Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07287


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVII
Sefunda-fcira 15
DIARIO
de Deznmbro de 1851.

N. 283.
PM4MBIIC0.

TRxqo da suncRirriAO.
Paoahinto Aduntado.
Por trimestre............
por semestre c...........
.Por noo ..............
PlOO DKHTHO DUTBUIUTBI.
Por quarMl.............
NOTICIAS DO 1MPEHIO
Par.....15 deNovbr. Minas... iSde
Maraahao 19 de dito
Cear... 2ide dito.
Parablba. 5 de Dezbr
S.Paulo. 10 de
R. deJ.. 25 de
Babia... l de
4/000
DM0
15/000
4/500
Wovbr.
dito,
dito.
Deibr.
:
*
DIJ. DA SIMK
Seg. S. Eusebio Vcr-
aelenie b. m.
Tere. S.Albina.
17 Quart. S. Bartholo-
meu a, Gemlniano.
18 Qulot. N. S. do O*.
19 hext.S.Fausta.
20 Sab. S. Domin ;os;
21 Dora. 4. do drenlo.
S. Thoin.
AUDIIsfClA.
Julio d OrM
2,e5.a lOho+ai.
1. varado civil.
3. et. ao melo-dia.
Faltada.
3. e6. as lo boras.
2. tura do civil.
4. e sbados ao mel-
HiifHo.
Tercas e absdos.
iumnilDit.
Crecente a 30, as I horas e 55mlnutci da m
Chela a 8, l hora e 8 minutos da C.
Mingoante 15, as 3 horas e 8 mlnutoa da m.
Nora 22, a 1 hora e 14 minuto da.tarde.
tBlasUB BX HOJI
Prlmeira i 10 horas eM mlnutoa da manbaa.
Segunda is ti horas e 18 minutos da tarde.
FATITIBAS BOS COBBIIOS.
Colaina e Parahlba, l segundas e scitas-
feiras.
Rio-Grnnde-do-Norte, todas as qulntas-fetras
aomeio da.
Garanhuns c Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e28.
Victoria, as quintas-feirai.
Olioda, todos os das.
BTOTICIAI TU ANCEIBI,
Portugal. I i de Novbii Austria.. 2 de Novbr
Hespanha. 8 de dito [Sulna___ 2 de dito.
Franca ... 8 de dito [Suecia... 28 de Outbr
Blgica... dedlto Inglaterra 8dNoabr.
Italia.... 31 de iludir K.-l nidos SOdeOulbr.
Alemania. 1 deS-rbr Mezico... 15dcdilo,
l iii--i.i -. a de dito. California 12 de dito
Dinamsrca29 de Outbr Chill. 8 de dito
Russia... 28 de dito Ruenos-A. 8 de Novbr
Turqua. 18 de dito Montevideo 11 o> Outbr
CAMBIOS DE 13 DI BZZEMBB.O.
Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 Firme
* Pars, 333 por fr.
Lisboa, ira tranaaccSes. *
BfETAEl.
Ouro.Oncas bespanholas.... a!
tloedas de 6/400 velhas. 16/000 a l
. de 0M00 novas. 16/000 a 16.
. de4/(lC0....... 9/000 a 9/100
Prata.Palacdes brasileiro.. 1/OtO a lg<0
Peaos columnarios... 1/920 a 1/9:0
DI tos me j icinos..... 1/7*0 a 1/7 SO
PARTE OFFICIAL.
GOVERNODA PROVINCIA
EXPEDIENTE Do DA 9 DE DEZEHBRO DE
1851.
OITicio.Ao Exm. presdanle da Oihia criminoso tadto pode ser processsdo no lu-
rocommendando que a vista do aviso, que garem que foicommelldo o delicio, como
remelle por copla, do ministerio da guetra'no doseu.domicilio, llcindo em todo o ca-
mande dar passagem para a corte, no pri- so prevena a Jurisdijao urna vez formada
E em resposta declaro a Vm. que no arl.
120 do cdigo criminal achara as penas, em
que incurre todo aquelle que tita quilquir
preso do poder da juslica sem etcepcSo I-
guma a respeilo de recrutis;e no art. 160
da coligo do processo criminal e aviso de
9 de marco de 1836, vera determinado que o
meiro vapor que passarpara o sul, ao se-
gundo cirargiaa em commissao, Dr. Miguel
Joaquim de Caslro JUascarenhas, que nnsla
oceasiao seguo para aquella cidade no bri-
a culpa em qualque dos dous lu {ares
Dito.A cmara municipal do Recfode-
volvendo a planta do novo matidouro pu-
blico, e declarando que approva a obra
gue escuna Citnopo.Nesle sentido offlciou- projectada, i qun cumpre dar principio
se ao commando do referido brigue e ao quinto anlos, fazendo-se porn no plano
commar.do das armas.
Ido edificio 9 molificacoes, que form lou-
Dilo.Ao Exm. vigario da frpgtrezio do, bradas pelos mdicos,* quom a dita cimara
S. Antonio diiendo quo quando expedio cir- ouvio, e destinando se desde ja o m ta am-
culareaaos psruchos recomuiendando todo plus lo;radouros possiveis em toda a vtst-
o cuidado na concessao das alteslacOes deshancado matalouro, nflo s para os tous
pobreza aflm de nSo se apresentarem no ce- diversos serviros, como para evitar que aliso
milerio publico, para torem sepulturas gra- edifiquom casas, e hajam habitacjs em
tis, ca
I m Hll > IS V lliin Ol HU i II fcW *r V w | -------------------- -J-----W
rio publico, para torem sepulturas gra- edifiquom casas, e
cadveres de individuos que nSo de- tnuiti prozimidade.
vern gozar de tal favor, dirigi tambem ou-
trts nos meslos tormos aos subdelegados,
c que n5o obstante tomou na devida consi-
deracio o quo S. Ex. ponieron a respailo no
sen ofllcio do do corrente, o vai dar novas
TRIBUNAL DA KELAGlO'.
SESSA DE 9 DE DEZF.MBRO DE 1851.
Presdetela do Exm Sr. conselheiro Asevedo.
As 10 lloras da manlis, estando prsenles
providencias contra os abusos das autorida-1os Srs- desembargadores Le3o, Siuza, Re-
des policiaes. bollo, Luna Freir, Talles Pereira Montot-
Dito.Ao commando das armas transmit-'" e Vallo fallando com causa os Srs. de-
lindo por copias as provisOes do conselho sembargadores Villares, Basto*, e Gomes
supremo militar de II deoutubro dostean- "'"Ciro: o Sr, presidente declara abena a
no, sobre as pracas dos corpos do exerclto scss3o, e foram abortas as sogumtes re-
quedevem ter graduacOes de inferiores, ere- J'stas :
lativameotaao lempo peloqualosofllciaesde- Recrranlos, D. Mara Elena Pessoa de Mello
ven>permaoecer emump-isto paralpoderem o oulro; rocorridos, Joaquim da Silva
ser promovidos ao superior, quando tenhSo Pereira e sua muiber, Julgada na relacSo
sido graduados, e bem assim a de 20 do mes- do Rio de Janeiro.
mo mez a cerca dos soldados particulares Reorrentese recorrido), Alexindro Jos Co
que devem entrar etn concurrencia para o mes e JosJAntooio Gomes Jnior, foi de-
secessoao posto de alfares. signada.
Dito.Ao desembargador chefe de poli- Recurrente, Gabriel Pinto do Almaida ; re-
cia dizendo que por ora nSo pode ler lugar corrido, Jos Antoiio Biptista, cuja re-
o augmento quo pedo o delegado suplente vista devendo ser remeltida para a relajo
do termo de Pao d'Alho, do destacamento do Rio de Janeiro voio para esta relacSo de-
cxislenle n'aquello tormo, convimlo pon- baixodos nomes do D. liara Kelismina do
derar ao mesmo delegado supplente, que Reg Gomes como recrreme, e Joaquim
deste augmento nBo precisou o ex-delega- Aurelio Pereira de Carvallio e sua mulhor
doUr. Estellite(qued'alliba pouco sanio) como recorridos; em virlude desto engao
para conservar policiado todo o termo, dan- o Exm. Sr. conselheiro presidente desta re-
como empre deo, boa conla de seus deve- laco mandou que estes autos fossem devol-
reg. vidos para a socrotaria do supremo tribuual
DitoA thesouraria de fazenda inteiran- de juslica, afim de lhe darera odevido an-
do-a dehaver o r. Caelano EstellitaCaval- damento.
canle Pessoa participado que no da 3 do julgamentos.
conente entrara no exercicio do cargo do Appellanto, o juizo; appoliado, o africano
juiz municipal e d'orpbos do tormo de Miguel.Julgarim o pracesso millo des-
Goianna Respondeu-se ao mesmojuiz. | de seu cniavo.
Dito.A pagadura militar conceJendj, Appallantes, Diogo Cukscliot & Coiipanhia ;
soba responsibil ladedi presidencia, a au- appellada, I). Cioilia t'athanfia do Monte
lurisac^o que pedio para pngar por contn Sinay.Coiillrmaram a azulenca,
doexercicio prximo lindo de 1850 a 1851 c ApnlUnlo, Francisco Antonio da Cama;
da rubrica-exercito e fjrca do linlm-a quan- appellada, Mara da ..!'. Ujsprezsram
ta de 9 600rs.queseacSa em divida, ti- os embargos.
ranlo-seduaquantia das sobras, que exis- Appellante, Jjs Antonio da Costa ; appolla-
tem emoutras rubricas.-Fizerao-;.e as ne- do, Antonio Jos doedeiros BiUncourl.
crssari.s communicat0es. Foram rec bidos o julgados provados os
Dito.Ao dosembargador presidente do embargos,
tribunal do commercio inteirundo-o dola-! dilicebcias.
isla do exposto em seus olciosde Appellante, ManoeUosc do MeJeiros luri-
e novembro ultimo, autorisado o i ba ; appellado, o juizo.Mandarami dos-
cer os autos originaes, e qua subisse o
traslado.
DMIOKAGObM.
Appellante, a Justina; appellaJs, Rosa Ale-
ve-,em vi
19e29 de
deputado secretario d'aquollo tribunal para
contratar com o tutor dos menores, a quem
pertence a casa, em quo actualmente fun-
ciona o dito tribunal, o aluguel da mesma,
alimde correr enielhanle despesa por cun-
ta do corre da fazenda nacional, visto 'que
no ultimo desto mez linda-so o anno, du-
rante o qual compromelterBo-se alguns ne-
gociantes a pagar o referido aluguel,Neste
sentido officiou-se ao mencionado deputado
secretario.
Dito.Ao juiz relator da junta de juslica
transmillindo para ser relatado em sessao
da mesma junta o processo verbal leilo ao
segundo cadete do nono balalhao de infan-
tina Francisco Soires dos Prazeres.Gom-
munlcou-se ao commando das armas.
Dito.--Ao major encarregado das obras
militares desta provincia aulurisando-n, em
visla do plano e orcameoto que remelleo,
e de que informou a respeilo o inspector di.
pagadoria militar no ofllcio, qoo enva por
copia, a fazer construir no istlimo d'OhnJs,
eutre a fortaleza do Brum e o forte do Bu-
raco o carracho, de que trata o citado orca-
mento, o qual se faz necessario paia o la-
boratorio de fogos artificiaos e cailuxame,
devtndoSm, na execucaode tal obra, ou-
vir o que o marcena! cominandatite das ar-
mas liver por convenienlo obsetvar-lhe.-
Fizerain-se neste sonlo as uceessanas
coinniunicsers.
Dito.Ao promotor publico da comarca
do Rio Fumiiosu remetiendo os papis rela-
tivos ao armamento e corrame, que se lor-
neceo em diflerenlcspocas a guarda nacio-
nal d'aquelia comatca, fim de que, proce-
dendoas investigaoes e pesquizas necossa-
rias, informe sobre o resultado dellas de
modo que s possa recon' ecer quaes s pes-
so-isque tOo responsaves por esse arma-
mento e corrame para serem obrigadas a
recolher ludo ao arsenal de guerra
Dito.A thesouraria da fazenda provin-
cial remetiendo copia do novo orrjameutu
dos concertos de quo necessila aponte so-
breo rio Jaboalo, c declarando que laes
concei tos devem ser fritos desdo j, pagan-
do-se ao arrematante o que selhedewr.
Inteirou-se aoengenlieiro director das obras
publicas
Dito.Ao director do conso provincial:
Accuso a reeepcao do seu ofllcio de 3 do cor-
rente, em que Vm. consulta se os proprie-
tarios ou rendeiros de estabelecimenlos
ruraes podem considerar-se comprehendi
dos na dis|iosic8o do 3 do art. 10 do re-
gulamento n.797 de H de junho deste an-
no, sendo por conseguinte obrigados a in-
cluir as listas de suasfamillas os nomes de
todos os seus moradores ou agregados, em
hora morem estes em casas separadas ; e
em resposta se me offerece dizer-llie, quo a
vista do disposto nos aits. 9,10,11, 15,16
e 17 dodilo rcgulamentonSo pode ler lugar
oqueVm. prouOe adverlirfdo, porm que
natorma do arl. 2 $ do mesmo regula-
mento competo a Vine, propor ao director
xandrina dos Prazeres.
Appeliantes, Amaro Conexivos dos Sanios
e oulro; appellados, Marcelino Antonio
Pereira o outro.
Appellante, D. Candida Agustinha de Bar-
ros; appellado, Jos Candido do Carvalho
Medeircs.
amsoes.
Passaram do Sr. deiombargador Souza ao
Sr. desembargador Rebollo as seguimos ap-
pell ic/ii!.< em quo sin :
Appellante, Mara Theodora da Conceicao ;
appellado, Alcixo Jos de Oliveira.
Appellante, a preta Manoela; appellado, Ma-
nuel Francisco Rebello.
Passsram do Sr. desembargador Robello
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guimos appellar;Oes em que s3o :
Appeliantes, Manoel Pires Ferreira e outro;
appellado, Domingos Caldas Pires Fer-
reira.
Appellante, Marcelino Jos Lopes; appella-
da, Francisco Jo3o Carneiroda Cunda.
Passaram do Sr. dosombargador Luna
Freir ao Sr. desorcbari?ador Tollos as se-
guinles appellacOes em quesSo:
Appellaite, Manoel Joaquim dos Santos;
appellado, o juizo.
Appellante, Vicente Ferreira da Costa ; ap-
pellado, Manoel de Son* Pereira.
Appollante, Beuto Jos da Costa; appellado,
Jos Joaquim Bezerra Cavalcanti.
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
as seguinles appellacOes emquesSo:
Appellante, Pedro Fernandes da Silva ; ap-
pellada, Mara de Jess Coitinho Lisboa
Jnior.
Appeliantes, Manoel Joaquim dos Res e sus
mulner; appellados, Francisca Carolina
de Parla Lsmos e outros.
Passaram do Sr. desembargador Tclles ao
Sr. desembargador l'creira Monteiro as se-
guintes appellacOes om que s3o :
Appellante, Manoel Rodrigues da Costa ;
appellados, George Kenworlh & Compa-
nhm.
Appellante, Jos Andr Pereira de Albu-
querquo ; appellado, Jo3o Ferreira do
J'rado.
au fui a ni juigai ose oais feitos com
dia assignado por haver faltado a sessao os
Srs. desembargadores cima mencionados.
PERNAMBUCO
RECIFE, 13 DE DEZEMBRO DE 1851.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETRO3PECTO SEMANAL
Fol grandemente commeinorada no dia 8 a
eicelsa podroelra do imperio, havendo, em sua
honra, testas folemnes na Igreja dos militares,
que tein a sua Invocacao no convento do Car-
mo, e no aico do Recite, onde, alm do mais,
bouve fogo de visla. Por tal oceasiao liveram
os habitantes desta cidade, favorecidos por um
geral qualquer modilicacBo, que entondr|BC|ioluar, varios pontos de recrelo em as noi-
dovercm soffrer as sobreJilas disposi(;oJS. tes de 7 e 8, e s os harmoniosos concertos das
tarinho dous calielros vendedores de pilo, e
travando entre al una luta, por motivo de ri-
sas anteriores, deu um delles urna tacada no
oulro, da qual Ibe resultou a inorte inmediata-
mente, nao lhe valendo um ccete e uina pis-
tola, de que tambem se achava armado, segun-
do nos Informara. O criminoso fol capturado
logo depols, c recolhido a pilso.
Quando menos esperramos fomos benigna-
mente visitados pela chuva, que cabio em gran-
de copla hontera pela mauhaa, e boje em toda
a tarde, parecen do 6 da 13 de deiembro ara
da de invern. Entre os milagresde Santa Lu-
na foi este certamente um dos mals estima-
veis, e os astrlogos, que em seus vaticinios de
bonsou mos anuos, tomam por ballsalnva-
riavel os phenomenos atiuosp'iericos.^qae se-
guein ou precedem o dia desta santa, Ja nos ea-
lao prognosdeando comsfavorablllisstino o fu-
turo auno de 52.
Oque he cerlo hoque, ha mullo nao tornos
um anno t.io benigno relativamente chuvas
como o presente, que est lindar; e tamben
nos parece que, a conllnuarem as causas por
este modo, e nosendo desmentidla desta vez,
como de outras, as experiencias dos antgos,
lambciii seremos igualmente favorecidos etn o
vlndouro, nao toado a nossa lavoura que sof-
frer, a falta de invern.
Nos arredores de Lima e em toda a costado
Per nao sio conhrcida as chuvas, o Egypto
o.i i carece dellaa, e s o B rasil, ror mal de pec-
cados, vive em continua aniiedade pela sua
grande inconstancia, estando dellas inlelra-
inente dependente a industria agiicola, que faz
a principal fonte da riquesa dos seus habitantes.
l'orin, c para ns habitantes do Reclfe, o
que mais de parla nos vecha he o intenso calor
que nos persegue, como as molestias que lhe
sao consectarias, e eis porque ai chuvas nos
iiicrcccriam seuipre toda a atlencao c acata-
incnto, quando nao houvesse aquelle outro mo-
tivo.
Rendeo a alandega de 9 a 13 do corrente
86:i03.4i'J rs. Kntrarain durante a semana 24
embarcaedes, sendo entre ellas urna ingina
com fazendas, urna americana com diversos
gneros, urna portuguesa dem, uina franceza
dem,urna austriacae urna portuguesa com car-
ne secca, duas brasileiraa com gneros do paiz,
e cstrangeiros cora guia. Sahiram 12.
Fallecern) tOpessoas, 3i Uvres, 9 escravas,
entre aquellas 14 homens. 7 mulheres, 10 me-
ninos, entre ellas 5 homens i inulber e 3 par-
rlos. ^^^^^^^
. CLLEGIO DE PA1AU'.
Couselheiro Antonio P. .Mu -I Monteiro
Coronel Manoel Pereira da Silva
Desembargador J. M. F. de Mello
Padre Joaquim l'inlu de Campos
Dr. Jos Quinlino A: Caslro Leao
Di'. Joaquim Concalves Lima
Dr. Jos Filippe de Souzi Lco
Dr. Joaquim Eduardo Pina
Padro Viconto l'errcira deSiqueira V.
Dr. Manoel Ciruciro Luis do Albuq.
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da t unir
Tenante Coronel Jo3o do Rogo B. F.
Vigario geral Leonardo Antunes Mein 11.
Dr. J.'.Vi de Souza Reis
Dr. Francisco de Paula Baptisla
Dr. Alvaro tlurbalho Ucha Cavalcanle
Dr. Gaspar de Menezes V. de Drumond
r. Alexandre Bernardino Reis e Silva
Dr. Folix Theotonio da Silva Gusm9o
Dr.Manuel Firmino de Mello
Dr. Joaquim de Aquino Funseca
Dr. Jos Francisco de l'aiva
Coronel Jos Padro Velloso da Silvelra
Coronel Pacifico Lopes deSiqueira
Jos Pedro da Silva
r. Jo3o Jos Forreira de Aguiar
Dr. Pedro Francisco de Paula C.
M .Jo; Juan Valentiui Vilclla
Dr. Jos Piauhilyno Mendos Magalhiies
Dr. Guilhermioo C. Mirques Bacalho
Dr. Miguel Archanjo da Silva Cosa
Dr. Jos Raymundo da Costa Menozes
ii n.iu de Capibaribo
Dr. Rodrigo Castor do Albuqr. Maranhlo
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello
Dr. Fraucisco Jofio Carneiro da Cunha
r. Lourenco A. de Albuquerque Mello
r. Cosme daS Pereira
Dr. Marcos Crrela da filmara T.
Cnmmandanle superior F. J. Pereira
r. Jos Rodrigues dos Passos
Dr. Jlo Francisco da Silva Braga
Vigario Antonio F. Goncslves Cumiarnos
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Loao
Dr. Francisco Carlos Brandan
Dr. Francisco Alvcs da Silva
Dr. Joaquim Pires Machado Porlella
r.Francisco Xavi-r Paes Barrlo
Dr. Francisco Antonio P. de Carvalho
Dr. Caetano Estellila C. Pessoa
Dr. Ilemeterio J. Velloso da Silveira
Di. Domingos Milaquias A. P. Ferreira
Francisco Lopes Vasconcellos GalvSo
r. Francisco de Assis Oliveira Maciel
Capio Manoel Antonio M. Pereira
Dr. Lourenco Bizarra Carneiro da C.
Vicenta Justiniano Bizarra Cavalcante
r. Jos Francisco da Costa Gomes
J03 do Cirvalho Araujo Carvalcinle
Dr. Delphiiio Augusto Cavolcaotc da A.
Tenante Coronel Seraphim do Souza F.
Major Jos Rodrigues do Moraas
Dr. Filiapo deUlinla Cuneiro Campeilo
T. Coronel Antonio Gomes Leal
Dr. Jernimo Vilella do Castro Tavares
r. Manool de Souza Ferraz
Reverendo Manoel Lopes Rodrigues de B.
i: nlielino Guedes de Mello
Dr Estevo de A. M jilo Monte Negro
Dr. Jos Antonio de Figueiredo
M.ii iiuiin Jos de Mello
Manoel Paulino de Gouveia Uuniz Feij
Dr. Antonio d'Assumpc3o Cabral
Tente Coronel Tiburllno Pinto de A.
r. i nii '111111 Ferreira Catao
r. J. Jerooymo Pacheco de Albuqr
Dr, Manuel Concalves Claro Guerra
Dr. Amonio lle'reulano de S, BanJeira
Major Victorino Lopes de Barros
Dr. Filippe Menna Calado da Fonseca
Curonel Luiz da Carvalho BrandSo
Dr. Luiz lijarte Pereira
r. Joaquim Elviro de Moraes Carvalho
Dr, Joaquim Nunes da Cunha Machado
Dr. Chrislovu Xavier Lopes
do, pedlndo esclarecimentoa sobre o enme i)o ne|te leri00> comparecendo ao jurados,
de tomada derecrulasdo polcr da jusliga, Koram aprcscntadoi pclojulipieparadorqua-
bem como se podem ser processados no ler- lro pIOcestos de reos presos, e dous de alhan-
RATIFICAC40.
Por engao na lista dos candidatos vota-
dos no collegio do Limoeiro deixou de sor
mencionado o Sr. lenle Francisco Rsphncl
da Mello Reg com 50 votos ; a na lisia do
collegio do G i raiiliuns o Sr.- Umbelino Gue-
des de Mello com 55. Foram igualmente vo-
tados neste ultimo collegio em seguida ao
Sr. Dr. Ilometerio Jos Velozo da Silveira os
senhores:
A. V. da S. Barroca 13
Dr. C.Xavier Pereira do Brillo 13
Jos Padro da Silva 13
iThomaz d'AquiooF. J. 13
Coronel Antonio T. doMaceJo
Dr. Jos Felippo de 5. Leflo
Dr. Jos Raymundo da C. Menozes
Dr. Christov3o Xavier Lopoi
Dr. Ivo Mequelino da C. S. Maior
Dr. Manoel Mendes da Cunha Azevedo
Augusto FreJerico de Oliveira
Dr. Jos Francisco de Paiva
jj Padre U. do S. Lopes Gama
ProfossorS. Manriques do Albuquerque
i Dr. M. Archanjo da Silva Costa
Tenente'coronel Jos de Albuquerque
| Coronal F. A. C. Camboim
Padre Luiz Carlos Co 1 ti > di Silva
t Dr. Assump^au Cabral I
| Dr. J.A. de Figueredo
M. J. D. Colecera
Coronel F. A. do Barros o Silva
Dr. Antonio Eaaminon las do Mello
Professor A. P. de Figueindo
J. 11. Corris da Silva
Vigario J. T. de Mello
Dr. F. A. do Oliveira Maciel
Padre J.i.i i Caprislano do M ti lnm; i
1. J. de Siuz Le3o
r. Angelo llenriques da Silva
Dr. Failoza
Dr. Lourenr-o Vasnurado
A do Carvalho Albuquerque
Paire P. Ferraz de Albuquerque
I. liento de Layolla
Miguel Affonso Capobre
Major Jos Caetano do Mo oros
Fiorindo Forreira Catao
Dr. Olinla Campeilo
llenrique Pereira do Lucelia
Coronel Lemenhi
Padre I i.l h Muloira
Dr. J. Eduarlol'iua
Antonio Joaquim do Mello
Padre I).-. Farias
Bardo de Capibaribe
Coronel Appolinsrio
Valerianno Bezerra Cavalcanti
Dr. Francisco Carlos Brand8o
r. Juo Francisco de Arruda Falcio
Coi.-imeiid.iil ir D. Malaquias de A. I1. F.
Dr. Cosme de Si Pereira
Bernardo Jos da Cunara
Dr. CnristovSo Monle-llaso
Dr. J. P. Monteiro da Andrade
Dr. Jo3o Lina Cavalcanti de A.
Dr. P. B. P. de Araujo BellrSo
Dr. M. I. de Carvalho Mentn;*
JURY DO REOlbE.
." SESSAO OBDINAItIV, EM 10 DE DE
ZEMBRO DE 1851.
Presidencia do r. Dr. Neiva.
Promotor, o Sr. D'. Abllio Jus Tavares da
Silva.
A '', "/!. o Sr. Jos Brsilino da Silva.
A's mi/ horas, feita a chamada aohatn-fo
presentes 40 Srs. jurados,
" Sr, PruidcMc abre a sessao.
Sorteado o conselho reo Jlarcolino Ferreira da Costa, aecusado pelo
crunc de roubo,
O Sr. Preiidenlc fat ao ro o seguale
INTERROGATORIO.
Juis : Como se chama i
Reo : Marcolino Ferreira da Costa.
Juiz : -- Sabe porqne fol processado i
/( i lii/eiu ser por um roubo fcito cm
casa do Sr. Jos da Rocha Paranhos t notc-sc,
diz elle Paranhos.
Jui; : Em que dia leve lugar esse roubo 7
Reo : Na noitc de i de abril.
Juis; -- Sabe quaes foram os objectos rou-
bados ?
Reo : Nao senhor ; di o Sr. Paranhos que
uiontou cm 10 contoi de ris.
Juis : Sabe quem fuera esse roubo ?
/'''' :Nao senhor, tealio ouvdj dizer que
(il roubo nunca se dcu.
Jui:: Em que lugar se ochava nessa oc-
easiao ?
fleo :Cu vlndos Ave-Maras para casa.oSr.
Paranhos me convidoupara r aolhealro,porcm
como tambem taruma pessoa miiiha desal'cicoa-
da, resolv nao Ir e sahl com o Sr. Dr. Janseiu
que tambem o'oqui ; fonus para a ra do fo-
go e depols ao thcatro tomar sorvete, na volla
achet aporta abertae as gavetas todas espalha-
das pela casa tcudon'uma dellas alguindiuhel-
ro t ful iininedlatainenle ao theatro dar parte
ao Sr. Paranhos, o qual chcgatido em caa, dis-
se que tinha sido roubado, em 10 conloa de ris
dahl dirigimo-nos a casa do Sr. delegado para
redu -lhe providencias ao que elle nos respon-
deu, que visto ser cirt aquellas horas, chainas-
sernos o inspector e algumas patrulhas para
lir a casa em cerco ot de uianha' ao que o
Sr. Parauhos nao acceden dirigindo-se para o
thcatro onde eu ful pouco depuis preso.
Jui: : t.iu inri, dias depols foi sold o se-
nhor r
fo : 5 dias depois,
Jui: i Depuis que fui solt conservou-sc
sempre na cidade ?
Ro : -- Mais de oito illas.
Juis : Para que lugar foi depois desses dias 'l
V\co : -- Para Pedras de Fogo.
Juis : Para que iim se dirigi a esse lugar}
Reo : Para ver ininha familia, meus lilhos.
Juis : Porqne foi preso em Pedral de Fugo?
fl>" : Chegando em Pedras de Fogo, fui
(inmediatamente preso pelo subdelegado, di-
iendo elle que por denuncia que livea no Re-
cite ; depois a pedido do coronel Jos Joaquim
de Souza Guedes lu solt porque se me nao
achar nada. Tendo umaporco de ouro da mu-
lhor com quem me achava,fui mostra-lo ao sub-
delegado para evitar duvldas; mas poueolempo
depols ve i o osle correr i ii i ii lia casa e pedii-ine
o ouro que lhe mili a mostrado, ao que cedi,
dan Jo-ino elle um bilhetc em que declarava fl-
car de posse desse objectos ; depois como pas-
-.le.'iii 2 inezes eu eiigisse o tucuouro, o sub-
delegado negou-sea laso e prendeu-ine.
Juis: -- Uuaieraasuaoccupaco ?
R*o : '1 a i ava passaportes.
Juis : Porque tinha a familia em Pcdrasde
Fogo morando aqu ?
Rio i A mulher com quera eslava foi docn-
le para o mallo e fui uAi' ae i ii|,ar porque
abl tlnba familia.
Jui : Que lempo esteve era cas i de Para-
nhos P
Aso : Tres inezes porque elle me convldou
para ir morar com elle.
Lldas as pecas do processo e limlas as allc-
gaedes pro e contra,
O Sr. Presidente faz o relatorio da causa e
entrega ao conselhoos quesiioj aos quaes res-
pondendo este negativamente, he o reo ab-
solvido. -_______________
BALANgODARECEITA E DESPEZA DA C-
MARA MUNICIPAL DO RECIFE NO MEZ
DE NOVEMBRO DE 1851.
Arcrira.
Saldo verificado cm 31 de outubro
dem dito dito de 1851 a 185), n>. 3
a 30
dem pela subdelegada do Rccife,
n. I
dem pelo jury. n. 1
lile n pelo mi! um ni i n. 120, II. B
Aluguel das casiuhasdaSolcdade,
n. 1
tnpoito de 200 rs. por cabera de
gado sulno, ns. I a 3
dem a 100 rs. pordita de ovelhum,
ns. 1 a 3
dem de 2/rs. por liecnca sobre fogo
artificial, ni. 13 a 20
Utiven.
Folha do pagamento dos einpregados
relativa ao iiiei de outubro prxi-
mo passado, n.2
Cusas de proccsso crimnaos, ns. 7
a II
Lutos para a cadeia desta cidade,
ii. 2
Limpcna das mas, ni. 12 a 25
G ilcatnento das mesmas, u. 2
Evenluaes, ns. Il a U
Dalanjo a favor da reccitacm 30 de
novembro de I8S1
,000l
25,0001
II 0,000(
100,0001
.179.25?
8.700
Il>'.l.i2ii
21,410
19,000
l :820,8a2
4:761,551
(1:588,380
Conferido cm 9 dozembro de 1851,
franca.
Cmara municipal do Recife, I de dciem-
bro de 1851.
No impedimento do contador,
Jou'/uim '/'iioarc* /lodol'ill/io.
I) procurador,
Jaral Viclur Frirciro Lopes.
Gommuniccido.
O espirito do b3rrismo desenvolvido en-
tre una e oulra provincia de um mesmo
imperio, ja nao he certamonto oompallvel
com nosso estado de civilisagao. > intor-
rogatu'io que so faz relativamente a meu
annuncio nSo ressumbra senio essi ideia
do opposirao mal entendida, anto-civil e
prejudicial, do considorar-sa como nimi-
gos do rar;a oslranha todo aquellas que
sofilhos do outras provincias. So as |er-
gunhs foilis lossem-nos de oulro modo
lancldas, prazer causar-uos-hia ante*, pon-
do-nos na obrigarjao do dar-I lies novas, uleis
a necessari is; mas o molo ferino, dabatxo
lo qtnl so apresetilou o aggressor, alui
de nao ser Uso muito honroso, e nao fon
o rcspci'.u dovt lo a opni&d publica e illui-
Iradi de urna d.s prtmeiras provincias do
itnporio, em resposti daramos stiieiit'i
ti ni completo silencio.
Posto qua o Brasil, depois do sua mi-
pendencia, tetilla progredtdi a muitos reg.
peitus, inda quo esse progreso nflo coi es-
ponda ten ao lampo, tietii SOS roeutSOS
naluracs com que cuma, non he inlavi lal a
sua posig.lo, que possa acumpanliar a rnar-
cha do espirito ilumino to pcrcnipturiamon-
lo desenvolvida cm outros psize), cono a
Franca e a Inglaterra.
Isto se d nflo s a respoilo das arles, do
commorcio, da lavoura, cumu das scien-
ciss, e das sciencias sobro tudo. Pelo que
toca a melicina ecirursia, tanto poior an-
da por falla, sem duvi la, d'aquollos nieins
quepodjm motivar, ou que defacto mnti-
vam o estimulo e o amor indispeusaveis o
insoparavois ao progresSO. So na Europa
aquello quo por um dccui lo, s vetes,
mo acompanliit i ciencia na veloz marcha
soir.-e nuasi simpre os
tem os melhores instrumenlos esta claro
0;,000quo he om referencia aos melhorcs d'entre
os que cxisterA} o a ideia de superioridade
aqu est relativa e tirio ataca a generalida-
de. Quiz dizer, e lodo o mundo assim o
enlendeo, quo d'entre a serie immensa de
instrumentos cirurgicos que existen eu
cscolhi os molhores, e que passam na scien-
:iii,ii"o ei.i como la os Por exomplo: existlndo
varias especies de frceps, os Inglezes (co-
15,30aI mo g s. tilvez ignore) o os Franceses, e
..niin entre estes ltimos os chamadosfrceps
"' do Duboisque s3o superiores sos Inglezes,
Xw':ii>m que poJcm segurar a caberj, mesmo
-J====l estando olla alm do estreito superior, o
| prefericeis aos outros pela disposicBo dn
-uas colher.-s donde resulla a vantagem do
seiem mcltiores dilaladores, digo eu, que
i-.108.7-201 prefeti o mcihor d'entre taes instrumenlos,
o que comigo o trouxe ; n8o fallando de
-a oulra especie de frceps ingle!, mo-
dernissimo, queviem Paria, que em nada
se asscmelha aos frceps ordinarios, con-
(islindo em uina especie de brrelo de gom-
ma elstica, proso a urna haslo por mcio
da qual, so fazeudo o vazio, o lal birrete
se applica a cabega do fel etc. Ora o
mesmo quo so d-'U a respeilo do frceps, me
succedeo com outros instrumentos, como
os difforenles lilhotrictores, como cortos es-
carificadores, dando preferencia o do Sr.
Sivial, ao do r. Ricard; porqua o deste
ultimo tem o inconveniente de fazer inci-
ses muito suporlicitcs, etnquanto que o
outro, as fo'.endo mais profundas, s3p por
tslo mais eflicazes. Eis o quo liz : foi es-
coliando os mclliarcs instrumentos e tra-
zendo-os comigo, dos quaes alguns nSo sSo
tem geralmente conhecidos nem conve-
nientemente manobrados. E j satisfszen-
do s um dos seus pedidos: diga-mo, meu
charo Dr, so ou llia apresontasso urna das
iimiiIi.i c.:,\ is do ferros, olharia S. S. para
elles cotn conscioncia ? nao creio: porquo
o medico qua conhoco a sciencia, quo a tem
acjmpanhado em seus progressos, quo
n3o ignora a accaloracao desse progresso,
e os escoltaos que enconlram certas novas
primen n quo da Europa aqui chegucm, nSo
faz pergutilas que laes a essas que aciba
de fazer. E entao eu quizera argumoatar-
llto a bolo para quebrar-Ido essas mos fre-
nticas, eesse bai risi o qi.o n3 > he proprio
du liomoui civilisado. Quando se diz que
certos inslrumenlos nao s3o geralmonie co-
nhecidos, ntlo so quer dizer que niio liaja
quem os cotiliega; e noar-s^ cssa minh i
proposicao he una loucura. Esloccpha-
lolripo que lio um instrumento que na Eu-
ropa uo ha parteiro ou mlico quo o igno-
io; mas entro nos (euuo fallo aqui, cu
julgo de Peniambucii pelo Rio do Janeiro
c minlia provincia) tonlm enconlrado m-
dicos de repuUcSo que nunca o viram. "
notn o ompregaram. Anda lia pouco refo-
i iu-nio um tacto na Ualtia, um dos lentes
lo escola, que taosurprelicndco ; eu devia
crer-lbe, o cri. lima niullter lave um parto
laborioso, foram chimadus dous Ionios, a
por falla do coplialotripo foram obrigados
a multlarein a crianca no seiu materno, que
cm lodo o caso lie urna operacSo soni duvi-
da muito mais peri .-usa do quo a perforscSo
do crneo o seu esnugamento. O mesmo
qie aconlece a respefto deste instrumento
succodo com outros m tutus mais rec :ntemen-
t'doscohertos e fabricados. Temos o tubo
laringyanno c >tn que se ataca as asphyxias
dos recom-nasci los; sir muito fcil de
so o applicar..... mas o c;:rtolte que o tonlio
mostrado a muilos que n'in o conheciam.
Teos diversos litltotridores, diversos es-
r nili i.l'U'.'s, o dilatador d Sr. Civial, es-
Jo sua ssccnfss; solf'e quast simpre
elcilos do urna repulsa como hornera do .
regrossn; nilo sendo capaz de cnrlstar a i tou que alguns lito conhooer3o pelo nome
lauca com os que lhe vilo em fronte; eisto.e mesmo tenlo visto, porm na goneralida-
porque dedia em dii, novas ideias appare-'do..... he at pueril dizer-se lal. Eslaquo
com, nnvos principios s'estabelecem, no-jsceu perguntar a S. S. o que onlende quo
vos instrumentos se fabricam, ote. Como seja urna Scrvina, mo nao lia de responder,
lio quo nos, tilo Tallos do recursos, inler-' Agora, o mesmo quese d a respeito de ins-
medtantlo-se um vasto imr onde muitas trunientos, se J a respeito das manobras.,
vezos se perdn ideias sublimes e ben ne- llavera aqui quem manobroolilhoclrictor do
cessarias ao paiz, podemos, digo, ou de- Sr. Civial comocllcomorcce.ecomo a scien-
vemosestranhir quo uti homom, quo l so ciioextge..... n3o duvido : mas ha do sor
tendo dedicado a urna scienci i, vonha squi um ou oulro que cu n.lo tenho noticia. Eu
annunciar novas ideias, promettoido dar vi no Rio do Janeiro so fszo.' urna oparacSo
publicidade A i1! Mas cmlim, o facto exis- da lilhotricia em que, cada voz que so intro-
te ocumpro dofenlermottos perantc o pu- duzia o instrumonto na bexiga, sa o demo-
blico, da aggrossaoque so nosfaz, rospon- rava mais de doz minutos; o Joonte gritava
dotido a perguntas e siliifazendo a po- lnrrivclmnte, porque nao so levo a lom-
didos.
Porgu ta. Em qui escola fuste douto-
rado?
Resposta.Na do Rio de Janeiro; depois
do quo fui a Portugal on lo estiva algum
lempo, passoi a I.on Jres adelas Pars onde
pranlo, eslulei mo:icina o cirurgia E
havera, DeOl do minlia alma, por vonlua
nistO algutna incompaliliilidaJe ou o lac-
lo de lar dlo o annuuciatile qua estuJou
ua Franca melicina o cirurgia..... exolua
a ideia de havor si lo elle formado em algu-
tna das academias dolmpoio! Etondo-so
formulo na escola do Rio de.Janeiro, para
que ir a Europa senilo para osludar ist) ou
aquillo'.'.........................
PergunU. Supios que o Brasil he urna
das Illas marq te/as, o seus medicas tfio
ignorantes quaulo os curandeiros do ser-
ijo ?
Resposta.No sen'ior: nom eu disse
isto, nem podi julgar tal; porquo sen Jo
Brasileiro, conhejo hem o meu paiz, o por
ello nutro senlimonlos qua me v3o at a
medulla dos ossos. O li-astl, sondo um
dos grandus imperios do mundo por suas
riquezas e produrjOos naturaes, careco en-
tretantonao de cbolas pequeniuas e ho-
mens mlseraveis que esle a m manobrando
a mola real da sociedademas sim de ta-
lentos quaes olloconta, o no quo nada tem
a invojar, cultos, porcm, o un los almis
generosas, despidas de cerlos prcconceitos
ques3oimagon do baibarisinn. Sondo o
Hiiiium 11 ule III lio da B hia, estando no Rio
de Janeiro, e conheceJor de Permmbaco.
nflo poda menoscabar dis mlicos existen-
tes uessesdistinctos lugares; j porquo mui-
tos reconhocemos detalenlnss u.orior
branri de so acalmar o systcma nervoso
meditte um clyslor laudatiisado; levados
toJos ao desespero, sujeitou-se o pobro vc-
Iho a operacSo da lallta, sem se ler o cuida-
do, porm, de se sabor do lamanho da
pudra o sau vulume; o resulttdo foi que
inorrou o liomem sem quo delle so tirasse
urna peJra quo fosse do tamaito de um
geni de iz, 11 l i
Na Rabia n3o consla que haja um hornera
quo seja hbil tiesta operado; e a rsso
eonalste om quo ninguo u so tem dado a
ella como ella o merece. Ora se om Paris
nirsmo oxistem dous professores de lithro-
ticia, que s3o os Srs. Cuudmout e Civial,
e isto porqne ncst:s ullimos annos, i custa
dos traballios do S'. Civial lio que esto
ramo de operarles tem tomado incre-
mento, uo lie, pois, de sdmirar quo
aqui, onde ludo est em embriSo, nao se
pratiiuc esta operarjn tao delicada, quin-
to ulil a liumanidade!
Todo o mundo miro luz urna sonda na
urothra : mas bem poucos s3o os quo a iu-
troduzirSo bem ; e pois quo me provocara,
eu desilio que squi so presente algum col-
lega meu quo teuha eito um estudo regu-
lar ecompioto sabr as operaciles que re-
claman) asmoleslias das vas ourtnariis!
H30 do aparecer aqu grandes genio, gran-
des clymcos, mor; s do muitas esperan-
cas .... mas que sejam fortes em um ramo
de operacoe, n5o: porquo conhoco todos
os meus patricios que team visitado a Euro-
pa, l tive noticia d'ollos, e sai dos asludos
a que elles se deram. Sjra eu bem fraco
se quizessa arrogar a mm a prelenc,3o do
operador, porm o que digo he que estudei
em Pars as operac,0es que recaroam as mo-
elc.
ces.
Pcrgiinta.Existetn em Pars melltores
futirle- .utos de instrumentos de ciru-gia do
Ilustrarlo n3o vulgar: ioorauenolie seu lesnas das vas ourtnarus, ele.
fin" nem cos?u.na dctM.i? allicias reputa- Continuando a tygm^SSS^
mo d sua reiidoncia os individuos que f"aJoa! j'nrA*F P. de Carvallio
commeltrom crimes em outros. f Ho dia lOencoulraram-me na estrada do Ro- Dr. A. i i oo wvarao
Imposto de cordeacOei c liceucas,
ns. 18 a 30
Multas pelo fiscal da freguezia do Re-
cife, perlenccnles ao auno de 185t
a i852, d. II
dem dito dito de Santo Antonio per-
tenecntcao anuo do i8j a 1811, ns.
150a 161
que nosrostam princpiarei repellado,
quo uovas ideias existem na scencis, das
quaes o annucianle ja lizora monsSo na Ba-
qVo"ci.7rereV"sirh-ery"e Simson," paral h,., e espera aqui '"""*e \"l
! que tenlias inslrumenlos molhoroi do quo liles publicidide_.&.^
5:89,i26q
'existem aqui ?
Resposta.Nao senhor: nem cu diste is-
to, nem S. S. enlendeo oque leo; nSn exis-
lem om Pars fabricantes superiores a Chsr-
riere, Siilienry e Simsoo, mis existo um
superior a Sirtieiuy a Samson, que ho o
3i,0o0 mesmo Charriere." Quando se dit que se
8,000
nal publicado na Babia, n. 298 onde titee-
mos Da resto : a quem davemoso saber
tantos rsetos que boje enrtquecem a acieu-
cia, e acclaraui lanos labirmtos d antes
impcrseptvois, e imponetraveis na scien-
cia phisiologica?! A descoberla dos uzos
do sueco pancretico na digeslSo, e por con-



