Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07291


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Full Text
Anno XXVII
Sexta-feira 19
DIARIO
de. Dezembro de 1851.
N. 287.
E
PEMAMBIIGO.
yazgo a stJBcaipglo.
PlOIHENTO ABRUTADO.
por trimestre...........
por semestre ...........
Por anno ..............
P*GO DENTRO DUTBIMKSTRI.
Por qnartel............
votioiai no lariRio
Para..... 2 de Dezbr Minas... iSdeNovbr.
4/000
9000
1S/U00
4/500
Maranho 7 de dito
(.cari... I" de dito.
Parahiba. 12 re dito
S.Paulo. 10 de dito.
(1. del.. 25de dito.
Babia... i de Detbr.
DI-DA llaiKl
15 Seg. S. Eusebio Ver
eleoie b. m.
16 Tcrj. 8. Albina.
17 Quart. S. Bartholo-
meu a. Geuilnlaoo.
18 Quim N. S. do O".
10 Bflt. S. Fauna.
20 Sab. S. li.miin us.
21 l)6Hi. i.' do drenlo.
S. Tbom.
ABinroiAg.
Julio da OrpAoi.
2. e5. as 10 horas,
ara do civil.
3. e6. ao meio-dla.
Fasenda.
3. e 6. al 10 hora i.
S. vara do civil.
4. e sbados ao nielo-d,
RelfSa.
Tercas e sbado*.
irHManElDia.
Creicente i 30, ai I horaae 5.'i minutes da m
Chela a 8, a l hora e 8 minutos di t.
Mingoante i 15, as 3 horas e 6 minutos da m.
Nova 22, a 1 hora e 14 minutos da.tarde.
nUMH D BOU
Primelra as 2 horas e o minutos da tarde.
Segunda s 1 horas e 30 minutos da maobaa.
VABTTDAI DO COBBEIOJ.
Goianna e Parahiba, as segundas e seitas-
felras.
Bio-Crande-do-Norie,toda as quintas-reirs
aomeio da.
Garanbunse Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s qulntas-feiraa.
Olinda, todos os dias.
aVOTICIAS IBTRJKEEIBAS.
Portugal. 15
Hespanba. 8
Franca ... 8
Blgica... 1
Italia.... 31
Alemanha?. a
rmis.1.1 ... *
Dinamarca 29
Russia... 28
Turqua.. l8
de .Novio Austria.. 2 de Novbr
de dito Suissa___ 2dedilo.-
de dito iSuecia... 28 de Outbr
de dito
de Outbr
de Novbr
de dito.
de Outbr
de dito
de dito
Inglaterra 8deNoabr.
E.-Unidos 2(i deOutbr.
Meilco... 15 de dito,
California 12 de dito
Chill. 8 de dito
Ruenos-A. 8 de Novbr
Montevideo 21 d Outbr
CAMBIOS DE IR D* DIIIMBBO.
Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 Firme
i Pars, 333 por IV.
Lisboa, sem transaccSes.
BfETABl.
Ouro.Oncashesnanholaa.... B
Hoedas de 6/tM velhas. 16/000 a
. de 6M0O oras. 16/000 a
de 4/000....... 9/000 a
Prata.Patacoes brasilelros.. 1/9*0 a
Pesos col un liarlos... '/920 a
Ditos mcilcanos..... 1/7*0 a
28/800
16/S00
18/S0O
9/100
l)0
1/910
1/750
PARTE OFFICIAL.
GUVEtUNDA provincia
EXPEDIENTE Do DA 15 DE DEZEMBRO DE
1851.
Ollicio.--Ao commando das armas, dizen-
do que, em attencSo ao que representou o
recru'ta Abdon Gomes Carneiro, o mande
por em liberdade.--Communicou-se ao che-
fe de polica para fazer constar a autoriJa-
de que orecrutou.
Dito.--A' pagadoria militar, dizendo que
visto nSo se acharem nesta provincia os of-
iciaos do extinelo primeiro halalho de ca-
ladores, que estn em Jivida para eom a
cjisa particular do mesmo batalhllo, vSo ser
remetlidos aoExm. ministro da guerra os
respectivos mippas e documentos, para que
providencie a respeito como julgar conve-
niente, entretanto devolve i mesma paga-
doria os documentos relativos a divida do
alfares reformado Jorge Rodrigues Sidrei-
ra, uoico que existe nesta capital, aflu de
que faca euectiva a sua cobranca.
Dito.A' thesouraria da fazenda provin-
cial, acensando a ieceprSodo scu ofllcio de
9 do corrente, informando sabr o do di-
rector geral da instruccSo publica acerca
das despezss que se tem do fazer eom agoa,
liula e limpeza as escolas de instruccSo
elementar, e declarando que a ordem, cuja
necessidade allega em a dita informacSo, ja
est dada no ofllcio da presidencia de 3 de
selembro, eom o qual se Ibe roroetteu a res-
pectiva tabella.Communicou-se ao referi-
do director.
Dito.-A' administrarlo do patrimonio
dos orphos, dizendo llcar Inteirado de ha -
vera mesma administraran arbitrad a gra-
tiflcacSo de 2,000 rs. nos dias uteis pos-
aos encarregada da administracSo dos con-
certos da la trina do collegio dos orphSos.
Dito.A' mesma, dizendo ficar sciente de
ter a dita administracSo marcado o prazo
de um anno para a orphSa Mara Leopoldi-
na do Sacramento procurar algum estabe-
locimenlo fora do collegio dasorphSas, on-
de ora est rccolliida.
Dito.Ao Dr. Vicente Peroira do llego e
mais membros da coiniiiiss3o nomeada pa-
ra propor o regulamentoda polica das es-
colas, remetiendo uro. projeeto de regula-
ment especial para observancia do artigo
81 do regula ment de 12 de malo desle an-
no, aflm de que comprehendam no traba-
Ibo, de que foram Smcs. incumbidos, as
disposiQOes do referido projeeto eom as al-
loraces que Ins parecerem convenientes.
DEM DO IA 16.
Ofllcio. A' pagadoria militar, inteiran-
do-ade baver em vista de sua informacSo
deferido o requerimento, em que o tenante
coronel Innocencio Eustaquio Ferreira de
Aranjo pedia para conseguioar de seu sold
nesta provincia, a quanlia de 50,000 rs. men-
aaes acontar do 1.a de jaoeiro ao ultimo de
maio do anno prximo vindouro, a qual
dever ser entregue ao seu procurador, fa-
zendo-seasnecessarias declaracOes na res-
pectiva guia.Commuoicou-so ao comman-
do das armas.
Dito.A' mesma, transmittindo por co-
pia os modelos, remetlidos pelo ministerio
da guerra em lOdeoutubro ultimo, deque
traa o aviso da mesma repartirlo de 11 de
agosto deste anno para os pedidos de farda
ment dos corpos doexercito.-lguaes co-
pias foram remullidas ao commando djs
armas e ao director do arsenal de guerra.
Dito.A pagadoria militar, declarando,
que, em vala do que a mesma pagadoria e*>
poz, acerca do pagamento que o religioso
Fre Loureoco da Divina Pastora tem soli-
citado, da despezado 640,000 res, que fe
eom fretes de canoas em cada um dos das,
cm que foi celebrar misss no forte do Bu-
raco, Ueve a dita pagadoria altender ao que
pedeosupradito religioso, ajustando-se-lhe
as contas de semelhanle despezs, e conside
rando-o inhibido de continuar no exerc-
cio deeapelIBodo mencionado forte.
Dito.-A' mesma, devolvendo o requeri-
mento e papis da divida do que pede pa-
gamento o teoente do nono bitslliSo de
infantaria, Matbias Vieira de Agular, allm
de que, nos tormos de sua InformacSo,
mande pagar ao dito tenente a quantia do
,550 rs., proveniente da despeza feit, de
4 de dezembro do nno passsdo at 31 de
agosto ultimo, eom luz para o quarlol do
destacamenlo que elle commandou na co-
marca de Flores.
Dito.A' mesma, inlei-andoa do Iiaver
deconformdado eom a sua informado, de-
ferido o requerimento do tonenlo do nono
batalhao de infantera Matias Vieira de
Aguiar, podindo que se llie manJasse pagar
a quanlia de 24,000 rs., quo despendeu eom
O alugucl de um cavallo, quando de Flores
marchou eom o destacamento de quo era
commandante para a villa de Taracalu.
Communicou-se ao commandodis armas.
Dito.A' mesma, devolvendo os papis
I OL1IETI3I.
3r.StH.t:i>I> d>'Uih,253'2
OU
phemo ras de um marido.C)
POB EUGENIO ave.)
XI.
r.iniiuau lo eative na aula, no da em que La-
vasseur entrou para a enfermarla, lu assaltado
por tristes precenllmentos. Llvre da presenca
de Andr, eu senta o que havla de culpayel c
de insensato cm meu amor para cun a mai de
un' u nielhor amigo ; minha palso nao era por
liso menos viva, mas a reeao moslrava-me o
nada das absurdas esperancas que Levasseur
me lluha dado.
Eu esperimenlava primeramente um pro-
fundo pesar, quasi um remorso, pela Inducri-
cao a que me linlia deixado arrastar contando a
Andr todas as particularidades de minha visi-
ta casa de madama Raymundo, eu nao va o
menor perigo nestas rcvclaces, mas envergo-
nhava-me deltas como de um abuso de con-
iimi, i.
Logo quesatii da aula, a qual durara duaslio-
ras, .lu.io Raymundo velo ter coinlgo ; sua pre-
senca einbaracou-mc mais que du costuiue,
elle pareca triste, preocupado.
(*) Ficta o Diario 28U.
da divida de fardamento de que pede pagt-
mento o ex-suldado do dcimo batalhSo de
nfantaria Joilo Jos Pacheco, para que nos
termos do seu ollicio do hontein llie mande
satisfazer a quantia de 3,963 rs., perten-
cenle ao exercicio corrente, remetiendo a
thesouraria de fazenda os documentas da
divida, relativa a exerccios lindos allm de
aerem processados na forma das ordens em
vigor.
DitoAo director do arsenal de guerra.
Tenho presente o ofllcio de Vine., dstado
de hontem, que acompanhou o ornamento
feito pelos engenheiros Bowmsn & Me. Cal
lum, sobre a conslrucc>> das vinte e qua-
tro grades podidas pelo Exm. presidente do
lloara, do qual sa deprehendo fazerera aquel-
los eogenneiros as referidas grades pelo
proco de lloris libra, sendo as birras
horisontaes feilas do Trro fundido o as ver-
tieses de ferro balido, e sendo todss do for-
ro batido pelo pre;o de 150 ris cada libra,
e iin resposta tenho a dizer-lhe quo deve
Vmc. mandar ver so por menos preco se far
a dita obra na fabrica dos engenheiros Starr
& C. aflm do preferir-se quem a fa;a msis
barato o eom a perfeicSo exigida.
DitoAo mesmo, concodendo a auto-
risacSo que podio para despender a quantia
de 69/000 res eom a promptiflcafSo de 50
calcas de brim e outrss tantas cimisis de
algodSozinho, que segundo o pedido que
devolve s9o necessarias para os recrutas do
exercito.Communicou-se pagadoria mi-
litar.
DitoAo director da obras publicas, para
fornecer ao inspector da alfandega desta
cidade, que assim o requisita, urna copia
da planta do porto desta cidade.com desg-
n le.io, a le ni dos pontos carduaes, das for-
talezas do Buraco o do Brum, caes do arse-
nil, Trapiche-Novo e do Pelourinhn, ponta
do forte do Mattos, alTandega, ponte do
Recife, pharol, barreta, ilba do Nogueira,
cora dos passarinhos, caes da Ribeira e
do Collegio, dislinguindo-so por cores di-
versas o lameirSo, laminhas, poco e mos-
queiro, lim de poder o mesmo inspector
propor directora geral das rendas publi-
cas a reforma do regulameoto Bacal do por-
to, e a mudanca do ancoradouro do fran-
qua, carga e descarga, e promover a fis-
cal isacSo a cargo da dita alfandega eom
mais ofllcacia e menos despendi.Inlei-
rou-se ao mencionado inspector.
DitoAo engenheiro encarregado das
obrss militares, inteirando-o de havor re-
solvido que se nSodcomeso aos concer-
tos da fortaleza das Cinco-l'ontas sem nova
ordem da presidencia, visto ter represen-
ta lo o inspector da pagadoria militar, que da
quota desigaada para as obras militares em
o presente exercicio existe apenas a quan-
tia de 9:600/940 ris, a qual nao chog para
todas as despezes a fazer-se om o barracSo
destinado para laboratorio de rogos artifl.-
ciaes ecartuxame, o cjiii os concertos da
mesma fortaleza..\esle sentido offioiou-se
ao commando das armas o ao nspoctor da
referida pagadoria.
DitoAo director do collegio dos or-
phaos dezendo que, em vista do que Smc.
ponderou etn ollicio do 10 do corrente, ap-
prova, que sejam feitos de conformidide
eom o projeeto e dosenho, quo dovolve, os
concertos de que necessita a latrina daquel-
le collegio.Remetleu-se copia do projeeto
de que traa o ollicio cima a administra-
dlo do patrimomio dos orphSos.
DitoAo mesmo inteirando--o de baver,
om vista do sna informafUo, diferido o re-
querimento em que Rita Senhorinhi do Es-
pirito Santo pedia 15 dias do liconrja para
seus dous tillaos menores Francisco e Ale-
xan Ir, rodilludos aquello collegio, virein
esta cidade a ver se melhoram da iolerni-
tenle do que padecem.Communicou-se a
administrarlo do patrimonio dos orphSos.
DitoA cmara municipal d3 Goianna,
dizendo que, avista do exposto em ollicio
daquella cmara de 10 do corrente, tem re-
sol vido que subsisla a arrematarlo dos im-
postas de que trata o artigo 23 l. da lei
provincial de 5 de junbo do anno passado, a
qual j se eflecluou pela quantia de 1:223/
rs., dovendo porm d'ora em diante nao se
permiltir, que os arromataotcs comecem a
cobrar os imposto* arromstados antes da
approva;3o da presidencia, se a arremala-
c3o tiver sido feita por prero menor do que
a do anuo antecedente.
DitoAos mombros do collogio eloiloral
da villa do Maioeiro aecusaodo recobida a
autlientica ua ulei;9o que se procedeu na-
quella villa no da 3 do corronte para depu-
tados provinciaes, o declarando quo n3o
veio o ollicio quo o mesmo collegio diz ter
enviado para ser presente assembla le-
gislativa provincial.
Portarla.Ao agento da companhia das
barcas do vapor para manlar dar passagem
para a corle por conla do governo, a Anto-
nio Joaquim da Paixao, Jos Manocl dos
Fernando, disse-ine elle cstendendo amo
para salas, confesso que me he inipossivel acos-
tumar-me coin o pensamento de que nossa aini-
sade be talvez alterada porque sou obrlgado a
commetter urna falla de contianca para cointi-
goi depois de maobaa, domingo, he meu dia
de sabida.... talvez que scguuda-felra.... nao
tenbas mais esprobaedes que faier-uie....
Que queres dUer oom isso, Joao?
lie posslvel que eu te conlle segunda felra
urna parte do que at agora tenho sido obrlga-
do a oceultar-te.... Quero fallar de diversas
circumstancias relativas minha familia, k mi-
nha in.ii, aos principios que ella ine deu em
ininlia iufancia. D'aqul at segunda felra, meu
bom Fernando, pergunta a ti mesmo se leras
bstanle flrmesa de carcter para guardar-me
um aegredo absoluto sobre confidencias que
nao inleresam seno a miro. Conheco tua le-
viaodade, teu eslouvamento, elles me lein or-
denado at aqu a maior reserva paracointigo;
mas se depois de ter maduramente rellectido,
me disseres : Joo, juro-te em noine de nossa
amlsadc guardar teu segredo.... eu te accredi-
tarel, Fernando I Assim d'aqui at segunda fel-
ra nao me aecusea ; suspende teu julio a meu
respeilo, torna a ser o que eras para inlm. Ah!
se soubcras quanto me be penivel a fricia que
reina entre nos de alguns dias para c I entre-
tanto jamis tenho tido mais necessidade
de tua ainKade! nao sei porque.. sinlo-me
triste, abatido, como se algunia desgraca de-
vesse accontecer-me...
Depois passando a niau pela fronte, Joao con-
tlnuou: ....
Kxpillainos estas dlas mas.... Vamos ver
esse pobre Jaciolho na enfermarla, pois hon-
itni nao pude ir l?
A proposta de Joao me iuquielava, porquan
'to eu sabia que L.evasscur estav.a ua enfermarla,
lodavia nao ouscl recusa-la.
A enfermarla dividida em duas salas que
sar. OunSoha bases seguras para calculo ico ha o tinha sido ao ovangclho, que espe-
algum : ebegaria j lambern a regenerar;9o|aiflhou.
s sciencias. Neste caso, tamguam
tliclum.
Mas como por ora a inda os regenerado-
Passos e Justino Jos Cidade, que tiveram mulher; appellados, Carlos Jos Gomes
baixa do servico do exercito. I do Oliveira e outro.
DEM DODIA17. I Ao Sr. desembargador Percira Montetro
Ollicio.Ao commando das armas pira asseguintesappellacOesem que sSo:
prestar ao delgalo do primeiro dislricto Appellantes, Manoel Pires Ferreira eoutros;
deste termo, nos das de expectaculo em appellado, Domingos Caldas Pires Ker- res nao declararam mais esse rasgo da sua
qualquer dos dous theatros desta cidade, a reir. .genemsidade phtlantropica, visto quo por
forca de primeira linlia que o mesmo dele- Passaram do Sr. desembargador Telles ao (em quanto apenas se leen entrando eom
g.do requisitsr para manler a ordem em Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-(as causas do mundo poltico e moral occu- anarciiia ; no communismo, en
ditos theatros.Intoirou-se ao menoionado guintes appellar,0es em que sao:
delegado.
Dilo.A thesouraria de fazenda transmit
tindo dous avisos de duas letras na impor- Albuquerq
tancia de 1:143,100 rs sacadas pela theson- Appellante, Inocencio Jos da Casta ; appel-
rariada provincia doItio Grande do Norte lado, Ignacio Alves Feitosa.
sobro a dosta e a favor de Barroca &Piohei- Appollanle, Manoel Joaquim dos Santos;
competente pro^ramma regenerador ; que
he um nova especie de lco, ou rede, para
roV "de HonTique Jos de Castro Barroca.- ,'a"ppelladb, o juizo. .Iner ludo quanto precise "**W*>
r. ------ij.- a--------ii. passaram do Sr. desombargador Valle ao esubjeital-oao respectivo procoaso, d onde
ChristSo ou mouro, idolatra ou gento,
he sempre o govorno que vence he sem-
pre o marechal que triumpba.
Triumpham ambos na demagogia, e na
nin leniei'-, na repblica, e na monarebia ;
na paz, e na perturbarlo ; na ordem, o na
anarchia; no commuoismo, e na proprie-
pados, exclusivamente da consolidarlo dasidaJe ; na sciencia, e na estupidez ; no idio-
nas lialuliMros,
corrupco, e n
o na coragem ;
ta'o grandiosa deixar de ser" precedida do
do gumlesappellacOesemque s.1o: pados, exclusivamente ua consonuacao uasiuaoe na sciencia, e na esu
Appellantes, Cliristovao Lulz de Mello e sua instituicOes, e da guerra corruprao, naojlismo, e na illuslracao ; u
it- mulher; appollados, Francisco Xavier delacredilamosque setenham alteradoos pnn-je no charlatanismo ; na c
ir- Albuquerquee sua mulher. cipios da sciencia. Nem poda empresa independencia; no medo.
ParlicipouseaoExm. presidente d'aquella
provincia. Sr. desembargador Gomes llibeiro as seguin-
Dito.Ao [director geral do Monte Pi lesappellacOes em que s3o :
dos servidores do estado transmittindo urna Appellante, o juizo; appellado, Francisco
relarjao das sommas que foram pagas ulli- Jos Mondes.
mmente pelos contribuiotes do mosmo Appellante, Manoel Alves Guerra; sppclla-
monle pi e bem assim urna letra daquan- dos, Jos Niculao Riguoira Costa e sua
lia do 375,310 rs., do saque da Viuva Gau- mulher.
dino& Filhoa favor do thesoureiro d'aquel- Appellante, Manoel Camillo Pires; appella-
lo estabelecimento. : uosi Jos Pires Vianna e sua mulher.
Dito.A pagadoria militar reenviando o oisTmouir;Gm.
requerimento e papis da divida do farda- Ao Sr. desembargador Bastos os scguin-
menlo de que pede pagamento o ex-solJado tessggravos emquesao:
do oooo batalhSo deinfantaria Mauoel Pe- Aggravanto, D. Maria Filismina do Reg Go-
dro, para que llie mando satisfazor, nos ter- mes; aggravado, Joaquim Aurelio Percira
mosdesua informadlo, a importancia de de Catvalho,
3,963 rs. pertencente ao exercicio corrente, Appellaate, Jacintho ElesbSo ; appellado,
remetiendo ao inspector da thesouraria da Caelaao Pinto de Ve
saho puro e linpo de loda a macula prelori-
ta e futura, eom o altributo do incorrupti-
vcl meio caminho andado na estrada da
elerni lade.
lista hoj^i condecido. Possuiamos um
thes. uro como nuiguem ; eanJavamos aln
esmolando do porta em porta, por alguma
intelligeneiazinda mas alrovi la, quo sem
ceremonia so inculcava capaz do nos govor-
nar Eramos ricos, o mendigavamos como
pobr, (Oes !
Gracas regcueratao; a fome deu om
abundancia. Nada nos falla, sen.lo expres-
sOes para bem dizermos o deslino quo tan-
to nos favoreceu. A cada passo presencea-
mos um phenomeno estupendo.
Dir alguem quo no temos rasilo ? Va-
remeiienao so inspector ua mesourar a u wniiwnnns, _-_-- --?-_--- ..____, ,,.. ,, j.-i
r.zedaosdocumePn.os da divida relativa. I Aosr. desembargador Leo os segu,n- mo. convenU ^ o-'h m0d '
exercicios lindos, aflm de serem processados los sggravos em que s3o :
na forma dosorJens em vigor. Aggravahtcs, Manoel Pereira Guimsracs e
Dito.Aojuiz relator da junta dejustica outro; aggravado, Manoel Amancio dos
transmittindo para ser relatada em sesso liis.
da mesma junta, o processo verbal feito ao Ao Sr. desembargador Telles as seguales
soldado do nono batalhao de infantaria. ippellacOes nm que sao :
Joao David.Communicou-se ao comman- Appellanto, o juizo; appellado, Antonio Jos
do Jas armas. de Andrade.
TlilUIMlTiia kPI APAV ao Sr- "Jesembargador Pereira Monleiro
l IWll.iUIi 114. nliAsjiMJ as seguintesappellaQes em quesao :
SESSA DE 13 DE DEZEMBRO DE 1851. Appellantes, Joilo Ignacio de Loyola Barros
Presdetela do Exm Sr. conselhtiro Azcvtdo. e outro ; appellado, o juizo.
As 10 horas da mandas, estando presentes Ao Sr. desembargador |Ville as seguintes
os Sr.-. desembargadores Bastos, LeSo, Sou- appellarOes em que s3o:
za, Rebollo, Luna Freir, Telles, Pereira Appellantes, Joaquim Jos de Monezes, sua
Montoiro, Vallo e Gomes Ribeiro ; faltando mulher e outros ; appellados, Antonio
eom causa osSr. desembargador Villares : o Pereira deSouza esua mulher.
Sr. presidente declara aberla a sesslo. Ao Sr. desembargador Gomc3 Ribeiro os
julgamkmos. ne^uiules aggravos em quos3o :
les, recentissimo, que ao mesmo lempo sur
prebende e arrebata.
Pergunta-se o ministerio em lorra de
clirislaos ? N3o se cnconlra. Foi om ro-
magem devota como bom creute agrade-
cer a Mabomet o triumpho eleitoral.
Pergunta-se pelo ministerio em ierra de
mouros, e tambem l n3o esl. I'artiu para
Roma beijar o p ao Pontilice ; ou para os
logares santos, Bgradecor a Deo como bom
ch'istao, nunca desleal, ncm perjuro, o tri-
umpho eleitoral.
Quer dizer que o governo vence em loda
aparte, porque de turco eom os turcos,
em i-i i" eom os edristaos, circumeiso eom
os eircumeisos, e no flm, nada eom lodos,
sen3oum tralicanle, que assenta a quitan-
da em qualquer campo, sem se importar
umilliacOos porquoo fai;am passsr,
eom as h___
Appellante, a justisa i appellada, Rosa Ale- rgVravateD"niz" Ali"o"d Moraes e Sil-' eom lano quo llie dcixem expor a venda
xandrioa.-NSo tomaram conhecimenlo Bva ; aggravados, Manocl Pires Ferreira o as especiaras en que negocea.
por nao caber do despacbo de que se in- outrol "e' a '-,sl,oa' .0,,Jo tn"?! ,luen
terpz. Appellante, Marcelino Jos Lopes; appella- toral loi da dcmagog, o pergatUiei. Qotin
Appellante, Florencio Jos Carneiro Mon- do, Guilhermo Soaros Bot-lho. venceu r1 Resposta : t-oi o goven
Levanlou-se a sessao a 1 dora da tardo.
teiro ; appellados, Manool Caetano Soares
Carneiro Montoiro e outros.Despreza-
ram os embargos.
DCSIQNiy'd'H.
Commando das armas.
O Exm. Sr. mareclial do campo graduado
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Al- Antonio Corroa Sera commandaiite das
ves da Silva Oliveira. .. armas, turulo de dar exocuerio ao aviso do
governo
Chegaes a ja, Elvas, ou alguma outra
trra, ou circulo, onde as eleicOes recairam
na maioria, ou lodas, em homens do parti-
do moderado do principios condecida-
menlo carlistas, o que ouviz i' Perganlao-o
aos arauloa miuistoriaes, o rospomlcr-vos-
Albano. (Mpiles e quatro subalternos da lorceira
Appellanto, Joaquim Ferreira; appellado, clai.se do exercito, do numero dos que oxis-
Jeronymo Joaquim Fiuza de Oliveira. j tea) nesta provincia, determina que compa-
Appollaule, Mana Tlieodora da Concoidlo ; recam no quarlel general as 10 horas da
appellado, Aleixo Jos de Oliveira. mandila do da ii do correnlo para seren
Appellante.Manocl Alves Guerra ; appellado, inspeccionados do saude, os Srs. ofliciaos
Gaspar de Menezes Vasconcellos de D u-
mont.
Appellante, o juizo ; appellados, Manoel Pi-
res Ferreira e outro.
Appellantes, e appellados, Manoel Antonio
Dias e Jos Venancio Pimenta de Car-
va, I do.
mvisOes.
Passaram do Sr. desembargador Bastos
ao Sr. desombargador Leo as seguintes ap-
pell.n.'e.s em quesSo :
Recorrente, Jofio Jos da Cruz ; recorridos,
Maooel Carlos Godioho e outros.
Appellante, Jofio Antonio Soares de Abreu ;
appellado, Manoel Goncalves Valento.
Appellante, Malbiaa Joaquim da Gama ; ap-
pellado, Hortencio Jos Yeldo.
Passaram do Sr. desembargador Leo ao
Sr. desembargador Souza as seguintes ap-
pellacOes em que sBo :
Appellante, Luiz Jos de linio; appellado,
Joaquim da Silva MourSo.
Ao Sr. desembargador Rebollo as seguin-
tes appellac,Oes em que sSo :
Appellante, o juizo; appellado, Ignacio Cor-
rea de Mello.
Passaram do Sr. desembargador Habello
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guintes appella(Oesem que s3o :
Appollanle, a pi'eta Manoe.a ; appellado, Ma
noel Francisco Rebello.
Appellanto, Francisco de Assis de Oliveira
Maciel; appellada, Floiinda Mana de San-
t'Anna.
Passaram do Sr. dosembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se-
guintesappellacOes em ques3o:
Appollantes, Pedro Jusc Rodrigues o sua
da mencionada classe, eom oxcepr;ao dos
que tem licenca do governo imperial para
residir fora da capital, o dos quaseacham
actualmente 3mpregados.
Quartel-geueral na cidade do Recife, em
15 de dezombro do 1851.
Francisco Camello Vessoa de l.icer.la,
Capitn secretario do commando das armas.
EXTERIOR.
LISBOA 7 DE NOVEMBRO.
.\o ba nada t3o delicioso. Portugal de
o primeiro paiz do mundo condecido. Tu-
do aqu de de urna randado, que por pouco
nos leva a a creditar havermo-nos transpor-
tado ao reino da la.
Favores sao, que devenios aos astros bem-
fasejos, que nos tomaram sobo seu i min-
io ; e que nos vSo encaminhando, quasi
sem o senlrimos, para urna vida toda nova,
que uo he a queja l deixamos gasta, no
lempo quo nos fugiu.
Para nos he de fe, quo ou damos todos
om orales ; ou alcanzamos o que nin-
guem suppunda possivcl a repblica de
PlatOo.
NSo. ha moio termo. Ou escureceoios
ludo quanto se condece de- maravildoso na
superllcie do globo terrqueo ; ou provo-
camos a ii iis.ni das naipies, que nesta mo-
mento nos contemplam curiosas, esperando
13o grandes cousas, como lio do ras3o, vis-
to acharom-se ao lome da estado pilotos a-
lamados.
Temos sobejo molivo para assim o pen-
coinmunicavain urna* eom a ouua, era precedi-
da de um locutorio.
No momento em que ahi cntravamos, adia-
mos Jacintho Durana paludo e desfeito. Sen-
tado dlante de urna mesa elle escrevla e pare-
ca sujeilo a urna viva emoco avistando-nos
elle eiclamou i
Ah I meu Dos.' he o e.o quem vos envia
aqui....
Eu eslava escrevendo a ti, Joao!
Tu me escrevlas.... e para que?
_ O medico prohibi de me deiaarem sabir
anda.... Nao me perinettiram descer. edetnal*
era a horada aula.... Eolio desde que acam-
pa tocou a recreio, pui-inc a escrever-tc para
pedir que vleases aqu cora Fernando sem de-
mora.
Mas disse Joo eom Interesse, que lens
tu, meu pobre Jacintho ? ests todo trmulo.
lie verdade, e ba pouco trema multo mais
anda....
pda cotn os re --
dos carlistas: otriumpda eom os carlistas
na derrota dos republicanos.
Viu-so ja alguma cousasiinilhanle na his-
toria dos goveruos i' Da algucui noticia de
urna Hienda uiais singular i'
Vem o republicano, e o governo abrac.a-o
fraternalmente.
Vem o iiiouai, lusa, o sauda-o eom o on-
lliusiastico : Mein vindo sejes
Vem o absolutista, e curvado dianto da
respeilivel autiguidado dos principios go-
Ihicos, supplica-lbe que o inscrova no livro
dos seus restauradores.
He extraordinario !
Todos buscam na physionomia dos mi-
nistros o rellexo das suas opiniOos pro-
prias; c lodos la o encontram effecliva-
mente, desenliado por alguma ferjao es
pecial, que se nao coufunJo eom as do-
mis.
Consullam-llie os admanos; e de Tacto
l obsnrvam a vivacilado do movimen-
to, a inorcia do quietismo, a prudencia d
conservadlo, e a rudesado retrocesso.
Affaga o Mazziui aqui, e perseguo-o ali.
Flagella o carlista alm, e apregoa-secam-
peSo da carta acola. Cs diferentes logaros
s3o territorio isempto para o ministerio on-
de o duque regenerador reina sobre princi-
pios encontrados, adoptando o systema do
governo quo meldor so coaduna cora as af-
foic-Oes particulares dos sous vassallos. E
anula em cada um dolles o marocbal Irium-
pha.
Descnrola oslo o estandarte do cbristia-
nismo ; e o governo dnbra o joelho dianto
dello, adoraudo o Crucilicado.
Levanta- aquello a bindcira da meia la,
e o governo troca logo o burel de penilento
pelo turbante do propheta jura sobro o
. _-!:.. i.. u.hM. n nn.l nn
na immoralidade, o na virtude.
Em ludo triumpha o marechal e o seu go-
verno.
Enl'urocem-se eom os demagogos, edos-
oriemlam-se eom us carlistas. Mas a esles
queimaram-os em auto de fe se podossem;
eja que mais n3o podom entregamos, do-
pois do os perseguirom, s turbas desco-
rreadas, quedando comorjo as suas proesas
pelos indignados victimas, h3o-do acabar
por sarrillcar os proprios agitadores, gran-
des e pequeos. Entretanto quo d'aquel-
les n5o conhecem nondum, posto quo n3o
duvidom da sua existencia, e apesar de Ibes
conhcccrom as opiniOes.
Com similhanle governo de claro que nSo
da que temer pela couso publica. Nunca as
insiiluidies cstiveram tilo seguras ; porquo
triuraphou a ministerio, quo em honra da
ver ia ir de o mais constitucional que podo
ser ; o maior proloclor da ordem e da se-
guranza publica o individual, para cujo lim
fui que ello consenliu o escndalo do dia
dois na capital, e tolera as correras do pa-
triota Gslambs, asssim como as violencias
em differentes poutos, praticadas pelas suas
aulhoridades.
Com -mullanlo governo n3o baja medo
a poltica, de acontecimento precursor do
conflagrac3o alguma. La esta elle Trente
dos republicanos, moderando-lbeo Turor, o
conquistndome os apostlos com as con-
cessOes mais proprias para os contentar:
por exemplo as candidaturas de todos elles ;
a dissolacao dos batalhOcs naeionaes ; etc.
etc.
Naeionaes, o estrangeiros u3o loem quo
se importar com os negocios pblicos; por
que nao dSo cuidado. Nem ao menos se
deem Tadiga do averiguar de quom foi o
triumpho na lucta eleiloial; por que o go-
verno venceu em toda a parte.
D'esto ridiculo he iinpossivel passar.
(\islandarlc. I
ou antes nao liavia niuguem. Ha pouco, antes
da aula das tres boras, eu linda urna vilenla
dor de cabeca ; meus camaradas de enfermarla
conversavam alto na sala graudc ; por isso ful
deltar-me vestido em una das camas da outra
sala para achar um pouco de silencio c de tran-
quillidadc.... Esta cama tica coltocada del'ronte
da pona.... e para garanli-la das correntes de
ar, cercar.ini-ii.i de uinparavcuto cscolbi esla
cama de proposito por que o paravcnlo me oc-
cuU.ua aelaridade; euesperavaassim descan-
car mclhor.
> Muito lifm, diise Joo: mas nao veio at
aqui nada para te assustares, meu pobre Jacio
tho.... e tu Fernando
Tambem nao, respond eu.
Todava eu senta uina inquietaco crcsccnte,
cuidando que Andrc Levasseur tinha sido traos
portado enfermara.
Vosss vero, respondeu Jacintho, se nao
foi a Providencia que me collocou l.... caso
PERtUtjBUCO
Tribunal do commercio.
Do ordem do tribunal do commercio da
provincia do pcrinuibueo, publica-se a re-
laea i abaixo Irauscripta das cmbarcs(0 brasileiras quo obtiveram carta de registro
e matricula, desde -27 do oulubro do anno
correuto al 13 de novcnbro p. p. .
Jofc Icronymo Monleiro,
secretarlo.
REUCAO.
N. 33. Por dospacho do tribunal de -27 do
outubrofoi adniillida a matricula a escuna
brasileira Alaria l'irmina de 122 louolladas,
propriodade do lo3o Bernardo da Rosa, ci-
dado brasileiro domiciliado nesta praca.
N. 31. Por despacito du tribunal de 13
do novombro foi admitlida a matricula a
laneda brasileira Novo Destino do 2t tonel-
la Jas, propriedade do Jos Manoel Marlins,
enhilan brasiloiro domiciliado nesta praija.
N. 35. Por despacho do tribunal de 13
do mesmo mezfoi admittido A matricula o
date brasileiro Ayum Brasetcira de 53 tonel-
ladas, propriolado de Angelo Jos Ribeiro
Duartc e Domingos Jos Pinto Braga, cida-
dSos brasileiros domiciliados em Acaracu'.
N. 36. Por despacito do tribunal de 20 do
mesmo me/, foi admittido matricula o
diato brasileiro Capibaribe de 39 tonolladas,
propriedade do Luiz Borges de Cerqueira,
ciilad.ni brasileiro domiciliado nesta praca
N. 37. Por despacno do tribunal da mes-
ma data foi admittido matricula o briguo
brasileiro Fencedor do 160 tonelladas, pro-
priedade de Joaquim Jos da Silveiru, cida-
I i brasileiro domiciliado nesta prafa.
