Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07300


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Full Text

w
AMO UIIL N. SS.
Por 5 raey.es adiantados \sOOO.
Por mese vencidos 4#500.

DIARIO DE
F.NCAnREl.ADOS DA Sl-BSCRIPCAO1 NO XOKTE.
Paralubi, s Sr. Gervaiio V. da Natividade ; Natal, o Sr. Joa-
luim I. Pereira Juaior ; Ararat?, o Sr. A. de I.eutoi Braga ;
l'ear, oSr. J. Jote" dtOllveira ; Maranhao, o Sr. Joaquha Mar-
que llodnguei; Pieuhj, o Sr. Domingos Herculano k. Pessoa
Oareun; Par. Sr. Jutuano J. Kamoi; Amazonu, o Sr. Jero-
ajn da Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda .- todoi o dial.
Caruaru Bonito a Garanhuns: noidiaal ai.
Tilla-Bella, Baa-Visla, Eiu" Ourieury : a 13 e 38.
Goianiue Parakiba : segundas e seiui-ferai.
Victoria NataJ nasfuintai-teirai.

Em cunsequenciu do mal que a 111 i a* presenlemen-
U a lodos, mallo" dos nosso. compositores fulo aido
accoinraettidos, le orle que lioje luamos com gran-
de difliculdadea para latfaur os no-sos compro-
miaso peraule o publico, resollando dahi que no
leinoa gente disponivel que subslitna em mitro*
misleres quellesque (rabalham durante toda a se-
mana al mu alta noile, e por rae nio uos he possi-
vcl dar o Diario imanhaa como haTiamos promel-
lido.
AUDIENCIAS DOS TMItlXAFS KA CAPITAL.
Tribunal docommercio : quarlaaa aabbadoa.
Relacao lerfas-feirai e aabbadoa,
Kazenda : quartas e aabbadoa aa 10 horai.
Juizo do comrarrcio: segunda ai 10 hora e quintas ao meio-dia.
Jui/o deorphaoi : tegunda e quiulai as 10 horas.
Pnmeira vara do citcl: legunda aeitai ao meio-dia.
Seguida Tara da cite! : quartai e wbbadna ao meio-dia.
SABB..D0 I Di: IIMU II DE lK.'iii.
Por anno adiantado lo.sOOO.
Porte franco para o subscriptor
BUCO.
.riii:.\i:i;ii>r.s no mi;/, m; 11 Minuto.
6 La nova esO horai, 19 miuuloi, ^U.s-gundrn da Urde.
13 Quartocrescente aoi 18 minutos e 48 Hgundoi da urde.
II Luarhejaa 1 hora, 38 minutse 48 segundos da urde.
29 Ouarlo minguaote ata 13 minutse N segundoda tarde.
PREA'MAR lu;no.lb.
Primein 0 a 311 minutos da Urde.
Segunda 0 a 31 mioutoi da manhaa.
DIA8 DA SEMANA.
23 Segunda. S. Malinas Au.; Ss. Cesario e Diusroro.
2fi Terca. S. Toralo ate. m.; S. Faustioiaiio b. m. ; S. Victor.
27 Quena. Ss. Anligouo, Curso a Bessa soldados mea.
28 Minuta. S. Humoab. : S. Cerealis ni.
29 Sexta. S. Populo m. : S. Esperedio ni.
1 Sabbado. Ss. Suilcrbo, Eudoeia e Antonina mu.
i Domingo. 4. da Cuaresma. Ss. Juvino, Bozilio.Secundilla.
PAUTE OPFICIAL
OOVERNO DA PROVINCIA.
Henatele do la gl de r.verelro.
OllicioAo Eid. marecnal comuiandantc dat ar-
mas, trausmillindn por copia o avis0 circular la re-
parlicao de guerra de U de Janeiro ultimo, no qual
nio t se d providencia, acerca do transporte por
mar a ofliciaes do exercito que viajata de una para
julras provincias nao encorporados, mas tambem *e
faz extensiva a eoncessao de transporte s pessoas ra
Tamilia dos ditos ofliciaesIgual copia reraetleu se
a Ihesouraria de razenda.
DitoAo mesitio, recommeiidamlo as suas ordeo
para que o alferes do -i. balallu de infanlaria Lat
Antonio Ferraz Jnior,pague na receho.loria .leren-
das internas, vista da nota que remelle por|copia.a
importancia dos direiloa e eniolnmenlu que est a
dever pela dispensa do servido que obleve do gover-
no imperial, tesando consta do aviso que remelle
por copia, para esludar na escola militar o curso da
espectiva arma.Comrauncou-se a Ihesouraria de
aienda.
DitoAo meaiDO, inteirandu-n de haver o alteres
>n'~inoel Joaquim de Souza, pagua iinporlanci.i dos
dir.itot e emolumeritos que eslava a dever pela dis-
pon;! que obleve do serrino para esludar na escola
limitar.
DiioAo inspector da Ihqtoeraria de razenda, de-
volvemlo o requerimento e mais papis em que Jca-
3uim da Almeida Pinto pede que se llie passe titulo
a aforamenlo de un terreno de marmita que Ihe
roube em pardilla por fallecimento de seu pai, alim
de que proceda a respeilo de eonrormidade com a
informarlo que remelle por copia da cmara muni-
cipal desla cidade.
DitoAo memo, para mandar pasar an doulor
Vicente Jernimo Wanderley, visla da cotila que
remelle, a quantia de SOfSOU rs___Cuinmunicoii-se
ao referido doutor.
DitoAo mesmo, recommendando que mande
comprar com urgencia, alim de serem remedidas ao
vigaho de Bom Jardim, urna peca |de baela, dua<
earg.it de bolacha a duas de arrotaTamliem man-
dou-se comprar para a villa di Escada urna paca <|e
haeta.
DiloAo cnsul francez nesla provincia.Acenso
o recehimenlo da communicacsui que o Sr. Visconli
de Leiiiond. cnsul de Franca nesla provincia, ata
dirigi em 20 do crreme, Jileada : Que no dia 3
robrar a respectiva importancia na tliesooraria de | Dito A commissao benefleente da freguezia dos
fat*uda, como outros teto feito. Afosados, inleira..do-a de haver expedido ordem a
fcm visu do expendido he fcil de recwihecer, ihesouraria de razenda para alionar o. dous cont*
queem umaquadra excepcional, como a em que de reis que a commissao requisitou para occorrer o
(lesgracadameiUe nos adiamos, nao he possivel iseu- i pagamento'das despezas feilas e que se forem fazen-
Itr o subdito francez Adolpho Bourgaoia de prestar do com as pessoas indcenles accoramellidas da etii-
um servico, a que mesmo por homatudade estilo u- detnia reinante naqoella freguezia, dizendo, que e-
eilos lo.loi us que se acham dehaixo da pres.o da pera do zelo da n.esma commi.slo que continuara a
caiamidade geial, principalmente nao havendo do- dispertar a earidade dos particulares em bem da
vida alsuma emaer sali.feilio preeo de aluguel do pobreza, pois que rUlo pudem os cofres pblicos car-
lACAiiiii.i.Aixis d.\ si r.M inri xO mi si i..
Alagoai, oSr. Claudino Kalcio Diai: Babia, o ir. U. Itaaca'
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martina.
km im:u.\amiii JO.
O proprieurin do DIARIO Manoel Figueiroa de I tria na tjw
ivraria Praca da Independencia ni 6 e 8.
na, por ser a cata de lellu-v.la, e parece nada ler
escapado a previdencia da commissao da Itoa-Visla
que a nionloii ; he um excellenla eslabelccimento
cm poni pequeo, que juls poiem sulliriente para
as prerises daquella povoarao.
I mliaiii alli entrado ante* de houtem dou dot-n-
les, um ntulliiT pejada de oilo metes, un talado al-
ido, que moneo houtem, e nulra que eslava em
Ser MOja, quaulo mais d i que aquella cmara rniiresciila sobre a necessidauo ,
se ada felirm. ule coutras-. de seren calcadas algutuas ras da fresuozis de S. i
lada pelo fado, que provncou a rec.lamaKlo cousu-
lai por ota ter sido hem referido pelu queixoso. que
julgo ler aalisfaito, apreciando multVk manarte .Ja-
licada e urbana enm qna a Sr. cnsul a propo
zera.
Renov eoSr. Visconti de l.emond os protestos de
minha alta consideracao.
HiloAo inspector do arsenal de marinlia, man-
dando |r a ditpotiesio ile Manoel (joocalvea Agr
e de .lose Pialo Magalhaes seis cerradores d'aquelle
ar-'na'i.alim de fazerrm caixes para eoiiduccao dos
cadveres dos cholencos, os quaea scro pagos dos
seusjornaes pelos niesrnos acuna menciouados.
DiloAo visara da freguc/aa da Escada, remet-
iendo una ambulancia, qualro cargas de bolacha e
duas de arroz e declarando que ja ofliriou to Exm.
bispo diocesano para mandar para aquella villa um
ou dous sacerdotes, e que espera que Smc. conti-
nuara a exhibir novas provas do zelo e aclividade
que Uu benficos bao tido a essa populacao.Ex-
pediram-ae as coiiveuieiiles ordens para a remessa
da ambulancia e dus vveres.
DitoAo visarlo do Boro Jardim. dizendo que,
sent que a epidemia se tenha desenvolvido alli com
lamanha iuleusidade, que nao manda mdicos por
nao haver disponiveU, remelle parca) os medica-
mentos que requi'itou e que continuo Smc. a pres-
tar os seus relevantes servicos.que tao proficuos lem
tidoe que merecem os matoreselogios.Olliciou-se
a commissao de hvsietio publica para mandar os
inclicainenlos.
HiloAo director das obras publicas, autorisjn-
do-o a receber delinilivainenle a obra dos reparos do
7 lauco da estrada do sol, bem como a pactar o
compleme certificado, afim de que o respectivo ar-
rematante posta haver da Ihesouraria provincial, i
quem licam expedidas as coavenientes ordens, a im-
portancia da nllima preslac.lo.
DiloAo mesmo, dizendo que padsS Smc. ac-
ceilar o oil reclnenlo que fez Vicente Ferreira da
Costa Miranda para mpreitar a obra do embarre i-
menlo dea braeai da estrada do sul, no caso de
querer o mencionado Custa fazer semellianle obra
pela quanlia de itOj r. em que foi ella oreada.
DitoAo mesmo, autarisaudo-o a crear em cada
una das estradas de Pao d'Alho a Victoria mais um
termo de conserjacao, composlo de um conservador
e cinco guardas". Communicuii-se a Ihesouraria
provrfal
m Ao presidtntc interino da commissao de
desle mez o subdelegado da fresuezia de Sanlo-An- ny8'erie publica, auloiisaoda-oa fa/er toda a des-
Ionio, acompanhado do ajudanle de ordena desla I P*1* necessariaeoinqualqufr servieo a cargo da-
provincia, indo cocinla do subdito francez Adol- | plio Bonrgeois para alusarem um carro com eavallos | ""'oAo Dr. Alexandre**! Souza freir, do Car-
fiara levar medicla S mi .-Aul.i.. o racuan lo alo- ">. recommen lando que pa.s" o archivo da ci
ga-lo ocaixeirodo referido Adolpho, allegamln acha- ">'*ala iem-se os cavallo-muilo caucado., Smeacarain-ho
com prisao, se nao obederesse elle a essa" ordem ;
pelo que foi empre alosado o carro, o por seis dias
nao leve Adolpho noticia delle, ale que appareceu.
yoe apresenlando Adolpho a sua coula, que o Sr
aaaaal julga moderada, iem-se-lhe recusado o pasa-
mento : em consequencia de que o Sr. cnsul recla-
ma em favor do suboit. d<, m na.
Que convencido o Sr. consol de que esta presiden-
cia no tem lulo conhecimenlo de-ses fados, tanto da
demora do pagamenlocotnoda especie da viola cao de
domicilio com aroeactrde prisao que ao mencionado
Adolpho flzeratn o subdelegado e o ajudanle de or-
dens, confia em que ordenarei prompto pagamento e
reprehenderei severamente o comporlamento da-
quelles dou runcciouarios.eipedindo ordens fonnaes
para que semelhaule fado se nao reproduza.
Accrescenlando o Sr. cnsul que esta lano mais
persuadido de que nao hesilare cm dar taes ordens,
quaulo esta certo da benvola prulcccjo que tenho
dado aos estrangeiros aqu residentes "; e que eu fi-
carei sorprendido, do mesmo modo que o Sr. cn-
sul, de que so tenham dirigido para fazer laes amea-
vat a um subdito francez, nico que aqui aluga car-
roa ; enlrelanlo que e poderia ter procurado algum
em 21 cuchen as de brasileiros.
Apea-s recebi a supradila commuuicacao,tratei de
oiivir o chefe de polica, o qual. depoit d'e infirmar-
te do subdelegado da que se Irata, acal, i da decla-
rar-me :
Que dirisindo-se o ajudanle d'e ordens aquelle
subdelegado para ver um cairo qne tem perda de
lempo conduZisse mdicos tiidade da Victoria, foi
elle lera cocheira de Adolpnonica qne anda nao
linha alagado carros para aqnella lugar, porque os
uniros, quer de Brasileiros, quer de Porlusuezes j
se haviam prestado, segundo a escala ejlaheleeid.,
a selnellianles requisicoe- sem reluctancia alguma, e
que como o administrador da dita cocheira t issu
se negaste sob pretexto de n jo ler eavallos, quando
all foram adiadosbons e lutidos na estribara, pro-
ruriram elle, e o ajudanle convncelo por boas rna-
neiras a que se preslasse, visto a necessidade publica
o exigir. Que o administrador deUaadn-M conven-
cer de laes razoes, mandou que se desse o carro ; mas
que os boleiros, pela maior parle escravos, come-
caram a apresentar difliculdades. anda sob pretex-
to deestarem cansados os ravallo-, dizendo mofas
e dicterios.
A vista do que o subdelegado ameacou a um del-
le< com prisao, visto como o adminislrador formal-
mente rtedaraca que io /i;i/,.| durita nenhuma
em pretlar o tea carro, que so os linha para alosar:
que a dihVul.la le existia uu bolieiro, iiue su tbri-
gato ira.
Quaquanlo a falla de pagamento do respeclivo
iliignel he tmenle devida ao mesmo Adolpho, qua
al o prsenle se nao aprescntot ao dilo subdelega-
do para Ihe conferir o allestado, alim de com elle
cotu-
da
Jos, onde se raanein aguas estaguadas que daiiuii-
lic.m. a saude publica.
Illm. e Eim. Sr.A commissao central de beu-
licencia acaba de recebee o ollicio que V. Etc. Ihe
dirigi com dala de Ti do corrala, acompanhaudo
a parlicipacao que a V. Exc. lizera commissao de
beneliceucia da fresuezia de S. Jos. Em reaposla
Irausmiltiinos a V.'Exc. o relalorio qoe acaba de
apresenlar o respeclivo Ihesoureiro oSr.commen-
dador l.uiz Gomes Ferreira, leudo sci de acrescenlar
que paataatM a dar mais outros 1008 mencionada
commissao. Se V. Exc. julgar a proposito impri-
mir-se esse relalorio, far merc a commissao para
que o publico saiba que ella cumpre os seus de-
reres.
Dos guarde a V. Exc. Palacio da Soledadc 28
do evereirn de 1836.--Illm. e Exc. Sr. presidente
da provincia.Mwiseithor Francisco Maniz 7a-
raren.Buril da/Ion-Una.Ilarao de Cap ha-
ribe.Lui: Gome* Ferreir.
Eiin. c Kvm. Sr. bispo, presidente, e Exms. Srs.
membros da commissao cenlral de benelicencia.
Kesolvi honlem visitar as enfermaras de S. Jos e
Capunsa, para ver e examinar por mim mesmo, se
nellas harta o atseio e regularidade no iratamento
dos enfermos, que era de esperar dos preslituosoj
cidadaos que dirigem esle eslabelecimentos.
As II horas da manhaa apresenle-inc em casa do
Sr. Franca, e Ihe ped para me acoinpaiiliar en-
lennaria, ao que do mellior grado se pretloa, nao
ohslanle estar a tnhlr para a cmara municipal, de
qoe lie membro, e. coiuquatilu a minha visita nao
osse esperada, achei lodo o estabelccimento o mais
bem maulada, e no melhor e-lado que se pode ima-
(jjiiar, como vou espr :
Na sala em que se acham os enfermos, que he
euviilracada c al estucada, enconlrei o respeilavel
anci.lo. o Exm. Sr. hrisadeiro Joaqaim Bernardo de
l'igiieiredo, membro da rommisNln parochial da fre-
suezia, nomeada pelo Exm. Sr. presidente, o qual
se achara de din denodadamente junio aos enfer-
mos ven lo a appliearao dos remedios, e que nada
Ibes fallaste, nao podando um tal cxcmplo deixar de
mesntrcommissao, Dr.-fgnaio I irmo Xaibr. ^"""" enferm,.s e entregados ; o Sr. Dr. Nerj
DitoAo Dr. Ignacio .Very da Fon-eci, ,|ecla- I "'"' seu P-,lo> assitn como, enfermeiros e eiiferiiiei-
raudo que rouvein que Smc. siga logo para a Ir- I '**> e ludo parecia em tal estado que uaila dcixava
goezia de M un baca a prestar seus servidos mdicos. ., deaejar.
(.miiiiiuieou-e ao subdelegado d'alli. % .i ,
Dilo-Ao ao coronel Joao Francisco delChahv._V Ac"av"D"s8 """ ,'"'->'"es em tralamento, um
Nao setendo apresentado o Dr. Caelano Xavier'l'e-)'los '(""es, cm man estado, e nutro liaba tido alia
reir de Brilo para tomar coala do hospital da ra "aquello dia; os outros iam bem.
O tarvico dos mdicos he feito
DAS MILHERLS.
Por Carlos Monsglbt.
PiUMEIKA PARTE.
da Aurma e pednolo-me ora t."-. Iranr.is
MeiiMesde Amorim que o despensera adminis-
Irafle do mesmo hospital de que elle se arhava en-
carregadu inleriu.enle, vou solicitar de V. S. o
caridoso servieo de se eucarregar da direccao eee-
tioniic.i do supradito hospital, entendendo-se para
isto com o Dr. Amorim. Sei que V. S. acha-si- nc
cupado com trahalho da commissao parochial be-
neliceute lude com que lano e lem prrtlado, espero que se
nao nes*rn mais a esle sacrificio.
DiloAo r minan laide do rerpo de policia, para
mandar por um soldado disposicao do presidente
interino da|caiuimissao de hjgiene publica, Dr. Cos-
me de Sa Pereira.
DitoAu regedor iiileriuo do livnmasio, dizendo
que nao admita no mesmo tiymnasio o esludante,
lillio de Domingos Auluues Viliaea.
DiloAo delegado da Victoria, dizendo que ex-
pedio ordem para serem enviados para alli mais
dousbarris de aleatrle e :HI ardiles, c recommen-
dando que seinelhanl-s pedidos venham formulados
pelos mdicos, em vista .las rarcaanlandat daquella
cidade, pois que deve haver uisso mulla regularida-
de, alim de que au venham a Tallar de.infecanle.
para uutros lugares laulieui accomineltidos da epi-
demia.Olliciou-se i cummissao de hxgieue para re-
raelter o alcalrao e desinfectantes.
DitoAo delegado do l.imoeiro.Tenho presen-
te os seus ,.lucios de \l e til, e muilo tinto que a
epidemia tenha ah lomado lana iuleusidade.
Ja baria expedido urdeui para Ihe serem enviados
mais desinfectantes.
I'assu a ofliciar ao Exm. hispo diocesano acerca
dos sacerdoles que requisita Vine.
Para ah parle o alteres lenlo Manoel da Cruz
com 8 pracea de l. linha. para reforcar o destaca-
mento. Elle Ihe entregara' a quaulia de 600?.
Remelto-lhe mais duas cargas de bolachae duas
ile arroz.
Espera que >e conserve no seu posto de honra,
providenciando e fa/.endn executar as recommenda-
nies que Icnho feito.Expedio-se ordem a' Ihesou-
raria de Cateada para entregar os 6IHI?.
Dilo A Jlo remandes Prenle Vianria. Acei-
to a ollera de 300 que me faz Vine, para toceorro
dos infclizcs alleclados ila epidemia reinante. As
aeces dictadas pela philantropia Ao sempre dignnt
de encomios, inormenle em urna qu.idra como esta.
Hemetleii-sc quaulia cima commissau central
de benelicencia.
l.uiz domes l'errcira.
Ilondego 2S de feverciro .' 1s:>6.
psaiAXBiKja.
PAGINA AVULSA.
IpujocaRecebemos cartas de pessoas sizudas
dessa Iocalidade, donde collieroos as tegainlet noli-
cas :
A epidemia lem felu algunas victimas no povoa-
do de lilah). No Mirador morreu um pai cotn suas
duas lillia- e Ires escravos.
O vivario fot atacado do tn.il no dia 25 do passado,
e por ora nao corre pens i tua vida.
Tamben acham-se aneciados divcisos senhorcs e
tenhuTat de engenlios.
Em Porto do (.almilas tem assul.ulo Os lurcarei-
ros de-animaram. a poni de minios estarem de via-
gem, despachados vollarem.
O hospital de inariiiha he alli o cabrion dos bar-
caceiros.
A agricullura morre a olhos visto.; militas canoas
no campo, e poucas mal moldas. Os almocreves lo-
sem de vir a etla praca, e u.io ha estipendio por
mais avullado, que os faca ca vir.
O facultativo Mauoel Theoloiiio osla a rapen de
ambulancia-.
A noticia esla animada, porm nada pode liada
fazer.
As commis-oe- Iteui ditlribuido pelos pobres di-
ulieiro, coberlores e baias.
que fazerr. serlos senhores Moradores por etuii da
Lija de harbeiros da praca da Boa-Vista n. I. Pois
nao pos.o estar hora neni minutos oeegado eom o
barullio que os dilos senhores fazem no asoalho do.
.obrado onde morao, islo he de dia e noile pois me
vejo bstanle eticnuiinodado.
No mais Vine, me achara' aqui sempre prntnplo
para o qne for de seu servieo.
Em certa ra que nunca foi queimada, dizcm
que ha um casal que lem quatru lilhos.queiuda nao
reeeb-ram a agoa de baplismo, apezar de se linn
por iliritlaos.
1) Sr. Dr. Antonio Ferreira MarlinsKibeiro sub-
delegado da fresuezia da lloa-Vrsla, e presidente da
vcominissao de beneficencia la metma fresuezia, vi-
sileu lionltm "2S do crrenle as casal d*s indiuenles
doentes ila epidemia, prestando aos matlaot os ne-
cessarios succorros. e contla-not, que o mesmo se-
elmenic observada iraz cousequeucias inliuilas de I Brasileiru e Peniambucano por ter um patricio das
innmeros marlxrios. qoalid.ides cvicas deS. S.
Acompanha-iios empre grande salisfacao todas .Nesla villa, hem que continu o mal. nao lem
^<* vezas que temos de registrar em notaa l'aaiiia os i morrido niugoem al boje, sracasa providencia. Foi
mimes dos que verdadeiratnenle merecem ser consi- [ demitlida do lusar de subdelegado de-le dislrklo ..
dorados eomii modellot de earidade. Nesla caso esla' I Sr. Florentino Cypriano da Costa segando cntMla
esiuUanle ouvme de medicina) l.uic Aurelio o-1 deaiulelligaucias pessoaes com o Sr. delegado motiva-
mcellna. Jisle moco depoia de ter pret- i ram a demissao.
Adeos.
dox
lado os mais valioso- -orvicos na provincia da Balita,
quando ah se desenvolveu a epidemia, parti para
Macean, d'onda.jior ordem do governo seguio para
o centro, e ah tJam aquella Jedic-c io c|oe Ihe be tu-
Inral nao de mentid do conceilo que ja delle forma-
ra o presidente daquella provincia; foi sempre iu-
canaavel no dcseinpeulio de seus devres, nao irepi-
dou um sai momento em rombaler tao ousaiio inirai-
go. Depois foi substituir ao Dr. Amazonas em com.
panlua de outros, e cada vez adquiri maior
nhor lem de continuar diariameuta'neasas vi.ilas.n3o i nt'ii^wa^S!,^^li'^^!ml^^S!^
obslante os pesados rabalhot, de que esta* sotirecar- ( Dr. Bandeira,
m/ de dlreiio em tjar.inhuus. alim
i que eslava
Ja se fiindaram os ccmilerios do O" e da povoac.lo em quasi lodos os pontea distribuidas, e que Ibes in-
I itiiiiic i ii- r, Pi'xi- i Mii'irr -r un nava h- .- 1... I : .
t
IV
listado de miillirr.
( Conlinuacao. )
lalvez sorprenda os leitores a scena que vou ten-
tar dcscrever; mas atiesto que asienta no senlimen-
to apaixonado.
Ireneo apresenlou-se em casa de Felippe Beyle, o
qual smenle encontrara nos corredores do Ihealro,
on le seus olhare. tiiiham sido o que -.lo os olhares
___>-4tjtgsqae frequenlam as sociedades, islo he,
fros', e naalrpxajjjntia indiflerentes.
Provavelinente. dlsTda Ireneo. o senhor espera-
va cedo ou larde minha visjita ; pois nao pode Igno-
rar a natureza e a forra "a inlimiiladc que pren-
diam-me a Marianna. Suti senhoria saiihou sobre
roim urna vanlagem, i votada qual lodo o homein
ensato deveria renunciar ja suas prelcnces ; mas
nao suu homem -ensato, sota um hoinem qm ama.
I'ropnsta astim a qneUlo, (parece que so haveria um
ineio de ieso|\-la ; todava nao he a esse meio que
recorrerei. Nao lerei o roo gosto e a inepcia de pe-
dir preferencia sorte de urna provocarlo. He in-
til que em sua presenca eu procure juslilicar esse
lado de minha resolucAo: miiilus enconlrns serios
salvam suflicienlemenle a esse respeilo minha dig-
nidade.
Felippe Beyle, posto que espantado, inelioou-se, e
Ireneo proseguio:
__O fim de minha visita he mais simples e ao
meimo lempo mais conforme s leis da verdadeira
honra : consiste em perguntar a tua senhoria, se er
amar a Marianna qu mo amo-a, e te osla disposto a
fazer pela sua ventura o que eu faria. Sei que cau-
so-lhe graude espanto ; mas sei tambem que os pas-
sos mait extraordinarios escapam inleirzmente ao ri-
diculo, quando lem lim honesto, e ..h dados com
simplicidade. Ora, eis o que cu faria por Marianna
se me faata reslilulda : rompera immedialamente o
tratado que a liga ao seu desfrurudnr por mait
exorbitante que fotse a compensacHo exigida pelo
seu mmpimenlo ; arraoca-la-hiaa nina proti--,,, qne
oflende tanto o pudor quaulo adultera e embota as
f Vida Diario a. 5.
Euinte : t3o tres, c cada um est na enferman.! S
horas alternadamente, de sorte que, na eufermaria
ha um ellerltvo lodo o da e toda a noile, licando-
Ihc ll horas livres para curar fura e descantar.
Para a conducao dos enfermos ha duas padiolas
novas cohertas, com oito hoineus sempre proniptos
para o servieo. Em outra>asa perlo ha urna nessoa
estacionada para salisfazer os bilheles dos mdicos,
e prestar sem demora ot devidos soccorros aos indi-
gentes.
O Sr. Franca, Ihesoureiro da commissao, he in-
cansavel. visita as casa, presta soccorros pessoal-
inenle. e tem prestado cesta prestando serviros,
que se n3u podem bem avahar, e ludo quaulo eu
possa dizer 'em seu abono pouca valia pode ler em
comparadlo do que elle merece.
lEata eufermaria julgo, deve ser conservada e aeg-
meulada, se as circumslanciat o exigircm i lodo
cusi, por ser aquella freguezia a mais pobre e ne-
cessilada desla cidade, e porque em breve se a epi-
demia continuar, em vez da aversao que presente-
mente tara aos natpMaee, i,e provavel que os enfer-
mos ne-le desejem e procorent ser tratados, em um
cstabclecimenlo as circumslaiicias que tenho re-
ferido.
Tenho a ecraearntar 'que pessoalmeute eutreguei
os 1009 que esla commissao mandou dar, e teuho
supprido loda a baela que se me lem pedido, nao
abtanle a falla desla razenda, e litialmenle, asseve-
rei ao Sr. Franca e ao Exm. Sr. hrigadeiro Juaqutm
Bernardo, que esta commissao central nao queria
que um so indigente soflreate por Taita de soccorro
e que eslava prumpta a prestar todos os auxilios ne-
cesarios que requisitaem.
A' larde dirigi-me i Capuoga a ver sua enferma-
rla ; a casa he pequea, poreiu sullicieiUe, bem
arejada, envidraeada, com Ires enfermaras, duas
pequeas e urna maior, tem ti! camas asseiadas e
bem preparadas, com lodos os arranjos e ubjectos
que podem precisar, os ledos alio forrados de lo-
tremo que se lisongera de adiar ou de deseuvolver
Bella, achoii smenle urna inulher amorosa e pari-
fica. Apenas pode decidi-la a ceiar duas ou Ires ve-
zes cm sociedade de alguiis amigos seus.
Oulro lauto Valeria ler-me enamorado de una
burgueza! pensava elle coiilemplando-a asaenlada
ao piano, do qual nada podia afasla-la durante Ion-
gas horas.
Com etreito, Marianna linha a serenidadeda eon-
fianca. A idea de urna Iraicaa parecia-lhc inadmis-
stvel, purquejulgava do corac.lo de Felippe Bexlc
pelo sen. circulo vicioso em que cahein a mor parte
das mullirle-! au sacrificara ludo por elle, al sua
de Ipojuea ; os Srs. Pires concorreram para esse Ira
balho com os seus escravos, e bem assim oolrns se-
nhores de engenhos e lavradores, lano para o cemi-
lerio do O' como o de Ipojuea.
As copiosas chuvas, que pur alli lem havido, bao
produziiloo furor da epidemia, e islo ajinlado pelas
ptridas enrhorradas da rio.
Muitos cadveres lem dcscido pelas torrentes, e
sendo dessa asna que os habitantes das margena do
Ipojuea hebem, lem concorri lo em grande parle pa-
ra o excesso da epidemia.
A cmara do Cabo multo lem feito la para o Ca-
bo : eis porque tanto almejatn os Ipnjucauos que a
sua povoac.lo seja elevada a villa, o que lio de crer,
atientas as justas ra/oes que 09 aconipanliain. Nos
engenhos Guerra, Mercs, UaMinaana, Peudera-
ma e imis poneos anda nao se desenvolveu o
lera ; uu pruneiro apenas morreu um morador
gado detta capital.
Todos, poiem, se acham resignado) e disuotlot a
encararon! corajosos os tormentos 'lo lerrivel llagel-
lo da colera divina. S. Ele. o Sr. presdanle sem
llovida que au se lera esquectdo daquella excellen- tioga oulros lusares a inargem dorio.
le locah 1.1.', e que f.ir, lo lo possivel em crises laes. Coiiiineiidador Manuel Costa
que lodos qociem. e que ninguciu' e saiisfa/. de Jos Pires
acudir promplamenle a infeliz l|>ca. | o Sr. Paulo Pereira Siuies
. Pedimos mni aiiiarei.daiiienie ao Sr. fiscal da | u Francisco Mauoel de Siqueira
Boa-Visla, que lance suas vista* para o lugar da Exma. II. Anua K. F. de Cmalho
Passagem da Magdalena entra as duas pontea ; vera O Sr. Jos Antonia Pires Faleao
Manoel Camillo p. Falcau
Bernardo de Allcmao S.
disilam as casas mais ueccssiladas, soccorri'lo cari-
dosa e humildemente os pobres, e infelizes atacados
da epidemia. Alsuns membros lem seus senles
que percorrem alguna suburbios em derredor da ci-
dade, e que Ibes aiiiiniieain onde se faz misler soc-
correr ; se bem que Iciiliam encontrado pobres so-
berbos que se envergonhaiii estirar as t.i.lus para re-
ceberem urna estnola !
A commissao commercial acaba de enviar a nina
familia honrada desla capital, mas que se acha re-
du/.ida no esquecimeuto e nimia pobreza, apezar da
honrosa representaran que ja leve o alele dessa fa-
milia, urna quanlia para coa Ijuvaeao do seu triste e
tmargurado passar. Honra alan humana eorpo-
racao.
Ao feebarmoi recebemos cartas de Ipojuea de
dio-l 2(i ilu coi rente, em que se comuiuuica que o mal
dio- lem uestes dias ltimos feito treguas, havendo al-
gn! casos ile cheleriua benigna. Eis os retaliados
de nina da
"l'^nhcre, re GettrJ, R^r^-ibW-^^-^tf^^ -''
do lido um tpico do ten judicioao escriplz, de hon- ***"
teio, em que se deiif anerceber que o subdelegado
desta cidade, o Sr. Dr. Passos, procede aclualmeiite
com lana precipitacao nos eiilerramentos dat mor-
ios, que al manda sepultar cadveres que se tot-
peilam eslar anda vivos; permilla-jrie que Ihe faca
orna rectilieaej.i a temelhaAla respeTir. em oulro
lim que nao taja o reslaheleeimenlo da verdarf. re-
feriniln-lhe o fado do Alosado, que deu lugar a sva
ohs-rvacao. tal qual como se deu.
Teinlu no dia 21 do correle um njeilo ido lomar
banlio em um attode, que existe ao lado da estrada,
que lica por traz desla cidade, toccerieu que eulrain
do n'agua, c nelta menialhado, alh Deatae por espa-
co ile mais de urna hora, al que aluuem vendo que
elle nao se ersuera, durante este espato, o foi pro-
curar e encontrn o ja mora. Nao li-tanle es-e
lempo qne esleve n'asua, e que era bastante para li-
car tnorlo e liein morto,_ foi eondaiidii para sin casa
as seis horas ila larde, e alli se conservou ato as nove
da noile, horas estas em queo subdelegado o fezcon-
duzir para o cemilerlu.
Eslt vislo, pois que nenhuma iluvida mais poderia
haver sobre a morle desle sujeilu, e que bem proce-
deu a auturidade fazendo-o enterrar logo, persuadi-
do de quo fosse o cholera qoe dera lugar ao seu fal-
lecimento.
A commissao benaueenle commercial lem por