ATTESTADOS DE ESTUDOS.
Colliglo de Franca.
Certlftcado de estado*.
I. En aballo asslgnado, professor ad]unc-
scquencia seu complemento; o fabrico do
assucarc rta gorilurn no Agallo ( um dos
orgSos mais mi orlantes !!, e as eonsequen-
clas pralica que de la rosultam com tojas
lcestoichampagne; a J. R. Lasserro,
| 4 caixas diversas meroadorias; a A.
Oliveira Soaros.
>2
zOes do ervo pnoumo-gastrico j em sua
origen noscjrpos rostifornies, e ao nivel
da un3o dos doiis W. do quarto ventrculo,
ja em todo seu trajecto; o poderse hoja artl-
ficialments*reiuzir-so os animaos ao estado
do diabetei, a conhecer-se. a natureza d'es-
ta molestia, que entilo era fundada aolire
um capricflo chimico ; a uiscuberta da cau-
sa da alteradlo do gosto na paralizia do ner
to facial ; as relevantes experiencias sobre
as monifostages chimicas de diversas subs-
tancias Introduzidas no organismo, em op-
posigflo a certas tlieoriaa por exemplo
a de cnniidarar-se ada helos como o resul-
tado de deminuigao do alalo noaangue, s
pelo simples Tacto dse passarem nos labo-
ratorios phenomenos da diStruigJo do sssu-
car pela presenta dos alales o conhori-
mento do mecanismo por meio do qual cor-
tas substancias podem ser eliminadas com
a omina sem oln igagSo de atravessarem a
rirculagflo aitcrial o o papol importante da
voia cava no momento uuj qua estas subs-
tancias (na digeslo) atiavessam as veas
renacs, e a trela n5o menos importanto >l s
vcias azigos, quo como se sabe, silo tubos
de communicag3o entre a porgflo da civa
que esta abaixo da vlvula subjaconlo as
terminugdcs da* veas rois e a cava supe-
rior: A solugfii da qu'slao do ervo ac-
cessorio do Willis, o a niixlici lado per-
mita-se-mo a exnre>s3o do grande ervo
vago; a scncibilida le das raizes anterioras
n posleiiores q-iinito as suas proi rio lados
& k tu lo a quem he divido senil i a essu |
Cliim do que tanto careca a pbisiologiaj
oxporimo'ital ... ao crofjssor Claudio)
lleni.ir.li>!.' > .. NffO he por ventura no-
vo ludo islo quo acabamos do mencionar
Quem salte aqu que > sueco pancretica
servo na dlgesUto para emulcionar asmate-
riaes gordurozas, o que sem elle estas mate-
rias ufo ser3u j mais absoividas? entre-
tanto, lea-so o parecer da commijsflo do
instituto de Franca, compusla por Dumas,
Magendi, Mlmine F.IwarJ que foi publicado
em l'aris desdo 1818, otilo se lia le onco:i-
i-.ir os maiores elogios feitos aoauctorda
discoberta ; e note-se bem que a publicagao
da memoria foi em 18*8 a al hoje disso a-
qui ninguem tcm noticia !.. \.o ser no-
Tidade a discobc ta do assucar...a discoberta
do assucar do glucaze no ligado, e o fado
de ser este orgSo um fabrica Jor de assucar.'
Pe modo, quo indopendente do assucar que
vero do reino vejetal, o nrganis no pode su-
prir as faltas, fabricaudo-o I .Vio sera anda
novidade levar-so um instrumento ao cranio
de um coelho o la picar-se a raiz do ervo
vago, e d'aln a moia hora, o animal ao achar
diabtico, c 13o diabtico como o uiais per-
feito diabtico I! n.lo ser mais novidade
ainda, saber-se o mecanismo pelo qual urna
substancia, como a cerveja, por oxemplo
pode-se achar na bexiga da ouriua sem tor
atravessado a circulagflo geral! Duas Iboo-
orias existiam a respeito da diabetes; duas
theonas quo so disputavam, e cada qual
procurava ganhar a palma ; eram as dos
Srs. Mialle o UoucliarJ. O Sr. Boucharda
dizia gue a diabetes era occasiona la por
urna suprossilo da pello a qual motivava a
lino Francisco de Lima Santos segulo asidua-
mente o curso de physlulogla experimental du-
rante desoll meiea. Em fe do que eu Ihe pas-
eo o presente alteatado e devo accrescenlar
que o Sr. f arolioo ae fezconslantenienle nota-
vel por seu lelo e sua Inslruccao tao eiteoia
quanto variada.
Felto do colleglo de Franca, em 17 de malo
de 18*0. Claudio Heroardo.
2.' alienado. Eu aballo asslgnado, doutor
em medicina, profcisor particular na escola
pratlca de medicina de Parla, membro titular
da socledade anatmica, certifico que o Sr. Dr.
Carollno Francisco de Lima Santos segulo meu
curso durante toda a sua duracao, e que eier-
ceu com multa alalduidade todas as operaedes
queae prailca sobre as viaa ourioarlas. Em (i
do que eu Ihe passo presente attestado para
faicr o uso que Ihe couvier; feliz de acbar oc-
caalao, do o felicitar publicamente sobre seu
lelo c sobre a habilidade que pode adquirir co-
mo operador.
Paris, i6demaio de 1850 --Dr. Candmont.
3 attestado. Eu certifico que o Sr. Caroll-
no Francisco de Lima Santos segulo meus cur-
sos de cirurgla durante o anno scholsr (|849 a
1850) c que se fez distinguir por seu lelo e sua
intelligenci.1. Dr. Auglas-Tureiiuc. 12 ra
do Inferno. --IS de maio l8*0.
4. attestado. Eu abaixo astignado, doutor
em medicina da i acuidad,- de l'aris, collabora-
dor do Sr. Ilourgery, professor particular de
anatoma, inembro da socledade biologia e de
outras sociedades sabias, certitico que o Sr. Ca-
rolina. Francisco de Mina Santos seguio meus
corsos de anatoma com uiuito zelo durante 18
ineiCS, b que elle ae fez distinguir por seu tra-
balho c sua lutelllgciic.i. Km f duque tenho
praierein Ihe dar o presente.
Paria, lodo malo de I ion. Ludovico Klnsk-
feld, Dr. Up.
5.aiicstado.-- Eu ahalxo assignailo Dr. cin
medicina pela faculdade de l'aris, redactor da
de
1 dita modas e mais mercaderas va Me
lillochau.
9 ditas perfumara ; a Galllot Freres,
3 ditas chapeos para hornera, 1 dita cou-
ros preparados, 15 ditas papel, 1 dila man-
teletes de seda, 10 ditas tecidos de algodSo,
t pote manteiga, a ditos conservas; a I,
Braga iera.
I caixa ooulos de ver ao longo, i dila
obras de ouro e prala ; a Garoier & Compa-
nhia.
1 dita objectos de uso; a C. deLabau-
tlre.
* ditas diversas m orea doria i; a J. Re-
leoot.
5 ditas calcados e mais mercadorias ; a
Dita
Licor .
. Dito
Botija
Canad
Garrafa
180
420
180
Arroz pilado 2 arrobas um Alqueire 4,400
lio
gazeta dos bospilaes, professor de partos da es-
cola pratica, certitico que o Sr. Corolino Fran-
cisco de r.ima Saotoa, segulo meus cursos de
obstectricia com a uiaioi- assiduidade durante
m >is de um auno, c que se fez notavcl por seu
trahalho c seu zelo. fcui f do quealcgro-iue
em dar-lhe o presente attestado para que elle
faca o uro como e onde Iheconvicr.
l'aris, maio de I8.il. Dr. Fajol.
Estao recoohecidos e sellados.
Correspondencia.
Scnhores redactores. A gratidao obriga-me
a prevalecer-mc das columnas de seu bera cou-
cciluado Diarlo para agradecer aoSr. Jos Xa-
vier Fautino Ramos, a dedicado e selo com
que curou da inatruccao de meu lilho Joo llc-
e que lioha a prnpriedade de redutir o
amidono assuor, d'onije provinha que tan-
to mais ainidon engera umsugeilo quan-
to tnaii rssucar se formaria ; o que de tal
oxcosso provinha a moloslia &. O .Sr. Mial-
le, (tilia i|U. a mesin.i supress.lj acida da
pello ocNzioniva a neutralisielo do prin-
cipios alcalinos do s.tngue, e pois que, se-
gundo elle, era o alalo do sariga -. o ih-
truidor do assucar, son to este, ou diminui-
do ou exliuclo, occazionando ru lura no c
quilibrio do la vinha que um ex-
cosso do assucar cntrava na cnculafao ge-
ral e cunstiluia a molestia. Eis lu-
do quanlo havia do nvllior a resp.-ito
da diabetes, i.i.i fez porm o Sr. l'.l.iii
dio Ueruardo .'prorou, priinciro q>ie a des-
tazo quer salivar quer de oulra origem nao
podia atacar o amidon om parte alguma do
organismo, porque na boca, onde islo po-
deria se ellectuar, havia falla do agoa suf
licenta em que eslivesse o amidon em d>s-
solu(ilo, condi>;3o, sine qua, nao era possi-
vel i reducijao ; segundo quo no estomago
onde existe bastante liquido tambem a re-
durcSo n3o poda se ofTectuar porquo no es-
tomago existo o acido do sueco gstricoe
pois que os aci-tos lera a proprieda.le de
impediroiu a accSo da diistazc sobro o
amidon, por islo la a reduccSo se tnroava
impossivel. e que por consequencia nSo po-
dia a daslazo do S.'. UoucharJ mesoio
qnando existsse ellaoccazlonar a moles-
lia ; qusnto mais que o Sr. Conlour ja com
mullo hom sonso a ha.via negado; terceiro
que n3o podia ser o alcale do sangu^, o dls-
truilor do assucar, porque ella vio, o nos
tambem vimos, que quando se langiva don-
tro de um copo de sanguc um pouo de is-
sucar, este assucar desapareca, porm logo
quo se lovava o saogua a una temperatura
lal que occazionasse a disj.-gani?a>;3o dos
principios orgnicos do mesmo sangue, fl-
cando o alcale intaclo porque coto so sabe
o calor n3o o alaca-a dMruicjIo do assu-
car Blo tinha mais lugar; e se ho como ii,
0 8r. Mialle, porqo i disi-uindo-se os prin-
cipios orgnicos do sangue o assucar nao
disaparece? logo atbecria ..'.-, Sr. lilaila
lio inexacta. K sendo assim, liaren do o Plus,
siologisla moderno felo as relevantes des-
cobortasdequu ja fallamos n3o he urna
vaiilagem para dsciciirii, e urna novidade
impostaiilissiina.1 Talvez nao soja para S.
S. e lodos aquellcs que olhaudo osle bello,
e estrellado horizonte que nos cobre, cuid3o
quaatiaitem hordasquo termiii3o so ingas-
landonas oioolaniias que as curtas vistas s
alcancam. E quando aqurlles, que vem de
descerem do grande baliao da experiencia
procura m cunvence-los de seus erroscos-
pem-llie disprezo, duvidando de lulo etc.
etc. Aquello que for a Europa estudar ha-
de ser superior, dadas cenas circunstan-
cias, ao que n3o teuha l bido posto quo te-
lilla estudado ; e si n3o he assim disnecos-
sario seria viajara Europa. O grande de-
feito que temos, be sertnos muito impaci-
entes e mi monos pbulos, posto que gran-
des, possuindo ludo quanto do milhor pode
conceder a natureza para ser urna grande
iiacSo. Urna das gran .'es vanlagens do via-
jante, he nao ignuiar nunca a pozicSo em
que seacha domesmo modo que ja muito
sabj aquello povo que sabe que elle pouco
sabe. O progresso ., lrazilhe tal, que aquel-
le que tiver na Europa estudado urna scien-
cia e aqu rollado, hade a rauilo custo con-
servar o que sabe; e para estar sempre em
da eom a mesma sciencia, forcado sera de
lempo em tornpo fazer nosva viagem, sob
pena de Dcar atraz seuo retrogradar,
que quer mais que llie diga o meu agressor?
y.lo una disseiiaciio fa,ia sobre cada un dos-
tes pontos? Nessa nSo calamos nos sem que
se nos pague a impressfio. Esta que temos
a respeito da diabetes urna memoria a dar
publicidade, querS. S. pagara empressSo?
he favor, eticar mas inteiradode qua nSo
inventamos. Pelo que toca a meus altas-
lados ei-los abaixojpublicados; e relovo eo-
lio quo tambem ihe facam urna pergunta.
S.8. tinha noticia deludo isto que acabo do
expor-lse? Meta aponna na tinta de sua
couciencia.e me responda!
Dr. Carolino T. de L. Santos, '
zerra de Mello Lellao. Ha trea annos foi esle
conllado pelo liu ul meu esposo aos cuidados
do Sr. Xavier Ramos, como director de um es-
tabeleciinenlo de Inslruccaoelementar, e uo
foi sem graude praier que n, no da i do cor-
rente, aer meu lilho sujeito ao came da lingoa
nacional, e approvado pelos illuslrisslinos ae-
nhores doutores Loureuco Trigo de Loureiro,
e Jos Soares de zevedo, pessoas nao suapel-
tas na sciencia da lingoa.
Gom elleito, um menino que conta apenas
onie aunos de Idade, que prlnciplou e acabou,
nicamente com o Sr. Xavier Ramos, de ad-
quirir o conlieclinenlos precisos de inslruccao
primaria, piova o iiileressc com que o inesmo
.Sr.sc dedica iioadiaulaineuto de aeus alumnos,
por cuja moralidadc multo e uiuiiu ae desvela.
Talvez com a publicidade do que tenho ex-
pendido, cu ir,iba de certo
3Qj;y Dmosse & Companhia.
4 ditas tecidos diversos, t dita chapeos
para homem, t dita limas linas, 1 dita es-
pingardas, 1 dita vidros, 1 dita pertencos
para sirgueiro, t dita couros preparados;
a F. Ssuvago & Companhia.
19 ditas diversas meroadorias, 3 ditas cha-
peos para homem; a Feidel Pinto & Com-
panhia.
2 caixas modas, 17 ditas tecidos diversos,
16 ditas caracteres e artigos de imprensa,
1 dita perfumarla, i dita livros, I dila cha-
peos de caiiia, i dita ditos de seda, I dila
ditos de sol, 2 ditas de hijoulerias e confec-
Oes ; a L. AntoniodeSiqueira.
1 dita fil; a J. II. l.ulkeos & Companhia.
2 ditas l 'cuos divorsos; a Rosas Braga &
Companhia. *
50 cestos champagne; aCalmont & Com
panhia.
11 caixas diversas meroadorias, I dita te-
cidos; a E. Ii. da Silva.
2 ditas drogas, 1 dita verniz, 1 dita sueco
do groieilles, I dita obras do ferro, 2 ditas
pertences para chapeos, 3 ditas miu lezas,
1 dita perfumara, 4 ditas meroadorias di-
versas,! ditas e 2 birris drogas; a C. Kruger.
7 ditas chapeos, 5 ditas vidros, t dita per-
fumara, 1 dita bijoitteria, 6 ditas tecidos
diversos, 12 ditas papel, 2 ditas chapeos de
sol, I dita flores artiliciaes, 4 ditas fructas
seccas, 1 dita bonets e esporas, 13 ditas
diversas mercaduras, 9 ditas couros prepa-
rados, 3 ditas calvados, t dita bengalas e
chapeos de sol ; aos consignatarios.
80 han as a 40 meios ditos manteiga, 4 cai-
xas diversas mercaduras, 1 dita calcado;
a Cals Frere.
1 dita pistolas, I dita porcelana, 3
papel pintado e outras meroadorias ;
Kobert.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dia 1 a 12 13:419,199
dem do dia 13........ 360,011
13:779,210
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendimniiioilo dial a 12. .1:060,238
dem do dia 13.......217,878
Urna
m
Arroba
c

Cento
ditas
a A.
Araras
Panagaios......
Moladlas.......
Biscoitos. ... .
Caf bom .1.....
Dilo rostollio.....
Dito eom casca ....
Carne seoca ....',
Coucosnom casca .
Charutos bons ....
Ditos ordinarios. .
Dilo relagia e primor .
Cera de Car nao lia .
Couros de Boi salgados.
Dito espixados ....
Dito de onca ....
Doces de calda ....
Dito de guiaba ....
Dito seoco......
EstaSpa nacional ....
Farinha do mandioca .
I'i'ij.ii.......
Fumo bom......
Ditorestolho.....
Gomma.......
Gengibre.......
I.enlia de acbas......
Dilo de toros.......
Pranchasdeamar.de 2 oust.
Dilas de louro......
Cottado de amarello de 35 a
40 p. doc. o 2 t a 3 de I. o
Dilo dito usuaes.....
Costadinho do dilo.....
Soalbu de dilo......
Forro de dito....... .<
Costado do lauro.....
Costadinho do dito ....
Soalliodedilo....... a
Forro de dito.......
Dilos de cedro......
Toros de lalajuba .
Varas de pirrcira.....Duza
Ditas do aguilliadas .... a
Ditas de quiris......
Itodasdosicupira para carros Par
I'.mis de dita para dilos. a
Mu cm pipos.......Urna
12,000
3,200
3,500
5,000
*.W
3,600
4,800
2,880
4,000
1,600
700
4,000
5,800
120
145
14,000
400
240
500
1,200
. Arroba
. Libra
.Um
a
. Libra


. Arroba
Alqueire 1,600
. < 3,500
. Arroba 6,000
. 4,000
. Alquoire 2,000
. Arioba 2,800
. Cento
Um

. Quinlal
. mmi modo oOendldo a
luruiaco de urna daslazo anormal que ti-1 modestia do Sr. Xavier Ramos, porm tenha
liona sua sede no estomago dos dab. Iicos|es'esenhoralguma condescendencia, e consul-
ta que assim exprima os senlimentos de erall-
j-------.... -------, .....
uaoque nutro a seu respeito, tauto mais quan-
to ene senhor depois do fallecimento de meu
marido couiinuou a entinar gratuitamente ao
dilo meu la Mi o. Sou scnhores redactores vene-
radora e criada
1:278,116
'a
Mara la Vurificaqao' Bcierra da Jlacedo.
COMMEIIC17
AII ANIlGGA.
Iteniliiurnlo do dia 13. H.508,069
Dcscarregam hoje 15 de dezanbro.
arca purtuguoza /loo Viagem cal, arcos
e vimos.
Urigue portuguez Novo Vencedor merca-
dorias.
Ilrigue amoricano Brand Wina farinha
o bolachinhas.
Iriguo francez Cesar meroadorias.
Briguo iiiglez Navegador- btalas e ferro.
I ni I > Patacho inglez Navigator, vindo do Jorsev,
consignado a Me. Calmoo. & Companhia
manfeslouo seguinte:
100 narria vinho, 90 dilos vinagre, 1,848
barras e 20 foixes ferro, 35 toneladas bata-
tas, 280 caixas genebra, 17 ditas vinho, 1
dila vinagro de fructas, 5gigos garrafas, 91
pegas de cabo ; aos consignatarios.
Brigue francez Cesar, vindo do Havre,
consignado a Avrial Freres, & Companhia,
manifeslou o seguinto :
14 caixas tecidos do algoJSo, 3 ditas di-
tos de seda, l dila miudezas, 1 barrica
Mijos, I cmbrulho papis de commorcio,
2 ditos e 4 caixas amostras; a J. Keller a
Companhia.
1 dila tecidos de algod3o, 2 ditas ditos de
Ba.lditi ditos lo sola, 2 ditas miudezas,
i au merciarla, lilas couros preparados,
- Utas pertences para seloirus, 1 dila louca
de porcelana, 7 duas chapeos para homem,
I Bill perfumarla, I dita vi.lros, 2 ditas cal-
ci'lo I dita instrumento d msica, 1 dita
rerramonlas, C ditas diversas inercadorias,
i dita amostras, abarra manteiga, 40ces-
tos champagne; a ordem.
lucidos de sitia, o uiiu ditos de
l.\piiilacio.
Philndclphia, barca americana John l-'.ir-
num, de 302 t|4 tonelladas, conduziooso-
guinle : 3395 saceos com 16,975 arrobas
de assucar.
Ilio Grande' do Norte, lancha Foliz das
Ondas, conduzio o seguinte: 1 pacole fa-
zendas, I hacia de aramn, i caixote com 1
C ir d 1 internas, 1 garrafSo vinho, 1 chapeo
do sol, 2 pacotes algodSo da Baha, 1 tacho
de cobre, 2 solns o couros.
ECEBEOOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PEItNAMBUCO.
Rendimento do dia 12..... 917,307
dem do dia 13......... 545,956
Consulado provincial.
Rendimento do da 13.....1:004,4*3
PRAGA DO RECIFE, 13 DE DEZEMBRO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios- As transac(dea eOectuadaa ll-
veiam por base o preco de 29
d. por 1/rs. dinheiro decon-
tado e os saccadores fcaram
pouco animados a sacar por
este cambio.
Algodao- Vendeu-se o de prlineira sor-
te regular a 4/400 rs. por ar-
roba, tendo entrado 921 aac-
quartolas
lin ir-.. .
Milho.....
Pedras de amolar
Ditas de filtrar -
Ponas do boi .
Piassaba ....
Sollo.....
Sarca parilha. .
Tapioca. .
Unbasdo boi. ... Cento
Couros do cabra ..... a
Azcito decarrapato.....Cariada
1,600
9,000
22,000
8,500
8.000
16,000
10,000
8,000
4,500
6,400
5,200
3,800
2,500
3,200
1,600
1.280
1,600
2,080
40,000!
18,000|
34,000
190
6,800
dem do Exm. Sr. presidente da provincia
de 4 do crreme, manda fazer publico, que
nos das 16, 17 e 18 domesmo, ir a praca
para aer arrematado parante o tribunal ad-
ministrativo da mesma thosouraria, a quom
por menos Bzer a pintura das varaodas da
ponte da Boa-Vista,-a valiada em 337,700 rs.
ArrematacSo sera leita na forma Jos arts.
24 e 27 da le n, 286 de 17 de malo do cor-
rente atoo. i
As pessoas que se propozurem a esta ar-
romatacSo, comparecam na sala dassessOes
do inesmo tribunal, nos das cima men-
cionados polo mcio-dia, compelentemente
habilitadas.
E para conslar se mandou afilar o pre-
zente epublicar polo Diario.
Secretaria da thezonrasia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 6 de dezembro de
881. ,. Osecretario
Antonio Ferreira d'Annunciac.3o.
Clauzulas especiaes de arrematado
1. A piotura da ponte da Boa-Vista, ser
leita de conformidade com o ornamento
aprezentado nesta data a approvacSo do
Exm. presidente da provincia, na importan-
cia de 337,700 rs.
2.' Ser principiada esla obra no praso
de 15 das, e concluida no do'60 das, con-
tando-se na forma dos arts. 31 e 32 da lei
provincial n. 286.
3.* A importancia dosta obra ser paga
em urna s preslacSo quando o arrematan-
te ti ver concluida lod i a pintura.
*" P"s ludo o mais que nSo estiver es-
pecificado as prezentes clauzulas seguir-
se-ho que determina a lei provincial n.
286 de 17 de maio de 1851.
Conformo.
Osecretario.
__________Antonio Kerrora -i'Anniinclacfln.
DeclaraC/oes.
- Pela subdelegada dos Affogados foi a-
prohendido, e competentemente depositado,
um cavallo melado que vagava pelas ras da
freguesiajquem for sou dono procure-o para
Ihe ser entregue povando. Subdelegada
dos AITogados 11 do d- zou.bro de 1851. o
suhJelegado, Macicl Viana.
Consulado de Portugal em Pernambuco.
Para conhecimeoto da uavega;3o e com-
mercio se faz publico que tendo cessado os
motivos que deram lugar publicado do
Edital do consclho de saude publica do Rei-
porobzaquto urna nova aria, poezia do fir
Rois, msica do Maestro Pedro Carcia mi'
tulada i
OH QUE APKRTO
Em seguimento, ir a scena a pedido dr,
multas pessoas o 4.* acto do drama,
l.rarja de Dos.
OSr. Raymundo tambem por obzeqUi0
cantar urna aria cmica composicSo dor
Res, e muzico do Sr. Theodoro Orales inV
turada:
OMAL0CO EM GRANDE CALL*
Terminar o oxpectaculo com a comne.
dia origioal brazileira, do Sr. F. C. Con-
ceicSo.
A febre amorella no Rio de Ja-
neiro.
Persoaagmi t adores.
Padro de Rates.S. F. Meira.
Thomax croado da Hospedara.i. \. uoa.
teiro.
Jonhlngloz da Califnrnia.-Raymundo
Um pedestre. A. J. Alves.
Um prcto.J. J. Pereira.
Carlota, dona da hospedarla.D. Rila.
Engracia,sua prima.D. Julia.
Um entregador de jormes.
A accSo passa-se no Rio, no anno de 1850.
Os bllhotes de camarotes, e platea podem
ser procurados no Iheatro todos os illas das
10 boros as 2 da tarde.
^______Principiar as 8 horas.
Tlieatrode Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Terca feira, It; de dezembro de 1851.
Depois de urna nova e escolhida ouverlu-
ra tocada em grande orcheslrs, subir pela
primeira vez a scena nosta cidade, o magni-
llco o pomposo mysterio, adornado de mu.
zicaecanlo, em 5 actos divididos em7
quadros e2 intermedios, da hsbil pennado
eximio poeta francez Alcxandie Dumas, in-
titulado :
D. JOAO DE MARAA,
ou
A Queda de um Aojo.
Personagens e adore.
D. loio de Maraa -- o Sr. GuimarSes.
D. Jos de Maraa o Sr. Amodo.
D. Mulo/ o Sr. Miranda.
D. Christoval o Sr. Talles.
I). Manool o Sr. Conrado.
Canad
Iium
Alqueire 1,440
a l,-00
1,000
3,200
180
2,200
18,000
1,600
20o
23,00o
720
. Cento
. Mll.o
i Meio
Arroba

