Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07298


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Full Text
XM
Anno XXVII
Ter$a-feira 30
DE
de Dez(nilro de 1851.
N. '294.
PERWMlCa
' wmxt/O sBompglo.
PlO.MXKTO ADIIHTI.DO.
Por trimestre...........
por femestrc c..........
Por anno .........
Poo dento dotbiistbb.
Poi qaertel........-.*...
W0TICI4S DO 1MVEIKIO
Para.....' 2 do Dczbr. Minas.. jSdeNovbr.
Maranho 7 de dito 'S.Pauto. lO-dedito.
Cear... in de-dito. IB. de J..> l.'ide Dezb'r;
Parahiba. 19 He dito Babia... 20 de dito.
4/000
8/000
1&/V
4/NK)
mas M'Uliin.

89 Se. S. Thomaz are
de Cantuaria.
30 Tete. Sabino.
'II i.).iarl. > S Silvestre
1 Qulnt. '"-: Circu.n-
i cizau do Senhor.
2 *>st S. Iildoro
] Sab. S. Aprigio.
4 Dom. S. Tito b. ; S
Prlsci.
AUDIENCIA.,.
Jafioda Orpho
2. e5. s 10 horas.
1. varado civrl.
3. e6. ao raeio-dia.
FaienoVi.
3. e6. i lo horas.
2. cara do ci'm.
i. e sbados ao lueio-d.
elafo.
Tercas e saludos.
iFaKiims.
Crescente i 2o, aa 8 horas e 15 minutos da m
Chela a 7, a 3 horas e 48 minutos da m.
Mingoantei 16, a 1 hora e <8 minutos da m.
Nova 21, ai 7 horas e 3 minutos da m.
nuui d* hoj
Primeira s 10 horase 51 minutos da manhSa.
Segunda s 11 horas e 18 minutos da tarde.
VABTIBU DO* OOBBEIOI.
Qoianna e Parahiba, is segundar e seitas-
eiras.
Rio-Urande-do-Rorte, todas ai quinlas-felras
aomeio dia.
Garanbunse Bonito, 18 e23. s
Boa-Vista, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, s qulntas-feiras.
Ollada, lodos os dial.
BOTICIA3 ISTnANGIIBAf.
Portugal. I i
llespanha. 8
Franca ... 8
Blgica... 4
Italia.... 31
Meinui i. *
l'russia *
Dinamarca?!)
Russia... 28
Turqua. 18
de Novbr! Austria.. 2 de Novbr
de dito |Sulsa. .. 2 de dito,
de dito Suecia... 28deUulbr
de dito 'Inglaterra 8 de Noabr.
dcOulbr R.-Huidos 20 deOulbr.
deNorbrlMexIco... 15 de dito,
dedilo.
de Oulbr
de dito
de dito
California l2de dito
Chill. 8 de dito
Kuenoa-A. SiieFtovbr
Montevideo 21 de Oulbr
CAMBIOS DE 29 DS DEZEMBBO.
Sobre Londres, a 28 d. p. 1/ Firme
Paria, 34d por fr.
Lisboa, OOporcenlo.
METAES.
Ouro.Oncas hespanholaa.... a
Hoedaa de 0/40* velhas. 18/n00 a 16
. de 6MO0 novas. 16/00(1 a 18._
. de4/0C0....... 9/000 a 9/100
Prata.Pstacoes brasileros.. IglOa \/9>0
Pesos columnarlos... 1/980 a W'O
Ditos meilcanos..... 1/7*0 1/7S0
EXTERIOR.
Pastoral doSr. arcebispo de Pitrii, para de-
senvolver t confirmar o 'decreto do concilio
da sima diada, contra os erras u des-
Irocm os(undamentos da juslica da ca-
ndis.
(Cdnli'nuocdo ao n. 393.)
X.
Todava, apesar destt glorifica$8odo tra-
balho por Daos, apesar da estima era que
era tido por toda a parto em que t verda-
deir religiflo" e.stanilia seu imperio, o tra-
balho manual voio a ser urna ignominia um
vil attributo do cscravo, entre as naedes
pagana. A sabedoria anliga, separada da do
Dos, eaquecendo a grandeza ilo homem,
abusn do direilo de propriedado a ponto
do applica-lo so proprio homem, que ella
atreven]su a considerar romo cousa, no pro-
fundo dVsprezo de seu destino ou na com-
pleta ignorancia de sua nalureza ; o por
urna cnnsequeiicin nocesssria esta indigni-
dade,obrigou osla cousa qrganisada, o ho-
mem, que ella equipara va assiin ao animal,
a trabalhar psra seu senhor, o qual possu-
indo este principio vivo o rclivo arrogava
a si naturalmente o mesmo diroilo sobre o-
necassorio e o que poda nascer dolle, so-
bre os proprios Minos do cscravo, como so-
bre todos os fructos de seu trabalbo.
Deste modo l per Ja da liberdade ou a es-
iravidSo arrastou a .I.-s'hmh.i do trabalho
quo veio a sor o emprego e o carador do es-
cravo.
A honra do trabalho r-creceu pois com a
liberdade o lambem o direito de proprieda-
de que della emana. O escrayo prr.len-
do-a, perdeo instrumento, o moio necessa-
rioda poasessflo. N1o sendo senlior de si,
nflo podendo dispr a sua vontailo nom de
sua pesso, nem de seu corpo, como dispo-
ria elle de seu trabalho, o por seu trabalho
das cousas que o cercami'
Vos lieni o sabis, charissimos irm3os, os
dous tercos do genero humano, antes de Je-
ss Christo, esiatram iis-.nu reduzidos pela
oscravidfloa ordem da besla de carga, tra-
balhando para sous senhores, e sus von-
tsde, sem liiar dahi outios fructos mais que
0 mtseiavel sustento quo so dignavam dar-
Ihes comoaos animaos domsticos. E isto
nflo era praticado smente entre as nacOes
barbaras, ou entre ss nsci's governadas
tyraoicamente, porm at entre os povos
maispolidosda Creca, o onde a liberdade
poltica era mais glorificada. Todis estas
famosas repblicas, dssquaes tanto se lem
fallsdo, linham por base a escravidao, e es-1
ses grandes cid nios to orgulnosos de sus
liberdade, o que nos s3o aproscnlados an-
da hoje algumas vezes como modelos, erain
"mui simplesmenle desprezadores da huma-
nidada e exploradores do homem. A -
1 loraoo do homem pelo homem, cis-aqni
o que acharis no lim do todas as especula-
dos da sciencia, e de todos os esfortos do
genio, quando o genio e a sciencia nSo silo
esclarecidos e dirigido! pola luz do Evan-
gelho.
Porm queris ver al onJe os mais sa-
bios polticos dos tempos snligos leyavam
odesgrezodo trabalho, consequoncia ne-
ceasaiia do despreto da humanidade, escu-
tai ao principo dos philosophos, Ansiles;
elle perguota i si mesmo : Deve ser o ar-
tista contado no numero dos ciiladaos i'
Mo, esponde elle, urna boa constituico
nao admitida jamis o artista no nu oro
dos cidadSos.
Elle desejara quo os agricultores fossem
escravos. Os artistas e os trabalhadores,]
vememaeu pensamento dopois dos agri-
cultores. Elle proclama suas occupac.0es
como indignas do homem livro. Aquellos
que a elhsso entregan), lem urna existen-
cia degradada, onde a viilude nSo pode ser
praticada. Ellos >So ja escravos pela alma,
e nao vivero livros se no porque o Estado
nao he bastante rico para substitu los po^
escravos, nem bastante forte para roduzi-
losa esta condicSo, como iophante projio
umdi. .
Scrates, Plal3o, Xonoplionte, Ciciro pen-
savam do mesmo molo. Os philosophos
amigos de Juliano, repelliSodosanctusiio a
tudo o que nflo lnlia origeai sagrada. iCrs
tu, exclaman Tnimsto, que liomens nas-
cidosdo um padeiro ou de um cozmheiru,
criado entre as causas e os inslru nentos de
seu cilicio poflom attingir jamis digni-
dad-ca sublimi isdo da philosophia ?
Emlim o diroilo de propriedado roJusido
puf toda a parle ao dtroilo do mais fotlu; o
vencido explorado em suas fsculdades es-
pirituaes e corpreos pelo vencedor; o ho-
u.em trabulhando forjadamente como o
animal em proveilo daqucllo quo se lom
tornado seu senhor, o desde entilo o traba
Iho, to nobre aos olhos da religiao trans-
formado em altribulo da escravidao, om
runccOcs dos biulos, em ignomiuia, eis-aln
o resumo da civilisacSo paga antes da vin-
da do divino Salvador.
XI.
Ocbrstianismo poz fim todas estas de-
gradai;0e, a todos estes altentados contra
a naturezs, consagrados por essa philoso-
phia humana que quer dever tuio as ni-
cas luzesda lazSo, e quo |0em sempresua
Ciencia o suas toconas ao servifo de todos
os erros, quando sflo protegidos pelos po-
deres.. A reliiiiao christa n3o temeu atacar
estos erros, combate-Ios, reforma-Ios a cus-
a dosangue de. seus apostlos e de scus
maityres. Ella demoliu successivamonte
o pouco a pouco n3o pela violencia e pelas
agitacOes des revolutOes, mas pela influen-
cia e pela autoridade de suas doctrinas,
toda a civilitacSo do paganismo em suas ba-
ses principaes. Ella deslruiu a escia.iiflo,
osla grande columna da brdeni soci I anti-
ga, mosliando simplesmenlu que lodosos
liomens sflo irmfios, pois que tem um ees-
mo l'ai que esta no co; que sondo loJos
iguaes por ualuieza, neuhum tem o direi-
lo de possuir seu semclliaulo e de lorna-lo
sua propriedade.
Nlo sendo mais entilo o cscravo cnesrre-
gado s de trabalhar para fazer viver osou-
tros homens, esle irabalbo senipre iudes-
penaavel, porm lomado voluntario, nao
paitlcipou mais davergouha do servilismo.
Elle lecuperou o nobress e a grandeza, lo-
dos os dircitos do sua origom, e pelo direilo
sobre tudo do propriedaue que tu; sua pri-
meira consequoncia, fii rehabilitado. Cum-
ludo nSo bastn isio a sabedoria divina, a
qual em suas obras de amor pioporciona-se
sompre a nossi frtqueza. Ella quiz apoiar
o ensino peloexemplo, o o verbo eterno fa- senfio aos fllhoa ? Ha urna rwSp "o mes-
zendo-se homem ilignou-se de habitar on- mo loupo natural e moral oara que estes se
tro nos, alim de honrar, em seu nascimenla aproveilem delle com preferencia a ontro
comoemsua vida, a pobreza e o trabsl'io. ( qualquor, o esta dobradl rasSo he a *ase
O filho da Daos desea pois do co, e des- de direilo sagrado da heranga ; he quede
pojando-se de sua gloria e de seus thesou- um lado aquello que trabalha deve colher
ros, o rico da eteroldade, diz S. Paulo: os fructos de seu trabalho, conformes re-
faz-so'pobro por amor de nos. Elle nsse igra di justica,edo oulro, que opal nSotra-
em um misoravel presepe, de urna mfli po- btlha s para si, mastambem para seus li-
bro que tem por esposo um po*re operario ; Ibos.
elle proprio trabalha com suas mtlosdivi-f t)sto molo o trabalho do pai constituo
as at ida Jo de trinta annos. Foi po-
bre toda sua vida, nflo tendo mesmo onde
reclinar a cabefa duranto lodo o lempo em
que prahencheu sobre a Ierra sua inissflo
celeste.
Fot a pobres pastores quo ello foz levar
de urna cnaoeira inseparavel seu direilo de
propriedade e o de seus (ilhos, sua posse in-
dividual e o de sua posteridado; porque o
psique est encirragado de propagar sua
raga, tem por isso mesmo a miss3o do asse-
gursr-lhe a perpetuidade por to los o mei-
primeiramenta a *oa nova da salvacBo, e os possiveis o honestos. Tal healeidana
o foi entre pobrei pescadores quo elle es- ni e/a com a qual a sociedade deve confor-
colheu seus apostlos psra annuncia-lo aof mar-se, *". nflo quizir perecer, ea qual a re-
munle. Iloscmpreaos pobres, aos fracos,
o aos i oquenos que elle dingo de preferen-
cia seus onsinos e suas boucaos, ello vem
abrir o co a to las as virtudes, aos liomens
do todas as condc,oes : porm ho aos po-
bres que pertenca no seu reino o primeiro
direilo a bemavonturanrjs, lleati pauperes '.
Jess muslo, lillio do eterno, pobre o
necessitado, ganhanJoseu pSo com osuor
de seu rosto, lavranlo a msdeira e transfor-
mando a materia na ouicina de NazaretO,
que ospectaculo digno dos anjos e dos lio-
mens Quoglorilicacao do Irabalhn e nao
s Jo trabalho do espirito ailo pausamento
miii.h) aiuJa do trabalho material, do Iraha-
llio das ,-naos' Quein uusar qneixar-so de-
pois disto deuma vida humilde o I borio-
sa ? NSo llavera urna sorlo de impicdade
om dospreitar o quo foi eslimado e saulili-
cadopelo lillio de Dos? liomens de 1ra-
balho, operarios ctihsUos, quanto seris
grandes o veneraveis em vossa prolissao,
seconfonnardes vossa viJa cjii n vida do
ligiflo nan polla dcixar de ssnecionar por
seus orculos.
Sim olla o lom feito da mancira mais for-
mal. Abramos a escritura sania e consulte-
mos a ira jn;,'io calholica Est cscripto no
denleronomio no rapituloJesinove Nflo
removeris os limites postos para separar as
bordados ;c no cipit. XXVII : Mildilo seja
aquello que arranca os limites da hcrJade
de seu prximo. Eis aqui a legilimiJado
das herancas bem provadas por estes leste-
munnos do antigo tetamento.
Jess Christo, no Evangelho, faz conti-
una I iinciiti! aliusilo ao direilo de heranc*.
Elle voio ao mundo para fazer nos filhos de
Ueos, e turnar-nos capazes desta quklldaaa
do parleciparda lie ranga do co. Ella cha-
m i a si mesmo o herdeiro do pai do familia,
quo osle enva a seus rendeiros Infeliz para
receber o prego da sua torra e quo esles
maos servidores fazom morror, porquo ho o
herdoiro, o porquo matando-o, osperam a-
podorar-seda lieranci. Finalmente ello re-
livino moJello Podis ser do alguma sor- presenta por,toda parte em^seus divinos ensi-
le pola edilicacSo do vossas virtudes os sal-
vadores da sociedade moribunda.
Os apostlos e os dissipulos do Jess
Ghristo proseguom corajozamonlo depnis
de seu mostr, nestiobra do rehabililagao.
San Paul-; quer continuar seu trabalho de
operario no meio das funcese das fudigas
do apostolado. Ella podo sam duvida re-
clamar, com toda jusli?a, sou sustento ma-
terial aquellas a quem dispensa os bens es-
piriluaes : porm deseja anles nflo develo
sena i s mi is proprias nios e sua indus-
tria. Elle ganha seu pilo a forca do traba
nos, i> lillu como o herdeiro natural do pal
o por consequencia como leudo direito a
tudo i|ii este possuo: Meu lilho, diz o
pai do prodigo ao seu filho mais velho, o
que ou possuo n3o le pertenfe ?
lie verdade que Jess Chrislo, como ve-
mos no ovangellio, recusou fazer a parlilha
de urna successSo entre dous irmAos :
4Quem coiislituiu a mtm juiz, llicsrespon-
deu elle, para fazer a parlilha do vossos
bous ? Porom pela propria expressflo des-
lu recusa o direito de successflo dos dous
irmaos he reconhocido da maneira a mais
Iho.defaJigasn Ja vigilias, como pessoal- evidonle. Nao Iralava-so senflo de determi-
mente lombra aos Tliessalouicansus; Nflo "*r a parto de cada um, o foi isso o que o
lomos comido gratuitamente o p3o do niii-Niviiio Salvador nflo quiz fazer, porque n..o
guem, Ibos diz ello pelo contrario lomos
trabalhado da o noilo com grande fadiga
e com minios suoros, psra n3o sermos po-
zados a ncntiuiii do vos. u
Diz ella mais: be'algucm nao quizer
tmbalinr nAo coma tanibom. losieniu-
nhando por palavras que o trabalho, como
disseuios h i pouco, lio a le do lioineui pri-
mitivo liom como do honiein decahido, po-
rom quo be para esto um dover mais sagra-
do anda, pois que poJe adiar nulle um mo-
do fcil da expiago, alim do cumpnr suas
obrigacios para oui a justigi divina.
Mas eis aqui urna consiJoragao mais lo-
cante ainla, lirada do amor da humani la-
de da ternura principalmente que Jess
veio Ierra para oceupar-sc dos negocios
temporaes dos homens, mas para procurar-
los os bensesplrilmose eleruos.
A IradJlsjBo sobre osle poni est perfeita-
moule de accordo com a escriptura. A igra-
ja Utm ouoolnntomcnto fuito rospoilar B9 lei>
relativas aos leslamentos ; tem semprc
ensiu -d i quo oslas lois obngam em cons-
eiein-i i ; ella manda restituir aos herdoiro*
os bens roubados ; quando esta restituicau
nao pule sor feitu ao proprio primeiro pus-
suidor, o desto modo declara a legili-
midide di propriedade transmellida e ava-
lidade da successflo.
Taes laem sido, desde a origom e om to-
dos os soculos, os precoitosda religiflo so-
bre o direilo de successfld. As decises do
Chrislo veio inspira.r-nos para- com os po-
bres O grande apostlo faz-nos ver no Ira- consilho de Psns sao pois perfoitamentc
balho um meio de alliviar nussos semelhan- coulormes com o os^into do Cliristianismo
tesndopiovor com mais abundancia as su- 1-tlra da escriplura e com a Iradijao
ccclt'siastica.
XIII.
Assim charissimos irm3o, o direilo da
propriedado individual esta fora de toda
eon'est <:< i. as leis civis regulan
boin suascdndiQas; porom oslo diroi-
lo por si mesmo est na na'ureza, o por
conseguinte, he anterior a toda a legislaoSO
civil. He esta a razSo porque om todos o<
grandes prriodosda humanida le, o no meio
as necessidade :
Aquello quo furtava nflo forte maU, diz
elle aos Ephesios, porom oceupo se do tra-
balho manual em alguma uba boi e til,
alim Je lor nflo s'omealc o necossai io para
si mesmo, senflo o quo Jar aquellos que es-
tilo na inligencii. Tenho-voi mostrado
com mou exemplo, coniinua elle, como
cada um pode soccorrr os fracos com seu
trabalho, componolrando-sa de.ta palivra
do Senhor Jess : que he melhor dar quo ro-
ceber.
O traballiu transformndose desle modo
das rovolucoese das cataslrophes qua por
lu ha ni, de lampos em lempo, o mundo mo-
em candade, roveste-se do carador mais'ral, bem como as tempestades eos lerra-
bello de todas as virtudes cliristies; elle motos agitam o munJo physico, a pro-
priedade tem podido roceber emsua cons-
vem a ser alguma coma Je sublime. A re
ligiSo nflo poda l" v 11 -ii a urna mais alta
dignidado nem fazal-o resplandecer com
mais gloria.
Ealim a groja tom sompre recommen-
dado o trabalho como um dos meios mais
ellicases do aperfaifoamento espiritual, nao
s porque preservando da occiosidsde, quo
no a inai Je toJos os vicios, impede muilas
tenlagdes, ou lorna os individuos que a elle
so dflu capazes de voncl-as : sen3o princi-
palmente por causa das penas, das priva-
Ses, dos-esforijos quo imi0e para comba-
leras nacessidado da vida, para vencer os
obstculos, para Jomar a maleiis, paraim-
pnmir-llieose:loda inlelligencia eelevsl-a
cima de si mesma polindo-a. Oh! bem
aventurados, repito, os pobros! Uemaven-
turados ostes nomens de traballios,, qu,
por suas obras mais rudos o tambem por
sua maior resigmsio om quanlo lutara com
as necessilales da existencia, mostram-so
do todas ta ni .nenas, soinelliaulos a Josus
Chrislo! Dapois do tor soffrido paciente-
mente com ella nesle mundo, ellas enlra-
r.n um dia com elle em sou reino.
Mas esperando a feliciJade da vida folu-
ra, a religiflo, ptl< reiiabililacdo o pelo li
bertamonlo do trabalho, abre na vi Ja pr-
senlo as Chuses laboriosas o caminho para
a prosperiJade, dando a todas as industrias
humanas, as probabilidades ordinarias da
fortuna. Dasde que foi posto pelo ebristia-
iii-.ii.") em posse Je si mesmo e de seu trs-
baliallio, o operario foi investido do direito
de propriedade em toda a sua exieucilo, is
to he da faculdado de v.r a ser propno-
tario.
XII.
N3o somonte o chnstianismo deu aos trez
quartos do genero humano o direitoJdo pro-
priedade, nao s sanccionou e consolidou
esle direito pela abolicflo da escravnlflo,
isto be pela libsrlac3o do homem e da seu
trabalho, senflo anda garanliu o livro ex-
erclcio delle oassegurou sua permanencia
prologendo-o por seus preceilos o por suas
maximis, nos meio de transuucflu da pro-
priedade, transmissao reconhecida como
cousa justa por lodos os povos da Ierra.
Electivamente entre todas as naeOes do
mundo civilisado, ein vii lude do direilo na-
tural, social e convencional, o pai transmit-
a a sua posteridad-, con seu sangue e sua
vi Ja, os fructos do sua inluslria e de suas
fadigas. A quem, couforme a justica, que-
icnaiii queo trabalho do pai aprovoitssse,
iiluieu, mo nlirae'.s mais ou menos pro-
fundas, poron o principio tem parmaneci-
sampro sagrado e inviolavel. A ahnlieao da
escravidflo, depois da sorvi 13o, depois do
direito de primogenilura, sSo outras tantas
transformarles ou modificar;Oes perfeita-
meule legitimas da propriedade, por que
ellas leem sido reclamadss pelo progresso
dos tempos e pela necossidades dasocieds-
Jc, e porgue sflo mais conformes quor aos
oi^miTriioseternos ds juslica, querao espi-
rHode amor e de igual Jado quo he o espi-
rilb-rta^evangelho; porem atravez de toJas
estas transformaedes ou modi(icar;Oes suc-
cassivos, as quaes n3o Ion si io jamis fei-
tas sonflo sobre as formas oxleriores ou so-
bra o fsetos accidentaos do direito de pro-
priodade, isto lie sobre as condicOcs mais
nu monos largas, mais ou menos resti di-
vas impostas a seu exorcicio, sempre o pre-
coilo de Dos lem oodido e tem devido ter
suaapplicicSo : Tu nflo tiraras o bem de
nutren).
A propriedade he portanto fundado om
direito tanto qusnlo qusl quer instituirlo
do mundo. Ella repousa sobra a Iriplo-ce
baso da le natural, da lai civil e da le reli-
gioza, e deste modo ninguom podo destrul-
la sem fszor violencia natureza, sem ar-
ruinar a sociedade e sem calcar os ps a rc-
ligiao.
Porm segu se daqm que o exercicio
desta direito nflo tenha produzido abusos ?
E estes abusos da propriedade nflo tem pro-
duzido no proprio seio da humanidad**, pa-
ra alo vio da qual ella foi creada, males la-
meiitaveis ? Ninguom o pode negar, a n3o
quoror fechar os olhos a evidencia e re-
pudiar lodos os test-'ni un lu s da historia.
Ah.' a posse individual dos bous lem lido
o destino das melhores cousas do mundo
XIV.
He isto o que n3o tem comprphendido al
Suiis ri'ln-ui idorus modernos da proprie-
a 1 i elles nflo'lom visto senflo os abusos
da propriedade, clles os tem observado o
provado maravillosamente, at os tem exa-
gerado, como sempre succede, e para re-
mc lia los, nflo tem sellado meio melhor do
3ue destrui-la. A sociedado est atacada
e um mal profundo : qual ho o remedio
que ellas propem ? Querom mata-la para
Cura-la.
Elles pretendom constituir urna sociedade
perfeita e gloriosa, choia de folicidade o lal
como podemos imagina-la no cn; mas
oara isto he preciso destruir a propriedade,
I qual em seu pensar ho a fonte de lodos
os eriales e de todas as Infelicidades da
ra$a humana, alm do quo he urna mons-
truosidad!! moral, pela desigualdado quo
lahelece entre os homens.
Entretanto como proceder para consti-
tuir esta socicJsde nova o para fazo-la v-
tor! Ili dous molos, segundo olios, e san
ou quo ninguom possua, ou quo todos
posuam igualmente. Sflo es'os os dous
systamas do socialismo, como elles o ent n-
dom. Examinemos rpidamente eat'S dous
systamas, se lio quo lies conceps-'S Ucs
sonhos mcrecem rste nomo.
Fique, porm, desda ja bem entendido
que nflo queramos roprovar squi o verda-
deiro socialismo, se quizerem dar esle no-
mea esta tcnlencia g''norosa, que leva al-
guns liomens de um zafo neainwreaaado a
procurar o melhoramcnto da sucieila !o om
suas iii.'ilun.-n-., om soas leis, cm seus
coslumes, no liom ctir de tolos o particu-
larmente las cla'sses laboiiiis-s; tendencia
chrstfla e louvavel, digna de nossas aui-
marjOes, quando, nflo raduzindo-si a sys-
tcmas o a phrases, procura sinceramento e
erm persaveranrja os moios os mais pro-
prios para realisar o progresso social, pro-
curando para s ios semelhanlcs u.na maior
aomma do bens, quor na ordem moral, qur
na ordem material.
Os homens qua sflo animados doste zelo
ae reconhooom (inilmonte por este signal ;
elles querem aperfeicoar a sociedad a pouco
a punen, aprovcitanJo lujo o quo tem ha-
vido do bom nos seclos passados, ajun-
tando frequente o lentamente o melhor ao
bom, o nflo regeitm Jo senflo o que a oxpo
rieucia lem demonstrado funesto ou intil,
obrando em urna palavra relativamente no
Josenvolvimento da sociedade, como ana-
turoia no trabalho de sua reprodueflo.
Elles difTarem, pois, esseneialmcnto .1 a-
quelles que se cliamam cxclusivamento so-
cialistas oque creain possuir um systema
simia nflo condecido ou pelo menos anda
nflo pralicado al aos nossos lias, o que
largamente applieadn ao estado sucial ac-
'.ual, dovera muJa-lo complelamcnte, rage-
nera-lo a rundo, o Tazer sabir das rotosa do
antigo mundo, um mundo novo, 00 qual
todos os homens, pelo quo dizom, serflo
ricos, folizes o nerfeitos.
XV
O primeiro meio do Constituir a socioda-
le, aholindo a propriolaJo individual, he
quo o estado s possua por todos a om no-
mo de todos.
Por esta medida, dizem os reformadores
veremos nascer urna ordom roslmenlo mus
social e mais dumanitaria. Quem pode du-
vidar que os lac,os da sociedado venham a
sar mais estreilos o mais sagrados quanlo
s'us membros forem unidos por una corn-
inunliflo total do trabalho c do fnituna?
Entflo reinar entro oiles a gualdado mais
porfeila, e nflo havondo quain possua nada
como proprio, nflo haver mais entre os
cldados nom iavoja, nom litigios, nem
sondos. Quom cuiJar em furlar ou mes-
mo em cobicar o bem do oulrem quando
ninguom possuir nada como seu, o quando
n3o fallar, pn. lauto, nada a cada un? A
injualica desapparccei da trra ; o crime
emlim ser abolido.
Mas quem de que possuir definitivamen-
te nesla nova ordem social I1 Ninguom e
todos, lespnnd 'in elles, isto ho a socieda-
de toda inteira ou o oslado quo a represen-
ta. As larras sci ao confiadas aos cidadflos
para seram cultivdss, e os productos fol-
larlo para o celleiro do estado. O trabalho
Je todo o genero, de toda a prolissflo sera
Oislribuidu enlre todos, o cada um traba-
Ihar em proveilo do estado, quesera, IQil
da capacidade, das forgas, das necessi la-
dos, dos (ilhos da patria commum. A socie-
dado ser, pois, urna grande familia, oujo
pai ser o estado, que a governara para a
maior gloria da sssocie^ao e felicidado de
todos.
A ordem social desta sorle, ser elevada
a mais alta pcrfoicSo, porquo a associac^o
nflo ter jamis sido nem mais intima, nom
mais poderosa. Bis-alu, ceilameiit' com
qua lentr os mais oobres coraces. Pod-
se imaginar nada do mais bello, roalisar-se-
hs nsda de mais desejavol ? lal he o pri
meiro syslema.
Supponliamos, charissimos irmflos, que
seja oslo com effeilo o belio deil da socie-
dade; ha logo uina resposta gcral quo po-
derla dispensar lodas as o-jtras; e be que
Jebaixo Jo oretaxto de aperfjirjoar a ordem
sacia!, destroe-se a sociedado real que Doos
estabellecou como a mais couformo a nosn
nalureza. Pervertem-na en seu lin e om
seus meios, queroiido substituir a urna rea-
lidade imporl'eita, aom duvida, mais sus
caplivel de meldoramenlo, um bono idea
chimerico,
O lim verdadeiro do estado social nflo he
a propiia sociedade, mas a folenla do dos
individuos, porquo a sociedade nflo poda
ser fim para si mesma; ella ho o moio do
aperfeicoar o eslado moral o physico dos
liomens, que emlim de contas ngo sflo cha-
mados a associarem-so, o a formaram urna
communhao civil sena i para vir a ser me-
lhores e mais felizes.
Asaim a sociolade ha para os individuos,
O "qu"lia"qo" aoja mais para desejar-selo nflo os individuos para a sociodado. Es-
do quoa liberdade, o que seja niaisdetes-lforcando-s para cliogar ao sou lim subli-
lavel do que a licenca e anarchia ? Ha so- me, o qual de o aperfeicoame.ilo moral o a
dre a Ierra nada mais excellenle que a ro- felicilaJo do seus membros, ella deve, por-
iigin e podo-se achar nada mais funesto i tanto, respeitar a natureza odignidade, os
quoa superslicao eo fanatismo. Devere-1 dirollos dos mesmos, do contrario val ao
nos acaso renuociar a liberdade o repu- mesmo lempo contra o ponssmento do Crea
ni ni de sous din tos, sol o pretexto de
torns-lo msis feliz, he seccar a fonto prin-
cipal do sua felicidado, lio degrada-lo para
torna-lo maior, he sniqullsr-so na huma-
nidade para exalta-lo; he, repetimos, n>a-
la-lo para cura-lo. O homem dosapparoce
entilo no ciJadflo, elle ho enlregu? aos ca-
prichos do que chamam o eslado, o qual
dispe dcllo sua vootndo, sacrificando-o
a seu iiiserosse o a sua gloiia, como nessas
antigs repblicas, onde os cidadaos, em
summa, uflo oram mais livres quo o escra-
vo, porquo so um ora encadeado violonta-
riamenlo ao servico mstaial do estado, o
oulro era tyrsnnainenta vota lo ao i lolo de
sua falsa gloria. Ambos llie p irtanolam em
cnri.o o alma, smi nnbuma excepr;So, om
despeito da diguidade human.
Ora, ofiarisalinos irmaos, a dout'ina do Evan-
gelho nos inslna que o bouieiii nao parto oca
st-nao a Deo, porque he sua obra. 11c a Dcos
que elle deve a existencia e lodas as (acuidades
que o coosliluem. PorUOtO smente a voola-
de divina pJc legtimamente dominar a ven-
tada humana, c por couscgiiinie nenhum ho-
niein, por si mesmo pJc l'arer a Ici para seu
einelhaute, nom lao ponen urna nocao mais
qucoiniliviJiio. O houieni nao pode alhear
sin pessoa, nem sacrificar sua liberdade, se
nao a Dcos c para ticos Portanto, quando se
gundo as leis de sua naturesa elle mira na so
ciedade, alim de viver una vWa pacifica c tran-
quilla em toda a piedade c bonestldsde, como
dito grande apostlo, nao be obrigado a ceder
de seus dlreitos oatursea lanSo oque lie na-
cessario qur para o eslabcleciinenlo, quer pa-
ra a cuiiscrvaco da assoclffio, c sempre com a
eoodleio eapressa de que quilla que elle nSo
alllia, acra proicgidu neto estado, garanlido
pela propria sociedade. Elle lioa pas senhor
de si, de sua fortuna, de seus lalenlos, de seu
traballlo.de sua lunilla, de s-.ll l'ulilro, desde
que lem ounprido com seus deveres de socio,
com suas nbngacOes de cidadan, quando tem
pago cinliui sua pai le de lempo, de dinheiro c
da servico causa publica.
Kis-alii como o chrisliauisino, nao contente
de libertar o luimcui na familia, emancipa an-
da o cidadao da scrvldao do estado, servidlo
gloriosa, se quizeidcs, mas que ni summa nao
pode St-lo mais que a dessas orgulliosas rep-
blicas de oulr'ora, das quaes acabamos de re-
cordar ,i incinoria; porm scinpic servidlo
real da alma c do carpo, servido degraJaue,
pois que o cidado era considerado e tratado
como a materia de cxploracio do estado, como
cousa sua, como sua prnpriedade.
XVI.
Vejamos porem de mais perto o terrivcl des-
potismo que csislc nocsscucial dcste sjsleiiu.
Tolas as riqucias ten lloriacs c ainuvivcis es-
larianiconsautradas uasinos do estajo, o iiual
serla o nico propietario. Ora o estado evi-
dcni.imcuic nao poderla esercer csic direito de
soberana absoluta sobre as cousas, lenao com
a coudicao de ser revestido igualiucnlc de una
soberana alxolula sobre as pessoas. Como,
com cllcilo, poderla elle ser senhor absoluto
da riqueza, sem ser sculior ab.ululo do traba-
Ibo que be a sua loute .' V. cuino poderla elle
acr senhor absoluto dos Iralialhadores EIS-
abl loiades, v-n.t.-, niiil.s uiijlidcs de irablilia-
dres, Jebaixo Jo ni indo sem replica do esta-
do ; vasto montan de machinas humanas, des-
pojadas, seuao de sua intelligencla, ao uicuus
do sua espontaneldade, uabailiaudo sem eioo-
llia, por cousegulnte sem amor, forja-Ja c ler-
vilnicntc como o eslado o quizar, cinquaiilo o
eslado o quizer c sempre em proveilo do es-
lado .
Porm, pciguiilarciiios aesses habis polti-
cos, oque he o eslado em suinina? He licticia-
inciilc iodo o mundo, mas cui realidadc alguna
humeus somciite que se chainaram o estado,
quegovernar.ima repblica, que possuiraui a
l'onunada franca, que desfrutarain o trabalho
de um graude povo, que regularain nao so o
que cadaum deve produ/.ir. aeiuio oque o es-
tado ha de dar a cada um, qur en vestidos,
quer em alimentos. Has quem mantera na su-
uordinaco esics inmensos rebanhos de escra-
vos irabalbadores? Como obterdellesuma obe-
diencia e um trabalho lao contra a nalureza?
lie impossivel blelo de oulro modo que nao
pelo temor dos luppllclos, pelo apparelho das
torturas invcnlado oulr'ora para os escravos.
Cada provincia, cada ciJadc, cada villa devera
portanto ter sen terrivcl procnsul, seu com-
mlsaarlo de estado com plenos poderes de vida
e de morte. Por toda parte inspectores incxo-
raveis, com o azorraguc na mao, vigiarao para
que cada um cumpla Belmente sua trala, em
todo o rigor. Ueste modo a oivIllsaeaO que
prctcndcui substituir ordem-social actual, uo
inteicsse, segundo dizcm, das elasses laborio-
sas, serla para sua niolicidadc c para seu op-
probrio, como para opprobrlo c inlelicidade de-
todos, o rgimen do mais horroroso despolismo,
o rgimen do terror organisado, o rgimen da
escravidao anliga, o rcgiuieu dos negros, em-
lim o rgimen das prlsOea (oreadas appicado,
nao man ao crime, porm i virlude.
ircis que por una l/ja conatlluicao e por
sabias lea se providenciar contra laes eaces-
aoa? Porm podem acaso lodas as precaugdes
do inundo fazer que a consequcucias nao
saiainaialmcutc de seus principios! Todava,
admitamos que o eslado, o que he impossivel,
nao qucira usar coir rigor de seu direilo abso-
luto de propnelario ; aupponbainus que elle
nao exercera nenhum consirangiinenio sobre
os cidadaos. O trabalho ser portanto livre
Mas quando lodas as cousis pcrlencem a todos,
c quando o estado est cncarregado de prover
s uecessidades de todos, uflo be cviJenle que
cada um lindo direilo aa mesillas cousas, em
rasu de suas nccesaidadcs, nao lera ueuhum
inoiivo de Iraiialbar com mais actividade que
um oulro, pois que com isso nculiuina vania-
gein lucrar? Que dizcuioa elle tera peto cou-
rano, lodas as rases para dar-se ao menor
trabalho que poder ; c a primeira de lodis es-
tas, rases, a mais nalural c a mais lorie, lie
que o hnmcui, anda que nascido para traba-
lhar, he lodavii, em todas as poscocs da vida,
inclinado a gozar sem nada fazer. Natural-
mente preguicoso, elle ama seus coinmodos c
teme o trabalho, principalmente quando este
nao he necessario para sui existencia, ou quan
do nao traz-llic nem gloiia, nem proveilo^ e
em boa f, calando quebrada em seu coraco,
a mola do iuteresse privado c do interesae de
familia, que atfativos poderia elle natural-
mente adiar em um trabalho que nao lena por
objecto seoo augmentar a (o tuna do eslado ?
Bntio que langor no trabalho comiuum que
di-mi i.iai ni i da industria! que paralisato
para o comino co! A producto diminuir, c
as necessidades augmcuUro, visto que cada
um contara com o estado, para salislaze-las.
ludo conspirar deste modo para diminuir o
trabalho e com elle a riqueza ca prosperidade.
Desgracado do povo que lossc cousllluido c go-
veruado por taes principios I Poder-se-hia pre-
dizer inlallivclmcule sua prxima ruina nos
horrores da miseria, da lome c da guerra civil.
XVII
diaremos a religiflo palo terror dos males
Jaque illas 5ao a OCCasiflO OU o pretexto :'
Daos lal nflo permita porque se nao se po-
dessem destruir os abusos senflo por esto
prei;o, vlslo que os homens com suas pal-
xOas de tuJo abusam, cumpriria quo -sa
ahsiivcssem do pensar, le querer a de
viver.
dor, e contra o destino do homem; ella
destroo loJos os (undamoalos di justci
ultrajando o calcando aos pos a imagen
viva de Dos em sua pessoa, en sua libar-
dado, em seu trabalho, em sua proprieda-
de, em todos os direltos, cmli n, que
dcoorrem do excrcicio do suis (acuidades
ospirituaes o corporaes. Despojar o lio-
dade, pois que podiam vende-la. Depois tra-
ii un o prreo della para a niassa commum, mas
espontneamente, porque aaslm o queram. Os
apostlos nao os obrigavam a Isto. porque sa-
biam iii ii i tu bem que esle abandono voluntario
da propriedade havia sido proposto peto divino
Mestie como um conselho de perfcicao, e nao
imposto como um preceito. He por isso que
San Pedio diz a Ananias e a Saphra, que tendo
retido una parle, queriam parecer que linham
dado tudo: Porque ments ao Espirito Santo?
Nao eris livres de conservar o que quises-
seis?
A doscao, era pois plenamente livre e (a-
ziam-na os liis na idade adulta, com pleno
gozo de sua raso, com pleno consentlmento
de sua vontade. He desta maneira que a en-
tcndein ? Pois slm ninguctn tem o direito de
oppor-se qucllea que querera unir-sc deste
modo, a cxemplo dos primelros cbrislos c as
uiesmas coiidicocs ; porm querer associar Cor-
tadamente, cm urna conununhao scmelhantc,
todos os membros de una grande nacao, reu-
nir assim, por um decreto, trinta c acis ini-
Ihes de homens, sem pergunlar a cada um c
isla Me convm; despoja-loa de suascasss, de
seus campos, dos duelos de seus trabalhos he
ao mesmo lempo o Iranstorno do senso com-
inuiii c das rrgras eternas da justica. Forca
he portanto convir que o Evangelho nao encer-
ra nada de semrlhanir, c que a Igrej jamis
nao |irocedeiiF deste modo.
