Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07286


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Full Text
. Anno XXVII
Sabbado 13
DE
(fe DezooAro de 185
N. 282.
1 '.<
PERIVAMBVCO.
piirpo u sUBOBivglo.
1'iOlHWm AuuNT.no.
prir trimestre...........
por cmetre .........
Por DDO '...-.
PAOO DINTRO DurilMEITBB.
Por quartel............
arOTICia* DO 1MPEI1IO
pira.....''' 'li'Norbr. Minas. 19 de No.br.
Maraqbao I9 de dito S.Paulo. 10 dedlto.
Craii... 2dedlto. R. deJ.. 25 de dito,
parshibs. 5 de Deibr |8ahla... I de Oeibr.
100
__J00
1&/(K>0
4/500
ca- DA II1HBJ
8 Sea;. >{"{ Conceifo
de N. Menbor.4/-
9 Ti-rc. S. Leoctrji.i. -
AVBtEtYOlA.H.
~ Ud? 2. e6 s lOhor'a'i.
t, varado civtl.
10 y.iari. S.Melquades 3, efi.ao raeio-dia.
a V....J.
p. m .
II Qulnt S. Daroaiop;
n Sru.S. Juftioo ni. ;
13 8ab. S. I .ma v. ni.;
I. Doni. 3." do advento
S. Angello.
Faxend*.
3. tG. s lo boras.
2. para do civel.
4. e abados ao melo-d.
Rtlfo.
Terealt libido!.
iraurntiDii.
Creiceote i 30, aa I horas e 55 minutes da ni.
Chela a 8, a 1 hora e 8 minutos da (.
Hingoaute a 15, s 3 horas e 6 minutos da m.
Nora '2'2, a 1 hora e 14 minutos da tarde.
1-niAM* n di BOJE
Prlmelra s 9 horas e 18 minutos da manbaa.
Segunda s 9 horas e 12 minutos da (arde.
VAnTiDA do con he i o.
Oolanna e Parahiba, is segundas e eitaa-
feiras.
RIo-Crande-do-Norte.todaf ai qulntat-felraa
aomeio da.
Oaranhunse Bonito, 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, s quintas-feiras.
dinrla, todos os dias.
NOTICIA ESTIIANGEinAf.
Portugal.
Hespahha
Franca ..
Blgica..
Italia....
A Iriu.i n 1
i iu-1 i ..
Di namarc
Rusta...
Turqua.
I>de NoYbil Austria.. 1 de Novar
, 8 de dito Siiissa,,. 2 de dito.
8 de dito ISueeia... 28 de Outbr
4 dedlto Inglaterra 8 de Nuabr.
31 de Outbr E.-l'oidor 20 deOutbr.
. i deN'vbrlMexico... 15 dedlto,
. i de dito. Oalifornfailde dito
29 de OutbrlChllL 8 de dito
28 de dito Huano/.A. 8detlovhr
iSdedito |MomerMeo2lde Outbr
sassisaias>aiiHsaajtsaisasBKaaiaBasiaaaai

CAMBIOS DE 1 2 DI SIZIMBRO.
Sobre Londres, a 29 d. p. lfOQO Firme
Parla, 333 por O.
Lisboa, sem transaeeiSe.
HiTin.
Ouro.Oncas bespanholas....
aloedas de GM00 relbas. 16/000 a
de 6M00 oras, lb/000
de 4/000....... 9/000 a
Prsta.PatacSea brasilelros.. 1/910 a
Pesos columbarios... 1/920 a
Ditos mejicanos..... 1/7*0 a
! fa/iin.la de 19 de notembro ullimo, foi.inde- e nSo serve parante o juii de direito, com
i ferido o requer menta, -80. quai TneooalJo ;o promotor publico.