Movimento do porto.
Assucar
Caf
la
algodao, 1 fr,io d tos de 13a, 1 caixa biiou-
wrla, 1 .lita filas do seda, 1 dita com i ca-
xim^o e I vaso; a Sehalleillin Tobler.
200 barra e loo meios ditos manteiga, 6
caixas tecidos de algodSo, 1 dita cnapeos de
sol, 2 iln;.., papel, 1 dita bonets, 5 ditas
quincallianas,' 2embrulhos amostras; a V,
O. BieOer & Companhia.
4 ditos ditas, 1 caixa roupa, 1 dita cha-
peos para homem, 2 ditas quincalleras, 2
ditas tecidos de lia, 3ditas ditos de seda
21 ditas ditos de algodSo; a Kalkmann lr-
mSos.
25 ditas chumbo om laminas; a lleuron
o Companhia.
60 barris e 40 meios dilos manteiga, i
caixa quincalleras; a Jos Jeronymo .Mon-
te ir o
50 cestos champagne; a i. P. AdMir &
Companhia.
2 barris vinho ; a F. Bellenot.
1 ciixa vidros, 1 dita quincalleras : a
otl.e & Bidoulic.
3 ditas livros e estampas, 6 ditas chapeos
deso, 2 ditas lilas do seda, 1 dita chapeos
para moniuo, 1 dita tecidos de algod3o, 1
dita ditos do seda ; a Crocco & Companhia.
3 ditas quincalleras; iC. A. Ifourg.ois.
5 caixas tecidos diversos, 4 embrulhos
amostras ; a C. J. Astley dt Companhia.
3 caixas couros preparados, 1 caixa bo-
nets e merciaria; a Scbeler & Companhia.
6 barris azeite para queimar; a Ridgway
Jamissor & Companhia,
As entradas forain soflxivcls e
aa vendas regularam do modo
seguinte: branco lercelra sur-
te de .200 a 2J300 ra. por ar-
roba.dito quarta son de 2/100
a 2/150 si., e mascavado de
i/500 a l|600 rs por arroba.
Bacalho Ketalliou-sc de 6|500 a 8/H00
rs. por barrica, flearam em
aer 3,500 barricas,
Carne secca Vendeu-se de 2/ a 3/ rs. por
arroba da do Rio Grande do
aul, da qual esiilein nica-
mente 5,000 arrobas e a de
buenos Ayres vendeu-se de
ljtiOO a 2/SOo ra. por arroba, e
iic.ir.iiii em deposito25,000 ar-
robas.
dem de 3f 800 a 3/000 rs. par
arroba do da llahia, e de dajon
a 4/rs. o do Rio de Janeiro,
r. de trigo- tVez-se una leilao de farinha
avariada de Philadelphia, a
qua'. foi vendida de 2/ a 3/rs.
por barrica. Os pre;os nao fo-
rana alterados, c o deposito
baixou a 9,000 l>arrlcas.
Genebra-------Vendeu-se a 4 ra. por fras-
queira, c de 260 a 280 rs. por
bouja.
Manteiga- dem de 510 a 600 rs. por libra
da ni|'le/;i e de 410 a 460 da
francesa.
Papel ----- dem de 2/ a 2/200 rs. a resma
de machina.
'.hirijos dem de l/a I|100 rs. dos 11a-
mengos.
Velas decomp.- dem a 5(o rs. por libra.
Vinagre- dem a 35/ rs. por pipa do
braneo.
Vinho-----------dem a 85/ra. por pipa do de
Cene ordinario.
Disconto de letras De C a 1 e 1|8 por cento ao
u'/ venclinentos em marro e
abril.
Eaportacao Embarcaram 4,32 aaccas e
207 barricas de assucar para
portoa eatrangelroa; e 40
aaccas e 2''5 barricas para os
nacionaes pesando todas
-7,07.. arrobas e 10 libraa.
Floaram so r">;" i embarcares: sendo
a americanas, 4 austracas, I belga, 3l brasllel-
ras, 4 dlnamarqueaaa, 8 franceas, 2 hambur-
?ueias,2he>apanbolas, t hollandeia,20 luglcias,
porlugue zaa, 3 aardas c i suecas.
Navio sahido no dia 13.
Rio Grande doSul --brigue brasileiro Dos
te Guarde, capit.lo Lauriano Jacinthnde
Carvalho, carga assucar e sal. I'assagei-
ro, Manoel Noves dos Sanios, menor.
Navios entrados no dia 14.
Paraliiba 2dias, hiato brasileiro Capri-
choso, do 35 tonelladas, mostr llypolito
Jos da Silva, oquipagem 6, carga toros
de mangue; a Lino Jos de Castro Arau-
jo. Passageiro Amone i Brasileiro da
Silva.
Ilivro 36 dias, barca francoza Marie Caro-
lino, de 211 tonelladas, capilflo Pattin .
equipagem 12, em lastro; ao capitao. Con-
duz 28 passsgeiros para pralicarom. Veio
a esle porto refrescar e segu para o mes-
mo donde saho.
Navios sahidoi no mesma dia.
Liverpool pnr Macei galera ngleza Lin-
da, caplo Daniel Groen, om lastro.
Pniladolphia barca americana John Far-
num, carga assucar.
Baha barca belga Lovise capilSo Meu-
lombroeck. carga parto da que trouxe.
RIO Grando do Norte- lancha brasilcira Fe-
liz das Ondas, mestre Alexnndre Jos ds
Costa em lastro. Passsgeiro Antonio
Guedes Correia Gundioi.
Csmaragibo hiate brasileiro Novo Desli-
no, meslro Eslov3o Ribero, carga varios
gneros. Passageiros, Joaqun. Francisco
de Souza o Silva, Antonio Jorge Rodri-
gues, Manool Montoiro, Agostinho Jos
dos Santos e Maroallino Jos de Mello.
Parahiba hiate brasileiro Tres lrm3os ,
mestre Jos Duarle de Souza, carga varias
goneros. Passageiros, Jo3o Mara Masca-
renhae Antonio Jos da Silva Brasil,
dem hiate brasileiro Nossa Senhora d
Nevos, mestre JoSo Francisco Mar
carga varios gneros. Passageiros, Mara
Luiza das Noves e 1 lilho menor,
dem hiato brasileiro Concento Flor das
Virtudes, mestre Elias do Rozario, carga
varios gneros. Passageiro, Francisco
Olimpio do Vasconcellos.
Baha hiate brasileiro Ligeiro, mestre Joa-
qum Jos Alves das Nevos, carga ezeito
de carrapato e mais gneros. Passagei-
ros, Salustio Pereira da Mota e 1 escravo ,
Auluiiio Monteiro de Moura Agostinho
Jos Vianna, Domingos Jos da Silva Cou-
to, Gratuliano Jos Silva Pinto e 1 escra-
vu, Salustio Pereira de Carvalho, Joaquim
Amaro de Souza Paraizo e 1 escravo, Joa-
Roino dos navios procedentes do Brazil sem
que primeiro verilicasso a seu estado sanita-
rio na estac3odesaudoem Bolem.foi o.mes-
nio edital derrogado, continuando cm vi-
gor as medidas anteriores. Consulado de
poitugal em Pernambuco aos 12 dezembro
de 1851.Joaquim Baptista Moreira, cnsul.
Pela diref So das obras militares preci-
sa-se comprar o seguinto tijollo de alvena-
ria cal, laminas de sinco, pregos de cobre e
Therezina a Sra. D. Joanna.
de bronze, taboado de pi'nbo,"dito de'ioroT !,gn,BZ Sra D- a^,olinl,:.
barrotes, linhas, osteos, e corrimrjas tudoi lrtor1la a Sra. D. Josephina.
D. Snchez o Sr. Senna.
O Anjo Mao o Sr. Mello.
O conde de MaranH N. N.
O Senescal N. N.
Gmez o Sr. Sania Roza.
Hussein, criado, pagem o Sr. Euzebio.
Um Anjo -- o Sr. Dornellas.
O bom Anjo, Sror Marina a Sra. D. Loo-
poldiua.
de madoira de le, sendo os primoiros o se-
gundos do 28 palmos sobre 6 polegadas de J'"0"11'*" br'- D,' A"
face; os terreiros do 20 palmos sobre 5 pole- i* ,," a, !'ra- Lu ?'
gadas do face; o os ltimos de 30 pal-| ?,lT..V.r,,ull," -Sra- "
mos com proporcionada -grossura. As
possoasque quizerem fornecer estes objec-
tos i o icn dirigir-so por carta fechada ao
roajor do imperial corpo de engenheiros :na
ra do Hospicio n. 14. .
~ O arsenal de guerra precisa comprar
brim da Russia e sola curtida, quem taes
objeclos tlver equizer fornecer. dirija-se a
sala da directora do mesmo arsenal no dia
15 do correntu mez munido das propositas e
competentes amostras.
O vapor brasileiro S. Salva
dor, r miman lauto o primeiro
lente Antonio Carlos de Aze-
vedo Coutiuho, deve chegar
dos portos do norte at 16 do correle, c
seguir para Macei, Babia o Rio de Janeiro
no dia seguinte.
Pela 2." sessio da meza do consulado
provincial scannuncia, que no dia l.'de de-
zembro prximo vindouro, se principia a
contar os 30 dias para o pagamento a boca
do cofre da decima dos predios nrbannos
desta cidado, do primeiro semestre do anno
financeirodel851 1852. e que findo este
prazo incorrem toJos os que deixarein de
pagar.na multa de 3 por 0|0 sob o valor de
seus dbitos, e serflo de prompto execu-
lados.
quim Ca o om de Campos e 1 escravo, e
EslevSo Vas Ferreira.
THEATROESIZABEL.
Beneficio da artista
MaNOELA CAETANA LUCCI.
Este cspetaculo annunciado para sabbado
18do corrento, por causado mao lempo 11-
cou transferido para
Hoje nyunda-feira 15 d dezembro de 1851.
Doaois de urna escolhida ouvertura, repre-
ins/f- senlar-so-ha o novo e interessante drama
lara om 4 actos.
Sonlio ou o terrivel (i n do
Uzurpador.
No lim do drama, as senhoras Landa, e
Carmela Lucci, cantarSo o muito aplaudido
duetoda Opera
Auna Bolenna.
Terminar o especlaculo com a muito gra-
ciosa comodia cm 1 acto. comnnsieSo do Sr.
I'eIIn i.
O caxeiro da taverna.
A beneficiada pelaprimeira vez espera me-
rocer a protervo do Ilustrado publico desta
capital.
O Resto dos bilhetos acham-so a vonda,no
o,i" |itnri.i do theatro.
EDITAES.
Pauta
/>.? precot correnles do assucar, algoido, e
mais gneros dopaii, que se despachao na
mesa do Contula/o de Pernambuco, na se-
mana de 13 a 20 de Dezembro de 1851.
Assucar cm c. branco 1* qtial. Arroba 2,000
50 ditos e 50 meios ditos manteiga ; a Le
Bretn Scbramm.
I caixa piano ; a J. Vignes Ain.
7 ditas diversas rogas;a Bartholomeu
rrancisco de Souza.
1 dila chapeos de palha ; a J. Saporiti.
1 dita bijouteria falsa ; a J. II. enker &
Companhia.
1 dita solera e instrumentos de msica,
1 embrulho amostras o jomaos ; a A. Poir-
son.
2 caixas perfumaras, 50 barris o 70 moios
ditos manteiga, 1 caixa um laminador, 50
2"

n c mase .... <
bar. e sao. branco
mase ....
refin ado....... *
AlgodSo i ina pluma do Ia qual. a
Dito .......2' (i
Dilo r.....3'
Ago'ardente caxc,a20 S'iot Pipa
Dila..........Canad
Dita de < anna...... "
Dita.........Canad
Dita res tilada.......Pipa
Dita ..."......Canad
Genebra.........Canad
1,600
1,300
1,800
1,400
3,040
4,600
4,200
3,800
34,000
200
52,000
300
42,000
240
240
Doutor Custodio Manoel da Silva GuimarSes,
j ai. dedireilo da primoira vara civol, do
commorcio nesta cidade do Recife de
Pernambuco por S. M. I. o C. que Daos
guarde etc.
Fa;o saber que por meu despacho de 12
do correntc, foi marcado odia 15 no mes-
mo as 10 horas da manhSa, em casa de mi-
aba re7dnnei. para reunilo dos credores
do fallido Ignacio i.uizda Rrito Taborda,
afim de venlicarem os crditos, deliberar
sobre concrdala, ou contracto do muflo, e
se proceder nomear;3o de administrado-
res; advertindo que nenhura credor ser
admiltido por procurador se este n5i tiver
poderes especiaes para o acto, e que a pro-
curarlo nflo pJe ser dada pessoa que
seja devedora o fallido, e nem um mesmo
procurador pJe representar por diversos
oradores; e por tanto dovem comparecer
os credores presentes do dito fallido no da,
ora, e lugar dosignados, (cando marcado o
tempo de quatro mezes para os credores
domiciliados no imperio, e o de seis mezes
para os residentes lora d'ello comparece-
rem, e representaren! o que de direito e
justo for. \. para constar se possou o pre-
sente, e mais dous do mesmo teor, que so-
r3o alixados nos lagares determinados no
art. 135 do regulamento respectivo, e pu-
blicado pela Imprensa. Dado nesta cidade
do Recife de Pernambuco, em 13 do dezem-
bro de 1851. Eu Joaquim Jos Pereira
dos Santos, escrivJo o subsernvi. Custo-
dio Manoel da Silva (uimarii.
- o iilm. Sr. inspector da tbesouraria da
fazenda provincial, em cumprimenlo da or-
l'aquita a Sra D. Soledade.
Carolina a Sra. D. Anna.
za.
Luiza.
Um Anjo N N.
Pageos, soldados, cavallciros, etc., ote.
Qua 1ro primeiro.O Castello dos Maraa*.
Segundo.Castello de Villa-Mar.
Primeiro intermedio.O Co.
Quadro terceiro.Urna elegante pausada era
Madrid.
Segundo intormedio.-A trra.
Quadro quarto Uina igreja.
quinto.Um claustrodosTrappistas.
sexto.--Urna sella no onvento do
Rozario.
stimo.Um antigo Castello arrui-
nado ao luar.
Sendo Indas estas decorarles (otalmento
novas,e preparadas com toda aquella magni-
ficencia, que exige o autor do Mysterio.
Ha mais do trez meies que o empresario
do Apollo trabalha em apromptar estedra-
m.i, nfloe, |ii('."(Mii|n a mais insignificante
exigencia ; e parecendo impossivel que urna
emprosa iSo nascente podesse levar a scena
compozigno tto dilllcil dsp>-rlou loda al-
miracSo dos pessoas entendidas nosta ma-
teria, porm ei-lo alfim prompto, depois do
vencidos numeras obstculos, o grando
dospeza, que faria desanimar a oulro que
nao desejasse nicamente agradar ao genc-
rozoso publico desta cidade, sem Hender
a beneficio seu.
Sendo pois avultadlssima a somma das
despezas fi'ilas para esto Mysterio o empre-
sario ifi-so na rigoroza necessidade don8o
s doblar os pregos, como tambem vender
os buhles para trez nuiles, sendo a primei-
ra na do dia 13, a segunda na do dia 17, e a
tercoira na do dia 20.
Praco.
Geral. 6,000 rs. para as trez noites.
Ca lei -as. 9,000 rs.
Camarotes. 30,000 rs.
Os Srs. assignantos porm nSo solfroran
alteracSo alguma nos prefos de seus cama-
rotes, e bbetes do cadeira.
Enlende-se por geral os assentos que fi-
cen por l. um da primeira ordem, e por,ci-
deirs, todo o centro da salla.
Comecar aas 8 horas em ponto.
Os Srs. queja baviSo encnmmendado ca-
marotes; queiram novamenta dirigir-se a
casa do emprezarin roa rio Apollo n. 27, se-
gundo.andar, ou ao theatro com anteceden-
cia.
Os bilhetes verdes, lano de platea geral,
como do cadeira e camarote servrflo para a
1 noite ; os azues, para segunda uoitc; o
os amarcllos, para a lercelra nolte.
RECITA EXTRAORDl\AIRA LIVRE DA AS-
SIGNATURA.
Quarta feira, 17 de dezimbro de 1851.
Depois de uma escolh la symphonia subi-
r a scena pela 1.a vez nesta cidade o quadro
histrico em 1 acto, ornado de rauzica :
A apparicao de Christo.
EM
Campo d'Orique.
ComposicDo do poeta portuguraz Augusto
Emilio Zaluar.
Personagens e Actores.
D. Affonso llonriqucs f. Itoi de Portugal.
J. S. Res,
Egas M no/. alo de D Affonso. A. J.
Pinto.
Garca Menles, alferes real Silvostre
Meira.
Liurengo Viogas, o espadeiro. A J .
Alves.
Martim Maoiz.N. N.
Mom .Moni/. N. N.
Um enviado Mouro. J. J. Bezerra.
Um Ermitao.A. J. D. Coimbra.
Versonagens mudas.
Gongala Mendos da Maya o Lidador ; Con-
calo Dias o Cid. ; D. Fuas Rupinho alcaide
de Coimbra : Egas Fafe-Soeiro Veigas : ricos
homens, infacgOes, prelados, pagens, (-avl-
lenos, sol lados portuguezes, e soldados
Agarenos,
l. coro Hymno de guerra ; 2." coro A ora-
gflo; 3.* coro Hymno I.uztano.
Seguir-se-ha a linda cumedia em 2 actos.
Quem porfa mata easaa,
No fim da comedia o Sr. Silvestre cantar
l'uiiIicacSo Iliteraria.
Historia universal resumida.
para uso das escolas dos Estatus-Unidos da
America do Norte, por Pedro l'orluy, tradu-
zida jara uso das escolas do Imperio do Bra-
sil pelo desembirgadorconselheiro Jos Ri-
bero. Esle exe lenle resumo acha-se nos
prelosda capitel do imperio, e brevemente
sahiraluz: subscreve-se nesla cidade do
Recife na livraria n. 6 o 8 da praga da Inde-
pendencia a 5,000 rs. porcada excmplarcn-
cadernada,
ELEMENTOS
DE
Ilomteopathia.
Sahio a luz a segunda parte desta obra
romposta pelo professor humocopatha Gos-
S'.'l.lliuioiil. Recebem-se assignaturas para
a obra inleira a S,000 rs., no consultorio
homceopathico da ra das Cruzes n. 28. De-
pois da puidcagan da terceira parte, o pre-
go ser elevado a 8,000 rs. para aquellos
que nao tiverem ascignado. No mesmo con-
sultorio, acha-so a venda ludo quanto he
necessario para o esludo o a pratica da bo-
mocopathia, como seja : livros impressos
para historias de doentcs, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco, o
encarrega-se de mandar fornecer qualquer
encommenda de medicamontos homoeopa-
thicos, tanto avulsos como em caixas, em
glbulos como em tinturas.
No prelo : Pai/iootmeiiri.dos medicamen-
tos brasileiros.
Elementos de anatoma e phisiologia com es-
tampas, para os curiosos em homceopalhia.
Itoga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homceopathico da roa
das Cruzes n. 28.

_


TEUTAMENTO HOMEO-
PATHICO.
i orphaos, na ra das Flores, o br
gue brasleiro Recile, outr'ora Pen-
sairicnto, pertenec)te ao casal do
Avisos martimos.
DAS MOLESTIAS YEHKREAS,
e conselhos aos doentes pera so curaren a r Antonio Francisco da Silva
si mosmo, sem-precisa rem de-medico; "*" noiunw i iidcmco ii i
pelo professor homcaopatha Garrico, cojo navio Jeni uiastros
Sahlo lux eG.Z-fe'ryoid. no cnsul-1 f e8 de Jga e <>do o massame em
lorio Homceopathico da ra das Cruzes n. | bom estado, teon todo o patino ne-
88, pe preco dei.ooor. ,_____________ cessario para navegar e quasi to-
, dos cabos de sabrovar novas, tem
!4 ferros com muito boas amarras,
Para o Porto, saheimprete-jeest avallado no baixv preco de
rivelmcnle, no da a4 do corren- 3:ooo,ooo de rs.: os pretendentes
le, a galera portuguea Bracharen- comparecam na indicada hora na
se da qual he capitao Rodrigo praca, e para examinar com ante-
Joaqnin Corris,anda recebe al- -
guma carga a frete e passageiros ,
para os quaes tem excedentes com-
modos: quem na mesma quizer
carregar, ou ir de passagem, en-
tenda-se com o referido capitn, na
praca do Commercio, ou com o-
vaes & C'ompanhia, na ra do Tra-
piche n 34; assim como al o dia
aa apresentarao no mesmo cs-
criptorio as contas do referido
navio.
Para a cidade do Porto, se-
gu viagem com muita brevidade,
a barca portogueza Flor da Maia ,
capitSo Jos de Azcvcdo Canario,
anda pode receber alguma carga
e passageiros, para os quaes tem
excedentes commodos : quem na
mesma quizer carregar, ou ir de
passagem, dirija-sc ao capitao, ou
i seu consignatario Manoel Joa-
qun! Hamos & Silva.
-- Para o Rio da Janeiro portende seguir
viagem com muita hrevidade, o patacho
nacional Margariiln, capitao Florencio Fran-
cisco Mirques: "uom no mesmo quizer
carregar, ou hir de passagem e embarcar
ascravos. pode entender-se com o consig-
natario Luiz Jos de SI Araujo, na ra da
Cruz d. 33.
Para a Parahiba,
saheatoflm desta semana o hate brazi-
I ni n Parahibano ; quen no mesmo quizer
carregar, ou hir de passagem dirija-se ao
mestre Vicloiino Jos Pereira, uu a ra do
Vigario n, 6.
Para o Rio de Janeiro sabe
impreterivelmentc no dia i5 do
corrente, a escuna nacional Mara*,
['innina, capitao Joao Bernardo
da liosa, por ter o seu
cedencia o dito brigue, pdem di-
rigir-se a bordo, defronte do tra-
piche do algodao.
Aluga-se o armazem de car-
ne n. 37, por baixo dotheatro da
ra da Praia, livre e desembar-
cado de qualquer onus, ou divida
deimposlos: a fallar com Gulher-
me Settc, no aterro da Boa Vista
n. 10.
Hoja, 15, as horas da tarde, aa ra
das Flores, a porta do Sr. Dr. juiz de ausen-
tes, se hSo do arrematar diversos objectos
de ouro e I relojo do algibaira, perteocentes
ao finado Mernz, para se pagar as custas.
OSr Ignacio Rodrigues Curvalho, man-
de procurar urna caita de sua familia : na
ra do Queimado 11. 18.
-- Luiz Gomes Silverio, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo creoulo, de li-
me Soverino, Precisa-so alugar, ou comprar una es-
crava perfidia engommadeira : a fallar na
ra do Trapicho n. 40, armazem de al. Car-
neiro.
Precisa-so de urna ama do meia idade'
que seja capaz para casa do pouca fimilia :
na ra de S. Gonzalo n. 19.
-- Precisa-se do urna ama de meia idade,
para urna casa de pouca familia : a tratar no
aterro da Boa Vista n. 8.
-- OSr. reverendo sacerdote, quoquizar
dizor as mijsas de natal, al o dia do Res,
em um sitio no luger da Pi .inga freguoza
dos Afogados: appareca n 1 ra larga do Ro-
za 1 o, subradon. *i, prefere-so aquella quo
tiver i- 111 1 ri 1 sua.
Precisa-se de uro caixeiro, que nilo ex-
ceda do 10 a 15 anuos de i lade, para vea le,
com pralica, ou sem ella, eque d conhec-
mento de sua conducta : as Cinco Pon-
tas n. 21.
O Sr.Bernardo de Albuquer-
que FernandesCama, queira man-
dar pagara subscricodeste Diario.
Madama Rosa iiardy, modista
:arrega- D82'leia na ra Nova n. 34.
.1 i ,-f'rov.ne-se sos Ireguezrsquo roceboo pe-
niento completo, pode receeral-Mo llavlo |ernambucu, um bellosormenio
guns passageiros e escravosa l're-jdechrpos deseda franzida,olig*s de pe-
la nai-a ni 1,Mii pnmmniln'n,cno riores! P"ra senhoras o mocinhas
te, pata o, quaes tem commociosi(lo6al ia,nnoSi iJissimos ch,p, do
SUluClentes : a tratarse COin O grosdenopole fransidosa modi, de flores
mesmo capitao OU com o consigna-u penachos, de abas grandes para menino
. .' 7 |de 1 ate5anno, ricos capotilhos pretos e
tao Luiz Josc de aa Araujo, na^decores, modelos novos, o muito enfeiu-
rua da Cruz n. 33. 'os r'cos chapos de palha pira seuhora
n 1.1.. l.i.',i..k;..,,hr.i enfeiladosesem enfeites, chopeosinhos de
--Para Usbo.protendo s^hir com brevi- meninos e meninas, ricos cor-
dado obligue ppituguez V.ajankpo-tera {- fc
ma.or parte do sua carg pro apta.Quem de -pi furu-cores
no mesoioqui.ur carregar ou 1 de passagem ve caputi||,os fra(lja9 u transas
dirija-se ao. consgnatenos, Thnni1 z: de, a- ^ mpsmi co ^ os (.nreiUrJ. na msma
quino tonseca& Filho: na ra .lo V gar c 11. ,e um k fi.,rtimonto de fazen-
No dia 8 do corrente desappareceu da
poroaco de Pedras de Fogo, Manoel Fran-
cisco de Almeida, branco que representa 40
annos, o qual troxe em sua companhia urna
parda de nome Izldia de idtde de 38 annos,
baixa, cheia do corpo,e consta que a preten-
de vender como captiva, sendo ella forra co-
mo consta da carta de alforria, eso acha
nesta cidade carta precaloria para o mesmo
Almeida a entregar visto estar privado
perant: as justlcas daquella povoacSo ser el-
la forra, previne-se porque ninguem a com-
pre que perder seu valor.
Aisociucao Commeroial de Ptrnambuco.
A direccSo a requerioieutos de msis de
dous tercos dos socios efeclivos, convoca
assemula geral rara o dia 8 do Janeiro da
1852, pelas 12 lloras do dia, para reforme
de estatutos.
A mesa regedora da Irmaudade de N.
S. do Amparo da cidade do lindadeo prin-
cipios obras da mesma igreja,como seja a
da coberta e de outras que se tornSo india*
pensaviis, o tom de mandar seusirmSos a
tirar esmolas, pelos Pies devotos da mesma
senliora, e roga antes, que se presten) para
um li 11 tSo justo.
Precisa-se alugar urna cscrava de meia
idado que saiba cosinhar, ou mesmo um
muleque, embora nSo cosinhe, responsabi-
lisando-so seu senhor : na ra das Cinco
Ponas n. 82.
Precisa-se de um criado, que seja el,
d fiador a sua conducta, para servico de lio-
mem solleiro : quem esliver uestes cir-
cunstancias, dnija-se a ra Nova n. 35, pa-
ra se tratar do ajuste.
ThnmazGuilt>erme.Fetloy, rctira-se pa-
ra Inglaterra.
uescji-so fallar aoSr.Jonquim Anto-
nio de V .se meollos, cunhado do Sr. do en-
genlio Urejlo : na ra da Cadeia do Itecife
n. 54.
- Quem acliou um anel de ouro esmal-
tado com oseguinle letreiro GratidSo e
quizci rostitui-lo : pode diiigir-se a ra do
Encantamento n. II, que ser generosa-
mente recompensado.
OITerece-se um frunce/, para cozinhei-
ro do algo 111 casa eslrangeira : na 1 nc/i da
Independencia, livraria 11. 6e8, so dir.
-- Precisa-se de um reliuador, que enten-
da lieiii de retinarassucar a liatar na ra
Nova n. 50.
- Roga-se a quem lirou urna
caria do correio, vinda pelo va-
por do Sul, em 4 docorrent', pi-
ra Manoel Francijio Mai lias \ li-
0 favor de a mandar resti-
.3
lii.l "andar ouao capitflo e proprietario Ma
noel dos Santos.na praca do commercio.
Para o Porto, segu com toda a brevi-
dade, a barca portugueza Espirito Santo,ca-
pito J0S0 Carlos Teixeira ; quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem dirija-se
aoescriplorio de Francisco Alves da Cunta
& Companhia, na ra do Vigario
-- Para o Rio Grande do Sul, seguir em
poucos das, por ter a oaior parte do seu
carregamenlo prompto,o brigui nacional
Carlos, capillo Jos Joaquim Soares : quem
no mesmo quizer cairegar ou hir de pas-
sagem, para o que tem mu excellenles
comino.ios : dirlja-sa a Bailar & Oliveira,
na ra da Cadeia do Recite, armazem n. 12.
Est frete a barcassa Aurora feliz pa-
ra qualquer porto,sendo para o Sul al o Rio
de S. Francisco e para o Norte at o Ass.
Esta baicassa fui ltimamente construida,
est muito segura, he boa de vela, e pega
no peso de 40 caicas com assucar: para tra-
tar com o mestre da mesma no Forte do
Mato, onde ella est ancorada, ou na ra do
ItanRel n. 56.
PARA O 1110 DE JANEIRO.
Sahecom a maior brevidade pos-
sivel por ter parte de seu carrega-
mento prompto, o veleiro brigue-
nacional Rio Ave : quem no mes-
mo quizer carregar, ir de passa-
gem, para o que tem bons commo-
dos, ou embarcar escravosa frete
entenda-se com o capitao do mes-
mo brigue, Elias Jos Alves, na
praca do Commercio, ou com os
consignatarios Novoes & Compa-
nhia, na ra do Trapiche n. 34.
Para o Havre sahe com muita brevida-
de a galera franceza Editli, capilSo Poulel,
por ter a maior parte do seu carregamenlo
prompto 1 quem na mesma quizer carregar
o reatante, ou ir do paasagein, pode enten-
der-se com o mesmo capilSo ou com os con-
signatarios Scliallieitliu & Tobler, na ra
da Cruz n. 38.
Pata a Babia pretende seguir com mui-
ta brevidade o hiele brasleiro Exalacto,
mestre, Antonio Manoel Alfonso: quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem,
pode ooiender-se com o mesmo mestre, nu
trapiche do algodSo, ou com S Araujo, na
ma da Cruz 11. 33.
Para Lisboa sali impretcrivelmente no
dia 24 do coirente o brigue portuguez Via-
jante por ter quasi o seu carregamenlo
piom) tu; para o restante e passageiros tra-
ta-so com s consignatarios Thomaz de
Aquino Funseca & Filho, na ra do Vigario
i|. 19 primeiro andar, ou com o proprietario
e capilSo Manoel dos Santos, na pr;a.
JLeil&o.

Francisco Soveriano Rabello & lilho
lardo leildo, por intervengo do corretor
Oliveira, de cerca vinto pipas de vinagre de
Lisboa, a praso ou a dinheiro, e em lotes lu-
do a vonlade doa compradores : quarta-fei-
ra, 17 do corrente as lo horas da manhSa,
pona da'Alfandega.
Avisos diversos.
m

