Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07297


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Full Text
tem
Anno XXVII
Seftunda-feira 29
de Dezombi'ii de 1851.
N. 203.
DIARIO m m PEMAMBUCO.
nctjo a HBcainjlo.
POA>rlNTll ADUHTtliO. .
fr trimestre............
Por semestre ............
Por nno..............
Peco denio luiiMum.
Por erturtel..............
NOTICIAS DO IMPERIO
Para.._... 2 de Deibr. Mines. -. fii-Ht
i.....
Maraimio ^ de dllo
Ccar... i o de dito.
Parahlba. 19 de dito
S.Paulo. 10 de
It.drJ. I di-
Babia... 20 de
4/000
11/000
iyuoo
^500
Novbr*.
dito.
Dezbr.
dito.
DAS DA SEMANA.
20 See. S. Thomaz are
AUDIENCIAS.
ciic
.1 triso de OrpMo
2. e5. s 10 hora.
I. vara do civil.
3. e6. ao melo-dia.
S: Circuui-j Furnia.
sobor. 3. e6. 10 horas.
- te Canluaria.
50 Tere. S. Sabino.
3l VuifV^S Silvestre
\ rr
2 S. Isidoro
) Sib. S. Aprlglo.
'4 Dom.S. Tilo b.
-Prisco.
2. raro do civsl.
4. eeabadoe ao meio-d.
RtUf'io.
Tercas e sbados.
EPHMEBEIDEI.
Creicente i 2o, as 8 horas e l minutes da m
(.lie i a 7, a 3 hora e 48 mi nulos da m.
Mingoante l, l hora e <8 minutos da m.
Nora i 21, as 1 horas e 34 minuto! da m.
rniimn de eoje
Primeira s io horas e 6 minutoe da manhae.
Segunda e 10 horas e 30 minutos da tarde.
BfAHTIDAB DO COBBEIOf.
Ooianna e Parahiba, s eegundes sexlas-
feiras.
nio-Grande-do-Rorte.todaa as qulntas-felras
aomeio dia.
Garanhuns e Bonito, 8 c 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e28.
Victoria, s quintas-reiras.
Olluda, todos os dias.
NOTICIAS IITRKOIIBiS.
Portugal. I de N'ovbii Austria.. 2 de Novbr
Hespanba. 8 de dllo ISulsia... 2de dito.
Franca ... 8 de dilo Suecia... 28deOutbr
Blgica... t de dllo Inglaterra 8 de Noabr.
Italia.... 31 deOutbrE.-Unldos 26 dcOulbr.
Alemania. 1 de Nvbr|Mcxico... 15 de dllo,
Prussia ... de dllo. iCalifornla l2de dllo
Dinamarca29 de Oulbr Chill. 8 de dito
Russla... 28 de dilo IHuenos-A. 8 de Novbr
Turqua.. 18 de dllo Montevideo 21 de Outbr
CAMBIO! BE 21 DE DEZEMBBO.
Sobre Londres, a 28 l|? c S 3|4 d. p. 1/ Firme
Parla, 3(i por IV.
Lisboa, 90 por caolo.
MU
Ouro.Oncashespanholaa...." a 9'S!
iloedas de /400 velhas. 16/000 a 113/200
. de 6J400 novas. 16/000 a 16/200
. de4/0C0....... 9/000 a 9/100
Prata.-Patacoeebraslleiroe.. 1/9*0 a JJ'
Pesos conminarlos... 1/920 a MOTO
Dilos mexicanos.
1/740 a 1/750
EXTERIOR.
Pastoral do Sr. arcebispo de Pars, para de-
senvolver e confirmar o'decreto do concilio
da mesma ciiade, contra o efrot que des-
troem os fundamentos da jtslica e da ca-
ridade.
Domingos Augusto Maris Sibourpormi-
zericordie divina e graca da saota Se apos-
tlica, arcebispo de Pars.
Ao clero de nossa diocese, sade e hen-
alo em nosso Senhor Jesus-Christo.
Depois que llzemos ouvir nossa voz do
modo mais solemne pora fazer chogar, por
cima de todos estes ruidos do sculo, aos
nossoi filhos espirituaos o grito de nossa
ternura atemonsada, eremos ver atravoz
das nuvons sempre csrregedas de tempes-
tados, o co sorrlr-se um instante para a
trra. Trezouquatro mil homens, urnas
vozes prostrados sobre a lag do templo na
atlitude de adoraco, oulras veies em p
cantando de toda suaelme os louvores do
Senhor, rivalisevam em amor com os mijos,
nacommunhSo encharistica, no festina da
eterna verdade. Entretanto do alto da ca-
deira sagrada, ezpandiamos nosso corceo
sobre essa pecio de nossa familia religio-
sa. Pensavamosao mesmo lempo que um
igual espectculo rigozijava lodos os sauc-
luarios desta grande capital, lodas as igre-
jas do mundo calbolico. No(re-Da:ne n9o
nos pareca entSo mais que o echo Jo im-
menso concert de fiis sollicitando, de to-
dos os pontos do globo, as misericordias di-
vinas. A religiao nos allava ao coracSo
sua mais doce linguagem. Ingrimas do ale-
gra corra m de nossos olhos, o livemos nes-
se dia da resurreicao um ralo de osperan-
Mas, depois desta triumphsnte solemni-
dade temos olhado em torno do nos, o ci-
ma de nossas cabecas, temos interrogado
o co, procurando urna consoquencia para
estes elizes presagios. Ah porque razSo
o ha vemos de dissimular :' Noohu m signal
appareceu sobre o horisonte quo polesse
reanimar nosso coracSo paternal e dimi-
nuir nossos temores,
A Ierra treme sempre debaixo de nossos
paseos. A sabedoria hu nana existe emp:
ella se declara vencida em presanca dcste
tremor universal, (temis firmes imperios, |
nos termos dos livros santos, inclinan ; a
sociedade toda inteira, como um homem \
ebrio, vacilla horda doabysmo; e os po-
vos assombrados olham para o ce com
anxiedade, alim do ver o quo ameaga o
mundo.
Esta he carissimos irm3os, a improssSo
commum o a preocupadlo geral. Oassom
bro perturba al as mais lories cabecas, e
peranle este medonho fuluro no ha cora-
gem que n3o desfallece. Os rois v3o-se
embora exclamava, ha poucos anuos, um
sabio da poltica human*. Cada um repeto
hoje que he, ah 'loda a S9cieia lo quo so
val embora : a velha ordom social ahilo so,
tudocahe, ludo precipiti-sc. Mas pegun-
taremos aos mais habis, depois desla dis-
solacSo do mundo moral, quanlo o canos
se liverfeilo, quem.dira a lu: exisle e a
ordem, apparece de novo !
Grande Dos nilo po loremos conjurar a
tempestado que ruge o se encaminha nern
desviar esta trrenlo de calamidades pros-
tesa cahir sobre nossss caberas? Sera pois,
sempre necessario, segundoo plano divino,
passar atravez das agonas da morte psra
chegar a vida ? A volta para a ordem, para
a paz, a renovarlo da juslica o Jo bem n3o
podorSoaer feitassenilo por esto precoi' De-
veremos paga-las, sem nenhuma demora,
com a destruicSo da civsbqSo, com todos
os horrores da miseria ?
Ouvi, amados irr.aos: Daos nos responJo
por bou prophela, que ello fez todas as na--
coos da larra sanaveis, el sunablles fecit na-
ciones orbis lerrarum'
Ah! anda ha pois esporanca, se souber-
mos applicar o remedio ao mal. l'orin
qusl he o mal, e qual be o remedio ?
O mal ''He, no seio do chrislisnismo,
csse odio conlra a natureza entre o i ico e o
pobre, que o prophela comparava, nos lom-
pos anligos ioimisade selvagoai entre a
hyeua eo cSo, he deuc\a parte, oegoismoe
avsreza, deoutra parte a nveja e a cubica,
he em todos, o amor des -nfreado dos gozos
materiaes em desprezo da lei de Deus qu
calcamos continuadamente aos pes ; he no
meo de nossos prazores, o olvido dos ce-
losles destinas do homem; em urna palovra
lie o i eccado : porque o peccado s faz os
povos miseraveis, uizom os orculos sagra-
dos ; miseros autem fcil populos peccalum.
A justiga eterna no deCJ solara nos do
alio do co, genaoporquoaullrajsmossobre
a teire. O amor infiuilo nao retira-so pa-
ra o corac>i de Dos senSo porque neslc
mundo o rdpellimos de nossos corarles.
I'orlanlo a juatica divina e a candada s3o
os dous principios que darSo, em sua com
binasfio iiilelligente, soluco do terrvel
enigma proposlo por esta nova esphinge,
prompla devorarlo da sociedade que debal-
do tentar rosolve-lo. Por ellas sumonlo se-
raoexplicidos e resolvidos os femidaveis
problemas sociaes que eocerram em seus
flancos obscuros, como as nuvens da tem-
pestado, a ruina, ou a prosperidaJo do
mundo,
Ah! enlrem profunda o universilmenU
em nossas leis, em nossos cnstumes, na vi-
da social, a juatica e a caridade, que o ceo,
tomando-sesereno, nos annunciar ainia
bellos das. A sociedade realisara entao
pacilic iinenl', debaixo das influencias do
Evangolho, com o socorro dos precoitos
da Igrnja, seu nico legitimo inlorpttre,
as translormacoes uccesvas no bem que
a providencia pode reservar-lhe por urna
lunga serie de seculus.
Urna multidSo de espiritos houestos, que-
ridos irmflos, procuram de b6a f a solu-
cBo doa problemas de quo todos se espan-
tan), ua co binajao e nos resultados da
ciencia humana. Ellos chamara em so-
corro di sociedade ooi perigo a pbilusoplua
ea legiaisgao, a poltica ea industria l.ou-
vamosseus estorbos, quaudo mesmo sojain
infructuosos, poiquo a impotencia do sua
boa vonlade nao loe tira nada de ou mri-
to. Mas a amencia 13o somante uflo he
bastante para nos salvar. Todas suas ten-
tativas ser8o vana, sear nao favorece-las e
nSo apoia-las. Ah no so sobejos todas
as luzea reunidas da f e da scioucia pira
dissitiar aa espessas trovas que nos carcam,
be faior-nos (thlr do labyriuto no qusl nos
echamos encerrados.
Eso smente estos dous grandes riclio
do mundo dos espiritos, juntos nos podem
fazer achar um caminno oe salvarlo nesle
nextrincavellabyrintho, d'onlevem a de-
mencia que nos leva a sopara-los, que di-
go, a oppo-losenlra si, e a procurar extin-
gui-los um polo oulro? Para que estas pra-
venc,0es, estas desconfianzas, estes aparta-
mentos, esta lula insensata ent'e os homens
da sciencia e os homens da f ? O tacho da
f o o fecho da sc'encia por ventura na s3o
accesos no mesmo rugo? Seu brilho n3o
fiarte da mesma tonto, do pti de todas as
uzes naturaes e sobrenituraes, do sol eter-
no das intelligencias do verbo que Ilumi-
na tolo hornera que vem ao mundo e da-
quolle emfim quehe o caminho, a verdade
e a vida .' *
Jiinlem-o pois a scioncia e a f, para tra-
bclherodi na salvacjlo commum ; a sciencia
por suas investigarles suaa exploracOes,
suas de dur,flei mudas vezes to admiraveis,
mas todava sujeilas o erro : a f por
saus preceitos divinos sobre os direitos c
deveres do individuo, da familia e da so-
ciedade.
Nos, homens da f, deporemos nossas
desconfiancas exageradas tslvez, so vos ho-
mens da sciencia quizordos despojar-yos de
vossas injustas prevencOes. Nao ropilla a
f as realidades da sciencia, D0o re. illa a
sciencia as verdades da f, que lodos os pro-
blemas sorfio logo resolvidos.
A fu lomando de bailo de sua snlva guarda,
ooino pane iutegranlc de seu dominio sagrado,
ludo o que hade ioviolavel sobre aterra, d
a> bases iinmulaveis do eslado social, c estabe-
lece as eternas condiedes da ordem. Pcrinllte
ao depois que a sciencia edifique sobre as ba-
ses dadas, comanlo que o edicio construido
por ella, sempre aprumado sobre esles vastos
fundamentos, nao viole as proprias condiedea
de sua existencia.
ftespeiie ella, pois, constantemente os dous
grandes principios da cstabelidade e da pros-
peridade das sociedades humanas, a saber ; a
juslica e a caridade. Eclareca-se sempre, tm
sua obra, com as lu7.es da f, cuja omissSo be
adverli-la de seus enus, principalmente quan-
do estes erros violando os uiaiidainenlos divi-
nos ou ferindo a ordem moral, dcslrocm os
fundamentos clamos da juslica c da cari-
dade.
He isto o que ella tu hoje pelo orgaodo con-
cilio de Pars.
Decnto contra os erras que destroen os funda-
mentos da iuslica eda caridade.
As circunstancias adunesexigeinque con-
deinncmos, como de fado condemnaiuos, os
erros daqnellei que allirmainqueos individuos
e as familias nao |idcui possmr justa e licita-
mente bens como proprlos, que as leis civeis
que protrgein a propriedade, eslabellecem por
lito mesmo a injiislica e a tyrsnnia. Devenios
ainda com mais forca condcinuar as assercOes
desses homens que omini assevcrai que os
preceilos da religlio, esobre ludo o preccilo da
caridade, sao favoraveis a cslc erroi.
Porin anda ha oulros ri ros que tendem a
enfraqueceror romper lar o o amor -n-
ternal entre os homens. A origein desles erros
he eaia phllo.iophia perversa que ensina por
seuasystcmas diversos que o Intcrcise de cada
um he o undanienio de todas as obrigaedes
inoraes.
ci Por lacssyslemas, ninguein ignora que nao
losentimenlodacaridadc enl'raquece-se nos
corsces. sean que a proprla noco desta vir-
tudese extingue nos espiritos. Desejando con
servar ou renovar em lodas as almas a verda-
deira nocao c o senllmenlo iuliinoda caridade,
condemnamos esta doulrina nnpiac parllcular-
mcnlc suas funestas conscqucncias relativa-
mente ao amor do prximo.
Alm disso exhortamos vivamente ns curas
e os depositarios da palavra divina, que lem-
brem frequentemenlc aos liei> aquella le pela
qual Dos rccominendou a i.ida um que li-
vesse cuidado de seu prximo. Kinlim empre-
guem elles lodos os cus esforcos c todos os
seus cuidados em soccorrer quanto ihes for
possivcl os nossos irmos indigentes. Desle
modo, a lei evanglica ter aeu mrito c sua
gloria aos olhos de lodos, quando o pobre des-
prexado cutre os pagaos, lor vislo acolhido c
soccorrido entre nos com aquella honra, com
aquello respe!lo que Ihc concede qa igreja a
verdadelra caridade, nasclda do preceilo de Je-
ss Chrlsto,
i Finalmente recommendanaos aos pregado-
res qne acaulelem-se de abalar os fundamentos
da justica.revindicando os direitos da caridade,
e que parceam lerir a principios da caridade
del'endendo as leis da juslica. >
Nao desenvolveremos dela ves senao a pri-
meira parte do decreto, que se refere ajus-
Os elementos primitivos e essenciacs da so-
ciedade sao a religiao, a familia c a proprieda-
de. O principio duplo, do qual tomamos hoje a
defcia com o concilio de Paris, appllca-se a ca-
da urna de>las tres bases constitutivas. He por
assiiu diier a iript-cada vida social sustentada
pelas inos da jusli'ca e coroada pelas da cari-
dade.
Seabaterdcs una deslas columnas que sus-
i< i*i mi o muudo social, a sociedade toda intei-
ra se desmoronar e nao podereis mais couce-
ber, ncm mesmo a uosao dril i.
Oprimeiro fundamento do mundo social, he
a religio. Ella he a deposilaria dos eternos
principios de ordem e de moral que ligam o
homem divindade antes de o poder ligar com
icusaeinelhanlcs. Sem ella nao ha sociedade
possivel, porque ein ella nao ha mais pacto
obligatorio, uo ha mais leis, nao ha mais con-
tratos. Se nao queris dar crdito palavra di-
vina que proclama tsla verdade ? Kscutai a
ra>aopagac philosophica no que lein de inaia
elevado ; ellu dir-vos-ha pela voi cloquele de
Cicero que a base de toda a legislado, como o
prlmeiro apoio dos Eslado, he o temor do co '.
quecumpre antes de ludo, que os cidadaua sc-
jain intimamente convencidos da existencia de
Ocos supremo ; de sua providcuca, que gover-
ua o universo, e regula seus movimenlos, de
seu poder ao qual eslao submetlldos sem ex-
cepeo todos os seres de sua vigilancia, que
penetra ai os nossos mais ntimos pensainen-
menlos ; de sua juslica emllm quefaxadis-
linccao dos lioiiieus pledosos e dos impos, pa-
ra julgar cada uc segundo suas obras. Sem
Dos, lical bem certas diiso.vossas leis nao tein
lorca, porque nao lem sanco, c a unio dos
cidados, pressegue o philosoplio, nao be in-
vlolarcl seno quando ella lie formada debaixo
das vistas e de alguina sortc no tribunal da di-
vindade. Eis aqu o prembulo, concluc elle,
de loda a lei: assun o. chama Platao E se es-
te solemne orculo da sabedoria antiga nao
he Dasiamc, ella vos dir aluda com Plutarco,
que seria inals fcil edllicar-se uina cidade nos
are* do que fundar urna sociedade sem reli-
giao Como lito Livio que a religiao depois
de ler unido os homcus em socitdade, he sd
O segundo fundamento da ocied.de he a fa- priedade, e se forem sinceros e de boa fe, a i servar-se vivo; por que aquella quilhe
milla. A familia he o elemento primordial de variado penetrar fcilmente em suas al-fdouavida quo' que elle viva, diz o isil-
5uc a eocledadc secompSc, porque a ocieda- n,,^ Cora estes horneas he aoe queromostmisto, el vita in volntale cjus.
cho vacillanlc, ouiea Interesse variavel po-
l'in a familia he s quem pode estabelccer en-
tre elles lcos duradouros para a procreaco e
educayao dos lho, por meio dos qoaes enla-
cando-ke as geraedes urna na outra, os pas nao
vivem mais ento smente da vida rpida que
Ibea he propria, mas tambem da vida que
teem transmittldo a seus decendentes para per-
petuar seu nome com sua ra^a. D'ahl urna ver-
dadelra unldade natural e moral, que liga no
lempo e a travex de suas vlcissitudes, todos os
individuos nascidos de um mesmo tronco, ins-
pirando-lhea um mesmo enpiriio, que os torna
solidarios na vida de familia da qual partici-
para. Este espirito de familia he o principio
do espirito nacional, como a familia he o ru-
dimento da naco. lie por esta razao que urna
sociedade civil, qualquer que seja a forma de
seu governo, nao pode ser constituida nem subs-
sistlr, se a perpeluidade, a indlssolubilldade,
a sanlidade da familia no forem reconhecidas
e garantidas. A familia, gracas a Dos, nao
he seriamente atacada no momento presente.
Temos inuilos outros erros que combater ;
multas outras verligens nos perturban!. Tena
havldo, he verdade, algumas tentativas nestes
ltimos annos, mas o bom senso, a razao e o
pudor publico trataram-nas como pedia a jus-
lica, antes inclino de se lercm acabado depro-
dusir.
Tondo o concilio de Taris julgado a pro-
posito passal-as em silencio, eremos tam-
ii.i o ao menos por agora, que dio nos deve-
nios oceupar com ellas.
O lerceiro fun lamento da sociedade civil
he a propriedade. Ha ella quera assegura
ao individuo, familia, ao eslado o lugar
o os meios de existencia ; porque n3o s, he
necessario viver cm alguma parte, como
lio tambom necessario viver de alguma
cousa.
O lugar da subsistencia para o homem ci-
vilisado exige lempo, trabalho, esforrjos
continuos para ser preparado o accommo-
dado as suas necessidades, o que suppoe
que esto terreno perlenceclho, que elle lem
loiophia o direito do propriedade he funda-I Undoso o homem apropria-sn dos ohjec-
do sobre a naturoza ? Era outros termos ,1 tos consumidos; porem aqu priucipiam
oserinlelligonleolivrepode legilimamcn-Js difliculdades. o:ijecta-se quo sendo os
n ... r i.____i. i____. .............. n. 1.1 ....i. ...
te por sua actividad entrar na posse do
alguma cousa ? Eis-aqui a nossa reposta.
flemontai origen) mesmo do ser. Daos
de toda a clernidade se contempla ; por-
Eque caracteiisa o ser intolligeote, hoo
dejentrar em si e de so ver com os o-
lo espirito para conhocer-so Daos
porlanto abrange com um olhar infinito, tu
do o que ho em si mesmo, afim de distin-
guir-so do que n3o he.
Esla vista eterna da-lhe a sciencia total,
quer das magnificencias reaes do seu sor
incroado, quor dos lypos sem numero dos
mundos reasilaveis. Ora, por eslooonhe-
cimento, do qual Iho vain a consciencia do
que ho, elle toma, se isso so pode dizer,
posse do si mesmo. Primeira posse na qual
ello ho eternamente investido peloproprio
exercicio da sua soberana nlulligen.'ia.
Daos n3o so possuo somonte pela scioncia
de si mesmo o do quo nao he elle por meio
dess intelligencia sem limites ; porem co-
mo lem urna vor.tale li#e, elle polo obrar
para manifestar-se em tal ou tal ponto do
cspaco.om (al ou tal inflante da eternidad.
Mando ello tem decretado rcalisar tora de
si, uina creactlu poda escolhor no circulo
sem lim dos mundos possiveis. Nada nesta
escolha domina sua volitado-soberana ; pelo
contrario sua vonlade soberana domina lu-
do. Perianto ella possuo sempre sua activi-
dada creadora na plomtude do seu livro ar-
bitrio he urna segunda posse do quo sua
vonlade eterna o investe, o quo o torns se-
nhor absoluto do seus actos. *
Sea) duvida, Deus he f'Cundo em si mes-
rao do urna eterna fecun lidade; porem
urna natureza inlinitamonte boa requer
tambera manifestar-so exteriormento. Se-
nbor do sua accao soberana, creon pois h-
ou sua aetividado exterior em exorricio
0 fruc.
segura a sua posso; o como desto terreno )Vremeiiteo por amor, querendo fazer bem
devo tirar seu sustento e o do seus hlhos, i, lmag,.n, de si m^mo,
o que tambem nao polo fazer som lempo o i A croacao |10 como o trabalho do Dous,
trabalho, preciso he ainda que lenha a ga-
ranta da que n3o perder os Iructos do seus
suores e desua industria. Nada ha mais fcil
de comprehendor-se do quo quo n3o ha fami-
lia nem o>tado sem prooriedade. Ella heu-
in i dascondigOes da civilieasao.e querer su- _
pnmi-la he.como vamos ver.rebaixar o ho- assiga|a sua obra com seu cunlio, para
mora para a vida brutal 0. incerla dosan- n,J(15Ua gljria n3o passo a oulro ; o archi-
maes. Eis aqui olndo o mais amcar,Bdor da Wco Jo un,ers0 [oprimi Sobre C'da
ordem social e conscguintoinonle da Pzpu-'U!na dasercaluras que o compnen, o sollo
homeds irm3os, o por conseguinte fizases,
lodos lem naturalmente o mesmo direilo
a lodas as cousas, pois quo tudo foi dado
a todos pelo Creador.
Isto seria verdadeiro som duvida e possi-
vel, sa u objpclos que (orrospondom s
nossas necissi ladea se olT;recr%se.D a nds
completamente preparados so nao tivesse-
mos nenhum trabalho em procura-Ios e
dispo-los para nossjuzo; na idada de ou-
ro dos poetas, cm que a trra pro luzii es-
pontaneamenlu, ellas porleneiam ao pri-
meiro occupsnte; assim como no dosorl i
q'uao lo o man cahia lodas as noitcs do
ceu para nutrir o povo de Deus. Cada um
u3o liiiha ouir.i cousa qu i fazer senao co-
Iher ou apnhar; porem nu sucncJo mais
assim ao menos para a generalidad!) dos
homens. A Ierra mo produz mais son.lo
pelos esforcos da cultura, c seus productos,
ja arrancados da sou seio a custo do nos-
sos suurcs, deven) amia sor transformados
lela industria, alim de quo possamser
empreados em nossos usos.
A cundilo do trubalho no estado pre-
sento do homem, vem pois juntar-s > a con-
dioao da primeira occu ac,3o para deter-
minar o legitimar a proprielade de um
obj cto. lio pelo Irahalho de a^u pensa-
inent), do sua vontado e desua nulo que
0 homem da cousa a feic3o anloga as
suas procisOcs, o Iho mpO! desla surto o
sello do sua personilidada. Hile assigna-
la-s,por assim .izer, com SUS Imagen,
pois a tem tornado propria pura seu uso, o
pode por lauto servir-se dola oxcluslva-
monte, nSo s pelo direito natural da ne-
ce-sul i lo do sua natureza, senfio ainda
lelo diieito moral, adquirido por sou Ira-
halho da qu'l deve recalhor os Iructos.
homem pois faz, por seu trabalho, pas-
sar elduma cousa de sua pessoa p'ra os ob-
jectos ixtarnos : dapOo nellesalguma cousa
supremo no seguir outra regra no dia fi-
nal. Cada um deve recebor em proporco
do que faz : esta he absse de toda moral e
do toda civilisacSo ; porm esta regra nSo
lem mais sentido nem applicaQflo ae ludo
pertonce a todos, se no ha direito e legiti-
midade sen3o na posse commum. O p.-e-.
guijoso recaber tanto quanto aquello que
trabilha, o dissoluto tanto quanto o ope-
rario honrado aquello quo nada produz tan-
to quanto aquella que produz mais. Elle re-
ceber mesmo mais porque consumir* em
rasa!) do sua ociosidade, do desenvolv men-
t de seas appctites o do lempo que gasta
em satisfaze-los.
Por eslas rasOes, a doctrina que comba-
temos aqui no diz mais : A cada um ae-
gundo seu trabalho mas A cada um se-
gundo suas necessidades > esle he o axio-
ma fundamental da nova moral. Ora como
aquelles qucso menosoceupados lem ora
geral mais necessidades roaos ou facticias,
seguo-so quo a equidade nesta ordem de
cousss, cunsestria em dar mais aos que fa-
zem menos, e, por conseguinte om nutrir
OS vidios, o dessipadoros dos suores o da
substancia dos ci.lados laboriosos o hones-
tos. Eis aiuiajustica cora quo nos que-
rcm brindar.
Foi pois com razn que dissomos que,sem
o direilo de propriedade no ha nem moral
social nem justifa, quo no ha mesmo meio
do defin-las; ou antes que, pare faze-los
comprehender no sontidc/ilos novos institui-
dores dos povos, he preciso negar o que to-
dos os seculos leem nflirmado e seguindo o
Cdroiiilu < miran i da tradieo do genero
humano, dizer afoutamento : A justiru
consisto cm dar a cada um o que n3o Ihe
pertence. A mxima eterna n3o sori mais.
Suum cuique, porem : caique non suum.
VIII.
Porem deixemos a demonstrarlo, e todos
os raciocinios humanos. So a evidencia
losles principios e dcstas deiuc,0>s garan-
tida pela rasao u nanimo dos seculos n3o ho
sullicienlc aos contradictores, eis-aqui a
autoridado do ceo, cuja grando voz echoou
sobro o Sinai,intimando seus man da montos
aterra. Ella proclama o direito do proprie-
dade econdemna tuto que o offende, ees-
la voz que ho a voz do eterno, faz ouvir oste
maudamonto.
> Escuta, o', Israel, tu n3o 1'urt.iras.
t) proprio desojo de occultar o bam de
de seupeusa tiento, da sua vonlade, da sua outrom ou a condescendencia no pensamen-
nai^ndo quT ".s". do qual f.zomo, toros, o suas pena, de seus.sucre, do sua lo do rouho he pro,,, Indo .
0
parto he o fructo desle trabalho.
do seu trabalho
tanto Deus s lie
vel do ceo o
,,o. un.- vidaodesuasulislanciu; estenda sua par- Tu nuo desojaras aproprtsrtc njtisla-
u hesuaorouriedule. Por sonalidnde sobro cssos objectos os quaes mente da caza do tau prximo, nuo cobica-
eo nussuidor incummula- toruam-so para ella um novo do ninio, elle ras nem sua inulhor nomsou servo.nem sua
da trra F como o obreiro lem sobro ellos por essa exlencflo, um di- serva, era seu boi, nem seu burro, nom
reito tao legitimo, t.lo n .tura!, como o quo. nada do quo Ihe pertencer. o
tem sobre as facul da 01 de su espirito so-I A religiao, liol interpreto do mandamoii-
breos oreaos de sou oorpo. l'.st -s objectos to divino, no deixa nenhum pretexto, ne-
tornnm-se accessorios apndice* de sua nhuma illusSo o ladran, o declara, pelo or-
blic.. lea'propiiaddeqoeoserrusdenoB- ue'Lrom'potecia'.'o de sua inlellicncia existencia, o ello podo da-los, assim co-uo'Bode seus proplietai c do setisaposlolos,
ao.d1.salBcampnncipalment,unsoomto-iJ^03r;cllc'"'OUe jda *au lempo ese j I,aballio, iran-mitli-los ;ue; m,o he^permetl.Jo tomar o bem de ou-
daa violencia queinspiram ardenteseculpa-
veis cubic.sjoutras com a exaltaco c
falso enlhusiasmo,destaospeciede tana
que iliusOes honestas em seu principio ,
illusoos tanto mas perigosas qnanlo mais leu DI)Jer tuj0rUesle com u,ua soberana, tabellccidn, do pussuir-so asi mesmo pelo pouoin ser agraiuvu a c.osL
mas perigosas qnanlo mais teu "Jer tuJo Tizesle com uiua soberana, labellccidn, do possi
nais dcsiuteressadas. I8bodona : a Ierra est choia dos bens quo ex reitio do (odas as
sinceras so e ina
S3o estos diversos erros que o concilio de (omiarn su inmenso dominio.
Paris ferio com seus analnomBS, na pri-
meira parlo do decreto quo acabaos de
ler. ,. Ora o homem,
IV.
i .....". imagom do Deas, com
Um dia charissimos irmos, silnl,n'1?.0.rJl olle sclividadj intelligento o livre, no po
facilidades que consti-
jtuem sua pcrsonalidade, tem o mesmo di-
roito do poss) sobro lodas as cousas
necessarias a sin conservando e ao deson-
volvimcntodo sua vida, comanlo quees-
. tas cousas nSo eslejam ja oceupadas por
sa, o por outros, o soinpre com a condico do apro-
,,a pria-las asi pelo trabalho. Ninguem pode
som
is-
vino salvador do lomillo com seus discpulos j,-,,'.......elle possuir alguma cou
um detles disso-lhe : Mestre, admirai : que 'semelhanca, lornar-se proprielario ? pria-las n si p
pedras que estructura Jess vollando- Sa [)eus ||le(ieu intelligencia, ho eviden- mais cnlSo tirar-lhas som mjuslica
so respondou: Estaos vendo a grandeza des- iloque pe|a refiexao, apanagio do sor ra- violar os preceitos olern )S di equidade.
la construc?ao,pois ludo isso sea destruido cloua|0||B lam e0iiscioncia de si mesmo: o he, som abalar una das bases soore as
o n3o licar pedra sobre pedra. gabe desdo entSo oque hoooquenSo lie, qunes repousa a ordem social; uraa nuva
Depois do havor medido com rpido vol- c por esta sciencia do si, toma vordadeira- cousideracSo tamos quo apresenur-vos, a
ver do olho, desloa baso aleo cume, o lo- monto posse de si mesmo : por quo diz en- saber: quo deslruiudo so a proprieusdo
do do edificio social, nos vos diremos, a ex- iSo : in/ioalma, Meu corpo. Ello tem destroe-se como mesmo golpa a jjsliea que
emplo do salvador do mundo : Estaes ven- pojs uma alnla Jaa e scu corpo |n9 pertece. torna-so desde enUo impossivcl mesmo de
do a solidez deste templo que Daos fundou Esoellolem uma vontado livre para o- dolinir-se.
as proprias enlranhas da natureza para a-j i,rar C01|, iliscarnimenio, podando por ella *'
brigarnoste mundo a humsnidado ? 'exerceras faculdades desta alma o os or- com crtoiloa dclinico djjuslic) procla-
Pois bem, tudo sera destruido inteira- ga0s desse corpo, dirigir para onda quer ma(lil pelo sonso commum o p di consci-
mente, so osse possivel que uma das nos i0jas|as oreas de seu sor, possue em si cn0, Jo fiPncrii humano, ho que importa
cousas seguimos chegasse algum da a pro- raasmo uma potencia do acco. Esta acll- ,|ar c,(ia un oquo ho seu, o qoo Ihe por-
"alrc r. ividadolivre hocvidentemenle ain la do seu ionc,i0 qU; in |,o devido, suum cuique.
O slheismo Iheorico ou pralico, a pro- dominio e muguen, ple nem contestar- ora esta difiiico supondo quo alguma c ni
liscuidade substituid) ao casamento, ees Itt'a, ncm tirar-lh'a. Em qualquer p isico s, poj0 pertencer a cada um, implica ev-
poliB3o da propriedade Qualquer pois da vida, escravo ou livre, al nos ferros, uomenient odiioito do propriedade. Ti-
que for bastante andar para constituir-se, ello dir miaa vontado minlm lber Jadc, raj pi)s esla poss,b,|idado de aprovac3o,
no se,o da civaMisacao e A luz do chrisliani- quando mesmo uma forca estrenua as liver SUpp0|io que nada possa ou deva pertencer
mo, o promotor de taes alternados, devo ser encadeadas. pessoa alguma, quo nSo ha mais lugar
olhado como um inimigo publico do geno-. Finalmente, so por esta potencia de ac- nem pala ajstc,a destributiva, nem para a
ro humano. cSo, ello produz voluntariamente alguma usiica commulativa,
II. xuusa fra de si, se realisa livremenla primairamoUe a juslica destribuliva, om
O bom senso, a philosophia.a religio con-, urna creacilo do seus pensamentos, devera nuat juslica consiste, no na dist ibulco
ordam em reconnecer o direito de pioprie- por ventura sai piivado do fructo de eu liS cousss em si mes as, dos omp'Cgos e
cor mu em reconnecer o uireilode piopi.
dade. Todos trezautorisam eproclamam-na trabalho, do rosultado do sua propria acti- ,jas ,||gi.i.ies conforme oncas ou o c-
pela insplracao esponlanoa pela reflec3o idade; sua obra podera deixar de ser sua onc\u,l0 favor ou o arbitrario, poro n na
da sciencia, pela virluJo da palavra sa- obra, a cousa sua, sua propriedade. distribuida ou remuneraco motivada,
erada. Naohum podor podo fazer tal, porque S)nccionada polo direito, fuala sobro a
Principiemos por interrogar o bom sen- Islo implica contradiccilo. A usurpnco capacida le, sobre os sorvicos, om uma pa-
so e a philosophia, afim do proparar-nos nSo podo disfargar-se aqu, ella sa manirea- |aVra, s >bra os mritos. Orase no te nos
para ouvir com mais rospeito a grtnde ta na propria linguagem; por que ose- direilo a na la, ou so o quo vom a ser a
voz da religio, que a do proprio Dos- nbor do escravo no dir jamis.meu tra- m0jma cousa, tolos tem direito a ludo, no
O bom senso declara-se de um modo in- balho, fallando do trabalho de seu escravo. |,a m us raso legal o;i meritoria de distri-
conleslavel pelo consentimenlo geral dos; l'or lano o homom ho cipaz de possuir buicaoou de partilha, e desde entila mo
povos. Nilo ha un s na anliguidade, nem a imitaco do Deus mesmo o dobaixo do 8erva mais de cousa alguma trabalhar e
entre os molernos, em o qual a propriedade, sua alta soberana ; mas o dicito do pro- prestar sorvicos patria, procurar o nfim,
quer publica quer particular, n3o lenha si- pnoJada decorro para ello nSo somonte de na fd D|,a u nu es'.ado, merecer do um
uo estabelecida como uma cousa legitima, sua natureza intolligonto e livre, sonao modu qialquer; no pode haver mais nem
quando he adquirida as condices naturaes tambem de sua naturea limita la o preci- qUBSiau de mcrilo, nem do ronumorac3o.
o sociaes que Ihes so inherentes. He um lia, sujeilas a lodas as necessida les da Ao depois no ha mais lugar igualmenti
tacto umversalmente reconhecido que toda vida. E uulai aqu charissimos irm3os a para .jusmja commulativa, porque deque
a civilisac3o repousa sobro a propriedade, o infinita differonca entro o Deus creador 0rve fazer-s: urna troca, quando sa lam
que pretender dcstrui-la. ho querer acabar o o homem sua imagom. direito todss as rmu ? e alem distoso
com a propria civilisacilo', he rebaixar o ho- O Eterno nao lora necessi lade de alimn- ni,uem possuo cousa alguma como pro-
mem.comoha pouco dissemos, abaixo mes- tarseu sor, ello he a tonta inexgotavel da pr,a 3o ha nadi que Irocir. O commor-
.' '. I .. ..: I.. ..........I .i ..... ...1 .. um- II.UI Orna. ......________, 1 .-*.*-afts nn.nn ...
E ainda i O Allissimo o5o aprova as
dadivas dos ladros, n jo olha para as obla-
caJes dos injustos o n3o so abrandari conlra
sou peccado por causa da multidSo de seos
sic ilicios.
Einlini os orculos sagrados fazem tremer
os l.ulioes debaixo da ameaca dos mais for-
inidaveis castigos do lempo e da eternida-
do : o Enviarei a maldcelo, dizosanhor
dos oxercitos,cl!a ontrar na casa do ladran,
por que todo o ladr3o ser julgado. NSo vos
eiiganeis, os usurpadores do bem alheio.os
adi ., n3o le:.10 parto no reino de Daos, a
Para ventura sari necessario ajuntar a
estas palavras divinas ou inspiradas os
lestemunhosda IradicSo eclesistica 1 Os
concilios, os santos padres, os doctores nSo
so senSo liis echos dola. II) a vos da
Igreja universal e a doutrius do todos os
seculos.
IX.
Mas a roligio no se limita a sanecionar
lirectamente e em si mesmo o direito do
propriedade, ella prctege-o ainda e bonra-o
din sua funte que he, o ira bal lio ; ella nao
esperou as concepces dos economistes do
seculo 18 e 19, para proclamar, no seio da
liumanidade, o trabalho como um dos fun-
damentos essenciaos da propriedade; s-
menle, por que sabe melhor que a scioncia
moderna oque ha no homem e o que resul-
la do sua natureza, applicou-so unicamonto
om apreseutar o trabalho como um dever.
.Sa verdade, o trabalho do espirito nu do
corpo he o dovar do todus, e como do do-
vor oasce indubitavolinenteo direilo,o de-
va natural do trabalho quando comprido,
d o direito sagrado ao gozo regular dos
fruclos que nma pessoa tem produzido por
sua aclividade intalleclual ou phisica.
A religio ensloa-nos por lano, charissi-
mos irms, que o trabalho ho uma lei do
nossa natureza, o que a observancia desta
loi toj) sito sempre sau doror para o ho-
mem, ainda mesmo om sou estado primiti-
vo, quando gozava da inlogridado de suas
prerogativas, quando eslava ebeio do todos
os favores celestes. Porque o Seohor
Dous tomou o hornera, diz a narraco au-
thenttca do sua installaco sobre a Ierra, o
collucou-o nojardimdo Edea para quo o
cultivasse c guardesse. E parece que nosla
cultura, nesse trabalho, o Senhor deu o di-
., .. _- i- --_.,,. .. r....u.. .... o.
relio o iiouieiu uo ...... v u. w i -
raizo tcrroslre, pois que disso-lhe inmedia-
tamente : Tu comers de todos os fruclos
mo do esla loselvagem ; he reduzi-lo a um vida, o quando so raanifesta por uma croa- C10 tor,ia-so portanlo impotonto como a iu-1 jari|i,n, somonte, efim de que saibas
zaqucn3osoria cSo, nao he sonao para dorramar om ondas dustria, o no vemos mais era quo podo- nao possuej a t
a vida o coma vida lodosos bous da nalu- ,am empregor-se soriameiilo, os mouibros j|^,sirumentos de teu
Em loda a serie dos seculo, esto consen- reza o da graca ; maso homem lora noces- u0 uma tj| SUcicdade, sonao em devorar' Jo j0UalS0 d9 nj
pretendido estado de natureza i
senao sua completa degradado.
possues a Ierra e seus Inicios, os
u trabalho o a li mesmo,
... minha spberanis, como
em commum, consu nndollom()najje(n jeVidae protmacilo dedepen-
lim mo goral dos homens nao tem tido ou- sidade, necessidades imperiosas da alma o com ar,tor o b
tra excepto quo a voz do alguna philoso- do corpo; estas necessidades saoaexpre- comtola:ias SUas funjas, e produsindo o jonca como prova necessaria de tua fidel
phos om opposi?o com o sonso commum s8o, o g'ilo da nuluroza Imita, a qual, nao menos possivel. Neslo furor de gozo ode'daj0 ; mo comors do fructo quo est n
por espirito do aystema, ou o grito de al- podendo ser suflicieute a si mesma, tecla- cosumo do que todos seriam possuidos. lIU,0'uo paraizodas delicias.
|l' II UJIlllltV ai> i J J1V1MWJ *- Q>V f------------------- UII^U i H~ ^ ----------- ---------------- f ^
gunsliomensdedosordomaqueninaoselhes me os meios indispcnsaveis desuasubsis- n,ngUem ovidootemonlo eslaria satisfeilo i
da de transime
que salisfacan
melhor gozar
lo trabaih
N3o devemos esperar convoocir, mesmo r.m uma iniiin nom |>C"". "> <" U'pon..,.
com os mais solidos raciocinios, aquellos pelo corpo, o homom ple viver sem ah- s,j0 mais as torrase o trabalho seusfructos
que, ultrajando o bom senso a este ponto, mentar-se : elle precisa do pao malonal niio rcstana aos poucoslquesobrivivessema
iJSSZSS^mTSSMTa nao sao levados a este extremo, como suc o do P3o espirllual; o esso **%* esta espanlos) aaarchi. senao morrar do i'^V^nto trabalho : nSo comers teu
com Seucca, que a irreligiao he para a uaedo celo de ordinario, son3o pela segueira o pe- o do corpo impoita quo o asum ie asi.ou fo|n0- j seu,1o custa do suor do tua fronte, por
lo delirio da paix3o,mas ho lambem espi- o tasa seu, importa quo o toono seu proprio yl(
rilos sedusidos pelo sopnisma e arrestados ou que se aproprie dello. Ello naosora
por uma apparencie do bem.aos quaes tem- nutrido e conservado son3o com esla con- -
sepoiidofazeradmeltircomumacertecn- dic3o. O homom toin pois um direito real, idea mais commum da juslic,a moral, daj
fienca quo a propriedade ho uma mjus- fundado na necessidade mesmo de sua na- mais simples equidade ho destru .a. A ror-
A slese philosophia pode dar ra- lurea, ao quo he necessario ao sustento, a mua desla ideis lio esla ;
Mas eis-aqui o que succedeu depois da
O trabalho quo liuha
ebeio de encantos no
lornou-se ponivel,
causa do castigo que o
hornera merecou : A torra he maldita por
tua causa, disse o Senhor a Ado : tu o3o
tirars della tou sustento do cada dia, se-
a foate de lodas'as desordena 1 a religiao
piedade, pelo contrario, a fonlc de toda a pros-
peridades
O concilio de Paris, enansimos irmaos, con -
sagrou o titulo II da colle(>o de seus decretos,
a defeza desta primeira base da orden) social
alecadapelo racionalismo ; mas por hoje nadal 'Ka
vos diremos a esle rcspeilo.
zOosparaexpIleer-lhealegitimidadedepro- consorvacao do sua existencia, para con-
jque a torra por si mesma n3o produzira so-
Em lim om um tal oslado do cousas, aSnao spinhosoabrolhos.
No s a roligiau declara polos Orculos
sagrados que o trabalho he um dever natu-
ral, queo homem nescc para trabalhar,
'Aca7'mUsogunTo7uis obras. Ojuizoiuo o pasaro para x)ar oquo esto de-
^
.V1A> .^giJJW UJ HJWLi a


