Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07296


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Full Text
mmm
-r^^ne
Anno XXVII
Quinla-feira 25
DIARIO
re fVz-Mbr Je 1851.
N. .02.
^
PERIVAMBIICO.
MICOO DA HHCllIUjio.
P.ealUNTli AOI.NTaDO.
Por trimeitre...........
Por semestre ,..........'
Por >ddo .... .........
PiOO DINTaO DurimiST.E.
Poi qu.riel............
TOTIOIA SO IKMniO
. iooo
. S/IMO
. 4/T'0O
Par..... 2deDeibr.
Maranbao 7 de dlio
Ceara... 10 de dito.
Par.hlb. 19 e dito
Mina... !."> dt'Knvbr.
S.Paulo. 10 dedico.
.del.. l!>(e.Deibr.
Kahla... 20 de dito.
BUS B IUIK1
22 Seg. S. Honorato; Si
Floro e Flavio.
23 Tefe. S.Serulo.
24 l>art. S Gregorio
''- Qulnt >J..J. Nasci-
mento de N. S. J. U.
H Srit ** I.OItava.
27 Sab. 1. Oltara.
28 Diiiii. 3. Oitara 0 Si. Innoceaale mm
AVBIBITOlAl.
Julio da Orphb
i. tb.it lOborai.
vara do eitil.
3. e6. ao meio-dia.
Faitnda.
3. e6. a 10 borai.
2. vara do civil.
4. e sbado ao melo-d,
(o.
Tercas e libados.
ruaiDiimi.
deseen te 3*3, a. i horas e 56 minutes da in
Chela a 8, a I hora e 8 minutos da t.
MtngoaDte 4 I i, as 3 horas e 6 minuto da m.
Nora 22, a 1 hora l* minutos da larde.
Prlmeira as Horas e M minutos da inanbaa.
Segunda a T horas e 18 minutos da tarde.
VAUTIDAa) do couanos.
Ooianua e Parahlba, i segundas seitaa-
feiras. *
Rio-Crande-do-Norte, todas aa qulntas-felras
ao meio da.
GaranbuDB e Bonito, i 8 c 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, a qulDtas-feiras.
aOiinria, todos os (lias.
NOTICIA ISTUAHOBIBAe.
Portugal.
liespanha
Franca ...
Blgica-..
llalla....
Alemanl-a
fruais ..
Dinamarca
Buasfa...
Turqua.
I de Novba
8 de dito
8 de dito
. dedllo
31 drOutbr
* deNrb
' de dito.
29 de Oulbr
28 de tino
is .le dilo
1 de Novbr
2 de dito.
Austria.
ISuls.a. ..
Sur, i-i. 28deOutbr
Inglaterra H ile N oalir.
E.-Unidos 20 deOtilbr.
ilo...... 1S de dito,
' ..llluaaai.l I'-' ile dito
Chili. 8 de dito
Kuenos-A. 8 e Novbr
Mi.niendi" 31 de Outbr
CAMBIO ni 31 SS BIIIISBBO.
Sobre I.ODdre. a 28 i|J e s 3a4 d. p. 1/ Firme
Parla, 3*6 por IV.
Lisboa, 90 por reato.
StETAM.
Ouro.Onca hespanholas.... a 28#BO0
Huellas dr 8#"4nn vclrus. 16/000 a 16/200
. de 6M00 oras. 16/000 a 16/200
a dri/iK.'0....... 9/000 a 9/100
Prata. Patacfles brasllelros.. 1/9*0 a l/9'0
Pesos columnarlos.. 1/920 a 1/910
linos mexicano...... 1/7.0 a 1/750
PARTE OFFICIAL
MI.W4TEB.I0 DOS NEGOCIOS ESTRAN-
GEIHUS
TRATADO DEL'MITES ENTRE O BRASIL E
A REPBLICA ORIENTAL UO UM,T.L A V.
Bin nome da SanUssima t Indivisioet Trindade
Sua Mspesude o Imperador do Brazil c o
presidente da Repblica Oriental do Uru-
guay, convencido de que nao he posairel
eatabelecer urna allianc sincera e duradora
entre oadnua paites sein remover quantoser
possa todo o motivo de ulle'ior desavenca ;
reconhocendo que a qai-si.lo acerca ti i seus
limites he das mais graves, e por isso, qua
um ajuste definitivo a este respailo tem
grande importancia, para servir de base a
todos os oulros arranjias e accord.is que
exigen! as suas relacOes e inte niuns, convieran em celebrar o presente
tratado, e no ni'.nam para esse lini por seus
plenipotenciarios, a saber:
Sua Magestade o Imperador do Brazil aos
Illms. eEims. Sr. Honorio llermeto Gar-
neir i Lelo, do seu conselho e do da estado,
sanador do Imperio, gra-crut da nnlem de
Christo o oDlcial da imperial o Cruieiro;
e Antonio Paulino L>rnpo de Abren, do sen
cansrlho, e do de estado, senador do Imperio
dignitarioda ordem imperial do Cruzeiro,
e cavallioiio da de Ch-isto:
E o presidente da RepuDlica Orienlal do
Uruguay ao Sr. advogado D. Andrs Lamas,
enviajo extraordinario e ministro plenipo-
tenciario da mesma repblica, junto de Sua
Mageslade o Imperador oo Brazil, os quaes
depois de le re ni trocado os seus plenos po-
deres respectivos, que foram adiados em
boa e Jevia forma, convieram nos arligos
segulntes :
Art. I. As du-s altas partes conlractsn-
tes, convr-ncid'S do quanto importa s suas
hoas relajos cliegirem a um secar lu sobre
as suas respectivas rrontoi'as, convm em
recoohec-ir rolos e de oenhum valor os di-
versos tratados e actos em que fuadavam os
direitos terrilonaes, que le n prenlendido
al ao presente na demsicnjlo de seus limi-
tes, eem que esia renuncia geral se emen-
da muilo especialmente faila do que deri-
va va o B'azil da cun-cneSo celebrada em
Montevideo com o Cabillo governador em
30 de Janeiro de 1819. o dos que deiiv.va a
Repblica O ianlal do Uruguay da restrva
cuntida ii.i final da clausula -e.:i.nl. do tra-
tado de incurporafao de 31 de julho de
.Sil.
Art a. Asaltas paites enntractantes re-
conhecem como be quo d-ve regular seus
limites o uli possidetis, ja des'gnado na dita
clausula segunda do traalo da inorp.ira-
v3od3l de julho de 1821, nos termos se-
guiutes :
l'clo leste o Oc-sno; pelo sol o Rio da
Prata ; telo o Oeste o Uruguay ; p-lo norte |
o Rio Quaraim at a Cociiilla de Smla An-
na, que divide o rio do Sanls Mari, e por
esta paite o arroyo Tacuaremb Grande,
seguin lo as pontas do Jaguarao, entra na
l.ifiu Merim, e passa pelo l'onlal do S. Mi-
guel a tomar o Chuy, quo entra no Ocano.
Art. 3. N;lo comurehendendo os termos
geraes dessa designado *s especialidades
necessarias em alguns lugares, pan que se
possa bem determinar o curso da Imita di-
visoria, desejan lo as altas parles contrnc-
Unles evitar as conleslaces que existem,
ou posssm existir por esse motivo, e corri-
gir ao uie-nni lempr. algu as irregularida
desda Inihi que prejudicaui a sua polica e
seguranza, e que So susceptiveis de ser
corrigiilaa sem al(er< se do uli poiililii, convm em declarar, e
declacam, e ro-tiucacama lioha divisoiia da
maneira neguinte:
1. Da embocadura do arroyo Chuy no
ocaano subii a linhu divisoria pelo dito
arroyo na ext-ncii de meia legua, a do pun-
to em que terminar a roei legua tirare-ha
urna tecla, que pssiando pelo sul do forie
deS. Miguel, eatravessando o arroyo dos-
so nome, procure as primeiras ponas do
arroyo Palmar. Das ponas do arroyo Pal-
mar descer linha pelo dito arroyo al
encontrar o arroyo que a carta do vizconde
de S Leopoldo chama S. Luiz, e a caria do
coronel engenheiro Jos Maiia Iteys chama
o ludia Nuerl e por esle descaa at ala-
gi Mirim, e circuia' a margem oiciden-
tal della, na altura das maiores aguas al a
bocci do Jogur3o.
2, Da boca do Jaguarfio seguir a liaba
pela margem dimita do dilo rio, acompa-
nhando o galbo maisaosul, que tem sua
origem no valle de Acgoa e senas doiiies-
mo nome do ponto de-sa origem lirar-se-
ha urna recta quealravesseo lio Negro em
Trente da embocadura do arroyo S. Luiz e
coulinua a linha divisoria pelo dilo ar-
royos. Luiz cima al gauh.r a cochilli de
S.nta Aun; aegueporessa cocnilla e ga-
i,t,., a de ItViia al o poni em que cometa
o guillo no Quaraim denomina Jo arroyo da
Invernada, pela caita do visconle do S Leo-
poldo, o sem nome na caita do coronel Reys
e deace ido dito galbo al entrar no Uru-
gu que'se acham na embocadura do dilo rio
Quaraim no Uiuguay.
Arl. ? Heconhecendo que o Bnizil est
na posae exclusiva da uavegaco da Lagoa
Menino rio JaguarSo, e que deva permane-
cer nella segn lo a base adoptada do uli
oo.si,/,.;,.*. adiuiiii la culi o flmde chegar a
un aceurdu final e amigavel, e recoiinecen-
do in-is aconvenienii de que tenha por-
tos, unue as embaroa<,as bruzileiras que
navegan na Lago i-Merim posssm entrar, e
igualraentass orieutaesquenavegarem nos
nos sem que eativerem esses porto, a Ite-
publica Oriental do Uruguay convm em ce-
der ao Biaiil em toda a soberana pata o
indicado fim, meia legua de terreno em
urna das m^rgeiisda embocadura do Sobol-
lati. quefor designada polocouiimssario do
governo imperial, o outra meia legua e.u
urna ds m.rgensdo r.cu.ri, designada do
meamo molo, poden.id o governo imperial
niaud.r fazer nessos loi renos lo las as obras
e fo tificatOes qoe jol^ar convenientes.
Art. 5. linmeJialamenle depois Jo ratifi-
cado o presente tratado, as duas altas panos
contiaclantes nomearSo cada urna um cum-
missario para, docominum accorJo, proca-
derem no termo maisbiovo deinarcacloda
linha nos pontos em quo Mr necessana, Je
confunnidadecoin us ehlipui{0es anlerio-
ros.
Ait. 6. A troca das iatihcac.0es do pr-
seme tratado sera fuiu em MonteviJo no
V--
prazo da liiula dias, ou antes, se frpossi- le, su-lonlo econsarvacSo da forc, t'nti
' val, c ma,los da sua data. de mar como de trra, que, na forma dos
! Em tstemunh idoque, nos abaixo assig- artigns enteco lentes, for raques t.da econ-
i nados plenipotenciario-de S. M. o Impera- pedida; os soldo e msis vene mentos dos
dor do B atile do presi lente Ja Repblica | ofllciaes e soldados do eie>cito e armada
0 ient.l do Uruguay em virtudes dos nossos impeiial, e as soldadas das IripoUcOas des-
plnos poderes, resignamos o presente tra-; ta at que cesse o autillo prestado, corre-
lado com os nossos punhos, e lhe luomos por cunta do governo da repblica
por o sello do nossas armas. I oriental do Uruguay, e se So pagos no lam-
Feito nacidade do Rio de Janeiro aos 12) po e polo molo qoe so estipular
do mez de oulubro do anno |do nascimento
de Nosso Snhor Jess Cb-iisto de 1851.
L. S. Honorio llermeto Carneiro L'do.
L. S. Antonio Paulino limpo de Abreu.
1. S. Andrs Lamas.
E sendo-uos prsenle o rnesmo trata lo,
Cijo teor tica ac uu inserido, o b nn visto
considerarlo e oaminilo por ni ludo
o qua nella sa conlem, o approvamos, rati-
fica uios e i-niilim .mu- assnn no todo, como
em cada um de seus artigo* e eslipulacnas;
a pela pro-ente o damos por rin i e Valioso
para se opre, promeilendo em f o palavra
imperial observa-lo o cumprl-lo iniolavel-
menle, e faz-lo cumprir e observar por
qualquer modo que possa ser. Em taste-
munho e firmeza do sobre lilo litemos pas-
-ii a presente caita por nn; iMlgOa la, pas-
sada com o sello gran le das armas do im-
perio, e rtferondada palo nosso ministro e
secretario de estado abaixo assignado.
Dada no palacio Jo Rio de Janeiro, aos 13
dias do mez de oulubro do anno do nasci-
meiii i de Nosso Seuhur Jess Christo de
1851.
(LS)-PEDRO, imperador (com guarda).
Paulino Jos Sowes de Soma.
TRATAD ) DE ALLIAN^V ENTRE O RRAZIL
E A REPUBLIC4 OREN TAL DO URU-
GUvV.
Nos o imperador constitucional edefensor
perpetuo Jo Brazil, ele, fazemus saber a
todos os que a presente crtt Je conlirma-
(3o, approva;ao e laiili.'aco vreo, que
ans 12 litado mez de uulubro do anuo da
18)1 se concluio e assignou uesta cd'te do
Rio de Janeiro, palos respectivos plenipo-
tenciarios, muni los dos n*cassarios plenos
po leres, om trata lo de allianc* entre o Bra-
zil e a Repblica Oriental do Uiugusy cujo
leor be o seguinle :
A'm nome da Sonliisima e indivisivel Trin-
dude.
Sua Mageslade o Impera lor do Brazil o o
presidentada Repblica oienlal do U, uguay
quereudo estrellar as rr|ir;des oolilicas en-
Ari. II. Para assegurar a pirilica;.lo e
ga'antir a conaerraf.lo da O'dein publica no
e-taJo oriental, consoltando os mleresses
legtimos de todos os seus habitantes, os
da liumaniJadn e os dos estajos vizinhos,
o presi lente da repblica orienlal se cim-
promello:
1. A publicar urna amnistia complota e
um e< i ti i-i-i nenio absoluto Je todus osados
e o:.infles polticas anteriores ao dia da
i'..i li i,, i do oresente tratado.
Esta amni-tia nSo lera exccpG.to. algu-
ma ; e urna vez publicada, niguem pndera
sir accusiJo, julgado ou punido por actos
politic >s anteriores & raliflcacilo deste tra-
tado, mu. que tunham offan lido dir-itos
,|e le c 'ir,i; po lendo eutretantn o governo
da repblica, sa ssm ojulgar conveniei-
ta para o eslabeleci.nento e cousoliJacSo da
rjom publica, mandar residir temporaria-
mente fra do paiz a algum ou alguns ebe-
fesinililares mais notaveis, a quem abonar
o sold a que Ihes J Incito sua patenta no
exercito da mesm i repblica, se assim Ih'o
requererom reconliecjn lo a auloridade de
seu governo.
2 A inhibir por todos os meios a seu al-
cance e ni n.biii das atlriniiieii.-, conslitu-
ciinaes .lo- po lo es do esl>do, as aecusa-
efles e discusioas pala i nprnnsa sobre taes
dos a peisoas comp-ebendi las na amnis-
ta, afim do tornar mais elTeclivooesqueci-
ment do passado e acalmar assim os espi-
tos.
. 3. A mandar restituir a seus legitiuos
donosos heido raiz qua duramo a guerra
que vai fin lar teuham sido confiscados con-
tra o Jisposto no artigo 116 da conslitui;3o
da repblica.
*. A tomar me lidas efllctzes para resta-
tabelecer e conservar a iodos os habitantes
da repblica nu pleno gozo dasgaraniiis
que Ihes conciJeni os arts. 130, 131. 135,
136, 1*0, 142, l3, Ut, 1*5, H6 e 147 da
sua cons ituicSo.
Art. 12. As inelidis comprehenlidas nos
tres prl orjroi parsgraphos Jo artigo aire
a todos os que a presenta carta da confirina-
fjo, approva^fio e raliflracKo virem, que
ao-iln/i; ilia- .1 iine/. Je n ia I u bi o doanm
de 1851 se eoncluio e assignou nesla corle
do R p de Janeiro, entre nos o o prosiJente
da ie ni.| e.i orienlal do U'uuy, pelos
respuclivos plenipotenciarios, munidos Jos
necu-srios plenos pode>es, urna c.invonQIo
para regulara preslar;11o por parte do Brasil,
de soccorros pecuniarios ao gover.io da re-
publica, cojo leor hi ose^uinle:
J?i nome da Sintissimn Indivittoel Trin-
dade.
UfConhecen lo S. M. o Imperador do Bra-
sil o o presidenta da icpublica oriental do
Uruguay que o estado actual de deliciencia
de recursos pecuniarios a quoseacba re-
diifida a dita repblica, resultante da pro-
longada e calamitosa luta que lem IIISKn-
lado, lie o principle mais serio obstculo
a que seja ersa estado pacifica lo, o organi-
sado soli la e conveni"nleinonte, o innnlida
e preservada a sua iudpendenc.a, e ,u -
rend)evitir que sa perpetu a guerra civil
" renasQa a aoarchil fatal mesma rep-
blica e ao impeno. perdido assi nofructo
dos sacrificios t hojo fallos, c malograda
Olilica adoptada par OonsSVU'r II na |ia/
e Irnnqiilli lu lo duradoura, convieram em
justar e regular a proalacilu de socorro-
pecuniarios no governo da dila repblica
oriental do Uruguay, e as garantas que esta
devera prestar ao do Bra-il. Para esle liin
uomearam por seus plenipotenciarios, a
saber:
S. M. o I niiei.i ln- do Brasil, ao IIIni. o
Etin. Sr. Paulino Jo- So iros de Souz, .do
sen conselho, sjna lor do im.ieno, Oa-
Cruz da O.-dem Rail deS. Januario, nulcial
Ja Imperial Or.lem do Cruzeiro, descmoir-
galorda relaco do Rio de J.nairo, minis-
tro e secretario de estado dos neijocioses-
trangeiros.
E o presidente da reoublica orienlal do
Uruguay o Sr. An Irs Lam-s presi lente
do Instituto HisioricoCeographico da Rep-
blica, m-'inb o fundador do de in-lrucea >
publica n do c >nselM0 univarsitrio e anu
enviado extrao dinarm e minislro plenipo-
tenciario j Hilo da S. M. o loip.'ia lor do Bra-
sil, os quaes, depois de i ir trocado os
seus planos po leres respectivos, que foratn
ir os Jous Estados, c prover pelo modo mas ceJe ,t, s8 eiUendem davldamcnlo p ,b:ica-
conven.fl.iie aoroslabelecimenloda paz a Ja iM M ein io,it eiUlu mm a pu.
tianquillida le no Estado Oriental, e pela
con.-,-i v.ieau della, a seguranza reciproca
do ambos os EsUJos, coicordaram em ce-
lebrar um traalo Je lliauca, o para este
lio no near un seus ..l.'hip louu,Jims, n sa-
ber :
Su Mageslade o Imperador do Brzil os
Illms. u Etins. Srs. Iliuorio llcrmeio Car-
ueiioLlo, los.au conselho e do de Estado,
senador do imperio, grita-cruz da ordem do
blicicSo do acto Ja la'.ibr icio Jo presente
trala.io. As do 4, exigm.lo dsposi(es
regulamoiitares, ao.So postas em exicucld
o anais breve q ao sja possivel.
Art 13. Se uuranlo o leinuo di prolorcilo
Jo II; i- I no governo da repobiici oiiental
lo U'uguay si levanlar alguma rebelSo
contra o de S. M. o Imperador om seus terri-
torios, luuilro.ili'S da repblica, o gover-
no da inasuia repblica s> obriga a presla-
conslrucco da iaaeiun.alid.n1e oriental, o go- territorio braailrlro, estarn lenlos re todo o
veraaoal Repilpllca le comproinelte : I arrv^o militar obrigatorio, de qnalquer gene-
I A declarar li>|uldacau no I de Janeiro! ro que aej, e de todo o empreiliino forfAale,
de 1852 toda divida da Repnblic. |ianpo.tos ou reqniaiedet mllilare.
2.e Aiiomea>para a lii|iii.ta{o eclaasllicaco I Qiiando por una entreoa neeei.ldade de
da divida urna junta de crdito publico., cun- | guerr e diipuier de alguma porco de gado
posta Je cincu aaaeaabriis. dos quaes una sei i vacciim ou cavallar de sai proprledade, o
mu, ., ululo pelo ai,iuiiio biaillbciroem Mun-jcbefe nu o governo que o llier, rnlregari ao
levido. j propriclarlo nease aaaesano aclo um documento
3. \ converter nos primeiroa acia meses dojem qaie declare o nuanero e ipialldade do qua
aoiao proalmo de 1852 lod a divida do estado f recebe, a fist Jeaae docaiaiaento ser devlda
em mulos de di.ida publica consolidada com le coiii|detainieludeiunl.ado.
juros de 0 porceulo, olale lre por ceaaio, Caien-I Arl. 7." Recanlircrui'o que o confisco belli-
do com os credorrs os arraaajosqoejulgar con-! co da propiledade parliaular ua guerra terrea-
veaaicoiiM, ou seoJo isso laiapralacavel, pelo j tre, nu por motivos polticos se oppe orga-
iii.i,, da le. ( nisaeo e aos fiaas das sociedades .ivili--.li- c
4. Liquidada, reconlaeciJa e classificada a I chrislas. ealaaado ab.Jido o eonfisco pela legia-
Jivnl.1 elaasciipla no grande livro di div Ida I laclo dos dona panes ; e sendo de dlreito per-
publica, que .era creado, a encerrar a con-i l'eito de c.da uan d parle conlractautea
tabllldade dando por terminado lodo o eipe-jno peraniiir no aeu territorio nem a leus
1 nacioiae apae directa mi indirectamente con-
trarf.tn os principios e disposiedea de_ auaa
leis. ubrigo-se ella reciprocaiaaente a nao ad-
aaailnr eaaa seua terrilorlua os ben confiscados,
tlrvolvc-lus a seaa Irgitiaaao dono, e prohi-
bir a seaaa respectivos ciiladoa que tratiiiucm
ou .iiikilieaaa aa trafico de laca ben.
Os o,,iu- pralicos de levar .i- lleno a disposi-
saio alesie araigo para prova da prodrledade
c.iaaliscaila e eaalreg.) a seaia Icgitiaaan. dono*,
serlo estipulados eui ajaisles eapecac.
Arl. 8 As duas .alt.aa parle i.liil.nales
se obalgaaaa a convidar os oulros Estados Aane-
ricaaaos a <|uc adopican reciprocaaaaenle e-
tlpulaclo do aitago aaatecealcnle. ctanao princi-
pio internacional de diacllo posilavo auierl-
laeuic actual
6, \ laxar una prsio deieraninado para apre-
eotaclodoa Jcauaaaenlos J divi.la actual i|iie
deveaaa coaaverlcr-se eaai malos de divida coaa-
srlijadj.
Art. 15 Para mais claramente filar a base
do ijriieiua regular can que val eolrar, che-
nado ,, termo alas ealainldodei que tem pertair-
baalo a repblica c una Iniporlante garaaitaa
Jos caaapeaalaos qoe coaatratae p'ar esta coaaveaa-
liaa, o governo oiieailal espoaataiaeania'nle se
olaia.-.a a toaaaar todas as medidas da sua com-
petencia para que teaiha laifalivel a iuleiro
cuanprimrntoa pxia alo art. 8 cap. 3. ecclo
7. flda coaa.tituicao a|tac ordena a apreseiilaglo
anoual aba orcaueol, a das contal ds despe-
ias publicas i asseaaiblea geral, e oalro.iin
a nao colltrablr alivija lalguoaa, nem arecoobr-
c-la e iaascrcvc-la no graaade livro, depois de
leaaaainadas as uper.accs de que iraia o arl.
I 4 tiesta couvenefao, sean un a ai -i.lue.a < es-
pecial da referiJa asseanbla'M.
Arl. Id. A troca das ratificacSes da presen-
te coaavencao sci feilacaai aloaalevido no pra-
to de 30 dias coutadoa da sua dala, ou ames
se fr possivel.
Eai lesteaaiuaaho do a|ue, ntVs abaiio assig-
nado, plraaapolunciaros de S. M. luaperador
Jo Mii/ii. e do presldeaated.a llepublica Ori-
enlal de Uruguay, eaaa viriude dos taossosple-
aaos puderes assigaaoaos a preaenle couven-
co com os nossos '^unbos c IbclLetnos por
o sellu das uossas aranas.
Feila ua cidade do lliu dr Janeiro, aos II do
anea de Outubrodo auno do ita-cianeuto de
Piusso Seaaboi- Jesus-G -ralo de i85l.
( L S.) Paulino lote Soares ele S?uia..
( L 8 J Auret Lamot.
K aeaa.to-aaos paeseates a nacsnia convenciio,
n^erido, e beaai vislo, coli-
nos, indo o qoe nella
.Ch.do, em boa e ovid forma, convieram ^^\\VSS^!l
nos artigosseguillles ,e eouilm, aapprova.......rataficaiaaus e coaa-
Art. 1. O governo de S. M. u Impera lor Bruiainoi,assim no lodocomn eaaa cada um
fornecera, por em arestiuio ao da repblica deseos arilgos e .stipulacoes. e pa I a presen-
ri-nlaldo Urigiiay a i|-i anii a nii'iis.il Je 60i* ic a daaaaos por Arme valiosa para haverde
patacfles a contardo l.'do prxima mez de prodoairo leu dr vldo effeiio, promeiteodo eui
novemiaro etndianle, M epalavra Imperial obaerva la e caaoipn l.a -
Art 2 KSlsrest,cfl,.s,.ur;,nop,rUn- ^Z^:iTr^^-
lo teapo quinto o governo o 8.M. olmpe- lir,51 ,\l!,,.,ni,, |, pastar a
dor julgar cinvcnienle, nO poden ni no- preil,uie carta por nsauslgaiada, panada com
Cirislo, eolliiiil.la imperial or lem dojis aulujjd ,S fjrcas legaes do RrasiMu-
Cruzeiro o Antonio Paulino Cimpa de,Jaa prol0C4j0 0 auxilios que cstiverem a
Abreu.doseuconseluoeJo de Estado sem- seu ,|c,nce a nao consentir neuhu^na espe-
,lor do Imperio, digmtario da ordem irnpe- cjd d(J Cl|inmoicu corn 0s rehel les, e a col-
rial do Cruzeiro, e cav.lieiro da ordem de |0C1e,uueiie, q ,ose asyhrom cms'u ter i-
Chrislo. (torio (sem com lu lo Tallar os de-eros qua
Eo pre.sident.j da Repblica Onantal dO:|hd ||UQd a num,| jade, a liberali l-de de
Uruguay aoSr. I) Anl's Lamas, prosiden-|sulS |(lslllu<01)Si e sua ,,ropna digni lada)
ledo instituto histrico geog'apmco Ja re- em posir;ao jrHeirament i looffiOlifl
publica, metnbro lunda.lor ilo de inslrucrjao jSirrnin jo-os, sa esliverem armsjais, e
publica e do conselno universitario, enva- eirSg4nj0 as arms, os cavallos e quaes-
do extraordinario e minislro pleilipoteoOU- r ut,jCt01 proprios para a guerra ao go-
rio da mesma repblica junto de S. M. o Im- veri,0 ju,peral.
pera lor do Brazil, os qu.es depois do terem Arl. I*. As duas altas partes contra-
irocalo us seus plenos podares respectivos ill(,s cunviJarao aosestidos argenlinus a
quefuramacnaJosen boa e devlda lorina (JU(Jj acCBljen,]0 a3 e,tipulac,Oes que prece-
convieran nos arugus soguinles: Uem, fasm parta da aliaoga oos termos da
mais porfeila igulala lo o reciprocidada.
Art. 15. Igual coilvile ser dirigido ao
governo d rejublica do Paraguay.
Art. 16. Ilavenlo-se cu n,o aun ti i lo o
Arl. 1. A alliauca especial a lemporiria
estipulada em 29 do maio do crreme anuo
da 1851, enire u luiocrio do Brazil e a Rep-
blica Orienlal do Uruguay, esleode-se pela
prseme cut venci a urna allunca parpe- g0vor'0"ja"0tiubiica do Paraguay a coope-
tua, leudo por fin a sustjntacao di nue- raroom 0 de S M. o lm.C'aJur do Brasil,
pendencia -ios dous Esta los contra qual- em pjaoter a indepeudene.ia da repblica
quer domiua(3o strangeira. oriental do Uruguay, e inieressmJo a iudc-
Arl. 2. Cousiderar-se-lia atacada a 10- pamleacea do Paraguay oequilibrio esegu-
dupenddiicia de qualquer dos dous Estajos ranci, jus oslados vizinnos, 0 governo ua
nos casosque fore u entre ambos ulterior- rapublica oriental do Urugu.y se obriga,
moiilo reguladjs, o disignadaiiieme no de S(j|n prcjujzu jj i0,ulldo do convite de
conquista declarad i a quan lo alguma nacao que lrat o artigo antecedente, a cooperar
esir.ugeira proietiJer muJar a fo made seu tacll|)1)UJ por sus parle conjunclamenle com
govruo, ou determinar, ou inipor a pessoa Q lllp8ri0 j0 B sil para a couaervac.aj c
ou pessoasque davam govcrna-lo. defesa da indopandancia da repblica do
Art. 3 Em qualquer dos casos da iillian- ,.,,,,,
ca, as duas altas panes cunlractautes con- ftrt ,7 A lroca das ralificaco'S do pre-
cordarSoemaesi na cooperaQJo que deem Mnle trut Jo ser feita em Mo itivido no
preslar-se, e a regularlo eun lo as naces- ,., ,iu 30 Jias cania ios da sua data, ou
sidades eos recursos quo cada urna possa j-Jj iflr poi>el.
dispr. (m teslemuoho Jo que, nos abaixo assig-
Art. 4. Ficaent'nlido quo as altas parlas najs (,|0nipulenci arios da S. M. o I npera-
contraclintes seubngam a garantir rool- or uu Brasil, e do pre.ideati da republici
pruCdinanina iutigridadedeseus rcspecti- orj0,llt| ju u,Ugu.y, em ai-tudados nussus
vos lo-rilnos. plenos podeies, assigna nos o prsenlo ira-
Arl. 5. Para fortificar a nacionadide O'i- taJu com os nossos punios, e liles litemos
enlal por nidio da paz inteiior e_Jus n.bitos pflr 0 sollo da nos-as armas,
consliiucioua.-s, o governo de S. M. o Im- Feuo na cid lo do Rio Je Janeiro, aos
pera lor do Brazil se compro nelle aprestar doze dias do mez de uuluhrn no auno do
ellicaz apoio ao que lean de eleger-secous- nascimout) do Nosso S.'iihor Jesus-Chiislo
di un ni 1,,11.-11,e na lio uli.c 1 Oriental pe- de mil uilucriilos cincoenla e um.
tus qualro unios de sua juracJo legal. ( 1, S. ) Honorio Hermtto Carnelro Ledo.
Arl. 6. Esle auxilio sera prestado pelas j L. S. )-Antonio Paulino Limpo dt Abreu.
r .11 retira-las, se u previo aviso feito iros
,!]/'. Jllt 'S.
A'l. 3. Alen do-ta qutnlia pre,tar 1 mais
por urna ve a -ni 111 de 1 ) ven ;i, ',,- -,
para fazer face a despezas cst ao'diiiari-s
e as l'eitis nos mezas da Julho, agos o, so-
lo taino e oulubro correnta.
Art. 4. As prostaefles oa omita do que
tratamos rticos enteco Jemes sanio entre-
guas (as p-imeiras no principio da caJa
uiez ) -io 111. i.id 1 extr-ioi Minai io e uiuiisiro
plenipotniciario da repblica urionlal do
Uruguay, ou pessoa que o governo da ro-
pubiica indicar.
lio graudc al,as araaaas do iaaapeaio, e re-
:, 1,1, -,'. pelo nus-to laaoi.lfo c sccaa-lari-a de
eilaalo ,i,u\ > a-., -, i,l,i.
Dj.la 110 palaoio Jo lio de Jiiaciro, aoa l
dias do aiaer. ale oultlbi'o do aaiaao do ai assanaeti-
]o de Nosso Seaahor Jess Christo de I8.'ai.
( L. S) 1'KDItO, Imperador ( coan gmrda ).
Piciiii.l d'Uonte AUqrc.
TRATADO DE i.OHUBRCIO KNVEG\CA'0
BHTHE O MIU7.II. E A i'KPIIxLICA
OlllliMAI. DO URUGUAY
Ns Imperador cuiiiiiucioo.al e Jelenaor per-
peluo do brasil etc. Pasemos sab, r a toJos os
que a presente caria de cooArinaclo, appro-
,,., .- l-li- .1 vi 1 01. o,- .1 is ,1 /e-l,i- alo
, -, 1,111- niet eaiiiiosecoin-luiuea-aiguotl aaesla
Art. 5. Os documentos di entrega das ,lWle ,,,,,,. j,,riro, entre odie o presi-
( L. S. )Andri Lamas.
E seudo-uos preseute o masmo tratado,
cojo leor Qua cima inse ido, e bem visto,
torcas de mar o ierra do imperio, a requi-
sito do mesmo governo constitucional da
Repblica Oriental, nos casos seguiules :
1. No de qualquer movimeuto armado considerado e examinado por nos tjl
contra sua ex alonen, ou auloridade, seja que nella se Coulm, o approvamos, r.lili-
qual foro prolexto dos sublvalos. camos o couli inainos, Sslin uo tolo c amo
2. No da depsiajlo do presidente por em cad um de seus artigoso estipul.ffles,
meios luconsiiluciotues. epala presente o Ja nos por firme e valioso
Art. 7. O governo imperial olio poler, p.. baver da produzir o seu devido efTeito,
sub iieuhum pretexto, recusar o seu auxilio prometiendo, em f e palavra imperial, ob-
em qualquer uos esos do artigo anleca. aerva-lo, e cuoipri-lo inviulavelrneute, o
ajenie. fize-lo cuuurir e ubservar por quaique-
Arl. 8. Se, decorridos o quatro annos, modo que possa ser. Em tesiemunno do
durante os q.iaes li-m da durar o poio pac- que, fizamos passar a presente carta por
luado nos arligos que precajen, o estado us assigna Ja, pas-ada cun o sallo grande
do paiz reclamar quo elle continu, oim- das armas do imperio, e reformada pelo
perio o prestara por oul-os qu.lro anuos, nosso ministro o seorelario de estado abaixo
se assim o solicitar formal.numo o novo pre- assignalo.
sideuia, em virtudo de urna rasoluv3o es- Uada no palacio do Rio de Janeiro, aos
pecial tomada 1 olo poder competente. treza das do mez de oulubro do anno do
Art. 9. Ambas as altas panes contratan- nasci nenio de Nosso Ssunor Jesus-Cmisto
tes declaran! muilo oxplicila e categrica- j0 mil oiioceuios cincoauti e um.
mente que, qualquer que possa vir a s;r o ( [,. s.) PEDRO, imperador ( com guar-
uso do auxilo que, na co aformidade dos da.)
arligus aulecedent s, leuha o imperio de
prestir a repblica orienlal Uo Uruguay,
oslo auxilio hu.tu so-ha em lido o caso a
fazor reslibelecar a urdo 11 e o excrcicio da
auioiidade constitucional, e cessara i.uine-
di.lameule qia estes lius foiom prneuciii-
Paulino ot Soares de Sansa.
TRATADO SOBRE A PRESTAC\" DE SOC-
CORROS POK PARTE DO BKAslL A' RE-
PUBLICA ORIENTAL O URUGUAY.
|ir-'-l :..<"> s e da soinma cima mencionada
sarviraod) titulo ala divi la do govern ori-
entil para com o do Brasil, aflin da ser n
ragularisada e pagasen lempo comi-eten-
le, e vencerlo o joro Jo 6 por canto ao au-
no, entilado da sua l-.ii.
Ait. 6. A repblica oriental do Uruguay
se reconboca e declara dev dor o gover-
no do llia.il da quaitlia d'288,791 pesos
forles, provenante Jo empresa nos que es-
le lile tem feilo at sla dala, e Jos juro
currespon,lentes contados al o dia l. de
n ave.libro prximo futuro, ficando por ais-
la convene.lo de tieunniii vigo* os cuntalos
em viriude dos quaes foram faitos a.iuol'os
emprestiioi. Aquella somina ale 288 791
pesos fortes vencer o juro do 6 por cento
daquelladata do I." da uuveiubro prximo
futuro em .liuic.
Art. 7o Couseguinilo o governo oriantal um
empresliiiio pur qualquer nielo, os fundos i|ue
por elle houver sero precipoaioeaitc, c 1 >go
applicados ao rceaaibaalco de todas aa aoanuiaa de
que se reconhece e declara devedordesta con-
veofo.
Ar. 8 Nao poder prevalec rjcontra o paga-
mento dessas somas, anida a titulo de couapeo-
saco, a allegaco de a|uaesqaier reclaniaes a
que o govenao Orienlal cuicu J a ter direilocon-
tra o liraxil.
Ait. 3" As praitaccaes mensaei concedidas
pelo arl. 2" nao podero ser applicadas ao pa-
gaoieoto de JiviJas aaiieriorcs, iiem 110 lodo,
o,-,o em parte, nem pojeia ser consumalas
por anliclpacn, Sero exclusivamente applloa-
Jas despea* futuras alas repapticoea d.i guer-
ra, estrangeiros e governo, c as que calgircan
as opera^es de que lean o art. 14.
Art. ID Para o exaclo c pooloal pagamento
das soaniuas e juros de que traa c a que se
refere esla couveiicao, o governo da Repblica
Oriental do Uruguay o braga c hypoilicca la.l.as
as rendas do e.u 1 ,, todas as contnbincaica
directas e indirectas, e especialmente o diiei-
toi da alfandega.
A't. II. O governo da Repblica Oriulale
do Uruguay, logo apie fiirem realiaadas aa dis-
pusieres de fateuda de que abaiio se trata c
lugo que o rendinienlo da alfaudega de Mon-
tevideo fique desembarazado de empeaos an-
teriores, aos quaes eslcja pecullarmeiile obrl-
gadu appllcai parte desse mesino reudi-
,.,,,,;,, que fr oonvcii.iouada, ao pagamento
do juros e .un o i,11,; 1 1 das qululias de que
trata esta conveufo. nao sendo aaiiurluafo
ea caio algum menor de cluco por ceolo por
auno.
As omina- destinadas ao pagamento dos ail-
los juroseaanortisafo sero entregues auenaal,
OU M-tn O.ll,nenie, .CgUaadO eiil.in e >' c-oil u .
pelo ibesouieoo da sobredita alfandega ao mi-
nistro do man! em Montevideo, ou pessoa
lente da Repblica Oriental do U, uguay, pelus
respectivos pleaiipo tenelnas, maauidos dos
uecessariu pleuos poderes, una Iralado de coill-
ueicio e navegaelo, cujo leor o seguiote :
Em nnme da .suailaasiina t laai/ici-ictt Tiindide.
S. M o Imperador do 1: 1 11 e o presldeal-
tc da Repblica. Oaieaatil alo Urugaiay dese-
jaaida firmar em bases solidas c duradoura
as duas naces de paz e a 1 uade que sub-
si^leaal euire as duas uaa;aaes e proauaiver os
uiicrcsses comuiis alo seu comaaicrcio e na-
vega^ao por alacio de uaai tratado a|ue regule
as dil.as iclaces e iuleres-es, iionaearaul para
esse lian pur seus picuipoleaiciarius, ., saber .
ES, DI. o ni,1-, 1 1,1,o- no 10 1-1I aos libias, e
I '.i,,- Srs. Iloaaorio llerinelo Caraaeiro I,eo,
Jo seu cuuselllo e alo de eslaalu senador do loa
peiio. GraCrui ala or.lcan de Guristo, olficaal
.la iuipe i al aar.leui ale Crueiru ; o Aiuuulo Pan-
liaamo Je Abreu, ale .eu conselho c Jo de esta-
do, senador do imperio digmta'io da iuaperia|
ordem do Iruzciiue cavalleiro da de Chrislo.
E o piescdciale da Repblica Orienlal du
Uruguay asir. O. Andrs Lamas, eaaviado cx-
tiaordiuario c miu,slro plcuipotenclariu da di-
la repblica jumo a coila do loaperiu do nra-
sil : os amaes, de pois de lercaai trucado oa se-
ua respectivos poderes, acbados eaaa boa c divi-
da lumia, couviero nos arligos segunales :
Arl. l.tf llavera paapeifeiia, liruae c sincera
atuuade enlre d. M. o luaperadar do Brasil e
aeua successores e sub-litoa, e a Kepublica U
tleislal Jo Uruguay e iei cldaatlos em todas
as suas posscssOes; e teminos respeciivos,
Art. 2,^ As duaa alias paite* contratantes,
desejiaiJo !., ,, ni i-, 1 ,' e navegaciiaa de
acus re-peclivos paltei sobre a base de una
|, il n 1 igualdade e beaievola recapructJade,
couvii'ram aaauu.iiiaeailal a|ue os ugcaale. itiplo-
i.iiii ,is e maulares, os subditos c cldadloi, .
dcada uaaaa dallas, seus navios c 01 prutlau-1 q ', '
los uatui-acs uu niaaiiifacluradua alus dois Bs- '
lados, goiem recipaocaineole no oiitru al
bralos, fiaaaqoez.is c 1111.00 m la,le.
Arl. 9. o No caso de guerra de urna das alia
partes contratantes com uan lerceira poten-
cia, a oulra parte contraante, que se conier-
var' neutra ( fiara dui calos mencionados no
tratado celebrado contesta mesina data entre
as altas partes contratautes) nao permllllr
pelo sa'ai lerriiorio a passageau das farcas bel-
lagerautes, afta que lejao eltal prvidas pelo
coauaiaercio inlenor de artigo de contrabando
de guerra.