tloje, 15 de dezembro, as 4
horas da tarde, se ha de arrema-
tar a porta do lllm. Sr. Ur. juiz de
oja tem um com
das ao uso das senhoras, ja annunciadas, e
faz-sedeencommenda voslidoi, cauotinho,
e vestidinho de baptisado por prego com-
inodo.
Anda em pregSo por tres pra?as, a ulti-
ma das quaes ter lugar no dia quinta-feira
(18 do corrente), para ser arrematada
quem mais der, porante ojuizo d'orfflos
d'esta cidade, urna casa terrea pertencenle
ao casal do finado JoSn Baplista llerbsler,
sita no aterro da Uoa-Visla n, 27, que se
acha em armazom, tendo grando quinlal
{murado, com um grande telheiro, que ser-
ve de olllcina de marcenara, com cacimba
meieira, e um sobradinho com sotlo e co-
sinha fra, no fundo do quintal, com frente
para o rio Capibaiibe, peilencondo pro-
priedade e alagado, que faz na frente do
dito sobradinho; avaliado ludo em doze
contosders. : cuja arrematado foi reque-
rida pelos herdeiros d'aquelle fallecido. Os
licitantes podem comparecer 11, casa da re-
sidencia doSr. Dr. juizd'orphSos, na ra
das Flores, no indicado dia 18, pelas 4 horas
da tarde.
O Sr. li din, marcineiro da roa do Ara-
g3o, dirija-se a esta typographla a pagar a
subscriedo do Diario.
A abaixo assignada, mollier de Joa-
quim Jos Corris, ciJado porluguez, faz
constar a todos, e quasquer credores de seu
marido, que ella foi forjada a ceder a casa
da ra da Aurora, onde tinhaseu ostabeloci-
mento, por transares fritas por seu mari-
do ; e cumio L111I11 do abiir nova casa de seu
estabelecimento, inlregando seus flTeitoi
porbalan;oa um caixeiro de sua confiaba,
em rasdo de que seu marido so ada doen-
to, eporora iuhabilitado da direccjlo de
seus negocios ; hecomaab.ixo assignada
que qualquer credor se tem de intender di-
rectamente arespeito deseusdireitos.aque
a mesma se compromette, podendo por ora
ser procurada na ra do Rosario da Boa-
Vista 11. 44 ; e brevemente fir constar por
esta folha qualquer direcco que tenha de
tomar: a m san abaixo assignada espera
que seus credoies tenliam pira com ella al-
guma attonco, em quinto de novo monta
a casa de seu estabelecimenlo. Recife 13
de dezembro de 1851. leronlma Uariatlos
Santos Oliveira.
Precisa-se llugar um preto ou prela
para vendor hortalico na ra : no sitio que
foi do fallecido Antonio Jos da Costa t ib ji-
ro, no Pomb 1.
OSr. Joo Virissimo, mestre de alfaiate
que morou na ra do Vigario,queira annun-
ciar sua morada ou diiijir-se a livraria 11.
6 e 8 da in.'.;. da indopendnncia.
-- Desapparecou no oa 10 do corrente da
povoicdo de Bebirlbe urna preta por nomo
Joaquina a qual julga-se que tonba vindo
para o Recife e ande.por fora de portas a qual
tem cssignaosseguintes:baixa,olhos pap Jos
que parece estar bebada,bei;os encarnadas,
faltadedentesnafronte, bramsepernasgro-
cos,levou vestido de riscado roxo e sahiO se m
Ea 110,a pessoa que a pegar leve na esquina do
eco largo sobrado n.24,que ser recompen-
sado.
-- O Sr. Antonio Maximiano da Costa tem
carta na livraria n. 6 e 8 da pra;a da inde-
pendencia.
OSr. Augusto Foichor, queira dirigir-so
a pra^a da Independeucla livraria o, 6 e 8 a
negocio.
Precisa-se fallar ao Sr. Francisco Anto-
nio da Silva, que mora na ra do Rangel,di-
rija-se a esla tipographia.
Muito se deseja saber se nesta cidade
ou seu contorno existe Francisco Nunes da
Silva Soares, natural da villa da Feiri, em
Portugal, para negocio do seu interosse.
mao,
luir a seus legtimos donos : na
ra da Cruz do Uecife, armazem de
molii dos 11 Gj.
O secretario da irmaudade de
Nosia Senhora da ConceicSo dos
Militares, pelo presente avisa a to-
dos os rmos da dila irmandade ,
para que no dia i5 do corrente
inez, as 4 horas da tarde, compa-
recam no consistorio da mesma, a-
fim de se dar posse ao novo presi-
dente o Lxm. marechal de campo
Antonio C'orreia Sera, e nesta
mesma occosio nomear-se o res-
tante da mesa, que ha de tomar
posse em Janeiro do anno de i8.V>.
-- Aluga-so urna casa Ierre, na rup Relia
com 2 salas, 2 alcovas e 1 quarto, cozinba
fra, quintal e cacimba : a tratar na ra do
Sullegio O, Ib, segundo andar.
Jofio Antono Alvos do Brito, embarca
para o Rio de Janeiro o seu escravo pardo,
de nome Jo3o, oflicial de carpiua.
Manoel Ferreira Chaves, ombarca para
o Rio de Janeiro, a entregar, a sua escrava
crooula, de nomo Maria.
-- Aluga-so a casa n. 9, da ra larga do
Rozario : a tratar na ra Direita, casa nu-
mero 131.
Madama Rdoux, modista france-
za, narua Novan. 69, primeiro
andar.
Tem a honra de annunciar ao retpeitavol
publico, que se achara so01 pro na casa del-
la um sorlimento muito rico de chapeos de
seda esptim, turbantes, grinaldas, cipel-
las, lloros, plumas de todas as cores, e ou-
trosquaesquor enfeites do caheca para baile
o thealro, e tambem se achara chapeos e flo-
res promptos para luto, tudo pelo preco
maiscommodo.
-- Narua largado Rozario n. 35, loj, se
recebem escravos e escravas para vender
por commiasdo tanto para a pra$a, mato,
como pira fra da provincia, tendo bom tra-
lan ento e seguranza precisa.
Acha-se farinha nova de SSSF, (de ra-
minha) para vender, nos armazens do Dea-
ne Voule & Companhia, no becco do Con-
nives.
-- O Dr. Pedro de Attahyde Lobo Moscoso
ombarca para o Rio de Janeiro o seu escra-
vo, pardo, de nome Francisco.
Attcnco.
No botequim francez da ra Nova precisa-
se alugar um preto para servido do mesmo,
que seja fiel e del.gente, no mesmu oontlnoa
a havor sorveto todos os das, das inelhores
fructas, com asieio, e prompliddo, ser".o
servidos aquellas pessoas que quizeiem.
-- Offerece-se para caixeiro de venda ou
para padaria ou mesr.o para caixeiro do en-
genho um mojo po.luguez solteiro para o
que tem pratica : a tratar na ra Nova ven-
da n. 65.
-- Alnga-se urna casa no Barbalho, com
duas salas gabinete na frente e mais um quar-
to, ecosinha fora propria para se psssar a
festa, por ter ptimo banho : trata-so na ra
Nova toja de chapeos n. 52.
Preeisa-se do um caixeiro para um
das melhores vendasdoCoianadando se bom
ordenado : a tratar na ra da Caduia do Re-
cife n. 30.
Antonio Jos Ribeiro Bastos embarca
para o Rio de Janeiro seu escravo crioulo
SebastiSo.
Na cidade Nova do Alegrlo, outr'ora
Capuna;o, na-rua da Primavor; no sitio jun-
to ao doslacamenlo, ha urna cocheira para
so tratar dos covallos dos Sis passxdorcs la
festa, do que sealliaiifa o boro tratameuto e
grande aceio, por preco razoavel por ter
muito boa communidade.
Roga-se ao Sr. Bazilio Gomes Pereira,
morador na villa do Iguarassu' o especial fa-
vor de vir ou mandar pagar a importancia
dos gneros quo comprou na ra da Cruz
n. 62, para a testa de S. Cosmes em setem-
bro do anno passado, cerlo do que se o uo
llzer ndo se doixar de publicar seu ooma
pelos jornaes.
-- Precisa-se alugar urna sala para es-
criptorionasseguintes ras : do bairro do
Recife, Cadeia, Cruz, Vigario, ou Torres:
quem a tiver, e quizer alugar, diriji-ss a
ra do Rangel n. 9.
J. J. Meike relira-so desta provincia pa-
ra a da Baha.
Para quem quer sa le.
Aluga-se uma casa no saudavel Caxanga
com bastantesqua.tos.cooheiraeestribara:
na ra Nova n. 63.
-- Precisa-se alugar um oosiolieiro forro
ou ca lvo, para uma casa particular no si-
tio do C'jutiro: a fallar com o proprietario
domesino sitio.
Pede-se a pesaos, que ichou ou com-
prou uma fivella de ouro, de Padre,perdida
no da 8 do correte de mi nhaa em S. Pe-
dro novo de Oliod,outalvez dalli para a S,
querendo restituir ao seu douo dirija-8"
a mesma ra na venJa da esquina para o
termo, onde se dir quem he sou ligitimo
dono, enera bem gratilicaio.
-- Napol-on Gabriel Bez embarca para o
Rio do Janeiro os seus escravos Juliao.criou-
l<>, o Emerencuna crioula.
U Sr. Jos Carlos de Faria,
queira dirigir-se a ra do Trapi-
che n. 5, para receber ninas c tas viudas do Uio de Janeiro.
Precisa so alugar um preto e lamben)
compra so, sendo fiel, quo no tenha acha-
ques enom vicios, para servico do casa. : na
ra do Amorim n. 25.
Em a primeira audiencia do lllm. Sr
Dr. ju z dos feitos, s arrematarSu por ven
das, por cxrcucdo da fazunda provincial, 2
sobrados do 2 an lares 11. 30, sitos no pa'.eo
do hospital 1I0 Paruizo ; valia los cada um
em 7:000,COO rs : pur cxecuco que move
a mesma fazemla. conlia.o coronel Jos Pe-
dro Vcnso da Snvera (trala panell.s de
louj banca do uso de botica, avahadas
por 30,000 rs, por exicicfl que movo a
mesma la/., na, contra Leticia Miria da
ConceiciJo.
Precisi-se de urna prola captiva, que
entenda alguma cousadecozinlia : no ater-
ro da Boi-Visti loja n. 1.
i\a casa de modas francezas, de
Buessard Millochau, no aterro
. da Boa-Vista n. 1.
acaba-se de receber pelo Per/iawiiHco ulti-
mo nav.o viudo Jo IIivro, um lu lo sorli-
mento do ino las do Paria; como sejan) ricos
cl'aposdo seda o do palha para senhoras,
diapos de montara,dito de pallu para 111-
niuos cmeninas, mantcllietes o capotilhos
do seda de cores e prolos, mantas o lencos
do so la de retro/, e de cores um lindo oseo-
ihimento da bordados, cabecOes, roneiros,
oamisinliase cap iliohos do bieo borda los,
ricas lilas p>ra cinto e cliapcos, floros fins
para casamento oeufeites de vest los de bai-
le-,1 uvas de pelica paia souhora, 1 nfeiles pa-
ra as d.tas,pulceira do Illas,trancas o franjas
p.. a vest lo,o maiitcllieto, espa.lilhos li-
nos, bicos e gBl 'S de seda de cores, touca-
dos ricos para bailes e theatros, luvas de
seJa multo finas, o muilas outras fazendas
de goslo, que so vo.iderdo muito omconta
tW Precisa-se de um ama, que tenha SB
% muito bom leite, sendo forra, e que "
seja limpa para amsmcntar uma rri-
anca do 2 mezes, paga-se bem : quem "
W so adiar nesta circuu.stancia, dirija- (M
HI so a ra da Matriz da Boa-Vista n.
i-) 16,ou annuncieasua morada, para
iftf ser piocuradi. W
O annuncianle, tendo estu lado na
Franca, nioliciuao Cirurgia, deo-sc com
espooialidsdo arte do pnl j.-11, tambem
u corlas operagOes relativas as molestias
dns vias ouiioarias c'ooio estrella meatos,
podras na bexiga, tumores etc.; tom com-
sigo os melhores instrumentos para paitos
e lilhol.ico, dos quses algnns, nilo cree
que entre nos tenliam sido, nom geralmen-
to co.iliocidos, nom co.ivementomento m>-
nbrados Relativamente a curtas moles-
tias internas, e seus meios curativos no-
vas ideas oxistem na scieacia, das quaes o
annunaiante ja lizera menc,5o na Baha, e
0o: aqui ter occ.sao le d.ir-lhes publi-
cidide. Uma deltas ha a diabelis ouri-
nas doces molestia, que os palhologistas
tiiihsm erronoamenteclassilicado. mis que
a physiologia do seculo veio pO-la fora do
toda .1 duvida.
Do resto : o annuncianle s espera da be-
nevolencia do publico, occasif.0, em que
com fados possa mostrar o resultado de
suas fadigas, por tanto lempo o tilo assidua-
menlo exercidas, na escola praticu de Pa-
rs, oude obteve alleslaJos que muito Ihe
honram. E o que esteja a seu alcince para
soccorrer a pobreza elle o far, j gra-
tuitamente dando consultas om sua casi,
que serilodasv as 8 enva horas da 111a-
nhdajja mesmo visitando gratis acs po-
bres quo por vontura ndo pussam l ir ter :
no atorro da Boi-v'isti, casa 11. 34. Dr.
CarolllO F. de lama S 11 11-.
Roga-se aoar. Bazilio Comes Pereira,
morador om Iguarassu', de ap.iarecor na
ra da Cauz, loja de couro, para ultimar
aquello negocio, que Smc. nSo igno a, do
contrario se publicar.
Pede-se aos dovedores da casa do fi-
nado coronel Joaquim Jos Luiz de Souza,
que tenliam a boodadod) salisfizerem os
seus dbitos oestes 15 dias.s au quizerom
ver seus nomrs estampados1 nesta folha.
Aluga-se uma sala do primeiro andar
dosobradodi ra doLivramento a. I : e
tratar DO segundo andar do mosmo.
--Manoel de. Almeida Lopes embarca para
o Rio de Janeiro o seu escravo crioulo de
nomo Agostinho de idade 'le 14 annn.
Thomaz Mara ombarca paia o Rio de
Janeiro os seus escrovoi crioulos do nome
Cosme do 15 annos, e Marcellino do 18.
Gouveia & Leite, ombarcaoi para o Rio
do Janeiro os seus escravos Bernardo pardo,
e Joo preto, creoulo.
Na ra do Collegio n. 21, segundo an-
dar, precisa-so de urna ama de leito.
Luiz Antonio da Cunha, remello o seu
escravo Raymundo para o Rio do Janeiro.
As pracas Ja fazonda annunciadas um
os Diarios de 26, 27 e 28 do passado m /,
licSo transferidas para a primoira audien-
cia.
Gustavo Jos do Reg embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava mulata, de no-
me M iriana. ______
A commissfo dos vereadores Franca e
Mamode, encureada da direccSo da obra
do matadouro publico, compra porf80.de
lijlo de alvenaris, nfio sendo de barro, ex-
trahido de lugares salinos, e amassado com
agoa salgada : os interessados podem apre-
seutar as amostras em casa do \ en ador Ma-
inedo, defronte da igreja do Corpo Santo,
sendo os procos em carta fechada.
-- Compram-so uns breviaiios pequeos:
quem tiver ahnuncie.
Compra-se um cavallo do cabriolet:
na ra eslreila do Rozario n. 22.
Vendas.
FIILII!Ml.lSIIE\l,l\lK
PARA I832-A320R'.
Sahiram a luz asfolliinhasde al-
gibera contendo o almanak, ad-
ministrativo, mercantil, e indus-
trial da cidade do Recife e pro-
vincia de Pcrnambiico, augmen-
tado com 48 paginas, corregido e
addicionaOode novas repirtic5es,
&c. Esta blhinha he sem duvida a
mais til e a mais barata porque
conten .'J36 paginas as qnaes es-
ta.) inscriptas, alem do kalenda-
rio a iuguslissima Caa Imperial,
governo da pro incia, cazas titu-
lares, representado provincial,
todasas repartirdes publicas, com-
pauliiiis, advogados, solicitadores,
mdicos, negocintes, merc.idores,
artistas, fabricas, e cinfm todos
ose;tabolcciiiiPiilos de porta aber-
a&c.&rc. Vendc-se nicamente
na praca da Independencia livia-
na ti Ge 8 do editor proprietario
a 3i0 is. caila uma.
Bilhetet do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudesas da praca da
Independencia n 4 vendem-ae bi-
Hieles inteiros, meios, qnartos, oi
tavos e vigsimos, a beneficio da
19. lotera do thcatro de S. Pedro
de Alcntara, que corre no dii 4
do corrente, rspera-se a lista no
primeiro vapor.
Folinha de iereja para i852.
lu.iu, ra ua i,aueia uo llene.
Calcados a 75o rs. o par, que
<*eixar de comprar, isto he pa
ruEQ
[CAS
DURaRA
tj. Starr ck 0111 panlii.i.
liespeito-amcnt.) nnunclltn quo no seu cx-
teao estnheleeimento em Santo Amaro,
continua a fabricar, com a ,< air perfeicRo
o prompli tilo, toda qualiJado do macblnia-
mo para o uso di agrcultur-, navcgsilo e
manufaclura, o quo para m.lor comino lo
lo seus numoosos freguezes
! igrea para 11
Vendem se folinhasecclesiasticas
para i85a:na praca da Indepen-
dencia ns. 6 e 8.
O corretor Oliveira tendo de fechir !-
gumas contas, vende em particular, dife-
rentes obras de marceneiro, consisliodo em
sofaz, cadeiras, ditas do bataneo, banqui-
nl:as, mezas relonlas, dita para sof, con-
solos, caminla, toucador, carteira etc.,
tanto do jaoarand como de amarcllo, t
piano, laiitornas de bom gosto, candieiros
do globo, vasos para flores, liados eslojos
para costura de Sra, e carteiras do HarSo
para bilhntes do visitts, visto nSo sorem
sufflcientes pera um leilo ; no seu osciip-
torio, ra da Cadeia do Rcie.
uem
prar, isto he para
acabar : no aterro da Boa-Vis-
ta defronte da boneca.
Ili rhe.:ado reo'lilemente urna grande
quautdade dos molbores sapates braneos
que tem vindo do Aracaty, tanto para ho-
mem como para menino, que por se deso-
jar acabar com dinhpro vi.-t, da-se a 750
rs. o par, ditos de lustro a 2,Sa0, rs. e da
Baha a 3,000 rs., o botina braneos, ditos de
lustro para homrm, alm disto um novo o
completo sortimenlo do calcados france-
ses dotlas is qoalidades, tanto para ho-
rnea! orno para Sr., meninos e meninas,
corles do (apote a 480 rs. tudo por preco
muito comoio lo aflu de se appurar di-
nheiro,
Vende-se, Irasp-ssa-se, ou
faz-se qualquer outra transacco ,
com a loja, que foi do fallecido Jo-
s Pinto da Fonseca e Silva, anti-
gi loja de Guerra Silva &Compa-
nliia, na ra Nova n. II, a fallar
com J, Keller & Companhia, na
ra da Cruz n 55.
- Vend?-se oleo de linbaca em
botijas : a tratar com Manoel d
Silua Santos, no caes da Allaude-
ga, armazem do Anes.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20 000,000 c I o:000,000 de rs.'
O cautelista Salustino de Aqui-
no l'erreira, avisa ao respetavel
publico que no dia 19 a 30 do
corrente mez, deve chegar do Sul
o vapor da companhia brasileira ,
e no dia 22 o vapor inglcz Tay,con-
ductores das listas da segunda lo-
tera do Hospicio de Pedro Segun-
do, c da 19 loteria do Tbeatro de
S. Pedro de Alcntara, que cor-
reu no dia 4 deste mez, e paga im-
nicdiatiiiicnte logo que receber as
listas, M'in il.'M'i.into algum todos
e quaesquer premios que sahrem
nos billietes, meios, quartos, oita-
vos e vigsimos, vendidos na pra-
ca da lnd*p?nJeii;ia ns. i3 e i5,
loj decalcado do Arante*1, e na
ra da Cadeia do iccift: n. \G, lo-
ja. de ni'ui'li'/. i- Os npaixonados
deste tao licito jogo devem liabili-
tur-se quanto antes, ou teutarem
do 'uhlico
em geral, tem aborto em um dos grandes a SIM Sorte em virtllje da festa ed
mazeos do Sr. Jlesquita ni ra do Uium,
Cioiiipras.
- Compra-so uma pardinha clara, quo
no leulia mais de 12 annos de Jado : na
ra di Cruz n. 45
-- Compra-so urna marquoza larga, ou 1
cama franco?.1 de amarello, ou pao d'oloo,
em a mesma loja se dir quem quer.
Compra-so uma barcada bem construi-
da, que pegue mais de 20raixas: quema
tiver e quizer vender, drija-se a ra do Vi -
ario sobradon. 20, primeiro anlar, que
achara com quem tratar.
-- Compram-se escravos e vendem-sode
coiamissao, para dentro e fra da provin-
cia : na fu da Cacimba, sobrado u. 11, on-
de morou o sr. vigario do Recife.
Compra-so uma loalha de lavarinto
com pouco uso, e um escravo de 40 anuos
pouco mais.111 menos, que seja barato: na
ra da Sinzalla Velha n. 88, padaria.
sy Compram-se escravos de
ambos os sexos, de G a 3o annos,
atraz do arsenal do marinha, um
Deposito de marhinas,
constru las no dito s-u estabelecimento.
All achanlo os com- radore um comple-
to sortimenlo demoendas do canna, com
todos os melho'anifiitos (alguna dclles no-
vos o originaes) do quo a experiencia de
inuitos anuos tem moslra lo necessidado.
Machinas do vapor do baixa o alta pres-
s3o, tichas de lodo Umanho, tanto batidas,
como fundidas, carros dMnSo, o ditos para
conduzir formas de assucar, machinas para
moer man lioca, prensas para dito, fornos
do ferro batido para farinha, arados do fer-
roda mais a-.provada conslrucc.lo, fundos
para alambiques,criros o port.s para for-
nalli.i-, e uma iulinidado de obras do ferro,
quesera infadonhoenumerar.
No mesmo deposito existe uma pessoa in-
telligento o habilitada para reebor todasas
tar a porta.
M.'i bilbetes 11,000
Quaitos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
PIANOS.
Vendein-se em casa de K.alk-
mann Inna.is, na ra da Cruz n.
10, ricos pianos de Jacaranda, com
excellenles vozes cliegados ha
pouco lempo.
Livros em branco.
Vondom-soem casa deKalkininn Irnilos,
na ra da Cruz n. 10, livros e n branco, che-
vivenda
o bastantes commolos, copia,
eslrlbarla, cacimba do agoa potuvel, varios
psde lirangeiras, cafo'oiros.ocom servoo-
lia rrauca pra o ro.do qual tica pouca dis-
tante, quem quizer aprovoilar-se anauncie.
Vende-se umpiaunofurto muito bom o
por proco oiumodo: ni ruido Collegio n.
15,3 andar.
-- Vendem-so na roa larga do Rosari o n.
36, am casa doSr. I'aulo Ciigaoux, todos
os portencos nacesiaros par pratoar o duu-
rar, pelos muios olectrocliymicos inclusiva
os livros quo traten da materia.
Cassis baratas,
Acha-se um novo sortimenlo de cassas da
cores om 7 varas ca la corte a 2,000, rs. ca-
somiras a malhor que ha no mercido a 4,590
rs. o corle : 11a ra do (j miniado n. 19.
PaiMio publico n 9.
Vondem-si 18 caixilhos envi tratados
n promptos para qualquer obra, por ter si-
do do una loja franceza; nam>sina loja
v^'em-se 30U viras de bico>e ronda da
-rrj, por proco muito cuuimodu.
Jim casa de J. Keller & Com-
panhia, acba-se a venda vinagre
branco, superior de Santes, em
barris de 3(i medidas.
" Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : cm casa de J. Keller &
Companhia, narua da Cruz 11. 55.
CAMBUAIAS COM BARRA,
brancas, cor de rosa, azues e ama-
rillas : na ra da Cadeia do tieci-
fe n. 33.
O Na ra do Crespo n. a3, O
W Vendem-se cortes de casemiras, che- jr
O gados pelo ultimo navio violo do 'z
^p.Srw. "' 98' nd0 S8 ,Cha,n 'S!andar> "l1 hora ^ dta.
inU'e'ma'c nnismo t&ft d 8U,S & HI.lr.caoToul^nd"0v."M o int.rcs-
claes tSu'.K1 da seusoni- salltcs publrcacoes d, WWIoUOi universal
cm i Zm TT^ nrr f cxecula,r-' do Madrid muito baratas escripias om
*rS2m72flrtOG: VCU'b0,n 1TP ellente papel, ecom^muitai
nhosTifslmeer ^""i? '?*' a ,*"* ^Poriore. gravur.s : venden-fe ni casa n.
ciJa.'. ",st'uc"' 'l"c lllB rurenl frne-;6, ^fron,o do Trapicho novo, o loja do en-
-.vViida nnri.nna aaa ioaderuacao o 8, da ra do Collegio.
mais de o'mi SJ ^ ?,0,0'?' Um 91" C? ,jr" Portuguezas.
o 1.000 palmos do fun lo, com casi de evjjla BolWM{ Lisboense, jornal do lil-
teratura, historia .lo Portugal pelo distincto
esesiptor Alexaudro llorculano, historiado
consulado e do Imporio de NapoleSo, reviste
.01 lita 1 c Jornal de nii irinaci 1 e sciencias as-
cessorias : vonde-s na cisa n. 6 defronte do
Trapicho novo, e ua ra do Collegio, loja
do eucaderna(i1o n. 8.
Vonde-so cabos do liuho o do maoilha
de tolas as grossuras, e superior qualidade,
chumbo em barra, sacas com i u lio muito
novo por ter vindo peto ultimo navio do Ha-
vio, champgne muito superior, servej en
cestos de duzi, caixas de cem latas com
sardnhis em azeite, e ,1 unas d'a;o muito
boas : tudo por com nodos precos : na ra
do Trapicha novo n. II. oscriloriodo J. B.
l.ass iT'i & Companhia.
Vende-se um cavallo ruco com bons an-
daros, muito ni 1 n,<> inaiiti.i lo, por prego
commodo:quem pretender poJe procurar de
inanii.i 1 no Hospicio venda do Lelo de ouro
e das 3 horas em vante oas coco ponas vi-
veiro do Munizsobrado da quinan. 39.
Vcndc-so aa linaria da ra do Colle-
gio n. 20, o Flez.legio da poesa brasileira,
ou colleCaO das us iiotaveis composifOes
dos poetas brasileiros Tallecidos, contando
as biognphias de muitos delles, lando pre-
ceildo de o 111 ensaio sobre ai leltras no bra-
zil por f, A. da Varnhagem.
-- Vende se I ptimo jogo de Pistollai do
espoleta, com os seus pertonces, e I pardo
colderes para as mesiuas.t'ido novo,por pro-
co a.vonim.i lado: na ra do Queimado,
loja de ouiives do Sr. Coulo.
3 negrotas cnoulas de idade 18 a 20 an-
nos, engomaoi ecosiDham bem, uma dola
cose e faz lavarinto mulata de idada 22
annos engoman e cosinhain, um escravo de
nacao, de servido de campo : na ra Direita
n. 3. ,
Vende-se um piano com nuito boas
vozes, e por nreco muito em coata : na ra
larga do Kozarioen 28 armazem de louca se
din quem vende,na uiosoia loja se dir quem
d 200,000 rs. a premio sobre penhor de
ouro.
Molduras douradas
de todas os larguras : vendem-se no arma-
Rozario n. 16 : a tratar ni mesma. zem de Kallkmann Irmaos.ruada Cruz n' 10.


de ou-
na ra
Chita larga franecia, a a4or.s.
Vende-se chita francoza larga padrC-es
modernos, cacuros o claros, e coree'flxas,
pelo barattsslmo preco do 240 rs. o covado,
tendo grande porgflo para escull.-r: na luja
Jo obrado amarello, nos quIro cantos da
ra do Queioiado n. 29.
Sedas furta cores, a 1,70a rs. o
covado,
por to diminuto preco, que mdeb
xar de ter um vestido de seda pj-
r.i a festa ? na ra do Queimado 11.
10, vendem-se as nielliores e be-
nitas sedas furta cores, para vesti-
dos de senhora, meninas e imnte-
letes, a 1,700 rs. o covado ; dain-
se as amostras, 011 tnandam-se as
icras en casa par* mellior o com -
prador escolher.
Vendem-se rclogios
10 e prala, palenle inglez :
da Senzalla Nova n. j>.
Arados de ferro,
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americauos
coai cambiio de sicupira e bracos
da ferro : na fundicao da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgen).
Cunta & Amorim, vendem barris com cal
cm pedra, chegada uliimameuts de Lisboa,
na barca Mirgirid, por menos preco do
queem oulra qualquer parle: na ra da Ca-
dcia do Recife 11. 50.
bombas de ierro.
Vciidem-se bombas de repuxo,
pndulas c picota para cacimba :
na ra do brum ns. 6, 8 co,
fundicao de Ierro.
Farinha de mandioca.
A inals nova o mais birala farinha de
maudiocaque ha no mrcalo, v.'nde-so na
roa da Cruz do Recife, armazn n.13, de
Jlo Carlos Augusto da Silva.
Moitibos de vento
eom bombas de repudio para regar hurlas
d baixas do capim : vendem-se na uudigilo
de Bowman Me. Callum, na ra do Itrum
ns. 6,8 n 10.
-) Vende-se um grande sino no lu-
gardo Manguinho, que lica defronle
Q dos silios dos Srs. Carneiros, com [J
q\ grandocasa de vivenda, de quatro g
-j agoas, grande senzalla, coebeira, q
n estribara, baixa de capim que sus- q
S lenta 3 a 4 cavallos, grande cacini- q
~* lia, com bomba e lanquo coberlo T
j-j uara banho bailantes arvoicdos de 7$?
fructo : na ra do CollegiOD. 1S.se- X;
gundo un Jar. "v*
C O 5
voii'iem-sc velas de espermaceto, boj
i.-aixat, de superior qaalidadc: em casa de
J. Kellor Companhll : na ru da Cruz nu-
mero .
Vinho de Chaipagne,
e superior qualldado : vende-ge no arma-
cm Kalkiinuu Irruios Ra da Cruz, n. 10
PECIllNCIlA.
Ainda existe urna pequea qtran-1
lia das superiores col xas de linbo,'
do melhor gosto que tein appare-
cdo no mercado, pelo barato pro-
co de 10 000 rs. cada urna : na ra
do (Jueimado, loja n. 17.
Vendem-so 100 alqueires de sal, por
commodo prego : na ra da Cruz do Recife
n. 2).
1
AGENCIA
da fundic&o l.ow-Moor.
KUA t>\ UtNZXUA SUVA N. 13.
Vosle estabeleeimento conti-
na a lio ver um completo sorti-
menlo de moeudaso meias inoen-
das para engcnbo, machinas de
vapor, e laixas de ferro balido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
ha ra le Apollo n. armazem de Me. Cl-
menla Conipaiibla, acha-sc couaianlemeiile
bous sorlimeiilos de Ulaa de Trro coadu r
balido, lento visa tomo Tundas, mocadas lu-
cirs todas de Ierro para aniuines, agua, ele,
ditas para aunar cm madeira de todos 08 la-
manhos c nudelios o mais moderno, machina
liorisoutal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que 11/
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como cm arco* folbas, c tudo
por barato preco.
Anligo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, 11. 17, ha
muito superior cal nova cm pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
'J'nixns para riisciilio.
Na 1; 111 1 u;."1 > de ferro da ra do lirum,
acaba-se de recebor um completo sortlmen-
to de la isas de 3n palmos
qua.ei acliam-se n venda
modo, e com promplidfio
rarrogam-se em carros so
comprador.
-- chuchise l'Ciri cm
fabricadas em Lisboa e 110 [Vio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
surtidas, de 1 a 16 em libra, et
bem de um so tamanho, por .rue-
llos preco do que em outra qtial-
quer parte : trala-se no escripto-
rio de Machado & I'inbciro, na
ra do Vigario n. kj, segundo
andar.
POTASSA DA RUSSIA.
No armazem de Jos Teixeira
astil, na ra do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Kussii, chegada recen
teniente. -
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras lelras, a 480 rs.: na
prega da Independencia, liviana n.tcs.
Casa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece militas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
11. 11, primero andar.
!> Vendem-se o alugam-se bichas, che-
t gadas ltimamente dflllamburgo, por
t> preco commodo: na ra de S. Amaro
fe) n. 28.
Vende-se um cairo de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Deposito da fabrica lo Todos os
Santo na lia lita.
Vende-so, om casa de N. O. Riober&C.,
na ra da Cruz n. *, algudu liansado di-
qiie-lla rabrica, nmilo proprio para saceos de
ssucar o roupa de escravos, por pregocom-
modo,
Irados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em 8. Amaro,
vendom-se orados de ferro do diversos mo-
delos.
Mocadas superiores.
Na fuudigSo de C, Slarr Companliia,
em S.-Amniii, acbain-se venda munidas
do caima, lodas de ierro, do um modelo c
conslrucgn OlllilO superior
Familia para bolaxa.
Vende-so familia americana dictada
ltimamente de Inglaterra pelo prego de 6f
rs. a barrica, em casa de J. J. TasSO Jnior
ra do Amorim n. 35.
I'rezuntos.
Vcndem-se prezuutos americanos, muito
superiores o por baialo prego : no caes da
Alfandogu, armazcm defronte da arvore.
Calcados a 800, 2,50o*, 3,000
4,ooo, e 6,000 rs., 110 aterro il
Boa-Vista, defronte da boneca,
Ha chegado rcccnlcmente os bem condeci-
dos sapalOcs do Aracaly, Unto para hoineni
como para menino a 800 rs., de oiellia a
1,000 rs ditos de lustro paia ditos n 2,500
rs., di-, para houiem os mellinres que
tem vindo da llallis a 3,000 e 4,000 rs., e bo
tins a 6.000 rs.; assim com um novo e
completosoitimonlo do calgados ffanceiM
de todas as qualidades tanto para domen)
como para scnliora, meninos c meninas,
peles de marroquim e curtes de tapeto a
480 rs., e scuJo porgflo, d-so por menos,
tudo a 111 do se apurar dindeiro.
Vende-se lioarmazem dama
da Cruz n. 4^1 os seguintcii gne-
ros a preros commodos : fras-
cos de vidro com bocea larga de
diversos (amanhos, lal.s combo-
lachinhasde Allemanha muito no-
vas, alvaiatle muito fino em bar-
ricas, tarefio e secante em barri-
cas, pedra hume em barricas, es-
sencias de cauclla, cravo e timbro,
sevadinha em garrafes, c sil de
i pseni muito alvo e 11 barricas.
tfaVtnh.n fontana,
chocada ltimamente: em casa de J J. Tas-
so Jnior, na la do Ainurim n. 35.
l'atendas para senhora- por bara-
to preco.
Cambraiai de sal .neos brancos e d 1 cor,
4,300 rs. rom 8 1|2 varas, c 0 rs. a vara
ditas francezas do bom gosto, 3 560rs,
vara ; ditas co.n lislras do cor a 3,000 rs., o
pega com 8 varas; caaes prela a 100 is. ;
eova lo ; corles do cassas pintadas,a 2,000 o
cortes de cbila com 12 cuvalos, a 1,920 e
1,800rs. ; lengosde liuissima cambrala de
linlio, a 480. 5600 64; ditos de cambraia
de algodo com bico, a 440 rs. ; luartea de
cor muito cncorpados, e 200 is. ; dito
azucs com 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodilo
transado com lislras, a 180 rs. : na ra do
Crosi o n. 6.
DEVERfiS DOS UOMENS,
----- a 506' rs.
Vende-se este compendio,aprovede-para
as aulas, em meia encadoBBagJo, a 500 rs ,
eda um : na livraria 11. S c 8, da praga ila
Indopendeiicia.
--*Tejado-aeum bonito molrque creoulo,
de'J aunes, proprio para qualquer olliciu :
na rita larga do Hozarlo, luja 11. 35.
-- Vende-se urna toalda tola aberta, do
mais rica lavarinto que se pode fazer, e lin-
da sem bico, por ter sido a pouco acabada ;
assim como 2 ditas somonte com lavarinto,
e bico as pontas ; na ra do Queimado
luja n. 14.
Vendem-se Iros negrotas de idade de
20 anuos, que engommam, o casindam; 1
molata de 18 a 20 anuos, do bonita lignra,
o cam algumas habilidades; 1 prela e 1
moratade meia idade-; e um cizal de es-
cravos ni ra Di.roita n. 3.
Vendem-se selins e silbSes
MT[](y][|[D)M
WlTOI^^
DA
SALSA PARRILHA DEBRIST0L
SALSAT^itTm'TtfiSAlS.
A salsa pandilla deBristol data desde 18.12, e lem constantemente manlido sua repula-
gflo, sem necessidsde de recorrer 1 pomposos snnuflpios do que as prepiragoes de m-
rito podem despeusar-se. O sucesso do Dr. Brislol tem provocado inlinitas invejis, e
. nlie nutras, as dos Sis. A. R. I). Sands, de New-York,- preparadores e propietarios da
salsa parnlha conhecida pelo nome do Sands.
Estesscnlioies8olicilrSoem.1842 agencia de Salsa pirrilha deBristol,ecomo nSo
o pudessem obter, fabricaran urna imitagfio de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs, A. 11. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, nodia 20 de abril
do 1842, e que seaclu em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
inglczes, de couro de porco, da1 Blalo,etc.
niimeirn mialidiwiP-Pin rasa rl 1 I Nossoapreciavel sendor.
pnmcira quauuaae. em casa ae A-, Em loJo 0 auno (ssado ,emo, vendido quanlidades coisideraveis do extracto de
damson Howie & t ompanhia, na salsaparrildadevro. e pelo queouvimos dizer de suas virtudes aquelles que tem usa-
rua do Trapiche n 1" ''' i"'.-n""'s 'I'"' a venda da dita medicinase augmentar multissimo. Se Vm. quizer
com wAsa* esr t5 ^^asrss c z z^s^'xz^ c
SsaSS9E ffittUSs ?r.sr'.T"semeu'^loritmoi M pr,zer em
&&$SS.'!SSS?%Si& P,cao asrdeos de Vm. seas seguros servidores
de ferro forradss de louga.fogareiros greldas (Ass.gnidos) A. R. D. Sands.
e mais periquees de cosinlia : na ra Nova' ^^
loja de rerragenado Jos Luiz l'ereira. r*^'(kiVTf*^T TTC? A /*i
Vende-se superior farinha; VWil VeJ J MaCaW'B
de mandioca de Santa Catharina,'
rl...Tl.. nllimihuml l.nrrln In I A antiguidide da salsa pirrilha de Bristol, do claramente protaJa, pois que ella
CUegada ltimamente a DordO do daU (|ps,|e 1832i e que de Sands s ippareceu em 18I2, poca na qual este droguis-
ta nflo p Je obter a agencia do Dr. Bristol.
2." A superioridado da salsa parrilda de Brislol de incontestavel, pois que no obs-
tante a concurrencia da de Sands, e do urna porgilo de outras preparage-es, ella tem men-
tido a sua reputago em quasi loila a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa prillia em lodas is nlormidi-
, des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito oblido nesta coile pelo Htm. Sr.
(la I rilZ armnzeill ll. do, com oa nr, Sigaud, presidente da academia impciial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
Araujo. lonio Joso l'eixotoem sua clnica, e em sua afamada casi desaudena Camboi,pelolllm.
~ iNh ra do l.iviame
se esleirs muito grandes
estender cm urna sala o servir do cama p:.,
4 ou 5 pessoas; assi i. como sapato l de d j- dos Quarteis pegado ao Quarlel de Pelicia.
rs.opar. j .- Vcnde-se um cabra de ida-
' de 3o annos, muito (el, sem vicio
algum, faz todo e qualquer servi-
co narua do Queimado numero
io, loja.
Queijos londrinos.
os mais superiores possiveis por virom en
lulas, chegados ltimamente por prego
e mimo lo, na venda da ra da caJeia do
l;eeit n. 25, defionte do becco Lirgo.
~ Vondem-se]na loja n. 2, da ra Nove
atraz da matriz, a dindeiro vista, sipales
de couro do lustro francezes para homem.
sapatosde marroquim para senhora, ditos
de lustro, ditos deduraque, e hotins ilo du- i
raque guspiados de couro do lustro, chine-! tinto da companhia dos vinhosdo Alto Do-
las de marroquim para homem, ditas do
MOB1LIAS DE FEIIRO.
Vendem-se ricas mobilias de fer-
ro, como canaps, mesas, cadeiras
com braco o sem elle, e muitos ou-
tros objectos de ferro : no armo-
xem de Kalk'mann Irmaos, ni ra
da Cruz n. 10.
Vendem-seamarras de ierro: na ra
da Senzalla nova n. 42.
patacho Euterpe, fondeado de-
fronte do caes do Ramos : trala-se
a bordo do mesmo ou na ra do
Apollo armazem n. i'i,
na ra
c na rua
ionio joso reixoio em sua cnniea, e em sua aiamaua casi aesauoe na (,ambos,pelo lllm.
letto 11 II vendem- Sr' ')r-Saturnino de Oliveira, medico do exeretto, e por varios oulros mdicos, per-
les' ooiims tiara se mil,cin dj<3 de proclamar altamente as virtudes eflicazes da salsa parrilda deBristol.
os'rvirdocamapara Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na dotica de Sr. Jos Mara Congalvcs Ramos, rua
,OSBO*Oft
Vende-se cm cosa de A-
damson Ilowie k Companhia, na
ua do Trapiche n. 'i >. panno de
algodo para saceos deassucar,
nmilo superior e barato.
Velas de carnauba em libras.
Vendom-se velas de carnauba imitando
RAPE'
PALLO CHimilO
cliegado ltimamente
loja de ferragens da rua
daCadeiado Kecifen, 14.
Vendem-se chapeos do chi- 9
le pequeo: a 4.000 rs. : na *
0 rua do Crespo n. 23. 5
************.*>?*??*
- Ven tera-se barris de oitivo com vinho

