Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07302


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Full Text
AUNO XXXII. N. 57.
Por 3 mezes adiantados i-sOOO.
Por 5 muzos vencidos 4^500.

-.. : r
TEIUjA FEIRA \ DE lAftp DE \m.
n i m
Por anno adianlado f5|0M.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
v
4
ENCAIIHKCADOS DA SliltSOUPr. Y Parahiba, o 8r. Girvazio V. da Natividad! ; Natal, o Sr. Joa-
!|uim I. i'creira Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga ;
rara, oSr. J. Joi deOliveiri ; Slaranh.io, o Sr. Joaquim Mar-
que! Rodriguet; Piauhy, o Sr. Domingo!. Herculano A. Pessoz
l.eirrnie; Para, o Sr. Jusliano I. Hamos; Amazonia, o Sr. Jero-
1 ovino da .Coala.
PARTIDA DOS CORREJOS.
Olinda : lodos 01 diaa.
Caruaru Bonito Garanhun: noi diai 1 e IB.
Villa-Bella, Bol-Vista, Exu' e Ouricurj : a 13 128.
Goianna e Parahiba : aegundas e scxtai-feirai.
Victoria e Natal : naiquinlai-feirai.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal doconimercio : quartau aabbadoi.
Relapso* Urcas-feirai e eabbadoi,
Faienda : quarta! e ubbadoi n 10 horas.
Juizo do commcrcio : egundaa ai 10 hor.n e quintas ao meio-dii.
Juizo deorphoa : segunda. quintas as 10 hora?.
Primeira vara do civel : aegundas e sextas ao meio-dia.
Segunda vara da ctcI : querase sabbados ao rneio-dia.
EPUEftIERIDES DO HEZ DE FKVEREIRO.
6 Loa nova as(> horas, 19 minutos, 40 segundo! da larde.
13 Quartocrescrnte aos 18 minutos e 48 segundo! da larde.
SI Luacheiaa 1 hora, 35 minutse 48 segundos da tarde.
29 uarto minguantcaoi 13 minutse 48scgundosda un!..
ot l'BJfAMAR DEIIOJE.
Primeira as horas e ai minutos da larde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
das da semana.
3 Segunda. Ss. lenieleriu, Marinho e A>lerio mm.
4 Ter(a. S. Casimiro ; S. Lucio b. S. Archclau.
<> Quarta. Ss. Foscas e Palelino mm.,- S. Theopliilo m.
t (Jubila. Ss. Vctor, Victoriano c Clandiano mm.
7 Sella. S. I leona/ de Aquim doutor anglico.
8 Sabbado. S. Joao de lieos instituidor dos religiosos da Caridade
9 Domingo. S. Francisca Romana v. : S. Catharina de Bolouha.
31
ENCVItRECADOti lt\ M II* li||>< \ M I,
Alagoai, o Sr. Claudioo Falcao Diai; Sabia, Si. I. Dumii
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pe reir Martina.
em ri:n.\AMiu <: O proprieurio do DIARIO Manoel Figueiroa de r na, na ve
livraria Praca da Independencia ns. 6 e 8.
PARTE OPFICi AL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do Ola 1. de marco.
Ollicio Ao Em. presidente da Baha, reno-
vando o pedido de mdicos para esta provincia,
mhIc a epidemia continua ,i insolar.
Dito Ao Exm. bispo diocesano, rogando se
sirva de conceder liceura ao vigario de Tijucupapo,
c ao capellso de Cruangi, para lieuzerem as cenii-
(erios que se eslao fazendo naquedes lugares.
Dito Ao conimand.iule das armas, remettendo-
llie a ordero expedida ao agente da coinpaiiliia dos
paquetes i vapor, para a passagem para a corte, do
dczerlor a que se retere o seu ollicio u. '208 de '28
de tevereiro ultimo.
Dilo Ao mesmo, para mandar apresenlar com
urgencia ao juiz municipal da 1. vara desla cidade,
uma guarda de 6 praca- para assislir hoje a extrae-
rlo di (olera do Gyoinasio. Coimnunicou-sc ao
mencionado juiz?
Dilo Ao inspector da lliesouraria de fazenda,
para remeller ao juiz de direito do Brcjo, i cargas
de bolachas, 2 de arroz, e 9 de sagn, Commn-
nicou-se ao supradito jaiz.
Dito Ao jaiz de direilo de Santo Antao, intel-
randn-o deja haver remanido para a villa da Esea-
da ambulancias, baetas e gneros alimenticios, e
que licava fazendo diligencia para enviar ora me-
dico para all em lugar do (acecido acadmico Do-
miugos Tertulian) de Azevedo Campos. /
Dilo Ao |lr. Jraquim de Aquiuo Fonseca, para
entregar ao Dr. Cosme de S> Pereira, presidente da
zo que elle proptio fixou, isto lie, al 18 de Janeiro.
Como o (elegraplio eucurla as distancias, o principe
(jurtschakolf pode informar inmediatamente sua
corle do nao successo de suas negociarse e lalvez
compromelle-la adherir ao ultimtum da Austria.
Como,quer que fosse, (eolia sido bem consultado, ou
Heos lite trulla inspirado, despelando nelle sensseu-
limculos do liunianidade o de juslica, o imperador
Aleiaudre rurvou-se emui aos voto da Europa
inleira. Eis o texto do despacho lelegraphico que
nos iiiformou da suprema c sabia resoluto. Vien-
na, 16 de Janeiro, II horas. 15 minutos da (arde. O
ministro ile Franca ao iinuistru dos negocios estran-
geiros. O comie Eslhera/v escrevs buje de SAo-Pe-
n c-Imra > que .\lr. de Nesselrode acaba de nforraa-
o duque de Cambridge, o principe Napolclo lord
Cowlex, o almiranle Ed. I.jons, o almirante Dun-
da, o maj.ir-general Hicliard Ajley, o major-gene-
ral llarry Jones, o general ronde de la Marmora,
o marcchal Vaillanl, o conde iValewski, o general
Caurobert, o general llosquet, o general Niel, o ge-
neral Slarlmpre, o almirante de la (iravierc, o
almirante Hamebm, e o almiranle Penaud.
Teve lugar em Cunslaulinopla uma uova e curio-
sissima ceremoaia. Em uma audiencia solemne, a
que a-sisliam lodo os dignilarios do imperio, o sul-
lau recelieu d is mitos do emhaixador de Franca, M.
'I'boiivenel, a araa-criiz da lesilo de bonra, que Me
eiiviava o imperador .aple,i". Aos cumprimentos
do emhaixador, S. A. respoudeu (estemuuliamlo o
lo da aceitaran pura e simples das propusieses con-, reconhecimenlo e ainizade mais cordeaes. II i a
lida no vtlimatum, as quaes proposiees devem ser-
vir de preliminares de paz.
A mesraa noticia chegou por diversas vias e con-
lirmou-se depois de Irez das, de lal sorte que nao
lia ilu vi.U sobre sua aulhenticidade.
lie iudispeusavel que o fara roubecer primeiro^o
texto ollicial desle ultimtum que a Kussia acaba
de acceilar. En o reproduzo aqu da l .'niela di I i-
eunti.
I. Principados danubiannos-abolicao comple-
ta do prole) torada rus/o. A Kussia nao exercera di-
reilo algum particular ou exclusivo de proleccao ou
ingerencia nos negocios interiore- dos principados
danubianos !!
i> Os principados conservarlo scus privilegios e
immiiuidailes debaixo da suzerauia da Porta, e o
SullA de acconln com as potencias contratantes,
concejero alem diaau a estes principados ou coulir-
niara uma nrganisarSo interior conforme as neces-i-
commissao de hj tiene, a quanlia de 1:000) que re- I da.le* e os votos da> populaees.
ceben da Ihesouieria de fazeuda para as despezas
cargo da commisio. Communicou-se ao referido
Dr.
Dilo Ar juiz de direilo de Coianna. l-'ico
inleira Jo d' ijue informa Vmr. relativamenta ao es-
tado da ptvoacjlo de ix'nssa Seuhora do O', e das pro-
videncia-que para la lem dado : cumprerecuiiimeu-
dar ao /especlivo subdelegado, que einpreuuc lodo n
caidaiD na prompddao e regularidade dos enterra-
nicni", usando dos mcios coer.ivos, quando nao se-
jamuastaules os soasori scrsepultados lodos os cadveres. (Juanlo acmi-
g-arao, que estao fazendo seus liabilanles. pdHera'
t eiTectuaila para iliver^o* lusares ou sitios, mas
nunca para nm s ponto, e principalmente para e*sa
cidade, para que n.lo se crie nella mu fuco de iu-
fe-ro. Eslas mesillas recommendarAes deve Vmc.
fazer para qanlquer povoado dessa comarca.
Dilo Acommissao de higiene publica, para
com urgencia fornecer aos commandaiites da forta-
leza do liruin e do segundo batalhio de infantaria,
os desinfectantes mencionados na raiac/io junta.
Il"l.n;.lii a que se refere o oflieio supra.
Para a fortaleza do Urum
l'eroxido de mangaros
Chlorelo deSodnm
Indo triliir.oln.
Acido sulfrico
AlcalrSo
Vasos proprios para dc-inferr io
chloro
Fogareiros
Tara o >. batalhao de infanlatia.
Acido sulfrico concentrado 16 lilrss.
Communicou-se ao coimnaiiil.iiilc das armas.
Dilo Ao mesmo, para preparar e enviar ao
juiz o" direilo do Itrein nina ambulancia l)m sur-
tida.
Dilo Ao Dr. Joao Honorio liczerra de .llene-
zes, rnminvTiii.-.iiiil.i-llie hever eipedido ordem para
serem enviados o xigario da fregaazia de llamara*
r., nao sii os inedicamenlos meurioiados na relajo
que jcompauhou o seu ollicio, mas lambem .las
laceai de arroz, e uma pera de baOla.Expediram-
se as ordens de i[ue se lala.
Dilo Ao director do arsenal de guerra, para
mandar aduiillir na companhia daquelle arsenal, os
menores orpliSos, Manoel Malhias do Monte e Ma-
noel Frawisco da l'urilicar.io.Communicou-se ao
juiz de urphaos.
por
2 libras.
6
i o
'2 barr.
nielo do ga/.
S
8
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel jeneral do caminando daa armas de
Peraambnco na cidade do Recite em I de
mar^o da 18S6.
ORDEM DO DA N. -MS.
< > ni.irccli.il decampo comma luante das armas
ilelermina, que quando qualquer prara que Mtivtr
em tralameuto em um dos hnspitaes regimeulaes,
ora existente-, for mandada para oulro, segundo a
o iioro/a da molestia, lenha alta daquelle em que
sabir, e baixa para o que liver de entrar, dandu-se
sciencia aos corpos respectivos, em razio dos veti-
cimentos.
Delermiiia ootrosim. que quando acontera ser
mandada para o hospital rcgimenlal dos clioericos
da roa dos Pires alguma prara, c que all se verifi-
que n,io estar accommetlida da epidemia reinante,
seja sem demora transferida para o hospital da 5o-
ledade reformando-se a baixa.
Adlicin,il ao de n. -JI8.
O marechal de campo cominaujaulc das armas
faz cerlo para os fins neces*arios, que boje contra-
bio novo engajamenln por mais seis anuos, nos ler-
nios do regulaniento de l de dciemliro de 1852,
precedendo inspec;o de sande, o I" sargento da i
rompanhia do 1 batalbao de infantaria A=osiinho
Nuiles da Silveira ; os cabos de esquadra do i" ba-
lalliio dcarlilharia a pe Pedro J.icintbo de .Mello,
Marcolino Borges este da segunda rompanhia e
aquelle da quarta ; e o artfice de fogo ila compa-
nhia de artfices desta provincia Caelano Franci Antonio Ferreira, os quaes perceberao alem dos
i encmenlos que por le Ibes competircm, o premio
de Wua, a cada um, pago segundo o aviso lercciro
do decreto n. liol de 10 de juqho de I8">, e lindo
o eiig.ijaiiieii'.o uma dala de Ierras de 2,500 braras
quadradas. Se deserlarem incorrerao na perda das
vanlagens do premio, edaquellas a que tiverem di-
reilo ; serao tidos como recrutadus, desconlando-se
uo lempo do engajamento o de prisao em virlude
de senlenja, averbaudo-se esse descont e a perda
das vanlagens no respectivo titulo como est por le
determinado.
Jos Joaquim Cotiho.
OKDEM DO DA N. 219.
O marechal de campo commandanle das armas,
taz cnnslar a guarnirlo para os devidos fins, que o
Sr. 2. ciru.rir.ian lenle Dr. Jos Augusto de Souza
Pilanca deixou desde o dia 8 do mez passsdo do ser
empregado no hospital regimenhl Jos cholencos da
ra dos Pires, por ler em virlade de nrdem da pre-
sidencia sido empreado no hospital civil da ra da
Aurora ; que o Sr. 2. rirurgian lmenlo, Dr. Kozen-
du Aprigio Pereira Coimnr.lcs passoq no dia 1 do
correute *ez i servir no i. balalhno de artilharia
destacado na cidade de Olinda, durante o impedi-
mento do Sr. i. cirurgiao lente Dr. Francisco
doucalves de Moraes.
Determina ao mesmo marechal de campo que os
rorpose companhias fixas desta gaarnirao nao facao
excrclcio de segunda ordem : e finalmente que seja
preso por U dias o Sr. >. cadete 2. sargento do 10
IhuIIi.ii) de infantaria, Preleslalo Heracliode Arau-
jo Pernambuco por ter dado orna parle falsa.
Jote Joaquim Coelho.
D'arcurdo rom a potencia suzerana, os princi-
pados adoplarao um sistema defensivo permanente,
replantado por sua 'iluarao gcographca ; nenhum
obstculo poder ser posloas medidas extraordina-
rias de deleza que elle scrau chamados lomar para
repellir loda a agre-san estrangeira.
Em troca dos losares ferese territorios oceupa-
dos pelos eicrcilos alliados, a Kussia consente em
urna reclilicarao dr sua fronleira rom a Turquia eu-
ropea. Esta fronleira assim rectificada de um modo
conforme nos interesses geraes partira dos arre-
dores l.eholin, seguira a liuha de inontanhas que se
e-len.le na direcejo sud'-eslc e acabaiia no laso S.d-
zik. O risco seria detinitivaineule determinado pelo
tratado de paz e o territorio concedido voltaria para
os principados e para a suzerauia do Porla.
2. Danubio !! A liberdade do Danubio e de suas
euiboecailliras sera cllicazmenleassegurada pelas ins
liluires europeas, as quaes as potencias contralau-
pnmeira vez que um sullao aceita uma condecora-
ro eslrangeira.
Acaba de se publicar o rrsomo das receilas do ul-
timo auno, apear da guerra, as rendas publicas
augmentaran eitraordinariamenle. e os imposto!
indirectos produziram 10:| niillu.es de mais que em
IKVi. lie verdade que se liuha creado novos im-
pnalof, em razao das circomstancias, mas o produc-
to desses mposlos lie somenlr de 33 milbes, e o
augmento do producto das antigs laxas eleva-se a
70 milhoes.
Em llcspanha reino continua agitarlo. I'ltima-
menle a guanla do palacio das corles invadi o re-
cinto da aasemtila, maltralou alsuns depolados e
minislros. Felizmente chegou tropa e reslatieleceu
a ordem. Suppe-se que era orna conspiraran re
puliiie m.i, que pnieii ha deilar abaixo o govenio.
A juslica esla averiguando.
7 de fevereiro.
Os quiuze dias que aeaham de passar-se. depois
que a paz tornoii-se possivel e muito provavel, leem
forlificado as etperancas da Europa, que coula cada
ex mais com uma -olurao favoravel e definitiva.
So daqui a seis semanas, pelo menos, estar tudo
ultimado. .
O lelejr.iplio Irahalha li-eiro: ja se sabia em
Vienna, Pars e Londres, desde o dia 17 de Janeiro,
da aepitacao das propostas austracas, feita no da
I ti pela Kussia. Mas nao baslava o despacho lele-
sraphirn : para pasMT alem, era necessario ler naa
naos o propuo lexio do acto asaignado pnr M. de
Nesselrode em nome do czar. S no dia 2i rhegou
ana acto em Vienna. O mini-tro d'Aostril M. de
lio siibmetleu-o iinmediatamente aos representan-
les da I ranea e da Inglaterra queja cstavam muni-
dos anteripadamenlede inslrucces de suas corles, e
que deram-llic logo o seu asscntimeiito. Preen-
eliida esla primeira formalidade, seguio-se no dia
de fevereiro uma conferenria preliminar entre
es serao isualmenle representadas, salvo as posires | os plenipotenciarios da Franca, da Inglaterra, da
CORRESPONDENCIAS no DIARIO DE PER-
NAMIUfiO.
PARS
20 de Janeiro,
lira ras a Dos, nao Ibc fallarei mais de guerra :
particulares das margeos, que ferio determinadas
petos principios eslabelecidos pela acta do congicsso
de \ ienua em materia de navegaro lluvial.
Cada urna das potencial contraanles lera o di-
reilo de fazer estacionar um ou dous navios de suer-
ra liseiros as cuiboccaduras do rio, destinados as-
segurar a execurao das regularoes relativas a liber-
dade do Danubio.'
3- Mar \egro. O mar Negro ser neutralisado.
A bertas a marinha mercante de todas as nares, as
aguas lirarao interdictas i marioha militar. "
Por con-egiiinle, mo serao (ellos nem conservados
ah arsenaesmilitares marilimos.
A proteccHo dos iuieressescommerciaes e marili-
mos de todas as nares sera assegurada nos parias
respectivos do mar .Negro pelo eslabeleciinenlo de
iusliluiroes ronformes ao direilo internacional a os
usos consagrados na materia.
" i* lina-; potencias das marsens so compnimelte..
i.in mutoanibule a nao consentir .,in senao o nu-
mero de u.ivios ligeiros, de urna forra determinada,
necessaria para o sen ico de suas rustas. A conven-
rao que for feita entre ellas para este lim sera, de-
pois de ler sido previamente concordada pelas po-
tencial assignaolesdo tratado geral, anuea ao dito
ti.ii.ido, e lei mesmo forra e valor como se dclle li-
zesse parle iulesranle. Esta conveucao separada nao
podera'ser aunullada nem modificada, sem o ronseq-
limeulo das fioleucias assigoanles do tratado em ge-
ral. A clausula dos direilos admiltira a excepr.lo ap-
plicaiel aos Estacionarios, mencionada no artigo
precedente.
i. l'opularC>cs chriataa* sujettas d Porla. a As
immuiiulailes dos subditos da Porla serao con-
sagrados sem ollensa a independencia c dignidade
da cora do Sullao. I laven.lo delibcrares entre a
Austria e a Franca, a (iran-llrelanha e a Sublime
Porla, ainn de assegurar aos subditos du Sullao seus
lirerlus religiosos c polticos, a lln-sia ser convida-
da pela paz. a associar-se a ella.
.">. Coudic'ies particulares. geranles conse vam o direilo, que lites perlenreni
de fazer em iuteresse europeo, condiroes particula-
res alem das quatro garantas
\ e,por este texto resumido quaes sao as concesses
que se exige da Kussia, e quaes as seras garantas
que seda ao Imperio Oltomnuo, que se acha d'ora
em rtanle protegido ao mesmo lempo por Ierra e por
mar contra loda a tentativa de expoliaro e Je usur-
parlo. O orgulhn moscovita deve sod'rer singular-
mente, acceitando um arlo parcial que frustra lodos
os planos ambiciosos que Pedro-o-Crande e Cathari-
na II liiiham ligado a seus successoies.
A noticia da aceitar.1,0 do ultimtum causn em
Pars urna alegra immcusa,porque bem que a Fran-
r.,i Mi esse de se ensoberbecer cornos seus grandes
successos militares, a guerra custou-lhe caro em hu-
men* e em dinlieiro ; posto que lenha recursos con-
ideraveis c eslivesse prompta para lodos os sacrifi-
cio para alamar seu lim, ella he feliz de ver por
termo a estas despezas e hecatombes de bravos sol-
dados, que m'ergulliaram lanas familias no luto,
lambem lodos os ro-los estavam radiantes r a Bolla
lestemuuhou sua alegra por uma aila rxlraordiua-
ria. Os :l por rento que baviam em 83 (ranees, so
elevou iminediatameiile a 68 e 69 francos e a alia
parece que nao ha de parar ah.
Em Londres, i julgarmos pela linguagem dosjor-
naes, tcm-se oslado minio menos salisfcito. Dir-se-
hfa que o novo malea licuu desaponiado por ver
aceitas as propnsicoes que sen aoveruo, d'accnrdo
com o nosso, iinli.i eslabelecido. O Times, o .1/or-
ning-1'o'l pulilii'.iiu artigo cheios de mo humor, e
que insistem na coutiuuarao dos preparativos mili-
lares c fazem entender que a Kussia nao est de boa
f, c nos eslende um taro. Eu nao partidlo de modu
algum est?s apprehenses. As proposires austra-
cos sao milito claras, e muito simples; precisam limi-
to beta as bases da paz e nao malilla evasiva alau-
ma. Mas eis a venladcira caus.vdesln mo humor,
que se ha de desvanecer em fumo. A Inglaterra es-
Russia e da Austria. Eis-aqui em que termos o
uosso jornal odicial (az Conhecr os resultados desla
conferenria.
o A Kussia adherio s cinco propusieres, deven lo
servir da preliminares de paz, apresenlados a sua
aceilae.io pela Austria com o as-en(imeulu da Finu-
ra e da Inglaterra. F^ssa adhesao sem reservas foi
formulada em uma ola dirigida pelo conde Es-
lerha/v, luiuislro d'AusIria em S. Petersburgo ; e
em um despacho a M. conde Buol, por M. prncipe
de Ijorlschakoll. ministro da Rama em Vienna.
Em cousequeiicia, o governo russo propnz a assig-
nalura de um protocolo em Vienna para constatar
a adbesao das corles contraanles as proposires des-
tinadas ,, servir do base as iieaocinees, c para esta-
helerer que em l'aris se repatrio pleiiiputenciarins
dentro de tres semanas [no antea, se for possivel!,
com o lim de p**4hI s.,r.-tssivamenlc a assiaualu-
r iUH preliminares, da ronclusao do um armisticio
r abertura da nesueiacao geral.
' o O governo britnico ja liaba manifestado o de-
sejo de que ai conferenria se lizessem em Paris, e o
governo austraco leudo accedido de sun parte coin
alilfaelo a esla designado, he na capital do impe-
rio que se tein de reunir os plenipotenciarios cha-
mados a deliberar sobre as condiroes da paz. O pro-
tocollo, constatando a acataeSo de todas as partes,
foi assianado em Vienna boje ao meio dia, c foi
decidido que os plenipotenciarios que devem tomar
parte as negociares,' devem aehar-se em Paris
aniel do dia 20 de fevereiro. ><
A desiguarao de Pars, como sede do congresso
que se va abrir, he uma legitima homeoagem ao
governo francez, o qual, depois de ler sustentado a
guerra com lano brillio, lem influido poderosamen-
te para a no/asiluarao, manifestando primeiro que
lodos suas disposieOes pacificas. Foi a Kussia quem
.propia a esculla de Paris, e nada mais podera es-
pantar de sua parle, pois que a Kussia nao lem ran-
ror a Franca e sua futura poltica tender natural-
mente approximar-se de um governo que lem
dado Uo manifestas provas de preponderancia, de
forra c de moilerar.ln. Os jornaes rossos lambem
pela sua parle Iralam a Franca com summa corle-
zia, e rnaoifealam com salisfaro a estima reciproca
com queie tratam os militares russos e francezes, e
os P os pmcessoj que usam os dous paiz.es para com
os prisioueiros.
Pela sua parle, a Inglaterra, quecomprehende as
vanlagens que lirou da allianra, o que procura con-
servar romuosco as melhores nlaroes, lambem quiz
que aa negociares de paz tiessem lugar vista do
nosso imperador, para conseriar-lhe corlezmcnle
na obro diplomtica qua se emprehende o papel
eminente que lem representado nos negocios da
guerra.
Vai-se pois abrir o congresso autes de duas se-
manas, c a se fazem preparativos para a iuslalla-
rau dos plenipotenciarios. Eis-aqui a lisia ollicial
das pama ai que Vio lomar parle nosse congresso,
chamado a decidir a sorle da Europa :
Pela Franca : M. ronde Collonua Walcwski. mi-
nistro dos negocios eslraiiaeiros do imperador, e M.
bario da Bourquenai, seu enviado eilraordinario e
ministro plenipotenciario em Vienna.
Pela .lustria : M. coude de Bunl-Schauenslein,
ministro dos negocios eslrangeiros do imperador
d'AusIria, e M. baria de llubnez, seu enviado ex-
traordinario e ministro plenipotenciario.
Pela Craa-llretanha : SI. conde Clarendon, pri-
meiro secretario de Estado de S. M. It. na reparti-
rlo dos negocios eslrangeiros, e lord Coivlej emli.ii-
xador da Inglalerraem Paris.
Pela llussia : SI. Conde Orion" membro do cun-
sellio do imperio e ajudanle de campo general do
imperador da Roana, e o bario de llrunon. seu en-
viado extraordinario e ministro plenipotenciario jun-
io a Confederadlo liermanica.
J'or Parle ita Sardenha : O ravalleiro Mximo
de Azeglio, senador do reino de Sardenha.
Por parle da Turqua : Ouli-Pacha, grao-visir
lu pouco salisfeila do papel que fez al aqu, por- deS.-M. o sullilo e Slehcmed-Djemil-ltei, seu em-
ana loda as victorias foram altribuidas ao etercilo | bailador em Paris.
francez ; o nico feilu que he proprio dos Inglezes,
u combate de llal.icl.no, nao foi -enoo uma brilhanle
escaramuza. A Inglalerra esperis tirar desforra
este anuo por meio de uma nova campanha no Bl-
tico, para a qual preparava todas as suas forras ma-
ritimas. Eis aqu porque ella soltou um grito de de-
sapponlamento ; mas o povo inglez conhece muito
bem as vanlagens da paz c sabe muito bem aprovei-
ta-las, o que nos leva a crer que o seu desapponta-
menlo nao ser duradouro. De mais o sen governo
est expressameute eropenhado e nao ha que temer
de que elle impera, por meio de novas pretenroes,
a coiiein-00 da paz.
O que ha de melhor nesse negocio perlence ao
imperador Napole3o, que apezar da brilhanle aureo-
la que vinha de uma guerra feliz, oplou sinceramen-
te pela paz, desde que e liuha alliogido olim da
guerra, e que pela recluan de espirito c a firmeza
czar semlo condiroes aceiluveis, e IriiimpliDii das ul-
limas irresoluroes do proprio czar. A esle ultimo
respeilo he hoje cousa correnlr que a missao de S.
Petersburgo do bario de Seebach, ministro da Salo-
ma em Paris, foi a causa decisiva da aceilar.lo do
ultimtum, o rom mui boas raaorj se suppe.que o
liplomala saxonio, geuro de Slr. de Piessclroile, foi
o us bulleliiis diplomticos v,1o d'ora avante tom.-r ,
lugar dos bolletius militares. Bem que julgasse al !JUI" ao imperador Alejandre o orgao dos seulnneii-
0 ullimo moincnlo naconlinuarao drsla batalha san- ln.pc"oaes do imperador Napolcao.
amiiuleiila, nao experimento por isso menos viva
aleara em ter-llie deaniiunrinr que graras a sabe-
doria inesperada do imperador da Kussia, ha hoje
toda a razio em acreditar que a paz vai ser conclui-
da. Esla nova que nos chegou de improviso ha Irez
das enganou todas as previstos. Sabia-se ollicial-
mente no romeen do mez, que a Russia linha recu-
sado acceilar o ultimtum da Austria, ultimtum ac-
ceilo pelas potencia occidentaes com a condirlo de
que .1 esse respeilo nao se trocara urna avilaba. O
gabinete de Sao Petersburgo linha respondido .1 esle
ultimtum pelo que se chama em diplomacia urna
routraposirao. Simiente em vez de dirigir a respecta
ao einliaixador austiac, o principe Valeuliun I.-
iherazi, o que obrigou a esle pedir immcdiala-
nieute os seus passaporles, dirigio-a directamente ao
abioete de Vienna por intermedio do embaixa-
dor russo, o principie Corlsrliakon. Kra um meio
de galibar lempo, a lambem lalvez de se informar
inelnor antes de ts iiar uma resolucao suprema, por-
que a Auitria, ruutida nos limites do seu ultimtum,
u3o poda acolher as conlra-proposires. Porem, se-
guindo esle caminho, o rompimenlo com a Austria
eslava emprasado, e o principe Eslherazy mo dei-
xava Sao-Petersburgo al a eipirac.au do ultimo pia-
A Austria lontOO na AllenJanha uma posicao ele-
vada, sendo lielu succedida na didicil missu de in -
lermediaria e couseguindo que is liarles bclliaeran-
les Iratasscm da paz. CarTe-llie lambem um lugar
eminente no prximo cougresso, duude deve sa-
bir a pacilicacao geral. A mesma honra parece que
se deve negar a Prussia em razao da alliludc equi-
voca que loraou : nao lera representantes as dcli-
beraroes, e sei somenle convidada a assignar o
(ralado delinilivo. .Nao se sane anda onde se reunir
esse congresso, e designam Vienna, Dresde, Franc-
fort, Hi mella-, 011 l'aris. Tudo dever ser regula-
do dentro do mais curto prazo, porque he ilo maior
inlcrcsse que os preliminares de paz se assigncm
quauto antes, ao menos para evitar uma intil efu-
Os jornaes inglezes anniinciam a partida do conde
Clarendon para 17 ; deve ser acompanbado d'uma
brilhanle comitiva, e alnaou-se para elle um mag-
nifico palacio nos Campos-Elisios. Prepara-se pa-
ra receber o conde Orion e S. de llrunon oanligo
palacio da cmbaixada russa, c um despacho lelegra-
phico anuuncia que o conde ja parti de S. Peters-
burgo.
Anda aqu nao roDhecemos o ell'eilo pruduzido
na Crimea pela noticia da aceitar.) das proposicrs
austriacas. As ultimas cartas de Varna fallam del-
las como denm lioalo que nao davam crdito ; po-
rem quando la cliegar a conlirmacao deste boato, he
mu provavel que os generaes em chefe concluirao
uma tregua inmediatamente. Sabe-se que o czar
ordeuou a suspeuso das hostilidades, e nao lia du-
vida de que ordens semclhanles parlan) de Paris e
Londres. O general Corlschakoll ja nao commanda
na Crimea : foi substiluido pelo general Ladera, e
acba-se nomeado para o poslo de governador geral
da Polonia, vago pela mortc do marechal Paskie-
wilch que suecumbio i uma longa e dolorosa enfer-
midailc.
Ja vos fallei do movimento de m.io humor que se
manlfesluu em Inglaterra, quando a aceilarao do
Ciar permillio presagiar-se uma paz prxima.* Hoje
esle nio humor vai acalmando-so : a lingnaacni
^los jornaes he menos virulenta desde que rompre-
heuderam que o governo e o poi o francez de nenhum
modo eslao resolvidos i sacrificar os beneficios de
uma paz honrosa s phanlasias e clculos da Ingla-
Ierra. Kilo- ja nao fallam dcslas coiidires humi-
Ihanles que queriam impor Kussia, por occasiao
da quinta proposieao, como a nao reconslrucrao do
forte de Bomarsund c uma nova limitarfio das fron-
(eiras na Asia. Sobro tudo o gabinete osla calmo e
mui razoavel ; elle reconhece exprcssamenle que al-
cancen o lim da guerra, c que nao ha ulilidade em
prolonga-la. A sessao do parlamenlo, que abrio-se
a .'II de Janeiro, fornoceu-llic accaaiSo de fazer ro-
ubecer neus -colimen!,i-, <> eis-aqui a lingua-
aem satisfactoria que elle diclou rainha no di-cur-
, so da abertura : Eu rito apenas os dous paragranhos
-aodesangueproclamando-ieumasuspensao dear-! relativos ao conflicto europeo : Decidida a nao
n,as" : desprezar os esbirros que fossem proprios a dar vi-
Aoles dr ler-sc mudado a face dos negocios pela I or asnperacas da guerra, julguei de moa dever
determinacalo d.i Kussia, linha-se decidido reunir | nao declinar algum ensejo que podesse razoavelmen-
uui arande coiisclho de guerra em Paris, para exa- te olTerecer probahilidadrs de paz segura c honrosa.
minar as diversas combinarles militares que se po- Por consegiiintr, quando o imperador da Austria re-
deram adoptar na prxima rainpaoha.
leve lugar
a primeira sessilo desse constlho no dia lOdocorren-
le mez, c "' dos membros que asis-
iiam : o nmo Napolcao,
centemenle odereceu-me, bem como a meu augun-
lo alliado o imperador dos Francezes, empregar sem
bom nllicios junio do imperador la Kussia, adra de
dar um arranjo pacifico s qucsluis em litigio eulrc
as parles belligeranlcs, leulio de accordo com o
meus alliados, consent lo em aceitar os olfereci-
nientos assim fcilos, e lenho a salisfacao de aniiun-
riar-vos que ajusliiram-se certas condires que eu
espero poderlo servir de base a um tratado geral de
paz. Abnr-se-hilo immedialamente em Paris ne-
aociaes relativas a este tratado. Na direcrio de.les
nrgociciares, (rrei cuidado de nao perder de vista o
objeclos pelos quaes foi a guerra eroprehendida, e
paroce-meconveniente rulo afroiiiar um si momen-
to meus preparativos marilimos r militare-, al que
lenha sido concluido. um tratado de paz satisf.ict-
110.