' Gomes dos Santos F'rrein BafJuem pedia Portanto parece-mo que o juiz municipal
I ser prvido em um dos lugares de praticaii- deve provar a sua frequencia no exerciclo
tes da recebedoris de rendas internas desta do emprego com sttestado da respectiva ca-
. r.^ i rnvmei i mir municipal, na venale muitas vetes
EXPEDIENTE Do DA 6 DE DEZEMBRO DE W"- A mesm. .censando recebiJo o"
PARTE OFFICIAL
GOVERN DA PROVINCIA
INTERIOR.
,85,\ ... ofllcio con* queS. S. trouxaaoconhecimen-
OIBcIo.- Aocommando das armas inte.-1, pcresiJqen0ci. outru em que o inspec-
rando-p de b.ver expedido as convenientes J dX?. o que
S^:'^:.*eni?.S,~Br.B^'d.V*l\ S coZado* amr. as raercadorias, que
iliili-il, < nu'sin i impossivel mensalmente
(como se pagam os ordenados) de obter,
pi'l.is faltas de ronniOestlas mosmas cama-
ras, mormente as do interior, sobre o que
porem n3o se trata agora, e do gnverno a
iem essim a p.gajoria mnilar para tarneeirl'* y do chpfll d9 ^,icl41. pi,, do mini<
a cada um dellesa respectiva guia.- Ex-b'' mHr recomneaidando a ex-Uombro ulti
pediram-se as convenientes ordens a res-*
Dito.Ao ni 'sin i enviando as notas do
selloe emolumentos que deven pagar o ca-
pillo do p r i ni Min li il.illiin de iofantaria,
Fernando Anionio Rosauro e o alteres da
companhia fus de Sergipe, ora em servieo
nesta provincia, Jos da Cruz Vieira Scipiii
Castro Quelroz deHacfiJo.a flm de que as
faga entregar aos oilos ulliciaes para cum-
pnremas disposicOos do decreto n 673 de
15 de jnnlio de 1850, e manuar-se fa/er ef-
feclivas as licengas que obtiveram.
Dito.Ao mesmo remetiendo a nota dos
emolumentos, que o capellio da lercaira
classe do exercilo, Joaquim Mauricio Wan-
derley, est deven lo secretaria de estado
dos negocios da gue r.i ali n de que, fazen-
do-a entregar ao sobredilo capelln, Ihe re-
conimende, que, nSo a recolna a importan-
cia da dita nota aa recebedoria do ren-
das geraes desta provincia, mas tambem
aprsente na secretaria da presidencia o res-
pectivo coohecimenlo.
Dito. Ao mesmo para prostar urna guarda
do lumia para assistir a lesta que no dia 8
do correte so hade .celebrar na igreja de
Nossa Seohora da concejero dos Militares
Dito. Ao mesmo remetiendo copia do
aviso do ministerio da guerra de 24 de no-
vembro ultimo, em o qual se declara, que
se concedeu passigem para o nono batalliao
de infantsria ao cabo de esquadra do tercei-
ra d'artilharia a p Thoinaz Francisco da
Silva. Igual copia remeltea-se a pagado-
ria militar.
Dito. Ao desembargador cliete de poli-
cii,autorisando-o, a vista de seu o!1ciode4
de novembro ullimo.aadmiltir mais um a-
manuense extraordinario para coadjuvar os
trabalhos da reparticSo a seu cargo e bom
assim um praticante gratuito, a quein se as-
segura, bo caso de bem servir, a nomeacSo
para o primeiro lugar de, amanuense, que
vagar. .
Dito.~ Ao mesmo dizondo que para po-
der resolver a re8peilu do pagamento da
quantia de 30,000 rs., que o delegado do
termo do Odncuri paguu por coma do alu-
guel das casas, que servom do prislo o quar-
tel do destacamento d'aquelle. termo, faz-se
preciso que remella o respectivo recibo, o
qual deixoo de acompanbar ao seu ofllcio
dehonten.
Dito. a thesouraria de fazenda trans-
nnitimo o aviso da um letra na importan-
cia de 800,000 rs., sacada pela thesouiaria
do Rio Grande do Norte sobre a desta e a
favor do Antonio Bento da Costa. Paitici-
pou-se ao Exm. presidente d'aquella pro-
vincia.