O nico deposito c nlint'n a ser 111 botica
de Jos llar a Congalvcs llamos, na rua dos
Qiiarlcis n. 12. ao p do quirtel do polica,
'indo s? vendem as garrafas a 5,500 rs. c
ni lias 'i .'I.iiOOis a dinheiro visto : sendo
flso o que se vende cm (iiitr s hticas.
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Para cura de phlisica cm todos os seus
dilTerenlos graos, quer motivada porconsti-
pagSc-, \0sso, aslbma, pleuris, escirros de
sangue, clor de costados c peitos, palpitecto
no cerago, coqueluche, broocbit*, diir ni
garganta c lodas as molestias dos orgSos
pulmonares.
Pbtisca bronchal.
lista variedade da i hlisiea lie p ramente
a consequencia de urna couatipagllo detpre-
SBda. A principio os syniptoni-s asseme-
Iham-so aos d.' um defluxo c.immum, ou ca-
tdarral a espcctoraga.i he viscos, expessa
o opaca, mas nflo amarlladn, contendo par-
tculas ciuz.'iilas, que se desfazem em agua.
A proporgflo que a molestia prognde, a los-
se aiigrrcnla e o muco viscoso phle,;m vai-
se misturando ca la vez ir.ais con um Hui-
do amarellado que asse.nellia ao pa OU ma-
teria c algumas vezes com pequeos raios
do sangue. Em muitos casos, a expectora-
gflo lem urna appareocii cshranquigada ,
qucseiissemellia aoleite, e algumas vezes
urna cor amarclla esverdeada, que breve-
mente se dosfaz cm agua. A principio, o
pulso torna-se um ponco accelerado o tenso
para a Urde, e o calor da superlicie do cor-
po varia no decurso do dia estando algumas
vezes cima e oulras abaixo da temperatura
natural. Durante a uoule ha suores par-
ciacs na cabega c no peito. (oralmente ha
multa sede, se urina ho muito carregada o
marroquim para
lu, ditas de ditas para Sendera, ditas do
marroquim, ditas roxas proprias para irem
ao buiho, sapatos abotinados de marro-
quim para senhora, sapalinhos do panno
com pona de lustro para meninos, e sapa-
los de duraque para meninas a 500 rs. 1 par.
Armazem de louea vidrada.
Como sejam : panellas, caga rolas, lijellas,
nssadores, fregideiras, papeiros, alguida-
ivs, laidas para dic vas' s para flores, jar-
ros, quarlmdas, garrafas, copos, morin-
Escravos lucidos. ~
-- Continua fgido a contar da noute da
30 do mez de novembro pissido de borda
do brlgue Feliz Unido o escrivo mirinheiro
de nome Joiquim, de nigSo Hocambique
representi de idide trinti e Untos innoa'
baixo, grosso do corpo, cor fulla,sem barba'
levou caigas e camisa de rlacido, o niesm
he cipadocio, e enlendo alguma couza do i-
dioma inglez sendo natural se inlilule or
livre. Rogt-sea todis is autordides im
capture, como tambem os capittles de cam-
po, certo de quo reconhecido pelo proprio
quem otrouxereruida Cadeian. 39, reii-
dencia de Amorim&IrmSns correspondentes
daquelle brigue, e do Sr. P,opriet.rio do
mesmo escravo, recebar de gritificac3o
80,000 rs. o que se garante pelo prezenle an-
nuncio.
BOA GRATIF1CACA0'.
Ausentou-sc nanoiie de 2? de
outubro passado o mulato Cle-
mentinu, de ao annos de idade ,
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
buco de barba e falla muito mansa,
quando anda parece que nSo pisa
bem com os calcanhares, costuma
andar calcado e bem vestido, le-
vou urna trocha de sua roupa, in-
clusive calca e aqueta de panno
fino azul, e alem do mais algum
calcado, um par de borzegnins par-
aos, com botSes de madreperola
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquelU occasiao a-
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes : castanho, barrigudo,
dinas prctis, gordo e tem um ta-
Iho em urna anca; he provavel que
queira passarpor forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a rua
da Cadeia do Recife n. ai, quese-
ra recompensado.
[Vo dia 23 do pissido, desippireceu do
engonho Aremhi, freguezia delpojuca, urna
mulata, bem al va, cabellos bem pretose
reios encolhidos, um Unto baixa o magra,
com sardas pela cara, niriz afilado, porm
grosso, e presentemente leva um tumor no
iiieiu da cabega que esl coroada : quem a
nu nesla
ro : a fallar com Antonio Francisco de Mo-
raes, agente daquolla compandia, ou no
Recife na travesea da Madre de Ojos, arma-
zem do Sr. Jos Joaquim Das Fernandes.
No mesmo armazem tambem tem pipas,],,
meiasditas, e barris de quarto com nh da inesnu compandia; a fallar com os moa- ?r ? em ca" do U??el Bu,r1uo df aoc-
mos cima. Ido Lima, na ruado l.tvramento n. 26, que
rilKriintl \ Iiitiuwpui lsera bem recompensado; a mesmi lavuu
m ,. *aLiUljHA. .roupas finas eunsvestidos iecambraia, des-
No I asseio Publico, loja de fa-'conh'a-seque lendi seguido pin Pao d'.v-
vendem-se arme I !^_8onde,t.".m. Par.entesi. B!i,s0- ^IV
zondas
i5
n. i3 ventiem-se saccasjtoaeiiTferi5rae;poiw7e"e^^
guee, resfri.dcims ; ludo lino para resfriar COI11 alqueire de milllOllOVO pe- pessoa do povo o capitfles decampo, dea
balan per. memnasandarem, ditos lo modco eco j peg.rom e Umrem nos lunares .cma men-
! <,vuij,Mi ponidos que sero generosamente rocom-
agoa.
para costura c compras, baldes de pind,
condcgis de lodos os tamandos : na rua da
Ca lei i do Recite n. 8.
espermacete : na loja d | sileiro da rua da! doposit. um copioso sedimento nvermelha-
Cadeia do Recife n. .16. do : 1U,1SI semprc lia urna sensagflo doloro-
I'tii i-iiiiins sa no peilo c ponladis passageiras ; mas de
1 raro que se sinla nina dr lixa no peilo. A
II. D. Rodrigea na ru i do Trapicbo n. 26, tosse ordinaliamonlo pela manliaao lovan-
eoscs da fbula, que recoimnenda a quem
iive bom gosto, o porpregos muito rasua-
veis.
A i,2oo rs.
Vendem-se peles de marroquim
macreza augmentan) ranidarnenle : idilli-
culda le de respirar e o peso eoppresaSu no
pcito lurmm-se cada vez maores. O pulso
he giTalmenti nmilo frequentn, dando ra-
ras vezes menos de cento e vinlc pulsagoes
por inmuto. Pela manilla, o rolo esta or-
precode 1,200 is. cada umi, e sen-
do em poreo d-so mais bardto :
na rua Nova, loja de ferragens n.
20, de J5o Fernandes Parete
Vianna, defronle da boneci.
Attcneao.
de ld-is_as cores, pelo baratissimo ilinariamcnlc paludo; pnrm para alarde
observa-so qnasi sempro urna verinelhidflo
carregada n'uma, ou em ambas as faces. A
lingua dea limpa e cm muilos casos tssume
urna apparencia issustadori toinaiido-se
maisvermelha do que no estado desnude.
Ha gcralmenle suores copiosos o fatigantes,
durante a noule, u'cstc periodo avangado da
molestia, c, a menos que ella tej atalhada,
sobrevem a inflamagao dos tornozelos, di-
asa^Mss^JisSsSSr^ti raza
jssr. ttosassx&cssi SSSSSS^Lb
cia ao fregu za sua utilidade ; na mesma lo- !Ll'711MlT,f. nVT.?n rr4 ,CUr Se
cose muito bonitos aparelhosde metal |.'-'cti uso, guindose pelas in.teucjes, vera
nrf, ara cha e caf, obra de delicado gosto, ^""j1 ^f>^or^o se torna abundante, che-
e prego commodo; a elles ante que sea- fSAVVSSIXISS!!. ',!_assuslar "
cabem.
Espirito de 3H gr&os.
Ven Ic-so espirito do 38 gritos a 1,000 rs.
a caada, e a retaUo : na distillagSo da
travessa da Concordia.
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 1:000,000 ,
2:000,000e 1:000,000 de rs.
Na rua da Cadeia do Recife n. 2*. loja da
Viuva Viein t Filhos, existe os mu afor-
tunados billioles, meios ecautellas da 19.
lotera a beneficio do Diestro de S Pedro de
Alcanlan, cuja lista deve vir no primero
vaDor e estar palenle na mesma loja.
-- Vendse um novilho bstenlo gordo
com raga de turino, na estrada de Joflo do
Barros no litio que liea em fronlo ao do
Tallecido guanla-mr da Alfandega, isto he
indo da Soledado o primeiro sitio.depos do
dilo guarda mor, que callar com quem
tratar.
- Vcndcm-se romeiras de lil de lindo,
proprias para meninas, dilas para senhora :
na loja n. 2 da rua Nova.
~ yenilem-.se chapeos do palha air.irella,
copa baixue aba larga a 3,000 rs.: na loja
n. 2 da mu \ Vende-se por preco bastan-
te commodo um grande sitio de
boas Ierras de plantae.ao com casa
de taipa nova e bem'construida,
arvoredos de fructo, baixa espa-
cosa c muito fresca, por isso que
pelo meio della corre um riacho
de excellente agoa doce, tem no
fondo urna capoeira da qual se
pode extrahir muita lenha, e po-
de servir tambem para vacas de
leitc, po.stem abundante pasto e ^Mtea^wCR
__ Vnla Ju i ..i, n ,.. i.... .
dea.
rreno muito
.-os, em fronte
jam-se ao Arraial, estrada que ,t, a ", muit0 '"quentide, e 900
mJSi" il u com um vivei' qt<"
mais de 400 palmos de compri lo e de muita
largun.ofunlo deste terreno divido com
VENDE-SE
superiores queijos flamengos
Jicnosito tlC cdl e potassa. ''ao? : "a vendada quinado ,. de Dos n. g
da rua da Cadeia ^lc0 do Carm" fl,,e cntra Para
enfermo ; porcm scu carcter desalular, e
curt brevemente se opera.
A Goo rs a arroba.
Vendem-se batat.s novas da
mellior qualidade ingle/as:no Re-
cife armazem de Joaquim 'inbei-
a ro Jacome, na tr>vessa da 31adre
sa ; assim como sacco com farinha .cinsados.
do mesmo tamanho, a 3,ooo rs.
Vende-se rap de Lisboa em frascos,
ctegado ni birca l.igeira, a 4,000 rs., os se-
ndores fr.iguezes que esli acostumados
lomar a doa pitada, nflo doixirSo de mandar
buscar ao largo da Assembla n 4.
Vendem-se dous vilellos (Idos do pes-
io : no sitio da Torre em Beloin.
Uesappareceu na Urde do dta 13 do pas-
udo um escrivo por nome Joaquim tem os
signaes seguintes: boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla deiembarigida,
pos grandes, tem lodosos denles da fenle,
nariz cinto, quando indi estala as juntas dos
joeldos, levou cimin de algod3osinho brin-
co, caiga do dilo azul, este oscravo foi do
malo: quem o pegar love-o typograpbia
fudeadotr,?te^0odc0.erdofolfeo,bo '
farinda de Santa Catdarina, em porgoes:
trala-se a bordo, ou oa rua da Cadeia n. 39,
com Amorim Ir.naos.
-- Vende-se urna preta creoula, engom-
madeira o costureira, do 20 anuos de idade :
no Recife rua da Senzalla Nov n. 7. senun-
lo andar.
batatas do Porto, a 3ao rs. a
arroba.
Vendem-se btalas muito boas, i 320 rs.
a arroba : no armazem n. 19, da travessi di
Madre de Dos.
Na rua larga do Koiario n. 2a,
segundo andar,
Vondc-se urna inulatinha de 16 innos, linda
iigun, e coze muito bom, urna negia de 16
annos, tambem com principios de costura,
duas ditas de 25 a 30 annos com dabilida-
des, dous muleques do 14annos, um mula-
tinho de 15, um mulecotede ISannos.linda
ligura.dous negros bous trabajadores de
enchada, um negro volbo rputo rodusto,
proprio para filio, o um mulato de 30 an-
uos linda figura, propriu para feitor por
le-boa conducta, o por eslar para isso di-
bllitido.
yondosedocedogoisdi lino em cii-
82 r"S: nirU" daS Cinco PoDUl
Vendem-se na rua das Flores n.
21, os seguintes livros:
Oilolin, explicago dislorica das institu-
as de justiniauno, 2 vola,; o mesmo aulor,
historia da logislagilo romana desde sua ori-
gem ate 1 moderna legislagJo, 1 vol. : 2.a
fernere, I vol ; P. PronJIiem, da criagao
di ordem na dumanidade, ou principios de
organisagao polilica, \ vol.; o mesmo au-
tor, memoris sobre propriedide,
Slllit Alhii, 1 vol.
Vendo-se clnmpignedi
1 vol.
nao fica muito lonce da praca. As Yule* li01inP"hia na rua da Ci
h po.o. na .. Vende-ieum maanifie.a tprr.
pessoasque o quucrem ver, diri- porto do Recife, con, 300 palmo.
vai para oBrejo, casa do Sr. Cos-
ta, ep.ra tratar u fabrica de cal-
deiraria de Andrade e Leal no At-
ierro dos Afogados.
Vende-soDOirmizemdeDiis Fernn- ,
desderonte da rarnpi di ilfandegi.sicas de en.80B1B1 a '" lavarinto, cosinhi e tem
perfeitomilboa 2,400 rs.; ditosde feijio a .xce"cnle conducti, herecoldid e ipren-
.i IU urna cimboa, vende-se s dinholro i visli ou
letra de boas firmes : 1 filiar com N Ca-
I
daull.
Vende-se urna boniti creouli
quoco-
-- Vende-se um bolo cm bomeslado, o
por prego commodo: quem o prelen ler Ui-
No armazem ^
do Recife n 12, ha muo spe>.^dc^ veldo proprio1
rior cal de Lisboa, empeora, as- r,ara trilir de algum sitio, por entender; Vendem-se superiore.i
a rua dos Cuararapcs, casa terrea
batatas ingle
sim como potassa chegada ultima-: d plmticei, e tambem pira tratar de ce- zas, recenlomen e chegidis aCOOrs aarro-
. .,: T8llos Pr ler niuU" Ptica: na rua do yuei- ba : no caes da Ifandeg, armazem do Irn- Marmota a 100 rs. cada um- no n-u dn inl
mente, a precos muito rasoaveis. ni)don.i4. 1 ciscoDiisFerrcira. 111 i*'....
2,000 rs.
Vende-seos bom condecidos queijos
do Ceir, mui frescaes, no lirgo do Livn
ment n 20.
Vondem-se os seguintes odjectos em
bom uso, sendo umi labia requisltus, urna
tiboidinlii, um piloto instruido, um trata-
do completo do nivegigilo, um bezoulh, um
oiUnte : na rua do Cabug, loja de miudezas
n, 4 de Manoel Joaquim Dias do Castro.
Vode-se umsilhilo do senhora novo
por 25,000 rs. : na rua Formosa ni quirta
casa terrea.
O Marmota.
Retratos do Prospero Dinlz, redactor da
armla a 100 rs. cada
1 legio, e es 1 do livro azu
deu na escola o que s ,1,, de coslun, tem 18
annos de idade, pproprii pin mucimba de
: tambem se vende um mul iue creou-
lo de 10 annos de idide
, proprio pin qual-
na rua larga do llozario n. 3
quer ollicio
loja.
i..Vendfl"e umoava|l bom andador de
Aaienlo:0'rU'd,C,U Charutos de Ilavana
De superior quilidado : vendem-so n ar-
mazem de Kilkmann Irmaos, na rua di
Cruz n. 10.
Cadeiras.
Vendem-so cadeiras pan meninas no ar-
mazem do Kalkinanii IroiQos, ni rui di
Ciuz 11. 10.
r recompousado.
Desappareceu no dil domingo, 12 do
pissido, um preto que representi ter 45 a
50 annos de idade, de nagiio caginge, baixo,
edeio do corpe, sem defeito algum no corpo,
levou vestido, caiga de cssemira azul clan
de quedrose ji velhi, colele de setim preto
veldo, jaqueta de brim pardo,camisa de ma-
dapoln, edapo de seda preto ; presume-se
que anda pelos arrebaldes deata cidade, pois
apezar de ser do serUo nflo ae julga que le-
nha vollado : roga-se porUnto is autorida-
des policiaes e capitSea decampo, a capturi
do mesmo, levando-o a rui do Vigario n. II,
lerceiro andar, que se recompensar.
30,000 rs, de graliflcagSo.
Desappareceu no dia 15 de julho do cr-
ranle anno um mtileque crioulo de nomo
Paulino de idade de 10 annos pouco mais
ou menos,cor amaroladi por ter vicio de co-
mer Ierra,naris chato e feio levou camisa do
algodflosindo suja e caiga de riscado, sem
chipeu, este escrivo perience io Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de Una quemo pe-
gar love-o a rua da Cacimba n. II ou
rua do Uvramento n. 26segundo andar que
receber a gralilicagflo a cima, o se protosti
contra quem o tiver oculto.
50,000 rs.
De 15 para 16 de novembro de 1851 de-
sappareceu do engendo Aguas Claras da
lineo, da freguezia de Escada, o escravo
Venancio, de Angola, que muito pire:o
crilo, Idade 25 1 28 anuos, cor fulla, lu-
mia figura, altura regular, cheio do carpo,
pernas e dragos grogos. rosto gordo, e ar-
redondado, testa grande, olhos grandes, e
amortecidos, tem fslti de muitos dentes ni
frente, do lado superior, poucos cabellos no
bugo, equeixo, tem marcas de chicote as
costas, e de surras as nidigas, parece ser
serio, e muito humilde, falla com muita
mansidflo e arristilo faz-se; innocente, he
cliegado a furtos, e costuma mudar de trige,
1 por furto de roupa que fiz) de mudar o
nome, dizer-se forro, uutns vozes procu-
rando quem o apadrinhe, ou quem o com-
pre : levou camisa de madapolSo, caiga de
brim trangado de lislri pardis, j desbota-
do, chapeo uzado de couro, cobertor groco
de lislras azues oscuris, e um facilo que to-
moudeum muleque cirreiro, do engenho
Moclo. Este escrivo pissou pelos enge-
nlios Araiidu do Sr. Mmoel F0I1S, Amparo
e Moclo, di vendo pedido aos eenhoresdos
dous ltimos engenhos cirtia que o palri-
ndasse, emquefoi sitisfeito, e nflo obstan-
te fugir tendo seguido para o engenho Mi-
ndocas, da donde prezumi-se ler pulido
pin o Brejo di Madre de Dos, onde toi es-
cravo do Sr. Cordeii o, condecido por Abide,
quem pode-se o favor, de se edegir a scu
condecimenlo 1 sua estada ali, fazer. apre-
ender, remoller ou avisar a seu Sr., pondo-o
neste ciso na cadeia, assim como toga a
qnalquerquoo pegar, da leva-lo 10 dito
engendo ao seu Sr. Antonio Carlos l'erein
de Burgos Punce de l.eon, ou na rua Uireila
n. 14 casi dejse Piulo di costa, que rece-
ber a gralilicagflo mencionada; e tamben)
pelo prozeute protesta-so com todo rigor,
contra qualquer qu3 o conservar em seu po-
der.


Full Text

PAGE 1

ATTESTADOS DE ESTUDOS. Colliglo de Franca. Certlftcado de estado*. I. —En aballo asslgnado, professor ad]uncscquencia seu complemento; o fabrico do assucarc rta gorilurn no Agallo ( um dos orgSos mais ¡mi orlantes !!, e as eonsequenclas pralica que de la rosultam com tojas lcestoichampagne; a J. R. Lasserro, | 4 caixas diversas meroadorias; a A. Oliveira Soaros. >2 zOes do ervo pnoumo-gastrico j em sua origen noscjrpos rostifornies, e ao nivel da un¡3o dos doiis W. do quarto ventrculo, ja em todo seu trajecto; o poderse hoja artlficialments*reiuzir-so os animaos ao estado do diabetei, a conhecer-se. a natureza d'esta molestia, que entilo era fundada aolire um capricflo chimico ; a uiscuberta da causa da alteradlo do gosto na paralizia do ner TO facial ; as relevantes experiencias sobre as monifostages chimicas de diversas substancias Introduzidas no organismo, em opposigflo a certas tlieoriaa — por exemplo — a de cnniidarar-se ada helos como o resultado de deminuigao do alalo noaangue, s pelo simples Tacto dse passarem nos laboratorios phenomenos da diStruigJo do sssucar pela presenta dos alales ¡ o conhorimento do mecanismo por meio do qual cortas substancias podem ser eliminadas com a omina sem oln igagSo de atravessarem a rirculagflo aitcrial o o papol importante da voia cava no momento uuj qua estas substancias (na digeslo) atiavessam as veas renacs, e a trela n5o menos importanto >l s vcias azigos, quo como se sabe, silo tubos de communicag3o entre a porgflo da civa que esta abaixo da vlvula subjaconlo as terminugdcs da* veas rois e a cava superior: A solugfii da qu'slao do ervo accessorio do Willis, o a niixlici lado —permita-se-mo a exnre>s3o — do grande ervo vago; a scncibilida le das raizes anterioras n posleiiores q-iinito as suas proi rio lados & k — tu lo a quem he divido senil i a essu | Cliim do que tanto careca a pbisiologiaj oxporimo'ital ... ao crofjssor Claudio) lleni.ir.li>!.' > .. NffO he por ventura novo ludo islo quo acabamos do mencionar Quem salte aqu que > sueco pancretica servo na dlgesUto para emulcionar asmateriaes gordurozas, o que sem elle estas materias ufo ser3u j mais absoividas? entretanto, lea-so o parecer da commijsflo do instituto de Franca, compusla por Dumas, Magendi, Mlmine F.IwarJ que foi publicado em l'aris desdo 1818, otilo se lia le onco:ii-.ir os maiores elogios feitos aoauctorda discoberta ; e note-se bem que a publicagao da memoria foi em 18*8 a al hoje disso aqui ninguem tcm noticia !.. \.¡o ser noTidade a discobc ta do assucar...a discoberta do assucar do glucaze no ligado, e o fado de ser este orgSo um fabrica Jor de assucar.' Pe modo, quo indopendente do assucar que vero do reino vejetal, o nrganis no pode suprir as faltas, fabricaudo-o I .Vio sera anda novidade levar-so um instrumento ao cranio de um coelho o la picar-se a raiz do ervo vago, e d'aln a moia hora, o animal ao achar diabtico, c 13o diabtico como o uiais perfeito diabtico I! n.lo ser mais novidade ainda, saber-se o mecanismo pelo qual urna substancia, como a cerveja, por oxemplo — pode-se achar na bexiga da ouriua sem tor atravessado a circulagflo geral! Duas Ibooorias existiam a respeito da diabetes; duas theonas quo so disputavam, e cada qual procurava ganhar a palma ; eram as dos Srs. Mialle o UoucliarJ. O Sr. Boucharda dizia gue a diabetes era occasiona la por urna suprossilo da pello a qual motivava a lino Francisco de Lima Santos segulo asiduamente o curso de physlulogla experimental durante desoll meiea. Em fe do que eu Ihe paseo o presente alteatado e devo accrescenlar que o Sr. f arolioo ae fezconslantenienle notavel por seu lelo e sua Inslruccao tao eiteoia quanto variada. Felto DO colleglo de Franca, em 17 de malo de 18*0. — Claudio Heroardo. 2.' alienado. — Eu aballo asslgnado, doutor em medicina, profcisor particular na escola pratlca de medicina de Parla, membro titular da socledade anatmica, certifico que o Sr. Dr. Carollno Francisco de Lima Santos segulo meu curso durante toda a sua duracao, e que eierceu com multa alalduidade todas as operaedes queae prailca sobre as viaa ourioarlas. Em (i do que eu Ihe passo presente attestado para faicr o uso que Ihe couvier; feliz de acbar occaalao, do o felicitar publicamente sobre seu lelo c sobre a habilidade que pode adquirir como operador. Paris, i6demaio de 1850 --Dr. Candmont. 3 • attestado. — Eu certifico que o Sr. Carollno Francisco de Lima Santos segulo meus cursos de cirurgla durante o anno scholsr (|849 a 1850) c que se fez distinguir por seu lelo e sua intelligenci.1. — Dr. Auglas-Tureiiuc. — 12 ra do Inferno. --IS de maio l8*0. 4. attestado. — Eu abaixo astignado, doutor em medicina da i acuidad,de l'aris, collaborador do Sr. Ilourgery, professor particular de anatoma, inembro da socledade biologia e de outras sociedades sabias, certitico que o Sr. Carolina. Francisco de Mina Santos seguio meus corsos de anatoma com uiuito zelo durante 18 ineiCS, B que elle ae fez distinguir por seu trabalho c sua lutelllgciic¡.i. Km f duque tenho praierein Ihe dar o presente. Paria, lodo malo de I ion. — Ludovico Klnskfeld, Dr. Up. 5.aiicstado.-Eu ahalxo assignailo Dr. cin medicina pela faculdade de l'aris, redactor da de 1 dita modas e mais mercaderas va Me lillochau. 9 ditas perfumara ; a Galllot Freres, 3 ditas chapeos para hornera, 1 dita couros preparados, 15 ditas papel, 1 dila manteletes de seda, 10 ditas tecidos de algodSo, t pote manteiga, a ditos conservas; a I, Braga iera. I caixa ooulos de ver ao longo, i dila obras de ouro e prala ; a Garoier & Companhia. 1 dita objectos de uso; a C. deLabautlre. ditas diversas m orea doria i; a J. Releoot. 5 ditas calcados e mais mercadorias ; a Dita Licor Dito Botija Canad Garrafa 180 420 180 Arroz pilado —2 arrobas um Alqueire 4,400 lio gazeta dos bospilaes, professor de partos da escola pratica, certitico que o Sr. Corolino Francisco de r.ima Saotoa, segulo meus cursos de obstectricia com a uiaioiassiduidade durante m >is de um auno, c que se fez notavcl por seu trahalho c seu zelo. fcui f do quealcgro-iue em dar-lhe o presente attestado para que elle faca o uro como e onde Iheconvicr. l'aris, maio de I8.il. — Dr. Fajol. Estao recoohecidos e sellados. Correspondencia. Scnhores redactores. — A gratidao obriga-me a prevalecer-mc das columnas de seu bera coucciluado Diarlo para agradecer aoSr. Jos Xavier Fautino Ramos, a dedicado e selo com que curou da inatruccao de meu lilho Joo llce que lioha a prnpriedade de redutir o amidono assuor, d'onije provinha que tanto mais ainidon engera umsugeilo quanto tnaii rssucar se formaria ; o que de tal oxcosso provinha a moloslia &. O .Sr. Mialle, (tilia i|U.• a mesin.i supress.lj acida da pello ocNzioniva a neutralisielo do principios alcalinos do s.tngue, e pois que, segundo elle, era o alalo do sariga -. o ihtruidor do assucar, son to este, ou diminuido ou exliuclo, occazionando ru lura no c quilibrio — do la vinha que um excosso do assucar cntrava na cnculafao geral e cunstiluia a molestia. Eis ludo quanlo havia do nvllior a resp.-ito da diabetes, I.I.I %  fez porm o Sr. l'.l.iii dio Ueruardo .'prorou, priinciro q>ie a destazo quer salivar quer de oulra origem nao podia atacar o amidon om parte alguma do organismo, porque na boca, onde islo poderia se ellectuar, havia falla do agoa suf licenta em que eslivesse o amidon em d>ssolu(ilo, condi>;3o, sine qua, nao era possivel i reducijao ; segundo quo no estomago onde existe bastante liquido tambem a redurcSo n3o poda se ofTectuar porquo no estomago existo o acido do sueco gstrico—e pois que os aci-tos lera a proprieda.le de impediroiu a accSo da diistazc sobro o amidon, por islo la a reduccSo se tnroava impossivel. e que por consequencia nSo podia a daslazo do S.'. UoucharJ — mesoio • qnando existsse ella—occazlonar a moleslia ; qusnto mais que o Sr. Conlour ja com mullo hom sonso a ha.via negado; terceiro que n3o podia ser o alcale do sangu^, o dlstruilor do assucar, porque ella vio, o nos tambem vimos, que quando se langiva dontro de um copo de sanguc um pouo de issucar, este assucar desapareca, porm logo quo se lovava o saogua a una temperatura lal que occazionasse a disj.-gani?a>;3o dos principios orgnicos do mesmo sangue, flcando o alcale intaclo porque COTO SO sabe o calor n3o o alaca-a dMruicjIo do assucar Blo tinha mais lugar; e se ho como ii, 0 8r. Mialle, porqo i disi-uindo-se os principios orgnicos do sangue o assucar nao disaparece? logo atbecria ..'.-, Sr. lilaila lio inexacta. K sendo assim, liaren do o Plus, siologisla moderno felo as relevantes descobortasdequu ja fallamos — n3o he urna vaiilagem para dsciciirii, e urna novidade impostaiilissiina. 1 Talvez nao soja para S. S. e lodos aquellcs que olhaudo osle bello, e estrellado horizonte que nos cobre, cuid3o quaatiaitem hordasquo termiii3o so ingaslandonas oioolaniias que as curtas vistas s alcancam. E quando aqurlles, que vem de descerem do grande baliao da experiencia procura m cunvence-los de seus erros—cospem-llie disprezo, duvidando de lulo etc. etc. Aquello que for a Europa estudar hade ser superior, dadas cenas circunstancias, ao que n3o teuha l bido posto quo telilla estudado ; e si n3o he assim disnecossario seria viajara Europa. O grande defeito que temos, be sertnos muito impacientes e mi monos pbulos, posto que grandes, possuindo ludo quanto do milhor pode conceder a natureza para ser urna grande iiacSo. Urna das gran .'es vanlagens do viajante, he nao ignuiar nunca a pozicSo em que seacha domesmo modo que ja muito sabj aquello povo que sabe que elle pouco sabe. O progresso .,„ lrazilhe tal, que aquelle que tiver na Europa estudado urna sciencia e aqu rollado, hade a rauilo custo conservar o que sabe; e para estar sempre em da eom a mesma sciencia, forcado sera de lempo em tornpo fazer nosva viagem, sob pena de Dcar atraz seuo retrogradar, que quer mais que llie diga o meu agressor? y.lo una disseiiaciio fa,ia sobre cada un dostes pontos? Nessa nSo calamos nos sem que se nos pague a impressfio. Esta que temos a respeito da diabetes urna memoria a dar publicidade, querS. S. pagara empressSo? he favor, eticar mas inteiradode qua nSo inventamos. Pelo que toca a meus altaslados ei-los abaixojpublicados; e relovo eolio quo tambem ihe facam urna pergunta. S.8. tinha noticia deludo isto que acabo do expor-lse? Meta aponna na tinta de sua couciencia.e me responda! Dr. Carolino T. de L. Santos, zerra de Mello Lellao. Ha trea annos foi esle conllado pelo liu ul meu esposo aos cuidados do Sr. Xavier Ramos, como director de um estabeleciinenlo de Inslruccaoelementar, e uo foi sem graude praier que n, no da i do corrente, aer meu lilho sujeito ao came da lingoa nacional, e approvado pelos illuslrisslinos aenhores doutores Loureuco Trigo de Loureiro, e Jos Soares de zevedo, pessoas nao suapeltas na sciencia da lingoa. Gom elleito, um menino que conta apenas onie aunos de Idade, que prlnciplou e acabou, nicamente com o Sr. Xavier Ramos, de adquirir o conlieclinenlos precisos de inslruccao primaria, piova o iiileressc com que o inesmo .Sr.sc dedica iioadiaulaineuto de aeus alumnos, por cuja moralidadc multo e uiuiiu ae desvela. Talvez com a publicidade do que tenho expendido, cu ir,iba de certo 3Qj;y Dmosse & Companhia. 4 ditas tecidos diversos, t dita chapeos para homem, t dita limas linas, 1 dita espingardas, 1 dita vidros, 1 dita pertencos para sirgueiro, t dita couros preparados; a F. Ssuvago & Companhia. 19 ditas diversas meroadorias, 3 ditas chapeos para homem; a Feidel Pinto & Companhia. 2 caixas modas, 17 ditas tecidos diversos, 16 ditas caracteres e artigos de imprensa, 1 dita perfumarla, i dita livros, I dila chapeos de caiiia, i dita ditos de seda, I dila ditos de sol, 2 ditas de hijoulerias e confecOes ; a L. AntoniodeSiqueira. 1 dita fil; a J. II. l.ulkeos & Companhia. 2 ditas l 'cuos divorsos; a Rosas Braga & Companhia. 50 cestos champagne; aCalmont & Com panhia. 11 caixas diversas meroadorias, I dita tecidos; a E. Ii. da Silva. 2 ditas drogas, 1 dita verniz, 1 dita sueco do groieilles, I dita obras do ferro, 2 ditas pertences para chapeos, 3 ditas miu lezas, 1 dita perfumara, 4 ditas meroadorias diversas,! ditas e 2 birris drogas; a C. Kruger. 7 ditas chapeos, 5 ditas vidros, t dita perfumara, 1 dita bijoitteria, 6 ditas tecidos diversos, 12 ditas papel, 2 ditas chapeos de sol, I dita flores artiliciaes, 4 ditas fructas seccas, 1 dita bonets e esporas, 13 ditas diversas mercaduras, 9 ditas couros preparados, 3 ditas calvados, t dita bengalas e chapeos de sol ; aos consignatarios. 80 han as a 40 meios ditos manteiga, 4 caixas diversas mercaduras, 1 dita calcado; a Cals Frere. 1 dita pistolas, I dita porcelana, 3 papel pintado e outras meroadorias ; Kobert. CONSULADO GERAL. Rendimento do dia 1 a 12 13:419,199 dem do dia 13 360,011 13:779,210 DIVERSAS PROVINCIAS. Hendimniiioilo dial a 12. .1:060,238 dem do dia 13 2 17,878 Urna m Arroba c Cento ditas a A. Araras Panagaios Moladlas Biscoitos. ... Caf bom .1 Dilo rostollio Dito eom casca .... Carne seoca ....', Coucosnom casca Charutos bons .... Ditos ordinarios. Dilo relagia e primor Cera de Car nao lia Couros de Boi salgados. Dito espixados .... Dito de onca .... Doces de calda .... Dito de guiaba .... Dito seoco EstaSpa nacional .... Farinha do mandioca I'i'ij.ii Fumo bom Ditorestolho Gomma Gengibre I.enlia de acbas Dilo de toros Pranchasdeamar.de 2 oust. Dilas de louro Cottado de amarello de 35 a 40 p. doc. o 2 t a 3 de I. o Dilo dito usuaes Costadinho do dilo Soalbu de dilo Forro de dito .< Costado do lauro Costadinho do dito .... Soalliodedilo a Forro de dito Dilos de cedro Toros de lalajuba Varas de pirrcira D uza Ditas do aguilliadas .... a Ditas de quiris Itodasdosicupira para carros Par I'.MIS de dita para dilos. a Mu cm pipos U rna 12,000 3,200 3,500 5,000 *.W 3,600 4,800 2,880 4,000 1,600 700 4,000 5,800 120 145 14,000 400 240 500 1,200 Arroba Libra .Um a Libra Arroba • Alqueire 1,600 < 3,500 Arroba 6,000 4,000 Alquoire 2,000 Arioba 2,800 Cento Um Quinlal MMI modo oOendldo a luruiaco de urna daslazo anormal que ti1 modestia do Sr. Xavier Ramos, porm tenha liona sua sede no estomago dos dab. Iicos| es 'esenhoralguma condescendencia, e consulta que assim exprima os senlimentos de erallJ ...— — ,— uaoque nutro a seu respeito, tauto mais quanto ene senhor depois do fallecimento de meu marido couiinuou a entinar gratuitamente ao dilo meu la Mi o. Sou scnhores redactores veneradora e criada 1:278,116 %  a Mara ¡la Vurificaqao' Bcierra da Jlacedo. COMMEIIC1"7 A II ANIlGGA. Iteniliiurnlo do dia 13. H.508,069 Dcscarregam hoje 15 de dezanbro. arca purtuguoza -• /loo Viagem— cal, arcos e vimos. Urigue portuguez — Novo Vencedor— mercadorias. Ilrigue amoricano Brand Wina — farinha o bolachinhas. ¡Iriguo francez — Cesar — meroadorias. Briguo iiiglez —Navegadorbtalas e ferro. I ni I >arrlcas. Genebra V endeu-se a 4 ra. por frasqueira, c de 260 a 280 rs. por bouja. Manteigadem de 510 a 600 rs. por libra da ni|'le/;i e de 410 a 460 da francesa. Papel ----dem de 2/ a 2/200 rs. a resma de machina. '.hirijos dem de l/a I|100 rs. dos 11amengos. Velas decomp.dem a 5(¡o rs. por libra. Vinagredem a 35/ rs. por pipa do braneo. Vinho dem a 85/ra. por pipa do de Cene ordinario. Disconto de letras De C a 1 e 1|8 por cento ao u'/ venclinentos em marro e abril. Eaportacao Embarcaram 4,32 aaccas e 207 barricas de assucar para portoa eatrangelroa; e 40 aaccas e 2''5 barricas para os nacionaes pesando todas -7,07.. arrobas e 10 libraa. Floaram so r"> ; i embarcares: sendo a americanas, 4 austracas, I belga, 3l brasllelras, 4 dlnamarqueaaa, 8 franceas, 2 hambur? ueias,2he>apanbolas, t hollandeia,20 luglcias, porlugue zaa, 3 aardas c i suecas. Navio sahido no dia 13. Rio Grande doSul --brigue brasileiro Dos te Guarde, capit.lo Lauriano Jacinthnde Carvalho, carga assucar e sal. I'assageiro, Manoel Noves dos Sanios, menor. Navios entrados no dia 14. Paraliiba 2dias, hiato brasileiro Caprichoso, do 35 tonelladas, mostr llypolito Jos da Silva, oquipagem 6, carga toros de mangue; a Lino Jos de Castro Araujo. Passageiro Amone i Brasileiro da Silva. Ilivro — 36 dias, barca francoza Marie Carolino, de 211 tonelladas, capilflo Pattin equipagem 12, em lastro; ao capitao. Conduz 28 passsgeiros para pralicarom. Veio a esle porto refrescar e segu para o mesmo donde saho. Navios sahidoi no mesma dia. Liverpool pnr Macei — galera ¡ngleza Linda, caplo Daniel Groen, om lastro. Pniladolphia barca americana John Farnum, carga assucar. Baha — barca belga Lovise capilSo Meulombroeck. carga parto da que trouxe. RIO Grando do Nortelancha brasilcira Feliz das Ondas, mestre Alexnndre Jos ds Costa em lastro. Passsgeiro Antonio Guedes Correia Gundioi. Csmaragibo —hiate brasileiro Novo Deslino, meslro Eslov3o Ribero, carga varios gneros. Passageiros, Joaqun. Francisco de Souza o Silva, Antonio Jorge Rodrigues, Manool Montoiro, Agostinho Jos dos Santos e Maroallino Jos de Mello. Parahiba — hiate brasileiro Tres lrm3os mestre Jos Duarle de Souza, carga varias goneros. Passageiros, Jo3o Mara Mascarenhae Antonio Jos da Silva Brasil, dem — hiate brasileiro Nossa Senhora d Nevos, mestre JoSo Francisco Mar carga varios gneros. Passageiros, Mara Luiza das Noves e 1 lilho menor, dem — hiato brasileiro Concento Flor das Virtudes, mestre Elias do Rozario, carga varios gneros. Passageiro, Francisco Olimpio do Vasconcellos. Baha —hiate brasileiro Ligeiro, mestre Joaqum Jos Alves das Nevos, carga ezeito de carrapato e mais gneros. Passageiros, Salustio Pereira da Mota e 1 escravo Auluiiio ¡Monteiro de Moura Agostinho Jos Vianna, Domingos Jos da Silva Couto, Gratuliano Jos Silva Pinto e 1 escravu, Salustio Pereira de Carvalho, Joaquim Amaro de Souza Paraizo e 1 escravo, JoaRoino dos navios procedentes do Brazil sem que primeiro verilicasso a seu estado sanitario na estac3odesaudoem Bolem.foi o.mesnio edital derrogado, continuando cm vigor as medidas anteriores. Consulado de poitugal em Pernambuco aos 12 dezembro de 1851.—Joaquim Baptista Moreira, cnsul. — Pela diref So das obras militares precisa-se comprar o seguinto tijollo de alvenaria cal, laminas de sinco, pregos de cobre e Therezina — a Sra. D. Joanna. de bronze, taboado de pi'nbo,"dito de'ioroT !, gn BZ Sra D £ a^ olinl, :. barrotes, linhas, osteos, e corrimrjas tudoi • lrtor 1 la a Sra. D. Josephina. D. Snchez — o Sr. Senna. O Anjo Mao o Sr. Mello. O conde de MaranH — N. N. O Senescal N. N. Gmez — o Sr. Sania Roza. Hussein, criado, pagem — o Sr. Euzebio. Um Anjo -o Sr. Dornellas. O bom Anjo, Sror Marina — a Sra. D. Loopoldiua. de madoira de le, sendo os primoiros o segundos do 28 palmos sobre 6 polegadas de J'" 0 11 '*" br 'D ,' A face; os terreiros do 20 palmos sobre 5 polei* ,," a ra Lu ?' gadas do face; o os ltimos de 30 pal-| ?,lT..V. r,,ull ¡," Sra "• mos com proporcionada -grossura. As possoasque quizerem fornecer estes objectos i o icn dirigir-so por carta fechada ao roajor do imperial corpo de engenheiros :na ra do Hospicio n. 14. ~ O arsenal de guerra precisa comprar brim da Russia e sola curtida, quem taes objeclos tlver equizer fornecer. dirija-se a sala da directora do mesmo arsenal no dia 15 do correntu mez munido das propositas e competentes amostras. O vapor brasileiro S. Salva dor, r miman lauto o primeiro lente Antonio Carlos de Azevedo Coutiuho, deve chegar dos portos do norte at 16 do correle, c seguir para Macei, Babia o Rio de Janeiro no dia seguinte. — Pela 2." sessio da meza do consulado provincial scannuncia, que no dia l.'de dezembro prximo vindouro, se principia a contar os 30 dias para o pagamento a boca do cofre da decima dos predios nrbannos desta cidado, do primeiro semestre do anno financeirodel851 1852. e que findo este prazo incorrem toJos os que deixarein de pagar.na multa de 3 por 0|0 sob o valor de seus dbitos, e serflo de prompto execulados. quim Ca o om de Campos e 1 escravo, e EslevSo Vas Ferreira. THEATROESIZABEL. Beneficio da artista MaNOELA CAETANA LUCCI. Este cspetaculo annunciado para sabbado 18do corrento, por causado mao lempo 11cou transferido para Hoje nyunda-feira 15 d dezembro de 1851. Doaois de urna escolhida ouvertura, repreins/fs enlar-so-ha o novo e interessante drama lara om 4 actos. Sonlio ou o terrivel (i n do Uzurpador. No lim do drama, as senhoras Landa, e Carmela Lucci, cantarSo o muito aplaudido duetoda Opera Auna Bolenna. Terminar o especlaculo com a muito graciosa comodia cm 1 acto. comnnsieSo do Sr. I'e II n i. O caxeiro da taverna. A beneficiada pelaprimeira vez espera merocer a protervo do ¡Ilustrado publico desta capital. O Resto dos bilhetos acham-so a vonda,no o,i" ¡|itnri.i do theatro. EDITAES. Pauta />.? precot correnles do assucar, algoido, e mais gneros dopaii, que se despachao na mesa do Contula/o de Pernambuco, na semana de 13 a 20 de Dezembro de 1851. Assucar cm c. branco 1* qtial. Arroba 2,000 50 ditos e 50 meios ditos manteiga ; a Le Bretn Scbramm. I caixa piano ; a J. Vignes Ain. 7 ditas diversas rogas;a Bartholomeu rrancisco de Souza. 1 dila chapeos de palha ; a J. Saporiti. 1 dita bijouteria falsa ; a J. II. enker & Companhia. 1 dita solera e instrumentos de msica, 1 embrulho amostras o jomaos ; a A. Poirson. 2 caixas perfumaras, 50 barris o 70 moios ditos manteiga, 1 caixa um laminador, 50 2" n c mase .... < bar. e sao. branco • mase .... refin ado AlgodSo i ina pluma do I a qual. a Dito 2 (i Dilo r 3 Ago'ardente caxc,a20 S'iot Pipa Dila C anad Dita de < ¡anna Dita C anad Dita res tilada P ipa Dita ..." C anad Genebra C anad 1,600 1,300 1,800 1,400 3,040 4,600 4,200 3,800 34,000 200 52,000 300 42,000 240 240 Doutor Custodio Manoel da Silva GuimarSes, j AI. dedireilo da primoira vara civol, do commorcio nesta cidade do Recife de Pernambuco por S. M. I. o C. que Daos guarde etc. Fa;o saber que por meu despacho de 12 do correntc, foi marcado odia 15 no mesmo as 10 horas da manhSa, em casa de miaba re7¡dnnei. para reunilo dos credores do fallido Ignacio i.uizda Rrito Taborda, afim de venlicarem os crditos, deliberar sobre concrdala, ou contracto do muflo, e se proceder nomear;3o de administradores; advertindo que nenhura credor ser admiltido por procurador se este n5i tiver poderes especiaes para o acto, e que a procurarlo nflo pJe ser dada pessoa que seja devedora o fallido, e nem um mesmo procurador pJe representar por diversos oradores; e por tanto dovem comparecer os credores presentes do dito fallido no da, ora, e lugar dosignados, (¡cando marcado o tempo de quatro mezes para os credores domiciliados no imperio, e o de seis mezes para os residentes lora d'ello comparecerem, e representaren! o que de direito e justo for. \. para constar se possou o presente, e mais dous do mesmo teor, que sor3o alixados nos lagares determinados no art. 135 do regulamento respectivo, e publicado pela Imprensa. Dado nesta cidade do Recife de Pernambuco, em 13 do dezembro de 1851. — Eu Joaquim Jos Pereira dos Santos, escrivJo o subsernvi. — Custodio Manoel da Silva (¡uimarii. o iilm. Sr. inspector da tbesouraria da fazenda provincial, em cumprimenlo da orl'aquita — a Sra D. Soledade. Carolina— a Sra. D. Anna. za. Luiza. Um Anjo — N N. Pageos, soldados, cavallciros, etc., ote. Qua 1ro primeiro.—O Castello dos Maraa*. %  Segundo.—Castello de Villa-Mar. Primeiro intermedio.—O Co. Quadro terceiro.Urna elegante pausada era Madrid. Segundo intormedio.-A trra. Quadro quarto —Uina igreja. quinto.—Um claustrodosTrappistas. sexto.--Urna sella no onvento do Rozario. stimo.—Um antigo Castello arruinado ao luar. Sendo Indas estas decorarles (otalmento novas,e preparadas com toda aquella magnificencia, que exige o autor do Mysterio. Ha mais do trez meies que o empresario do Apollo trabalha em apromptar estedram.i, nfloe, |ii('."(Mii|n a mais insignificante exigencia ; e parecendo impossivel que urna emprosa iSo nascente podesse levar a scena compozigno tto dilllcil d¡sp>-rlou loda almiracSo dos pessoas entendidas nosta materia, porm ei-lo alfim prompto, depois do vencidos ¡numeras obstculos, o grando dospeza, que faria desanimar a oulro que nao desejasse nicamente agradar ao gencrozoso publico desta cidade, sem Hender a beneficio seu. Sendo pois avultadlssima a somma das despezas fi'ilas para esto Mysterio o empresario ifi-so na rigoroza necessidade don8o s doblar os pregos, como tambem vender os buhles para trez nuiles, sendo a primeira na do dia 13, a segunda na do dia 17, e a tercoira na do dia 20. Praco. Geral. 6,000 rs. para as trez noites. Ca lei -as. 9,000 rs. Camarotes. 30,000 rs. Os Srs. assignantos porm nSo solfroran alteracSo alguma nos prefos de seus camarotes, e bbetes do cadeira. Enlende-se por geral os assentos que ficen por l. um da primeira ordem, e por,cideirs, todo o centro da salla. Comecar aas 8 horas em ponto. Os Srs. queja baviSo encnmmendado camarotes; queiram novamenta dirigir-se a casa do emprezarin roa rio Apollo n. 27, segundo.andar, ou ao theatro com antecedencia. Os bilhetes verdes, lano de platea geral, como do cadeira e camarote servrflo para a 1 %  noite ; os azues, para segunda uoitc; o os amarcllos, para a lercelra nolte. RECITA EXTRAORDl\AIRA LIVRE DA ASSIGNATURA. Quarta feira, 17 de dezimbro de 1851. Depois de uma escolh la symphonia subir a scena pela 1. a vez nesta cidade o quadro histrico em 1 acto, ornado de rauzica : A apparicao de Christo. EM Campo d'Orique. ComposicDo do poeta portuguraz Augusto Emilio Zaluar. Personagens e Actores. D. Affonso llonriqucs f. Itoi de Portugal. — J. S. Res, Egas M no/. alo de D Affonso. — A. J. Pinto. Garca Menles, alferes real —Silvostre Meira. Liurengo Viogas, o espadeiro. — A J Alves. Martim Maoiz.—N. N. Mom .Moni/. — N. N. Um enviado Mouro. — J. J. Bezerra. Um Ermitao.—A. J. D. Coimbra. Versonagens mudas. Gongala Mendos da Maya o Lidador ; Concalo Dias o Cid. ; D. Fuas Rupinho alcaide de Coimbra : Egas Fafe-Soeiro Veigas : ricos homens, infacgOes, prelados, pagens, (-avllenos, sol lados portuguezes, e soldados Agarenos, l. coro Hymno de guerra ; 2." coro A oragflo; 3.* coro Hymno I.uztano. Seguir-se-ha a linda cumedia em 2 actos. Quem porfa mata easaa, No fim da comedia o Sr. Silvestre cantar l'uiiIicacSo Iliteraria. Historia universal resumida. para uso das escolas dos Estatus-Unidos da America do Norte, por Pedro l'orluy, traduzida jara uso das escolas do Imperio do Brasil pelo desembirgadorconselheiro Jos Ribero. Esle exe lenle resumo acha-se nos prelosda capitel do imperio, e brevemente sahiraluz: subscreve-se nesla cidade do Recife na livraria n. 6 o 8 da praga da Independencia a 5,000 rs. porcada excmplarcncadernada, • ELEMENTOS DE Ilomteopathia. Sahio a luz a segunda parte desta obra romposta pelo professor humocopatha GosS'.'l.lliuioiil. Recebem-se assignaturas para a obra inleira a S,000 rs., no consultorio homceopathico da ra das Cruzes n. 28. Depois da puid ¡cagan da terceira parte, o prego ser elevado a 8,000 rs. para aquellos que nao tiverem ascignado. No mesmo consultorio, acha-so a venda ludo quanto he necessario para o esludo o a pratica da bomocopathia, como seja : livros impressos para historias de doentcs, regimens apropriados para a provincia de Pernambuco, o encarrega-se de mandar fornecer qualquer encommenda de medicamontos homoeopathicos, tanto avulsos como em caixas, em glbulos como em tinturas. No prelo : — Pai/iootmeiiri.dos medicamentos brasileiros. Elementos de anatoma e phisiologia com estampas, para os curiosos em homceopalhia. Itoga-se aos senhores assignantes o obsequio de mandar receber seus exemplares no consultorio homceopathico da roa das Cruzes n. 28.