N. 38. Por despacito do tribuoal da mes-
ma data foi adimltido matricula o hiato
brasileiro flor de Cururipe de 97 tonelladas,
propriedade de Manool Jos Pereira Pache-
co, cidadSo brasileiro domiciliado na cida-
de do Aracaty.
N. 39. Por despacho do tribunal da mes-
ma dala foi admiltido matricula o briguo
brasiloiro Hara l.bania da 193 tonolladas,
propriedade de Jos Peroira da Cunba, ci-
dadSo brasileiro domiciliado nesta praca.
N. 40. Por despacho do tribunal de Id
do mesmo mez foi admiltido matricula o
patacho brasileiro Emutacdo de 1.11 tonella-
das, propriodado do J.m Tnom da Silva
Sssfi "a s arswanj: c^.agr&g;r.
Dos queira que eu me tenha assustado sem?meus temores sejam fundados ; adormec.... e
raso nio sel que temps depois fui acordado pela bu-
Assustado!.... disse Joao cada vez mais j Iba de urna porta que se abrla.e por vozes que
surpreso, e de que te assustas-te tu? Ifallavam; eu ouvl Mr. Ilcrmoot (eraumde nos-
Do perigo que corre talvez a familia de I sos mestres) diter aoutra pessoa :
um de meus camaradas, respoudeu Jacintho. 1 Seu sobrlnbo foi transportado para aqui
Oaalque eu me tenha engaado! em vez de o ser para a outra sala, an de estar
E quem he este cantarada? pergunlou s e tranquillo, como elle proprio pedio. Dcl-
Raymuudo. jxo-0 com elle; espero que sua subita ludispo-
-= Nao sei, respondeu Jacintho. Sen uoinc sicao lian lera consequenclas graves. Flnal-
no foi pronunciado. mente j se foi chamar o medico, o qual nao
Eipllca-nos este myslerio, disse Joo, em-1 tardar a vir.
quanto eu, mo grado meu, sentia-me apode- I li Mr. Hermont sabio; eu nao tinhaousado
rado de urna vaga apprehcnsao. < ineier-me com medo de que o mestre me per-
Vosss sabino, meus amigos, continuou
Jacintho, que a eufermaria he dividida em duas
salas, nao he ?
Bllji, disse Joo, a grande c a pequea.
Que mais ?
Minha cami esl na grande... onde somos
mullos...,, ao passo que na pequea nao ha,
cebesse c ralbassc comigo, pois lie prohibido
ir dcilai-se lora do dormitorio. Depois que
Mr. Hermont se foi embora, tambem nao ousei
meaer-me, e mo grado meu, ouvi a conversa-
cao do alumno de que fallo e de seu lio.
_ R quem he este alumno? pergunlou Joan
l'allav.i mu baiso, nao pude reconhecer sua
voz. Logo que Mr. Itcrmonl dcixou o dormi-
torio, o lio dcslc alumno disse-ihe euli:
Agora estamos s,... Falla.... F.u vi logo
que lu lindas alguma cousa que duer-me, e
que a historia de las dores de estomago era
uina inven. iu para fazer-mc vir proiuptainen-
tc aqui.
Joo l'. i> nuindo olhou para mime dissc-inc :
11c singular.... Qual he n alumno que
prega essa mentira de urna pretendida dor de
estomago.
Nao.... nao.... nao sei, rcspoudi eu co-
rando, sem que Joo Raymundo reparasse cm
minba perturbaco. Jaciolho continuou :
Olio do alumno, depois de ter rido com
elle desla vclhacaria disse : i A peca he boa,
mas em rigor nao podias tu escrever-me ?
__ Era inulto importante, respondeu o alum-
no ; as cartas cslraviam-se s veses, minha es-
cripia corra o risco de ser reconheclda; por
isso prefer fazer que Vmc. viesse.
Ccrtamentc tivesie raso.... lie mais pru
dente, respondeu o l.o, reconheco nisso o leu
bom senso.
Trouxe com que escrever, pergunlou o
alumno, pois importa nada esqueccr.
-- Eu previ isso mesmo, e trouxe comigo
niiniia escrivauhia de aigibeira c nunlia cai-
['iia, respondeu o tio rindo-se, Ah esplo -
no!.... cu eslava certo que havlas dcserio
bem succedido aqui como o tens sido em ouiras
partes.... Se continuares assim, irs longc.....
Joo disse olhando para Jacintho e para mlin;
Que pude isso significar ? quem he esse
alumno.' quem he scu lio? que qucrein elles?
Nao comprehendo nada nisso; entretanto eslou
inquieto.
- Dcisa acabar, meu charo Joo, respondeu
Jacintho; faco ludo quanto posso para uada
Nao sei, respondeu Jacintho, Como elle I esqueccr, Indo asiim por ordem de leuxbrau-
cas, do contrario arriscarla confuudir-me. O
lio disse enloao su ti mi lio ,
Estou promplo para escrever; mas he em
verdade um successo mais expedito do que eu
esperava.
i.iisiou-ine bastante, deise estar, respon-
den o alumno ; o tilho de urna especie de sel-
gem que nao se sabe como engodar; avancos,
amlsade, olferecimcntos de emprestar dinbei-
ro, nada produsio ell'cito ; emprcguel clao o
grande meio que cria Infatllvel para apanbar
esse bruial em meu visco; cm urna palavra
propuz-lbe einpreslar-lbe mos livros... alitn
de Mear assim nossa inluiiidade; mas nada!
elle enviou-me a todos os diabos com meus
mos livros.
Joo eslreniceu e caclamou:
Jaciulbo.... supplico-le.,.. recorda bem
mas lembrancas.... Este alumno dlssc ao tio:
ii lilh'i ... he....
Uina especie de aelvagem.
Sim, mas elle disse o lilbo J pergunlou
Joo com urna voz alterada: Elle disse mesmo
o lilbo?
Ccrtamentc, respondeu Jacintho; elle o
disse.
E ests bem certo, accrescentou Joao com
urna ancledade crescente, que o alumno accres-
centou : que tinha proposto ao liluo einprea-
Ur-llic dinbeiro c mos livros?
- Sim, pois nao perdi urna so de suas pala-
vras.... mas que lens tu, Joo?.... Como ests
plido, respondeu Jacintho com Inquletaco.
Ao depois odiando para inim, elle accrescen-
tou:
E tu, Fernando, como coras, parece que
ests tremendo, Ah! meus amigos, bem vedes
que eu tinha raso de asiuslar-me....
-- Este alumno... deve ser Andr Levasseur,
csclainou Joo, eu o reconheco pelos ollereci-
menios que me fea.... Nn te tctnbras, Fernan-
do? eu te informe! de tuda.

>i^


dios brasileros domiciliados am Acaracu'
Secrelarla i,dc dexcuiJjro d( 1851.
Kst coulbrui
Maximian Francisco Uiiarl,
(lluvial malar Inicrinu.
ELEICAO PROVINCIAL.
ColUgio de SerinhUem,
19eleitores.
ii* tro.
Dr. Joffo Francisca Duarte
Major Joto V. Villola
Dr. I.. I', de A. CaUnbo
Dr. Manuel Firmioo da Helio
Dr. Alvaro Uarbalho Uclia Cavalcanti
Dr. Francisco Rodrigues Seto
Major Florencio Jos Carnciro Monteiro
Dr. I. J. de Souza LeSo
Dr. Francisco JoBo Carneiruda Cunha
Jos Hara Ramos GuijHo
Dr. Gaspar de M. V. de Drumond
Dr. J. H. de Albuquerquo
Dr. Francisco Carlos Brandan
Dr. P. F. de Paula C. de Albuquerquo
Dr. A. de M. V. de Drumond
Anlouio Marques de Amorim
Dr. Francisco Alvesda Silva
Dr. Hemeterio Jos V. da Silveira
Dr. J. P. H. Porlella
Dr. Joaqun) Villela de C. Tavares
Tenente-corouel Joo do Reg B. FalcSo l >
VOT09
19
18
18
1*
18
17
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17
17
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14
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13
15
1".
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1")
I*
Dr. Julo Francisco da Silva Braga
Dr. Francisco de P. Baplisla
Dr. Joaquim de Souza Res
Dosembargador J. M. Figueira do Mello
Dr. J. Tli ina/. Nabuco de Araujo
Francisco do Reg Barros Brrelo
Dr. Manoel Joaquim Carnoiro da Cunba
Dr. M. F. de Paula C.
li: Podro Caudiano do Ralis e Silva
Dr. Victoriano do SA Alliuquerque
Dr. /.(imeiico A ViTino de A.
Francisco Aaphael de Mello Reg
Dr. Cypriano Fenellon G. A.
PaJre Joaquim Pinto de Campos
Dr. J. d'Auuno Fonsoca
i.-c. iv.l.i f, C. de Brillo
Padre l.uiz Carlos Coelho da Silva
Dr. Alfonso Peros do A. MaranliSo
Tenente-coionel F. C. do A. MaranliSo
Dr. Cuilbermino C. M. Bncalbo
Dr. M. Archanjo da Silvn Costa
Dr. Chrislovo Xavier Lopes
Dr. Sergio Dtniz do Moura Mallos
Padre A. Jacome do Araujo
Dr. A. lii-imi no da Silva Guituares
Dr. F. A. do Olivcira ilaciel
Dr. Herculano Concalves da Roclia
Coronel F. A. do Barros o Silva
Coronel Jos Pedro Vellozo ila Silveira
Dr. JoSo Jos Ferreira da Aguiar
Dr. M. de Albuquorque Machado
Vigario VensncioHenriquedeRozoude
Tenenle-coronel A. Carneiro Machado ll.
Bario da Boa-Vista
Vigario A. F. Goncalves Cuimarcs
Consellieiro A. P. Maciel Monloiro
Desombargador F. P. Monteiro
Dr. Jos Raymundo da C. Menozes
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo
Dr. J. P. Monteiro de Andrade
Vigario D. Jacome de Araujo
Vigario Nemezio .lo .s. JoSo Gualberto
Coronel Leonardo Bezerra
Dr. Rigueira Costa
Jos Pedro da Silva
Dr. Medeiros
Jo3o Baptista G. da Cunba
Dr. S. A. Mavignier
Dr. F. de S Albuquerque
Dr F. de P. Rodrigues de AlmciJa
Josc Joaquim do Reg Barros
Dr. Jos Qumtino do Castro LcSo
Padro J. Joaquim Camollo do AuJrado
J- A. Lopes
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Bar.1.) de Suassuna
Padre JoBo Caprislano de Mculonija
Dr. J.T.iii i un, Vil/cla de Castro '/'avaros
Dr. G. Xavier Percira de Brillo
Dr. A II. de Souza Bandeira
Major A. J. do Oliveira
Dr. Caetano Kslelita Cjvalcanli P.
Dr. A. G. deS Albuquerquo
Augusto Frederico de Oliveira
'lano de Canibaribe
Dr. A. F. P. de Carvalho
i 'mi'.'ini i Gtiodes do Mello
Padre Vicente Ferreira deSiqaeira V.
Silvestre A. de Oliveira Mello
porta; ainda que custa-nos a crer que ellos,
iient ao menos na colleccSo dos instrunvn
toa da escola de moJicina, ufo possuam
un que sirva para as Infles de parto.
y Ignoramos ao aqu ja fui pralicada a
lilhotrica mas (abemos que ha excollen-
tea instrumentos fabricados por esse mes-
mi) Charrirre, que o Sr. Dr. Carolino dit
estar cima de Sirhenry eSamaon. Sabe-
mos niais que a operacBo da talha o tem
sido por vezes e com feliz resu'tado; e con-
testamos que o ii pai i-i so pratiquenl a. litlio-
tricia o Sr. Civialo, o nBo Civial, como
sempre oscreve o Sr. Dr. Carolino, e o Sr.
Caudmond, sujo nomo anda be nuii pouco
condecido, porquanto outros lio lllustres
quanto o Sr. Civiala a prlic'am, "las como
Amusja!. Lioy d'Etlollos,. Sgalas, lleur-
leloup, Tanchnu, Pravas, Riga), MeyrieHX,
Rigaud, Ai '..i ; I, Guill.iii, ole, etc.; e
duvidamos que no lita-de Janeiro, onde por
dvesas vezes se lia praticado ossa opea-
?io, ainda se ignore o que sabe o Sr. Dr.
Carolino, alo lie, que para se calmar o
eystoma nervoso he preciso rocorror a clys-
teres laudanisados.
3.0 Nao duviJamos que o Sr. Dr. Caroli-
no visso om Pars pralicirso a lilhotricia,
equotenha bons lilbotriclores de Civiala;
mas na i lie isto raso para que seja hbil
o,erador; o so sabe tanto quanto diz, deve
n9o Ignorar o que se passou na sess3o do
Instituto de !'. anca do 23 de outubro de
1848, om quo foi prefeido como o melhor
o lilliolricior do Sr. Cuillon, que no anno
anterior liavia recebido como premio de
encourtujemtnl, 2:000 fr., por le.- inven-
tado esse instrumento; o nilo ha le estar
esquecido do quo nessa scssSo disso o Sr.
Arago, u depois o Sr. Lallemaml. So oSr.
Dr. Carolino nSu tem esse instrumento,
nlo poJo dizer quo tem os mollioros litho-
trictoroi; o devo coufessarquo em Pernam-
buco se sabe Joquevai pela Euiopa, tanto
quanto ello por la viajando.
4." Em Poinn mbuco mo se ignora o fin
a que lio destinado o sueco pancretico, c
as experiencias do Sr. Claudio Bcinard s3o
couhecidas desde quu ln: .un publicadas no
jornal do Instituto do principio do 1848, o
no n. !_ di Czela-nicJica de Paris, de 23
de uiarc,o de 1818; porquanlo por todos os
navios procedentes de Franca e de Ingla-
terra so receben) jornaes sciontilicos, e nol-
Ics vem transcripto ludo quanto na Europa
apparecc relativamente ao progrrsso; c j
isto nicsino foi publicado nos jornaes de
medicina do Rio de Janeiro, e aqui. Ou o
Sr. D-. Carolino mo sabia disto, e n3o de-
via escrever para o publico mo estando bem
informado; ou sabia, o entilo n3e passa do
uin impostor.
5. Nao silo doscinheciJas em Pernam-
buco as opiniOes do Sr. Miallio e Bouchar-
dal, o mo Bouchurtl como por vezes oscre-
vo o Sr. Dr. Carolino; assim como os tra-
ballios do Sr. Claudio Bernard, e os dos
Srs. Frcriclis o Lehaiann; eno cromos que
csses trabalhos licassem inditos, ou sejam
um legrado seieoliflco s couliaJo ao Sr.
Dr. Carolino.
6." Altestados tos, como ewei que apre-
seutou o Sr. Dr. Carolino nenbuma impor-
tancii teem : de ordinario elles s3o dados
a lodos aquellcs que ficquonlam os cursos,
c os pedem, sobro tuJo quando esses cur-
sos s3e Jeitos por proparadores a quem se
paga, ou prufesso.es particulares que d3o
lices gratuitas com o fim de se irem acre-
ditando, e preparando para os concursoa
de cjdeiras; e s** fossemos obrjgados a crer
piau.cule cin facs altostidos ou documen-
tos, ostao deveriamosdar toda a importan-
cia aos elogios quo em una carta dirigi o
Sr. Vctor Hugo ao autor do cerlos versos
escritos oui i o: tuguez, lingua que iguora
o poeta l'iauc.z ; eutr.laiilo que ess:s ver-
sos mo merecen) taes elogios.
7," Por lo los os navios vindos do Franca!
2
3ue os ennhecem. o sabem todas as mo.li-
eafOes que tem exprimentado esses ins-J
trunientos.
II. Se outra prova de sua babilidada em
operacOes nBo nos d o Sr. Dr. Carolino,
alm de apregoar-se como tal, dizer quo
tem instrumentos, apresentar altestados
que nem sequer silo de lentes da escola do
medicina, o saber o que be una urvina,
ento nada provou, e nos faz lembrar da
historia de carto padre atolelmado, que ten-
do de pregar em urna fasta, que elle queria
elogiar, princigiou dizendo : esta fesla be
grande por ser hoje da de N.S. da Concei-
i,'an, ter meu i ai porjuizeeu por pregador.
Se invoca smenle esses attestados, sera
mostrar om quem praticou com habilidad
c delicadeza essis operacOes, que no Bra-
sil ninguem sabe ou vice praticar, vai
mal; por quanto vastantes charlatBes e im-
ooslores os tem apresontado e em maior
numeroprometten Jo at cousas impossiveis,
bastando para iito citar um medico bespa-
ohol, que curava hernias anligas, canoros,
epilepsia etc., entrotanto que nem a Dais
t.'ovial receita sabia passar.
12. NBo duvidamos que o Sr. Dr. Caroli-
no tenha instrucrjBo vasta, o seja habillissi-
mooperador, mas nes parece incrivel quo
sendo tal, como diz, nBoquizesss Qcar na
llahia, sua patri<, onde os mdicos sBo 13o
ignoraalos, e tal he a escaasez de recursos
cirurgicos que nem ao menos possuem um
cephalotnbo, e venlia procurar fortuna em
urna provincia de tanto hairrisno ; som con
lar que desconfiamos de todo o homem que
recorro a pomposos annuncios, nelles exal-
tando o seu siber, e oscreve estirados com-
municados em que divaga s com o fim de
incnlcal-se, sobre ludo estando nos i t3o
provenidos contra o oharlatSes e imposto-
res, que tem vindo a esta trra, servindo-se
dos mesaios meios que o Sr. Dr. Carolino
hoje einprega.
13. No contestamos que aquello que for
a Europa, dadas corlas circunstancias, ha-
de ser superior ao que l n3o tiver ido, em-
bora haja esludado; mas admettindo isto,
ni.i podemus deixar de doduzir que mais
instruido do quo esse, que lafur, ser aquel-
lo quo l tendo feito sous estudos, rollar e
semp o esliver em contracto mediato com
os bomens instruidos por molo de suas
obras. Admetindo isto, nao podemos crer
quooSr. Dr. Carolino seja o mais instrui-
do, nem possa fallar com tanta fituidade.
14. N3o duvidamos que o Sr. Dr. Carolino
.. ; 1111 ._.t iodos a quelles que na Europa es-
tudaram, mo excepluando-se nem mesmo
os que de la vallaraui desde muiles annos,
ou ja nao cxistem: pois que nos qde nunca
fumosa Baha, Rio de Janeiro ou a Europa
.-.mili culos o Sr. Dr. Carolino, e sabemos
quo principiado a estudar medicina na Bi-
(ia, fui doulorar-se no Rio de Janeiro.
15. Nao podemos pagar a impressBo das
obras do Sr. Dr. Carolino, e por isto nao ta-
remos o prazer de ver os seus profundos
trabalhos, e essa mais do que profunda me-
moria cerca do diabetes ; todava psrece-
nos que a nossa falta de meios n3o ho razHo
para que liquen) inditos trabalhos ISo im-
portantes, que i o,l,un ser publicados om al-
gn) jornal de medicina do Rio de Janeiro.
So be 0S90 o nico obstculo, crcio que des-
apparecera quando quizer o Sr. Dr. Caro-
lino.
Cremos ter dito quanto basto, e liaver si-
do polido ; se pornt oSr. Dr. Carolino ain-
da suppOem que merecemos palmatoria, e
quiser quebrar o nosso bairrismo, ent3o
desdo j Ihe damos as mBos ; assegurando-
Iho quo esta he a ultima vez que coa) elle se
o.-cupa. O Boticario.
Correspondencia.
Srs. Redactores.Tendo chegado a meu
ui...ti.nenio una correspondencia inserta
e Inglaterra so receben) jornaes scient'fico's, I on> seu jornal de 17 do corrente com esta
m\ -.. n (lliaaiEB ...a________ .a*-.. I. _.__ i i i i- i. i,. i ii i. I n A ( I ~ &!_& ^. la
Cummunicado.
Lemos o communicado, que o Sr. Dr
Carolino T. do L. Santos publicou no DiVi'io
'le Pirnambuco de boje, e mo podemos con-
ter o riso vendo a faluidade do um homem
que s por ler viajado por Portugal, Franca
e Inglaterra, o liaver esludado om Paris,
so suppe cima do todos, c er ter visto e
aprendido mais do que outros mdicos,
que por l lamben tem andado, visto e
esludado; e posto que lenliamos feito pro-
posito de n.lo mli'annos em discussos com
pessoas, que se querem inculcar por tal
modo, porque sabemos por experiencia,
aqui adquirida, que essas pessoas s dese-
jam ter motivo para, coreo o Sr. Dr. Caro-
lino, divagaron) a vonlade, eoccasies para
empaparan o pobre publico, quo quasi
senipro se deixa seduiir por palavrns vazias
de sentido, e por phrases que muitas vez
como dWseicos, c minios mdicos lia em
Pernambuco, quo possuem excellentes ins-
trumentos, o esto em i rluc i com os mo-
llioros fabricantes de Paris ou Londres.
XSo duvidamos que alguns tcnhim mais
instrumentos do que o Sr. Dr. Carolino, e
nos cantos dosuas bibliolhecas mais litros
do quo na sua aprsente o famoso discpulo
do grande Condinont, etalvo mais lenliam
lidodo que elle. SorBo os livros fon les de
conheciinentos ?
8. NSo foi por espirito de bairrismo quo
dirigimos ao Sr, Dr. Carolino algumis por-
guntas, porque nenhum bairrismo temos,
que se possi quebrar com bolos; e se Ihe
pe limos quo declarasse ondo era doutorado
foi porquo s allegando que estudra om
Paris, fazia cror quo se envergonhava do
dizer onde recebra o gran. Aqui temos
quando muito, tanto bairrismo quanto os
(ilhos da Itibin ; mas cuenpre-nos confessar
que minio nos admira quo o Sr. Dr. Caroli-
no, sendo to instruido, o tanto havondo
eslilla la em Pars, u3o so quizesse douto-
rar na escola .le medicina da capital da re-
pblica franoza, que passa por urna das
pnmoiras, sen3o a primeira.
9. Se o Sr. Dr. Carolino s acredita na
nstrucc,3o daquellcs que mais cm contacto
eslivorom com os professores, o chegaram
ha menos lempo, entSo n.lo he elle o mais
nslrui.lo, nem quem mais viu ; porquanto
iiSo comprehende; todava, para que ess .
publicoconhecaquemheoSr. Dr. Carolino,l0'Uri)s ha che8"loa "epois, e outros ir.lo
e n3o interprete mal o nosso silencio, di I1
remos o seguinto :
1. Desde muito he condecido aqui um
instrumonto, ojoeerreptf! cssagar a c
bec,a do feto, reduzindo-a por este moda
a menos voluine, instrumento inventado
por Baudelocque, sobrinho, e quo foi denu-
mnalo cophalolribo, o n3o ccphalotripo.
comoeserove oSr. Dr. Carolino, talv.'z por
saber mais do quo todos; e se na Baha,
sua patria, os lentes o n8o conhecem, ou
o 1)30 te.n, queixe-sa do governo que os
conserva c paga, o do publ.o que ossup-
-> Jle verdade, ilisiccu tremendo.
Tal era a aociedade de Joo que miuba eino-
vao Ihe escapou, cu cobre! enlo um pouco de
animo e accreicenlei:
T'.iive/. .. I^vaateur fe tanibem cala pro-
poata a uulros que mo a II.... c....
Mas elle disse o lbo exainou Joo com
auguatia, uau ouvlste cntao.... Elle dase o Ti-
Iho. .. c para mlm estas palavras....
A,i depoia Interrompeudo-se elle accrei-
CCBtCU.
Jess! o que he que isso signiliea^ Oh!
o..o. grado uieu assusiu-me, .. Jaclnlho,
coutluua.... eu le conjuro.... nao esquecaa na-
da... recorda-te de ludo, al da menor palana.
Fa;o csfvcoa pira isso, Juan, respondeu
Jacintho ; leliiineate miulias lemhraiicas afio
bem presentes, o alumuo dlsae depois a sen
(lo i
-- Nao podendo conseguir Ugar-me com o
lilho, dlrlgl-uic a oulra parte; repellldo pelo
selvagem, pelo urso, ful admiravelmente bem
aucceSido jniilo de nina especie de moco val-
dono; gracas a elle eu aoube o que nos iinpor-
Dva saber t at inulto mais do que esperava-
inoa saber ; inaa guardo-lhe Isso pira o raini-
Un le. Eacreva pols que eu ditarel.
Eis-aqul, accrescentou Jacintho, ponen
uiaia ou menos, o que ouvl o alumno dictar ao
lo, o qual repella, medida queescrevia estas
pequeas pbrasea curtas e corladas:
Obierotto'ei aerui.
10. Se por al(."ucm ignorar o noaie de
qualquer, instrumento merece bolos ; e se
m.i h-bi! cm operacOes he aquellc quo me-
lhor condece os instruiuentos, e sabe os
seus nomes, cnl3o muilos bolos, ou antes
pea merece aquello qu sondo reprovado em
a! n 'o escola de medicina, cimo a da Ba-
ha por excmplo, onde os lentes n3o conhe-
cem o que ho cepbalotribo, ou ccplalotripo,
como quer o Sr Dr. Carolino, procura nu-
tra escola, emciborcs operadores s3o os fa-
bricantes de instrumentos cirurgicoi, pois
Guardam ainda dcbaixo de vidro seu espolio
cnsangueulado.
['.ilion com enlliusiasinn do herosmo dos
revolucionarlos da convenco.
Nao Icm seuiia iinprccaciacsdc odio contra os
oercltos cslrangeiros ..lidos de nossos sobe-
ranos legtimos.
De.presaino estado militar c exaltam as pro-
lissoes ni liisirl... que dao acca'o sobre um
grande numero de ohmios.... a sobre a plebe.
Jautho intcrroiiipeudo t m.io sua narraco
como para interrogar suas lembrancas, disse
fallando com sigo mesmo:
S|iii., he ludo quanto o alumno ao prin-
cipio.... dictou ao lio. Na.la esqueci...,
-Vi,i sci qual era a physionomla de Joo Ray-
mundo durante a narraco de nosso caiuarada ;
cu nao ousava Irvautar os olhos, um suor fro
neinundava a fronte ; um coudcinnado mor-
(e que aguarda sua senten;a, deve experimen-
tar o que cu experimentara,
Mais tarde aelieiune em poiicOes mu criti-
cas, porm jamis nao senil urna tal angustia.
Itaymundo sem duvda mais preocupado dos
perigos que esta infame delaco podiafaier cor-
rer a aua mal do que de sua orlgein, nao repa-
rou em atlas) demais elle eslava mui longe de
suapeilar-inc. Eu ou va aua reapiraco oppri-
nida, quasi arquejaotc, eu nao me aeotia com
animo de olhar para elle. Quando Jacintho se
iutertoiiipeu alim de melhor' recolher suas
lembrancas, Joo disse-lhe ;
Acaba, em nome do eco.,.. Acaba, c nao
esquecas nada,
O alumno, eonllnuon Jacintbo depoia de
ter dilado ao lio estas infonnaedes, dlaae-lhe :
Agora passrmn; ao faci. o segundo
opigrnphe roto de gratidSoassignada
por um ollicial do exercitoem o qual o seu
anclar quasi que me confunde pelo excesso
do hondada com que se dignou prodigali-
zar-me elogios, que licam cortamente muito
alm do pequeo merec ment, quoeu por
ventura possa ter; e correado-me a obri-
gaco de rcspondor-lhe sinto-me extrema-
mente embaracado peladifliculdado de en-
contrar eiprossO.'s com as quaes bem Ihe
possa agradecer a cortezia, c hondada com
quo se elle houve para commigo.
Tratando como costumo as pessoas quo
me buscam, quer como particular, quer em
virlude do omprego, que oceupo, nada mais
fajo do que cumprir com um Uevor bem
ii u ni al ; pelo que nao vejo nisso lllll tlllil i
para merocer o reconhacimento, e gralidao
.estas ateslas pessoas, tanto mais quanto
uo posso mesmo comprehendoi o que seja
nnposlur.ir cusa do um em prego, quo se
oceupe por maisimpoilanle, e elevado que
seja.
Assim pois recebando o voto que me di-
rige o Sr. ollicial, pi emit i elle que o conci-
dero tilo simiente um elTeltode bondade do
seu coraeo, sendo isso mais um motivo pa-
ra que eu me confesse dupllcadamente
agradecido. Alm do que n3o he muito de
admirar, que eu me porte urbana, e delica-
damente para com aquellas pessoos, que co-
mo o Sr. ollicial sabem nstentar-se 13o ur-
banas, e delicadas, e .-fio os primeiros a nos
ensinar as qualidades, que deven) destin-
guir o homem de c-iucacalo, E Vmcs., Srs.
Redactores, muito mo obrigarSo com a pu-
blicado deslas linhas de seu assignmt,
oorigado. Joaquim Maria de Carvalho.
Recifc 17 de dezembro de 1841.
wwj-j.ij i ii. ai mmmmmammmmBm^m
VARIEDADE
HMUltlAS DE UM FlaiLGO POBRB.
I.
De que me serve, menina,
Ter um cao, e ter um galgo ?
Ter um furo de fitlalgo ?
wm
A ci be iiolada.
Niiiijunu Dtra senno dcpoli de ler ido eu-
minado atraret de um postigo.
Nio ba cm casa iciiilo urna o criada crM.i domingo deste mee, dr. urna para duai hora
velha. da larde, muUoi homens de nemblante energl-
Couservain com idolatra no quarto de dor- co, vestidos como gente do povo, estavain reu-
inir as insignias do jacobinismo, o retrato do rrido em casa da pessoa em questao ; um d-
decapitadio. I set homens, de quarenta aunos de idade, pou-
co mais ou menos tendo ar militar, bonet de
polica verdee encarnado, bigodes pretot, ca-
bellos que iiin embranquecendo, foi principal-
mente observado ; estas especies de bandidos
accolheram o lilho com deferencia, elle trocuu
algumas palavras mysteiosas com o homem de
bouct de polica, ao depois este e seus compa-
nheiros pissaram bem um quarto de hora cm
conferencia secreta co.u a iit, linda a qual
sahiram. Promeiti-lhc o ramilhete, meu cha-
ro tio, aCOfeKftulou o alumno, ei-lo: escreva
com a melhor lellra que Ihe for posslvel; o
mesmo domingo, mesma hora, um homem
de barba ruiva longa de rosto asss bello, com
a fronte desguarnecida de cabellos, d Idade de
trinta esels a quarenta annos, peloque pareca,
vestido de sobrecasaca ou casaca escura e co-
Icte brauco foi visto em urna das trapeiras da
casa em questao, ao depois elle retirou-se pre-
cipitadamente, tcmciido sem duvida ser des*
coberto em seu escondrijo: evidentemente es-
te homem he aquelle que se procura cm outra
pane.
Jacintho foi interrompido por utuaexclama-
co de Joo, a qual plntava ao mesmo tempo o
espanto, o desespeio e o temor; nao sel se elle
(iiiha at ento suspeltas sobre uiim, mas a de-
laco relativa ao nomem de barba as desvlou
sem durida; porquanto elle nada me tinba con-
fiado a este respcito, e era aua perturbaco nao
culdou em combinar a hora desta apparlco
com a hora em que elle e eu estiveramos scma<
dos no janliiii esperando o momento desermos
recebidos por madama Unj inundo.
Eu me crl por um instante salvo.
Cada vez mais assustado do perigo que cor-
ii un ai imilc seu lio (este homem de barba
em Jaques Godofredo, condemnado a morte
por um tribunal prebostal c que se cria erran-
te nasinontanhas do Vlvaraes), Joo eiclamou
E ter tambera alm disto
O meu habito de Chrlsto ?
Ii.
De qua me serr, senbora,
Ser de noite, e ser de da
Tratado por senhorla,
as ras, as proclssOes,
Nos bailes, e nos saldes ?
m I1L
De que rae sirve que tenba
Um velbo tells bordado,
lia cera annos pendurado
N'umcavallo de madelra,
Velho adorno decocheira?
IV.
Se a respelto de patacos
Estou mesmo urna miseria!
Mlnha mal Donna Qullerla,
Quando foi para os aojinhos,
S me deu os pergaiuinhos.
V.
E os pergamlohos. senhora,
Sao cousa muito bonita;
Mas quem nelles acredita,
Se nao tem que dar ao denle,
Nao faz figura decente.
VI,
Els aqui, menina, a causa
Do mu eterno penar!
E de nao me querer casar '
Fldalgo pobre, e casado,
He candielro apagado.
VII.
Eu na velha monarchla
Quis tomar ordena menores ;
h segundo oa raeus malores,
Pllbar com a mao do gato.
Qualquer botn canonicato.
VIH.
Dastes, menina, que davaiu
Nos bellos lempos de eolo,
Engrolaodo um canto chao,
Mesa farta com pastis,
Moclnha de maos d'anncia.
IX.
Mas a reforma l'atal
Me fechou todas as portas ,
As cousas correram lorias ,
Niu metal de loura cor,
Nao arranjei prolector.
X.
Romp trea annos a lio
iliini paciencia chrisia
O meu barrete de lia
A cortejar oa manddes
as auas repartieres!
Agarrei-me caria pura,
lovocnndo o grande artigo'.
Mis cacaarain comigo,
E Hquei como os de mais
Para as medidas geraes.
XII.
Sem ter, scobora, d'aqulll.
(oiu que aluii.ni compraos inellcs ;
Niio se arranjam proleccdes '
No en i,, de i.mi,i < ni,'.le
Fiquci chuchando no dedo.
XIII.
O systema liberal.
Que felisineote nos rege,
As virtudes nao protege i
Abunda de palavrorio,
l'.irein ludo lar. lorio.
XIV.
t. onfesso a minha fraquexs,
A unnli i .1,lui.t.1,1,
Acreditei na verdade
Que o aystema liberal
Salvarla Portugal.
XV,
Acreditei que nos dava
Justlca como Dos manda !
Mas hquei de queiio banda
Quando si que oa tribiinacs
Julgavain por quem d mais.
XVI.
Acreditei que os ministros
V'.i aerlain Iralicantes!
I'ei, ni vi-os comod'anles.'
Pobres, antes de subir !
Ricos depois de cahir.'
XVII.
Acreditei que as scieniiaa
i-i ilii.ii mu mais luzea!
Mas s vi quatro lapuzea
Sablchdes de botequius
Escrcvcndo folbcllns.
XVIII.
Acreditei que nos davant
Itoas estradas, canaes,
E outras muitas cousas mais,
Suc ha l por fra, c que san
ceessariaa nacao !
aa XIX'
Mas aci y fuf0, programmas,
Empresas sem capiats !
Coincdclas sem iguaes '.
Cornos, e contos rtc rls
Dissolvidos em papis!
XX.
Acreditei que os servicos
Scriain recompensados ;
Mas s vi por meus peccados
Premiar com distinccSc.
Os agentes de cleices !
XXI.
Acredite! qucescolbendo
l'ons ministros do altar,
Queriam moralisar
Este povo, que infeliz
I rovou as guerras civis,
XXII.
.'las so vi padres tuinbeiros
Sem moral feito pastores I
Ou com cara de impostores .'
Ou fazendo galardao
Oa fatal depravado!
XXIII.
Acreditei que o ihesouro
Seria bem governado.'.
E que tendo organisado
As huancas, poderla
Rcccber, pagar em dia.
, XXIV'
Mas que vi ? s desperdicios!
Gastos enormes! usuras I
Loucuras sobre loucuras.'
Uin tii,-,.,,,,-,, sein diuheiro I
Um thesouro calotelro !
XXV
Finalmente acreditei'
Suc o sj stema liberal,
ava a paz a Portugal,
Essa paz lo desejada !
Dos jornaes lao decantada .'
XXVI.
Mas em vez de pas s vejo,
Intrigas odios Iraices /
S remitas mi l'acces !
Tudogrita! ludo ralba 1
Por da c aquella palha !
E este homem. que eacrevla..... que
dase.....s ultimas palavras que Ihe forain dic-
tadas?....
Foi prncipemente aua respoita que me
assustou, respondeu Jacintho ; porquanlo I, -
vanlando-se sbitamente, elle disse com um
toin de triumpho :
Antes de urna hora elle e ella estarn em
nosso poder.
Apresse-sc, disae o alumno, nada mala te-
nlio .iiie referr-ll,e.
Quando Jacintho acabou de dizer isao, ,1c-
rain seis horas c niela no relogio do collc-
glo.
