Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07299


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Full Text
"M
Anno XXVII
Quarla-foira 3>
.i' '. j i
de Dez'vibi:i de 1851.
N. 295.
rasgo ba soaonurciAo.
PlSAMINTO ASItHTADU.
Por trimestre............ 4/000
por leme'itrc............. 8/000
Por nao.......- .....lyUOO
P00 DKNT10 DUHIESH1.
Poi qnirtel............ 4/500
NOTICIAS DO inrcnio.
17 de Dezbr.(Minas... l5delNovbr.
Para.
Maranho 2i de dito
Ccar... Mde dito.
Parahlba. 2J de dito
S.Paulo. 10 de dito.
(I. di-1. 15de Deibr.
Babia... 20 de dito.
DAS DA asiANA.
2II Sr-i. S. Thomaz aic
de Canluaria.
30 Tere. S. Sabino.
.'II Ouart. >XS. Silvestre
1 Quii. +* ircuiu-
cijao do Similor.
2 SfSt. S. Iildoro
3 S'ab. S. Aprigio.
4 Dora. S, Titob. S.
Prisco.
AUDIENCIAS.
Jallo e OrpkSt,
2.e5.'s lOboras.
. vara do civel.
3. e6. ao meio-dia.
Faunda.
3. e6. s 10 boras.
2. vara do rite/.
4. e sbados ao melo-d.
RclifSo.
Tercas e libados.
iramniiD.
Creicente i 5, as 8 boras e 15 minutes da m-
Chela a 7, a 3 horas e 48 minutos da m.
Mingoante l>, si hora e *8 minutos da m.
Nova l. hora e 3minutoi da m.
fIiMlBIHOJI
Primeiras 10 horas elJ minuto da manlia.
Segunda isla horas e u minuto da tarde.
FiTIDA BOI OOatAKIO*.
"launa e Parahiba, i segunda a sexta
Jfeira
Jo-Grande-do-Korte, toda as quinta-felra
omeio da.
ii,inliiins e Bonito, i8 e 23.
a-Vista, Flore, i3 e 28.
ctoria, s quintaa-felra.
Inda, todos os das.
NOTICIAS STnAKGZIBAS.
Portugal, lide NoTbriAoitrla.. 2 de Novbr
llesnaqha. 8 de dito iSuilaa... 2 de dito.
Franca... 8 de dito Suecla... 28 de Outbt
Blgica... de dito 'Inglaterra 8deNoabr.
Italia.... 31 deOutbrl
Alemania. de Novbr
Prossia ... de dito.
Dinamrca29deOutbr
Aiiaala... 28de dito
Turqua.. l8de dito
E.-llnidos 211 deOulbr.
Mxico... 15 de dito,
California 12 de dito
Chili. 8 de dito
Uuenoa-A. 8 e Novbr
Montevideo 2. de Outbr
OAatBIOIDB 30 DI DXEEB
Sobre Londres, a 28 d. p. lf Firme
Parla, 340 por fr.
a Lisboa, 90 por cento.
tETAES.
Ouro.OneabenaDhola.... a I
Hoedaa de 6/400 velha. BfOOO a IB
, de 61400 nova. 16/000 a 16
. d 4/000....... 9/000 a 9/10
PraU.-Pt.cae.br..ileiro... 1/940 a l/90
Peocolumnarlos... 1/920 a 1/B'O
Dito indcanos..... 1/740 a 1/750
PARTE OFFICIAL.
Procurador flscaI--0 actual Aotoniu|loa-
quim do Mello.
Cliefe de soccSo-0 ollicial-maior da conta-
GOVERN DA PROVINCIA I doria JoSo, Fernandos da Cruz.
EXPEDIENTE Do DA 21 DE DEZEMBRO DE Dito-0 prmeiro esorpturano Antonio Vi-
1851 i tal Jo OH'Pira.
oMclo.--Ao'Exm. presidente do Cear, "-0 omolal da secretaria Antonio Luiz
diiendo que .segundo informou o comman-' do Amajal e Silva. _
dante.JovADorS.-Sa/B3doraodo3ombarga- Primero oscriplorario--0 actual Joso Hen-
dor Chafe de polica, So vieram os dous. "que Mochado,
sentencia 1 os, quo S. Etc. communicou,
quosnguiam para osla provincia a bordo do
niesmo vapor com destino ao presidio de
Fernando.
Dito- secundo eseripturario Jos Innocen-
clo Pereira d Coata.
Dito -O contador d Parahiba Jos Francisco
lo M un ii .
ilo.-Ao mesmo, aecusando racebidos Nto-0to de Srgipc Francisco Joso Mar-
us dous oflictM, quo S. Etc. remelteu, para UnsPcnn. .-,.< ,-____:.
serem enviados pelo vapor inglot ao con- Segundos nTlda- actual Jos Francisco
sul brasileiro em Liverpool, os quaes sogui- _.f"'n!''',*?i u, /.... N
ro o se destino palo paquete que so espo- D'lo dito-Miguel boraphim de Ca3tro No-
i illa cnl I ll'S
Dito.-r, commanlo das armas, trans- {>ii0 dito-llmbelino Guodos e Mello,
mittindo por copia'o aviso da repartico di Terceiro dito--0 actual Josc I-ilippo Nery
guerra do 5 do correte, do qual consta que 'la Silva,
semondou dar baixa, por torem sido jul- Dito dilo-JoSa Joso Lopes,
gados inespazos de continuar no servieo do R'tu dito-Car os Joso de Sotizi Correa.
de Saldanha projectava a regeneracSo, e
dopoisquando cliamou Rodrigo da Fonseca,
mas pouco tem feito, o nisso mesmo tem
sido mal succedido.
No da 4 trouxe o Diario um decreto da-
tado de 3, que tem causado o niatof doscon-
tentamento possivel. Neste decreto he lau-
cada urna daduccSo de mais cinco por cen-
to em todos os vencimentos dos emprogados
pblicos, que com vinte que j pagavam,
Hcam assim recebendo tres quarlos dos sous
vencimentos; mas isto (diz o decreto) s
durante o prlmeiro simestre de 1852. Os
juros da divida coi-sol i la Ja (inscrlpcO-s) In-
terna o externa, que so estSo a dever (tres
oxercito, dos cadetes do quarto baiallUo de
arlilhana a p Custavn de Abroo Carvalho
Coutroiras e Olegario llntins da Costa quo
soacliam na provincia di llahia.Commu-
nicoi-se a pagadoria militar.
Dito.Ao mesmo, remetiendo copia do
aviso do ministerio da guerra de 29 Jo no-
vcuibro ultimo, determinando quo nflo se
remolla para a corle soldado algum, quo se-
ja casado o tenba lillios.Igual copia romel-
teu-sc a thesourari de faz?nJ i.
Quarto dito-Jos Varonil Beierra de Albu-
querque.
Quarlo escripiurario -- Aleixo Barbjza da
Fonseca Tinoco.
ilicial da secrataria--0 aCtoal'Emilio Xa-
vier Sobreira.
Dito-0 olcial-maior do Ciar I.uiz Fran-
cisco de Sampaio o Silva. "'
Dito dlto-DoTtio Gran Jo do Harto Mtnocl
Jos Pinto.
Amanuonc--d fcttial Tllomaz de Carvalho
Paos Jo AndraJii.
Dito.Ao mesmo, para quo prosle n in-
formaeflo, que se exigo no aviso, que re- Dito dito-Jos Mana da Tnndado.
melle por copia, do ministerio da guerra, Dito-0 segundo escripturano l-redenco au-
cere da baix, quo no requerimenlo, quo gusto de l.omos. ,nu.,i
tambem remette, peJeJoanna Hara de Fi- Thesoureiro-Oaetunl Domingos Affonsoe-
gueredo para seu Hlho Honorato Pereira d ry Ferrera. .,.
PagadorDitn Manool Josc TeixeiM Bastos.
Cartororio Dito llerculano DeoJalo dos
Santos.
Porloiro-Dito Jos Hara de Albuquerque
HaranhJoi
Continuo-Dito Francisco Pereira de Barro*.
DitoA' mosma, transmitlinJo copia do
aviso da rcpailicao da fazenda do tO do cor-
rento, commuiiicando a nometcilo do ter-
celro scriplurano daquella th-souraria Jo-
cxgMcira"cVntVdVn7vrs"o\"qurro"meU^ s Brazilino da Silva para o lugarlchele J1
relativa- desecho da Ihesouraria do lliot.randodo *
1851) serao pagos na razSo do com por cem,
em inscripcOes o bonds de qualro por cento,
com vencnn^nto de juro, de julho de 1852
om diantr. Com iguaes ttulos erSo pa-
gos os juros das inscripc,0>s quo se lio do
vencer no llm do primoiro siniestro de 1852.
Esta invenco de opilalisar urna divida fu-
tura eslava reservsda para este ministerio.
Nos mesmos ttulos ou inscripeos de 4
por cento serSo pagos toJos os Vincimen-
los que estSo em JivJas al junho de 1851,
dos servidores do oslado, o a divida do for-
necimento do exerclo de oporacOes duran-
te a rovolucto do minho am 1846 a 47.
Para pagar os juros das insenpeoes que
se hilo de oiuillir para roalisar esta capita- |
lisacao, seapplicam mudas recetas, real-
mente ln:ni paradas, e suQlcientes para Ihes
garantir o pagamento. Caes sao os rendi-
inonlos applicaJos juuti do crdito pu-
blico para pagamento dos simestres capita-
lisaJos ; a somma destinada para aamorti-
sasSo do emprestimo Jo qualro mil conlos,
que recebia o banco do Portugal; motado
da quantia das despeza de commissdes a
cargo da mesena junta do creJito ; o impos-
Mullocom praf a no quarto batalho de ar-
lilnaria a p.
Dito.Ao mesmo, remettvnlo copii do
aviso do ministerio da guerra de 5 do cor-
rento, declarando que deve o cabo do d-
cimo batalhSo de infantaria Stiro Pereira
da Fonseca provar o quoallegou no requo-
rimento, om que pedia se lhe conlasso scu
tempo do pra(a desde iSi.
Dito. Ao mesmo, para que satis(ac,a a
rupia, do ministerio da guerra, .
mente a guia do soldado JoSo Lo,'Oi dos norte.
Sanlos B l)ito.--A' mesma, roincilonlo copias do
Oito.'-Ao mesmo, remetiendo por copia o aviso da rsparitcilo da fazenda Jei 10 ed\o
aviso do ministerio da gueira de 5 do cor- decreto de "ocorronte, pelo q.ial loran
rente, determinando que sigam para as Ala- rpos-ntados o contador doque la ''oura;
gOaa qualro oniciaes subalternos dos da na Josc Victorino de Limos, o ollicial-maor
torceira ciasso, allm de serem all conveni-
entemente emprega los.
Dito Ao desembargador chefe do polica,
Accusando recebido o seu ollicio de -' d
novembro n. 97, acompanhadodu copia do
que lne dirigi o fiscal do contrato das car-
nes verdes em 11 do mesmo nioz, po-gun-
landc seos alravessadori-s podan vendor
carno fresca nos lugares designados no con-
trato dos forneceJor-'s daqucllo genero,
por pretjo maior do que o dosiguado no
mesmo contrato respondo V. S remet
tcndo-lhe copias do ollicio do inspector da
thesouiaria provincial de 12 do crrente, e
da respectiva secretaria Ignacio
da Fonseca o os prime os escripluranos
Joiquim Jo- do Abreu Jnior c .Manuel da
Silva l'Yrroira Jnior.
Dito.-A' mosma, remetiendo copia do
aviso do ministerio Ja fazenda de 5 do cr-
reme, coiniuncoiido que, por decreto de
28 do novemliroulliuio fol reintegrado no
lugar dn leiili substituto do curso jurdico
da OlindaoDr. Jerouymo Villelade Castro
Tavaios.
Dito.--A' pagadoria militar, inteirando-a
de baver in deferido o requer liento em quo
o cabo do corpo de polica Mximo Fran-
" gralifi
plgam aos conlratadoresas quantias mar- pcrlence. 0110rr
cadas n. condiccao,a..arta daquelle contra- Dito -Ao director do W'ri,
to rara poderem entrar com tiles em con- remetiendo copia tfo aviso,. ai te 1
correncia" no merclo, se impozesso m.is o guerra *jMo fS^aS^SS^ ^
rostituiQdo do
al da dita
i no ataque
), oque s p'or contrato se fez cornos e uounna.--esta sanu m "zaram-se as
referidos conlr.tadores, far-se-hia estes convenientes coinmunicac.oea_
um manifest favor em prejuizo do bom ser- Dito.-- A U'""*?'!!*^.
vico dos consumidores, que fic.ri.m por es- 1 -te-n Jo-a d^haver autonsaJo _
ar, c aquello qui lhe fez o celebro (To-
mento da quinta do Alfeite. II notavel
a o ministerio do duque doSaldanlia se
rva dos mesmos accessores, com poocas
cepcflis, que doram os mais possimos
nselhos ao ministerio Cabral/ At o pro-
clo da reforma da cuta, que o govoruo
a de apresentar s cortos, foi incumbido
o con6Clheiro Hanoel Duarlo LeilSo, um
loa principies oradores do condo de Tho-
nar na cmara dos pares! Qucm lou as pa-
vras n vio as obras do marechal contra os
^orruplos e corruptores, e presencia agora
( que se est passan lo, opera as mos na
abac, o quasi desespera do vor isto em
o os dous de ^sradeu8ee";;irde9i:,osloa-sverual03 nosdcjs,
algum a madura, o governo maodou rever
n5o transcender os Iimiles do urna rasoa- l negocios estrangeiros. Causa porm des-
vol moferaeao. Outros, nao sel e com mais gosto ver nm human to uniidendo no
?unlamoiri;,.goir.m-prccellosa tempes-; paii, como ho A. -rcu"no, e entregue a
[adei -"notara sombra, e sibilante vento; um tr.balho que tem de lhe absorver multo
Jistribi. efelentasVonlr. o throno. trama, lemao e estudos, envolvido "'o-
mas ou menos oceultas as conferencias das ] nhos.s pugoes polticas, onde elle realmen-
corn,nisso",en.s p.leitas dos clculos lano tem s!do tamben succedido como
dos corredores de S. Bento, biforadis ca-i era de esperar. .....
toiianlsnc, discursos dur.nti as discos- Dir-lne-he. primeir.meute conta da ele.-
ses e finalmente propostas de reformas ra- cao dos deputados por LisbOa .
dicas i omigogieos, em potiliee e admi- No da 16 raumr.m-se os dous colegios
n stracl. Pelo qu dizwespeilo segunda om que o crculo eslava d.v.dido um em
- S Bento o oulro na cmara monicipal. A
esto presidia o marquoz da Loul e aquello
cons Ribeiro Saraiv, do supremo tribu-
pergunta, ha quem responda quo Saldanha
he anda hnje o quo foi em Pars em 1830 e
18JI ; que elle nao s aspira a dominar a
situa(3o o a mosma i ma, n
nal de justiQa. Os eleitoree cabralistas man-
es recenseamonlos municipaes, quo esta-
jiii oscanialosamcnto viciados, ordenando
que se alargasse a esfera das capacidades
illegveis para vareadores, e augmentando
o numero dos da cmara de Lisboa, quo li -
carain sendo dezoto. A eleicSo dosta, em
consequenoia da rovisJo, fui addiada para
o da 25 de Janeiro.
Alguns outros decretos tem sido publica-
dos, mas insignificantes; o da alteraclo dos
bens do inorgado, cfrelos, abolico do
co junando em chefe, do consiilhodo estado
e outros em que se fallava, como crises quo
a dictaJura devia levar como sous brases
ejonomicos as corles, no arpareceiam
"astern de boin gra o ouUospeio con timo, dando om rasu.tado os seguinlas :
9ose pr^av-.M--. ...--
trario assialham, q-io o duque regenerador
esl rosolvidoa dissolver a cmara no caso
de ella somustrar Hostil ao throno consti-
tucional da Sra. I). Mara II; claro esla que
uflu he possivel, principalmente a quoin nao
lem accesso nos gabinetes dos ministros,
nemnoa clubs activos das dlTereules rae-
cee, colher iuformacoasetaclas quo habi-
lilom a lazar um prognostco seguio fnem
masillo provavel) sobro pontos tao irans-
cenlontesomiliudrosoj. Todava loxliuo-
ino mais a este segundo mo lo de julgar das
Elle lem por corto
ima
nte
lo paraamorlisacilo das nolas, que lica re-
duzda agora a desoito conloa do res por nflo sabe porem quanlo so v ra a ca
emli n, a nova meia decima de a condossa poru disso a alguemi q
mi-ios I mi; id i aos emprogados pblicos.
Esto decreto foi faito em muito sogredo,
do sorto que os os^oculadoros de fundos no
tiveram tempo de fazer jogo
Horneados os novos liares. Por ora a maio-
ria all anda lio do conde de Thonar. Desto
cmara:
ue so
nasebrtes, em pro-
viria sa o accusasseiu
cesso formal.
Ilojotrouxoo {ario o regulamenlo para
, Dizem quo a nova junta da bulla da cruzada, quo di
,o auto es delle, o dopulado Joaquim Lar- zom lera publicada aluda neMeeMealo. a
eber, nomem muito consult.do pelo gover- race-meque ha de ter pouca eslraccao,, n. o
no, mas de pouco prestigio no paiz, e que obstante ser mui^uul^o urgeciU a wa^ap^i^
a no tempo do condo deTnomar, do qual
ambomera conselheiro, dou mullas vozes
cum os bodos n'areia (como diz o vulgo),
sendo alm disso um moJiucro rspsoliste
ca(3o que he, cumo sabe, para creacSo
de seiiiinariosdo inslrucctTo religiosi.
Aloxandre llerculano est nnprimindo
pm opsculo contra o recente tratado da
Tambom n3o se, quesob nonhum aspec-
to so possajuslilicar a monstruosa pf'mo-
c,1a i.iilitur, oui consequencia da gloriosa
campanha do 15 das promocilo quo ono-
rou o esl.do com pessinle de 00 conlos
de desposa amiual. Nao 13o gravo censura,
mas tambem sensuramereco a pscandalusa
do litulosprofusao o mercs Je luda a esp.-
cc, cm consequenciada chama da regenera-
^Apezarporaide todas estas irregulari-
dades o desacertos, no sentir Jepessoas do-
sapaixunadas o imparciaes.o duqno de s.i-
daiiha tem sincera alToicao a >0D'',"a|""';i.
eiroso n5o lhe per-
usados com talcapitalisacao, reuuiram-so Cairell com pouco amor, segundo algunis 0 maioi
augusli sonliora.
NSo lia duvi la que s lojas progi-essistas
viarn delorminaio fuera Josu P*'OSe
nouia7, na sala da associacio mcicanlil, paginas quo ja li na mpronsi.
para tialirem do fazer urna ropraseniacao i] l'oi foaWj-da a noticia enl i m
rainlia, pedndo a abollQao do decreto de 3 'mens do lettras, de quo S. l. o impc
dedoembrc. A reuniau foi numorosa, es-,do B'asil tlnha condecorado o nosso
tan lo na sala porto de sciscontas possoas, o mero poeta, Antonio Feliciano de Ci t-Iho brua. d. iiita, do Porto,^lima ac
.i. ra mais ,lo mil. lie de notar que os par- c. n a imperial ordem da osa, om obse- umpual, qnsndo Ohege.81
ldanos do conde doThomar, coi.corroram Iquio a ter-lhe olla dedicado e s;u Juma rom o governo
,ido, |M
0 pri- aos outros deputados pelo Douro
e
ex-moiii-
Ibeita tri-
I.isbo ; po
Utputaios tleilot por Lisboa.
Jos da Silva Passos, mombro da junla
do Porto e redactor do Echo Popular. Leo-
nel Tavares Cabral, redactor do Vatriola.
Antonio Hodrigues Sampaio, idem da Reno-
lur.to. Jos Estevao Coelho do MagalhSes,
i lem dem. Antonio Mara de Fonles Perei-
ra de Mello, ministro da fazenda. Joso Cc-
tano do i: un pos, juiz da telacto. Jos Fer-
rera Pinto Basto, negociante. Francisco de
Paula AguiarOtoline, juizda relecao. Asel-
ino Jos Brames np, direolor d companhia
do gz. Jos Hara do Cazal Ribeiro, capi-
talista.
A oxcepcao do Pinto Basto e Amselmo
l'..-..a;n mi ', quo f iram propostOS til luna,
orara esles es que eu lhe linda preconnado
na minha ultima de 15 do corrale. O que
nilo viiigou foi candidatura do operario,
com que os progressistsssocialistas tanto
nosazoinaram os ouvidos, eleicao que a-
lial ttlo proluzina resultado til, porque
ns n3o temos aqui, como om Franca, ope-
rarios quo se possam distinguir na cmara,
maspuisqueo haviam promeltido, foi in-
decente engaar toda aquella classe assim.
O Echo dos opernos publicou una diatnbo
violenta sobro esta falta de palavra, com al-
luses llmenlo injuriosas para os cheles
do par i lo seplcmbrista.
Em resultado, lodos os deputados eleitos
por Lisboa, s3o progressislas, alguns dellos
exaltados; mas quasi tolos ministeriaes,
por emquaulo-
Os das provincias, esses sSo impossiveis
de classillcar. Julgousoj principio quo
haveria grande numero de medalliOes do
part Jo do condo de Tbomar mais poucos
salnram eleitos. O que porem deve faser
pasmar a v. m., pois que tambem ca-
sou espanto entre nos, he saber que Josc
Bernardo da Silva Cabral n3o pode sahir o-
leilo cm nenhum dos quatro circuios em
quo fui proposlo I que era no Porlo.em Faro,
e.n villa Real o Castalio Branco. O irmao
It.bello Cabral, ex-presidenle da cmara
dos deputados, tambem perdeu sus eleicflo
de traices
CumOes.
Aexposisao fe i la no tillo do arscinl a
favor dos ssylos da infancia desvalida, le
cuja lotera rol graude quanliladc de bilhe-
tes para o Brasil, lem sido muito concurrido
e tom-se recolhido j desde que osta aborta
unssele conlos de res.
listamos em meiados do dezembro c ani-
da ca nao chogou o invern; fri muito mal
nom pinga, lia oilo mozes quo n3o
i agu
se modo privados dos ptimos effoitos da
concurrencia, que he a principal garanta
da boa qualidadeda carne, que se tem do
vendor. Cumpro sim quo o fiscal ompregue
toda a sua vigilancia em evitar, que em ni -
deconformidade com o orcamenlp que re-
melle por copia, a bomba do quo necossita
o iiecmo-tarceiro lan?) da estrada do Pao
d'Alho, paraesgoto dasagoasdeum rucho
ate. onciou-sa neste senliJo
iuus m oua vif,iiBii*,ii uiu vi'* aj -------- .-. -
cunados talhos do contrato so vend car- que am oxisi.--
ne porm.ior preco do queoconiralado, e ao mesmo director.
rr.C5l""=e%oT,:,nSn^
uuo oor dccrelo do ti do navombro ulti- rosupieui.-.uoui. r aianooi carneiro Luis o.
So, Cmsupprimid.saspagadorias mili-, Albuquerque.- Communicou-so a Ihesod-
ff2^ flMwm-M "3 "eCeS,a "d'i .-"o commandanta do brigue esco-
Inlo-7 mesm para que diga o quo so1 na Leg.lidade declarando quellcam ex-
II. oL ce resptS do 'que pondera o f-'fedid. as eonveo.enles ordena ule ao par.
.Srd, secretaria 3e es'lado dos no- ser recobibo a bordo do,br.gue .Mun -
gocios da justiQa, sobro cortos esclarec- lin la o ii.estre do br gue aob o MM
mentes para A polar passar stposlilla de 8. me, Eduardo Joso dos f tos' ma? t,m"
remoclo aojuiz municipal, Cielauo E.lelli- bom para quo o mspector do araona do ma-
la C.av-lcanli Pesaos, do termo do Pao-d'- rinha nome a paaoa com as ^''
o.iacs e urna notado que consta do archivo
da secretaria da presidencia, crca dos
mesmos m-lios afn de quo, mandando
lodos a osta reuni3o, visto ser um signal de
desapprovac3o a um t3o importaute acto do
governo. Esteva o marquoz do Frouleira,
seu irmao D.Carlos, Rehallo Cabral, e ou-
tros uiaguatas do partido.
Tomou a presiJoncia o visconJo de Bena-
gasil, e comeQou a discussAo o cons. Luiz
Jos Ribeiro, membro da junta do Cr-
dito, que opiuou por que se reprosentasse
suberuna, mesmo porque a junla nlo tinha .,
sido consultada nem se quor ouvida sobra ciiove. Felizmeuls nao lia una, nuu mus-
osla capitalisac3o. Segue-s a fallar o ad- mo caristia de nenhun genero, mas pelos
votado Zeferino Pinho Coelho, do partido males quo desta sCcci podem vir a lavoura,
realista, quo fez urna longa dissortac3u so- tem-so feito preces publicas, e e.tao ja aii-
bro a illegalidado do decreto, o contra as | nunciadus algumas procissOes do penin-u-
invasOes lopelidas que os ministerios fa- ca.
ziam nas dolacos da junta do crdito pu- Fallecau em poucos das, do uiia' "{-
blico, dizoudo que quaudo os primeiros mi- ral, o padre Marcos, esmoler mor e pnwosj
nistros tal ousara.d os lvessem lanca lo da Cmmaraes. Perdeu o conde do Tho. ar o
jatiella sbaixo, se nflo teriam repetido as | paco um amigo, o o duquo de Saldaiiba um
bancas-roUs ocapitalis.ip.ao de qno temos in.migo
sido victimas. Estas palavras suscitaram
grande tumulto ni assembla, havendo
inultos quo apoiavain o orador, ate na ra,
e oulros pedism moderacBo. Aflual resol-
verse que se Uzessem duas representacOes, gu...
uma a ra.nli.eoutra a jum.. do Crdito l'u- patricio Geraldo Jos da Cunha neg;ocian e
blico, para qae nao insista na distraccao|do Rio do Janeiro, que mandou a Alemania
que o governo decretu, nom na creacSo de .fazer os mar modernos instrumentos agia-
novas inscripcors. Fzeram-se com oleito rlOS quo houvesse, para aqu serem em-
esias duas pol.cOes, quo tem oslado pateo- tos, el.rare.n-lho o modelo e^e'* *"
tos para receberom as assignaturas de to-(cultores que os quizessem ^nmeniar.
dos os juristas,
rencia. Urna de
dstcs '""i- n^i nroD
por l'uusflel. Ellos queix3o-se
Miilnoiilolovenalidadedosseus partidarios, houve-s
,...-...- t-oiis' i docerto, mato principal mutivo desle de-
r lotervanoo do C indo | jar ^^ ^^ sem"cxelnpl0 uai onera
de partido, foi porque os leilores nloqui-
zeram dar o seu vol a nenhum dos rmSos
Catjfaes, preferindo-lhes oulos nonios mais
mesmo partido.
u oliva Cabral soube que tinha per-
mezes. Irova..la11e nj11u a ue j w q ^^ e prn_
nelro. A sua influencia cum o maro^^ ^ cllia|,nplllRvnud J3 do aBu oarlido no colle-
xou
l._
.Jieraa 0M1";" XwV'qM'catuma quo e cholera, vociferando contra os seus
bniretanto a ,.,.1 "^fj^^ e vioiar Jrop.ios colleg.'s da redacto do . cao na bouvosse, ou quo ao menel
fesso solemne nem estrepitosa.
io.de do Pinheiro lem i lo demorando ,
a'su7sab da par Angola, do cuja provine a C^aes pr
foi nomeado gov.-ru.idor ha mais do quatro liolTeslos do
Z s7 l-rovav. luiente nlo li antes de J i-1 QuanJo Si
,c,ro. A'Vnnre^"qXC.?-^ ftmen.e'que os do seu partido no co.le-
Loiicincoent por cento-o que nc y 4 ^^ a0j progro8.
.'5 i!.e- *rV ^H1 1 rero3 Ximenes. Lt.s, rscando-o da lista, deu-lhe um ata-
proceder aos necessarios exames naquclla
tliesouraria sobro o fne repiesonla o roferi-
do director, o tendoem vista o dlsaosio na
Ici do 18 de setembro o aviso do 21 de uu-
lubro do anno passado, diga o que so Ino
offerecer respeitoda materia deque tra-
tam lies ofilcios.
Dito.A' mosma, transmitlinJo copia do
aviso da reparlicBo Ja (azenda datado do 10
do correte, mandando addir aquella tho-
souraria, com os mesmos vencimentos quo
actualmente percobem, osempregados da
pagadoria militar, quo foi extincla pelo de-
creto n. 871 de 22 do novembro ultimo.--
igual copiase remetteu a pagadoria mi-
litar.
Dito.A' mosma, recommendando a ox-
pedicflo de suas ordens para que os empre-
ados nomeados para aquella lliesuuraria,
mencionados na relacflo que remette, man-
dem receber ns secretaria di presidencia
es seus ttulos, que vieram annexos ao avi-
so que tambem remette por copia da repar-
ticao da fazenda de 10 do corrento.
Relacao a que te refere o officio ucima.
Ksla so preparando nos armazens das
obras publicas, no torrerro do Paco, urna
gran lo esposicao dos nossos pro lucios
agrcolas, promovida por Ayres de sa mo-
gueira : mas a iuciativa deve-so ao nosso
romas assignaturas de lo- cultores quo os quizosse... ^. .--
Teai sido graodo a concor- El-Rei mandar cunhar urnas medallias para
loputacao ira entregar o pri- os qu> apresenlarom os mus aporlei^oiuo
da 5JO rs subro cabetja do gado vaceum, de
500 rs. sobre animaos suidos o de 80 is. por
oda una carga de ligume, sondo o primei-
ro por701,000 rs o segundo por 226 000 rs,
a o lorceiru por 23,100 rs sa por acaso live-
rem sido menores os ronJimeulos de taes
imposlos, quanlo arrecadados por admiuis-
trscao. .
Circular aos commandantes superiores da
provincia, para quo, dcconformidido com
o aviso do misterio da juslie de 6 do cor-
rete, nao procedam a revisto daqualillca-
eflo da guarda nacional, cm quanlo nao bai-
xaro respectivo regulamenlo, que lhe ser
ommunicado logo que for publicado.
Portara.-- Demiltindo, de conformidaJe
coui o aviso do minislorio da fizanda do
10 do corrento, o continuo da Ihesourana
da fazenda, Jos Romualdo da Silva.- Com-
municou-so ao inspector da mosma thesou-
ExfJWOr
CURItEPO.NDE.NCIAS 1)0 DIARIO DE PER-
NAMBOCO.
Lisboa, 14 de novembro de 1851.
Esperava-so que governo aproveilassa
lnspectoi-O .ctu.l Joo Concalves da Silva, os poucos das quo Iho reslam de d cladu-
Coiitadorinteriiio-0 chele de seceflo dalla- r, para promulgar alguma ^^J
quetanlo so havia fallado, quando o duque
hia Bernardo do Caulo Brum.
aicira oestes requeriiiic3j
mfios da ranha. SuppOe-se porm queo
governo devolver o negocio s crtes, pois
sei que esta resolvido a n3o altorar o decre-
to. Dizem os intendedores, que estas me-
didas, sendo temadas om mais larga escaia,
podiamdarum remedio ellicaz s nossas
linancas; mas assim os sous olT:itos nao
passarao alm de Ires ou qualro anuos.
A imprensa lem estado muilo dividida a
respeilo dosta providencia. A rt>i>(uc,do
approva a ; o patriota nSo. A ns(So lem-a
combatida al com desmedida violencia. A
ltegineraiSo jornal que era sal lanhista,tam-
bem a combaieu, porque o seu propnetario
liopossuidor de grandes capitaos om ins-
er, cOos. Diqui resultou o cessar a sua
pubucaeflo no uia do honlem. porque Faus-
tino da Cama, o propriotano della, nao quiz
iod!Spr-se com o governo. I.m summa
eale docrelo lem ao menos a vaOtagem do
fazor com quo as cortes tralem logo da
quostao iinancoira, que ho do cerlo multo
mais urgente, o interessa mais a todos do
que a reforma da carta.
Oulro decreto da dictadura que agradou
tao puuco como o antocelenlo, foi o em
que se d nova direccao administrativa aos
estabelecimenlos docaridade, oxtingoiudo
as coinmlssOes gratuitas que goriam a casa-
pa, o hospital de S. Jus e Itelhafollos, o
asylo da mendicidide etc., nomeaudo-se
uui provedor com dous adjunctos para cada
um destes estabelecimentos, a um consellio
ijeral de beneilciencia, mal organisado, que
provavelme.ite ha de dosempeuliar tao mal
assuasfuncfOes como a que al agora lia-
na, itestabelece-sa a antiga irmanda lo da
misericordia, coarlaudo-lbe porin multas
das antigs (ogaliss.
' Estes osiabaleciuicntos anJavam na ver-
dade mal aJministrados, porque o governo
naoexeicia neuhuma inspaetjao sobre el-
les, mas a reforma ho 13o mal esludada.quo
lem merec lo a dosapprovaco dos entendi-
dos. O autor dual loorma he o desembar-
gador da relacao Jesta cUado Siqucira Pin
to, conselheiro privado do conde de Tho-
Nostos iros dias lem causado aqu ancio-
dada as poucas noticias do estado da Franca
des le que no dia 2 o presdanlo da repbli-
ca .Vapulead Boiupario, dissolvou a as-sem-
ble nacional, roslabelocendo o voto 001-
versal, o couvoco i o povo para so reunir
em cmicos no dia 14, alim da lhe propur
a adpcio da constituido Jj anno 0(,a,'0ll",
repblica. Prondou va.ias notabilidades
civis.0 militares, mas doixou que so evads-
sem os que nflo foram logo presos. As ul-
timas noticias, quo sdo do du 7, dizem que
Paria osla om iranquillidade, .outras dizem
que nao, porque das provincias marcha Iro-
pa sobro a capilaL, .
Aqni nennum ffeto podo fazer o xito
daquelle'golpe d'estado, porquo nenhuma
importancia teios que sa rociut de Uas
econtccimenlos. -_..
Em ilespanha ha tranquilidade. ^arvaez
chogou a Madrid, foi ao senado fazer a sua
expliocao dos motivos porqueluiha saldo
do ministeno e do reino para Franca, mas
uaoproduziuooireiloque so dina de ser
outra voz olovado ao poder. As cario*, lal-
vez por causa dos successos do Pars loraro
addiedas. ^^^^^^^_
dem 20 d novembro.
Ni prnxi-ui la inda rauuao do cong'esSO
iemi conUiluinle toles quantos aqu se oc-
bispo da Dioceac, Joa'ulr0VSom* no- da soguiola (23) urna declaracSo de que o
0S f,t ll?,m^ en, todo oa damaii sfeiiafirfe suspenda a sua publiccflo.
^'X^AT mk( possossoe, poituguiza naA- i,late decl.ratjao ficaram como era de sup-
a ,da ,,es e advento po senao havorem por, %slupef.ctos, o dir,gu.do-se a cata le
.inda ,r, LlilUMdo pelo ministerio da Silva Cabial, este linha dado ordem .o por-
mfittsSBi -SUAVES*? S
SRfc* ".C.r...e aue lo reii- *lg"~gSSXS2gffZ
*">" K?SS.WJ loitor, do P^rto E, assignada pelos tres
Nunca houvoon, MIl"fjg "t^toto^o Brance, conago
IU ll, U UU lo imu e------------1 Valla \I
opro governo, he quem tem a maiona Augusto do Valle, ol
i Bleieos nos collogios provincues, lo- reino.
m o^excepto oferto,- dingidas pelo A historia da ele.c
do das Antas a J.aquim Antonio Je Agui.r. de indatura com os sei SeUbal,
ox-min.strod. justica. Desejavao govo- pon lo^que as l.^Us do co g it(ma
set: WffftMs ?::;: Surrr:
fazM.da,l'out,-sdo M dio edos estrangeiros ba, ambos na melhor armona
larvisd-Aibouguia .0.^nitr? "''"K: dNo Porto porem os progressislas no sa
Tambem coucorreu pa>a quo o ministro tagom. "^-r'rj-- JZZ~mn.ihe ihle-a-
Fontosrosseeleilo.o apoioquo lhe dou o ?>"n*0n|l'nr^ m.s timbera os eabrisUa
cnpan da pol.iic. ou tazara as duas segu,,- l.rmlo do conde de Antas juiz do" do ^ZrZu. .n"'. o par Toma-
tes perguutas, ou procurara responder a el- Cintra com lodos os ele.lores daquelle con- e prog es s as ani w i v ^
as, segundo as proprias luzes, ou as pro- selho. Em pago deste .portante sarvico "> "iau*s Ze cada partido, ex-
pnasalleicOas. Qu-1 sera diliiulivamento fo. .lomeado para urna d.a varas do mel ttren Je irae-s do ^p. ,^ ^
o carcter d.dutura camera olecliva, em re- desia ciado, o dizom que ira para a rola- C'U'"J" ./.'C ,0*e' p,jsos, porque sabiam
lati ao principios do di.eilo publico ii..|0lo. O irmlo. o conde,. foi nomoadu ins- P ,^^'Vajo em L sboa. Alnta assim es-
leno. isto lie, predominar* nella, ou n3o peclor gera Ida ..iraniana. Mastanto n Q'ueerav,olad n,? UQiI por pirl, do
o elemento democrtico, al ao ponto do cancou na hda ele.loraI que teni estado U jlei1'.'^""je qUB indo cigovernador
quasi anuullar o almenlo monarclico das muito mal con. um grandei ataque de asma, """"jAKcolegio, e contundo que an-
actuaes insliluicdos ? Oual ser* o proced- a ponto de nlo ir a cama ha uilo das. Civil a que le coi. g ^ redMto.
ment do governo se so realiza a hypoihese Al.x.ndre llerculano, que, como ja lhe data Ifallando ose. ejldeil,equa
mencionada? A oslas duas pergunlas Jam-se noticie,, des.stiu da candidatura quo Iho foi res do requer V 8Ulorid.do
diversas eencoulradas respostas. E n quan- olferecida, fo. um dos que maisguerreoua "J"" 'orlo qua viui cum agut
loapnmcira, uos assevoram quo sa bom candidatura dos ministros, e fo. elle de car- tuper or do di.ip "'^ d d0S actos elei-
que a ma.o.ia dos deputados eleitos seja m- lo tambara oque mais efficazmento coope- P""''?* I"**'1,*! a Basoalbl*. reselven
contestavelnionlo progressista, todava ella jrouparaa pjrdada eleicSo do ministro das torees. Consuiiaaa ,
^
K-^kJVz


***


com tnuitos poiido que fosse posto fr.