PAGE 1

TEUTAMENTO HOMEOPATHICO. i orphaos, na ra das Flores, o br¡ gue brasleiro Recile, outr'ora Pensairicnto, pertenec)te ao casal do Avisos martimos. DAS MOLESTIAS YEHKREAS, e conselhos aos doentes pera so curaren a r Antonio Francisco da Silva si mosmo, sem-precisa rem de-medico; "*" noiunw i IIDCMCO II !" I pelo professor homcaopatha Garrico, cojo navio Jeni uiastros Sahlo lux e G .Z-fe'ryoid. no cnsul-1 f e 8 de Jg a e <>do o massame em lorio Homceopathico da ra das Cruzes n. | bom estado, teon todo o patino ne88, pe preco dei.ooor. cessario para navegar e quasi to, dos cabos de sabrovar novas, tem !4 ferros com muito boas amarras, — Para o Porto, saheimprete-jeest avallado no baixv preco de rivelmcnle, no da a4 do corren3:ooo,ooo de rs.: os pretendentes le, a galera portuguea Bracharencomparecam na indicada hora na se da qual he capitao Rodrigo praca, e para examinar com anteJoaqnin Corris,anda recebe alguma carga a frete e passageiros para os quaes tem excedentes commodos: quem na mesma quizer carregar, ou ir de passagem, entenda-se com o referido capitn, na praca do Commercio, ou com ovaes & C'ompanhia, na ra do Trapiche n 34; assim como al o dia aa apresentarao no mesmo cscriptorio as contas do referido navio. — Para a cidade do Porto, segu viagem com muita brevidade, a barca portogueza Flor da Maia capitSo Jos de Azcvcdo Canario, anda pode receber alguma carga e passageiros, para os quaes tem excedentes commodos : quem na mesma quizer carregar, ou ir de passagem, dirija-sc ao capitao, ou i seu consignatario Manoel Joaqun! Hamos & Silva. -Para o Rio da Janeiro portende seguir viagem com muita hrevidade, o patacho nacional Margariiln, capitao Florencio Francisco Mirques: "uom no mesmo quizer carregar, ou hir de passagem e embarcar ascravos. pode entender-se com o consignatario Luiz Jos de SI Araujo, na ra da Cruz D. 33. Para a Parahiba, saheatoflm desta semana o hate braziI ni n Parahibano ; quen no mesmo quizer carregar, ou hir de passagem dirija-se ao mestre Vicloiino Jos Pereira, uu a ra do Vigario n, 6. — Para o Rio de Janeiro sabe impreterivelmentc no dia i5 do corrente, a escuna nacional Mara*, ['innina, capitao Joao Bernardo da liosa, por ter o seu cedencia o dito brigue, pdem dirigir-se a bordo, defronte do trapiche do algodao. — Aluga-se o armazem de carne n. 37, por baixo dotheatro da ra da Praia, livre e desembarcado de qualquer onus, ou divida deimposlos: a fallar com Gulherme Settc, no aterro da Boa Vista n. 10. — Hoja, 15, as horas da tarde, aa ra das Flores, a porta do Sr. Dr. juiz de ausentes, se hSo do arrematar diversos objectos de ouro e I relojo do algibaira, perteocentes ao finado Mernz, para se pagar as custas. — OSr Ignacio Rodrigues Curvalho, mande procurar urna caita de sua familia : na ra do Queimado 11. 18. -Luiz Gomes Silverio, embarca para o Rio de Janeiro, o seu escravo creoulo, de lime Soverino, erme.Fetloy, rctira-se para Inglaterra. — uescji-so fallar aoSr.Jonquim Antonio de V .se meollos, cunhado do Sr. do engenlio Urejlo : na ra da Cadeia do Itecife n. 54. •Quem acliou um anel de ouro esmaltado com oseguinle letreiro — GratidSo — e quizci rostitui-lo : pode diiigir-se a ra do Encantamento n. II, que ser generosamente recompensado. — OITerece-se um frunce/, para cozinheiro do algo 111 casa eslrangeira : na 1 nc/i da Independencia, livraria 11. 6e8, so dir. -Precisa-se de um reliuador, que entenda lieiii de retinarassucar ¡ a liatar na ra Nova n. 50. Roga-se a quem lirou urna caria do correio, vinda pelo vapor do Sul, em 4 docorrent', pira Manoel Francijio Mai lias \ li0 favor de a mandar resti.3 lii.l "andar ouao capitflo e proprietario Ma noel dos Santos.na praca do commercio. — Para o Porto, segu com toda a brevidade, a barca portugueza Espirito Santo,capito J0S0 Carlos Teixeira ; quem na mesma quizer carregar ou ir de passagem dirija-se aoescriplorio de Francisco Alves da Cunta & Companhia, na ra do Vigario -Para o Rio Grande do Sul, seguir em poucos das, por ter a oaior parte do seu carregamenlo prompto,o brigui nacional Carlos, capillo Jos Joaquim Soares : quem no mesmo quizer cairegar ou hir de passagem, para o que tem mu excellenles comino.ios : dirlja-sa a Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia do Recite, armazem n. 12. — Est frete a barcassa Aurora feliz para qualquer porto,sendo para o Sul al o Rio de S. Francisco e para o Norte at o Ass. Esta baicassa fui ltimamente construida, est muito segura, he boa de vela, e pega no peso de 40 caicas com assucar: para tratar com o mestre da mesma no Forte do Mato, onde ella est ancorada, ou na ra do ItanRel n. 56. PARA O 1110 DE JANEIRO. Sahecom a maior brevidade possivel por ter parte de seu carregamento prompto, o veleiro briguenacional Rio Ave : quem no mesmo quizer carregar, ir de passagem, para o que tem bons commodos, ou embarcar escravosa frete entenda-se com o capitao do mesmo brigue, Elias Jos Alves, na praca do Commercio, ou com os consignatarios Novoes & Companhia, na ra do Trapiche n. 34. — Para o Havre sahe com muita brevidade a galera franceza Editli, capilSo Poulel, por ter a maior parte do seu carregamenlo prompto 1 quem na mesma quizer carregar o reatante, ou ir do paasagein, pode entender-se com o mesmo capilSo ou com os consignatarios Scliallieitliu & Tobler, na ra da Cruz n. 38. — Pata a Babia pretende seguir com muita brevidade o hiele brasleiro Exalacto, mestre, Antonio Manoel Alfonso: quem no mesmo quizer carregar ou ir de passagem, pode ooiender-se com o mesmo mestre, nu trapiche do algodSo, ou com S Araujo, na ma da Cruz 11. 33. Para Lisboa sali impretcrivelmente no dia 24 do coirente o brigue portuguez Viajante por ter quasi o seu carregamenlo piom) tu; para o restante e passageiros trata-so com s consignatarios Thomaz de Aquino Funseca & Filho, na ra do Vigario i|. 19 primeiro andar, ou com o proprietario e capilSo Manoel dos Santos, na pr;a. JLeil&o. %  — Francisco Soveriano Rabello & lilho lardo leildo, por intervengo do corretor Oliveira, de cerca vinto pipas de vinagre de Lisboa, a praso ou a dinheiro, e em lotes ludo a vonlade doa compradores : quarta-feira, 17 do corrente as lo horas da manhSa, pona da'Alfandega. Avisos diversos. m — tloje, 15 de dezembro, as 4 horas da tarde, se ha de arrematar a porta do lllm. Sr. Ur. juiz de oja tem um com das ao uso das senhoras, ja annunciadas, e faz-sedeencommenda voslidoi, cauotinho, e vestidinho de baptisado por prego cominodo. — Anda em pregSo por tres pra?as, a ultima das quaes ter lugar no dia quinta-feira (18 do corrente), para ser arrematada quem mais der, porante ojuizo d'orfflos d'esta cidade, urna casa terrea pertencenle ao casal do finado JoSn Baplista llerbsler, sita no aterro da Uoa-Visla n, 27, que se acha em armazom, tendo grando quinlal {murado, com um grande telheiro, que serve de olllcina de marcenara, com cacimba meieira, e um sobradinho com sotlo e cosinha fra, no fundo do quintal, com frente para o rio Capibaiibe, peilencondo propriedade e alagado, que faz na frente do dito sobradinho; avaliado ludo em doze contosders. : cuja arrematado foi requerida pelos herdeiros d'aquelle fallecido. Os licitantes podem comparecer 11, casa da residencia doSr. Dr. juizd'orphSos, na ra das Flores, no indicado dia 18, pelas 4 horas da tarde. — O Sr. li din marcineiro da roa do Arag3o, dirija-se a esta typographla a pagar a subscriedo do Diario. — A abaixo assignada, mollier de Joaquim Jos Corris, ciJado porluguez, faz constar a todos, e quasquer credores de seu marido, que ella foi forjada a ceder a casa da ra da Aurora, onde tinhaseu ostabelocimento, por transares fritas por seu marido ; e CUMIO L111I11 do abiir nova casa de seu estabelecimento, inlregando seus flTeitoi porbalan;oa um caixeiro de sua confiaba, em rasdo de que seu marido so ada doento, eporora iuhabilitado da direccjlo de seus negocios ; hecomaab.ixo assignada que qualquer credor se tem de intender directamente arespeito deseusdireitos.aque a mesma se compromette, podendo por ora ser procurada na ra do Rosario da BoaVista 11. 44 ; e brevemente fir constar por esta folha qualquer direcco que tenha de tomar: a m %  san abaixo assignada espera que seus credoies tenliam pira com ella alguma attonco, em quinto de novo monta a casa de seu estabelecimenlo. Recife 13 de dezembro de 1851. — leronlma Uariatlos Santos Oliveira. — Precisa-se llugar um preto ou prela para vendor hortalico na ra : no sitio que foi do fallecido Antonio Jos da Costa ¡t ib jiro, no Pomb 1. OSr. Joo Virissimo, mestre de alfaiate que morou na ra do Vigario,queira annunciar sua morada ou diiijir-se a livraria 11. 6 e 8 da in.'.;. da indopendnncia. -Desapparecou no oa 10 do corrente da povoicdo de Bebirlbe urna preta por nomo Joaquina a qual julga-se que tonba vindo para o Recife e ande.por fora de portas a qual tem cssignaosseguintes:baixa,olhos pap Jos que parece estar bebada,bei;os encarnadas, faltadedentesnafronte, bramsepernasgrocos,levou vestido de riscado roxo e sahiO se m E a 110,a pessoa que a pegar leve na esquina do eco largo sobrado n.24,que ser recompensado. -O Sr. Antonio Maximiano da Costa tem carta na livraria n. 6 e 8 da pra;a da independencia. — OSr. Augusto Foichor, queira dirigir-so a pra^a da Independeucla livraria o, 6 e 8 a negocio. — Precisa-se fallar ao Sr. Francisco Antonio da Silva, que mora na ra do Rangel, dirija-se a esla tipographia. — Muito se deseja saber se nesta cidade ou seu contorno existe Francisco Nunes da Silva Soares, natural da villa da Feiri, em Portugal, para negocio do seu interosse. mao, luir a seus legtimos donos : na ra da Cruz do Uecife, armazem de molii dos 11 GJ. —O secretario da irmaudade de Nosia Senhora da ConceicSo dos Militares, pelo presente avisa a todos os ¡rmos da dila irmandade para que no dia i5 do corrente inez, as 4 horas da tarde, comparecam no consistorio da mesma, afim de se dar posse ao novo presidente o Lxm. marechal de campo Antonio C'orreia Sera, e nesta mesma occosio nomear-se o restante da mesa, que ha de tomar posse em Janeiro do anno de i8.V>. -Aluga-so urna casa Ierre, na rup Relia com 2 salas, 2 alcovas e 1 quarto, cozinba fra, quintal e cacimba : a tratar na ra do Sullegio O, Ib, segundo andar. Jofio Antono Alvos do Brito, embarca para o Rio de Janeiro o seu escravo pardo, de nome Jo3o, oflicial de carpiua. — Manoel Ferreira Chaves, ombarca para o Rio de Janeiro, a entregar, a sua escrava crooula, de nomo Maria. -Aluga-so a casa n. 9, da ra larga do Rozario : a tratar na ra Direita, casa numero 131. Madama Rdoux, modista franceza, narua Novan. 69, primeiro andar. Tem a honra de annunciar ao retpeitavol publico, que se achara so01 pro na casa della um sorlimento muito rico de chapeos de seda esptim, turbantes, grinaldas, cipellas, lloros, plumas de todas as cores, e outrosquaesquor enfeites do caheca para baile o thealro, e tambem se achara chapeos e flores promptos para luto, tudo pelo preco maiscommodo. -Narua largado Rozario n. 35, loj, se recebem escravos e escravas para vender por commiasdo tanto para a pra$a, mato, como pira fra da provincia, tendo bom tralan ento e seguranza precisa. — Acha-se farinha nova de SSSF, (de raminha) para vender, nos armazens do Deane Voule & Companhia, no becco do Connives. -O Dr. Pedro de Attahyde Lobo Moscoso ombarca para o Rio de Janeiro o seu escravo, pardo, de nome Francisco. Attcnco. No botequim francez da ra Nova precisase alugar um preto para servido do mesmo, que seja fiel e del.gente, no mesmu oontlnoa a havor sorveto todos os das, das inelhores fructas, com asieio, e prompliddo, ser".o servidos aquellas pessoas que quizeiem. -Offerece-se para caixeiro de venda ou para padaria ou mesr.o para caixeiro do engenho um mojo po.luguez solteiro para o que tem pratica : a tratar na ra Nova venda n. 65. -Alnga-se urna casa no Barbalho, com duas salas gabinete na frente e mais um quarto, ecosinha fora propria para se psssar a festa, por ter ptimo banho : trata-so na ra Nova toja de chapeos n. 52. — Preeisa-se do um caixeiro para um das melhores vendasdoCoianadando se bom ordenado : a tratar na ra da Caduia do Recife n. 30. — Antonio Jos Ribeiro Bastos embarca para o Rio de Janeiro seu escravo crioulo SebastiSo. Na cidade Nova do Alegrlo, outr'ora Capuna;o, na-rua da Primavor; no sitio junto ao doslacamenlo, ha urna cocheira para so tratar dos covallos dos Sis passxdorcs la festa, do que sealliaiifa o boro tratameuto e grande aceio, por preco razoavel por ter muito boa communidade. — Roga-se ao Sr. Bazilio Gomes Pereira, morador na villa do Iguarassu' o especial favor de vir ou mandar pagar a importancia dos gneros quo comprou na ra da Cruz n. 62, para a testa de S. Cosmes em setembro do anno passado, cerlo do que se o uo llzer ndo se doixar de publicar seu ooma pelos jornaes. -Precisa-se alugar urna sala para escriptorionasseguintes ras : do bairro do Recife, Cadeia, Cruz, Vigario, ou Torres: quem a tiver, e quizer alugar, diriji-ss a ra do Rangel n. 9. — J. J. Meike relira-so desta provincia para a da Baha. Para quem quer sa le. Aluga-se uma casa no saudavel Caxanga com bastantesqua.tos.cooheiraeestribara: na ra Nova n. 63. -Precisa-se alugar um oosiolieiro forro ou ca lvo, para uma casa particular no sitio do C'jutiro: a fallar com o proprietario domesino sitio. — Pede-se a pesaos, que ichou ou comprou uma fivella de ouro, de Padre,perdida no da 8 do correte de mi nhaa em S. Pedro novo de Oliod,outalvez dalli para a S, querendo restituir ao seu douo dirija-8" a mesma ra na venJa da esquina para o termo, onde se dir quem he sou ligitimo dono, enera bem gratilicaio. -Napol-on Gabriel Bez embarca para o Rio do Janeiro os seus escravos Juliao.crioul<>, o Emerencuna crioula. — U Sr. Jos Carlos de Faria, queira dirigir-se a ra do Trapiche n. 5, para receber ninas cra cinto e cliapcos, floros fins para casamento oeufeites de vest los de baile-,1 uvas de pelica paia souhora, 1 nfeiles para as d.tas,pulceira do Illas,trancas o franjas p.. a vest lo,o maiitcllieto, espa.lilhos linos, bicos e gBl 'S de seda de cores, toucados ricos para bailes e theatros, luvas de seJa multo finas, o muilas outras fazendas de goslo, que so vo.iderdo muito omconta tW Precisa-se de um ama, que tenha SB % muito bom leite, sendo forra, e que seja limpa para amsmcntar uma rrianca do 2 mezes, paga-se bem : quem W so adiar nesta circuu.stancia, dirija(M HI so a ra da Matriz da Boa-Vista n. i-) 16,ou annuncieasua morada, para iftf ser piocuradi. W — O annuncianle, tendo estu lado na Franca, nioliciuao Cirurgia, deo-sc com espooialidsdo arte do pnl %  j.-11, %  tambem u corlas operagOes relativas as molestias dns vias ouiioarias c'ooio estrella meatos, podras na bexiga, tumores etc.; tom comsigo os melhores instrumentos para paitos e lilhol.ico, dos quses algnns, nilo cree que entre nos tenliam sido, nom geralmento co.iliocidos, nom co.ivementomento m>nbrados Relativamente a curtas molestias internas, e seus meios curativos novas ideas oxistem na scieacia, das quaes o annunaiante ja lizera menc,5o na Baha, e 0o: aqui ter occ.sao le d.ir-lhes publicidide. Uma deltas ha a diabelis — ourinas doces — molestia, que os palhologistas tiiihsm erronoamenteclassilicado. mis que a physiologia do seculo veio pO-la fora do toda .1 duvida. Do resto : o annuncianle s espera da benevolencia do publico, occasif.0, em que com fados possa mostrar o resultado de suas fadigas, por tanto lempo o tilo assiduamenlo exercidas, na escola praticu de Pars, oude obteve alleslaJos que muito Ihe honram. E o que esteja a seu alcince para soccorrer a pobreza — elle o far, j gratuitamente dando consultas om sua casi, que serilodasv as 8 enva horas da 111anhdajja mesmo visitando gratis acs pobres quo por vontura ndo pussam l ir ter : no atorro da Boi-v'isti, casa 11. 34. — Dr. CarolllO F. de lama S 11 11-. — Roga-se aoar. Bazilio Comes Pereira, morador om Iguarassu', de ap.iarecor na ra da Cauz, loja de couro, para ultimar aquello negocio, que Smc. nSo igno a, do contrario se publicar. — Pede-se aos dovedores da casa do finado coronel Joaquim Jos Luiz de Souza, que tenliam a boodadod) salisfizerem os seus dbitos oestes 15 dias.s au quizerom ver seus nomrs estampados 1 nesta folha. — Aluga-se uma sala do primeiro andar dosobradodi ra doLivramento a. I : e tratar DO segundo andar do mosmo. --Manoel de. Almeida Lopes embarca para o Rio de Janeiro o seu escravo crioulo de nomo Agostinho de idade 'le 14 annn. — Thomaz Mara ombarca paia o Rio de Janeiro os seus escrovoi crioulos do nome Cosme do 15 annos, e Marcellino do 18. — Gouveia & Leite, ombarcaoi para o Rio do Janeiro os seus escravos Bernardo pardo, e Joo preto, creoulo. — Na ra do Collegio n. 21, segundo andar, precisa-so de urna ama de leito. — Luiz Antonio da Cunha, remello o seu escravo Raymundo para o Rio do Janeiro. — As pracas Ja fazonda annunciadas um os Diarios de 26, 27 e 28 do passado m %  /, licSo transferidas para a primoira audiencia. — Gustavo Jos do Reg embarca para o Rio de Janeiro, a sua escrava mulata, de nome M iriana. — A commissfo dos vereadores Franca e Mamode, encureada da direccSo da obra do matadouro publico, compra porf80.de lijlo de alvenaris, nfio sendo de barro, extrahido de lugares salinos, e amassado com agoa salgada : os interessados podem apreseutar as amostras em casa do \ en ador Mainedo, defronte da igreja do Corpo Santo, sendo os procos em carta fechada. -Compram-so uns breviaiios pequeos: quem tiver ahnuncie. — Compra-se um cavallo do cabriolet: na ra eslreila do Rozario n. 22. Vendas. FIILII!Ml.lSIIE\l,l\lK PARA I832-A320R'. Sahiram a luz asfolliinhasde algibera contendo o almanak, administrativo, mercantil, e industrial da cidade do Recife e provincia de Pcrnambiico, augmentado com 48 paginas, corregido e addicionaOode novas repirtic5es, &c. Esta blhinha he sem duvida a mais til e a mais barata porque conten .'J36 paginas as qnaes esta.) inscriptas, alem do kalendario a iuguslissima Caa Imperial, governo da pro incia, cazas titulares, representado provincial, todasas repartirdes publicas, compauliiiis, advogados, solicitadores, mdicos, negocintes, merc.idores, artistas, fabricas, e cinfm todos ose;tabolcciiiiPiilos de porta aber•a&c.&rc. Vendc-se nicamente na praca da Independencia liviana ti Ge 8 do editor proprietario a 3i0 is. caila uma. Bilhetet do Rio de Janeiro. Aos 20:000,000 de rs. Na loja de miudesas da praca da Independencia n 4 vendem-ae biHieles inteiros, meios, qnartos, oi tavos e vigsimos, a beneficio da 19. lotera do thcatro de S. Pedro de Alcntara, que corre no dii 4 do corrente, rspera-se a lista no primeiro vapor. Folinha de iereja para i852. lu.iu, ra ua i,aueia uo llene. Calcados a 75o rs. o par, que <*eixar de comprar, isto he pa ruEQ [CAS DURaRA tj. Starr ck 0111 panlii.i. liespeito-amcnt.) •nnunclltn quo no seu cxteao estnheleeimento em Santo Amaro, continua a fabricar, com a ,< air perfeicRo o prompli tilo, toda qualiJado do macblniamo para o uso di agrcultur-, navcgsilo e manufaclura, o quo para m.lor comino lo lo seus numoosos freguezes igrea para 11 Vendem se folinhasecclesiasticas para i85a:na praca da Independencia ns. 6 e 8. — O corretor Oliveira tendo de fechir •!gumas contas, vende em particular, diferentes obras de marceneiro, consisliodo em sofaz, cadeiras, ditas do bataneo, banquinl:as, mezas relonlas, dita para sof, consolos, caminla, toucador, carteira etc., tanto do jaoarand como de amarcllo, t piano, laiitornas de bom gosto, candieiros do globo, vasos para flores, liados eslojos para costura de Sra, e carteiras do HarSo para bilhntes do visitts, visto nSo sorem sufflcientes pera um leilo ; no seu osciiptorio, ra da Cadeia do Rcie. uem prar, isto he para acabar : no aterro da Boa-Vista defronte da boneca. Ili rhe.:ado reo 'lilemente urna grande quautdade dos molbores sapates braneos que tem vindo do Aracaty, tanto para homem como para menino, que por se desojar acabar com dinhpro vi.-t, da-se a 750 rs. o par, ditos de lustro a 2,Sa0, rs. e da Baha a 3,000 rs., o botina braneos, ditos de lustro para homrm, alm disto um novo o completo sortimenlo do calcados franceses dotlas is qoalidades, tanto para hornea! orno para Sr., meninos e meninas, corles do (apote a 480 rs. ¡ tudo por preco muito comoio lo aflu de se appurar dinheiro, — Vende-se, Irasp-ssa-se, ou faz-se qualquer outra transacco com a loja, que foi do fallecido Jos Pinto da Fonseca e Silva, antigi loja de Guerra Silva &Companliia, na ra Nova n. II, a fallar com J, Keller & Companhia, na ra da Cruz n 55. —Vend?-se oleo de linbaca em botijas : a tratar com Manoel d Silua Santos, no caes da Allaudega, armazem do Anes. Lotera do Rio de Janeiro. Aos 20 000,000 c I o:000,000 de rs.' O cautelista Salustino de Aquino l'erreira, avisa ao respetavel publico que no dia 19 a 30 do corrente mez, deve chegar do Sul o vapor da companhia brasileira e no dia 22 o vapor inglcz Tay,conductores das listas da segunda lotera do Hospicio de Pedro Segundo, c da 19 loteria do Tbeatro de S. Pedro de Alcntara, que correu no dia 4 deste mez, e paga imnicdiatiiiicnte logo que receber as listas, M'in il.'M'i.into algum todos e quaesquer premios que sahrem nos billietes, meios, quartos, oitavos e vigsimos, vendidos na praca da lnd*p?nJeii;ia ns. i3 e i5, loj decalcado do Arante* 1 e na ra da Cadeia do ¡iccift: n. \G, loja. de ni'ui'li'/. i. Os npaixonados deste tao licito jogo devem liabilitur-se quanto antes, ou teutarem do 'uhlico em geral, tem aborto em um dos grandes a SIM Sorte em virtllje da festa ed mazeos do Sr. Jlesquita ni ra do Uium, Cioiiipras. Compra-so uma pardinha clara, quo no leulia mais de 12 annos de ¡Jado : na ra di Cruz n. 45 -Compra-so urna marquoza larga, ou 1 cama franco?.1 de amarello, ou pao d'oloo, em a mesma loja se dir quem quer. — Compra-so uma barcada bem construida, que pegue mais de 20raixas: quema tiver e quizer vender, drija-se a ra do Vi ario sobradon. 20, primeiro anlar, que achara com quem tratar. -Compram-se escravos e vendem-sode coiamissao, para dentro e fra da provincia : na fu da Cacimba, sobrado u. 11, onde morou o sr. vigario do Recife. — Compra-so uma loalha de lavarinto com pouco uso, e um escravo de 40 anuos pouco mais. 111 menos, que seja barato: na ra da Sinzalla Velha n. 88, padaria. sy Compram-se escravos de ambos os sexos, de G a 3o annos, atraz do arsenal do marinha, um Deposito de marhinas, constru las no dito s-u estabelecimento. All achanlo os comradore um completo sortimenlo demoendas do canna, com todos os melho'anifiitos (alguna dclles novos o originaes) do quo a experiencia de inuitos anuos tem moslra lo necessidado. Machinas do vapor do baixa o alta press3o, tichas de lodo Umanho, tanto batidas, como fundidas, carros dMnSo, o ditos para conduzir formas de assucar, machinas para moer man lioca, prensas para dito, fornos do ferro batido para farinha, arados do ferroda mais a-.provada conslrucc.lo, fundos para alambiques,criros o port.s para fornalli.i-, e uma iulinidado de obras do ferro, quesera infadonhoenumerar. No mesmo deposito existe uma pessoa intelligento o habilitada para reebor todasas tar a porta. M.'i %  bilbetes 11,000 Quaitos 5,5oo Oitavos 2,800 Vigsimos i,3oo PIANOS. Vendein-se em casa de K.alkmann Inna.is, na ra da Cruz n. 10, ricos pianos de Jacaranda, com excellenles vozes cliegados ha pouco lempo. Livros em branco. Vondom-soem casa deKalkininn Irnilos, na ra da Cruz n. 10, livros e n branco, chevivenda o bastantes commolos, copia, eslrlbarla, cacimba do agoa potuvel, varios psde lirangeiras, cafo'oiros.ocom servoolia rrauca pra o ro.do qual tica pouca distante, quem quizer aprovoilar-se anauncie. — Vende-se umpiaunofurto muito bom o por proco oiumodo: ni ruido Collegio n. 15,3 andar. -Vendem-so na roa larga do Rosari o n. 36, am casa doSr. I'aulo Ciigaoux, todos os portencos nacesiaros par pratoar o duurar, pelos muios olectrocliymicos inclusiva os livros quo traten da materia. Cassis baratas, Acha-se um novo sortimenlo de cassas da cores om 7 varas ca la corte a 2,000, rs. casomiras a malhor que ha no mercido a 4,590 rs. o corle : 11a ra do (j miniado n. 19. PaiMio publico n 9. — Vondem-si 18 caixilhos envi tratados n promptos para qualquer obra, por ter sido do una loja franceza; nam>sina loja v ^'em-se 30U viras de bico>e ronda da • -rrj, por proco muito cuuimodu. — Jim casa de J. Keller & Companhia, acba-se a venda vinagre branco, superior de Santes, em barris de 3(i medidas. —. Vende-se vinho de champanhe legitimo e de superior qualidade : cm casa de J. Keller & Companhia, narua da Cruz 11. 55. CAMBUAIAS COM BARRA, brancas, cor de rosa, azues e amarillas : na ra da Cadeia do tiecife n. 33. O Na ra do Crespo n. a3, O W Vendem-se cortes de casemiras, chejr O gados pelo ultimo navio violo do 'z ^p.Srw. !" "' 98 nd0 S8 ,Cha,n S andar > • l 1 hora ^ dta. inU'e'ma'c nnismo t&ft d 8U,S & HI.lr.caoToul^ n d" 0 v."M o int.rcsclaes ¡tSu'.K 1 da seusonisalltcs publ r cacoes d, WWIoUOi universal cm i Zm TT^ nrr f cxecula r -' do Madrid muito baratas escripias om *¡rS¡¡2m72£flrtOG: V CU b 0,n 1 TP ellente papel, ecom^muitai nhosTifslmeer ^""i? '?*' a ,*"* ^Poriore. gravur.s : venden-fe ni casa n. ciJa.'. ,st uc "' 'l" c lllB rurenl f r ne;6 ^f ron ,o do Trapicho novo, o loja do en-.vViida nnri.nna AAA %  i oaderuacao o 8, da ra do Collegio. mais de o'mi SJ ^ ? ,0 0 '?' Um 91 C ? ,jr Portuguezas. o 1.000 palmos do fun lo, com casi de „ evj¡jla BolWM { Li sboense, jornal do lilteratura, historia .lo Portugal pelo distincto esesiptor Alexaudro llorculano, historiado consulado e do Imporio de NapoleSo, reviste .01 lita 1 c Jornal de nii irinaci 1 e sciencias ascessorias : vonde-s na cisa n. 6 defronte do Trapicho novo, e ua ra do Collegio, loja do eucaderna(i1o n. 8. — Vonde-so cabos do liuho o do maoilha de tolas as grossuras, e superior qualidade, chumbo em barra, sacas com i u lio muito novo por ter vindo peto ultimo navio do Havio, champgne muito superior, servej en cestos de duzi, caixas de cem latas com sardnhis em azeite, e ,1 unas d'a;o muito boas : tudo por com nodos precos : na ra do Trapicha novo n. II. oscriloriodo J. B. l.ass iT'i & Companhia. — Vende-se um cavallo ruco com bons andaros, muito ni 1 n, %  <> inaiiti.i lo, por prego commodo:quem pretender poJe procurar de inanii.i 1 no Hospicio venda do Lelo de ouro e das 3 horas em vante oas coco ponas viveiro do Munizsobrado da quinan. 39. — Vcndc-so aa linaria da ra do Collegio n. 20, o Flez.legio da poesa brasileira, ou colleCaO das us iiotaveis composifOes dos poetas brasileiros Tallecidos, contando as biognphias de muitos delles, lando preceildo de o 111 ensaio sobre ai leltras no brazil por f, A. da Varnhagem. -Vende se I ptimo jogo de Pistollai do espoleta, com os seus pertonces, e I pardo colderes para as mesiuas.t'ido novo,por proco a.vonim.i lado: na ra do Queimado, loja de ouiives do Sr. Coulo. — 3 negrotas cnoulas de idade 18 a 20 annos, engomaoi ecosiDham bem, uma dola cose e faz lavarinto mulata de idada 22 annos engoman e cosinhain, um escravo de nacao, de servido de campo : na ra Direita n. 3. — Vende-se um piano com nuito boas vozes, e por nreco muito em coata : na ra larga do Kozarioen 28 armazem de louca se din quem vende,na uiosoia loja se dir quem d 200,000 rs. a premio sobre penhor de ouro. Molduras douradas de todas os larguras : vendem-se no armaRozario n. 16 : a tratar ni mesma. zem de Kallkmann Irmaos.ruada Cruz n' 10.