si. per seus membros e'por pessoas de sua conlianea,
. t-uo; de Sa
o elogio pelo sen zelo e
como funccionario publico, ja como
naJme-vc lem Ua,!o i ultima Irova do !cu zlo i
lividjilel
Morriam aessenta e lanas pesfoas por dia, a .le-
pots de sua rhesada ah apmai morreu um Porlu-
guez por nao ler querido sesuir as preseripres da
3r. do lox : Islo nos allirma peaaea do lusar em orna
carta ltimamente viuda, e damos inleiro crdito a
quem 13o hem nos informa. Caulitiiieo Sr. (iodox
no detenvulvimenlo de lao digno proceder, que pelo
menos (era a gloria de ver n sen nuuie apuntado co-
nV<.um heme ila inucidade brasileira.
ramim louvamos bailante o genio prttliman do
Sr. acaileriiico em medicina (itismao, que Bo se
tem poupado emtoceorrer a geule desvalida do Poro
da Panella, M.mteiro. ele. O Sr. Dr. Cota
Pereira he digno de todo
dedicacao,
p loular.
Nao he das nossas inlenciies negar o'mererimenlo
le oiilios mudos que eslao ni caso de merecer mui-
toa encomios, aniel qui/.eiarnos conhecer to los a-
queUes que losse.n dianos de tal; pois temos empre
por bem a distiuecao do mrito.
Nao he s na classe medica que se ha despertado
ou' eatneei lo a earidade. no; alsuns bolicarios
icm lechado os ouvidns aos clamles da indigencia
e so proruram na preseiHe quadra. aproveik.r-.e da
necess.dades do povo; outros, pelo contrario, lem
abarlo mios hberaes aos desvalidos. A recompensa
leste ,era O premio deales ea eterna execracao a
puiucao daquelles.
N3o queremos assim excilar a earidade em qoal-
quer cla.se du povo ; pois ella he um senilmente
minio espontaneo que nuce do coracao. e a nao -er
ver ladeiro de nada pode servir em favor de quem a
exerce, porem quizeramos que cada qual se eoi.ten-
lasse romo lucru ordinario, nao prevalecendo.e da
necessidade. para de urna su vez se qnerertm lora-
plelar.n
Consta-uos que em um deses dias pattadn na
Sotedade.am ctdada-, pardavatco deteaacou pera ou-
Iro em plono da urna formnlolosa faca de ponla.que
poz .os c.rcom-tanles con, a lincea branca, quando
erfl,i,dous>hladinho. qual! all o cidadao da
lamtiedeira mandon-se mudar.
Consta-nos que os moraderes da estrada Nova
esoio entregues aos caprichos do cholera sem os soc-
c irroa medien nao ha camas, uem cobertores, nem
remedios, nem medico n'aquella paragam.
compr
melho
la das eommissesheiielicenles de Ipojuea, que delegado c un, i.ispeclor o Sr. .! ,o Francisco
ehende Pollo de l.alliuhas. Agua Fra, \ er-; Sdva le- fc,lo o que podem, mas sao d" s p.
, lloas.tca, Dourailo. Macaco, Mirador, Brr- lanos, que niorrom... "taaa pa
O sb-
ita
ra
a maneira se- S- mc- alegada que alh ha, e quo se p le rom os
recursos ewiriptat acitar com elle.
Asradecemos sihmuamenle an administrador
da companhia de Kibcirinhos pelos heuelieios presta-
dos as ras de Hurlas. Asnas-Verdes, Iravessa de
S. Pedro, etc. Faz asora tanta ditlerenca do que
era romo alguns liscaes d'outr'ora para os de hoje,
que anda assim.....
Tomos o deiprazer de declarar, que nflo pu-
blicaremos mais nunca poesias amorosas : quem as
lixer pode as publicar a pedido, fura de iinssa Va-
gina Acuho. lie para evitar abosos.
Entendamos .d'ahi estaremos em erro) que
nenhuma necasiao mais asada, do que a actual pora
as autoridades policiaes, que haviam deixado o exer-
cirio,enlraram nelle, porque nos lempos normaes he
oplimo, e mesmo delicioso furir-se as posicoei.
A i ma nao temos companhias para as'ilesinfec-
nws, e nem numero suflicieote de padiolas.
OSr. Joaquim l.npesde Almeida Moflear
em eiqnecimeuto ; Smc. d gratuilamenle medica-
mentos, e roupa para os pobres de Olinda, he digno
de toda consideracao.
Joao Francisco do K. Barros
Dr. Francisco A Ivs da Silva
O Sr. Antonio P. ('.. de Albuquerque
0 Joaquim da Silva Cosa
" Joaquim S. de C. Cavalcanti
1 Juaquim Francisco ile Souza l.e.io
Joaquim Pedro Patriota
Joaquim Francisco P. lirtelo
> Juo de Suuza Le3o
.Viitonio Juveucio P. F.
" Feliciano do Reg Barros
Antonio de Azevedo Maia
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Beberibe.A commissao bendceme, e o mo-
dn, da hospital nada lem poupado para minoraren
a orle amarga deatea inrdizes anecU lea do cholera.
No da 21 roiain lerido, do mal 35 pessoas de ambos
aa sexos havendo apena* tnceomnidn 8 por enlra-
ram para o hospital no periodo lgida.
Conela-nos que o Dr. Caetaao Xavier Pereira
rito vaiassumir a directora dojltospilal da ra
da Aurora.
scnsaciles intimas ; emlim posto que n3o possa mais
realisar projectei de casamento, que eu concehra ha
Ires ine/.es, nao deixaria de cousasrar-llie ininlia
existencia inleir.i ; ira virar cun ella em pai/ es-
traugeiro un meto de uni.i opulencia que me he fcil
dar-lhe, c no esquecimcnlo do um passado, para o
qual o co menos inllexivel que o inunde reservuu
thesouros de indulgencia. Eu faria isso, senhor, e
julgaria anda n3o fazer bastante, poi amo a Ma-
rianna quasi lauto quaulo a honra, Viudo aqui, e
procurando despir tumbas palavras de toda a solcm-
nidade, confesso que esperei que sua senhoria poria
cm sua cotiscieucia o sen amor e o meu, e que pesa-
ra ambos. Perlencemos a misma gerajao, ao mes-
mo circulo social, e nao pode haver nenlium motivo
de odio enlre m'is. Examine, pois, meu pedido com
sangue fri, e responda com probidade, veja se he
capaz de todos os sacrificios que eslou diipoato a fa-
zer a favor de Marianna, e relltcia sobre ludo que
nao fazer lano quaulo cu por ella, he confeisar a
inferinridade de seu amor.
Felippe Beyle ficou embarazado duranle alguns
minutos; qualqoer oulro o ficaria por menos. lisia
Mnguagcm o enternecer, c leu primeiro mnvimento
Ihe aconselb.ira que eslendesse rordialmenle a m3o
a Ireneo ; porm, na qu.lidaib- de diplmala, Felip-
pe Beyle nunca alteadla ao primeiro movimenlu.
Demais, alsiimas pdavras indiscretas escapadas a
Ireneo sobre sua riqueza e sobre ll.c seria fcil rodeiar a Marianna, Imham Ihe dis-
perladoa tutcepUbttidade. Senlio-se ofleodido igual-
mente |iela sua prcrauc.io para aplanar a difieren! a
que o braxAo e-labelecia entre cllis. Dehaixo do -
manle brejou o rico e o aobre. Esses pentamentoi
prevalecern), e sua rcsolucSo leal desvanecen se
logo.
Procorou e achou urna das Ntpaatat que fazem af-
lluir o sangue ao rollo mais do que urna bofetada.
Senhor, disse elle, aprecio seu procedimculo,
e acho-ine honrado ; mas desculpe-me se nao sigo-o
no terreno a que me chama. Tenho pouca experien-
cia em materia de seuliinenlo ; todava pareee-me
que a fclicidade de urna mullter provem anles da-
quella a quem ella ama, que daquelle que ama-a.
Pensar de uulra maneira he cullocar-se em um pou- per aberlametito era a embranra
lo de vista egoisla. Ndo leulio receio subre a venia- '
ra de Marianua, ella esta tilo segura as minina indos
quaulo uas de sua senhoria.
Ireneo nao responden, saudoii c sabio.
N3o se ouvio fallar mait delle durante um anuo.
Esse auno vin exiiiisuir-se a amor de Felippe
Bevel por Marianna, v duplicar o amor desta por
elle.
Felippe Beyle contara com uma nnito poblicn
hrilhaiile; pi Ion lera ostentar essa nnva amasia lirm
romo um diamatilr ou um corsel. Mirannii baltlnu-
llie as esperaueas. Fim vez do enle luminoso e ex-
n3o (er
desse sa-
primeira e mellior lemuraV E podia el I
sempre prsenle memoria a importancia
rrificio/
Essas rellexoes que ella smenle Diera urna vez,
linham bastado para assegurarlhe o repotiso.
todavia torete fai-lhe perceber emlim a desllu-
sao de Felippe Beyle e o resfriamento que dahi rc-
aulluu ; mas cata daridade cruel chegnu-lhe lenta-
mente, e por assim dzer do rain em rain.
Desde ealao comecou a experiineular tambem In-
dos os sufirimeiitos que causara a Ireneo.
Seu talento reteotlo-se detta provaejlo ; sua vozal-
(eroa-se, sua execueao perdeu eui certeza c em au-
turidade.
O editor de msica amulado corren a rasa della
fazendo-lhe naeitaa e repreheusoes, aecusando-a de
ingralidao, chegando anda a mais, qttereudo pro-
curar na vida privada as causas desse comeco de de-
cadencia. Marianna eavergonliada vollon^e para
Felippe Bevle como para pedir-lhe que a livrasse do
laes ullrases ; mas este nao era assi- rica para pa-
gar nm resgate, c quebrar assim essa luida cvniea.
Contentoa-te com o auica meio que eslava eni seu
poder, o qual meio consista em segurar o editor
pelos hombros, impelli-|o violentamente para a nor-
ia, e fazer-lhe descer a maior parle da escada aos
(ramlitilhes.
Ms razoes afina).
Nessas novas condiees, a felicidade nao poda
mais deixar de adiar pouco lugan entro Felippe e
Mariauna.
0 nico motivo que impeda a Felippe do rom-
ir aberlame tito era a embranra da conversado
que livera rom Ireneo de Treuieleu, para com o
quil o amor proprio o indu/.ira a responder de al-
guma sorle pelo destino de Mananta. Vaidoso ea
mo era aehava-se ligado por es-a protnessa de que
inal.li/.ia inuilas vezes no da. Eslava mui resoluto
a nao deixar Mlriauna mas fazia quaulo se piule
fazer para ser abandonado pur nina tnulher.
Ah sua indilVerenca, aeuadesgotlua, sua bmtali-
dade uie.ino liveram retallado inesperado. Marian-
na eslava smenle enamorada de Felippe, licou lou-
catneiile apaixonada De auiaule p......i a ser es-;
erara.
Os Srs. rs. Cabussii, e Souza, que la eslo a
bracos debellando a llagello com vanlagem, tamliem
nao e-lao em esquecimeuto de quem sabe appreciar
o mrito e dedicaeao.
Pede-se ao Sr. do llum dia baja de declarar,
qual a casa da ra doCollegio que lem labolagem e
jogo; porque essa indicerao Indeterminada podeof-
fender a quem esla isenlo dessa pecha e dar lugar a
juizos temerarios, t m moradur da ra do Colle-
gio.
I.nii i igilantc queira sem receio declarar o
minero da casa, que nos diz haver jogo na ra do
Collegio, segundo nos proinetteu. alim de que min-
ias i......i.i- moradoras netat ra lquem tranquilla!.
tontito podemos adevinhar.porem damos a seguin-
les infurinacAes, que lamheui nos foram Iratismilli-
da. Tem ingerencia nessa casa um cx-iiispertor do
B. do II.cile. e caixeiro que foi de urna casa de
comuicrcio.... Assim o senhor aanancivnle.Lm
morador da ra do Collegio podera licar descaneado.
No enlrelanlo pedimos que l.ui: vigilante no. man-
de dizer o numero da casa. Asora he muilo pro-
vavel, que ludo leulia desappareeido, porque quem
quer pegar a galliuha n.io diz x!
Illms. Srs. redactores da Pinina Aculra.lloje
ac.inlia.io de um puro dever, vea tragarealat india.
para ser acreila as regras da l'aginn luisa, de
Vine. Para ver se assim descanca com obarulho
Elle foi vencido, e resignou-se nao esperando mais
sua liherda le senao do acaso.
Depois de terminado o contrato em Coven Car-
den, a v.miado do editor de msica rhamoii Mari-
anna a Braxellat para dai abi a!r maa repretenta-
eoes. Ella eslava enlo mui fatigada'. Ielippn Beyle
acompanhou-a cora a melancola machiual .le un
marido. Continuou em Bruxellas a vida que livera
em Londres ; passava Ires e qualro dias sem appare-
cer em casa de Mal^afT. Fallava sa de tena nomo-
ros, o elle levou mesmo a impudencia a poni de
apresrular-sc no Ihealro cm camarote rom suas no-
vas conquista*.
Conquistas! Sn a ihelorira l'ranceza sabe consa-
grar essas bellas manciras de vivar.
F.nli ranlo, as lagrimas e as vigilias pastada* em
esperar acabavam de deslruir as Torcas de Mari-
anna.
Ella foi apupada uma noile. Felippe que assistia
precisamente an espectculo cm galante e alcre
companhia, nao piole eviinir-sc de una emocao pe-
nivel ; lomnu um prelexlo, e sabio do camarote.
A priuicira peasna que encontrn no corredor foi
Ireneo.
Este mui paludo, mas impassivel cncaiono fir-
memente, e passou avante -em sauda-lo.
Felippe ainarrolou as linas, c foi procurar ar na
ra.....
Na inesina noile. depois da represeiilac.lo, Mari-
anna vendn-n dencioso e sotnbrio ausentado em um
sof, disse-lbe ciuquanlo ollava os cabellos :
V'osse esla triste, l'elippe, porque alegrarnm-
me. Fiz ponen caso disto. Sao mohece os caprichos
do publico.' Domis, n.an sei justamente se sin par-
lio do Ihealro ; o machiuista, que he excelloilc ho-
mem, qoi/ provar-me que o assovio fura dado por
elle inv.diini.ii Mnenle como se pratca para a mu-
dama de decoracao. Nao acha, Felippe, essa inven-
cao hbil e alfectoosa ?
\. vollando-se para elle moslrou um semblante em
que a bocea sorria, ao passo que os olhos esforcavam-
se para reterem as lagrimas.
Mis elle no vio esse temblante; nio via nada.
linha a visla pregada no tpele, e pensava Fomente
nneucontro iuesp-radu de heneo.
Pergunlava a si mesmo que podia significar sua
presenca em Bruxellas.
Nao lar.loo cm sabe-lo ; porque na manhaa 86-
suiute dous Imno'iis entregavam-lbe urna caria de
Mr. de Tremolen assim concebida :
- Senhor.
o ll.i urna colisa de que nao deve asora diividar :
he que eu me leria havido mui dillerouleuienlo pa-
Tctn-se comprado medicamentos, coberlores e vi-
veres que se lem distribuido pelos mais mi titila
dos : ludo ulinal sera publicado, bem cuino os Ira-
lulhos da oulra cummissao. lie o que ha por ora
de Ipojuea.
OSr. Siim-ideni procure alsuina cousa para si
neste escriplono.
lingo paranlo a Vmci.'que se dignem aceilar essa
jitsla reclamarlo, coiisenliu.lo em publica-la n'um
caulinho de sua apreciavel l'aginn Aemlta. '
O nosso Correio ambulante pede-nos a publi-
carlo seguinle. e mis annuitnos por acba-la digna ao
que ella se dirige.
i Dar a cada um o que Ihe perlencc, he o fut la-
mento de uma das virtudes cerdeaos, tao rerommen-
dadas pela igreja. e que em uma so palavra jusli-
jaexprime o que lano distingue do reslo da socie- .
dade os que verdadeiramonte enmpreheudem a stg-'
aificaeio lao ampia desla sublime viilude.
lie sempre. pois, no exerciciu della qua rmiltimot
o nosso juizii a favor desie ou diquelle, que saben.lo
eomprcheuder hem os seus deveres, na actual ente
herredorde mais ou menos estima social.
N.lo devemos negar que com a apparirao da rei-
nante epidemia eniramus no intimo conhecimenlo
li amanliiia.
CO.MAKCA DE CARAMIUNS
19 de fevereiro.
Iloiniiiunico an meu amigo que Cslou esidiiido
n'csla villa, para onde passei-me do silio onde rao-
rava na calinga rom os de minha familia, n'ettet
ulliinos dias, e sempre dispo-lo a cumprir suas or-
dens. Viui aqui deparar um eollega o Sr. sacris-
Io, a quem desejo muitns e vemlurosos anuos de
vida.
Esla comarca Continua a sei victima dos horro-
res da epidemia. Tambem a fome assola-nos; e
n.lo ha sn a fouie : nosso- portadores para essa ci-
dade suecumbem em caiiiinlio : nao lemos noticias
de nostot charos prenles, amigos e correspondentes
residentes n'easa cidade. Que fazer".' Vigoremos
notaa fe na providencia divina, fonte de lodo o bem
donde nao podo vir o mal, e a f nos salvar ; ao
inenoi lal he o meu -eiilimenlo mlimo de rlnis-
llo.
Nos lempos de calamidades he que aquelles, de
quem podem partir os lucios de salvaran para um
povo inleiro, allliclo e -olredor, se iinmorlalisam,
na infamia, se egoislas ; nai benraos de urna sera-
cao inlctra, se Ibes afervorou o coracao o sanio a-
mor do prximo.
He grave em verdade a tnisso dos sovernanle-,
coma inexuravel o jelzo da poslcridadc c .idos
contemporneos. llequesUo de vida c de morle
ale un loro da cotisciencia.
Verdade he queem rehiran a notta comarca ne-
nhuma omita podemos com jusliea appresentar,
por quaulo donde deviamos esperai soccorros nos
lem cites rindo : reervatno-nos sim, -c Dos nos
der vida, pandhtr-lhe alsumas censas mais posi-
liv.is, quandoattiver extincloo mal que nos agella
actualmente. N.lo nos desampare S. Exc. o Sr.
Anda o rhelera.
ti pliautasma do liantes anda inoia entre ii"-.
posloque noi vi tratando bem. todava jl orouheri
motas rnragr. e por tanto, ja vou tendo a mea me-
l.sinho....emlim sera o que vier /rm a laat. Rece-
bemos nulicias de diverso- pontos da romarra no
Biaxoda I' din, CavilleirnCriiz, de S. Misuel. o mal
reina com inteusidade, oSr. Dr. .'ao : velhnregre--
sou do Correle, e teguio para o lli.xn dt Palka.
O e-',,idanipiiodoy segurio tambem para Coi renle.
O nosso
ir.nn.- i el Dr. juiz de iltreilo tem remeido ntra
lodos aquelles pontos, medicamenlos e vivero., as
mais auleoridades conservam-se nos seas posto, de
honra.
A popularlo sempre animada encara o llagettu
sem medo.
O amito digno subdelegado Florentino Cxpriano
da Costa, que com exemplar liooradez oceupoa por
mulo lempo aquelle cargo, foi sem ter oavido.
nem sabe porque, demillida: -mo nio Ihe poder
piular o cbolo que pioduzio em lodos nt hahilaa-
les daqui setiielllanle desliliiicao. ti minio lllutlra-
dn e probo rhefe de polica, o Sr. Dr. I.aii Carlea
de Paiva Teixeira. cninprehende peifeilamenle
ipianlo he espiuhosa a larefa de um empresario aa
poliria, e quaes as ronsiderardes que deve merecer
einpiesa.l i que com dcsinleresse e honradez tem ta-
bulo desempenha-lo, por tanto achamot qae S. S.
obrou precipitadamente ou enMn lal seria a parle. ..
Emliin o Sr. Florentino foi substituido pelo primei-
ro suppleule o Sr. Antonio Baplista Peixnlo de
Mello e esle pelo Sr. Ilysinn Firmo das Chaca-,
moco ha pouco chegado a esla villa.
OSr. Florentino portn e sempre eom denodo,
em nada o abalando es-es das de horrores, leve pe-
rain a desdila de nao agradar ao Sr. capillo delega-
do, e no cnlanlo o seu antecessor, o illuslre majar
Caatao, depositava nelle a mait inteira conlianea ;
e lomis no malo nao se deve lazer experiencias
com eropregados, mas so ter-se em visla o mrito, a
procura-!.! onde quer que eslea.
O correio que aqu devia chegar w de K do cor-
renle. n3o appareceu uesse dia, e snmenle ao dia
II) as i Lora- da larde he que um particular nao
Irouxe a malta, e a noticia .Je aelfar-se o corTctoeen
Careara' prestes a deixar o mundo.
Vivemos aqoi, como oulr'or.T Napoleau em Saata
Helena, privados de noticias e sem acbai*irnaUUMrJ m
nos procure vveres. Ex postes aos horrores da piale
e da fume, so nos conforta a fe robusta oos poderte
de Dos. Adeos.
M m2 horat da tarde.'
Por nolirias viudas de Papacara e S. Beato, ta-
llemos que uestes pontos o mal reapparecera, e qae
cm Correles mesmo na |iovoarao o mal existe.
O Sr. Dr. Velho nao d noliciat d'e i e nem da et-
lado do lugar para onde foi mandado, enllocando o
nobre Dr. juiz de dtreito daqui em poticlo diflicil.
quero dizer, sem saber como informar a coverno a
respeilo do eomporlamenlo do nietnio Dr. Velho.
Na verdade o Sr. Velho devia ser mais prompto em
lar noticias suat e dot seos doentes, porque tabe S.
S. o que se diz por aqui '.' lie que se ada encovado
cm nina rasa, lingiuJo-se I .ente c BaanMe a papa
e raidos.
Do lluique livemos lambcm nottciai : 1 j haviam
Irausposlo os timbraes da plrrnidade araras a ho-
meopalhia : espere la ; nao quero dizer qae a bo-
meopalbia os malou. nao .' ella lie muilo frara para
isso, porm digo que inpedio que mcios mais segu-
ros fossem usados.
O muilo digno juiz municipal Dr. Joao Francisco
Duarle Jnior, arha-te dlspotlo a impedir qae para
aqui emisrem nttvTOoatat de tusares impetlado-.
lolerando apenas us eorarregados do servida puMi-
co, c os con I o. lores de remedise vivere.
O nosso Dr. juiz de direilo nao descanca. Tae
aqui ren de noureau.
.10 boras da noile.
Depois das da Urde chegaram IrislitMmas no
ticias de Corremos ; a epidemia houtem para c.i em dita povoac.lo cura a maior m-
leusidade : o acadmico (jodox qae I.' e ada,
dizem que nada pode fazer, e esla' qu.n-i dupo-to a'
desamparar o seu poslo ; se o nao lizer. como arre-
dilamos, he um heme.
Nao ha nolirias do Dr. Velho, nos o eremos ao
lusarKiacbo da Palha.
Ja' he avullado o numero das victimas.
Adeos.
O uacrislo.
Carla particular.
.
nia to do vilegosmo, da falla de earidade, de que Meoidcnte aa provincia emqoantonlo aot vinal-
e rsente grande parle da notaa populacilo, como
lambn, pela ciiiitr.ii io, do numero de pessoas p-es-
liuiosas, huinaiiilarias o desinteressadas, que s3o u
seu mais sublime ornamento ; escurecendo estas por
meio de suas virtudes as fraque/as daquelles, que
na pralica de fallas aiss graves, esquecem mesmu o
poder de Dos, que v ludo c sabe punir asinfrae-
Cesdc sua sania lei. Esla le nao sendo por us l-
ir No fundo de toa cunsciencia achara a qualiliea-
e.lo de sua conducta, e quando a ti Ver adiado, cora-
|irehetidera que genero de salbfafflo espero de sua
senhoria.
De Trcmeleii. u
Depois desla lelura Felippe Beyle fez com as
duas lesteniunlias o arranjameuto coslomado ; con-
vier.uii em um encontr.
Uta duello, pois bem Ao menos Felippe respira-
va. Pesava-lhe ler de corar diante de um homem.
Na hora marcada, choiode impaciencia, elle apre-
tentOU-te primeiro que os oulros no terreno ; mas
sua sorpreza foi grande quando vio chegireui as les-
lemiinhas sem Mr. ile Treuieleu.
Ireneo urna hora antes recebara de Pars urna
iiien-aseni, dizendo-lhe que seu pai adoecera mui
perigosaaicute. Nao bavia um momento a perder,
tao pouco poda elle hesitar. Ireneo s leve o lempo
de laucarse cm hu tragn depois de haver deixado
algumns linlias atnat lesteinunhas para informa-las
desse iucdeiile excepcional.
Felippe Beyle cuuhecia muto bem as leis da ver-
dadeira honra para nao inclinar-se di,me de um
obstculo detta natureza, para nao fazer ceder sua
impaciencia .liante da sanlidade de (al motivo.
O duello desses dous hoineus licou pois forcosa-
inenle adiado.
V
Esla narracio, na qual nao puopmos nem
vos. Mui gratot deve.n de ser tambem es habitan-
tes desta comarca ao Exm. Sr. Sa e Albuquerque.
digno presidente da provincia vi-inha, por not ha-
ver entendida mao hcmfazeja e prolednra, O vi-
gario deis, lenlo, nesla comarca, Antonio Alves de
Garramo lem-sc rotuporladu dignamente. He um
henie o delegado de Sa^|o Aulao o coronel Tirbur-
liuo, a quem nunca vi, mas desvauceo-me em ser
ra assegurar a xenluta de Marianna Itupert,
o Depois de haver quebrado u amor da inulher,
sua tenhnria e-la ptesles a quebrar a rarreira da
artista.
flexes pessoaes, nem as miodezat que prrmille nos-
so privilegio de narrador, fot fela de nina maneira
muilo mais tucciiila a .Mr. BUncliard por Ireneo
mas cm eompemacio foi completada pela exprs-,o.
do semblante, pelo gselu e pelos intervallot de silen-
cio, qoe allestam a soleinnidale ca profndela de
um scnlimeiito.
Ireneo terminan aetim :
Cheguei a l'ans para assislir aos ulliuins das
de meu pai atacado de paralxsia, Minha dor dexia
ser exclusiva, e assim foi. Depois veio a que-lau da
lieanea ; tniulia presenca nao era smenle necesa-
ria, era indilpentavel. Em urna palavra, decorre-
ram tres me/es, durante os quaes loi-me impossivel
cuidar no meu encontr com Mr. Ilexle ; porquanlo
nao eram Minente os meut iutereteei que pleilea-
vam-se, eram lamheui os de meas prenles. No lim
ilene lempo entrevi, lomei informares, e suube que
Man.nina e elle haviam detxado Itruxell.-. a que
vi,ijavaiu junio-, tiraras a um caiuarbla halul que
nis-o empresuei, -nube que haviam de pas-ar um
me/ nos hauhos de mar ^-i Teste de Buril. A.'n.ui-
lei-inu e vim e-petar aqui o meu adversario, t) res-
lo vossa senhoria |ii -abe.
Depois que ouviia e rontouiplaia rase mancebo, .i
allttiide de Mr. Blandan! lornara-se seria areflec-
Illa.
Prometli tervir-lhe de letlemunha, disse elle,
e bei de cumprir a miuba protneata. Reconhe(o que
o. senhores drvem baler-so ; por eousesuiule irei
amanilla ler rom Mr. Felippe Bexle.
I.evaniou-se e rtrcreacenlon :
Todas as armat Ihe sao iii.lillercnles, nao he
a-.-iiii '.
Alisoliitamenle.
Pois bam, at amanhaa, e... prepare m.oha
apresenlacao as seuhorasde tngrande e dcPress>-nv,
ditse elle sorrindo ; bem tabe quanto o desejo.
Itelirnu-se depois deslas (palavras.
Ficandotem teu quarlo Ireneo lemhrou-se do
livrinho le tnemoria que Ihe fra enlregue pelo ba-
leleiro. Com clleilo pertencia a Marianna, suas ini-
cia es esttvam gravadas em ouro sobre a capa, um
lapis pequeo fechava-o bem como uro ferrolho fe-
cha uma porta. Ireneo lirou o ferrolho. Todo o
escrpulo pai enalbe pueril tas eircumstanrias mi-
premas em quo se achava, e no momrnlo de exinir
a vida por uma mulher adorada, recobra va della
quaulo podia recobrar.
Abri pois o livrinho sem Itesilacao, mas nao sem
emora.o. Era como uma ultima conversanloque ia
ler com Marianna. era sen peasamenlo, com o qual
ia eommiiuicar pela nllima vez.
O. olhos eiicherani-se-lhc de lagrimea, quando re-
coiihecen a ledra.
Como lodos os livrinhos esse seero, era uma es-
, pecie de diario intimo, no qual enlre dalas insigni-
as re- ficantes e indicarAcs de fornecedoret enronlravam-te
'X>iatio be Vptmambnco.
A paz He esle o brido que actualmente cchoa
por montes e valc nos diflerentes ptizet di Euro-
pa. I'odas as popularais daquella vasta resiao -
vem-no e repelem cheias de jubilo e conlianea. Ot
Auglo-saxonios sao os nicos que, a julgarmos pela
sua imprensa, nao lomam parle ness coro geral.
O governo austriaco sinceramente desejoso de ver
lenuinad.is as hostilidades, que lanto sango* lem ia
cuslado as nacoes que nellt -e ocliaui euvaltas, ha-
vendo de ante-mao consultado os seu. alliadot de
Franca e Inglaterra, enviara ullimamenle um eni-
batxador a rorte de S. Pelersburgo com a missao es-
pecial de apresenlar a aceittrao da czar o seguate
ultimtum :
a l.o Principados do Uannlno : abolieao comple-
ta do protectorado russo. Os principados de Danu-
bio receber.lo uma organisacao conforme com m
seus votos e necessidade!. Esta nova orsani.acaO.
para a qual a populaeao sera consultada, teta re-
conhecida pelas potencias contratantes, e saurcioaa-
escnpio. tob o
iet. I.ll. iremos
as ullimaa lolhas simiente a diario intime I
laecava, mas sem dalas sem indirares de lagar. A
lellra apre...ida, plua.es sem srguimenlo revotavaia
violentos abalas moraei.
... Se ea livesse de vingar-me de um hornera.
me guardara bem de faze-lo morrer.
o Queseen horrivel! Elle martvrisou-merora
suas palavras amargas e colricas. A laca eslava
mudo rheia ; sen enlado tranibordou emlim. luio-
lo fez-me soltrer:
Eu iulsava-me boa : lar ana ata ensaada ai, a
Ev A .'l**raC revelou em|iuim ahx.mos de era
eldade. Mmlias aettea, ontr'ora tao serena, mo bo-
yoadas agora de sonhot alrozes. entrcleiilM-me ram
iinasens de supplirio. Quesisuilica i- ; xjea ltfoi.
se condemnasles meu coracao. salvai ao nieuoi mi-
nha pobre cibera !
o Esse homem he prior que o alona. Iaaaaaaa>
oes inesperadas. De|Hii da -cena do oulro dia loi -
nou-.e fro, pololo, quasi automtico. Quiz lan.ar-
me a seus pes para abraca lar, n.lo sei que palavras
elle iliristo-nie ; mas sarria, chamou minha aaaae-
rista, e di-e-lhe que eu eslava in.li-po-la. Cielo gH
preferira sua rana e .eu- nlho, chelos de relanina-
ros Macand me insultos:.....
I'alavras iulei rompidas c quasi apagadas.
' F. Indtvia
OH antes lada. a-
de quando cm quando pensann lili
dominio das mais delorotas mpre
sol......le n- maii caractersticos:
i. Ijcij. i de abril. -Etla noli- depois do meu
qii.nl n arlo dos //yueHOc.rhani.iain-mc, e l.inca-
ram-mc nina eorarira, em cada hilba da qual ta-
ra ctcriplo um de meut prinrip.ies papis. Desde
minio lempo eu nio esperava mais temelbanlc Iri-
ampho! Felippe ah achava-se. Quanto en eslava
alegre. Foi sua presenca que eleelrisou-nie.
lerca-leira.Felipptiesla singular desde alsuns
..... Temomuito que tenha ciumet. Iliuitem dei branca "wmiiro """'
tt eu quizesse '... um poder tm-
menso... urna vingine.i reda...
vinsaiieas e
palavra. que BMttifeataaM minha vontaa
Eram e-l as nltin,,,. Iinhas do l.vimho. I.nha.
exlraot.linar..., qU0 fizeram Ireneo niedtlar muilo
lempo, e que dio allrihuio emlim a ama dcordem
de espirito.
Nem .
manhaa vio sobre minha rliamin o ramalhele ver-
iMdeiramente maravilhon' que envion-me o ban-
iiueiro N... Inlerrogou-me a esse res|)rilo, mas sem
paixao, lolsando com a minha c.i.lelinha, a visivel-
inenti iii.liilereiile as minha- repostas. Todava no
almoeo vollou ao rainalbete i omofior oni remorso de
polide/. ; mas enlo por um contraste mu grotteiro
para eiiganar-me, i di.o ...... tarratmo, ed.....na
maneira n nel.
.i N.io In- ni,me, he snmeule malignidade.
.. V I.'.D.iqui a um auno u ,,. lerei mait voz.
Sexla-feira nio pude arabar a .Vormu ; rrrosa fui
desre o i.......... I'.nti......os para a Italia, di.....pie
he o pai/ dus mil.isies. A Italia ou qualqner oulra
resiao, que me imporla com lano quo elle n.io
" leixe.o
Viiihain depois olas de xi.igem, um itinerario.
ou elle rom abaliinenlu.
A hora do pintar era rhesula. Irenn
mes,, da hospedara, onde ach
dtsposlo a l'allai
leseen j
n a Mr. Blandan!
mu franque/a. ido he, a declarar a
jopa derisoria. e vinho surrapa, e o estalajadei.....n-
Nosa seiihoi.a aqu vr um homem runlu-o
tcpelia Mr. Iliiot uu liuando-e.
Felippe Bes le r Marianna naoappaie. eiam a Ha
la hosp-dar.a. Imham |.inla,|o e, M .,,,, ,
.nooI.o-.i. ,1,, e.l.,|,,.i.|c qua., ,.....Pr mMf
le.ablee, la, oque segi.ndo I...I.. a ,,...|mI.,1,.I .de
podr ia appaiecer na lesla ,| ,l,a segn.nl,. lafan
mesmo no concert mntieao no baile
segn a- lunillas de barcas.
P.us haveria no dia segundo
baile em leste de lio. h
que drvi.im
i idas de barra-e
,f uiiiiNuur-s. -ha.