O governrdor pedio a patarra j mu nao o
coosentlndo a le, leve de te retirar desalrosa-
meaie. O que ha tambera de mullo singular
nesfa eleicio te que Lopti Brinco, preildente
da mesa, elellor dos qut aa colllgarain, a rlelto
depuladn, declaroD dopoli que resigoavl a ana
cadelra, para que ic oao dliieaae que a devla
ae apoto dos eeus adveriarloa Igual desisten-
cia fea. Emilio Brandao, de sortc que flcou iou-
lilisada para o partido cabraliita a colllgaco
eleltoral que tanto the foi estrauhada, porque
ambos osdeputados seus deslsllram. Uu-se
agora que esta desistencia fot para dar urna sa-
Usfacoa Mira Cabral, e que ser anta-) elle
pr-posio naa cleicOea que se bio fater para
preeneber as vagas das candidaturas repelidas
e das desistencias, lia Ja uns 18 lugares Tagua,
e teaunullar a eleicSo deVIHa lleal, serio '22.
Notou-sa que A Herculloo nao saissse por
nenbuin circulo, apesar de elle ter declarado
que nao aceitava. Entretanto pareca bem que
o elegeisem, deiando-lhc o arbitrio da renun-
cia. Parece que andou nlsto Imlnuacao do go-
rerno.
Etn Villa Real de Tras os Montes, onde i elel-
eao sahio cabralistas, tambera houve graves
dcaordeos, c por fim tiros, sendo alguns dns
editores presos e ouiroa eapancadus. Por isso
e suppe que as eleicSsa desle distrito sero
annulladas. Ein todos os tnals circuios do rei-
no bouve completa srguranca, tranquillldade,
c lihcrdade plena para os eleltores.
Agora vou couimunicar-lhc a relacao dos de-
pulados eleitos, com a Indlcaco do partido a
que pertcncein. P designa os progressiatas ; C
os carlistas e cabralistas e D os descoohecldoa.
Arcos de Val de Ve*.
Joao Silv :rio Cerqueira Gomes Lima ( bicha-
re;. P.
FrederlcoGuilherine da Silva l'ereira (Irmao
do conde das Antas). P,
Placido Antonio da Cunta e Abreu (engenhei-
10). P.
Antonio Pereirada Silva SouzaeMeneies (pro-
pietario ). P.
Plana do Uinho.
iiiom.il Norton (juiz da relacao do Porto ). C.
Joaquiui Honorato Ferrcira( negociante). C
Carlos liento da Silva (redactor da relorma). C.
braja.
Viicondcdc Asevedo. C.
Jos Kf yo Soare de Atevedo. D.
Visconde de Pomos de Algodrca ( gov. civil de
Coimbra). P.
Francisco Jos Alves Vicente. P.
Barullos.
Carlos Felisardo da Fonsrca Muni. P.
Ilalthasar Machado Salazar. D.
Amonio Rodrigues Sampalo (redactor da R-
coluciio )
Cuimar/tes.
Visconde de Ascnha. C.
Jos Fortunato Ferrcira de Castro. D.
Beuto de Castro deAbrcu Magalhes. D.
Domingos Nartliis da Costa. I*.
Porto.
Antonio Roberto de O. Lopes I'rauco. C.
Justino Ferrcira l'inbo Basto (ni. da junta do
Purtoj.
Antonio Emilio de S.i rr.nul.io ( Slho do conde
de l'crena). p.
Sebastio de Alinclda e R rito ( advogado). P.
Antonio Alnizio Jervis de Athougia ( ministro
dos negocios estrangeiros ).
Amonio Jos Coelho Lousada ( advogado ). C.
II ii.i i de Palme. G.
A mado Vanzelcr ( director do banco). C,
aciano da Silva Amara] ( juiz da relacao ). C.
Amarante.
Rodrigo Nogucira Soares. D.
Antonio Das de Olivelra (juii da relacao ). P.
Custodio Rebrllo de Carvalho. P.
Venafiel.
Barao das Lsgcs. (J.
Antonio de Azcvedo Mello e Carvalho. C.
Agostinho Albanp da Silveira Pinito. C.
Chaves.
Amonio los de Avila (ei-miniJlro da fazen-
da). C.
D. Francisco de Aluicida ( ajudaute de ordens
douiarechal ). C.
Francisco Joac Vanni de Castro. C.
Villa Uiat.
Jos Marcellino Si Vargas [juiz da relacao). C
Rodrigo de Moraes Soares (i.iedico). C.
Antoulo Roberto de Araujo Cuoba (juiz de
..lien: C.
Joic borges de Carvalho. D.
liragan^a.
A. de A. Mello e Carvalho. C.
Manoel de Almor, Pestanha. C.
Jos Manoel Ferrcira. D.
Moncorco.
Joaqulin Rodrigues Ferrcira Pontcs (conc-
go ), C.
Joao Pedro de Alineida Pessauha. C.
Aveiro.
Amonio Luja deSeabra ( ministro da junta do
Porto), p.
i'houiai de Aqulno de Carvalho. P.
Manoel Jos Mendes teite. P.
Jos Esievara Coelho de Magalhaei (redactor
da Jtevoluilo.)
Oliveira de Azcmeis.
Jetvis de Athonguia (ministros dos estran-
geiros. )
Jos da Costa Pinlo Bastos. P.
Jos Joaquim da Silva Pcreira. P.
Luiz Morelra Mala. P.
Julio Comes da Silva Tanches. P.
Coi'moTa.
Joaquim Antonio de Aguiar. P.
t.
Saularm.
/os da Silva Passos. P.
Manoel da Silva Pa.sos. P.
Aiitunio Cesar de Vasconcelos.
Bario deAlinelrlin. P.
Thomar.
Jos da Silva Paisa. P.
Ellas da luiiha Peasoa. P.
Antonio Vai da Fonseoa e Vello. P.
fortalegfo.
Joaquim Larcher. C.
Jos Mara Grande. P.
Antonio Sellas de Andrade. B.
Efora.
Jos Ignacio Pereira Derramado. P.
Antonio Joaquim Duarte Campo. P.
Joaquim Fillppe de Sour. P.
Beja.
Jos da Silva Mendes Leal Junier (redactor da
Lei). C.
Antonio Corris Caldclra. G.
Joao de Sande Meta Salema. C.
Aulonio Jos de Avila. C.
Jos Jacintbo Valenle Farinho. .
lagvs
Antonio Corroa de Mrndooca Peiunba. I'.
Antonio Carduzo Avellno, P.
Faro.
Antonio Vaz da Fonseca c Mello, p,
JosCaelano Benevides* P
Sebastio Jos Coelho de Carvalho. P,
Jos Joaquim de Man u. 1'.
Nao obstante esta cmara ter .orna prospec-
tiva progresslsla, advinba-se pelos sujeitol que
a com|ioiii. que ha de ser moderada, pouco
audociosa oas relormas, c que ha de sombra
do noine do duque- de Saldanqa inspirar con-
fiauca rainha e its naedea alliadas.
Ha diasdisserainos'jornaes carlistas que o
ministerio assegurra ao corpo diplomtico
que se a cmara sahisse demcrata serii dissol-
vida. O a Diario doGoveruo negou este boa-
to, mas o ceno he que o duque de Saldaoha o
dlsse a algtiinas pessoas, logo quando se j li-
lil con o decreto eleltoral, e agora parece que o
indicara o ministro dos negocios t6lraogeiros
ao ministro da Hcspanba alcal Galiano, que
teve o desacord de o dizer, de sorte que a
- Rcvoluco cm un artigo severo Ihe cslra-
nhou esta imprudencia, deixando entender
que os boatos erara verdadeiros.
Ora a ftevotucito priva hoje multo com
governo, porque Jos Estevao he intimo do
miuistro Jervis, efoi talvoz este que ihe sugi-
ri o artigo a quevne retiro, para que o mi-
nistro de ttespanha ii io fosse outra vez choca-
Ibar cates segredos ao marques de Fronleira
que foi qiiom divulgou a noticia de que o go-
voi no dissolreria.se Ihe lahlsse adversa, a nova
cmara.
Deste despregado mlnlsteiiallsino da|- Hevo-
luco u tem a Naco tirado um glande par-
tido, lancando-lhe ein rosto a divergencia cm
que est com as opiuioes que danles susteoU-
va, com o seu proprio partido, e a contradi-
cao de principios cm que leiubrado depois da
rrgcncraco, drende hoje os actos que repre-
henda ao muiistcrio do Coudc de Thomar.
Tem sido realmente urna polmica beiu sus-
tentada da parte da i< Vacio u c ein que Sam-
palo tem felto in ligura, porque como elle as-
sigua os artigu9, a ISaoo lira dabl argu-
mento para o atacar e fenr nomlnalinente.
2
te que ellos imaginaran) a proposta dos multo menor, |e llmitar-me-hci a trlar
Antonio Joaquim Barjona. P.
Viceute Ferrer IS'clto Paiva.
-. G.
I lniiiii/ de Aquino de Carvalho. I
Justino Antonio de Freitas. P. I
kratmH
Antonio Crrela Culdelra. C.
Aristides de Abraocbcs Castello Urauco. C.
Antonio Saraiva de Carvalho. C.
l'igueir*.
Hoque Joaquim Fernandea Thomaz. P.
Joaquim Carlos da Silva. P.
Viteu.
Candeda Ponle ( D. Joao ). O.
Julio Gomes. P,
Francisco Antonio Rarroso. D.
Joao de Mello -nares e Vasconcellol. P.
tlBlUUU U Alllll i.ia i.ll Un. CJ.
tamego.
Conde de Samodes. C,
Francisco Jos da Costa Lobo, C.
Francisco Gomes de Carvalho. D.
Antonio Sarniento Teiveira Savedra. C.
Antonio Pinbeiro da Fonseca Oaorio. D.
Tondella.
Jos Caetano de Campos. P.
Jos de Pena Cabral. P.
Guarda.
Sebastio Manoel de Gouvca Alincida c Figuci-
redo. P.
Jos Rlbelro de Almeida. P.
Joarfulm Manoel da Fonseca Castello /sili-
co. D.
Jos de M, lio Ribeiro outa Caldetra. C.
Trancoso
Visronpe de Vallongo. C.
Jos Antonio Lobo de Motirj. C.
Caetano de Seias Vasconcellos, D.
Cac'.h Ufaneo.
Antonio Firmino Campos a Mello. P.
Joao Jos Vaz Preto Giraldfs. P.
Luis Augusto Ilebeilo da Silva. C.
Jos de Mello Geraldes de Bourbon. P.
Bartlioloiueu dos Harlyres DlascSouza. C.
leiria.
Julio Gomes. P.
Fauailno da Gama. P.
Antonio Xavier Rodrigues Cordeiro. P.
Lucas daTrlndade Leitio. P.
Alenguer. ,
Antonio Mara Ribeiro da Coila Uoltreman. P.
Cario* Marques Raptisla P.
Francisco Maria de Carvalho. P.
.. Lisboa.
Jos da Silva Palios (membro da junta do
Porto.)
Leonel 'Cavares Cabral. P.
Jos Caetano de Campos. P.
Jos Maria do Casal Ribeiro. P,
Anselmo Jos B. P,
Antonio Rodrigues Sampalo P.
Antonio Marta Foutes de Helio ( ministro da
laaruila ).
Jos KeCevam Coelho de Magalhes. P.
Jv, Ferrcira Pinto Basto P.
Francisco de Paula Aguiai Oilollni. P.
Selubal.
Antonio Rodrigues Sampaio. P.
Conde de Villa Real D. Fernando. P.
Antonio Maria Footei de Mello. P.
Varis 20 de novembro de 1851.
J.i I lid a v .'. o-i ni una ultima carta,
da icen- '.'ra do im'-iionio, do projecto do
le sobro a reformt eletloial que a ella esla-
va reunido, e da.colea violenta que estes
aclos tinliam c>usado na maiorta daassetn-
I loa. V ci rerortr-llie as consequeucias des-
tas mas dispusieses e os graves euibaracos
que Ihe sobrevieram.
Eis-aquio qae si ptssou. Cono lio do
cjstnmo orna commissao foi nomosda dis
sessOes para examinar o pojado do go-
verno c propor u ni a rezolucfio a assembii.
Sobre quiizecommissinos irozooram hos-
lisao projecto o promptamente coucorda-
ram sobre as onclusOes quedevium apro-
senlar. O relator, Mr. .\at ligio iriimcdiita nenio seu traballio pro-
imii lo que a assemlia reCJilM iiura e si.n-
.ilesmento uina segunda leitura, Foi na
M'-s i do 13 do.-i mezque estas conclu-
sOes l'ni'aiii discutidas.
A mnioria quera principalmente oppor-
se s inte ion do presidente. Ella suppo-
nlia, nSosem algumo rasSo, que, propon-
do iibrog can da le do 31 de niaioe o res-
ta bolectmenlo dosuffragio universal, o pre-
sidente tinlia o secreto nensanienro de a-
gradar ao povo e de captar seus suffragios.
A tctica dos cheles da maioria consista
o:n conseguir esto dobrado Ttm, tirar ao
presi lente esta vantagem do popularidad
que ello un Ilicin na e da-la a ass'imbla.
Cor essa rato, que-iam de urna part re-
geitar o projecto do governo, e prometter
do outra parto, urna reforma que emanasso
da iniciativa da assemblcs. lito nSo le j
sido mal calculado, se tivessem po tido pro-
metter e dar mi- do que o presidente que-
ra dar. Infelizmente a asscmbla se tona
jHiga i,i perdida se fosse, nisconce,sdes,
to loiigecoiiu Luiz Uonaparte. Ella offo-
ri'ceu poil mu i i monos que elle : tolos o
sabiam, esua manobra, oliensiva para Luiz
Uonaparte, ti3o poiia produzir por si mes
ma nenhuma outra vantigetn.
L'm orador eminente da direila, Mr. Vat-
menil, expoz, com urna reserva discreti, o
plano Ipirlaaienlar. Vm se poda nom ac-
ceitar nem discutir o projocto do governo,
por que a maneira pela qual o linham pro-
duzidoeri pouco respeitosa dos direitos da
assembii, poriini ello reennhecia ao mesmo
("in u que era necessario moJilicar a le
de 31 de maio contra a qual se elevavam le-
gitimas queixas e annunciou que esus mo-
dificacuessenam feitas, quando sediscutts-
so a lei que devia regular nselcic is muni-
cipaes.
O ministro do interior respondeu com
muita mSo que era absurdo tomar um meto
indirecto tare corrigir urna le reconhecida
ma por todos. Se a asamblea achava cx-
cessiva a roform pedida pelo governo, ella
iiiilii o direilo de athenua-la por mel de
emendas qu i faria ao projecto, porom devia
discuti-lo sol) peni de faltara todos os
respeilos devidosau poder exocutiro.
O principal orador da montanha fallou uo
mesmo sentido que o ministro do inte-
rior.
Mr.Miguel de Bourges declirou (irmemen-
te, em Dome de seu partido, que nSoja-
ceitaria sonflo una roforma direiti e nao
urna ni i i reforma. Debaixo deste pon-
i de vista, someote o projecl do go-
verno I lio conviuiii, e pedio enrgicamente
3Ue a BSSembla ll edisse ntirtelle naaaaa-
se 9eguuda leitura.
Fui i'imiiis desta discussHo que se proca-
deu volicflo, a qual deu os r-'s islmlos se-1 as iropas.'e
guintcs: 353 represent nles vutaram Contra 1 mente da bocea do presidente, que elle sentir
queatoeidoe quaes creio ja ter fallado
Vine em minlia ultima carta, e que tinlia
por fias tirar ao presidente por meto de una
indigna pelotica, a dispoiielo do oxercto,
pon forra publica naa nBus da aisem
bla, Foi segunda-feira pas-adi, 17, que
esta propotta rcio a discuiiflo depois di le:-
turade um relatorio qun proputilia sua a-
dopefio ; porm anlea deste debate, passou-
se no palacio legislativo, utn farto extre-
mamente extravagante que de muito perto
se refere a questo. e' que por unto cod-
vom que eu narres Vino.
No da 13 3 nuile, puucQs instantes depoi-
da vota;3n qun acabava derejTttr da lei'ura du projecto de lei aobra o suf-
11agiu universal, o rumoro roais estranho
circulara no palacio logislitivconie aea-
clian anda umeerto numero d'Topieseu-
tantosquese baviam demorado. Dizla-so
que naquolla mesma noile, Luiz Bonapir-
Lte devia invadir o reamo parlamentar, ex
pulsar della os representantes, e depois
apoderar-se do presidente, dos memb:os
da commissSo, de um certo numoro de per-
sonagens notiveis,cotnoMr. Thers, Mr II.t-
ryore osganeraes Changarnier, C-raigmc,
Bedeau eLimoriciere. Este rumor, espa-
ciado no palacio e mesmo fura doli, era
certilicado como verdadeiro por pesabas
muito considerareis, principalmente pir
Mr. Thers Uj representamos sr reunirem
em grupos, nos salOesdos questores, dis-
culindo sobre o que deriaoi fazer, e pro-
pondo as resol neo -s as mus heroicas. To-
dava alguos moilior avisados o mais sensa-
tos que seus oollegas,, punliamem duvitla
a reracidade d09 rumores de um golpo do
Estado, e para esclarecer sobre este ponto
os incrodulos, pediam que se escolhesae en-
tre os representantes presantes nma pairu-
Itia dd cinco hotnens os quaes fossem saber
du facto lora daassombii e rieasem de-
pois dar contas do occorriJo. Com elelto.
formou-se urna palrulna e no numero das-
tes exploradores, designou-si o general
Ciialiganiei e o questor Baze, os dous loi-
migos mais encarnizados do presidente.
Q reconhecimeniu foi feito primeiramen
ta do lado do quait-I mais visinbo da ag-
sembla, todas as luzes estavam apagadas,
nenhuin rumor se l'azi i ouvir as pracas.
Evideti temen le os so:dados dormiam o soaj-
nocostume.e nenhuui preparativo indica-
va que elles deressecn tomar as arenas. T,\
patruiha comneava a duridar, purcm lalvez
3ue acfSoesliveasoconcenlrada no r. cinto
o palacio jo presi icole. l)ingiram-se ao
Elyseo. Anula aln re na va o mes no silen-
cio, nana a niesiua ausencia de luzes ; tb-
jos os quartos do palacio estavam submer-
gidos em um suiuuo profundo. Era clao
queosrepreseniautes leomdos no palacio
llotii Iiiiii lilil..m sido victimas de uuia
iiiysiilicacSo ridicula Por esta ras;lo des-
de que a patruiha fez seu relatorio, cada
um uelles, corrido do seu terror, apressuu-
se ein voliar para sua casa e liara seu leilo.
O publico qne n3o gusta da asseinbla,
no-si mullo a cusa dos representantes
uiystiiicados. porm ion --e perguntado pr
quo rasao f6ra inventada esta cumedia e
quem era seu auc:or. Soube-sa que esta
pequea C9'ifus3o nos bastidores parla-
montaros era dovida a imaginac3u dd Mr.
Iiiers, eentSu comproheiideu-se quoo lio)
icsle chee de psitido u lo era deverlir-a
acustadeseus collaga3. So u calculo eja
mais piofun lo, porm foi fru-trado, elle
quera attmorisar os represenlantee, prin-
cipalmente os da montanha, e couduzi-loa
pelo terror a votarein a proposta dosquea-
lores. Vene, vai ver que ella foi muilo mal
succedido,
No (til 17 dent mee, como Ihe disso, os-
ti proposta foi discutida O ministro da
guerra podio em prnnuro lugar a patarra :
eiladeclarou muito enrgicamente que o
goterno rejeitava a p oposta como attinti-
toria dos diroilos que a e ui-l Unc.lo da ao
presidente do repblica de disjior s do ex-
erciio. Elle ajuulou que a assembii po-
da pedir toJas as tropos que julgasssa ne-
cesarias para sua defesa o que o governo
obedecaria immediatamenle assuas raqui-
IcOas, norem que.cunpria que estas reque
SicOos livessaui a marcha quodovam seguir
islo no que fnssem difigi ios au ministru da
guerra, o qual s trans uenerii ios chifos
lecorpos. symptoina de requisir3o di-
recta, o qual se quenam fizar prevalacer
com a proposta dos questores seria um l-,
tentado mortal com uellidu citiira a lisc-
pliua. por quo elle destruira a um l i le do
ni ni, n i.., sem aqual u3o ha ozercilo.
Estas rases perciupiorias, dadas com o tom
decidido de um boinem que nao jjuer ceder,
produmam sobre a propria asirmbla a mais
proruuda Impressiio, que nao foi diminuida em
nada pelas czpllcacdea illusorlas do relator. A
iiniuiiiih i que quer desorganisar o exereito
nao podia comiiarlilliar as ideias do ministro
da guerra, porm este poder absoluto sobre o
exereito que ella u.ij qui dar ao presidente
da repblica, tainbcm nao Ihe convinha conce-
de- lo maioria da asseinbla: seu orador ha-
bitual, Mr. Miguel de lluurges, fallou ueste
sentido, e declarou que seus amigos e elle re-
pelleriain a proposta dos questdres
Aquesto eslava perdida: Air. Thiers tentou
um esforfu desesperado. Sem Ihe importara
indiguidade de meio, elle fez causa couimum
can a uiontanha, atacando a proclamaco do
ministro da guerra que recoiiimcnda a ,s sol-
i nl'i. a obediencia passiva Mr. Tbiers sabe
iniihoi que ninguem que sem esla doutrini
da obediencia passiva, nao ha exereito posst-
vei, e toavia para agradar aos eternos ininii-
gos da urdem, para obler seus suri'ragios, des-
hoorou-se a ponto de renegar os principias de
Inda sua vida : mas a manobra nao produiia
etteiio. O general Saiul Armaud inantrveener
gicamente sua circular, no meio dos bramidos
de colera dos monlanbeses. Estea bradavan
aos amigos de Mr. Thiers que aecusasaem o mi-
nistro, e que toda a montanha os apoiarla. Mr:
Tbiers tuve medo e niioousou ir at ah. En-
lato a esquadra que tinha hesitado um momen-
to, decidlo-se a votar quasi toda contra esta
proposta que foi rrjeitada por 408 votos contri
300.
Tal fot o resultado desta grande lula entre
os dous poderes: a victoria ficou ao presiden-
te da repblica. Mis o que posso affiruar i.
Vine, n que aci de muito ba foote, he que, se
a asscmbla ein vez de repelllr a proposta, a
tlresse adoptado, opresldeute nao se terfa sub*
meitido c nessa inesina coile elle teria por uin
golpe de estado dissolrido a asscmbla e pren-
aido osprmcipaes cheles, ba rrsoiuc.o esla-
va inabalarelmente louiada, todas as ordens
estavam ja dadas para'reuuir e fazer marchar
por pessoa que o soube directa-
o projecto e 318 a favor.
Decidiu-sa qne a t rceira loitura nao teria
lugar. Como v. m, ve, a assemblea dividi-
se om duas metades p.uco mais ou menos
iguies. O presidente foi batido, purera por
umi 13o pequea maioria que a assembii
victoriosa e-ta morlalmetite fonda por seu
trympho. A lei de 31 de maio daqual os
parlamentares queriam salvar alsruus pe la -
eos, flcou toda iulelra sobre o campo da ba-
tatn.
Esta he a opimi de lodos os homens es-
clarecido ede quasi toda a imprensi. Con-
deni iada palo governo e pela mttade da as-
semblea, esla bique nos ameacava de urna
guerra civil, he de hoje em diaole inexa-
qurel.
Os autores da intriga parlamentar enm
d-sle parecer : elles reconhecum que em
quanlo o presidente estiv-ssa no poder,
iiinu soiia impossivel riaos fazer prevalo-
rirainenle um voto que Ibe tirara a oceaalfio
de acabar com a assemblea ; porm teuha Vine,
como certo que lsto nao he seno urna pequeoa
parle, e que chegamos ao momento de urna so-
uco violenta.
O presidente nao dissiinula mais auas inten-
edes. Para ser bem auccedido, Ihe sao neees-
aarias as syiiipalhias e o coocurao activo do ex-
ereito, e elle faz ludo o que he possivel para
nuil a sua causa os soldados e os olHciaea.
Ion.lo vindo ltimamente alguns regiment!
fazer a guarnico de Pails, elle recebeu uo pa-
lacio do Elyseu a vlalia dos ofQciaes, os quaes
foram ein uumero de qulnhenlos on seiicemos
preiur-lbe suas homc. ageus.- elle Ibes dirigi
o discurso seguinte qne mandou publicar pela
imprensa. (*)
as duas questOes deque fallai a Vmc,
a do projecio de le para o restabalecimen-
to doauffiagio universal, e a que os ques-
tores levantaran], sao as mais unp irt.ntes
da quinzena, e insisto nellas p irque dovem
ter um influencia enorme aobro os fictos
cer suas ideas de restauradlo monarchlca,. posteriores Ojoanlo aos outros trabalbo*
hou.io aiu-la fazer applicar asta lei .le 31 de; da assemblea, elle leein um iuteresse
maio, coro o auxilio da qual olles es^eram i------------------------------------
ser reeleitos. lid para derribar o presiden-' (') Veja-ae o Diarlo n, 389,
delles em ponen palivras. A iai dn urci-
mento foi discut la, porm rata discuaslo
anda nfln tmmi-inu ; ella foi interrompida
para dar lugar ao exmo da municipal qu",
no pcnsimoiil'i dos chafes da maioria, do-
ve reformar a lei de 31 d maio no limite
que a maioria julgar pos-ivel esta debata
ii3o tem pro luzi o nenlium resulta lo gra-
ve at aqui. Elle prosegue diulcultoss-
mente, porque o governo tem recusado
t mar parte nello, e a montanha ha decla-
rado quo por este modo nSo .-e offerecia ao
povo seno urna aaliafacao inconpHti e
irrisoria, pelo que lia se absterja de dis*
cutir e de votar. Em resultado nosaa si-
luagao em liain.a be mais perigoaa da que
nunca, aguardo-mc para os mais grifes
c.uilil.-Hlenlo-.
InglaterraPoucas comas se tem passa-
lo na lug-aterra o no r<-sto da Eurupa, que
t nham aliiim fnt-r.-ss-, e f-diciiii-ine por
to, porque no momento em que acabo
do escrerer osla cuta vSo apparecendo
aqu fictos, cujo alcanca he inoalculavel,
e que vio lixar a attoncSo do mundo inlei
ro. Acabo, poia, em poucas palavras roi-
nlia revista exterior, .fin de concentrar-
me msemocoes qua rae carca ni no momen-
t) om q-ie Ihe escrevo (2 dedezedibro).
Kossuih termina o ultimo icto dicomedia
quo represantou em beneficio da demagogia,
aerante os papalvos de Londres, de Son-
tam (un, de Mancbester o de Birminghau,
Elle parte nestas das pan os Estados-Uni-
dos da America para onde seu amigo, o Dr.
Kinlkel foi com antecedencia alim delirar
subscripQfles que elle devoi recebar, sob o
pretexto de preparar un i revolocSo ni Alle-
manha. Boa Viagem, Kossulh com tauto
que nSo vollo mais, pois que os americanos
quo ochamam nSo tem que temer dello se-
n3o por seus doliars,e lato Ihes diz respailo,
em quinto que a Euroja tame nelle o artil-
la o mais hbil di propagandi revoluciom-
ria.
Suissa. Acabam de ter lugar as elelcoes
na Suissa para a renovicfto do conselho fe-
deral- Os radicaos obtiveram a vintagem e
elles lorSo a gnn lo maioria oo Conselho
He urna nova complicado, por que a Suissa
vai a ser mais que nunca o foco dos cons-
piradores demaggicos dirigidos contra a
AHemanlu c mes'no contra a Franca.
"espanto. O general Narvaez deixou Pariz a
12 desie mez. Elle foi chamado a Madrid
para assistir ao pirto da ninha. Suppoi-
se- que este chamamento po lona ter muito
bem nutro Um, o que a rainha e a rainha
m3i, as circunstancias difficeisemque se
acha a Europa e mesmo ll-spanha, no
oslara ii longo decouliar de novo a direcSu
dos negocios ao illustre marechal, qua he o
nico que po le raunir o partido moierado,
hoje do iiiinv.Imo t dividilo
dem 7 de detembro de 1851.
Aoali mos deassislir a urna revoluto re-
pentina e grandiosa, a qual ja sahio victo-
riosa da provacio sanguinolenta da gu-rra
civil, o dere Icrpara a Franca c Din a Euro-
po ell'eilos incalculavcis. Eis aqui oque be
panado.
Aos dous de dezamliro pela manhSa, os
habitaptaa de Pars, ao salnrom de suas ca-
sas, aciiaram pregados om todas as esqui-
nas as pecas seguimos
l'iimeira. en nome do pwo francs, o presi-
dente d'i repblica decreta
Aitigo. 1, A assoaibli nacional he dissol-
rtda.
Art. a. o suflrigio unirersil he resta-
liolecido ; a lei dj 31 de maio he abro-
ga la.
Art. 3. O povo francez he convocado em
seus comicios a partir de 1* de dezembro
ale 21 do mesmo moz.
Art *. O oslado do sitio ho decretado na
esIoncS-i da primoira dirisflo militar.
Art 5. O conselho de estado be dissol-
vido.
Art. 6. O ministro do interior he encar-
regulodi execucSo do presenta decreto
Palacio do Kli.-eii i de dezembro de 1851.
Luis Napolr/lo Bompnrtc. Presi denlo da
repblica. Assignado Luis Uorny( minis-
tro do interior)
Segunda. I>roc/oac3o do presidente da re-
pblica. Appello ao poco francs.
A siluaeilo actual nao pode durar mais
tjmpo. Cada da quo Dassa, aggrava os po-
ngos do paiz. A assemblea que devia ser o
mais hrino apoto da ordem tem salomado
um roco do couspiraclo. O patriolismo de
irezeutosdeseus rneinbros nSopieomba-
riar suas Taiaes tendencias. Em vez do
fizar le, no intaressa geral, ella forja ar-
mas paria guerra civil, atienta ao poder
quo receb duedamanta do povo, anima to-
das as ma, patxOes, co nproinette o repou-
so da franca l Eu a tonlto dissolvido e faco
o povo inleirojuiz entre ella e mim.
A constitjico, bem o sabis, foi foila
com o hu do enfraquecor Je atiteinSo o po.
d.rque teta conli,r-me.
Sais milli-Jas do sulTngos foram um pro-
testo estrondoso conlra ella, todava eu a
tenho fielmente observado. As provoca? Oes,
as cilumnias, us ultrages ma toiti adiado
impassivel ; mas hoje quo o pacto funda-
mental niio he mais respailado por aqu lies
mesmos que o invoo3o incessanlemcnle,
e que os homens que tem ja perdido duas
monarebias quorein atar-me as m3os a Qua
de destruir a repblica, mou daver nefrai-
lar seus perlilos projeclos, mantera rep-
blica e salvar o paiz invocandoo juzo do
nico SOoaraB quo ncoiiiieco em rranca ;
OPovo.
I ac por tanto um appello leal a inc.io
inicua, e digo-vos : Se queris continuar
este estado de torpor que nos degrada e
comprometa nosso futuro, escolino oulro
em meu lugar, puta n3o quero mais um po-
der que be nunolente para fazer o bem, lor-
na-me respoiisavel por actos qne nSo posso
empedir o mu preude ao leme, quando Vejo
o navio correr para o abysmo.
Se pelo contrario, tenues anda candanga
em miro, da-me os uietos de euoiprir a
grande missSo que do vos recebi.
Esla uiissSo consiste em fechara eradas
reaolucOes aalisfizendo as necessidades le-
gitimas do povo e protegendu-o contra as
paixes subversivas. Ella conaiste sobretu-
io ero croar inalilutfO ra qua subrerlrao aos
bomens o qui sejam em lim fundamenlos
sobre us'-quaes se possa assenlar alguma
CuUSa de .iii .i lonco.
Persuadido que a inslabilidade do poder,
que a sprepondo/siicia de urna s assembii
sao cousas permanentes do periurlMCio e
de discordia, subueito a vossos suffragios
as bazes fut lamentaos seguimos de urna
coiisiiioic.lo que as assamblasUeseuvolve-
raro mais tarde:
l'nmeira. Um chela responsavel no-
meado por dez annos ;
Segundo. Ministros dependentes do po-
der executivo smenla;
Terceiru. Um cuuseiho de estado for-
mado dos bouieus os mais dslinctos, que
prepare aa icise sustente a sua discusaSu
peame o corpo legislativo.
yunto. l ni corpo legislativo que dia-
cula e voleas lea, eleilo pelo sufragio uni-
versal sem esc iilniij da lista o qual falsea
a eleicSu.
Quinto. Urna segunda assemblea fr-
mala de todas as illusiracas do paiz, po-ier
moderador, guarda da pacto fundamntale
das lihord i.i.-s publicas.
E,le sysiema c.eado pelo primeiro cn-
sul no principio dos culo, deu ja a Franca
"oropuiisoc a prusperidade; elle llie ga-
i ranlina anda estes mesmos bens. 1
Til he i ninha convccilo profunda. Se
a cnmpartillnis comigo, declaral-o por;
rossos auifragios; se, to contrario, prefe-
rs um governo aem fo'ca, monircbio ou
republicano, tiralb nilo a. i -le que paasado,
ou dn que futuro chimarico, respOndi ne
gativameole.
As-im, pois, pela primeira le, depois
de 1801, votareis com conhecimeoto de cau-
sa, aabendo bem por que apara que.
Se eu nSo o lili ver a maioria de rossos
suffragios, enlilu provoparei a reunido de
urna assemblea e Iba mregarej o mandato
que de vos recib; porm se crerdes que
a cusa, de que meu no ne Ira o symbnlo
islo he a Franc regenerada pela revoluto
da 89 e organildi palo Imperador, he ain-
da a vossi, proclimai-o consagrando os po-
deres quo vos pego.
Euldo a Franca e a Europa serSo preser-
vad, s di atiarchia, us obstculos se applai-
narRo, as rivalidades terSo deaapircciii.o,
porque lodos respeilarflo, no deorelo do
povo, u decreto da pro.id-ancia.
Palaoio do Eiiteu, 2 de dezembro de 1851.
Luiz NapoleSo lamparte
Teletira.ProoiamaoSo do presidente da
repblica ao exereito. '
Soldados, aede orgulbusoJ de vosai mis-
sdo, ros salrareis a patria, pols.conto com
rosco, ndu para violar ss leis, mais pira
fazer respeilar a primaira iai do paiz, a so-
berana nacional, di qual sou o legitimo
represaotante. lia muito lempo soflVieis
como eu obstculos .que se oppunham ao
bem que eu quena fazer- vos e as demoua-
IragOes de vossa sympalhia em meu firor.
Estas obstculos est9o destellos : a sem-
bl! quiz atlentar a autordaJe que a nac3o
inteira me deu, ella cosaou de existir.
Fago um appello leal ao poro a ao exer-
eito, e digo-lhe: ou d.i-me os meios do
assegurar rossa prosperidad, ou escoltiei
oulro om meu lugar.
Em 1830 como om 18*8 fostes tratados
como vencidos, depois de tarein infamado
vosso desiuteresse heroico, dignaram-so de
consultar vossas syropathi se vussos votos,
e entreunto suis a flor da nac3o ; hoje nes-
te momento solemne, quero que o exereito
laca uu vii sua Voz.
Volai, pois, livromenle como cidadSos.
mas como soldados, ndo esquecai* que a
obodiencia passiva as ordens ero chefe do
goveroo he o devor rigoroso doex.rcito,
desdo, general al ao sollado. A miro,
responsavel por mmlios accoes porania-o
povo e veranil a pustendade, toca lomar
s medid.s que me parecer! indispensa-
veis para o be n publico. Pola rossi parte,
permanece! mabalavais as regras da dlici-
p.ma o da Honra, ajudai, pur vossa attilu-
la respeitavel, o paiz a manifestar sua von-
tada com calma o reflexao; ssde promplos
para roanuur luda a tentativa conlra o livra
exerciciu di soberana do novo.
