Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07288


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Full Text
AnnoXXVlI
Terga-feira 16
de DezRinbro de 1851.
.' 5^4.
MAMO D PERMIBUia
VBEOO BA srBCa\iolo.
Pioibiento Aduntado.
tit trimestre ............
por semestre >
Por anno.............
POO DBNT>0 DUTIlMIim.
Fot quartel..........
WOTIOIAS DO MPEIUO
4/500
Par.....la de Novbr.
Maranbao 19 de dito
Ceari... 2odedlto.
parahlba. le Dezbr
Minas... 16 de Novbr.
S.Paulo. 10 dedilo.
R. dej.. 25 de dito.
Babia... I de Deibr.
DIAX DA MAMA.
15 8eg. 9. Eusebio Ver
aeleose b. m.
6 Tere. 8. Albina.
17 QaarL S. Barlholo-
meu a. Gemlniano.
18 Qulnt. N. S. do O*.
19 Sexi. S. Fausta.
20 Sab. S. Dminos.
'21 Dora, i." do advento
S. Thom.
AtTaMBMOIA*.
Juitode OrphSot
2.e5. s 10 hora.
1. tarodneit'e.
3. c(i, ao meio-dia.
Patenta.
3. e 6.a 10 borai.
2. vara do civil.
4. e sabadoa ao melo-d.
Rtlace.
Tercase sabidos.
IfMIMHn,
Creaeenle 30, aa I boraa e 55 minutes da m
Chela a 8, a l hora e 8 mlnutoa da t.
Hingoante 15, ai 3borai e 6 mlnutoa da m.
Nova 22, a 1 hora e 14 minutos da tarde.
rBKAMAD.DE BOJ
Prime ira ai 11 hora e 4J minutos da manhla.
Segunda s*l1 hora e mlnutoa da tarde.
I1BTIBAI DOI OOBEIIOI.
Oolanna e Pirahiba, i aerundaa i seitaa-
feirai.
Mo-Crande-do-Norte, todas as quintai-feiraa
aomtlo da.
Garanbune llonilo, i 8 c 23.
Boa-Vista, e Florea, 13 e 28.
Victoria, s quintas-ft-irai.
Olinda, todos oa dlat. .
OTICIAS HTnAKOIIBtl,
Portugal. 16 de Novbr, Austria.. 2 de Novbr
Hespanba. 8 de dito Salsas. .. 2 de dito.
Franca ... 8 de dito ISuccIa... 28 de Uutbr
Blgica... < de dito Inglaterra 8deNoabr.
Italia.... 31 deOutbrE.-Unidoa 26deOulbr.
Alemanba. de N^brlMeilco... 15 de dito,
Hruasia... de dito. California 12 de dito
Dinamarca29 de Oulbr Chlll. 8 de dito
Russia... 28 de dito i Turqua. 18 de dito Montevideo : i de Oulbr
CAMBIO! DE 15 DI DEZEMBBO.
Sobre l.ondrea. a 29 d. p. 1/000 Firme
i* Parla, 333 por fr.
Lisboa, sein tranaaccfiei.
METAES.
Ouro. Oncas heapanholai,... a
Uoedas de o/lOo velhas. 16/000 a
> de BMOO noraa. 16/000
> de 4/1 mi....... 9/000 a
Prata.PataeSe brasllelro.. 1/910 a
Pesoa columnarios... 1/920 a
Ditoa mexicanos..... 1/740 a
28/600
16/200
16/200
9/100
I/OlO
1/910
1/750
PARTE OFHCIAL.
EXTERIOR.
LISBOA 3 DE N0VEMBRO.
Amantes sinceros da liberdade, he por el-
la que nns doem os escndalos, s vi9tos
etn Portugal pela primoira tez em 1837 e
1838, e agora renovados, no anno de 1851,
e no feliz reinado do duque de Salda-
nha.
So taes hoje, como entSo. Praticados
pelo mesmo partido, sempre amigo da or-
den), da lbenla le, e sobre tudo da monar-
chia, recommendam-se principalmente pela
circunstancia notavel, de seren pausados
face de um governo a que preside o regene-
rador famoso, que entte as bellas promes-
saa do aeu programla nSo omittio as de
liberdade, e-moralidade,
Foram n'aquclla poca obra dos psoudo-
libraes. S.lo hoje obra dos pseudo-cartis-
tas, a cujo bando preside o ministerio do
duque de Sal lanha. Este militava entao
as fileiraa da Carta, e hoje milita as hos-
les da demagogia.
Eis toda a dilTerenca ; a qual em nada di-
minue o valor dos feitos patriticos por-
que sempre se teem distinguido os progres-
istas.
Import ira-nos pouco essa allianga
monstruosa, se ella nSo se apresentasse
funesta para o paiz. He esta a nica mi-
lircss.no que nos fax commemoral-a. E pa-
ra o fazer-mo* pornenhum outro sentimento
somos inspira los. A ncssi situacSo, de
vencidos na lucta oleltoral do circuito de
Lisboa, em nida altera a longammidado,
com que estimos*rmado9 para soffrer qual-
quer revez. Le.nbra-nos primeiro do que
tudo.-quo muilos potos precisim s vo-
zes de desengaos comprados por urna ex-
periencia amarga para saberem coudu-
zir-so.
Sobrada a tinham osd'este circulo, como
os do Portugal inteiro ; mas perece have-
rem-a esquecido. Era bem que a renovas-
som. Tomos onviccSo profunda, de que
nSo lhes fallar. Anda mal!
A nossa religiSo no augusta; a nossa cau-
sa he nobre ; o nosso culto nao pod > deiiar
de|ser sincero, e ardente. Quanto sSo estes
os sentioienlos de um partido, nada ha que
seja capaz de o supplantar.
Embora triumphem os nossos adversa-
rios. Sentimol-o smente tanto quanto de-
venios senlil-o. Mas nem a sua victoria nos
deslenla, nem a sua detrola nos alegrara.
Derrotados eslo ellos de ha limito lempo
moral mente; e nem por isso alardeamos
da nossa superioridade. Quanto mam, que
nSo potemos prescindir das condicOes do
triumplio, para avaliarmos devidamente a
sua signiicacSo.
Equcm duvi.la que nem sempre a victo-
ria importa verdadero triuinpho ? Djs
martyres nunca os lyrannns trumpharain,
a unos Ja religtloque n'ollee perseguan,
apezer de os vonecrom nos flagellos, e nos
tormentos.
Tempo ha- )e. vir, o breve, em quo nos oc-
(Joinmando das armas.
Quarlel general na cidade do llecifc, II de de-
xcmbrn de 1851.
OaDBM DO pa h. 41.
Para conbecimento da guarnirlo e effei-
tos necessarios, manda o Sr. marechal de
campo graduado Antonio Corro Sera com-
mandante das armas desta provincia, dar
publicldade as imperiaes provisoes de 14
de outubro do crrante anno, que seguem
transcriptas, as quaes lhes foram remani-
das por copia pelo Exm. Sr. presidente com
cilicio (le 9 do crrante datado.
Pron'io.
Dom Pedro por grata de Daos o unnime
neclamaclo dos povos, imperador consti-
tucional e defensor perpetuo do Brasil: fa-
ca saber aos que esta minha provisSo vi-
rom, que havendo subido a minha augusta
presenca urna consulta do conselho supre-
mo militar, datada de 22 do agosto do cor-
rente anno, que mandei proceder, tendo
o mesmo conselho em visti do plano da or-
ganisacSodo exercito, approvado pelo de-
creto de 19 de abril desle anno, seo tem-
po, pelo qual os ofllciaes devem permane-
cer em um posto para poderem ser promo-
vidos do superior, se Heve contar da data
das graduaces para aquellos qua as tenham
tido, oo se da data da elTectividade. E at-
tendendo qu \ na conformidade das dlspo-
siefles do decreto de 20 dejunho de 1799,
e do alvari de 3 de Janeiro de 1807, os "lli -
ciaes graduados gozara simplesmeote das
honras dos postes, em que s3o graduados,
e dodiroito dos com mandos sobre os ofll-
ciaes de menores graduacAes on postos ; se
precedem pelas datas dos respectivos de-
cretes tendo s eiercicio do posto inme-
diatamente inferior ao da graduacSo, no
qual so elles effectivos, e Unalmente que
a lei numero 585 de 6 de setembro de 1850,
expressamente determina, que ncnhuoi of-
flcial poder ser promovido se-n ter com-
pletado os annos de servico em cada posto
designado nella ; o que tudo me foi ponde-
lado na mencionada consulta pelo referido
conseibo com o parecer do qual inleira-
mente me conformando : hei por bem, por
minha inmediata e imperial resolucSo de
20 de setembro prximo passado, determi-
nar : que o tempo pelo qual os ofliciaes de-
vem permanecer em um posto para pode-
rem ser promovidos do superior seja conta-
do da data do decreto, que lhes conferir a
elTectividade delle e no das gra luac, 'S pa-
ra aquelles que actualmente as lem, assitn
como para os que as obtiveom d'ora em di-
ante. Pelo que : mando atoridade a
quem compete e mais pessoas a quein oco-
nbecimento daala pertencar a cumpram o
guardem Ho inteirameute como dovem o
nella se contem.
Sua Magostado o Imperador o mandou pe-
los membros do conselho supremo militar cupemos da apreciacSo d'esse triumplio,
abaixo Mfignados. JoJo Mulins de Souza |tao engrandecido polos orgSosda liga repu-
Caldasa faz nesta corte e cidade do Rio do;blicano-cartista, e t5o briosamente victoria-
Janeiro, ao* 14 di as do mez de outubro do|do pelas vozarias dos enthusiaslas patrioli-
auno doMscimcuto de Nosso Senhor Jess eos, que onlre as boas qualidades.de que
ChristOde 1851.Eeu oconselneiro Mineel se adornam, contara a do saberem ganliar
da Fonseci Lima e Silva, secretario de guer- bem o vil preco porque s3o assoldada-
ra a flz escrever e subscrevi.Aotonio El- dos.
zeario de Miranda e Brillo. -Francisco Jos Superiores baixeza de taes adversarios
de Souza Soaros de Andrs.-Conforme.-- despresamol-os como elles mereccm ; e
No impedimento do ofllcial-maior, Felicia- com ell-s as suas infames obras. He in-
no Gomes de Freitas. digno da victoria qnem d'ella abusa. O
Candido Ital Ferreira, vencido tratado vilmente, torna-se ilol-o
AJudante de ordens encarregado do detalhe. o todos aquelles que no teem alma Cor-
Praw-rfo ruPta' e curaca depravado. Em todo o ca-
irotisao. ,... so,os principios porquoh victimado in-
Dom Pedro por graCa de Daos o unnime Mnia rer0Cidade, no perdem quilate
aeelamaeso dos povos, imperador conslitu- a| da gua excenBncit.
cional e defensor perpetuo do Brasil : raco Es,a nSoso dec,a pelas intrigas, pelas
saber aos que esta minha provisSo virem, lorpesas e polas traiefles. No tribunal da
que tendo subido i minha augusta presen- naSo j||uslra(la -nente depOem a sciencia,
ca urna consulla do con?lho supremo mi- e 0 raclocjn0 A estupidez, e a maldade,
filar, datadode7 de julho. do crrante an- Dem sequor oustm proximar-se d'esso tri-
no, que mandei proceder sobre o ofllcio buna| ,;emenJo. 0 mundo ha-de ser go-
numero 401, em que omarechaldo campo verna()o sempre pela intelligencia ; sofTra
commandante das armas da corle repre- e(]e embora ag0ra ou i0g0> momentanea-
senta contra o abuso de se darom grada- mentc 0j apelos da selvajaria, ou da per-
r.Oes de inferiores nos corpos sem resine- vers,jade
SSo. E allendendo, que os commandantes A nossa- f n.e.,las verdades he viva, e ro-
dos corpos nunca foram autonsados por DUsta<
disposicOes legislativas ou do govorno para Ser embargo tememos pela patria; ro-
concederem graduicOes de olTicial inlenor, C9amos pe|0throno; tromemos pela lber-
Je cabo de esquadra, nem mesmo do ans- ^^ Antes da aurora salvadora, quantos
peeada, dos srus subordinados, que laes n,,!^ n3o p0(iem vir sobre o paiz ? Em que
graduaces sSo mu nocivas a boa ortlom miser0 esta(i0 nSo estar file, ao arrancar-
do servigo, e linalmento observando-se que aetlas mos destruidoras, a que a mais ne-
pela l numero 585 de 6 de setembro do perfidia o entregou ?
1850, fui prohibida a oncessao de grada- orosultalo da votacSo, no districto do
cSo do posto immeliafo d.is olliciaes do L!)i,oa> ng0 n0J 8urprehen leu. Osexcessos
exordio, excepto smente do mais anligo a 9e entregaram 0s vencedores no nos
de cada classe, quando por suis circums- maraviiharam. Tinhamol-os previsto ; por-
tincias o morecor, o que tudo me ro pon- n3o costuma[r,os Iludir-nos. Os factos
derado na mencionada consulla pelo rere- yieram senSojustificar as nossas apprehen-
rido conselho, com o parecer do qual ni- sflas K como naop
leiramenle me conformando: hei por bem, __Prximo de um govorno altamente im-
por minha immediata o Imperial resolufilo JnorB[# nj0 pode deixar de se respirar o ar
de20 de solembro ultimo, determinar: pri- elDpB8lad0 ja corru?3o. Nem lodos teem
meiro que, conservando-se as graduaces, anljdoio contra a infeccSo do poder. Que
que se lem concedido at o presente a al- oulra cuu3a |iavia esperar, quando nao
guns individuos fica d'ora em oanlo intei- eSqUeceu procasso algum, para innocular
ramente prohibido aos commandantes dos n corBgg j0s povos o virus morlifero, de
corpos dS diversas armas do exercito da- qUa o governo padece; oque o ha-de anni-
rem taes graduaces. Segundo, quo as gra- ,.u|ar?
duasOes que devem gozar 8S pracas penen- ^ Jos 0ccesso30 que precisamos d-
ccnlea ao estado-menor dos corpos sao de zerp QUein ng conhece a ndole do parli-
primeiro sargento, o tambor-mr, clarirn- (j() dem,KOj(ico ? Ou quem pode ac editar,
mor, mestre do msica, mostr de cmelas seja capiZ de conversao a iiconca na sua
o mestre de tambores; do segundo sarg->n- Msenclap Nao 08t3o na memoria de todos
to, os espingardeiros, coronheiror. ailiu- 01 geus precedentes honrosos? T3o longe
ees de fogo, aelleiros, serralheiros e carpin- yao jd no3 gsjaj epooas de ominosa recorda-
teiros do sege, e de cabo de esquadra, o co- So> om quo elle mooifestou oque he, e o
cheiro pertenoente ao regiment de arli- nuuc jamis pJe deixar de ser, com-
Iharia a cavallo. Pelo que mando a outori- poji0 na sua mxima parte das fezes da so-
dado, a quem compele, e mais pessoas, a cedaje, trio inioinaveis como estpidas,
qt.em o conhecimento desta porlencer, a l0 brulaes como corruptas !
immpram e rjuardem Wo inteiramenlo co- gfa mpossivel que |o o3o conhecesse
mo devem e nella se contem. Qg
Sua Magestade o Imperador o mandou pe- A '(.jyijgfjjo ng0 pr0grde entre nos I he
los membros do conselho supremo militar mBnlira. Retrogradamos ; e d'um modo
abaixo assigoados.-Joao Martins debouza iacrjve|. Pouco mais, e a sociedade portu-
Coldasa fez nesta orlo acdale doKIo de a r.5e.|,a alTrontada por hordas de
Janeiro, aos 14dias do mez de outubro ao ^i^genj frozos. soffregos de tods os cn-
hiiiiii do nascimento de Nosso Senhor Jess mBS -,n(1a os mais horriveis ; e para cuinu-
Christodelbl.- Eeu o consellieiro Manoel |0 ue gnoa,ina pralicados em nome da 1-
daFonseca I.imaeSilva, sicretano de guer- 1)8rdaJl,-
ra a flz escrever a subscrevi.-Antonio El: ]le Q riju para ncarcompleta a roge-
zeario de Miranda e Bruto.-l'.anciscojoao ,.;!, Nao iarda. Para la cominhamos
de Souza Soares de ^'^^naT^" / frente d'cssa (Husma noj na, e lieiion-
da, alii seveem os moares homons do paiz
I pital do reino, so a ultima podra precios,
I que restava por engastar nagloriosa corda
| do triiimphador de Lobios. Depois d'ella,
esta acabada, a invejavel. O nomo do du-
que de Saldanha ha-de oceupar na historia
0 logar, que tao de dlreito lhe pertence.
Assim era necessario que fesse. llumi-
Ihada a magestade do chefe de eslsdo emS-
Carlos despojado o rei das dragonas da
I commandante em chefe ilo exercito, para
adornarem os hombros do digno neto do
marquez de Pombal, tao leal o fiel rainha
D. Mariall, como aquelle o fr a F.l-B
D. Jos, mal podia o duque regenerador sor-
frer no seu orguho, que lhe eclipsessean a
gloria. Tudo se dispz convenientemente,
tu hroe siiu radiante, c victoriosojda
lucta em que se empernara.
I N3o asquecen um s nicio, por mais ioi-
' que o atroz, por mais brbaro o deshonesto,
' que n3o (osse posto em ac(3o polos dois t-
nicos ministros, quo teem concentrado em
si o poder.
Omarechal triumphi anda hojena vic-
toria do partido exaltado, com o qual se al-
1 mu para consolidar o throno e a carta cons-
titucional
A par do nomo do presi lente da jun-
ta soberana do Porto, que 13o affecla se
mostrou soberana da rainha, l figura e-
lailor por Santa Isabel o nome do conde de
Saldanha, filho do marechal 1
Oque chamaos a islo, cscriptores do go-
vorno? Ser ou no ser ailianca? 3o
se abracara. Si3o cora Babylonia' An-
da ousareis uegar esse pacto infernal, a que
vossos amos se viram obrigados a recorrer,
para escaparem sorte que os esperara,
urna vez que triumphisseo partido mode-
rado? Pacto infame, a que nlo obsto*
nem a honra, nem o remoso, nem o decoro,
nem os per i gos que elle em si mesmo evi-
dentemente involvia ?
O marechal triumpha anda hoje!
as proclemacOesanarchicas, afiliadas
com profusSo pela capital, na linguagen:
mais patritica, e mandadas guardar por ca-
bos de polica, para que n8o fossem arran-
cadas; que era pena n3o serem lidas por
' todas as produccOos dos alliados do go-
voruo.
O marechal triumpha !
Nos insultos, as ameacas antes e de-
pois da eleicSo a empregados e n3o em-
rm a hospitalidad- conlinuoii a estender-
a un milito ..Tan le numero.
Um summa de mais de 486,000 francas
tem sido repartida por 2,081) refugiados.
Os vicios da organisacSo municipal s3o
patentes pela necesaidado em quo so acliou
o governo de demitlir cm um anno, de ac-
cordo ii o conselho do Estado a 401 fun
cionarios electivos dos quaes 278 s3o rruires
a 123 adjuntos.
O numero dos conselhos municpacs dis-
solvidos eleveu-se a 126, o dis guar -s na-
cionaesa 130.
Anda que a conservacSo da seguranza o a
applicac3o das medidas severas estejam en
carregadss principalmente ao ministerio do
interior o reclamem antes de tudo, sua ac
c3o, o seu zelo esclarecido nada lem poupa-
do para que ella se esteniesse ao mes no
tempo a lodos os meios de estimular u 1ra-
balho ; esta prmera condiccSo do bem es-
tar e da t'anqullidade.
Por isso a admlnistracjao municipal de Pa-
rs adoptou dous vastos projoclos, osquscs
ao mesmo lempo offorccom a vanlagam de
facilitar o abastecimiento decaptalo doeii-
beleza-la : quero dizer a construyo de pra-
vas de mercado e o prolongamonto da ra
de Itivoli.
O impulso communicou-sc logo de Paris
aos departamentos, os quaes destiuaram
sommas coiisideraveis trabalhos utois.
As scicncias e as attes tem recebido no -
tavois estmulos e as sommas importantes
votados para a restauradlo de muitos mo-
numentos histricos, roceberam sua appli-
cac3o.
Dous projeclos do lei pedem urna promp-
ta solufSo : um tem por obj -cto delermiuar
as mi i 11111 -: n; i "> f -, dovidas aos ciJadaos que
sofireram prejuizos meteriaes por occasi3o
dos accoiitccimentos do fovereiro e junho;
o outro he relativos reorgaasa;3o o tra-
balho as prisOes.
Ha anda um projeclo de lei do qoc vos
fallei em minha precedente mensagem, e
aoqusldoua maior importancia; lie aquel-
lo que lem por fim soccorrer os velhos des-
trozos dos exercitos da Repblica do im-
perio. (Sorrisos e murmurios.) Circuns-
tancias independonies de minha vontade
lem empedido at nqui sua apresenlacao
Espero que codo podoreisacolhe-lo coa fa-
vor; porque rogo-vos que nao o esquecaes,
ha em todos os pontos uo territorio, homeiis
pregados consentindo-se que os nome de
muilos cidadaos apparecessem estampados coborlos ue rendas, que sacnlicarain-se em
pelas esquinas com as notas mais iufaman- defesa da patria e esuerain ser soccorndos.
tes. Tanta foi a liberdade que o regenera Para elles o tempo urge ; a idade e a mi-
dorlhcs garantiu para elles excrcerem seu seria os opprimem. ( Novossornsose tnur-
direito deeleitores, o qual nom a todos se murios.)
atreverama tirar! Finanrns,
O marechal triumpha I I A situac3o ho t3o favuravcl quanto o per-
as violencias, e nos attentados, per- miltem os empenhos do passado o as locer-
pelrados face do governo, em que fligura- tozas oliticas do futuro.
ram agentes do govomo, em honra da rege- o balaoco do auno de 184!) quo v
iioiai; i'i, a em obsequio da liberdade. .
O maraclial Uiumpiia 1
Venitc gente!
(Eslandarle )
MENSACEM DOPHESIUENTE D\ REPBLICA
FRAECEZ V LUA A' ASSEMBLEA PELO MI-
NISTRO DO INTERIOR NA SESSAO, DE 4
DE NOVEMBRO DO CORRENTE ANNO.
Seuhores RepresenUutes, venho como
coslumo cada anno, apresentar-vos o rela-
tono dos tactos importantes que tiveram
lugar depois da ultima mensagem, todava
crcio dever passar em silencio os aconte-
cimientos que a mou pezar, poderam prolu-
zir certas dissentimentos sempre lamer-ta-
veis. ,
A paz publica, salvo algumas agilacoas
parciaes, nSoterr. siJo perturbada ; e mes-
mo em muitas pocas em quo as didiculda-
des polilicas eram do natureza propria a on-
fraquecer o sentimento da soguranca e a
excitar alarmas,o paiz por m attitule pa-
cifica tem mostrado no govorno urna con-
fianfacujo leslemunho me lio preciso.
Seria com tudo imprudencia liar-nos nes-
ta apparencia dotranquillidadc. Una vas-
ta conspiracao demaggica so organisa n
Franca e na Europa. (Ligaira agilacao es-
querda.) As sociedadas secretas procuram
estender suas ramificacOes at aos menores
municipios; tudo o que os partidos conten
de insensato, de violento, de incorrigivel,
sam estarde a-cordo nem sobro os homens
nem sobre as cousas, se tem aprazado para
1852 n5o para construir, mas para destruir,
Vosso'patriotismo a vossa coragem, ao
pardos quaesesforcar-me-hei por marchar,
pouparao, nSoduvdoa Franca, os pengos
do que esta ameagada, mas para conjura-ios
ctimpre que os encaremos sem temor como
sem exageradlo, cumpre-me ccnvoncios
doquo gracas forca da administracSo, ao
zelo esclarecido da magistratura, a delica-
do do exercito, a Franca nflo podo perece,
rinnamos todos os nossos esforcos alim de
tirar ao genio do mal at a esperanca do um
successo momentneo.
O melhor meio d^o conseguir, me pare-
ceu sempre ser a Ipplioaetio desse systeoia
que consiste, de um lado, em satisfazer lar*
gamenteos ioteresses legtimos; do outro
em sulTocar logo em sua appari^ao, os me-
nores symptomas de ataque contra a reli-
giSo, a moral, a sociedade
Assim procurar trabalho concdanlo a
rompanhias nossas grandes linhas de ca-
minhos de ferro, e com o dinheiro que o
Estado tirar distas concessOes, dar um vivo
impulso sos out'os trah ilnos em lodos os
departamentos ; animar as instituidles des-
tinadas ao desenvolvimnlo do crdito gri-
cola ou commercial; ir por meio deestabel-
lecimenlos de beneficencia em soccorro.de
todas as miserias, tal lem sido a tal deve
ser ainda nossa prmera sullic tuda, o lio
seguin lo est-marcha qua ser mais fcil re-
corrermos i repressao, logo qua a naces-
sidade dola se flzer sentir.
Interior.
foi
submettido, fazcotihecero saldo dilinilivo
da>le cxarcicio ; o deticil que alte d\s.
carKo do ihesouro, nflo excede a somma
indicada pela mensagem do 12 do novorn-
liro passado.
O decreto quo diminue dous mozes du-
ra^aodosexorcicios foi applicadu sdospe-
zas de 1850, de sorto que desde gora lie f-
cil apreciar exactamente o delicil, o qual
ficar, folgo de poder annuucia-lo, abaixo
das privisO ;s da commiss3o do orcamenlo, e
mesmo dasprevises da adminislrar;3o.
O urca memo de 1851 est com andamento
de execuco e os resultados que ha de apro-
senlar dependerao muito do producto das
rendas do-, iilt i oos mezes. At hoje a co-
branca dos impostos offereceu un resultado
animador.
As contribuirles directas continuam a ser
pagas com exactidSo. Sua cobranza, apr-
senla um melhoramento real sobre a situa-
cSo do anno passado quu ora ji favoravol.
Os impostos n lirectos rcsenlira^se da fal-
ta de coulianca no futuro, sem que todava
tenha havido at aqu nenhumi diminunao
sobro o lotal das receilas calculadas no or-
namento.
A dimlnaieSo que oxperimentaram alguns
ramos da renda, principalmente os direilos
de registro, esta compensada pela elev.ifSo
da somma dastixasdeco Dsumo,o que pro-
va a prosperidade e aclividado das classes
as mais numerosas.
A diiiimiiic.lo dos productos das alfando-
gas n3o revele nenhum syinptoma funesto;
compensado no quo respeita ao assucar co-
lomar, pelo augmento dasarrocadacis so-
breo assucar in ligeni, ella si exulica para
oulros objortos pelos efleitos da le.i do II do
Janeiro passido, aqual regulou as rclaQOes
econmicas da Algeria o da Franja, ecujos
beneficios para nossas possesses da frica
hSo de augmentar pela instituiclo recente
de um estabellccimeot'j do crodito. Nada
ha oestes resultados previstos que n3o es-
teja conforme com os iutiresses geraes do
paiz. o progresso sustontado de uossis ex-
portafes em todo o genero, veio compen-
sar para nossas inlustrias o affrouxamelo
do mercado interior. O compuo olovado a
quo ollas chogaram nos uilimoi airaos,
comparado com a somma das importaces
explica a ioilucncia dosmotaes preciososnin
nosso paiz. Este augmento do expurtac.'S
esta tanto mais soguro para o futuro quau-
to elle se fundu sobre a marcha progressiva
da civilisaclo.
Em resumo o ornamento do 1851 ni de
apresentar resultidos qritsi conformes com
as prensos.
As obras publicas e extraordinarias eje-
cutadas em 1850 e em 1SM e!eva-s som-
ma de 172 milii" 's. As arrecadacOes dds-
tes dous annos esiao longo de chagar a esta
somma, por tanto urna pa/te da despoza
dos trabalhos pblicos sera foila pela rend
futura.
Apazeaordom tom principalmente por
effeito melhorar a situadlo das classos ope-
rarlaseesle meihoramenlo hoallestado po-
Na maior parte da Franca, as meliJas or- losmovimeutosdos futidos das caixasecono-
narias tem sido suflicientes para assegu- micas. Os depsitos desta n'"" "8-
No impedimento do ofDcial-maior, Felicia
no Gomes de Frailas.
Candido L'.al Ferrtiru,
Ajudante de ordens encarregado do delallic.
diara__
rar a ordem, porm o astado de sitio,
mantido na 6." divisao militar julgou-se que
menlaram durante o anno de 1850 e duran-
te os seis prmeiros mozes de 1851, com
doviaserestondido ao departamento de Ar- umaTapidez tal que em nenhuma poca se
deche, ensanguentado por conflictos fre- poda verificar em semelhante augmento;
quenles, e mais receulemeute anida aos de- poimBste estado do cousas tinha pengos,
parlamentos do Clier e Nievre atterrados e a assembla do accordo com o goveruo
procurou prevoni-los, concillando por meio
da lei do 3u do jauoiro ultimo os interesses
destas instiluigOes justamente populares, e
os inleressossosdo Estado.
os estadistas da regeneracao. Breve chega-
renios ao apogeo do tanta foliada Je.
As seo as, representadas liontoin na ca-
cona um principio de revolla. (Sorrisos iro
nicos esquerda.)
Em Ly3o organisou-so urna polica forte
e, iinics, aqual abraca I2cidades ou muir
cipios suburbanos que a lei comprehondeu
isob'adenominscao de gglomerac3o byo- meiros tactos observados dio a conliocer
n88a jque suas vantageos foram comprehondidis
i Os refigUdos polilirosenlram emalliliacaol pela massa tao aumerosa e 13o interessaute
1 perigosa, alguns vencersmser expulsos po- J dos depositantes.
Esta lei principia a ter execucSo o os pri-
Uma outra lei concedeu o emprego da
paquetes no Mj-lilerrsneo industria par-
ticular.
II i para desojar quo concessOes seme-
Ihantes permillain estender nossas relar;(5es
de commercro e de correspondencia com os
paizcs trans-nthlantios. A administracSo
ocupa-se dcslas quest :s c dula os meios
do rcsolv-las.
O ministro da hienda usando da autori-
sacSo que llie tora dada, nogociou as ren-
das provenientes ta liquidac3o das caixas
economicis. Su lovarmos em considera-
fSoas circumstsneias ao meio das quaes se
effetuou a nagocia{Su, n.lo se poder dei-
xar do cnnfessTque io feita segundo urna
taxa muito vanlajosa.
A assembla nchara ahi a prova de que,
quando as preocupadles polticas liverem
deixado do posar sobre o esa Jo do nossas
linancas, ser fcil, se ella o julgar noces-
sano, recorrer ao crdito com conlieces
favoiavcis ao Ihesouro.
Obras publica'.
A importancia comm-rcial, pnlitici o mi-
litar dos caminhcs do foco torna-se de dia
e n dia mais evidenlo. No impulso goral,
Dio a vanear, seria recuarmos. O governo
comprelicndi'u is tos iiiTo o tm impelido de proseguir com a
maior activi Jade, no acibanrrato dos traba-
lhos da liuha principal de Pars a Strabur-
go, e nos di reunulo das ostrales tic Met
frouteira prussiana.
Qualru sessdes formando todas urna es-
tencHo de 210 Kilmetros, fonm inaugura-
dos em 1851 o no primeiro semeslrodo anno
prximo, a linha iuleira do Icslo poder ser
aberta ao publico.
Mais de 100 Kilmetros foram acressenta-
losacada urna das linhas do l'aris a Br-
deos o do Paris Ly3o. A do Tours a Nan-
les est complela.
Bm resumo a estatuto total das sesses
abertasa circulac;ao cm 1851 pxc-do a 500
Kilouv'l os o os trabalhos teem si lo bastan-
te adiantados era outras S'ssoes alim de
permoilir njiintar a nossa reda 330 Kilme-
tros cm 1852.
Um ciminho como um cingidouro lio re-
conh ci lo necess.no para alar as cabeces
le lionas dos principaes caminhos de ferro
que partem da capital.
A assembli marcou o dia 10 de nuv-'iu-
b o prximo para a discossau Jos do is pro-
jeclos relativos aos caminhos do ferro de
Paris ao Mediterrneo; a opiniSo publica
continua a considerar esta obra como um
estabelecimento de primiira neccssiJaJe.
Os ere utos destinados para o acaliaraeiito
o 11 -1 -111 i (.. i i das estradas naciouaes SO
muito restrictos o n3o pormiltoJ propor-
ciir comiiiunicacOos mais fac es aos paites
que, cm rasio Jo relevo de s u torrouo, na)
forara conprelieudidos no quadro dos ca-
minhos de ferro ou dos can ios. Nooca-
menio de 1852 poio-va u meios de mi-
Ihorar e-t i posic3o pondo-a do accordo com
a j-r t'c-i i/isiriliutiva.
A navegacSo inti na, este auxiliar indes-
pensavel da agricultura e o coinmetcio,
aiuda mesmo com os c.nninhos de ferro nao
tem silo desprosada. Grandes resultados
leeinsiJoja oblilosou poderSO se-lo em
pouco letnpo, apocar di insullicioncia dos
abonos.
O canal lateral do Carona, j entroguo
navegado entre I'oloia a ,\gen sobre um de-
sonvulvimento de 127 kilmetros, ser le-
vado cm alguus mezes al mais, 42 kilme-
tros aln Ue Agen e posto cin coininunica-
(3o com a Uaize camlisada com mus al-
guns anuos e alguus esforcos, a obra gigan-
tesca du Luil XIV recobora, para gloria de
nossa poca, seu complemento necessario.
A ultima secc,3o do canal do Mame no
Rliono poden ser entregue ao commercio
no principio de 1853.
No Se ii, a lacunaa loo deploravel i|uc
aprsenla a navegado do rio na passagoua
in ii i ;a capital, vai iuceusantemoiilo de-
saparecer.
Entre liii.Vi o o Havre, a navegado mari-
lima colheo vantageus inesporadas da exe-
cuco dos tralhos dos diques. Um projec-
lo de le submollido ao vosso oame lem
por otijcclu assegurar a inanutcncio destes
l'olizos resultados.
Pelo mesmo projeclo de lei, o govorno
pro,-fij-vos emprelien ier, as emboca luras
io iiiii lu mu syslema de Irabalhos ana-
lagos aos quo tem oblidn no Sena um su-
cnsso l> completo.
Fazom-se estudos no mesmo sentido para
ni ih -..i i.e i'.n da navegacSo martima do
Loiio e do Carona.
Entro os trabalhos das construccOcs civis
o dos palaCioa iiociuiioOS qu6 Ilao do ser ter-
minadus no curso dosle anuo, fttrei raeiico
das bacas do Versallies e do SllMCIon I,
da innli.itli i-i do Sania i, -nnv-va, da casa
do sello e da reslauracao dos salos do
Louvre.
U.ii projocto de le relativo ao acabamen-
to do Louro est sendo estudado e ser-vos-
na sera demora apreseutado.
Desdo muito tempo o commercio rocla-
mava a libcrbado dos transportes em mate-
ria de cairel igem ; hoje a opnu.io publica
esta legtimamente salisfoita a esto res-
pailo.
Fitialmeuto os uecretos recentes quo do-
ra m um i nuva orgaiiisacSo ao corpo e a es
cola de pontos o calcadas, preparara a appl-
cac3o das lois relativas ao moJo do recrula
ment dos engenlioiros.
kgricultura e commercio.
O governo tom proseguido na realtsacSo
do vol proferido pelo conselho geral da
agricultura, das manufacturas e do com-
mercio para a iustiluicao dos concursos
1.1o ulois ao nielhoi'ainoiito de nossas racas
do auimaes domsticos.
I'ara facilitar esta aiiunaejo, foi introdu-
zida no projeclo do orcaineul) de 1852, urna
pelicSo de abono suplementario.
A adminislncSo submetleu a meditacao
do homens especiaos difiranles quostes
de um alio ioleressa para a ag'icultura e
fez publicar documentos sabr a cultura do
11 ii lio na Blgica e llollanda.
Um exame sobre as iiistiluicOcs de cr-
dito territorial a agrcola facilitar, mu
novos documontos, o estudo e a discussSo
do projeclo de lei de crdito territorial sub-
]manido nesle momento as deliberacOos da
assembla.
Os resultad os do oxame sobre os ostabe-
lecimentosde colonisacSo agrcola da Dol-
an la, da Sussa, da Blgica oda Franca fo-
ram publicados.
Dirig,lam-se inslruccoes ospociaes c mi-
nuciosas aos prefeitos afim de facilitar
ex1 cucan da lei de 20 do marco do 1851, A
qual nrganisou a representacSo legal da in-
dustria agrcola, eos conselhos geraes fo-
ram convocados para applicarem urna da
suas disposicOes mais importantes.
Tempestades e furacOes em muilos pon-
tos da Franca teem arruinado numerosas
familias. Alim do soccorre-lss, o governo
assnciando-se aos esforcos decaridado pri-
vada, e levou, por decreto de -7 de agosto
ultimo, a7l|2por0|0a laxa do soccorro
que llvenlo ser concedidos em casos da
iguacssinislros.
Um concurso de acontecimentos e decir-
cumslancias, presentes momoria de to-
dos, linbam abaixado o preco dos gneros
alimenticios, porm asmudances operadas
por alguna esta los da Europa, principal-
mente pela Inglaterra em sua legislacSo so-
bro os graos, vieram abrir nossa agricul-
tura novas vas deexporlacSo. De 1849 para
c nos-as expedicOes teem lomado um de-
senvolvim'tito descouhecido al entSo.
A puM-celo do \tlascstatistico darepro-
dilecto do cavallos em Franca vao sendo
coolinuadi com pclividade, e demonstrar
em breve que nussal riquezas em animaos
do genero cavnllar, nao co lem as das ou-
tras nacOes da Europa.
U ii decreto de 3 de setembro do 1851 re-
organisou as cmaras de commercio, e re-
coiiheceudo-as como estabellecimentos da
iilililide publica, salisfez a um de seus vo-
tos frequentementa expremido.
Alguus factos bastante deploraveis hi-
viam inspirado inquietacoes sobre a orga-
uisico das sociedades e agencias lonlinei-
ras. Urna commissilo procedo rivisSo dos
estatutos para o fim do dar-ihes todos os
melhoramenlos o tojas as garantas que so
e impail -e-ni com a natureza destes esta-
bollecimnnlos.
Publicou-si um ri-gulamonlo do adrn-
nislrac3o publica sobro ai loeieiladet de toe-
corros mutuos, cm exicucSo da le de 15 do
julnode 1850. Este regulameuto deixa-lhes
a mais plena liberdade sob a nica reserva
das garantas indispensaveis. O rotatorio
proscripto pela mosma lei tara conhecar a-
parle pela qual estas sociedades contribuem
para o melhoramenlos da sorle da classo
laboriosa.
A lei de 4 de maio de 1851 determinou
as bazos do contacto deonsno no oteros-
so das familias operari'S e no interesse da
industria. Ella tem por cll'eito aasagurar
ao aprendiz legtimas garantiasde instruc-
i.-.'ei e de niii nli i.i le, sem alicatar contra a
liberdade o Iraballio e contra os dreitos
di lamilla.
Um decreto do 17 do maio ultimo deter-
minou as excepcOes ao regulameuto esta-
i..... i i pela le de 9 d setembro de 1818,
o qual limilOU a doze lio as a diiracodo
ll lia. ai effeClVOS nislll i ola 'i-iras 0 otllC-
nas. O governo julga ler juslilicado a con -
llanca do legislador.
03 avaucos felos por cerlos patroes a
seus ouerarios, callocavam muitas vezes es-
tes ltimos na impossiliili Jado de embol-
eal-oaj c obiigavani-uos por um lempo il-
liuiitado. A lei de21 de maio ultimo, re-
dusindo a 3U francos a somma dos vanos
prcvilegiados, conciliou a liberdade do 1ra-
ballio com o respeilo devdo s convon-
Ciles.