MUTTCft
ILEGIVEl


da pelo sulUo, como eniMBdo de Ma luicalia
toberas*. Nenhum calado poden, sob qualquer pre-
lexlo, sob (orina alguma tic prolcrlorado, uilru-
mcller-se lias qucsloes de admuistrar,ao interior
dos principados. Kilos adoplar.'to om sysiema defi-
nilivo, permanente, reclamado pela sua posic,,lo ge-
ographica, e uenhnin embararo se pora a que. para
seguranza sua, rilo- fortifiquen! como o enlcndercm
o seu territorio contra qualquer aggressao cslran-
eira.
Emi truca da* pravas, fortes c territorios orcu-
pados pelos exercilos alliados, a Russia rncente
eiu urna rectificarlo da sua fronleira com a Turqua
europea. Partir dos arredores deCholvm, segul-
'.. a inili i das monlaohas que se eslende na direc-
c,,lo sudoeste e terminara no ligo Saryk. O risco se-
r definitivamente reculado pelo tratado geraI, e o
territorio concedido vallar para os principados pu-
ta saobcraoia da l'o'la.
.. -2." Danubio! A liberdade do Danubio e das
suas cmhoccadusas ser assegnrada por instituirnos
europea, nas quaes as;polencias ronlralatiles sero
lambam repr*1citadas, a excepcao das posin.es p,ir-
licaiatodos estados marginaos, que scrao resilladas
ijfos principios eslabelelecidos ua acta do congresso
\ icnna sobre a navegaran lluvial. Cada limadas
potencias contratantes lera o diruilo de facer esta-
cionar una mi duas erabarcarucs leves nas embocca-
duras .lo no, para assegurar a execacao dos regu-
larneutos relativos a liberdade do Dauubio.
3. Mar l*egro neulrallsaao : Este mar sera
aberlo s embarcacocs mercantes c fechado aos va-
sos de guerra. Por conseguinte nilo se creado nel-
le, nem conservarlo arsenaes militares martimos.
A proteccio dos interesses commerciaes e marlimos
de todas as uac.ocs sera assegurada nos portos res-
pectivos do Mar Negro pelo esUbelccimeio de ins-
tiliiinie* conformes com o direito internacional e
com os usos consagrados na materia. As duas po-
tencia; das niargeus obrigam-ie mutuamente a nao
ter ii.'lio senao o numero de embarcares leves de
um fnres determinada, necessarias para o serviro
das suas costas. Esta convenci, celebrad., cm seo
parado por eslas duas potencias, (ara parle com-
appeuso do tialado geral, dcpois de !er sido appro-
vaila pelas partea contratantes. Esta convenci se-
parada nao rodera ser aunullada uem modiiirada
.ein > consenlmculo dos signatarios do Iratado ge-
ral. A clausura dos artistas admitlir a excepcao
applicavel aos navios que devem estacionar no Da-
uubiii segundo o artigo precedente.
4." Popuhres christiias subditas da l'orla.
As inmunidades dos subditos ravas da Porta serao
consagradas sen oltensa da independencia edigni Ja-
de da coroa doSulluo. Tundo lugar delibcraces en-
Ire a Austria, a Franca, a Oaa-ltrelanha, c a Su-
blime Porta, afim ,Ie assegurar aos subdios cliris-
laos do Sultao os seus direiloj religiosos e polticos,
a Russia 'ser convidada na paz a asiociar-.se a
ellas.
5. As potencias beligerantes reservara o di-
reito que Ibes perlones de aprescolar para inleresse
europeu condices particulares alem das qualro ga-
rautias.
DIARIO fit PMlUiBUCO SUBIOO I DE MARQO DE U56
O governo russo, onformando-se com o despa-
cho que sobre esle objeclo tinba ja rcmclli.uy aos
seos representantes janto das cortes etram^ras, re-
geilara a segunda clausula da primeira^roposla, re-
lativa a rcclilcaca.i de sua frontera com a lur-
quia e lambem a disposicao pei qual lica reservado
as poleucias alijadas o dire^o de apresenlarjjio con-
dices especiaos ; uceitipr-,,,, todaifw as mais dspo-
sicnea inclusive^ajieut.iiiciado do mar Negro com
"/ "Pftiilicacoes, e propouJo restituir a Porta
KaHe o territorio turco |de que se assenhoreara na
ultima companlia era vez de deixar suas praras fortes
oceupada* pelos alliados.
A Austria, porem, nao salisleita com cssas modili-
cacoes, insisti ein que o ultimtum por ella apo-
sentado fosse pura e simplesmenle aceito, orJeuan-
do ao seu embaixador que, a nao ter isso lugar den-
tro de tira prazo que marcara, se relirasse da capi-
tal russa com lodos os membros da embaivada.
O ::..verii'> prussiano, sendo disso informado, cm-
pculiou lodo o seu va.menlo junto do czar para
persuadi-lo a aceitar as propostas austracas, o que
esle afinal se resolveu a fazer como base de negocia-
ros i.
Assignado cm Vicua um protocollo pelos repre-
sentantes da Russia, Austria, loglaterra e Franca,
no qual (O consignar a aceitarlo das proposta ci-
ma transcriptas, sera' tambera nclle aprazada a
abertura das conferencias, as quaes deven i ler lu-
gar ci Pars, nao estando anda decidido se a
I': u .1,1 tomara' oil nao parle aellas em sua quali-
dade de potencia de primeira ordem.
liem que da accilacao das proposlas austracas
nao resulto uccessariameute a paz, .omos todava
de opiuiao que lie ella um grande passo para a pa-
cificarlo da Europa.
Nao negamos que uas circumslancias actuaos
grandes dilliculdades se oppem a celel.rac.io de
mu tratado de paz honroso para todas as potencias
que o assigucm ; mas como as principacs parles
beligerantes ja quasi nenhum inleresse podem ler
ua cuuliuuarao da guerra, eremos que uaodinida-
r.io fazer algum sacrilicio para verem-se livres de
l.o tcrrivel llagullo.
Ao nosso ver a liussia nao consentir nunca em
ceder parte do seu territorio na Uesseiabia, embora
se allegue que he para a rcctlcarjo de sua fron-
teira com a Turqua, lina tal cesso llie seria um
tanto desairosa, poil lodos aben que o objeclo des-
sa eiigeucia he nao somcnle oppor-lhc mais um
obstculo i invasao dos principados do Danubio por
sua parte, MUbeleecndo urna uova linha de defeza
uas monlanlias, senao tainbeiu afasta-li .das boceas
do grande rio. Sera mais fcil obler dclla que con-
ainta em admillir cnsules cslraugeiros em suas
cidades do mar Negro, c emnao lecdilirar liomar-
suud, do quo que ceda um palmo de seu territorio ;
mas como a iJa dessa cessao fora somonte su^L'er-
da pela Inglaterra, bem que a I ranea c a Am-
ina a adoplasscni tamben! depois, eremos que nao
sera' por isso que a paz deixara do ser concluida :
A occasiao he a mais opporluna possivel para Ira-
Ur-se de lal objeclo. Alem de que as hostilidades
se acliam de tacto suspensas pelos rigores da esla-
Jdo, Kussos c Alliados estao coberlos de gloria. Se
estes depois de lougos c peuiveis rsforcos consegui-
ram aiinal apoderar-se da parte meridional da fa-
mosa Sebastopol, aquelles depois de longos e peni-
veis esforcos conseguirn] tambera apoderar-se da
ramosa Kars, o mais forlo balearle da Asia Menor,
aniquilando completamente ,nin exercito iniraigo
quo coulava UO.UO bomens.
No estado actaal das cousas a conlinua(ao da
guerra seria urna caltmidnde para todos, mas prin-
cipalmente para as nac,oes que nclla se acharo em-
penliadas, e mesino para os-ovemos que as diri-
gen!.
O que poilera' sanhar com ella o governo do czar"!
Absolutamente nada. Limitado a' defensiva, veu-
do auas cidades martimas lodos os das amcaeadas
de destruirlo, seu commcrcio interrumpido em lo-
dos os marc--, sua esqaadra quasi aniquilada c isso
sera ueubuma esperaura de poder por agora alean-
jar o objeclo de sua cebica, Cinstanlnopla, a seu
maior inleresse esta' era concluir urna paz honrosa.
Se do governo russo passarmos ao francez, que
entre os alliados he o que mais bnlliaulc figura Um
feilo ua guerra actual, assun como fora o quo maio-
res esforcos envidara pan su-cilala, acharemos que
Icm igual seno anda maior inleresse na conclnsao
de um tratado de paz.
O imperador Napoleao III ja nada teni a galibar
com .1 coiilinuarao da guerra, pelo contrario olla
pode cxp-lo a perder para seniprc o que com tanlo
Irabalbe e prodeneia lem al boje adquirido. Tundo
consolidado o seu liirono pelo bapdsmo da gloria mi-
llar de que lio vida e enlliusi.ista lu a naci, a cuja
frente se acba colloeado, be do seu maior iuleresee
parar cm Uo ardua rarreira, para nao arriscar-se a
algum rever, que senda-Iba imputado, traria neces-
s.iriamcnle a sua queda e a ruina de sua l'amiia.
Xa Inglaterra ,nem o governo nem a mam da n.i-
cao tcm nula a gaohar com a coutinuacao dashosli-
lidadus ; be verdade que os homens ilo dinbeiro
sao pela maior parle nrlla intcicssados, porquanlo
a alta de dola ou Iros por canlO na laxa do juro In;!
I'.na cllesa
parada com > rJa populacao he lo diminuto, quo
"c"11.........Mlaeiicia deve ler cm urna transare..,, de
'.n. alto alcance. Alem diso o governo deve lemer
pela leguraiica de seu imperio da Asia. lisiando os
Kussos em ixars e os Persas em llcral, o dominio
britnico uaquella parle do mundo pode mui fcil-
mente s..r abalado, qonndo nao arruinado. As>im
aconsclha-lhe a prudencia, que quanlo anles Ir ale
de concluir t paz, acabando com um cilado de cuu-
i a que la irrelle.-lidamente se deixara arrasiai.
raes sao as raides cm que nos fundamos para
augurar as conlerenciasbie Paris um resallado mais
Utisfacloro do que liveram as de Vieiiua.
As noticias chegadas honlem de Flores, tluricurx
e Cabrobo annuncian que a epilemia ainila nao li-
nha apparccido naquelles lugares. Enlrelanlo cons-
ta que iuina fallecido de urna conslipacao o promo-
tor de Flores.
Do Brejo uoliciam-nosque a morlalidadc na villa
regula de Ifi a -Jt) pessoas por da. O cemilero j
tinli i rccebidoat a dala de 16 do passado 152 ca-
dveres, nao entrando ueste uumero as pessoas que
morreraro nos arredores; mas em Pesqueira a mor-
lalidadc nao oxee lia a li. O llr. Cabget la eslava
prestando os soccorros da sua arle. Posto que o
hospital provisorio ja se acbe moulado uacasa da c-
mara, suppuuha-se que eahisaa em abandono por
falta de enfrmenos enfermeiras.
Das carias do nosso correspondente de liaranhuns
que fien ni publicadas emoulra parle, vero os leilores
o que lem occorrido naquelle lugar.
Ilecebeinos noticias de Caruar com dala de 22
do passado, al quaes d8o a epidemia quasi exliucta
n i'I o,1 lia villa, posto que anda faca alguns estragos
nos arredores. t) mal se manifestara no da 17 de '
Janeiro, e a -X se linha elevado ao mais alto pon lo,
hiendo diariamente GO a 70 vicmas, nao res-
petando nem ci udicao, nem sexo, uem idade. t)
vigario, o coadjutor, promotor publico, labellio de
nulas, ele., ele, lodos foram roul... ios pelo fl.igelln.
Durante esta crise luctuosa preslaram imporlantes
serviros ojuiz de direito Di. loiialves l.nna, o
uiz municipal, Di. Deliran e o medico Dr. Araajo
Lian, o qual lano mais inleuso so mostrara o mal,
lauto mais activo e zeloso .se apreseulava o corajoso
laculiativo, percorreudo as ras, salisfaiendo as
exigencias qoc Ihe fuz.un, animando e soccorrendo
a lodos.
Em Limoeiro ale o da i". cTo panado, se tinhara
sepultado C72 pessoas smente no eeraiterio da villa,
alem das qde se enlerraram em eulras eemilerios di
rreguczia ; tiul.a fallecido o leuenlaicdrooel Galvito,
e com minia diflculdade se eilavam hiendo os en-
lerramunlos. Parlio honteiii para all o Dr. Albu-
querqne, que liavia chegado de Santo Anto.
Segundo as participao5cs chegadas de Iguarass,
cousla que a epidemia vai seguindo urna marcha
iraiciieira ; linha apparecido cm Maricla, Maria
nrfnha e no Pilar, ja baria feilo S victima..
Em (joianna o mal vai tornando maior desenvol-
vimeulo, ejase conlavaui JO e lautos casos falaes.
0 niinieio das pcisvasMlacadns em Podras de bogo '
he bstanle grande, mas l nao lem bavido lautos
morios como ua Lapa e em Nossa Scnliora do O'.
Kcmclleram-se 3 pocas de baca ^ambulancias
bem sorlid&s.
Na povoar.au de lieberibe .le -Jl a 2H do passado
foram atacadas Ktl pessoas, sendo .">7 mulheres e "il
homens, e des le numero falleceram Iti, que cstavam
un periodo lgido. ,
Recebemos cartas do nosso nornsponpenle da Pa-
rahiba, ealeo da l do passado, dala em que nos
cscreve, a epidema anda era descoubeci.la naquera
cidade ; mas a febre aiiurclla eslava fazendo"laudes
estragos no respectivo pollo.
Na Alagoa do Monlciro, pertencciii.e a mcsina
provincia, o mal se achara complela-nenle extinelo,
c de eulre il-1 pessoas atacadas laHeceram H->. O fa-
cultativo mandado pela presciencia linha chegado
aHi no da 31 de Janeiro, qu.ando SO apparecia algum
caso de cholenna beingy.;,, e apenas se demorou I",
das.
&LLLETIH DOCIIDLEKA-MOKBLS.
iiospital provisorio ila Hoa-Viila em dala de28,
(tal entrado o outro fallecido.
Hospital de marraba, abano vai Irauscripto o of-
ficiodo cncarregado.
Bospilal do Carino cm dala de boje, sahiram cura-
dos 2 c falleceram 2.
[Ilm. Sr. Participo a V. S. que fallecer hon-
lem a larde if horas depois de sua entrada ncsle
hospital o inarnneiro.da escuna /.indoia. Mauoel
rilippe, e o Africano livre de uonie Antonio; en-
trara, e fallecer s horas depois de sua entrada o
pardo Bibiano lose da Silva, natural desta provin-
cia, filho deSimao Josc da Silva. 2 annoa de ida-
de, lolleiro, remetli.il. pela capitana do porlo ; e
que eolrarim boje os Africanos livres de uoine Pa-
tricio e 1/idro, rcmellidos pela mrsma capitana,
Jlo BaptilU tCantalice filho .le Jos Ignacio do
1 araizo, branco, casado ,s anuos de idade, natural
de In.i. eonduiido pelo inspector do primer.. quar-
leirao Custodio Jos Alendes, Cilio de Jos Mendos,
natural do Porlo, branco. idadeil anuos, solleiro,
engajado pela polica para c iiiliirc... dos (lenles ;
o primeiro maiiiiliciro Jos l-'elixXinga, eo cru-
inele Francisco \axier da Cruz, perlencenlcs ao
brgue Ceareme, Antonio Uarlins Aires, branco,
solleiro, 31 anuos, natural de Lisboa,condolido pe-
lo capitn do brigae escuna Maria, Manuel Jos
\ leira. e .loa., prelo, es.ravo de Antonio Pedro das
Neves; sabe do hospital Mi.nocl Jos do Nascimculo
da hiar le /.tina. Passarim para a enfermara dos
convalescentes sele (lenles.
clta dd tribu di- Ncpbtali, chamado Tobas.
Desde sua mais lenra infancia mostrava
elle mui piu.lusas inclitiacGcs a observancl
da lei .In Dos; u(|tianilo os da ana tribu
curvaram os joelbo diatite dos bezerros
d'ouro que JereboSo eriga em Israel, ruga
elle d sua companhia, oa aJerusalem a-
lorar ao Dos yerdadeiro de seus pais, e Ihe
fferecia o dTzimo c primitas de suns tr-
ras. Casara elle com uma virtuosa don/ella
da sua tribu chamada Anna do quem
leve um lilho, a quem deu sen proprio no-
mc. nuil viou desde a iiiais tenra infancia a
temer a Doos e a abstrr-se do peecado.
Nao loi menos edificante seu compoita-
menlo durante o captiveird das dez tribus
Quaiido seus companhoiros captivos em
Ni ni ve, niln aziSo escrpulo de comer as vi-
andas prohibidas, nunca Tobas f tiomc que
em hebreo significa -apradavel ao Scnhor )
dellascomeu, e conservou para sua alma,
l'.ecompensou Dos sua virlude, dando-lbe
accossoe valimetilo junto do rei de Assyria
que, fa/.endo dellc grande conceito, Ihe deu
loda a liberdade, e at conferio um cargo
importante na casa real.
Dsava Tobas da liberdade e considcraqno
que tinba na corte om proveto de seus com-
patriotas captivos : ia visita-Ios a miudo,
acuda-ibes nas suas necessidades, reparta
com ellas ludo quanto recebia Jo ro, con-
solava-os em suas desgranas e dava-lhes ao
mesmo lempo saudaveisconselhos.
Estando um da em Ragcs, e londo comsi-
go de/. taeulos de prala, quo recebera da
minulicoicia real, prestou-os a um homeni
da sua tribu, chamado Cbelo, que viva,
em pobreza o nao exigi dellc nenhum ju-
ro, nem outra llanca mais que um cscriplo
de divida por elle assigoado.
Mortu Salmanasar, subi ao II no no seu fi-
lho Sennachoi ib, o qual tomou odio aos Is-
ticando per mera utenueto, preferira o silencio
sobre elles, a possibilidsde deserem confundidos com
aquelles que se alguma vez se mostrara em publico.be
samanta para ler occasiflo d pelo proprio ponho
escreverem rallando de si e de algum seu prenle.
U.sr. Dr. Carneiruda Cuuha, por lano, so se
apresenlar c.mdidalo, o que alud. Ao lenho por
cerlo, pelo circulo do Iguarass', circulo que alias
aind. nao esta creado, uem se sabe como licara for-
mado, lalo-ha como um cavallciro que he, confiado
1.1 repulacao que lem slidamente creada, e no li-
me bem couhecido q,,e ja lem. Nao procurara' af-
faslar a competencia de quabiuer rival, por modo
algum que nao Kja honeslo c legitimo, fumenlando-
llie antipalhias e indisposiri.es immerecidas ; assim
como lambem n.lo empregara' meio nenhum que re-
pugne com a elevarao de seu carcter, para angarear
alleicues e voto, com a pralica c ostenlarao de actos
que nlo hrotem expunlaueamenle de seu corscao.
He licito ao correspondcnle, r ninuuem o aecsar
por isso, nao votar no Si. Dr. Carneiro da Caoba,
quandobouver occasiao de cleicao; hc-lhe licito,sem
depreciar as qualidades desse Sr., pedir aos eleilo-
res que outro tanto hesm, para volar em q.ialuuer
oulro candi.lalo que mais Ihe mereca, ou que mais
mrito lbe parec ler ; mas o que n.lo he licito a
nenhum hornera que se preza de ser leal, e sa ufana
ue ser cavalleiro, como reputo o correspondente de
iguarass he atribuir a esse que elle suppe candi,
dalo, seallmentoa que senao coadiimarn com a no.
breza de seu carcter, acrcs que o avillam, actos
que o devem rcbaixar no conceito do publico.
_ Conhcr.er.ilo a modestia do Sr. Dr. Carneiro
Cuuha, nao enumerare, aqu os actos
que sei
da
que
lem lie pralica lo presentemente, pra 'mostrar que
quem assim procede, nlo poderia recusar meia du-
zia de estacas, que nenhum valor tem. O publico
cxocucAo um pensamenlo lao sublime, venceudo-
todas as diiculdades que se Ihe oppuzeram.
Ss. Excs. acabara de prestar um grande servico ao
paiz.
Breve allocurao que a pedido do Sr. Camillo Ilenri-
ques da Silveira Tavora Indgena, fez o Sr. Dr.
I.uiz tioncalves da Silva no da 12 de fevereiro,
por occasiao da abertura da sociedade homeop-
tica ii-neii -ente na cidade de Goianna.
Stnhore! jConvidado pelo mea nobre amigo, -
Sr. Indgena, para assiilira presente reuniao, e pa-
ra dizer-vos quaes os seusfuu; en nao,pude|furtaro-
me de acceilar o seu convite, nao s por que esloo
intimamente convencido da proflcnidade e immedia-
Ios vanlagens de uma semelhanle sssociacao, senao
tambera porque Tormo do Sr. Indgena o maiorcon-
ceito qliando nutri a idea generosa de coogregar-
vos para serdes ulois a populacao pobre desta cidade,
se por ventura for ella accommellda da epidemia
reinante.
Nao he de hoje que o Sr. Camillo llenriques da
Silveira Tavora Indgena, procura auxiliar ao povo
uecessilado d.-ia culada, e sim desde que com nosco
veio habitar ; por quanto logo qoe aqui chegou elle
procurou fundar um hospital, onde se abrigasse um
certo numero de pobres, sendo elle o facollativo
dellc e daudo-lhes os seas remedios ; e tratando
de me communicar o seu pensamenlo, rouilo o lou-
vei, e para logo unimo-nos dando-lhe lodo o im-
.ira' aquell" Ih a pi-iie.i .|u- llie lie devida e es- Pu's0 possivel, tanto que chozamos a reunir um
pero que o mesmo fara' o correspondente de Igua- bom uumero de pessoas resi
Igua-
rass que pensando com mais rclletao sobre o fac-
i de que tralou, deve recouhcccr que foi injusto e
muito injusto.
Itecife, 2G de fevereiro de ISli.
Joaquim I', llarrcto de Mello llego.
Sr$. redactor,''. Sempre que se exerce com la.
lenloe hibilidade uma proflssao, qualquer que ella
oleiites nesla cidade para
realisacao de nossa idea, sendo al elaborados os
estatutos, c preparada a caa que deveria servir de
hospital ; pnrera ludo isio burlou-se, senhores, por
muilas circumslancias que nao convem referir-vos,
e anda assim nunca o Sr. Indgena deixon de ser
til aos pobres desta cidade, aos quaes sempre medi-
en com promptidao e zlo ; e logo qoe appareceu
mmtK^lu^S^mHt^S!SSl iSeja' ,0rU,a'Se inilivid00 ',Rno de *<>s< em a epidemia na "provincia do Para,' a "houverara re-
La perseguido iniqua dobrava o!oumor aridade de l'obias, pois nao s os ""l,vld
Dtos guarde a V. S. Hospital provisorio no
arsenal de inarinha 28de fevereiro de 1856.Illm.
Sr. Dr. Cosme de S Pereira, presi.lenle interino da
eommissiode hvzioue publica.Joai/uim Jos Air
ves de Mouguergue, cirargiilo di. hospital.
itemmo da wnrla'tdade.
Morlalidadc do da 39al s li horas da tarde !I7
Homens .11 mulheres 53 p.rvulos 10.
I'olal da morlalidade ate hoje'.177.
Homens W mulheres 572 p.irvulos 17.
Itecife 29 de fevereiro de I8.V.
AcommissSo debygjene publica interina,
Drs. .s.j Pereira, presidente.
1irnw Xacier, secretario.
/. Poggi, adj.inclo.
insepultos seus corpos.
Com esta
zelo e a ca
consolara com suas palavr'as" eosassistia
coui 6U* fasenda, mas dava sepultura aos
morios para quo uo fossem pasto das aves
e das leras
Informado Sennacherib do bem que To-
bas fazia a seus compatriotas, lomou-Hic
tambem odio, e deu ordem que o matas-
seni, poiiiji^siiuo ueste lempo fosse o mes-
mo SejvTTacliciib mortu por dous do seus li-
IhtiS, Tobas que eslava escondido, tornou
eTapparecer, ccoolinuou a exercer as obras
de misericordia como d'antcs fazia. Tinhilo-
llio confiscado seus baos, mas com a morlo
do rei perseguidor cossou a oppresso, e
Tobas enlrou na posse do que era seu, c do
que elle razia lo bom uso a bem dos des-
validos.
Vum da da fesla do Senlior, man Ion To-
bas preparar um grande banquete ao qual
conviduu tolos os tenientes a De .s da sua
tribu. V. como seu lilho lbe dissesse quo es-
lava um Israelita eslendido mortu na pra-
<;, levantou-se logo Tobas da mesa foi
buscar o corpo secretamente, trouse-o para
casa, c ao por do sol deu-lhe honrosa sepul-
tura. Seus parentcs nao approvavam o que
elle fazia, eo sensuravam por assim expor
sua vida; porem Tobas iiiio dava ouvidos a
seus ditos, o r.onlinuava cm seu santo viver,
porque tema mais a Dos que aos homens.
Oque Tobas praticaya com OS seus com-
patriotas preso cm Ninivo, a cari lado (iue
exercilava para com os morios, he urna li-
?3o piedosa, para que o homem verdadeira-
mcnlo otiliodoxo, se excito a desempcnhir
na quadra lastimosa o assusladora virtu-
de decardade, no scom aquellos que
osteiideiii a mao, e supplicam um bolo de
benelie -ncia, como anda para com os mor-
ios, deve-se com toda esponlaneidade c
amor, con.iuzir o irino cholenco ao azlo
do calillado publica, o levar-se | se mister
lor ; seu cadver ao repousu eterno, pres-
tando-so lho esta ultima bomenagem frater-
nal : porque do tudo, grande promio sera
guardado na patria celestial.
merece da sociedade quo o acolhe com juslica no
numero doi cidad.los prestantes ; mas quandn esse
^tiCL't-v.uoiiDcnctasu
S>mmtitttica&o.
Quttrta Dominga el-: Quaremna.
Evangolho de S. Joo no cap 6.
Jess Cbiisto passou alem do mar do t;a-
lilCa que bo o mar deTebriados, c o acom-
panbava urna grande multidSo, por isso que
todos prescnciavam os prodigios que elle
brava na CBra dus enfermos. O Salvador
subindo a um monte assentou all com os
seus discpulos. A Pascboa eslava prxi-
ma, e este .lia era de urna grande solemni-
da.lc entre os Judcos. O Filho de Dos lau-
cando a sua vista sobre aquellos que o ba-
viflo seguido, observou que uma innumo-
ravel multid.lo havia concorrido para o ou-
vir, edisse para Filippc: rom que hace-
mos de comprar o pSo nue nos he preciso
para que domos de comer s turbas ?
Jess Cbristo falava ao seu discpulo
desto modo, nicamente par., o expo;- a pro-
va, pore:n nunca porque guorasse o que
devia la/er. Filippe respondou-ibe ; anda
quando se empregassem duzentos dinhei-
ros, nao viria a caber a cada um mais
do que uma pequea paite de pilo.
Um dos discpulos de Jess Cbrislo, cha-
mado Andre, disse-lhe entao: aqui ha um
moco que lem cinco piles, o dous peixes,
porem de que pode servir isto, para se re-
partir por lauta genio? Ouviudo islo o
salvador Ihe disse; fazei com que todos se
asscnlem. Todo aquello lugar eslava cober-
lo de leo, e com a acmoe-taco do disc-
pulo todas as pessoas se assentaram, e erara
perto de cinco mil. Jess Cbristo tomou
em suas mfios benficas os pues, e dando
gracas a o seu Eterno Pal os distribuio de-
pois aos quo seachavao assentados : fez o
mesmo com os peixes, c elles chegaram pa-
ravJodos. '
Ticando farta aquella multidSo grandissi-
maXd.sse o Redemplor aos seus discpu-
los: Kecolhei agora os fragmentos que so-
braran para que senao percao. Os disc-
pulos obedecern erocolheram dozc sestos
de pedacos dos cinco p3es que sobeiaram
aos quo linliiio acabado de comer.
Admiradas lodas aquellas pessoas do que
MUS Cbristo acabava, de obrar dizulo vis-
i de um prodigio to estupendo, cis aqui
u verdadeiro i'rophet. que devia vir ao
mundo.
O Filho de fieos, conhecendo qtt esto mi-
lagr os havia maravilhado de tal soi le, quo
os poyos tinbSo por isso determinado arre-
batado para faze-lo re, separou-se efugio
para o monto sem querer que o acornea-
nbasso nem uma s pessoa.
As turbas derao com osla doliberactlo uma
nova do seu recouhociiiioulo ao seu Divi-
I
iio lleiiileitor: mas Jess Cbristo ensinou-
ibes por seu esempio a modestia o huml -
nade. Na conducta do Filho do Doos des-
cubre-so o discntereso mais generoso, a
prudouca mais vigilante, e bumildado mais
profunda. ,\quelle quo destribuia por si
mesmo os imperios do mundo, nao vinhi
receber um reino dado pelos homens. O seu
imperio era desdo a eternldade, os ecos, a
tena, e os r.bystnos. O sou reino entre os
homens deveria ser a cruz e o calvario.
O designio de faze-lo re era como uma
loniaciio otTerecida ao justo. A fgida para
o monto ( diz un padre I foi um exemplo
dadoaos poderosos, para quo se nao cor-
"Ironipo, o aos traeos liara une so nin illn-
ico ruai.aiicial, mas sen numero c.....-.,i.-, ,, .', '. "'"' "'"
u.io. i'.sto oxcmplo diz lambem outro pa-
dre salva o humilde, o ((infundo o ambi-
cioso. Aqu oxisle a modestia que se abra-
ca com a hutnildado, o desintoresse que
destroc a ambieSo.
S'aziua Sagrada
Caridade de Tobas para com sc-us compa-
triotas.
Entre os captivos levados a Assyria por
Salmanasar, foi um firluoso c honrado lsia-
ceios de que ella se iran-miIIisse nos, elle spres-
sou-se i convidar pelo Diario de Pernambuco a seis
ao alem do perfeito eonheetmento ,|e ar. dos raudos imporlantes proprietarios desla comarca,
te, revela na pralica o espirilo da caridade, pelo lafim de inoi.Urcm um hospital para 'pobreta, otlc-
rs. redactores.-Na carta do cerrespodente de
Iguar.s-ii, publicada no sen jornal de hoje, se l o
seuuinle :
.( Porque alguns Irabalhadores do cemilero cor-
laram em Ierras do engenho Monjope uma pequea
porfo de estacas, dando disto o Dr. Adeliuo. uma
satisfaco ao administrador do ensenbn, dirigi esle
urna carta lao atrevida aquello Dr., que fui preciso
ur.arS. S. de uma linuasem enrgica, afim de im-
por silencio ao lao estpido e desalmado adminis-
trador, que nao tcm caridide c educaca Enlre-
lanlo o Sr. Dr. Manuel Juaquim he Candidato pelo
circulo de [goaransii N.lo ser dessa maneira que
grangearf as all'eices dos eletiores...
Como so v, o sou correspondente pintando e qua-
lineando o administrador do eogenho Monjope como
estpido, desalmado esem caridade, insina pean-
te o publico que ao Sr. Dr. .Mauoel Joaqnim Carnei-
ro da Caoba, quo alias mo he o douo u'aquelle en-
geuho. cabe a responsabilidade do procedimenlo do
Administrador.
A justica e o tributo que se (leve prestar a virlu-
de, mais que ludo a aun/.t io que me liga ao Sr.
Dr. Mauoel Joaquim Carneiro da Cunta, me Icvam
.i recorrer ao sen mesmo jornal par., protestar con-
tra uma uisinuac,ao. que, uao qocrendo lachar de
maligna para mo ulfendcr o melindre do seu corres-
pondcnle, lili) posso deiiar de a -umal- de iujusla,
e\tcm|.oranea e irreileclida.
Sendo o engenho .Monjope |iropriedade de pessoa
de sua familia, c uao|do Sr. Dr. Carneiro da Cuuha,
parece que so por malvola iutencao poderia o li-
me desle Sr. ser IrazMo a baila, em om faci que
dix respeito ao administrador d'aquelle eogenho, o
qual be p.i^j e conservado pela proprietaria. Oue-
roadmillir, p.rcm, que o correspondente reconhe-
cc que essa pessoa, respeitavcl por iodos s titulos,
na tratando direclamente de seus neaoeios, dalles
sncarrega a seo irmao. Todava lamento que nao
reconheersse igualmente qaa o dito san irmao, cs-
iranbo inteiramenle a > faci de quo se trata, nada
pode ler de commum com .. procedimenlo do admi-
ni-lrador, que, e-lou cerlu, elle nao autorisou nem
approvou.
Ocaso lie simples : 11 administrador de Monjope
lem. d.'sde mili I o, orden) para nao deivar tirar ma-
deras ii is maltas do engenliii, alias ja muito des-
rasladas c estragadas, sob qualquer pieiexlo.sem au-
torisacilo cvpressa e por escriplu, visto que os abu-
sos e furtos de |madeiras all eran extensos e con-
liniiadus. Aconlcce, porem, apparecer. ou presu-
mir-se que appareceu a epidemia na villa rass ; alguns iraballia lores do ceiuilerio corlara es-
lacas uas mallas do engenho ; e apua dii-se uma (ro-
ca de carias entre o administrador c o juii munici-
pal, ua qual aquelle desrespeila este.
Ora, se o negocio se passou exactamente como re-
fere o correspondente, mal procedeu o administra-
dor, nao par haver reclamado por curiaran madei-
ras sem licenja previa do propietario, mas por ter
u/a do de otaos termos, por ler faltado ao respeilo ao
Sr. Dr. Adelina, a quem o propno Sr. Dr. Carneiro
da Caoba Iraia com a delicadeza c respeilo que C0S-
limia, a ipiem considera, a quem deseja sempre ob-
sequiar, a nunca oll'endcr. Mas romo aMOCiar esse
Dr. quo biblia a qualro leguas distante de Monjope
que den uma ordem genrica, sem prever ntm nre-
vinir a oceurrancu de que se trato, ao procclini'nto
do admiiiislrador .
I'od inuito bem s>rque o Se Di. Ciinciro da
Uinha taires nas inalroccSes qoe dona esse admi-
nistrador, n io slvame os casos de epidemia, e o re-
pcito que se deve a' autoridade do lugar !... Ser
pois, por isso que o correspondente pretendo evpo-
lo ao odioso de um laclo, que he puramente pessoal
de quern o pralimo ?
Sempre entend que aquelle que* da" ordena lesi
tima-, nao pode ser responsavel pelos exee-sose abo-
sus que na esecucao dellas forera eemmeilidos por
seiisagenles, quer por m. inlelligencia, quer por
estupidez, quer por malvadeza.
Se, por exemplo, aconlecer, o que mo he mnos-
sivel, que algum ollical de juslica de Igusrass. na
execncao de qualquer mandado do juizo, sccxecela
viole o direito das partes e as offenda, aecusaria
corresponden., por lal faci, o juiz do termo J eu-
volve- o-hia no cUigms que honraste de lmar a
.ssoolllci.il estpido, sem rdurarflo e sem caridade'
lie cerlo que na.,. C por qoe nao pralica por igual
modo cm o .-sr. llr. Carneiro da Cunlia
.. Entretanto o Sr. Dr. Haooel Joaquim he cao.
didalo pelo circulo de Iguara-s! Nao
maneira que grangear as iMloic
A que proposito vera isso '.'
lora d'aquelle Sr. cura
irador.' o que (em os oledores cu n
dirigi a.. Sr. Dr. Adeline 1
Sera un meio, om prcleitodo insinuacan contra
essa tallada candidatura ? lio i-, desleal ao ultimo
ponto ; e .... i he por lal modo que se deve lambem
procurar enastar as alieices dos eleilores. Se .. Sr
Dr. Carneiro da Cunhi |u,se mu .ices que fa/eui
da candas- .., ospeculacJo, que com .. mam,, ,1.
pliilanliupia cobre o inleresse individual,que un fin-
gido amor da huniaiiidade busca um meio para en-
grandecerse, cerlo q.i oulro leri sido o sen pro-
cedimenlo no lermo de (Hinda, onde lem Id., ns
mais relevantes servieos de humanidad.' o plulanti..-
pia na prsenle quadra, o islo com nina modestia e
um recalo que mais rcalcam o seu mercciiiientu. E
se o seu Mirto, -iMihurcs redactores, rom a juslica
que caraclerisi a sua redacrSo, ja mencionon una
parle dos acias de benific, ncia d aqoelle Sr.. na,. r
cerlameole por consentimeulo nem (ciencia sua ; e
* os seus amigos poderam avahar quanlo a pub'li-
cao desses adoso contrtslou; vislu que n3u us pra-
zelo que deseovolve pr* salvar a liiimanidade que
padece, enlao sebe ao herosmo pela coragem, e at-
tinge o merecimento de humanitario peladedicacflo.
Raciocinios nao servein, vamos ao fado, e no fim o
lustre para a vrtude, en gralidao gravada iodelcvel
DO coracao de quem receben o beneficio. No di;1
17 as 10 e meia horas da nuil fui accommellido do
cholera fulminante, a ponto de me adiar lodo fro,
sera sentidos, estado muito perlo do mrbido nos
ltimos graos desta tcrrivel dnenca. Depois de ter-
se-me dado algumas rolbcradas do sumo de limao,
apenas recobrei os sentidos, e apezar da hora ja
adianlada, meia-noite, foi chamado o Ilirc. Sr. Dr.
Pedro de Alhavde Lobo Moscozo, que me applicou
a sua Im.Tieopalhia tratando-me pessoalmenle com
grande cuidado, ja lulando com a anciedade que me
sullocara, ja procurando luz i sua sciencia nos va-
riados symplomas que a molestia apresen!.iva, ja
eml'im (o que aiinal conseguio variando a apphcacao
das dses para promover raais de promplo a trans-
pirarAo. Duas horas leve o illuslre medico de lula
e trabalhar incessanlemenle para me salvar, duas
horas em que manifestou sua dedcacao, seu zelo e
coragem a par da sciencia que Ihe guiava o enlen-
dimeoto, e dos iuslinctos do corajilo todo humaoi-
dade, ardendo em desejos por me salvar, (.raras
a Divina Providencia o aos cuidados do Illm. Sr.
Dr. Mosco/.o, acho-me quasi restabelecido, e seria
cu um ingrato, se nao apresentasse diante do publi-5)
co este fado que com outros ja numerosos Ihe dao
lustre nu exercicio de sua profissao de medico, i le-
vo cmlim manifeilar diente de lodos com a fran-
queza que lodos couhecein ao meo carcter, que
rae .illm mais peuhorado de gralidao ao illuslre dou-
lor, pelo empenho, zelo c de.licarao que empregou
para me salvar, do-que pela applicacao acertada do
medicamento ; a acojo de caridade qoe praticou
comiso, a quem s coobeee como visinho, he lilha
do seu excellenle corarjo, e o acert na cura nasce
da sciencia que cultiva, da profissao que exerce.
(Jueiram, Srs. icdaclorcs, dar publicidade a eslas
toscas hnhas de seu assignaule
Jos Bapihia Draga.
Recite -28 de fevereiro de 1N56.
Srs. redarlot','lia das lamenlavamos a cscas-
sez dos meios dj que podamos dispar, o a.nos por
instanles eihaorir-se o poaeo que anda nos resla-
va, produelo da philanlropia e beneficencia, o ja-
rnos ver-nos (.brisados a suspender os nossos Iraba-
Ihos por falla de meios. e esm islo n.losolTnam pou-
co os nossos coracOes. Hoje, porem, grabas a cene-
rosidade do Exm. Sr. presidenle, que tao digna-
mente rege esla provincia na quadra actual, esta-
mos habilitados a continuar a soccorrer aos pobres,
a quem a epidemia reinante atacar. U genio pa-
tritico, bemfazejo e huinauilario, cora que lito sa-
bia e prudentemente so tem sabido conduzir o Exm.
presidente da provincia, ua infeliz e desgranada cri-
se em que nos adiamos, nada poupando" para 111
viar aos infelizes, lbe do tim elevado inerecimenlo,
alm de lodo o elogio ; e o que acaba de pralicar
com a commissSo infra assignada, o prova exhube-
rantemeule.
Aceite, porlanlo, o digno administrador da pro-
vincia, os nossos sincerosagradecimenlos e acredi-
te que nao desanimaremos, eniquanlo virmos que os
nossos serviros vilo prestando alguma ulilidade.
Afogados-Jl) do fevereiro de ISo.Mauoel Joa-
quim do Kego Albuquerque.Adelo Antonio de
Muraes.Padre Francisco do llego Barros.l'rrmi-
noTheolonio da Cmara Santiago.
sera dessa
?s dos eleilores. a
jue lem a caudida-
irocedimenlo do a.lminis-
ollcnsa que esle