Joan cslrcmeccu, c calculando que mais de
tres horas se tinham passado depois da parti-
da do tio de Lcvasscur, e que anrisao de ma-
dama Kaymundo c de Jaques Godofredo sem
duvida tmli-i j sido .-Herniada, exclamou
ajunt.iii.ln as nios, com urna voz que cortava,
oa coraedes:
Perdidos, .. perdidos ambos I
Ao depois auas feicdes tornarain-sc assusta-
dorat de odio e de raiva, De um aalto elle che-
gou a porta da pequea enfermarla, abrio-a
violerttamente e eulrou seguido de Jaclnlho, o
qual o acompanhou consternado, depois de me
ter dito :
Fernando, nao o deixemos..... Estou c'er-
to que elle ral batter o alumno.....Compre-
bendo tudo agora.....Vem..... vera.....
Jaciotlio dcsappareceu.
Eu llnha licado immovel em meu lugar, rs-
magado, anlquill.do, nao ousando, nao poden-
do dar umpasso.
lima ultima e louca eaperanca me restava :,
be que Andr Levuii-ur em quem o furor de [
.1,1.1.1 ia aem duvida fartar-sc, nao me nomcia- \
ra.
De repente ouco a bulha de urna lula violen-
com urna vos entrecortada, dlrlgindo-sc a Ja-lta, golpes surdos resoain seguidos de gritos
clntho : I agudos de Levasseur que iutplorava toccorro
XXVU.
Todos qai.r.m governar I
Tudo qutr atr empr.tado 1
E o pobre po cuitado,
Sem |nes inerecr compaixo
Continua da.klbardao.
XXVIII.
A'.vlsta disto, rdo mala
Que notlnteiro me lloa ;
Acredito, miaba rica,
Que este mal, que causa tedio
Entre nos nao tem remedio.
XXIX.
lioverne quem governar,
Este achaque nao tem cura.
Que trlumphc a Carta nura,
Ou trlumphe a reformarla,
Tudo he patacoada,
Tudo por fim se reduz,
Ao notorio venha a nos-
He queitfio de na e vos -
Quem mi come, quer papar .
Quem come, nao quer largar.
XaXI.
E mettldo o pobre povo
Nestas grandea contradanzas,
Sahe rua.'quebra lanfas,
E por fim setnpre he comido,
Tendo de degro aervido.
XXXII,
Eu por mlm co-me em trinta,
Al ver em que lato para ;
Que he de certo cousa rara !
K aein mala, aenhora minha,
Dos a faca urna sanllnha.
___________ (Urna Titano.)
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 18. 14:053,763
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 17 .21:735,344
Mein do dia 18........3:987,035
25:712,379
DIVERSAS PROVINCIAS.
Tueatrode Apollo,
Gomo porclreumatlncia imnrevhU,, nn
pode subir a acea do dia designado o'dra
ma de grande maohlnlsmo D. JoSo dB ti.
ranaa. O dlHctbr empreiario tr.n9fe,a .
sua repreaentaettq para o diasabbado. ao d
crrante, impretenvefmenle. Declara mai<
que em satisfacao aoS seus protectores
bilhelesae vendarSo para urna noute li0
raodo-se os presos da maucira seguate -
Camarotes de primeira o segunda onlm
a 10,000-re. 'uem,
Platea geral, cadeiras e gatera de teroi
ra ordem, a 2,000 ra. cei"
Osseiihnres que ja liaviarn tomado hilli,.
tes de platea para as 3 nouto*. se quizerem
podem dirigir-se ao escriptorio do tbeatrn
para que os doua .las.duas ultimas selam
substituidos por outros, para a primeira
boje annunciada, e aquellas que compraran!
do cadeiras a 3,000. rs. por noute, pd^
v.r recebor a dlflera. que de 'promp
Ibes ser restituida no mesmo escrlptnriu .
licando de nenhum ITeto o programma an'
teriormente apresentado nos jornaes desta
cldade relativamente ao pretjo e qualillcs
cSo da platea geral i comprehendendo esti
agora lo lo o ceutro da sala e assentos oor
baixo da primeira galera.
Rendimento do dia 1 a 17.
Idom do da 18.
1:604,632
70,858
1:675,400
ilECEUEDORlA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do da 18..... 463,503
CONSULADO PROVINCIAL.
I'.en iiinenl n iln ili.i 1S.....2:781,534
K-
Dccliir.-irfli).
EAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLtZES
A VAPOR.
No dia 22 deste moz espera-
se o vapor /ni, commandante
Chapman dos portog do sul, e
depois da demora do costume
seguir para Europa : para passageiros diri-
ja-se em casa da agencia n. 42, uo trapiche
novo.
TUEATRO E SIZ1BEL.
26.' RECITA DAASSICNATURA,
E
Ultima nesle ctrrente anno.
Tendo o administrador empresario de
feixar o thealro em consequencia de so a-
charem muitos dos senhores assignantes, c
a maior parte do publico, fnr da n lude,
tem determinado dar um ultimo e variado
espectculo de mcerramento no dia
Sabbado 20 de dezembro de 1851. ,
Depois de urna das melhorcs ouverturas,
subir a scena o interessante drama turco,
em 2 actos.
Zulmira.
OU
O modelo de Constancia.
."erjonaaenj.
Ilerzado, sull3o.Germano.
Zulmira.D. Manoela.
Tirmeno, seu amante.Silvestre.
Osm n velho conlidente do sultSo. Res.
Zelim oscravo preto.Raymundo.
Muley.Coimbra.
Mufl.Pcreira.
Ksi'iuvos, soldados etc.
PublicacSo Iliteraria.
11 si o i a universal resumida.
Para uso das escolas dos Estados-Unidos da
America do Norte, por Pedro Porley, tradu-
cida para uso das escolas do Imperio do Bra-
sil pelo desembargador conselheiro JosRi-
beiro. Este exoellenle resumo acha-se nos
prelos da capital do imperio, e brevemente
salina a luz : subscreve-se nesta oidado do
Recife na livraria n. 6 e 8 da prega da Inde-
pendencia a 5,000 rs. por cada oxemplar en-
cadernada.
ELEMENTOS
DE
Homaopathia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatha Cos-
set Uin.mil. Recebem-so asaigoaluras para
a obra inteiraa 5,000 rs., no consultorio
liomrBopathicoda ra das Cruzas n. 28. De-
pois da publicarlo da torceira parto, o pre-
5o ser olevado a 8,000 rs. para aquellcs
que ua tiveremaSMgnado. No mesmo con-
sultorio, acha-se a venda tudo quanto he
necessaro para o estudoea pratica da bo-
mceopathia, como seja : livros impressos
para historias de doentes, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco, o
encarrega-se de mandar fornecer qualquer
encominenda de medicamentos homoeopa-
thcos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : falhogeneiia dos medicamen-
tos brasiieiros.
Elementos de anatoma e phiiiologia com es-
tampas, para os curiosos em homosopathia.
Roga-se aos senbores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio bomcBopatbico da ra
das Cruzes n. 98.___________
TRATA Al UN O HOMEO-
l'ATHICO.
DAS MOLESTIAS VINEaEiS,
o coDselbos aos doentes para se curaren) a
si mesmo, sem precisaren) de medico;
pelo professor homceopatha
Gosset-Bimont.
Sabio a luz e acha-se a venda no consul-
torio bomcsopathico da ra das Cruzes n.
98, pelo prego de 1,000 ra.
Avisos martimos.
Freta-ae para qualquor porlo do Medi-
i terraneo o brigue inglez Salla-Roolch, capi-
| tan Juan Maciaiavifh : irala-so em casa du
Manoel do Nasclment Pereira, ra do Tra-
piche n. 13, ou com o capitao na praja ou a
bordo.
Para o Acaracu' segu viscera al o dia
! 90 do inri enta, o biate nacional \guia Bra-
\ tileira, e quom no mesmo quizer carregar
' ou lu- de passagetn, dirija-se ao escriptorio
: de Manoel Goncalves da Silva, ou a bordo :
No lm do iltama as Sonlioras I.anda o Car- 'a tratar como capitao no trapiche do l-
mela, i-.minian o excellente.o muitoapplau- godio.
dido dueto da Opera Para o Cear sahe o biate N. Olinda ;
Norma. deixou de sahir na segunda-feira por Incon-
Dopoisdo q'ualreprescnlar-se-hao l.'acto' Sen,'enlM' s".hia 'oiprelervelmeute sab-
dodrama bado; rocebe anda alguma carga ate o da
Dr..,, j. i>,. 118: trala-se com Manoel Das oa Senzalla
. Cezar de 1 tazan. [ Velba n. 138.
0rEamJ:edgulU:S8rLand.,execUt.r.liud,:Para0 0 *|jg** e Monte-
cavatina da opera video.
Km i ni. Sahe com multa brevidade o veleiro pala-
Acompanhia nacional representar, de- c.ho brs'lro Bella Aila, porj ter metade
pois. o 3. acto do drama. da carga prompta para Montevideo : quem
a Clrararle lipn 5o mesmo I"'?01' "K'- P" qualquer
nuiataucucus, dos portos, ir do passagem ou ombarcar es-
E neste aclo que Mana e Podrinbo cantao cravos para o Rio de Jaueiro, dirija-se a ra
edentSoo da Cruz n. 40: a tratar com Manoel Alves
Dote da Saloia. Guerra Jnior, ou com o capitSo Manoel Jo-
Logo que termine, a Sr." Landa executari s de Se"a Martins na praja do commercio.
unas lindas variafOes, em seguida a Sr. "" l>lr* Bhia aho por osles 8 das o
Carmela cantar a cavatina da opera luata Caprichoso, de 40 lonelladas, bem
Ctolumela construido e muilo velloiro, com bons com-
modos para passageiros; quem no mesmo
Terminara o espectculo com a graciosa quizer carregar ou ir do passagem. diriia-se
comedia em msica em 1 acto a pri?a do torpo santo n. 2, primeiro au-
() Iseijo dar, ou a ra da Madre de Deoa, armazem
O administrador emprezario julga teror- do Vicente Ferreira da Costa,
ganizadoum espectculo que muilo agrada, I > Fara O Porto, Sflhe imprete-
tanto pela variedsde, como pela sua ceerta- ..!._._,_ i. .
daescolh.. o publico, a quem o adminis- rivelmeote, no da a4 do corren-
trador omprozario se confessa assaz reco- te, a galera poi lti!;ucza liracharen-
nhecido pela constante proteceflo que Ihe ha .. j. i i rar,is U.^rio-n
prodigalizado, mo deixara por corto de con- ^a qual lie capitao llodrigo
correr mris esta vez ao theatro de Santa Iza- Joatjniiii Crrela, ainda recebe al-
bel, tanlo mais que oesta noito termina as rruma carira n frfp r nnssao-.iroK
fadigas theatraes do anno de 1851. Suma carg a etc C passageiros ,
Comecar s 8horas. para os quaes tem excellentes com-
ObMSmMS MataM-aM i venda no lugar do m0(Jo9 ; quem mesma q(|zer
A' priso I exclamou Rayinuodo
auto ; c ininlia mal ?.,.. Vou ler com
i
com es-
ler com ella cor-
coin todas as suas forjas, entrenoto qnc Ja. I
clntho solucava c loo icpelia com furor bal. T"
tendo em Andr : rendo..,. Ab I se ainda fosse lempo....
Toma espillo.,.. ; toma, infame I.... se nao Dixendo Isso elle lancou-sc para a porta, mas
medites como pndcslc assim espiar mlnha o professor agarrou-o pelo braco repelindo :
ni.li.... mu,.-i,-. A^ prlsao.....ej.
Perdo !..... inuriuurava Levasseur com' Nao licarei mais uin momento aqu, cz-
iiini voz que ia dcsfallecendo, perdo.....Foi clainou Joao lulando : imperta que eu v ca-
l'ei liando.....; elle conlou me sua visita casa aa de minha nii prcveni-la, se aiuda for Icm-
dc la mal.....elle vio o homem de barba.....
elle me dlssc tudo.
Senti-iue perdido I Quasi no mesmo Instante
vi Joo culrar outra ves.
Em quanto for vivo nao esqueccrci j,iiuals
seu olhar.... sua physlonomia....
Nao vi nelles nem furor nem ameca.... maa
una exprcasiio de desespero profundo. Elle da-
se-ine com um toin de decepeo cruel :
Tu?.... fuste tu '....
A cabera perturbou-sc-uir. O locutorio da
enfermarla achava-ae no terceiro andar : a Ja-
iii ll.. eatava abena, corr para ella, aubi o pa-
rapelto com os olhos lechados, ouvl um grito
lerrlvel de Joo, e no momento em que eu mo
balancava no espaco, suas unios vigorosas sus
tiveraiii-me pela aba da sobrecasaca. Flquei
por um Instante suspenso a una altura de qua-
renta ps.
J nien peso fasia rasgar os vestidos, quan-
do dous professores aceudindo bulha da lula
da enfermarla, preclpitaram-sc em aoccorro
de Joo, o qual contlnuava agarrado com meus
vestidos. Seguraram-iuc pelos bombos t pu-
charam-me para dentro do locutorio.
Ento passou-se una scena aflljcliva.
colleglo.... largucm-
Um dos eofermelros, testeiiiunha das violen-
cias exercldas por Joo sobre Levasseur, liona Nao pude ouvir mais, desniacl.*
ido pressa prevenir e buscar os professores,
que acabavain de chegar; entretanto que um ,'ConliHaar-H-a.J
driles me segurava, pois eu sentia-me prestes
a desmalar, o outro ordenou a Joo que o sc-
euisie priso.
po..... Quero deiaar
me..... larguein-inc !
Ii.-ix.ii.i o colleglo, se seus pas consenll-
rcm nisso, c quando tiver sofl'rldo a sua puoi-
co, respondeu o profeasor.
ajas vendo-se violentamente repellldo por
Joao, este Loineiii chama oa enfenneiroa em
seu soccorro, c apezar da resistencia de Ray-
mundo, resistencia desesperada, furiosa, mistu-
rada de lagrimas e de suppllcas que corlavam o
coraco, pols elle pedia pelo amor de Dos que
o delaassem ir ver sua inai que eatava exposta
a grandea perigos, o desgrarado, foi derribado,
cnvelin cm mu lenco! e arrastado para aer le-
vado a priso.
No momento em que dclxava n locutorio, on-
de cu tmlia licado uieio iusensalo creudo as-
sislir a um sonho liorrivel, Joo fez um movi-
mento para voltar para miinseu rosto paludo,
magoado, contrado.,.. Ah parece-iuc qnc o
i-stoii vendo ainda I....
Adeos..,. meu amigo.. dlsse-mc elle com
uin sotrlso ainaigo. bis aqu a tua obra. O
sangue doa meus, se fr derramado, cala aobre
ti.....i eu teria devido deizar-te niorrer.....
porque tu nao viveras seno para o inal... Val...
eu te despreso..
ma. ou


m
*r~
carregar, ou ir de passagem, en-
tenda-ae eom o referido capitSo, na
3
praca
do ('ommercio, un com o-
vaea & Companhia, na ra do Tra-
piche n 34; assim como at o dia
sa apresen tarao no mesmo es-
criptorio as contas do referido
navio.
Pino Rio dn Jineiro pertende seguir
vigemcom mnt brevidade, o patacho
nacional Hargarida, cipitSo Florencio Fran-
cisco Mirques : quem no mesmo quier
carregar, ou hir de passtgem e embarcar
a sera vos. pode ontender-se com o coosig-
natario Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da
Cruz n 38.
Para o Porto, segu com toda i brevl-
dade, a barca portugueza Espirito Sanlo.cn-
pit.lo JoSo CarlosTeixelra ; quem.na.mesm
quizer carregar ou ir de passagem dirija-se
i oscriplorio de Francisco Alves da Cunt
Se Companhia, na tua do Vigarlo
PARA O RIO DE JANEIUO.
Salte com a maior brevidade pos-
sivel por ter parte de seu carrega-
menlo prompto, o veleiro brigue
nacional Rio Ave : quera no mes-
mo quizer carregar, ir de passa-
gem, para o que tem bons comino -
dos, ou embarcar escravos a frete
cntenda-s com o capitSo do mes-
mo brigue, Elias Jos Alves, na
praca do Commercio, ou com os
consignatarios Novaes & Gompa -
nbia, na ra do Trapiche n. 34.
Para o Havre sahe com muita brevida-
de a galera franceza Edllh, capilSo l'oulct,
por tur a maior parlo do aeu carregamenlo
prompto quem na mesma quizer carregar
o restante, ou ir de passagem, pode eoten-
dor-se com o mesmo capitSo ou com os con-
signatarios Scbafheitlin & Tobler, na rus
da Crui D. 38.
Para o Itio Crande do Sul, seguir em
poucos das, por ter a maior parte do seu
carregamenlo prompto, o brigui nacional
Carlos, caplllo Jos Joaqun) Soares : quem
nu mesmo quizer carregar ou hir de pas-
sagem, para o que tem mu excellentes
commodos : dirlja-se a Bailar & Oliveira,
na ra da Cadeia do Recif>>, armazein n. 19.
Para Bahia pretende seguir com mu-
la brevidado o biate brasileiro i:\ahivo,
mestre, Antonio Manoel Alfonso : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem,
pode eniender-se com o mesmo mostr, no
trapiche do algodSo, ou com S Araujo, na
ra da Cruzn. 33.
Para a cidade do Porto, se-
gu viagem com muita brevidade,
a barca portugueza Flor da Maia ,
capitSo Jos de Azevedo Canario,
ainrla pode receber alguma carga
c p.issageiros, para os quacs tem
excellentes commodos : quem na
mesma quizer carregar, ou ir de
passagem, dirija-se ao capitSo, ou
a seu consignatario Manoel Joa-
(itiim liamos & Silva.
O .' batilho de iifantirja necessita Thomaz Cuilherme Fetley retira-se
contratar o forneci ment de todo os gene- para Inglaterra.
ros de que se deve compor o nacho de sues -- Manoel di Silra Santos, exporta para
priesa, no siniestra decorr. r de-jineiro i o Rio de Janeiro, i suaesenva Anastact ,
junho do anoo entrante : quem quizer tas cabra.
gneros fornecer, poJer-ae-ba appresentar Est parase alugar casa terrea da
no dia 93 do correte na-ifspecliva secreta- ladeira da Misericordia em Olinda, promp-
ria 9a 10 horas da manhBa, trszendo suas la e pintada denovo,lrata-se ua ra doiMun-
propostas em carta telehada e especifican- do-Novo n. 30, ou mesmo "ern Olinda ra
do logo o ultimo preco. Osjzeneros s3o de Matas Ferreira n. 98, onde se chamas
Pes de 6 oncas, caf, ssucar branco, man- chaves para ver.
teiga, carnes verdee secca, bacalhio, fei- -- Pede-so aos doveaores da casa do II-
jSo, lamilla, loucinho, sal
doce, vinagre e arroz. Pro*
que todos osles gneros ser.!.. ,
tequslidailes; a quepassa.ao por um scru- verseusnomes estampados nestafolha. -Todas as pessoaa que saschSo a dever
pufosoexameao eren, recomidos so quar-' AttencSc. na venda de Josquim Jos Corren, na ra
le. para onde irao des em 8 dias em face N. O. Bieber & Companhia, consgnala-di Aurora queirSo vrale domingo pruxi-
do calculo ou valla que so Ihes ppresentar, riosdos navios abaixo mencionados, pedem mo, satisfazer seus dbitos, a sua mulher :
injeitando-seaquellesqucnSosatisfizerem aspessoasqne recoboram a ordem, os vo- na mi do Rozario da Boa-Vistan. 44. onde
as condiccOes do contracto, que sera for-; lumos seguinles de declararen leus nomes *
mal. Os cairetos serSo pagos a expensas
No dia 20 do crrante ir prsca um
terreno com bemfeitoriase una casa ter-
rea, e outra meia-agoa na travcssi da ra
Aogusta, por execucSo de Milheus Austin
& Companhia, contra os lierdeiros do Ma-
noel FranciscoGuimirSes. parante o Sr. I)r.
juiz municipal da segunda vara, be a ul-
tima praca.
I'ede-se ao auctor do annuncio publi-
cado em o Miarlo de sexta-feira 12 do
correte, em que diz fra apprehendldo em
o lugar donominado Pedia Tapada, um es-
que baja de de-
comarca perten-
I, lenhs, izeile- nadocoronol Joaquim Jos Luiz de Souza, cravocreoulo.e robusto qu
jvine-se desde j que tenbam a boodade de satiafazerem os clarara qoo freguesia, ou coa
So de exceHen- seus dbitos nestef5 dlas.senSo quizerom ( ce o dito lugar Pedra Tapada.
dos fornecedores
VOTO DE GRAT1DAO.
Digne-ss Vmc. Sr. Redactor, publicar em _
seo conceiluado jornal estas toscas linhas, jSchl'uler & Maia K, e pela barc oolga
para se poder reober os fretsi dos ditos vo-
lumes : pelo brigue hamburgus Olinda,
vindode llambugo, um volume marca Ko
n 823, contendo agulhas, carregadores
JLeiloes.
Franciaeo Saveriano ltatiello & Filho
Iraosferium, por causa da chova, o seu lei-
18o de ceroa 20 pipas do vinagre, o qusl ser
efleciusdo soxta-fein, 19 do corrento, as 10
horas da minhSi, no largo da alTandega.
-- 0 corrector Miguel Carneiro, far o ul-
' timo leilSo este anuo no seu armazem na
ra do Trapiche n. 40, terca-feira 23 do cor-
iuiiIo as 9 1|2 horas da manhfla, de diversos
trastes novos e usados, pianos, mesas com
ricas pedras, urna culona elstica com es
tante para ler, selins e silhoes lustres, can-
dieiros, quidros com estampas, looca, vi-
dros, relogios, espingardas, o outros muitos
objectos, que se se entregar por qualquer
preco que fr offerecido : e adveite-so as
pessoasque tiverern objectos conr limites,
de os virem tirar antes do dia do leil3o.
Hn9jajHHflpHBa,>"MB^He9|aaasp''
Avisos diversos.
lrmandade do Diyino Espirito
Santo.
A IrasladieSo da irmandade do Divino Es
piritoSanto do convento dos religiosos de
Santo Antonio para a igreja de N. S. da Coo-
eeicSo dos militares vai effectuar-se pela
manelra seguinte :No domingo, 21 do cor-
renta as 8 horas da manha celebrar-so-ha
urna missa cantada na igreja de N. S. da
ConcoicSo para cstabolecer all o S. Sacra-
mento, conforme foi permittido por S. Exc
Revm. As 3horasda tarJe do referido dia
sera tresladado o emblema do Divino Espiri-
to Sanloem proclssSo solemne, quesihindo
do convento em directo ao largo do Colle-
gio, e dalii pela ra do Queimado, prac da
Independencia, ras do Cabug o Nuva, se
recolber mencionada igreja de Nossa Se-
nhora, ondo nesta occisiSo ter lugar um
testemunho de meus sentimentos puros e
Ihelosao bsfo da ululicSo e lisonga. Em
3 de dezemDro de 1850 veio commandar
enterinamente o batalho 9." de infantaria,
que pertenco, o Sr. major Jo3o Nepomo-
oeno da Silva Portella: no conhecedor de
suas qualidades, nem modo da servir, bus-
qoei prerscrutinsr logo nos primeiros dias
do seu commsndo, quaes os sentimentos
que o animavam, e nBo tardei em conhecer
ou divisar nelle bom coracSo, generosa al-
ma, fina educafSo e sobeja experiencia ou
practica de lidar delicadamente com olll-
ciaesdo exercito hm.ilolrn. Desciplinador,
inteiro amigo do seus soldados, devotado
ex cordo ao renome de seu batalhHo soube
osle digno Sr. major grangoar a estima de
seus subordinados,
Eu pois que Iba sou summamonte grato
e quejmais olvidarei sous favores a poli-
do tratar, recorro s paginas de sou jornal
para pnblicamente lestemunhar Ihe ;i >!'
que sinto separanJo-mo delle, vislo quo
breve tom de detregar o commando do bata
lli.io ao lllm. Sr. coroiel Azevedo.
Contento-me em olTertar-lhe mou presu-
mo a servidos quer cono subdito quer co-
mo amigo sincero o lirmo : aceite s. S. este
mou voto de recoiihocimonlo o reserva-o
como prova da subida considera(8o o esti-
ma em que o tem- O seu secretario. .u-
lonio Mutloso di Andrade Cmara.
AVIZO STIFACTORlt).
O abaixo assignado agente do Dr. Bran-
dretb, faz sciente ao rcsoeitivel publico
que pelo briguo americano James Crosbtj,
de Boston entrado no crrante mez, reco-
neu novo provimenlo do lulas vogelaes do
seu proprio autlior; estas celebres p'lulas,
s3o recommondadas por uiilhares de pes-
soas a quom ellas tom curado de phlisica,
influencia, catarros, iudigeslfles, dispepcia,
dores do calieca, dores ou pezo na nuca,
que geralmento s3o simptomas de apoples-
l. mi iza, vinda da Antuerpia marca D & C ns.
5,7, 15,15 1|2, 18 1|2-0-00, carregadores
Steins & Cerard, 26 birricas, contando pre-
8s.
O thesoureiro da irmandade
do Divino Espirito Santo, pede a
todos os irmos, que nao poderem
acompanhar a procissSo da trasla-
dacSo da mesma irmandade, e ti-
verem capas-em seu poder, de fa-
zerem o obsequio de as mandar en-
Iregar ao irmo andador, sem fal-
ta neiiliti aa ; assim como, roga as
pessoasque tiverem de mandar me-
ninos, para irem na dita procis-
s5o dt? os maiidareni para o consis-
torio da irmandade, no convento
de S. francisco, no domingo ai
do corrente, pelas io horas da ma-
nha, fim de se vestirem.
Precisa-se de um rapaz para caixoiro,
quer-se lid a diligente : na ra da Cadeia
Jo S. Antonio n. 13.
Precisa-se do urna ama deleito, forra
ou captiva : quem estiver nestas oircums-
tancias, dirija-so a ra do Hospicio n. 3t.
Aluga-se um moleque de 18 anuos, pa
ra servido do casa, sabe cozinliar o diario
do una casa : quem o pretender, dirija-so a
prafa da Independencia, loja n. 3.
Itoga-se ao Sr. Cuilherme Jorge da Mol-
la, que anles de rotirar-se, queira ira ra
do Rangcl o. 36, a negocio desea nteresse.
Quom tiver e quizar vonder urna ti-
poia, quer nova, ou usada: queira annun-
ciar por esta Tuina.
-- Precisase de um moleque de 16 a 18
cia, ictericia, febros intermtanles, billis, annos, para oservico de urna casa de pou-
oscartalinas, febro amarella, o toda a classe ea familia : na ra Nova n. 36, casa do cu-
do lemos, asma, gota, rhoumatismo, color- toiro.
midades nervozas, dores no ligado, pleure-, offerece-se um bom moleque para ser-
sit, debilidada interior, abtimento de es- vco je uma C1S, na rua velha n. 77.
pirito, roturas, InriammacOes, incha(0es .. ua ,.ua j0 Vigario n. 33, precisa-se de
dosolhos, accidentes, parahsia, hidropesa, aa caixeiro, quo lonlia pralica de venda; e
bexiga, sarampo, enfermidades dos meni- na mesma casa vendom-se rodea do Mra-
nos : tossodo tuda a classe, clicas, col- nh3o de coros a gostos elegantes, por prego
ra-morbus, dor do pedia, lumbrigas, desio- conuuodo
toril, surdez, vagados de cabeca, erijiipola, i .. Precisa-so doum bom amassador : na
ulceras algulas do 30annos, cancros, tumo-' rua imperial n. 37,
res, inclncOes nos pos o peroas, ilmorrei- Noberto Joaquim Jos Cuedes, remelle
mas, errupcHo de pello, sonhos horriveis, para o Rinde Janeiro, a sua escrava parda,
pezadoilus. todas as qualidades do drese de nome Bernarda, idade de 20 annos, pou-
moleslias de inulheres, como abstrucrjOes, co mais, ou monos.
relachatOeselc., lie um melicamonlo inlei- .. uiTorooe-se um frsncez, que sibe co-
ra-jiento enofonsivo podondo applicar-se zH|)ar perleilamento para cozinliar em
atascreancas rocemnasidas; ullimamon- qualquer casa particular : na livraria n. 6e
teso temappllcado.a uma enfermi Jada do sf ja pras,, da Independencia,
molestias julgadas oncuraveis, do cuja ap- | .. |>recisa-so de urna ama par uma casa
plicacSose tom tirado 13o felizes resulta- je pouca familia i na rua Imperial n. 13.
dos quo parece cada vez mais rezolvido o
problema de um remedio uuiversal, ven-
dein-se com o seu rocuituario, na rua da
Cadea-Vclha ti. 61, bolica de Vicente
os de llrilo.
- Os abaixo assignados, fazem sciente a
lodosos irniSos da irmandade de N. S. do
Terco que, j se acham promptas dentro do
cemiterio publico 51 catacumbas perten-
coutos mesma irmandade. lie por tanlo
necessario quo lodos os irisaos o irm3es
0 abaixo assignado tendo seguido para
a Babia dcixou por seus procuradores een-
carregados da gerencia do sua casa aos
Srs. Manoel Joaquim Ramos o Silva o Manoel
Alves mi.ti a Jnior.
Domingos Alves Malheus.
- O Ihesouroiro da irmandade do Scnhor
Bom Jess dos l'assos, tendo de collocar a
mesa regadora, convida a todos os irm3os
msanos para comparecer no consistorio do
Corpo Santo no dia 21 do crrante pelas 9
qne unda nao contrebuiram com a quota n0rasda manla, bem assim convida a lo-
do 5,000 rs. o facam quanlo antes para que, dos 0s irmaos que se acham reunidos no
so pussa concluir o restante das que faltam i mesmo lugar as 2 horas da tarde para aco:n
(entre grandes c pequeas 82; e de seus a- panhar a prociss3o da tralasdic3o do Divino
formoseamen.os, alim de poderem dallas go- espirito Santo que tem de sabir do convento
zar por seus falleciinentos bem como, sous
li,luis a netos menores: cortos de que, o
n3o fazon.lo dentro do pnzo do 6 mozas
contados Jo primeiro do Miembro do cor-
rete aono (ptazo tambem marcado pela
illuslre cmara municipal) n3o i-ro direi-
to a seren sepultados as sobredictas ca-
tacumbas, salvo se contribuirem com a
quanlia do 20# rs., conformo foi deliberado
em meza coojuucta cumpeteulemonlo auc-
torizada. He por tanto de esperar que os
de Santo Antonio para a igreja de N. S. da
Conceic3o dos militares, assim como todos
a quelles que tivercm capas e nSo quizerem
acompanhar a prociss3o, queiram as man-
dar entregar logo de manliSa.
Jos Podro Werneck Ribeiro de Aguilar,
ratirando-se para a corte do Rio de Janeiro,
e n5o podendu despedir-se de todas as pes-
soas com quem levo relacOes de amizade, o
faz por este meio asseverando que se relira
saudoso e summamente grato; a oiferecc
referidos irmaos o irm3es de bom gradse., lodosos seus amigos o limitadissimo pres-
preslar3o a coadjuvar com 13o Uuminula : i,1]0 que p0|. ventura posea ler naquelle lu
comribuicSo, vislo ser applicada a um fin gar
18o til, como o de tor por nossa morte e
de nossos filhos e netos un jazigo deceulc.
N3o pareja a alguem havor desar nesta con-
tiiliuicau, (ouiras irmandades em muilo
'ii lliui is .mi cu -i,inri i.- a tem exigido) por-
laes dos irmSos fallecidos, e ao recolherem;
>o a referida igreja de N. Senbora se cantara
um memento, e o mesmo Rvm. padre mes-
Ire recitar uma orar,So adequada ao acto.
Iloga porlanto a mesa regedura a todos os,
seus irmSos sedignem comparecer a lodos
osles actos, e convida aos reverendos cleri-j
gos, que queinm acompanhar a dita pro-
ciss8ui comparecer as horas competeutes
ni igreja dos religiosos de Santo Antonio.
Adverte-se mais a lodosos (luis devotos que
u emblema do Divino Espirito Santo ficara
cxposlo no corpo da igreja venericJo nos
mesinos por espicodeS diss, e so disliibui-
rao medidla a todos que lorem vesila-lo,
consersndo-se pira isso a igreja aberta al
as8l|2 horas da noito.
t^" Nodisl7 do crranle desappsreceu
da casa n. 52 da rua da Suledade um papa-
gaiogrande muito manso com falta da mais
di. l uniia nos dedos,e parte do corrente de
ferro no p ; quem o achare quizer restituir
sera recompensado, pols he bem couhecido
al pelo fallar.
-- No dia 20 do corrente se bado arrematar
cm hasta publica do r.juiz municipaldi ss-
gund vara uma porcSo de prala e ouroem
obra, um escravo e mais bens constante do
escripto existente em m8o do porleiro por
execu^flo dn Jos dos Santos Souza l.ms
O 4.a batalhSo de artilhuia ap preci-
za pira fornecimeoto do mesmo a principiar
do l.de Janeiro p. futuro, do feijao, arroz,
carue aecea e verde,touciuho,baculbo,azei-
le doce,vinagre.cafo muido, assucar branco,
mioteiga, leulia, pSo e familia, as pessoss
que so acharen, habilitadas a fazer tal for-
necimento, e da meltior qualidide queiram
inderecar suas propostas a secretaria do bs-
lalliam at o dia 23 do corrente. -
-- Precisa-se alugir dous moleques.'psgi-
se bem : os rua di Mod n. 21, primeiro
andsr.
suio ; mas sim uma sepultura no chao.
N3o se tom ulliciad j a muitos irmaos e
uto jes por se ignorar quem sejam, e onda
murain, para so Ihes commuuicar seme-
lhante delibera^ao, motivo porqu: so faz o
presente avizoallm de cbogar ao conheci-
mmo de todos. He de ospenr que todos
concorror3o com a sobredicla coutribuicSo
fon maior su for possivol) ulim de concluir-
se uma obra 13o proveiloza, n3o so a cada
um dos irmaos a innflcs, como au crodiclo
o brillio da irmandade, e al pin n8o ha-
ver dosigualda.la entre irmaos da umi ir-
mandade que todos devem ufrnar do a ella
pertencer. Os que quizerem cont'ibuir,
para goiarum dus catacumbas, se doverao
entender com qnalquer dos ibiixo aSsigna-
dus. Juiz Diouiziu Helarlo Lopes, rua Di-
(oit.ii n. 135, secretario AatouloJorje Ribei-
ro de Unto na mesma rua n. 59, lluzouroi-
ro Jos Pinto de alagilhes, rua dis 5 Pon-
tas n. 112, procuradores Manoel Jos de
Souzs na mesma rua n. 55, Aulonio Bap-
de MoraesSirmonto na mesma rua n. 86, a
procuradores geral Minoel Firmino Feriei-
raira, rua da Concordia, ultimo sobrado ao
Sul.
O escrivao da irmandade de N. S, da
Cunoeicao da congregacSo convida a lodos
os irmaos que se acham reunidos pelas 2
horas da tarde para acompanhar a orocissSo
da trasladado do divino Espirito Santo que
tem de sabir do convento de Santo Anto-
nio para a igreja de N. S. da Concoic.au dos
militares.
Precisa-se de uma ama para o servico
de casa o do 2 pessoas que enUndSo de fazer
vellas de carniuba;m rua do Codorniz venda
n. 5, se dir quem quer.
Aluga-se una casa terrea, na rua Bel-
la, com 2 salas, 2 alcovas e 1 quarto, cozi-
ii.ii fra, quintal ecacimba : a tratar na
rua do Coliegio n. 15, sehundo andar.
gar.
O Sr. Jo3o Martins Pumares, vendedor
de fazendas a miudezes, na freguezia da Es-
cadi, queira quanto antes pagar o quo deve:
na rua das Cinco Ponas n. 112.
Precisa-se de um homem que trabante
em um suio, perto desla prisa : na rua do
Passeio, loja ti. 13.
Aseniioral). Izabel Maria da Encarna-
do, annuncio a sua morada para ser procu-
rada a negocio de seu interesse.
Para quem quizer saudc.
Aluga-se urna casa nnsaudavel Cachan-
g, com bastantes quirtos, cocheira e estri-
bara : na rua Nova n. 63.
Precisase alugar um preto,
que saiba cozinhar o ordinario e
fazer o mais servido de uma casa
de rapazes solteiros: quem tiver ,
annuncic.
-- Precisa-so de um caixeiro, de 12 a 14
annos, quo lenlia alguma pratica de venda,
preferindo-se dos chegados u!!imrnonte
na rua do Pilar n. 131.
D. da Silva Uuimar8cs, embarca para
o Rio de Janeiro, a sua escrava creoula, por
nome Thereza.
Fernando Jos di Rocha Piolo, oxporla
para o Rio de Janeiro, os seus escravos 7. :-
ferino e Manoel, creoulos.