PAGE 1

de ouna ra Chita larga franecia, a a4or.s. Vende-se chita francoza larga padrC-es modernos, cacuros o claros, e coree'flxas, pelo barattsslmo preco do 240 rs. o covado, tendo grande porgflo para escull. -r: na luja Jo obrado amarello, nos quIro cantos da ra do Queioiado n. 29. Sedas furta cores, a 1,70a rs. o covado, por to diminuto preco, que mdeb xar de ter um vestido de seda pjr.i a festa ? na ra do Queimado 11. 10, vendem-se as nielliores e benitas sedas furta cores, para vestidos de senhora, meninas e imnteletes, a 1,700 rs. o covado ; dainse as amostras, 011 tnandam-se as ¡icras en casa par* mellior o com prador escolher. — Vendem-se rclogios 10 e prala, palenle inglez : da Senzalla Nova n. j>. Arados de ferro, Vendem-se arados de diversos modelos, assim como americauos coai cambiio de sicupira e bracos da ferro : na fundicao da ra do Brum ns. 6, 8 e 10. Deposito de cal virgen). Cunta & Amorim, vendem barris com cal cm pedra, chegada uliimameuts de Lisboa, na barca Mirgirid, %  por menos preco do queem oulra qualquer parle: na ra da Cadcia do Recife 11. 50. bombas de ierro. Vciidem-se bombas de repuxo, pndulas c picota para cacimba : na ra do brum ns. 6, 8 co, fundicao de Ierro. Farinha de mandioca. A inals nova o mais birala farinha de maudiocaque ha no mrcalo, v.'nde-so na roa da Cruz do Recife, armazn n.13, de Jlo Carlos Augusto da Silva. Moitibos de vento eom bombas de repudio para regar hurlas d baixas do capim : vendem-se na uudigilo de Bowman Me. Callum, na ra do Itrum ns. 6,8 n 10. -) — Vende-se um grande sino no lu gardo Manguinho, que lica defronle Q dos silios dos Srs. Carneiros, com [J Q\ grandocasa de vivenda, de quatro g -j agoas, grande senzalla, coebeira, Q n estribara, baixa de capim que susQ S lenta 3 a 4 cavallos, grande caciniQ ~* lia, com bomba e lanquo coberlo T j-j uara banho bailantes arvoicdos de 7$? fructo : na ra do CollegiOD. 1S.seX; gundo un Jar. "v* C O 5 — voii'iem-sc velas de espermaceto, BOJ i.-aixat, de superior qaalidadc: em casa de J. Kellor ¡ Companhll : na ru da Cruz numero Vinho de Chaipagne, e superior qualldado : vende-ge no armacm Kalkiinuu Irruios Ra da Cruz, n. 10 PECIllNCIlA. Ainda existe urna pequea qtran-1 lia das superiores col xas de linbo,' do melhor gosto que tein apparecdo no mercado, pelo barato proco de 10 000 rs. cada urna : na ra do (Jueimado, loja n. 17. — Vendem-so 100 alqueires de sal, por commodo prego : na ra da Cruz do Recife n. 2). 1 AGENCIA da fundic&o l.ow-Moor. KUA t>\ UtNZXUA SUVA N. 13. Vosle estabeleeimento contina a lio ver um completo sortimenlo de moeudaso meias inoendas para engcnbo, machinas de vapor, e laixas de ferro balido e coado, de todos os lmannos, para dito. Agencia de Edwin Maw. ha ra le Apollo n. armazem de Me. Clmenla Conipaiibla, acha-sc couaianlemeiile bous sorlimeiilos de Ulaa de Trro coadu r balido, lento visa tomo Tundas, mocadas lucirs todas de Ierro para aniuines, agua, ele, ditas para aunar cm madeira de todos 08 lamanhos c nudelios o mais moderno, machina liorisoutal para vapor, com forja de 4 cavallos, coucos, passadeiras de ferro estanhado para casa de pulgar, por menos preco que 11/ de cobre, escovens para navios, ferro ingles tanto em barras como cm arco* folbas, c tudo por barato preco. Anligo deposito de cal virgem. Na ra do Trapiche, 11. 17, ha muito superior cal nova cm pedra, chegada ltimamente de Lisboa 'J'nixns para riisciilio. Na 1; 111 %  1 u;."1 %  > de ferro da ra do lirum, acaba-se de recebor um completo sortlmento de la isas de 3n palmos qua.ei acliam-se n venda modo, e com promplidfio rarrogam-se em carros so comprador. CHUCHI— se l'Ciri cm fabricadas em Lisboa e 110 [Vio de Janeiro, em caixas de 100 libras surtidas, de 1 a 16 em libra, et bem de um so tamanho, por .ruellos preco do que em outra qtialquer parte : trala-se no escriptorio de Machado & I'inbciro, na ra do Vigario n. KJ, segundo andar. POTASSA DA RUSSIA. No armazem de Jos Teixeira ¡astil, na ra do Trapiche n. 17, ha para vender, nova e superior potassa da Kussii, chegada recen teniente. Principios geraes de economa publica e industrial. Vende-se este compendio, approvado para as aulas de primeiras lelras, a 480 rs.: na prega da Independencia, liviana n.tcs. Casa de commisso de escravos. Vendem-se escravos e recebemse de commisso, tanto para a provincia como para fra della, para o que se offerece militas garantas a seusdonos .* narua da Cacimba 11. 11, primero andar. !> %  Vendem-se o alugam-se bichas, chet gadas ltimamente dflllamburgo, por t> preco commodo: na ra de S. Amaro fe) n. 28. — Vende-se um cairo de quatro rodas, muito leve, para um ou dous cavallos: na cocheira do Miguel Sougei no aterro da Boa Vista. Deposito da fabrica lo Todos os Santo na lia lita. Vende-so, om casa de N. O. Riober&C., na ra da Cruz n. *, algudu liansado diq iie-lla rabrica, nmilo proprio para saceos de •ssucar o roupa de escravos, por pregocommodo, Irados de ferro. Na fundigo da Aurora, em 8. Amaro, vendom-se orados de ferro do diversos modelos. Mocadas superiores. Na fuudigSo de C, Slarr Companliia, em S.-Amniii, acbain-se venda munidas do caima, lodas de ierro, do um modelo c conslrucgn OlllilO superior Familia para bolaxa. • %  Vende-so familia americana dictada ltimamente de Inglaterra pelo prego de 6f rs. a barrica, em casa de J. J. TasSO Jnior ra do Amorim n. 35. I'rezuntos. Vcndem-se prezuutos americanos, muito superiores o por baialo prego : no caes da Alfandogu, armazcm defronte da arvore. Calcados a 800, 2,50o*, 3,000 4,ooo, e 6,000 rs., 110 aterro il Boa-Vista, defronte da boneca, Ha chegado rcccnlcmente os bem condecidos sapalOcs do Aracaly, Unto para hoineni como para menino a 800 rs., de oiellia a 1,000 rs ditos de lustro paia ditos n 2,500 rs., di-, para houiem os mellinres que tem vindo da llallis a 3,000 e 4,000 rs., e bo tins a 6.000 rs.; assim com um novo e completosoitimonlo do calgados ffanceiM de todas as qualidades tanto para domen) como para scnliora, meninos c meninas, peles de marroquim e curtes de tapeto a 480 rs., e scuJo porgflo, d-so por menos, tudo a 111 do se apurar dindeiro. — Vende-se lioarmazem dama da Cruz n. 4^1 os seguintcii gneros a preros commodos : — frascos de vidro com bocea larga de diversos (amanhos, lal.s combolachinhasde Allemanha muito novas, alvaiatle muito fino em barricas, tarefio e secante em barricas, pedra hume em barricas, essencias de cauclla, cravo e timbro, sevadinha em garrafes, c sil de i pseni muito alvo e 11 barricas. tfaVtnh.n fontana, chocada ltimamente: em casa de J J. Tasso Jnior, na la do Ainurim n. 35. l'atendas para senhorapor barato preco. Cambraiai de sal .neos brancos e d 1 cor, 4,300 rs. rom 8 1|2 varas, c ¡0 rs. a vara ditas francezas do bom gosto, 3 560rs, vara ; ditas co.n lislras do cor a 3,000 rs., o pega com 8 varas; caaes prela a 100 is. ; eova lo ; corles do cassas pintadas,a 2,000 o cortes de cbila com 12 cuvalos, a 1,920 e 1,800rs. ; lengosde liuissima cambrala de linlio, a 480. 5600 64; ditos de cambraia de algodo com bico, a 440 rs. ; luartea de cor muito cncorpados, e 200 is. ; dito azucs com 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodilo transado com lislras, a 180 rs. : na ra do Crosi o n. 6. DEVERfiS DOS UOMENS, • a 506' rs. Vende-se este compendio,aprovede-para as aulas, em meia encadoBBagJo, a 500 rs eda um : na livraria 11. S c 8, da praga ila Indopendeiicia. --*Tejado-aeum bonito molrque creoulo, de'J aunes, proprio para qualquer olliciu : na rita larga do Hozarlo, luja 11. 35. -Vende-se urna toalda tola aberta, do mais rica lavarinto que se pode fazer, e linda sem bico, por ter sido a pouco acabada ; assim como 2 ditas somonte com lavarinto, e bico as pontas ; na ra do Queimado luja n. 14. — Vendem-se Iros negrotas de idade de 20 anuos, que engommam, o casindam; 1 molata de 18 a 20 anuos, do bonita lignra, o cam algumas habilidades; 1 prela e 1 moratade meia idade-; e um cizal de escravos ni ra Di.roita n. 3. — Vendem-se selins e silbSes MT[](y][|[D)M WlTOI^^ DA SALSA PARRILHA DEBRIST0L SALSAT^itTm'TtfiSAlS. A salsa pandilla deBristol data desde 18.12, e lem constantemente manlido sua repulagflo, sem necessidsde de recorrer 1 pomposos snnuflpios do que as prepiragoes de mrito podem despeusar-se. O sucesso do Dr. Brislol tem provocado inlinitas invejis, e nlie nutras, as dos Sis. A. R. I). Sands, de New-York,preparadores e propietarios da salsa parnlha conhecida pelo nome do Sands. Estesscnlioies8olicilrSoem.1842 %  agencia de Salsa pirrilha deBristol,ecomo nSo o pudessem obter, fabricaran urna imitagfio de Bristol. Eis-aqui a carta que os Srs, A. 11. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, nodia 20 de abril do 1842, e que seaclu em nosso poder : Sr. Dr. C. C. Bristol. inglczes, de couro de porco, da 1 Blalo,etc. niimeirn mialidiwiP-Pin rasa rl 1 I Nossoapreciavel sendor. pnmcira quauuaae. em casa ae A-, Em loJo 0 auno ( „ ssado emo vendido quanlidades coisideraveis do extracto de damson Howie & t ompanhia, na salsaparrildadevro. e pelo queouvimos dizer de suas virtudes aquelles que tem usarua do Trapiche n 1" ''' i"'.n ""' s 'I'"' a venda da dita medicinase augmentar multissimo. Se Vm. quizer com wAsa* esr T 5 ^^asrss c z z^s^'xz^ c Ss£aSS9E ffittUSs ?r.sr'.T" s emeu '^ loritmoi M pr,zer em &&£$S££S.'!SSS?%Si& P,cao asrdeos de Vm. seas seguros servidores de ferro forradss de louga.fogareiros greldas (Ass.gnidos) A. R. D. Sands. e mais periquees de cosinlia : na ra Nova' ^^ loja de rerragenado Jos Luiz l'ereira. r*^'( —k iVTf*^T TTC? A / %  *i — Vende-se superior farinha; VWil VeJ J MaCaW'B de mandioca de Santa Catharina,' rl...Tl.. nllimihuml %  l.nrrln In I • A antiguidide da salsa pirrilha de Bristol, do claramente protaJa, pois que ella CUegada ltimamente a DordO do daU (|ps ,| e 1832i e que de Sands s ippareceu em 18I2, poca na qual este droguista nflo p Je obter a agencia do Dr. Bristol. 2." A superioridado da salsa parrilda de Brislol de incontestavel, pois que no obstante a concurrencia da de Sands, e do urna porgilo de outras preparage-es, ella tem mentido a sua reputago em quasi loila a America. As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa prillia em lodas is ¡nlormidi, des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito oblido nesta coile pelo Htm. Sr. (la I rilZ armnzeill ll. do, com oa nr, Sigaud, presidente da academia impciial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. AnAraujo. lonio Joso l'eixotoem sua clnica, e em sua afamada casi desaudena Camboi,pelolllm. ~ INH ra do l.iviame se esleirs muito grandes estender cm urna sala o servir do cama p : .,„ 4 ou 5 pessoas; assi i. como sapato l de d jdos Quartei s p egado ao Quarlel de Pelicia. rs.opar. j .Vcnde-se um cabra de ida' de 3o annos, muito (¡el, sem vicio algum, faz todo e qualquer servico •• narua do Queimado numero io, loja. Queijos londrinos. os mais superiores possiveis por virom en lulas, chegados ltimamente por prego e mimo lo, na venda da ra da caJeia do l;eeit • n. 25, defionte do becco Lirgo. ~ Vondem-se]na loja n. 2, da ra Nove atraz da matriz, a dindeiro vista, sipales de couro do lustro francezes para homem. sapatosde marroquim para senhora, ditos de lustro, ditos deduraque, e hotins ilo dui raque guspiados de couro do lustro, chine-! tinto da companhia dos vinhosdo Alto Dolas de marroquim para homem, ditas do MOB1LIAS DE FEIIRO. Vendem-se ricas mobilias de ferro, como canaps, mesas, cadeiras com braco o sem elle, e muitos outros objectos de ferro : no armoxem de Kalk'mann Irmaos, ni ra da Cruz n. 10. — Vendem-seamarras de ierro: na ra da Senzalla nova n. 42. patacho Euterpe, fondeado defronte do caes do Ramos : trala-se a bordo do mesmo ou na ra do Apollo armazem n. I'I, na ra c na rua ionio joso reixoio em sua cnniea, e em sua aiamaua casi aesauoe na (,ambos,pelo lllm. letto 11 II vendemSr )r -Saturnino de Oliveira, medico do exeretto, e por varios oulros mdicos, perles' ooiims tiara se mil,cin dj<3 de proclamar altamente as virtudes eflicazes da salsa parrilda deBristol. os'rvirdocamapara Vende-se a 5,000 rs. o vidro; na dotica de Sr. Jos Mara Congalvcs Ramos, rua ,OSBO*Oft — Vende-se cm cosa de Adamson Ilowie k Companhia, na ua do Trapiche n. 'i >. panno de algodo para saceos deassucar, nmilo superior e barato. Velas de carnauba em libras. Vendom-se velas de carnauba imitando RAPE' PALLO C H i milO cliegado ltimamente loja de ferragens da rua daCadeiado Kecifen, 14. • Vendem-se chapeos do chi9 le pequeo: a 4.000 rs. : na 0 rua do Crespo n. 23. 5 *****•*******.*> &f &f&f • Ven tera-se barris de oitivo com vinho O nico deposito c nlint'n a ser 111 botica de Jos llar a Congalvcs llamos, na rua dos Qiiarlcis n. 12. ao p do quirtel do polica, 'indo s? vendem as garrafas a 5,500 rs. c ni lias 'i .'I.IIOO is a dinheiro visto : sendo flso o que se vende cm (iiitr s hticas. IMPORTANTE PARA O PUBLICO. Para cura de phlisica cm todos os seus dilTerenlos graos, quer motivada porconstipagSc-, \0sso, aslbma, pleuris, escirros de sangue, clor de costados c peitos, palpitecto no cerago, coqueluche, broocbit*, diir ni garganta c lodas as molestias dos orgSos pulmonares. Pbtisca bronchal. lista variedade da i hlisiea lie p ramente a consequencia de urna couatipagllo detpreSBda. A principio os syniptoni-s assemeIham-so aos d.' um defluxo c.immum, ou catdarral ¡ a espcctoraga.i he viscos, expessa o opaca, mas nflo amarlladn, contendo partculas ciuz.'iilas, que se desfazem em agua. A proporgflo que a molestia prognde, a losse aiigrrcnla e o muco viscoso phle,;m vaise misturando ca la vez ir.ais con um Huido amarellado que asse.nellia ao pa OU materia c algumas vezes com pequeos raios do sangue. Em muitos casos, a expectoragflo lem urna appareocii cshranquigada qucseiissemellia aoleite, e algumas vezes urna cor amarclla esverdeada, que brevemente se dosfaz cm agua. A principio, o pulso torna-se um ponco accelerado o tenso para a Urde, e o calor da superlicie do corpo varia no decurso do dia estando algumas vezes cima e oulras abaixo da temperatura natural. Durante a uoule ha suores parciacs na cabega c no peito. (oralmente ha multa sede, se urina ho muito carregada o marroquim para lu, ditas de ditas para Sendera, ditas do marroquim, ditas roxas proprias para irem ao buiho, sapatos abotinados de marroquim para senhora, sapalinhos do panno com pona de lustro para meninos, e sapalos de duraque para meninas a 500 rs. 1 par. Armazem de louea vidrada. Como sejam : panellas, caga rolas, lijellas, nssadores, fregideiras, papeiros, alguidaivs, laidas para dic •, vas' s para flores, jarros, quarlmdas, garrafas, copos, morinEscravos lucidos. ~ -Continua fgido a contar da noute da 30 do mez de novembro pissido de borda do brlgue Feliz Unido o escrivo mirinheiro de nome Joiquim, de nigSo Hocambique representi de idide trinti e Untos innoa' baixo, grosso do corpo, cor fulla,sem barba' levou caigas e camisa de rlacido, o niesm he cipadocio, e enlendo alguma couza do idioma inglez sendo natural se inlilule or livre. Rogt-sea todis is autordides im capture, como tambem os capittles de campo, certo de quo reconhecido pelo proprio quem otrouxereruida Cadeian. 39, reiidencia de Amorim&IrmSns correspondentes daquelle brigue, e do Sr. P,opriet.rio do mesmo escravo, recebar de gritificac3o 80,000 rs. o que se garante pelo prezenle annuncio. BOA GRATIF1CACA0'. Ausentou-sc nanoiie de 2? de outubro passado o mulato Clementinu, de ao annos de idade pouco mais ou menos, magro, altura regular, tem muito pequeo buco de barba e falla muito mansa, quando anda parece que nSo pisa bem com os calcanhares, costuma andar calcado e bem vestido, levou urna trocha de sua roupa, inclusive calca e ¡aqueta de panno fino azul, e alem do mais algum calcado, um par de borzegnins paraos, com botSes de madreperola brancos, e consta que levara um cavallo, que naquelU occasiao alugra, o qual tem os signaes seguintes : — castanho, barrigudo, dinas prctis, gordo e tem um taIho em urna anca; he provavel que queira passarpor forro, he bolieiro e escravo de Luiz Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o a rua da Cadeia do Recife n. ai, quesera recompensado. — [Vo dia 23 do pissido, desippireceu do engonho Aremhi, freguezia delpojuca, urna mulata, bem al va, cabellos bem pretose reios encolhidos, um Unto baixa o magra, com sardas pela cara, niriz afilado, porm grosso, e presentemente leva um tumor no iiieiu da cabega que esl coroada : quem a nu nesla ro : a fallar com Antonio Francisco de Moraes, agente daquolla compandia, ou no Recife na travesea da Madre de OJOS, armazem do Sr. Jos Joaquim Das Fernandes. No mesmo armazem tambem tem pipas,],, meiasditas, e barris de quarto com ¡ nh ^or^o se torna abundante, chee prego commodo; a elles ante que seafSAVVSSIXISS!!. ',!_ assuslar cabem. Espirito de 3H gr&os. Ven Ic-so espirito do 38 gritos a 1,000 rs. a caada, e a retaUo : na distillagSo da travessa da Concordia. Lotera do Rio de Janeiro. AOS 20:000,000, 10:000,000, 1:000,000 2:000,000e 1:000,000 de rs. Na rua da Cadeia do Recife n. 2*. loja da Viuva Viein t Filhos, existe os mu afortunados billioles, meios ecautellas da 19. lotera a beneficio do Diestro de S Pedro de Alcanlan, cuja lista deve vir no primero vaDor e estar palenle na mesma loja. -Vendse um novilho bstenlo gordo com raga de turino, na estrada de Joflo do Barros no litio que liea em fronlo ao do Tallecido guanla-mr da Alfandega, isto he indo da Soledado o primeiro sitio.depos do dilo guarda mor, que callar com quem tratar. %  Vcndcm-se romeiras de lil de lindo, proprias para meninas, dilas para senhora : na loja n. 2 da rua Nova. ~ yenilem-.se chapeos do palha air.irella, copa baixue aba larga a 3,000 rs.: na loja n. 2 da mu \vessa da 31adre sa ; assim como sacco com farinha .cinsados. do mesmo tamanho, a 3,ooo rs. — Vende-se rap de Lisboa em frascos, ctegado ni birca l.igeira, a 4,000 rs., os sendores fr.iguezes que esli acostumados • lomar a doa pitada, nflo doixirSo de mandar buscar ao largo da Assembla n 4. — Vendem-se dous vilellos (¡Idos do pesio : no sitio da Torre em Beloin. — Uesappareceu na Urde do dta 13 do pasudo um escrivo por nome Joaquim tem os signaes seguintes: boa estatura, representa ter 35 annos de idade, falla deiembarigida, pos grandes, tem lodosos denles da fenle, nariz cinto, quando indi estala as juntas dos joeldos, levou cimin de algod3osinho brinco, caiga do dilo azul, este oscravo foi do malo: quem o pegar love-o • typograpbia fudeadotr !" ,?te^ 0 o d c 0 .erdofolfeo¡ bo ¡ farinda de Santa Catdarina, em porgoes: trala-se a bordo, ou oa rua da Cadeia n. 39, com Amorim Ir.naos. -Vende-se urna preta creoula, engommadeira o costureira, do 20 anuos de idade : no Recife rua da Senzalla Nov n. 7. senunlo andar. batatas do Porto, a 3ao rs. a arroba. Vendem-se btalas muito boas, i 320 rs. a arroba : no armazem n. 19, da travessi di Madre de Dos. Na rua larga do Koiario n. 2a, segundo andar, Vondc-se urna inulatinha de 16 innos, linda iigun, e coze muito bom, urna negia de 16 annos, tambem com principios de costura, duas ditas de 25 a 30 annos com dabilidades, dous muleques do 14annos, um mulatinho de 15, um mulecotede ISannos.linda ligura.dous negros bous trabajadores de enchada, um negro volbo rputo rodusto, proprio para filio, o um mulato de 30 anuos linda figura, propriu para feitor por le-boa conducta, o por eslar para isso dibllitido. — yondosedocedogoisdi lino em cii„ 82 r S: nirU daS Cinco PoDUl Vendem-se na rua das Flores n. 21, os seguintes livros: Oilolin, explicago dislorica das instituas de justiniauno, 2 vola,; o mesmo aulor, historia da logislagilo romana desde sua origem ate 1 moderna legislagJo, 1 vol. : 2.a fernere, I vol ; P. ¡. PronJIiem, da criagao di ordem na dumanidade, ou principios de organisagao polilica, \ vol.; o mesmo autor, memoris sobre %  propriedide, Slllit Alhii, 1 vol. — Vendo-se clnmpignedi 1 vol. nao fica muito lonce da praca. As Yule li0 1 in P"hia ¡ na rua da Ci h po.o. na .. Vende-ieum maanifie.a tprr. pessoasque o quucrem ver, diriporto do Recife, con, 300 palmo. vai para oBrejo, casa do Sr. Costa, ep.ra tratar u fabrica de caldeiraria de Andrade e Leal no Atierro dos Afogados. —Vende-soDOirmizemdeDiis Fernn„, desderonte da rarnpi di ilfandegi.sicas de en .8 0B1B1 a '" lavarinto, cosinhi e tem perfeitomilboa 2,400 rs.; ditosde feijio a xce cnl e conducti, herecoldid e ipren.i IU.^ d c^ veldo proprio 1 rior cal de Lisboa, empeora, asr ar a trilir de algum sitio, por entender; Vendem-se superiore.i a rua dos Cuararapcs, casa terrea batatas ingle sim como potassa chegada ultima-: d plmticei, e tambem pira tratar de cezas, recenlomen e chegidis aCOOrs aarro•.„ „„„„„.,„:„ T8llos P r ler niuU Ptica: na rua do yueiba : no caes da Ifandeg, armazem do IrnMarmota a 100 rs. cada umno n-u %  dn inl mente, a precos muito rasoaveis. ni )don.i4. 1 ciscoDiisFerrcira. 11—1 —i* '... !" 2,000 rs. — Vende-seos bom condecidos queijos do Ceir, mui frescaes, no lirgo do Livn • ment n 20. — Vondem-se os seguintes odjectos em bom uso, sendo umi labia requisltus, urna tiboidinlii, um piloto instruido, um tratado completo do nivegigilo, um bezoulh, um oiUnte : na rua do Cabug, loja de miudezas n, 4 de Manoel Joaquim Dias do Castro. — Vode-se umsilhilo do senhora novo por 25,000 rs. : na rua Formosa ni quirta casa terrea. O Marmota. Retratos do Prospero Dinlz, redactor da %  armla a 100 rs. cada 1 legio, e es 1 do livro azu deu na escola o que s ,1,, de coslun, tem 18 annos de idade, pproprii pin mucimba de : tambem se vende um mul iue creoulo de 10 annos de idide proprio pin qualna rua larga do llozario n. 3 quer ollicio loja. i.. Vendfl e umoava| l bom andador de Aaienlo: 0 r U d ,C,U