^(>rcuCocu rtpc&i&Oe
le heoexercicioda caridade basla dzer-vosqoeJesus
Cbrislo antes de raorrer, levado do ardeote amor
que consagrava ao genero humano pedio aos seas
discpulos de um modo muito claro e decisivo que
se amassem mutuamente.
A caridade ainda vai mais adiante. Ella he o
principio mais animador da sociedade ; ella lem o
grande poder de acabar com ss miserias do genero
humano, purificando-o, e fazendo-o gozar de lodos
os hens n Ierra e noceo todo podera se extinguir
ludo poder ter um fin, a raesma sabedoria peder
desspparecer ; mas a caridode nunca cossara'. A
caridade em fim, continua aqoelle eseriplor sobre-
vive asoulras virtudes. Todas as oulrasmorrem com
o corpo.ella he a nica qoe nao morre. A destruidlo
respeila, e at a fortifica, yuando lado o qae bri-
Iha no homem sosolbosdo mun.lj, se same e se
perde na noils do lomulo, ella surge mais radian-
te, conduz a alma solta das prises terrestres a roo-
rada dos justos, e ahi nao deixa nunca de avivar-
Ihe os gozos, (leinultiplicar-lhe as delicias. E ser
possivel que ainda alguma cousa se possa dizer-ros,
para mostrar o que he a caridade "! llavera mesmo
linguagem mais tocante e penoasiva do que a qae
deixo expendida '.' Me parece que nao, e por isso,
senhores, eu n3o nao lenho outra cousa a pedir-ros,
senao que icuhaes todo o valor e disposirao para
realisardes cora vantagem a vossa sublime missSo,
lendo eonfisnea em Dos que Indo haveis de fazer,
conseguio do os melhores resallados.
mamento aparto.
Aaeio entrado no da Jt*.
MontevideoO di, palacho americana Wj
Goddard, de 216 toneladas, .i Hi Thawas A.
Norgarire, eqoipagem 8, carga rouros ; s cesi-
lo. Veio refrescar e segoe para Ne-S rk.
.Vanos saludos no masoso sfia.
Camaraginellisle brasileiro Sania l.un". mesire
Jos Joaquim Hamos, carga bacalhoe. I'ossogei-
ro, Manuel Joaquim do Nascimcal.
I'.iraliil.allisle brasileo Flor de Brasil*, meslre
JoSo Francisco Marlins, carga baralhae.
Terra NovaPatacho ingles Myrlle, rapilao Jobo
Aide, em lastro.
(gbitaez.
(Commcrcio.
ALARME JORNAI.ISTTCO.
Antigamenle urna esquadra na um exercito he
que punham em alarmuuma cidade, como um de-
sembarquejdc mouros ponha em conllragacao uma
povoacAo marilima : boje um papelorio qualquer
Icm o memo poder,
O nosso Jornal do Coinmercio que cobrou boa
fama, mas que em vez de deilar-se a dormir, im-
pingo-nos varias vezes suas noticias da meia noite,
rnmmetten a insensatez de publicar que a empresa
da ra do Cano ia commecar as edificacoes pelo la-
do do Dorio : e fez urnas laes insinuaces, que na
realidada foram por domis imprudentes, e impro-
prias d'aqncllc velho circuinspeclo, empoado. de ca-
saca e espadn, como ura UloVtrado a moderno ba-
rio.
O ComlO Mercantil, que presonifica a mocidade
pretenciosa contra os direitas adquiridos dos velho*.
c que nao deixr. passar incelame qualquer calurrce
do velho feudal, deilou-se ao pobre do moegado e
den-lbe um pega de mal informado iln-.-l men-
tiroso.) O Diario que. no in cnosrabo em que se
dbale, vai ua retaguarda das nnvidades, parodion
o Jornal no mcsincdia em que o Coireio Mercan-
til pulverisava a noticia. Koi uma briga de coma-
dres irreeonciliarsis, que fez rir mprensa peque-
a, se he que a pequenez em objectos de espirito se
moda com os olhos, ou rom a inlclligecia.
Sao hrancos I., se eulendem. Eu c son como o
sargento de Astoxr-que com a.minha correspon-
pencia venho-rSsiW/ucTrfa l-.wla la Semana : e sao
estas lodas as minbas relaces com a impreusa. Mas
eslou na asa dos pobres, he natural qoe me ria das
fraquezas dos ricos.
Por boje basla. Vou 'Ti^f-m: ... veitigens
do rarnaval. Depois Je recobrar o juizo coro a
cinza de quarla feira, coiilinuarei a esrrever-vos.
O arnijo da corte ao da provincia.
(A Semana.)
(l Correo Mcrcanlilo augmcnlou hontem o
seu formato.
No artigo editorialKesl.iuracao das utopias
a Ilustre redacc.lo dessa folha coudemna o abas-
(ardamonlo em que estilo cabindo as instituidnos e
as dootrinas polticas, e fas ao paiz o appello de
ajuda-la no proposito em que esl.i, de as restaurar.
- O k Mercaulil o de honlem aprcsoiila-se bello
na doulrina, c variado. Soh a intluencia do Sr.
Dr. 11, la v i.in.i, secundado dos esforcos dos jovens
escriptores de mrito os Srs. Alenla c Muzze, o
.( Mercaulil .. pode fazer importantes serviros ao paiz,
cconcorrer para a einancipacao da mprensa.
.( Assim o queira o Sr. Dr. Odaviano, a quem
saudamos hoje.
i,l Patrie.)
No dia do correle publican o Correio Mercan-'a ser u,n bwmo, oa uma virlude sem equivalente ;
til o seu primen n uuniero em grande formato, c ape- ; como muito bom diz o Sr. consclbeiro Bastos, era a
zar das difliculdailcs com qae leve de laclar o pro- sua obra mc.litacf.es religiosas.O mesmo es-
pnotano daquells mteressantissima lolha, seaun-|.r....., ... ",esulu
do nos consta, esse grande mcllioramenlo de nossa ,plr a"llJa U,zdo"""lu aWlle: Qoem Iroca
imprensa acaba de realizar-se. C5le lermo por outro, esla por Mira virlude d nis-
Scndn o Correio Mercantil ama das melhores pu- so uma prova de rematada ignorancia, ou decidida
blicacoes da corle, alienta a indispulavel capacida- ; impedade. A phlaatropia, a humanidad e, a cora-
do que se acha a sua frenlo, apenas Ihe fallava ura ,.' "amuau e, a iou
punco mais des paco para poder dar vaz.lo ao immeii- P"**i a beneliconcia nao sao senao eleuienlos hu-
sn Irabalho de que se oncarregara'i hoje, porm, I"aoea da caridade, virtudes incmplelas, se dalla
esse inconveniente se acha removido, gracas aos se separara, menos ainda, se alo um resultado dos
n^'l-mc, P"rs;vi'"a,"i'1"' "TM" i" M"7 !clculos do inleresse, das combinsces da v.ldado,
os nrrelo. Ja era lempo de lindar esse horrivel i ,. ^ ...un..,
monopolio, .pie o lornaltoCommercio han creada I*. N ,n'lleni,llsjm como s^* phosophia mo-
p..r lanos anuos cm seu favor, com manifesla des-
vanlagem publica. Ja sera possivel na actuali-
recendo-lhes os seus u un' los e servidos de grac.a ;
mas, senhures, com grande admiracao vio que o sen
couvilc uenhuma impresso havia feilo no animo
daquelles poprietarios, sendo apenas o Sr. cooimen-
dador Joo Joaquim da Cunha Kego Barros, o ni-
co que a elle se dirigi declarando -Ihe que muilo o
louvava pur uma lembranra t.io lelir, e qae elle
contasse com o seu contingente para se levar a ef-
feito o seu pensamenlo ; mas como nao podesse o
Sr. Indgena o fazer someole expensas daquelle
cummend.idor, recolhcu-se, ficando bnrlado aqoelle
seu appello.
Corre o lempo, e hoje quo a epidemia reina cm
diversos pontos da nossa bella provincia ; hoje que
na. podemos mais duvidar do seu apparccimenlo
entre nos, e que amanhAa ou hoje mesmo ja a lere-
mos aqui ; eis que de novo apparece o Sr. Indgena
para ser til aos nossos irmaos indigentes, escolhen-
do o meio de associac.lo, por Ihe parecer o mais pro-
ficuo, para se levar o remedio e o consol a rasa do
(lenle ; e uma circumslancia extraordinaria se dea,
senhores, para que o Sr. Indgena aiida vos mere-
ca maiur a'.tencao, e toi que estando elle ha cousa
de tres inezes ua|povoac,ao de Pona de Pedras, des-
la comarca, para onde se havia retirado em conse-
qaenca dos seus padecimentos phsicos; de la corre,
deixa os seus comino Jos e inleresses, e apreseuta-se
no meio de nos cora o mais louvavel desejo de ser
til a pobreza desta cidade: mil louvores so Sr. In-
dgena, mil agradecimenlos Ihe devemos dar por ura
acto tao philantropico eque llietraz sem duvida om
lugar bem distudo entre nos.
Convem por lano que o auxiliis nesla nobre e
inpoi laute empreza, alim de que ella possa ser unas
reali.iade, c produza lodos os bons resultados que
se deve esperar.
Senhores, ha pocas lao meludrosas c crilicasem
a nossa vida, que o mais hbil philosopho, o mais
insigne orador por mus Iralos que deera a suas in-
Iclligencias, por mais que se esfurcem jamis as p-
denlo explicar ; nem mesmo a virlude de raaos da-
das coro a sabedoria pdenlo descobrir a caosa ou
motivo dellas, e neubuma poca sera duvida mais'
calamitosa e digna de atlencao do que a actoal : Dos
e nem os nossos maiores, j viran que uo llr.. -i. se
desso uma epidemia mais lerrivel e medouha ; c
por mais que todos se esforcein, c prucurcm cora em-
penho saber a ra/ao do seu apparec.imenlo enlrc
nos ; por mais que abunden em ideas, c queiram
nos convencer com razoes o longos desenvolvimen-
tos que a epidemia reinante nos foi Iransuiillida da
Europa ; cu fraco e acauhado como sou, ainda nao
me pude convencer de semelhanle opiniao : sei
senhores, pela curleza de ininba iuleliigeucia, sera'
pela minha crescida iucredulidade, nao duvido; po-
rem posso-vos assfjvcrsr que alguma cousa teuho
lido a respeilo, c que lenho communicado alguns
homens intelligenlcs, e do que me teuho podido
convencer he, que estamos sendo castigados pela
Providencia ; c que esta castiga ao seu povo, temos
muitos exemplos, e desta opinio he o excellentis-
simo arcebispo da Dabia e outros mnitos padres
de instrucca-; re igiosa e de virtudes.
lie com esla convicc.ao, que devemos combaler a
epidemia ; be cora o coracao cheio da maior pieda-
de e resignacao, que devemos implorar ao Todo Po-
deroso, para que se c.inpadeca de nos suspendendo
o seu casligo ; o depois de assim procedermos, im-
pellidos pela f e caridade combatamos o mal no
caso do seu apparcciinculo.
Convem por tanto que tenbais (oda a coragem e
resignacao, dev ndu-vos lerabrar, que nas epidemias
sao ellas indisp Misjve:- mais do que cm quaesquer
outros casos, ebe islo o que nos atiesta a historia de
todos os lempos ; c vfide o que se deu na infeliz
SauloAnhlo, onde o desanimo, e o abondouo pro-
duzirara males incalculavcis, sendo que o mal subi
de poni, principalmeule pela falla de sepultura
aos cadveres : mas nolai a caiidade c valor de l'r.
Ilerculano que para la foi, e de oulros religiosos,
que bens lem prodoiido ; e vede como o povo en-
corajado lera visto diminuir o numero dos morios;
por lauto o valor he sem contestarlo indispcnsivel,
e cu muilo vo-lo recommendo.
A vossa soci edade lem por missilo especial soccor-
rer a pobreza desla cidade, que for accommelti.la
da epidemia ; sendo que os socios se dever.lo auxi-
liar reciprocamente no caso de otTrerem.|Ja temos
senhores um. associacao de 1.5 membros, composta
de pessoas gradas e intelligenlcs, para cuidar de
valer aos necessilados ; alguinassessf.es ella ha tido,
para aquelle lim, o alguma cousa tem feilo, lendo
promovido urna suhscnpco, que ja avulla : a
nossa cmara municipal lambem ja tem feilo algu-
ma cousa no mesmo senlido, c cu enlendo quo lu-
do he pouco uo accorametlimenlo, porque he gran-
de a nossa cidade c muilo populosa, de surte (pie
nao ser muilo fcil, que se preste o auxilio noces
sirio a todos os necessilados, ainda havendo tantas
associacues, c lao bons dezejos da parle de todas
ellas, para se acudir lodos.
lie pois indispeiisavel, que vos compenetris do
v tan sublime missao, que 080 pareis do pensa-
menlo a sanli.lade dos vussos deveres, alim de quo
ludo se possa fazer do mclliur modo possivel, leudo
vos sempre cm mira, que ides exercer um mui no-
bre cHoio,que lie a de serdes ulcisaos vossos irmaos,
pondo om execucao o mais nobre dos seulimenlos
do'coracSo humano caridade que lio para as-
sim dizer um dom celeste.
A caridado senhores, s quer o bem, pelo lado
dos sacrificio*, uo que difere da philanlropia, que o
quer por coiisidcraces lerrcs!res : all ha verdadei-
ra abnegarlo ; aqu uem parti c cnlbusiasmo se
dao. A caridade he senhores o mesmo Dco.., viudo
i'KACA DO RECIFE29DE 1 EVEBEIKO AS3
HORAS DATAHDE.
Colectes ofliciaes.
Assurar mascavado2820 por arroba com sacco.
frederico /lubilliard, presidente.
P. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3|i a -28 d. por 1.
a Paris, Ji8 rs. por f,
Lisboa, Opor 100.
u Kio de Janeiro, a Arenes do Banco, :i 0|0 de premio.
Acc/.es da companhia de Beberibe. .">sski
Arenes da compaubia Peruambucana ao par.
k i Ulilidade Publica, 30 pur ceulo de premio.
a .( Indemnisadora.sem vendas.
Discunto de leltras, de t-J a 15 por Opo
METAES.
Ouro.Onras hespanhulas. .
Moedas de idilio velhas .
u it-nii novas .
o 4300(1. .
Prala.PalacOes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
-'S; -JS.r;,.HI
. IftjOOO
. 169000
. !OI0
. 29000
. J9OOO
mexicanos....... I586O
aLFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 8. .
dem do dia 29......
*>K:227UrW
5.23b>>68
2:3:i3S6o6
Oiearregam hoje 1. de marco.
Brigue inglez(letanabsealhao.
Brgue inglezGeorge /lobinsncarvao.
Brigue francezAlmamercadorias.
Barca inglesaIjturaidem.
Patacho americano/nafarinha de trigo.
RENDIMENTO DO MEZ DE FEVEREIRO.
Ken.llmenlo lolal
BestituicOes
233:4631636
10>000
Rs. 833:3611656
Importacao.
Direilos de consumo. '......
Ditos de I por cento de reexporlacao
para os portos cslrangeiros. .:."..
Dilos de 1 por cento de reexporlac,ao
para os portos do imperio......
Ditos I le bildeacao...........
Exiicdieule de .' |H)r cento dos gneros
estraugeiros despachados com caria
de guia................
Hilo de l|2 por c. dus gneros do paiz.
Dilodc 1 1|2 por c. dos gneros livres.
Armazcnauem das mercadorias.....
Premio de l|2 pur cento dos assiguados 2
.Mullas calculadas nos despachos. .
Ditas diversas. ;..........
iferior.
Sello lixo. ...... 1-........
Feilio de titulo dos despachantes, dos
caixeiros despachantes, ele......
Ki;i..liimriil"- de ccrlidCcs. *.....
228:3903373
ltt?805
2W07
2123000
9713891
7929869
7b"
75(,
68
37
TgOtKi
3.">3i 40
230O
*)3800
Na seguales especies.
Dinheiro .... 1I0:2U83>37I
Assiguados 123:1939236
233:3619656
tTeposifos.
Era batane/) no ullimo de
Janeiro.........
Eutradas no corrcutcvsmez
Sabidos.....
'.7:l823i3
:7Dgt)Jt>
5:22S390
M:lll3933
Evisleiiles..........
A'rt.s seguales especies.
1103930
10:1166557
Dinheiro.
Letras.
(l:00j3(i27
Contribuicrio de caridade.
Rendimenlo uesle mez......... uK9%3
AlfaudcgailuPeriiaiuhucu 29 de fevereiro de 1856.
O cscrivo,
Faustino Jo CONSULADO C-EHAL.
Rendimenlo do da 1 a 28 .
dem do dia 29......
71:1713390
iI7J807
71:(i223l97
01 VERSAS PROVINCIAS.
Reudimentododial a 28 .... 5:722*500
dem de dia 29....... 116*373
O Illm. Sr. inspector da Ihetoararij provin-
cial, em comprmenln da ordem de Exm. Sr. prn-
denle da provincia de 19 do correle, manda U/r
publico, que no dia 19 de marro prestas* vindoarn,
pernte a junta da fazenda do mesma tbesoarana.
sa ha de arrematar a qoem par menos liier, a obia
do empedramenlo de ,>00 bracas rorrenii na I V
lauco da estrada do Pao d'All.o, avahada em rs.
4:10:1*000.
A arremataran sera fela na forma da lei provin-
cial n. 343de 15 de maiv da IX:>l, e sob as clsaasj-
l.is especiaes sbaixo copiadas.
As pessoas que se propozereaa a esta arren.ala._a..
cnmparerim na sala das sesses da mesasa juila.'oo
dia cima declarado, pelo meio da, rsiasIsoUssao
le habilitadas.
E para constar se mandou albur prsenle e pss-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesoararia provincial de Pernean-
buco 2.) de fevereiro de IHb.o secretan... AoU-
nio Ferreira da Annunciac...
Clausulas especiaes pars a arrematar...!..
1' Far-se-ha dito empedramenlo deconferaaids
de com o orcamenlo approvado pela directeria om
consolho. e apresenlado a pprva.;ao do Essa. Sr.
presidenle na importancia de 4:103*000.
2* O arrematante dsra principo as obras no psaan
da um mez e as concluir no da aos nno aasbos
molidos oa forma do arl. 31 da loi o. 286.
'I' O pagamento da importancia da arrematar*,
realisar-se-ha em qoalro preslarocs oa forma da lei
n. 286.
Ia O ar reunanle devera proporcionar Iranzil* ao
publico.
5' Para lodo o mais que 11*0 esliver determinado
nas presentes clausulas nem no orramento. segis-
sc-ha o que dispe a respeito a lei n. 2NI.
Conforme. O secretario. Antonia Ferreira da
Aouunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesoaiara prstin-
cial, em cumpnmenlo da ordem de Eim. Sr. presi-
dente da provincia de 19 do correle, manda faxer
publico que no dia 19 de marro prosima (atare.
pera ule a junta da fasenda da mrsma tlmsniria,aa
ha de arrematar a quem por menos fizer a obra da.
mil bracas correnles re empedramenlo 00 17- e I*
lanco da estrada do Pao d'Alho, avahada eos reta
13:156*000.
A arrematarlo ser fe ila aa forma da lei prsvM-
cialn. 343 de 13 de maio de 1854, a sob m ciastsa- 1 |
lis especiaes abaixo copiadas. -%u
As pessoas que se propozem a esta arriase|mpa aTa*
comparecam na sala dassesioes da mesase jante nsi
dia cima declarado pelo meio dia, 1 sosal I sal M
mente hsbili-ladas.
E para constar se mandou aflixar o presenta a *-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesoararia proviueial de lis, as
nambuco 23 de fevereiro de 1856.O secretaria, .4.
F. uVAnnunciaiao.
Clausulas especiaes para arremmtorio.
I. l-.ir-se-ha dito empedramenlo do can taras-
de com lorrameuto approvado pela directora osa
conseibo, empresentado approvac,ao do Exm. Sr.
presidenle da provincia na importancia de 1.1:1 j*.
2. <> arremalanle dar principio os obras na
prazo de um mez e as concluir no do 1
ambos contados na forma do artigo 31 da los
28 (i.
3.' O pagamento da imporlaocia da arresoatacaa
realizar-se-ha em quatro prestarles na forana do le
n. -286.
4." O arrematante deve... proporcionar Iraaiila
ao publico.
5.' Para todo o mais qoe nao estiver iliilsiaaios
do nas prsenles clausulas, nem no orcarnete so-
gur-se-ha o qae dispde .1 respeilo a loi n. 286.
Conforme.(.secretario,
A. P. d'AHDUHCimrio.
O Illm. Sr. iiispertor da ihesoiiraria pravinriai,
em cu m primen to da resolucao da junu da fiiondi.
manda fazer publico que a arremalaca.. da conser-
vacao permanente da estrada do sul, vai aovamso-
le a praca no dia 19 de mareo prximo vin-
douru, avahada em 5:400*000.
A arremataco ser feita por lempo de 10 roe-
zesr contar do 1. de abril do correala anno.
E para constar se mandou arGxar o prsense c
publicar pelo Diario.
Sacrelaria da tbesoararia provincial do Persum-
buca 28 de fevereiro de 1856. U secretario,
Antonio Ferreira d" innunciacm.
O Illm. Sr. Dspector da Ihesoararia provincial,
cm cumplimento da resolucao da junta da fazeuda,
manda fazer publico que no dia 19 de maro* pro-
ximu vindouro, rai novamcnie a prara, para ser
arrematada a quem por menos fizer a conservar....
per 11 unen te da estrada do >orle avallada em
1.20107 28.
A arrematarlo ser feita pur lempo de 16 mc-
zes a eonr do 1. de abril do ro rente anno.
G para constarse mandou aflixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da iesouraria provincial de Poroam-
buco 28 de fevereiro de 1856. O secretario,
-Inlomo Ferretra d'j