Dito. A mesma re
viso do ministerio da
vembro ultimo, no qual se dotermina q
presidencia informe com
numero dos engenhos de a
alenle existen! nesta
terio do imjerio do 25 de no-
imo, faz-se prncio que S. me.
pedicilo desuas or.lens, para que o inspec-! envi secretaria da presidencia com toda
tor Interino da alndega, uus termo tJotl bTevIdado.UgaCiglanl'tanciada exposlcgo
artigo 1* ^3 do regulaminto do 28 de a- do esta Id sanitario desta pruvincia. Neste
gosto de 1849, consinta no despacho sent, sentido o(lciou-so ao proredor da saude e
ilodireitos, das ferragens e objectos men-iao director do hospital, regimenlal.
Clonados na nota, quero:nello, os quaos fo- | Dito.-- Ao contador demarinha enviamlo
ram encommondados paia uso du arsenal
de marlnha.
ola ii que se'rcftre a oflieio a cima
350 Varas de ferro roJondo.
25 Feixes d dito.
23 Ditos de falla.
Urna mangueira do sola.
120 barricas de cimento.
Communicou-se ao inspector do referido
arsenal.
Dito. Ao director gersl da instrucc3o
publica remetiendo, para sua intelligencia
e oxee ic3o, co;a do aviso do ministero
do imperio de 13 de novembro ultimo, no
qual se exige a romo^sa com urgencia do
urna re ii,'.m das aulas publicas unlo pri-
marias, como secunJariis, existentes nesta
provincia.
Dito. A0 inspector do arsenal de muri-
nha declarando queso nSo for absolutamen-
te possivel que se aproveitem os serviros do
marinbeiro Vicente Pareja, na forma indi-
cada pelo contador-de marioha no ofTIcio,
que remelle por copia, deve ser elle despe-
dido do servieo, faxenio-se os assenlos pre-
cisos.
Dito. Ao director do arsenal de guerra
dizendo ficar inleirando deliaver fallecido o
apreniiz menor u'aiuello arsenal, Francis-
co i.niirencii." Commuoiotlu-se a pagado-
ria militar.
Dito. Ao mesmo declarando flearscien-
tedoler fallecido de spasnio a crianza que
havia a africana livre de nomo Izabol dado a
luz no ilia.1 do corrente.
Dito. Ao mesmo transmttimlo copia do
aviso da reaurlTeao da guter de 10 do no-
vembre ultimo e bem assim a nota dos de-
feiios adiados no fiirdamenlo fabricado n'a-
quele arsenal para a piovincia do Ceara,
copia do aviso da reparlicflo da mariuha de
20 de nove nbro ullimo, pela qual s ronca
deu ao capitn do fiagati ('aelano Alves do
Souza Filgueiras licenc par in.iis quatro
mezes para tratar de sua saude n-'sla pro-
vincia ou na da Rahia, continuando a ser
pago por aqu do seu sold.
Dito. Aocommandante do corpn de po-
ln, i inleirando-o de haver dado o conve-
niente destino ao processo criminal feilo
o soldado do corposobsi'U mando Alexan-
dre Hanocl do Espirito Santo. Remetleu-
se o procosso a cuni ao juiz relator da jun-
ta de juslica.
-- Circular aos juizes de direito da provin-
cia, a excepcSo dos das comarcas de N iza-
relh e Uoa-Visla recommendando que le-
lil a m milito e o vista o artigo 38 do regu-
lamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, i
lim de Ihe dar execucSo em occasio op-
portuna.
Coiiimaiiiio das armas.
Quartel genital na cidade do llecifi, 10 di de-
sembro de 1851.
OROKM DO DU 40.