Iv.n segaida a esle discurso, comeem as cmaras
o debite sobre a resposta ; vari)* oradores loinaram
a palavra, alguna' alacaram vivamenle o gabinete,
mas nenhum propoz. emenda a resposta, nenhum 011-
sou tomar a respousabilidaJe de urna censura contra
as negociares. Liroilaram-se a recommendar ao
governo a maior vigilancia sbreos ard da Kussia,
a.deplorar a lomada de kars que defeuJiam os bra-
vos olciies inglezes, depois a resposta loi approvada
unnimemente nss duas camaraf.
Este nraocio de Kirs ferio no coracao o patriotismo
dos Inglezes, nao so porque a defina era diriaida
poi um dos seus, o general Williams, mas anda, e
sobre ludo, porque elle parlicipou que os Turcos
s,1o extremamente vulneiavesdo lado da Asia, e que
isto he um objecto de nninielac.n para a Inglaterra,
que se v para o futuro ainea^ad em suas possesses
indianas, o que ha insto de mais singular he que
parece que se Kars foi lomada leve-sc em grande
parte a negligencia do embaiiador ingles em Cous-
lanlinopla, lord Slralford Kedclifie, que, indisposto
sem saber-se a razao, contra o L'e lerallN ilh.nii-, nao
in-islira em Ibc fazer dar os socoiros que elle pedia
apoiar.t o ridiculo plano de campanha d'Omer Pacha,
que se obstinara a tentar uma divirti Impotente em
Sluiarelia e Immerilia. Nada he mai* obscuro que
esle negocio : assim requisilarain as du.is cmaras
do parlamnnlo a archivo immrdialo dos documentos
que Ihe sao relativos. O ministerio promelteii for-
nece-lo.
Filialmente, o governo da riinha Victoria nao
perde alguma occasiao de eslreilar por novos laros
as boas rel.iroe que a guerra commum crcou enlre
os dous povos ; iillimiimeute leve lugar uma Im-
portante ceremonia no palacio da emhaixada a-
gleza em Pars.
O embaixador lorJ Cowlex, recebeu da rainha a
misslo de conferir a um corto iiiimero de ollinaes
generaes e superiores do nosio ejercito as insignias
da Ordem do Oaiiho: graa-c.ruzes, cominen ladores
e cavalletros. A ceremonia foi segaida de um ban-
quete, e o discurso pronunciado por lord Cowlej
lestemonhoa suas vivas sympalhias pela Franca e
sua firme esperanca de ver as negociaces lermiua-
rem 11a paz.
No meio do accordo que comaca a oslabelerer-se
enlre a grandes potencias, o papel da Prussia he
bstanle singular. Al o presente, depois dos acon-
leciuicntos de 181 i, nao houve anda, na'Europa,
um cungresso em que a Prussia nlo livesse o seu
lugar. He esla a primeira vez que se disentir urna
grande questau europea sem que ella seja chamada
a lomar parte nos debates. Com elidi, passs bo-
je como certo que ella nao lera asiento no congres-
so de Paris. A Inglaterra e a Franca uppozeram-
se a isto i .'nipI o lamente, e a Kussia n.lo insisti
em seu favor. Tildo sera pois decidido sem a Prus-
sia, e apenas sera convidado a as&iginir o tratado
que devora' constituir o HOCO dlito publico da
Europa. >; olio se lecusai, nem por isso o trillado
deixara de receber sua plena e mleba i'xecueo : o
amor proprio da corle de lierlim dotera1 soffrer sin-
gularmente coincstasiiuai.ni, ntyise poda, porm,
proceder de oulro modo, e depois doorpel cijo-i-
co que ella tein representado daraiil lona a goor-
ra, nao poda deixar da ser um arando embaraco
as ueaociaioes, porque nem as polenria orcideu-
laes, nem a mesilla Kussia, poderiam confiar nella.
A irresoluto de carcter do rei que. romo se diz
em lierlim, acorda inglez c deila-te rusto, tein sido
a causa primordial desla alliludc ambigua da Prus-
sia ; porm ha nm i nutra causa mais permanente,
he o ciurae inveterado que a Austria 'aspira ao go-
verno de lierlim. Se o gabinete aaslriaco se lives-
se approxiiiiatto menos das potencia- occidentaes,
poder-se-hia contar como cerlo que a Prussia nao
se apartara tanto. Slesmo hoje, quando a lula lo-
ca seu toniio, e quando se Irala de eslabelecer a
paz, este bem Uo precioso para lodo o mundo, o
gabinete prussiauo ocrupa-se anda em urdir intri-
gas contra a Austria. Esta ultima potencia quer
ueste momento fazer approvar pela Dieta germni-
ca a proposites que a Kussia aceitn. Parece que
nada he mais simples e mais natural; pois hem, asse
guia-se que o podido que ella dirige a' Dieta en-
cuntra serias didlcoldades suscitadas pela Prussia,
que tenia ligar contra os votos da Aostrii os oslados
secundarios. Nao se pode ser mais inconsiderado ale
o lim.
O Piemonle parece estar pouco salisfeito de nao
ler senao um representante na conferencia, quando
ai nutras potencias lem dous. Slas o Piemonte es-
quere-se que elle nao he mais do que um Estado
de seauuda ordem, e que he o nico desta cathego-
ra que lem a-senlo no congresso, A Suecia ni.ini-
fesla tainbem sganlas nquielariesjulaaudu-sc aban-
donada ao resenliuicnto da Kussia. Slas, segundo a
minha opinin, estes temores sao sem l'undaineulo
alaum, porque o tratado que a Suecia conclnio com
a Franca e Inglaterra, conserva o seu efleito, c ga-
rante-a tanto no presente como u< futuro contra lo-
da aggressao russa. Em summa, mi arado ligeiras
uuvens, o eco da Eoropa loruon-se sereno e presa-
gia a paz.
Os fundos publico continan! a subir naa llolsas
de Londres a Paris. Os consolidados natales que
liuliain descido a 86 esto hoje a III ; os :( france-
zes estao a "2 f. 90, os i <, a '.17 50. lo los os
oulros valores experimenlaiii o mesmo mowui'-nln
de alca.
Paris, 7 de fevereiro.
A estarlo suspende forzosamente lodas as hostili-
dades.
A paz he a grande palavra pronuuciada por loda
as boceas uestes ltimos dia: se Dio he um fado
ciiiisummado, ao menos entra na catheaoria dos lac-
ios provaveis. O ultimtum snbmettido a Kussia
pelo conde Estherazi foi aceito pelo czar Alexandre
II. Esta edtenlo ao voto lio geral e 13o pronunciado
i!e loda a Europa fez desapparecer o principal obs-
tculo que se oppunha a conclus-toda paz, pois que
as proposiees dos Ires gabinetes alliados accilas pu-
ra e simplcsmenle pelo gabinete e'. Petersburgo
ofTirecem uma base excedente as negociaros, ss
deve ruin ir que nunca, desde a abertura das hosti-
lidades, a paz parecen mais verosmil.
Foi a 17 de Janeiro que o ministro dos negocios
eslraugeiros fez conliecer a Par e a Franca esle fac-
i imporlanle, publicando esle despacho : Vi-
enna, 16 de Janeiro, o coude Estherazi escreveu
boje de S. Pelcrshurgo que Slr. de Nesselrode aca-
ba de nolificar-lho a aceitara) pura esimples das
proposiees conlcudas no ultimtum, as quaes pro-
posires devero servir de preliminares de paz. o
He intil dizer a imprcalo profunda que causou
este despacho, dissipou as iurerlezas, tranquillisou
os espirilos, e reanimoii alinal esperanras que alo
aqu s appareciam para altastsr immedialamenle.
A' vista da conclusas das ultimas conferencias, se-
ria imprudente abandonar-nos sem reserva a urna
Maanea que poderia ser anda illudida, mas ao
menos a situaran ja mo be boje o quo era o auno
passado em seinelhanlc poca. Nao, as conJicoes em
que se v.io abrirs negociaces nao sao as mesillas
quo aquella:, em que se ab'riram no mez de abril
pascado.
Enlo como boje, a Kussia linha aceitado as pro-
posiees das potencias adiadas, c as actuara Mm r<-
seren ; mas esla propositos versavam smente so-
bre pontos geraes e principios abstractos, ao passo
que as novas proposiees, consagrando estes princi-
pios, liveram o cuidado de se explicar sobre as par-
ticularidades, e de precisar os meius de exenu-ao.
Em vez de eslabelecer smeule as condiroes ge-
raes e as bases de um ajuste, o novo ultimtum das
corles adiadas ollerece um lexto l.io claro e loo ex-
plcito quauto possivel; he de alguma sorto um Ira-
lado completo. Assim, sem que pretendamos que to-
das as dilliculdades eslrjam aplomadas, e as ques-
Ies rusolvidas, e que s resta assignar, pode-se di-
zer ao menos que o mais forte esta fcilo, c he nist.i
que a situarlo dilTero essencialmenla do que era no
uez de abril ullimo.
Aguardando a abertura das novas conferencias da-
remos aqu o texto das pioposicoes que Ibes devem
servir de bases. 1. Principados danoDianos, abo-
lic.io completa do protectorado russo, os princi-
pados danubianos recebarlo uma orgnisacao ron-
forme aos seus votos, as suas necessidades, aos scus
interesses, e esla nova organisar.io para que a pro-
pria popularao ser consultada, sera rerotiberida
pelas potencias contraanlos esanecionadas pelo sul-
lao como emanando da sua iniciativa soberana. Ne-
nhum oslado poder sb preteito alaum, sol lorma
alguma de proteelorado inaerir-se lias queslcs de
admiiiistracao interior dos principados.
Adoptaran um sistema definitivo, permanente, re-
clamado pelas sua posiees gcographca, e nenhum
1 obstculo podera ser levanladu no inleresse da res-1 paludo Correia Caldeira.sohre as opcranics finaucei-
| pecina seaurauea. Minificaran como euleiiderrm os ras,pira accrescenlar a resposta, foi resellada por lili
'seus territorios contra qualquer IggressaO estran-J votos, leudo nicamente contra 7 llevo advertir,
Hl'ira. que esta emenda poda causar araves embarazos ao
Em cambio das prara; fortes e territorios orcupa- governo. e por isso muilos depulados da oppo.irao
dos pelos exercilos adiados, a Russia cimiente em I Votaran) contra, reservndose para a discussao dos
urna reoldieuriio da sua fronleira rom a Turqua eu- : projeclos que esla prxima.
ropa. Partir dos arredores de Cholym, seguir a; l'm projeclo hem estudado sobre a admissao dos | sao s'Srs. Joquim Da'livo Telles'de Souza
liuha das montanlias que se eslendem na direcrao eerraes eslrangeiros, e algumas providencias para o : Izidro Pereira dos Reis.
sadiieste, e parar! no lago Salyk. O e-hoto sera de- ultramar, leem sido al agora o, nico Irabalhos in- O Sr. fiscal da Boa-Vista acabe por favor coa
Unitivamente regulado pelo tratado geral, e o lerri-1 eombidos i eommissoes da cmara electiva. a venda de garapas.em urna taberna na roa da Trero-
Na dos pares lia le comecar bbndo 16 o debate 1 pe, que alem de er prejudicial a lal pkadinha,
da resposl i ao discosro da cura. que se espera seja I eulanieia loda a calcada e ra rom o transito dos ra-
cousa eslrondosa.porqu lie a primeira vez,depois da vallo, porque nessa taberna lambem vende-se gara-
regnerai,,lo quo o duque de Saldrnha entra em dis- pa aos ca>uttn<
povo que vai pedir-le, com o seu dinlieiro, carne
para comer He bem bom ser rico, que anda nos
horrores de urna pesie, lem aduladores, que e|>-
sinliam o povo para beijar-lhcso cu-Irle.
Os dous ins|ieclores de Fura de Portas, qoe
por seus relevantes serviros na actualidad*, merece-
rain, que li/essemos especial menro de seos aunes,
"ama
lorio concedido voltar (tara os principados e para a
sii/.er.inia da Porta.
1. Danubio;a liberdade do Danubio c das sua;
emboeeadnras sera ellcazmeule "gura pelas in-ti-
luicoes europeas, as quaes as potencias contratan-
tes serao igualmente representadas, salvo as posic/>es
Eaniculares dos ribeiriulios, quo serao reauladas so-
re o principios eslabelecidos pe i acto do congres-
so de Vienna em materia de navegaran lluvial. C-
enselo com|o con.le de Thomar.que dizem lem pape-
lada e aponlamentos para fallar ale Pascboa !
O marechal est ptimo. Os rapalhisUs uao ca-
ben! em si de contenas, porque emlim foram elles
que o pozeram na ra, fura de casa, e entende. Sao
da uma das potencias contratantes leri o direilo de I elles que a incilam a fallar, porque dizem que a
fazer estacionar um ou dous pequeos navios nas 1 camphora he inspiradora, c da boa voz. Veremos,
emboeeadnras do rio, destinados a assegurar a avece, i Corrern] aqui vozes aterradoras de que pelo ulti-
rao dos regulamcntos relativos liberdade do Da- | mu paquete do Brasil, liuha viudo uma lista de varios
nublo. i individuos de alto bordo desta cidade e do Porto, im-
:i. Mar Negro neutralisado. Esle mar ser aherto piteados na embolo de olas falsas n'esse imperio.
aos navios mrcenles, fechado aos navios militares.! At se espalharem lisias rom os nomes dos impli-. .
Por consequcncia ah iwo serao creados nem causar- i cados, o que fez lal -ensacan quo o depulado Auaus- do mercado, c ludo mais a>rlm. N.lo he lauto de
vados arsenaes militares marilimos. A protecr.lo dos \ lo Xavier da Silva, direclof do banco de Por Inga I, i admirar que a carne nos 1-sTia-c. devida a motivos
iiilcresscsciiiimerciaesemnrilimos de lodjl as na-l na sessao de II do correnlr. interpcllou o ministro ronheridos na de-cio'a do/ado. e oinmw pode or-
Spessera protegida nos porlos respectivos do Mar dos negocios eslrangeiros,sobre so b.ivia rerebido al- i ceder cura a farluha jaim. nao sabemos a razao
Negro pelo rslabelorimeiilo de iiislilnirries conformes anua participaran a esle respeilo, e o Sr. Jervis de- porque os g-ncros qtJ'asw perlrncrm ao paiz.aoc
consagradas na I clarou que absolntamenle nenhum. F^isa soares-
Consla-tios, que se dan certas cousa no hospi-
tal particular dos Afogado, que nao as publicamos
desde ja', porque cararu de oos informar minucio-
samente. A apaca he mesmo dr liospilae.....
Do nosso rorreio .imbu.ule rilraliimos algu-
gumas refiexes que consideramos ue.-essirias .
He cousa sinaular .Viuda a pesie eslava iou-
aellc nos, ja a oopulario ss resenta di escassez o
da rarestia de rertos ceneros do paiz e, logo qoe
a proviura declaroa-se aficclada dj mal, as coaa
tocar.un o ultimo apuro : deixoo de baver carne
verde, a familia, romo pm encanto, desapparrceo
ao direilo internacional e a
materia.
As duas potencias rbeirinhas se nkrigain mutua-
mente a manter someoleo numero dos navios peque-
os de urna larra determinada, necenarios ao servi-
qo das suas rostas. Esta convenc.io concluida sepa-
radamente por oslas duas poteociai do tratado geral,
depois de ter sido appruvada pela parles contra-
anles, lista convenego separada nao podera ser nem
aunullada. nem modificada sem o conseulimento
dos aasigaalarios do tratado seral. O cncerraineuto
do estreilo ndmiilir a excepcilo applicavel aos esta-
cionarios mencionados no artigo preredenle.
.e Popularao clirista suaeila Porla. As im-
muiiidades dos subditos raa da Pona serao consa-
gradas a independencia e dignidade da curoa do sul-
lao. Delilieraces, ten.lo lugar entre a Austria, a
Franca, a (ir.'ia-llrelauli.i e a Sublime Porla, am
posta textual, transcripta do Diario das cortes
nOSr. ministro dos negoeos eslrangeiros,disse qu
mais de urna pes-o.i se Ibe lem diriaido em particu-
lar sol.re este objeclo ; e liuha muda salisfacao ep
poder declarar que n3o s nao receben ola algom
lio governo brasileiro, nem do seu ministro em I.:
boa, a tal respeilo ; mas, depois do tratado remtit
aos f,i|silicadore de maeda, nem se quer uma no.a
receben sobre tal objeclo ; o que de certo be para
mis mu sali-falorio.
O Sr. Xavier da Silva, deu-se por salisfeito.
A empieza para o abislerimento d'agoa iiesta ca-
pital, fui concedida a ama companhia poriuguezade
erem medicamentos pura comlialer a epiien.im,
i'i.iiu sabido de seu prcro ordinario. Iiavendo a
iportar.Vi reaular !... Porieulura, ha falla de man-
iga, etc., para viver-se nesla penuria rxlrc-
a '.' Como se pude passar presentemente se ludo
ie raro ; ala ha carne, peixe esla vasqueiro, nao
su por ser olerapo de precedo, como porque, hlen-
lo falta de lodos os recursos, cerlamenle, lambona
deve naves desle. n.io obstante qualquer ceHsidrra-
cao '.' !... O bacalh.io c a carne secca, sendo o pao-
nosso de cadadia, he necessanameule uma predi.-
poiirao para o mal,que mais se aasrava com o nw de
laes e laes com la-. Por esla razio a pesie nao nos
quer deixar, r isso he lano m ais verdade, qoando
le que sao directoras, Alberto Carlos Corqueira de I vemos que (lia lem adiado sempie abriga na po-
ara, Jacintnu da Silva FalclO e Joaquim Pedro da broza, onde maiores esleaos faz. Mesmo assim.
I
Costa Coimbra.
Una oulra companhia de que era representante
o neaociante inalez, Sledlicol. mas preferio-se apor-
boos resultados. II /or-
lase Iras um loago relalorio
de assegurar ans subidlos christaos do Sullao os seus
dirclos re igiosos e polticos, a Kossia sera convi- I luaoeza, da qual se aspen
dada a assnciar-se a islo. I nal do Commercin de
'!' v* f '"'ios Mligeranlcs reservam para -i o da nova amprexa, e o que na reuniao de honlem. I preciso aaa classe desvalida da sociedade seja am-
lireilo que Ibes perlence, de produzr em um inte- Por elle se l que o aapilal da companhia era por | plaraenle auxiliada em suas debeia forc.a. e baratea-
re.!.,da popularan nao esta livre de ser aneciada ;
pois quando ella, qiiereudo locar as suas raa, nao
lidiar mais a casa immanda, o vil cubculo
onde s" alberaue. passar.i a visitar o esplendido do-
micilio, o reaio palacio, etc. Porlanlo, faz-se raui(o
europeu coiidiccs particulares no sentido das
qualru garandas.
Fas ah oque nos parece olfererer boje garandas
razoaveis contra as probabilidades de unta nova de-
cepcao, eis ahi o que se:n illnda pueril nos permit-
i esperai das conferenctaaqaa se vao abrir, cejo re-
sullado sera ilillerenle do que deram asstonfercii'.ia
em qnaulo de 3:010 cootos de reis. dos que seiam un genero, qoe mais podem cliegar
Dos cainiubos de ferro nada temos em andamento e ao lense do potingue passa urna vida mjsjgsaaj|
com a mesma lealidlo. temo intima coiniecio"-lc jued^niemTa cesara.
O de Cintra he que vai com mais actividade. S. i O rico, na fallado ma'is, Irlli a gallmha, o pero', cea
SI. foi nsperrioia-lo, e veio coulenle. .iiloiic.io ao seu prero.e aprsenla semprc orna mesa
II couselliciro Avila reare-son da commissao de oppara ; o pobre, pelo contrario, em falla do qac
Pars, c esta em nutra commisslo em Sladrid. Air i- so cnega para elle, nao varia do pernicioso haeallian,
10 anno passado. .Nao sera proclamado armisli-I bue-se a mos motivos esla rcteurao de lal orador ; ; alaumasvezes rslr mesmo he ardido e podre, co-
ca -ules da assignscao dos preliminares de paz. A [ lora do paiz em quanlo s* discuten! os projerios ti- mo temos lido occasiao de ver !
cidade esrnlh.Ja cuino sede das conferencias lie. Pa- | oanceiros. Poder-se-ha sollrer por muilo lempo uma vida lao
ns, pois qoe o imperador Alexandre II daclarou Continuam os soccorres pblicos pobreza, que rombalida de privaees e miserias *. Nao eerla-
que prefera l nis a oulra qualquer ndade, alim de v n diminuindo, porque os lempos romee nu a dar mente, he impos-ivel que ete estado de cousas per-
cnegar mais depresss a uma conclusa a satisfatorin. e | lieonea qoe se relomein os Irabalhos. < miaori
dar um novo penhor de cslima que lem volado ao j Verifica-M o matrimonio de um sobriuho do du- Por mais que reclamemos.as aaoas estagnadas ata
soberano Irancez. i quo de SalJeuha rom urna menina recolhija no mui da permaneccm, mesmo dentro .la cidade, ondr.
Mas por um senluneuto de delicadeza para com IdcrediUdo convenio das Salesias.filha doantigo con-1 pelo menos, deveria havrr mai zelo pelo serviro
seu adiado, o governo francez propoz Londres, e o i tratador do tabaco Sola. A nona lem um dol de publico. Liaccmos a vislas para a ra da Palma
gabinete inalez preferio a capital da I ranea. perlo de :I0U ionios, e chamase D. Carlota Augusta que dea em dirrrrS. da da Conrordia. r disamos
As conierenrias so abrirlo a 30 de fevereiro no Ferrnra, a o noivo ha capillo ajudanle do marechal I que ira imno-sncl que teda aquella iiiahanca es-
paacio do tliseu, ja o prolucijllo acerca .larcitarau;!). Francisco de Abuela. L-apc do cholera, pois a aaua ahi rmpnrada ja est
Consta qac os nossos fuios ja foram colados I circulada de aaaa aaU lodoia, eilialao'do miasmas
que s.o emi s de asplilxi.; ato os Iran/ilaule*.
Por nao ser ra publica nao merece limpesa I A
I- i he igual para todo.
A limpez i de lo la a cidade n.io Iciu sido innitn
regular, parece-nos que ja se vai perdrndo n zelo
por um serviro (ao imporlante na actual i rise. lie
agora que mais a reclamamos.
Hoje (udo vai solfreiido alterarn nos pirro, ale
lio; pela Kusia o conde (Iridien bario Hriinotv.
A participarla da Prussia nas conferencia-, dizem,
que deve ser considerada desde o prsenle cuino
certa.
Algunacorrespoadeates asseveram que o papel
do Piemonta nao sera o mesiuo que o das cinco
O enlrudo p,issou-se aleare, mas nao folgaso. Os
grandes potencias, mpi.ler lomar parle nas deli-
berares sobre as questes que poderem inlere-sa-lo, i icia da doprtarao de quatro c nos'sos ratr
mi 111 : i. i 11 \.. 11' 11 ou n.v mi. nalaBa 1,. II.... _.. I_____- a > .
ou dilectamente, ou como Dolencia dalia
mo estado ribeirinho do Slediterraueo. Dever ahs-
terse das arailes questes que forem nicamente
do dominio do equilibrio europeu.
Nao hescni dilliculdaila excessiva que o gabinete
de S. Petersburgo iilberio ao ultimtum -austraco,
pois que na Rus-ia o partido da paz e o partido da
guerra, apezar disto, anda se entregan) a uma lula
mui viva. O partido da guerra romposlo principal-
mente da nobrezi ulica lo SIoscow e do clero, lem
osOrlotls e os Slenlsrlukoirs a sua frente; lem por
si o grao-duque Constantino, c al dizem, a impera-
triz reinante, confunde-se com o andan partido ros-
so, C apezar das si mpalbias que encuulrou no pro-
prio menor do czar, a sua (orea principal esta cm
Moscou.
O partido da paz o exede lalvez cm S. Pclersbui.
---------- ---- "r9~ ** '-- aviw iu'io i jinii umv assax, *v ia-i ira
linnquedos amigos desapp.irccctam com us avisos: | a agua que lano lumia em MM cidade! Na fre-
da auluridade. Ilouve apenas mascaradas, e os Ihe- I cueiia dcS. Jos peda-ss por um balde d'agoa lu
Iros bailes e oulros espectculos cheios a nio levar
mais. Soceao e IraiiquilliJadc absotula.
Foi aqui a impreaslo que era de esperar um as-
pen mu artigo rio Btkn l'emambucann, queda a no-
icios, da
provincia do Para. Este artigo loi Iraascriptc na
AarJo e no Portugus.
A Patria mencionando esle acto inslito, diz que
u.io chegarara anda as participarles oflleiaea, e que,
em. saneado como o caso se passoV, Ira'
ralisar coiivenieiilemeiite.
A r.irla mpressa dirigida" ao ministro do reino Ro-
drigo da Fonceca. pelo Sr. Antonio Bernardo Coali-
uho, do que se espalharaui aqui alguns exemplares.
esla escripia com tal virulencia que se nao lem po-
dido fazer uso d'ella.
Repilo linda, que o novo consol de Pernambuco
D. Fernando Correia, nao lem partido por dn-nte,
e que o visconde de Alhougiiia, n.lo he lal Culpado
nesta demora, autes lem instado para que elle par-
la quanlo antes.
Veja u que, diz a Patria dr hoje a este respeilo.
rs. ; quem nao liver qocm v compra-la no chafan/
murreri a sede.
Amigamente is catroris se empregavam nesle ser-
viro e havia sempre aaua pelo pree > ordinario, pre-
seutemeule esla-e uaeiloa um datilado niimrrn da
prrlas que assim querem especular.
Em Olinda ha falla d'agua. aqai. havendo-a da
-obra ; po ha chafarizes por loda parle, senla-se
falla dr fornecedores.
Oh meu lieos, romo he possivel que nao
continuemos a sofirer os trrriveis elidios da epide-
mia, se, ao passo que a Illma. cmara gasta sommas
mateases na liropeza da cidade. para ulilidade co-
ral, alguns particulares, nao comprehendeudo a qua-
dra melindrosa em que nos ardamos, coulrariam rm
ludo as suas vislas ? A cmara gasta dinheirn lim -
liando, e edes poupam pasos aos scus esriavo. jando.
K- i casa da rila do Queimado, quo deila a ti a -
zeira para o Colleain !..... lie um oovar a Dros ;
os escravoa nao tem o incunmodo de desceren) a es-
cada para fazerem despejo na praia ; tudo te f*z da
viran la ; consta-nos ale que os vizinbos logo as 9
horas fecham as iirandas, porque sabem ja por ex-
periencia, que antes de mria h ra Irm de appare-
cer o la! desinlc-cionaineiilo. Esperamos pmvnku-
ciasvlo Sr. Hscal, que iao Ittsaa se !em mostrado no
ciimprimeiito dos seus devrrrs.
Senifrcs redactares da Pagina truha. A
go, ao menos eulrc a nobleza, c coala sdherenles que perece bem Informada. Ahi vai a Mil i ritatta
Mpecialmenlc na, provincias que limilam a capital. I As noticias de llespanl.a Ha pouco satisfactorias;
Irm por si o chanceiler du imperio,conde de Nos-1 Ilouve desordena graves em Tarra-ona e em Pou-
selrode, o a imperalnz mai, que n.lo deixa pessar ; levedra, linda que l'.iram prumuta.nenlr reprimidas,
occasiao alguma de exercer a sua iulluencia erfl fa- com ludo rereia-se a repelido de scenas seuielhan-
vor da paz. ..... {ei Cll, onlrot ponlos. Foi exonerado da pasta da fa-
Os adversarios desle partido, a lim de o descou- zenda o Sr. iiruil e substiluido pelo Sr. D. Francisco
siderar ios odios do, parilas russos, o deOomi- da Sant-Croz. Descohrio-se o plan de urna colli- informarao transmillida a Vnics., qur nao desean-
i. i'.i-----r. i r I i.l.i I l,.ii. II .....I.U -...-.. I.- -----1.. I-----... J_ ,- l .. ,, r ,
rain rom o barullo, que fazem cerlo senhnrrs mora-
dores por cima da loja de barbeiro da praca da Roa
Vista, he falsissima ; e lano mais, a respeilo drslrs
inesraos barbeiros ja se diste alguma cousa no Dta-
riOfii. 18, pediudoqac pelo amor de Dcos nlo fizes-
seni lauta aigazarra. Ja veem Vmcs. qne a infor-
macao dus barbeiros lie uma represalia da qual nos
confessamos indignas', pelo que sp lornam anda
mais culpados, reaaindo contra a razao. Se levasse-
mos a jogar o gamao balrndo muilo alto, so
motesemos cm rasa uma querida, r no pozessemo
a cantar com ella al uma e duas horas, sem violan,
e finalmente se levasseuios a contar pisquelas lodo o
dia r toda a uoitr, enlao leamos .actuado rom .,.
barbeiros, e eramos por romequcuna seu amryoi ;
porm nlo ; temos muilo eni que nos orrupar. So
li/essem, senliores redactores, ludo islo rom modr-
rarao, transen!; parm com dclrimrnlo do repooso
dos vizinbos, cade retro, lloramos aqui ha avais
de um anuo, c estamos promptos a allestar o nosso
procedimeulo. Os moradores de cima dos bar-
beiros.
Lemos o Liberal de honlem, e deparamos cora
uma correspondencia assignada, ou rubricada * em que se nos pede que reformemos o ikmo
juizo a respeilo do Sr. Dr. Dornella. em virlude do
que dissemos cm nossa Pagina de JS do prximo
nanparlide-allemlo. O partido russo be pela I garlo de alguns cliefes csirlisUs com algom membros
coiilinuacao da auerra, puis que acceilar i paz cun notaveis da parcialidad! chamada Potan, para ller-
as condiroes proposlas, he ronfessar os desbaratos da ribarem a actual ordem de cousas.a
Kussia. e quo para elle, se a Kussia cxperimeulou I
revezos, nao esla vencida, esta direlamente ampara-
da pela campanha propnsta sob Cronsladl na prxi-
ma pilma vera. Para elle a Russia esl menos em
S. Petersburgo, do que em uoscow, onde sllaafroo-
lou Carlos II e Napoleao, e por oulro lado, de-
pois da queda heroica dr Sebastopol, o excrcilo an-
da na perdeo a Crimea, e fez para defeza ama po-
sicao iuexpugnavel, e emlim loda a Alleuianha alu-
da tem todas as suassympathias pela Russia, so fa-
iii islo por odio as inOaeneiasinglo-frincezas.
O partido da paz esta mais conscio de uma uva- **>. e ver um liando de pagaos, tiln,s rio falleei-
sao das ciistas do Radico, e do urna lula nas propras do dono da casa; pedimos por raridade que fara
portas de S. Petersbmao. para elle as quesles de- j entrar esses pobres orphaos no aremio di igreja.
batidas no SI,ir Negro s podem ajuu(ar, ou (irar I """ Adoeceu no llecife no dia 2X p. p. o puilugiiez
PAGINA AVULSA.
lVJimos ao Rvnu
.'
"I Sr. padre vigaro de S.
I Jos, que se dirija a ra Direila a loja do sobrado
poaca cousa a forrea da Kussia como potencio euro-
pea. Espera que a paz lao pouco dispendiosa paca
sua dignidade occasiouar olerino da allianra analo-
ir.iiirc/a, que a Kussia vera' enlo todos os seus al-
liados se approximaram della. Eis ah quaes sao as
paixes, quaes sao os preconecitos que se sgitlffl cm
Ionio da resolurao, que acaba de lomar o czar A-
lexandrc II.....