Arl. 10 No refer lo estado de guerra adop-
tan! aa doai alias partes contratautes os segua-
les principios: ,
l. Que a bandeira neutra cobre o navio
e as pessoas. com ,-a, ,,, dos ofnciaes c
soldados em servico elTectlvo do inlaatigo.
1. i)ue a bandeira neulia cobre a carga,
cuan encpelo dos artigoi de coulrabando de
guerra. Faca porean entendido e ajusisdo que
as eatipul aedes qaac precedeaia, aleclaraodo
a|ue a baaadeiaa cbre n carga, serlo applaca-
veis uuicaaneaate ipaellas potencia q reco-
iiliecean esle principio; porean ae uan alas
parte, contratantes estiveretn gaaerra cban una
lerceira, 11, mo a outra neulra, a bandeira da
neutra cobtii a praaprla'dade dos Iaaiauigul,
cujos guvernos r.coainecereni e observarem
esle principio, c nao dos oulaos.
J. om-a biiideii 1 iiiinaiga nao torna llvrc
a caiga ilu aaeulru, salvu sa' fui posla burdo
Jaquelle laiioiigo .antes d declaracau de guer-
ra, uu utesiiiu depois, se o fui sem hacer noti-
cia della,
Pica t.uaabcm entendido <|uc se a bandeira
do neailro ito protege a paiaptiedade do laai-
aaigo, si-rao livie ,.-....--.-, ,.,-i I, I,n 1 as
I .111 neailro que Cslivctein culbardadol DO 11a-
, vio 11,11,i--;,,.
4. ()aie 01 ci-ladaos do pai/. neutro podeni
navegar livreaaaa'iate coan sa-an navios, sabiudo
ale qualquer pono para oulra pertenecale ao
Iniuitgodo u aaa aiu oulra parla', licaaado ea-
preiiaanrnl prohibido inoletla-lo de qualquer
un1 I-, e*t.a neata naveg.a(l,>.
5. Que qualquer navio de urna das partes
contratantes, a|ue se eaaeuaatre naveganalo para
um porto bloi|ueado pela oulra, nao sejade-
tido nem caaaalisca.lo seaio depois de notlllca-
c:io especial do bioqaieio, rega-irada pelo chefe
alas i,,,,,- bloapieadoras, ou algum ofRclal do
seu coaaaiuando, no passapone do navio.
0.3 Que nentiii-oa paite contiatauteper-
iiiiuii.i ajue se cunserveaaa e vendam em seus
portus as presas martimas, feitas por alguau
,1,1111 estado aquella com quem este esliver
cm guerra.
An. II. Para nao haver duvi la lobre quaes
11 os objectos ou arligos cbanaadoi con-
trabando de gaierra, le declaraaai taes: l., a
arlllbarla, morlciros obaues, pelrelral, baca-
martes, inusqueles, relies, carabiaaa*. ei|iln-
gard.as, pistolas, piques, espadas, aabies, lau-
cas, veuabulos, alabardas, granad, fugeles,
boaaabas, plvora, anecbas, balas, e todas as
oiii as comas perleaacenles ao uso desla ar-
mas: 2.0, escudos, capacetes peitol d'aco,
saias de anallia, bol Irais, c roaipa feila de uui-
lorane, e para uso militar ; 3. 3 boldriei de
de caval'aru e cavallos. icliaas, m las lombi-
Ibos, e ajuaesquer perience* desla arma: 4.,
e geralaueuie toda a aioalidade de aranas e Ini-
tiunieulua de ferro, ac, lal.'io. edequaraquer
uuirs 111 uen es nniiiil u-l,irados, nreparadol,
ou formados rxpressaucnie para fazer aguer-
'-' por marou por Ierra.
An. 12. i.'o ni lo o o 1 d 1- altas partes con-
tratautes esliverem em guerra coan oulro Ri-
lado, nenhuoa cidaal.-ao da oulra aceitar coaai-
lulaiflo oai caria de aiiaaca, para c Bm de aju-
dar a caioperar hoslilaaaeaale com o seu inimlgo,
aub pena de ser n nado por ambas cutuo
pirata.
Art. 13 Neiihuana das parle conlraclante
aduaiitlr em -eus porlol paralas ou iadroca o
mar, obrigatido-se a persegui-los por todo
os melosa .en alcance, e com todo o rigor da
leas, nssioa coaaio que I oein couveocldol de
coaaapllcf.lade desse crime, e os que aaccaapa-
reu 01 lieos assim aoubad-.l, e 1 devolver 11a-
a ios e cargas a seus Icgaliaaaus dono, cldadlo
alas parle conlraclantr 011 seus
faita dess aos rcspccal-
ageoies consolares.
I. 14 Anab as alna partes contraanles.
aiiesuaus duelos, r.auquetas c iinmunldades UPS0;111U0 errliar relaces e fomentar
ja couccila.1.... ou que u fo.em para o tutuma ^.".nerclo respectivo. cuv,eram etn prin-
...cao ana.s I voruei.1.1, sen lu g.aimi. a con- n ,,,., collllnlllll a ...vegaclo du rio
cesi.au, c o fr, uu tiver *iJo para .->- i nat;
e lk- ni i" .n,"ii ni 1 a mesma cuuipeiiaipau, se
a cuuceis.u fr coiuliciuiial.
Art. 3." i'.i' 1 iiit'lhur iiiLcIligenci.i ilo artigu
prccetfite a duas alias paaes cuultactaales
cuncuriio cu COOkldenff navios brasilciros ou
orientis os que frem possuidos, ln bulados
e navegados segundo as leis Uos respeciivos
paites.
Art. -i.0 Para ampliar e facilitar o commercio
que peii fruntelra da provincia d Hiu Grand<-
de Pedro se Ut cotu o biiado Oriental do l -
ugury. couvi'io-se em que seria inantlda por
espaco de des anuos a iusencfiu de di re i los de
couiunio, de qu-l actuihneuie goza o charqut
0 ni 11. producida do gado i t u 11 os na pru-
vieta ii 1 Kiu Crandtf prla referida fronleira,
convindo-se em que conlinuem a ser ei|iiipa-
raJos a iguaes pruucius da dita provincia
dos.
111, o governo inpe lal desiguar, correudo por
coala do governo Oiiculal a despea do iiio-lcoino cuiupeusavao cnv<*io-se igualmrnle na
riimuiu de fuadus Ue Monii video para o Hlo de ] tolal abulico d direilo que o E.udu O- ieu-
I .iii'iru. Ilal aclUJlnicme cobra pela eipoiticiio do gad >
Arl. 12 Es sa parle de rendiinenlo de quejen, p para a iiieucluuadi provincia do Rio
lud o ariigo aulecedeule aera invariavel, ejCraide, eouvindo-se em que essa cxporia;ao
com ella se augmcuiar a amorlisago do ca-jsc faca d'ora nu (Ii-i.Il livreincnlr, e isrnta
pilal medida que aouualmeuic lor dliiiiau-i pelos iiiesniot de* anuos desse e de qualquer
indo a InpurtancU dosjtiios. Souiro direilo.
Art. 13 Se o goveruo da .Repblica o julgai j Art. 5. Conveiu-se Igualmeate em que as-
preferivel, descontar-se-ba propocionalmemeS isences do aiiigo autecedtrutc coutiuuario
das preslacdes de que trata o art. 1. se ala-lem vigor ainda patsadoa os 10 amit". at que
da tiverem lugar, a tuporlaaci.i da parle dojuiiiauti ouira das partes contractanles nouii-
reudiiueulo da alfandega que deve entregar, que oulra quere las terminar, o que se nao
em viriude do ar. 11, para o pagamentodosflreallsar atleclivamenle seno depois de seis
juros e auiorluac:o. meaes contados dcjtsa noiilicac.io.
^ Art. 14. Para naraulia das sommas.prcsla-j Arl. t. 3 Hrauleiros eslabelecido* ou rcsl-
.Nh O imperado" constitucional e defe.l- jdas pelo goveruo imperial ao governo orle-1 denles uo lerriiorio orieutal, c reciprocameu-
l_ lltll 1> I '"('VI --*. UWHW.I V .-. U v u V > UU III IV f^U 1 >. U H"(" 'I" MO^U. > V ,, .-------------------------------------------------------------------------, _----------,. ------------------------
Art. 10. Toda a despoja cora O transpor- sor uerueluo do Brasil, etc, fazeoios sab.'rjt.le seuijurol, c pira mclhor aiiegurar are eos Onenucs cstabelccidos ou residentes not
1 inania e ailus alHiieuics desle liu une Ibes
perteucem.
Arl. 15. Ambas as alias parles contratante,
obilgo convidar o miiroi i-'.-i. i-.-a rl-
beirluhus do Hr.ia e leus .fuueme. a celebra-
ren! aaiu accordo Mii.cllianie com o Sin de
tornar livre para os ribeirlubui a n.vcgacao
do rio Paran! e Paraguay
Arl. 16 S', como i de aperar, oa nutro M-
tadu coiiviereni na coinminn aaavegavSo desle
ros pelos ribelrlnho, serio igualmente con-
vidadoa eslabelecer em cuniiiiuin usregaila-
inentos de llacalisacio e polica, a que deve
ser lujeila a referida navegaelo, oblrgndo-e
mua, as panel cuntralautes usieotareni
como bses de Ue legulamcutos as que fo-
rem aa.aia favoraveis ao anelhur O mata ampio
desenvulvlmento da navegaelo para que to-
rea eilaUelecidui. .
Arl 17. Se o outro Eil.dos ribelrlnho
nao quUerei. vir a aecurdo a respeitu doi r-
ranjoi neceii.rloi para o dilo lian, .s alus
parles contratante! regularlo por si lmenle
como ihes filr mal conveniente, a n.vegacao
do Uruguay a de seus alUueuiei d ui.igem
orienlal
Arl. 18. Reconhecendo as altas partai cou-
trataaatei que a ilha das Darliu (jarcia, pela
sua policio, plc servil para embarcar e im-
pedir a livre n.vegacao dus aluueulea dei Pra-
ta, em que sau iuieressado totlnaos rlOcirl-
iiho, recunbeccm lajnaluieute .conveniencia
d mu i ii i i-i-i. da referida Hb lempo de
guerra uuer cutre os Estadas do Pr.ta, qner
entre um dciwa, qualquer oulra poleucia
cm utilladc coinmum, e cunio u.tuluda na.
JlLEGIVEL
T"


vrgaafc dos referido! rio, a por" laao concor-
daran,: A
I Km nppor-sr, per lodos oe aeua meloa
a que aober.nla da llha de atarlim Garda
d. lie d perleueer a un dni Estados du (Tala
inteirssadue na aua livie navegaran.
4." Eiu aulliilar o conruriu dua nulioa El-
lados rlbrlnahos pira ublr daquelle qum
peneuce uu venba a pe lencer a posar e io
1, rada da iiicuclnada ilha, a que te obrlgu
a nao aervir-se della para rmbinfir a llvri
uavrgaco dus oiitroa rlbtfrinliut, a conarntlr
na >ua neulralldadr ein lempo de guerra,
be ni como no, ralabelcclincntoa que fdrem
necrssarlns para seguranza da navrgacao lole-
j lu dr lod.....i. Calado! rlbcirlnlius.
Art. 19. tnpedldooorcifcdoSalloCnndeall-
i Rio Uruguay,e sendo-de in.
. do arrpreaoae entregues oaaoldarioaemarlnhel-
rus desertores assim dm liarlos deguerra como
doi mercles, logoque furem compe cnie-
mriiti. reciauaadua, cuma condict de qne a
parla qui reetber obrlga' acominu-
l ir o in.salino d.. pena em que lenhao incorrl-
do pala descrean te fur eita punida outnpena ca
pllal, aegundo a legislaran du pala re-clameme.
Ari, 8.' Para evitar difflculdadra que occor-
rein frequenlrmrnte, a conforma ao eaplrlto
daaralipulacota pue preceden), aa duaa altai
partea s-onlractantes conven, uuibem :
I I ni que oenhunia dellaa adinllllr em
aau servicu de mar ou lera ludlvlduo algum
da naclunalidade da outra, posto que nao aeja
deaerlor do eierclto ou inarlnha da nacao aque
[ partenca, aalvo por contracto voluntarlo, que
j deva' aer considerado ralla
vre uavrgaco d..... .w..-j,----------
resie cominum deatrolreaia obstculo, ou evita ( 2." bm que os atientes imperlarsna Republl
o por ineln de um canal lateral, ambaa aa par-loa, e oadesta nu Brasil; nao autorisarao oetn-
lea contratantes cnnvlerain tanibem ain con-'barque em os navios de aua nacao respectiva,
lminos outros iibrlruihua empreheiidirem I de individuo algum. anda a titulo de Indigen-
couiuiiiiu nesla obra.Seeste convite nio lrfei of le, aeni aoliaitar e obter previamente o couipe-
nsparieicunlrartaiiiesseporao.leeccordosoprejlcntepaesapurle.se assim o eiigtrem aa lela e
c molo dr vinficala pur ai aa, c neale cato es- I rrgulamenio. do palz.
di.rli-i-To mu direlto de passagein sobre aa rica eutrudido que esta dlsposlcan nao com-
i mil in-.li.i.-* dus outros Fstadoa !que gozarem i prehende o caso de se procurar refugio ou a-
desle beneflclo. 'J'" burdo daa rmbarcac-s de urna ds par-
*rt. 20. A troca daa ralificc6es do preiente tes contracta mea, e em que lenho ellas de
observar us r
Iralado aria fcia em Munirvldcndcnlro do pra
zo de Itinta dias, ou antes ae Mr possivel, cou-
tadna do da da aua dala.
Km ir.i fin u u odn que nos da plenlpntcclatl
oa f S. M. o Imperador do Hraall e do preal-
deuteda Repblica Oriental do Uruguay, ain
vlrludr de noaans plenos podereaaaaignamos o
lirraente Iralado cun uossuspunbos, e ibe li/r-
iii o. por u aello de nossas aruiaa
F'llo ua cidade du lliu do Janeiro, auadoie
diaa do mez de olllubro du anno do nasclmcnto
de naan Seuhor Jeaus-Chilsto de mil uiioccu-
tos e cincuenta e um
(L. S.) Honorio llcrmtlo Cornttro Ltio
(L. S.) Anloni-, Paulino Limpo aja Abita.
(L g ) And'ti Limar.
I' seiidu noa preaeule o uirsino tratado, cujo
teor tica acuna Iniciido c bein vllt", conside-
rado e examinado pur nos tuduu que nrlle se
,..iiii'-ii. oappr ivamoa, ratlflcaiiioa, e confirma-
mos, assim no todo como iiicadiumdeieu.
anig >a e eatipulacdes, e pela presente o daius
por Hrme e vallusu para acuipre, prometiendo
cin fe e pal.ivra Imperta! ubsrrvalo e cumpri-
lo iiivijlaveiuieutf, e fazl cumplir eobaeivar
por qualquer modo que poasa aer. Em tftle-
muiiiio e firmeza do aoiirrdito lizeiiius pasaar
aprsenle caris pur nsassigiiola. passadacuu)
o aello grande daa armas do Imperio, e rrfe-
rendada pelo noaao iniuislro c aecretario de
ealado abaiau aaalgnado.
liada un palacio du lliu de Janeiro, aos l'i
diaa du a,ri de oulubro do annn dn nasciHien-
de Nossu Seliur Jriui-Chiiatude IH5I.
(L. S) PKOU. Imperador vcum guarda)
P'iu/ift'i lo*c *rrea rfr .s'oaaai.
JRATaOH ENTKIS ORIU7.il, E a HEPCBI.I-
C\ O IENIAI. DO UllUlilUY P THKI.A HhLlPHoCA !>! CRIMINOSOS t
DESERTO E\E i.EVULUaO DE tSCRA-
VOs AL) kIIaZIL.
Na o Imperador conalitucinnal e drrenaor
ijerprluo do Rraiil.rtc. Kaieinns sabara lodos
oique a pretrnte caria de confirmaran, -ppro-
vacao e iaiilica(ati virciu, que aos \i das do
iuc .i- .Milu un, do .inunde 1851, ae enneluio c
assignou ni-.i.i c'te do Rio de Janeiro pelo
respectivos pleiilpieiicartna, uiunlduidua ne-
cesaaiiua plenua poderes, um Iraiadn entre u
Brasil e u Repblica Oriental do Uruguay, pa-
ra a euliega reciproca de criminosos e di ser-
tures, e para a dCVolucio de cscravoa ao Bra-
ll. rujo teor o seguu'ile :
J?na noaae di Stinlitstmti o Indiviiivel Trmttiide.
Sua Magestade o l.nperadur do Hraul, e o
prrsideulr da Repblica Oiieutil do (IiUguay,
considerando que a cateusao das fronteiraados
enteudida
dous i.m ni
postas, e geni, |i
leuda e das rclacd
Eal nius, a ubsen
cuiifrriiiiilade ioui as
ciaes que os legem
I M lll'll ll' co
pulllll
ncia d
......."
iv ic.imla b
que uiifiu u
rgras aspecl
titui(oea poltica
curd'n mi a
i, ni.
il ni.
es de
e u-
cipios de urna lie
luiii, II,,I ,.Ir proprla de pnvoa colina.
Art. I) Aliuca das rallBoacOaa do preienle
tratado ser frita ein aluiitevedu denlru dupra
zo de Ulula das, ou antes se for possivcl, con-
ladusdu dia de ana data.
Km latteinuaho doque na os plenipitencia-
rloa de S. M. o Impera lor do Hraiil. e do pre-
sdeme de Repblica Oriental de Uruguay, em
viitilde de uussos plenos poderes, .i-.mii......,
o prezeute tratad coiu noaoa punhos, a llic II-
zciims por o sello de nnssas armas
Falto na cldade du Rio de i......m, aoa dute
du msale oulubru du anuo do Naciincnto de
No.su Senlinr ietu Crislu, de mil oilo ceulos
ecincoeuta e uul.
S -HttmtrU II -i .1 i Carnairo Lio.
L S. J.rfnl-nio Paulino Limpo di Abra.
L. S. j-Antlres Lomat.
K >eiiilo-in,s presrnta o mesmo tratado, cu-
jn trur lira ania inaei ido. e buui visto,
deradu e exauniiadu pur Dba tudu o qu
se cuiitm, o appr, v tiiiot, ratificamos, e
mainos, assiui no ludo cuino
seus arligus e cstipulacd
Jl
cerl aau novo acampamento. Flcou em Santa
l.uila a dlvlaao commaiidada pelo Sr. coronel
David Canabarro,
No da a larda S Eio. o Sr. Carnelro Lalo
aahio da cidada para a campanha, com daalluu
ao acaupaiuento do ezercllo imperial, onde
cliegnu na manhla do da segulnte pelaa nave
liuras. Fol nina viaila qua o ualuisiro braallrI-
ro eniendru deter faaer ao Sr. conde de Cazlas
a a todos os nutroa defensora do Imperio sob o
seu cumulando. O Cominercio del Plata dodli
i i narra e.-s,i viagrin de S. Kac, aua receptan
e calada no acampamento, do aegulnle modo :
O r. Carnelro Laa. e o Sr. almirante Oren-
fell, acompaohadoB dua aeua reapectivoa aecre-
larioa ede outraa peaaoas, chegaram povua-
ciio daa Prdras as nito da nolte de sabbado, da
da sua aahida. Pona iran all, e na madrugada
do da aegulnle segulram para o acampamento
do ezercllo imperial, que est a urna legoa alui
da povoaco de Santa Lucia, e sobre a margcui
direita deate rio. A'a nove da manha acbava-
9
s 0 dlclsdor anda iiao perdeu as rsperancat lavili.
ile qua a Graa-Bretanho viri em aua .alvac
Maguetl-oii o Sr. S. uthern, e por elle confia
qua conaeguira tao grande apilo. Nesse aeutl
ducanslava que o diplmala brilanuico ilulia
J eacaipto ao aeu aucceasor, o Sr. Gore, recom<
inenilinii-i-ilie que prucuraace induiii o nuvo
almirante, o Sr. Henderaun, a obstar que oa na
vi.is de guerra brasilrlroa transltassem pelos
rioa Parao e Uruguay.
Mas todas aa peaaoaa que aqu e em Monte-
video tiveraiu occaaiao de tratar com o alini-
ranlc sao concordes emjulga-faa digno substi-
tuto do Sr. Rynolda noque dizreapeilo a que<
Idea do Prala.
He Incrivel o papel que o Sr, Southern leu;
frito Junto a Roaaa. Ja oa Irliorrasabem que
no baile dado ein 2a do paaaado Sra. D. Ma
nualila, o ministro britaunico deltuu a barra
multo mala longe que qiialquet^outro conviva
e audou de braco dado ao uiesino lempo com a
lilba do diadur e com a cantora Ida.
Ra alai al agurau brlude qua oa cela dirig-
doua objectot do seu encan
se S. Ezc. no quartel-geoeral, aoode (ol rece-
bldo pelo Sr. conde de Caxlas e pelo seu catado
maiorcoiu a* fionraa qua Ibe aio devldaa na aua aaae diplmala a
dupla qualidade de conseibelro de estado a uil- to casjmlrajao:
niatru plenipotenciario. a Pela eterna felieldade de S. Eac. o general
S. se. recebeu uscumprlmenloa da ofBcia- D Joo Manoel de Kusas chefa supremo da
lidade du ezercllo luipenal u'uma linda barraca Confederafo largeniioa, e pela de aua aiuave
frita de ceapedea, raitiagena e florea ailveatres. e virtuosa lidia, amada nao sopor lodosos rus
As muslcaa militares, que frequeulriuenle se cumpalriuiaa emuo al por lodos os esirangei-
ii n-v iv un, nao aeasaraui da locar durante a roa que tem tido a fortuna de conhece-la.
recepcau No eutretanloque assim procedeu o repre-
u Drpoisdo almoco, que leve lugar debaiao seulanie da Graa-nreanlia em Buenoa-Ayres, o
da iiiesma barraca, assistiu S. Kxc. a um ezerci- cuusul brilanuico e inultos dos aeus .....un-
ciu de fugeles Cougreve qua, a opinlao de las deizaram de ir ao baile, porque os bilhetia
peasoas compeleuies, pruduairatn inulto bum de convite que receberaiu trarlaui em auaa tar-
elfrito. jaaaa imprecafdea du coaluine : a Murram os
> O ezercllo de evolucdes a manobras come- sclv.agrns-asquerosus-uniiaiios! Morra o loucu
leb'.ar
um Ira ininosos Ido p. e dea ra crio
escrav a do r .Sil
por aeus aeatade Btiua. s do sru O plenip u lsii| a. Bou llarlllo lien e.rai orlo r da
prrial g> lu crua a entrega riclprnca de crl-f
-es. e para a oavolociu
,i pata rase lim iioiii- rao ;
ciarbia, asa-ber : sua Ma-'
lor du i-1 mi, auslllms
Hermcto Car..e\roe Lro,
i ilr aaUtlo, senador ,1o lin-
ordeuide t.hrlat,.e t.iin.ii dj
Paulino Liin-
luaelho e o dersta-
dignilariu da ordem
ralelroda de Chnsto.
publica Oriental Au.lrcs Lama, euvi-
siru pleiiipulrucioua-
ulo a S, til- o Imper-
is de ha
.11.-
ifir-
da um de
e pela presente o
Hrme e valiuso paraaempie. pr oinel-
du em fe c palavra Imperial observa-loe
cuiupri-lo invioiaveluiente. e fitc-Ic citmprlr
f i-u-ri i-.n pui qu.al qurr modoque poasa ser.
Km le.ieiiiuuhu e liiiueza du aubreoito, fizamos
paasar a preseute carta por nos assignada, e
passada com sellu grande das anuaa do impe-
n e nfrieodaua pelo nuasu iniuislro e secre-
lariu de estado abaizo asslgrado. Da la no pala-
cio du Riu de Janeiru, aos Ireze dias do mes
de uutubru do unn > do uaaciiiieule de Nosso S.
Jezus Cbrlsto de |8S .
(L. S.) I'r.iii;,, l.nrerador fcoin guardal
Paulina loi S-i un dt -s' ">
* J o ni tu -a ti io das armas.
Qaartelgeneral na cidoile do Heeifi, 21 de de-
zembro de 1851.
lli.IM.vi DIJ DU h. 48.
Manila o !ar. maree lal de campo grada-
do Antonio Conca Seara cun-nanilanto das
arman, em vistaa das co nniunicag) s que'
In,- l'iram dirig las pelo Kg n. Sr presiden
le -esta provincia ein data di honUvn fa- I
/ i u- i i-u, p .: .i i-.iu in-iiin-iil i la guarn
ejloe fia iieceuiriug, qua Sua MiKesla le o
imperudor, buufe por bem por decreto de
29 de nove lilil nriizinio fi ido nomo,rao
Sr leneiiie-coroiiol do estado inaior le se-
au'i la clisan d > exordio Franciaco Flix de
Micoiloo Vise iiicellus para c.ini'naudaiilr
d i pre-idi i d Fernn lo de .Noronha, e cun-
ee ler passagein para a ter.'oira cnmpiniiia
do bal nii.io ii. 12 ,ie ini.inlaria au S c i ,-i -
ulii do n i .: iDMid* ar.ua Dniiingus
I ; de Luna 7nig i, n que tu.lo Colisin dos avi-
iiupi rial do 'Mu/i in, e Antonio
po de Mu i i d s, u i
du, leador do Imperio,
imperial du criuriro e c.
E o prndenla da ni
l'iuguay au a.lvugadu D
ado raliaoidluaila e mili
i lo da un .mi repblica j
dordo l'razil os quars de. uis de haverrm tro
culo aeus plenua podara! respectivos, que f.
r.io adalos rm ba e devida forma, convierto
nos artlgoa -., :u.....-
Art, I s duas ,.li,s partearoairv tantease "liri
yiio a nao dar ai)lo em cus rcspeitiv. s territorio
.ios grandes i-iiniiiosos, luratiBI se a sua e riio ic.ipro- a. coutorrciido toujuuclaiiiente as ae
quintes < ondiro s:
I. yu.uiMM,,. crimes pelos quaca se relama a c-
iradico lirercn sido ruiumvnidos no tcinlorio dr
gOvasno re,i uante.
1. Ljoando pe. su i giavidadc e habitual frequcu
cia f.-rem capa es de p r ein risc a moral ou a se
gur nr du, povos lat-s om os de assassn iu. pro
exped los pelo (tlliiisl >no Ja guetra d
lo crtenle me/.
Candido Ltal FerTtira,
AJiidanle de ur.trna Inaarresjaula du delalhe
! tftiOti,
|tui.n ."t do .cnri
du e.i-U abriarr.o c in
lica taba, ou itf qualijiit
uiot-da as e*I CU plibU
r-spublit-as de iioids uc
liiii- iiecambio ubstr
iIo comiuclbila por
eiup e,;dos a < uja j-
a.Vt'iiiido t.lrvciii
J< is do Lia dequeni a
innoso jmiiiit.ii
,il.,
i N
odu
1WLH
,il-
rbiO >roti
de inocda n
|u cir- ule
I- Duelo di M
ban os-niioi i/, dos
.'.o ilr -i-nliei s ou
posilan s |> hl eos o
d. cslejan ton hados
provailtHd- mancir i i|iie a
rcclaui ii MUvulcS. docri
T
.....
poi
RIO UI-: JANEKU)
29 ,le novembro d 1851.
I, 11 h Mi.i. pelo vapor II iliiaua dalas de aln-
video ala- itS do correle noite, e de liucnos
Ayres al 10.
i-1i,i iu i Iraz a Importante noticia de te-
rcio sido raliticadoa no dia 4 do crreme pelo
guverno uii.iii.il oa tratados celebrados uesta
c ,ne
0 estado oriental coutiouava em paz. Aa
elrt^ea que deveui ter lugar, como j disse-
uios, no dia 30 du crrente, preucupavam oa
huuieiia puliticus. e era obj'Cto dosasslluos
ouidadoa da Idmlulslraclo: uesaaa eleledeade.
de o presente eo futuru da lepublica. Del-
leveui sabir um presdeme, triula represeu-
I
lames
rillivu
e pro
V n a lies e mel da larde e lenn'iiuu quasi ao
auoiiecer. Era realmente um espectculo dig-
no de ver-ae o de 13 000 boinens das tres armss
muveudo-se com ordeiu e agilidade a ,hre uina
rea cujus puulus czireino. licavam fura do al-
cance da vista natural. 0 Sr. conde de c'aziaa
e ua cuiiimandantes daa dlvlades apresenlaram.
se de grande uuifunne e luda a tropa com as-
mcio, o que por certo he digno de admiracao
depola de mals de duus metea de marchas c de
acampamentos em paiz esiraugeiru e uo rigor
do iuveruo.
a A quarta diviao, que marchou na vaoguar-
da .Iu eaercito, cumuiaudada pelo coronel Da-
vid Cauavarro, nao euirou no eaerclcio. Com
pe-ae de 3,i>0l) liouieo
Lanelonrs c santa Luc
O plauu geral do ezercilo foi o segulnle i
Aa treadivtsdea furmaraiii com a trente pa-
ra o ucaupamenlo aobre urna ezleoaa llnha,
guardaudo iuiervallos : a priiueira direita, a
srguuda no centro, e a lerceira no flanco ca-
querdu; os baialhoea de lufaotarla em colum-
nas parallelas, e oa regiineutoa de cavallana na
sua costuiuada ordem de lalhada,
Depols de ler percorrido todas aa divisoea, as-
sim dispostas peio chele de eslado-maior, o Sr.
coude de Casias comecuu a manobrar de ma-
ueira que a pruuelra iviso furuiaaae em or-
dem de bataltiar, fleaudu aa oulraa duaa de re-
serva e prumplas para entrar em liona.
a Teudo o Sr. Garueiro Leao maoifestado o
desejo de ver toda a forca em liuha. o general
deu para isso as auaa ordena, que furaiu ezecu-
tadas por intlo dos aeus ajudaotea de campo e
a loquea de corneta.
a Ja estava inulto adlantada a hora quando
terminaran! os movitnenlos, e o cundeconcluio
o eaercicio maudando que todas as divises des-
iilassem, por uieius esquadrdea e pelotea, pela
sua frente e do Sr. ministro brasileiro, reliran-
do-se lugo ,-.ii i oa aeus acaupamentoa. Easa
marcha, a passo dobrado, durou mais de duas
horas.
a u Sr. Carnelro Leao, o Sr. Grenfell e as
mais pessoas que acompauhavam a S. Esc.com-
priiueniai-aiu o geueral biasileiro e pelo estado
Je disciplina em que ae acha o eaercito as suaa
ordeu-, e pelo seu excellenle pessoal. O uies-
uiojuizu mauifesiaraiu alguna dos inuitos cida-
daosdu panqu furam asslailra parada.
> Obseivou-se que o ezercilo he em geral
coiup.,siu de gente moca e vigorosa, e sobre
ludo que a cavallaria, ua sol quasi toiali.lade
lie de i, ,ni- ti. braucus e de raca ludigeua..
a epuis do eiercicio ae,vio-ae ebalao da
piturrsca barraca um explendido jamar, lo
eiplendtda quamo o permlillam a circums-
bauciai de um general acampado m'mmi luiir
lao dlstarMc da cidade. Ojautar couiefou de
uoitc luz de velas c do brilhu militar que fur-
uiava una caia de guerra guarnecida le llo-
res e de duas ordena de bayonetas, cujos pu-
nhua .ii.ii.n de caalifaes.
a Termiuou com cinco brindes I
a A S. .U. u Imperador do brasil.
Ao miuistro brasileiro, e a todas as pessoas
que o acoinpaniiavam,
u Aoeaeicito imperial acampado nesle paiz,
c ao seu geueral.
A' esqusdra brasileira estacionada no Rio
da Prala, e a aeu almirante.
* aos ezerciloa adiados e aoa aeus chefea.
Nesle momento as bandas de msica, que
eiciitaraui diversas pecas duranie o jaotar, lo-
caraiu o hymoo brasileiro.
a 0 Sr. uarueiro Leo e mais pessoas que o
a ouipanhavain aahiram do acampamento aa
madrugada de aeguuda-lelra.a
O general Garzn (ni i melhorado cons'
nuil i-, rlv igrin nuil mu Urqulzal a
Ovcorreu iieaaa luuc(So urna auedota, que he
digua de ineua Ua corliuadoa que guaine-
i ii ii .,. pollas do palacio dictatorial ti ,ham as
iuiciaea J. M. R. i )m:i o lapeceiro siguilicar
cuiuaquellaa lelraa o nome do dictador; maa
r-,ju,c, ii-si- liifelisiiienle da parlfcula de. e
eaae esquecimentu f.,i deploravel, olo s por-
que pareceu um desacato preteocio que leas
lluaaa de deaieuder .los principes de Nuruiau-
dla, pretencao que data de puuco lempo e pela
qual accreaceuiuu o ds ao seu nome, como ate
por ler dado logar a urna ainisira imerpreta-
V i... Seua iniuiigos, tnaaiuii os de huenos-Ay-
rca, i, i.iu/ii un assim aquellessyiubolus : Justo
e est acampada entre matar a Llosas ; e esl, traducido cdrrcu a cl-
'dade e foi ubjectodedivcriiiucnlopaia tiiuilus
Publicamos hnje os cinco tr.ictalos cale
hrados em i-i do mez proxim passado en
treogoverno de8. M. o impera lor e o d
li.'.Mililini Orintal do Uruguay, e ralificado
pur S. M. i. ein 13 do mesmo mez., o poli
presi lente da Repblica Oriental em do
co rento.
Esta npgociicflo que ha, indubilavelncn
iu, a ,1 i ni H i- importancia e alcance qu
letn concluido a diplmaci* da Ame ca Me-
ridional, abre urna nova iuOOi as rela>;'0i
do imperio com as remblicas do ltio di
Prala ; e abro soh os m s fe les auspicim
p-ra esia parle da Amrica e para os inte
ressesdoen nmercio universal, ta<> estrei
laiii.-nt.i ligado i paz. ordem,a civilisaco,
ao desenvnlvimenlo da riqueza nessss tei-
'aa feteis o desertas, de.sliuadas pela Pro-
videncia para reslabeleccr o equilibrio per-
turba io as suciedades europeas pela su
peiabaiidaiicia da populacSo e da pruduc-
c3o.
A envelhecida questflo de limites, que aj-
oba sua origem nos lempos primilivus da
conquista, era insoluvel por meio da diplo
tnacta oda gue ra, porquanto, de ambos os
la ios, hiiuve sempre a idei de augmentar o
resp -ciivo territorio. Eslaidcaeui uin er
ro gravo e funesto. Nem a Repblica Ol-
ela! do Urarfuaycomo territorio frtiljsil-
mi. bem que relaltvamente. pequeo qu-
possue, nem multo menos o Brazil, neces
sitain de una s pollegada mais de terreno.
O que ambos neOAalItaai he a paz, que uii
,-./,? !*'." ',:' ,'' "'*?'".' "c dera.elmeute. e havia eaperaocas do seu com-
e legislativo que ou cousulidarao a paz! ,,|elu re.ubelecimento. V
arr.drm'r.l'd;^aro;Z.ara0rC-| ..'" -' "* Montevideo para
jimii-i si ir do p.itf, ou far
r ,i tlrs.ji,], iii e a de^gra^d publ
Kiluincnie ui vaticinios de peisoas bem in-
formabas nao propicios lrani|iiiilidadtr e rrs-
lAbelecImeoiodritei nos-tos vlnohoi, o parti-
ilo da pracade Muntevidro, chjin.id Culorado,
'u iie Oribe, deuumiiiadu lllauco, chegaiaui a
mi aciM'idu na urgaoUl^Ao t lulas dus cau-
I Ida los tmara dus re presentantes c du ^cua-
1(1,1:
idiel
fbssc
t. vuamlu o
mente ou |K>r i
, i i ii i d i naca
Art. 7 Ail
1 Se o u iu
14 a i ujo g ver
2 Por .rime:
cedida (icios el
le, uno (wder o
do pelos -itos tri
Iregu < u c uro\<
Art 3 PiC ontv
i o em mais de u
Ma entrega pelos
do de prafi r n h
lomnielted > um.....i i
dade o que bouver r
Art. 4. Pa Umbe
uno de 'i-H-iii se r ca
do Blgiim cr me no pi
fiir jirooi-ssado, sua
gardepoesde solii'er
vicio.
Ait. 5. As despeta
transporte du cihnli
priawofl a ac unejo ikt
tlcitro >:c ua junsdicr.o
emiiioso lui-
rme i de r
I tiver
h le
lamadi
o se liiter -i e
politiros; e qu*
i enumerad s
..ii ipr te ata
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fu? cid id*
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r pro bmi 'o i
unter ores a
logo
do (Kl
Sid .
HllTI
Wl pulll 'OS
iS com elles.
itli U> '(iie.sr o individuocrit
H bsudo I-r rechinado, anl
espe- livos \o\ i-roo- sen* mi-
acuelle em cujo ter iton
elilo.eseud.de o. I K.
n if- i inado p iineuo.
pe
ailendi-lo que >o o ind vi-
a aatraea Uver canoatli
inilc se r fuu ou e por ella
;railivo .6 podara ler lu-
uu no caso de ausol-
.um a priaao, detenr.io e
ao. correro or cunta do
goveruu que o reclamar.
Art. B. O goveruo da Repblica Oriental do
10 u^ii.iy recullbece o piioelpin de devulu^-.-io a
rcapeito dua eacravua pe-leuaentes a sub lii-,a
ii-.iiiiiiii- i|in- cunira a vontade deaeussenhu
res furem por qualquer mauelra para u leni
torio da dita repuollcae ahiac achaiem, Obaei
var-se-hu uesta dervlutao as seguinies regraa
I. Ua referidos eacravua seto reclamadoa uu
diieclamemc pelo goverou imperial, ou pur
iu ni do aeu repreaenlinie oa repblica.
S. Adault.-se que a reclamacau posaa aerfei-
la pelo presdeme da pruvluca de S Pedro do
Hlo Giaudr duul. nu caso ciu que o eacravoou
e-cravoa reclamadoa perleucaui a subditos bra-
/ilnius residetilea, ou aatabelecldoa na mea-
iii.i provincia.
3. mI-ni ti,--se tambem que areclamacao pos-
aa aer feila pelo aeubur do escravo peramea
autoridad!-coiupeteiitedo lugar em que elle
esnv.r quando aeusaaar du e.cravo for ein ae
gmnienlu dalle para bavc-ln.au terlilurlo or.
ini.il. ou quimlu manda tambem em aeu ae-
guiuieulo um apeale ospcctaluieut* aulorisada
para o dito Itm.
I. A rrclaui ,co de que ae traa drver aer
acoiupanbada de lilulu uu docamentu que, ae-
Cuntluaa leis no nraiil, sirva pata pruvar a
druprledade queae reclama.
8. Aa drapriaa que ae liierein para a apprc
li-uaiue devoluco do escravuau eacravua re-
clamados correro por cotila do reclamante.
/. il. 7. As duas alias parles oontraotanles se
obrigo tambem a nao recebar scleuia o voluu-
lari luiente nos aeua Estados, a aoio emprrg
lu aclcate que mo>lra lerem ludus o. Orieu-
ais Im'iii t-nmprcheudidu o peusauenlu geue-
-osn que diciuii a capilula^o concedida pelel
_>.- i .-. il i i i .. iu general Uribc.
ido ce
llaliocl i,
isa cao
ido age
mili i
alisa
da cid
a accag
ra e auaa criticas cir-
rieutal esllogulu a or-
,le de ,11
di a.lu
eguranf
Idlo lodo
audos
llprel
ierra c melliur pi
llill ili cimpanha, div
i repblica .-ni quatro g
rmaiu Otilios laiilus cum<
U,u desse, i- nuil uul i- c,
larlamenlus de Pal-ndu, Sal
lo coartado au general O. Si
uiro ciu|,oe-se dos deparli
.ng ,, M.iMonido e.Minas, e
cuera! 0. Juan A. I.avallrja; San Jos, Du
u, SuriauoeC ilon>a forinauouiro coinuiand
uc fui da-io ao general II, Adelo Medin
i loblUttlido pel-i c.ir.ni I Veu
n,r l,-r aquelle geueral requeiid
Irqnlta na guerra cunira llosas
loutevido e Cauelunes f,ram
iu,a sc.-cau ou cuiumaudo
levldoj e
uistraco da
a c lraoi|uil-
o ten Huno
acejdes, que
geraes.
ende os t!e-
i e facuaremii,
rvando Uoinri;
ii- ni i- de Cerro
ful emiegue ao
'ta-
lo r lor,-a,
aervir din
final,neme,
eunldus em
ou cuiinuaiido debaiau da depen-
leucia imuieiliaia du ge*ueral em chefe. a cujas
rdena calan igu.iluieulc o coinuiaiidanlea ge-
raes.
.> i dia 7 do crreme o pre-ldento da repbli-
ca, acumpaiihailu dos seus dous ministros, com-
p.areceu aute a bonrada assembla dos nota-
veis, e leu una inensagem em que a inatrulo
dos accoutectiiieiiius que pozeraiu termo
guerra civil. Me,sa ineusagem ae rendem agr-
decimeutoa cuoperacao do brasil edos outros
allladoa. O preaidrule oa repblica declara que
esse corpo, creavo dos lempos escepciooaea
que j paaaaram. uuia completado a aua huu-
rsa miasu, que pasaar para o poder legisla-
Uvo da cuualiiuifao.