PAGE 1

Anno XXVII Sefunda-fcira 15 DIARIO de Deznmbro de 1851. !" N. 283. P£M4MBIIC0. % %  TRxqo DA suncRirriAO. PAOAHINTO ADUNTADO. Por trimestre por semestre c .Por noo PlOO DKHTHO DUTBUIUTBI. Por quarMl NOTICIAS DO 1MPEHIO Par 1 5 deNovbr. Minas... iSde Maraahao 19 de dito Cear... 2ide dito. Parablba. 5 de Dezbr S.Paulo. 10 de R. deJ.. 25 de Babia... l de 4/000 DM0 15/000 4/500 Wovbr. dito, dito. Deibr. : % % % % % %  DIJ. DA SIMK Seg. S. Eusebio Vcraelenie b. m. Tere. S.Albina. 17 Quart. S. Bartholomeu a, Gemlniano. 18 Qulot. N. S. do O*. 19 hext.S.Fausta. 20 Sab. S. Domin ;os; 21 Dora. 4. do drenlo. S. Thoin. AUDIIsfClA. Julio d OrM 2,e5.a lOho+ai. 1. varado civil. 3. et¡. ao melo-dia. Faltada. 3. e6. as lo boras. 2. tura do civil. 4. e sbados ao melHiifHo. Tercas e absdos. iumnilDit. Crecente a 30, as I horas e 55mlnutci da m Chela a 8, l hora e 8 minutos da C. Mingoante 15, as 3 horas e 8 mlnutoa da m. Nora 22, a 1 hora e 14 minuto da.tarde. tBlasUB BX HOJI Prlmeira i 10 horas eM mlnutoa da manbaa. Segunda is ti horas e 18 minutos da tarde. FATITIBAS BOS COBBIIOS. Colaina e Parahlba, l segundas e scitasfeiras. Rio-Grnnde-do-Norte, todas as qulntas-fetras aomeio da. Garanhuns c Bonito, i 8 e 23. Boa-Vista, e Flores, 13 e28. Victoria, as quintas-feirai. Olioda, todos os das. BTOTICIAI TU ANCEIBI, Portugal. I i de Novbii Austria.. 2 de Novbr Hespanha. 8 de dito [Sulna 2 de dito. Franca ... 8 de dito [Suecia... 28 de Outbr Blgica... dedlto ¡Inglaterra 8dNoabr. Italia.... 31 de iludir K.-l nidos SOdeOulbr. Alemania. 1 deS-rbr Mezico... 15dcdilo, l i II--I.I -. a de dito. California 12 de dito Dinamsrca29 de Outbr Chill. 8 de dito Russia... 28 de dito ¡Ruenos-A. 8 de Novbr Turqua. 18 de dito ¡Montevideo 11 o> Outbr CAMBIOS DE 13 DI BZZEMBB.O. Sobre Londres, a 29 d. p. 1/000 Firme Pars, 333 por fr. • Lisboa, ira tranaaccSes. BfETAEl. Ouro.—Oncas bespanholas.... a! tloedas de 6/400 velhas. 16/000 a l de 0M00 novas. 16/000 a 16. de4/(lC0 9/000 a 9/100 Prata.—Palacdes brasileiro.. 1/OtO a lg<0 Peaos columnarios... 1/920 a 1/9:0 DI tos me j icinos 1/7*0 a 1/7 SO PARTE OFFICIAL. GOVERNODA PROVINCIA EXPEDIENTE Do DA 9 DE DEZEHBRO DE 1851. OITicio.—Ao Exm. presdanle da Oihia criminoso tadto pode ser processsdo no lurocommendando que a vista do aviso, que garem que foicommelldo o delicio, como remelle por copla, do ministerio da guetra'no doseu.domicilio, llcindo em todo o camande dar passagem para a corte, no priso prevena a Jurisdijao urna vez formada E em resposta declaro a Vm. que no arl. 120 do cdigo criminal achara as penas, em que incurre todo aquelle que tita quilquir preso do poder da juslica sem etcepcSo Iguma a respeilo de recrutis;e no art. 160 da coligo do processo criminal e aviso de 9 de marco de 1836, vera determinado que o meiro vapor que passarpara o sul, ao segundo cirargiaa em commissao, Dr. Miguel Joaquim de Caslro JUascarenhas, que nnsla oceasiao seguo para aquella cidade no bria culpa em qualque dos dous lu {ares Dito.—A cmara municipal do Recfodevolvendo a planta do novo matidouro publico, e declarando que approva a obra gue escuna Citnopo.—Nesle sentido offlciouprojectada, i qun cumpre dar principio se ao commando do referido brigue e ao quinto anlos, fazendo-se porn no plano commar.do das armas. Ido edificio 9 molificacoes, que form louDilo.—Ao Exm. vigario da frpgtrezio do, bradas pelos mdicos,* quom a dita cimara S. Antonio diiendo quo quando expedio cirouvio, e destinando se desde ja O m ta amculareaaos psruchos recomuiendando todo plus lo;radouros possiveis em toda a vtsto cuidado na concessao das alteslacOes deshancado matalouro, nflo s para os tous pobreza aflm de nSo se apresentarem no cediversos serviros, como para evitar que aliso milerio publico, para torem sepulturas graedifiquom casas, e hajam habitacjs em tis, ca I '• m Hll >• %  IS V lliin Ol HU I % %  %  II fcW *r %  •• %  • V w %  | %  — —— -J W rio publico, para torem sepulturas graedifiquom casas, e cadveres de individuos que nSo detnuiti prozimidade. vern gozar de tal favor, dirigi tambem outrts nos meslos tormos aos subdelegados, c que n5o obstante tomou na devida consideracio o quo S. Ex. ponieron a respailo no sen ofllcio do do corrente, o vai dar novas TRIBUNAL DA KELAGlO'. SESSA" DE 9 DE DEZF.MBRO DE 1851. Presdetela do Exm Sr. conselheiro Asevedo. As 10 lloras da manlis, estando prsenles providencias contra os abusos das autorida-1 os Srs desembargadores Le3o, Siuza, Redes policiaes. bollo, Luna Freir, Talles Pereira MontotDito.—Ao commando das armas transmit-'" e Vallo ¡ fallando com causa os Srs. delindo por copias as provisOes do conselho sembargadores Villares, Basto*, e Gomes supremo militar de II deoutubro dostean"'"Ciro: o Sr, presidente declara abena a no, sobre as pracas dos corpos do exerclto scss3o, e foram abortas as sogumtes requedevem ter graduacOes de inferiores, ereJ'stas : lativameotaao lempo peloqualosofllciaesdeRecrranlos, D. Mara Elena Pessoa de Mello ven>permaoecer emump-isto paralpoderem o oulro; rocorridos, Joaquim da Silva ser promovidos ao superior, quando tenhSo Pereira e sua muiber, Julgada na relacSo sido graduados, e bem assim a de 20 do mesdo Rio de Janeiro. mo mez a cerca dos soldados particulares Reorrentese recorrido), Alexindro Jos Co que devem entrar etn concurrencia para o mes e JosJAntooio Gomes Jnior, foi desecessoao posto de alfares. signada. Dito.—Ao desembargador chefe de poliRecurrente, Gabriel Pinto do Almaida ; recia dizendo que por ora nSo pode ler lugar corrido, Jos Antoiio Biptista, cuja reo augmento quo pedo o delegado suplente vista devendo ser remeltida para a relajo do termo de Pao d'Alho, do destacamento do Rio de Janeiro voio para esta relacSo decxislenle n'aquello tormo, convimlo ponbaixodos nomes do D. liara Kelismina do derar ao mesmo delegado supplente, que Reg Gomes como recrreme, e Joaquim deste augmento nBo precisou o ex-delegaAurelio Pereira de Carvallio e sua mulhor doUr. Estellite(qued'alliba pouco sanio) como recorridos; em virlude desto engao para conservar policiado todo o termo, dano Exm. Sr. conselheiro presidente desta recomo empre deo, boa conla de seus develaco mandou que estes autos fossem devolreg. vidos para a socrotaria do supremo tribuual Dito—A thesouraria de fazenda inteirande juslica, afim de lhe darera odevido ando-a dehaver o r. Caelano EstellitaCavaldamento. canle Pessoa participado que no da 3 do JULGAMENTOS. conente entrara no exercicio do cargo do Appellanto, o juizo; appoliado, o africano juiz municipal e d'orpbos do tormo de Miguel.—Julgarim o pracesso millo desGoianna — Respondeu-se ao mesmojuiz. | de seu cniavo. Dito.—A pagadura militar conceJendj, Appallantes, Diogo Cukscliot & Coiipanhia ; soba responsibil ladedi presidencia, a auappellada, I). Cioilia t'athanfia do Monte lurisac^o que pedio para pngar por contn Sinay.—Coiillrmaram a azulenca, doexercicio prximo lindo de 1850 a 1851 c ApnlUnlo, Francisco Antonio da Cama; da rubrica-exercito e fjrca do linlm-a quanappellada, Mara da ..!'.— Ujsprezsram ta de 9 600rs.queseacSa em divida, tios embargos. ranlo-seduaquantia das sobras, que exisAppellante, Jjs Antonio da Costa ; appollatem emoutras rubricas.-Fizerao; .e as nedo, Antonio Jos doedeiros BiUncourl. crssari.s communica t 0es. Foram rec bidos o julgados provados os Dito.—Ao dosembargador presidente do embargos, tribunal do commercio inteirundo-o dola-! DILICEBCIAS. isla do exposto em seus olciosde Appellante, ManoeUosc do MeJeiros lurie novembro ultimo, autorisado o i ba ; appellado, o juizo.—Mandarami doscer os autos originaes, e qua subisse o traslado. DMIOKAGOBM. Appellante, a Justina; appellaJs, Rosa Aleve-,em vi 19e29 de deputado secretario d'aquollo tribunal para contratar com o tutor dos menores, a quem pertence a casa, em quo actualmente funciona o dito tribunal, o aluguel da mesma, alimde correr enielhanle despesa por cunta do corre da fazenda nacional, visto 'que no ultimo desto mez linda-so o anno, durante o qual compromelterBo-se alguns negociantes a pagar o referido aluguel,— Neste sentido officiou-se ao mencionado deputado secretario. Dito.— Ao juiz relator da junta de juslica transmillindo para ser relatado em sessao da mesma junta o processo verbal leilo ao segundo cadete do nono balalhao de infantina Francisco Soires dos Prazeres.—Gommunlcou-se ao commando das armas. Dito.--Ao major encarregado das obras militares desta provincia aulurisando-n, em visla do plano e orcameoto que remelleo, e de que informou a respeilo o inspector di. pagadoria militar no ofllcio, qoo enva por copia, a fazer construir no istlimo d'OhnJs, eutre a fortaleza do Brum e o forte do Buraco o carracho, de que trata o citado orcamento, o qual se faz necessario paia o laboratorio de fogos artificiaos e cailuxame, devtndoSm, na execucaode tal obra, ouvir o que o marcena! cominandatite das armas liver por convenienlo obsetvar-lhe.Fizerain-se neste sonlo as uceessanas coinniunicsers. Dito.—Ao promotor publico da comarca do Rio FUMIIOSU remetiendo os papis relativos ao armamento e corrame, que se lorneceo em diflerenlcspocas a guarda nacional d'aquelia comatca, fim de que, procedendoas investigaoes e pesquizas necossarias, informe sobre o resultado dellas de modo que s %  • possa recon' ecer quaes s pesso-isque tOo responsaves por esse armamento e corrame para serem obrigadas a recolher ludo ao arsenal de guerra Dito.—A thesouraria da fazenda provincial remetiendo copia do novo orrjameutu dos concertos de quo necessila aponte sobreo rio Jaboalo, c declarando que laes concei tos devem ser fritos desdo j, pagando-se ao arrematante o que selhedewr.— Inteirou-se aoengenlieiro director das obras publicas Dito.—Ao director do conso provincial: Accuso a reeepcao do seu ofllcio de 3 do corrente, em que Vm. consulta se os proprietarios ou rendeiros de estabelecimenlos ruraes podem considerar-se comprehendi dos na dis|iosic8o do§ 3 do art. 10 do regulamento n.797 de H de junho deste anno, sendo por conseguinte obrigados a incluir as listas de suasfamillas os nomes de todos os seus moradores ou agregados, em hora morem estes em casas separadas ; e em resposta se me offerece dizer-llie, quo a vista do disposto nos aits. 9,10,11, 15,16 e 17 dodilo rcgulamentonSo pode ler lugar oqueVm. prouOe adverlirfdo, porm que natorma do arl. 2 $ do mesmo regulamento competo a Vine, propor ao director xandrina dos Prazeres. Appeliantes, Amaro Conexivos dos Sanios e oulro; appellados, Marcelino Antonio Pereira o outro. Appellante, D. Candida Agustinha de Barros; appellado, Jos Candido do Carvalho Medeircs. amsoes. Passaram do Sr. deiombargador Souza ao Sr. desembargador Rebollo as seguimos appell ic/ii!.< em quo sin : Appellante, Mara Theodora da Conceicao ; appellado, Alcixo Jos de Oliveira. Appellante, a preta Manoela; appellado, Manuel Francisco Rebello. Passsram do Sr. desembargador Robello ao Sr. desembargador Luna Freir as seguimos appellar;Oes em que s3o : Appeliantes, Manoel Pires Ferreira e outro; appellado, Domingos Caldas Pires Ferreira. Appellante, Marcelino Jos Lopes; appellada, Francisco Jo3o Carneiroda Cunda. Passaram do Sr. dosombargador Luna Freir ao Sr. desorcbari?ador Tollos as seguinles appellacOes em quesSo: Appellaite, Manoel Joaquim dos Santos; appellado, o juizo. Appellante, Vicente Ferreira da Costa ; appellado, Manoel de Son* Pereira. Appollante, Beuto Jos da Costa; appellado, Jos Joaquim Bezerra Cavalcanti. Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro as seguinles appellacOes emquesSo: Appellante, Pedro Fernandes da Silva ; appellada, Mara de Jess Coitinho Lisboa Jnior. Appeliantes, Manoel Joaquim dos Res e sus mulner; appellados, Francisca Carolina de Parla Lsmos e outros. Passaram do Sr. desembargador Tclles ao Sr. desembargador l'creira Monteiro as seguintes appellacOes om que s3o : Appellante, Manoel Rodrigues da Costa ; appellados, George Kenworlh & Companhm. Appellante, Jos Andr Pereira de Albuquerquo ; appellado, Jo3o Ferreira do J'rado. au fui a ni juigai ose oais feitos com dia assignado por haver faltado a sessao os Srs. desembargadores cima mencionados. PERNAMBUCO RECIFE, 13 DE DEZEMBRO DE 1851. AS 6 HORAS DA TARDE. RETRO3PECTO SEMANAL Fol grandemente commeinorada no dia 8 a eicelsa podroelra do imperio, havendo, em sua honra, testas folemnes na Igreja dos militares, que tein a sua Invocacao no convento do Carmo, e no aico do Recite, onde, alm do mais, bouve fogo de visla. Por tal oceasiao liveram os habitantes desta cidade, favorecidos por um geral qualquer modilicacBo, que entondr| BC |ioluar, varios pontos de recrelo em as noidovercm soffrer as sobreJilas disposi(;oJS. tes de 7 e 8, e s os harmoniosos concertos das tarinho dous calielros vendedores de pilo, e travando entre al una luta, por motivo de risas anteriores, deu um delles urna tacada no oulro, da qual Ibe resultou a inorte ¡inmediatamente, nao lhe valendo um ccete e uina pistola, de que tambem se achava armado, segundo nos Informara. O criminoso fol capturado logo depols, c recolhido a pilso. Quando menos esperramos fomos benignamente visitados pela chuva, que cabio em grande copla hontera pela mauhaa, e boje em toda a tarde, parecen do 6 da 13 de deiembro ara da de invern. Entre os milagresde Santa Luna foi este certamente um dos mals estimaveis, e os astrlogos, que em seus vaticinios de bonsou mos anuos, tomam por ballsalnvariavel os phenomenos atiuosp'iericos.^qae seguein ou precedem o dia desta santa, Ja nos ealao prognosdeando comsfavorablllisstino o futuro auno de 52. Oque he cerlo hoque, ha mullo nao tornos um anno t.io benigno relativamente chuvas como o presente, que est lindar; e tamben nos parece que, a conllnuarem as causas por este modo, e nosendo desmentidla desta vez, como de outras, as experiencias dos antgos, lambciii seremos igualmente favorecidos etn o vlndouro, nao toado a nossa lavoura que soffrer, a falta de invern. Nos arredores de Lima e em toda a costado Per nao sio conhrcida as chuvas, o Egypto o.i i carece dellaa, e s o B rasil, ror mal de peccados, vive em continua aniiedade pela sua grande inconstancia, estando dellas inlelrainente dependente a industria agiicola, que faz a principal fonte da riquesa dos seus habitantes. l'orin, c para ns habitantes do Reclfe, o que mais de parla nos vecha he o intenso calor que nos persegue, como as molestias que lhe sao consectarias, e eis porque ai chuvas nos iiicrcccriam seuipre toda a atlencao c acataincnto, quando nao houvesse aquelle outro motivo. Rendeo a alandega de 9 a 13 do corrente 86:i03.4i'J rs. Kntrarain durante a semana 24 embarcaedes, sendo entre ellas urna ingina com fazendas, urna americana com diversos gneros, urna portuguesa dem, uina franceza dem,urna austriacae urna portuguesa com carne secca, duas brasileiraa com gneros do paiz, e cstrangeiros cora guia. Sahiram 12. Fallecern) tOpessoas, 3i Uvres, 9 escravas, entre aquellas 14 homens. 7 mulheres, 10 meninos, entre ellas 5 homens i inulber e 3 parrlos. ^^^^^^^ CLLEGIO DE PA1AU'. Couselheiro Antonio P. .Mu -I Monteiro Coronel Manoel Pereira da Silva Desembargador J. M. F. de Mello Padre Joaquim l'inlu de Campos Dr. Jos Quinlino A: Caslro Leao Di'. Joaquim Concalves Lima Dr. Jos Filippe de Souzi Lco Dr. Joaquim Eduardo Pina Padro Viconto l'errcira deSiqueira V. Dr. Manoel Ciruciro Luis do Albuq. Dr. Manoel Joaquim Carneiro da t unir Tenante Coronel Jo3o do Rogo B. F. Vigario geral Leonardo Antunes Mein 11. Dr. J.'.Vi de Souza Reis Dr. Francisco de Paula Baptisla Dr. Alvaro tlurbalho Ucha Cavalcanle Dr. Gaspar de Menezes V. de Drumond r. Alexandre Bernardino Reis e Silva Dr. Folix Theotonio da Silva Gusm9o Dr.Manuel Firmino de Mello Dr. Joaquim de Aquino Funseca Dr. Jos Francisco de l'aiva Coronel Jos Padro Velloso da Silvelra Coronel Pacifico Lopes deSiqueira Jos Pedro da Silva r. Jo3o Jos Forreira de Aguiar Dr. Pedro Francisco de Paula C. M .Jo; Juan Valentiui Vilclla Dr. Jos Piauhilyno Mendos Magalhiies Dr. Guilhermioo C. Mirques Bacalho Dr. Miguel Archanjo da Silva Cosa Dr. Jos Raymundo da Costa Menozes ii n.iu de Capibaribo Dr. Rodrigo Castor do Albuqr. Maranhlo Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello Dr. Fraucisco Jofio Carneiro da Cunha r. Lourenco A. de Albuquerque Mello r. Cosme daS Pereira Dr. Marcos Crrela da filmara T. Cnmmandanle superior F. J. Pereira r. Jos Rodrigues dos Passos Dr. Jlo Francisco da Silva Braga Vigario Antonio F. Goncslves Cumiarnos Dr. Ignacio Joaquim de Souza Loao Dr. Francisco Carlos Brandan Dr. Francisco Alvcs da Silva Dr. Joaquim Pires Machado Porlella r.Francisco Xavi-r Paes Barrlo Dr. Francisco Antonio P. de Carvalho Dr. Caetano Estellila C. Pessoa Dr. Ilemeterio J. Velloso da Silveira Di. Domingos Milaquias A. P. Ferreira Francisco Lopes Vasconcellos GalvSo r. Francisco de Assis Oliveira Maciel Capio Manoel Antonio M. Pereira Dr. Lourenco Bizarra Carneiro da C. Vicenta Justiniano Bizarra Cavalcante r. Jos Francisco da Costa Gomes J03 do Cirvalho Araujo Carvalcinle Dr. Delphiiio Augusto Cavolcaotc da A. Tenante Coronel Seraphim do Souza F. Major Jos Rodrigues do Moraas Dr. Filiapo deUlinla Cuneiro Campeilo T. Coronel Antonio Gomes Leal Dr. Jernimo Vilella do Castro Tavares r. Manool de Souza Ferraz Reverendo Manoel Lopes Rodrigues de B. i: nlielino Guedes de Mello Dr Estevo de A. M jilo Monte Negro Dr. Jos Antonio de Figueiredo M.ii iiuiin Jos de Mello Manoel Paulino de Gouveia Uuniz Feij Dr. Antonio d'Assumpc3o Cabral Tente Coronel Tiburllno Pinto de A. r. i nii '111111 Ferreira Catao r. J. Jerooymo Pacheco de Albuqr Dr, Manuel Concalves Claro Guerra Dr. Amonio lle'reulano de S, BanJeira Major Victorino Lopes de Barros Dr. Filippe Menna Calado da Fonseca Curonel Luiz da Carvalho BrandSo Dr. Luiz lijarte Pereira r. Joaquim Elviro de Moraes Carvalho Dr, Joaquim Nunes da Cunha Machado Dr. Chrislovu Xavier Lopes do, pedlndo esclarecimentoa sobre o enme i)o ne|te leri00> comparecendo ao jurados, de tomada derecrulasdo polcr da jusliga, Koram aprcscntadoi pclojulipieparadorquabem como se podem ser processados no lerlro p IO cestos de reos presos, e dous de alhanRATIFICAC40. Por engao na lista dos candidatos votados no collegio do Limoeiro deixou de sor mencionado o Sr. lenle Francisco Rsphncl da Mello Reg com 50 votos ; a na lisia do collegio do G i raiiliuns o Sr.Umbelino Guedes de Mello com 55. Foram igualmente votados neste ultimo collegio em seguida ao Sr. Dr. Ilometerio Jos Velozo da Silveira os senhores: A. V. da S. Barroca 13 Dr. C.Xavier Pereira do Brillo 13 Jos Padro da Silva 13 iThomaz d'AquiooF. J. 13 Coronel Antonio T. doMaceJo Dr. Jos Felippo de 5. Leflo Dr. Jos Raymundo da C. Menozes Dr. Christov3o Xavier Lopoi Dr. Ivo Mequelino da C. S. Maior Dr. Manoel Mendes da Cunha Azevedo Augusto FreJerico de Oliveira Dr. Jos Francisco de Paiva jj Padre U. do S. Lopes Gama ¡ProfossorS. Manriques do Albuquerque i Dr. M. Archanjo da Silva Costa ¡Tenente'coronel Jos de Albuquerque | Coronal F. A. C. Camboim Padre Luiz Carlos Co %  1 ti %  > di Silva t Dr. Assump^au Cabral I | Dr. J.A. de Figueredo M. J. D. Colecera Coronel F. A. do Barros o Silva Dr. Antonio Eaaminon las do Mello Professor A. P. de Figueindo J. 11. Corris da Silva Vigario J. T. de Mello Dr. F. A. do Oliveira Maciel Padre J.I.I i Caprislano do M ti lnm; i 1. J. de Siuz Le3o r. Angelo llenriques da Silva Dr. Failoza Dr. Lourenr-o Vasnurado A do Carvalho Albuquerque Paire P. Ferraz de Albuquerque I. liento de Layolla Miguel Affonso Capobre Major Jos Caetano do Mo ¡oros Fiorindo Forreira Catao Dr. Olinla Campeilo llenrique Pereira do Lucelia Coronel Lemenhi Padre I i.l h Muloira Dr. J. Eduarlol'iua Antonio Joaquim do Mello Padre I).-. Farias Bardo de Capibaribe Coronel Appolinsrio Valerianno Bezerra Cavalcanti Dr. Francisco Carlos Brand8o r. Juo Francisco de Arruda Falcio Coi.-imeiid.iil ir D. Malaquias de A. I 1 F. Dr. Cosme de Si Pereira Bernardo Jos da Cunara Dr. CnristovSo Monle-llaso Dr. J. P. Monteiro da Andrade Dr. Jo3o Lina Cavalcanti de A. Dr. P. B. P. de Araujo BellrSo Dr. M. I. de Carvalho Mentn;* JURY DO REOlbE. ." SESSAO OBDINAItIV, EM 10 DE DE ZEMBRO DE 1851. Presidencia do r. Dr. Neiva. Promotor, o Sr. D'. Abllio Jus Tavares da Silva. A % %  %  "/ %  !. o Sr. Jos Brsilino da Silva. A's mi/ %  horas, feita a chamada aohatn-fo presentes 40 Srs. jurados, Sr, PruidcMc abre a sessao. Sorteado o conselho " : — Chegando em Pedras de Fogo, fui (inmediatamente preso pelo subdelegado, diiendo elle que por denuncia que livea no Recite ; depois a pedido do coronel Jos Joaquim de Souza Guedes lu solt porque se me nao achar nada. Tendo umaporco de ouro da mulhor com quem me achava,fui mostra-lo ao subdelegado para evitar duvldas; mas poueolempo depols ve i o osle correr i ii i ii lia casa e pedii-ine o ouro que lhe mili a mostrado, ao que cedi, dan Jo-ino elle um bilhetc em que declarava flcar de posse desse objectos ; depois como pas-.le.'iii 2 inezes eu eiigisse o tucuouro, o subdelegado negou-sea laso e prendeu-ine. Juis: -Uuaieraasuaoccupaco ? R*o : — '1 a i ava passaportes. Juis : — Porque tinha a familia em Pcdrasde Fogo morando aqu ? Rio i— A mulher com quera eslava foi docnle para o mallo e fui uAi' ae i ii|,ar porque abl tlnba familia. Jui :— Que lempo esteve era cas i de Paranhos P Aso : — Tres inezes porque elle me convldou para ir morar com elle. Lldas as pecas do processo e limlas as allcgaedes pro e contra, O Sr. Presidente faz o relatorio da causa e entrega ao conselhoos quesiioj aos quaes respondendo este negativamente, he o reo absolvido. BALANgODARECEITA E DESPEZA DA CMARA MUNICIPAL DO RECIFE NO MEZ DE NOVEMBRO DE 1851. Arcrira. Saldo verificado cm 31 de outubro dem dito dito de 1851 a 185), n>. 3 a 30 dem pela subdelegada do Rccife, n. I dem pelo jury. n. 1 lile n pelo MI! um ni i n. 120, II. B Aluguel das casiuhasdaSolcdade, n. 1 tnpoito de 200 rs. por cabera de gado sulno, ns. I a 3 dem a 100 rs. pordita de ovelhum, ns. 1 a 3 dem de 2/rs. por liecnca sobre fogo artificial, ni. 13 a 20 Utiven. Folha do pagamento dos einpregados relativa ao iiiei de outubro prximo passado, n.2 Cusas de proccsso crimnaos, ns. 7 a II Lutos para a cadeia desta cidade, ii. 2 Limpcna das mas, ni. 12 a 25 G ilcatnento das mesmas, u. 2 Evenluaes, ns. Il a U Dalanjo a favor da reccitacm 30 de novembro de I8S1 ,000l 25,0001 II 0,000( 100,0001 .179.25? 8.700 Il>'.l.i2ii 21,410 19,000 l :820,8a2 4:761,551 (1:588,380 Conferido cm 9 dozembro de 1851, franca. Cmara municipal do Recife, I de dciembro de 1851. No impedimento do contador, Jou'/uim '/'iioarc* /lodol'ill/io. I) procurador, Jaral Viclur Frircir o Lopes. Gommuniccido. O espirito do b3rrismo desenvolvido entre una e oulra provincia de um mesmo imperio, ja nao he certamonto oompallvel com nosso estado de civilisagao. > intorrogatu'io que so faz relativamente a meu annuncio nSo ressumbra senio essi ideia do opposir¡ao mal entendida, anto-civil e prejudicial, do considorar-sa como nimigos do rar;a oslranha todo aquellas que sofilhos do outras provincias. So as |ergunhs foilis lossem-nos de oulro modo lancldas, prazer causar-uos-hia ante*, pondo-nos na obrigarjao do dar-I lies novas, uleis a necessari is; mas o molo ferino, dabatxo lo qtnl so apresetilou o aggressor, alui de nao ser Uso muito honroso, e nao fon o rcspci'.u dovt lo a opni&d publica e illuiIradi de urna d.s prtmeiras provincias do itnporio, em resposti daramos stiieiit'i ti ni completo silencio. Posto qua o Brasil, depois do sua ¡mipendencia, tetilla progredtdi a muitos reg. peitus, inda quo esse progreso nflo coi esponda ten ao lampo, tietii SOS roeutSOS naluracs com que cuma, non he inlavi lal a sua posig.lo, que possa acumpanliar a rnarcha do espirito ilumino to pcrcnipturiamonlo desenvolvida cm outros psize), cono a Franca e a Inglaterra. Isto se d nflo s a respoilo das arles, do commorcio, da lavoura, cumu das scienciss, e das sciencias sobro tudo. Pelo que toca a melicina ecirursia, tanto poior anda por falla, sem duvi la, d'aquollos nieins quepodjm motivar, ou que defacto mntivam o estimulo e o amor indispeusaveis o insoparavois ao progresSO. So na Europa aquello quo por um dccui lo, s vetes, mo acompanliit i %  ciencia na veloz marcha soir.-e nuasi simpre os tem os melhores instrumenlos esta claro 0;,000¡quo he om referencia aos melhorcs d'entre os que cxisterA} o a ideia de superioridade aqu est relativa e tirio ataca a generalidade. Quiz dizer, e lodo o mundo assim o enlendeo, quo d'entre a serie immensa de instrumentos cirurgicos que existen eu cscolhi os molhores, e que passam na scien:iii,ii"o ei.i como la os Por exomplo: existlndo varias especies de frceps, os Inglezes (co15,30aI mo g s tilvez ignore) o os Franceses, e .. niin entre estes ltimos os chamados—frceps "' do Dubois—que s3o superiores sos Inglezes, Xw' : ii>m que poJcm segurar a caberj, mesmo -J==== l estando olla alm do estreito superior, o | prefericeis aos outros pela disposicBo dn ¡ -uas colher.-s donde resulla a vantagem do seiem mcltiores dilaladores, digo eu, que i-.108.7-201 prefeti o mcihor d'entre taes instrumenlos, o que comigo o trouxe ; n8o fallando de ¡¡-a oulra especie de frceps ingle!, modernissimo, queviem Paria, que em nada se asscmelha aos frceps ordinarios, con(islindo em uina especie de brrelo de gomma elstica, proso a urna haslo por mcio da qual, so fazeudo o vazio, o lal birrete se applica a cabega do fel etc. Ora o mesmo quo so d-'U a respeilo do frceps, me succedeo com outros instrumentos, como os difforenles lilhotrictores, como cortos escarificadores, dando preferencia o do Sr. Sivial, ao do r. Ricard; porqua o deste ultimo tem o inconveniente de fazer incises muito suporlicitcs, etnquanto que o outro, as fo'.endo mais profundas, s3p por tslo mais eflicazes. Eis o quo liz : foi escoliando os mclliarcs instrumentos e trazendo-os comigo, dos quaes alguns nSo sSo —tem geralmente conhecidos nem convenientemente manobrados. E j satisfszendo s um dos seus pedidos: diga-mo, meu charo Dr, so ou llia apresontasso urna das IIMIIII.I c.:,¡\ is do ferros, olharia S. S. para elles cotn conscioncia ? nao creio: porquo o medico qua conhoco a sciencia, quo a tem acjmpanhado em seus progressos, quo n3o ignora a accaloracao desse progresso, e os escoltaos que enconlram certas novas primen n quo da Europa aqui chegucm, nSo faz pergutilas que laes a essas que aciba de fazer. E entao eu quizera argumoatarllto a bolo para quebrar-Ido essas mos frenticas, eesse bai risi o qi.o n3 > he proprio du liomoui civilisado. Quando se diz que certos inslrumenlos nao s3o geralmonie conhecidos, ntlo so quer dizer que niio liaja quem os cotiliega; e noar-s^ cssa minh i proposicao he una loucura. Esloccphalolripo que lio um instrumento que na Europa uo ha parteiro ou mlico quo o ignoio; mas entro nos (euuo fallo aqui, cu julgo de Peniambucii pelo Rio do Janeiro c minlia provincia) tonlm enconlrado mdicos de repuUcSo que nunca o viram. notn o ompregaram. Anda lia pouco refoi iu-nio um tacto na Ualtia, um dos lentes •lo escola, que taosurprelicndco ; eu devia crer-lbe, o cri. lima niullter lave um parto laborioso, foram chimadus dous Ionios, a por falla do coplialotripo foram obrigados a multlarein a crianca no seiu materno, que cm lodo o caso lie urna operacSo soni duvida muito mais peri .-usa do quo a perforscSo do crneo o seu esnugamento. O mesmo qie aconlece a respefto deste instrumento succodo com outros m tutus mais rec :ntement'doscohertos e fabricados. Temos o tubo laringyanno c >tn que se ataca as asphyxias dos recom-nasci los; sir muito fcil de so o applicar mas o c;:rtolte que o tonlio mostrado a muilos que n'in o conheciam. Teos diversos litltotridores, diversos esr nili • i.l'U'.'s, o dilatador d„ Sr. Civial, esJo sua ssccnfss; solf'e quast simpre elcilos do urna repulsa como hornera do regrossn; nilo sendo capaz de cnrlstar a i tou que alguns lito conhooer3o pelo nome lauca com os que lhe vilo em fronte; eisto.e mesmo tenlo visto, porm na goneralidaporque dedia em dii, novas ideias appare-'do he at pueril dizer-se lal. Eslaquo com, nnvos principios s'estabelecem, no-jsceu perguntar a S. S. o que onlende quo vos instrumentos se fabricam, ote. Como seja urna Scrvina, mo nao lia de responder, lio quo nos, tilo Tallos do recursos, inler-' Agora, o mesmo quese d a respeito de insmedtantlo-se um vasto imr onde muitas trunientos, se J a respeito das manobras., vezos se perdn ideias sublimes e ben nellavera aqui quem manobroolilhoclrictor do cessarias ao paiz, podemos, digo, ou deSr. Civial comocllcomorcce.ecomo a scienvemosestranhir quo UTI homom, quo l so ciioextge n3o duvido : mas ha do sor tendo dedicado a urna scienci i, vonha squi um ou oulro que cu n.lo tenho noticia. Eu annunciar novas ideias, promettoido dar vi no Rio do Janeiro so fszo.' urna oparacSo publicidade A i 1 Mas cmlim, o facto exisda lilhotricia em que, cada voz que so introte ocumpro dofenlermottos perantc o puduzia o instrumonto na bexiga, sa o demoblico, da aggrossaoque so nosfaz, rosponrava mais de doz minutos; o Joonte gritava dotido a perguntas e siliifazendo a polnrrivclmnte, porque nao so levo a lomdidos. Porgu ta. — Em qui escola fuste doutorado? Resposta.—Na do Rio de Janeiro; depois do quo fui a Portugal on lo estiva algum lempo, passoi a I.on Jres adelas Pars onde pranlo, eslulei mo:icina o cirurgia E havera, DeOl do minlia alma, por vonlua nistO algutna incompaliliilidaJe ou o laclo de lar dlo o annuuciatile qua estuJou ua Franca melicina o cirurgia exolua a ideia de havor si lo elle formado em algutna das academias dolmpoio! Etondo-so formulo na escola do Rio de.Janeiro, para que ir a Europa senilo para osludar ist) ou aquillo '.'. PergunU.— Supios que o Brasil he urna das ¡Illas marq te/as, o seus medicas tfio ignorantes quaulo os curandeiros do serijo ? Resposta.—No sen'ior: nom eu disse isto, nem podi julgar tal; porquo sen Jo Brasileiro, conhejo hem o meu paiz, o por ello nutro senlimonlos qua me v3o at a medulla dos ossos. O li-astl, sondo um dos grandus imperios do mundo por suas riquezas e produrjOos naturaes, careco entretanto—nao de cbolas pequeniuas e homens mlseraveis que esle a m manobrando a mola real da sociedade—mas sim de talentos quaes olloconta, o no quo nada tem a invojar, cultos, porcm, o un los almis generosas, despidas de cerlos prcconceitos ques3oimagon do baibarisinn. Sondo o Hiiiium 11 ule III lio da B hia, estando no Rio de Janeiro, e conheceJor de Permmbaco. nflo poda menoscabar dis mlicos existentes uessesdistinctos lugares; j porquo muitos reconhocemos detalenlnss u.orior branri de so acalmar o systcma nervoso meditte um clyslor laudatiisado; levados toJos ao desespero, sujeitou-se o pobro vcIho a operacSo da lallta, sem se ler o cuidado, porm, de se sabor do lamanho da pudra o sau vulume; o resulttdo foi que inorrou o liomem sem quo delle so tirasse urna peJra quo fosse do tamaito de um geni de iz, 11 l i Na Rabia n3o consla que haja um hornera quo seja hbil tiesta operado; e a rsso eonalste om quo ninguo u so tem dado a ella como ella o merece. Ora se om Paris nirsmo oxistem dous professores de lithroticia, que s3o os Srs. Cuudmout e Civial, e isto porqne ncst:s ullimos annos, i custa dos traballios do S'. Civial lio que esto ramo de operarles tem tomado incremento, uo lie, pois, de sdmirar quo aqui, onde ludo est em embriSo, nao se pratiiuc esta operarjn tao delicada, quinto ulil a liumanidade! Todo o mundo miro luz urna sonda na urothra : mas bem poucos s3o os quo a iutroduzirSo bem ; e pois quo me provocara, eu desilio que squi so presente algum collega meu quo teuha eito um estudo regular ecompioto sabr as operaciles que reclaman) asmoleslias das vas ourtnariis! H30 do aparecer aqu grandes genio, grandes clymcos, mor; s do muitas esperancas .... mas que sejam fortes em um ramo de operacoe, n5o: porquo conhoco todos os meus patricios que team visitado a Europa, l tive noticia d'ollos, e sai dos asludos a que elles se deram. Sjra eu bem fraco se quizessa arrogar a mm a prelenc,3o do operador, porm o que digo he que estudei em Pars as operac,0es que recaroam as moelc. ces. Pcrgiinta.—Existetn em Pars melltores futirle.utos de instrumentos de ciru-gia do ¡Ilustrarlo n3o vulgar: ioorauenolie seu lesnas das vas ourtnarus, ele. fin" nem cos?u.na dctM.i? allicias reputaContinuando a tygm^SSS^ mo d sua reiidoncia os individuos que f "aJoa! j'nrA*F P. de Carvallio commeltrom crimes em outros. f Ho dia lOencoulraram-me na estrada do Ro-¡ Dr. A. i • i • oo wvarao Imposto de cordeacOei c liceucas, ns. 18 a 30 Multas pelo fiscal da freguezia do Recife, perlenccnles ao auno de 185t a i852, D. II dem dito dito de Santo Antonio pertenecntcao anuo do I8J a 1811, ns. 150a 161 que nosrostam — princpiarei repellado, quo uovas ideias existem na scencis, das quaes o annucianle ja lizora monsSo na BaqVo"ci¡.7r¡ereV"sirh-ery"e Simson," paral h,., e espera aqui !" '"""* e £ \"l que tenlias inslrumenlos molhoroi do quo liles publicidide_.&.^ 5:89,i26¡q 'existem aqui ? Resposta.—Nao senhor: nem cu diste isto, nem S. S. enlendeo oque leo; nSn exislem om Pars fabricantes superiores a Chsrriere, Siilienry e Simsoo, mis existo um superior a Sirtieiuy a Samson, que ho o 3i,0o0 mesmo Charriere." Quando se dit que se 8,000 nal publicado na Babia, n. 298 onde titeemos Da resto : a quem davemoso saber tantos rsetos que boje enrtquecem a acieucia, e acclaraui lanos labirmtos d antes impcrseptvois, e imponetraveis na sciencia phisiologica?! A descoberla dos uzos do sueco pancretico na digeslSo, e por con


xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4FLWZZ32_WZKPC9 INGEST_TIME 2013-04-24T15:51:48Z PACKAGE AA00011611_07287
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES