo existe cnlro nos. Chelo de
viJaeesperauca, qaalrodia* depon de a-saltado do
liorrivel cholera esvoacou a eternidad*. Deisando
o tumullo du inundo e renunciando a> suas fabulo-
sas offrendas, rrculhc-sc cspontaneainente a clausu-
ra Carmelitana na idade de JO anuos, c durante M
anuos que nella h.blot desempenliou plenamente
as obriga(oo* de spu sublime ministerio, e anresen-
tou sempre urna conduela exemplar, nao de-cobrin-
do-soini mus acto* inoraos o menor dezar que
ecliptatse o bom nome que sempre frnio. Gotou
constantemente em sua religi.iu, lii meza de carcter,
estima e pr.tstabilidade, nella oceupou o lugar de
prior de um do conventos da provincia, e depois o
de-sfefuiidor de numero, sendo que por suas quali-
dedes e sroslos a nunciatura apostlica Ide confe-
rio as honraj de definidor geral de ,-im urden.

DESPACHOS DE EXPORTACAO l'ELA MEiA !
DOCONSl LADO DESTA CIDADE NO DI v
DE MARCO DE isvi.
Kio da l'rata Itrieue brasileira ah'elil Destino,
liase, Curio & Companhia, 130 barrica* assucar!
branco.
HavreBrigue franeet cAlma*, Lnsserre A, Cumpa- \
ndia. (Kl sarcos assuciu maicavado.
SlockolmoBarca sueca aBlitabetha, N. O. Bicber i
fii Companhia, s:,i emires itlgidos.
PortoBarca portuguexa Lealn, Barroca i Castro,:
33 ciscos mcl.
Sxportacao .
Wesl-Indiei, barra inglesa Cora, de H3lone-l
ledas, condotio n teguinte :part da carea com que i
enlrou oeste pulir, e lastro.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenln do da 1 a :t t:(i99;69."i
dem do dia (....... -J(lS;iSI
r.'.Kis-iTii
: mmtbopotto.
.vario entrado no dia i.
Barccllon*36 dias, sumaca haspanhola atjnadela-
pea, de 118 toneladas, capililo JoSo Fentanib,
equipagem II, carga vinho e raaii eneros; a Ara-
naga e Brxao. Veio receber ordena c segu para
u Kio de Janeiro.
rVYroip sabido no mesmo dia.
Suspemleu do lameiaoBarca francesa aGeorges
Alicc.i, capilao Alix, em la^tru ; ignora-se o sen
destino.
2>Carn
BANCO DE PERNAMBUCO.
0 Banco de Pernambuco saeta ;> rola
sobte odo Brasil no Kio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco "> de dezerabro de
1855.O secretario da direccSo, Joo
Ignacio le Medeiros I5e;o.
O banco de Pernatnbuco toma dinhel-
z1
Aluga-se o segando andar do aorada da rae
do Amorim n. -_".' : a Iralar na roa Bella n..'.
Precisa-se de urna ama ecca para tratar da
dous meninos: na ra do l.ivranirnlo n. Jll.
Trcctsa-sc de ora fcilor para ara ilm parta da
praca, o que Irabalhc hracalmenle : paga-se bem :
na i un estreita do Itosari. n. 13, sobrado.
ATTEM'AO.
Precisa-** de urna ama torra na captiva para
servir interno de urna casa de poura familia : no
palco .lo Carmo n. '.I, primeiro andar.
Precisa-se de um forneiro, parda, brans-o, an
prelo. para a padtria da roa larga dn Rosario a. IK.
junio ao quarlel, dando i* Ib* um ordenada
poudente au bom desempeuho de suas i
tambem se recebe um bom amacadnr no i
lido : quera se achar nesla* circumslaocia* pode di-
rigir-se a mesma padaria, que achara com quem Ira-
lar.
:iIi.ii \o assignado acha-*e no c\ct-
cicio da snlidelegacia da fi-efiuezia de San-
Fici Pedro Conralves do Ke<-ife. e dar'
audienda Das tercas e sextas-feirai, as 10
horas do dia, na casa de sua coidencia.
segunslo ailar n. .")(i, da ra do Trapiche.
Recite ide manjode IH50.Saiustiano
de Aittiino Ferreira.
O hospital da na da Aurora precita
contratar serventes e pessoas i|tw se quei
ram incumbir da lavagem da roupa : a
trotar no mesmo hospital.
Att( i.;Ao
O aliaixn aijn.ido pelo vchicoln dc-ic jornal em
encarec 1.mu i.ir pedir ao lllm. Sr. Ilr. Pedro lie-
serra Pereira de Aojo Belbrao, qoe peto
telilla a boudade de unliciar-lhe o eslado de soa saa-
de, e de luda sua familia, prater qoe ha muilo nao
lem ii.io soem cen-e ;n-u 11 da loucilnde que a> se-
para, romo lambein pe* iutrau.ilaliiiidade dooco-
minhos por erli ilo da epidemia, maiime porque (co-
do csrriplu-lhe uo da uninediato ao de sao ehegada
dn centro, rom dala de S do correnlc se a mamaria
Ihe nao he infiel por orgia* de Amorim nata praca, jamis lera ..luido riofl* oa
noticia qu sali-laca. Aproveila o mesmo a acca-
siao pira dtier-lhe, que iodos de ja familia ale a
prsenle pasta*) sem n.aior incommodo a icspcrta
do cholera ; bem que a cada iu-lante asuardaan sata
furibunda inva-ao. alenlos o-; estragos, qoe pela*
proxiiiues arrabaldes rtV-tp engenho lia feilo. En
glido Mus.upe de baixo-jT de fevereiro de IH.i(>.
l-'ranci-co Pereira de Arruda Camera.
I-ligio no dia l de fevereiro do corrale anoo
um ioncenle de idade IK a 1!) .inno>, pouco mais ou
nienoi. estatura regular a idade, olhos grandes, me-
eaa do rosto alta e oqucixo um pouco secco, magro,
apparecenda as co-lelr.s nlhando pelos pellas, peroa
lina, pe--reos com aiguus cravos seceos nn ws-
mo*, falla um pouco gaga, levan camisa da aigoaVe
ile listra e nnii a de l.ia, calca da mesma faseolada
Igodati, levou um chipo de ol dcp*nninho_
novo, r ingles, um balain de arco t velho ;
so Placido, o qoal Mipp.ie-e l'r lomado a estrada de
l.imoeuo por ja ler feilo h pooco orna fgida para
esse lugar, e foi apanda lo pela* capitJes de campo
em raijo re ler inSrndou ravalloetn que ia maula
duda irmrira vei: a enlresar noilio do Reoori-
nho.a Seraplnm Alve- da Rocha Boatos.
Ausnlou-se na noile de :t para I da corrente
o mualo Rav mundo, alto, de IK a .11 atine, can
largae cpinho*a, denles lunados, foi montada em
um caxalio castanho rastrada, cora una estrella na
testa, lev ou botas e esporas de litio, chapeo preta da
aba* largas: julga-*e que foi de sociedade rom osa
prclo .le nome Manoel, estatura recular, idade de
IN a -JO auno*, lera folla de denles na (rente, MU
ilescansada ; foi moulado n'um cavallo ru(o aai*,
pequeuo, naligo, bom andador baixo, porra no an-
dar puxa pela perna doente : qoem o* pagar, au
delle- liver noticia, dirija-se a seus senbore*. no *-
geobo Tela, que sera generosamente
Hdo.
MUTICAD"
ILEGIVEL


DIARIO Dk Pr-'WSitO QUARTA flU 5 i Mtlp DE 856
Tereeira ed^ao.