Bjldadoa, n3o vos fallo ,is iembrancas
quo caeu nomo recorda, ellas esto grava-
das em voasus cncOas nos somos unidos
por lagos udissoldVeis: vossa historia he
a mil ti i.
Ha entre nos no passado communhSo d0
una ededesgraca, b.,ve,-a para o futuro
cumuiuuhao de seuli.uonios o do ras'olucfin
pa
palacio do Ellsou, 3 ,ie dezembrn ile ihm '
I
Oa fautores d insurrriedo ndo tornardo a
ipparecer Ido cedo em campo
O golpe de eitado do presidente foi pois
bem succedido em Pars ; reala sroente sa-
bar-se deque m ido gara acomido nos de-
partamentos. Al aqui ai notlciassSo boas '
ai prinaipaes ci ladea de Franca aouberim
dos icontccimenloid-e 3 de dezembro com
um espanto misturado de alegra. Clisa-
se, he rerdide, ligos pontos nos quaes as
lutorididns municipies se tem mostrado
m.l dispostas, porm sSo particularidades
demui pooca importancia, e estas opposi-
goei Isnladas perdem-sa oa massa das ad-
hesOea.
Urna medida qua o presidente asaba de
tomar tem producido em nxcellente elTeito
e tem reconciliado com elle um bom nume-
ro de republicanos honestos
Por um decreto publicado mies de hon-
tero elle decidi que a rolaclo sobre a pro-
longacdo de seus poderes seria falta por es-
crutinio secreto. Um precedente decreto
detcrminiva pelo eonlrnrio queavutgdo
seria publica, a multa gante se lnha quoi-
xadodisso, porque desle modo o voto o3o
tena inteira liberdide; he a estisqueixis
que o presidente deu iitisficao.
Emsumma, bem que sahiames de urna
terrivel guar.a da ruis, achamo noa oeste
momento muito mus tranquillos sobre
uosso futuro aeremos no ter mais quo la-
mer revolugas.
O interesse de nodtos ullimos aconteci-
mentos he 13o grande que creio perfoita-
ilKinte intil fallar-lhe dos factos que os
precedern] e que mo tero mais boje ne-
nhu'iia importancia ; mencioaarei smeote
a murta du mais nluslre lugar tenante de
NapoleSo, omaiecbal Soult, o qual acaba
da gloriosa ca. reir na ida.le de Si anuos c
oilumezes EMe era marechal desde 18U4.
O decano dos Soberanos da Europa acaba
tambero de desco'r sapultuia ; o rei da
Haoovre, Ernesto Augusto, oiorreu ios 18
de novembro uroxi-oo punido, ella liuha
naacide aoa S da juuho de 1771.
U tiungaru Kussuth eanbaicou-se enaliui
para a America uo vapor iPranklin.
Bolsa. Es aqui o curso da bolsa durante
o in-z pissado em Pina a Londres.
Os 5 porceuto subira) 9i frs. e30c.
descerna depois a 90 f. 5 0., a licinin a 9(
f. e 35 c.
Os 3 por ennto subiram a 56 frs. a 75 c
desceram a 55 fri: e 60 c, e Uciram i 56
frs. e 95 c. '
Os consolidados inglezes subiram a 99
7|8, descaram 98S|8. .
I
tozembro de 1851
Luis NapoleSo Uonaparte.
Estas pegas s quaei eslava junta urna
proelamagSo do piefeito da polica fizeram
em Pars a mais profunda imjress3o. Nin-
gue u toinav a neilo a oiusa da assnm-
bloa que o presidente acabava de dissolver,
mis tolos perguntavam como ha va ell-
piuciidi para impelir que os represen-
tantes so reunissem, ollze.isem da sua parta
um appello ao povo oao exo-cio, e Como
mamaria na ordem os anarcni,las aos quaes
sa dava um 13o bello protesto de insurrei-
gdo.
Soubose logo o que sa tenha passado :
nuile trinla e urna pessoas baviam sido pre-
sns, contando se entro ellas vinte e oilo re-
presentantes. Os .riuciiiaes eram os gene-
raes Changarnier, Cavagnac, Lamoricire.
Badean, Laflu, o coronel Charras, Mr, Thiers,
Mr. Rtze. Mr. niger duNord, Mr. B.une,
M'.Croppu, Mr. Nadaud, Mr. Valentn, etc.,
uns brancos, outros verm Ihoi; mas todos
Inimlgos declarados do presideola Estas
prisfjes foram operadas sem dillculdade
em quanto estes sonhores estivam linda
doilados ; a assemblea rol assiro privada de
seus principies chafas, todavii um cario
oumarode ropresenlantas, 30U pouco mais
ou menos, reuuram-se no correr do da em
urna das casas de cmara de Pars, e ah
proclamaran] a destituido do presdanle, o
resialiel. cimento do sufraglo universal, a
nome.gSo da um novo comm.nlanle dn
exereito de Pars etc., etc. Entretanto qua
estes senhores faziam phrases, a forga ar-
mada penetrou no local da suas deiibera-
gOos e ioliuiuu ibes que se dispersassem,
as como quer que se recusassem a isso, a
ropa apoderuu-se dalles e encerrou-os em
uro quartel de cavallaria. eu-se a lodos i
permias8o do retirarero-so com a coudiegSi
de pi'ouiciloi om qua n.lo se reuniriaui mais
A maior paite obslinarim-se, e foram ron-
duzidos para um dos fortes dos arrabaldes
do Pars, mis presentemente quasi todos
se tom submettido, o sucnam recolhdus
os suis fimilias. Ninguem oure mais fallar
delles, nem da assemblea, a qual esta mor-
a o bem murta ; mas havia anda us re-
piuseiiianie mulitauiiezns que etn numero
de 120 nSo tinham tomado parta nesla reu-
nldo, e que se uccupaVaiu em fomentar urna
psurretcgSo no puvo de Pars. Estas tenta-
tivas cri uinosas foram bem acolhidasnSo
pelos up ranos que amam o presidente e
que permaneceran calmos, mis pelas so-
etedides secretas que se cumpOem de to-
dos os bandidos e do todos os vagabundo,
da capital: ellas resaonderam a senha da
montanha. Foi no da 3 pela madrugada
que a lusurrecgSo cimegou, urna barricada
fu) levantada no populoso bairro de S. An-
tonio por iioineus eslranaosao destncto,
os quaes tinham sua frente tres represen-
tantes lllOlll lllh'/rs.
Como quor que a tropa avangasso, uns
quinzo lima da espingarda Irte forim dis-
|i.ra los, enlo ella es um ie i por um fugo
de p -luido que laucou murtu no cuo a nin
dos io nos uranios montauhazes, Mr Usu<
din, semina barricada lo nada a bayoneta.
Pela tarda nuras barnc.daa comogara n a
ere o Iriii-M.uiii uuiros pontos prximos
do hotel de /lie, nos quarlnii0a3 de S. Di-
nizcdeS Martiulio : por toda a parle nos-
sos soldados puzaram em fgida os insur-
ganles, mas deaejava-sa um confiicio mais
geral para darum golpe de moite na dema-
gogia. No da aaguiu.et, leve-se aviso de
que barrica las se preparavam amia nos
meamos quarteirOes, e quo ellas se esten-
d, m at aos bouleoards; o ministro da guer-
ra que tem dirigido do modo adroiiavel to-
das as operagoos mili tu es, conservou d
proposito as tropas em distancia para dar
aos insurgentes lampo de se aglumorarem
subre o mesmo ponto ; ao depois quando
julgou o momento favorivel, fez partir a
marcho marcha tres divisOag, as quaes en-
lagaram a insurroigSo em uro encolo de
ferro e.ogo. Todas as bairicadas foram t-
midas, todas as casas donle sealirava so-
bre atropa foram varejidas, e os indivi-
duo* presos comas armas as indos furam
losapiedadaoaeiile fusilladus. A lula durou
quatro horas, pouco roais ou menos, unas
a victoria da urdem soui i marcbi fui com-
pleta.
LISBOA, MOVEMHHO 2 UE 1851.
Neate pal nao baaeho
progresslstai e cibra-
lislis.
" (Revolucio,)
O partido carlista perdeo as elelefies
cm Lisboa. Uurmul-o sem disfarce, como
temos fallado com franqueza. Perdeu una
elelfo nominal; mal reaia-lhe a vicio, i i mo-
ral, Obrigaodo oa aeus adversarlos a recorrer
a lad.i.i cspo.ic de fraude, de ardll.de arbi-
traiiedade, de seduc^ao, de violencia, einier-
vein'au, obrignn-os a confessarein a sua fra-
qurza. O trlumpho que aclamar..... he tao
falso c unu os meios que empregarain. Quan-
do nos vlerem fazer oiieiuacu da aua forca,
quando nos riere.,n fallar da aua llberdadc,
responder- Ihes-hemoa cornos receoseamenlos
falcifieados I ilciil.-a i..s em face daa listas
alisadas s portas das fregueilai, falsificados
em face das realamaci}ea, falallicados em face
do proprio Diarlo do Gorerno, lsto he, em
face do gorerno mesmo. Nao foi rerdadei-
i .menlo o partido aeptembrista que renceu
na capital, e muilo menos fui a populacao que
se pronunclou. Quem ga huu o triumpho
foram as counnlssocs de recenaeamento Os
documentos desla grande iniquidade nao de
appareeer, e he eiito que, pelos c-rgos da
opima >. Invenios de appelar para a Imparcla-
lidiUe e Justlfa do paiai
Se um revez nos livrsse levado os votos,
te um golpe da sorte nos houvesae felto perder
nem por liso succuinbirlauos, porque sabe-
mos oque valem aa popularidades, como se
l.iieni e desfasem, como se illudem e anrpre-
hendein ; ndo inccumbfriimoi, maa reaignar-
uos-hiamos, infellirs e constantea, curvando a
oa boca ante o infortunio e guaidando Intacta a
uossa fe. Ante os escndalos do estratagema,
anteas escamotageos da parclalldadr, jiorcm
-- nao. Erguemos mais alto, e mal firme a
noaaa voz nao para aecutar o dlstinu, maa
para protestar contra a injusiica, Uo alto
desta tribuna faremos aluda ouvir verdades
duras, e nio pensein que consumaram a obra
levando a urna de aasalto" na capital. O pas
nao eata todo as listas parclars. nao est as
exeluedea nem as fllegalidldei. Tlnbiuios
confiaupa na nossa causa i temos anda a mes-
illa, ou aluda maior. Quanlo mail impor-
tanies fuieiu oa o i ios e ua vicios dos noaaoa,
inimigos, lano mala apprcisaro a sua queda
e a sua Ignominia:
Antea do combate eicreviainoa na cala,
paiavraa .
a O triumpho verdadeiro eat alcanzado.
O partido caruata Iriumphou, deade que, pela
coherencia dos aeua princlpioa, pela t rva da
sua juanea, e pela tranquilla arguranca da
aua altflude forcou a turba colllgada dos
seus adversarios a apostataren! daa auaa eren-
fas, a mcnllrein aoa aeua prograiumaa, a per-
juraron os aeua dogmas, a empregarem a ca-
lumnia e a oppressao, a fraude ea alelvoiia,
su para poderem entrar na tica com elle.
O partido moderado exalta-ae aempre na
lucia, e be na arena, quando momenlanea-
uieule toca a ierra, que o athleta ae levanta
mas robusto e denodado Bileuiperado na ad-
versldade o partido carlista, quando o jul-
gam subjugadu, surge com vida nova, e baa-
la-lhe erguer-sc para assombrar os sena con-
trarioa. x
Hepelimoa anda o mesmo,'a ae he possivel
com dobrada convicc.io. Apoderaram-se da
urna em Lisbaa; mas para Isso mesmo fol-
Ibes neccasario inetterem-ac debaixo do palito
da carta. Por consequencla foi ainda o nome
da carta que trluiuphou ; foi o nome da carta,
traicoada, escarnecida, lu hurlada por elles,
equetadavla, anda marchando ao sacrificio
como victima, tem bastante preeligi para
ahes envergoohar os aeua louros, e glorificar
os nojsus desastres. Subjugaram-nos, a nos
que pugnamos pela carta maa id poateram
subjugar-nos em nome da carta. Se o prin-
cipio be ludo, o principio recebeu a mais
solemne consagrayo que podia recebar. A
sincendade d'elle est nos factos, e oa factoa
osiau ah para fallar Inteligencia, e ao
corac.o de lodos.
Se queris saber as tendencia que revela
una i-ii-h .i i icu.i por tal modo e debaixo de
taea auspicios, olliae para as insignes perfi-
dias que determinarlos, cale resultado, olliae
sobre m lo para a qualidide daa turbal arre-
giiuentidaa pela demagogia, e por ella adiullt-
daa como arbilraa soberanas. O operarlo la-
borioso, o artilla iuiclligeute, o empregidu
honesto, o coinmercliuie, o capitalina, o pro-
pietario acharam-se muda ves em minora
diante de urna inul.lld.iu incogoita, por que
asslm o tinha resolvldo a iullueiicia domname,
e asslm era neceisiriu pira gilgsr a cadeiras
da repblica por cima do estrado da monar-
cbia.
Esla: anda porCm multo longe de ae conlie-
cer a declaao definitiva da ulna. A elelfao
da capital nio a elei^ao do reino. Nal c
una perda parcial que pode resolver a quea-
ta.i geral. Eiu lodo o caso, as aoasas ideas es-
lo exposlas. Veucidoa ou renceduria, a nom
doctriua e oa nonos principios aio aempre oa
ncsinoa, a nossa fe loa balare!, e a oosia ener-
gli redobra na preieofi das dilliculdades. ral-
lamos ein nome de um uobre e generoso par-
tido. A razao nem sempre secoula pelai vlcto-
rlaa: a constancia o que ae mede pelos sacrili-
cos. A rellglo tem a aua crua. Proieisimol
uina religio ; sainamos levar a crux d'lla : a de
Christo subiu daa catacumbas ao capitolio; e,
antes de ser adorada pela chrlatiodade, fui per-
seguida pel lyranl i. Todos oa pirlldoa tem as
lu.a horas de provucaoe amargura: a f de-
uioustra-se arroslando-aa comcoragein, esen-
'lo-iiio, superior pela perseverau^a. Ha victori-
as que penca mais do que derrotas. Anlea cablr
com honra de que trinumpliar na Imfamla.
I
MFI HOR FYFN/IPI



.
ajolbaraoipa d'ettei bomeos, que pela niai-
or parte flgurain as lillas iriumphaniei, etMla
dos quaes uurchain mu (o d* tquellei que iiia-
ls le leen, distinguido nal guerra* fratricida!,
nai lucias de exterminio contra Carta e contra
o tbrooo. O govtvno nao poder mala aer gober-
n era nome da Carta, porque hoja fea as ft-M
cienulaiPiaLisboa,a urna, que monopillsou
cinbcorfijlo eicluilvo da faceio republicana,
be a sua urna cineraria /
Maano, o governo nao far tal, porque nao
lem o pudor das suaa aklvoaias, nein a consci
enca das suaa lnvocacdes. O gorerno n.iii des-
cera do pudeYnorque fet (odas estas nilauiai
para se maolera^elle, n' esse poder comprado
a revolta e vendido anarchia. O governo nao
sahlr; ser precipitado pelos mesmos gue fol
buscar pera auxiliare!; qunndo esies julgarein
Intil a aua cooperarn. Ocoeruo aacriicou a
Ca.taea Balnha pelas candidaturas dedo is mi-
nlstros e um gaye ral.'
anda se atreve a chamar-te carlista!
Nao ditemos, o governo nao descera do
poder, porque elle canjuha unido com a deina-
gogla, ou arraslado por ella; porque vio todos
a um fiin coinmum, mesmo com o Intuito de se
atralcoarem titvtuamentei va lodos a umflm
coininuiu, u&s por imbecilidades traiedo. ou-
tros por hypocbrlzla e proposito. Ogovrrno nao
descera do poder porque liona dado as uaus
aos partidos revolucionarios, porque Ibes ou*
tborguu a sua proteceo e osaacudou com a
porprlas violencias. *
De duas urna: ou o governo tas trlnumphou,
Ii'yedemiuir-aeioutrlumfandonalista septem
bfista, h MfMNiBrUu mina lia.
Em Portugal todos sabeuau que quer di.i'r
septembrltta J *
A faco, que se nao teme de deshonrar o que
julga a sua victoria com assuadas. Insultse
ame ica-, est difluida por si inesuia.
Oa le lores do Patriota fize/aino cortejo da
idea triuiiif.iiile, e oa improperios aHrozes de
urna folha impudente serviram as aaudadocea
da victoria. Os dscolos devlam tremer all (lian-
le da sua nroprfa obra. Nos nbo quise ramos
Ulna couqolsta manchada por Ues vi leas.
Veja-se a diflerenca. Qnaudoopartldo carlis-
ta ten venoldn, lem tambem ennobrecidoa vico
toriacom a moderacao. A, estes, chamados ven-
cedores, o trlumpliu, Infunde alma nos sicarios.
c, as horas da embriagues, s sabein os gritos
doesterininlo. Os seus cantos Jubilosos sao iin-
precacea furibundas; Se isto he por um.. van-
tagem parcUI, o que Parlase defflnltivameute
se rrpulassein dumlnanlea? K' nesies Momen-
tos solemnes que se revella a ndole de UlU par-
tido. Portugal que repare, ejolgue!
Nada mals diremos. A aossa f, repeiimol-o
ji. i se abate. Levantemos ben alto a fronte, lo,
du* Os que combatemos. A victoria,he d' ellea*
mas s liunra he nossa. Nos ficam<>s puro*; elllea
In-.im eternamente manchados. ISs fomos com
a palavra patria m no coraejo e nos labios;
eiles gravarlo no seu processo a palavra tral-
yo :
INTERIOR.
CoRRESPO.NuEiNCIx D DIARIO DL PF.K.
NAMRUl.O.
Parahyba, 22 dldezembro di 1851.
M8 e-ta vez tenho de confess.r-lbe, que
me engam-i em meus pmgnosticoS, nn-jg
esti vez tonho de dar as maos a palmatoria
e reonhecer que sou olio auruspice,
ou astrloga judiciariol! re triste a hu-
muhante para muita gent; mas eu como
preu orentas siii.er uiuma dos antigo*
tolos de batha a cuita, nao lenlio duvida
alguma em dizer Iheeapichii-me solem-
nemente, e meus clculos sahiram erra-
dos I
Sim, senjior, suppuz, Iludido por vSos
palavnidos, que o jury da Aria s-guria,
no julgamento dos indiciados assassinos do
infeliz D-.Trajano, osilicuiues pacficos o
limnanos do* coracOes brasileiro*; mas,
segundo as ultimas noticias, deu elle meas
urna prova de que, se as vezos a juslice
divina se demora, sempro ella appa'ece ."V"
mus tarde ou cedo, de que oem sempre a
justica c de tenas aliaixo anda tachando
por causa da venda, que os telhacos llie
dftarajp,
Forim coodemnados pena ultima, at
a sabida do portador que nos trouxe a noti-
cia, o lluj. o Caldino, o Manuel dos San-
tos( eco) e a Carlota!
Eu sou bastaole ooposto por ndole pe-
na de morte, e certo qua se litera os ren-
dimentos para ser jurado, nunca votara
por ella, e mtiila desejaria ve-la reprovada
om rueu paz pelo itielhoramento dos coi-
turnea, e novo avalenta da pnsOi'S; mas
reeooheco que actuirtmente ho indispense-
vel enlre nos, e que so ella bem applicada
esem consideracOes poder-nos-ha salvar o
horroroso uliy-niu om que nos vamos pre-
cipitando. Lastimo do coracHo asorled'a-
quellas infelizea que a soffreram; mas re-
couhpfo a nrcessidsdc de um exemplo es-
tronJoso e efJicaz. II mister que os nos-
sos humens se conveliera) de que a impor-
tancia aocial, o dinheiro, nascinionio o ou-
trss circumstacias, alias irnui.. aitendi-
veis na socledade, nosilVatn oinlividuo
dapimicSo merecida pelos crimes; oque
estes fozem di-sapparrcer aos olhua da lei
a coocideracfio por aquellas dada ao indi-
viduo que, pussuindo-as, lioni lon^e de
seguir, como ellas aconsulb m, ooamiabo
da virtud, se atiram ao lodazal dos Cri-
mea.
He bem doloroso o assumpto para insistir
nolle. NS<> teuho noticia dp resollado do
iulgamento do Joanuim: pmAm tnhrn .;.
tambem se resent< da juslica que os oo-
tros tem prevaleciJo.
Verincou-se a noticia do homicidio per-
petrado no Tab, deque em minba ultima
Ihe fallei; porejn nao com as circunstan-
cias Telendas. lUviam z-lus entre o nior-
to, quedizem ter ai Jo peca dn, e outro
por causa do urna daa liiiias de Jcrusalem
que |mr all residia; e por isso zeluso, te-
mendo o i val, couvi iou outro compaohei-
ro, anoite, emquanto elle discantado dor-
ma, Ule dispararum dous bacamartes que
o mandarais para a eteinidade, e julga-so
que tamberos bella 11 lena, pois atapre-
soute data oto deu noiici-s suas.
O Eim. piesidanle, de acord com o Dr.
chi'fo de polica, quo activissimo como lie
mi podia donar de lomar uiuil > em consl-
duia^fio to lu i o oso atleutado, maodou
o SiOfflyc drSla termo, que .uao^u u lu-
gar do drlicl", com o promotor publico
urna escolta de eavallaria aquella lugar para
syndicar do fado, e dar as precisi provi-
ilerJaras. Isio me disser.un, e eu vi s.Hir
aquellos funecionarios portante i(C la o
peso que quizer a noticia, porque eu, co.0o
por ve qua Iba refiro, pois sempre vou com oha
publico e notorio,que uuin sempre be ver-
dadeiro.
Afora isso nada inais lem ocorrido qur
uoreca ini'iiciiu.
Consla-me qge o homem do calalau esta
agasladissiuiaijela minba noticia do cha,
e que quer cbama-lo, ou a um outro que
diz ser eu, a responsabilidad.
O amigo esta abracando a nuvom por Ju-
no, rileos queira que ao disfazer-se a il
lusffo elle nflu ligue desaponlado.
.\ada lbe assevero que nao possa prova'
coro paaaoas de consideraco doata provin-
cia; e inulta cuuainlia aei euque Inu pud-
ra uizer, atas que o nSo far;o por deoenci-
e alinelo a outras peasuas quo uo oa
agenlts; e para nSo gaslar mou leinpj cjiii
Ittnit Prorais; poreiii lalvez que appare-
Cain o, purtuuameote.
i ornando puisenhor dquem me ti- gado.
iSmediato ou piloto do vapor fui aquella
reparticlo e disse que quartmhas rram obrl
gadas a ir a alfandega. sendo aabido que
er.lo f.'ilas oa Babia; mas que assim nlo
acontrceu setenta e tantas libras de cha,
tambem desembarcadas, que linbam vindo
para o guarda-livroi alo Sr. Carvalho, Bas-
tos, as quane tiiMiam segu lo para ca|a de
seu dono, com quauto tambem fossem pro-
duc(9o do paii. ,
En ouvink) issooSr. inspector mandara
um o i dnus guardan casa ato Sr. Carva-
lho, equeomlo vi-io a nota das caixss e
peso, e por ella se fez o, dspacho.
Que antes disso ja urna caixa tinbi sido
vendida ao Sr. Paula, ou outro s iiIkk, <;n
a nao quereiido antes do despacho alguem
Ihe disse, que com isso se nSo importaste.
I'or essa raaflo, eu que nilo julgava em
maior obiigai;flo as quartinhas do qua o
cha para irem a all'nn lega, eutendi que ara
contra a conslitun.\lo i sse previlegiu, e pro
varei man. dito quanlo, e como qui'-r,
porque antes de S. S. aqui chogar j. Iiavla
niiiiio quem fizesse caretas, e soubesse fcio-
graphias. m
Tainbuiii provarei a historia do Inglaz,
com a qoel talvez breve S. S. se veja alare-
fado mais du ,.ue pensa, salvo se elle n9o
melborar da etpecie de loucura em que d -s-
i eniSu ficou, sein duvida por um respeio,
o por se ver aggrgdido am rato.
Provarei mais que, eu, sou eu mes-no,
quom S. S. no couh ce, e nuuca coulio-
Cera, e nao quo n S. S. diz, que lumlio -e
lalvez tanto de S. S.- como da pnm -ir.i
camisa que vestio. Se S. S. lem algun>as
contasatrasailaa.com esse pudre, de quem
trata multo em particular com seus amigos,
enlenda-ae com elle, que, esluueerto, le-
ra a reaposta na mesma clave u lom; po-
em soiii undainenio nSo tive o que de di-
rallo me penence para Ib'o dar, porque
uein eu, o nem elle Qcaremos contentes
cusa isso, que he, Iliterariamente fallando,
"So aei se me euloiue, um plagio de nova'
espacia, enme que lo.i.s quai.tos teem
urna peona entre os trea dedos da in di
reia ahoininam omnl ptetore.
Delxandu queites iusipidas, e que nada ap,
pronii.ini ao publico, c nein ani, enerare!
etu ni ii. i i i.
Esuinoa a ver pelas coatat o auno de 1851, e
orno acates viule das lalvez lbe nao pulsa cs-
crevr, porque, como lbe disse, vuu ver o uieu
Ocrco.onde coeontroaa laudlas e poticas re-
cordafea de minha juvrulu'de, quero der
adeoaa este auno lio prcennisado pelas propin-
cua do querer aer tudo -*, mas queein abo-
no da verdade, puucas saudades nos delxa, e
que neata provincia acaba, cuino diiia, com
caunbras de saugue, que s deliain perseguir
ao propbeta, e quem uellaacreditava. Val-ae
para nunca mala voltar esse auno recbelado de
ludo quauto fui mo, e creio queesqueoldo ll-
oara no cacuro pasaado at a consuiumaco dos
seculoi: Ainco.
Veremos ae o novo anno nos traz mals ven-
turas, o que u deaejo, porque, como dueiu aa
velbaa quando o '.em vein a Ierra lodos al-
caucao -- e cu que sempre ando an contrario
dos outros, ealaudu agora alcaa;ado, terci de
mudar quando os oulros o ficareiu.
Sel que est o espera da conclusao douieu
arauzel para saber orasullado du meu aon..o,
que com as piusas com que vai coutadoa pa-
rece aouho de um oituvo iiormenle; poria
ao sealllija multo, e nem espere grandes cou-
sas, porque nao val apena, como Iba deve ter
provadu o couiecu.
Uisae llie que iiuh.i licado calado com a ad-
vertencia do meu companlielro de que nao ad-
uilllie pareuibeses em sua licio nois bem,
""' d>>-u. bd, ,,..,11.. a&atlmm oim,
pyuco masuu meuoa.
Ueadiulravel a educacao dos menimos na-
Le-se no Trtu d* Mato de 17 do oorrentc: 1 de engrandreimento e prosperi t.i.le. D'a" companhia com a dlttribujcao dos papesi
- Ern itsisaao H. O Je 4 de Bovemnia pro- qui astransformacO'Ssurcessivss, que tenjelles scominodadot, calendo-Ibes partesja
etiermentado em seu formato uVs le sua'por "llefeitaa com applausos esponlaneos,
aoisriQflo at boj, a extenso e va i-dade e sendo o primeiro a ahraca-lo9 as suas
a fol condemnado oreapoosavel a dnus inriea
de prisio e a pagar aa cusas do processo : fo-
rjo Julzea nasla causa os tiln. Sr. Dr. Ambro-
sio l.eiiAn da Cunba, Dr. Allbnso Arlbur de
Alinelda Albirquerqu*.
No Marauhiiu loinperio os eiurcma
com os bemiivliseos alliados. eachavain-aejeui
aietude hostil uos para cara os outros, em ra-
to de haverein estea ulllnius excluido a qullea
da sua chapa de deptttadoa provincias, segundo
eflerino as casetas. ,
. O irnos -ataranliensc noticio em aeu n. 46 o
aefiinte fact ;
r.nl'oreou-se, ao dia 17, um mulato, perten-
centr aus Snra. 1,-pas desta capital. Ignora-ae
qualo mollvodesespsrad.ique olevuua pralicar
aeco (no criminosa; oque sabe-se hequeo
desgranadollnha astenladode morrer, pois para
asphlar-se, foi preciso collocarae sobre os joe-
Ihos. So um eilaiJo de loucura,ou completo rles-
arranjo inielleciu.il, poderla arrastrar a tal
exceaso*
RaCear anda falleciauma ou outra pessoa
de labre auinrella. na capital, leudo ella quaei
desaparecido do Aracaly, ao pusso que princ|-
piava a desenv>'lver-se com iutcnsldade Ico
a= Na nolle de 17 do correte fot arrumba-
da a de Pedro Jos Amonio Vlaona, roubando-
se-lhe urna porcJEo de fasenda, c 40/rs. c i-n-
tos em cobre; suppne-se que andar o prejul-
so em cerca de SaUMOOra: he necessario que
a polica teulia mala cuidado.
a= Morreo no da 18 deate da febre amaril-
la Joaquioi Oa l.osia Sampaio que havla 6 d'us
tuihi viudo de Siup tratar de urna quenco de
inventarlo. fc
Por portara de IV houveraru as uemis-
loes e oomeaciVi seaulDlcs i Claudio Itiserra ,
A~ Cil .i...,'..ij_ T. a_.___j^ j_ c u.>!....,
i|U' ha conseguido dar as male-i'as que l"o
ucrupsm as columnas, o esmero edelica-
eflo com quo ha promovido ou secundado
a crea(9o de instituiodes de utilidide publi
ca rrcoohecida.
Cnnscio, iiortanro, de hsver desempo-
nhsdoos doveres de sua missto,' espera o
llfunocontinuar a merecer, o valioso auxi-
lio honrosa i', ni lia nca do publico; e pro-
metiendo CoO> eflloacl a urna jusia retribu
c3o de sua prte, de aovo offereco um tes-
tomuoho solemne de seus sinceros agrado.
cimentes i aquellcs de sjus Bubacriptores
qm- pela assnl lidade e prOmptidSo as
prcst-fSea oten conservado na agradavel
posigfiode salisfazer sem quebraros one-
rosus encargos de tilo ardua empresa, com-
prazendo-se cordealme to de que lbe lo-
nb'mado prosperas ai fes las
ijoui uUincadu.'
Conslando-ine que o Sr. Germano Francisco
* Oliveira.empresario dolheatrode Saaca Isa-
bel lem propalado que o lien, licio que Ihe eu
*ia quando empresario do ihealro de San
francisco, fdra lo vantajoso c lucrativo para
uinn, quanto o lora para elle, be de inioba bou-
ia i i/er-liie sentir a iujustir.i dessa asserco
repellindo de sobro mira lo torpe Insinu ico,
sOinenie filha do egosmo do mesmo empresa-
rio.
i i'u.iiiilo em 13 de abril de 1860 me prestei
gratuitamente com os nrrus compaobeiros
abano declarados ao beneficio dadoao.Sr. Ger-
(*.i.io de iro
Passas da trra
sSarro de vinho tinto
Dito dito branco
Vioho moscatel de Sctabal
ovar-Oes. Hascom o Sr. Germano, qoal he
o bemavenlsjrado que chocha d'isao? Qual
foioact >rq(K delta j coneeguio o menor
encomio, por melirr que tenh ido em s >a
parte? Eis pola a escola dramtica que
v-io plantar nm Pernamhuco oSr. Germano | Dito rajado
Francisco >le Oliveira a discordia ; por cer-1 DH fradinho
to que nos era desconheciJa ella, e s dig-
na lo genio, a quem ja servir no Rio da
J ni 'ii.i urnas dais uielhoies atrizes de am-
paro. ii'uin.i das exulosdis uiillius aslieas
dos II iiiin.o l es; a que n* aqui chamamos
am plnuse vulgar palead.
Cuncluindo dlre anda urna outra vez,
quenSo admira que assim me trate o Sr.
empresirio, quando ISo indignamente ha
procedido con pessoas a quem devora eter-
na gruli lo ; quando ten lo ai-liado em
iv.ruainbuco todas as condic,6os psra-fazer
fortuna, vive alrnpalliado sem pagar a coin-
p i nina, e tendo o que dizer Testa generosa
provincia, onde acuou a sua diaposi(3o um
excellente lliealru com o subsidio do r.r.son.
rs. para se administrar a ai proprio 1! To-
- P ^=
Olla diU ainarella
Figos do Algrave,comadre arro*
Olios dito branco ,.
Presuntos ,,
Vei pac hados.
Alpisn alq.
nacalho nacional secco Q
Dito dito fresco ,,
Frijio branco das ilbas alq.
Dito dito do Porto eFigueira
>7 78
2,8*3
7*0
4.200
3,200
540
54o
380
420
610
arrob. l,4u0
., '460
,. 2.00
cala 5,780
810
1,800
3,610
480
700
luano, oo Uve por ceilo emvlsla o ioteresse,
como elle o insinuadnos boatos que lem feito
da Silva demeitlda de delegado de S. Mailieus palhar em detrimento meu; mas t a tal me
rrqueilcio do ehefe de polica, em eonee- I wduslooaSpirliode classe, porque o estado cu
qoenc i de constar qne abusava do cargo-,
bem como Marcolino Jos da Silva liiserra 1.
aapplenic do subdelegado da mesma villa por
haver raptado una moca, e caaado-se cora
ella a forja; servmdo-sc para isso do emprcg
que enio eaercia. Anda gritar o t'rirenrt
que o Baro protege esses erapregadoa /
Triito Goncalvea Moura, subdelegado da
villa do ralo, cousentindo que Quitaba, e un-
iros erimlnosoa importantes aahtssem da pri-
so, con lldo, e mandado esponsabllisar i este proce-
dluieoto cscaodaloso do sobdelegado deu lu-
gar que i .lo: \ iin fuglsse na nolte do dia 4,
i ralo 6 de de/e,,,bro de 1851.
Qiuado ba pouco ihe escrlvl del conta dos
promeuorev ocorridos nesta villa, sem que
todava apreseotasse mu voto de censura ao
prucediniento dasauetnridades, mas como quer
que o diquede inmoralidades corrupeo nao
ulininue, cunliuuando au contrario em grande
escala, fnrea que se leve ao juixo do publi-
co esse degracado eslado, que cerlamenlc
Iguorado pelo governo, que longe uo sabe
de qne val por c : nccupar-me-bel agora com
aquellas oovidades que aalorno mala dignas
da expecl.ico publica : eil-.is.
No ola )7 do mc findo o ex-soldado Jos
Bernardo surrou una pobre rnolher por for-
ma tal, quea dcixouem panos de vinagre;fui
felizmente preso u delinquenle. A 18, pelas II
buras da nolte vio-se a villa em sustos pelo
Insendio de 0 casas, causad > de proposito pelo
marclneiro Pedro,que .'sliva na posse de pra-
licar gentilesas, algumas bem dignas de pu-
niciio rigurosa como esta, pormseinpre zom-
o.ndo da lele das auctoridades.
No lugar Gobraa a 4 do referido mex Mar-
cos e Cardoso de lal Iravaro urna lucia por
insigoiltcantc quanlia. foro-se as ocios, e o
resultado fol sabir ferido mortalmente Marcos,
que morreo no seguiule dia; oaggressur fol
preso no mesmo momento em que coinmetleu
o delicio, Bntrarlo nesta villa pelas8 horas
da tarde do dia 2 os criminosos de alisaiio
Vellia, lloberlo, Manoel Freir, Luiz Jos Sar-
ment. Antonio Loureoco, e Joio Harata, fal-
tando o Suvella por ler-se evalido ; foro re-
comidos a sala livre os seguiules : Roberto
Manuel ric-irc.'e joao uaraia, es quaes ocpoi.
Ilvero a villa por aomenagcn pelo conecaao
das auctoridades Cuinoquc se procede as-
quclla ierra. Logo que ellea natceui ficaiu os alm com ciiuiioosos de selbantaquilate?
pas privados de incuiumoda los por qualqnerl Cnegaro a 29 os presos que iranxe d'essa
ornu, e menos de corngi-los por alguos de- capital o tenenle Praga : o Domingos Lopes, e
jeitos; porque, diiem ellea, a nalurca be bel- Oulxaba fro recolliidos a urna coisa que aqu
la na slmplicidade. O menino apenas mais chamo sala llvre ; o resuliado da condescen-
crescido be o verdadeiro dono da casa, ou IV- dencla fol eva^lr-se Ouisiiba para o auianhecei
lllllin Hn.......___II. I..,...-,__ ... > ~ J_ j._ r s r rT.
ranno dos que uella liabilam, e os pas sao seus
liuinlliasimos servos sujoiloi a seos caprichos,
eongados rsitiafazcr seus menores e mais
eslravjg.intes desejos. Qqanlu mais dlakrele
be o rapaz taoto mais exalta a patria na espe-
rauca de um boin cidado, seodo e,ondulo os
P-isobrlgados a saliafatcr aosestranlios, quau-
do essasdi.iiiiur.is sao em prrjuizo de lerceiro.