Antonio Jos Ferreira morador na ra do Encan-
tamento ; nlguera dirijio-se a casa do Sr. vigario
pata r ou mandar mdiislrar ao eufermo os
Sacramentos da codOmIO e exlrcma ansio ele.
De dentro Ihe respouderam.
O Sr. padre esla dormdido. Felizmente oen-
carregado de procurar os ltimos so-rorros espiri-
tual s para u doenlc, enconlruu um Sr. sacerdote.
Agota que a Kussia acceila de li.i.i f as propostas "I"' e'laca acordado, e foi cumprir com um dos
de paz, que Ihe fez i Austria, ou que lenha a iu-
tenco ncculla de illudir as patencias occidenlaes,
o que he cerlo be que ella coulinua sempre os seus
armamentos.
Kevrl, Riga, a oulras pracas do litoral ilo Ijalvo
receben! balaras, que pdenlo medir-se com a arti-
lharia das naos ada las. O sabio eiigenheiro Jaco-
bi, que o enverno russo empreaou em seus servicias,
e cuja iuveiirao das machiuasinfernaessubma-
ritthas, a nao ler falhado na sua explosilo de debaixu
da nao ExmMtk, occasionariaem jodio passado a
moi te do almirante inglez Seymour, foi, depois de
varios mezes, cucarregado pelo grao duque Cons-
taiiliuo da dereccao dos trabadlos na fundiees m-
periaes, dondesaem quolidiaiamenlc noias pecas
Irincbciras e de astedio.
Emprcgouse ueslas opcrares uma qnantidade de
auligas peras do hronze, tornadas inuteis, depois
que,i arle c a sciencia tem permitlido fazer admira-
veis progressos na fabricarao das marluuas destruc
layas. Os novos preparativos de defeza se orgaui-
sam rm loda a cxlencao do paiz e:n una escala for-
midaiel, que posiam resistir ans meios eitraorduia-
rios de ataque, que os alliados eslao preparando pe i
desua parle.
Crr-se geraluientc em Kevel e em Riaa no de-
sembargue nas provincias do Itlico, assim que
este mar permillir a respectiva naveuarlo,do uinnu-
meroso aiercilo malo Irance/.que naneara' simol-
laneaineuoe de ambo oslados do iiolfo,.se por ven-
lora as conferencias uso foram bem soccedidas.l
Keslas paraaens muilos milhares le homeni
das milicias nacionaes da primeira leva leem o seu i eslim
uovo armamento actualmente completo. j t ore,
O Neia se v enllocado sob mu aran le numero inicio
de balera! em uma arande parte do son curso. As
lorlicanics, desde Ohauenbaiiii al S. Petersburgo
de um lado, e de Lemos al a Capital do oulro lado,
Miau cuberas de niorleiros da um enorme calibre.
(.. i/.
leveres mais sagradus do lingido do Senlior, qual i assadu. Semprc lizemo juizo mu lavoravrl a re.-
1 .In ,i,i,..,rr.,r >,., r,,v,n>n ^An, ,. >. 1 ..i.... f unlal I ....
o do sorcorrer ao prximo com o alimento espiri
tuil nas horas de sua agona suprema.
Como io traquinas.'! Senliores empre-
gado de certa repartirn por bondade nao ahan-
donem suascadeiras quando o seu chefe n.lo esliver
prsenle; facao islo anles quando elle esliver ah
que traquinas!
Recebemos uma cirla da Capooga responsabi-
lisada, emque o Sr. commandanle do destacamento
be censurado bastante a respeilo do que Smc. nao
ignora.
O Sr. fiscal da freguezia de San Jos, lance as
suas vislas para a casa u. 12. da ra do Padre Flo-
riano, que no quintal desta rasa existe um lellieuo.
peito desse nosso ulico e experimentado meiliro,
mas comooSr. Joaquim Antonio de Sanliaso Lisia,
nao so escreveu o que publicamos, como ale respon-
sabisou-se eniais de uma vez assegurou nos
de sua veraridade, ei porque, com poucas omi>cs
publicamos o que se leu a respeilo do Sr. Dr. IVor-
nedas. Devcriamos fugir de publicar oque enlrn-
diamos que era a bem de lodos, e responsabilisado
por um lioniem como o Sr. I.essa, que o julgamos
com o seu juizo no locar, e uao rarntiroso. princi-
palmente responsabilisando-se ? Parece que esla
relace.10 deve estar absolvida.
lie que o diabo non helio tein romo o pintan),
xaradceemo as maneira- allenciosas rom que sonto*
que he um foco de immndicias, conservaodo-se ahi pelo Sr. commuuicanlc tratados.
mo que para molde um deposito de descomed
mentos, que su rile bastara para infeccionar loda
freguezia de San Jos.
l'm certo inspector de quarleir.lo, nao puden-
do conseguir levar una seuhora para o hospital, vol-
lou cabis-baiio, dizendo entre denles a n.io perd
1(1-0110 rs.'.' lie pena, que tal Ihe acootecesse,
para nio andar vare/ando l.lo ineptamente. O Sr.
A caridadr deve ser um araos. F.sses annoucio
de commisses de beneficencia : quem for pobre
\a buscar recursos lal parle ; rssa candado actual
que su rheaa quando ha um Icilo dr rnfrrmidadr,
e que sabe quando o enfermo lesna OS cadver, he
a fonal menos propria, manea providente r prefi-
na da raridade. Par se acxercei, he misler nao
perder de vista esses pobre-.qoe nm rlassiro porlu-
I.ISI11IA.
I i de fevrreiro.
Depois da minha ultima datada de 8, OCCOrrerim
alauus surressos que paisa i relatar.
No dis II voiou-ie na cmara dds;depuUdoso pro-
jeclo da resposta ao|discurso da corda,papel lio insia-
nificaulr como ja Ihe liz ver. O govorao .leve arando
nisioria, porque Iiavendo apenas unta emenda do de-
subdelegado de San Jos, que va dimillindo esses auez tan appropriadameiile rhamou rnvergonhado;
o mesmo na jhtuilo de prex Miira epidemia com siu
cortejo de calamidades, lio mislcr alten le ao que
deixa de lastimoso opas si militas ic/es um cadver.
N"io queremos fazer um aaCaHa ou um tratado :
vamos ao fado que tullanlo- rm usa, quando pega-
mos da peiina.
Um pobre'liomcm,morador na Campia da Can
Forte, areitou o arriscado anrargo de ser rovriro no
, reiniterio do Arraial para dalu lirar a subsistencia
pedimos- liara ,ua m,mcllli., ramilla. O Jilo da t.auge fol-
niiiioii-o ; e seus onze lilhos. o mais vrllio dos quaes
no lilo da rntermidadr. lem ante rm loda -na
hediondez os trrriveis espectro, da peala r lome "
Vamos despertar, pois a ciimmissao de lneliccn-
eia do Poco, a a -oprrina autoridadr da provincia.
llar de comer a quem (em tome, prnrmr qoe aa-
ab lrniun'liii<. que so querem as inspectoras para se
lerem livresda guarda nacional.
Araba de fallecer fulminado pela maude Ierro
do lerrivelflagelio, que sobreos pesa, o distinti
aderes do !.> batalbao de infantaria, Jos Cirios
de illiveia Franco, llenan.lo entregue a' pobreza
sua infeliz viuva. lsse imhlar sempre mereceu a
le seus collrgas c a alteucao de seus supe-
Nos, quo hem ilo perto roiihecemos o dis-
ornnei commandanledotse rorpo
Ihe que agencie por entre ns senliores oflleiaea, urna
pequea quola para cosa dosdilosa viava ir supe-
rando a ene de lomo c iiuRcsIias em que nos adia-
mos, ludo serve para quem nada lem.
Consta-nos, que o mercado da fariuha na ri-
beira da Boa-Vista, he do Indo das castalias, onde
leem morrillo algamai pessoas, da
diolai estao bem rm ronlarln comas cargas de fa- i deveres, a inuitn roporiosos, e maato aaalm,
nidia. Bssas farinhas slo feitas de pao de pa I \ re.laccao especial da Pagina Peanas anta-
diola..... j doce cordealmenle as lembraaca do idn O Sr. lili lelea ido do Kecile ja viorom.i Al- respoiiileiilr da Paralnba do no-so IHarm r 00%-
xindre Africano, vende carne ao povo* Mala nm
boizinho, que s chega para Irosoa qualroencom- O documento para nrste esrriptorio arcb-
mendinbas, e fecha sua porliuha, e ueiu olha para o | lado.
MUTIOaT^
ILEGIVEL


\

PUJO DE PiMUMIUCO TERC FElRft A DE MRQO 4 |g<6
roa-lhc, que na quadra calamitosa en i|iie infeliz-
mente, se acha, tem dever em lempo algum os enhores medico, e temer 0
cholera. cima porem de ludo esta heos...
-* Tem de ir a prae-a "o dia '' 't" correle duas
rauaslras. com macella em mo estado. Qoem arre-
malar osla ilmaa o que far delta '.' lie claro que
no a deilar.ida poni abaixo.porque eol!dinheiro.
Logo leremos de compra-la. apezar le se adiar era
mo estado, o que nos parece que nilo eel.1 de liai -
mulla com as prcscripces helnicas. Assini, en-
tendemos que, estando esle artigo arruinado, o que
se deve lazer lie inutilisa-lo complelameiile, pois
que do contrario se dar corpo a (inmoralidades que
se pretendem corricir.
Ilonlem espalliou-seo boato deque os enter-
ro iam augmentar de i rejo, em ronsequciicia da
madeira ile piulm vender-e com o excesso de M por
cenio, mais caro di que se venda al enlo.
lslo un passa de unisoulio especulativo, pois que
estamos aulorisados a declarar que o Sr. Jo.iquim
J.opes de Aloieida, que ponue nesia cidade o mait
prvido armazeiu dela niadeira, vendendo-a cral-
meole a ihOOijr. a doria, vende-a para os caixGe
*ios par
Al amanh'ia.
morluarios par menos Otlll.
COM.VKC.V DE NAZARETH
BULLETIM UO CHOLERA.
28 de fevereiro.
(sao 8 horas da noile.
1). -. java dar-llio cunta niiiija, mas a aucieda-
de, o a agona de espirito cotn que Ihe escrevo, o
nao consente.
Principio pnr di/.er-lhe que a safra dos morios,
que o cholera vai escrevendo com sita lgida mo
na lapida da elernidade, j aprsenla a somma do
232 victimasAh quanias lagrimas, quanlas
llores nao cncerra cada urna dcsias unidades !
Olanlas existencias novas corladas em llor Falle-
mos a.oia framente, nao quero quo mcu coracao
sangre inda mais. A verba de que cima llie fallo
diz somonte respeilo ao circuito da pequea cidade
de Nazareth ; por fora as destruicoes lem urna escala
desgraciadamente mais larga ainda.
As povoacoes da Alianza, Alagoa do Carro,
Tracunhaem, Vicencia, edelrazda Sena Azul, dis-
trictode S. \ cente, correm o risco Je desappare-
cer da nossa eslatistica.
Nao se [iodo dizer ao corlo o numero das vicli-
luas que a morte tem a-rebatado nesses lugares,
mas ainda dando largos dcsconios as exageracea
creadas pelo pnico, a destiuijio aprsenla a triste
verba nao menos de 300 pessoas. A copia dos
doenles lie innmera. Por ah va fazendo idea do
lerror, que deve lavrar por cssas. ponulacoes, al ho-
je gozando de robustez proprio de sua vida simples
c laboriosa, e agora de improviso assallada pelo
inonsiro do Ganges, Em balde o governo lem et
viado recursos ( simo 1er de dizer-lhe) oseassos,
retardados ; em balde parece ser osquecido o lerr
pelo sentitnento da fraternidade, em balde se leoha
apreseniado devoces sublimes, dignas de mais bem
amparada causa ; lodos estes esforcos balem em
vo contra o peilo do bronzedo cholera.
ODr. delegado anda resistor dando providen-
cias, tornando-se copista de receita, o amanuense
do seu expediente ; as vigilias ja o vio pondo as-
siiu com suas feieoes de cholenco.
Na reparticao medica, depois da policial ( po-
lillo a oulra em primeiro lugar ; porque a polica
agora muilo serve ao caso ) ; na segunda reparticao I
se tem cansado em inuteis esforcos o Dr. SiiinhcO-
1 nio Coititiho, e o esludante Ilermirio ; OS dignos
tmpanheiros Serpa, Neves c Braz, estprt os dous
primeiros j feridos pelo tal 6ixi'nho.rriio nao res-
____poi'a graduaciies, ou profissoes, sendo que o Braz
nia^oiteTraj: o ;eceiias, lanas siio ellas.
Estamos a espera de recursos que forao conced
dos pelo governo, mas ainda nao forao expedidos ;
be forcoso mandar um proprio em busca delles de-
pois de ter por lano lempo esperado a chegada
Emlim ctimpre nao desanimar ; he este o precetto
t que caraclerisa e samilica as devocies.
Di/ia-llie ha pouco que a razoura manejada pelo
^cholera nao poupa condii;os, ou proOssocs,
nao llie dizia senao a verdade, os facullalivos j
comi 2 feridos sobre o leilo, e os ecclesiastiros
lambem j conlo 2 feridos, o padre Amonio, que
o foi apezar da manga de video em que se quera
encolher, e o padre Gttedes por suppur que tinha
corpo de bronze, e contar que podia impunemente
afrontar a intempero da eslacao, acudindo a toda a
liora. e todo o momento aos chamados dos enfer-
mos quo recorrio ao seu sagrado ministerioEste
padre com effeilo he credor de lodos os elogios, bo-
je al mi -mu seus adversarios de oulros lempos nao
cansao em chamar as heneaos do co sobre sua ca-
licca.
O nosso vigario padre Christovao de Hollanda
fez om bem do seu ministerio quanio pormilliao
sua idade. e achaques, foi ferido e fer'ulo mortal-
mente, den hoje a alma pelas 9 horas da manhaa
ao Creador. Coilado nao sei bem se morreii da
molestia, ou da falla da correspondencia do sent-
ment de ternura, que devia ter geradoem alguem,
lico aqui, que o lempo nao he proprio de recrimi-
naces. Em oulros lempos cu poderia contar his-
torias de clculos, d'ambicao, escriplos sobro cor-
pos que nao linhiio sido anda abandonados pola
vida. O lempo um da explicar t.rlos estes mvs-
lerios.
Tambeto infonno-ine ueste momento que esl
mal o Porfirio-, proprielario do engonho Alcaparra,
o pobre homem j perdeu urna filha, lem lijo gian-
. des prejuizos.e mais he que|sua morle,se infelizmen-
te se realisar pude trozer a de outras pessoas ile sua
familia, na qual elle he o objecto de adorajo. No
seu tralamento se lem desvelado o Dr. Sinphronio,
es;otando lodos os recursos da sciencia, e pondo
al em risco a sua propria vida acctidindo a toda a
hora Este moco parece talhado para medico, he
inielligenle, infatigavul, animador para com os en-
l'ennos, e tnoslraqueno conheceo que he miido.
nomcado pelo delegado que foi a It italeiras, p lem
sido inr.insavel, a oda va de porta em porta rom o n-
rargirio dando remedio a uns c consolando a oulros.
ele, etc. (1 Meira nao ha lira lo aira/., tem trabalha-
do bstanle, porque na Alia da N-rra lem liavulo
mallos doenles, he elle o cirursifio.lu- paralquem lo-
dos corren !
Ah! mea amigo, ah por maior que seja a cala-
midade aempre ha recursos, por aqu porem lado alo
dillirul lados, ate inesmo porque cin reara a ca|iital
nanea he prediga para com o centro, que lie qiiem
Ihe da vida e ansenlo he urna lilli i ingrata e des-
couhecida, que no passo que se veste de lustrosas
salla*, sii llie concede urossas e mesquinlias roupas !!
1 limito nio he' lae inlaUivel romo a principio
pensei, he un bom remedio, applicado por man que
sabe, como oulros muilos, he imprjlicuo coino lo-
dos sao. par i o rhulrra com n renladciro cholera.
(.liando > molestia, sil- compadre, n.io vem com ca-
ra de nuilar, a lineo serve maito.ateamphora homo-
dieampulo precioso, a homeopalhia eicelleulc. etc.,
ele, etc. nao fallo irnicamente.) Todava iAo*e
deve r-murecer ; is remedios applicados a lempo, e
com pertinacia lem frito milagree. A ipecacuanha
no principio mullo lem aproveitado nos vmitos o
diarrlioa. O vealrum para alalliar e-la lia sido da
grande vanl igem. (I liman nao deixa de ser remedio
importante, com tintura de rampliora Iralei a dous
de nimba familia, a iio.r l
l'icao em Iratainenlo l!l c convalescendo 11 : to-
la! 3o.
Heos nuarde a V. .s. Hospital provisoria no
arsenal de-1tiacnha I de marcoo de Is'iti.lllm.
Sr. Ilr. define do vi Percira, presidente interino da
coinuiis-jo de hvnieic publica Jnai/uim Jo ies ile Albuqturqut, cntrenlo do heapilal.
Relacodas pessoa que falleceram do cholera-mor-
Ims e feram sepultadas no remilerio puldico das
(i lloras da (arde do da i~, as (i da larde do da 2S
de levereiro de 1856.
f.icres.
Numero 7.'> Joanna Marta do Sacramenln, l'er-
namliuco, ."K) anuos, solteira, parda, S. Jos em
cata.
dem iTti.1 anuario CandidoEaienio, l'ernamhuco.
Jti aiiinis, solleiro, prclo, S. Jos, eio ca>i.
dem h Denla Maria, l'ernainhuro, 75 anuos,
viuva, parda. S. Jos, em casa,
dem iTPaulina Maria dan Dores, l'ernamhuco,
I i anuos, solteira, parda, S. Jos, exposla, em
casa.
dem T'.lGermano, Pernambneo, i anuos, pretn,
S. Jos, em casa.Prelo Manuel.
dem silCaetana Mana da Conceicao, I'crnamha-
rn, :iil aniiiis, prela, S. Jos, em casa.
dem 181Anua Thereza de Jess, l'eruamliucn, auno-, viuva.'parda. S. Jos, em casa.
: cmica vale muilo para as dem 82-Cosmode Soura, Pernambuco, :l annos,
s i, r m ,",;' "","'"'; poecm na" loi ",ossivcl! '""" P". s- Jm. em o,.,.
e Tue .' t'".'"T? ,fMl,e,"i" a "; Won. irSV-Maria l.ua da Silva. I'ernamliuco. 80
ma ,' rs's1,. l "' "1'" "' '"'"S |,rcjui'0s *""* ""-" fre"- S- o, casa.
i n 'i '*, '" ,dem ii-l^oim Itiliein, Soares. Piauliv. J| ,.
feri.l i.T. h V '""VP!"1"- Opreeod nos, solleiro, branca, Boa-ViaU, esludante, em
larmli.i e do imlliu nao lem subjdn, lemos falla de caa.
*aStlmm^^B^eL??,,,l" ,,eiUaue "em l85-*ia Benedicta, frica, IH annos, prc-
chega algoma remeses voa go. Ia, Boa-Yisla, em ras,.
illu dos3!", "",0 """ ,,eminl,a P'l"i Weni .SIi-Joa,. I',re,ra de Almei la, Ceara, l an-
r Tn '"'""a ,"'"'S"- |,C| 'nm, "'' ""'lo- ""-Vista. llQ.pil.l da Aurora,
lrn o J\ r"",q"C vao '"ando adianle a Idcn S7-Manoel Joaqun, Soares, Para. 1\ anuos,
l,il?r, 0!^ ",' "' q"e ,0"'ar"" ""r" se,,si s"'"''r I'"''". Iloa-Visla, soldado do 9. balall.ao,
nombro. Oome tula tun-inm i,Himiscuit nle' hospital dos Pires
, pune/- ./iio>ien solleiro, prelo, Boa-Vista, soldado, hospital resi-
llorario lem sido por elle bem comproliendido. I)-
n-lhea que schei mnilo sal no sen fu. .. fu.... fusi-
lando.... Sir compadre, liei dita mais de nina ve/, e
repitire aempre. Vossigneria lie ineantavel, pa-
rece que vive SO cu lando no seu Diario, e no modo
de Ihe dar mais brilho e valor. O seu bem elaborado
rolbetini oriainal a Carleira, que pelos diverso
tssnmplos de que trata em lio limitado eapaco, bem
mosira a variada nstrucaao de >eu autor, a Pagina
Acuha e oulros escriplos sao IrabaJhos que muilo
bonram sua empresa, e levem soa folha a cathego-1 Idm 192Antonio Das, Mriea VI unios casa
na de P, ime.ra no Brasil. O Jornal do Commerci \ prelo, Santo-Antonio em c. 4' '
he bem importante, porem nao -ci se he pelo amor "
menial
dem WlHelena AgOSlinha de Souza, l'ernamhu-
co, 30 annos, solteira, parda, Boa-Vista, hospital
da (.apiinz.
dem 190Tbeodora de Miranda. frica, .V) anuos,
solteua, prela. Itna-Vi-la. em casa.
dem 191Maria Romana. Peroambueo, 10 anuo-,
ca-ada, prela, Santo-Anlnuio, lavadeira, em
casa.
do,
das cotisas de iniulia tena, que don hoje (oda prefe-
rencia ao Diario de i'ernamliuco, arho-lhe o quer
que seja que me agrada mais (Nio se oflen Iam com
isso os senhores Villeneuve c\ C) elle lem anda a
rantagem de dar primeiro aos teasleilores as noti-
cia da Europa, at a posira.. geograptliea desla pro-
vincia he favoravel a sua empresa Quimdo se en-
contrar rom o aniiso que se di^nou de fazer-me
presente" do primeiro volme do repe torio jurdico
do lllm. Sr. Dr. Manoel Caelano Soares, disa que S.
S. me lem confundido com lanas e tamaita pro-
vas de ioi boudade, que ja nao eeho expreetes pa-
a moslrar-lhe ininlii gratidio. Don muilo apreco
oikrla. nao su pelo seu valor Inlrinaeco, como por
er partido de una pessOa que j i mo pude deixar de
erlencer ao numero de meu especiaes amigos.
Adeos, recominende-nie aos collegas de Bananc-
c (jarauiuiis.
!li-
A molestia continua a malar, Em Capoeiras la
eslac.ilii.lo o subdelegado e parle .'U familia. O Sr.
Subdelegado primeiro supplenle, Joan firmino de
Miranda, q.ic lano se ia prestando, ja/, no leilo da
dor lieos o salve. O delegado hoje lomou a deli-
bernrao de prohibir na feira a venda de mingas, ana-
SXCS, melsncisi e nutras fruclss lio prejudiciaes na
presente poca. Em Camin a epidemia esl.i melhor
dentro da villa, onde aind, ha seo casos srave.
All, segundo ama i-arla que Icnho em m:ln.,a inexo-
ravel morte exerceu o seu reaumqHe turra, jiau-
peramqtu labernat. Advocados, lenles, escrivies, i u.
dem 193Manoel l"ilippe, Recite, 2." marinheiro,
hospital provisorio de maana.
dem *9tThereza Maria de Jess, frica, 7(1 au-
no, solteira, prela, S. Jos, hospital de San-
Josc.
dem |95Antonio africano lvre.j frica. Recife.
hospital provisoria de mariuha.
dem 496Manoel da PaixSo, Pernambneo, 51 an-
nos, viuvo, prclo, Saiilo-Anlonio, canoeiro, em
casa.
dem 197Bibiano Jos da Silva, Pernambuco, 21
annos, lolteiro, pardo, Recife, hospital provisorio
de mariuha.
dem 198Francisco Antonio Bibeiro, Pernambuco,
lil anuos, viuvo, Saiito-Anionio, almucreve, em
casa.
dem i99Anglica Rosada Crnz,69 annos, Recife,
em casa.
dem 500Maria Anglica Ferreira, llha Per-
nainbuc i, 7 anuos. S. Jos, em casa,
dem 301Clara Maria de Ollveira, Pernambuco,
id anuos, viuva, branca, Recife, em casa,
dem 302I.uiza do Espirito Santo, frica, 26 an -
no, solteira, prela, Boa-Vi-la, quilandeira, em
casa,
dem .*k>> Rutina, 39
casa.
Idem.iOi Manuel JosOlimico. Pernambuco, 1 i
annos, solleiro, branca, Santo-Antonio, em casa,
dem .i>Aun Joaquina de Albuqucrque l.acerda,
Pernambuco, til anuos, solteira, branca, Boa-Vis-
anuos, prela, Recife. em
proprielario, ludo gemeu sli seo tcrrivel cutello.
A nudaiie.i de lempo, um sol que appareccu de-
peis de ro pmsas chavas auamenlon a molestia, s
de dentro da ra fnram-se i ebegou a 10 o nume-
ro do morios.
-18-
.Mais iima vila preciosa, mais nina familia entre-
gue a viuvo/. e a orphandade !
0 Ib. Manoel Rodrigues Piuheiroj.i alo existe !
deu boje alma e vida ao Creador depois de ser tiesta
villa por mais de dous me/es o medico de todos,
depois desaliar a tantos, cliegon-lhe a ana vei!:
sua iucou'oiave espoza e Dlhos ahi Ocam reduzidoa
miseria!! Servio mais de sele anuos o tusar de
pro
. ide
Comprar nina etereva para o servir, e qne n3o dei-
xa lelrez a seu lilhos o pao para o dia d'amanbjla! |
Porem, S. M. o Imperador, cujo coracao sempre se
lem manifestado por actos de boudade, nao deixar
por rcrl.-i no esqoecimcnlo a pobre e honesta fami-
lia do Sr. Dr. Pinheiro, do homem que nao lendo
idirisarno algoma, minea pode ver ninrrcr iiinguem
"ii aban lonu !! quandn o* pro|>rios p s e irmitos
fuuiamdo .lia e viceversa, la ia o Dr. Piuheiro as-
IstiMhe a cabeccira cdar-lheus ltimos consolos 1!
a o Dr. nao era m>dico, era apenas iinu alma bem-
faieja e coridoss !!'.-..
Ali mcu amigo, hoje ja nAo temos queni Je mis
" .iba <> ; jcn i .i .. fj l,i_-tl ii
promotor ngsla comarca, e a prova de que semp
foi honrad" he que durante esse lempo nunca pr:
dem 5i6 AfTonso, ( Africano lvre ), frica,
32 anuos, prelo, liecife. Hospital de Marinha'
a
par-
0 Dr. Araujo Lima esls c:n Caruar, o Paes foi
para i'imenleiras; e nos estamos sos, nem ao me-
nos nos assislirs daqui em diente o nosso amigo
que a qialqu r hora dn da e di noile no acuda !
que nunca se enladoii !
Eu. qne |hs eston escrevendo esla, nao sei se o
p i lerei fazer no dia seguinle, porque o cholera esla
Intenso uno ja Ihe disse, deilamo-nos cheios de vi-
da e calor, e ao acordronos, respiramos o solado
fri da morlo. Nanea; Ihe diese, porem he forense
Confessar ; lenbo lambein mulher c lilhes, e queni
sabe so nao ler.o de participar da snrte dos do Dr.
Pinheiro!!! Alta Slinf adida Dei......
Al oulra ve/, e se as-im
lade.
approuver a divina von-
lu rcijuriicr.
Idrw.
KSPAKTigAO DA POLICA.
Parle do da 3 de marro.
Illm.'eBxm. Sr.Levo aV couhecimeiilo de V.
EXC. que das dillercnle parlicipaccs houlcm e
boje reeebhlas nesla repartirn, consta que se de-
rain as segninles ocrurrenciss :
Foram prfesos: pela snbelegaeia da fregnexia do
in, Wllllain Paleraon, l'eler Beirs, e o porloguez
Jo- llias, lodos por briga,
E pela snbdelegacia da fregaeziade Sanio Anto-
nio, Maximino Jo* de Barros, pnr crime de rapto.
UeOS guarde a V. Etc. Secretaria da polica de
Pernambuco :l de marro de 1836.lllm. e E\m.
Sr. o inselheiro Jos liento da Caoba c Figaelredv,
presidente da provincia.O chefe de polica. Lu;
Corlo' de l'aica Teixeira.
Mas, meu amigo, que val ludo slo ? sao nnpo-. Recile, os iuelezea James Pendezgass, Malheus Ans-
enles os esforcos da humanidade que se quebro
ante um poder mais forle, o de Dos, cujas mise-
ricordias peco para mirar e para todos os meus jr-
niaos em Clttisio.
Dos meouca, e os alijos digao amen.
[Carla particular, i
1\ S.
O alferes Capisirano, que na ultima nuticiei
eslar ferido do mal, agora teuho o prazer de com-
luiiiiicar-llie que o tiro, que recebeu nao foi de
tosa- Est esubelecidn, e j auxiliando o seu
rompanheiro delegadorO padre Antonio j esui de
po o padre Guodes fazendo ensaiospara por-se
na rua,accudindo a todo o mundo at quo caa de
novo, o que nao duvido : porque j cotilieco a de-
vocao 'doli pelo seu minisleiio.
Tambera de Go'unue recebemos noticias nosto
momento, all tem havido copia de doenles, mas
fclizmenlo grande he o numero dos que lm sido
salvos, nao succodendo o inesmo em Goianninha,
e N. Sctihora do O'.dizctn quo por falla de recur-
sos, e seaccrescentn que o numero dos morios nes-
ses dous lugares j orea por 150.
De lguarass vimos nina caria que d como
monas 12 pessoas nos engenhos Caienua, Pagilin-
ga e Miissupinlio.
Sao 9 horas da noile.
COMARCA DO BONITO.
15 de fevereiro.
(I cholera na villa a modo que vai declinando, pe-
lo menos a polica ja nao be Uto importunada para
mandar enterrar os corpos, e ngo snecedis assini na
semana que patSOO, mas ainda se morro muilo !
Km Cspoeiraa, Bezerros a Grvala esta a moftanda-
de em seu ange. Aqu al hoalem exceda a Iiio
numero dos fallecido*', e em Be/erros s no ultimo
domingo fnram cp illa los 2i!! e ao lodo anda por
mai de 130.
(Is que sao bem Ir.lados escapan! mais; a maior
parle perece por falla Je resguardo. Nanea linda
vislo rholerico como um que cabio,ha Ir (lias, rom
a lerrivel molestia, tinha cambras homveis, quo
rnnlracces que razia Ananias foi de corlo fulmi-
na.lo pelo Cholera < I liomom eslava na suarda da
cadeia, e apenas morrea es eompaoheiros fnglram,
Gcaram uns Ires. Depois que grasaou a nolicia. ja
uo foi poseivel ae inspeclor conseguir gente, apezar
da ponlualidade com que fm pelo rieleaado paga a
que vem al eulAu. Alin.il pot tiintosoue laboren
chegaram un. vito guardasnecluiiae que esiao vi-
giando a cadeia, a qual esleve dous dias e duas imi-
lesentregua a Providencia, em um p de pessoa, ci pni
ehuvia a cantares, a moilaiidade era erescida, nao rail
se encentrava ningnem nem para oarregar os corpos,
ojuanlo mais para vigiar presos. A miarla nacional
n> se apresenlava, os que eslavam de gnarda adoe-
reram. Multa ve/es o proprio delegado sabia a fa-
zer nolilicaroe ; os preso ae conliveram nao o pe-
las
SDUiri.o o-: ^critautico.
Noticia de Coianna, em dala de 211 do passado,
annuuciam que a morlalidadc ale aqaelle dia ja
ehrcavj ao numero de :IS, codos accommetlidus a
too.
Secundo noticias de Serinhiem, lambem em data
de 211 de fevereiro, a epidemia se ia desenvolvendo
con) mais intensidade, lauto naqnella loealida'de, co-
mf na Birra, Ja-sin, Palma, Alijo, ele; mas feliz-
mente a inortalidade era ponen uum?rosa.
-----6*bSB*4"*
Sabemos que S. Exc. se diraio utlicialmente a di-
versos seuliores deengenho, afim de que maudassem
para o consumo da capital o gado que podessem al-
cancar, garautindo-lbes um preco razoavel ; e hon-
tcm levercspesle dojoiz de direito de Goiauna { a
qoem linba alBeiado, assim como ao subdelegado do
Podras de Poga I de qoc o Sr. major Jos bazar de
Albuqucrque se encarrecara de mandar o cado que
oblivesse pelos .-.rredore de Pedras de Pego, e ti-
nha ordenado aos seus vaqueirns para fazerem de-
rcr aado, alm de r mandando para a capital aos
mauoles de r.em cabera*.
Ilonlem lornou a amelar aojis de direito para
da, leda a pressa possivel a este negocio, e autorisou
ao coronel Anlonio Francisco para ir dando o di-
nheiro necessarto, com lano que nao baja ;i meno
demora.