Observando o marechal de campo gra-
duado commandante das armas, que lom
como que deixado de sercumprida litle-
ralmenle disposiedo do aviso do niiniste-
no da guerra de 14 de junho, publicado em
orden) do dia de 8 dejnlho doanno prxi-
mo prssado, que expressimenlo prohibe-:
se enlretenliam n.is msicas dos carpos
maior niinii'Mi il i pricu*, quo aquello doler-
mtnadii no plano que baixou com o decreto
a llm de nun informe a re 'dIoX1* tS&eCrarVB.' fzl< pmvln- goMo la ,H47, numero que M
Cial rcmolendo capia do oranieu4odas des- rduzi lo pelo Bovo plano de 19 do abril
pozas fazer-so ron os eonconcattos .la do orrente anuo, Iranscnpio na ordom do
caJeia vi ha ,laci I al i d t.oiani.a para ser-! a';' de maio ultimo, eitranlia que s;-
vir de qoaitel no deslacampnto all existen- melliante abuso se lenlia dado, e determi-
te, a lid) deque manda porem arremata na que sej< restrictamente cumprida aquel-
cSo os diUs conceitos, sondo o contrato fe- la "nerial d.sposigllo, retirando ja os Srs.
lo com todas as seguranca c Picando depon- commandants dos coraos, as praas que ex-
dente de approvdCJo da presidenea.- cederem donumoro prollxcide msicos, que
Communicou-se ao director das obras pa-!**'*" as respoetivas bandas emprnga-
blica9 | dos, alim de faierem o servieo que Ihes
Dito.- Ao juiz municipal do termo do competir por escalla.
I.imoeiro dizendo que com o parecer, que| O mesmo marochahio campo julgando as
amettendo copiado a- remelie por copia, do procurador flso! da; pracas dos corpos snfficientemente mstrui-
razeiida de 21 de no-1 thesouraria de fazenda, responde ao ollicio,; das na escola de peloto, ,>elo lempo que ha
ul se dotermina que a em que S. me consulta, se o atiesta lo que Recorrido depoisde 30 do outuhro ultimo,
iliruiiio.....11.11U.. i ._ ._.____>...,_;;- 1. ani nuo mun. nil n,alin l.nl n,arnii>mi
.........pr-......- -,-_.-
difTerenca de augmento ou diminuicBo que cmara municipal.
se tem verificado no numero de laes fabri- Variar a que se re/ere o o[jlcio aetma.
-Zagaiocomo ne exp
n. 705 de 5 de outubio de 1850.
setem venucauo no numero ue .. u..-, ,f....,,I....- ~.,.. Constando dos mappas quo existem pra-
cas oestes ltimos Joz annos a fim de que AsatteslacOes do frequeucia dos empre- CM do, cor C(,nsjJerilJ2g como impvedl.
preste as ditas informacSes. I gados devem ser dadas pelos eneres respec- do3 de gfaa^ quo ao pertencem aos mes-
Dito.- A mesma '"''""^-V^"6'. fvos, e nao os havendo no lugar pelasica- mos ou e nprega los no quarlol-gener.l,
juiz de direito do comarca do Brejo Antonio ,, municipaes. Arl. Ia3da lei de 4 de dctermina finalmente o mai-ecnal de cam-
Baptista Citirana entrado desde iD'fe outubro de 1831. Parece me'tfae o juiz de po que mmedialamento os Srs. comman-
novembro ultimo no exeicicio do seu cargo ;diroito nSo he chefo da admmistracilo da dames respectivos facam recollier para o
Respondeu-se ao referido juiz. ijustica na comarca e menos a respeit do serviSo as pracas 'quo por tal motivo so
D to. A mesma coromunicando, qne, se- juiz municipal,.cujas funccOes sSo prmci- achjfll assim destranidas
guodo ronstou de avisa do_ ministerio da plmenle civeis o as d'aquella c iminaes, Antonio z;orreaSf,irn.