TR1TAMEHTU HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLER&K.ORBUS,
PELOS DRS
ou inslruce.lo aopovoparasc podcrcurardesla enleriunlade, administrndoos remedios mais elicazes
paraalalha-la.emquaulo screcurriaoiuedico,ou mesmo paracura-laiudpeiidcntc destes nos lugares
em que nao os ha. ._,., ...,, .
TRADUZIDO EM POBTIH.LLZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCO/O.
Esles doos opsculos conicmas indiearoes mais claras c precisas, e pela sua simplese concisa etposi-
cao eslaao alcance de todas as Inteligencias, nao so pelo que di/, respailo aos meios curativos,como prin-
cipalmente aos preservativos que tcmdado os mais, salisfaclonos resallados em toda aparte em que
elles lem sido poslus cm pratic.
Sendoo Iratament homeopalhico o nico que lem dado grandosresultadosnocuralivo desta horu-
velenfermidade, iulgamosa proposito Iraduzr oestes dous iniporlanles opsculos em liugua vernaci-
la, para deal'arie facilitar a sua leilora a quem ignore o fr.im/.
Veode-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov n..12, por 2:000. Vendem-se tambem
os medicamentos precisos c boticas de 12 tubos com utu frasco de tinctura !.">?, umadila de ;l tubos cumr
vro e 2 frascos de tintura rs. 2M00.
^-stS-.v!ss&-h->:-^-:;
g PEORAS i'KEC10S.\S.j
Adereros de brilliantes, *
5 diamantes e perolas, pal- .
:; ceiras, altineles, brincos * e rozetas, botes e aunis *
^ de difTerentes gostos e e '
*j diversas pedras de valor. M
' Compram, vendem ou *
trocam prala, ouro, bri- *
i Ihanles.diamaotesepero- 3j
$ las, e ontras quaesquer B
* joias de valor, a diobeiro I
MOREIRA l DOARTE.

7.
:iOJA DB OIRiVES
Ra do Cabuga' n.
Receben, por to-
dos os vapores da Eu-
OURO EPMATA-
Adereros completos de
ouro, meios ditos, pulcei-
ras, altineles, brincos e
rozetas, cordes, trance-
lins, medalbas, correnles
e enfeites para relogio, e
oulros muiio- objectos de
oaro.
Apparelhos completos,
ropa ;s obras domis fc pu, para ew, ban-
dejas, salvas, caslioaes,
IllOderilO rOStO, tail- i comer de sopa e de cha,
c 'i ^ e muitos outrus objectos
lo de Franca erno m* ".
c0mo
C,$ ,> ^;-[ 4..,-.... ,. .*<.;... .;
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o eotnmodo como cos 11 mam.

i:-K
!i-8*rH-

Chapeos de algibeira. 6
$ ditos de molas, ditos de ^
-^ seda Pina, ditos de Miro I
de todas as qualidades,
S ditos de crianras e de se- &
|j nhora, muilo hem eofei- *
Si lados.
FRANCISCO FEBEIRALEIOS.
COM l.OJA DE CHAPEOS E
BONETES.
Na praca da Independencia
N. 19 e 21.
,p)v ......:
Bonetes de cabello, di- *
J tos da couro da Hussia. ';'
ditos de panno de mili- '
los feilios e de diversas o
' cores, chapeos de patha *
enftitados para senho- .*
.> ras.
ig <_ p ;? ^.
Recebeu un completo sortimen-
to dos ditos chapeos pelo ultimo
navio de Franca: ailianca vender
a todos os freguezes pelo menoi
pre l'recisa-se de urna criada para casa de muito
pouca familia, que saiba cozinhar alguma cnusa, e
engommar, forra ou captiva; no bairro da Boa-Vis-
ta, na casa aonde esleve a lypographia. na ruada
Inino.
A enfermara do consistorio da ii-
mandade do Divino Espirito Sanio em
Sao-Francisco, ja' anniinciada, aclia-se
prvida do mais necessatio para rceber
aos setts irmaos desvalidos que venhama
SCr accommettidos do cholera : rofja-se,
pois, aos irmaos da mesma irmandede,ou
a quera lenha conheciincnto de alguns
desles, participen] ao irmao juiz, escri-
vio, on tliesoureiro, alim de que sejam
recolhidos pela mesa e tratados da me-
Ihorforma que for possivel.
Silvana Maria Fernandos Eiras, viuva ric Jos
l'eniaiidcs Eiras, ilcrlara que Dio (leve a pessoa al-
guma. e se alguem julgar-se credor baja de apresen-
lar suas conlas na ra do Qucunado II, 7, piiuieiro
andar, dentro do pra/o de 3 dias, a contar da data
desle.
l'recisa-se aluznr um prelo ou hoinein forro
para o servido interno ie um rasa, pagaudo-se bein;
a ir -i.ir na ra Nova n. 53, botica.
Na ra do Crespo, casa n. 9 segundo andar,
precisa-se de tuna ama de leile.
Fugio no dia 11 do me/, passado a prela Rosa-
lina, de ii.io.l i Angola, representa ter :is .unios, al-
ta, grossa do corpo, com falla de dentes na frente,
tem no brajo esquerdo a marcaP. R.; consta es-
lar cm Ierras do engeuho Morenos: quem a pesar,
leve-a no aterro da Boa-Visla n. 3, em casa de I).
Antonio ds Locio, que sera bem recompensado.
l'recisa-se alugar um andar de aUuina casa na
ras ceutraes do bairro de Sauta Antonio, que lenha
boas accoirmodares : quem tiver aununcie para ser
procurado.
Oflerece-ie urna pessoa com pratica de negocio
p.ira caiieiro de qualquer eslabelecimenlo, etceplo
I ihern.i ou padaria, para c-l.i provincia ou lora dol-
a ; quem precisar anouncie para ser procurado.
l'rtcis de llroit Adminislratif par I*, l'radior-
bodr, segunda cdi^Ao I8.>i : vende-se no Rio de
Janeiro, na livraria de Pinto \ Waldenar, sucres-
sores de Mongie, ra do Ouvidor n. 87.
Aluga-setim sitio com ptima casa de
vivenda, com innmeros pe de laranjei-
rase de outrus militas l'ructeiras, na es-
trada de Joo de Marros, esquina dobeo
CO de Sanio Amaro : a tratar defrontc do
dito sitio, no da Exma. nscondessa de
lioianna.
O Dr. Possidonio de Mello Acciole
encarregado de prestar os soccorro de
sua prjimo as pessoas do quinto disttic-|mei
AO PUBLICO.
A cominisso beuelicenle de Bebcribe parlicipa'a
quem convier, que na noite do dia 3 do correle, no
lugar de Beberihe de baizo, urna prela pedir tm
urna casa agasalho por aquella nuile.vislo nao poder
voltar a esta cidade, c que leudo sido accomineltida
do cholera esta roanhaa (4 do corrente; fallecer nao
obstante o medico do lugar ler applirado alguns re-
medios, ignorando-se o nnme e condioao da referida
pret. Na mesma po lecido 33 pessoa do cholera, e sido accommetlidas
160,
Pede se encarecidamente aos Sr. inspectores
de l'"ra de Portas, que lancem suas vislas sobre
urna sucia de manlas que coslumam senlar-se" nos
degros da igreja do Pilar, e dirigirem pilherias ap-
pellidos a qiinlqocr pesaoa que sahe da igreja, sendo
um destes o Sr. J.
l'recisa-se de urna miilhcr de meia idade para
cozinhar em casa de um hornera snllciro, porm nao
sahir a ra ; no paleo do Terco n. 50.