Porem os conventos, dliem. nao representam
anda em nossos das, a pereicau da assoclafo?
Todas as propiicdades postas ein commum
sao administradas desle modo pelos superiores,
os quaes do a cada um o necessario da vida.
Isto he verdade, charissimos raos, masas
proprias condices de existencia deltas associa-
coes de almas privilegiadas, dessas ainllas an-
gel, as, formadas pela religiflo no seto da cor-
rupefio do secuto, demonstrara cada vez mais c
impossbilidade da ordem social que se nos
propoe A Igreja exige ao principio que estas
almas escolbidas entrera para ellas, em pri-
meiro lugar por vocacao divina, em segundo
com una completa liberdade de escolha, cni
lerceiro com a intrncao de chegar a urna mais
alti pereieo. Ao depois, ella desenvolver,
para eonduz-las a esle lim, todo seu poder
moral e espiritual, os terrores de suas aineacas,
a magnilicciicia de euas promessas, aaconsola-
edes daorafo, as gracas de seus sacraineulos.
He isto indo f Nao paia esta vida de cominu-
nhn cumpre que todos se despojem de suas
paixcs. Entflo, como trplice juramento de
guerra desesperada contra o orgulho, a cubica,
a lascivia, ella las pronuuciar os tres votos de
obediencia, de pobrea c de castldadc.
l'araobler pois politicamente as inesmas van-
tagrus,cumprciia einprcgar os mesmos meios-,
porm como exigir de lodos os cidadaos de urna
grande nafo os tres votos que, cncandeando
suas paixoes, asseguram a ordem, a pai ca
pcrclco de urna cainmunho religiosa! A
propaga^ao do genero humano pelo iiialriiiio-
uio. a autoridade natural c indspensavcl do pai
de familia, cas necessidades dos bensuiatcriacs
para a educacao dos lilhoa sao incompaliveis
com taca convcntes. Nao exijis pois o lira,
se os meios sao mposslvcis, c conclu com o
simples bom senso, que una nacao nao he un
moslciro.
XVIII.
O segundo systema social proposto para des-
truir as iniquidades da propriedade actual, he
que todos possu un igualmente : porque Ueos,
ui/.eni os seus partidarios, deu a Ierra ao gene-
ro humano; logo lodos os homens teem o mes-
iii i direito a lodas as cusas.
Em primeiro lugar, o principio de que to-
dos teem o mesmo direito a ludo, nao lu- ver-
dadeiro de um modo absoluto, mas smenle,
como temos dito, com a condijo da oceupa-
cao primaimeule, depois com a da appropria-
co pelo trabalho, mas emlim, suppoubamos
que o principio he verdadeiro, vejamos de que
modo poderemos po-lo em pralica.
Vs ides aiuaulia i arrancar os marcos de to-
dos os campos, dcinolir os muros de todas as
propriedades. Proclamareis a le agraria, (or-
eareis todos os cidadaos a lazerein urna decla-
rado exacta de ludo o que possucm Paris de
todas as nqueas moa massa commum, e de-
pois do lecensiaincuto dos cidadaos parlirci
igualiucnlc, assignando a cada um sua parte.
Cida um portanto val trabalhar coraos fundos
que Ihe furam entregues. Uns, activos e eco-
nmicos, traballiarao, recolbcrao, rcalisarao
e lero em breve o superlluo c a opuleucia, to-
dos os coinmodos ciiiliui da riqueza i Indos
prrguicosus oudessipadores. couiinecaro por
diverlir-se, entregndose s suas paixes, sa-
tlilazcndoseiis appelitcs, c sua Ierra ficar In-
culta, seu dinheiro dormir estril, e todo seu
baver, ein pouco lempo, ser devorado.
Assiin no dia seguinlc ao da parlillia, torna-
reis a encontrar estas mcsinas desigualdades
de (ortuna a que chamis clamorosas iniquida-
dfs. Knlretauto, sobre quem recabe a culpa
desta vez? Accusarels anda de rou^oaqucllcs
que liverem conservado, (ecundado, augmen-
tado a parle que Ibes tiverdes dado ? Nao erara
os outros livres para trabalhar e poupar, como
elles, em vez de dissipar seu bem na ociosidade
e na devassido? Serao ainda os laborioso]
obrigados a nutrir preguicosos, c porque estc3
tero dissipadosua parle, pretendereis que tc-
iiliam adquirido direilo sobre aparte dos ou-
tros? Mas ousaries allirniar lal ; seria ialu nui-
quilar todas as noces da juslica c do senso
cominum.
Itcpcii a experiencia, c lerels semprc o mes-
ino i.-.uli.nl.i. porque tercia sempre liomens
l.boriososc preguicosos, habis c ineptos, eco-
nmicos e disaipadores. Com porcao igual de
ierra onde dinheiro que derdea a cada um, sem-
pre Ihcs delxarcis tambera sua parle natural,
ou adquenda de virtudes c de vicio, de boas
qualidades c de paiies ms, de torca c de fra-
quezi, c desle modo lomareis necessarlainentc
a adiar a dcsigualdade depois deslas pariilhas
iguaes, pelas quaes lercis iraostornado a aocic-
dade.
XIX.
Nao he portanto a propriedade, nem a or-
dem social que devem ser aecusadas alurt de
mclhoiar-sc a coudicao dos homens, sao os
proprios homens : porque elles meamos sao os
insimlenlos de sua elieldade e de sua desgra-
ta pur sua actividade bem ou mal dirigida. Em
quanto dominados pela concupiscencia, entre-
garcm-sc s funestos paixcs geradas por ella,
a desurdan do coraco e do espirito passara
necessariaucntc para a conducta c para os ne-
gocios.
Se o hoincmeslivesse ainda na inlegridadc pri-
mitiva de sua naturexa, ein toda a harmona dos
primelros dias; se opeccado nao tivesse quebra-
do nelle a uni Jade das diversas partes de seu ser
a qual (aiia delle uina lao perleila imagem de
seu Creador ; se as paixrs desordenadas, in-
troduzidas no wuudo por um uso criminoso do
sua liberdade, nao o tivessein posto em guerra
com Dos, com seus semeluaotes e comsigo
mesmo se de una parte os Instincto e os ap-
peliles do corpo nao eslivesscui em lula Inceu-
saute com o espirito, e nao coinbatessem sua
rasao, rellexo da rasao divina ; c s
Porm allega... o cxemplo da igreja de Jeru- parte.' a ierra em que o """^V.JXS
salera, qualj cslabeleccuJo esta communhao coutinuaJo a ser para elle un. lugar de be caos
de bens que scjulga impossivel, apreseulou- a de dellotM,ttM2J9fTSLffif
se co.uo o modelo do governo n mais pcrello
peraute a adrairafo dos seculos. luvocaui
portanto a autoridade do Evangelho em apoto
c oe ueiieijs, wiutv.^'- -------,------y ---.---------
ludo o que suas necessidades c seus desejos re-
clamara se nao Ibe loase preciso rasga-la com
w uo r.,.UBc.........Hu.v. o (erro, banha-la cora seus suores c preparar-
do syslema. Oh! nos o queremos; mas com as Ihe laboriosamente os producto com seus es-
COOdicOea do Evangelho. Ora, o Evangelho diz (orcos c com sua industria i enlan. co'Pan-
nos Acto dos A?ostolos, que os primeiro demo. que se poderla eslabelleccr a igualdadc
cbrlstaos vcudiara seus ben a iraziam o pro- com que aonhara, lia posac uo iDeus u i^v -
duelo desta venda para deposita-lo aos ps dos da, ou ante ella por si mesmo m cstabcllcLeri.
apostlos. Era portanto sua legitima proprio- smenle pela (orea das cousas, e nada, ncila fe-
"'TRi
l hPHi m



llt condfc do inundo, seria capaz de dei-
Mas ah/ ella nao be asaim, depois que o pee
"cado penurbou lio piofundameute a humani-
dade, efe-la desviar scus destinos iiumoiiaes.
I concupiscencia do hosneni, consequencia ia-
ul de tua revolta contra Dos tu4o periurbou
uelle c drn delle, c einquanto ella nao for ven-
cida pela llberdade humana, coadjuvada pela
grafa de Jess Christo, e posta outra vet de-
baixo do jugo da vontade divina, produalr seus
ii uctrjs de desordeiu e de motte ua socledade.
Ella excitar todas as exallaces e as emprezas
do orgulbo, toda as cabecas da ainbico e da
avareza, iodos os amores desenfreados da po-
leocla material, todas estas ms paUes filbas
du egosmo, as quaes degradan, os bomens e os
potin cm lula un coiu os outros, segundo esta
palavra notavel do apostlo S. fisgo lVonde
vez as guerras e 01 letiglos entre \i, todas
estas deploravels discordias ? Nao be por ven-
tura de vossas proprasambiv'oes, as quaes com-
batein priinelramenlc dentro de vos inesmos,
fin vossa propria earor, eoutra as lels eternas
de i), us : Uude bella et lites in vobis ? lN'oune
hluc : ex-concuplscenlils veiircs, quee mUitaut
ni ini'inbrls vens?
XX.
Com tudo para a salvaco do mundo, c anda
para honra da humanidade, estas lels eternas
triumpharo sempre das iheorias arriscada
pelas quaes ein nome de urna iguUdade chiuie-
rica, se procura alterar a couniiluirao fuuda-
meutal da ordcni social. A, igualdade no dl-
reilo de propiiedade, no estado presente de
nossa nalure/a, requc urna scousa, c a jus li-
ja eterna a quer lambcm. Be que cada un
goze dos fructos de aua propria industria, gran
de ou pequea he qu "de urna parte, o tico
possa herdar ocastello de aeus avs, como
pobre a cabaua de scus pas, porque a cabana
c o caslello ao iguahneute respcttaveis pcr.uie
a le divina ; he que de outra parle aquello
que nao possue na la b-je, possa adquirir
in ::.!..i.-,, por mela de scu trabalho, de suas
ccouomias, c possur pelos un-sin os litulos.
Km duas palavras ; o trabalho he sagrado, a
proprledade he inviohvel. Ku equilibrio c no
icspcilo Uestes graudes ulereases aeliam-se os
piimeiros clt-:iicutus da loluclo dos problemas
sociaes que pdein apiesentar-sc aos governos
humanos c que mo nos compete resolver ; mas
repetiremos atjui o que dlssemos cm nossa ul-
tima pastoral. A sociedade nao poiler ser lir-
in.i-l.i e consolidada, se os podern que! diri-
gem, uao subteutarcm para o luturu com MO
segura c iuiparual, a balauca divina que pesa
igualmente o deveres e us dircilos quer do ri-
co, quer do pobre.
Taes saaas regras da soberana equidade que
o Evangclho proel una. Kis ahi Lambeta a ver-
ifidtiiu igualdade quanlo a este direito funda-
mental, do dual Iiavcmoi lomado a dele/a com
o concilio de I'aris, no interesse ta'ito dos ope-
ran s como dos propr Unos, para fazer que
cviiem funestas intcir-rctaces, das quaes uas-
cem lfeciueuicmeiuc os odios e as guerras
civis.
Ouvi nossa vo7, chatsimos irmos, esculai a
voz de vossu aretbispo e de VONO pai que dara
volunlariaiuciitc scu angue -t ;. ultima golla,
para ciinciilar a recoaollUcSo de seus lilbos es-
plrlloaea c asscgiirai-llics a felicidade do lem-
po e da eternldade. Slin calumnlai-vus alterna-
damcnle, mis depoii dosoulros, para dividii-
vos, a \o> lilhos iodos da meiUM patria, entre-
lamo que os cidadaus de um mesmo Estado,
cuino os m< iiibioi ter forca eeUoldade leolo pela associ. seus trahalhos c pelo coucurso de suas von-
tade.1;.
Tral>alhadorcs,|operaiios, ar til tai dcsta gran-
de cidade, nos vos conbeceiDOSi ns vos temos
\isto de pcrlo, ns vos lemoi visitado cm voi-
sfls olliciuasc ein VOISII habitaces. Quando
VOO leiiibi'.ivaiiiiii01 deveres do ubteiro chris-
i.ii, clieius de um respe, lo lili ti, parcelis-nos,
suspensos de nossos labios be icuws algumasl
vi es procurado prevcnlr-vot contra estas dou-
trlaai que aiiuitain a tocledadej eb co;no te-
mos visto cnlao vossa prubidade c vosso bom
lento iivoltar-se Mito, nao; vos nao nutria
cm voisoj eoracdat projectoa di- injustica c de
anatchia. Temos por garante disso os testemu-
duoi tft TencracSo profunda, ooui que tendea
ceicaJo. cm nossa pessoa, a rcligiao. efta pr -
lectora de lodos os dircilos, quamlo, a pe, sciu
apparato, com nosia patavra e noaao amor nos
temos apreaenfado a vos na igrej.i, as eoolaa
as ulliiiaa.'.nas iuj-, nos merendse as pra-
vas publieas, Comprazemo-nos neste dia ca
proclamar face do mundo que ni o temos ja-
mis deacobertO cm t$, sempre que as pa-
x\>es polticas occuliando o veril ideuo estado
das cousas nao vos tein dcsvairao, seuao um
admlravel amor daordem e do trabaio, sc-
naoosnobres inslictoi da viitudc c do dever,
Oala que para dar seu completo desenvolv-
ment a estes germen* sublimes ; a religio vos
vissecommais frequencia vir receber cm leus
templos as InfliMnciai de sua doulrma, de suas
oracues, de seus sacramentos, de suas conao-
lacues e de suas esperanzas Ah 11.10 o esque-
calsj vs seris scuipreo objeelo de seus inaio*
res dcsvcllos, bem como de suas mais vivas
uinuras.
Tambern vosconhecemos, a vos qnc gozando
dos bens da fortuna, sem sersujeltosa csie tra-
balho manual, consagris todava ao servico da
vrai-not do mal, a o mal nesta vida, be primel-1 Dr. Pedro LeSo Vello/o
roo pi-ccado, depois a miseria c toda aspecle5r Rodrigo Castor de A. Maranbfio
2
de Mlif o, e eui Coila ocaatlo a igr^j* decla-
ra que be pcnnittld c hooroio a lado, aquel-
las aos quaei faltaui os beai dcsla vida, prucu-
rar, ]>r uui (raballio corajoso e por meioi ho-
eitos, nlos (brandar o rigor de aua condl-
co, senffo anda procurar oom o soccorro de
Dos una poslcao mais feliz.
He falso cinfin que a greja dcupprove as
investigaedes daseleucia e as sabias tentativas
da auloridade afirn de mclborar a sorte das
classes indigentes. Declaramos, pelo contrario,
Inteiramenlc louvavelseperfeltamente confor-
mes piedadccbrista, lodos os melos sal uta-
res que se poder Inventar c por en prallca pa-
ra csie lita.
Porta compadcccndo-sc dos soffrimentos
dosliomens, a igreja call'ollca que aprecia cm
seu juto valor bens que passam, adverle a to-
dos seus lilbos ricos e pobres, que levanlem
principalmente suas vistas para os bens eter-
nos; ella sabe que o mundo, onde etislem a
in .1 te r o peccado. nao estar Jamis isento de
dores, c que, por mais que se faca, os praieres
da trra nao poderao jamis farlaresta fomede
1'cliciJadc, a qual nao ser satisfeila senao pel-
posse eterna de Dcos.
Nao temos com eireito neste mundo cidade
permanente, porm procuramos urna no futu-
ro onda Dos cnxugar todas as lagrimas de
nossos olhos ; onde nao llavera mais nem mor-
tc, nem lulo, nem gemido, nem dor, porque
as primeiras cousas lerao desapparecido.
Praia a Dos que instruidos por estas adver-
leuclas. us escriptores que temos ein vista,
abstciihan se de boje cm diantc de calumniar
a igreja, alim de que, procurando todos com
um cifurco coinmum, cantes de tudo o reino
de oos, o mais nos seja dado por acresslmo, a
que desie modo passemos atravez dos bens do
lempo,de tal mudo que nao percamos os da
eleruldade.
K ser nossa prsenle pastoral lilla na pralica
da missa parocblll, as igrejas c capellas de
nossa diocse no doiuiugo que seguir-sc a re-
cepclo della.
Dada cm Paria, sob nosso signal, c o cello ue
uossis armas, e contra sillo do seerelirio gc-
ral de nosso arcebispado, no dia do Pentecos.
les, 8 dejnulio de i8l.
toiniagot Awi/ujo Varia,
Arceblspu de Pars.
(aurnut tles 0-6 '*>' )
PERNAMBUCO
i i i;igOES PROVINCUES-
Collcgio di Sanio-Anido.
laeltitoreti
O) srs.
l>r. lOaFellppedrS. Lefio
D.-. Anselmo Francisco Pirctl'
lr. (aspur de H, V. de Drumon 1
tiuront'l Jus Pedro Vlluzo Ja Silveira
Cunsellieiro A. P. Maeiel Monlciro
l>r. Victoriano de Sa Albuquerquo
Dr. P. F. renenle-coroool Jlo do llego B. FalcSo *
Dr. J. li'Aquino FoDSCCa
liescmbirgado.- J. M. Figueira do Mello
t" ni ln: I ni .i Cueles le Mello
Dr. Caelaiio Esl dina C. P.
Dr. Hemoterio lo< V. da Silveira
Padre Joaquitn Pinto de Campos
Coronel Francisco A. de barros o Silva
Ur. \i inoel Joaquim Carneiro di cunba
Dr. Rodrigo Castor de A Maranbfio
Dr. Joii Francisco de Arruda l'alcfio
Dr Domingos doS. Lefio
Cscriv.li F. C. de Uritto
Dr. Hollino Augusto C. d i A.
Dr. Francitoo Alteada Silva
Hr Joac Maria UoSOtZO d Veiga l'ossoa SI
oa Pedro di Silva 33
l).- Cuilhermino C. SI. Bacalbo 30
Dr. Manoel Firmino Ja Mello 31-1
Dr. J Eduardo Pina 30
i'adre M. do 8. topes Gama 3
i'eni'iit i-coronel J. Francisco Lopes l.ima 30
VOTOS
52
51
49
u
M
M
M
Dr. Thom F. de Castro M.
Dr. AIoxhii li o Bernardino dos liis e S.
Dr. Francisco do Reg 11 irros Brrelo
ios Antonio de Figueredo 9
M. Carneiro do Sauza Lacerda 9
Dr. Cosme de Sa Pereira 8
Dr. Alvaro Burballi!) Ucba Cavalcanti 7
Dr. Filippe Momia Calado da Fonaeca 7
Floriano Correa de Brillo 7
Dr. Francisco Carlos Brandfio 7
Antonio de Siqueira Civalcanli 7
Amonio Jos de Oliveira 6
Coronel Francisco Jacintho Pereira 6
Jos An ion id I' ssoa do Mello 6
Dr. A. Francisco Pereira de Carvalbo 4
A. L'iiz Bezcrra Borburema 4
Dr. jii-i'' M i; ue I ii Al ves Ferreira 4
Padre M. Lupes llu li i ;ues de Barros 4
Padro M. Jacome B. Csvalcanti 4
Dr. Flix Tlicotomo da Silva GusmSo 4
Dr. A. Annos Jacome Pires 3
Dr. Vicente Ferreira Comes 3
Dr. Jos liento da C Figueredo t
Padre M. do S, Lopos Cima I
COMMERC10.
ALFANDF.GA.
Itondimanto do dia 29. 41855,34a
Descarregam hoie 30 de dezimbro.
Ilrigue portuguez Tarujo /. Ugcdo.
l'.il i-1 sarda -- HafaeUla o resto.
Escuna brasileira -- S. Jos gonaros do
paiz.
liil><>i'l ii <;<.
Bsouna brasileira S. Jos, viuda de Gran-
ja, consignada ao meslro, manifestou o se-
guinlo :
3801 maios desoa ; a Manoel Conr;alvo
da Silva.
300dilos de dita ; a Antonio de Almoida
Comes.
1190 ditos de dita; a Zepbeiino Gil Peres
da Molla.
200 ditos de dita ; u Thcolilo Feliciano de
\lmoida.
lUcuuros miudos ; a Gouveia & Com-
panbia.
Fra do tnsnifesto.
I caixfiocalsado, 1 realejo e leelindro; a
ZepberinoGil Peres da Molla.
1 caiifio, I ciixnle c 2 barris carno, ti 1
caixote vohs; a Toeolilo F. de Almeida.
118 mu -s do sola, 1 caixfio carnee 2sur-
res f riiri.i; a Jofio Porfirio da M.itta.
056 moios do sola ; a Manoel Gon^alves da
Silv' J o
Uriguo brasileiro Almirante, vindo des.
Francisco, consignado a Machado & Pinliei-
ro, manifeslou o se^uinle :
5139 nlqueires de faiinha de mandioca o
3 dilosde gomma ; aos consigo tarios.
Escuna brasileira Adelaide, riada da Ba-
bia, consigna la a Antonio de Almeida Co-
mes, mamf-'stou o seguinle :
1 c litlo e 1 caixfio miudezas, 2I0D quir-
linhas, 35 laidas loui;a vidrad, 366 siccas
caf, 7 caitas, 12 ceilOos e 1083 caixindas
charutos, 5 fardos tabaco o 300 mollioi pi-
ssaba; a orde/ft.
C(/NSULADO GERAL.
liendimentododia 1 a 27 .40:398.377
dem dodia 19........1:028,703
O arsenal de guerra, contrata o foruc-
cimonlo de pfies e bolachas, para a eompa-
nhia dos aprendizss menores do mesmo ar-
senal, sendo os pfies de 4 oncaa, e bolachas
de Sem libra: quem quizer fornecer, a pre-
sento-so no dia 30 do correnlo mes, as IC
horas da manhSa, trasendo suas propostas.
-- Pela administracSo do crrelo se faz
publico, que, boje (SO) do crrante, as II ho-
ras do dia proceder se-ha o consummo das
cartas, de conformidade com o decreto e re*
gulamcnto de 15 de maio do corronte anno
REAL l.' i.MI'AMIl \ DE PAQUETES liNGLEZES
A VAPOR.
No dia 31 desto Diez, espora-se o
bem mullendo vapor Swern ,
commandante Vincent, da Euro-
pa o qual depois da demora
do coslume, seguir para os p.irlos do Sul :
para passageiros, trata-seem casi da agen-
cia, na ra do Trapiche Novo 42.
--Nohospital rudimental a cargo do 10. 0
baialbao d'ini'-iut ni, precisa conlratar
para dieta dos doentes, os gneros ahaixo
mencionados.--Ass-ucir refinado, arroz pi-
I do, bolaxas de8cn> libra, dolaxinlns
iJglczas, bolaiinhas d'araruta, biscoutos
doces, balitus iuglezas, carne verde, en
preto, cevadinha, oaf muido, doce do
goiaba, marmellada, farinba de mandio-
ca, farinba de trigo, farinha de Mtranhfin,
fannha d'ararutu, f angos, feijfio prcto,
galinhas, manleiga. nio de vacca, ovos,
pfles de l,". i'iio- ie-io. peixe, passas,
rap, roscas, sal, louciuho, temperos, vi-
tiln do Porto vinagro, velas de cera bran-
ca, velas de cannuba, azeite doco para
alampada doSS.
As pessoas que prolenderom (azor o for
necimento dos rifuridos gneros que se-
rfio da nielo o qualidade, sfio convida las
a comparecer com suas propostas na se-
cretaria do mencionudo batalbfio em os
das 29 o 30 do crrenle mez das 9 horas
da manhfi cm uiante.
Quailel uo Hospicio em 28 de Dezcmbro
de 1851 Jos Antonio Ferreira Adnfio
lenle Agente.
espirito, sobre cesa intelllgencla Uo cjelicada e j
to srnsivel que be uin dos attrlbutos mais no-
tavels dess uigaolsacau.
u a. niulher tem-se toraadn n alma das reu-
moes escolbldas, seu pradominio lein-se unil-
tas veres eaereldo nellss em laigas proporedes
Para o Rio He Janeiro'.
Segu com hrevidale a sumaca brasileira
S.Autooio.muiio novae de superior march:
pura carga, escravos n frote e passageiros
trata-se com os consignatarios Machado '
por ventura nu nielo de um circulo de homsns pjnheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo
ilijtilH as^a jv^ ajbIhIi_a ^Ba a ^ ^ & ^ biiniiiiinH nsi i _a__i _.. _______ _. -Isai t f ^
Pulilicacoes littcrarias.
OJARD1M DAS DAMAS
Peridico de inslrucco e recrelo
dedicado ao bello seto.
Dr. Cyprano FnnellunC A.
Dr. Joaquim Manoel Vimra de Mello
Dr. Augusto Fredeiico do Oliveira
Dr. Francisco Jofio Carneiro da Conha
Teoenle-coronel Joso Amonio Lopes
Dr. V. Justiniaoo B. Csvalcanti
Dr. A dos S. Siqucira
Dr. Francisco Xavier l'aes Burdo
Dr Francisco Rapbael de Mello Rogo
Coronel Francisco Jacintho Pereira
Dr. Joaquina rio Sooza Re Dr. Antonio Epaminondas de Mello
oi '-coronel J. Thomaz de Aguiar
Jos Joaquim do Reg Barros
Dr. Mano I de Souzi Carcia
D-. Cosme do Sa Pereira
Dr. Jofio Francisco da Silva Braga
Dr. L. F. de A. Catando
Dr. F. A. Oliveira Maeiel
M.ijor A. J. do Oliveira
Dr. Antonio llaptista Cilirana
l'r. A. do Siqucira Csvalcanti Jnior
M.jor Jofio V. Villela
patria um trabalho de outra especie, o traba-
lho da inteligencia c da dcdlcac"io, vos lo-
dos borneas que a l'rovidencii tem collocado .
lias coudivoes elevadas da socledade. Vs ten-1 Antonio .Marques de Amorim
des considerado uossa inoradia como o terreno] Dr. Joaqun) Conexivos Lima
neutro onde todas asoplnloei honestaspoiliam, Barfio de Cspib.n ibe
sol os auspicios da religio, inoslrar-sc e a-
|>oiar-se mutuamente. Todos os parlidos siu>
ceros, vos o poeis alleslar se tein ah reunido
para conferenciar. Dr/eis, pois, se he ou nao
veidade que, qnando vos deserrveruos estas
particularidades de nossas visitas pastoraes,
vossos corapes licavam abalados? Vos applau-
diers o elogio que iaziaiuos tic vosssos irnios,
de uossus lilbos habilaules dos suburbios.
Lougc de ter suri rehendido cm vossa'* M-
luas dureza para cun aquclles que cairegam o
I).
Dr.
Dr.
Dr.
J. I'
I. J. de s in/. Lefio
.Marcos C. da Cmara Tsmariu lo
M. F. de Paula Cavalcanti
Antonio F. Pereira do Cirvaldo
. re A. i'.nvlrmu 1 ins
l>r. Lou'onco Avelmo de A.
Bar i de Suauooi
Uirfio da Roa-Vista
Dr. Jos Cardozo de Quoiroz Fons-ca
' !)r. Francisco do P. Baplistr
fardo mais pesado qa vida, uo temos ochado 11). Jo:-i Josc |.',.r, eir do Aguiar
ne las senao benevolencia, coiupaiiao elin.na-,,, Jr0 pr,BC,c0 Uuchiol P. de B.
indadc. Do coracau de vussis inulbcrcs, nrin- ,. ._,__.-. n...... x ruii
cipalmenic derrauia,-.e incessa.ilenien.e so "r',,ncl J so Antn ) Pesaoa do Mello
lire todus os Inljilunios mcjgotavcis thesouros Dr. JOaq .mi Jorn-e dos jamos
cm soccorro eein consolacdes. I A. V. da S. Barroca
Acal-amos de ordenar a uina de nossas com- llarfio de I. ojuca
nussgcs administrativas, a puhlicaco do qua- Dr. Jo* i-rancisuo a Cosa Gomes
drodas obras permanentes qne acaiiilade tem |)-. Angelo llinriqucs da Silva
creado em nossa dlocese. Oraessa hlslona n.io:ur j p m portolli
lieprlucipalui.ule vossa, enlistaos a quem ; jsc":i'inti no Jo Castro Lefio
lorain dadas as riqueas desle inundo i ISao re- .,. 1 vu
futa ella cloquentcuieuse as calumnias contra I"' A> aviguior
vos dirigidas ? _________________
Cesse por tanto lodo erro, cliarissimos ir-
inos ; despojai-vos de vossas prevences, e
reunindo-vs como lilhos do Pal (que est no
eo cm um ain'ir fraternal e sincero, nao espe-
ris o intlhoiariicuto da ordein social, que l'a
quem pareca esperar de uuvas revulucoes, se-
nao da lei nalu'iil do progresso, pro(resso lau-
to mais seguro ({uaiitu fur mais pacillco.
Porem nao he smenle a vos, charissimos;
N
28
27
27
27
2fi
26
25
25
25
24
M
U
M
22
22
23
19
19
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17
17
II
16
16
16
15
14
la
ii
12
11
II
11
II
10
10
9
8
8
7
7
41.617,080
DIVERSAS PROVINCIAS
Rcndimcntodo dia 1 a27. .2:483,340
dem do dia 29....... 1*.5<+
2:497,851
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GB-
RAES DE PERNAMBUCO.
Itoitdiilienli) do dia 29.....1:018,910
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlododia27.....1:481,914
lilcmdodia29......... 909,310
iVluvimento do pono.
Navios entrados no dia 29.
Demorara-- 42 dias, galera ingl-za Glcnlan-
ne, de 650 lonellalas espitfin Charles
Chapman, equiragom23, em lastro; ao
cnsul inglez. Conduz 310 omlgrados.--
Veio refrescar e segu para Cilcutll.
Radia 15 dias, escuna brasileira Adelaide,
de 60 tonelladss, capilSo Joaquim Anto-
nio do Figueiredo equipagem 9 carg
caf e mais g meros ; a Antonio Jos de
Almeida Gomes. Passageira, Joanna Ma-
ria dos Anjos c 1 menor.
Liverpool--36 dias, brigue ioglez Lindis-
farno,de294 tonelladas, capilfio William
Irwin, equipigem 13, em lastro ; a D;ane
V mi" & Companbia.
liem 33 dias, galora ingleza Sw.ird Fish ,
de3l5 tonelladas,capitiloRichar lo Creen,
equipsgom 22 rn.'i fazondas ; a Me.
Calmont & Compinhia. Traz 2 passa-
geiros.
EDITAL.
i
Collegio da Bon-Vista
Osara.
Dr. Augusto Fredurico le Oliveira
Dr. AlTouso de Alhuquorque e Mello
Dr. Jofio Francisco da Silva Braga
Dr, Jofio Francisco Duarto
VOTOS
"?* Dr. Jofio Jos Ferreira de Aguiar
leudes, dirigem-s'e couUa a propria g'reja ca- Augusto Jos Peixoto
luiuiiias anlogas, c ao terminar esta carta pas-l D.gomhargador J. M. F. de Mello
toral, eremos de nosso dever rcpruduzir alimi Dr. L'jiz Duaite Pccira
de refular estas calumnias as proprias pala-
vras do concillo de Pars.
i.'.er que a igreju nao se
dece da ssrle dos infelices ueste mundo.
onpa-
Como
boa mai a igreji.ona tcrnaincute a todos scus
lilhos :.i ni distiuccao, c tusleula-os com todos
os lucios que eslo cm scu poder ; inas o po-
bre povo, os tmb ilhadiues c iudlgenles, todo
aqueiles aos quaesa miseria oppriine, sao ce-
ses principalmente que a cxemplo de Nosso
Senhor Jess Cbristo, ella cerca de um amor
mais vehemente, de urna mais viva solllcltude.
Nao he sen espirito que inspira cutre nos cala
viva e frvida cajidade a lanos cbriitaos ri-
cos a cales jovens disunctos, a estas mulheres
to virtuosas, a estas virgeds consagradas a
Dos, pela mo dos quaes a igreja derrama so-
bre os pobres tantos beneficios, todas as con-
bulac : divinas c humanas, e cobre sua nudez
coma abundancia de sua candado.
Calumnian! a igreja quaudo a fatem dlzer, a
proposito da den-.ualdadr das condlcors. que
lodos os ruft-lises oppriuiidos pelo Irabalbo e
que suitrcm toda a especie de miseria, cstao
i "too liiiinovel e fatalmeuie encadcadi-s ao
Dr. C-ctano Kslellila C Pessoa
Dr. Francisco de Paula I! inli.-ia
Jo llyginode Miran-la
Dr. Francisco Xivler Paes Brrelo
Dr Francisco Ro Irigues Seto
Dr.J. P. MeniesMsgalnfies
Dr. F. de Assis Oliveira Maeiel
Consolheiro A. P. Maciol Montoiro
Dr. An'oniou'Assuinpcfio Cabral
Dr. F. P. de Rrillo e Mello
Dr. P. F. de P. ('.. do Albuquerque
Vigario Veninci i llonriquede Rezende
Dr. Candido A. da M. Abuquerquo
Dr. J. dos A. Vieira de Amorim
Dr. Joaquim Francisco de Faria
Dr. U. Stbino Pessoa do Mello
Padre F. R. P. B. de Me leiros
Dr. F. Rapbael do Mello Rogo
Dr. M Mendes da Cuuha Figueira
Dr. M inoel d S iuza Gtrcia
Dr. Victoriano de S e Albuquerque
Dr. A. V. do'Nascimcnlo Feitoza
O lllm. Sr. inspector d thesouraria da
f.i/i'u la provincial, em cumprimcnio da or-
dem doExm. Sr. presidente da provincia,
manda fazer publico, que nos dias 13, 14 e
15 de Janeiro prximo vindouro, ira a pra-
ua para ser arrematado, peratite o tribunal
administrativo da mesma thesouraria, a
;:;;; per mcnOa izo iim uuaOODCaitOS
da cadola velha da cidade deGoianna, ava-
llada cm 636,486 rs
A arremalacfio ser foita na forma dos ar-
tigos M e27da le provincial o. 286, de 17
de maio do crrante anno.
As pessoas que se prnpozerem a esta orre-
maefio, coinporccam na sala das sessfies do
mesmo tribunal, nos dias cima menciona-
dos pelo u cm dia competentemente bsbi-
o'lilados
r,,, Epara constar se mandou alTixar o pre-
20 son le c publicar pelo Diario
<2oj Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
ou vincial de Pernatnbuco, 23 de dezembro de
1911851. O secretario,
Antonio Ferreira da Aonunciacfio.
Clausulas especiaes da arremataefio.
l.'serfio le i las todas as obras necessa-
rias, para que este edillcio Oque em bom es-
ig lado e nele poder residir o destacamento ,
lg conforme o orcamento approvado pelo Exm.
17 Sr. presidente da provincia na importancia
IV de 636,486 rs.
]0 2.a todas as obras sero principiadas no
15 praso de um mez e concluidas no de 3 me-
t zes, contados de conformidade com osar-
14 ligos 31 6 32 da lei provincial n. 286.
14 3.' o psgamonto da importancii desta
J4 obra ser feto em urna so preslacfio quando
13 ol i o.livor concluida c em estado do ser ie-
13 cebida denitivamenle.
13' 4." para tudo mais que nllo eiliver deter-
li minado as presentes clausulas, seguir-se-
i'a lia o disposto na referida lei provincial n.
. 286. Conforme. O secretario,
19
19
19'
18 i
PROSPBCTO.
O homem, niio obstante seu corpo to niara-
vilbosanienlcorganlsado, nao obstante sua al-
ma to enrequeeida de nobres faculdades, be
um ente to incompleto que a suprema sabedo-
ria acbou que nao ca bomque vivesse s. A
escrlpiura santa cnsina-nos que Dos, queren-
dn remediar esle mal; enviara um somno a
Ado e cmquinto elle dorma, tlrou-lhe urna
coslella da qual formara Kva.
A' vista da mulher <]oe Dos Ihc aprsenla
por esposa, Ado exclama: o Kis-aqui o osso
de meus ossos, a carne de uiinha carne; por
isso o homem deixarpai e mi esc unir a sua
mulhrr : ellcs sero dous em urna mesma car-
ne. Dos os abencoa c dis : Crescci c inulli-
|d ral c povoai a trra.
Foi smente depois que o homem e a mulher
orain assim unidos era matrimonio, que a bu-: "hora deve ter para poder dlier-se inslrurd
ni inida.I,- foi consliluida e a obra da crcaco e bem educada; isto be, Iremos apreseulando
completada. de mudo proporcionado ,i coniprehen^o de
i'ara lomar uceessaria esta unio entre dous nossas leitoras, dcsenvolviinculos ui.ns ou me-
cnles lo dlversamenlc organisados c dotados nos exiensos sobre a historia sagrada e profaua,
de aplidoes to dillercnles, Dcos deu a um a ""bre as (ciencias naturaes c positivas, soi.ie
forca c ao outro a bellcsa, os dircilos c devores proprlos da mulher, so*
Com cllcilo o homem encantado da belleza lrc litleraluro, ele., ele. A segunda comer
da mulher, seute a necessidade de ama-la c de poesas, rmuauses, drammas, eolitos para os
ser por ella amado; euto querendu demons- meninos, (-i) anedoclas, jogos de prendas e re-
Irar-llie seu amor c lambcm caplar-lhc a bene- ceilas uteis c curiosas.
volencia, elle esforca-se por trata-la com as Todos os nmeros deste peridico, o qual sa-
malores allcncoes, por preslar-lhc os mala va- jl'rf duas veses por mes (na primeii a e torcelra
liosos scrvicosO; a mulher por sua parle gra- domingo; cm foliielim de I ti a 24 paginas, sero
la a tantas dcnionslracOcs de alleclo c lambcm acompanliados allernadainenlc de lgu. iuos re-
conhecendo que por sua fraquea precisa de prescnlaiivos das modas mais recentes de Pa-
quem a proteja e defenda, paga de boa vonladc ris, de lindos riscos de bordados c moldes de
as atteticOes que Ihe sa prodrgallsadas, os ser- laoyrluthu e de peras de msica, tudo viudo da
vicos que Ihe silo prestados, couceilcnoo -por pltai da funja e dado pelos incilioies perlu-
prcuiioseu precioso amor ao ente forte a quem dicosalli publicados para insliucco c recrelo
scus encantos tein caplivado. das bellas Parisienses. (4J
csgracadaineule o homem nao tein sempre Bosta smente que o bello sexo brasileiro
manlido a mulher na posicao que Dos Ihc as- proteja c anime una empresa que Ihc be toda
signou; abusando de sua forca, elle a tem Ira- dedicada c que Ihe pude ser mili vanlajosa.
tauo multas vetes antes como cscravaque eo- [D primelro numero do Jardim das Damas, o
mu coiupanhclra, mas em castigo descudellc- qual se actia j quasl lodo Impresso, sahir
lo, aquellos qricasslm obram, possucm sumen- lux na priureira duuiinga do anuo prximo fu-
te um corpo sem alma: pensameulo, amor, de- turo--4 de Janeiro.)
dicacao, liada he para elles. Os Orlentacs reos
deslecriine.conhecendo bem que nao possucm Historia universal resumida.
os coracoes de suas mulheres, nao Ibes pcrrnit- ,, .
tem sahircmem publico, elles temem expor a Para uso das escolas dos Estados-Unidos da
vista de eslranbos csae sorriso de graca que America do Norte, por Pedro Porloy, Iradu-
eos ooliocou nos labios dcstas creaturas aben- zida r ara uso das escolas do Imperio do Bra-
coadaa, como scu mais puro raio; por isso con- sil pelo desombargador consclheiro Jos Ri-
servam-nes e:u scus harcus dcbaixo de chaves beiro. Esle excellente resumo acha-se nos
cferrolhos soba guarda de eunucos. (2) A Grc- prelos da canilal do imporio, o brevemente
^ttflMK s^hir a luz: .utacrev^e n.t. edaie do
crla-scqucaal.nada mulher nao eraIda,me- ccif na livran* n. 6 o 8 Ua pra?a da lude-
na ordein que a do homem ; luda a especie de pandencia a 5,000 Pi. por cada cxemplar co-
instrucfo Iheera reculada, sendo assim con- CidcraaiH,
demnada perpciuameme a ignorancia; no se- EI.EMKNTOS
gundo, ella estara sujeita a unta (utella que de *
nunca se acabava. A roca era aostolhos doro- HomcBopathia
mano a suprema virtude de sua companlicira; S8nn |(JZ s!l,uriat plrie rjeta obra
r^.VZ^Z^.^'to^ coonpostapelo profossor ., ,a,oP.lh. Gos-
ravilhosadcsuaintelligeneia. l'ioulmente em sot Bimont. R:cebem-se assignaluras para
Ronn o marido podia repudiar a mulher von- a obrB tnleira a 5,000 rs., no consultorio
tade, tornar a loma-la, empresta-la ao amigo, homceopat'iico da ra das Cruzos n. 28. De-
julga-la em familia c al mata-la. Elle nao pois da public*c,3o da tercoira parto, o pre-
usava sempre dcsta permisso, mas algumas (osera elvalo a 8,000 rs. pura aquellos
vetes mandava acouia-la lo ludemeuie por que ulo tiverom asiigtldo. No mesmo con-
seus libertos que a desgracada murria disso. su|torlo, acha-se a venda tudo uuanto he
?^S^*52L2fiSSX nocessarioparao ostuloe, pratic, da ho-
llhegillamorrcraassiiii por ordem de llciodes niojopatbia, Camo seja : livros impressos
..ii,,-. para historias do docnics, re^imens apru-
O Kvangelho, dli o mesmoescriptor, veio li- pnados para a provincia de Pernambuco, e
rar a mulher desle inierininavel auBihema, elle encarrega-so do mandar fornecer qualquer
resiitiiio-lhc aalma iuipondo-lhea obrigacode encommonda de medicamentos homceopa-
trabalhar para sua salvaco, derramou-lhc so- Hik- .. tanto BTISOS COmO cal :;';. cm
oreacabecaainesinaagoaderegeneracoque elohuoscomo'em tinturas.
No prelo : l'allrjgenesia dos medicamen-
tos brasileiros.
Ltemenlos de anatoma e phisiologia com es-
distinctoa, de esplritos gravea e profundos, po-1 andar, ou com o ca piulo Jos de Campos Mi-
de ella ignorar as cousas que lodo o mundo ggihges na Pract,
sabe, e ser constrangida a guardar um silencio! e oin*.' ..;. ., .... ..
ridiculo quando .e falla e.nji> presenfa de' ,. "/"oa'" ''e''ne,r0' ''ir ale o
lilteratura. de arte, de sclen.sJ-Porveutur J" da. presento semana, sotn falta, o briguo
pude ella ignorar a historia de seupaii, c os ele-f orasiloiro Itio Ave: para o resto da carga o
meatos prlncipaea dos conheciinenlos hu- escravos a frete : trata-so na ra do Trapi-
inaoo.i? lchen.3*,com Novaes &. C.'ossenhnresquo
E na familia nao he ella quem Imprime A^mbarcaTn. escravos lenbam a bondade do
intelllgencla de seus lilhos a prlmelra impul- mindarem os* sao? E para dirig.-los nos annos da infanera, lecedoncia.
naoconviu que seja lustrulda,que sua InteUl-l n a% ,,.- _.... ,
gencia tenba sida formada por urna eduo.cao ,~ Pra o Rltf da Janeiro pertcnJe seguir
exieusa, c que sua mc-radade lenlia sido f..r- Viagem com multa brovldade, o pat.cho
tallecida pelas luxes da rasaoe daf, nao dessa; nacional naigariia, capltao Florencio Fran-
f supersticiosa c ignoraute, mas dessa pledade.cisco Mirques: quem no mesmo quizer
eaclarecida e sincera qua nasce deumaioi-
trueeo solida c que fortifica a vi ilude '
fro aborreclvel he a mulher pedante,
quantohe eslliuavela mullier instruida semaf-
fectaco; ella be um lliesouro para aqueltes
que a commuuieam, uina fellcldade para as so-
efedades que frrquenta..
Mas, dliem muilos, a mulher he physica c
111 o i lmenle predestinada para exercer na fa-
milia uina_ordci do funeces outra que o ho-
mem. O homem, activo, robusto, obra no ex-
leriur, Irabilba ao sol; a mulher, delicada,
amorosa, cria o filho e administra a casa.
Concordarnos com isso, mas pedimos que
nos seja permittldo pcrgunlar com o escriptor
que deixamos citado em primeiro lugar : Por-
ventura para criar seu (libo, para forinar-lhc a
alma dia por dia, para darramar-lhe nao o leile
do corpo, pois esse he nada, m o leite do es-
pirito, sera preciso mulher menos inlclligen-
cia do que ao marido fabricante ou mercador
para vigiar sua machina, para faier suas com-
prase vendas, para regular suas eoulas ? tire-
mos que niuguem se altrcvcr a diier que sirn.
Entretanto qual lie a educaco que entre ns
se d s raparigas ? Em vez de se Ibes ensiuar
o que be iiccessarlo para a vocaco severa da
uialernldadc, enslna-sc-lhos, quaudo multo, a
tocar, a cautar. a dansar, a descubar, filialmen-
te enstna-se-lbes (litcule o que pude seduzir,
encantar e conseguintemente abreviar a dis-
tancia que as separa do matrimouio. Parece
que so isso se Icm ein vista, como que se, con-
cluido este aclo, seu destino icasse esgolado,
sua vida acabada!
Um tal erro nao deve continuar; cm verde
receber uina educaeo, por assiin dizer, de
passagem, que s corresponde na vida a uin
un mu ', a mulher deve receber urna lnstrucco
que radie igualmente sobre todas as lloras de
seu deslino; ella deve fortificar (ua alma pelo
estudo, nao s para saber livrar-sc dos lacos
que Ibc arniam os'mos? senao lambcm para
poder convenientemente educar seus lilhos,
aconselhar scu marido nos casos difficcis, con-
sola-lo nos adversos, c preparar de autemo
para si propria uina dignidade para a velhlce.
Convencidos pois deque concorrendo para a
crlucaco de nossas bellas cautivis, patudas,
fariamos um nao pequeo servico sociedade
brasileira, propoaeiiio-nos publicar um perru-
dico nesle sentid-), o qual, para conformar-nos
com o preccito de Horacio de ajuotar ao utll o
agradavcl, resolvem.s dividir em duas parles,
parte instructiva e parle recreativa. apri-
inclra iremos dando cm forma de dialogo e ein
arligos separados os conheciinenlos que uina
carrogar, nu hir de passagem e embarcar
ascrayos, pode entender-so com o consig-
natario Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da
Cruz n. 33.
Para o Porto, seguo com toda a brevi-
dade, a baroa portugueza Espirito Santo.ea-
pilio JoSo CarlosTeixoira ; quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem dirija-so
ao oscripiorio de Francisco Alves da Cunba
& Companhia, na tua lo Vigario
-- Para a Babia pretonde soguir com mui-
la brevidade o hiato brasileiro Exalsrj.lo,
mestro, Antonio Manool AHonso : quem no
mesmo quizer estregar ou ir de passagem,
pode entender-se com o mesmo mostr, no
trapiche do algodSo, ou com .S Araujo, na
ra da Cruz n. 33.
Para o Riu do Janeiro, sabe no princi-
pio do Janeiro, a barca amcricant W, II. I).
C.Wright, capilflo F. H. Worthington : as
pessoas que tilla qutzerom ir de passageai,
dirijam-se ao escrtptorio dos consignata-
rios Deane Youle & Companbia, na ruada
i: i loi i do lieoifo, e sealguma pessoa liver
alguma conta contra a dita barca, quoira
aprosonla-la no dito escriptorio at o ulti-
mo do mez, nli n de sor satisfeita.
Vonde-se a lancha denominada Unio,
do porto do 19 imi'linlis, prompta do ne-
cessario para navegar, do boa conslruccHo e
melhoros madeiras : quem a preteuder, po-
dora iiiiii iar enamina-la no auceradouro
do Forte do Mallo, e para (justar na ra da
Cadeia u. 39, com Amorim IrmSos.
Avisos diversos.
sobre a cabera de scu marido, applicou-ihc o
benecio do sangue derramado no Calvario,
abrio-lhc a porla da igreja, associou-aao mar-
lyrio e decrcluu-lhe a apolncose daescravidao.
Klia era excluida do banquete, elle a chamou lampas, para os curiosos em homucupaUia.
mesa de sua eommunhao -, eslava decahida de Itoga-so aos sonhores assittiaiites o ob-
toda especie de dircito gloria, elle acoroou sequio de mandar receber seus exerapla-
com a aureola. res no consultorio bomcejtathico da ra
Fresentemente a mulher tem recobrado na j^g Cruzes n 28.
sociedade o lugar que a Ublia Ihe assigna, ella
he a cotnpautieira du bo.nem, ella participa de
sua vida, de seus trabalhos, de seus pcuiamen-
tos sua Intelllgencla desenvulve-se oo mel
das mesmas condi^ues moraes que a de seu
companheiro, por conseguiote tein dreito a
urna educaco mu desenvolvida quanto a deste.
Mr. Pascal llame trataudo da necessidade da
educaco das mulheres exprmese da maoeira
segulute:
lloje nao he mais permetlido encerrara
mulher nos cuidados materiaes do lar domes-
TRATAUENTO UOMEO-
FATIHCO.
DAS MOLESTIAS VKtBBS,
e consolhos os doeules para s.i curarom a
si mesmo, sem preetsarom do medico;
polo professor liomreupalha
Gossel-Uimont.
Sabio a luz e acha-se a venda im consnl-
Avisos martimos.
inforiuiilo ao qual niuguem pode nem deve Dr. Joaquim Oonrjil es Lima
dar neiiiiiiiii remedio. l>r. I.ouicneo Trigo de Loureiro
lie falso que a doulrina evanglica sobre a |)r. Mnioil Firmiuo de Mello
iiiilidadc espiritual do ofl'riincnlo c solare a Francisco A'imO '8 da Silva
:.jiitilcaro que pode resultar delle, deva ser; |)f ^^{01 di Souza Res
. memiidi ueste sentido, que uao seria permet-j. ^
lldo aoi christos desejar ou procurar allrvio ,,.;,,,;' v,||a!a
para seus malea poique a .greja cnsina-|bea|Joao^ leulimJ'"^
adr, cada dis a U?os cm sua supplica, li-Miguel (,onSlvos Lima
12
12
12
!
ii
11
10
10
Antonio Ferreira da Anir.iiiciae.lo.
eclara^oes.
O vspor brasileiro Impera-
tris commandante o primeiro
tenenle Joaquim Salom Ra-
mos de Azovedo, deve cbegtr
10 dos portos do .Norte no dis 31 do crreme,
10 e seguirt para Macei, llahii c Rio de Jmioi-
10 ro no dia seguinte.
licoe erer que a casiidadc e a vlrlude em nos- torio liotncoopathico da ra das Cucos n
a poca consisten), como no lempo de Lucre- 28, pelo proco de 1,000 rs.
cia, em liar lan e ao sahir de casa.
Se os deveres moraes que a natnreza c a
couscicncia impoein mai e esposa so trio
aeveros quanlo era outr'ora, cumprc reconhe- '
cer que o progresso dos lempos icm excrctdo ''ara o Aracaiy ou Cear, hiateS. JoSo:
bastante iullueucla sobre as qualidades de seu quem no mesmo quizer carregar, dirijs-sea
--------------------------------------------------------^ ra daMrdrede D.'os n. 34, ou ao inestrc a
(1) Fallamos do verdadeiro homem c nao do bordo.
bruto com forma humana, pois sabemos que a pt 0 Aracaiy, seaue em pouCOS dias.
fr'^^JSZ o/m'a'S'dTsorde: Z^Z^T ? OT5" "ue,n no "T
nados apeuies Im0 UUIZ01 Carregar, ou ir da passagom, di-
(2) Os fcgyj>cios chegaram ao mesmo liin sem rtja-aa a na do Vigario n. 5, ou com o mes-
se servo em das grades de ferro dos harens Ir Antonio Joso Viaiina, no trapicho do al-
eles decrelaraiii que nenhuma mulher poderla godo
aahir ra sem ler os ps calcados e prohibi-
rain sob pena de priso, aos sapateiros de faxe-| (.'1J A infancia he vida de contos, por isso
rem calcados para ellas, fosse de que quallda- querenoo habilitar as mais para satisfazer esta,
de fosse. po r assim dizer, necessidade de seus lilhos, rc-
Os Chins procedern) ainda de rnelhor modo solvemos dar em nosio peridico coutos mo-
para coiisegulrcm o mesmo lim ; elles persua-' raes c instructivos ajipropriados a cstaidade,
diram as suas mulheres que a pcquenliez do allm de rjue ellas nao se vejain oiirigadas a con-
pc he um dos elementos pruicipaes da belleza 'tar-lhea historias de cabra cabriola, de Maria
por Isso estas pobres creaturas eulregam con- horralheira c outras, das quaes ucuhum pro-
temes suas lilhinhas aluda tenras para que liles
cjajn quebrados os ps em un torninho alini
de uao crescerem. Dcsta mauelra ellas mes-
illas prepsram scu capllvclro, porquaulo nao
podeodo ler-se em p pormuilo lempo, tam-
bern nao podem sabir ra.
veito ni.un estas tenras e amaveis creaturas
(4} O vapor Inglez que parlo de Soulhainplon
a o de cada mez, traz-uos sempre os nmeros
de dillrenles peridicos de modas e Irabalhos
de senlioras publicados etn Pars al o da an-
tecedente.
li ni imlutlc de N. S. do Terco.
SECUNDO AVISO.
Os abaj.o assignalos, faiem scienlc a
todos os irmos da irmandade do N. S. do
Terco que, ja se acham promptis dentro do
cemiterio publico 5* catacumbas pertencen-
tcs a mes na irmandade. He porlanto no-
cossario quo todos os i raos o irmflesque
ainda no contrihuiram com a quota do
5,000 o racain quanlo antes pora que se pos-
sa concluir o restante das que faltam e de
seusaforiiiosiauenlos.aliin de poderein del-
tas gozarom por sous fallccimentos, bem
como, seus lilhos e netos menores; certos
de que, o ii0o fazendo dentro do praso de 6
mezes contados do primeiro dosetomhro do
corrento atino (praso tambern marcado pela
illustrecmara municipal) nflo teram diroi-
to a serem se aullados nassobreJictas cata-
cumbas, salvo se comrjbuirem com a quan-
tia de 20,000 conformo foi deliberado em
mesa conjuncta competentemente autorisa-
da. He porlanto do esacrar quo os refeii-
dos irmos e irmaes, de bom grado se prs-
tamo a coarljuvar com to diminuta contri-
buirjao, visto ser applicada a um fim to
ulil,oo no o o lo p o nossa mo'le o do nos-
sos lilhos e netos menores,um jasnjo decen-
te. No |.n i;a a tlguem haver de sor n ti
conltibuiQo (nutras irmaiidades em muito
molimos circumstancias a tom exigido)
porquo, a irmandade do \ S. do Terco alm
do nao ter nli i ilion ni, custa do qu>l possa
fazer semelhante obra, no tem obngarjo
de dar catacumba aos quo no contribu-
rem, porque ella nunca as possuiu; mas
sim urna sepultura no cbo. No so tem
ulliei uin a inultos irinos o irmes porsa
ignorar quem sejam e onde moran, para se
Ibes communicar semelhante deliberarlo,
motivo por que, se faz o presente aviso alim
decliegar ao cunhocimeolo de todos para
no iiiicaroin ignorancia. He de esperar
quo, cuncorrorii com a sjbredicta contri-
liuijjlo (oa maior se fr possivel) alim de
conciuir-se urna obra to proveitosa, nao so
a todos os irmos como ao crdito e brilho
da irmandade, e al para no haver desi-
gualdade entro irmos do u i a irmandade
que lodos se devem ufanar de a ella perten-
cer. Os que quizerem contribuir para po-
der gozar das catacumbas, se deveiSo diri-
gir a qualquer dos ahaixo assignados. Juiz,
Din iziu llelario Lopes, iimlliicita n. 135,
sacretario, Antonio Jorge Rtbeiro de Unto,
na inosina ra u. 59, Ihosoureiro, Jos Piulo
de Magalhos, ra das Cinco Puntas n, 112,
procuradores, Manoel Jos de Souza.na mes-
ma ra ti. 55, o Anl Miin lie,, hsia de Maraes
Sarment, na mesma ra u. 86, procurador
-imI, Manuel Finnino Ferreira, ra da Con-
cordia ultimo sobrado ao sul.
U thosoureiro da irniandado de N. S. do
Terco faz sciente a todos os seus irmos e
iriiiiios quo loiu no i-onti ihuii com a quuta
cima referid i, que, se por circumstancias
a n.iu puuureru dar por uini so vez, duvida
alguma baver de sua parte, cm receber
osla quota em duas ou tres prostiCeSes, aiini
de Ibes facilitar uina contiibuirjo to ne-
cessaria e til.
O cirurgio Bernardo Pereira do Car-
ino faz scienlu as pessoas que a lempos Ihe
fallaram o inesino a quem qutzer e couvier
para por meto de um razoavel ajuste os tra-
tar animalmente das moles'liaa que possam
appaiecer quo lenham a bondade do vi-
teiu u casa de sua residencia na ra larga
do Rozarlo u. 30 para entrarem no numero
de seus clientes uo primeiro de Janeiro de
11*52. O mesmo declara no poder ir agora
as suus casas por estar incoimnu Jado
Retratos.
lloje 30, liuslisan os trabalhos da olllcina
eaiaiinieci-la ft raaNova n. C. Todas s
pessoas que se acham devendo retratos, le-
nham a bondade mandar paga-Ios al ama-
iilia 31.
-- l'rot'is i-sc do urna negra para o servi-
co de urna casa de pouca familia e que saiba
cosiuhar: na tua Nova n. 10.
i'esla.
Por no so poJer fazer a fusta do S. R. Je-
ss da lisia Sentenca no dia primeiro de Ja-
neiro como estava determinada, tica trans-
ferida para o dia 4 (domingo) do mesmo
mez.
--No dia 2 de Janeiro prximo futuro sabe
a luz o primeiro numero da Caipora de
Pernambuco. peridico politico e enrona-
lgico ; vende-se avulso na ra estrella do
Rocario n. 34, no atorro da Roa-Vista n. 74,
ua lypographia da i Voz do lirasil na ra
da i'iai i n. 45, e em mo do distribuidor
lo Echo Pernambucano. > Proco 40 rs.
cada exemplar.
ODr. Carolino F. do Lima Santo', mu-
dando so do aterro da Roa-Vista, Icm lixa-
losua residencia no primeiro andar da ca-
san. ~M vli ni ra Nova. Como mdico,
contina a ollorocer seu presumo ao pu-
blico, e sempre no sent Jo de seusaonun-
CIOS.


r

Napolen Gabriel Hez, embarca para o
Hiu de Janeiio, o aeu escravo, Je nomeMar-
culiuo, creoulo.
Na DOite da domingo 28 do corrcnle,
desencamiubou-at un aolim ingtsi e urna
atla ds panno,desdo a ponte de Uch i al
ao nnoguiulio : quom o achou querendo
restituir, o p le levar na ra do Queimado,
ioja da miudezas o, 25, que ser rocompen-
sido.
Procisa-so de alugar urna prela para
trrico de cisa : atraz da matriz de Santo
Antonio o. 30, casa da esquina.
Piecist-se alugar una preta quetaiba
cosinnar bem o diario de urna casa : na ra
dt Praia n. 34.
D. Umbelina Wanderley Peixoto, pro-
fesora d aula particular da ra da Cadeia
de Santo Antonio, no s 'gundo andar do so-
brado n. 1t, avisa ao rcspoitavel public
que, no da 7 do jaoeiro principiar de novo
os trabalhos de seu magisterio. Os Sra.
pais de familia que quizerem matricular
suas Albas, devem fallar com a annuncian-
to aulesque preeucba o numero de alum-
nas que pretende admitlir. Aceita poncio-
nisius, uicias penciouistas, o exlernas. A
annunclanle acaba de dar a prora do apro
veiaoienlo de suas alumnas, tenJo pre-
sentado no dia 20 de dezembro oilo alum-
nas quu foraai examinadas cm presenca do
seus pais, sendo todas approvadas plena-
mente^ cinco premiadas es vir tu le do ai i.
40 dos estatutos. A anuuncian'.e de novo
protesta continuar a empregar lodosos es-
forcos para bom cultivar a iutolligencia de
suas alumnas : tratando-as com tudas as
alienen -s de urbani Jade e cauJura, de que
,hc sao credores pon boros Uo sagrados. A
aniiunciante, despiezando o amigo e br-
baro castigo de palmatoadas, obriga as me-
ninas pelo lado do amor proprio o o pudor
aspiraran] certas uooras concedidas ao me-
nt, e desla forma loin conseguido o pro-
gressu de suas alumnas.
nlisli Clcrks' Provident Asso-
ciation.
A General Meoling o llie share-holdors
ufthislnstitulion will be held attheBrit-
i.-iiLihrarv iiooms Ibis ereuing (Tuesday)
st 6 o'clock.
By order,
Thomis Blakely (llon : Sec :)
O abaixo assignado doixa de ser cai-
xoirodosSrs. J. II. Lasserro et Gompanllia
bastante penborado do bom tratamenfo qus
dos meamos senhores recebeu duranlu o
lempo que se oceupou no servico da sua
casa.
i. It. 1.1,vire & Companbir aviso ao
publico que o Sr. Jos Machado Pinenlel dei-
xa o servico da sua osa por nilo Ihe convir
continuar. Os mesmos aproveililo a occa-
siojpara Ibe agradecer o zelo e aplidiio com
que sempieo servio.
Eugenio Tiset cidadSo francezvai Ta-
zar viagem ao Norli do imperio.
Antonio Jos Ribeiru Bastos, embarca
para o Rio do Janeiro seus escravos do no-
no Antonio ciioulo, Ignacio cabra.
Napolen Gabriel Bez, embarca para o
llio de Janeiro sua oscrava de nomo Maria
parda.
-- Fernando Jos da lloclla Pinto remolle
para o llio de Janeiro os seus escravos Jo:,
o Jotquim cnoulot.
-- Aluga-se do dia 15 do Janeiro em dian-
tao sitio ao Sr. Queirz Fouseca, no lugar
dos Remedios, com casa par, grande fami-
lia, quartos independientes para escravos,
coxoira, estribara para cavallos, e un ex
callente viveiro de peixe : a tratar no mes-
mo sitio, ou na ra da Cruz n. 24.
Desapparcceu na noite.de 24 do cor-
rente a escrava Miria de nagao angola, i la-
de quo roprescnla 40 anuos, cor fulla, des-
carnada do rosto, bastante Ha o seci do
carpo, bem fallante, tem na mil.) direila 2
dedos aleija los que no os irrove, quem a
aprehender leve a ra direita venda n. 93,
da esquina do boceo do Sirigado, cu a ra
do Queimado n. 40, segundo andar, que ta-
ra bem recompensado.
Itoga-se a pessoa que por esquecimenlo
doixou um brinco de ouro na luja do miu-
dezas:na ra do Qoeimado n. 59, de Ma-
noel Jotquim da Silva Fernz, quo o mande
buscar dan lo lodos os siguars exatos.
Aluga-se o pnmeiro andar da casa n.
24, da ra da Gruz : a tratar na mesmo
cata.
Attencao.
Um moco que estudoii, e tem alguns pre-
paratorios offeroce-se para ensinar prime.i-
ras lo i .15,001 algum lugar porto desta praca,
da cujo ojisiiin 11;ni pratica, prometle no
mesmo todo zello promptido no desem-
peuho de suas obrigaces quem precisar
portera snuunciarsui morada para ser pro-
curado.
Um mogo que se acha desoecupado, de-
zejt lomar para fazer, alguma escriturario
alrazada, de alguma casa de negocio, que
se acheatrazada na mesma ;o que prometle
fazer com acceio e prompldSu: na ra da
Cruz n. 43 se dir quem be.
Precisa-sede urna ama que saibi cosi-
nbar e fazer as compras necessarias ; para
urna casa do pouca familia : na ma Direila
D, 53,
~ Antonio llicardo do Reg embarca pa-
ra o Rio de Janeiro os escravos seguidles :
Joo crioulo,-Arbano angola, Jo3o parlo, o
Lino cabra,
-Jos Antonio Gomes Jnior embarca psra
o Riu de Janeiro os escravos seguidles: B-az
crioulo, Micaela crioula com duas lilhas.uma
de nome Bernard, eoulra Sebastiana.
-- Joseph I. aluiii, sibdito uiglez embarca
para a Bahia a negocio de seu inleresse.
tty Fugio no dia 28 do corrente um mo-
lalo acabocolado de nomo Leandro.de idade
18 mines, sem barba bastante baJxo,
o grosso.com dois denles na nenie de cima
Uradosjlevou eamiza de elgodao acalca s-
zul.quem o pegar lvelo a ra das Larang-i-
resn. liquese recompensar o trablho.
Precisa-te de um caixeiro, de '"al*
anuos, com pratica, ou som olla : no ''eco
do Peixe Frito n. 5.
- O abaixo assignado, com venda na II
Direila n. 74, deixa de vender agoardem e
bebidas espirituosas de prodcelo brasilei-
ra, por ser coletado em una quautia, que
nSo ho possivcl vender ; dcsJo o 1.' de Ja-
neiro e 1852. Manuel Martin- Lopes.
Gabinete portuguez de leilura.
e ordem do lllm. Sr. presidente da as-
sembla geral desta sociedade, sao avisados
os senhores accionistas, para comparece-
rem no dia 2 de Janeiro do prximo anuo ,
pelas 7 horas da noule, nn primeiro andar
da casa n. 40, da ra da Cadoia do lleeife,
para Ibes seren apresentadas es contas e
relalorio da directora, procedor-so a clei-
(80 da rrova directora o conselbo adminis-
Iralivo, eseguir-se o rnais quo oscstatuloi
elerminam. Ricifc, 23 do dosembro de
1851. -- JoBo Quirino de Aguilar, secretario.
O tbesoureiro da iimanJade de N. S.
da ConceicSo da Congregarlo, faz sciente
sos devotos da missa da madrugada que
aoSr. Filippe Ncry dosS.nlos, a ta venia da
ra Augusta, sila na Ioja do sobrado n. 94,
com aruiac.Hu, lulos os spus elTeilos e per-
tences, epara que assim cousle a quom iu-
teressar, fal o presente annunoio. lleeife ,
83 de desembro de 1851.
Manoel do Rago Lima.
A pessoa que achou uns oculos dear-
roacSo de baleia, aros de metal brancos ,
eeaixavefde: querendo restitu'los pode-
r entr^garlna enfermara da ordeni t-rcei-
la deS. Francisco, que ser gratificado, pos
que s serve ao seu dono que ja he vellio.
Hotel Oh ilensc
Este estabelecimenlo acha-se no Varadou-
ro, preparam-ae comidas do todas asqua-
lidades, avisanlo-se urna hora anles, com
asseio e perfeicfio, tambom se faz jantar.
-- Pede-seaoSr. Poreira Guerra, quo foi
inspetor do atsucar, quo al 15 de Janeiro
vindouro de 1852, mande pagar ao Veiga
em S. Amarinho, a sia conla, pois queja
se nio i mi aturar as suas promessas, e
sempre faltando, isto a mais do un a nno,
e n3o he proprio do quem se proza ter fir-
meza nos eus Irados.
OSr. Jo3o Virissimo, mostr de alfaialo
que morou na roa do Vigario.queira annun-
citr sua morada ou dirijir-so a livraria n.
6 08 da praca da independencia.
Domingos Antonio Gomes GuimarSse
declara a quem convior quo sondo consi-
nbordascasaso.15 o 12 dar ua do Crespo nao
convira com quem quer que seja em seu a.i-
rendamento sem que com elle len mb do se
enlenler qnanlo a sua patio.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que FernundesGama, queira man-
dar pagara subscricao deste Diario.
-- Precisa-sade umi criada, smenlo pa-
ra o servico de cozinha e compras, para
una eisn do muito pouca familia : na ra
do Itozario da Boa-Vista, sobrado n. 32.
M n i I do Almelda Lopes, com cisa
de consignado para comprar o vender es-
cravos, tanto para esla provincia, como pa-
ra fura dola, mudo'i a sua rosidoncia da
ra da Cadeia do lUcife, n.5l, para a ra
da Cacimba, n. 11, anudo morou o finado
Exm. vigario. Brrelo,ondo continua, ofle-
recendo-so (oda a seguranza precisa para os
mesmos o bom tratamiento.
Precisa-se alugar una prela escrava,
para servico de muito pouca fimilia : na
Ponto Velba n. 14.
Madama llosa liardy, modista
b iizileia na ra Nova n. 34.
Prevme-se aos Ireguczesque recebeo pe-
lo navio IVriiamliur i, um bello sortimenio
de chrp js do seda franzids, o ligas de pe-
nacho e flores; para senhoras c mocinhas
d. ii ale I2annus, lindissimos chapos de
grosdo aple fransidos a modi, de flores
ou penachos, de abas grandes para menino
do 1 al 5 anuo, ricos capolilbos prelos e
decores, modelos noves, c muito enfeita-
dos ; ricos chapeos do palha para senhora
enfullados o sem enfeiles, chaposinhos de
palha para meninos o meninas, ricos cor-
tes do soda bronca lavrada para noivas, veos
e carollas; gros de aples furta-eores
para vestidos e capolilbos, franjas o transas
da mesma cor, para os cnfoilar : ni mesma
Ioja lem um completo sortimento do fazen-
ilaaao uso das senhoras, ja annunciadas, e
faz-so de encommenda vcjIIoj, canotinho,
e vesliiinbo debaptisado por preco com-
modo.
Calt0tatta
Na i. mi do A raga, n. i!, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
co qmlqiier papel em muito boa
letra e por preco commodo.
- Pedo-se ao Sr' Jos Carlos do MonJon-
ca Vasconcellos, morador no Sul desta pro-
vincia, que se mo tem jurado n3o pagara
quem deve, paguo a berdoira da fallecida D
Mariana Rodrigues de Jess, a quantia do
sois cantos e scenla e lanos mil res, prin-
cipal e juros de sua divida, conlrahila, ha
tantos anuos, eassevera-se-lho que se on3o
lizor promplamente saliera que O seu assu-
car passari por algum dcsgoslu nesta praca,
e quo o seu nome conlina a ornar as pagi-
nas dest) jornal.
Banco de l'ernambuco.
A direccHo do Banco de l'ernambuco con-
tina a nceber assignaturas para o m'smo,
as pessoas que quizciemassignaro devem
fazer quanto anles alim de gozaem da van-
tagem de entraren! com o importe de suas
assignaturas as prestaces quo prescrevem
osestalulos, crios deque em principiando
o mesmo as suas operoces, dohi em liante
aquelles quo quizerem assiifiar, havendo
anda lugar, s o poder3o fazer, entrando
com o importo de sdts ac?Oes em dinholro
a vis'a. Contina a estar patente a assigna-
idra noescriplorio do Sr.Manoel (oncalvcs
da Silva : na ra da Cadeia n. 36, todos os
das uteis at moio da. M. J. de Olivcira ,
secretario.
Acba-so farlnba nova do SSSF, (de ra-
minha) para vendar, nos armazens de Dea-
ne J/oulo & Gompanhia, no becco doGon-
calves.
--Preciza-se de um portuguez que seja
perito em piantacoes de smo, e saiba ti-
rar formigas, quem ostiver neslas circuns-
tancias e quizer trabalhar no sitio na traves-
sa do Remedio u. 21 culenda-s e com sen
propriotano, o Porlclro da Alfandega desta
cidade, na mesma roparticilo q aea vista da
prova quo der dosabero qoe acimaso desa-
ja, e da sua boa conducta doaiuste.
* Piiuiu CJaianoux, denttot *
* fi-nncez.offcrcce seu prest- >?
4 mo uo publico par ** uiistcres le sua proflssao :
* pcMlcscr procurado a pial- &
quer hora cm sua casa, M *
9 "nudo andar.
otcl no Montei ro.
Domingo, 16 do passado, abrio-sc este
estabelecimenlo com as seguimos pro-
porcOes :
Bilbarcsorvete, aos domingos e dias san-
os a larde.
Sala mobiliada e independente, para as
familias, que indo a paaseio quizerem dos-
cancar.
Quartos proparados para dormida.
Espacosa o bem arejada sala de jantar ,
com capacidado de servir 40 pessoas.
Soiti para recreio o passeio.
Aviso ao commercio.
O abaixo assignado, rendeiro do'
Trapiche denominado Cunha di-
rige-se pelo presente ao corpo do
commercio desla praca, aos Srs. de
engenho e donos de barcecas, of-
ferecendo Ihes o seu trapiche, me-
diante a vaotagem de s pagarem a
despeza de oitcnta reis por cada
sacco d'assucar, e de faier-se gra-
tuitamente a descarga da barcaca
que os eonduzir., Cumpre, que as
essoasinteressadas no trafico d'a-
quellc genero, se r>3o deixem Ilu-
dir sedendo a vantagens imagina-
prias em prejuizo das vantngens
reacs. Escuzado he garantir aqnel-
lesSrs. que se dirigirem ao abaixo
assignado, o zelo e promptidao com
que sero curnpridas as respectivas
obrigacei no que pertence ao hom
arranjoc aceiodos voluntes. Igual-
mente o abaixo assignado se olle-
rece aos negociantes desta praca
para embarcar cada sacco de assti-
car por quarenta reis, sendo o re-
pezo gratuito.
Luiz Antonio Barbota de Brito
-- O abaixo assignado, n.1o ho mais pro-
curador da extinrta companhia de Pornam-
buco e Parahyba,e mora na ra do Apollo n.
20, onde pode ser procurado sobre negocios
de receliimento de assucar.agoard.nloeou-
Iros quaesquer genoros do exportacBoque
llio lorem consignados a commieso; todos
os dias uteis das 8 horas da manliila as 5 da
lardo, fra disto no porlo velbo da Capunga
junto ao portSo da Sra. viuva Lisserre.
Jos Antonio de Souza Machado.
^ CONSULTORIO ti.M.iu HOMCBOPATHICO *|>
%j DE PBRX\MBUC1.
jt Derigiao pelo Or. Sabino Olegario lud- o
yro Pinho. *<
) Ra do Trapiche Novo n. 15.
Todos os dias uteis se darlo consultas 9
fg o remedios de grac aos pobres,desde '>*
$ pela nn nli "i, at as duas horas da lar-
0 de. As correspondencias o imforma- 9>
cOes pdenlo ser dirigidas verbal- 5.,
V monte, ou por escripto, devondo o :?
por oulra parte ba ineessanlemenlo e com
Vigilancia paternal procurado bem dirigir a
vonlade dos meninos por meio de urna acu-
rada educarlo moral o religiosa, habituan-
do-.iS or lem.iici-io, regularidadc de con-
ducta e respailo aos principios que servem
de baze a vida social o individual, Neste
em pinlio, o director tem contractado com
um rcspoitavel sacerdote para ser o capellSo
do collegio, afim de nSo s celebrar dos dias
de guarda o sacrificio da mista,como aplicar
aos allumnosos beneficios espirituada ; a
ReliglSo christSa, em sua pureza.be, alem
de sua eterna verdado, instrumento civilisa-
dor por excelencia. O director, vndo quo
dos instrumentos de msica o geralmenlo
referido he o piano, e que nem lodos os a-
ju.nn- se poderiam applicar ello pola dif-
Oculdade e cusi de o possuirem, procurou,
pezar de grandes sacrificios, que no seu
collegio houvesse um ptimo e forte piano
para aquelles de seus alumnos que quizos-
se.n aprender esso instrumento, para o que
'havera um meslro habilitado ; isto alem da
msica vocal e instrumental quo ja no curto
desle Huno se onsinaram. A vista de ISe re-
conhecidas vantagens, o director espera
m r, en a c.i .I1.111..M dos Sis. paes do familia
residentes fora da cidade, para os quo foi
in vordade principalmente cstabelecido o
O|"gioEspirlilo-Santo. Os repelidos au-
nuticios, pelos quaes o di'eclur I11 feito co-
nhecer ao publico toda a ulilidade e excel-
leiicia do seu collegio, o dispensan) deain la
c oceupar deste assumpto sendo quo aquel-
lo que nicllior quizer so informar pode pes-
soaluioulo verilica-lo, indo a qualqucr hora
do dia ao mesmo coligi,corlo de quo ludo
llio sr franqueado ; coiivenser-se-ha enlo
e quoodirccior nSo lie animado pelo de-
sojo souuras palavras o estirados annuncins a
crodulilada do rcspoitavel publico. Apro-
voiUndo anda o ensejo, o director dirige
suas despodidas por esle auno aos seusal-
lumnos o seus resp ilavels paes, fszendo
votos ao supremo arbitrio para quo Ibes con-
ceda prolongados, o venturosos dias.
- xr.t\*=3
ROWMAN & MC. CALIXM, engenhci:
ros machinislase fundidores de ferro mu
rnspeitosamento annunciam eos Senhores
propietarios doengonbos, fazendeiros, mi-
nciros, negociantes, fabricantes e ao res-
pi iinvi'l publico, que o sea estabelecimenlo
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em effectivo oxercicio, e se acha com-
Compra-se urna creoula ou mulata at O Cdigo do processo.
ISaunosde idade, de boa conduela, e quej s,hBaluza imporlanta obra intitulada
emenda bom de costura e eugommado: no I observagoaa sobre vanos artigos do eodi-
armazeu do becco do Coocalves te diraj do proce9go criminal, e da lei de Sdede-
quom compra. jzembro de 18 pelo Dr. Manoel Meede da
- Compram-se escravos e escravts.paralCunhi Alere,j0, Nest, 0bra indica o Autor,
um encommenda, nSo se duvidar* pege:-
los bom, em sen lo bonitas pecas : na ra
da Cruzn. 40, primeiro andar.
Compra-so um braco do balanzas gran-
de o cenx.- c .ni pesos ou sem ellos : quem
tiver annuncie.ou dirija-se a ra do (juei-
1111 o luja n. 3.
.1 i. ------------f----------------.-i^iia
Vendas.
~ A pessoa que q
tar-so do molestiasagudasou enrunicas, pode
dirigir-s'o *rua larga do Rosario n. 30, aon-
esl rezdindo o Cirugi.lo Bernardo l'e-
roira do Carino, que est promplo c oxercer
sua faculdado 0111 qualquer hora. Para c un
as pessoas pobres se prestara grates, a pes-
soa que o queira consultar por escripto de
qualqucr uso a que perlonca, devera em ter-
mos claros e precisos declararas seguiitos
principaes circunstancias.-- Primeiro sua
idade, temperamento, constituidlo, dbil ou
valetudinaria,so vigorosa ou sadia, hbitos,
occunacilo, accroscendo, so frdo sexo fa-
minino, a decliiracilo do cslajlo do (OMXe-
gras, numero do lilhos quo tiver tido, so Ihes
dorado mamar; iucommodos mais nola-|
veis nos seus partos; so grvida, do quin-
tos Dezes. qual o padecimento ou mal que
mais a al'lligia por semelhante motivo. --Se-
gundu o lugar do sua habilacSo, se hmido,
- ce 'i. n 1 (ido ou ventoso, sujailo a febres ou
outra inlorniidado. Terceiro se na familia!
lem apparecido casos do molestias por des-j
po-iciio hereditaria ou adquenda. Quarlo
sedoente desyphilis pela primeira, segun-
da ou mais vezos, em que lempo o foi > 1.
primeira vez, o tompo ou interrtllo que m-
diou no sollrimento de urna s oulras,
quaes os principaes symplomas que entilo
experimentara, remedios &. de que utu,
efeitos do irritacilo ou incommodo do uso
de mercurio, ou outro qualquer remedio,
s quaes construidas na sua fabrica pdom
competir com as fabricadas cm paiz cs-
rangeiro, tanto em pre?o como em qua-
lidade da materias primas e m3o d'obra
asabor :
Machinas de vapor da molhnrconstrucco
Moendas de caima para engenbos do lo-
dos os lmannos, movidas a vapor por agoa
ou animaos.