t^aaaaajvaaBaawMiaaaaaaaaaaaaaaaaaasaBSMBaaaBaaaaBaaaaaswa i ^^ ^agaaww^ ^---------------------------
Correspondencia dj diario de PEB-
N'MRIlCa
Parahyba, 8 di dczenbro de 185t
Verilicou-se ser verda leira a noticia, que
em mmh.1 ultima Ihe dei, de urna genlilesa
de thuggs na freguezia de Taje, e nfio te-
ohn certeza das outras, que na mesma car-
ta Ihe refer. I) ius in livi luos, que amiga-
velmente estavam bebendo em urna balitea
do-..as em que pelo mato se vende a mira-
eulusa agurdente, nSosei por quo motivos
travaram-e de rasOes, e en poucos mo-
mentas eslava" um estirado para sempro
com urna bicamartada. e o outro grave-
mente ferid com un meia duzia de faca-
das, o qual entiou hontem nesta cidade som |
epei'ainas de vi la.
Eis o rcsultido do mao costume, hojei
quasi tolerado, de andarem no mato arma-
dos, quasi tolos os in livi'lu is de seis an-
uo* para chni, combinadn com o uso do
bebidas 0i|ii'ltuosas, Imjo vulgarisado.I
Rom tem felto o Exm Sa. quo te on seu :
:il Lilo urna g'oza do facas c bacam ule, i
tomados polos c imm mentos a muitas recommon lacOc -n -.
segn lo mo mi i- mani mis oston lirme om
que todas os suas provi Icarias o iocom-
mcnilacOcs, nSo prOlOtlrSo o salufar offoi-
to inveterado j Moje lie o costume. Os luins
nflo iieixam as armas pelo me-lo aos mos;
o estes para perpetrarom mais fcilmente
sous crimes.
Seria talvez urna boa providenciu a rono-
va^ao do urna antiguissima lei, quo con-
demnava moito 0 conductor do outras ar-
mas, quo n.i urna formi lavel catana le
seis palmos, com a qual o valonto conlinha
0 mao, o fraco punha em duvi la sua cora-
gcm. A total prohibicao do armas pirece
queso tora por llm entregar o cidad3> res-
pcitadorda lei inermo ha mSos do perverso,
que jamis doixa os instrumentos do sua
malvadax.
NSoapparccam agora os polticos apu-
pando iniolia lembranca; por quaolo nilo
val a penas taes encommndos, vislo que
nenbuma esperanza ha deque se ella roa-
lise.
Ha poucos dias li em um dos nmeros da
Ordein urna lembranca aos MR., para que
illgam alguma cousa sob'e o esta lo da al
1 uni.;,i, ja quo nicamente tem aproscnti-
d.i n-olgueiras na administrapln de reo.las;
e enmo tenba consciencia do que ellos n.lo
dnrlo por davant", quero toma-la a n.ou
cuidado, o noticiar-lbe o que for cenrron-
do, para o que ja lenlio mflo um guarda
que, como asbe, sSo ptimos espides, quio
do Ibes no embacam a vista alguns corpoj
nielalicos.
o... i-iom- qin por lli ha muita aliilm-
dtuem, apuradas trovoalas sceeis do ins-
pector, quo ronca como um trovSo, c lie
in icio como so-11, principal dofoto quo Ihe
noto.
Cortos negociantes Icoin a palma mgi-
ca para alguns dos empregados, do soite
que com ella abreviam so as despachos, sen
quo os goneros leu! ain o oncnmmnlo do
penetrar oa ombraes d'aq ella caverna do
tolo; ootros, pnrm, que nSo c-tlo as
grabas dos ministros do rei das lomposta-
do, soffrem mais onommndos do que um
pobre Judoo em Mirrocos.
N.lo acho isso muilo constitucional; o
por isso nflo posso Jeixar de estimar quo o
pai dos ventos entre oo,conhecimcnto de
taes negocios, afim de por-lhos o magistral
veto.
Ha poucos dia; um pobre Ingle/, cujo
nomo ignoro como o de tolos os Inlezes,
morador nesta ri lado, tevo, pedido de
um commandante, de compiar para bordo
do um navio urna quarta no farinlia, e se-
gua com ella, quando encontrou, muilo
dislanle do borlo, ao ms es.ilo da alfin-
dega com seu fardflo do xigs-zags e nso-
paravel ealodio, quovondoa l.i inlnnniii-
Zda por um marojo pergunlou para onde
ia. Da resposta sonlic, quo para b >rdo; o som
mais querer oiivir disse que eslava aprc n n-
dida. O Ingloz, que, como todos, nSo ignora Dir-me-ha alguepi, o conceito publico
os-egulamenlos dos contrabandos, rotor- dislingue muilo bem os homens, e isso
quio-llio,qucellenanpolhaprohendo-la om basta ao honesto. Sm, distingue muilo
te ra, o que po'lanto a faiia vallar parasua bem; mas o que be, o que significa, o quo
casa; o que eflVctnou sob umi metralhada importa ejse conceito? Bu o dira sema
do paluvias laudativas com igual coragom nflo oonviesse antes calsr.
trocadas. Enta o senbor dos bordados ar- Fique o calumniado contente com o con-
cranjou, nao sel como, tres soldados de po- ceilo de meia duria que o conhece, a mal
licia euuctnrltate qua fungit mandn arran- julgado por milharcs que o nflo conhecem,
car o pobre ydeme do suai casa, donde ain- mas que leram ns produccOes nogras do
da Iho rezava alizuns responsos ao gosto calumniador.
'britnico, e con iu/i-lo para a cadeia I, Com tal Suciodade o cidadao nflo tem
Moraliso como quiz.ro laeto, j que ou nao SaUsfaoSo igual a olensa, e nao goza era
posso, porque temo, um .lia quando for proporcan aos sacrificios Ella he toda em
comprar minlnquarla lo bacalho.srtran-j provoito do mao, que ofTnnde sem repara-
cafiado por contrabandista, c pa^ar as cus- i ctlo, goza s 'tn sacrificios,
tas da lianca(se bouver quomSconslilucional-, Eslou hoja multo moralista, tonha pa-
melom'a cinco l)se quizer vol'ar jeasa. (ciencia, porque, ao menas* este vez, quero
i Auto honlmi tambem foram apronon li- : parecer fra lo ou padre para satisfafao do
idas pelo mesmo senhor urnas quaitin'ias. quem ja me qu.r dar ordons sacras; dizon-
di. bahia, dosemiiariada du .crstriz, do Iba tefflpre, em Mgr*to, gn afln in-
eolrctanlo quo urna caixa de cha passou lluenrias du da, pois hoje Tesleamos a
inclume, OCOaO toda pureza ; nnscenlo pa Irueira do imperio, nnssa m.'n Immacu-
l.l difTcronc da diOVcnoa a> pessoas a lada, com duas solemnes fastas, urna em
que pe tem iam, soguodo lizcm os monillos San Francisco, o outra na matriz, e urna
a Gandinha. Eis o porque ma queroni procissilo, da qual oportunamente dar-lhe-
mal; segundo o axiomavolitas odium hci noticias,
paritcomo diiia um cabo de esquadra da .Nada mais occorre, o por isso nao quero
minha compan, que fol sacristn dos ser mais extenso. Adcos
jesutas; porem como tamben elle acres-, MINAS GERAES.
centavaquem mo quizor ser lobo nio Dio Ouro prfto J5 do u'uyembro do 1851.
visla a pidle,pouco me inpoiUm as iras
eosraios da maledicencia, ire conlinum-
0 doscnlac da quostiln mnntevidian,
cusalos la lllilio l ll 1 gia, lia uiuoiii*' ii-.. .i_,
do adizer o qua m, parecer mAo do sof- r^l^X^^^^^
Eis o quo lem oceori.do contra a tran- Si** J^L?"i J?,*?> !
i lado te o d
So publica,
teneflo publica, que os faclns de OJtra or-
do i vio sucediendo uns api outros, des-
F.m verdade, qu^m no principio do anno
* que corre mi.hu que boje essa grande
cas, nada sabera de meus projeclo, quede- Joaoreiuiva assim indetinldaniente iniolia
mais anula nao i-siao re,olvidos. segn ia entrevista com sua mal; ininbas fcl-
In v.-n-i I iz.-r anda Ulna conliasao que expli- (des revelarain sem duvida meu espanto. Mcu
r i iiniili i noli ri-.io amigo foi engaado pela iniuha enioco e dis-
Enlrar nospagens do re, era nao s separar- se.me tristemente :
me de Joao e romper talvez para sempre com -. !i,-M, 0 vejo, Fernando, tu nSo me perdoas
elle, mas alo la condemnar-ine a nao lomar minha falta de conliauca.... entretanto accres-
mals a ver sua mal.... eeu sonhava ja no dia ccnlou elle com uina vo: coininovida, juro-te
em que poderla voltar com ineu amigo casa tenhn ocora9o aperlado.,.. Eu eiliniaria lanto
aaraanniac nc II M uininn *\ desta encantadora mulher. poder abrir-me comtigo.... Ah! se cu o po-
nlEnlDnlAS Ut Urfl ItlArlIUU. W Nodiaieguinte, ua occasiao do recreio da desse....
; manbaa, Joao dlsse-me com um lom ao nicsmo Espera, Joo, disse-lhe eu. enternecido de
FOLHETirafl.
ou
do
so lado
Pon EUGENIO SCE.)
IX.
lempo serlo e terno : sua tratela, eu estimarla mais sem duvlda ter
Fernando, tenho um favor que pedir-te; a tua conflauca,... mas tenho-lc dado tamas
nao me falles jmala do petar que me causou a provas de minha indiscripcao que concebo que
conversaco de hontem em casa de tua avd ; eu nao possas fallar.me sem reserva.
1 nao posso explicar-me francamente comligo a
: este respeito. llusta-memulto ter un segredo, He vrrdadc, tu s leviano, eslouvado; to-'
Joao Rayiniindo nao se enganava, eu nao para II, mas este segredo nao he smente meu, davia se smentese fralassc de mim, eu nada
pude comprehender com efteilo porque rasio se nao Idra isso.... cute contarla ludo. Esquc- te occultaria ; mas talvcivenha um dia em que
elle fra lo-dulorosanicntc iuipressionado pela camos portanto esta tarde que eu (e tornel lao sainas ludo ; enta i coinprclienders, approva-'
conversaco que Uvera lugar a mesa de minha eofaiouha.... O que cu nao esquecerri jamis, ras o meu sileuclo Uiiendo laso, Joao deixou-
ev corlvfrsaco tao hostil aos republicanos i assevero-te, be o accolhimenlo que me fea tua me repentinamente como se livesse qucudo
eui'cnorava completamente nesta poca os ac- boa av, e.... nao zombes de iniui, accresceu- por lim a urna conversaco embarazosa,
contecimentos da revolucao; a universldade tou elle coui um meto sorriso, o que eu terei Ficao"
quililadc publica: cuan SO diniro de in
os nella* iutluem grandemente, pense j-i posswel vo-los emu.to menos obs
quem quizor o contrario.
.i. mil poltica n "la ha de novo.