Por falla de vaporea, apezar da boa vontade
e aelo com que o -T. ebrfe de esquadra Greo
fell se tesis invitado a esse servir.,, anula nao es-
lava cuucluidu o transporte daa tropas penen-
ceutes ao eaercito du general Urqulta. Tiubaui
sidu levadas a G-ialeguavch cerca de 5,000 pra-
cas, das quaes 7i>0 e lautas eram Correntliins,
Iguuias l.iin i- Kiauus, e a maior parte Argn
moa. It- si ivmi anida por tr^osporlai -f OO
Argeutiuos e Kuirc-Riauua, e 2,00o Oricutaes
que vo reuuir-se ao exercilo do geueral Ur-
quiaa para a nnva campanha que este projecta
ilein do Paran, A lorca argennua e euire-
riana comecuu a embarcar nu da ib, edevia
aaliir nu dia 17.
') sr. conseleiro'Carnelro Leao achava-se
em Uuntevido. Cartas que dalli recebeinua
uoa diaein que S. I.ve. trabalbava activameme
uo desempeuho de aua inissao, e que lluQa sido
nenie recebida por nacionaea e es-
i. O nobre conselbelro moatrava-ae
e recouhecido pelo boiu acuibimento
que lem iido do governo e pessoaa mala gradas
de Mnulevl-lr i
O ezercilo Imperial permanecia, no ealad
neuevula
Iraogeiri
alisfeilo
No da JO ilenj sabir de Moutevido para
I'ni mis-\) i .-s, a bordo do vapor Ritl .
Ir Gure.que vii aili substituir o Sr. Suulhern.
Ksie s, iih,i, vira para esta corle a bordo du
ilieaiuo vapor.
Aa tiuilclas de uenos-Ayrea dao o goveroa-
dor Ilusas aiafnuadu em preparativos de gu,-r-
i i ,11.! i, i., I com m> -un-- .-.,- de lodo o
genero o lerror de que est possuido, c que
crescc de dia em dia medida que vanprruai-
ni.i,-se a Cpoca da iuvaso do geueral Urqulta.
A emigravao de Puenus Ajres para Montevi-
deo era cunsiileravel ; e u estado daquella el-
( dade, u tnan lanieutavel possivel. O coinmcr-
ciu achava-se paralysadn ; a pupulacu lulava
cuino terror c a eaperanCI mocos, vrlhus e
, .i.,. ,. eram for^adus a pegar em armas,
I.m quasi lodu u territorio argentino aob o
dominio do dictador ilosaa havia agilayo e aig
uaes ni us ou menos inanlfealos de adlieao ai
moviiiif utu que com toda a celeridade cala pre-
parando o goveruador de Eulre Ros.
O recelo dos amigos da huuiauidade, da or-
dem da uiviliaavu lie que a passagein a
ueral Urquua ae demore, e os prouunclai
tos appareoain preuialiiraineute com sacrificio
dos uiii v is, cutnplices e inuuccntes.
Lanas de Mueuos-Ayres de 4 a 5 do coi ren-
te, diaem que o geut-ial bebagua ahandunuu
a p ivoacou de danta Fe e rcurou-aepara as
i. ii i ni i, ; que as lujas da campanha do nor-
te ae falluva aberlameiiie a tavur de Urquiza e
contra Roaaa. E ua veapera da paitida do iia-
ln ni i Uiibau-ae recebido da meama cidade de
S una le. cuja iiupm i uu .a os le tures conhe-
cem, noticalas mais lisongelras a respello da
auiiedade e ,,1,-gria com que era ali esperado u
eiercltu libertador.
Hoaaa alleclava serenidade, recrutava, cui-
dava de iiielus de guerra, loinava prcauedea,
como ae uiiu tivesse contra ai lnimigos podero-
aoa e resolutos, como se nao plsaase aobie urna
mina prestes a faaer ezploso, e livease espe-
rauca ate oppor uiua resistencia vigorosa. Urna
das auaa precauedee foi maudar retirar de todua
o* poutus da coala do varao aa cavalbadas e
gadu. Tinba Uuibeui maudado alguna barcoa
no cima para observarein o luovuneutoa da
noasa esquadra e de Urqulaa.
Kelumente quebrou-se o encanto do dicta-
dor ; seu f ntasma a uiiiguein uiais aasuata ae-
no aoa que eatao ainda aob u cuiello dos mas-
burqueirus. lluje comprehende-ae bein que
esaa sereuidade e todo ease estrepita e roucas
au cumiiiua,ao doaystemaque por inultos au-
uis aproveituo ao dictador, maa em que sol que publicaaios
do enc'ier o seu terriiono Je populacho
que ha do tortia-lo productivo por nielo da
in lusuia, du commiicio e da navegiQSo.
Sac ificindo, pois, as pn[nc s de pe-
ilayus do territorio qusai inoleis nu es
toJu oe despuvoaco deales panes, a paz
ouaaas aliuiiv s que ,oien arauti-l, Sa-
criicavaiu-se por parte ta Ilepublici Orien-
tal os elein -utos da veril Icira nacionalida-
de qu i bSo de resultar de augmento da po-
pulacilo e da riquea, e por uarte do Urazil
a tranquilidado e o adianiainDnto das popu-
lares das frouleiraa do sol do imperio.
E-tas verdades furam p.irfelttmxntecoT)-
P r i. ii I .in- pelus liotaens d'esia lo qu-i di
ngiain a sua poltica e a sui diplomacia. E
sentid coinpiehendi las, a bise racio lal e
po- -iv.-i, u base natural era o ulipossidelis
Outra q jaique, preju licria os nitareases
creados em a.nbos os pauea pela respecti
va posse, e excitara de novo dilllcul Jados
susce^libilt lades, e preoccupactl-s.
Ambos doviau renunciar aos diniitos qu.
reciprocamente preleudiam ter. Toda e
qualquer onjecso, qour de um j,uir da o i
to, a lal ico jiici, cima iliiiitn desia sitn
-les perguula : Eases llegados di eltdi
eram laes que para sust-nta-los se con,er
vase viva uin i causa de desintelligeiicta se
dciiasse existir um motivo do conflicto
diarios, a cveitlialidi le ilo urna guerra, t
se renunciasse aos b ntlicios mu uoi que
aos dous paizesdevtjiu reaullar do urna al
llanca intima, cordial u vetdadaira i1..
Iloinens illuslraJoa e pat'iutas nao po-
diain trepidar. A renuncia foi Celta po'ipo,
ambas as p-ries, e de inaueira qu* ni'odat-
\.i pretexto! conlroveraias ulterio es. c an-
al guiniemeulc, a baso do ulipissidelii lio a
base do traa lo de i. unto., que bu o p imei -
ro que publicamos. Se.n allerac,,lo desss
base que tneruc/i iueii(3o, attun leu-se a me-
inor polica o r,g ilindide ,1a imha diviso-
ria, e determiiiou-M sua dircejao com a
motor clareza.
A nica cesaSo que possa mireccr esle
nome be a de ni ia legua d^ terreno as
boceas do Soball.li do Taquari, mais es
la r-s-jii, iH.siii.uli.-.mi: como territorio,
ora nao so de uulidado se n3j tambem de
necessi Jado coiumum.
Admilli la a baso do ulipottiieUt, reco-
n ,eci ia eslava a posse absoluta em que so
,11-iia o Brazil das agu,a da I., .,i i il --1 o
Repellir cssa posse era repelltr a baso pos-
sivel do ajuste, repellir o nico ajuste a.ui-
gavelnieule possivel.
Adtnitlindo-a como se admittio, css-s
aguas nao seriam Uo proveilosas ao Brazil
como polem ser, e seriam iiiteiramenli
iiiut-isuo Estado Oii-nt I se uo livesson
,.orina lias collas de leal -. Ten-lo os por-
to! que Ibes da o tratado, lie de esperar que
ames de niuitos inoaf as uiatgeus ermas
la l.agiii Muriiu eslejatn Cobortas, de um e
oulro lado, de urna populando nuinetosa e
prospera e snvam de canal um trauco es
tenso e tnuluam -tile vaolajoso.
Remov iu com o ajuste dos limites,o mais
soi ni dos obstculos ,,u so opp iuh.11 a al
il.iin.,1 SIIIC Ta dOS dOUS paizes, i-eli-h. .iij-.s'-
logo essa .iliiaooa. lino SdguuJo tialidj
Os meioi de realiair rites flns, que eio
jomo dissemoa, o nar de paz de ISJS.fnrom e.slali,'lucidos por
esta r'-feridi coiiveiiQo de man -ira tal que
a proietjHo que o seu art. lOdava pc cinco
huios ao governo legal nunca foi elfecli va.
Pelo ronlrano, urna dai (lartetcnilialantos
.o iseguio fomentara inarrhla e guerra ci-
vil pira intervir e para observar, em projui-
zo do Brazil, oeslado nter i.ediaiio.
A experiencia fui c islosa, maa nSo fol ei-
tenl. l'elo t atado de ti de outubm .pr-
ximo passado a aiianca nara a oef-asa do
p 17, e a i roieeo oouCddida ao leu gov -rno
1,-gai, estilo clara e terminantemente estaba-
ieciJas.
0 Bratil poda nesti Ci)njunctura preva-
lecer-so da violacto da convemo de I8J8 e
pa ,ioi-i.ii.ii.-.iii -I estar ella rota Teita polo di-
a lor de Buenos Ayres, flm de tomar para
i s a proti-ccSo jo es'ado Orieutal e a n -
liueiicia cxclusivi que d'aln davia resultar.
Fiel, p o em. ao pensamcnlo di cnnvenco
do \8M, o despido de indas as villas deam-
oifao, de preponderancia uu de influencia
'Ilegitima, convelo em que oa estados ar-
geuuoos sejam convidados i f.zer pirle da
iliaoea no po da UIII8 pcrl'eila igual i.ill i o
|-i'i'i..|-, i-iil le.
Fsle acto deve ler i-mi, -qn -ue a. trasce-
leiiie.-. Elle provar a siucerid -de e a -,ii o -
ia da poiiiic i do Brasil i produzi assim
espera idos, urna ol. nea verda leira, e du-
ra loura eiitio o imperio e tolas as republi-
c s visinhas.
I'.n.l in isL.ii-.,, i.l i maS a lid -Inl ni di
jtililica bratileira, co ilrihuira muilo, por
darlo, o esmero con que s< consulla os in-
leiessesd se i aliado a lejubhca do Para-
guay, e cun que pructrVa que as nacionalt-
ia es qon ro l-aui o imnerio se foiliUquem
e garaotam reciprocamente.
.i .ni mea do lodos lia de ser fecun la e ha
es-rvir le sslva^ua-da a honra,ao lireito,
o i ii i -.s ,i,i Auienoi.
0 principio da ieci,,iocida,ieesl obiorva-
lo etn l-idasasoulras disjosujDes do trta-
lo, e entre ellas esla i,ro'ouiiU a rnpelijno
,los auxilios que en ouira poca alimouta-
raua i'ci linii ie.i interior da provincia do
S. Pedro do Sul.
Ao pas>o que o governo do Brazil di a-
uOio ao goveruo regular e 4 or.ietn nil-nm
1,00 de a loriar io iasj.,8 modidas que poasam
conlriiiuir para a com, I la paciticacao da
epublica.
Amnista plena ; esquecimanto levado lo
P iiiiu de renunciar discussau dos aclos
oossados ; resliloifSo das propiedades con-
fiscadas ; execayao das leis que garanten
ni i,, os direilos dociladSo e do humen),
eis-alu ,,-h -, da pacillcafijo. Os brai
Ini-Os u lis O io |a ,ii I -ni a.in s-o- i I ,-
cotn orguluu aos povos mais civilisadus.
Eis-ahi o que o Brasil loumu sol) sua pro-
ini-c io. i. ii sua lealisacSu empregara loda
a Ivgiliuia inllti mic.i quolhedasua oclua,
pOalcJIO.
A e.veur., e-ios bases come^ou a ler Iu
gar mes no antes da ,.iliiie.ie.in do tratado
assim devia ser.poique en u as bases io go-
verno o. mu ,l. |)ede 181o que o seu ole-
ulpotenciaiiu nesta ctjilo piopfle um-
conUinai, ueste sentido, porem nilo que-
rlam o 111 o iii:.o i de um partido, li3o que
ruin veuclores nem vencidos, queriam a
iiiii.in da lamilla Oriental.
O tratado de subsidio pecuniario Repblica
Oriental era, na situaco a que leon reducid,
aquelle paiz ap< una guerra devastadora d
Saunos, que austeuiuii cun tan gentil eaforc
e ab.iegac.u, una emergciicia forcosa do ira
traiadu de allian(a.
A falla de diuheiro c o eslado linancelro di
pan oouaproiueulaio eaaanclalinaata a editen
ca ilu goveiuo regular c da paz publica, que i
Brazil aeubilgavaa -ii.leiiln.
latste tratado, que lie o lercero, que publl-
imoa, o ajuste mouetario est calculado de
uduque salva a repubica da abyamu ilnan-
ceiro. in,-Ilion a sorte de lodos os seus orado-
ea, frmica a pralica de una admlnlstraciio
egular, e cria, du uuico modu possivel, a se-
gUiauca du i eemli ,,.., das I-h mi.....-ulos de di
ulieiro leltua pelo Brasil. Esse reembolio be no-
je seguro.
O l,atado lvela o quantum de todos os a-
diaiiiiuientos de dlolieiro leilis pelo Brasil, e
ihre us quaes lamas caageraves tem corrido.
vlncla de Pernamhuco, nubllca-ae a relaer,
abalao tr.userlpla. ds commercante. e ,,,,
qne se tem matriculado desde o prlmel ,e
deaembro que corre, at a dala desta, cotnnre
In-ndendu dona enrretorea geraes. V
)oii erimymo Monteiro,
aecreiarlo.
i BEUQ O. ,
N. 811. Por despacho o,, tribunal do prlraelro
ola- lo,.n..,,io,.ncul.osr|
?,.,:.l.SL'*cl^''";'. 1"-iiiro. douiiciii.do
lldade da oorretor ge|
eu liaduroSr. JoaoOir-
qu.
,el.
ata cldadj
iiesi.i pract,
duzo Arras,
N. 90 Por deapacho de 9 do correle fol ad
a inalrlcula a Sr. Franolico Gomea d
nlltido
Olivelra, cidada,, porluguez. domlclllulo nesta
cidada, na'quallla.le de correar e-eral !
Por deapacho de 19 do meama mea fol
L'e,""V,KC.UlA* I'"" ",clal '."' <1o
ker S.iillh u C. domiciliada ni alead.
aerlo au rtador o Sr. JoSo' KtX
Soma lu In.iude Araujo Peralra.
N. 91. Por deapacho da rnes.na dat, f aa
mi iu ia a matricula a lim,,, aoctat bra.li,,., aI
senhore, Amorliu O Irmao, domiclll.ua e,,,
IViw COm *Ut "" co""Ber<:'o de groa,*
N 92
adinilllda
Sr W.lkarBitiubfclJ.. doin.cilladan.clo.de
de San Lulz do 'i i..l,,n,, com ,u, cl '
coinmeicio de groaao trato. "
N. 93. Fol aduiiuida a matricula em 18 do
crreme, a urina social Ingleza do Sr, J.inn
Ryder & i,., por deapacho do tribunal de 20 d.
novembro prximo passado, domiciliada uesta
praca, com aua casa de coinmercio de grnaso
Secretarla 20 de dezembro de l85l.
Kst coiifui-me.
M iximitino Vinnriico unrle
OIBvlal ni.iii mu iu,.
CAMxlU MUNICH' \L
SESSAO' EXTRAOIIDINIRIA, DE I, DE DE-
/. Mil 1111 DE l .Vil
Pmvlencia do fr /farros.
Presente! aoa ora M.mrde. Carnelro Hontei-
ro. Franca, e Fguelredo, laltaouo com cauta
|, n iicip.,,1 a o Sr. Pretldenle ( e aem ella
maia.va. ; abriusea aeaso, e fol lid. e an-
provada a acia da antecedente, fol Iido o aeeuiu
le eapcdleote; uuufficlo du Rxm. Preiidenteda
Pruviucla disendu, que em vista da Inforuia-
cao, que por copla remetlia, da Thezourari
I ro.iucial nao era possivel por ora, ler lugar o
impresiono de uuze coolu. de ria que enaCa-
niara rrquereo para a coneluso da Capella do
CemlleiiopuDilcointelraita.
Outro do iiieamo ; dlsendo ler cipadldo or-
dem ao Dlrectoi do Arsenal de Guerra,
para lornreer mediante a compleme ludem-
ilsacau; as quairo espadas e outros tatftoa ciu
tiiiOea, que esla Laman requlsilin em olBcio
de 18 da correle Vl.ndou-ae eapelir orden)
-o Piocurador par. recebar ditoi objectoae
pagar aua iuipurtancia.
Ouiru do I', .uin.i,i,,
asaisildu. como lile ordenara a L'ainar.
ucao e de inercacu no ter eno draliii
ni praca publica oa ra do flruin i
eoininuiii, ;,,!,) haver
ado a ii-
-..i Fon de
l'urt-a, e que deveodo eoler dil praca I5l
palmus, cu..... t ,le signado na planta a 118
de lerforo inidldaa para ease (in. em ouce-
rlle t
alga
ider
oe dlMenarcn do Oriental, leudo no dia 11 seguldoeTn dlreccao Idiccao do overndor de Btienol-Ayrei. lie
.ncrv.9o S5 d'enH.:rdoUu',,.qU.edJZZ\Trea- I Co.onl.'do Sacramento, onda dial, esbcle-1 n....5 um. hr C ...ve, a u.Um. oiu q. Ro-
elle e aeus servoa ou faualicoa anda acre-
di tam,
Roaaa fez aoar por todaa II mal troinbelaa
que elle propilu se pona i lesta do aeu ezer
cito, mostrando-ae aaaiin digno do ....... de
generaliasliuo; eos araotoiaccrescentavaiuque
a Sra. I). Manuelia aahlrla com aeu pal para
a campauha. Maa aa uin.,, ,a correspondencias
de 'uen .,3-ayres auuuuciavaiu que a h ,orada
ala ae reunira para endereasar uina peticu au
Helador, rogandn-lhe que por amor do palz
ao eapuzease sua vida, aasumlndo ein peaaoa
i commaodo do eterclto.
Rosas ha de provavelmenle Insistir ; o povo,
convidado pelos juizea de paz, unir suaa pre-
ces s di hooridaaala, e cala acabar por trl-
Miphar do genio guerrelro e da admirarel de-
Aaliauca tomou por bises as di combi
navao poltica que se einenlou realisar por
meio da consone,o preliminar celebrad e u
37 de agosto de 1828. Cutis -guiuieuieul -
sua bas s pnnci^aessSo :
i." Susieutar a inJepoiidencia do estajo
Oriental.
2 Fortificar essa inlcpeaJencia por meio
da pZ domestica, pul pralio, do um gover-
uo regular e de i'istitutgdes que consagran-
do as mais bellas con (instas da rizSo hu-
mana desonvolvem a verdadeira prospen-
daJe.
. 3." estabelecer, desse modo, um equili-
brio necessario ios interesaos polticos a
segurmci do imperio, e ilastar, tinto quin-
to he possivel, das tuis l'ronleiris do Sul,
ismo destea adiaiitamemos ha de a
p o [o,- ii-iiiiooi i proporcao ha entre
pie lili cuslado, en, sangue e ilnili. i
io, ., I o I., queobteveu irasil coma simples
cuusirvaco de Munlevideo.
O Iralado de o ni-, n-, cunimercio e navega-
cao, he lioeral a uiutu luieuu- vanlajnso em lo
das as sua. clausulas, tinto naqueili que a<
ivfereui aos prloulplolque dev em ubaeivar-s>
assim em te em guerra urna das partea e conaervar-ae a ou
ira neutral, como naa eallpulacdes relailvaa as
pessuas, prupnedides iuduatria e cumuierci
-I-a seus respectivos Cldadloa ein leiniiu de paz
ede guerra. Pur estas esiipulacdes licam ga-
rantidas as pesauas e propriedades braailclra,
como taolu era misler
Esle tratado ence-ra alcm disso estipula-
e. i de alcance oxlraorlniarlo e emineiite-
neiil) civilisilor. Aq ella que diz respai-
lo ao brbaro conliseo ta b.-ua, q le o aleu
uhado Grande Americano entuman do t-
mulo em que este principio anti-s leiil fon
Iripti lado rflo clirislianis no e pela civilil.i-
o, lendo a firmar umi basu, semaquai
iiipiKSiv, I be a ..i-.ii:i i ;", o io h ,i.i
ment o o aliaut me lio das soci -da les
mo o-1 na, o a reunir ti las esta< socie la-
tea no culto, id pralica e na defensa de um
verd deiro sysl-ma anoricano, do sysle na
|U0 JOve prepae.r a America para aclmii-
tar, estn tere aperfeiciiar a ei-ili-a-.-.i,, ,i
que he herdeira.
Aa estipular-Oes sobre a nivegsijo dos
co 11 o- ,es do Rio da Piola e seus tributa-
rios, su forem ac-ilai, como esperamos, por
lo loa os i'ibeiritinoa, tirolUlIrSo urna gran
le o lelicissima revolucSo tiessa rica e in-x
.lirada regiSo americaiii, revollo qu
ro lun la em b -neilcio dessos paizes e dos
inte essea do utid i inteiro
Para comprehen ier a alta impartincia da
adopfSo lo systotni iniciado pelo tra'ad..
hasta estudar no mapp. os IUaentes do lita
la i'rala e suaa multiplicidas n extensas ra-
roifleafotjl. Essa pro ligio i cinilisacflo
lluvial pola s^rvirdav a de communicafAo
i mus de 1iU.nU i leguas quad'i.las, que
iin i.,- i todas as latitudes e a Imiite n c,,n-
>i';u n emento lo las is pro luee,-, di m-
lueza.
I..pornoins, repetimos, icces-to de to-
lo oa rib iriuhos ao syslema dotratido, e
eremos qua dentro do pencos aun is serSo
assas aguas domiua,las pelo vapor, oque o
machado do colono abalan ai arvores sa-
culares das matas virgens qua as ceicam,
para alimentar esse agente fecundo e pan
cousliuir a tiablaaao du liouiem civilis.do
,, industrial
O pri neiro passo est dalo, e a applica-
,,-o imneli.ili do sysimna s aguis que
p i.mo.o ein eom un o o Brasil e a republici
o iental do Uruguay ajiesetilarl breve nen-
tioexemplo piatieo dos seus beneficios.
Iloslruilo o obstculo do Salto Grand-i, lla-
vera, s al o Ibiquy, urna n ive..-ie io de
lo, n.-i la Francisco ie eir Ululo Irgal de
..lio.ion-un, de 136 palmusque se sollciassc o
lliulodcafuramenin dua lis palmos,
outru do o,, su,,, apresenlando u bilaucu da
receita e despeza municipal do mes de nuveiu-
bru hodu a cumiiiissau de Polica
Ouiro do mesmo. diaeodo tei-lhc sido entl-
m da a seutenca obtida pela jazenda Publica
Saciuu.il nu Tribunal da II, I,cao desta Cidade,
cuutra esla Cmara pagaineuto da quaolfa de
2,0,8,,i(W, principal e cusas pruveoirnle do
ipieailmofeilupela meama FurndaiCama-
n ni. o i i p.ra saiiafacu de despezaa por
oasiao da acclamacu do Imperador D. Pedro
I e que como ua le du urt nuenio uo elisia
i o ,i i ,,an semelliaiite pagainrnlu e a Kazenda
liuha dneito de eiecutivu, pedia a Cmara
providenciasse.Que fosae remellidoao Advo-
gadu.
U,n ie' inun, ,|.i Fiscallupplenle de S. Amo-
nio do estado de aua freguezia. inteirada.
Outro do mesmo. pediudo Ihe esclareeesse a
Cantara se divia ,u nao contentir que Antonio
Jua Duarie culloqua U.na varauda. reculhida
ds.curuija, no suiau da caaaque est reedilica-
la na ra d Rozarlo estrella, em viatado art.
lo titulo daa Punturas Que cumprisae llte-
almenie as Husturas, e no caso de duvlda, con-
sultaaae ao Advogado da re,
Outro do Fiscal de S. Joaai, aprraentando o
inappa daa rezea inortaa para consumo no ma-
tad,mro desta Cidade na semana de 21 a 30 do
me: lindo ( al) ) inteirada.
Outio du iiieamu participando achar-ae anu-
nado, un. .r i mi.o susie ,tu o Iheiheiro do maladuuro, epoder
ser falal o dlaabamrnlo que o Procuia-
dor mandaase concerta-lo. quamo antea.
'o du Fiscal da Varaei eapuodo o estado
de sua freguesia .Inteirada.
Outro ile Jus Timolhro Perrlra Basloa Juii
le Paz du 2. Iii-ii i, io da Varzea, propondo pa-
ra Kscrivo do mesmo Juizo, a M nnu-l ."o ,n-s
tiendes ; approvou-ae, e maudou-ae pasa-
ir ltalo,
Outro do Administrador do cemllrio, reme-
leodoa folha dos ordenados dua reapectivoa em-
pregados du mez de novembro lindo inauluu-
ae pagar.
Ouno do Engenhriro Cordlador, moatrando
a neceasidade oe aeiem forradas e debruad as
plantas ,|i|.- vieran ulllinamenleapprovadaa da
Hreaidencla por estarci um pouco dilaceradas
e pe lio,i i ae autoiisasee ao Procuradora aatls*
l'./ei a dispeza r|iie coui esle trabalbo se ijser;
assim ae resoiveu.
ll.it,-,, do iiiesmu. nllir mandil que com efei-
ln,a na que passa pelu oiuo do norte dograc-
le Hoapll.l de Caiidade, tem de ser iulercep-
lada pela contlnuaco dn ineamo oilao, e lem-
i,i iu I i ser conveoieute.pelin,r-seoulra com
o i,., direccu. alietando-se nesla parie.'aplan-
(a do lugar Acuuiiuissau de edeflcielo.
Una loforiuaeao du uiesmu. Juma a outra do
Fiscal da Uoa vl.ta, ambas dlaeudo que Lula
Ju. da Cusa Aiiiarlm pode edificar o inoro que
pretende na frente do aeu ,lllo, ua estrada do
Juan Fernandes Viera, nina vez r|ue ae re pon-
aalullse por meio d'iim termo adeinollr dito
muro, lugo que por ali pasaar a ra projeciada
na i e-iu-, n. i planta appruvada. aem raleir In-
de......aaco alguuia nesle sentido defirio-se
us peteclouarios.
Furo lldas e mandadas remetter a cominis-
so de peilcea a de Miguel Arcanjo da Fonaecs
e Jou aeigln i.,-/..,r de Audrade, quelsaiido-aa
du Eiicai da Moribeca por ter pruhlbidu a ven-
da degeuerua de I.* nece.idade pelos alravea-
aadores dus mi,,...... funlaniln-ae no art. 4. ti-
tulo II da Posturas, e a dus fogueltelrus. An-
tonio Jus Tclielra Lima e ouiroa, pediudo
providencia pira i|Ue aejaabolido o impoato
sohre fogosarliciara.
M induu-se sapedir ordens positivas e termi-
nantes nos Fiacaea de S Aolouiu e ilo i vista pa-
ra fi'iieiii ubaervar rlgorusamenie o arl. 6 ti-
tulo J daa i'oaturas. c ,|locaudn-se por algum
lempo na ponte da Uoavi-la M indun-s,' re-
mellar i conulilsso de Pulida mala duaa pro
pusiaa de Aiiiooio Augusto ,\1 ii-iel. ejus Lu-
cio Lina para liuipeza daa mas da cidade.
Drapacharo-ae as peliedeo de Antuolo Far-
relra Itraga. Herculano Alvesda nllva, Hachaial
Joaquina Auloiiiu de Farlaa Abren e Lima, Joa-
qun! Francisco de Paulu Estevas L'lemeute ( 2)
Ignacio M unen o. Jernimo Freir de Farias
Pedroza, LuizJos da Cosa amuriin, Hanool
dus Sun ,s Nunea de Olivelra, Jos Mauriciudos
Santos, Manuel Fuiluozo da Silva, Racbarel Ma-
noel Clemenlino l.arnelro da Cunha, Miguel
iiriiij.. li-iiniiilr, Minna, Manuel Ju.e Fer-
nandes rlnrrusae levaniiu-se a aeaso. Eu Jo-
u Jua Ferrelia de Aguiar. Secretario a aubs-
crevl Oll-eira Mimede, Frauca, Crrolro,
Moni-no. Figuelredo.
Repirtitju da Polica.
parte no ou 22 oe dezemrbo.
Foram presos : a ordem do chefe de polica,
o Porluguez Antonio Lupes, eo pardo Thuuiaz
Rodrigues, por deaurdein e su, em embrlaga-
perlo deduzautas leguas, e essa navega;io dos; e o escravo Manuel para correccao; a or-
pora em CdutaCtu fcil com o ocaano as Ali dein do subdelegado da freguezia da San Fre
sddS, e boa jarte, n.io a6 da provincia de S. Pedro Oonr^alvea du Recife, oa luglt-zea Uenry
Polio, como da de-S. Paulo. Goapoll. Valenlim Wreght e Thomat Cuatener,
KJornal do t'oiamrcto.) reqalaicao do respectivo couiul | a ordem do
sum,-1,-,,i,|o da freguezia de Santo Aoloolo, uin
eairangelro, cujo nome n5o me foi declarado,
por ebrio; a ordem do mbdelegado da fregue-
zia de Sao Jos as crloulas Antonia Mara do
Espirito Santo e Carlota, escrava de D. ala,la
doi Santos Barbosa, por brlga, Conrado da
i 11 iMin.il to comineicio,
D'ordetn do tribunal do coinmercio da pro-


t
!
Fonteca e Silva Relinonle, para averujoacoes
nullclact. a orlnuIaWaria Joaquin.-i 'lo Rolarlo,
por Inaulloa, Ili'lrna Mari* 0a Concedi a Jo-
arfa Mara 'la Coiiciic.ii, por deaordern ; e a do
.......___._ .4- (-.._..__1. 4. II... nrKlH
lela atara o Loncrifi, por umorucui, c <. ..
subdelegado da frffU'ziada lio* fala, o preto
Joaqun de San'a,nna, por r1eora>in._____
FublicaQo a pedido.
"
AIIOCUCaS
recitado por Varia Emilia Sobrla JU Mella ,
jlfAu do lllm Snr. Emilo Xanlir Sobreara
deellu; alimnad'aulti particular danto
da Cadeia de S. Antonio n. 14 ; dirigida
por 0. Umbitina Wandtrley l't'oto : por
occatiio lembro.
Minna illuslra preceptor!.
Nesle da solemne tm que vonho dar con-
ta da mili1'! ap lic?3u, durante o anno lac-
liv.i, quevai espirar, minna pnmeira lem-
bran^a sao os cuidados, que Commign II-
ve-lrs, por niili. uois, que minhas prunel-
ras palavras aejam tmhem pira teslemu-
nhar-vos miniia uratidao
Sempr desvelada ocarinhosa, li v--issi-
do pa-i commigo, como para con todas as
minhas companheiras. uma segunda aiSi,
idquirinjo essim un direito sagrado ao
nifu cor<-cao ; e por iso sempre como l-
Iha vos atnarei : se esle seniimentos po-
den de alguma sorte reirihoir-vos tantos
cuidados, respiro u.uis sal feit<, poisque
j c un c* a amo1 tizar a minha divida.
Preencliidn este primriro dever, dirigir-
me hei a vos senliores examinadores.
Teadesdianle de vos uma menina, cuja
idade lema augmenta o acanhameuto pro-
prio de seu *ex> ; pottanlo espeio qua se-
ris indulgentes.
AiuJa me resta mu ultimo dever a cum-
prir, algumas palavras ai minhas compa-
nheiras, a essis em cuja intimidado viv
por quasi um. anno. Vos que pariilhacs d-
honra, qio hoj recebo, eu vos felicito e es-
pero, qud vosso talento sirva do apadrinhar
imiiua incapacidade, e vos para quvm ess>
honra lica resorvada p.rn outra epocia ,
continuai c uno liaveis silo at uqui, docei*
e suplicadas, e recberels o g'laidflocon
digno do vosso merecimento. Disse.
COMMERCIO.
ALFANIIE.GA.
Iteadimento do da 24. 7:280,232
Descarregatn no dia 27 de dezembro.
Ilrigue porluguez Turujo I mercadorias.
Polaca sarda Rafaelina idem.
Importado.
Po'aca sarda Hafaelioo, inda de Genova e
Mlg", conaignada a Oliveira limaos &
l'.oniuaiiiiiii, inanifealou o seguinte :.
235 quai tolas vinho, 191) voluntes papel,
26 narcos conmino, 100 Caixas acn, SO diaa
sabo, 12 birncas peifumarias, 3 ditas fa
mili, iln fermento. 52 ditas, 150 caitas, 63
voluntes drogan, 030 cuxas m -asa, 448 la-
drilhos de pedra, 58 potes, 20 barra, 284
cera, 1841 Caixas fiuct.S seccas e Conserva-
das, 9 duzaajjje cadenas, 1 meia dita de
almol'a la> para por o. ps, I porcSo do lo o-
ca ordinaria e vasos para llores ; aos con-
signatarios.
CONSULADO GEBAL.
Rendimentododia 1 a 23 36:540.930
dem do da 24........2:239,412
38 820.372
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimentododia la 23. .2:457,279
ldeuidodia24....... 25,421
2:483,348
KECEBEDOMA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES HE PERNAMUUCU.
Kendimenlu do dia 24.....1 537,812
CONSULADO PROVINCIAL
Jtendimenlodoilia 24.....1:559,584
rivelmente, no di. a4 do corren-) ^.^^^^^^
ROi'Se as auloi I lade pnlic aen, que cao-
te, a galera portugueta Bracharen t'urnmo eacravo Minoel, pertenecis a Si'
se da qual lie capillo HtNlrUp ??l-a-ljKqii-l M^Tl "r"0" tM1.',*!**
' r, de o da 8do mez desetembro. rol elle es-
Joaquim tiorrea, aindt recebe al-
guma carga a fete e passageiros ,
para os quaes tem excellentescom-
moiios: quem na mesina quizer
carregar, ou ir de passagem, en-
tenda-ae cun o refer Jo capitn, na
praca do Commercio, oucorn No-
vaos & Compaiihia, na ra do Tra-
piche n 34; i si i ni como at o dia
33 apreaentarSo no inesnio es-
criplorio as contas do referido
navio.
Freta-se para qualquer porto do Medi-
terrneo o brigue ingle Salli-Ronkii, capi-
Iflo Joilo Maciaravich : trata-e em ci-n de
Mauoel do Nascimento Pereira, ra do Tra-
piche n. 13, ou rom o capito na pra;a ou a
bordo.
Para o Hio de Janeiro e Monte-
video.
Sabe com multa brevi lade o valeiro pats-
cho brasileiro Bella Ar.Ha, por ja t-r metade
da carga pruinpia para Montevi leo : quem
no mesmo qoizer carregar p>ra qualqoer
dos porlos, ir do passagem ou e nbarcar es-
cravospara o Rio de Janeiro, d rija-sea ra
d Croz n 40: a tratar com Mauoel Alves
' .mi ih Jnior, ou com o capitn Manoel Jo-
s de ena M-rtius na pr;a doc nuineicio
P.ra o Rio d Jam-iio pariendo guir
n.'i'.n com nmila br^vidade, O pai'Cho
nacional Mnrgarida, capito Florenci Frm-
i'isco Miique> : quem no mesmo quizei
c i r ivar, i u lu de passagem n embarcar
ascravi.s. p le entender-se com o consig-lrlto padeiro, e que se queira encarregar do
naiartu Luiz Jos de Sa Arauju, na ra da trabslho do unn padaria: quem esliver nes-
i.i ii/. n. 33
cavo do Sr. Gabriel Affono Riguelra, i
quem fui coiup'ado ulnmamente : lem 28
nnos de lale pouco mis"0 menos, ecom
oh signis seguidle : cor fula, com falla
de dona denles na frnie, e de cabellos do
lado esqoerdo da canee-, que se torna bem
vizivel por parvee~ una cuida, lem olnos
pequeos, b icos grnssna, s-m barba, bal
xo, corpo 'egular, he offlcial de funil-iro ;
trajava jaquel* ca, camisa de ma lauolSo. e levou uma trou-
Xa, conloado calcas e jiqnetas: quem o
apprehemler elevar ra da Auroran 62,
recebis a gratiflcago prometlida, Sus-
pei'a-s-que fossi dolido, e por iss3 des-
de ja piolesti-se contra quem o conseiY'r
em seu noler.
JofJoaqoim Pereira deMendonca, em-
barca para u. Rio de Jan'iro.a e la de n.inni II. n dila.de-Jj ail de ida e,
perteuce iteao sr. C iniDidudador SobasH5o
Antn o Jos Ribeiio.
Fiecisa-se alugar um preto,
iini' 'nli i cozinharo ordin-irioe fa-
zer o mais servico em casa de
um li iiii'in solteiio qoem tivnr,
diriji-se a tua da Cadeia do 11 e-
cili', loj n. 5o, ou annuncie.
- Alugi-se, ou engaja-e um bom caval-
lo por ni. /. i na ra da ConcelcO da lloa
Vista n. 60.
tiezeja-se saber do* encarregado* por
lei, da rameas i das anlh-nticas da el icSo
do colli-glo de Sinlo Anlo q i destino do-
ra m us di-stf anuo para a deputafo provin-
cial.
Precisa-so de um hnmem, quo sej* pe-
Para o Porto, segu com toda a brevi-
dade, a barca porlugueza Espirito Sanio.ra-
ii i,in Joo liarlos Teixcira ; nuem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem dirija-se
ao escnplorio de francisco Alves da Cunha
V C.mi panilla, na i na .lo Vlgario
Paia a llama pretendo seguir com mu-
la brevidade o Inale biasilriro EnaL^^o,
mestre, Aniouio Manuel Affonso : quem no
mesmo quizer ca regar ou ir de passagem,
p le entend r-se com o mesmo mestre, no
liapichedu algodao, ou com Sa Araujo, na
ra da Cruz H. 33.
Para o Rio de Janeiro, sahn no princi-
pio de Janeiro, a barca americana w n |).
C. Wnght, capito F. II Wo thingloo : as
oravos, tanto para esia provincia, como pa
ra fura d Ha, mudou a sua residencia da
rus da Ca.ieia do II v fe. n.5l, para a ra
la-Cacimba, n. II, aonde morn o Rnartn
Exm. vigario, Ka'rnto.omle continua, ofTe-
n-ceudu-se toda a seguranza precisa para os
meamos e bom tratan.ento.
- l'rcci-a-se alogar uma prela escrava,
para -n,'-i de muito pouca familia: na
Pont'Velbaji. 14.
MLa-lama llosa Hardy, mod'Sla
u /.ilciia na na Nova n. 34.
Previne-se aos f-eguezesque lecebeo pe-
lo navio p riiainliuc'i, um bello surlimeni
de ch?i .s de seda franiila.e ligas de pe-
nacho o flores ; para senhoras o mucinnas
do 6 al 12 aun s, linliasimos chapis de
gros.ln napnie fians d"S a muda, de flores
ou |n na -luis, de abas grandes para menino
del lo annii. ricos capnlilhos preto* e
dec iris, modelos novoR, o muio eufeila-
dos ; neos chapeos de palha para s'ninir-
enfeiladose sem enfriles, chapco-inhos d-
palna para meninose menin ricos cor-
tes de se IB bronca lavrada para olvaa, veo-
e ca ollas; gros de aples furta-eorea
pata ve.tidos e capntillios. fraijas B transas
.la.u..'mu i cor, par os enfeilar : na misma
toja lem un completo surtimento de fazen-
>ias ao uso das senhoias. ja niinunciadas, e
I .z -.'!. ruiMinii mida v o -1 i loa, cauotinllo,
e esliiinlio de baptisado por ir-'.o com-
III oil o
Aluga-se a loja n. i5, da ra
en ren'e m"z. o'a de nnvo cnirecaloa em
7 de jan iro do anno vio louro de IS3 O Di
rector nao p n-jopan vender pblicos e verdadeiro-
agraderiment' s aos paes de f .milia, que s
dignaram conflar-lhe seu* ti I nos para s-rem
educ-dos no sen collegio, i>.-ntior-n I >-
I. si arte pela prompta coadjuvaedo que
to benignamente pretlaram ao seu nascen-
te i'sl no-I ei nenio.
P-la sua parte, o director t*m Oatnsrien-
eia de li.iv.T l'i'iiH lulo quanlo esleve a seu
alcance para salisfaser a expectativa do res-
peilivi'l publico; pelo que esp-ra conlinu r
a gozar ue sua iudulgent' prnteiSo -n
Caudo-lhnqu liSo irru.ua un le obstculos
Igum para o mais compl-io desempenhn
dos sigr.dus deveres, a que soba comp o-
in-ttido,
He b ni sabido, quo difllcil li-' montar
um eslabel^cimenio de educicflo que cor-
responda perfeilamnnte ao seu flm ; e me*-
m i no corelo da Euro a civil isa *a, to los
os dias se piocuram novosmeihodoa^ielho-
res -yleina-, pela conviCfSo eque o que
exisie, esta anda omito a quem do que fura
piiad-sj.r Oqua por tanto se deedizer
le nosao pan, on le nada se tem falto debai-
\o iie-:.' ponto de vista, onde alguns es-
labi-lecimenlosdeslo genero leen tido uma
duraQo eptiemea, onde innmeras so as
c uz-scom que se tem do lula' T Slo eslas
-.i.lli ni.'s i'' mi ir'.iu'i i para desanimaren!
o direclor do Collegio Espirito Santo .
Mas por isto mesmo quo u .la ha, parece ser
di< J, _____._ ja um precioso semen este do crear um es-
o Crespo, e garantee oarren- Jb,lecimcnt0 ,l0 8 ^c^,, com aj y.ntagens
quo offireo o collegio E*pirito-Santo
damenlo pelo lempo que convier
a ijuem comprar a rmaco di mes-
nta loja : a tratir na ra d Ca-
deii ilc S. Antonio n. 9.