Se orapazluho quer applicar-se a quabiuer
uiister un, mullo bem ; quaudo uo be appli-
cado a bou/.,, sacerdote, ou o quer que fur de
qualquer daa religies que all se admilte, ou
eulao para sabio da lei, emprego mullo eonve-
nieote a quem uau lem que fazer, ou nao faz o
que tem.
fcm religio se Ihe nao falla emquanto nao
temldade de conhecer a melhor, e eulao elle
cacoloe a quem quer; e coraummeuie uenhu-
iua, o que ne menos iiicumiuodo e mals agra-
davel. s
Litdes da moral nao sao permittldas, porque
todos lem gravados no coraco os principios
suncos, e por Isso um lal Irabalbu seria um
pleonasmo estpido, que se oo casa com a II-
luairacau daquelle paja.
tluaudo o rapaz entendeque Ihe nao sao mais
uccess.rios os soccorros paternos, mandase
mudar cus despedida iuglesa. Nuuca, por iua-
ucira alguma, a palavra aenhor sahem
uo labios mu,, ,,, como um vosas cun-
prcm seus deveres da piedade.
Para que os joveua couhecam lodos os enga-
os e maldades mundauas, sao admittidoa.......
lo verdes em tojas as conversares e leitura de
lodos Os livros ; e mesmo llis he permiltlda a
pratica, quando a julgueiii couveiueute ; e as-
slui lem aquelle palz a mais morallsada e es-
do dia S do cun enie. trndo obtldo liceoca para
estar eincasa: depois d'cssc successo que nada
honra a auclur idade eocarregada das prisdes,
foi que a 8 se mandaro rccolber os criminosos
que passeavo livremenle pelas ras, soll'rendo
aluda o indulto enlre muros o Roberto, que fol
um a. lulo pelo llilhar; pode-ie dar malar mi-
seria?
O jury est funeelonando e bem, Jicos o II-
luniine pira I, vi .o a sociedade da peste que (n-
sensivelinenle a corroe: j bouvero 3 coo-
demnacoes saber do cx-soldado Jos ber-
nardo de que acuna lallel-lhe, o qual leve a pe
dos eslorcos dus qne professsvam a mesma
arle, aecrescendo a tudo isto o desejo de se-
inuda.lo ni couaecuco da empresa de Santa
Isabel, eoipeulio este que elle me havla com-
niunicado antes.
Em que pois lucrei cu de commum com
o Sr. Germano n'este benebe-o ? S siso Sr.
ei.presarlo chama lucro ao* 45.0OJ rs. que
lo-me pela casa ; mas a argumeniar d'es-
la sino so ah se descobrina ou supina
ignorancia, ou muita ma fe ; porque eu nao
podara obrar d'oulro mo to, visto como pa-
;.:iv,i pe i loeacSo da essa 9*0.000 rs. annu-
alitienle elinlia de fazer algumas desbezas
para o espectculo em beneficio, despazas
que sen lo etrecuvamonio felss, no forsm
loJsvii lanr;i las em sua cunta, como lalvez
deveas im-n'o porque a cmprdza nSo corra
por exornlo a obngiQo de forrar os ca-
marotes s nente uor sor o beneficio do Sr.
Germano: ue aorto que deduzidss essas
oespezasdos45,UOrs. velo a llcar a casa
por :'7,000 rs.
Sem pretenefles non ambiguo, poisdose-
Jaodo que o Sr. G 'imano houvease a om-
presa de Santa Izabel, facilile-llia os meios
queestavam ao oieu alcance, para qua elle
apuinasso o camiuliu dos seus intentos, que
por fim vi-o rcalisados; e lio essa mesmo
Homero que boje prelenie da,-no a com-
niumdade nos lucros de seu beneficio, a pre-
sentando-mu aos olhos do publico nos seus
boatos com um ctractor diverso do mou ;
mas nao admira qu i elle assim lenlia obrado
Conmigo, quando o sin carcter esta ma-
uifestament desenvolvido no seu proco l-
menlo para com aS.-a. I), j ,,.,,,, Jauuana,
quetoJossibim oqu.nlo o -judou no de-
curso do sau primeiro contracto ; assim co-
mo par* com o Sr. R^is, que muilissaimo
concorreo para que elloobtivesse a empre-
sa pela segunda vez, ja quando ella eslava
ein liso de ser dado a Otilio.
o^uidiU|0.Si. Cermaoo a cerca
do Sr. Hess lio tanlo mais revoltanta quau-
to lodos sabein, que fra ella foreadoa des-
pedir-ae sopara se lbe n,lo dar o beneficio
prometti lo; de sor te que foi prociso reu
nir-se toda a companina, o uelr um bene-
tlcio para todos, e depois d'ello ser conse-
guido, da-lo ao S Reas, para quo elle vol-
lasse para o theatro !!
Assim praclica o Sr. Germano para com
aquellas que tanto Ihe tem servido; mas
eu para dar beneficio a aclor.s, ainla
mesmo desconhecdos, nao era mister
aproteccaoevalimenlo d.s pessoas priuci-
paos da provincia, cono soccodo este auno
ames do Sr. Germino ir ao Ri'de Janeiro
com ums.;uc.jllega; desorto que uSi
davia para retocar a lembranr.a do Sr. om- "ita para dita fabricada
presarlo, ah vio os nomes dos actores quo "
gratuilauentilrabalharain ao sau beneficio
i'innii Inmbeiii js les.mzas faltas por occa
sillo do meemo, por onde poder-se-ba ha-
bilitar o respeitavtt publico para bem ajui-
zar da diir.-ituca do uoss.i carcter.
UsSrs. Coimbra, Sebaslifio, Cabial, Jos
Alves, Fiol, e Juliofponto); e as Sras Rila
Tavares, Antonia da Santa Rosa o sua filna
menor, (pessoas do minba familia que nilu
represeutavain no theatro, e que eu i>or ob-
s -qi>io ao Sr. Germano liz entrar no seu be-
n licio, por assim lbe ser necassarlo, maa
duque julgo que elle jasen., i recorda II.')
o Mana Carolina ; deseado uolar quo o Sr.
Germano nSo dirigi a menor palavia do
agradecitoeuto a esses individuos, que aca-
bavam le beiielicia-lo 18o generosamente,
sem dunda porque assim avillar-se-hia ,
mas nao so lembrara antes, que mais avila
o recebero beueficio do que o rocouhec
lo, que se nota urna alma nobre '
Despejo.
lllumina(So do espectculo e en-
Saios 95,155
Orotiostra 40,000
Gasa do theatro 45,000
II n comparca 32o
lilil'li'irn o,mi i
Hacilinista 12,000
Carpina5 das a0 3,200
lllumiuadur 2,0uo
l'orteiro da varanda Ci
Fechador de camarotes 6o
Porleiio da platea 1,000
llulo do caua para quiis 1,00o
Papel almajo 50
C. illiu lio 1,00o
Empadas o a preta para a comodia 160
Molequa dito dito uto
Diversas despezas miudas 7.57o
Gaz 4U0
A b/rdo.
Ago'ardcnle de 30g. encase, pipa 80,000
Auite alm. n.TOO
Laranja doce calla 4,500
I -i ni ei ,,
Sal grosso m.* 1.250
Olio redondo 1,100
Dito tino para consumo 1,400
Dito triguriro 1,250
Cnica n i de tres tamanboi
de grossura para rolhas Q. 8,700
Dita o. de tres tamaahos ,, 8 OoO
Bita n. 3 dita 4.200
Dita n. 4 para pescarla 1,600
2,800
1.300
1,300
I.60O
1,300
2,200
pipa 48,000 54,e00
388
alq.
24.000 S8.000
410
440
110
'90
290
340
280
350
500
520
500
300
350
300
360
Abala-so.
1*2,375
2,050
Soma total. 140,325
piro liapusta de Santa llosa.
comMEcoT
ALI'AMIF.GA.
Rendimento do dia 30. 5:475,285
Descarregam lime 31 didezimbro.
Oarna iogleza Geneaeoe mercaduras.
Potac sarda Ra/usUta lagedo.
GO.\filJLAD GEIIAL.
Rendimento do da I a 29
dem do dia 30.....
H.i.JT.ilsii
1:203,S37
42:830,917
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia I a 29. .
dem do dia 30.....
2:497,851
46,653
2:544,507
po
deudo uogar-se o Sr. eiopres.no, spem
ce io a casa fazeudo o beneficia lo lo las as
despeas, e anda assim bastante initado
na de 8 .unios de priso, achel mal a classinea-| se mostrop a ponto de profeiir 00 ase, i o to-
llo que se Ihe Tisera em o art. >05 do cod. C. | rio eslua naUvns _&..,. ...J... !>.. .
quaudo devla ser o 20. ; Januarlo de tal que m ,."!., hoo 7o\, 'l SB "l0
sollreo igual pena, e Gontalo por antonomasia: !|hP' qUOrerem HOienm casi
Puquiioa foi condemnado a ales perpetuas, ..,!.,. ,
A mesui.i educajo reccbeui as jovens que
^ Imdaa e iuslruidas ; porque, como sabes,
se appucam mullos a leitura, e leem um goslo
quasi elevada a furor, pela palluca, na qu .i
mullas se leem notabllisado, bem como oa lit-
leratura. GouUm-ae uo aei uuauloa mil pu-
blicisias. 800 puetiaas, 300 malbcniailcas, 2uU
pniloaopbas, 2umedicas, 10 aitronomas, eduas
moralistas, '
Os ca.amenlos sao todos de aUeJco, c
ne permituuo aoa pala luie.vir uesse acgoclo,
que nicamente intesassa aos contratantes. He
permiitido mulhrr, por ser parte mala iraca,
o luteuiar divorcio quando Ibeaprouser, fican
uoiivie paia comraulr novo matrimonio; po-
resa liuaimente, em proveito daa maridos, ci-
ias qua,! nunca do lempo a que elle, siniam
a parcialidad* da le em Ibes nao couseulir
igual iiocr.ude...
*'".*..C"l"U0.u *"'" ,ubu; porm eu
o estou resolvide cuutiaua-io por agora,
pprianto receba miuhas despedidas e estima-
id que goie pelo Poco da rauella, ou ouiro
qualquer lindo arrebalde, felizes le.ias, c boas
cunadas de auoo, que cu piocurarei fazer o
iiiesiuu.
perp
loterpos recurso para novojurv.
O Cearense de deste mez da noticia do se-
guale ficto cslraordinarlo :
Imperairlx.- Din caso horroroso acaba de
ter lugar oaquelle termo: um lillio uiatou o
pal. Bis oouto se uos refere este caso desgra-
vado.
t >o dia M do correnle, no lugar Cascavcl,
a oito legoas de distancia desta villa, Luiz
Marques ( uiais enaltecido por Faustino ) assas-
sinou seu proprio pal, Antonio Marques, por
causa de urna sua iruian. a quem aeu pal i.n-
lou ii.:i,,.i, Esse inousuo, ou antes esse pal
degenerado, obstado freqjiantcuienic por la
familia d'esaa infame preteofio, recorreo
viulcocia, elle investe armado contra suaeiu-
Iher, a quem pretenda assassinar
Eiractivamenle levou o Sr. RaymunJo a
representacio om sau baoelicio, mas qual
fol o proceder do emprosario.
Ilem notorio foi elle, para que de novo
o traga a lembrauca do publico: quo est
sulbeieutemeiiteiutairaio do egosmo do
Sr. Germano. Quem ha que ignoro que oll<
vive um conuuuadas desavencas co n os
actores, que elles sejaut lyricos, quer seia i.
dramalicos i" '
ASra. Candian para ser escrepturada foi
preciso que o Exm. ex-presideut > Souza Ra -
mes iiilerviesseno contracto; s Sra. Luida
e Vasco depois da escripluraJos, foram for-
mo- c'Jo""lospelirom-se; o Sr. Ray nuudo foi
mcnio.-eu, q,. icu ||n0i al ali mdeciso.l l4paJu 'ora do tiietro, embora depois a
ouvlndo sua inai lbe implorar soccorro, fes) *"* Volussa; a Sra. Joanna Januana fol
' -o iiin.iinar com urna bala a desvalrada ca- uospodia: i coiii a liiuerauca de que n.i
beja do seu pai. Coata-se que eslejillio co-l Voltou ; a Sra. O. Emilia de.saedo-se 0 at
.; 'Xp^H^^lZ."iS^ttS^jZSsn;
Note-'se que tudo Isto succedera, tendo id lS!!'I?d! Pf """< os seus siudozo,
Irritado Amonio Marques, em conwquenela I adeoI0f de tersua mulheresu llllio fello retirar paralu.,'',u^t^a.auSenCI',, 'e5'es,oui o Sr. Das
lora de casa a Inuoceute causa deste aconte-; ll" Impendo; u Sr. Iteis despedio-se como
meo ja Oca uito; o Sr. Julio tem-no sido por
ias gasetas do Rio Grande do Nortee Parabi- tre vezes, bem que baja voliado ao depois
ba nada encontramos dl.po de inenco. eeu Lmem o fui pelo motivo que Hz ver
Pelo vapor Inglez Severa cheisado hoiede! p9!0 D,^'0, fi*'9'.,,du. em Daos, que nflu
Sou.hamp'ton vi! Lisboa, M.deira/l'ene" te S V0'"!rel "0S ^T*"* UJ Sr osario.
Vicente, recebemos ai caltai de nos.os corres- wra sera criTBI, mesmo presumivel, que
pondeotei de Lisboa e Paris, ai quaes 01 lelto- I Illas pessoas sOjam mas, e s.... sineule
o Sr. Germano srja o bom ? Eis ah a onde
DIARIO DE PEuMSira.
RBC1FE, 30 DE DBZEMBRO DE l8si.
feniroa hoje dos porlos do oorte o va
Imperara e trouxe-noi gasetis do Para o
vapor
datas at J7 do eerraaie.^Htfaa^'ail"
?.hybr.a,e T- d' R' *'""< d M""e e :
l\o dia 10 do referido mez sanio do porto de
l.elempar.a edad, da Barra, capital da nova
provine, do Amas-naa. o vapor de Kue"
Ouaj.. coudusiado a aeo bordo o K,,,
S..Tu.elroAr.ah. pre.ideol. de,.. %,&
,.,[,, nefC i' P""c,a c P''meiro vice-pre.l-
U'D"' Mal ornes Crrela de Miranda,-
jMuuJm c'"' 'Z"""Sa d" """lo
Joiquun Gonaalve de Azevedo, o couam.au- '
res terao visto transcriptas em outro lujar des-
ta I d i.i, bem asiim varias gazelas inglezas,
hespaiiholaa e Iraucezas que alcaiicam, as pri-
meiras e segundas a8,as lerceiras a 7 de de-
zenibro p. passado. Por f ilu de lempo nada
ponemos accrescentar, ao que nos cominunl-
cam oossos ditos correspondentes, leuiit,ando-
no apenas a dar aqu aumente o curso do cam-
bio na praca de L mdrea
Consolidados 97 l|4 ; fundos brasileiros, 2 ;
cinco por ceulo dinamarqueses, 100 l|4 ; cin-
co por cento russos, llli|J; cinco por oenlo
sardos, de 78 l|2 a80 ; tres por cento hespa-
nliurs. 3V ift; quatro por cento bullandezes,
de 87 i|Z a 88 iri cinco por cento porlutrue-
zes, 90.
I''.\|ii:-:ii;:ii>.
Marseilha, brgue fraucoz Cesar, de 231
onelladas conluzi i o seguidle :28o0
COiM com 13,000 arrobas de assucar.
RECEUEDUKIA DE RENDAS 1\ l'KR.NAS i.K-
RAES DE PERNAMRUCU.
Ren llinento do dia 30.....1:290,010
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodiroontodo da 30.....1:110,779
LISUOA. 13 DE DEZEMBKO DE 1851.
Precos corrtnlti das prcpoi do Sratil.
Par bmdiica'o.
Por I'recos.
Al.'o i,i,, de Pernambuco lib. 130
Dito do < *,,' n i ,,
Dito do M .i .mili ,, 12a
Uno dito de machina ,, lia
Dito dito da P-ahia ,, 115
Dito dito do Para ,, 110
Dito dito de machinas ,,
Brrala
Cacao Arrob. 1.400
Caf do Rio I." sorle. 2,3502,40f.
Dito dito segunda diU 2.-00 1.250
Olio dito terceira dita ,, 3,000 2,050
Hilo dito i-,, oih i boa 1,800 1,860
Dito dito inferior ,,
Ulto di Rabia ,, 5,10o 2,25o
Dito do Para -- f.
Cuurossec.eincabelo28a3'J lib. 107 112
Ditos ditos 24 a 27 ,, ir/ 112
Ditos ditos |8a II ,, 117 10?
Ditaa ditos espichados ,. 102 112
Diios ditos de Minas ,, 120 135
uitossalg. bahae Para28a32 02 07
Dito dito dita 28 a 20 92 97
Uno Pernamb eCearl8a32 __
"lio dilo dito 28a20
Diu dito do Maranbdo 18 a 32 ,,'
Un i dito dito 28 a 20
Vtuhu superior
Dito ordiaario
Vinagre
Trigo do Reino rijo
Dito dito mole
Dito das iltias
i evada lo lie i no
Dita das I has
Miliio do Reino
Dito das llhas
Ceuleio do Reioo
ESTADO DO MERCADO.
A6sucar. -- Os preces sustentam-se, limitan-
do-ae as vcndis ao consumo.
Caf. Acba-se mais frouxo, e ba falta da
boa qualidade.
Couros. Veuderam-sc alguns dos salgados
da Habla, para consumo.
Ouruc. Ha completa falla.
Navios entradas.
Novembro 16, barca portuguesa Ilorlcucia,
capitio I. S. Humana, da Habla ein 61 dias, com
s.ucar, couros cafe, a M. 1. Macbado.
Dezembro 2, barca portuguesa Isabel, capi-
to A. P, N. Juuior, do Rio de Janeiro em 38
dias, com caf e tuais geueros, a Serzcdclto
H O
dem 3, patacho portugus Rpido, capitao
II. A. Ilaplista, do Uto de Janeiro ein 88 das,
couicafe. assucar e fariuha ; al. A. L. Robiin.
dem 5, brgue portuguez Alegre, caplio M.
I, Gaviuhu, da Itania em 31 das, com assucar,
cauros, algodu e piassava a 1. E. II. de Souza.
Galera porlugueza Soberana, caplio J. C.
da Cunba, do Ido de Janeiro em 48 dias, em
lastro ; a ordem
Patacho portuguez Liberdade, capitao A. H.
de Aguiar, da baha em 50 das, com assucar ,
a M. \. reman le.
dem 8, barca porlugueza Flor do Mar, capi-
tao I. I. Caetauo, do Marauhu em 70 dias, cun
arrot, alcjoilo c couros i a iciiuo e Lima
dem 7, vapor ingles Teviot, capitao II. 1U-
vou, do llio de l ni 11 o em 28 dias, da Babfa
eiii-ij, de Pernambuco ein 19, em qualidade
de paquete, com varios gneros; a A. Vau-
zeller.
Naros car ja.
Para o Rio de Janeiro o briguc portugnez
Verialo, capilo Audr da Costi Viauaa.
Para o duo porto a galera portugueza Sobe-
rana, capilo francisco Carduzo da Ounha.
Para Itiobraude do sul o brigue brasileiro
Falco, capitao Joaquim de Fielias Falco.
Para o Maraahao o palacha portuguez Liber-
dade, capitao Autouio Manoel de Aguiar-
rara o dito porto o palacbo Una f, capilo
I i un i-io G mcalves.
Para o l'ar o patacho Cautella, capitao loao
1'l.llicu \ leo, l lili, 1 C
Para o II in de Jaueiro o brgue sueco Solide,
capitao Amfelat; consignatario Mirauda e Fi-
nios
Para o dito porto a escuna Ingleza Ida, capi-
lo iargeuveu, cousignatario II. G Scholtz.
Para o dito pono a barca inglesa I u,echa, ca-
pitn T. WillUm Sou.
Para n dito porto o brigue sueco Oberon, ca-
pitn 1, Gicm.
Para o dito porto a escuna sueca Laura, ca-
pilo Tur.
Para a Haba a barca sueca ucean, capilo L.
E. Pipmg.
Para o Rio de Janeiro o brigue portuguez ln-
comparavel, capilo Joo Hurges Pampluua.
Para o dilo porto a barca portugueza Activa,
capitao ou iveuiui,. Horges Pampluaa.
Para a Uabia o briguc portuguez Moudego,
capitn Joaquim Pereira Dias.
Para o Para o palacbo portuguez Rpido, ca-
pillo J is de \l or,la aptisia. ________________
Banse^ssses
VluVuueiilu do ijoriu.
97
97
toa
102
100
ilin 180
1,600 2,100
Encerrando com o preseote numero o
anoo de 1851, que em breve vai partenc-ir
ao dominio do pass* Jo, o Diario de Pernam-
buco completa ao mesmo lempo o vigsimo
elimo anno de sua pablicacJJo; e por mais
graves que te.ilum sido os obstculos on-
cunirados em ISo longa o afanosa carreira
nem por isso desanimou elle jamis, ou
perdeo de vista o fim a que se propoz.
Sempre dedicado aos lnteresses msterises
0 inoraos Jo paiz que o sustenta, o Diario
tem cuidadosa mele perscrutado aquella.
ute.upenor da"giTa%da"nro'nal,*"e^ 1ue ItlB ne permilti-
de serem ali empre-i meuto aacendenle, que progressi va mente
1 leva esse meslo paiz a um mais alto grao
ar FNirnixiTRAnr.
esta a origem d'essa guerra theatral promo-
vida por esaa Sr. que se olhasse para si com
oulros olhos, que nSo foss m os d'um or-
i'uliiiiseu baso, deaporja hojeo Santj.'.i-
bel d'uma compaolii dramtica radiealman-
le completa oom a acquiscao provavol dus
melliore. artistas de Apollo, o u'ests sorta
uSo estaiia o publico dividido, e prohibido
ao mesmo lempo do ver dramas de pnmeira
onem. Urna parle luteresMda nao pode
conservero carcter do imparcialidailejum
actor que pensado modo idntico ao peo-
sardosr. Germano, mo pJe ser adminis-
trador de um thealro ; purque quando quei-
ra ser rontraciado um actor 13o bom oa
melhor que elle, por certo que o n3o .d-
iinllira no tnoatro sb sua direcgilo, ou por
lemer no orimeiro caso a rivalidade, ou por
evitar uoseguntio a sua derrota. Aim
JissooBomenqueassim pausa, nSo dis-
Inbuna as paites de um modo sdaplado ao
carcter dos acioros ; n3o lira o seu orde-
nado com jusuca e propor5J0 ao ment:
nao dar beneficio, e romper em excosso
quandoalgum cumpauheiro fflr mais ap-
plaudido; de sorle que quando assim perd..
o publico que paga com o seu dinueiro.
serve esse ihoalro de instrumento das vin-
ganc-s do empresario. D'um modo diflaren-
te, e ahouo da rerJide, se cooduz o die- U"a dita amarga da dita
noeropresaiio de Apolllo qual uo ...5.1 UH" caica couca
ciando das treva. par. o.leli.r o sen IV S!u2 I. Z.tL
loo, salisfaz aosdtversoscsracleres da su, I CerVuaco^.'^anc.
1,800
1.5 i0
1,500
Cravo glrofe
Dito do Maranho
Gamma cupal arrnb.
loicacuanba
Oleo de copahiba br.'1 24,o0028,oOO
Ouruc lib. 200 216 f.
Salsa parrilba superior arrob. i4,8nu IS.500
Dita dita mediana ,, 0,a i0 10, >00
Diu ditas'lnlerior 7,000 8,eo
Captivos de direios.
Auucar de Pern. branco arrob. 1,500
Dito do Rio de Janeiro .. 1.451
Diio da llihi.i ,, 1,450
Dito de Santos F. ,, -
Dilo das Alagoas ,,
Dito do Para bruto i.iuo 1,250
Duo ni.i.e iv i I i 1,100 1.350
Ohifres do Brasil grandes mil 7p,ouO 80,000
Ditos ditas pequeos 10,000 16,000
Vaquetas de Pern, e GearA urna
Dila do Rio
Dita do Maranho ,,
Dtspach uios.
Ail 800 1,200
Arroz carotlno Q. 6,400 6,600
I) io de Santos ,. Mo ha.
Dito do Maraahao e Para ord.,. 4,Son 5,400
Dito dito melhor 5,600 6.000
Dito dilo superior 8,200 6,400
Dita dito inludo ,,.-
Dilo do Rio de Janeiro ,, m
Parlaba de pao do iirasll arrob. 600 700
IJounua aicatira 1.a sorte lib.
Oiudiaicgundadila. ,.
Tapioca arrob. 1,400 1,800
Puco rorrtnlt dos gmeros de Portugal.
Captivos do di reltos.
Amendoa cminiolo doce de
Algarve
Dita dita da Reir
Navios entrados no dia 30.
l'ar e porto* intermedios 11 dias e8 ho-
ras e dn ultimo porto 12 horas, piqueta do
vspor brasileiro Imperatriz, commandan-
te o primeiro tenenle Joaquim Salom
Ramos de Azevedo. Traz a seu bordo : pa-
ra esta provincia, Ignacio Jos Pacheco ,
oom sua senhora e 3 lilhos menores, Hen-
ii iie Jos Pess ia, Manuel Moreira da Ro-
cha, Gustavo Curgolino de Souza JoSo
Francino da Oiiveira, Juo lldtiry e 1 es-
cravo a entregar : para oSui, Caelano
J is de Souza Lima, Virgilio Jos Alves
Pacheco, alfares Jos Joaquim da Silva
Roza,Jos de Oliveira CardozoGuimarSes,
cadete R.ymundo Furlado de Albuquer-
que, 4 prarjis de prel, 2 recrutas para o
exercilo, I imperial mannheiro, 2 gru-
metes docorpo da armada ovarios escra-
vos a entregar.
Liverpool 33 dias, barca ingleza Genove-
va c* 271 to&S'Ssdaa' csA:l3oG C'iwnflr;
equipagem 14, carga fazendas ; a Deano
Youle ov Companhia. Passageiros, Jamos
Loo, Cliristopher Doig.
Rio de Janeiro--21 dias, brigue sueco He-
lena de 240 tonelladas capitio L. E.
Gii" tz, e,|ui. iioeiii 13, om lastro; a N.O.
Riebar & Companhia.
Southampton e portos intermedios 20dias
e 5 horas, vapor inglez Sjvern, comman-
dante W. Vincant. Traz a seu bordo, pa-
ra esta provincia, Luiz Antonio de Sequei-
ra, Manoel de Barros Brrelo, John Me.
Coll, M. Rochar.
/Vatiio sahido no intimo dia.
Portos do Sul vapor inglez Severo, coui-
mandante W. Vencent. Lva desta pro-
vincia, Ernesto Livaner, BirSo deGulin,
A Youlle, Robert Baines, JuliioJosde
Ai.mu. W. Soutoall. IM i,u .1 Hughes, J.
Ma-lo. Joseoli Lalham.
OC' litl il(;lt).
arrob. 3,100 3.600 f. -f. 1,200 3io
i alq. 1,100 ,. 900 500 lib. 300
CORRER) GERAL.
As ialas que deve con luz ir
o vapor Imperalris para 03
portos do Sul, orincipiam-se
a fechar hoje (31) ao melo-
da, e depois dessa ora al o momento de
fechar, recabe-se correspondencias com c
port duplo. _______________
Mi
Avisos diversos.
Femando Jos Rocha Pinto remette
para o Rio de Jaueiro seus escravos, Jos o
Claudino, creoulos.
-Jos Antonio Gomes Jnior embarca para
O Rio d" Janeiro os escravos seguintes: R-az
crioulo, Micaela ciioula oom duas iilhas.uma
de nome Bernard-, o outra Sebastiana.
Joirpl i. ali mi, S'ibdii'i inglez embarca
para a Bania a negocio de seu iuteresse.
-- Eugenio Tisat cilado f'ancez vai fa-
zer viagein ao Nort < do imperio.
Napolen Gibiiel Bez, embarca para o
Rio de Janano sua esorava de nome Mara
3io]parda,
atxK



.1. \m


.-iVrnauuln Jos da Rocha I'inlo remella
para o Rio de Janeico os seu3 escravos Jos,
e jo.qufm crioulos.
Antonio Ricardo Jo Hago embarca pa-
ra o Rio de Janeiro o. eaoraros seguintes :
joo crioulo, Arbano angola, JoBo pardo, e
Lino cabra.
Antonio Jos Ribeiro Bastos, embarca
para o Rio de Janeiro seus escravos de no-
na Antonio crioulo, Ignacio cabra.
Ao Monte rapiada do bom tom.
Iloje, 31 do correlo, as horas da ma-
nlia, seguir pura Ulinda o mnibus, que
se achara lo^fdo na cochaira da ra da
Cadela n 13, a 2,000 rs. por cada pcssoa, e
voltara as 6 horas da tarde; assim como as Venderse, em cos
^o^\^\%$X^ dam^i Howie & Con.panl.ia, nn
quo he melhor do que dar 20,000 rs por um -
carro.
-- J. L. B. Taborda, embarca para o Ro
de Janeiro, o seu esetayo pardo, do nome
Francisco.
Firmo Candido da Silvcira Jnior, ex-
porta o seu escravo cabra, de nome Flix,
para o Rio de Janeiro. *
-- JoSo J 's da Costa e L irnos, subdito
portuguet, rctira-se para fura da provincia.
Quem quizer arroz de leite de torno
LP I" >'
Vende-se um carro de qtia-
trorodas, muito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougci no aterro da Boa
Vista.
MocnrtuH Hiujkcriorcs.
Na fundicSo de C. Sl.rr & Companhla,
em S.-Amaro, acliam-sc vonda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
ConslvucgSn muito superior
Farinha fontana,
IrJhogada ullimameritt: em casa jo Jnior, na rui do Amoritn n. 35. '
de A-
-b"
^t0ED?^
ra do Trapiche n. t\i panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior e barato.
Velas de carnauba cm libras.
Vendeni-se velas de carnauba imitando
ospermacele: na loja de s.doiro da ra da
Cadeia do Recita n. 36.
-- Vonde-se 6accas com superior colla,da?
fabricas do Rio Grande do Sul, o a precn
do Das Feneira
=SEfeK5!5Sfi5 Sisr
de mandioca, o de todas as qualidades, ludo
feito no ultimo grao do perfeico procure
na ra Novr sobrado n. 63.
Em Fra de Portas n, 86, prccisa-sc da
nm caixeito que tenha pratica de venda, c
de fiador a su.i conducta.
Vendas.
i
Na ra do Queimado, loja
.de ferragens n. 37 A junto ao
becco da CongregacSo,
se bilhetes e meios ditos da lote-
ra do Hio de Janeiro,cujospiecos
sao os mais baratos que se tem vis-
to ; chis que sao aortunados.
Bilhetes 32,000
Meios bilhetes 11,000
l'OTASSA D V RUSSIA.
No rmatelo de Jos Teixeira-
Casto, na ra do Trapiche n. 17,
DE VE RES DOS HOUKNS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as nulas, em meia oiicadernagJo, a 500 rs.,
cada um: nalivrarian. 6 e8, da proga da
Independencia.
Vende-se vinho de cliampa-
nhc legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
vendem- Companhia, na ra da Cruz 11. 55.
vende-se champagne da morca amiga
ebem mohecida, Come!, em casa do Deana
Yule & unmpanhia : na ra da Cadeia.
Vende-se, traspassa-se, ou
faz-se qualqucr outra transaccao ,
com a loja, que Coi do tallecido. Jo-
s Pinto da Fonseca e Silva, anti-
ga loja de Guerra Silva fkCompa-
nbia, na ra Novan. 11, a lallar
com J. Keller ck Companhia, na
Xarope do Bosque,
O nico depoaito'contini a ser na botica
ha para vender, nova e superior
: -- Vendem-se amarras do tarro: na ra
potassa da Hussn, chegada receo- do senxaila nova n. 42.
teniente. | Vcndc-se oleo de lia baca em
--vendem-se velas do ospermacele, em uot,as : a tratar com jManoel da
caixas.dc superior qualidadc : em cnsa de -. \ir.r..ln
J. Keller ct Companhia : na ra da Cruz nu- nlua Santos, no caes da Allantle-
moro 55. ga, arma/.em do Anes.
Principios geraes de economa pu-| yenrie_se Cal virgem em pedra,
blici e industrial. ; chegada recenlementede Lisboa, cm anco-
Vnndo-se oslo compendio, approvado para ras muito bem acondicionadas c por preco
s aulas do pnmeiras letras, a 480rs.: na muilo commoJo : no nrm.zem do Silva Bar-
praga da indcponJoncia, livraria n. 6 e8. roca, na ra do Trapicho Novo n. 19.
Lasa de commisso de escravos. Em casa de J. Keller ix Com-
Vendcm-sc escravos e recebem- panbia, acha-se a venda vinagre
se de commisso, tanto para a pro- naneo, superior de Nantes, em
vinciacomo para fra della, para barris de 36 medidas.
o que se offerecc militas garantios Aossenhorcs de ciigcnho c casas
a seus oos : na ra da Cacimba particulares.
11 Ir ni-imeiro andar. I No armazem do Sr. Antonio Ann.-s no caes
II. II, piimuro anuar. da iHandcga, vende-se hacalho de Noruc-
JOUOSitO tiO Cal t J>O!ISSa. gacrnlinasomelhorqoo tem vindoaeste
No armazem da ra da Cadeia "^.'..r"?"'" '"""" por sor coraJo
vendo em outras boticas.
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
8. PABLO.
Cotulipacio.
F.uabaixoassignsdo.morador no carato do
Sr. lio 11 Jess do Aruja,termo da villa de Mogi
JasC'uzes, tendo.estado enfermo por es-
go do 4 anuos mais ou monos, com dores
por lo Jo ocorpo, edemaneira tal qoe-eh.-
g.va a cahir por luna -m imoieososvo-
mitas ; o tend' cpusu!i--o a varios cirur-
giOes, i'-s'i'S ilcsenganavam-nio que nSo ara
poSsivel curar-m do tal enlermidad \ que
a uflo
Franjas pira cortinados. SALSA PAI1RILHA DE
Vondem-se pecas de franjas com 15 varas, SA.NDS.
azenda muito superipr pelo, biralissimo Eite MOolleotl'reu1edio cura lodis as ea-j
prcepde 3,000, 3,500, 4,0fl9.j>$. : na ra do fermiaaue3 as apiles sSj orixiiiadaa j)la
Oueimado loja da mludexasiajlaiite a. loja de impurosg ,1,, stngue ou do systema j. M-.
cesa n. 33. Der escrfula^, rhoumatisino, erupaOes
Alejas baratas para homem. cutneas, b>ebutlias na cara, almoroidns.
Vendem-se meias cruas para homem a 160 do'eneas chronicas, brebulhas, .bortoeija,
rs., dilan eintadas e zuesj 160 rs., ditas linlia, onchacOes, e dores nos otaos, ej'in-
branjas a ICO rs., diCtas brafteas muito finas tas, ulcar, doenoaa vonerias, craliea, enr.ir-
a240oOri.: r.a.ni do Quaimado loja de midades que atticap pelo grande uso do
miudazas unto a loja de cera n. 33. mercurio, liidrop(!aiexposlosa urna vida
O Cdigo do processo ^*U3BgPgXZ
.S1I1111 a luz a 1 npnrtanl'i obra mdlulada JlSnao ulil, o apprajjTB mcina. ,
Obsr-rvaOjiS sobrnvanos arUgos do codi- A ,.,dinTI|Strai;So dst bclo.u)medio, noi
godo processo criminal, oda taVla 3 lo?j- at,ques mais istraonlin m ,? linsido sem-
. ..i,. ,,..i. falifces resultados
principal
^bjecto he do p'friflcar o sangue, e limpar o
se podem agilar sobro a inUjl|i*o-icia prati- sylema je qU8|uuer influeiiaj| de mercu-
oademuitosarligos,asnumcSosasanlieo- r|'0_, Nft scu modUs oprrandy be direcla-
mias que resultam do certas disposicfles nuntecomo um remeuio alleraliso, ainda
comparadas entre si. e com oulras da le de 3 aue_ nJi,.,ctn80ie serve ao sj alema como
ocas nos OSS03
ssim como as
ament cu-
. tem que o
. i|iiando usar
, ..ppcrecSo deste remedio
para dar a nossa legislaco repressiva um COI18J8le cm remover desoedem do syste-
tema de uniformidade com o direito pu- ffl b t docnla ganlltra a
o da nac3o, eo plano aleda mal compre- JuYMude_
ACir>\i>h:nFaP\Ris.
zembrode I8J1 pelo l)r. ManoeT Mend
%
zemuro do ItUl pc-io nr. *tnai .i pro seguida pelos mais loliOes 1
Cunba Azevodo. Ncsta obra IRfica o Autor, Ma Slias ,iporacaS j p'orm, oeuu
interpondo a sua opmiSo, S duvidas quo objecto he do prTrincar osangue, f
II1111 do
l.
hendido de nossas instituicOes JuJ'ci- A Salsa Pariiha lem ganhado poj muitos
nas.-os abusos enormes, que a ignorancia, ,nnos uma..iIt.-^^,^0, te ter curado
ea m* fo dealguus juizcs tn feito de*uas oencas muj d,mcuJlot.s, .1110 nenbuui ou-
melhores Ibeorias 110 julganienlo dos en- troar\igo ,,' vtiOTYm materia medle tem
mes polticos. O autor demonstra as suas curadof ,,e de saDBr que a Sa|sa Pari|ha he
assorefles com arglrWntos tirados dos mos- UQ) ^ ma|s yahl0?la reDloJos que 0a
mus testos da loi, dos principios da jun- jocltlliS I1S|0 em toda a parte do mundo^
prudencia commuro, o atondado dos os- C|)m |^s d(, g,,^.^ a cur'a ue|0 U30 de
criplorcs que mais so tam occopado e da- rpmelll VegeJal. Porto, deve-se de
remedio," assim con
llierema me
ni r n- juvciis 1 .-ludiosos, o os amigos tal prepsracflo.