Somos de opiniilo que em Clrcumstaneias excep-
cin i'-, rom > san as actuaes, a medidas fories e
energica slo as que devem ser empregadas para
Corriglr abasos e reme liar os males. Portento es-
temos decididos a sustentar qualquer arbitrio da au-
loridadc. que leiiha pnr lim lirar-nns da triste situa-
do em que nos adiamos.
m casa.
dem 306Jos Cyprisno, Pernambuco, 20 annos,
pardo. Recife, em casa.
dem 307Bernardina Mara da Conceicgo, Per-
nambuco, It), annos, solteira, prela. Roa-Vi(a, em
casa.
dem 50BMarta Magdalena das Virgens, Pernam-
buco, :i", auno-, pard, Recile, em casa.
dem 309Maria da Silva Uulmaraes, Pernambuco,
/ anaios, branca, Boa-Visla, em casa.
dem ">I0 Francisco do Rosario Matoso, solleiro,
pann, S Josii, em rasa.
dem..11 Joaqun) da.Cosla, l'orlugal, 30 annos,
solleiro. braneo. Recite, em casa.
dem 31aFrancisco da Costa Kibeiro, frica, ii)
anuos, casado, prelo, S. Jos, hospital de San-
Jos.
dem 513Hita Francisca, Pernambuco, 110 annos,
viuva, parda, S. Jo, hospital de S. Jos.
Idein.'.liAnaslacio Antonio Serdeira.Pcrnamhurn,
16anuos, casado, pardo, Sanio Antonio, -apalei-
ru, em casa,
dem 315Francisco, Pernambuco, :| anuos, pardo,
Boa-Vista, em casa.
dem ."illiJos de l.lma tinlus d'Aiov..|(,. Marein,
30 anuo, solleiro, ^. Jos, hospital de S. Jos,
ldcrn ">ITIncncnilo, ;l'iriniuo, Pernambuco, 2
annos e meto, pardo, S. Jos, em casa.
dem :>ISRoa Maria do l.ivramenlo, Pernambuco,
30 anuos, solteira, prela, S. Joe. em casa.
dem ."l'.l Jeroiiyino da Cola (jomes. Peruambu-
*o, :W annos, prelo S. Jos, em casa,
dem 02UMarihuana Maria d'Assumpe'io.Pernam-
huco, 35 annos, parda. Recife, m casa,
dem 021Francisco Pedro das Chagas, Pernambu-
co, 30 anuos, casado, pardo, S. Jos em case.
Prelo Manoel.
dem 022 Eslevilo Kodrisun, Pernambuco, 2,0
annos, solleiro, pardo, Santo-Antonio, em casa.
[dem 5-23Joaquina, Pernambuco, :U annos, Reci-
fe, em casa.
dem 321Especiosa de Joans, Pernambuco. 36 so-
no, solteira, branca, S. Jos, em casa,
dem 020Elisiarin Pinto dos Sanios, Espirito-San-
to, :ll) auno, solleiro, pardo, Bna-Visla, soldado,
hospital relmenla!,
dem 526Isabel Maria da Conceiro, Pernambuco,
auno meto, parda. Boa-Vista, m casa,
dem 027Rosa Maria da Conceicao, frica, 00an-
uos, viuva, prela, Santo Antonio, em casa.
dem 528Severioa Maria da Soledade, Pernambu-
co, 00 annos, parda, Boa-Visla, em casa.
dem 02!)Maria Arcanja dos Santos, Pernambuco,
3S anuos, viuva, preta, Recife, em caa.
dem 5.1(1Jos Fernandes, J'urlugal, 70 anuos, sol-
leiro, Recife, em casa.
dem 031Auna Joaquina dos Pra/.ercs, Pernambu-
co, rasada, parda, S. Jos, em casa,
dem 012i.alharina, Pernambuco, J:i anuos, prela,
S. Joto, em casa.
IdeirtOllMaria, Pernambuco, 2 mezes, parda,
Boa-Vista, em casa.
lacraros.
Numero 20i Maria, l'arahiba, 0.0 anuo-, Sanio
Antonio, em casa,
dem 200 Joanna, Pernambuco, 26 anuos, Sanio
Antonio, em casa.
dem 256 Joan, frica, solleiro, H0 anuos, Santo
Antonio, em rasa,
dem 207 Castao, frica, solte'uo, III annos,
Sanio Antonio, em casa.
dem 258 Joaquina, frica, 00 annos, solleiro,
Santo Antonio, em casa,
dem 259 Jos. frica, ti anuos, solleiro, S.
Jos, em casa,
dem 260 Sleoslo, frica, 12 anuos, solleiro,
Boa riela, em casa.
,,lcm ""' >!flnil' frica, 23 auno, solteira,
' Santo Antonio, em casa.
llli.n-('2 l.uiz, Pernambuco, 12anuos, solleiro,
"'a Vista, em casa,
dem Me, Joao, 28 annos, Santo Anlonio, em
rasa.
dem 2(>i Agoslinha. Pernambuco, 8 anuos,
Santo Antonio, em casa,
dem 265 Pedro frica, 70 anuos, solleiro, San-
to Antonio, em casa.
dem 2lli Antonio, frica, .VI anuos, Recite, em
CSSB.
dem 2117 Joao, frica, Recife, em casa.
dem 268 tirara, frica, 03 anuos, solleiro,
Boa \ isla, em casa.
Jos, em casa.
nos, Boa Visto,
em casa.
dem 271 Domingos
Boa Vista, em casa.
spita
dem ;>4( Cosme, Pernambuco, 1 auno
do, Boa-vista, em casa,
dem 54? Maria da Conceicao Vianna, Per-
nambuco, 50 annos, viuva, parda, S. Jos, em
casa
dem 548 Manoel, Pernambuco, i annos, par-
do, a. Jos, em casa.
dem 519 Manoel .lose" de Amorim, Pernam-
buco, 26 annos, casado, braneo, S. Antonio
em casa. '
dem 550 Antonia Maria do Sacramento, SO
anuos, viuva, branca, Santo Antonio, cm casa
dem 561 Benedicto Pedro Theodoro, Per-
tiamliuco, 40 annos, solleiro, prcto, Santo An-
tonio, emeasa.
dem 55-2 Caetana Maria de Jess, cidade de
Olmda, 70 annos, viuva, pela, Sanio Anto-
nio, em casa.
dem 353-, Anglica Maria do Espirito Sanio,
Pernambuco, 12 anuos, solicira, parda, S. Jo-
s, era casa.
dem 554 Maria Joaquina da Conceicao, Per-
nambuco, 46 annos, viuva, prela, S. .los, Cm
casa.
dem 555 Joao Baptisla de Canlalice, Pernam-
buco, 48 annos, casado, braneo, Recife, hospi-
tal de Marinha.
dem 556 Marcelina do Rosario, Pernambu-
co, 60 annos, viuva, branca, S. Jos, em casa.
dem 537 Vernica Senhorinha da Silva, Per-
nambuco, 41 annos, casada, parda, ISoa-vista,
em casa.
dem 558 Hennque'.a Maria de Barcellos, Per-
nambuco, 12 annos, solteira, parda, S. Jos,
em casa.
dem 559 JosFIorindo C.uimares, Pernam-
buco, 38 annos, soltciro, pardo, Boa-visia, cm
casa.
dem 50 Porfirio, frica; 30 annos, sollei-
ro, prelo, S. Jos, em casa.
dem 561 Thereza de tal, frica, 60 annos,
solteira, prela, S. Jos, em casa.
dem 502 Balitea Mchalo, Pernambuco, 25
annos, solteira, prela, S. Jos, em casa.
dem 563 Helena .Mana da Conceicao, Per-
nambuco, 60 annos, viuva, preta, Boa-vista,
criada, cm casa.
dem 564 Vieenle Pereira de Barros, Pernam-
buco, 45 annos, casado, braneo, S. Jos, en-
fermeiro, hospial do S. Jos.
dem 565 Mara Marlinlia do Coracao de Je-
ss, 80 annos, solteira, prela, Santo Antonio,
em casa.
dem 566 Maria Thereza de Jess, Pernam-
buco, 24 anuos, casada, parda, Recife, em
casa.
dem 567 Thereza de Jess, Purahiba, 60
anuos, viuva, parda, S. Jos, hospital de Sao
Jos.
dem 568 Anna Joaquina, Goianna, 40 an-
nos, solteira, pirda, S. Jos, em casa,
dem 569 Romo, Pernambuco, 6 annos,
pardo, S. Jos, em casa,
dem 570 Anua Joaquina da Conceicao, ilha de
S. Miguel, 50 annos, viuva, branca, Santo
Antonio, cm casa,
dem 571 Marciano Rodrigues Vieira, ilha de
S. Miguel. 44 annos, casado. S. Jos, cm casa,
dem 572 Alberto Maputo doNascimcnto, ilha
de S. Miguel, 30 annos, casado, pardo, Boa-
vista, emeasa.
dem 573 Antonia Francisca da Silva, Per-
nambuco, 60 annos, viuva, brama, Santo An-
tonio; em casa,
dem 57- Maria Francisca, Pernambuco, 30
annos, casada parda, Sanio Antonio, em casa,
dem 57o Caiharina do Monte Lima, Pernam-
buco, 82 annos, solteira, parda, Boa-vista, em
casa,
dem 576 Maria, Pernambuco, 7 mezes, bran-
ca, Santo Antonio, em casa,
dem 577JosBatinga, Pernambuco, 40 an-
nos, pardo, liecife, cm rasa,
dem 578 fcutonio Marlins Alvos, Portugal,
31 annos, l.rarco, Recife, martimo, hospital
de marinha
dem 579 Lui/.a Maria da Conreieao, Pernam-
buco,'60 annos, viuva, Beeife, hospital de ma-
rinha.
dem 580 Francisca Joaquina da Conceicao,
Pernambneo, 60 anuos, viuva, parda, S. Jos
em casa,
dem 58 1 Maria Jos do Monto, Pernambuco,
28 annos, solteira, branca. Boa-vista, costu-
rara, em casa,
dem 582 Anna Theudora, Pernambuco, 50
annos, parda, Boa-vista, emeasa,
dem 583 Pedro Nolasco Carnciro Oliveira,
Pernambuco, 28 annos, solleiro, bramo, Boa-
vista, em casa.
dem 384Thomaz Paulada Rocha, Pernambu-
co, 32 annos, casado, pardo, Santo Antonio,
alfaiale, em casa,
dem 585 Jos Amonio de Moura, Pernam-
buco, 30 annos, solleiro, braneo. Boa-vista,
militar, hospital de marinha.
dem 586 Benedicta da Costa Monleiro, fri-
ca, 40 annos, casada, prela, S.Jos, emeasa.
dem 587Jos do Nascimeulo Marlins FrigUei-
ras, Pernambuco, 3 annos, braneo, S. Jos, em
casa,
dem 588 Antonia Maria da Coneeieaio. Per-
nambuco, 22 anuos, solteira, parda, Boa-visto,
em casa,
dem 5S9 Feliciana Maria da Conceifao, Per-
nambuco, 55 annos, solteira, parda, liecife, em
casa,
dem 500 Domingos Fernandes Souza Ban-
deira, Pernambucii, 80 annos. casado, braneo.
Sanio Amonio, em casa,
dem 591 Maria dos Santos, frica, 40 annos,
solteira, preta, Sanio Amonio, em casa,
dem 592 Anglica Mariana, frica, 78 an-
uos, solteira, prota, Santo Amonio em casa,
dem 503 Jos Thomaz da Silva, Ass, casa-
da, liecife, hospital de marinha.
dem 594 Mara Magdalena Coralito, 45 an-
nos, parda, S. Jos, em casa,
dem 595 Joaqutm Goncalves Lcssa, Pernam-
buco, 50 anuos, pardo. S. Jos, em casa,
dem 596 Albina Maria I.uiza, l'ernamhuco,
solleiro, parda, S. Jos, em casa.
dem 397 Maria Zofeiinado Sacramento, i'er-
. namhiico/f annos, solteira, branca, S. Jos,
om casa.
dem 296 Francisco, 20 annos, Pernambuco,
Boa-vista, cm casa.
dem 297 Vicenria, 50 anuos, Pernambuco,
Boa-vista, cm casa.
IJem 298 I.uiza, 45 annos, Recile, em rasa .
dem 299 Vernica, 20 mezes, Pernambuco,
Santo Amonio, em casa.
dem 300 Alfredo, 6 anuos, Pernambuco, 8
Antonio, em casa.
dem 301 Juvencio, Camos, Pernambuco, em
casa.
dem 302 Thomazia, 36 annos, solleira, Per-
nambuco, Boa-vista, emeasa.
dem 303 Thereza, 34 anuos, Boa-vista, em
casa.
dem 304 Josopha, 22 annos, solleira, Per-
nambuco, Boa-vista, cm casa.
ftetumo da morlalidadc.
Morlalidaile do da 3 at s (i hora da lardelili
llomeus 00 mulheres i:i p*rvulos<.
Total da inortalidade al hoje 1,275.
Ilomens lilll mulheres lil.O prvulos II.
liecife 3 de margo de 1831!.
Aeommlsso deh)ajene publica interina,
Drs. S l'ercira, prndenla.
i irmo Xavier, secretorio.
/. I'og/ji, adjuuclo.
^
^/'OlTCiiVOirOCllcil'u
.S'rs. redactores.Constando ao ahaiio aisnado
que se mandara buscar hnis ao eimenlio Babilonia,
para toccorrimento da pobreza, e que o ejecutores
de um i ->'mel tianh- o lian, serviram-se por isso do
nome de algumas pessoas, sendo urna desle o mesmo
abaixn as>i-nado ; cumprc-lbe protestar contra urna
tal falsidade, declarando que nao laz parle da poli-
ca, nem de commiao alsuma de beneficencia ; e
que quaudo o lzcssc, jamis seria rapaz de mandar
pesar ama callinlu, qoanlo mais bois no engenho
de Sr. akuin, vislo como n.io considera que esleja-
mos no caso do .Saln populi.
Cidade de Nazarelb 28 de feverio de 1H3K.
Jn*i: Faustino M. ''aleo.
Idin 2ti!i Joaquina, I i anuos, S.
dem 271 Feliciana, frica, 20 an
frica, i<> anuos, solleiro,
BULLE1IM 00 CIIOLERA-MOKBUS.
Km data de 2 do corrente no hospital da Boa-
Visla h.ivitm falleiiilol, docnli-s o acliava-se em tra-
touienlo I ; qu into ao do arsenal da marinha abaixo
vo transcriptas as partieipaffies oilieiaei.
lllm. Sr.l'aiiiripi
iiu
promessaa de soltara como por causa de aluuns
de rnnuanea que lia dentro da cadeia. Miaoel Marlins da Funrera, eriouli
Moje relixmenla estilo ;,s cousas melheres, lodo em nes de i lado, natural de Pao .1'All
pe, e os innocentes em boa suarda, e al um que
eslava no hospital, c ouli.......piarlo unto foram
pera dentro; o subdelegados lem mais ou menos
leilo seus devres, e dous inspectores ae tem dislin
Huido, Joaquiui de Moura Torios liallindn da Ana da
de K horas a preta .Maiiaima, esclava da cirursiao
Marque., aqual eslava desengaada la lora, e que
entrara as s limas da niele c fallecer 3 horas de-
prela Maria,escrava de I). Mara Barbea, mo-
radora uaCasa Forle,eonduaida pelo inspeclor do 1.
quarleinln, a-nn como bira coudnzida hoje as llo-
ras da maldiga por Jos "leu les Salga lolaimarAes
efall cera o abir di palila, a parda Francea Ro-
mana, ulleira, maior de lid annna, natural desla
proviuei i; e que enlraram o Africanos livres de no-
me Silverio, Sebaslio, Candido, Narciso e David,
mlleire, aVan-
. lilbo de Tlien-
ooro Martin ,ia Konceca, conduzido por Naiiaozeno
Furlado de alen Inca, e nina mnllicr Conduzids
pelu inspector do 1:1. qoarleirlo, i qual aeba-se sem
falla, por isso nao sabe-so o mime dola, leve alta
Manuel lose, e pasin para a enfermara dos con-
Serra e Jos Baptisla da Barra do Rrachao, este foi! valescenles o Africano livre de nome I eli.v.
dem das sois horas da tarde do dia -2S, as seis ho-
ras da larde do dia to.
Veres.
iNunioro 534 Maria Bosa do Nascimenlo,
Sergip, 50 annos, casada, parda, S. Antonio,
em casa,
dem 535 Manoel Claudino Brilo, Pernam-
buco, 30 annos, solleiro, pardo, S. Jos, em
casa. ( prcto Manoel )..
dem 036 Sabina Teixeira do Nascimento.
Pernambuco, 48 annos, solleira, parda, Recife,
om casa.
dem 537 Maria do Carme da Conceicao, Per-
namhuco, .30 annos, solleira, parda, Becife,
hospital de marinha.
dem 03S Fre Amonio de Santo Elias, Por-
tugal, 36 annos, braneo, Becife, carmelita, em
casa,
fallecer no um dem 339 Amonio Jos lerrcira, ilha de Sao
Miguel, 38 minos, casado, naneo, liecife, cm
tasa.
dem 340 Bomiialda Maria da Conceieo, Ara-
cal), (i anuos, Becifo, em rasa.
dem 3i| AntonioJoaquim deCasiroNutiet,
Peroambueo, 3 mezes, braneo, S. Jos, cm
casa.
dem 542 Auna lilov da Silva, Pernambneo,
60 annos, viuva, parda, S. .los, em casa.
dem 543Manoel (kimes do Nascimento, Per-
nambuco, 21 anuos, usado, pardo, Boa-Visla,
Hospital Portuguoz.
dem 54 Claudina Anglica dn Espirito San-
to. Pernambuco, 32 anuos, solleira, branca, Stio
Jos, um casa.
solleiro, Per-
Pernambuco,
liscravos.
Numero 27-2 Maria, 3 annos, Pernambuco,
Boa-usa, em casa.
dem 273 Isabel, 45 annos, solteira, Africana,
Santo Antonio, em casa.
dem 274 Filippc, S. Jos, em casa.
dem 27.0 Maria, Boa-visla, em casa
dem 276 Joaquina, 24 anuos, solleira, Afri-
cana, Santo Amonio, cm casa.
dem 277 Juo, Becife, hospial de* marinha,
dem 278 Susana, 60 annos, S. Jos, om casa.
dem 279 Malhildes, 30 annos, Pernambuco,
S. Jos, om casa.
dem 880 Balbino, 15 annos. Pernambuco,
Sanio Amonio,|em casa.
dem 281 Amonio, 14 annus, Pernambuco,
Boa-visla, em casa.
dem 282 Honorio, 14 annos,
nambuco, Boa-visla, em casa.
dem 283 Manoel, 50 annos.
Ponte do Ucha, em casa.
dem 281 Francisco, 20 annos, Cear, Boa-
vista, em casa.
dem 285 Luiz, 28 annos, lecife, emeasa.
dem 286 I.uiza, 33 annos, era, asa.
dem 287 Anua Joaquina, 48 anuos, solleira,
Africana, Santo Amonio, emeasa.
dem 288Paula, 20 annos, Pernambuco, San-
io Antonio, cm rasa.
dem 280loanna, 50 anuos, solleira, frica,
Boa-visla, em casa.
dem 200 Joo, 32 anuos, frica, Boa-visla,
emeasa.
dem 201 Vicencia, 50 annos, solleira, fri-
ca, S. Jos, em casa.
dem 202 los, 30 annos, Becife, em casa.
dem 203 Andreza, 17 anuos, solleira, Pcr-
natnbui'o, Boa visto, em casa.
dem 894 Mariana, 30 anuo, frica, liecife,
em casa.
dem 205 Joao Baptisla, 'io annos, casado,
frica, S. Jos, em casa.
.....---" -r-'. .
Sr* redactores.hemos liedlas em seu mui acre-
dilado jornal, urna correspondencia, na qual os
merubro da commissao de soceurros desla fregue/.ia
faiem urna breve expoirn de seus actos ; mas he
ella lito resumida que apenas d urna escaea idea
do nn.iii e>te senhores se lem esmerado no rum-
primento dos deveres que se impuzeram cm benefi-
cio da pnbreza desvaliila ; e como tanta devulac,o,
lano zelo e caridade mo deven, para exemplo de
uniros, licar no olvido ; eu, comquanto me fallen)
as habililaees ntcessarias para salisfazer a este sa-
grado dever, Mforear-me-hei, para mostrar ao mun-
do que uestes lempos de lano egosmo ha anda hu-
men que sabem sachlicar-.se por seus semelhanles.
que nesla poca de tantacalaini lade. e em que mui-
los lem encontrado una mina para suas especle-
nles, ba anda coraees Keneroso, ha anda almas
pas, que se csquecein de si proprios, para ludo sa-
crificaren) humanidade desvalida c solfredora.
l,ogo que a mortfera epidemia, que lao desapie-
dadamente te-n devastado o nosso bello paix, apre-
seutou na nossa vizinhanca fracos indicios dos gran-
des males rom que presentemente nos castiga a Pro-
videncia, o Sr. teneule-coroiiel Manoel Joaquim do
Reg Albuquerqiie, ajudado de seu amigo osSrs.
inajnr Auaclelo Antonio de Moraes, padre Francis-
co do Reg Barros, capilao Francisco Carneiro Ma-
chado Ros Jnior, formaran) entre si urna commis-
sAo para agenciarem Blgomss esmolas Com que po-
dessem soccorrer a pobreza, quando o llagello os ac-
commeltesse, poil que sabiam que estes infelizcs
nem podiam premuuir-se e nem inesmo corobater o
desapiedado iniraigo quaudo elleappareccsse. Cheios
de ardor e humanidade este dignos patriotas, solli-
iv i n i m e cnnsegulram de seus numerosos amigos al-
cuma qiiaulia ; e assin munidos se apresenlaram
ao K\m. Sr. presidente a pedir-lbe a sua coadjuva-
i;ao, o que obliveram ; e nem menos era de esperar.
Nao era porm possivel o poder alteuder com a
presteza que exigiran) a circumslancias a lodos os
ponlos da extensa freguezia ; e para que nao vissem
baldados os seus esforcos, lzeram comroisses filiaes
nos lugares mais povoado, como (iiqui. Barro,
Tigip, Paaeagem e Embiribeira ; ah estabeleceram
bospilaes, munidos do neeessario e promplos a re-
ceberem os infelizes que fossem atacados da epide-
mia ; engajaram enfenneiros que foram distribui-
dos pelos inesmos bospilaes, cujos directores e zela-
dores sao as prnpriascommisses, que lem desenvol-
vido urna aciividadeidigna de lodo o elogio no cun-
primento de seus deveres.
Quaudo eslavam assim dispostas as cousas, quando
estes senhores cheios de religiosa dedicacjto espere*
vam em seus poslos di honra o uimigo que os
ameacava, urna grande falla era anda sentida ; e
para saufteae-la ...... .;,.. iledicacilo. nem os nietos
de que podiam dispor eram sunicieiite ; reao ralla,
esse desidertum para a grande obra, para os ajuda
na grande lula era omedico.
A providencia,porem,quo nunca desampara os des>
validos, e que com mfio prevideulea ludo acode. Iba
envin o Sr. Dr. Jos do llego hapozo. cojoscrvi-
cos c maiiciras jamis poderle esquecer os habitan-
tes desles lugares.
Foi no diil 11 do mez passado que o Sr.'llr. Hapo-
zo se apreseulou a commissao central, para ilc in-
lelligeucia com ella prestar os scennos de sua no-
bre prolissao aos pubresaccommcllidos. iVcsse mes-
uiii dia, no momento mesmo em que rhegou, per-
correu a freguezia, vizilou alguns duenles que j ha-
viam accominellidos. e pelo modo com que se por-
lou. nos den urna nao equivoca idea do quo bavia
de ser, e que na verdade nao lem desmentido. No
dia seguinle vizilou lodos os bospilaes de que eslava
encarregado; fez ncllcs a mudencas que ju'gou ne-
cessarias; munio os enfermeirns de guias pralicas
para o tralamento do cholera ; fez elle mesmo as
applicaces que reclamara o estado dos doenles, pa-
ra com seu exemplo auimar os enfermeiros e mais
pessoas encarregades do tralamento desles. e de en-
lo para ca anda nao vimos esle medico philanlro-
pico e zeloso do cuinprimento de seus deveres, que
nao fosse ti) excrcicio de seu ministerio : niln para
imite e dia ; cosn chuva, com sol, elle apparecc em
lodos o lugares onde a sua preseuca pode ser de al-
guma ulilidade, ora animando odoenle consolando a
familia e concitando os circnm-laules a prestarem-sc,
ora fazendo elle mesmo aquellas applicaces que s
por elle podem ser bem feitas, o al algumas vezes
dislribuindo de seu bolso algum dinheiro par aja-
dar a convalcsceuca dos infelizes que liveram a for-
tuna de escapar as garras do Abulre. Com suas
maiieiras SlTaveia, com seu zelo e aclvidade, porque
nem mesmo iloenle como csteve descansou, lem o
Sr. Dr. Rapuzo oblido de *eus enfermeiros e de In-
das as pessoas que se leem dado ao penoso Irabalho
de tratar aos deentes, urna readjuvaejle enrgica que
muilo tem concurr.lo para os bou resudados que
sa tem oblido nesla freguezia, onde a inortalidade
lem sido bem pouca em reanlo aos atacados.
Merece-nos aqu particular mencao o Sr. teucnlc-
corouel Manoel Joaquim d i Reg c Albuquerque pela
sua inimilavel dedieaejto e pelu desiuleresse |>cssoal
rom que se lom portado : nada tem poupado esto ea-
vallciro a bem da pobreza ; sua casa est sempre I
abarla aos Infelizes ; e uinguem all vai que sollra !
ou precise que nao seja consolado e soccorndo. Sen*
carros, seus cavados 0 seu e-cravo sito boje do pri-
meiro que os precisa para o servico da humanidade
solTredora. Todos os remedios silo preparados cm sua
casa, e he sua digna esposa que disso se eucarrega,
e do ludo o mais que sua escravat debaixo de sua
direccao podem fazer : esla beroina he a primeira a
animar a todos, dando ella mesma o exemplo de de-
dicacao, zelo e amor evanglico, qnalidades estas
lito necesarias na poca actual. Nao esqueccremos
lambem alguns dos inembros das eommbsoea que a
ludo se prestan), e mullas vezes leem lito de m-
dicos e enfermen o-, segundo as exigencias das cir-
cumslancias ; entre estes sobresahem o Srs, Chris-
lovfto de Hollanda, Manoel Correa l-'eilosa e l-ihp-
pe Bollicio Cavalcanii. membros dn commissao do
Barro c Tijipio; Jos tioraonio Paos Brrelo, Jo-i'
Florencio o Rvm. padre Feria, membros da com-
missan do Giqui ; Jo- Marcelliuo Alvos da Fonse-
ca, Joao Ribeiro, membros da rommissilo da Mag-
dalena ; Joao IIax mundo Caminhada commissao, da
Embiribeira, e o Sr. capilao Carneiro Jnior, que
lem sido inransavcl, e o Sr. capillo Fumino Tlieolo-
nio, membros da eoramiaslo dos Afogados.
Eslamos convencidos que estes Srs. nao desani-
maran emquanlo durar a epidemia ; Dos ns ajudc ;
e oxal que a ingralidao inlo seja o premio de seds
servicos.
A' vanle, pois, bravos e dedica los amigos da hu-
manidade, a vaule, que a Divina Providencia ves
retribuir eom mos larga quinto llevis foilo ; e a
posleiidade repelir com respeilo c vencracao vossos
ames illnotres.
3'enh.uu, Sr>. edaclorc, a boudade de inserir
estas-linhas no qne multe obsequiarlo a seu, etc.
.>'. M. II.
EPICEDIO.
A' morte do meu patricio e amigo o
acadmicoJoaquim Ribeiro Soa-
resoffeiecido ao meu patricio ei,
amigoRaymunda Ribeiro Soares.
......ludo pasta ;
A sorlc d'este mundo be mal segura.
{lionzaga.
Filbo do l'iauhy, que Irislc si na
os tramites da vida a mo divina
Te demarcou".'
Seccou-te a seiva dos lloridos anuos,
Rouipesleo sello dos talaes arcanos...
ludo arabou !
Triste... nao : foi, talve, bem venlurosa !
Urna vida no mundo detdilosa
tjue preta lem '.'
E quem sabe o* revez* d'e-le mundo '.'
(Juera penetra o porvirInngee profundo'.'...
Seus malesquem '.'
Tenra bonina do (iorgua umbroso.
J nao te embala ao sopear donoso
Da viraco :
Hoje sem vida !nem o barca amado
lia de mais ver-le, de praicr lianhado :
Cerio que nao.
Co'a mira u'um futoro glorioso,
* Na scieucja vieste, pressuroso,
l.uzes beber :
l'ensava realcar a la vida...
E, quando ella corra mais querida.
Viste-a merrer I
Assim lambem fenece a llor singela
Aos embales da rispida procilla,
Na cerra;Ao ;
Assim tambero murchece a eensitiva.
Se as folbas mimosa sent, esquiva,
Eslranba mao.
Mas aquelle que vio a dor despida
Das galas rio verdor e resequida,
Um ai Ihe deu ;
E, vendo murcha a plaa melindrosa,
I'ergnnta-ltie com vos triste e penosa :
Qoem le olleudeu t
E tu que gemes do irm.io chaio a murlc,
Modera o leo soBrer, o lea transporto... .
Como clirialAo ;
Moderaque o Seulior sera servido
Juntar mais entre os seus um escolhidu :
Tea charo irmo.
J. Coriolano de S. L.
Recife 2!l de fevereiroI85B.
Cborai, patricio meo, onowi fado
E -ol.a uro supirn Iristoroeo.
t.'ue ven lia. no mea peito mol oda*.,
I nir e com meu praalo maguado!
'"., '"*e" virtuoso, na monda
" usiit-, que merere, Iriamphanle
Estar, com a fronte laureada !...
Recebe de um amigo lea constante
I ma lagrima ardenle derramada
V-.le cauto Mo iri.tr o diwanante.
f. de S. Mmrlim:
Recife 2S de fevereiro de I*'*.
SSai'iebiibfia
SnutlarUc* exticas usarlas por diversos potot
do glvbo.
Na Nova Zelandia a saudacSn mais affe-
lunsa para os habitantes, o Showjui he rs-
fregar por muitas vezes o nariz no da pes-
soa, que os vem visitar, ou quo nncorttrSo
Os l.apniiiis tem quasi o mesmo habito
! apollo forlcmentu o nariz sobre o da pessoa
|<|tic saudo. O Utaitianos batem com
i nariz no dessa pessoa por Ircz vezes ditTe-
I rente*. Enlre oulros povos a sauda;o por
ser variada rrSo he menos extravagante.
as ilha l'lnl ppina- loman a rnSo da prs-
soa que cnconlrSo, c esfrc|{So rom ella
o rosto.
V.m algumas ilha visinhas destas, esfre-
o o losto com o p direito da pessoa a
quem qnerum saudar.
Em outras rurvo se pondo as mitos sn-
bre as faces, levantando um pe e dobrando
o joelho.
Nos distric'.os de Sonda loman o pe *>-
querdo da pessoa a quem sandio, e poeea-
no sobre a cabeca.
Na Nova Guie col Ionio folbas sobre a re-
beca daquelles a quem fazem cortezia.
O Ethiope toma o vestido do amigo que
salida unrolii-o em torno de si deisaado-o
quasi un.
Os Japonezcs pos habitantes de Astracn
saudao-se tirando um sapalo.
os habitantes da rosta de Arrice aperto
ira vezes nessa circunstancia o dedo ej
mero.
A prematura moi-tu do meu amigo e
collega Joaquim Rib -tro Soares.
Ilesprendendo da vida ultimo alenlo,
Tua alma para Dous pura mandaste
Qual da rosa, quebrada a frgil hasie ;
A folbas para o ar sacude oveDlo.
As lagrimas de dor e sallrimento,
Qne lana vez no mundo derramaste,
Voando para os ceos, as transformaste
Em lagrimas d'immartat couleulamenlo.
Pouco deve importar ver decahida
Urna flor da grinalda da sciencia.
Ou ver doce esperanca amorlecida.
Se vai ocucolhcr denovo a essencia
D'um justo que trocou biimana vida
Pelos dous da Divina Providencia !...
Alliiii Jnior.
Recife 27 de fevereiro.
Os de Carmene em testemonho de partt-
ular aiteicao abrem aos amigos o sangue. que della sabe, en
tna ile bebida.
for-
pit6tcc5c3 i |>i-Moo.
CABINET DE L'EMPBREUB.
Pelis des I uileries, le :il janvier IKKi.
Monsieur,
L'hvmne dolll vousavez lail bommage l.'Empc-
reur, a ci favorablernent accuiilli par Sa Majesb .
Elle a vi avie plaisir la sympathid que vooi inspi-
Improviso de Altino Jnior, acompa-
nhando ao carro fnebre de Joa-
quim Ribei' v. Soa< es.
Esconde-te, u la bella,
Nesa nuvem de tritlcza,
'jue lica junio i leu lado:
O (e rosto lian revella
Quando geme a iiatineza,
Quando se segu um finado !!
Pode ser que no m menlo,-
Em que texis raios dilluudas
Na superlicie das aguas,
Terrivel preseiitimento
No seio da mai infundas,
lodo corlado demagoas.....
, Quem sabe se (eu claiao,
Qoe alluinia esto scena
Com sua luz scintillanle,
Nlo Ihe parle o coracao;
O seio nao Ih'envruciia ;
FVflo be sella ,>*Mei.aii(i; .' !,...
Esconde-le, o astro amigo,
NSo brilbes, nao brillies mais
Nesle passeio de dor ;
Eis all tcns o jazigo,
(hule de-i-anrain os muran.;
Eis a morada de horror !
Ves aquella sepultura.
Rodeada de cv preste,
He a sua ob que tristeza !
Vai uclla toda a caudura
lio roslo em que resplendcsle
Marchar, perder a belleza......
lujamos, pois, aslro amigo,
Desta inorada de horror,
Que s aus morios he dada ;
Mas vem primeiro comigo
'Verter un pranlo de dor,
O lecer un i grinalda.
Quero depur-lb'.i- na loia
Como indelcvel signal
I)e minlia eterna amizade ;
E nella escreverRepni>a
Cm amigo sem igual
Lamenlai-o, humanidade.
S de fevereiro de 1836.
Unta lagrima dr. samliidc. pnr oc-
caxio da prematura, mortf de
va patricio, amigo e callega
Joaquim Ribeiro -Sitares, ol'e-
reclda a seu mano, meu amigo
e. collcga, Kaymnndo Bliliciro
soares.
Oh morte, u somno leu
Su he somno mais largo :
l'uiein na juveutude,
lie o dnrmi-lo amargo.
{A, llerculuno.
1
Cerno o cedro que nasce vicoso
Embalado pela vlraelo,
T nascesle e cresccsle fruindo
Os primores do nosso serbio.
Cu nascesle, gozando os favonios
Que leus sonhns doiravam d'anior.
Respirando os perfumes do campos
l)e-lrociando dos campos a llor. ,
Knleiado nos bellos eucaulus
Dessa Ierra que vio-nos nascer,
Mal sabias que um dia listante
Deesa Ierra t havias moircr.
Mal sabias rjue o monslro do Ganges,
Teu futnro viria a cortar,
En vaivn lo leu corpo as trevas, ,
Tilo dislanle do len patrio lar.
Que mvslerio* qu'encerra esta viJa! !
.Viuda hoja o mancebo a sorrir !
Moje inesmo cadver na campa !
llojc mesmo sem mais existir !
II
Campa! estes leu. misterios,
Cnnfuudem miaba razie !
QumiIo mais eu pens nelles.
Mais me bale o coracao !
O joven, rheio de vida
Ocenltos sem eompaisio.
(Ib! que misteriooda nrurle!
Contunde ininlia razan !
Choremos, o miiiha patria,
Dcsdilosol'iaulix,
Sempre qne leu esperancaa
Ellas se linam assi!
Choremoshe siua la
Perder lilhos aqui.
Quasi sempre be esip o praalo
Que verles, meu l'iauhy.
E vos, u p.ijs mui saiidosos,
Estes meu ai rerebei,
Pola Indos foram colhldu*,
Daqnelles que II,.- tenle!.
Eu vi sua alma adejando
Junio a iiiiiik eolio eherei !
Ella, miii, deu-me ce caifle, "
Estes meus ais recebei.
Quando os Chmezes cacontr3o-s depois
de tonga scparac5o, lanclo-sc de ioelhos,
e inclinSo troz vejes o rosto para o ctaSo.
ivas provincias tneridionacs da China a
gente cncoiitra-sc dizondo : va/'asf Co-
mcu seu arroz {
Os antigos Hollandexes, rossiderados como
grandes navegaules, enconliavfio-se dizen-
ilo : Uoc irart ase* ? Como voja ?
Agora perguntao: Smankefo cele* ? Te
In ni janl.ir?
Cerimonias de um casamento matvilaanoo.
Um lio mi-in vai buscar o noivo. o qual dei-
xa a porla da babiUclo da noiva, ou em
algum patio exterior. EnlJJo as mueres
collocando urna cortina preta entre si .elle
e leudo urna dellas conduzido en seas Va-
cos a noiva ao logar opposto aquel e. jaj
que,esta u noivo, cntreglo todas a eaU lia-
res, confeitos. e arroz rru, convidando-a
aricar tudo isso trez vezes por cima da cor-
tina sobre a cabeca do noivo, o qual de *na
parle obra da mesma sorte. Terminada es-
ta cerimonia, o noivo passa a sala destinada
aos liomens.
Vem cnto a cerimonia do contrato de
casamento, daoois da qual permilte-se a
noivo laucar utlr olhar furtivo sobro as gra-
cas da espoza, cuja belleza he comparada
a da lua, e qne sem duvida elle contempla
pela primeira vez.
As cinco ou seis horas da tarde do mesmo
dia urna graciosa caturra tendo lixado urna
grinalda de flores sobre a cabeca da noiva
poe esta sobre seus joelhos, e depois assen-
ta-a sobre urna especie de leito ; depois
lendo collocado o esposo no lado opnosto,
e conservando entre elles um pedaco de pa-
o encarnado a manoira de cortina, a mes-
ma caturra que tem tamhcm a ponta de um
longo lio enrama i-, melle esse li i com ana
pouoc xie arroz cru na mo da noiva para
fazol-o laucar por rima da cortina" sobre a
cabeca po esposo. A irma .leste, prenden-
do um anticl de otiroou de praU na extrr-
iiii lado do la, e pondo-lhe cm rima um
pouco de arroz cru, m*tle tudo na mi do
irtno, o qual o lanca lambem por cima na
cortina a noiva. Tendo laucado tres vezo
arroz desta maneira, em quantn canU-ae
um cpithalamio, a caturra convida a noiva
a alastar a cortina. Feito isso, ella manj.i
asscnlarem-sc os dous esposos sobre o lei'->,
mas conservan loa cortina que os senaraain-
da ; depois entrega-so a alguns exercicio* de
sua arto. Rogamlo-lhe ama- ou urina d <
marido que mostr o roslo da noiva ao espo-
so, ella representa que a noiva ecrlipsa a
lua en lieleza, e quo se o pobre hornera a
entrevisse, licaria lonco. Iiepois de duas
ou tres horas passadas assim, poo um peda-
co de assucar candi sohrc a cabeca da noi-
va, convidando ao noivo a tiral-o porania
da cortina cbm a bocea. Kcito isto, eolloca
o mesmo pedaco do assucar sobre os hom-
bros, ioelhos, e pos da noiva ; mas era vez
de tiral-o no ultimo caso eom a hocea, o
noivo propoe f izel-o com a mAo es'querda.
cousa ititeiradamotilc inadmissivel, e que a
caturra nao permitie, embora a eaSee a ir-
m do marido insistiio, oque recei, um
momento a comnanhia. A caturra objecta
que o marido s pode tirar o pedaco do as-
sucar com a mao dircita na talla da bocea,
c levantando a cortina, ello assim o faz.
Enlio a mchala, isto be a caturra, canta,
loma a cabeca da nnix-a,balanca-a trox -
zes para dianlc e para traz, e batanea lam-
bem a do marido; iiepois pondo um espe-
Ilio enlre elle* convida-os a contemplarena-se
ahi. o marido lauca um olhar, e ve as ei-
cer da mulher, a qual ousa apenas abriros
oihos. Da-se entilo a tiober Icite emana
taca ao noivo, o qual aorve meta.le, o da o
resto a esposa,"a qual hehe-o lambem como
o preludio reliz da alTeicao mutua que espe-
rao sera duradoura.

renl la I-raneo el S i Personne, el Elle me charge d'a-
voir riinnnciii' de vons rcinenier.
Reecxez, Monsieur, l'assiirance le ma considra-
lion dislinauce.
I.e Seeretaire ile 1,'Emnerear, l'Jief ilu CablDel,
Moc/ii'trd. Mr. Auiouio Maria O'Cunuell Jersey.
TRADCgAO.
liMIINHIK DO IMl'Elt.MlOII.
Palacio da l'iilhena, :ll de Janeiro te 1836.
O bv nio que V. S. ollereceu ao Imperador, foi
ravoravelmenteacolhhto por S. Macciaiie. Eilcviu
Ciini pra/.er a svmpalhia ipie Ihe inspiram a I-ranea
o a Sua Pessoa, o eiirarrcaa-me de agradecer a V.
S. esta homrnagem.
Receba \'. -. a se^uranca ta consideracao.
O Secretaria do Imperador, Chefe ilo (iabinele,
Mori/iiard.' Ao Sr. Antonio Maria O'Coiinell
Jersev.
Ma-. ,|Ue vale esle meu pranlo,
Esle meo Irislc gemer '.'
Se Heos o qui/he fareaso
Sen decreto ubedecer : "
Morreo inste aqu p'ra Ierra.
Ma vai la nos Ci-os vivar ;
Be debaldeeate meu canto
Ja nao posso mais ueraer.
Josc Manoel deOI'reita.<.
Kecife -JS ilo fevereiro de I8.">ii.
MORTE 00 NEO PATRICIO B AJOGO, O ACA-
nKMICO JOAQLIal RIBEIRO SOARES, OHERECI-
DO AO SEU MANO RAYMUNno RIIIElRt) fOAKES.
Deplora, Pianhy. amargaradOi
A perda de leu lilhu i- -
Que bom '
Pelo rao
?'ria> mister. -Moreu lia pouco o sachn*
13o de urna parochis .le Mevonshire (Ingla-
terra ;, que "iile i-ou durante toda a sua vida
1:000 pessoas; a populaco da villa nio pas-
sa de :l:655 almas.
Casa de lellro.Conta a Independencia fel-
'ja, que um anligo chapeletro construir cm
l'aiis urna casa "de feltro, na qua! empre-
gra :0OO chapeos velhos- EsU casa linba
sala, casa de jan ir. alcova, e um soto ; es
lava collocad sobre um tablado movedico-
podendo Iransporlar-se de um locar para
otitro
0 proprielario tendo sido compellido a pa-
gar a renda da Ierra onde esUbelee%ira a sua
propriedade, foi executado, e cm leil.m ven-
leu-se a casa por 3t-O00 res; por'-m o pro-
prielario agora inlentou urna accio contra
os escrives, por no lerem s-gutdo as dis-
posicOes do cdigo civil, segundo as quae,
na sua opinifio, a propriedade de feliro n.in
podia classiBcar-ae enlre os bens immoveis,
ncn entre os movis; mas como urna espe-
cie neutra, como os barcos, armarles de
pesca, c oulros objectos mova-.li,- ^tasaMpai
pnetario pede 3:1009000 .... -peda- c
dasalos. -
Assim poilcm-se 1ssuir casas de lellro ou
de papclfio.
Crino o i o irinol niu no lar.i.Jennx Lind,
aculebre canlora, appcllidada o rouxinnl-l'o
norte, jurou aos seus deuses, que a franca
ao ouviria a sua voz divina, c o sen canto
angelice). Esta rcsoluciio da grande canto-
ra anda ate lujo nilo ftii desm-nlula ; nem
cm Paris, nem nos departamentos resnou a
voz lio Toiixinol da norte.
Esleve ha pouco Iros semanas em Pan
de passagem para L< ndre, e lao avara .1 i
sua voz se mnstra rom os rraneczes, que
| quasi que nem falln.
O l'arjz, jornal de Paris, conta a scsuinlc
i ancdota, quo diz succedera a celebre can
' lora, nai sua viagem de l'ar.s para Londres
na cu.ade ile onde devia embarcar para lu
glalerra; meio ongcuhoso deque se servi-
rn, uns d.leHanli furiosos par., rorcarcm o
rouxtnol a sollar os seus harmoni...s .-r-
gcios ; eis o caso
.. Jenny Lind partiu de Paris pelo caminbo
de Ierro, e legando a noiteaao porto de cm
harque, ilcuiorou-se ah para descancar
Os grandes arlisla nao \$fm de fali-
gar-se, e a canlora resolveifassar a non.
nessa cidade.
Os ddettanti da cidade soubcram loco ou
chegara Jenny Lin.i; !at lembrararn-se lam-
bem que o rouxinol nao cania nem em Pa-
MUTTUA
ia
.
ILEGIVEL


OIARI S PtRlBUCO T-KCI FE RA DE MARQO DE IS56
ris, nem na provincia ; mas anc isos por ou-
virem esse portonto musical, MSa rainlia da
harmona, comeajarairi a pensar no modo
por que obrieariam o rouxinol a desprender
os seus gorgeios; se o consegiiissein, era um
triumpho para ellos; pois que serian] o*
u ni eos francezes, quosem torem sabido de
Franca, ouvssem a cantora que lanzara urna
excommunhno musical sobre a Franca. O
caso era diflicil; mas anal lentaram um
mcio.
Apenas a cautora comecava a descansar da
jornada, apresentam-se-lhe tres individuos.
Nos seus ademanes, no seu aspecto denun-
ciavam que eram pessoas de importancia
uaquella trra, m delles aproxima-seda
cantora, e diz-lhe em tom spero : Tcnba a
bondadede me entregar o seu passaporte.
Jenny l.ind admirada da descortezo, mas
liel ao seu voto, nao prnnunciou urna s pa-
lavra, e enlregou o passaporte.
O individuo leu e examinou o passaporte
rom a inaior attenco, fa/.eiulo ceos repa-
ros que denotavam alguma desconfianza, e
depois disse em tom irnico e grossoiro :
x.isbcm sabemos que andn cautelosa,
eque a senbora viaja com nome supposto.
Quom juliiaes que eu seja ? perguntou
Jenny Lind, obrigada a descerrar os labios
beiu contra a sua vontade.
Nao pense que nos Hade. Estamos in-
formados de que urna esperlalbona de alta
cathegoria esteve agora em Paris algn
tempo, toubou differentes pessoas. aca-
bando por se apoderar de urna somma con-
sideravel, com a qual pertende fugir para In-
glaterra.
- Entlo julga por ventura?...
Que he a mulher que procuramos ; sim,
senhora, os signaos dessa mulher que nos
foram commumeados, cmdizem inlelramen-
te com os seus. Temos nt'ormaces exac-
tissimas.
A cantora reclama, protesta indignada que
n5o he outra senao.a propri Jenny Lind.
Porm as suas alUrmitivas embac^am em
frente da irnica incredulidade dos suppos-
tos empregados da polica.
Pergun*m;lhe sn pode dar um fiador, se
pode provar a idenlidade da sua pessoa ;
porm Jenny Lind nao conhece pessoa algu-
ma uaquella trra.
Nesse caso, somos obrigados a rclel-a
em custodia.
Ouvindo isto, redfesce a indignacio da
cantora, e novamente protesta que estao en-
gaados, c que be urna barbaridade snii-
Ibante perseguidlo; um dos individuos ob-
serva-lhe Hilo:
Mas, senhora, ha um mcio omito sim-
ples para se descubrir a verdade. iz que
he Jenny Lind, nao he verdade? Pois sendo
assim, nao carece de fiadores, nem de outro
moio para provar a sua deiitidade, senao
mostrar que he realmente urna grande ar-
tista, um talento maravilhoso, urna voz ad-
miravel. Vamos as provas ; eu cnlendo
quanto basta de msica para ser juiz ueste
caso; venhain as provas.
O argumento era de truz, e a cantora
viu-se embarazada sem saber como bavia de
escapar-lhe.
Oh bem o presuma, disse o auctor da
lembranca, ceta confusa e embarazada. Ora
pois dcixe-se de mais desvarios, e de enver-
gouhar um nome illustre.
Que he o meu, senhor.
Basta : he evidente que uao pode dar as
provas que Ihe pedimos para evitar ser reti-
da em custodia : porlanto vamos cumprir as
ordens que recebemos.
Visto que assim he necessario, disse a
cautora, resignada a esta exigencia, ouzam
e julguem.
Depois de um momento de silencio para
tranquillisar a agitagao que nella produzia
especialmente o despeito, comeQou a cantar
a cavatina da norma.
A cantora soltou aquella voz meloJiosa,
nexivel e potente; descobriu lodos os thc-
souros do seu maravilhoso talento musical.
Os tres individuos eslavam extasiados.
Bravo.! he adrairavel he sublime ex-
"'"aSJi os ,rcs a,,e"as Jen'iy Lind acabou.
pessoas- que cstavam n-i!no"saaC,.. cuja porta se abriu, dando entrada aos en-
lliusiasmndos ouvintes do rouxinol.
Jenny Lind qiiaudo os viu entrar conlie-
COU o lazo em que a Dzera cair a sua singe-
lez_ 'artista.
^Perdoai-nos esta maliciasinlia ; descul-
pai-nos a violencia que lizemos a vossa von-
tade. Por muito grande que seja a nossa
falta, nao sentimos bave-la commpttjdo,
tanto foi o prazer que nos causou. Descul-
pa nos o vosso grande nome, e ancia que t*i-
nhainos de ouvir-vos. Melhor que iiin.-iioin
podis comprehender os desvarios do fana-
tismo musical. Sois generosa, sois chari-
lativa, sabei pois que cantaste em beneficio
dos pobres. Cada um de nos 'la com pra-
zer 100 francos pela inapreciavel honra que
nos destes : somos dez, vem a ser 1000 fran-
cos que os pobres lucraran).
Os culpados cstavam tao satsfeitos, pedi-
ain o seu perdao com tanta eloquencia, que
deviam forzosamente alanzal-o. Alcm dis-
so para que servia ao rouxinol o agas-
lar-se "O mal eslava feito. A cantora nao
podia recolheras nolasjque soltara.
Apezar da sua regidez para com o publi-
co francez Jetiny l.ind he mulher despinto, e
indulgente e de uobre coraijao. Perdoou.
Ora e:s aqu como os dilettanti de urna ci-
dade da provincia foram mais felizes que os
parisienses, o ouviram cantar Jenny Lind.
Senlenca como poucas. O tribunal do con-
sistorio de Londres, deu urna senlenca ori-
ginal n'um prcesso que ha pouco decidiu.
Condemnoii o sachristo da capclla protes-
tante de S. Paulo, KnighUs-bridge a tirar do
templo os candelabros doirados e urna cre-
dencia; que eram coisas proprias do rito
uatholico. A sentenza lewou 3 horas a Icr,
e oceupa 6 columnas do Times.
Heury tom merecido maior dedicac-o a
urna parte consideravel dos nossos publicis-
tas, do que os caminhos de ferro e a guerra
do Oriente. Estilo mais no seu elemento.
\s questoes do Imtlon o da triquete sao '.rac-
ladas com mais calore mais prolicicncia
sohretu.lo-.lo que militas de dircito consti-
tucional. Ta I vez. deb'.ixo do um certo as-
pecto, baja mais analoga do que parece
entre estes dois ramos diversos do saber
humano.
N3o faremos programla. O progamma
lie a grande banalidade do nosso seclo
Quem ero anda em programlas, nem pol-
ticos, nem Iliterarios, nesta poca de char-
latanismo? Os programmas valem boje co-
mo os annuncos, que vam nolim desta fo-
lio, c dos mlhes de folios desta grande
arvore, chamada o jornalismo, que cobre o
rauodo inteiro. Todos veodem o melhor e
o mais barato. Todos acharan o \erdadei-
ro elixir para fazer nascer o cabello, o ni-
co metbodo para tirar os denles sem dr, c
os callos sem deixar raiz, o remedia para
curar a cholera, o maravilhoso svstema para
ensinar a escrever em tres liceos, a Icr em
quatro dias, lalim em sete horas, c astrono-
ma e botnica em alguns minutos. Uns
chamam o seu elixir mnemnica^ outros flui-
do transmutativo, outros qoma-antiealina. .ios
nao prometiremos, para nao Calannos, nem
sar.ira yaidade dos authores, nem emendar
os defelos dos artistas, nem regenerar o
inau gosto do publica, quando, no decurso
desta viagem de recreio, lizermos as nossas
exeuisOes, como qualquer vadio 'itteraro,
pelo paiz espohoso da critica, h je uler-
ee ilc todos os avenl(irein>s.
Jaque fallamos em crtica, comecarenios
estas palestras por algumas palavras, a pro-
posito .los Dol Mundo; um drama original
que nos parece merecer maisalgoma cousa
do que esses elogios de reclamo, perante cu-
ja craveira niveladora, tolas as obras sao
primas, e todas as mediocri Ja les talento*.
A critica, entre nos, quasi que n3 i existe.
O que por ah se pavonea com este titulo,
por circu.mstancas especiaes, e sem que in-*
tentemos com estas expressOOS ferr iienhu-
ma susceptibilidade, he, pela maior parte,
urna critica de corrilho. \ nossa litteratura
be anda mais um desenfado do que urna
missao seria ; mais um cnterlenimcnto das
horas vagas, do que urna occupacjlo princi-
pal, e uno carreira publica. As excepces
distiuctascoiilii-inam a rgra. Nao ha aqu
menos engenhos do que em qualquer outra
parle ; ha menos propiciaos as circunstan-
cias, que determinara o mov menta c a
vida liiterana.e criara una r.ida o urna ca
se de homens que se dedican! exclusiva-
mente a esta especialidade. Os poucos ele-
mentos para constituir esla roda, ou esta
clase, ou este mundo, para nos servimos de
urna phrase da moda, tem sido mais ou me-
nos mpnopolisados pela litteratura pohea, a
menos litleraria de totas as litteraturas.
O que querem que corresponda a urna arte
de desenfado, senao urna critica de cortc-
zia ? E como as corezias senao usam, de
ordinario, senao entre pessoas que se co-
nliecem e conviven!, alguno obra, que re-
vele engenh, nascida forado um limitado
gremio, passa inultas vezes inapercebida
por essa critica quasi va'dia, sem domicilio
corto, que vive de Cmprestimo, c quasi por
favor, ora n'um canta quasi obscuro de al-
gumas das loihas ephemeras do penodicis-
mo polit'CO, esmagada entre una graves
quostSo de choreogralia, c urna correspon-
dencia da l.ourmha ponderando a necessi-
lade urgente de demitt- u:n escrivilo de
lazenda, ora as paginas pouco h las de una
revista, que sabe cada semana ou cada mez,
com quatro paginas, urna gravara delcslavel
e a receita para curar as friciras ou extin-
guir os QoracOes.
Conresemos que he diflicil a crtica im-
parcia* enlre carneradas e amigos, lie por
isso que, salvo conos poucos artigos, .le
sincera e verdadeira critica,ressente-se d'a
de ordinario, entie nos, dedois derelUsva-
pilacs : ou do favor ou da lisonja, conforme
parte de cima para baixo ou vice versa,
consideradas as circunstancias intellectuaes,
Asvezes.be uma'cmpiacnci*. Que impor-i difcrdados.'
to a arte ; a ultima he a condico essencial
de lo Ja a obra litleraria, porque o estylo be
a litteratura ; a segunda he a qm constitu;
particularmente o genio do poeta on compo-
sitor dramtico, e he a que liga a poesia o a
litteratura com as artes plsticas, com a es-
tatuaria, esculpindooo lundiudo o vulto das
personagens, com o de-enlio, trazando os
grupos, c un a pintura, distribuindo as co-
res e graduando a luz nos quadros succes-
sivos. lieslas tres qualidades entendemos
que so falta ao autor .los Dais mundos a que
mais fcilmente se adquire, porque nao de-
riva de qcalidades esp ciaes do espirito, co-
mo a rbrea imaginativa e a sagacidade de ob-
aervicSo ; he a correcco e elegancia de es-
tylo. Aqu chega-se pelo estado. As (acui-
dades que dependem da natureza, tem-nas
o autor dos Dous mundos
\ aczao be natural, c pie-ta-se a lodos os
etfeitos dramticos, pelo jogo e contraste de
affectos -vivos e verdaderos Delineada com
intelligcncia, desenvolvere, compI desenlaca-se com verosimilhanca e i.b-rcs-
sc. Os caracteres sao tao verdadeiros, como
os aileclos e as situazoes. Os personagens,
sem representaren! typos extremamente dis-
tinctos, tem feiioes e vida propria, e o que
mais be, apezar das faltas do estylo, fallam
urna linguagem, cujo fundo n3o he a trivi-
liadade, nem urna especio de pedantismo de
sentimento e de pbilosophia, uue donota
nos autores, alias dotados le outras (acuida-
des dramticas, a ausencia deste bom senso
na observacoe no estudo do eoracfo hu-
mano, que da individualidade as obras do
tbeatro.
m hoincm, que as aspiragoes e o talento
ele>arara cima da sua classe, conservando
no fundo do seu carcter os sentimentos de
urna alma o do um aelovacito honesta, porm
esquecendoos um momento,pela paixlio.pc-
l)S estmulos da vida le, pelo contacto :e
um mundo corrompido, a nonto de negar a
sua familia e os seus bemfeitores, he o pr-
meiro personagem do drama e ligaciloqoe
approxuna no inesino quadro o viver tSo di-
verso d.s dois mundos. O mundo honesto
be representado. por urna creatura sympa-
tliica, com o amor casto e severo, c.im a re-
signacao e a modestia, (|uccons:ilue o typo
ide.l da donzella na familia moderna, e por
seu irmao. o operario .simples e probo, t-
mido dianlo 'la mulher a quem ama, com
as maneiras rudos do povo e a delicadeza
do curazao e uobreza .le sentimentos, que
nao silo o luinllo exclusivo de. neiihuma
classe. No outro mun l, sobresaliera tres fi-
guras : a mulher cabida, mas nao de lodo
depravada, que a seduzao e a miseria ln-
gara ra no camiiilio di vicio, na qual, poroin
as libras adormecidas de um corazao, p |.'
milivamaniente" honesto, vibramao contac-
to de um sentimento puro o de urna alma
elevada ; outra mulher e um homcm, que
liguram por diverso modo ni teia do drama,
mascujo typo heomesmo, typo vulgar em
todos os lempos e sociedades, almas sem poe-
sa, nem sentimento, que sacriflcao tndoao
egosmo; caracteres que passao perante a
SOCiedade como honestos ou nao, conform-
Ihesconvm tomar um ou outro destes pa-
pis", a molher, sem lortun, non mooida-
de e belleza, que sao um capital para quem
vi ve no mando, que all se nos representa
vende o seu presumo n'um mister ignobil
e Irahc a todos os que serve, para servir
lodos, c de tolos receber a paga da sua irai-
$30. O hornera, rico e considerado, desco-
.uliece todos os sentimentos generosos, e en-
cobredebaixo de um exterior inexprobavel o
calculo Dio e egosta dos que costumSo tra-
duzr ludo, au o sentimento, om valor c al-
gansmos.
Com estas diversas Ogurae, verdaderas
no seu lodo, e bem deseutiadas nos contor-
nos, se urde a contextura da pega, sem que
os caracteres se desniintam as vari ,das si-
tuazoes. o quadro, sen ser sublime he
convenientemente concebido c completo'; s'
Jbe oltao alguns toques, os do estvlo, para
ser perfeito. '
PALESTRAS L1TTEB \RIAS.
JntroduccoSem'l'ro'irammaX critica entre
nosOs dous mundos.
Tambem o Jornal do Commcrcio ter regu-
larmente o seu folhetira litterario. E por-
q-ue nao ? O commercio nao he inimigo das
letras... exceptuando as do negociante fal-
lido. No desenvolvimenlo dos povos, o
commercio he socio das arles e da littera-
tura, porque he gemeo da efvilisacSo Alhe-
nas, a cidade de Minerva, o povo mais ar-
tstico e mais luterano do- mundo, era um
povo commerciante. Mercurio, um dos seus
deuses da eloquencia, era ao mesmo temno
o Dos do commercio, Perdoemos-lhe por es-
ta dupla missao o emprego monos honroso,
que exercia na corte do grande Jpiter.
Quando as artes e a litteralura renasceram
em Italia, loi Klorencja o seu primeiro berzo.
EFIorenza, a patria do Cimabue, o creador
da pintura moderna, a patria de Dante e de
Miguel Angelo, a patria dos Mediis, os Pe-
ndes da renascenca. era urna cidade de mer-
cadores. Foram os negociantes florentinos
MUCm 'lzeram elevar a catbedral de Santa
Mana das Flores, o grande monumento d>""' a """ sociedade. As mullieres. co
la preconisar um talento, que nao nos pode
lazer sombra .' Oulras vezes assnmelha-se a
urna especulacao. Cantemos louvores a glo-
ria reconhecida, para que nos Ilumine urna
restea de sua aureola.
Mas, complacencia ou lisonja, a critica as-
sim deixa de o ser ; ou disfarca a iuanidade
do pensamento no vico de urna forma luxu-
rante, eonverlcndo a arle de apreciar com
verdade n'uma gymnastica de palavras so-
noras, ou some a analyse no vago di una
generalidade, que revest de apparencias
brillontes a obra mais mediocre. .Mas onde
esla o operador inexoravel, que estende a
obra Iliteraria na mesa de inarmore da ver-
dadeira critica, e a dissecca sera piedade t
N3o existe ; he dillicil existir entre| nos Os
productores litterarios lutam em Portugal
com 13o grandes obstculos, que parecer
brbaro olhar as obras a luz de urna crtica
severa, nao Ibes levar em conta o ambiente
desanunador que as acanha, nSo llics con-
ceder, para assim dizer, direitos protectores
no mercado da critica, para as n3o esmagar
a concurrencia dos mais bem acabos pn-
ductosda industria fora-teira. E todava de-
sojramos um pouco mais de severidade.
Partidarios em ludo da justa liberdade, al
no commercio das letras julgamos prejuli-
cial o syslema de favor e restncejo. A criti-
ca, musiqo'scvera, nao acanha os verdadei-
ros talentos, antes os instiga ; prime sao as pretencoes .la medioeridade; o
que ella anniquila sao as reputazs _de es-
tula, quando as ha, creadas a sombra do fa-
vor e da complacencia.
Os Dota mundos, drama em tres actos pe-
lo Sr. Lcenla, actor di tbeatro do Cvnina-
sio, nao representam o antigo c o novo con-
tinente, o confronto da vello sociedade eu-
ropea com a nova civilisaclo americana, co-
mo alguem poderia julgar pelo titulo. Tam-
bem nSosoo mundo das classes elevadas
o mundo das classes inferiores postos em
parallelo. us dous mundos, que o autor nos
pinta na sua peca, com fidelidad,! e felicida-
de, no colorido e no desenlio, os dous mun-
dos, cujo combate constitue a bem ordena-
da trama de sua composicao, sao dous mun-
dos de outra ordem. He o mundo honesto, o
mundochrisUoda familia o-flo trabalboem
lula coui o mundo da corrupzo e do vicio
esplendido, esse mundo novo, estranbo, f-
ra da le, separado da familia ; esse mundo
que antes viva as trevas e no si!enc:o,
que boje busca a luz da publicidade, pro-
curando disfarzar-se entre rendas carmi-
naos, e conseguindo s provar-nos que to-
das as mullieres sao iguaes perante a mo-
dista ; o mundo, cujas miserias, cujas pre-
tenzes os autores da Dama das cmetinr c
das Mulheree de Harmore, primeiro expoze-
ram ios laboas do palco a couleaiplazao de
um publico.
A sociedade, que nos desenlia o segundo
a co dos dOUS mundos, nao he o que se cba-
K dilllciildaili! nao be invoncivel, mas be
grande. O estvlo ;nl....j..-.-- r-i.. B4|luio e
.. r..uui, porem o do lliealrocoin mais
na, o na nossa lingua com multo mais
*S minas o thesouros do nos-
duas cidades indianas dominando luja a planicie
que se estende a seus ps.
Una deslas ruinas disla 3 millias inglezes (.pa-
si urna legua) ao norte de Sabinal; os indgenas
deram-llieo nome de Cakiu ; a outra est situa-
da a (i millias nglezas de distancia da groja de
Sabinal na ilineeao do norte; Tsak-Pokoma Iba
chamam os indgenas, isto lie, cidade de Poko-
inanos.
Estas .lilas cidades estj situadas sobre duas al-
turas radiosas que se ligam curJilheira de mon-
tanhas cobertas de lorestas de pinlieiros. e eliamada
polos habitantes do paiz Sierra de Tikiram. Estas
monlanlias separam as duas Vera-Paz, isto lie, a al-
ta da baha. 3
k altura sobre a qual se ada a ci.laJe amona-
da dos Poko manos esl situada quasi 1,000 ps
cima da nivel do mar; os terrenos periencema
nina dessas eominunida.les ccdesiaslieas (colrade-
ria) tao coiniiiuns entre os indios. U abliade Bras-
cur-Bourbourg visitn estas ruinas no .lia "I da
maio de 1855, acoinpaiiliado por grande numero
de aldeoes da sua parochia. O solo ao redor deslas
ruinas, be estril o a vegelacao mu escaga.
Ha grande numero de construrgoes n'unicstado
tal de ruina qua mal se veem os alicerces super-
lieio .la ierra ; todava nolaai-se ainda alguns edifi-
cios que esli em p e sulrivel estado do conser-
varlo ; a isso se devo o abbade Brasseur ler visto
urna especie de palacio do comprmanlo de too
ps, e cujas muralhas se elevain sobre um terraple-
no que tem cerca de C ps de altura, e para o qual
conluzem alguns de^ros Na fronleira deste edi-
ficio uota-se urna especie de altar de forma pyrami-
Jal. destinado para os sacrificios tendo 5 pes de al-
tura, com una esea.laria sobre cada um Jos qu.ilro
cantos, dous dos quaes todava sao mais largos qua
os outros. A' roda da pyramida veein-se anda os
restos Je um muro que rodea va este altar. Esla
construezoaclia-se ainda n'um e.lado sofinvel de
conservaQao; as paredossio construidas de lijlos e
argamassa. Durante a suaeteurso, o abbade Bras-
seur vio ainda oulras construceoes seinelliantes to-
das urnas as outras, e as eotistruecoes da outra ci-
dalu arruinada, de que cima fallamos.
A julgar-se pela oxtensao das ruinas, o abbade
Brasseur pensa que a cidade dos l'okomanos pojia
contar 80,000 habitamos. 0 que lia de notavel.he
que se nao descobrirarn em parte alguina nem va-
sos, nem estatuas, era esculpturas.
As ruinas destas duas cidades descobertas pelo
abbade Brasseur, nao ouerecera vostigio alyum des-
so esplendor e dessa dvUisaeao, que se nota as
antigs cidades indianas de Copn, Guirigna, Pa-
lenquee lltmal.
O abbade Bourbourg suppe quo a cidade dos
Pokomanos eslava ainda povoada, quando no un-
dcimo seclo as tribus de Guiclie penelraram em
yera-Paz, econquistaram o Guatemala. Ods-
tmeto arclieolo.^o tambera eolhgio um ceno nume-
ro de granimaticas a outros manuscriplos indianos.
Era bem necessario.
Acaba de se fazer una ulilissima descoberla,
quo nos apressamos a levar ao coiibecmento dos
nossos leitores. Queremos fallar .lo Marometro re-
gulador adoptado para os contadores de gaz. Al
boje efectivamente este instrumento careca de pre-
CSo o quedava lugar a erros prejudiciaes tanto aos
consumidores com s companliias, que nao podiam
pela propria natureza do contador, manter exacta-
mente o nivel normal da a-rua.
Com o marometro, desapparecem todos os in-
convenientes, torua-se impossivel qualquer erro,
porque a sua precisao-e regiilaridade sao laes que,
qualquer com um simples golpe de vista, po.ler
aclmente verificar se o seu contador funeciona
regularmente ou nao. D'ora avante os tnteresses de
todos nao sero lesados, porque estamos cortos que
os consumidores eascompinhias de gaz adoptarao
dentro em pomo a descobena tao engenhosa como
simples, que Ibes assignalamos e que augmentar o
proco do contador que actualmente est om uso.
A abundancia das malarias nao nos permita en-
tra rmos boje em mais ampios desenvolv mentas
.aroMrtro regulado)* em breve rolla-
kV'lft ai;umni.M ^____.
osle assiimplo: acreseeularemos soque
nova arte, a cuja tfifjcazo preceden o'm
#'^nciho de arcbitectos.ecuja cpula admi-
.aveThe-e-Trty^jirima de Bruneleschi, o pri-
meiro architecto, ("ue juitou a arte a scien-
cia. E cntrt ns aani erij'iu o primeiro
templo magnifico tatusa u canto, o nos
enriqueceu com uni Uos pnmeiros llieatros
da Europa, foi urna sociedade de nego-
ciantes.
l-.stabclc.'i.ia assim a ligazao e solidarie-
lade enlre o commercio e a arte, entre o
ideal e o positivo, entie a litteralura e os
poicos cprrentes, assentaremos aqui os nos-
sos arraies. Plantaremos aqu a nossa ten-
da de eampanha, que j campeou em plagas
mais inhspitas, batida pelo sopro das tem-
pestades polticas, e nesta regio pacifica
entreter-iios-hemos com o commercio... das
musas Melpomene e Tbalia disputara a pro
cedencia ; sejam hera vindas. Therpsicore.
a deusa sallitante, quer tambem um lugar
nesle banquete litterario. S se vier servir
a meza. Onde aquellas duas irmaa teem
vcrdadpro culto, s cabe a esla um lugar
que inspira o amor de Fernando da Silva,
nao so all receidas; o que n3o he dizer
que nao haja la outras que valham muil >
menos. Na alta sociedade, como em ludas as
classes, ha virtudes c hunosiidade. Nem
sempre o ouro e as rendas encobrem o pra-
zerea corrupzo. A innocencia p le calzar
meias de seJa e calcar esplendidas alfom-
bras. Ha especies de virtudes e de vicios, de
qualidades e de del'eitos, particulares a cer-
tas classes. Uestes da los pode tirar grande
partido e grandes defeitos o autor dramti-
co, nos nunca por em conflicto pelo lado
morakps duas grandes classes sociacs'o.s
dous mundos dos ricos c dos pobres, se qui-
zer licar no grande mundo da verdade. O
autor dos uous mundos tem demasiados ins-
linctos dramticos, para ler seguido este
falso rumo. Porem ha phrases e inlencOes
na sua obra, que podem induzr, ou tem m-
duzido, ncstcequivoco.o espectador menos
alenlo.
Tres qualidades entendemos nos que sao
. essenciaes ao autor dramtico, para que lo-
iiisignihcaiilc. Curiosa, como mulher, c ja de satisfazor a todas as exigencias da sce-
amig* de boas ceas, como dancanna, logo
quz ser da festa, mal que ouvio fallar em
banquete. V baler a outrawporta, que ha-
de ser mais bem recobda. Nao lhe fallara
porahi fervorosos devotos e grandes doulo-
na moderna, peranle nina critica Ilustrada.
O talento imaginativo, t]te engento a traza
do drama, distribue o sujeito, e delinea as
siluacfies ;|o espirito observador e sagaz,que
sabe piular os affectos, desenliar a sociea-
a
so idioma, esto ainda em parte por explo-
rar para o dialogo de sociedade
O auctor, entro us, tem q.iasi do crear
esta linguagem, em quanlo o francez en-
centra feta o acabada. A iinilago oxagera-
da de Paris, as phrases completa menta cs-
tranlos e adversas a ndole da nossa Iroxua
as incorreCQcs, queprovem desta imitacSo
oslrangeira, impossivel de evitar ale certo
ponto, fazem da linguagem do sociedade um
dialecto mascavado, ineapaz .loso reprodu-
zir n uno obra litleraria. Assim os anclo
res nacionaes bao de navegar boje enlre do-
us escolhos, ou a trivialidade ea incorrec-
o3o, se copiara demasiado ao vivo a socio la-
de na tela dramtica, ou i affectacjto e o
mau gosto, so querem dar colorido ao esty-
lo e as Untas lhe saliera carregadas o mal
distribuidas, o auclor franco/ acha o estv-
lo leilo; o portugaez lo de fizo- o, se quer
que a sua obra liicatral seja ao mesmo lem-
po litleraria. X arte nao noa copia .lana-
tureza. Porque a sociedade falla mal,'nao
se segu que, para quo a representemos ao
vivo, consrvenlos emscona todas as incor-
reocOesda sua linguagem. \ verdade dra-
mtica uo he a realidade natural c pro-
saica da vida positiva. A verdade social de-
ve apparecer na come lia, vasada porem
convenientemente nos moldes da arte, o
estylo da comedia e do drama contempor-
neo deyesor natural e simples, que nao
quer dizer, grosseiro, vulgar o incorrecto
Em Franca mesmo, onde a linguagem da
sociedade he mais, lalvez, do que em ne-
nlium outro paiz correla e litleraria, a co-
media nao a copia servilmente, nos apura-a
c d-lbe as proporces o forma, conformes
a natureza o as exigencias artsticas .Nao
lio all completara inte o tbeatro a hniUcflo
la linguagem elegante e correcta das sthis,
senao o dialogo das salas a imilacSo da ele-
gancia e corroccSo de linguagem, que a for-
Za deseouvir lodosos das nos ineatros e
de se ler era uiilhoes de obras, que andam
por raaos de todos, chega a niocular-se no
Irato e conversa ordinaria da v:.la.
Estas considerazes poderiam levar-nos
longo e airaslai-nos muito do assuinplo, que
pretendemos tocar. Iteputamol-as exactas,
o cromos que se o auclor dos Dous Mundos
se poasuir da douinna, quo deixamos es-
bozada, autos denos aprcseolarurna nova
composicuo dramtica, e conseguir juntar a
elegancia e corrocciJo litleraria as suasapre-
ciaveis faCttldadesde auclor dramtico, pode
yir a oceupar ura lugar distincto na nossa
litleralura.
Saudando a apparicSo deste novo obreiro
do cdihcio, anda nos aliccrces, da nossa re-
gencrazao dramtica, terminaremos esta
nossa primeira palestra Iliteraria..
Silvio,
{ S. do Commercio de Lisboa.
A festa dos rcis em Madrid.
No dia de res, be costuma o re de Hesn anlia
ollcrecer per oeeasiao da missa, tres clices com
ouro, incens e minlia: a rainba Isabel praticoii
esla ceremonia este anuo. Tambem be costuuie,
que o traje que veste oeste acto o re de Hespanha
se entrega ao conde de Rivadeo, cujo titulo hoja
perlenceao duque de llijar. lie urna tradico le
historia dos Henriques. Andando .-, caa ufn dos
Henriques deJBespanha, achou-seein grave pan-
go, salvanJo-oo conde de Rivadeo, ao qual em
premio da sua leaMade conceden el-rei o direilo de
jamar a mesa real no dia de reis, e de receber o tra-
je que nesse dia veste, este direilo era trausnissi-
vel aos seus successores, o ainda boje se conserva.
0M8 cidades indianas.
Om correspondente de Londres dirige Gazt-
la dcAusgburgo, os seguiutes eselareeimenios a
respeNo da descoberla de nina enliga cidade india-
na na America central.
O alibade Brasseur-Bourbourg, conhecido
lelos seus estu.los arclieologicos, acha-se aciual-
inenlo na America central. Alim de poder com
mais facihda.le proseguir os seus trabalhos, alean-
ou ser nomeajo cura eai Babinal, na provincia de
\ era-Paz (Guatemala), e j conssguio fazer algu-
res na se ,cia dos entrechati, e das piruetas, de, e sustentar a verosimilhanca e a lgica
A litteratura danzante prometi vir a occu-1 dos caracteres ; o estylo finalmente. Uessas
par, dentro em pouco, maior esparo na ra-' tres qualidades, a primeira deve ser com-
prensa quolidiana do que a estafada e pobre i mura a lodos os poetas, ou antes a todos os
poltica. A grande.lquestlo da Clavel e da lartistas^nurque sem a imaginazao nao exis-
- algu
mas descobertas inieressanles em malcra deami-
guidados indianas. Babinal esl situado 70 milhas
nglezas (-25 leguas) ao noria dt capital do Gualo-
mala. Uo alto de um viainho nionie, o abbada
Brasseur poude ver, que, sobre una abura destitui-
da de vegelacao, se aneontravan os vestigios de
auorca ou
remos a
julgamos cumprir um dever rceoiniiiendando-.1
mu, ....... i.. mtUCXwBm iiiii.-.iv,..
Caminho de ferro.
As dejpezas lotaes dos caminhos de ferro ingle-
zesduranieo anno de 1854, clevarani-se a Ib.
9,266,205 ou- por ramo do produelo bruto,
que foi de 20,407; 148 Ib. Desperas na Inglater-
ra o na provincia de Galles, libras 7,870;-177, ou
15 por como da receita, que foi I7,Ji3;6ll Ib.
na Escocia, 948,119 Ib., ou 3 por cenlo da re-
eeilaque foi 1,979:327 Ib.; na Irlanda, 387,597
Ib ou it por ccnlo da receita, que foi 831,810
libras.
A cidade de Londres.
A populaeo de Landres chega quasi a 2,500;
mais. Nao lia memoria de que em tempo algum so
liaja aggJomeraJo Unta gente n'uma
Gibbon avalla eml,200;000 almas a popularao de
Boma amiga, na peca do seu maior esplendor; a
deNinivo foi compilada cm 000,000 almas, e o
doutor Medhurst he de opiniao que a popula-
cao de Londres he nulo inferior a 2,000,-fJOO
d'almas. Nos ultimo; dez annos a populacao de
Londres augnientou-s; com 414;772 habitantes jo
que representa 21 po cenro sobre o numero ante-
rior dos seus habitante.
Apezar de ludo quinto se possa dizer acerca da
insalobridade de umareuniao compacta de indivi-
duos em grandes habiaces, as quaes cada andar
reprsenla um fogo, Londres nao pode compa-
rar-so deste pomo, coa a amiga Boma, nem com
a moderna Pars; Gifcondiz que para albergar os
seus I,200;000habitnte5, Roma so possuia......
48,382 casas, o quqnoduz pouco mais ou me-
nos ->a pessoas por eaui casa. Paris tem 43,000
casas para urna populqaode l,053;897 habian-
tes, isto he, 23 pesses por casa. Ora pelo ulti-
mo rerenseamen:o se v,qUe Londres coma 307,72-2
casas habitadas (lm ,e 10,889 deshabitadas, c
4,817 edificios di ems), o que produz urna casa
para 7 2/3 habitan.. Este resultado he muito sa-
lisiatorio; ilemonslr qua com cvccpco de alguns
bairros, a dsirbuicatgeral da populaz'ao, amquan-
to as habihlacoes, he avoravel a saude, c indica
um termo medio basuiu subido de liem estar e de
conforto.
f rucios do pmo prohibido.
Nos campos de Bie e mi ctas localidades de
Champagne, quando nina rapariga eonlrabc ospon-
saos,. servera-lhe do as as suas amigas mais inti-
mas, presididas pof duas jailll1 u hjnor> s- c|
las que lhe vesien os trajes nupoiae, (indo o toi-
let da noiva, as aas reliraiii-se, o o noivu acom-
pauhado pelos parcas d'ambos, vem buscar a sua
finura para a conluzr p,-ram o administrador.
^o 2-2 de maio, a nina Leonia, lilha do Ce-
lestino B... lavrador oslado das vizinhanecs de
Ghateau Thierry, devisjespMar um rapaz da sua
ierra, ora, a rapariga, ijacducacao fra mimosa
em demasa, eslava muda do ideas romanescas;
u uuivo eslava bem lon;de ser o marido que phan-
lasiara, e a ebreniea dldeia refera corla histo-
ria escandalosa de rela^s, .|uasi Occnllas, que li-
iiham existido entre ellb um ele-ante astfangeir
quo passara a asUcao d cacadas por aquellos si-
tios.
Seja.como r LcouK... aceitara o pedido do
aldeao, e na maiihaa ddia em que devaiu ccle-
brar-se os esponsaes, va no mcio das suas ami-
gas, que tinliaiii viudo .ara a vestir conforme o
costuine. Todava, notam as raparigas que em-
quanlo a vestam, parec dominada por una agi-
tcao febril que a coi procurava disfarcar; e
a.lo acabou esta cerjonia, Leonia pareca que
to de sobre o coracao, e
gas, dizendo aquellas que
i se relirassem por algum
cancar: todas annuirain
aos seus dosejos c retirali-sc. Passada nieia ho-
ra, voltaram, mas qualfm loi a sua sorpreza nao
a enconlraudo: debaldloiTuram lodosos cantos a
casa, nao deram com l. Como o jardim liaba
Uma porta de serventa ti sitio mais deserto do
lugar,julgaram que pal teria sabido; e assim
foi, porque houve quj a visse passar com os
seos vestidos nupciaes ira cabriole! em compa-
nhia do eslrangeiro dte resava a chronica. F-
cil he de suppr qual fo espanto geral, c o bor-
boriuliu que houve na ieia; eadaumimaginoue
que melhor lhe pareceu ,nas ningoem soube .pial
fra 0 deslino dos Fugilk.
lia talvcz seis annosbagou ao mesmo lu^ar,
ondeoccorreuo succesiuo narramos, ama po-
bre mulher acoinpanhada por uma rreanca, e que
dizendo eharaar-se Margarida, alugou un misera-
velcasebre perleneonte a um bomem da torra, a
nica industria desta mulher era ir ao campo co-
llier nerval para os liervanarios c morram para os
passarinhos : trisle industria-era esta, de sorte que
ella e seu lilho andavam eobarlos de farrapos, a
miara na maior pobreza. No entrelai.lo a gente
do lugar que ao principio vira com maiis olbOS c
desgracada vir residir naquelle sitio, acabou por
compadecer-seda sua mesquinha son,;; um houve
ate que lhe mandn um punbado de legumes, que
olla rocusoii, dizendo que olla nao pedia nada a
|icssoa alguma ; isto concorrera para oscilar a cu-
riosidado daquelia boa gente que suppunha que
orgulho e mtserta eram duas cousas que se nao
casava ni.
A industria que escomer n desgranada, j de
si lao pouco lucrativa, tem de mais o inconvenien-
te de ser iinpraticavcl no invern quando nava o
chove, desorle que com os fros deste anuo, .Mar
garida e seu lilho tiveram de licar em casa, aque-
cendn-se com lenha j resepiida, ou passando -em
lume; quando veio o degelo sain o rapaz a comr
as liervas, porque a mi j nao poda por estar do-
entc. Antes de lionteni, quando o rapaz rollando
la sua habitual exeursio botnica, entrou no ea-
sebre, rompen em tristes lainentos e chorando com
lana alllireo, que os visinhos se rcsulveram a
entrar na casinhola, onde encontrarara a pobre
mulher mora sobre a enjerga.
As testemunhas desla la-limosa scena afaslaram
rapaz desse tristissimo espectculo, e ira clara ni
do cnterramenlo da mi, prevenindo a auclori-
ilade do que succedera. Mr. Celestino B... ad-
junto do m.iire, apreseiuoii-se 0! mediata mente,
proceden a um inquerito, alim de verificar as cif-
cumstancias que diziam respaila defunla; Kcou
porm muito admirado de encontrar nma carta
que lhe era dirigida. 0 magistrado depois de a
tr li.lo, abracou-ea ao cadver que all eslava, so-
bre a enverga, e com os olhos arrasados de lagri-
mas o beijoii militas vezes na face: a carta lhe li-
zera conhecer na pobre Margarida sua lilha Leo-
nia, a noiva fugitiva. O rapaz foi para casa de
seu avu, o qual o iraeluu rom lano carinho co-
mo se fosse seu lilho.
Emancipado d'um escravo.
No lia 2 de Janeiro perante o lord mairc de
Londres, tere lugar a nova o nteressaute ceri-
monia da emanrpaco d'um escravo. O secre-
tario da sociedade ingleza e oslrangeira, contra a
escravido, declarou que Filippe Bailev era natu-
ral de Marvland (Estados Unidos), e que fura es-
cravo. Hara cinco annos que era servente a
bordo d'um dos navios americanos da carreira de
Liverpool; ueste frrica economisou 200 dola-
les (rs. 1983000), afira de comprara sua liber-
dade ; esta compra foi negociada pelos agentes da
sociedade. O objeclo, do seu requermente, disse
ello, era para que consiasse publicamente que esla-
va emancipado, prevenindo o caso de perder o
documento que o comprova.
O lord inaire declarou que se congratulava por
presidir a esla uteressante coranonia, e manifes-
tou a esperanca de que os ornaes inglczes dariam
publicdado a esio acto.
Bailev lera urna physiononiia iilelligente, o o
seu aspecto indica que era milito superior clanse
a que pertenria.
Populaeo de Paris.
Conforma o annuario da reparlico das lon-
giludea para 1850; houre em Paris, cm 1854,
36:464 nascimentos, sendo 18:3S1 do sexo mas-
culino, e 18:083 do feminino. Dcsles 30:464
nascimentos, heuve 11:717 lilhos naturacs, des-
tes 3:083 foram reconlieci.los, o 8:034 nao o
foram.
Os bitos foram 40:968. Por tanto os bitos
excederam os nascimentos cm 4:504.
Os casamentes foram 11:329.
A populaeo da cidade da Pars he de.....
1,053:262 habitantes.
A populacao total da Franca era do......
35,783:059 almas, fra a Argelia o as colonias.
C e l ms fados ha.
Tojoc abam os dea potaos quo lia
>uurM das nos perseguem, e os estragos que tem
causado, tendo liavido al ahalos de terra. Por
Hespanha ra o mesmo lempo : os estragos sao
grandes, o caminho de ferro de Aranjuez sollreu
grandes dainos, o Tejo e o Jarama innuiidaram
os terrenos circumvisinhos, causando a cheia do
ultimo a perda de duas vidas; o Manzanares tam-
bera saiu do seu leilo, alagando os predios que
lhe licam prximos tendo os habitadlas do fngi-
rcm para os (ciliados das casas. .Madrid esleve por
uns poucos de dias sem receber os correios de al-
gumas provincias: no .lia 7 senliu-se na corona-
lia villa um abalo de terra, pelas quatro horas da
madrugada, cabindo nossa oeeasiao um rartissiino
agoacero. O vento reinante tem sido o sudoeste;
co barmetro continua muito baixo.
(Jornal do Commercio de Lisboa. 1
garrafa
um alqucirc
caada
urna
um
cenlo
Arroz pilad duas arroba
cm casca.........
Azeilc de mamona......
n mcndoliiui c de COCO
" ) de peixc.......
Cacao.............
Atea araras.......
" papagaios.......
Bolachas............
lt>C' Cale hom............
" rcsslnlho..........
com rusia.........
muido...........
Carne wcca..........
Cocos com casca........
Charatas baa.........
" ordinarios......
" i"- tii.i c primor .
Cera .le carnauba.......
em velas.........
Uobre uov m.in d'obra ....
Couros de ln'i salgados.....
verdea...........
cspixa.lo.,.......
de ouca........
cabra eartidoa .
llore de calda.........
> -1.i i <........
scico ..........
ii jalea ,......
Esliina nacional........
ii oslrangeira, mo d'olira
E-|i..nadorcs grandes......
' pequeos.....
Farinha de mandioea.....
ii mili..........
i ii aramia......
Fcijo.............
Fumo lioni .........
ii ordinario..... .
ii em fiilha h...........
" ordinario.....
rcstoll........
Ipecacuanha.........
......n. i............
(jengibre...........
Lenha .le echas grandes ....
ii pequeas.....
i ii ii loros.........
Pranchas de amarella .te 2 colados uma
louro.........
Costado de aroarallo de :15 a id p. de
c. e 2 ,'t a 3 de I.....
ii de ililn usuaes.......
Costadinl.n de dito........ d
Soallio de dilo...........
I-erro de dita...........
Costado de louro.........
Cosa.linlio de dito ...,,,.,
Soalho de dilo........., it
torro de dilo...........
ii cedro.......... v
Toros de latajuba........
Varas de parreira.........
ii agoilbadas........
ii quiris..........
Em obras rodas de sicapira para c
cixos B II )i
Mclai-ii..............
yato
KTIMXI
IjkfJOO
9800
2M0
l!ilKI
59000
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3M0
K^KMI
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IO9OOO
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1 .filil
600
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t.^MMI
llaooo
;lll
;2iiO
140
>27"
I 1-000
t-2ll
aw
9200
>HIMI
OlIKI
19600
l.-IMKI
NHH1
19000
teioo
39000
u SfSOO
alqucire 85OUO
. i 10^1(10
r<0 a juros, de conforrnidade .timos icui.
i-slaliilos. llamo de Pernambuco H novcmliro de 18.">.".Joiio Irrnacio r
Medeiros RegO, secretario da direcro.
><
rt)io Martimo?.
Para o Kio de Janeiro
'c-ui' em poucos d.i-, por 'er a maior |iarl da rar-
-' pnimpla .1 brisue Conreiro, cap ilio JnaqviiK
l-erreira do> Sanios: para o redo e nrravm a fre.
para o que tem bons eommo lorio de Manoel AI ves Guerra, m ra do TrapKlw
n. 11. *^
Para o ro de
Janeiro
san: COm Inevidnde por le u ir..>i pai-
te daearga prompla, |M!m eonlierid
l)iij;ue nacional FIRMA : para o leslo
da mesma, passaujtil'O t eseravos a li-ctr,
para (pie teo e\celleiiles commodos, lia-
la-secom os coiisignatai ios Novaesi\ C., na
ruado Trapiche n. Til, primeiro anda,
011 com o 1 .ipil.id na praca.
Para o Rio de
Janeiro
alqueiie
al.;
cenlo
quintal
dii/.ia
par
6 ommcvcio.
Sobre I
R
I.
K
Accoea
Acccs
Acces
u ..
.1
Diseonl
Ouro.1
l'rata.
CAMBIOS.
.ondre, 07 ;|(( -r^ j pottt.
aril, 318 rs. por f,
isboa. t2|)or 100.
iu de Janeiro, a par.
do Banco, 33 0|0 de premio.
da coinpanbia de Beberibe. ."49000
da conipaiibia l'emainbucaua ao par.
Ulllidade l'ublica, 30 por cenlo de premio.
Indemnisadora.sem vendas.
o de leltras, de 12 a l por Oi.n
MJBTAES.
Oncas hespanholaa; o^ a
Bloeda le 69100 vellia ....
11 9 i00 novas ....
11 190011.......
Palacios bra.ileiros......
PSSOS ce I minar 10.......
11 mexicanos......
2H9U0
I69OOO
I09IHI0
'.IjOOO
?0II(1
iSdlKl
lelil
Al.KAMlEliA.
Keudimcnlo do dia I .
Idain do dia .1......
6:0009379
l:>:W2j'JS
OcKcrisn
Diicarregam hojt i de murro.
Barca inglesa /.amamercaduras.
B.igue inglczl.crantdem.
l>l:NSUI.AHU (EKAI..
Kendimeuto .lo da I.....
dem do dia I.......
Milho..............
Podra de amolar........
11 biliar.........
11 11 roblos........
Ponas de boi ..........
I'iassava.............
Sola 011 vaqueta.........
Selio em rama..........
Pclles de carneiro........
Salsa parrilba..........
tapioca .............
Cubas de boi..........
Sabia .............
Esleirs de perneri.......
Vinagre pipa .........
Cabecas de cachimbo de barre.
. caada
. alqueiie
. una
cenlo
inolbo
mcio
,a
nina
#
11
cenlo
, %
uma
uiillieiru
li-^KKI
!l300
59000
19000
:wj 19500
27II MI
9900
II9OOO
249000
I69OOO
309000
1^9)00
89000
69000
393OO
89000
(WW0
39*0
29000
3900
l?2W
I9600
l>920
I---SO
!3 09000
9iW
-'7000
9BM
69000
9WI0
KKK1
M20
asm
ttiOII
>:120
I79J00
avymu
210
9l"20
9-200
ln-IKKI
.19000
HMl&IA CdMAIEBClAI. DOS l'KI.NCIl'AES
MEKCAIldS OAEUROPA, VAPOR I.IYWaH-
ril)0 VE SUL'TMAUPTO.1 EM y DE FBVB-
KEIKOI1E 1836.
Trieste .11 de Janeiro.
Caf.Meu-.'lu inactivo e precos mui tracui.
\ enderain.se ,000 saccas do Kio de :I0 a 33 llor. o
quintil; leiidcncia para a baiu alienta a quanli-
dade cmisideravel de provUoM.
A'sucar.Sem iaterease. As vendas, ...... pouco
imporlanlc-, que livorain luiiar, lor.iui dos aSM-
cares da llavana. Nada a respeito das sorles do
Brasil.
Auluerpia 7 de fevemro.
Cafe.(I mercado se lcin*suleiitario, mas as Iran-
sac.-.ies leem sido iiileiramcnle limitadas a lote in
ligniBcaotM vendidos para as neeesridadss correales
do consumo. Apezar da eslaniiacao que reina sobre
este arligo do melado .lo .!e/.em.>ro pura ca, os de-
tentare I."roiio moslram lo.laMa couliau.-a e
nao parecen) disposios a reduir seus precos.Vendas
5,500 saccas pelos precos da colai.au eslabalecida, a
saber:
baixo ordinario de 2:1 a 21 cntimos,ordina-
rio a bom 2."> a Jli '.. cent, esverdeado 27 a -JH
ceiif.
Verde bello -JN '.. ., -JK '. ceul. por l|2 kilog.
arma/euadn .
Depotile'a "ule foverfiro S1.IKKI sacca. sendo
55,000 da Brasil contra 10,500 sacca', sendo 2.5,000
do Brasil, em IS-'j.
Assucar.Este artiga sesuio nesta pra^a as pita-
ses do mercado iii^le-. A procura depois ele ter quasi neubumadisperlou-se pelo melado de Janeiro
sol. a inltiieticia das milicias da pa, mas, a vi.ta de
a\isns mais calmos Minios de Londres, as relinanas
belga* e bao eonserv'adn na reserva, e as Iran-ar-
Ciesse lulo lomado uovamenle sem importancia.
:1o se er. nenliuma Iransaccao das sorles do Brasil
que outinuam alias a fallar complclainenlc mi
praca.
ItaposiloI0..MI calas d Uavana contra 23,000
caixas. llavana, 630 caixas e l:l,0IKI saceos, Brasil,
e 12,000 feixos. .Manilba em 1855.
Cacao.A procura tai em geral calma e o irliao
HeaembaiM. Os precos dos cacaos do Bcasil sis
mee. los.Deposito 1,600 saceos diversa sorles con-
tra 1,960 cm 1855.
9Xt0i>imcut0 fco porto.
lllsjll
wisi
se lhe tirara um grandij
logo despodio as suas
deviam acompanha-la 1
lempo porque quera
1:3319363
IMVERSAS PROVINCIAS.
Kondimenlodo.lia I...... 320- dem do dit :l
1179560
1379510
DESPACHOS DE KM'OKTAiMi PELA MESA
DOCONSUIADII DESTA CIDADE NO IllA
I lili UABCO HE 1856.
HavreBrgua tranco/ ..Alma, l.asserre A Compa-
nina, 600 sarcos assucar mascavado.
LisboaBriaaa portagaex ilocoraparavela, Amorim
Irmos t\ Companhia, IDO sacos assucar masca-
vado.
Rio di Piala Brisue bnsilajra Kelii llcslino-
Itaar, Curio t\ Companhia, 281 barricas assucar
brinco.
LisboaBrizoe portaanes lacmparavals, Maooel
Jiiaqunn da Sou/.a Kibeiro, 312 conros ideados
ParloBarca |iorlueueza (Lala, Manool Joaquim
llamos e Silva, 31 cascos incl.
CONSULADO PROVINCIAL.
lien.lmenlo dodia 1..... II7I-'I'||
dem do dia 3.......' 5279701
l:69Vj695
.Vacos entrados no.dia :l.
Rio de Janeiro 15 dias, vapor inglez de -.-uerra
ilridenlii, cominaud.iiiie K. B. Ilanrev.
dem16 dias. polaca bespanhola Flora, de 206
toneladas, capilloUaraldo .Maristanv, equipaqem
11, carsa carne secca ; a Viuva Amorim Ov t'ilbos.
iVaefof saludos no mesmo da.
Rio Crande do SulBrigue brasileo aMariaana*,
capilAo Jos da Caulia Jnior, carga assocar.
l'ara a pescaBarca americana Pearl, com a mes-
ma carga que trooxe. Scguio do lamcirJo.
@bitat$.
PAMA
dos prerot correntet rio assucar. algodSo, c was
chci-.k- do pois, i/iic >e iespacham no mena ,1,
masillado de Pernambuco, ,1,, nemana de :l
a s de marro de 1856.
Assucar em caixas bran. o I. qualidade a .
" 2.- o ,', 5
o o mase......... s
n bar. esac. Iirwnro. .
11 11 a masca \ado .
o relinad.........