Ni rua do Vigario 11. 33, precisa-se de
um caixeirn, que lenna pratica de vendaje
n mesma casa venlom-se rels do Mar-
nno de cores e gostos elegantes, por prec,o
commodo.
padana:q
.- i i-|i i- 1111 -l.-uiL-l 1 il 1 ji-oa lili dasCruzes
u. 30 queacliaia com que o lia lar.
5,000 rs. de graudcafo.
Aqu'Oi resiituir em bom estado, urna
loneta d'om so vi Iroom casto ida em ouro,
e que foi perdido anto-hontem. 22 do cor-
rete de noile iodo da ponte da Boa-Vista,
pelas ras du Sol, B'll, Florentina e largo
da Palacio a eutiegar-se na rua do Trapi-:gtinuo andar, ropia-se com periei-
Cali^vatia
Na Rua do Aiagan, 11. i2, sc-
che n.19,
Avisa-se ao fiscal da freguezia da Boa-
Vista quo lance suas vistas para a Capunga ,
que se esia fazendo em cerlo sitio na estra-
da do Lasserre, um muro fora do alinliamen-
lo e sem a precisa llCeDCjl da cmara muni-
cipal. Asinlinella.
-- Koga-so ao Sr. Joo Fructuozo da Silva
pessoas que nella qur/erem ir de passagem, 'que Va resgatar ns penhorrs que e npenhou
di.ijam-se ao rscuploito dos consgnala- l,l0 becco Largo, pela quanlia de 50,000 rs.
nos Duane Yuule & Companhia, na rua ia Lujos pennores j no chego para paga-
CaJeia do Itecife, e seaUuma pess.1.1 11 ver' m.-nti, do principal e juros, e no os indo
alguma couta contra a dita barca, queira resgalsr no prazo de tres dias soro venJi-
apresenta-la no dito esciiplono at o.ulti- \uS vra pagamento dajrefeii la qnaiitia.
DamiiMOS Xulonio Gomes Guimaraes
doclara a quem convier que sendo cjiisi-
nhordascasaso.l5e I2darua doC/espo no
riiiivi a en 11 quem qui-r qu"seja em seu ai-
rendaiiieulosem que com elle ten mil dse
unten er quauto a sua pa te.
--Antonio de Oliveia Dii tundo cotn-
o a Vi-n la da rua do Pilar de Fura de
prad_
l'oi tas n. 84, de U'iaolo Jo- Rodrigues avi-
z aos credores que direito tivelon a mes-
ma venda para quo no prasn de 3dlascon-
la los de hojeen eudao-se com elle ap osen-
tan IO SUaS -Illas.
Prosa-so do uma ama de idade capaz
para servir ein nina casa do pouca lamilla ,
do portas a dentro : na rua da Santa Ciuz
11. 22.
Prccisa-se alo a urna negra captiva ,
para cuzuihar o comprar 1 m urna cas de
pouca familia: na rua do Trapicho n. 26.
Oile ece.-se um sacTdoie para diler as
Declarayes.
Ovpor brasileiro Impera-
Irit coinnun.l8iilo o prnneiro
tenle 1 .a |uin Salom Ha-
mos de Azeve lo. deve chegar
dos porlos do Norte no di- 31 do crreme,
e seguir pra Macei, Babia o Rio dj Janei-
ro no dia aeguinte. ...
Pola delegaca do prmeiro dislricto
se faz publico que foia aprehendida urna
Iroux Com urna porrjo de roupa soja de
bo em e senhora, em uiSo de um individuo
qn etav eb' io: quem se julzar com di al-
to dirija-se a mesma delegada que provan-
do, loe sera eniregu.
Os Srs. escrivfles de paz do prmeiro e
segundo dislucui da freguezia de Santo An-
tonio, e do segundo das Deguezias de Muri-
b-ca, Vars.a e Jaboato, cooiparesam se-
cr.iinia da cmara muiiio. ni do Krcife a
receberem os livros para nascimenios e ubi-
tus passarem, eos oecesaarios recibos.
Fuhlicacao litleraria.
Historia universal resumida.
Para uso das e colas dos Estados Unidos da
ADienC* do Norte, por Pedro Porley, tradu-
zida ara uso das esCulas do Imperio do Bra-
sil pelo oeaembargadorconselheiro JusRi-
beiro. Este exci-lleiite resumo acha-se nos
prelos d capital do impe 10, e brevemente
saln 11-i luz : subscreve-se'nisla cidade do
Recite 11a llviari n. 6 e 8 da prC" da I ide-
peuiieucia a 6,0uv 10. pui Coda OiUipiar C-
cadernada.
ELEMENTOS
DE
Homasopiilhia,
Sabio a luz a secunda parte desta obra
composta pelo profeasor h.imceopBtli* Gos-
set lli noni. R cebem-se assignatuias para
a uli a iiileira a 6,000 rs., no consultorio
hoiiiCBopatmcoda rua os Cruzes n. M. De-
puis oB pubiicaflo da tercei.a porte, o pre-
osora elevados 8,000 rs. para aqui-lles
que nflo tiverem astignado. No mesmo con-
sultono, acha-se a venda ludo quanlo he
necessaro para o ealuioea pralic da ho-
moeopathis, Como srja : livros impressos
para Historias de doenies, reglineos apio-
priadus para a provincia de Peruaii'buco, e
encarrega-se de mandar foruecer qualquer
em uiiiiiienua de niedicamoulos homceo.a-
tbicos, unto avulao como em Caixas, em
glbulos como em'liniuras.
No prelo : Vulhugeneiia dos medicamen-
tos brasileiio*.
Elaawndu de anatoma e philiologia com es-
tampas, para us curiosos em liumceopalhia.
ltuga-se aul seuliures assiKUaules o ob-
sequio de mandar rereber seus ejempla-
res no consultorio humceopalhico da rua
das Cruzes n. 28.
T ATA MENT U051EO-
l'A'l H1GU.
OAS MOLESTIAS VESESE1S,
e consellios aos ooeuies para se curstem a
Si un-un. sem precisa i em de medico;
pelo professor bomesopatha
Guiiel-Utmont.
Subi a luz e acha-se venda no cnsul -
toiiobumceopathico da rua das Cruzes u.
28, pelu prejo de 1,000 rs.
v Avisos martimos.
missas do Natal, ou mesmo para. Si-r capel- taiicn-s e quizer l abalhar no sitio na traves-
nlo animal : qm-m precisar, dirija-se a pa- sa ,, ii.,llietliu n. 2^ euleiida-s e com sen
OS da liil.pi'ii Inicia a 6 e 8. I proprielario, o Porle'ro da Alfandeg desl
Francisco Pereira daSilv, duarsenal cidade, na mesm repaiti^o q.iea vista d
ie guerra, laz pdico, q le d'ora em vante. pi0Vll que jer jesaber o que cima se des*-
assig.ar-se-ha K-ancisco Peieira d' B.rros ,a edil su> Boa conduela cz. &. tiatar-so-ln
eSuva, por apparecereai iguaes nomes. uoaiuste.
Na iuado l.iviamento, sobrado n 10, I jjaru, larga do Rorario n 35, loj, W
..e dii que u d dinheiro a premio. N im-s-j recel>om escravus e e>ciavas para ven >ei
na casa vende se I a le e?o, 1 v da, 2 pues p|)r C()nmil8!.j0 lanl0 (1B|11 pr>Ca- malo
do brincos, 3 anelO s, I transi-liui, I *J''"i como paia fora da provincia, tendo bom Ira-
leile, 2 |UiceiraS, 1 relogio patente inglez j la,1)0iu e sogurani;a precisa.
ei*r,':-srr;la'no,. de **.*.*-{*****
nimia) para ven ler, nos armazens de "'""la
ue Kuule AGompaoblS, no becco deCoii-|J
calves.
mu do mez, aflu de ser satisfeila
Avisos diversos.
Gabinete porluguez de leilura.
De ordem do Illa. Sr. presidente da as
s-mlla .-.'ral desta socia.lale, so aviados
os Senbnres accionista*, para enmparece-
ii'ii ii. ilia 2 de jaoi'iro do pri.ximo an >o ,
pelas 7 hora* da noule, no irimeiro andar
da cata u. 40, da rua da Cadeia do lleeife,
para Ihe* seiem apresen'adas ts contase
reUtoiio ila directona, proceder-se el i-
eflo da nova oiecinria e cons-lho adininis-
tralivo, escguir-se o mais qu^ usrslaluti
di Icninam. B'Cifo, 23 da dosemliro de
1851. i .fin i.ium mu da AguiUr, secretario.
0 thesoureiro da iim-ndade de N. S
da Conceicio da CongregigSu, faz sciente
aos devotos da missa -la madrugada, qu-
em consequ ncia do ter fallecido ncapelIJo
da mesma, deixa de haver a dil* missa este<
dias santos, por no haver paJro por ora
que o subsiituB.
-- Naiioh'on Gabriel Bz, embarca para a
Rio de Janeiro, as suas escravas, de nomo-
Gertrodes e Luiza.
-- Precisa-se de umi pret forra, ou Cap-
tiva, p.ra ama de uma casa, que saiba fazer
lo lo o servico, pag-ebm: na rua Nova
n. 35. se dir qoem p ecisa.
O allano assignado, morador e estabe-
lecido nesta cidade, annuucia anpublicue
especialmente os fr-gueze*, quecomp'nu
oSr. lilippe Ne.y dos Santos, a lavirnada
rua AU|usia, sila na loja do Snb'adO n. 94.
com annaco, ioIos os seus elVeilns e per-
tences, epara que assiin consie a quem hi-
leressar, faz o presente annuncio. Itecife ,
23 de desemhro da 1851.
Manuel do Rngn Lima
A pessoa que acnou uns nculos d'sr
maco lebileia. aros de metal brancos ,
ecaixa verle : quereudo i a -1 1111 I. i s pode
ra emregar n enf^r naris da ordem t re-I-
ra de S Francisco, que s-r gra'ilb'ad i, poi-
que S serve ao seu dono que ja Oe vel"0
Desappareceu no dia 22 do corrent',
da casa do abaixo as igna lo, na eslrad*
Nova, uma sua escrava cr^oula, de nomc Ri-
carda, com os signaes segumles --slti e
magra do corpo. hei{is e na i/ grandes,
com bstanles marcas de b'xiga, tem a mes-
ma um Bienal ao p da nuca, que represen-
ta iini lobiiiho. fugio com ve-ti lo de clin-
c.im o campo b anco o palmas encarnadas.
i' li" n -1 me coiihcida, por lersido ni
da casa do f.llcn Ju-ruim Jo** R'bel-
lo : roga-se poitant", aos aeimores c.pi-
Ifles do carneo e mai* autorilades poli-
ciaes, no caso de pegarem a mesma dea le
va em si abaixo asiignalo, na rua da la-
dra do Itecife ii. 56, que so pagara tola
despeza, o promelt"-so proceder com lodos
os rigores ita le, cunta quem por ventura
houver oceultado dita escava.
. Francisco Custodio de Sampalo.
-- No dia 21 do crrente nuz, fugio do
engenhuGiiiipapo do Dr Dantas, un preto
cieoulo, de nome Manoel, estatura egular
e cambado da pe na esquerda : quem o pe-
gar, leve-o audito uiigenho, que se; a bu ni
recompensado.
Superior qualil,
O abaixo assignado lerebeu uma caixa
com grande ponlli de bolinhOs franCezaS
le inversas iguanas, o qual venle por pre- t.s de vest IOS furlacores multo lindos e
SO i-..munido e em porco gran le.vendeal modernos, peules de la taruga para se pen-
pelo cuate, que a vista uto demiS do agr- teara M.iia sluar, muito luidos e ricos i-u-
on qmlqtier papel em muito boa
letra e por prer;o commodo.
- Pede-seauSr Jos Carlos de Mendon-
5 Vasconcollos, morador oo Sul desla pro-
vincia, que sa no tem jurado no pagara
quem deve, pague a herdeira da fallecida D.
Mariana Rodrigues de Jess, a quintia de
sois ceios e scenla o tantos mil lis, prin-
cipal ejuros de sua divida, conlrahila, ha
tantos annos, eassevera-se-lhe que se onc
Gzer promplainente saliera que o seu assu-
carpassar por alguin d-sgostu nesta praca,
e que o seo nome contina a ornir as pagi-
nas dost i jornal.
I; mi o de Peinambuco,
A direcco do Banco de Pernaiiibuco con-
tina n recebar luignaturas paia o m"smo,
as pessoas que quizeiem assiguar o devem
fazer quanlo antes alim de noza em da van-
tagem de entrarem com o im orle do suas
assignalura9nas preslai;0e8 que prescrevem
os i slatutos, C-rlos ..eqoe em principiando
o mesmo as suas operacoes, dahl em lianle
aqui-lli'S que quizei'Ci assi^nar, bateado
anida lugar, sil o pdenlo fazer, entran lo
com o iiiiaorte de guasadas em dinl'Oin.
a vis.'. Cuntliii a estar uale'.le a s>igna-
lU'a noescriptorio doSr Mno-l jonealvea
da Si!, a ; na i ua da Cadeia n 36 lodosos
das ulis at meio da. -- M. J. do Olivcua ,
secrelaiio.
-- Preciza-so de nm portueuez que sej
perito em plantsc;Aes de sitio, e saiba ti
rar formigas, quem estiver nei-tas circun.*-
Par o i'rlo Mb. nnurcte
- Precisa-se de uma ama secca, pra 10-
lo servico da urna c sa de pouca familia, e
que d liador a sua con lucia : quem esti-
vor nesias ci.cninslaiicias, lirij. so a luado
Vigaiiou 9, qu se dir quem precisa.
Dumiugo, 21 de dezembro, ausentou-
se de cas de a^u senh ni" 8 lioias Ja Doiie,
urna muala de nome Maris, que representa
ler 28 anuos de idade, de estatura o Curpo
r-guiar, U n Cabello caxia lo e cortado da
pane do 1'ii'liaia-, 6 Um S'gllal do junco 00
uraco uireilo; mam v.-sli lo de chna nuvo
du asseulu az^l e lisl.S rr de rosa, camisa
do mu .i nio, e sa patos de ma rnquim pre-
io : esl mulita foi t-scrava do Sr. Ferreir
em S. Cono.lio, e ja anlou de lio.So, pi lo
que he mullo couliucida no baiiro da Boa-
Vista e passagom da Magdalena. Roaja-se
iiurtaiiloas utori id-s pubciai-s o CapllSeS
d' r mi,", a aprehendaui elevem na rua da
Cadeia du Recife n. 37, segundo andar.
Madama Tlie.rd moJista franceza
ruaN iva n. 3a.
avisa as suas f.egueza e juntamente as pes-
soas de bom goslo que ach do recebar pe-
lo ultimo navio Cesna viudo de franca um
lindo sorlimento ue chapeus do seda para
senhoras o mais bonitos e de boa. g *U> que
se pi 'l.'iii eucunliar no mercado, ditos de
seda para meninas e meninos com penas e
flores, ditos de p lna da Italia enhilado pa-
ra meninos e meninas manteletes e capnti-
nbos de seds e de cores para senhoras, veos
para uuivas, cabecees de blnude uit 18 de II-
l de I uno bordadas, romeiras de .(lio brau-
cu guarm cidas de bico.capolinho delil de
liniio pieloi com bicos muilo ricos e pa-
dres mu
1 Sra., di
Paulo OnlsnoHx, rtcntlsl
francez.offercce seu prest-
nm ao publico para tmlos os *
iiii-icrc le ana protuaM I
pude ser procurado a ipial- .
0 quer hora em sua casa, na j,
rua larga do Rozarlo, 11. 3>
segundo andar.
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do passado, abrio-se este
estanelecimeuto com as seguale! pru-
porciV
Bilharesorvcte, aos domingos e dias san-
os tarde.
Sala mubiliada e independente, para a-
familias, que in lo a paaseio quizarem des-
cansar.
Quartos preparados para dormida.
Kspaeos e bem arejada Sil de jantar ,
com capacid ido de servir o pessoas.
Soiti paia receio e pai-s-io.
Estribara enrranpis para cavallo.
Coo.1'1* Bicnsal B avul .0, prcpar.im-se jun-
tares e pre7U0tos, aluga-se louc,a, vidros ,
bandejas, etc. 'tC
Tudu por piejo muilo rasoavel, e acon-
tantes.
Na casa de modas fiancezas, de
Buessard Altlocua, no aterro
da Boa-Vista n. i.
acaba-se de receber pelo Pentaroeiiico ulti-
mo navio vindo do Hivre, um linio sorti-
menlo de modas de Paris; como sejam ricos
chapeos de seda e de palha para senhoras.
cuspos de inoiilaria.dilodo palha para me-
iiinos'emeninas, mauilhetes e capotilhos
de seda de cures e prelos, mantas e lencos
de seda de relroz, e de cores um lindo esco-
to novos, e-pai rilbos de lindo pa- ; Ibimenlu de bordados, cabecA-s, romeiros,
itos de mol e sem costuras, cor- camisinliasocapolinhos de bico bordados,
ricas til para cinto c chapeos, flores linas
paracasamentoeetifeites de vestidos de bai
les,luvas de pelica para senhora, 1 nfei tes pa
dar : na lrVrSs da rua estrella .10 Ro/ano feues para bailes dourados e prateads, di- raas dits,pulceira de fltas.trancs e rraigas
para o Queimaio deposito n. 39, A. de" Moflo
Jos Menes da Silva.
Hotel Oli idense.
Este estabileciment acha-se no Vsradou-
ro, preparom-se comidas de todas ssqua-
li.ia.ies, avisan lo-se urna nura ame-, com
asseio e pe felpan, tambem se faz jantir.
Pede-se ao Sr. Partir Guerra, que foi
inspelor do atsucar, que al 15 de Janeiro
vinduuro de ISai, mande pagar ao Veiga
cm S. Amariotiu, a sua conta, pnis queja
se nao pode aturar as suas proaiessas, e
sempre 1 Huido, isto a mais do um auno,
o no he proprio de quem se preza ter lir-
mez.i nos seus lrct<3.
0>r. Joo Viiissimo, mestre de alfaiate
que morou ua 'ua do vigsrio,queira ainiuii-
ciar sua morada, ou dinjn-se a livrana n.
6 e 8 da pralja da independencia.
-- Anacletu Jusde Men tonca faz publica,
to* para lUealrose pailidas, ludo de muito i para vest io, e mtnlelhelos, esparlilhos !l-
bodi goslo,um luugo soitimenlo de tranes nos, bicos e galO-'S de seda de cores, touca-
biaiic.sdecoiosedotodasaslarguras,fran-;dos ricos pura bailes o tbealros, Uvas de
j.s de corea e pretas.dias prrt paiao braijoopescocoja com ellinhasto- de goslo, que se venderSo-muito em conta
das prouiUs.leques ue mar-de-perola fina e &&itmm^9WW*lW&WBW&<&
cun as pinturas mui o Unas, (1 < de linho (g precisa-aa de um ama, que tenha 4
brancos e prelos.luvas de pelica para senno- r| muilo bow leite, sendo forra e que i"
ras flores e plumas para eufeites de cab'Ca j seja liiupa para amamantar uma cri- -/
de seuliora.capellas e grinaldas brancas o de 3 auca de 2 mezes, paga-se bem : quem
cures e uutras mullas lazeudas de modas, fjaj se achar nesta circomstancia, dirija-
ludo ialo ne esculnidu em Pars por uma r) tn a rua da Matriz da Boa-Visla n. ig$
das melhores modistas da bom gosto. a 16, ou annuncie a sua morada, para
_ USr.Bemardode Albuquer- W w %%u"^vmmmm9mmmJS
que Fernn Jes G,ma, queira u.on-1 ""WW*0LLEGI0 ESPIRITO-SANTO,
dar pagara subscricao deste Diario.
1 --- -i-------- ; .,
los os ttmanhos, inovids^ vapof Poragoa
iu animaes. MT
Rodas d'agoa.Oaoinhos da vento eserrsas.
Manejos indepodentes para cavados.
Rodas dentadas.
Aguillioes, broazeseohomaceiraa.
CavilhOes e parafusos de todos o* tama-
ihos
Taixas.psres.crivose boceas defornaln.
Moinhos do man.I inca, movidos a maoou
por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogSoe frnos de farinha.
Canos de ferro, torneiras de ierro e de
nronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a mo, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchse macaco*.
Prensas hydraulicas a de parafuso.
Ferrageus para navios, carros e obra* pu-
blicas.
Columnas, varsndss, grsdeseilortdei.
Prensas de copisr cartas e sellar.
Camas, carros de nio a arados de ferros,
ele etc.
Alm da superioridsde das suas obras, ja
geralmente reconhecida, Bowmsn & Me.
Callum garanten! a mais exacta conforrrfi-
dade com os moldes e dezeohos remeltidos
pelos senhores que se dignarem de fazero
Ihesencommendas, aproveitaudoa occasie
para agradecerem aos seus numerosos san-
gos e freguszes a preferencia com que teem
sido por elles honrados, e asseguram-lbes
que no pouparSo esforcos e diligencia
para coulinuarem a merecer sua conflaoca,
O direclor compenetrado do que dos'princi-
pios que si bebe r imprimen idad-depen-
de a vida lil'rii a il bo ue 1,1, i i n v a lo I mi s
os seus debis esforcos para que o seu col
gin detormine nos seus alumno urna dispo-
suflo moralisadora e por isso, se por um
Ialo ha pruciirado com disvello que os pro-
fessorescos ni tholos sejaui osmaisadop
lado* ao deserivolvimento da InlOllgencHI,
por outra parta ha uce vigila' ca paternal procurado bem diiigir a
volitado dos meninos por Saeo do uma acu-
rada edueaelo mo al o religiosa, habiluan-
do-os a or ie o,ac.mu, regulandado ue con-
duela erespeiloaos principios que servem
do bnze a vida sucial e iinlivi lual, Neste
enipi nhn, o director tem cunlraclado com
ii n rcspeilavel sacerdote para ser o CapellSo
do collegio, alim de no s celebrar nos dias
de guacia u S'Cnflcio da missa,como aplicar
aos allumnosos beneficios espintuaes ;
H-ligi.io cnri.siil.i, uiu su i pureza, be, nleni
de sua eterna verdade, inslramcnto civilisa-
dor por exc Hencia 0 direclor, vendo que
dos instrumentos de msica o geralmente
preferido he o piano, o que uem lodos os a-
lumnos se poderiam spplicar i elle pela dif-
fleuldade e custo de o possuirem, procurou,
apezar de grandes sicriflcios, que no seu
collegio houvesse um ptimo e forte piano
11.11.1 ai] relies de seus a I u ni no* i] ue quizes-
sem aprender esse instrumento, para o que
navera um mestre habilitado istoalemda
msica vocal e instromental que ja no curso
deste anuo so ensinaram. A vista do le re-
conhecida* vaiitigens, o direclor espera
merecer coalianca dos S s. paes de familia
risidenies fora da enlate, para ns quo foi
em verdade princioalmiiiile estabeleci lo o
collegio-Espirito-Santo. Os rc.ieli ios an-
nuucios, p los quaes u di'ector h* feto en-
nhecer o publiO" toda a ulilda.le e excel-
leucia do sen collegio, o dispensam de ain 'a
se oecupai deste BSsUmpt'J sen lo que aquel-
leqoe niellior quizer te informal pode pes-
auaiuienle veiiuCa lo, indo a qualquer llura
do .na ao mesuro cnlleg'O.cerlu de que todo
llie sera franqueado ; couvenser-se-lia enlo
do que u dnecior nBu h- ani nado peio de-
seju oo lucru, iioni sen teilo lie i ntiaii-cuu
sonoras palavras e estirados annuncius a
croiuliiada no respeitavel oobiico. Apro-
veilaiido anida o eusjr, o dnecior duigi-
suas d spe lidas por este anno aos seus al
luuiiios o a seus resp itaveis pes, rasando
vulus ao supiemo a bil io para quelites con-
ceJa prolongados, e venturosos oas.
A pessoa que quizer consultar ou tra-
lar-se de mulcstias ajzud-s ou ciironic-s, pode
ilingir-sea rua la'ga do Bus-rio ti. 30, aon-
.le .sin rezilindoo Cirugifli) Bernardo Pe-
reira do Carino, que esla promplO e exercer
sua laculdadeein qualquer hura. Para com
as pessoas pebres se prestara grate*, a pes-
soa que o queira consultar por esc u>to do
qualquer uso a que perlones, devera em ter-
mos claros e preci-os declararas segui.les
priiicipacs circnnsiaiicias. Prmeiro sua
idsde, lem eraineulu, cunsliluicflo, dbil ou
valeiudiuana.se vigorosa ou sadia, hbitos,
orCjipasJo, acciescen lo. se frde sexo fe-
niiiiiiin, a deelaracllo do estado de suas re-
grss, nuineio de liihns qua liver tido, se Ihes
dra de manar ; incommodos mais nola-
vers nos seus partos; se grvida, de quin-
tos eze. qual o padecimento on mal que
mais a aliligia por semelhaiile motivo. -- Se-
gundo o lugar de sua habilacSo, se hmido,
sec :u,areado ou ventoso, Sujeilo a febres ou
outra inleimidade. Terceiro se na familia
tem apparecnlo casos de molestias por des-
pOalcBo lieredilaria ou adquerida. Quailo
se.mi-ule dosyphilis pela primeira, segun-
da ou mais vezes, em que lempo o foi pela
piiineira vez, o lempo on intervallo que mo-
uno no .-oih miento de uma s outras,
quaes os principaes syinplomas que ento
a a i muala, remedios &. do que usu,
lieitos do irntagao ou incommodo do uso
de mercurio, ou outro qualquer remedio,
do queso lembr Iho fofa subministrido, e
em que dose. Quiuto se o mal de que pre-
cedentemente se irata, fr precedido, acom-
panhadouu seguido de algum oulro acci-
veiiU ou enfermidade, qu ir de origem di-
-ers., quer precedente da mesma syphilis.
-- Sexto om flm, quaes os syinplomas quer
no elfei tivo padcimuillo du mal Veneren ou
oulro qualquer desappareceram, mudelica-
ram-se ou existem sem#allerasSoaprecavel,
e que nada menos importa que a declara-
Co do lempo da molestia, sua osaecie ou
qualidade e curso al u memento da consul-
ta, complicacos sobre viudas o meios de
deque so lem Falto uso.
!rND)CA"&
d'arora
(J. Starr & Companhia,
Rospeitosamente aiinnnciam que no seu ex-
tenco estabelecimento em Santo Amaro,
continua a fabricar, com a taalor perfeico
e prompti iSo, toda qualidade de machmis-
mo para o uso da agricultor, navegasao e
manufactura, e que para malor comoiodo
de seus numerosos Tregeles e do publico
em geral, lem aberto em nm dos grsndes
armazens do Sr. Mesquita na rua do Brum,
atraz do arsenal de marinh, um
Deposito de machinas,
construirlas no dito seu estabelecimento.
All acharo os compradores um comple-
to sorlimento de moendas de canna, com
todos os melho'amentos (alguns dalles no-
vos e originaos) de que a experiencia da
muitos anuo* tem mostrado A neceasidade.
Machinas de vapor de baixa e alta pres-
sSo, tachas de lodo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros d mo, e ditos para
conduzir formas deassucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, fornos
de ferro batido para farinha, arados de Tr-
ro da mais anprovada conalrucco, fundos
para alaaibiques, crivos e portas para for-
nalha*, e uma inflnidade de obras de (erro,
que ser infaoonho enumerar.
No m sino deposito exisle uma pessoa in-
teligente e habilitada para receber todas as
eiicouiinendas.etc. etc., que o* annuncian-
tes, conlmilo com a capacidade de suas or-
llnas e macbnismo, e pericia de seus oili-
ciaes, e comprometlem a fszer execular,
com a maior presteza, perfeicao. e exacta
conformi lade com os mjelos, ou dese-
nlio.*, o instiuccOes quo Ihe furem forne-
cidas.
30,000 rs., de graliflcaco.
Desappareceu no da 15 de julho do cr-
reme anno um nmleque crioulo de nome
Paulino de idade de 10annos pouco mais
ou iiieiios.cor amarelada por ter vicio de co-
mer Ierra.n-ris chato e feio levou camisa de
algodiusinho auja e calca de risc lo, sem
chapen, e-ie escravo perlence o Sr. Anto-
n o Jacinto da Silveira de Una ; quem o pe-
gar I ve-o a rua da Cacimba n. 11 ou a
rua do Livramentu n. 26segundo andar qua
recebera a gralilicaco a cima, e se prolesla
e..ma quem o tiver oculto.
COiiipruoa
Compram-se escravos o vendem-sede
en ..inissiur, para dentro afora da provin-
cia : na rua da Cacimba, sobrado o. II, on-
de morou o Sr. vigario do Recife.
Cnmpra-se uma escrava mulata do
bonita figura,moca e sem vicios nem acha-
ques, a com habilidades, sendo perfei-
ta eiiL'om nadeira e i'iislureii'a, agradando,
no se repara a prego : quom a tiver e qui-
zer vender annuncie sua morada, ou dirja-
se a rua do Hospicio, ultima casa novado
Sr. Thomaz de Aquiuo Fonseca, em qnal-
quer hura do dia.
Compra-se uma creoula ou mulata ato
18 aunos de idade, de boa conducta, e que
enlenda bem de costura e eiigommado: no
armazem do becco do Goofalves se dir
quem compra,
Compra-se um cazal de porcos de rassa
Bab : quem tiver annuncie.
Compra-se um cabriolet: no largo do
Corpo Sanio u. 13.
Vendas.
------n~a
BOWMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro mu
rospeitosamente snnunciam aos Senhores
propietarios de engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabriesntes e ao res-
peitavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em eflectivoexercicio,eseaclia com-
pletamente montado com apparelbos da pri-
meira qualidade para a perfeita confeccSo
das mainres pee*8 de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arle, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
atteocSo publica para a saeguintes, por
erem dellasgrande sorlimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
Director
--Precisa se de urna criada, sminte pa- FBANC1SC0 DK SALES ALBUQEIIOUB.
rao servico de cozinln e compns, para. 0 coll-gio Enjiin'lo Santo,silo na rua dojlrangeiro. tinto em preco como em qua-
u na caa de muilo pouca familia: na rua Mondego, do bairro da Boi-Visla, n. 44, ha- lidale da materias primas e mi d obra
vendo trabalhado com a de*ejvel regula-I asa ber :
F0LI11M1AS l'ABA i85a.
Vendem-se fjlhinhas de porta ,
de padre, e de algibeira de tres dif-
lerentes qualidades,sendo uma del-
las com o almanak da cidsde e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8 ,
Bdlietes do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja da praca da Independen-
cia n. 4* vendem-se bilhetes titea-
ros, meios, quartos, oitavos e vi-
gsimos, a beneficio da i5. lotera
das matrizes, que corre no dia a3 -
de desembro, e espera-se a lista
no primeiro vapor.
Lindos aneis de cornalina verda-
deiro, a 1,000 rs.
Na rua do Queimado n. 16, loja da miu-
dezas, vendem-se lindos aneis da cornalina,
a 1,000 rs., linio para homem, como para
senhora.
MOBILUS DE FERRO.
Vendem-se ricas mobiliasde fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco c sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kdlkinanii lrmaos, na rua
da Cruz a. 10.
Charutos do llavana
De superior qualidade : vendem-se no ar-
na rua da
.me mdu a sua residencia par a fregu- do Kozario da Boa-Viata. sobrado n. 3*. vendo trabalhado com a de*ejivel regula- asa oer: e superior quaiiu.ue uuw
STtol Jos.desde10"ullsde outubro, M.noel de Almeida Lupes, com ciss r.dide durante o presenta anno lectivo, tem Mschinaa de vapor da melhorconstrucS8o mazem de K.lmann lrmaos,
ese acba ngraudo ui rua Augusta. I de conaiguasu para comprar e veuder es-, de encerraros seus tnbalhos no dti 20 do* Moendas de canna para engenhos de lo-, Cruz n. 10.
"SW
.VMJ.i^si


Yiiilio de Champagne,
e superior qualMade : vende-se no arrr.a-
ern Kalkmann Irmaos Hu da Gru, n. 10
0 Vende-se un grande sitio no lu- >
0 gardo Manguind, que lica defronte Q
0 dos sitios dos Srs. Carnelros.com q
0 grande casa le vivenda, dequatro q
n agoas, grande senzalla, cocneira, q
n estribara, baixa decapim que sus- g\
i tenia 3 a 4 cavalloa, grande cacini- ji
a muta o a i;*Diiuaf ^iiiii<>'> < im- _
** bi, com bomba e lanque coberto *
& para banho bastantes arvoredos de T,
ra do Collegion. 16,se-

fruclo : n
0 gundu andar.
ooc c-^
iMoinhos de vento
eom bombas do repucho para regar borlas
d baixas de capim : vendem-se na ruodicSo
de Bowman V Me. Callum, na ra do lirurn
na. 6.8 e 10.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
nniitu superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Tai xa-, pura cngeniio.
Na fundieflo de ferro da ra do llrum,
acaba-se de receber um completo sortimen-
Vende-sc um carro de qua-
tro rodas, inuito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Modula* superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de cano, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muilo superior
Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Junier, na la do Amorim n. 35.
Fazendas pira senhora, por bara-
ta preco.
Cambraias desalieos brancos o de cor, a
4,500 rs. com 8 Ir-' varas, e 610 rs. a vara ;
ditas francezas de hom gosto, a 560 rs, a
vara ; ditas co.n listras du cor a 3,000 rs., a
pepa com 8 varas; cassa preta a 100 rs. ;
cova lo ; cortes de cas9as pintadas,a 2,000 o
cortes de chita com 12 cova los, a 1,920 e
1.800 rs. ; lenco! de finissima cambraia de
liuho, a 480. 5600 640; ditos de cambraia
de algodSo com bico, a 440 rs. ; zuartes da
cor muilo cocorpados, a 200 rs. ; dito
zuesom 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodSo
transado com listras, a 180 rs. : na ra do
Crespo 11. 6.
Vende-se em casa de A-
L
%
VenuVm-se bolinlios france- ticas franjis pretas para man-
zes, chegados de prximo do lia-I teleles.
vre de Crac no brigue Orar Vemioni-so franjas prets, da multo supe-
.rior uuali indi-, para man Irles, a 8,10 rs. a"
na ra 1I0 Qiiejniadn, loja do miude-
vulto proprics para cha, pela Sl,""ru,,"',,le'. PV 1u& ..*
vara
exctllenle qu ilulade e genuiuo pa- 'zas junio a loja de cera n. 31,
ladar : na ra da Cruz do Rec- yeudair,-e n>p*i voltaica
, Y. ubiecto* precisos para dourar e prati
le, armazem de moinados n. 6a,
de Manoel Francisco Martina &
Irmao.
Casticacs dourados a i,5oo rs. o
to de laixas de 3 a 8 palmus de bocea, as ,
quaes acham-se a venda por preco com- j damson llowie & Compinhia, na
modo, e com promptdSo embarcain-se,ou ra do Trapiche n. l\'i panno de
pir.
Vendem-so na ra estrella do llozario,
travassa do Qieimaoo, loja de miu'lezasn.
2 A, junio au deposito de pSo.
Na ra Nova n. 5o, vendem-
se os seguintcs gneros ultima-
mente chegados, queijos suissos
muilo frescos a 56o rs.; dito ran-
cez 1 queijos flamengos. muilo novos e
outros muitos gneros ltimamen-
te recebidos ; assim como licor de
marrasquino muito superior.
Com dinheiro vista.
e niais
pratear pe-
ina meios electros chywicos, o tratado de
analyse chymica de II. Rose, a cliyinica or-
gnica dos, Liobig, mecnica di Poned-t
fie. na ra do Rozario n. 36, casa do Sr.
I', I,a .11. ux.
Vende-se una negra, creoul, de 50
anuos de idude, quecozinha o pequeo dia-
rio de urna casa, ensahoa, lava de varrela e
\ 11 le na ra, radia e srm vicios : na ra
Formoz, casa terrea do segundo lampean,.
Vonde-se chai eos de palha americana
mu superiores, e rollos americanos para
cima de meza, bous reguladores : na ra do
Trapiche n. 8.
Vende-so um sitio em Santa Anna que
lica defronto do sitio de .Nicolao Rodrigues '
do Cunha com casa e diversos pos dealvore-
Hua Imperial n. 118 e 12o, e deposito un rna Nova 11. ;t:t.
dos de frutas ecupiar de tomar fresco fora Hespeitosamenleavisam ao publico, e pirlicularoienle aes Srs. de encomioso d
da casa, quemquizercomiirardirija.sea ra. tiladores, etc., que este estabulecimento so acha completamente montado, com as prol
do l.ivramento venda n. 5, outue dos fjuar- porrees n.'cessrias, para desempenhar qualquer machina, ou obra coocernonlaj ao
:?.' meim.s.,l!*m-,.a"'nc? p,lV8 8,"Buintes br?s> que construidas em sua
teis n. 22, loja de miudezas.
l'echicha.
Vende-sena loja di roa dn Crespo n. 10,
Vende-se om o atle.ro da Boa-V,sL n. 43, | ;*?$$ ?e%e?%1^ Z. ,h0r'/. MES 5ue P" *
o se^uinte ; mauteiga ingleza da incln r .son
carregam-sc em carros sem despezas ao
comprador.
Vendern-se cera ciu velas ,
fabricadas em Lisboa e no liode
Janeiro, em caixas de 100 libras
algodao para saceos de assucar
muilo superior e barato.
Velos de carnauba em libras.
Ven ii'in-a velas de carnauba imitando
espermacele : na loja do Scdeiro da ra da
sortidas, de 1 a 16 eai libra, e tam- Caaeia doiierifen. 36.
bem de um s tamanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & l'inheiro, na
Vendr-se saccas com superior colla.das
fabricas do Rio Grande do Sul, e a preco
comoiodn, 110 anuazem, do Das Feneira
ao pe da all'oudega.
A t lenca).
Vendem-se superiores charutos retalia,
ruado Vlgano n. 19, segundo douma das mclliores fabricas da Babia, im
andar. I caitas de IOO charutos a 2,500 rs. cada urna;
unTice'i a, 111 w-vi i silo chegadas de prximo : na ra do Tra-
rUlAOM LIA 1\L331A. ^ | piche Novo n 26.
No armaiem de Jo Teixeira
liasto, na un do Trapiche n. 17,
DEVEKL5 DOS 1IO.MENS,
ha para vender, nova e superior
potassa da Hussia, chegada recen-
teniente.
Vendem-se velas de espermacele, em
a :ioo rs.
Vende-se este compendio a provado para '
as aulas, em meia encadernaco, a 500 rs [19
cada um : na livraria 11. 6 e8, da praca da ^>
Independencia.
Vende-se vinho de champa-
ra., dita franceza 640 rs.,cliado melhor
2,000 rs.,dito 1,920 diiopreto do melhor que
ha nesle mercado a 1920 a libra, tem 3 em-
brulhoscliinezes,u cmbrullio por 640 rs.es-
permaccle 640 rs,carnauba 280 rs., sevaoi-
nlia 160 1 s ,0. v 1!11 is a I90(lelril 160 rs,arroz
pilado 80 rs. tapioca 80 rs. lamilla de aram-
ia 120 rs chocolate 320 rs,assucar rellnado
pelo diminuto pN{0 deSOrs. a libra, o a IO11
rs. milho 120 rs., arroz de casca 120 rs.
feijto moiatiuiio 320 rs.,alpista 9s0 ra.,paiu-
V" 5(10 rs., azeito 80 rs., dito do Lisboa 140 rs.,qu -ijoi 800 rs.,
carne do serl3o 200 rs., Iiuguifas do imsiiio
20o rs., bolacinba ingieza 16o rs., call de
carolo 140 rs., azeitonos 240 rs. a garrafa,
c ludo mais por diminuto proco, do ludo se
da amostias.
Fio inglez
De muito superior qoali lado e por preco
comino lo, coi casa ..le Ivluardo & Wyatt, na
rus do Trai'icbe'Novo n. 18.
caixas, de superior uualidade : em casa de
J.Keller& Companbia: u ra da Cruz ou- nhe legitimo e de superior quali-
mero55. j dade : em casa de J. Keller &
Principios geraes de economa pu- Companhia, na ra da Cruz n. 55.
blica e industrial. vende-so champagne da marca amiga
Vnnde-se este compendio, approvado para e bem condecida, Coniel.em casa de Deaua
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na Tule & Companbia : na ra da Cadoia.
praca da Independencia, livraria n. 6 e8. Venle-se, traspassa-.'e, 011
Casa de commissao de escravos. faz_se qualquer outra transaccio ,
Vendem-se escravos e recebem- com 8 |0ja> que f0 Uo fa||eciJo Jo-
s de commissao, tanto para a pro- s Pinto da Fonseca e Silva, anti-
vincia como para fra della, para ga |0ja de Guerra Silva ckCompi-
o que se oterece muitas garantas nhB, na ra Novan. 11, a fallar
a se us do nos : na ra da Cacimba
11. ti, piiuieiro andar.
na
com J. Kellcr ck Companbia,
ra da Cruz n 55.
OeDOSitO de Cal e UOtaSSa. Vendem-se amarras de Ierro: na ra
,' ,. da sen/alia iiov.i n. .1.
No armaiem da ra da Cade.a _\eil(le.se leo de ,in|iaca em
0 suPe- botijas : a tratar com Manoel da*
Silua-ontos, no caes da Alfande-
ga, armazem do Anes.
Vcnde-e cal virgem em pedra,
rior cal de Lisboa, etn pedia, as-
sim como mu -s-.t chegada ullirna-
Chegada reci'nleinenlo de Lisboa, em anco-
ras muito bem acondicionadas e por pre^o
Deposito de cal virgem.