Joiquim Monleiro Cruz, embarca para
o Rio de Janeiro, a sua escrava, de nome
Luiza, creoula.
Campo alegre antiga Capunga.
Aluga-so uma casa muilo fresca enova,
no melhor lugar do gosto pira so pasear a
festi, contigui ao sitio da senhora Viuva
Lassarre, pelo preco de 250,000 rs. por ao-
no : a tratar com a mesma senhora, ou na
rua da Cadeia do Recife n. 54; adverte-se
queso se contrata al odia 20 do corrente
OSr. Manoel Baptista de Souza, om-
pregido ua secretaria do goyerno, queira
ter a bondade de hir ao primeiro andar do
sobrado contiguo ao em que morou ni rua
do Rangel, a negocio que nBo ignora.
JuliSo Jos de Araujo, retira-se para o
Rio de Janeiro.
Jos Duarte das Naves, embarca para
o Rio de Janeiro, o seu moleque Facundo ,
creoulo, de 18 annos.
se iclia morando a mesm
passarao pelo dassabor do ver seus nomes, e
dbitos publicados nesta foHia ; oquenSo
Ofieia.
Joi'i i Das dos Santos, cldsdSo brasilci -
ro, retira-se para Portugal levando em sua
companhia sua irm3a Ermelinda Rosa dos
Santos.
Precisa-se alugir uma mulita ou preta
fiel o de boa conducta, para servico de uma
familia es'rangeira ; dirija-se a rua da Ca-
deia ii. 60, esenptorio.
-- No dia 28 de uovembro prximo pas-
sado desapparoceu uma negra de nome Ru-
fina, com os signaes seguinles:altura lui-
sa, secca do corpo, cr preta, cabello cor-
tado rente, rosto comprido, queixo lino,
denles podres do lado de cima, oSos gros-
sas, ps compridos, com marcas de vento-
sas nis costas, com vestido de casss de qua-
dro eiir de rosa, panno da costa com lisia
azul e branca j usado, levou taboleiro en-
vernisado de encarnado com pes pretos
quem delta tiver nolicia ou a pegar, dirija-
sj a rua Nova n. 52, que ser recompensado
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobilias completas, ou qual-
quer traste separado, tambem so alugam
cadeins em grando porc3o para bailes, ou
nlll'ios j na rua Nova armazem do trastes
do Pinto defronle da rua de S. A na ro.
Pretende-se comprar uma casa torroa
na iravessa dos Martyrios n. 1, aos herdoi
ros da fallecida Thereza de Jess Ramos
quem se achar com direito a mesma, queir.
declarar por este Diario no prasode6dias
l'erdeu-sa na noute de sab-
baJo, i3 do crtente, das 6 e meia
as i horas da noute, desde a rua
do Brttm at ao principio da rua
do Vigario, nJo-se pela rua da
Cruz, o seguado volume da Mar-
queza de llella Flor, cmbrulhado
em um papel : quem o tiver acha-
d>eo quizer restituir, dirija-se a
rua do Bru, armazem de Anto-
nio Martins Carvalho que ser
gratificado.
-- Alugi-se uma casa de pedra o cal, para
passar a festa, acabada de ser construida, no
lugar da Capunga Nova, sitio do l> Jacobi-
na, seguindo para o rio do lado direito : a
tratar no pateo da Santa Cruz n. 6
-- Quem precisar do um caixoiro portu-
guoz, o qual tem bastante praiica de ven la,
ou mesmo tomsr conta por balando : diri-
ja-se a rua Direita, venda n. 95, que achara
com quem tratar.
Precisa-se alugar uma ama, que seja do
40 annos de idade, se ido pirda, ou creoula,
que soja forra, para o servido de uma casa
ilc'iiiuito pequeni fimilii, que taca lodo ser-
vido externo de uma eis : quom estiver
nestas circunstancias, dirija-se a Gamboa
do Garmo, sobrado de dous andares n. 19,
segundo andar.
Precisa-se de uma mullior Idosa, que
saiba cozinhar eengommar. para dous ho-
mens solteiros: no sierro di Boa Vista nu-
mero 70.
- Pede-se ao Sr Jos Carlos de Mcndon-
$a Vasconcollos, morador no Sul desta pro-
vincia, que se n3o lem jurado nSo pagara
quom deve, pague a herdeira da fallecida D.
Mariana Rodrigues do Jess, a quantia de
sois centos e scenla e tantos mil lis, prin-
cipal ejuros desua divida, conlrahi la, ha
tantos annos, eassevera-se-lho que se on3o
fizer promplamente saber que o seu assu-
car passsra por algum desgosto nesta praca,
e que o seu nome contina a ornar as pagi-
nas desti jornal.
Na rua eslreita do Rozario n. 43, pre-
cisa-se do um pequeo para caixeiro, dando
iiador a sua conducta : a tratar na mosma.
Banco de Pernambuco.
A direccSo do Banco de Pernambuco con-
tina a receber assignaturas para o mesmo,
as pessoas que quizeiemassignar o devem
fizer quanto antes alim de gozaiem da van-
tagem de entrarcm com o importe dn suas
assignaturas as prestaces que prescrevem
os estatutos, certos de que em principiando
o mesmo as suas operacos, dahi em dianle
aquelles que quizerem assigitar, havendu
anda lugar, s o poderao fazor, entrando
com o importe de suis acc,es em dinboiro
a vis'.a. Contina a estar patate a assigna-
tura noescriptorio do Sr. Manoel Goncalves
da Silva : na rua da Cadeia n. 36, lodosos
das uteis at meio da. M. J. do Oliveira ,
secretario.
proprietario, o Porleiro da Alfandega desta
cidule, na mesma repartirlo que a vista da
prova queder de saber o que cima se desa-
ja, e da sua boa conducta doaiuste.
/Utcntao.
O arrematante dos imptstos das
ifericOes, dis licencas dos mscate e boca-
tei ras, mudou-se para a rua das Agoas Ver-
des n. 35.
-- Na rua larga do Rozario n. 35, loja, se
recebem escravos e 'ascravas para vender
por commissao lano para a braga, mato,
como para fura da provincia, tendo bom Ira-
tainento o segunnes precisa.
Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minbii) para vender, nos armazons do Dea-
no i nulo & Comntnhia, no becco de Gon-
calves.
Preciss-se de uma ama forra ou ca-
tiva, para fizer o servido de uma casi de
pouei familia : em Fra de Portas, rua do
Pilar n. 72, segundo andsr.
Procisa-se de urna mulher, para cozinlia
e fassa algum outro servico de casa do uma
familia ingleza, morando na MagJalena :
quem estiver nestas circunstancias, dirija-
se a casa n. 43, na rua da Cruz, dssll hu-
ras da man ,1a it 1S 3 di tarde.
OSr. Jo.lu Virissimo, mestre de al la i i lo
que morou na rua do Vigario,queira annou-
ciar sua morada ou dirijir-se a livraria n.
6 o 8 da praca da independencia.
Multo so deseja saber se tiesta cidade
ou seu contorno existe Francisco Nuoes da
Silva Soares, natural da villa da Feira, em
Pottugal, para negocio do seu interesse.
Atsociaca'o Commercial de Pernambuco.
A directo a requerimentos de mais de
dous tercos dos socios elfectivos, convoca
assemblca geral para o dia 8 do Janeiro da
1852, pelas 12 horas do da, pura reforme
de estatutos.
Madama Midoux, modista france-
za, narua Novan. Gq, primeiro
andar.
Tem a honra do annuociar ao rospeilivol
publico, que se achara seinpre na casa del-
ta um sorlimento mu lo rico do chapeos de
seda eselim, turbantes, grinaldas, cjpel-
las, lloros, plumas do todas as cores, c ou-
tros quaesquer en'eitos de cabera para baile
e thealio, o lambem se achara chapeos a llo-
res promptos para luto, ludo polo pre(0
mais cuminod).
Aluea-se a loja n i, duna
do Crespo, e garante-.se o arren-
datnento* pelo lempo que convier
a quem comprar a armadlo di mes-
ma loja : a tratir na rua di Ca-
deia de S. Antonio n. 9.
-- Aluga-se uma casa na rua Nova, pro-
pria para vender sorveles : quero quizer,
dirija-se rua larga do Rozario n. 26, loja
de miudezas, quo achara com quem tratar.
Precisa-se alugar um preto forro, eu
captivo, que saiba bem coziuhir: na rua da
Cadeia do Recife n. 14.
Precisa-se de uma ama : na
rua das A gol Verdes n. 86, segun-
do andar.
Manoel da Almoida Lopes, com ciss
deconsigoaco para comprar e vender es-
cravos, tanto para esla provincia, como pa-
ra fura dola, mudou a sua residencia da
rua di Cadeia do Recife, u.51, para a rua
da Cacimba, n. II, aundo morou o finado
Exm. vigario, Barreto.onde continua, offe-
recendo-se toda a segura oca precisa para os
mesmos e bom Intmenlo.
Precisa-se alugar uma escra-
va, que seja boacosiulieira c com-
pradeira, : quem a tiver dirija-se
a rua da Assumpcao ou muro da
l'enha n. 16.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que Fernn des Gama, queira man-
dar pagar a subscricao deste Diario.
Precisase do um trabalhidor de mas-
seira : na rua Direita dos Afogados n. 66.
Precisa-so alugar urna prela escrava,
par servico do muito pouca familia : na
Ponte Velha n. 14.
i.ratilicai;an.
llavera pou?o mais ou menos dous mezes
que se enlregou um piolo para levar em
c isa do Sr. Vignes, quo vendo pianos na rua
larg do Rozario, um livro velho sem capa,
contendo varias pecas de caatoria em Italia-
na e Iuglez. O livro foi embrulhauo num
Diario velho. a pessoa a quom foi entregue
por engao, querendo restituir, dirija-se a
casa do Sr. Eduardo H. Wyatt : rua do Tra-
picho novo 11. 18,que ser muilo bem remu-
nerado.
Precisa-sede uma criada, sement pa-
ra o semen do cozinha a compras, para
urna casa da muilo pouca familia: na rus
do Rozario da Boa-Vista, subrado n. 32.
Compras.
--Compra-sc na rua das Cruzos n. 22, se-
gundo andar, 3escravas de 16 a 20 annos,',
creoulas, ou pardas, de bonitas figuras, pa-
ra mucambas, sabendo perfeitamente en-
gommar. cozor chfla, cozinhar e lavar, agra-
dando paga-se bom.
-- Coinpram-se escravos o vendem-sede
coraniissao,' para dentro o fra da provin-
cia : na rua da Cacimba, sobrado u. II, on-
de morou o Sr. vigario do Recife.
Gompra-so uma loalha de lavarinto
com pouco uso, o um escravo de 40 annos
12, se-! pouco mais ou monos, que seja barato : na
rua da S .'nzalla Velha n. 88, padaria.
^" Compram-se escravos de
ambos os sexos, de G a 3o annos,
para fon da provincia paga-se
bem tendo bonitas figuras: na rua
das Larangeiras n. 14, no segundo
andar, a qualquer hora do dia.
~ Compram-se 2 moradas do casas ler-
Caligrafa
Na Rua do AragSn, n. i2, se-
gundo andar, copia-se com perfei-
cao qualquer papel em muito boa
letra e por prc^o commodo.
\ Honran! atlenco !
Na loja de miudezas da rua larga do Ro-
zario n. 38 do Cirdeal, Iroca-se por 1,000
rs bellos e engranados loncos de seda para
grvala, fazenda modernsima, a de 18o
esquisito eoslo, que nineuem deixara de os
mmnrir. Na rnesma loj vonde-sn igual- reas ou sobrados de um andar, em bom os-
meniepor muito pouco dinheiro as mais lado, e em boas ras: quem os quizer ven-
der dirija-se a rua das Agoas Verdes n. 48,
taverna, que dir o pretendente.
~ Compram-se trastes usados de todas as
qualidades, e tambom se trocam por novos:
na rua Nova armazem de trastes do Pinto,
defront-i da rua de S. Amaro.
Vendas.
perfoilas o lindissimas floies francozas pin
en fe ite de chapeos a vestidos de senhora,
pentesde tartaruga para coco, e um admi-
ravel apparelho para fazer cafe em 5 mi-
nutos.
-- Alugi-se por 4, ou 5 annos, ( a quem
comprar pelo seu justo valor, 3 excellentes
Icavallos, a 2 boas vaccas de leile) um sitio
no lugar denominado-- Parnameirim
prximo a Santa Anna, murado na frento, a
cercado pelos ladose fundos, com casa pa-
ra numerosa familia, 1,000 psde larangei-
ras, Limeirss.Limoeiros doces, alguna 400
ps de Mangueiras jiqueins coqueiros,
mangabeiras tainariiieiras sapoliseiros ,
frsUp8o&. &. boa baixa pora capim que
sustenta auuualmento 4 cavallos, e 9 vac-
cas de leile, capoeira, que da lenba para o
gasto da oosioha, a 4 escravos para o a ma-
ullo, e Iratamento do mesmo silio : quem o
pretender enlenda-se com Joaquim Jos do .< Chapeos do Castor branco.
Amorim. 9 Na loja do sobrado amarello nos 0
Preciza-se de um portuguoz que seja # quatro cantos da rua do Queimado n. A
porito em plantacOes de sitio, e saiba ti-,#29, vendom-se chapeos de castor' #
rar forraigas, quem ostiver noslascircuns-.tf branco os mais finse mais moJer- %
lense quizer inbilhir no silio na travs-'aj nos que aqu tem aparec Jo.______;_ip
sa do Remedio o. 21 eulendi-so com sen
Vendem-se escravos bara-
tos, mocos e de bonitas figuras ,
molecotes, negros mocos, negras
i muito bonitas e mocas, duas ne-
'grinhas de 7 annos, muito lindas,
um ptimo sapateiro de a5 annos ,
i de cortar e fazer qualquer obra :
'narua das Larangeiras n. i4, se-
gundo andar.
Rua da Cruz n. 4o, primeiro
andar.
Vende-se superior fumo em fardos e mui-
to barato.
Lindas caixas de amendoas confeitidas.
Na rua do Queimado n. 16, loja de miu-
dezas, vendem-se mui lindas caixas com a-
mendoas confeitadas, por menos proco do
que em outra qualquer parte.
fionets francezes.
Vendem-se bonetsde panno lino, france-
zes, de muito bom gosio, proprios para
festa < na rua larga do ItozSro n. SO.
Luvas brancas de torca!.
Vendem-se luvas brancas de torcal, mui-
to finas, chega las ltimamente do Lisboa t
na rua larga do Rozario n. 20.
Chapelinhas para meninas.
Vendem-so cbapelinhas de palba dalla-
lia, finas, para meninas : na rua larga do
Rozario n. 20.
Hebique.
Vendem-se pipis de rebique, muito liuo,
a 140 rs ; dito cnterli 110, a 80 M. na rua lar-
ga do Rozario n. 20.
Dados de marfim.
Vendem-so dados de marfim, muilo li-
nos : ua ruu larga do Rozario n. 20.
Franjas para manteletes.
Ven lem su ricas franjas para manteletes,
por muito commodo preco : na rua larga do
Rozario u 20.
Quem precisar da paramentos de igre-
ja, diriji-se a rua do Vigirio n. 15, primeiro
au lar e ihi achara com quem trillar; ha j
a venda os ornamentos seguinles, casulas,
palito, mangas do cruz, umbellas, capis de
ssperges n vo de hombros.
Vendein-se boiinhos france-
zes, chegados de prximo do 11a-
vre de Grace no brigue Cezar ,
muilo proprios para cha, pela sua
excedente qujlidade e. genuino pa-
ladar : na rua da Cruz do Reci-
fe, armazem de molhados n. 6a,
de Manuel Francisco Martins 6t
Irmo.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4? vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
19. lotera do theatro de S. Pedro
de Alcntara, que corre no dia 4
do corrente, espera-se a lista no
primeiro vapor.
Atter.co.
Na loja de miudezis n. 5, no principio do
atorro da Itoa Vista, defronle do funileiro,
vendom-se macees de tres qualidades e por
banlinhns precos.
Bom petisco pira a esta.
Vendem-so leites muito gordos pro-
prios pin se comer em Santo Amaro : na
venda atrs da fundi(8o do Slarr.
2 barris com liquido de marca S.
Appareceram osles 2 barris no Cear, bi-
dos por engao 001 um dos navios que se-
guio a esse porto : quem se julgar com di-
roito aos mesmos dirija-se ao lado do Cor-
po Santo loja de Missames n. 25, qui ahi
achara pessoa que diga quem tomou conta.
Uma molatinba de 15 annos, bonita fi-
gura costureira e ongommadeiri.proprii pa-
ra seapplicar ao sorvico da quilquer fami-
lia,por ser muito domestica; no armazem da
rua Nova n. 67.
* Manteletes a capolinhoa.
9 Os mais modernos manteletes, ci-
? potinhos e palitos pretos e da core*
J! que ha no merend ven lem-so na loja
9 do sobrado amarollo nos quatro can-
*9 tos da rua do Q leimodo n. 29.
FOLillNHAS PARA i85a.
Vendem-se folhinhas de porta ,|
de padre, e de algibeira de tres tul-
lronles qualidades,sendo uma del-
las com o almanak da cidade e pro-
vincia: vendem-se nicamente na
praca da Independencia n. 6 e 8.
Isto he o diabo !
Assim dizia uma pessoa que procurando
escrever urna carta a toda a press. en8o ten-
do achado a pauta tinha escripto sem ella e
passando pelo desgosto de ver que as linhas
estavao t.in direitas como a rua lumia,is-
simexclamava isto he o diabo porem
gracas providencia que ja temos remedio
para esses moni venientes, pois ja chegou pa-
la Ligeira bom pipel de pezo piulido pro-
prio para cartas e vende-se ni rua do Collo-
gio loja de encadernacSo n. 8.
O cabo Jos l'imenta.
Sabio o n. 2 do parlndinn dessetitalo.e-
i ha-se a venda na rua do Crespo 11. It, loja
do patrila Antonio lioiinuguos,cusan lu a-
penas 40 rs; a elle rapazia, quo est devor-
tido
Descripcao do Brasil.
"Vende-sea discnpc3o histrica do Brasil
roltimhiae Gueyanas pelo celebre escriptor
l'r. iimiz traduzdo em purluguez,2 volumes
com ricas estampas representando as prln-
cipaes cidades,usos e coslumesdos primei-
ros PVOS do lii asi.i ven le-v por lilil lu Lilul-
inodo preco : ni rua do Collegio loja de en-
cadernacSo n. 8.
No rua Novo loaJrunceia n 10.,
tem um novo sortimenlo da fazendas de
bom gosto, muito proprias para o lempo de
festa, como sejam : cassa franceza muito fi-
na, chapeos de seda ede palha abarlos a fa-
enados, manlelhetese capotinhos pretos e
furta-oores, a de fil brinco a preto, ssdis
furia-coros pin venidos, transas e franjas
do todis is cores a Urguras, bicos de Mon-
de, de linho, da sadi, brincse pretos,fi-
tas a flores de todas is qualidades, fil de
linho a de malina branco, preto, e cor de
rosa ; luvas de peliei a de seda de todas as
01 es, 111 Tas de seda e calcados de todas as
qualidades; na mesma loja temlalagarca,
seda frouxa para bordar de qualidade supe-
rior, um grande sorlimento do lo las as co-
res mais I111 lis, assim ciui 1 13a tambem
para bordar; veula-si tambem encerados
lirgos a estreitos multo superiores, caceos
pira viagem, e mais oulras umitas fazen-
das todas por preco mais mconta do que
em outra qualquer parle.
Aviso.'
Tem toda a quali Jado de plvora, a quil
se vende muito barata: a tratar no aterro da
Boa-Vista, na loja do abatxe assignado.
Manoel Jos MagalnSes Bastos.
Luvas de pelica.
Vende-selnvas de pelica decoresproprias
para montana, pelo comino lo proco do 800
rs.: na rua do Coljegio n. 1, loja de miu-
desis.
P
W.JJ
.2


Vinho de Champagne,
superior qualidade : vende-so no arraa-
om Klkmnu IrmSos Rua da Crui, n. 10
0aQ090099Q09000000
g --Vende-se un grande silio no lu- Q
0 gardo Mangainho, quelica defronte Q
& dos sitios dos Srs. Carneiros,com q
n grande ca de vivenda, de quatro q
O
O
O
* agoas, g rindo senzalla, cocheira, n
* estribara, baixadecapim_quc sus- q
_ lenta 3a cavallos, grande cacim-
* ba, com bomba e tanque coborto *
* "ml vum ........... v fu---------. *
2 Pra banho bastantes arvoredos de **
V fruclo : na ra do Coliegion. 16, se-
O gundo andar.
:
OOOOOOJT OOOOOOQOOOO
Aloinhos de vento
oom bombas de repudio para regar hurlas
d baixas decapini : vendem-se na fundicSo
de Bowman tt Me. Callum, na ra do Brum
ns. 6,8 e 10.
Yendem-sc relogios de ou-
ro eprata, patente inglcz : na rua
da Senzalla Nova n. i '-
Arados de Ierro.
Vendcm-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com canibo de sicupira e bracos
da ferio : na fundicao da rua do
Brum ns. 6, 8 e io.
Deposito de cal virgem.
Cunha Amorim, vendem barris com cal
Farinha de mandioca.
A mlis nota e mais barata farinlia de
mandioca que ba no merca lo, vende-se na
rua da Cruz do Becife, armazem o. 13, de
Joo Carlos Augusto da Silva.
Deposito da fabrica ile Todos os
Santos na llalilit.
Vonde-se,emcasa deN. O. Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muito propno para saceos de
assucar o roupa de escravos, por proco com-
modo.
Moenrins superiores.
Na fundicDo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, cbam-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de mu modelo e
cuiistriii'?So muito superior
l'i rziiiilus.
Vendem-so prezu'ntos americanos, muito
superiores e por barato preco : no caes da
Alfandega, armozeui defronle da arvore.
Vende-se no nrmazcm da rua
da Cruz n. 48, os seguintco gne-
ros a precos commodus : fras-
cos de vi lio com bocea larga de
diversos tamanhos, latas com bo-
lachinhasde Allemanha muito no-
vas! alvaiade muito fino em bar-
ricas, zarcao e secante em barri-
cas, pedra hume em barricas, es-
sencias de canella, cr.nn ezimbro,
sevadinlia em garrales c sal de
4
empeora, chegada ultimamenlo de Lisboa, | I'.'psem muito alvo cal barricas,
na barca Margarida, por menos preco do j Farinha Fontana,
nuo em outra qualquer parle, na rua da Ca-i ,, ., -
1- j Herifo n. 50. chegada ltimamente: om casa do J. J. Tas-
ociailo nenien, ov. so Jnior, na ma do Amorim n. 35.
Bombas de Ierro. : Lazcn()as ara seh0ra, por liara-
Vendcm-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na rua do Brum ns. 6, 8 c io,
uiidicao de Ierro.
Vondcui-so velas de espermaceti, om
caixas, de superior qualidade : em casa do
I. Kcllor & Companhia: na rua da Cruz nu-
mero 55.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
KUA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Ncste estabeleeimento conti-
na a haver tim completo sorti-j Crespon:.6-
ment de moendas o meias moen
das para engenho,
vapor,
t> preco.
Cambraias do salpicos branros o de cor, a
4,500 rs. com 8 1|2 varas, e 64o rs. a vara ;
ditas francezas do boin gasto, a 500 rs, a
vara ; ditas co.ii listras do cor a 3,000 rs., a
pei..i com 8 varas; cassa prcta a 100 rs. ;
cova lo ; cortos de cassas piuladas,a 2,000 o
cortos de rhila com 12 covalos, a 1,920 e
l,800rs. ; lencos do linissima cambrnia de
linho, a 480. 5600 640; dilos de cambraia
doalgodao com bico, a440rs.; zuartes de
cor muito cncorpados, a 200 rs. ; dilo
azuescom 4 1|2 varas, a 200 rs. e algoduo
transado com listras, a 180 rs. : na rua do
RAPE'
PAULO CORDEIRO
chegado ult mmente
loja de ferragens da rua
daCadeiado Recife 11.44.
Vendem-se superiores batatas ingle
zas, recentemente cliegadas a 600 rs. a arro-
ba : no caes da alfandega, armazom de Fran-
cisco Das Ferreira.
Vende-se rap de Lisboa om frascos,
chegado na barca l.igeira, a 4,000 rs., osse-
nliores fragunzes que eslSo acostuinados a
lomar a boa pilada, n3o doixarflo de mandar
buscar ao largo da Assomblca n 4.
Vende-se a bordo do brigue Rufina ,
Tundeado defronle do caes do Collegio, boa
farinba de Santa Catbarina, em porgos:
trata-se a bordo, ou na rua da Cadeia n. 39,
com Aoiorim IrmSos.
Batatas do Porto, a 3o rs. a
arroba.
Vendem-so batatas muito boas, a 320 rs.
a arroba : no armazem n. 19, da Iravessa d
Madre de Dos.
Na rua larga do Kozario n. 2i
Srs. pharmaecuticos. (
Honlem pelo vapor S. Salvador recebeu-'
sa urna pequea porcSo de salsa, de supe- i
rior qutlidide, que ae vender a commodo
do figario n. 23, se-
Leite Sem agoa ; Lvros em branco.
j de Kalkmami lrmffo,
A ZOO rs. a garrafa. ni rua da Cruzo. 10, livrosem branco cZ'
Veflde-se todos os das das o i| gados pelo ultimo navio,
preco : trata-se na rua do figario n. 23, se- horas as da man|,ga na rua da Pentes de l,rt,rog.',J'! PreDder c,bel,.
gundo andar, '.,..' j c I?" 1 *,wo rs.
Vendo-se um violto com o m'elhodo em Guia, junto ao atougue do &r. ri- Vendem-ae na rua do QuelmaJo n. 18 |0
portugez, para aprender; urna rabecca e !lppe e na rua a Cruz no Recife, "
urna cirmela apparelhada deprata, ludo .' r
em bom estado, e por preco commodo, por prximo d armazem de Joao Liar-
los Augusto da Silva.
A a, 5oo rs. o frasco.
machinas de' JamsoQ_Howie & Companhia, na
e taixas de ferro batido e
- i .____i, _, algodao para saceos deassticar ,
coado, de todos os tamanhos, pa- -,
... muito superior e barato.
Agencia de Edwin Maw.
Ka rua de Apollo a. U, armaicn de Me. Cal-
luonl&i Companhia, acha-se conaiantemenlc
bons aorlimenlos de taiza de ferro coado c
batido, lauto rasa como fundas, moendas in-
ciras todas de Ierro para auimaes, agoa, ele,
ditas para armar em madeira de todos os la-
S^'gP&nZS&TSlSl r" -J"S composta ,s de louca
los, coucos, passadeiras de ferio caianl.ado ''raucos e pintados do todos os Umanhos e
para casa de pulgar, por menos preco que oz modellos. l-iguras representando as esta-
dc cobre, escovens para navios, ferro ingles cOesdoanno, as partea do Globo o lodos os
lautocm barias como em arcos follias, eludo Deoses da fbula, que recommenda a quem
por baraio preco. tiver bom goslo, o porprejos muilo rasoa-
Antigo deposito de cal ^ chpgaJos, |oji da rua ,ova n w
VirpetlI. de Joilo Fernandos Prenlo Vianna, os ri-
l i T i i eos o muito bonitos aparelhosdo iiicIhI li-
lla rua OO lrapicnc, n. 17, lia no para cha e caf, obra de delicado goslo,
muilo superior cal nova eni pedra, o preijo coinmolo ; a elles antes quo sea-
larga
segundo andar,
Vende-se urna mulstnha de 16 annos, linda
figura, o coze muilo bom, urna negra de 16
annos, lamben com principios de costur,
duas ditas de 25 a 30 annos com habilida-
des, dous muloques de 14 annos, um mula-
linho do 15, um mulocolc do 15 anuos,linda
figura, dous negros bons trahalhadores de
encliada, um negro velbo muilo robusto,
proprio para filio, o um mualo de 30 an-
uos, linda figura, proprio para fcilor por
ler boa conducta, e por eslar para isso ha-
bilitado.
Vcndc-se champagnoda ninrca antiga
e bem conhecida, Comct,em casa do Deane
Yule& Companhia : na rua da Cadeia.
Vende-se urna bonila creoula, quo co-
ze, engomma e faz lavarinto, cosinha e totn
oxcellenle conducta, he recolhida e apren-
dou na escola o que ssbe de costura, tom 18
1 annos deidado, ppropria para mucamba de
I casa ; tambem so vendo um inulo;ue creou
lo de 10 annos de idade, proprio para qual-
quer ollicio : na rua larga do Rozario D, 35,
loja.
Vendem-se amarras de Ierro: na rua
da Senzalla nova n. 42.
3 negrotas crioulas do idade 18 a 20 an-
nos, engomam ecosinliam bem, umadella
cose c faz lavarinto 2 mulatas de idade 22
annos engomam e cosinham, um escravo de
rua do lrapiclie n. 43 panno de .uacao.deservicodecampo : nt rua nimia
n. 3.
Vende-se um
prcciSo: na raa larga do Rozarlo n. 35
loja.
Para casamentos.
Capailas e caichos de Clores para noivis,
luvas da pelica, o onfoilos para as ditas,
grande sorlimento de fitas brancas, ditas
muilo largas para rinleiro, transas de seda,
meias, dit'lizese bordadas, veos de blon-
do, florea brancas, espartilhos, bicos de
blonde etc.: na loja de modas francezas de
madama Mlllochau. no atorro da Boa-Via-
tati. 1. '
Para cubrir mesas.
Vende-se oleado pintado de su-
ja de mludeza
AttencSo !
Na rua do Collegio n.
miudesas.
Vendem-se as seguintes estampas em
Ol dt
oce de annanaz, superior qua- lecces completas ; Malhilde irmSo da hi
lidade, proprio para presente no card,0- .rei de '"fl!,ler,f Fwnaodo Cortez
ir j noMegioo, 0F1 ho Prodigo, D. Igezder..
tempo da festa : vende-se na rua tro, Fgaro, o conde fidini op!,
da )adcia do Recife n. Maaamellooa a Revolta dos Napolitanos
3" Marmelada peitoral. SL".lf^?JA?J,,?.,.,-n.t!?? "H""'. 8.
Na rua estroita do Rozario
se marmelada peitoral pelo
de 500 rs. a lata.
Nova fabrica de chocolate. co, S. Esoolastfco,' s. Aguatinho, "fd"
lUmceopathico na rua das Trincheiras P".S. Apolonia.S. Claudio, S. Mara, 8. Ma-
n. 8, se enoontra maia o seguinte : o cho- joej >. Lu, S. Creapim e S. Crespiniano
nerior qnalidade e lindos padr5es, ^rto^ihlco""^^."^", ap"lido Wrlm.%&llwiW*
de qnairo a 01I0 palmos de largura |pelos Srs. Drs. da homoeopaihia, o gnde/,clo^narthoiomeu.
)r preco mais barato do que em chocolate espanhol lino, amargo para rega- '
,,___.1___^_ I lodito eotre-flno temperado tambem para
uitra qualquer parte : na prrea da reg'a||0, dom dil0 p,ra0 diario, caf mui-
I
ou
Independencia ns. 24,26,38 e 3o,
Attencao.
Vendem-se superiores charutos regala,
de urna das melhores fabricas da Baha, em
Mas de 100 charutos
-- Vende-se superior manteiga uglo/a a
560 ra. a libra : em Olinda, ptdiria do Va.
radouro.
do puro, dito decevada, caf m caroco,' Atibme barato,
evada em grSo, farinha do MaranhSo, dita j Na rua Nova loja de alfaiato da quina ou
le mandioca, cha da India, dito preto, e voltapsraa ruadas Trincheiras n. 1 ven'
charutos : ludo de superior qualidado o dem-se palitos de mirin a 15,000 rs., ditos
^commado pre?o; na mesma se diz quem de casineta de corea muito proprios para
saa,500rs. cada urna, compra urna reQnacSo com os seus utenc- montaria a II 000 rs e calcas coIIbIr
pcheNo'vo" da"Pf"" ru. doXr.- ,i0?, ... mesma fabrica so vende assuc.r j.quet.s da'tT.laVq..dSd^wri!
picneNoyoi N, refinado, e de caroso de toda a qual.dade: mo palitos de brlm: ludo por preco naito
rulas de Portugal. tambem 89 compra unta taberna. commodo.
Vende-se francos grandes com possc-l Vende-se urna escrava de bonita figu-
gos, damascos, ginjas, e cevejas muito bem |'*> boacozinhoira e propria para vender na .
conservadas e pelo diminuto preco de 1,000 rua du uoa conducta, por j estar espiri -1
rs. cada um : na rua larga do Rozario u. 20.1 mentada nesles servicos : na rua do Fogo ,
1 n. 23, se dir quem vende.
Ocorretor Oliveira tendo de fechar al-
Vende-se em casa de A-
Velas de carnauba em libras.
Vendem-se velas do carnauba imitando
esp*cnnaceto : na loja de saleiro da rua da
Cadeia do Recife n. 36.
l'ara ardins.
M. D. Rodrigos na rua do Trapiche n. 26,
recebou urna completa collecciio do adornos
cabem.
DEVRS DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-so este compendio provado para
as aulas, cm mcia oncadcrna$3o, a 500 rs ,
cada um: na livraria n. 6 e 8, da praca da
Independencia.
A Coo rs a arroba.
Vendcm-se batatas novas da
chegada ltimamente de Lisbfta
'l'nlxa- liara riii'cnh'J.
Na fundirlo de Ierro da rua do llruiii,
acaba-sc de receber um completo sor ti mea-
to de taitas do 3 s palmus dn bocea, as
qOISI achaiii-se a venda por preco com-
modo, e com pi ouiplid.lo Riiibarcaiii-sc,ou
arregam-se om carros sem despozas ao
comprador.
-- Vendcm-sc cera cm velas ,
labricadas em Lisboa e no Rio de melhor qnalidade Inglezas: no Re-
Janeiro, em caixas de 100 libras cife armazem de Joaquim s'inhci-
sortidas, de 1 a 16 em libraretam- ro Jacome, na Iravessa da Madre
bem de um n tamanho, por me- de Dos n. g.
nos preco do que em outra qual- Vendem-se selins e sillioes
quer parte: trata-se no escripto- inglezes, de couro de porco, da
rio de Machado & l'inheiro, na primeira qualidade: em casa de A-
rua do Vgario n. ly, segundo damson llowie & Companhia, na
andar. ma do Trapiche n. 4a.
POTASSA DA UUSSIA. Vende-se superior farinha
No armazem de Jos Tcixeira de mandioca de Santa Catbarina,
IJasto, na rua do Trapiche n. 17, chegada ltimamente a bordo do
ha para vender, nova c superior patacho Euterpe, fundeado de-
potassa da Hussia, chegada recen- fronte do cesdo Ramos : trata-se
temente. \ a bordo do mesmo ou na rua do
Principios geiaes de economa pu- Apollo armazem n. i.'i, o na rua
blica e industrial. da Cruz armazem n. 33, com S
Vnndo-se esto compendio, approvado para Arauo.
as aulas de primeir.s letras, a 480rs.: ua Arlnazem de louca
vidrada.
Como sejam : pancllas, ca^arolas, tijcllas,
assadores, fregideiras, papeiros, alguida-
i Ca, UtlIlU \10ia UUL :, tusu pTo uOrCS, j"
ros, quartinhas, garrafas, copos, inorin-
gucs, ic-fridciras ; ludo lino para rcsfiar
agoa, balaios para meninas andarem, ditos
o que se olferccc muitas garantas Pard, costura e compras, baldes de pinho,
1 1 condecas do todos os tamanhos. na rua da
a seus donos : na rua da Cacimba tadeia do Recife n.s.
prar;a da Indepouduncia, livraria n. Ce8.
Casa de commissao de cscravos.
UrnAntn *" |>>MTA9 l> rMi>hnii
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, paia
na rua
11. 11, priuiciro andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem to Itecile n. 12, ha muito supe-'
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
mu como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
FEClilNCUA.
Ainda existe urna pequea quan-
lia das superiores colxos de lioho,
do melhor gosto que tein appare-
cido no mercado, pelo barato pre-
go de io,ooors. cada urna : na rua
do Queimado, loja n. 17.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vondem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
piano com muito boas
vozes, e por pre?o muilo om conla : na rua
larga do Rozariocn 28armazem dolou;a so
dir i| 11c -i vende,na mesma loja se dir quem
d 200,000 rs. a premio sobro penbor de
ouro.
Obras llespanholas,
A llluslraclo o outraa divorsas e interes-
santcs publicacOes da biblioteca universal
do .Madrid muito baratas escripias em
bom typo, cicellenle papel, o com muilas
superiores gravu'as : vendom-sc na casa n.
6, defronle do Trapiche novo, o loja de en-
cadernac.no n 8, da rua do Collegio.
Obras porluguezas.
Revista universal Lisboenso, jornal de lit-
teralura, historia do Portugal pelo dislinclo
escsiploralexandro llerculano, historiado
consulado o do Imperio de NapoleSo, revista
militar o Jornal de pharmacia e scieneias as-
cessorias : veude-se na cisa n. 6 defronte do
Trapiche novo, e na rua do Collegio, loja
do encadomacilo n. 8.
-- Vonde-so cabos do linho o do manilha
de lodas as grossuras, e superior quBlidade,
chumbo em barra, sucas com farello muito
novo por ler viudo pelo ultimo navio do Ha-
vre, charapgnc muilo superior, serveja em
ceslos de duzla, canas do cen latas com
sardinhas om^zeite, e ponnas d'ar;o muito
boas : ludo por commodos prejos : na rua
do Trapicha novo n. 11. escritorio do J. B.
Lasserro & Compauhia.
Vende-se oleo de linhaca cm
botijas ; a tratar com Manoel da
Silua Sontos, no caes da Alfande-
ga, armazem do Anes.
Vasseio publico n. 9.
-- Vcndem-sa 18 caisilhos cnvidrai;ados
o promplos para qualquer obra, por ler sl-
Loleria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 c 10:000,000 de rs
O caotelista Salustino de Aqu-
no r'erreira, avisa ao respeitavel
publico, que no dia 19 a 20 do
correte mez, deve chegar do Sul
o vapor da compauhia brasileira ,
e no dia 220 vapor inglezTay, con-
ductores das listas da segunda lo-
tera do Hospicio de Pedro Segun-
do, e da 19. lotera do Theatro de
S. Pedro de Alcntara, que cor-
reu no dia 4 deste mez, e paga m-
mediatamente logo que receber as
listas, sem descont algum todos
e quaesquer premios que sabirem
nos hilhetes, meios, quartos, ila-
vos e vigsimos, vendidos na pra-
ca da Independencia ns. i3 e i5, Deposito de charutos de todas as
loja decalcado do Arantes, e na qualidades, na rua do Rangel
rua da Cadeia do Recife 11. 4G, lo-j n. a3.
ja de miudezas. Os apaixonados VenJ.on-B charutos superiores da fabri-
Escravos fgidos.
BOA CRAT1F1CACA .
Ausentou-se na noite de 27 de
gumas contas, vende em particular, difto- ... i._ nasantln ,, mlo. i<\
rentes obras de marceneiro, consistindo em ouluoro passaao O mulato Cle-
sofaz, cadeiras, ditas.do balanQO, hanqui- menlino, de 20 annos de idade
nhas, mezas redondas, dita para sof, con-'pouco mais ou menos maer0i .1
solos, commoda, toucador, csrteira elc.jj vu,^ mo^iv, al-
lanto de Jacaranda como de amarello, 1 tura regular, tetn minio pequeo
piano, lanternas do bom gosto, candieiros buco de barba e falla muito mansi
de globo, vasos para llores, lindos estojos'i '
para costura de Sra, e" carteiras de llardo quanao anda parece que nao pisa
para bilhetos de visitas, visto nSo sorem
siiilicienlos para um leilSo : no seu esorip-
torio, rua da Cadeia do Rcife.
Vende-se urna escrava robusta e de
booita ligura.d-se mais em conta com tan-
to que saja para fra da provincia, 00 en-
genho longe : a tratar na rua de Santa Rita
o. 85.
C3T Para finalisar.
Na rua estreita do Rozario n. 43, vendem-
se latas com bolachinhas de ararutadoRio
de Janeiro, pelo diminuto proco de 1,600.
Vende-se um cavallo de cabriolet, gor-
do, manso e muilo valente : na coxia de
Agostinho, defronte da casa do fallecido J.
J. de Mosquita.
ca do S. Flix da Rabia ; "ditos doputados,
senadores, baonetas, venus, a esperiencia
deste lao licito jogo devem babili-
tar-se quanto antes, ou tentaremjprorar, castanhos lilho, mimos de yaya,
a sua sortc em virtude da fesla 'e,?'erlinos. pornambucanosemaisoulrosdo
, u diHercntes marcas.que se faro patentes aos
1 pona. freguezes, por mimos preco do que em ou-
tra qualquer* parte.
Vondem-se canarios de imperio, mui-
lo bons contadores, chogados ltimamente
do Porto pela barca Nossa Senhora da Boa
Viagem no pateo da Santa Cruz n. 6.
Vendom-se quoijos do sertfio de 1,120
gOSOOOOOOaOOOOG! 1,4*0 rs., muito bons: na rua Direita, ven-
si' Na rua do Crespo n. 23, O j da azul n. 2.
O Vendcm-se cortes de ci.-emiras, che- O Selins inglezes.
S i^rWvMTod I s r'L0 acIre1ditado5 se,irda
O proprios para a festa, a 5,000 rs.. OICa8a "O or. Joliliston : acha-se
-Meios bilheles 11,000
Quartos 5,5oo
Oilavos 2,800
Vigsimos i.3oo
O0Op?<3OO-><3OQQ0'?<3 nicamente na rua Nova n. 47.
Calcados a 750 rs. o par, quem : --as Cinco Ponas, vende-se porbar
l_:xar de comprar, isto he nara 1pre50 uma armaca" "
k. 1 n \t- g*"se : a t'atar na
bar: no aterro da Boa-Vis- vndese ata
deixar;!
ac
ta defronte da honeca.
Ha chegado recentemente urna grande
quantidado dos melhores sapatOes brancos
que tom vindodo Aracaty, tanto para ho-
mem como para menino, que por se dese-
barato
o nova de venda, ou alu-
a rua dos Martyrlos n. II.
-se a taverna da rua das Cruzes
n. 28, ou smente a armacSo della 1 a tratar
na mesma.
Arte de nadar. W
I Vonde-se essa til invencSo pelo di- W
tH minuto prego de 6,000 rs. : na loja sjf
*f0 Pornaobucana, da rua do Crespo, m
n. II. aja
mmmmmmmmmmmmwmmwmmm
Na rua da Cadeia n. 19,
verdadeiro rap Paulo Cordei-
he a maior garanta quo se
mantos da boa partida ; nSo
tocer-lhe elogio porque o
panilla, acha-se a venda vinagre' Vende-se plvora ingle em TS&3S%E1i Zo\Tom\t
branco, superior de Nantes, em latas e barris, e tambem linissima, '
propria para espoleta .- a tratar ni
travessa da Madre de Dos n. 5.
Gomma.
Vendcm-sc saccas grandes com gomma
muito alva para engdmmar: na rua do Quei-
do de uma loja franceza ; na mesma loja jar acabar com dinheiro visla, da-so a 750
vendom-sc 300 varas de bicos c rendas da rs- Par. ditos de lustros 2,500, rs. e da
Ierra, por preco muito commodo. I B,nia a 3>0 n-i botins brancos, ditos de
Vende-se cal virgem em pedra, '"i, P" l'mem, alm disto un novo e
rhor,.a. ,,. 1 ,.. b1 ,-T l"-"u' 'completo soitimenlo de calcados france-
Chegad recentemento de Lisboa, em anco- zeg de lodas qu,|jdades, tanto para ho-
Vendem-se o alugam-se bichas, ebe-
: gadas ultimamenlo de llamburgo, por (^
m prego commodo: na rua de S. Amaro <%
Vende-se os bem conhecidos queijos
doCear, mu fresca es, no largo doLivra-
mento n_80.
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
O .Marmota.
Retratos do Prospero liiniz, redactor da
Marmota a 100 rs. cada um: no palco do Col- nhia, na rua Novan. 1
legio, casa dn livro azul.
C11EGUEM A PECHINCHA.
No I'asseio Publico, loja de fa-
/.endas n. i5 vendem-se saccas
com alqueire de milbonovo pe-
lo mdico preco de 2,000 rs. asac-
sa ; assim comosacco com farinba
do mesmo tamanho, a 3,000 rs.
- Vendem-se barris de oitavo com vinho
linio da companhia dos vinhos do Alio ou-
ro : a fallar com Antonio Francisco do Mo-
raes, agenle daquolla companhia, ou no
Recife na Iravessa da Madre de li.'os, arma-
zem do Sr. Jos Joaquim Dias Fernandcs
No mesmo armazem tambem tem pipas,
meias ditas, e barris de quarlo com vinho
da mesma companhia; a fallar com os rxics-
inos cima.
-. Vendem-se queijos do snrlSo do varios
tamanhos, grandes e mais pequeos, e tam-
bem sevonde pelo preco de 320 rs. a libra
no aterro da Coa Visla o. 70.
Chitas lin.is a 160 rs. o covado.
Vendem-se chitas linas de cores Tixas de
bonitos padrOes a meia pataca o covado,
cortes de vestidos do cambraia lisa a 2,560
rs. cada um : na rua do Queimado n. 8, loja
barris de 3 medidas.
TAOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmaos, na rua da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com mado n. 14.
excellenl"s vozes chcados ha --Vonde-se saccas enm superior colla.das
DOnCO temnn fabricas do Rio Crando do Sul, o a preQO
l> u U.111110, commodo, no armazom, do ias Feneira
Vendc-sc, traspassa-ye, ou ao De d" aifnde(.
faz-sc qualquer outra transaeco Garlos llardy, ourives rua Nova
com aloja, que foi do fallecido Jo-' n- 34-
s Pinto da Eonseca c Silva anti- avila a so"s'/"guezes que acaba receber de
, l-, 1 ,ni? P-risum lindo sorlimento do obras de ouro
ga loja e Uuerra bllva & L ompa- de le de bom gosto, cousislindo em adore-
a Novan. II, Q tallar os Pu|ceiras, alneles e brincos aoltus para
_m i 0 ,. '. senhora c meninos, bolOos de camisa, neis
com J. JVcller & Lompanlua, na para senhora e tem umsorlimenlodeo-
ruadaCruzn. 55. bras dils da Ierra, vendo-so eslas obras por
I -i- preco commodo na mosma loja lom para
estampas. vender aos ourives esmalle azul e preto.boa
n rua larga do Rozario n. 20, vonde-se qualidade, cadillas francezas sortidas, ierro
uma colleccao de estampas representando do alimper sida,armaco,aerte, torno de
os aconlecimentos mais notaveis da historia mo e massaricos, e pedra de desunir
doiortugal desde a regencia do conde de Dnro iprcn
l.nl,,h, eleo reinado de 11. Sancho II, em
HOIOIlha oiu U ItlIUlUUUHII, OH ftft n,
u.nadellassev a grande e memoravel ba- nnlP""u'1pub!1?0',n,ncasa ">*"]*
talha do campo de Ourique milagrosamente 2"'"'c S',,chfl o*, fz-s<> do-
ganha pelo immorlal I). Alfonso llenriques, Slu^miaHr, h" "* "ual'dades' "ndo, de
lugusto fundador da monarchia portu- S2.Ut,5Uj^ cl>ro- 6nf gueza. voniauo dos compadores, assim como doce
0OOOOOOOOOOOOOOOO o nrcoe lUaS qu,lid,des por comrno-
O Vende-so na loja Pernambucana da O .,
O ruado Crespon. 11, superiores cha- Cera de carnauba e barricas vasias,
O pcos italianos, ricamente enfeita- 0 Vende-se cora de carnauba, chegada pelo
O dos para meninos de ambos os sexos. ultimo navio de Aracaty, por preco comoio-
OOOOOOOOOOOOOOOOOO do, no armazem n. 4 da rua do Trapiche No-
Grande sorlimento de litas, lencos, lu- vo, confronte ao meamo trapiche; o barr-
vas, (ils, transase franjas para lulo: no cas vasias prompta a encher-se do assucar,
alerroda Uoa-Vista loja o. 1. assim como um comploto sorlimento de
Na rua da*Crazes n. 22, segundo an- miudezas, ludo no mesmo armazem.
dar, vonde-se um escravo pardo, de liod
Para liquidacao.
Cera de carnauba muito boa a 5,500 rs, e
cobo de llollanda a 7,500 rs. a arroba : na
rua dos Tanoeiros, armazem n. 5.
Vende-se um porco sevado em chiquei-
ro : na rua da Guia n. 12.
Vende-se uma parda oscura de 20 a 21
annos de idade, pouco mais ou monos, en-
nlic legitimo e de Superior quall- vender ricos estojos excellentemenle apare- gomma, coze e cosinha, 11S0 tem vicios oom
dade em casa de J Kelfer &'lnados Para q"a|quer pessoaquo sepropo- achaques : na rua daCoucoidia quem vem
nba ao esiu 10 de geometra dezenho e da ponte a eaquerua segunda casa terrea, se
figura, de 28 anuos, proprio para o campo, e
um lindo creoulo de 22 annos, opiitno ca-
noeiro, e tres prelas da meia idade qne co-
sinbam, e lavam de sabSo, e sSo ptimas
quiUndeiras.
defronte da botica. Eslojos para Geometra-
Vende-se vinho de champa-1. .. Na ru, fir(tlrdo Rottrio W( p,ra
Companhia, na rua da Cruz n. 55.' nutica.
dir quem vende.
tes, he ilevido suaexcellente qualidade.
Diamantes para vidraceiro.
Chegou uma pequea porcio de superior
qualidade: vende-sc na rua do Trapiche No-
vo n. 16.
-- \ ende si ou lroc,i-sn por outra, que
enlenda mais de cozinha, uma escrava mui-
to robusta e de bonita ligura, sendo de mu -
to boa condicao .- a tratar na rua do Fngn
jn. 15.
Vende-se um eleganto e
bem construido cabriolet,
com um cavallo, e tam-
bem troca-so por algum escravo, ouro, ou
causa de idntico valor: na cocheira do Lou-
renco, rua da Guia.
-- Na rua das Cruzas n. 22, segundo an-
dar, vende-se um escravo pardo, de linda
ligura, de 28 annos, proprio para o campo ,
c um lindo creoula da 22 annos, ptimo ca-
nooiro, e tros pelas de mcia idade, que co-
zinhain e lavam de sabSo. o s.lo ptimas
quitandeiras.
-- Vende-se uma obra de Tito Livio, tra-
duzida em francez, propria para profeso-
res : na praca da Independencia n. 17.
Luvas de peca para senhora, a 1,000 rs.
Vendem-se na rua doQueimadi n. 16, lo-
ja da miudezas.
Luvas de pelica para homem, a 1,000 rs.
Vendem-se na rua do Queimado n. 16,
loja de|mludezas.
Bonitas luvas de trocal, a 800 rs.
Vendem-se n rua do Queimado o. 16, lo-
ja de miudezas.
Bengalas de balis, a 1,700 rs.
Vendem-se na rua do Queimado n. 16, lo-
ja de miudezas.
Chicotiohos, a 600 rs.
Vendem-se bonitos chicolinhosfa 600 rs.:
na rua do Queimado p, ir,.
Luvas de fio da escocia, a 300 rs.
Vendem-se na ruado Queimado n. 16. lo-
ja de miudezas.
Donots de panno lino, a 1,800 rs.
Vendem-se bonets de panno lino, a 1,800
rs., na rua do Queimado n. I.
Luvas de seda para senhora, a 1,800 ra.
Vendem-se luvas deseda do mui lindas
cores, a 1,800 rs. o par, a rua do Queima-
do o. 16, loja de miudezas.
Camisas de meia, a 1,100 rs.
Vendem-so na rua do Queimada n. 16, lo-
ja de miudezas.
Palitos de fogo om caixas de pao, a 20 rs.
Vendem-so na rua do-Queimado n. 16, lo-
ja de miudezas,
bem com os calcanhares, costuuia
andar calcado e bem vestido, le-
vou uma trocha de sua roupa, in-
clusive calca e aqueta de panno
no azul, e alem do mais algum
calcado, um par de borzeguins par-
dos, com botoes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiSo a-
lugra, o qual tem os signaos se-
guintes : castanho, barrigudo,
dinas pretas, gordo e tem um ta-
Iho em uma anca; he provavel que
queira passarpor forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a rua
da Cadeia do Recil'e n, ai, quese-
ra recompensado.
Ilesa ppareruu na tarde do dia 13 do pas-
sado um escravo por nomo Joaquim tem os
signaos seguintes: boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla desembarazada,
pes grandes, tem todos os dentes da frente,
nariz cbato, quando anda estila as juntas dos
joelhos, levou camisa do algodSosinbo bran-
co, calca do dito azul, este oscravo foi do
mato: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcial a Tallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
~ Desappareceu no dia domingo, 12 do*
passado, um preto que representa ler 45 a
50 annos de idade, de nac.So cacinge, bailo,
cheio do corpo, sem defeito algum nocorpo,
levou vestido, calca de cssemira azul otara
dequadroae ja velha, colete desetim preto
velho, jaqueta de lirim pardo,camisa de ma-
dapoiao, chapeo de seda preto ; presume-so
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezar de ser do scrtJo nSo se julga que te-
nba voltado : roga-sa portento as autorida-
des policiaes e capilSes de campo, a captura
do mesmo, levando-o a rua do Vigario n. II,
lerceiro andar, que se recompensar.
5o,ooo rs.
Da 15 para 16 de novembro de 1851 de-
sappareceu do engenho Aguas Claras da
Uruc, da freguezia de Escada, o escravo
Venancio, de Angola, que muito parece
crilo, Idade 25 a 28 annos, cor fulla, bo-
nita figura, altura regular, cheio do corpo,
ponas e bracos grecos, rosto gordo, e ar-
redondado, testa grande, olhos grandes, o
amortecidos, tem falla do muitos dentes na
frente, do lado superior, poucos cabellos no
luic.0, e quoixo, tem marcas de chicote as
costas, o de surras as nadigas, parece ser
serio, e muito humilde, falla com muita
mansi l;1o o nir.T.1 lo faz-so; innocente, he
chegado a furtos, c costuma mudar de Irage,
(' por furlo de roupa que faz) de mudar o
nome, dizer-se forro, outras vezes procu-
rando quem o apadrinhe, ou quem o com-
pre : levou camisa de madapolSo, calca de
brim trangsdo do listri psrdas, j dcsbsU
do, chapeo uzado de couro, cobertor gro-o
de listras azues escuras, e um facSo que to-
moude um mulequo carreiro, do engenho
Moclo. Este escravo passou pelos en.;e-
nlios Arand 11 do Sr. Manuel Feliz, Amparo
e Moclo, havendo pedido aos senhoresdos
dous ltimos engenhos cartas que o pa ln
nliasse, em que foi aalisfeito, e nSo obstan-
te fugir tendo seguido para o engenho Mi-
nhocas, da dundo prezuma-sa ler partido
para o Brejo da Madre de Dos, onde foi es-
cravo do Sr. Cordeiro, conhecido por Abado,
a quem pedo-so o favor, de so chogar a seu
coohecimenlo a sua estada ali, fazer apro-
ender, romelter ou avisar a seu Sr., pondo-
nesle caso na cadeia, assim como roga a
qnalquerquoo pegar, do leva-lo ao dilo
engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Pereira
de Burgos Punco de Len, ou na rua Direita
n. 14 casa de Jos Pinto da Costa, que roce-
ber a gratilicar;llo mencionada; e tambem
pelo prezente protesta-se com todo rigor,
contra qualquer qoeo conservar em seu po-
der.
-- Desappareceu no dia 10 do correte da
povoapto de Bebiribe uma preta por nomo
Joaquina a qaal julga-so que tenba vindo
para o Recife e ando,por lora de portas a qual
tem ossigoaesseguintes:baixa,olbos papudos
que parece estar bebada.beicos encarnadas,
falla dedentes na frente, bracos epernasgro-
c/is levou vestido do riscadoroxoesahiO sem
pano.a pessoaque a pegar leve na esquioa do
beco largo sobrado n.24,que ser recompen-
sado. '
Fugio desde o dia 8 do correte uma
preta escrava, creoula, do nome Thereza.es-
tatura regular, corpo cheio, nadegas gran-
des, pescoco grosso, padece de cravos nos
ps, o tem uma marca preta ao lado do na-
riz, levou vestido de riscado azul,so:n pan-
no, porm talvez icnha mudado de roupa :
quem a pegar o levar no caos da alfandega,
armazem 11. 5, ou no ateiro da Boa-Vista 11-
10 que ser bem recompensado.
,HK M.F.'ir

ajaziBM


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Anno XXVII Sexta-feira 19 DIARIO de. Dezembro de 1851. N. 287. E PEMAMBIIGO. yazgo A stJBcaipglo. PlOIHENTO ABRUTADO. por trimestre por semestre Por anno .............. P*GO DENTRO DUTBIMKSTRI. Por qnartel VOTIOIAI no lariRio Para 2 de Dezbr Minas... iSdeNovbr. 4/000 9000 1S/U00 4/500 Maranho 7 de dito (.cari... I" de dito. Parahiba. 12 re dito S.Paulo. 10 de dito. (1. del.. 25de dito. Babia... i de Detbr. DI-DA llaiKl 15 Seg. S. Eusebio Ver •eleoie b. m. 16 Tcrj. 8. Albina. 17 Quart. S. Bartholomeu a. Geuilnlaoo. 18 Quim N. S. do O". 10 Bflt. S. Fauna. 20 Sab. S. li.miin us. 21 l)6Hi. i.' do drenlo. S. Tbom. ABinroiAg. Julio da OrpAoi. 2. e5. as 10 horas, ara do civil. 3. e6. ao meio-dla. Fasenda. 3. e 6. al 10 hora i. S. vara do civil. 4. e sbados ao nielo-d, RelfSa. Tercas e sbado*. irHManElDia. Creicente i 30, ai I horaae 5.'i minutes da m Chela a 8, a l hora e 8 minutos di t. Mingoante i 15, as 3 horas e 6 minutos da m. Nova 22, a 1 hora e 14 minutos da.tarde. nUMH D BOU Primelra as 2 horas e o minutos da tarde. Segunda s 1 horas e 30 minutos da maobaa. VABTTDAI DO COBBEIOJ. Goianna e Parahiba, as segundas e seitasfelras. Bio-Crande-do-Norie,toda as quintas-reirs aomeio da. Garanbunse Bonito, i 8 e 23. Boa-Vista, e Flores, 13 e 28. Victoria, s qulntas-feiraa. Olinda, todos os dias. aVOTICIAS IBTRJKEEIBAS. Portugal. 15 Hespanba. 8 Franca ... 8 Blgica... 1 Italia.... 31 Alemanha?. a r MIS. 1.1 ... Dinamarca 29 Russia... 28 Turqua.. l8 de .Novio Austria.. 2 de Novbr de dito Suissa 2dedilo.de dito iSuecia... 28 de Outbr de dito de Outbr de Novbr de dito. de Outbr de dito de dito Inglaterra 8deNoabr. E.-Unidos 2(i deOutbr. Meilco... 15 de dito, California 12 de dito Chill. 8 de dito Ruenos-A. 8 de Novbr Montevideo 21 d Outbr CAMBIOS DE IR D* DIIIMBBO. Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 Firme %  i Pars, 333 por IV. %  Lisboa, sem transaccSes. BfETABl. Ouro.—Oncashesnanholaa.... B Hoedas de 6/tM velhas. 16/000 a de 6M0O oras. 16/000 a de 4/000 9/000 a Prata.—Patacoes brasilelros.. 1/9*0 a Pesos col un liarlos. .. '/920 a Ditos mcilcanos 1/7*0 a 28/800 16/S00 18/S0O 9/100 l)0 1/910 1/750 PARTE OFFICIAL. GUVEtUNDA PROVINCIA EXPEDIENTE Do DA 15 DE DEZEMBRO DE 1851. Ollicio.--Ao commando das armas, dizendo que, em attencSo ao que representou o recru'ta Abdon Gomes Carneiro, o mande por em liberdade.--Communicou-se ao chefe de polica para fazer constar a autori Jade que orecrutou. Dito.--A' pagadoria militar, dizendo que visto nSo se acharem nesta provincia os oficiaos do extinelo primeiro halalho de caladores, que estn em Jivida para eom a cjisa particular do mesmo batalhllo, vSo ser remetlidos aoExm. ministro da guerra os respectivos mippas e documentos, para que providencie a respeito como julgar conveniente, entretanto devolve i mesma pagadoria os documentos relativos a divida do alfares reformado Jorge Rodrigues Sidreira, uoico que existe nesta capital, aflu de que faca euectiva a sua cobranca. Dito.—A' thesouraria da fazenda provincial, acensando a ieceprSodo scu ofllcio de 9 do corrente, informando sabr o do director geral da instruccSo publica acerca das despezss que se tem do fazer eom agoa, liula e limpeza as escolas de instruccSo elementar, e declarando que a ordem, cuja necessidade allega em a dita informacSo, ja est dada no ofllcio da presidencia de 3 de selembro, eom o qual se Ibe roroetteu a respectiva tabella.—Communicou-se ao referido director. Dito.-A' administrarlo do patrimonio dos orphos, dizendo llcar Inteirado de ha vera mesma administraran arbitrad a gratiflcacSo de 2,000 rs. nos dias uteis posaos encarregada da administracSo dos concertos da la trina do collegio dos orphSos. Dito.—A' mesma, dizendo ficar sciente de ter a dita administracSo marcado o prazo de um anno para a orphSa Mara Leopoldina do Sacramento procurar algum estabelocimenlo fora do collegio dasorphSas, onde ora est rccolliida. Dito.—Ao Dr. Vicente Peroira do llego e mais membros da coiniiiiss3o nomeada para propor o regulamentoda polica das escolas, remetiendo uro. projeeto de regulament especial para observancia do artigo 81 do regula ment de 12 de malo desle anno, aflm de que comprehendam no trabaIbo, de que foram Smcs. incumbidos, as disposiQOes do referido projeeto eom as alloraces que Ins parecerem convenientes. DEM DO IA 16. Ofllcio.— A' pagadoria militar, inteirando-ade baver em vista de sua informacSo deferido o requerimento, em que o tenante coronel Innocencio Eustaquio Ferreira de Aranjo pedia para conseguioar de seu sold nesta provincia, a quanlia de 50,000 rs. menaaes acontar do 1. a de jaoeiro ao ultimo de maio do anno prximo vindouro, a qual dever ser entregue ao seu procurador, fazendo-seasnecessarias declaracOes na respectiva guia.—Commuoicou-so ao commando das armas. Dito.—A' mesma, transmittindo por copia os modelos, remetlidos pelo ministerio da guerra em lOdeoutubro ultimo, deque traa o aviso da mesma repartirlo de 11 de agosto deste anno para os pedidos de farda ment dos corpos doexercito.-lguaes copias foram remullidas ao commando djs armas e ao director do arsenal de guerra. Dito.—A pagadoria militar, declarando, que, em vala do que a mesma pagadoria e*> poz, acerca do pagamento que o religioso Fre Loureoco da Divina Pastora tem solicitado, da despezado 640,000 res, que fe eom fretes de canoas em cada um dos das, cm que foi celebrar misss no forte do Buraco, Ueve a dita pagadoria altender ao que pedeosupradito religioso, ajustando-se-lhe as contas de semelhanle despezs, e conside• rando-o inhibido de continuar no exerccio deeapelIBodo mencionado forte. Dito.-A' mesma, devolvendo o requerimento e papis da divida do que pede pagamento o teoente do nono bitslliSo de infantaria, Matbias Vieira de Agular, allm de que, nos tormos de sua InformacSo, mande pagar ao dito tenente a quantia do ,550 rs., proveniente da despeza feit, de 4 de dezembro do nno passsdo at 31 de agosto ultimo, eom luz para o quarlol do destacamenlo que elle commandou na comarca de Flores. Dito.—A' mesma, inlei-andoa do Iiaver deconformdado eom a sua informado, deferido o requerimento do tonenlo do nono batalhao de infantera Matias Vieira de Aguiar, podindo que se llie manJasse pagar a quanlia de 24,000 rs., quo despendeu eom O alugucl de um cavallo, quando de Flores marchou eom o destacamento de quo era commandante para a villa de Taracalu.— Communicou-se ao commandodis armas. Dito.—A' mesma, devolvendo os papis I OL1IETI3I. 3r.StH.t:i>I> %  d>'U£ih 2¡53'2 OU PHE m o RAS DE UM MARIDO. C ) POB EUGENIO ave.) XI. r.iniiuau lo eative na aula, no da em que Lavasseur entrou para a enfermarla, lu assaltado por tristes precenllmentos. Llvre da presenca de Andr, eu senta o que havla de culpayel c de insensato cm meu amor para cun a mai de un' u nielhor amigo ; minha palso nao era por liso menos viva, mas a reeao moslrava-me o nada das absurdas esperancas que Levasseur me lluha dado. Eu esperimenlava primeramente um profundo pesar, quasi um remorso, pela Inducricao a que me linlia deixado arrastar contando a Andr todas as particularidades de minha visita casa de madama Raymundo, eu nao va o menor perigo nestas rcvclaces, mas envergonhava-me deltas como de um abuso de coniimi, i. Logo quesatii da aula, a qual durara duaslioras, .lu.io Raymundo velo ter coinlgo ; sua presenca einbaracou-mc mais que du costuiue, elle pareca triste, preocupado. (*) Ficta o Diario 28U. da divida de fardamento de que pede pagtmento o ex-suldado do dcimo batalhSo de ¡nfantaria Joilo Jos Pacheco, para que nos termos do seu ollicio do hontein llie mande satisfazer a quantia de 3,963 rs., pertencenle ao exercicio corrente, remetiendo a thesouraria de fazenda os documentas da divida, relativa a exerccios lindos allm de aerem processados na forma das ordens em vigor. Dito—Ao director do arsenal de guerra. Tenho presente o ofllcio de Vine., dstado de hontem, que acompanhou o ornamento feito pelos engenheiros Bowmsn & Me. Cal lum, sobre a conslrucc>> das vinte e quatro grades podidas pelo Exm. presidente do lloara, do qual sa deprehendo fazerera aquellos eogenneiros as referidas grades pelo proco de lloris libra, sendo as birras horisontaes feilas do Trro fundido o as vertieses de ferro balido, e sendo todss do forro batido pelo pre;o de 150 ris cada libra, e iin resposta tenho a dizer-lhe quo deve Vmc. mandar ver so por menos preco se far a dita obra na fabrica dos engenheiros Starr & C. aflm do preferir-se quem a fa;a msis barato o eom a perfeicSo exigida. Dito—Ao mesmo, concodendo a autorisacSo que podio para despender a quantia de 69/000 res eom a promptiflcafSo de 50 calcas de brim e outrss tantas cimisis de algodSozinho, que segundo o pedido que devolve s9o necessarias para os recrutas do exercito.—Communicou-se pagadoria militar. Dito—Ao director da obras publicas, para fornecer ao inspector da alfandega desta cidade, que assim o requisita, urna copia da planta do porto desta cidade.com desgn le.io, a le ni dos pontos carduaes, das fortalezas do Buraco o do Brum, caes do arsenil, Trapiche-Novo e do Pelourinhn, ponta do forte do Mattos, alTandega, ponte do Recife, pharol, barreta, ilba do Nogueira, cora dos passarinhos, caes da Ribeira e do Collegio, dislinguindo-so por cores diversas o lameirSo, laminhas, poco e mosqueiro, lim de poder o mesmo inspector propor directora geral das rendas publicas a reforma do regulameoto Bacal do porto, e a mudanca do ancoradouro do franqua, carga e descarga, e promover a fiscal isacSo a cargo da dita alfandega eom mais ofllcacia e menos despendi.—Inleirou-se ao mencionado inspector. Dito—Ao engenheiro encarregado das obrss militares, inteirando-o de havor resolvido que se nSodcomeso aos concertos da fortaleza das Cinco-l'ontas sem nova ordem da presidencia, visto ter representa lo o inspector da pagadoria militar, que da quota desigaada para as obras militares em o presente exercicio existe apenas a quantia de 9:600/940 ris, a qual nao chog para todas as despezes a fazer-se om o barracSo destinado para laboratorio de rogos artifl.ciaes ecartuxame, o CJIII os concertos da mesma fortaleza.— .\esle sentido offioiou-se ao commando das armas o ao nspoctor da referida pagadoria. Dito—Ao director do collegio dos orphaos dezendo que, em vista do que Smc. ponderou etn ollicio do 10 do corrente, approva, que sejam feitos de conformidide eom o projeeto e dosenho, quo dovolve, os concertos de que necessita a latrina daquelle collegio.—Remetleu-se copia do projeeto de que traa o ollicio cima a administradlo do patrimomio dos orphSos. Dito—Ao mesmo inteirando--o de baver, om vista do sna informafUo, diferido o requerimento em que Rita Senhorinhi do Espirito Santo pedia 15 dias do liconrja para seus dous tillaos menores Francisco e Alexan Ir, rodilludos aquello collegio, virein esta cidade a ver se melhoram da iolernitenle do que padecem.—Communicou-se a administrarlo do patrimonio dos orphSos. Dito—A cmara municipal d3 Goianna, dizendo que, avista do exposto em ollicio daquella cmara de 10 do corrente, tem resol vido que subsisla a arrematarlo dos impostas de que trata o artigo 23 § l. da lei provincial de 5 de junbo do anno passado, a qual j se eflecluou pela quantia de 1:223/ rs., dovendo porm d'ora em diante nao se permiltir, que os arromataotcs comecem a cobrar os imposto* arromstados antes da approva;3o da presidencia, se a arremalac3o tiver sido feita por prero menor do que a do anuo antecedente. Dito—Aos mombros do collogio eloiloral da villa do Maioeiro aecusaodo recobida a autlientica ua ulei;9o que se procedeu naquella villa no da 3 do corronte para deputados provinciaes, o declarando quo n3o veio o ollicio quo o mesmo collegio diz ter enviado para ser presente assembla legislativa provincial. Portarla.—Ao agento da companhia das barcas do vapor para manlar dar passagem para a corle por conla do governo, a Antonio Joaquim da Paixao, Jos Manocl dos — Fernando, disse-ine elle cstendendo amo para salas, confesso que me he inipossivel acostumar-me coin o pensamento de que nossa ainisade be talvez alterada porque sou obrlgado a commetter urna falla de contianca para cointigoi depois de maobaa, domingo, he meu dia de sabida.... talvez que scguuda-felra.... nao tenbas mais esprobaedes que faier-uie.... — Que queres dUer oom isso, Joao? — lie posslvel que eu te conlle segunda felra urna parte do que at agora tenho sido obrlgado a oceultar-te.... Quero fallar de diversas circumstancias relativas minha familia, k minha in.ii, aos principios que ella ine deu em ininlia iufancia. D'aqul at segunda felra, meu bom Fernando, pergunta a ti mesmo se leras bstanle flrmesa de carcter para guardar-me um aegredo absoluto sobre confidencias que nao inleresam seno a miro. Conheco tua leviaodade, teu eslouvamento, elles me lein ordenado at aqu a maior reserva paracointigo; mas se depois de ter maduramente rellectido, me disseres : Joo, juro-te em noine de nossa amlsadc guardar teu segredo.... eu te accreditarel, Fernando I Assim d'aqui at segunda felra nao me aecusea ; suspende teu julio a meu respeilo, torna a ser o que eras para inlm. Ah! se soubcras quanto me be penivel a fricia que reina entre nos de alguns dias para c I entretanto jamis tenho tido mais necessidade de tua ainKade! nao sei porque.. sinlo-me triste, abatido, como se algunia desgraca devesse accontecer-me... Depois passando a niau pela fronte, Joao contlnuou: .... — Kxpillainos estas ¡dlas mas.... Vamos ver esse pobre Jaciolho na enfermarla, pois honitni nao pude ir l? A proposta de Joao me iuquielava, porquan • 'to eu sabia que L.evasscur estav.a ua enfermarla, lodavia nao ouscl recusa-la. A enfermarla dividida em duas salas que sar. OunSoha bases seguras para calculo ico ha o tinha sido ao ovangclho, que espealgum : ebegaria j lambern a regenerar;9o|aiflhou. s sciencias. Neste caso, tamguam %  tliclum. Mas como por ora a inda os regeneradoPassos e Justino Jos Cidade, que tiveram mulher; appellados, Carlos Jos Gomes baixa do servico do exercito. I do Oliveira e outro. DEM DODIA17. I Ao Sr. desembargador Percira Montetro Ollicio.—Ao commando das armas pira asseguintesappellacOesem que sSo: prestar ao delgalo do primeiro dislricto Appellantes, Manoel Pires Ferreira eoutros; deste termo, nos das de expectaculo em appellado, Domingos Caldas Pires Kerres nao declararam mais esse rasgo da sua qualquer dos dous theatros desta cidade, a reir. .genemsidade phtlantropica, visto quo por forca de primeira linlia que o mesmo delePassaram do Sr. desembargador Telles ao ( em quanto apenas se leen entrando eom g.do requisitsr para manler a ordem em Sr. desembargador Pereira Monleiro as se( as causas do mundo poltico e moral occuanarciiia ; no communismo, en ditos theatros.