Algodao era pluma de |. qualidade
'..
i' em carneo. .
Espirilodc agurdenle
Agurdenle cachara .
'i de caima .
o resillada .
do reino .
licnebra .......
Licor
.t">200
" j-ion :felo
le n VjlOO
i ..NHKI
n 1-60(1
-aada I9.u0 -7011
-MI
" 9180
" B7C0
caada 9580
bolija 210
9-jSO
O lllm. Sr. inspector da iliesouraria provincial,
0111 eumprimento da resolucao da junta da fazenda,
manda fazer publico uue a arrematado da conser-
vaco [lormaneiit da estrada do sul, vai novameii-
le a praca no dia 19 de marra protimo *in-
douro, avahada em 5:4009000.
A arremalaeao ser foi ia por tempo de 10 ine-
zesr contar do 1. de abril do corrate anuo.
K para constar so mandou amsar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernara-
DUCO 28 de fevereiro de 1856. <) secretario,
I Monto l'erreira d' /nnuncianio.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraiia provincial,
ora imprmenlo da resolucao da junta da fazenda,
manda fazer publico que no dia 10 de mareo pr-
xima vindouro, vai novamente a praca, para ser I
arrematada a quem por menos Gzer a consenasaa
permanenle da estrada do Norte avallada em
1.2019728.
A arremataco ser fe i la p......op de 10 rae-
Zesa contar do I. de abril do coi rente auno.
E para constar se mandn allkar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouiaria provincial de Pernaiu-
buco 28 de fevereito de 1850. O secretario,
.lntoRto Fcrrcira d'Annunciacnn.
>cclatacoe&.
, ^.n.v ...n. ..,.,a..r...p n.frv, pwr iwr -
or narlc da carga prompla : para o ralo Irala-
ou seo ran-ijinlari.i llamingos Alve Malhcas.
..... j_ ."__.- ->
san: com inuila lirevidadc poi'lcra inaioi
parte la carSja praaapte, o Mprai escu-
na MAIilA : para o rextu da mema,
passageiroscesciavosHlrele, para que lem
evcellenlas cummodns, tnata-sc coai o*
consignatarios Novaes 4 C, na ra do
Trapichen. 34, |>i inicuo andar, 011 com
o capilao na praca.
l'ara o Biodrande do sul, o kSSjm aariasMl
Uo, capillo Faria ; ai lem praca para 100 harn-
ean com BMaar : para frele Irala-s* no eaenplorM
de Isaac Curio ,\ Companhia, ra da Ou n. 49.
l'ara a Babia seaue en ponen dia* volern
bem conhecido biale i.r..sileiro Castro, bot ler a
maior r
se con
na ra da Cre 11. 51.
Para a Parahilia,
a escuna /ateas recebe nesles 4 d.as atauma carsa :
para frele Irais-se no rvriplori*|de lae, Coria A
Companhia, ra da Ciur n. i*).
Prccisa-se de hOUOxOW,
punco mais ou menos, a
risco martimo, sobre o
. casco e cartcgainento da
barca americana > rina Augusta, capitao George llame.
ara pagar as "despez-as leitas com la-
rico das avarias leitas em a sua viagem de
S. Tliom; / ao porta de S. Blaz, Mxico ;
recebem-ee as proiiostas esa osata fecha-
da ale as 3 doras do dia 10 da corrente,
no escriptorio de \\ llinm Llle\ Jnior,
rua do Trapiche n. 1, iu inicuo andar.
l'ara o Kio de Janeiro >cgae unpreierivelraenlr
no dia S ou 0 do c.wYiewft? iBt ^ 1'1
para u reslc da carsa. passaceiros oo e^rravm a trole,
para o qne lem exollent's commodos, Irala-sa a
Manuel Alvos i.uej.-a. na rua doTrapiclw a. II.
par
bru
Seilae*.
LEILAO DE BENEFICENCIA.
Marcolino de llorja (.eraldes.azente de Irilaesa
a 1 m. 1 /em na rua do Coileaio 11. I"., offerece-ae para
ellectuar um ou mais leiloes, em beneficio das p**-
soas oervssiladas. lodo e qual.|uer individuo t/H
quiter concorrer com objeclo* p..ra Ue leilrs, pra-
licando assim um arlu .le canda Ir poda dirc-Mi
ao asome mencionado, que olTerere o proderto de
seu trabalbo, a commissao qnc pasam o-, comprado-
res, para soccono dos que. na poca actual
precisareoi. K como quer que elisia limara__
.io central do boaacllcencia, ola ser ciaalifceaa da
.lia do leitao, para comparecer. a|oerena.i. arieccsVr
o produrln qnp baja ale ser apurado. .' a.-iaile ci-
ma menrionailo rapera ser alien.lela, e -p p-rwaade
que a popoUco desU cidade dar ansa prosi r.l>-
la dos sciiiiniriiln- caridoso* qoe a dominan. O da
sera aiinunciail.i previamente.
Ibbmiiu & l'issat l-rern lar.iu Itilao, par m-
lervencao do senle Olneira. e por ea.nla rbra de
quem perlencer, .le cerca OH barricas de optraw
hacalhao.aque acaba de ser .iccareado ale barde
lo navio franre affaM : lerca-feira, i da marra, aa
III lloras da nianliaa, no armnieni do Sr. Anl^aia.
Aunes, aletronte da arcada da allandega.
O capilao (.liarles II. Me. Cleava fara lettae
por inlervencjo do afjeatc (lliveira. em pressora da
Sr. cnsul dos Ela.los I nidos, com aolon-a. ;io da
al Ian.ta|;a c sol liacao de 11111 sea empraido, e
por roula e risco de i|urmjperlencer, da barca aate-
ncana Smitlificld de I4S toneladas insle/as ceta
sua maslrear.lo, veame, cordoalba, e ladas a asis
periences, tal qual se acha ancorad 1 nesle porta, an-
de os prcleiidenles poden) examina-la com anticipa-
cao, e onde airibon por tarca maior, e foi lesalaea-
le con lemnada na* recule viaceea que lacia de Wae-
ren com deslin pecaria : .1 inventario respectiva
sera palenlead" no arlo da senda publica, que lera
lugar i|uarla-teira. ."> do correte, ao meio da aaa
p mi", a porta da associac,!o comraercial desla praca.
9f*tM g>j .No da 17 alo mci pastado falli do poder de
seu senhor Manuel Krrreira Chaves ama tscrava par
nome Joaquina, levando esla loda a roopa, t rom es
si-naes sei;uiiiles : alta, sreca. cara descaraaaU, per-
uas arqueadas, poucas veics aleita o cachimba a
qual negra faci em companhia de um soldada al,,
dcimo batalbao por nome Manuel Joaqaim da Sil-
va, o qual be rrioolo, e alguma cousa relachede ; a
escrava cima mencionada foi eecrava per mili,
annos em l'auellas de Miranda : porlaalo rosa se as
autoridades pnBciaea e capilaes de campo a captara
desla esclava, levando-.i a 111,1 da 1,loria aa Boa-Vn-
la, casa n. '.II.
Fuho no da 11 da me/ passado a prela Hom-
lina, de nacio .Vnsola, representa ler .18 aawmt, al-
ta, -11>-. do enrpo, com Talla de denlos aa fronte.
tem 110 braco cquerdo a marcaP. R.; consta es-
tar cm Ierras na eiisenlm Morenos : quena .. pefai,
leve-a no aterro da Roa-Vista n. 3. em casa de II.
Vnloui de Locan, que >era bem recompensado.
Silvana Mar 1 t'erman.les Eiras, viuva de J.i.r
I ernaiele- asara*, declara qoe nao dev* a poMoa al
gima, ese algaan jntgar aa cre.lor baja de apresen-
lar suas i-onlas na rua do (.lunraado n. 7, pa imcira
andar, dentro do prazo de dias, a conlar da data
deste.
l'recia-sc alusar um prelo on hornea forro
para o servido interno de nina rasa, pagana! m nem:
a tratar na rua Nova n. ."i3, balica.
lloje [ i; na sala das audiencia-, depois de lin-
da a do Sr. I!r. juiz de ausentes, sr hao ate arrema-
tar o mnvris perlencentes a heranr 1 jacente de Joa-
quina Mara da Coneeii;..".
l'rerisa-sc alucir um andar de alsuma casa Has
roas cenlrac< na baino de Sania Antonio, que tcnlia
boas arcoirmn.la..iirs quem liver annunric para sor
procuradn.
O abaixo ntoignano, jnje l pa.- do augninhi
dislriclo da fresaexia de S. Kr. I'e.lro l,ona;alves Jo
lle.ife Icnciinia rnajiadiii catlM-iroriramenle aa Sr.
enenrregada do !:-) 1i.1t .la uicsiaa tieicueaia, can-
Iculando-sc por ora em as-everar ao res|eitavol pa-
blicii, que o ajnjoso ntnftknT naTnaS cm *ua caos, na
rua da Cruz 11. 51. Isnarin Anlnnin llurcr-..
ORnreca OS urna peosoa naas pralira de ueE."i*'
para caixeiro de qua!qucr otabclKimenlo, ceplo
taberna mi nanarta. para e-la nranrlneta ou lora alel-
I? ; quem precisar annuncie para ,t priHaradu.
l'reris de llroil Admniislrali par P. Pradmr-
lulere. Hmela c'.Ka.. Is.i : vende-' no Km de
Janeiro, na livraria .le Pinta \ Watnaner, ..,.-.-
sanes .le Mangle, rua na ll.i\ij..r 11. K7.
A ri.iiiini-sm de c 1 maros: de SSaMrna para -a>r-
c.rr.i- paocaa, cemprs a ilmbeiri. visla, sem V-
pendeacia de ir receber na llie-.iiirain. n- ecamlcs
eeoeroi d* m uncir jnaHdnda : arroz pilado em aae-
cas, bolacha, Milho da l'orl, e baria : as pe-ias
que qui/crem vender lae< jenrr.i-, lirn.nii -u.i pro-
postas om carias fechadas ao lbrHireiro inlcrin.i.
rua da l'raia, delronlr do Vajerio deS. Joe, on aa
Sr. Abren, na rua do l.iviam-i.l". Ni" e fai o
mesm.i aviso a reepeila de ambulancias, porque, nao
>e podeudu verilica a qualid "le .lo- leuiediieamani-
pillados, a c..iiunia.i -c reserva ao arbitrio de as
mandar preparar "wi!" IIic eonvlnr.
Na 111a al.. 1 rr-i-.i. rasj n. 'I, ajnajajie .imlai,
prci-ae de nma ama le Icilc.
Alii;.i--cnm mIio
BANCO DE PERNAMBUCO.
O llano de Pernairbueo sacca a vista I
sobi e odo Brasil no Rio de J ineiro. llni-
co de Pernambuco 5 de dezembro del
1855.O secretario da direcoao, Joaoi
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco toma dinbti-l
lili ptima casa al-
\ ix ci-il.i. com innmeros neis itr Isa assjsi
rase ala- outras militas I. n. Iciras. n.i as-
ila.I.i.le J.m.i ilc Harais, csjiini.i alo Ua-
CO ile Sanio Amaro : a tratar alelonlc aVi
dilo sitio, no da E\nia viscondessa de
(ioiaiina.
Hoga-se ao S\. Aiiieliano ib S ni/i
liis, (pie vcnlia .1' loja de Jos Al.- .1.
Silva (iiiiin.iracs. n.i rua doCabuga*. alim
de concluir O negocio que nao ignota

ILEGIVEL


OMlt K WWMIBft TEUQI FEIKA A BE Mingo DE 1856
Terceira edit^o.
TRAfAlHTO HIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHQLEfUfiORBUS.
PELOS DRS
om -^ aa jara .s*, n .
ou iusirucc.10 a povoparase pedereurordesu encrmidade, administrndoos remedios mais entenas
paraalalha-la.emquanlo screcurreaoiiiedico.nu mesmu paracura-laiudapendcutedcsle nos lagares
em que nAo os ha.
fKADUZIDO EM POKTUi.UEZ PELO DR. P. A. LOBO HOSCOZO.
Estes dous opsculos coiUcm as iiidieaci.es mais claras e precisas, e pela sua simples c concisa exnosi-
Sao eslaao alcance de todas as inteligencias, nao se. pelo que dil respailo aos meins curalivos.comoprin-
cipalmente aos preservativos que leudado01 mais satisfactorios resultados cm toda a parle emane
elles tem sido postosemprahea. la"1 el" Sendoo Irslameiilo homeopalliico o unicoqne tcm dado grandes resollados nocurativo desla lioru-
veleuferrodsd*, jalRMSOSa proposito Iraduzr restes dous imporUatei opsculos em liueua vernari-
la, para destallo facilitar a sua Icilura a queni ignora o Franco.
Veode-se nicamente no Consultorio do traductor, roa Nov o. 52, por 2JOO0. Vendem-se tambem
os medicamentos precisos e bolicas de 12 tubos coiu um frasco de lindura 15* umadita de :l(l tubos com
vro e 3 frascos de tintura rs. 25stl00. """
* MOMAS PRECIOSAS-!
* Adereros de hrillianles,
< diamantes e perolas, pul-
'?' ceiras, altineles, brincos
* e rozlas, boloes e anueis
2 de differentes gostos e de
?.; diversas pedras de valor.
ei
*
5 Compram, veudeni ou
trocam prala, ooro, bri-
a .rucam praia, ouro, ori-
?' llianles.diain.iiilus e pero-
? las, e outras quaesquer
j joiasde valor, a dinbeiro
* ou por ohras.
MOREIRA & DARTE.
IlOJA DE OlltlVES
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os va poros da Eu-
ropa as ohras domis
moderno gosto, tan-
* lo dt
Franca c0mo
:... m......,4
OURO E l'KAT A-
.. Adereros completos de J
ouro, meios ditos, pulcci- ;
ras, altineles. brincos e *
rozlas, rordoes, trance-
O lins, medalhas, correle
* e enfeiles para rclogio. e ?
. oulros muitos objeclos, de ^
ouro.
' Apparelbos completos, ?'
de piala, para cha, bat- S
dejas, salvas, easlicees, <
colheres de sopa c de cha, *
e muitos oulros objeclos *
de prata.
* < o *> -:- *. e ? ? v > <. .
O'
de Lisboa, as quaes vendem por
preco eommodo como costuiuara.
Chapeos de algibeira.
"* ditos de molas, dilos de
seda fina, dilos de fellro
- de todas as quididades,
* dilos ile crianeas c de se-
:', nhora, nimio bem enfei-
a' lados.
'S&S'Jo.^'4'v.e:< <-
. FRANCISCO PEREIRA LEJOS.
COM I.OJA l)E CHAPEOS E
BONETES,
Na praca da Independencia
r N. 19 e 21
-i-
m**
' I!.niele de cabello, di- *
tos de couro da Uussia.
'.. ililos de panno de mili- $
: tos feilios e de diversas <
cores, chapeos de palha *
a enfeitados para senho-
; ras.
: .-.* *>,
Recebeu un completo sortimen-
to dos ditos chapeos pelo ultimo
navio de Franca: affianca vender
a todos os fregueses pelo menor
pre^o possiveL
~7-
iracao pura chumbar denles, porque seus resul- ciiguimnadoiru, forra ou i
sempts elizes sao j.i do dominio do publico.:
tio Jos de Oliveira fas uso desta preciosa' r ~~ rcc.,sa-se tW
escrava; na ra Nova n. 17
ma ama para o serviro in-
ferno c externo de urna can de pouca familia." pre-
Massa adamantina. -* Para o serviro interno de urna casa otlranoeita
S.e.'.C?!e.J'f.cJ \er. *. a excelle,icia llcsl ,!c duas pessou, nciessila-se de urna Coziolwlra
prcpflr3"
lados i
Sebasl
mass;,. para o fim indicado,
rom honra-lo dispoudo de scus serviros, podem pro-'
cura-Io na Iravessa do Vgario n." 1, loia de bar-; ,0 do uln ;""'''r :t-
beiro. ; _
MaM:tt3MM, Associayao Commenial
: 4. JANE, RENTISTA, t
coutiua a residir na ra Nova u. 19, primei- M
rn andar.
e as pessoas que nuizc- i ,
... ri^... .,A.i..! __ lere-se sendo escrava : no paleo de I'edro, sobra-
^enefcente.
A commissAo nomcada pela Associai.Ao Coinmcr-
SJ^JSftl tt I c'al Beiicliceulo desla praca, com o lim de soccorrer
DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTKAIIIO DE RUOFF E BOE.N'-
NINCHALSEiN E OUTROS,
poslo em ordem alphabelica, com a descripi*o
abreviada de (odasas molestias, a indicarlo phjsio-
logica c Iherapcutica de todos os medicamentos ho-
mcopathicos, seu lempo de acr.lo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacAo de lodos
slennos de medicina e cirurgia, e poslo ao alcaDce
das pessoas do povo, pelo o
DR. A. J. DE MELLO Ol VES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscaros scu
e\emplares, assiro como quem quizer comprar.
PUBLICACAO' LITTERAHIA.
Repertorio jurdico.
Esta publicarlo sera sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
do foro, pois nella euconlrarao por ordem alphabe-
lica as priucipac e mais frcquenles occurrencins ci-
vis, urph.inolubicas, commerciaes*e ecclesiaslicas do
nossofro, com as remisses das ordenaces, leis,
avisos e ree;alamenlos por qae se rege o Brasil, e
bem assim raaolafoM dos f ratislas anugea e moder-
os em que se firmara. Contcm semelhaulemenle
as decisOes das que-loes sobre si/as. sello, velliose
iiovos direitos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
roHeiv.ii) de nossas "leis e aviso avulsos. Consta-
r de dous volumes cm oilavo, grande francez, eo
primeirosahio luze esla a venda por 89 na loja de
ivrosn. ti e H da prara da Independencia.
/ia da Boa-Vista, na ra Velha n. 4'J.
0 Dr. Riheiro, medico pela Un i ver
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. 15.
GRATIFICACA'O.
Da'-se 20S000 de graticarao a qncin.
inculcar urna ama de leite loria ou es-
crava, que tenlia boas qual i darles e bom
leite: ciuem pretender dirija-se a rita do
Collegion. 15, arma/.em, ou na ra das
Grases n. 11, segundo andar.
Candida Mara da Paixao Roclia, pro-
lessora.particular de nstruccaoprimaria,
residente na ra do Vgario do bairro do
Recife, faz sciente aos pais de sitas alum-
nas, que aclia-seaberta sua aula, naqual
contina a entinar as materias do costa-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por preco* razoa-
veis.
RAGLERREOTYrO. ELECTROTVPO
E STERE0SC0P0.
Na aolua e bem conhecida calera e ollicina de
retratos do aterro da Boa-Vista u. i, lerceiro andar,
coutinua-se a tirar retratos por qualquer dessos s\s-
temas com loda a perfeiro. Ahi se encoDlra o
mais rico e abundante sorlimenlo de objeclos para a
roiiocar.io dos retratos, que tem viudo a esla capital.
Rio so entrega retrato alcum sem estar parecido c de
da tarde est seinpre a galerit e ollicina a disposirao
do publico, podendo lirar-se retratos em dias de
chuva.
lotera no ro de Janeiro.
Aclia-se a venda um resto Je billictcs
da lotera '! du SS. Sacramento da in-
tiga Se, que devia correr de 21 a 2ri do
passado; as listas esperamos hoje pelo
vapor GUANABARA: os premios serao
pagos a' entrega das mesmas lisias.
Na casa da residencia do lir. I.oureiro, na ra
da Saudade, defronte do Hospicio, precisa-se de iimt
ama de leite, forra, que nao traga conisigo o lilho,
que liver, de peilo.
I'recisa-se de tuna ama forra ou es-
crava para urna casa deperpiena familia :
quem pretender dirija-se a rita do Colle-
gion. 15 annazem, OU a ra Jas Cru/.es
n. II, Segundo andar.
A commissao Benelicente da fregue-
zta de Santo Antonio rogaaspessoal ala-
cadas da epidemia que necessitarem de >er
SOCCOiridas, queiram dirigr-sc ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travesa do
paleo da matriz, e no caso de o nao ciicon-
trarem em casa, a qualquer dos outros
membi'OS, a qualquer hora do dia e d.i
noite, ate as 9 horas.
as pessoas necessitadas c desvalidas da fregueiia da
j Boa-Visla, por occasiilo da epidemia reinante, pre-
vine a quem estiver em Ins circumslancias. de prn-
I curar a .lo.o Maiheus, ra da matriz n. 1S; Manoel
j Teixeira Bastos, ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
I ves d >(./,. Carvalh,.. Kslaocii i doo.lo T l...,.,
da m.inli.i.i s !>. e a tarde das i horas cm diaule :
era caso urgente, porom, sero soccorrid^s prompta-
mcnle a qualquer hora: A commissao desejando
acertar na forma de distribuir es soccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais conhecidas
desta freguezia que ti\erem perfeita sciencia do es-
tado d precisao de qualquer f.unilia, se disuein de
a iuformar afim de ser com promptid^o altendida.
Recife i"> de fevereiro de I8i.Joto Maiheus, Ma-
noel Teixeira Bastos, Vicente AI ves de Souza Car-
vallio. .
ARKENDAMENTO.
A loja e arniazcm da casa n. SS da ra da Cadeia
do Kecife junto ao arco da Conceirao, acha-se desoc-
cupada, e arrenda-se para qualquer eslabelecimento
em ponto sr;>nde, para A qua| tem commodos sulli-
cenles : os prcleudcnles enleiider-se-hao com Joao
Nepomuccno Barroso, no segundo andar da casa n.
37, na raesn.a ra.
MASSA ADAMANTINA.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a ver-
dadeira massa denominaila adamantina, apresentada
eo conselho de hvgienue pelo Sr. Paulo Gaignoui, e
calca com ouro e prala, e oulros metaes, assim como
applica ventosas pela alrarao do ar, e nilo com fogo
como geralmeule se usa : pode ser procurado para
qualquer deslcs mislercs, na ra eslrcita do Rosa,
rio ii. i.
Xo collegio d'Attia dislribue-se
gratis as reeeilas para o tralamento do
cholera, desroberta pelo |)relo do enj'e-
nho (iuararapes.
Quer-se alugar um escravo para serviro de
casa: a tratr na rui do Trapiche n. Iti, segundo
andar.
Pommaleau, ra d.i Boa-Vista n. Iti, tem a
honra de prevenir as pessoas que leem objeclos para
concertar no sen estahelecimento, de ir rerlama-los
da dala deslc a 'im mez, do cunlrario ser obrigado
a vende-los para pagamento do seu Irabalho e des-
pejas : roga lambem aos scus devedores de irem sal-
dar suas conlas, porque elle esl liquidando epiom-
plo a retirar-se para Franca.
-'ssociactjo Comuiercia!
Beneficetite.
A commiss^lo encarregada lela Asociacao Com-
mercial lleneficenle para distribuir soccorros sclas-
ses necessitadas do bairro do Kecife, laz saber a
quem se echar nessas circumslancias, que piule pro-
curar a qualquer de seus memoro- em suas residen-
cias chatio designadas a qualquer hora. A couimis-
s/lo estando disposla a nao so poupar a quaesquer es-
forros para bem desempenhar a miisao que llie foi
conlili l.i. roga as pessoas qoe tivercni coiihecinienlo
de q^e qualquer peooa em suas visiiiliances se aclia
no caso de precisar de -o. rorro, mas que"por qual-
qaer circumstancia nao o possa eolieilar, queiram ler
a bondade de assim ll.'o indicar, alini de prompla-
mente serem ministrados os uecessarios auxilio*.
Antonio Alves Barbosa, ra de Apollo o. MU.
JoscTeiieira Bastos, roa do Trapiche n. 17.
Joao da Silva Regadas, ra do Vigario u. 4.
A ei fermaria do consistorio da ii-
mandade do Divino Espirito Santo em
Siio-Francisco, ja' annunciada, acha-te
provida do mais necessat io para rceber
aos seus irmaos desvalidos que venham a
ser accommettidos do cholera
t'gue/.ia
roga-se,
pois, aos irmaosda ntesma irmandade,ou
a quem tenha conhecimento de alguns
destes, pat tieipem ao irmao juiz, escr-
vao, ou Ihesoureiio, alim de que sejam
recolhidos pela mesa e tratados da ine-
lliorfiirina que for possivcl.
Commissao de benelicencia da li
de Sanio Antonio.
A commissao abaixo assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parte da associacao commercial bendi-
cen le de soccorrer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas que prccisaremde soccor-
ros, queirio entendtr-se a qualquer hora
na ra Novan. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na rita do Trapiche n.
O, de Ihomaz de Paria, e na mesma ra
n, ")(>, de Salttstiano de Aqttino Ferreira.
Pernainbuco 25 de fevereiro de ISli.
Salustiano de Aquiuo Ferreira.Anto-
nio Augusto da fonseca.ThcnuuE de
Faria.
O Dr. Possidonio de Mello Arelle
eiirarrcgado de preslar os SOOCOITOS de
sua proussao as [pessoas do quinto dish ic-
io da freguezia de S. Antonio pode ser
procurado no convento de S. Francisco,
a <|ualqucr hora do dia e noite.
Aiu.)'. sr prensa de uui>< nina deselle, paga-se
! vio : na ra Nova, leja n. 12.
I'recisa-se de urna ama do leile : na ra do
(Jueimado n. 7, segundo andar. Na mesma casa
precisa-se tambera de urna ama secrj para tratar de
meninos1.
Il-se gratis nina porrao de retallu.sde vidro a
quem os mande logo coiiduzr : na ra do Aragao
u. s.
I'recisa-se alugar um prelo raptivo para Iralar
de ravallos e serviro de sitio, r. que saib comprar :
ni ruj da Cadeia do Recite n. .Vi. i.riniciro and.ir.
ASSllCIACAO' COMMIHCIAI. BENEITCEN llv
lis abaixo assignados, iiiembrns da coinmi;"io de
beneficencia da mesma a-snrinr<. commercial para
socc..rre.r os pobres da freguezia de S. Jos, tendo-se
dirigido a esta frecue/.ia no desempenho de sua com-
missao, mas como nao fosse possi\el soccorrer a Io-
dos pelo pouco coiihccimeiilo que tem do lugar, ro-
qam as pessons que n.io foram soccorridas de 10di-
rigirem aos abaito assi^uados : oulrn sim pedem a
lodas as pessoas que tiverem conhecimeiilo de quem
qiiepque for que precise dos soccorros da mesma. de
dar as precisas informaroes n mesma romiiiisso,
podendo tainhem dirigirem-se na mesma fre(;ue/.ia,
defronle a fabrica de sabio, ao Sr. Antonio Joaquim
de Vasconcellos.Jos da Costa Amorim, ra da
Madre de Heos n. 25.Candido Carneiro liuedes
Alcoforado, ra do Amorim o. ,">0.Jos Jarnme
Tasso Jnior, ra do Amorim n. 115.Vicente Fer-
reira da Costa, ra da Madre de l)cos n. M.
Precisa-se de urna ama ou criado ; a Iralar na
ra das Cruzes n. 21.
Precisa-se de urna ama qoe tenha bom leile,
para criar ; afianra-se o bom tratamcnlo : a Iralar
no palco do Collegio n. 97, tfreeiro audar.
Aos irmaos da
venera vcl ordem
terceira de S.
Francisco .
Rogase a qualquer dos irmaos da veneravel or-
dem terceira de S. Francisco da penitencia desta ci-
dade, que tiverem capa e conio, hajam de ver se a
capa cst trocada, a qual lem as iniciaes M. L. V.
por deulro junto da gola com tinta encarnada, e o
cordao lem na cvlremidade de urna das borlas um
circulo cuma mesma liaba, a qual capa e cordAo se
achavam com o habilo cm uina da gavetas da sa-
chrislia da mesma ordem, e aquello que a livor as-
sim trocado, por obsequio tenha a bondade de a
mandar levar ao irmao MCrittao da referida ordem,
com o quellic ficar.i agradecido o irrofloM. I.. V"
Precisa-se de um ollicial de barbeiro, que se-
ja perfeito em sua arle : na ra da Cruz n. 3.
PergUuU-n a quem inclhor souber responder,
qual a razio por que os carros fnebres nao passam
pela ra da Aurora, e sim pelo aterro da Boa-Visla,
para segoirem a ra do Hospicio ; a nao ser islo
eiicommeiida dcalguem romo dizem que mora por
aquella tuh, c que esta era contarlo rom as lacs vias
de couduci;.lo, parece-uos ser urna mofina com que
uos querein favorecer os laes couductores.
L'tn morador da roa do Hospicio.
Prcrisa-se de urna criada para casa de inuilo
pouca familia, que saiba eozinhar aUnnu cousa, e
eogoiumar. Torra ou captiva; no bairro da Boa-Vis-
ta, na casa aonde esleve a lypographia. na ruad
LniAo.
Conliuuam a eslar em prara, no paro da cj-
mara municipal desla cidade, no da j do crrenle,
as obras ja annunci.idas da estrada do cemiterio, e
aterramento do alagado da ra do llrum.
Precisa-se de um pequeo de idede de 12 ali-
os, pouco mais ou menos, para caizeiro de nina l,i-
berna : en. Ki.ra de Portas n. 92.
Precisa-se de uina ama de leile, pai;.i-c bom :
na ra Nova n. l, segundo andar.
Precisa-se de urna ama que saiba eozinhar o
diario de urna casa de pouca familia : na ra do
Crespo n. 12.
Prccisa-sc de uina ama que sail.a eozinhar e
lazer lodo o mais serviro de sasa : na ra Dreila n
nl>, segundo andar.
Precisa-se alugar um andar em uina das priu-
cipaes ras do bairro do Recife : a Iralar na ra do
trapiche,scguudo andar.
Precisa-se de um hornera psra enfermeirn de
um .lenle, pagase bem : na ra d> Crespo n. -i.
Desappareceu uo dia 12 do correule um molo-
quecnoulo. dj idade li annos, cora < naH se-
uuiuio un iuu, mu jocoTIiu, "em um mr.u >.n
sobraocelha, em um dos ps dous dedo* pegados ;
levoii caifa de risc.ido c palilo prelo, o um liibolei-
ro : roga-se aos capilaes de campo ou a qualquer
pessoa que o apnreheodam o levem-o a estrada de
Jo.lo de Berros, no sitio de Francisco Cavalcanti de
Albuqucrque l.ins, que sera geoerosamenle recom-
pensado.
># MIMt-MtMMtM
M A pessoa livre ou escrava que se quizer "C
vi5 encarregar do servido diario da desiuferrao :!;
de lodas as casas, na freguezia de Sanio a'h- j$
C Ionio, onde houvercm fallecido as pessoas da &
i epideaiia roinunlc, queira c..m malta l.rcvi- Jf
dade apparecer na ra do Collegio n. 1ti,e- 9
ganda andar, para tratar a respeitu. S
si*#-}i>3i5ag8Se
Na cooheira de Fura de Porta cm
frente da torre do arsenal, ha para
vender tira hora c.hiiolet era perfeito
estado : a Iralar com os proprielarios
da nietma.
Arrenda-se o engento Santa Cruz,
na freguezia da Escada, levantado lia (
anuos, trras novas e de pande produc-
cao, com as obras precisas, lem o embar-
que distante menos de quatro leguas:
quem o pretender dirija-se ao seu pro*
prietario Manoel Conealves Pcreira Lima,
noengenho Vicente Campello.
O hospital Provisorio da ra da Au-
rora precisa contratar enl'ei meiros, ser-
ventes, cozinliciro, l'ornecedor d'agua e
pessoas que se queiram encarregar da la-
vagem da roupa : quem a isto se quizer
prestar dirija-te ao mesmo hospital.
Itoga-se ao Sr. Joio Carlos Augusto
de Figueiredo, tenha a bondade de ap-
parecer na ra do Kangel, pata concluir
O negocio que nao ignora ; islo no prazo
de lies dias.
Trocam-se notas do lianco do Brasil
por sedlas: na ra do Trapiche n. iO,
segundo andar.
A viuva e herdeiros de N. Gadanll, leudo de
proceder ao invenlario dosbensdqixados pelo mesmo,
convidain os credores do casal, para que hajam, no
prazo .1 S dias. de aprescntirem suas conlas, alim
de serem verificadas c compreliendidas no inveula-
rio, un rnnsnlado francez, que para isto esle auloii-
sado. Rerife -l de fevereiro de 1850.
Aviso si pobreza.
l'oineceiii-segcneros.le primeiras ncceisidades pe-
los preros actuaes a todas as pessoas que esliverem
em necessidade, isto sem usura alguma, porm com
penhores, inda mesmo sendo roupas ; laml.ein fc
fornece de dinheiros em pequeas quanlias sobre um
limilade juros, sendo cm ouro ou prala o pruhor :
"a roa Au^usla. taberna n. 94, defronle doohafariz,
islo das 9 horas da manliaa as 3 da (arde.
CASA DOS EXPSITOS.
Precisa-se de amas para amaineutar crianras na
casa dos ezposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as habilitares necessarias, dirija-tea
mesma. no pateo do l'araizo, que -hi adiar,, com
quera Iralar.
I'recisa-se de um caiieiro para baldo de pa-
ltana, e que tenha pratica de todas as massas : na
ra das Cruzes n. :M).
Attcfico.
Pi dc-sc aos senhores representantes da
irmandade do Senlior Ioin-Jesus dos Pas-
sos, que tenham em consideracao a quaf-
dra actual, em que a colera do Senlior
acha-se derramada sobre nos, fazendo
Vv. Ss. depositar a niractilosa iinagcm do
Senlior liom-Jesus dos Passos na igreja de
sua mai sanlissima Nossa Senhora d Cal-
mo, pata dalii sahir a procissao, como
seniprefoi costtime: pois Vv. Ss. devero
lembrai-.seque, desde que SC miidon o de-
posilo daquella santa imagem para a ma-
triz da Boa-Vista, comecou a reinar en-
tre nos o llagcllo da epidemia ; islo lem-
bra
t'm christao.
Precisa-se de amassadoros com o ordenado de
250000 na ra da Senzala Nova, padaria n. 3.
Aluga-se urna casa terrea milito
grande: na ra dos Coc los n. 13, a
tratar na taberna junio a mesma.
O Sr. Jos Leile de S telira-se para Porlucal
a Iralar de sua saude.
I-loreucio .Martina da Silva Borges vai a Euro-
pa Iralar de aua saude.
A malricula de gcoraclria do Collegio das Ar-
les acha-sc aberla eiu casa do respectivo professor, a
qualquer hora do dia, nos Coelhos, ra dos Prazeres.
O abaixo issignido. auligo pharmacculico, at-
tendendo a que eslao boje a tesla da salubridade pu-
blica mdicos dislinctos por seu car.icler e illuslra-
>o, como us Srs. Ilrs. Si Pereira, Firmo e Pogge c
conhecendo que a epidemia reiuanle vai desenvul-
vendo um carcter assustador de sorte que militas
pessoas ogem daquellas r..... onde infelizmente
lem fallecido algoin eholeriro, faz .ciente a essas
pessoas que queiram deseufectar as suas casas coil-
vciiieiileraeiile, pura que se dirijan! ab abaixo asig-
nado, morador na roa Uireila n. K, seBundo andar
onde u euconlrarao rom os roaaenles e apparelbos
ncces-arios para as fumisar.c chloricas. Fnmi-a-
coes guytooiauai oa de ti)ton de Mnrveau, oo hy-
giciiicas, u bem assim as fumis.iro.'s ntricas ou de
Smilh : cora as primeiras de cada porrao que fizer
desenredara um esparo de :l0 ps cbicos e com as
segundas III; quaulo ao maia lera tegttido a opiniaa
dos melhores autores menos .|uauln aos movis, por-
que nesses usa de um reaseule diOerente que os nilo
prejudica. e antes os loma mais lustrosos. Muilas
pessoas, leudo visto continuar a morlalidade era suas
casas, nao obstante as fumisarcs feilas com alca-
trilo, breu, salitre, eniofre ele, sem resultado al-
guin, se tem dirigido ao aballe assiguado, c depois
de cumpruem a risca o que elle lhes ha prescriplo
leem visto cora pra/er cessarem os casos fataes, e os
dornles melliorarcm iiicontiiieulc.
Jos* da Rocha Paranhos.
Precisa-se alugar dous sitios com
bastantes commodos para familias estran-
geiras, preferindo-se a' beira do rio, na
Magdalena, Ponte d'Uchn ou Poco da
l'anella: a tratar no esc iptorio de Ro-
the&Bidoutac, ra do Trapiche n. 12.
Oillu
(Pompta*.
Cotnpram-se notas do banco do bra-
sil : na ra do Trapiche-Novo n. 40, se-
gundo andar.
%$cta.
folliiubaN
PAR 0 CRRENTE AUNO.
Folhmhas de algibeira conlendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
tos parochiaes, resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, cemiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
meiitos c exportac&o la provincia, por
500 rs. cada urna; ditas de porta a l(i;
ditas ecclesiasticasou de padre,comare-
sadeS. Tito a -i) reis : na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Veode-se uina capa de raseraira encarnada,
prupria para a irmamUde do Sanlissimo Sacramen-
lo, pelo mdico prero de IOS: na ruado Oueimado,
loja n. 2.
Veode-se fcijao molaliolin em saocas, moilo
novo, a 203 a sacca : na roa do Vicario n. 5.
GUARAN'.
\ ende-se guaran ; na ra da Cadeia do Recife
u. 21, loj.i do miodezas. as libras que o comprador
quizer, e por preco eommodo.
No escriptorio de Hotlieiv Bidoulac,
ra do Trapiche n. 12, vende-se alcatro
daSttecia, em barril e meios ditos.
Vendem-se tres ptimos pianos de
armario, de Jacaranda' e do ultimo gosto :
no escriptorio de Rothe & llidoulac, ra
Ventlcm-se dous pianos fortes re ja-
caranda', consli'iiceo vertical e com lo-
dos os melhf rainentos mais modernos,
leudo viudo no ultimo navio de Hambtir-
cf* t nQ ,.,,., .1.. rnA4tt* .,-.r.'..-/.(rn 11. 8.
TINTAS DE LKO.
Vende-se tintas de oleo sortidas damc-
Ihor qualidade que lem viudo a esta pra-
ca e por preco eommodo : na casa de
Adamson Ilowie &C, ra do trapiclie n.
42.
Joao Baptisla do Reg vende a sua
loj- e fabrica de chapeos, sila na praca
da Independencia ns. 12, 14 e l, a d'i-
nheiro ou a prazo.
CURIES I>E CASSA PARA 01 EM ESI.V lE
LUTO.
Vendem-se curtes de cassa prela inuito miuda,
por diminuto preco de 23 o c.irte. ditos de cassa chi-
le de bom goslo a -2?. dilos a 2>i00, |dres france-
zes, alpaca de seda de quadrosde lodos as cualida-
des a 7:20 rs. o cavado, Ua pera vestido lambem de
quadros a (SO o corado ; lodej estas fazeudas vou-
dem-se na ra do Crespo u. (>
SEMENTSS.
Sao cheuadas de Lisboa, e icham-se a venda na
ra da Cruz do Recife n. 02, lal.erua de Antonio
Francisco .Martina as segniolej semenles de horlali-
ces, cun.) sejem : ervilnej lorb, enoveza, e de An-
gola, lon.io c.inapalo. rxo, dnlacilgo, e auiarcllo,
alfere repolhuda e alieniAa, sils.i, lmales crandes,
rbanos, rab.uieles bramos eencarnados, nabos ro-
10 e hrauco, senoirns branca e imatellas, conves
Iriurhuda, lombarda, e salios, sel...la de Selubal.
segurelha, coenlro de toucein, repollio o pimpinela,
e urna grande porrao de diferentes semenles, das
mais bouitas flores parajardi*.
Vuude-se no lugar do twarioho um grande
sitio capaz de conservar aniiialineule IJvaccasde
leile, cora casa nplima, baixapara capira, c muilas
arvores de fruclo : a tralai na ra do I 'ueiinado
n. 63.
Aos senhores de engenliu.
Avisa-se aos senhore de cugenlio, que
para facilitar o uso ib ai'jano do Dr.
Stolle para purlicaco de assucar: ven-
de-se ao mesmo preco de /000, cada hi-
tado 10 libras.
Vende-se tuna cairoca muito boa,
com arreios para um cavallo, ludo cm
tnuito bom estado e porcommodo pceo:
na ra da Cruz n. 2, primeiro andar.
Yendem-sejtttXMlrafcom lentos mili-
to lindos, payT jogosdivirsos e por mili-
to baraBrpreco : na ra da Cm n. -2ii,
primeiro andar.
Vende-se um arreio iovo para ca-
briolel, muito borne bar-to: na i ua da
Cruz. n. 2(i, primeiroan Vendem-se espnenlas francezaij de
dous canos para cacae muito emeonta:
na ra da Cruz n. 21; primeiro ailar.
RAP ROLVAFRANCEZ-
Vende-se esta esellentq pitada, l-
timamente chegada dF ranea e por eom-
modo preco : na ruio'a Cruz n. 2li, pri-
meiro andar.
NICO OPOSITO.
Vende-se agua deiifricc do Di. Per-
re, nica para limpaosdenles c dar p-
timo paladar: em Ua dos Sis. J. Soum
&C.
Vendem-se ua verdadeiros charutos de S. Fe-
liz : na ra do Queimado n. 13, loja de ferrageot.
Saldo Ass
Vende-se a bordo do palhabntc \'leanle. ou e
tratar com Antonio de Almeida Gomes, na ra do
Trapiche li. Ili, segundo andar.
Cousas finas ede
bous gostos
HA LOJA DA BOA TAHA.
Vendcm-sc ricos leques rom plumas. I,ulula e
spclho a -. luvasdc pellica de Jouvin o mclhor
que pode haver 1.r-"n o par, ditas de seda aina-
rellas c brancas para hoinem e senhora a l&MO, di-
tas de lorral prelat c com bordados de cores a nid
rs. e l ~jii, ditas de fio de Escocia brancas e de to-
das as cores para hornera c senhora a 300 rs., dilas
para meninos e lucilinas muito boa fazeuda a 320,
leociuhos de retro/, de todas as cores a 19, toacas da
Ua para senhora a tiiO, peines de tartaruga para
atar cabello, fazeuda muito superior a 5c, dilos de
alisar tambenjule larlaruga a :i;. ditos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imilando muito aos de
tartaruga a 19280, ditos de alisar de blalo, fazeu-
da muito superior a 320 e 00 rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de 1 a 3 anuos a tfKOO
o|par, dilas de fin de Escocia lainhem de bonitas
cores para criai.ras de 1 a lOannos a 320" par. s-
pelhos para parede com eicellenlo vidro a 500,
700, I e 19200, louc.olores com pes a I9.VOO, Otas
de velludo de lodas as cores a 160 e 2 i o a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e finissimas a 500
rs-, ditas funssimas com cabo de marlim a 19, tran-
cas de seda de lodas as cores e largaras 320, 400 e
iiii'....-... 500 rs. a vara, sapalinhos de I .la para crianeas de
OantlgOCjd betn COl.hec.do deposi- bonitos padres .210 e 320. adeecos prelo. para
Hit 1 ua da Cadeia do Kecife, escriptorio -lulo tum brincos e a I lindes a 1?, toucas prela? de
12, lia para vender milito sunrrinr f,c,U I1"* wUajtsali, lra\ess dasqueseuam
para >csurrraticll a le pisto I i n has ti metal para
cHanrai a -JIM1 r*., ^allietoiras para azeile e vinagre
viv).
Vendem-se na ra de Apollo n. 10, saccas com
familia de mandioca, por prero de 59; a ellas, que
se e.iao acabando.
Cobeiloies- de algodao.
Veudeui-se cobertores de algodao sem pello a I;,
panno azul liuo|||.ar,i farda a 29600 o covailo : na
ra do i^ueimado n. 5.
No escriptorio de Domingos Alves Maiheus ha
para vender .reos e elegantes pianos, bezerros eu-
gravado, rovins de linhu para moutaria.
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac superior era garrafas : na ra da
t.ruzn. 13.
Vendem-se saccas srandes com milho ijOOO,
alas com oleo de ricino, e .ni garrafal de 1 1(2 li-
bras a I?, algodto era raroco: na ra do Vigario
n. 5.
l-arinha de mandioca de Santa Calharina, em
sarcos, de superior qualidade : vende-se no anna-
zem de Paula Lopes, na escadinha da alfffl.dega.
"vende-se na ra da Cruz n. 2(i. pri-
meiro andar, o verdadeiro e axcellenle
cha preto em libras e por muito barato
preco pie faz admirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos rancezas, muito prop as para caca
e por baratissimo preco: na ra da Cruz
n. 2(j, primeiro andar.
Vende-se um cahriolel todo piulado e forrado
de novo, com arreios, he bastante leve, seguro e bo-
nito: para ver, naruado llospisio, esquina do Ca-
marita, loja du Sr. Candido pintor de carros), e a
tratar, ua ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
POTASSA CAL VIRGEI.
to
para vender muilo superior
polassa da Uussia, dita do Rio de Janeiro
c cal virgo m de Lishoa em pedia, ludo a
preros muito favoraves, com os piaes li-
carao os compradores satisfeitos.
Superior forinlia de Sania Calharina; vende-
se em saccas : ira aiiua/ein do Paula Lopes, na es-
cadinha da alf.indega.
Part sacerdotes.
Vendem-se meias do laia pretas,e barretes de se-
da prclos para sarerdoles : na ra da Cadeia do Ke-
cife, loja n. 50.
Litjll ;ii;o.
O arrematanleda lojo da roa do Crespo n. I, jun-
to a casa nova da quina, confronta ao arco de Santo
Antonio, querendo acabar com as fjzenda* que evis-
leni, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Priuceza pela de boa qniflidadc a 300 rs. o
covado, alpacas linas de supeiiiir qualidade a 800
rs. e 19 o covado. meias preas de algodilo para se-
nhora a lilHi rs.. suspensorios a 100 rs. i. par, cortes
de cassas lina franre/as |->too. e 28600 muito li-
nas, lencos de cambrn linos a 200 rs., ditos de eda
da ludia muito linos para humera e senhora a l.jiOO,
roraeiras do carabraia lina de laess de seda para se-
nhora a 29, manteletes de seda liuos a 19, mantas de
seda pora senhora do superior qualidade a 5, cortes
de rolletes de laazinha para hornera a 500 rs., lencos
de seda branca muito linos a 19, corles de fustao
para colleles a 610 O800 rs. de superior qualidade,
corles de vestidos decambraia e seda muito linos a
>9 e (>9, corles de cambraia rom babados linos a 39,
ditos de cambraia de cor a 29500, bretanlia de liulio
de (.varas n pera, lina, a 29200, chales de tarlatau.i
a 800 rs. e I92OO, ditos do casss e seda muilo linos a
29o00 e 39, lia para vestido de senhora a 320 o co-
vado, camhraias de cores linas a 320 e 400 rs. a va-
ra, peras de lil para mosqueleiro de 20 varas a :)9
a peta, corles de nieia caseruira de superior qualida-
de a 1-1600 e 2-5 o corte, meias para senhora linas a
210 e 320 rs. o par, madapohlo c algodaozinho, e
onlras muitas fazenda's que por serem muilas nao se
podem mencionar, e que se vendem porlodo o prero,
na mencionada ln,a.
VIMIU XEREZ.
Vende-so sepocior sajsjfcn de Xerezem kerraiee*
1|4.emeaaa Je E. U. Wyatl: ni d. Trsoerlte
U. 19
Em cata .le Mein v-lli unn 4C, ra da
Cruz 11. 10, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos poia msica.
Espelhoscom molduia.
(ilobospara jardn,
adeiras e sofa's para jai dim.
Oleados paia mesa.
Vistas de Pcrnambuco.
Cemento romano.
Ilumina lacea.
Em casa de N. O. Ili< Ik-i d. C., 1.1.
da Cruz 11. I, vende-se :
Lunas da Russia.
triuz.10.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de urna diuia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecoi-nctas.
Por commodos preros.
Na val has h conteni.
Ka ra da Cadeia do Kenfe n. 8, prisaetf* an-
dar, e. riplon de Aueasto C. de Abre, jertt-
uuam-se a vender a KjflOO o par (preco to, es ja
bem conhecidas e afamadas navalbas de l.irU. feils
pelo hbil fabrcenle que foi premiado na eifwirJ
de Londres, as quaes a lem de durarem nlrisssUsii
riaman te. nao se senlem no rosto na arr* d cortar ;
vendem-se com a coodicie de, rao agradando, sat-
derem os compradores de vol ve-la* a Ir 15 diasdapeit
pa compra restiloiodo-eeo importe.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
a -J.-Jur,. bandejas muilo tinas e de todos os lama-
nho. de l>, 29, 39 c i9, meias brancas finas para
senhora a 2iO e 320 o par, ditas pretas muito boas
ti400rs., ricas raizas pararap com riquissiuas es-
tampas a 39 e 2a500, meias de seda de cores pare
homem a tiiO. chaTuteiras muito filias a 29, csslOes
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a 800 r., oculos de ai mar.lo de a^o praleados e dou-
rsdosa 640,19 e lfSOO, lunetas rom aro de bfalo
c tartaruga a 500 rs. e l>, superiores e ricas bensa-
linhas a 29, c a 500 r. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e grandes, fazenda muilo supe-
rior a OJO, 800,19. I92OO, 19500 e 29. atacadores de
cornalina para casaca a 320, pcnles muilo lino para
sui-sa a 500, escovas finas para cabello a 640, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
640, meias branras c cruas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par, camisas de meta
muito linas a 19 e I92OO, lovas brancas euc.rpadas
propria para moularia a 240 o par. meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas abotoa-
duras de madrcperola e de oulras muilas quali.lades
c costos para rolletes e palil a 500 rs., fivelas don-
radas para cairas e colleles a 120, ricas fitas linas
lavradus e deludas as largora, bicos (inissirnos de
bonitos padrors e todas as largaras, ricas franjas
brancas c de cores para camas de iioiva?, uAouri-
ohas paracoslura o mais fino que se pode encontrar.
Alcmde ludo islo oulras taaitssstOMS cousas moilo
proprias para a resta, e que ludo se vende por pre-
00. que faz admirar, como lodos os fresuezes ja sa-
bem : 11.1 ra do Queimado, nos quatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da B01 lama
a. 33.
.18500
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos preco .loque em outra parto : na ra da Ca-
deia do Kecife, loja 11. 50, defronle da ra da Madre
de Dos.
Tinta preparada em oleo.
cm oleo, em latas de 28 libras. "....."'d'
Kixos e arreios para
en Tmn.
Vendem-se superiores euus e arreios para carros:
na ra do liapirhe. .Novo n. IS, casa de E. 11
wyatl.
C.iii.lelatj. os e !iisi ros.
Acha-se i venda cm casa de E. II. Wyatl, na roa
do trapiche Novo n. 18, um completo sorlimenlo de
candelabros c lustro broiueados de 3 a 8 luzes.
Vjnho Xere/ (? Porto.
Veode-se vinlio \ereze Porto era barrisde quar-
lo : era rasa ale E. II. Wyalt, ra do I rapirhe .No-
vo n. 18. ,
Veode-se cal de Lisboa ultimamenteehegada, as-
sim como potassa da Kussiaverdadsira : na prara do
Corpo Sanio n. II.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores msias de laia para adres,
pelo baratissimo prero de I98OO0 par, ditas de al-
gOdSo prelas .1 610 o par : na ra do tjucimado.lojs
td^nMW.Iezas da Boa Fama n. 33.
Vendem-se frascos code \i-m colijas
dio muilo propros para conservar toda
iiialidade de roe, e por muito coro-
modo prero .... !.... 1.. o.a. I,
metro andar.
20, pri-
Taixas
Na fundirlo'
Bowmann na
do o chafariz
&' patos tlbnrra-ha.
No aterro da Boa-VM
O, lia rhegado 11111 granil
defronle da noneca .1.
ortimenlo de tapates de
para en gen h os.
de ferTo de D. W.
ra do Brum, passan-
, continua haver um
completo sorlimenlo de taixas de ferro
fundido c batido de 5 a 8 palmos de
bocea, ,asquaes acliam-se a venda, por
preco eommodo c com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Tabeada de piaba da Suecia, leaKSo e pise.
Me. Caluionl \ Corapauhin, leudo recebido um
c'!rrt'-ameiilo destes qcneros pelo brigue sueco /).
i/terr:a, de ('.olliembouii', vendern os mesmos a
relallio por preros barato.: otaboado acha-se reco-
Indo .111 armazem doi Srs. Cirvallio & Irmao. ra
do Hrui-n.
40 BARATO!
.Na ra do Crespo, loja n. 1, vendem-se por lodo
o prer;o fazendas de primeira qualidade, para acabar
Bao se olha a prero.
ogios
ingle/es ele pa-
tente,
os melhores fabricados em IngUterrt: em casa de
llenrv t.ibson, ra da Cadeia do Recite n. 52.
Vende-se aro em cunhetes de um quintal, por
prero muito eommodo : no armazem do Me. Cal-
moni cv Companhi.i, praca do Corpo Sautnn. 11.
Cartas frauee-
zas.
Vendem-se superiores carias fr.ancez.is para at-
irete a 500 rs. o barallm : na ra do Uueimadu
bija de miudezas da Boa fama n. 33.
Moinhos de vento
eombomhasdcrepuxo-para regar borlase baiza,
derapim,nafuiidicai.de I). W. Bowman: naraa
do Brum ns.6,8e 10.
Relogios de ouro
inglezcs
de patente, dj abnele e de vidro : vendem-se em
casa de Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia do
llecifc n. 18, primeiro andar.
Farelo novo de
LISBOA A 4,500 RS.
No armazem de lasso limaos, uo becco do l.on-
oalves.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
Ueste cstabclccimcnio continua a ha-
ver um completo sortimcnlodc moen-
das e meias moendas para engenbo, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coado, de lodosos lamauhos, para
dito.
Ca de Lisboa barata.
Para fechar conlas vendem-se barris cora cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 35200. assim como
ha uuia porrao da dita cal sola, ptima para caiar
peo seu brilhaulisiiio o dniaro. e uiichc-se urna
barrica que tenha sido de |bacalho por 35: na ra
da Cadeia do Kecife n. 50.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
on & C., na ra de Senzala Nova n. 4 2.
Sel lins ingle/.cs. ,
Kelogios Atente ingles-
Chicotes de carro e de moutaria.
Candieirose casticacs bronzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Banis de graxa n. 97.
VinlioClierrv cm barris.
Camas de ferro.
L1QU1ACAO'.
' srreroattnle da toja de miudezas da roa dos
Urtele n. 21, querendo acabar as miudezas que
esislero, vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo. r
t ranja cora balotas para cortinados, per.
J >pel paulado, resma, (de peso)
Hilo de peso, resina
Mi de cores para bordar, libra
I entes de hualo para alisar, duzia
rivelasdouradas para ealca, nma
tiroza de obreies muilo liiias
Lencos de -eda linos, ricos padrocs
Caiva de Mola de marca
Meias para senhora por
Pcnles de tartaruga para sesjorar cabello
rozas de canelas finas para penn.is
Dilas -le huiros finos para casara
Meias prelas para senhora, duzia
Ditas ditas para homem
Lacre encarnado muilo lino, libra
Papel de cores, maro de 20 quaderiios
Dosis de rlleles
Kspelhos de lodos os numero, duzia
Liuhasde uovcllos grandes para bordar
Ricas filas cscocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias croes sem roslura para homem
llilas de seda n. 2, pera
Yancas dsela branca, vara
Caixas de raiz, duzia
Peras de lilas de eos
l.apis linos, groas
(ior.lo para vestido, libra
Toacas de blonde
UNGENTO HOLLOWAV.
Milbaresde individooMsj lodas es necees pedesa
lestcinuiiharas >nludedOsleremedio incosnperavel
e provarcm caso iieeessaiie.que, pele aso que elle
h/eram, lem seu corpas snembros inteiraienle
saos, dopois de haver empregado mulilmenle osslrw
Iralamei.tos. Cada pessoa poder-se-ba conveor
deesas caras maravilliosas pela leitnra des perieev
que Ih'at relatam lodos os das ha seniles asme; c
in.iior parte .lt II..- s.1.1 la., sorprendentes ene wIssh-
1 mi o medicas roais celebres, tanlas psjseeas re-
cobraram rom esle soberano remedio ase e essse
braros e pernus, depois de ler permeneeiOe toesoe
lempo nos hospiiies. onde devisas soflrer a
rao : 11.-|las ha muilas, que havesnlo deiia
1 as> lo de p.idccimento, para se nao snh
; essa operaro duloresa, foram caradas
mente, medanle o oso desse precioso remeds. Al-
Buma. das tees pessoas, na eioso de se* istaatssti
nenio, dcclararam e-les resultados bensicot lante
do lord corregedor, e ootros magistrados, essm de
1 ua 1,niic 111 Harem sua adsrmalive.
Ninguem desesperarla do oslado de sua -
tivesse bastante coulianca para euaiaresle 1
conitantemenle, seenindo algom lempo e Irila-
menluque necessilasse a nslereza de mal. caje re-
sulladu seria provar incoolestavelmenle : Une tnde
cura !
O ungento he ases maiiparlimlitrwttnle stse
raioi.
matriz.
Lepra.
Males despernar.
dospeilos.
de einos.
Mordedaras .lerepii.
Picadura de mosaailM.
I'elns.
(Joeimadelas.
Sarna.
Supuraroe ptridas.
I inhs. em qualquer por-
e qae seH.
1,-SNKI
:icoo
25700
75000
39000
100
K5000
l^sOO
240
240
MK
2)000
23000
:1920o
58IKI
I58OO
fiOO
720
2300
l5K)
A Inertes.
Caiinbi..
Callos.
Caacaroa.
Corladuras.
Dores de .ahora.
das costas.
^ dos membros.
Enfcrinidades da culis
em seral.
Enrermidadesdoanns.
Kriiin_"0- escorbticas.
Kislulas no abdomen,
rrialdade ou falla de ea- Tremor de
lor as extremidades. I leers na noce*.
Irieiras. do fiia4..
cngivas escaldadas. dasartir' -
InrberSns !. oda-
Inflan.....- ..o usado. des as perseas.
da ucvica.
Vende-se este ungento; uo eslabelecimento seral
de Londres,.!. 2il,67raM.e na loja de lodo, bo-
ticarios, droguistas e outras pessoas cocarresade da
sua venda em loda a America do Sol. Hatea* e
HeSpaaaa.
Vende-se a 800 ris cada botetinba.eonlm om
instrur^ao em portusoez para explicar o -sede de
fazer uso desle ungento.
O deposito ceral lie em case do Sr. Soum i.bar-
maceMtico. na ru.i da Cruz n. 22. em Pernase-
Liquidaeao de
loja de miudezas
ti dono da loja de miudezas da ra Ss Costeis
n. I. querendo liquidar e sen esUbeteciBMjaw, esta
resolvido a vender ludo pe. preros abasM isn
nados : imagen, de porcelans d R. Sosthore C de
Bom Pastor a 15200, palileiros de pweeiasM rrrait-
bonilos a IMK) rs., caixas de pos linos para SJaaSes
que pesam mais de nma libra a :UiO. caixas de oes
de .aba., para barba a no rs., remedio eflicaz peta
calos a I5 a caixa. jogos de domino a Ission. smsaseea
de looca, S. Jacinlho, S. Paulo, N. S. de Concesrao, .
S. rei.e.lielo, >anla Apolouia ilvot.ili do, jiihai
Santa Emilia e Saola liara a I5KOO rada urna, lin-
Iriros de porcelans a K00 rs.. nenies de hastie e Ma
rs., correule* de aro para relosio a -J80, arm
3 fra.cos de cheiro a 700 rs.. pus rbinaae* s
par denles a 240 a caixa, erampts a 20 rs n

anneis de cornalina a 240, abnele, finos a 1xj l"-
las a 25Wi ninas a 2110 t 600 rs., folha de l>. eslampsoalr I-
de 1'iO ato .VIO r, h I. de lo.l... as qeaHdades o l'ii-
cos para eufeitar anjo. traers de lodas mea
des e ootras muilas miudezas por melado de 1
pr, a dinbeiro a riela.
*

va-
Oh
hincha !!
borracha muilo recomiudados para a establo pre-
sente, lauto para lioincm mu para senhora, meni-
nos e meninas ; assim cto um novo e completo
snrtimento de calcados frt-ezes e de Nenies de lo-
da as quididades, e os el couliecidos sapalos do
AracalN para homens e minos, esleirs, cera c vc-
lasde carnauba as melhoique de hi tem viudo, lu-
do por prero muilo roiiodo, .1 Iroro de sedulas
velhas
Veudciu-se graudcsirras com feijau : 110 ar-
mazem de lasso Irmaos.
Pennasle nma.
\ endem-se 11111X0 hn.i.enua de ema : na rus
da Cedis do Kccile 11. .7!
Couros o cabra.
Vende-se um reslo de iros de cabra muilo gran-
des e bous: na roa da (eia do Kecife n. 57.
que pee
\ on io-so easemira prela muilo lina, pelo baratis-
simo preco de .".J o crie de caira : na ru.i do Cres-
po 11. .">.
Vende-se por cholcra-morbiis : na livraria n. G e S, da
praca da Independencia.
Chapeos de sol de seda a KfOOO.
Na ra do Crespo, loja 11. .">, vendem-se chapeos de
sol de eda de muito boa qualidade, pelo bailo pre-
co de 59 cada um.
Sal do Ass
A bordo da escuna ejoss vende-se sal do Assu',
ou a Iralar rom Antonio de Almeida Come., na ra
do Trapiche n. Ili, segundo andar.
Facililla de mandioca.
Vende-se farinha de S. Maiheus, em saccas; no
caes do Hamos, armazem do Sr. Pacheco, por precos
commodos.
para menino
le meria bordados para men
00
:I5:100
:I80
too
1)600
:ioo
JS'.tMl
15200
ie.*oo
15000
Clliquil
c oulros militas artigas que se lornain recommenda-
veis por suas boas qualidadcs, e que nao se dnvidar
dar um pouquinho mais barato a aquello senlior lo-
gisla, que queira a dinheirn comprar mais barato
do que se compra em primeira mao.
AO PIBLICO.
No a rmuzem de faxendas bai a-
tas, ra do Collegio n 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e {prosas, por
precos mais liaivos do que em ou-
tra qiialfpier parte, tanto em por-
pBee, como a -etalbo, aflianrnndo-
se aos compradores um s prero
para todos : este estabelecimento
alirio-se de combinacao com a
maior parte das casas commci-cMcs
inplezas, rancezas, allcnwas esurs-
sas, para vender fazendas mais ea
rosita do que se tem vendido, epor
islo olfei-ecendo elle maiores van-
tapens do que outro qualquer ; o
proprietano dcste importante es-
tabelecimento convida a' todos o*
seus patricios, e ao publico em gc-
ral, para que venhara (a' bem do
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collepio n. 2, de
Antonio Luiz dos Sanios & Rolim.
ARADOS DE KFItKO.
luudieao' dt J. Starr. & C. em
Ain.ii i. aclia-se para vender ara;
dos < ferro de 'atir- qualidade.
Na
Santo
fr
C\ crat)05 fwflitoij.
com 30 ron cento mais barto
do que em outra qualquer parte.
Rico de blun.l ,|y seda prela para qaaresma e lm-
nilu lilas, como se recebe esla fazenda directamen-
te da labrica, por isso pode oflerecer esta vantaaem
a seus fregoezes, casa do lelojeeiro.
Vendem-se amendoas com cases mole : no ar-
mazem de Tasso Irmaos.
No dia 10 de Janeiro do rorrele anne
do cnsenho Tabatiuga um mualo escrava, que ssir-
lence ao Sr. Ilerciilano t'avalcanli de Sa Albewoer-
que, cajos tignaes sao os segninles : cor bem clara,
cabello crespos c ca.lanhos, baixo, cneio do coroo,
esla com a cor plida por ter soflrido seioes, e Sem
muilas manchas no pescoeo, nss cosas e peisos. I*
a 20 anuos de idsde, o buco ja Ihe apeale ; leven
camisa de algodaozinho azol ja desbotada, e lambem
a reroula, um capole de panno fino cor de cale j
bem usado : presume-se que leven em cesnpaarna
um crioolinho forro com 1-.' anne* O idede, alte.
secco, c com alcumas mutuas pelo resto e penoso, e
ha razio para uprn>r-se que elle o moble presen
var a seu senhor no engeoho menrieoedo. oa entre-
gar nesla prara ao Sr. Antonio Anne* Jar esas Pi-
ros, morador no aterro da Boa-Vista, qa seed re-
compeusado rom 'enerosidade.
Contina andar incida a prela Merencia, rri-
oula, idade de 28 a .10 annos, poeeo mais wsasn,
com os sigoaes seguinles : falla de dcu na frente e
urna dss orelhas rasgada pr.nrnieuie^los brincos :
quera a pecar lete-a a ra do Bren, armazem na
assucar n. 12, que ser bem gratificado.
PEKf. : TYP. DB M. F. DE anessV S
ILEGIVEL


Full Text
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