Cunha i Amorim, venJem barriscoui cal
m pedra, chegada ultiman.eme de Lisboa, niuilo comino io : no armaz-'m do Silva liar-
?a barca Moigerida, por menos proco do ruca, na ra du Trapiche Novo n. 19.
que em outra qualquer parte: ua ra da 1..1-
duia do lenle D. 50.
AGElNCIA
da fumlicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA .Y 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. li, annaem de Me. Cal-
inontgt iloinpanliia, acha-ae consianlemenle
bous aorliiueiiiua de Utxa de ferro coado e
balido, lano raaa como fundas, iimcndas in-
eiraa todas de Ierro para auiniaea, agua, ele
ditas para
Fin casa de J. Keller & (lom-
panhia, acha-se a venda vinagre
bronco, superior de Nantes, em
barris de 3 meJidas.
Calcados a 7J0 rs. o par, quem
ceixar de comprar, isto he para
ir.lmi : no aterro da Boa-Vis-
ta defroate da b jneca.
II 1 (Invado !( Iilenieule lilil grande
(panl1l.nl.' dos mclbores sapalOes brancos
que tem vindo do Aracaty, tanto para bo-
niem como para menino, que por se deso-
jar acabar com dinheiro a vista, da-se a 750
rs. o par, ditos de lustro a 2,500, rs. e da
Rabia a 3,000 rs., e b.itins brancos, ditos de
lo-iro |i.n 1 1...... ni, alein dislo um novo e
completo sortinicnlo de calcados france-
ses de todas s qnalidades, tanto para ho-
rneen Como para Srs.. meninos e meninas,
Chapios de Castor branco. <)
Na loja do sobrado amarello nos 0
ipalio c 11 ni- da ra do Queiniado n. #
29 vendem-se ciapos de castor
) brancios mais finse mais moder- 0
IB nos que aqu tem aparec lo. ft
aaaj>a^a^^^^.^a>a^,r-*a^I^a^a^aj>aj)iaj^i,
Vaccas turmas.
Existem tres vaccas lorinas para vender
por preco commodo por seu dono se reti-
rar : na coxcira do Sr. Pedro em Fora de
Portas.
Superjorvinho deCampagne
Vende-se no armazem da rna da Cruzn.
40, por |nci,o (Minm 1!((, e de boa quali-
dade.
Vende-se ma< barato do que em ou-
tra qualquer parlo na ruada Aurora 11. 32'
taberna nova pintada do azul os sneuinlea
gnneros : nianleiga Ind'XI da melhor
720 rs.. dita i' a ce/a a 56D rs., cha do .....,
superior a 2,000 rs egpermao.'te a 610 rs.,
Caf de caroca a 110 rs., loocinli) de San-
tos a 160 rs farinha de marauhil 1 a 80 rs.,
MalUCar refinado que admira a 80 e 100 rs..
loaiico a 80 rs. e mascavado a 60 rs., bula-
cinha Iogleza a 200 rs., Safada a 10 rs., ar-
roz pilailo a 80 ra.. Itelle .loca de L'Sbi da
Barquinha a j.*arr*. a 4S0 rs. ; e todos o
mala gneros p-rlcncenles a venda, assim
como qu'ijoa novos de muilo boa quali la-
de, e de ludo S" da amostras.
Vende-so a lancha denominada L'niao,
do poilo de 19 onella!tt(S, prom;ta do ne-
cessario para navegar, de boa consiruccSop
melhorcs madeiras : quem a preleu Icr, po-
llera mandar examina-la no ancoradouro
do Forle do Matlo, e para ajuslar na ra da
Cadeia n. 39, com Amorim IrinSos.
No caes da Alfand'ga armazem do
Annes, vendem-se batatas inalezjs, em ca-
nastras de urna arroba, a 610 rs. cada ca-
naslra.
Ricos manteletes,
Na ra Nova loja franeeza n. 10.
Recebeu de l'ans pelo ultimo navio um
lindo mu lmenlo : fazendas e arligos da
ultima modi a saber : ricos manteletes, ca-
pntinhos e visitas pretos e furtacores, cha-
palitd de lonn de linho a 5,000 rs., e casacas
a 6,000 rs. muito bom feitas.lencosde cam-
braia de linho a 320 rs. cala um, chalesde
seda a 5,000 rs., seda furia cores para ves-
lido a 1,300 rs. o covado,e oulras minias
fazendas por nn ir a preco do que om outra
qualquer parte. ,
N.rua Nova loja n. 8,
Vende-se chapeos de castor branco pelo
haralissimo preco de 7 >00 ditos <*c castor
branco sem pello po'5,000 rs. bonetes di
palhada Italia para lione.ii por2,500,ricis
mantinhas de nobrezi, proprias para senbo-
rase meninas a 4,000 linios cipolinhose;
mantelele8 do grosdnapoles preto e furta-
cores ebehados pelo ultimo navio, luvas de
pelica, e seda de ludas as qualidades pira
hontwif o senhoras, bellos lencos desetim'
de cores para grvalas, filas de cnamalole de
10 las as cores parasinlas e chapeos, chapeos
francezes para homem ultima moda a 7,000,
e outras muitas fazendas que na mesma loja
se vendem por precos nunca vistos.
Para a noite de festa.
Castanhas muito boas a 4.000 rs. arroba 1
160 rs. a libra : oa ra da Cruz do Recifa n.
36, confronte ao beco da Lingueta venda
de Mendes& Braga.
Calcados a 800, a,5oo, 3,00o,
3,5oo, 4,000 e 6,000 rs.: no
aterro da Boa-Vista, defronte
da boneca,
Ha chegado recentemente os bem conheci-
dos sapates brancos do Arac>ty, tanto para
homem como para menino a 800 rs., de ore-
Iha a 1,000 rs., ditos de lustro para ditos a
2,500 rs.,ditos pira homem os nielhores que
tem viudo da baha a 3 e 4,000 rs., bolins
brancos a 3,500 rs., e de lustro a 6,000 rs. ;
assim como um novo e completo sorlimento
d'calcados francezes o de Lisboa de todas
s qu ilidades, tanlo para bomem como para
senhora, meninos e meninas, peles de mar-
fabrica competer com as fabricadas na Europa, na qualidade e mao de obra e nnr mi'
dos !Te$o, 1 saber : K 10"
MACHIMAS continuas de destilar, pelo methodo do autor franca Deroane atm.
es machinas, que para este fim at hoja tem apparecido. '
AI.AMIIIUtlES de cobre de todas as dimeosOes.
TODOs OS COBRES necessarios para o fabrico de assucar.
TAIXOS HECUBIIEpara relinaco.
TAIXAS UITd para engenlio.
DITAS DITO movis para dito. .
BOMBAS l)K COBRE de picote, de repucho, de roda ede pouJulas
ESCRIVANINHAS de I.1S0 do melhores modellos. P8,,JU"S-
DITAS DI l"U galvanizadas.
SI.MOS de lodos os lamanhos.
OS APRECIA VEIS foges de forro econmicos.
Driiii \s de ferro as mais bom construida*.
CARIK1S dito de ilion.
Di 11; 1111:- de Ierro.
VARANU'lSdito.
GltADlAMENTUS dito.
I Al VA- UltO.
CALDEIHAS dito.
UANIIEIUOS de ziuco e de folha, para binbo de choque.
SALSA PAUHILHA DE
SANDS.
Este excellente remedio cura tolas as en-
ormidades as quaes silo mi-inid s p"li
impuresa do sangue ou dosystema a sa-
ber : escrfulas, rheumatisuio, eruncOes
cutneas, brehothas na cara, almoroidas.
do, neis chmnicas, brebulhas, bortoeija,
I inha, enciia(;oes, e dores uos os-o<, ej II-
tas, ule ir, doencas vonerias, citica, enf midades que a lia cao pelo g'and) uso do
mercurio, hidropesa, expostosa urna vida
extravagante. Assim como, chronicas de-
sordena da constituidlo, serSo curadas por
esta 19o til, e approvaas medicina.
A id mi ni.Iranio deste le lo remedio, nos
ataques mais estraordinanos tem sito sem
radas pelo uso desio remedio, sem que o
doenle faca resguardo algum, quaudo usar
este remedio. A npperi(3o deste remedio
consiste em remover a de.-ordeui do sysle-
11111, e em breve tempo o doente ganhi a
su saude.
A Salsa Parilha lein ganha lo por muitos
anuos urna alta rer/ulacao, de ter curado
doencas mu diflIcuHosas, que nenlium mi -
peo deseda de palha da Italia abeitos' e fe- z'lm B K^nannlirnos, ra da Cruz n. 10
diados, romeirasde fil de 1 i alio, bico do
roquim, ecit'Sde ta.eles a 480 rs., ludo|JUI1'I*> o ligamentos, sao inieiameule cu-
por preco mullo commodo em razio de se
precisar apurar dinheiro.
I'ommateau, Cutiloiro na Roa-Vista n.
16, lom a honra de | reunir ao publico, que
acabo 1 de receber pelo ulumo navio chega-
do de Inanca, un novo sort monto de fazen-
das d 1 melhor qualida le a saber brides
i'.'llie.nl ir do prala,esporas dilas,armasdees-
puletis, estribos ele etc. Previne igualmen-
te nos senhores fumante*, que tambem re-
rebeu do deposito da nianufaelu'a franceza,
excellente fumo, a 1.280 a libra que na la
deixaia a desejar pelo seu bom gosto.a quem
soubar appioveitar-se da bella occasio que
so Ibes proporciona oe o Siboreareui.
-....::. ;;"- .: I
Cantois Pailhetck Companliia.il
* Conlinua-se a vender no deposito jj
Se geral da ra da Cruz o. 52, o excel- 9
4 antee bem conceituado rap areia 3
til preta da 1 a lu u-a de Uantois Pailbet & |t
Companhia da bahia, em grandes e j
pequelas porcOes pelo preco uslabe- )a)
g lecido. 4
:": -z :tl.i
lspellio (le puede
com ricas moldurus : ven icin-se no a una -
quando anda parece que nio pisa
bem cora os calcanhares, costutna
andar calcado e bem vestido, le-
vou urna trocha de aua roupa, in-
clusive cal?a eiaqueta de panno
fino azul, e alem do mais algum
calcado, um par de borzegains par-
dos, -com botdes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquelU occasiSo a-
lugra, o qual lera os sgnaes se-
9 guintes : -- castanho, barrigudo,
" '() "- lll'i 1.-1 .-au mi 1 ti 1 11 f 1 iiir) fui DI IU OOIII" 4 O '
proseguidos pelos mais felices resultados cunas pretas, gordo e tem um ta-
nas suas operac/3'S ; porm, o aeu principal Iho em urna anca: he provavel aue
objeclo he de purificar o sangue, e linij ar o ___.._ __ r ,? .
systema de qualqu-r influencia de mercu- 1ue,ra passarpor torro, he boliei-
- ro e escravo de Luz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Hecifs n. ai, quese-
ra recompensado.
ro. No seu modus oprramdi, he directa-
mente como um remeoio alterativo, anda
que, indirectamenie serve ao systeina como
um verdadeiro Inico. Doencas nos ossos
c no systema graniular; assim como n s
5o,000 rs.
Do 15 para 16 de novembro de 1851 de-
sappareceu do engenho Aguas Claras do
I 1 i.cii, da frejiuezla de Esca la, o escravo
Venancio, de Angola, q 10 muilo parece
crilo, ulule 35 a 28 anima, cor fulla, bo-
lita (gura, altura recular, cheio do corpo,
pomas e bracos grecos, rosto gordo, e ar-
Iroaitigo de valor em mateiia medica tem ,'edon lado, testa grande, olhos grandes,!
curado. He de saber que a Salsa Parilha lie amortecidos, tem falla de muitos denles ni
um doa mais valerosas reme los quo oj | freme, do la lo sunerio', poucos cabellos no
doctores iisilo em loda a parle do mundo bofo, equoixo, tem niarc de chicote nis
com vistas de gantiare.ii a cura telo uso de Costas, o de surras as naditas, parece ser
tal remedio vegetal. Po em, deve-se de seno, o muito humille, talla com mulla
notar, que n 'in todas as essoas sabem pre- IMOsMo e arrasta 10 faz-se; innocente, he
parrosle remedio, assim como esco- chegado a furtos, ecostom mu lardetrage,
lliorem a melhor parlo que se devo usar em ( por furto de roupa que faz) de mudar o
tal pre/aracSo. Um celebre tledici isciip- nome, oizer-se forro, outras vezes procu-
aunar rui inadeira de lodns os la-
iniiihii! riii.i.M!n,iiii,i .....Lu. machina cortes de I api le at80is.; ludo por preco
horisoutal para vapor, > u. i .1 .1. 4 caval- muito commodo afim do so appurar di-
loi, coucoa, passadeiraa de ferro catanbado nheiro,
para caa de pulgar, por lucno prefu que uz Aossenhni'PS lie eiiceiilm e e (sis
de cobre, cacovena para navios, (erro ingles "US autoein barras cuino em arcos fulbas, e ludo particulares,
por barato pre0. I No armazem do Sr. Antonio Anncs no caes
Vendeiil-se reloglOS de OU- daallandcga, vendo-se bacalhao de Noruc-
roeprata, patente inglez : na ra & ''"omlhorque tem vmdoaeste
a. w. 11 a T mercado superior inglez por ser corado
da Senzalla ova n. 4a. com melhor sal, venJe-se por 6,000 rs. a
Arados de ierro, ima.
Vendem-se arados de diversos 09QOOflOOOOOOf
. <3 Wa ra do Crespo u. a3, O
modelos, assim como americanos jo Vondem^e cortes dec.semir.s, che. O
com cambo de sicupira e bracos ^ Kad-os pelo ultimo navio vimo de O
da ferro; na fundicSo da ra do X ''a"s,' p"""? "" uli'i moJa S
n O proun.is para a fesla, a 5,000 rs.. Q
llrum ns. 6, 8 e 10. OOOOOe><34iJOO>OOi30
Lom liii de ierro. Ven le-so a padaria nova do Manguinho
Vendem-se bombas de renuxo, com loJosossenspertences: quem a pre-
_ i __.. ___ .* lednder dinia-s" a mesma.
pndulas e pteota para cacimba :, Vendem-se escravos bara-
na ra do llrum ns. 6, 8 e .o, |0Sj e de bonita9 g
fundido de Ierro. molecotes, negros mofos, negras
ACIDADEDEPARIS.
-"i <* M .0.1
un i Novo sorlimento do chapeos de sol, pan
Arados de ferro.
Na fondico da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados de ferro de diversos iini-
aain.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, ven le-se na
ra da Cruz do Recife, armazem o. 13, de
Joao Carlos Augusto da Silva.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Ilalila.
Vende-te, em casa deN.'O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado quella fabrica, muilo proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos. por precocom-
nioau.
O Vendem-se e alugam-se bichas, che- atf
%t gadas ullin.ament de llamburgo, por !<|
fj preco commodo : na ra de S. Amaro a|
1, u. 38. 4
Vendem-se selins e silhes
inglezes, de couro de porco, da
primcira qualidade: em casa de A-
damson ilowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4a.
muito bonitas e niea-, duas ne-
grinhasde 7 annos, muito lindas,
um ptimo sapateiro de a5 annos ,
de cort r e fazer qualquer nbra
na ra das Larangeiras n. i4, se-
gundo andar.
l'uia da Cruz n. l\o, primeiro
andar.
Vende-se superior fumo em fardos o mui-
to barato.
Lindas caixas de ameudoas confesadas.
Na roa do Queimado n. 16, leja de miu-
dezas, vendem-se mui lindas caixas com a-
mendoas confeiladas, por menos prego do
que em outra qualquer parte.
Pechincha.
Vendem-se superiores batatas, a 500 rs. a
canastra, com o p so de urna arroba o tanto
debtalas, e em libras, a 20 rs. : na ra
Direita, venda n. 76 e 78.
Salsa ,
blonde do Imito, brancos e pretos, lil dj
liuho e de molino branco. preto, e cor da
rosa, chapeos do sol para Sra. e para ho-
mem, luvas o meias dollas as qualidades,
e muilo oulrus fa/codas que so vendom por
precos muito rasoaveis.
Lembrancas aos frogueze.
Quem qner bom c barato he g ira.
Karinha do iciuo a 80 rs. a libra, assucar
relinado e branco a 80 rs., passas novas a
280 rs., flgoi a 160 rs., qin ijis novos a 1.000
1,410 rs., lamilla de lauioca a 80 rs., esfo da
c.ii.icn a lio rs., cha llison muilo nova, ba-
tatas novas, ciiou'ic'S novas, graxa cni la- bomem e senhora, a saber :chapeos de
la, servrja patente garrafas, o meias ditas, sol de aeia, arniaco de bileia, do 4,500 rs.
vinho de Lisboa a 210. 280 rs. s grrula, P cima: diloi ditos para senhora, de 4,000
azeilunas novs, 8'ioz branco muito alvo, rs. para cuna ditos do panno lino, dear-
vellas do esparmacete. e de carnaoba, azel- mac.1o do baleia e de ferro, de 1,600 a 3,2o0
te de carrapato a 1,440 rs. a c.na la, e 1,003 rs- '< (li'os ditos de armacSo de junco, de
is. em garrafa e ouuos muitos geneos por 1.200 a 1,800 rs,, lodos I un pos: grande sor-
preco mais commodo do queem oulra par- timento de sedas e pannos, em pecas para
lo : no Pateo do Carmo v. nda na quina do cubrir os inesmos, baleiss para vesiidose
lleco da Bomba por baixo do sobrado de 1 espartilhos do senhoras. Concertam-sn to-
audarn. 13. das as qualidades de chapeos deso, tudu
AVIZO IMPRTAME. com perfeico e por menos preco do que om
Chegaram em Un as dezejadas massas de outra, <>u11uer I'"0- .
Genova, passas, ovas, figos, azeitonas, e a- nuOriltlO eill (()l II lili,
mendoas ; ludo de suporior qiialidade, o \r
umi porciio de caixnlus di passas moito veiuie-sc, muito em conta,
enhiladas, para so fazer algum presente; Um bonito sobrado sito na ra
esles gneros desombircam boj-i 21 : quem j_ 1\|; ea i: i_
se qui/erfomecerdest-s gneros, diiijase d0 lUe, 58' avallado em
a laheina da Muir del)cosn.9, armazem a:oooj?ooo, em o qual tem parte
de Pinheiroft Cordeiro. rsula M ,ria das Virgens e sua
Attencao. |. .., .
-- Na loja da miudzas no atierro da |aa Joaqutna Uvesde Fatva na
Boi-Vista aopda madama Milhochau ven- importancia de 107,473 rs. quem
n,f1nbiCr.S f'.'iu! renia3' dilt0,8 la^'" pretender dirija se a caza dcKal-
muilo llne, luvas de lorcal, papel de chapa i n
IrmSos, ra da Cruz
lor, quo residi por mullos annos no lugar
aoudclia a melliur prodcelo da Salsa Pa-
ii.11 disse : Soisou oilu especies dcslas
raizes que crescem uestes bosques, adniea-
moquo n.io podase achar, se n3o urna,
com o gosto, e propriedade da verdadeira
Salsa Carilla, que se lOssa recommendar
para medicina ; poisas mais eraui inspi-
das e inertes, a Porm, como os mdicos
nao se nn ao trahalho de fazerem
-as proprias medicinas, mas sim conliam
nos seus habis boticarios, para a prepara-
rem, e cumporem d ll'-renles drogas. Po
le u ue tudas as preparacOes de Salsa Pari-
lha devia de ser da genuina, para que o fa-
cultativo o o publico licaasem bem fiados
as preparacOesde Salsa Pairilha a ser da
melhor qualidado. Pois lio estngenuino
vegeslavel, que SHOfTereceao publico ; n'S-
le se ve Combinados o titile cum dulce ; pois
em infinitos casos em que o doente espe-
rances nlgumas li filia oe vivor, o granjea
quantidadrs de remedios experimentados,
mas sem resultados de melburas ; mascn
esta pura Salsa Parilha, suas curss tem si lo
ini'.iiiveis, pois os cenifica los que temos
recebido de pessoas que tem usado deste
puro remedio, alllrmam da sua boa efllca-
cia ; estes ceriilictdos tomos a honra de
aprensentar ao respeitavel publico, para
que liquem cerlos, o quo cima so diz, h*
verdadeiro. Os propneiarios desle
randu quemo apadriuhe, ou quem o ron-
l'.-e : I v i i cuni-a de ma laculiio, Calca de
brim trancado de listra pardas, j desbota-
do, chapeu uza lo de coU'O, Cobertor groco
de lisirasazues escuras, e um facSoque lo-
mou de un mulequa carreiro, do engenho
Mocot. Este escravo passou pelos enge-
nhos Arando doSr. Manoel Flix, Amparo
e Moclo, havendo pedido aos senhores dos
dou-, o I limos onginilioa cartas que O pa Iri-
nlia...-', em que fui satisfeito, e nS<> obstan-
te fugir leudo seguido para o engenho Mi-
ulioca-, da donde prezuina-s i ter piulido
para o Brejo da Ha Jre de Deoa, onde foi es-
cravo do Sr. Cordeiro, conhecido por Abade,
a quem pede-se o favor, de se chegar a seu
conheclmento a sua estada ali, fazer apre-
eoder, remoller ou avisar a seu Sr., pondo-o
nesle caso ua cadeia, assim como loga a
qnalquerqueo pegar, de leva-lo ao dito
engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Pereira
de Burgos Punce de Len, ou na ra Direila
o. 14 casa de Jo.6 piulo da Costa, que rece-
bera a gralilIcacSo menciona ta; e tinibem
pelo prezente protesta-ie coro lodo rigor,
contra qualquer qua o conservar oro seu po-
der.
Desappareceu no da 3 do corrente mez
urna preta oe nome Haria, de nacSo Angula,
lu i e. o es .'na ter a ida le de 25 anuos, cum
os signaes seguiutes : altura baixa, rosto re-
dundo coro marcas de boxigas, cr preta,
xiuiiwiiiii., un ...... i"'vn, |a|r| u Cimpa i
para cartas amoros-s, dito de cores, fitas de "niann
seda linas, rentes do cuc pretos, linhas de u. io.
carrllel do 200 jardas, ditas de 100jardas, PIAlVflS
ditas de cures, traiicinhas de 19 de todas as rlAnCIO.
cores, bulOes de mardeperola finos, carlei-j Vendem-se em casa de Kalk-
ras cum agulhas francezis, brincos doura-'_._ i__*__ __ j. n
dos linoa, luvas brancas do linbo, ditas de mann 'Wl na ra da Cruz n.
cores de lio da escosia, e um grande sorti- i o, ricos pianos de Jacaranda, com
Z2* de miude"s pur muit0 lnodico, excellentes vozes chegados ha
Vendo-se um armagSo de venda na pouco tempo.
ra de Santa Thoieza, a qual existe na casa Cadeiras
n 39, que tem boas pro.orces para neg- \- i__.. a
Vendem-se cadeiras para meninas; noar-
IrmSos, na ra da
.- reme-,
lio tem por muitos annos empregado todos Pellos pequeos, falla um tanto fanhusa,
os meios pare prepararem oste lu uiil, e pschatos com alguna bichos ou marca dus
's-euci.il han iiei ,i,i raiz da Silsa Parida, I niesmus, venda n i ra e tem signal na ca-
qne por fim, conseguiram as suaa vistas, en: oef'i ruJ* Prrta no dia quarla-foira, 17 do
prepararem um I3u valuoso remeti, e seus correle, foi vista montada de ancas de uro
(io lindos resultados tem enebido qa pro- ''avallo de malulo na ponto do mocotolum-
piietariosdo gloria, e triuropho de terem b> Pfocorn lo a estrada do sul: lona-sea
preparado urna linda composiflo cnica '"'I'3 s auloiididos e capil-a de carolo
doencas, quo o seu lim lio destruir o corpo hajaui de a aprehender e levar na ra do
humano. Lsla c >mposic3o be quimica el ollegio n. 3, que soram recompensados de
nova. Esta Slsa Parilha he combinada com 8eu trabalho.
outros engredienles que lodos ellesperten- n u
cenia classe vegeln, e tolos com o poder I Uratltlca-88 Deni
de punlic.re n o sangue. O dointe qu i usar a quem apprehender urna preta craoula de
.,.u.S,".?m"p.os,ao,.,'"Je CUIUarqua tem o nome Tnereza, que represe ita ter25a30
mais elllcaz remedio, para a ana enl'ermi-
ladousa O nico agente nosta cidade be
Vicente Jos de Brito, oa ra da Cadeia do
Kecife botica n. 61
nboira
ci por ser de esquina : a tralar n
da Uoa-Vista, venda de Victorino.
-- Vende-se urna laberna com poucos fun-
dos no largo da l'enha n. 10, a praso nu a
dinheiro : que-n a pretender dirija-so ao ar-
muito nova o superior, vinda no S.Salvador; mazem de JoaqinVn Filip,.c da Coila na ra Kalkminn s ra Crnz
cbonibo de municilo; ma-sos do papelodo, do Azeiio do Peixe n. 19. i i '. i 'i '
lodos os nmeros e em qualquer pnreflu: na Vendc-so um solim cm muilo bom! -IOI(IUI'ilS lltMIl llis -. o
I" ra do Trapiche n. 26, casa de M. Duarto us>, coai mama e cabezadas : na ra Nova de (odas os larguras i vendem-se no arma-Ia re8u,ar* 'el" minio pequeo
Rodrigues. o.67. IzemdeKailkuiannlrmaus.ruadaCruznip. Ibii90 debaibi c hila muito mansa I
mazem do Kalkmnnn
Cruz n. 10.
Tinta om
brinca e verde: wnlc.se
oleo
no armazom do
ascravos futidos.
-- Desappareceu na tarde do dia 13 do pas-
sado um escravo Dor nomo Joaquina tem 08
signaes seguintes: boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla desembaracada,
pes grandes, tem lodosos denles da frente
nariz chato, quando inda estala as juntas dos
joelnos, levou camisa de algodosioho bran-
co, caiga do dito azul, esto oscravo foi do
mato: quem o pegar |evo-o a typograpbia
impircial a fallar com a viuva Roma que se-
ra recumpensado.
BOA GltATIFICACAO'.
Atisenloti-se nu noite* de 27 de
outubro passado o mulato Se-
mentino, de ao annos de idade ,
pouco mais ou menos, magro, al-
annus da ida le, cum 05 signaes seguintcs:
padece de eraros nos ps, tem o n lir va-
garoso, corpo regular e cheio, tem urna
marca pequea de carne p.-eti junio o na-
riz, isto do om lado, tem o cabello corlad 1
de pouco tempo, saino com vestido de chi-
ta azule camisa, e sem panno ; fugio des-
de o dia 8 do corre'nte: quem a pegar ou
mesmo dola dar noticias certas, leve-a 00
caes da AlfanJega numero 5, ou no aterro
da Boa-Viaia n. 19, que aera bom recom-
pensado.
Iloga-si as autoridades pociaeseio
cumonandante do registro do porto o aos
c.ii'iiiles de canino, a captura do escravo
creoulo, por nome Temolheo de Idade de 17
annos, seco do corpo, altura regular, cor
p oa, sem barba, vistoso, muito prosista ;
levando calca de castor de n-cs e jaquel!
deriscadinho do quadro verde, sen o am-
bas pecas novas, om folha, e roupa de seu
uso : quem o pegar leve ra da ordena ter-
coira do S Francisco, sobrado 11. 10, ou
iraca do Independencia, loja do miudezas
n. 3, que sea rocoinpensadu.oii se delle der.
iiiilici 1 certa.
"V vVrYi' !>K M.r r>r I'


Full Text

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Yiiilio de Champagne, e superior qualMade : vende-se no arrr.aern Kalkmann Irmaos Hu da Gru, n. 10 0 — Vende-se un grande sitio no lu£> 0 gardo Manguind, que lica defronte Q 0 dos sitios dos Srs. Carnelros.com Q 0 grande casa le vivenda, dequatro Q n agoas, grande senzalla, cocneira, Q¡ n estribara, baixa decapim que susg\ ¡¡i tenia 3 a 4 cavalloa, grande caciniji a muta o a i;*Diiua f ^IIIII<>'> < % %  im—_ ** bi, com bomba e lanque coberto *£ & para banho bastantes arvoredos de T, ra do Collegion. 16,se fruclo : n 0 gundu andar. ooc c-^ iMoinhos de vento eom bombas do repucho para regar borlas d baixas de capim : vendem-se na ruodicSo de Bowman V Me. Callum, na ra do lirurn na. 6.8 e 10. Anligo deposito de cal virgem. Na ra do Trapiche, n. 17, ha nniitu superior cal nova em pedra, chegada ltimamente de Lisboa Tai xa-, pura cngeniio. Na fundieflo de ferro da ra do llrum, acaba-se de receber um completo sortimen— Vende-sc um carro de quatro rodas, inuito leve, para um ou dous cavallos: na cocheira do Miguel Sougei no aterro da Boa Vista. Modula* superiores. Na fundicSo de C. Starr & Companhia, em S.-Amaro, acham-se venda moendas de cano, todas de ferro, de um modelo e construccSo muilo superior Farinha Fontana, chegada ltimamente: em casa de J. J. Tasso Junier, na la do Amorim n. 35. Fazendas pira senhora, por barata preco. Cambraias desalieos brancos o de cor, a 4,500 rs. com 8 Ir-' varas, e 610 rs. a vara ; ditas francezas de hom gosto, a 560 rs, a vara ; ditas co.n listras du cor a 3,000 rs., a pepa com 8 varas; cassa preta a 100 rs. ; cova lo ; cortes de cas9as pintadas,a 2,000 o cortes de chita com 12 cova los, a 1,920 e 1.800 rs. ; lenco! de finissima cambraia de liuho, a 480. 5600 640; ditos de cambraia de algodSo com bico, a 440 rs. ; zuartes da cor muilo cocorpados, a 200 rs. ; dito zuesom 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodSo transado com listras, a 180 rs. : na ra do Crespo 11. 6. — Vende-se em casa de A— L % — VenuVm-se bolinlios franceticas franjis pretas para manzes, chegados de prximo do lia-I teleles. vre de Crac no brigue Orar Vemioni-so franjas prets, da multo supe.rior uuali indi-, para man Irles, a 8,10 rs. a" na ra 1I0 Qiiejniadn, loja do miudevulto proprics para cha, pela Sl ,¡"" r u,, "' ,,le '. P V 1 u & •• %  ..* vara exctllenle qu ilulade e genuiuo pa'zas junio a loja de cera n. 31, ladar : na ra da Cruz do Rec¡-¡ %  y eudair, e n>p*i voltaica Y. ubiecto* precisos para dourar e prati le, armazem de moinados n. 6a, de Manoel Francisco Martina & Irmao. Casticacs dourados a i,5oo rs. o to de laixas de 3 a 8 palmus de bocea, as quaes acham-se a venda por preco comj damson llowie & Compinhia, na modo, e com promptdSo embarcain-se,ou ra do Trapiche n. l\'i panno de pir. Vendem-so na ra estrella do llozario, travassa do Qieimaoo, loja de miu'lezasn. 2 A, junio au deposito de pSo. •—Na ra Nova n. 5o, vendemse os seguintcs gneros ultimamente chegados, queijos suissos muilo frescos a 56o rs.; dito rancez ¡1 • que construidas em sua teis n. 22, loja de miudezas. l'echicha. Vende-sena loja di roa dn Crespo n. 10, Vende-se om o atle.ro da Boa-V,sL n. 43, | £;*?$$ ? e % e !" ?£% 1 ^ !" Z. ,h0r '/. MES 5 ue P" o se^uinte ; mauteiga ingleza da incln r .son carregam-sc em carros sem despezas ao comprador. — Vendern-se cera ciu velas fabricadas em Lisboa e no liode Janeiro, em caixas de 100 libras algodao para saceos de assucar muilo superior e barato. Velos de carnauba em libras. Ven ii'in-a %  velas de carnauba imitando espermacele : na loja do Scdeiro da ra da sortidas, de 1 a 16 eai libra, e tamCaaeia doiierifen. 36. bem de um s tamanho, por menos preco do que em outra qualquer parte : trata-se no escriptorio de Machado & l'inheiro, na — Vendr-se saccas com superior colla.das fabricas do Rio Grande do Sul, e a preco comoiodn, 110 anuazem, do Das Feneira ao pe da all'oudega. A t lenca). Vendem-se superiores charutos retalia, ruado Vlgano n. 19, segundo douma das mclliores fabricas da Babia, im andar. I caitas de IOO charutos a 2,500 rs. cada urna; unTice'i a, 111 w -vi i silo chegadas de prximo : na ra do TrarUlAOM LIA 1\L331A. ^ | piche Novo n 26. No armaiem de Jo Teixeira liasto, na un do Trapiche n. 17, DEVEKL5 DOS 1IO.MENS, ha para vender, nova e superior potassa da Hussia, chegada recenteniente. — Vendem-se velas de espermacele, em a :ioo rs. Vende-se este compendio a provado para as aulas, em meia encadernaco, a 500 rs [19 cada um : na livraria 11. 6 e8, da praca da ^> Independencia. — Vende-se vinho de champara., dita franceza 640 rs.,cliado melhor 2,000 rs.,dito 1,920 diiopreto do melhor que ha nesle mercado a 1920 a libra, tem 3 embrulhoscliinezes,u cmbrullio por 640 rs.espermaccle 640 rs,carnauba 280 rs., sevaoinlia 160 1 s ,0. v 1!11 is a I90 ( lelril 160 rs,arroz pilado 80 rs. tapioca 80 rs. lamilla de aramia 120 rs chocolate 320 rs,assucar rellnado pelo diminuto pN{0 deSOrs. a libra, o a IO11 rs. milho 120 rs., arroz de casca 120 rs. feijto moiatiuiio 320 rs.,alpista 9s0 ra.,paiuV" 5(10 rs., azeito q ue f 0 ¡ Uo f a || e ciJo Jos de commissao, tanto para a pros Pinto da Fonseca e Silva, antivincia como para fra della, para ga | 0 j a de Guerra Silva ckCompio que se oterece muitas garantas n h¡B, na ra Novan. 11, a fallar a se us do nos : na ra da Cacimba 11. ti, piiuieiro andar. na com J. Kellcr ck Companbia, ra da Cruz n 55. OeDOSitO de Cal e UOtaSSa. — Vendem-se amarras de Ierro: na ra ,' ,. da sen/alia iiov.i n. 1 No armaiem da ra da Cade.a _\ e il(le se leo de in | iaca em 0 su P e botijas : a tratar com Manoel da* Silua-ontos, no caes da Alfandega, armazem do Anes. Vcnde-e cal virgem em pedra, rior cal de Lisboa, etn pedia, assim como MU -s-.t chegada ullirnaChegada reci'nleinenlo de Lisboa, em ancoras muito bem acondicionadas e por pre^o Deposito de cal virgem. Cunha i¡ Amorim, venJem barriscoui cal m pedra, chegada ultiman. eme de Lisboa, niuilo comino io : no armaz-'m do Silva liar%¡ a barca Moigerida, por menos proco do ruca, na ra du Trapiche Novo n. 19. que em outra qualquer parte: ua ra da 1..1duia do lenle D. 50. AGElNCIA da fumlicao Low-Moor. RA DA SENZALLA NOVA .Y 42. Neste estabeleeimento contina a ha ver um completo sortimento de moendas o meias moendas para engenho, machinas de vapor, e taixas de ferro batido e coado, de todos os tamaitos, para dito. Agencia de Edwin Maw. Na ra de Apollo n. li, annaem de Me. Calinontgt iloinpanliia, acha-ae consianlemenle bous aorliiueiiiua de Utxa de ferro coado e balido, lano raaa como fundas, iimcndas ineiraa todas de Ierro para auiniaea, agua, ele ditas para — Fin casa de J. Keller & (lompanhia, acha-se a venda vinagre bronco, superior de Nantes, em barris de 3 meJidas. Calcados a 7J0 rs. o par, quem ceixar de comprar, isto he para %  ir.lmi : no aterro da Boa-Vista defroate da b jneca. II 1 (Invado % %  ( %  Iilenieule lilil grande (panl1l.nl.' dos mclbores sapalOes brancos que tem vindo do Aracaty, tanto para boniem como para menino, que por se desojar acabar com dinheiro a vista, da-se a 750 rs. o par, ditos de lustro a 2,500, rs. e da Rabia a 3,000 rs., e b.itins brancos, ditos de lo-iro |i.n 1 1 ni, alein dislo um novo e completo sortinicnlo de calcados franceses de todas ¡ s qnalidades, tanto para horneen Como para Srs.. meninos e meninas, Chapios de Castor branco. <) Na loja do sobrado amarello nos 0 ipali o c %  11 nida ra do Queiniado n. # 29 vendem-se ciapos de castor •) brancios mais finse mais moder0 IB nos que aqu tem aparec lo. ft aaaj>a^a^^^^.^a>a^,r-*a^ I ^a^a^aj>aj)iaj^i, Vaccas turmas. Existem tres vaccas lorinas para vender por preco commodo por seu dono se retirar : na coxcira do Sr. Pedro em Fora de Portas. Superjorvinho deCampagne Vende-se no armazem da rna da Cruzn. 40, por |nci,o (Minm 1 ((, e de boa qualidade. — Vende-se ma¡< barato do que em outra qualquer parlo na ruada Aurora 11. 32' taberna nova pintada do azul os sneuinlea gnneros : nianleiga Ind'XI da melhor 720 rs.. dita i' a ce/a a 56D rs., cha do superior a 2,000 rs egpermao.'te a 610 rs., Caf de caroca a 110 rs., loocinli) de Santos a 160 rs farinha de marauhil 1 a 80 rs., MalUCar refinado que admira a 80 e 100 rs.. loaiico a 80 rs. e mascavado a 60 rs., bulacinha Iogleza a 200 rs., Safada a 10 rs., arroz pilailo a 80 ra.. Itelle .loca de L'Sbi da Barquinha a j.*arr*. a 4S0 rs. ; e todos o mala gneros p-rlcncenles a venda, assim como qu'ijoa novos de muilo boa quali lade, e de ludo S" da amostras. — Vende-so a lancha denominada L'niao, do poilo de 19 onella!tt(S, prom;ta do necessario para navegar, de boa consiruccSop melhorcs madeiras : quem a preleu Icr, pollera mandar examina-la no ancoradouro do Forle do Matlo, e para ajuslar na ra da Cadeia n. 39, com Amorim IrinSos. — No caes da Alfand'ga armazem do Annes, vendem-se batatas inalezjs, em canastras de urna arroba, a 610 rs. cada canaslra. Ricos manteletes, Na ra Nova loja franeeza n. 10. Recebeu de l'ans pelo ultimo navio um lindo MU lmenlo : % %  fazendas e arligos da ultima modi a saber : ricos manteletes, capntinhos e visitas pretos e furtacores, chapalitd de lonn de linho a 5,000 rs., e casacas a 6,000 rs. muito bom feitas.lencosde cambraia de linho a 320 rs. cala um, chalesde seda a 5,000 rs., seda furia cores para veslido a 1,300 rs. o covado,e oulras minias fazendas por nn ir a preco do que om outra qualquer parte. N.rua Nova loja n. 8, Vende-se chapeos de castor branco pelo haralissimo preco de 7 ¡>00 ditos <*c castor branco sem pello po'5,000 rs. bonetes di palhada Italia para lione.ii por2,500,ricis mantinhas de nobrezi, proprias para senbo¡ rase meninas a 4,000 linios cipolinhose ; mantelele8 do grosdnapoles preto e furtacores ebehados pelo ultimo navio, luvas de pelica, e seda de ludas as qualidades pira hontwif o senhoras, bellos lencos desetim' de cores para grvalas, filas de cnamalole de 10 las as cores parasinlas e chapeos, chapeos francezes para homem ultima moda a 7,000, e outras muitas fazendas que na mesma loja se vendem por precos nunca vistos. Para a noite de festa. Castanhas muito boas a 4.000 rs. arroba 1 160 rs. a libra : oa ra da Cruz do Recifa n. 36, confronte ao beco da Lingueta venda de Mendes& Braga. Calcados a 800, a,5oo, 3,00o, 3,5oo, 4,000 e 6,000 rs.: no aterro da Boa-Vista, defronte da boneca, Ha chegado recentemente os bem conhecidos sapates brancos do Arac>ty, tanto para homem como para menino a 800 rs., de oreIha a 1,000 rs., ditos de lustro para ditos a 2,500 rs.,ditos pira homem os nielhores que tem viudo da baha a 3 e 4,000 rs., bolins brancos a 3,500 rs., e de lustro a 6,000 rs. ; assim como um novo e completo sorlimento d'calcados francezes o de Lisboa de todas s qu ilidades, tanlo para bomem como para senhora, meninos e meninas, peles de marfabrica competer com as fabricadas na Europa, na qualidade e mao de obra e nnr mi' DOS !Te$o, 1 saber : K 10 MACHIMAS continuas de destilar, pelo methodo do autor franca Deroane atm. es machinas, que para este fim at hoja tem apparecido. AI.AMIIIUtlES de cobre de todas as dimeosOes. TODOs OS COBRES necessarios para o fabrico de assucar. TAIXOS HECUBIIEpara relinaco. TAIXAS UITd para engenlio. DITAS DITO movis para dito. BOMBAS l)K COBRE de picote, de repucho, de roda ede pouJulas ESCRIVANINHAS de I.1S0 do melhores modellos. P 8,,JU S DITAS DI l"U galvanizadas. SI.MOS de lodos os lamanhos. OS APRECIA VEIS foges de forro econmicos. Driiii \s de ferro as mais bom construida*. CARIK1S dito de ilion. Di 11; 1111:de Ierro. VARANU'lSdito. GltADlAMENTUS dito. I Al VAUltO. CALDEIHAS dito. UANIIEIUOS de ziuco e de folha, para binbo de choque. SALSA PAUHILHA DE SANDS. Este excellente remedio cura tolas as enormidades as quaes silo mi-inid s p¡"li impuresa do sangue ou dosystema ¡ a saber : escrfulas, rheumatisuio, eruncOes cutneas, brehothas na cara, almoroidas. do, neis chmnicas, brebulhas, bortoeija, I inha, enciia(;oes, e dores uos os-o<, ej IItas, ule ir, doencas vonerias, citica, enf o ligamentos, sao inieiameule cupor preco mullo commodo em razio de se precisar apurar dinheiro. — I'ommateau, Cutiloiro na Roa-Vista n. 16, lom a honra de | reunir ao publico, que acabo 1 de receber pelo ulumo navio chegado de Inanca, un novo sort monto de fazendas d 1 melhor qualida le a saber ¡ — brides i'.'llie.nl ir do prala,esporas dilas,armasdeespuletis, estribos ele etc. Previne igualmente nos senhores fumante*, que tambem rerebeu do deposito da nianufaelu'a franceza, excellente fumo, a 1.280 a libra ¡ que na la deixaia a desejar pelo seu bom gosto.a quem soubar appioveitar-se da bella occasio que so Ibes proporciona oe o Siboreareui. %  .... %  :••:.• ;;".: I Cantois Pailhetck Companliia.il Conlinua-se a vender no deposito jj Se geral da ra da Cruz o. 52, o excel9 4£ ¡antee bem conceituado rap areia 3 til preta da 1 a lu u-a de Uantois Pailbet & |t Companhia da bahia, em grandes e j£ pequelas porcOes pelo preco uslabe¡)a) g lecido. 4¡ :": -z : tl.i lspellio (le puede com ricas moldurus : ven icin-se no a una quando anda parece que nio pisa bem cora os calcanhares, costutna andar calcado e bem vestido, levou urna trocha de aua roupa, inclusive cal?a eiaqueta de panno fino azul, e alem do mais algum calcado, um par de borzegains pardos, -com botdes de madreperola brancos, e consta que levara um cavallo, que naquelU occasiSo alugra, o qual lera os sgnaes se9 guintes : -castanho, barrigudo, •'() "%  lll'i 1.-1 .-au mi 1 ti 1 11 f 1 iiir) fui DI IU OOIII" % %  4 O proseguidos pelos mais felices resultados cunas pretas, gordo e tem um tanas suas operac/3'S ; porm, o aeu principal Iho em urna anca: he provavel aue objeclo he de purificar o sangue, e linij ar o •.._ _„_ r ,? systema de qualqu-r influencia de mercu1 ue,ra passarpor torro, he bolieiro e escravo de Luz Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o a ra da Cadeia do Hecifs n. ai, quesera recompensado. ro. No seu modus oprramdi, he directamente como um remeoio alterativo, anda que, indirectamenie serve ao systeina como um verdadeiro Inico. Doencas nos ossos c no systema graniular; assim como n s 5o,000 rs. Do 15 para 16 de novembro de 1851 desappareceu do engenho Aguas Claras do I 1 i.cii, da frejiuezla de Esca la, o escravo Venancio, de Angola, q 10 muilo parece crilo, ulule 35 a 28 anima, cor fulla, bolita (¡gura, altura recular, cheio do corpo, pomas e bracos grecos, rosto gordo, e arIroaitigo de valor em mateiia medica tem ,'edon lado, testa grande, olhos grandes,! curado. He de saber que a Salsa Parilha lie amortecidos, tem falla de muitos denles ni um doa mais valerosas reme los quo oj | freme, do la lo sunerio', poucos cabellos no doctores iisilo em loda a parle do mundo ¡ bofo, equoixo, tem niarc %  de chicote nis com vistas de gantiare.ii a cura telo uso de Costas, o de surras as naditas, parece ser tal remedio vegetal. Po em, deve-se de seno, o muito humille, talla com mulla notar, que n 'in todas as essoas sabem preIMOsMo e arrasta 10 faz-se; innocente, he parrosle remedio, assim como escochegado a furtos, ecostom mu lardetrage, lliorem a melhor parlo que se devo usar em ( por furto de roupa que faz) de mudar o tal pre/aracSo. Um celebre tledici isciipnome, oizer-se forro, outras vezes procuaunar rui inadeira de lodns os lainiiihii! riii.i.M!n,iiii,i L u machina cortes de I api le at80is. ; ludo por preco horisoutal para vapor, > u. i .1 .1. 4 cavalmuito commodo afim do so appurar diloi, coucoa, passadeiraa de ferro catanbado nheiro, para caa de pulgar, por lucno prefu que uz Aossenhni'PS lie eiiceiilm e e (sis de cobre, cacovena para navios, (erro ingles US < Kaum Ls uc -llgenilO e casas autoein barras cuino em arcos fulbas, e ludo particulares, por barato pre 0 I No armazem do Sr. Antonio Anncs no caes — Vendeiil-se reloglOS de OUdaallandcga, vendo-se bacalhao de Norucroeprata, patente inglez : na ra &• •''"omlhorque tem vmdoaeste a. w. 11 a T mercado superior inglez por ser corado da Senzalla ova n. 4a. com melhor sal, venJe-se por 6,000 rs. a Arados de ierro, %  ima. Vendem-se arados de diversos •09QOOflOOOOOOf <3 Wa ra do Crespo u. a3, O modelos, assim como americanos jo Vondem^e cortes dec.semir.s, che. O com cambo de sicupira e bracos ^ Kad-os pelo ultimo navio vimo de O da ferro; na fundicSo da ra do X '' a s, p """? •"" ul i'i moJa S n ¡ O proun.is para a fesla, a 5,000 rs.. Q llrum ns. 6, 8 e 10. OOOOOe><34iJOO>OO i 30 Lom liii de ierro. — Ven le-so a padaria nova do Manguinho Vendem-se bombas de renuxo, com loJosossenspertences: quem a pre_ %  i „ .. .* lednder dinia-s" a mesma. pndulas e pteota para cacimba :, Vendem-se escravos barana ra do llrum ns. 6, 8 e .o, |0Sj e de bonita9 g fundido de Ierro. molecotes, negros mofos, negras ACIDADEDEPARIS. -"i %  < M .0.1 un i u 1 1 ue r I'" 0 Genova, passas, ovas, figos, azeitonas, e anuOriltlO eill (()¡¡l II lili, mendoas ; ludo de suporior qiialidade, o \r ¡ umi porciio de caixnlus di passas moito veiuie-sc, muito em conta, enhiladas, para so fazer algum presente; Um bonito sobrado sito na ra esles gneros desombircam boj-i 21 : quem J_ 1\|„;„ ea i: i_ se qui/erfomecerdest-s gneros, diiijase d0 lUe, "• 58 avallado em a laheina da Muir del)cosn.9, armazem a:oooj?ooo, em o qual tem parte de Pinheiroft Cordeiro. rsula M ,ria das Virgens e sua Attencao. |. .., -Na loja da miudzas no atierro da |aa Joaqutna Uvesde Fatva na Boi-Vista aopda madama Milhochau venimportancia de 107,473 rs. quem n ,„f 1 n b i C r. S f'.'iu! ren i a3 d i lt0 8 la ^'" pretender dirija se a caza dcKalmuilo llne, luvas de lorcal, papel de chapa i n IrmSos, ra da Cruz lor, quo residi por mullos annos no lugar aoudclia a melliur prodcelo da Salsa Paii. 11 disse : Soisou oilu especies dcslas raizes que crescem uestes bosques, adnieamoquo n.io podase achar, se n3o urna, com o gosto, e propriedade da verdadeira Salsa Carilla, que se lOssa recommendar para medicina ; poisas mais eraui inspidas e inertes, a Porm, como os mdicos nao se nn ao trahalho de fazerem -as proprias medicinas, mas sim conliam nos seus habis boticarios, para a prepararem, e cumporem d ll'-renles drogas. Po le u ue tudas as preparacOes de Salsa Parilha devia de ser da genuina, para que o facultativo o o publico licaasem bem fiados as preparacOesde Salsa Pairilha a ser da melhor qualidado. Pois lio estngenuino vegeslavel, que SHOfTereceao publico ; n'Sle se ve Combinados o titile cum dulce ; pois em infinitos casos em que o doente esperances nlgumas li filia oe vivor, o granjea quantidadrs de remedios experimentados, mas sem resultados de melburas ; mascn esta pura Salsa Parilha, suas curss tem si lo ini'.iiiveis, pois os cenifica los que temos recebido de pessoas que tem usado deste puro remedio, alllrmam da sua boa efllcacia ; estes ceriilictdos tomos a honra de aprensentar ao respeitavel publico, para que liquem cerlos, o quo cima so diz, h* verdadeiro. Os propneiarios desle randu quemo apadriuhe, ou quem o ronl'.-e : I v i i cuni-a de ma laculiio, Calca de brim trancado de listra pardas, j desbotado, chapeu uza lo de coU'O, Cobertor groco de lisirasazues escuras, e um facSoque lomou de un mulequa carreiro, do engenho Mocot. Este escravo passou pelos engenhos Arando doSr. Manoel Flix, Amparo e Moclo, havendo pedido aos senhores dos dou-, o I limos onginilioa cartas que O pa Irin lia.. .-', em que fui satisfeito, e nS<> obstante fugir leudo seguido para o engenho Miulioca-, da donde prezuina-s i ter piulido para o Brejo da Ha Jre de Deoa, onde foi escravo do Sr. Cordeiro, conhecido por Abade, a quem pede-se o favor, de se chegar a seu conheclmento a sua estada ali, fazer apreeoder, remoller ou avisar a seu Sr., pondo-o nesle caso ua cadeia, assim como loga a qnalquerqueo pegar, de leva-lo ao dito engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Pereira de Burgos Punce de Len, ou na ra Direila o. 14 casa de Jo.6 piulo da Costa, que recebera a gralilIcacSo menciona ta; e tinibem pelo prezente protesta-ie coro lodo rigor, contra qualquer qua o conservar oro seu poder. — Desappareceu no da 3 do corrente mez urna preta oe nome Haria, de nacSo Angula, •lu %  i e. o es .'na ter a ida le de 25 anuos, cum os signaes seguiutes : altura baixa, rosto redundo coro marcas de boxigas, cr preta, xiuiiwiiiii., un i"'vn, |a|r| u Cimpa i para cartas amoros-s, dito de cores, fitas de "niann seda linas, rentes do cuc pretos, linhas de u. io. carrllel do 200 jardas, ditas de 100jardas,¡ PIAlVflS ditas de cures, traiicinhas de 19 de todas as rlAnCIO. cores, bulOes de mardeperola finos, carlei-j Vendem-se em casa de Kalkras cum agulhas francezis, brincos doura-'_._„ i__* __ j. n dos linoa, luvas brancas do linbo, ditas de mann !" Wl na ra da Cruz n. cores de lio da escosia, e um grande sortii o, ricos pianos de Jacaranda, com Z2* de miude s pur muit0 lnodico, excellentes vozes chegados ha — Vendo-se um armagSo de venda na pouco tempo. ra de Santa Thoieza, a qual existe na casa Cadeiras n 39, que tem boas pro.orces para neg\i „ .. A • Vendem-se cadeiras para meninas; noarIrmSos, na ra da .reme-, lio tem por muitos annos empregado todos Pellos pequeos, falla um tanto fanhusa, os meios pare prepararem oste lu uiil, e pschatos com alguna bichos ou marca dus %  seuci.il han iiei ,i,i raiz da Silsa Parida, I niesmus, venda n i ra e tem signal na caqne por fim, conseguiram as suaa vistas, en : oe f'i ru J* P rrta no dia quarla-foira, 17 do prepararem um I3u valuoso remeti, e seus correle, foi vista montada de ancas de uro ( %  io lindos resultados tem enebido qa pro''avallo de malulo na ponto do mocotolumpiietariosdo gloria, e triuropho de terem b> P f ocorn lo a estrada do sul: lona-sea preparado urna linda composiflo cnica '"'I' 3 s auloiididos e capil-a de carolo doencas, quo o seu lim lio destruir o corpo hajaui de a aprehender e levar na ra do humano. Lsla c >mposic3o be quimica el ••ollegio n. 3, que soram recompensados de nova. Esta S„lsa Parilha he combinada com 8eu trabalho. outros engredienles que lodos ellespertenn • u cenia classe vegeln, e tolos com o poder I Uratltlca-88 Deni de punlic.re n o sangue. O dointe qu i usar a quem apprehender urna preta craoula de .,. u S ¡ ".?m" p os,ao, '" Je CUIUar q ua tem o nome Tnereza, que represe ita ter25a30 mais elllcaz remedio, para a ana enl'ermiladousa O nico agente nosta cidade be Vicente Jos de Brito, oa ra da Cadeia do Kecife botica n. 61 nboira ci por ser de esquina : a tralar n da Uoa-Vista, venda de Victorino. -Vende-se urna laberna com poucos fundos no largo da l'enha n. 10, a praso nu a dinheiro : que-n a pretender dirija-so ao armuito nova o superior, vinda no S.Salvador; mazem de JoaqinVn Filip,.c da Coila na ra Kalkminn s ra Crnz cbonibo de municilo; ma-sos do papelodo, do Azeiio do Peixe n. 19. i i '. i 'i lodos os nmeros e em qualquer pnreflu: na — Vendc-so um solim cm muilo bom! -IOI(IUI'ilS lltMIl llis -. o I ra do Trapiche n. 26, casa de M. Duarto us %  >, coai mama e cabezadas : na ra Nova de (odas os larguras i vendem-se no armaI a re 8 u,ar el minio pequeo Rodrigues. o.67. IzemdeKailkuiannlrmaus.ruadaCruznip. Ibii90 debaibi c hila muito mansa I mazem do Kalkmnnn Cruz n. 10. Tinta om brinca e verde: wnlc.se oleo no armazom do ascravos futidos. -Desappareceu na tarde do dia 13 do passado um escravo Dor nomo Joaquina tem 08 signaes seguintes: boa estatura, representa ter 35 annos de idade, falla desembaracada, pes grandes, tem lodosos denles da frente nariz chato, quando inda estala as juntas dos joelnos, levou camisa de algodosioho branco, caiga do dito azul, esto oscravo foi do mato: quem o pegar |evo-o a typograpbia impircial a fallar com a viuva Roma que sera recumpensado. BOA GltATIFICACAO'. Atisenloti-se nu noite* de 27 de outubro passado o mulato Sementino, de ao annos de idade pouco mais ou menos, magro, alannus da ida le, cum 05 signaes seguintcs: padece de eraros nos ps, tem o n lir vagaroso, corpo regular e cheio, tem urna marca pequea de carne p.-eti junio o nariz, isto do om lado, tem o cabello corlad 1 de pouco tempo, saino com vestido de chita azule camisa, e sem panno ; fugio desde o dia 8 do corre'nte: quem a pegar ou mesmo dola dar noticias certas, leve-a 00 caes da AlfanJega numero 5, ou no aterro da Boa-Viaia n. 19, que aera bom recompensado. — Iloga-si as autoridades pociaeseio cumonandante do registro do porto o aos c.ii'iiiles de canino, a captura do escravo creoulo, por nome Temolheo de Idade de 17 annos, seco do corpo, altura regular, cor p oa, sem barba, vistoso, muito prosista ; levando calca de castor de n-cs e jaquel! deriscadinho do quadro verde, sen o ambas pecas novas, om folha, e roupa de seu uso : quem o pegar leve • ra da ordena tercoira do S Francisco, sobrado 11. 10, ou iraca do Independencia, loja do miudezas n. 3, que sea rocoinpensadu.oii se delle der. iiiilici 1 certa. "V vVrYi' !>K M.r r >r I'



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t —! Fonteca e Silva Relinonle, para averujoacoes nullclact. a orlnuIaWaria Joaquin.-i 'lo Rolarlo, por Inaulloa, Ili'lrna Mari* 0a Concedi a Joarfa Mara 'la Coiiciic.ii, por deaordern ; e a do ....... ._ .4(-.._.. 1. 4. II... %  < %  !. >• nrKlH lela atara o Loncrifi, por umorucui, c <. .. subdelegado da frffU'ziada lio* fala, o preto Joaqun de San'a,nna, por r1eora>in. FublicaQo a pedido. AIIOCUCAS recitado por Varia Emilia Sobrla JU Mella jlfAu do lllm Snr. Emil o Xanlir Sobreara deellu; alimnad'aulti particular danto da Cadeia de S. Antonio n. 14 ; dirigida por 0. Umbitina Wandtrley l't'oto : por occatiio ; pottanlo espeio qua seris indulgentes. AiuJa me resta mu ultimo dever a cumprir, algumas palavras ai minhas companheiras, a essis em cuja intimidado viv por quasi um. anno. Vos que pariilhacs dhonra, qio hoj•• recebo, eu vos felicito e espero, qud vosso talento sirva do apadrinhar imiiua incapacidade, e vos para quvm ess> honra lica resorvada p.rn outra epocia continuai c uno liaveis silo at uqui, docei* e suplicadas, e recberels o g'laidflocon digno do vosso merecimento. Disse. COMMERCIO. ALFANIIE.GA. Iteadimento do da 24. 7:280,232 Descarregatn no dia 27 de dezembro. Ilrigue porluguez —Turujo I — mercadorias. Polaca sarda — Rafaelina — idem. Importado. Po'aca sarda Hafaelioo, inda de Genova e Mlg", conaignada a Oliveira limaos & l'.oniuaiiiiiii, inanifealou o seguinte :. 235 quai tolas vinho, 191) voluntes papel, 26 narcos conmino, 100 Caixas acn, SO diaa sabo, 12 birncas peifumarias, 3 ditas fa mili, iln fermento. 52 ditas, 150 caitas, 63 voluntes drogan, 030 cuxas m -asa, 448 ladrilhos de pedra, 58 potes, 20 barra, 284 cera, 1841 Caixas fiuct.S seccas e Conservadas, 9 duzaajjje cadenas, 1 meia dita de almol'a la> para por o. ps, I porcSo do lo oca ordinaria e vasos para llores ; aos consignatarios. CONSULADO GEBAL. Rendimentododia 1 a 23 36:540.930 dem do da 24 2 :239,412 38 820.372 DIVERSAS PROVINCIAS Rendimentododia la 23. .2:457,279 ldeuidodia24 25,421 2:483,348 KECEBEDOMA DE RENDAS INTERNAS GERAES HE PERNAMUUCU. Kendimenlu do dia 24 1 537,812 CONSULADO PROVINCIAL Jtendimenlodoilia 24 1 :559,584 rivelmente, no di. a 4 do corren-) ^.^^^^^^ ROi'Se as auloi I lade pnlic aen, que caote, a galera portugueta Bracharen t'urnmo eacravo Minoel, pertenecis a Si' se da qual lie capillo HtNlrUp % • % l-a-ljKqii-l M^Tl "r" 0 tM 1 .',*!** r %  de o da 8do mez desetembro. rol elle esJoaquim tiorrea, aindt recebe alguma carga a fete e passageiros para os quaes tem excellentescommoiios: quem na mesina quizer carregar, ou ir de passagem, entenda-ae cun o refer Jo capitn, na praca do Commercio, oucorn Novaos & Compaiihia, na ra do Trapiche n 34; ¡i si i ni como at o dia 33 apreaentarSo no inesnio escriplorio as contas do referido navio. — Freta-se para qualquer porto do Mediterrneo o brigue ingle Salli-Ronkii, capiIflo Joilo Maciaravich : trata-e em ci-n de Mauoel do Nascimento Pereira, ra do Trapiche n. 13, ou rom o capito na pra;a ou a bordo. Para o Hio de Janeiro e Montevideo. Sabe com multa brevi lade o valeiro patscho brasileiro Bella Ar.Ha, por ja t-r metade da carga pruinpia para Montevi leo : quem no mesmo qoizer carregar p>ra qualqoer dos porlos, ir do passagem ou e nbarcar escravospara o Rio de Janeiro, d rija-sea ra d Croz n 40: a tratar com Mauoel Alves .mi IH Jnior, ou com o capitn Manoel Jos de ena M-rtius na pr;a doc nuineicio P.ra o Rio d Jam-iio pariendo %  guir n.'i'.n com nmila br^vidade, O pai'Cho nacional Mnrgarida, capito Florenci %  Frmi'isco Miique> : quem no mesmo quizei c i r ivar, i u lu de passagem n embarcar ascravi.s. p le entender-se com o consig-lrlto padeiro, e que se queira encarregar do naiartu Luiz Jos de Sa Arauju, na ra da trabslho do unn padaria: quem esliver nesI.I ii/. n. 33 cavo do Sr. Gabriel Affono Riguelra, i quem fui coiup'ado ulnmamente : lem 28 nnos de lale pouco mis"0 menos, ecom OH signis seguidle : cor fula, com falla de dona denles na frnie, e de cabellos do lado esqoerdo da canee-, que se torna bem vizivel por parvee~ una cuida, lem olnos pequeos, b icos grnssna, s-m barba, bal xo, corpo 'egular, he offlcial de funil-iro ; trajava jaquel* ias ao uso das senhoias. ja niinunciadas, e I .z -.'!.• ruiMinii mida v o -1 i loa, cauotinllo, e esliiinlio de baptisado por ir-'.o comIII oil o — Aluga-se a loja n. i5, da ra en ren'e m"z. o'a de nnvo cnirecaloa em 7 de jan iro do anno vio louro de IS3 O Di rector nao p.-ntior-n I >-• I. si arte pela prompta coadjuvaedo que to benignamente pretlaram ao seu nascente i'sl no-I ei nenio. P-la sua parte, o director t*m Oatnsrieneia de li.iv.T l'i'iiH lulo quanlo esleve a seu alcance para salisfaser a expectativa do respeilivi'l publico; pelo que esp-ra conlinu r a gozar ue sua iudulgent' prnteiSo -n Caudo-lhnqu liSo irru.ua un le obstculos •Igum para o mais compl-io desempenhn dos sigr.dus deveres, a que soba comp oin-ttido, He b ni sabido, quo difllcil li-' montar um eslabel^cimenio de educicflo que corresponda perfeilamnnte ao seu flm ; e me*m i no corelo da Euro a civil isa *a, to los os dias se piocuram novosmeihodoa^ielhores -yleina-, pela conviCfSo eque o que exisie, esta anda omito a quem do que fura piiad-sj.r Oqua por tanto se deedizer •le nosao pan, on le nada se tem falto debai\o iie-:.' ponto de vista, onde alguns eslabi-lecimenlosdeslo genero leen tido uma duraQo eptiemea, onde innmeras so as c uz-scom que se tem do lula' T Slo eslas -.i.lli % % %  ni.'s i'' mi ir'.iu'i i para desanimaren! o direclor do Collegio — Espirito Santo Mas por isto mesmo quo u .la ha, parece ser d i< J ._ ja um precioso semen este do crear um eso Crespo, e garante—e oarrenJ b lecimcnt0 l0 8 ^c^,, com aj y.ntagens QUO offireo o collegio — E*pirito-Santo damenlo pelo lempo que convier a ijuem comprar a rmaco di mesnta loja : a tratir na ra d Cadeii ilc S. Antonio n. 9. — Ni rua do Vigario 11. 33, precisa-se de um caixeirn, que lenna pratica de vendaje n mesma casa venlom-se rels do Marnno de cores e gostos elegantes, por prec,o commodo. padana:q .i i-|i i1111 -l.-uiL-l 1 il 1 ¡ji-oa lili dasCruzes u. 30 queacliaia com que o lia lar. 5,000 rs. de graudcafo. Aqu'Oi resiituir em bom estado, urna loneta d'om so vi Iroom casto ida em ouro, e que foi perdido anto-hontem. 22 do correte de noile iodo da ponte da Boa-Vista, pelas ras du Sol, B'll, Florentina e largo da Palacio ¡a eutiegar-se na rua do Trapi-:gtinuo andar, ropia-se com perieiCali^vatia Na Rua do Aiagan, 11. i2, scche n.19, — Avisa-se ao fiscal da freguezia da BoaVista quo lance suas vistas para a Capunga que se esia fazendo em cerlo sitio na estrada do Lasserre, um muro fora do alinliamenlo e sem a precisa llCeDCjl da cmara municipal. Asinlinella. -Koga-so ao Sr. Joo Fructuozo da Silva pessoas que nella qur/erem ir de passagem, 'q ue V a resgatar ns penhorrs que e npenhou di.ijam-se ao rscuploito dos consgnalal, l0 becco Largo, pela quanlia de 50,000 rs. nos Duane Yuule & Companhia, na rua ia Lujos pennores j no chego para pagaCaJeia do Itecife, e seaUuma pess.1.1 11 ver m.-nti, do principal e juros, e no os indo alguma couta contra a dita barca, queira resgalsr no prazo de tres dias soro venJiapresenta-la no dito esciiplono at o.ulti\ uS v „ ra pagamento dajrefeii la qnaiitia. — DamiiMOS Xulonio Gomes Guimaraes doclara a quem convier que sendo CJIISInhordascasaso.l5e I2darua doC/espo no riiiivi a en 11 quem qui-r qu"seja em seu airendaiiieulosem que com elle ten mil dse unten er quauto a sua pa te. --Antonio de Oliveia DII tundo cotno a Vi-n la da rua do Pilar de Fura de prad_ l'oi tas n. 84, de U'iaolo Jo- Rodrigues aviz aos credores que direito tivelon a mesma venda para quo no prasn de 3dlasconla los de hojeen eudao-se com elle ap osentan IO SUaS -Illas. —Prosa-so do uma ama de idade capaz para servir ein nina casa do pouca lamilla do portas a dentro : na rua da Santa Ciuz 11. 22. — Prccisa-se alo a urna negra captiva para cuzuihar o comprar 1 m urna cas de pouca familia: na rua do Trapicho n. 26. — Oile ece.-se um sacTdoie para diler as Declarayes. Ovpor brasileiro ImperaIrit coinnun.l8iilo o prnneiro tenle 1 .a |uin Salom Hamos de Azeve lo. deve chegar dos porlos do Norte no di31 do crreme, e seguir pra Macei, Babia o Rio dj Janeiro no dia aeguinte. ... — Pola delegaca do prmeiro dislricto se faz publico que foia aprehendida urna Iroux Com urna porrjo de roupa soja de bo em e senhora, em uiSo de um individuo qn etav eb' io: quem se julzar com di alto dirija-se a mesma delegada que provando, loe sera eniregu. — Os Srs. escrivfles de paz do prmeiro e segundo dislucui da freguezia de Santo Antonio, e do segundo das Deguezias de Murib-ca, Vars.a e Jaboato, cooiparesam secr.iinia da cmara muiiio. ni do Krcife a receberem os livros para nascimenios e ubitus passarem, eos oecesaarios recibos. Fuhlicacao litleraria. Historia universal resumida. Para uso das e colas dos Estados Unidos da ADienC* do Norte, por Pedro Porley, traduzida ara uso das esCulas do Imperio do Brasil pelo oeaembargadorconselheiro JusRibeiro. Este exci-lleiite resumo acha-se nos prelos d capital do impe 10, e brevemente saln 11-i luz : subscreve-se'nisla cidade do Recite 11a llviari n. 6 e 8 da prC" da I idepeuiieucia a 6,0uv 10. pui Coda OiUipiar Ccadernada. ELEMENTOS DE Homasopiilhia, Sabio a luz a secunda parte desta obra composta pelo profeasor h.imceopBtli* Gosset lli noni. R cebem-se assignatuias para a uli a iiileira a 6,000 rs., no consultorio hoiiiCBopatmcoda rua os Cruzes n. M. Depuis oB pubiicaflo da tercei.a porte, o preosora elevados 8,000 rs. para aqui-lles que nflo tiverem astignado. No mesmo consultono, acha-se a venda ludo quanlo he necessaro para o ealuioea pralic da homoeopathis, Como srja : livros ¡impressos para Historias de doenies, reglineos apiopriadus para a provincia de Peruaii'buco, e encarrega-se de mandar foruecer qualquer em uiiiiiienua de niedicamoulos homceo.atbicos, unto avulao como em Caixas, em glbulos como em'liniuras. No prelo : — Vulhugeneiia dos medicamentos brasileiio*. Elaawndu de anatoma e philiologia com estampas, para us curiosos em liumceopalhia. ltuga-se aul seuliures assiKUaules o obsequio de mandar rereber seus ejemplares no consultorio humceopalhico da rua das Cruzes n. 28. T ATA MENT" U051EOl'A'l H1GU. OAS MOLESTIAS VESESE1S, e consellios aos ooeuies para se curstem a Si un un. sem precisa i em de medico; pelo professor bomesopatha Guiiel-Utmont. Subi a luz e acha-se • venda no cnsul toiiobumceopathico da rua das Cruzes u. 28, pelu prejo de 1,000 rs. v Avisos martimos. missas do Natal, ou mesmo para. Si-r capeltaiicn-s e quizer l abalhar no sitio na travesnlo animal : qm-m precisar, dirija-se a pasa ,,„ ii., llie tliu n. 2^ euleiida-s e com sen OS da liil.pi'ii Inicia a 6 e 8. I proprielario, o Porle'ro da Alfandeg desl — Francisco Pereira daSilv, duarsenal cidade, na mesm repaiti^o q.iea vista d ie guerra, laz pdico, q le d'ora em vante. pi 0Vll que j er jesaber o que cima se des*assig.ar-se-ha K-ancisco Peieira d' B.rros a¡ edil su> Boa conduela cz. &. tiatar-so-ln eSuva, por apparecereai iguaes nomes. ¡uoaiuste. — Na iuado l.iviamento, sobrado n 10, I „ jj aru larga do Rorario n 35, loj, W ..e dii que u d dinheiro a premio. N im-s-j re cel>om escravus e e>ciavas para ven >ei na casa vende se I a le e?o, 1 v da, 2 pues p|)r C()nmil8! .j 0 lanl0 (1B|11 p r>Camalo do brincos, 3 anelO s, I transi-liui, I *J''"i como paia fora da provincia, tendo bom Iraleile, 2 |UiceiraS, 1 relogio patente inglez j la 1)0 „i u e so gurani;a precisa. e i *r,':-sr¡r; l a'no,. de **„.*.*-{*•——*•••••*••*•*• nimia) para ven ler, nos armazens de "'"" %  la ue Kuule AGompaoblS, no becco deCoii-|J calves. mu do mez, aflu de ser satisfeila Avisos diversos. Gabinete porluguez de leilura. De ordem do Illa. Sr. presidente da as s-mlla .-.'ral desta socia.lale, so aviados os Senbnres accionista*, para enmpareceii' i i ii. ilia 2 de jaoi'iro do pri.ximo an >o pelas 7 hora* da noule, no irimeiro andar da cata u. 40, da rua da Cadeia do lleeife, para Ihe* seiem apresen'adas ts contase reUtoiio ila directona, proceder-se el ieflo da nova oiecinria e cons-lho adininistralivo, escguir-se o mais qu^ usrslaluti di Icninam. B'Cifo, 23 da dosemliro de 1851. — i .fin I.IUM MU da AguiUr, secretario. — 0 thesoureiro da iim-ndade de N. S da Conceicio da CongregigSu, faz sciente aos devotos da missa -la madrugada, quem consequ ncia do ter fallecido ncapelIJo da mesma, deixa de haver a dil* missa este< dias santos, por no haver paJro por ora que o subsiituB. -Naiioh'on Gabriel Bz, embarca para a Rio de Janeiro, as suas escravas, de nomoGertrodes e Luiza. -Precisa-se de umi pret forra, ou Captiva, p.ra ama de uma casa, que saiba fazer lo lo o servico, pag-ebm: na rua Nova n. 35. se dir qoem p ecisa. — O allano assignado, morador e estabelecido nesta cidade, annuucia anpublicue especialmente os fr-gueze*, quecomp'nu oSr. lilippe Ne.y dos Santos, a lavirnada rua AU|¡usia, sila na loja do Snb'adO n. 94. com annaco, IOIOS os seus elVeilns e pertences, epara que assiin consie a quem hileressar, faz o presente annuncio. Itecife 23 de desemhro da 1851. Manuel do Rngn Lima — A pessoa que acnou uns nculos d'sr maco lebileia. aros de metal brancos ecaixa verle : quereudo i a • -1 1111 I. i s pode ra emregar n enf^r naris da ordem t re-Ira de S Francisco, que s-r gra'ilb'ad i, poique S" serve ao seu dono que ja Oe vel"0 — Desappareceu no dia 22 do corrent', da casa do abaixo as igna lo, na eslrad* Nova, uma sua escrava cr^oula, de nomc Ricarda, com os signaes segumles ¡ --slti e magra do corpo. hei{is e na i/ grandes, com bstanles marcas de b'xiga, tem a mesma um Bienal ao p da nuca, que representa II ni lobiiiho. fugio com ve-ti lo de clinc.im o campo b anco o palmas encarnadas. i' li" n -1 me coiihcida, por lersido ni da casa do f.llcn Ju-r¡uim Jo** R'bello : roga-se poitant", aos aeimores c.piIfles do carneo e mai* autorilades policiaes, no caso de pegarem a mesma dea le va em si abaixo asiignalo, na rua da ladra do Itecife II. 56, que so pagara tola despeza, o promelt"-so proceder com lodos os rigores ita le, cunta quem por ventura houver oceultado dita escava. Francisco Custodio de Sampalo. -No dia 21 do crrente nuz, fugio do engenhuGiiiipapo do Dr Dantas, un preto cieoulo, de nome Manoel, estatura egular e cambado da pe na esquerda : quem o pegar, leve-o audito uiigenho, que se; a bu ni recompensado. Superior qualil, O abaixo assignado lerebeu uma caixa com grande ponlli de bolinhOs franCezaS le inversas iguanas, o qual venle por pret.s de vest IOS furlacores multo lindos e SO i-..munido e em porco gran le.vendeal modernos, peules de la taruga para se penpelo cuate, que a vista uto demiS do agrteara M.iia sluar, muito luidos e ricos i-uon qmlqtier papel em muito boa letra e por prer;o commodo. -• Pede-seauSr Jos Carlos de Mendon5 Vasconcollos, morador oo Sul desla provincia, que sa no tem jurado no pagara quem deve, pague a herdeira da fallecida D. Mariana Rodrigues de Jess, a quintia de sois ceios e scenla o tantos mil lis, principal ejuros de sua divida, conlrahila, ha tantos annos, eassevera-se-lhe que se onc Gzer promplainente saliera que o seu assucarpassar por alguin d-sgostu nesta praca, e que o seo nome contina a ornir as paginas dost i jornal. I; mi o de Peinambuco, A direcco do Banco de Pernaiiibuco contina n recebar luignaturas paia o m"smo, as pessoas que quizeiem assiguar o devem fazer quanlo antes alim de noza em da vantagem de entrarem com o im orle do suas assignalura9nas preslai;0e8 que prescrevem os i slatutos, C-rlos ..eqoe em principiando o mesmo as suas operacoes, dahl em lianle aqui-lli'S que quizei'Ci assi^nar, bateado anida lugar, sil o pdenlo fazer, entran lo com o iiiiaorte de guasadas em dinl'Oin. a vis.'. Cuntliii a estar uale'.le a s>ignalU'a noescriptorio doSr Mno-l jonealvea da Si!, a ; na i ua da Cadeia n 36 lodosos das ulis at meio da. -M. J. do Olivcua secrelaiio. -Preciza-so de nm portueuez que sej perito em plantsc;Aes de sitio, e saiba ti rar formigas, quem estiver nei-tas circun.*— Par o i'rlo Mb. nnurcte Precisa-se de uma ama secca, pra 10lo servico da urna c sa de pouca familia, e que d liador a sua con lucia : quem estivor nesias ci.cninslaiicias, lirij. so a luado Vigaiiou 9, qu se dir quem precisa. Dumiugo, 21 de dezembro, ausentouse de cas de a^u senh ni" 8 lioias Ja Doiie, urna muala de nome Maris, que representa ler 28 anuos de idade, de estatura o Curpo r-guiar, U n Cabello caxia lo e cortado da pane do 1'ii'liaia-, 6 Um S'gllal do junco 00 uraco uireilo; mam v.-sli lo de chna nuvo du asseulu az^l e lisl.S rr de rosa, camisa do mu .i nio, e sa patos de ma rnquim preio : esl mulita foi t-scrava do Sr. Ferreir em S. Cono.lio, e ja anlou de lio.So, pi lo que he mullo couliucida no baiiro da BoaVista e passagom da Magdalena. Roaja-se iiurtaiiloas utori id-s pubciai-s o CapllSeS d' r mi,", a aprehendaui elevem na rua da Cadeia du Recife n. 37, segundo andar. Madama Tlie.rd moJista franceza • ruaN iva n. 3a. avisa as suas f.egueza e juntamente as pessoas de bom goslo que ach do recebar pelo ultimo navio Cesna viudo de franca um lindo sorlimento ue chapeus do seda para senhoras o mais bonitos e de boa. g *U> que se pi 'l.'iii eucunliar no mercado, ditos de seda para meninas e meninos com penas e flores, ditos de p lna da Italia enhilado para meninos e meninas manteletes e capntinbos de seds e de cores para senhoras, veos para uuivas, cabecees de blnude uit 18 de IIl de I uno bordadas, romeiras de .(lio braucu guarm cidas de bico.capolinho delil de liniio pieloi com bicos muilo ricos e padres mu 1 Sra., di Paulo OnlsnoHx, rtcntlsl • francez.offercce seu prest• • nm ao publico para tmlos os • iiii-icrc le ana protuaM I • • pude ser procurado a ipial. 0 quer hora em sua casa, na j, • rua larga do Rozarlo, 11. 3> • • segundo andar. • Hotel no Monteiro. Domingo, 16 do passado, abrio-se este estanelecimeuto com as seguale! pruporciV ¡ Bilharesorvcte, aos domingos e dias sanos tarde. Sala mubiliada e independente, para afamilias, que in lo a paaseio quizarem descansar. Quartos preparados para dormida. Kspaeos e bem arejada Sil de jantar com capacid ido de servir o pessoas. Soiti paia receio e pai-s-io. Estribara enrranpis para cavallo. Coo.1'1* Bicnsal B avul .0, prcpar.im-se juntares e pre7U0tos, aluga-se louc,a, vidros bandejas, etc. 'tC Tudu por piejo muilo rasoavel, e acontantes. Na casa de modas fiancezas, de Buessard Altlocua, no aterro da Boa-Vista n. i. acaba-se de receber pelo Pentaroeiiico ultimo navio vindo do Hivre, um linio sortimenlo de modas de Paris; como sejam ricos chapeos de seda e de palha para senhoras. cuspos de inoiilaria.dilodo palha para meiiinos'emeninas, mauilhetes e capotilhos de seda de cures e prelos, mantas e lencos de seda de relroz, e de cores um lindo escoto novos, e-pai rilbos de lindo pa; Ibimenlu de bordados, cabecA-s, romeiros, itos de mol e sem costuras, corcamisinliasocapolinhos de bico bordados, ricas til para cinto c chapeos, flores linas paracasamentoeetifeites de vestidos de bai les,luvas de pelica para senhora, 1 nfei tes pa dar : na lrVrSs da rua estrella .10 Ro/ano f e u e s para bailes dourados e prateads, diraas dits,pulceira de fltas.trancs e rraigas para o Queimaio deposito n. 39, A. de" Moflo Jos Menes da Silva. Hotel Oli idense. Este estabileciment acha-se no Vsradouro, preparom-se comidas de todas ssquali.ia.ies, avisan lo-se urna nura ame-, com asseio e pe felpan, tambem se faz jantir. — Pede-se ao Sr. Partir Guerra, que foi inspelor do atsucar, que al 15 de Janeiro vinduuro de ISai, mande pagar ao Veiga cm S. Amariotiu, a sua conta, pnis queja se nao pode aturar as suas proaiessas, e sempre 1 Huido, isto a mais do um auno, o no he proprio de quem se preza ter lirmez.i nos seus lrct<3. — 0>r. Joo Viiissimo, mestre de alfaiate que morou ua 'ua do vigsrio,queira ainiuiiciar sua morada, ou dinjn-se a livrana n. 6 e 8 da pralja da independencia. -Anacletu Jusde Men tonca faz publica, to* para lUealrose pailidas, ludo de muito i para vest io, e mtnlelhelos, esparlilhos !lbodi goslo,um luugo soitimenlo de tranes ¡ nos, bicos e galO-'S de seda de cores, toucabiaiic.sdecoiosedotodasaslarguras,fran-;dos ricos pura bailes o tbealros, Uvas de j.s de corea e pretas.dias prrtto do qualquer uso a que perlones, devera em termos claros e preci-os declararas segui.les priiicipacs circnnsiaiicias. — Prmeiro sua idsde, lem eraineulu, cunsliluicflo, dbil ou valeiudiuana.se vigorosa ou sadia, hbitos, orCjipasJo, acciescen lo. se frde sexo feniiiiiiin, a deelaracllo do estado de suas regrss, nuineio de liihns qua liver tido, se Ihes dra de manar ; incommodos mais nolavers nos seus partos; se grvida, de quintos eze. qual o padecimento on mal que mais a aliligia por semelhaiile motivo. -Segundo o lugar de sua habilacSo, se hmido, sec :u,areado ou ventoso, Sujeilo a febres ou outra inleimidade. — Terceiro se na familia tem apparecnlo casos de molestias por despOalcBo lieredilaria ou adquerida. — Quailo se.mi-ule dosyphilis pela primeira, segunda ou mais vezes, em que lempo o foi pela piiineira vez, o lempo on intervallo que mouno no .