5^38*678
REND1.ME.NTO DA MESA DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO NO MEZ DE FEVEREIKO
DE 1856.
Consulado ilc 5 por cento. 66:2509860
----------------66:2505800
Aucoragem........2:7179550
Direilos de 13 por rento das
embarcarles eslrangeiras
que passaram a uaciouaes 457-5500
Ditos de 5 por cento na
compra e venda das eni-
barca^oes..... 87:000
Expedienleda capatazias. 7161243
Sello fuo e proporcional. I:3l7x64
Emolumcutusdcccrlidoes. 58I0
5:3719397
derna.
A caridade, senhores, he rucommendada por Je-
ss Cbrislo do ura modo solemne e decisivo. V-
dado que o c.trp.t legislativo nao >e cravisc cepa-
mente a Indas as imposic.es qaantat llie quizar des- .
lar aquella reda.c.l,, relaliv.imente a palmeadlo de ,|ue ellc ',ew Se" c,er" Pi" 1ue "**-
seus irabiilhos, porque o Correio Mercantil, hahi mos uuidos como Seraphius na Jerusalem relcsle !
Iil.doc .mu .e acha, pode ullerecer uma concurren- pedio ainda mais que rosseaiea todos um, como elle
sas'f.amL'Z.rfili'; "i" "s r"f"N. P"1w ero qsajtom sen Pal-S. JoSo cap. 17, v. II.Eser
a.Liara mais complcluiiipiite as i.cr.jdades desse'
servido. : poivel que vos passacs unir sem que exerrais a
Mil louvores ao Srs. Jluniz Barrfto c Oclaviann jearldade E para q ur, senhores, de urna vez por
pela ewagnm eacerlu com que acabara de por cm 1 todas vos postata convencer quao nobre c importan-
. Diieisas producas.
Dizimo do ali-odao c oulros
Roneros do Kio Orando do
, .-""'orto....... 1489771
Hilo dito dito dito da l'.ir.i-
Mba........ 009^361
Dito do assucar, e oulros
generes da dita..... 2605016
Dilo dito do Kio Crande do
Norte............ 6016310
Dito dito das Alagas. 1:2199387
fl:622>l97
5:8383878
7:461907
Dcposilos sabidos
Dilos existentes .
1:0519569
7:152*031
Mesa do cousulado de Pernambuco 29 de evertiro
de 1836.O escrivo, Jacomc Gerardo Maria Lu-
machi de Mello.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DOCONSII.ADO DESTA CIDADE KO DI A.
29 DE FEVEREIRO DE 1856.
Lisboalli i-ue pur lu-iiez (ilnromparavelo, Amorim
Irmaos A Companhia, 00 saceos assucar branco e
mascavado.
LisboaBrign portn^uez Incomparavels, Fran-
cisco Severiano Rabello Filho, 100 saceos as-
sucar mascavado.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da 1 a 28 9:.'il!l;280
dem do dia 29....... 585^)20
60:loi::ino
MESA DO CONSILADO
MEZ DE FEVEREIRO DE
KENDIMF.NTO, DA
PROVINCIAL DO
1856.
Direilos de 3 por cento do assucar ex-
portado..........
Dilo de *> por cenlo sobre o ali.-od.to c
raais gneros........
Capalazia de 320 rs. pur sacia de al-
Sodao...........
Dcima dos predios urbanos. .
Sello de herancas.......
Meia siza dos escravos. a .
21X13 por escravos exportados para lora
da provincia........
K1111.I.imenlos ,|e polica.....
Sovos e velhos direilos.....
Imposto de 4 por renl.i sobre diversos
eslabe!ecrmcnles.......
Dito de 3 por cento.......
.Matricula d'aula de inslrnccao ssjporiof
Mullas...........
Cosas...........
Joros...........
36:6799601
9:1975772
l6BtS60
1:7409909
8:1195718
oLiseoo
2005000
S-1IKI
2923 i 26
2:5715026
1.199780
iiognoo
24it9
116X105
15684
60:1049300
Mesa do consulado provincial 29 de fevereiro de
1856. O 2 escripturario.
Lu; de Azecti e Soma.
O Illm. Sr; inspector da Ihesoararia provincial
era curaprimenlo da resolucao da juoij da (asestda
manda fazer publico qoe no dia 19 de atareo pra-
ximo vindouro, vai oovamenle a praca para sor ar-
rematado a qoem por menos fuer a conservara*
permanente da estrada do Pan d'Alho, avallada 00*
i:OO3 rs.
A arrematara.! ser eila por lempo do 10 aseses
a r.iulsr do 1 de abril do correnle anno.
E para constarse mandn aflixar o prosele po-
bhcar pelo Diario.
Secretara da Ihesouraria proviaeisl de Pe
buco 28 de fevereiro de 1856.
O serrelario,
A11I01110 F. d'Aa
O Dr. Anselmo Francisco l'erelli, comnieadaoor .la
Imperial ordem da Rosa, e juiz de dirrilii aasiiit
do commcrcio nesla cidade da ReciTe e provincia
de Peroambuco, porS. M. o Imperador, qoe Doos
j'i.-inle. ele.
I ,1 ..o saber aos que o prsenle edilal virosa o Me
noticia liverem, romo no din t. de marco aroiiose
vindouro, pelas 2 horas da larde, se ha de sinmaln
por veodi. a quem mus der, em praca pobtico ilealii
juizo, na ra dos Passein Publico desla cidade. e lata
de fazcudas 11. 13, as fazeudas petas avaliares se-
-uiuu> :
943 varas or-ainlv c cambraiss de .ores a 3J".
3019760 ; 98 dilas de cassasem pecas a 210.23952:
8 covado. de chita larca, e -20. M ; 20 dilo
de dila inzleza em rclalhos a 120, 2's5(Mi ; 69 cha-
les de algodn de cor a 800, 559200 ; 44 dilos Odu-
la de cores a 8S0, 389720 ; 44 dilas do dita de cores
inferiores a (lo, 283160 ; Xi dilos do aleada* do c-
r. a 13200, 429000 ; 11 dilos de lalalana a 800,
II.-200; 12 dilos de la aseda a 29400, 289MW ;
13 dilos de .1 da de diversos pad.-.s a .Y3O1HI. 6.130111;
M ditos de rambraia de diversas qaalnlades a I5OMI.
833600 ; 26 lencos de seda com franjas a t^5r,
399OOO ; 17 dilos de seda linus a 29, :ll?; 7 mana,
de -ca a 39690, 21-5000 ; '25 corles de casa* e seda a
59000, 1255000 ; 3 dilos de seda a >s900O. MJM ;
3 dilos de rambraia com llores de seda a i5tW,l2
16 ..jov.nlos.lc setim branco lavradu em relalho* a
480, 79920 ; 250 dilos Ua e seda oa mimo da cea a
210. 603000 ; II corles de rlleles de lia de cor a
I-OOO. 115000;10 dilos deselim prelaa :lgl*i.
309000 : 6 dilos de diln de cores a 29000, 12fOW ;
21 ditos de fusta,, de cor a IgOOO. 21,-000 ; 51 du!
de dilo de dilo a 800, l.l-dOO ; 7 corles do rambraia
para vestidos com habidos a 3000, 2I9OOO ; 17 .lila,
de dita para dilos aleuns em mao estada a I95IW.
253000 ; 33 lencos de seda de diversas qaalioa4es a
800. 2G3IN); 18 peras de papel estampada jiau far-
ro de sala a I30OO, I85OOO ; :M*t cosidas d>lVsMiaa
lizo, prelo o de cores : 2JV^"rivi6; t lencas o> to-
quim t 320. 192B0; 13 varas de filo Jo atsjodaa
160, 23080 : :lb6 covados do riscado saisao a lili
i39920 ; 305 ditos de dilo de linho e alcedo*
160, 483800 ; I peca de dilo de linho e alsadao rom
l covados a 160, 7JM6J ; t^ covados de p>nnn
verde escuro a I5OOO. :i50tKI ; II dilos de dilo azul
a 29400, 259*00; 8 ditos do dito dilo a aE
I9-2IK1; 15 dilos de casr/mira preta em realbos a
L5OOO. 159000 ; 13 dilo, do merino em retal a
9600 23980.1; 12 dilo. de prrncda ,m r..ho, t
180. 39760 ; 2i ditos de dita ardinar... a 240 joo
11 dilos de seina macan prelo a iSXIa +**\v*\ si
ditos de sarja preta em rclalhos a I--2W ||Vjo 'lo
222. (,ram "US9!? br*"co tm rd'sibo. a 800.
8-O0O : 21 dilas de ,|,to dilo escuro a 300, IOV^si,
182 duas de dito rte alsodao de cor a 320, .Vt2rii
81 covados de dilo de cor mesdado a 2il. Ifiadim .
j., dilos decMUwsjl a l|, 79700 ; 1 rdalba de
a 10, **a"Ljll3 varas de brim Ir.ntado de alca-
*** f^-;l1cov.ddeclo, a C
:'0 T.lVai "iT de ?1" *"~ P>*"*
h, i ',.''Ien0< de '* camcercoaora a
. -tLin .-* de P*n"'h < ra de r
- a m 'Jv dilos He diln ordioarso a l,
'. ,81,I"*M de "ja a 2*0. 4*320 ; 70 ditas do
chita de diversas qualidades a 160. Il?200 ; 28 ',
ansias Ce le*cinhm ,|c rambraia a I-CIJO, :,s.73 -
1.1 dilos de .lila a IfiO. 256W ; i dorias de dUa.
de .ua a 194 lo. I7.30HO ; ;. letcos de sed. .le cor e
pretos a 800 ,3J0 21 pares de meia, de ed. pre-
n r^J^o ; ,!,le"'" d,,e,';' pw" "',,"> '
aa, l^50clO ; 8 pares de lavas de seda meia moa a

MUTILAD^
ILEGIVEL


- IARIO OE niMIIUCI SABAD I OE MASCO A 1866
s

I


I
':
W. 1W* ; 13 dilos dila* dita para homens 1200,
'2)600 ; 1 calile cora diversas luva- e mais objec-
tos, por ** i; 7 pare de meia de teda prela a 200
Ifjfljj; 19 chapeo de palhloha para senhora a 100,
IjjDOO ; 110 pares de suspensorios de lila 80,
I lr200 ; 8 datiai de suspensorios de meia a 480,
:ft>8iO ; 97 leques de papel a 100, 99700 ; 17 esco-
ras de unha e deules a 100, 1700 ; 1 pec,a de lila
preta, 109000 ; 18 covados de dila dila a 210, 4B-120;!
12 grvalas de cambraiade cor a 160, 19920 ; 8?
jardas de algodao riscado e mesclado a 160, J33120 ;
O covados de algodao azul em relalhot a 120, 4a800;
20dito9dehollaoda de forro de algodao a80,19600 ;
1 pe$a de merino inglez, ardas 34 a 600. 20100 ;
3 covados de merino inglez a 40, 19350 ; 43 dilos
de alpaka em relalhos a 400, I7S2O0 ; 9 rozas do
bole de osso a 200, 1/800 ; 1 i. libra de linha de
novellos a 19000,15g00 ; 3 grozas de botoes de osso
a 200, 600 ; 80 varas de Ola de algodao falso a 20,
19600 ; 11 S dnzias de raeias de algodao para se-
ubora a 210, 279400 ; 5 ditas de dilas de dito para
meninos a 1<00, 8900o ; 4 pares de meiaa grossas a
100, 4O0 ; 20 varas de cassa em relalhos a 200, 4 ;
19 covados de baelilha a 240, 49>60 ; 6 coeirosde
barra a 160, 960 ; 3 camisas da meia a 610. 1g920 ;
12 covados de sargelim em relalhos a 160, 19920 ; 5
louquiohas a 160, 800 ; filas moradas. 2S000 ;I3 pe-
tas de algodao averiadas a 800. 109400 ; 110 jardas
de algodao em relalhos a 80, 898OO ; J lencos de
algodao a 240, 480 ; 10 chapeos de massa ordinarios
e anligos a800, 89OOO; 1 dilo de sol de seda, 39200;
2 varas de madapolao a 200, 00 ; 46 aquetas de
riscado a 320, 149720 ; 29 caifas de castor e riscado
640. 189360 : 16 dilas de brim de alsodiio a 640,
109240 ; 15 ditas de algodao trancado azul ris-
cado a 640, 996OO ; 25 camisas sorlidas a 400, 109 ;
32ditas dechita a 480, 159360 ; 13 ceroulas de al-
godao a 200,296OO; 2 palitos de panno a 6.-W0012g;
I bonetes para meninos a 80, 320 ; 2 ditos para se-
uhora a640, 19280 ; 1 carleira de pao, 69OOO ; ar-
mscSo ordinaria, 5O9OO0 rs. ; o que ludo prefaz a
quanlia de 2:5279630 rs. Cujas fazeodasassim des-
criplas e avaliadus, foram penhoradas por eiecu-
;o de seolenca do exequente Rostrou Rooker V C,
contra o eiecutado Joao Alexaudre Vieia.
E para que chegue a noticia de lodos os licitantes
mandei passar o presente, que ser publicado pela
imprensa e afiliado nos lugares do coslume.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 27 de
fevereiro de 1856.
Eu Francisco Ignacio de Torres Baudeira escrivae
o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
Pela inspecfao da alfaodega se faz publico,
que no dia 6 do marco do correle auno se hao de
arrematar em hasta publica, porta da mesina re-
parlicao, era virtude dos arlt. 272 e 276 do regula-
mento de 22 de junho de 1836, os seguiules objectos
j anuuuciados era edilaes de 30 das, a saber :
Armazem 11. ti.
Marca AM 11. 3. Urna caixa com 100 livros ira-
? restos eucaderuadoa, valor arbitrado, un I9OOO
OO9OOO, 50 dilos dito em brochara, valor arbitrado,
un 500 rs. 259000.
Marca A. Urna barrica com 40 frascos de quar-
lilho cora conservas, valor da paula, quartilho 600
rs. 249000.
Marca S.M. Duas pedr.is de cantara de 8 pollega-
rlat por face cada urna, valor arbitrado, urna 200 rs.
S00 rs.
Marca S. M. Urna gaiola de madeira, pequea,
para pastaro, valor arbitiado 80 rs.
Marca S. M. Setenta e (res saceos com rolhas de
'-rtica, pesando 21 arrobas, valor da pauta, arroba
109 2109.
^MarcaCP. L'raa barrica com 2 bules u. :1, um 350
TOO rs., 3casaes de chicaras e pires n. 3, casal 67
.". 210 rs., i pralos de 6 a 10 pollegadas n. 2, dnzia
800 rs. 266 rs., 1 (igella 11. 3, duzia 19 83 rs., 1 ha-
cia para lavar maos n. 1, 250 rs., I ouriuol d. I,
f-iM rs.
Marca (i. Doas canaslras cora macella em mo es-
tado, pesando 146 libras, valor arbitrado, libra 200
rs. 299-200.
Marca OBD. 1 ni barril com 28 caadas de azeile
de peixe, valor da pauta, caada 600 rs. I698OO.
Alfandega de Pernambocu 29 de fevereiro de
185'i.O inspector, Beuto Jos Fernandes Barros.
&ectarac5e?.
vas, nu rnar cheia. Boiat Wharpingl sAo pin-
tadas de branco. As pequeas caberas de rorhedos
nos canaes frequentados eslo piuladas pela mesma
maneira que as boias rom a seguinte reserva : de
que a parle mais conspicua dellas, he s assim pin-
tada quando a superficie que ellas appresentim he
'ao consideravel que se torna desnecessario fazer
mais, para que ellas sejam proraptamente conheci-
das, e nao tao pintadas, quando esiao pela maior
parte abaixo da superficie, ou eslo cobertas com er-
va. Todas as boias ou bausas demonstrara m todo
comprmanlo, ou caracteres abreviados, o nome do
bailo 00 pedra que se pretende marcar, aasim como
sea numero, mostrndola sua ordem numrica 110
mesmo canal. Estes nmeros principiara do mar ;
os nmeros paras as boias encarnadas devem pas-
tar-te pelo lado de eslibordo, e os nmeros impares
nat boias pretat por bombordo. As lelraS e nme-
ros sao pintados de branco as partes mais conspi-
cua das boias e de dez a dozc polegadas de altura.
Os maslrot das bausas que nao tem suflcienle su-
perficie, tem para este lim em cima urna pequea
taboa. Todas as jelly lieads e torres sao pinta-
das cima do ponto medio da mai : e no principio
est marcada urna escala da metros que principia no
mesmo nivel.Astignado, Joan Washington, h>
drographo.
Repartido hydrographica doalmiranlado em Lon-
dres, aos 10de oulubro de 1855.
Esla nota refere-te ao mappa do aluiirantado, n
1406.
E nada mais conlinha 011 declarava o dilo im.
Iire.su que bem e fielmente Iraduzi do proprio
original escripto em inglez, ao qual me reporto,
e depois de liaver examinado com este c adiado con_
forme o tornei a entregar a quem ra'o apreseulou,
em f do que passei o prsenla que atsignei e selle,
com o sello do meu ofilcio nesta muito leal a heroica
cidade de S. Sebaslio do Rio de Janeiro, aos 12 de
Janeiro do anuo de Nosso Senhor Jess Chrislo, de
1856. JtU Agostinho Barbosa, traductor publico
e interprete commercial juramentado.
Eu Jos arosoIio Barbosa, ridadao brasileiro,
Iradoetor publico e interprete commercial juramen-
tado da prac,a, etc., etc. Certifico que me foi apre-
sentado um documento impresso em inglez, o qual
literalmente traduzi para o idioma nacional, e diz o
seguinte : \
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca a vista
silln- o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direceo, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco toma dinhei-
10 a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2i de
novembro de 1855.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direcrDo-
O conselbo de admiiisrar,o naval contraa a
compra de tpalos de couru de vaqueta e duas solas;
porlantu os quo interessarcm ora dita venda sao con-
vidados a comparecerem as 12 horas do dia 3 do mez
de 111 irr.> vindouro na sala de rasa senies, com as
amoslras e proposlas.
Sala das ses-oes do conselho de admimslracao na-
val em Pernambuco 28 de fevereiro de 1856. O
secretario, Cbrislovao Santiago de Uliveira.
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cumprimento do
art. 22 do rcgulamenlo de 14 de dezembro de 18>2,
faz publico que foram aceitas as propostas de Joa-
qun) lioncalvesde Albuqucrque Silva, Joaquim Jo-
so iat Pereira, Domingos Jos Ferreira Guimares,
Marques Pinto, Maooel Iguacio de Oliveira Braga e
.Manuel Jos Freir de Aorlrade, para fornece-
rem :
O 1. 820 caadas de azeile de carrapalo, a
1*S0 rs.
O 2., 225 libras develas de carnauba, a 480 rs. ;
64 dilas de fio de algodao, a 560 rs. ; 3 duzias de pa-
vios, a 140 rs, ; 45 W caadas de azeile de coco, a
-29390 ri.
O 3., 10 arrobas de cobre velho, a 360 rs. ; 10 di-
las de arcos de forro de 1 1|2 polegada de largura,
a 9500 ; i ditas de rame de ferro para cavilhas,
.1 200 rs. a libra ; 1 dila de dilo grosso em vergui-
uhas. a 160 rs. a libra ; 1 dila de dito mais grosso,
a 100 rs. a dita ; 12 ferros da capa de 2 polegadas, a
560 n.; 12 dilos de din de I 1|2 dila, a 480 rs. ; 12
ditos lizos de 1 1|4, a180rs.
O 4., 10 arrobas de cobre velho, a 360 rs. a li-
bra.
O 5., 5 arrobas de oleo do liuhaca, a 360 rs. a
libra ; 1 dila e 20 libra* de secanle, a 300 rs. a
dita ; e 1 dita de zarcao, a 300 rs. a dita.
n 6., 2 rolos de pitia mar lim, a 49000 rs.
E avisa aos supradilos vendedores que devem re-
colberao arsenal de guerra os referidos objectos no
din 3 de maree prximo vindouro.
Secretaria do conselho administrativo para forne-
riinento do arsenal de guerra 29 de fevereiro da
1856.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal
e secretario.
Pela subdelegada da Boa-Visla se faz publico,
para couhecimento do povo dcsla freguezia, que do
primeiro ao ultimo de marco continuarlo as boticas
desla freguezia a ficar aber'tas al meia noile, con-
servando-se cada urna aberla al oamanhecer, se-
guo.io a distribuirn abaixo declarada.
Marco Nos diat I, 6, II, 16, 21, 26, 31, a botica do
Sr. Manoel l.uizde Abreu.
o Nos dial 2, 7,12, 17, 22, 27, a da Sra. Viu-
va Cnnlia.
Noadiat 3.8,13,18, 23, 28, a do Sr. Igna-
cio Jote do Couto.
Nos dias 4, 9, 14, 19, 24, 29, a do Sr. Joa- I
quii Ignacio Kibeiro.
Nos dias 5,10,15, 20,25,30, a do Sr. Ma-
noel Elias de Moura.
Em lempo ser feita distribuicAo do mez do
abril. Subdelegara da freguezia da Boa-Visla 1."
de marco de 1856.O subdelegado,
^^^ A. F'. Martina Kibeiro.
O lllm. Sr. capilao do porto, em cumpriraen-
lo do disposto no aviso circular da reparlicao da ma-
riuha, de 7 de fevereiro do corrente anuo, ao qual
refere-se o ofticio do Eira. Sr. presidente, datado
de 19 do dilo mez e anno, mauda dar publicidade
aos 13 exemplares abaixo dos avisos sob nnmero 1 a
47 feilos aos naveganies, recebidos do almiranlado
britnico, pelo cousul geral do Brasil, em Ingla-
terra.
Capitana do porto de Pernambuco, 21 de feverei-
ro de 1856.
^J^mpedimento do secretario da capitana,
.francisco Firmino Monleiro.
Eu Jos Agostinho Biftbosa, traductor publico e
interprete commercial juramentado da praca, etc.,
etc. Certifico qoe me foi apresenlado um impresso
em inglez, que legalmenn tradazi para o idioma na-
cional^ diz o segoinlc :
TRADyCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 1.
Boias e balizas.
Mar do norte, alterarao de boiat no fundeadouro de
llunqucrque.
Ogoverno francez acaba de parlir.par que o novo
arranjo das boias no fundeadouro de Dunquerque,
(coa completo 110 primeiro do. crrenle mez de cu-
lubro, eiu lugar do interior, c por couseguinte as
einbarcjces que entraren!, quer pela passagem de
l.'Este, quer do Ueste devem observar as seguioles
instrucrSes :
Todas as boias c bausas pioladas de encamado,
devem deixar-se por eslibordo, e as que sAo piuladas
de preto, a bombordo por aquellas embarcarnos que
cnlrarem do mar para o fundeadouro ; e as boias
que se acham pintadas de encarnado e preto alter-
nado em lisias horisontaes podem passar-se por qual-
quer dos lados A precedente distincin de cor
n3o he applicavel as balisat oa torres, pois estas es-
li pintadas de branco, cima do nivel dasagaas vi-
TRADUC.VO-.
Aviso aos navegantes.
N. 31.
Bltico.
Mudanca do farol d.i ilha Crcifswald na costa da
Prussia.
O governo prussiano acaba de notificar que desde
o dia l,- de oulubro prximo futuro de 1855, um
pharol rcvolvenle se inecudera na nova torre receu-
lemenle concluida na exlremdade de nordeste da
ilha de Greifswald na cosa da Prussia, em cuja oc-
casiao deixarAo de apparecer as duas luzes lizas ver*
licaes que al boje tem estado em uso naquella ilha.
Pra que se possa distinguir dos pharocs fixos adja-
ceiiles do Cabo Arcona para o norte, e Stellin para
o sul, assim como as luzes revolvcnles de Pona llars
para o Oesle e Jershofl para o Leste.
O pharol Greifswald he presenlemenlc urna luz re-
volYente, que appresenla alleradamentc uma.luz da
cor natural, e a luz encarnada, sendo citas duas lu-
zes separadas, urna da oulra por iguaes iutcrvallos
de escuridao.
A duracao de cada urna dcslas luzes ; islo lie, da
luz de cor natural, e da luz encarnada, assim como
da escuridao cutre us dous, he de 5 segundos ou
Ires quarlos de um minuto.
A lorre he construida de lijlo, mal apenas po-
dendo ser visivel a cal, e a luz que lem 154 ps ci-
ma do nivel do mar, pode ver-se cm (odas as direc-
rnes ajuia distancia de 17 milhasdo convz de una
einua^Bo. Esla na lalitode 54 ti' 15' N, e lon-
Sluaat0 55' 2T a Leste de (jreenwicb.
Assignado, John Washington, hydrographu.
Reparlicao hydrograjPca do almiranlado ero Lon-
dres, nos 28 de setennro de 1855.
Este aviso altera os seguintes mappas do almiran-
lado Bltico 11. 2262 : costa d Bornhoiaie f i:a Ri
ho 11. 2198 : pillo do Bltico \: 134 : lista de pha-
roes n. 138.
E nada mais conlinha 011 declarava o dilo impres-
so, ao qual me reposto
nado com este e achado conforme o loruei a enlre-
Snr a quem id'o liavia apreacntado.
Em f do que passei o presente que assiguei e sel-
lei com o sello do meu ollirio, nesla muito leal e
heroica cidade de S. Sebastian do Rio de Janeiro,
aos II dias do mez de Janeiro do anno de Nosso Se-
nhor Jess Chrislo de IS56.
Eu Jos Agostinho Barbosa, ci la lio brasileiro,
traductor publico c interprete commeicial juramen-
lado da praca, ele. Certifico que me foi apresenla-
do um impresso em ipglez, o qual lilleralmenle tra-
duzi para o idioma nacional, e diz o seguinte:
TRADI -CCAO*.
Aviso aos navegantes.
N. 35.
noruega.
Pliarul li\o em Slavaernso caual do suPpyra Fiede-
nkwaein deraarcarao de ugolha) variacAo 20
15" O.
O goveruo de Noruega fez publico que depois do
1.'do mez de ootuhro corrente, um pharol fixo se
incender na pona do sul da Iba denominada Sla-
vaern, do lado de I.'Esle da entrada do sul para o
anceradvuro de Fredeiiksvaern para as erabarcaees
quese approximam a Fredcriksvaeru do sul, a luz
era visivel enlre o rumo 011 demarcaran do norte c
N. N. O. 3/4 Oesle, e conservando-a sempre por es-
la demarcacao livres do Group Sveriuer, com o
sea Skalen a I.'Esle, trazeudo a demora nada para
o norte de O. N. O. passa livre de Fladen (o peri-
go ao norte do Group Svenoer) e nflo obstante ser
visivel de L'Etle quando demorando lana ao sul co-
mo S. O. quarla de O., e podo servir para cml.ar-
ca(oes que della dislem urna luilho, nloj se prelen-
dendo como guia para aquellas ao n irle das ilhas
Svenoer ou entre os de maior distancia do a Group
Rassoer. a
A laz da lorre o a mesma lorre esto na lalilu le
5*-59 30'N. elongitudelO 4' 30" a I.'Esle de
Greeuwich, a luz v-se de oilo milhas, el esla tugei-
ta qinnto ao aceuder-se aos inesmis regulamenlos
que as de mais luzes na costa da Nanea.
Assignado, John It'athinglon, hjdrographo.
Reparlicao hydrographica do almiranlado, : de
oulubro de 1855.
Este aviso altela aa mappas do almiran ido da
costa do sul da Noruega, rolhas 11. 2129 e 2:1:10, as-
sim como o Pillo da Noruega l'olhas 62 e lisia
de pharocs l'olhas 28.
E nada mais conlinha ou declarava o dito impres-
so, que In-iii e fielmente traduzi do proprio original
escripto eic inglez, aoqual me reporto, a depois de
haver examinado com este e achado conforme, o lor-
uei a entregar a quem m'o apresentou.
Em f do que passei o prsenlo que assignei e sel-
le com o sello do meo oflicio, nesla muito leal e he-
roica cidade de S. Sebaslio do Rio de Janeiro, aos
12 de Janeiro do anno de Nosto Seohor de 1856.
Jos Agottinho Barbosa, traductor c interprete
commercial juramentado.
Eu Jos Agostinho Barbosa, cidado brasileiro,
traductor publico e interprete coinmerci.il juramen-
tado da pracii ele. Certifico que me foi apresenlado
um impresso em inglez, o qual lilleralmenle Iraduzi
para o idioma nacional e diz o seguiule :
TRAICCAO.
Aviso aos navegantes.
X. 36.
-Vdi'ierruneo.
Cosa de llcspaaha. Pharol ou luz emaniuda em
Alicanlc. Demarcacao pela agulba variacao 20
30'O.
O goveruo hespanhol faz publico que o pharol
aclual do porto cm Alicante, deiiar de continuar
desde o dia 1 do novembro prximo futuro de 1855
e em seu lugar urna luz (xa encarnada, ser visivel
na altura de 26 ps cima do mar a duas milhas de
distancia.
A nova casa do pharol |acha-sc collocuda na es-
Ircma poula do caes do inolhe, e demora ao Oesle
;{ N dislaute quatro milhas de Cabo Huerta 'e NE.
quarla N.
A posico da casa do pharol ser mudada para o
lado do mar assim como a cousIrucc.To do molhe for
adianlando.
Assignado.John Washington, h>drograpbo.
Repartirlo hydrographirn do almiranlado em Lon-
dres aos 15 do oulubro de 1855.
Este aviso lem referencia as seguinles cartas ou
mappas: mar Mediterrneo n. 3158, Gibraltar para
Alicante n. 1186 de Alicante para Palomos o.
1187 ,- c lisias de casat de pharoes do Mediterrneo
n. 7.
E nada mais conlinha ou declava o dilo impresso,
que bem a fielmente Iraduz: do proprio origiual
impresso em uglcz, ao qual mo reporto e depois de
haver examinado com este e achado conforme o lor-
uei a entregar a quem me o aprasentou.
Em f do que passei o presante que assignei e
sellei com o sello do meu oflicio nesta muito leal e
heroica cidade de S. Sebaslio do Rio de Janeiro aos
12 de Janeiro do anno de Mosso Senhor de 1856.
Jos Agostinho Barbota, traductor publico o inter-
prete commercial juramenta lo.
Eu Jos Agostinho Barbn, cidadao brailesiro,
traductor publioo e interprete commercial juramen-
tado da praca, etc. Certifico que me foi apresenla-
do um impresso em inglez, o qual Iraduzido para o
idioma nacional diz o seguiule ;
TRADLCCAO'.
Aviso aos navcgaillcs.
N. 38.
Ancoradouro de Abrigo fin l'ortland.
A11 crac.10 da luz ou pharol de Brukwater. leudo
os lords commissionarios do almirautado ordenado
que urna luz encamada subsliluisse a luz azul, que
at ao prsenle se via na extremidade de fora das
obras em ronslruceao no lovo Breakwaler em l'or-
tland. Pelo presntese faz publico que a conlar do
dia Io de uovembro prximo, mostrnr-se-ha urna luz
encarnada na exlremdade do Breakwaler Stage
em ama aliara de 30 ps cima do nivel do medio
do mar, visivel de lodos os rumos da agulba a urna
distancia de8 milhas em lempo claro. A luz ser*
mudada para dianle assim como as obras avaneam,
e os capitaes de navios devem acaulelar-se para na*
passar, menos do comprimeulo de una amarra pa-
ra L'Etle da luz ou pharol para se assegurarcm de
passar livre do a Stage.
O Baxo Shamblez.
Como alguns mappas anligos, e alguns livros de
u.reci;e.-- para navegar, anda cxislem as boias que
antigaraenle exisliam para marcar as extremidades
Ce l.'Ete e Oeste do baixo Shambles em frente do
Bill de l'orilaud, lemhramos aos navegantes que es-
tas boias lem deixado de existir desde o anno de
1829, e que iiavegaiido-se para Portland ou para o
ancoradouro de Wej moni, amarra principal que
moilram os mappas, a saber a igreja de Wike Regs
nberta da poula baixa do nordeste de Portland, de-
morando N. NO l|l Oesle (magntico) baira do
Shamblez pa-sandn a I.'Esle do bailo.
Por ordem.
Assignado.7o/i ll'ashington, hydrographo.
Reparlicao hylrographiea do almiranlado. Londres
23 de oulubro de 1855.
Ela reparlicao aflecla os seguintes mappas do
almiranlado : Pona de Saint Albn para Abblsbury
n. 22 ; canal de Inglaterra 11. 1598 ; Bill de Por-
lland n. 2255 ; ancoradouros de Woymonlh e Por-
tland 11. 2268. c a lisia de pharoes inglezes n. 17.
E uada mais conlinha ou declarava o dilo im-
presso, que bem e fielmente Iraduzi do proprio ori-
ginal escrito em inglez, ao qual me reporto, de-
pois de haver examinado com e-te e achado confor-
me o lornei a entregar a quem me o apreseulou. em
fe do que passei o presente quo assignei e sellei cora
o sello do meu oflicio nesla muito leal e heroica ci-
dade de S. Sebastian do Rindo Janeiro aos 12 de
Janeiro do auno do Nosso Senhor de 1850.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico c in-
terprete commercial juramentado.
Eu Jos Agostinho Barbosa, cidadao brasileiro,
Iraductor publico e enlerprcle commercial juramen-
tado da praca, ele. Certifico que me foi apresenlado
um impresso em inglez, o qual yerlido para o eJio-
ma nacional diz o seguinte :
TRADI CCAO.
Aviso aos navegantes.
N. 39.
Mar llallico baxo em frento da pona do norte de
Oland.
O goveruo da Silera acaba de participar que se
descubri um haixn de rochedot que lem s< 15 pes
de agua por cima, no llallico. demorando N. N. E.
l de LE. distante 7 '. milhas da pona do norle
da ilha Oland.
O baxo he de pedra com diversas e.abecas qoasi
Indas 11a mcsnia altura do que se eitende. digo a
e l-.aver exam-'lparle de menos asua tem com.. 70 jardas de empr-
menlo da sua borda do norle do donde se allende
para o S. S. E. no comprimento de quatro amarras,
leudo (undn de 3. 1. e 5. brasa* e depois augmenta
gradualmente-, porem dos lados do Piorte, N. E. N.
O. e S.'O. o fundo augmenta repentinamente, e o
prnmo nada avisa.
Do baixo a casa do pharol norte, de Oland demo-
ra S. S. O. 'j O. (S. 26. ^ O.) a ponta de oeste
da ilha Junglium, S. O. .'( O. (S. 53. O.) Huno
BoleO. N. O. 'i N. i.N. 62 0.)
Todas as demarcaces sao magnificas. Variaro
12 ,'; O.
Assignado, John Washington.
Ufaarlirii hydrographica doalmiranlado. Londres
25 de oulubro do 1855.
Este aviso aflerta os seguinles mappas do almiran-
lado ; Mar Ballco n. 2262; Oland para Norkopiog
n. 2189, folhas 2 e 3 da cosa da Suecia 11. 2251 e
2161 ; assim como Pillo do Ballco folhas 39.
E nada mais se conlinha ou declarava o dilo im-
presso que bem e fielmeule traduzi do proprio uri-
ginal escrito em inglez, ao qual me reporlo, e de-
pois de haver examinado com esle o achado confor-
me o lornei a entregar a quem me o apresenlou.em
f do que passei o presente que assignei e sellei com
o sello de meu ollicio nesla muito leal e heruica ci-
dade de S. Sebaslio do Rio de Janeiro aos 12 do
mez de Janeiro do anno de nosso Senbor de 1856.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Eo Jos Agostinho Barbosa, cidado brasileiro Ira-
ductor publico e nlcrptcte commercial juramentado
da praca.
Certifico que rae foi apresenlado um impresso em
inglez, o qual vertido para .1 idioma nacional diz o
seguinte :
TRADLCCAO.
Aviso aos navegantes.
N. l.
Costa do sueste da Noruega, pharol Dio em SUog
Motea.
O goveruo do Noruogv participa que acaba de
cnllocai-se um pharol fixociii Slang ll.dm na cosa
do sueste da Noruega por dar luz a passagem do sul
de Oslerruson. e que seria apresenlado e acceoddo
pela primeira vez no dia 27 do correnle mez de ou-
lubro.
A luz do pharol he encarnada c fi\a ; esla collo-
cada na ponta do leslc .la ilha Stang llolm em una
altura de 31 ps inglezes cima do mar ; e poder
ver-so em lempo claro na distancia de lo milhas de
n. 3|l E. para l.'Este para S. ,'-,(). A casa do pha-
rol esta na latelade 58, 12, 10 11. o loogelude 9, 15,
leste de Creen ii b.
EinbarcacGes aproxiroando-se do sudueslc, con-
servando a luz cm vista passatn livres dos ruchedos
ou pe.Iras e haixos que eslao fora de l'esuud.
Para livrar dos baixos que se acham como no
comprimento de duas amarras ao sul do pequeo
Slang llolm, da parle de leste da passagem, os cap-
lacs de embarcares quando esliverem na distancia
de quatro amarras da entrada devem ter cuidado de
nao (razer a luz mais para Oesle do que N. O. quar-
la do norle.
Depois de passar a luz quando se segu para ()-
terrusor o navegador deve observar que os limites da
|ti/ naquella divisan, nao caan mais para Oesle do
que cousa de meo comprimeulo de urna amarra
passo em livre de Tangen, a parle mais ao sul da ci-
dade de Osterrusor.
Todas as demarcar/ios sao magnticas. Variarlo
21 Oeste.
Por ordem de sua senhoria.
Assignado John Washington, h>drographo,
Reparlicao hydrographica de Londres aos :I0 de ou-
lubro de 1855.
Este aviso tem referencia aos seguinles mappas
do alepantado. Mar Bltico, n. 2162 mar do nor-
te 23.19 Shgurak n. 2289 Norwega S. C. Sh. 3 11.
2329, igualmente lisia de pharoes da Norwega 11.
2320 e Piloto de Norwega parte I, pg 45 e 19.
E nada mait continha ou declarava o dito impres-
so que bem c lielmenle Iraduzido proprio original
impresso em inglez ao qual me reporto, c depois
de liaver examinado com esle c ochado conforme o
lornei a entregar a quem me o apresenlou.
Em f do que passei o preieule que assignei e sel-
lei com o sello do meu ollicio nesla muito leal e he-
roica cidade de S. Sebaslio do Rio de Janeiro aos
12 de Janeiro do anno de N. Senhor de 1R56.
Jos Agoslioho Barbosa, traductor publico e 11-
[ terprel* commercial juramentado.
Eu Jote Agostinho Barbosa, cidadao brasileiro,
traductor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca.
Certifico que me foi apresenlado um impresso em
nglez, que Iraduzido para o idioma, uacional diz o
siguile.
TKADUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 42.
.Meditenaneo, Cu.la de Algeria, pharol da bahia de
Shershel.
Asaulcridades francezas em Algeria participara
que no dia 15 do corrente mez do oulubro eslabele-
eeu-sc uina luz na bahia, em Shershel da provincia
de Algicrs na exlremi.lade do Jclh. pona que
projecta da ilhola Joinville para Leste. Vista do mar
a luz he brilhanlc c nao se pode confundir com as
mais luzes da cidade. Por meio desla luz as erabar-
caees podemevilar o baixo que apcrla a entrada pa-
ra o porto de Shershel de leste o naveguen) um ru-
mo regalar para enlrar para o fundeadouro inter-
no, ou hacia.
Por ordem de S. S.
Assiguado.John Washington, hydrographo.
Reparlicao hydrographica.Londres 27 de oulubro
de 1855.
Esle aviso refere-se aos seguinles mappas doal-
miranlado: Mediterrneo n.2158, Cabo Ferrete pa-
ra o Cabo Carbn n. 1776 e igualmente lisia de
pharoes do Mediterrneo n. 198 A e Boraid-Descri-
co nutica da> costas de Algeria '',.' edico paginas
102.
E nada mais conlinha ou declarava o dilo im-
presso que bem e fielmente traduzi do proprio a
que rae retiro, e depois de liaver examinado cora es-
le, e achado conforme o lornei a entregar a quem
m'o apresenlou.
Em f do que passei o presente que assignei e
sellei com o sello do meu ollicio, nesla muito leal
c heroica cidade de S. Sebaslio do Rio de Janeiro,
aos 17 de Janeiro de 1856.
Jos Agostinho Barbosa, traductor publico a in-
terprete juramentado.
Eorlos Agostinho Barbos,., cidado brasileiro,
traductor publioo e interprete corninerriul juranMt*-
tado, ele.
Certifico que me foi apresenlado um documeulo
impresso era inglez, u qual lilleralmenle Iraduzido
para o idioma nacional di/, o seguinte:
Sino para nevoeiro na omhorradura do rio Cape l'e-
ai. Carolina do .Norle.
Collorou-se um sino para nevoeiro da ilha Oak
lado do oesle da emboccadura do rio Cape Fear, Ca-
rolina do Norle, mili prximo \bausas da ilha Oak.
A posico prxima 011 aproximada deslas bausas he
lalilu,le 33. 53'4" c longilude 78' 1' 5" oesle de
Groan vieb.
O sino he sustentado por um andaime de madeira
quadrada sem pintura de 91 ps de aliara. Fica co-
mo vinle jardas da balisada frenle, e dez jardas a
lesle da linha que une as duas balizas.
O sino esl em nivel com a luz da frenle. Scu
movimento he suslenlado por um peso. Tucar-se-ha
em lempo de nevoeiro, e locar sele vezes cm um
minuto, e pode-se ouvir em lempo calmo s em dis-
tancia de seis ou sele milhas.
Por ordem de S. S.
Assignado.John Washington, hj drographo.
Reparlicao hydrographica do almiranlado. Lon-
dres I .a de novembro de 185.
Eu Jos Agostiuho Barbosa,' cidado brasileiro
traductor publico e iolerprcle commercial juramen-
tado da praca, ele. Certifico que me foi apresenla-
do um impresso em inglez, o qual vertido para o
Mioma nacional diz o seguinte:
TRADICAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 46.
Barbadas: Indias occidenlaes, pharol na ponta Nud-
ham, Bahia Carlisle.
O governo colonial de Barbadas acaba de avisar
que a conlar do da 6 de oulubro prximo lindo,
una luz fixa seria neeudida na pona de Nudbam
no lado do tul da bahia do Ca lisie, em Barbadas.
O pharol apresenlara urna luz encarnada para o
sul do oosle, e como urna luz brilhanlc para o norle
do oesle, a luz brabante pode ver-se cm lempo claro
em dislaucia de oilo .1 III milhas, e a loz encarnada
na distancia de tres milhas.
As embarcares que se aproximaren! do sul, de-
pois de passar a luz revolvente da pona do sul da
ilha, (dasviaudo-se da puna pelo, nenas duas 101-
li'Ji
TRADCCaO'.
Aviso aos navegantes.
y. 43.
Kslados-I'rndos d'America.
A direcloria da repnrltrao de pharoes nos Estidos-
I.nidos d'America, acaba de publicar us leguiules
avisos.
Bausa de pharol. ultrislol Ferry',Ilha de Rhode.
Lina nova torre para balita de pharol pintada de
branco acaba de ser construida na rarlc do norte
de Bristol Ferry.. na ilha Khode. pouca distan-
cia para leste digo l'csle do trapicha un logar de
Ferry.
A luz devia ser transferida para a nova torre no
dia de oulubro corrente, em cuja occasiao seria re-
movida a caixa da obra velha, e a luz coulinuava
sem alterarn na torre nova. Esla transferencia ino-
ve a luz 18 jardas do seu actual lugar em direceo
N. 1|4 O, e enlloca 4 l|4 ps cima da sua altura ac-
lual. Presentemente ficac em :3 ps, cima da
base da lorre na mesma altara cima de mar
cheia.
Balisa do rochedo l.ondoner em frente a ilha Thalcher
cabo Aun Massarhussclls.
I m 1 caixa ou andaime Shafi de ferro batido de
O ps de aliara, surmnnlada por urna marca, para
dia, de grade de ferro oclognal, com selo ps de al-
tura, e cinco ps de dimetro, pintada de prelo aca-
ba de ser construida sobre o rochedo Londoncr
em lenlo ilha Thalcher cabo Aun Massachus-
sclls.
As seguintes sao demarcaces da balisa:Dry Sac-
Salvases N. 3(4 E. Pharol do norte ilha Thal-
cher N, O. I|4 O. Pona de leslc pharol SO. 1
.'. o.
Bote de Sino prximo a Hardinges, bahia de Boston
Mastachussells.
Um bole com tino, piulado de p. Jo com as pala-
vras ..llarding's Ledge em leltra<*fancas de cada
lado, acha-se Tundeado proxime a Ledge daqotlle
nome na bahia de Bostn desde 8 de setembro ulti-
mo para aviso as embarcacSes de sua proximidad
aquello perlgo.
O Sino pesa 5 quinlaes ; esl elevado 12 ps aci
ma do mar com as seguinles demarcaces :
Pharol de Boslon N. O. Thelhelro sobre o monte
Slrowhcrry O. S. O. a embarcarlo do pharol em
Minols Leelg S. E. 3|i E.
i'l'odas as demarcarles sao magnticas.)
Por ordem de S. S.
Assignado.John Washington, hydrographo.
Reparlicao hydrographica do almiranlado, em Lon-
dres 31 de oulubro de 1855.
Eo Jos Ageslinho Barbosa, cidado brasileiro,
Iraduclor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca. ele.
Certifico que me foi apresenlado um impresso em
inglez, o qual lilleralmenle Iraduzido para o idioma
nacional diz o seguinle :
TRADLCCAO'.
Aviso aos naveganies.
N. 44.
lisiad o- -I nidos u'Amrica.
A direcloria de pharoes dos Eslados-Luidos fez
publico o seguiule:
Pharol Pelit Menan, Maine.
Foi construido um novo pharol na ilha Pelil Me-
nan .Maine. A torre he de granito, a morada do
guarda he piulada de cor parda, e a obra de ferro
da lanlerna he piula.
No centro da luz eslt 109 ps cima do terreno de
125 ps cima do nivel da mar cheia, e pode ver-se
cm dislaucia de 17 milhas em lempo claro. O ma-
i-hinisrao Iluminador he um dLcns) Irancez da se-
-un la urdem,e a luz hadeser una luz (xa al ao
primeiro de Janeiro do 1856, Je depois desla dala, ap-
pareccr uina luz fixa variada por fuzis.
Tomaram-se as seguinles demarcarles da casa d"
pharol pharol Narraguagas N. E. 3|4 N. distaule
5 ,2* mrtbas ; Rochedo S. E. 4." S. 4 milhas;
Bola na Barra de Pelil Menan N. 3(4 O. Ip2 mi.
Ibas.
Pharol da ilha l-ranklin, Maine.
Eslaheleceu-se um novo pharol na ilha de Frank-
liu, Maine. A torre he de lijollo pintada de branco,
a caaa da morada da cor parda, e a laulcrna preta,
o ccn'.to da az csl 35 ps acuM dsa Ierra de 51 ps
cima do nivel de mares cheias, a a luz pode ver-se
na distancia de 12 milhas cm lempo claro. \
Omachinismo Iluminador he o oLeus de Frt-s-
nel la quarla 'ordem, rarteaMo tea al a l.
de Janeiro de 1856, em cuja dala ser mudada para
una luz lixa variada por fuzis.
F.u Jos Agostinho Barbosa, cidado brasileiro,
e interpreto commercial juramentado da praca,
etc.
Orlilicoquc rae foi apresenlado um impresso em
inglc, que Iraduzi para o idioma nacional, e diz o
aegnnte :
TRADLCCAO'.
Avisu aos navegantes.
N. 15.
Estados-Luidos d'America.
A direcloria de pharoes dos Eslados-Lnidos puhli-
cou os seguinles avisos.
Bolo de Siuo em frenle ao baixo Fcmwch do oesle de
llcnlopen Dclaware.
Ancorou-se um lile de Sino de ferro em frente
ao meio do baixo Fenwick, em dez brabas de agua
da ilha Fenwick demorando O 1|4 S. distante 6 *-
milhas. O casco do bote est pintado de preto o
maslro de escarales o sino toca pelo movimenlo du
mar.
0 bote fica prximo a parle de fora do baixo, que
he fundo, e eslende-sc ao N. E. e S. O.
As embarcares que repentinamente se acharen)
prximas do boto devem correr para I'esle antes de
lomarem o rumo para Delaware ou qualquer uulro
ponto do Norle.
Sino para nevoeiro do forte Larroll, baixo em ponto
Soltis prximo allallimur.
Colloeoii-so nin sino para ser locado por inachi-
nismo cm lempo do nevoeiro em forle Carroll, bai-
xos de ponto Soller's Rio Palapsco, prximo a Bal-
timore, Man lam.
Esl elevado em lima obra de caixa :W ps cima
do nivel do rio Golpeo ou toca seis vezes por minu-
to, com intervallos de dez segundos, e pode ser ou-
vido em dislaucia de uina a 5 milhas segundo a forca
e din. cu do ventu.
Para o Rio Grande do SOI, n hriuae nacional
/.eo, capilo Parla ; s.. lem praca para 400 barri-
cas com assucar : para frele trala-se no escriplorio
do Isaac Curio & Cumpanhia, ra da Cruz 11. 49.
Para a Babia segu eio poucos dias o velciro o
bem eoubea-ido hiato brasileiro Castro, por ler a
maior parle da carga prompta : para o resto trata-
se com seu runsignalario Domingos Alves Malheus,
na ra da Cruz n. 54.
Para a Parahiha,
a escuna Adosa recebe nesles 4 dias alguraa cama :
para frele Irala-se no iscriptoriode Isaac, Curio <
Companhia, roa da Cruz n. 49.
eUoey.
LEILA DE BENEFICENCIA.
Marrolin,, deBorji Geraldes.asenle de leiloes com
armazem na ra do Collegio n. 15, offerece-se para
cfiecluar um ou mais leiloes. em beneficio das pes-
soas necessiladas. Todo e qualquer individuo; que
quizer conenrrer com objectos p..ra,laes leiloes. pra-
licaudo assim um aclo decaridade. pode dirigir-se
ao agento mencionado, que oflerece o producto de
seu Irabalho, a commisso que pagara os comprado-
res, para soccorro dos que, na poca actual, delle
precisaren. F, como quer que exisla uina commis-
so central de beneficencia, esta ser scienlicada do
dia do leilo, para comparecer, quereudo, e recelier
o producto que haja de ser apurado. O agente ci-
ma mencionado espera ser attendido, e se persuade
que a populaco desla cidade dar urna prova robus-
ta dos senlimentos caridosos que a dominan;. O da
sera anuunciado previamente.
Lasserre & lisset Prercs ar.lo leiUo, por in-
lervencalo do agente SHiveira, e por cunta e risco do
quera pertenecida cerca 250 barricas de oplimo
Oeaer descarregado de bordo
u : terca-feira, 4 de marco, n
%o armazem do Sr. Antonio
arcada da alfandega.
bacalbao, que
do navio fraaBajj
10 horas ST"-
Annes, defrarS
s2i>iSc>$ >it>a&0$.
N. para a baha de Carlisle, e cuino breve se aclia-
ro com a luz encaruada. Assim como se for appro-
ximando (sondando tempre ou prumando) logo que
a luz apparece brilhaote podem orear para a bahia e
tundear.
A poula Nudliam pode passar-se na dislancia de
l|i de inillia cm cinco ps do fundo.
As emharcaeOes quese approximam do norle, logo
que descobrrem a luz na pona Nudliam devem 1ra-
ze-la ao rumo de E. S. E. I|2S. de demarcacao, o
que as livrara dos baixos nPalican c Ketllc l'.otloin..
Todas as deiiiarcaces so.magnclicas. Variacao 3
reate.
Por ordem de suas senhorias.
Assignado, John Washington, hxdrographo.
Repartidlo hydrographica do almiranlado em Con
dres 10 de novembro de 1853. Esle aviso refere-se
aos seguinles mappas doalmiranlado: Babia de
Carlisle u. 502. Indias uccidenlaes folha u. 392 A,
e lisia de pharocs das ludias Occidenlaes n. 2.
E nada mais conlinha ou declarava o dilo impres-
so, que bem e fielmeule traduzi du proprio original,
ao qual me reporlo, e depois de haver examinado
rom esle e achado conforme o tornei a entregar a
quem m'o apresenlou.
Em fe do que passei o prsenle que assignei e sel-
lei com o sello do meu ollicio, nesta inuilo leal c he-
roica cidade de San Sebaslio do Rio de Janeiro aos
12 de Janeiro do anuo de Nosso Senhor de 1856.
Jos Agostinho Barbo-a, traductor publico c inter-
preto commercial juramentado.
Eu Jos Agostinho Barbosa, cidado brasileiro,
Iraduclor publico e interprete commercial juramen-
tado da praca, etc. Certifico que me foi apresenlado
um impresso cm inglez, que vertido para o idioma
nacional diz o seguinle :
TRADLCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 17.
Golpho Adritico, Medilerranco.Lu/.es ou pharoe'
em Malamacco, Veneza.
As autoridades martimas de Trieste acabara de
uolilicar que desde o dia 1.' do corrente mez de no
vembro, duas luzes temporarias se incendero na en-
erada do porlo Malamaco em Veneza.
As lores tero (xas de cor natural, c da quarta
ordem do sistema Fresucl.
Achara-se enllocadas era um alerro de 45 ps ci-
ma do nivel das mares cheias ordinal as, c pudeiu
_ ver-se -r-. lempo claro na dislaucia de 12 milhas.
A luz de lesle ou a que esl mais fura, esl collo-
eada no cume redondo do molhe da Rocchilia, na
parte do norte do canal, dislaute uina inilha e um
(erro da entrada. A .luz do oeato esla na lagoa do
lado do sul da entrada do canal. Spiguou na dislan-
cia de 1:180 jardas da luz de tora.
As luzes em urna demarcacao IV. O. quarla do
oeste quasi, conduzcm um rumo medio enlre os
dous mollies que actualmente se cstao conslruindo.
O molhe do norle ou Bre-.kewater, ja est cima
do lume d'agua, o molhe do sul he apenas visivel
em parle. A largura da enlrada enlre os dous mo-
tiles he romo de 510 jardas (todas as demarcaces sao
magnelicas.i Variacaojl i1' 34'ueste. Por ordem de
suas senhorias.
Assignado, lohn H'ashington, hidrographo.
Reparlicao hjdrographiea do almiranlado.Lon-
dres 12 de novembro de 1855.
liste aviso diz respeito aos seguintes mappas do al-
miranlado: mappa geral da almiranlado 2158. A-
drialico n. 1110, Golphode Veneza folha 3, 11. 201 ;
Veneza n. 1483. assim como a lisia de pharoes do
Medilerranco 11. 120 A.
E nada mais conlinha ou declama n dilo impres-
so, ao qual me reporlo, e depois de liaver examina-
do com esle e adiando conforme o lornei a entregar
a quera m'o apresenlou.
Em f do que passei 11 presente que assignei e sel- 1
lei como sello de meu oflicio nesla muito leal c he-
roica cidade di- San Sebaslio do Rio de Janeiro, aos
12 ilc Janeiro do anuo de Nosso Senhor de IS56.
Jos Agostinho Bar liosa, traductor publico e inter-
prete commercial juramentado.
- Pela subdelegada de Santo Anlouto se Taz pu-
blico, que a botica que se conservar aberla diiraoto
a notte de boje he a do Sr.- Cvprtaoo l.ui/ da Pal,
naruad-Colleai. Recife f.-'de marco efe ISS6.
a Donrano.
U
-^"""^"r--1- 1J ,- 'u-...:
huidor dcste DTAR10 : na liv-raria ns. (i
e S da prara da Independcnein.
Aos irmaos da
venera vel oh lem
terceira de S.
Francisco.
Roga-se a qualquer dos roaos da veneravel or-
dem lerceira de S. Francisco da penitencia desla ci-
dade, que liverein capa e eorbao, haiam de ver ae a
capa esta trocada, a qual lem as inkiaes M. L. V.
por dentro junto da gola com tinta encarnada, e .<
corda" lem na exliemidade de um das borlas um
circulo com a mesma linha, a qaal capa e cordas) e
achavam com o habito em urna das aavetas da ta-
i'ln i-lia da rae ma ordem, e aqoelle que a liver as-
sim trocado, por obsequio lenha a bondaaa de a
mandar levar ao irm.i sacrislo da referida ordem.
com o quelhe tiran agradecido o irmoM. L. V.
A pessoa que quer mandar criar atoa enanca
de un mez, pode dihgir-se a travessa ib Veras
n. 24.
O Sr. Thmoleo Marrolino da Silva, eotn loia
de marcineiro na ra da Senzala Nova, queira ir a
ra estrella do Hosario n. 3. loja de armador da
viuva Valentn), pagar a quantia de 39 qoe be deve-
dor ha 3 anuos, de cera que alugoo.
Precisa-se de um oflicial de barbeire, que sa-
ja perfeilo em sua arle : na ra da Croa a. 41. *
PerguDla-sc a quera melhor aouber respoodser,
qual a razafe por que os carros fnebres nao passam
pela ra da Aurora, e sim pelo aterro da Boa-Vista,
para oaguirem a roa do Hospicio ; a nao ser isla
encommenda dealguem como dizem- que mora psar
aquella ra,a que esla em contado .0111 as laes viaa
de conducho, parece-nos ter urna mol'ina rom que
nos qaereiu favorecer os laes conductores.
I'm morador da roa do Hospicio.
A irmandade do Sr. Bom Je'su. doa aarryrios
faz saber que no dia 2 de marco crranle, temi de
expor em procitsao a mesma iraasem do Senhor Rom
Jess, a qual percorrer as seguintes mas : larga du
Rosario, becco do OuviUor. roa das Cruze*, Cadeia
Velha, e segu para o Reci'e, roa da Cadeia. Cruz.
Lingoet.i, paleo do Corpo Santo, rea do Vigario,
becco .lo Azeile de Pede, ra da Madre de Dees,
pateo do Tosco, ber-
r-.,iicp^jvrainei)lo[ Direila.
Caatea du Carmo, Floreaoi'' P",, "Carme,
estreila de Rosario, a rccoT;/""" "** Tn"ehe|-
res das ditas ras mine VT"**' rou '
igioaos
ras
radores
suas casas
. e roga aos Si .'religioso que "q
Continuara a estar cm praca, no paco da ca-1 comparecer para acompauhar a mesraa, queflhe li-
ra ira municipal desla cidade, no da 5 do correnle,
as obras ja annuiui idas da estrada do cemiterio, e
aterrameulodo alagado da ra do Brum.
Precisa-se de um pequeo de idade de 12 an-
nns, puuco mais ou menos, para caxciro de urna ta-
berna : em Fura de Portas o. 92.
Precisa-se de urna ama forra 011 captiva para
casa de pouca familia : na ra do Vigario n. l.l. Na
mesma casa precisn-su de um oflicial de harbeiro,
pagando-se bem o seu Irabalho.
A viuva e herdeiros de N. Ga.laull, lendo de
proceder ao inventario dos bens deixados pelo mesmo,
convidara aos credores do casal, para que bajara, no
prazo de 8 dias, de apresenlireiu suas cuntas, afim
de sei cm verificadas c comprehendidas no inventa-
rio, no consulado francez, que para islo est autor-
sado. Recife 29 de fevereiro de 1856.
Aviso ; pobreza.
Fornecem-se gneros de priraeiras necesidades pe-
los preros acluaes a lodas as persous que esliverem
em necessidade, islo sem usura alguma, porm com
penhores, ainda mesmo sendo roupas ; .lambeta se
fornece de diuheiros cm pequeas quanlias sobre ura
limitado juros, sendo em ouro ou piala o peiihor :
na ra Augnata. taberna n. 9, defrnnle dochafariz,
islo das 9 horas da manbla as 3 da larde.
CASA DOS EXPOSTOS.
Precisa-se de amas para ainamenlar cri.mcas na
rasa dos cxposlos : a pessoa que a isso se queira de-
dicar, leudo as babililarijes uecessarias, dir.ja-se a
mesma, no paleo do Paraiio, que ah achara com
quem tratar.
cata grata.
Prccisa-tc de uina criada para casa de meilo
punca familia, que saiba n.zinhar alguma roasa.
engommar, forra ou captiva; no bairro da Bea-Vie-
la, na casa aoudc esleve a typographia, na ra da
Luio.
A matricula de geometra do Collegio das Ar-
les acha-se aberla em casa do respectivo profesior, a
qualquer hora do dia, nos Coelhos. ra dos Praxam.
Florencio .Martina da Silva Borges vai a Enre-
pa tratar de sua saude.
Precisa-se de um caixeiro para balro de pa-
llara, e qoe leu La pratiea de todas as ntaeaaa : na
ra das Cruzcs 11. :10.
O Sr, Jos Leite de Si relira-se para Portugal
a tratar de sua sau Je.
Atte.u o.
Digo eu abaixo assignado. que se me Apeone a
minhou urna ledra de rs. 12--. -;.' sacada por mira
em 22 de junho do auno paMado ha ti mezes, ven-
cida cui 22 de dezembro do mesmo auno, e aceita
por Bernardin.) da Silva Lopes. e como mesmo acei- 1 -
tanto ja est entendido de a nao pagar aeata ao aba- Cur1 .!,ml f"^e ".us lrma* -"mp'.rec"' <<">">
A mesa regedora da irmandade do Senhor Rosa
Jess da Cruz, erecta na igreja de N. S. do Rosario
da Boa-Vsla, me ordena que eu abaixo assignado.
participe ao respeilavel publico, que na quinta de-
minea da quaresma tem de palcnlear as roas desla
cidade o Veneran..o Redemplor do Mundo em so-
lemne p.-nci-sii, percorrendo os 2 bairros Boa-Vista
e Ssulu Anlonio, com direrca,. a ra Nova. Caboga.
Crespo. Collegio, estrella do Rosario, paleo da Car-
mo, Camboa c Flore. Consistorio em mesa 2Kde
fevereiro de 1856.*-O cscrivao actual,
sajal'heinoleu Marcoliue.
A irmandade do Sr. Bom Jess dos Panal B*.
malri/ do Curpo Sanio convida a seos maos para
comparererem dr rainzo, 2 de marco, peta* Iberas
da larde, afim de acompanharem a procssao depre-
cativa que lera de ir para a matriz da Boa-Vista :
assim como roga aos irmaos que liverem capea eaa
casa compare...un mu ellasou as mandem entregar
ao respectivo thes3ureiro, afim de se reparlirem.
A irmandade do Sanlissimn Sacramente .!.
10 assignado, por isso liea dila lellra de neubum cf-
feilo, e faz o prsenle mnuncio para queem lempo
algum a quero tornar a recelier; assim como o abai-
xo assignado licara muilo obrigado a pessoa que a
tiver adiado, a entrega da mesma.
Cosme Jos dos Sanios Callado.
Precisa-se de uina ama de leite : na ra do
..inclinado n. 7, segundo andar. Pie mesraa casa
precisa-se tambera de urna ama secca para tratar de
meninos.
D-se gratis nina ptelo de relalhos de vidro a
quera os mande logo conduzir : na rita do Arago
n. 8.
Precisa-se Mugar um prelo captivo para Iralar
de cavados e serviro de sitio, c que saiba comprar :
na ra da Cadeia do Recife n. 52. primeiro andar.
Manuel Joaquira Nones Beiru vai a Porluga
Iralar de sua saude, o deixa por seus bstanles pro-
curadores, em primeiro lugar seu socio o Sr. Jos
Francisco Fernandes, em segundo Joaquim Francis-
co dos Santos Maia, e em lerceiro Manoel .Nunrs da
Silva.
go, 2 de marco, a (arde, para acompanharem a pm-
cissao que faz a irmandade do Senhor Bom Jcsns dos
Passos.
A irmandade das Almas do Corpo Sanio pede
a seus irmaos oomparecani dominco, 2 de marro, a
larde, para acompanharem a proclssao que faz a ir-
mandade do Senhor Bom Jess dos Passos.
A irmandade da Senhora do Rosario do Corpa
Sanio pede a seus irmaos compararan) dominan, 2
de marro, a larde, para acompanharem a proriatan
que faz a irmandade do Senhor llora Jesnt dos Pas-
sos.
_ Precisa-se de nmassadores com o nr.lc.iado de
259000. na ra da Senzala Nova, padaria n. 3.
LOTERA da protihcll
Hoje, as 9 Iiora?, he a extraevao 11
ultima parte da terceira e primeita da
quarta lotera do Gxtunasio.Os cante-
lisias, Oliveira Jnior A C.
ASSOC1ACAO' COMMERCIAL BE.NEHCENTE.
Os abaixo assignados, membros da commisso de
beneficencia da raesina .1 -ociar 10 commercial para
soccorrer os pobres da freeuczia de S. Jos, lenuo-se
dirigido a esla fregue/ia 110 desempenho de sua com-
misso, mas como nao fosse possivel soccorrer a lo-
dos pelo pouco conhecimcnlo que tem do lugar, ro-
gara as pessoas que nao foram soccorridas de se di-
1 i-irera aos abaixo assignados: outro sim pedem a
lodas as pessoas que liverem conhecimcnlo de quem
quer que for que precise dos soccorros da mesma, de
dar as precisas infonnacoes a mesma roiutnissdo, I
podendo tambera dirigircm-se na mesma freguezia,
defronle a fabrica de sabio, ao Sr. Anlonio Joaquim
de Vasconcello:.Jos da Cosa Amorim, ra da
Madre de Dos 11. 25.Candido Carneiro Guedes
Alcoforado, ra do Amorim 1
Tasso Jnior, ra do Amorim n. 35.Vicente Fer- i
reir da Cosa, ra da Madre de lieos n. 26.
a Iralar na
s>
fDi^j)5 ^artrsH?.
Para o IIio de Janeiro
segu em poucos dits, por ter a maior parle da car-
ga prompta o hricue CoHceifllo, cap dao Joaquim
Ferreira dos Sanios: para o reslo e escravos a frete,
para o qoe tem bous commodos, Irala-se no escrip-
lorio de Mauoel Alves Guerra, na ru.i do Trapiche
n. ti.
RIO DE JINEIKO.
Vai sahir com muila hrevitladc o novo
e vele.ro brigue DOL'S AMIGOS, lem a
maior parte da carga prompta : para o
resto e pasta geiros, trata-se com o con-
signatario Novaos & C, na 1 na do Trapi-
che n. 5,OU com o capilao na praca.
Precisa-se de uya ama ou criado
roa das Cruzes n. 21.
Aluga-se uina loja na ra larga do Rosario n.
17, por prero connivid.1 : a tratar n" padaria 11. IS,
junto da mesma.
MMM>#-*MMii
P KLADO Ql'EIMADON. 19. $
Santos Cocllio avisa ao respei- (1
Aluga-se tuna casa terrea muito
grande : na ra dos Coellios n. 13, a
tratar na taberna junto a mesma.
AttenfAo.
I'ede-se aos senbores representantes da
iriTiandade sos, qtM l.-nliaui cm considerarao a qua-
lita actual, em que a colera do Scnboi
acha-se derramada sobre nos, fazendo
Vv. Ss. depositara miraculosa imagem do
Senhor Bom-Jcsus dos Passos na igreja de
50.Jos Jacome sua m;)i sanlissima Nossa Senhora do Car-
ino, para dahi sahir a procissiio, como
sempre foi cos time: pois Vv. Ss. deverao
lembrar-se (pie, desde<|ue se mudoii o de-
posito datpiella sania imagem para a ma-
lri/. da Boa-Vista, comecou a reinar en-
tre nos o llagello da epidemia ; isto lem-
bra
tlU I III'ISi.II!
i
i
8
m
lavel publico, qu9 acaba de rece-
ber pelo vapor ingle/, vindo da Eu-
ropa, urna linda l'a/.enda de seda
denominada Patriotismo Bra-
sileiro : esla la/.enda he a mais
moderna que*lcin viudo ao mer-
cado, tanto pelos padrties, oomo
na qualidade, pelo bara'.isssimo
preco de l.s'IOOo covado.
i
Precisa-sede um meslic de masseira, lamliem
se aceita algum que nao enlenda de padarh ; ao
meslre paga-se muilo bem, e ao aprenda conforme
o seu Irabalho ; na ra estrella do Rosario ny 13.
Jos Fernandes Ferreira, curador fiscal da
ma.s-a fallida de Manoel Uonr-alves de Azevedo Ra-
da publicarlo detle, na roa da Senzala Nova n. i.
Recife 27 de fevereiro de 185.
ca familia : na ra da Conccico da Boa-Visla n. 11.
mercial sob a lirma de Mr. Calmonl ,\ Corapauhia
retir..-se para Inglaterra, e faz cerlo a quera inle-
ressar possa, que em sua ausencia lican na gerencia
da casa e cncarregados de lodos os seus negocios p
lraiisacif.es os piocuradores legalmenlo constituidos,
com os quaes se podero entender.
Alaoma familia capaz que llver alguma escra-
va parida, c se queira incumbir de em sua casa aca-
bar a criaco de um menino de (i mezes, afiancando
Para o ro de
Janeiro
sabe com brcvidade por ter a maior par-
te da carga prompta, o bem conheeido
brigue nacional FIRMA : para o resto
da mesma, passageiros e escravos a frete,
para que tem excellente commodos, tra-
la-secomos consignataiios NovaesiVC, na bom -atairealo, pode dirigir-se a ra do Raagel
ruado Trapiche n. Ti\, primeiro andar,
ou com o capilao na praca.
ira o Rio de
aneiro
sabe com muita brevidade por ter a maior
part; da carga prompta. o brigue escu-
na MABIA : para o resto da mesma,
passageiroseescravosafrete, para que lem
(\ccllenliis commodos, trata-se com os
consignatarios Novaes & C, na ra do
Trapichen, ."i, primeiro andar, ou com
o capilao na piara.
Para o Aracaty, segu 110 lim da prsenle semana
n bem conheeido hiale Capibaribe ; para o reslo da
carga e passageiros, Irala-se na ra do Vigario n. 5.
Precisa-se de marinheiroa bratileiroi para o
hricue nacional aCotieetcSoa, que segu para o Kio
de Jaiieuo : a tratar com o capilao a bordo.
enumerar. No mesmo deposito existe urna peswa
intellisenlc e habilitada para rereher lodas as en-
Precisa-se de um pardinlio ou crioulmho forro. Ja^aaaaWfaa, ele. ele, que os annunciantes coman-
de H a I i annos, para criado de urna cata de pou- c"m.a capacidad..- de suas ollirnas c macbiaisaao.
I.
Traspassa-se o alogoel do primeiro andar de um
sobrado que lem niuil .s coininodi.lades, e era nimio
bom local, por ser 110 centro da ciliado e cm evcel-
l- o ie ra, a quem dr um oulrn sobrado com a rom-
pelente loja, ou na falla dous sobrados conliaoos com
duas eseadas diversas, que loiiham proporefles para
ensinar-se duas aulas de dillerenlc seso, que toja
lanibem as principan mas do bairro de Sanio An-
lonio quera quizer fazer dilo negocio, compareca
na ra das Croles n. -JO, segundo andar.
A pessoa que aiinumiou dar urna menina dp
un mez de idade para se criar, pode enlcndcr-sc na
adrada nova da Soledade, sitio da abaixo ossiguada.
Antonia Francisca Cadaval.
Prccisa-sc de ura fcilor para um sitio pcrlo des-
la praca : na ra da Aurora n. 5.
I'rccisa-se de un criado que abone a su con
duela : quem esliver nalas cireuma
reca na ra dos Pires n. lii, rita da
--S, ou alias no carlorio dos feilos da
Precisa-se de oOciaea de charuleiro, de carre-1 j
garu ; na ra do Trapiche Novo 11. ->o.
Precisa-se de urna ama que lenha hum icile,
para criar ; afianca-se o hora Iralaraeiilo : a tratar
no paleo do Collegio n. 37, terceiru audar.
I AO KWUi).
IS No arnuuEem de fazendas bata-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se utn rnmplrtn mi Ihnrntu
ig de lazendas, li;. .- .oss^s, por
f> reeos mais baixos do quo emou-
tra qualquer partea tanto em j>r-
J3 C"cs, como a re'allin, liliaiu-.-iiido-
1
moiie a sui con- r,i-;
lancina, eompn- J
1 Santa Cruz a.! K)
fa/.enda.
aos compradores um so proco
para lodos : este estaln-lecimeno
ahrio-se de cambinacao com a
maior parle ^lis casas coiamcrciaes
nglezas, (rancezas, ulleminiesaiii
tas, para venderfazendas mais em
conta do que *e lem vendido, epor
islo oderecendo elle maiores v.m-
tagens do que outro qualquer o
proprielano deste ianporbuite es-
tabelecimenlo convida a* todos os
seus patricios, cao publico em ;;.-
ral, para que venham (' bem tos
seus iuteresses) comprar I.i/.cndas
baratas, no ai-mazem da ra do
Collegio 11. 2, de
Antonio Lua dos Santos a Holim.
C. STARRdtC.
espeitosamenleannunriam que no seo eilento e>-
abelecimeuto cm Santo Amaro.conlinuam a fabricar
com a maior perfeico e promplidAo. toda a quanla-,
de de macbinismo para o uso da aarcultora, 11.1-
vesaco e manufaclura; c que para maior rommodo
de seus numerosos lre me/e- e ("o publico em geral,
Icem aherto em um dos grandes rmateos de Sr.
Mesquita na ra do Brum, alraz do arsenal de ma-
rinha
DEPOSITO l)E MACHINAS
conslruidas no dilo seu eslahelerimcnlo.
All acharo os compradores um completo aerli-
meuln de moendat de caima, cora lodos ea malbnri
{$&Q*&1>&&-?&l&-!&%&&: mcnios [algnns delles novos c originaos) da e/nn a
experiencia de mnitos annos lem mostrado _
sidade. Machinas de vapor de baixa e alia pre*a>.
laivas de lodo lamanho, tanto batidas como fundi-
das, carros de mo e dilos |>ara conduzir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra dilo, romos de ferro balido para farinha, arados de
ferro da mais npprovada conslrucco, fundos para
mos, avisa aos credores da dila massa, que hajam de alambiques, crivos c porla para fornalluts n tima
apresenlar suat coutas no prazo de 8 das, a conlar infimdade de obras de ferro, que sena eafaalonho
e pericia de seus olliciacs, se rompromi-ltem a faicr
eicrutar. rom a maior pre-lcra. perrrii-Ao, e ciarla
I-redcrick Saunders, socio gerente da casa cora- conformidade rom os modelasoii deeu)os,e inslruc-
coes que Ibes forera fomecidas.
i saa ^s namjaE cm r
MUTIO)!*^"

ILEGIVEL



t ~0 3 f 3u'4 S I DO I MUCO OE568 I
-r
Tercera edfyu.
TRTAIEKTO HGHEOPiTHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLER&-KIORBUS.
PELOS DRS
3^k.M.aEa ib -Tr^m. .,
o instrurc;jo aopnvoparase todcrcurai desla enfermidadc, iilniiiii-lraiiilon remedio mais ellieazes
paraatalha-la.emquanto serecorrtaoraediro.ou mesmo paracura-laiudapeiidcntedesleMios lagarta
ero que nao os ha.
TBABUZIDO EM POUTUC.UEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doos opsculos contenas indieaces mai claras e precisa', e pela sua simples e concisa esposi-
ro esluao alcance de todas as intellicencias, nao t pelo que di/, respailo aos meios curativos,como prin-
cipalmente as preservalivos que Icindado os mais salisraclorios esullados em loda a parle eni que
elle- lem sido poslos cm pralica.
Sendo o Iralanieulo lioineoptliico o nico que lem dado grandcsresulladosnocuralivu desla hnru-
velenfermiiUdc, iulamosa proposito Iraduzir restes dous importantes opsculo-, em lingua vernaci-
la, para desl'arlc facilitar a sua leilura a quem ignore o fraucez.
Vende-se nicamente no Consulloriodo traductor, roa Nov n.:, por ".SsOOO. Vendem-se lambem
os medicamentos precisos c boticas de VI lubos coiii uiu frasco le tinctura 15?, umadila de :10 tubos muir
vro e frascos de Untura rs. U.'tStlOO.
I
\&:3\,,. .......;...
> l'EDHAS PREOOSAS-1%
* Aderecos de brilhanles, S
S diamante* e perolas, pul- <:
; ceiras, allineles, brincos f
* e rozetas, hotoes e anneis |
3 de difireme gostos e de
?j diversas podras de valor. M
* Comprara, veudein ou >
S trocam prata, ouro, bri- *
lhantes.diaruanlesapero-
* las, e outras quaesquer :
* joiasde valor, a dinlieiro
ou por obras.
MOREIRA DARTE.
II.ii.H DE OLMVES
Ra do Cabuga n. 7.
Receben, por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
OIHO E PRATA-
I Aderecos completos de
> ouro, meios ditos, pulcci-
| ras, alunle*, brincos e
I rozlas, coi .1..es, Irance-
lins, medalhas, correule
9 e enfeites para relosio, o
g outros muitos objeclos de
* ouro.
* Apparelhos completos, *
-^ de prata, para cha, ban- *
j dejas, salvas, caslicaes, je
^ colheres de sopa e dech, '
* e nmitos outros objeclos i
de prata. de Lisboa, as quaes vendem gor
l'uuunalenu, ru da Boa-Viaia n. 16. lem adea a 720 rs. oruvado, ISa para vestido lambem de
honra de prevenir as pessoas que teeni objecin para
concertar no seu e.lal.elecinienlo. de ir reclama-las
da dala desle a tain mez. do contrario sera obrigado
a vende-loa para pagamento do seu Irabalhu e des-
pezas : ropa tamberu aosseus Aevedores de irem sal-
dar uas cuntas, porque elle est liquidaudn e prom-
plo a relirar-se para Franca.
lina pessoa coin haslanles habilitarle para
ser caixeiro de cobranra ou alguma loja de fazeudas,
sendo para balro, ollerece-se'a quem precisar, dun-
do fiador pela sua conducta : quem precisar aiinun-
cic para ser procurado.
LOTERA da provincia.
Osbilbetes ecaulelai do cautelista Sou-
/.;i Jnior, naoesto sujeitos ao descont
dos S por cento da lei.e acham-sc a ven-
ila tas tojas da piara da Independencia
ns. i, 15, I." e*0, ra Direita n. 15, do
Livramento u. r>o, da Praia n- 50 e do
Crespo n. 5.
O andamento das i-odas lie em o :1 de
marro : os premios sao pago* ao sabir a
lista geral.
Iti Hieles TjOI Recebe poi nleiro :0O0OO
Meios :1300o i> u 3:001)8000
1reos ^sJOO d >:0tKl^O00
Qeartoa losoo a > 1 :.'i00s0(K)
Qnialoa Ijtio )' 1:008000
Oitavos 900 i> B 7.iU0()0
Decimos 7tiO ti(H)8tKI0
\igesimos iOO i> I 3008000
0 referido catitel ita de< lai a que so
paya nos seus billieles i iteiros os 8 por
cento como se dedil/. de sen annnncio.
_Jk=.....:,-
Chapeos de algibeira, j
ditos de molas, ditos de R
S seda fina, ditos de fcllro %.
* de todas as qualidades. <
*" dito de enancas e de se-
$ tiliora. multo bem enfei- J
i*; lado.
'**;*..9.*;>h .-i FRANCISCO PERE1R V LEMOS.
COM I.OJA I)E CHAPEOS E
BONETES,
Na praca da Independencia
N. 19 e 21.
......mm -^+:i
V Itoneles de cabello, di- V
' los de cooro da Hussia. *
^ ditos de panno de mui- *
o los feitios e de diversas o
* cores, chapeos de palha >
J enfeilados para senho- *
<. ras.
Kecebeu um eompleto sortimen-
to dos ditos ehapos pelo ultimo
navio de Franca: aifianea vender
a todos os freguezes pelo menor
preco possivel.
Massa adamantina.
lie gerlmenle recoiihepid a excellencia desla
t^_ preparaba gau chumbiTdenles, porque seus resul-
"^"tocW-sempfe felizes sao ja do dumiaio do publico.
Sebasliao Jos de Oliveira faz uso dcsta preciosa
masss, para o lim indicado, e as pessoas que qaizc-
rem honra-lo dispondo de seus servic.os, podeni pro-
cura-lo oa'Iravessa do Vigario ti." 1, lojadcbar-
beiro.
t J. JANE, DENTISTA, %
ScootDa a residir na ra Nova u. 19, primei- 0
ro andar. A
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEQPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTROS,
c posto em ordem alphabetica, com a descripcao
abreviada de (oda* as molestias, a indicacAo physio-
logica e Iherapeutica de lodos os medicamentos ho-
raeopatilicos, seu lempo de aceao e concordancia,
sesuido de um diccionario da signilicacao de lodos
os termos deincdicina e cirurgia, e tost ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO I0IAES.
Os Srs. assicnanles podem mandar buscaros seu
eieroplares, assim como quero quizer comprar.
ALL DE LATIM.
O padre Vicente Ferrar de Albuquer-
(iue contina com sua aula delatim, do
dia 2 de Janeiro em diante, pela mesma
maneira e sol) as condicOes ja' annun-
ciadas.
PBLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio jtiridico.
Esla pultlicarSo ser sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao etercicio
do foro, pois nclla enconlrarao por ordem alphabe-
tica as principaese mais frequeutes occurrenciasci-
vis, orphanoloEicas, commerciaes e ecclcsiaslicas do
nosso foro, com as remissdes das ordenares, leis,
avisos e reeulamenlo* por qoe se rege o Hra-il, e
hem assim resoluQOes dos I'raxislas amigos e moder-
nos era que se firmam. Contcm semelhautemeale
as decisOesdas quesloes sobre sizas, sellos, velhose
novo* direilos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
i collecco de uossas leis e avisas avulsos. Consta-
r de dou volumes em oitavo, grande fraucez, e o
primeiro sabio luz e est venda por 88 na luja de
uros n. 6 e 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Velha n. 42.
0 Dr.Ribeiro, medico pela JL'niver
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. lo.
GRATIFICACA'O.
Da'-se 20p'000 de gratilicacao a quem
inculcar urna ama de leite forra ou es-
crava, que tenha boas qualidades e bom
leite: quem pretender dirija-tea ra do
Collegio n. 15, armazem, ou na rita das
Cruzes n. 1, segundo andar.
'andida Mara da Pai\aO Rocha, pro-
fessora particular de instrucrao primaria,
residente na ra do Vigario do bairro do
Recil'e, faz sciente aos pais de suas aluni-
na*, que aclia-seabert sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
mc, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por preros razoa-
veis.
DAGLERREOTVPO. ELECTROTVI'O
E STEREOSCOPO.
>a antiga e bem conhecida calera e oflicina de
retratos do aterro da Uoa-Visla u. 4, (erceiro audar,
cootinua-se a tirar retratos por qualquer desses s\s-
lemas com toda a perfeicAo. Ah se eocootra" o
mais rico e abundante sortimenlo de objeclos para a
"Hocican dos retratos, que lem viudo a esla capital.
Vio se entrega retrato algum sem estar parecido e de
un trahalho perfeilo. Das 1) horas da inanhaa as 3
ila tarde etl lempre a galera e oflicina a disposicSo
d" publico, podendo lirar-sc retratos em das "de
chuva.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acliam-se a venda os novos bilhetes da
lotera 2- do SS. Sacramento da antiga
Se, que devia correr de 21a 2o do pre-
sente; as listas esperamos pelo paquete
nacional, que deve aqui chegar de de
marro em (liante: os premios serao p-igos
depois de distribuidas as listas.
l'recisa-se alugar um prelo de idade, que sirva
para carregar agua e fazer limpe'.a em urna casa de
pouca familia ; lambem se precisa de urna prela
captiva ou forra, que saiha cozinhar, lavar e eogom-
ii,ar. paga-sc o que merecer : na Iravessa da aladre
de Dos, annazein n. .'i.
Vrecisa-se de urna peaaoa capaz para lavar a
oupa do ln.*piial estabelecido no convento do Car-
dio : quem quizer se prestar, dirija-se ao mesmo.
I'recisa-sc alugar urna casa lerrea com solao,
o casa de um andar, no bairro da Uoa-Visla, nao
sendo no alerro ; agradando, pags-se adiautado:
quem liYer anutiDce.
' >a casa da resideuca do Dr. I.oureiro, na ra
da Saudade, defrnnlr do Hospicio, precisa-se de urna
ama de leile, forra, que nao Iraga consigo o lilho,
que tiver, do peito.
i'rec.Tr.-Sf: u'c ;ir.a ama forra ou es-
clava para una casa de pequea familia :
quem pretender dirija-se a ra do Colle-
gio n. 15 armazem. ou a ra das Cruzes
n. 11, segundo andar.
A commissao Renelicente da fregu*
zia de Santo Antonio do Recil'e, rora as
|essoas que quizerem mandar suas cs-
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignem dirigi-las a casa do Rvm.
Sr. vigario, nooitao (la mesma matriz :
asesinlas podem ser de dinbeira, gne-
ros, fazeudas e mesmoroupa.
Deposito de
ltianos,
Riia Nva ii. 41, primeiro
andar.
Neste cslahelccimanlo se euconlram os mais ricos
e os melhnrcs pianos que lem vindo a esta praca dos
mais acreditados fabricantes como de Kaclials e
Iraumann do llambnrco, assim como de outros
muitos fabricantes de Europa, os quaos se vendem
por mdicos presos, e garantidos ; no mesmo estabe-
lecimenlo lambem se rnucerlam, afinam-se e recc-
bem-se encommendas para a Europa.
l'recisa-se alugar para o serviro de una fami-
lia Inglesa, ama prela que Miba lavar, ngommar e
coser : na ra do Trapiche Novo o. 10.
A commissao Renelicente da fregue-
zia de Santo Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia (pie necessitarem de ser
soccoi ridas, queiram dirigir-se ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, natravessa do
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
trarem em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer lora do dia e da
noite, ate as horas.
Para o servico interno de nina casa cslrangeira
de duas pessoas, necessila-se de urna cozinheira e
engommadeira, forra ou escrava; na ra Nova n. I".
Prccisa-se alogar urna ama para o servico in-
ferno e externo de urna casa de pouca fsmilia,* pre-
fere-se sendo escrava : no paleo de S. Pedro, sbra-
lo de um andar n. 3.
Asr-ociac-fio Commercia]
Benetcente.
A rommiss3o nomeada pela Associarao Commer-
cial lleueiiceiile desla praca, com o lim de soccorrer
as pessoas uecessitadas e desvalidas da freguezia da
Boa-Vista, por occasao da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver em laes crcumslaucias, de pro-
curar a Jo.'io Matheus, ra da matriz n. 18; .Manuel
I cueir.i Baslos, ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza Carvalho, Estancia : desde as 7 horas
da niauhaa as '.), o a lardo das i horas em dianle :
em caso urgente, porcm, sero soccorridos prompla-
meDta a qualquer hora. A commissao desejaudo
acertar na forma de distribuir os soccorros, roga en-
carecidamente a todas as pessoas mais condecidas
desla freguezia que trverem perfeila sciencia do es-
tado de precisSo de qualquer familia, se dignem de
a informar afim de ser com promplidSo allendida.
Becife -25 de feverairo de t8M>.It Malheirs, Ma-
nuel Teiseira Baslos, Vicente Alves de Souza Car-
valho.
ABBENDAMENTO.
A luja e armazem da casa n. 55 da ra da Cadcia
do Becife junto ao arco da Conceico, acha-se desoc-
cupada, c arrenda-se para qualquer estabelecimento
em ponto gr?nde, para o qu-l tem roinmodo* suffi-
cienles : os pretendentes eHlender-se-hao com JoAo
Nepninucciin Barroso, no segUDdu audar da casa o.
57, na mesir.a ra.
MASSA ADAMANTINA.
f-'rancisco Pinto Ozono chumba denles com a ver-
dadeira massa denominada adamanliua, apresenlada
ao conselho de bygienne pelo Sr. Paulo (iaignoui, e
caira com ouro e prata, e outros metaes, assim como
applica ventosas pela a traca do ar, e nao com fogo
como gerlmenle se usa : pde ser procurado para
qualquer desles mistares, na ra cslrcla do Bosa-
rio n. 2.
- No collegio d'Aura distribue-se
gratis as receitas para o tratamento do
cholera, descoberta pelo preto doenge*
nlio Guararapes.
yuer-se alugar um estrave para servico de
casa: a Iralar na ra do Trapiche n. IG, segundo
andar.

31 CONSULTORIO ROMIEOPA- 1
< Tilico
I i* DA COMABCA DU CABO.
Anda se precisa de urna ama de|lcite, paga-se
bem : na ra Nova, loja u. I -l.
Associayo Cummercial
Benetcente,
A i-uniiiii-.jii encarregada pela Aisoriacilo Com-
mercial lienelicente para distribuir soccorros s clas-
ses neressiladas do bairru do Becife, faz saber
quem se adiar uessas crcumslaucias, que pode pru-
-.- ,-i--- "ai tue.iioios etanaunj icsiden.
cas aluno designadas a qualquer hora. A commis-
sao estando disposta a nao se poupar a quaesquei es-
forcos para bem desempenhar a miaale que lite loi
confiada, roga as pessoas que liverein conhecimeiilo
de que qualquer pesoa cm suas visinhancas se acha
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
quer circumslancia nao o possa solicitar, queiram ter
a bondade de assim Ih'o indicar, alim de prompla-
mente serem ministrados os neressarios amiiio-.
Antonio Alves Barbosa, ra de Apollo n. 30.
JosTeiiein Bastos, ra do Trapiche n. 17.
Joflo da Silva Begadas, ra do Vigario u. \.
A et fermaria do consistorio da ir-
mandade do Divino Espirito Santo em
Sao-Francisco, ja' annunciada, acba-te
provida do mais nccessaiio para rceber
aos seus irmaos desvalidos que venlian: a
ser accominettidos do cholera : roga-se,
pois, aos irmaos da mesma irmandade, ou
a quem tenha conheciinento de alguns
destes, participem ao irmao juiz, escri-
v'io, ou tbesoureiro, alim de que sejam
tecolliidos pela mesa e tratados da me-
llior forma que for possivel.
0j
Liquklaeao de
ja de miudozas
O dono da loja de miudezas da ra do Collegio n.
I, querendu liquidar esta resolvido a vender pelos
precos abaise mencionados, chapeo* do Cliilli a
l0, lmli.es para abertura, duzia a -JtK) rs., estam-
pas de santo* e aulas de JO rs. al t), ditas muilo
grandes a 600, 800 e I*., caixas de clcheles duzia
liiO, grvalas muilo finas para homein a 18, caias
com palitos de fugo duzia iO. canas de ebreiaaa -20
e BO rs., vernicas de todas as santas a duzia 240,
punir-1 .na alisara duzia 880,111a de beira branca o
maco 500 r*., papel de peso resma 99500, lila de
relroz peca 500 rs., brincos prelos muilo linos o par
600 es., lila ii. | elrS peca 3(10 rs.,boloesdc linha
a grosa 80 rs., canelas muilo linas a duzia la, luvas
de pellica o par -240, cordas para viola a 1:20 c -200
rs., liuhas 40 a 15200, n. 50 a 1?300, u. 0 a
tfflOO, n. 70 a 19500 a libra, trancas de caracol pe-
as com 15 varas a 900 rs., franjas de cores com he-
llas a 59500 a peca, ditas brancas a 2?St)0, e vara a
200 rs., cartas purtuguezas a 25200 a duzia, e bara-
llio a 200 rs., colberes de ferro o duzia 340, tesituras
de Ii pollegadas a duzia 5(0, facas de (apaleare a
dozia titO, e outras minia- miudezas que te dciiam
de anmimiar, qaese vendem por nilale de seu va-
lor para acabar.
Commissao de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissao abai.\o assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parte da associacao commercial bendi-
cen le de soccorrer a pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas qu precisaren] de soccor-
ros, queirfio eutender-se a qualquer hora
na ra Novan. 7, casa de Antonio Au-
gusto da Fonseca, na ra do Trapiche n.
10, de Tbomaz de Faria, e na mesma ra
n. 5 Pernambuco 2 de fevereiro de 1856.
Salustiano de Aquino Ferreia.Anto-
nio Augusto da Fonseca.Tbomaz de
Faria.
O Dr. Possidonio de Mello Acciole
encarregado de prestar os soccorros de
sua profissfio as 'pessoas do quinto distiic-
io da freguezia de S. Antonio pode ser
procurado no convento de S. Francisco,
a qualquer hora do dia e noite.
I)lferecc-se um menino natural do interior des-
la provincia, para caixeiro de taberna por j 1er pra-
lica desle negocio : a tratar na ra Imperial u. 37.
CONSULTORIO i$>
HONIEOPATHICO. |
-2S. Ra das Cruzes 28.
Gratuito para os pobres.)
2
3
i
O Dr. Casanoca d consultas c faz vi-
zilas a qualquer hora do dia.
No mesmo consultorio vcude-se
O TBATAMENTO HOMOEOPATIII-
CO, intertanto e curalito t cholera
morbus. accomiuodado a inlelligencia do
povo.
Carleira- de 12 medicamentos para o
cholera.
.'. onca de Untura......1 ikk)
Tubos avulsos.
Carleira- de lodos os lamaiilins muilo
em cunta.
quadrus a 180 o covado ; todas estas fazeudas ven-
dem-ie na ra do Crespo n. 6.
IEGHHISHO PARA ENGE-
no.
NA FUN1CAO DE FERRO 1)0 BNGE-
NHE1RO DAVID W. BOWNIAN. WA
RA DO BRUM, PASSANDO O ^IIA-
FAKIZ,
ha semprc um grande siuuiiientii dos seguiules ob-
jeclos druierhaiiisiiiosproprios para enjillios, a sa-
ber : i., .nula, e meias inoendas da mais moderna
coiisiruccao ; laixas de ferro luirlolo e Italidu, de
superior qualidade c de lodo* o* tamauhos ; rollas
dentadas para agua ou animaes, de todas as Menor-
coes ; crivo c boceas de fnrnalhae registros de ho-
eiro. aguilhfit-s, bronzes, laralusosccavilhoes, inoi-
nho do mandioca, ele, ele.
NA MESMA FNDICAO.
te cieculam todas as eoconimcmlas com a superior
ridade ja conhecida, ecom a dc\ ida pe esteza e com-
modidade em itero.
SEMEM'ES.
Sao chegadas de Lisboa, e achain-se a venda na
ra da Cruz do Becife n. (2, taberna de Antonio
I raiin.ru .Matiius as seituiiles emenles de hortali-
cca, conw sejam : ervilhas torta, genoveza, e de An-
gola, feijao carrapalo, rizo, piuUcilgo, e amarello,
aliare repolltoda o alletoaa, salsa, lmales grandes,
rbanos, rabanetes braucos e encamados, uahos r-
io e branco, senoiras brancas e atnarellas, couves
Irinchuda, lombarda, e salila, scbola de Setubal,
s'egurelha, coeulro de louceira, repolho e pimpinela,
e urna grande porc,ao de diflerentes seutenles, das
mais bonitas llores para jardn*.
Vendei-sc grandes suecas com feijao : no ar-
mazem de Taan Irmaos.
Yendem-se amendoas com casca mole : no ar-
mazem de Tasso Irmaos.
Vnnde-se no lugar do Bosarinho um grande
sitio capaz de conservar animalmente 12 vaccasde
leile. com caa opltioa, baita para capin. e mullas
arvnres de fructo : a tratar na ra do Queimado
i. 63.
Aos c$enhoies(let'iip.nh*.
Avisa-se aos senhores de engenho, que
para facilitar o uso do arcano do Dr.
Stulle para purilicacao de assucar : ven-
de-se ao mesmo preco de 5$000, cada la-
ta de 10 libras.
Em tasa de Henrv Bruno & C, na
ra da Cruz n. 10, lia para vender um
grande sortimento de ouro do mellior
gosto, assim como relogiosdeouro de pa-
tente.
t lanos.
Vendem-se em casa de llenrv Bruna
& C, ruada Cruz n. 10, ptimos pianos
cliegados nos ltimos navios da Europa.
Vende-se urna carraca muito boa,
com arreios para um cavallo, tndo em
muito bom estado e por commodo preco:
na ra da Cruz n. 2(i, primeiro andar.
Vendem-se caijnhas com tentos mili-
to lindos, para jogos diversos e por mili-
to barato preco : parta da Crrz n. 2G,
primeiro andar.
Vendse um arreio novo para ca-
briolet, muito bom e barato : na rita da
Cruz n. 2li, primeiro andar.
Vendem-se espingardas francezas de
dous canos para cara, e muito emeonta:
na ruada Critzn. 20, primeiro andar.
RAP ROLAD FRAMEZ.
Vende-se esta cxcellente pilada, l-
timamente chegada de Franca e por com-
modo preco : na ra da Cruz n. 20, pri-
meiro andar.
UNIC11 DEPOSITO.
Vende-se agua dentifricc do Dr. Pier-
re, nica para limparosdentes e dar p-
timo paladar : em casa dos Sis. J. Soum
&C.
No aterro da Boa-Vista, defronle da boneca n.
14, ha cltegado um cande sortimento de sapalos de
burracha muilo recommendados para a estacan prc-
seule, lauto para homein romo para senhora, meni-
nos e meninas ; as-i ni comu um novo e completo
sortimento de calcado* francezes e de Nanles de to-
das as qualidades, e os bem couhecidos sapalos do
Aracaly para humen* e meninos, esleirs, cera e ve-
las de carnauba as mrlhiiresqoe de la lem vindo, lu-
do por prec,o muilo roiuntodo, a Iruro de sedulas
vellias
Peonas de ena
n-se muilo boas primas de ema
do Kecite u. 57.
Coaros de cibra.
Vendem-se muilo boas primas de ema : na ra
da Cadei* ,|o Becile u. 57.
Vende-se um resto de rouros de cabra muilo gran-
des c bous : na ra da Cadeia do Becife n. 7.
Olho vivo,
Vendem-se na roa de Apollo n. 19, sacras com
familia de mandioca, por preco de ."o; a ella', que
se eslao acabando.
Vende-se por B51HK) una raltelleira crespa em
muilo bom estado ; na taberna do Bcliro, un caes
do Bamos.
Cobertoies de algodio.
Vendem-se cobertores de algodAn sem pello a 15,
panno azul linollpara farda a 23600 o Covado : na
ra do Queimado n. 5.
No esrriplorio de Domingos Alves Malheusha
para vender ricos e elegantes pianos, bezerros en-
graiados, colina de liuho tara montara.
Malas de viageiu
Saceos de lapete de 13a, e saceos com m a, sobre
ludo de panno muito encorpado, propriu, pr.. via-
gensda Europa : na ra du Collegio n. i, cslahe-
I un mu 11 lo de J. Falq-ie.
Gorros escoce-
ses.
om|>raiN.

Ve citijcnlin Martauvjiie. fi
Gratis para os pobres.)
va Maunel de Sii|iieira Cavalcanll, professnr Q&
.'.-. houienpalliii, rniilinii.i a dar eOMoat Indos V;

dia*.

No esrriplorio de Novaes \ Companhia, na roa
1 do Trapiche n. 31, contina haver chapeos de palha
I do Cliilii e llalla, sorlidos, e chapeos de fcllro de lu-
1 das as qualidades, ludo por preco commodo.
Compra-se um cavallo que carregue haizo al
meio, e seja novo, sem achaques: queiu o tiver, pude
dingtr-se :\ ra do Queimado, toja 11. JO.
Compra-se una prela que saiba engommar :
quem a tiver, dirija-se a loja n. 3," prximo au arco
de Santo Anl jiiio.
jCompra-se eOeclivamenle, latao, bronze e cobre
velho : no deposilo da fundicAo da Aurora, na na
do Brum, logo na entrada n. 28,e ua mesma finidi-
cao, e 111 Sanio Amaro.
fSenDct.
VolUnlias
PARA 0 CORRENTE AUNO.
Follnnlias de algibeira contendo oal-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tosparoebiaes, resumo dos impostOS ge-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrudo, mascaras, 1 imiterio,
tabella de leriados. resumo dos rendi-
mentos c exporlacdo da provincia, por
500 rs-cada urna; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasou de padre, com a re*
sadeS. Tilo a 400 res: nalivraria n. 0
e S, da piuca da Independencia.
CORTES DE CASSA i'ABA (,)l EM ESTA' DE
LUTO.
Vendem-aa corle* de carea treta muilo niiuda,
por diminuto preco de Ua u curie, ditos de ca**a chi-
ta de bom goslo a -2?, ditos a -5*00, padres france-
zes, alpaca de seda de quadros de (odas as qt-alida-
Kiu casa de J. Parque, ra do Collegio 11. i. che-
gnu um lindo sortiuteulo de gorros escocezes de vel-
ludo de seda bordados de ouro o lisos, com lilas,
lano para homens como para meninos, dito- de vel-
ludo de algix)*- --; ~-Mo do ouro e lilas, para ho-
mens.
I&teiras e velas de car-
nauba
feilos no Ararat\, lauto em por^io como a relalho :
no Ierro da Boa-Vista, defroule da boneca, loja de
calcado 11. i i.
i'ara cobertores.
l'auuuazul de hia para cuberas: ua ra do Ouei-
mado.'loja n. j\.
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac superior em garrafas : na ra da
Cruz n. 13.
Vendcm-sc saccas grandes com milho a jOOO,
talas rom oleo de ricino, e en Barraba ale I l|J li-
bras a 1^, algodao em caroco ; ua ra do Vigario
n. .
Familia de mandioca de Sania Calhariua, cm
saceos, de superior qualidadc : vende se no arma-
sen de Paula Copel, na esradiuha da alfandega.
Em casa de N. O. Biebcr i\ C, ra
da Cruz 11. 4, vende-se :
Vinhode Madciraem l|i e l|8 barril.
\ tnagre branco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Bri ns da Russia.
Papel de embrulho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por com modos precos
sr CORTES TURCOS-
\eniieiii-sn esles delicados corles de ca-a prela
com pintas earmesina e Itstrados, u* mais lindo* pos-
siveis tela sua novidade de padrOes, <- M se vendem
as lujas dos Srs. Campo) & l.ima, ra do Crespo ;
Manuel Jaso l.cile, ra du Queimado ; Narciso Ma-
la Carueiro, ra da Cadeia, por preco muitotua
coula.
MOENOAS SUPERIOR.
Na fundico de C. Starr & Companbia
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
rnodello e construeco muito superiore-
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortida da me-
llior qualidadc <|ue tem vindo a esta pra-
ca e por prero commodo : na casa de
Adamson Howic & C, ra do trapichen.
\
"ende-sena ra da Cruz n. 2, pri-
meiro andar, o verdadeiro e axcellente
cha' preto em libras e por muito barato
preco que fas admirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos francezas, muito proprias para caca
e por baratissimo preco: na ra da Cruz
n. 2(i, primeiro andar.
Vende-se um caliriolel lodo pintado e forrado
de novo, com arreios, be bastante leve, seguro e bo-
nito: para ver, na ra do Hospicio, esqoiua do Ca-
tniir.ln, loja do Sr. Candido (pintor de carros), e a
tratar, na ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
Para .sacerdotes.
Vendem-se meias de laia prelas.e brreles de se-
da prelos para sacerdotes : na ra da Cadeia do Be-
cife, loja n. .Vi.
Liquidaco.
O arrematante da loja da ra do Crespo u. 1, jun-
to a eata nova da quina, confronte ao arco de Santo
Antonio, quereudo acabar com as fazendas que exil-
ien), vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. I'r 111 re/a pela de boa qualidade a .300 rs. o
covado, alpacas finas de superior qualidade a 800
rs. e lo o covado, meias prelas de algodSu para se-
nhora a 201) rs., suspensorios a 100 r. o par, corles
de cassas finas francezas a IjiOO. e 2&600 muito fi-
nas, lencos de cambraia linos a 200 rs., dilos de seda
da ludia muilo finos para homein e senhora a 1JM00,
romeiras de cambraia lina da latos de seda para e-
nl.orn a -J9. manteletes de seda lino, a 1, mantas de
seda para senhura de nuperior qualidade a 5, corles
de rolletes de litazinha par* homem .'iOO rs., lencos
de seda branca nimio Bao) 15, corles de fustn
para collelcs a biO e 800 r*. de superior qualidade,
corles de vestidos de cambraia e seda muito finos a
>5 e lij, corles de cambraia rom babados finos a 3J,
ditos de cambraia de cor a *"t00, brelanha de linho
de Ii varas a peca, fina, a 2200, chales de tarlalana
a 8fW rs. 19200, ditos de cassa e seda muilo linos a
230O e 39, l,1a para vestido de senhora a 320 o co-
vado, cambraias de cores finas a 320 e IDO rs. a va-
ra, peras de lihi para roosqueleirn de 20 vara a 3o
a pec,a. curtes de ineia caseraira de superior qualida-
de a latiOO e 25 o corle, meias para senhora linas a
20 e 320 rs. o par. madapolao e algudSozinho, e
outras umitas fazeudas que por sercm muilas nao se
pdem mencionar, e que se veudem por lodo o preco,
na mencionada loja.
1 era Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos preso doque em oulra parle : na ra da Ca-
deia do Becife, loja 11. 50, defroule da ra da Madre
de Dos.
Tinta preparada em oleo.
Na ra du Trapiche Novo n. 18, em casa de E. II.
v\ yall, vende-se e\cellenle tinta branca, preparada
em oleo, cm latas de 28 libras.
Eixos e arreios para
carros.
A endem-se superiores eixos e arreios para carros:
na ra do Trapiche Novo n. 18, casa de E. II.
Wyall.
Candelabros e lustros.
Acha-se venda em casa de E. II. Wyall, na ra
do Trapiche Novo 11. 18, um complelosorlimeulo de
candelabros e lustros hronzeados de3a8luzes.
v iulio Xerez e Parto.
Vende-se vinlto Xerez e Porlo em barrisde quar-
lo : em casa de E. II. Wyall, ra do Trapiche No-
vo n. 18.
POTASSA E CAL YIRGEI.
No antigo eja bem conhecido deposi-
to da ra da Cadeia do Reeife, escriptorio
n. 12, lia para vender muito superior'
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal virgen) de Lisboa em pedra, tudo a
preros muito avoraveis, com os quaes li-
carffo os compradores satisleitos.
Taixas para engenhos.
Na fundico' de ferro de D. W.
Bowmann, na ra do Brum,passan-
do o chafariz continua haver um|
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
prero commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Tahoado de plano da Suecia, alcalrao e plxe.
-Me. (. ilinnnt Companhia, leudo recebido um
carresamenlo desle ecncros pelo brigue sueco D.
Ihereza, de dolherabour, vndenlo os meamos a
relalho por precos baratos: o laboado acha-se reco-
llndo no armazem doi Srs. Carvalho & Irmao, roa
do Brum.
AO BARATO!
Na ra do Crespo, loja n. 1, vendem-se por todo
o preco fazendas de pritneira qualidade, pura acabar
uao se olha a preso.
Relogios
ingle/es de pa-
tente,
os m el luiros fabricados em I nula I erra : em casa de
llenry Cibson, ra da Cadeia do Reeife n. 32.
Vende-se ac em cuuhetts de um quintal, pur
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
monti Companhia, praja do Corpo Sauto n. II.
(partas france-
zas.
Vendem-se superiores cartas francezas para vol-
tarete a 500 rs. o baralho : na ra do Oueiinado.
loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Moinhos de vento
ombombasderepuio-para regarliorlase baixa,
decapim.nafundicaode U. W. Bowman: uarua
do Brum ns. 6, 8 c 10.
-Vende-sepor 10 ra. o tratamento da
cliolera-morlnis: na livraria n. I S, da
piara da Independencia.
Oh que pee-hincha !
Vende-se rasemira prela muito fina, pelo baratis-
simo preco de 53 o curie de caira : na ra do Cres-
po n. .).
Relogios de ouro
inglezes
ilc pateule, de sahnnete c de adra : vendem-se em
casa de Aususto C. do Abreu, na ra da Cadeia do
Becife n. 18, primeiro andar.
Aos fuadores de flores a
r vores fructi fe ra s.
Mr. Arnol, memoro da sociedade de horticultura
de Paria, lem a honra de participar ao publico, que
acaba de tra/cr de Franca nina rica colleccAo de
llores, arvores fructferas de costos diversos para or-
namento de jardn*, um sortimento de raizes de llo-
res e batatas, que vende por probos commodos ; no
alerro da Boa-Visla u. 38.
Vendem-se on alugam-se na I'assasem da Mag-
dalena, anles da ponle, dous silins com casas de so-
brado, as quaes lendo rommunicacao interna, lam-
bem podem servir para urna sii familia : a Iralar na
ra da Cruz n. 45.
Superior fariuh de Sania Calhariua ; vende-
se na saccas : no armazem de l'aula Lopes, ua es-
cadinha da alfandega.
Chapeos de sol de seda a 59000.
Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-se chapeos de
sol de seda de muilo boa qualidade, pelo bailo pre-
ro de ."iji cada um.
Sacras com familia c
mitho.
Vendem-se saccas com farinlia o milho : na roa
da Cadeia do Becire.loja de fazendas u. 23.
Vendcm-se ns verdadeirns charulos de S. F-
lix : na ra do uuciruadu n. 13, loja de ferragens.
Vende-se uro cabriolel em nom uso ; a tratar
na ra do Colligio n. -21, primeiro andar.
Sal do Vssii
A bordo da escuna ojos veude-se sal do Asu',
ou a Iralar cun Antonio de AI menta Gomes, na ra
do Trapiche n 10. segundo andar.
Saldo Asno
Vende-se a bordo do palhahole Adelaida, ou a
Iralar com Antonio de AlmVida Comes, ua rua'do
Trapiche n. 1f>, secundo andar.
l'.i ti ii Ii :i de mandioca.
Vende-se farinha de S. Malheut, em saccas ; no
caes do Bamos, armazem do Sr. Pacheco, por preco
conunodos.
Cousas finas ede
bons gostos
RA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com plomas, bolola, e
espelbo a -j.-. luvas de pellica de Jouviu o melbor
que pode haver a IfSOO o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homem e senhora a 19280, di-
las de lorual prelas e coro bordados de cores a 800
rs. e 19201), ditas de fio de Esencia brancas e de to-
das as cores para homem e senhora a .VHi rs., dilas
para meoinos e meninas muilo boa fazenda a 32U,
lencinhos de relroz de todas as cores a 1s, Loica- de
lila para senhora a 610. pernea de tartaruga para
alar cabello, fazenda mullo superior a .*tS, dilos de
alisar lambem de lartaruca a :ic, dilos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imitando muito aos de
tartaruga a 19280, dilos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo snperior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda piuladas para chancas de I a 3 anuos a 1*800
olpar, ditas de fio de Escocia lambem de bonitas
cores para crianzas de 1 a 10 anuos a 390 o par. es-
pelbo tara prele com asedenles vidrot a 500,
700, \0 e 15-200. loucadores com ps a I9.1OO, filas
de velludo de todas as cores a lt>0 e 2i0 a vara, es-
costas finas para denles a 100 rs., e lini-.imaai a 500
rs., dilas nissimas com cabo de marfim a la, tran-
cas de seda de todas as cores e lareoras a 320, UO e
500 rs. a vara, sapatinhos de 18a para enancas de
bonitos padres a 210 e 320, adtreros prelos para
lulo com brincos e allineles a 19, toucas prelas de
seda para enancas a 13, travesas das que se usam
para segurar cabello a I9, pislolinhas de metal para
chancas a 200 rs., galheleirat para azeita e vinagre
a 2*200, bandejas muilo finas e de lodos oa tama-
uhos de 19. 29, 39 e 19, meins brancas finas para
senhora a 210 e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a 400 rs., ricas ral xas para rap com riquissimas es-
tampas a 39 e 29500, meias de seda de cores para
hornera a 610, chaTuleiras muito linas a 29, cssloes
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armacAo de ac,o praleados e dou-
raitosafiO, I3e1j200, lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 500 rs. e 1, superiores e ricas benga-
liubas a 29, e a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavallo pequeos e erando*, fazenda mullo supe-
rior a 610, 80n, 19,19200, I9500 e.29, atacadores de
cornalina para casaca a 320, penles muito linos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 610, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
640, meias brancas e cruas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par, camisa* de meia
muilo finas a 19 e 19200, luvas brancas eucorpadas
proprias para montana a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas ahuma-
dura de madreperola e de oulra muilas qualidades
e goslos para col leles e palilsa 500 rs., fivelas don-
radas para caira e clleles a 120, ricas filas finas
lavradas c deludas as largara, bicos finissimos de
bonitos padres e loda as lareoras, ricas franjas
brancas e do cores para camas de nonas. h-V.nri-
11 lias para costura o mais fino que se pode encontrar.
Almde tudo islooulras muitissimascousas muilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
ro que faz admirar, como todos os frecuezes ja sa-
ben): na ra dn Queimado, nosqtialro canlos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
A3$500t
Vende-se cal de Lisboa ullimamentcchagada, as-
sim como potassa da Bussiaverdadsira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.
VIMIO XEBE7..
Vende-se 6eperior vinhn de Xerez em barris do
i|t, emeesa Je E. K. Wyall: ra do Trapiche
o. 18 '
AGENCIA
Da Fundico Low-Moor. Ra d a
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de foro batido
e coado, de todos os tamauhos. Dar
dito. K
Vendem-se em casa de S. P. J0I111-
ton <& C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sel luis inglezes.
Relogios patente ingle/..
Chicotes de carro e de montara.
Candicirose castiraes bronzeados.
Lonasinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para cano.
Barris degt'axa n. 97.
Vinho Cherry em barris.
Camas de ferro.
UyUlDAC.VO'.
"rematante da loja de miudezas da roa dos
Quarleis n. 21, quereudo acabar as miudezas que
eiistem, vende barato alim de liquidar sem perda
de tempn.
Franja com bullas para cortinados, pee 49000
Papel paulado, resma, (de peso) 39OOO
)tlo de peso, resma 29700
l.ila de cores para bordar, libra 79000
1 entes de bfalo para alisar, duzia 39000
Fivelas .Inorada- para calca, urna 100
(.roza de obreiss muilo finas OgOOO
Lencos de seda linos, ricos padres I9.1OO
Caita de liuhas dcjrtarca 240
Meias para senhora por 210
Penles de lartaruca para segurar cabello 49000
(trozas de canelas finas para pennas 29000
Dilas de bntes linos para casaca 2g<)00
Meias prelas para senhora, duzia 39200
Ditas dilas pira homem 29800
Lacre encarnado muilo fino, libra I98OO
Papel de cores, maco de 20 quadernos 600
Duzia de cohetes 720
E'pelhos de lodos o nmeros, duzia 28500
l.iuha de novellos grandes para bordar 19600
Bicas fitas escocezas e de sarja, lavradas,
largas 000
Meias cruas sem costura para homem 39300
Ditas de seda n 2. pera 380
Trancas de seda branca, vara 400
Gala de raz, duzia 19600
Pecas de filas de cus 300
I.apis finos, croza 29100
'iutd.iu para vestido, libra 19200
Toncas de bloudc para menino 1C200
Chiquitos de merino bordados para menino 19000
e outros muitosarligos que se turnam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um pouquinho mnis barato a aquellc senhor le-
gista, que queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em priraeira mi.
Vendem-se dous pianos fortes deja-
caranda", construeco vertical e com to-
dos os melhoramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de Hambur-
go : na rila da Cadeia, armazem n. 8.
Vendem-se sellms com pertenece pa-
tente ingles, e da mellior qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Howie&C, ra do Trapi-
che u. 42.
Vendem-e relogios de oara patente iaarlez -
escriplorie do agente Oliveira, rita da Cadeia do
cife n. 02. primeiro andar
Cal do Lisboa barata.
Para fechar contal vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 39200, auira como
ha urna porfi da dila cal sola, ptima para calar
pe;o seu briihanlismo e durado, e enche-se urna
barrica que tenha sido de |bacalho por 38: na ra
da Cadeia do Becife n. 50.
Meias prelas pa-
ra padres.
Veinlem-se superiores mtiaa de laia para padres,
pelo baralissimo preco de I58OO o par, dilas de al-
godao prelas ,1 640 o par : na ra do Queimado.lnja
de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vendem-se frascos code vi-m rolhas
dio muito proprios para conservar toda
a qualidade de rape, e por muito com-
modo preco : na ra da Cruz n. 2!i, pri-
meiro a tullir.
Prelo ovo de
LISBOA A 4,500 US.
No armazem de lasso Irmaos, 110 becco do'lion-
ealvea.
(OM.lOI'ORIEMOnAlSBVRVTO
do que em011 ta qualquer parte.
Bico de lilond de seda prela para oareaana r tm-
uilas filas, como se recebe esla fazenda directaanen
le da fabrica, par isso pode Merecer esta ventees na
a seus fregueze, casa do relojoesro.
VARANDAS E CRIDES.
Cm lindo e variado sorlimenl* de aaadslls. para
verandas e gradaras de sosia moderniMiano : na
fundico da Aurora, em Santo Amaro.c no deitea*-
to da mesma, na raa do Brum.
TAIXAS DE FERKO.
Na fundico' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e defion-
te do Arsenal de Marinia ha' lempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como eatrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas.
razas, e fundas ; e em ambos os logare*
e\istem guindaste, para carregar ca-
noa, ou carro livres de despera. O
precos sao o* mai commodo.
ARADOS DE FERRO.
Na fundico' de C. Starr. A C. era
Santo Amaro acha-se para vender ara
dos c1 ferro de -nw qualidade.
Relogios.
RELOGIOS r
Col>ertos cdescubertOH,pp()
queiios eg ra i des, de oa
ro, patente ingle/,.
Vendem-se no escripleri de Satolkall Mellar A
Conipaohia, na rna da Cadeia d.. ftacise n. X
mai superiores relutaus coberloa e desroktrta 'mr-
quenos e urandes, de ouro. palenla iaah?z de aa
dos melhores fabricanles ullimu paqoele inulez. w^ .
Em casa deHenrv Brunn & C. ra da
Cruz 11. 10, vendem-se:
Lonas e brius da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelhoscom moldura.
(lobos para jardins.
.-.deiras e sotas para jardim.
Oleados para mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
-Em casa de X. O- Biebe, AC, iim
da Cruz n. i, vende-se :
Lonas da Russia.
Brinzao.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cogaac em cai.xas de mua dii/.ia.
Saceos de estopa.
Espadas para mtiaicus ecoiMam
Por commodos precos.
Navallias h conteni.
Na ra da Cadeia do Kecife u. Mt, prnaetr an-
dar, escriptorio de Aninslo C. de Abren, cmki-
ouam-se a vender a tCstlOO o par .preco 6e. a w
bem condecidas e afamailas navalhas de bar* feiu,
pelo hbil fabrcame que foi premiado na ei.teasra*
de Londres, as quaes alero de doraren) Ti1riij|_
riaraente, nosesentem noroslo na aerjw d cortar-
vendem-se com a cndilo de, nao asradando pal
dercm os compradores devolve-las al 15 diaeaam
pa compra reslitnindo-se o imperte. --.---
KOB LAFFECTEI/K.
Ouhco aittorismdu por decito do comutlko rral <
detreto imperial.
Os medico dos hospilacs recommendam o ArretW
de l.atlectcnr, como sendo o nico aalonsade ms
goveruo, e pela real sociedade de medicina ttrla
medicamenio d'um goslo agradatel, e fcil a la
em secrelo, est em oso na anarinha real desase I
de 0 anuos ; cura radicalmente em potar ta>
com pouca despeza, em mercurio, a an'eert*da
pelle, iiiipincens, as cdnseqifettcias das sarnas, Ier-
ras, e os arridentes dos partos, da idade critica e
da acrimouia hereditaria das hnmores; conven ae>
catarrhos .1 bechiua, "as contraen'., r Tr.innu-
dos urgaos, procedida do abase das injecrims"o*4e
sondas. Como anli->piililico, o arribe rara em
pouco lempo os limos rcenles oa rebeldes, aac vai-
vn ineessaiiles em couseqacncia da empican da
copaiba, da cubaba, ondas injecre. qae rertrr-
senlent o viros sem neutralisa-lo. O liaba Le-
ffecleur he especialmenle reronimendud* cofMra a '
doencas iuveteradas ou rebeldes tn mercara e aa
ioditrelo de potassio. l.isbaa. Vende-ae na bli-
ca de Barril e de Antonio Feliciano Arres de iie-
vedo, praca de I). Pedro n. 88. onde araba de'ene-
gar urna srande porrAo de ganaras urandes e pe-
queas viudas directamente de l'ari. de cana 4
dito ilo>veflii-l.atlericur l, rna Kicheo ., Parr.
Os formularios dao-sc gratis em casa da asale Su-
va, na praca de Ii. Pedro a. S3. Porto, fui_iii
Araiijo ; Bahia, l.ima & Iranes ; Pernanabnc*
ouiii; Rio de Janeiro, Rocha & Filbos : e Marai-
ra, loja de drogas; Villa Neea. Joto reentra de
Macales l.eite; Rio Orando, Francisfo de Pava
Loulo cv C*
CHAROPE
DO
BOSQLE
O unicodepositorontina a ser ne blica de Bar-
lltolomeu Francisco de Sonta, na raa larga da Rom-
rio n. 36; garrafas grandes55U0 e peqaeaas3Ktm
\mmm para o hilu*
Tara cura de phlisica era todos os sen diHerente-
graos, quer motivada por eonstipacftes, losse, esthe
uta, pleuriz. escarros de sangun, dor de costada* a
peito, palpitaran no coraran, coqueluche. brenchM-
dor nagarganla.e todasas molestiasdosoreie Ml-
monarr. a1^

j
(f^crat>o^ftt0H>oa
No dia Ifi de Janeiro do nitmi,.!... rr*
do engenho labatingu om mualo esflaTo, aaener-
lenee ao Sr. Herculano Cavaieanli de Sai Albotreci
que, cojos >ignaes sao os sesuinles : car bem clara
cabello crespos e ca.lanhos, baiie, cheie do rorna'
esla rom a cor plida por ter soffrido seive*. e tea.'
aiutta manchas no peacorj, macalas e peilo. |H
a ill annits .. idade, o non ja Ihe apanl. ; leven
camisa de alsodaozmho aaal ja desbolada e (an.l*m
a ceroula. um capole de panno Ana cor' dr rale la
bem usado presume-se qne levan san raam__i__
um frioiiliolio forro Cora 13 aanas da idade alto
ecco, e com algumas nodoas pelo rosto e Descera
ha razilo tara -uppor-se qoe elle ,0 molale^reiea-
de passar tur forro : ,,uem o pegar f.ri o fjrwrk-
var a eu senhor no engenho mencionado, oe enlre-
sar netla praca ao Sr. Antonio Annes Jarosa* Pi-
res, morador no alerro da Boa-Vala, qae ,rra re-
compensado rom senerosidade.
- outiii.i andarfugida a .reta Merme, tri-
oula, ,dadc de a : annos, ntuco m.i, Sai*
com os s.gnaes segumles : falu de denle, na freneae
una das orelha rasgada proveniente do brK,
quem a pesar leve-, a ra do Brnm, n-aM*
assucar n. l, qae Mri pSS m m
JL%5uTdi" eorre< '**' *
navio Angola, que repreenta ler :W ancos, e-lalura
corpo regulares, e hem asignalado nat | rJ.
..mlins neto rosi, dehano do qt.eiv.. a no pesia ;
levou calca de l*,i pa,d0, cami. ae rcad.. al. r
mais urna de meia de I:,. ,wr batan : roga-se a qual-
quer nanee que u apprehcnder leve-o a ra das Cru-
zes n- ll, a seu senhor Domneos da Silva C
PERN. : TYP. B U. F. DE FARI*. 185*
DATA INCORRETA
MUTILADO ILEGVEL


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