, mmiiu uuava vina, w\.im j, >.. *-...- .-..... n|ra, Qfclri
duihoiro com ululis medicaincnlot. All-|j ., ,,>. pnntisl nn interesan rio :. .
nesle Curato um' materia, con- sie no micros00 |)erem a mnhor parto queso doveusarcm
rolo iiiiiu ,*ii ..., ... ,,,niw 11.hiHintnt. i\ n* miTO \* I 1 i ..*.*_______:_
nal passando por ultimo
amigo meu, me disse que experiment.sso o ,|ic,,riis ,ia'verda X.rope do Rosque que Pava cm b Paulo, o;^ nectida dai quesiOes, quo nolla sao discu-
quologohz, man lando buscar urna garra-, (iJas N,,nhu,maoulraobra dostegenero nos
fa.elogo que comccei a tomar me "'I1, consta al hoja que tenha apparecrlo des lo
melhor; o acabando a garrafa do tal urope, g b|j(. 0 JC\,ISIU codigos criminaos.
fiquei perfeitame.ile boa;. Porta uto fa5o \ ^ m) anda que fosse 0 unCo, nao
esla doclaracflo par. bem do publico. ,seriam meno, H,un5L.r0 par( scu' autor,
,. Antonio Joaquun do Maraes. nam mnD0. ul| aos quoo quizerom ia.itar,
Cralo de Aruja, 10 de maiode 1850. I()1| ,, mc,rjlo*,]o su.s observaco .a.
Iteconliego sor a verdadeira firma da An- v,,,,',,,,^ Cadi obra por 6,000 rs., nq pateo
ionio Joaqun teMor-.es. Cralo do Aruja ; Collegio CBS, du ,ivro ,..
10dena.odel850. Eo.u llanool dabilva _VcndBe.s0um escravo crioulo do idade 17
scu- lor'<,Uj!1 res"lio pr '""i10?'1"'?* ."
aoodeha a melhor producljo da Sal:
a disso : Sois 00 oilo osp'cics destas
/
com melhor sal, vende-so por 6,000 rs
lina.
- VcnJe-sen padaria nova do Manguinlio
com lodosos sens pertei'ces ; quom a pre-
tcJnder dinja-sea nicsma.
llua da Cruz n. 4. priraeiro
andar.
Vende-so superior fumo cm far Jos o mui-
uva .-* *n. venapin-se uoiiiiin >""-''
ento conti- zes> chegados de prximo do Ha-
ipleto sorti- vre de Grace no brigue Cezar ,
' a 18 aunos, perf-ito cozinhoiro do diario de
Um elBjMfiHedicoeecrip-
- nplug^r
Isa l'a-
rill
rizesquo crescom nestesbojques, admra-
me que nSo podi'sse acar,' so quo lima,
com o goslo, e propriedado da veidadeiin
Salsa Parilla, qjip possa recommndar
para medicina-.; p'pia'as ma^eram inspi-
das o inertes.'' Pdrm.como.os mdicos
nflo se dilo ao trabalh'o;'deJ.fzerem a*
suas proprias medicinas, mas sim r inlinu
nos seus habis boticarios, pita a prepara-
rem, e comporem dllfcrentes drogas. Po
Rraga, escrivao interino do juiz do paz, q
ri ( l'll'VI lOlil, O I III I' M lili UIUII.IIIV. "-" "
, ,, ., urna casa, sem vicio n-m achaques, e de c- riln ,n indas nrenaracOosde Safsa Pari-
Cartas finas para voltarclc. ,egante vista: na ra da ordom icrceira taS^^c^VrPd.Pgenuin., para que o f!-
Vcndam-se cartas francezas, muito linas, Francisco sobrado n. 10,
proprias para vollarete, polo diminuto pie-i Sebolas.
i". d,0.?00,f8l?!).a."l,m;.."?-ru' d.U,eJ"'.a.: Ka Iravessa da Madre de Daos, armasam
do, loja de miudezas, junto a loja do cera
o. 33.
-- Venda-se um bom carallo osqupa-
dor : un p.-Ico dn ('ainin, venda n. 1.
Vendem-so 3 canoas de amarello, com
33a 35 palmos decumprido, proprlai para
qualqucr obra, por estarem muilo grossas,
tai lo no cncolamenlo, como no fundo, 2
bandas de ditas, rom 42 palmos de.cun.pri-
do e mais de 5 pollcgadas de grosso, 30 pas
para liltraragoa, juntos ou .- rulalhoina ra
da Praia, serrana do Cardeal.
n. 19 vondem-so muito boas sebolas a 320 o
cont.
A ellas antes que se acabem
Na loja da ra do Crespo n. 10,vendem-so
pelo diminuto preco as soguintes fazondas ,
lencos inteiros de seda para pescoco a 2,2001
c iluvo a o publico licassem bem fiados
1 as preparacOi's,do Salsa'Pairilha a ser d>
molhor qualidade. Pois he este o genuino
vegestavcl, que so offerece ao publico; nas-
te se v combinados o.v(ile cum dulce ; pois
em infinitos casos cui i|uo o aloente espe-
rances algumas liona ue viVer, o grandes
quantidades de remedios experimentados,
massoni resultados de.melhoras; mascn
nleiro da seda para pese Vo ,. ditos a 1.500, gravatinhas de_edo para ho- jnraJjVHJ s ns ceriitlcJos que tomos
mem a 809 rs., seJa furta-cores pira vosll-
dj a 1,300 o covado, hrim de lioho mescla-
Ido a 320 rs. o covado, lencos de cambraia
jdo IhIio para homem a 320 rg ,'palil do
! brim a 5,000 rs. cazaoas a 6,000 rs chitas
francezss a 210 rs. o covado, corles docisi
Ven
do itecife n. i, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedra, as-
sim como potissa ebegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunda & Amorim, vendem barris com cal
empeora, chegada ltimamente de Lisboa, to barato.
'na barca Margarida, por menos preco do Pechilicha.
quo cm outra qualqucr parte: na ra da La- i!.i.i o "uift rs a
i..;. ..> i'onr n sil Vendem-se superiores batatas, a 5O0 rs. a
dea do Iteeire n. 50 canastra, com o p so de urna arroba o tanto
AtaLlUjia deltalas, eem libras, a 20 rs.: na ra
da fuudirao LOW-Moor. llireita, venda n. 76 e 78.
ra DA SENZaLLA NOVA N. 42. Vendem-se bolinhos franec-
Neste cstabeleeimenlo
ma a havr um com
ment de moendas o meias moen- mui0 proprios para cha, pela sua
das para engenho, machinas-de excellenlc quolidade e genuino pa-
vapor, e taixas de ferro batido e ]a(iar : na rUa da Cruz do Keci-
coado, de todos os tamaitos, pa- fCi armazem de moibados n. 62,
ra dito. de 31anoel Francisco Martina &
Agencia de Edwin Maw. Irmo.
Na ra de Apollo n. armazem de Me. Cal- t;- ,!..
mont& Companhia, acha-se conalanlemcnte. lu mft,"1 _. nn
bona aoriiinenioa de laixa de ferro coado e De mullo superior qualidade e por prer;o
balido, tamo rasa como fundas, moendas In- commodo, em casa de Eduardo 6: Wyall, na
cira todas de ferro para animaea, agoa, etc, ra do Trapiche Novo n. 18.
ditas para armar ciu madeira de todos os la-
uianhos c madelloa o mala moderno, machina
borisonlal para vapor, com forfa de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para caaa de pulgar, por menos prejo que oz
de cobre, cacoven para navios, ferro ingles
auto cm barras como cm arcos fotJias, c ludo
por barato prc(o.
Vendem-se relog'lOS de OU- mendoas ; tu lo do superior qualidade, e
, urna porcSo de caixinhas do passas multo
roeprata, patente inglez : na ra ^reliadas, parasefazar algum presente;
_ w_____M_ v .., -_,-.------*n lUi.nmli.rnirn i.ni* 91 nil'm
j a~ f-.. gequizcrfornccardcstis gneros, dirija se
Arados de leo. 8 taberna da Madre deuoosn.9, armazem
Vendem-se arados de diversos dePipbeiro modelos, assim como americanos Ntra Nvale-jan. b,
com cambio de sicupira e bracos ^^S^Z
da ferro : na lundifSo da ra do
liniiii ns. 6, 8 e 10.
liombas de Ierro.
Vendem-se bombas de reputo, mantelete de grosdnapoles preto e furta-
, cores chehados pelo ullimo navio, luvas de
pndulas e picota para cacimba : pollC8i e aaU de todas as qualidades para
na ra do Brum ns. 6, 8 e I O, liomans e seuhoras, bellos lencos de seli.n
"" ideco.es para grvalas, fita decnamalote de
lUIl'JICao Ce ierro. todasascoresparasintasccliapeos.cliapeos
Arados de ferro. francezes para homem ultima moda a 7,000,
Na fundicSo da Aurora, cm S. Amaro, 'e outras muilns(zendasqua na mesma loja
. ,_ ,;___,...^ r... ,. i,iii|,m n'lr nrpnno
venuem-se arauos uc fuif ouu unciBea iuu- ..,- rcuuoya i'-j- k*h
dolos.
Farinha de mandioca.
Tintas para desenlio.
lem-socaixialias com tinta para da-; miras a 4,800, o 5,000 rs., Chalos de soda a
satino pelo diminuto preco do 240 rs. : na 4,500, e 0,000 rs., pocas de madapoiao com
ruado Oueimado, loja de miudezas junto a i 20 varas a 2,000 rs., alpaca de lindo para
Jo cera n. 33. jquela e vestidos 260 rs., o covado^ cacas conseguirn, as suas visl
Bom e barato. fraucozasdo excalle,, os padrOos* 800 rs a ^ro araren, um tav.luoso remedio,
Vende-se bom papo. almaCo a 2 500 rs. a.^S;.'"^,0" var c '." e p.batido? '""? re.nli.doi tem enchido o
resma; ditos do peso a I.SdOrs. ; finissim.s ,^0ars7Vcovalo r.sc*^ largo azul para P"elno. de gloria, e triumpho do terem
penn.kde.coa aio. du.l.'a -rtolr.-; % c0,va"% \ .r^ X% covado, riscaae; H'0""-10 luid* cou.poslvao contfi.
uhas com chavos, tozen la niuito.superibr, | UP* Jws 8,cVrs'o covado, chapos doe.ic;a3, quo o scu flm ho destruir o corfo
ptimas para guardar rtinheitf -- -'- ''""> '
correnti s doaco pararelogio
preto do que em outra qualquer parle
I mi;.simas navalhas.
Iveis, pois os ca iilica ios q
recebido de pessoas quo tom usado desta
puro remedio, allirmam da sua boa cIIIcb-
cia ; estes cerlilicados tomos a honra de
aprensenlar ao respeitavcl publico, para
quo liquem certos, o que cima so diz, he
vurdadeiro. Os proprietarios deste reme-
dio tom por muitos annos einpregado todos
os meios pare prepararen) oste 18o til, e
cssencial remedio da ra da Salsa Parilla,
tas, em
e seus
enchido os pro-
nelas linas de dous vidros, com mola a 1,000
rs.; ditas do um vidro a 100 rs.; linissiaios
oculos de armaba.! da ac a 1,000 r. five-
inhas douradas, paracalc,as o collcles t 200
rs.; ditas de ato a 40 rs.: na ra do Quei-
' nova. Esta Salsa Parilha ho combinada com
: onlros ongredieiilos que todos elles perten-
I cem classe vegetal, e lodos com o poder
I do punlii: :ru.n o sngue. O doouleque usar
Vondom-se navalhas com cabos "de mar-(desta composifilo, poda comarque tem o
lim, osmais superiores que se podeencon-jmais ellleat remedio, para a su. enfermi-
ma'do.ioia de miudezas, junto a loja do cera trar cm navalhas, pelo ridiculo preijo do dado usa. O nico agente nesta cidade he
4,000 rs. o estojo com 2 navalhas : na ra Vicente Jos de lirito, na ra da Cadcii do
dofjuoimado, loja do miudozas junto a do .Recife botica n. cera n. 33. ay f f f^f ^f f j>ff ^f ^^f f %^
Microscopios para ver se lulas, |8 Deposito de tecidos da l'abri- 2
Vendom so na ra do Quaimado, loja de ,g Tnatiw ns Santos
,iudezas.juntoadecera n. 33, microscc-J ca Ue lodM OS Santos,
pos para ver sedulas, pelo diminuto preto )b>, na J.aliiit.
de 1,500 rs. !> Vende-se em casa de Domingos Al- <
^.--Vondcm-se litas de veludo para pesento ^. V08 Matheirs, na ra da Cruz do He- *
desenhora e sintura,de todas ns qualidades &> cifcn.52, primeiro andar, algodao *
e luvas prelas de pelica para homem a ''"(' transadodqaiell^fabrica,mui)prO; 2
rs. o par: na ra do Queimudo n. 50, loja ""jgl prio para scws e roupa do'escra- ^
miudezas. 3 vos, assim conloriaproprio para re- <$
Vende-so superior cal virgem do l.is-,g dos do pescar e pavios para veilas, .
boa viuda pelo brigue Novo Vencedor no ^ por preto muito commodo. <-<.
passeio publico loja do fazeul.s n. 15, pro- i J||fJ|,J,al|fi!A*>AA4 (jo muilo commodo. Vonde-se urna niolati de bonita fig ura:
-- Vendem-se pCras e marmellada, cm lQarua u> (;r z n- 43_
l.Us, chegadas ullimamonte pelo briguo |,ranco
Roa Viagem : n tratar no armazem n. 4, da! <
Vende-se chapeos de palha americana
mui superiores, erelogios americanos para
cima de meza, bons reguladores : na ra do
Trapiche n. 8.
AV17.0 IMPORTANTE.
Cbegaram em lim as dozejadas massas de
(enova, passas, uvas, figos, azoitonas. e a-
branco sem pello por 5,000 rs. bonetes d
palliad Italia para homem por2,5O0,ncas
manlinnas-de nobreza, proprias para seoho-
rasc meninas 4,000 lin los capotmlios c
n. 33.
Para quem passa o fesla.
Lindas luiilcivas de papel de cores, muilo
prop1 ias para passeios nos sitios, pelo preco
de MO rs. ca.da una : na na do Quoimado,
luja do miudezas junto a de cera n. 33.
Cimisas Je tncia.
Vendom-sa camisas da meia, fazrn la mui-
to superior, polo bwiissimo prai;o lo 1,200
rs.; na roa do Quoimado, loja de miudezas
junto a loja do cera n. 33.
Para enancas.
Vendem-selouquinhas desoja prcla, pe-
lo baratissimo preto de 320 rs.; maracaes de
metal, que tocam de varias uianoiras, pelo
baratissimo preco de 200 c 100 rs. na ra
do Queimado, loja do uiulczas junto a loja
de cera n. 33.
Capachos baratos.
Vendom-se capachos gran les e muilo su-
periores, pelo baratissimo preijo de 700 rs. :
na nn do Queimado, loja do miudezas jun-
io a loja de cera n. 33.
Aossenhores cavalleiros.
Van lem-se chicotes superiores, pelo bara-
tissimo prego de 500 rs ; luvas de lio da Es-
cocia, de varias cores, lazanda muilo supe-
rior n 300 rs. : na ra do Quaimado. loja de
nniid'zas, junto a loja de cera n. 33.
Grvalas de mol. .
Vondem-se superiores grvalas do mola,
prelas o de cores, pelo diminuto prego de
2,000 rs.: na ra do Queimado, loja ele mio-
il zas junto a loja de cera n. 33.
Flores francezas.
Vondem-so ramos de llores francezas mui-
to superiores do baratissimo prego te S20
500, 000, 800, 1,000 rs na ra do QiicimaAao
loja de miudezas unto a loja de cera n. 33.
Parascnhoras,
Vendem-sa carteirinhai com agulhas de
todas as qualidades a 800 rs.,caixinhas com
Sp.peisdo agulhosfranee*asa240rs.agu-|Je9u~g_ vi'ctor, S. Lzaro Santas Ch.gas
Ibas cantora a 40 rs. o papel, cuntis de c ( ( Cnrj,Una s. SebiStiSo, S. Pe-
linhasda 200 jarda a C0 rs., linhasdopezo
linas e grncas a 0 rs. miamha, tezouri-
nhas muilo linas para osturaa84ors., tran-
cinha de laa do todas as cores a 60 rs., a
Mnlnhfl h*4urin fthprtn
lO II.
Novo sortfmento do chapeos de sol, para
homem e Senbora, a sabe/ : -chapeos do
sold seda, armagOo de btlela, de4,500rs.
para cima; dilu ditos para senhora, de 4,000
rs.apara cima ; ditos do pauuo lino, de ar-
mat'lo do balcia e de ferro' de 1,600 a 3,200
rs.; ditos ditos de armagSo de junco, de
1,200a* 1,800 rs., todotdimpos : grande sor-
timarito de sedas e-pannos, em pegas para
cubrir oaijesmos, baleias p.ra vestidos o
csparlilho desenboras. Concerlau-sa to-
das as qualidcdes de chpeos de sol, tudo
com perfejgSo e por menos prego do quo ooi
outra qualriuer parto.
SALSA PARRfLII.4
As numerosa* experiencias feitas como
uso d. salsa parrilba em todas as enfermi-
dades, nripinadas pelar impureza dos.ugUO,
a o bem xito- abtido ira curlo-polo lllm.
Sr. tir. Sigaud, presidento da academia im-
perial de inndieina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'eixoto em sua clnica, eom
sua af.mada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Oliv"ir, me-
dico do exercito e por varios oulros mdi-
cos, permittem hnje de proclamaraHamenlo
as virtudes cllicazes da
SALSA PARRJLA
i)
TCSJLJIML
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, o a salsa parrilha do llrislol ho
garantida, iranienle vogcUl sem niorcu-
rio, iodo, polassium.
Vende-se a 5/O0b rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Gongalves Ramos : ra dos
Quarlois pegada ao uu iriul do polica.
Tinta em oleo
branca o verde;..vendo-so no armazum do
Kalkmann L nios, ra da Crnz n. 10,
Molduras douradas
de (odas os larguras : vondem-se no arma,
zem de Kallkma nn Ira>Sos,ruada Crac n' 10.
Charutos de ilavana
lis superior qualidade : vendem-se no ar-
mazem de Kalkmann Irmlos, na ra da
Crin n. 10.
mam
ra da Cruz.
Trocam-se as imagens seguintes :
Santo Antonio 4,000 rs., S. Lulz re da
Frang. 4,000 rs S. Renodicto 3,000 rs S.
H.noel da Paciencia,3,000 rs., S. Krancisco
?,000 rs S. Paulo *;000 rs., Santa Barbara
3,000 rs., N. S. da Soledade 3,000 rs., S. Jo3o
Baptsta 2 e 3,000 r,, Sauta Apolonia 3,000:
na ra do Queimado, roja de miudezas jun-
to a de cera n. 33.
Uicas estampas de Santos.
* i- ... o ,! ^ 11 ei f ft -
n. O. l.l-l i-illlii, .mili l>(l/.lil, J. (IM uny
lisia, S. Ambrzio, S.nta M.rla, S. Domin-
gos, S.lnnoeenco, Santa Tilla, imago mila-
grosa, Santa I'olic la le, N. S. do Kozario ,
Santa Amelia, S. Marcos, Santa Victoria,
Nacimenlo de Menino Dos, S. Rodrigues,
N.8. do Pilar, Santa Filomina, S Roque,
S. Hilario, S. Rucas, N. 8. do Bom Socorro,
S. Guilherme, S.nta Adelia, S Marlinio, N.
S. da Saude, o Sagrado Coragilo de Mara ,
S Chnsl'iv.lo, S. Antonio de Padua, S.nta
Clemenlina, AssumpgJo de N. Senhora, N.
S. da Lapa, Santa Puceliana, S. Ranto.'S.li-
la Lufrazia, Santa Emilia, Santa Virgem e
sde 200j,rdasaG0rs.,linhasdepazo U(.0j %. s.'ua aor8j S. Pau|0, S. Angelo,
Vende-se em casa de Kalkmann lrmos
Escravos fgidos.
^* Fugo no dia 28 do corente um mo
lato ecabocolado de nome Leandro, le idade
18 annos, sem barba bastante b.ixo,
e grosso,com dois denles na frente de cima
tirados; levou carniza de brim e caiga preta,
pdeserque tenha algumas contusos* pelo
corpo, ou desmentidure em algn). Serna,
ou p, em razSo de ter-se atiradq.de um
tarcero andar em cima do urna cas. ter-
rea : quem o rjiegar leve-o trua das L.ran-
geiras, n. 14, qua se recompensar* o tra-
balbo.
Ocsupparecoalia noito do 21ido cop-
rente a oscrava Mara doTiagTO anglr, ld>-
lo quo representa 40 anuos, cor fulla, des-
carnada do rosto, bastante lia e sec do
carpo, bem fallante, tem na raj > direita 2
dedos aicjados quo ulTo os movo, quem a
aprehen lor leve a ra direita venda u. 93,
da esquina do becco do Sirigado, ou a ra
do Queimado n. 40, segundo andar, quese-
ra bem recompensado.
Di'sappari'ceu na lardo dn dia 13 do pas-
tado um escravo por nome Joaquina tom os
signaos seguintes : boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla dcsembaiagada,
ps grandes, tem tpdosos denles da frente,
lian/chato, quaudo anda estala as juntas dos
joelbos, levou camisa do algodSosinho bran-
ca, caiga do dilo azul, oste oscrajjo.foi do
malo: quem opogar levo-o a typograpbia
Imparcial a fallar com a viu'va Roma que ao-
r recompensado.
BOAGRTIF1GACAO'.
Ausentou-se na noite de 27 de
outuhro passado o mulato Cle-
mentino, de ao annos de idade ,
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
buco de barba c falla muito mansa,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-! quanJ0 anda parece que n5o pisa
lados pelo ullimo navio. ai 1
"nplliri iIp .rwlp bem com os calcanhares, costama
fcspe 10 com ricas moldurus: rendem-se no arma-."*"1 v
zem doKlkmannlrm!los,rua da Cruz n. 10 VOU unta trocha de sua roupa, 111-
I.indos neis de cornalina verda- clusive calca ej.qtieta de panno
deiro, a 1,000 rs. fino 8/nl, "e alm'do mais algum
INa ra do Queimado 11.16, loja de miu- ca|Cado, um par de borzeguins par-
dezas, vendem-se lindos aneis do cornelina, T r .- j. _.j.-o,i
a 1,000 rs... tanto nara homem. enmonara dos. Com botoes de madreperola
senhora, brancos, e consta que levara um
MB1LIAS DE FliltKO. cava||0/ que naquella oceasi5o a-
Vendem-se ricas mobilias de fer-|ug^ra) 0 qua[ tem 0g signaej se-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco e sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
guintes : castanho, barrigudo,
ctinas pretas, gordo e tem um ta-
Iho em urna anca; he provavel que
a .
1
A mais nova o mais barata farinha de
inandiocaqueh.no morcado, vonde-se na
ra da Cruz do Recife, armazem n.ll, do
)o3o Carlos Augusto da Silva.
Deposito Santos na iialiia.
Vende-so, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra d. Cruz n. 4, .IgodSo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por prego com-
l Vendem-se e alugam-se bichas, che- as
oadas'ultn.amenledellamburgo,por $
ij| prego commodo: na rpa de S. Amaro m
___ Vendem-se selins e sillioes
inglezes, de couro de porco, da
pnmeira qualidade: em casa de A-
dainaon Howie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 42-
en 4 tm
. ...., ...,
2110 ri. a
,,,pt vistnfl.
Vcnilcm-se por preco com-
mo,nc.s armaicns de Francisco ias
Fcrreira, e Antonio Annes no
caes da Alfandega os seguintes
gneros: farinlia de mandioca mul-
to fin em suecas; fumo em folha
para charutos; cal virgem de Lis-
boa, vinda pelo brigue Novo Ven-
cedor: macella do l'orto muito
nova: a tratar nos mesmos arma- is b'rinquedos para meninos, Xrocode
todaa as cores a 160 rs. vara : e outras mui-
zem de K-ilkiiiaiui Iranios, na ra rfUejra passarpor forro, he boliei-
'da Cruz n. 10. 'ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Uacife n, 21, que se-
r recompensado.
160 rs. a vara, ditos bardados a
vara, ligas de seda para sanhora a 200 r. p
per, poulcs herios de bjleia para coco, fa-
zenla muilo superior a 300 rs., caixinhus
do metal com gramiias a 100 rs., qua 16 s
caixlnha val o dinheiro, lezourinhas ingle-
zas ns mais finas qua podo h.var para iinhas
a 640 e 800 rs ricos agulbeiros de vidro a
200 rs.. linissimas meias brancas para Se-
nhora a 500 rs o par, crep amarlo pertei-
tamente bom a 400 rs. o covado, esc ivinhas
par. denles a 120 rs. bicos finos largos e
cstreitos, filas linas lavradas o muitos hons
zens, ou com iNovaes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34-
Vendem-se escravas mocas,
de bonitas figuras, engommam
bem, cozinham ecosemcham; a
mulatas com as mesmas habilida-
des; 1 lindo molecole, e a escra-
vos de todosemeo : na ra Direi-
ta n. 3.
. S. do Carino, S. Jo.quiu, S. C.tloS, Sa-
grada Familia, Santa Juliana: estas estam-
pas sSo chindas e 111 mi 1 finas, e vendem-se
pelo muilo diminuto prego de UXOeiM rs. i
cada urna : na ra do Quoimado, loja de!
miudezas, junto a loja de cera n. 33. i- ,.
- Veudo-se, ou troca-s^ por urna lavor- 'caes do llamos :
FARINHA Dli S. CATHAIUNA.
A melhor firinlia de mandioca
e mais recentemente chegada ao
Domingo, 91 de dezembro, ausentoii-
nercado, vende-se por preco m.iis sedecesadesesenhorass horas da noite,
commodo do que em outra qual- ^"^^^"^'.^"e^
quer parte, a bordo do brige.Al- re'gar, tern'cabllo'cBXiado e cortado da
fundeado confronte ao parte dbeachago, e um signal do junco no
_- k a braco dircito: levou vestido de chila nuvo
trata-se a bordo de 8Vsento azul c |lstas er de ros., camisa
--------------, ^------------------------------------- UO 0 55CIIIU dUl J lisia? -*/a hv .,. **. .^-
na, com poneos fundos, una bsrc.ga do lo: j lo brigue, Ou no escriptorio de mad.polflo, e sapatos de marroquim pre-
i"lr,rC,"V.b",^^/,v?J0."P!,...n!: HM,nB.;,a',n. M..K.^ &-P. lo: asta mulata foieacrav. do Sr. Ferraira
vegar : quem a pretender, dirij.-se a ra do
Crospo, loja u. 17, do Sr. Jos dos Santos
.Noves, que eom o mesmo Sr. tratar o ne-
gocio.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja da praca da Independen-
cias inatrizes, que corre no dia a3
ca
tas miudezas, quo se vendem por prego que
cauza admiragao : na ra do Queimado, na
bem continente loja de miudezas junio a lo-
ja de cera n. 33.
-- Vende-se urna armat1o propria paral -
quaiquorestabeiecimenio no atierro da Boa de desembro, e ejpera-se alista
HU^e *rnll.to. com doce d.cal- Pr,meir0 J^' I ,rma8' n 0 K. oTivr^nto l 26segundo andar que
da, ie todasas qualidades porhvuiio com- Cadeiras. lo, ricos pianos de Jacaranda, com recebera a gratilicaco a cim., eaeprotesia
oil.. prego: na vendada ra iarg. do Ro- Vcndem-so cadeiras para momnasi no ar- exceilentes VOZCS chegados ha
z.rio, esquina do beca do l'cixj f,jto,i mazem do K.lkmann Irmaos, na ra da
,,, 9. (Cruz n. 10.
dos consign'atarios Machado & Pi- s' ^ "ffi de tTtBK pp|o
llheiro, n 1 ra do Vigario n. 19. que he milo conhecida.po bairro d. Boa-
Na padaria da praga da Santa Cruz de- Vista o pa'ssagem da Magdalena. Roga-sc
baixo do sobrado n. 106, tem para vender porlantoas utorldadaepoliciaes o caititiles
10 mergulhosde parreiras mocatol jasmim, la campo, a aprehendaui e levem na roa ua
mullo grossos e c imoridos.em ciixOes para Cadea'do Recite n. 37, 8eBu??!n',"r-
poder sr conduzidos p.ra onde convier. 30,000 rs., je graiillcalcBo.
- Conlinua-secomo deposito de bolachi- IJesappareCeu no da lo do julio do cor-
venda na rento anno um muleque crioulo de nomo
Senz.lla Paulino de U.de de 10 annos pouco maa
so vender ou menos.oet .m.'clada por ter vicio de co-
mer tcrra,nars chato c feio levou camisa do
algodaosinho suja o caiga do riscado, sem
rlAiiUO. chapeo, ealo escravo pertence ao Sr. Anto-
Vendem-se cm casa de Kolk- mo Jacinto da silveira deUna quemo pe-
mann Irmaos, na ra da Cruz n. ir ve- rua d <;acimba "'
pouco tempo.
MFI HOR FyFMPI AR ENCONTRADO
contra guam O tiver oculln.