-oih miento de uma s outras, quaes os principaes syinplomas que ento A a i muala, remedios &. do que usu, ••lieitos do irntagao ou incommodo do uso de mercurio, ou outro qualquer remedio, do queso lembr Iho fofa subministrido, e em que dose. — Quiuto se o mal de que precedentemente se irata, fr precedido, acompanhadouu seguido de algum oulro acciveiiU ou enfermidade, qu ir de origem di-ers., quer precedente da mesma syphilis. -Sexto om flm, quaes os syinplomas quer no elfei tivo padcimuillo du mal Veneren ou oulro qualquer desappareceram, mudelicaram-se ou existem sem # allerasSoaprec¡avel, e que nada menos importa que a declaraCo do lempo da molestia, sua osaecie ou qualidade e curso al u memento da consulta, complicacos sobre viudas o meios de deque so lem Falto uso. !rND)CA"& D'ARORA (J. Starr & Companhia, Rospeitosamente aiinnnciam que no seu extenco estabelecimento em Santo Amaro, continua a fabricar, com a taalor perfeico e prompti iSo, toda qualidade de machmismo para o uso da agricultor, navegasao e manufactura, e que para malor comoiodo de seus numerosos Tregeles e do publico em geral, lem aberto em nm dos grsndes armazens do Sr. Mesquita na rua do Brum, atraz do arsenal de marinh, um Deposito de machinas, construirlas no dito seu estabelecimento. All acharo os compradores um completo sorlimento de moendas de canna, com todos os melho'amentos (alguns dalles novos e originaos) de que a experiencia da muitos anuo* tem mostrado A neceasidade. Machinas de vapor de baixa e alta pressSo, tachas de lodo tamanho, tanto batidas, como fundidas, carros d mo, e ditos para conduzir formas deassucar, machinas para moer mandioca, prensas para dito, fornos de ferro batido para farinha, arados de Trro da mais anprovada conalrucco, fundos para alaaibiques, crivos e portas para fornalha*, e uma inflnidade de obras de (erro, que ser infaoonho enumerar. No m sino deposito exisle uma pessoa inteligente e habilitada para receber todas as eiicouiinendas.etc. etc., que o* annunciantes, conlmilo com a capacidade de suas orllnas e macbnismo, e pericia de seus oiliciaes, e comprometlem a fszer execular, com a maior presteza, perfeicao. e exacta conformi lade com os mjelos, ou desenlio.*, o instiuccOes quo Ihe furem fornecidas. 30,000 rs., de graliflcaco. Desappareceu no da 15 de julho do crreme anno um nmleque crioulo de nome Paulino de idade de 10annos pouco mais ou iiieiios.cor amarelada por ter vicio de comer Ierra.n-ris chato e feio levou camisa de algodiusinho auja e calca de risc lo, sem chapen, e-ie escravo perlence o Sr. Anton o Jacinto da Silveira de Una ; quem o pegar I ve-o a rua da Cacimba n. 11 ou a rua do Livramentu n. 26segundo andar qua recebera a gralilicaco a cima, e se prolesla e..ma quem o tiver oculto. COiiipruoa — Compram-se escravos o vendem-sede en ..inissiur, para dentro afora da provincia : na rua da Cacimba, sobrado o. II, onde morou o Sr. vigario do Recife. — Cnmpra-se uma escrava mulata do bonita figura,moca e sem vicios nem achaques, a com habilidades, sendo perfeita eiiL'om nadeira e i'iislureii'a, agradando, no se repara a prego : quom a tiver e quizer vender annuncie sua morada, ou dirjase a rua do Hospicio, ultima casa novado Sr. Thomaz de Aquiuo Fonseca, em qnalquer hura do dia. — Compra-se uma creoula ou mulata ato 18 aunos de idade, de boa conducta, e que enlenda bem de costura e eiigommado: no armazem do becco do Goofalves se dir quem compra, — Compra-se um cazal de porcos de rassa Bab : quem tiver annuncie. — Compra-se um cabriolet: no largo do Corpo Sanio u. 13. Vendas. n~a BOWMAN & MC. CALLUM, engenheiros machinislas e fundidores de ferro mu rospeitosamente snnunciam aos Senhores propietarios de engenhos, fazendeiros, mineiros, negociantes, fabriesntes e ao respeitavel publico, que o seu estabelecimento de ferro movido por machina de vapor contina em eflectivoexercicio,eseaclia completamente montado com apparelbos da primeira qualidade para a perfeita confeccSo das mainres pee* 8 de machinismo. Habilitados para emprehender quaesquer obras da sua arle, Bowman & Me. Callum desejam mais particularmente chamar a atteocSo publica para a saeguintes, por erem dellasgrande sorlimento j prompta, as quaes construidas na sua fabrica pdem competir com as fabricadas em paiz esDirector --•Precisa se de urna criada, sminte paFBANC1SC0 DK SALES ALBUQEIIOUB. rao servico de cozinln e compns, para. 0 coll-gio Enjiin'lo Santo,silo na rua dojlrangeiro. tinto em preco como em quau na caa de muilo pouca familia: na rua Mondego, do bairro da Boi-Visla, n. 44, halidale da materias primas e mi d obra vendo trabalhado com a de*ejvel regula-I asa ber : F0LI11M1AS l'ABA i85a. Vendem-se fjlhinhas de porta de padre, e de algibeira de tres diflerentes qualidades,sendo uma dellas com o almanak da cidsde e provincia: vendem-se nicamente na praca da Independencia n. 6 e 8 Bdlietes do Rio de Janeiro. Aos 20:000,000 de rs. Na loja da praca da Independencia n. 4* vendem-se bilhetes ¡titearos, meios, quartos, oitavos e vigsimos, a beneficio da i5. lotera das matrizes, que corre no dia a3 de desembro, e espera-se a lista no primeiro vapor. Lindos aneis de cornalina verdadeiro, a 1,000 rs. Na rua do Queimado n. 16, loja da miudezas, vendem-se lindos aneis da cornalina, a 1,000 rs., linio para homem, como para senhora. MOBILUS DE FERRO. Vendem-se ricas mobiliasde ferro, como canaps, mesas, cadeiras com braco c sem elle, e muitos outros objectos de ferro : no armazem de Kdlkinanii lrmaos, na rua da Cruz a. 10. Charutos do llavana De superior qualidade : vendem-se no arna rua da .me mdu a sua residencia par a fregudo Kozario da Boa-Viata. sobrado n. 3*. vendo trabalhado com a de*ejivel regulaasa oer: e superior quaiiu.ue uuw STtol Jos.desde10"ullsde outubro, M.noel de Almeida Lupes, com ciss r.dide durante o presenta anno lectivo, tem ¡ Mschinaa de vapor da melhorconstruc S 8o mazem de K.lmann lrmaos, ese acba ngraudo ui rua Augusta. I de conaiguasu para comprar e veuder es-, de encerraros seus tnbalhos no dti 20 do* Moendas de canna para engenhos de lo-, Cruz n. 10. "SW %  .VMJ.i ^ s i



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vrgaafc dos referido! rio, a por" laao concordaran,: A I • Km nppor-sr, per lodos oe aeua meloa a que • aober.nla da llha de atarlim Garda d. lie d perleueer a un dni Estados du (Tala inteirssadue na aua livie navegaran. 4." Eiu aulliilar o conruriu dua nulioa Ellados rlbrlnahos pira ublr daquelle • qum peneuce uu venba a pe lencer a posar e io 1, rada da iiicuclnada ilha, a que te obrlgu a nao aervir-se della para rmbinfir a llvri uavrgaco dus oiitroa rlbtfrinliut, a conarntlr na >ua neulralldadr ein lempo de guerra, be ni como no, ralabelcclincntoa que fdrem necrssarlns para seguranza da navrgacao lolej lu dr lod i. Calado! rlbcirlnlius. Art. 19. tnpedldooorcifcdoSalloCnndealli Rio Uruguay,e sendo-de in. do arrpreaoae entregues oaaoldarioaemarlnhelrus desertores assim dm liarlos deguerra como doi mercles, logoque furem compe cniemriiti. reciauaadua, cuma condict de qne a parla qui • reetber •• obrlga' acominul ir o in. salino d.. pena em que lenhao incorrldo pala descrean te fur eita punida outnpena ca pllal, aegundo a legislaran du pala re-clameme. Ari, 8.' Para evitar difflculdadra que occorrein frequenlrmrnte, a conforma ao eaplrlto daaralipulacota pue preceden), aa duaa altai partea s-onlractantes conven, uuibem : I I ni que oenhunia dellaa adinllllr em aau servicu de mar ou lera ludlvlduo algum da naclunalidade da outra, posto que nao aeja deaerlor do eierclto ou inarlnha da nacao aque [ partenca, aalvo por contracto voluntarlo, que j deva' aer considerado ralla vre uavrgaco d „ „.„ w ..-j,— resie cominum deatrolreaia obstculo, ou evita ( 2." bm que os atientes imperlarsna Republl o por ineln de um canal lateral, ambaa aa par-loa, e oadesta nu Brasil; nao autorisarao oetnlea contratantes cnnvlerain tanibem ain con-'barque em os navios de aua nacao respectiva, lminos outros iibrlruihua • empreheiidirem I de individuo algum. anda a titulo de Indigencouiuiiiiu nesla obra.Seeste convite nio lrfei of le, aeni aoliaitar e obter previamente o couipensparieicunlrartaiiiesseporao.leeccordosoprejlcntepaesapurle.se assim o eiigtrem aa lela e c molo dr vinficala pur ai aa, c neale cato esI rrgulamenio. do palz. di.rli-i-To mu direlto de passagein sobre aa ¡ rica eutrudido que esta dlsposlcan nao comi mil in-.li .i.-* dus outros Fstadoa !que gozarem i prehende o caso de se procurar refugio ou adesle beneflclo. 'J'" burdo daa rmbarcac-s de urna ds par*rt. 20. A troca daa ralificc6es do preiente tes contracta mea, e em que lenho ellas de observar us r Iralado aria fcia em Munirvldcndcnlro do pra zo de Itinta dias, ou antes ae Mr possivel, coutadna do da da aua dala. Km ir.i fin u u odn que nos da plenlpntcclatl oa f S. M. o Imperador do Hraall e do prealdeuteda Repblica Oriental do Uruguay, ain vlrludr de noaans plenos podereaaaaignamos o lirraente Iralado cun uossuspunbos, e ibe li/riii o. por u aello de nossas aruiaa F'llo ua cidade du lliu do Janeiro, auadoie diaa do mez de olllubro du anno do nasclmcnto de naan Seuhor Jeaus-Chilsto de mil uiioccutos e cincuenta e um (L. S.) Honorio llcrmtlo Cornttro Ltio (L. S.) Anloni-, Paulino Limpo aja Abita. (L g ) And'ti Limar. I' seiidu noa preaeule o uirsino tratado, cujo teor tica acuna Iniciido c bein vllt", considerado e examinado pur nos tuduu que nrlle se ,..IIII'-II. oappr ivamoa, ratlflcaiiioa, e confirmamos, assim no todo como iiicadiumdeieu. anig >a e eatipulacdes, e pela presente o daiu„s por Hrme e vallusu para acuipre, prometiendo cin fe e pal.ivra Imperta! ubsrrvalo e cumprilo iiivijlaveiuieutf, e fazl cumplir eobaeivar por qualquer modo que poasa aer. Em tftlemuiiiio e firmeza do aoiirrdito lizeiiius pasaar aprsenle caris pur nsassigiiola. passadacuu) o aello grande daa armas do Imperio, e rrferendada pelo noaao iniuislro c aecretario de ealado abaiau aaalgnado. liada un palacio du lliu de Janeiro, aos l'i diaa du a,ri de oulubro do annn dn nasciHiende Nossu Seliur Jriui-Chiiatude IH5I. (L. S) PKOU. Imperador v cum guarda) P'iu/ift'i lo*c *rrea rfr .s'oaaai. JRATaOH ENTKIS ORIU7.il, E a HEPCBI.IC\ O IENIAI. DO UllUlilUY P!• CRIMINOSOS t DESERTO E\E I.EVULUAO DE tSCRAVOs AL) KIIAZIL. Na o Imperador conalitucinnal e drrenaor ijerprluo do Rraiil.rtc. Kaieinns sabara lodos oique a pretrnte caria de confirmaran, -pprovacao e iaiilica(ati virciu, que aos \i das do IUC .i.Milu un, do .inunde 1851, ae enneluio c assignou ni-.i.i c'te do Rio de Janeiro pelo respectivos pleiilp„ieiic¡artna, uiunlduidua necesaaiiua plenua poderes, um Iraiadn entre u Brasil e u Repblica Oriental do Uruguay, para a euliega reciproca de criminosos e di sertures, e para a dCVolucio de cscravoa ao Brall. rujo teor o seguu'ile : J?na noaae di Stinlitstmti o Indiviiivel Trmttiide. Sua Magestade o l.nperadur do Hraul, e o prrsideulr da Repblica Oiieutil do (IiUguay, considerando que a cateusao das fronteiraados enteudida dous I.M ni postas, e geni, |i leuda e das rclacd Eal nius, a ubsen cuiifrriiiiilade ioui as ciaes que os legem I M lll'll ll' co pulllll ncia d iv ic.imla b que uiifiu u rgras aspecl titui(oea poltica curd'n mi a i, ni. il ni. es de e ucipios de urna lie luiii, II,, I ,.Ir proprla de pnvoa colina. Art. I) Aliuca das rallBoacOaa do preienle tratado ser frita ein aluiitevedu denlru dupra zo de Ulula das, ou antes se for possivcl, conladusdu dia de ana data. Km latteinuaho doque na os plenipitenciarloa de S. M. o Impera lor do Hraiil. e do presdeme de Repblica Oriental de Uruguay, em viitilde de uussos plenos poderes, .I-.MII o prezeute tratad coiu noaoa punhos, a llic IIzciims por o sello de nnssas armas Falto na cldade du Rio de i m, aoa dute du msale oulubru du anuo do Naciincnto de No.su Senlinr ietu Crislu, de mil oilo ceulos ecincoeuta e uul. S ¡-HttmtrU II -i .1 i Carnairo Lio. L S. J.rfnl-nio Paulino Limpo di Abra. L. S. j-Antlres Lomat. K >eiiilo-in,s presrnta o mesmo tratado, cujn trur lira ania inaei ido. e buui visto, deradu e exauniiadu pur Dba tudu o qu se cuiitm, o appr, v tiiiot, ratificamos, e mainos, assiui no ludo cuino seus arligus e cstipulacd J l cerl aau novo acampamento. Flcou em Santa l.uila a dlvlaao commaiidada pelo Sr. coronel David Canabarro, No da a larda S Eio. o Sr. Carnelro Lalo aahio da cidada para a campanha, com daalluu ao acaupaiuento do ezercllo imperial, onde cliegnu na manhla do da segulnte pelaa nave liuras. Fol nina viaila qua o ualuisiro braallr Iro eniendru deter faaer ao Sr. conde de Cazlas a a todos os nutroa defensora do Imperio sob o seu cumulando. O Cominercio del Plata dodli i i narra e.-s,i viagrin de S. Kac, aua receptan e calada no acampamento, do aegulnle modo : • O r. Carnelro Laa. e o Sr. almirante Orenfell, acompaohadoB dua aeua reapectivoa aecrelarioa ede outraa peaaoas, chegaram povuaciio daa Prdras as nito da nolte de sabbado, da da sua aahida. Pona iran all, e na madrugada do da aegulnle segulram para o acampamento do ezercllo imperial, que est a urna legoa alui da povoaco de Santa Lucia, e sobre a margcui direita deate rio. A'a nove da manha acbava9 s O ezercllo de evolucdes a manobras comesclv.agrns-asquerosus-uniiaiios! Morra o loucu leb'.ar um Ira ininosos Ido p. e dea ra crio escrav a do r .Sil por aeus aeatade Btiua. s do sru O plenip u lsii| a. Bou llarlllo lien e.rai orlo r da prrial g> lu crua do uaaciiiieule de Nosso S. Jezus Cbrlsto de |8S (L. S.) I'r.iii;,, l.nrerador fcoin guardal Paulina loi S-i un dt s % %  > %  J o ni tu -a ti io das armas. Qaartelgeneral na cidoile do Heeifi, 21 de dezembro de 1851. lli.IM.vi DIJ DU H. 48. Manila o !ar. maree lal de campo gradado Antonio Conca Seara cun-nanilanto das arman, em vistaa das co nniunicag) s que' In,l'iram dirig las pelo Kg n. Sr presiden le -esta provincia ein data di honUvn faI / i ui i-u, p .: .i i-.iu in-iiin-iil i la guarn ejloe fia iieceuiriug, qua Sua MiKesla le o imperudor, buufe por bem por decreto de 29 de nove lilil nriizinio fi ido nomo,rao Sr leneiiie-coroiiol do estado inaior le seau'i la clisan d > exordio Franciaco Flix de Micoiloo Vise iiicellus para c.ini'naudaiilr d i pre-idi i d • Fernn lo de .Noronha, e cunee ler passagein para a ter.'oira cnmpiniiia do bal nii.io ii. 12 ,ie ini.inlaria au S c i ,-i ulii do %  n i .: • IDMID* ar.ua Dniiingus I ; de Luna 7nig i, n que tu.lo Colisin dos aviiiupi rial do 'Mu/i in, e Antonio po de Mu i i d s, u i du, leador do Imperio, imperial du criuriro e c. E o prndenla da ni l'iuguay au a.lvugadu D ado raliaoidluaila e mili i lo da un .mi repblica j dordo l'razil os quars de. uis de haverrm tro culo aeus plenua podara! respectivos, que f. r.io adalos rm ba e devida forma, convierto nos artlgoa -., :u ¡ Art, I • s duas ,.li,s partearoairv tantease "liri yiio a nao dar ai)lo em cus rcspeitiv. s territorio .ios grandes i-iiniiiosos, luratiBI se a sua eno Ja guetra d lo crtenle me/. Candido Ltal FerTtira, AJiidanle de ur.trna Inaarresjaula du delalhe tftiOti, |tui.n ."t • do .cnri du e.i-U abriarr.o c in lica taba, ou itf qualijiit uiot-da as e*I C"U plibU r-spublit-as de iioids uc liiiiiiecambio ubstr IIO comiuclbila por eiup e,;dos a < uja ja.Vt'iiiido t.lrvciii J< is do Lia dequeni a in %  noso jmiiiit.ii ,il., I N odu 1WLH %  ,ilrbiO >roti de inocda n |u cirule IDuelo di M ban os -niioi i/, dos .'.o ilr -i-nliei • s ou posilan s |> hl eos o d. cslejan ton hados provailtHdmancir i i|iie a rcclaui ii MUvulcS. docri T poi RIO UI-: JANEKU) 29 ,le novembro d • 1851. I, 11 h Mi.i. pelo vapor II iliiaua dalas de alnvideo alaitS do correle noite, e de liucnos Ayres al 10. i-1i,i iu i Iraz a Importante noticia de tercio sido raliticadoa no dia 4 do crreme pelo guverno uii.iii.il oa tratados celebrados uesta c ,ne 0 estado oriental coutiouava em paz. Aa elrt^ea que deveui ter lugar, como j disseuios, no dia 30 du crrente, preucupavam oa huuieiia puliticus. e era obj'Cto dosasslluos ouidadoa da Idmlulslraclo: uesaaa eleledeade. de o presente eo futuru da lepublica. Delleveui sabir um presdeme, triula represeuI lames rillivu e pro V n a lies e mel da larde e lenn'iiuu quasi ao auoiiecer. Era realmente um espectculo digno de ver-ae o de 13 000 boinens das tres armss muveudo-se com ordeiu e agilidade a ,hre uina rea cujus puulus czireino. licavam fura do alcance da vista natural. 0 Sr. conde de c'aziaa e ua cuiiimandantes daa dlvlades apresenlaram. se de grande uuifunne e luda a tropa com asMCIO, o que por certo he digno de admiracao depola de mals de duus metea de marchas c de acampamentos em paiz esiraugeiru e uo rigor do iuveruo. a A quarta diviao, que marchou na vaoguarda .Iu eaercito, cumuiaudada pelo coronel David Cauavarro, nao euirou no eaerclcio. Com pe-ae de 3,i>0l) liouieo Lanelonrs c santa Luc „ O plauu geral do ezercilo foi o segulnle i • Aa treadivtsdea furmaraiii com a trente para o ucaupamenlo aobre urna ezleoaa llnha, guardaudo iuiervallos : a priiueira direita, a srguuda no centro, e a lerceira no flanco caquerdu; os baialhoea de lufaotarla em columnas parallelas, e oa regiineutoa de cavallana na sua costuiuada ordem de lalhada, Depols de ler percorrido todas aa divisoea, assim dispostas peio chele de eslado-maior, o Sr. coude de Casias comecuu a manobrar de maueira que a pruuelra iviso furuiaaae em ordem de bataltiar, fleaudu aa oulraa duaa de reserva e prumplas para entrar em liona. a Teudo o Sr. Garueiro Leao maoifestado o desejo de ver toda a forca em liuha. o general deu para isso as auaa ordena, que furaiu ezecutadas por intlo dos aeus ajudaotea de campo e a loquea de corneta. a Ja estava inulto adlantada a hora quando terminaran! os movitnenlos, e o cundeconcluio o eaercicio maudando que todas as divises desiilassem, por uieius esquadrdea e pelotea, pela sua frente e do Sr. ministro brasileiro, relirando-se lugo ,-.ii i oa aeus acaupamentoa. Easa marcha, a passo dobrado, durou mais de duas horas. a u Sr. Carnelro Leao, o Sr. Grenfell e as mais pessoas que acompauhavam a S. Esc.compriiueniai-aiu o geueral biasileiro e pelo estado Je disciplina em que ae acha o eaercito as suaa ordeu-, e pelo seu excellenle pessoal. O uiesuiojuizu mauifesiaraiu alguna dos inuitos cidadaosdu panqu furam asslailra parada. > Obseivou-se que o ezercilo he em geral coiup.,siu de gente moca e vigorosa, e sobre ludo que a cavallaria, ua sol quasi toiali.lade lie de i, ,niti. braucus e de raca ludigeua.. a epuis do eiercicio ae,vio-ae ebalao da piturrsca barraca um explendido jamar, lo eiplendtda quamo o permlillam a circumsbauciai de um general acampado M'MMI lui¡ir lao dlstarMc da cidade. Ojautar couiefou de uoitc luz de velas c do brilhu militar que furuiava una caia de guerra guarnecida le llores e de duas ordena de bayonetas, cujos punhua .ii.ii.n de caalifaes. a Termiuou com cinco brindes I a A S. .U. u Imperador do brasil. %  Ao miuistro brasileiro, e a todas as pessoas que o acoinpaniiavam, u Aoeaeicito imperial acampado nesle paiz, c ao seu geueral. • A' esqusdra brasileira estacionada no Rio da Prala, e a aeu almirante. aos ezerciloa adiados e aoa aeus chefea. Nesle momento as bandas de msica, que eiciitaraui diversas pecas duranie o jaotar, locaraiu o hymoo brasileiro. a 0 Sr. uarueiro Leo e mais pessoas que o a ouipanhavain aahiram do acampamento aa madrugada de aeguuda-lelra.a O general Garzn (ni i melhorado cons' nuil i-, rlv igrin nuil mu Urqulzal a Ovcorreu iieaaa luuc(So urna auedota, que he digua de ineua Ua corliuadoa que guainei ii ii .,. pollas do palacio dictatorial ti ,ham as iuiciaea J. M. R. i )M:I o lapeceiro siguilicar cuiuaquellaa lelraa o nome do dictador; maa r-,ju,c, II-SIliifelisiiienle da parlfcula de. e eaae esquecimentu f.,i deploravel, olo s porque pareceu um desacato preteocio que leas lluaaa de deaieuder .los principes de Nuruiaudla, pretencao que data de puuco lempo e pela qual accreaceuiuu o ds ao seu nome, como ate por ler dado logar a urna ainisira imerpretaV i... Seua iniuiigos, tnaaiuii os de huenos-Ayrca, i, i.iu/ii un assim aquellessyiubolus : Justo e est acampada entre matar a Llosas ; e esl, traducido cdrrcu a cl'dade e foi ubjectodedivcriiiucnlopaia tiiuilus Publicamos hnje os cinco tr.ictalos cale hrados em i-i do mez proxim passado en treogoverno de8. M. o impera lor e o d li.'.Mililini Orintal do Uruguay, e ralificado pur S. M. i. ein 13 do mesmo mez., o poli presi lente da Repblica Oriental em do co rento. Esta npgociicflo que ha, indubilavelncn iu, a ,1 i ni H iimportancia e alcance qu letn concluido a diplmaci* da Ame ¡ca Meridional, abre urna nova iuOOi as rela>;'0i do imperio com as remblicas do ltio di Prala ; e abro soh os m ¡s fe les auspicim p-ra esia parle da Amrica e para os inte ressesdoen nmercio universal, ta<> estrei laiii.-nt.i ligado i paz. %  ordem,a civilisaco, ao desenvnlvimenlo da riqueza nessss tei'aa feteis o desertas, de.sliuadas pela Providencia para reslabeleccr o equilibrio perturba IO as suciedades europeas pela su peiabaiidaiicia da populacSo e da pruducc3o. A envelhecida questflo de limites, que ajoba sua origem nos lempos primilivus da conquista, era insoluvel por meio da diplo tnacta oda gue ra, porquanto, de ambos os la ios, hiiuve sempre a idei de augmentar o resp -ciivo territorio. Eslaidcaeui uin er ro gravo e funesto. Nem a Repblica Olela! do Urarfuaycomo territorio frtiljsilmi. bem que relaltvamente. pequeo qupossue, nem multo menos o Brazil, neces sitain de una s pollegada mais de terreno. O que ambos neOAalItaai he a paz, que uii ,-./,? !*'." „',:' ,' %  "'*?'" %  .' c dera.elmeute. e havia eaperaocas do seu come legislativo que ou cousulidarao a paz! ,,| elu re.ubelecimento. V a rr.drm'r. l 'd;^aro;Z.a ra0rC -| „..'"• -'• "•* Montevideo para %  JIMII-I si ir do p.itf, ou far r ,i tlrs.ji,], iii e a de^gra^d publ Kiluincnie ui vaticinios de peisoas bem informabas nao propicios lrani|iiiilidadtr e rrslAbelecImeoiodritei nos-tos vlnohoi, o partiilo da pracade Muntevidro, chjin.id • Culorado, 'u iie Oribe, deuumiiiadu lllauco, chegaiaui a mi aciM'idu na urgaoUl^Ao t lulas dus cauI Ida los tmara dus re presentantes c du ^cua1(1,1: idiel fbssc %  t. vuamlu o mente ou |K>r i i i ii i d i naca Art. 7 Ail 1 Se o u iu 14 a i ujo g ver 2 Por .rime: cedida (icios el le, uno (wder o do pelos -itos tri Iregu < %  u c uro\< Art 3 PiC ontv i o em mais de u Ma entrega pelos do de prafi r n H lomnielted > um i i dade o que bouver r Art. 4. Pa Umbe uno de 'i-H-iii se r ca do Blgiim cr me no pi fiir jirooi-ssado, •• sua gardepoesde solii'er¡ vicio. Ait. 5. As despeta transporte du cihnli priawofl a ac unejo • IKT tlcitro > : c ua junsdicr.o emiiioso luirme i de r I tiver H le lamadi o se liiter -i e politiros; e qu* i enumerad s ..ii '(iie.sr o individuocrit H bsudo I-r rechinado, anl espelivos \o\ i-roosen* miacuelle em cujo ter iton elilo.eseud.de ¡o. I K n ifi inado p iineuo. pe ailendi-lo que >o o ind via aatraea Uver canoatli inilc se r fuu ou e por ella ;raili v o .6 podara ler luuu no caso de ausol.um a priaao, detenr.io e ao. correro or cunta do goveruu que o reclamar. Art. B. O goveruo da Repblica Oriental do 10 u^ii.iy recullbece o piioelpin de devulu^-.-io a rcapeito dua eacravua pe-leuaentes a sub lii-,a ii-.iiiiiiiii|incunira a vontade deaeussenhu res furem por qualquer mauelra para u leni torio da dita repuollcae ahiac achaiem, Obaei var-se-hu uesta dervlutao as seguinies regraa I. Ua referidos eacravua seto reclamadoa uu diieclamemc pelo goverou imperial, ou pur iu • ni do aeu repreaenlinie oa repblica. S. Adault.-se que a reclamacau posaa aerfeila pelo presdeme da pruvluca de S Pedro do Hlo Giaudr duul. nu caso ciu que o eacravoou e-cravoa reclamadoa perleucaui a subditos bra/ilnius residetilea, ou aatabelecldoa na meaiii.i provincia. 3. MI -ni ti,--se tambem que areclamacao posaa aer feila pelo aeubur do escravo peramea autoridad!-coiupeteiitedo lugar em que elle esnv.r quando aeusaaar du e.cravo for ein ae gmnienlu dalle para bavc-ln.au terlilurlo or. ini.il. ou quimlu manda tambem em aeu aeguiuieulo um apeale ospcctaluieut* aulorisada para o dito Itm. I. A rrclaui ,co de que ae traa drver aer acoiupanbada de lilulu uu docamentu que, aeCuntluaa leis no nraiil, sirva pata pruvar a druprledade queae reclama. 8. Aa drapriaa que ae liierein para a apprc li-uaiue devoluco do escravuau eacravua reclamados correro por cotila do reclamante. /. il. 7. As duas alias parles oontraotanles se obrigo tambem a nao recebar scleuia o voluulari luiente nos aeua Estados, a aoio emprrg lu¡ aclcate que mo>lra lerem ludus o. Orieuais IM'III t-nmprcheudidu o peusauenlu geue-osn que diciuii a capilula^o concedida pelel %  >.i .-. il i i i .. iu general Uribc. ido ce llaliocl i, isa cao ido age mili i alisa da cid a accag ra e auaa criticas cirrieutal esllogulu a or,le de ,11 di a.lu eguranf Idlo lodo audos llprel ierra c melliur pi llill ili cimpanha, div i repblica .-ni quatro g rmaiu Otilios laiilus cum< U,u desse, inuil uul ic, larlamenlus de Pal-ndu, Sal lo coartado au general O. Si uiro c„iu|,oe-se dos deparli .ng ,, M.iMonido e.Minas, e cuera! 0. Juan A. I.avallrja; San Jos, Du u, SuriauoeC ilon>a forinauouiro coinuiand uc fui da-io ao general II, Adelo Medin i loblUttlido pel-i c.ir.ni I Veu n,r l,-r aquelle geueral requeiid Irqnlta na guerra cunira llosas loutevido e Cauelunes f,ram iu,a sc.-cau ou cuiumaudo levldoj e uistraco da a c lraoi|uilo ten Huno acejdes, que geraes. ende os t!ei e facuaremii, rvando Uoinri; iini ide Cerro ful emiegue ao 'talo r lor,-a, aervir din final,neme, eunldus em ou cuiinuaiido debaiau da depenleucia imuieiliaia du ge*ueral em chefe. a cujas %  rdena calan igu.iluieulc o coinuiaiidanlea geraes. .> i dia 7 do crreme o pre-ldento da repblica, acumpaiihailu dos seus dous ministros, comp.areceu aute a bonrada assembla dos notaveis, e leu una inensagem em que a inatrulo dos accoutectiiieiiius que pozeraiu termo guerra civil. Me,sa ineusagem ae rendem agrdecimeutoa cuoperacao do brasil edos outros allladoa. O preaidrule oa repblica declara que esse corpo, crea v o dos lempos escepciooaea que j paaaaram. uuia completado a aua huur„sa miasu, que pasaar para o poder legislaUvo da cuualiiuifao. Por falla de vaporea, apezar da boa vontade e aelo com que o -T. ebrfe de esquadra Greo fell se tesis invitado a esse servir.,, anula nao eslava cuucluidu o transporte daa tropas penenceutes ao eaercito du general Urqulta. Tiubaui sidu levadas a G-ialeguavch cerca de 5,000 pracas, das quaes 7i>0 e lautas eram Correntliins, Iguuias l.iin iKiauus, e a maior parte Argn moa. Itsi ivmi anida por tr^osporlai -f OO Argeutiuos e Kuirc-Riauua, e 2,00o Oricutaes que vo reuuir-se ao exercilo do geueral Urquiaa para a nnva campanha que este projecta ilein do Paran, A lorca argennua e euireriana comecuu a embarcar nu da ib, edevia aaliir nu dia 17. ') sr. conseleiro'Carnelro Leao achava-se em Uuntevido. Cartas que dalli recebeinua uoa diaein que S. I.ve. trabalbava activameme uo desempeuho de aua inissao, e que lluQa sido nenie recebida por nacionaea e esi. O nobre conselbelro moatrava-ae e recouhecido pelo boiu acuibimento que lem iido do governo e pessoaa mala gradas de Mnulevl-lr i O ezercilo Imperial permanecia, no ealad neuevula Iraogeiri alisfeilo No da JO ilenj sabir de Moutevido para I'ni mis-\) i .-s, a bordo do vapor Ritl Ir Gure.que vii aili substituir o Sr. Suulhern. Ksie s, iih,i, vira para esta corle a bordo du ilieaiuo vapor. Aa tiuilclas de uenos-Ayrea dao o goveroador Ilusas aiafnuadu em preparativos de gu,-ri i ,11.! i, i., I com m> -un-.-.,• de lodo o genero o lerror de que est possuido, c que crescc de dia em dia medida que vanprruaini.i,-se a Cpoca da iuvaso do geueral Urqulta. A emigravao de Puenus Ajres para Montevideo era cunsiileravel ; e u estado daquella el( dade, u tnan lanieutavel possivel. O coinmcrciu achava-se paralysadn ; a pupulacu lulava cuino terror c a eaperanCI¡ mocos, vrlhus e .i.,. ,. eram for^adus a pegar em armas, I.m quasi lodu u territorio argentino aob o dominio do dictador ilosaa havia agilayo e aig uaes ni us ou menos inanlfealos de adlieao ai moviiiif utu que com toda a celeridade cala preparando o goveruador de Eulre Ros. O recelo dos amigos da huuiauidade, da ordem da uiviliaavu lie que a passagein a ueral Urquua ae demore, e os prouunclai tos appareoain preuialiiraineute com sacrificio dos uiii v is, cutnplices e inuuccntes. Lanas de Mueuos-Ayres de 4 a 5 do coi rente, diaem que o geut-ial bebagua ahandunuu a p ivoacou de danta Fe e rcurou-aepara as i. ii i ni i, ; que as lujas da campanha do norte ae falluva aberlameiiie a tavur de Urquiza e contra Roaaa. E ua veapera da paitida do iialn ni i Uiibau-ae recebido da meama cidade de •S una le. cuja iiupm i uu .a os le tures conhecem, noticalas mais lisongelras a respello da auiiedade e ,,1,-gria com que era ali esperado u eiercltu libertador. Hoaaa alleclava serenidade, recrutava, cuidava de iiielus de guerra, loinava prcauedea, como ae uiiu tivesse contra ai lnimigos poderoaoa e resolutos, como se nao plsaase aobie urna mina prestes a faaer ezploso, e livease esperauca ate oppor uiua resistencia vigorosa. Urna das auaa precauedee foi maudar retirar de todua o* poutus da coala do varao aa cavalbadas e gadu. Tinba Uuibeui maudado alguna barcoa no cima para observarein o luovuneutoa da noasa esquadra e de Urqulaa. Kelumente quebrou-se o encanto do dictador ; seu f ntasma a uiiiguein uiais aasuata aeno aoa que eatao ainda aob u cuiello dos masburqueirus. lluje comprehende-ae bein que esaa sereuidade e todo ease estrepita e roucas au cumiiiua,ao doaystemaque por inultos auuis aproveituo ao dictador, maa em que sol que publicaaios do enc'ier o seu terriiono Je populacho que ha do tortia-lo productivo por nielo da in lusuia, du commiicio e da navegiQSo. Sac ificindo, pois, as pn %  [ %  •nc s de peilayus do territorio — qusai inoleis nu es toJu oe despuvoaco deales panes, a paz ouaaas aliuiiv s que ,oien arauti-l, S acriicavaiu-se por parte ta Ilepublici Oriental os elein -utos da veril Icira nacionalidade qu i bSo de resultar de augmento da populacilo e da riquea, e por uarte do Urazil a tranquilidado e o adianiainDnto das populares das frouleiraa do sol do imperio. E-tas verdades furam p.irfelttmxntecoT)P r i. ii I .inpelus liotaens d'esia lo qu-i di ngiain a sua poltica e a sui diplomacia. E sentid coinpiehendi las, a bise racio lal e po-iv.-i, u base natural era o ulipossidelis Outra q jaique, preju licria os nitareases creados em a.nbos os pauea pela respecti va posse, e excitara de novo dilllcul Jados susce^libilt lades, e preoccupactl-s. Ambos doviau renunciar aos diniitos qu. reciprocamente preleudiam ter. Toda e qualquer onjecso, qour de um j,uir da o i to, a lal ico JIICI, cima iliiiitn desia sitn -les perguula : • Eases llegados di eltdi eram laes que para sust-nta-los se con,er vase viva uin i causa de desintelligeiicta se dciiasse existir um motivo do conflicto diarios, a cveitlialidi le ilo urna guerra, t se renunciasse aos b ntlicios mu uoi que aos dous paizesdevtjiu reaullar do urna al llanca intima, cordial u vetdadaira i 1 .. Iloinens illuslraJoa e pat'iutas nao podiain trepidar. A renuncia foi Celta po'ipo, ambas as p-ries, e de inaueira qu* ni'odat\.i pretexto! conlroveraias ulterio es. c anal guiniemeulc, a baso do ulipissidelii lio a base do traa lo de i. unto., que bu o p imei ro que publicamos. Se.n allerac,,lo desss base que tneruc/i iueii(3o, attun leu-se a meinor polica o r,g ilindide ,1a imha divisoria, e determiiiou-M sua dircejao com a motor clareza. A nica cesaSo que possa mireccr esle nome be a de ni ia legua d^ terreno as boceas do Soball.li do Taquari, mais es la r-s-jii, iH.siii. uli.-.mi : como territorio, ora nao so de uulidado se n3j tambem de necessi Jado coiumum. Admilli la a baso do ulipottiieUt, recon ,eci ia eslava a posse absoluta em que so ,11-iia o Brazil das agu,a da I., .,i i il --1 o Repellir cssa posse era repelltr a baso possivel do ajuste, repellir o nico ajuste a.uigavelnieule possivel. Adtnitlindo-a como se admittio, css-s aguas nao seriam Uo proveilosas ao Brazil como polem ser, e seriam iiiteiramenli iiiut-isuo Estado Oii-nt I se uo livesson ,. orina lias collas de leal -. Ten-lo os porto! que Ibes da o tratado, lie de esperar que ames de niuitos inoaf as uiatgeus ermas %  la l.agiii Muriiu eslejatn Cobortas, de um e oulro lado, de urna populando nuinetosa e prospera e snvam de canal um trauco es tenso e tnuluam -tile vaolajoso. Remov iu com o ajuste dos limites,o mais soi ni dos obstculos ,,u %  so opp iuh.11 a al il.iin.,1 SIIIC Ta dOS dOUS paizes, i-eli-h. .iij-.s'logo essa .iliiaooa. lino SdguuJo tialidj Os meioi de realiair rites flns, que eio jomo dissemoa, o o que o governo do Brazil di auOio ao goveruo regular e 4 or.ietn nil-nm assim em tei';u n emento lo las is pro luee,-, di mlueza. I. .pornoins, repetimos, %  icces-to de tolo oa rib iriuhos ao syslema dotratido, e eremos qua dentro do pencos aun is serSo assas aguas domiua,las pelo vapor, oque o machado do colono abalan ai arvores saculares das matas virgens qua as ceicam, para alimentar esse agente fecundo e pan cousliuir a tiablaaao du liouiem civilis.do ,, industrial O pri neiro passo est dalo, e a applica,,-o imneli.ili do sysimna s aguis que p i. MO. o ein eom un o o Brasil e a republici o iental do Uruguay ajiesetilarl breve nentioexemplo piatieo dos seus beneficios. Iloslruilo o obstculo do Salto Grand-i, llavera, s al o Ibiquy, urna n ive..-ie io de lo, n.-i la Francisco ie¡ eir Ululo Irgal de ..lio.ion-un, de 136 palmus—que se sollciassc o lliulodcafuramenin dua lis palmos, outru do o,, su,,, apresenlando u bilaucu da receita e despeza municipal do mes de nuveiubru hodu a cumiiiissau de Polica Ouiro do mesmo. diaeodo tei-lhc sido entlm da a seutenca obtida pela jazenda Publica Saciuu.il nu Tribunal da II, I,cao desta Cidade, cuutra esla Cmara pagaineuto da quaolfa de 2,0,8,,i(W, principal e cusas pruveoirnle do ipieailmofeilupela meama Furnda i Caman ni. o i i p.ra saiiafacu de despezaa por oasiao da acclamacu do Imperador D. Pedro I e que como ua le du urt nuenio uo elisia i o ,i i ,,an semelliaiite pagainrnlu e a Kazenda liuha dneito de eiecutivu, pedia a Cmara providenciasse.—Que fosae remellidoao Advogadu. U,n ie' inun, ,|.i Fiscallupplenle de S. Amonio do estado de aua freguezia. inteirada. Outro do mesmo. pediudo Ihe esclareeesse a Cantara se divia ,u nao contentir que Antonio Jua Duarie culloqua U.na varauda. reculhida ds.curuija, no suiau da caaaque est reedilica•la na ra d Rozarlo estrella, em viatado art. lo titulo daa Punturas Que cumprisae llte%  almenie as Husturas, e no caso de duvlda, consultaaae ao Advogado da re, Outro do Fiscal de S. Joaai, aprraentando o inappa daa rezea inortaa para consumo no matad,mro desta Cidade na semana de 21 a 30 do me: lindo ( al) ) inteirada. Outio du iiieamu participando achar-ae anunado, un. .r i mi.o

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mmm -r^^ne Anno XXVII Quinla-feira 25 DIARIO re fVz-Mbr Je 1851. N. .02. ^ PERIVAMBIICO. MICOO DA HHCllIUjio. P.ealUNTli AOI.NTaDO. Por trimeitre Por semestre %  Por >DDO .... PiOO DINTaO DurimiST.E. Poi qu.riel %  TOTIOIA SO IKMniO iooo S/IMO 4/T'0O Par 2deDeibr. Maranbao 7 de dlio Ceara... 10 de dito. Par.hlb. 19 e dito Mina... !."> dt'Knvbr. S.Paulo. 10 dedico. .del.. l!>(e.Deibr. Kahla... 20 de dito. BUS B IUIK1 22 Seg. S. Honorato; Si Floro e Flavio. 23 Tefe. S.Serulo. 24 l>art. S Gregorio '' %  Qulnt >J..J. Nascimento de N. S. J. U. H¡ Srit ** I.OItava. 27 Sab. 1. Oltara. 28 DIIIII. 3. Oitara 0rnpo de Abren, do sen cansrlho, e do de estado, senador do Imperio dignitarioda ordem imperial do Cruzeiro, e cavallioiio da de Ch-isto: E o presidente da RepuDlica Orienlal do Uruguay ao Sr. advogado D. Andrs Lamas, enviajo extraordinario e ministro plenipotenciario da mesma repblica, junto de Sua Mageslade o Imperador oo Brazil, os quaes depois de le re ni trocado os seus plenos poderes respectivos, que foram adiados em boa e Jevia forma, convieram nos arligos segulntes : Art. I. As du-s altas partes conlractsntes, convr-ncid'S do quanto importa s suas hoas relajos cliegirem a um secar lu sobre as suas respectivas rrontoi'as, convm em recoohec-ir rolos e de oenhum valor os diversos tratados e actos em que fuadavam os direitos terrilonaes, que le n prenlendido al ao presente na demsicnjlo de seus limites, eem que esia renuncia geral se emenda muilo especialmente faila do que deriva va o B'azil da cun-cneSo celebrada em Montevideo com o Cabillo governador em 30 de Janeiro de 1819. o dos que deiiv.va a Repblica O ianlal do Uruguay da restrva cuntida ii.i final da clausula -e.:i.nl. do tratado de incurporafao de 31 de julho de .Sil. Art a. Asaltas paites enntractantes reconhecem como be quo d-ve regular seus limites o uli possidetis, ja des'gnado na dita clausula segunda do traalo da inorp.irav3od3l de julho de 1821, nos termos seguiutes : l'clo leste o Oc-sno; pelo sol o Rio da Prata ; telo o Oeste o Uruguay ; p-lo norte | o Rio Quaraim at a Cociiilla de Smla Anna, que divide o rio do Sanls Mari, e por esta paite o arroyo Tacuaremb Grande, seguin lo as pontas do Jaguarao, entra na l.ifiu Merim, e passa pelo l'onlal do S. Miguel a tomar o Chuy, quo entra no Ocano. Art. 3. N;lo comurehendendo os termos geraes dessa designado *s especialidades necessarias em alguns lugares, pan que se possa bem determinar o curso da Imita divisoria, desejan lo as altas parles contrncUnles evitar as conleslaces que existem, ou posssm existir por esse motivo, e corrigir ao uie-nni lempr. algu as irregularida desda Inihi que prejudicaui a sua polica e seguranza, e que So susceptiveis de ser corrigiilaa sem al(er<cito e armada ¡0 ient.l do Uruguay em virtudes dos nossos impeiial, e as soldadas das IripoUcOas desplnos poderes, resignamos o presente tra-; ta at que cesse o autillo prestado, correlado com os nossos punhos, e lhe luomos <¡i'> por cunta do governo da repblica por o sello do nossas armas. I oriental do Uruguay, e se So pagos no lamFeito nacidade do Rio de Janeiro aos 12) po e polo molo qoe so estipular do mez de oulubro do anno |do nascimento de Nosso Snhor Jess Cb-iisto de 1851. L. S. Honorio llermeto Carneiro L'do. L. S. Antonio Paulino limpo de Abreu. 1. S. Andrs Lamas. E sendo-uos prsenle o rnesmo trata lo, Cijo teor tica ac uu inserido, o b nn visto considerarlo e oaminilo por ni ludo o qua nella sa conlem, o approvamos, ratifica uios e i-niili m .muassnn no todo, como em cada um de seus artigo* e eslipulacnas; a pela pro-ente o damos por rin i e Valioso para se opre, promeilendo em f o palavra imperial observa-lo o cumprl-lo iniolavelmenle, e faz-lo cumprir e observar por qualquer modo que possa ser. Em tastemunho e firmeza do sobre lilo litemos pas-ii a presente caita por nn ; iMlgOa la, passada com o sello gran le das armas do imperio, e rtferondada palo nosso ministro e secretario de estado abaixo assignado. Dada no palacio Jo Rio de Janeiro, aos 13 dias do mez de oulubro do anno do nascimeiii i de Nosso Seuhur Jess Christo de 1851. (LS)-PEDRO, imperador (com guarda).— Paulino Jos Sowes de Soma. TRATAD ) DE ALLIAN^V ENTRE O RRAZIL E A REPUBLIC4 OREN TAL DO URUGUvV. Nos o imperador constitucional edefensor perpetuo Jo Brazil, ele, fazemus saber a todos os que a presente crtt Je conlirma(3o, approva;ao e laiili.'aco vreo, que ans 12 litado mez de uulubro do anuo da 18)1 se concluio e assignou uesta cd'te do Rio de Janeiro, palos respectivos plenipotenciarios, muni los dos n*cassarios plenos po leres, om trata lo de allianc* entre o Brazil e a Repblica Oriental do Uiugusy cujo leor be o seguinle : A'm nome da Sonliisima e indivisivel Trindude. Sua Mageslade o Impera lor do Brazil o o presidentada Repblica oienlal do U, uguay quereudo estrellar as rr|ir;des oolilicas enAri. II. Para assegurar a pirilica;.lo e ga'antir a conaerraf.lo da O'dein publica no e-taJo oriental, consoltando os mleresses legtimos de todos os seus habitantes, os da liumaniJadn e os dos estajos vizinhos, o presi lente da repblica orienlal se cimpromello: 1. A publicar urna amnistia complota e um e< i ti i-i-i %  nenio absoluto Je todus osados e o:.¡infles polticas anteriores ao dia da i'..i li %  i,, i do oresente tratado. Esta amni-tia nSo lera exccpG.to. alguma ; e urna vez publicada, niguem pndera sir accusiJo, julgado ou punido por actos politic >s anteriores & raliflcacilo deste tratado, mu. que tunham offan lido dir-itos ,|e le c 'ir,i; po lendo eutretantn o governo da repblica, sa ssm ojulgar convenieita para o eslabeleci.nento e cousoliJacSo da rjom publica, mandar residir temporariamente fra do paiz a algum ou alguns ebefesinililares mais notaveis, a quem abonar o sold a que Ihes J %  Incito sua patenta no exercito da mesm i repblica, se assim Ih'o requererom reconliecjn lo a auloridade de seu governo. 2 A inhibir por todos os meios a seu alcance e ni n.biii das atlriniiieii % %  .-, conslituciinaes .lopo lo es do esl>do, as aecusaefles e discusioas pala i nprnnsa sobre taes dos a peisoas comp-ebendi las na amnista, afim do tornar mais elTeclivooesqueciment do passado e acalmar assim os espitos. 3. A mandar restituir a seus legitiuos donosos heido r aiz qua duramo a guerra que vai fin lar teuham sido confiscados contra o Jisposto no artigo 116 da conslitui;3o da repblica. *. A tomar me lidas efllctzes para restatabelecer e conservar a iodos os habitantes da repblica nu pleno gozo dasgaraniiis que Ihes conciJeni os arts. 130, 131. 135, 136, 1*0, 142, l3, Ut, 1*5, H6 e 147 da sua cons ituicSo. Art. 12. As inelidis comprehenlidas nos tres prl orjroi parsgraphos Jo artigo aire a todos os que a presenta carta da confirinafjo, approva^fio e raliflracKo virem, que ao-iln/i; ilia.1 iine/. Je n ia I u bi o doanm de 1851 se eoncluio e assignou nesla corle do R p de Janeiro, entre nos o o prosiJente da ie ni.| e.i orienlal do U'uuy, pelos respuclivos plenipotenciarios, munidos Jos necu-srios plenos pode>es, urna c.invonQIo para regulara preslar;11o por parte do Brasil, de soccorros pecuniarios ao gover.io da republica, cojo leor hi ose^uinle: J?i nome da Sintissimn %  •. Indivittoel Trindade. UfConhecen lo S. M. o Imperador do Brasil o o presidenta da icpublica oriental do Uruguay que o estado actual de deliciencia de recursos pecuniarios a quoseacba rediifida a dita repblica, resultante da prolongada e calamitosa luta que lem IIISKnlado, lie o principle mais serio obstculo a que seja ersa estado pacifica lo, o organisado soli la e conveni"nleinonte, o innnlida e preservada a sua iudpendenc.a, e ,¡u %  rend) evitir que sa perpetu a guerra civil renasQa a aoarchil fatal mesma repblica e ao impeno. perdido assi nofructo dos sacrificios t hojo fallos, c malograda • Olilica adoptada par OonsSVU'r II na |ia/ e Irnnqiilli lu lo duradoura, convieram em justar e regular a proalacilu de socorro- pecuniarios no governo da dila repblica oriental do Uruguay, e as garantas que esta devera prestar ao do Bra-il. Para esle liin uomearam por seus plenipotenciarios, a saber: S. M. o I niiei.i lndo Brasil, ao III ni. o Etin. Sr. Paulino Jo-" So iros de Souz, .do sen conselho, s j na lor do im.ieno, OaCruz da O.-dem Rail deS. Januario, nulcial Ja Imperial Or.lem do Cruzeiro, descmoirgalorda relaco do Rio de J.nairo, ministro e secretario de estado dos neijociosestrangeiros. E o presidente da reoublica orienlal do Uruguay o Sr. An Irs Lam-s presi lente do Instituto HisioricoCeographico da Repblica, m-'inb o fundador do de in-lrucea > publica n do c >nselM0 univarsitrio e anu enviado extrao dinarm e minislro plenipotenciario j Hilo da S. M. o loip.'ia lor do Brasil, os quaes, depois de i ir trocado os seus planos po leres respectivos, que foratn ir os Jous Estados, c prover pelo modo mas ceJe t s8 eiUendem davldamcnlo p ,b:icaconven.fl.iie aoroslabelecimenloda paz a Ja iM M ein io „, it eiU¡lu mm a pu tianquillida le no Estado Oriental, e pela con.-,-i v.ieau della, a seguranza reciproca do ambos os EsUJos, coicordaram em celebrar um traalo Je ¡lliauca, o para este lio no near un seus ..l.'hip louu,Jims, n saber : Su Mageslade o Imperador do Brzil os Illms. u Etins. Srs. Iliuorio llcrmeio CarueiioLlo, los.au conselho e do de Estado, senador do imperio, grita-cruz da ordem do blicicSo do acto Ja la'.ibr icio Jo presente trala.io. As do § 4, exigm.lo d¡sposi(es regulamoiitares, ao.So postas em exicucld o anais breve q ao sja possivel. Art 13. Se uuranlo o leinuo di prolorcilo Jo II; iI no governo da repobiici oiiental lo U'uguay si levanlar alguma rebelSo contra o de S. M. o Imperador om seus territorios, luuilro.ili'S da repblica, o governo da inasuia repblica s> obriga a preslaconslrucco da iaaeiun.alid.n1e oriental, o go%  territorio braailrlro, estarn lenlos re todo o veraaoal Repilpllca le comproinelte : I arrv^o militar obrigatorio, de qnalquer geneI A declarar li>|uldacau no I de Janeiro! ro que aej, e de todo o empreiliino forfAale, de 1852 toda divida da Repnblic. |ianpo.tos ou reqniaiedet mllilare. 2. e Aiiomea>para a lii|iii.ta{o eclaasllicaco I Qiiando por una entreoa neeei.ldade de da divida urna junta de crdito publico., cun| guerr e diipuier de alguma porco de gado posta Je cincu aaaeaabriis. dos quaes una sei i vacciim ou cavallar de sai proprledade, o MU, ., ululo pelo ai, iuiiio biaillbciroem Mun-jcbefe nu o governo que o llier, rnlregari ao levido. j propriclarlo nease aaaesano aclo um documento 3. \ converter nos primeiroa acia meses dojem qaie declare o nuanero e ipialldade do qua aoiao proalmo de 1852 lod a divida do estado f recebe, a fist Jeaae docaiaiaento ser devlda em mulos de di.ida publica consolidada com le coiii|detainieludeiunl.ado. juros de 0 porceulo, olale lre por ceaaio, Caien-I Arl. 7." Recanlircrui'o que o confisco bellido com os credorrs os arraaajosqoejulgar con-! co da propiledade parliaular ua guerra terreaveaaicoiiM, ou seoJo isso laiapralacavel, pelo j tre, nu por motivos polticos se oppe orgaIII.I,, da le. ( nisaeo e aos fiaas das sociedades .ivili--.lic 4. Liquidada, reconlaeciJa e classificada a I chrislas. ealaaado ab.Jido o eonfisco pela legiaJivnl.1 e l aasciipla no grande livro di div Ida I laclo dos dona panes ; e sendo de dlreito perpublica, que .era creado, a encerrar a con-i l'eito de c.da uan d parle conlractautea tabllldade dando por terminado lodo o eipe-jno peraniiir no aeu territorio nem a leus 1 nacioiae apae directa mi indirectamente contrarf.tn os principios e disposiedea de_ auaa leis. ubrigo-se ella reciprocaiaaente a nao adaaailnr eaaa seua terrilorlua os ben confiscados, %  tlrvolvc-lus a seaa Irgitiaaao dono, e prohibir a seaaa respectivos ciiladoa que tratiiiucm ou .iiikilieaaa aa trafico de laca ben. Os o,,iupralicos de levar .illeno a disposisaio alesie araigo para prova da prodrledade c.iaaliscaila e eaalreg.) a seaia Icgitiaaan. dono*, serlo estipulados eui ajaisles eapecac. Arl. 8 As duas .alt.aa parle %  i.liil.nales se obalgaaaa a convidar os oulros Estados Aanericaaaos a <|uc adopican reciprocaaaaenle etlpulaclo do aitago aaatecealcnle. ctanao principio internacional de diacllo posilavo auierllaeuic actual 6, %  \ laxar una prsio deieraninado para apre%  eotaclodoa Jcauaaaenlos J divi.la actual i|iie deveaaa coaaverlcr-se eaai malos de divida coaasrlijadj. Art. 15 Para mais claramente filar a base do ijriieiua regular can que val eolrar, chenado ,, termo alas ealainldodei que tem pertairbaalo a repblica c una Iniporlante garaaitaa Jos caaapeaalaos qoe coaatratae p'ar esta coaaveaaliaa, o governo oiieailal espoaataiaeania'nle se olaia.-.a a toaaaar todas as medidas da sua competencia para que teaiha laifalivel a iuleiro cuanprimrntoa pxia alo art. 8 cap. 3. ecclo 7. fl da coaa.tituicao a|tac ordena a apreseiilaglo anoual aba orcaueol, a das contal ds despeias publicas i asseaaiblea geral, e oalro.iin a nao colltrablr alivija lalguoaa, nem arecoobrc-la e iaascrcvc-la no graaade livro, depois de leaaaainadas as uper.accs de que iraia o arl. I 4 tiesta couvenefao, sean un a ai -i.lue.a < especial da referiJa asseanbla'M. Arl. Id. A troca das ratificacSes da presente coaavencao sci feilacaai aloaalevido no prato de 30 dias coutadoa da sua dala, ou ames se fr possivel. Eai lesteaaiuaaho do a|ue, ntVs abaiio assignado, plraaapolunciaros de S. M. luaperador Jo Mii/ii. e do presldeaated.a llepublica Orienlal de Uruguay, eaaa viriude dos taossospleaaos puderes assigaaoaos a preaenle couvenco com os nossos '^unbos c IbclLetnos por o sellu das uossas aranas. Feila ua cidade do lliu dr Janeiro, aos II do anea de Outubrodo auno do ita-cianeuto de Piusso SeaaboiJesus-G -ralo de i85l. ( L S.) Paulino lote Soares ele S?uia.. ( L 8 J Auret Lamot. K aeaa.to-aaos paeseates a nacsnia convenciio, n^erido, e beaai vislo, colinos, indo o qoe nella .Ch.do, em boa e ovid forma, convieram ^^\\VSS^!l nos artigosseguillles ¡ e eouilm, aapprova r ataficaiaaus e coaaArt. 1. O governo de S. M. u Impera lor Bruiainoi,assim no lodocomn eaaa cada um fornecera, por em arestiuio ao da repblica deseos arilgos e .stipulacoes. e pa I a presenri-nlaldo Urigiiay a i|-i anii a nii'iis.il Je 60i* ic a daaaaos por Arme valiosa para haverde patacfles a contardo l.'do prxima mez de prodoairo leu dr vldo effeiio, promeiteodo eui novemiaro etndianle, M epalavra Imperial obaerva la e caaoipn l.a •Art 2 K S l„s„rest,cfl,.s,.ur ; ,nop,rUn^ !" Z£^ !" :iTr^^lo teapo quinto o governo o 8.M. olmpe•,„„£ lir „„, 51 ¡ ,\„ l !,,., ni ,, |„,„„„ pastar a dor julgar cinvcnienle, nO poden ni nopreil ,uie carta por nsauslgaiada, panada com Cirislo, eolliiiil.la imperial or lem doj is auluj j d S „ fjrcas legaes do RrasiMuCruzeiro ¡ o Antonio Paulino Cimpa de, Jaa p rol0C4 j 0 0 auxilios que cstiverem a Abreu.doseuconseluoeJo de Estado semseu ,| c nce a nao consentir neuhu^na espe,lor do Imperio, digmtario da ordem irnpecjd d(J Cl|inmoic ¡ u corn 0 s rehel les, e a colrial do Cruzeiro, e cav.lieiro da ordem de | 0C1 e, uue ii e q ose asyhrom cms'u ter iChrislo. (torio (sem com lu lo Tallar os de-eros qua Eo pre.sident.j da Repblica Onantal dO:| hd ¡ ||UQd a num „,| jade, a liberali l-de de Uruguay aoSr. I) Anl's Lamas, prosiden-| sulS |(lslllu ¡ <01)Si e sua ,,ropna digni lada) ledo instituto histrico geog'apmco Ja reem „„,„ posir;ao jrHeirament i looffiOlifl publica, metnbro lunda.lor ilo de inslrucrjao j Sirrnin jo-os, sa esliverem armsjais, e publica e do conselno universitario, envae „i rS g 4n j 0 as arms, os cavallos e quaesdo extraordinario e minislro pleilipoteoOUr u t,j C t 01 pro prios para a guerra ao gorio da mesma repblica junto de S. M. o Imveri 0 j u ,per¡al. pera lor do Brazil, os qu.es depois do terem Arl. I*. As duas altas partes contrairocalo us seus plenos podares respectivos i„ ll( s cunviJarao aosestidos argenlinus a quefuramacnaJosen boa e devlda lorina (JU(Jj acCBl j en ,] 0 a3 e,tipulac,Oes que prececonvieran nos arugus soguinles: Uem, fasm parta da aliaoga oos termos da mais porfeila igulala lo o reciprocidada. Art. 15. Igual coilvile ser dirigido ao governo d rejublica do Paraguay. Art. 16. Ilavenlo-se cu n,o aun ti i lo o Arl. 1. A alliauca especial a lemporiria estipulada em 29 do maio do crreme anuo da 1851, enire u luiocrio do Brazil e a Repblica Orienlal do Uruguay, esleode-se pela prseme cut venci a urna allunca parpeg 0 v or '„ 0 "j a 0tiu biica do Paraguay a coopetua, leudo por fin a sustjntacao di nueraroom 0 de S M. o lm.C'aJur do Brasil, pendencia -ios dous Esta los contra qualem pjaoter a indepeudene.ia da repblica quer domiua(3o strangeira. oriental do Uruguay, e inieressmJo a iudcArl. 2. Cousiderar-se-lia atacada a 10pamleacea do Paraguay oequilibrio esegudupenddiicia de qualquer dos dous Estajos ranci j us oslados vizinnos, 0 governo ua nos casosque fore u entre ambos ulteriorrapu blica oriental do Urugu.y se obriga, moiilo reguladjs, o disignadaiiieme no de S(j|n p rc j u j zu jj i 0 ,ulldo do convite de conquista declarad i a quan lo alguma nacao q ue lrat o artigo antecedente, a cooperar esir.ugeira proietiJer muJar a fo made seu tacll | )1)UJ por sus parle conjunclamenle com govruo, ou determinar, ou inipor a pessoa Q ¡ lllp8r i 0 j 0 B sil para a couaervac.aj c ou pessoasque davam govcrna-lo. defesa da indopandancia da repblica do Art. 3 Em qualquer dos casos da iillian,.„„,,,„,, ca, as duas altas panes cunlractautes conftrt 7 A lroca das ralificaco'S do precordarSoemaesi na cooperaQJo que deem Mnle trut %  Jo ser feita em Mo itivido no preslar-se, e a regularlo e„un lo as naces„,.„,„ ,i u 30 Jias cania ios da sua data, ou sidades eos recursos quo cada urna possa ¡¡¡JJJ ifl r poi>el. dispr. (m teslemuoho Jo que, nos abaixo assigArt. 4. Ficaent'nlido quo as altas parlas na j„ s ( ,| 0 nipulenci arios da S. M. o I nperacontraclintes seubngam a garantir roolor uu Brasil, e do pre.ideati da republici pruCdinanina iutigridadedeseus rcspectior j 0 llt | j u u, U gu.y, em ai-tuda dos nussus vos lo-rilnos. plenos podeies, assigna nos o prsenlo iraArl. 5. Para fortificar a nacionadide O'itaJu com os nossos punios, e liles litemos enlal por nidio da paz inteiior e_Jus n.bitos pflr 0 sollo da nos-as armas, consliiucioua.-s, o governo de S. M. o ImFeuo na cid lo do Rio Je Janeiro, aos pera lor do Brazil se compro nelle aprestar doze dias do mez de uuluhrn no auno do ellicaz apoio ao que lean de eleger-secousnascimout) do Nosso S.'iihor Jesus-Chiislo di un ni 1,,11.-11,e na lio uli.¡c 1 Oriental pede m il uilucriilos cincoenla e um. tus qualro unios de sua juracJo legal. ( 1, S. )— Honorio Hermtto Carnelro Ledo. Arl. 6. Esle auxilio sera prestado pelas j L. S. )-Antonio Paulino Limpo dt Abreu. r .11 retira-las, se u previo aviso feito iros ,!] %  /'. Jllt 'S. A'l. 3. Alen do-ta qutnlia pre,tar 1 mais por urna ve a -ni 111 de 1 ) ven ;i, ',,-, para fazer face a despezas cst ao'diiiari-s e as l'eitis nos mezas da Julho, agos o, solo taino e oulubro correnta. Art. 4. As prostaefles oa omita do que tratamos rticos enteco Jemes sanio entreguas (as p -imeiras no principio da caJa uiez ) -io 111. i.id 1 extr-ioi Minai io e uiuiisiro plenipotniciario da repblica urionlal do Uruguay, ou pessoa que o governo da ropubiica indicar. lio graudc al,as araaaas do iaaapeaio, e re:, 1,1, -,'. pelo nus-to laaoi.lfo c sccaa-lari-a de eilaalo ,i,u\ > a-., -, i,l,i. Dj.la 110 palaoio Jo lio de Jiiaciro, aoa l dias do aiaer. ale oultlbi'o do aaiaao do ai assanaeti]o de Nosso Seaahor Jess Christo de I8.'ai. ( L. S) 1'KDItO, Imperador ( coan gmrda ).— Piciiii.l d'Uonte AUqrc. TRATADO DE i.OHUBRCIO KNVEG\CA'0 BHTHE O MIU7.II. E A i'KPIIxLICA OlllliMAI. DO URUGUAY Ns Imperador cuiiiiiucioo.al e Jelenaor perpeluo do brasil etc. Pasemos sab, r a toJos os que a presente caria de cooArinaclo, appro%  ,,., ., l-li, .1 vi 1 01. ,¡ o,.1 is ,1 /e-l,ialo %  -, 1,111niet eaiiiiosecoin-luiuea-aiguotl aaesla Art. 5. Os documentos di entrega das lWle ,,„,„„,,,. j,,„ r iro, entre odie o presi( L. S. )—Andri Lamas. E seudo-uos preseute o masmo tratado, cojo leor Qua cima inse ido, e bem visto, torcas de mar o ierra do imperio, a requisito do mesmo governo constitucional da Repblica Oriental, nos casos seguiules : 1. No de qualquer movimeuto armado considerado e examinado por nos tjl contra sua ex alonen, ou auloridade, seja que nella se Coulm, o approvamos, r.liliqual foro prolexto dos sublvalos. camos o couli inainos, Sslin uo tolo c amo 2. No da depsiajlo do presidente por em cad um de seus artigoso estipul.ffles, meios luconsiiluciotues. epala presente o Ja nos por firme e valioso Art. 7. O governo imperial olio poler, p.. baver da produzir o seu devido efTeito, sub iieuhum pretexto, recusar o seu auxilio prometiendo, em f e palavra imperial, obem qualquer uos esos do artigo anleca. aerva-lo, e cuoipri-lo inviulavelrneute, o ajenie. fize-lo cuuurir e ubservar por quaiqueArl. 8. Se, decorridos O quatro annos, modo que possa ser. Em tesiemunno do durante os q.iaes li-m da durar o poio pacque, fizamos passar a presente carta por luado nos arligos que precajen, o estado us assigna Ja, pas-ada cun o sallo grande do paiz reclamar quo elle continu, oimdas armas do imperio, e reformada pelo perio o prestara por oul-os qu.lro anuos, nosso ministro o seorelario de estado abaixo se assim o solicitar formal.numo o novo preassignalo. sideuia, em virtudo de urna rasolu v 3o esUada no palacio do Rio de Janeiro, aos pecial tomada 1 olo poder competente. treza das do mez de oulubro do anno do Art. 9. Ambas as altas panes contratannasci nenio de Nosso Ssunor Jesus-Cmisto tes declaran! muilo oxplicila e categricaj 0 mil oiioceuios cincoauti e um. mente que, qualquer que possa vir a s;r o ( [,. s.)— PEDRO, imperador ( com guaruso do auxilo que, na co aformidade dos da.) arligus aulecedent s, leuha o imperio de prestir a repblica orienlal Uo Uruguay, oslo auxilio hu.tu so-ha em lido o caso a fazor reslibelecar a urdo 11 e o excrcicio da auioiidade constitucional, e cessara i.uinedi.lameule qia estes lius foiom prneuciiiPaulino ¡ot Soares de Sansa. TRATADO SOBRE A PRESTAC\"" DE SOCCORROS POK PARTE DO BKAslL A' REPUBLICA ORIENTAL O URUGUAY. |ir-'-l :..<"> s e da soinma cima mencionada sarviraod) titulo ala divi la do govern orientil para com o do Brasil, aflin da ser n ragularisada e pagasen lempo comi-etenle, e vencerlo o joro Jo 6 por canto ao auno, entilado da sua l-.ii. Ait. 6. A repblica oriental do Uruguay se reconboca e declara dev dor o governo do llia.il da quaitlia d'288,791 pesos forles, provenante Jo empresa nos que esle lile tem feilo at sla dala, e Jos juro currespon,lentes contados al o dia l. de n ave.•libro prximo futuro, ficando por aisla convene.lo de tieunniii vigo* os cuntalos em viriude dos quaes foram faitos a.iuol'os empresti„ioi. Aquella somina ale 288 791 pesos fortes vencer o juro do 6 por cento daquelladata do I." da uuveiubro prximo futuro em .liuic. Art. 7 o Couseguinilo o governo oriantal um empresliiiio pur qualquer nielo, os fundos i|ue por elle houver sero precipoaioeaitc, c 1 >go applicados ao rceaaibaalco de todas aa aoanuiaa de que se reconhece e declara devedordesta conveofo. Ar. 8 Nao poder prevalec rjcontra o pagamento dessas somas, anida a titulo de couapeosaco, a allegaco de a|uaesqaier reclaniaes a que o govenao Orienlal cuicu J a ter direilocontra o liraxil. Ait. 3" As praitaccaes mensaei concedidas pelo arl. 2" nao podero ser applicadas ao pagaoieoto de JiviJas aaiieriorcs, iiem 110 lodo, o,-,o em parte, nem pojeia ser consumalas por anliclpacn, Sero exclusivamente applloaJas despea* futuras alas repapticoea d.i guerra, estrangeiros e governo, c as que calgircan as opera^es de que lean o art. 14. Art. ID Para o exaclo c pooloal pagamento das soaniuas e juros de que traa c a que se refere esla couveiicao, o governo da Repblica Oriental do Uruguay o braga c hypoilicca la.l.as as rendas do e.u 1 ,, todas as contnbincaica directas e indirectas, e especialmente o diieitoi da alfandega. A't. II. O governo da Repblica Oriulale do Uruguay, logo apie fiirem realiaadas aa dispusieres de fateuda de que abaiio se trata c lugo que o rendinienlo da alfaudega de Montevideo fique desembarazado de empeaos anteriores, aos quaes eslcja pecullarmeiile obrlgadu appllcai %  parte desse mesino reudi,.,,,,;,, que fr oonvcii.iouada, ao pagamento do juros e .un o i,11,; 1 1 das qululias de que trata esta conveufo. nao sendo aaiiurluafo ea caio algum menor de cluco por ceolo por auno. As ominadestinadas ao pagamento dos aillos juroseaanortisafo sero entregues auenaal, OU M-tn O.ll, nenie, .CgUaadO eiil.in e >' c-oil u pelo ibesoui eoo da sobredita alfandega ao ministro do man! em Montevideo, ou pessoa lente da Repblica Oriental do U, uguay, pelus respectivos pleaiipo tenelnas, maauidos dos uecessariu pleuos poderes, una Iralado de coill%  ueicio e navegaelo, cujo leor o seguiote : Em nnme da .suailaasiina t laai/ici-ictt Tiindide. S. M o Imperador do 1: 1 11 e o presldealtc da Repblica. Oaieaatil alo Urugaiay desejaaida firmar em bases solidas c duradoura as duas naces de paz e a 1 uade que subsi^leaal euire as duas uaa;aaes e proauaiver os uiicrcsses comuiis alo seu comaaicrcio e navega^ao por alacio de uaai tratado a|ue regule as dil.as iclaces e iuleres-es, iionaearaul para esse lian pur seus picuipoleaiciarius, ., saber ES, DI. o ni,1-, 1 1,1,ono 10 1-1I aos libias, e I '.i,,Srs. Iloaaorio llerinelo Caraaeiro I,e„o, Jo seu cuuselllo e alo de eslaalu senador do loa peiio. GraCrui ala or.lcan de Guristo, olficaal .la iuipe i al aar.leui ale Crueiru ; o Aiuuulo Panliaamo Je Abreu, ale .eu conselho c Jo de estado, senador do imperio digmta'io da iuaperia| ordem do Iruzciiue cavalleiro da de Chrislo. E o piescdciale da Repblica Orienlal du Uruguay asir. O. Andrs Lamas, eaaviado cxtiaordiuario c miu,slro plcuipotenclariu da dila repblica jumo a coila do loaperiu do nrasil : os amaes, de pois de lercaai trucado oa seua respectivos poderes, acbados eaaa boa c divida lumia, couviero nos arligos segunales : Arl. l. tf llavera paapeifeiia, liruae c sincera atuuade enlre d. M. o luaperadar do Brasil e aeua successores e sub-litoa, e a Kepublica U tleislal Jo Uruguay e iei cldaatlos em todas as suas posscssOes; e teminos respeciivos, Art. 2,^ As duaa alias paite* contratantes, desejiaiJo % %  ., ,, ni i-, 1 %  e navegaciiaa de acus re-peclivos paltei sobre a base de una |, il n 1 igualdade e beaievola recapructJade, couvii'ram aaauu.iiiaeailal a|ue os ugcaale. itiploI.IIII ,is e maulares, os subditos c cldadloi, dcada uaaaa dallas, seus navios c 01 prutlau1 q ', los uatui-acs uu niaaiiifacluradua alus dois Bs' lados, goiem recipaocaineole no oiitru al bralos, fiaaaqoez.is c 1111.00 m la,le. Arl. 9. o No caso de guerra de urna das alia partes contratantes com uan lerceira potencia, a oulra parte contraante, que se coniervar' neutra ( fiara dui calos mencionados no tratado celebrado contesta mesina data entre as altas partes contratautes) nao permllllr pelo sa'ai lerriiorio a passageau das farcas bellagerautes, afta que lejao eltal prvidas pelo coauaiaercio inlenor de artigo de contrabando de guerra. Arl. 10 No refer lo estado de guerra adoptan! aa doai alias partes contratautes os seguales principios: l. Que a bandeira neutra cobre o navio e as pessoas. com %  ,-a, %  ,,, dos ofnciaes c soldados em servico elTectlvo do inlaatigo. 1. i)ue a bandeira neulia cobre a carga, cuan encpelo dos artigoi de coulrabando de guerra. Faca porean entendido e ajusisdo que as eatipul aedes qaac precedeaia, aleclaraodo a|ue a baaadeiaa c„bre n carga, serlo applacaveis uuicaaneaate ipaellas potencia q recoiiliecean esle principio; porean ae uan alas parte, contratantes estiveretn gaaerra cban una lerceira, 11, mo a outra neulra, a bandeira da neutra cobtii a praaprla'dade dos Iaaiauigul, cujos guvernos r.coainecereni e observarem esle principio, c nao dos oulaos. J. om-a biiideii 1 iiiinaiga nao torna llvrc a caiga ilu aaeulru, salvu sa' fui posla burdo Jaquelle laiioiigo .antes d declaracau de guerra, uu utesiiiu depois, se o fui sem hacer noticia della, Pica t.uaabcm entendido <|uc se a bandeira do neailro ito protege a paiaptiedade do laai%  aaigo, si-rao livie ,.-....--.-, ,.,-i I, I,n 1 as I .111 neailro que Cslivctein culbardadol DO 11a, vio 11, 11, i--;,, 4. ()aie 01 ci-ladaos do pai/. neutro podeni navegar livreaaaa'iate coan sa-an navios, sabiudo ale qualquer pono para oulra pertenecale ao Iniuitgodo u aaa aiu oulra parla', licaaado eapreiiaanrnl prohibido inoletla-lo de qualquer un1 I-, e*t.a neata naveg.a(¡l,>. 5. Que qualquer navio de urna das partes contratantes, a|ue se eaaeuaatre naveganalo para um porto bloi|ueado pela oulra, nao sejadetido nem caaaalisca.lo seaio depois de notlllcac:io especial do bioqaieio, rega-irada pelo chefe alas i,,,,,bloapieadoras, ou algum ofRclal do seu coaaaiuando, no passapone do navio. 0.3 Que nentiii-oa paite contiatauteperiiiiuii.i ajue se cunserveaaa e vendam em seus portus as presas martimas, feitas por alguau ,1,1111 estado aquella com quem este esliver cm guerra. An. II. Para nao haver duvi la lobre quaes %  11 os objectos ou arligos cbanaadoi contrabando de gaierra, le declaraaai taes: l., a arlllbarla, morlciros obaues, pelrelral, bacamartes, inusqueles, relies, carabiaaa*. ei|ilngard.as, pistolas, piques, espadas, aabies, laucas, veuabulos, alabardas, granad, fugeles, boaaabas, plvora, anecbas, balas, e todas as %  oiii as comas perleaacenles ao uso desla armas: 2.0, escudos, capacetes peitol d'aco, saias de anallia, bol Irais, c roaipa feila de uuilorane, e para uso militar ; 3. 3 boldriei de de caval'aru e cavallos. icliaas, M las lombiIbos, e ajuaesquer perience* desla arma: 4., e geralaueuie toda a aioalidade de aranas e Initiunieulua de ferro, ac, lal.'io. edequaraquer uuirs 111 uen es nniiiil u-l, irados, nreparadol, ou formados rxpressaucnie para fazer aguer'-' por marou por Ierra. An. 12. i.'o ni lo o o 1 d 1altas partes contratautes esliverem em guerra coan oulro Rilado, nenhuoa cidaal.-ao da oulra aceitar coaailulaiflo oai caria de aiiaaca, para c Bm de ajudar a caioperar hoslilaaaeaale com o seu inimlgo, aub pena de ser n nado por ambas cutuo pirata. Art. 13 Neiihuana das parle conlraclante aduaiitlr em -eus porlol paralas ou iadroca o mar, obrigatido-se a persegui-los por todo os melosa .en alcance, e com todo o rigor da leas, nssioa coaaio que I oein couveocldol de coaaapllcf.lade desse crime, e os que aaccaapareu 01 lieos assim aoubad-.l, e 1 devolver 11aa ios e cargas a seus Icgaliaaaus dono, cldadlo alas parle conlraclantr 011 seus faita dess aos rcspccalageoies consolares. I. 14 Anab as alna partes contraanles. aiiesuaus duelos, r.auquetas c iinmunldades UPS0 ; 111U0 e „ rrliar ,„„ relaces e fomentar ja couccila.1.... ou que u fo.em para o tutuma ^.".nerclo respectivo. cu„v,eram etn prin...cao ana.s I voruei.1.1, sen lu g.aimi. a conn ,,„,.,„ collllnlllll a ...vegaclo du rio cesi.au, c o fr, uu tiver *iJo para .-•>i nat; e lkni i" %  .n,"ii ni 1 a mesma cuuipeiiaipau, se a cuuceis.u fr coiuliciuiial. Art. 3." i'.i' 1 iiit'lhur iiiLcIligenci.i ilo artigu prccetfite a duas alias paaes cuultactaales cuncuriio cu COOkldenff navios brasilciros ou orientis os que frem possuidos, ln bulados e navegados segundo as leis Uos respeciivos paites. Art. -i. 0 Para ampliar e facilitar o commercio que peii fruntelra da provincia d Hiu Grand Arl. 12 Es sa parle de rendiinenlo de quejen, p para a iiieucluuadi provincia do Rio lud o ariigo aulecedeule aera invariavel, ejCraide, eouvindo-se em que essa cxporia;ao com ella se augmcuiar a amorlisago do ca-jsc faca d'ora nu (II-I.IL livreincnlr, e isrnta pilal medida que aouualmeuic lor dliiiiau-i pelos iiiesniot de* anuos desse e de qualquer indo a InpurtancU dosjtiios. Souiro direilo. Art. 13 Se o goveruo da .Repblica o julgai j Art. 5. Conveiu-se Igualmeate em que aspreferivel, descontar-se-ba propocionalmemeS isences do aiiigo autecedtrutc coutiuuario das preslacdes de que trata o art. 1. se alalem vigor ainda patsadoa os 10 amit". at que da tiverem lugar, a tuporlaaci.i da parle dojuiiiauti ouira das partes contractanles nouiireudiiueulo da alfandega que deve entregar, ¡que oulra quere las terminar, o que se nao em viriude do ar. 11, para o pagamentodosflreallsar atleclivamenle seno depois de seis juros e auiorluac:o. meaes contados dcjtsa noiilicac.io. ^ Art. 14. Para naraulia das sommas.prcsla-j Arl. t. 3 Hrauleiros eslabelecido* ou rcsl.NH O imperado" constitucional e defe.ljdas pelo goveruo imperial ao governo orle-1 denles uo lerriiorio orieutal, c reciprocameuL_ lltll 1> I '"('VI --*. UWHW.I V .-•. U .— • v u • %  V > UU III IV f^U 1 >. %  • U H"(" 'I" MO^U. > % %  V %  •,, %  -,. Art. 10. Toda a despoja cora O transporsor uerueluo do Brasil, etc, fazeoios sab.'rjt.le seuijurol, c pira mclhor aiiegurar are ¡eos Onenucs cstabelccidos ou residentes not 1 inania e ailus alHiieuics desle liu une Ibes perteucem. Arl. 15. Ambas as alias parles contratante, obilgo convidar o miiroi i-'.-i. i-.-a rlbeirluhus do Hr.ia e leus .fuueme. a celebraren! aaiu accordo Mii.cllianie com o Sin de tornar livre para os ribeirlubui a n.vcgacao do rio Paran! e Paraguay Arl. 16 S', como i de aperar, oa nutro Mtadu coiiviereni na coinminn aaavegavSo desle ros pelos ribelrlnho, serio igualmente convidadoa eslabelecer em cuniiiiuin usregailainentos de llacalisacio e polica, a que deve ser lujeila a referida navegaelo, oblrgndo-e mua, as panel cuntralautes usieotareni como bses de Ue legulamcutos as que forem aa.aia favoraveis ao anelhur O mata ampio desenvulvlmento da navegaelo para que torea eilaUelecidui. Arl 17. Se o outro Eil.dos ribelrlnho nao quUerei. vir a aecurdo a respeitu doi rranjoi neceii.rloi para o dilo lian, .s alus parles contratante! regularlo por si lmenle como ihes filr mal conveniente, a n.vegacao do Uruguay a de seus alUueuiei d ui.igem orienlal Arl. 18. Reconhecendo as altas partai coutrataaatei que a ilha das Darliu (jarcia, pela sua policio, plc servil para embarcar e impedir a livre n.vegacao dus aluueulea dei Prata, em que sau iuieressado totlnaos rlOcirliiho, recunbeccm lajnaluieute .conveniencia d mu i ii i i-i-i. da referida Hb •" %  lempo de guerra uuer cutre os Estadas do Pr.ta, qner entre um dciwa, qualquer oulra poleucia cm utilladc coinmum, e cunio u.tuluda na. JlLEGIVEL %  T"