-
ver, como cxpiacSo, tornou-so mais obri- Dr. Joaquim Manoel Vielra de Mello
gatorio depois da queda ;seno inda pur Dr. Francisco de Assis Oliveira Uaciel
toda a parte, na sagrada Escritura, ella re- Dr, Alvaro liarbalho Ucha Cavalcante 413
prebendes pregucacomo un vicio,e loara Dr. Ignacio Joaquim do Souza Lelo 401
o trabalhocomo urna virlude. {Dr. Caotano Estr-llita Cavalcanla Petaos 398
Preguicoso, ven foimiga c coosideri I Padre Vicente F. do Siqueira Varojllo
2

seu procedimeuto, e torna-to discreto, ella
uo tem nem chef>, nem director, nem ae-
nbores ; prepara scu sustento.no esli, o
junta sua provisSo durante a ceifa.
Preguijoso, at quando estars dcitado ?
(Juando despertars de teu somno ? Ah !
mais um pouco do repouso mais um pou-
oo de somno! Si.n, mollemente eatondido,
doizas catur ainda teus bracos sobre teu
seio, e a pobreza cabn sobre ti como um
homem armado, e a miseria como um rou-
bador.a
O preguicoso he devorado do estorois de-
sejos, porm a alma do trabalhadorsor sa-
tisfoita.
O temor abate o preguicoso, as almas dos
cITcininados cnlaguncerSo do lome.
O preguicoso nflo trabalba por causa do
fri, elle mendigar nos dias da ceifa, e na-
da I lie d,ii,mi.
O preguicoso est sempro na pobreza.
Os desejosmatam o preguicoso ; porque
suas m3os nao quizersm fazer naja para
contenta-Ios.
Passei pelo campo do preguicoso, e
pela vinlia do insensato, e tudo eslava cheio
do espinhos. As sargas cobriam-nns, o o
muro de pedra eslava cabido; vi, eappli-
quoi meu cnracilo, eesle ox.emplq,ensinou-
mc a sabedo'ia. Dormirs um pouco, disse
eu, descincars um pouco, moteras um
pouco tuas mSosuma n i outra para repou-
zar, o a pobreza vira como um vagabundo,
o a imligcncia como um homem armado.
Pode-so, acaso charissimos irmilos, re-
provar a preguica em termos mais enrgi-
cos e inspirar mais estima pelo trabalgo?
lio poitanto verdade quo, por toda a paite
as sanias Escrituras, elle lio representado
como urna cousequencia da natureza do
homciti, como um me i o para clledecum-
prir seu doslino o como a fonlo principal
d'ondo emana o direito do propiieJade e
i um este direito toda a civilisacHo.
(Continuarse-ha.)
Major Jolo Valenlim Vilolla
Dr. Jos Filippe de Souza l.eao
Dr. Francisco de Paula Baptista
Coronel Jos Pedro Velloso da Silreira
Dr.,Cosme deSPereira
Dr Francisco Aires da Silra
Dr. Jos Quintino de Castro Lefio
Augusto Frederico de Olireira
Florencio Jos Carnciro Monteiro
Dr. Francisco Antonio P. de Carralho
Barilo do Capibaribo
351
350
345
342
322
Dr. Manoel Firmino de Mello
Antonio Jos de Olireira
Dr. Jos Francisco da Costa Gomes
Floriano Correia de Brito
Dr. M um 'i Caralcante
Dr. Ilodiigo Castor de Albuq. MaranliSo 322
320
316
310
309
304
302
Dr. Antonio Epaminondas de Mello
Dr. Victoriano de S Albuquerque
Dr. Francisco Carlos Drando
Dr. Jos llodrigues do Passo Jnior
Dr. Mnnoel de Souza Garca <
Dr. Antono Baptista Citirana
Commendadoi I). M. de A. Pires Fcrreira 301
Genebra.
Dita .
Licor .
Dito .
PERNAMBUCO
RF.CIFK, 28 DE DEZEMBROJIE 1851.
AS 6 MURAS DA TARDE.
BETaOSPECTO SZMANAL
No domingo 21 do corrente foi condu-
zidoem proci.sSo solemne o Divino Espi-
ntoSanlo, i ela respectiva irmanJade, do
convenio dos religiosos franciscanos para
a igreja de N. S. da ConceicSo dos milita-
res, onde deve a mesla ir.muida le perma-
necer d'ora em diaulo pois que tendo-se
suscitado urna desinlelligencia entro ella
'.'"s mencionados religiosos, c nao Ibes
sendo possivel cliegar a um accordo pacifi-
co, e consentaneo com o espirito de reli-
gin c caridade, Torga foi apparocer osla
ruptura, ou separacHo'.
NO mesmo da entrou do sul o Badiana
Continuavam os preparativos o movunen-
los de tropas contra llosas por parte dosal-
liados, o o Paraguay, quo adherios causa
desle, j| tmha promptillcado os seus 10
mil bonicos Por outrolado, era vivamente
senti la no Uragsy a morie do seu bravo ge-
neral, Crzon, candidato cslimadoegcr.il-
nieiite aceito presidencia da ropublica.
A eleigiio dos representantes linhl-so con-
cluido cm paz c socolo em lodo o estado
oriental, excojto todava om urna das fre-
(,'uezias de.Montiviili'O, onde liouve um rolo
e muilos espanraaicntos etc ele.
O vapor inglet, quo entrn no dia 23, Dito
adianlou noticia algunia de interosso ao an-
tecedente mas por elle souliomos das con-
decor*c>s, com que 8. M. o I. hnuv.' por
bem agraciar o actual presidente do Para-
ga)' D. Carlos A. I.opez, o ministro e ScCro-
lorio de estado dos negocios eslrangeiros
da repblica oriental, I). Manoel llorrca, o
enviado extraordinaiio c ministro plenipo-
tenciario da mcsmi junto a corto do Itio
de Janeiro, I), Andr Lamas, c Finalmente o
commandante cm chelo do exercito para-
gayo, D Francisco Sol>no.
Mo da 24 terminou na igreja de NossaSenho-
ia da ferina, a novena do Natal, que leve lugar
na madrugada de cada dia, a qual alcui do cos-
luine ful seguida de urna pralica explicando o
inelavel wjsterlo da cncarnaco do Veibo Di-
vino; cuodia 25 cclcbrou-se na inesma igreja
inissa solemne, a qual assiaiin iininenso povo,
seodu para admirar a itnplicldada de seu vis-
diario, isto em consequencia dr rccoiiimcnda-
co anterior feila pelos religiosos do mesmo
hospicio, os quaes seno esqueccram de aoa-
'.hemalisar nos dias da novena o abuso dos pre-
sepios em casas particulares, de que se lem da-
do lanos escndalos ; a Igreja estove sempre
ebeia a nao poder mais.
Falieceu nasemana fiada nacidade deOlin-
da o tenentc-coroucl Ignacio Antonio de llar-
ros Falcan, militar anligo, c de suimna prubi-
dade, que serv'o no anligo rcgimrntn ile arli-
Iharia desta provincia, que tantos otliciacs de
inerecimenlo forueceu ao exercito.
Oa dias de 25 at hoje 28 passaram-se bella c
frescamente, pois que as ebuvas, ora mais, ora
menos abundantes, lomaram a si o refrigerar c
cousolar o tereeiro estado, que por sua polifilo
se v lodos os annos na necessidade de guar-
dar a cidade, que os outros desdenhosamcute
abandonam. procurando os prazeres e ~ ar
Ircsco do campo*
Km anoitcile 25 houve, como de costme
inissas snli iones em varias igrejas, c em todas
ellas Ibi lal o concurso de povo, que ninguem
pode penetra-las depois de 10 horas c mcn ; e
l>cm que o silencio dauoite mo fusse qui lirado
pelo estrepito dos carros, nem por isso oniovi-
inento das ruasdcivuti de ser o uiaior e mais
animado possivel, sendo a noilc de natal una
daqucllai, cm que a .burgenislc. em pesos
tenia o seu poder c forca numrica.
Mas, como quer que o* abusos se introinct-
tam em lodos os nossus actos, sejam civis, ou
religiosos, auccedeu que, cm algumai igrejas,
onde bouve inissa catatada, bem como na ma-
Iris de ."s. Antonio e na Conceic.au dos militares,
se conservaran! fechadas as portas priucipacs
al meia noite, ora de entrada da inissa, ao
passo que as meaiuas se eucheram pelas portas
travessas f>u das sacrislias desde as 10, com
grande e justa murmuraco dos que por um
ral moliro dei xaram 'I* enir*r.
Renden a alfaodega nos das 22, 23, 24 c 27
47:011,707 ra.
Entraran! durante a semana 7 embarcacoes,
sendo 2 inglesas com bacatho, 1 portugueza
com diversos gneros, 1 Barda dem, cuma lm-
sileira com gneros do paz c eslrangeiros] com
guia.
Fallecern! 41 poasoas, 34 livres e 7 escravos,
entre aquellas 7 horneas, s muIheresclD me-
ninos, c entre catas 1 bomeiu, 4 mullicrcs e
prvulos.
Dr. Francisco llodrigues Selle
Dr. Loureiic,o Francisco de A. Catanho
Dr Joaquim Gongalres Lima
Antonio Marques de Amorim
Dr. clphinn
Dr. Ilemelerio Jos Velloso da Silveira
COmmandanle superior F. J. l'ereira
Dr. Manool Jos da Silva i\eivas
Dr. Amida Falc3o
Dr. Caelano Xavier Pcreira Jo llrilo
Dr. Simplicio Antonio .Marignier
Dr. Silva Braga
Tenlo Coronel Lopes Lima
Dr. Joaquim Vilella dd Castro Tavaros
Dr. FoueJon Cuedcs Alcanforado
Dr. Joaquim de Souza Iteis
Dr. Tai:,ai 111 1,1
Dr. (Juoiroz Funseca
417 dlsendo aobar-aelavrado pelo escrlvara c assl-
416 gnado pelos empregadoa competentes, o ler,
nao de mcdlcao a demarcaclo do terreno da
ra do liium, requisitado por esta cmara
para serventa publica fallando assigna-lo o
procurador da inesma cmara, e ser paga a
despeza daincdlcio na importancia de I7;600.
e que asalm se ordenasse o pagamento de dita
despeza, aUin de poder rcmtller dito termo
com mais papis Ibexouraria da fozenda
geral: oeste sentido mandou-ae expedir as
convenientes ordena ao Procurador.
Outro do Administrador da Hacebidoria das
reiidos' internas geraea, pedlndn provideacias-
se a cmara para que as licencas que bouver
de conceder, sejam nrlviainente se liadas, aolcs
de jisslguadas, na forma do Regulamento de
lo de Julho de I85o,'comprebendendo-ae no
numero dellas as de que trata o artigo 18 do
regulamento de 15 de Junho de iHIt, qUc
nao podcui aer concedidaa aos impetrantes,
seta que exhibao o conhecimento dado por
aquella reparlico de haverem pago o res-
pectivo imposto ou do auno da linnn ou
il' antecedente: que se ouvlssc com urgen-
cia ao Advogado.
IIntco do cngenlieiro director das obras pu
bllcas, re me tiendo a planta da povoaeao dos
allogados e seus arretaaldea uuaaparecc'raentre
os desenbos da quella reparti^o, com in
dicacao deperlencer esta samara.Inteirada,
que se reapondesse.
Uulro do procurador, aprezeotandu o ba-
laoco da rec.eilae despeaa do cemllerlo pu-
blico no trimestre de aeterabro a novembro
do carrente anno, bem como, os respectivos
inappas de iuhuinacdes. A loinlcamde polica.
Outro do Fiscal de S. Antonio particlamln
estar-ae l'azciido deapejos em urna dasWocas
de esgolo do aqueducto do patio do Carao, e
islo em occaziao que Ihe nao he possivel vedar
mandou'se dar ordem ao procurador ara
mandar collocar os ralos de ferro uesla c
c 111 unir, boceas de esgoto.
Outro do Fiscal de 3. Jos, aprezentantfb o
mappa das retes moras para consumo no na-
ladouro d'eata cidade dol.a7 do corrente|n:,n j,' ,,,,
(460 J Inteirada. PUiloailo usuaes
Outro do julx de paz do 2. o deslrlcto. da(t-osladinho de dito,
frcguetla de S. Lourenco da Malta, propondo [Soalho de dito .
para escrivao do mesmo juio. a Joao Vi- Forro de dito
centc de Hrilo Galvao : a provou-se c inandou-
ae passar titulo ao proposto.
Oulro do ju/. de paz do 3. dlstricto dos
291
291
288
277
76
270
268
259
258
256
255
253
237
235
235
229
229
22S
Arroba
<
a

Cont
. rr Ganada 420
.... Botija 180
.... Canad 420
.... Garrafa 180
Arroz pilado 2 arrobas um Alqaoire 4,000
Araras.........Urna 12,000
I'apa;aios........Um
Bolachas......
Biscoilos. ... .
Caf bom .....
Dito r estol lio .
Dito com casca .
Carne seoca ....
COUCOS COm i'iisea .
Charutos bons .
Ditos ordinarios. ,
Dito rolagia o primor ,
Cera de Carnauba .
Couros de Boi salgados
Dito espixadns .
Dito do mica .
Doces de calda .....
Dito do goiaba-. '. i
Dito secco.....
Estopa nacional ....
Farinha do mandioca Alfjueiro 1,280
Fe1j3o......... 4,000
Fumo bom....... Arroba 5,000
Ditorestolbo....... 3,00u
Gomm.........Alqueire 2,000
Gengibro........Arroba 8,800
3,100
3,500
5,000
4,000
a 3,200
' "**4,000
8,880
4,000
1,000
700
4,000
5,500
120
145
14,000
4O0
240
500
200
Artoba
Libra
. Um
ic
Libra
, o
Arroba
Cento
Vigario Antonio F.Gongalves CuimarSes 212
Dr. Aprigio GuimaiSes 210
Dr. Joaquim Eduardo Pina 203
Dr. AlTonso Peres yjs
Tencuto Coronel Antonio Carneiro 192
Silvestre do Oliveira |9j
liarau de Siius 111a 190
Lenba do adas
Dito de toros.......
Prancbasdoamar. do 2 cus. Um
Ditas do louro......
O. 1,1,1.. de amarad!* do 35 a
40 p. dec.o2 j a 3 de I.
1,600
9,000
22,000
8,500
3." o pagamento da importancia desta I urna educaco la o desenvolvida quanto a diste
obra ser Teito em urna s preaticSo quando J ."' **"<' "'"o tratando da necessidade da
ella estiver concluida e em estado de aer re- 'J""^" '"ull""prlme-ae da manelra
cobida doflnit.vameiile.
.'para tudo mais que nao oslircr deter-
minado as prsenlos clausulas, seguir-n-
ha o disposto na referida le provincial 0.
286. Conforme. O secretario,
Antonio Forroira da AnnuuciagSo.
Dcclarayors.
O v.ipor brasileiro /i/ipar,
tris cotnmandanto o pr i incito^
tenenle Joaquim .Salom Jln-*
mus de Azovedo, devechegar
leguiute:
Hoje nao he mala pernteltldo encerrar,
mulbcr no. cuidado, .materiae, do fardo"?
icoecrerque-.-c.atldade e a vlrtude ein^a,"
sa poca conslsie/n. como no tempode Luir V
cia, em u I.D e alo s.hir de casa "c"
be os devere. tuoraes que a natura.. .
couiclencia i.npoem ipa^e eapJil.; f,"
severos rjuaoto era ou.r'ora, cumprc reconh
SISMES?-* "^ SSS
espirito, sobre
a sobre as qualidades de sen
f"^queb.'tUt,.X0nV
taviai1esua.orgausacao.
... V*'dlulm;r tin-se tora'adoa alma dai r
dos portos rio Norte no dia 31 do corlante, "f 4?l,UIJl'' scu l'reduiiiu (ei-,e a^'
e seguir par. Macelo. B.hi. o Rio de Janei- l^TXTo^lt'^ &*''
* clistnictn-t ,!e ..^..l......_______ oenoinenj
Alo
VOTOS.
62
58
56
56
52
SI
41
41
41
*1
l
40
38
S
37
37
37
37
W
35
M
SI
Collegio do Exu\
Os srs.
Dr. Caetano Esl-llita C. P.
Dr. Joo Francisco da Silva Braga
Major A. J. de Oliveira
Umbelinii Guodes de Mello
Dr. Piaulino
Dr. Manoel de Souza Garca
pr. Alexan Jre liernardmo dos liis e S.
Dr. Joo do S. Iteis
Dr. J. d'Aquino Fonscca
'adre Joaquim Piolo de Campos
Dr. Augusto Frederico do Oliveira
Dcscmbargador J. M. Figueira de Mello
Dr, Lourougo AvelinodeA.
Dr. F. A. Oliveira.Maciel
r. Jos Quititino de Castro Leo
Ur. J. P. M. I'ortella
Dr. Joaquim do Souza Iteis
Dr. .Marcos G. da Cmara Tamarindo
ur. Joaguiiu (.imgalves Lima
Padre V. Ferreira de S. V.ircjo
r. Joao Paulo de Miranda
Major Joiio V. Villela
lenente-coronel Ju do llego B. Falcflo 34
'i. J-Eduardo Pina 34
34
33
sa
33
31
31
30
SO
so
30
30
SO
30
30
30
as
29
19
28
28
H
28
28
27
27
7
l'i;
28
26
l'i;
25
-;,
2;,
25
95
25
35
ai
u
as
igados, propondoa Manoel RodriguesNogucl-
Lima, para Lscrivo do mesmo juiio;apro-
vou-se c inandou-se passar titulo.
faj| lido e a pprovado um parecer da coma-
aao de polica, dando por vlrificadas e exac-
tas as camias da 1'. 111111 e despeza municipal
domez da novembro lindo. Maodou-ae com-
muoicar ao procurador c contador.
Forain Apreicniajajos por Jos Lucio Lina,
Bcllarinluo Al ves de Arrocba, e Manoel Joa-
qnim Carnciro Llal Irez propoatas para lim-
peza das rus, e inaodou-se rcuieiier a co-
iin-.i 1 de polica.
0 Sr. Vereador Mamede requereo que se
mande concertar o cano de eagolo do actu-
al matadouro, contra cuja insalubridade lem
Costado de louro ....
Cosladinbo de dito .
So;lllm ile illl.i......
Forro de dito......
Ditos de cedro.....
Toros do tatajuba ....
Varas de pirrcira ....
Ditas do aguilbadas .
Ditas dcquirls.....
111 ala- de -ion pira para carros
Eixos do ditapara Jilos .
Ule] cm pipas......
|u n iiila-
barirs........Hnm
. 10,000
. 8,000
1 4,500
. 6,400
. 6,200
. 3,800
2,500
. 3,200
. Quintal 1,600
1,280
1,600
2,080
40,000
18,000
34,000
190
6,800
Du/ia

, Par

Urna
Canad
Mil1. ..........Alqueire 1,440
apparecido rcclaruacoes, e a cmara assentou ;pedras de amolar .... 1,200
u* tratar disio, quando se principiar a obra n: -i- 11.__
douovo matadouro.
uespaeharo-seaepetifOes de Jernimo F
re de Fariaa Pcdroza. Joao Soares da Fon,
ro no dia seguidlo.
No hospital regimentis cargo do le.
lianlh.1i) d'lufanteria, precisa contratar
para diola den doenles, os gneros abaixo
mencionadosAssucar relinado, airoz pi-
lado, bolaxas de 8 oip libra, holaxinhas
idglezas, bolaxinhas d'ararula^ biscoutos
luces, btalas inglezas, carne verde, cha
jpreto, cevadinlia, caf muido, doce de
goiaba, marmcllada, farinha de mandio-
ca, farinha de trigo, farinha de Miraiilin,
farinha d'araruta, rangos, feijfio proto,
ga.tullas, triantega. in-i de vacca, ovos,
pues do 4|0, pa-i- le-ln. peixo, passas,
rape, roscas, sal, toucinho, temperos, vi-
iiiin do Porto vinagrd, velas de cera bran-
ca, velas de carnauba, azeilo doco para
alampada doSS.
As pessoas que pretenderem fazor o for-
necimonto dos referidos gneros que se-
rio da nieliinr qualidade, s.io convidadas
a comparecer com auas propostas na so-
28,000 Icretaria do mencionado batalh3o em os
16,000 das 29e30 do crrenlo mezdas9boras
da manhil om uiante.
Quartel uo Hospicio em 28 de Dezombro
de 1851.Jos Anlonio Forreira AdrtSo
Tonente Agente.
REAL COMPANIIIA l>:. PAQUETES KNGLEZES
A VAPOIt.
No dia 31 deste moz, espera-se o bom co-
nhecido vapor Swern commandante Vin-
c.ent, da Kuropa, o qual depois da demora
do costume, seguir para os portos do Sul :
para passageiios, trata-so em casa da agen-
cia, na ra do Trapiche Novo 42.
-- O arsenal de guerra, contrata o (orne-
cimonto do p3es e bolachas, para a compa-
11I111 dos aprendizes menoros do inesino ar-
mmiiI, sendo os pues do 4 ongas, e bolachas
de 8em libra: quem quizor furnecer, apre-
senle-so no dia 30 do correno moz, as 1C
horas da manlia, trasendo suas propostss.
dlslinclos. de e.p.rlto. .*Vpr^Tn'S'
de ella Ignorar a. usa._q.Vtod,> o inono
ocio
preseoca de
orveolura
uienio. p-rlntlpaea io,'^htcU^toVZ.
t para dtrlg.-loe nos annos da Infancia
sabe, e aercons.raogid. a g"ard "rdm".^
ridiculo quando se falla cm sua presenr.
lillera.ura, de arte de .ciencia ? PPotvc "f
pode ella ignorar a htiiori. do seu palz. m *
rei-
dc'Fariaa Pcdroz. Joao Soares da Fonicca
Vcllozo, Manoel Josc Fcroandes barros, e
lerantOU-A a sesso. Eu Manoel Fcrreira
Accloll, secretarlo interino acacrivi. Olivei-
ra, Mamede, Figueiredo, Barros,Carnciro Mon-
teiro, Franca.
i.ouo
3,200
180
2,000
COMMERCIO.
ELEICOES PBUVINCIAF.S.
Ilesumo de todos ot eolleijioa, faltando upenm
os deSatguetroe fan Vista.
Dr. Pedro Francisco de Paula C. de A. 699
Desembargador J. M. F. de Mello 680
'lente Coronel Joo do Reg B. F. 645
PaUro Joaquim Pinto de Campos 572
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunta 534
Dr. Joaquim Pires Machado Portclla .'...'
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca 499
Gonselheiro Antonio P. Uaciel Monlciro 496
Dr. Francisco de Barros Brrelo 493
Dr. Juan Jos Ferreira de Aginar 487
1 iib'-linu Guedes de Mello 473
Jor Pedro da Silra 448
Dr. Domingos de Souza Le0o 448
Dr. Francisco J0S0 Carneiro da Cunha 447
Dr. Francisco Raphael de Mello Reg 446
Dr.Franclaco Xavier Paes Barrlo 431
Vigario geral L. A. Meira llenrique
l>r. t. Antonio l'ereira do Carvnlho
Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior
Dr. Lourenco llozerra Carneiro da G.
Dr. Cosme do Sa l'ereira
>r. Antonio Baptista Citirana
Dr. Manoel Mendei da Cunha Azovedo
Dr. V. Sabino l'cssoa de Mello
Dr. F. P. .le Brillo e Mello
Dr. I.niz Duarto l'ereira
Dr. Vicente Fcrreira Gomes
Padre Dr. Farias
Dr. Cordeiro
Gapito AITunso Almeida o A.
Dr. Monte-Negro
Dr. Manoel M.diado
Coronel llonoio llezerra
Dr. Olin.la Campello
Gapiiao Manoel Antonio Martins P.
Dr. JoSo Fcrreira da Silva
Coronel Lomenlia Lilis
Dr. Joaquim J. N. da C. Machado
.oronei M..noel Paulino de Govoia
Padre Vicente Ferror
Tenoiite-coronol Jos Carlos Teiwira
Jos JlrgrnodeMiranJa
I enonte-coronel Joso Anlonio Lopes
Dr. Bairozo
Dr. Borba
Dr. L'mb'lino Forreira Clao
Vigario A. F. Gongalvos Cuimaraes
Major Florencio Jos Carneiro Monteiro
Dr Francisco Rodrigues Sele
Jos Caelano de Me leiros
Domingos Alvos Vicira
Nogoelra Paes
o'cinri lertfey
Jos lloliurto
Coroicl Luix Jo Ciiv.ilho HrandSo
Desembargador Tellea
Pa Jre M. do 8. Lopes Gama
Dr. J. Mana do A. Mello
nr. Jos Gardoro doQuciroz Fonseca
Dr. I". Mena Calado da Fonseca
Dr. Alfonso Peros do A. MaranhSo
Dr. Jos Raymundo da <;. Menezea
i>r. Feliz Tlieotomo da Silra GusmSo
Dr. francisco Carlos Brando
Dr. Cypnaiiii Feoellon G- A.
Dr. AntonioBpamlnondaa do Mello
1 Dr. Pedro Cau llano de Ralis o Silva
Dr. Francisco Alvos da Silva
Dr. M. Archanjo da Silva Costa
Dr. Guilhermino C. M. Bacalhao
Dr. Manoel Firmino de Mello
Dr. Joaquim Villela de C. Tavares
Dr. S. A. Maviguior
Jos Pedro da Silva
Dr. L. F. do A. Catanho
Dr. A. V. do Nascimento Feiloza
Dr. Dellino Augusto C. dj A.
F.srrjvs,, F. c. de Bntlo
Francisco do Reg Barros Brrelo
Dr. Siqucira Cavalcanti Jnior
Coronel Jos Anlonio Pdssoa do Mello
CapitaoPessoa
Padre Francisco Rochael P. de B.
Dr. Pedro Cimello Pessoa
Dr. BcllrSo
Dr. Trigo de Loureiro
M. C. Pesso de Lacerda
CAMAK
ALFANDECA.
Rondimonto do dia 27. 1:429,723
Descarregam hoje 29 de dezembro.
Ilrigue portuguez Tarujo /.-- mercadorias.
Polaca sarda Itafaelita idem.
Iliate brasileiro Capibaribc gneros do
paiz.
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dia 1 a 2i .38:810.372
dem do dia 27........1:778,005
Ditas de filtrar
Ponas do boi......Cento
I 'l.l-ali.l.........Mullid
Sola..........Mcio
Sarca parilha.......Arroba 18,000
Tapioca......... 1,600
L'nhasdc boi. ..... .Cento S00
Couros de cabra..... 20,000
A/.citc de cairapalo.....Canad 560
Ptiblicacoes Iliterarias.
OJARDIM DAS DAMAS
Peridico de instrucedo e reereto
dedicado ao bello aexo.
Mi viniente do porto.
40:588,377
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimontododiala24. .2:483,348
Idom do dia 27....... ,
. K\!>urt;ir:i<.
Liverpool, barca ingleza Proscilla, de 386
tonelladas. conduzio o seguintc: --1096 sac-
cis com 6187 arrobas e 14 libras de algodio.
Idein por Macei, brigue inglez Flinl.de
407 tonelladas, conduzio o seguintc: 1341
saccascom 6735 arrobas a 17 libras deal-
Rodlo, 3 barricas com 14 arrobas e2 libras
de caroco de algodSo 50 couros salgados
com 1245 libras.
Rotterdam com escala pela Paiahiba, es-
cuna hollandeza Albert, de 116 tonelladas ,
conduzio o seguinle : 22300 ponas de
boi, 30000 unhas de dito, 8 saceos com 40
arrobas de assucar.
Porto, galera portugueza Bracharense, rie
379 tonella las, conduzio o soguinto : 902
barricas 0 2640 saceos de assucar, 52sacca$
algodSo, 16 ditas arroz e 2 rolumes doce.
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 27 398,000
PRACA DO RECIFE, 27 DE DEZE.MBRO D^
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Ittoistti semanal.
Cambios- Comachegada do vapor Tiy
do Rio de Janeiro c sahida de-
lc para a Europa, toinarain al-
gum calor as opera^oe. de
cambio, que se acbavain cm
apalhia, e lomaram-se lettraa
aobre Londres a 28 d. par ifn.
c aobre Pars a 340 ra. por fran-
co.
Algodio- Vcndeu-se de 4/700 a 4#8IHT
ts. por arroba do de ;.........
sorle escolhido.
Assucar Fez-ie venda do malcarado di
1^400 a 1/420 ra. por arroba.
Uacalho-------Rclalhou-.e de Q/a B/BOO rs.
por barrica.
Carne secca dem de 2/ a3f 100 rs. por ar-
roba,
l'ar. de irigo- Vendeu-se de 11/a 18/jOO rs,
por barrica.
Vinhoa O linio e tranco de Lisboa
vendeu-sc de 120/ a l42f rs.
por pipa conforme a qualidade
Frclea- l'ar 1 Hauellia em navio fran-
cs a 50 f, e 10 por cento, e
para o Canal por navio inglez
a 30 s. e cinco por cento.
Dcsconlos Ai letras de boa hriua foram
descontadas al c l|8 por cen-
to ao inez.
A semana foi mui pobre de transace. tner-
canli., c apena, fea-se venda de um carrega-
incuto do Mediterrneo a preco oceulto.
Ficaram no porto 71 cinbarcace.: sendo
1 americanas, 3 austracas, 27 brasileiras, 3 di-
namarquesas, 5 francesas, 2 hamburguesas, 2
he das c J suecas.
Navios sabidos no dia 24.
Assu' -- b'igue brasileiro Principo D. Alfon-
so, capillo Francisco da Silva Aveleds,
carga assucsr.
Marsmlha -- baroa franceza Sapliin, capitilo
F. GimiP, carga assucar. Passageiro, Vi-
cente Novella.
Rotlerdan pela Parahiba ~ escuna hollan-
deza Albert, cjpitilo J. R Bok, em lastro.
Porto barca portugueza Bracharense, ca-
pitlo Rodrigues Joaquim Corroa, carga
assucar. Passageira D Dulce Dula de
A breo.
Lisboa briguo portuguez Viajante, cap-
Lio Manoel dos Santos, caiga assucar.
Navios sabidos no dia 25.
Liverpool barca ingleza Priscilla, CtpilfiO
II. Crone, carga algodSo.
Rio dande do Sul briguo brasileiro Feliz
Destino, e ipiiD Antonio Martins Dias ,
carga assucar.
dem brigue brasileiro Cirios capitu
Jos Joaquim Soares, carga assucar.
'at'io entrado no dia-2~.
Assu' 6 das, hiato brasileiro Anglica, de
82 tonelladas, mestre Jos Joaquim Alves
da Silva, equi agem 8 carga sal e pi-
Illa; a Teolplulo Sevo& Companhia.
Oiicrtiafo'j.
No dia 26, lio entrou nem sahio embar-
oacJio.
Tendo funleado no lameirilo ( no dia 27
a galera americana John Howland capitfln
l|. E. Ghld, vinda de New Bedford, com 47
lias de viagem, com o capitSo doente, n3o
quiz sesubjeitar a quarenla, fez-sede vela e
seguio o seu deslino.
Itav[os entrados no dia 28.
Granja 28 dias, escuna brasiloira S. Jos,
tle 45 tonelladas, mestre Jos Manool llo-
drigues, equipagem 6 carga sola : ao
mestre. Passageircs, Joaquim Andrade
Fortuna Pessoa, Juo Gaudino da Paz, Me-
nezes Jos Rodrigues e 1 escrava en-
tregar.
Macei 2 dias, patacho brasileiro Santa
Cruz, de 237 tonelladas mestre Chrislo
vSo Frailis -o Gomes, equipagem 13, em
lastro; a Amorim irmos. Passageiro
A. II Welkinson. Veio roceber o pralico
o seguio para o Assu'.
S. Francisco 28 lias, brigue brasileiro Al
miraolc, do 178 tonelladas, capitSo Joa-
quim Bernardo de Souza, equipagem 12,
carga farinha de mandioca ; a Machado c
Pnlieiro,
AViui'i sabido no mesmo dia.
Liverpool por Macei brigue inglez Flinl,
capillo I. C. Wrybt, carga algodio.
PROSPECTO.
O hoiiicui, nao obstante seu corpo tao niara-
viltiosamcntccrganlsado, nao obstante sua al-
ma tao enrcqucelda de nobres faculdades, he
um ente tao incompleto que a suprema sabedu-
iia a: iinii que nao era boinquc vives.e so. A
escriplura santa eusina-nos que Dos, queren-
il' leinoili ii este mal; enviara um .oinno a
Ailan e emquanto elle dorma, lirou-lhc urna
coslella da qual formara Eva.
A' vista da mulher que Deo. Ihc apre.cnta
por esposa, Adao exclama : Eis-aqui o osso
de ineus ossos, a carne de minba carne; por
isso o homem deixar pai c nii ese unir sua
mulher i ellcs scro dous em urna inesma car-
ne.. Dos os abenfoa c diz : Crcscei c multi-
plica! c povoai a ierra.
Fui lmente depois que o homem c a mulher
foram assiui unidos eiu matrimonio, que a bu-
manidade I i constituida c a obra da crca(o
completada.
Para tornar nccessaiia esta uniao entre dous
eiilo la:, diversamente organisadus e dolados
de aptides lao ilifTercnles, Dos deu a un a
forca c ao oulro a belleza,
Com cllcito o homeiii encantado da belleza
da mulher, scnlc a necessidade de ama-la c de
ser pur ella amado; eolio querendo demons-
Irar-lhe scu amor c i un bem caplar-lhc a bene-
volencia, elle esforca-sc por trala-la com as
maiores atleiifcs, por preslar-lhc os mais va-
liosos servicos (ij; a mulher por sua parle gra-
la a laman dcinonstracOcs de alleclo c tambem
conhecendo que por sua fraquea precisa de
quem a proleja c defenda, paga de boa voutade
as .111,11,:,,-, que Ihe sao prodigalisadas, o. ter-
vlfos que lhc sao prestados, coucedendo por
premio scu precioso amorao cule forlc a quem
seu9 cucantos lem captivado.
Desgraciadamente o boiiiem nao lem scinpre
in.iiiii ln a mulher na posicoo que Dos Ihe as-
signou; abusando de sua forca, elle a lem tra-
tado umitas vces antes como escrava que co-
mo compaulicira, mas em castigo de seu delic-
io, aquelles qucassiin obram, possucm smen-
te um corpo sem alma: pensamenlo, amor, dc-
dicacao, nada he para ellcs. Os Orlenlaes reos
deste crline, conhecendo bem que nao possuem
os coracca de sus mulheres, mo Ihes permit-
i' ni sahircm em publico, ellea teineui expor
vista de estranhos case sorriso de graca que
Dos collocou nos labios dcstas crealuras aben-
coadas, como seu mais puro raio; por isso con-
servam-nas en seus harens debaizo de chaves
c ler i el no- sola guarda de eunucos. (2) A Gre-
cia c I; ana foram mais coitezcs para* com o
bello sexo, todava no primclro dcstes paizes
cria-se que a alma da mulher nao era da mes-
truccao solida e que foriiflca a virlude?
lao aborrecivei be a mulher eiSiD.c
qu.nlo he e.tlmavel a mulher Instruid; .em a-
ectacao; ella he utu the.ouro par aquelles
que a coininunlcam, urna felieldade para as su-
ciedades que frequenta..
Mas, dlieui nimios, a mulher he phvalca
moralmcnie predesilnada para exercernafa
milla nina ordein de funcfea outra que o no
mo o. O homem, acllvo, robuato, obra no ci-
terior, trabalba ao sul; a mulher, delicada
amorosa, cria o uluo e administra a casa
Concordamos eom isso, mal pedimo* nos seja periuillldo perguntar com o eacrlnlor
que deiiamos citado cm primeiro lugar Por
vculura para criar leu filho, para formar-l'-e a
alma da por da, para darramar-lbe au o fciie
do corpo, p.ns essehe nada, mas o Iclte do es-
pirito, sea preciso mullier menos intellifen-
ca do que ao marido fabricante ou mercador
para vigiar aua machina, para fazer suas com-
pras c vendas, para regular sua. contas ? Cre-
inus que ninguem se altrever a dizer que sim
Eulrelauo qual he a educaco que entre nos
ac d as raparigas ? Em vez de se Ibes ensiuar
o que he necesario para a vocaco severa da
maternidade, en.ina-ae-lhea, quando inulto i
tocar, a caular. a rtansar, a desenliar, finalmen-
te ensina-ae-lhea aineule o que pode aeduzir
encantar e conseguiotemente. abreviar a d'u-
tancia que as .epara do raatrimoulo. Parece
que s Isso se tem cm vista, como que se, con-
cluido esie acto, seu deatlno iicis.c eagotado
sua vida acabada!
Um tal erro nao deve continuar; em vez de
receber urna educaciio, por assiin dizer, do
pa.iagcn, que s corresponde na vida a um
minuto, a mulher deve receber urna Inatruccao
que radie igualmente sobre toda, as horas de
seu destino; ella deve fortificar sua alma pelo
estudo, nao s para saber livrar-.e do. 11,.,,
que Ibe aimaiii o. mios, lenao tambem para
poder e.mv. ulenle.nenie educir seus fllhos,
aconselhar scu marido no. caaos difflceis, cou-
sola-lo nos adveraos, c preparar de antcmao
para si propria una dlgnidadc para a velhlcc.
Convencidos pols de que concorrendo para a
educajao de no.sas bella, eamavels patricias,
farlaino. um nao pequeo .ervico sociedade
brasileiro, propozemo-nos publicar um peri-
dico ueste leulid >, o qual, para conformar-nos
com o preccilo de Horacio de ajunlar ao til o
agradavel, resulveuius dividir em duas partes,
parte instructiva c parle recreativa. Napri-
iiini iremos dando cm forma de dialogo e em
arligos separados o. conheclmcnlos que urna
seuhora deve ler para poder dlzer-se instruida
e bem educada; islo he, iremos apreseulando
de modo proporcionado comprebenco de
uossas Iciloras, dcscnvolvlmenlos mais ou me-
nos exteusus sobre a historia sagrada c profana,
sul,ie as -ciencias nalurae. e positivas, soi.ie
os direitos c deveres proprloi da mulher, so-
bre lilleratura, etc., etc. A aegunda contera
poesas, rninanses, drainmas, conloa para oa
meninos, (4) anedoclas, Jogoa de prendas e ic-
ceitas ulcis c curiosas.
Todos os oiinicrus deste peridico, o qual sa-
ln a dua. vezes por mes (na priiueira e lerceira
doniingaj cm folhelim de Ib' a 24 pagina., ero
acompanbado. allernadainentc de figulinos re-
presentativos das modas mala recentea de Pa-
ria, do lindoa riscos de bordados e moldea de
I ai,m iiiiliu e de pecas de msica, tudo vlndo da
capital da Franca e dado pelo, melhores peri-
dicos all publicados para instrueco e reprcio
das bellas Parisienses. (4J
Resta smeute que o bello seio brasileiro
proteja c anime urna empresa que Ihe he toda
dedicada e que lhc pdc ser mui vanlajosa.
(O primeiro numero do Jardiiu das Damaa, o
qual se acha j quasl todo impresso, salina
luz na pi un n a Uomiiiga do anno prximo fu-
turo -- 4 de Janeiro.)
Historia universal resumida.
Para uso das escolas dos Estados-Unidos da
America do Norte, por Pedro Porloy, tradn-
zida para u.-o das escolas do Imperio do Bra-
sil pelo desembargador conselheiro JosRi-
beiro. Este excellenle resumo acba-se nos
prelusda capital do imperio, e brevemente
- ilina a luz : sulisi'i ev.'-sn aesta Cclale ilu
Recife na liviana n. 6 e 8 da piara da lude-
ma ordein que a do hon.cn.; toda a especie de H,CI'8 "a '"""" "' % pr'a a\ '"e"
instructao Ihe era recusada, sendo assim con- PndenCI a 5,000 rs. por cada osemplsr cn-
cadernad-
EDITAL.
Pauta
\ MUNICIPAL.
I.SF.SSAO'Olll)INAP,IA, DES DE DE-
ZEMitltO DE 1851.
Presidenciado gr, Oliveira
Presentes os Srs. Mamede, Carnciro Mon-
teiro, Franca, e Figueiredo, faltando sem can-
xa participada os mais srs. abriu-ae a Ses-
so e foi lida e a pprovada a acta d'antece-
dentc Foi lida o seguinle expediente. Un
cilicio do Exm. Presidente daprovincia, duen-
do que aprovava a obra projeclada do mata-
douro, a que cumpiiadar-se principio, quan-
to antes, fazendo-se no plano do edificio as
niodilicar.oes, que foram lembradai pelos Me-
dicoa, a quem a caniara-ouvio, destioaodo-sr
desdej os mala ampios logradouros possiveii
em toda a vimlr.ii; i do matadouro, nos para
os seos diversos servidos, como para evilar que
dos preros eorrentes do assucar, algodio, e
mais gneros do pas, que se despacham na
mesa do consulado de Pernambuco, na se-
0 lllm. Sr. inspector da lliesouraria da
fazenda provincial, em cumprimenlo da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia,
manda fazer publico, que nos dias 13, 14 e
15 de Janeiro prximo vindouro, ir a pra-
c; i para ser arrematado, perantc o tribunal
administrativo da inc-nia lliesouraria, a
uem por menos lizer aobra dosconceitos
a cadela velha da cidade deCoianoa, ava-
llada em 636,486 rs. ,
A arrematado ser lula na forma dos ar-
ligos 24 o 27 da lei provincial o. 286, do 17
de tnaio do corrente anno.
As pessoas que se prnpozerema esta arre-
manso, comparecen) na sala das sesses do
mesmo tribunal, nos dias cima menciona
(ts/HU lili ll/IltltlUV UD DimiKIVIVIfVl (*' .11. > s i .
mana de 29 de IHzembro de 1851 a 3 del??9 Pel (1) Fallamos do verdadelro homem e nao do
bruto com forma huinaua, pois aabeinoa que a
eatc a vista da ln llera cm vez de inspirar res-
peito e amor, inspira smente os mala desorde-
nados apetites
(2) O. fcgypcios cjiegaram ao mesmo lim sem
se servireiu das grades de ferro dos barens;
eile, decrctaram que nenhuma mulher poderia
sil.ir i ra .em ler ospes calcados e proHibi-
rain >ob peua de priso, aos sapateiros de faze-
rein calcados para ellas, fosse de que qualida-
de fusse.
Os Cbins procedern! ainda de uielhor modo
para consegulrein o mesmo lim ; ellcs persua-
dirn! s auas mulheres que a pequeuhez do
pe be um dos eleuieutos pnucipaes da belleza ;
por isso estas pubres crealuras culregaiii con-
tentes suis lilhinhas aluda lemas para que lliea
sejam quebrados os pea em um torulubo alim
de nao cre.cerein. De.ta maueira ella, ines-
ma. preparan! seu capliveiro, porquauto nao
mulla pruiimldade,- inteirada. ii/iui icsuiaua........t,'*"' ""'uuu '"' oui.uua uo 1.01.101 iiiiu.uc: coiu osar- podendo ler-se cm p por multo lempo, lam-
Outro do Tcuente Antonio Egidio da Silva, I Dita. .'.'i.'. .Cnida 240 tigos 31 e 32 da le provincial n. 286. bem nao podem sabir ra.
Janeiro de 1S52.
Assucar eme. branco 1'qual. Arroba
a 2" 1 mase .... a
1 bar. e sac branco
mase ....
- 1. Iin.nl 1.......
Algodio om pluma do 1' qual.
Dito.......2'
Dito.......:>
Ajo"ardeiilo casaca 20 graos Pipa
liiia..........Canad
Dita ile .una .
2,000
1,600
1,300
1,800
1,400
3.040
4,700
4,300
3,900
litados.
E para constar se mandou alTixar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 23 do dezembro de
1851. O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes da arrematacaio.
l.'sero feitas todas as obras necessa-
rias, para que esle edificio ligue em bom es-
tado e nelle poder residir o destacamento ,
conforme o ornamento approrado pelu Exm
demnada perpetuamente ignorancia ; 00 se-
gundo, ella 1 -i .va s iji-u.i a urna luiella que
nunca se acabava. A roes era aos ollio. do ro-
mano, a suprema virlude de sua companlieir?;
quando a matrona romana tiiiha nado todo o
da. elle achava que tlnbadado mu provt ma-
ravilhosadc sua Intelligencia. Finalmente cm
Roma o marido podia repudiar a mulher von-
tade, tornar a toma-la, cinpresla-la ao amigo,
julga-la em familia e at mala-la, Elle nao
usava seinprc desta pennissao, mas algumas
vezes iii.iiul ivi acoula-la tao rudeincute por
seus llbeatos que a desgranada inorrla dis.o.
'Ir. l.u.iii,, Pcllctan, de quem czirabiinos par-
le do que ueste artigo eipcndcmos, refere que
Khegilla morrera assim por ordem de lleode.
Alllco.
OEvangelho, diz o inesmocscriplor, vaio ti-
rar amulbcr deste inlermiuavcl aualliema, elle
resliluio-lbe a alma impondo-lhca obrigacode
trabalhar para sua salvacao, derramou-lhc so-
bre a clice' 1 a inesma agoa de regeneracao que
sobreacabeca de seu marido, applicou-lhe o
beneflcio do aangue derramado no Calvario,
abrio-lhe a porta da igreja, assuciou-a ao mar-
Ijrio e decrctuu-lhe a apulheose daescravidao.
Klla era excluida do banquete, elle a cbaniou
mesa de sua commuuhau; eslava decalilda de
tuda especie de direito gloria, elle a coroou
com a aureola.
Presentemente a mulher lem recobrado na
mu ida le o lugar que a lllblia Ihe aasigna, ella
he a couipaubeira do boaiem, ella participa de
sua vida, de seus trabadlos, de cu. peusamen-
los; aua intelligencia dc.envolve-.e no nielo
da. inesiuas cendicue muris que a de scu
coinpanheiro, poi con.cgulote tem direito
'"Sr. presidente da provincia na importancia
200
52,000
de 636,486 rs.
2.* todas as obras serao principiadas 00
lul!Z'.T S,e.7..CO':ChI?, p,hr?..f.v,"^.q.,,e Diu- .......Canads 300'preso de ummexe concluidas nodOme-
&w^s?toMtd "blu" Dita resillada. .-......Pipa 42,000 es. contados de conformid.de com osar-
" __ __ ._. ___ ara j. / ___. 1 .1 i jr*. 1 p*... Ol ^ *i .^V ila I ni np,si*ifiAinl v ooa
ELEME.NTOS
DB
Homceopatkia.
Sahio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor bomoaopatha cos-
set Bimont. Recehem-so asaignaturas pera
a obia iuteira a 6,000 rs., no consultorio
homceopalhicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois da piiii.n- ic.io da lerceira parle, o prc-
(o ser elevado a 8,000 ra. para aquelles
que n3o tiverem astignado. No mesmo con-
sultorio, acha-sea venda ludo quanto lio
necessario para o esludo ea pralica da ho-
1 uiii'.ip.iliiia, como seja: livros impressos
[para historias de doenles, regimens apro-
pnados para a provincia do Pernambuco, e
encarrega-se de mandar furnecer qualquer
encommenda de medicamoutus homoeopa-
iiih'ns, tanto avulsos como em caitas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Pathogenesia dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phlsiologia com ci-
lampas, paraos curiosos cm homcaopailiia.
Roga-se aos seohoros assignanles o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no cnsul lorio bomoeopalhico da ra
das Cruzes n. 28.
TRATAMENTO HOMEO-
1'ATHICO.
DAS MOLESTIAS VENERIS,
e coDselhos aos doenles para se curaiem a
si mesmo, sem precisaren! de mdico;
pelo professor homceopatba
Gosset-bimont.
Sahio a luz e aelia-se a venda no consul-
torio homceopalhico da roa das Cruzes n.
28, pelo preci) de 1,000ra.
(3) A infancia be- vida de conloa, por Isso
querendo habilitar as mus para^iallsfazer esta,
por assim dizer, necessidade de seus tlhos, re-
solvemos dar em nosso peridico cont, mo-
rae. e instructivo apprupnados a e.ta Idadc,
allin de que ellas nao se vejam obrlgadaa a eon-
(.11 11,e- bistoriaa de cabra cabriola, de alaria
borrallicira e outraa, das quaea nenhuin pro-
vciio liram eslas tenras eamavels crealuras.
(4) O vapor iuglez que parle de Southamptou
a de cada un, tra.-oo. sempre. os nmeros
de dlffereule. peridicos de modas e trabalbos
de senboras publicados cm Paril al o da an-
tecedente.


JEf
^
*xtmm
&
Avisos martimos.
Pira o Aracily ou'Cear, lnate S. Jo5o
qaem no mesmo. quizer carregar, dirija-sea
rui da Madre do Dos u. 34, .ou ao mestre a
bordo.*
Pira o.Ancity, segu cn poucos das,
o hiate brasileiro Capibarilio: qaem no.mes-
010 quizar carrear, ou ir de pissagom, di-
rija-sea ruado Vigario n. 5, oucotn o mos-
tr Antonio JosVlanna, no tripiohe do al-
godSo.
Para o Rio de Janeiro.
Segu com bravidadu a sumaca brisilnlra
S.Antonio,mullo nava d superior aarcba:
pira carga, escravos a frute-e pesjageiros.
trati-se com os consignatarios Machado &
Pinheiro, na ra do Vigirin. 1'9, sVgundo :
andir, ou com o cipilAo Jos de Campos Ma-
galhfles, na Pnca.
-- Para oKiodo Janeiro, vai sabir atoo
lim da proslito, semana, sem falta, o brigue
brasileiro Rio Ave: para o resto da carga e
escravos a frete : tnta-so ni ra do Trapi-
che n.34, com Novies <5c C.";os senhores que
embircim escravos lenham a bondade de
mindarem os seus conheclrhentos com an-
tecedencia.
Para o Rio de Janeiro e Monte-
video.
Sabe com multa brevidada o veleiro pata-
cho brasileiro Bella Aila, por ja ter metade
da carga prompta para Montevideo : quem
no mesmo quizer carregar para quilquor
dos portos, ir de passagem ou embarcar es-
cravos para o Rio de Janeiro, dirija-searua
da Cruz n 40: a tratar com Manoel Alves
Guerra Jnior, ou com o capitn Manoel Jo-
s de Sena Mirtins na praga do c immercto
-- Para o Rio do Janeiro perlende seguir
vilgem com mulla brevidade, o paiachol
nacional Margarida, cipit3o Florencio Frm-|
cisco Marques : quem no mesmo quizetj
carregar, ou hir de passagem o embarcar
scravoa, pJc entendet-se com o consig-
natario Luiz Jos deS 'Araujn, na ra da
Cruz n. 33.
Para o Porto, segu com toda a brevl-
dade, a barca portugueza Espirito Santo.ca-
pitilo JoSo Cirios Teixoira ; quem na mesma
quizer cirregar ou ir de passagem dirija-se
ao escriplorio de Francisco Alves da Cunba
& Companbia, na ra do Vigano.
Para a Rahia pretende seguir com mui-
la brevidaile o hiate brasileiro Exalagflo,
mestre, Anlonio Manoel Aflonso : quem no
mesmo quizer cirregir ou ir de passagem,
ra deS. Franciaco, que ser gratificado, pois ( Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
que s serve ao teu dono queja he velbo. minha) para vendar, nos armazens do Dea-
Superior quelite", ne roul & Compiohla, no beccodeGon-
Otbaixo assignado recebeu urna ciixa SIVBS- i--n
com grande porco de bolmhos francatas Hotel no iuonieiro.
de diversas iguarias, o qual vende por pre-1 Domingo, 16 do passado, abrio-se este
go commodo a em porgilo grande,vende al I estabelecimento com as seguintes pro-
pelo cuate, que a vista nSo deixar de agr-1 porcOes:
dar : na travess da ra estrella do Rosario Bilhar e sorvete, aos domingos e das san-
para o Queimado deposito n. 39, A. de JoSo os a tarde.
Jos Mendea.da Silva. Sala mobiliada e independente, para as
Hotel ('Hdense.
Elte estabelecimento acha-ae no Varadou-
rr>, proparam-so comidas de todas asqua-
lidades, avjssndo-ie urna hora antes, cuiu
asseio e perfeicflo, tambem se faz jintsr.
*- Pede-se aoSr. Perein Guerra, que foi
inspetor do assucar, que at 15 de Janeiro
vindouro de 1852, manda, pagar ao Veiga
em S. Amarinho, a sua conla, pois quoja
se no pode aturar as suas promessas, e
sempre Miando, isto a mais do um anno,
e nSo he proprio do quom so preza ter fir-
meza nos seus tractos.
-- OSr. JoSo Virissimo, mestre de alfaiato
que morou na ra do Vigario,queira annuii-
ciar sua morada ou dirijir-se a livraria n.
6 e 8 da praca da independencia.
- Jos Joaquim Pereira de Mondonga, em-
barca para o Rio de Janeiro,a escrava creou-
la de nome Benedita,de22 annos de dado,
pertencenteaoSr. Cummandador Sebasliflo
Antonio Jos Ribeiro.
Precisa-se alugar um preto,
que saiba cozinliar o ordinario c fa-
zer o mais servio em casa de
um homem solteiro : quem tiver,
dirija-se a ra da Cadeia do lie-
dle, loja n. 5o, ou annuncie.
Precisa-so do um homem, que seja pe-
rito padeiro, o que so queira encarregar do
trabadlo de urna padaria: quem esliver nes-
sa circunstancia diiija-se a ru das Cruzes
a. 30 que achar com quem lu ir,
5,000 rs. do gralilicagao.
A quem restituir em bom estado, una
loneta d'um s vidrooin castoada em ouro,
e que foi perdido ante-hontem, 22 do cr-
reme de noite indo da ponto da Boa-Vista,
pelas ras do Sol, Bella, Floren' ni t o largo,
do Palacio a eutregir-se na ruado Trapi-
cho n., 19.
Domingos Antonio Gomes Guimarse
doclara a quem convier que sendo consi-
nhordiscasasn.l5ol2darua do Crespo nSo
pode eniender-se com o mesmo mestre, no I convircom quom quer quoseja om seu ai-
trapiche do algodSo, ou com S Araujo, na: rendamentosem que com elle ten mh dse
ruada Cruz n. 33. enten ler qiianto a sua paite.
Para o Rio de Janeiro, sali no princi-1 (J Sr. Bernardo de Albliquer-
pio de Janeiro, a barca americana W. II. I).' |a\,rmnflai f-ima nucir mnn.
c. wrigbt, caiiao F. H. Wortliingion i as que l ernande- ldnw, queiraman-
pessoisquenelliquizerem ir do passagem,! dar pagara subsencaodeste Uiario.
dirijim-se 10 esenptorio dos cunsignala-| Precisase do urna criada, somonte pa-
rios Dame Youle 4 Companhia, iiaruadari0 servico de cozinha e compras, para
Cadeia do Recife, e sealguma pessoa tiver uma ca8a e muilo pouca familia : na ra
alguma conta contra a dita barca, queira| j0 Hozario da Boa-Vista, sobrado n. 32.
apreaenta-la no dito escriplorio al o ulti-
mo do roez, ali -ti ilo ser satisfeita.
Vende-se a lancha denominada Unido,
do porto de 19 tonelladas, prompta do ne-
cessai ni para navegar, de boa construcgfln e
Manoel de Almeida Lopes, com cisa
de consignado para comprar o vender es-
cravos, lano para esla provincia, como pa-
ra fura dalla, mudou a sua residencia da
ra da Cadeia do Rncifo, n.5l, para a ra
melhorcs madeiras : quem a pretender, po-l ja Cacimba, n. 11, aonde morou o finado
dera miniar examina-la no ancoradouro
do Forte do Mallo, e para ajustar na ra da
Cadeia n. 39, com Amorim Irmfios.

Avisos diversos.
Eim. vigario, Ba'roto.onde continua, offe-
recendu-se toda a soguranga precisa para os
mesmos e bom trata nenio.
Precisa-se alugar uma prela escrava,
para semen do muito pouca familia : na
Ponto Velha n. ti.
Madama Rosa llardy, modisla
brazileira na rita Nova n. 34.
Previne-se aos freguezes quo recebeo pe-
lo navio Pernambuco, um bello sorllmenio
do chrpos de sjda franzida, o ligas de pe-igUo por elles honrados, e asseguam-lhes '
nacho e flores; para senhoras e mocinhns que nilo pouparlo esforgos e diligencia
Antonio Pereira Lopes, embarca para do 6 al 12 annus, lindissimos chapos do f paracoutiiiuaroma mcrocera sua conlianca,
COI.LECIO F.SPIRITO-S.VNTO.
Napolen Gabriel Be.z, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo, de nome Mar-
colino, creoulo.
Jos Vieira de Figueiredo, embarca pa-
ra o Rio de Janeiro, o seu escravo cabra, de
nome Luiz, menor.
familias, que indo a pause i o qoizerem des-
ean cara .
Quartoa preparados para dormida.
Espagosi e bem arejada sala de jantar ,
com capacidade de servir i 40 pessoas.
Soiti para recreio e passeio.
Estribarla earranjos para cavallo.
Comida mensal eavulso.preparain-se jan-
tares e prqtuntos, aluga-se louca, vidros ,
bandejas, etc. etc.
Tudo por preso muilo risosvel, e acn-
tenles.

BOWMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro mui
respeitosamente annunciam aos Senhores
proprietanos do ongenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitavel publico, quts o seu estabelecimento
de forro movido por machina de vapor con-
tina om cffectivo exercicio, escacha co-ni-
pletameuto montado com apparelhos da pri-
meira qualidado para a perfeita confecc.3o
das maiores pcr;as de maehinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arto, Bowman c Me. Callum
lesejam mais particularmente chamar a
coiegio-Eapirlito-Santo. Osrepatidoa an-
Ouiicios, pelos quaea 6 director ha feito co-
nhecerao publiHb toda a utilidade e excel-
lencia do seu collegio, o dispensam de ainJa
se oceupar deate assumpto sendo que aquel-
lequemelbor quizer se informar pode pos-
soaloiento verinca-lo, indo a qualquer hora
do da ao mesmo collegio.cerlo de que tudo
lhe sera Franqueado ; convenser-se-ha entilo
de que o director nSo he animado pelo, de-
sejo do lucro, nem seu finio hejmbair cpm
sonoras palavraa e estirados aniunclpa a
credulidida do reipeilavel publico. Apro-
veitando ainda o onsejo, o directordrge
suas despedidas por este anno aos seus'al-
lutnnos o seus respeitavois paes, fazendo
votos ao supremo arbitrio para quelites cun-
eo.la prolougados, e venturosos dias. .
^- nmw>KSit*
W Precisa-sa de um ama, quo tenha 89
W muito bom leite, sendo forra e que W
W seja limpa para amamentaruma cri- iSK
C? anca do2 mezes, paga-se bom -.quem 4flB
C S'.'ce.iar nesta circumstancia, dirija- jgf
tfii so a ra da Matriz da Boa-Visla n. W)
3 iii.nu annuncie a sua morada, para g*
W ser procurada. W
se (loante deayphilii pela primeira, segun-
da ou mi is vezes, em que lempo o foi pela
primeira vez, o lempo ou aterrillo que me-
jdiou no solrimento da una i* outras.
Iquaesos principies symptomas que entilo
experimentan, remedios 4. de que usu,
effeitos do irrilaciio ou incommodo do uso
de mercurio, ou outro quslquer remedio,
de que so lembre Iho fra subministrado, e
em que dose. --Quinto se o mil deque pre-
cedentemente so trata, fr precedido, acom-
panhado ou seguido de algum outro acci-
vente ou enfermidade, quer de origein di-
-ersi, quer precedente da mesma sypbilis.
Sexto em Dm, quaes os symptomas quer
ne elfectivo padeeimento de mal veneroo ou
outro qualquer desappareceram, modelica-
ram-se ou existem sem alterac.lo apreciavel,
e que aua manos importa que a declara-
i.lu do lempo da molestia, sua especie ou
qualidade e curso al u memento da consul-
ta, complicicos sobro viudas o meios de
de que so lem feilcruso.
C. Starr & (Jompanhia,
Rospeilosamcnte annunciam qu no seu ox-
tenco estabelecimento em Santo Amaro,
conlinua a fabricar, com a n al ir peiliieio
e prompliJ3o, toda qualidade do maehinis-
mo para o uso da agricultura, navegacSo e
alio:,i;ao publica para a sseguinles, por manufactura, e quo para malor commo lo
crem dellas grande sortimento j prompta, | de seus numerosos freguezes e do publico
as quaos construidas na sua fabrica pdem !em goral, tem aborto em um dos grandes
competir rom as fabricadas em paiz es-I armazens do Sr. Mesquila na ra do Brum,
trangeiro, tanto em preco como em qua- lalraz do arsenal de inarinlia, um
lidade da materias primas e mo d'obra I Deposito de machinas,
asabor: construidas no dito s"u estabolerimonlo.
Machinas devapor da melhorconstruccflo Ar>, ac,larao os com radores um comple-
Mocndas do canna para engenhos do lo-
dos o- la manlios, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa.moinhos de vento oserraas.
Manejos indepeudentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilh'cs, bronzes o chumaceiras.
Cavilhdos eparafusos de todos os tama-
itos.
Taixas,parees,cri vos e boceas do torna Iha.
Moinhos de mandioca, movidos a nulo ou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogilo e frnos de farinha.
Canos do ferro, torneiras do forro e de
bronze.
Bombas para cacimba e do repudio, mo-
vidas a uni, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hydraulicas e do parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e portes.
Prensas de copiar cartas o sellar.
Camas, carros do inflo e arados de ferros,
ele etc.
Alm da superioridade dss suas obras, j
geralmenle reconhecida, Bowman *i Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos senhores que se dignarcm do fnzero
Ihcsencommondas, aproveitandoa occasiile
para agriidcccrem aos seus numerosos ami-
gos e treguezos a preferencia com quo teem
?
modo
Caligrafa
nmui'iu a nvn *.'*>., ...m r ,--------..... -
o Rio deJaneiro, a sua escrava cabra de| grosdenapoio transidos a moda, de llores
nome Auna. j ou penachos, do libas grandes para menino
Precisa-se de um ciixeiro, do 12a 1* do 1 atSanno. ricos capolilhos prclos e
annos, com pratica, ou sem ella: no becco decores, modelos novos, o muilo entena-
do Peixe Frito n. 5. dos ; ricos chapeos de palha para sinhora
Manoel de Almeida Lopes, embarca pa- enfeitadose som enfeilos, chapeosinlios do
ra o Rio de Janeiro, os seusorcravos Joflo e| palha pira meninos o meninas, ricos cor-
Jos, creoulos, oJoiquim denaeflo, de 38; tes de seda bronca lavrada para noivas, veos
anuos da idade. ecarollis; gros do aples furta-cores
Antonio da Silva Gusmflo, embarca pa-; para ve.-udos o capotilhos. franjas o transas
ra o Rio dJineiro, o seu escravo denaeflo, l da mesma cor, para os enrollar : na mesma
de nome Joflo, de idide 40 annos, poucol loja lem um completo sortimento de. razen-
miis ou menos. ''8 u>0 U8S senhoras, ja anuuiiciadas, e
--Aluga-se urna preta com muilo bom faz-sede encommenda veatidoi, capolinho,
loito, para criar qualquer crianza : a tratar e vestiJinho de haptisado por preco com-
III ra dos Man vi io- n. 12. niodc
U abaixo issignido, com venda na ra
Direila n. 74, deixa de vender agoardente e
bebidas espirituosas de producido hrasilei-:
ra, por ser coletido em uma quantia, qua'
nflohepossivcl vender; desde ot.*deji-
,^n_odei852.--ia^elMarimsLi,pes Na Ra do Aragao, n. 12, sc-
> Sibbado, 20 do correte, funaram A gundo andar, copia-se com pcrlei-
9 do piteo daSanti Cruz, um sacco, g (.50 q,!alquer papel em milito boa
fe} que 80 achava amarrado is costas de <9; : j
fe um civ.llo, contando alguna lenco | letra e porpreco commodo.
I- brancos, dous cortes do chita uma 1 Pede-se ao Sr Josc Carlos de Mendon-
(l botica homeopathica do 60 medica- <&' (a Vasconcollos, morador no Sul desla pro-
fe meotor, e a obra de medicina horneo- | vincia, que se nflo tem jurado nflo pagar a
fe pathicade Jbr (em francez) em *vo- #' quom deve, pague a herdeira da fallecida p.
fe lumes,ealgunsreimensparaadirec- ? Mariana Rodrigues de Jess, a quanlia de
fecSodadiea homeopalhici do lllm. >f sois ceios e scenla c tantos mil ris, prin-
fe Sr. Dr. Sabino Olegario LudgeroPi- m cipa! e juros de sua divid, conlrahnla, ha
fe nho. Furlaram timbem na mosma !? tantos annos, oassevera-se-lho queseonflo
fe occasiflo um barril de plvora: pe 4 fizer promptamente saber que oseuassu-
fe quem forem olferecidos essesobjec- 91 e que o seu nome conlinua a ornar as psgi-
fe tos, que os ipprehendim o tenham a o; as desl- jornal,
fe bondade de levar ao consultorio cen- '< Banco de l'ei u iinbuco.
fe tnl homeopilhico, ni ra doTrapi- -4 a direcfflo do Banco do Pernambuco cor>-
fe che Novo o. 15, qua ser bem recom- (? tina a recebar assignaturas para o mesmo,
fe pensado. ^ as pessoas que quizeromassignar o devem
**#*+***.>*.?**;.*#** fazer quinto antesilim do gozaiem da van-
(>abine,le nortuguez de leitura. Ugem de enlrarem com o importe do suaa
De ordem do lllm. Sr. preiidente da as-: assignalurasnas prestacOes que prensrevem
i" iu' i iii.i| .i .i ii-i uuuiW| *i" |-i ..uv.. v ------- -- tj-i--------- r
da osa n. 40, da ra di Cideia do Recite, I com o importe de suas accOes em dmlieiro
para Ihes serem apresenladis as contas e
relatorio da directora, procoJer-so elei-
eflo da nova directora e conselho adminis-
trativo, eseguir-se o mais qua os estatuios
deiermioim. Recifo, 23 de dusoinbro do
1851. -- Joflo Quirino de Aguilar, secretario.
O tbesoureiro da irmandade de N. S.
da ConceiQflo da Congregic,ao, faz sciente
ios devotos da missa da madrugada que
om consequencia de ter fallecido o capellflo
da mesma, deixa dehavor a dita missa estes
dias santos, por nSo baver padro por ora
que o substitu.
Napolen Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro, as suas oscravas, de nomos
Certrudes e Luiza.
-- Precisa-se de umi preta forra, ou cap-
tiva, para ama de uma casa, que saiba fazer
todo o servido, piga-sc bum : na ra Nova
n. 35, se dir quem precisa.
-- O abaixo assignado, morador e estabe-
lecido nesta cidade, annuncia ao publico e
especialmente aos freguezes, quecompiou
ao Sr. Filippe Nery dos Santos, a lavernada
ra Augusta, sila ni loja do sobrado n. 94,
com ni macan, lodos os seus effeitos e per-
teneos, e para que assim conste a quem in-
teressar, faz o presente aiinuncio. Recite ,
23 de desembro de 1851.
Manoel do Reg Lima,
A pessoa que aciiou uns oculos dear-
niaefio de baleia, aros de metal brancos ,
ociixi verde: querendo restitu-los polle-
ra entregar na enfermara da ordem tercei-
a vis'a. C'iniinna a estar ptente a assigna-
tura noescriplorlo do Sr Manoel Gontalves
da Silva : na ra da Cadoia n. 36, todosos
dias uleis at meio da. M. J. de Oliveira ,
secretario.
--Precizi-se de um portuguez que seja
perito em planticOes de sitio, e siiba ti-
rar formgis, quom estiver nestas circuns-
tanciase quizer Irabalbar no sitio na trayea-
sa do Remedio n. 21 enlenda-s e com sen
proprietano, o Porteiro-di Alfindega desta
cidade, na mesma repartieflo qjea vista da
pi ova que dar de saber o que cima se desi-
ja, e da sua boa conducta &. &. tratar-so-he
do aiusle.
-V ra largado Rozario n. 35, loja, se
recebem escravos e oscravas pan ven ler
por i'.iinmis-jo tanto para a praca, malo,
como para tora di provincia, tundo bom tra-
ta monto e seguranca precisa.
Paulo GalRiioiix, dentista *
frailee/,, ofterece seu prest- W
9 iuo no publico para todos os -a*
> misteres de sua proflsso : 0
9 pode ser procurado a qual- 9 quer hora em sua casa, na &
ra larga do Rozario, n. 36, 0
S scsunilo andar.
Aluga-se, ou engaja-so um bom ca val-
lo por mez: na ra da Coiiccicflo da Boa
Vista n. 60.
Director
FRANCISCO DE SALES LBUQERQL'E.
O coll-'gio Espirilo Sanio, silo na ra do
Mondogo, do burro da Boa-Visla, n. 44, ha-
vemlo trabalhado com a Jcsejavcl regula-
ridade duranto o present i anno lectivo, tem
do encerrar os seus Irabalhos no da 20 do
correnle mez, pa do novo comtalos em
7 do Janeiro do anno vindouro do 1852. O Di-
rector nflo pode doixar de aproveitar esto
ensejopara vendor pblicos e vcrdadclros
agradecimentos aos paes dn familia, queso
dignaram confiar-lho seus lilnos para serem
educados no seu collegio, penhorando-o
desla arlo pela prompta coadjuvaeflo quo
tilo benignamente prosliram ao seu nascen-
te estabelecimento.
Pela sua parte, o director tem conscien-
eia de haver feito tu.I quanlo esleve a seu
alcance para satisfasor a expectativa do res-
peilavel publico ; polo que espera continuar
a gozar de sua indulgente prnteeflo (flan-
canilo-llie que nflo recoara anle obstculos
algum para o mais completo desemnenho
dos sagrados deveres, quo so ha cor.ipro-
mettidu,
lie bem sabido, quo dilcil ha montar
um esUbelecimenlo de educteflo que cor-
responda perfeilamonto ao seu fim ; e mos-
mo no coraQflo da Europa civilisa la, todos
os dias so procuram novos methodos.melho-
res systernas, pola convicio deque o que
existe, est ainda muito a quem do quo lora
para desejar. O quo por lauto se deve di/er
de nosso pan, onde nada so tem feito denai-
xo desle punto de vista, onde aiguns es-
labelccimentnsdeslo genero teem tnlo uma
duraeflo ephemera, onde innmeras sfio as
csuzas com que se tem do lular ? Silo estas
sufficientescunsiderac.oesparadcsanimarem
o director do Collegio Espirilo Santo .
Mas por isto mesmo que nada ha, pareco ser
j um precioso servico este de crear um es-
belecimenlo de e lucacflo com as yanlagens
quo ofierece o collegio Espirilo-Sinto.
0 director compenetrado de que dos princi-
pios que sn beben- na primeira idade depen-
den vida nteira do hornero,ha enviado todos
os seus debis esforcos para que o seu cole-
gio delormine nos seus alumno urna dispo-
sieflo nio. ahs i .'ora e por isso, se por um
lado ha procurado com disvello queos pro-
fessores e os methodus aejam os mais adop-
tados ao desenvolvnnenlo da inleiligencia,
porniiln parla ha incossantemento e enm
vigilancia paternal procurado bem dirigir a
vonlade dos meninos por meio de uma acu-
rada educaeflo moral e religiosa, habiluan-
do-os ordem,aceio, regulandade de con-
ducta erespoitoaos principios que servem
de uize a vida socisi e individuil, Nesle
empenho, o director tem conlractado com
um respoitavel sicerdote para ser o cipellflo
do collegio, ii 1 ni de nflo s celebrar nos dias
de guarda o sacrificio da missa,como aplicar
aos allumnosus beneficios espirituaes ; a
ReliglSo ennstfia, em sua pureza.be, alem
deaui eterm verdide, instrumento civilisa-
dor por excelencia. O director, vendo que
dos instrumentos do msica o geralmento
preferido he o piano, e que nem todos os a-
1 iiunios se podoriam applicar elle pela dif-
ficuldadoe cusi de o possuirem, procurou,
apezar de grandes sacrificios, que no seu
collegio houvesse um ptimo e forte piano
pira aquellos de seus alumnos que quizos-
sem aprender esse instrumento, para o que
havera um mestre habilitado ; isto alem da
msica vucal e instrumental queja no curso
dcsto anno so onsinaram. A vista de tfle re-
couhecidas vantagens, o director espera
merecer conlianca dos Sis. paes de familia
residentes fura da cidade, pira os que fui
em verdade principalmente vstabelecido o
lo sortimento domoendas de canna, com
todos os u-Mo Hlenlos (alguus dclles no-
vos o originacs) de quo a experiencia de
minios anuoa tem mostrado a necessidade.
Machinas do vapor do baixa e alta pres-
sflo, tachas do todo tamanho, lano batidas,
como fundidas, carros de mflo, o ditos para
conduzir formas do assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, tornos
de ferro batido para farinha, arados do fer-
ro da mais ni piovad i eoiislnieeni, fundos
para alambiques, crivos o portas para for-
n.'iiha-, o urna infundado de obras de Ierro,
quo ser infndonho enumerar.
No mesmo deposito existo uma pessoa in-
telligento e habilitada para recebor todas as
enco-iimendas, etc. etc., que os annoncian-
les, contmdo com a capacidade do suns of-
linas e maehinismo, e pericia da seus ofll-
cnes, se compromeltem a fazer executar,
com a maior presteza, pcrfeicilo, c exaclu
conformidade com os modelos, ou dse-
nhos, o instruccOes que lhe forem forne-
cidas.
Aviso ao commercio,
O abaixo assignado, rendeiro do
Trapiche denominado Cunlia di-
rige-se pelo presente ao corpo do
commercio desta praca, aos Sis. de
cngcnlio c dono* de barcacas, of-
ferecendo Ibes osen trapiche, me-
diante a vantagem de s pagarcm n
despeza de oitenta reis por cada
sacco d'assuoar, e d fater-se gra-
tuitamente a descarga da barcaca
que os conduzir. Compre, que as
essoas interessadas no trauco d'a-
qnelle genero, se tuto deixem Ilu-
dir sedendo a vantigens itnagina-
prias em prejuizo das vantagens
renes. Kscnzado be garantir aqncl-
lesSrs. que se diiigiretn ao abaixo
assignado, o zelo e promptidao com
que serao cumplidas M respectivas
obrigaedes no que pertence ao bom
arranjo e aceio dos voluntes. Igual-
mente o abaixo assignado se olle-
rece aos negociantes desta praca
para embarcar cada sacco de assu-
car por quarenta reis, sendo o re-
peiO gratuito.
Luiz Antonio Bar boza de Brito.
O abaixn assignado, nflo ho .mais pro-
curador da exmela companhia do Pernam-
buco e I'arahyba.e mora na ra do Apollo n.
20, onda podo ser procurado sobro negocios
de recebimenlo do assucar.agoaid'Uto e ou-
tros quaesquer gneros do cxportacfloqua
lhe forem cunsignados a comnnssflo; todos
os dias litis das 8 horas da ni.......i i as 5 da I
tarde, fra disto no porto voltio da Capunga I
junto ao porlflo da Sra. viuva Lisserre.
Jos Antonio do Souza Mochado.
V*.9m999P'?9*-'*&to*&'\
4j) CuKSULTORIO CKKTIAL HOMOJOUTHICO fe
fe DE l'l!,'. VM1I, l s. fe i
Dcrigiao pelo Dr. Sabino Olegario lud- t gtro Pinho. w |
19 Ra do Trapiche Novo n. 15. fe l
Todos os dias uleis se dario consultas I
fe o remedios de graca aos pobres,desdo <8i
9j Pela manhfl, ate as duas horas da tar- 9)
W do. As correspondencias e imforma- fe
fe (des pdenlo ser dirigidas verbal- fe!
fe mente, ou por escripto, devendo o fe
fe doeote indicar pritneiro: o nome, a <>
t: idade, estado, piossflo, e constitu- I
t) tidu, n os remedios tomados; tereci- fe
fe ro : a poca do apparecimenlo da mo- 89
fc) lestia actual, e descripfflo minuciosa, 9
fe dos signaes ou symptomas que soffror fe
!T-.-a**^*-****4 fe9#a A pessoa que quizer consultar ou tra-
tar-sede moloslias a gudisouch roicas, pode
irigir-se k ra larga do Rosario n. 30, aou-
eesl rezidindoo Cirugiflo JBernirdo Pe-!
reir do ('.armo,queesl prompi e exercer
sua faculdadeem qualquer hora. Para com
as pessoas pobres se prestir gratos, a pes-
soa que o queira consullar por escripto de
qualquer uso a que perteoca, devera em ter-
mos claros o precisos declararas seguintes
principis nu'.iinstancias. l'riuieii'.i sul
idsde, temperimenlo, constituieflo, dbil ou
valetudinaria,se vigorosa ou sadia, hbitos,
occupiQflo, accrescendo, se fr de sexo fe-
miniuo, a deelaraeflo do estado de suas re-
gras, numero de lilhos que tiver tido, se Ihes
dia de mamar ; incommodos mais nota-
veis nos seus partos; se grvida, de quin-
tos mezes. qiul o padec monto mi mal quo
mais a affligia porsomolhanle motivo. Se-
gundo o lugar de sua habitaeflo, se hmido,
sccou,areado ou ventoso, sujeilo a febres ou
outn iuformidade. Terceiro se na familia
tem apparecido cisos de molestias por des-
posno hereditaria ou adquenda. Quarto
9 O Medico Almeida, formado o pro- 9
miado pela acidemia do Porto em 9
*' tolos os annos da sua frequencia po- 9
fft da ser procurado a toda a hora do dia ?
9) no largo do Corpo Santo n. 13 pri- 9
O moro andar da casa do Sr. coronel 4 Mamado. I'resla-sc a operar e recei- A
* lar gratis para os pobres. fe
99999999MQ9 399W99B9
vaUtiipfas.
Compram-seescravos e vendem-sede
commissflii, para dentro o fra da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. II, on-
de morou oSr. vigario do Recifo.
Compra-se uma creoula ou mulata at
18 aunos de idade, de noa conducta, o que
enten Ja bem do costura o engommado: no
armnzom do becco do Goncalves se dir
quem co opra.
Conpra-so um cazal do porcos de nssa
Bah : quem livor annuncie.
Compra-se um cabriole!: no largo do
Corpo Sanio n. 13.
Vendas.
FLHIM1AS PARA i85a.
Vendem-se folhinliss de porta ,
de padre, e de nlgibeira de tres dif-
l'erentcs qnalidades,sendo uma del-
las com o al mana k da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8
Vendem-se por preco com-
mo, noa armazen- de francisco Dias
Fcrreira, e Antonio Aunes no
caes da Alfandega os seguintes
gneros: farinha de mandioca mui-
to fina em saccas; fumo em folha
para charutos; cal virgem de Lis-
boa, rinda pelo brigue Novo Ven-
cedor ; macella do l'orto muito
nova: a tratar nos mesmos arma-
zens, ou com Novaes & Compa
nhia, na ra do Trapiche n. 34-
Vendem-sc cscravas moras,
le bonitas figuras, engommam
bem. cozitiham e cosem cham i
mulatas com as tnesmas habilida-
des; i lindo molcroic, e a escra-
vos de todo servico : na ra Direi-
ta n. 3.
Vonde-se, ou troca-se por uma taver-
na, com puncos fundos, uma barcaca de lo-
lode 17 Clixas, bul veleira o prompta a na-
vegar : quom a pretender, dirija-so a ra do
Crespo, loj n. 17, doSr. Jos los Santos
Noves, que com o mesmo Sr. tratar o ne-
gocio.
Vendem-se peras e marmellada, em
latas, chogadas ultimamonte pelo brigua
Boa V'iagcm : a tratar no armazem n. *, da
ra da Cruz. .
-- Vndese um tavorna, ainda por a-
hrir, ao p do Torco as Cinco Pontas n. 15,
por sen dono retirir-so para fura da provin-
cia milito breve.
Ven lem-se 3 canoas de amarello, com
33 a 35 palmos decumprido, prop-ias para
qualquer obra, por ostarem muilo grossas,
tanto no encnlamento, como no fundo, 2
bandis de ditas, com 42 palmos do cumpli-
do e mais de 5 pollegadas de grosso, 30 pias
para filtrar agoa, juntos ou a retalho: na ra
da l'r,ui, serrana do Car-leal.
Vendo-se um bom cavallo esquipa-
no patoo do Carmo, venda n. 1.
SALSA PttHUU
DE
dor
aTOa,:
As numerosas experiencias l'eilas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dailes. oriuinadas pela impureza do sangue,
e o bom xito obli lo na corto polo lllm.
Sr. Iir. Sigaud, presidento da academia im-
perial do medicina, pelo llluslrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'eixolo em sua clnica, eem
sua afamada casadosaude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Oliveira, me-
dico do oxercilo o por varios outros mdi-
cos, permittem boje de proclamar altamente
as virtudes cllieajcs da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conlcm duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brislol he
garamida, puramente vegetal som mercu-
rio, iodo, potissium.
Vende-so a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Maria Conexivos Ramos : ra
dos
uuarteii pecada au ausrielde poliQia-
99999ial'i......' '
SGantois Pailhet& Companhia
a< Conlinua-se a vender no doposito
r geral da ra da Cruz n. 52, o excel- 8
lente o bem conceituado rap areia S
preta da fabrica de Canlois Pailhet \ i;
Companhia da Babia, om grandes e f
pequelas porgOes pelo prefoestabe- jj|
lecido. v
Para quem passa a festa.
Lindas lanternas de papel de cores, muilo
propriaspara passeios nossilios, pelo preqo
de 200 rs, cida urna : na ra do Queimado,
loja de miudezas unto a de cera n. 33.
Tintas para desenlio.
Vendem-secaixinhas com tinta para do-
senhopeio diminuto preco de 240 rs. : na
ra do Queimado, loja de miudezas junto 6
de cera n. 33.
Trocam-se as imagens seguintes :
Santo Antonio 4,000 rs., S. Luiz re da
Ennca 4,000 rs S. Benedicto 3,000 rs, S
Mino.1 da Paciencia 3,000 rs., S. Krancisco
4,000 rs., S. Paulo 4,000 rs., Santa Barbara
Baptilti 2 e 3,000 rs., Saoli Apolonii 3,000?
na ra do Queimido, loja de miu Jezis jun-
to a de cera n. 33.
Para enancas.
Vendem-se touquinhis de seda preta, pe-
lo baratissimo preco de 320ra.; miricie* do
metal, que locam de viriis maneiras, palo
baratissimo preco de 200 e 100 rs.: na ru
do Queimado, loja de miudezas j un lo a luja
de cera n. 33.
Camisas de meia.
Vendem-se camisas da meia, fizendi mili-
to superior, pelo binlisiimo prego de 1,200
rs. : ni ra do Queimado, loja de miudezas
junto a loja de cera n. 33.
Gravatas de mola.
Vendem-se superiores gravatis de mol,
pretis o de cores, pelo diminuto preco do
2,000 rs,: di roa do Queimado, loja de miu-
dezas junto a loja de cera n. 33.
Vendem-sa 2 cavallos, 1 rudado, e ou-
tro cistanlio, ambos boos andadores : nt
ra da Conceicflo, na Roa-Vista n. 60.
mm4wmKmmmmmmmmiimmm
Arta de nadar.
'.3 Vende-se essa til invencSo pelo di- W
r? minuto proco de 6,000 rs. : na loja H
W Pernaobucam, da ra do Crespo,
miSm9wmwti9V9wmmm
Capachos baratos.
Vendom-se capachos gran Jos e muito su-
periores, pelo baratissimo prec,o de 700 rs. :
na ra do Queimado, loja do miudezas jun-
to a loja de cera n. 33.
Microscopios para ver seilulas,
Vendem-se na ra do Queimado. loja de
miudezas junto a de cera n. 33, microsco-
pios para ver sedulas, pelo diminuto prego
do 1,500 rs.
:- -. r.,,r -.*.-. ;W-';-3*3^S
tftl Ven lo-sc na loja Pernambucana da ftl
ti) ra do Crespo n. 11, pura sedada *
10 lindos pa IrOes a 800 rs. o cavado ; ti
fff asim como sedas escocesas a500rs.. t
Finissimas navalhas.
Vondom-se navalhas com cabos de mar-
lim, os mais superiores que se podo encon-
trar om navalhas, pelo ridiculo preco do
4,000 rs. o estojo com 9 navalhas : na ra
do Queimado, loja de miudezas junto a do
cara n. 33.
^9$ V*J?99^*999
* Manteletes e capotinhos. *
Os mais modernos manteletes, ca- 0
9 polinlios e palitos pretose de cores 9
# que ha no mercado vendem-sc na loja 9
do sobrado amarello nosquatro can- O
9 tus da ra doQjeimodo n. 29. 9
? '???* *?'? v ????<*?*
Cheguem ao barato.
Vendem-se na loja da ra do Crespo n.
10 de Ignacio Luiz de Brito Tiborda, um
completo sortimento de fazendas finas, pro-
propriaspara a festa, assim como palitos o
casacas de brim de linho, tudo por menos
prego dequeemoutra qualquer pirte em
virlude do ter estado a sua loja fechada
a mais do um moz, c para so apunr diobeiro
faz-se todo negocio.
Vende-se uma capa propria para o in-
vern, em bom estado, por prego commodo:
a tratar no beco do Ouvidor n. 1, casado
alfaiate do Jos Roberto.
Vende-se uma armagflodn venda mui-
to nova e a moderna, isso muilo om con-
la, pela casa pagar um aluguel muito pe-
queno, na ra de Hurtos n. 52: a tratar na
ra da Scnzalla Nova, taverna n. I,
Vende-se um cavallo castanho, muito
gordo.com lodos os andares esem achaque
algum: em V'ra de Portas na ra do t'illir
n. 85.
Vcnde-se uma carroga nov do sicupi-
rasemboi: quem pretender dirija-so a
capunga no sitio de Romflo Antonio da Sil-
va Alcntara, ou no armizem de assucar no
largu do Pelouriuho u.507.
V ri .-ni -. na i us do Queimado n. 19,
cortes do vestidos com barra a 4,000 rs.; ve-
n lia ni ver a i / -i 11 antes quo se acabe, que
faz admirar lazenda por este prego.
Continua a vender-so manleiga fnn-
ceza, nova, a 5GU rs.; dita Inglezi, a 640 rs. ;
banha de porco. a 40O rs.; cif a 140 rs. ;
cha, a 1,600, 1,920 e 2,400 rs. ; bolachinha
ingleza, a 200 rs.; dita quadrada, i 240 rs. ;
sevadiuha.a 160 rs ; sevada, a 100 rs. ; fa-
rinha do M.ir.iniiau. a 80 rs. ; passas a 280
rs.; figos, i 200 rs. ; ohoculate, a 320 rs. ;
carnauba de 6 e 9 em libra, a 280 rs.; esper-
macete dd 6 e 5 em libra, a 720 rs.; toucinho
de l.-li ui, a 280 rs.; arroz, do Maranhflo, 80
rs.; linguigas, a4U0 rs.; paius, a 240 rs.;
serveja, a 4,500 rs. a duzia, e queijos novos
trancezes, a 1,000 rs. : no pateo do Carmo,
venda nova n. 2.
Vende-se a bordo do brigue Rutina,
Tundeado defronte do caes do Collegio, boa
farinha da Santa Catharina, em porgues I
irota-se a bordo, ou na ra da Cadeii n. 39,
com Amorim IrmSos.
Carlos llardy, ourives ra Nova
n. 34.
avisa a seus freguezes que aciba receber de
Pars um lindo sortimento de obras de ouro
lo lei de bom goslo, consistindo om adere-
gos puleei 1 1 allineles e brincos sollos para
senhora e meninas, bolcs de camisa, aneis
pira senhora o tem um sortimento deo-
bras ditas da Ierra, veode-s eio!'r;s por
prego commodo : na mesma loja tem para
vender aos ourives esmalte azul o preto,boa
qualidade, cadillasfrancezas sortidas, forro
do alimper sida,arinagflo.serote, torno da
inflo o ni "sai icos, e podra do desunir,
Vende-se superior farinha
tle mandioca de Santa Catharina,
chegada ltimamente a bordo do
patacho Eutcrpe, fundeado de-
irontc do ces do Ramos: trata-sc
bordo do mesmo ou na ra do
Apollo armaiem n. 14, c na ra
da Cruz armazem n. 33, com S
\raujo.
Presuntos*
Vendom-se prezuntos americanos, multo
superiores e por barato prego : no caes da
Alfindoga, armazem defronle da irvore.
<3ooooooei0oooooo
> Vende-se na loja Pernambucana da
ra do Crespo n. II, superiores cha-
pos italianos, ricamente enfaita-
dos para meninos de ambos os sexos, jj

l'ara jardins,
M. D. Rodrigas na ra do Trapiche o. 26,'
recebeu uma completa colleccilo de adornos
para jardins, cumposta de vasos de louca.
brancos e pintados de todos os tamaitos e
modellos. Figuras representando as osta-
gOos do anno, as partes do Globo e todos os
Deoses da tabula, que recommendaa quem
tiver bom goslo, o porpregos muilo nsoa-
veis.
Ricas franjas pretas para man-
teletes.
Vendem-se franjis protas, de multo supe-
rior qualidade, para manteletes, a 800 ra. a
vara : m ra do Queimado, loja de miude-
3,000 rs., S. da SoloJado 3,000 rs., S. JoSo Izas junto a loja do cera n. 33.
T5
ii-m. .')
*fflaMZZ3%sr.
.^____X


Vinho de Champagne,
o superior qualiddc : vende-se no arma-
em Kalkmapu limaos Rui di Cruz, n. 10
O Vende-se m grande sitio no lu-
0 gardo Manguind,queflca defronte Q
n dos sitios dos Srs. Carnciros, com ra
n grande casa de vivenda, de quatro q
n agoas, grande senzalla, cocheira, q
~ estribara, baixa docapirr. que sus- X
z? tonta 3 a cavallos, grande cacim- g
9 ba, com bomba e tanque coberlo J?
jg Para banho bastantes arvoredos de *
O fructo :na ra do Collcgion. 16, se- *J
O gundo andar. -'
0000r 090000Q90Q9
Moinhos de vento
iidiii bombas de repucho para regar borlas
d baixas decapim : vendem-sena lundicflo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6.8 e 10.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
milito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Tai \;i para engolillo.
Na fundic.lo de Torro da ra do Drum,
caba-se de receber um completo sortlmen-
to de tisas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaos acham-se a venda por pre^o com-
modo, e com promptidSo embarcam-sc,ou
carregam-se cm carros sem despozas so
comprador.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Mo de
Janeiro, em caixas de 100 libras
Vende-se um'carru de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
doos cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Morullas superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em s.-Amaro, acham-se vende munidas
de (amia, todas do ferro, de um modelo e
construccSo muito superior
Farinha fontana,
chegada ullimamente: cm casi de i I. Tas-
so Jnior, na ra do Atnorim n. 35.
b'azendas pata senhora, por bara-
t > preco.
Cambraias de salpicos brancos v de cor, 1
4,500 rs. rom 8 112 varas, e 640 rs. a vara ;
ditas francezas do bom gosto, a 560 rs, a
vara ; ditas co.n listras de cor a 3,000 rs., a
peca com 8 varas; cassa prela a 100 rs. ;
cova lo ; cortes de cassas pintadas,a 2,000 o
corles de chita com 1-2 cova los, a 1,920 e
1.800rs. ; lencos do finissima cambraia de
linho, a 480. 560e640; ditos de cambraia
de algodao com bico, a 440 rs. ; zuartes de
cor muito cncorpados, a 200 rs. ; dito
zoes com 4 1|2 varas, a 200 rs. ; ealgodSo
transado com listras, a 180 rs. : na ra do
Crespo n. 6.
Vende-se cm casa de A-
damson Ilowie & Coinpanhia, na
ra do Trapiche n. l\i panno de
algodao para saceos deassucar
muito superior e barato.
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete 1 na lo} de ssleiro da ra da
sortidas, dei a i6emlibra,etam- caaeiadoitecifen. 36.
1 j i. ,,,..,., Vende-se saccas com superior colla,das
bem de um so tamanho, por me- fibrjcas do Ul0 (ran(le do Sul> c preco
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escrito-
rio de Machado & I'inheiro, na
ra do Vigario 11. 19, segundo
andar.
POTASSA DA KUSSIA.
No armazem de Jos Teixeira
Hasto, na rat do Trapiche 11. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Hussia, chegada recen
tementc.
Vendem-se velas de espermacete, em
caixas,de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companhia : na ra da Cruz nu-
moro 55.
Principios geraes de economa
bliea c industrial.
Vende-se este compendio, spprovado pa
as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 c8.
Lasa de commissao de escravos.
commodo, 110 armazem, do Uias Kerrcira
ao pe da alfandega.
DEVERES DOS UOMENS,
a lno rs.
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia oncadernacao, a 500 rs.,
cada um: na livraria n. 6 c 8, da praca da
Independencia.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade em casa de J. Keller V
Companhia, na ra da Cruz n. 55.
vende-so champagne d marca amiga
e bem condecida, Comel, em casa de Deano
Yulo companhia : na ra da Cadcia.
Ven le-se, traspassa-se, ou
a nu- az_se qualrjucr outra transaeco ,
com a loja, que Ib i do fallecido J-
lo para s Pinto dd lonscca e Silva, anti-
ga loja de Guerra Silva & Coinpa-
nhia, na ra Novan. 11, a iallar
a I' II n fy 1 *
v ____i com J, Keller & Companhia, r.a
Vendem-se escravos c recebem- ., '
ra da Lriiz n :>j.
Vendcm-sc amarras do ferro : na ra
da Senzalla nova n. 42.
Vende-se oleo de linhaca em
botijas : a tratar com Manoel da
Situbanlos, no caes da Alfande-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora delta, para
o que se ofTcrece muitas garantas
a scusdonos : narua da Cacimba
11. 11, primeiro andar.
E MA1S OFFIGlNA-8
NA
1:11a Imperial n. 118 c 12o, c deposito na na Nova 11. :i:t.
Respcitosamente avisara ao publico, o particularmente aos Srs. de engenhos e des-
tiladores, ele., que osle eslabelecimento so acba completamente montado, com as pro-
porcoes nocassarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. O mesmos cha mam a ltenlo para as seguinles obras, as quacs construidas em sua
fabrica rompetem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por me-
nos Mvrii, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo melhoo do autor francez Derosne, as me-
Ihores machinas, que para esto lim at hoja tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de lodas as dimensos.
TODOS OS COBBES necessarios par* o fabrico de assucir.
TAIXOS DECOBItEpara rofinacao.
TAIXAS HITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBIIIC de picote, de repudio, de roda c de pndulas,
ESCIIIVAMNIIAS de latan dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanizadas.
SINOS de todos os tamanlios.
OS APRECIA VEIS foges do ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construida*.
CARROS dito do m3o.
I'ORTOES de ferro.
VARANDASditO.
GRADIA.MENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BAMIEIROSdc zinco e de folha, para liaulio do choque. _______^^
^KIT0yDE)^g I $IMIIIOORDMD(
j>\
SALSA PARRELH A 0 BRISTOL
4ttlN
0St0 de Cal O potaSSa. ga> armazem do Anes.
da ra da Cadcia
ia muito supc-
Dep
No armazem
do Rrxil'c n. ia,
or cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mcnle, a precos muiio rasnaveis.
Deposito de cal virgem.
Cunha 6; Amorim, vendem harriscom cal
em pedra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por menos preco do
queein outra qualquer parte: na ra da Ca-
eia do Reciten. 50.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Nestc estabeleeimento conti-
na ahaverum completo sorli-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin 31aw.
Na ra de Apollo n. U, armaem de Me. Cal-
moni &t Companhia, acha-sc constantemente
bous sortimentos de taixa de ferro coado e
balido, lauto rasa como Cundas, moendas in-
ciras lodas de ferro para aniuiacs, agoa, tic,
ditas para armar em niadeira de lodos os la-
maullos e modellos o mais moderno, machina
horisoolal para vapor, com forfa de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro esianhado
para casa de puigar, povuieuua preco qucoz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
Vende-se cal virgem em pedra,
Chegada recentcmenlc de Lisboa, cm anco-
ras muito bem acondecionadas o por preco
muito commodo : no armazem de Silva Bar-
roca, na ra do Trapicho Novo n. 19.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Aossenhorcs de engenho c casas
particulares.
No armazem do Sr. Antonio Annos no caes
da iltandcga, vende-se liacalhoo de Norue-
ga em tinas o mclhor que tem vtndoacste
mercado superior inglcz por ser corado
com mollior sal, venJc-se por 6,000 rs. a
tina.
-- Vcndc-soa padaria nova do Slanguinho
com lodosos sens poilences: quom a pre-
lednder dinja-se a mesma.
Bal da Cruz 11. 4. primeiro
andar.
Vende-se superior fumo cm fardos c mui-
to barato.
Pcchincha.
Vendem-se superiores batatas, a 500 rs. a
canastra, com o peso de urna arroba c tanto
do batatas, e cm libras, a 20 rs. : na ra
Direita, venda n. 76 c 78.
Salsa ,
muito nova c superior, viuda no S.Salvador;
chumbo de muinciio; m.i-sos de papeliio de
todos os Humeros e em q'iwliuer porclo: na
ra do Trapiche n. 26, casa' de M. Duartc
autocm barras como ein arcos folhas, c ludo odrigues.
por barato preco. Vendem-se bolinhos france-
Vendem-se relogios de ou- zcs, chegados de prximo do 11a-
ro eprata, patente inglcz : na ra Vre de Crace no brigue (ezar ,
da Senzalla Nova n. 4a. t nuito proprios para cha, pela sua
Arados de Ierro. i'excellcnlc qualidade e genuino pa-
Vendem-sc arados de diversos ladar : na ra da Cruz do Keci-
modelos, assim como americanos fc, armazem de moihados n. Ga,
com cainbo de sicupira e bracos de Manoel Francisco Martina &
da ferro : na fundico da ra do Irmfio.
Brum ns. 6, 8 e 10. Castieacs dourados a
Bombas de ierro. par,
Vcndem-se bombas de rcpuxo, Vendem-se na ra csuoila do Rozario,
pndulas e picota para cacimba : ^ravessa do Q'JFitD''. 'PJa de nrim
l,5oo rs.
na ra do Brum ns. C, 8 e 10, i
fuudicao de ierro.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos mo-
eiua.
Farinha de mandioca.
A mais nova o mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-se na
ra da Cruz do Recife, armazem n. 13, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
Deposito ila fabrica ile Toilos o*
Santos na llaliia.
Vcnde-se.emcasa doN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodHo transado da-
quella fabrica, muito proprio para saceos de
assucar eroupa de escravos, porpregocom-
moau
ijj Vetideui-.se e alugam-se bichas, che-
f) gadas ltimamente de Hamburno, por 4
9 preco commodo: na ra de S. Amaro 4
* n. 28. ($
##### #**^^**&
Vendem-se selins e silhdes
inglezcs, de couro de porco, da
primeira qualidade: em casa de A-
damson Ilowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 42
A, junto ao deposito de pilo.
Na ra Nova n. 5o, vendem-
se os seguintes gneros ullima-
mente chegados queijos ^uissos
mulo frescos a 5(io rs.J dio fran-
cez aG'jois. londrioo a ,>>< rs.;
queijos llnmengos muilo novos e
outios mutos gneros ltimamen-
te recebidos ; assim como licor de
marrasquino muito superior.
Vende-se mais barato do que em ou-
tra qualquer parle na ra da Aurora n. 324
taberna nova pintada do azul ossecuinti-n
gneros : manleiga ingleza da mclhor s
720 rs., dita frnuceza a 560 rs cha do mai,
superior a 2,000 rs espermac-ste a CIO rs.,
caf de caroco a 140 rs., toucinho de san-
tos a 160 rs., farinha do msranhilo a 80 rs.,
assucar retinado que admira a 80 e 100 rs.,
branco a 80 rs. e mascavado a 60 rs., hola-
cinha ingleza a 200 rs., sevada a 100 rs., ar-
roz pilado a 80 rs., azeit- doce de L'sbOi da
A salsa parriiha deBristol ilatu ilesde 18112, e tem constantemenlc manti.lo sua reputa-
gilo, sem necessidade do recorrer a pomposos aununcios do quo as preparages do me
rilo podem despiissr-se. O sucesso do l)r. Bristol lem provocailo inlinitas invejas, 1
entre oulras, as dos Srs. A. I! I). Sands, de New-York, preparadores c propriclarios da
salsa parriiha conbi'cida pelo nomede Sands.
l'Mcssenhorcs solicitrao ca 1812 a agencia de Salsa parriiha de Bristol, e como nSo
o pudessem obter, fabricarllo urna imiiaf.lo do Bristol.
L'is-aqui a carta que os Srs A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
de 1812, e que soacha cm nosso poder :
Sr. Dr. C, c. Bristol.
Hualo, ele.
Nosso apreciavcl sonhor.
Em todo o auno passado temos vendido quantidades coisideravcis do extracto de
salsaparrilhadc vm. o pelo queouvimns dizer de suas virtudes quelles quo a tem usa-
do, julganios que a venia da dita medicinase augmentar muilissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara muita vant.igem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prtzer que Vm. nos responda sobreest assumpto, o se Vm.
vier a esta cidade daqui a un mez, ou cousa somclhanie, loriamos muito prazor em o
ver em nossa botica, ra do Fulton n. 79.
Piolo as ordens de Vm. scus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
.C01TCL!TSb-
I." A nntiguidade da salsa parrha do Bristol, he claramente: provada, pois que ella
data desdo 1832, c que a de San s s appareceu em 1812, poca 111 qual esle droguis-
ta nflo p lo obter agencia do D-. Bristol.
2. A suporloridade di salsa parrilbi de Bristol he incontestnvcl, poisquo nflo obs-
tante a concurr nea da de Sands, c de urna porcSo de oulras preparacis, ella leni man-
tido a sua reputaeoem quasi loda a America.
Asnumerosis experiencias Faites com o uso da salsa parilha em tolas as informida-
des originadas pela impureza do sanguo, e o bom exilo nbiido nesta corle polo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidente da academia impela! de modiema, pelo llluslrado Sr. Dr. An-
tonio Jos l'eixolo em sua el i nica, o cm sua afamada casi desaudena Camlio'.pelolllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exorcito, c por varios outros mdicos, per-
mltlom tlQJe de proclsmai allaineulu asvnludes efJloazes da salsa parriiha de Bristol.
Vendc-se a 5,000 rs. o vidro; na botica do Sr. Jos Maria Con?alvcs Ramos, ra
dos Quart-is pegado ao Quartel de Policio.
SALSA PAHRILH DE
SANDS.
Este rxcellent" ramodio cura todas as en*
fermidades s quaes (3o originadas pele*
jinpiireM do singue ou do systema ; a sa-
ber : escrfulas, rhomatismo. erupce*
cutneas, brehuthas ns ora, alnioroidas.
doencas chrunicas, brebulhas, bortoeij,
tinha, enctiacOcs, e dores nososso, e jun-
tas, ulcar, doeness vonoilis, citica, enfer-
midades quo allacHo polo gruida uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante. Assim como, chronicas do^
so-dens da constituirito, serilo curadas por
c.-ta ISo til, e approvarta medicina.'
A adminislracOo doste helo remedio, nos
ataques mais estraordinirios tem sido sem-
[iro seguidos polos mais folices resultados
as suas operado s ; porm, o seu principal
objecto he de porilicar o sangue, e limpar o
systema de qualquer influencia de mercu-
rio. No seu modus oprrandi, he directa-
mente como um remeiiio alterativo, ainda
que, indirectamente serve so systema como
um verdadoiro tnico. Doeocas nos ussos
c no systema grandular; assim como nss
juntas, e ligamentos, so inteirsmeole cu-
radas pelo uso deste remedio, sem que o
doente faca resguardo algum, quando usar
este remedio. A oppertcSo deste remedio
consiste em remover a desordem do syste-
ma, e em breve tempo o doento gsnhsr
sus saude.
A Salsa Parilha tem ganhado por mutos
snnos ums alta rerutac.no, de ter curado
doeness mu difflcultosis, que nenhum ou-
tro artigo de valor em materia medica tem
curarlo. He de saber que a Salss Parilha he
um dos mais valerosas remo los que os
doctores usSo em toda s parte do mundo ;
com vistas de ganharem a cura pelo uso de
tal remedio vegetal. Porm, deve-se de
notar, quo nem ludas as essoas sabem pre-
parar esto remedio, assim como esco-
Iherem a melhor parte que se deve usar em
tal prcparacSo. Um celebre Medico escrip-
tor, que residi por muitos snnos no lugar
aondehaa melhor producco da Salsa Pa-
nlia disse : Seis ou oilo especies destss
raizes quecrescem nestes bosques, admra-
me que nao podesso achar, se no urna,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa l'arilla, que se tossa recommendar
para medicina ; pois as mais ersm inspi-
dos o inertes. Porm, como os mdicos
no se dfiu so trabalho do fazerem as
suas proprias medicina*, mss sim contiam
nos seus habis boticarios, paras prepara-
ren^ o comporem dilTerentes drngss. Po-
rm de lodas as preparacocs de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo e o p Milico licassem bem Hados
as preparscOesde Salsa Parriiha a ser da
melhor qualidade. I'ois he este o genuino
vegeslsvcl, que se offereco so publico ; les-
te se v combinsdos o utile cum dulce ; pois
em inlinitas casos em que o doente espe-
ranzas algumas tinha de viver, o grandes
quantidades de remedios experimentados,
mas sem resultados de melhoras; mas com
esta pura Salsa Parilha, suas curas tem sido
infahveis, pois os certifica tos quo temos
recebido de pessnas quo tom usado deste
puro remedio, allirmam da sua boa elllca-
cia ; estes certificados temos a boora de
aprensentar ao respeitavel publico, para
que liquem certos, o que cima so diz, he
verdadeiro. Os propnelarios deste reme-
dio lem por muitos annos empregado todos
os meios para prepararem este to til, e
essencial remedio da raz da Salsa Parilla,
qne por Dm, conseguiram as suas vistas, em
prepararem um 13o valuoso remoli, e seus
13o lindos resultados tem enebido os pro
prietarios do gloria, o Iriumpho de terem
preparado urna linda composic3o contra
doeness, quo o seu lim ho destruir o corpo
humano. Esta composicSo he qumica o
nova. Esta Salsa Parilha he combinada com
outros engredicntes que todos elle, perten-
cem classo vegetal, e todos com o poder
de purifica rom o sangue. O dosnte que usar
desta composicSo, pode contar que tom o
mais ellicaz remedio, para a sua enfermi-
dadeusa. U nico agente nests cidade he
Vicente Jos de Brito, na ra da Csdeia do
llecifo botica n. 61.
v v v v:'i v y "y 991' I

Ra rio colieglo n. 4.
Novo sortimento do chapeos de sol, para
homem e senhora, s ssber :-chapeos' dn
sold seda, aamacSo de balela, de4,S00rs
para cima; ditosditos para senhors,dB4 000
rs. psr cima ; ditos de panno fino, de ar-
macao de balela o de ferro, del,O0a3 20O
rs.; ditos ditos de armacSo de inneo' d.
1,200 a 1,800 rs., todos Ifmpos : grande sor-
timento de sedss o psnnos, em pecas pan
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e
espsrtllhos desenhorss. Concertam-se to-
das ss qualidsdes de chspeos de sol, tudo
com perfeico e por menos proco do que em
outra qualquer parte.
Cadeiras.
Vendem-se cidei ras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmBos, nsruida
Cruz n. 10.
Tinta em oleo
branca o verde: vende-se no armazem da
Kalkmann Irmgos, ra da Crnz n. 10,
Escravos fgidos.
Desappsreceu ns tarde do dia 13 do na
sa lo um escravo por nome Joaquim tem os
signaes seguintes: boaeststura, represen!.
ter r, annos de idade, falla desemharaeida
psgrsndes, lem todos os denles da frenie'
nariz chato, qoando anda estalaas juntas dos
joelhos, levoo esmisa do algodSosinho brin-
co, esI58 do dito azo!, esle oscravo foi do
malo: quem o pegar leve-o t typograpbj,
imparcial a fallar com a viuva Roma que so-
ri recompensado.
BOA GRATIFIGACAO'.
Ausentou-se na noile" de 87 de
outubro passado o mulato Cle-
mentino, de ao annos de idade
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
buco de barba e Ma muito mansa,
quando anda parece que nao pisa
bem com os calcanhares, costuma
andar calcado e bem vestido, le-
vou urna trocha de sua roupa, in-
clusive calct ejaqueta de panno
azul, e alm do mais algum
Com dinheiro vista.
Vonde-se cm o allcrro da BOS-VIsla n. 43,
oseguinte; manleiga ingleza da melhor 800
rs., dila franceza 610 rs.,chado melhor
2,000 rs.,dilo 1,920 dito preto do melhor que
ha neste mercado a 1020 a libra, tem 3 em-
brulhoschnezes.o emb'Ulho porCiOrs.os-
permacclo 610 rs.,carnau'oa 280 rs., sevadj-
niia 160 rs.,crvilhas a 120,lelria 160 rs.arroz
pilado 80 rs. tapioca 80 rs. farinha de aram-
ia 120 rs chocolate 320 rs,assucii' refinado
pelo diminuto prcr,o de 80 rs. n libra, e a 100
rs. milho 120 rs., arroz do casca 120 rs.,
fejflo niolatinho 320 rs,alpisU 960 rs.,pni-
co 560 rs., azeitc doce 480 rs. vinagre bom
80 rs., dilode Lisboa 140 rs.,queijos 800 rs.,
carne do serlHo 200 rs., Iinguicas do mesmo
200 rs., holacinha ingleza 160 rs., caff do
caroco 140 rs., azoitonos 240 rs. a garrafa,
eludo mais por diminuto prego, deludo so
d amostras.
-- >No caes da Aifandega armazem do
Annes, vendem-se btalas inglezas, cm ca-
naslras de urna arroba, a 610 rs. cada ca-
nastra.
Lembranoas aosfreguezes.
Quem quer bom c barato be ag >ra.
I'arinlia du reino a 80 rs. a libra, assucar
refinado e branco a 80 rs.. passas novas a
Deposito de lecidos da labri- ^
ca de Todos os Santos,
na Baha.
Vende-se em casa de Domingos Al-
ves Malheus, na ra da Cruz do Re-
cife n. 52, primeiro andar, algodSo
Attencao.
Na loja de miudezas no atierro da
Boa-Vista ao p da madama Milhocliau ven- ^ des de pescar e pav'ios'para vellas,
de-sobjcos estreitos, randas, .ditos largo, ^ por preco muito commodo.
* transado daquella fabrica, mutopro-
jj prio para saceos e roupa de esers-
^. vos, assim como lio proprio para re-
fino
..[ B.?.. '"vas de torCal, papel do chapa MMMikAt>Mlk
para cartas amorosas, dito do cores, litas de
seda linas, pentes de oc prctos, linhas do
carritel de 200 jardas, ditas de 100 jardas,
dita* de cores, trancinhas de 1.1 de todas as
cores, bules de mardepcrola finos, cartei-
ras com agulhas francozas, brincos dours-
dos linos, luvas brancas
isdo lio da :os,a, .*-&ft* TZ lRSSGUSfcS& i
monto de miudezas por muito mdicos 1 :_j |u.,i....uun.iv
na verua-
I^ivros em branco.
Vende-se em casa de Kalkmann lrmSos ,
na ra da Cruz n. 10, Irnos em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Espelho de parede
ricas moldurus : vendem-se no srma -
i1anU8"^ "m deKIkmannlrmnos.rua da
ito mdicos 11 1 i-
precos. laindos aneis de cornaltni
Nt ra Nova loja n. 8, deiro, a 1,000 rs.
Vende-so chapeos de castor branco pelo Narua do Queimado 11.16, loja de miu-
liaratissimn preco de 7,b0o ditos de castor dezas, vendem-so lindos aneis de cornalina,
branco sem pello por 5,000 rs. bonetes da 1,000 rs., tanto para homem, como para
palhada Italia para homem por 2,500,ricas senhora.
mantinlias de nobre7, nroprias para senbo- MUB1I.1AS DE FEHUO.
rase meninas a 4,000 linios capolinhos e vj.______ 1 -i- j_r__
manteletes de grosinapoles preto o torta- vcndem-se ricas mobiliasde fer-
cores chehados pelo ultimo navio, luvas de ro, como cinaps, mesas, cadeiras
mirado, um par de borzeguins par-
dos, com boti'ies de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiao a-
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes : castanho, barrigudo,
dinas pretas, gordo e tem um ta-
Iho em urna anca; he provavel que
queira passar'por forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Recife n. 11, quese-
ra recompensado.
tiratifica-se bem
a quem apprehender urna prela creouli de
nome Thereza, que represoola ter25a30
annos de idade, com os signaes seguintes: J
padece de eraros nos ps, tem o andar va-
garoso, corpo regular e cheio, lem umi
marca pequea de carne preta junto ao na-
riz, isto de um lado, tem o cabello cortado
de pouco lempo, saino com vestido declii-
la azul o camisa, e sem panno ; fugio des-
de o dia 8 do correte: quem a pegar ou
mesmo dola der noticias certas, leve-a no
caes da Alfandega numero 5, ou no aterro
da Boa-Vista n. 19, que ser bem recom-
pensado.
Dessppsreceu no dia 22 do correnl",
da casa do abaixo as Nova, urna sua escrava creoula, de nome Ri-
carda, com os signaos seguioles : -alta a
magra do corpo, beieos e nariz grandes,
com bastantes marcas de bexiga, tem a mes-
ma um signal ao p da nuoa, que represen-
ta um lobinho, fugio com vestido de chita
com o campo branco e palmas encarnadas,
o he bastante conhecida, por lersdo cria
da casa do fallecido Joaquim Jos Rsbel-
lo: roga-se portento, aos senhores capi-
laes de campo o mais autoridades poli-
caes, 00 caso de pegarem a mesma de a le-
varen) ao abaixo assignsdo, ni rus da Ca-
deia do Recife n. 56, que so pagara toda
despeza, o promette-se proceder com todos
os rigores da le, contra quem por ventura
houveroccultado dita escrava.
Francisco Custodio de Sampalo.
100,000 rs. de grstiOcsBSo.
Rogs-se as sutoridade policiaes, que cap-
to re m o escravo Manoel, pertencentea Se-
bsstiSo Marques do Nasc ment, fgido des-
de o dia 8 do mez de sotembro. Foi Un es-
cravo do Sr. Gabriel Alfonso Riguera,
quem foi comprado ltimamente : tem 28
anuos de idade pouco maisou menos, ecom
os signaes seguintes : cor fuls. com falla
880 rs., ligse ltOrs.,q.iiijos novos a 1,000. M ven,,em nunca vistos.
1,440 rs., familia de tapioca a 80 rs., calo del AVI/.O IMI'RTA.NTE.
Charutos de Ilavana
De superior qualidade: vendem-so no ar-
mazem de Kalkmann lrmSos, na ra da
Cruz o. 10.
te de carra palo a l,440rs. a cnada, el.OOO Se quizer fornecor dcstos gneros
rs.cm garrafa o ouiros muitos gneros por a laberDa lla M,dro do |)eos n. 9,
prego mais commodo do quccui outra par-',je pjjin(ro4Cordeiro.
Sobrado cm Goi:tniia.
Vende-so, muito em conta,
caroco a 140 rs., cha Ilison muito nova, bt- chegaram em lin as dezejadas massas de
atas novas, cliounc.s novas, graxa ein la- (;cnova ,185sas uvas ngus ,zeton,9> 0 a.
ta.seryeja patento giraras, o meias ditas, mendoas lullo de aperior qualidade, o
vinho de Lisboa a 210 280 rs. a garrafa, Uma porCSo de caixinhas do assas muito
azeitonasnova,arroz branco muito alvo, CI1fcilad:,8 parase fazer algum presonte ;
-ellasde espermacete, o do carnauba, azei- estes gneros dcsomb.rcam hoja 24 : quem
dirija se um bonito sobrado sito ni ra
armazem ,j0 \J.e0< n 58; ava|ja(|0 em
Vende-se uma taberna com poucosfun- 2 :oooooo, ein o qual tem parte
dos no largo da l'enlia n. 10, a praso ou a rsula Hara das VrCns e sua
diuheiro: quem a pretender dirija-se ao ar- ,. ,,
mazem do Joaquim Kilippo da Coila na ra irmaa Joaquina Alvcsde l'aiva na
do Azeite do peixe n. 19. importancia de io7,4t3 rs. quem
I'ommaleau, cutiloiro na Boa-Vista 11. _',._,i_ .! 1 11 ,
16, tema honra do previnirao publico, que pretender dirija se a cazi dcKal-
acabou de receber pelo ultimo navio chega- kmann Innfios, ra da Cruz,
do do tranca, um novo sortimento de fazen-
das da melhor qualidade a sabor: brides
folheadar de prata,esporas ditas,armasdees-
polel.s, estribos ele etc. Previne igualmen-
te aos senhores fumantes, que tambem re-
cebeu do deposito da manufactura franceza,
excollente fumo, a 1,280 a libra ; quo na la
dcixar a desojar pelo seu bom gosto,a quem
to : no Pateo do Carmo venda na quina do
Beco da Bomba por baixo do sobrado do 1
audar n. 13.
Calcadas a 800, 2, mu, .'i,000,
3,5oo, 4)000 c .ooo rs.: no
almo da Boa-Vista, defronte
da boneca, .
lia chegado recentomenlc os bem conheci-
dos sapalos brancos do Aracaty, tanto para
homom como para menino a 800 rs., de ore-
| ha a 1,000 rs., ditos de lustro para dilosa
2,500 rs.,ditos para homem os melhores que
tem viudo da Babia a 3 c 4,000 rs., bolins
brancos a 3,500 rs., e de lustro a 6,000 rs.
assim como um novo e comploto sorlimenlo
de calcados francezes c de Lisboa de lodas
as qualidades, tanto para bomom corno para
,, 11 un I I ii'.i- .-, i'".", j..... ....i..^... ........ ,..,,.
Barqumha a garrafa a 480 rs. ; e todos os SBnnor, mnnos o meninas, peles de mar-
mais gneros perlenccntcsa venda, assim
como queijos novos de muito boa qualida-
de, e do tudo se d amostras.
Fio inglez
De muito superior qualidade e por preco
commodo, em casa de Eduardo ti Wyalt, na
ra do Trapiche Novon. 18.
roquim, e cortes do tapetes a 4su 1-., ludo
por preco muilo commodo ern razio de se
precisar apurar dinheiro.
- Vende-so chapeos de pal lia americana
mui superiores, e relogios americanos para
cima de meza, bons reguladores : na ra do
Trapicho n. 8.
lamaos, ra
n. 10.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja da praca da Independen-
cia ti. 4? vendem-se bilbetcs intei-
souberapproveitar-se da bella occasiflo quo ros, tneos, quartos, OtavoS e vi-
so IIiin proporciona do o saborearem.
IIAINOS.
'Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmos, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellenles vozes chegados ha
pouco lempo.
gesimos, a beneficio da i5. lotera
das matrizes, que corre no dia a3
de desembro, e espera-se a lista
no primeiro vapor.
Molduras douradas
de lodas os larguras : vendem-so no arma-
zem de Kallkmann IrinDos,ruada Cruz 11'. 10.
trajava jaqueta deriscado azul, calca bran-
ca, camisa de madapol.lo, c levou uma trou-
xa, contondo caifas o jjquetas .quem o
approhender elevar ra da Auroran 62,
receber a gratiflcacSo promellida. Sus-
peita-se que fosse seduzido, e por isso des-
de j protesta-so contra quem o conservar
cm seu poder. t
Domingo, 21 de dezembro, auseniou-
se de casa do seu senbor as 8 horas da noite,
uma mulata do nome "irla, que rprssoU
ter 28 annos de idade,' de estatura o corpo
regular, tem cabello callado o cortado da
liarle do cachaco, o um signa 1 de junco no
braco direito; levou vestido de chita novo
de assento azul e listas cor de rosa, camisa
de madapolfio, e sapatos do marroquim pre-
to : esta mulata foi escrava do Sr. Ferreira
em S. Goncallo, o j andou de timSo, prlo
que he muilo conhecida no barro da Roa-
Vlsta o passagetn da Magdalena. Roga-se
portento as autoridades policiaes o capiUes
do campo, a aprehendam e levem na ra da
Ca.doia do Recife o. 37, segundo andar.
Desapparcceu no dia 15 de jullio do cor-
rele aono um muleque crioulo de nome
Paulino de idade de 10 annos pouco mais
ou monos,cor amarelada por ter vicio de co-
mer trra,naris chato o feio levou camisa de
algodSosinho euja o calcada riscado, sem
cliapeu, esto escravo perlence ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Uua ; quem o pe-
gar I :ve-o a ra da Cacimba n. 11 ou a
ra do Livramento n. 36 segundo andar que
receber a graliflcaco a cima, o fe protesta
contra quem o tiver oculto.
" '"\ sATvi'fii: NI.r rM


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ver, como cxpiacSo, tornou-so mais obriDr. Joaquim Manoel Vielra de Mello gatorio depois da queda ;seno inda pur Dr. Francisco de Assis Oliveira Uaciel toda a parte, na sagrada Escritura, ella reDr, Alvaro liarbalho Ucha Cavalcante 413 prebendes pregucacomo un vicio,e loara Dr. Ignacio Joaquim do Souza Lelo 401 o trabalhocomo urna virlude. {Dr. Caotano Estr-llita Cavalcanla Petaos 398 Preguicoso, ven foimiga c coosideri I Padre Vicente F. do Siqueira Varojllo 2 • %  seu procedimeuto, e torna-to discreto, ella uo tem nem chef>, nem director, nem aenbores ; prepara scu sustento.no esli, o junta sua provisSo durante a ceifa. Preguijoso, at quando estars dcitado ? (Juando despertars de teu somno ? Ah mais um pouco do repouso mais um pouoo de somno! Si.n, mollemente eatondido, doizas catur ainda teus bracos sobre teu seio, e a pobreza cabn sobre ti como um homem armado, e a miseria como um roubador.a O preguicoso he devorado do estorois desejos, porm a alma do trabalhadorsor satisfoita. O temor abate o preguicoso, as almas dos cITcininados cnlaguncerSo do lome. O preguicoso nflo trabalba por causa do fri, elle mendigar nos dias da ceifa, e nada I lie d,ii, MI. O preguicoso est sempro na pobreza. Os desejosmatam o preguicoso ; porque suas m3os nao quizersm fazer naja para contenta-Ios. Passei pelo campo do preguicoso, e pela vinlia do insensato, e tudo eslava cheio do espinhos. As sargas cobriam-nns, o o muro de pedra eslava cabido; vi, eappliquoi meu cnracilo, eesle ox.emplq,ensinoumc a sabedo'ia. Dormirs um pouco, disse eu, descincars um pouco, moteras um pouco tuas mSosuma n i outra para repouzar, o a pobreza vira como um vagabundo, o a imligcncia como um homem armado. Pode-so, acaso charissimos irmilos, reprovar a preguica em termos mais enrgicos e inspirar mais estima pelo trabalgo? lio poitanto verdade quo, por toda a paite as sanias Escrituras, elle lio representado como urna cousequencia da natureza do homciti, como um me i o para clledecumprir seu doslino o como a fonlo principal d'ondo emana o direito do propiieJade e i um este direito toda a civilisacHo. (Continuarse-ha.) Major Jolo Valenlim Vilolla Dr. Jos Filippe de Souza l.eao Dr. Francisco de Paula Baptista Coronel Jos Pedro Velloso da Silreira Dr.,Cosme deSPereira Dr Francisco Aires da Silra Dr. Jos Quintino de Castro Lefio Augusto Frederico de Olireira Florencio Jos Carnciro Monteiro Dr. Francisco Antonio P. de Carralho Barilo do Capibaribo 351 350 345 342 322 Dr. Manoel Firmino de Mello Antonio Jos de Olireira Dr. Jos Francisco da Costa Gomes Floriano Correia de Brito Dr. M um 'i Caralcante Dr. Ilodiigo Castor de Albuq. MaranliSo 322 320 316 310 309 304 302 Dr. Antonio Epaminondas de Mello Dr. Victoriano de S Albuquerque Dr. Francisco Carlos Drando Dr. Jos llodrigues do Passo Jnior Dr. Mnnoel de Souza Garca < Dr. Antono Baptista Citirana Commendadoi I). M. de A. Pires Fcrreira 301 Genebra. Dita Licor Dito PERNAMBU CO RF.CIFK, 28 DE DEZEMBROJIE 1851. AS 6 MURAS DA TARDE. BETaOSPECTO SZMANAL No domingo 21 do corrente foi conduzidoem proci.sSo solemne o Divino EspintoSanlo, i ela respectiva irmanJade, do convenio dos religiosos franciscanos para a igreja de N. S. da ConceicSo dos militares, onde deve a mesla ir.muida le permanecer d'ora em diaulo pois que tendo-se suscitado urna desinlelligencia entro ella '.'"s mencionados religiosos, c nao Ibes sendo possivel cliegar a um accordo pacifico, e consentaneo com o espirito de religin c caridade, Torga foi apparocer osla ruptura, ou separacHo'. NO mesmo da entrou do sul o Badiana Continuavam os preparativos o movunenlos de tropas contra llosas por parte dosalliados, o o Paraguay, quo adherios causa desle, j| tmha promptillcado os seus 10 mil bonicos Por outrolado, era vivamente senti la no Uragsy a morie do seu bravo general, Crzon, candidato cslimadoegcr.ilnieiite aceito presidencia da ropublica. A eleigiio dos representantes linhl-so concluido cm paz c socolo em lodo o estado oriental, excojto todava om urna das fre(,'uezias de.Montiviili'O, onde liouve um rolo e muilos espanraaicntos etc ele. O vapor inglet, quo entrn no dia 23, Dito adianlou noticia algunia de interosso ao antecedente mas por elle souliomos das condecor*c>s, com que 8. M. o I. hnuv.' por bem agraciar o actual presidente do Paraga)' D. Carlos A. I.opez, o ministro e ScCrolorio de estado dos negocios eslrangeiros da repblica oriental, I). Manoel llorrca, o enviado extraordinaiio c ministro plenipotenciario da mcsmi junto a corto do Itio de Janeiro, I), Andr Lamas, c Finalmente o commandante cm chelo do exercito paragayo, D Francisco Sol>no. Mo da 24 terminou na igreja de NossaSenhoia da ferina, a novena do Natal, que leve lugar na madrugada de cada dia, a qual alcui do cosluine ful seguida de urna pralica explicando o inelavel wjsterlo da cncarnaco do Veibo Divino; cuodia 25 cclcbrou-se na inesma igreja inissa solemne, a qual assiaiin iininenso povo, seodu para admirar a itnplicldada de seu visdiario, isto em consequencia dr rccoiiimcndaco anterior feila pelos religiosos do mesmo hospicio, os quaes seno esqueccram de aoa'.hemalisar nos dias da novena o abuso dos presepios em casas particulares, de que se lem dado lanos escndalos ; a Igreja estove sempre ebeia a nao poder mais. Falieceu nasemana fiada nacidade deOlinda o tenentc-coroucl Ignacio Antonio de llarros Falcan, militar anligo, c de suimna prubidade, que serv'o no anligo rcgimrntn ile arliIharia desta provincia, que tantos otliciacs de inerecimenlo forueceu ao exercito. Oa dias de 25 at hoje 28 passaram-se bella c frescamente, pois que as ebuvas, ora mais, ora menos abundantes, lomaram a si o refrigerar c cousolar o tereeiro estado, que por sua polifilo se v lodos os annos na necessidade de guardar a cidade, que os outros desdenhosamcute abandonam. procurando os prazeres e ~ ar Ircsco do campo* Km anoitcile 25 houve, como de costme inissas snli iones em varias igrejas, c em todas ellas Ibi lal o concurso de povo, que ninguem pode penetra-las depois de 10 horas c mcn ; e l>cm que o silencio dauoite mo fusse qui lirado pelo estrepito dos carros, nem por isso onioviinento das ruasdcivuti de ser o uiaior e mais animado possivel, sendo a noilc de natal una daqucllai, cm que a .burgenislc. em pesos tenia o seu poder c forca numrica. Mas, como quer que o* abusos se introincttam em lodos os nossus actos, sejam civis, ou religiosos, auccedeu que, cm algumai igrejas, onde bouve inissa catatada, bem como na maIris de ."s. Antonio e na Conceic.au dos militares, se conservaran! fechadas as portas priucipacs al meia noite, ora de entrada da inissa, ao passo que as meaiuas se eucheram pelas portas travessas f>u das sacrislias desde as 10, com grande e justa murmuraco dos que por um ral moliro dei xaram 'I* enir*r. Renden a alfaodega nos das 22, 23, 24 c 27 — 47:011,707 ra. Entraran! durante a semana 7 embarcacoes, sendo 2 inglesas com bacatho, 1 portugueza com diversos gneros, 1 Barda dem, cuma lmsileira com gneros do paz c eslrangeiros] com guia. Fallecern! 41 poasoas, 34 livres e 7 escravos, entre aquellas 7 horneas, s muIheresclD meninos, c entre catas 1 bomeiu, 4 mullicrcs e prvulos. Dr. Francisco llodrigues Selle Dr. Loureiic,o Francisco de A. Catanho Dr Joaquim Gongalres Lima Antonio Marques de Amorim Dr. clphinn Dr. Ilemelerio Jos Velloso da Silveira COmmandanle superior F. J. l'ereira Dr. Manool Jos da Silva i\eivas Dr. Amida Falc3o Dr. Caelano Xavier Pcreira Jo llrilo Dr. Simplicio Antonio .Marignier Dr. Silva Braga Tenlo Coronel Lopes Lima Dr. Joaquim Vilella dd Castro Tavaros Dr. FoueJon Cuedcs Alcanforado Dr. Joaquim de Souza Iteis Dr. Tai:, ai 111 1,1 Dr. (Juoiroz Funseca 417 dlsendo aobar-aelavrado pelo escrlvara c assl416 gnado pelos empregadoa competentes, o ler, nao de mcdlcao a demarcaclo do terreno da ra do liium, requisitado por esta cmara para serventa publica fallando assigna-lo o procurador da inesma cmara, e ser paga a despeza daincdlcio na importancia de I7;600. e que asalm se ordenasse o pagamento de dita despeza, aUin de poder rcmtller dito termo com mais papis Ibexouraria da fozenda geral: oeste sentido mandou-ae expedir as convenientes ordena ao Procurador. Outro do Administrador da Hacebidoria das reiidos' internas geraea, pedlndn provideaciasse a cmara para que as licencas que bouver de conceder, sejam nrlviainente se liadas, aolcs de jisslguadas, na forma do Regulamento de lo de Julho de I85o,'comprebendendo-ae no numero dellas as de que trata o artigo 18 do regulamento de 15 de Junho de iHIt, q U c nao podcui aer concedidaa aos impetrantes, seta que exhibao o conhecimento dado por aquella reparlico de haverem pago o respectivo imposto ou do auno da linnn ou il' antecedente: que se ouvlssc com urgencia ao Advogado. II ntco do cngenlieiro director das obras pu bllcas, re me tiendo a planta da povoaeao dos allogados e seus arretaaldea uuaaparecc'raentre os desenbos da quella reparti^o, com in dicacao deperlencer esta samara.—Inteirada, que se reapondesse. Uulro do procurador, aprezeotandu o balaoco da rec.eilae despeaa do cemllerlo publico no trimestre de aeterabro a novembro do carrente anno, bem como, os respectivos inappas de iuhuinacdes. A loinlcamde polica Outro do Fiscal de S. Antonio particlamln estar-ae l'azciido deapejos em urna dasWocas de esgolo do aqueducto do patio do Carao, e islo em occaziao que Ihe nao he possivel vedar ¡ mandou'se dar ordem ao procurador ara mandar collocar os ralos de ferro uesla c c 111 unir, boceas de esgoto. Outro do Fiscal de 3. Jos, aprezentantfb o mappa das retes moras para consumo no naladouro d'eata cidade dol.a7 do corrente|n:, n J¡,' ,„„„,,, (460 J Inteirada. PUiloailo usuaes Outro do julx de paz do 2. o deslrlcto. da(t-osladinho de dito, frcguetla de S. Lourenco da Malta, propondo [Soalho de dito para escrivao do mesmo juio. a Joao ViForro de dito centc de Hrilo Galvao : a provou-se c inandouae passar titulo ao proposto. Oulro do ju/. de paz do 3. %  dlstricto dos 291 291 288 277 76 270 268 259 258 256 255 253 237 235 235 229 229 22S Arroba < a Cont rr Ganada 420 .... Botija 180 .... Canad 420 .... Garrafa 180 Arroz pilado —2 arrobas um Alqaoire 4,000 Araras U rna 12,000 I'apa¡;aios U m Bolachas Biscoilos. ... Caf bom ..... Dito r estol lio Dito com casca Carne seoca .... COUCOS COm i'iisea Charutos bons Ditos ordinarios. Dito rolagia o primor Cera de Carnauba Couros de Boi salgados Dito espixadns Dito do mica Doces de calda ..... Dito do goiaba-. '. i Dito secco Estopa nacional .... Farinha do mandioca Alfjueiro 1,280 Fe1j3o 4,000 Fumo bom Arroba 5,000 Ditorestolbo • 3,00u Gomm A lqueire 2,000 Gengibro A rroba 8,800 3,100 3,500 5,000 4,000 a • 3,200 "**4,000 •8,880 4,000 1,000 700 4,000 5,500 120 145 14,000 4O0 240 500 200 Artoba Libra Um ic Libra : PAQUETES KNGLEZES A VAPOIt. No dia 31 deste moz, espera-se o bom conhecido vapor Swern commandante Vinc.ent, da Kuropa, o qual depois da demora do costume, seguir para os portos do Sul : para passageiios, trata-so em casa da agencia, na ra do Trapiche Novo 42. -O arsenal de guerra, contrata o (ornecimonto do p3es e bolachas, para a compa11I111 dos aprendizes menoros do inesino arMMIII, sendo os pues do 4 ongas, e bolachas de 8em libra: quem quizor furnecer, apresenle-so no dia 30 do correno moz, as 1C horas da manlia, trasendo suas propostss. dlslinclos. de e.p.rlto. „.*Vpr^Tn'S' de ella Ignorar a. usa._q.Vtod,> o inono ocio preseoca de orveolura uienio. p-rlntlpaea io,'^htcU^toVZ. t para dtrlg.-loe nos annos da Infancia sabe, e aercons.raogid. a g"„ard "rdm".^ ridiculo quando se falla cm sua presenr. „ lillera.ura, de arte de .ciencia ? P Po tvc £ "f pode ella ignorar a htiiori. do seu palz. „, M reidc'Fariaa Pcdroz. Joao Soares da Fonicca Vcllozo, Manoel Josc Fcroandes barros, e lerantOU-A a sesso. — Eu Manoel Fcrreira Accloll, secretarlo interino acacrivi. — Oliveira, Mamede, Figueiredo, Barros,Carnciro Monteiro, Franca. i.ouo 3,200 180 2,000 COMMERCIO. ELEICOES PBUVINCIAF.S. Ilesumo de todos ot eolleijioa, faltando upenm os deSatguetroe fan Vista Dr. Pedro Francisco de Paula C. de A. 699 Desembargador J. M. F. de Mello 680 'lente Coronel Joo do Reg B. F. 645 PaUro Joaquim Pinto de Campos 572 Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunta 534 Dr. Joaquim Pires Machado Portclla .'...'• Dr. Joaquim de Aquino Fonseca 499 Gonselheiro Antonio P. Uaciel Monlciro 496 Dr. Francisco de Barros Brrelo 493 Dr. Juan Jos Ferreira de Aginar 487 1 iib'-linu Guedes de Mello 473 Jor Pedro da Silra 448 Dr. Domingos de Souza Le0o 448 Dr. Francisco J0S0 Carneiro da Cunha 447 Dr. Francisco Raphael de Mello Reg 446 Dr.Franclaco Xavier Paes Barrlo 431 Vigario geral L. A. Meira llenrique l>r. t. Antonio l'ereira do Carvnlho Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior Dr. Lourenco llozerra Carneiro da G. Dr. Cosme do Sa l'ereira ¡>r. Antonio Baptista Citirana Dr. Manoel Mendei da Cunha Azovedo Dr. V. Sabino l'cssoa de Mello Dr. F. P. .le Brillo e Mello Dr. I.niz Duarto l'ereira Dr. Vicente Fcrreira Gomes Padre Dr. Farias Dr. Cordeiro Gapito AITunso Almeida o A. Dr. Monte-Negro Dr. Manoel M.diado Coronel llonoio llezerra Dr. Olin.la Campello Gapiiao Manoel Antonio Martins P. Dr. JoSo Fcrreira da Silva Coronel Lomenlia Lilis Dr. Joaquim J. N. da C. Machado ¡.oronei M..noel Paulino de Govoia Padre Vicente Ferror Tenoiite-coronol Jos Carlos Teiwira Jos JlrgrnodeMiranJa I enonte-coronel Joso Anlonio Lopes Dr. Bairozo Dr. Borba Dr. L'mb'lino Forreira Clao Vigario A. F. Gongalvos Cuimaraes Major Florencio Jos Carneiro Monteiro Dr Francisco Rodrigues Sele Jos Caelano de Me leiros Domingos Alvos Vicira Nogoelra Paes o'cinri lertfey Jos lloliurto Coroicl Luix Jo Ciiv.ilho HrandSo Desembargador Tellea Pa Jre M. do 8. Lopes Gama Dr. J. Mana do A. Mello nr. Jos Gardoro doQuciroz Fonseca Dr. I". Mena Calado da Fonseca Dr. Alfonso Peros do A. MaranhSo Dr. Jos Raymundo da <;. Menezea i>r. Feliz Tlieotomo da Silra GusmSo Dr. francisco Carlos Brando Dr. Cypnaiiii Feoellon GA. Dr. AntonioBpamlnondaa do Mello 1 Dr. Pedro Cau llano de Ralis o Silva Dr. Francisco Alvos da Silva Dr. M. Archanjo da Silva Costa Dr. Guilhermino C. M. Bacalhao Dr. Manoel Firmino de Mello Dr. Joaquim Villela de C. Tavares Dr. S. A. Maviguior Jos Pedro da Silva Dr. L. F. do A. Catanho Dr. A. V. do Nascimento Feiloza Dr. Dellino Augusto C. dj A. F.srrjvs,, F. c. de Bntlo Francisco do Reg Barros Brrelo Dr. Siqucira Cavalcanti Jnior Coronel Jos Anlonio Pdssoa do Mello CapitaoPessoa Padre Francisco Rochael P. de B. Dr. Pedro Cimello Pessoa Dr. BcllrSo Dr. Trigo de Loureiro M. C. Pesso de Lacerda CAMAK ALFANDECA. Rondimonto do dia 27. 1:429,723 Descarregam hoje 29 de dezembro. Ilrigue portuguez —Tarujo /.-mercadorias. Polaca sarda — Itafaelita — idem. Iliate brasileiro — Capibaribc — gneros do paiz. CONSULADO GERAL. Rendimentodo dia 1 a 2i .38:810.372 dem do dia 27 1 :778,005 Ditas de filtrar Ponas do boi C ento I 'l.l-ali.l M ullid Sola M cio Sarca parilha A rroba 18,000 Tapioca 1,600 L'nhasdc boi. ..... .Cento S00 Couros de cabra 20,000 A/.citc de cairapalo C anad 560 Ptiblicacoes Iliterarias. OJARDIM DAS DAMAS Peridico de instrucedo e reereto dedicado ao bello aexo. Mi viniente do porto. 40:588,377 DIVERSAS PROVINCIAS Rendimontododiala24. .2:483,348 Idom do dia 27 K\!>urt;ir:i<. Liverpool, barca ingleza Proscilla, de 386 tonelladas. conduzio o seguintc: --1096 saccis com 6187 arrobas e 14 libras de algodio. Idein por Macei, brigue inglez Flinl.de 407 tonelladas, conduzio o seguintc:— 1341 saccascom 6735 arrobas a 17 libras dealRodlo, 3 barricas com 14 arrobas e2 libras de caroco de algodSo 50 couros salgados com 1245 libras. Rotterdam com escala pela Paiahiba, escuna hollandeza Albert, de 116 tonelladas conduzio o seguinle : — 22300 ponas de boi, 30000 unhas de dito, 8 saceos com 40 arrobas de assucar. Porto, galera portugueza Bracharense, rie 379 tonella las, conduzio o soguinto : — 902 barricas 0 2640 saceos de assucar, 52sacca$ algodSo, 16 ditas arroz e 2 rolumes doce. RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GERAES DE PERNAMBUCO. Rendimento d o dia 27 398,000 PRACA DO RECIFE, 27 DE DEZE.MBRO D^ 1851, AS 3 HORAS DA TARDE. Ittoistti semanal. CambiosComachegada do vapor Tiy do Rio de Janeiro c sahida delc para a Europa, toinarain algum calor as opera^oe. de cambio, que se acbavain cm apalhia, e lomaram-se lettraa aobre Londres a 28 d. par ifn. c aobre Pars a 340 ra. por franco. AlgodioVcndeu-se de 4/700 a 4#8IHT TS. por arroba do de ¡;......... sorle escolhido. Assucar Fez-ie venda do malcarado di 1^400 a 1/420 ra. por arroba. Uacalho R clalhou-.e de Q/a B/BOO rs. por barrica. Carne secca dem de 2/ a3f 100 rs. por arroba, l'ar. de irigoVendeu-se de 11/a 18/jOO rs, por barrica. Vinhoa O linio e tranco de Lisboa vendeu-sc de 120/ a l42f rs. por pipa conforme a qualidade Frcleal'ar 1 Hauellia em navio francs a 50 f, e 10 por cento, e para o Canal por navio inglez a 30 s. e cinco por cento. Dcsconlos Ai letras de boa hriua foram descontadas al c l|8 por cento ao inez. A semana foi mui pobre de transace. tnercanli., c apena, fea-se venda de um carregaincuto do Mediterrneo a preco oceulto. Ficaram no porto 71 cinbarcace.: sendo 1 americanas, 3 austracas, 27 brasileiras, 3 dinamarquesas, 5 francesas, 2 hamburguesas, 2 he, o qual, para conformar-nos com o preccilo de Horacio de ajunlar ao til o agradavel, resulveuius dividir em duas partes, parte instructiva c parle recreativa. Napriiiini iremos dando cm forma de dialogo e em arligos separados o. conheclmcnlos que urna seuhora deve ler para poder dlzer-se instruida e bem educada; islo he, iremos apreseulando de modo proporcionado comprebenco de uossas Iciloras, dcscnvolvlmenlos mais ou menos exteusus sobre a historia sagrada c profana, sul,ie as -ciencias nalurae. e positivas, soi.ie os direitos c deveres proprloi da mulher, sobre lilleratura, etc., etc. A aegunda contera poesas, rninanses, drainmas, conloa para oa meninos, (4) anedoclas, Jogoa de prendas e icceitas ulcis c curiosas. Todos os oiinicrus deste peridico, o qual saln a dua. vezes por mes (na priiueira e lerceira doniingaj cm folhelim de Ib' a 24 pagina., ero acompanbado. allernadainentc de figulinos representativos das modas mala recentea de Paria, do lindoa riscos de bordados e moldea de I ai, M iiiiliu e de pecas de msica, tudo vlndo da capital da Franca e dado pelo, melhores peridicos all publicados para instrueco e reprcio das bellas Parisienses. (4J Resta smeute que o bello seio brasileiro proteja c anime urna empresa que Ihe he toda dedicada e que lhc pdc ser mui vanlajosa. (O primeiro numero do Jardiiu das Damaa, o qual se acha j quasl todo impresso, salina luz na pi un n a Uomiiiga do anno prximo futuro -4 de Janeiro.) Historia universal resumida. Para uso das escolas dos Estados-Unidos da America do Norte, por Pedro Porloy, tradnzida para u.-o das escolas do Imperio do Brasil pelo desembargador conselheiro JosRibeiro. Este excellenle resumo acba-se nos prelusda capital do imperio, e brevemente ilina a luz : sulisi'i ev.'-sn aesta Cclale ilu Recife na liviana n. 6 e 8 da piara da ludema ordein que a do hon.cn. ; toda a especie de H,CI 8 a '"""" "' % pr a a \ '" e instructao Ihe era recusada, sendo assim con%  PndenCI a 5,000 rs. por cada osemplsr cncadernad EDITAL. Pauta \ MUNICIPAL. I.SF.SSAO'Olll)INAP,IA, DES DE DEZEMitltO DE 1851. Presidenciado gr, Oliveira Presentes os Srs. Mamede, Carnciro Monteiro, Franca, e Figueiredo, faltando sem canxa participada os mais srs. abriu-ae a Sesso e foi lida e a pprovada a acta d'antecedentc Foi lida o seguinle expediente. — Un cilicio do Exm. Presidente daprovincia, duendo que aprovava a obra projeclada do matadouro, a que cumpiiadar-se principio, quanto antes, fazendo-se no plano do edificio as niodilicar.oes, que foram lembradai pelos Medicoa, a quem a caniara-ouvio, destioaodo-sr desdej os mala ampios logradouros possiveii em toda a vimlr.ii; i do matadouro, nos para os seos diversos servidos, como para evilar que dos preros eorrentes do assucar, algodio, e mais gneros do pas, que se despacham na mesa do consulado de Pernambuco, na se— 0 lllm. Sr. inspector da lliesouraria da fazenda provincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, manda fazer publico, que nos dias 13, 14 e 15 de Janeiro prximo vindouro, ir a prac; i para ser arrematado, perantc o tribunal administrativo da inc-nia lliesouraria, a uem por menos lizer aobra dosconceitos a cadela velha da cidade deCoianoa, avallada em 636,486 rs. A arrematado ser lula na forma dos arligos 24 o 27 da lei provincial o. 286, do 17 de tnaio do corrente anno. As pessoas que se prnpozerema esta arremanso, comparecen) na sala das sesses do mesmo tribunal, nos dias cima menciona (ts/HU lili ll/IltltlUV UD %  DimiKIVIVIfVl (*'• .11. — %  > • • %  %  s i mana de 29 de IHzembro de 1851 a 3 del?? 9 P el < Be d,i competentemente li.bi(1) Fallamos do verdadelro homem e nao do bruto com forma huinaua, pois aabeinoa que a eatc a vista da ln llera cm vez de inspirar respeito e amor, inspira smente os mala desordenados apetites (2) O. fcgypcios cjiegaram ao mesmo lim sem se servireiu das grades de ferro dos barens; eile, decrctaram que nenhuma mulher poderia sil. ir i ra .em ler ospes calcados e proHibirain >ob peua de priso, aos sapateiros de fazerein calcados para ellas, fosse de que qualidade fusse. Os Cbins procedern! ainda de uielhor modo para consegulrein o mesmo lim ; ellcs persuadirn! s auas mulheres que a pequeuhez do pe be um dos eleuieutos pnucipaes da belleza ; por isso estas pubres crealuras culregaiii contentes suis lilhinhas aluda lemas para que lliea sejam quebrados os pea em um torulubo alim de nao cre.cerein. De.ta maueira ella, inesma. preparan! seu capliveiro, porquauto nao mulla pruiimldade,inteirada. II/IUI icsuiaua. t ,'*"' ""' uuu %  "•' oui.uua uo 1.01.101 iiiiu.uc: coiu osarpodendo ler-se cm p por multo lempo, lamOutro do Tcuente Antonio Egidio da Silva, I Dita. .'.'i.'. .Cnida 240 tigos 31 e 32 da le provincial n. 286. bem nao podem sabir ra. Janeiro de 1S52. Assucar eme. branco 1'qual. Arroba a 2" • A¡jo"ardeiilo casaca 20 graos Pipa liiia C anad Dita ile .una 2,000 1,600 1,300 1,800 1,400 3.040 4,700 4,300 3,900 litados. E para constar se mandou alTixar o presento e publicar pelo Diario. Secretaria da lliesouraria da fazenda provincial de Pernambuco, 23 do dezembro de 1851. O secretario, Antonio Ferreira da AnnunciacSo. Clausulas especiaes da arrematacaio. l.'sero feitas todas as obras necessarias, para que esle edificio ligue em bom estado e nelle poder residir o destacamento conforme o ornamento approrado pelu Exm demnada perpetuamente ignorancia ; 00 segundo, ella 1 -i .va s iji-u.i a urna luiella que nunca se acabava. A roes era aos ollio. do romano, a suprema virlude de sua companlieir?; quando a matrona romana tiiiha nado todo o da. elle achava que tlnbadado MU provt maravilhosadc sua Intelligencia. Finalmente cm Roma o marido podia repudiar a mulher vontade, tornar a toma-la, cinpresla-la ao amigo, julga-la em familia e at mala-la, Elle nao usava seinprc desta pennissao, mas algumas vezes iii.iiul IVI acoula-la tao rudeincute por seus llbeatos que a desgranada inorrla dis.o. 'Ir. l.u.iii,, Pcllctan, de quem czirabiinos parle do que ueste artigo eipcndcmos, refere que Khegilla morrera assim por ordem de lleode. Alllco. OEvangelho, diz o inesmocscriplor, vaio tirar amulbcr deste inlermiuavcl aualliema, elle resliluio-lbe a alma impondo-lhca obrigacode trabalhar para sua salvacao, derramou-lhc sobre a clice' 1 a inesma agoa de regeneracao que sobreacabeca de seu marido, applicou-lhe o beneflcio do aangue derramado no Calvario, abrio-lhe a porta da igreja, assuciou-a ao marIjrio e decrctuu-lhe a apulheose daescravidao. Klla era excluida do banquete, elle a cbaniou mesa de sua commuuhau; eslava decalilda de tuda especie de direito gloria, elle a coroou com a aureola. Presentemente a mulher lem recobrado na MU ida le o lugar que a lllblia Ihe aasigna, ella he a couipaubeira do boaiem, ella participa de sua vida, de seus trabadlos, de cu. peusamenlos; aua intelligencia dc.envolve-.e no nielo da. inesiuas cendicue muris que a de scu coinpanheiro, poi con.cgulote tem direito „ '"„„Sr. presidente da provincia na importancia 200 52,000 de 636,486 rs. 2.* todas as obras serao principiadas 00 l u l Z'.T S e .7.. CO ': C hI?, p, h r ?..f. v ,"^. q ,,e Diu C anads 300'preso de ummexe concluidas nodOme&w^s£?toMtd !" "• blu Dita resillada. .-. P ipa 42,000 es. contados de conformid.de com osar" ._. ara •* j. / _. 1 .1 i jr*. 1 p*... Ol ^ *i .^V ila I ni np,si*ifiAinl v ooa ELEME.NTOS DB Homceopatkia. Sahio a luz a segunda parte desta obra composta pelo professor bomoaopatha cosset Bimont. Recehem-so asaignaturas pera a obia iuteira a 6,000 rs., no consultorio homceopalhicoda ra das Cruzes n. 28. Depois da piiii.nic.io da lerceira parle, o prc(o ser elevado a 8,000 ra. para aquelles que n3o tiverem astignado. No mesmo consultorio, acha-sea venda ludo quanto lio necessario para o esludo ea pralica da ho1 uiii'.ip.iliiia, como seja: livros impressos [para historias de doenles, regimens apropnados para a provincia do Pernambuco, e encarrega-se de mandar furnecer qualquer encommenda de medicamoutus homoeopaiiih'ns, tanto avulsos como em caitas, em glbulos como em tinturas. No prelo : — Pathogenesia dos medicamentos brasileiros. Elementos de anatoma e phlsiologia com cilampas, paraos curiosos cm homcaopailiia. Roga-se aos seohoros assignanles o obsequio de mandar receber seus exemplares no cnsul lorio bomoeopalhico da ra das Cruzes n. 28. TRATAMENTO HOMEO1'ATHICO. DAS MOLESTIAS VENERIS, e coDselhos aos doenles para se curaiem a si mesmo, sem precisaren! de mdico; pelo professor homceopatba Gosset-bimont. Sahio a luz e aelia-se a venda no consultorio homceopalhico da roa das Cruzes n. 28, pelo preci) de 1,000ra. (3) A infancia bevida de conloa, por Isso querendo habilitar as mus para^iallsfazer esta, por assim dizer, necessidade de seus tlhos, resolvemos dar em nosso peridico cont, morae. e instructivo apprupnados a e.ta Idadc, allin de que ellas nao se vejam obrlgadaa a eon(.11 11,ebistoriaa de cabra cabriola, de alaria borrallicira e outraa, das quaea nenhuin provciio liram eslas tenras eamavels crealuras. (4) O vapor iuglez que parle de Southamptou a de cada un, tra.-oo. sempre. os nmeros de dlffereule. peridicos de modas e trabalbos de senboras publicados cm Paril al o da antecedente.


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JEf %  ^ *xtmm & Avisos martimos. — Pira o Aracily ou'Cear, lnate S. Jo5o¡ qaem no mesmo. quizer carregar, dirija-sea rui da Madre do Dos u. 34, .ou ao mestre a bordo.* — Pira o.Ancity, segu cn poucos das, o hiate brasileiro Capibarilio: qaem no.mes010 quizar carrear, ou ir de pissagom, dirija-sea ruado Vigario n. 5, oucotn o mostr Antonio JosVlanna, no tripiohe do algodSo. Para o Rio de Janeiro. Segu com bravidadu a sumaca brisilnlra S.Antonio,mullo nava d superior aarcba: pira carga, escravos a frute-e pesjageiros. trati-se com os consignatarios Machado & Pinheiro, na ra do Vigirin. 1'9, sVgundo : andir, ou com o cipilAo Jos de Campos Magalhfles, na Pnca. -Para oKiodo Janeiro, vai sabir atoo lim da proslito, semana, sem falta, o brigue brasileiro Rio Ave: para o resto da carga e escravos a frete : tnta-so ni ra do Trapiche n.34, com Novies <5c C.";os senhores que embircim escravos lenham a bondade de mindarem os seus conheclrhentos com antecedencia. Para o Rio de Janeiro e Montevideo. Sabe com multa brevidada o veleiro patacho brasileiro Bella Aila, por ja ter metade da carga prompta para Montevideo : quem no mesmo quizer carregar para quilquor dos portos, ir de passagem ou embarcar escravos para o Rio de Janeiro, dirija-searua da Cruz n 40: a tratar com Manoel Alves Guerra Jnior, ou com o capitn Manoel Jos de Sena Mirtins na praga do c immercto -Para o Rio do Janeiro perlende seguir vilgem com mulla brevidade, o paiachol nacional Margarida, cipit3o Florencio Frm-| cisco Marques : quem no mesmo quizetj carregar, ou hir de passagem o embarcar %  scravoa, pJc entendet-se com o consignatario Luiz Jos deS 'Araujn, na ra da Cruz n. 33. — Para o Porto, segu com toda a brevldade, a barca portugueza Espirito Santo.capitilo JoSo Cirios Teixoira ; quem na mesma quizer cirregar ou ir de passagem dirija-se ao escriplorio de Francisco Alves da Cunba & Companbia, na ra do Vigano. — Para a Rahia pretende seguir com muila brevidaile o hiate brasileiro Exalagflo, mestre, Anlonio Manoel Aflonso : quem no mesmo quizer cirregir ou ir de passagem, ra deS. Franciaco, que ser gratificado, pois ( — Acha-se farinha nova de SSSF, (de raque s serve ao teu dono queja he velbo. minha) para vendar, nos armazens do DeaSuperior quelite", ne roul & Compiohla, no beccodeGonOtbaixo assignado recebeu urna ciixa S IVBS i„-¡n com grande porco de bolmhos francatas Hotel no iuonieiro. de diversas iguarias, o qual vende por pre-1 Domingo, 16 do passado, abrio-se este go commodo a em porgilo grande,vende al I estabelecimento com as seguintes propelo cuate, que a vista nSo deixar de agr-1 porcOes: dar : na travess da ra estrella do Rosario %  Bilhar e sorvete, aos domingos e das sanpara o Queimado deposito n. 39, A. de JoSo os a tarde. Jos Mendea.da Silva. Sala mobiliada e independente, para as Hotel ('Hdense. Elte estabelecimento acha-ae no Varadourr>, proparam-so comidas de todas asqualidades, avjssndo-ie urna hora antes, cuiu asseio e perfeicflo, tambem se faz jintsr. *Pede-se aoSr. Perein Guerra, que foi inspetor do assucar, que at 15 de Janeiro vindouro de 1852, manda, pagar ao Veiga em S. Amarinho, a sua conla, pois quoja se no pode aturar as suas promessas, e sempre Miando, isto a mais do um anno, e nSo he proprio do quom so preza ter firmeza nos seus tractos. -OSr. JoSo Virissimo, mestre de alfaiato que morou na ra do Vigario,queira annuiiciar sua morada ou dirijir-se a livraria n. 6 e 8 da praca da independencia. -• Jos Joaquim Pereira de Mondonga, embarca para o Rio de Janeiro, a escrava creoula de nome Benedita,de22 annos de ¡dado, pertencenteaoSr. Cummandador Sebasliflo Antonio Jos Ribeiro. — Precisa-se alugar um preto, que saiba cozinliar o ordinario c fazer o mais servio em casa de um homem solteiro : quem tiver, dirija-se a ra da Cadeia do liedle, loja n. 5o, ou annuncie. — Precisa-so do um homem, que seja perito padeiro, o que so queira encarregar do trabadlo de urna padaria: quem esliver nessa circunstancia diiija-se a ru das Cruzes a. 30 que achar com quem lu ir, 5,000 rs. do gralilicagao. A quem restituir em bom estado, una loneta d'um s vidrooin castoada em ouro, e que foi perdido ante-hontem, 22 do crreme de noite indo da ponto da Boa-Vista, pelas ras do Sol, Bella, Floren' ni t o largo, do Palacio ¡a eutregir-se na ruado Trapicho n., 19. — Domingos Antonio Gomes Guimarse doclara a quem convier que sendo consinhordiscasasn.l5ol2darua do Crespo nSo pode eniender-se com o mesmo mestre, no I convircom quom quer quoseja om seu aitrapiche do algodSo, ou com S Araujo, na: rendamentosem que com elle ten mh dse ruada Cruz n. 33. enten ler qiianto a sua paite. — Para o Rio de Janeiro, sali no princi-1 — (J Sr. Bernardo de Albliquerpio de Janeiro, a barca americana W. II. I).' |a\,rmnflai f-ima nucir mnn. c. wrigbt, caiiao F. H. Wortliingion i as¡ q ue l ernandeldnw, queiramanpessoisquenelliquizerem ir do passagem,! dar pagara subsencaodeste Uiario. dirijim-se 10 esenptorio dos cunsignala-| — Precisase do urna criada, somonte parios Dame Youle 4 Companhia, iiaruada¡ r i0 servico de cozinha e compras, para Cadeia do Recife, e sealguma pessoa tiver uma ca8a e m uilo pouca familia : na ra alguma conta contra a dita barca, queira| j 0 Hozario da Boa-Vista, sobrado n. 32. apreaenta-la no dito escriplorio al o ultimo do roez, ali -ti ilo ser satisfeita. — Vende-se a lancha denominada Unido, do porto de 19 tonelladas, prompta do necessai ni para navegar, de boa construcgfln e — Manoel de Almeida Lopes, com cisa de consignado para comprar o vender escravos, lano para esla provincia, como para fura dalla, mudou a sua residencia da ra da Cadeia do Rncifo, n.5l, para a ra melhorcs madeiras : quem a pretender, po-l j a Cacimba, n. 11, aonde morou o finado dera miniar examina-la no ancoradouro do Forte do Mallo, e para ajustar na ra da Cadeia n. 39, com Amorim Irmfios. %  Avisos diversos. Eim. vigario, Ba'roto.onde continua, offerecendu-se toda a soguranga precisa para os mesmos e bom trata ¡nenio. — Precisa-se alugar uma prela escrava, para semen do muito pouca familia : na Ponto Velha n. ti. Madama Rosa llardy, modisla brazileira na rita Nova n. 34. Previne-se aos freguezes quo recebeo pelo navio Pernambuco, um bello sorllmenio do chrpos de sjda franzida, o ligas de pe-igUo por elles honrados, e asseguam-lhes nacho e flores; para senhoras e mocinhns que nilo pouparlo esforgos e diligencia — Antonio Pereira Lopes, embarca para do 6 al 12 annus, lindissimos chapos do f paracoutiiiuaroma mcrocera sua conlianca, COI.LECIO F.SPIRITO-S.VNTO. — Napolen Gabriel Be.z, embarca para o Rio de Janeiro, o seu escravo, de nome Marcolino, creoulo. — Jos Vieira de Figueiredo, embarca para o Rio de Janeiro, o seu escravo cabra, de nome Luiz, menor. familias, que indo a pause i o qoizerem desean cara Quartoa preparados para dormida. Espagosi e bem arejada sala de jantar com capacidade de servir i 40 pessoas. Soiti para recreio e passeio. Estribarla earranjos para cavallo. Comida mensal eavulso.preparain-se jantares e prqtuntos, aluga-se louca, vidros bandejas, etc. etc. Tudo por preso muilo risosvel, e acntenles. BOWMAN & MC. CALLUM, engenheiros machinislas e fundidores de ferro mui respeitosamente annunciam aos Senhores proprietanos do ongenhos, fazendeiros, mineiros, negociantes, fabricantes e ao respeitavel publico, quts o seu estabelecimento de forro movido por machina de vapor contina om cffectivo exercicio, escacha co-nipletameuto montado com apparelhos da primeira qualidado para a perfeita confecc.3o das maiores pcr;as de maehinismo. Habilitados para emprehender quaesquer obras da sua arto, Bowman c Me. Callum lesejam mais particularmente chamar a coiegio-Eapirlito-Santo. Osrepatidoa anOuiicios, pelos quaea 6 director ha feito conhecerao publiHb toda a utilidade e excellencia do seu collegio, o dispensam de ainJa se oceupar deate assumpto sendo que aquellequemelbor quizer se informar pode possoaloiento verinca-lo, indo a qualquer hora do da ao mesmo collegio.cerlo de que tudo lhe sera Franqueado ; convenser-se-ha entilo de que o director nSo he animado pelo, desejo do lucro, nem seu finio hejmbair cpm sonoras palavraa e estirados aniunclpa a credulidida do reipeilavel publico. Aproveitando ainda o onsejo, o directordrge suas despedidas por este anno aos seus'allutnnos o seus respeitavois paes, fazendo votos ao supremo arbitrio para quelites cuneo.la prolougados, e venturosos dias. £^* %  nmw >KSit* W Precisa-sa de um ama, quo tenha 89 W muito bom leite, sendo forra e que W W seja limpa para amamentaruma criiSK C? anca do2 mezes, paga-se bom -.quem 4flB C S'.'ce.iar nesta circumstancia, dirijajgf tfii so a ra da Matriz da Boa-Visla n. W) 3 iii.nu annuncie a sua morada, para g* W ser procurada. W se (loante deayphilii pela primeira, segunda ou mi is vezes, em que lempo o foi pela primeira vez, o lempo ou ¡aterrillo que mejdiou no solrimento da una i* outras. Iquaesos principies symptomas que entilo experimentan, remedios 4. de que usu, effeitos do irrilaciio ou incommodo do uso de mercurio, ou outro quslquer remedio, de que so lembre Iho fra subministrado, e em que dose. --Quinto se o mil deque precedentemente so trata, fr precedido, acompanhado ou seguido de algum outro accivente ou enfermidade, quer de origein di-ersi, quer precedente da mesma sypbilis. — Sexto em Dm, quaes os symptomas quer ne elfectivo padeeimento de mal veneroo ou outro qualquer desappareceram, modelicaram-se ou existem sem alterac.lo apreciavel, e que aua manos importa que a declarai.lu do lempo da molestia, sua especie ou qualidade e curso al u memento da consulta, complicicos sobro viudas o meios de de que so lem feilcruso. C. Starr & (Jompanhia, Rospeilosamcnte annunciam qu no seu oxtenco estabelecimento em Santo Amaro, conlinua a fabricar, com a n al ir peiliieio e prompliJ3o, toda qualidade do maehinismo para o uso da agricultura, navegacSo e alio:,i;ao publica para a sseguinles, por ¡ manufactura, e quo para malor commo lo crem dellas grande sortimento j prompta, | de seus numerosos freguezes e do publico as quaos construidas na sua fabrica pdem !em goral, tem aborto em um dos grandes competir rom as fabricadas em paiz es-I armazens do Sr. Mesquila na ra do Brum, trangeiro, tanto em preco como em qualalraz do arsenal de inarinlia, um lidade da materias primas e mo d'obra I Deposito de machinas, asabor: construidas no dito s"u estabolerimonlo. Machinas devapor da melhorconstruccflo A r>, ac larao os com radores um compleMocndas do canna para engenhos do lodos ola manlios, movidas a vapor por agoa ou animaes. Rodas d'agoa.moinhos de vento oserraas. Manejos indepeudentes para cavallos. Rodas dentadas. Aguilh'cs, bronzes o chumaceiras. Cavilhdos eparafusos de todos os tamaitos. Taixas,parees,cri vos e boceas do torna Iha. Moinhos de mandioca, movidos a nulo ou por animaes, e prensas para a dita. Chapas de fogilo e frnos de farinha. Canos do ferro, torneiras do forro e de bronze. Bombas para cacimba e do repudio, movidas a uni, por animaos ou vento. Guindastes, guinchse macacos. Prensas hydraulicas e do parafuso. Ferragens para navios, carros e obras publicas. Columnas, varandas, grades e portes. Prensas de copiar cartas o sellar. Camas, carros do inflo e arados de ferros, ele etc. Alm da superioridade dss suas obras, j geralmenle reconhecida, Bowman *i Me. Callum garantem a mais exacta conformidade com os moldes e dezenhos remeltidos pelos senhores que se dignarcm do fnzero Ihcsencommondas, aproveitandoa occasiile para agriidcccrem aos seus numerosos amigos e treguezos a preferencia com quo teem % modo ¡Caligrafa — — nmui'iu a nvn *.'*>.•, ... M— • — r — -— %  • o Rio deJaneiro, a sua escrava cabra de| grosdenapoio transidos a moda, de llores nome Auna. j ou penachos, do libas grandes para menino — Precisa-se de um ciixeiro, do 12a 1* do 1 atSanno. ricos capolilhos prclos e annos, com pratica, ou sem ella: no becco decores, modelos novos, o muilo entenado Peixe Frito n. 5. dos ; ricos chapeos de palha para sinhora — Manoel de Almeida Lopes, embarca pa-¡ enfeitadose som enfeilos, chapeosinlios do ra o Rio de Janeiro, os seusorcravos Joflo e| palha pira meninos o meninas, ricos corJos, creoulos, oJoiquim denaeflo, de 38; tes de seda bronca lavrada para noivas, veos anuos da idade. ecarollis; gros do aples furta-cores — Antonio da Silva Gusmflo, embarca pa; para ve.-udos o capotilhos. franjas o transas ra o Rio dJineiro, o seu escravo denaeflo, l da mesma cor, para os enrollar : na mesma de nome Joflo, de idide 40 annos, poucol loja lem um completo sortimento de. razenmiis ou menos. '' 8 u>0 U8S senhoras, ja anuuiiciadas, e --Aluga-se urna preta com muilo bom faz-sede encommenda veatidoi, capolinho, loito, para criar qualquer crianza : a tratar e vestiJinho de haptisado por preco comIII ra dos Man vi ion. 12. niodc — U abaixo issignido, com venda na ra Direila n. 74, deixa de vender agoardente e bebidas espirituosas de producido hrasilei-: ra, por ser coletido em uma quantia, qua' nflohepossivcl vender; desde ot.*deji-¡ ,^n_odei852.--ia^elMarimsLi,pes Na Ra do Aragao, n. 12, sc> Sibbado, 20 do correte, funaram A gundo andar, copia-se com pcrlei9 do piteo daSanti Cruz, um sacco, g ( .5 0 q, !a lquer papel em milito boa fe} que 80 achava amarrado is costas de <9; : „„„J„ fe um civ.llo, contando alguna lenco §| letra e porpreco commodo. Ibrancos, dous cortes do chita uma 1 Pede-se ao Sr Josc Carlos de Mendon(l botica homeopathica do 60 medica<&' (¡a Vasconcollos, morador no Sul desla profe meotor, e a obra de medicina horneo| vincia, que se nflo tem jurado nflo pagar a fe pathicade Jbr (em francez) em *vo§#' quom deve, pague a herdeira da fallecida p. fe lumes,ealgunsreimensparaadirec&f Mariana Rodrigues de Jess, a quanlia de fecSodadiea homeopalhici do lllm. >f sois ceios e scenla c tantos mil ris, prinfe Sr. Dr. Sabino Olegario LudgeroPim cipa! e juros de sua divid, conlrahnla, ha fe nho. Furlaram timbem na mosma &f tantos annos, oassevera-se-lho queseonflo fe occasiflo um barril de plvora: pe 4 fizer promptamente saber que oseuassufe che Novo o. 15, qua ser bem recom( &f tina a recebar assignaturas para o mesmo, fe pensado. ^ as pessoas que quizeromassignar o devem •**#*+***.>*. &f **;.*#** fazer quinto antesilim do gozaiem da van(>abine,le nortuguez de leitura. Ugem de enlrarem com o importe do suaa De ordem do lllm. Sr. preiidente da as-: assignalurasnas prestacOes que prensrevem i" iu' i iii.i| .i .i ii-i uuuiW| *i" |-i ..uv.. v %  •.• -tj—-i r da osa n. 40, da ra di Cideia do Recite, I com o importe de suas accOes em dmlieiro para Ihes serem apresenladis as contas e relatorio da directora, procoJer-so eleieflo da nova directora e conselho administrativo, eseguir-se o mais qua os estatuios deiermioim. Recifo, 23 de dusoinbro do 1851. -Joflo Quirino de Aguilar, secretario. — O tbesoureiro da irmandade de N. S. da ConceiQflo da Congregic,ao, faz sciente ios devotos da missa da madrugada que om consequencia de ter fallecido o capellflo da mesma, deixa dehavor a dita missa estes dias santos, por nSo baver padro por ora que o substitu. — Napolen Gabriel Bez, embarca para o Rio de Janeiro, as suas oscravas, de nomos Certrudes e Luiza. -Precisa-se de umi preta forra, ou captiva, para ama de uma casa, que saiba fazer todo o servido, piga-sc bum : na ra Nova n. 35, se dir quem precisa. -O abaixo assignado, morador e estabelecido nesta cidade, annuncia ao publico e especialmente aos freguezes, quecompiou ao Sr. Filippe Nery dos Santos, a lavernada ra Augusta, sila ni loja do sobrado n. 94, com ni macan, lodos os seus effeitos e perteneos, e para que assim conste a quem interessar, faz o presente aiinuncio. Recite 23 de desembro de 1851. Manoel do Reg Lima, — A pessoa que aciiou uns oculos dearniaefio de baleia, aros de metal brancos ociixi verde: querendo restitu-los pollera entregar na enfermara da ordem terceia vis'a. C'iniinna a estar ptente a assignatura noescriplorlo do Sr Manoel Gontalves da Silva : na ra da Cadoia n. 36, todosos dias uleis at meio da. — M. J. de Oliveira secretario. --Precizi-se de um portuguez que seja perito em planticOes de sitio, e siiba tirar formgis, quom estiver nestas circunstanciase quizer Irabalbar no sitio na trayeasa do Remedio n. 21 enlenda-s e com sen proprietano, o Porteiro-di Alfindega desta cidade, na mesma repartieflo qjea vista da pi ova que dar de saber o que cima se desija, e da sua boa conducta &. &. tratar-so-he do aiusle. — -V ra largado Rozario n. 35, loja, se recebem escravos e oscravas pan ven ler por i'.iinmis-jo tanto para a praca, malo, como para tora di provincia, tundo bom trata monto e seguranca precisa. • Paulo GalRiioiix, dentista • frailee/,, ofterece seu prestW 9 iuo no publico para todos os -a* > misteres de sua proflsso : 0 9 pode ser procurado a qual&to*&'\ 4j) CuKSULTORIO CKKTIAL HOMOJOUTHICO fe fe DE l'l %  !,'. VM1I, l s. fe i Dcrigiao pelo Dr. Sabino Olegario lud t: idade, estado, piossflo, e constituI Vende-se na loja Pernambucana da ra do Crespo n. II, superiores cha pos italianos, ricamente enfaita dos para meninos de ambos os sexos, JJ £ l'ara jardins, M. D. Rodrigas na ra do Trapiche o. 26,' recebeu uma completa colleccilo de adornos para jardins, cumposta de vasos de louca. brancos e pintados de todos os tamaitos e modellos. Figuras representando as ostagOos do anno, as partes do Globo e todos os Deoses da tabula, que recommendaa quem tiver bom goslo, o porpregos muilo nsoaveis. Ricas franjas pretas para manteletes. Vendem-se franjis protas, de multo superior qualidade, para manteletes, a 800 ra. a vara : m ra do Queimado, loja de miude3,000 rs., S. da SoloJado 3,000 rs., S. JoSo Izas junto a loja do cera n. 33. T5 ii-m. %  ) *fflaM£ZZ3¡%sr. .^ X



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tem Anno XXVII Seftunda-feira 29 de Dezombi'ii de 1851. N. 203. DIARIO m m PEMAMBUCO. nctjo A HBcainjlo. POA>rlNTll ADUHTtliO. fr trimestre Por semestre Por nno Peco DENIO luiiMum. Por erturtel. NOTICIAS DO IMPERIO Para. ._.. 2 de Deibr. Mines. -. fii-Ht i Maraimio ^ de dllo Ccar... i o de dito. Parahlba. 19 de dito S.Paulo. 10 de It.drJ. I diBabia... 20 de 4/000 11/000 iyuoo ^•500 Novbr*. dito. Dezbr. dito. DAS DA SEMANA. 20 See. S. Thomaz are AUDIENCIAS. ciic .1 triso de OrpMo 2. e5. s 10 hora. I. vara do civil. 3. e6. ao melo-dia. S : Circuui-j Furnia. sobor. 3. e6. 10 horas. te Canluaria. 50 Tere. S. Sabino. 3l VuifV^S Silvestre \ rr 2 S. Isidoro ) Sib. S. Aprlglo. '4 Dom.S. Tilo b. ¡ -Prisco. • 2. raro do civsl. 4. eeabadoe ao meio-d. RtUf'io. Tercas e sbados. EPHMEBEIDEI. Creicente i 2o, as 8 horas e l minutes da m (.lie i a 7, a 3 hora e 48 mi nulos da m. Mingoante l, l hora e <8 minutos da m. Nora i 21, as 1 horas e 34 minuto! da m. rniimn DE eo JE Primeira s IO horas e 6 minutoe da manhae. Segunda e 10 horas e 30 minutos da tarde. BfAHTIDAB DO COBBEIOf. Ooianna e Parahiba, s eegundes • sexlasfeiras. nio-Grande-do-Rorte.todaa as qulntas-felras aomeio dia. Garanhuns e Bonito, 8 c 23. Boa-Vista, e Flores, 13 e28. Victoria, s quintas-reiras. Olluda, todos os dias. NOTICIAS IITRKOIIBiS. Portugal. I de N'ovbii Austria.. 2 de Novbr Hespanba. 8 de dllo ISulsia... 2de dito. Franca ... 8 de dilo Suecia... 28deOutbr Blgica... t de dllo Inglaterra 8 de Noabr. Italia.... 31 deOutbrE.-Unldos 26 dcOulbr. Alemania. 1 de Nvbr|Mcxico... 15 de dllo, Prussia ... de dllo. iCalifornla l2de dllo Dinamarca29 de Oulbr Chill. 8 de dito Russla... 28 de dilo IHuenos-A. 8 de Novbr Turqua.. 18 de dllo ¡Montevideo 21 de Outbr CAMBIO! BE 21 DE DEZEMBBO. Sobre Londres, a 28 l|? c S 3|4 d. p. 1/ Firme Parla, 3(i por IV. Lisboa, 90 por caolo. %  MU Ouro.—Oncashespanholaa...." a 9 §'S! iloedas de /400 velhas. 16/000 a 113/200 de 6J400 novas. 16/000 a 16/200 de4/0C0 9/000 a 9/100 Prata.-Patacoeebraslleiroe.. 1/9*0 a JJ' Pesos conminarlos... 1/920 a MOTO Dilos mexicanos. 1/740 a 1/750 EXTERIOR. Pastoral do Sr. arcebispo de Pars, para desenvolver e confirmar o'decreto do concilio da mesma ciiade, contra o efrot que destroem os fundamentos da jtslica e da caridade. Domingos Augusto Maris Sibourpormizericordie divina e graca da saota Se apostlica, arcebispo de Pars. Ao clero de nossa diocese, sade e henalo em nosso Senhor Jesus-Christo. Depois que llzemos ouvir nossa voz do modo mais solemne pora fazer chogar, por cima de todos estes ruidos do sculo, aos nossoi filhos espirituaos o grito de nossa ternura atemonsada, eremos ver atravoz das nuvons sempre csrregedas de tempestados, o co sorrlr-se um instante para a trra. Trezouquatro mil homens, urnas vozes prostrados sobre a lag do templo na atlitude de adoraco, oulras veies em p cantando de toda suaelme os louvores do Senhor, rivalisevam em amor com os mijos, nacommunhSo encharistica, no festina da eterna verdade. Entretanto do alto da cadeira sagrada, ezpandiamos nosso corceo sobre essa pecio de nossa familia religiosa. Pensavamosao mesmo lempo que um igual espectculo rigozijava lodos os saucluarios desta grande capital, lodas ¡as igrejas do mundo calbolico. No(re-Da:ne n9o nos pareca entSo mais que o echo Jo immenso concert de fiis sollicitando, de todos os pontos do globo, as misericordias divinas. A religiao nos allava ao coracSo sua mais doce linguagem. Ingrimas do alegra corra m de nossos olhos, o livemos nesse dia da resurreicao um ralo de osperanMas, depois desta triumphsnte solemnidade temos olhado em torno do nos, o cima de nossas cabecas, temos interrogado o co, procurando urna consoquencia para estes elizes presagios. Ah porque razSo o ha vemos de dissimular :' Noohu m signal appareceu sobre o horisonte quo polesse reanimar nosso coracSo paternal e diminuir nossos temores, A Ierra treme sempre debaixo de nossos paseos. A sabedoria hu nana existe emp: ella se declara vencida em presanca dcste tremor universal, (temis firmes imperios, | nos termos dos livros santos, inclinan ; a sociedade toda inteira, como um homem \ ebrio, vacilla horda doabysmo; e os po-¡ vos assombrados olham para o ce com anxiedade, alim do ver o quo ameaga o mundo. Esta he carissimos irm3os, a improssSo commum o a preocupadlo geral. Oassom bro perturba al as mais lories cabecas, e peranle este medonho fuluro no ha coragem que n3o desfallece. • Os rois v3o-se embora exclamava, ha poucos anuos, um sabio da poltica human*. Cada um repeto hoje que he, ah %  'loda a S9cieia lo quo so val embora : a velha ordom social ahilo so, tudocahe, ludo precipiti-sc. Mas peguntaremos aos mais habis, depois desla dissolacSo do mundo moral, quanlo o canos se liverfeilo, quem.dira a lu: exisle e a ordem, apparece de novo Grande Dos nilo po loremos conjurar a tempestado que ruge o se encaminha nern desviar esta trrenlo de calamidades prostesa cahir sobre nossss caberas? Sera pois, sempre necessario, segundoo plano divino, passar atravez das agonas da morte psra chegar a vida ? A volta para a ordem, para a paz, a renovarlo da juslica o Jo bem n3o podorSoaer feitassenilo por esto precoi' Deveremos paga-las, sem nenhuma demora, com a destruicSo da CIVSBQSO, com todos os horrores da miseria ? Ouvi, amados irr.aos: Daos nos responJo por BOU prophela, que ello fez todas as na-coos da larra sanaveis, el sunablles fecit naciones orbis lerrarum' Ah! anda ha pois esporanca, se soubermos applicar o remedio ao mal. l'orin qusl he o mal, e qual be o remedio ? O mal %  '— He, no seio do chrislisnismo, csse odio conlra a natureza entre o i ico e o pobre, que o prophela comparava, nos lompos anligos ioimisade selvagoai entre a hyeua eo cSo, he deuc\a parte, oegoismoe avsreza, deoutra parte a ¡nveja e a cubica, he em todos, o amor des -nfreado dos gozos materiaes em desprezo da lei de Deus qu %  calcamos continuadamente aos pes ; he no meo de nossos prazores, o olvido dos celosles destinas do homem; em urna palovra lie o i eccado : porque o peccado s faz os povos miseraveis, uizom os orculos sagrados ; miseros autem fcil populos peccalum. A justiga eterna no deCJ solara nos do alio do co, genaoporquoaullrajsmossobre a teire. O amor infiuilo nao retira-so para o corac>i de Dos senSo porque neslc mundo o rdpellimos de nossos corarles. I'orlanlo a juatica divina e a candada s3o os dous principios que darSo, em sua com %  binasfio iiilelligente, soluco do terrvel enigma proposlo por esta nova esphinge, prompla devorarlo da sociedade que debaldo tentar rosolve-lo. Por ellas sumonlo seraoexplicidos e resolvidos os femidaveis problemas sociaes que eocerram em seus flancos obscuros, como as nuvens da tempestado, a ruina, ou a prosperidaJo do mundo, Ah! enlrem profunda o universilmenU em nossas leis, em nossos cnstumes, na vida social, a juatica e a caridade, que o ceo, tomando-sesereno, nos annunciar ainia bellos das. A sociedade realisara entao pacilic iinenl', debaixo das influencias do Evangolho, com o socorro dos precoitos da Igrnja, seu nico legitimo inlorpttre, as translormacoes uccesvas no bem que a providencia pode reservar-lhe por urna lunga serie de seculus. Urna multidSo de espiritos houestos, queridos irmflos, procuram de b6a f a solucBo doa problemas de quo todos se espantan), ua co binajao e nos resultados da ciencia humana. Ellos chamara em socorro di sociedade ooi perigo a pbilusoplua ea legiaisgao, a poltica ea industria l.ouvamosseus estorbos, quaudo mesmo sojain infructuosos, poiquo a impotencia do sua boa vonlade nao loe tira nada de ou mrito. Mas a amencia 13o somante uflo he bastante para nos salvar. Todas suas tentativas ser8o vana, sear nao favorece-las e nSo apoia-las. Ah no so sobejos todas as luzea reunidas da f e da scioucia pira dissitiar aa espessas trovas que nos carcam, be faior-nos (thlr do labyriuto no qusl nos echamos encerrados. Eso smente estos dous grandes riclio do mundo dos espiritos, juntos nos podem fazer achar um caminno oe salvarlo nesle ¡nextrincavellabyrintho, d'onlevem a demencia que nos leva a sopara-los, que digo, a oppo-losenlra si, e a procurar extingui-los um polo oulro? Para que estas pravenc,0es, estas desconfianzas, estes apartamentos, esta lula insensata ent'e os homens da sciencia e os homens da f ? O tacho da f o o fecho da sc'encia por ventura na s3o accesos no mesmo rugo? Seu brilho n3o f iarte da mesma tonto, do pti de todas as uzes naturaes e sobrenituraes, do sol eterno das intelligencias do verbo que ¡Ilumina tolo hornera que vem ao mundo e daquolle emfim quehe o caminho, a verdade e a vida .' Jiinlem-o pois a scioncia e a f, para trabclherodi na salvacjlo commum ; a sciencia por suas investigarles suaa exploracOes, suas de dur,flei mudas vezes to admiraveis, mas todava sujeilas o erro : a f por saus preceitos divinos sobre os direitos c deveres do individuo, da familia e da sociedade. Nos, homens da f, deporemos nossas desconfiancas exageradas tslvez, so vos homens da sciencia quizordos despojar-yos de vossas injustas prevencOes. Nao ropilla a f as realidades da sciencia, D0o re. illa a sciencia as verdades da f, que lodos os problemas sorfio logo resolvidos. A fu lomando de bailo de sua snlva guarda, ooino pane iutegranlc de seu dominio sagrado, ludo o que hade ioviolavel sobre aterra, d a> bases iinmulaveis do eslado social, c estabelece as eternas condiedes da ordem. Pcrinllte ao depois que a sciencia edifique sobre as bases dadas, comanlo que o edicio construido por ella, sempre aprumado sobre esles vastos fundamentos, nao viole as proprias condiedea de sua existencia. ftespeiie ella, pois, constantemente os dous grandes principios da cstabelidade e da prosperidade das sociedades humanas, a saber ; a juslica e a caridade. Eclareca-se sempre, tm sua obra, com as lu7.es da f, cuja omissSo be adverli-la de seus enus, principalmente quando estes erros violando os uiaiidainenlos divinos ou ferindo a ordem moral, dcslrocm os fundamentos clamos da juslica c da caridade. He isto o que ella tu hoje pelo orgao„do concilio de Pars. Decnto contra os erras que destroen os fundamentos da iuslica eda caridade. As circunstancias adunesexigeinque condeinncmos, como de fado condemnaiuos, os erros daqnellei que allirmainqueos individuos e as familias nao |idcui possmr justa e licitamente bens como proprlos, que as leis civeis que protrgein a propriedade, eslabellecem por lito mesmo a injiislica e a tyrsnnia. Devenios ainda com mais forca condcinuar as assercOes desses homens que omini assevcrai que os preceilos da religlio, esobre ludo o preccilo da caridade, sao favoraveis a cslc erroi. • Porin anda ha oulros ri ros que tendem a enfraqueceror romper lar o o amor -nternal entre os homens. A origein desles erros he eaia phllo.iophia perversa que ensina por seuasystcmas diversos que o Intcrcise de cada um he o undanienio de todas as obrigaedes inoraes. ci Por lacssyslemas, ninguein ignora que nao losentimenlodacaridadc enl'raquece-se nos corsces. sean que a proprla noco desta virtudese extingue nos espiritos. Desejando con servar ou renovar em lodas as almas a verdadeira nocao c o senllmenlo iuliinoda caridade, condemnamos esta doulrina nnpiac parllcularmcnlc suas funestas conscqucncias relativamente ao amor do prximo. Alm disso exhortamos vivamente ns curas e os depositarios da palavra divina, que lembrem frequentemenlc aos liei> aquella le pela qual Dos rccominendou a i.ida um que livesse cuidado de seu prximo. Kinlim empreguem elles lodos os cus esforcos c todos os seus cuidados em soccorrer quanto ihes for possivcl os nossos irmos indigentes. Desle modo, a lei evanglica ter aeu mrito c sua gloria aos olhos de lodos, quando o pobre desprexado cutre os pagaos, lor vislo acolhido c soccorrido entre nos com aquella honra, com aquello respe!lo que Ihc concede qa igreja a verdadelra caridade, nasclda do preceilo de Jess Chrlsto, i Finalmente recommendanaos aos pregadores qne acaulelem-se de abalar os fundamentos da justica.revindicando os direitos da caridade, e que parceam lerir a principios da caridade del'endendo as leis da juslica. > Nao desenvolveremos dela ves senao a primeira parte do decreto, que se refere ajusOs elementos primitivos e essenciacs da sociedade sao a religiao, a familia c a propriedade. O principio duplo, do qual tomamos hoje a defcia com o concilio de Paris, appllca-se a cada urna de>las tres bases constitutivas. He por assiiu diier a iript-cada vida social sustentada pelas inos da jusli'ca e coroada pelas da caridade. Seabaterdcs una deslas columnas que susi< i*i mi o muudo social, a sociedade toda inteira se desmoronar e nao podereis mais couceber, ncm mesmo a uosao dril i. Oprimeiro fundamento do mundo social, he a religio. Ella he a deposilaria dos eternos principios de ordem e de moral que ligam o homem divindade antes de o poder ligar com icusaeinelhanlcs. Sem ella nao ha sociedade possivel, porque ein ella nao ha mais pacto obligatorio, uo ha mais leis, nao ha mais contratos. Se nao queris dar crdito palavra divina que proclama tsla verdade ? Kscutai a ra>aopagac philosophica no que lein de inaia elevado ; ellu dir-vos-ha pela voi cloquele de Cicero que a base de toda a legislado, como o prlmeiro apoio dos Eslado, he o temor do co '. quecumpre antes de ludo, que os cidadaua scjain intimamente convencidos da existencia de Ocos supremo ; de sua providcuca, que goverua o universo, e regula seus movimenlos, de seu poder ao qual eslao submetlldos sem excepeo todos os seres de sua vigilancia, que penetra ai os nossos mais ntimos pensainenmenlos ; de sua juslica emllm quefaxadislinccao dos lioiiieus pledosos e dos impos, para julgar cada uc segundo suas obras. Sem Dos, lical bem certas diiso.vossas leis nao tein lorca, porque nao lem sanco, c a unio dos cidados, pressegue o philosoplio, nao be invlolarcl seno quando ella lie formada debaixo das vistas e de alguina sortc no tribunal da divindade. Eis aqu o prembulo, concluc elle, de loda a lei: assun o. chama Platao E se este solemne orculo da sabedoria antiga nao he Dasiamc, ella vos dir aluda com Plutarco, que seria inals fcil edllicar-se uina cidade nos are* do que fundar urna sociedade sem religiao Como lito Livio • que a religiao depois de ler unido os homcus em socitdade, he sd O segundo fundamento da ocied.de he a fapriedade, e se forem sinceros e de boa fe, a i servar-se vivo; por que aquella quilhe milla. A familia he o elemento primordial de variado penetrar fcilmente em suas al-fdouavida quo' que elle viva, diz o isil5 uc a eocledadc secompSc, porque a ociedan,,^ Cora estes horneas he aoe queromostmisto, el vita in volntale cjus. cho vacillanlc, ouiea Interesse variavel ¡ pol'in a familia he s quem pode estabelccer entre elles lcos duradouros para a procreaco e educayao dos lho, por meio dos qoaes enlacando-ke as geraedes urna na outra, os pas nao vivem mais ento smente da vida rpida que Ibea he propria, mas tambem da vida que teem transmittldo a seus decendentes para perpetuar seu nome com sua ra^a. D'ahl urna verdadelra unldade natural e moral, que liga no lempo e a travex de suas vlcissitudes, todos os individuos nascidos de um mesmo tronco, inspirando-lhea um mesmo enpiriio, que os torna solidarios na vida de familia da qual participara. Este espirito de familia he o principio do espirito nacional, como a familia he o rudimento da naco. lie por esta razao que urna sociedade civil, qualquer que seja a forma de seu governo, nao pode ser constituida nem subssistlr, se a perpeluidade, a indlssolubilldade, a sanlidade da familia no forem reconhecidas e garantidas. A familia, gracas a Dos, nao he seriamente atacada no momento presente. Temos inuilos outros erros que combater ; multas outras verligens nos perturban!. Tena havldo, he verdade, algumas tentativas nestes ltimos annos, mas o bom senso, a razao e o pudor publico trataram-nas como pedia a juslica, antes inclino de se lercm acabado deprodusir. Tondo o concilio de Taris julgado a proposito passal-as em silencio, eremos tamii.i o ao menos por agora, que dio nos devenios oceupar com ellas. O lerceiro fun lamento da sociedade civil he a propriedade. Ha ella quera assegura ao individuo, familia, ao eslado o lugar o os meios de existencia ; porque n3o s, he necessario viver cm alguma parte, como lio tambom necessario viver de alguma cousa. O lugar da subsistencia para o homem civilisado exige lempo, trabalho, esforrjos continuos para ser preparado o accommodado as suas necessidades, o que suppoe que esto terreno perlenceclho, que elle lem loiophia o direito do propriedade he funda-I Undoso o homem apropria-sn dos ohjecdo sobre a naturoza ? Era outros termos ,1 tos consumidos; porem aqu priucipiam oserinlelligonleolivrepode legilimamcn-Js difliculdades. o:ijecta-se quo sendo os n ... %  r i. i. i „_. .............. n. 1.1 ....i. ... te por sua actividad entrar na posse do alguma cousa ? Eis-aqui a nossa reposta. flemontai origen) mesmo do ser. Daos de toda a clernidade se contempla ; porE que caracteiisa o ser intolligeote, hoo dejentrar em si e de so ver com os olo espirito para conhocer-so Daos porlanto abrange com um olhar infinito, tu do o que ho em si mesmo, afim de distinguir-so do que n3o he. Esla vista eterna da-lhe a sciencia total, quer das magnificencias reaes do seu sor incroado, quor dos lypos sem numero dos mundos reasilaveis. Ora, por eslooonhecimento, do qual Iho vain a consciencia do que ho, elle toma, se isso so pode dizer, posse do si mesmo. Primeira posse na qual ello ho eternamente investido peloproprio exercicio da sua soberana ¡nlulligen.'ia. Daos n3o so possuo somonte pela scioncia de si mesmo o do quo nao he elle por meio dess intelligencia sem limites ; porem como lem urna vor.tale li#e, elle polo obrar para manifestar-se em tal ou tal ponto do cspaco.om (al ou tal inflante da eternidad. Mando ello tem decretado rcalisar tora de si, uina creactlu poda escolhor no circulo sem lim dos mundos possiveis. Nada nesta escolha domina sua volitado-soberana ; pelo contrario sua vonlade soberana domina ludo. Perianto ella possuo sempre sua actividada creadora na plomtude do seu livro arbitrio he urna segunda posse do quo sua vonlade eterna o investe, o quo o torns senhor absoluto do seus actos. Sea) duvida, Deus he f'Cundo em si mesrao do urna eterna fecun lidade; porem urna natureza inlinitamonte boa requer tambera manifestar-so exteriormento. Senbor do sua accao soberana, creon pois hou sua aetividado exterior em exorricio 0 fruc. segura a sua posso; o como desto terreno )V remeiiteo por ¡amor, querendo fazer bem devo tirar seu sustento e o do seus hlhos, i, lmag ,. n de si m^mo, o que tambem nao polo fazer som lempo o i A croacao | 10 como o trabalho do Dous, trabalho, preciso he ainda que lenha a garanta da que n3o perder os Iructos do seus suores e desua industria. Nada ha mais fcil de comprehendor-se do quo quo n3o ha familia nem o>tado sem prooriedade. Ella heuin i dascondigOes da civilieasao.e querer su_ pnmi-la he.como vamos ver.rebaixar o hoass ig„ a | a sua obra com seu cunlio, para mora para a vida brutal 0. incerla dosann J(15Ua gljria n 3o passo a oulro ; o archimaes. Eis aqui olndo o mais amcar,Bdor da Wco Jo un ers0 [oprimi Sobre C'da ordem social e conscguintoinonle da Pzpu-' U!na dasercaluras que o compnen, o sollo homeds irm3os, o por conseguinte fizases, lodos lem naturalmente o mesmo direilo a lodas as cousas, pois quo tudo foi dado a todos pelo Creador. Isto seria verdadeiro som duvida e possivel, sa u objpclos que (•orrospondom s nossas necissi ladea se olT;recr%se.D a nds completamente preparados so nao tivessemos nenhum trabalho em procura-Ios e dispo-los para nossjuzo; na idada de ouro dos poetas, cm que a trra pro luzii espontaneamenlu, ellas porleneiam ao primeiro occupsnte; assim como no dosorl i q'uao lo o man cahia lodas as noitcs do ceu para nutrir o povo de Deus. Cada um u3o liiiha ouir.i cousa qu i fazer senao coIher ou apnhar; porem nu sucncJo mais assim ao menos para a generalidad!) dos homens. A Ierra mo produz mais son.lo pelos esforcos da cultura, c seus productos, ja arrancados da sou seio a custo do nossos suurcs, deven) amia sor transformados lela industria, alim de quo possamser empreados em nossos usos. A cundilo do trubalho no estado presento do homem, vem pois juntar-s > a condioao da primeira occu ac,3o para determinar o legitimar a proprielade de um obj cto. lio pelo Irahalho de a^u pensainent), do sua vontado e desua nulo que 0 homem da cousa a feic3o anloga as suas procisOcs, o Iho ¡mpO! desla surto o sello do sua personilidada. Hile assignala-s,por assim .izer, com SUS Imagen, pois a tem tornado propria pura seu uso, o pode por lauto servir-se dola oxcluslvamonte, nSo s pelo direito natural da nece-sul i lo do sua natureza, senfio ainda lelo diieito moral, adquirido por sou Irahalho da qu'l deve recalhor os Iructos. homem pois faz, por seu trabalho, passar elduma cousa de sua pessoa p'ra os objectos ixtarnos : dapOo nellesalguma cousa supremo no seguir outra regra no dia final. Cada um deve recebor em proporco do que faz : esta he absse de toda moral e do toda civilisacSo ; porm esta regra nSo lem mais sentido nem applicaQflo ae ludo pertonce a todos, se no ha direito e legitimidade sen3o na posse commum. O p.-e-. guijoso recaber tanto quanto aquello que trabilha, o dissoluto tanto quanto o operario honrado aquello quo nada produz tanto quanto aquella que produz mais. Elle receber mesmo mais porque consumir* em rasa!) do sua ociosidade, do desenvolv ment de seas appctites o do lempo que gasta em satisfaze-los. Por eslas rasOes, a doctrina que combatemos aqui no diz mais : A cada um aegundo seu trabalho mas A cada um segundo suas necessidades > esle he o axioma fundamental da nova moral. Ora como aquelles qucso menosoceupados lem ora geral mais necessidades roaos ou facticias, seguo-so quo a equidade nesta ordem de cousss, cunsestria em dar mais aos que fazem menos, e, por conseguinte om nutrir OS vidios, o dessipadoros dos suores o da substancia dos ci.lados laboriosos o honestos. Eis aiuiajustica cora quo nos quercm brindar. Foi pois com razn que dissomos que,sem o direilo de propriedade no ha nem moral social nem justifa, quo no ha mesmo meio do defin-las; ou antes que, pare faze-los comprehender no sontidc/ilos novos instituidores dos povos, he preciso negar o que todos os seculos leem nflirmado e seguindo o Cdroiiilu <• miran i da tradieo do genero humano, dizer afoutamento : A justiru consisto cm dar a cada um o que n3o Ihe pertence. A mxima eterna n3o sori mais. Suum cuique, porem : caique non suum. VIII. Porem deixemos a demonstrarlo, e todos os raciocinios humanos. So a evidencia losles principios e dcstas deiuc,0>s garantida pela rasao u nanimo dos seculos n3o ho sullicienlc aos contradictores, eis-aqui a autoridado do ceo, cuja grando voz echoou sobro o Sinai,intimando seus man da montos aterra. Ella proclama o direito do propriedade econdemna tuto que o offende, eesla voz que ho a voz do eterno, faz ouvir oste maudamonto. > Escuta, o', Israel, tu n3o 1'urt.iras. t) proprio desojo de occultar o bam de de seupeusa tiento, da sua vonlade, da sua outrom ou a condescendencia no pensamennai^ndo quT ".s". do qual f.zomo, toros, o suas pena, de seus.sucre, do sua lo do rouho he pro,,, Indo 0 parto he o fructo desle trabalho. do seu trabalho tanto Deus s lie vel do ceo o ,„,o. un.vidaodesuasulislanciu; estenda sua par Tu nuo desojaras aproprtsrtc njtislau hesuaorouriedule. Por sonalidnde sobro cssos objectos os quaes mente da caza do tau prximo, nuo cobicaeo nussuidor incummula, toruam-so para ella um novo do ninio, elle ras nem sua inulhor nomsou servo.nem sua da trra F como o obreiro lem sobro ellos por essa exlencflo, um diserva, era seu boi, nem seu burro, nom reito tao legitimo, t.lo n .tura!, como o quo. nada do quo Ihe pertencer. o tem sobre as facul da ¡01 de su espirito so-I A religiao, liol interpreto do mandamoiibreos oreaos de sou oorpo. l'.st -s objectos to divino, no deixa nenhum pretexto, netornnm-se accessorios apndice* de sua nhuma illusSo o ladran, o declara, pelo orblic.. lea'propiiaddeqoeoserrusdenoBue'Lrom'potecia'.'o de sua inlellicncia existencia, o ello podo da-los, assim co-uo'Bode seus proplietai c do setisaposlolos, ao.d 1 .salBcampnncipalment,unsoomto-i J ^ 0 !" 3 r ; cllc '"' O U e jda *au lempo ese J I, aballio, iran-mitli-los ;¡ue; m,o he^permetl.Jo tomar o bem de oudaa violencia queinspiram ardenteseculpaveis cubic.sjoutras com a exaltaco c falso enlhusiasmo,destaospeciede tana que iliusOes honestas em seu principio —. illusoos tanto mas perigosas qnanlo mais leu DI)Jer tuj0 r U esle com u,ua soberana, tabellccidn, do pussuir-so asi mesmo pelo pouoin ser agraiuvu a c.os L mas perigosas qnanlo mais teu Jer t uJo Tizesle com uiua soberana, labellccidn, do possi nais dcsiuteressadas. I 8 bodona : a Ierra est choia dos bens quo ex reitio do (odas as sinceras so e ina S3o estos diversos erros que o concilio de (omiarn SU ¡inmenso dominio. Paris ferio com seus analnomBS, na primeira parlo do decreto quo acabaos de ler. ,. Ora o homem, IV. i —— ". imagom do Deas, com Um dia charissimos irmos, s i lnl n 1 ?. 0 .rJl olle sclividadj intelligento o livre, no po facilidades que constijtuem sua pcrsonalidade, tem o mesmo diroito do poss) sobro lodas as cousas necessarias a sin conservando e ao desonvolvimcntodo sua vida, comanlo quees. tas cousas nSo eslejam ja oceupadas por sa, o por outros, o soinpre com a condico do apro,,a pria-las asi pelo trabalho. Ninguem pode som isvino salvador do lomillo com seus discpulos j,-,,' e lle possuir alguma cou um detles disso-lhe : Mestre, admirai : que 'semelhanca, lornar-se proprielario ? pria-las n si p pedras que estructura Jess vollandoSa [ )eus || le( i eu intelligencia, ho evidenmais cnlSo tirar-lhas som mjuslica so respondou: Estaos vendo a grandeza desiloque pe | a refiexao, apanagio do sor raviolar os preceitos olern )S di equidade. la construc?ao,pois ludo isso sea destruido cloua | 0 || B lam e0 iiscioncia de si mesmo: ¡o he, som abalar una das bases soore as o n3o licar pedra sobre pedra. gabe desdo entSo oque hoooquenSo lie, qunes repousa a ordem social; uraa nuva Depois do havor medido com rpido volc por esta sciencia do si, toma vordadeiracousideracSo tamos quo apresenur-vos, a ver do olho, desloa baso aleo cume, o lomonto posse de si mesmo : por quo diz ensaber: quo deslruiudo so a proprieusdo do do edificio social, nos vos diremos, a exiSo : in/ioalma, Meu corpo. %  Ello tem destroe-se como mesmo golpa a jjsliea que emplo do salvador do mundo : Estaes venpo j s uma alnla Jaa e scu corpo | n9 per t e „ce. torna-so desde enUo impossivcl mesmo de do a solidez deste templo que Daos fundou Esoellolem uma vontado livre para odolinir-se. as proprias enlranhas da natureza para a-j i, rar C01 |, iliscarnimenio, podando por ella *' brigarnoste mundo a humsnidado ? 'exerceras faculdades desta alma o os orcom crtoiloa dclinico djjuslic) proclaPois bem, tudo sera destruido inteiraga0 s desse corpo, dirigir para onda quer ma(lil pelo sonso commum o p di conscimente, so osse possivel que uma das nos i 0 j as | as ¡oreas de seu sor, possue em si cn0 ¡, Jo fiPncri i humano, ho que importa cousas seguimos chegasse algum da a prora asmo uma potencia do acco. Esta acll,| ar c ( i a un oquo ho seu, o qoo Ihe por"alrc r. ividadolivre hocvidentemenle ain la do seu i onc i0 q U; in |,o devido, suum cuique. O slheismo Iheorico ou pralico, a prodominio e muguen, ple nem contestarora esta difiiico supondo quo alguma c ni liscuidade substituid) ao casamento, ees Itt'a, ncm tirar-lh'a. Em qualquer p isico s po j 0 pertencer a cada um, implica evpoliB3o da propriedade Qualquer pois da vida, escravo ou livre, al nos ferros, uome nient • odiioito do propriedade. Tique for bastante andar para constituir-se, ello dir miaa vontado minlm lber Jadc, raj pi) ¡ s esla poss ,b,|idado de aprovac3o, no se,o da civaMisacao e A luz do chrislianiquando mesmo uma forca estrenua as liver SU pp 0 |„io que nada possa ou deva pertencer mo, o promotor de taes alternados, devo ser encadeadas. pessoa alguma, quo nSo ha mais lugar olhado como um inimigo publico do geno-. Finalmente, so por esta potencia de acnem pala a j„ s t¡c, a destributiva, nem para a ro humano. cSo, ello produz voluntariamente alguma ¡ us iica commulativa, II. xuusa fra de si, se realisa livremenla primairamoUe a juslica destribuliva, om O bom senso, a philosophia.a religio con-, urna creacilo do seus pensamentos, devera nua „ t „ juslica consiste, no na dist ibulco ordam em reconnecer o direito de piopriepor ventura sai piivado do fructo de eu l¡iS cousss em si mes as, dos omp'Cgos e cor MU em reconnecer o uireilode piopi. dade. Todos trezautorisam eproclamam-na trabalho, do rosultado do sua propria acti,j as ,|| g „i.i.„ies conforme oncas ou o cpela insplracao esponlanoa pela reflec3o idade; sua obra podera deixar de ser sua onc \ u l0 f avor ou o arbitrario, poro n na da sciencia, pela virluJo da palavra saobra, a cousa sua, sua propriedade. distribuida ou remuneraco motivada, erada. Naohum podor podo fazer tal, porque S)n ccionada polo direito, fuala sobro a Principiemos por interrogar o bom senIslo implica contradiccilo. A usurpnco capa cida le, sobre os sorvicos, om uma paso e a philosophia, afim do proparar-nos nSo podo disfargar-se aqu, ella sa manirea| aV ra, s >bra os mritos. Orase no te nos para ouvir com mais rospeito a grtnde ta na propria linguagem; por que osedireilo a na la, ou so o quo vom a ser a voz da religio, que a do proprio Dosnbor do escravo no dir jamis. meu tram0jma cousa, tolos tem direito a ludo, no O bom senso declara-se de um modo inbalho, fallando do trabalho de seu escravo. |, a m us raso legal o;i meritoria de districonleslavel pelo consentimenlo geral dos; l'or lano o homom ho cipaz de possuir buicaoou de partilha, e desde entila mo povos. Nilo ha un s na anliguidade, nem a imitaco do Deus mesmo o dobaixo do 8erva mais de cousa alguma trabalhar e entre os molernos, em o qual a propriedade, sua alta soberana ; mas o dicito do proprestar sorvicos patria, procurar o nfim, quer publica quer particular, n3o lenha sipnoJada decorro para ello nSo somonte de na f d D ¡|, a „ u nu es'.ado, merecer do um uo estabelecida como uma cousa legitima, sua natureza intolligonto e livre, sonao modu qialquer ; no pode haver mais nem quando he adquirida as condices naturaes tambem de sua naturea limita la o preciq UBS ia u de mcrilo, nem do ronumorac3o. o sociaes que Ihes so inherentes. He um lia, sujeilas a lodas as necessida les da Ao depois no ha mais lugar igualmenti tacto umversalmente reconhecido que toda vida. E uulai aqu charissimos irm3os a para .jusmja commulativa, porque deque a civilisac3o repousa sobro a propriedade, o infinita differonca entro o Deus creador „ 0 rve fazer-s: urna troca, quando sa lam que pretender dcstrui-la. ho querer acabar o o homem sua imagom. direito • todss as rmu ? e alem distoso com a propria civilisacilo', he rebaixar o ho, O Eterno nao lora necessi lade de alimnn i, u „ e m possuo cousa alguma como promem.comoha pouco dissemos, abaixo mestarseu sor, ello he a tonta inexgotavel da pr a „3o ha nadi que Irocir. O commor.' '. I %  ..— ..: I.. .....I .i ..... ...1 .. umII.UI Orna. %  ,— 1 — .-*.*-afts nn.nn ... E ainda i O Allissimo o5o aprova as dadivas dos ladros, n jo olha para as oblacaJes dos injustos o n3o so abrandari conlra sou peccado por causa da multidSo de seos sic ilicios. Einlini os orculos sagrados fazem tremer os l.ulioes debaixo da ameaca dos mais forinidaveis castigos do lempo e da eternidado : o Enviarei a maldcelo, dizosanhor dos oxercitos,cl!a ontrar na casa do ladran, por que todo o ladr3o ser julgado. NSo vos eiiganeis, os usurpadores do bem alheio.os ¡adi ., n3o le:.10 parto no reino de Daos, a Para ventura sari necessario ajuntar a estas palavras divinas ou inspiradas os lestemunhosda IradicSo eclesistica 1 Os concilios, os santos padres, os doctores nSo so senSo liis echos dola. II) a vos da Igreja universal e a doutrius do todos os seculos. IX. Mas a roligio no se limita a sanecionar lirectamente e em si mesmo o direito do propriedade, ella prctege-o ainda e bonra-o din sua funte que he, o ira bal lio ; ella nao esperou as concepces dos economistes do seculo 18 e 19, para proclamar, no seio da liumanidade, o trabalho como um dos fundamentos essenciaos da propriedade; smenle, por que sabe melhor que a scioncia moderna oque ha no homem e o que resulla do sua natureza, applicou-so unicamonto om apreseutar o trabalho como um dever. .Sa verdade, o trabalho do espirito nu do corpo he o dovar do todus, e como do dovor oasce indubitavolinenteo direilo, o deva natural do trabalho quando comprido, d o direito sagrado ao gozo regular dos fruclos que nma pessoa tem produzido por sua aclividade intalleclual ou phisica. A religio ensloa-nos por lano, charissimos irms, que o trabalho ho uma lei do nossa natureza, o que a observancia desta loi toj) sito sempre sau doror para o homem, ainda mesmo om sou estado primitivo, quando gozava da inlogridado de suas prerogativas, quando eslava ebeio do todos os favores celestes. Porque o Seohor Dous tomou o hornera, diz a narraco authenttca do sua installaco sobre a Ierra, o collucou-o nojardimdo Edea para quo o cultivasse c guardesse. E parece que nosla cultura, nesse trabalho, o Senhor deu o di., .. _i--_.,,. „.. r....u.. .... o. relio o iiouieiu uo ...... v • %  u. w i •raizo tcrroslre, pois que disso-lhe ¡inmediatamente : Tu comers de todos os fruclos mo do esla loselvagem ; he reduzi-lo a um vida, o quando so raanifesta por uma croaC10 tor ,ia-so portanlo impotonto como a iu-1 j ari |i,n, somonte, efim de que saibas zaqucn3osoria cSo, nao he sonao para dorramar om ondas dustria, o no vemos mais era quo podo' nao possuej a t a vida o coma vida lodosos bous da nalu,¡ am empregor-se soriameiilo, os mouibros ¡j|^, s i rumen tos de teu Em loda a serie dos seculo, esto consenreza o da graca ; maso homem lora nocesu0 uma tj | SU cicdade, sonao em devorar' Jo j 0UalS0 d 9 nj pretendido estado de natureza i senao sua completa degradado. possues a Ierra e seus Inicios, os u trabalho o a li mesmo, ... minha spberanis, como em commum, consu n¡ndo¡ llom()najje(n j eV idae protmacilo dedepenlim mo goral dos homens nao tem tido ousidade, necessidades imperiosas da alma o com ar to r o b tra excepto quo a voz do alguna philosodo corpo; estas necessidades saoaexprecomtola:ias SU as funjas, e produsindo o ¡j onc ¡ a como pr ova necessaria de tua fidel phos om opposi?o com o sonso commum s8o, o g'ilo da nuluroza Imita, a qual, nao menos possivel. Neslo furor de gozo ode' da j 0 ; mo com ors do fructo quo est n por espirito do aystema, ou o grito de alpodendo ser suflicieute a si mesma, teclaco „ sum o do que todos seriam possuidos. ¡ lIU ,¡ 0 uo p ar aizodas delicias. |l' II UJIlllltV ai> i J J1V1MWJ • *— Q>V -• %  — —f UII^U %  i H~ ^ — — f ^ gunsliomensdedosordomaqueninaoselhes me os meios indispcnsaveis desuasubsisn n g Uem ovidootemonlo eslaria satisfeilo i da de transime que salisfacan melhor gozar lo trabaih N3o devemos esperar convoocir, mesmo • r.m uma iniiin nom |> C "". % %  > % %  <••" U'pon..,. com os mais solidos raciocinios, aquellos pelo corpo, o homom ple viver sem ahs ,„j 0 mais as torrase o trabalho seusfructos „ que, ultrajando o bom senso a este ponto, mentar-se : elle precisa do pao malonal niio rcs tana aos poucoslquesobrivivessema iJSSZSS^m¡TSSMTa nao sao levados a este extremo, como suc o do P 3o espirllual; o esso *£*%* esta espanlos) aaarchi. senao morrar do i'^V^nto trabalho : nSo comers teu com Seucca, que a irreligiao he para a uaedo celo de ordinario, son3o pela segueira o peo do corpo impoita quo o asum ie asi.ou fo|n0j se u,1o custa do suor do tua fronte, por lo delirio da paix3o,mas ho lambem espio tasa seu, importa quo o toono seu proprio yl( rilos sedusidos pelo sopnisma e arrestados ou que se aproprie dello. Ello naosora por uma apparencie do bem.aos quaes temnutrido e conservado son3o com esla con•sepoiidofazeradmeltircomumacertecndic3o. O homom toin pois um direito real, idea mais commum da juslic,a moral, daj fienca quo a propriedade ho uma mjusfundado na necessidade mesmo de sua namais simples equidade ho destru .a. A rorA slese philosophia pode dar ralurea, ao quo he necessario ao sustento, a mua desla ideis lio esla ; Mas eis-aqui o que succedeu depois da O trabalho quo liuha ebeio de encantos no lornou-se ponivel, causa do castigo que o hornera merecou : A torra he maldita por tua causa, disse o Senhor a Ado : tu o3o tirars della tou sustento do cada dia, sea foate de lodas'as desordena 1 a religiao piedade, pelo contrario, a fonlc de toda a prosperidades O concilio de Paris, enansimos irmaos, con sagrou o titulo II da colle(>o de seus decretos, a defeza desta primeira base da orden) social alecadapelo racionalismo ; mas por hoje nadal 'K a vos diremos a esle rcspeilo. zOosparaexpIleer-lhealegitimidadedeproconsorvacao do sua existencia, para conjque a torra por si mesma n3o produzira soEm lim om um tal oslado do cousas, aSnao spinhosoabrolhos. No s a roligiau declara polos Orculos ¡sagrados que o trabalho he um dever natural, queo homem nescc para trabalhar, 'Aca7'm U sogunTo7uis obras. Ojuizoiuo o pasaro para x)ar oquo esto de^ .V1A> .^ gi JJW UJ HJWL i a



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Vinho de Champagne, o superior qualiddc : vende-se no armaem Kalkmapu limaos Rui di Cruz, n. 10 O — Vende-se m grande sitio no lu 0 gardo Manguind,queflca defronte Q n dos sitios dos Srs. Carnciros, com ra n grande casa de vivenda, de quatro Q n agoas, grande senzalla, cocheira, Q ~ estribara, baixa docapirr. que susX z? tonta 3 a cavallos, grande cacimg 9 ba, com bomba e tanque coberlo J? jg Para banho bastantes arvoredos de *• O fructo :na ra do Collcgion. 16, se*J O gundo andar. -•' 0000r 090000Q90Q9 Moinhos de vento IIDIII bombas de repucho para regar borlas d baixas decapim : vendem-sena lundicflo de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum ns. 6.8 e 10. Antigo deposito de cal virgem. Na ra do Trapiche, n. 17, ha milito superior cal nova em pedra, chegada ltimamente de Lisboa Tai \;i para engolillo. Na fundic.lo de Torro da ra do Drum, %  caba-se de receber um completo sortlmento de t isa s de 3 a 8 palmos de bocea, as quaos acham-se a venda por pre^o commodo, e com promptidSo embarcam-sc,ou carregam-se cm carros sem despozas so comprador. -Vendem-se cera em velas fabricadas em Lisboa e no Mo de Janeiro, em caixas de 100 libras — Vende-se um'carru de quatro rodas, muito leve, para um ou doos cavallos: na cocheira do Miguel Sougei no aterro da Boa Vista. Morullas superiores. Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em s. -Amaro, acham-se vende munidas de (amia, todas do ferro, de um modelo e construccSo muito superior Farinha fontana, chegada ullimamente: cm casi de i I. Tasso Jnior, na ra do Atnorim n. 35. b'azendas pata senhora, por barat > preco. Cambraias de salpicos brancos v de cor, 1 4,500 rs. rom 8 112 varas, e 640 rs. a vara ; ditas francezas do bom gosto, a 560 rs, a vara ; ditas co.n listras de cor a 3,000 rs., a peca com 8 varas; cassa prela a 100 rs. ; cova lo ; cortes de cassas pintadas,a 2,000 o corles de chita com 1-2 cova los, a 1,920 e 1.800rs. ; lencos do finissima cambraia de linho, a 480. 560e640; ditos de cambraia de algodao com bico, a 440 rs. ; zuartes de cor muito cncorpados, a 200 rs. ; dito zoes com 4 1|2 varas, a 200 rs. ; ealgodSo transado com listras, a 180 rs. : na ra do Crespo n. 6. — Vende-se cm casa de Adamson Ilowie & Coinpanhia, na ra do Trapiche n. l\i panno de algodao para saceos deassucar muito superior e barato. Velas de carnauba em libras. Vendem-se velas de carnauba imitando espermacete 1 na lo} de ssleiro da ra da sortidas, dei a i6emlibra,etamcaaeiadoitecifen. 36. 1 j „„ i. ,,,..,., — Vende-se saccas com superior colla,das bem de um so tamanho, por mefibrjcas do Ul0 (¡ran(le do Sul> c preco nos preco do que em outra qualquer parte : trata-se no escritorio de Machado & I'inheiro, na ra do Vigario 11. 19, segundo andar. POTASSA DA KUSSIA. No armazem de Jos Teixeira Hasto, na rat do Trapiche 11. 17, ha para vender, nova e superior potassa da Hussia, chegada recen tementc. — Vendem-se velas de espermacete, em caixas,de superior qualidade : em casa de J. Keller & Companhia : na ra da Cruz numoro 55. Principios geraes de economa bliea c industrial. Vende-se este compendio, spprovado pa as aulas de primeiras letras, a 480 rs.: na praca da Independencia, livraria n. 6 c8. Lasa de commissao de escravos. commodo, 110 armazem, do Uias Kerrcira ao pe da alfandega. DEVERES DOS UOMENS, a lno rs. Vende-se este compendio aprovado para as aulas, em meia oncadernacao, a 500 rs., cada um: na livraria n. 6 c 8, da praca da Independencia. — Vende-se vinho de champanhe legitimo e de superior qualidade ¡ em casa de J. Keller V Companhia, na ra da Cruz n. 55. — vende-so champagne d marca amiga e bem condecida, Comel, em casa de Deano Yulo ¡ companhia : na ra da Cadcia. — Ven le-se, traspassa-se, ou a nua z_se qualrjucr outra transaeco com a loja, que Ib i do fallecido Jlo para s Pinto dd lonscca e Silva, antiga loja de Guerra Silva & Coinpanhia, na ra Novan. 11, a iallar a I' II n fy 1 v i „„, com J, Keller & Companhia, r.a Vendem-se escravos c recebem, ., ra da Lriiz n :>J. — Vendcm-sc amarras do ferro : na ra da Senzalla nova n. 42. — Vende-se oleo de linhaca em botijas : a tratar com Manoel da Situbanlos, no caes da Alfandese de commissao, tanto para a provincia como para lora delta, para o que se ofTcrece muitas garantas a scusdonos : narua da Cacimba 11. 11, primeiro andar. E MA1S OFFIGlNA-8 NA 1:11a Imperial n. 118 c 12o, c deposito na na Nova 11. :i:t. Respcitosamente avisara ao publico, o particularmente aos Srs. de engenhos e destiladores, ele., que osle eslabelecimento so acba completamente montado, com as proporcoes n o cassarias, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mesmo. O mesmos cha mam a ltenlo para as seguinles obras, as quacs construidas em sua fabrica rompetem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por menos Mvrii, a saber : MACHINAS continuas de destilar, pelo melhoo do autor francez Derosne, as meIhores machinas, que para esto lim at hoja tem apparecido. ALAMBIQUES de cobre de lodas as dimensos. TODOS OS COBBES necessarios par* o fabrico de assucir. TAIXOS DECOBItEpara rofinacao. TAIXAS HITO para engenho. DITAS DITO movis para dito. BOMBAS DE COBIIIC de picote, de repudio, de roda c de pndulas, ESCIIIVAMNIIAS de latan dos melhores modellos. DITAS DITO galvanizadas. SINOS de todos os tamanlios. OS APRECIA VEIS foges do ferro econmicos. BURRAS de ferro as mais bem construida*. CARROS dito do m3o. I'ORTOES de ferro. VARANDASditO. GRADIA.MENTOS dito. TAIXAS dito. CALDEIRAS dito. BAMIEIROSdc zinco e de folha, para liaulio do choque. ^^ ^KIT0yDE)^g I $IMIIIOORDMD( j>\ SALSA PARRELH A 0£ BRISTOL 4ttlN 0S¡t0 de Cal O potaSSa. g a > armazem do Anes. da ra da Cadcia ia muito supcDep No armazem do Rrxil'c n. ia, or cal de Lisboa, em pedra, assim como potassa chegada ultimamcnle, a precos muiio rasnaveis. Deposito de cal virgem. Cunha 6; Amorim, vendem harriscom cal em pedra, chegada ltimamente de Lisboa, na barca Margarida, por menos preco do queein outra qualquer parte: na ra da Caeia do Reciten. 50. AGENCIA da fundicao Low-Moor. RA DA SENZALLA NOVA N. 42. Nestc estabeleeimento contina ahaverum completo sorlimento de moendas o mcias moendas para engenho, machinas de vapor, c taixas de ferro batido e coado, de todos os tamanhos, para dito. Agencia de Edwin 31aw. Na ra de Apollo n. U, armaem de Me. Calmoni &t Companhia, acha-sc constantemente bous sortimentos de taixa de ferro coado e balido, lauto rasa como Cundas, moendas inciras lodas de ferro para aniuiacs, agoa, tic, ditas para armar em niadeira de lodos os lamaullos e modellos o mais moderno, machina horisoolal para vapor, com forfa de 4 cavallos, coucos, passadeiras de ferro esianhado para casa de puigar, povuieuua preco qucoz de cobre, escovens para navios, ferro ingles Vende-se cal virgem em pedra, Chegada recentcmenlc de Lisboa, cm ancoras muito bem acondecionadas o por preco muito commodo : no armazem de Silva Barroca, na ra do Trapicho Novo n. 19. —Em casa de J. Keller & Companhia, acha-se a venda vinagre branco, superior de Nantes, em barris de 36 medidas. Aossenhorcs de engenho c casas particulares. No armazem do Sr. Antonio Annos no caes da iltandcga, vende-se liacalhoo de Noruega em tinas o mclhor que tem vtndoacste mercado superior inglcz por ser corado com mollior sal, venJc-se por 6,000 rs. a tina. -Vcndc-soa padaria nova do Slanguinho com lodosos sens poilences: quom a prelednder dinja-se a mesma. Bal da Cruz 11. 4. primeiro andar. Vende-se superior fumo cm fardos c muito barato. Pcchincha. Vendem-se superiores batatas, a 500 rs. a canastra, com o peso de urna arroba c tanto do batatas, e cm libras, a 20 rs. : na ra Direita, venda n. 76 c 78. Salsa muito nova c superior, viuda no S.Salvador; chumbo de muinciio; m.i-sos de papeliio de todos os Humeros e em q'iwliuer porclo: na ra do Trapiche n. 26, casa' de M. Duartc autocm barras como ein arcos folhas, c ludo odrigues. por barato preco. — Vendem-se bolinhos france— Vendem-se relogios de ouzcs chegados de prximo do 11aro eprata, patente inglcz : na ra V re de Crace no brigue (ezar da Senzalla Nova n. 4a. t nuito proprios para cha, pela sua Arados de Ierro. i'excellcnlc qualidade e genuino paVendem-sc arados de diversos ladar : na ra da Cruz do Kecimodelos, assim como americanos f c armazem de moihados n. Ga, com cainbo de sicupira e bracos de Manoel Francisco Martina & da ferro : na fundico da ra do Irmfio. Brum ns. 6, 8 e 10. Castieacs dourados a Bombas de ierro. p ar Vcndem-se bombas de rcpuxo, Vendem-se na ra csuoila do Rozario, pndulas e picota para cacimba : ^ ravessa do Q' J F itD ''. 'PJa de nrim l,5oo rs. na ra do Brum ns. C, 8 e 10, i fuudicao de ierro. Arados de ferro. Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro, vendem-se arados de ferro do diversos moeiua. Farinha de mandioca. A mais nova o mais barata farinha de mandioca que ha no mercado, vende-se na ra da Cruz do Recife, armazem n. 13, de J0S0 Carlos Augusto da Silva. Deposito ila fabrica ile Toilos o* Santos na llaliia. Vcnde-se.emcasa doN. O. Bieber&C., na ra da Cruz n. 4, algodHo transado daquella fabrica, muito proprio para saceos de assucar eroupa de escravos, porpregocommoau ijj Vetideui-.se e alugam-se bichas, chef) gadas ltimamente de Hamburno, por 4 9 preco commodo: na ra de S. Amaro 4 *• n. 28. ($ #•#•### #**^^**& — Vendem-se selins e silhdes inglezcs, de couro de porco, da primeira qualidade: em casa de Adamson Ilowie & Companhia, na ra do Trapiche n. 4 2 A, junto ao deposito de pilo. •—Na ra Nova n. 5o, vendemse os seguintes gneros ullimamente chegados queijos ^uissos mulo frescos a 5(io rs.J dio francez aG'jois. londrioo a %  ,> %  >< rs.; queijos llnmengos muilo novos e outios mutos gneros ltimamente recebidos ; assim como licor de marrasquino muito superior. — Vende-se mais barato do que em outra qualquer parle na ra da Aurora n. 324 taberna nova pintada do azul ossecuinti-n gneros : manleiga ingleza da mclhor s 720 rs., dita frnuceza a 560 rs cha do mai, superior a 2,000 rs espermac-ste a CIO rs., caf de caroco a 140 rs., toucinho de santos a 160 rs., farinha do msranhilo a 80 rs., assucar retinado que admira a 80 e 100 rs., branco a 80 rs. e mascavado a 60 rs., holacinha ingleza a 200 rs., sevada a 100 rs., arroz pilado a 80 rs., azeitdoce de L'sbOi da A salsa parriiha deBristol ilatu ilesde 18112, e tem constantemenlc manti.lo sua reputagilo, sem necessidade do recorrer a pomposos aununcios do quo as preparages do me rilo podem despiissr-se. O sucesso do l)r. Bristol lem provocailo inlinitas invejas, 1 entre oulras, as dos Srs. A. I! I). Sands, de New-York, preparadores c propriclarios da salsa parriiha conbi'cida pelo nomede Sands. l'Mcssenhorcs solicitrao ca 1812 a agencia de Salsa parriiha de Bristol, e como nSo o pudessem obter, fabricarllo urna imiiaf.lo do Bristol. L'is-aqui a carta que os Srs A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril de 1812, e que soacha cm nosso poder : Sr. Dr. C, c. Bristol. Hualo, ele. Nosso apreciavcl s o nhor. Em todo o auno passado temos vendido quantidades coisideravcis do extracto de salsaparrilhadc vm. o pelo queouvimns dizer de suas virtudes quelles quo a tem usado, julganios que a venia da dita medicinase augmentar muilissimo. Se Vm. quizer fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara muita vant.igem, tanto a nos como a Vm. Temos muito prtzer que Vm. nos responda sobreest assumpto, o se Vm. vier a esta cidade daqui a un mez, ou cousa somclhanie, loriamos muito prazor em o ver em nossa botica, ra do Fulton n. 79. Piolo as ordens de Vm. scus seguros servidores. (Assignados) A. R. D. Sands. .C01TCL!TS£bI." A nntiguidade da salsa parrha do Bristol, he claramente: provada, pois que ella data desdo 1832, c que a de San ¡s s appareceu em 1812, poca 111 qual esle droguista nflo p lo obter %  agencia do D-. Bristol. 2. A suporloridade di salsa parrilbi de Bristol he incontestnvcl, poisquo nflo obstante a concurr nea da de Sands, c de urna porcSo de oulras preparacis, ella leni mantido a sua reputaeoem quasi loda a America. Asnumerosis experiencias Faites com o uso da salsa parilha em tolas as informidades originadas pela impureza do sanguo, e o bom exilo nbiido nesta corle polo lllm. Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia impela! de modiema, pelo llluslrado Sr. Dr. Antonio Jos l'eixolo em sua el i nica, o cm sua afamada casi desaudena Camlio'.pelolllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exorcito, c por varios outros mdicos, permltlom tlQJe de proclsmai allaineulu asvnludes efJloazes da salsa parriiha de Bristol. Vendc-se a 5,000 rs. o vidro; na botica do Sr. Jos Maria Con?alvcs Ramos, ra dos Quart-is pegado ao Quartel de Policio. SALSA PAHRILH DE SANDS. Este rxcellent" ramodio cura todas as en* fermidades s quaes (3o originadas pele* jinpiireM do singue ou do systema ; a saber : escrfulas, rhomatismo. erupce* cutneas, brehuthas ns ora, alnioroidas. doencas chrunicas, brebulhas, bortoeij, ¡tinha, enctiacOcs, e dores nososso, e juntas, ulcar, doeness vonoilis, citica, enfermidades quo allacHo polo gruida uso do ¡mercurio, hidropesa, expostosa urna vida extravagante. Assim como, chronicas do^ so-dens da constituirito, serilo curadas por c.-ta ISo til, e approvarta medicina.' A adminislracOo doste helo remedio, nos ataques mais estraordinirios tem sido sem[iro seguidos polos mais folices resultados as suas operado s ; porm, o seu principal objecto he de porilicar o sangue, e limpar o systema de qualquer influencia de mercurio. No seu modus oprrandi, he directamente como um remeiiio alterativo, ainda que, indirectamente serve so systema como um verdadoiro tnico. Doeocas nos ussos c no systema grandular; assim como nss juntas, e ligamentos, so inteirsmeole curadas pelo uso deste remedio, sem que o doente faca resguardo algum, quando usar este remedio. A oppertcSo deste remedio consiste em remover a desordem do systema, e em breve tempo o doento gsnhsr %  sus saude. A Salsa Parilha tem ganhado por mutos snnos ums alta rerutac.no, de ter curado doeness mu difflcultosis, que nenhum outro artigo de valor em materia medica tem curarlo. He de saber que a Salss Parilha he um dos mais valerosas remo los que os doctores usSo em toda s parte do mundo ; com vistas de ganharem a cura pelo uso de tal remedio vegetal. Porm, deve-se de notar, quo nem ludas as essoas sabem preparar esto remedio, assim como escoIherem a melhor parte que se deve usar em tal prcparacSo. Um celebre Medico escriptor, que residi por muitos snnos no lugar aondehaa melhor producco da Salsa Panlia disse : Seis ou oilo especies destss raizes quecrescem nestes bosques, admrame que nao podesso achar, se no urna, com o gosto, e propriedade da verdadeira Salsa l'arilla, que se tossa recommendar para medicina ; pois as mais ersm inspidos o inertes. Porm, como os mdicos no se dfiu so trabalho do fazerem as suas proprias medicina*, mss sim contiam nos seus habis boticarios, paras prepararen^ o comporem dilTerentes drngss. Porm de lodas as preparacocs de Salsa Parilha devia de ser da genuina, para que o facultativo e o p Milico licassem bem Hados as preparscOesde Salsa Parriiha a ser da melhor qualidade. I'ois he este o genuino vegeslsvcl, que se offereco so publico ; leste se v combinsdos o utile cum dulce ; pois em inlinitas casos em que o doente esperanzas algumas tinha de viver, o grandes quantidades de remedios experimentados, mas sem resultados de melhoras; mas com esta pura Salsa Parilha, suas curas tem sido infahveis, pois os certifica tos quo temos recebido de pessnas quo tom usado deste puro remedio, allirmam da sua boa elllcacia ; estes certificados temos a boora de aprensentar ao respeitavel publico, para que liquem certos, o que cima so diz, he verdadeiro. Os propnelarios deste remedio lem por muitos annos empregado todos os meios para prepararem este to til, e essencial remedio da raz da Salsa Parilla, qne por Dm, conseguiram as suas vistas, em prepararem um 13o valuoso remoli, e seus 13o lindos resultados tem enebido os pro prietarios do gloria, o Iriumpho de terem preparado urna linda composic3o contra doeness, quo o seu lim ho destruir o corpo humano. Esta composicSo he qumica o nova. Esta Salsa Parilha he combinada com outros engredicntes que todos elle, pertencem classo vegetal, e todos com o poder de purifica rom o sangue. O dosnte que usar desta composicSo, pode contar que tom o mais ellicaz remedio, para a sua enfermidadeusa. U nico agente nests cidade he Vicente Jos de Brito, na ra da Csdeia do llecifo botica n. 61. v v v v : i %  v y %  %  y 99 1' I Ra rio colieglo n. 4. Novo sortimento do chapeos de sol, para homem e senhora, s ssber :-chapeos' dn sold seda, aamacSo de balela, de4,S00rs para cima; ditosditos para senhors,dB4 000 rs. psr cima ; ditos de panno fino, de armacao de balela o de ferro, del,O0a3 20O rs.; ditos ditos de armacSo de inneo' d. 1,200 a 1,800 rs., todos Ifmpos : grande sortimento de sedss o psnnos, em pecas pan cobrir os mesmos, baleias para vestidos e espsrtllhos desenhorss. Concertam-se todas ss qualidsdes de chspeos de sol, tudo com perfeico e por menos proco do que em outra qualquer parte. Cadeiras. Vendem-se cidei ras para meninas; no armazem de Kalkmann IrmBos, nsruida Cruz n. 10. Tinta em oleo branca o verde: vende-se no armazem da Kalkmann Irmgos, ra da Crnz n. 10, Escravos fgidos. — Desappsreceu ns tarde do dia 13 do na sa lo um escravo por nome Joaquim tem os signaes seguintes: boaeststura, represen!. ter r, annos de idade, falla desemharaeida psgrsndes, lem todos os denles da frenie' nariz chato, qoando anda estalaas juntas dos joelhos, levoo esmisa do algodSosinho brinco, esI58 do dito azo!, esle oscravo foi do malo: quem o pegar leve-o t typograpbj, imparcial a fallar com a viuva Roma que sori recompensado. BOA GRATIFIGACAO'. Ausentou-se na noile" de 87 de outubro passado o mulato Clementino, de ao annos de idade pouco mais ou menos, magro, altura regular, tem muito pequeo buco de barba e Ma muito mansa, quando anda parece que nao pisa bem com os calcanhares, costuma andar calcado e bem vestido, levou urna trocha de sua roupa, inclusive calct ejaqueta de panno azul, e alm do mais algum Com dinheiro vista. Vonde-se cm o allcrro da BOS-VIsla n. 43, oseguinte; manleiga ingleza da melhor 800 rs., dila franceza 610 rs.,chado melhor 2,000 rs.,dilo 1,920 dito preto do melhor que ha neste mercado a 1020 a libra, tem 3 embrulhoschnezes.o emb'Ulho porCiOrs.ospermacclo 610 rs.,carnau'oa 280 rs., sevadjniia 160 rs.,crvilhas a 120,lelria 160 rs.arroz pilado 80 rs. tapioca 80 rs. farinha de aramia 120 rs chocolate 320 rs,assucii' refinado pelo diminuto prcr,o de 80 rs. n libra, e a 100 rs. milho 120 rs., arroz do casca 120 rs., fejflo niolatinho 320 rs,alpisU 960 rs.,pnico 560 rs., azeitc doce 480 rs. vinagre bom 80 rs., dilode Lisboa 140 rs.,queijos 800 rs., carne do serlHo 200 rs., Iinguicas do mesmo 200 rs., holacinha ingleza 160 rs., caff do caroco 140 rs., azoitonos 240 rs. a garrafa, eludo mais por diminuto prego, deludo so d amostras. ->No caes da Aifandega armazem do Annes, vendem-se btalas inglezas, cm canaslras de urna arroba, a 610 rs. cada canastra. Lembranoas aosfreguezes. Quem quer bom c barato be ag >ra. I'arinlia du reino a 80 rs. a libra, assucar refinado e branco a 80 rs.. passas novas a Deposito de lecidos da labri^ ca de Todos os Santos, na Baha. Vende-se em casa de Domingos Alves Malheus, na ra da Cruz do Recife n. 52, primeiro andar, algodSo Attencao. — Na loja de miudezas no atierro da Boa-Vista ao p da madama Milhocliau ven^ des de pescar e pav'ios'para vellas, de-sobjcos estreitos, randas, .ditos largo, ¡^ por preco muito commodo. transado daquella fabrica, mutoprojj prio para saceos e roupa de esers^. vos, assim como lio proprio para refino !" !" [ B .?.. '"vas de tor C al, papel do chapa MMMikAt>Mlk para cartas amorosas, dito do cores, litas de seda linas, pentes de oc prctos, linhas do carritel de 200 jardas, ditas de 100 jardas, dita* de cores, trancinhas de 1.1 de todas as cores, bules de mardepcrola finos, carteiras com agulhas francozas, brincos doursdos linos, luvas brancas isdo lio da :os,a, .*-&ft* TZ lRS¡SGUSfcS& -• i monto de miudezas por muito mdicos 1 : _j | u !" ,i....uun.iv na veruaI^ivros em branco. Vende-se em casa de Kalkmann lrmSos na ra da Cruz n. 10, Irnos em branco chegados pelo ultimo navio. Espelho de parede ricas moldurus : vendem-se no srma i 1 anU !" „ 8 ¡"^¡ m deKIkmannlrmnos.rua da ito mdicos 11 1 iprecos. laindos aneis de cornaltni NT ra Nova loja n. 8, deiro, a 1,000 rs. Vende-so chapeos de castor branco pelo Narua do Queimado 11.16, loja de miuliaratissimn preco de 7,b0o ditos de castor dezas, vendem-so lindos aneis de cornalina, branco sem pello por 5,000 rs. bonetes da 1,000 rs., tanto para homem, como para palhada Italia para homem por 2,500,ricas senhora. mantinlias de nobre7, nroprias para senboMUB1I.1AS DE FEHUO. rase meninas a 4,000 linios capolinhos e • V„„J._ • 1 -ij_r manteletes de grosinapoles preto o tortav cndem-se ricas mobiliasde fercores chehados pelo ultimo navio, luvas de ro, como cinaps, mesas, cadeiras mirado, um par de borzeguins pardos, com boti'ies de madreperola brancos, e consta que levara um cavallo, que naquella occasiao alugra, o qual tem os signaes seguintes : — castanho, barrigudo, dinas pretas, gordo e tem um taIho em urna anca; he provavel que queira passar'por forro, he bolieiro e escravo de Luiz Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o a ra da Cadeia do Recife n. 11, quesera recompensado. tiratifica-se bem a quem apprehender urna prela creouli de nome Thereza, que represoola ter25a30 annos de idade, com os signaes seguintes: J¡ padece de eraros nos ps, tem o andar vagaroso, corpo regular e cheio, lem umi marca pequea de carne preta junto ao nariz, isto de um lado, tem o cabello cortado de pouco lempo, saino com vestido decliila azul o camisa, e sem panno ; fugio desde o dia 8 do correte: quem a pegar ou mesmo dola der noticias certas, leve-a no caes da Alfandega numero 5, ou no aterro da Boa-Vista n. 19, que ser bem recompensado. — Dessppsreceu no dia 22 do correnl", da casa do abaixo as 0 a ta.seryeja patento giraras, o meias ditas, mendoas lullo de ape rior qualidade, o vinho de Lisboa a 210 280 rs. a garrafa, U ma por C So de caixinhas do assas muito azeitonasnova,arroz branco muito alvo, CI1 f c i lad: 8 parase fazer algum presonte ; -ellasde espermacete, o do carnauba, azeiestes gneros dcsomb.rcam hoja 24 : quem dirija se um bonito sobrado sito ni ra armazem ,j 0 ¡\J. e ¡ 0< n 58; ava |j a( | 0 em — Vende-se uma taberna com poucosfun2 :oooooo, ein o qual tem parte dos no largo da l'enlia n. 10, a praso ou a rsula Hara das VrCns e sua diuheiro: quem a pretender dirija-se ao ar, ,. ,, • mazem do Joaquim Kilippo da Coila na ra irmaa Joaquina Alvcsde l'aiva na do Azeite do peixe n. 19. importancia de IO7,4T3 rs. quem — I'ommaleau, cutiloiro na Boa-Vista 11. „_',. _,i„_ .!• • %  „ 1 11 16, tema honra do previnirao publico, que pretender dirija se a cazi dcKalacabou de receber pelo ultimo navio chegakmann Innfios, ra da Cruz, do do tranca, um novo sortimento de fazendas da melhor qualidade a sabor: — brides folheadar de prata,esporas ditas,armasdeespolel.s, estribos ele etc. Previne igualmente aos senhores fumantes, que tambem recebeu do deposito da manufactura franceza, excollente fumo, a 1,280 a libra ; quo na la dcixar a desojar pelo seu bom gosto,a quem to : no Pateo do Carmo venda na quina do Beco da Bomba por baixo do sobrado do 1 audar n. 13. Calcadas a 800, 2, mu, .'i,000, 3,5oo, 4) 000 c .ooo rs.: no almo da Boa-Vista, defronte da boneca, lia chegado recentomenlc os bem conhecidos sapalos brancos do Aracaty, tanto para homom como para menino a 800 rs., de ore| ha a 1,000 rs., ditos de lustro para dilosa 2,500 rs.,ditos para homem os melhores que tem viudo da Babia a 3 c 4,000 rs., bolins brancos a 3,500 rs., e de lustro a 6,000 rs. assim como um novo e comploto sorlimenlo de calcados francezes c de Lisboa de lodas as qualidades, tanto para bomom corno para • ,, 11 un I I II'.I.-, i'".", j..... ....i..^... ........ ,..,,. Barqumha a garrafa a 480 rs. ; e todos os SBnnor m „ n ¡nos o meninas, peles de marmais gneros perlenccntcsa venda, assim como queijos novos de muito boa qualidade, e do tudo se d amostras. Fio inglez De muito superior qualidade e por preco commodo, em casa de Eduardo ti Wyalt, na ra do Trapiche Novon. 18. roquim, e cortes do tapetes a 4su 1-., ludo por preco muilo commodo ern razio de se precisar apurar dinheiro. •Vende-so chapeos de pal lia americana mui superiores, e relogios americanos para cima de meza, bons reguladores : na ra do Trapicho n. 8. lamaos, ra n. 10. Bilhetes do Rio de Janeiro. Aos 20:000,000 de rs. Na loja da praca da Independencia ti. 4? vendem-se bilbetcs inteisouberapproveitar-se da bella occasiflo quo ros, tneos, quartos, OtavoS e viso IIIIN proporciona do o saborearem. IIAINOS. 'Vendem-se em casa de Kalkmann Irmos, na ra da Cruz n. 10, ricos pianos de Jacaranda, com excellenles vozes chegados ha pouco lempo. gesimos, a beneficio da i5. lotera das matrizes, que corre no dia a3 de desembro, e espera-se a lista no primeiro vapor. Molduras douradas de lodas os larguras : vendem-so no armazem de Kallkmann IrinDos,ruada Cruz 11'. 10. trajava jaqueta deriscado azul, calca branca, camisa de madapol.lo, c levou uma trouxa, contondo caifas o jjquetas ¡.quem o approhender elevar ra da Auroran 62, receber a gratiflcacSo promellida. Suspeita-se que fosse seduzido, e por isso desde j protesta-so contra quem o conservar cm seu poder. t — Domingo, 21 de dezembro, auseniouse de casa do seu senbor as 8 horas da noite, uma mulata do nome "irla, que rprssoU ter 28 annos de idade,' de estatura o corpo regular, tem cabello callado o cortado da liarle do cachaco, o um signa 1 de junco no braco direito; levou vestido de chita novo de assento azul e listas cor de rosa, camisa de madapolfio, e sapatos do marroquim preto : esta mulata foi escrava do Sr. Ferreira em S. Goncallo, o j andou de timSo, prlo que he muilo conhecida no barro da RoaVlsta o passagetn da Magdalena. Roga-se portento as autoridades policiaes o capiUes do campo, a aprehendam e levem na ra da Ca.doia do Recife o. 37, segundo andar. Desapparcceu no dia 15 de jullio do correle aono um muleque crioulo de nome Paulino de idade de 10 annos pouco mais ou monos,cor amarelada por ter vicio de comer trra,naris chato o feio levou camisa de algodSosinho euja o calcada riscado, sem cliapeu, esto escravo perlence ao Sr. Antonio Jacinto da Silveira de Uua ; quem o pegar I :ve-o a ra da Cacimba n. 11 ou a ra do Livramento n. 36 segundo andar que receber a graliflcaco a cima, o fe protesta contra quem o tiver oculto. %  '"\ sATvi'fii: N I.r r M