111: V


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PAGE 1

.1. \m .-iVrnauuln Jos da Rocha I'inlo remella para o Rio de Janeico os seu3 escravos Jos, e jo.qufm crioulos. — Antonio Ricardo Jo Hago embarca para o Rio de Janeiro o. eaoraros seguintes : joo crioulo, Arbano angola, JoBo pardo, e Lino cabra. — Antonio Jos Ribeiro Bastos, embarca para o Rio de Janeiro seus escravos de nona Antonio crioulo, Ignacio cabra. Ao Monte rapiada do bom tom. Iloje, 31 do correlo, as horas da manlia, seguir pura Ulinda o mnibus, que se achara lo^fdo na cochaira da ra da Cadela n 13, a 2,000 rs. por cada pcssoa, e voltara as 6 horas da tarde; assim como as — Venderse, em cos ^o^\¡^\%£$X^ dam^i Howie & Con.panl.ia, nn quo he melhor do que dar 20,000 rs por um carro. -J. L. B. Taborda, embarca para o Ro de Janeiro, o seu esetayo pardo, do nome Francisco. — Firmo Candido da Silvcira Jnior, exporta o seu escravo cabra, de nome Flix, para o Rio de Janeiro. *• -JoSo J 's da Costa e L irnos, subdito portuguet, rctira-se para fura da provincia. — Quem quizer arroz de leite de torno LP %  I" >' — Vende-se um carro de qtiatrorodas, muito leve, para um ou dous cavallos: na cocheira do Miguel Sougci no aterro da Boa Vista. MocnrtuH Hiujkcriorcs. Na fundicSo de C. Sl.rr & Companhla, em S.-Amaro, acliam-sc vonda moendas de canna, todas de ferro, de um modeloe ConslvucgSn muito superior Farinha fontana, IrJhogada ullimameritt: em casa O!ISSa. gacrnlinasomelhorqoo tem vindoaeste No armazem da ra da Cadeia "^.'..r"?"'" '"""" por sor coraJo vendo em outras boticas. IMPORTANTE PARA O PUBLICO. 8. PABLO. Cotulipacio. F.uabaixoassignsdo.morador no carato do Sr. lio ¡11 Jess do Aruja,termo da villa de Mogi JasC'uzes, tendo.estado enfermo por esgo do 4 anuos mais ou monos, com dores por lo Jo ocorpo, edemaneira tal qoe-eh.g.va a cahir por luna -m imoieososvomitas ; o tend' cpusu!i--o a varios cirurgiOes, i'-s'i'S ilcsenganavam-nio que nSo ara poSsivel curar-m do tal enlermidad \ que a uflo Franjas pira cortinados. SALSA PAI1RILHA DE Vondem-se pecas de franjas com 15 varas, SA.NDS. azenda muito superipr pelo, biralissimo Eite MO olleotl'reu1edio cura lodis as ea-j prcepde 3,000, 3,500, 4,0fl9.j>$. : na ra do f erm i aaue3 as apiles sSj orixiiiadaa j)la Oueimado loja da mludexasiajlaiite a. loja de i mpurosg ,1,, stngue ou do systema j. M-. cesa n. 33. Der escrfula^, rhoumatisino, erupaOes Alejas baratas para homem. cutneas, b>ebutlias na cara, almoroidns. Vendem-se meias cruas para homem a 160 do'eneas chronicas, brebulhas, .bortoeija, rs., dilan eintadas e zuesj 160 rs., ditas linlia, onchacOes, e dores nos otaos, ej'inbranjas a ICO rs., diCtas brafteas muito finas tas, ulcar, doenoaa vonerias, craliea, enr.ira240oOri.: r.a.ni do Quaimado loja de midades que atticap pelo grande uso do miudazas ¡unto a loja de cera n. 33. mercurio, liidrop(!aiexposlosa urna vida O Cdigo do processo ^*U3BgPg£XZ £ .S1I1111 a luz a 1 npnrtanl'i obra mdlulada JlSnao ulil, o apprajjTB mcina. — Obsr-rvaOjiS sobrnvanos arUgos do codiA ,.,d in ¡ TI | S trai;So dst bclo.u)medio, noi godo processo criminal, oda taVla 3 lo?jat ques m ais istraonlin M ¡ ,? linsido sem. ..„i,. ,,..i. falifces resultados principal ^bjecto he do p'friflcar o sangue, e limpar o se podem agilar sobro a inUjl|i*o-icia pratisy lema j e qU8 |uuer influeiiaj| de mercuoademuitosarligos,—asnumcSosasanlieor| 0 _, Nft scu mo d U s oprrandy be direclamias que resultam do certas disposicfles nuntecomo um remeuio alleraliso, ainda comparadas entre si. e com oulras da le de 3 aue ¡nJi,., c t„ n80 i e serve ao sj alema como ocas nos OSS03 ssim como as ament cu. tem que o i|iiando usar ..ppcrecSo deste remedio para dar a nossa legislaco repressiva um COI18J8le cm re mover • desoedem do systetema de uniformidade com o direito puffl b t docnla ganlltra a o da nac3o, eo plano aleda mal compreJuY Mude ACir>\i>h:nFaP\Ris. zembrode I8J1 pelo l)r. ManoeT Mend % zemuro do ItUl pc-io nr. *tnai .i !" !" pro seguida pelos mais loliOes 1 Cunba Azevodo. Ncsta obra IRfica o Autor, Ma Slias ip oracaS j p'orm, oeuu interpondo a sua opmiSo, S duvidas quo objecto he do prTrincar osangue, f II1111 do l. hendido de nossas instituicOes JuJ'ci, A Salsa Pariiha lem ganhado poj muitos nas.-os abusos enormes, que a ignorancia, nnos uma .. iIt .-^^,^0, te ter curado ea m* fo dealguus juizcs tn feito de*uas oencas muj d,mcuJlot.s, .1110 nenbuui oumelhores Ibeorias 110 julganienlo dos entroar \ igo ,,„ vtiOT Ym materia medle tem mes polticos. O autor demonstra as suas curado f ,, e de saDBr que a Sa | sa Pari | ha he assorefles com arglrWntos tirados dos mosUQ) ^ ma|s yahl0 ? la reDloJ¡os que 0 a mus testos da loi, dos principios da junj ocltlliS I1S ¡| 0 em toda a parte do mundo^ prudencia commuro, o atondado dos osC|)m | ^ s d( g,,^.^ a cur a ue| 0 U30 de criplorcs que mais so tam occopado e da„, rpmelll V egeJal. Porto, deve-se de remedio," assim con llierema me ni r njuvciis 1 .-ludiosos, o os amigos tal prepsracflo. mmiiu uuava vina, W\.IM J, %  >.. *-...•.-..... n|ra Qfclri duihoiro com ululis medicaincnlot. All-|j„ „., „,,>.• pnntisl nn interesan rio :. nesle Curato um' • materia, consie no micros !" 0 0 | )erem a mnhor parto queso doveusarcm rolo iiiiiu ,*II ..„.,„„„ ... ,,,„niw 11.hiHintnt. i\ n* miTO \* I 1 i ..*.* %  __ :_ nal passando por ultimo amigo meu, me disse que experiment.sso o ,¡ |ic ,, riis ,ia'verda"" %  -'' ento contizes> chegados de prximo do Haipleto sortivre d e Grace no brigue Cezar a 18 aunos, perf-ito cozinhoiro do diario de Um elBjMfiHedicoeecrip%  nplug^r Isa l'arill rizesquo crescom nestesbojques, admrame que nSo podi'sse acar,' so quo lima, com o goslo, e propriedado da veidadeiin Salsa Parilla, qjip possa recommndar para medicina-.; p'pia'as ma^eram inspidas o inertes.'' Pdrm.como.os mdicos nflo se dilo ao trabalh'o;'deJ.fzerem a* suas proprias medicinas, mas sim r inlinu nos seus habis boticarios, pita a prepararem, e comporem dllfcrentes drogas. Po Rraga, escrivao interino do juiz do paz, q ri ( l'll'VI lOlil, O I III I' M lili UIUII.IIIV. —. %  -" %  ,, ., urna casa, sem VICIO n-m achaques, e de cr i ln ,¡ n indas nrenaracOosde Safsa PariCartas finas para voltarclc. ,e g ante vista: na ra da ordom icrceira taS^^c^Vr P d. P genuin., para que o f!Vcndam-se cartas francezas, muito linas, Francisco sobrado n. 10, proprias para vollarete, polo diminuto pie-i Sebolas. i". d 0 .? 00 ,f 8 l?! ) a ." l,m ;.."?ru %  d U e J"'. a .: Ka Iravessa da Madre de Daos, armasam do, loja de miudezas, junto a loja do cera o. 33. -Venda-se um bom carallo osqupador : un p.-Ico dn ('ainin, venda n. 1. — Vendem-so 3 canoas de amarello, com 33a 35 palmos decumprido, proprlai para qualqucr obra, por estarem muilo grossas, tai lo no cncolamenlo, como no fundo, 2 bandas de ditas, rom 42 palmos de.cun.prido e mais de 5 pollcgadas de grosso, 30 pas para liltraragoa, juntos ou .rulalhoina ra da Praia, serrana do Cardeal. n. 19 vondem-so muito boas sebolas a 320 o cont. A ellas antes que se acabem Na loja da ra do Crespo n. 10,vendem-so pelo diminuto preco as soguintes fazondas lencos inteiros de seda para pescoco a 2,2001 c iluvo a o publico licassem bem fiados 1 as preparacOi's,do Salsa'Pairilha a ser d> molhor qualidade. Pois he este o genuino vegestavcl, que so offerece ao publico; naste se v combinados o.v(ile cum dulce ; pois em infinitos casos cui i|uo o aloente esperances algumas liona ue viVer, o grandes quantidades de remedios experimentados, massoni resultados de.melhoras; mascn nleiro da seda para pese V o ,.< !" ¡ eslA (!Ura Sa|sa ,, ari ,„| suas curas 0 ugi j 0 ditos a 1.500, gravatinhas de_edo para hojnraJjVHJ ¡ s ns cer iitlcJos que tomos mem a 809 rs., seJa furta-cores pira voslldj a 1,300 o covado, hrim de lioho mesclaIdo a 320 rs. o covado, lencos de cambraia jdo IHIIO para homem a 320 rg ,'palil do brim a 5,000 rs. cazaoas a 6,000 rs chitas francezss a 210 rs. o covado, corles docisi Ven do itecife n. i, lia muito superior cal de Lisboa, cm pedra, assim como potissa ebegada ultimamente, a precos muito rasoaveis. Deposito de cal virgem. Cunda & Amorim, vendem barris com cal empeora, chegada ltimamente de Lisboa, to barato. 'na barca Margarida, por menos preco do Pechilicha. quo cm outra qualqucr parte: na ra da La* I!.I.I o "uift rs a i..;. ..> i'onr n sil Vendem-se superiores batatas, a 5O0 rs. a dea do Iteeire n. 50 canastra, com o p so de urna arroba o tanto AtaLlUjia deltalas, eem libras, a 20 rs.: na ra da fuudirao LOW-Moor. llireita, venda n. 76 e 78. RA DA SENZALLA NOVA N. 42. — Vendem-se bolinhos franecNeste cstabeleeimenlo ma a havr um com ment de moendas o meias moenmu ¡i 0 proprios para cha, pela sua das para engenho, machinas-de excellenlc quolidade e genuino pavapor, e taixas de ferro batido e ] a( i ar : na rU a da Cruz do Kecicoado, de todos os tamaitos, paf Ci armazem de moibados n. 62, ra dito. de 31anoel Francisco Martina & Agencia de Edwin Maw. Irmo. Na ra de Apollo n. armazem de Me. Calt;•,„„!.. mont& Companhia, acha-se conalanlemcnte. lu m ft 1 _„. „„ nn bona aoriiinenioa de laixa de ferro coado e De mullo superior qualidade e por prer;o balido, tamo rasa como fundas, moendas Incommodo, em casa de Eduardo 6: Wyall, na cira todas de ferro para animaea, agoa, etc, ra do Trapiche Novo n. 18. ditas para armar ciu madeira de todos os lauianhos c madelloa o mala moderno, machina borisonlal para vapor, com forfa de 4 cavallos, coucos, passadeiras de ferro estanhado para caaa de pulgar, por menos prejo que oz de cobre, cacoven para navios, ferro ingles auto cm barras como cm arcos fotJias, c ludo por barato prc(o. — Vendem-se relog'lOS de OUmendoas ; tu lo do superior qualidade, e „ urna porcSo de caixinhas do passas multo roeprata, patente inglez : na ra ^reliadas, parasefazar algum presente; w M_ v .., -_,-. n lUi.nmli.rnirn i.ni* 91 • nil'm j A~ f„-..„ gequizcrfornccardcstis gneros, dirija se Arados de leo. 8 taberna da Madre deuoosn.9, armazem Vendem-se arados de diversos dePipbeiro %  correnti s doaco pararelogio preto do que em outra qualquer parle I mi;.simas navalhas. Iveis, pois os ca iilica ios q recebido de pessoas quo tom usado desta puro remedio, allirmam da sua boa CIIICBcia ; estes cerlilicados tomos a honra de aprensenlar ao respeitavcl publico, para quo liquem certos, o que cima so diz, he vurdadeiro. Os proprietarios deste remedio tom por muitos annos einpregado todos os meios pare prepararen) oste 18o til, e cssencial remedio da ra da Salsa Parilla, tas, em e seus enchido os pronelas linas de dous vidros, com mola a 1,000 rs.; ditas do um vidro a 100 rs.; linissiaios oculos de armaba.! da ac a 1,000 r.¡ fiveinhas douradas, paracalc,as o collcles t 200 rs.; ditas de ato a 40 rs.: na ra do Quei' nova. Esta Salsa Parilha ho combinada com : onlros ongredieiilos que todos elles pertenI cem classe vegetal, e lodos com o poder I do punlii: :ru.n o sngue. O doouleque usar Vondom-se navalhas com cabos "de mar( desta composifilo, poda comarque tem o lim, osmais superiores que se podeencon-jmais ellleat remedio, para a su. enfermima'do.ioia de miudezas, junto a loja do cera trar cm navalhas, pelo ridiculo preijo do dado usa. O nico agente nesta cidade he 4,000 rs. o estojo com 2 navalhas : na ra Vicente Jos de lirito, na ra da Cadcii do dofjuoimado, loja do miudozas junto a do .Recife botica n. ff ^f ^^f f %^ Microscopios para ver se lulas, |8 Deposito de tecidos da l'abri2 Vendom so na ra do Quaimado, loja de ,g Tnatiw ns Santos %  ,iudezas.juntoadecera n. 33, microscc-J ca Ue lodM OS Santos, pos para ver sedulas, pelo diminuto preto )B>, na J.aliiit. de 1,500 rs. !>• Vende-se em casa de Domingos Al<¡ ^.--Vondcm-se litas de veludo para pesento ^. V08 Matheirs, na ra da Cruz do He%  desenhora e sintura,de todas ns qualidades &>• cifcn.52, primeiro andar, algodao e luvas prelas de pelica para homem a ''"(•' transadodqaiell^fabrica,mui)prO; 2 rs. o par: na ra do Queimudo n. 50, loja ""jgl prio para SCWS e roupa do'escra^ miudezas. 3£ vos, assim conloriaproprio para re<$ — Vende-so superior cal virgem do l.is-,g¡ dos do pescar e pavios para veilas, %  boa viuda pelo brigue Novo Vencedor no ^ por preto muito commodo. <%  < %  passeio publico loja do fazeul.s n. 15, proi J|| f J | ,J,al| f i A*>AA4 ( ; r z n43 l.Us, chegadas ullimamonte pelo briguo |, ranco Roa Viagem : n tratar no armazem n. 4, da! !" < — Vende-se chapeos de palha americana mui superiores, erelogios americanos para cima de meza, bons reguladores : na ra do Trapiche n. 8. AV17.0 IMPORTANTE. Cbegaram em lim as dozejadas massas de (¡enova, passas, uvas, figos, azoitonas. e abranco sem pello por 5,000 rs. bonetes d palliad Italia para homem por2,5O0,ncas manlinnas-de nobreza, proprias para seohorasc meninas 4,000 lin los capotmlios c n. 33. Para quem passa o fesla. Lindas luiilcivas de papel de cores, muilo prop 1 ias para passeios nos sitios, pelo preco de MO rs. ca.da una : na na do Quoimado, luja do miudezas junto a de cera n. 33. Cimisas Je tncia. Vendom-sa camisas da meia, fazrn la muito superior, polo bwiissimo prai;o lo 1,200 rs.; na roa do Quoimado, loja de miudezas junto a loja do cera n. 33. Para enancas. Vendem-selouquinhas desoja prcla, pelo baratissimo preto de 320 rs.; maracaes de metal, que tocam de varias uianoiras, pelo baratissimo preco de 200 c 100 rs. ¡ na ra do Queimado, loja do uiulczas junto a loja de cera n. 33. Capachos baratos. Vendom-se capachos gran les e muilo superiores, pelo baratissimo preijo de 700 rs. : na nn do Queimado, loja do miudezas junio a loja de cera n. 33. Aossenhores cavalleiros. Van lem-se chicotes superiores, pelo baratissimo prego de 500 rs ; luvas de lio da Escocia, de varias cores, lazanda muilo superior n 300 rs. : na ra do Quaimado. loja de nniid'zas, junto a loja de cera n. 33. Grvalas de mol. Vondem-se superiores grvalas do mola, prelas o de cores, pelo diminuto prego de 2,000 rs.: na ra do Queimado, loja ele mioil %  zas junto a loja de cera n. 33. Flores francezas. Vondem-so ramos de llores francezas muito superiores do baratissimo prego te S20 500, 000, 800, 1,000 rs na ra do QiicimaAao loja de miudezas ¡unto a loja de cera n. 33. Parascnhoras, Vendem-sa carteirinhai com agulhas de todas as qualidades a 800 rs.,caixinhas com Sp.peisdo agulhosfranee*asa240rs.agu-| Je9u ~g_ vi'ctor, S. Lzaro Santas Ch.gas Ibas cantora a 40 rs. o papel, cuntis de c ( ( Cnrj Una s SebiStiSo, S. Pelinhasda 200 jarda a C0 rs., linhasdopezo linas e grncas a 0 rs. miamha, tezourinhas muilo linas para osturaa84ors., trancinha de laa do todas as cores a 60 rs., a Mnlnhfl h*4urin fthprtn lO II. Novo sortfmento do chapeos de sol, para homem e Senbora, a sabe/ : -chapeos do sold seda, armagOo de btlela, de4,500rs. para cima; dilu ditos para senhora, de 4,000 rs.apara cima ; ditos do pauuo lino, de armat'lo do balcia e de ferro' de 1,600 a 3,200 rs.; ditos ditos de armagSo de junco, de 1,200a* 1,800 rs., todotdimpos : grande sortimarito de sedas e-pannos, em pegas para cubrir oaijesmos, baleias p.ra vestidos o csparlilho desenboras. Concerlau-sa todas as qualidcdes de chpeos de sol, tudo com perfejgSo e por menos prego do quo ooi outra qualriuer parto. SALSA PARRfLII.4 As numerosa* experiencias feitas como uso d. salsa parrilba em todas as enfermidades, nripinadas pelar impureza dos.ugUO, a o bem xitoabtido ira curlo-polo lllm. Sr. tir. Sigaud, presidento da academia imperial de inndieina, pelo lllustrado Sr. Dr. Antonio Jos l'eixoto em sua clnica, eom sua af.mada casa de saude na Gamboa, pelo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Oliv"ir, medico do exercito e por varios oulros mdicos, permittem hnje de proclamaraHamenlo as virtudes cllicazes da SALSA PARRJLA • %  i) TCSJLJIML— Nota. — Cada garrafa conlem duas libras de liquido, o a salsa parrilha do llrislol ho garantida, iranienle vogcUl sem niorcurio, iodo, polassium. Vende-se a 5/O0b rs. o vidro na botica do Sr. Jos Mara Gongalves Ramos : ra dos Quarlois pegada ao uu iriul do polica. Tinta em oleo branca o verde;..vendo-so no armazum do Kalkmann L nios, ra da Crnz n. 10, Molduras douradas de (odas os larguras : vondem-se no arma, zem de Kallkma nn Ira>Sos,ruada Crac n' 10. Charutos de ilavana lis superior qualidade : vendem-se no armazem de Kalkmann Irmlos, na ra da Crin n. 10. mam ra da Cruz. Trocam-se as imagens seguintes : Santo Antonio 4,000 rs., S. Lulz re da Frang. 4,000 rs S. Renodicto 3,000 rs S. H.noel da Paciencia,3,000 rs., S. Krancisco &f ,000 rs S. Paulo *;000 rs., Santa Barbara 3,000 rs., N. S. da Soledade 3,000 rs., S. Jo3o Baptsta 2 e 3,000 r,, Sauta Apolonia 3,000: na ra do Queimado, roja de miudezas junto a de cera n. 33. Uicas estampas de Santos. %  i%  .•.. o • %  ,! %  ^ 11 ei f — ft n. O. l.l-l i-illlii, .mili l>(l/.lil, J. (IM uny lisia, S. Ambrzio, S.nta M.rla, S. Domingos, S.lnnoeenco, Santa Tilla, imago milagrosa, Santa I'olic la le, N. S. do Kozario Santa Amelia, S. Marcos, Santa Victoria, Nacimenlo de Menino Dos, S. Rodrigues, N.8. do Pilar, Santa Filomina, S Roque, S. Hilario, S. Rucas, N. 8. do Bom Socorro, S. Guilherme, S.nta Adelia, S Marlinio, N. S. da Saude, o Sagrado Coragilo de Mara S Chnsl'iv.lo, S. Antonio de Padua, S.nta Clemenlina, AssumpgJo de N. Senhora, N. S. da Lapa, Santa Puceliana, S. Ranto.'S.lila Lufrazia, Santa Emilia, Santa Virgem e sde 200j,rdasaG0rs.,linhasdepazo U( 0j % s .' ua aor8j S Pau | 0 S. Angelo, Vende-se em casa de Kalkmann lrmos Escravos fgidos. ^* Fugo no dia 28 do corente um mo lato ecabocolado de nome Leandro, le idade 18 annos, sem barba bastante b.ixo, e grosso,com dois denles na frente de cima tirados; levou carniza de brim e caiga preta, pdeserque tenha algumas contusos* pelo corpo, ou desmentidure em algn). Serna, ou p, em razSo de ter-se atiradq.de um tarcero andar em cima do urna cas. terrea : quem o rjiegar leve-o trua das L.rangeiras, n. 14, qua se recompensar* o trabalbo. Ocsupparecoalia noito do 21id o coprente a oscrava Mara doTiagTO anglr, ld>lo quo representa 40 anuos, cor fulla, descarnada do rosto, bastante lia e sec do carpo, bem fallante, tem na raj > direita 2 dedos aicjados quo ulTo os movo, quem a aprehen lor leve a ra direita venda u. 93, da esquina do becco do Sirigado, ou a ra do Queimado n. 40, segundo andar, quesera bem recompensado. — Di'sappari'ceu na lardo dn dia 13 do pastado um escravo por nome Joaquina tom os signaos seguintes : boa estatura, representa ter 35 annos de idade, falla dcsembaiagada, ps grandes, tem tpdosos denles da frente, lian/ chato, quaudo anda estala as juntas dos joelbos, levou camisa do algodSosinho branca, caiga do dilo azul, oste oscrajjo.foi do malo: quem opogar levo-o a typograpbia Imparcial a fallar com a viu'va Roma que aor recompensado. BOAGRTIF1GACAO'. Ausentou-se na noite de 27 de outuhro passado o mulato Clementino, de ao annos de idade pouco mais ou menos, magro, altura regular, tem muito pequeo buco de barba c falla muito mansa, na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-! q uan J 0 anda parece que n5o pisa lados pelo ullimo navio. %  ai 1 "nplliri IIP .rwlp bem com os calcanhares, costama fcspe 10


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%  *** com tnuitos •poiido que fosse posto fr. O governrdor pedio a patarra j mu nao o coosentlndo a le, leve de te retirar desalrosameaie. O que ha tambera de mullo singular nesfa eleicio te que Lopti Brinco, preildente da mesa, elellor dos qut aa colllgarain, a rlelto depuladn, declaroD dopoli que resigoavl a ana cadelra, para que ic oao dliieaae que a devla ae apoto dos eeus adveriarloa Igual desistencia fea. Emilio Brandao, de sortc que flcou ioulilisada para o partido cabraliita a colllgaco eleltoral que tanto the foi estrauhada, porque ambos osdeputados seus deslsllram. Uu-se agora que esta desistencia fot para dar urna saUsfacoa Mira Cabral, e que ser anta-) elle pr-posio naa cleicOea que se bio fater para preeneber as vagas das candidaturas repelidas e das desistencias, lia Ja uns 18 lugares Tagua, e teaunullar a eleicSo deVIHa lleal, serio '22. Notou-sa que A Herculloo nao saissse por nenbuin circulo, apesar de elle ter declarado que nao aceitava. Entretanto pareca bem que o elegeisem, deiando-lhc o arbitrio da renuncia. Parece que andou nlsto Imlnuacao do gorerno. Etn Villa Real de Tras os Montes, onde i eleleao sahio cabralistas, tambera houve graves dcaordeos, c por fim tiros, sendo alguns dns editores presos e ouiroa eapancadus. Por isso •e suppe que as eleicSsa desle distrito sero annulladas. Ein todos os tnals circuios do reino bouve completa srguranca, tranquillldade, c lihcrdade plena para os eleltores. Agora vou couimunicar-lhc a relacao dos depulados eleitos, com a Indlcaco do partido a que pertcncein. P designa os progressiatas ; C os carlistas e cabralistas e D os descoohecldoa. Arcos de Val de Ve*. Joao Silv :rio Cerqueira Gomes Lima ( bichare;. P. FrederlcoGuilherine da Silva l'ereira (Irmao do conde das Antas). P, Placido Antonio da Cunta e Abreu (engenhei10). P. Antonio Pereirada Silva SouzaeMeneies (propietario ). P. Plana do Uinho. iiiom.il Norton (juiz da relacao do Porto ). C. Joaquiui Honorato Ferrcira( negociante). C Carlos liento da Silva (redactor da relorma). C. braja. Viicondcdc Asevedo. C. Jos Kf yo Soare de Atevedo. D. Visconde de Pomos de Algodrca ( gov. civil de Coimbra). P. Francisco Jos Alves Vicente. P. Barullos. Carlos Felisardo da Fonsrca Muni. P. Ilalthasar Machado Salazar. D. Amonio Rodrigues Sampalo (redactor da Rcoluciio ) Cuimar/tes. Visconde de Ascnha. C. Jos Fortunato Ferrcira de Castro. D. Beuto de Castro deAbrcu Magalhes. D. Domingos Nartliis da Costa. I*. Porto. Antonio Roberto de O. Lopes I'rauco. C. Justino Ferrcira l'inbo Basto (ni. da junta do Purtoj. Antonio Emilio de S.i rr.nul.io ( Slho do conde de l'crena). p. Sebastio de Alinclda e R rito ( advogado). P. Antonio Alnizio Jervis de Athougia ( ministro dos negocios estrangeiros ). Amonio Jos Coelho Lousada ( advogado ). C. II ii.i i de Palme. G. A mado Vanzelcr ( director do banco). C, aciano da Silva Amara] ( juiz da relacao ). C. Amarante. Rodrigo Nogucira Soares. D. Antonio Das de Olivelra (juii da relacao ). P. Custodio Rebrllo de Carvalho. P. Venafiel. Barao das Lsgcs. (J. Antonio de Azcvedo Mello e Carvalho. C. Agostinho Albanp da Silveira Pinito. C. Chaves. Amonio los de Avila (ei-miniJlro da fazenda). C. D. Francisco de Aluicida ( ajudaute de ordens douiarechal ). C. Francisco Joac Vanni de Castro. C. Villa Uiat. Jos Marcellino Si Vargas [juiz da relacao). C Rodrigo de Moraes Soares (i.iedico). C. Antoulo Roberto de Araujo Cuoba (juiz de ..lien: C. Joic borges de Carvalho. D. liragan^a. A. de A. Mello e Carvalho. C. Manoel de Almor Pestanha. C. Jos Manoel Ferrcira. D. Moncorco. Joaqulin Rodrigues Ferrcira Pontcs (concgo ), C. Joao Pedro de Alineida Pessauha. C. Aveiro. Amonio Luja deSeabra ( ministro da junta do Porto), p. i'houiai de Aqulno de Carvalho. P. Manoel Jos Mendes teite. P. Jos Esievara Coelho de Magalhaei (redactor da Jtevolui¡lo.) Oliveira de Azcmeis. Jetvis de Athonguia (ministros dos estrangeiros. ) Jos da Costa Pinlo Bastos. P. Jos Joaquim da Silva Pcreira. P. Luiz Morelra Mala. P. Julio Comes da Silva Tanches. P. Coi'moTa. Joaquim Antonio de Aguiar. P. t. Saularm. /os da Silva Passos. P. Manoel da Silva Pa.sos. P. Aiitunio Cesar de Vasconcelos. Bario deAlinelrlin. P. Thomar. Jos da Silva Paisa. P. Ellas da luiiha Peasoa. P. Antonio Vai da Fonseoa e Vello. P. fortalegfo. Joaquim Larcher. C. Jos Mara Grande. P. Antonio Sellas de Andrade. B. Efora. Jos Ignacio Pereira Derramado. P. Antonio Joaquim Duarte Campo. P. Joaquim Fillppe de Sour. P. Beja. Jos da Silva Mendes Leal Junier (redactor da Lei). C. Antonio Corris Caldclra. G. Joao de Sande Meta Salema. C. Aulonio Jos de Avila. C. Jos Jacintbo Valenle Farinho. lagvs Antonio Corroa de Mrndooca Peiunba. I'. Antonio Carduzo Avellno, P. Faro. Antonio Vaz da Fonseca c Mello, p, JosCaelano Benevides* P Sebastio Jos Coelho de Carvalho. P, Jos Joaquim de Man u. 1'. Nao obstante esta cmara ter .orna prospectiva progresslsla, advinba-se pelos sujeitol que a com |IOIII. que ha de ser moderada, pouco audociosa oas relormas, c que ha de sombra do noine do duquede Saldanqa inspirar confiauca rainha e its naedea alliadas. Ha diasdisserainos'jornaes carlistas que o ministerio assegurra ao corpo diplomtico que se a cmara sahisse demcrata serii dissolvida. O a Diario doGoveruo • negou este boato, mas o ceno he que o duque de Saldaoha o dlsse a algtiinas pessoas, logo quando se j lilil con o decreto eleltoral, e agora parece que o indicara o ministro dos negocios t6lraogeiros ao ministro da Hcspanba alcal Galiano, que teve o desacord de o dizer, de sorte que a Rcvoluco cm un artigo severo Ihe cslranhou esta imprudencia, deixando entender que os boatos erara verdadeiros. Ora a %  ftevotucito priva hoje multo com governo, porque Jos Estevao he intimo do miuistro Jervis, efoi talvoz este que ihe sugiri o artigo a quevne retiro, para que o ministro de ttespanha ii io fosse outra vez chocaIbar cates segredos ao marques de Fronleira que foi qiiom divulgou a noticia de que o govoi no dissolreria.se Ihe lahlsse adversa, a nova cmara. Deste despregado mlnlsteiiallsino da|Hevoluco u tem a %  Naco %  t irado um glande partido, lancando-lhe ein rosto a divergencia cm que est com as opiuioes que danles susteoUva, com o seu proprio partido, e a contradicao de principios cm que leiubrado depois da rrgcncraco, drende hoje os actos que reprehenda ao muiistcrio do Coudc de Thomar. Tem sido realmente urna polmica beiu sustentada da parte da i< ¡Vacio u c ein que Sampalo tem felto in ligura, porque como elle assigua os artigu9, a ISaoo lira dabl argumento para o atacar e fenr nomlnalinente. 2 te que ellos imaginaran) a proposta dos multo menor, |e llmitar-me-hci a trla r Antonio Joaquim Barjona. P. Viceute Ferrer IS'clto Paiva. -. G. I lniiiii/ de Aquino de Carvalho. I Justino Antonio de Freitas. P. I kratmH Antonio Crrela Culdelra. C. Aristides de Abraocbcs Castello Urauco. C. Antonio Saraiva de Carvalho. C. l'igueir*. Hoque Joaquim Fernandea Thomaz. P. Joaquim Carlos da Silva. P. Viteu. Candeda Ponle ( D. Joao ). O. Julio Gomes. P, Francisco Antonio Rarroso. D. Joao de Mello -nares e Vasconcellol. P. tlBlUUU U Alllll i.ia i.ll Un. CJ. tamego. Conde de Samodes. C, Francisco Jos da Costa Lobo, C. Francisco Gomes de Carvalho. D. Antonio Sarniento Teiveira Savedra. C. Antonio Pinbeiro da Fonseca Oaorio. D. Tondella. Jos Caetano de Campos. P. Jos de Pena Cabral. P. Guarda. Sebastio Manoel de Gouvca Alincida c Figuciredo. P. Jos Rlbelro de Almeida. P. Joarfulm Manoel da Fonseca Castello /silico. D. Jos de M, lio Ribeiro outa Caldetra. C. Trancoso Visronpe de Vallongo. C. Jos Antonio Lobo de Motirj. C. Caetano de Seias Vasconcellos, D. Cac'.h Ufaneo. Antonio Firmino Campos a Mello. P. Joao Jos Vaz Preto Giraldfs. P. Luis Augusto Ilebeilo da Silva. C. Jos de Mello Geraldes de Bourbon. P. Bartlioloiueu dos Harlyres DlascSouza. C. leiria. Julio Gomes. P. Fauailno da Gama. P. Antonio Xavier Rodrigues Cordeiro. P. Lucas daTrlndade Leitio. P. Alenguer. Antonio Mara Ribeiro da Coila Uoltreman. P. Cario* Marques Raptisla P. Francisco Maria de Carvalho. P. .. Lisboa. Jos da Silva Palios (membro da junta do Porto.) Leonel 'Cavares Cabral. P. Jos Caetano de Campos. P. Jos Maria do Casal Ribeiro. P, Anselmo Jos B. P, Antonio Rodrigues Sampalo P. Antonio Marta Foutes de Helio ( ministro da laaruila ). Jos KeCevam Coelho de Magalhes. P. Jv, Ferrcira Pinto Basto P. Francisco de Paula Aguiai Oilollni. P. Selubal. Antonio Rodrigues Sampaio. P. Conde de Villa Real D. Fernando. P. Antonio Maria Footei de Mello. P. Varis 20 de novembro de 1851. J.i I lid a v .'. o-i ni una ultima carta, da icen'.'ra do im'-iionio, do projecto do le sobro a reformt eletloial que a ella eslava reunido, e da.colea violenta que estes aclos tinliam c>usado na maiorta daassetnI loa. V ci rerortr-llie as consequeucias destas mas dispusieses e os graves euibaracos que Ihe sobrevieram. Eis-aquio qae si ptssou. Cono lio do cjstnmo orna commissao foi nomosda DIS sessOes para examinar o pojado do governo c propor u ni a rezolucfio a assembii. Sobre quiizecommissinos irozooram hoslisao projecto o promptamente coucordaram sobre as onclusOes quedevium aprosenlar. O relator, Mr. .\atroc/oac3o do presidente da repblica. Appello ao poco francs. A siluaeilo actual nao pode durar mais t j mpo. Cada da quo Dassa, aggrava os pongos do paiz. A assemblea que devia ser o mais hrino apoto da ordem tem salomado um roco do couspiraclo. O patriolismo de irezeutosdeseus rneinbros nSopieombariar suas Taiaes tendencias. Em vez do fizar le, no intaressa geral, ella forja armas paria guerra civil, atienta ao poder quo receb duedamanta do povo, anima todas as ma, patxOes, co nproinette o repouso da franca l Eu a tonlto dissolvido e faco o povo inleirojuiz entre ella e mim. A constitjico, bem o sabis, foi foila com o hu do enfraquecor Je atiteinSo o po. d.rque teta conli,r-me. Sais milli-Jas do sulTngos foram um protesto estrondoso conlra ella, todava eu a tenho fielmente observado. As provoca? Oes, as cilumnias, us ultrages ma toiti adiado impassivel ; mas hoje quo o pacto fundamental niio he mais respailado por aqu lies mesmos que o invoo3o incessanlemcnle, e que os homens que tem ja perdido duas monarebias quorein atar-me as m3os a Qua de destruir a repblica, mou daver nefrailar seus perlilos projeclos, mantera repblica e salvar o paiz invocandoo juzo do nico SOoaraB quo ncoiiiieco em rranca ; OPovo. I ac por tanto um appello leal a inc.io inicua, e digo-vos : Se queris continuar este estado de torpor que nos degrada e comprometa nosso futuro, escolino oulro em meu lugar, puta n3o quero mais um poder que be nunolente para fazer o bem, lorna-me respoiisavel por actos qne nSo posso empedir o mu preude ao leme, quando Vejo o navio correr para o abysmo. Se pelo contrario, tenues anda candanga em miro, da-me os uietos de euoiprir a grande missSo que do vos recebi. Esla uiissSo consiste em fechara eradas reaolucOes aalisfizendo as necessidades legitimas do povo e protegendu-o contra as paixes subversivas. Ella conaiste sobretuio ero croar inalilutfO ra qua subrerlrao aos bomens o qui sejam em lim fundamenlos sobre us'-quaes se possa assenlar alguma CuUSa de .iii .i lonco. Persuadido que a inslabilidade do poder, que a sprepondo/siicia de urna s assembii sao cousas permanentes do periurlMCio e de discordia, subueito a vossos suffragios as bazes fut lamentaos seguimos de urna coiisiiioic.lo que as assamblasUeseuvolveraro mais tarde: l'nmeira. — Um chela responsavel nomeado por dez annos ; Segundo.— Ministros dependentes do poder executivo smenla; Terceiru.— Um cuuseiho de estado formado dos bouieus os mais dslinctos, que prepare aa icise sustente a sua discusaSu peame o corpo legislativo. yunto. — l ni corpo legislativo que diacula e voleas lea, eleilo pelo sufragio universal sem esc iilniij da lista o qual falsea a eleicSu. Quinto.— Urna segunda assemblea frmala de todas as illusiracas do paiz, po-ier moderador, guarda da pacto fundamntale das lihord i.i.-s publicas. E,le sysiema c.eado pelo primeiro cnsul no principio dos culo, deu ja a Franca "oropuiisoc a prusperidade; elle llie gai ranlina anda estes mesmos bens. 1 Til he i ninha convccilo profunda. Se a cnmpartillnis comigo, declaral-o por; rossos auifragios; se, to contrario, prefers um governo aem fo'ca, monircbio ou republicano, tiralb nilo a. i -le que paasado, ou dn que futuro chimarico, respOndi ne gativameole. As-im, pois, pela primeira le, depois de 1801, votareis com conhecimeoto de causa, aabendo bem por que apara que. Se eu nSo o lili ver a maioria de rossos suffragios, enlilu provoparei a reunido de urna assemblea e Iba •mregarej o mandato que de vos recib; porm se crerdes que a cusa, de que meu no ne Ira o symbnlo islo he a Franc regenerada pela revoluto da 89 e organildi palo Imperador, he ainda a vossi, proclimai-o consagrando os poderes quo vos pego. Euldo a Franca e a Europa serSo preservad, s di atiarchia, us obstculos se applainarRo, as rivalidades terSo deaapircciii.o, porque lodos respeilarflo, no deorelo do povo, u decreto da pro.id-ancia. Palaoio do Eiiteu, 2 de dezembro de 1851. Luiz NapoleSo ¡lamparte Teletira.