C! projeclo do lei das marcas de fabrica,
do la o alto iater tsse para a industria e para
o commercio, suVeu ja o exame do conse-
lho do Estado, e brevemente ser submelli-
do Assembla.
O decreto do 21 de dezembre 1850 eslabe-
leceu as bases de urna nova organisacSo do
sorvigo saiiitirio no litoral; esta orgauisa-
c3o mais simples e mais em harmona com
0 complexo de nosso systema a lu ilustrati-
vo foi realisada no curso do presente
anno.
Delegados das potencias eslrangeiras,
escomidos no corpo cousulir o no corpo
meJico, por convite nosso, preparara pre-
souleraeiito c o Pars as bazos du um regu-
1 linalo uniformo para todos os paizes si-
tuados as ,ii ii g ii- do Mediterra ieo,
As sommas de nossas exporlacOas revelam
a aeu vi ladaJe inipress i ao trabalho do nos-
sa. fabricas, e os rosultaJos obtidos depois
da ultima mensagem demonslram al que
ponto a industria Irancozu, no meio daacir-
cumatancias difieeil e do una concurrencia
iucensantc, sabe Iriumphar dos obstculos
0 augmentar suas vas do exportacao.
A superio de cerlos ramos de industria
foi v iiiliiiii ula uu revelada ni exposic3o
de Londres, como o provam as numerosas
i- i.iip -o-1-, concedidas a nossos exposito-
res. Com elV i*.? 2 Fr?"ea relativamente,
obteve por si s mais recompeusis que os
oulros paizes, comprelieudida tambem a
Inglalera. O quadro da di-iiiliuic.io goral
O O un i. I .: .
.N.ljs.io uuicamonte nossos productos do
arte, de gosto u da luxo que nos valorara
taossjccessos ; nossas machinas, njssos
instrumentos do precis3o, nossos produc-
tos enmicos, nossos couros IraballiaJos,
ii"ss i quinquilltar, assim como a prepara-
Co de uossis in-it -iias primas ou nossos
procossos de fabrico e do tintura foram ob-
jectos das mais honrosas distiuccOes.
A expoc3o universal ajumara urna pa-
gina das mais gloriosas aos aunaes da m-
dust'ia franceza.
A assembla nacional alim da manler a
legislacSo em harmona com esse progresso
assignalado, votou, depois de 12 da novem-
Uro de I8ju, tres iea uipilaules u '-
vor do commercio, da inluslria, da ma-
rnihaf.
A lei de II do janoiro du 1851, que regu-
luu o rgimen commercial da Algalia ;
A le de 13 do juuho de 1851 que reforma
a tarifa dos assucares ; os productos colo-
ni.ies teem senado em nosso mercado um
consummo nuil vantajoso sem compro-
meter a prosperidade da luduatria ind-
gena ;
A leideSidajulho ultimo, pira animar
a industria das grandes percas martimas,
e ja do nossos portos priocipaos houve lu-
gar a partida de navios das maioros tone-
lageos. ,
Ao mesmo lempo fizoratn-se nos regla-
mentos commorciaes meinoramentos no-
A mensagem de 12 de novembro de 1850
annunciou urna invesligac3o sobre o esta-
do de nossa marinha morcanto; esta invos-
HigicSo lovo lugar, os documentos oslan
i sujeilos ao exame ue liomeus esclarecidos
1 ecompetentes; seu trabalho trar uteis re-


formas,edos.'ej, ea as.-ombla adoptara
I i'.i| ci -i;i i.isoripta oo prijeoto do orcamen-
to Je 1852, a cabotagem podera ser exone-
rada de urna parto ds impOlc,des que pe-
san) sobro ella -
Jufi'ca.
A ullima mensagem certiflcava que* as-
aemb.a o.stava de posse de tres projectos
de le essenciaes.
O priroi'iio sobre,a organisiciio judicia-
ria, estaiod. eni estado de rolatono.
O legUOlJo, sobre ns hypolhe -as, ser
prox.mmente suhmettldo a urna terceira
Icitura e as populantes Rozarlo em pou-
co lempo das vantsgens da nova lei.
O lerceiro, sobre a assistencia judiciaria.
Ella lei foi votada a 23 de Janeiro prximo
paasado.
A adminisIracSo Dada tem despresado a-
IIm de tusegurar Ihe a prompta ov cuco.
Por toa parte os escritorios de assisten-
cia rsl'm U no exercicio de suas fuccoes, a
o pobre pode, assim como o rico, fazer va-
ler seus direitos pnranteostribun.es.
A lei sobre os calamentos dos indigentes
vio t'.'iido tamhem uma appliracSo satis-
factoria.
A ultima mensagem falla va igualmente
de projectos de lei rolativos a roh^bihlag.iu
dos con lemnados e represso dos cmnes
o dolidos eotnmetlidos por Francezei cni
paizeslrsngrtro. Estes projectosforam sub-
mctlidos ro ronselho do estado o qual se
oceupa iio meseno tompo de uma proposta uccupain
emanada da une: Uva parlamentar, a res-1 Marinha.
pello da deportarlo. Grandes difliculdades ( Risos irnicos em um grande numero
te tintilla levantado soVo a designarlo do de bancos da esquerda, e em ilguns da di-
logerj ellas parecem aplainadas, o esta lei reita )
reclamada pura repouso dasociedade e pa- Encerrada nn* limites do um ornamento
se visto apparecer ao mesmo temp tu lo o
que revela o progr. sso O nuis evidente;
edificios, casis numerosas, plantaoSes con-
sideravois, culturas novas, ponte sobre os
ros e rarvanearas as estrada*, imtruc-
c3o puhlioa orgsnis.d., a arte de curar n-
troduzida entre estas popul.cOet dizimaJ.s
pelas dionea.
So o fanatismo das paixOes nSo ost an-
da desarmado todava ja se vai formando
ntreos rabes um partido sabio para apre-
ciar seus verdadeiros intereases, e para fa-
vorecer n s.ns si o reos.
O voto recente de muitas leis importantes
especiaes para a Algalia ontribuio pode-
rosirnente para a obra da colonisacSn.
A lei de 16 de junho de 1851, sobre a
constituido' da propriedade>, a de II de Ja-
neiro, que regula o rgimen commercial,
a de i de agosto, que funda um banco de
descont, de circulado e de depsitos, fi-
nalmente o decreto de 26 de abril, inlro-
duzinio melhoramenlos reclamados pela
experiencia, teem facilitado concessOes de
trra. Km resumo, anda que a siluacSo
geral da Algeria estoja longe de ser assus-
tadora, ella he rom tudo complicada em
coitos pontos, taes como no valle de Le-
baon, por causa das tentativas deinsurrei-
(3o de Bou-Bayhla, na provincii de Alger
uur causa da agitacSo religiosa, na fron-
te ra de .Marrocos, por causa da formenta-
cilodas tribus selvagons o gueireiras que o
2
trar sua constante solicilude pela felicida-i puroi e (orna sua applloajjo mal moral e mal ,Dr. Cosme da S a Pe reir
de da Franca, e pelo bem-estsr de nossos regular. (Movimento.) Florencio Jos Carneiro Honteiro
soldados. O Irabalho da org.nisacfio do I '"? ProJecl pola nada cootm
-________ .i ." ~ll,imUr aula inkHln* > niVnil Hat
inlein q
goverrro romano march~len"a"men"ie"7 rTr- a'Aai?j /a a.ea.niea porque a. Iigo til
eanian-'i u> todava nmmu.ihn ,. i pedir-lbc hoje a re,co da Id de 5f de malo,
d ^ ^nihlIi.' eonS5lho le sa- nSoquero om lsJ0?eleaar a ppfovacao que
do, oa coDSOlheiros munloipaes e provin- del eiito lolcl.llva .ornada pelo mini.teVio
ciaea vajp-se organisnndo pouco a ponen, e
servirte para formar uma consulla deslina-
da a toat^ar parte na administracSo das fi-
nanotsj o governo pontificio irabalha em
importantes reformas legislativas; flnal-
menle elle occupi-se com aclividada da
coacao efe um ejercito que torne possivel
retirada das foress ejlrangtirss eataciu
ra conoci dos con.lunniados, podera vir a
ser em breve o objecto do exame do conse-
Iho oo i si,-i o e da assembla.
A uiimiuisiid^.i da justfca tem sido por
lodaa parte p ompta esclarecida,
/nsfrurcau lu'ilica c cutio.
restricto, nossa maiinlia D&O tem por isso
deixado de proteger no-sos nacientes em
todos os pontea do globo. Mu tos i!ecrelos
importantes e necesiarlos, q:r pelos pro-
g.e.-s is re.ilisa los, hivinte e cinco annos,
em todas as parles do servico naval, qur
A loi de 15 de rflar(0 Je 1850 tem produ- pelas dillicul la fes do applicaeiio, qur pela
zido quanlu a inst rcelo primaria, os n.c- necessidade de curtas economas, tem regu
Ihores resultado. A administrado reitoral, lado:
nuis i i si i 11 dos estabellecimenlos e! O servido a borlo dos navios d armada ;
auxiliado pelo concurso dos delegados dos O sold dos olllciaes o emprogados de
canlOes tem excrcidj uma vigilancia mais marinha nal differcnlos pos.fOes que po-
ecliva. dem oceupar;
A facilida concedida s cmaras munici- As compras dos navios da armada, segn
paes de substituir, em certos casos, s esco- do uma rogra invaiiavol nos estabelecimen-
las livres as escolas publicae, nSo tem di- tos.
minuido o'niiinero destas ultimas. Oulras disposirOes interiores teem simp(i-
Onuim rodas iscolas muoicipaes aug-1 ledo os elementos da contabilidade mari-
nienla ; ello era de 3V,4I6 no mo aento da lima, eprovilo mais que pelo passado, i
promulg<>c3o da lei: elle he presentemente conservado i do precioso material encerrado
de 31,93!). Iem noss.,s ar-eoaes. Trabalhos conside-
A iuslruc3o d s meninas, Lio importante ravois continuam com nctividade.
di 'baixo do ponto de vista dos principios! A consfucc > dos fossos de im-nersio
religiosos oda bo.i orIem as familias, t'm-nos porto* de Clierburgo, Rochefort e Ta-
se derramado cada vez mais: coulavam-se Ion, para a qual a assembl) concodeo o
10,171 escolas monicipaes para meuiuasem
1,850, conlam-se 10.5*2 em 1851.
A nova lei n.lo lem sido favorarel ao de-
scnvolvimento do ensino livre dos rapazes:
iiivi'n 1,950 escolas livres para rapazes, i.lo
existen) mais que 4,C22.
li n e*mo '...o succede com as escollas li-
Vres para meninas. E >) 1850 ellas eraru em
nuuiem do 11,088; em 1851 sao em numero
de 11,378.
Em resumo lia sobre o lado das escolas
primarias um augmento de 806.
A organisacSo da instruccSo publica, se-
gundo as bises do nova lei, est ha um Mi-
no completa.
Os conselbos acadmicos moslraram no |
exeiclcio do seus poderes, tanta firmeza
crdito especial de 938,000 francos, est
sendoeiecutada com cuidado; oanno pr-
ximo vindouro podera ver concluido este
til Irabalho, ha tanto lempo reclamado,
e que ha de por termo s perdas quo solare-
mos cada anuo em nossas provisOes de ma-
deira.
A excavarlo do ancoradouro de Tulon
continua com successo; e j todos os na-
vios de nossa esquadra do evoluco cstSo
ancorados onde anda ha pouco navios de
uma ordem inferior podiam apenas arris-
car-so a ancorar.
Em Cherburgo, no forle Bayard, om Port-
Venlres, em Marsclha os trabalhos prose-
guc.n igualmente se ni de-cango.
Porcm estes melhoramentos obtidos
quanla i.io !er:ic."ij.
Collocado no cuuie
O
da
consellio superior, cusa de tantos esforens ficariam esteris,
nadas no s estados da Igreja.
A proloec,ao dos iuteiesses religiosos e
Constanlinopla t9m exigido, ha um anno
nossa activa inlorvcncao. Convra regular
as difllculdides suscitadas ja no selo da
communhflo calholica, j entre as diverses
com#unhoes christSes; terminar as con-
testacOes mais graves s respeilo do modo
de instituigSo dos bispos armenios ; anal-
mente oceupar-se de uma trar pouiii termo s deploraveis conteodas ms
cijas muitas vezes da posse dos santos lu-
gares. Se lodos estiverem animados do
mesmo espirito de c >uci lic>> que nos estes
tristes debates terminarSo para sempre.
Nossas boas relar;Oescom a Hespanha fa-
zem-nos esperar o regulamento diOnilivo
c prximo dasdiferoncas sobre a fronteira
dos Pyrlneos.
Aprovelmos com solicilude a occatlao da
dar Hespanha urna prova da slncertdade de
nossai rrt i| 0:-s, aisoclando-noa com i Ioglaier-
ra para offerecermos ao gabinete de Madrid o
conrurio de noisai forjas navaes, alicu de re-
pelllr a lenlaliva audaclosa contraa Ilha de Cu-
ba. Ali-m dalo, uosso ministro em Washing-
lon fol encarregado de apoiar ainlgavelineolc
i-i i i-i'l.iiii.n.oi'-t d.i corte de Madrid, cujajuill(a
foi lealincuic reconheclda pelo goveruo fe-
deral.
A pai foi realabelecida entre a Allemanha e a
Dinamarca; o Schlcawig reconheceu oulra vea
a autoridade do rei; a oceupafo austraca poz
m no llolsiein ao rgimen da ii.urnii.iu, e
lendo cessado a causa que havia exigido a en-
trada de tropas fslraugelras, espero que a oc-
eiip.if jo destas se nao prolongar. As rcaolu-
fdes do gabiaele.de Coinpenhague, arlin de de-
lermioar a sussesso do throuo e aisiguar a In-
tegiidade da monarchia obliverain a approva-
(ao da* poleadas, bstaculos particulares re-
trdala SOS a sane-cao ofllclal.
A teuipeslade que ameai;ava alada, ba um
anno, o repouso da Allemanha, disslpou-se. A
confederafo germnica tornou segunda vez
em seu todo toara lumn e para o rgimen an-
terior aos acdontecimeotos de 18*8. Ella pro-
eura acauipJlar-sc contra as novas agita(es
pojr-nTelu de um crabalho de reorgaaisa^ao In-
terna, acerca da qual devenios ser completa-
mente estrangeirot. Recelamos um moineuto
3ue a dieta de Francfort fosse coavocada para
diberaraobre uma proposta que modificara
ijraodeniente a proprla essencia da coufedera-
(ao germnica, lendia a recuar-lhe os limites,
mudando deste modo seu destino, seu papel
europeu, e alternando o equilibrio consagrado
pelos tratados geraes. Julgainos que devlamns
fazer representares. A Inglaterra tambem
re I i man. Felizmente a sabedoria dos gover-
nos germnicos nao tardou em apartar esta
probabilidade de complicacao.
A Suissa retirou de aeu territorio a maior par-
te dos refugiados queabusavamda hospltalida-
de. Apoiando esta medida litemos um servico
a Suissa e aos estados viiinhos.
Os novos accooteciuientos, que sobrevieram
as margeos do Prata, inodillcarain grande-
mente a situ le.i.j respectiva dos estados empe-
i.h idns na luta. Elles nos obriam a suspen-
der as negociaedes que tinbamos preparado pa
ra urna paclticaco.
systema da entrega reciproca dos malfelto-
res e o das coimnunicaces pelos correios vai-
se i-.inrjiiei indo successiviniente. Muitas con-
ue possa Floriano Correia de Brilo
Igo uui ,i Dr c,eUno Estelllu Ctvalcante Peisoa 336
Dr. Jos Quiotino do Castro Lefio 334
330
liirrschia manten) le nosso poder naval n3o oceuparia no mun- v,nrA. "h,:,,f
umapolerosaAinidadcetenhodireilopan ,Jo uma posicHo digna da Fraoca, so pan\uXSTTmSmJSTllt- "' *"
dize-los, a lilerda le d ensino desenvolvida todas as evenluililadcs, ella n3o tvesse scrao api escotadas outras.
A couclusao de tratados de commercio com a
raa Urcianlia, Toscana, Blgica. Prussia, Di-
namarca e Suettia, atiesta a sollicltude do go-
ra adiante Ihe
scrao tiiii.'uiiiiLk un,, ,.
dnuma maneira nolavel, lie sem perigo por )os meios do recontir homens j affeitos ao
que ser contido nos justos limites. 'u.ie sc-vico do mar. Ornis importante,
Nit r-i-ilo do anlr-,0 n gi uen univer- itomo sabemos, he a nscripcjlo combinada
sitarlo a un redimen i'e liberdade, muitas |com C'ixa do invlidos da marinha. Tu-' v"" pc' de*'"ol.v""10 ****** rc|a;e
posicOes h mrosa o peuivclmeo'o co-iquis-|<'o oque pude lornar f,cunda esta obra do, KES5 'il.Vi1'"".':.. a
talas se a.l.i.ii ameac d s. Todivia mo- /olhi-rt foi sub.nett.Mo me itacJo seria do: ^SSS^^SSSSZSXllSi^
desloa funcionarios, arreb lado, a su. ca- jeo..*8.h do aln.ir.nt.do. d.baixo da fr-l IZ<^tS&^3SSSS^tS^m
reir por arontccimenlos oo lorga maior,, na deum projecto de lei. A quo foi ulti- mais breve que fosse posslvd pelos outros es-
Dfldevem perdem o prerjo de sous servi- |mamento promulgada sobre os premios tadus. ACra Uretaaha eo llauovcr assigna-
cns pasados. L'nia pioposla vos ser sub-|P"fa as pessoas martimas pro ni tic novas rain j tratados especiaes que reprodutein as
iettida para esleeHeito, e vos vos associa- fructuosas campanhas. | priucipies clausulas das convences sarda e
ruis, nao o duvilo, a esta obra do justa i Un projecto sobre a pulida da pesca eos', P.ur'uue*a. Era mullos outros pontos eprln-
reparaeo. M'"'. esta prl ne.ra escola de nossos ma.i-! ^^SSS^ ffiSH?" a,nda
Aereafffo de tres bispidni as Anllhas Inheiros. foi sub-. eltido assembl. pou-lEtfSodi.rj.do "" ve,per* de chegar re-
e na illia da IteuuUo, he p-esentemeiite om :co.s dns antes de sua prorogac.3). Esta I As reelamaedes que um grande numero de
facto consuin i ado. Os bispos t imaram !,ei de policia sera um ssciificio para todo negociaatesedeariiiaduresfraacczesr.iera.il
posso de suas diocesos, c ja na Martinica, Io litoral. | contra o governo dos Estados-Unidos, por cau-
na Kcuiiiiio, em Gualelupe sua influencia I A situadlo do nossas colonias he mais'a das impugoacearbitrarlas leitus pelas al-
peinntle aprtciar o benelicio que havia de satisfalorla quo o anno passado; todas ollas 'am>egas da California, nao foram anda liqui-
rcsultar de um clero mais numeroso. Por i80,m de urna completa tranquilzalo, a .. ?.*." p,g0!; .P.or?in congresso americano
essa rasSo, so inlis;cnsaveis algumas ,qual depois da emancipacSo, nSo foi jamis
despezas para a fundac,3o deseminarios aeriamente peiturbada scnSo em unie-
ja autorisados no principio pelo decrolo or- j 'uj0-
ganico dos bispados coloniacs. Pens que: 0 governo ao mesmo lempo que se os-
Iiavcis de rcconheccr n utilidado de acabar forca por inspirar s popalaoOea novamen-
sem muita demora a obra lio felizmente u'- vres a confianca na liberdade e o
comecada. fmordo Irabalho, que deve ser sua conse-
Aassemhia nacional acollicndo a peliglo quencia, combato e persegua com energa
do ministro dos cultos om favor dos edili- todas as excitacOes para as ms doulrnas.
cios diocesanos, n3o so deu uma prova de | A Jistribui^ao da indcmnisacSo, regula-
sen interesse pela consergHo dos nossas ;ua por um decreto do 24 de novombro de
grandes monumentos, senSo quiz testen,u- 1819 esta prcsonlomcnto acabada por toda
nhar anida sua solicilude pelas neoesai-l.- i* P*'t9, A le tle30dejulho de 1850 vcio
dos da roligiSo. Persistir tiestas gci.cms s j.fressar as vanlagens desta medida,"d>ci-
disposicOessi'ralm oslo favorecer a ab r- dinlo qO) os cerlifica los de liquida(3o en-
tura de V.ltss ollicinas de construccao en. iregucsaos quo tem direito, seriam imuie-
um grande numoro do departamentos, nos i't-nicnto trocados no thesouro por bilhe-
qu-es ? siuiaro ir classo operara amoacs
turnar se multo peniel.
Os cultos nflo catliolicos tamben) li,'c-am
sua justa parte na solicilude do governo.
G ierra
Ofli'ectivo geral das torcas do Ierra n.lo
era no I da outubio passado tenBo d)
297 519 noBteos e 81 306 cavMIo?. S- n3
porem
eo gauiueic de Washiogtoa reconheceram for-
maluicnle a iajuslica, e nao tardaremos em ol>-
ter uma salisfacao legitima.
Resumo.
(Movlmento geral de attencao.)
Acallan de ouvir, senhores, a posieao fiel
d i si i na ,.i.i do paiz. Ella oU'erece relativamen-
te ao passado resultados ..tisf.clorios ; todavia
um estado de penuria parece cada da Ir aug-
mentando. Por toda a parte o Irabalho dilui-
rme, a miseria cresce, os inleresses se pertur-
bam e as esperancas aotisooaes se csillam
medida que os poderes pblicos enflaquecidos
aproiimam-se de seu termo.
Km um tal estado de cousas a primelra preo-
cupado do governo deve ser procurar os indos
de conjurar us perlgos e assegurar as melhores
probab.lidades de salvaco. J em miolia ul-
As inscripcoes entregues icprescnlam taU^^c^^^^l*^. r"pe,"
noje urna soinma do cerca do don. milhoes: .^ate^hTd'osTda .Ise.aU^.T faVOr"e'-
lejUfOS, islo he, o terio da mdemnisjc3o a inccrlcia do futuro fat- nascer inultas aprc
acia assemUa. Eu vos dizia
l.enses despertando inultas esperancas. ,
Os bancos coloniacs, organisados pela b.mo. todo, fater patria o sacrificio destas
' do julho ultimo, podcro cedo esperancas e nao nos oceupamosseno de seus
A interesses. Se nesta sessao votardes a revisao
ci de 11
dir os fructoi quo dille sa csieram
a Imnistradtn( iinrn. las colonias, pu
., ,. diconsliluicao, uma constituate vira reform...
ct.cumslanciis n3o pu'zeroa. algu.n obsta- Igimon legjsl livo o fin.nc (ro reclamavam! Zff5Sytt23Sl '?
culo, es'e olTeelivo e-.trar. nos limites do ?" "ova rgni*aS.o, em harmona comWuS^^J^^^^t^Z
orcaucnl de l52 que o reduzem. 377,130 I s P'incipios quo a constitun;3j estabelo- sua nova voatade. Por.n quaesquerque poa-
liomens e 83,135 cavallos. iCeo. Um projecto de lei proparado para | sam ser assolucdes do futuro, eutendamo-nos
Nenhum novosup,ilcmeutodecedilo se- I1"'"3 'llu' ,u'> depois do exame do Consellio afonde que noseja a paixo, a surpresa ou a
r neccssatio para 1851. 'ie ost*l0r apresentado assumhla ; um violencia que dedda.n da sorte de uma grande
Os ctdilos enneelidos pelo orcamento |reKu.' "nento quo ab ac todas as partos da. *_***
i 1851 perniiltiram organlsar, este anno, !dinnistraclo .las finaness colonjaos e de, ."ojc a.quesiae. .ao
' o, >_a.a.llt *_ i_ >'" ii:.n tniiilnli ni tu ne.ni
do
231 novas brigadas de gendarmeria. A
creacSo Co oulras 230 t :ra lugar em 1852,
e o aogrr.oc.lo da despeza que d'ahi ha de
resultar se sellar mais que compenslo
pelas ro.luccO.'s operada sobre o eOectivu
das out'as armas.
Diversos projecios.de lei concernenles
orgsnis.cao dos qu.dros, eo recruttmen-
to es pensoes quo se devem conceder os
ofliciaes inferiores e soldados, for.m desde
longo tempo submettiJos assembla le-
gislativa.
0 exerelto ps,repa a pdopgo ellesaeom
urna jiiblo impaciencia. Va- esperamos
quo elles nlo lardara o em ser disculi Jos e
votados pela assembl..
A.sseoiblca conhece a importancia das
operacOes militares da primavera passada
na parte oriental da Kabjlia, e os successos
que, em oilcn o das de marcha, coroaram
o biilhante valor de nossas tropas, sob o
. inni i..du do um general que minh. con-
fianca chamoo para a pasta da guerra. As
Iritius do circulo de Djidjelli submetldas,
u valle de LoueJ-Sahel pacificado, o com-
iii.- mo dos leos aliment.du pelus Kabylas
consideravelmente augmentado, u s s3o
os resultados felices desta camp.nh..
Sobre 1,145 tribus, cuja existencia foi
verificada em Algeria, 1,100 teem reconbe-
ciJo a soberana da Franga, o aquellas que
o nao tem s3o as m.is pobres e ss mais
affsst.daa,
U exercito dopuis de ter vencido os Ara-
bes, applics-se a civilisa-los, modificando
seus costumes sociaes. Deste modo, debat-
i da insptracao de nossos olllciaes, terc-
sua contabilidade esta j prompt
seguir
nica
as mesmas c raeu dever
e podera
nao inudou: elle consiste em manler Inflcsl-
velmente a ordem, em faier desapparecer toda
causa de agitacao, afim de que as resoluedes
nnnedi.lamente o voto da le orga-
."'. .... 1ue liverem de decidir de nossa sorte se'lai
Dous outros projedos de le, dos quaes concebidos com calma e adoptado, sem con-
n trata da emigragao, do rgimen e da testaedes.
polica do Irabalho as colonias, e o oulro! Essas resolucaesnJo pode.n emanar seuaode
da orgaoisac dos pela administraba i e pela COinmsS3o que todas ellas teem por base a elcicao popu-
C lonial, llar. Tenho perguntado a ralm mesmo se ca
Finalmente nossos estabelecimentos da' p,'"fat* do d"r!,1 ?*-* P?l,a"> .J confuso
que reclamos da. chefes da ni.iorl. dos qu.es
csl. le era obra, a honra de apresenta-la. (Uo-
vimento. e eacl.aa.cde. diversas direlt. e
esquerd..) Reconheco.me.uio os effeitos s.lu-
tare. que ella tem produsido. (Sorri.o. irni-
cos esquerd., Rumores e agitacao em iuu-
los bancos da malorla.j
Ponderando-., na. circunstancias em qu.
ella foi .presentada, coofe>..r-.e-h. que foi um
acto poltico multo mal. que um. Id elellor.l,
uma verd.ddra medida de ..Iv.co publica
e todas as vetea qu. a in.ioria m. propozer
n.eio. enrgico, de salvar o p.lz, pdde contar
com ineu concurso leal desioteress.do. (I.i-
geiro. murmurio, em multo, bancos da dlrel-
u. Agil.co esquerda.)
U.na vos direlta: Enlao conserve a le.
O Sr. ministro (continuando): Mas as me-
did., de s.lr.co publica nao ten. seoioum
lempo limitado.
A lei deii de m.io, em su. applicaclo, ei-
cedeu mesmo o m que se quera allingir;
ningucn previa a suppressio de tres mllbes
de eleltore. do. quaes os dous tercos sao habi-
tantes pacficos dos canopos. (Murmurios,
Rumores no. bancos d. m.fori. )
Um. vo. esquerda: He verd.de! be ver-
d.de!
U Sr. ministro (continnandoiiQue re.ultou
disso ? Fol que essa i.n.nensa eiclusao servio
de preteito ao p.rtldo an.rcblco, o qual cobre
seusabominavcl. designios com a app.renci.
deum direito czlorquido e que deve tqrn.r .
conquistar. (Movinienlos diversos.) Muito la-
ferior em numero para poder apoderar-seda
sociedade pelo voto, elle espera co.n o favor d.
eu.oca.i ger.l c na deca lencia dos poderes, fa-
zer nascer em inuitos pontos da Franca .o mes-
mo lempo coniu.ocdcs que serian, reprimidas
sem du v i la. i,, o que nos lancariaui em novas
compllcacdes.
Indeprndentemente destes perlgos, lei de
31 de malo, como leldeitoral, apresen!.graves
inconvenientes, ra'uuca deiici u.n s momen-
to de crer que vira una da ero quesera de uaeu
dever propor sua abrogacao. Defeltuosa, com
elteito, qua.tdo applicada j eleic3o de urna as-
sembl., .Na o be muito mal. qu.udo se tratar
da nouieacao do presidente. (Risos irnicos
prolongados direila e esquerda.)
lu voz esquerda : lie verdade I
O Sr. Mililitro (continuaudo): Porque, se
urna residencia de tres annos no municipio po-
de parecer urna garanta de disceruimeotu para
oseleitores, atiin de connecer os horneas que
devem represeiits-los, urna residencia tambeiu
prolongada nao pode deluar de ser necessaria
para apreciar o candidato destinado par. go-
vernar a Frauc.. (Humores e murmurios em
inultos bancos.;
Uma oulra oujeccao grave he esta. A cons-
tituicao e.ige.... (Risos irnicos e rumores nos
bancos superiores da esquerda. Agit.co a
direita.)
Mr. Chainas: Pergunle a Mr. Rarache.
O Sr. Slinistro (continuando) ..--Para a vali-
dade da clelco do presidente pelo povo, dous
un limes ao menos de sull'ragos, e se elle nao
reunir este numero, he assembl* que be
couferido o direito dedeger.
A constltuiute liaba porlanto determinado
que sobre 10 milhdcs de votantes contempla-
dos enlao na lista, era sulBcienle a quinta par-
le para validar a eleico.
Uojeque o numerodos cleitoresaelia.se redu
sido a seje uiilhes, exigir dous, be inverter a
proporco. (Reclainacdes direita. Appro-
vnfao em alguus bancos da esquerda) Isto he
pedir quasi o terco em lugar do quinto, e as-
sim ciu um. certa evenlualidade, tirar a elel-
caoao povo para d-la assembla. He pola
mudar positivamente as condiedes de elegibi-
lidade do presidente da repblica.
Agunsmembros esquerda: He verdade:
he verdade.
O Sr. Ministro (continuando): Finalmente
chamo vossa particular attenfo .obre urna
oulra rasao decisiva talvez. O restabeleciii.cu-
to dosullr.gio universal sobre su. base princi-
pal d urna probabilidade de mu. de obter a
n ii-ao .11 conslituico. Vos sabis porque,
na sessao passada, os adversarios delta revisao
rccus.vain vota-la. Lio-, Be apolav.m sobre
esle argumento que sabiam tornar especioso,
Acousiituicao, diziam elles, obra de urna as-
sembla delta pelo sutl'ragio universal, nao pu-
de ser miidiiiea.il por urna assembla nascida
do suflragio restrielo. yUe sej. este um moti-
vo real ou pretexto, lie boin arreda-lo e poder
diier quellcs que querem ligar o pai a urna
co o. 11 lo i ao 1111 n i i v. i: ds-aqul o sullr.gio uni-
versal restabellecido, inaioria da assembla
sustentada por dous milbes de peticionarios,
pelo in.ior numero dusconsclhos dedistrictos,
pela quasi unanliuidade dos consdhos geraes,
pede a revisao do pacto fuodaineutal, tendes
por ventura meaos coullaoca que neis na ex-
presso da vontade popular ? A questao por-
unto se resume deste modo para aquelles que
dcsejaiu o desenlace pacifico das ditiiculd.ides
do da.
A le de.'Ii de mu,, tem son imperfei(aes
porin anda que fosse perfeila, nao se deveria
por ventura.brog.-la se empedisse a revisao
da conslituico, esle voto mauifesto do paiz ?
llera sel que objecla-sc que, de iniuba parte,
estas propostas sao iuspiradas pelo interesse
pessoal. (Movimento.)
Voses numerosas direita e esquerda:
Silencio I silencio!
O Sr. ministro (continuando)! Minha con-
ducta ba tres annos a esta p.rte, deve repel-
lir u.na allegaco .eradfaanle. O bem do piiz,
rep.io-o, sera sempre o unicu movel de minha
conduela. Julgo de ineu dever propor lodos
es meios de conciliacio, e f.zer lodos os esfor.
tos para chegar a uum solufo pacifica, regu-
lar, legal, qualquer que possa ser seu resul-
tado.
Assim pois, senl.ores, a proposta qua lato
nao he nciu uma tctica de partido, nem um
calculo egosta, nem un resolnc.o sbita; he
o resultado de u.editacoes serlas e de um. con-
viccao profunda. Nao Lobo a preienco de
que est. medida faca desapparecer todas as dif-
llculdade. da situacao, porin a cada da sua
u.issao. Hoje;. restabelecer o suU'ragio uni-
versal, he arrancar guerra civil sua bandeira,
oppotlcao seu ultimo ai jumento. Humte .
e murmurios esquerda e direita.) Seta dar
i Franca a posslbilidade de ter instituicoe. que
i .(ni em seu repouso. Ser dar aos poderes
futuros essa forca moral que oao existe seuo
quaudo repous. sobre um principio consagra-
do c sobre uma autoridade inconlestavel.
(MoMItur,)
Augusto FredericoileOliveira
Capiao Msnoel Antonio Martina Pereira 320
Dr. M.noel C.valcante 329
Dr. Antonio Epaminondas de Mello 311
Commendadot I). M. de A. Pires Ferreira 301
Dr. Rodrigo Castor de Albuq. MaranhBo SOI
Dr. Francisco Cirios Drandflo 300
Antonio Jos de Oliveira 294
Dr. Jos Rodrigues do Paseo Jnior 276
Antonio Marques de Amoros 274
Dr. Antonio Baptista Gitir.na 270
Dr. Francisco Rodrigues Salte 269
Commandsnto superior F. J. Pereira 266
Dr. Victoriano de S Albuquerque 265
Dr. Lourenco Francisco de A. Catanho 265
Dr. Hemeterio Jos Velloso da Silveira 260
Dr. Manoel Jos d. Silva Neiv.s 357
Dr. Caetano Xavier Pereira de licito 255
Dr. Arruda Inicio 953
Dr. Aprlgio GuimarSes 247
Teoente Coronel Lopes Lima 237
Dr. Joaquim Vilella de Castro Tavares a>9
Dr. Fenelon Cuedes Alcanforado 225
Dr. Simplicio Antonio Mavignier 923
Dr. Qoenoz Fonseca 907
343 ministradores que nom.ra o Jo. Cibrai I h.
3441 pollticad. .le.rtj? Corre como certa '
3j| Jl.norMTboiuM dte, o coinmando Te?",cia
" d. AtigaU*. uen* substituido pelo *n ....
Sic.rdo!baJa%0>..Und.iB desMchel,? '
feio ..sisteme d'Elv.. o Jo. MI,1 di r ''
e deinlltlo o Jos Nicolao! O p,dte Jo.Vrf"
Unio aesba de diuolver o batalh,1o n.val i"rv
oo. fellsment mal. outro homcm ou, 7i
dente. ? he .Sr. J.Wlgo, que ^ZL ,,
Pa>ls, e se oceup tirar a. amellas e mili .7
quirola.com multa deslresa, uo seu quartfl .'
largo do Cainarii. O de Vitry continua api,*
fla'r'o.ader'.e?!e"' ,BlMra""r- ""r, j
A Le da. Merces acaba de faaer a apologl, d,
D. M.guel, diz o Joma, tomaran do da 7, uen
Sr. D. Miguel pesar de ser prlnclpe.naorr ,;
man como o duque de Saldauha! E eoi
tal est o retratista 1 A assembla leitlih,,?^
de Vlx.u decretou ao di. 27 deSieaSro ', *
votava .o despreso, noticia que deu n i. .
da iotelllgeoclaeoireoconde Thoinar ?"
D. Miguel: e accre.centou que o conde' de tk!"
m.r ] por dua. vez., qol.er. vender ,,'
honra ao dito principe, e que ene r,-, s ,
Pem diz a minhi Gertrude.:,,''^"'J'
nao se veem .etoao miseria. I """"lo
VARIEDADE
CAUTA DF. URAS TIRANA BOriCARIO DB
LISBOA, AO BARUEIRO.
Oulubro U.
Mon cher.Quera torio n.sce t.rde ou nun-
ca se ni iireiti; assim o diz a minha Gertrudes,
que neste genero de lilteratur. vale tanto como
o nosso abbade Castro com assuas an.iguidades.
Ma. olhe que .e no. nao endfreil.mos, no., he,
louvado Dos, por filia de peridicos, que sio
com e'dlo um. especie de febre am.rella, que
nospersegue. Temoso Km. Diario A Revo-
lucao O Patriota A Naco-H) Estandarte
A Lei Paiz- A Regeneraco O Conserva-
dor c agora appartec a Reforma, que he do
Cario. Beulo c somos .u.e.cado. do Globo
J >e v que por falta de candidros polticos
nao andamos s escuras.
Destes jornaeso mais estoicamente socegado
he sem cootradiceo o K.m. governo, que Dos
prospere. Nao ha um s leitor que o veja rir,
nem bicho vivo que o veja chorar!! nem ap-
prova aera desapprava! nem dizque mu, oein
que nao ; euifiu he o jornal do limbo ; nem
tem pena, nemglorl..' O Estandarte e. sua
prima a Lei das alerces continuara a mamar na
dictadura manca de 1851, e continuara a mor-
dc-la cora o seu deminhocabr.li.ta. A N.co
do Largo do intendente continua a ser o jornal
das esperancas, muito mais agora co.n o csa-
la! r.
e m.d.me Ago.Uni .So de Flor.., \
el.bor.in na ru. Augusta aves, flore,, "J*
ludo isto sera molde e
arfelia de ch.l.tal. l
a casta de anira.es.
por uma machina a vapor le
.e emende, M. e ...adame Ag.stiol obilver.m
os malotes elogios en. todas as corles d >!,..
j... OE,..nd.rte.cbade ineueun ,?;
ferio ao. agiota.: o jornal da KSnoaneh
nacional deu-lhc. a noticia de que la ah"
ponto No di. 23 deset.mbro fol^gat otado",
Alberlque lle.pauha, u.n talRoiao Alocn^
Canut.pelocrl.nedeter ...as.in.do seu pi
Val celebrar-se era Barcellon. u, m,Ja
nlo bastante .erodio u.n fidalgote, que coi:
'a'"u?10'ten'i''osda mi d esposo
a urna bella inemn., que tem ta.ub.ui oln
abrs arabo, oa nolvos soinmam cent, esei-
senta aunos, e unera-se por amor Ejto alu.
fil .r^'V* bd" 1a"'at* cch i cada co.
che lia de ev.r qu.tro convidado., que todo.
rasera a .oinuia dos .nao. do. nolvos I Es
con, elteito contratada, paraolhe.lro real de
Madridasceleb.es primas donaos Giuli Albo
ni, llosn-Caccia, e Ru.minl compriraaiia i
Sauta Mara, que abi cantou no thealro de S
Joao ; os temores Duprez, Snico, e tielart o
bufo Hovete, barytouio Varete, Glrondels e
Natale; biizo profundo Scaplol. Contcnle-sc
com esta massada, e ds.culpe parcemonia
Snu em nome da n.[o e d. r.inha
Sau.ie, patacos tu- an,
cfr.,erE,d.de. Z
Brai Tisana.
COMMERCIO.
13
ALHANDEGA.
Rcndimunto do da 15. t3:993(
Descarregam hnje 16 de desimbro,
Si. coo,c,v"loc esli ocar- Barca portugueza oo Viagem- o resto
TESfiTTS^i. reprsenla ^^$&*~ ^'^-^c,
Vtf-tti&XE&VBtimF* BrigU8 ""-'.- Brand w'~ "frinh
servir de espeques ao movimento de 21 de e bolachinhas.
abril. Veremos o que fez o Carlos Bento cora a p,lacno inglez Navegador- ferro.
sua Reforma, que dliera porahl receher Inspl-I CONSULADO GERAL.
f-f.i".rl*Jd<> Q",'"1"- O tdobopareceque|Rendimentodo dial a 13 13:779,210
dem do da 15........3:321*749
val eugolir lodos os jornaes .' Pelo que se 'diz
deve ser o mais gordo de todos os nossos pe-
ridicos. -- Eiiifim, meslre ; o que nao abunda
nao prejudica, assim o costura, diier o raeu
visinho letrado, que mora no segundo audar,
que nao de.fazendo era ninguem he um rbu-
la como se quer. Devedor que nao quera pa-
gar acha sempre juslica no escriptorio do ineu
vislnho, que lera sempre a casa cheia.
Vai-se avisiuhaudo a campanha eleitoral, e
anda que a surdina o que he ceno he que to-
das as opinics beligeraotes trabalham e con-
tara cora a manira.--iie.,s a d a quena a me-
recer. O ineu pralicante est auiuado porque
Ihe roeram a corda. Contava que seria propos-
17:100,959
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reodimentodo da la 13. .
dem do dia 15. ....
. 1:278,116
. 171,406
1:449,522
F.xportaro.
I'liila Iclpliia, brigoe escuna nniricano
General Norlh de 235 tonelladas, conduzio o
lo pela sua chafarica, mas ojlrraos o saVri7i'ca- S08uinte :200 l.arric-,s e 2,600 saccis C3m
rao. a cenas conveniencias pena he que o ra- l*i"M arrobas e 23 libras de sssucar.
cr^^1ic,:o^noStrUPondo^h^ MfmJSVSfS1! 434,6.0
anda in.gro j filia so, e come pouco. '--------------------------J-" .' '. J
O joven Mr. de cunleulos sempre se resolveu VI vimPIlli (\<\ unrln
aceit.rolug.rdc.ddldonainis.ao de Pariz, I IU VlHieiUO UO [)l itl.
queoJcrvislhc ollerecera. O Joven litterato -----
est Jve quasi a nao aceitar, mas diiera ceder s
Navio entrado nn dia ib.
1 do ie, de 579 tonelladas capitSo Jolin
Dilloymple, equipagem 19, em lastro ; a
llo-tron Rookcr & Companhia.
.-
EDITAL.
nstancias urgente, do Elyseo, que o pedir of- "io l,e Janeiro 13 lias, galera ingleza An-
hci.luienlc .' O Regeoerador acaba de enviar-
Ihe a coiiiincndade Chrlno, que leve 1 habr
de Ihe promelter quando o joven llic fez a gra-
ta da ullima visita a Santo Ambrozlo. O Poco
Novo uianduu Ihe o diccionario francez de Cons-
tancio, e arte deClanaopin.
lie. 11 ves temos na cmara electiva o alatheu.
Torrada e llraz Xaropc, e falla -se lainhein no O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da
Pimpinela que ..o inulto nece.iano para sal- fa zonda provincial, em cumprimento da or-
so ri'.n.;, i" egrfr ".?6"' "^"l?!"- dom Ju ** Sr- presidente da provincia
?*a?x&^2IJv:i&&de t czre^ .r,n ,a razer pub'ic01 quo
na regeaeraco novis.im.l Que gosto nao"el n0S ,1,as ,6' ,7 e, "omeanio, l a praca
ver no Alinanack o barao de Torrada o barao P,r".8er arrematado peranteo tribunal ad-
dc Xaropec o viscondede Pimpinela .
Estes rues despichan) como qualquer aecre-
taria de estado! ba da. despachara. o Saoi-
ministrativo da mesma Ihesouraria, a quem
por menos lizer a pintura das varandas da
- despichar,n'n o Sara- ponto da Uos-Vista, a vallada em 337,700 rs.
palo da nica sub-inspector do correio, que el- | Arrematar;ao sera feita na forma dos arts.
es tiraran, ao sempre eterno Joodc.Souzalco- 24 e 27 da lei n. 286 de 17 do maio do cur-
0 o sanipaio negou o fseto, deraiu-lbeagora rente anno
PERNAMBUCO
i:i l.lt,\ PROVINCIAL.
Resumo da votaedo doscotlegios do Recife, 0-
lindn, lyuarasiu', Victoria, Goianna, Cabo,
Rio Formoso, Naiareth, Pao d'Alho, Seri-
nhiem, moeiro, Bonito, Breio, Garanhun
e Flores.
Dr. Pedro Francisco de Paula C. de A. 699
Desomb.rgador J. M. F. de Mello 640
Teoente Coronel Jo3o du Reg B. F. 611
" Vr. M.noel Jooquim Carneiro da Cunha 5S0
Padre Joaquim Pinto de Campos 530
Cnselheiro Antonio I*. Maciel Monleiro 496
o despacho de priineirocon.ul I hindo hontem
lomar caf ao botcquim Corradini ouvi alidizer
a um hornera que lallavaltaliano.queo thealro
lyr.co se abria no da 1 com a Lulzado defun-
lo Donizele,Saber que o principe de Paske-
witsh.goveroador da Polonia alcancou liceuca
al 1111111: este russo vera viajar pela Italia para
dar toin a snasaudc.
O coslnheiro romano de Mr. di Plelro me
disse hornera que 110 dia 21 de set.rabro se li-
aba passado em Huma diploma de beaiiflcacao,
ao vcuer.vel Pedro Claver, que foi jesuta hes-
panhol! estafetil noticia tem enchldo de con-
lentamento a miaba Gertrudes, que se 1 oleres,,1
raulton.pro.perid.de da corte celestial. I'.s-
palha-sc pelos pasraatorios que alguna realistas
teucionam volar cora os progressistas na pro-
zima urna I O Poco Novo zangou-.e com esle
boalo.Corre como certo que o Patricio pro-
metiera o acu elllcaz apoto ao governo. J se
ve que o Dos do grande Alfonso nao se esque-
ce do nesso governo I ttanadi* ,....,i,., Gertru-
desquera cora 1 leus auda Dcos o .Juda.
O ralo do Kossuth, e seus collcgas chegarara
a Spesia mal que os habitantes de Speziaaou-
beram da felii chegada destes hngaros llu-
As pessoas que se propozerem a esta ar-
rcinatacSo, cotnparerjam na sala dassessoes
do mesmo tribunal, nos das cima men-
cionados polo rxoiodia, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou alizar o pre-
zonte e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihnzonrasia da fazenda pro-
vincial de Pemambuco, 6 de dezembro de
861. Osecretario
Antonio Ferreira d'AnnunciacSo.
Clauzul.s especiaes de arremalacdi'o
1.' A pintura da ponte da Boa-Vista, ser
IV1I1 de coi'fosmidade com o orfameoto
aprezentado''lifata data a approvacBo do
Esm. presideiTl'e da provincia, na importan-
cia do 337,700 rs.
2* Ser principiada esta obra no praso
-S I.;;.::::, C COnCUidd DO do CS uio, COu-
lando-se na forma dos arts. 31 e 32 da lei
provincial 11. 286.
3.* A importancia desta obra ser paga
l S por uma comtiiis-a.i
Negocios estrangeirot.
Devenios Cungratularmos poloestado.de
nossas retacees com aa potencias eslran-
geiras; de todas as partes chegam-nos pro-
vas do desojo que ellas nutren, de verem
nossas pilUculd.des pacificamente resolvi-
das. Do nosso lado uma diplomada leal
e sincera as.socia-sc todas as medidas quo
podem contribuir para .asegurar o repouso
e a paz da Europa
Quantojmais prolongar-so essa paz, mais
se apeitarSo os lacos que ligam os difieren-
tes povos. A vasta e liberal ideia do prin-
cipe Alberto tem contribuido para cimentar
essa uniSo. O povo inglez acolheo nossos
compatriotas com uma nobre cordialidade,
o essa luta de tod.s as industrias do mun-
do, em vez de fomentar a iuveja, no fez
sumi augmentar a eslima reciproca entre
s nacOes.
Nossa situacSo em Roma he serapro a
mesma, e o santo padre noce.sa de raos-
. Francisco do Barros Brrelo
do em pe para noa congregar? Quaudo o suf- Dr. Joaquim Pires Machado Porlella
se quando novos poderes vlerem presidir o. '' Dr.FrancisCo Xavier Paes Brrelo
destinos do paiz, nao ser coiupi omeller .le Dr. Joaq Ul Ul M i iiu-l V le i a d Mullo
anlemao sua establlid.de, ddur um pretezto Umbclino Cuedes de Mello
de de.cutir .uaorigeme de.conhecer.naJegi- Dr. Alvaro Barbalho UchOa Cavalcanto
tii.iid.de. Ijor Pedro da Silva
Aduvid. nao era possivel, e sem querer apar- r,r lunario Jnanuim HeSnuc I atn
tar-me um s i.slante da poltica de orderaque ST' \f,., ',' "S., "' .
teniio.eguldo, v.Jo-.e obrigado, be.n ..leu Rr* fr,AnS.'n Je4l'a,ul "'P'!"1
pes.r. aeprar-me de um inlni.lerio que li- Dr" Jos EHIPPe de Souza Leao
ma toda 111111I1.1 confianca e minha estima para Dr. Domingos de Souza Leao
e.colher outro igualmente oompo.to de homen. Coronel Jos Pedro Velloso da Silveira
honrado., conhecldo. por leus scntimenios de Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel
con.erv.co, porm que quizessem adinltiir a Dr. Francisco AlveS da Silva
necessidade de restabelecer o suOragio univer- ptre Viconle F. de Siqueira Varejflo
salsobre a base a mais larga possivel. (\g|- M.jor JoOo Valentim Vilella '
"Ser-vos-ha perianto Pr.eute um projecto Br3o de Capibaribo
de lei que re.titue ao principio toda sua pleol- "' Francisco Antonio P. do Cirvalho
tude, conservando d. le de ai de maio o quC Dr. Jos Francisco da Costa Gomes
separa o sutl'ragio universal de elementos ira. Dr. Manoel Firmino do Mello
490
478
458
447
447
446
433
417
417
413
405
402
400
393
387
386
379
365
361
359
358
352
343
344
_- fin uma so prest8c3o quando o arremalan-
niuiia.il as casa., e dcr.in Uros de alegra .' i iver fn|,|,|, i.i,, nlntsira
Lu souihampton Ihe prepararan! iiiuilo. re- n f toJ" P'1"'-
gosijo. I a Au.lrii no cessa de mostrar o *.' P".ra t,l m"f 1u0 nS<> ,csliver e."-
acu IrapcrUI desgosto ao Si. Uiran, por dellar j pecilicalo lias prez>'lltes Clauzulas segUir-
sahir da Turqua estes hngaro.! A nao D. *c-J) O qua determina a Id provincial n.
Joo VI entrou no dia II uo dique ; parece que
a querem remendar; e.t bailante fossil, mas
lalve fique jnala.
Ante-honiem nolava-sc bastante alvoroco no
escriptorio do Estandarte, a ponto de que os
c lloboradores entornaran, o lliileiro sobre Un
importunes orlgin.es contra o duque de Sal-
dauha: averiguado o motivo soube-sc que Iota
por ler marchado para a trra dos mcsilhdes o
Jos Eslevlnho I Icinlain, e co.n r.so, que se
proclamarse Repblica era Ovar Ueos nos
acuda. Foi noinc.do adiuiuisir.dor do cou-
selho de llraga o Dr. Uorgcs, vulgo o Dr. Cava-
0. O cezar de Vasconcdlos ni.uclmn para
san tu, ni : dizeiupor aqni que o lemos depu-
tado, asslin como o geucral l'ovoas.-Tc.nos um
novo hroe he o lente l'audeira que a Lei e
Estandarte acabara de culloc.it no templo da
Inmortalidad*.
Chcgou a noticia oftcial de ler o .auto padre
concedido 50 dias de iudulgcncias a quera re-
saraoracodeS. Jeronvino Emiliano, fuudador
dos clrigos regulares Monascos. Saber que o
Lucas blanco est sendo agora o toureiro da
moda na Andaluzia.
Escrevem de Alicante ao meu rapa, o se-
grale successo: Duas raulheres hesp.nhol.s
foram all banliar-se no mar, del.ando na praia
os vestidos, e entrando ns oudas so com ca-
nilla lendo concluido a oper.co voliarain
prala para vestirse, mas s acharam o sitio,
parque Ihe tiiiham roubado a roupa I ne.ie
.peno foram era fralda de camisa apresentar-
ae .0julz da trra, que tomou a. providencias.
Mais outra do mesmo correspondente : Uma
mulh.r de Al lente afogou urna cre.nca que ti-
oh./ei.be, meslre porque esta carinos, ma-
dre afogou o fructo das suas ealranhas ? fol
porque a nao dci.ava dormir com os seus
horos :' 1
Segundo es noticias de villa Real o Pinto de
286 de 17 deiinio de ISil.
Conforme.
Osecretario.
Anlonio Ferreia d'Annuncacilo.
DecJarafoes.
-- Pela recebo loria de rendas internas
gernes, se faz publico que he este o moz,
om quo hodevido o pag.montu a bocea do
cofre dos seguales impostas do crrante
anuo linanceiro de 1851 a 1852, lindo o
qual ser a cobranza promovida pelos co-
bradores com o augmento do 3 por cento.
Decima addlcional de mSo* mora (pnmeiru
semertre) imposto sobre lojas e casas de
descont ote,dito sobre as casas do moris,
roupas ele fabricados em paiz estrangeiro,
dito sobre seges, dito sobre barcos do inte-
rior, tachas dos osera vos.
REAL COMPANIIU DE PAQUETES INCLEZES
A VAPOR.
No dia 22 desle moz espera-
se o v,i| or ln, commaodante
Chapman dos portos do sul, o
depois da demora do costumo
seguir para Europa : para passageiros diri-
ja-se em casa da agencia o. 42, no trapiche
novo.
TIIEATIIOIIE S- IZABEL.
RECITA EXTRAORDIVAIRA LIVRE DA AS-
SIGNATURA.
Quarla feirti. 17 de deztmbro r/l85t.
Depois de um escolhiJa symphoaia subi-
Lemos tem posto no andar da ra todos os ad-J r a scena pela 1." vez nesta cidade o quadro-


~T
mm
^
3

histrico em 1 loto, ornado de muzica :
A appar55o d$f Christo.
n %"!
Campo d Orique.
ComposicSo do poeta portuguez Augusto
Emilio Zaluar.
Personagens 'Actores.
li, Alfonso Henriquas t*. Rei de Portugal.
J. S. Rea,
ggas Muni alo de D AfTonso. A. J.
Pinto.'
Garca Mentas alferes real Silvostre
Meira.
Loorengp Viegaa o espadeiro. A I.
Ale. t
Hartim Manix.N. N.
Mein Muniz.N. N.
Um enriado Houro.J. J. Dezorra.
Um Ermiao.A. 1. D. Coimbra. .
Personagens mudas.
Concila Mendea da Maya o Lidador; Gon-
galo lins o Cid. ; D. Fuaa Rupinho alcaide
de Coimbra : Egas Fafe-Soeiro Vejgis : ricoa
horneo*, infacgOos, prelados, pagens, caval-
leiros, soldados portuguezes, e soldados
Agarenos,
1. coro Hymno de guerra ; 3.* coro A ora-
gao i 3.* coro Hymno Luzitano.
Seguir-se-ha a linda comedia em 2 actos.
Quem porGa mata cassa,
No flm da comedia o Sr. Silvestre canlar
porobzequio urna nova aria, poezia do Sr.
Res, muzica do Maestro Pedro Garca inti-
tutadi:
OH QUE APERTO
Em seguimento, ir a scena a pedido de
muitas pcssoas o i." acto do drama.
tiraba de Dos.
OSr. Raymundo tambem por obzequio
cantar urna aria cmica composig3o doSr.
Iles, e muzicodoSr. 'l'hoodoro Orestes inti-
tulada:
OMALUCO KM GRANDE GALLA,
Terminar o expectaculo com a cutnme-
ilia original brazileira, do Sr. F. C. Con-
ceigBo.
A febreamarella no Rio de Ja-
neiro.
Personagens c ador.
Pedro de Rales.S., F. Meira.
Tnomaz croado da Hospedara.L. A. Mon-
teiro. .
Joohlngloz da California. Raymundo.
Um pedestre. A. J. Alvos.
Um prelo.J. J. Pereira.
Carila, dona da hospedara.D. Ititt,
Engracia,sua prima.D. Julia.
Um entregadordejoroi.es.
A acgBo passa-se no Rio, no armo de 1850.
Os bllheles de camarotes, e platea podem
sor procurados no theatro todos os dias das
10 horas as 3 da tarde.
Principiar ai 8 horas.
Therezina --a Sre. D. Joanna.
Jgnez a Sra. D. Carolina.
Victoria a Sra. D. Josephins.
Paquita a Sra. D. Soledad.
Carolina a Sra. D. Auna.
joanna--a Sra. D, Lulza.
Suzor rsula a Sra. II. Lulza.
UmAnjo--N.N.
Pageos, soldados, cavalleiros, etc., etc.
UuaJro primeiro.--!) Castello dos MaranBs.
Segundo.Castello de Villa-Mar.
Primeiro intermedio.O Co.
Quadro lercoiro.-Uma elegante pausada em
Madrid.
Segundo intermedio.--A trra.
Quadrequarto--Urna igreja.
iuiijto.li'm claustrodostrappistas
c sexto.--Urna sella no convento do
Rozarlo.
< stimo.Um antigo castello arrui-
nado io luir.
Sendo todas estas decorares totalmente
novas, e preparadla com toda aquella magni-
ficencia, que exige o autor do Myslerio.
Ha mais do trez meses que o empresario
do Apollo irahalli.. em apromptar este dra-
ma, n&oesquecendo mais insignificante
exigencia; e pareeendo impossivel que urna
empresa 18o nascente podesse levar a scena
compozcSo ISodifllcil disprtou toda ad-
miracSodas pessoas entendidas no9ta ma-
teria, porm ei-lo alfim prompto, depoia de
vencidos inumeros obstculos, e grande
despeza, que farii desanimar a oulro que
ri3o desejaase nicamente agradar ao gene-
rozoso publico desta cidado, sem attonder
a beneficio seu.
Sendo pois avulladissima a somma das
despezas (citas para esto Mysterio o empre-
sario v-se na rigoroza eeessidade do nSo
s dobrar os precos, como lambein vender
os lulli:'! s para tr -i nuiles, sendo i primei-
ra na do dia 13, a segunda na do da 17, o a
tere .'ira na do da 20.
Precos.
Geral. 6,000 rs. para as troz noles.
Cadeiras. 9,0U0 rs. >
Camarotes. 30,000 rs.
OsSrs. assignanles poriii no soffrora n
alterosoalguina n>s presos deseus cama-
rotes, e bilhetoi do Cadeira.
Enlende-se por geral os assonlos quo li-
cant por baiio da primeira orden, o por,ca-
deiras, todo o centro da salla.
Comegar aas 8 horas em ponto.
Os Sis queja haviSo encninm>mdadoca-
marotes; queiram novamenU Jii i^ir-se a
casa do emprezario ra do Apollo n. 27, se-
MonteirO, e tinba sMo bolieiro do pai da)
dito senhor, o qual he bam conhecido no
s. por Isto como porque be ceg de um dos
olhos. lulgs-se que fosso desencaminhado,
ou fugisse para llamaricidonde tmha viu-
do tres dias, portante roga-se as autori-
dadet, ou a qualquer pessoa prisBo do
mesmo, pelo que ser gratificada.
Precisa-se alugar urna esorava para o
servico do collegio Jas orphBas: os preten-
dentes drijam-se ao mesmo collegio, a fal-
lar com a directora.
Paeaisa-se de urna ama: na
ra das Agos Yerdes n. 86, segun-
do andar.
Os credores da massa fallida deegnacio
Luiz de Brito Taborda, sSo convidados para
comparecerem na casa do Sr. juiz de direi-
lo da primeira vara do commercio na ra da
Concordia, no dia 18 do correla as H ho-
ras do da, afim de se verificaren! os credi-
tos, e delibenr-se icrea da concordata,
os do contracto de unio.O escrivflo,
Joaquim Jos Pereira dos Santos
Roga-se a pessoa a quem fr offerecido
6 chapeos de palha de Italia emhrulhados
em papel pardo, e 4cnapcos pardos de oopa
liana, e 3 embrullioscom 800charutos,seii-
do um deltas em um saquinho de algoddo-
ziohoazul, oulro em um lenco de tabaco
encarnado, e outro dito em oulro lengo da
mesma cor com figuras, o favor de apre-
hender, cojos ohjectos foram, desenca-
minhadosior um preto ga'nhador que os
coailuzia atraz de sru legitimo dono, e de
os levar praca da Independencia ns. 2,
26 o 28, que se gratificar.
Precna-ee de um eaxeiro de 12 a U
annos que tenha pralica de venda l no pa-
teo do carmn, venda nova n. 3.
Ahiga-so o segundo andar do sobrado
da rua Nova n. 31 : quem o pretender dir-
janse a ra do Qu imado n. 10.
Madame Uoutier. modista trnce-
la na ra Nova n. 58,
N'ovamente acaba do recober pelo Cesar, ul-
timo navio vndo do Havre, um lindo sorti-
mento de fazenias franeczas e ludo qu i ha
de mais moderno em Pars ; chapeos de so-
da do todas as coros, dilos do palha de Italia
aberlo, muito boniios.chapeosinhos do se la
redondos para meninos e meninas, filo de
b!ond-< bronco borda lo, dito preto de lindos
padrOes, escomilha de lodas as coro", bico
do blonda os mais ricos, para babados e or-
namentos de vestidos, dito de linhii prelo
gundojandar, ouao theatro com anteceden-i ,|0 t,1(ja os larguras, um lindo sorlimento
ca.
26.a RECITA DAASSIGNATURA,
E
Ultima ueste crrente armo.
rendo o administrador empresario, de
feixar o theatro em consequenca de se a-
cbarom muitos dos senhores assignantes, c
a niaior parle do publico, for da cidado,
lem determinado dar um ultimo e variado
espectculo de encerramento no dia
Sabbado 20 de dezembro de 1851.
Depois de urna das melhores ouverturas,
subir a acea o interessante drama turco,
em 3 actos.
Zulmira.
OU
O modelo de Constancia.
Personagens.
Kerzaido, suilBo.Germano.
Zulmira.D. Manoela.
Tirmene, seu amante.Silvestre.
Osman velho conlideute do soltBo. -Res.
Zelim escravo preto.Raymundo.
Muley.Coimbra-- .
Mufl.Pereira.
Escravos, soldados ele.
No lim do drama as Senhoras Landa e Car-
mela, cantarSo o exeellente e muitoap^lau-
dido duelo da Opera
Norma.
Depois do qual representar-se-ha o I .'acto
do drama
D. Cezar de Bazan.
ornado de muzica.
Em seguida a Sr* Landa, executar a linda
cavatina da opera
Ernani.
A companhia naoional representar, de-
pois, o 3. co do drama.
A Graca de Dos.
Eneste acto que Mara e Pedrinho cantSo
edancBoo
Dote da Saloia.
Logo que termine, a Sr.a Landa executar
urnas lindas variacOes, em seguida a Sr.'
Carmela canlar a cavatina da opera
Golumela.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em msica em 1 acto
Beijo
O administrador emprezario julga leror-
ganizadoum espectculo que muito agrada,
lano pelavariedade. como pela sua acera-
da i scolha. O publico, a quom o adminis-
trador emprezario sa confessa assaz reco-
nhecido pela constante protecgSo que Ihe ha
proiligalizado, nfio deixar p'>r corto de con-
correr mis esta vez ao theatro de Santa Iza-
lirl, tanto mais q'ue nesla noile termina as
l'adigas llie.ilr.irs do auno de 1851.
Couiejar a 8 hnrai.
O bilhetes acbam-se venda o lugar do
coiiuuie.
I de trunca e franja, lauto prttos c uno do co-
res. c pellas de flores muito r icas e mo 1er-
Os bilhetes verdes, tanto de platea geral, reg c ne|..._
coran de cadeira e camarote ssrvirflo para a l)lls' um grande sorlinieiito de litas de tudas
l.'noite; os azues, para segunda noile; e 8S q'ualilade.a, muito lindos manteletes de
fil preto, chales, mantas, manteletes e ca-
polinlios de seda do melhor gosto, chama-
os amarellos, para a lerceira noile
i.....i, i
Avisos martimos.
l'ara o l'orto, salte imprete-
rivelmente, no dia i'\ do corren-
te, a galera portugueza Bracharen-
se da qual lie capitao Rodrigo
Joaquim Correia,anda recebe al-
guma carga a fteto e passageiros ,
para os quae tem excellentescom-
modos : quem na mesma quizer
carregar, ou ir de passagem, en-
tenda-se com o referido capitalina
praca do Commercio, ou com o-
vacs fk Companhia, na ra do Tra-
piche n 34; assim como at o dia
ii apresentarao no mesmo es-
c. ijiloi id og coritas do referido
navio.
Para Lisboa sahe impreterivelmente no
dia 2 do correle o brigue portuguez Via-
jante por 1 t quasi n seu carregamento
prompto; para o restante e passageiros tra-
ta-se com s consignatarios Thomaz de
Aquino Fonseca & Filhn, na ra do Vigario
n. 19 primeiro andar, oucomoproprietario
e capit3o Manocl dos Santos, na praca.
-- A escuna .Marta h mnn, capitio Jo3o
Bernardo, deixou de sahir a
de Janeiro por inconvenientes,
no dia 17 do corrente de mi
quo trataram embarcar escravos.
manliSa, e maudarflo os conhecimentosem
casa do consignatario Luiz Jos do S Arau-
jo: na ra da Cruz n. 33. ____
_____________u
oto preto, llores linas, manguitos de luco
para senhora do mais moderno gosto.s tim,
tafel de lodas as cores, collarinhos de filo
e bico bordados para senhora, plumas de
cores o brancas para enfeite, ma- gumhas
de bico psra senhora os mais modernos gos-
tos, atacadores para botins de senhora, ri-
cas luvas de pelica para senhora e bomom
bicos de linho verdadeiro, ricas romeiras
bordadas, ricos toucados de senhora para
bailes ou theatro, luvas de linho verdadeiro
para bo nem. Na mesma toja fazem-se ves-
tido de casamento, de baplisado, loucas de
menino o do senhora, capotinhos do todas
as qualidados, com perfeicBo e preco com-
modo; receb. m-se todas os mezes guriuos
modernos, quo empresta a seus freguezes.
~ O Dr. Pedro do Athayde Lobo Moicoso
embarca para o llio de Janeiro o seu escra-
vo Liborio, it, o.ilo, do 9 anuos.
Aluga-se urna canoa do carga do 600
lijlos de ii I ven i' ia na ra da Concordia: a
tratar com Manuel Firroiuo Ferreira.
-- Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr
juiz dos k'iln-.ieiu de serem arrematados os
restantes dos bens p.nhorados a JoSo Bau-
tista Pereira Lobo, o entre lies um carro
de rodas o qual so achu na coclicira do
Sr. Joaquim Marques no oilSo do convento
do Carmo; econtinuam as pragas dos heos
j ann'iuciados.
O ab ii.\o assignado derlira que deixou
Je ser distribuidor da Uuiao, porque n"o
poda c mtinuar em razHo de aclur-sa en-
Srs. I'harmaceuticos.
M. D. Rodrigues, na ra do Trapiche o.
receben no vapor Pernambueana urna peque-
a porcSo de salija de superior qualidade.
Oabaixo assignado, roga ao grande
belidiso qne lirou urna caria do correio
do no. "ni aDaixo assignado, vinda do llio
deJ.ui-iri), un vapor Imperatriz, entrado
em 5 do corrento, que nSo torn a fazer
liahili.ladfs d.ista nalureza, o que queren-
do fazer o favor d.i restituir dita carta,
pode dirigir-se a ra da Cruzn.C; ou na
ra do Apolllo n. 9, segn lo andar, e des-
de j roga encarecidamente aos Srs. imp-e-
gados du correio, que por favor nSo entre-
guem cartas do abalxo assignadoa pessoa
alguma.
Joo Alvos Ferreira.
-- Pede-se ao Sr. Jos Carlos de Mendon-
ca Vasconcellos, morador no Sul desturo-
vinei i, que se nSo tem jurado nilo paRr a
quem deve, pague a herdeira da fallecida D.
Mariana Itolngues de Jess, a quantia de
sois ceios e seconta o tantos mil ris, prin-
cipal e juros de sua divida, contrahila, ha
tantos anuos, e assevera-se-lhe que se onflo
Ozer promnlamente saliera que o seu a-.su-
car passar por algum desgosto nesta praf a,
e qu o >eu nomo contina a ornar as pagi-
nas ilejl jornal.
-- No silio da Trempe n. 1, que tem venda
tem ti i ii capim de planta para enJer por
cofli'tiodo proejo
Precisa-sede urna ama para o servido
de caza de muito pouca familia: na Ponle
Vi Iha n 14.
I'recisa-se alujar umt escra-
V9, que sej i boa co-inheira e om-
meiro andar, onde continua i encadernar,, f.AttfncIo.
e espera a mesma concidoraclo, 'wl vendem-se superiore charutos regala,
que senpre lem recebido Ah vende livros Je urna daa melhores fabricas da Babia, em
anto de direito, como de bailas letras, caitas de 100 charutos 2,500 rs. cada urna;
linguas mxime a latina do que |m uid ocheglJ de pro,jalo'. na ra do Tra-
completo surtimento, truca e compra lodo I _jc||B Nvo n Jgr
e qualquer hvro com tanto quo nSo Ihe fal- .. vendem-so 2 cavallos chegado proxi-
tem folhas e leuip.ua vender tanto em por- miment<) do criorbstantcs gordos e com
Iocomo,a retalho cartas de A. B C, !,,, 08 andires n, ru, da.BCinco PonU
boadas, cartilhas, catecismos de differentes I n fi3
ediefles a precos, verda le aos meninos, Si- Vende-o lijlo do alvenaria feito n'agoa
nopss, r eury, IMveres dos hornenii Apu- ,, cjqul,J0|arja defr0nte do engenho
damas, Procuraco s bstanles, llolulM P" i*,ooo rs o milheiro indo-se l buscar,
ra garrafas de vin.os, ehvros, letra, co- .. Ven|B-Se urna prela quo sabe bem
nhecmenios, fol mha do lembranea*,, e cosinll,ro d,rio de urna casa, engommaal-
ediclu de Pars, de porla, traslados, l.vroi guma cou e cozec0lur, ^^0,, iftlB.
IC0'" I ca-se que n3o tem defeitos nem achaque* :
PASSAPORTES.
Tiram-si passaportes para deotro o
na ra doColl'gio n. 6.
Leilao.
Theatro de Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Terca (eir, 16 de dezembro de 1851.
Depois de urna nova e escolhida ouvertu-
ra tocada em grande orcheslra, subir pela
primeira vez a acea nesla cida le, o magni-
fico e pomposo myslerio, adornado de mu-
zica o cauto, em 5 setos, divididos era7
quadros 2 intermedios, da hi.bl penna do
eximio poeta francez Alexaidro Duinas, in-
titulado :
D. JOA DE MARAA,
ou
A Queda de um Anjo.
PertonagtHB e actores.
D. JoSo de MaranS o Sr. GuimarSes.
D. Jos de .MaranS o Sr. Amodo.
. Mortez o Sr. Miranda.
D. Christoval o Sr. Tulles.
D. Minoel o Sr. Conrado.
I). Sandoval d'ojedo o Sr. Gyrillo.
D. Pedro o Sr. Jorge.
D. Heorique o Sr, Figueiredo.
D. Tradiquo o Sr Caetaoo.
I). Sauchez o Sr. Senoa.
O adjo Mao o Sr. Mello.
O conde de Maranl N. N.
O Senescal N. N.
Comez -- o Sr. Santa Roza.
llusseiu, criado, pagem ~ o 8r. Euzebio.
Um Anjo o Sr. Dornellas.
O bom Anjo, Sror Martha a Sra. D. Leo-
poldina.
Francisco Severiano Rahello & (llio
farSo leilao, por interven^ao do corretor
Olivnira, do cerca vinto pipas de vinagre de
Lisboa, a praso ou a dinheiro, e em lotes lu-
do avontade dos compradores quarta-fei-
ra, 17 do corrente as 10 horas da manh3a,
porta da Alfandega.
-O correlor Miguel Cirneiro, fir o ulti-
mo leilao esle anno no seu armazem na ra
do Trapiche n. 40, quinta-feira 18 do corren-
te as 9 1|2 horas da man i de diversos tras-
tes novos, e uzados, pianos, mezas com ri-
cas pedras, urna cadena elstica com estante
para ler, selins, e silhOes, lustres, candiei-
ros, quidros com estampas,longa,vidros,re-
logios, espingardas, e oulros muitos objec-
tos, que se entregar por qualquer preco
que for olTerecido ; o adverle-se as prssoas
que tiverem objoclos com lim tes, de os vi>
rem tirar antes do dia do leilSo.
rern
m
wmmfm^m
Avisos diversos.
Furto,
no domingo ti do
nambucano n. 27 ; pois que sempre Ihe fo
ram pontualmenle fetos os seus pagamen-
tos.Manoel Francisco de Salles.
Precisase do um trabalhadur do raas-
seira : na ra Direita dos Afogados n. 06.
Precisa-so alugar urna preta escrava,
para servico de muito pouca familia : na
Ponto Vulha n. I*.
-- A pessoa que recebeu por engao no
dia 9 do corrente urna Latina e mais ulguns
objectos cmurulhadoem um lonfo de seda
encrnalo pode dirigir-se a ra doQucima-
do o. 16, que so dar os signaes certos,e
reeeber urna gratificacao.
Aluga-seo terceiio andar sollo da
casa da ra da moeda n, 7, a tratar ni se-
gundo andar da mosma, das duas asi da
tardo.
Nodi 15docorrenledas9paraas 10 ho-
ras da manbaa desaparecen una negrinha
com i ..ido de II annos.delgaJadocorpo por
ame Paula, levou veslidu azul urna tualha
pelos hombros quem a achou dinja-sa a
ra de S. Jos n. 10 quo ser bem recompen-
sado,
-- Precisa-sede urna cosinbeira para uaia
i'ainiia pequoua -11.111.; ira : na ra do
Trapiche uovo,u. 18,a tallar com Sr. Eluadu
II. Wyitl.
CnliOoafSo.
llavera pou.-o mais ou menos ilous mezes
que se eniregou un pelo para levar em
cor- [casa do Sr. Vignes, quu vende pianos na ra
estrada larg 1 do llozario, uui livro velho sem capa,
Furtaram
rente do sitio da Tauarincira, na
dos (nietos um relogio com corrente, tu l.> ,: ,n'i.-n.|.i varias pegas de ca itoria em llalia-
do 011ro, cujos signaes silo os seguintes : o na e 1,,.: 1. x. 11 11 vi 1 foi embrulliauo num
relogio he aaboneto horizontil suisso e Ira-1 Diario vellio. a pessoa a quem foi entregue
balha sobre qualro robins, a caixa aberta a | por engao, queieudo restituir, dinja-se a
buril, reprezenta na parto superior, urna cgsa do sr. Eiuardo II. Wyatt : rui o Tra-
gramle iiionlaulia e sobre ella Cuilhermo piche novo 11. 18,que sera muilo bem romu-
Tel, armado de arco e frecha ; e na inferior nerado.
umacidade,por dentro desta ultima existem 1 n
alguna numoros wuito malfeitos, tambem U or.Bernardo de Aluuquer-
a buril, nacobertt do mosmo modo lavra- qe demandes Gima, queira man-
di, esl3o gravados com esmalte hranco, o\\ j rv
nome do fabricante, acidadeem qu- foi fei-darf agara subscricao deste Uiario.
t oas i|ii .ii.laclesdo relogio. A curente tom OSr Igmcio Itud igues Cirvallio, man-
no cenlro dous ellos grandes lavra ios, ou de procurar urna caria de sua familia: na
levanta las; todos os mais s3o pequeos e ra do Queiirada 11. 18.
quadrados, e junto ao gancho estilo presos! Luiz Gomes Silverio, embarca para o
urna chavo deouroe um apilo de certa com-1 Rio de Janeiro, o son escravo creoulo, de 110-
posicSo de ouro e pnla que ae assemelha a me Severino, de 18 annos de idade.
platina. Quem destes objectos tiver, e qulzer I Deseja-se saber quem silo os possuido-
dar uoticia dirija-se ao mencionado sitio, ou res, herdeiros, administradores dos bens
ra da Cruz n. 55, quo ser generosamen- que perl nonii a diversas corporacOes reli-
te recompensado.
Quem precisar de urna ama de leite
dirija-so a ra do Rozario da Boa Vista
u. 31.
--Os senhores ou senhoras,que tenham es-
cravos que queiram tomar carne de porco
de venda ge ni nos domingos e dias Santos :
dirijam-seao becco das barreiras n. 3 e na
mesma casa vende-se tambem carne de porco
em porcSo pira quem quizer fazer pastis
muito em conta a 160 rs. com toucinbo.
Desappareceu sabbado, 13 do corrente
de casa de Moreira & Duarte, na roa do Ca-
bug n. 7, o seu escravo de nome Francisco
giosas, s dir um sitio no lugar das Gorcu-
ranas de sima ou que so acha de posse como
procurador ni nomine Ignacio Jos do Bar-
ros desde o anno de 1817; e como se queira
fazer negocio sobre o mesmo sitio, roga-se
aos interessadoshajam de declarar por esta
folha para melhor se tratar desle negocio,
ou dingir-seaoPasseio publico, loja o. 21.
Precisa-se de um preto, que trabalhe
de maceira, paga-se bem : na padaria da ra
dos Coelhos n. 13, do bairro da Boa Vista.,
ou na ra Nova n. 50.
Precisa-se de um caixeiro portuguez que
tenba alguma pratica de venda : na ra do
das Ctiagas de idade de trinta e tantos an- Pilar em lora de portas n. U3.
nos; este escravo foi comprado com outro Aluga-se o segundo e terceiro andar do
ao lllm. Sr. Julo Ozorio do Castro alaciel sobrado da roa do Queimado n. 40.
pra leira, : quem a liver dirij.-se
a ra da A.ssumpcao ou muro da
l'enhi n. 16.
Adverlo-so ao Sr. Bernardo de Alhu-
querque Fernandos Gama, que o seu corres-
pondenleneati praca, nao tom pBgoasubs-
ciipcHo do Diario.
I'recisa-so de um moleque que saiba
cozinhar o diario de urna caza da pouca fa-
mia, quom tiver para allugar dirija-se a
ra dos Quarteia loja u. 2t,
Attenca).
arrematante dos imp jsIos das
afencOes, das liceiicas dos inascates e boce-
teiras, mudou-se para a ra das Agoas Ver-
des n. 25.
Manoel de Almeida Lopes, com casa
de consignado para comprar e vender es-
cravos. lano para esta provincia, enmo pa-
ra fura della, mi lo 1 a sua residencia da
ra da Cadeia do Recife, n. 51, para a ra
da Cacimba, n. 11, aonde -norou o finado
Exm. vigario, Barroto.oirde continua, offe-
recendu-so toda a seguraoca precisa para os
mesnios o bom tratameuto.
--Preciza-se do um portuguez que seja
perito em plantarles de sitio, e saiba ti-
rar fumigas, quem estiver nestas circuns-
tancias e quizer trabalhar no sitio na traves-
sa do Remedio 11. 21 eotonda-se com seu
proprietano, o Porleiro da Alfandega desla
cidade, na mesma repai tigilo qaea vista da
prova quo dor de saber o que cima se desa-
ja, e da sua boa conduela &. &. tralar-so-he
do aiusle.
Paulo GiilffnoHx, dentleta
fruiicez,orrerccc seu prest
mono iiiiblico paro tollosos <* mi -Seres de sua proflsufto : 9
9 p6deser proenrarto a (prnl- <#
0 quer hora cm sua casa, na #
9 rua larga lo Rozarlo, 11. ''' 9
9 segundo andar. 9
4g4#*i 3 ?*
-- Precisa se de. urna criocia. smente pa-
ra o servico de czinha e compras, \ ar
urna casa de muilo pouca familia : na rua
do Rosario di Boa-Vista, sobrado n. 32.
Hotel no Monteiro.
Domingo, 16 do passado, abrio-se este
csiai eloi-iiu i.iiu coui as seguintes pro-
pOrcOi :
Bilhar e sorvete, aos domingos e dias san-
os a tirde.
Sala mulii i ida o udependente, para as
familias, que inlo a pajseio quizerem des-
cancar.
Quartos preparados para dormida.
Espacosa e bem arejada sala de jantar],
com capacidade de servir 10 pessoas.
Soiti para recreio e passeio.
Estribara o arranjos pata cavallo.
Cooiidi mensal eavulso, preparam-sejan-
taros e prezuntos, aluga-se lour;a, viJros,
bandejas, etc. ele.
Tudo por preco muilo rasoavol, o acon-
tento dos prctendentes.
Amc. Lacaze
Tem a honra de levar ao conhrcimento di
respeitavel publico, que acaba do abrir um
novo etlabelecimento de relojoeiro no ator-
ro da Boa-Vista n. II, aonde so acha prom-
to para fazer quaesquer concebios mesmo os
.ais i'idie i- quo so p 1 de ai apresenlar,
tanto 1-111 elogios de algibuira como de me-
sa e parede.
,- Alu ua do Livramoato n. 1.
Precisa-se de urna ama forra ou ca-
tiva, para fazer o seryic/i de umi casa de
jjouci fi ailii : nrn Fra do Portas, rua do
Piltro 72, sejun lo anlar.
Nova fabrica de chocolate,
llameo ipalhii'o na rua dis Tri.icheiras
n. 8,83 encoutra mais o seguinte : o cho-
colate Iiooj ipalliico ap, i.iv 1.) e aplicado
pelos Sis. lis. da homoeopalhia, o grande
clioc I 11 espanhol fino, amargo para raga-
lo,,ililo eulie-lino teinporado lambein pan
regailo, ide 1 dito para o di trio, cal mui-
do puro, dito de cevada, caf 0.11 carof.i,
javaja em gr3o, fannha do MiranliSo, dita
le rrlau lioei, cha dalniii, dito preto, e
charutos : tu.lo de superior quali 1.1 I e
iiiiiiiiiu pie.-u; m mesma ae diz que n
compra urna reim 1 ..i 1 cim os seus ulenci-
lins, e ua mesma fabrica, se vendeassucar
roliuado, e do carolo do lo .'a a qualidado:
tambem se compra urna taberna.
Aluga-se urna preta forra, ou captiva,
que engomme perteilamentc : a tratar na
rua do Trapo e 11. 3.
Um mu.1 brasileiro, vindo ha poucos
das da Paraiiba, donde he natural, se oire-
rece para caixeiro de rua. armazem den
sucar ou de Vdn la, de que ja lem pialica, a
liaudo-se sua conducta: na rua da l'raia, ar-
mazem n. 18.
li .neo de Pernambuco.
A direccao do Banco de Peroambuco con-
tina a recebar assignaluras para o mesmo,
as pessoas que quizerem assignar o devem
fazerquanto antes afim de gozarem da van-
tagem de entrarem com o importo do suas
assignaluras as prestares que prescrevem
os estatutos, certos deque em principiando
o mesmo as suas operacSes, dahi em diante
aquellos qua quizerem assignar, havendo
ainda lugar, s o podero fazer, entrando
com o importe de suas accOes em dinhoiro
a vis'a. Contina a estar patente a assigna-
tura noescriptorio do Sr. Manoel Goncalves
da Silva: na rua da Cadeia n. 36, lodosos
das uleisatmeio da. M. J.de Oliveira ,
secretario.
Ollicina de encadernacio.
O padre Francisco Coelho de Lomos o
Silva faz sciente io respeitavel publico, que'
lem mudado a sua residencia, o estabe-
lecimento para rua do Collegio n. 20 pri-J
do Sr. Luiz de Oliveira Lim, o em S. Anto-
nio, na rua do Queimado n. 25, loja do miu
nezasd' Joaquim Monteiro da Cruz.
Francisco de Paula (,'arnci-
ro Leo mudou a sua residencia da
ruad'Agoas Verdes, para o alter-
ro da Boa-Vista n. 16.
-- Alberto Jacinth.i de Soma tem justo e
cuntralado con a Sra. D. Anua Ma'ii de
Boma, a eompra de sen escravo crinulo,
do nome ZlferiQO, de iiade de 14 annus
pouco mais ou menos, por isso quem se
julgar com direito ao dito oseravo. dirja-
le no praso de 3 diis, rua n.reila n. 27.
Ilesa pp receu na noile do 4 do corrente
um do de raija ingleza c>r braDOt coc\ al-
gu as m.l ias er-'las.eahelludo aceole pelo
nomo de uriucie iu m o livrncindo quoi
r* levar a rua do Vigario caza n. 3 que sera
gratifcalo com 5,000
a rua dos Qaarteis fibrica de charu-
tos 11 14, precisa so de dous ollioiacs, que
trabilli ni bem.
Precisa-se .la um molcque, para urna
casa de pouca familia: na rua Nova, loja do
ciitileiio 11. 36.
-- Parante o juizo d 1 > .un la v 1.1 desta
cidade, se ha du arrematar em hasta polti-
ca, umi porc&ii 1 e fazenias, por execucio.
Conlra I) Maria Joaquina de Souza Une II .r.
Precisa-se alujar um mole-
que, de tS a 20 nnnos, pagndo-
se ao,ooo rs. mensaes, comidie
vstuario : na rua da C'dei, loja
de liciui :::inl.
Precisase de urna mulher, para cozinhe
o 1.1--.1 algum outro servido de casa de urna
familia ingleza, morando na Magdalena :
quem esliver nestas circumstaacias, dirja-
se a casa n. 43, na rua da Cruz, das 11 ho-
ras da mnn'i3a at as 3 da tarde.
Precisa-se de urna ama para casa de
um hnmeni solleiro, para cozinhar e com-
prar, na rua da l'i .11 armazem n. 2.
- Thomaz Cuilhermo Fetley, rotira-se pa-
ra Inglaterra.
Gouvcia i\ Leite, embarcam para o Rio
de Janeiro os seus escravos Bernardo pardo,
e Joio preto, creoulo.
-- l.uiz Antunio da Cunha, remetteoseu
oseravo Raymundo para o Rio da Janeiro.
Caligrafa
Na Rua do aragao, n. i?, se-
gundo andar, copia-sc com perfei-
cao qualquer pipel em muito boa
letra c por preco commodo.
Compras.
Compra-sn urna pardinlia clara, que
nao lenlia mais de 12 annos de iJado : na
rua di Cruz n. 45.
-- Compra-so urna marqueza larga, ou 1
cama franeeza de auiarello. ou pao d'oleo:
na rua do Queimado, loja deourives do Sr.
Cunto.
C impra-S'i urna hamaca bem construi-
da, que rogue mais de 20 eaixis : quem a
livor oquizor vender, dirija-se a rua do Vi-
gario sobraden. 20, primeiro anlar, que
achara com quem Ir-ilar.
-- Compram-soescravos e vendem-sede
coramisso, para dentro o fra da provin-
cia : na rua da Cacimba, sobrado 11.11, on-
de morou oSr. vigario do Itecife.
-- Compra-se urna toalha do lavarinto
com pouco uso, e um escravo de 40 annos
pouco maisou monos, que seja barato: na
rua da S;nzalla Velha n. 88, padaria.
c4- Compram-se escravos de
ambos os sexos, de C a 3o annos,
para fra da provincia paga-se
bem tendo bonitas figuras: na rua
das Larangeiras n. i4, no segundo
andar, a qualquer hor i do da.
~ Compram-so 2 moradas de casas ter-
reas ou sobrados da um andar, cm bom es-
ta lo, e cm boas ras : quem os quizer ven-
dor iliriji-se a rua das AgOas Verdes n. 48,
laverna, que dir o pretndanlo.
Vendas.
FULII!\ll.lSDE.iH.mK
PARA I852-A320R'.
Sahiram a luz asfolliinhasde al-
gibeirjj contendo o almanfik, ad-
ministrativo, mercantil, e indus-
trial da cidade do Kecife e pro-
vincia de Pernambuco, augmen-
tado com s paginas, corregido e
iddicionado de novas repartlcoes ,
eve Esta l'.illiiiilni lie sctii duvidaa
mus til e .i mus ii.u iii-i pi'qUe
conten .336 paginas as qnaes es-
tn inscriptas, alem do kalenda-
rio a Augustissima Caza Imperial,
governo da pro/incia, cazas titu-
lares, representaco provincial^
todasas reparticoes publicas, com-
panhias, advogados, solicitadores,
mdicos, negociantes, mercadores,
artistas, fabricas, e emfim todos
os estabelecimentos de porta aber-
ta &c.,&c. Vende-se nicamente
na praca da Independencia livra-
ria n. 6e 8 do editor proprictario
a 3a0 rs. cada urna.
Vende-se urna escrava robusta e de
bonita ligura,d-so mais em conta com tan-
to que seja para fra da provincia, ou en-
genho longe : a tratar na rua de Santa Rila
o. 85.
Vende-se por 350,000 rs. urna escrava
ainda moca, muito fiel, sem vicio, faz todo
e qualquer servico : atraz da matriz da Boa-
Vislan. 21.
Vende-ss una prela do 22 annos do
idade, de muito bonita figura por 650,000
rs., c tem habilidades; an comprador se dlri
o motivo da venda: confronte ao hospital
de mirnha n 145. Na mesma aluga-se urna
sala a um quarto, preprio para qualquer
caixeiro.
Vende-se una cadeira de rchuco : na
ru i do Sloudego n. 99, ou na rua Velha n.
115.
Vende-se ou troca-se por urna casa ter-
rea, um grande sitio de trra proprla com
iai\,i e casa para familia, no lugar de Bebi-
nbe do baixo, nuilo perla da povoac,ao por
ser O ultimo antis do cnegar a mesma: na
rua doMondego n. 99
Vende-se cal virgem em pedra,
Chogada rccentemenle de Lisboa, em anco-
ras mu'to bem acondicionadas e por pre^o
muito commo lo : no armazem de Silva Bar-
roca, na rua du Tiapic'ic Novo n. 19.
Vende-se um relogio de ouro descuber-
to, por preco commodo: na rua da Praia
u 17.
Vende-se plvora ingleza em
latas c barris, e tambem finissima,
propria para espoleta : a tratar na
travessi da .Mmire de Dos n. 5.
Gomma.
Ven lo n-so saccas grandes com gomma
muito alva para engommar: na rua do Quei-
mado n. 14.
Ven le-so saceas com superior colla,das
fabricas do Rio Grande do Sul, e a preqo
comaodo, no armazem, do Diis Feneira
ao pe da alfandega.
Garlos llardy, ourives rua Nova
n. 34.
avisa a seus freguezes que acaba receber de
Paris um lindo sorlimento do obras de ouro
da lei de bom gosto, consistindo em adere-
i;o pule-iris, alfinetes e brincos sollos para
s -nlioia c meninas, holOes do camisa, aueis
para senhora e lem um sorlimento de 0-
bras ditis da ierra, vende-so eslas obras por
preco commodo : na mesma loja lem para
vender aos ourives esmalte azul a preto.boa
quali Jade, cadillasfrancezas sortidas, ferro
de alimper sida,armacao.scrote, torno de
m3o o massiricos, o pedra do desunir,
Doce secco.
No passeio publico, na casa ji. 2 que faz
quina com o trapiche do Ramos, faz-se do-
ce secco de todas as qualida-les, sendo o de
caj' muito claro, enfeitam-se bocelas a
vonlado dos compradores, assim como doce
de calda de todas asqutlidades por commo-
do prego.
Cera de carnauba e barricas vasias.
Vende-is cera de carnauba, chegada pelo
ultimo navi 1 de Aracaty, por prego commo-
do, no armazem n. 4 da rua do Trapiche No-
vo, confronte ao mesmo Inpiche; e barri-
cas vasiai pro n rta oncher-se do assucar,
-is-im como um completo sorlimento de
iniudezas, tud 1 no n esmo armazem.
Para liquidacao.
Cera da carnauba muito boa a 5,500 rs o
cebo de llollanda a 7,500 rs. a arroba : na
rua dosTanoeiros, arnuzom n. 5
Vendem-so 2 quartaos : no silio da rua
dos Pires com o port3o em frenlo da rua da
ConceicSo.
Para cubrir mesas.
Vende-se oleado pintado de sn-
perior qualidade c lindos padrSes,
de qualro a oi'o palmos de largura
por preco mais barato do que em
outra qualquer parte : na prrea da
Independencia ns. a4,6, a8 e 3o,
Altenco! ettcncol
- Na loja de miudezas da rua larga do Un-
za r...... 38 do Cardeal, Iroca-so por 1,000
rs bellos e engiagados longos de soda para
grvala, lazenda moilernissima, e de ISo
asquisito gosto, que ninguem deixara de os
comprar. Ni mesma loj.i vonie-so igual-
mente por muito pouco dinti-iro as mais
psrfeitste lindiasimas lio es francozas para
enfullo d" chapeos o vestidos da senhora,
pente-i do t.-i tiruga para coco, o um admi-
ravel apparelho para fazer cafo em 5 mi-
nutes.
Pominateau, cutiloirn na Boa-Vista n.
16, toma honra de previnirao publico, que
ae 1I10 1 de receber pelo ultimo navio chega-
do do F. anga, u n novo sorlimento de fazen-
das d 1 melhor qualida le a saber : brides
r liie.nl r de prata,esporas ditas.armasdaes-
puletis, estribos ele etc. Previne igualmen-
le aos senhores fumantes, que tambem re-
ceben do deposito da manufactura franeeza,
exeellente fumo, a 1,280 a libra ; que nada
deixar a desejsr pelo seu bom gosto.a quem
souber approveitar-se da bella occasiSo que
se Ihes proporciona do o siborearem.
Adverie-seao 1 espeiiavel publico que no
primeiro andirdo 11 va, lo aterro da Boa-Vis-
ta acaba-sede receber um grande sorlimento
de camisas mu i bem feilas e da ultima mo-
da que serao vendidas a pregos rasoaveis :
ni mesma casi ha tambem par* vender-se
Knnlfng SB-lllOS do ultimo f,nS'.} S CO!H !no(-
! duras djs jicara nd.
Fofinha de igreja para i852.
Vendem se folinhas eccl siasticas
para i85a: na pra9a da Indepen-
dencia ns. 6 a 8.
O corretor Oliveira tendo de fechar al-
gumas contas, vende em particular, diflV
renles obras de marceneiro, consistindo em
solaz, cadeiras, ditas do balango, baoqui-
nhas, mezis redondas, dita para sof, con-
solos, commoda, tauctdor, cartaira etc.,
tanto da Jacaranda como de amarallo, t
piano, lanternas de bom gosto, candielros
de globo, vasos para llores, lindos estojos
para costura de Sra, e' carteiras de Harao
para bilhetes de visitas, visto nao serem
sufficientes para um leilao ; no seu esorip-
torio, rua da Cadeia do Rcife.
Vende-se a taberna da rua estrella do
Rozario n. 16: a tratar na mesma.
Espellio de parede
com ricas moldurus: vendem-se no arma-
zem de Klkmann lrmnos, rua da Cruz n. 10
^^


Sedas furta cores, a 1,700 rs. o
covado,
por 15o dimihulo preco, que mdei-
xar de ter um veslido de seda pa-
ra a fcsta ? na ra do Queimado n.
10, vendem-se as melhores e bo-
nitas sedas furia cores, para vesti-
dos desenhora, meninas c 111 inic-
eles, a 1,700 rs. o covado ; dam-
se as amostras, ou tnandam-se as
pecas em casa par* melhor o com-
prador eacolher.
Vendem-se relogios de ou-
roeprata, patente inglcz: na ra
da Senzalla Nova n. ]
Arados de ferro.
Farinha de mandioca.
A mala non e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-ae o*
ra da Cruz do Rerifo, armazem a. 13, de
Jlo Carina Augusto da Silva.
|0 Vendem-se e alugim-se hiena., -che- ; gadas ltimamente dn llamburgo, por
m preco commodo: na ra de S. Amaro A
$ n. 28. 9
Vende-se um cirro de qua-
tro rodas, muito leve, para um 011
dous cavallos: ta cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Deposito lo, fabrica de Todos os
Santos na Balita.
, Vende-se, em casa deN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodlo transado da-
qoella fabrica, muilo proprio para saceos de
Vendem-se arados tle Uivcisos issuCare roupa de escravos, porprecocom-
modu.
Arados de ferro.
Na f.1nd1e.no da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Mocndas superiores.
Na fundtefio de C. Slarr .. Companhia,
em S.-Amaro, acham-so venda moendas
modelos, assim como americanos
coin cambao de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
Krnm ns. 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgem.
Cunba & Amorim, vendem barriscom cal
. 1 1 iu. .1.-.1111....., .....rn-.-i a v.ww -.------------
cm pedro, chegada ullimamenle ue LisDoa, Jc cannaf lojas e ferr0i jc um modelo e
na barca Margarida, ^VOtm'-nosvTejioao | construccHo muilo superior
Farinha para bolaxa.
Vende-so familia americana chogada
ltimamente de Inglaterra pelo preco de 6/
rs. a barrica, cm casa do J. J. Tasso Jnior
ra do Amorim n. 35.
^"^X
4
queem outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Hecife n. 50.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas c picola para cacimba :
na ra do Brum ns. (>, 8 e io,
fundicao de /erro.
Vinho do Champagne,
o superior qualidade : vende-se no arma-
em Kalkm.mii irmSos Ra da Cruz, n. 10
Monillos de vento
eom bombas de repudio para regar hortas
l'rczuntos.
Vendem-se prezuntos americanos, muito
superiores e por barato preco: no caes da
Alfandega, armazem defronlo da arvore.
Calcados a 8oo, a,5oo, 3,ooo.
4,ooo, c 6,ooo rs., no aterro da
Boa-Vista, defron'c da boneca,
II cbcgailo reeculemente os bem conheci-
d baixas do capim : vendem-se na fundc<1o dos sapalOcs du Arscaty, tanto para liomcm
de Bowman & Me. Callum, na na do Brum' como para menino a 800 rs., do orelha a
ns. 6. 8 e 10. 1,000 r., ditos dn lustro p'ia ditos a 2,500
QQ0QQ99Q9QQQOQ9Q0Q rs., ditos para liomem os melhores que
O Vende-se um grande sitio no lu- i-i tem vindo da Rabia a 3,000 e 4,000 rs., e ho-
ra gardo Manguinho, que lica defronte O lins a 6.000 rs.; assim como um novo o
q dos sitios dos Srs. Carueiros, eom q completo sorlimnnlo_ de calcados fiaucezes
Xarope do Bosque.
0 nico deposito contina a ser na boliea
de Jos alaria Concalvos Ramos, na ra dos
Quarteis n. 12. ao p do quartol de polica,
onde se vendem as garrafas a 5,500 rs. e
nielas a 3,000 rs a dinheiro vista t sendo
falso o que se vende em outras boticas.
IMPORTANTE PAR. O PUBLICO.
Para cura de phtis'ca cm Indos os seus
difl'ereiites gro3, quer motivada por consti-
pa coes, tosse, asllnna, pleuris, escarrosde
sangue, i">r de costados e peitos, palpitag.lo
noccracllo, coqueluche, bronchite, dr n
garganta e todas as molestias dos orgSos
pulmunaros.
I'hii.s'ct broncbial.
Esta variedade da ptaUsloa hi geralmente
a consequencia de una constipa(So despre-
sada. A principio os symptomas asseme-
Iham-so eos de um defluxo commum, ou ca-
tli.-tr j-.-il ; a espectora(fl(> he viscosa, expessa
o orac, mas nfio amarellada, conlendo par-
tculas cinzentas, que so desfazem em agua.
A proporcilo que a molestia progride, a tos-
so augmenta e o muco viscoso phle^ma vai-
sc misturando ca la vez mais eom um flui-
do amarellado que assenelha ao pus ou ma-
teria c algumas vez's eom prquenos raios
de sangue. Em muitos osos, a expectora-
CIo tem urna apparencia esbranquicada
que se sseme|ha ao Ico, o algumas vezes
urna cor manila esverdeada, qui breve-
mente se desfaz cm agua. A principio, o
pulso torna-se um ponco acelerado o tenso
para a Urde, e o cilor da superficie do cor-
RAPE'
PAULO CORMIBO
c llegad o ; uit mmente
lqji de ferragens da ruu
daC'adeia do Jlccife n. 4>5.
Vendem-se chapeos do chi- #
le pequeo-, a 4.000 rs. : na r
j, ra do Cic-po n. 23. 4
09%9$9iv0AA$A&Av
- ven lem-se barris de oltavo eom vinho
tinto da companhia dos vinhos do Alio Dou-
ro : a fallar eom Antonio Francisco dn Ma-
raes, agente daquella companhia, ou no
Recife na travessa da Madre de Daos, arma-
zem do Sr. Jos Joaquim Dias Fcrnandea
No mesmo armazem tambem tem pipas,
meias ditas, e barris dequarto eom vinho
da mu-1111 companhia; a fallar eom os mes-
mus cima.
Vende-so rap de Lisboa cm frascos,
chegado na barca Ligeira, a 4,000 rs., os se-
nhores freguezes que eslSo acostumados a
tomar a boa pitada, nfio doixarllo de mandar
buscar ao largo da Assombla n 4.
SALSA PARRILHA
1)L
Lotera do Mo de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10 000,000, 4:000,000
2:000,000 e 1.000,000 de rs.
Na ra da Cadeia do Recife n. 24, loja da
* Vieira & Filbos, existe os mu afor-
Viuv
tuna los bilhetes, meios e camellas da 19.
lotera a beneficio do theatrode S. Pedro de
Alcntara, cuja lista deve vir no primeiro
vapor e estar* patente na mesma loja.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 30:000,000e f 0:000,oooders.
O cautelista Salustino de Aqui-
no Ferreira, avisa ao respeitavel
publico que no dia 19 a ao do
VcnJe-se um bonito molcque crenulo, corrgnte mez, deve cliegar do Sul
de 9 anuos, proprio para qualquer officio
na ra larga da llozarin, loja n. 35.
Na ra d
se esleirs mu
estender cm urna sala e servir de cania para 1, .
4ou5pessoas; assim como sapato.de da- lerla d0 Hospicio de Pedro begun-
jpor da companhia brasileira
Jo .mmenlo" '.' 7,'vendem- i no dia aa o vapor inglez Tay.con-
mto granJes, ptimas para se ductores das listas da segunda lo-
As ni,i orosaa experiencias feilaTZno
uso da salsa parrilha em todas aa enferml
dadas, originadas pela impureza do aanBi."
e o bom xito obtido na corte peloiiim
Sr. nr. S.gaud, presidente da.ac.uemi."mi
penal da medicina, pelo alustrado Sr n,
Antonio Jos Peixoto em aua clnica am
sua afamada casa de aaude na Gamboa n.
lo lllm. Sr. I)r. Saturnino de Olivelra 'm,'
dico do exercito e por vanos oulros iedi
eos, permittem hqje de proclamaralbunenle"
aa virludos effleafes da vnio
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conlem duas libra,
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida,.puramente vegetal sem mercu.
rio, iodo, potassium.
Vende-aeas/ooora. ovidro na botica do
Sr. Jos Mana Goncalvoa Ranos : ra dos
Qaarteis pegada ao quarlel de polica.
Tinta em oleo
branca e verde-, vende-se no armazem do
alkmann Irmflog, ra di Crnz n. 10.
Escravos fgidos.
n"I Continua fgido a contar .la nouie <\n
30 do mez de novembro passado de bordo
O rretc^oa rus do Collelon l.i- T TB,,UC-"B -- do 1 qua. lempreh. um. aensacodoloro-
O guudo andar Co g O &* Cruz o. 48, os seguintea gene- sa no peito e puntadas paasageiraa; mas he
90O9Q0C OQOiOO^<3 ros a precos commodos
Vendem-se velas de espermacet'
em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Kellcr & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
fras-
cos de vi iro eom bocea larg de
diversos tamaitos, lats combo-
lacbinlias de AII inauli 1 muito no-
vas, alvaiade intiito fino cm bar-
ricas, zarcao e secante em barri-
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste cstabeleeimento conli- CM> jH 1,uin,1; e,n barricas, es-
na al.avcrum completo sorti- senems de canella, cravo ez.mbro,
ment de moendas o meias moen- vadinlia em garraf5es, e sal de
das pura engenho, machinas de fcPM *l}?__^PrlC88
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de lodos os tamaitos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
iVa ra le Apollo n. arma/.em de Me. Cal-
niom v Companhia, acha-se constantemente
bous sorlimentos de Uixa de ferro coado c
batido, tanto rasa como tundas, moendas tn-
eiras todas de Ierro para animaes, agoa, etc.
ditas para armar em jnadeira de lodos os ta-
inanhos c niadellos o mais moderno, machina
horisonlal para vapor, eom torca de 4 caval-
ios, coucos, passadeiras de ferro estanliado
Farinha fontana,
cheada ltimamente: em casa de J, J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
r'azendas para senhora, por hara-
t > preco.
Cambraias ib' sal icos branros e de cor, a
4,500 rs. cot 8 1|2 varas, e 610 rs. a vara;
ditas trancozas de hom gosto, a 560 rs, a
vara ; ditas co.o lislras de cor a 3,000 rs., a
peca eom 8 varas j easst prela a 100 rs ;
cova lo ; cortes de Cias.a pinladas,a 2,000 o
cortes do chita coin 12 cova los, a 1,920 e
1,800 rs. ; lencos do linissima cambraia d
para casa de pulgar, por menos preco que 01 linho, a 480. 560C640; ditos do camhrain
de cobre, escovens par navios. Ierro ngle
tanto em barras como cm arcos folhas, e ludo
por barato preco.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na riii do Trapiche, n. 17, ha
do algoilo (iin bico, a 410 rs. ; zuailes d
cor muito cncorpados, a 200 rs. ; dito
azues Com 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodSo
transado coin lislras, a 180 rs. : na ra do
Cresi o n. 6.
Vende-se cm casa de \-
datnson llowie & Companhia, na
muito superior cal nova em pedra, ,ua ,i0 Trapiche n. 4a panno de
chegada ltimamente de Lisboa a|godao para saceos deassucar,
Taixns pnrii enguJio. muito superior e biralo.
Na fundicSo do ferro da ra do Rrum,
acaba-se do receber um completo sortlmen-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por preco com-
modo, o com promptido embarcam-se,ou
carrogam-sc em carros sem dospezas ao
comprador.
-- Vendem-sc cera em velas ,
fabricadas em Lishoa e no Itiode
Janeiro, em caixas de 100 libras'
sortidas, de 1
Velas de carnauba em libras.
Vendcm-se velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de saleiro da ra da
Gadeia do Recife n. 36.
l'ara jaidins
M. D. ndriges na ra do Trapicho n. 26,
recebeu una completa colleccSo de adornos
para jardin, composta de vasos de louca,
brancos e pintados de todos os tamanlios e
modellos. Figuras representando as csta-
raro queS'isinta nina dr liza no peito. A
t i-s ordioatiamouto pela manh.la ao levan-
tar da Cima, sendo 0111:10 a res;iiraco mais
ou menos sihilanle e acompanhada de op-
prossilo no peito. Se a molestia nilo hea-
talhada, a expcetoracSo tjrna-se purulenta
e extremamente copiosa. A d' bilidado e
magreza aogmenlam rpidamente; adilli-
culdale do respirar e o peso eoppressilo no
peito tornam-sn cada v.'Z maior.'s. U pulso
lio g'Talmente muito frequente, liando ra-
ras vezes menos do cento e vituo pulsacflos
por minuto. Pela manbaa, o rolo esta or-
dinariamente paludo; porm para a (ardo
observa-se quasi sempre urna vermelliidflo
carregada n'uma, ou em ambas as faces. A
lin.-na lica limpa e em muitos casos cssume
urna apparencia assustadora tornando-se
mais vermelha doque no estado de sado.
lia eralmcnto suorescopiosos e fitigantes,
durante a noute, n'esto periodo avaiifado da
molestia, e, a ulanos que ella seja atalhada,
sobnvjm a inllimacao dos tornozcls, di-
anba e finalmente a morte.
Como remedio para esta terrivol enfermi-
dado da membrana broncbial, que zumba
quasi sempre da pericia dos mdicos, re-
commendam os piopiieiarios o uso deste
xarope. He por mcio das suas qualiJales
alternativas e expectorantes que a cura se
efleclua. Urna pessoaque soffia desta espe-
cie de phtisica, logo que lomar o xarope co-
nheccra urna mudanca na expectoracSo e
nosdcmaissympotomas, o perseverando no
seti uso, guiando-so pelas m-i m- u -, ver
que a cxpectoracHo jo torna alunlante,cho-
gando algumas vezes a ponto do assustar o
enfermo
a cura brav
riii iiiiioi 1111 11:1 itii.-i, i, *j a
Vendo-so um. pret. crooula, engom-|t'stas, sem descont algum todos
"^e^"uen;iequaesquer premios que sahirem
nos bilhetes, meios, quartos, oila-
vos e vigsimos, vendidos na pra-
?a da Independencia ns. i3 e i5,
1 loja decapado dj Arantes, e na
ra da Cadeia do Hecife n. 46, lo-
rs. a
^%^&^ZiT\**!^ prcmios ^uesahirem
lo andar.
Batatas do Porto, a 3ao
arroba.
Vendem-se batatas muito boas, a 320
a arroba : no armazem n. 19, da travessa da
Madre de Doos.
Na ra larga do Hozarlo n. 2a,'ja de miudezas. Os apaixonados
segundo andar, jdeste t5o licito jogo devetn habili-
Vendc-sc urna mulatinha de 16 annos, lindatar-se quanto antes, ou tcntarem
lisura, e coze muilo bem, urna negra de 16 Slia .,. m ,. <.,. .
annos, tambem com principios de costun, ,a SU* sorte em Virtude da festa es-
duas ditas do 25 a 30 annos com hablilla-; tar porta.
des, dous muleques do 14 annos, um mula-
tiuho de 15, un mulecote de 15 annos.linda
figura, dous negros bons trabalhadores de
enchada, um negro velho muito robusto,
proprio para sitio, e um mulato de 30 an-
nos, linda figura, proprio para feitor por
ter boa conducta, o por estar para isso ha-
bilitado.
Vende-se doce de goiaba lino em cai-
x0esde4 libras: niTua das Cinco Ponas
82,
n
Vendem-se na ra das Flores n.
ai, os seguales livros :
11,000
5,5oo
a,800
i.3oo
Meios bilhetes
Quartos
Oitavos
Vigsimos
Calcados a 750 rs. o par, quem
deixar de comprar, isto he para
acabar : no aterro da Boa-Vis-
ta defronte da boneca.
Hi chegado recentemente urna grande
jquantidade dos melhores sapatOea brancos
Ortolan, explicaco historio das instilu-]1ue lem vinJd Aracaty, tanto para he-
las de justinianno, 2 vols.; o mesmo autor, como para menino, que por se dese-
hisloria da legialaeSo romana desde sua ori- jr acabar com dinheiro vista, da-aea750
gom ale a moderna legislaco, 1 vol. : La L8- par- dllos de 'ualro a 2,500, rs. e da
ferricre, 1 vol ; P. J. PronJham, da criar.lo Pania a 3'0u0 '*> bolins brancos, ditos de
da ordem na humanidade, ou principios de ,uslr0 Para bomem, alm disto um novoe
organisacSo poltica, 1 vol.; o mesmo au- comPlel sorlimento de calcados france-
tor, memoria sebre a propriedade, 1 vol. zes det0llas qualidades, tanto para ho-
Saint Allin, 1 vol. ''. memeomo para Sra.. meninos e meninas,
Vendo-se champagno da marca anliga corles de 'apele a480rs.; ludo por preco
ebem condecida,, Comel, cm casa de Deane mui.l commodo afim de s appurar di
Yule& companhia : na ra da Cadoia. nbeiro,
-- Vende-ieum magnificj terreno muito. Vende-se, trasi>assa-se, ou
Krr.JE3. CrUdT f-^ qualquer outra transaccao ,
palmos de fundo com um viveiro quo tem com aloja, que fot do fallecido Jo-
mis de 400 palmos de compri lo e de muiu s Pinto da Fonseca e Silva, anti-
dioma mglez sendo natural se intitule or
livre. Roga-sea todaa aa autoridades sua
captura, como tambem os capitSes de cam-
po, certo de quo reconhecido pelo proprio
quamo Irouxoraraa da Cadeia n. 39, rezi-
denci. de Amorim&IrmSos correspondentes
daquelle brigue, e do Sr. ProprieUrio do
mesmo escravo, receber* de gratilicacJo
80,000 rs. o que se garante pelo prezentean-
nuncio.
largura, o fun lo djste terreno divide com'
uinacamboa, vende-se a dinheiro a vista ou Sa l0Ja de "erra Oliva & Compi-
ktra^deboas firmas: fallar com n Ga-.nbia, na ra Nova n. 11, a fallar
Vende-se urna bonita creoula, quo co- COIn ^e"er & Companhia, na
ze, engomla e faz lavarinlo, cosinha e te n ra da Cruz n. 55.
excedente conducta, he recolhida e apren- l'l ANQ
deu na escola o que sabe de costura, tem 18 | iaaUo.
annos deidade, ppropria para mucamba dei Vendem-se em casa de Kalk-
; porm seu carcter hosalular, e'c,8i t,mbem so ven Jo um muleiue creou- mnnn IrmSna na .... J- C
dvemente se opera. 8| lo de 10 annos do id.de, proprio para qual- Irmf08' n,a ru da Cruz n.
AGoors a arroba. quer oiiicio: na ra larga do Hozarlo n. 35, ,0> r'cos pianos de Jacaranda, com
Vendem-se batatas novas da Vendem-se amarras de ierro: na
melhor qualidade inirlezas: no l\e-|da sfn"lla va n. 42.
r 1 1 si- 1 "* Vende-se um cavallo ruco com bons an-
afe armazem de Joaquim Pinhei-1 darea, muito m.nCoe mantiio, por preC0
II 1 /ii\ ni ,11,1 1 >, 111..... .... t___1 1
excellentes vozes chegados ha
a pouco lempo.
CAMBIUIASCOMBVRRA,
a 16 em libra etam- COesdo anuo, as parles do Globo o todos os
, lieoses da fbula, que recommenda a quem
bem de um so tamanlio, por me- tiver bom gosto, o po.-precos muito rasua-
nos preco do que em outra qual- vcis-
quer parte : trata-sc no escripto- ** i,aoo rs.
rio de Machado & Pinheiro, na Vendem-se peles de marroquim
ra do Vigario n. iq, segundo de todas as cores, pelo baratsstmo
an(jar# preco de 1,200 rs. cada um.i, e sen-
do em porcao d-se mais barato :
na ra Nova, ioja de ferragens n.
20, de Joao Fernandes Prente
POTASSA DA RUSS1A.
\o armazem de Jote ieixeira
Hasto, na rui do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior Vianna, defronte da boneca.
potassa da Hussia, chegada receo-
tementc.
t... ----------- ....wj ...u..v 11.1111.1 1 ui.iuiiu i.i, por preco 1 -----------*
10 Jacome, na travessa da Madre <=ommodo:quem pretender pode procurar de' urancasj cr de rosa, azues e ama-
* -J". -9- h eTshV,Z^mCvaDnreea: ttSta.T 1 f*"" d* CadCa d eC"
-- Vende-so um bote cm bom estado, e veiro do Muniz sobrado da quinan 39 I1 e n" d3#
por preco commodo: quem o pretender di- -Vende-sena livraria Ja ra do Colle-, OQ0CX305OCJOOOS3OOOO
rija-se a ra dos Cuararapes, casa terrea g,o n 20 o Flezilegio da poesa brasileira, O Na ra do Crespo n Si 5
" OU collecao das mais BOtareil comoo.irAe. O ..."._. *jl.eSP0 n- aa?
Vendem-sc supenore batat
zas, recentemenle chegadas a 600
ba : no caei da alfandega, urmazcln
cisco Dias Perreirt. zil por F. A. da Varnhagom.
Vendem-se selins e silhoes Vende-se 1 ptimo jogo de Pistollas de
ingieres, de couro de porco, dtXm"?2?*f'"*'*'*
o .. coiueres para as mesmas.tudo novo,porpre-
pnmcira qualidade: em casi de A- co accommodado: na ra do Queimado. :i
hmniM superior de Nantes, em
8 a 20 an-
ia dola
Silochegadas a loja de ferragens da ra a bordo do
Nova n. 20, defrnnle da boneca.de Jo.lo Fer-
Prilicipios geraes de economia ptt- nandea Prente Vianna, os mullo apreciadas
kliea e mili.1, 1.1 jarres haciiisCliinezas, obra mu'toreCDm-
oncd c inuuBiriai, mendavel, pela sua duracSo, e dificuldada
Vniido-seeato compendio, pprovado para em quebrar-se.esta s circunstanciifannun-
as aulas de pnmeiras letras, a 480 rs.: na "a ao fregu za sua utilidade ; na mesma lo-
praa da Independencia, livraria n. 6 e 8. j, ha tambem para vender grelhas de torrar
Casa de commiss3o de escravus. pSo muito em conta,
Vendem-se cscravos e recebem- ^Vi'Z ."a loj* ?* I"* Nova n" ao
. do Joflo Fernandea Prente Vtanna, os n-
se de commissao, tanto para a pro- eos emuilo bonitos apar.lhosde metal fi-
vincia como para
o que se olferece muilas K
Espirito de 38 jr"os.
Ven le-se espirito de 38 graos a 1,000 ra.
proprios par. a fest, a 5,000 rs..
Km casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
' branco, superior de '
barris de 36 medidas.
Vende-se vinho de champa-
uno legitimo e de superior quali-
diilc. em casa de J Keller X
chegada ltimamente a bordo do "3- r j ii .?
natarhn Fulrrnr fnnile-iilo. de- Van lfl-8e um P'"no com muito boas ^"""P3"1"4 na rua a Cruz n. 55.
patacho L.ulerpe, luildcado de- yozes, e por preco muito em conta : na ra I -Vende-se por 4:000,000 rs. um sitio com
lrontc do caes do Hamos : trala-SC larga do Hozarme 11 28 armazem de louca se mais de 1,000 palmos do fundo, com casado
lili a .....:]> V.MI I...... ..... ... I...... 1 --
mesmo 011 na
Apollo armazem n. 11), c 1 ouro.
prtmcira riuailuiiue: em casi ue i\- co accommouauo: na ra do Qi
damson llowie & Companhia, na 'oj"d,VB'r,!'t?'ioSr'.C').10^ \
. a, 1 3 negrotas crioulas de idadel
ra do Irapiclie 11. 42. nos, engomam ecosinham bem, u..
Vende-se superior firinha cosoe faI Uvariiito 2mulatisdoiJaj"o"22"
1 j- a ,, 1 annos ongoiham e cosinham, um escravo de
de mandioca de Santa Cathanni, nacao,deserviSodecampo \ nt ra DireiU
"" .. --- ^.....,-.,.,, muya ao 1 -"-
rtta do 21 K^SL ,na mesmalojasediraquem|vienda c bastante! commotos, copia,
UO.000 rs. a preaiio sobre penbor do estribara, cacimba de agoa potavel, varios
da Cruz armazem n. 33, com S
\raujo.
Armazem de louca vidrada.
I ts de larnngeir.s, cafezeiros.o com serven-
Livros em branco. i l'a rranca P,r" no.do qual lie. pouco dis-
Vendom-soem casa deKalkmann Irmflos, Un'%17"TZ\l?''!,lY'S'> '"T
anidiCnua m 11......__ 1_____ ... Vonde-se umpianuoforte muito bom <
na ra da Cruz n. 10, livros cm branco che- i Tonae-se m piaonoforte muito bom e
gados polo ultimo navio P?r.Sr,S 00mo*,: n rul dl> Collegio n.
s.l .. 15,3. andar.
Obras llespanholas.
A IlluatracSo e out'as diversas e interes-
Como sejam : panellas, escarolas, tijellas,
assadores, fregideiras, papeiros, alguida-
res, tullas para doc vasi s para flores, jar- sanies publicares" da'bibTiotcV unVveraal
-- Vendem-se na ru. larga do Rosario n.
36, sm casa do Sr. Paulo Giignoux, todos
os pertences necesarios par pr.te.r e dou-
------------ |f. \,va a mi. ... uuin.i.a afa, inua UU iiiii.i II-
fra (lelhi, para no para cha e caf, obrado delicado gosto,
'.. o preco commodo ; a elles antes que ae a-
a seusdonos narua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Hecife n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lishoa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
PJSCHINCHA.
Anda existe tima pequea quan-
tia das superiores colxas de linho,
do melhor gosto que tem apparc-
cido no mercado, pelo barato pre-
co de 10.000 rs. cada urna : narua
do Uueimado, loja n. 17.
Vendeoi-se 100 alqueires de sal, por
commodo preco : na ra da Cruz do Hecife
n. 24.
a caada, o a retallio : na dislillacSo da
travessa d Concordia.
VNDESE
superiores queijos flamencos a
1,300 : na venda da quina do pi-
teo do Carino que entra para a
camhoa do mesmo.
Vende-se um escravo velho proprio
para tratar do algum sitio, por entender
de plantacOos, o tambom para tratar de ca-
vallo* por ter muila pratica: na ra do Quei-
mado n. 14.
DKVEIIES DOS UOA1ENS,
a 5oo rs.
ros, quartinhas, garrafas, copos, morin- do Madrid muilo baratas escripias em
ues, rcsfri.delras ; tudo lino para resfriar bom typo, encllente pipel,'^mSUSs ,JmSMCK^1^^
agoa, batatos para meninas andarem, ditos superiores gravur.s : vendem-se na casa n | que^lraum da materia.
baldes de pinito, 6, defrontc do Trapiche novo, e loja de en-! v^assas baratas.
para costura o compras
condecas de lodos os tamandoa
Cadeia do Itecifo n. 8.
Vende-se os bem cotihecidos queijos
naTuada cadernacaon 8, da ra do Collegio.
Obras portuguezas.
'i^l^l^^
oitanto
n. *
ito : na ra do Cabuga, loj 1 de miudezaa da cncadernnetn n
de Manoel Joaquim Dias de Castro. I .. Vende-"e cabo'i
O Alarmla. | de todas as grossuras, e superior qualidade,
Trapiche novo, e na ruado Collegio, loj
I. 8.
boa de linho e de manilha
iras, e superior qualidade,
llelralos do Prospero Diniz, redactor da cnumuoem *"" "cas com farello muito
Marmota a 100 rs. cada um: no paleo do Col- n07 p.or v,n,, pel uUimo navio d -
legio, casa do livro azul. I vre' """Pgne multo superior, serveja em
rilI.TlII'M \ l>l't'!!l\cit a cestos de duzn, caixas de cem latas com
l,lll.(.l'I..U A ILtllINLUA. sardinliai om azeite, e peonas d'a?o muito
No I'osseio Publico, loia defa- boas: tudo por commodos precos : narua
dar m do Trapicha novo 11. 11. escritorio de I tt
as n. i5, vendem-se saccas Laerra & CompatrUi.
Acha-se um novo sorlimento de cass.a da
corea com 7 varas cada corte a 2,000, rs. ca-
semiras a melhor quo ha no mercado a 4,500
rs. o corle 1 na ra do Queimado n. 19.
Pasuio publico n 9.
Vendem-sa 18 ciixilhoa envidracado8
"pro-iijtos para qualquer obra, por ter si-
do de urna loja francaza; na mesma loja
ven lem-se 300 viras debios e rendas da
trra, por preco muito commodo.
Sobrado em Goianna.
Vende-?c, muito em contaj
um bonito sohrado sito, na ra
do Meio, n. 58, avaliado em
a:oooooo, emo qual tem parte
rsula Mara das Virgens e sua
irmaa Joaquina \ Ivs de Paiva na
BOA GRATIF1CACA0'.
Ausentou-se na noite* de 27 de
outubro passado o mulato Cle-
mentino, de ao annos de idade
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
buco de barba e falla muito mansa
quando aodaparece que n8o pisa
bem com .os calcanhares, eos tuina
andar calcado e bem vestido, le-
vou urna trocha de sua roupa, in-
clusive calca ejaqueta de panno
fino azul, e alm do mais algum
calcado, um par de borzegoins par-
dos, com botoes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiao a-
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes : castanbo, barrigudo,
dinas pretes, gordo e tem um ta-
tito em urna anca; be provavel que
queira passarpor forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira': quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Uecife n. ai, quese-
ra recompensado.
Desappareceu na tarde do dia 13 Jo pas-
sado um escravo por uome Joaquim tem os
sign.es seguintes: boa estatura, representa
ter 35 annoa de idade, falla desembaracada,
ps grandes, tem todos os denles da frente,
nariz chato, quando anda estala as juntas dos
joelhos, levou camisa de algodSosinho bran-
co, caifa do dito azul, este eacravo foi do
mato: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcisl a fallar com viuva Roma que se-
ra recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
passado, um preto que representa ter 45 a
50 annos de idade, de nacSo cacange, afio,
cheio do corpo, sem defeito algum nocorpo,
levou vestido, calca de casemira atul clara
dequadroae ja velha, colele de setim preto
velho, jaquet de brim pardo,camisa de ma-
dapoln, chapeo de aeda prelo ; preaume-se
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezar deaer do aerUo nfio aejulga que tc-
nha voltado : roga-ae portento aa autorida-
des policues e capildas decampo, a captura
do mesmo, levaodo-o a ra do Vigario n. II,
lerceiro andar, que ae recompensar.
5o,000 rs.
Da 15 para 16 de novembro de 1851 de-
sappareceu do engenho Aguas Claraa da
Uruc, da freguozia de Escada, o escravo
Venancio, de Angola, que muito parece
crilo, idade 35 a 28 annos, cor fulla, bo-
nita figura, altura regular, cheio do corpo,
pernas e bracos grecos, rosto gordo, e ar-
redondado, testa grande, olhos grandes, e
amortecidos, lem falta de muitos denles na
frente, do la Jo superior, poucos cabellos no
buco, equeixo, tem marcas de chicote as
costas, e de aurraa naa nadlgas, parece ser
serio, e muito humilde, (alia com muda
mansiiinoe arrast.lo faz-so; innocente, he
chegado a furtos, ecostum. mudar de trage,
por furto de roupa que faz) de mudar o
nome, dizer-se forro, oulras vozes procu-
rando quemo apadrinhe, ou quem o con-
pro : levou tamisa de madapoIBo, calca de
brim trancado de lialra pardas, ja desbota-
do, chapeo uzalo de couro, cobertor groco
de lislras azues escuras, e um facSo que tu--
mou de um muleque carreiro, do engenho
MocotO. Este escravo passou pelos enge-
ntaos Arand doSr. Manoel Feliz, Amparo
e Moclo, lia vendo pedido aos aenhores dos
dous ltimosengenhoacartas que o palri-
nhasse, em que foi satisfeito, e nfio obstan-
te fugirtendo seguido para o engenho Mi-
nhocas, da donde prezuma-sa ter partido
para o Brejo da ta Jre de Dos, onda fot es-
cravo do Sr. Cordeiro, condecido por Abade,
a quem pede-ae o favor, de ae cliegar a seu
cooheclmento a sua estada ali, fazer apre-
eoder, remellar ou avisar a seu Sr., poodo-o
neste caao na cadeia, assim como roga a
qnalquerqueo pegar, de leva-lo ao dito
engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Pereira
de Burgos Ponce de Len, ou na ra Direita
n. 14 casa de Jos Pinto da Costa, que rece-
bera a gratilicacSo mencionada; e tambem
pelo prezente protesta-se com todo rigor,
contra qualquer qu3 o conaervarem seu po-
der.
Desappareceu no dia 10 do correte da
povoacfio de Uebiribe urna preta por nome
loaquina a qual julga-se que tenha vindo
para o Recife e ande.por fora de portas a qual
tem ossignaesseguintesibaiza,olhos papudos
que parece oslar bebada.belcos encarnadas,
alta de denles na frente, bracos o pernasgro-
riscado rozo esahiO sem
r leva na esquina do
,qu ser* recompon-
t'r.vs \\T\v -'ir M Y nr 1^


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formas,edos.'ej, ea as.-ombla adoptara I i'.i| ci -i;i i.isoripta oo prijeoto do orcamento Je 1852, a cabotagem podera ser exonerada de urna parto ds impOlc,des que pesan) sobro ella Jufi'ca. A ullima mensagem certiflcava que* asaemb.a o.stava de posse de tres projectos de le essenciaes. O priroi'iio sobre,a organisiciio judiciaria, estaiod. eni estado de rolatono. • O legUOlJo, sobre ns hypolhe -as, ser prox.mmente suhmettldo a urna terceira Icitura e as populantes Rozarlo em pouco lempo das vantsgens da nova lei. O lerceiro, sobre a assistencia judiciaria. Ella lei foi votada a 23 de Janeiro prximo paasado. A adminisIracSo Dada tem despresado aII m de tusegurar Ihe a prompta ov cuco. Por toa parte os escritorios de assistencia rsl'm U no exercicio de suas fuccoes, a o pobre pode, assim como o rico, fazer valer seus direitos pnranteostribun.es. A lei sobre os calamentos dos indigentes vio t'.'iido tamhem uma appliracSo satisfactoria. A ultima mensagem falla va igualmente de projectos de lei rolativos a roh^bihlag.iu dos con lemnados e represso dos cmnes o dolidos eotnmetlidos por Francezei cni paizeslrsngrtro. Estes projectosforam submctlidos ro ronselho do estado o qual se oceupa iio meseno tompo de uma proposta ¡uccupain emanada da une: Uva parlamentar, a res1 Marinha. pello da deportarlo. Grandes difliculdades ( Risos irnicos em um grande numero te tintilla levantado soVo a designarlo do de bancos da esquerda, e em ilguns da dilogerj ellas parecem aplainadas, o esta lei reita ) reclamada pura repouso dasociedade e paEncerrada nn* limites do um ornamento se visto apparecer ao mesmo temp tu lo o que revela o progr. sso O nuis evidente; edificios, casis numerosas, plantaoSes consideravois, culturas novas, ponte sobre os ros e rarvanearas as estrada*, • imtrucc3o puhlioa orgsnis.d., a arte de curar ¡ntroduzida entre estas popul.cOet dizimaJ.s pelas dionea. So o fanatismo das paixOes nSo ost anda desarmado todava ja se vai formando ntreos rabes um partido sabio para apreciar seus verdadeiros intereases, e para favorecer n s.ns %  si o reos. O voto recente de muitas leis importantes especiaes para a Algalia ontribuio poderosirnente para a obra da colonisacSn. A lei de 16 de junho de 1851, sobre a constituido' da propriedade>, a de II de Janeiro, que regula o rgimen commercial, a de i de agosto, que funda um banco de descont, de circulado e de depsitos, finalmente o decreto de 26 de abril, inlroduzinio melhoramenlos reclamados pela experiencia, teem facilitado concessOes de trra. Km resumo, anda que a siluacSo geral da Algeria estoja longe de ser assustadora, ella he rom tudo complicada em coitos pontos, taes como no valle de Lebaon, por causa das tentativas deinsurrei(3o de Bou-Bayhla, na provincii de Alger uur causa da agitacSo religiosa, na fronte ra de .Marrocos, por causa da formentacilodas tribus selvagons o guei reiras que o 2 trar sua constante solicilude pela felicida-i puroi e (orna sua applloajjo mal moral e mal ,Dr. Cosme da S a Pe reir de da Franca, e pelo bem-estsr de nossos regular. (Movimento.) ¡Florencio Jos Carneiro Honteiro soldados. O Irabalho da org.nisacfio do I %  "? P ro J ecl pola nada cootm • .i %  ." ~ll,imUr aula •inkHln* > niVnil • Hat inlein q goverrro romano march~len"a"men"ie"7 rTr a A ai ?j /a a.ea.niea¡ porque a. Iigo til eanian-'i u> todava nmmu.ihn ,. i pedir-lbc hoje a re,co da Id de 5f de malo, d ^ ^nihlIi.' eonS5lho le s£anSoquero om lsJ0 ?eleaar a ppfovacao que do, oa coDSOlheiros munloipaes e provinde l eiito lolcl.llva .ornada pelo mini.teVio ciaea vajp-se organisnndo pouco a ponen, e servirte para formar uma consulla deslinada a toat^ar parte na administracSo das finanotsj o governo pontificio irabalha em importantes reformas legislativas; flnalmenle elle occupi-se com aclividada da coacao efe um ejercito que torne possivel retirada das foress ejlrangtirss eataciu ra conoci dos con.lunniados, podera vir a ser em breve o objecto do exame do conseIho oo i si,-i ¡o e da assembla. A uiimiuisiid^.i da justfca tem sido por lodaa parte p ompta esclarecida, /nsfrurcau ¡lu'ilica c cutio. restricto, nossa maiinlia D&O tem por isso deixado de proteger no-sos nacientes em todos os pontea do globo. Mu tos i!ecrelos importantes e necesiarlos, q:¡r pelos prog.e.-s is re.ilisa los, hivinte e cinco annos, em todas as parles do servico naval, qur A loi de 15 de rflar(0 Je 1850 tem produpelas dillicul la fes do applicaeiio, qur pela zido quanlu a inst rcelo primaria, os n.c¡necessidade de curtas economas, tem regu Ihores resultado. A administrado reitoral, lado: nuis i i si i • 11 dos estabellecimenlos e! O servido a borlo dos navios d armada ; auxiliado pelo concurso dos delegados dos O sold dos olllciaes o emprogados de canlOes tem excrcidj uma vigilancia mais marinha nal differcnlos pos.fOes que poecliva. dem oceupar; A facilida concedida s cmaras municiAs compras dos navios da armada, segn paes de substituir, em certos casos, s escodo uma rogra invaiiavol nos estabelecimenlas livres as escolas publicae, nSo tem di, tos. minuido o'niiinero destas ultimas. Oulras disposirOes interiores teem simp(iOnuim rodas iscolas muoicipaes aug-1 ledo os elementos da contabilidade marinienla ; ello era de 3V,4I6 no mo aento da lima, eprovilo mais que pelo passado, i promulg<>c3o da lei: elle he presentemente conservado i do precioso material encerrado de 31,93!). I em noss.,s ar-eoaes. Trabalhos consideA iuslruc3o d %  s meninas, Lio importante ravois continuam com nctividade. di 'baixo do ponto de vista dos principios! A consfucc > dos fossos de im-nersio religiosos oda bo.i orIem as familias, t'm-¡nos porto* de Clierburgo, Rochefort e Tase derramado cada vez mais: coulavam-se Ion, para a qual a assembl) concodeo o 10,171 escolas monicipaes para meuiuasem 1,850, conlam-se 10.5*2 em 1851. A nova lei n.lo lem sido favorarel ao descnvolvimento do ensino livre dos rapazes: iiivi'n 1,950 escolas livres para rapazes, i.lo existen) mais que 4,C22. li n e*mo '...o succede com as escollas liVres para meninas. E >) 1850 ellas eraru em nuuiem do 11,088; em 1851 sao em numero de 11,378. Em resumo lia sobre o lado das escolas primarias um augmento de 806. A organisacSo da instruccSo publica, segundo as bises do nova lei, est ha um Mino completa. Os conselbos acadmicos moslraram no | exeiclcio do seus poderes, tanta firmeza crdito especial de 938,000 francos, est sendoeiecutada com cuidado; oanno prximo vindouro podera ver concluido este til Irabalho, ha tanto lempo reclamado, e que ha de por termo s perdas quo solaremos cada anuo em nossas provisOes de madeira. A excavarlo do ancoradouro de Tulon continua com successo; e j todos os navios de nossa esquadra do evoluco cstSo ancorados onde anda ha pouco navios de uma ordem inferior podiam apenas arriscar-so a ancorar. Em Cherburgo, no forle Bayard, om PortVenlres, em Marsclha os trabalhos proseguc.n igualmente se ni de-cango. Porcm estes melhoramentos obtidos quanla I.I o !er:ic."ij. Collocado no cuuie O da consellio superior, cusa de tantos esforens ficariam esteris, nadas no s estados da Igreja. A proloec,ao dos iuteiesses religiosos e Constanlinopla t9m exigido, ha um anno nossa activa inlorvcncao. Convra regular as difllculdides suscitadas ja no selo da communhflo calholica, j entre as diverses com#unhoes christSes; terminar as contestacOes mais graves s respeilo do modo de instituigSo dos bispos armenios ; analmente oceupar-se de uma traruci lic>> que nos estes tristes debates terminarSo para sempre. Nossas boas relar;Oescom a Hespanha fazem-nos esperar o regulamento diOnilivo c prximo dasdiferoncas sobre a fronteira dos Pyrlneos. Aprovelmos com solicilude a occatlao da dar Hespanha urna prova da slncertdade de nossai rrt i| 0:-s, aisoclando-noa com i Ioglaierra para offerecermos ao gabinete de Madrid o conrurio de noisai forjas navaes, alicu de repelllr a lenlaliva audaclosa contraa Ilha de Cuba. Ali-m dalo, uosso ministro em Washinglon fol encarregado de apoiar ainlgavelineolc •i-i i i-i'l.iiii.n.oi'-t d.i corte de Madrid, cujajuill(a foi lealincuic reconheclda pelo goveruo federal. A pai foi realabelecida entre a Allemanha e a Dinamarca; o Schlcawig reconheceu oulra vea a autoridade do rei; a oceupafo austraca poz m no llolsiein ao rgimen da ¡ii.urnii.iu, e lendo cessado a causa que havia exigido a entrada de tropas fslraugelras, espero que a oceiip.if jo destas se nao prolongar. As rcaolufdes do gabiaele.de Coinpenhague, arlin de delermioar a sussesso do throuo e aisiguar a Integiidade da monarchia obliverain a approva(ao da* poleadas, bstaculos particulares retrdala SOS a sane-cao ofllclal. A teuipeslade que ameai;ava alada, ba um anno, o repouso da Allemanha, disslpou-se. A confederafo germnica tornou segunda vez em seu todo toara lumn e para o rgimen anterior aos acdontecimeotos de 18*8. Ella proeura acauipJlar-sc contra as novas agita(es pojr-nTelu de um crabalho de reorgaaisa^ao Interna, acerca da qual devenios ser completamente estrangeirot. Recelamos um moineuto 3ue a dieta de Francfort fosse coavocada para diberaraobre uma proposta que modificara ijraodeniente a proprla essencia da coufedera(ao germnica, lendia a recuar-lhe os limites, mudando deste modo seu destino, seu papel europeu, e alternando o equilibrio consagrado pelos tratados geraes. Julgainos que devlamns fazer representares. A Inglaterra tambem re I i man. Felizmente a sabedoria dos governos germnicos nao tardou em apartar esta probabilidade de complicacao. A Suissa retirou de aeu territorio a maior parte dos refugiados queabusavamda hospltalidade. Apoiando esta medida litemos um servico a Suissa e aos estados viiinhos. Os novos accooteciuientos, que sobrevieram as margeos do Prata, inodillcarain grandemente a situ le.i.j respectiva dos estados empei.h idns na luta. Elles nos obriam a suspender as negociaedes que tinbamos preparado pa ra urna paclticaco. systema da entrega reciproca dos malfeltores e o das coimnunicaces pelos correios vaise i -.inrjiiei indo successi viniente. Muitas conue possa Floriano Correia de Brilo Igo uui ,i Dr c eUno Estelllu Ctvalcante Peisoa 336 Dr. Jos Quiotino do Castro Lefio 334 330 liirrschia manten) le nosso poder naval n3o oceuparia no munv nr A. h ,„:,,¡f !" umapolerosaAinidadcetenhodireilopan ,Jo uma posicHo digna da Fraoca, so pan \uXSTTmSmJSTllt"' *" dize-los, a lilerda le d ensino desenvolvida ¡todas as evenluililadcs, ella n3o tvesse scrao api escotadas outras. A couclusao de tratados de commercio com a raa Urcianlia, Toscana, Blgica. Prussia, Dinamarca e Suettia, atiesta a sollicltude do gora adiante Ihe scrao tiiii.'uiiiiLk un,, ,. dnuma maneira nolavel, lie sem perigo por )os meios do recontir homens j affeitos ao que ser contido nos justos limites. 'u.ie sc-vico do mar. Ornis importante, Nit r-i-ilo do anlr-,0 n gi uen univeritomo sabemos, he a ¡nscripcjlo combinada sitarlo a un redimen i'e liberdade, muitas | co m C'ixa do invlidos da marinha. Tu-' v "" pc de € '" ol v !" "" 10 *• ****** rc| a; e posicOes h mrosa o peuivclmeo'o co-iquis-|<'o oque pude lornar f,cunda esta obra do, K¡¡ES5 ¡'il.Vi 1 '"".':.. A talas se a.l.i.ii ameac d s. Todivia mo/olhi-rt foi sub.nett.Mo me itacJo seria do: ^SSS^^SSSSZSXllSi^ desloa funcionarios, arreb lado, a su. ca %  jeo..* 8 .h do aln.ir.nt.do. d.baixo da fr-l IZ<^tS&^3SSSS^t¡S^m reir por arontccimenlos oo lorga maior,, na deum projecto de lei. A quo foi ultimais breve que fosse posslvd pelos outros esDfldevem perdem o prerjo de sous servi|mamento promulgada sobre os premios tadus. ACra Uretaaha eo llauovcr assignacns pasados. L'nia pioposla vos ser sub-|P"fa as pessoas martimas pro ni tic novas rain j tratados especiaes que reprodutein as iettida para esleeHeito, e vos vos associa, fructuosas campanhas. | priucipies clausulas das convences sarda e ruis, nao o duvilo, a esta obra do justa i Un projecto sobre a pulida da pesca eos %  ', P. ur u ¡¡ ue *a. Era mullos outros pontos eprlnreparaeo. M'"'. esta prl ne.ra escola de nossos ma.i-! ^^¡SSS^ ffiSH?" a,nda Aereafffo de tres bispidni as Anllhas Inheiros. foi sub-. eltido assembl. poulEtfSodi.rj.do "" ve,per de chegar re e na illia da IteuuUo, he p-esentemeiite om : co .s dns antes de sua prorogac.3). Esta I As reelamaedes que um grande numero de facto consuin i ado. Os bispos t imaram ,ei de policia sera um ssciificio para todo negociaatesedeariiiaduresfraacczesr.iera.il posso de suas diocesos, c ja na Martinica, I o litoral. | contra o governo dos Estados-Unidos, por cauna Kcuiiiiio, em Gualelupe sua influencia I A situadlo do nossas colonias he mais'a das impugoacearbitrarlas leitus pelas alpeinntle aprtciar o benelicio que havia de satisfalorla quo o anno passado; todas ollas am >egas da California, nao foram anda liquircsultar de um clero mais numeroso. Por i8 0,m de urna completa tranquilzalo, a ?.*." p,g0 ; .P. or ? in congresso americano essa rasSo, so inlis;cnsaveis algumas ,qual depois da emancipacSo, nSo foi jamis despezas para a fundac,3o de—seminarios— aeriamente peiturbada scnSo em unieja autorisados no principio pelo decrolo orj u j 0 ganico dos bispados coloniacs. Pens que: 0 governo ao mesmo lempo que se osIiavcis de rcconheccr n utilidado de acabar ¡forca por inspirar s popalaoOea novamensem muita demora a obra lio felizmente u 'vres a confianca na liberdade e o comecada. ¡fmordo Irabalho, que deve ser sua conseAassemhia nacional acollicndo a peliglo quencia, combato e persegua com energa do ministro dos cultos om favor dos edilitodas as excitacOes para as ms doulrnas. cios diocesanos, n3o so deu uma prova de | A Jistribui^ao da indcmnisacSo, regulasen interesse pela consergHo dos nossas ;ua por um decreto do 24 de novombro de grandes monumentos, senSo quiz testen,u1819 esta prcsonlomcnto acabada por toda nhar anida sua solicilude pelas neoesai-l.i* P*'t9, A le tle30dejulho de 1850 vcio dos da roligiSo. Persistir tiestas gci.cms s j.fressar as vanlagens desta medida, "d>cidisposicOessi'ralm oslo favorecer a ab rdinlo qO) os cerlifica los de liquida(3o entura de V.ltss ollicinas de construccao en. iregucsaos quo tem direito, seriam imuieum grande numoro do departamentos, nos i't-nicnto trocados no thesouro por bilhequ-es ? siuiaro ir classo operara amoacs turnar se multo peniel. Os cultos nflo catliolicos tamben) li,'c am sua justa parte na solicilude do governo. G ¡ierra Ofli'ectivo geral das torcas do Ierra n.lo era no I da outubio passado tenBo d) 297 519 noBteos e 81 306 cavMIo?. Sn 3 porem eo gauiueic de Washiogtoa reconheceram formaluicnle a iajuslica, e nao tardaremos em ol>ter uma salisfacao legitima. Resumo. (Movlmento geral de attencao.) Acallan de ouvir, senhores, a posieao fiel d i si i na ,. I.I do paiz. Ella oU'erece relativamente ao passado resultados ..tisf.clorios ; todavia um estado de penuria parece cada da Ir augmentando. Por toda a parte o Irabalho diluirme, a miseria cresce, os inleresses se perturbam e as esperancas aotisooaes se csillam medida que os poderes pblicos enflaquecidos aproiimam-se de seu termo. Km um tal estado de cousas a primelra preocupado do governo deve ser procurar os indos de conjurar us perlgos e assegurar as melhores probab.lidades de salvaco. J em miolia ulAs inscripcoes entregues icprescnlam taU^^c^^^^l*^. r pe ," noje urna soinma do cerca do don. milhoes: .^ate^hTd'osTda .Ise.aU^.T faVOr e 'lejUfOS, islo he, o terio da mdemnisjc3o¡ A inccrlcia do futuro fatnascer inultas aprc acia assemUa. Eu vos dizia l.enses despertando inultas esperancas. Os bancos coloniacs, organisados pela b.mo. todo, fater patria o sacrificio destas do julho ultimo, podcro cedo esperancas e nao nos oceupamosseno de seus A interesses. Se nesta sessao votardes a revisao ci de 11 dir os fructoi quo dille sa csieram a Imnistradtn( iinrn. las colonias, PU ., ,„. diconsliluicao, uma constituate vira reform... ct.cumslanciis n3o pu'zeroa. algu.n obstaIgimon legjsl livo o fin.nc (ro reclamavam! Zff£5¡Sytt23S¡l '? culo, es'e olTeelivo e-.trar. nos limites do ?" "ova rgni*a S .o, em harmona com ¡WuS^^J^^^^t^Z orcaucnl %  de l52 que o reduzem. 377,130 I s P'incipios quo a constitun;3j estabelosua nova voatade. Por.n quaesquerque poaliomens e 83,135 cavallos. iCeo. Um projecto de lei proparado para | sam ser assolucdes do futuro, eutendamo-nos Nenhum novosup,ilcmeutodecedilo seI 1 "'" 3 llu ,u '> depois do exame do Consellio afonde que noseja a paixo, a surpresa ou a r neccssatio para 1851. ie os t*l0r apresentado assumhla ; um violencia que dedda.n da sorte de uma grande Os ctdilos enneelidos pelo orcamento | re K u .' "nento quo ab ac todas as partos da. %  *_*•** i 1851 perniiltiram organlsar, este anno, !dinnistrac¡lo .las finaness colonjaos e de, ."ojc a.quesiae. .ao o„, >—_a.a.llt *_ i_ >'" %  %  ii:.n tniiilnli • ni tu ne.ni do 231 novas brigadas de gendarmeria. A creacSo Co oulras 230 t :ra lugar em 1852, e o aogrr.oc.lo da despeza que d'ahi ha de resultar se sellar mais que compenslo pelas ro.luccO.'s operada sobre o eOectivu das out'as armas. Diversos projecios.de lei concernenles orgsnis.cao dos qu.dros, eo recruttmento es pensoes quo se devem conceder os ofliciaes inferiores e soldados, for.m desde longo tempo submettiJos assembla legislativa. 0 exerelto ps, r e p a a pdopgo ellesaeom urna jiiblo impaciencia. Vaesperamos quo elles nlo lardara o em ser disculi Jos e votados pela assembl.. A.sseoiblca conhece a importancia das operacOes militares da primavera passada na parte oriental da Kabjlia, e os successos que, em oilcn o das de marcha, coroaram o biilhante valor de nossas tropas, sob o inni i..du do um general que minh. confianca chamoo para a pasta da guerra. As Iritius do circulo de Djidjelli submetldas, u valle de LoueJ-Sahel pacificado, o comiii.mo dos leos aliment.du pelus Kabylas consideravelmente augmentado, u s s3o os resultados felices desta camp.nh.. Sobre 1,145 tribus, cuja existencia foi verificada em Algeria, 1,100 teem reconbeciJo a soberana da Franga, o aquellas que o nao tem s3o as m.is pobres e ss mais affsst.daa, U exercito dopuis de ter vencido os Arabes, applics-se a civilisa-los, modificando seus costumes sociaes. Deste modo, debati da insptracao de nossos olllciaes, tercsua contabilidade esta j prompt seguir nica as mesmas c raeu dever e podera nao inudou: elle consiste em manler Inflcslvelmente a ordem, em faier desapparecer toda causa de agitacao, afim de que as resoluedes nnnedi.lamente o voto da le orga."'. .... 1 ue liverem de decidir de nossa sorte se'lai Dous outros projedos de le, dos quaes concebidos com calma e adoptado, sem conn trata da emigragao, do rgimen e da testaedes. polica do Irabalho as colonias, e o oulro! Essas resolucaesnJo pode.n emanar seuaode da orgaoisac .J confuso que reclamos da. chefes da ni.iorl. dos qu.es csl. le era obra, a honra de apresenta-la. (Uovimento. e eacl.aa.cde. diversas direlt. e esquerd..) Reconheco.me.uio os effeitos s.lutare. que ella tem produsido. (Sorri.o. irnicos esquerd., —Rumores e agitacao em IUUlos bancos da malorla.j Ponderando-., na. circunstancias em qu. ella foi .presentada, coofe>..r-.e-h. que foi um acto poltico multo mal. que um. Id elellor.l, uma verd.ddra medida de ..Iv.co publica ¡ e todas as vetea qu. a in.ioria m. propozer n.eio. enrgico, de salvar o p.lz, pdde contar com ineu concurso leal desioteress.do. (I.igeiro. murmurio, em multo, bancos da dlrelu. — Agil.co esquerda.) U.na vos direlta : — Enlao conserve a le. O Sr. ministro (continuando): — Mas as medid., de s.lr.co publica nao ten. seoioum lempo limitado. A lei deii de m.io, em su. applicaclo, eicedeu mesmo o m que se quera allingir; ningucn previa a suppressio de tres mllbes de eleltore. do. quaes os dous tercos sao habitantes pacficos dos canopos. (Murmurios, — Rumores no. bancos d. m.fori. ) Um. vo. esquerda: — He verd.de! be verd.de! U Sr. ministro (continnandoii—Que re.ultou disso ? Fol que essa i.n.nensa eiclusao servio de preteito ao p.rtldo an.rcblco, o qual cobre seusabominavcl. designios com a app.renci. deum direito czlorquido e que deve tqrn.r conquistar. (Movinienlos diversos.) Muito laferior em numero para poder apoderar-seda sociedade pelo voto, elle espera co.n o favor d. eu.oca.i ger.l c na deca lencia dos poderes, fazer nascer em inuitos pontos da Franca .o mesmo lempo coniu.ocdcs que serian, reprimidas sem du v i la. i,, o que nos lancariaui em novas compllcacdes. Indeprndentemente destes perlgos, lei de 31 de malo, como leldeitoral, apresen!.graves inconvenientes, ra'uuca deiici u.n s momento de crer que vira una da ero quesera de uaeu dever propor sua abrogacao. Defeltuosa, com elteito, qua.tdo applicada j eleic3o de urna assembl., .Na o be muito mal. qu.udo se tratar da nouieacao do presidente. (Risos irnicos prolongados direila e esquerda.) lu voz esquerda : — lie verdade I O Sr. Mililitro (continuaudo): —Porque, se urna residencia de tres annos no municipio pode parecer urna garanta de disceruimeotu para oseleitores, atiin de connecer os horneas que devem represeiits-los, urna residencia tambeiu prolongada nao pode deluar de ser necessaria para apreciar o candidato destinado par. governar a Frauc.. (Humores e murmurios em inultos bancos.; Uma oulra oujeccao grave he esta. A constituicao e.ige.... (Risos irnicos e rumores nos bancos superiores da esquerda. — Agit.co a direita.) Mr. Chainas: — Pergunle a Mr. Rarache. O Sr. Slinistro (continuando) ..--Para a validade da clelco do presidente pelo povo, dous un limes ao menos de sull'ragos, e se elle nao reunir este numero, he assembl* que be couferido o direito dedeger. A constltuiute liaba porlanto determinado que sobre 10 milhdcs de votantes contemplados enlao na lista, era sulBcienle a quinta parle para validar a eleico. Uojeque o numerodos cleitoresaelia.se redu sido a seje uiilhes, exigir dous, be inverter a proporco. (Reclainacdes direita. — Approvnfao em alguus bancos da esquerda) Isto he pedir quasi o terco em lugar do quinto, e assim ciu um. certa evenlualidade, tirar a elelcaoao povo para d-la assembla. He pola mudar positivamente as condiedes de elegibilidade do presidente da repblica. Agunsmembros esquerda: — He verdade: he verdade. O Sr. Ministro (continuando): — Finalmente chamo vossa particular attenfo .obre urna oulra rasao decisiva talvez. O restabeleciii.cuto dosullr.gio universal sobre su. base principal d urna probabilidade de mu. de obter a n ii-ao .11 conslituico. Vos sabis porque, na sessao passada, os adversarios delta revisao rccus.vain vota-la. Lio-, Be apolav.m sobre esle argumento que sabiam tornar especioso, Acousiituicao, diziam elles, obra de urna assembla delta pelo sutl'ragio universal, nao pude ser miidiiiea.il por urna assembla nascida do suflragio restrielo. y U e sej. este um motivo real ou pretexto, lie boin arreda-lo e poder diier quellcs que querem ligar o pai a urna co o. 11 lo i ¡ ao 1111 n i i v. i: ds-aqul o sullr.gio universal restabellecido, inaioria da assembla sustentada por dous milbes de peticionarios, pelo in.ior numero dusconsclhos dedistrictos, pela quasi unanliuidade dos consdhos geraes, pede a revisao do pacto fuodaineutal, tendes por ventura meaos coullaoca que neis na expresso da vontade popular ? A questao porunto se resume deste modo para aquelles que dcsejaiu o desenlace pacifico das ditiiculd.ides do da. A le de.'Ii de mu,, tem son imperfei(aes¡ porin anda que fosse perfeila, nao se deveria por ventura.brog.-la se empedisse a revisao da conslituico, esle voto mauifesto do paiz ? llera sel que objecla-sc que, de iniuba parte, estas propostas sao iuspiradas pelo interesse pessoal. (Movimento.) Voses numerosas direita e esquerda: — Silencio I silencio! O Sr. ministro (continuando)! — Minha conducta ba tres annos a esta p.rte, deve repellir u.na allegaco .eradfaanle. O bem do piiz, rep.io-o, sera sempre o unicu movel de minha conduela. Julgo de ineu dever propor lodos es meios de conciliacio, e f.zer lodos os esfor. tos para chegar a uum solufo pacifica, regular, legal, qualquer que possa ser seu resultado. Assim pois, senl.ores, a proposta qua lato nao he nciu uma tctica de partido, nem um calculo egosta, nem un resolnc.o sbita; he o resultado de u.editacoes serlas e de um. conviccao profunda. Nao Lobo a preienco de que est. medida faca desapparecer todas as difllculdade. da situacao, porin a cada da sua u.issao. Hoje;. restabelecer o suU'ragio universal, he arrancar guerra civil sua bandeira, oppotlcao seu ultimo ai jumento. Humte e murmurios esquerda e direita.) Seta dar i Franca a posslbilidade de ter instituicoe. que i .(ni em seu repouso. Ser dar aos poderes futuros essa forca moral que oao existe seuo quaudo repous. sobre um principio consagrado c sobre uma autoridade inconlestavel. (MoMItur,) Augusto FredericoileOliveira Capiao Msnoel Antonio Martina Pereira 320 Dr. M.noel C.valcante 329 Dr. Antonio Epaminondas de Mello 311 Commendadot I). M. de A. Pires Ferreira 301 Dr. Rodrigo Castor de Albuq. MaranhBo SOI Dr. Francisco Cirios Drandflo 300 Antonio Jos de Oliveira 294 Dr. Jos Rodrigues do Paseo Jnior 276 Antonio Marques de Amoros 274 Dr. Antonio Baptista Gitir.na 270 Dr. Francisco Rodrigues Salte 269 Commandsnto superior F. J. Pereira 266 Dr. Victoriano de S Albuquerque 265 Dr. Lourenco Francisco de A. Catanho 265 Dr. Hemeterio Jos Velloso da Silveira 260 Dr. Manoel Jos d. Silva Neiv.s 357 Dr. Caetano Xavier Pereira de licito 255 Dr. Arruda Inicio 953 Dr. Aprlgio GuimarSes 247 Teoente Coronel Lopes Lima 237 Dr. Joaquim Vilella de Castro Tavares a>9 Dr. Fenelon Cuedes Alcanforado 225 Dr. Simplicio Antonio Mavignier 923 Dr. Qoenoz Fonseca 907 343 ministradores que nom.ra o Jo. Cibrai I h. 3441 pollticad. .le.rtj? Corre como certa '„ 3j| Jl.norMTboiuM dte, o coinmando Te?",ci a d. AtigaU*. uen* substituido pelo *n .... Sic.rdo!baJa%0>..Und. i B desMchel,? feio ..sisteme d'Elv.. o Jo. MI,1 di r '' e deinlltlo o Jos Nicolao! O p,dte Jo.Vrf" Unio aesba de diuolver o batalh,1o n.val i"rv %  oo. fellsment mal. outro homcm ou, 7i dente. ? he .Sr. J.Wlgo, que ^ZL ,, Pa>ls, e se oceup tirar a. amellas e mili .7 quirola.com multa deslresa, uo seu quartfl .' largo do Cainarii. O de Vitry continua api,* fla'r'o. a de r „'.e?! e "' ,BlMra "" r ""r, j£ A Le da. Merces acaba de faaer a apologl, d D. M.guel, diz o Joma, tomaran do da 7, uen Sr. D. Miguel pesar de ser prlnclpe.naorr ,; man como o duque de Saldauha! E eoi tal est o retratista 1 A assembla leitlih,,?^ de Vlx.u decretou ao di. 27 deSieaSro „', votava .o despreso, noticia que deu n i. da iotelllgeoclaeoireoconde Thoinar ?" D. Miguel: e accre.centou que o conde' de TK!" m.r ] por dua. vez., qol.er. vender ,„,' honra ao dito principe, e que ene r,-, s Pem diz a minhi Gertrude.:,,„'„'„^"'J' nao se veem .etoao miseria. I """" lo VARIEDADE CAUTA DF. URAS TIRANA BOriCARIO DB LISBOA, AO BARUEIRO. Oulubro U. Mon cher.—Quera torio n.sce t.rde ou nunca se ni iireiti ; assim o diz a minha Gertrudes, que neste genero de lilteratur. vale tanto como o nosso abbade Castro com assuas an.iguidades. Ma. olhe que .e no. nao endfreil.mos, no., he, louvado Dos, por filia de peridicos, que sio com e'dlo um. especie de febre am.rella, que nospersegue. Temoso Km. Diario— A Revolucao —O Patriota— A Naco-H) Estandarte— A Lei— PaizA Regeneraco — O Conservador— c agora appartec a Reforma, que he do Cario. Beulo — c somos .u.e.cado. do Globo J >e v que por falta de candidros polticos nao andamos s escuras. Destes jornaeso mais estoicamente socegado he sem cootradiceo o K.m. governo, que Dos prospere. Nao ha um s leitor que o veja rir, nem bicho vivo que o veja chorar!! nem approva aera desapprava! nem dizque MU, oein que nao ; euifiu he o jornal do limbo ; nem tem pena, nemglorl..' O Estandarte e. sua prima a Lei das alerces continuara a mamar na dictadura manca de 1851, e continuara a mordc-la cora o seu deminhocabr.li.ta. A N.co do Largo do intendente continua a ser o jornal das esperancas, muito mais agora co.n o csala! r. e m.d.me Ago.Uni .So de Flor.., \ el.bor.in na ru. Augusta aves, flore,, "J* ludo isto sera molde e arfelia de ch.l.tal. l¡ a casta de anira.es. por uma machina a vapor le .e emende, M. e ...adame Ag.stiol obilver.m os malotes elogios en. todas as corles d >!••,.. j... OE,..nd.rte.cbade ineueun ,„?; ferio ao. agiota.: o jornal da KSnoaneh nacional deu-lhc. a noticia de que la ah" ponto No di. 23 deset.mbro fol^gat otado", Alberlque lle.pauha, u.n talRoiao Alocn^ Canut.pelocrl.nedeter ...as.in.do seu pi %  Val celebrar-se era Barcellon. u,„ m ,J ¡a nlo bastante .erodio u.n fidalgote, que coi: a '" u ? 1 0 ten 'i''osda mi d esposo a urna bella inemn., que tem ta.ub.ui oln abrs arabo, oa nolvos soinmam cent, eseisenta aunos, e unera-se por amor Ejto alu. fil .r^'V* b d 1 a "' at c ch i cada co. che lia de ev.r qu.tro convidado., que todo. rasera a .oinuia dos .nao. do. nolvos I Es con, elteito contratada, paraolhe.lro real de Madridasceleb.es primas donaos Giuli Albo ni, llosn-Caccia, e Ru.minl ¡ comprira ai i a i Sauta Mara, que abi cantou no thealro de S Joao ; os temores Duprez, Snico, e tielart o bufo Hovete, barytouio Varete, Glrondels e Natale; biizo profundo Scaplol. Contcnle-sc com esta massada, e ds.culpe parcemonia Snu em nome da n.[o e d. r.inha Sau.ie, patacos tuan ,¡ cfr.,erE,d.de. £Z !" Brai Tis ana. COMMERCIO. 13 ALHANDEGA. Rcndimunto do da 15. t3:993( Descarregam hnje 16 de desimbro, Si. coo,c,v loc esli ocarBarca portugueza oo Viagemo resto TESfiTTS^i. reprsenla ^^$&*~ ^'^-^c, Vtf-tti&XE&VBtimF* BrigU8 •"•"•-'.Brand w '~ frinh servir de espeques ao movimento de 21 de e bolachinhas. abril. Veremos o que fez o Carlos Bento cora a¡ p,lacno inglez —Navegadorferro. sua Reforma, que dliera porahl receher Inspl-I CONSULADO GERAL. !" f-f. !" i". r ¡ l J d<> Q",'" 1 "O t¡dobopareceque|Rendimentodo dial a 13 13:779,210 dem do da 15. 3 :321*749 val eugolir lodos os jornaes .' Pelo que se 'diz deve ser o mais gordo de todos os nossos peridicos. -Eiiifim, meslre ; o que nao abunda nao prejudica, assim o costura, diier o raeu visinho letrado, que mora no segundo audar, que nao de.fazendo era ninguem he um rbula como se quer. Devedor que nao quera pagar acha sempre juslica no escriptorio do ineu vislnho, que lera sempre a casa cheia. Vai-se avisiuhaudo a campanha eleitoral, e anda que a surdina o que he ceno he que todas as opinics beligeraotes trabalham e contara cora a manira. --iie.,s a d a quena a merecer. O ineu pralicante est auiuado porque Ihe roeram a corda. Contava que seria propos17:100,959 DIVERSAS PROVINCIAS. Reodimentodo da la 13. dem do dia 15. .... 1:278,116 171,406 1:449,522 F.xportaro. I'liila Iclpliia, brigoe escuna nniricano General Norlh de 235 tonelladas, conduzio o lo pela sua chafarica, mas ojlrraos o saVri7i'ca¡ S0 8 u inte :—200 l.arric -,s e 2,600 saccis C3m rao. a cenas conveniencias pena he que o ral*i"M arrobas e 23 libras de sssucar. cr^^1ic,:o^noStr U Pondo^h^ MfmJSVSfS 1 !" 434,6.0 anda in.gro j filia so, e come pouco. J-" %  J O joven Mr. de cunleulos sempre se resolveu ¡VI vimPIlli (\<\ unrln aceit.rolug.rdc.ddldonainis.ao de Pariz, I IU VlHieiUO UO [)l itl. queoJcrvislhc ollerecera. O Joven litterato est Jve quasi a nao aceitar, mas diiera ceder s Navio entrado nn dia ib. 1 do ie, de 579 tonelladas capitSo Jolin Dilloymple, equipagem 19, em lastro ; a llo-tron Rookcr & Companhia. —. EDITAL. nstancias urgente, do Elyseo, que o pedir of" io l,e Janeiro — 13 lias, galera ingleza Anhci.luienlc .' O Regeoerador acaba de enviarIhe a coiiiincndade Chrlno, que leve 1 habr de Ihe promelter quando o joven llic fez a grata da ullima visita a Santo Ambrozlo. O Poco Novo uianduu Ihe o diccionario francez de Constancio, e arte deClanaopin. lie. 11 ves temos na cmara electiva o alatheu. %  Torrada e llraz Xaropc, e falla -se lainhein no O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da Pimpinela que ..o inulto nece.iano para salfa zonda provincial, em cumprimento da orso ri'.n.;, i" eg ¡ r f r ".? 6 "' "^"l?!"dom Ju %  *•• Sr presidente da provincia ?* !" a ? x&^2¡ IJ v¡: i £&& d e t c z re ^ .r, n ,a razer pub ic01 quo na regeaeraco novis.im.l Que gosto nao "el n0S ,1,as ,6 ,7 e "omeanio, l a praca ver no Alinanack o barao de Torrada — o barao P ,r ". 8er arrematado peranteo tribunal addc Xarope—c o viscondede Pimpinela Estes rues despichan) como qualquer aecretaria de estado! ba da. despachara. o Saoiministrativo da mesma Ihesouraria, a quem por menos lizer a pintura das varandas da despichar,n'n o Sara! ponto da Uos-Vista, a vallada em 337,700 rs. palo da nica sub-inspector do correio, que el| Arrematar;ao sera feita na forma dos arts. es tiraran, ao sempre eterno Joodc.Souzalco24 e 27 da lei n. 286 de 17 do maio do cur0 o sanipaio negou o fseto, deraiu-lbeagora rente anno PERNAMBUCO i:i l.lt,\ PROVINCIAL. Resumo da votaedo doscotlegios do Recife, 0lindn, lyuarasiu', Victoria, Goianna, Cabo, Rio Formoso, Naiareth, Pao d'Alho, Serinhiem, moeiro, Bonito, Breio, Garanhun e Flores. Dr. Pedro Francisco de Paula C. de A. 699 Desomb.rgador J. M. F. de Mello 640 Teoente Coronel Jo3o du Reg B. F. 611 Vr. M.noel Jooquim Carneiro da Cunha 5S0 Padre Joaquim Pinto de Campos 530 Cnselheiro Antonio I*. Maciel Monleiro 496 o despacho de priineirocon.ul I hindo hontem lomar caf ao botcquim Corradini ouvi alidizer a um hornera que lallavaltaliano.queo thealro lyr.co se abria no da 1 com a Lulzado defunlo Donizele,—Saber que o principe de Paskewitsh.goveroador da Polonia alcancou liceuca al 1111111: este russo vera viajar pela Italia para dar toin a snasaudc. O coslnheiro romano de Mr. di Plelro me disse hornera que 110 dia 21 de set.rabro se liaba passado em Huma diploma de beaiiflcacao, ao vcuer.vel Pedro Claver, que foi jesuta hespanhol! estafetil noticia tem enchldo de conlentamento a miaba Gertrudes, que se 1 oleres, ,1 raulton.pro.perid.de da corte celestial. I'.spalha-sc pelos pasraatorios que alguna realistas teucionam volar cora os progressistas na prozima urna I O Poco Novo zangou-.e com esle boalo.—Corre como certo que o Patricio prometiera o acu elllcaz apoto ao governo. J se ve que o Dos do grande Alfonso nao se esquece do nesso governo I ttanadi* ,....,i,., Gertrudes—quera cora 1 leus auda Dcos o .Juda. O ralo do Kossuth, e seus collcgas chegarara a Spesia mal que os habitantes de Speziaaouberam da felii chegada destes hngaros ¡lluAs pessoas que se propozerem a esta arrcinatacSo, cotnparerjam na sala dassessoes do mesmo tribunal, nos das cima mencionados polo rxoiodia, competentemente habilitadas. E para constar se mandou alizar o prezonte e publicar pelo Diario. Secretaria da Ihnzonrasia da fazenda provincial de Pemambuco, 6 de dezembro de 861. Osecretario Antonio Ferreira d'AnnunciacSo. Clauzul.s especiaes de arremalacdi'o 1.' A pintura da ponte da Boa-Vista, ser IV1I1 de coi'fosmidade com o orfameoto aprezentado''lifata data a approvacBo do Esm. presideiTl'e da provincia, na importancia do 337,700 rs. 2* Ser principiada esta obra no praso •-S I.;;.::::, C COnCUidd DO do CS uio, COulando-se na forma dos arts. 31 e 32 da lei provincial 11. 286. 3.* A importancia desta obra ser paga l S por uma comtiiis-a.i Negocios estrangeirot. Devenios Cungratularmos poloestado.de nossas retacees com aa potencias eslrangeiras; de todas as partes chegam-nos provas do desojo que ellas nutren, de verem nossas pilUculd.des pacificamente resolvidas. Do nosso lado uma diplomada leal e sincera as.socia-sc todas as medidas quo podem contribuir para .asegurar o repouso e a paz da Europa Quantojmais prolongar-so essa paz, mais se apeitarSo os lacos que ligam os difierentes povos. A vasta e liberal ideia do principe Alberto tem contribuido para cimentar essa uniSo. O povo inglez acolheo nossos compatriotas com uma nobre cordialidade, o essa luta de tod.s as industrias do mundo, em vez de fomentar a iuveja, no fez sumi augmentar a eslima reciproca entre s nacOes. Nossa situacSo em Roma he serapro a mesma, e o santo padre noce.sa de raos. Francisco do Barros Brrelo do em pe para noa congregar? Quaudo o sufDr. Joaquim Pires Machado Porlella se quando novos poderes vlerem presidir o. '' Dr.FrancisCo Xavier Paes Brrelo destinos do paiz, nao ser coiupi omeller .le Dr. Joaq Ul Ul M i iiu-l V le i a d Mullo anlemao sua establlid.de, ddur um pretezto Umbclino Cuedes de Mello de de.cutir .uaorigeme de.conhecer.naJegiDr. Alvaro Barbalho UchOa Cavalcanto tii.iid.de. Ijor Pedro da Silva Aduvid. nao era possivel, e sem querer aparr,r lunario Jnanuim HeSnuc I atn tar-me um s i.slante da poltica de orderaque ST' \f,., ',' "S., "' „ teniio.eguldo, v.Jo-.e obrigado, be.n ..¡leu R r f r, A n S.'n Je 4 l a ul "'P'!" 1 pes.r. aeprar-me de um inlni.lerio que liDr Jos EHIPPe de Souza Leao ma toda 111111I1.1 confianca e minha estima para Dr. Domingos de Souza Leao e.colher outro igualmente oompo.to de homen. Coronel Jos Pedro Velloso da Silveira honrado., conhecldo. por leus scntimenios de Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel con.erv.co, porm que quizessem adinltiir a Dr. Francisco AlveS da Silva necessidade de restabelecer o suOragio univerp t re Viconle F. de Siqueira Varejflo salsobre a base a mais larga possivel. (\g|M .jor JoOo Valentim Vilella "Ser-vos-ha perianto P r.eute um projecto Br3o de Capibaribo de lei que re.titue ao principio toda sua pleol"' %  Francisco Antonio P. do Cirvalho tude, conservando d. le de ai de maio o qu C Dr. Jos Francisco da Costa Gomes separa o sutl'ragio universal de elementos ira. Dr. Manoel Firmino do Mello 490 478 458 447 447 446 433 417 417 413 405 402 400 393 387 386 379 365 361 359 358 352 343 344 „_, fin uma so prest8c3o quando o arremalanniuiia.il as casa., e dcr.in Uros de alegra .' i„ i¡ ver f„ n |,|¡,|, i„.i,, nlntsira Lu souihampton Ihe prepararan! iiiuilo. re, n f toJ P' 1 "'gosijo. I a Au.lrii no cessa de mostrar o *.' P ". ra t,l m "f 1 u0 nS <> csliver e ."acu IrapcrUI desgosto ao Si. Uiran, por dellar j pecilicalo lias prez>'lltes Clauzulas segUirsahir da Turqua estes hngaro.! A nao D. ¡ *c-J) O qua determina a Id provincial n. Joo VI entrou no dia II uo dique ; parece que a querem remendar; e.t bailante fossil, mas lalve fique jnala. Ante-honiem nolava-sc bastante alvoroco no escriptorio do Estandarte, a ponto de que os c lloboradores entornaran, o lliileiro sobre Un importunes orlgin.es contra o duque de Saldauha: averiguado o motivo soube-sc que Iota por ler marchado para a trra dos mcsilhdes o Jos Eslevlnho I Icinlain, e co.n r.so, que se proclamarse Repblica era Ovar Ueos nos acuda. Foi noinc.do adiuiuisir.dor do couselho de llraga o Dr. Uorgcs, vulgo o Dr. Cava0. — O cezar de Vasconcdlos ni.uclmn para san tu, ni : dizeiupor aqni que o lemos deputado, asslin como o geucral l'ovoas.-Tc.nos um novo hroe he o lente l'audeira que a Lei e Estandarte acabara de culloc.it no templo da Inmortalidad*. Chcgou a noticia oftcial de ler o .auto padre concedido 50 dias de iudulgcncias a quera resaraoracodeS. Jeronvino Emiliano, fuudador dos clrigos regulares Monascos. Saber que o Lucas blanco est sendo agora o toureiro da moda na Andaluzia. Escrevem de Alicante ao meu rapa, o segrale successo: Duas raulheres hesp.nhol.s foram all banliar-se no mar, del.ando na praia os vestidos, e entrando ns oudas so com canilla— lendo concluido a oper.co voliarain prala para vestirse, mas s acharam o sitio, parque Ihe tiiiham roubado a roupa I ne.ie .peno foram era fralda de camisa apresentarae .0julz da trra, que tomou a. providencias. Mais outra do mesmo correspondente : Uma mulh.r de Al lente afogou urna cre.nca que tioh./ ei.be, meslre porque esta carinos, madre afogou o fructo das suas ealranhas ? fol porque a nao dci.ava dormir com os seus horos :' 1 Segundo es noticias de villa Real o Pinto de 286 de 17 deiinio de ISil. Conforme. Osecretario. Anlonio Ferreia d'Annuncacilo. DecJarafoes. -Pela recebo loria de rendas internas gernes, se faz publico que he este o moz, om quo hodevido o pag.montu a bocea do cofre dos seguales impostas do crrante anuo linanceiro de 1851 a 1852, lindo o qual ser a cobranza promovida pelos cobradores com o augmento do 3 por cento. Decima addlcional de mSo* mora (pnmeiru semertre) imposto sobre lojas e casas de descont ote,dito sobre as casas do moris, roupas ele fabricados em paiz estrangeiro, dito sobre seges, dito sobre barcos do interior, tachas dos osera vos. REAL COMPANIIU DE PAQUETES INCLEZES A VAPOR. No dia 22 desle moz esperase o v,i| or ln¡, commaodante Chapman dos portos do sul, o depois da demora do costumo seguir para Europa : para passageiros dirija-se em casa da agencia o. 42, no trapiche novo. TIIEATIIOIIE SIZABEL. RECITA EXTRAORDIVAIRA LIVRE DA ASSIGNATURA. Quarla feirti. 17 de deztmbro r/l85t. Depois de um escolhiJa symphoaia subiLemos tem posto no andar da ra todos os ad-J r a scena pela 1." vez nesta cidade o quadro


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AnnoXXVlI Terga-feira 16 de DezRinbro de 1851 .' 5^4. MAMO D • PERMIBUia VBEOO BA srBCa\iolo. PIOIBIENTO ADUNTADO. tit trimestre por semestre >€••• %  %  • • • • • • Por anno • POO DBNT>0 DUTIlMIim. Fot quartel • WOTIOIAS DO MPEIUO 4/500 Par l a de Novbr. Maranbao 19 de dito Ceari... 2odedlto. parahlba. le Dezbr Minas... 16 de Novbr. S.Paulo. 10 dedilo. R. dej.. 25 de dito. Babia... I de Deibr. DIAX DA % %  MAMA. 15 8eg. 9. Eusebio Ver aeleose b. m. %  6 Tere. 8. Albina. 17 QaarL S. Barlholomeu a. Gemlniano. 18 Qulnt. N. S. do O*. 19 Sexi. S. Fausta. 20 Sab. S. Dminos. '21 Dora, i." do advento S. Thom. AtTaMBMOIA*. Juitode OrphSot 2.e5. s 10 hora. 1. tarodneit'e. 3. c(i, ao meio-dia. Patenta. 3. e 6.a 10 borai. 2. vara do civil. 4. e sabadoa ao melo-d. Rtlace. Tercase sabidos. IfMIM Hn, Creaeenle 30, aa I boraa e 55 minutes da m Chela a 8, a l hora e 8 mlnutoa da t. Hingoante 15, ai 3borai e 6 mlnutoa da m. Nova 22, a 1 hora e 14 minutos da tarde. rBKAMAD.DE BOJ Prime ira ai 11 hora e 4J minutos da manhla. Segunda s*l1 hora e mlnutoa da tarde. I1BTIBAI DOI OOBEIIOI. Oolanna e Pirahiba, i aerundaa i seitaafeirai. Mo-Crande-do-Norte, todas as quintai-feiraa aomtlo da. Garanbune llonilo, i 8 c 23. Boa-Vista, e Florea, 13 e 28. Victoria, s quintas-ft-irai. Olinda, todos oa dlat. •. %  OTICIAS HTnAKOIIBtl, Portugal. 16 de Novbr, Austria.. 2 de Novbr Hespanba. 8 de dito Salsas. .. 2 de dito. Franca ... 8 de dito ISuccIa... 28 de Uutbr Blgica... < de dito Inglaterra 8deNoabr. Italia.... 31 deOutbrE.-Unidoa 26deOulbr. Alemanba. de N^brlMeilco... 15 de dito, Hruasia... de dito. California 12 de dito Dinamarca29 de Oulbr Chlll. 8 de dito Russia... 28 de dito i de BMOO noraa. 16/000 • > de 4/1 mi 9/000 a Prata.—PataeSe brasllelro.. 1/910 a Pesoa columnarios... 1/920 a Ditoa mexicanos 1/740 a 28/600 16/200 16/200 9/100 I/OlO 1/910 1/750 PARTE OFHCIAL. EXTERIOR. LISBOA 3 DE N0VEMBRO. Amantes sinceros da liberdade, he por ella que nns doem os escndalos, s vi9tos etn Portugal pela primoira tez em 1837 e 1838, e agora renovados, no anno de 1851, e no feliz reinado do duque de Saldanha. So taes hoje, como entSo. Praticados pelo mesmo partido, sempre amigo da orden), da lbenla le, e sobre tudo da monarchia, recommendam-se principalmente pela circunstancia notavel, de seren pausados face de um governo a que preside o regenerador famoso, que entte as bellas promessaa do aeu programla nSo omittio as de liberdade, e-moralidade, Foram n'aquclla poca obra dos psoudolibraes. S.lo hoje obra dos pseudo-cartistas, a cujo bando preside o ministerio do duque de Sal lanha. Este militava entao as fileiraa da Carta, e hoje milita as hosles da demagogia. Eis toda a dilTerenca ; a qual em nada diminue o valor dos feitos patriticos porque sempre se teem distinguido os progresistas. Import ira-nos pouco essa allianga monstruosa, se ella nSo se apresentasse funesta para o paiz. He esta a nica milircss.no que nos fax commemoral-a. E para o fazer-mo* pornenhum outro sentimento somos inspira los. A ncssi situacSo, de vencidos na lucta oleltoral do circuito de Lisboa, em nida altera a longammidado, com que estimos*rmado9 para soffrer qualquer revez. Le.nbra-nos primeiro do que tudo.-quo muilos potos precisim s vozes de desengaos comprados por urna experiencia amarga para saberem couduzir-so. Sobrada a tinham osd'este circulo, como os do Portugal inteiro ; mas perece haverem-a esquecido. Era bem que a renovassom. Tomos onviccSo profunda, de que nSo lhes fallar. Anda mal! A nossa religiSo no augusta; a nossa causa he nobre ; o nosso culto nao pod > deiiar de|ser sincero, e ardente. Quanto sSo estes os sentioienlos de um partido, nada ha que seja capaz de o supplantar. Embora triumphem os nossos adversarios. Sentimol-o smente tanto quanto devenios senlil-o. Mas nem a sua victoria nos deslenla, nem a sua detrola nos alegrara. Derrotados eslo ellos de ha limito lempo moral mente; e nem por isso alardeamos da nossa superioridade. Quanto mam, que nSo potemos prescindir das condicOes do triumplio, para avaliarmos devidamente a sua signiicacSo. Equcm duvi.la que nem sempre a victoria importa verdadero triuinpho ? DJS martyres nunca os lyrannns trumpharain, a unos Ja religtloque n'ollee perseguan, apezer de os vonecrom nos flagellos, e nos tormentos. Tempo ha)e. vir, o breve, em quo nos oc(Joinmando das armas. Quarlel general na cidade do llecifc, II de dexcmbrn de 1851. OaDBM DO PA H. 41. Para conbecimento da guarnirlo e effeitos necessarios, manda o Sr. marechal de campo graduado Antonio Corro Sera commandante das armas desta provincia, dar publicldade as imperiaes provisoes de 14 de outubro do crrante anno, que seguem transcriptas, as quaes lhes foram remanidas por copia pelo Exm. Sr. presidente com cilicio (le 9 do crrante datado. %  •Pron'io. Dom Pedro por grata de Daos o unnime neclamaclo dos povos, imperador constitucional e defensor perpetuo do Brasil: faca saber aos que esta minha provisSo virom, que havendo subido a minha augusta presenca urna consulta do conselho supremo militar, datada de 22 do agosto do corrente anno, que mandei proceder, tendo o mesmo conselho em visti do plano da organisacSodo exercito, approvado pelo decreto de 19 de abril desle anno, seo tempo, pelo qual os ofllciaes devem permanecer em um posto para poderem ser promovidos do superior, se Heve contar da data das graduaces para aquellos qua as tenham tido, oo se da data da elTectividade. E attendendo qu \ na conformidade das dlsposiefles do decreto de 20 dejunho de 1799, e do alvari de 3 de Janeiro de 1807, os "lli ciaes graduados gozara simplesmeote das honras dos postes, em que s3o graduados, e dodiroito dos com mandos sobre os ofllciaes de menores graduacAes on postos ; se precedem pelas datas dos respectivos decretes tendo s eiercicio do posto ¡inmediatamente inferior ao da graduacSo, no qual so elles effectivos, e Unalmente que a lei numero 585 de 6 de setembro de 1850, expressamente determina, que ncnhuoi offlcial poder ser promovido se-n ter completado os annos de servico em cada posto designado nella ; o que tudo me foi pondelado na mencionada consulta pelo referido conseibo com o parecer do qual inleiramente me conformando : hei por bem, por minha ¡inmediata e imperial resolucSo de 20 de setembro prximo passado, determinar : que o tempo pelo qual os ofliciaes devem permanecer em um posto para poderem ser promovidos do superior seja contado da data do decreto, que lhes conferir a elTectividade delle e no das gra luac, 'S para aquelles que actualmente as lem, assitn como para os que as obtiveom d'ora em diante. Pelo que : mando atoridade a quem compete e mais pessoas a quein oconbecimento daala pertencar a cumpram o guardem Ho inteirameute como dovem o nella se contem. Sua Magostado o Imperador o mandou pelos membros do conselho supremo militar cupemos da apreciacSo d'esse triumplio, abaixo Mfignados.— JoJo Mulins de Souza |tao engrandecido polos orgSosda liga repuCaldasa faz nesta corte e cidade do Rio do;blicano-cartista, e t5o briosamente victoriaJaneiro, ao* 14 di as do mez de outubro do|do pelas vozarias dos enthusiaslas patrioliauno doMscimcuto de Nosso Senhor Jess eos, que onlre as boas qualidades.de que ChristOde 1851.—Eeu oconselneiro Mineel se adornam, contara a do saberem ganliar da Fonseci Lima e Silva, secretario de guerbem o vil preco porque s3o assoldadara a flz escrever e subscrevi.—Aotonio Eldos. zeario de Miranda e Brillo. -Francisco Jos Superiores baixeza de taes adversarios de Souza Soaros de Andrs.-Conforme.-despresamol-os como elles mereccm ; e No impedimento do ofllcial-maior, Feliciacom ell-s as suas infames obras. He inno Gomes de Freitas. digno da victoria qnem d'ella abusa. O Candido Ital Ferreira, vencido tratado vilmente, torna-se ilol-o AJudante de ordens encarregado do detalhe. o todos aquelles que no teem alma Cor%  Praw-rfo ru P ta e curaca depravado. Em todo o cairotisao. ,„.„.. so ,os principios porquoh victimado inDom Pedro por gra C a de Daos o unnime Mnia •„ r e r 0C idade, no perdem quilate aeelamaeso dos povos, imperador conslitua| da gua excenBncit cional e defensor perpetuo do Brasil : raco Es a nSoso dec ¡,¡ a pelas intrigas, pelas saber aos que esta minha provisSo virem, lorpesas e polas traiefles. No tribunal da que tendo subido i minha augusta presennaSo j|| uslra(la ¡¡-nente depOem a sciencia, ca urna consulla do con?lho supremo mie 0 racloc j n ¡ 0 A estupidez, e a maldade, filar, datadode7 de julho. do crrante anDem sequor oustm p roximar-se d'esso trino, que mandei proceder sobre o ofllcio buna| ,; emenJo 0 mundo ha-de ser gonumero 401, em que omarechaldo campo verna()o sem pre pela intelligencia ; sofTra commandante das armas da corle repree(]e embora a g 0ra ou i 0 g 0> momentaneasenta contra o abuso de se darom gradamentc 0j ¡apelos da selvajaria, ou da perr.Oes de inferiores nos corpos sem resinevers ¡,j a d e SSo. E allendendo, que os commandantes A nossa f n e ., las ver dades he viva, e rodos corpos nunca foram autonsados por DUsta< disposicOes legislativas ou do govorno para S er embargo tememos pela patria; roconcederem graduicOes de olTicial inlenor, C9amos pe | 0 throno; tromemos pela lberJe cabo de esquadra, nem mesmo do ans^^ A ntes da aurora salvadora, quantos peeada, dos srus subordinados, que laes n,,!^ n3o p0( iem vir sobre o paiz ? Em que graduaces sSo mu nocivas a boa ortlom miser0 esta( i 0 n So estar file, ao arrancardo servigo, e linalmento observando-se que aetlas m ¡ os destruidoras, a que a mais nepela l¡ numero 585 de 6 de setembro do perfidia o entregou ? 1850, fui prohibida a oncessao de gradaorosultalo da votacSo, no districto do cSo do posto immeliafo d.is olliciaes do L ¡ !) i, oa> n g 0 n0J 8ur prehen leu. Osexcessos exordio, excepto smente do mais anligo a 9e en t re g aram 0 s vencedores no nos de cada classe, quando por suis circumsmarav iiharam. Tinhamol-os previsto ; portincias o morecor, o que tudo me ro ponn3o cos t uma[r ,os ¡Iludir-nos. Os factos derado na mencionada consulla pelo rereyieram senSojustificar as nossas apprehenrido conselho, com o parecer do qual nisflas K como nao p ¡ leiramenle me conformando: hei por bem, P rximo de um govorno altamente impor minha immediata o Imperial resolufilo JnorB [ # n j 0 pode deixar de se respirar o ar de20 de solembro ultimo, determinar: prielD p B8la d 0 j a corru?3o. Nem lodos teem meiro que, conservando-se as graduaces, anl jdoio contra a infeccSo do poder. Que que se lem concedido at o presente a aloulra cuu3a | iavia esperar, quando nao guns individuos fica d'ora em oanlo inteieS q Ueceu procasso algum, para innocular ramente prohibido aos commandantes dos n „ corB gg„ j 0 s povos o virus morlifero, de corpos dS diversas armas do exercito daq Ua o governo padece; oque o ha-de annirem taes graduaces. Segundo, quo as gra,. u ¡| ar ? duasOes que devem gozar 8S pracas penen_ ^ Jos 0¡ccesso30 que precisamos d¡ccnlea ao estado-menor dos corpos sao de zer p Q Uein n g„ conhece a ndole do parliprimeiro sargento, o tambor-mr, clarirn( j () d em KO j(ico ? Ou quem pode ac editar, mor, mestre do msica, mostr de cmelas se j a ca p iZ d e conversao a iiconca na sua o mestre de tambores; do segundo sarg->nMsencla p Nao 08t3o na memoria de todos to, os espingardeiros, coronheiror. ailiu01 geus precedentes honrosos? T3o longe ees de fogo, aelleiros, serralheiros e carpinyao j d no3 gsjaj e pooas de ominosa recordateiros do sege, e de cabo de esquadra, o coSo> om quo elle mooifestou oque he, e o cheiro pertenoente ao regiment de arlinuuc jamis pJe deixar de ser, comIharia a cavallo. Pelo que mando a outoripoj i 0 na sua mxima parte das fezes da sodado, a quem compele, e mais pessoas, a c ¡ e d a j e trio inioinaveis como estpidas, qt.em o conhecimento desta porlencer, a l¡¡0 brulaes como corruptas immpram e rjuardem Wo inteiramenlo cog fa ¡mpossivel que |o o3o conhecesse mo devem e nella se contem. Qg Sua Magestade o Imperador o mandou peA '(.jyijgfjjo n g 0 pr0 gr¡de entre nos I he los membros do conselho supremo militar mBnlira Retrogradamos ; e d'um modo abaixo assigoados.-Joao Martins debouza iacrjve |. Pouco mais, e a sociedade portuColdasa fez nesta orlo acdale doKIo de a „ r 5e .|, a alTrontada por hordas de Janeiro, aos 14dias do mez de outubro ao ^i^genj f r ozos. soffregos de tods os cnHIIIIII do nascimento de Nosso Senhor Jess mBS -, n(1 a os mais horriveis ; e para cuinuChristodelbl.Eeu o consellieiro Manoel | 0 ue ¡g noa ,i n ¡a pralicados em nome da 1¡daFonseca I.imaeSilva, sicretano de guer1)8rdaJl ra a flz escrever a subscrevi.-Antonio El : ]le Q riju para ncarcompleta a rogezeario de Miranda e Bruto.•-l'.anciscojoao „„,.;!„, Nao i ar da. Para la cominhamos de Souza Soares de ^'^ %  ^ na T ^" /• frente d'cssa (Husma noj na, e lieiionda, alii seveem os moares homons do paiz I pital do reino, so a ultima podra precios, I que restava por engastar nagloriosa corda | do triiimphador de Lobios. Depois d'ella, esta acabada, a invejavel. O nomo do duque de Saldanha ha-de oceupar na historia 0 logar, que tao de dlreito lhe pertence. Assim era necessario que fesse. llumiIhada a magestade do chefe de eslsdo emSCarlos —despojado o rei das dragonas da I commandante em chefe ilo exercito, para adornarem os hombros do digno neto do marquez de Pombal, tao leal o fiel rainha D. Mariall, como aquelle o fr a F.l-B D. Jos, mal podia o duque regenerador sorfrer no seu orguho, que lhe eclipsessean a gloria. Tudo se dispz convenientemente, tu hroe siiu radiante, c victorioso¡jda lucta em que se empernara. I N3o asquecen um s nicio, por mais ioi' que o atroz, por mais brbaro o deshonesto, que n3o (osse posto em ac(3o polos dois tnicos ministros, quo teem concentrado em si o poder. Omarechal triumphi anda hoje—na victoria do partido exaltado, com o qual se al1 mu para consolidar o throno e a carta constitucional ¡ — A par do nomo do presi lente da junta soberana do Porto, que 13o affecla se mostrou soberana da rainha, l figura elailor por Santa Isabel o nome do conde de Saldanha, filho do marechal 1 Oque chamaos a islo, cscriptores do govorno? Ser ou no ser ailianca? 3o se abracara. Si3o cora Babylonia' Anda ousareis uegar esse pacto infernal, a que vossos amos se viram obrigados a recorrer, para escaparem sorte que os esperara, urna vez que triumphisseo partido moderado? Pacto infame, a que nlo obsto* nem a honra, nem o remoso, nem o decoro, nem os per i gos que elle em si mesmo evidentemente involvia ? O marechal triumpha anda hoje! — as proclemacOesanarchicas, afiliadas com profusSo pela capital, na linguagen: mais patritica, e mandadas guardar por cabos de polica, para que n8o fossem arrancadas; que era pena n3o serem lidas por todas as produccOos dos alliados do govoruo. O marechal triumpha — Nos insultos, as ameacas antes e depois da eleicSo — a empregados e n3o emrm a hospitalidadconlinuoii a estendera un milito ..Tan le numero. Um summa de mais de 486,000 francas tem sido repartida por 2,081) refugiados. Os vicios da organisacSo municipal s3o patentes pela necesaidado em quo so acliou o governo de demitlir cm um anno, de accordo !" ii o conselho do Estado a 401 fun cionarios electivos dos quaes 278 s3o rruires a 123 adjuntos. O numero dos conselhos municpacs dissolvidos eleveu-se a 126, o dis guar -s nacionaesa 130. Anda que a conservacSo da seguranza o a applicac3o das medidas severas estejam en carregadss principalmente ao ministerio do interior o reclamem antes de tudo, sua ac c3o, o seu zelo esclarecido nada lem poupado para que ella se esteniesse ao mes no tempo a lodos os meios de estimular u 1rabalho ; esta prmera condiccSo do bem estar e da t'anqullidade. Por isso a admlnistracjao municipal de Pars adoptou dous vastos projoclos, osquscs ao mesmo lempo offorccom a vanlagam de facilitar o abastecimiento decaptalo doeiibeleza-la : quero dizer a construyo de pravas de mercado e o prolongamonto da ra de Itivoli. O impulso communicou-sc logo de Paris aos departamentos, os quaes destiuaram sommas coiisideraveis trabalhos utois. As scicncias e as attes tem recebido no tavois estmulos e as sommas importantes votados para a restauradlo de muitos monumentos histricos, roceberam sua applicac3o. Dous projeclos do lei pedem urna prompta solufSo : um tem por obj -cto delermiuar as MI ¡ i %  11111 -: n; i "> f -, dovidas aos ciJadaos que sofireram prejuizos meteriaes por occasi3o dos accoiitccimentos do fovereiro e junho; o outro he relativos reorgaasa;3o o trabalho as prisOes. Ha anda um projeclo de lei do qoc vos fallei em minha precedente mensagem, e aoqusldoua maior importancia; lie aquello que lem por fim soccorrer os velhos destrozos dos exercitos da Repblica do imperio. (Sorrisos e murmurios.) Circunstancias independonies de minha vontade lem empedido at nqui sua apresenlacao Espero que codo podoreisacolhe-lo coa favor; porque rogo-vos que nao o esquecaes, ha em todos os pontos uo territorio, homeiis pregados — consentindo-se que os nome de muilos cidadaos apparecessem estampados coborlos ue rendas, que sacnlicarain-se em pelas esquinas com as notas mais iufamandefesa da patria e esuerain ser soccorndos. tes. Tanta foi a liberdade que o regenera Para elles o tempo urge ; a idade e a midorlhcs garantiu para elles excrcerem seu seria os opprimem. ( Novossornsose tnurdireito deeleitores, o qual nom a todos se murios.) atreverama tirar! Finanrns, O marechal triumpha I I A situac3o ho t3o favuravcl quanto o per— as violencias, e nos attentados, permiltem os empenhos do passado o as locerpelrados face do governo, em que fliguratozas oliticas do futuro. ram agentes do govomo, em honra da regeo balaoco do auno de 184!) quo v iioiai; i'i, a em obsequio da liberdade. O maraclial Uiumpiia 1 Venitc gente (Eslandarle ) MENSACEM DOPHESIUENTE D\ REPBLICA FRAECEZ V LUA A' ASSEMBLEA PELO MINISTRO DO INTERIOR NA SESSAO, DE 4 DE NOVEMBRO DO CORRENTE ANNO. Seuhores RepresenUutes, venho como coslumo cada anno, apresentar-vos o relatono dos tactos importantes que tiveram lugar depois da ultima mensagem, todava crcio dever passar em silencio os acontecimientos que a mou pezar, poderam proluzir certas dissentimentos sempre lamer-taveis. A paz publica, salvo algumas agilacoas parciaes, nSoterr. siJo perturbada ; e mesmo em muitas pocas em quo as didiculdades polilicas eram do natureza propria a onfraquecer o sentimento da soguranca e a excitar alarmas,o paiz por m attitule pacifica tem mostrado no govorno urna confianfacujo leslemunho me lio preciso. Seria com tudo imprudencia liar-nos nesta apparencia dotranquillidadc. Una vasta conspiracao demaggica so organisa n Franca e na Europa. (Ligaira agilacao esquerda.) As sociedadas secretas procuram estender suas ramificacOes at aos menores municipios; tudo o que os partidos conten de insensato, de violento, de incorrigivel, sam estarde a-cordo nem sobro os homens nem sobre as cousas, se tem aprazado para 1852 n5o para construir, mas para destruir, Vosso'patriotismo a vossa coragem, ao pardos quaesesforcar-me-hei por marchar, pouparao, nSoduvdoa Franca, os pengos do que esta ameagada, mas para conjura-ios ctimpre que os encaremos sem temor como sem exageradlo, cumpre-me ccnvoncios doquo gracas forca da administracSo, ao zelo esclarecido da magistratura, a delicado do exercito, a Franca nflo podo perece, rinnamos todos os nossos esforcos alim de tirar ao genio do mal at a esperanca do um successo momentneo. O melhor meio d^o conseguir, me pareceu sempre ser a Ipplioaetio desse systeoia que consiste, de um lado, em satisfazer lar* gamenteos ioteresses legtimos; do outro em sulTocar logo em sua appari^ao, os menores symptomas de ataque contra a religiSo, a moral, a sociedade Assim procurar trabalho concdanlo a rompanhias nossas grandes linhas de caminhos de ferro, e com o dinheiro que o Estado tirar distas concessOes, dar um vivo impulso sos out'os trah ilnos em lodos os departamentos ; animar as instituidles destinadas ao desenvolvimnlo do crdito gricola ou commercial; ir por meio deestabellecimenlos de beneficencia em soccorro.de todas as miserias, tal lem sido a tal deve ser ainda nossa prmera sullic tuda, o lio seguin lo est-marcha qua ser mais fcil recorrermos i repressao, logo qua a nacessidade dola se flzer sentir. Interior. foi submettido, fazcotihecero saldo dilinilivo da>le cxarcicio ; o deticil que alte d\s. carKo do ihesouro, nflo excede a somma indicada pela mensagem do 12 do novornliro passado. O decreto quo diminue dous mozes dura^aodosexorcicios foi applicadu sdospezas de 1850, de sorto que desde gora lie fcil apreciar exactamente o delicil, o qual ficar, folgo de poder annuucia-lo, abaixo das privisO ;s da commiss3o do orcamenlo, e mesmo dasprevises da adminislrar;3o. O urca memo de 1851 est com andamento de execuco e os resultados que ha de aprosenlar dependerao muito do producto das rendas do-, iilt i oos mezes. At hoje a cobranca dos impostos offereceu un resultado animador. As contribuirles directas continuam a ser pagas com exactidSo. Sua cobranza, aprsenla um melhoramento real sobre a situacSo do anno passado quu ora ji favoravol. Os impostos n lirectos rcsenlira^se da falta de coulianca no futuro, sem que todava tenha havido at aqu nenhumi diminunao sobro o lotal das receilas calculadas no ornamento. A dimlnaieSo que oxperimentaram alguns ramos da renda, principalmente os direilos de registro, esta compensada pela elev.ifSo da somma dastixasdeco Dsumo,o que prova a prosperidade e aclividado das classes as mais numerosas. A diiiimiiic.lo dos productos das alfandogas n3o revele nenhum syinptoma funesto; compensado no quo respeita ao assucar colomar, pelo augmento dasarrocadacis sobreo assucar in ligeni, ella si exulica para oulros objortos pelos efleitos da le.i do II do Janeiro passido, aqual regulou as rclaQOes econmicas da Algeria o da Franja, ecujos beneficios para nossas possesses da frica hSo de augmentar pela instituiclo recente de um estabellccimeot'j do crodito. Nada ha oestes resultados previstos que n3o esteja conforme com os iutiresses geraes do paiz. o progresso sustontado de uossis exportafes em todo o genero, veio compensar para nossas inlustrias o affrouxamelo do mercado interior. O compuo olovado a quo ollas chogaram nos uilimoi airaos, comparado com a somma das importaces explica a ioilucncia dosmotaes preciososnin nosso paiz. Este augmento do expurtac.'S esta tanto mais soguro para o futuro quauto elle se fundu sobre a marcha progressiva da civilisaclo. Em resumo o ornamento do 1851 ni de apresentar resultidos qritsi conformes com as prensos. As obras publicas e extraordinarias ejecutadas em 1850 e em 1SM e!eva-s • somma de 172 milii" 's. As arrecadacOes ddstes dous annos esiao longo de chagar a esta somma, por tanto urna pa/te da despoza dos trabalhos pblicos sera foila pela rend futura. Apazeaordom tom principalmente por effeito melhorar a situadlo das classos operarlaseesle meihoramenlo hoallestado poNa maior parte da Franca, as meliJas orlosmovimeutosdos futidos das caixasecononarias tem sido suflicientes para assegumicas. Os depsitos desta n'"" "8No impedimento do ofDcial-maior, Felicia no Gomes de Frailas. Candido L'.al Ferrtiru, Ajudante de ordens encarregado do delallic. diara rar a ordem—, porm o astado de sitio, mantido na 6." divisao militar julgou-se que menlaram durante o anno de 1850 e durante os seis prmeiros mozes de 1851, com doviaserestondido ao departamento de ArumaTapidez tal que em nenhuma poca se deche, ensanguentado por conflictos frepoda verificar em semelhante augmento; quenles, e mais receulemeute anida aos depoimBste estado do cousas tinha pengos, parlamentos do Clier e Nievre atterrados e a assembla do accordo com o goveruo procurou prevoni-los, concillando por meio da lei do 3u do jauoiro ultimo os interesses destas instiluigOes justamente populares, e os inleressossosdo Estado. os estadistas da regeneracao. Breve chegarenios ao apogeo do tanta foliada Je. As seo as, representadas liontoin na cacona um principio de revolla. (Sorrisos iro nicos esquerda.) Em Ly3o organisou-so urna polica forte e, iinics, aqual abraca I2cidades ou muir cipios suburbanos que a lei comprehondeu isob'adenominscao de gglomerac3o byomeiros tactos observados dio a conliocer n88a jque suas vantageos foram comprehondidis i Os refigUdos polilirosenlram emalliliacaol pela massa tao aumerosa e 13o interessaute 1 perigosa, alguns vencersmser expulsos poJ dos depositantes. Esta lei principia a ter execucSo o os priUma outra lei concedeu o emprego da paquetes no Mj-lilerrsneo industria particular. II i para desojar quo concessOes semeIhantes permillain estender nossas relar;(5es de commercro e de correspondencia com os paizcs trans-nthlantios. A administracSo ocupa-se dcslas quest :s c dula os meios do rcsolv-las. O ministro da hienda usando da autorisacSo que llie tora dada, nogociou as rendas provenientes ta liquidac3o das caixas economicis. Su lovarmos em considerafSoas circumstsneias ao meio das quaes se effetuou a nagocia{Su, n.lo se poder deixar do cnnfessTque io¡ feita segundo urna taxa muito vanlajosa. A assembla nchara ahi a prova de que, quando as preocupadles polticas liverem deixado do posar sobre o esa Jo do nossas linancas, ser fcil, se ella o julgar nocessano, recorrer ao crdito com conlieces favoiavcis ao Ihesouro. Obras publica'. A importancia comm-rcial, pnlitici o militar dos caminhcs do foco torna-se de dia e n dia mais evidenlo. No impulso goral, Dio a vanear, seria recuarmos. O governo comprelicndi'u is completo. Fazom-se estudos no mesmo sentido para ni ih -..i i.e i'.n da navegacSo martima do Loiio e do Carona. Entro os trabalhos das construccOcs civis o dos palaCioa iiociuiioOS qu6 Ilao do ser terminadus no curso dosle anuo, fttrei raeiico das bacas do Versallies e do SllMCIon I, da innli.itli I-I do Sania i, -nnv-va, da casa do sello e da reslauracao dos salos do Louvre. U.ii projocto de le relativo ao acabamento do Louro est sendo estudado e ser-vosna sera demora apreseutado. Desdo muito tempo o commercio roclamava a libcrbado dos transportes em materia de cairel igem ; hoje a opnu.io publica esta legtimamente salisfoita a esto respailo. Fitialmeuto os uecretos recentes quo dora m um i nuva orgaiiisacSo ao corpo e a es cola de pontos o calcadas, preparara a applcac3o das lois relativas ao moJo do recrula ment dos engenlioiros. kgricultura e commercio. O governo tom proseguido na realtsacSo do vol proferido pelo conselho geral da agricultura, das manufacturas e do commercio para a iustiluicao dos concursos 1.1o ulois ao nielhoi'ainoiito de nossas racas do auimaes domsticos. I'ara facilitar esta aiiunaejo, foi introduzida no projeclo do orcaineul) de 1852, urna pelicSo de abono suplementario. A adminislncSo submetleu a meditacao do homens especiaos difiranles quostes de um alio ioleressa para a ag'icultura e fez publicar documentos sabr a cultura do 11 ii lio na Blgica e llollanda. Um exame sobre as iiistiluicOcs de crdito territorial a agrcola facilitar, mu novos documontos, o estudo e a discussSo do projeclo de lei de crdito territorial sub]manido nesle momento as deliberacOos da assembla. Os resultad os do oxame sobre os ostabelecimentosde colonisacSo agrcola da Dolan la, da Sussa, da Blgica oda Franca foram publicados. Dirig, lam-se inslruccoes ospociaes c minuciosas aos prefeitos afim de facilitar %  ex 1 cucan da lei de 20 do marco do 1851, A qual nrganisou a representacSo legal da industria agrcola, eos conselhos geraes foram convocados para applicarem urna da suas disposicOes mais importantes. Tempestades e furacOes em muilos pontos da Franca teem arruinado numerosas familias. Alim do soccorre-lss, o governo assnciando-se aos esforcos decaridado privada, e levou, por decreto de -7 de agosto ultimo, a7l|2por0|0a laxa do soccorro que llvenlo ser concedidos em casos da iguacssinislros. Um concurso de acontecimentos e decircumslancias, presentes momoria de todos, linbam abaixado o preco dos gneros alimenticios, porm asmudances operadas por alguna esta los da Europa, principalmente pela Inglaterra em sua legislacSo sobro os graos, vieram abrir nossa agricultura novas vas deexporlacSo. De 1849 para c nos-as expedicOes teem lomado um desenvolvim'tito descouhecido al entSo. A puM-celo do \tlas cstatistico dareprodilecto do cavallos em Franca vao sendo coolinuadi com pclividade, e demonstrar em breve que nussal riquezas em animaos do genero cavnllar, nao co lem as das outras nacOes da Europa. U ii decreto de 3 de setembro do 1851 reorganisou as cmaras de commercio, e recoiiheceudo-as como estabellecimentos da iilililide publica, salisfez a um de seus votos frequentementa expremido. Alguus factos bastante deploraveis hiviam inspirado inquietacoes sobre a orgauisico das sociedades e agencias lonlineiras. Urna commissilo procedo rivisSo dos estatutos para o fim do dar-ihes todos os melhoramenlos o tojas as garantas que so e impail -e-ni com a natureza destes estabollecimnnlos. Publicou-si um ri-gulamonlo do adrnnislrac3o publica sobro ai loeieiladet de toecorros mutuos, cm exicucSo da le de 15 do julnode 1850. Este regulameuto deixa-lhes a mais plena liberdade sob a nica reserva das garantas indispensaveis. O rotatorio proscripto pela mosma lei tara conhecar aparle pela qual estas sociedades contribuem para o melhoramenlos da sorle da classo laboriosa. A lei de 4 de maio de 1851 determinou as bazos do contacto deonsno no ¡oterosso das familias operari'S e no interesse da industria. Ella tem por cll'eito aasagurar ao aprendiz legtimas garantiasde instruci.-.'ei e de niii nli i.i le, sem alicatar contra a liberdade o Iraballio e contra os dreitos di lamilla. Um decreto do 17 do maio ultimo determinou as excepcOes ao regulameuto estai % %  i %  i pela le de 9 d setembro de 1818, o qual limilOU a doze lio as a diiracodo ll lia. ai effeClVOS nislll i ola 'i-iras 0 otllCnas. O governo julga ler juslilicado a con llanca do legislador. 03 avaucos felos por cerlos patroes a seus ouerarios, callocavam muitas vezes estes ltimos na impossiliili Jado de emboleal-oaj c obiigavani-uos por um lempo illiuiitado. A lei de21 de maio ultimo, redusindo a 3U francos a somma dos vanos prcvilegiados, conciliou a liberdade do 1raballio com o respeilo devdo s convonCiles. C! projeclo do lei das marcas de fabrica, do la o alto iater tsse para a industria e para o commercio, suVeu ja o exame do conselho do Estado, e brevemente ser submellido Assembla. O decreto do 21 de dezembre 1850 eslabeleceu as bases de urna nova organisacSo do sorvigo saiiitirio no litoral; esta orgauisac3o mais simples e mais em harmona com 0 complexo de nosso systema a lu ilustrativo foi realisada no curso do presente anno. Delegados das potencias eslrangeiras, escomidos no corpo cousulir o no corpo meJico, por convite nosso, preparara presouleraeiito c o Pars as bazos du um regu1 linalo uniformo para todos os paizes situados as ,II ii g iido Mediterra ieo, As sommas de nossas exporlacOas revelam a aeu vi ladaJe inipress i ao trabalho do nossa. fabricas, e os rosultaJos obtidos depois da ultima mensagem demonslram al que ponto a industria Irancozu, no meio daacircumatancias difieeil e do una concurrencia iucensantc, sabe Iriumphar dos obstculos 0 augmentar suas vas do exportacao. A superio de cerlos ramos de industria foi v iiiliiiii ula uu revelada ni exposic3o de Londres, como o provam as numerosas i, %  i.iip -o-1-, concedidas a nossos expositores. Com elV i*.? 2 Fr?"ea relativamente, obteve por si s mais recompeusis que os oulros paizes, comprelieudida tambem a Inglalera. O quadro da di-iiiliuic.io goral O O un i. I .: .N.ljs.io uuicamonte nossos productos do arte, de gosto u da luxo que nos valorara taossjccessos ; nossas machinas, njssos instrumentos do precis3o, nossos productos enmicos, nossos couros IraballiaJos, ii"ss i quinquilltar, assim como a preparaCo de uossis in-it -iias primas ou nossos procossos de fabrico e do tintura foram objectos das mais honrosas distiuccOes. A expo¡c3o universal ajumara urna pagina das mais gloriosas aos aunaes da mdust'ia franceza. A assembla nacional alim da manler a legislacSo em harmona com esse progresso assignalado, votou, depois de 12 da novemUro de I8JU, tres ie¡a ¡uipilaules u '•vor do commercio, da inluslria, da marnihaf. A lei de II do janoiro du 1851, que reguluu o rgimen commercial da Algalia ; A le de 13 do juuho de 1851 que reforma a tarifa dos assucares ; os productos coloni.ies teem senado em nosso mercado um consummo nuil vantajoso sem comprometer a prosperidade da luduatria indgena ; A leideSidajulho ultimo, pira animar a industria das grandes percas martimas, e ja do nossos portos priocipaos houve lugar a partida de navios das maioros tonelageos. Ao mesmo lempo fizoratn-se nos reglamentos commorciaes meinoramentos noA mensagem de 12 de novembro de 1850 annunciou urna invesligac3o sobre o estado de nossa marinha morcanto; esta invosHigicSo lovo lugar, os documentos oslan i sujeilos ao exame ue liomeus esclarecidos 1 ecompetentes; seu trabalho trar uteis re



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Sedas furta cores, a 1,700 rs. o covado, por 15o dimihulo preco, que mdeixar de ter um veslido de seda para a fcsta ? na ra do Queimado n. 10, vendem-se as melhores e bonitas sedas furia cores, para vestidos desenhora, meninas c 111 iniceles, a 1,700 rs. o covado ; damse as amostras, ou tnandam-se as pecas em casa par* melhor o comprador eacolher. — Vendem-se relogios de ouroeprata, patente inglcz: na ra da Senzalla Nova n. ]• % %  Arados de ferro. Farinha de mandioca. A mala non e mais barata farinha de mandioca que ha no mercado, vende-ae o* ra da Cruz do Rerifo, armazem a. 13, de Jlo Carina Augusto da Silva. |0 Vendem-se e alugim-se hiena., -che, 8 e io, fundicao de /erro. Vinho do Champagne, o superior qualidade : vende-se no armaem Kalkm.mii irmSos Ra da Cruz, n. 10 Monillos de vento eom bombas de repudio para regar hortas l'rczuntos. Vendem-se prezuntos americanos, muito superiores e por barato preco: no caes da Alfandega, armazem defronlo da arvore. Calcados a 8oo, a,5oo, 3,ooo. 4,ooo, c 6,ooo rs., no aterro da Boa-Vista, defron'c da boneca, II cbcgailo reeculemente os bem conhecid baixas do capim : vendem-se na fund¡c<1o dos sapalOcs du Arscaty, tanto para liomcm de Bowman & Me. Callum, na na do Brum' como para menino a 800 rs., do orelha a ns. 6. 8 e 10. 1,000 r., ditos dn lustro p'ia ditos a 2,500 QQ0QQ99Q9QQQOQ9Q0Q rs., ditos para liomem os melhores que O — Vende-se um grande sitio no lui-i tem vindo da Rabia a 3,000 e 4,000 rs., e hora gardo Manguinho, que lica defronte O lins a 6.000 rs.; assim como um novo o Q dos sitios dos Srs. Carueiros, eom Q completo sorlimnnlo_ de calcados fiaucezes Xarope do Bosque. 0 nico deposito contina a ser na boliea de Jos alaria Concalvos Ramos, na ra dos Quarteis n. 12. ao p do quartol de polica, onde se vendem as garrafas a 5,500 rs. e nielas a 3,000 rs a dinheiro vista t sendo falso o que se vende em outras boticas. IMPORTANTE PAR. O PUBLICO. Para cura de phtis'ca cm Indos os seus difl'ereiites gro3, quer motivada por constipa coes, tosse, asllnna, pleuris, escarrosde sangue, i %  ">r de costados e peitos, palpitag.lo noccracllo, coqueluche, bronchite, dr n garganta e todas as molestias dos orgSos pulmunaros. I'hii.s'ct broncbial. Esta variedade da ptaUsloa hi geralmente a consequencia de una constipa(So despresada. A principio os symptomas assemeIham-so eos de um defluxo commum, ou catli.-t r J-.-I l ; a espectora(fl(> he viscosa, expessa o orac, mas nfio amarellada, conlendo partculas cinzentas, que so desfazem em agua. A proporcilo que a molestia progride, a tosso augmenta e o muco viscoso phle^ma vaisc misturando ca la vez mais eom um fluido amarellado que assenelha ao pus ou materia c algumas vez's eom prquenos raios de sangue. Em muitos osos, a expectoraCIo tem urna apparencia esbranquicada que se sseme|ha ao Ico, o algumas vezes urna cor manila esverdeada, qui brevemente se desfaz cm agua. A principio, o pulso torna-se um ponco acelerado o tenso para a Urde, e o cilor da superficie do corRAPE' PAULO CORMIBO c llegad o ; uit mmente lqji de ferragens da ruu daC'adeia do Jlccife n. 4>5. • Vendem-se chapeos do chi# le pequeo-, a 4.000 rs. : na r j, ra do Cic-po n. 23. 4 09%9£££$9iv0AA$£A&Av ven lem-se barris de oltavo eom vinho tinto da companhia dos vinhos do Alio Douro : a fallar eom Antonio Francisco dn Maraes, agente daquella companhia, ou no Recife na travessa da Madre de Daos, armazem do Sr. Jos Joaquim Dias Fcrnandea No mesmo armazem tambem tem pipas, meias ditas, e barris dequarto eom vinho da mu-1111 companhia; a fallar eom os mesmus cima. — Vende-so rap de Lisboa cm frascos, chegado na barca Ligeira, a 4,000 rs., os senhores freguezes que eslSo acostumados a tomar a boa pitada, nfio doixarllo de mandar buscar ao largo da Assombla n 4. SALSA PARRILHA 1)L Lotera do Mo de Janeiro. Aos 20:000,000, 10 000,000, 4:000,000 2:000,000 e 1.000,000 de rs. Na ra da Cadeia do Recife n. 24, loja da Vieira & Filbos, existe os mu aforViuv tuna los bilhetes, meios e camellas da 19. lotera a beneficio do theatrode S. Pedro de Alcntara, cuja lista deve vir no primeiro vapor e estar* patente na mesma loja. Lotera do Rio de Janeiro. Aos 30:000,000e f 0:000,oooders. O cautelista Salustino de Aquino Ferreira, avisa ao respeitavel publico que no dia 19 a ao do — VcnJe-se um bonito molcque crenulo, • corrgnte mez, deve cliegar do Sul de 9 anuos, proprio para qualquer officio na ra larga da llozarin, loja n. 35. — Na ra d se esleirs mu estender cm urna sala e servir de cania para 1, 4ou5pessoas; assim como sapato.de dalerla d0 Hospicio de Pedro begunjpor da companhia brasileira Jo ¡.mmenlo" '.' ¡7,'vendemi no dia aa o vapor inglez Tay.conmto granJes, ptimas para se ductores das listas da segunda loAs ni,i orosaa experiencias feilaTZno uso da salsa parrilha em todas aa enferml dadas, originadas pela impureza do aanBi." e o bom xito obtido na corte peloiiim Sr. nr. S.gaud, presidente da.ac.uemi. "mi penal da medicina, pelo alustrado Sr n, Antonio Jos Peixoto em aua clnica am sua afamada casa de aaude na Gamboa n. lo lllm. Sr. I)r. Saturnino de Olivelra 'm,' dico do exercito e por vanos oulros iedi eos, permittem hqje de proclamaralbunenle" aa virludos effleafes da v !" nio SALSA PARRILHA DE Nota. Cada garrafa conlem duas libra, de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he garantida,.puramente vegetal sem mercu. rio, iodo, potassium. Vende-aeas/ooora. ovidro na botica do Sr. Jos Mana Goncalvoa Ranos : ra dos Qaarteis pegada ao quarlel de polica. Tinta em oleo branca e verde-, vende-se no armazem do alkmann Irmflog, ra di Crnz n. 10. Escravos fgidos. n "I Continua fgido a contar .la nouie <\n 30 do mez de novembro passado de bordo O rretc^oa rus do Collelon l.i T TB,,UC -" B %  -— •— do 1 qua. lempreh. um. aensacodoloroO guudo andar Co g O &* Cruz o. 48, os seguintea genesa no peito e puntadas paasageiraa; mas he 90O9Q0C OQOiOO^<3 ros a precos commodos — Vendem-se velas de espermacet' em caixas, de superior qualidade : em casa de J. Kellcr & Companhia : na ra da Cruz numero 55. AGENCIA da fundicao Low-Moor. — frascos de vi iro eom bocea larg de diversos tamaitos, lats combolacbinlias de A I I inauli 1 muito novas, alvaiade intiito fino cm barricas, zarcao e secante em barriRUA DA SENZALLA NOVA N. 42. Neste cstabeleeimento conliCM > jH 1,uin 1 ; e,n barricas, esna al.avcrum completo sortisenems de canella, cravo ez.mbro, ment de moendas o meias moenvadinlia em garraf5es, e sal de das pura engenho, machinas de fc P M l }?_ !" !" ^ PrlC88 vapor, e taixas de ferro batido e coado, de lodos os tamaitos, para dito. • Agencia de Edwin Maw. iVa ra le Apollo n. arma/.em de Me. Calniom v Companhia, acha-se constantemente bous sorlimentos de Uixa de ferro coado c batido, tanto rasa como tundas, moendas tneiras todas de Ierro para animaes, agoa, etc. ditas para armar em jnadeira de lodos os tainanhos c niadellos o mais moderno, machina horisonlal para vapor, eom torca de 4 cavalios, coucos, passadeiras de ferro estanliado Farinha fontana, cheada ltimamente: em casa de J, J. Tasso Jnior, na ra do Amorim n. 35. r'azendas para senhora, por harat > preco. Cambraias ib' sal icos branros e de cor, a 4,500 rs. COT 8 1|2 varas, e 610 rs. a vara; ditas trancozas de hom gosto, a 560 rs, a vara ; ditas co.o lislras de cor a 3,000 rs., a peca eom 8 varas j easst prela a 100 rs ; cova lo ; cortes de Cias.a pinladas,a 2,000 o cortes do chita coin 12 cova los, a 1,920 e 1,800 rs. ; lencos do linissima cambraia d para casa de pulgar, por menos preco que 01 linho, a 480. 560C640; ditos do camhrain de cobre, escovens par navios. Ierro ngle tanto em barras como cm arcos folhas, e ludo por barato preco. Anligo deposito de cal virgem. Na riii do Trapiche, n. 17, ha do algoilo ( % %  iin bico, a 410 rs. ; zuailes d cor muito cncorpados, a 200 rs. ; dito azues Com 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodSo transado coin lislras, a 180 rs. : na ra do Cresi o n. 6. — Vende-se cm casa de \datnson llowie & Companhia, na muito superior cal nova em pedra, ua ,i 0 Trapiche n. 4a panno de chegada ltimamente de Lisboa a | go d a o para saceos deassucar, Taixns pnrii enguJio. muito superior e biralo. Na fundicSo do ferro da ra do Rrum, acaba-se do receber um completo sortlmento de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as quaas acham-se a venda por preco commodo, o com promptido embarcam-se,ou carrogam-sc em carros sem dospezas ao comprador. -Vendem-sc cera em velas fabricadas em Lishoa e no Itiode Janeiro, em caixas de 100 libras' sortidas, de 1 Velas de carnauba em libras. Vendcm-se velas de carnauba imitando espermacete : na loja de saleiro da ra da Gadeia do Recife n. 36. l'ara jaidins M. D. ndriges na ra do Trapicho n. 26, recebeu una completa colleccSo de adornos para jardin, composta de vasos de louca, brancos e pintados de todos os tamanlios e modellos. Figuras representando as cstararo queS'isinta nina dr liza no peito. A t i-s %  ordioatiamouto pela manh.la ao levantar da Cima, sendo 0111:10 a res;iiraco mais ou menos sihilanle e acompanhada de opprossilo no peito. Se a molestia nilo heatalhada, a expcetoracSo tjrna-se purulenta e extremamente copiosa. A d' bilidado e magreza aogmenlam rpidamente; adilliculdale do respirar e o peso eoppressilo no peito tornam-sn cada v.'Z maior.'s. U pulso lio g'Talmente muito frequente, liando raras vezes menos do cento e vituo pulsacflos por minuto. Pela manbaa, o rolo esta ordinariamente paludo; porm para a (ardo observa-se quasi sempre urna vermelliidflo carregada n'uma, ou em ambas as faces. A lin.-na lica limpa e em muitos casos cssume urna apparencia assustadora tornando-se mais vermelha doque no estado de sado. lia eralmcnto suorescopiosos e fitigantes, durante a noute, n'esto periodo avaiifado da molestia, e, a ulanos que ella seja atalhada, sobnvjm a inllimacao dos tornozcls, dianba e finalmente a morte. Como remedio para esta terrivol enfermidado da membrana broncbial, que zumba quasi sempre da pericia dos mdicos, recommendam os piopiieiarios o uso deste xarope. He por mcio das suas qualiJales alternativas e expectorantes que a cura se efleclua. Urna pessoaque soffia desta especie de phtisica, logo que lomar o xarope conheccra urna mudanca na expectoracSo e nosdcmaissympotomas, o perseverando no seti uso, guiando-so pelas m-i mu %  -, ver que a cxpectoracHo jo torna alunlante,chogando algumas vezes a ponto do assustar o enfermo a cura brav riii iiiiioi 1111 11:1 itii.-i, i, *J a — Vendo-so um. pret. crooula, engom-|t'stas, sem descont algum todos "^ e ^" u e n ;iequaesquer premios que sahirem nos bilhetes, meios, quartos, oilavos e vigsimos, vendidos na pra?a da Independencia ns. i3 e i5, 1 loja decapado dj Arantes, e na ra da Cadeia do Hecife n. 46, lors. a ^ !" £%^&^ZiT\**!^ !" prcmios ^ ue s ahirem lo andar. Batatas do Porto, a 3ao arroba. Vendem-se batatas muito boas, a 320 a arroba : no armazem n. 19, da travessa da Madre de Doos. Na ra larga do Hozarlo n. 2a,'j a de miudezas. Os apaixonados segundo andar, jdeste t5o licito jogo devetn habiliVendc-sc urna mulatinha de 16 annos, linda ¡tar-se quanto antes, ou tcntarem lisura, e coze muilo bem, urna negra de 16 '„ Slia „„.,. „ m „• ,. %  „ <•.„,. „. annos, tambem com principios de costun, a SU sorte em Virtude da festa esduas ditas do 25 a 30 annos com hablilla-; tar porta. des, dous muleques do 14 annos, um mulatiuho de 15, un mulecote de 15 annos.linda figura, dous negros bons trabalhadores de enchada, um negro velho muito robusto, proprio para sitio, e um mulato de 30 annos, linda figura, proprio para feitor por ter boa conducta, o por estar para isso habilitado. Vende-se doce de goiaba lino em caix0esde4 libras: niTua das Cinco Ponas 82, n Vendem-se na ra das Flores n. ai, os seguales livros : 11,000 5,5oo a,800 i.3oo Meios bilhetes Quartos Oitavos Vigsimos Calcados a 750 rs. o par, quem deixar de comprar, isto he para acabar : no aterro da Boa-Vista defronte da boneca. Hi chegado recentemente urna grande jquantidade dos melhores sapatOea brancos Ortolan, explicaco historio das instilu-]1 ue lem vinJ d Aracaty, tanto para helas de justinianno, 2 vols.; o mesmo autor, • %  • %  • como para menino, que por se desehisloria da legialaeSo romana desde sua orijr acabar com dinheiro vista, da-aea750 gom ale a moderna legislaco, 1 vol. : La L 8 par dllos de 'ualro a 2,500, rs. e da ferricre, 1 vol ; P. J. PronJham, da criar.lo P ania a 3 0u0 '*•> bolins brancos, ditos de da ordem na humanidade, ou principios de ,uslr0 P ara bomem, alm disto um novoe organisacSo poltica, 1 vol.; o mesmo aucom P lel sorlimento de calcados francetor, memoria sebre a propriedade, 1 vol. • zes det0llas qualidades, tanto para hoSaint Allin, 1 vol. ''. memeomo para Sra.. meninos e meninas, — Vendo-se champagno da marca anliga corles de 'apele a480rs. ; ludo por preco ebem condecida,, Comel, cm casa de Deane mui l commodo afim de s¡ appurar di Yule& companhia : na ra da Cadoia. nbeiro, -Vende-ieum magnificj terreno muito. — Vende-se, trasi>assa-se, ou K r r.JE3. CrUdT f-^ qualquer outra transaccao palmos de fundo com um viveiro quo tem com aloja, que fot do fallecido Jomis de 400 palmos de compri lo e de muiu s Pinto da Fonseca e Silva, antidioma mglez sendo natural se intitule or livre. Roga-sea todaa aa autoridades sua captura, como tambem os capitSes de campo, certo de quo reconhecido pelo proprio quamo Irouxoraraa da Cadeia n. 39, rezidenci. de Amorim&IrmSos correspondentes daquelle brigue, e do Sr. ProprieUrio do mesmo escravo, receber* de gratilicacJo 80,000 rs. o que se garante pelo prezenteannuncio. largura, o fun lo djste terreno divide com' uinacamboa, vende-se a dinheiro a vista ou S a l0 J a de "erra Oliva & Compiktra^deboas firmas: fallar com N Ga-.nbia, na ra Nova n. 11, a fallar — Vende-se urna bonita creoula, quo coCOIn '• ^ e er & Companhia, na ze, engomla e faz lavarinlo, cosinha e te n ra da Cruz n. 55. excedente conducta, he recolhida e aprenl'l ANQ deu na escola o que sabe de costura, tem 18 | IAAUO. annos deidade, ppropria para mucamba dei Vendem-se em casa de Kalk; porm seu carcter hosalular, e' c,8i t,m bem so ven Jo um muleiue creoumnnn IrmSna na .... JC •dvemente se opera. 8 | lo de 10 annos do id.de, proprio para qual!" Irm f 08 n a ru da Cruz n. AGoors a arroba. quer oiiicio: na ra larga do Hozarlo n. 35, ¡ ,0 > r 'cos pianos de Jacaranda, com Vendem-se batatas novas da¡ — Vendem-se amarras de ierro: na melhor qualidade inirlezas: no l\e-| da s f n lla va n. 42. %  r 1 1 • si1 • "* Vende-se um cavallo ruco com bons anafe armazem de Joaquim Pinhei1 darea, muito m.n C oe mantiio, por pre C0 II 1 /ii\ ni ,11,1 1 >, 111..... .... t 1 1 ¡excellentes vozes chegados ha a pouco lempo. CAMBIUIASCOMBVRRA, a 16 em libra etamCOesdo anuo, as parles do Globo o todos os lieoses da fbula, que recommenda a quem bem de um so tamanlio, por metiver bom gosto, o po.-precos muito rasuanos preco do que em outra qualvcis quer parte : trata-sc no escripto** i,aoo rs. rio de Machado & Pinheiro, na Vendem-se peles de marroquim ra do Vigario n. IQ, segundo de todas as cores, pelo baratsstmo an( j ar# preco de 1,200 rs. cada um.i, e sendo em porcao d-se mais barato : na ra Nova, ioja de ferragens n. 20, de Joao Fernandes Prente POTASSA DA RUSS1A. \o armazem de Jote ieixeira Hasto, na rui do Trapiche n. 17, ha para vender, nova e superior Vianna, defronte da boneca. potassa da Hussia, chegada receotementc. t ... ....wj ... u .. v 11. 1 111.1 1 ui.iuiiu i.i, por preco 1 • 10 Jacome, na travessa da Madre <=ommodo:quem pretender pode procurar de' urancas j c r de rosa, azues e ama* -J". -9h eTs h V,Z^m C v a D nre e „a: ttSta.T 1 f*"" d CadC¡a d eC -Vende-so um bote cm bom estado, e veiro do Muniz sobrado da quinan 39 I 1 e n d3# por preco commodo: quem o pretender di-Vende-sena livraria Ja ra do Colle-, OQ0CX305OCJOOOS3OOOO rija-se a ra dos Cuararapes, casa terrea g,o n 20 o Flezilegio da poesa brasileira, O Na ra do Crespo n Si 5 %  • OU collecao das mais BOtareil comoo.irAe. O „..."._. jl eS P 0 n aa ? — Vendem-sc supenore batat zas, recentemenle chegadas a 600 ba : no caei da alfandega, urmazcln cisco Dias Perreirt. zil por F. A. da Varnhagom. — Vendem-se selins e silhoes —Vende-se 1 ptimo jogo de Pistollas de ingieres, de couro de porco, dtX£m"? !" 2£?*f'"••*'*'*• o .. coiueres para as mesmas.tudo novo,porprepnmcira qualidade: em casi de Aco accommodado: na ra do Queimado. :i hmniM superior de Nantes, em 8 a 20 ania dola Silochegadas a loja de ferragens da ra a bordo do Nova n. 20, defrnnle da boneca.de Jo.lo FerPrilicipios geraes de economia pttnandea Prente Vianna, os mullo apreciadas kliea e ¡ mili.1, 1.1 jarres haciiisCliinezas, obra mu'toreCDmoncd c inuuBiriai, mendavel, pela sua duracSo, e dificuldada Vniido-seeato compendio, pprovado para e m quebrar-se.esta s circunstanciifannunas aulas de pnmeiras letras, a 480 rs.: na "¡a ao fregu za sua utilidade ; na mesma lopraa da Independencia, livraria n. 6 e 8. j, ha tambem para vender grelhas de torrar Casa de commiss3o de escravus. pSo muito em conta, Vendem-se cscravos e recebem' ^Vi'Z ."a loj ?* I"* Nova n ao do Joflo Fernandea Prente Vtanna, os nse de commissao, tanto para a proeos emuilo bonitos apar.lhosde metal fivincia como para o que se olferece muilas K Espirito de 38 jr"os. Ven le-se espirito de 38 graos a 1,000 ra. proprios par. a fest, a 5,000 rs.. — Km casa de J. Keller & Companhia, acha-se a venda vinagre branco, superior de barris de 36 medidas. — Vende-se vinho de champauno legitimo e de superior quali%  diilc. em casa de J Keller X chegada ltimamente a bordo do "• 3 r ,• j ii .? natarhn Fulrrnr fnnile-iilo. de" Van lfl 8e um P'"no com muito boas ^"""P 3 1 4 na rua a Cruz n. 55. patacho L.ulerpe, luildcado deyozes, e por preco muito em conta : na ra I -Vende-se por 4:000,000 rs. um sitio com lrontc do caes do Hamos : trala-SC larga do Hozarme 11 28 armazem de louca se mais de 1,000 palmos do fundo, com casado lili a %  :]> V.MI I ... I 1 %  mesmo 011 na Apollo armazem n. 11), c 1 ouro. prtmcira riuailuiiue: em casi ue i\co accommouauo: na ra do Qi damson llowie & Companhia, na oj d ,V B 'r,!'t?'i oSr '. C ) 10 ^ \ a 1 —3 negrotas crioulas de idadel ra do Irapiclie 11. 42. nos, engomam ecosinham bem, u.„. — Vende-se superior firinha cosoe faI Uvariiito 2mulatisdoiJaj"o"22" 1 j%  a ,, 1 %  annos ongoiham e cosinham, um escravo de de mandioca de Santa Cathanni, nacao,deservi S odecampo \ nt ra DireiU "•" .. ---— —^ ,-.,.,, muya ao 1 -"-•— — rtta do 21 K^SL !" ,na mesm alojasediraquem|vienda c bastante! commotos, copia, UO.000 rs. a preaiio sobre penbor do ¡ estribara, cacimba de agoa potavel, varios da Cruz armazem n. 33, com S \raujo. Armazem de louca vidrada. I ts de larnngeir.s, cafezeiros.o com servenLivros em branco. i l a rranca P ,r no.do qual lie. pouco disVendom-soem casa deKalkmann Irmflos, Un '%17"TZ\l?''! ,l Y' S > '"T !" anidiCnua m 11 __ 1 ... — Vonde-se umpianuoforte muito bom < na ra da Cruz n. 10, livros cm branco chei Tonae se m piaono forte muito bom e gados polo ultimo navio P? r .S r, S 00 %  mo ,: n rul dl > Collegio n. S.L .. 15,3. andar. Obras llespanholas. A IlluatracSo e out'as diversas e interesComo sejam : panellas, escarolas, tijellas, assadores, fregideiras, papeiros, alguidares, tullas para doc •, vasi s para flores, jarsanies publicares" da'bibTiotcV unVveraal -Vendem-se na ru. larga do Rosario n. 36, sm casa do Sr. Paulo Giignoux, todos os pertences necesarios par pr.te.r e dou£— %  |f. \,va a mi. ... uuin.i.a afa, %  inua UU IIIII.I IIfra (lelhi, para no para cha e caf, obrado delicado gosto, '.. o preco commodo ; a elles antes que ae aa seusdonos %  narua da Cacimba n. ti, primeiro andar. Deposito de cal e potassa. No armazem da ra da Cadeia do Hecife n. 13, ha muito superior cal de Lishoa, em pedra, assim como potassa chegada ltimamente, a precos muilo rasoaveis. PJSCHINCHA. Anda existe tima pequea quantia das superiores colxas de linho, do melhor gosto que tem apparccido no mercado, pelo barato preco de 10.000 rs. cada urna : narua do Uueimado, loja n. 17. — Vendeoi-se 100 alqueires de sal, por commodo preco : na ra da Cruz do Hecife n. 24. a caada, o a retallio : na dislillacSo da travessa d Concordia. VNDESE superiores queijos flamencos a 1,300 : na venda da quina do piteo do Carino que entra para a camhoa do mesmo. — Vende-se um escravo velho proprio para tratar do algum sitio, por entender de plantacOos, o tambom para tratar de cavallo* por ter muila pratica: na ra do Queimado n. 14. DKVEIIES DOS UOA1ENS, a 5oo rs. ros, quartinhas, garrafas, copos, morindo Madrid —muilo baratas escripias em „ues, rcsfri.delras ; tudo lino para resfriar bom typo, encllente pipel,'^£• MSUSS JmSMCK^ 1 ^^ agoa, batatos para meninas andarem, ditos superiores gravur.s : vendem-se na casa n | que^lraum da materia. %  baldes de pinito, 6, defrontc do Trapiche novo, e loja de en-! v^assas baratas. para costura o compras condecas de lodos os tamandoa Cadeia do Itecifo n. 8. — Vende-se os bem cotihecidos queijos naTuada cadernacaon 8, da ra do Collegio. Obras portuguezas. '•i^l^l^^ oitanto n. ito : na ra do Cabuga, loj 1 de miudezaa da cncadernnetn n de Manoel Joaquim Dias de Castro. I .. Ve n de-"e cabo'i O Alarmla. | de todas as grossuras, e superior qualidade, Trapiche novo, e na ruado Collegio, loj I. 8. boa de linho e de manilha iras, e superior qualidade, llelralos do Prospero Diniz, redactor da cnumuoem *""• "cas com farello muito Marmota a 100 rs. cada um: no paleo do Coln07 p or v,n,, pel uUimo navio d legio, casa do livro azul. I vre ""•"Pgne multo superior, serveja em rilI.TlII'M \ l>l't'!!l\cit a cestos de duzn, caixas de cem latas com l,lll.(.l'I..U A ILtllINLUA. ¡sardinliai om azeite, e peonas d'a?o muito No I'osseio Publico, loia defaboas: tudo por commodos precos : narua d ar M do Trapicha novo 11. 11. escritorio de I tt as n. i5, vendem-se saccas L aerra & CompatrUi. Acha-se um novo sorlimento de cass.a da corea com 7 varas cada corte a 2,000, rs. casemiras a melhor quo ha no mercado a 4,500 rs. o corle 1 na ra do Queimado n. 19. Pasuio publico n 9. • — Vendem-sa 18 ciixilhoa envidracado8 "pro-iijtos para qualquer obra, por ter sido de urna loja francaza; na mesma loja ven lem-se 300 viras debios e rendas da trra, por preco muito commodo. Sobrado em Goianna. Vende-?c, muito em contaj um bonito sohrado sito, na ra do Meio, n. 58, avaliado em a:oooooo, emo qual tem parte rsula Mara das Virgens e sua irmaa Joaquina \ Ivs de Paiva na BOA GRATIF1CACA0'. Ausentou-se na noite* de 27 de outubro passado o mulato Clementino, de ao annos de idade pouco mais ou menos, magro, altura regular, tem muito pequeo buco de barba e falla muito mansa quando aodaparece que n8o pisa bem com .os calcanhares, eos tuina andar calcado e bem vestido, levou urna trocha de sua roupa, inclusive calca ejaqueta de panno fino azul, e alm do mais algum calcado, um par de borzegoins pardos, com botoes de madreperola brancos, e consta que levara um cavallo, que naquella occasiao alugra, o qual tem os signaes seguintes : — castanbo, barrigudo, dinas pretes, gordo e tem um tatito em urna anca; be provavel que queira passarpor forro, he bolieiro e escravo de Luiz Antonio Siqueira': quem o pegar leve-o a ra da Cadeia do Uecife n. ai, quesera recompensado. — Desappareceu na tarde do dia 13 Jo passado um escravo por uome Joaquim tem os sign.es seguintes: boa estatura, representa ter 35 annoa de idade, falla desembaracada, ps grandes, tem todos os denles da frente, nariz chato, quando anda estala as juntas dos joelhos, levou camisa de algodSosinho branco, caifa do dito azul, este eacravo foi do mato: quem o pegar leve-o a typograpbia imparcisl a fallar com • viuva Roma que sera recompensado. — Desappareceu no dia domingo, 12 do passado, um preto que representa ter 45 a 50 annos de idade, de nacSo cacange, afio, cheio do corpo, sem defeito algum nocorpo, levou vestido, calca de casemira atul clara dequadroae ja velha, colele de setim preto velho, jaquet de brim pardo,camisa de madapoln, chapeo de aeda prelo ; preaume-se que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois apezar deaer do aerUo nfio aejulga que tcnha voltado : roga-ae portento aa autoridades policues e capildas decampo, a captura do mesmo, levaodo-o a ra do Vigario n. II, lerceiro andar, que ae recompensar. 5o,000 rs. Da 15 para 16 de novembro de 1851 desappareceu do engenho Aguas Claraa da Uruc, da freguozia de Escada, o escravo Venancio, de Angola, que muito parece crilo, idade 35 a 28 annos, cor fulla, bonita figura, altura regular, cheio do corpo, pernas e bracos grecos, rosto gordo, e ar• redondado, testa grande, olhos grandes, e amortecidos, lem falta de muitos denles na frente, do la Jo superior, poucos cabellos no buco, equeixo, tem marcas de chicote as costas, e de aurraa naa nadlgas, parece ser serio, e muito humilde, (alia com muda mansiiinoe arrast.lo faz-so; innocente, he chegado a furtos, ecostum. mudar de trage, por furto de roupa que faz) de mudar o nome, dizer-se forro, oulras vozes procurando quemo apadrinhe, ou quem o conpro : levou tamisa de madapoIBo, calca de brim trancado de lialra pardas, ja desbotado, chapeo uzalo de couro, cobertor groco de lislras azues escuras, e um facSo que tu-mou de um muleque carreiro, do engenho MocotO. Este escravo passou pelos engentaos Arand doSr. Manoel Feliz, Amparo e Moclo, lia vendo pedido aos aenhores dos dous ltimosengenhoacartas que o palrinhasse, em que foi satisfeito, e nfio obstante fugirtendo seguido para o engenho Minhocas, da donde prezuma-sa ter partido para o Brejo da ta Jre de Dos, onda fot escravo do Sr. Cordeiro, condecido por Abade, a quem pede-ae o favor, de ae cliegar a seu cooheclmento a sua estada ali, fazer apreeoder, remellar ou avisar a seu Sr., poodo-o neste caao na cadeia, assim como roga a qnalquerqueo pegar, de leva-lo ao dito engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de Len, ou na ra Direita n. 14 casa de Jos Pinto da Costa, que recebera a gratilicacSo mencionada; e tambem pelo prezente protesta-se com todo rigor, contra qualquer qu3 o conaervarem seu poder. — Desappareceu no dia 10 do correte da povoacfio de Uebiribe urna preta por nome loaquina a qual julga-se que tenha vindo para o Recife e ande.por fora de portas a qual tem ossignaesseguintesibaiza,olhos papudos que parece oslar bebada.belcos encarnadas, alta de denles na frente, bracos o pernasgroriscado rozo esahiO sem r leva na esquina do ,qu ser* recompont'r.vs \\T\v -'ir M Y nr 1^



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~T mm ^ 3 histrico em 1 loto, ornado de muzica : A appar¡55o d$f Christo. n %•"•! Campo d Orique. ComposicSo do poeta portuguez Augusto Emilio Zaluar. Personagens 'Actores. li, Alfonso Henriquas t*. Rei de Portugal. — J. S. Rea, ggas Muni alo de D AfTonso. — A. J. Pinto.' Garca Mentas alferes real — Silvostre Meira. Loorengp Viegaa o espadeiro. — A I. Ale. t Hartim Manix.—N. N. Mein Muniz.—N. N. Um enriado Houro.—J. J. Dezorra. Um Ermiao.—A. 1. D. Coimbra. Personagens mudas. Concila Mendea da Maya o Lidador; Gongalo lins o Cid. ; D. Fuaa Rupinho alcaide de Coimbra : Egas Fafe-Soeiro Vejgis : ricoa horneo*, infacgOos, prelados, pagens, cavalleiros, soldados portuguezes, e soldados Agarenos, 1. coro Hymno de guerra ; 3.* coro A oragao i 3.* coro Hymno Luzitano. Seguir-se-ha a linda comedia em 2 actos. Quem porGa mata cassa, No flm da comedia o Sr. Silvestre canlar porobzequio urna nova aria, poezia do Sr. Res, muzica do Maestro Pedro Garca intitutadi: OH QUE APERTO Em seguimento, ir a scena a pedido de muitas pcssoas o i." acto do drama. tiraba de Dos. OSr. Raymundo tambem por obzequio cantar urna aria cmica composig3o doSr. Iles, e muzicodoSr. 'l'hoodoro Orestes intitulada: OMALUCO KM GRANDE GALLA, Terminar o expectaculo com a cutnmeilia original brazileira, do Sr. F. C. ConceigBo. A febreamarella no Rio de Janeiro. Personagens c ador. Pedro de Rales.—S., F. Meira. Tnomaz croado da Hospedara.—L. A. Monteiro. Joohlngloz da California.— Raymundo. Um pedestre. —A. J. Alvos. Um prelo.—J. J. Pereira. Carila, dona da hospedara.—D. Ititt, Engracia, sua prima.—D. Julia. Um entregadordejoroi.es. A acgBo passa-se no Rio, no armo de 1850. Os bllheles de camarotes, e platea podem sor procurados no theatro todos os dias das 10 horas as 3 da tarde. %  Principiar ai 8 horas. Therezina --a Sre. D. Joanna. Jgnez — a Sra. D. Carolina. Victoria — a Sra. D. Josephins. Paquita —a Sra. D. Soledad. Carolina —a Sra. D. Auna. joanna -a Sra. D, Lulza. Suzor rsula — a Sra. II. Lulza. UmAnjo--N.N. Pageos, soldados, cavalleiros, etc., etc. UuaJro primeiro.--!) Castello dos MaranBs. • Segundo.—Castello de Villa-Mar. Primeiro intermedio.—O Co. Quadro lercoiro.-Uma elegante pausada em Madrid. Segundo intermedio.--A trra. Quadrequarto--Urna igreja. iu IIJ to.—li'm claustrodostrappistas c sexto.--Urna sella no convento do Rozarlo. < stimo.—Um antigo castello arruinado io luir. Sendo todas estas decorares totalmente novas, e preparadla com toda aquella magnificencia, que exige o autor do Myslerio. Ha mais do trez meses que o empresario do Apollo irahalli.. em apromptar este drama, n&oesquecendo mais insignificante exigencia; e pareeendo impossivel que urna empresa 18o nascente podesse levar a scena compozcSo ISodifllcil disprtou toda admiracSodas pessoas entendidas no9ta materia, porm ei-lo alfim prompto, depoia de vencidos inumeros obstculos, e grande despeza, que farii desanimar a oulro que ri3o desejaase nicamente agradar ao generozoso publico desta cidado, sem attonder a beneficio seu. Sendo pois avulladissima a somma das despezas (citas para esto Mysterio o empresario v-se na rigoroza eeessidade do nSo s dobrar os precos, como lambein vender os lulli:'! s para tr -i nuiles, sendo i primeira na do dia 13, a segunda na do da 17, o a tere .'ira na do da 20. Precos. Geral. 6,000 rs. para as troz noles. Cadeiras. 9,0U0 rs. > Camarotes. 30,000 rs. OsSrs. assignanles poriii no soffrora n alterosoalguina n>s presos deseus camarotes, e bilhetoi do Cadeira. Enlende-se por geral os assonlos quo licant por baiio da primeira orden, o por,cadeiras, todo o centro da salla. Comegar aas 8 horas em ponto. Os Sis queja haviSo encninm>mdadocamarotes; queiram novamenU Jii i^ir-se a casa do emprezario ra do Apollo n. 27, seMonteirO, e tinba sMo bolieiro do pai da) dito senhor, o qual he bam conhecido no s. por Isto como porque be ceg de um dos olhos. lulgs-se que fosso desencaminhado, ou fugisse para llamaricidonde tmha viudo tres dias, portante roga-se as autoridadet, ou a qualquer pessoa %  prisBo do mesmo, pelo que ser gratificada. • — Precisa-se alugar urna esorava para o servico do collegio Jas orphBas: os pretendentes drijam-se ao mesmo collegio, a fallar com a directora. — Paeaisa-se de urna ama: na ra das Agos Yerdes n. 86, segundo andar. — Os credores da massa fallida deegnacio Luiz de Brito Taborda, sSo convidados para comparecerem na casa do Sr. juiz de direilo da primeira vara do commercio na ra da Concordia, no dia 18 do correla as H horas do da, afim de se verificaren! os creditos, e delibenr-se icrea da concordata, os do contracto de unio.—O escrivflo, Joaquim Jos Pereira dos Santos — Roga-se a pessoa a quem fr offerecido 6 chapeos de palha de Italia emhrulhados em papel pardo, e 4cnapcos pardos de oopa liana, e 3 embrullioscom 800charutos,seiido um deltas em um saquinho de algoddoziohoazul, oulro em um lenco de tabaco encarnado, e outro dito em oulro lengo da mesma cor com figuras, o favor de aprehender, cojos ohjectos foram, desencaminhadosior um preto ga'nhador que os coailuzia atraz de sru legitimo dono, e de os levar praca da Independencia ns. 2, 26 o 28, que se gratificar. — Precna-ee de um eaxeiro de 12 a U annos que tenha pralica de venda l no pateo do carmn, venda nova n. 3. — Ahiga-so o segundo andar do sobrado da rua Nova n. 31 : quem o pretender dirjanse a ra do Qu imado n. 10. Madame Uoutier. modista trncela na ra ¡Nova n. 58, N'ovamente acaba do recober pelo Cesar, ultimo navio vndo do Havre, um lindo sortimento de fazenias franeczas e ludo qu i ha de mais moderno em Pars ; chapeos de soda do todas as coros, dilos do palha de Italia aberlo, muito boniios.chapeosinhos do se la redondos para meninos e meninas, filo de b!ond-< bronco borda lo, dito preto de lindos padrOes, escomilha de lodas as coro", bico do blonda os mais ricos, para babados e ornamentos de vestidos, dito de linhii prelo gundojandar, ouao theatro com anteceden-i ,| 0 t, 1( j a os larguras, um lindo sorlimento ca. 26. a RECITA DAASSIGNATURA, E Ultima ueste crrente armo. rendo o administrador empresario, de feixar o theatro em consequenca de se acbarom muitos dos senhores assignantes, c a niaior parle do publico, for da cidado, lem determinado dar um ultimo e variado espectculo de encerramento no dia Sabbado 20 de dezembro de 1851. Depois de urna das melhores ouverturas, subir a acea o interessante drama turco, em 3 actos. Zulmira. OU O modelo de Constancia. Personagens. Kerzaido, suilBo.—Germano. Zulmira.—D. Manoela. Tirmene, seu amante.—Silvestre. Osman velho conlideute do soltBo. -Res. Zelim escravo preto.—Raymundo. Muley.—Coimbra-. Mufl.—Pereira. Escravos, soldados ele. No lim do drama as Senhoras Landa e Carmela, cantarSo o exeellente e muitoap^laudido duelo da Opera Norma. Depois do qual representar-se-ha o I .'acto do drama D. Cezar de Bazan. ornado de muzica. Em seguida a Sr* Landa, executar a linda cavatina da opera Ernani. A companhia naoional representar, depois, o 3. co do drama. A Graca de Dos. Eneste acto que Mara e Pedrinho cantSo edancBoo Dote da Saloia. Logo que termine, a Sr. a Landa executar urnas lindas variacOes, em seguida a Sr.' Carmela canlar a cavatina da opera Golumela. Terminar o espectculo com a graciosa comedia em msica em 1 acto Beijo O administrador emprezario julga lerorganizadoum espectculo que muito agrada, lano pelavariedade. como pela sua acerada i scolha. O publico, a quom o administrador emprezario sa confessa assaz reconhecido pela constante protecgSo que Ihe ha proiligalizado, nfio deixar p'>r corto de concorrer mis esta vez ao theatro de Santa Izalirl, tanto mais q'ue nesla noile termina as l'adigas llie.ilr.irs do auno de 1851. Couiejar a 8 hnrai. O bilhetes acbam-se venda o lugar do coiiuuie. I de trunca e franja, lauto prttos c uno do co• res. c pellas de flores muito r icas e mo 1erOs bilhetes verdes, tanto de platea geral, reg c n e |..._ coran de cadeira e camarote ssrvirflo para a l)lls um g ra nde sorlinieiito de litas de tudas l.'noite; os azues, para segunda noile; e 8S q'ualilade.a, muito lindos manteletes de fil preto, chales, mantas, manteletes e capolinlios de seda do melhor gosto, chamaos amarellos, para a lerceira noile i i, i Avisos martimos. — l'ara o l'orto, salte impreterivelmente, no dia i'\ do corrente, a galera portugueza Bracharense da qual lie capitao Rodrigo Joaquim Correia,anda recebe alguma carga a fteto e passageiros para os quae tem excellentescommodos : quem na mesma quizer carregar, ou ir de passagem, entenda-se com o referido capitalina praca do Commercio, ou com ovacs fk Companhia, na ra do Trapiche n 34; assim como at o dia ii apresentarao no mesmo esc. ijiloi ID og coritas do referido navio. Para Lisboa sahe impreterivelmente no dia 2 do correle o brigue portuguez Viajante por 1 T quasi n seu carregamento prompto; para o restante e passageiros trata-se com s consignatarios Thomaz de Aquino Fonseca & Filhn, na ra do Vigario n. 19 primeiro andar, oucomoproprietario e capit3o Manocl dos Santos, na praca. -A escuna .Marta h mnn, capitio Jo3o Bernardo, deixou de sahir a de Janeiro por inconvenientes, no dia 17 do corrente de mi quo trataram embarcar escravos. manliSa, e maudarflo os conhecimentosem casa do consignatario Luiz Jos do S Araujo: na ra da Cruz n. 33. — ¡ u oto preto, llores linas, manguitos de luco para senhora do mais moderno gosto.s tim, tafel de lodas as cores, collarinhos de filo e bico bordados para senhora, plumas de cores o brancas para enfeite, magumhas de bico psra senhora os mais modernos gostos, atacadores para botins de senhora, ricas luvas de pelica para senhora e bomom bicos de linho verdadeiro, ricas romeiras bordadas, ricos toucados de senhora para bailes ou theatro, luvas de linho verdadeiro para bo nem. Na mesma toja fazem-se vestido de casamento, de baplisado, loucas de menino o do senhora, capotinhos do todas as qualidados, com perfeicBo e preco commodo; receb. m-se todas os mezes guriuos modernos, quo empresta a seus freguezes. ~ O Dr. Pedro do Athayde Lobo Moicoso embarca para o llio de Janeiro o seu escravo Liborio, IT, o.ilo, do 9 anuos. — Aluga-se urna canoa do carga do 600 lijlos de ii I ven i' ia na ra da Concordia: a tratar com Manuel Firroiuo Ferreira. -Na primeira audiencia do lllm. Sr. Dr juiz dos k'iln-.ieiu de serem arrematados os restantes dos bens p.nhorados a JoSo Bautista Pereira Lobo, o entre lies um carro de rodas o qual so achu na coclicira do Sr. Joaquim Marques no oilSo do convento do Carmo; econtinuam as pragas dos heos j ann'iuciados. — O ab ii.\o assignado derlira que deixou Je ser distribuidor da Uuiao, porque n"o poda c mtinuar em razHo de aclur-sa enSrs. I'harmaceuticos. M. D. Rodrigues, na ra do Trapiche o. receben no vapor Pernambueana urna pequea porcSo de salija de superior qualidade. — Oabaixo assignado, roga ao grande •belidiso qne lirou urna caria do correio do no. "ni aDaixo assignado, vinda do llio deJ.ui-iri), un vapor Imperatriz, entrado em 5 do corrento, que nSo torn a fazer liahili.l adfs d.ista nalureza, o que querendo fazer o favor d.i restituir dita carta, pode dirigir-se a ra da Cruzn.C; ou na ra do Apolllo n. 9, segn lo andar, e desde j roga encarecidamente aos Srs. imp-egados du correio, que por favor nSo entreguem cartas do abalxo assignadoa pessoa alguma. Joo Alvos Ferreira. -Pede-se ao Sr. Jos Carlos de Mendonca Vasconcellos, morador no Sul desturovinei i, que se nSo tem jurado nilo paRr a quem deve, pague a herdeira da fallecida D. Mariana Itolngues de Jess, a quantia de sois ceios e seconta o tantos mil ris, principal e juros de sua divida, contrahila, ha tantos anuos, e assevera-se-lhe que se onflo Ozer promnlamente saliera que o seu a-.sucar passar por algum desgosto nesta praf a, e qu o >eu nomo contina a ornar as paginas ilejl • jornal. -No silio da Trempe n. 1, que tem venda tem ti i ii capim de planta para enJer por cofli'tiodo proejo — Precisa-sede urna ama para o servido de caza de muito pouca familia: na Ponle Vi Iha n 14. — I'recisa-se alujar umt escraV9, que sej i boa co-inheira e ommeiro andar, onde continua i encadernar, f.AttfncIo. e espera a mesma concidoraclo, '••wl vendem-se superiore charutos regala, que senpre lem recebido Ah vende livros Je urna daa melhores fabricas da Babia, em anto de direito, como de bailas letras, caitas de 100 charutos 2,500 rs. cada urna; linguas mxime a latina do que |m UID „ ocheglJ „ de pro jalo '. na ra do Tracompleto surtimento, truca e compra lodo I _j c | |B N vo n Jg r e qualquer hvro com tanto quo nSo Ihe fal.. vendem-so 2 cavallos chegado proxitem folhas e leuip.ua vender tanto em pormiment<) do cr io r bstantcs gordos e com Iocomo,a retalho cartas de A. B C, •!„,,„, 08 andires n ru da B C inco PonU boadas, cartilhas, catecismos de differentes I n fi3 ediefles a precos, verda le aos meninos, Si„ Ve nde-o lijlo do alvenaria feito n'agoa nopss, r eury, IMveres dos hornenii Apu,, „„ cjqul J 0 | arja de f r0 nte do engenho damas, Procuraco s bstanles, llolulM P" i*,ooo rs o milheiro indo-se l buscar, ra garrafas de vin.os, ehvros, letra, co.. Ven | B S e urna prela quo sabe bem nhecmenios, fol mha do lembranea*,, e cosinll ro d ¡, r io de urna casa, engommaalediclu de Pars, de porla, traslados, l.vroi guma cou „ e cozec0lur ^^0,, iftl B IC0 '" I ca-se que n3o tem defeitos nem achaque* : PASSAPORTES. — Tiram-si passaportes para deotro o na ra doColl'gio n. 6. Leilao. Theatro de Apollo. RECITA EXTRAORDINARIA. Terca (eir, 16 de dezembro de 1851. Depois de urna nova e escolhida ouvertura tocada em grande orcheslra, subir pela primeira vez a acea nesla cida le, o magnifico e pomposo myslerio, adornado de muzica o cauto, em 5 setos, divididos era7 quadros 2 intermedios, da hi.b¡l penna do eximio poeta francez Alexaidro Duinas, intitulado : D. JOA DE MARAA, ou A Queda de um Anjo. PertonagtHB e actores. D. JoSo de MaranS -• o Sr. GuimarSes. D. Jos de .MaranS — o Sr. Amodo. Mortez o Sr. Miranda. D. Christoval o Sr. Tulles. D. Minoel — o Sr. Conrado. I). Sandoval d'ojedo — o Sr. Gyrillo. D. Pedro — o Sr. Jorge. D. Heorique — o Sr, Figueiredo. D. Tradiquo — o Sr Caetaoo. I). Sauchez — o Sr. Senoa. O ADJO Mao o Sr. Mello. O conde de Maranl — N. N. O Senescal N. N. Comez -o Sr. Santa Roza. llusseiu, criado, pagem ~ o 8r. Euzebio. Um Anjo — o Sr. Dornellas. O bom Anjo, Sror Martha — a Sra. D. Leopoldina. — Francisco Severiano Rahello & (¡llio farSo leilao, por interven^ao do corretor Olivnira, do cerca vinto pipas de vinagre de Lisboa, a praso ou a dinheiro, e em lotes ludo avontade dos compradores ¡ quarta-feira, 17 do corrente as 10 horas da manh3a, porta da Alfandega. -O correlor Miguel Cirneiro, fir o ultimo leilao esle anno no seu armazem na ra do Trapiche n. 40, quinta-feira 18 do corrente as 9 1|2 horas da man i de diversos trastes novos, e uzados, pianos, mezas com ricas pedras, urna cadena elstica com estante para ler, selins, e silhOes, lustres, candieiros, quidros com estampas,longa,vidros,relogios, espingardas, e oulros muitos objectos, que se entregar por qualquer preco que for olTerecido ; o adverle-se as prssoas que tiverem objoclos com lim tes, de os vi> rem tirar antes do dia do leilSo. rern m wmmfm^m Avisos diversos. Furto, no domingo ti do nambucano n. 27 ; pois que sempre Ihe fo ram pontualmenle fetos os seus pagamentos.—Manoel Francisco de Salles. — Precisase do um trabalhadur do raasseira : na ra Direita dos Afogados n. 06. — Precisa-so alugar urna preta escrava, para servico de muito pouca familia : na Ponto Vulha n. I*. -A pessoa que recebeu por engao no dia 9 do corrente urna Latina e mais ulguns objectos cmurulhadoem um lonfo de seda encrnalo pode dirigir-se a ra doQucimado o. 16, que so dar os signaes certos,e reeeber urna gratificacao. — Aluga-seo terceiio andar sollo da casa da ra da moeda n, 7, a tratar ni segundo andar da mosma, das duas asi da tardo. —¡Nodi 15docorrenledas9paraas 10 horas da manbaa desaparecen una negrinha com i ..ido de II annos.delgaJadocorpo por ame Paula, levou veslidu azul urna tualha pelos hombros ¡ quem a achou dinja-sa a ra de S. Jos n. 10 quo ser bem recompensado, -Precisa-sede urna cosinbeira para uaia i'ainiia pequoua -11.111.; ira : na ra do Trapiche uovo,u. 18,a tallar com Sr. Eluadu II. Wyitl. CnliOoafSo. llavera pou.-o mais ou menos ilous mezes que se eniregou un pelo para levar em cor[casa do Sr. Vignes, quu vende pianos na ra estrada larg 1 do llozario, uui livro velho sem capa, — Furtaram rente do sitio da Tauarincira, na dos (nietos um relogio com corrente, tu l.> : n 'i.-n.|.i varias pegas de ca itoria em llaliado 011ro, cujos signaes silo os seguintes : o na e 1,,. : 1. %  x. 11 11 vi 1 foi embrulliauo num relogio he aaboneto horizontil suisso e Ira-1 Diario vellio. a pessoa a quem foi entregue balha sobre qualro robins, a caixa aberta a | por engao, queieudo restituir, dinja-se a buril, reprezenta na parto superior, urna cgsa do sr. Eiuardo II. Wyatt : rui o Tragramle iiionlaulia e sobre ella Cuilhermo piche novo 11. 18,que sera muilo bem romuTel, armado de arco e frecha ; e na inferior nerado. umacidade,por dentro desta ultima existem 1 n alguna numoros wuito malfeitos, tambem — U or.Bernardo de Aluuquera buril, nacobertt do mosmo modo lavraqe demandes Gima, queira mandi, esl3o gravados com esmalte hranco, o\\ %  j rv • nome do fabricante, acidadeem qufoi fei-darf agara subscricao deste Uiario. t ¡oas i|ii .ii.laclesdo relogio. A curente tom —OSr Igmcio Itud igues Cirvallio, manno cenlro dous ellos grandes lavra ios, ou de procurar urna caria de sua familia: na levanta las; todos os mais s3o pequeos e ra do Queiirada 11. 18. quadrados, e junto ao gancho estilo presos! — Luiz Gomes Silverio, embarca para o urna chavo deouroe um apilo de certa com-1 Rio de Janeiro, o son escravo creoulo, de 110posicSo de ouro e pnla que ae assemelha a me Severino, de 18 annos de idade. platina. Quem destes objectos tiver, e qulzer I — Deseja-se saber quem silo os possuidodar uoticia dirija-se ao mencionado sitio, ou res, herdeiros, administradores dos bens ra da Cruz n. 55, quo ser generosamenque perl nonii a diversas corporacOes relite recompensado. — Quem precisar de urna ama de leite dirija-so a ra do Rozario da Boa Vista u. 31. --Os senhores ou senhoras,que tenham escravos que queiram tomar carne de porco de venda ge ni nos domingos e dias Santos : dirijam-seao becco das barreiras n. 3 e na mesma casa vende-se tambem carne de porco em porcSo pira quem quizer fazer pastis muito em conta a 160 rs. com toucinbo. — Desappareceu sabbado, 13 do corrente de casa de Moreira & Duarte, na roa do Cabug n. 7, o seu escravo de nome Francisco giosas, s dir um sitio no lugar das Gorcuranas de sima ou que so acha de posse como procurador ni nomine Ignacio Jos do Barros desde o anno de 1817; e como se queira fazer negocio sobre o mesmo sitio, roga-se aos interessadoshajam de declarar por esta folha para melhor se tratar desle negocio, ou dingir-seaoPasseio publico, loja o. 21. — Precisa-se de um preto, que trabalhe de maceira, paga-se bem : na padaria da ra dos Coelhos n. 13, do bairro da Boa Vista., ou na ra Nova n. 50. Precisa-se de um caixeiro portuguez que tenba alguma pratica de venda : na ra do das Ctiagas de idade de trinta e tantos anPilar em lora de portas n. U3. nos; este escravo foi comprado com outro -• Aluga-se o segundo e terceiro andar do ao lllm. Sr. Julo Ozorio do Castro alaciel sobrado da roa do Queimado n. 40. pra leira, : quem a liver dirij.-se a ra da A.ssumpcao ou muro da l'enhi n. 16. — Adverlo-so ao Sr. Bernardo de Alhuquerque Fernandos Gama, que o seu correspondenleneati praca, nao tom pBgoasubsciipcHo do Diario. — I'recisa-so de um moleque que saiba cozinhar o diario de urna caza da pouca famia, quom tiver para allugar dirija-se a ra dos Quarteia loja u. 2t, Attenca). arrematante dos imp JSIOS das afencOes, das liceiicas dos inascates e boceteiras, mudou-se para a ra das Agoas Verdes n. 25. — Manoel de Almeida Lopes, com casa de consignado para comprar e vender escravos. lano para esta provincia, enmo para fura della, mi lo 1 a sua residencia da ra da Cadeia do Recife, n. 51, para a ra da Cacimba, n. 11, aonde -norou o finado Exm. vigario, Barroto.oirde continua, offerecendu-so toda a seguraoca precisa para os mesnios o bom tratameuto. --Preciza-se do um portuguez que seja perito em plantarles de sitio, e saiba tirar fumigas, quem estiver nestas circunstancias e quizer trabalhar no sitio na travessa do Remedio 11. 21 eotonda-se com seu proprietano, o Porleiro da Alfandega desla cidade, na mesma repai tigilo qaea vista da prova quo dor de saber o que cima se desaja, e da sua boa conduela &. &. tralar-so-he do aiusle. • Paulo GiilffnoHx, dentleta • fruiicez,orrerccc seu prest • • mono iiiiblico paro tollosos r braDOt coc\ algu as m.l ias er-'las.eahelludo aceole pelo nomo de uriucie iu m o livrncindo quoi r* levar a rua do Vigario caza n. 3 que sera gratifcalo com 5,000 — a rua dos Qaarteis fibrica de charutos 11 14, precisa so de dous ollioiacs, que trabilli ni bem. — Precisa-se .la um molcque, para urna casa de pouca familia: na rua Nova, loja do ciitileiio 11. 36. -Parante o juizo d 1 >•• •.un la v 1.1 desta cidade, se ha du arrematar em hasta poltica, umi porc&ii 1 e fazenias, por execucio. Conlra I) Maria Joaquina de Souza Une II .r. — Precisa-se alujar um moleque, de tS a 20 nnnos, pagndose ao,ooo rs. mensaes, comidie vstuario : na rua da C'dei, loja de liciui :::inl. —Precisase de urna mulher, para cozinhe o 1.1--.1 algum outro servido de casa de urna familia ingleza, morando na Magdalena : quem esliver nestas circumstaacias, dirjase a casa n. 43, na rua da Cruz, das 11 horas da mnn'i3a at as 3 da tarde. — Precisa-se de urna ama para casa de um hnmeni solleiro, para cozinhar e comprar, na rua da l'i .11 armazem n. 2. -• Thomaz Cuilhermo Fetley, rotira-se para Inglaterra. — Gouvcia i\ Leite, embarcam para o Rio de Janeiro os seus escravos Bernardo pardo, e Joio preto, creoulo. -l.uiz Antunio da Cunha, remetteoseu oseravo Raymundo para o Rio da Janeiro. Caligrafa Na Rua do aragao, n. i?, segundo andar, copia-sc com perfeicao qualquer pipel em muito boa letra c por preco commodo. Compras. — Compra-sn urna pardinlia clara, que nao lenlia mais de 12 annos de iJado : na rua di Cruz n. 45. -Compra-so urna marqueza larga, ou 1 cama franeeza de auiarello. ou pao d'oleo: na rua do Queimado, loja deourives do Sr. Cunto. — C impra-S'i urna hamaca bem construida, que rogue mais de 20 eaixis : quem a livor oquizor vender, dirija-se a rua do Vigario sobraden. 20, primeiro anlar, que achara com quem Ir-ilar. -Compram-soescravos e vendem-sede coramisso, para dentro o fra da provincia : na rua da Cacimba, sobrado 11.11, onde morou oSr. vigario do Itecife. -Compra-se urna toalha do lavarinto com pouco uso, e um escravo de 40 annos pouco maisou monos, que seja barato: na rua da S;nzalla Velha n. 88, padaria. c4Compram-se escravos de ambos os sexos, de C a 3o annos, para fra da provincia paga-se bem tendo bonitas figuras: na rua das Larangeiras n. i4, no segundo andar, a qualquer hor i do da. ~ Compram-so 2 moradas de casas terreas ou sobrados da um andar, cm bom esta lo, e cm boas ras : quem os quizer vendor iliriji-se a rua das AgOas Verdes n. 48, laverna, que dir o pretndanlo. Vendas. FULII!\ll.lSDE.iH.mK PARA I852-A320R'. Sahiram a luz asfolliinhasde algibeirjj contendo o almanfik, administrativo, mercantil, e industrial da cidade do Kecife e provincia de Pernambuco, augmentado com s paginas, corregido e iddicionado de novas repartlcoes eve Esta l'.illiiiilni lie sctii duvidaa mus til e .i mus ii.u iii-i pi'qUe conten .336 paginas as qnaes estn inscriptas, alem do kalendario a Augustissima Caza Imperial, governo da pro/incia, cazas titulares, representaco provincial^ todasas reparticoes publicas, companhias, advogados, solicitadores, mdicos, negociantes, mercadores, artistas, fabricas, e emfim todos os estabelecimentos de porta aberta &c.,&c. Vende-se nicamente na praca da Independencia livraria n. 6e 8 do editor proprictario a 3a0 rs. cada urna. — Vende-se urna escrava robusta e de bonita ligura,d-so mais em conta com tanto que seja para fra da provincia, ou engenho longe : a tratar na rua de Santa Rila o. 85. — Vende-se por 350,000 rs. urna escrava ainda moca, muito fiel, sem vicio, faz todo e qualquer servico : atraz da matriz da BoaVislan. 21. — Vende-ss una prela do 22 annos do idade, de muito bonita figura por 650,000 rs., c tem habilidades; an comprador se dlri o motivo da venda: confronte ao hospital de mirnha n 145. Na mesma aluga-se urna sala a um quarto, preprio para qualquer caixeiro. — Vende-se una cadeira de rchuco : na ru i do Sloudego n. 99, ou na rua Velha n. 115. — Vende-se ou troca-se por urna casa terrea, um grande sitio de trra proprla com %  iai\,i e casa para familia, no lugar de Bebinbe do baixo, nuilo perla da povoac,ao por ser O ultimo antis do cnegar a mesma: na rua doMondego n. 99 Vende-se cal virgem em pedra, Chogada rccentemenle de Lisboa, em ancoras mu'to bem acondicionadas e por pre^o muito commo lo : no armazem de Silva Barroca, na rua du Tiapic'ic Novo n. 19. — Vende-se um relogio de ouro descuberto, por preco commodo: na rua da Praia u 17. — Vende-se plvora ingleza em latas c barris, e tambem finissima, propria para espoleta : a tratar na travessi da .Mmire de Dos n. 5. Gomma. Ven lo n-so saccas grandes com gomma muito alva para engommar: na rua do Queimado n. 14. — Ven le-so saceas com superior colla,das fabricas do Rio Grande do Sul, e a preqo comaodo, no armazem, do Diis Feneira ao pe da alfandega. Garlos llardy, ourives rua Nova n. 34. avisa a seus freguezes que acaba receber de Paris um lindo sorlimento do obras de ouro da lei de bom gosto, consistindo em adere%  i;o %  pule-iris, alfinetes e brincos sollos para s -nlioia c meninas, holOes do camisa, aueis para senhora e lem um sorlimento de 0bras ditis da ierra, vende-so eslas obras por preco commodo : na mesma loja lem para vender aos ourives esmalte azul a preto.boa quali Jade, cadillasfrancezas sortidas, ferro de alimper sida,armacao.scrote, torno de m3o o massiricos, o pedra do desunir, Doce secco. No passeio publico, na casa JI. 2 que faz quina com o trapiche do Ramos, faz-se doce secco de todas as qualida-les, sendo o de caj' muito claro, enfeitam-se bocelas a vonlado dos compradores, assim como doce de calda de todas asqutlidades por commodo prego. Cera de carnauba e barricas vasias. Vende-is cera de carnauba, chegada pelo ultimo navi 1 de Aracaty, por prego commodo, no armazem n. 4 da rua do Trapiche Novo, confronte ao mesmo Inpiche; e barricas vasiai pro n rta oncher-se do assucar, -is-im como um completo sorlimento de iniudezas, tud 1 no n esmo armazem. Para liquidacao. Cera da carnauba muito boa a 5,500 rs o cebo de llollanda a 7,500 rs. a arroba : na rua dosTanoeiros, arnuzom n. 5 — Vendem-so 2 quartaos : no silio da rua dos Pires com o port3o em frenlo da rua da ConceicSo. Para cubrir mesas. Vende-se oleado pintado de snperior qualidade c lindos padrSes, de qualro a oi'o palmos de largura por preco mais barato do que em outra qualquer parte : na prrea da Independencia ns. a4,6, a8 e 3o, Altenco! ettcncol Na loja de miudezas da rua larga do Unza r 38 do Cardeal, Iroca-so por 1,000 rs bellos e engiagados longos de soda para grvala, lazenda moilernissima, e de ISo asquisito gosto, que ninguem deixara de os comprar. Ni mesma loj.i vonie-so igualmente por muito pouco dinti-iro as mais psrfeitste lindiasimas lio es francozas para enfullo d" chapeos o vestidos da senhora, pente-i do t.-i %  tiruga para coco, o um admiravel apparelho para fazer cafo em 5 minutes. — Pominateau, cutiloirn na Boa-Vista n. 16, toma honra de previnirao publico, que ae 1I10 1 de receber pelo ultimo navio chegado do F. anga, u n novo sorlimento de fazendas d 1 melhor qualida le a saber : — brides r liie.nl r de prata,esporas ditas.armasdaespuletis, estribos ele etc. Previne igualmenle aos senhores fumantes, que tambem receben do deposito da manufactura franeeza, exeellente fumo, a 1,280 a libra ; que nada deixar a desejsr pelo seu bom gosto.a quem souber approveitar-se da bella occasiSo que se Ihes proporciona do o siborearem. —Adverie-seao 1 espeiiavel publico que no primeiro andirdo 11 va, lo aterro da Boa-Vista acaba-sede receber um grande sorlimento de camisas mu i bem feilas e da ultima moda que serao vendidas a pregos rasoaveis : ni mesma casi ha tambem par* vender-se Knnlfng ••SB-lllOS do ultimo f,n S'.} S CO!H !no(! duras djs jicara nd. Fofinha de igreja para i852. Vendem se folinhas eccl siasticas para i85a: na pra9a da Independencia ns. 6 a 8. — O corretor Oliveira tendo de fechar algumas contas, vende em particular, diflV renles obras de marceneiro, consistindo em solaz, cadeiras, ditas do balango, baoquinhas, mezis redondas, dita para sof, consolos, commoda, tauctdor, cartaira etc., tanto da Jacaranda como de amarallo, t piano, lanternas de bom gosto, candielros de globo, vasos para llores, lindos estojos para costura de Sra, e' carteiras de Harao para bilhetes de visitas, visto nao serem sufficientes para um leilao ; no seu esoriptorio, rua da Cadeia do Rcife. — Vende-se a taberna da rua estrella do Rozario n. 16: a tratar na mesma. Espellio de parede com ricas moldurus: vendem-se no armazem de Klkmann lrmnos, rua da Cruz n. 10 ^^