—Intoirou-se ao menoionado guintes appellar,0es em que sao: delegado. Dilo.—A thesouraria de fazenda transmit tindo dous avisos de duas letras na imporAlbuquerq tancia de 1:143,100 rs sacadas pela thesonAppellante, Inocencio Jos da Casta ; appelrariada provincia doItio Grande do Norte lado, Ignacio Alves Feitosa. sobro a dosta e a favor de Barroca &PioheiAppollanle, Manoel Joaquim dos Santos; competente pro^ramma regenerador ; que he um nova especie de lco, ou rede, para roV "de HonTique Jos de Castro Barroca.,'a"ppelladb, o juizo. .Iner ludo quanto precise "**W*£¡> r.— IJ— .Aii. passaram do Sr. desombargador Valle ao esubjeital-oao respectivo procoaso, d onde ChristSo ou mouro, idolatra ou gento, he sempre o govorno que vence — he sempre o marechal que triumpba. Triumpham ambos na demagogia, e na nin leniei'-, na repblica, e na monarebia ; na paz, e na perturbarlo ; na ordem, o na anarchia; no commuoismo, e na propriepados, exclusivamente da consolidarlo dasidaJe ; na sciencia, e na estupidez ; no idionas lialuliMros, corrupco, e n o na coragem ; ta'o grandiosa deixar de ser" precedida do do gumlesappellacOesemque s.1o: pados, exclusivamente ua consonuacao uasiuaoe ¡ na sciencia, e na esu Appellantes, Cliristovao Lulz de Mello e sua instituicOes, e da guerra corruprao, naojlismo, e na illuslracao ; u itmulher; appollados, Francisco Xavier delacredilamosque setenham alteradoos pnn-je no charlatanismo ; na c irAlbuquerquee sua mulher. cipios da sciencia. Nem poda empresa independencia; no medo. ParlicipouseaoExm. presidente d'aquella provincia. Sr. desembargador Gomes llibeiro as seguinDito.—Ao [director geral do Monte Pi lesappellacOes em que s3o : dos servidores do estado transmittindo urna Appellante, o juizo; appellado, Francisco relarjao das sommas que foram pagas ulliJos Mondes. mmente pelos contribuiotes do mosmo Appellante, Manoel Alves Guerra; sppcllamonle pi e bem assim urna letra daquan-¡ dos, Jos Niculao Riguoira Costa e sua lia do 375,310 rs., do saque da Viuva Gaumulher. dino& Filhoa favor do thesoureiro d'aquelAppellante, Manoel Camillo Pires; appellalo estabelecimento. : uos i Jos Pires Vianna e sua mulher. Dito.—A pagadoria militar reenviando o oisTmouir;Gm. requerimento e papis da divida do fardaAo Sr. desembargador Bastos os scguinmenlo de que pede pagamento o ex-solJado tessggravos emquesao: do oooo batalhSo deinfantaria Mauoel PeAggravanto, D. Maria Filismina do Reg Godro, para que llie mando satisfazor, nos termes; aggravado, Joaquim Aurelio Percira mosdesua informadlo, a importancia de de Catvalho, 3,963 rs. pertencente ao exercicio corrente, Appellaate, Jacintho ElesbSo ; appellado, remetiendo ao inspector da thesouraria da Caelaao Pinto de Ve saho puro e linpo de loda a macula prelorita e futura, eom o altributo do incorruptivcl — meio caminho andado na estrada da elerni lade. lista hoj^i condecido. Possuiamos um thes. uro como nuiguem ; eanJavamos aln esmolando do porta em porta, por alguma intelligeneiazinda mas alrovi la, quo sem ceremonia so inculcava capaz do nos govornar Eramos ricos, o mendigavamos como pobr, (Oes Gracas regcueratao; a fome deu om abundancia. Nada nos falla, sen.lo expressOes para bem dizermos o deslino quo tanto nos favoreceu. A cada passo presenceamos um phenomeno estupendo. Dir alguem quo no temos rasilo ? Varemeiienao so inspector ua mesourar a u ••wniiwnnns, _-_---?-_--% %  .. ,„ ,,.. ,,„ J.-I r.ze„daosdocume P n.os da divida relativa. I Aosr. desembargador Leo os segu,n-¡ mo. convenU ^ o-' h m 0 d •' exercicios lindos, aflm de serem processados los sggravos em que s3o : na forma dosorJens em vigor. Aggravahtcs, Manoel Pereira Guimsracs e Dito.—Aojuiz relator da junta dejustica outro; aggravado, Manoel Amancio dos transmittindo para ser relatada em sesso liis. da mesma junta, o processo verbal feito ao Ao Sr. desembargador Telles as seguales soldado do nono batalhao de infantaria. ippellacOes nm que sao : Joao David.—Communicou-se ao commanAppellanto, o juizo; appellado, Antonio Jos do Jas armas. de Andrade. TlilUIMlTi — IA KPI APAV AO Sr "Jesembargador Pereira Monleiro l IWll .IUII 114. nliAsjiMJ as seguintesappellaQes em quesao : SESSA" DE 13 DE DEZEMBRO DE 1851. Appellantes, Joilo Ignacio de Loyola Barros Presdetela do Exm Sr. conselhtiro Azcvtdo. e outro ; appellado, o juizo. As 10 horas da mandas, estando presentes Ao Sr. desembargador |Ville as seguintes os Sr.-. desembargadores Bastos, LeSo, SouappellarOes em que s3o: za, Rebollo, Luna Freir, Telles, Pereira Appellantes, Joaquim Jos de Monezes, sua Montoiro, Vallo e Gomes Ribeiro ; faltando mulher e outros ; appellados, Antonio eom causa osSr. desembargador Villares : o Pereira deSouza esua mulher. Sr. presidente declara aberla a sesslo. Ao Sr. desembargador Gomc3 Ribeiro os JULGAMKMOS. ne^ui ules aggravos em quos3o : les, recentissimo, que ao mesmo lempo sur prebende e arrebata. Pergunta-se o ministerio em lorra de clirislaos ? N3o se cnconlra. Foi om romagem devota como bom creute agradecer a Mabomet o triumpho eleitoral. Pergunta-se pelo ministerio em ierra de mouros, e tambem l n3o esl. I'artiu para Roma beijar o p ao Pontilice ; ou para os logares santos, Bgradecor a Deo como bom ch'istao, nunca desleal, ncm perjuro, o triumpho eleitoral. Quer dizer que o governo vence em loda aparte, porque de turco eom os turcos, em I-I i" eom os edristaos, circumeiso eom os eircumeisos, e no flm, nada eom lodos, sen3oum tralicanle, que assenta a quitanda em qualquer campo, sem se importar umilliacOos porquoo fai;am passsr, eom as h Appellante, a justisa i appellada, Rosa AlergVravateD"niz" Ali"o"d Moraes e Sil-' eom lano quo llie dcixem expor a venda xandrioa.-NSo tomaram conhecimenlo B va ; aggravados, Manocl Pires Ferreira o as especiaras en que negocea. por nao caber do despacbo de que se inoutrol e a ',sl,oa 0,,Jo tn "?! ,luen terpz. Appellante, Marcelino Jos Lopes; appellatoral loi da dcmagog, o pergatUiei. Qotin Appellante, Florencio Jos Carneiro Mondo, Guilhermo Soaros Bot-lho. venceu r 1 Resposta : t-oi o goven Levanlou-se a sessao a 1 dora da tardo. teiro ; appellados, Manool Caetano Soares Carneiro Montoiro e outros.—Desprezaram os embargos. DCSIQNiy'd'H. Commando das armas. O Exm. Sr. mareclial do campo graduado Appellante, o juizo ; appellado, Antonio AlAntonio Corroa Sera commandaiite das ves da Silva Oliveira. .. armas, turulo de dar exocuerio ao aviso do governo Chegaes a ja, Elvas, ou alguma outra trra, ou circulo, onde as eleicOes recairam na maioria, ou lodas, em homens do partido moderado — do principios condecidamenlo carlistas, o que ouviz i' Perganlao-o aos arauloa miuistoriaes, o rospomlcr-vosAlbano. (Mpiles e quatro subalternos da lorceira Appellanto, Joaquim Ferreira; appellado, clai.se do exercito, do numero dos que oxisJeronymo Joaquim Fiuza de Oliveira. j tea) nesta provincia, determina que compaAppollaule, Mana Tlieodora da Concoidlo ; recam no quarlel general as 10 horas da appellado, Aleixo Jos de Oliveira. mandila do da ii do correnlo para seren Appellante.Manocl Alves Guerra ; appellado, inspeccionados do saude, os Srs. ofliciaos Gaspar de Menezes Vasconcellos de D umont. Appellante, o juizo ; appellados, Manoel Pires Ferreira e outro. Appellantes, e appellados, Manoel Antonio Dias e Jos Venancio Pimenta de Carva, I do. MVISOES. Passaram do Sr. desembargador Bastos ao Sr. desombargador Leo as seguintes appell.n.'e.s em quesSo : Recorrente, Jofio Jos da Cruz ; recorridos, Maooel Carlos Godioho e outros. Appellante, Jofio Antonio Soares de Abreu ; appellado, Manoel Goncalves Valento. Appellante, Malbiaa Joaquim da Gama ; appellado, Hortencio Jos Yeldo. Passaram do Sr. desembargador Leo ao Sr. desembargador Souza as seguintes appellacOes em que sBo : Appellante, Luiz Jos de linio; appellado, Joaquim da Silva MourSo. Ao Sr. desembargador Rebollo as seguintes appellac,Oes em que sSo : Appellante, o juizo; appellado, Ignacio Correa de Mello. Passaram do Sr. desembargador Habello ao Sr. desembargador Luna Freir as seguintes appella(Oesem que s3o : Appollanle, a pi'eta Manoe.a ; appellado, Ma noel Francisco Rebello. Appellanto, Francisco de Assis de Oliveira Maciel; appellada, Floiinda Mana de Sant'Anna. Passaram do Sr. dosembargador Luna Freir ao Sr. desembargador Telles as seguintesappellacOes em ques3o: Appollantes, Pedro Jusc Rodrigues o sua da mencionada classe, eom oxcepr;ao dos que tem licenca do governo imperial para residir fora da capital, o dos quaseacham actualmente 3mpregados. Quartel-geueral na cidade do Recife, em 15 de dezombro do 1851. Francisco Camello Vessoa de l.icer.la, Capitn secretario do commando das armas. EXTERIOR. LISBOA 7 DE NOVEMBRO. .\o ba nada t3o delicioso. Portugal de o primeiro paiz do mundo condecido. Tudo aqu de de urna randado, que por pouco nos leva a a creditar havermo-nos transportado ao reino da la. Favores sao, que devenios aos astros bemfasejos, que nos tomaram sobo seu i minio ; e que nos vSo encaminhando, quasi sem o senlrimos, para urna vida toda nova, que uo he a queja l deixamos gasta, no lempo quo nos fugiu. Para nos he de fe, quo ou damos todos om orales ; ou alcanzamos o que ninguem suppunda possivcl — a repblica de PlatOo. NSo. ha moio termo. Ou escureceoios ludo quanto se condece de maravildoso na superllcie do globo terrqueo ; ou provocamos a ii iis.ni das naipies, que nesta momento nos contemplam curiosas, esperando 13o grandes cousas, como lio do ras3o, visto acharom-se ao lome da estado pilotos alamados. Temos sobejo molivo para assim o pencoinmunicavain urna* eom a ouua, era precedida de um locutorio. No momento em que ahi cntravamos, adiamos Jacintho Durana paludo e desfeito. Sentado dlante de urna mesa elle escrevla e pareca sujeilo a urna viva emoco ¡ avistando-nos elle eiclamou i — Ah I meu Dos.' he o e.o quem vos envia aqui.... — Eu eslava escrevendo a ti, Joao! — Tu me escrevlas.... e para que? O medico prohibi de me deiaarem sabir anda.... Nao me perinettiram descer. edetnal* era a horada aula.... Eolio desde que acampa tocou a recreio, pui-inc a escrever-tc para pedir que vleases aqu cora Fernando sem demora. — Mas disse Joo eom Interesse, que lens tu, meu pobre Jacintho ? ests todo trmulo. — lie verdade, e ba pouco trema multo mais anda.... pda cotn os re -dos carlistas: otriumpda eom os carlistas na derrota dos republicanos. Viu-so ja alguma cousasiinilhanle na historia dos goveruos i' Da algucui noticia de urna Hienda uiais singular i' Vem o republicano, e o governo abrac.a-o fraternalmente. Vem o iiiouai lus a, o sauda-o eom o onlliusiastico : Mein vindo sejes Vem o absolutista, e curvado dianto da respeilivel autiguidado dos principios goIhicos, supplica-lbe que o inscrova no livro dos seus restauradores. He extraordinario Todos buscam na physionomia dos ministros o rellexo das suas opiniOos proprias; c lodos la o encontram effeclivamente, desenliado por alguma ferjao es pecial, que se nao coufunJo eom as domis. Consullam-llie os admanos; e de Tacto l obsnrvam a vivacilado do movimento, a inorcia do quietismo, a prudencia d conservadlo, e a rudesado retrocesso. Affaga o Mazziui aqui, e perseguo-o ali. Flagella o carlista alm, e apregoa-secampeSo da carta acola. Cs diferentes logaros s3o territorio isempto para o ministerio onde o duque regenerador reina sobre principios encontrados, adoptando o systema do governo quo meldor so coaduna cora as affoic-Oes particulares dos sous vassallos. E anula em cada um dolles o marocbal Iriumpha. Descnrola oslo o estandarte do cbristianismo ; e o governo dnbra o joelho dianto dello, adoraudo o Crucilicado. Levantaaquello a bindcira da meia la, e o governo troca logo o burel de penilento pelo turbante do propheta —jura sobro o _-!:•.. i.. u.hM. —n nn.l nn na immoralidade, o na virtude. Em ludo triumpha o marechal e o seu governo. Enl'urocem-se eom os demagogos, edosoriemlam-se eom us carlistas. Mas a esles queimaram-os em auto de fe se podossem; eja que mais n3o podom entregamos, dopois do os perseguirom, s turbas descorreadas, quedando comorjo as suas proesas pelos indignados victimas, h3o-do acabar por sarrillcar os proprios agitadores, grandes e pequeos. Entretanto quo d'aquelles n5o conhecem nondum, posto quo n3o duvidom da sua existencia, e apesar de Ibes conhcccrom as opiniOes. Com similhanle governo de claro que nSo da que temer pela couso publica. Nunca as insiiluidies cstiveram tilo seguras ; porquo triuraphou a ministerio, quo em honra da ver ia ir de o mais constitucional que podo ser ; o maior proloclor da ordem e da seguranza publica o individual, para cujo lim fui que ello consenliu o escndalo do dia dois na capital, e tolera as correras do patriota Gslambs, asssim como as violencias em differentes poutos, praticadas pelas suas aulhoridades. Com -mullanlo governo n3o baja medo a poltica, de acontecimento precursor do conflagrac3o alguma. La esta elle Trente dos republicanos, moderando-lbeo Turor, o conquistndome os apostlos com as concessOes mais proprias para os contentar: por exemplo as candidaturas de todos elles ; a dissolacao dos batalhOcs naeionaes ; etc. etc. Naeionaes, o estrangeiros u3o loem quo se importar com os negocios pblicos; por que nao dSo cuidado. Nem ao menos se deem Tadiga do averiguar de quom foi o triumpho na lucta eleiloial; por que o governo venceu em toda a parte. D'esto ridiculo he iinpossivel passar. ( \islandarlc. I ou antes nao liavia niuguem. Ha pouco, antes da aula das tres boras, eu linda urna vilenla dor de cabeca ; meus camaradas de enfermarla conversavam alto na sala graudc ; por isso ful deltar-me vestido em una das camas da outra sala para achar um pouco de silencio c de tranquillidadc.... Esta cama tica coltocada del'ronte da pona.... e para garanli-la das correntes de ar, cercar. ini-ii. i de uinparavcuto cscolbi esla cama de proposito por que o paravcnlo me occuU.ua aelaridade; euesperavaassim descancar mclhor. •> Muito lifm, diise Joo: mas nao veio at aqui nada para te assustares, meu pobre Jacio tho.... e tu Fernando — Tambem nao, respond eu. Todava eu senta uina inquietaco crcsccnte, cuidando que Andrc Levasseur tinha sido traos portado enfermara. — Vosss vero, respondeu Jacintho, se nao foi a Providencia que me collocou l.... caso PERtUtjBUCO Tribunal do commercio. Do ordem do tribunal do commercio da provincia do pcrinuibueo, publica-se a relaea i abaixo Irauscripta das cmbarcs(0 nuindo olhou para mime dissc-inc : — 11c singular.... Qual he n alumno que prega essa mentira de urna pretendida dor de estomago. — Nao.... nao.... nao sei, rcspoudi eu corando, sem que Joo Raymundo reparasse cm minba perturbaco. Jaciolho continuou : — Olio do alumno, depois de ter rido com elle desla vclhacaria disse : i A peca he boa, mas em rigor nao podias tu escrever-me ? Era inulto importante, respondeu o alumno ; as cartas cslraviam-se s veses, minha escripia corra o risco de ser reconheclda; por isso prefer fazer que Vmc. viesse. — Ccrtamentc tivesie raso.... lie mais pru dente, respondeu o l.o, reconheco nisso o leu bom senso. — Trouxe com que escrever, pergunlou o alumno, pois importa nada esqueccr. -Eu previ isso mesmo, e trouxe comigo niiniia escrivauhia de aigibeira c nunlia cai[•'iia, respondeu o tio rindo-se, Ah esplo no!.... cu eslava certo que havlas dcserio bem succedido aqui como o tens sido em ouiras partes.... Se continuares assim, irs longc Joo disse olhando para Jacintho e para mlin; — Que pude isso significar ? quem he esse alumno.' quem he scu lio? que qucrein elles? Nao comprehendo nada nisso; entretanto eslou inquieto. -• Dcisa acabar, meu charo Joo, respondeu Jacintho; faco ludo quanto posso para uada Nao sei, respondeu Jacintho, Como elle I esqueccr, Indo asiim por ordem de leuxbraucas, do contrario arriscarla confuudir-me. O lio disse enloao su ti mi lio — Estou promplo para escrever; mas he em verdade um successo mais expedito do que eu esperava. — i.iisiou-ine bastante, deise estar, responden o alumno ; o tilho de urna especie de selgem que nao se sabe como engodar; avancos, amlsade, olferecimcntos de emprestar dinbeiro, nada produsio ell'cito ; emprcguel clao o grande meio que cria Infatllvel para apanbar esse bruial em meu visco; cm urna palavra propuz-lbe einpreslar-lbe mos livros... alitn de Mear assim nossa inluiiidade; mas nada! elle enviou-me a todos os diabos com meus mos livros. Joo eslreniceu e caclamou: — Jaciulbo.... supplico-le.,.. recorda bem mas lembrancas.... Este alumno dlssc ao tio: ii lilh'i ... he.... — Uina especie de aelvagem. — Sim, mas elle disse o lilbo J pergunlou Joo com urna voz alterada: Elle disse mesmo o lilbo? — Ccrtamentc, respondeu Jacintho; elle o disse. — E ests bem certo, accrescentou Joao com urna ancledade crescente, que o alumno accrescentou : que tinha proposto ao liluo einpreaUr-llic dinbeiro c mos livros? -• Sim, pois nao perdi urna so de suas palavras.... mas que lens tu, Joo?.... Como ests plido, respondeu Jacintho com Inquletaco. Ao depois odiando para inim, elle accrescentou: — E tu, Fernando, como coras, parece que ests tremendo, Ah! meus amigos, bem vedes que eu tinha raso de asiuslar-me.... -Este alumno... deve ser Andr Levasseur, csclainou Joo, eu o reconheco pelos ollerecimenios que me fea.... Nn te tctnbras, Fernando? eu te informe! de tuda. %  >i^



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dios brasileros domiciliados am Acaracu' Secrelarla i,dc dexcuiJjro d( 1851. Kst coulbrui Maximian Francisco Uiiarl, (lluvial malar Inicrinu. ELEICAO PROVINCIAL. ColUgio de SerinhUem, 19eleitores. ii* tro. Dr. Joffo Francisca Duarte Major Joto V. Villola Dr. I.. I', de A. CaUnbo Dr. Manuel Firmioo da Helio Dr. Alvaro Uarbalho Uclia Cavalcanti Dr. Francisco Rodrigues Seto Major Florencio Jos Carnciro Monteiro Dr. I. J. de Souza LeSo Dr. Francisco JoBo Carneiruda Cunha Jos Hara Ramos GuijHo Dr. Gaspar de M. V. de Drumond Dr. J. H. de Albuquerquo Dr. Francisco Carlos Brandan Dr. P. F. de Paula C. de Albuquerquo Dr. A. de M. V. de Drumond Anlouio Marques de Amorim Dr. Francisco Alvesda Silva Dr. Hemeterio Jos V. da Silveira Dr. J. P. H. Porlella Dr. Joaqun) Villela de C. Tavares Tenente-corouel Joo do Reg B. FalcSo l > VOT09 19 18 18 1* 18 17 I 17 17 1(1 14 i o f lti 13 15 1". |5 1") I* Dr. Julo Francisco da Silva Braga Dr. Francisco de P. Baplisla Dr. Joaquim de Souza Res Dosembargador J. M. Figueira do Mello Dr. J. Tli ina/. Nabuco de Araujo Francisco do Reg Barros Brrelo Dr. Manoel Joaquim Carnoiro da Cunba Dr. M. F. de Paula C. li: Podro Caudiano do Ralis e Silva Dr. Victoriano do SA Alliuquerque Dr. /.(imeiico A ViTino de A. Francisco Aaphael de Mello Reg Dr. Cypriano Fenellon G. A. PaJre Joaquim Pinto de Campos Dr. J. d'Auuno Fonsoca i.-c. iv.l.i f, C. de Brillo Padre l.uiz Carlos Coelho da Silva Dr. Alfonso Peros do A. MaranliSo Tenente-coionel F. C. do A. MaranliSo Dr. Cuilbermino C. M. Bncalbo Dr. M. Archanjo da Silvn Costa Dr. Chrislovo Xavier Lopes Dr. Sergio Dtniz do Moura Mallos Padre A. Jacome do Araujo Dr. A. lii-imi no da Silva Guituares Dr. F. A. do Olivcira ilaciel Dr. Herculano Concalves da Roclia Coronel F. A. do Barros o Silva Coronel Jos Pedro Vellozo ila Silveira Dr. JoSo Jos Ferreira da Aguiar Dr. M. de Albuquorque Machado Vigario VensncioHenriquedeRozoude Tenenle-coronel A. Carneiro Machado ll. Bario da Boa-Vista Vigario A. F. Goncalves Cuimarcs Consellieiro A. P. Maciel Monloiro Desombargador F. P. Monteiro Dr. Jos Raymundo da C. Menozes Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo Dr. J. P. Monteiro de Andrade Vigario D. Jacome de Araujo Vigario Nemezio .lo .s. JoSo Gualberto Coronel Leonardo Bezerra Dr. Rigueira Costa Jos Pedro da Silva Dr. Medeiros Jo3o Baptista G. da Cunba Dr. S. A. Mavignier Dr. F. de S Albuquerque Dr F. de P. Rodrigues de AlmciJa Josc Joaquim do Reg Barros Dr. Jos Qumtino do Castro LcSo Padro J. Joaquim Camollo do AuJrado JA. Lopes Dr. Manoel Jos da Silva Neiva Bar.1.) de Suassuna Padre JoBo Caprislano de Mculonija Dr. J.T.iii i un, Vil/cla de Castro '/'avaros Dr. G. Xavier Percira de Brillo Dr. A II. de Souza Bandeira Major A. J. do Oliveira Dr. Caetano Kslelita Cjvalcanli P. Dr. A. G. deS Albuquerquo Augusto Frederico de Oliveira 'lano de Canibaribe Dr. A. F. P. de Carvalho i 'mi'.'ini i Gtiodes do Mello Padre Vicente Ferreira deSiqaeira V. Silvestre A. de Oliveira Mello porta; ainda que custa-nos a crer que ellos, iient ao menos na colleccSo dos instrunvn toa da escola de moJicina, ufo possuam un que sirva para as Infles de parto. y Ignoramos ao aqu ja fui pralicada a lilhotrica ¡ mas (abemos que ha excollentea instrumentos fabricados por esse mesmi) Charrirre, que o Sr. Dr. Carolino dit estar cima de Sirhenry eSamaon. Sabemos niais que a operacBo da talha o tem sido por vezes e com feliz resu'tado; e contestamos que o ii pai i-i so pratiquenl a. litliotricia o Sr. Civialo, o nBo Civial, como sempre oscreve o Sr. Dr. Carolino, e o Sr. Caudmond, sujo nomo anda be nuii pouco condecido, porquanto outros lio lllustres quanto o Sr. Civiala a prlic'am, "las como Amusja!. Lioy d'Etlollos,. Sgalas, lleurleloup, Tanchnu, Pravas, Riga), MeyrieHX, Rigaud, Ai '..i ; I, Guill.iii, ole, etc.; e duvidamos que no lita-de Janeiro, onde por dvesas vezes se lia praticado ossa opea?io, ainda se ignore o que sabe o Sr. Dr. Carolino, ¡alo lie, que para se calmar o eystoma nervoso he preciso rocorror a clysteres laudanisados. 3.0 Nao duviJamos que o Sr. Dr. Carolino visso om Pars pralicirso a lilhotricia, equotenha bons lilbotriclores de Civiala; mas na i lie isto raso para que seja hbil o,erador; o so sabe tanto quanto diz, deve n9o Ignorar o que se passou na sess3o do Instituto de %  '. anca do 23 de outubro de 1848, om quo foi prefeido como o melhor o lilliolricior do Sr. Cuillon, que no anno anterior liavia recebido como premio de encourtujemtnl, 2:000 fr., por le.inventado esse instrumento; o nilo ha le estar esquecido do quo nessa scssSo disso o Sr. Arago, u depois o Sr. Lallemaml. So oSr. Dr. Carolino nSu tem esse instrumento, nlo poJo dizer quo tem os mollioros lithotrictoroi; o devo coufessarquo em Pernambuco se sabe Joquevai pela Euiopa, tanto quanto ello por la viajando. 4." Em Poinn mbuco mo se ignora o fin a que lio destinado o sueco pancretico, c as experiencias do Sr. Claudio Bcinard s3o couhecidas desde quu ln: .un publicadas no jornal do Instituto do principio do 1848, o no n. !_• di Czela-nicJica de Paris, de 23 de uiarc,o de 1818; porquanlo por todos os navios procedentes de Franca e de Inglaterra so receben) jornaes sciontilicos, e nolIcs vem transcripto ludo quanto na Europa apparecc relativamente ao progrrsso; c j isto nicsino foi publicado nos jornaes de medicina do Rio de Janeiro, e aqui. Ou o Sr. D-. Carolino mo sabia disto, e n3o devia escrever para o publico mo estando bem informado; ou sabia, o entilo n3e passa do uin impostor. 5. Nao silo doscinheciJas em Pernambuco as opiniOes do Sr. Miallio e Bouchardal, o mo Bouchurtl como por vezes oscrevo o Sr. Dr. Carolino; assim como os traballios do Sr. Claudio Bernard, e os dos Srs. Frcriclis o Lehaiann; eno cromos que csses trabalhos licassem inditos, ou sejam um legrado seieoliflco s couliaJo ao Sr. Dr. Carolino. 6." Altestados tos, como ewei que apreseutou o Sr. Dr. Carolino nenbuma importancii teem : de ordinario elles s3o dados a lodos aquellcs que ficquonlam os cursos, c os pedem, sobro tuJo quando esses cursos s3e Jeitos por proparadores a quem se paga, ou prufesso.es particulares que d3o lices gratuitas com o fim de se irem acreditando, e preparando para os concursoa de cjdeiras; e s** fossemos obrjgados a crer piau.cule cin facs altostidos ou documentos, ostao deveriamosdar toda a importancia aos elogios quo em una carta dirigi o Sr. Vctor Hugo ao autor do cerlos versos escritos oui i o: tuguez, lingua que iguora o poeta l'iauc.z ; eutr.laiilo que ess:s versos mo merecen) taes elogios. 7," Por lo los os navios vindos do Franca! 2 3 ue os ennhecem. o sabem todas as mo.lieafOes que tem exprimentado esses ins-J trunientos. II. Se outra prova de sua babilidada em operacOes nBo nos d o Sr. Dr. Carolino, alm de apregoar-se como tal, dizer quo tem instrumentos, apresentar altestados que nem sequer silo de lentes da escola do medicina, o saber o que be una urvina, ento nada provou, e nos faz lembrar da historia de carto padre atolelmado, que tendo de pregar em urna fasta, que elle queria elogiar, princigiou dizendo : —esta fesla be grande por ser hoje da de N.S. da Conceii,'an, ter meu i ai porjuizeeu por pregador. Se invoca smenle esses attestados, sera mostrar om quem praticou com habilidad c delicadeza essis operacOes, que no Brasil —ninguem sabe ou vice praticar,— vai mal; por quanto vastantes charlatBes e imooslores os tem apresontado e em maior numeroprometten Jo at cousas impossiveis, bastando para iito citar um medico bespaohol, que curava hernias anligas, canoros, epilepsia etc., entrotanto que nem a Dais t.'ovial receita sabia passar. 12. NBo duvidamos que o Sr. Dr. Carolino tenha instrucrjBo vasta, o seja habillissimooperador, mas nes parece incrivel quo sendo tal, como diz, nBoquizesss Qcar na llahia, sua patri<, onde os mdicos sBo 13o ignoraalos, e tal he a escaasez de recursos cirurgicos que nem ao menos possuem um cephalotnbo, e venlia procurar fortuna em urna provincia de tanto hairris no ; som con lar que desconfiamos de todo o homem que recorro a pomposos annuncios, nelles exaltando o seu siber, e oscreve estirados communicados em que divaga s com o fim de incnlcal-se, sobre ludo estando nos ¡i t3o provenidos contra o oharlatSes e impostores, que tem vindo a esta trra, servindo-se dos mesaios meios que o Sr. Dr. Carolino hoje einprega. 13. No contestamos que aquello que for a Europa, dadas corlas circunstancias, hade ser superior ao que l n3o tiver ido, embora haja esludado; mas admettindo isto, ni.i podemus deixar de doduzir que mais instruido do quo esse, que lafur, ser aquello quo l tendo feito sous estudos, rollar e semp o esliver em contracto mediato com os bomens instruidos por molo de suas obras. Admetindo isto, nao podemos crer quooSr. Dr. Carolino seja o mais instruido, nem possa fallar com tanta fituidade. 14. N3o duvidamos que o Sr. Dr. Carolino %  .. %  ; 1111 %  ._ %  .t iodos a quelles que na Europa estudaram, mo excepluando-se nem mesmo os que de la vallara ui desde muiles annos, ou ja nao cxistem: pois que nos qde nunca fumosa Baha, Rio de Janeiro ou a Europa .-.mili culos o Sr. Dr. Carolino, e sabemos quo principiado a estudar medicina na Bi(ia, fui doulorar-se no Rio de Janeiro. 15. Nao podemos pagar a impressBo das obras do Sr. Dr. Carolino, e por isto nao taremos o prazer de ver os seus profundos trabalhos, e essa mais do que profunda memoria cerca do diabetes ; todava psrecenos que a nossa falta de meios n3o ho razHo para que liquen) inditos trabalhos ISo importantes, que i o,l,un ser publicados om algn) jornal de medicina do Rio de Janeiro. So be 0S90 o nico obstculo, crcio que desapparecera quando quizer o Sr. Dr. Carolino. Cremos ter dito quanto basto, e liaver sido polido ; se pornt oSr. Dr. Carolino ainda suppOem que merecemos palmatoria, e quiser quebrar o nosso bairrismo, ent3o desdo j Ihe damos as mBos ; assegurandoIho quo esta he a ultima vez que coa) elle se o.-cupa. O Boticario. Correspondencia. Srs. Redactores.—Tendo chegado a meu %  %  ui. ..TI. nenio una correspondencia inserta e Inglaterra so receben) jornaes scient'fico's, I on> seu jornal de 17 do corrente com esta m\ -.. n (lliaaiEB ...a .a*-.. I. _. i %  i i i. i. i,. i ii i. I n A %  !• % %  ( I ~ &••!_& ^. la Cummunicado. Lemos o communicado, que o Sr. Dr Carolino T. do L. Santos publicou no DiVi'io 'le Pirnambuco de boje, e mo podemos conter o riso vendo a faluidade do um homem que s por ler viajado por Portugal, Franca e Inglaterra, o liaver esludado om Paris, so suppe cima do todos, c er ter visto e aprendido mais do que outros mdicos, que por l lamben tem andado, visto e esludado; e posto que lenliamos feito proposito de n.lo mli 'annos em discussos com pessoas, que se querem inculcar por tal modo, porque sabemos por experiencia, aqui adquirida, que essas pessoas s desejam ter motivo para, coreo o Sr. Dr. Carolino, divagaron) a vonlade, eoccasies para empaparan o pobre publico, quo quasi senipro se deixa seduiir por palavrns vazias de sentido, e por phrases que muitas vez como dWseicos, c minios mdicos lia em Pernambuco, quo possuem excellentes instrumentos, o esto em i rluc i com os mollioros fabricantes de Paris ou Londres. XSo duvidamos que alguns tcnhim mais instrumentos do que o Sr. Dr. Carolino, e nos cantos dosuas bibliolhecas mais litros do quo na sua aprsente o famoso discpulo do grande Condinont, etalvo mais lenliam lidodo que elle. SorBo os livros fon les de conheciinentos ? 8. NSo foi por espirito de bairrismo quo dirigimos ao Sr, Dr. Carolino algumis porguntas, porque nenhum bairrismo temos, que se possi quebrar com bolos; e se Ihe pe limos quo declarasse ondo era doutorado foi porquo s allegando que estudra om Paris, fazia cror quo se envergonhava do dizer onde recebra o gran. Aqui temos quando muito, tanto bairrismo quanto os (ilhos da Itibin ; mas cuenpre-nos confessar que minio nos admira quo o Sr. Dr. Carolino, sendo to instruido, o tanto havondo eslilla la em Pars, u3o so quizesse doutorar na escola .le medicina da capital da repblica franoza, que passa por urna das pnmoiras, sen3o a primeira. 9. Se o Sr. Dr. Carolino s acredita na ¡nstrucc,3o daquellcs que mais cm contacto eslivorom com os professores, o chegaram ha menos lempo, entSo n.lo he elle o mais nslrui.lo, nem quem mais viu ; porquanto IISO comprehende; todava, para que ess publicoconhecaquemheoSr. Dr. Carolino,l 0 Uri)s ha che 8" loa "epois, e outros ir.lo e n3o interprete mal o nosso silencio, di I 1 remos o seguinto : 1. Desde muito he condecido aqui um instrumonto, ojoeerreptf! cssagar a c¡ bec,a do feto, reduzindo-a por este moda a menos voluine, instrumento inventado por Baudelocque, sobrinho, e quo foi denumnalo cophalolribo, o n3o ccphalotripo. comoeserove oSr. Dr. Carolino, talv.'z por saber mais do quo todos; e se na Baha, sua patria, os lentes o n8o conhecem, ou o 1)30 te.n, queixe-sa do governo que os conserva c paga, o do publ.o que ossup-> Jle verdade, ilisiccu tremendo. Tal era a aociedade de Joo que miuba einovao Ihe escapou, cu cobre! enlo um pouco de animo e accreicenlei: — T'.iive/. .. I^vaateur fe tanibem cala propoata a uulros que mo a II.... c.... — Mas elle disse o lbo exainou Joo com auguatia, uau ouvlste cntao.... Elle dase o TiIho. .. c para mlm estas palavras.... A,i depoia Interrompeudo-se elle accreiCCBtCU. — Jess! o que he que isso signiliea^ Oh! o..o. grado uieu assusiu-me, .. Jaclnlho, coutluua.... eu le conjuro.... nao esquecaa nada... recorda-te de ludo, al da menor palana. — Fa;o csfvcoa pira isso, Juan, respondeu Jacintho ; leliiineate miulias lemhraiicas afio bem presentes, o alumuo dlsae depois a sen (lo i -Nao podendo conseguir Ugar-me com o lilho, dlrlgl-uic a oulra parte; repellldo pelo selvagem, pelo urso, ful admiravelmente bem aucceSido jniilo de nina especie de moco valdono; gracas a elle eu aoube o que nos iinporDva saber t at inulto mais do que esperavainoa saber ; inaa guardo-lhe Isso pira o rainiUn le. Eacreva pols que eu ditarel. — Eis-aqul, accrescentou Jacintho, ponen uiaia ou menos, o que ouvl o alumno dictar ao %  lo, o qual repella, medida queescrevia estas pequeas pbrasea curtas e corladas: Obierotto'ei aerui. 10. Se por al(."ucm ignorar o noaie de qualquer, instrumento merece bolos ; e se m.i h-bi! cm operacOes he aquellc quo melhor condece os instruiuentos, e sabe os seus nomes, cnl3o muilos bolos, ou antes pea merece aquello qu sondo reprovado em a! n 'o escola de medicina, cimo a da Baha por excmplo, onde os lentes n3o conhecem o que ho cepbalotribo, ou ccplalotripo, como quer o Sr Dr. Carolino, procura nutra escola, emciborcs operadores s3o os fabricantes de instrumentos cirurgicoi, pois Guardam ainda dcbaixo de vidro seu espolio cnsangueulado. ['.ilion com enlliusiasinn do herosmo dos revolucionarlos da convenco. Nao Icm seuiia iinprccaciacsdc odio contra os oercltos cslrangeiros ..lidos de nossos soberanos legtimos. De.presaino estado militar c exaltam as prolissoes ni liisirl... que dao acca'o sobre um grande numero de ohmios.... a sobre a plebe. Jautho intcrroiiipeudo t m.io sua narraco como para interrogar suas lembrancas, disse fallando com sigo mesmo: — S|III.,„ he ludo quanto o alumno ao principio.... dictou ao lio. Na.la esqueci..., -Vi,i sci qual era a physionomla de Joo Raymundo durante a narraco de nosso caiuarada ; cu nao ousava Irvautar os olhos, um suor fro %  neinundava a fronte ; um coudcinnado mor(e que aguarda sua senten;a, deve experimentar o que cu experimentara, Mais tarde aelieiune em poiicOes mu criticas, porm jamis nao senil urna tal angustia. Itaymundo sem duvda mais preocupado dos perigos que esta infame delaco podiafaier correr a aua mal do que de sua orlgein, nao reparou em atlas) demais elle eslava mui longe de suapeilar-inc. Eu ou va aua reapiraco oppri%  nida, quasi arquejaotc, eu nao me aeotia com animo de olhar para elle. Quando Jacintho se iutertoiiipeu alim de melhor' recolher suas lembrancas, Joo disse-lhe ; — Acaba, em nome do eco.,.. Acaba, c nao esquecas nada, — O alumno, eonllnuon Jacintbo depoia de ter dilado ao lio estas infonnaedes, dlaae-lhe : — Agora passrmn; ao faci. o segundo opigrnphe — roto de gratidSo—assignada por um ollicial do exercitoem o qual o seu anclar quasi que me confunde pelo excesso do hondada com que se dignou prodigalizar-me elogios, que licam cortamente muito alm do pequeo merec ment, quoeu por ventura possa ter; e correado-me a obrigaco de rcspondor-lhe sinto-me extremamente embaracado peladifliculdado de encontrar eiprossO.'s com as quaes bem Ihe possa agradecer a cortezia, c hondada com quo se elle houve para commigo. Tratando como costumo as pessoas quo me buscam, quer como particular, quer em virlude do omprego, que oceupo, nada mais fajo do que cumprir com um Uevor bem II u ni al ; pelo que nao vejo nisso lllll tlllil i para merocer o reconhacimento, e gralidao .¡estas ateslas pessoas, tanto mais quanto uo posso mesmo comprehendoi o que seja nnposlur.ir cusa do um em prego, quo se oceupe por maisimpoilanle, e elevado que seja. Assim pois recebando o voto que me dirige o Sr. ollicial, pi emit i elle que o concidero tilo simiente um elTeltode bondade do seu coraeo, sendo isso mais um motivo para que eu me confesse dupllcadamente agradecido. Alm do que n3o he muito de admirar, que eu me porte urbana, e delicadamente para com aquellas pessoos, que como o Sr. ollicial sabem nstentar-se 13o urbanas, e delicadas, e .-fio os primeiros a nos ensinar as qualidades, que deven) destinguir o homem de c-iucacalo, E Vmcs., Srs. Redactores, muito mo obrigarSo com a publicado deslas linhas de seu assignmt, oorigado. —Joaquim Maria de Carvalho. Recifc 17 de dezembro de 1841. w wj-j. i j i i i. a i mmmmmammmmBm^m VARIEDADE HMUltlAS DE UM FlaiLGO POBRB. I. De que me serve, menina, Ter um cao, e ter um galgo ? Ter um furo de fitlalgo ? wm A ci be iiolada. Niiiijunu Dtra senno dcpoli de ler ido euminado atraret de um postigo. Nio ba cm casa iciiilo urna o criada crM.i domingo deste mee, dr. urna para duai hora velha. da larde, muUoi homens de nemblante energlCouservain com idolatra no quarto de dorco, vestidos como gente do povo, estavain reuinir as insignias do jacobinismo, o retrato do rrido em casa da pessoa em questao ; um ddecapitadio. I set homens, de quarenta aunos de idade, pouco mais ou menos tendo ar militar, bonet de polica verdee encarnado, bigodes pretot, cabellos que iiin embranquecendo, foi principalmente observado ; estas especies de bandidos accolheram o lilho com deferencia, elle trocuu algumas palavras mysteiosas com o homem de bouct de polica, ao depois este e seus companheiros pissaram bem um quarto de hora cm conferencia secreta co.u a iit, linda a qual sahiram. Promeiti-lhc o ramilhete, meu charo tio, aCOfeKftulou o alumno, ei-lo: escreva com a melhor lellra que Ihe for posslvel; o mesmo domingo, mesma hora, um homem de barba ruiva longa de rosto asss bello, com a fronte desguarnecida de cabellos, d Idade de trinta esels a quarenta annos, peloque pareca, vestido de sobrecasaca ou casaca escura e coIcte brauco foi visto em urna das trapeiras da casa em questao, ao depois elle retirou-se precipitadamente, tcmciido sem duvida ser des* coberto em seu escondrijo: evidentemente este homem he aquelle que se procura cm outra pane. Jacintho foi interrompido por utuaexclamaco de Joo, a qual plntava ao mesmo tempo o espanto, o desespeio e o temor; nao sel se elle (iiiha at ento suspeltas sobre uiim, mas a delaco relativa ao nomem de barba as desvlou sem durida; porquanto elle nada me tinba confiado a este respcito, e era aua perturbaco nao culdou em combinar a hora desta apparlco com a hora em que elle e eu estiveramos scma< dos no janliiii esperando o momento desermos recebidos por madama Unj inundo. Eu me crl por um instante salvo. Cada vez mais assustado do perigo que corii un ai imilc seu lio (este homem de barba em Jaques Godofredo, condemnado a morte por um tribunal prebostal c que se cria errante nasinontanhas do Vlvaraes ), Joo eiclamou E ter tambera alm disto O meu habito de Chrlsto ? Ii. De qua me serr, senbora, Ser de noite, e ser de da Tratado por senhorla, as ras, as proclssOes, Nos bailes, e nos saldes ? m I1L De que rae sirve que tenba Um velbo tells bordado, lia cera annos pendurado N'umcavallo de madelra, Velho adorno decocheira? IV. Se a respelto de patacos Estou mesmo urna miseria! Mlnha mal Donna Qullerla, Quando foi para os aojinhos, S me deu os pergaiuinhos. V. E os pergamlohos. senhora, Sao cousa muito bonita; Mas quem nelles acredita, Se nao tem que dar ao denle, Nao faz figura decente. VI, Els aqui, menina, a causa Do mu eterno penar! E de nao me querer casar %  Fldalgo pobre, e casado, He candielro apagado. VII. Eu na velha monarchla Quis tomar ordena menores ; h segundo oa raeus malores, Pllbar com a mao do gato. Qualquer botn canonicato. VIH. Dastes, menina, que davaiu Nos bellos lempos de eolo, Engrolaodo um canto chao, Mesa farta com pastis, Moclnha de maos d'anncia. IX. Mas a reforma l'atal Me fechou todas as portas As cousas correram lorias Niu metal de loura cor, Nao arranjei prolector. X. Romp trea annos a lio iliini paciencia chrisia O meu barrete de lia A cortejar oa manddes as auas repartieres! Agarrei-me caria pura, lovocnndo o grande artigo '. Mis cacaarain comigo, E Hquei como os de mais Para as medidas geraes. XII. Sem ter, scobora, d'aqulll. (oiu que aluii.ni compraos inellcs ; Niio se arranjam proleccdes No en i,, de i.mi,i < ni,'.le Fiquci chuchando no dedo. XIII. O systema liberal. Que felisineote nos rege, As virtudes nao protege i Abunda de palavrorio, l'.irein ludo lar. lorio. XIV. t. onfesso a minha fraquexs, A un nli i .1, %  lu i.t.1,1, %  ¡ Acreditei na verdade Que o aystema liberal Salvarla Portugal. XV, Acreditei que nos dava Justlca como Dos manda Mas hquei de queiio banda Quando si que oa tribiinacs Julgavain por quem d mais. XVI. Acreditei que os ministros V'.i aerlain Iralicantes! I'ei, ni vi-os comod'anles.' Pobres, antes de subir Ricos depois de cahir.' XVII. Acreditei que as scieniiaa i-¡i ilii.ii MU mais luzea! Mas s vi quatro lapuzea Sablchdes de botequius Escrcvcndo folbcllns. • XVIII. Acreditei que nos davant Itoas estradas, canaes, E outras muitas cousas mais, S uc ha l por fra, c que san ceessariaa nacao aa XIX Mas aci y¡ f u f 0 programmas, Empresas sem capiats Coincdclas sem iguaes '. Cornos, e contos rtc rls Dissolvidos em papis! XX. Acreditei que os servicos Scriain recompensados ; Mas s vi por meus peccados Premiar com distinccSc. Os agentes de cleices XXI. Acredite! qucescolbendo l'ons ministros do altar, Queriam moralisar Este povo, que infeliz I rovou as guerras civis, „ XXII. .'las so vi padres tuinbeiros Sem moral feito pastores I Ou com cara de impostores .' Ou fazendo galardao Oa fatal depravado! XXIII. Acreditei que o ihesouro Seria bem governado.'. E que tendo organisado As huancas, poderla Rcccber, pagar em dia. XXIV Mas que vi ? s desperdicios! Gastos enormes! usuras I Loucuras sobre loucuras.' Uin tii,-,.,,,,-,, sein diuheiro I Um thesouro calotelro XXV Finalmente acreditei' S uc o sj stema liberal, ava a paz a Portugal, Essa paz lo desejada Dos jornaes lao decantada .' XXVI. Mas em vez de pas s vejo, Intrigas odios Iraices / S remitas MI l'acces Tudo grita! ludo ralba 1 Por da c aquella palha — E este homem. que eacrevla que dase s ultimas palavras que Ihe forain dictadas?.... — Foi prncipemente aua respoita que me assustou, respondeu Jacintho ; porquanlo I, vanlando-se sbitamente, elle disse com um toin de triumpho : — Antes de urna hora elle e ella estarn em nosso poder. — Apresse-sc, disae o alumno, nada mala tenlio .iiie refer¡r-ll,e. Quando Jacintho acabou de dizer isao, ,1crain seis horas c niela no relogio do collcglo. Joan cslrcmeccu, c calculando que mais de tres horas se tinham passado depois da partida do tio de Lcvasscur, e que anrisao de madama Kaymundo c de Jaques Godofredo sem duvida tmli-i j sido .-Herniada, exclamou ajunt.iii.ln as nios, com urna voz que cortava, oa coraedes: — Perdidos, .. perdidos ambos I Ao depois auas feicdes tornarain-sc assustadorat de odio e de raiva, De um aalto elle chegou a porta da pequea enfermarla, abrio-a violerttamente e eulrou seguido de Jaclnlho, o qual o acompanhou consternado, depois de me ter dito : — Fernando, nao o deixemos Estou c'erto que elle ral batter o alumno Comprebendo tudo agora V em vera Jaciotlio dcsappareceu. Eu llnha licado immovel em meu lugar, rsmagado, anlquill.do, nao ousando, nao podendo dar umpasso. lima ultima e louca eaperanca me restava :, be que Andr Levuii-ur em quem o furor de [ .1,1.1.1 ia aem duvida fartar-sc, nao me nomcia\ ra. De repente ouco a bulha de urna lula violencom urna vos entrecortada, dlrlgindo-sc a Ja-lta, golpes surdos resoain seguidos de gritos clntho : I agudos de Levasseur que iutplorava toccorro XXVU. Todos qai.r.m governar I Tudo qutr atr empr.tado 1 E o pobre po cuitado, Sem |nes inerecr compaixo Continua da.klbardao. XXVIII. A'.vlsta disto, rdo mala Que notlnteiro me lloa ; Acredito, miaba rica, Que este mal, que causa tedio Entre nos nao tem remedio. XXIX. lioverne quem governar, Este achaque nao tem cura. Que trlumphc a Carta nura, Ou trlumphe a reformarla, Tudo he patacoada, Tudo por fim se reduz, Ao notorio — venha a nosHe queitfio de — na e vos Quem mi come, quer papar Quem come, nao quer largar. XAXI. E mettldo o pobre povo Nestas grandea contradanzas, Sahe rua.'quebra lanfas, E por fim setnpre he comido, Tendo de degro aervido. XXXII, Eu por mlm co-me em trinta, Al ver em que lato para ; Que he de certo cousa rara K aein mala, aenhora minha, Dos a faca urna sanllnha. (Urna Titano.) COMMERCIO. ALFANDEGA. Rendimento do dia 18. 14:053,763 CONSULADO GERAL. Rendimento do dia 1 a 17 .21:735,344 Mein do dia 18 3 :987,035 25:712,379 DIVERSAS PROVINCIAS. Tueatrode Apollo, Gomo porclreumatlncia imnrevhU,, nn pode subir a acea DO dia designado o'dra ma de grande maohlnlsmo D. JoSo d B ti. ranaa. O dlHctbr empreiario tr. n9 fe, a sua repreaentaettq para o diasabbado. ao d crrante, impretenvefmenle. Declara mai< que em satisfacao aoS seus protectores bilhelesae vendarSo para urna noute li 0 raodo-se os presos da maucira seguate Camarotes de primeira o segunda onlm a 10,000-re. 'uem, Platea geral, cadeiras e gatera de teroi ra ordem, a 2,000 ra. cei Osseiihnres que ja liavia rn tomado hilli,. tes de platea para as 3 nouto*. se quizerem podem dirigir-se ao escriptorio do tbeatrn para que os doua .las.duas ultimas selam substituidos por outros, para a primeira boje annunciada, e aquellas que compraran! do cadeiras a 3,000. rs. por noute, p d ^ v.r recebor a dlflera. que de 'promp !" Ibes ser restituida no mesmo escrlptnriu licando de nenhum ITeto o programma an' teriormente apresentado nos jornaes desta cldade relativamente ao pretjo e qualillcs cSo da platea geral i comprehendendo esti agora lo lo o ceutro da sala e assentos oor baixo da primeira galera. Rendimento do dia 1 a 17. Idom do da 18. 1:604,632 70,858 1:675,400 ilECEUEDORlA DE RENDAS INTERNAS GERAES DE PERNAMBUCO. Rendimento do da 18 463,503 CONSULADO PROVINCIAL. I'.en iiinenl n iln ili.i 1S 2 :781,534 KDccliir.-irfli). EAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLtZES A VAPOR. No dia 22 deste moz esperase o vapor /ni, commandante Chapman dos portog do sul, e depois da demora do costume seguir para Europa : para passageiros dirija-se em casa da agencia n. 42, uo trapiche novo. TUEATRO E SIZ1BEL. 26.' RECITA DAASSICNATURA, E Ultima nesle ctrrente anno. Tendo o administrador empresario de feixar o thealro em consequencia de so acharem muitos dos senhores assignantes, c a maior parte do publico, fnr da n lude, tem determinado dar um ultimo e variado espectculo de mcerramento no dia Sabbado 20 de dezembro de 1851. Depois de urna das melhorcs ouverturas, subir a scena o interessante drama turco, em 2 actos. Zulmira. OU O modelo de Constancia. ."erjonaaenj. Ilerzado, sull3o.—Germano. Zulmira.—D. Manoela. Tirmeno, seu amante.—Silvestre. Osm n velho conlidente do sultSo. Res. Zelim oscravo preto.—Raymundo. Muley.—Coimbra. Mufl.—Pcreira. Ksi'iuvos, soldados etc. PublicacSo Iliteraria. 11 ¡si o i a universal resumida. Para uso das escolas dos Estados-Unidos da America do Norte, por Pedro Porley, traducida para uso das escolas do Imperio do Brasil pelo desembargador conselheiro JosRibeiro. Este exoellenle resumo acha-se nos prelos da capital do imperio, e brevemente salina a luz : subscreve-se nesta oidado do Recife na livraria n. 6 e 8 da prega da Independencia a 5,000 rs. por cada oxemplar encadernada. ELEMENTOS DE Homaopathia. Sabio a luz a segunda parte desta obra composta pelo professor homceopatha Cosset Uin.mil. Recebem-so asaigoaluras para a obra inteiraa 5,000 rs., no consultorio liomrBopathicoda ra das Cruzas n. 28. Depois da publicarlo da torceira parto, o pre5o ser olevado a 8,000 rs. para aquellcs que ua tiveremaSMgnado. No mesmo consultorio, acha-se a venda tudo quanto he necessaro para o estudoea pratica da bomceopathia, como seja : livros impressos para historias de doentes, regimens apropriados para a provincia de Pernambuco, o encarrega-se de mandar fornecer qualquer encominenda de medicamentos homoeopathcos, tanto avulsos como em caixas, em glbulos como em tinturas. No prelo : — falhogeneiia dos medicamentos brasiieiros. Elementos de anatoma e phiiiologia com estampas, para os curiosos em homosopathia. Roga-se aos senbores assignantes o obsequio de mandar receber seus exemplares no consultorio bomcBopatbico da ra das Cruzes n. 98. TRATA Al UN O HOMEOl'ATHICO. DAS MOLESTIAS VINEaEiS, o coDselbos aos doentes para se curaren) a si mesmo, sem precisaren) de medico; pelo professor homceopatha Gosset-Bimont. Sabio a luz e acha-se a venda no consultorio bomcsopathico da ra das Cruzes n. 98, pelo prego de 1,000 ra. Avisos martimos. — Freta-ae para qualquor porlo do Medii terraneo o brigue inglez Salla-Roolch, capi| tan Juan Maciai avifh : irala-so em casa du Manoel do Nasclment Pereira, ra do Trapiche n. 13, ou com o capitao na praja ou a bordo. Para o Acaracu' segu viscera al o dia 90 do inri enta, o biate nacional \guia Bra\ tileira, e quom no mesmo quizer carregar ou lude passagetn, dirija-se ao escriptorio : de Manoel Goncalves da Silva, ou a bordo : No lm do iltama as Sonlioras I.anda o Car'a tratar como capitao no trapiche do ¡lmela, i.minian o excellente.o muitoapplaugodio. dido dueto da Opera — Para o Cear sahe o biate N. Olinda ; Norma. ¡ deixou de sahir na segunda-feira por InconDopoisdo q'ualreprescnlar-se-hao l.'acto' S en ,' enlM s ". hi a 'oiprelervelmeute sabdodrama bado; rocebe anda alguma carga ate o da D r..,, j. i>,.„„ 118: trala-se com Manoel Das oa Senzalla Cezar de 1 tazan. [ Velba n. 138. 0r E a m J :e d gul U : S 8 rLand.,exec U t.r.l i ud,: Para0 ¡0 | jg** e Monte cavatina da opera video. Km i ni. Sahe com multa brevidade o veleiro palaAcompanhia nacional representar, dec ho br s'l¡ro Bella Aila, porj ter metade pois. o 3. acto do drama. da carga prompta para Montevideo : quem A Clrararle lipn 5 o mesmo I"'? 01 %  "•K' P" qualquer nuiataucucus, dos portos, ir do passagem ou ombarcar esE neste aclo que Mana e Podrinbo cantao cravos para o Rio de Jaueiro, dirija-se a ra edentSoo da Cruz n. 40: a tratar com Manoel Alves Dote da Saloia. Guerra Jnior, ou com o capitSo Manoel JoLogo que termine, a Sr." Landa executari s de Se a Martins na praja do commercio. unas lindas variafOes, em seguida a Sr. "" l>lr Bhia aho por osles 8 das o Carmela cantar a cavatina da opera luata Caprichoso, de 40 lonelladas, bem Ctolumela construido e muilo velloiro, com bons commodos para passageiros; quem no mesmo Terminara o espectculo com a graciosa quizer carregar ou ir do passagem. diriia-se comedia em msica em 1 acto a p ri?a do torpo santo n. 2, primeiro au() Iseijo dar, ou a ra da Madre de Deoa, armazem O administrador emprezario julga terordo Vicente Ferreira da Costa, ganizadoum espectculo que muilo agrada, I >— Fara O Porto, Sflhe impretetanto pela variedsde, como pela sua ceerta_ %  ..!._._,_ i. %  daescolh.. o publico, a quem o adminisrivelmeote, no da a4 do correntrador omprozario se confessa assaz recote, a galera poi lti!;ucza liracharennhecido pela constante proteceflo que Ihe ha .. J. „ i i rar ,¡is„ U.^rio-n prodigalizado, mo deixara por corto de con, ^a qual lie capitao llodrigo correr mris esta vez ao theatro de Santa IzaJoatjniiii Crrela, ainda recebe albel, tanlo mais que oesta noito termina as rruma carira n frfp r nnssao-.iroK fadigas theatraes do anno de 1851. S uma car g a etc C passageiros Comecar s 8horas. para os quaes tem excellentes comOBMSMMS MataM-aM i venda no lugar do m0(Jo9 ; quem „„ mesma q(|¡zer — A' priso I exclamou Rayinuodo auto ; c ininlia mal ?.,.. Vou ler com — i com esler com ella corcoin todas as suas forjas, entrenoto qnc Ja. I clntho solucava c loo icpelia com furor bal. T" tendo em Andr : rendo..,. Ab I se ainda fosse lempo.... — Toma espillo.,.. ; toma, infame I.... se nao Dixendo Isso elle lancou-sc para a porta, mas medites como pndcslc assim espiar mlnha o professor agarrou-o pelo braco repelindo : ni.li.... mu,.-i,-. — A^ prlsao ej. — Perdo inuriuurava Levasseur com' — Nao licarei mais uin momento aqu, cziiini voz que ia dcsfallecendo, perdo F oi clainou Joao lulando : imperta que eu v cal'ei liando ; elle conlou me sua visita casa aa de minha nii prcveni-la, se aiuda for Icmdc la mal e lle vio o homem de barba elle me dlssc tudo. Senti-iue perdido I Quasi no mesmo Instante vi Joo culrar outra ves. Em quanto for vivo nao esqueccrci j,iiuals seu olhar.... sua physlonomia.... Nao vi nelles nem furor nem ameca.... maa una exprcasiio de desespero profundo. Elle dase-ine com um toin de decepeo cruel : — Tu?.... fuste tu '.... A cabera perturbou-sc-uir. O locutorio da enfermarla achava-ae no terceiro andar : a Jaiii ll.. eatava abena, corr para ella, aubi o parapelto com os olhos lechados, ouvl um grito lerrlvel de Joo, e no momento em que eu mo balancava no espaco, suas unios vigorosas sus tiveraiii-me pela aba da sobrecasaca. Flquei por um Instante suspenso a una altura de quarenta ps. J nien peso fasia rasgar os vestidos, quando dous professores aceudindo bulha da lula da enfermarla, preclpitaram-sc em aoccorro de Joo, o qual contlnuava agarrado com meus vestidos. Seguraram-iuc pelos bombos t pucharam-me para dentro do locutorio. Ento passou-se una scena aflljcliva. colleglo.... largucmUm dos eofermelros, testeiiiunha das violencias exercldas por Joo sobre Levasseur, liona Nao pude ouvir mais, desniacl.* ido pressa prevenir e buscar os professores, que acabavain de chegar; entretanto que um ,'ConliHaar-H-a.J driles me segurava, pois eu sentia-me prestes a desmalar, o outro ordenou a Joo que o sceuisie priso. po Quero deiaar me larguein-inc — Ii.-ix.ii.i o colleglo, se seus pas consenllrcm nisso, c quando tiver sofl'rldo a sua puoico, respondeu o profeasor. ajas vendo-se violentamente repellldo por Joao, este Loineiii chama oa enfenneiroa em seu soccorro, c apezar da resistencia de Raymundo, resistencia desesperada, furiosa, misturada de lagrimas e de suppllcas que corlavam o coraco, pols elle pedia pelo amor de Dos que o delaassem ir ver sua inai que eatava exposta a grandea perigos, o desgrarado, foi derribado, cnvelin cm mu lenco! e arrastado para aer levado a priso. No momento em que dclxava n locutorio, onde cu tmlia licado uieio iusensalo creudo assislir a um sonho liorrivel, Joo fez um movimento para voltar para miinseu rosto paludo, magoado, contrado.,.. Ah parece-iuc qnc o i-stoii vendo ainda I.... — Adeos..,. meu amigo.. dlsse-mc elle com uin sotrlso ainaigo. bis aqu a tua obra. O sangue doa meus, se fr derramado, cala aobre ti i eu teria devido deizar-te niorrer..... porque tu nao viveras seno para o inal... Val... eu te despreso.. ma. ou



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Vinho de Champagne, %  superior qualidade : vende-so no arraaom Klkmnu IrmSos Rua da Crui, n. 10 0 aQ090099Q09000000 g --Vende-se un grande silio no luQ 0 gardo Mangainho, quelica defronte Q & dos sitios dos Srs. Carneiros,com Q ¡n grande ca de vivenda, de quatro Q O O O *• agoas, g rindo senzalla, cocheira, n estribara, baixadecapim_quc susQ lenta 3a cavallos, grande cacim„ ba, com bomba e tanque coborto *• m l vum ........... v • % %  •• %  •fu— 2 Pra banho bastantes arvoredos de ** V fruclo : na ra do Coliegion. 16, seO gundo andar. : OOOOOOJT OOOOOOQOOOO Aloinhos de vento oom bombas de repudio para regar hurlas d baixas decapini : vendem-se na fundicSo de Bowman tt Me. Callum, na ra do Brum ns. 6,8 e 10. — Yendem-sc relogios de ouro eprata, patente inglcz : na rua da Senzalla Nova n. i '•Arados de Ierro. Vendcm-se arados de diversos modelos, assim como americanos com canibo de sicupira e bracos da ferio : na fundicao da rua do Brum ns. 6, 8 e IO. Deposito de cal virgem. Cunha ¡ Amorim, vendem barris com cal Farinha de mandioca. A mlis nota e mais barata farinlia de mandioca que ba no merca lo, vende-se na rua da Cruz do Becife, armazem o. 13, de Joo Carlos Augusto da Silva. Deposito da fabrica ile Todos os Santos na llalilit. Vonde-se,emcasa deN. O. Bieber&C., na rua da Cruz n. 4, algodo transado daquella fabrica, muito propno para saceos de assucar o roupa de escravos, por proco commodo. Moenrins superiores. Na fundicDo de C. Starr & Companhia, em S.-Amaro, cbam-se venda moendas de canna, todas de ferro, de mu modelo e cuiistriii'?So muito superior l'i rziiiilus. Vendem-so prezu'ntos americanos, muito superiores e por barato preco : no caes da Alfandega, armozeui defronle da arvore. — Vende-se no nrmazcm da rua da Cruz n. 48, os seguintco gneros a precos commodus : — frascos de vi lio com bocea larga de diversos tamanhos, latas com bolachinhasde Allemanha muito novas! alvaiade muito fino em barricas, zarcao e secante em barricas, pedra hume em barricas, essencias de canella, cr.nn ezimbro, sevadinlia em garrales c sal de 4 empeora, chegada ultimamenlo de Lisboa, | I'.'psem muito alvo cal barricas, na barca Margarida, por menos preco do j Farinha Fontana, nuo em outra qualquer parle, na rua da Ca-i %  ,, -• 1j Herifo n. 50. chegada ltimamente: om casa do J. J. Tasociailo nenien, ov. ¡ so Jnior, na ma do Amorim n. 35. Bombas de Ierro. : Lazcn()as ara se „h 0 ra, por liaraVendcm-se bombas de repuxo, pndulas c picota para cacimba : na rua do Brum ns. 6, 8 c io, uiidicao de Ierro. — Vondcui-so velas de espermaceti, om caixas, de superior qualidade : em casa do I. Kcllor & Companhia: na rua da Cruz numero 55. AGENCIA da fundicSo Low-Moor. KUA DA SENZALLA NOVA S. 42. Ncste estabeleeimento contina a haver tim completo sorti-j Crespon :. 6ment de moendas o meias moen das para engenho, vapor, t> preco. Cambraias do salpicos branros o de cor, a 4,500 rs. com 8 1|2 varas, e 64o rs. a vara ; ditas francezas do boin gasto, a 500 rs, a vara ; ditas co.ii listras do cor a 3,000 rs., a pei..i com 8 varas; cassa prcta a 100 rs. ; cova lo ; cortos de cassas piuladas,a 2,000 o cortos de rhila com 12 covalos, a 1,920 e l,800rs. ; lencos do linissima cambrnia de linho, a 480. 5600 640; dilos de cambraia doalgodao com bico, a440rs.; zuartes de cor muito cncorpados, a 200 rs. ; dilo azuescom 4 1|2 varas, a 200 rs. e algoduo transado com listras, a 180 rs. : na rua do RAPE' PAULO CORDEIRO chegado ult mmente loja de ferragens da rua daCadeiado Recife 11.44. — Vendem-se superiores batatas ingle zas, recentemente cliegadas a 600 rs. a arroba : no caes da alfandega, armazom de Francisco Das Ferreira. — Vende-se rap de Lisboa om frascos, chegado na barca l.igeira, a 4,000 rs., ossenliores fragunzes que eslSo acostuinados a lomar a boa pilada, n3o doixarflo de mandar buscar ao largo da Assomblca n 4. — Vende-se a bordo do brigue Rufina Tundeado defronle do caes do Collegio, boa farinba de Santa Catbarina, em porgos: trata-se a bordo, ou na rua da Cadeia n. 39, com Aoiorim IrmSos. Batatas do Porto, a 3o rs. a arroba. Vendem-so batatas muito boas, a 320 rs. a arroba : no armazem n. 19, da Iravessa d Madre de Dos. Na rua larga do Kozario n. 2i Srs. pharmaecuticos. ( Honlem pelo vapor S. Salvador recebeu-' sa urna pequea porcSo de salsa, de supei rior qutlidide, que ae vender a commodo do figario n. 23, seLeite Sem agoa ; L vros em branco. j de Kalkmami lrmffo, A ZOO rs. a garrafa. ni rua da Cruzo. 10, livrosem branco cZ' Veflde-se todos os das das o i| gados pelo ultimo navio, preco : trata-se na rua do figario n. 23, sehoras as da man |,g a na r ua da Pentes de l,rt,rog .' J'! PreDder c,bel, gundo andar, '.,..' j c I?" 1 *,wo rs. —Vendo-se um violto com o m'elhodo em Guia, junto ao atougue do &r. riVendem-ae na rua do QuelmaJo n. 18 | 0 portugez, para aprender; urna rabecca e !l¡ ppe e na rua a Cruz no Recife, urna cirmela apparelhada deprata, ludo .' r em bom estado, e por preco commodo, por prximo d armazem de Joao Liarlos Augusto da Silva. A a, 5oo rs. o frasco. machinas de' JamsoQ_Howie & Companhia, na e taixas de ferro batido e i „ _i,„„ _, algodao para saceos deassticar coado, de todos os tamanhos, pa-, %  %  ... %  muito superior e barato. Agencia de Edwin Maw. Ka rua de Apollo a. U, armaicn de Me. Calluonl&i Companhia, acha-se conaiantemenlc bons aorlimenlos de taiza de ferro coado c batido, lauto rasa como fundas, moendas inciras todas de Ierro para auimaes, agoa, ele, ditas para armar em madeira de todos os laS^'gP&nZS&TSlSl r" ¡-J"S composta ,s de louca los, coucos, passadeiras de ferio caianl.ado ''raucos e pintados do todos os Umanhos e para casa de pulgar, por menos preco que oz modellos. l-iguras representando as estadc cobre, escovens para navios, ferro ingles cOesdoanno, as partea do Globo o lodos os lautocm barias como em arcos follias, eludo Deoses da fbula, que recommenda a quem por baraio preco. tiver bom goslo, o porprejos muilo rasoaAntigo deposito de cal ^ chpga Jos |oji da rua ova n w VirpetlI. de Joilo Fernandos Prenlo Vianna, os ril i T • i i„ eos o muito bonitos aparelhosdo IIICIHI lilla rua OO lrapicnc, n. 17, lia no para cha e caf, obra de delicado goslo, muilo superior cal nova eni pedra, o preijo coinmolo ; a elles antes quo sealarga segundo andar, Vende-se urna mulstnha de 16 annos, linda figura, o coze muilo bom, urna negra de 16 annos, lamben com principios de costur, duas ditas de 25 a 30 annos com habilidades, dous muloques de 14 annos, um mulalinho do 15, um mulocolc do 15 anuos, linda figura, dous negros bons trahalhadores de encliada, um negro velbo muilo robusto, proprio para filio, o um mualo de 30 anuos, linda figura, proprio para fcilor por ler boa conducta, e por eslar para isso habilitado. — Vcndc-se champagnoda ninrca antiga e bem conhecida, Comct,em casa do Deane Yule& Companhia : na rua da Cadeia. — Vende-se urna bonila creoula, quo coze, engomma e faz lavarinto, cosinha e totn oxcellenle conducta, he recolhida e aprendou na escola o que ssbe de costura, tom 18 1 annos deidado, ppropria para mucamba de I casa ; tambem so vendo um inulo;ue creou lo de 10 annos de idade, proprio para qualquer ollicio : na rua larga do Rozario D, 35, loja. — Vendem-se amarras de Ierro: na rua da Senzalla nova n. 42. — 3 negrotas crioulas do idade 18 a 20 annos, engomam ecosinliam bem, umadella cose c faz lavarinto 2 mulatas de idade 22 annos engomam e cosinham, um escravo de rua do lrapiclie n. 43 panno de .uacao.deservicodecampo : nt rua nimia n. 3. — Vende-se um prcciSo: na raa ¡larga do Rozarlo n. 35 loja. Para casamentos. Capailas e caichos de Clores para noivis, luvas da pelica, o onfoilos para as ditas, grande sorlimento de fitas brancas, ditas muilo largas para rinleiro, transas de seda, meias, dit'lizese bordadas, veos de blondo, florea brancas, espartilhos, bicos de blonde etc.: na loja de modas francezas de madama Mlllochau. no atorro da Boa-Viatati. 1. Para cubrir mesas. Vende-se oleado pintado de suja de mludeza AttencSo Na rua do Collegio n. miudesas. Vendem-se as seguintes estampas em Ol dt oce de annanaz, superior qualecces completas ; Malhilde irmSo da hi lidade, proprio para presente no card 0 rei de '"f l !, ler ,f • F wnaodo Cortez i r J noMegioo, 0F1 ho Prodigo, D. Igezder.. tempo da festa : vende-se na rua tro, Fgaro, o conde fidini ¡op!, da )adcia do Recife n. Maaamellooa a Revolta dos Napolitanos 3" Marmelada peitoral. SL".lf^?JA?J ,, ?. n t !?? "H"" '. 8. Na rua estroita do Rozario se marmelada peitoral pelo de 500 rs. a lata. Nova fabrica de chocolate. co, S. Esoolastfco,' s. Aguatinho, "FD" lUmceopathico na rua das Trincheiras P".S. Apolonia.S. Claudio, S. Mara, 8. Man. 8, se enoontra maia o seguinte : o chojoej >. Lu, S. Creapim e S. Crespiniano nerior qnalidade e lindos padr5es, ^rto^ihlco""^^."^", ap"lido • Wrlm.%¡&llwiW£*£ de qnairo a 01I0 palmos de largura |pelos Srs. Drs. da homoeopaihia, o gnde/ ,clo „^narthoiomeu. )r preco mais barato do que em chocolate espanhol lino, amargo para rega' „,,_„ .1 ^_ I lo„dito eotre-flno temperado tambem para uitra qualquer parte : na prrea da reg a || 0 ¡ dom dil0 p r a 0 diario, caf muiI ou Independencia ns. 24,26,38 e 3o, Attencao. Vendem-se superiores charutos regala, de urna das melhores fabricas da Baha, em Mas de 100 charutos -Vende-se superior manteiga ¡uglo/a a 560 ra. a libra : em Olinda, ptdiria do Va. radouro. do puro, dito decevada, caf m caroco,' Atibme barato, evada em grSo, farinha do MaranhSo, dita j Na rua Nova loja de alfaiato da quina ou le mandioca, cha da India, dito preto, e voltapsraa ruadas Trincheiras n. 1 ven' charutos : ludo de superior qualidado o dem-se palitos de mirin a 15,000 rs., ditos ^commado pre?o; na mesma se diz quem de casineta de corea muito proprios para saa,500rs. cada urna, compra urna reQnacSo com os seus utencmontaria a II 000 rs e calcas COIIBIR pcheNo'vo" d a "P f "" ru. doXr., i0? ... mesma fabrica so vende assuc.r j.quet.s da'tT.laVq..dSd^wri! picneNoyoi N, ¡refinado, e de caroso de toda a qual.dade: mo palitos de brlm: ludo por preco naito rulas de Portugal. tambem 89 compra unta taberna. commodo. — Vende-se francos grandes com possc-l Vende-se urna escrava de bonita figugos, damascos, ginjas, e cevejas muito bem |'*> boacozinhoira e propria para vender na conservadas e pelo diminuto preco de 1,000 rua du uoa conducta, por j estar espiri -1 rs. cada um : na rua larga do Rozario u. 20.1 mentada nesles servicos : na rua do Fogo 1 n. 23, se dir quem vende. — Ocorretor Oliveira tendo de fechar al— Vende-se em casa de AVelas de carnauba em libras. Vendem-se velas do carnauba imitando esp*cnnaceto : na loja de saleiro da rua da Cadeia do Recife n. 36. l'ara ¡ardins. M. D. Rodrigos na rua do Trapiche n. 26, recebou urna completa collecciio do adornos cabem. DEV£R£S DOS HOMENS, a 5oo rs. Vende-so este compendio provado para as aulas, cm mcia oncadcrna$3o, a 500 rs cada um: na livraria n. 6 e 8, da praca da Independencia. A Coo rs a arroba. Vendcm-se batatas novas da chegada ltimamente de Lisbfta 'l'nlxaliara riii'cnh'J. Na fundirlo de Ierro da rua do llruiii, acaba-sc de receber um completo sor ti meato de taitas do 3 s palmus dn bocea, as qOISI achaiii-se a venda por preco commodo, e com pi ouiplid.lo Riiibarcaiii-sc,ou arregam-se om carros sem despozas ao comprador. -Vendcm-sc cera cm velas labricadas em Lisboa e no Rio de melhor qnalidade Inglezas: no ReJaneiro, em caixas de 100 libras cife armazem de Joaquim s'inhcisortidas, de 1 a 16 em libraretamro Jacome, na Iravessa da Madre bem de um n tamanho, por mede Dos n. g. nos preco do que em outra qual— Vendem-se selins e sillioes quer parte: trata-se no escriptoinglezes, de couro de porco, da rio de Machado & l'inheiro, na primeira qualidade: em casa de Arua do V ¡gario n. ly, segundo damson llowie & Companhia, na andar. ma do Trapiche n. 4a. POTASSA DA UUSSIA. — Vende-se superior farinha No armazem de Jos Tcixeira de mandioca de Santa Catbarina, IJasto, na rua do Trapiche n. 17, chegada ltimamente a bordo do ha para vender, nova c superior patacho Euterpe, fundeado depotassa da Hussia, chegada recenfronte do cesdo Ramos : trata-se temente. \ a bordo do mesmo ou na rua do Principios geiaes de economa puApollo armazem n. i.'i, o na rua blica e industrial. da Cruz armazem n. 33, com S Vnndo-se esto compendio, approvado para Arauo. as aulas de primeir.s letras, a 480rs.: ua Arlnazem de louca vidrada. Como sejam : pancllas, ca^arolas, tijcllas, assadores, fregideiras, papeiros, alguidai Ca, UtlIlU \10ia UUL :, tusu pTo uOrCS, j" ros, quartinhas, garrafas, copos, inoringucs, ic-fridciras ; ludo lino para rcsfiar agoa, balaios para meninas andarem, ditos o que se olferccc muitas garantas P ard costura e compras, baldes de pinho, 1 • 1 condecas do todos os tamanhos. na rua da a seus donos : na rua da Cacimba tadeia do Recife n.s. prar;a da Indepouduncia, livraria n. Ce8. Casa de commissao de cscravos. UrnAntn *" |>>MTA9 l> rMi>hnii se de commissao, tanto para a provincia como para lora della, paia na rua 11. 11, priuiciro andar. Deposito de cal e potassa. No armazem <3OQQ0'?<3 ¡ nicamente na rua Nova n. 47. Calcados a 750 rs. o par, quem : --as Cinco Ponas, vende-se porbar l_: xar de comprar, isto he nara 1 p re50 uma armaca k. 1 n \Tg*" se : a t'atar na bar: no aterro da Boa-Visvndese ata deixar;! ac ta defronte da honeca. Ha chegado recentemente urna grande quantidado dos melhores sapatOes brancos que tom vindodo Aracaty, tanto para homem como para menino, que por se desebarato o nova de venda, ou alua rua dos Martyrlos n. II. -se a taverna da rua das Cruzes n. 28, ou smente a armacSo della 1 a tratar na mesma. Arte de nadar. W I Vonde-se essa til invencSo pelo diW tH minuto prego de 6,000 rs. : na loja sjf *f0 Pornaobucana, da rua do Crespo, m n. II. aja mmmmmmmmmmmmwmmwmmm Na rua da Cadeia n. 19, verdadeiro rap Paulo Cordeihe a maior garanta quo se mantos da boa partida ; nSo tocer-lhe elogio porque o panilla, acha-se a venda vinagre' Vende-se plvora ingle em TS&3S%E£1¡i Zo\Tom\t branco, superior de Nantes, em latas e barris, e tambem linissima, propria para espoleta .a tratar ni travessa da Madre de Dos n. 5. Gomma. Vendcm-sc saccas grandes com gomma muito alva para engdmmar: na rua do Queido de uma loja franceza ; na mesma loja jar acabar com dinheiro visla, da-so a 750 vendom-sc 300 varas de bicos c rendas da rs P ar ditos de lustros 2,500, rs. e da Ierra, por preco muito commodo. I B,nia a 3 > 0 n -i %  botins brancos, ditos de Vende-se cal virgem em pedra, '"i !" P" l'mem, alm disto un novo e rhor,.a. ,„,.„„ 1 „,.„. b 1 ,-T l"-" u 'completo soitimenlo de calcados franceChegad recentemento de Lisboa, em ancozeg de lodas „ qu ,| jda des, tanto para hoVendem-se o alugam-se bichas, ebe : gadas ultimamenlo de llamburgo, por (^ m prego commodo: na rua de S. Amaro <% — Vende-se os bem conhecidos queijos doCear, mu fresca es, no largo doLivramento n_80. — Vende-se um carro de quatro rodas, muito leve, para um ou dous cavallos: na cocheira do Miguel Sougei no aterro da Boa Vista. O .Marmota. Retratos do Prospero liiniz, redactor da Marmota a 100 rs. cada um: no palco do Colnhia, na rua Novan. 1 legio, casa dn livro azul. C11EGUEM A PECHINCHA. No I'asseio Publico, loja de fa/.endas n. i5 vendem-se saccas com alqueire de milbonovo pelo mdico preco de 2,000 rs. asacsa ; assim comosacco com farinba do mesmo tamanho, a 3,000 rs. -• Vendem-se barris de oitavo com vinho linio da companhia dos vinhos do Alio ouro : a fallar com Antonio Francisco do Moraes, agenle daquolla companhia, ou no Recife na Iravessa da Madre de li.'os, armazem do Sr. Jos Joaquim Dias Fernandcs No mesmo armazem tambem tem pipas, meias ditas, e barris de quarlo com vinho da mesma companhia; a fallar com os rxicsinos cima. -. Vendem-se queijos do snrlSo do varios tamanhos, grandes e mais pequeos, e tambem sevonde pelo preco de 320 rs. a libra ¡ no aterro da Coa Visla o. 70. Chitas lin.is a 160 rs. o covado. Vendem-se chitas linas de cores Tixas de bonitos padrOes a meia pataca o covado, cortes de vestidos do cambraia lisa a 2,560 rs. cada um : na rua do Queimado n. 8, loja barris de 3 medidas. ¡TAOS. Vendem-se em casa de Kalkmann Irmaos, na rua da Cruz n. 10, ricos pianos de Jacaranda, com mado n. 14. excellenl"s vozes chcados ha --Vonde-se saccas enm superior colla.das DOnCO temnn fabricas do Rio Crando do Sul, o a preQO l> u U.111110, commodo, no armazom, do ias Feneira — Vendc-sc, traspassa-ye, ou ao De d a ifnde(¡§. faz-sc qualquer outra transaeco Garlos llardy, ourives rua Nova com aloja, que foi do fallecido Jo-' n34s Pinto da Eonseca c Silva antiavil a a so s /"guezes que acaba receber de „, l„-, 1 ,ni?• %  ,• P-risum lindo sorlimento do obras de ouro ga loja e Uuerra bllva & L ompade le de bom gosto, cousislindo em adorea Novan. II, Q tallar os P u| ceiras, alneles e brincos aoltus para _„ m i 0 ,. '. senhora c meninos, bolOos de camisa, neis com J. JVcller & Lompanlua, na para senhora e tem umsorlimenlodeoruadaCruzn. 55. bras dils da Ierra, vendo-so eslas obras por I -ipreco commodo ¡ na mosma loja lom para estampas. vender aos ourives esmalle azul e preto.boa n rua larga do Rozario n. 20, vonde-se qualidade, cadillas francezas sortidas, ierro uma colleccao de estampas representando do alimper sida,armaco,aerte, torno de os aconlecimentos mais notaveis da historia mo e massaricos, e pedra de desunir doiortugal desde a regencia do conde de Dnro iprcn l.nl,„,h, eleo reinado de 11. Sancho II, em HOIOIlha oiu U ItlIUlUUUHII, OH ftft n, u.nadellassev a grande e memoravel bann ¡l P "" u 1 pub 1 ? 0 ', n, n casa %  > *"•]* talha do campo de Ourique milagrosamente 2"'"' c „ !" S' ,,chfl o* !" fz-s<> doganha pelo immorlal I). Alfonso llenriques, Slu^miaHr, H" "* ual dades ndo de lugusto fundador da monarchia portuS2. U t ,5 U j^ „ cl>ro 6nf

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m *r~ carregar, ou ir de passagem, entenda-ae eom o referido capitSo, na 3 praca do ('ommercio, un com ovaea & Companhia, na ra do Trapiche n 34; assim como at o dia sa apresen tarao no mesmo escriptorio as contas do referido navio. — Pino Rio dn Jineiro pertende seguir vigemcom mn¡t brevidade, o patacho nacional Hargarida, cipitSo Florencio Francisco Mirques : quem no mesmo quier carregar, ou hir de passtgem e embarcar a sera vos. pode ontender-se com o coosignatario Luiz Jos de Sa Araujo, na ra da Cruz n 38. — Para o Porto, segu com toda i brevldade, a barca portugueza Espirito Sanlo.cnpit.lo JoSo CarlosTeixelra ; quem.na.mesm quizer carregar ou ir de passagem dirija-se i oscriplorio de Francisco Alves da Cunt Se Companhia, na tua do Vigarlo PARA O RIO DE JANEIUO. Salte com a maior brevidade possivel por ter parte de seu carregamenlo prompto, o veleiro brigue nacional Rio Ave : quera no mesmo quizer carregar, ir de passagem, para o que tem bons comino dos, ou embarcar escravos a frete cntenda-s com o capitSo do mesmo brigue, Elias Jos Alves, na praca do Commercio, ou com os consignatarios Novaes & Gompa nbia, na ra do Trapiche n. 34. — Para o Havre sahe com muita brevidade a galera franceza Edllh, capilSo l'oulct, por tur a maior parlo do aeu carregamenlo prompto ¡quem na mesma quizer carregar o restante, ou ir de passagem, pode eotendor-se com o mesmo capitSo ou com os consignatarios Scbafheitlin & Tobler, na rus da Crui D. 38. • Para o Itio Crande do Sul, seguir em poucos das, por ter a maior parte do seu carregamenlo prompto, o brigui nacional Carlos, caplllo Jos Joaqun) Soares : quem nu mesmo quizer carregar ou hir de passagem, para o que tem mu excellentes commodos : dirlja-se a Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia do Recif>>, armazein n. 19. — Para • Bahia pretende seguir com mula brevidado o biate brasileiro i:\ahivo, mestre, Antonio Manoel Alfonso : quem no mesmo quizer carregar ou ir de passagem, pode eniender-se com o mesmo mostr, no trapiche do algodSo, ou com S Araujo, na ra da Cruzn. 33. — Para a cidade do Porto, segu viagem com muita brevidade, a barca portugueza Flor da Maia capitSo Jos de Azevedo Canario, ainrla pode receber alguma carga c p.issageiros, para os quacs tem excellentes commodos : quem na mesma quizer carregar, ou ir de passagem, dirija-se ao capitSo, ou a seu consignatario Manoel Joa(itiim liamos & Silva. — O .' batilho de ¡iifantirja necessita — Thomaz Cuilherme Fetley retira-se contratar o forneci ment de todo os genepara Inglaterra. ros de que se deve compor o nacho de sues -Manoel di Silra Santos, exporta para priesa, no siniestra decorr. r de-jineiro i o Rio de Janeiro, i suaesenva Anastact junho do anoo entrante : quem quizer tas cabra. gneros fornecer, poJer-ae-ba appresentar —Est parase alugar • casa terrea da no dia 93 do correte na-ifspecliva secretaladeira da Misericordia em Olinda, prompria 9a 10 horas da manhBa, trszendo suas la e pintada denovo,lrata-se ua ra do iMunpropostas em carta telehada e especificando-Novo n. 30, ou mesmo "ern Olinda ra do logo o ultimo preco. Osjzeneros s3o de Matas Ferreira n. 98, onde se chamas Pes de 6 oncas, caf, ssucar branco, manchaves para ver. teiga, carnes verdee secca, bacalhio, fei-Pede-so aos doveaores da casa do IIjSo, lamilla, loucinho, sal doce, vinagre e arroz. Pro* que todos osles gneros ser.!.. tequslidailes; a quepassa.ao por um scruverseusnomes estampados nestafolha. -Todas as pessoaa que saschSo a dever pufosoexameao eren, recomidos so quar-' AttencSc. na venda de Josquim Jos Corren, na ra le. para onde irao des em 8 dias em face N. O. Bieber & Companhia, consgnala-¡di Aurora queirSo vrale domingo pruxido calculo ou valla que so Ihes ppresentar, riosdos navios abaixo mencionados, pedem mo, satisfazer seus dbitos, a sua mulher : injeitando-seaquellesqucnSosatisfizerem aspessoasqne recoboram a ordem, os vona mi do Rozario da Boa-Vistan. 44. onde as condiccOes do contracto, que sera for; lumos seguinles de declararen leus nomes mal. Os cairetos serSo pagos a expensas — No dia 20 do crrante ir prsca um terreno com bemfeitoriase una casa terrea, e outra meia-agoa na travcssi da ra Aogusta, por execucSo de Milheus Austin & Companhia, contra os lierdeiros do Manoel FranciscoGuimirSes. parante o Sr. I)r. juiz municipal da segunda vara, be a ultima praca. — I'ede-se ao auctor do annuncio publicado em o Miarlo de sexta-feira 12 do correte, em que diz fra apprehendldo em o lugar donominado Pedia Tapada, um esque baja de decomarca pertenI, lenhs, izeilenadocoronol Joaquim Jos Luiz de Souza, cravocreoulo.e robusto ¡ qu jvine-se desde j que tenbam a boodade de satiafazerem os clarara qoo freguesia, ou coa •So de exceHenseus dbitos nestef5 dlas.senSo quizerom ( ce o dito lugar Pedra Tapada. dos fornecedores VOTO DE GRAT1DAO. Digne-ss Vmc. Sr. Redactor, publicar em seo conceiluado jornal estas toscas linhas, jSchl'uler & Maia K, e pela barc oolga para se poder reober os fretsi dos ditos volumes : pelo brigue hamburgus Olinda, vindode llambugo, um volume marca Ko n 823, contendo agulhas, carregadores JLeiloes. — Franciaeo Saveriano ltatiello & Filho Iraosferium, por causa da chova, o seu lei18o de ceroa 20 pipas do vinagre, o qusl ser efleciusdo soxta-fein, 19 do corrento, as 10 horas da minhSi, no largo da alTandega. -0 corrector Miguel Carneiro, far o ul' timo leilSo este anuo no seu armazem na ra do Trapiche n. 40, terca-feira 23 do corIUIIIO as 9 1|2 horas da manhfla, de diversos trastes novos e usados, pianos, mesas com ricas pedras, urna culona elstica com es tante para ler, selins e silhoes lustres, candieiros, quidros com estampas, looca, vidros, relogios, espingardas, o outros muitos objectos, que se se entregar por qualquer preco que fr offerecido : e adveite-so as pessoasque tiverern objectos conr limites, de os virem tirar antes do dia do leil3o. Hn9jajHHflpHBa >"MB^He9 | aaasp'' Avisos diversos. lrmandade do Diyino Espirito Santo. A IrasladieSo da irmandade do Divino Es piritoSanto do convento dos religiosos de Santo Antonio para a igreja de N. S. da CooeeicSo dos militares vai effectuar-se pela manelra seguinte :—No domingo, 21 do correnta as 8 horas da manha celebrar-so-ha urna missa cantada na igreja de N. S. da ConcoicSo para cstabolecer all o S. Sacramento, conforme foi permittido por S. Exc Revm. As 3horasda tarJe do referido dia sera tresladado o emblema do Divino Espirito Sanloem proclssSo solemne, quesihindo do convento em directo ao largo do Collegio, e dalii pela ra do Queimado, prac da Independencia, ras do Cabug o Nuva, se recolber mencionada igreja de Nossa Senhora, ondo nesta occisiSo ter lugar um testemunho de meus sentimentos puros e %  Ihelosao bsfo da ululicSo e lisonga. Em 3 de dezemDro de 1850 veio commandar enterinamente o batalho 9." de infantaria, que pertenco, o Sr. major Jo3o Nepomooeno da Silva Portella: no conhecedor de suas qualidades, nem modo da servir, busqoei prerscrutinsr logo nos primeiros dias do seu commsndo, quaes os sentimentos que o animavam, e nBo tardei em conhecer ou divisar nelle bom coracSo, generosa alma, fina educafSo e sobeja experiencia ou practica de lidar delicadamente com olllciaesdo exercito hm.ilolrn. Desciplinador, inteiro amigo do seus soldados, devotado ex cordo ao renome de seu batalhHo soube osle digno Sr. major grangoar a estima de seus subordinados, Eu pois que Iba sou summamonte grato e quejmais olvidarei sous favores a polido tratar, recorro s paginas de sou jornal para pnblicamente lestemunhar Ihe ;i >! %  '• %  que sinto separanJo-mo delle, vislo quo breve tom de detregar o commando do bata lli.io ao lllm. Sr. coroiel Azevedo. Contento-me em olTertar-lhe mou presumo a servidos quer cono subdito quer como amigo sincero o lirmo : aceite s. S. este mou voto de recoiihocimonlo o reserva-o como prova da subida considera(8o o estima em que o temO seu secretario. — .ulonio Mutloso di Andrade Cmara. AVIZO STIFACTORlt). O abaixo assignado agente do Dr. Brandretb, faz sciente ao rcsoeitivel publico que pelo briguo americano James Crosbtj, de Boston entrado no crrante mez, reconeu novo provimenlo do ¡ ¡lulas vogelaes do seu proprio autlior; estas celebres p'lulas, s3o recommondadas por uiilhares de pessoas a quom ellas tom curado de phlisica, influencia, catarros, iudigeslfles, dispepcia, dores do calieca, dores ou pezo na nuca, que geralmento s3o simptomas de apoplesl. MI iza, vinda da Antuerpia marca D & C ns. 5,7, 15,15 1|2, 18 1|2-0-00, carregadores Steins & Cerard, 26 birricas, contando pre8s. — O thesoureiro da irmandade do Divino Espirito Santo, pede a todos os irmos, que nao poderem acompanhar a procissSo da trasladacSo da mesma irmandade, e tiverem capas-em seu poder, de fazerem o obsequio de as mandar enIregar ao irmo andador, sem falta neiiliti aa ; assim como, roga as pessoasque tiverem de mandar meninos, para irem na dita prociss5o dt? os maiidareni para o consistorio da irmandade, no convento de S. francisco, no domingo ai do corrente, pelas io horas da manha, fim de se vestirem. — Precisa-se de um rapaz para caixoiro, quer-se lid a diligente : na ra da Cadeia Jo S. Antonio n. 13. — Precisa-se do urna ama deleito, forra ou captiva : quem estiver nestas oircumstancias, dirija-so a ra do Hospicio n. 3t. — Aluga-se um moleque de 18 anuos, pa ra servido do casa, sabe cozinliar o diario do una casa : quem o pretender, dirija-so a prafa da Independencia, loja n. 3. — Itoga-se ao Sr. Cuilherme Jorge da Molla, que anles de rotirar-se, queira ira ra ¡ do Rangcl o. 36, a negocio desea ¡nteresse. — Quom tiver e quizar vonder urna tipoia, quer nova, ou usada: queira annunciar por esta Tuina. -Precisase de um moleque de 16 a 18 cia, ictericia, febros intermtanles, billis, a nnos, para o servico de urna casa de pouoscartalinas, febro amarella, o toda a classe ¡ ea familia : na ra Nova n. 36, casa do cudo lemos, asma, gota, rhoumatismo, color! toiro. midades nervozas, dores no ligado, pleure-, —offerece-se um bom moleque para sersit, debilidada interior, abtimento de es¡ v ¡ co j e uma C1S na rua velha n. 77. pirito, roturas, InriammacOes, incha(0es .. ¡u a ,. ua j 0 Vigario n. 33, precisa-se de dosolhos, accidentes, parahsia, hidropesa, aa¡ caixeiro, quo lonlia pralica de venda; e bexiga, sarampo, enfermidades dos menin a mesma casa vendom-se rodea do Mranos : tossodo tuda a classe, clicas, colnh3o de coros a gostos elegantes, por prego ra-morbus, dor do pedia, lumbrigas, desioconuuodo toril, surdez, vagados de cabeca, erijiipola, i .. Precisa-so doum bom amassador : na ulceras algulas do 30annos, cancros, tumo-' rua imperial n. 37, res, inclncOes nos pos o peroas, ilmorrei• Noberto Joaquim Jos Cuedes, remelle mas, errupcHo de pello, sonhos horriveis, para o Rinde Janeiro, a sua escrava parda, pezadoilus. todas as qualidades do drese de nome Bernarda, idade de 20 annos, poumoleslias de inulheres, como abstrucrjOes, co mais, ou monos. relachatOeselc., lie um melicamonlo inlei. .. uiTorooe-se um frsncez, que sibe cora-jiento enofonsivo podondo applicar-se z ¡ H |)ar perleilamento para cozinliar em atascreancas rocemnasidas; ullimamonqualquer casa particular : na livraria n. 6e teso temappllcado.a uma enfermi Jada do s f j a pras ,, da Independencia, molestias julgadas oncuraveis, do cuja ap| .. |>recisa-so de urna ama par uma casa plicacSose tom tirado 13o felizes resulta' j e pouca familia i na rua Imperial n. 13. dos quo parece cada vez mais rezolvido o problema de um remedio uuiversal, vendein-se com o seu rocuituario, na rua da Cadea-Vclha ti. 61, bolica de — Vicente ¡os de llrilo. -• Os abaixo assignados, fazem sciente a lodosos irniSos da irmandade de N. S. do Terco que, j se acham promptas dentro do cemiterio publico 51 catacumbas pertencoutos mesma irmandade. lie por tanlo necessario quo lodos os irisaos o irm3es — 0 abaixo assignado tendo seguido para a Babia dcixou por seus procuradores eencarregados da gerencia do sua casa aos Srs. Manoel Joaquim Ramos o Silva o Manoel Alves MI.TI a Jnior. Domingos Alves Malheus. O Ihesouroiro da irmandade do Scnhor Bom Jess dos l'assos, tendo de collocar a mesa regadora, convida a todos os irm3os msanos para comparecer no consistorio do Corpo Santo no dia 21 do crrante pelas 9 qne unda nao contrebuiram com a quota n0 rasda manla, bem assim convida a lodo 5,000 rs. o facam quanlo antes para que, dos 0 s irmaos que se acham reunidos no so pussa concluir o restante das que faltam i mesmo lugar as 2 horas da tarde para aco:n (entre grandes c pequeas 82; e de seus apan har a prociss3o da tralasdic3o do Divino formoseamen.os, alim de poderem dallas goespirito Santo que tem de sabir do convento zar por seus falleciinentos bem como, sous li,luis a netos menores: cortos de que, o n3o fazon.lo dentro do pnzo do 6 mozas contados Jo primeiro do Miembro do correte aono (ptazo tambem marcado pela illuslre cmara municipal) n3o i-ro direito a seren sepultados as sobredictas catacumbas, salvo se contribuirem com a quanlia do 20# rs., conformo foi deliberado em meza coojuucta cumpeteulemonlo auctorizada. He por tanto de esperar que os de Santo Antonio para a igreja de N. S. da Conceic3o dos militares, assim como todos a quelles que tivercm capas e nSo quizerem acompanhar a prociss3o, queiram as mandar entregar logo de manliSa. — Jos Podro Werneck Ribeiro de Aguilar, ratirando-se para a corte do Rio de Janeiro, e n5o podendu despedir-se de todas as pessoas com quem levo relacOes de amizade, o faz por este meio asseverando que se relira saudoso e summamente grato; a oiferecc referidos irmaos o irm3es de bom gradse., lodosos seus amigos o limitadissimo prespreslar3o a coadjuvar com 13o Uuminula : I, 1]0 q ue p 0| ventura posea ler naquelle lu comribuicSo, vislo ser applicada a um fin g ar 18o til, como o de tor por nossa morte e de nossos filhos e netos un jazigo deceulc. N3o pareja a alguem havor desar nesta contiiliuicau, (ouiras irmandades em muilo 'ii lliui i %  s MI cu -i,inri i.a tem exigido) porlaes dos irmSos fallecidos, e ao recolherem; >o a referida igreja de N. Senbora se cantara um memento, e o mesmo Rvm. padre mesIre recitar uma orar,So adequada ao acto. Iloga porlanto a mesa regedura a todos os, seus irmSos sedignem comparecer a lodos osles actos, e convida aos reverendos cleri-j gos, que queinm acompanhar a dita prociss8ui comparecer as horas competeutes ni igreja dos religiosos de Santo Antonio. Adverte-se mais a lodosos (luis devotos que u emblema do Divino Espirito Santo ficara cxposlo no corpo da igreja venericJo nos mesinos por espicodeS diss, e so disliibuirao medidla a todos que lorem vesila-lo, consersndo-se pira isso a igreja aberta al as8l|2 horas da noito. t^" Nodisl7 do crranle desappsreceu da casa n. 52 da rua da Suledade um papagaiogrande muito manso com falta da mais di. l uniia nos dedos,e parte do corrente de ferro no p ; quem o achare quizer restituir sera recompensado, pols he bem couhecido al pelo fallar. -No dia 20 do corrente se bado arrematar cm hasta publica do r.juiz municipaldi ssgund vara uma porcSo de prala e ouroem obra, um escravo e mais bens constante do escripto existente em m8o do porleiro por execu^flo dn Jos dos Santos Souza l.ms — O 4. a batalhSo de artilhuia ap preciza pira fornecimeoto do mesmo a principiar do l.de Janeiro p. futuro, do feijao, arroz, carue aecea e verde,touciuho,baculbo,azeile doce,vinagre.cafo muido, assucar branco, mioteiga, leulia, pSo e familia, as pessoss que so acharen, habilitadas a fazer tal fornecimento, e da meltior qualidide queiram inderecar suas propostas a secretaria do bslalliam at o dia 23 do corrente. -Precisa-se alugir dous moleques.'psgise bem : os rua di Mod n. 21, primeiro andsr. suio ; mas sim uma sepultura no chao. N3o se tom ulliciad J a muitos irmaos e UTO jes por se ignorar quem sejam, e onda murain, para so Ihes commuuicar semelhante delibera^ao, motivo porqu: so faz o presente avizoallm de cbogar ao conhecim MO de todos. He de ospenr que todos concorror3o com a sobredicla coutribuicSo fon maior su for possivol) ulim de concluirse uma obra 13o proveiloza, n3o so a cada um dos irmaos a innflcs, como au crodiclo o brillio da irmandade, e al pin n8o haver dosigualda.la entre irmaos da umi irmandade que todos devem ufrnar do a ella pertencer. Os que quizerem cont'ibuir, para goiarum dus catacumbas, se doverao entender com qnalquer dos ibiixo aSsignadus. Juiz Diouiziu Helarlo Lopes, rua Di(oit.ii n. 135, secretario AatouloJorje Ribeiro de Unto na mesma rua n. 59, lluzouroiro Jos Pinto de alagilhes, rua dis 5 Pontas n. 112, procuradores Manoel Jos de Souzs na mesma rua n. 55, Aulonio Bapde MoraesSirmonto na mesma rua n. 86, a procuradores geral Minoel Firmino Ferieiraira, rua da Concordia, ultimo sobrado ao Sul. — O escrivao da irmandade de N. S, da Cunoeicao da congregacSo convida a lodos os irmaos que se acham reunidos pelas 2 horas da tarde para acompanhar a orocissSo da trasladado do divino Espirito Santo que tem de sabir do convento de Santo Antonio para a igreja de N. S. da Concoic.au dos militares. — Precisa-se de uma ama para o servico de casa o do 2 pessoas que enUndSo de fazer vellas de carniuba;m rua do Codorniz venda n. 5, se dir quem quer. — Aluga-se una casa terrea, na rua Bella, com 2 salas, 2 alcovas e 1 quarto, coziii.ii fra, quintal ecacimba : a tratar na rua do Coliegio n. 15, sehundo andar. gar. — O Sr. Jo3o Martins Pumares, vendedor de fazendas a miudezes, na freguezia da Escadi, queira quanto antes pagar o quo deve: na rua das Cinco Ponas n. 112. — Precisa-se de um homem que trabante em um suio, perto desla prisa : na rua do Passeio, loja ti. 13. — Aseniioral). Izabel Maria da Encarnado, annuncio a sua morada para ser procurada a negocio de seu interesse. Para quem quizer saudc. Aluga-se urna casa nnsaudavel Cachang, com bastantes quirtos, cocheira e estribara : na rua Nova n. 63. — Precisase alugar um preto, que saiba cozinhar o ordinario e fazer o mais servido de uma casa de rapazes solteiros: quem tiver annuncic. -Precisa-so de um caixeiro, de 12 a 14 annos, quo lenlia alguma pratica de venda, preferindo-se dos chegados u!!imrnonte ¡ na rua do Pilar n. 131. — D. da Silva Uuimar8cs, embarca para o Rio de Janeiro, a sua escrava creoula, por nome Thereza. — Fernando Jos di Rocha Piolo, oxporla para o Rio de Janeiro, os seus escravos 7. :ferino e Manoel, creoulos. — Joiquim Monleiro Cruz, embarca para o Rio de Janeiro, a sua escrava, de nome Luiza, creoula. Campo alegre antiga Capunga. Aluga-so uma casa muilo fresca enova, no melhor lugar do gosto pira so pasear a festi, contigui ao sitio da senhora Viuva Lassarre, pelo preco de 250,000 rs. por aono : a tratar com a mesma senhora, ou na rua da Cadeia do Recife n. 54; adverte-se queso se contrata al odia 20 do corrente — OSr. Manoel Baptista de Souza, ompregido ua secretaria do goyerno, queira ter a bondade de hir ao primeiro andar do sobrado contiguo ao em que morou ni rua do Rangel, a negocio que nBo ignora. — JuliSo Jos de Araujo, retira-se para o Rio de Janeiro. — Jos Duarte das Naves, embarca para o Rio de Janeiro, o seu moleque Facundo creoulo, de 18 annos. se iclia morando a mesm passarao pelo dassabor do ver seus nomes, e dbitos publicados nesta foHia ; oquenSo Ofieia. — Joi'i i Das dos Santos, cldsdSo brasilci ro, retira-se para Portugal levando em sua companhia sua irm3a Ermelinda Rosa dos Santos. — Precisa-se alugir uma mulita ou preta fiel o de boa conducta, para servico de uma familia es'rangeira ; dirija-se a rua da Cadeia ii. 60, esenptorio. -No dia 28 de uovembro prximo passado desapparoceu uma negra de nome Rufina, com os signaes seguinles:—altura luisa, secca do corpo, cr preta, cabello cortado rente, rosto comprido, queixo lino, denles podres do lado de cima, oSos grossas, ps compridos, com marcas de ventosas nis costas, com vestido de casss de quadro eiir de rosa, panno da costa com lisia azul e branca j usado, levou taboleiro envernisado de encarnado com pes pretos ¡ quem delta tiver nolicia ou a pegar, dirijasj a rua Nova n. 52, que ser recompensado Mobilias de aluguel. Alugam-se mobilias completas, ou qualquer traste separado, tambem so alugam cadeins em grando porc3o para bailes, ou nlll'ios j na rua Nova armazem do trastes do Pinto defronle da rua de S. A na ro. — Pretende-se comprar uma casa torroa na iravessa dos Martyrios n. 1, aos herdoi ros da fallecida Thereza de Jess Ramos quem se achar com direito a mesma, queir. declarar por este Diario no prasode6dias — •l'erdeu-sa na noute de sabbaJo, i3 do crtente, das 6 e meia as i horas da noute, desde a rua do Brttm at ao principio da rua do Vigario, ¡nJo-se pela rua da Cruz, o seguado volume da Marqueza de llella Flor, cmbrulhado em um papel : quem o tiver achad>eo quizer restituir, dirija-se a rua do Bru, armazem de Antonio Martins Carvalho que ser gratificado. -Alugi-se uma casa de pedra o cal, para passar a festa, acabada de ser construida, no lugar da Capunga Nova, sitio do l> Jacobina, seguindo para o rio do lado direito : a tratar no pateo da Santa Cruz n. 6 -Quem precisar do um caixoiro portuguoz, o qual tem bastante praiica de ven la, ou mesmo tomsr conta por balando : dirija-se a rua Direita, venda n. 95, que achara com quem tratar. — Precisa-se alugar uma ama, que seja do 40 annos de idade, se ido pirda, ou creoula, que soja forra, para o servido de uma casa ilc'iiiuito pequeni fimilii, que taca lodo servido externo de uma eis : quom estiver nestas circunstancias, dirija-se a Gamboa do Garmo, sobrado de dous andares n. 19, segundo andar. — Precisa-se de uma mullior Idosa, que saiba cozinhar eengommar. para dous homens solteiros: no sierro di Boa Vista numero 70. -• Pede-se ao Sr Jos Carlos de Mcndon$a Vasconcollos, morador no Sul desta provincia, que se n3o lem jurado nSo pagara quom deve, pague a herdeira da fallecida D. Mariana Rodrigues do Jess, a quantia de sois centos e scenla e tantos mil lis, principal ejuros desua divida, conlrahi la, ha tantos annos, eassevera-se-lho que se on3o fizer promplamente saber que o seu assucar passsra por algum desgosto nesta praca, e que o seu nome contina a ornar as paginas desti jornal. — Na rua eslreita do Rozario n. 43, precisa-se do um pequeo para caixeiro, dando iiador a sua conducta : a tratar na mosma. Banco de Pernambuco. A direccSo do Banco de Pernambuco contina a receber assignaturas para o mesmo, as pessoas que quizeiemassignar o devem fizer quanto antes alim de gozaiem da vantagem de entrarcm com o importe dn suas assignaturas as prestaces que prescrevem os estatutos, certos de que em principiando o mesmo as suas operacos, dahi em dianle aquelles que quizerem assigitar, havendu anda lugar, s o poderao fazor, entrando com o importe de suis acc,es em dinboiro a vis'.a. Contina a estar patate a assignatura noescriptorio do Sr. Manoel Goncalves da Silva : na rua da Cadeia n. 36, lodosos das uteis at meio da. — M. J. do Oliveira secretario. %  proprietario, o Porleiro da Alfandega desta cidule, na mesma repartirlo que a vista da prova queder de saber o que cima se desaja, e da sua boa conducta