—ProoiamaoSo do presidente da repblica ao exereito. Soldados, aede orgulbusoJ de vosai missdo, ros salrareis a patria, pols.conto com rosco, ndu para violar ss leis, mais pira fazer respeilar a primaira iai do paiz, a soberana nacional, di qual sou o legitimo represaotante. lia muito lempo soflVieis como eu obstculos .que se oppunham ao bem que eu quena fazervos e as demouaIragOes de vossa sympalhia em meu firor. Estas obstculos est9o destellos : a sembl! quiz atlentar a autordaJe que a nac3o inteira me deu, ella cosaou de existir. Fago um appello leal ao poro a ao exereito, e digo-lhe: ou d.i-me os meios do assegurar rossa prosperidad, ou escoltiei oulro om meu lugar. Em 1830 como om 18*8 fostes tratados como vencidos, depois de tarein infamado vosso desiuteresse heroico, dignaram-so de consultar vossas syropathi se vussos votos, e entreunto suis a flor da nac3o ; hoje neste momento solemne, quero que o exereito laca uu vii sua Voz. Volai, pois, livromenle como cidadSos. mas como soldados, ndo esquecai* que a obodiencia passiva as ordens ero chefe do goveroo he o devor rigoroso doex.rcito, desdo, general al ao sollado. A miro, responsavel por mmlios accoes porania-o povo e veranil a pustendade, toca lomar s medid.s que me parecer! indispensaveis para o be n publico. Pola rossi parte, permanece! mabalavais as regras da dlicip.ma o da Honra, ajudai, pur vossa attilula respeitavel, o paiz a manifestar sua vontada com calma o reflexao; ssde promplos para roanuur luda a tentativa conlra o livra exerciciu di soberana do novo. Bjldadoa, n3o vos fallo ,i s iembrancas quo caeu nomo recorda, ellas esto gravadas em voasus cncOas ¡ nos somos unidos por lagos udissoldVeis: vossa historia he a mil ti i. Ha entre nos no passado communhSo d 0 una ededesgraca, b.,ve,-a para o futuro cumuiuuhao de seuli.uonios o do ras'olucfin pa. Invenios de appelar para a ImparclalidiUe e Justlfa do paiai Se um revez nos livrsse levado os votos, te um golpe da sorte nos houvesae felto perder nem por liso succuinbirlauos, porque sabemos oque valem aa popularidades, como se l.iieni e desfasem, como se illudem e anrprehendein ; ndo inccumbfriimoi, maa reaignaruos-hiamos, infellirs e constantea, curvando a oa boca ante o infortunio e guaidando Intacta a uossa fe. Ante os escndalos do estratagema, anteas escamotageos da parclalldadr, jiorcm -nao. Erguemos mais alto, e mal firme a noaaa voz ¡ nao para aecutar o dlstinu, maa para protestar contra a injusiica, Uo alto desta tribuna faremos aluda ouvir verdades duras, e nio pensein que consumaram a obra levando a urna de aasalto" na capital. O pas nao eata todo as listas parclars. nao est as exeluedea nem as fllegalidldei. Tlnbiuios confiaupa na nossa causa i temos anda a mesilla, ou aluda maior. Quanlo mail importanies fuieiu oa o i ios e ua vicios dos noaaoa, inimigos, lano mala apprcisaro a sua queda e a sua Ignominia: Antea do combate eicreviainoa na cala, paiavraa a O triumpho verdadeiro eat alcanzado. O partido caruata Iriumphou, deade que, pela coherencia dos aeua princlpioa, pela t r v a da sua juanea, e pela tranquilla arguranca da aua altflude forcou a turba colllgada dos seus adversarios a apostataren! daa auaa erenfas, a mcnllrein aoa aeua prograiumaa, a perjuraron os aeua dogmas, a empregarem a calumnia e a oppressao, a fraude ea alelvoiia, su para poderem entrar na tica com elle. • O partido moderado exalta-ae aempre na lucia, e be na arena, quando momenlaneauieule toca a ierra, que o athleta ae levanta mas robusto e denodado Bileuiperado na adversldade o partido carlista, quando o julgam subjugadu, surge com vida nova, e baala-lhe erguer-sc para assombrar os sena contrarioa. x Hepelimoa anda o mesmo,'a ae he possivel com dobrada convicc.io. Apoderaram-se da urna em Lisbaa; mas para Isso mesmo folIbes neccasario inetterem-ac debaixo do palito da carta. Por consequencla foi ainda o nome da carta que trluiuphou ; foi o nome da carta, traicoada, escarnecida, lu hurlada por elles, equetadavla, anda marchando ao sacrificio como victima, tem bastante preeligi para ahes envergoohar os aeua louros, e glorificar os nojsus desastres. Subjugaram-nos, a nos que pugnamos pela carta ¡ maa id poateram subjugar-nos em nome da carta. Se o principio be ludo, o principio recebeu a mais solemne consagrayo que podia recebar. A sincendade d'elle est nos factos, e oa factoa osiau ah para fallar Inteligencia, e ao corac.o de lodos. Se queris saber as tendencia que revela una i-ii-h .i i icu.i por tal modo e debaixo de taea auspicios, olliae para as insignes perfidias que determinarlos, cale resultado, olliae sobre m lo para a qualidide daa turbal arregiiuentidaa pela demagogia, e por ella adiulltdaa como arbilraa soberanas. O operarlo laborioso, o artilla iuiclligeute, o empregidu honesto, o coinmercliuie, o capitalina, o propietario acharam-se muda ves em minora diante de urna inul.lld.iu incogoita, por que asslm o tinha resolvldo a iullueiicia domname, e asslm era neceisiriu pira gilgsr a cadeiras da repblica por cima do estrado da monarcbia. Esla: anda porCm multo longe de ae conliecer a declaao definitiva da ulna. A elelfao da capital nio a elei^ao do reino. Nal c una perda parcial que pode resolver a queata.i geral. Eiu lodo o caso, as aoasas ideas eslo exposlas. Veucidoa ou renceduria, a nom doctriua e oa nonos principios aio aempre oa %  ncsinoa, a nossa fe loa balare!, e a oosia energli redobra na preieofi das dilliculdades. rallamos ein nome de um uobre e generoso partido. A razao nem sempre secoula pelai vlctorlaa: a constancia o que ae mede pelos sacrilicos. A rellglo tem a aua crua. Proieisimol uina religio ; sainamos levar a crux d'lla : a de Christo subiu daa catacumbas ao capitolio; e, antes de ser adorada pela chrlatiodade, fui perseguida pel lyranl i. Todos oa pirlldoa tem as lu.a horas de provucaoe amargura: a f deuioustra-se arroslando-aa comcoragein, esen'lo-iiio, superior pela perseverau^a. Ha victorias que penca mais do que derrotas. Anlea cablr com honra de que trinumpliar na Imfamla. I MFI HOR FYFN/IPI £



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. ajolbaraoipa d'ettei bomeos, que pela niaior parte flgurain as lillas iriumphaniei, etMla dos quaes uurchain mu (o d* tquellei que iiials le leen, distinguido nal guerra* fratricida!, nai lucias de exterminio contra Carta e contra o tbrooo. O govtvno nao poder mala aer gobern era nome da Carta, porque hoja fea as ft-M cienulaiPiaLisboa,a urna, que monopillsou cinbcorfijlo eicluilvo da faceio republicana, be a sua urna cineraria / Maano, o governo nao far tal, porque nao lem o pudor das suaa aklvoaias, nein a consci enca das suaa lnvocacdes. O gorerno n.iii descera do pudeYnorque fet (odas estas ¡nilauiai para se maolera^elle, n' esse poder comprado a revolta e vendido anarchia. O governo nao sahlr; ser precipitado pelos mesmos gue fol buscar pera auxiliare!; qunndo esies julgarein Intil a aua cooperarn. Ocoeruo aacriicou a Ca.taea Balnha pelas candidaturas dedo is minlstros e um gaye ral.' £ anda se atreve a chamar-te carlista! Nao ditemos, o governo nao descera do poder, porque elle canjuha unido com a deinagogla, ou arraslado por ella; porque vio todos a um fiin coinmum, mesmo com o Intuito de se atralcoarem titvtuamentei va lodos a umflm coininuiu, u&s por imbecilidades traiedo. outros por hypocbrlzla e proposito. Ogovrrno nao descera do poder porque liona dado as uaus aos partidos revolucionarios, porque Ibes ou* tborguu a sua proteceo e osaacudou com a porprlas violencias. De duas urna: ou o governo tas trlnumphou, Ii'yedemiuir-aeioutrlumfandonalista septem bfista, h MfMNiBrUu mina lia. Em Portugal todos sabeuau que quer di.i'r septembrltta J A faco, que se nao teme de deshonrar o que julga a sua victoria com assuadas. Insultse ame ica-, est difluida por si inesuia. Oa le lores do Patriota fize/aino cortejo da idea triuiiif.iiile, e oa improperios aHrozes de urna folha impudente serviram as aaudadocea da victoria. Os dscolos devlam tremer all (lianle da sua nroprfa obra. Nos nbo quise ramos Ulna couqolsta manchada por Ues vi leas. Veja-se a diflerenca. Qnaudoopartldo carlista ten venoldn, lem tambem ennobrecidoa vico toriacom a moderacao. A, estes, chamados vencedores, o trlumpliu, Infunde alma nos sicarios. c, as horas da embriagues, s sabein os gritos doesterininlo. Os seus cantos Jubilosos sao iinprecacea furibundas; Se isto he por um.. vantagem parcUI, o que Parlase defflnltivameute se rrpulassein dumlnanlea? K' nesies Momentos solemnes que se revella a ndole de UlU partido. Portugal que repare, ejolgue! Nada mals diremos. A aossa f, repeiimol-o¡ JI.¡ i se abate. Levantemos ben alto a fronte, lo, du* Os que combatemos. A victoria,he d' ellea* mas s liunra he nossa. Nos ficam<>s puro*; elllea In-.im eternamente manchados. IS"s fomos com a palavra patria m no coraejo e nos labios; eiles gravarlo no seu processo a palavra tralyo : INTERIOR. CoRRESPO.NuEiNCIx D DIARIO DL PF.K. NAMRUl.O. Parahyba, 22 dldezembro di 1851. M8 e-ta vez tenho de confess.r-lbe, que me engam-i em meus pmgnosticoS, nn-jg esti vez tonho de dar as maos a palmatoria e reonhecer que sou olio auruspice, ou astrloga judiciariol! re triste a humuhante para muita gent; mas eu como preu o—rentas siii.er uiuma— dos antigo* tolos de batha a cuita, nao lenlio duvida alguma em dizer Ihe—eapichii-me solemnemente, e meus clculos sahiram errados I Sim, senjior, suppuz, ¡Iludido por vSos palavnidos, que o jury da Aria s-guria, no julgamento dos indiciados assassinos do infeliz D-.Trajano, osilicuiues pacficos o limnanos do* coracOes brasileiro*; mas, segundo as ultimas noticias, deu elle meas urna prova de que, se as vezos a juslice divina se demora, sempro ella appa'ece ¡."V" mus tarde ou cedo, de que oem sempre a justica c de tenas aliaixo anda tachando por causa da venda, que os telhacos llie dftarajp, Forim coodemnados pena ultima, at a sabida do portador que nos trouxe a noticia, o lluj. o Caldino, o Manuel dos Santos( eco) e a Carlota! Eu sou bastaole ooposto por ndole pena de morte, e certo qua se litera os rendimentos para ser jurado, nunca votara por ella, e mtiila desejaria ve-la reprovada om rueu paz pelo itielhoramento dos coiturnea, e novo avalenta da pnsOi'S; mas reeooheco que actuirtmente ho indispensevel enlre nos, e que so ella bem applicada esem consideracOes poder-nos-ha salvar ¡o horroroso uliy-niu om que nos vamos precipitando. Lastimo do coracHo asorled'aquellas infelizea que a soffreram; mas recouhpfo a nrcessidsdc de um exemplo estronJoso e efJicaz. II %  mister que os nossos humens se conveliera) de que a importancia aocial, o dinheiro, nascinionio o outrss circumstacias, alias irnui.. aitendiveis na socledade, nosilVatn oinlividuo dapimicSo merecida pelos crimes; oque estes fozem di-sapparrcer aos olhua da lei a coocideracfio por aquellas dada ao individuo que, pussuindo-as, lioni lon^e de seguir, como ellas aconsulb m, ooamiabo da virtud, se atiram ao lodazal dos Crimea. He bem doloroso o assumpto para insistir nolle. NS<> teuho noticia dp resollado do iulgamento do Joanuim: pmAm tnhrn .;. tambem se resent< da juslica que os ootros tem prevaleciJo. Verincou-se a noticia do homicidio perpetrado no Tab, deque em minba ultima Ihe fallei; porejn nao com as circunstancias Telendas. lUviam z-lus entre o niorto, quedizem ter ai Jo peca dn, e outro por causa do urna daa liiiias de Jcrusalem que |mr all residia; e por isso zeluso, temendo o • i val, couvi IOU outro compaoheiro, anoite, emquanto elle discantado dorma, Ule dispararum dous bacamartes que o mandarais para a eteinidade, e julga-so que tamberos bella 11 lena, pois atapresoute data oto deu noiici-s suas. O Eim. piesidanle, de acord com o Dr. chi'fo de polica, quo activissimo como lie mi podia donar de lomar uiuil > em conslduia^fio to lu i o oso atleutado, maodou o SiOfflyc drSla termo, que .uao^u u lugar do drlicl", com o promotor publico urna escolta de eavallaria aquella lugar para syndicar do fado, e dar as precisi proviilerJaras. Isio me disser.un, e eu vi s.Hir aquellos funecionarios ¡ portante i(C la o peso que quizer a noticia, porque eu, co.0o por veas contasatrasailaa.com esse pudre, de quem trata multo em particular com seus amigos, enlenda-ae com elle, que, esluueerto, lera a reaposta na mesma clave u lom; po%  em soiii undainenio nSo tive o que de dirallo me penence para Ib'o dar, porque uein eu, o nem elle Qcaremos contentes cusa isso, que he, Iliterariamente fallando, "So aei se me euloiue, um plagio de nova' espacia, enme que lo.i.s quai.tos teem urna peona entre os trea dedos da in ¡ di reia ahoininam omnl ptetore. Delxandu queites iusipidas, e que nada ap, pronii.ini ao publico, c nein ani, enerare! etu ni ii. i i i. Esuinoa a ver pelas coatat o auno de 1851, e orno acates viule das lalvez lbe nao pulsa cscrevr, porque, como lbe disse, vuu ver o uieu Ocrco.onde coeontroaa laudlas e poticas recordafea de minha juvrulu'de, quero der adeoaa este auno lio prcennisado pelas propincua do — querer aer tudo -*, mas queein abono da verdade, puucas saudades nos delxa, e que neata provincia acaba, cuino diiia, com caunbras de saugue, que s deliain perseguir ao propbeta, e quem uellaacreditava. Val-ae para nunca mala voltar esse auno recbelado de ludo quauto fui mo, e creio queesqueoldo lloara no cacuro pasaado at a consuiumaco dos seculoi: Ainco. Veremos ae o novo anno nos traz mals venturas, o que u deaejo, porque, como dueiu aa velbaa — quando o '.em vein a Ierra lodos alcaucao -e cu que sempre ando an contrario dos outros, ealaudu agora alcaa;ado, terci de mudar quando os oulros o ficareiu. Sel que est o espera da conclusao douieu arauzel para saber orasullado du meu aon..o, que com as piusas com que vai coutadoa parece aouho de um oituvo iiormenle; poria ao sealllija multo, e nem espere grandes cousas, porque nao val apena, como Iba deve ter provadu o couiecu. Uisae llie que iiuh.i licado calado com a advertencia do meu companlielro de que nao aduilllie pareuibeses em sua licio ¡ nois bem, ""'• d>>-u. bd, ,¡,..,11.. a&atlmm oim, pyuco masuu meuoa. Ueadiulravel a educacao dos menimos naLe-se no Trtu d* Mato de 17 do oorrentc: 1 de engrandreimento e prosperi t.i.le. D'a" companhia com a dlttribujcao dos papesi Ern itsisaao H. O Je 4 de Bove mnia pr oqui astransformacO'Ssurcessivss, que tenjelles scominodadot, calendo-Ibes partesja etier ¡mentado em seu formato uVs le sua'por "llefeitaa com applausos esponlaneos, aoisriQflo at boj, a extenso e va i-dade e sendo o primeiro a ahraca-lo9 as suas a fol condemnado oreapoosavel a dnus inriea de prisio e a pagar aa cusas do processo : forjo Julzea nasla causa os tiln. Sr. Dr. Ambrosio l.eiiAn da Cunba, Dr. Allbnso Arlbur de Alinelda Albirquerqu*. — No Marauhiiu loinperio os eiurcma com os bemiivli seos alliados. eachavain-aejeui aietude hostil uos para cara os outros, em rato de haverein estea ulllnius excluido a qullea da sua chapa de deptttadoa provincias, segundo eflerino as casetas. O irnos -ataranliensc noticio em aeu n. 46 o aefiinte fact ; r.nl'oreou-se, ao dia 17, um mulato, pertencentr aus Snra. 1,-pas desta capital. Ignora-ae qualo mollvodesespsrad.ique olevuua pralicar aeco (no criminosa; oque sabe-se hequeo desgranadollnha astenladode morrer, pois para asphlar-se, foi preciso collocarae sobre os joeIhos. So um eilaiJo de loucura,ou completo rlesarranjo inielleciu.il, poderla arrastrar a tal exceaso* RaCear anda falleciauma ou outra pessoa de labre auinrella. na capital, leudo ella quaei desaparecido do Aracaly, ao pusso que princ|piava a desenv>'lver-se com iutcnsldade Ico a= Na nolle de 17 do correte fot arrumbada a de Pedro Jos Amonio Vlaona, roubandose-lhe urna porcJEo de fasenda, c 40/rs. c i-ntos em cobre; suppne-se que andar o prejulso em cerca de SaUMOOra: he necessario que a polica teulia mala cuidado. a= Morreo no da 18 deate da febre amarilla Joaquioi Oa l.osia Sampaio que havla 6 d'us tuihi viudo de Siup tratar de urna quenco de inventarlo. fc — Por portara de IV houveraru as uemisloes e oomeaciVi seaulDlcs i —Claudio Itiserra A~ Cil— .i...,'..ij_ T. a_.___j^ j_ c u.>!...., i|U' ha conseguido dar as male-i'as que l"o ucrupsm as columnas, o esmero edelicaeflo com quo ha promovido ou secundado a crea(9o de instituiodes de utilidide publi ca rrcoohecida. Cnnscio, iiortanro, de hsver desemponhsdoos doveres de sua missto,' espera o llfunocontinuar a merecer, o valioso auxilio honrosa i', ni lia nca do publico; e prometiendo CoO> eflloacl a urna jusia retribu c3o de sua prte, de aovo offereco um testomuoho solemne de seus sinceros agrado. cimentes i aquellcs de SJUS Bubacriptores qmpela assnl lidade e prOmptidSo as prcst-fSea oten conservado na agradavel posigfiode salisfazer sem quebraros onerosus encargos de tilo ardua empresa, comprazendo-se cordealme to de que lbe lonb' mado prosperas ai fes las ijoui uUincadu. Conslando-ine que o Sr. Germano Francisco Oliveira. empresario dolheatrode Saaca Isabel lem propalado que o lien, licio que Ihe eu *ia quando empresario do ihealro de San francisco, fdra lo vantajoso c lucrativo para uinn, quanto o lora para elle, be de inioba bouia i i/er-liie sentir a iujustir.i dessa asserco repellindo de sobro mira lo torpe Insinu ico, sOinenie filha do egosmo do mesmo empresario. i i'u.iiiilo em 13 de abril de 1860 me prestei gratuitamente com os nrrus compaobeiros abano declarados ao beneficio dadoao.Sr. Ger(*.i.io de iro Passas da trra sSarro de vinho tinto Dito dito branco Vioho moscatel de Sctabal ovar-Oes. Hascom o Sr. Germano, qoal he o bemavenlsjrado que chocha d'isao? Qual foioact >rq(K delta j coneeguio o menor encomio, por melirr que tenh ido em s >a parte? Eis pola a escola dramtica que v-io plantar nm Pernamhuco oSr. Germano | Dito rajado Francisco >le Oliveira a discordia ; por cer-1 DH fradinho to que nos era desconheciJa ella, e s digna lo genio, a quem ja servir no Rio da J ni 'ii.i urnas dais uielhoies atrizes de amparo. ii'uin.i das exulosdis uiillius aslieas dos II iiiin. o l es; a que n* aqui chamamos am plnuse vulgar palead. Cuncluindo dlre anda urna outra vez, quenSo admira que assim me trate o Sr. empresirio, quando ISo indignamente ha procedido con pessoas a quem devora eterna gruli lo ; quando ten lo ai-liado em iv.ruainbuco todas as condic,6os psra-fazer fortuna, vive alrnp alliado sem pagar a coinp i nina, e tendo o que dizer Testa generosa provincia, onde acuou a sua diaposi(3o um excellente lliealru com o subsidio do r.r.son. rs. para se administrar a ai proprio 1! To' P ^= Olla diU ainarella „ Figos do Algrave,comadre arro* Olios dito branco ,. Presuntos ,, Vei pac hados. Alpisn alq. nacalho nacional secco Q Dito dito fresco ,, Frijio branco das ilbas alq. Dito dito do Porto eFigueira „ >7 78 2,8*3 7*0 4.200 3,200 540 54o 380 „ 420 610 arrob. l,4u0 ., '460 ,. 2.00 cala 5,780 810 1,800 3,610 480 700 luano, oo Uve por ceilo emvlsla o ioteresse, como elle o insinuadnos boatos que lem feito da Silva demeitlda de delegado de S. Mailieus palhar em detrimento meu; mas t a tal me rrqueilcio do ehefe de polica, em eoneeI wduslooaSpirliode classe, porque o estado cu qoenc i de constar qne abusava do cargo-,— bem como Marcolino Jos da Silva liiserra 1. aapplenic do subdelegado da mesma villa por haver raptado una moca, e caaado-se cora ella a forja; servmdo-sc para isso do emprcg que enio eaercia. Anda gritar o t'rirenrt que o Baro protege esses erapregadoa / — Triito Goncalvea Moura, subdelegado da villa do ralo, cousentindo que Quitaba, e uniros erimlnosoa importantes aahtssem da priso, con de proposito pelo marclneiro Pedro,que .'sliva na posse de pralicar gentilesas, algumas bem dignas de puniciio rigurosa como esta, pormseinpre zomo.ndo da lele das auctoridades. No lugar Gobraa a 4 do referido mex Marcos e Cardoso de lal Iravaro urna lucia por insigoiltcantc quanlia. foro-se as ocios, e o resultado fol sabir ferido mortalmente Marcos, que morreo no seguiule dia; oaggressur fol preso no mesmo momento em que coinmetleu o delicio, Bntrarlo nesta villa pelas8 horas da tarde do dia 2 os criminosos de alisaiio Vellia, lloberlo, Manoel Freir, Luiz Jos Sarment. Antonio Loureoco, e Joio Harata, faltando o Suvella por ler-se evalido ; foro recomidos a sala livre os seguiules : — Roberto Manuel ric-irc.'e joao uaraia, es quaes ocpoi. Ilvero a villa por aomenagcn pelo conecaao das auctoridades Cuinoquc se procede asquclla ierra. Logo que ellea natceui ficaiu os alm com ciiuiioosos de selbantaquilate? pas privados de incuiumoda los por qualqnerl Cnegaro a 29 os presos que iranxe d'essa ornu, e menos de corngi-los por alguos decapital o tenenle Praga : o Domingos Lopes, e jeitos; porque, diiem ellea, a nalurca be belOulxaba fro recolliidos a urna coisa que aqu la na slmplicidade. O menino apenas mais chamo sala llvre ; o resuliado da condescencrescido be o verdadeiro dono da casa, ou IVdencla fol eva^lr-se Ouisiiba para o auianhecei lllllin Hn II. I. .,...-, ... > ~ J_ j._ r s r rT. ranno dos que uella liabilam, e os pas sao seus liuinlliasimos servos sujoiloi a seos caprichos, eongados rsitiafazcr seus menores e mais eslravjg.intes desejos. Qqanlu mais dlakrele be o rapaz taoto mais exalta a patria na esperauca de um boin cidado, seodo e,ondulo os P-isobrlgados a saliafatcr aosestranlios, quaudo essasdi.iiiiur.is sao em prrjuizo de lerceiro. Se orapazluho quer applicar-se a quabiuer uiister un, mullo bem ; quaudo uo be applicado a bou/.,, sacerdote, ou o quer que fur de qualquer daa religies que all se admilte, ou eulao para sabio da lei, emprego mullo eonvenieote a quem uau lem que fazer, ou nao faz o que tem. fcm religio se Ihe nao falla emquanto nao temldade de conhecer a melhor, e eulao elle cacoloe a quem quer; e coraummeuie uenhuiua, o que ne menos iiicumiuodo e mals agradavel. s Litdes da moral nao sao permittldas, porque todos lem gravados no coraco os principios suncos, e por Isso um lal Irabalbu seria um pleonasmo estpido, que se oo casa com a IIluairacau daquelle paja. tluaudo o rapaz entendeque Ihe nao sao mais uccess.rios os soccorros paternos, mandase mudar cus despedida iuglesa. Nuuca, por iuaucira alguma, a palavra aenhor — sahem uo labios mu,, ,,,„ %  como um —vosas— cunprcm seus deveres da piedade. Para que os joveua couhecam lodos os engaos e maldades mundauas, sao admittidoa lo verdes em tojas as conversares e leitura de lodos Os livros ; e mesmo llis he permiltlda a pratica, quando a julgueiii couveiueute ; e asslui lem aquelle palz a mais morallsada e esdo dia S do cun enie. trndo obtldo liceoca para estar eincasa: depois d'cssc successo que nada honra a auclur idade eocarregada das prisdes, foi que a 8 se mandaro rccolber os criminosos que passeavo livremenle pelas ras, soll'rendo aluda o indulto enlre muros o Roberto, que fol um a. lulo pelo llilhar; pode-ie dar malar miseria? O jury est funeelonando e bem, Jicos o IIluniine pira I, vi .o a sociedade da peste que (nsensivelinenle a corroe: j bouvero 3 coodemnacoes saber do cx-soldado Jos bernardo de que acuna lallel-lhe, o qual leve a pe or obs -qi>io ao Sr. Germano liz entrar no seu ben licio, por assim lbe ser necassarlo, —maa duque julgo que elle jasen., i recorda II.') o Mana Carolina ; deseado uolar quo o Sr. Germano nSo dirigi a menor palavia do agradecitoeuto a esses individuos, que acabavam le beiielicia-lo 18o generosamente, sem dunda porque assim avillar-se-hia mas nao so lembrara antes, que mais avila o recebero beueficio do que o rocouhec lo, que se nota urna alma nobre %  Despejo. lllumina(So do espectculo e enSaios 95,155 Orotiostra 40,000 Gasa do theatro 45,000 II n comparca 32o lilil'li'irn o,mi i Hacilinista 12,000 Carpina5 das a0 3,200 lllumiuadur 2,0uo l'orteiro da varanda Ci Fechador de camarotes 6o Porleiio da platea 1,000 llulo do caua para quiis 1,00o Papel almajo 50 C. illiu lio 1,00o Empadas o a preta para a comodia 160 Molequa dito dito uto Diversas despezas miudas 7.57o Gaz 4U0 A b/rdo. Ago'ardcnle de 30g. encase, pipa 80,000 Auite alm. n.TOO Laranja doce calla 4,500 I -i ni ei ,, — Sal grosso m.* 1.250 Olio redondo „ 1,100 Dito tino para consumo „ 1,400 Dito triguriro „ 1,250 Cnica n i de tres tamanboi de grossura para rolhas Q. 8,700 Dita o. de tres tamaahos ,, 8 OoO Bita n. 3 dita „ 4.200 Dita n. 4 para pescarla „ 1,600 2,800 1.300 1,300 I.60O 1,300 2,200 pipa 48,000 54,e00 388 alq. 24.000 S8.000 410 440 110 '90 290 340 280 350 500 520 500 300 350 300 360 Abala-so. 1*2,375 2,050 Soma total. 140,325 piro liapusta de Santa llosa. comMEcoT ALI'AMIF.GA. Rendimento do dia 30. 5:475,285 Descarregam lime 31 didezimbro. Oarna iogleza Geneaeoe — mercaduras. Potac sarda — Ra/usUta — lagedo. GO.\filJLAD GEIIAL. Rendimento do da I a 29 dem do dia 30 H.i.JT.ilsii 1:203,S37 42:830,917 DIVERSAS PROVINCIAS Rendimento do dia I a 29. dem do dia 30 2:497,851 46,653 2:544,507 po deudo uogar-se o Sr. eiopres.no, spem ce io a casa fazeudo o beneficia lo lo las as despeas, e anda assim bastante initado na de 8 .unios de priso, achel mal a classinea-| se mostrop a ponto de profeiir 00 ase, i o tollo que se Ihe Tisera em o art. >05 do cod. C. | rio eslua naUvns _•&..,. ... J ... !>.. quaudo devla ser o 20. ; Januarlo de tal que ¡m ,."„!., hoo 7o \, l SB l0 sollreo igual pena, e Gontalo por antonomasia: !|h P ¡' qUOrerem HOienm casi Puquiioa foi condemnado a ales perpetuas, ..,!.•,. A mesui.i educajo reccbeui as jovens que ^ Imdaa e iuslruidas ; porque, como sabes, se appucam mullos a leitura, e leem um goslo quasi elevada a furor, pela palluca, na qu .i mullas se leem notabllisado, bem como oa litleratura. GouUm-ae uo aei uuauloa mil publicisias. 800 puetiaas, 300 malbcniailcas, 2uU pniloaopbas, 2umedicas, 10 aitronomas, eduas moralistas, Os ca.amenlos sao todos de aUeJco, c ne permituuo aoa pala luie.vir uesse acgoclo, que nicamente intesassa aos contratantes. He permiitido mulhrr, por ser parte mala iraca, o luteuiar divorcio quando Ibeaprouser, fican uoiivie paia comraulr novo matrimonio; poresa liuaimente, em proveito daa maridos, ciias qua,! nunca do lempo a que elle, siniam a parcialidad* da le em Ibes nao couseulir igual iiocr.ude... „*'".*.. C l U0 u *"'" ,u bu; porm eu o estou resolvide cuutiaua-io por agora, pprianto receba miuhas despedidas e estimaid que goie pelo Poco da rauella, ou ouiro qualquer lindo arrebalde, felizes le.ias, c boas cunadas de auoo, que cu piocurarei fazer o iiiesiuu. perp loterpos recurso para novojurv. O Cearense de deste mez da noticia do seguale ficto cslraordinarlo : Imperairlx.Din caso horroroso acaba de ter lugar oaquelle termo: um lillio uiatou o pal. Bis oouto se uos refere este caso desgravado. t %  >o dia M do correnle, no lugar Cascavcl, a oito legoas de distancia desta villa, Luiz Marques ( uiais enaltecido por Faustino ) assassinou seu proprio pal, Antonio Marques, por causa de urna sua iruian. a quem aeu pal i.nlou ii.:i,,.i, Esse inousuo, ou antes esse pal degenerado, obstado freqjiantcuienic por la familia d'esaa infame preteofio, recorreo viulcocia, elle investe armado contra suaeiuIher, a quem pretenda assassinar Eiractivamenle levou o Sr. RaymunJo a representacio om sau baoelicio, mas qual fol o proceder do emprosario. Ilem notorio foi elle, para que de novo o traga a lembrauca do publico: quo est sulbeieutemeiiteiutairaio do egosmo do Sr. Germano. Quem ha que ignoro que oll< vive um conuuuadas desavencas co n os actores, que elles sejaut lyricos, quer seia i. dramalicos i" ASra. Candian para ser escrepturada foi preciso que o Exm. ex-presideut > Souza Ra mes iiilerviesseno contracto; s Sra. Luida e Vasco depois da escripluraJos, foram formoc Jo ""lospelirom-se; o Sr. Ray nuudo foi mcnio.-eu, q,„. icu |¡| n0i al ali mdeciso.l l4 p aJu 'ora do tiietro, embora depois a ouvlndo sua inai lbe implorar soccorro, fes) *"* Volussa; a Sra. Joanna Januana fol -o iiin.iinar com urna bala a desvalrada cauospodia: i coiii a liiuerauca de que n.i beja do seu pai. Coata-se que eslejillio co-l Voltou ; a Sra. O. Emilia de.saedo-se 0 at .; 'Xp^H^^lZ ."i S ^ttS^jZS s n ; Note-'se que tudo Isto succedera, tendo id lS¡!!'I? d Pf """<• os seus siudozo, Irritado Amonio Marques, em conwquenela I adeoI0 f . Marseilha, brgue fraucoz Cesar, de 231 onelladas conluzi i o seguidle :—28o0 %  COiM com 13,000 arrobas de assucar. RECEUEDUKIA DE RENDAS 1\ l'KR.NAS i.KRAES DE PERNAMRUCU. Ren llinento do dia 30 1 :290,010 CONSULADO PROVINCIAL. Reodiroontodo da 30 1 :110,779 LISUOA. 13 DE DEZEMBKO DE 1851. Precos corrtnlti das prcpoi do Sratil. Par bmdiica'o. Por • I'recos. Al.'o i,i,, de Pernambuco lib. 130 Dito do < *,,' n i ,, Dito do M .i .mili ,, 12a Uno dito de machina ,, lia — Dito dito da P-ahia ,, 115 Dito dito do Para ,, 110 Dito dito de machinas ,, Brrala „ — Cacao Arrob. 1.400 Caf do Rio I." sorle. „ 2,3502,40f. Dito dito segunda diU „ 2.-00 1.250 Olio dito terceira dita ,, 3,000 2,050 Hilo dito i-,, oih i boa „ 1,800 1,860 Dito dito inferior ,, Ulto di Rabia ,, 5,10o 2,25o Dito do Para „ — -f. Cuurossec.eincabelo28a3'J lib. 107 112 Ditos ditos 24 a 27 ,, ir/ 112 Ditos ditos |8a II ,, 117 10? Ditaa ditos espichados ,. 102 112 Diios ditos de Minas ,, 120 135 uitossalg. bahae Para28a32 „ 02 07 Dito dito dita 28 a 20 „ 92 97 Uno Pernamb eCearl8a32 „ — "lio dilo dito 28a20 Diu dito do Maranbdo 18 a 32 ,,' Un i dito dito 28 a 20 „ Vtuhu superior Dito ordiaario Vinagre Trigo do Reino rijo Dito dito mole Dito das iltias i evada lo lie i no Dita das I has Miliio do Reino Dito das llhas Ceuleio do Reioo ESTADO DO MERCADO. A6sucar. -Os preces sustentam-se, limitando-ae as vcndis ao consumo. Caf. — Acba-se mais frouxo, e ba falta da boa qualidade. Couros. — Veuderam-sc alguns dos salgados da Habla, para consumo. Ouruc. — Ha completa falla. Navios entradas. Novembro 16, barca portuguesa Ilorlcucia, capitio I. S. Humana, da Habla ein 61 dias, com %  s.ucar, couros % %  cafe, a M. 1. Macbado. Dezembro 2, barca portuguesa Isabel, capito A. P, N. Juuior, do Rio de Janeiro em 38 dias, com caf e tuais geueros, a Serzcdclto H O dem 3, patacho portugus Rpido, capitao II. A. Ilaplista, do Uto de Janeiro ein 88 das, couicafe. assucar e fariuha ; al. A. L. Robiin. dem 5, brgue portuguez Alegre, caplio M. I, Gaviuhu, da Itania em 31 das, com assucar, cauros, algodu e piassava a 1. E. II. de Souza. Galera porlugueza Soberana, caplio J. C. da Cunba, do Ido de Janeiro em 48 dias, em lastro ; a ordem Patacho portuguez Liberdade, capitao A. H. de Aguiar, da baha em 50 das, com assucar a M. \. reman le. dem 8, barca porlugueza Flor do Mar, capitao I. I. Caetauo, do Marauhu em 70 dias, cun arrot, alcjoilo c couros i a iciiuo e Lima dem 7, vapor ingles Teviot, capitao II. 1Uvou, do llio de l ni 11 o em 28 dias, da Babfa eiii-ij, de Pernambuco ein 19, em qualidade de paquete, com varios gneros; a A. Vauzeller. Naros car ¡ja. Para o Rio de Janeiro o briguc portugnez Verialo, capilo Audr da Costi Viauaa. Para o duo porto a galera portugueza Soberana, capilo francisco Carduzo da Ounha. Para Itiobraude do sul o brigue brasileiro Falco, capitao Joaquim de Fielias Falco. Para o Maraahao o palacha portuguez Liberdade, capitao Autouio Manoel de Aguiarrara o dito porto o palacbo Una f, capilo I i un i-io G mcalves. Para o l'ar o patacho Cautella, capitao loao 1'l.llicu \ leo, l lili, 1 C Para o II in de Jaueiro o brgue sueco Solide, capitao Amfelat; consignatario Mirauda e Finios Para o dito porto a escuna Ingleza Ida, capilo iargeuveu, cousignatario II. G Scholtz. Para o dito pono a barca inglesa I u,echa, capitn T. WillUm Sou. Para n dito porto o brigue sueco Oberon, capitn 1, Gicm. Para o dito porto a escuna sueca Laura, capilo Tur. Para a Haba a barca sueca ucean, capilo L. E. Pipmg. Para o Rio de Janeiro o brigue portuguez lncomparavel, capilo Joo Hurges Pampluua. Para o dilo porto a barca portugueza Activa, capitao ou iveuiui,. Horges Pampluaa. Para a Uabia o briguc portuguez Moudego, capitn Joaquim Pereira Dias. Para o Para o palacbo portuguez Rpido, capillo J is de \l or,la aptisia. ¡Banse^ssses VluVuueiilu do ijoriu. 97 97 toa 102 100 ilin 180 1,600 2,100 Encerrando com o preseote numero o anoo de 1851, que em breve vai partenc-ir ao dominio do pass* Jo, o Diario de Pernambuco completa ao mesmo lempo o vigsimo elimo anno de sua pablicacJJo; e por mais graves que te.ilum sido os obstculos oncunirados em ISo longa o afanosa carreira nem por isso desanimou elle jamis, ou perdeo de vista o fim a que se propoz. Sempre dedicado aos lnteresses msterises 0 inoraos Jo paiz que o sustenta, o Diario tem cuidadosa mele perscrutado aquella. ute.upenor da"giTa%da"nro'nal,*" e ^ 1 u e ItlB ne permiltide serem ali empre-i meuto aacendenle, que progressi va mente 1 leva esse meslo paiz a um mais alto grao AR FNirnixiTRAnr. esta a origem d'essa guerra theatral promovida por esaa Sr. que se olhasse para si com oulros olhos, que nSo foss m os d'um ori'uliiiiseu baso, deaporja hojeo Santj.'.ibel d'uma compaolii dramtica radiealmanle completa oom a acquiscao provavol dus melliore. artistas de Apollo, o u'ests sorta uSo estaiia o publico dividido, e prohibido ao mesmo lempo do ver dramas de pnmeira onem. Urna parle luteresMda nao pode conservero carcter do imparcialidailejum actor que pensado modo idntico ao peosardosr. Germano, mo p"Je ser administrador de um thealro ; purque quando queira ser rontraciado um actor 13o bom oa melhor que elle, por certo que o n3o .diinllira no tnoatro sb sua direcgilo, ou por lemer no orimeiro caso a rivalidade, ou por evitar uoseguntio a sua derrota. Aim JissooBomenqueassim pausa, nSo disInbuna as paites de um modo sdaplado ao carcter dos acioros ; n3o lira o seu ordenado com jusuca e propor5J 0 ao ment: nao dar beneficio, e romper em excosso quandoalgum cumpauheiro fflr mais applaudido; de sorle que quando assim perd.. o publico que paga com o seu dinueiro. serve esse ihoalro de instrumento das vinganc-s do empresario. D'um modo diflarente, e ahouo da rerJide, se cooduz o dieU"a dita amarga da dita noeropresaiio de Apolllo qual uo ...5.1 UH" caica couca ciando das treva. par. o.leli.r o sen IV S!u2 I. Z.tL loo, salisfaz aosdtversoscsracleres da su, I CerVuaco^.'^anc. 1,800 1.5 i0 1,500 Cravo glrofe Dito do Maranho „ Gamma cupal arrnb. loicacuanba „ — Oleo de copahiba br.' 1 24,o0028,oOO Ouruc lib. 200 216 f. Salsa parrilba superior arrob. i4,8nu IS.500 Dita dita mediana ,, 0,a i0 10, >00 Diu ditas'lnlerior „ 7,000 8,eo Captivos de direios. Auucar de Pern. branco arrob. 1,500 Dito do Rio de Janeiro .. 1.451 Diio da llihi.i ,, 1,450 Dito de Santos F. ,, •Dilo das Alagoas ,, — — Dito do Para bruto „ I.IUO 1,250 Duo ni.i.e iv i I i „ 1,100 1.350 Ohifres do Brasil grandes mil 7p,ouO 80,000 Ditos ditas pequeos „ 10,000 16,000 Vaquetas de Pern, e GearA urna Dila do Rio „ Dita do Maranho ,, — Dtspach uios. Ail 800 1,200 Arroz carotlno Q. 6,400 6,600 I) io de Santos ,. Mo ha. Dito do Maraahao e Para ord.,. 4,Son 5,400 Dito dito melhor „ 5,600 6.000 Dito dilo superior „ 8,200 6,400 Dita dito inludo ,,—.—Dilo do Rio de Janeiro ,, — m Parlaba de pao do iirasll arrob. 600 700 IJounua aicatira 1. a sorte lib. — — Oiudiaicgundadila. ,. Tapioca arrob. 1,400 1,800 Puco rorrtnlt dos gmeros de Portugal. Captivos do di reltos. Amendoa cminiolo doce de Algarve Dita dita da Reir Navios entrados no dia 30. l'ar e porto* intermedios— 11 dias e8 horas e dn ultimo porto 12 horas, piqueta do vspor brasileiro Imperatriz, commandante o primeiro tenenle Joaquim Salom Ramos de Azevedo. Traz a seu bordo : para esta provincia, Ignacio Jos Pacheco oom sua senhora e 3 lilhos menores, Henii iie Jos Pess ia, Manuel Moreira da Rocha, Gustavo Curgolino de Souza JoSo Francino da Oiiveira, Juo lldtiry e 1 escravo a entregar : para oSui, Caelano J is de Souza Lima, Virgilio Jos Alves Pacheco, alfares Jos Joaquim da Silva Roza,Jos de Oliveira CardozoGuimarSes, cadete R.ymundo Furlado de Albuquerque, 4 prarjis de prel, 2 recrutas para o exercilo, I imperial mannheiro, 2 grumetes docorpo da armada ovarios escravos a entregar. Liverpool —33 dias, barca ingleza Genoveva c¡* 271 to&S'Ssdaa' cs A :l3oG C'i wnflr ; equipagem 14, carga fazendas ; a Deano Youle ov Companhia. Passageiros, Jamos Loo, Cliristopher Doig. Rio de Janeiro--21 dias, brigue sueco Helena de 240 tonelladas capitio L. E. Gii" tz, e,|ui. iioeiii 13, om lastro; a N.O. Riebar & Companhia. Southampton e portos intermedios— 20dias e 5 horas, vapor inglez Sjvern, commandante W. Vincant. Traz a seu bordo, para esta provincia Luiz Antonio de Sequeira, Manoel de Barros Brrelo, John Me. Coll, M. Rochar. /Vatiio sahido no intimo dia. Portos do Sul — vapor inglez Severo, couimandante W. Vencent. Lva desta provincia, Ernesto Livaner, BirSo deGulin, A Youlle, Robert Baines, JuliioJosde Ai.mu. W. Soutoall. IM i,u .1 Hughes, J. Ma-lo. Joseoli Lalham. OC' litl il(;¡lt). arrob. 3,100 3.600 —f. -f. 1,200 3io i alq. 1,100 ,. 900 500 lib. 300 CORRER) GERAL. As ialas que deve con luz ir o vapor Imperalris para 03 portos do Sul, orincipiam-se a fechar hoje (31) ao meloda, e depois dessa ora al o momento de fechar, recabe-se correspondencias com c port duplo. Mi Avisos diversos. — Femando Jos Rocha Pinto remette para o Rio de Jaueiro seus escravos, Jos o Claudino, creoulos. -Jos Antonio Gomes Jnior embarca para O Rio d" Janeiro os escravos seguintes: R-az crioulo, Micaela ciioula oom duas iilhas.uma de nome Bernard-, o outra Sebastiana. •• Joirpl i. ali mi, S'ibdii'i inglez embarca para a Bania a negocio de seu iuteresse. -Eugenio Tisat cilado f'ancez vai fazer viagein ao Nort < do imperio. — Napolen Gibiiel Bez, embarca para o Rio de Janano sua esorava de nome Mara 3io] parda, atxK



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" %  M Anno XXVII Quarla-foira 3> .i' '. % %  %  J i de Dez'v¡ibi:i de 1851. N. 295. rasgo BA soaonurciAo. PlSAMINTO ASItHTADU. Por trimestre 4/000 por leme'itrc 8/000 Por nao %  l yUOO P00 DKNT10 DUHIESH1. Poi qnirtel 4/500 NOTICIAS DO inrcnio. 17 de Dezbr. (Minas.. l5delNovbr. Para. Maranho 2i de dito Ccar... Mde dito. Parahlba. 2J de dito S.Paulo. 10 de dito. (I. di1. 15de Deibr. Babia... 20 de dito. DAS DA asiANA. %  2 II Sr-i. S. Thomaz aic de Canluaria. 30 Tere. S. Sabino. .'II Ouart. >XS. Silvestre 1 Quii. +* ircuiucijao do Similor. 2 SfSt. S. Iildoro 3 S'ab. S. Aprigio. 4 Dora. S, Titob. ¡ S. Prisco. AUDIENCIAS. Jallo e OrpkSt, 2.e5.'s lOboras. vara do civel. 3. e6. ao meio-dia. Faunda. 3. e6. s 10 boras. 2. vara do rite/. 4. e sbados ao melo-d. RclifSo. Tercas e libados. iramniiD. Creicente i 5, as 8 boras e 15 minutes da mChela a 7, a 3 horas e 48 minutos da m. Mingoante l>, si hora e *8 minutos da m. Nova l. hora e 3mi n utoi da m. fIiMlBIHOJI Primeiras 10 horas elJ minuto da manlia. Segunda isla horas e u minuto da tarde. FiTIDA BOI OOatAKIO*. ¡"launa e Parahiba, i segunda a sexta Jfeira %  Jo-Grande-do-Korte, toda as quinta-felra %  omeio da. ii,inliiins e Bonito, i8 e 23. •a-Vista, Flore, i3 e 28. ctoria, s quintaa-felra. Inda, todos os das. NOTICIAS STnAKGZIBAS. Portugal, lide NoTbriAoitrla.. 2 de Novbr llesnaqha. 8 de dito iSuilaa... 2 de dito. Franca... 8 de dito Suecla... 28 de Outbt Blgica... de dito 'Inglaterra 8deNoabr. Italia.... 31 deOutbrl Alemania. de Novbr Prossia ... de dito. Dinamrca29deOutbr Aiiaala... 28de dito Turqua.. l8de dito E.-llnidos 211 deOulbr. Mxico... 15 de dito, California 12 de dito Chili. 8 de dito Uuenoa-A. 8 e Novbr Montevideo 2. de Outbr OAatBIOIDB 30 DI DXEEB Sobre Londres, a 28 d. p. lf Firme Parla, 340 por fr. a Lisboa, 90 por cento. tETAES. Ouro.—OneabenaDhola.... a I Hoedaa de 6/400 velha. BfOOO a IB de 61400 nova. 16/000 a 16 d 4/000 9/000 a 9/10 PraU.-Pt.cae.br..ileiro... 1/940 a l/90 Peocolumnarlos... 1/920 a 1/B'O Dito indcanos 1/740 a 1/750 PARTE OFFICIAL. ¡Procurador flscaI--0 actual Aotoniu|loaquim do Mello. Cliefe de soccSo-0 ollicial-maior da contaGOVERN DA PROVINCIA I doria JoSo, Fernandos da Cruz. EXPEDIENTE Do DA 21 DE DEZEMBRO DE Dito-0 prmeiro esorpturano Antonio Vi1851 i tal Jo OH'Pira. oMclo.--Ao'Exm. presidente do Cear, "-0 omolal da secretaria Antonio Luiz diiendo que .segundo informou o comman-' do Amajal e Silva. dante.JovADorS.-Sa/B3doraodo3ombargaPrimero oscriplorario--0 actual Joso Hendor Chafe de polica, So vieram os dous. %  "que Mochado, sentencia 1 os, quo S. Etc. communicou, quosnguiam para osla provincia a bordo do niesmo vapor com destino ao presidio de Fernando. Dito- secundo eseripturario Jos Innocenclo Pereira d Coata. Dito -O contador d Parahiba Jos Francisco lo M un II ilo.-Ao mesmo, aecusando racebidos Nto-0to de Srgipc Francisco Joso Marus dous oflictM, quo S. Etc. remelteu, para UnsPcnn. .-, %  < ,:.„ serem enviados pelo vapor inglot ao conSegundos nTlda-" actual Jos Francisco sul brasileiro em Liverpool, os quaes sogui_.f"' n !''' *?i „ u ,„ %  „ /....„ N „ ro o se destino palo paquete que so espoD'lo dito-Miguel boraphim de Ca3tro No¡ % %  i illa cnl I ll'S Dito.-r, commanlo das armas, trans{ > ii0 dito-llmbelino Guodos e Mello, mittindo por copia'o aviso da repartico di Terceiro dito--0 actual Josc I-ilippo Nery guerra do 5 do correte, do qual consta que 'la Silva, semondou dar baixa, por torem sido julDito dilo-JoSa Joso Lopes, gados inespazos de continuar no servieo do R' tu dito-Car os Joso de Sotizi Correa. de Saldanha projectava a regeneracSo, e dopoisquando cliamou Rodrigo da Fonseca, mas pouco tem feito, o nisso mesmo tem sido mal succedido. No da 4 trouxe o Diario um decreto datado de 3, que tem causado o niatof doscontentamento possivel. Neste decreto he laucada urna daduccSo de mais cinco por cento em todos os vencimentos dos emprogados pblicos, que com vinte que j pagavam, Hcam assim recebendo tres quarlos dos sous vencimentos; mas isto (diz o decreto) s durante o prlmeiro simestre de 1852. Os juros da divida coi-sol i la Ja (inscrlpcO-s) Interna o externa, que so estSo a dever (tres oxercito, dos cadetes do quarto baiallUo de arlilhana a p Custavn de Abroo Carvalho Coutroiras e Olegario llntins da Costa quo soacliam na provincia di llahia.—Communicoi-se a pagadoria militar. Dito.—Ao mesmo, remetiendo copia do aviso do ministerio da guerra de 29 Jo novcuibro ultimo, determinando quo nflo se remolla para a corle soldado algum, quo seja casado o tenba lillios.—Igual copia romelteu-sc a thesourari de faz?nJ i. Quarto dito-Jos Varonil Beierra de Albuquerque. Quarlo escripiurario -Aleixo Barbjza da Fonseca Tinoco. "ilicial da secrataria--0 aCtoal'Emilio Xavier Sobreira. Dito-0 olcial-maior do Ciar I.uiz Francisco de Sampaio o Silva. •• "' Dito dlto-DoTtio Gran Jo do Harto Mtnocl Jos Pinto. • Amanuonc--d fcttial Tllomaz de Carvalho Paos Jo AndraJii. Dito.—Ao mesmo, para quo prosle n informaeflo, que se exigo no aviso, que reDito dito-Jos Mana da Tnndado. melle por copia, do ministerio da guerra, Dito-0 segundo escripturano l-redenco AUcere da baix, quo no requerimenlo, quo gusto de l.omos. ,nu.,i tambem remette, peJeJoanna Hara de FiThesoureiro-Oaetunl Domingos Affonsoegueredo para seu Hlho Honorato Pereira d ry Ferrera. „.,„. Pagador—Ditn Manool Josc TeixeiM Bastos. Cartororio — Dito llerculano DeoJalo dos Santos. Porloiro-Dito Jos Hara de Albuquerque HaranhJoi Continuo-Dito Francisco Pereira de Barro*. Dito— A' mosma, transmitlinJo copia do aviso da rcpailicao da fazenda do tO do corrento, commuiiicando a nometcilo do tercelro scriplurano daquella th-souraria JocxgMci r a"cVntVdVn7vrs"o\"qurro"meU^ s Brazilino da Silva para o lugarlchele J 1 relativadesecho da Ihesouraria do lliot.randodo 1851) serao pagos na razSo do com por cem, em inscripcOes o bonds de qualro por cento, com vencnn^nto de juro, de julho de 1852 om diantr. Com iguaes ttulos erSo pagos os juros das inscripc,0>s quo se lio do vencer no llm do primoiro siniestro de 1852. Esta invenco de opilalisar urna divida futura eslava reservsda para este ministerio. Nos mesmos ttulos ou inscripeos de 4 por cento serSo pagos toJos os Vincimenlos que estSo em JivJas al junho de 1851, dos servidores do oslado, o a divida do fornecimento do exerclo de oporacOes durante a rovolucto do minho am 1846 a 47. Para pagar os juros das insenpeoes que se hilo de oiuillir para roalisar esta capita| lisacao, seapplicam mudas recetas, realmente ln:ni paradas, e suQlcientes para Ihes garantir o pagamento. Caes sao os rendiinonlos applicaJos juuti do crdito publico para pagamento dos simestres capitalisaJos ; a somma destinada para aamortisasSo do emprestimo Jo qualro mil conlos, que recebia o banco do Portugal; motado da quantia das despeza de commissdes a cargo da mesena junta do creJito ; o imposMullocom praf a no quarto batalho de arlilnaria a p. Dito.—Ao mesmo, remettvnlo copii do aviso do ministerio da guerra de 5 do corrento, declarando que deve o cabo do dcimo batalhSo de infantaria Stiro Pereira da Fonseca provar o quoallegou no requorimento, om que pedia se lhe conlasso scu tempo do pra(a desde iSi. Dito. — Ao mesmo, para que satis(ac,a a rupia, do ministerio da guerra, mente a guia do soldado JoSo Lo,'Oi dos norte. Sanlos B l)ito.--A' mesma, roincilonlo copias do Oito.'-Ao mesmo, remetiendo por copia o aviso da rsparitcilo da fazenda Jei 10 ed \o aviso do ministerio da gueira de 5 do cordecreto de "ocorronte, pelo q.ial loran rente, determinando que sigam para as Alarpos-ntados o contador doque la '' oura ; gOaa qualro oniciaes subalternos dos da na Josc Victorino de Limos, o ollicial-maor torceira ciasso, allm de serem all convenientemente emprega los. Dito —Ao desembargador chefe do polica, —Accusando recebido o seu ollicio de -' d novembro n. 97, acompanhadodu copia do que lne dirigi o fiscal do contrato das carnes verdes em 11 do mesmo nioz, po-gunlandc seos alravessadori-s podan vendor carno fresca nos lugares designados no contrato dos forneceJor-'s daqucllo genero, por pretjo maior do que o dosiguado no mesmo contrato ¡ respondo V. S remet tcndo-lhe copias do ollicio do inspector da thesouiaria provincial de 12 do crrente, e da respectiva secretaria Ignacio da Fonseca o os prime os escripluranos Joiquim Jo- do Abreu Jnior c .Manuel da Silva l'Yrroira Jnior. Dito.-A' mosma, remetiendo copia do aviso do ministerio Ja fazenda de 5 do crreme, coiniuncoiido que, por decreto de 28 do novemliroulliuio fol reintegrado no lugar dn leiili substituto do curso jurdico da OlindaoDr. Jerouymo Villelade Castro Tavaios. Dito.--A' pagadoria militar, inteirando-a de baver in deferido o requer liento em quo o cabo do corpo de polica Mximo Fran" gralifi plgam aos conlratadoresas quantias marpcrlence. 0110 rr cadas n. condiccao,a..arta daquelle contraDito -Ao director do W'ri, to rara poderem entrar com tiles em conremetiendo copia tfo aviso,. ai te 1 correncia" no merclo, se impozesso m.is o guerra *jMo fS^aS^SS^ ^ rostituiQdo do al da dita i no ataque ), oque s p'or contrato se fez cornos e uounna.--esta sanu m "zaram-se as referidos conlr.tadores, far-se-hia estes convenientes coinmunicac.oea_ um manifest favor em prejuizo do bom ser. Dito.-A U' !" "" !" ?' !" !!*^ !" !" vico dos consumidores, que fic.ri.m por es1 -te-n Jo-a d^haver autonsaJo „ ar, c aquello qui lhe fez o celebro (Tomento da quinta do Alfeite. II notavel a o ministerio do duque doSaldanlia se rva dos mesmos accessores, com poocas cepcflis, que doram os mais possimos nselhos ao ministerio Cabral/ At o proclo da reforma da cuta, que o govoruo ¡a de apresentar s cortos, foi incumbido o con6Clheiro Hanoel Duarlo LeilSo, um loa principies oradores do condo de Thonar na cmara dos pares! Qucm lou as pavras n vio as obras do marechal contra os ^orruplos e corruptores, e presencia agora ( que se est passan lo, opera as mos na abac, o quasi desespera do vor isto em o os dous de ^ s ra de u 8 e e ";; ir d e 9 i : o s l o a sverual03 nosdcjs algum a madura, o governo maodou rever n5o transcender os Iimiles do urna rasoal negocios estrangeiros. Causa porm desvol moferaeao. Outros, nao sel e com mais gosto ver nm human to uniidendo no ?unlamoiri;,.goir.m-prccellosa tempes-; paii, como ho A. -rcu"no, e entregue a [adei "notara sombra, e sibilante vento; um tr.balho que tem de lhe absorver multo Jistribi. efelentasVonlr. o throno. trama, lemao e estudos, envolvido "'omas ou menos oceultas as conferencias das ] nhos.s pugoes polticas, onde elle realmencorn,nisso",en.s p.leitas dos clculos • lano tem s!do tamben succedido como dos corredores de S. Bento, biforadis ca-i era de esperar. • ..... toiianlsnc, discursos dur.nti as discosDir-lne-he. primeir.meute conta da ele.ses e finalmente propostas de reformas racao dos deputados por LisbOa dicas i omigogieos, em potiliee e admiNo da 16 raumr.m-se os dous colegios n stracl. Pelo qu dizwespeilo segunda om que o crculo eslava d.v.dido um em S Bento o oulro na cmara monicipal. A esto presidia o marquoz da Loul e aquello cons Ribeiro Saraiv, do supremo tribupergunta, ha quem responda quo Saldanha he anda hnje o quo foi em Pars em 1830 e 18JI ; que elle nao s aspira a dominar a situa(3o o a mosma i ma, n nal de justiQa. Os eleitoree cabralistas manes recenseamonlos municipaes, quo estaJIII oscanialosamcnto viciados, ordenando que se alargasse a esfera das capacidades illegveis para vareadores, e augmentando o numero dos da cmara de Lisboa, quo li carain sendo dezoto. A eleicSo dosta, em consequenoia da rovisJo, fui addiada para o da 25 de Janeiro. Alguns outros decretos tem sido publicados, mas insignificantes; o da alteraclo dos bens do inorgado, cfrelos, abolico do co junando em chefe, do consiilhodo estado e outros em que se fallava, como crises quo a dictaJura devia levar como sous brases ejonomicos as corles, no arpareceiam "astern de boin gra ¡o ouUospeio con timo, dando om rasu.tado os seguinlas : 9ose pr^av-.M--. — ...-trario assialham, q-io o duque regenerador esl rosolvidoa dissolver a cmara no caso de ella somustrar Hostil ao throno constitucional da Sra. I). Mara II; claro esla que uflu he possivel, principalmente a quoin nao lem accesso nos gabinetes dos ministros, nemnoa clubs activos das dlTereules raecee, colher iuformacoasetaclas quo habililom a lazar um prognostco seguio fnem masillo provavel) sobro pontos tao iranscenlontesomiliudrosoj. Todava loxliuoino mais a este segundo mo lo de julgar das Elle lem por corto ima nte lo paraamorlisacilo das nolas, que lica reduzda agora a desoito conloa do res por nflo sabe porem quanlo so v ra a ca emli n, a nova meia decima de a condossa poru disso a alguemi q mi-ios I mi; id i aos emprogados pblicos. Esto decreto foi faito em muito sogredo, do sorto que os os^oculadoros de fundos no tiveram tempo de fazer jogo Horneados os novos liares. Por ora a maioria all anda lio do conde de Thonar. Desto cmara: ue so nasebrtes, em proviria sa o accusasseiu cesso formal. Ilojotrouxoo {¡¡ario o regulamenlo para Dizem quo a nova junta da bulla da cruzada, quo di ,o auto es delle, o dopulado Joaquim Larzom lera publicada aluda neMeeMealo. a eber, nomem muito consult.do pelo goverrace-meque ha de ter pouca eslraccao,, n. o no, mas de pouco prestigio no paiz, e que obstante ser mui^uul^o urgeciU a wa^ap^i^ a no tempo do condo deTnomar, do qual ambomera conselheiro, dou mullas vozes cum os bodos n'areia (como diz o vulgo), sendo alm disso um moJiucro rspsoliste ca(3o que he, cumo sabe, para creacSo de seiiiinariosdo inslrucctTo religiosi. Aloxandre llerculano est nnprimindo pm opsculo contra o recente tratado da Tambom n3o se, quesob nonhum aspecto so possajuslilicar a monstruosa pf'moc,1a i.iilitur, oui consequencia da gloriosa campanha do 15 das — promocilo quo onorou o esl.do com pessinle de 00 conlos de desposa amiual. Nao 13o gravo censura, mas tambem sensuramereco a pscandalusa do litulosprofusao o mercs Je luda a esp.cc, cm consequenciada chama da regenera^Apezarporaide todas estas irregularidades o desacertos, no sentir Jepessoas dosapaixunadas o imparciaes.o duqno de s.idaiiha tem sincera alToicao a > 0D '' a | ""'; i eiroso n5o lhe perusados com talcapitalisacao, reuuiram-so Cairell com pouco amor, segundo algunis 0 maioi augusli sonliora. NSo lia duvi la que s lojas progi-essistas viarn delorminaio fuera Josu P*'OSe nouia7, na sala da associacio mcicanlil, paginas quo ja li na mpronsi. para tialirem do fazer urna ropraseniacao i] l'oi foaWj-da a noticia enl i M rainlia, pedndo a abollQao do decreto de 3 'mens do lettras, de quo S. l. o impc dedoembrc. A reuniau foi numorosa, es-,do B'asil tlnha condecorado o nosso tan lo na sala porto de sciscontas possoas, o mero poeta, Antonio Feliciano de Ci t-Iho brua. d. ¡, iiita do Porto,^lima ac .i. ra mais ,lo mil. lie de notar que os parc. n a imperial ordem da ¡osa, om obseumpual, qnsndo Ohege.81 ldanos do conde doThomar, coi.corroram Iquio a ter-lhe olla dedicado e s;u Juma rom o governo ,ido, | M 0 priaos outros deputados pelo Douro e ex-moiiiIbeita triI.isbo ; po Utputaios tleilot por Lisboa. Jos da Silva Passos, mombro da junla do Porto e redactor do Echo Popular. Leonel Tavares Cabral, redactor do Vatriola. Antonio Hodrigues Sampaio, idem da Renolur.to. Jos Estevao Coelho do MagalhSes, i lem dem. Antonio Mara de Fonles Pereira de Mello, ministro da fazenda. Joso Cctano do i: un pos, juiz da telacto. Jos Ferrera Pinto Basto, negociante. Francisco de Paula AguiarOtoline, juizda relecao. Aselino Jos Brames np, direolor d companhia do gz. Jos Hara do Cazal Ribeiro, capitalista. A oxcepcao do Pinto Basto e Amselmo l'..-..a;n • MI ', quo f iram propostOS til luna, orara esles es que eu lhe linda preconnado na minha ultima de 15 do corrale. O que nilo viiigou foi • candidatura do operario, com que os progressistss—socialistas tanto nosazoinaram os ouvidos, eleicao que alial ttlo proluzina resultado til, porque ns n3o temos aqui, como om Franca, operarios quo se possam distinguir na cmara, maspuisqueo haviam promeltido, foi indecente engaar toda aquella classe assim. O Echo dos opernos publicou una diatnbo violenta sobro esta falta de palavra, com alluses llmenlo injuriosas para os cheles do par i lo seplcmbrista. Em resultado, lodos os deputados eleitos por Lisboa, s3o progressislas, alguns dellos exaltados; mas quasi tolos ministeriaes, por emquauloOs das provincias, esses sSo impossiveis de classillcar. Julgousoj principio quo haveria grande numero de medalliOes do part Jo do condo de Tbomar ¡ mais poucos salnram eleitos. O que porem deve faser pasmar a v. m., pois que tambem casou espanto entre nos, he saber que Josc Bernardo da Silva Cabral n3o pode sahir oleilo cm nenhum dos quatro circuios em quo fui proposlo I que era no Porlo.em Faro, e.n villa Real o Castalio Branco. O irmao It.bello Cabral, ex-presidenle da cmara dos deputados, tambem perdeu sus eleicflo de traices CumOes. Aexposisao fe i la no tillo do arscinl a favor dos ssylos da infancia desvalida, le cuja lotera rol graude quanliladc de bilhetes para o Brasil, lem sido muito concurrido e tom-se recolhido j desde que osta aborta unssele conlos de res. listamos em meiados do dezembro c anida ca nao chogou o invern; fri muito mal nom pinga, lia oilo mozes quo n3o i agu se modo privados dos ptimos effoitos da concurrencia, que he a principal garanta da boa qualidadeda carne, que se tem do vendor. Cumpro sim quo o fiscal ompregue toda a sua vigilancia em evitar, que em ni deconformidade com o orcamenlp que remelle por copia, a bomba do quo necossita o iiecmo-tarceiro lan?) da estrada do Pao d'Alho, paraesgoto dasagoasdeum rucho ¡ate.— on¡ciou-sa neste senliJo IUUS m oua vif,iiBii*,ii uiu vi'* aj — — — .-. cunados talhos do contrato so vend carque am oxisi.- ne porm.ior preco do queoconiralado, e ao mesmo director. rr.C5l""=e%oT,:,nSn^ uuo oor dccrelo do ti do navombro ultirosupieui.-.uoui. r aianooi carneiro Luis o. So, Cmsupprimid.saspagadorias mili-, Albuquerque.Communicou-so a Ihesod¡ff2^ flMwm M 3 eCeS,a "D'I .-"O commandanta do brigue escoI nlo-7 mesm para que diga o quo so 1 na Leg.lidade declarando quellcam exII. oL ce resptS do 'que pondera o „f-'fedid. as eonveo.enles ordena ule ao par. .Srd, secretaria 3e es'lado dos noser recobibo a bordo do,br.gue M un gocios da justiQa, sobro cortos esclarec. lin la o ii.estre do br gue aob o % %  •MM mentes para A polar passar stposlilla de 8. me, Eduardo Joso dos f tos ma ? t,m remoclo aojuiz municipal, Cielauo E.lellibom para quo o mspector do araona do mala C.av-lcanli Pesaos, do termo do Pao-d'rinha nome a paaoa com as ^''• o.iacs e urna notado que consta do archivo da secretaria da presidencia, crca dos mesmos m-lios afn de quo, mandando lodos a osta reuni3o, visto ser um signal de desapprovac3o a um t3o importaute acto do governo. Esteva o marquoz do Frouleira, seu irmao D.Carlos, Rehallo Cabral, e outros uiaguatas do partido. Tomou a presiJoncia o visconJo de Benagasil, e comeQou a discussAo o cons. Luiz Jos Ribeiro, membro da junta do Crdito, que opiuou por que se reprosentasse suberuna, mesmo porque a junla nlo tinha ., sido consultada nem se quor ouvida sobra ¡ciiove. Felizmeuls nao lia una, nuu musosla capitalisac3o. Segue-s„ a fallar o ad¡ mo caristia de nenhun genero, mas pelos votado Zeferino Pinho Coelho, do partido males quo desta sCcci podem vir a lavoura, realista, quo fez urna longa dissortac3u sotem-so feito preces publicas, e e.tao ja aiibro a illegalidado do decreto, o contra as | nunciadus algumas procissOes do penin-uinvasOes lopelidas que os ministerios faca. ziam nas dolacos da junta do crdito pu-¡ Fallecau em poucos das, do uiia' "{blico, dizoudo que quaudo os primeiros miral, o padre Marcos, esmoler mor e pnwosj nistros tal ousara.d os lvessem lanca lo da Cmmaraes. Perdeu o conde do Tho. ar o jatiella sbaixo, se nflo teriam repetido as | paco um amigo, o o duquo de Saldaiiba um bancas-roUs ocapitalis.ip.ao de qno temos in.migo sido victimas. Estas palavras suscitaram grande tumulto ni assembla, havendo inultos quo a poiavain o orador, ate na ra, e oulros pedism moderacBo. Aflual resolverse que se Uzessem duas representacOes, gu... uma a ra.nli.eoutra a jum.. do Crdito l'u-¡ patricio Geraldo Jos da Cunha neg;ocian e blico, para qae nao insista na distraccao|do Rio do Janeiro, que mandou a Alemania que o governo decretu, nom na creacSo de .fazer os mar modernos instrumentos agianovas inscripcors. Fzeram-se com oleito rlOS quo houvesse, para aqu serem emesias duas pol.cOes, quo tem oslado pateotos, el.rare.n-lho o modelo e^e'* *" tos para receberom as assignaturas de to-(cultores que os quizessem ^nmeniar. dos os juristas, rencia. Urna de dstc s % %  • %  '•• %  •"—"in^i nroD por l'uusflel. Ellos queix3o-se Miilnoiilolovenalidadedosseus partidarios, houve-s ,..„„„.-...t-oiis' %  i docerto, mato principal mutivo desle der lotervanoo do C indo | jar ^^ ^^ sem cxelnpl0 uai one r a de partido, foi porque os leilores nloquizeram dar o seu vol a nenhum dos ¡rmSos Catjfaes, preferindo-lhes oulos nonios mais mesmo partido. u oliva Cabral soube que tinha permezes. I %  rova..la11e nj11u a ue j w Q¡ ^^ e pr¡n nelro. A sua influencia cum o maro^^ ^ cllia |, nplllR v nud J3 do aB u oarlido no collexou l._ .Jieraa %  0M 1 ";" XwV'qM'catuma quo e cholera, vociferando contra os seus bniretanto a ,.,.1 "^fj^^ e vio i ar Jrop.ios colleg.'s da redacto do £. apresenlarom os mus aporlei^oiuo da 5JO rs subro cabetja do gado vaceum, de 500 rs. sobre animaos suidos o de 80 is. por oda una carga de ligume, sondo o primeiro por701,000 rs o segundo por 226 000 rs, a o lorceiru por 23,100 rs sa por acaso liverem sido menores os ronJimeulos de taes imposlos, quanlo arrecadados por admiuistrscao. Circular aos commandantes superiores da provincia, para quo, dcconformidido com o aviso do misterio da juslie de 6 do correte, nao procedam a revisto daqualillcaeflo da guarda nacional, cm quanlo nao baixaro respectivo regulamenlo, que lhe ser ommunicado logo que for publicado. Portara.-Demiltindo, de conformidaJe coui o aviso do minislorio da fizanda do 10 do corrento, o continuo da Ihesourana da fazenda, Jos Romualdo da Silva.Communicou-so ao inspector da mosma thesouExfJWO¡r CURItEPO.NDE.NCIAS 1)0 DIARIO DE PERNAMBOCO. Lisboa, 14 de novembro de 1851. Esperava-so que governo aproveilassa lnspectoi-O .ctu.l Joo Concalves da Silva, os poucos das quo Iho reslam de d claduCoiitadorinteriiio-0 chele de seceflo dallar, para promulgar alguma ^^J quetanlo so havia fallado, quando o duque hia Bernardo do Caulo Brum. aicira oestes requeriiiic„3j mfios da ranha. SuppOe-se porm queo governo devolver o negocio s crtes, pois sei que esta resolvido a n3o altorar o decreto. Dizem os intendedores, que estas medidas, sendo temadas om mais larga escaia, podiamdarum remedio ellicaz s nossas linancas; mas assim os sous olT:itos nao passarao alm de Ires ou qualro anuos. A imprensa lem estado muilo dividida a respeilo dosta providencia. A rt>i>(uc,do approva a ; o patriota nSo. A ns(So lem-a combatida al com desmedida violencia. A lteginerai¡So jornal que era sal lanhista,tambem a combaieu, porque o seu propnetario liopossuidor de grandes capitaos om inser, cOos. Diqui resultou o cessar a sua pubucaeflo no uia do honlem. porque Faustino da Cama, o propriotano della, nao quiz iod!Spr-se com o governo. I.m summa eale docrelo lem ao menos a vaOtagem do fazor com quo as cortes tralem logo da quostao iinancoira, que ho do cerlo multo mais urgente, o interessa mais a todos do que a reforma da carta. Oulro decreto da dictadura que agradou tao puuco como o antocelenlo, foi o em que se d nova direccao administrativa aos estabelecimenlos docaridade, oxtingoiudo as coinmlssOes gratuitas que goriam a casapa, o hospital de S. Jus e Itelhafollos, o asylo da mendicidide etc., nomeaudo-se uui provedor com dous adjunctos para cada um destes estabelecimentos, a um consellio ijeral de beneilciencia, mal organisado, que provavelme.ite ha de dosempeuliar tao mal assuasfuncfOes como a que al agora liana, itestabelece-sa a antiga irmanda lo da misericordia, coarlaudo-lbe porin multas das antigs (ogaliss. Estes osiabaleciuicntos anJavam na verdade mal aJministrados, porque o governo naoexeicia neuhuma inspaetjao sobre elles, mas a reforma ho 13o mal esludada.quo lem merec lo a dosapprovaco dos entendidos. O autor dual loorma he o desembargador da relacao Jesta cUado Siqucira Pin to, conselheiro privado do conde de ThoNostos iros dias lem causado aqu anciodada as poucas noticias do estado da Franca des le que no dia 2 o presdanlo da repblica .Vapulead Boiupario, dissolvou a as-semble nacional, roslabelocendo o voto 001versal, o couvoco i o povo para so reunir em cmicos no dia 14, alim da lhe propur a adpcio da constituido Jj anno 0 ( ,a, 0 l l repblica. Prondou va.ias notabilidades civis.0 militares, mas doixou que so evadssem os que nflo foram logo presos. As ultimas noticias, quo sdo do du 7, dizem que Paria osla om iranquillidade, .outras dizem que nao, porque das provincias marcha Iropa sobro a capilaL, Aqni nennum ffeto podo fazer o xito daquelle'golpe d'estado, porquo nenhuma importancia teios que sa rociut de Uas econtccimenlos. -_.. Em ilespanha ha tranquilidade. ^arvaez chogou a Madrid, foi ao senado fazer a sua expliocao dos motivos porqueluiha saldo do ministeno e do reino para Franca, mas uaoproduziuooireiloque so dina de ser outra voz olovado ao poder. As cario*, lalvez por causa dos successos do Pars loraro addiedas. ^^^^^^^_ dem 20 d novembro. Ni prnxi-ui la inda rauuao do cong'esSO iemi conUiluinle toles quantos aqu se ocbispo da Dioceac, %  J oa u lr0 VSom* noda soguiola (23) urna declaracSo de que o 0S f,t ll?,m^ en, todo oa damaii sfeiiafirfe suspenda a sua publiccflo. ^'X^AT mk(" K?SS.W¡J loitor, do P^rto E, assignada pelos tres Nunca houvoon, M¡I¡l"fj¡g "t^toto^o Brance, conago IU ll, U UU lo imu e- 1 Valla \I opro governo, he quem tem a maiona Augusto do Valle, ol i Bleieos nos collogios provincues, loreino. m o^excepto oferto,dingidas pelo A historia da ele.c do das Antas a J.aquim Antonio Je Agui.r. de indatura com os sei SeUbal, ox-min.strod. justica. Desejavao govopon lo^que as l.^Us do co g it(ma SET: WffftMs ?£:•:;: Surrr: fazM.da,l'out,-sdo M dio edos estrangeiros ba, ambos na melhor armona larvisd-Aibouguia .0.^ n itr ? "''"K: d No Porto porem os progressislas no sa Tambem coucorreu pa>a quo o ministro tagom. "^-r'rj-JZZ~mn.ihe ihle-aFontosrosseeleilo.o apoioquo lhe dou o &f%  >" n 0 n| l n r ^ m .s timbera os eabrisUa cnpan da pol.iic. ou tazara as duas segu,,l.rmlo do conde de Antas juiz do" do ^ZrZ u. .n"'. !" o par Tomates perguutas, ou procurara responder a elCintra com lodos os ele.lores daquelle cone prog es s as ani w i v ^ as, segundo as proprias luzes, ou as proselho. Em pago deste .portante sarvico "> iau !" s Ze cada partido, expnasalleicOas. Qu-1 sera diliiulivamento fo. .lomeado para urna d.a varas do mel ttren Je irae-s do „, ^p. ,^ ^ o carcter d.dutura camera olecliva, em redesia ciado, o dizom que ira para a rolaC U '" J ./.' C 0 e p, jsos porque sabiam lati ao principios do di.eilo publico ii..|0lo. O irmlo. o conde,. foi nomoadu insP ,^^'Vajo em L sboa. Alnta assim esleno. isto lie, predominar* nella, ou n3o peclor gera Ida ..iraniana. Mastanto n Q'ueerav,olad • n ? UQiI por pirl do o elemento democrtico, al ao ponto do cancou na hda ele.loraI que teni estado U jlei1'.'^""je qUB indo cigovernador quasi anuullar o almenlo monarclico das muito mal con. um grandei ataque de asma, ¡""""jAKcolegio, e contundo que anactuaes insliluicdos ? Oual ser* o proceda ponto de nlo ir a cama ha uilo das. Civil a que le coi. g ^ redMto ment do governo se so realiza a hypoihese Al.x.ndre llerculano, que, como ja lhe data Ifallando ose. ejldeil ,e qua mencionada? A oslas duas pergunlas Jam-se noticie,, des.stiu da candidatura quo Iho foi res do •• %  requer V¡¡ 8Ulorid .do diversas eencoulradas respostas. E n quanolferecida, fo. um dos que maisguerreoua "J"" or lo qua viu i„ cum agut loapnmcira, uos assevoram quo sa bom candidatura dos ministros, e fo. elle de cartuper or do di.ip "'^ d d0S actos eleique a ma.o.ia dos deputados eleitos seja mlo tambara oque mais efficazmento coopeP""''?* I"**' 1 ,*!„ a Basoal bl*. reselven contestavelnionlo progressista, todava ella jrouparaa pjrdada eleicSo do ministro das torees. Consuiiaaa ^ K-^KJVZ