_Aluga-se o solio do sobrado da ra do Hospi-
cio n. .Vi, com commoiios suflicienles para pequea
familia : a tratar na ra do Colovello n. 58.
Prerisa-se de um homem de iOe lanos anuos,
hrasileiro ou porliiguez, para caiscifo de um arma-
zem de raateriaes, dando fiador de sua conduela :
aira/, da matriz da Boh-V IRMANHADE DO DIVINO ESPIRITO SANTO.
A mesa regedora roaa a todos os scu irmaos hi-
lara de comparecer em sua igreja no dia 7 do cr-
ranle, pelas 3 horas da tarde, para encorporados,
ircm acompanhar a procisso do Senhor Bom Jess
dos Pasto, em satisfacao ao convite da respectiva
irroandade.
!
ropo.
Dragoo, subdito francez, retira -c para Eu-
I,'ma pessoa com pralica de negocio se olfere-
ce para caiieiro de qualquer eslabelecimento nesta
prara ; quem precisar aununcie para ser procurado.
(Somata:
Compram-se notas do Banco do Bra-
sil : na ra do Trapiclie-Novo n. VO, se-
gundo andar.
SfftNS
fOllililitiIS
PARA 0 CORRENTE NNO,
No dia 17 do mez passado fugio do poder d
seu senhor Manoel Ferreira Chaves urna escrava por
uome Joaquina, levando esta tuda a roupa, e com os!
sigrftes -eguinit s: alia, secca, cara descarnada, per- |
na arqueadas, ^poucas vezes eiva o cachimbo}^ a I
qaal negra fugio em rompanhia de um soldado do |
dcimo balalh,lo por nome Manoel Joaqoim da Sil-
va. o qual he crioulo, e alguma cousa lelachado ; a '
escrava cima mencionada foi escrava por moilus
anuos em Panoli.i- de Miranda : porlanto roga-se as.
autoridades policiaes e capitaes de campo a captura t
desta escrava, levando-a R ra da Gloria na Boa-Vis- |
la, casa n. 91.
Aviso ; pobreza.
PorDeeera-se generes de prroeiras nece>sidadcs pe-
los prego* artuaes a lodafl as pessoas ipie esliverem
em necessidade, islo seni usura alguma, porcm com
penliure-, anda inesmo sondo ruupas ; tambem se
Ibrnece de diDheiros em pequeas quautias sobre um
limitado juros, sendo em ouro ou prata o p'iihor :
na ra Augusta, taberna n. 'J4. defrontc dochafariz,
islo das U lluras da manilla as 3 da tare.
CASA DOS EXI'OSTOS.
Precisa-se de amas para amamenlar crianras na
' casa dos exposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as habllltafoef ucees-arias, dirija-se a
mesma. no pateo do l'araiio. que ah achara cora
quem Iralar.
Para o servico interno de una casa eslraugeira
de diias pessoas, uecessita-se de una enzinheira e
engummadeira, forra ou escrava; na ra Nova u. 17.
Massa adamantina.
He gerlmenle reconhecida a excellcncia desta 1 re preparado para chumbar dentes, porque seus resul- liiistantes commodos para lamillas estran-
tados sempre felizes sao j do dominio do publico, i .,;,.,. ,-..>f.>M,-(l,* c n' I_:.. I
Sebaslia-o Jos de Oiiveira faz uso desta preciosa! g-"-*, pieieiindo-sc a hetta do rio, na
masss, para o lim indicado, e as pessoas que quize-: Magdalena, lonle d l clioa ou Poco da
rcm lionra-lo dispondo de seus servidos, podem pro- i Panella : a tratar no escriptorio de Ito-
cura-lo na 'travessa do \igarion. 1, loja de bar- .i, ,. o..i..l.. -,- ,
Det0 itlieAlfiuoiilac, uta do lrapiclie n. l.
beiro.
3*98;aaa:ssea
t J. Shm, DENTISTA, S
0 contina a residir na ra Nova u. la, primei- tt
8ro andar. ff
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOP6THA.
EXTRHIDO DE RUOFF E I50EN-
NINGHAUSEN E OUTROS.
posto em ordem alpliabelica, com a descripcao
abreviada de todas as molestias, a indica(aoph\sio-i pudendo
lgica e Iherapculica de todos os medicamentos ho-
meopalhiros, scu lempo de ac^So e concordancia,
seguido de um diccionario da significado de lodos
ot termos de medicina e cirurgia, c posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignautes podem mandar buscaros seu
axemplares, assim como quem quizer comprar.
PBLICAQAO' LHTEKA1UA.
Repertorio jurdico.
Esla publicarlo ser sem duvida de ulilidade aos
principiantes que se quizerein dedicar ao ezercicio
do foro, pois nella encontraran por ordem alpliabe-
lica as principaes e mais frequentes oceurrencias ci-
vis, orphanologicat, coinmerciaes e ecclesiasliras do
nosso foro, com as remisses das ordeuares, leis,
avisos e regulamentos por que se rege o" Brasil, e
bem assim resolu^Oes dos Pravistas amigos e moder-
nos em que so lirmam. Contm semelhautemente
as decisoes das quesloes sobre sizas, sellos, velhose
nnvos direitos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
col leer o de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
r de dou volumesemoitavo, grande francez, eo
primeiro saino a luze esta venda por 8S na loja de
ivros n. 6 e 8 da pra;a da Independencia,
zia da Bt-Visla, na ra Velha n. J.
pie
Precisa-se de urna ama que lenha bom icite,
para criar ; afiaiira-se o bom (ralanieTllo : a tratar
no paleo doColleaio n. 37, terceiro andar.
ASSOCIACAO' CO.MMERCIA1. IIE.NEITCENTE.
Os abaiio assignados, membros da eommisslo de
beoelicencia da mesma associacao commercial para
socenner os pobres da freguezia de S. Jos, leudo-se
dirigido a esta freguezia no desempenho de sua com-
missao, mas como nao fosse possivel soccorrer a to-
dos pelo pouco conhecimenlo que lera do lugar, ro-
gar, as pessoas que nao foram soccorridas de se di-
rigirem aos ali.mu assignados; outro sim pedem a
todas as pessoas que tiverem conhecimenlo de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma. de
dar as precisas informares a mesma comiui-sao,
i lamben) dirigirem-se na mesma freguezia,
dcfroule a fabrica de labio, ao Sr. Antonio Joaquim
de Vasconcellos.Jos da Cosa Amorim, ra da
Madre de Dos n. 35.Candido Cameiro lioedes
Alcoforado, ra do Amorim u. 50.Jos Jarome
Tarso Jnior, ra do Amorim u. 35.Vicente i-'er-
reira da Costa, ra da Madre de Dos n. 'ti.
l'recisa-se de orna ama de leile : na ra do
Queimado u. 7, segundo andar. Na mesma casq
precisa-se tambem de urna ama secca para Iralar de
meninos.
Anda se precisa de urna ama delcile. paga-se
bem : na ra Nova, loj:i n. 12.
Roga-se ao Si. Auieliano de Soo/.a
Res, que venda a' loja de Jos Alves da
Silva Guimaraes, na rita do Cabuga*. alim
de concluir o negocio que nao ignora.
Associaccio Coiiuiierciul
feneiceiite.
to da leguezia de S. Antonio pode ser
procurado no convento de S. Francisco,
a qualquer hora do dia e noite.
MASSA ADAMANTINA.
I'raucisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira nia-sa denominada adamantina, apresentada
ao conselho de hygieuue pelo Sr. Paulo tiaignouv, e
calca com ouro e prata, e outros metaos, assim como
apphca ventosas pela atrarao do ar, e nao com fugo
como geralmente se usa : pode ser procurado para
qualquer destes misteres, na ra eslreita do Rosa-
rio n. 2."
tjuer-se alugir um escravo para servico de
casa: a tratar, na ra do Trapiche u. It>, segundo
andar.
Associacao Connuercia]
Benefcente.
A comiuiss o nomeada pela Assooiai.ao Commer-
cial Itenelioenle desla pra^a, com o lint de soccorrer
as pessoas noccssiladas e desvalidas da fregucua da
Boa-Vista, por oocasiao da epidemia reinante, pre-
vine a qoeui esliver era taes circumstancias, de pro-
curar a Joao Malhcus. ra da matriz n. IS; Manoel
leuoir.i Bastos, ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza-Carvalho, Estancia : desde as 7 horas
da manilla s a, c a larde das i horas cm chanto :
em caso urgente, porm, aerSo sorrorridos prompla-
mcnle a qualquer hora. A commissao desojando
acertar na forma de distribuir os soccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mus condecidas
desla freguezia que tiverem perfeila sciencia do es-
tado .* informar lira de ser com prumplidao allendida.
Recife 25 da feverciro de ISSIi.Joao Malhcus, Ma-
noel 111 vira Bastos, Vicente Alves de Souza Car-
valho.
Aos irmaos da
venera vel ordem
tereeira de S.
Francisco.
Rogase a qualquer dos irmaos da veneiavel or-
dem tereeira de S. Francisco da penitencia desla ci-
dade, que tiverem capa e corlo, liajam de ver se a
capa esla trocada, a qual lem as. imciaes M. I.. V.
por dentro junto da gola com tinta encarnada, e o
cordao tem na exlremidade de urna das borlas um
circulo cum a mesma linha, a qual capa e cordao se
achivain com o habilo cm urna das gfivelas da sa-
chrislia da mesma ordem, e aquellc que a tiver as-
sim trocado, por obsequio teuha a boudade de a
mandar levar ao irmao sacrislao da referida ordem,
com o quclhc licara agradecido o irmaoM. I.. V*
Precisa-se de um ofticial de harheiro, que se-
ja perfeilo em sua arle : na ra da Cruz n. 43.
Precisa-sede urna ama de laile, paga-se bem :
na ra Nova u. 14, segundo audar.
A commissao cncarregaiia pela A>sociao,o Com-
mercial Ueneficeule para distribuir soccorros s clas-
ses necessitadas do bairro do Recife, faz saber a
quem se adiar nessas cnouinslaiicias. que pode pro-
Curar a qualquer de seus membros em suas residen-
cias abaixo desiguadas a qualquer liora. A commis-
sao eslando disposla a nao se poupar a quaesquer es-
forcos para bem desumpenhar a muela que Ibc foi
confiada, roga as pessoas que tiverenwcoiihecimenlo
de que qualquer pessoa em suas visiiilunc.as se acha
o caso de piecisar de soccorro, mas que por qual-
quer circumstantiano opossa solicitar, queiram ler
Da -se 20,s*00() de gratiltcacao a qticm a bondade de assim Ih'o indicar, alim de prompla-
inctilcar urna ama de leite loria OU es- I me,1,e sercm ministrados os uecessanos auxilios.
_ __ i, i- i i i Antonio Alves Barbosa, ra du Apullo n 30.
crava, que tenlia boas qualidades e bom I josoTeizeira Bastos, .u.. do Trapiche n. 17.
leite: quem pretender dirija-se a ra do I Joao da Silva Regadas, ra do Vigario o. i.
Collegion. 15, armazem, ou na ra das, o abaixo asignado, antigo pharmacoulico, al-
O Dr.Ribeiro, medico pela Univcr
sidade de Cambridge, continua a residir
na roa da Cruz n. l.
GRATIFICACA'O.
Cruzes n. 1, segundo andar.
teudeudu a que estao boje a testa da salubiulade pu-
blica medical dislinctos por seu carcter e illuslra-
r3o, como os Srs. Drs. S Pereira, Firmo e Pogge, c
cuuliecendo que a epidemia reinante vai deieavol-
vendo um carcter as-ustador de sorte que inuitas
pessoas fogem daquellas casas onde infelizmente
lem fallecido alguiu cholenco, faz cenle a essas
pessoas que queiram desenredar as suas casas con-
venientemente, para que se riirijam ao abaixo assig-
nado, morador na rail Direita n. 88, segundo andar,
onde o eucontrarao com os reagentes e apparelhos
iiects-arios para as fumiganies cliloricas. Fumiga-
coes guylouiauas ou de livlon de Morveau, ou hy-
gieuicas, e bem assim as fiimigaces ntricas ou de
Sin.tli: rom as | rimeitas de cada poroao que lizer,
desenfeclara inri eapaco de 310 ps cbicos e com as
segundas 10 ; quanto ao mais lem seguido a opiuiao
' dos melhores autores menos qoaulo aos movis, por-
Acba-SO a venda U tiesto de blllietes quenesses usa de um le.igcnle difireme que os uao
prejudica. e aules os turna mais luslrosos. Muilts
pessoas, tomn visto continuar a morlnlidade em suas
casas, uo obstante as fumigarles tv-itas com alca-
pelo Mo, breo, salitre, enxulre etc., em resultado al-
1 gum, se tem dirigido io aballo atargnaqo, c depois
de cumpriiem a risca o que elle Ihes ha prescripto
teem visto com prazer cessarem os casos falaes, e os
doenles mclliorurciu incoiiliiieulc.
Jos da Rocha Paranhos.
^andida Maria da Paixiio Roeba.pro-
lessora particular de instrucroprimaria,
residente na ra do Vigario do bairro do
Recife, faz scienle aos pais de satis dum-
nas, que aclia-seabertu sua aula, na qual
continua a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por preros razoa-
veis.
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Acha-se a venda um resto de hillietes
da lotera 2- do SS. Sacramento da an-
liga Se, <|ue devia correr de 21 a 2n do
passado; as listas esperamos boje
vapor GUANARARA: os premios sent
pjgos a' entiega das tnesmas lisias.
Na casa da residencia do Dr. I.oureiro, na ra
da Saudade, defronte do Hospicio, precisa-se de urna
ama de leile, forra, que nao traga comsigo u lilim,
que liver, de peilo.
Precisa-se de urna ama forra on cs-
Commissito de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissao abaixo assigoada da 're-
cravapara una casa de pequea familia >
.___' ,...'' .. ruezia de S. Antonio encarrerrada or
iiuem pretender diriia-se a rtia do tolle-l" ", ',
't- J i f parle ta assoctacno commercial beneli-
ilio n. lo aruiazcm, ou a ra das Cruzes i i
cente de soccorrer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas que precisaren! de soccor-
ros, queirao entend r-se a qualquer hora
na ra Nova n. ~, casa de Antonio Au-
d
n. U, segundo andar.
A coinmissao Renelicente da fregue-
zia de Santo Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia que necessitarem de ser I g'JSto d Fonseca, na ra do Trapiche n
soccorridas, queiram dirigir-se ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travessa do
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
traren! em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer Lora do dia e da
noite, ate' as 9 horas.
M), de Thomaz de Paria, e na mesma ra
n, .">(), de Salustiano de Aquino Ferreira.
Pernambuco 25 ele fevereiro de 183(.
Salustiano de Aqnino Ferreira.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Themaz de
Faria.
Fonseca.Ther
\
Prccisa-sc de una ama que saiba cozinhar e
fazer lodo o mais servido de aaa na ra Direita u.
86, segundo andar.
Precisa-se alugar um andar em una das prin-
cipaes roas do bairro do Recife : a tratar na ra do
Trapiche, segundo andar.
Prccisa-se de um homem para enfermeiro de
um doeulc, paga-se bem : na ra de Crespo u. 'J3.
A pessoa livre ou escrava que se quizer ;t
$ encarregar do servido diario da dcsinlecoao @
S de todas as casas, na freguezia o< S.iulu An- tZ
^ Ionio, onde huuverem fallecido as pessoas da $y
i_i epidaJiia reiiiaule, queira coin multa hrevi- vj-i
,- ilude apparecer na ra do Collegio n. IU, se- &
38 gundo andar, para Iralar a respeito. &
Xa coeheira de 1 i ra de Portas .rio
fente da torre do arsenal, ha para
vender um bom cabriole! em perfeilo
estado : a Iralar cum os propietarios
da mesma.
Arrendarse o engenho Santa Cruz,
na freguezia da Escada, levantado ha ti
annos. Ierras novas e de grande produc-
cao, com as obras precisas, tem o embar-
que distante menos de quiltro leguas:
quem o pretender dirija-se ao sen pro-
prietario Manoel Goncalves PeieiraLima,
no engenho Vicente Can pello.
O hospital Provisorio da ma da Au-
rora precisa contratar enl'ermeiros, ser-
ventes, coznheiro, l'ornecedor d agua e
pessoas que se (jueiram encarregar da la
vagem da roupa : <|uem a isto se quizer
prestar dirija-se ao inesmo hospital.
Trocam-se notas do Banco do Hrasil
por sedlas : na ruado Trapiche n. iO,
segundo andar.
A viuva c herdeiros de N. iia proceder ao in\cnlario dosbensdeixados pelo mesmo,
convidam aos credores do casal, para que bajara, no
prazo de K dias, de apiesentsrein suas cotilas, alim
de serem verflicadas e compreheudidas no inventa-
rio, no consulado francez, que para isto esla autori-
sado. Recife j de fevereiro de lSti.
LIQUIDACAO*.
O abaixo assignado, estahelecido na na da Cadeil
do Recife u. -", dolroiite do heeoo Largo, leudo bre-
ve de retirar-te para Europa a Iralar de sua saude,
roga a todos os seus credores queirain apreseutar suas
conlas para serem pagas; tambem roga a lodosos
seus devedores queiram pagar seus dbitos ale o da
10 do lmenlo, c o nao fazendo se vera obrigado a
usar de oulros meios.
Manoel Jos do Nascimenlo Silva.
A mesa regedora da veneravel ordem tereeira
de N. S. do l ..i:mu roga a lodos os seus charissimos
irmaos, para que se dignem comparecer com seus
hbitos no dia sexla-feira, 7 do correte, as 3 horas
da larde, para o lim de ucompanharmos a procisso
da N. S. dos Passos.O secretario,
Joaquim Manoel Keireira de Souza.
AVISO AO PUBLICO.
No anligo deposito da ra eslreita do Rosario n.
II, junio ao becco do Rosario, he chegada una por-
oao de bichas de llamburgo.
Joaquim (Joo-salves Salgado retin-se para fo-
rado imperio.
Folhmhas de algibeira contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos imposto ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, i.emiterio,
tabella de feriados, resumo dos rend-
e exportacao .|500 rs. cada urna; ditas de porta a I(i0;
ditas ccclesiasticasou de padie, com are-
sadeS. Tito a 400 reis : na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Cobertoies de algodao.
Vendem-Ko cobertores de algool sem pello a le,
panno azul lino para farda a "Mitin o cavado : na
ra do Queimado ti. ..
Vende-se auna capa de easeroira encarnada,
propria para a irmandade do Sanlissimo Sacramen-
to, pelo mdico preco de 10c : na na do Oueunado,
loja ii. ).
Vende-se fcijo mulalinhn cm saccas, muilo
novo, a 30c a sacca : na ra do Vigario n. 5.
GUARAN'.
\ende-se guaran ; na ra da Cadeia do Recife
n. 31, loja de miudezas, as libras que o comprador
quizer. e por proeo commodo.
No escriptorio de RotheA Bidoulac,
ra do Trapiche n. 12, vende-se alcatrao
daSuecia, em barris e meios ditos.
Vendem-se tres ptimos pianos de
armario, de Jacaranda' e do ultimo gosto:
no escriptorio de Kothe & Bidoulac, ra
lo Trapiche n. 12.
Vendem-se dous pianos fortes deja-
caranda', conttruccSo vertical e com to-
dos os melhorumentos mais modernos,
tendo viudonoultimo navio de llambur-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
TIMAS DE OLFO.
Vende-se tintas de oleo sorlidas dame-
Ihoivpialidade que tem viudo a esta pra-
ca e por preco commodo : na casa de
nVdainson llowie&C.riia do trapiche n.
12.
Joao Baptista do Reg vende a sua
oji- e fabrica de chapeos, sita na praca
da Independencia ns. 12, li c 10, a di-
nheiro ou a prazo.
CORTES DE CASSA PARA (Jl EM ESTA' DE
LUTO.
Vendem-se cortes de cassa prela muito miuda,
por diminuto preco de c o corle, diios de cassa chi-
ta de bom gosto a 5, ditos a cSOO, padres franec-
zes, alpaca de seda dequadros de lodos as qcalida-
des a 730 rs. o cuvado, 1,1a paia vestido tambem de
quadros a SO o covado ; todas eslas fateudas ven-
dem-se na ra do Crespo u. (i.
SEMENTES.
Silo chegad.is de Lisboa, e acbain-se a venJa na
ra da Cruz do Recife n. ti3, taberna de Antonio
francisco Marlins as seguintes semeules de horlali-
ces, coma sejam : ervilhas loria, uenoveza, e de An-
ela, feijilo carrapalo, rdxo, pintacilgo, e amarello,
alface repolhuda e allritiaa, salsa, tomates grandes,
rbanos, rabaiieles brancos e encarnados, nabos ro-
zo e branco, senoiras brancas e ainarellas, couves
trincliuda, lombarda, esbela, sebola de Selubal,
segurelha, coenlro de louceira, repolho c pimpinela,
e urna grande porfi de diferente semenle, das
mais bonitas llores parajardins.
Vnnde-se no lugar do Rosarinbo um grande
silio capaz de conservar animalmente I3vaccasde
leile, com casa ptima, baixa para capim, e inuilas
arvnres de fruclo : a tratar na ra do '.inclinado
n. 03.
I',irinli,i de mandioca.
Vende-se farinha de S. Malheus, em saccas ; no
caes do Ramos, aimazem do Sr. Pacheco, por preros
commodos.
No cscriplorio de Domingos Alves Malheus ha
para vender.ricos e elegantes pianos, bezerros en-
griados, coxins de linhopara montana.
Vendem-se saccas grandes com millio n 49OOO,
la las com oleo de ricino, e tm garrafas de 1 1|2 li-
bra a I, ligedle em carolo ; na ra do Vigario
n. .">.
Farinha de mandioca de Santa Catharina, em
saceos, de superior qualidade : vende-se no arma-
zem de Paula Lopes, na escadinha da alfandega.
Vende-ce na ra da Cruz n. 20, pn-
meiro andar, o verdadeiro e axcellente
cha' prete em libras e por muito barato
preco que faz admirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos france/.as, minio proprius para caca
e por baratissimo preco: naiua da Cruz
n. 20, primeiro andar.
Vende-so nm cahriolcl lodo pintado e forrado
de novo, com arreos, he bastante leve, seguro e bo-
lillo: pata ver, na ra do Hospicio, esquina do Ca-
marao, loja do Sr. Candido piilor de carros), e a
Iralar, ua ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
POTASS GAL YIRGEI.
No antigo e ja'bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da KuSSa, dita do Rio de Janeiro
e cal virgem de Lisboa em pedra, tudoa
piceos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisl'eitos.
Superior farinha de Sania Catharina ; vende-
se cm saccas : no armazem de Paula Lopes, oa es-
cadinha da alfandega.
Para sacerdote*.
Vendem-se meia/de lea prelas.c barretes de se-
da prelos para sacavdolea : na ra da Cadeia do Re-
cife, loja u. 30.'
Tint;i preparada em oleo.
Na ra do Trapiche Novo n. 18, em casa de E. II.
Wyatt, vende.-sft em oleo, em latas e 3Tlr6rs^
Na rna Nova n. 11, fabrica
e loja de chapeos, ha ebega-
_ do pelo navio ALMA, um
completo sortimeulo de chapos de castor preto com
pello, ditos hrancos com pello e sem pello, fozenda a
mais superior que lem apparecido ueste mercado,
lauto em qualnlades como em formas: vende-se por
preco mais razoavel do que em uulra qualquer
parle.
Vendem-se os verdadeiros charutos de S. F-
lix : na roa do Queimado n. 13, loja de ferragens.
Saldo Asma
Vende se a bordo do palhabole Adelaideo, ou a
tratar com Antonio de Almeida Gomes, ua ra do
Trapiche n. 10, segundo andar.
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leque com plumas, bulla, e
espelho a 5, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver laKOO o par, ditas de seda ama-
relias e brancas par homem e senhoraa IJ890, di-
las de lorral prelos e com bordados de cores a K00
rs. c 13200, ditas de fio de Escoc brancas e de to-
das as cores para homem e seuhora a 500 rs., ditas
para meninos e meninas muito boa fazenda a :un,
lencinhos de retro/, de tojas as cores a 13, toueas de
lia para senhora a MO, pentes de tartaruga para
alar cabello, fazenda muilo superior a c, ditos de
alisar lambem de tartaruga a 3, dilos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a I9-J8O, dilos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo superior a 3-20 e 500 rs., linda meias de
seda pintadas para crianzas de 1 a 3 unos a lSOO
olpar, ditas de fio de Escocia lambem de bonitas
cores para crianzas de 1 a lOannos a 390 o par, es- 1 dar, escriptorio de Aososto C. de Abrea, eeau-
' nuam-se a vender a 8rjno o par preco filo, aa ja
bem conhecid e afamadas navalhi de barba leile
pelo hbil fabricante que (oi premiado na ci^sh-a,
de Londres, as quaes al. de doraren eitraerdnto-
riamcule, nao e seutem no rod na arrio d lele ;
vendem-sc com a coodiflo de, nao agradando, aav
derem os compradoresdevolve-las ale 15 lm depau
pa compra resiituindo-.e o importe.
REMEDIO 1HCOM PARA VEL
M
VIMJO XEREZ.
Vende-se eperiervioho de Xereiea karrawa
11 i, em casa J E. U. Wyatt: roa de Trapkne
O. 18.
Em casa dcHenr) Brtinn 4 C, ra
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonaac brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
Globos part jardins.
adeiraa e sof'a para j.-irdim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano,
(iomtna lacea.
Em casa deN. O. BieberAC, iiaa
da Cruz n. 4, vende-c :
Lonas da Russia.
Brinzao.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em en i vas de urna duzia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecoi netas.
Por commodos preros.
Nuvallias a eouteiito.
Na ra da Cadeia do Kecife n. H, primeiro a.
pelhos'para parede com eicellenlcs vidros a 500,
700, \# e l;ji(i, loucadores com pos a Ir'iOtt, files
de velludo de lo la- as cores a Ititl e -210 a vara, es-
covas lina, para denles a 100 ri., e finissimas a ">("i
rs., ditas finissimas com cabo de marfira a Id. tran-
cas de seda de todas as cores e largaras a J:fl), 400 e
500 rs. avara, sapalinhos de 13a para crianzas de
bonilos padroes a 240 e 320, aderecta pretos para
lato com brincos e alfinetes a I9, loucas prelas de
seda para crianzas a te, Iravessas das que se osara
para scsurarcabello a 15, pislolinhai de metal para
criam.a- a -200 ra., gelheleirai para azeile e vinagre
a 2^200, bandejas muilo linas e de todos o lma-
nlo, de 19, 2, 33 e 49, mciiis brancas linas par
senhora a 2iO e 320 o par, ditas pretas muilo boa
a 400 rs., ricas caizas para rap com riqusimas es-
lampas a 3j e 500, meias de seda de cores para
homem a 610. cha-ruleiras muilo linas a 29, cailOei
11 r-., pastas para guardar papis
lo aimaro do aro pratoado- e dnu-
radosa 010, 1J e lj-200, lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 500 rs. e 19, superiores e ricas benga-
liuhas a 2?, e a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos c arandes, fazenda muilo supe- .
rior a 640, 800,1.J, lyJOO, 1500 e 2, alacadore de | 'cswmanliaras virtudes desle remedio incomperavel
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesda individoosde todas as nac/Ses podem
Aos senlioiosdceii^enhi.
Avisa-se aos senhores de engenho, que
para facilitar o uso do arcano do Ur.
Stolle para purificaran de assucar : ven-
de-se ao inesmo precode $000, cada la-
ta de 10 libras.
Vende-se urna carroca muilo boa,
com arreos para utn cavallo, tildo em
muito bom estado e por commodo preco:
na ra da Cruz n. 2, primeiro andar.
Vendem-se caivinhas com ten tos mili-
to lindos, para jogos diversos e por mili-
to ha rato preco : na ra da Cnv. 11. 2(i,
primeiro andar.
Vende-se um arreio novo para ca-
briolet, milito borne barato: na ra da
Cruz n. Ii, primeiro andar.
Vendem-se espingardas francesas de
dous canos para caca, e muito em conta:
na ra da Cruz n. 20, primeiro andar.
RAP RftLAft FKANCEZ.
Vende-se esta execllentc pitada, l-
timamente chegada del'" ranea e por com-
modo preco: na ra da Cruz n. 2I, pri-
meiro andar.
NICO DEPOSITO.
Vende-se agua dentfrico do Dr. Pia-
re, nica para liinparosdenles e dar op-
Chapeos.
Chapeos de oleado copa baiu, dilos copa alia e
formas minenlas, proprios para criado ; assim como
boneles de oleado de muilo bom gosto, ludo por
barato prego : na ra Nova n. 41.
Vende-se por piceos razoaveis, cm
casa de Brender a Brandis&C, na ra
do Trapiche n. l.
Superior salitre retinado de Londres-
Papel de todas as qualidades.
Barbante americano.
Alvaiade de zinco muito lino.
Prego* fundidos para barricas.
Vendem-se velas de carneaba muilo boas do
Aracaly, e arroz pilado muilo bom: na ra do Vi-'
gario n.5.
Acha-se urna canoa de carreira p.ira se vender,
nova, acabada no eslalciro, boa para familia ; quem
a pielender, dirija-se a ra de Santa Rita n. D".
Na ra Nova n. 39, primeiro andar, vendem-
se vestidos de seda para seuhora. chapeos para ho-
mem e senhora, loques, porlc-bouquetes, luvas de
loda as qualidades, maunilicos toncados para stnho-
ra, abotoaduras de ouro com |pedras ricas, bincu-
los, bonetes de couro di, Russia, vestidos, veos, etc.,
luvas ticamente enhiladas para noiva, numerosos
objectos de galenUria para presentes, bengalas as
melhores possiveis, assim como bravatas, collarinhos,
Meeneia para tirar uodoas, e lodos os mais objectos
do ultimo goslo para loilot c modas.
Ciaiit:ltit>r"o.s v, lustros.
Acha-se a venda em casa de E. II. Wyall, ua ra
do Trapiche Novo n. 18, um completosortimenlo d>
candelabros e lustros bron/.eados de 3 as luze-.
iiiiid \i'ic;/. e 'orto.
Vende-se vinho Xereze Porto em barris de quar-
lo : em casa de E. 11. Wvatt, ra do trapiche No-
vo n. 18.
Taixas
Na fundicao
Bowman na
e provarem caso necessarin, que. pelo oso que elte
liceram, tem teo corpo e membro inleiraaaeHla
saos, depois de haver empreado luulilmeule outro
Iralameidos. Cada pestoa poder--lia convarer
dessas curas maravilhosa pela leilura dos periedice
que Ih'as relatam todos os da ha muilos : e
m.iior parle dellas sAo lio sorprendeoles que admi-
raiu oa mdicos mais celebre. (Juanlas penoea re-
doras de madreperola e de oulra inuilas qualidades Jobraram com ete soberano remedie o no de aa
e Rosto para rolletes c palitos a .VIO rs., livelas doo- '"C0" e Pn, depois de ler permanecido loaeo
radas para calcas c colleles a 120, ricas litas linas V"
cornalina para casac a 3J0, pentes muilo finos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 040, ditas
para casaca a 010, capachos piolados para sala a
ii40, meias brancas e cruss para homem, fazenda
superior a 160, 00 e-210 o par, camisas de meia
muito linas a lo e l00, luvas brancas encorpadas
proprias para montarla 'JiO o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a O o par, ricas abotoa
lavradas e deludas as largoras, bicos finissimos de
bonilos padrees e (odas as latearas, ricas franjas
brancas e de cores para camas de uoivas, lesouri-
nlia- para costura o mais fino que se pode encontrar.
Alcmde tildo islooulras muitissimas cousas muilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como todos os freguezes Ja sa-
hem : na ra do Queimado, nosqnalro cantos, na
hem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
38500
Vende-se cal de Lisboa ultimamenleeheRada, as-
sim como polassa da Russiarerdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.

i
os hospilaes, ouJe deviam soflrer a aaapata-
i.o 1 iiu ha muilas, que luveudodenado na
a-> lo-do padec ment, para se nao sohmiKowa a
essa operarao dolorosa, forara corada* eeaaaeta-
menle, medanle o uso deste precioso remedio. Ai-
2umas da tae pessoas, na eloso de aee recooheci-
menlo, declararan! eale resallados benfico diinle
do lord corregedor, e outros masistr.do, alim de
mais autenticaren] sua aflirnialiva.
Ninguem desesperara do criado de sua aaatW ea-
livesse bastante conlianra para enaiare*le umedie
constantemente, seguindo algom lempo o Irala-
raeuloque necessilasse a naturea do mal, cojo re-
aullado seria provar iiieooteslavelmente : Qtae ledo
cura !
O ungento he til maiiparlicularmtmll nos
seguintes easor.
matriz.
para engenhos.
de ferro de D. W.
ra do Brum.passan-
do o chafariz continua haver um
completo Sortment de taixas de ferro
tundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo c com promptidao' :
embarcain-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Tahoado de pinho da Suecia, alcatrao e pite.
Me. Calraout \ Companhia, tendo recebido um
carrcgamenlo desles eneros pelo hrigue sueco D.
Thereza, de Colhembours, vender.1o os meamos a
relalho por precos baratos: olaboado acha-se reco-
Ibido no armazem do Srs. Carvalho & Irmao, roa
do llruni.
AO BARATO!
Na ra do Crespo, loja n. 1, vendem-se por todo
o preco fazendas de primeira qualidade, pora acabar
nao se olha a pre;o.
inglezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra : em casa de
llcnry tiibson, ra da Cadeia do itcrilc n. j.
Vende-se a^o em cuuhelcs de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
moni \ Companhia, pra^a do CorpoSanlon. 11.
mm9&mm-9- e jan
i
I
i
m

CONSULTORIO
HOXIEOPATHIGO.
28. Ba das Cruzes 28.
(Gratuito para os pobres.
O Dr. Casanota d consaltas e faz vi-
zilas a qualquer hora do dia.
No inesmo consultorio vende-se
O TUATAMENIO 1IOMOEOPA11II-
CO, pretercalico e curatico do chotera
morbus, accommoJado a iulelligencia do
povo.
Carleiras de I-' medicamentos para o ffj
llar
. IMOI
i
i
I
:
cholera.
', ouca de Untura. .
Tubos avulsos.
Carleiras de lodos os
em conta.
tamauhos muilo
timo paladar
&C.
em casa dos Sis. J. Souin
S ipittoa (o !)iirra<'ri5i.
No aterro da Roa-Vista, detronlc da honeca il.
11, h.i ches-ido um urande sorlimento de sapalos de
burracha muilo rccouimondados para a eslacilo pr-
senle, lano para homem como para senhora, meni-
nos e meninas ; as-ini como um novo e completo
sortimenlo de calcados francezes e de Nanles de lo-
das as qualidades, o os bem mohecidos sapatos do
Aracatv para homens e meninos, esleirs, cera c ve-
las de carnauba as melhores que de lii lem viudo, lu-
do por preco muilo commodo, a Iroco de -cdulas
vellias
Vendcro-se grandes saccas cora feijao : no ar-
mazem de Tao Irmaos.
Pemias \ endem-se muito boas pennas do ema : na ra
da Cadeia ,|o Recile n. ,'iT.
Cuios de c ibra.
Vende-se um reslo de couros do cabra muilo gran-
des e bons : na ra da Cadeia do Recife n. 37.
Cognac verdadeiro.
\ ende-se cognac superior em garrafas: na ra da
Craz u. 13.
Moinhos de vento
ombomhasdcrepuzo-para regarhorias e baua,
decapim.nafundiraode l). W. Bowman: na roa
do Mi l;ii, ns. 6, Se 10.
iielogios de ouro
inglezcs
de palcnle, de sahonele c de vidro : vendem-sc em
casa de Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia du
Kecife n. 18, primeiro andar.
Oh que pechiueha !!
Vende-se caseinira prela muilo lina, pelo barat-
simo prcoo de .">3 o corle de calca : na ra do Cres-
po u. 3.
Ventlc-se por VO rs. o tratamenlo da
eholera-morbus : ua livraria n. ti e 8, da
prara da Independencia.
Chapeos de sol de seda a &J00O.
Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-se chapeos de
sol de eda de milito boa qualidade, pelo bailo pre-
co de .">5 cada um.
Sal do Assii
A bordo da escuna ajos vende-se sal do Assu',
ou a Iralar com Antonio de Almeida Comes, na ra
do Trapiche ti. lu, secundo a
CONSULTORIO BOIffiOPA-
THICO
l)A COMARCA DO CABO.
So engenho Martapagipc
(Gratis para os pobres.)
Manoel de Siqneira Cavalcanti, professor ;
homeopalhe, eonliana a dar consultas todos a
i os das. X
a)*o99ft 5i3a5ett
Vendem-se frascos codevi-m rollias
dro muito proprios para conservar toda
a qualidade de rape, e por muito com-
modo preCQ ; ua i na da Cruz n. 2(i, pri-
Ijnmro andar.
Farelo novo de
LISBOA A 4,500 RS.
No armazem de lasso Irmaos, no becco do tion-
calves.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Ncste estabelecimerito continua a ha-
ver nm completo sortimentodc moen-^
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
dito.
Cai de Lisboa barata.
l'ara fechar conlas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de .'19:200, assim como
ha urna purco da dila cai sola, ptima para caiar
pelu seu brilhanlisino e durarao, e enche-se urna
barrica que teuha sido de |bacalhio por 39 : na roa
da Cadeia do Kecife n. 50.
Vendem-se em casa de S. P.Johns-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sel luis inglezes.
Kelogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaeS bronzeados.
Loo asinglezas-
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris degraxa n. 97.
Vinho Cherrv em barris.
Camas de ferro.
L1QUIDACAO',
O arremalanle da loja de miudezas da roa dos
Qoatioli n. 24, quereudo acabar as miudezas que
cvisiem. vende haralu afuu de liqaidar sem peda
de lempo.
Franja com bullas para cortinados, peca 4S0M
Papel paulado, resma, de peso) .IflKM)
Dito de peso, resma 9"00
Ua de cores para bordar, libra "000
l'enlesde bfalo para alisar, duzia :i$000
Fiveles douradas para calo, urna 100
Croza de obreias muilo linas tisOOO
1.onoos de seda linos, ricos padroes 15.J00
Caita de linhas de marca 10
Meias para senhora por -jii
Pentes de tartaruga para segurar cabello iJtlOO
Crozas de canelas finas para pennas 29000
Ditas de boles linos para casaca 29000
Meias pretas para senhoia, duzia 39200
IHIas ditas para homem 298OO
l.aere encarnado muilo fino, libra I9HOO
Papel de cores, maco de 20 quadernos 600
Duzia decolieles 720
Espelhosde todos os nmeros, duzia 28.100
I l.inhas ile novellos grandes para bordar I96OO
Una- lilas escocfzas e do sarja, lavradas,
largas ikki
Meias cruas sem custtira para humera .'Ij.iiki
Ditas de seda n. 2, peca :trtO
Tranca dsela branca, vara {00
Caizas de raz, duzia 18600
Petas de lilas de cs 300
l.apis linos, croza t 2MO0
t'.ordao para vestido, libra 15200
Toacas de Momio para menino 14200
Chiquitas de merino bordados para menino 18000
c outros muilos arligos que se tornam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um pouquinho mais barato a aquello seohor le-
gisla, que queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira niao.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
da costas.
_ dos membros.
Enferniidades da culis
em geni.
Enferniidades doanus.
Empees escorbtica.
Kislulas no abdomen.
l-'rialdade ou falla de ca-
lor as extremidades.
Frieiras.
Ccngivds escaldadas.
Incha^oes.
Illllainmai.'.to do finado.
Lepra.
Males daspema.
dospeile*.
de olho.
Mordedura dereptis.
Picadora de inoMjnile*.
l'uliinie-.
i.'ueinudcla-.
Sarna.
Supura{oes ptrida*.
Tihha, emquaiquer par-
le que seja.
Tremor de ervo*.
Cceras na bocea.
do ligado.
da.rlicel.rte,.
Veies torcidas, eej 1
da- ns pernea.
da beiiga.
Vende-se este ungento no estabelecimenlo feral
de l.oudres.n. 2ii,.sfrane,e na toja d lodtaseete-
licarios, droguistas eoutras pessoas eivearrcga4a4a
ua venda era loda a America du Sol, llavaaa
II espanha.
Vende-se a 800 riscada bocelfnha.eontem anata
in-trucr.io em portugoez para tjpliear o nuda e
fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doySr. Soum, phar-
macoiilico, na
bueo.
ra da Cruz n. J-. cm Peraem-
Liquidacaup de
loja de miudezas
O duno da loja de miudezas da ra '-'lo Collef m
n. 1, quereudo liqaidar o aeu ell.elennl>enlo, ese*
resolvido a vender ludo pelos preco a hamo
nados : imagen de porcelana de N. Sea
Bom Patear a I320O, palileiro de porcelai
bonilos a 900 la., caita de po. finos para
que peiam mais de orna libra a 360, raiza
de sabao para barba a 400 r., remedio rUkat'
calos a 19 a caita, jogos de domino a 19600,1
de loura. S. Jacinlho. S. Paulo, N. S. dbCoi.
S. Tenediclo, Santa Apuionia adeVade do ..
Santa Emilia e Saola liara a 19600 rada ansa.
Irires de porcelana a KOO rs., pentes de baleie a _
rs., curenle- de aro para relotio a 2H0, miin para
3 frasco de cheiro a 700 r., pos chinezes pero lim-
par deules a 210 a caita, trampa* a 20 r. o aaaco,
aunis de cornalina a 210, sahonele. nao* a IfiO, le-
las a o-(h.|| a libra, folha a 100 rs., balaio* pare aae-
uitias a 200 at 600 rs., folha de 16 eslaaapa* at 32
de 120 ale .100 rs lilas de todas a* qnalidade e lai-
cos para enfeilar anjos. trancas de loda* a* qaalsde-
des e oulra. muitas miudezas por melado de sen a-
|or, a dinheiro a vista.
COM :>0 POR CESTO MAIS BARATO
do que emotitra qualquer parte.
llico de hloud de seda prela para quaresma e bo-
uilas filas, como se recebe esla fazenda directamen-
te da fabrica, por isso pode olferecer esla vantagein
a seus freguezes, caa do relojoeiro.
Vendem-se amendoas com casca mole : no ar-
mazem de lasso Irmaos.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bata-
tas, rna do Collegio n. S,
vende-se um completo sortimenlo
de fazendas, linas c fjrouas, por
precos mais baixos do que em ou-
tra qualtpjer parte, tanto em por-
eoes, como a retulho, ailianrando-
se aos compradores um so preco
para todos : este estabeleciment
ahrio-se de combinacao com a
raaior parte das casas commerciacs
inglezas, franetzas, allemas e siiis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, e por
isto oll'erecendo elle maiores van-
tagens cloque outro qualqiter ; o
proprietano deste importante es-
ta belecimento convida a'todos oa
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar la/.endas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos A Rohm.
ARADOS DE FERRO.
Na luudirao' de C. Slarr. C. ta
Santo Amaro acha-sc para vender ai\a:
dos ferro de -- r-qualidade.
No dia 16 de Janeiro do crrante aana foRta
do engenho Tabalinga nm malalo esrrive, aaa per-
lence ao Sr. Ilerrulano Cavalcanti de Sa Alboeoet-
que, cujos tignaes -,io os segainte* : cor bem dar,
cabello, crespos e caslanho. baito, cheio de corpo,
esla com a cor plida por ler otTndo c/oe. e le*n
mallas manchas no po-roco. iu- co-las e peilo, li
a JO auno de idade, o bur ja I he apona ; levo
camisa de aleodaozioho azul ja desbolada, e tambera
a ceroula, um capole de panno lino cor de rafe )j
bem usado : prrsume-se que levoa em com pean
um crioolinho forro cora 1-J anno do idade, alte,
aereo, e com ahornas uodoa.- pelo rosto e peate^o,
ha ratio para uppor-se qoe elle o molale
de passar por forro : quem o pegar far e
var a seu senhor no engenho mencionado,
gar nesla prara ao Sr. Antonio Aanes Ja
res, morador no alerro da Boa-Vista, qoe ser* re-
compensado coin enerotidade.
Continua andar fogida a prela Herencia, rri-
oula, idade de JS a :ttl anoos, |huco mais oomenai,
com os signar seguintes : falla de denle na frente e
urna das orelbas rasgada proveniente de brinco* :
qurm a pegar leve-a a roa do llrom. armazem da
assucar 11. 12, que ser bem gratificado.
PERN. :l TVP. DB M. F. DB FAMA.
Jaceaao rV
"
MUTILADO
ILEGIVEL


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