Rodas d'agoa.moinhos do vento eserraas
Manejos indppondcnles para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes e ebumaceiras.
CavilhOes oparafusos de todos os tama-
nlios.
Taixas,pares,crivos e boceas dofornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a m5o ou
por animaos, c prensas para a dita.
Chapas de fogSoo frnos do familia.
Canos do ferro, torneiras de ferro o de
bronze.
Bombas para cacimba e de ropuebo, mo-
vidas a mSo, por animaes ou vento.
Guindastes, guincboso macacos.
Pronsas hydradlicas o de parafdso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, va rundas, grdese portos.
Prensas do copiar cartas e sellar.
Camas, carros de mSo c arados de ferros
etc etc.
Alm da superioridade das suas obras, ja
do que so tambre Ihe fra suBministr.do, e: gcralmenlc reconhecida, Bowman & Me.
cm que dase. Quinto se o mal do quo pie- Cal i un garantem a mais oxacla conformi-
codoutemente so trata, fr precedido, acom-l dade com os moldes e dezcnbos remetimos
p mii do mi soguido de algum outro icci-l pelos senhores que se dignareal de fazoro
vento ou enfermidade, quer do origem di- lies oncommendas, ajiroveitandoa occasiilo
-ersa, quer "precedente da mesma syphihs. para agradecerem aos seus numerosos ami-
Scxlo em lim, quaes os symptomas quer; gos e Ireguezos a preferencia com que Icem
no olfoctivo padecimento de mal venreo ou 1 sido por elles honrados, e assegurani-lhes
outro qualquer desapparocoram, modlica-
ram-se ou existem sem alleracao apreciavel,
e quo aua menos importa que a declara-
tilo do lempo da molestia, sua especie ou
qualidade e curso al o memento da consul-
ta, complicactles sobre viudas o muios do
do auo so tem feito uso.
COLLEGIO ESPIIUTO-S.V.NT.
Director ,
FRANCISCO DE SALES ALBIJQEKQ'JE .
O collegio Espirito Sanio, silo na ra do
Mondogo, do bairro da Boa-Visla, n, 4*, ha-
venlo trabalhado com a dosejavol regula-
ridade durante o presente anno lectivo, lem
do encerrar os seus trabalhos no dia 20 do
coironle miz, para de novo comeca-los era
7 de janeirodo enno vindouro do 1852. O Di-
rector mo polo doixarde aproveitar osle
ensejo para vender pblicos e verdadeiros
agradecimentos aos paes do familia, que se
dignaram contiar-lho seus libios para serem
educados
que nilo pouparKo esfurcos e diligencia
paracontinuarema meroccra sua conlianca,
d'arora
(J. Starr & Companhia,
j Respeitosamente annunciam qoe no seu cx-
1 tonco ostabelecimento em Sinto Amaro,
] continua a fabricar, com a n al ir porfeicilo
n promplidKo, toda qualidailo do marhinis-
I mo para o uso da agricultura, navegado e
i manufactura, e quo para malor comino lo
"I de seus numerosos freguezes o do publico
educados o u collegio,' P,"''0^"^! em geral, tem aborto em um dos grandes
desta arte pela prompU ~*dJ"*'0J"B( armazens do Sr. Mesquila na ra do Brum,
tilo heniRMmenle proslaram ao seu nascen-i niarinha, um
gnamenle proslara
te estalielecimento.
Pela sua parte, o director tem conscien-
cia de haver feito ludo quanto esleve a seu
alcance para salisfasera expectativa do res-
peitavel publico ; pelo que espera conlinu ir
Deposito de machinas,
construidas no dilo seu estabelecimenlo.
Alli acharSo os compradores um comple-
to sortimento do moendas do calina, com
a gozar de sua indulgenti protoco alian;, todos os mellio'anientos (alguns dellos no-
caudo-lheque uo recuar ante obstculos
algum para o mais completo desempenho
dos ssgrudos deveres, a que se ha eompto-
mcttido.
lio bem sabido, quilo diflicil be montar
um oslabelecimenlo de educaco que cor-
responda perfeilamenle ao seu lim ; e mes-
mu no coracJo da Europa civibsala, lodos
os dias so procuran) novosmelhodos.melho-
res sjstcmas, pela conviccSo deque o que
existo, est anida muito a quem do que fra
para desejar. Oque por tanto so deve dizer
de nosso pan, on le nada se tom fdito debai-
xo deslo ponto de vista, onde alguns os-
labelccimentos deste gonoro teem tnlo urna
duraco ophemera, ondo innmeras sSo as
c 11 /. s com que se tem de lutar ;' Silo estas
Estribarla oarranjos para cavallo.
Comida mensa 1 oavulso, proparam-sejan- i sullicientescunsi leraijaspara desunm.11 111
tares o presuntos, aluga-se lou^a, vidros o director do Collegio Espirito-Santo .
bandejas, etc. etc. Mas por isto mesmo quo nada lia, parece ser
Tudo por preco mullo rasoavel, oacon-!j um precioso seivico esle de crear um es-
om consequeneia de ter faecido'o capeliao I lentes. belecimcnto de o tucano com as yanlagens
da mesma, deixa de haver a dita missa estes : JWm&WWWBWmiWWMW* .\o dias santos, por uo haver padre por ora
quo o subslitua.
a-si di um ama, quo tenha ti director compenetrado do quo dos princi-
1 bu.11 loile, sendo forra e que 6?' pios que so beberr na primeira idade depen-
Precisa-
ba muito
-- Precisa-so de urna prota forra, buC(p- 3 seja lidpa para amamciiUr urna cri- ''. dea vida inleira do homem, ha enviado lodos
liva, para ama do urna casa, que saiba Tazer anca de 2 mezes, paga-so bem : quem 31' os seus debis esfurcos para que o seu col
lodo o servico, paga-sc bem : na ra rNova Uf soacuar uesla circuinsl ncia, dirija- ; gio dolormine nos seus alumno urna dispo-
n.35, sedua quem piecisa. (i se a ra da Matriz da Boi-Visla n. .sn.rio moralisadora o por isso, se por uui
-O abaixo assignado, morador e esta be-' (Si 16, ou annuncio a sua morada, para $] lado ha procurado com disvello queospro-
lecidoneata cidade, annuncia ao publico e MI ter procurada. 191 lessoresoos mHhodos sejain os mais adop-
especlalmente aos freguezes, que comprou, mi>$*-'.,i*iNPk|Hil|Ki|l'li)s ao desenvulvimcnto da iiilciligencia,
vos e originaesj de quo a experiencia de
muitos anuos lem mostrado necessidado.
Machines de vapor do baixa a alta proa-
- "i, tachas de lodo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros d mSo, e ditos para
eonduzir formas de assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, Tornos
de forro batido para familia, arados de Ier-
ro.la mais approvada construcc3o, fundos
para alambiques, crivos e portas para for-
nalhas, e urna ionidade de obras de ferro,
quo ser infadonho enumerar.
No mesmo deposito exitte urna pessoa 0-
telligente o habilitada para recebor todas as
encommendas, etc. etc., quo os annuncian-
les, contmdo com a capacidado de su.is of-
linas e uiaclunismo, e poricia do seus olll-
ciaos, se compromellem a fazer executar,
com a inaior presteza, perfeiciio, e oxacla
'mil 111111 la.le cun 08 modelos, ou deso-
nhos, o inslrucces que Ihe furem Torne-
cidas.
1
Compras.
-- Compram-so escravos e vcndem-sede>
coi.iniiss'iii, para denlro e Tora da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado 11.11, on-
de morou o Sr. vigario do lenle-.
Compra-so um cazal de poic.is do rsss.i
Bail : quem livor anuuncio.
10LI11NI1AS PARA i85a.
Vendem-se fjlhinhas de porta ,
ile padre, e de algibeira de tresthf-
ferentes qualidades,sendo urna del-
In.s com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
Finissimas navolhas.
Vondcm-se navalbas com cabos do mar-
lim, os mais superiores quo se pode encon-
trar om navalbas, peb ridiculo precedo
4,000 rs. o estojo com 2 navalhas: na ra
do Qu limado, Ioja do miudezas junto a de
cera 11. 33.
Microscopios para ver seilulas,
Vendom-se na ra do Queimado. Ioja de
miudezas junto a ilc cera n. 33, microsco-
pios para ver sedulas, pelo diminuto preco
do 1,500 rs.
-Vondcm-se filas de veludo para pescoen
de senhora e tinturadle todas as qualided"S
o luvas prelas do pelica para homem a 6tO
rs. o par : na ra do Queimado n. 59, Ioja de
miudezas.
-- Vonde-se superior cal virgom de Lis-
lio 1 viuda polo brigue Novo^, Vencedor 110
passeio publico Ioja do fazoudas 11.15, pre-
co muilo commodo.
Vende-so urna inolaU do bonita figura:
na ra da Cruz n. 43.
Cadenas.
Vendem-sc'cadei.aspara meninas; noar"
mazem do Kalkmann IrmSos, na ra da
Cruz 11. 10.
Vendem-se rras o marmcllada, em
latas, chegadas ultimamcnto pelo brigue
Boa Viagem : a tratar no armazam n. 4, oa
ra da Cruz.
Vendem-se cscravas mocas,
de bonitas figuras, engommam
bem, coziuham e cosem chom ; a
mulatas com as mesmas habilida-
des; 1 lindo molecolc, c a escra-
vos de todo servico : na ra Dirci-
FARINHA. DE 8. CATHASIIU.
A melhor firinlia de mandioca
e mais reccnlcmentc che^ada ao
mercado, vende-se por preco m-lis
commodo do cpie cm outra ipial-
quer parle, a bordo do brigue Al-
miraote Tundeado confronte ao
caes do llamos s trata-se a bordo
do dito brigue, ou no escriptono
dos consignataiios Machado &c Pi-
nheiro, ni ra do Vigario n. 19
-- Na padnria da praca da Santa Cruz de-
lnixo do sobrado n.lOC, tem para vender
10 meriiiillios Je parreias moscatel jasmim,
muito grossos e c imuridos.em cuxOes para
poder st conduzidns para onda cojivier.
-Conlinua-secomo deposito debolaclu-
ubas doces americanas om urna ven la : na
mesma ra da padara do Beciro, Senzalla
.Nova n. 311, o na mesma tem para sevonler
um Carro para protostrabalhar.
SALSA PARRIL0.4
DE
As nu i.orosas expenoncias feitas coniu
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
lades, originadas pela impureza do sangue,
j o bom xito oblilo na corto pelo lllm.
Sr. Ilr. Sigau I, presidento da ara lemia Im-
perial de medicina, pelo Ilustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, ecm
sua afamada casadesaude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Olivera, me-
dico do oxercito o por vanos oulros mdi-
cos, pormiltem boje de prochmar altamente
as virtudes cllicazes da
SALSA PARRILHA
BE
Nota. Cada garrafa conlem duas libras
de liquido, c a salsa parrilha de Brislol he
garantida, puramente vegetal sem morcu-
rlo, '."lo, potassium.
Vende-te a 5/000 rs. O vidro na botica do
Sr. Jos Mari 1 Concalvcs liamos ra dos
i.iu-irlc- icuada 110 quarlcl de polica.
aar9ajrvvMriiriS:WilrlMit4fS
G.intois Pailhetck Companbia>
i* Continua-se a vender no deposito a*
i geral da ra da Cruz n. 52, o excel- p
! lontoe bom conceituado rap areia i
(S prela da fabrica deCanlois Pailhct& W
af Companhia da Bahia, em grandes e S
pequelas porces pelo pro^oostabe- I
lculo.
vr '-'- '- '-j
-- Vende-se mais barato do que em ou-
tra qualquer parle na ruada Aurora n. 32s
taberna nova pintada do azul osseguintea
eneros : manleiga ingleza da melhor -
720 rs., dita f'auccza a 5Gi) rs., cha do mai,
superior a 2,000 rs espermacale a 640 rs.,
caf de caroco a 140 rs., toucinho de San-
tos a 160 rs., farinha do maranhSo a 80 rs.,
assucar refinado que admira a 80e um rs.,
branco a 80 rs. o mascavado a 60 rs., bola-
cinha ingloza a 200 rs., sevada a 100 rs., ar-
roz pilado a 80 rs., azeite doce de Lisboa da
Barquiiha a parral 1 a 480 rs. ; e todos os
mais generos perlcncenles a vonda, assim
como queijos novos do muilo boa qualida-
de, e de tudo se da amostras.
Vende-se urna taberna com poucos fun-
dos no largo da l'enha n. 10, a praso ou a
liuheiru : quem a pretender din ja-so ao ar-
mazam do Joaquim Kilippo da Cuita narua
Jo Azeite de l'eixo 11. 19.
-- Pommateao, culiloiro na Boa-Vista n.
16, tena honra do ircvinirao publico, que
acabo.) de recebor pelo ultimo navio chega-
lo do Franca, u a novo soitimento do Tazen-
tas di melhor qualidu le a sabor : brides
Tolheadar do prala.osporas ditas,armasdees-
polelis, estribos ele etc. Provine igualmen-
te aos senhores fumantes, quo timbem re-
cebeu do deposit i da manufactura francoza,
oxcellenle fumo, a 1,280 a libra ; quo nada
deixar a desojar pelosou bom goslo.a quem
souber approveilar-80 da bella occasiSo que
se llio- proporciona do o saborearen].
Vendeni se barrlliohoi com doce de cal-
la, le todas as qu di ladea por multo com-
modo proco 1 na venda da ra larga do Ro-
zarlo, esquina do becco do I'uixj frito,
I, 9.
ioterpondo a sua opiniflo, as duvidas que
se podem agitar sobre a intelligencia prati-
ca de muitos artigos,as numesosas antino-
mias que resultam de certas disposices
comparadas entre ti, e com outraa da Icide 3
de dezembro de 1841,os effeilos ordina-
rios de alguns artigos desta lei e do regu-
lmento respectivo em damno dajuslicae
da humanidade,a necessidade de alguns
esclarec montos, edecltraces interpretati-
vas, que incumbe ao legislador braaileiro,
para dar a nossa legislaco repressiva um
systema de uniformidade com o direito pu-
blico da nacfo, e o plano anda mal compra-
hendido de nossas inslituicfles judicla-
rias, os abusos enormes, que a ignorancia,
e a m f de alguns juizca tem feito de suaa
melhorea theorias no julgamento dos cn-
mes polticos. O autor demonstra as suas
asserces com argumentos tirados dos mes-
|*nos textos da le, dos principios da juris-
prudencia commum, o autoridade dos es-
criptores que mais se tem oceupadp e dis-
tinguido na .-ciencia do direito punitivo. O
merilo desta obra, exclusivamente deduz-
do de sua materia, consiste no inleresse do
animar os jovens esludiosos, e os amigos
sinceros da verdade urna investgac3o re-
Tloctida das questes, que nella sao discu-
t las. Nenhuma oulra obra deste genere nos
consta at hojo que tenha apparecido desde
I mili.(...i 1 do nossoa cdigos criminaes.
Este motivo, anda que fosse o nico, nSo
-' lim menos lisongeiro para seu autor,
nem mouos til aos que o quizerem imitar,
ou julgar o mrito de suas observaedes.
Vende-so cada obra por 6,000 rs., no pateo
lo Collegio, casa do livro azul.
-Vendo-so um escravo crioulo do idade 17
a 18 anuos, perfnto eozinheiro do diario de
urna casa, ^om vicio nem achaques, o de e-
loganle vista : na ra da ordem tercera de S.
francisco sobrado n. 10,
Sebolas.
Na travessa da Madre de Dos, armasem
n. 19 vondem-so muito boas sebolts a 320 o
cento.
A ellas antes que se acabem.
Na Ioja da ra do Crespo n. 10,vendem-se
pelo diminuto preco as seguintes fazendas ,
lencos inteiros de seda para pesclo a 2,400
ditos a 1.500, gravatinhas do sedo para ho-
mem a 800 rs., seda furta-cores para vesti-
do a 1,300 o covado, brim do linho-mesola-
do a 320 rs. o covado, lencos de cambraa
do liiiho para homem a 320 rs., palito de
brim a 5,000 rs. cazacas a 6,000 rs chitas
francezas a 240 rs. o covado, cortes do casi-
miras a 4,800, e 5,000 rs., chales de seda a
1,500, c 6,000 rs., pocas de medapolSo com
20 varas a 2,000 rs., alpaca de linho para
jaqueta e vestidos a 260 rs., o covado, cacas
francezas de excellontes padrOes a 800 rs. a
vara,meluzinas com lisia na frente para ves-
tido a 700 rs. a vara,caca seda para vestido
a 700 rs. o covado, nscado largo azul para
roupa do prelos a 120 rs. o covado, riscado
i-era jaquola a 100 rs o covado, chapeos
brancos castores a 8,500, ditos prelos a 6,800
rs., e outras muitas fazendas por menos
preco do que em out'a qualquer parte.
-- Vende-se urna armacilo propria para
qnalqder cstabelecimonto no atierro da Boa
Vista n. 76.
Flores francezas.
Venlem-s I ramos de llores lancczts mui-
to superiores polo baratlssimo preco do 320
500,600,800, 1,000 rs. na ra do Queimado
Ioja do miudezas Junto a Ioja do cera o. 33.
Franjas para cortinados.
Vendem-se pecas de franjas com 15 varas,
fazenda muilo superior pelo baratissioio
prego de 3,000, 3,500, 4,000 rs. I na ra do
Oueimado Ioja de miudezas, junto a Ioja do
cesa n. 33.
Meias baratas para homem.
Vendem-se meias cruas para homem a 160
rs., ditas pintadas e azuesa160 rs., ditas
brancas a 160 rs., diltas brancas muilo finas
a 240 e 280 is. : r.a ra do Queimado Ioja de
miudezas junto a Ioja de cera n. 33.
Pai a senhoras,
Vendem-se carteirinhas com agulhaa do
todas as qualidades a 300 rs.,caixmhas com
6 papis de agulhos francezas a 240 rs. agu-
Ihas canlofas a 40 rs. o papel, carriteis de
II .has de 200 jardas a 60 rs., linhas de pezo
finas e grocas a 60 rs. a ma-iiniia, lezouri-
nhas muito finas para costura a 240 rs., tran-
cinha do 19a do todas as cores a 60 ra., a
pecinha, babado aborto de linho a 80, 120,
160 rs. a vara, ditos bordados a 200 rs. a
vara, ligas de seda para senhora a 200 rs. o
par, peotcs aberlos de baleia para coco, fa-
zenda muito superior a 300 rs., caixinhas
de metal com grampas a 100rs., queso a
caixiuha val o dinheiro, tezourlnhas ingle-
zas as mais finas que pode haver para unbts
a 640 e 800 rs ricos agulbeiros de vidro a
200 rs.. linissimas meias brancas para Se-
nhora a 500 rs o par, crep dtnarelo perfei-
tamente bom a 400 rs. o covado, escoviolus
para denles a 120 rs. bicos linos largos 0
"slreitos, litas linas lavradas e muitos bons
gostos brinquedos para meninos, froco de
todas as cores a 160 rs. vara 1 e outras mui-
tas miudo/as, que se vondem por preen ana
cauza admiradlo : na ra do Queimado, na
bom conhecida Ioja do miudezas junto a Io-
ja de cera n. 33.
Salsa ,
muito nova c superior, vinda no S.Salvador;
chumbo de munic.ui; masaos do oapelOo de
todos os nmeros e em qualquor poi c..",.; ia
na do Trapiche 11. 26, caaa de M. Uuarte
Rodrigues.
Casticaes dourados a i,5oo rs. o
par.
Vendem-se na ra esireita do Rozario,
travessa do Queimado, Ioja de miudezas n.
2 A, junto ao deposito de pilo.
Na ra Nova n. 5o, vendem-
se os seguintes generos ultima-
mente ebegados, queijos suissos
muilo frescos a 56o rs. j dito fran-
cez aG4ors. ; londrino 8720 rs.;
queijos flamengos muito novos e
outros muitos gneros ltimamen-
te recebidos ; assim c mo licor de
marrasquino muito superior.
Lembrancas aos freguezes.
Quem quer bom e barato he agora.
Farinha do reino a 80 rs. a libra, assucar
refinado e branco a 80 rs., passas uovas a
280 rs., figos a 160rs.,queijus novos a 1,000
1,440 rs., larinha do tapioca a 80 rs.,al de
caroco a 140 rs., cha llisoo muilo nova, ba-
tatas uovaa, chouiicas novas, graxa em la-
ta, servrja patente garrafas, c meias ditas,
vinho de Lisboa a 210, 280 rs. a garrafa,
azeitonas novas, arroz branco muito alvo,
vellas de esparniacete, e de carnauba, azei-
te de carrapato a 1,440 rs. a caada, e 1,600
rs. em garrafa e ouiros muitos gneros pur
preco mais commodo do queem outra par-
lo : no Paleo do Carmo venda na quina do
Beco da Bomba por baixo do sobrado de 1
andar u. 13.
*5*
M
ww^usssrsi


Vinho le Champagne,
e superior q.ulidde : vendo-so no arroa-
-m KalkiDfinn lrnjSo* Ru da Cruz, n. 10
O Vende-s um grande sitio no lu- 0
O gardo Mangoinho, que (lea defronte 0
q do sitios dosSrs. Carneiros.com q
X grande casa de vivenda, de quitro q
~ ngoas, grando senzll. cocheira, n
Jt estriban, baixa de capim que sus-
** lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- i
$J b, eom bomba e tanque coberto ]
2 Pr banho bastantes arvoredos tic ~*
W fructo : na ra do Oollcgion. 16, se- O gundo andar.
ooooooe OOOOGOOOCQO
Moinhos de vento
com bombas do repuebo para regar bortas
d baixa* de capim : vendem-se n fundigao
da Bowman & He. Callum, na ra do Bruot
iis. 6.8 e 10.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. in, Ija
maito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Tai \a- para engcnlio.
Na fundigo de forro da ru* do Brum,
acaba-so de receber um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
roodo, e com promptidao embarcam-se.ou
rarregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a 16 em libra, e tam-
bem de um tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
FOTASSA DA RUSSIA.
So armazem de Jos Teixeira
asto, na ra do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Kussia, chegada recen-
tetuentc.
-- Vendem-se velas do espermacete, em
caixas, de superior qualidade : cm casa do ,
J.Kollr&Conipanh.a: na ra da Cruz nu- Sllua Santos, no caes da Altande-
mero 55. | ga, armazem do Anes.
Principios geraes de economa pu-j Vende-se cal virgem cm pedra,
blica e industrial. | chegada rocantemenle de Lisboa, em onco-
Vmide-se este compendio, approvado para ras muito bem acondccionadas o por prego
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na muito commodo : no armazem de Silva llar-
praga da Independencia, livraria n. 6e8. ruca, na ra do Trapicho Novo n. 19.
Lasa de commisso de escravos.1 Em casa de J. Keller *i Com-
Vendem-se escravos e recebem- panliia, acba-sc a venda vinagre
sede commisso, tanto para a pro- I,raneo, superior de JNantes, em
vincia como para fra delta, para barra de 3G medidas,
o que se olerece muitas garantas Aossenhorcs de engenho e casas
a scusdonos : narua da Cacimba particulares.
1 lf nrimeiro andar. No armazem do Sr. Antonio Annos no caes
11. 11, puuiiiiu da ilfandega, vonde-se bacalhao de Noruc-
JiCpoSllO (lC Cal e pOtaSSa. ga coi tinas o melhor que tero vinJoaesle
tu'_________ j- _.,. ,1- f'-.io'.a mercado superior inglcz por ser cora Jo
No armazem da ra da Ladea com me|hor yenJM por 6000 rs a
doUecifc n. 12, na muito supe- tina.
rior cal de Lisboa, em pedra, as- Vende-se padaria nova do Manguinho
""* L<" '. com lodos os sens perlenccs : quem a pro-
sim como potsgsa Chegada ultima- tednder dinja-sea mesma.
mente, a precos muito rasoaveis. Ra da Cruz n. 4<>i primeiro
Deposito de cal virgem. andar.
Cunha & Amorirji, vendem barris com cal Vende-se superior fumo em far Jos c mui-
em pedra, chogada ltimamente de Lisboa, to barato,
na barca Margarida, por menos preco do PKn|,
quoem outra qualquer parte: na ra da Ga- I ecnincild.
Ucia do Recite n. 50. Vendem-se superiores batatas, a 500 rs. a
AGENCIA canastra, com o p-so de urna arroba o tanto
vende-se um carro de qua-
tro rodas, maito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
gad Sougei no aterro da Boa
Vista.
.MotMKlus superiores.
Na fund:c.ffo de C. Starr & Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a vend moendas
de canoa, todas de ferro, de um modelo o
conslrucgSn muito superior
Farinha fontana,
chegada ltimamente: nm casa de J J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vende-se cm casa de A*-
damson Howic & ComparihU, na
ra do Trapiche n. 4* > panno de
algodao para saceos de assucar *,
muito superior e h ralo.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-so velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de sleiro da ra da
Cadeia do Recite n. 36.
Vende-se saccas com superior colla,das
fabricas do Rio Crande do Sul, e a prego
commodo, no armazem, do Das Kerreira
ao pe da alfandega.
DEVERES DOS UOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se eitff compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernago, a 500 rs.,
cada um 1 na livraria n. 6 c 8, d* prega da
Independencia.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
~ vende-se champagne da marca amiga
e bem condecida. Come!, cm casa de Deaue
Yule 1 companhia : na ra da Cadeia.
Vende-se, traspassa-se, ou
faz-se qualquer outra transacdSo ,
com a loja, que i'oi do fallecido Jo-
s Pinto da Fonseca e Silva, airti-
ga loja de Guerra Silva & ('ompa-
nhia, na ra Novan. II, n fallar
com J. Keller & Compinliia, na
ra da Cruz n 55.
Vendcm-sc amarras do Ierro : na ra
da Senzalla nova 11. 42.
Vende-se oleo de linhaca ein|
botijas: a,tratar com Manoel da
SALSA I'AKHILHADE
SANDS.
Este ercellente rnmedio cur todas as en-
fermidad
E MA1S OFF1CINAS
NA
Ra linpcrlnl n. t I 8 o 12o, c deposito na na Nova 11. 33.
Respetosamente avisam ao publico, e particularmente os Srs. de ongenhos o des-
tiladores, etc., que eslecstabolccimento se ach completamente montado, com as pro-
porefles necessnrias, para desenipennar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. O mesmos chamam a altenco par* ai seguintes obras, as quacs construidas em sua
fabrica competem comas fabricadas na Europa, naquahdade e mo de obra, e por me-
nos prego, a saber :
MACHINAS continuas do destilar, pelo methodo do autor francez Uerosne, ai mo-
Iliorcs machinas, que para este fim al noje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimcnses.
TODOS OS CORRES necossarios par* o fabrico de assucar.
TAIXOS DE COBRE para refinaglo.
TAIXAS lili < 1 para nngenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE do piccito, do ropucho, de roda c do pndulas.
ESCRIVAM.MIAS de lalo dos melhores modellos.
DITAS DITOgalvanisadas.
SINOS de todos os lmannos.
OS aprecia vi.1 s fogOos do ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito de m5o.
PORTOES de forro.
VARANOASdito.
CRADIAMENTOS dilo.
TAIXAS dilo.
CALDEIRAS dito.
RA.MIEIROSdo zinco c do folha, para banho do choque. ________
MTTu(&y[][D)^[D)i % yp
DA
SALSAPARRILHADEBRISTOL
- -- .,m_
do batatas, e cm libros, a 20 rs. : na ra
Drcita, venda n. 76 o 78.
Vendem-se bolinhos franec-
zes, chegados de prximo do Ha-
vre de Grace no brigue Cezar ,
muito proprios para cha, pela sua
da fundicao Low-Al5or.
RA DA SEZAI.LA QIOVA S. 42.
ISeslc estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
nicnli) de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de excellentc"qualidade e genuino pa-
vapor, e taixas de ferro batido e jadar na rua da truz do Reci-
coado, de todos os lmannos, pa- re? armazem de mothados n. Ga,
ra dito. je Manoel Francisco Martins &
Agencia de Edwin Maw. Irmao.
Na rua de Apollo n. armazem de Me. Cal- V'n <,
iiKinii Companhia, acha-ae conalanlemenie r 10 ingiez
bous aoriinientos de laixa de ferro coadoc ^)e muito superior qualiJado e por preco
batido, tanto rasa como fundas, moendas in- commodo, em casa do Eduardo & Wyalt, na
ciras todas de ferro para animae, agoa, ce, rua ,|0 Trapiche Novo n. 18.
dita para armaren, uiadeira de todos o. ta- Vonde-se chapeos de palha mericana
los, couco,pa.sadeira. de ferro estanhado cima de meza, bons reguladores : na rua do
para casa de pulgar, por menos preco queoz Trapichen. 8.
de cobre, escovena para navios, ferro ingles 1A.NOS.
antocm barras como cm arcosfolhas, eludo .. ,
por baraio pre9o. Vendem-se em casa de Ka I k-
Vendem-se relogios de ou- mann Irmos, narua da Cruz n.
ro eprata, patente ingiez: na rua in; ricos pianos de Jacaranda, com
da Senzalla Nova n. \:\.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
excellenles vozes
pouco tempo.
chegados ha
AVIZO IMPORTANTE.
Chegaram em Irn as dezejadas massas de
rom car b3o de sicunra e braro Genova, oassas, uvas, figos, azeitonas, e a-
com camuao ue sicupira e nracos mandoa8. ,udu de gllp0rOr quaiidade, o
da trro ; na fundicao da rua do umaporgflode caixmlus do passas muito
liriini iis fi fi p in. lenfeitadas, para se fszer algum presente;
urura na. u, o o *w. estes gneros desemb.rcam hoj 21 : quem
nombas de Ierro. sequlzerfomecerdestos gneros, diiija se
Vcndem-se bombas de reDUXO, I Ubero* da Madre de Dwsn. 9, armazem
, .' de PinhcirocV Cordeiro.
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10,
fundicao de Ierro.
Arados de ferro.
Na fundicao da Aurora, .-.;;: S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Farinha de mandioca.
A mais nova o mais barata farinha de
mtndiocaque bao mrcalo, vonde-se na
rua da Cruz do Recito, armazem n.13, de
JoSo Carlos Augusto da Silva.
Deposito la fabrica de Todos os
Santos na italiia.
Vonde-se, em casa deN. O. Uieber&C.,
ni ru* da Cruz n. 4, ilgodSo transado da-
quella rabric*, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por pregocom-
moJo.
H Vjodem-se o alugam-se bichas, che- ti
f, gadas ltimamente de Hamburgo, por |#
^< prego commodo: n* ru* de 8. Amaro t
> n. -M. 9
Mimtwwiiiit
Vendem-se selins e silb5es
inglezes, de couro de porco, da
pnmeira qualidade: em casa de A-
damson Howie & Comparliia, na
roa do Trapiche n. 4a>
Ni rita Nova lojan. 8,
Vende-so chapeos de castor branco pelo
baralissimo prego de 7,500 ditos de castor
branco sem pello por 5,000 rs. bonptos da
palha da ilaiia para liomcm por 2,500,ricis
mantintiasde nohrera, proprias para senbo-
ras e meninas a 4,000 lin los cipotinhose
manteletes de grosdnapoles preto e fui la-
cores chehados pelo ultimo navio, luvas de
pelici, e sela de todas as qualidades para
bomons e senhoras, bellos lengos deselim
de cores para grvalas, fitas de chamalolc de
todas as cores para si nas e chapeos, chapeos
franeczes par homem ultima moda a 7,000,
e outrasmuilas fazendasque ni mesma loja
se vendem por pregos nunca vistos.
Vcndem-se por preco com-
ino,nos armazens de Francisco Dias
Fcrreira, e Antonio Annes no
caes da Alfandega os seguinlcs
gneros: farinha de mandioca mui-
to fina em saccas; fumo cm folha
para charutos; cal virgem de Lis-|
boa, vinia pelo brigue Novo Ven-[
cedor ; macelia do Corto muito
SALSA PALUILU DE SANOS.
A salsa parrillia dcllristol data desde 1832, e lem constantemonle manlido sua roputa-
c5o, sem necessidado de recorrer a pomposos onnuncios do qno as preparagOes do m-
rito iiodcm despfnsar-se. Osucesso doDr. Rrislol m provocado infinitas invejas, e
cnlrcoutras, as dos Srs. A. II I. Sanda, do New-York, preparadores e propietarios di
salsa parrilha conhecid* pelo no^re de Sauds.
Estes senhores solicitarlo cm 1812 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nSo
o puclessem oliler, fahricarflo urna imilaglodo Bristol.
Eis-aqui a carta quo os Srs A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no di* 20 de abril
de 1812, o que seacha om nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nossj apreciavcl s nlmr.
Em lodo o auno passado temos vendido quantidades cn-isidcraveis do extracto de
salsaparrillia de vm. o pelo queouvimns llizer de suas virtudes qnelles que* tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinaso aupmenlar muitissimo. Se Vm. quizor
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultaria muila vautugem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vi, nos responda sobreest assumpto, o se Vm.
vier a esta cidaile daqui a um mez, ou cousa somelhante, loriamos muito prazor em o
ver em nossa botica, 1 un do Fulton n. 79.
l-'iclio s ordensdo Vm. seus seguros servidores. .
(Assignados) A. R. D. Sands.
COlfCLiSA^.
l,*Aantiguidade d* salsa parrilha da Bristol, ha claramentn provada, pois qucclla
data dcsilo 1832, o que n de San Is .s apparcceu em 1812, poca 111 qual esto droguis-
ta nflo p lo nliter a agencia 2." A superioridade da sais* parrilha do Bristol lie jncontfstavcl, pois quo no obs-
tante a concurrencia da d Sands, o do una pnrgSo do oulras preparagOss, ella lem man-
tido a sua rcpulago om qilsi lola s America.
As numerosas experiencias feitns com o aso da salsa parilha cm lo las as informida-
des ori,:naJas pela impureza do pangue,e otom exilo olmdo nesla corlo pelo lllm. Sr.
Dr. sig.iu.l, presidente da academia Lipeiial do medicina, pelo llluslrado Sr. Dr. Aji-
tonio Jaso l'eixoto em sua clnica, e em sua fainada casi-desaudena Camin,pelolllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me.lico do Clralo, o por varios outros mdicos, per-
miltom boje de proclamar altnmenlo >s virtadas eQcizet da salsa parrilha de llrislol.
Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica do Sr. Jos Maria Congalves Ramos, ru
dos Quartei.s pegado ao Quarlel de Polica. *
Aossenhores cavalleiros.
Vendem-se chiclos superiores, pelo bara-
tisslmo prego de 500 rs.; luvas de fio da Es-
cocia, de varias cores, fazenda muito supe-
as quacs ido ori|iin*,(bs pe*
inipiircsa 1I0 singue OU do.syst.cma ; a sa-
bir : ei-crofulil, rheumatiimo. erupgfle
culaneas, l'ebulhas na cara, almorpidas.
doengas cliron^cis, hrcbullias, borta>ija,
tinha, cnchogOcs, c dores no* ojsos, o jun-
tas, olear, dopngas vcneiiis, Jjftfaa, rnf>r-
mdadea quo ttagno pelo griTid uso do
mercurio, hidropesa, exposlosa urna vid*
extravagante. Asm como-, ehroniess de-
sordens da constiluirno, scrlo cur sta Iflo til, e approvada modicina.
A adminlstragRo doate belo remodio, nos
ataques mais estraordinirio* lom sido sem-
pro seguidos pelos mais felices resultados
as suas operag>s ; porem, oseu principal
objecto he de purificar o singue, e limpar o
syatema de qualquer influencia de mercu-
rio. No scu mctus oprrandi, he directi-
mente como um remedio alterativa, anda
que, indirectamonle serve 10 system como
um verdadoiro tnico. Dopngas nos 09SOS
c no system grindulir; assim como as
juntas, o ligamentos, s9o intelrimente cu-
radas pelo uso desto remedio, sem que o
clocle faga resguardo algum, quando usar
esle remedio. A opperagSo deste remedio
consiste em remover a flesordem do syste-
mi, e em breve tempo o doente ganhr
sua saude.
A Sais* Parilha tem ganbado por multo*
innos urna alta reputago, de ter curado
doengas mu difilcultosif, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medio* tem
curado, lie de saber que a Sais* Parilha he
um dos mais valerosas remedios qut os
doctores usAo em toda 1 parte do mundo ;
enm vistas deganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, que nem todas as 1 essoassabem pre-
parar esto remedio, assim como esco-
Iherem a melhor parte que se deve usarem
tal prcparagSo. Um celebre Medico escrip-
tor, quo residi por muitos annos no lugar
aondeha a melhor produce."!" da Salsa Ca-
rilla disse : Seis ou oilo ospecies destas
raizes que crescem nestos bosques, admra-
me que nio podesae achar, se nSo urna,
com o gostu, e Dropriedade d verdadeira
Salsa Paiilla, que so rossa recommendar
para medicina ; pois as mais eram inspi-
das c inertes." Porm, como os mdicos
nflo se dii-i o trabalho de fazerem as
suas proprias medicinas, mas sim conliam
nos seus habis Ijoticario's, tara a prepara-
rem, e comporem di le rentes drogas. Po-
rm de todas as p
Iba devia de ser
cullalivo e o pul
oas preparagOes de Sala* Parrilha ser di
melhor qualidade. Pois he esta o genuino
vegestavel, que se oflerece ao publico; nes-
>ADDEPAMS.
fA' jv\t ,y\,
limi do i'olle
Novo sortimento do chpeos de ao), pan
homcm e senhori, a saber : -chapeos do
sol do seda, armigfio de baleii, de 4,500 rs.
para cima; ditos ditos par* senhors, de 4,000
rs. par* cima ; ditos de panno fino, do ar-
roago de baleia e de ferro, de 1,(00 a I 200
rs,; ditos ditos de armagSo de Junco! do
1,2001 1,800 rs, Udos limpos : grande sor-
timento de sedasT pannos, empegas para
cobrir os mesmos, baleias pan vellidos n
epartllhos de senhoras. Conoertam-sa to-
das as qualidades de chapeos deso, tudo
com perfeigSo e por meos preeo do quo om
outra qualquer parte..
~ Vende-se, ou troca-so por um l*ver-
oa, com pouco* fundos, um* barcaga de lo-
te de 17 caixas, boa veleira e prompta a na-
vegar : quem pretender, dirl]-sc 1 rua do
Crespo, loja o. 17, doSr. Jos do* Santos
Noves, que eom o mesmo Sr. traUr o ne-
gocio.
Tinta em oleo
branca e verdo: vendo-so no armazem do
Kalkmann Irmflos, rua da Crnz o. 10.
Trocam-se as imagens seguintes :
Santo Antonio 4,000 rs., S. Luiz re da
l'ranga 4,000 rs S. Banedicto 3,000 rs S.
Manoel da Paciencia 3,000 rs., S. Francisco'
4,000 rs., S.Paulo 4,00 r*., Santa Barbara
3,000 rs., N. S. da Soledad* 3,000 rs., S. Jo5o
Baptist 2 e 3,000 rs., Santa Apolonia 3,000-
naruadoQueimado, toja demiuiezas un-
to a de cera n. 33.
Ricas estampas de Santos.
N. S. da Penha, Santa Uizia, S. Jlo Bap-
tisla, S. Ambrozio, Santa Marta, S. Domin-
gos, S.lnoocencio, Santa Tilla, imige mila-
gros, Santa FelicidaJe, N. S. do llozario,
Santa Amelia, S. Marcos, Santa Victoria
Nacimenlo de Menino Daos, S. Rodrigues'
N.S. do Pilar, San'a E/lomini, S. Boque'
S. Hilario, S Lucas, N. 8. do Bom Socorro!
S. Guilherme, Santa Adaiia, S Martinho Y
S da Saude, o Sagrado Coragao de Mara
oreparagOa* da Salsa Pari- S Chr.stovSo, S. AolpitM dePadua, Santa
da genollla, para que o fa- ""nUna. Assumpfjlo de N. Seanor., N.
heo ficassem bem fiados,?" d "P. Santa Pucul..na,S. B^nlo, San-
I ta bulrazia, Santa Emilia, Santa Virgem e
Jess, 5. Vctor, S. Lzaro Santas Chagas
de Chiislo, S. Obristina, S. Sebaatiflo, S. Po-
dro, N. S. da Cloria, S. Paulo, S. Anzolo
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem sido ,rad" "m :. "f r" do ueimado, loja de
inraliveis, pois os certificados quo lomos """dez.s, juntos loja de cer.n. 33.
recebido de pessoas que tem usado deste 1
puro remedio, alllrmam da sua boa elllca-
cia ; estes certificadas temos a honra de
aprensenlar ao respeitavel publico, par
Escravos rugidos.
que liquen, certos, o que .cima se diz," he 7lD"??L^!,,.Pa t*^ed. di,,,3do !
iinailadniFp i 1.- ai i ai -! nn .t....i.. .......
^fSEDBO%
Xaropc do llosque.
O nico deposito contina a ser na botica
de Jos Mana Congalves Hamos, na rua dos
Quarteis n. 12, ao p do quartel de polica,
aonde se vendem a dinheiro vista, as gar-
rafas a 5,5110 rs. e meias 1 3,000 rs deixan-
do do M-reui agentes nesta provincia os Sr*.
Novaos \ Companhia : sendo falso o que se
vende em oulras boticas.
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
S. PAULO.
ConMpa<;do
Eu abaixoassignado.moradnr no
Sr.Bo n Jess do Aruja,termo da vi
nr?.i,T 1 1 T TSK- 1 pro'.mato: quem o peg.r leve-o typogripbi.
doengas, que o sou um lio destruir o corpa p 'U ATIIK' li'
humano. Esta cumposigflo be qumica ol D\J.\ unrtl iriUAliAU .
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com Anscntoii-sc na noite de in de
outros engredienles que todos ellos perten-! 1 nassado o mnlatr. I'l
cenia classe vegetal, e todos com o poder (ouiuuro passaao ,. o mulato L.IC-
dc purilicarem o sangue. O doeniequo usar mentino, de 30 annos de idade ,
dosta composigflo, pode contar que tem o nollro ma, ... mp, mar. .1
mais eflicaz remodio, para sua nferm- P0UC0 ma, 0U m-nos. magro, al-
dadeusa. O nico agente nesla cidade he tura regular, tem milito pequeo
Kec'e^brtica^."'!1.0' "*'"" ^ ^^ ** buco de barba e hila muito mansa,
tf'WVy VVf f f f WV ?
^ Deposito de tecidos da l'abri- 2
a> cade Todos os Santos,
s> na lihia.
fJ> Vendo-so em casa de Domingos Al- ^
<> ves Matheus, na rua da Cruz do Re- 4
^ cifen. i%, pr'meiro andar, algodflo *
* transadodaquellafabrica, muitopro- *
g| prio par* saceos e roupa de escri- 2
^ vos, assim como llc*proprio para re- 4a.
p. des de pescar e pavios para vellas, -f^
por prego muito commodo.
quando anda parece que nSo pisa
bem com os calcanharcs, costuma
andar calcado e bem vestido, Ic-
vou urna trocha c?e sua roupa, in-
clusive calca e aqueta de panno
lino azul, e alem do mais algum
calcado, um par de borzegnins par-
dos, com botdes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiao a-
clinas pretas, gordo e tem um ta
Iho em urna anca; he provavel que
queira paasar por forro, he boliei-
ro c escravo de Luiz Antonio Si-
StttmfltSS&1+ de.U^MAt*AiM lugra, o qual tem os signaes se-
1-ivros em branco. guiles ; castanbo, barrigudo,
Cravataa bravatas de mola. na rua da Cruz n. IO, livrosom branco che-
Vendem-sc superiores grvalas domla, gados pelo ultimo navio,
pretas o de coros, pelo diminuto preco de is, i
2,000 r*.: ni rua do Queimado, loja de miu- IVS|)t'|i|o (le |l;irctl<-
dezas junto a loja de cera n. 33. com ricas moldurus : vendem-se noarma-
Oamisas de meia. ".m je Klkmann li mflos, rua da Cruz n. 10 1
Vendem-so emisasdo meia, f.zenda moi- Lindos aneis de cornalina verda- ,3uef'ra *qu'm P.egar leve-o a rua
to superior, pelo biniissimo prego de 1,200 deiro B i ooo rs da tiadea do Uecile n. ai, que se-
unto. oi. de ceUra T3 'j" mUdeZ,S Ni '" do Queimd 'J' "iu- ,r rec'"Pe'""<>-
junio ioja ue cera n. j. dMiJ> vcnilem.ge |jndos ,neis d(J coroi|Mi < Desappareceu no di 22 do correte,
rara enancas. 1,000 rs., lanto para homcm, como para da casa do abaixo as-iguado, ua oii.Ji
Vondem-se touquinhas de soda preta, pe- senhora. Nova, urna suaescrava creoula, de nome Ri-
lo baralissimo prego do 320rs. maracaes de MOB1LIAS DE FliKRO. .cardi.com os signaes seguintes : --illa o
metal, que tocam do varias maneiras, pelo vi 1 1 j t m,U'* do carpo, beigos e nariz grandes,
baralissimo prego de 200 e 100 rs.: na ru* vendem-se ricas mollinas de ler- com bastantes marcas de bexiga, toma mes-
.do Queimado, loja do iniu lozas junto aluja ro, como Clnaps mesas cailtias ma um signal ao p da nuca, que represen-
deceran.33. nnm '.. ., ta uro lobinho, fugio com vestido do chila
Capachos baratos. uraco c sem elle, e mullos OU- com o campo branco e palmas encarnadas,
Vendem-secapacliosgraniose'muitosu- tros objectos de ferro : no arma- o ha bastite conhecida, por teraido cria
penores, pelo i.aratissiL prego de 700 rs. : zem de Kalkmann Irmaos, na rua "";dse ''"^"rrJ^tt
naruadoQueimado, loja do miuderasjun- ,! ,sr, o roga-se portanto, aos senriores cap
to aloja de cera n.33 da OrilZ n. 10. liles do camoo e mais autoriJados poli-
T i, 1 J..n.k. riin-iids: ils II, ,-,,,1 ciaes.no caso de pegarem a mesma dea la-
i mas-para desenho. Charutos tle llayana vacom ao ab.ixo wign.do, na ru. d. c*-
Vendcm-secaixinlias com tinta para de- l)B superior qualidade : vendem-so no ar- deia do Recife n. 56, que so p.gar tod
, sciiliope.'o diminuto prego de 240 rs.: na nazom de Kalkmann Irmaos, na rua da despeza, o prcmelte-se proceder com todos
illa d Mor h""10 Qulimdo, loja do miudezas junto a Cruz n. 10. os rigores da lei, contra quem por ventura
. pores^a-. eran,33n SO Dl'ado dll Goiillllia. houverocculUdoditaescrava.
ilasC'iizes, lendo estado enfermo fur n n-,
go do 4 annos mais ou menos, com (Irires 10111 e Da ralo.
por todo 0 corpo, o de mam ira tal que cha- Vende-so bom papel almago a 2 500 rs. a
gava a cahir por trra o com immensos vo- resma; ditos de peso a 1,800 rs. ; finissimas
mitos; atondo consultado a varios cirur- penhasdo ago a 210 rs. a duzia ; carloin.
Vende-se, muito em conta,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58, avaliido em
Francisco Custodio do Sampaio.
-- Domingo, 31 de dezembro, ausentar-
se de casa da seu senhqr as 8 horas d noite,
urna mulata de nome Maria, quo representa
g';oMVc^a"dMen7a"avam-Vc quV n muito' speor, "" 'T'"' "' ""' ";a;""" ""* ler 28annos de idade, de estatura e corpo
possivolcurar-mo detalenformilad-, quo opimas para gu.rdir dinheiro a 1,800 rs.: 2:O0oSoOO, C1110 qual tem parte Regular, tem cabello caxiado1 e cortado da
anuo conbeciam. haven lo gasto bastante .corroiit-s de ago para relogios a 400 rs.; lo- rsula M ira das Virgens e sua P"^U,0i"h"'J' umJ'f "* l.."'!^
dinheiro com inuteis medicamento*. A --netas linas le dous vidros, com mola a 1,000 :__- !.:. i,.OB j i> Q;, brago direito; evou vestido de chita novo
nalpassando por ultimo ..este Curato um .rs..- ditas de um vidro a too rs.: Baiuiamii "rmaa Joaquina Mvesdelaiva na de assento azul e listas cor de ros, camisa
amigo meu, me disse que exporimen
Xaropedollosqae que l-avia em S Pa
que logo liz, maulando buscar urna ;
fa, dogo quo comecei a lomar mo sent
mellior; e acabando a garrafa do tal xaropa,
fiquei pcrfeitamenlc bom. Portanto fa(o
esta doclarago para hem do publico.
Antonio Joaqu.m de Moraes.
Curato de Aruj, 10 de inaiode 1850.
Reconhego ser a verdadeira firma de An-
tonio Joaquim de Moraes. Cralo do Aruj ,
10 de maio do 1850. E cu Manoel da Silva
Braga, cscrivSo interino do juiz de paz, que
oescrcvi.
Cartas Pinas para voltarete.
Veiid-'in-se Carlas francozas, muito linas,
i linissimos I
tasseo culos de armagSo de ago a 1,000 rs.; live- importancia de 107,473 rs. quem de tnadapolSo, o(Sp*los de marroqum pri-
aulo.o "has douradas, para caigas o colletes a 200 ,,rp,pnHr rtirii-i raa JoKal to : "' mul'U fo,.f1,cl"a,v' ?.r-- Fetre' '
garra- rs ; ditas de ago a 40 rs.: naruadoQuei- Pretender dirija se a caza de IV.al- om S. Concillo, c j .ndou de timSo, pelo
Irmaos, rua da Cruz/"
que he muito conhecida no bairro da Boa-
Vista e passagem da Magdalena. Roga-se
portanto as utoridades policiaca o'capilSrs
de campo, a aprehendam elavem na rua da
Cadeia do Recife n. 37, segundo andar.
30,000 rs., de griliOcacSo.
Desappareceu no dia 15 de julho do cor-
nova:
zens,
proprias para voltarete, pelo diminuto pra>
, iuvn x.-.~..- "--"i co do 600 rs. o baralho : na rua do Queiioa-j tanto no encolamonlo, como
a tratar nos mesmos arma-; do, loja do miudezas, junio a loja de cera
Novaea & Compa-i. ""."vende-se um bom cavilo, osquipa-
ou com
nhia,naruado Trapiche n. 34- Mor i no pateo do Carmo, vendan. 1.
mado, loja de miudezas, junio a loja do cera km inn
"33 t n-10-
I ara quem passa a lesla. D _
Lindas lanternas de papol do cores, muito BlUietes fio fio de Janeiro.
proprias para passeios nos sitios, pelo prego Aos 20:000,000 de rs.
do 200 rs. cada urna : na rua do Queimado,
loja de miudezas juoto a decera n. 33. "" '"J" i"-v .."* I'".'""".'' 'rente ano um muleque crioulo de nome
-- \ ende su um ta-.urna, anda por a- Can 4, vciulein-se bilhetcs intei- paulino de idade de 10 annos pouco mais
ou monos.cor amarelada por ter vicio de co-
mer trra,naris chato e feio levou camisa do
IgodSosinho suja e caiga de riscado, sem
Anto-
quem o pe-
gar leve-o a rua da cacimoa n. 11 ou a
no fundo, 2 no primeiro vapor. rua do Livramento n. 26segundo ndr que
bandas de ditas, cum 42 palmos do cua.pri- 11 gintwmA^a recebera a gratillcagilo a cima, e se prolest*
do e mais do 5 pollegadas de grosso, 30pias ivIOHIUI as tiOtl r,itl,ls contra qunm o tiver oculto,
para filtrar agoa, juntos 011 a rol itrio: na rua de todas os larguras -. vendcm-sc no arma-' |
da Pr.ia, serrana do Cardeal. zem de Kailkmann ln.ios,i uada Cruz u' 10.
Na loja da praca da Independen-
1 n 4> vendem-se bilbetcs intei-
^';'0Pudo3eron"(;i,'coPonl-5, ros, meios, quartos, oitavos e vi-!
por seu dono renrar-se para fOra da urovm- : '. r L 1
cia muito brevo. gesimos, a beneficio da i5. lotera t_
Venlom-se 3 canoas do amarillo, com das inatr2CS, que corre no dia a3 chapeo, este ascravo pertence ao Sr.
33a35pal,nos decumprido, propias para ,{P^mlra p psn^rn alila nio Jacinto da Silveira deUua;quen:
qualquer obra, por ostarem muitogrossas, ue oesemuro, e espera-se a lisia r |,.Vfl.0 a rua da cacimba n. 11
M.r'.nrfy
aaT


Full Text

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r — Napolen Gabriel Hez, embarca para o Hiu de Janeiio, o aeu escravo, Je nomeMarculiuo, creoulo. — Na DOite da domingo 28 do corrcnle, desencamiubou-at un aolim ingtsi e urna atla ds panno,desdo a ponte de Uch i al ao nnoguiulio : quom o achou querendo restituir, o p le levar na ra do Queimado, ioja da miudezas o, 25, que ser rocompensido. — Procisa-so de alugar urna prela para trrico de cisa : atraz da matriz de Santo Antonio o. 30, casa da esquina. — Piecist-se alugar una preta quetaiba cosinnar bem o diario de urna casa : na ra dt Praia n. 34. — D. Umbelina Wanderley Peixoto, profesora d aula particular da ra da Cadeia de Santo Antonio, no s 'gundo andar do sobrado n. 1t, avisa ao rcspoitavel public que, no da 7 do jaoeiro principiar de novo os trabalhos de seu magisterio. Os Sra. pais de familia que quizerem matricular suas Albas, devem fallar com a annuncianto aulesque preeucba o numero de alumnas que pretende admitlir. Aceita poncionisius, uicias penciouistas, o exlernas. A annunclanle acaba de dar a prora do apro veiaoienlo de suas alumnas, tenJo presentado no dia 20 de dezembro oilo alumnas quu foraai examinadas cm presenca do seus pais, sendo todas approvadas plenamente^ cinco premiadas es vir tu le do ai i. 40 dos estatutos. A anuuncian'.e de novo protesta continuar a empregar lodosos esforcos para bom cultivar a iutolligencia de suas alumnas : tratando-as com tudas as alienen -s de urbani Jade e cauJura, de que ,hc sao credores pon boros Uo sagrados. A aniiunciante, despiezando o amigo e brbaro castigo de palmatoadas, obriga as meninas pelo lado do amor proprio o o pudor aspiraran] certas uooras concedidas ao ment, e desla forma loin conseguido o progressu de suas alumnas. nlisli Clcrks' Provident Association. A General Meoling o llie share-holdors ufthislnstitulion will be held attheBriti.-iiLihrarv iiooms Ibis ereuing (Tuesday) st 6 o'clock. By order, Thomis Blakely -• (llon : Sec :) — O abaixo assignado doixa de ser caixoirodosSrs. J. II. Lasserro et Gompanllia bastante penborado do bom tratamenfo qus dos meamos senhores recebeu duranlu o lempo que se oceupou no servico da sua casa. — i. It. 1.1, vire & Companbir aviso ao publico que o Sr. Jos Machado Pinenlel deixa o servico da sua osa por nilo Ihe convir continuar. Os mesmos aproveililo a occasiojpara Ibe agradecer o zelo e aplidiio com que sempieo servio. — Eugenio Tiset cidadSo francezvai Tazar viagem ao Norli do imperio. — Antonio Jos Ribeiru Bastos, embarca para o Rio do Janeiro seus escravos do nono Antonio ciioulo, Ignacio cabra. — Napolen Gabriel Bez, embarca para o llio de Janeiro sua oscrava de nomo Maria parda. -Fernando Jos da lloclla Pinto remolle para o llio de Janeiro os seus escravos Jo:, o Jotquim cnoulot. -Aluga-se do dia 15 do Janeiro em diantao sitio ao Sr. Queirz Fouseca, no lugar dos Remedios, com casa par, grande familia, quartos independientes para escravos, coxoira, estribara para cavallos, e un ex callente viveiro de peixe : a tratar no mesmo sitio, ou na ra da Cruz n. 24. — Desapparcceu na noite.de 24 do corrente a escrava Miria de nagao angola, i lade quo roprescnla 40 anuos, cor fulla, descarnada do rosto, bastante Ha o seci do carpo, bem fallante, tem na mil.) direila 2 dedos aleija los que no os irrove, quem a aprehender leve a ra direita venda n. 93, da esquina do boceo do Sirigado, cu a ra do Queimado n. 40, segundo andar, que tara bem recompensado. Itoga-se a pessoa que por esquecimenlo doixou um brinco de ouro na luja do miudezas:na ra do Qoeimado n. 59, de Manoel Jotquim da Silva Fernz, quo o mande buscar dan lo lodos os siguars exatos. — Aluga-se o pnmeiro andar da casa n. 24, da ra da Gruz : a tratar na mesmo cata. Attencao. Um moco que estudoii, e tem alguns preparatorios offeroce-se para ensinar prime.iras lo i .15,001 algum lugar porto desta praca, da cujo ojisiiin 11;ni pratica, prometle no mesmo todo zello • promptido no desempeuho de suas obrigaces ¡ quem precisar portera snuunciarsui morada para ser procurado. — Um mogo que se acha desoecupado, dezejt lomar para fazer, alguma escriturario alrazada, de alguma casa de negocio, que se acheatrazada na mesma ;o que prometle fazer com acceio e prompldSu: na ra da Cruz n. 43 se dir quem be. — Precisa-sede urna ama que saibi cosinbar e fazer as compras necessarias ; para urna casa do pouca familia : na ma Direila D, 53, ~ Antonio llicardo do Reg embarca para o Rio de Janeiro os escravos seguidles : Joo crioulo,-Arbano angola, Jo3o parlo, o Lino cabra, -Jos Antonio Gomes Jnior embarca psra o Riu de Janeiro os escravos seguidles: B-az crioulo, Micaela crioula com duas lilhas.uma de nome Bernard, eoulra Sebastiana. -Joseph I. aluiii, sibdito uiglez embarca para a Bahia a negocio de seu inleresse. tty Fugio no dia 28 do corrente um molalo acabocolado de nomo Leandro.de idade 18 mines, sem barba bastante baJxo, o grosso.com dois denles na nenie de cima Uradosjlevou eamiza de elgodao acalca szul.quem o pegar lvelo a ra das Larang-iresn. liquese recompensar o trablho. — Precisa-te de um caixeiro, de '"al* anuos, com pratica, ou som olla : no ''eco do Peixe Frito n. 5. -• O abaixo assignado, com venda na II Direila n. 74, deixa de vender agoardem e bebidas espirituosas de prodcelo brasileira, por ser coletado em una quautia, que nSo ho possivcl vender ; dcsJo o 1.' de Janeiro e 1852. — Manuel MartinLopes. Gabinete portuguez de leilura. e ordem do lllm. Sr. presidente da assembla geral desta sociedade, sao avisados os senhores accionistas, para comparecerem no dia 2 de Janeiro do prximo anuo pelas 7 horas da noule, nn primeiro andar da casa n. 40, da ra da Cadoia do lleeife, para Ibes seren apresentadas es contas e relalorio da directora, procedor-so a clei(80 da rrova directora o conselbo adminisIralivo, eseguir-se o rnais quo oscstatuloi elerminam. Ricifc, 23 do dosembro de 1851. -JoBo Quirino de Aguilar, secretario. — O tbesoureiro da iimanJade de N. S. da ConceicSo da Congregarlo, faz sciente sos devotos da missa da madrugada que aoSr. Filippe Ncry dosS.nlos, a ta venia da ra Augusta, sila na Ioja do sobrado n. 94, com aruiac.Hu, lulos os spus elTeilos e pertences, epara que assim cousle a quom iuteressar, fal o presente annunoio. lleeife 83 de desembro de 1851. Manoel do Rago Lima. — A pessoa que achou uns oculos dearroacSo de baleia, aros de metal brancos eeaixavefde: querendo restitu'los poder entr^garlna enfermara da ordeni t-rceila deS. Francisco, que ser gratificado, pos que s serve ao seu dono que ja he vellio. Hotel Oh ilensc Este estabelecimenlo acha-se no Varadouro, preparam-ae comidas do todas asqualidades, avisanlo-se urna hora anles, com asseio e perfeicfio, tambom se faz jantar. -Pede-seaoSr. Poreira Guerra, quo foi inspetor do atsucar, quo al 15 de Janeiro vindouro de 1852, mande pagar ao Veiga em S. Amarinho, a sia conla, pois queja se nio i mi %  aturar as suas promessas, e sempre faltando, isto a mais do un a nno, e n3o he proprio do quem se proza ter firmeza nos eus Irados. — OSr. Jo3o Virissimo, mostr de alfaialo que morou na roa do Vigario.queira annuncitr sua morada ou dirijir-so a livraria n. 6 08 da praca da independencia. — Domingos Antonio Gomes GuimarSse declara a quem convior quo sondo consinbordascasaso.15 o 12 dar ua do Crespo nao convira com quem quer que seja em seu a.irendamento sem que com elle len mb do se enlenler qnanlo a sua patio. — O Sr.Bernardo de Albuquerque FernundesGama, queira mandar pagara subscricao deste Diario. -Precisa-sade umi criada, smenlo para o servico de cozinha e compras, para una eisn do muito pouca familia : na ra do Itozario da Boa-Vista, sobrado n. 32. — M n i I do Almelda Lopes, com cisa de consignado para comprar o vender escravos, tanto para esla provincia, como para fura dola, mudo'i a sua rosidoncia da ra da Cadeia do lUcife, n.5l, para a ra da Cacimba, n. 11, anudo morou o finado Exm. vigario. Brrelo,ondo continua, oflerecendo-so (oda a seguranza precisa para os mesmos o bom tratamiento. — Precisa-se alugar una prela escrava, para servico de muito pouca fimilia : na Ponto Velba n. 14. Madama llosa liardy, modista b iizileia na ra Nova n. 34. Prevme-se aos Ireguczesque recebeo pelo navio IVriiamliur i, um bello sortimenio de chrp js do seda franzids, o ligas de penacho e flores; para senhoras c mocinhas d. II ale I2annus, lindissimos chapos de grosdo aple fransidos a modi, de flores ou penachos, de abas grandes para menino do 1 al 5 anuo, ricos capolilbos prelos e decores, modelos noves, c muito enfeitados ; ricos chapeos do palha para senhora enfullados o sem enfeiles, chaposinhos de palha para meninos o meninas, ricos cortes do soda bronca lavrada para noivas, veos e carollas; gros de aples furta-eores para vestidos e capolilbos, franjas o transas da mesma cor, para os cnfoilar : ni mesma Ioja lem um completo sortimento do fazenilaaao uso das senhoras, ja annunciadas, e faz-so de encommenda VCJIIOJ, canotinho, e vesliiinbo debaptisado por preco commodo. Calt0tatta Na i. mi do A raga, n. i!, segundo andar, copia-se com perfeico qmlqiier papel em muito boa letra e por preco commodo. Pedo-se ao Sr' Jos Carlos do MonJonca Vasconcellos, morador no Sul desta provincia, que se mo tem jurado n3o pagara quem deve, paguo a berdoira da fallecida D Mariana Rodrigues de Jess, a quantia do sois cantos e scenla e lanos mil res, principal e juros de sua divida, conlrahila, ha tantos anuos, eassevera-se-lho que se on3o lizor promplamente saliera que O seu assucar passari por algum dcsgoslu nesta praca, e quo o seu nome conlina a ornar as paginas dest) jornal. Banco de l'ernambuco. A direccHo do Banco de l'ernambuco contina a nceber assignaturas para o m'smo, as pessoas que quizciemassignaro devem fazer quanto anles alim de gozaem da vantagem de entraren! com o importe de suas assignaturas as prestaces quo prescrevem osestalulos, crios deque em principiando o mesmo as suas operoces, dohi em liante aquelles quo quizerem assiifiar, havendo anda lugar, s o poder3o fazer, entrando com o importo de sdts ac?Oes em dinholro a vis'a. Contina a estar patente a assignaidra noescriplorio do Sr.Manoel (¡oncalvcs da Silva : na ra da Cadeia n. 36, todos os das uteis at moio da. — M. J. de Olivcira secretario. — Acba-so farlnba nova do SSSF, (de raminha) para vendar, nos armazens de Deane J/oulo & Gompanhia, no becco doGoncalves. --Preciza-se de um portuguez que seja perito em piantacoes de smo, e saiba tirar formigas, quem ostiver neslas circunstancias e quizer trabalhar no sitio na travessa do Remedio u. 21 culenda-s e com sen propriotano, o Porlclro da Alfandega desta cidade, na mesma roparticilo q aea vista da prova quo der dosabero qoe acimaso desaja, e da sua boa conducta ? 4 mo uo publico par 3o deixem ¡Iludir sedendo a vantagens imaginaprias em prejuizo das vantngens reacs. Escuzado he garantir aqnellesSrs. que se dirigirem ao abaixo assignado, o zelo e promptidao com que sero curnpridas as respectivas obrigacei no que pertence ao hom arranjoc aceiodos voluntes. Igualmente o abaixo assignado se ollerece aos negociantes desta praca para embarcar cada sacco de assticar por quarenta reis, sendo o repezo gratuito. Luiz Antonio Barbota de Brito -O abaixo assignado, n.1o ho mais procurador da extinrta companhia de Pornambuco e Parahyba,e mora na ra do Apollo n. 20, onde pode ser procurado sobre negocios de receliimento de assucar.agoard.nloeouIros quaesquer genoros do exportacBoque llio lorem consignados a commieso; todos os dias uteis das 8 horas da manliila as 5 da lardo, fra disto no porlo velbo da Capunga junto ao portSo da Sra. viuva Lisserre. Jos Antonio de Souza Machado. ^ CONSULTORIO ti.M.iu HOMCBOPATHICO *|> %j DE PBRX\MBUC1. jt Derigiao pelo Or. Sabino Olegario ludo yro Pinho. *< ) Ra do Trapiche Novo n. 15. £ Todos os dias uteis se darlo consultas 9 fg o remedios de grac aos pobres,desde '>* $ pela nn nli "i, at as duas horas da lar 0 de. As correspondencias o imforma9> cOes pdenlo ser dirigidas verbal5., V monte, ou por escripto, devondo o :? por oulra parte ba ineessanlemenlo e com Vigilancia paternal procurado bem dirigir a vonlade dos meninos por meio de urna acurada educarlo moral o religiosa, habituando-. i S or lem.iici-io, regularidadc de conducta e respailo aos principios que servem de baze a vida social o individual, Neste em pinlio, o director tem contractado com um rcspoitavel sacerdote para ser o capellSo do collegio, afim de nSo s celebrar DOS dias de guarda o sacrificio da mista,como aplicar aos allumnosos beneficios espirituada ; a ReliglSo christSa, em sua pureza.be, alem de sua eterna verdado, instrumento civilisador por excelencia. O director, vndo quo dos instrumentos de msica o geralmenlo referido he o piano, e que nem lodos os aju.nnse poderiam applicar ello pola difOculdade e cusi de o possuirem, procurou, •pezar de grandes sacrificios, que no seu collegio houvesse um ptimo e forte piano para aquelles de seus alumnos que quizosse.n aprender esso instrumento, para o que 'havera um meslro habilitado ; isto alem da msica vocal e instrumental quo ja no curto desle Huno se onsinaram. A vista de ISe reconhecidas vantagens, o director espera m r, en a c.i .I1.111..M dos Sis. paes do familia residentes fora da cidade, para os quo foi in vordade principalmente cstabelecido o O|"gio—Espirlilo-Santo. Os repelidos aunuticios, pelos quaes o di'eclur I11 feito conhecer ao publico toda a ulilidade e excelleiicia do seu collegio, o dispensan) deain la c oceupar deste assumpto sendo quo aquello que nicllior quizer so informar pode pessoaluioulo verilica-lo, indo a qualqucr hora do dia ao mesmo coligi, corlo de quo ludo llio sr franqueado ; coiivenser-se-ha enlo e quoodirccior nSo lie animado pelo desojo 1. primeira vez, o tompo ou interrtllo que mdiou no sollrimento de urna s oulras, quaes os principaes symplomas que entilo experimentara, remedios &. de que utu, efeitos do irritacilo ou incommodo do uso de mercurio, ou outro qualquer remedio, s quaes construidas na sua fabrica pdom competir com as fabricadas cm paiz cs¡rangeiro, tanto em pre?o como em qualidade da materias primas e m3o d'obra asabor : Machinas de vapor da molhnrconstrucco Moendas de caima para engenbos do lodos os lmannos, movidas a vapor por agoa ou animaos. Rodas d'agoa.moinhos do vento eserraas Manejos indppondcnles para cavallos. Rodas dentadas. AguilhOes, bronzes e ebumaceiras. CavilhOes oparafusos de todos os tamanlios. Taixas,pares,crivos e boceas dofornalha. Moinhos de mandioca, movidos a m5o ou por animaos, c prensas para a dita. Chapas de fogSoo frnos do familia. Canos do ferro, torneiras de ferro o de bronze. Bombas para cacimba e de ropuebo, movidas a mSo, por animaes ou vento. Guindastes, guincboso macacos. Pronsas hydradlicas o de parafdso. Ferragens para navios, carros e obras publicas. Columnas, va rundas, grdese portos. Prensas do copiar cartas e sellar. Camas, carros de mSo c arados de ferros etc etc. Alm da superioridade das suas obras, ja do que so tambre Ihe fra suBministr.do, e: gcralmenlc reconhecida, Bowman & Me. cm que dase. — Quinto se o mal do quo pieCal i un garantem a mais oxacla conformicodoutemente so trata, fr precedido, acom-l dade com os moldes e dezcnbos remetimos p mii %  do mi soguido de algum outro icci-l pelos senhores que se dignareal de fazoro vento ou enfermidade, quer do origem di¡lies oncommendas, ajiroveitandoa occasiilo -ersa, quer "precedente da mesma syphihs. para agradecerem aos seus numerosos ami— Scxlo em lim, quaes os symptomas quer; gos e Ireguezos a preferencia com que Icem no olfoctivo padecimento de mal venreo ou 1 sido por elles honrados, e assegurani-lhes outro qualquer desapparocoram, modlicaram-se ou existem sem alleracao apreciavel, e quo aua menos importa que a declaratilo do lempo da molestia, sua especie ou qualidade e curso al o memento da consulta, complicactles sobre viudas o muios do do auo so tem feito uso. COLLEGIO ESPIIUTO-S.V.NT. Director FRANCISCO DE SALES ALBIJQEKQ'JE O collegio Espirito Sanio, silo na ra do Mondogo, do bairro da Boa-Visla, n, 4*, havenlo trabalhado com a dosejavol regularidade durante o presente anno lectivo, lem do encerrar os seus trabalhos no dia 20 do coironle miz, para de novo comeca-los era 7 de janeirodo enno vindouro do 1852. O Director mo polo doixarde aproveitar osle ensejo para vender pblicos e verdadeiros agradecimentos aos paes do familia, que se dignaram contiar-lho seus libios para serem educados que nilo pouparKo esfurcos e diligencia paracontinuarema meroccra sua conlianca, D'ARORA (J. Starr & Companhia, j Respeitosamente annunciam qoe no seu cx1 tonco ostabelecimento em Sinto Amaro, ] continua a fabricar, com a n al ir porfeicilo n promplidKo, toda qualidailo do marhinisI mo para o uso da agricultura, navegado e i manufactura, e quo para malor comino lo "I de seus numerosos freguezes o do publico educados o u collegio,' P,"'' 0 ^"^! em geral, tem aborto em um dos grandes desta arte pela prompU ~* d J"*' 0 „J" B ( armazens do Sr. Mesquila na ra do Brum, tilo heniRMmenle proslaram ao seu nascen-i niarinha, um gnamenle proslara te estalielecimento. Pela sua parte, o director tem consciencia de haver feito ludo quanto esleve a seu alcance para salisfasera expectativa do respeitavel publico ; pelo que espera conlinu ir Deposito de machinas, construidas no dilo seu estabelecimenlo. Alli acharSo os compradores um completo sortimento do moendas do calina, com a gozar de sua indulgenti protoco alian;, todos os mellio'anientos (alguns dellos nocaudo-lheque uo recuar ante obstculos algum para o mais completo desempenho dos ssgrudos deveres, a que se ha eomptomcttido. lio bem sabido, quilo diflicil be montar um oslabelecimenlo de educaco que corresponda perfeilamenle ao seu lim ; e mesmu no coracJo da Europa civibsala, lodos os dias so procuran) novosmelhodos.melhores sjstcmas, pela conviccSo deque o que existo, est anida muito a quem do que fra para desejar. Oque por tanto so deve dizer de nosso pan, on le nada se tom fdito debaixo deslo ponto de vista, onde alguns oslabelccimentos deste gonoro teem tnlo urna duraco ophemera, ondo innmeras sSo as c 11 /. s com que se tem de lutar ;' Silo estas Estribarla oarranjos para cavallo. Comida mensa 1 oavulso, proparam-sejani sullicientescunsi leraijaspara desun m.11 111 tares o presuntos, aluga-se lou^a, vidros o director do Collegio — Espirito-Santo bandejas, etc. etc. Mas por isto mesmo quo nada lia, parece ser Tudo por preco mullo rasoavel, oacon-!j um precioso seivico esle de crear um esom consequeneia de ter faecido'o capeliao I lentes. belecimcnto de o tucano com as yanlagens da mesma, deixa de haver a dita missa estes : JWm&WWWBWmiWWMW* .\o$* •-'.,i*iNPk|Hil|Ki|l'li)s ao desenvulvimcnto da iiilciligencia, vos e originaesj de quo a experiencia de muitos anuos lem mostrado necessidado. Machines de vapor do baixa a alta proa"i, tachas de lodo tamanho, tanto batidas, como fundidas, carros d mSo, e ditos para eonduzir formas de assucar, machinas para moer mandioca, prensas para dito, Tornos de forro batido para familia, arados de Ierro.la mais approvada construcc3o, fundos para alambiques, crivos e portas para fornalhas, e urna ionidade de obras de ferro, quo ser infadonho enumerar. No mesmo deposito exitte urna pessoa ¡0telligente o habilitada para recebor todas as encommendas, etc. etc., quo os annuncianles, contmdo com a capacidado de su.is oflinas e uiaclunismo, e poricia do seus olllciaos, se compromellem a fazer executar, com a inaior presteza, perfeiciio, e oxacla %  mil 111111 la. le cun 08 modelos, ou desonhos, o inslrucces que Ihe furem Tornecidas. 1 Compras. -Compram-so escravos e vcndem-sede> coi. iniiss'iii, para denlro e Tora da provincia : na ra da Cacimba, sobrado 11.11, onde morou o Sr. vigario do lenle-. — Compra-so um cazal de poic.is do rsss.i Bail : quem livor anuuncio. 10LI11NI1AS PARA i85a. Vendem-se fjlhinhas de porta ile padre, e de algibeira de tresthfferentes qualidades,sendo urna delIn.s com o almanak da cidade e provincia: vendem-se nicamente na praca da Independencia n. 6 e 8 Finissimas navolhas. Vondcm-se navalbas com cabos do marlim, os mais superiores quo se pode encontrar om navalbas, peb ridiculo precedo 4,000 rs. o estojo com 2 navalhas: na ra do Qu limado, Ioja do miudezas junto a de cera 11. 33. Microscopios para ver seilulas, Vendom-se na ra do Queimado. Ioja de miudezas junto a ilc cera n. 33, microscopios para ver sedulas, pelo diminuto preco do 1,500 rs. -Vondcm-se filas de veludo para pescoen de senhora e tinturadle todas as qualided"S o luvas prelas do pelica para homem a 6tO rs. o par : na ra do Queimado n. 59, Ioja de miudezas. -Vonde-se superior cal virgom de Lislio 1 viuda polo brigue Novo^, Vencedor 110 passeio publico Ioja do fazoudas 11.15, preco muilo commodo. — Vende-so urna inolaU do bonita figura: na ra da Cruz n. 43. Cadenas. Vendem-sc'cadei.aspara meninas; noar mazem do Kalkmann IrmSos, na ra da Cruz 11. 10. — Vendem-se rras o marmcllada, em latas, chegadas ultimamcnto pelo brigue Boa Viagem : a tratar no armazam n. 4, oa ra da Cruz. — Vendem-se cscravas mocas, de bonitas figuras, engommam bem, coziuham e cosem chom ; a mulatas com as mesmas habilidades; 1 lindo molecolc, c a escravos de todo servico : na ra DirciFARINHA. DE 8. CATHASIIU. A melhor firinlia de mandioca e mais reccnlcmentc che^ada ao mercado, vende-se por preco m-lis commodo do cpie cm outra ipialquer parle, a bordo do brigue Almiraote Tundeado confronte ao caes do llamos s trata-se a bordo do dito brigue, ou no escriptono dos consignataiios Machado &c Pinheiro, ni ra do Vigario n. 19 -Na padnria da praca da Santa Cruz delnixo do sobrado n.lOC, tem para vender 10 meriiiillios Je parreias moscatel jasmim, muito grossos e c imuridos.em cuxOes para poder ST conduzidns para onda cojivier. -Conlinua-secomo deposito debolacluubas doces americanas om urna ven la : na mesma ra da padara do Beciro, Senzalla .Nova n. 311, o na mesma tem para sevonler um Carro para protostrabalhar. SALSA PARRIL0.4 DE As nu i.orosas expenoncias feitas coniu uso da salsa parrilha em todas as enfermilades, originadas pela impureza do sangue, j o bom xito oblilo na corto pelo lllm. Sr. Ilr. Sigau I, presidento da ara lemia Imperial de medicina, pelo ¡Ilustrado Sr. Dr. Antonio Jos Peixoto em sua clnica, ecm sua afamada casadesaude na Camboa, pelo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Olivera, medico do oxercito o por vanos oulros mdicos, pormiltem boje de prochmar altamente as virtudes cllicazes da SALSA PARRILHA BE Nota. — Cada garrafa conlem duas libras de liquido, c a salsa parrilha de Brislol he garantida, puramente vegetal sem morcurlo, ¡'."lo, potassium. Vende-te a 5/000 rs. O vidro na botica do Sr. Jos Mari 1 Concalvcs liamos ¡ ra dos i.iu-irlcicuada 110 quarlcl de polica. aar9ajrvvMriiriS:WilrlMit4fS G.intois Pailhetck Companbia> i* Continua-se a vender no deposito a* i geral da ra da Cruz n. 52, o excelp lontoe bom conceituado rap areia i (S prela da fabrica deCanlois Pailhct& W af Companhia da Bahia, em grandes e S § pequelas porces pelo pro^oostabeI %  lculo. vr %  '-' %  •" %  %  %  '-j -Vende-se mais barato do que em outra qualquer parle na ruada Aurora n. 32s taberna nova pintada do azul osseguintea eneros : manleiga ingleza da melhor 720 rs., dita f'auccza a 5Gi) rs., cha do mai, superior a 2,000 rs espermacale a 640 rs., caf de caroco a 140 rs., toucinho de Santos a 160 rs., farinha do maranhSo a 80 rs., assucar refinado que admira a 80e um rs., branco a 80 rs. o mascavado a 60 rs., bolacinha ingloza a 200 rs., sevada a 100 rs., arroz pilado a 80 rs., azeite doce de Lisboa da Barquiiha a parral 1 a 480 rs. ; e todos os mais generos perlcncenles a vonda, assim como queijos novos do muilo boa qualidade, e de tudo se da amostras. — Vende-se urna taberna com poucos fundos no largo da l'enha n. 10, a praso ou a %  liuheiru : quem a pretender din ja-so ao armazam do Joaquim Kilippo da Cuita narua Jo Azeite de l'eixo 11. 19. -Pommateao, culiloiro na Boa-Vista n. 16, tena honra do ircvinirao publico, que acabo.) de recebor pelo ultimo navio chegalo do Franca, u a novo soitimento do Tazentas di melhor qualidu le a sabor : — brides Tolheadar do prala.osporas ditas,armasdeespolelis, estribos ele etc. Provine igualmente aos senhores fumantes, quo timbem recebeu do deposit i da manufactura francoza, oxcellenle fumo, a 1,280 a libra ; quo nada deixar a desojar pelosou bom goslo.a quem souber approveilar-80 da bella occasiSo que se llioproporciona do o saborearen]. —Vendeni se barrlliohoi com doce de calla, le todas as qu di ladea por multo commodo proco 1 na venda da ra larga do Rozarlo, esquina do becco do I'UIXJ frito, I, 9. ioterpondo a sua opiniflo, as duvidas que se podem agitar sobre a intelligencia pratica de muitos artigos,—as numesosas antinomias que resultam de certas disposices comparadas entre ti, e com outraa da Icide 3 de dezembro de 1841,—os effeilos ordinarios de alguns artigos desta lei e do regulmento respectivo em damno dajuslicae da humanidade,—a necessidade de alguns esclarec montos, edecltraces interpretativas, que incumbe ao legislador braaileiro, para dar a nossa legislaco repressiva um systema de uniformidade com o direito publico da nacfo, e o plano anda mal comprahendido de nossas inslituicfles judiclarias, —os abusos enormes, que a ignorancia, e a m f de alguns juizca tem feito de suaa melhorea theorias no julgamento dos cnmes polticos. O autor demonstra as suas asserces com argumentos tirados dos mes|*nos textos da le, dos principios da jurisprudencia commum, o autoridade dos escriptores que mais se tem oceupadp e distinguido na .-ciencia do direito punitivo. O merilo desta obra, exclusivamente deduzdo de sua materia, consiste no inleresse do animar os jovens esludiosos, e os amigos sinceros da verdade urna investgac3o reTloctida das questes, que nella sao discut las. Nenhuma oulra obra deste genere nos consta at hojo que tenha apparecido desde I mili. %  (.. .i 1 do nossoa cdigos criminaes. Este motivo, anda que fosse o nico, nSo -' %  lim menos lisongeiro para seu autor, nem mouos til aos que o quizerem imitar, ou julgar o mrito de suas observaedes. Vende-so cada obra por 6,000 rs., no pateo lo Collegio, casa do livro azul. %  -Vendo-so um escravo crioulo do idade 17 a 18 anuos, perfnto eozinheiro do diario de urna casa, ^om vicio nem achaques, o de eloganle vista : na ra da ordem tercera de S. francisco sobrado n. 10, Sebolas. Na travessa da Madre de Dos, armasem n. 19 vondem-so muito boas sebolts a 320 o cento. A ellas antes que se acabem. Na Ioja da ra do Crespo n. 10,vendem-se pelo diminuto preco as seguintes fazendas lencos inteiros de seda para pesclo a 2,400 ditos a 1.500, gravatinhas do sedo para homem a 800 rs., seda furta-cores para vestido a 1,300 o covado, brim do linho-mesolado a 320 rs. o covado, lencos de cambraa do liiiho para homem a 320 rs., palito de brim a 5,000 rs. cazacas a 6,000 rs chitas francezas a 240 rs. o covado, cortes do casimiras a 4,800, e 5,000 rs., chales de seda a 1,500, c 6,000 rs., pocas de medapolSo com 20 varas a 2,000 rs., alpaca de linho para jaqueta e vestidos a 260 rs., o covado, cacas francezas de excellontes padrOes a 800 rs. a vara,meluzinas com lisia na frente para vestido a 700 rs. a vara,caca seda para vestido a 700 rs. o covado, nscado largo azul para roupa do prelos a 120 rs. o covado, riscado i-era jaquola a 100 rs o covado, chapeos brancos castores a 8,500, ditos prelos a 6,800 rs., e outras muitas fazendas por menos preco do que em out'a qualquer parte. -Vende-se urna armacilo propria para qnalqder cstabelecimonto no atierro da Boa Vista n. 76. Flores francezas. Venlem-s I ramos de llores lancczts muito superiores polo baratlssimo preco do 320 500,600,800, 1,000 rs. na ra do Queimado Ioja do miudezas Junto a Ioja do cera o. 33. Franjas para cortinados. Vendem-se pecas de franjas com 15 varas, fazenda muilo superior pelo baratissioio prego de 3,000, 3,500, 4,000 rs. I na ra do Oueimado Ioja de miudezas, junto a Ioja do cesa n. 33. Meias baratas para homem. Vendem-se meias cruas para homem a 160 rs., ditas pintadas e azuesa160 rs., ditas brancas a 160 rs., diltas brancas muilo finas a 240 e 280 is. : r.a ra do Queimado Ioja de miudezas junto a Ioja de cera n. 33. Pai a senhoras, Vendem-se carteirinhas com agulhaa do todas as qualidades a 300 rs.,caixmhas com 6 papis de agulhos francezas a 240 rs. aguIhas canlofas a 40 rs. o papel, carriteis de II has de 200 jardas a 60 rs., linhas de pezo finas e grocas a 60 rs. a ma -iiniia, lezourinhas muito finas para costura a 240 rs., trancinha do 19a do todas as cores a 60 ra., a pecinha, babado aborto de linho a 80, 120, 160 rs. a vara, ditos bordados a 200 rs. a vara, ligas de seda para senhora a 200 rs. o par, peotcs aberlos de baleia para coco, fazenda muito superior a 300 rs., caixinhas de metal com grampas a 100rs., queso a caixiuha val o dinheiro, tezourlnhas inglezas as mais finas que pode haver para unbts a 640 e 800 rs ricos agulbeiros de vidro a 200 rs.. linissimas meias brancas para Senhora a 500 rs o par, crep dtnarelo perfeitamente bom a 400 rs. o covado, escoviolus para denles a 120 rs. bicos linos largos 0 "slreitos, litas linas lavradas e muitos bons gostos brinquedos para meninos, froco de todas as cores a 160 rs. vara 1 e outras muitas miudo/as, que se vondem por preen ana cauza admiradlo : na ra do Queimado, na bom conhecida Ioja do miudezas junto a Ioja de cera n. 33. Salsa muito nova c superior, vinda no S.Salvador; chumbo de munic.ui; masaos do oapelOo de todos os nmeros e em qualquor poi c..",.;• ia na do Trapiche 11. 26, caaa de M. Uuarte Rodrigues. Casticaes dourados a i,5oo rs. o par. Vendem-se na ra esireita do Rozario, travessa do Queimado, Ioja de miudezas n. 2 A, junto ao deposito de pilo. — Na ra Nova n. 5o, vendemse os seguintes generos ultimamente ebegados, queijos suissos muilo frescos a 56o rs. j dito francez aG4ors. ; londrino 8720 rs.; queijos flamengos muito novos e outros muitos gneros ltimamente recebidos ; assim c mo licor de marrasquino muito superior. Lembrancas aos freguezes. Quem quer bom e barato he agora. Farinha do reino a 80 rs. a libra, assucar refinado e branco a 80 rs., passas uovas a 280 rs., figos a 160rs.,queijus novos a 1,000 1,440 rs., larinha do tapioca a 80 rs.,£al de caroco a 140 rs., cha llisoo muilo nova, batatas uovaa, chouiicas novas, graxa em lata, servrja patente garrafas, c meias ditas, vinho de Lisboa a 210, 280 rs. a garrafa, azeitonas novas, arroz branco muito alvo, vellas de esparniacete, e de carnauba, azeite de carrapato a 1,440 rs. a caada, e 1,600 rs. em garrafa e ouiros muitos gneros pur preco mais commodo do queem outra parlo : no Paleo do Carmo venda na quina do Beco da Bomba por baixo do sobrado de 1 andar u. 13. *5* M ww^usssrsi


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%  llt condfc do inundo, seria capaz de deiMas ah/ ella nao be asaim, depois que o pee "cado penurbou lio piofundameute a humanidade, efe-la desviar scus destinos iiumoiiaes. I concupiscencia do hosneni, consequencia iaul de tua revolta contra Dos tu4o periurbou uelle c drn delle, c einquanto ella nao for vencida pela llberdade humana, coadjuvada pela grafa de Jess Christo, e posta outra vet debaixo do jugo da vontade divina, produalr seus ii uctrjs de desordeiu e de motte ua socledade. Ella excitar todas as exallaces e as emprezas do orgulbo, toda as cabecas da ainbico e da avareza, iodos os amores desenfreados da poleocla material, todas estas ms paU"es filbas du egosmo, as quaes degradan, os bomens e os potin cm lula un coiu os outros, segundo esta palavra notavel do apostlo S. fisgo lVonde vez as guerras e 01 letiglos entre \i, todas estas deploravels discordias ? Nao be por ventura de vossas proprasambiv'oes, as quaes combatein priinelramenlc dentro de vos inesmos, fin vossa propria earor, eoutra as lels eternas de i), us : Uude bella et lites in vobis ? lN'oune hluc : ex-concuplscenlils veiircs, quee mUitaut ni ini'inbrls vens? • XX. Com tudo para a salvaco do mundo, c anda para honra da humanidade, estas lels eternas triumpharo sempre das iheorias arriscada pelas quaes ein nome de urna iguUdade chiuierica, se procura alterar a couniiluirao fuudameutal da ordcni social. A, igualdade no dlreilo de propiiedade, no estado presente de nossa nalure/a, requc urna scousa, c a jus lija eterna a quer lambcm. Be que cada un goze dos fructos de aua propria industria, gran de ou pequea he qu • "de urna parte, o tico possa herdar ocastello de aeus avs, como pobre a cabaua de scus pas, porque a cabana c o caslello ao iguahneute respcttaveis pcr.uie a le divina ; he que de outra parle aquello que nao possue na la b-je, possa adquirir in ::.!..i.-,, por mela de scu trabalho, de suas ccouomias, c possur pelos un-sin os litulos. Km duas palavras ; o trabalho he sagrado, a proprledade he inviohvel. Ku equilibrio c no icspcilo Uestes graudes ¡ulereases aeliam-se os piimeiros clt-:iicutus da loluclo dos problemas sociaes que pdein apiesentar-sc aos governos humanos c que mo nos compete resolver ; mas repetiremos atjui o que dlssemos cm nossa ultima pastoral. A sociedade nao poiler ser lirin.i-l.i e consolidada, se os podern que! dirigem, uao subteutarcm para o luturu com MO segura c iuiparual, a balauca divina que pesa igualmente O deveres e us dircilos quer do rico, quer do pobre. Taes saaas regras da soberana equidade que o Evangclho proel una. Kis ahi Lambeta a verifidtiiu igualdade quanlo a este direito fundamental, do dual Iiavcmoi lomado a dele/a com o concilio de I'aris, no interesse ta'ito dos operan s como dos propr Unos, para fazer que cviiem funestas intcir-rctaces, das quaes uascem lfeciueuicmeiuc os odios e as guerras civis. Ouvi nossa vo7, chatsimos irmos, esculai a voz de vossu aretbispo e de VONO pai que dara volunlariaiuciitc scu angue -t ;. ultima golla, para ciinciilar a recoaollUcSo de seus lilbos esplrlloaea c asscgiirai-llics a felicidade do lempo e da eternldade. Slin calumnlai-vus alternadamcnle, mis depoii dosoulros, para dividiivos, a \o> lilhos iodos da meiUM patria, entrelamo que os cidadaus de um mesmo Estado, cuino os m< iiibioi alhadorcs,|operaiios, ar til tai dcsta grande cidade, nos vos conbeceiDOSi ns vos temos \isto de pcrlo, ns vos lemoi visitado cm voisfls olliciuasc ein VOISII habitaces. Quando VOO leiiibi'.ivaiiiiii 01 deveres do ubteiro chrisi.ii, clieius de um respe, lo lili ti, parcelis-nos, suspensos de nossos labios be icuws algumasl vi es procurado prevcnlr-vot contra estas doutrlaai que aiiuitain a tocledadej eb ¡ co;no temos visto cnlao vossa prubidade c vosso bom lento iivoltar-se Mito, nao; vos nao nutria cm VOISOJ eoracdat projectoa diinjustica c de anatchia. Temos por garante disso os testemuDUOI tft TencracSo profunda, ooui que tendea ceicaJo. cm nossa pessoa, a rcligiao. efta pr lectora de lodos os dircilos, quamlo, a pe, sciu apparato, com nosia patavra e noaao amor nos temos apreaenfado a vos na igrej.i, as eoolaa as ulliiiaa.'.nas IUJ-, nos merendse as pravas publieas, Comprazemo-nos neste dia ca proclamar face do mundo que ni o temos jamis deacobertO cm t$, sempre que as pax\>es polticas occuliando o veril ideuo estado das cousas nao vos tein dcsvairao, seuao um admlravel amor daordem e do trabaio, scnaoosnobres inslictoi da viitudc c do dever, Oala que para dar seu completo desenvolvment a estes germen* sublimes ; a religio vos vissecommais frequencia vir receber cm leus templos as InfliMnciai de sua doulrma, de suas oracues, de seus sacramentos, de suas conaolacues e de suas esperanzas Ah 11.10 o esquecalsj vs seris scuipreo objeelo de seus inaio* res dcsvcllos, bem como de suas mais vivas uinuras. Tambern vosconhecemos, a vos qnc gozando dos bens da fortuna, sem sersujeltosa csie trabalho manual, consagris todava ao servico da vrai-not do mal, a o mal nesta vida, be primel-1 Dr. Pedro LeSo Vello/o roo pi-ccado, depois a miseria c toda aspecle5 r Rodrigo Castor de A. Maranbfio 2 de Mlif o, e eui Coila ocaatlo a igr^j* declara que be pcnnittld c hooroio a lado, aquellas aos quaei faltaui os beai dcsla vida, prucurar, ]>r uui (raballio corajoso e por meioi ho%  eitos, nlos (brandar o rigor de aua condlco, senffo anda procurar oom o soccorro de Dos una poslcao mais feliz. He falso cinfin que a ¡greja dcupprove as investigaedes daseleucia e as sabias tentativas da auloridade afirn de mclborar a sorte das classes indigentes. Declaramos, pelo contrario, Inteiramenlc louvavelseperfeltamente conformes piedadccbrista, lodos os melos sal utares que se poder Inventar c por en prallca para csie lita. Porta compadcccndo-sc dos soffrimentos dosliomens, a igreja call'ollca que aprecia cm seu juto valor bens que passam, adverle a todos seus lilbos ricos e pobres, que levanlem principalmente suas vistas para os bens eternos; ella sabe que o mundo, onde etislem a in .1 te r o peccado. nao estar Jamis isento de dores, c que, por mais que se faca, os praieres da trra nao poderao jamis farlaresta fomede 1'cliciJadc, a qual nao ser satisfeila senao pelposse eterna de Dcos. Nao temos com eireito neste mundo cidade permanente, porm procuramos urna no futuro onda Dos cnxugar todas as lagrimas de nossos olhos ; onde nao llavera mais nem mortc, nem lulo, nem gemido, nem dor, porque as primeiras cousas lerao desapparecido. Praia a Dos que instruidos por estas adverleuclas. us escriptores que temos ein vista, abstciihan se de boje cm diantc de calumniar a igreja, alim de que, procurando todos com um cifurco coinmum, cantes de tudo o reino de oos, o mais nos seja dado por acresslmo, a que desie modo passemos atravez dos bens do lempo,de tal mudo que nao percamos os da eleruldade. K ser nossa prsenle pastoral lilla na pralica da missa parocblll, as igrejas c capellas de nossa diocse no doiuiugo que seguir-sc a recepclo della. Dada cm Paria, sob nosso signal, c o cello ue uossis armas, e contra sillo do seerelirio gcral de nosso arcebispado, no dia do Pentecos. les, 8 dejnulio de i8l. ¡toiniagot AWI/UJO Varia, Arceblspu de Pars. ( ¡ aurnut tles 0-6 '*>' ) PERNAMBUCO i i i;igOES PROVINCUESCollcgio di Sanio-Anido. laeltitoreti O) srs. l>r. lOaFellppedrS. Lefio D.-. Anselmo Francisco Pirctl' lr. (¡aspur de H, V. de Drumon 1 tiuront'l Jus Pedro Vlluzo Ja Silveira Cunsellieiro A. P. Maeiel Monlciro l>r. Victoriano de Sa Albuquerquo Dr. P. F. <>i'l ii <;<•. Bsouna brasileira S. Jos, viuda de Granja, consignada ao meslro, manifestou o seguinlo : 3801 maios desoa ; a Manoel Conr;alvo da Silva. 300dilos de dita ; a Antonio de Almoida Comes. 1190 ditos de dita; a Zepbeiino Gil Peres da Molla. 200 ditos de dita ; u Thcolilo Feliciano de \lmoida. lUcuuros miudos ; a Gouveia & Companbia. Fra do tnsnifesto. I caixfiocalsado, 1 realejo e leelindro; a ZepberinoGil Peres da Molla. 1 caiifio, I ciixnle c 2 barris carno, ti 1 caixote vohs; a Toeolilo F. de Almeida. 118 mu -s do sola, 1 caixfio carnee 2surres f ¡riiri.i ; a Jofio Porfirio da M.itta. 056 moios do sola ; a Manoel Gon^alves da Silv • J o Uriguo brasileiro Almirante, vindo des. Francisco, consignado a Machado & Pinlieiro, manifeslou o se^uinle : 5139 nlqueires de faiinha de mandioca o 3 dilosde gomma ; aos consigo tarios. Escuna brasileira Adelaide, riada da Babia, consigna la a Antonio de Almeida Comes, mamf-'stou o seguinle : 1 c litlo e 1 caixfio miudezas, 2I0D quirlinhas, 35 laidas loui;a vidrad, 366 siccas caf, 7 caitas, 12 ceilOos e 1083 caixindas charutos, 5 fardos tabaco o 300 mollioi pissaba; a orde/ft. C(/NSULADO GERAL. liendimentododia 1 a 27 .40:398.377 dem dodia 19 1 :028,703 — O arsenal de guerra, contrata o foruccimonlo de pfies e bolachas, para a eompanhia dos aprendizss menores do mesmo arsenal, sendo os pfies de 4 oncaa, e bolachas de Sem libra: quem quizer fornecer, a presento-so no dia 30 do correnlo mes, as IC horas da manhSa, trasendo suas propostas. -Pela administracSo do crrelo se faz publico, que, boje (SO) do crrante, as II horas do dia proceder se-ha o consummo das cartas, de conformidade com o decreto e re* gulamcnto de 15 de maio do corronte anno REAL l.' i.MI'AMIl \ DE PAQUETES liNGLEZES A VAPOR. No dia 31 desto Diez, espora-se o bem mullendo vapor Swern commandante Vincent, da Europa o qual depois da demora do coslume, seguir para os p.irlos do Sul : para passageiros, trata-seem casi da agencia, na ra do Trapiche Novo 42. --Nohospital rudimental a cargo do 10. 0 baialbao d'ini'-iut ni, precisa conlratar para dieta dos doentes, os gneros ahaixo mencionados.--Ass-ucir refinado, arroz piI do, bolaxas de8cn> libra, dolaxinlns iJglczas, bolaiinhas d'araruta, biscoutos doces, balitus iuglezas, carne verde, en preto, cevadinha, oaf muido, doce do goiaba, marmellada, farinba de mandioca, farinba de trigo, farinha de Mtranhfin, fannha d'ararutu, f angos, feijfio prcto, galinhas, manleiga. nio de vacca, ovos, pfles de l,". i'iioie-io. peixe, passas, rap, roscas, sal, louciuho, temperos, vitiln do Porto vinagro, velas de cera branca, velas de cannuba, azeite doco para alampada doSS. As pessoas que prolenderom (azor o for necimento dos rifuridos gneros que serfio da nielo o qualidade, sfio convida las a comparecer com suas propostas na secretaria do mencionudo batalbfio em os das 29 o 30 do crrenle mez das 9 horas da manhfi cm uiante. Quailel uo Hospicio em 28 de Dezcmbro de 1851 —Jos Antonio Ferreira Adnfio lenle Agente. espirito, sobre cesa intelllgencla Uo cjelicada e j to srnsivel que be uin dos attrlbutos mais notavels dess uigaolsacau. u a. niulher tem-se toraadn n alma das reumoes escolbldas, seu pradominio lein-se uniltas veres eaereldo nellss em laigas proporedes Para o Rio He Janeiro'. Segu com hrevidale a sumaca brasileira S.Autooio.muiio novae de superior march: pura carga, escravos n frote e passageiros trata-se com os consignatarios Machado por ventura nu nielo de um circulo de homsns pjnheiro, na ra do Vigario n. 19, segundo ilijtilH AS^A JV^ AJBIHII a ^Ba A ^ ^ & ^ biiniiiiinH nsi i _a i _.. -Isai t f ^ Pulilicacoes littcrarias. OJARD1M DAS DAMAS Peridico de inslrucco e recrelo dedicado ao bello seto. Dr. Cyprano FnnellunC A. Dr. Joaquim Manoel Vimra de Mello Dr. Augusto Fredeiico do Oliveira Dr. Francisco Jofio Carneiro da Conha Teoenle-coronel Joso Amonio Lopes Dr. V. Justiniaoo B. Csvalcanti Dr. A dos S. Siqucira Dr. Francisco Xavier l'aes Burdo Dr Francisco Rapbael de Mello Rogo Coronel Francisco Jacintho Pereira Dr. Joaquina rio Sooza Reoiar-se mutuamente. Todos os parlidos siu> ceros, vos o poeis alleslar se tein ah reunido para conferenciar. Dr/eis, pois, se he ou nao veidade que, qnando vos deserrveruos estas particularidades de nossas visitas pastoraes, vossos corapes licavam abalados? Vos applaudiers o elogio que iaziaiuos tic vosssos irnios, de uossus lilbos habilaules dos suburbios. Lougc de ter suri rehendido cm vossa'* Mluas dureza para cun aquclles que cairegam o I). Dr. ¡Dr. Dr. J. I' I. J. de s in/. Lefio .Marcos C. da Cmara Tsmariu lo M. F. de Paula Cavalcanti Antonio F. Pereira do Cirvaldo re A. i'.nvlrmu 1 ins l>r. Lou'onco Avelmo de A. Bar i de Suauooi ¡Uirfio da Roa-Vista ¡ Dr. Jos Cardozo de Quoiroz Fons-ca !)r. Francisco do P. Baplistr fardo mais pesado qa vida, uo temos ochado 11). Jo: i Josc |.',. r eir do Aguiar ne las senao benevolencia, coiupaiiao elin.na-,,, Jr0 p r BC ¡, c0 Uuchiol P. de B. indadc. Do coracau de vussis inulbcrcs, nrin,. ._, .-. n...... x r u ii„ cipalmenic derrauia,„-.e incessa.ilenien.e so %  r ncl J so Antn ) Pesaoa do Mello lire todus os Inljilunios mcjgotavcis thesouros Dr. JOaq .mi Jor n -e dos ¡jamos cm soccorro eein consolacdes. I A. V. da S. Barroca Acal-amos de ordenar a uina de nossas comllarfio de I. ojuca nussgcs administrativas, a puhlicaco do quaDr. Jo* i-rancisuo a Cosa Gomes drodas obras permanentes qne acaiiilade tem |)-. Angelo llinriqucs da Silva creado em nossa dlocese. Oraessa hlslona n.io : u r j p m portolli lieprlucipalui.ule %  vossa, enlistaos a quem „ ; jsc":i'inti no Jo Castro Lefio lorain dadas as riqueas desle inundo i ISao re.,. 1 v u %  futa ella cloquentcuieuse as calumnias contra I "' • %  A> aviguior vos dirigidas ? Cesse por tanto lodo erro, cliarissimos irinos ; despojai-vos de vossas prevences, e reunindo-vs como lilhos do Pal (que est no eo cm um ain'ir fraternal e sincero, nao esperis o intlhoiariicuto da ordein social, que l'a quem pareca esperar de uuvas revulucoes, senao da lei nalu'iil do progresso, pro(£resso lauto mais seguro ({uaiitu fur mais pacillco. Porem nao he smenle a vos, charissimos; N 28 27 27 27 2fi 26 25 25 25 24 M U M 22 22 23 19 19 18 17 17 17 II 16 16 16 15 14 la ii 12 11 II 11 II 10 10 9 8 8 7 7 41.617,080 DIVERSAS PROVINCIAS Rcndimcntodo dia 1 a27. .2:483,340 dem do dia 29 1*. 5 <+ 2:497,851 RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GBRAES DE PERNAMBUCO. Itoitdiilienli) do dia 29 1 :018,910 CONSULADO PROVINCIAL. Rendimcnlododia27 1 :481,914 lilcmdodia29 909,310 iVluvimento do pono. Navios entrados no dia 29. Demorara-42 dias, galera ingl-za Glcnlanne, de 650 lonellalas espitfin Charles Chapman, equiragom23, em lastro; ao cnsul inglez. Conduz 310 omlgrados.-Veio refrescar e segu para Cilcutll. Radia — 15 dias, escuna brasileira Adelaide, de 60 tonelladss, capilSo Joaquim Antonio do Figueiredo equipagem 9 carg caf e mais g meros ; a Antonio Jos de Almeida Gomes. Passageira, Joanna Maria dos Anjos c 1 menor. Liverpool--36 dias, brigue ioglez Lindisfarno,de294 tonelladas, capilfio William Irwin, equipigem 13, em lastro ; a D;ane V mi" & Companbia. liem 33 dias, galora ingleza Sw.ird Fish de3l5 tonelladas,capitiloRichar lo Creen, equipsgom 22 rn.'i fazondas ; a Me. Calmont & Compinhia. Traz 2 passageiros. EDITAL. %  i Collegio da Bon-Vista Osara. Dr. Augusto Fredurico le Oliveira Dr. AlTouso de Alhuquorque e Mello Dr. Jofio Francisco da Silva Braga Dr, Jofio Francisco Duarto VOTOS "?* Dr. Jofio Jos Ferreira de Aguiar leudes, dirigem-s'e couUa a propria ¡g'reja caAugusto Jos Peixoto luiuiiias anlogas, c ao terminar esta carta pas-l D.gomhargador J. M. F. de Mello toral, eremos de nosso dever rcpruduzir alimi Dr. L'jiz Duaite Pccira de refular estas calumnias as proprias palavras do concillo de Pars. i.'.er que a igreju nao se dece da ssrle dos infelices ueste mundo. onpaComo boa mai a igreji.ona tcrnaincute a todos scus lilhos :.i ni distiuccao, c tusleula-os com todos os lucios que eslo cm scu poder ; inas o pobre povo, os tmb ilhadiues c iudlgenles, todo aqueiles aos quaesa miseria oppriine, sao ceses principalmente que a cxemplo de Nosso Senhor Jess Cbristo, ella cerca de um amor mais vehemente, de urna mais viva solllcltude. Nao he sen espirito que inspira cutre nos cala viva e frvida cajidade a lanos cbriitaos ricos a cales jovens disunctos, a estas mulheres to virtuosas, a estas virgeds consagradas a Dos, pela mo dos quaes a igreja derrama sobre os pobres tantos beneficios, todas as conbulac : %  divinas c humanas, e cobre sua nudez coma abundancia de sua candado. Calumnian! a igreja quaudo a fatem dlzer, a proposito da den-.ualdadr das condlcors. que lodos os ruft-lises oppriuiidos pelo Irabalbo e que suitrcm toda a especie de miseria, cstao i "too liiiinovel e fatalmeuie encadcadi-s ao Dr. C-ctano Kslellila C Pessoa Dr. Francisco de Paula I! inli.-ia Jo llyginode Miran-la Dr. Francisco Xivler Paes Brrelo Dr Francisco Ro Irigues Seto Dr.J. P. MeniesMsgalnfies Dr. F. de Assis Oliveira Maeiel Consolheiro A. P. Maciol Montoiro Dr. An'oniou'Assuinpcfio Cabral Dr. F. P. de Rrillo e Mello Dr. P. F. de P. ('.. do Albuquerque Vigario Veninci i llonriquede Rezende Dr. Candido A. da M. Abuquerquo Dr. J. dos A. Vieira de Amorim Dr. Joaquim Francisco de Faria Dr. U. Stbino Pessoa do Mello Padre F. R. P. B. de Me leiros Dr. F. Rapbael do Mello Rogo Dr. M Mendes da Cuuha Figueira Dr. M inoel d S iuza Gtrcia Dr. Victoriano de S e Albuquerque Dr. A. V. do'Nascimcnlo Feitoza — O lllm. Sr. inspector d thesouraria da f.i/i'u la provincial, em cumprimcnio da ordem doExm. Sr. presidente da provincia, manda fazer publico, que nos dias 13, 14 e 15 de Janeiro prximo vindouro, ira a praua para ser arrematado, peratite o tribunal administrativo da mesma thesouraria, a ¡ ;:;;; per mcnOa izo iim uuaOODCaitOS da cadola velha da cidade deGoianna, avallada cm 636,486 rs A arremalacfio ser foita na forma dos artigos M e27da le provincial o. 286, de 17 de maio do crrante anno. As pessoas que se prnpozerem a esta orremaefio, coinporccam na sala das sessfies do mesmo tribunal, nos dias cima mencionados pelo u cm dia competentemente bsbio'lilados r,,, Epara constar se mandou alTixar o pre20 son le c publicar pelo Diario <2oj Secretaria da thesouraria da fazenda proou vincial de Pernatnbuco, 23 de dezembro de 1911851. O secretario, Antonio Ferreira da Aonunciacfio. Clausulas especiaes da arremataefio. l.'serfio le i las todas as obras necessarias, para que este edillcio Oque em bom esig lado e nele poder residir o destacamento lg conforme o orcamento approvado pelo Exm. 17 Sr. presidente da provincia na importancia IV de 636,486 rs. ] 0 2. a todas as obras sero principiadas no 15 praso de um mez e concluidas no de 3 me¡• t zes, contados de conformidade com osar14 ligos 31 6 32 da lei provincial n. 286. 14 3.' o psgamonto da importancii desta J4 obra ser feto em urna so preslacfio quando 13 ol i o.livor concluida c em estado do ser ie13 cebida denitivamenle. 13' 4." para tudo mais que nllo eiliver deterli minado as presentes clausulas, seguir-sei'a lia o disposto na referida lei provincial n. ¡. 286. Conforme. O secretario, 19 19 19' 18 i PROSPBCTO. O homem, niio obstante seu corpo to niaravilbosanienlcorganlsado, nao obstante sua alma to enrequeeida de nobres faculdades, be um ente to incompleto que a suprema sabedoria acbou que nao ca bomque vivesse s. A escrlpiura santa cnsina-nos que Dos, querendn remediar esle mal; enviara um somno a Ado e cmquinto elle dorma, tlrou-lhe urna coslella da qual formara Kva. A' vista da mulher <]oe Dos Ihc aprsenla por esposa, Ado exclama: — o Kis-aqui o osso de meus ossos, a carne de uiinha carne; por isso o homem deixarpai e mi esc unir a sua mulhrr : ellcs sero dous em urna mesma carne. Dos os abencoa c dis : Crescci c inulli|d ral c povoai a trra. Foi smente depois que o homem e a mulher orain assim unidos era matrimonio, que a bu-: "hora deve ter para poder dlier-se inslrurd ni inida.I,foi consliluida e a obra da crcaco e bem educada; isto be, Iremos apreseulando completada. ¡ de mudo proporcionado ,i coniprehen^o de i'ara lomar uceessaria esta unio entre dous nossas leitoras, dcsenvolviinculos ui.ns ou mecnles lo dlversamenlc organisados c dotados nos exiensos sobre a historia sagrada e profaua, de aplidoes to dillercnles, Dcos deu a um a ""bre as (ciencias naturaes c positivas, soi.ie forca c ao outro a bellcsa, os dircilos c devores proprlos da mulher, so* Com cllcilo o homem encantado da belleza lrc litleraluro, ele., ele. A segunda comer da mulher, seute a necessidade de ama-la c de poesas, rmuauses, drammas, eolitos para os ser por ella amado; euto querendu demonsmeninos, (-i) anedoclas, jogos de prendas e reIrar-llie seu amor c lambcm caplar-lhc a beneceilas uteis c curiosas. volencia, elle esforca-se por trata-la com as Todos os nmeros deste peridico, o qual samalores allcncoes, por preslar-lhc os mala vajl'rf duas veses por mes (na primeii a e torcelra liosos scrvicosO; a mulher por sua parle gradomingo; cm foliielim de I ti a 24 paginas, sero la a tantas dcnionslracOcs de alleclo c lambcm acompanliados allernadainenlc de lgu. iuos reconhecendo que por sua fraquea precisa de prescnlaiivos das modas mais recentes de Paquem a proteja e defenda, paga de boa vonladc ris, de lindos riscos de bordados c moldes de as atteticOes que Ihe sa prodrgallsadas, os serlaoyrluthu e de peras de msica, tudo viudo da vicos que Ihe silo prestados, couceilcnoo -por pltai da funja e dado pelos incilioies perluprcuiioseu precioso amor ao ente forte a quem dicosalli publicados para insliucco c recrelo scus encantos tein caplivado. das bellas Parisienses. (4J csgracadaineule o homem nao tein sempre Bosta smente que o bello sexo brasileiro manlido a mulher na posicao que Dos Ihc asproteja c anime una empresa que Ihc be toda signou; abusando de sua forca, elle a tem Iradedicada c que Ihe pude ser mili vanlajosa. tauo multas vetes antes como cscravaque eo[D primelro numero do Jardim das Damas, o mu coiupanhclra, mas em castigo descudellcqual se actia j quasl lodo Impresso, sahir lo, aquellos qricasslm obram, possucm sumenlux na priureira duuiinga do anuo prximo fute um corpo sem alma: pensameulo, amor, deturo--4 de Janeiro.) dicacao, liada he para elles. Os Orlentacs reos deslecriine.conhecendo bem que nao possucm Historia universal resumida. os coracoes de suas mulheres, nao Ibes pcrrnit. ,, tem sahircmem publico, elles temem expor a P ara uso das escolas dos Estados-Unidos da vista de eslranbos csae sorriso de graca que America do Norte, por Pedro Porloy, Iradueos ooliocou nos labios dcstas creaturas abenzida r ara uso das escolas do Imperio do Bracoadaa, como scu mais puro raio; por isso consil pelo desombargador consclheiro Jos Riservam-nes e:u scus harcus dcbaixo de chaves beiro. Esle excellente resumo acha-se nos cferrolhos soba guarda de eunucos. (2) A Grcprelos da canilal do imporio, o brevemente ^ttflMK s^hir a luz: .utacrev^e n.t. edaie do crla-scqucaal.nada mulher nao eraIda,meccif na livran* n. 6 o 8 Ua pra ? a da ludena ordein que a do homem ; luda a especie de pandencia a 5,000 Pi. por cada cxemplar coinstrucfo Iheera reculada, sendo assim conCidcraaiH, demnada perpciuameme a ignorancia; no seEI.EMKNTOS gundo, ella estara sujeita a unta (utella que DE nunca se acabava. A roca era aostolhos doroHomcBopathia mano a suprema virtude de sua companlicira; S8n ¡ n „ |(JZ „ s!l uriat pl ¡ r i e rjeta obra r^.VZ^Z^.^'to^ coonpostapelo profossor ., ,a,o P .lh. Gosravilhosadcsuaintelligeneia. l'ioulmente em sot Bimont. R:cebem-se assignaluras para Ronn o marido podia repudiar a mulher vona obrB tnleira a 5,000 rs., no consultorio tade, tornar a loma-la, empresta-la ao amigo, homceopat'iico da ra das Cruzos n. 28. Dejulga-la em familia c al mata-la. Elle nao pois da public*c,3o da tercoira parto, o preusava sempre dcsta permisso, mas algumas (osera elvalo a 8,000 rs. pura aquellos vetes mandava acouia-la lo ludemeuie por q ue ulo tiverom asiigtldo. No mesmo conseus libertos que a desgracada murria disso. su |t orlo acha-se a venda tudo uuanto he ?^S^*52L2fiSSX nocessarioparao ostuloe, pratic, da hollhegillamorrcraassiiii por ordem de llciodes niojopatbia, Camo seja : livros impressos %  .ii,,-„. para historias do docnics, re^imens apruO Kvangelho, dli o mesmoescriptor, veio lipnados para a provincia de Pernambuco, e rar a mulher desle inierininavel auBihema, elle encarrega-so do mandar fornecer qualquer resiitiiio-lhc aalma iuipondo-lhea obrigacode encommonda de medicamentos homceopatrabalhar para sua salvaco, derramou-lhc soHIK.. tanto BTISOS COmO cal : %  ; ';. cm oreacabecaainesinaagoaderegeneracoque elohuoscomo'em tinturas. No prelo : — l'allrjgenesia dos medicamentos brasileiros. Ltemenlos de anatoma e phisiologia com esdistinctoa, de esplritos gravea e profundos, po-1 andar, ou com o ca piulo Jos de Campos Mide ella ignorar as cousas que lodo o mundo ggihges na Pract, sabe, e ser constrangida a guardar um silencio! e „' oin *.' %  .„.;.„ „., .... .. ridiculo quando .e falla e.nji> presenfa de' ,. /" oa '" '' e ''• ne,r0 ''ir ale o lilteratura. de arte, de sclen.sJ-Porveutur J" da. presento semana, sotn falta, o briguo pude ella ignorar a historia de seupaii, c os ele-f orasiloiro Itio Ave: para o resto da carga o meatos prlncipaea dos conheciinenlos huescravos a frete : trata-so na ra do Trapiinaoo.i? lchen.3*,com Novaes &. C.'¡ossenhnresquo %  E na familia nao he ella quem Imprime A^mbarcaTn. escravos lenbam a bondade do intelllgencla de seus lilhos a prlmelra impulmindarem os*r. I.ouicneo Trigo de Loureiro lie falso que a doulrina evanglica sobre a |) r Mnioil Firmiuo de Mello iiiilidadc espiritual do ofl'riincnlo c solare a Francisco A'imO '8 da Silva :.jiitil¡caro que pode resultar delle, deva ser; | )f ¡^^{01 di Souza Res memiidi ueste sentido, que uao seria permet-j. ^ „ lldo aoi christos desejar ou procurar allrvio ,,.;„,,„„,;' v ,||a!a para seus malea ¡ poique a .greja cnsina-|bea|Joao^ leulimJ'"^ adr, cada dis a U?os cm sua supplica, li-¡Miguel (,on S lvos Lima 12 12 12 !¡¡ ii 11 10 10 Antonio Ferreira da Anir.iiiciae.lo. eclara^oes. O vspor brasileiro Imperatris commandante o primeiro tenenle Joaquim Salom Ramos de Azovedo, deve cbegtr 10 dos portos do .Norte no dis 31 do crreme, 10 e seguirt para Macei, llahi i c Rio de JMIOI10 ro no dia seguinte. licoe erer que a casiidadc e a vlrlude em nostorio liotncoopathico da ra das Cucos n • a poca consisten), como no lempo de Lucre28, pelo proco de 1,000 rs. cia, em liar lan e ao sahir de casa. Se os deveres moraes que a natnreza c a couscicncia impoein mai e esposa so trio aeveros quanlo era outr'ora, cumprc reconhe' cer que o progresso dos lempos icm excrctdo — ''ara o Aracaiy ou Cear, hiateS. JoSo: bastante iullueucla sobre as qualidades de seu quem no mesmo quizer carregar, dirijs-sea ^— ra daMrdrede D.'os n. 34, ou ao inestrc a (1) Fallamos do verdadeiro homem c nao do bordo. bruto com forma humana, pois sabemos que a „ p„ t 0 Aracaiy, seaue em pouCOS dias. fr'^^JSZ o/m'a'S'dTsorde: Z^Z^T ? OT5" ue,n no "T nados apeuies I m0 UUIZ01 Carregar, ou ir da passagom, di(2) Os fcgyj>cios chegaram ao mesmo liin sem rtja-aa a na do Vigario n. 5, ou com o messe servo em das grades de ferro dos harens ¡ Ir Antonio Joso Viaiina, no trapicho do aleles decrelaraiii que nenhuma mulher poderla godo aahir ra sem ler os ps calcados e prohibi' %  %  %  rain sob pena de priso, aos sapateiros de faxe-| (.'1J A infancia he vida de contos, por isso rem calcados para ellas, fosse de que qualldaquerenoo habilitar as mais para satisfazer esta, de fosse. po r assim dizer, necessidade de seus lilhos, rcOs Chins procedern) ainda de rnelhor modo solvemos dar em nosio peridico coutos mopara coiisegulrcm o mesmo lim ; elles persua-' raes c instructivos ajipropriados a cstaidade, diram as suas mulheres que a pcquenliez do allm de rjue ellas nao se vejain oiirigadas a conpc he um dos elementos pruicipaes da belleza ¡'tar-lhea historias de cabra cabriola, de Maria por Isso estas pobres creaturas eulregam conhorralheira c outras, das quaes ucuhum protemes suas lilhinhas aluda tenras para que liles •cjajn quebrados os ps em un torninho alini de uao crescerem. Dcsta mauelra ellas mesillas prepsram scu capllvclro, porquaulo nao podeodo ler-se em p pormuilo lempo, tambern nao podem sabir ra. veito ni.un estas tenras e amaveis creaturas (4} O vapor Inglez que parlo de Soulhainplon a o de cada mez, traz-uos sempre os nmeros de dillrenles peridicos de modas e Irabalhos de senlioras publicados etn Pars al o da antecedente. li ni imlutlc de N. S. do Terco. SECUNDO AVISO. Os aba¡j.o assignalos, faiem scienlc a todos os irmos da irmandade do N. S. do Terco que, ja se acham promptis dentro do cemiterio publico 5* catacumbas pertencentcs a mes na irmandade. He porlanto nocossario quo todos os i raos o irmflesque ainda no contrihuiram com a quota do 5,000 o racain quanlo antes pora que se possa concluir o restante das que faltam e de seusaforiiiosiauenlos.aliin de poderein deltas gozarom por sous fallccimentos, bem como, seus lilhos e netos menores; certos de que, o ii0o fazendo dentro do praso de 6 mezes contados do primeiro dosetomhro do corrento atino (praso tambern marcado pela illustre cmara municipal) nflo teram diroito a serem se aullados nassobreJictas catacumbas, salvo se comrjbuirem com a quantia de 20,000 conformo foi deliberado em mesa conjuncta competentemente autorisada. He porlanto do esacrar quo os refeiidos irmos e irmaes, de bom grado se prstamo a coarljuvar com to diminuta contribuirjao, visto ser applicada a um fim to ulil,oo no o o lo p o nossa mo'le o do nossos lilhos e netos menores,um jasnjo decente. No |.„n i;a a tlguem haver de sor n ti conltibuiQo (nutras irmaiidades em muito molimos circumstancias a tom exigido) porquo, a irmandade do \ S. do Terco alm do nao ter nli i ilion ni, custa do qu>l possa fazer semelhante obra, no tem obngarjo de dar catacumba aos quo no contriburem, porque ella nunca as possuiu; mas sim urna sepultura no cbo. No so tem ulliei uin a inultos irinos o irmes porsa ignorar quem sejam e onde moran, para se Ibes communicar semelhante deliberarlo, motivo por que, se faz o presente aviso alim decliegar ao cunhocimeolo de todos para no iiiicaroin ignorancia. He de esperar quo, cuncorrorii com a sjbredicta contriliuijjlo (oa maior se fr possivel) alim de conciuir-se urna obra to proveitosa, nao so a todos os irmos como ao crdito e brilho da irmandade, e al para no haver desigualdade entro irmos do u i a irmandade que lodos se devem ufanar de a ella pertencer. Os que quizerem contribuir para poder gozar das catacumbas, se deveiSo dirigir a qualquer dos ahaixo assignados. Juiz, Din iziu llelario Lopes, iimlliicita n. 135, sacretario, Antonio Jorge Rtbeiro de Unto, na inosina ra u. 59, Ihosoureiro, Jos Piulo de Magalhos, ra das Cinco Puntas n, 112, procuradores, Manoel Jos de Souza.na mesma ra ti. 55, o Anl Miin lie,, hsia de Maraes Sarment, na mesma ra u. 86, procurador -IMI, Manuel Finnino Ferreira, ra da Concordia ultimo sobrado ao sul. U thosoureiro da irniandado de N. S. do Terco faz sciente a todos os seus irmos e iriiiiios quo loiu no i-onti ihuii com a quuta cima referid i, que, se por circumstancias a n.iu puuureru dar por uini so vez, duvida alguma baver de sua parte, cm receber osla quota em duas ou tres prostiCeSes, aiini de Ibes facilitar uina contiibuirjo to necessaria e til. — O cirurgio Bernardo Pereira do Carino faz scienlu as pessoas que a lempos Ihe fallaram o inesino a quem qutzer e couvier para por meto de um razoavel ajuste os tratar animalmente das moles'liaa que possam appaiecer quo lenham a bondade do viteiu u casa de sua residencia na ra larga do Rozarlo u. 30 para entrarem no numero de seus clientes uo primeiro de Janeiro de 11*52. O mesmo declara no poder ir agora as suus casas por estar incoimnu Jado Retratos. lloje 30, liuslisan os trabalhos da olllcina eaiaiinieci-la ¡ft raaNova n. C. Todas S pessoas que se acham devendo retratos, lenham a bondade mandar paga-Ios al amaiilia 31. -l'rot'is i-sc do urna negra para o servico de urna casa de pouca familia e que saiba cosiuhar: na tua Nova n. 10. i'esla. Por no so poJer fazer a fusta do S. R. Jess da lisia Sentenca no dia primeiro de Janeiro como estava determinada, tica transferida para o dia 4 (domingo) do mesmo mez. --No dia 2 de Janeiro prximo futuro sabe a luz o primeiro numero da • Caipora de Pernambuco. peridico politico e enronalgico ; vende-se avulso na ra estrella do Rocario n. 34, no atorro da Roa-Vista n. 74, ua lypographia da i Voz do lirasil na ra da i'iai i n. 45, e em mo do distribuidor lo Echo Pernambucano. > Proco 40 rs. cada exemplar. — ODr. Carolino F. do Lima Santo', mudando so do aterro da Roa-Vista, Icm lixalosua residencia no primeiro andar da casan. ~M vli ni ra Nova. Como mdico, contina a ollorocer seu presumo ao publico, e sempre no sent Jo de seusaonunCIOS.



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XM Anno XXVII Ter$a-feira 30 DE de Dez(nilro de 1851. N. '294. PERWMlCa wmxt/O sBompglo. PlO.MXKTO ADIIHTI.DO. Por trimestre por femestrc c Por anno • • • Poo DENTO DOTBIISTBB. POI qaertel -.*... W0TICI4S DO 1MVEIKIO Para.....' 2 do Dczbr. Minas. jSdeNovbr. Maranho 7 de dito 'S.Pauto. lO-dedito. Cear... in de-dito. IB. de J..> l.'ide Dezb'r; Parahiba. 19 He dito ¡Babia... 20 de dito. 4/000 8/000 1&/V 4/NK) MAS M'Uliin. 89 Se. S. Thomaz are de Cantuaria. 30 Tete. Sabino. 'II i.).iarl. > S Silvestre 1 Qulnt. '"•-:• Circu.ni cizau do Senhor. 2 ¡*>st S. Iildoro ] Sab. S. Aprigio. 4 Dom. S. Tito b. ; S Prlsci. AUDIENCIA.,. Jafioda Orpho 2. e5. s 10 horas. 1. varado civrl. 3. e6. ao raeio-dia. FaienoVi. 3. e6. i lo horas. 2. cara do CI'M. i. e sbados ao lueio-d. elafo. Tercas e saludos. iFaKiims. Crescente i 2o, aa 8 horas e 15 minutos da m Chela a 7, a 3 horas e 48 minutos da m. Mingoantei 16, a 1 hora e <8 minutos da m. Nova 21, ai 7 horas e 3 minutos da m. nuui D* HOJ Primeira s 10 horase 51 minutos da manhSa. Segunda s 11 horas e 18 minutos da tarde. VABTIBU DO* OOBBEIOI. Qoianna e Parahiba, is segundar e seitaseiras. Rio-Urande-do-Rorte, todas ai quinlas-felras aomeio dia. Garanbunse Bonito, 18 e23. s Boa-Vista, e Flores, i 13 e 28. Victoria, s qulntas-feiras. Ollada, lodos os dial. BOTICIA3 ISTnANGIIBAf. Portugal. I i llespanha. 8 Franca ... 8 Blgica... 4 Italia.... 31 Meinui i. l'russia .•• Dinamarca?!) Russia... 28 Turqua. 18 de Novbr! Austria.. 2 de Novbr de dito |Sulsa. .. 2 de dito, de dito Suecia... 28deUulbr de dito 'Inglaterra 8 de Noabr. dcOulbr R.-Huidos 20 deOulbr. deNorbrlMexIco... 15 de dito, dedilo. de Oulbr de dito de dito California l2de dito Chill. 8 de dito Kuenoa-A. SiieFtovbr Montevideo 21 de Oulbr CAMBIOS DE 29 DS DEZEMBBO. Sobre Londres, a 28 d. p. 1/ Firme Paria, 34d por fr. • Lisboa, OOporcenlo. METAES. Ouro.—Oncas hespanholaa.... a Hoedaa de 0/40* velhas. 18/n00 a 16 de 6MO0 novas. 16/00(1 a 18._ de4/0C0 9/000 a 9/100 Prata.—Pstacoes brasileros.. IglOa \/9>0 Pesos columnarlos... 1/980 a W'O Ditos meilcanos 1/7*0 1/7S0 EXTERIOR. Pastoral doSr. arcebispo de Pitrii, para desenvolver t confirmar o 'decreto do concilio da sima diada, contra os erras U desIrocm os(undamentos da juslica da candis. (Cdnli'nuocdo ao n. 393.) X. Todava, apesar destt glorifica$8odo trabalho por Daos, apesar da estima era que era tido por toda a parto em que t verdadeir religiflo" e.stanilia seu imperio, o trabalho manual voio a ser urna ignominia um vil attributo do cscravo, entre as naedes pagana. A sabedoria anliga, separada da do Dos, eaquecendo a grandeza ilo homem, abusn do direilo de propriedado a ponto do applica-lo so proprio homem, que ella atreven]su a considerar romo cousa, no profundo dVsprezo de seu destino ou na completa ignorancia de sua nalureza ; o por urna cnnsequeiicin nocesssria esta indignidade,obrigou osla cousa qrganisada, o homem, que ella equipara va assiin ao animal, a trabalhar psra seu senhor, o qual possuindo este principio vivo o rclivo arrogava a si naturalmente o mesmo diroilo sobre onecassorio e o que poda nascer dolle, sobre os proprios Minos do cscravo, como sobre todos os fructos de seu trabalbo. Deste modo l per Ja da liberdade ou a esiravidSo arrastou a .I.-S'HMH .I do trabalho quo veio a sor o emprego e o carador do escravo. A honra do trabalho r-creceu pois com a liberdade o lambem o direito de propriedade que della emana. O escrayo prr.lendo-a, perdeo instrumento, o moio necessarioda poasessflo. N¡1o sendo senlior de si, nflo podendo dispr a sua vontailo nom de sua pesso, nem de seu corpo, como disporia elle de seu trabalho, o por seu trabalho das cousas que o cercami' Vos lieni o sabis, charissimos irm3os, os dous tercos do genero humano, antes de Jess Christo, esiatram iis-.nu reduzidos pela oscravidfloa ordem da besla de carga, trabalhando para sous senhores, e sus vontsde, sem liiar dahi outios fructos mais que 0 mtseiavel sustento quo so dignavam darIhes comoaos animaos domsticos. E isto nflo era praticado smente entre as nacOes barbaras, ou entre ss nsci's governadas tyraoicamente, porm at entre os povos maispolidosda Creca, o onde a liberdade poltica era mais glorificada. Todis estas famosas repblicas, dssquaes tanto se lem fallsdo, linham por base a escravidao, e es-1 ses grandes cid nios to orgulnosos de sus liberdade, o que nos s3o aproscnlados anda hoje algumas vezes como modelos, erain "mui simplesmenle desprezadores da humanidada e exploradores do homem. A •1 loraoo do homem pelo homem, cis-aqni o que acharis no lim do todas as especulados da sciencia, e de todos os esfortos do genio, quando o genio e a sciencia nSo silo esclarecidos e dirigido! pola luz do Evangelho. Porm queris ver al onJe os mais sabios polticos dos tempos snligos leyavam odesgrezodo trabalho, consequoncia neceasaiia do despreto da humanidade, escutai ao principo dos philosophos, Ansiles; elle perguota i si mesmo : Deve ser o artista contado no numero dos ciiladaos i' Mo, esponde elle, urna boa constituico nao admitida jamis o artista no nu oro dos cidadSos. Elle desejara quo os agricultores fossem escravos. Os artistas e os trabalhadores,] vememaeu pensamento dopois dos agricultores. Elle proclama suas occupac.0es como indignas do homem livro. Aquellos que a elhsso entregan), lem urna existencia degradada, onde a viilude nSo pode ser praticada. Ellos >So ja escravos pela alma, e nao vivero livros se no porque o Estado nao he bastante rico para substitu los po^ escravos, nem bastante forte para roduzilosa esta condicSo, como iophante projio umdi. Scrates, Plal3o, Xonoplionte, Ciciro pensavam do mesmo molo. Os philosophos amigos de Juliano, repelliSodosanctusiio a tudo o que nflo lnlia origeai sagrada. iCrs tu, exclaman Tnimsto, que liomens nascidosdo um padeiro ou de um cozmheiru, criado entre as causas e os inslru nentos de seu cilicio poflom attingir jamis dignidad-ca sublimi isdo da philosophia ? Emlim o diroilo de propriedado roJusido puf toda a parle ao dtroilo do mais fotlu; o vencido explorado em suas fsculdades espirituaes e corpreos pelo vencedor; o hou.em trabulhando forjadamente como o animal em proveilo daqucllo quo se lom tornado seu senhor, o desde entilo o traba Iho, to nobre aos olhos da religiao transformado em altribulo da escravidao, om runccOcs dos biulos, em ignomiuia, eis-aln o resumo da civilisacSo paga antes da vinda do divino Salvador. XI. Ocbrstianismo poz fim todas estas degradai;0e, a todos estes altentados contra a naturezs, consagrados por essa philosophia humana que quer dever tuio as nicas luzesda lazSo, e quo |0em sempresua %  Ciencia o suas toconas ao servifo de todos os erros, quando sflo protegidos pelos poderes.. A reliiiiao christa n3o temeu atacar estos erros, combate-Ios, reforma-Ios a cusa dosangue de. seus apostlos e de scus maityres. Ella demoliu successivamonte o pouco a pouco n3o pela violencia e pelas agitacOes des revolutOes, mas pela influencia e pela autoridade de suas doctrinas, toda a civilitacSo do paganismo em suas bases principaes. Ella deslruiu a escia.iiflo, osla grande columna da brdeni soci I antiga, mosliando simplesmenlu que lodosos liomens sflo irmfios, pois que tem um eesmo l'ai que esta no co; que sondo loJos iguaes por ualuieza, neuhum tem o direilo de possuir seu semclliaulo e de lorna-lo sua propriedade. Nlo sendo mais entilo o cscravo cnesrregado s de trabalhar para fazer viver osoutros homens, esle irabalbo senipre iudespenaavel, porm lomado voluntario, nao paitlcipou mais davergouha do servilismo. Elle lecuperou o nobress e a grandeza, lodos os dircitos do sua origom, e pelo direilo sobre tudo do propriedaue que tu; sua primeira consequoncia, fii rehabilitado. Cumludo nSo bastn isio a sabedoria divina, a qual em suas obras de amor pioporciona-se sompre a nossi frtqueza. Ella quiz apoiar o ensino peloexemplo, o o verbo eterno fasenfio aos fllhoa ? Ha urna rwSp "o meszendo-se homem ilignou-se de habitar onmo loupo natural e moral oara que estes se tro nos, alim de honrar, em seu nascimenla aproveilem delle com preferencia a ontro comoemsua vida, a pobreza e o trabsl'io. ( qualquor, o esta dobradl rasSo he a *ase O filho da Daos desea pois do co, e desde direilo sagrado da heranga ; he quede pojando-se de sua gloria e de seus thesouum lado aquello que trabalha deve colher ros, o rico da eteroldade, diz S. Paulo: os fructos de seu trabalho, conformes refaz-so'pobro por amor de nos. Elle nsse igra di justica,edo oulro, que opal nSotraem um misoravel presepe, de urna mfli po- btlha s para si, mastambem para seus libro que tem por esposo um po*re operario ; ¡ Ibos. elle proprio trabalha com suas mtlosdivi-f t)sto molo o trabalho do pai constituo as at ida Jo de trinta annos. Foi pobre toda sua vida, nflo tendo mesmo onde reclinar a cabefa duranto lodo o lempo em que prahencheu sobre a Ierra sua inissflo celeste. Fot a pobres pastores quo ello foz levar de urna cnaoeira inseparavel seu direilo de propriedade e o de seus (ilhos, sua posse individual e o de sua posteridado; porque o psique est encirragado de propagar sua raga, tem por isso mesmo a miss3o do assegursr-lhe a perpetuidade por to los o meiprimeiramenta a *oa nova da salvacBo, e os possiveis o honestos. Tal healeidana o foi entre pobrei pescadores quo elle esni e/a com a qual a sociedade deve conforcolheu seus apostlos psra annuncia-lo aof mar-se, *". nflo quizir perecer, ea qual a remunle. Iloscmpreaos pobres, aos fracos, o aos i oquenos que elle dingo de preferencia seus onsinos e suas boucaos, ello vem abrir o co a to las as virtudes, aos liomens do todas as cond¡c,oes : porm ho aos pobres que pertenca no seu reino o primeiro direilo a bemavonturanrjs, lleati pauperes '. Jess ¡muslo, lillio do eterno, pobre o necessitado, ganhanJoseu pSo com osuor de seu rosto, lavranlo a msdeira e transformando a materia na ouicina de NazaretO, que ospectaculo digno dos anjos e dos liomens Quoglorilicacao do Irabalhn e nao s Jo trabalho do espirito ailo pausamento MIII.H) aiuJa do trabalho material, do Irahallio das ,-naos' Quein uusar qneixar-so depois disto deuma vida humilde o I boriosa ? NSo llavera urna sorlo de impicdade om dospreitar o quo foi eslimado e saulilicadopelo lillio de Dos? liomens de 1rabalho, operarios ctihsUos, quanto seris grandes o veneraveis em vossa prolissao, seconfonnardes vossa viJa CJII n vida do ligiflo nan polla dcixar de ssnecionar por seus orculos. Sim olla o lom feito da mancira mais formal. Abramos a escritura sania e consultemos a ira jn;,'io calholica Est cscripto no denleronomio no rapituloJesinove •• Nflo removeris os limites postos para separar as bordados ;c no cipit. XXVII : Mildilo seja aquello que arranca os limites da hcrJade de seu prximo. Eis aqui a legilimiJado das herancas bem provadas por estes lestemunnos do antigo tetamento. Jess Christo, no Evangelho, faz contiuna I iinciiti! aliusilo ao direilo de heranc*. Elle voio ao mundo para fazer nos filhos de Ueos, e turnar-nos capazes desta quklldaaa do parleciparda lie ranga do co. Ella cham i a si mesmo o herdeiro do pai do familia, quo osle enva a seus rendeiros Infeliz para receber o prego da sua torra e quo esles maos servidores fazom morror, porquo ho o herdoiro, o porquo matando-o, osperam apodorar-seda lieranci. Finalmente ello relivino moJello Podis ser do alguma sorpresenta por,toda parte em^seus divinos ensile pola edilicacSo do vossas virtudes os salvadores da sociedade moribunda. Os apostlos e os dissipulos do Jess Ghristo proseguom corajozamonlo depnis de seu mostr, nestiobra do rehabililagao. San Paul-; quer continuar seu trabalho de operario no meio das funcese das fudigas do apostolado. Ella podo sam duvida reclamar, com toda jusli?a, sou sustento material aquellas a quem dispensa os bens espiriluaes : porm deseja anles nflo develo sena i s MI is proprias nios e sua industria. Elle ganha seu pilo a forca do traba nos, i> lillu como o herdeiro natural do pal o por consequencia como leudo direito a tudo i|ii %  este possuo: Meu lilho, diz o pai do prodigo ao seu filho mais velho, o que ou possuo n3o le pertenfe ? lie verdade que Jess Chrislo, como vemos no ovangellio, recusou fazer a parlilha de urna successSo entre dous irmAos : 4 Quem coiislituiu a mtm juiz, llicsrespondeu elle, para fazer a parlilha do vossos bous ? Porom pela propria expressflo deslu recusa o direito de successflo dos dous irmaos he reconhocido da maneira a mais Iho.defaJigasn Ja vigilias, como pessoalevidonle. Nao Iralava-so senflo de determimente lombra aos Tliessalouicansus; Nflo "*r a parto de cada um, o foi isso o que o lomos comido gratuitamente o p3o do niii-Niviiio Salvador nflo quiz fazer, porque n..o guem, Ibos diz ello ¡pelo contrario lomos trabalhado da o noilo com grande fadiga e com minios suoros, psra n3o sermos pozados a ncntiuiii do vos. u Diz ella mais: be'algucm nao quizer tmbalinr nAo coma tanibom. losieniunhando por palavras que o trabalho, como disseuios h i pouco, lio a le do lioineui primitivo liom como do honiein decahido, porom quo be para esto um dover mais sagra do anda, pois que poJe adiar nulle um modo fcil da expiago, alim do cumpnr suas obrigacios para oui a justigi divina. Mas eis aqui urna consiJoragao mais locante ainla, lirada do amor da humani lade da ternura principalmente que Jess veio Ierra para oceupar-sc dos negocios temporaes dos homens, mas para procurarlos os bensesplrilmose eleruos. A IradJlsjBo sobre osle poni est perfeitamoule de accordo com a escriptura. A igraja Utm ouoolnntomcnto fuito rospoilar B9 lei> relativas aos leslamentos ; tem semprc ensiu -d i quo oslas lois obngam em conseiein-i i ; ella manda restituir aos herdoiro* os bens roubados ; quando esta restituicau nao pule sor feitu ao proprio primeiro pussuidor, o desto modo declara a legilimidide di propriedade transmellida e avalidade da successflo. Taes laem sido, desde a origom e om todos os soculos, os precoitosda religiflo sobre o direilo de successfld. As decises do Chrislo veio inspira.r-nos paracom os pobres O grande apostlo faz-nos ver no Iraconsilho de Psns sao pois perfoitamentc balho um meio de alliviar nussos semelhan• coulormes com o os^into do Cliristianismo tesndopiovor com mais abundancia as su' 1-tlra da escriplura e com a Iradijao ccclt'siastica. XIII. Assim charissimos irm3o¡, o direilo da propriedado individual esta fora de toda eon'est %  < %  :< i. AS leis civis regulan boin suascdndiQas; porom oslo diroilo por si mesmo est na na'ureza, o por conseguinte, he anterior a toda a legislaoSO civil. He esta a razSo porque om todos o< grandes prriodosda humanida le, o no meio as necessidade : • Aquello quo furtava nflo forte maU, diz elle aos Ephesios, porom oceupo se do trabalho manual em alguma uba boi e til, alim Je lor nflo s'omealc o necossai io para si mesmo, senflo o quo Jar aquellos que estilo na inligencii. Tenho-voi mostrado com mou exemplo, coniinua elle, como cada um pode soccorrr os fracos com seu trabalho, componolrando-sa de.ta palivra do Senhor Jess : que he melhor dar quo roceber. • O traballiu transformndose desle modo das rovolucoese das cataslrophes qua por lu ha ni, de lampos em lempo, o mundo moem candade, roveste-se do carador mais'ral, bem como as tempestades eos lerrabello de todas as virtudes cliristies; elle motos agitam o munJo physico, a propriedade tem podido roceber emsua consvem a ser alguma coma Je sublime. A re ligiSo nflo poda • %  l" v 11 -ii a urna mais alta dignidado nem fazal-o resplandecer com mais gloria. Ealim a ¡groja tom sompre recommendado o trabalho como um dos meios mais ellicases do aperfaifoamento espiritual, nao s porque preservando da occiosidsde, quo no a inai Je toJos os vicios, impede muilas tenlagdes, ou lorna os individuos que a elle so dflu capazes de voncl-as : sen3o principalmente por causa das penas, das privaSes, dos-esforijos quo im¡i0e para combaleras nacessidado da vida, para vencer os obstculos, para Jomar a maleiis, paraimpnmir-llieose:loda inlelligencia eelevsl-a cima de si mesma polindo-a. Oh! bem aventurados, repito, os pobros! Uemaventurados ostes nomens de traballios,, qu, por suas obras mais rudos o tambem por sua maior resigmsio om quanlo lutara com as necessilales da existencia, mostram-so do todas ta ni .nenas, soinelliaulos a Josus Chrislo! Dapois do tor soffrido pacientemente com ella nesle mundo, ellas enlrar.n um dia com elle em sou reino. Mas esperando a feliciJade da vida folura, a religiflo, ptl< reiiabililacdo o pelo li bertamonlo do trabalho, abre na vi Ja prsenlo as Chuses laboriosas o caminho para a prosperiJade, dando a todas as industrias humanas, as probabilidades ordinarias da fortuna. Dasde que foi posto pelo ebristiaIII-.II.") em posse Je si mesmo e de seu trsbaliallio, o operario foi investido do direito de propriedade em toda a sua exieucilo, is to he da faculdado de v.r a ser propnotario. XII. N3o somonte o chnstianismo deu aos trez quartos do genero humano o direitoJdo propriedade, nao s sanccionou e consolidou esle direito pela abolicflo da escravnlflo, isto be pela libsrlac3o do homem e da seu trabalho, senflo anda garanliu o livro exerclcio delle oassegurou sua permanencia prologendo-o por seus preceilos o por suas maximis, nos meio de transuucflu da propriedade, transmissao reconhecida como cousa justa por lodos os povos da Ierra. Electivamente entre todas as naeOes do mundo civilisado, ein vii lude do direilo natural, social e convencional, o pai transmita a sua posteridad-, con seu sangue e sua vi Ja, os fructos do sua inluslria e de suas fadigas. A quem, couforme a justica, queicnaiii queo trabalho do pai aprovoitssse, iiluieu, mo nlirae'.s mais ou menos profundas, poron o principio tem parmanecisampro sagrado e inviolavel. A a hnlieao da escravidflo, depois da sorvi 13o, depois do direito de primogenilura, sSo outras tantas transformarles ou modificar;Oes perfeitameule legitimas da propriedade, por que ellas leem sido reclamadss pelo progresso dos tempos e pela necossidades dasociedsJc, e porgue sflo mais conformes quor aos oi^miTriioseternos ds juslica, querao espirHode amor e de igual Jado quo he o espirilb-rta^evangelho; porem atravez de toJas estas transformaedes ou modi(icar;Oes succassivos, as quaes n3o Ion si io jamis feitas sonflo sobre as formas oxleriores ou sobra o fsetos accidentaos do direito de propriodade, isto lie sobre as condicOcs mais nu monos largas, mais ou menos resti ¡divas impostas a seu exorcicio, sempre o precoilo de Dos lem oodido e tem devido ter suaapplicicSo : Tu nflo tiraras o bem de nutren). • A propriedade he portanto fundado om direito tanto qusnlo qusl quer instituirlo do mundo. Ella repousa sobra a Iriplo-ce baso da le natural, da lai civil e da le religioza, e deste modo ninguom podo destrulla sem fszor violencia natureza, sem arruinar a sociedade e sem calcar os ps a rcligiao. Porm segu se daqm que o exercicio desta direito nflo tenha produzido abusos ? E estes abusos da propriedade nflo tem produzido no proprio seio da humanidad**, para alo vio da qual ella foi creada, males lameiitaveis ? Ninguom o pode negar, a n3o quoror fechar os olhos a evidencia e repudiar lodos os test-'ni un lu s da historia. Ah.' a posse individual dos bous lem lido o destino das melhores cousas do mundo XIV. He isto o que n3o tem comprphendido al S UIIS ri'ln-ui idorus modernos da propriea 1 %  i elles nflo'lom visto senflo os abusos da propriedade, clles os tem observado o provado maravillosamente, at os tem exagerado, como sempre succede, e para remc lia los, nflo tem sellado meio melhor do 3 ue destrui-la. A sociedado est atacada e um mal profundo : qual ho o remedio que ellas propem ? Querom mata-la para Cura-la. Elles pretendom constituir urna sociedade perfeita e gloriosa, choia de folicidade o lal como podemos imagina-la no cn; mas oara isto he preciso destruir a propriedade, I qual em seu pensar ho a fonte de lodos os eriales e de todas as Infelicidades da ra$a humana, alm do quo he urna monstruosidad!! moral, pela desigualdado quo •lahelece entre os homens. Entretanto como proceder para constituir esta socicJsde nova o para fazo-la vtor! Ili dous molos, segundo olios, e san ou quo ninguom possua, ou quo todos posuam igualmente. Sflo es'os os dous systamas do socialismo, como elles o ent ndom. Examinemos rpidamente eat'S dous systamas, se lio quo lies conceps-'S Ucs sonhos mcrecem rste nomo. Fique, porm, desda ja bem entendido que nflo queramos roprovar squi o verdadeiro socialismo, se quizerem dar esle nomea esta tcnlencia g''norosa, que leva alguns liomens de um zafo neainwreaaado a procurar o melhoramcnto da sucieila !o om suas iii.'ilun.-n-., om soas leis, cm seus coslumes, no liom ctir de tolos o particularmente las cla'sses laboiiiis-s; tendencia chrstfla e louvavel, digna de nossas auimarjOes, quando, nflo raduzindo-si a systcmas o a phrases, procura sinceramento e erm persaveranrja os moios os mais proprios para realisar o progresso social, procurando para s ios semelhanlcs u.na maior aomma do bens, quor na ordem moral, qur na ordem material. Os homens qua sflo animados doste zelo ae reconhooom (inilmonte por este signal ; elles querem aperfeicoar a sociedad a pouco a punen, aprovcitanJo lujo o quo tem havido do bom nos seclos passados, ajuntando frequente o lentamente o melhor ao bom, o nflo regeitm Jo senflo o que a oxpo rieucia lem demonstrado funesto ou intil, obrando em urna palavra relativamente no Josenvolvimento da sociedade, como anaturoia no trabalho de sua reprodueflo. Elles difTarem, pois, esseneialmcnto .1 aquelles que se cliamam cxclusivamento socialistas oque creain possuir um systema simia nflo condecido ou pelo menos anda nflo pralicado al aos nossos lias, o que largamente applieadn ao estado sucial ac'.ual, dovera muJa-lo complelamcnte, ragenera-lo a rundo, o Tazer sabir das rotosa do antigo mundo, um mundo novo, 00 qual todos os homens, pelo quo dizom, serflo ricos, folizes o nerfeitos. XV O primeiro meio do Constituir a sociodale, aholindo a propriolaJo individual, he quo o estado s possua por todos a om nomo de todos. Por esta medida, dizem os reformadores veremos nascer urna ordom roslmenlo mus social e mais dumanitaria. Quem pode duvidar que os lac,os da sociedado venham a sar mais estreilos o mais sagrados quanlo s'us membros forem unidos por una corninunliflo total do trabalho c do fnituna? Entflo reinar entro oiles a ¡gualdado mais porfeila, e nflo havondo quain possua nada como proprio, nflo haver mais entre os cldados nom iavoja, nom litigios, nem sondos. Quom cuiJar em furlar ou mesmo em cobicar o bem do oulrem quando ninguom possuir nada como seu, o quando n3o fallar, pn. lauto, nada a cada un? A injualica desapparccei da trra ; o crime emlim ser abolido. Mas quem de que possuir definitivamente nesla nova ordem social I 1 Ninguom e todos, lespnnd 'in elles, isto ho a sociedade toda inteira ou o oslado quo a representa. As larras sci ao confiadas aos cidadflos para seram cultivdss, e os productos follarlo para o celleiro do estado. O trabalho Je todo o genero, de toda a prolissflo sera Oislribuidu enlre todos, o cada um trabaIhar em proveilo do estado, quesera, IQil da capacidade, das forgas, das necessi lados, dos (ilhos da patria commum. A sociedado ser, pois, urna grande familia, oujo pai ser o estado, que a governara para a maior gloria da sssocie^ao e felicidado de todos. A ordem social desta sorle, ser elevada a mais alta pcrfoicSo, porquo a associac^o nflo ter jamis sido nem mais intima, nom mais poderosa. Bis-alu, ceilameiit' com qua lentr os mais oobres coraces. Podse imaginar nada do mais bello, roalisar-sehs nsda de mais desejavol ? lal he o pri meiro syslema. Supponliamos, charissimos irmflos, que seja oslo com effeilo o belio ¡deil da sociedade; ha logo uina resposta gcral quo poderla dispensar lodas as o-jtras; e be que Jebaixo Jo oretaxto de aperfjirjoar a ordem sacia!, destroe-se a sociedado real que Doos estabellecou como a mais couformo a nosn nalureza. Pervertem-na en seu lin e om seus meios, queroiido substituir a urna realidade imporl'eita, aom duvida, mais sus caplivel de meldoramenlo, um bono idea chimerico, O lim verdadeiro do estado social nflo he a propiia sociedade, mas a folenla do dos individuos, porquo a sociedade nflo poda ser fim para si mesma; ella ho o moio do aperfeicoar o eslado moral o physico dos liomens, que emlim de contas ngo sflo chamados a associarem-so, o a formaram urna communhao civil sena i para vir a ser melhores e mais felizes. Asaim a sociolade ha para os individuos, O "qu"lia"qo" aoja mais para desejar-selo nflo os individuos para a sociodado. Esdo quoa liberdade, o que seja niaisdetes-lforcando-s para cliogar ao sou lim sublilavel do que a licenca e anarchia ? Ha some, o qual de o aperfeicoame.ilo moral o a dre a Ierra nada mais excellenle que a rofelicilaJo do seus membros, ella deve, poriigin e podo-se achar nada mais funesto i tanto, respeitar a natureza odignidade, os quoa superslicao eo fanatismo. Devere-1 dirollos dos mesmos, do contrario val ao nos acaso renuociar a liberdade o repumesmo lempo contra o ponssmento do Crea ni ni de sous din ¡tos, sol o pretexto de torns-lo msis feliz, he seccar a fonto principal do sua felicidado, lio degrada-lo para torna-lo maior, he sniqullsr-so na humanidade para exalta-lo; he, repetimos, n>ala-lo para cura-lo. O homem dosapparoce entilo no ciJadflo, elle ho enlregu? aos caprichos do que chamam o eslado, o qual dispe dcllo sua vootndo, sacrificando-o a seu iiiserosse o a sua gloiia, como nessas antigs repblicas, onde os cidadaos, em summa, uflo oram mais livres quo o escravo, porquo so um ora encadeado violontariamenlo ao servico mstaial do estado, o oulro era tyrsnnainenta vota lo ao i lolo de sua falsa gloria. Ambos llie p irtanolam em cnri.o o alma, smi nnbuma excepr;So, om despeito da diguidade human. Ora, ofiarisalinos irmaos, a dout'ina do Evangelho nos inslna que o bouieiii nao parto oca st-nao a Deo, porque he sua obra. 11c a Dcos que elle deve a existencia e lodas as (acuidades que o coosliluem. PorUOtO smente a voolade divina pJc legtimamente dominar a ventada humana, c por couscgiiinie nenhum honiein, por si mesmo pJc l'arer a Ici para seu %  einelhaute, nom lao ponen urna nocao mais qucoiniliviJiio. O houieni nao pode alhear sin pessoa, nem sacrificar sua liberdade, se nao a Dcos c para ticos Portanto, quando se gundo as leis de sua naturesa elle mira na so • ciedade, alim de viver una vWa pacifica c tranquilla em toda a piedade c bonestldsde, como dito grande apostlo, nao be obrigado a ceder de seus dlreitos oatursea lanSo oque lie nacessario qur para o eslabcleciinenlo, quer para a cuiiscrvaco da assoclffio, c sempre com a eoodleio eapressa de que quilla que elle nSo alllia, acra proicgidu neto estado, garanlido pela propria sociedade. Elle lioa pas senhor de si, de sua fortuna, de seus lalenlos, de seu traballlo.de sua lunilla, de s-.ll l'ulilro, desde que lem ounprido com seus deveres de socio, com suas nbngacOes de cidadan, quando tem pago cinliui sua pai le de lempo, de dinheiro c da servico causa publica. Kis-alii como o chrisliauisino, nao contente de libertar o luimcui na familia, emancipa anda o cidadao da scrvldao do estado, servidlo gloriosa, se quizeidcs, mas que •ni summa nao pode St-lo mais que a dessas orgulliosas repblicas de oulr'ora, das quaes acabamos de recordar ,i incinoria; porm scinpic servidlo real da alma c do carpo, servido degraJaue, pois que o cidado era considerado e tratado como a materia de cxploracio do estado, como cousa sua, como sua prnpriedade. XVI. Vejamos porem de mais perto o terrivcl despotismo que csislc nocsscucial dcste sjsleiiu. Tolas as riqucias ten lloriacs c ainuvivcis eslarianiconsautradas uasinos do estajo, o iiual serla o nico propietario. Ora o estado evidcni.imcuic nao poderla esercer csic direito de soberana absoluta sobre as cousas, lenao com a coudicao de ser revestido igualiucnlc de una soberana alxolula sobre as pessoas. Como, com cllcilo, poderla elle ser senhor absoluto da riqueza, sem ser sculior ab.ululo do trabaIbo que be a sua loute .' V. cuino poderla elle acr senhor absoluto dos Iralialhadores EISabl ¡loiades, v-n.t.-, niiil.s uiijlidcs de irabliliadres, Jebaixo Jo ni indo sem replica do estado ; vasto montan de machinas humanas, despojadas, seuao de sua intelligencla, ao uicuus do sua espontaneldade, uabailiaudo sem eioollia, por cousegulnte sem amor, forja-Ja c lervilnicntc como o eslado o quizar, cinquaiilo o eslado o quizer c sempre em proveilo do eslado Porm, pciguiilarciiios aesses habis polticos, oque he o eslado em suinina? He licticiainciilc iodo o mundo, mas cui realidadc alguna humeus somciite que se chainaram o estado, quegovernar.ima repblica, que possuiraui a l'onunada franca, que desfrutarain o trabalho de um graude povo, que regularain nao so o que cadaum deve produ/.ir. aeiuio oque o estado ha de dar a cada um, qur en vestidos, quer em alimentos. Has quem mantera na suuordinaco esics ¡inmensos rebanhos de escravos irabalbadores? Como obterdellesuma obediencia e um trabalho lao contra a nalureza? lie impossivel blelo de oulro modo que nao pelo temor dos luppllclos, pelo apparelho das torturas invcnlado oulr'ora para os escravos. Cada provincia, cada ciJadc, cada villa devera portanto ter sen terrivcl procnsul, seu commlsaarlo de estado com plenos poderes de vida e de morte. Por toda parte inspectores incxoraveis, com o azorraguc na mao, vigiarao para que cada um cumpla Belmente sua trala, em todo o rigor. Ueste modo a oivIllsaeaO que prctcndcui substituir ordem-social actual, uo inteicsse, segundo dizcm, das elasses laboriosas, serla para sua ¡niolicidadc c para seu opprobrio, como para opprobrlo c inlelicidade detodos, o rgimen do mais horroroso despolismo, o rgimen do terror organisado, o rgimen da escravidao anliga, o rcgiuieu dos negros, emlim o rgimen das prlsOea (oreadas appicado, nao man ao crime, porm i virlude. ircis que por una l/ja conatlluicao e por sabias lea se providenciar contra laes eacesaoa? Porm podem acaso lodas as precaugdes do inundo fazer que a consequcucias nao saiainaialmcutc de seus principios! Todava, admitamos que o eslado, o que he impossivel, nao qucira usar coir rigor de seu direilo absoluto de propnelario ; aupponbainus que elle nao exercera nenhum consirangiinenio sobre os cidadaos. O trabalho ser portanto livre Mas quando lodas as cousis pcrlencem a todos, c quando o estado est cncarregado de prover s uecessidades de todos, uflo be cviJenle que cada um lindo direilo aa mesillas cousas, em rasu de suas nccesaidadcs, nao lera ueuhum inoiivo de Iraiialbar com mais actividade que um oulro, pois que com isso nculiuina vaniagein lucrar? Que dizcuioa elle tera peto courano, lodas as rases para dar-se ao menor trabalho que poder ; c a primeira de lodis estas, rases, a mais nalural c a mais lorie, lie que o hnmcui, anda que nascido para trabalhar, he lodavii, em todas as poscocs da vida, inclinado a gozar sem nada fazer. Naturalmente preguicoso, elle ama seus coinmodos c teme o trabalho, principalmente quando este nao he necessario para sui existencia, ou quan do nao traz-llic nem gloiia, nem proveilo^ e em boa f, calando quebrada em seu coraco, a mola do iuteresse privado c do interesae de familia, que atfativos poderia elle naturalmente adiar em um trabalho que nao lena por objecto seoo augmentar a (o tuna do eslado ? Bntio que langor no trabalho comiuum que di-mi i.iai ni i da industria! que paralisato para o comino co! A producto diminuir, c as necessidades augmcuUro, visto que cada um contara com o estado, para salislaze-las. ludo conspirar deste modo para diminuir o trabalho e com elle a riqueza ca prosperidade. Desgracado do povo que lossc cousllluido c goveruado por taes principios I Poder-se-hia predizer inlallivclmcule sua prxima ruina nos horrores da miseria, da lome c da guerra civil. XVII diaremos a religiflo palo terror dos males Jaque illas 5 ao a OCCasiflO OU o pretexto :' Daos lal nflo permita porque se nao se podessem destruir os abusos senflo por esto prei;o, vlslo que os homens com suas palxOas de tuJo abusam, cumpriria quo -sa ahsiivcssem do pensar, le querer a de viver. dor, e contra o destino do homem; ella destroo loJos os (undamoalos di justci ultrajando o calcando aos pos a imagen viva de Dos em sua pessoa, en sua libardado, em seu trabalho, em sua propriedade, em todos os direltos, cmli n, que dcoorrem do excrcicio do suis (acuidades ospirituaes o corporaes. Despojar o liodade, pois que podiam vende-la. Depois traii un o prreo della para a niassa commum, mas espontneamente, porque aaslm o queram. Os apostlos nao os obrigavam a Isto. porque sabiam iii ii i tu bem que esle abandono voluntario da propriedade havia sido proposto peto divino Mestie como um conselho de perfcicao, e nao imposto como um preceito. He por isso que San Pedio diz a Ananias e a Saphra, que tendo retido una parle, queriam parecer que linham dado tudo: Porque ments ao Espirito Santo? Nao eris livres de conservar o que quisesseis? A doscao, era pois plenamente livre e (aziam-na os liis na idade adulta, com pleno gozo de sua raso, com pleno consentlmento de sua vontade. He desta maneira que a entcndein ? Pois slm ninguctn tem o direito de oppor-se qucllea que querera unir-sc deste modo, a cxemplo dos primelros cbrislos c as uiesmas coiidicocs ; porm querer associar Cortadamente, cm urna conununhao scmelhantc, todos os membros de una grande nacao, reunir assim, por um decreto, trinta c acis iniIhes de homens, sem pergunlar a cada um c isla Me convm; despoja-loa de suascasss, de seus campos, dos duelos de seus trabalhos he ao mesmo lempo o Iranstorno do senso cominuiii c das rrgras eternas da justica. Forca he portanto convir que o Evangelho nao encerra nada de semrlhanir, c que a Igrej jamis nao |irocedeii F deste modo. Porem os conventos, dliem. nao representam anda em nossos das, a pereicau da assoclafo? Todas as propiicdades postas ein commum sao administradas desle modo pelos superiores, os quaes do a cada um o necessario da vida. Isto he verdade, charissimos ¡raos, masas proprias condices de existencia deltas associacoes de almas privilegiadas, dessas ainllas angel, as, formadas pela religiflo no seto da corrupefio do secuto, demonstrara cada vez mais c impossbilidade da ordem social que se nos propoe A Igreja exige ao principio que estas almas escolbidas entrera para ellas, em primeiro lugar por vocacao divina, em segundo com una completa liberdade de escolha, cni lerceiro com a intrncao de chegar a urna mais alti pereieo. Ao depois, ella desenvolver, para eonduz-las a esle lim, todo seu poder moral e espiritual, os terrores de suas aineacas, a magnilicciicia de euas promessas, aaconsolaedes daorafo, as gracas de seus sacraineulos. He isto indo f Nao paia esta vida de cominunhn cumpre que todos se despojem de suas paixcs. Entflo, como trplice juramento de guerra desesperada contra o orgulho, a cubica, a lascivia, ella las pronuuciar os tres votos de obediencia, de pobrea c de castldadc. l'araobler pois politicamente as inesmas vantagrus,cumprciia einprcgar os mesmos meios-, porm como exigir de lodos os cidadaos de urna grande nafo os tres votos que, cncandeando suas paixoes, asseguram a ordem, a pai ca pcrclco de urna cainmunho religiosa A propaga^ao do genero humano pelo iiialriiiiouio. a autoridade natural c indspensavcl do pai de familia, cas necessidades dos bensuiatcriacs para a educacao dos lilhoa sao incompaliveis com taca convcn t es. Nao exijis pois o lira, se os meios sao ¡mposslvcis, c conclu com o simples bom senso, que una nacao nao he un moslciro. XVIII. O segundo systema social proposto para destruir as iniquidades da propriedade actual, he que todos possu un igualmente : porque Ueos, ui/.eni os seus partidarios, deu a Ierra ao genero humano; logo lodos os homens teem o mesIII i direito a lodas as cusas. Em primeiro lugar, o principio de que todos teem o mesmo direito a ludo, nao luverdadeiro de um modo absoluto, mas smenle, como temos dito, com a condijo da oceupacao primaimeule, depois com a da appropriaco pelo trabalho, mas emlim, suppoubamos que o principio he verdadeiro, vejamos de que modo poderemos po-lo em pralica. Vs ides aiuaulia i arrancar os marcos de todos os campos, dcinolir os muros de todas as propriedades. Proclamareis a le agraria, (oreareis todos os cidadaos a lazerein urna declarado exacta de ludo o que possucm Paris de todas as nqueas moa massa commum, e depois do lecensiaincuto dos cidadaos parlirci igualiucnlc, assignando a cada um sua parte. Cida um portanto val trabalhar coraos fundos que Ihe furam entregues. Uns, activos e econmicos, traballiarao, recolbcrao, rcalisarao e lero em breve o superlluo c a opuleucia, todos os coinmodos ciiiliui da riqueza i Indos prrguicosus oudessipadores. couiinecaro por diverlir-se, entregndose s suas paixes, satlilazcndoseiis appelitcs, c sua Ierra ficar Inculta, seu dinheiro dormir estril, e todo seu baver, ein pouco lempo, ser devorado. Assiin no dia seguinlc ao da parlillia, tornareis a encontrar estas mcsinas desigualdades de (ortuna a que chamis clamorosas iniquidadfs. Knlretauto, sobre quem recabe a culpa desta vez? Accusarels anda de rou^oaqucllcs que liverem conservado, (ecundado, augmentado a parle que Ibes tiverdes dado ? Nao erara os outros livres para trabalhar e poupar, como elles, em vez de dissipar seu bem na ociosidade e na devassido? Serao ainda os laborioso] obrigados a nutrir preguicosos, c porque estc3 tero dissipadosua parle, pretendereis que tciiliam adquirido direilo sobre aparte dos outros? Mas ousaries allirniar lal ; seria ialu nuiquilar todas as noces da juslica c do senso cominum. Itcpcii a experiencia, c lerels semprc o mesino i.-. uli.nl. i. porque tercia sempre liomens l.boriososc preguicosos, habis c ineptos, econmicos e disaipadores. Com porcao igual de ierra onde dinheiro que derdea a cada um, sempre Ihcs delxarcis tambera sua parle natural, ou adquenda de virtudes c de vicio, de boas qualidades c de paiies ms, de torca c de fraquezi, c desle modo lomareis necessarlainentc a adiar a dcsigualdade depois deslas pariilhas iguaes, pelas quaes lercis iraostornado a aocicdade. XIX. Nao he portanto a propriedade, nem a ordem social que devem ser aecusadas alurt de mclhoiar-sc a coudicao dos homens, sao os proprios homens : porque elles meamos sao os insimlenlos de sua elieldade e de sua desgrata pur sua actividade bem ou mal dirigida. Em quanto dominados pela concupiscencia, entregarcm-sc s funestos paixcs geradas por ella, a desurdan do coraco e do espirito passara necessariaucntc para a conducta c para os negocios. Se o hoincmeslivesse ainda na inlegridadc primitiva de sua naturexa, ein toda a harmona dos primelros dias; se opeccado nao tivesse quebrado nelle a uni Jade das diversas partes de seu ser a qual (aiia delle uina lao perleila imagem de seu Creador ; se as paixrs desordenadas, introduzidas no wuudo por um uso criminoso do sua liberdade, nao o tivessein posto em guerra com Dos, com seus semeluaotes e comsigo mesmo ¡ se de una parte os Instincto e os appeliles do corpo nao eslivesscui em lula Inceusaute com o espirito, e nao coinbatessem sua rasao, rellexo da rasao divina ; c s Porm allega... o cxemplo da igreja de Jeruparte.' a ierra em que o •""¡"^V.JXS salera, qualj cslabeleccuJo esta communhao ¡ coutinuaJo a ser para elle un. lugar de be caos de bens que scjulga impossivel, apreseuloua de dellotM,ttM2£J£ 9 fTSLffif se co.uo o modelo do governo n mais pcrello peraute a adrairafo dos seculos. luvocaui portanto a autoridade do Evangelho em apoto c oe ueiieijs, wiutv.^'%  -, y ---.ludo o que suas necessidades c seus desejos reclamara se nao Ibe loase preciso rasga-la com w uo r.,. UB c... Hu .v. o (erro, banha-la cora seus suores c preparardo syslema. Oh! nos o queremos; mas com as Ihe laboriosamente os producto com seus esCOOdicOea do Evangelho. Ora, o Evangelho diz (orcos c com sua industria i enlan. co'Pannos Acto dos A?ostolos, que os primeiro demo. que se poderla eslabelleccr a igualdadc cbrlstaos vcudiara seus ben a iraziam o procom que aonhara, lia posac uo iDeus u i^v duelo desta venda para deposita-lo aos ps dos da, ou ante ella por si mesmo M cstabcllcLeri. apostlos. Era portanto sua legitima propriosmenle pela (orea das cousas, e nada, ncila fe"'TRi l hPHi m



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Vinho le Champagne, e superior q.ulidde : vendo-so no arroa-m KalkiDfinn lrnjSo* Ru da Cruz, n. 10 O — Vende-s um grande sitio no lu0 O gardo Mangoinho, que (lea defronte 0 Q do sitios dosSrs. Carneiros.com Q X grande casa de vivenda, de quitro Q ~ ngoas, grando senzll. cocheira, n Jt estriban, baixa de capim que sus„ ** lenta 3 a 4 cavallos, grande cacimi $J b, eom bomba e tanque coberto ]£ 2 Pr banho bastantes arvoredos tic ~* W fructo : na ra do Oollcgion. 16, sei primeiro Deposito de cal virgem. andar. Cunha & Amorirji, vendem barris com cal Vende-se superior fumo em far Jos c muiem pedra, chogada ltimamente de Lisboa, to barato, na barca Margarida, por menos preco do PK¡ n |, quoem outra qualquer parte: na ra da GaI ecnincild. Ucia do Recite n. 50. Vendem-se superiores batatas, a 500 rs. a AGENCIA canastra, com o p-so de urna arroba o tanto — vende-se um carro de quatro rodas, maito leve, para um ou dous cavallos: na cocheira do Migad Sougei no aterro da Boa Vista. .MotMKlus superiores. Na fund:c.ffo de C. Starr & Companhla, em S.-Amaro, acham-se a vend moendas de canoa, todas de ferro, de um modelo o conslrucgSn muito superior Farinha fontana, chegada ltimamente: nm casa de J J. Tasso Jnior, na ra do Amorim n. 35. — Vende-se cm casa de A*damson Howic & ComparihU, na ra do Trapiche n. 4* > panno de algodao para saceos de assucar *, muito superior e h ralo. Velas de carnauba em libras. Vendem-so velas de carnauba imitando espermacete : na loja de sleiro da ra da Cadeia do Recite n. 36. — Vende-se saccas com superior colla,das fabricas do Rio Crande do Sul, e a prego commodo, no armazem, do Das Kerreira ao pe da alfandega. DEVERES DOS UOMENS, a 5oo rs. Vende-se eitff compendio aprovado para as aulas, em meia encadernago, a 500 rs., cada um 1 na livraria n. 6 c 8, d* prega da Independencia. — Vende-se vinho de champanhe legitimo e de superior qualidade : em casa de J. Keller & Companhia, na ra da Cruz n. 55. ~ vende-se champagne da marca amiga e bem condecida. Come!, cm casa de Deaue Yule 1 companhia : na ra da Cadeia. — Vende-se, traspassa-se, ou faz-se qualquer outra transacdSo com a loja, que i'oi do fallecido Jos Pinto da Fonseca e Silva, airtiga loja de Guerra Silva & ('ompanhia, na ra ¡Novan. II, n fallar com J. Keller & Compinliia, na ra da Cruz n 55. — Vendcm-sc amarras do Ierro : na ra da Senzalla nova 11. 42. —Vende-se oleo de linhaca ein| botijas: a,tratar com Manoel da SALSA I'AKHILHADE SANDS. Este ercellente rnmedio cur todas as enfermidad E MA1S OFF1CINAS NA Ra linpcrlnl n. t I 8 o 12o, c deposito na na Nova 11. 33. Respetosamente avisam ao publico, e particularmente os Srs. de ongenhos o destiladores, etc., que eslecstabolccimento se ach completamente montado, com as proporefles necessnrias, para desenipennar qualquer machina, ou obra concernente ao mesmo. O mesmos chamam a altenco par* ai seguintes obras, as quacs construidas em sua fabrica competem comas fabricadas na Europa, naquahdade e mo de obra, e por menos prego, a saber : MACHINAS continuas do destilar, pelo methodo do autor francez Uerosne, ai moI liorcs machinas, que para este fim al noje tem apparecido. ALAMBIQUES de cobre de todas as dimcnses. TODOS OS CORRES necossarios par* o fabrico de assucar. TAIXOS DE COBRE para refinaglo. TAIXAS lili < 1 para nngenho. DITAS DITO movis para dito. BOMBAS DE COBRE do piccito, do ropucho, de roda c do pndulas. ESCRIVAM.MIAS de lalo dos melhores modellos. DITAS DITOgalvanisadas. SINOS de todos os lmannos. OS APRECIA vi. 1 s fogOos do ferro econmicos. BURRAS de ferro as mais bem construidas. CARROS dito de m5o. PORTOES de forro. VARANOASdito. CRADIAMENTOS dilo. TAIXAS dilo. CALDEIRAS dito. RA.MIEIROSdo zinco c do folha, para banho do choque. MTTu(&y[][D)^[D)i % §yp DA SALSAPARRILHADEBRISTOL %  -.,m_ do batatas, e cm libros, a 20 rs. : na ra Drcita, venda n. 76 o 78. — Vendem-se bolinhos franeczes, chegados de prximo do Havre de Grace no brigue Cezar muito proprios para cha, pela sua da fundicao Low-Al5or. RA DA SEZAI.LA QIOVA S. 42. ISeslc estabeleeimento contina a haver um completo sortinicnli) de moendas o meias moendas para engenho, machinas de e xcellentc"qualidade e genuino pavapor, e taixas de ferro batido e j adar na rua da tr uz do Recicoado, de todos os lmannos, par e? armazem de mothados n. Ga, ra dito. je Manoel Francisco Martins & Agencia de Edwin Maw. Irmao. Na rua de Apollo n. armazem de Me. CalV' n %  <, iiKinii Companhia, acha-ae conalanlemenie r 10 ingiez bous aoriinientos de laixa de ferro coadoc ^)e muito superior qualiJado e por preco batido, tanto rasa como fundas, moendas inco mmodo, em casa do Eduardo & Wyalt, na ciras todas de ferro para animae, agoa, ce, rua ,| 0 Trapiche Novo n. 18. dita para armaren, uiadeira de todos o. ta_ Vo nde-se chapeos de palha mericana los, couco,pa.sadeira. de ferro estanhado cima de meza, bons reguladores : na rua do para casa de pulgar, por menos preco queoz Trapichen. 8. de cobre, escovena para navios, ferro ingles 1A.NOS. antocm barras como cm arcosfolhas, eludo .. por baraio pre9o. Vendem-se em casa de Ka I k— Vendem-se relogios de oumann Irmos, narua da Cruz n. ro eprata, patente ingiez: na rua in ; ricos pianos de Jacaranda, com da Senzalla Nova n. \:\. Arados de ferro. Vendem-se arados de diversos modelos, assim como americanos excellenles vozes pouco tempo. chegados ha AVIZO IMPORTANTE. Chegaram em Irn as dezejadas massas de rom car b3o de sicunra e braro Genova, oassas, uvas, figos, azeitonas, e acom camuao ue sicupira e nracos mandoa8 udu de gll p 0r ¡ O r quaiidade, o da trro ; na fundicao da rua do umaporgflode caixmlus do passas muito liriini iis fi fi p in. lenfeitadas, para se fszer algum presente; urura na. u, o o *w. ¡estes gneros desemb.rcam hoj 21 : quem nombas de Ierro. sequlzerfomecerdestos gneros, diiija se Vcndem-se bombas de reDUXO, I Ubero* da Madre de Dwsn. 9, armazem .' ¡de PinhcirocV Cordeiro. pndulas e picota para cacimba : na rua do Brum ns. 6, 8 e 10, fundicao de Ierro. Arados de ferro. Na fundicao da Aurora, .-.;;: S. Amaro, vendem-se arados de ferro de diversos modelos. Farinha de mandioca. A mais nova o mais barata farinha de mtndiocaque bao mrcalo, vonde-se na rua da Cruz do Recito, armazem n.13, de JoSo Carlos Augusto da Silva. Deposito la fabrica de Todos os Santos na italiia. Vonde-se, em casa deN. O. Uieber&C., ni ru* da Cruz n. 4, ilgodSo transado daquella rabric*, muito proprio para saceos de assucar e roupa de escravos, por pregocommoJo. H Vjodem-se o alugam-se bichas, cheti f, gadas ltimamente de Hamburgo, por |# ^< prego commodo: n* ru* de 8. Amaro t§ •> n. -M. 9 Mim twwiiiit — Vendem-se selins e silb5es inglezes, de couro de porco, da pnmeira qualidade: em casa de Adamson Howie & Comparliia, na roa do Trapiche n. 4 a> Ni rita Nova lojan. 8, Vende-so chapeos de castor branco pelo baralissimo prego de 7,500 ditos de castor branco sem pello por 5,000 rs. bonptos da palha da ilaiia para liomcm por 2,500,ricis mantintiasde nohrera, proprias para senboras e meninas a 4,000 lin los cipotinhose manteletes de grosdnapoles preto e fui lacores chehados pelo ultimo navio, luvas de pelici, e sela de todas as qualidades para bomons e senhoras, bellos lengos deselim de cores para grvalas, fitas de chamalolc de todas as cores para si nas e chapeos, chapeos franeczes par homem ultima moda a 7,000, e outrasmuilas fazendasque ni mesma loja se vendem por pregos nunca vistos. — Vcndem-se por preco comino,nos armazens de Francisco Dias Fcrreira, e Antonio Annes no caes da Alfandega os seguinlcs gneros: farinha de mandioca muito fina em saccas; fumo cm folha para charutos; cal virgem de Lis-| boa, vinia pelo brigue Novo Ven-[ cedor ; macelia do Corto muito SALSA PALUILU DE SANOS. A salsa parrillia dcllristol data desde 1832, e lem constantemonle manlido sua roputac5o, sem necessidado de recorrer a pomposos onnuncios do qno as preparagOes do mrito iiodcm despfnsar-se. Osucesso doDr. Rrislol % %  m provocado infinitas invejas, e cnlrcoutras, as dos Srs. A. II I. Sanda, do New-York, preparadores e propietarios di salsa parrilha conhecid* pelo no^re de Sauds. Estes senhores solicitarlo cm 1812 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nSo o puclessem oliler, fahricarflo urna imilaglodo Bristol. Eis-aqui a carta quo os Srs A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no di* 20 de abril de 1812, o que seacha om nosso poder : Sr. Dr. C. C. Bristol. Bfalo, ele. NOSSJ apreciavcl s nlmr. Em lodo o auno passado temos vendido quantidades cn-isidcraveis do extracto de salsaparrillia de vm. o pelo queouvimns llizer de suas virtudes qnelles que* tem usado, julgamos que a venda da dita medicinaso aupmenlar muitissimo. Se Vm. quizor fazer um convenio comnosco eremos que nos resultaria muila vautugem, tanto a nos como a Vm. Temos muito prazer que Vi, nos responda sobreest assumpto, o se Vm. vier a esta cidaile daqui a um mez, ou cousa somelhante, loriamos muito prazor em o ver em nossa botica, 1 un do Fulton n. 79. l-'iclio s ordensdo Vm. seus seguros servidores. (Assignados) A. R. D. Sands. COlfCLiSA^. l,*Aantiguidade d* salsa parrilha da Bristol, ha claramentn provada, pois qucclla data dcsilo 1832, o que n de San Is .s apparcceu em 1812, poca 111 qual esto droguista nflo p lo nliter a agencia <¡o Dr, Bristol. 2." A superioridade da sais* parrilha do Bristol lie jncontfstavcl, pois quo no obstante a concurrencia da d Sands, o do una pnrgSo do oulras preparagOss, ella lem mantido a sua rcpulago om qilsi lola s America. As numerosas experiencias feitns com o aso da salsa parilha cm lo las as informidades ori,:¡naJas pela impureza do pangue,e otom exilo olmdo nesla corlo pelo lllm. Sr. Dr. sig.iu.l, presidente da academia ¡Lipeiial do medicina, pelo llluslrado Sr. Dr. Ajitonio Jaso l'eixoto em sua clnica, e em sua fainada casi-desaudena Camin,pelolllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me.lico do Clralo, o por varios outros mdicos, permiltom boje de proclamar altnmenlo ¡>s virtadas eQcizet da salsa parrilha de llrislol. Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na botica do Sr. Jos Maria Congalves Ramos, ru dos Quartei.s pegado ao Quarlel de Polica. Aossenhores cavalleiros. Vendem-se chiclos superiores, pelo baratisslmo prego de 500 rs.; luvas de fio da Escocia, de varias cores, fazenda muito supeas quacs ido ori|iin*,(bs pe* inipiircsa 1I0 singue OU do.syst.cma ; a sabir : ei-crofulil, rheumatiimo. erupgfle culaneas, l'ebulhas na cara, almorpidas. doengas cliron^cis, hrcbullias, borta>ija, tinha, cnchogOcs, c dores no* ojsos, o juntas, olear, dopngas vcneiiis, Jjftfaa, rnf >rmdadea quo ttagno pelo griTid uso do mercurio, hidropesa, exposlosa urna vid* extravagante. Asm como-, ehroniess desordens da constiluirno, scrlo curs ; porem, oseu principal objecto he de purificar o singue, e limpar o syatema de qualquer influencia de mercurio. No scu mctus oprrandi, he directimente como um remedio alterativa, anda que, indire ctamonle serve 10 system como um verdadoiro tnico. Dopngas nos 09SOS c no system grindulir; assim como as juntas, o ligamentos, s9o intelrimente curadas pelo uso desto remedio, sem que o clocle faga resguardo algum, quando usar esle remedio. A opperagSo deste remedio consiste em remover a flesordem do systemi, e em breve tempo o doente ganhr • sua saude. A Sais* Parilha tem ganbado por multo* innos urna alta reputago, de ter curado doengas mu difilcultosif, que nenhum outro artigo de valor em materia medio* tem curado, lie de saber que a Sais* Parilha he um dos mais valerosas remedios qut os doctores usAo em toda 1 parte do mundo ; enm vistas deganharem a cura pelo uso de tal remedio vegetal. Porm, deve-se de notar, que nem todas as 1 essoassabem preparar esto remedio, assim como escoIherem a melhor parte que se deve usarem tal prcparagSo. Um celebre Medico escriptor, quo residi por muitos annos no lugar aondeha a melhor produce."!" da Salsa Carilla disse : Seis ou oilo ospecies destas raizes que crescem nestos bosques, admrame que nio podesae achar, se nSo urna, com o gostu, e Dropriedade d verdadeira Salsa Paiilla, que so rossa recommendar para medicina ; pois as mais eram inspidas c inertes." %  Porm, como os mdicos nflo se dii-i o trabalho de fazerem as suas proprias medicinas, mas sim conliam nos seus habis Ijoticario's, tara a prepararem, e comporem di le rentes drogas. Porm de todas as p Iba devia de ser cullalivo e o pul oas preparagOes de Sala* Parrilha • ser di melhor qualidade. Pois he esta o genuino vegestavel, que se oflerece ao publico; nes>ADDEPAMS. fA' jv\t ,y\, limi do i'olle Novo sortimento do chpeos de ao), pan homcm e senhori, a saber : -chapeos do sol do seda, armigfio de baleii, de 4,500 rs. para cima; ditos ditos par* senhors, de 4,000 rs. par* cima ; ditos de panno fino, do arroago de baleia e de ferro, de 1,(00 a I 200 rs,; ditos ditos de armagSo de Junco! do 1,2001 1,800 rs, Udos limpos : grande sortimento de sedasT pannos, empegas para cobrir os mesmos, baleias pan vellidos n epartllhos de senhoras. Conoertam-sa todas as qualidades de chapeos deso, tudo com perfeigSo e por meos preeo do quo om outra qualquer parte.. ~ Vende-se, ou troca-so por um l*veroa, com pouco* fundos, um* barcaga de lote de 17 caixas, boa veleira e prompta a navegar : quem %  pretender, dirl]-sc 1 rua do Crespo, loja o. 17, doSr. Jos do* Santos Noves, que eom o mesmo Sr. traUr o negocio. Tinta em oleo branca e verdo: vendo-so no armazem do Kalkmann Irmflos, rua da Crnz o. 10. Trocam-se as imagens seguintes : Santo Antonio 4,000 rs., S. Luiz re da l'ranga 4,000 rs S. Banedicto 3,000 rs S. Manoel da Paciencia 3,000 rs., S. Francisco' 4,000 rs., S.Paulo 4,00 r*., Santa Barbara 3,000 rs., N. S. da Soledad* 3,000 rs., S. Jo5o Baptist 2 e 3,000 rs., Santa Apolonia 3,000naruadoQueimado, toja demiuiezas ¡unto a de cera n. 33. Ricas estampas de Santos. N. S. da Penha, Santa Uizia, S. Jlo Baptisla, S. Ambrozio, Santa Marta, S. Domingos, S.lnoocencio, Santa Tilla, imige milagros, Santa FelicidaJe, N. S. do llozario, Santa Amelia, S. Marcos, Santa Victoria Nacimenlo de Menino Daos, S. Rodrigues' N.S. do Pilar, San'a E/lomini, S. Boque' S. Hilario, S Lucas, N. 8. do Bom Socorro! S. Guilherme, Santa Adaiia, S Martinho Y S da Saude, o Sagrado Coragao de Mara oreparagOa* da Salsa Pari¡S Chr.stovSo, S. AolpitM dePadua, Santa da genollla, para que o fa¡ ""nUna. Assumpfjlo de N. Seanor., N. • heo ficassem bem fiados,?" d "P. Santa Puc u l..na,S. B^nlo, SanI ta bulrazia, Santa Emilia, Santa Virgem e Jess, 5. Vctor, S. Lzaro Santas Chagas de Chiislo, S. Obristina, S. Sebaatiflo, S. Podro, N. S. da Cloria, S. Paulo, S. Anzolo esta pura Salsa Parilha, suas curas tem sido rad "m : "f r do ueimado, loja de inraliveis, pois os certificados quo lomos """dez.s, juntos loja de cer.n. 33. recebido de pessoas que tem usado deste 1 puro remedio, alllrmam da sua boa elllcacia ; estes certificadas temos a honra de aprensenlar ao respeitavel publico, par Escravos rugidos. que liquen, certos, o que .cima se diz," he „7l D ??L^! ,, .P a t *^ ed di, ,3do !• iinailadniFp i 1.ai i %  • ai -! nn .t....i.. ....... ^f SED B O % Xaropc do llosque. O nico deposito contina a ser na botica de Jos Mana Congalves Hamos, na rua dos Quarteis n. 12, ao p do quartel de polica, aonde se vendem a dinheiro vista, as garrafas a 5,5110 rs. e meias 1 3,000 rs deixando do M-reui agentes nesta provincia os Sr*. Novaos \ Companhia : sendo falso o que se vende em oulras boticas. IMPORTANTE PARA O PUBLICO. S. PAULO. ConMpa<;do Eu abaixoassignado.moradnr no Sr.Bo n Jess do Aruja,termo da vi nr?.i,T 1 1 %  T TSK1 pro .mato: quem o peg.r leve-o typogripbi. doengas, que o sou um lio destruir o corpa p 'U ATIIK' li' humano. Esta cumposigflo be qumica ol D\J.\ unrtl iriUAliAU nova. Esta Salsa Parilha he combinada com Anscntoii-sc na noite de in de outros engredienles que todos ellos perten-! 1 nassado o mnlatr. I'l cenia classe vegetal, e todos com o poder ( ouiuuro passaao ,. o mulato L.ICdc purilicarem o sangue. O doeniequo usar mentino, de 30 annos de idade dosta composigflo, pode contar que tem o nollro ma ¡, ... mp ma „ r .1 mais eflicaz remodio, para sua nferm¡ P 0UC0 ma 0U m nos magro, aldadeusa. O nico agente nesla cidade he tura regular, tem milito pequeo Kec'e^brtica^."'! 1 0 "*'"" ^ ^^ ** buco de barba e hila muito mansa, tf'WVy VVf f f f WV ?• ^ Deposito de tecidos da l'abri2 a> cade Todos os Santos, %  s> na lihia. fJ> Vendo-so em casa de Domingos Al^ <> ves Matheus, na rua da Cruz do Re4 ^ cifen. i%, pr'meiro andar, algodflo transadodaquellafabrica, muitopro* g| prio par* saceos e roupa de escri2 ¡^ vos, assim como llc*proprio para re4a. p. des de pescar e pavios para vellas, -f^ por prego muito commodo. quando anda parece que nSo pisa bem com os calcanharcs, costuma andar calcado e bem vestido, Icvou urna trocha c?e sua roupa, inclusive calca e ¡aqueta de panno lino azul, e alem do mais algum calcado, um par de borzegnins pardos, com botdes de madreperola brancos, e consta que levara um cavallo, que naquella occasiao aclinas pretas, gordo e tem um ta — Iho em urna anca; he provavel que queira paasar por forro, he bolieiro c escravo de Luiz Antonio SiStttmfltSS& 1 + de .U^MAt*AiM lugra, o qual tem os signaes se1-ivros em branco. guiles ; —castanbo, barrigudo, Cravataa junio ioja ue cera n. J. dMiJ> vcnilem ge | jndos neis d(J coroi |¡ Mi < — Desappareceu no di 22 do correte, rara enancas. 1,000 rs., lanto para homcm, como para da casa do abaixo as-iguado, ua oii.Ji Vondem-se touquinhas de soda preta, pesenhora. Nova, urna suaescrava creoula, de nome Rilo baralissimo prego do 320rs.¡ maracaes de MOB1LIAS DE FliKRO. .cardi.com os signaes seguintes : --illa o metal, que tocam do varias maneiras, pelo vi 1 1 j t %  m, U'* do carpo, beigos e nariz grandes, baralissimo prego de 200 e 100 rs.: na ru* vendem-se ricas mollinas de lercom bastantes marcas de bexiga, toma mes.do Queimado, loja do iniu lozas junto aluja ro, como Clnaps mesas cailtias ma um signal ao p da nuca, que represendeceran.33. nnm '.. ., ta uro lobinho, fugio com vestido do chila Capachos baratos. • uraco c sem elle, e mullos OUcom o campo branco e palmas encarnadas, Vendem-secapacliosgraniose'muitosutros objectos de ferro : no armao ha bastite conhecida, por teraido cria penores, pelo i.aratissiL prego de 700 rs. : zem de Kalkmann Irmaos, na rua £""; d s e ''"^"rrJ^tt naruadoQueimado, loja do miuderasjun,!„ ,s r „, „ o roga-se portanto, aos senriores cap to aloja de cera n.33 da OrilZ n. 10. liles do camoo e mais autoriJados poliT¡ I, 1„ J..n.k. riin-iids: ils II, ,-,,,1 ciaes.no caso de pegarem a mesma dea lai mas-para desenho. Charutos tle llayana vacom ao ab.ixo wign.do, na ru. d. c*Vendcm-secaixinlias com tinta para del)B superior qualidade : vendem-so no ardeia do Recife n. 56, que so p.gar tod sciiliope.'o diminuto prego de 240 rs.: na nazom de Kalkmann Irmaos, na rua da despeza, o prcmelte-se proceder com todos illa d MOR H"" 10 Q ulim do, loja do miudezas junto a Cruz n. 10. os rigores da lei, contra quem por ventura pores^a-. eran,33 n SO Dl'ado dll Goiillllia. houverocculUdoditaescrava. ilasC'iizes, lendo estado enfermo fur n n-, go do 4 annos mais ou menos, com (Irires 10111 e Da ralo. por todo 0 corpo, o de mam ira tal que chaVende-so bom papel almago a 2 500 rs. a gava a cahir por trra o com immensos voresma; ditos de peso a 1,800 rs. ; finissimas mitos; atondo consultado a varios cirur. penhasdo ago a 210 rs. a duzia ; carloin. Vende-se, muito em conta, um bonito sobrado sito na rua do Meio, n. 58, avaliido em Francisco Custodio do Sampaio. -Domingo, 31 de dezembro, ausentarse de casa da seu senhqr as 8 horas d noite, urna mulata de nome Maria, quo representa g';oMVc^a"dMen7a"avam-Vc quV n muito' speor, "" 'T'"' "' ""' "; a ;""" ""* ler 28annos de idade, de estatura e corpo possivolcurar-mo detalenformilad-, quo opimas para gu.rdir dinheiro a 1,800 rs.: 2:O0oSoOO, C1110 qual tem parte Regular, tem cabello caxiado1 e cortado da anuo conbeciam. haven lo gasto bastante .corroiit-s de ago para relogios a 400 rs.; lorsula M ira das Virgens e sua P"^ U 0 i h "'J' um J'f "* l.."'!^ dinheiro com inuteis medicamento*. A --netas linas le dous vidros, com mola a 1,000 :__!„.„„:„. i,. OB J„ i> Q ;„, brago direito; evou vestido de chita novo nalpassando por ultimo ..este Curato um .rs..ditas de um vidro a too rs.: Baiuiamii "rmaa Joaquina Mvesdelaiva na de assento azul e listas cor de ros, camisa amigo meu, me disse que exporimen Xaropedollosqae que l-avia em S Pa que logo liz, maulando buscar urna ; fa, dogo quo comecei a lomar mo sent mellior; e acabando a garrafa do tal xaropa, fiquei pcrfeitamenlc bom. Portanto fa(o esta doclarago para hem do publico. Antonio Joaqu.m de Moraes. Curato de Aruj, 10 de inaiode 1850. Reconhego ser a verdadeira firma de Antonio Joaquim de Moraes. Cralo do Aruj 10 de maio do 1850. E cu Manoel da Silva Braga, cscrivSo interino do juiz de paz, que oescrcvi. Cartas Pinas para voltarete. Veiid-'in-se Carlas francozas, muito linas, i linissimos I tasseo culos de armagSo de ago a 1,000 rs.; liveimportancia de 107,473 rs. quem de tnadapolSo, o ( Sp*los de marroqum priaulo.o "has douradas, para caigas o colletes a 200 ,, r p,p n H„r rtirii-i raa JoKal to : "' mul U fo, .f 1,cl a v ?. r -„ Fetre garrars ; ditas de ago a 40 rs.: naruadoQueiPretender dirija se a caza de IV.alom S Concillo, c j .ndou de timSo, pelo Irmaos, rua da Cruz/" que he muito conhecida no bairro da BoaVista e passagem da Magdalena. Roga-se portanto as utoridades policiaca o'capilSrs de campo, a aprehendam elavem na rua da Cadeia do Recife n. 37, segundo andar. 30,000 rs., de griliOcacSo. Desappareceu no dia 15 de julho do cornova: zens, proprias para voltarete, pelo diminuto pra> iuvn x.-.~.., "•--•"i co do 600 rs. o baralho : na rua do Queiioa-j tanto no encolamonlo, como a tratar nos mesmos arma-; do, loja do miudezas, junio a loja de cera Novaea & Compa-i. ""."vende-se um bom cavilo, osquipaou com nhia,naruado Trapiche n. 34Mor i no pateo do Carmo, vendan. 1. mado, loja de miudezas, junio a loja do cera km inn "• 33 „ • t n 1 0 I ara quem passa a lesla. D „. Lindas lanternas de papol do cores, muito BlUietes fio fio de Janeiro. proprias para passeios nos sitios, pelo prego Aos 20:000,000 de rs. do 200 rs. cada urna : na rua do Queimado, loja de miudezas juoto a decera n. 33. "" '"J" i"-v .•. %  "*• I'".'""".'' 'rente ano um muleque crioulo de nome -\ ende su um ta-.urna, anda por aCan 4, vciulein-se bilhetcs inteipaulino de idade de 10 annos pouco mais ou monos.cor amarelada por ter vicio de comer trra,naris chato e feio levou camisa do IgodSosinho suja e caiga de riscado, sem Antoquem o pegar leve-o a rua da cacimoa n. 11 ou a no fundo, 2 no primeiro vapor. rua do Livramento n. 26segundo ndr que bandas de ditas, cum 42 palmos do cua.pri• 11 gintwmA^a recebera a gratillcagilo a cima, e se prolest* do e mais do 5 pollegadas de grosso, 30pias ivIOHIUI as tiOtl r,itl,ls contra qunm o tiver oculto, para filtrar agoa, juntos 011 a rol itrio: na rua de todas os larguras -. vendcm-sc no arma-' | da Pr.ia, serrana do Cardeal. zem de Kailkmann ln.ios,i uada Cruz u' 10. Na loja da praca da Independen1 n 4> vendem-se bilbetcs intei^';' 0 P udo 3 er on (;i, c oP o nl-5, ros, meios, quartos, oitavos e vi-! por seu dono renrar-se para fOra da urovm: '. r L 1 cia muito brevo. gesimos, a beneficio da i5. lotera t — Venlom-se 3 canoas do amarillo, com das inatr¡2CS, que corre no dia a3 chapeo, este ascravo pertence ao Sr. 33a35pal,nos decumprido, propias para ,{ P ^ m l r a p psn^rn alila nio Jacinto da Silveira deUua;quen: qualquer obra, por ostarem muitogrossas, ue oesemuro, e espera-se a lisia r |,. Vfl 0 a rua da cacimba n. 11 M.r'.nrfy aaT