Orttem su*(Mau por alguin tmnnp sui pu- quesl3 HtVl8ii)i IIlt|l fiidamente por unios
b.ic.$3ot soguodo ino iiiroriiwr.ni. em- Ra|Iietes do upijOes polticas oppostas es-
qumitoprssam as mas imprrssOcs das .fes- tarji ,ao rap,da e salisacUria.nente rcsol-
comp^sturas pessoaos passadas pelo Argos vjd(| ^uc uloria para o imperio, paraessa
a alguns do seus redactores os quaes nlo gri.nde nacionalidado brazileira, que con-
querern escrevof sob as innuencus do re- 8eguio aquillo quo rendes nacOes da Eu-
seniimcnto para se n3o dosviarom do ros- roja n3o pulonm conseguir, o rostabele-
peit> devido ao publico. N5o gaianto r?si rjinflD|0 j, p9Z na margem esquerda do
noucit, porque ma n3o corro com publ- pfala
CUtiS, porn se hh exacta acho a resolu- o anno de 1851 be som duvida nenhuma
Cojudicusa. anda quo divilo muit) que 0 HnniJ do imperio, cvlo a nossa iode-
uma descompostura a polticos proJuza un pendencia aui a nlo coutamos outro de
elTeito tflo cont-a-io ao que nos mostra lanl.|S proiperidtdw. IMr toda a pariese
a consunto experiencia. Sej como for, seiiem os benelicion da paz : as rendas pu-
or-suliado. o o teniL.o nos tr*ra a verdido. biicascrescem prodigiosamente, a cessagflo
lio ro-a do duvida quo os escriplores do do i^f, d*'sosso:nbrando-nos do serios
\rgos tom por mala do urna vez mo>t do Com.ro nettim^uios com a nacjio mais po-
qiiodesconhec.Mnsua mis-flo, taen pao dorosa do globo nromette-nos abrir aporta
involvido no aauseanto enarco dos insultos emigracio espontanea iucomjativrtl com
pessoaes; mas eumpae aot contrarios di- Beniigracao focad*, porque una excluca
xar sem rcspusla su argumento* "d AaMi- oulll 0 ,iosc|rtCrt (|q ijuesuio montovianua
Mu, e continuar em aua misiSo lo >- B8egura*wtraaquHidadedaa fronteras me-
lisaropovo, a eonvenee-lo da no ossid.dj ndionaes do Imperio om cuntinu-ia .-origos
da ir.. ,uiiid--.-if, vaolo ti .rr.msar o en- com as disaoncS ^s tntesiinas dos Balados li-
me o ain..r o lr.ib.Jiio; e nunO Btitar por mlirophee. E rato tudo. Daos loufado quan-
ttmpos oeampo da discissfl. unieauepte d0aceguera laspaii>spolticas pmcura
porque um ou outro a'Nbllario ultrapassa 0CU|ur na ..talligoncia do povo a ideado
01 limites da prudencia, e apresenta-se um (.,J0 a Ill0IiarC|,ia ,. incompatirel cp-n o
espectculo an;o o publico com um allorgo urogroif,0 IH0 ,1 material dos povos a cu-
clieij.iemjurhs to pes para arrem-ssj-la4 j()S jcstj,l0( sU.presi le.
ao seu cmtrariu. \ Divina Protdencla parece accumular
j mais de urna vez tonlio l-rtsliunlo, o do p o, o-.it > tantas prosperidades em um
u.l o ce-s-rei de fa-e-l i, o desvio quiten anno om que int-lligoncUs or,;ulbosas e
tilo entro nos l imprensa, 8 oa iecaleula- presum-las uegnudo o bmu so porque nflo
v.-is males, (|uo olla ar asta ao paz, que tiveram nelio paite, vflo nl ao ponto do
em vez lo moralisar, cono de vi a, de-uno- pretender abalar as bases da sociedade,
a .lisa. Como llavera bo ror ao vicio quan- sup,iouJo que lio dado a ellos o organisa-la
do .se aprsenla impunement aos odos do Ue novo, para desmentir com o Tacto aquil-
oublieo O CldadAo lionoto e probro carro- loque v3o assoalbando pelas classes menos
gado de eriuies que l'ie quer emprestar a llluslfada da sociedade. Oh BiD i \) <
calumnia? Quando se descrevo o malvado, protoge o imperio l Dos protege o Impora-
o pervoiso, o proviricador r un as lindas dor.
Cres da virtulo, da bonestidado e da r. Pelo muito que confo no bom senso do
Udflo? I povo mineiro ni.croio, por mais alto que
Quantos disgostoa nao ralam o ciJaJflo brado a imprensa democrtica, que olle
assim ludibriido, equanto so nflo anima o P'eflra as illusoesa realilad-, e fechando os
p-rverso assim louvado? E nilo ha urna '. .nos as vantagons da actualidado constilu-
pena ellicaz para o assassino da repulacSo, conal, suspire Mor conliar sua sorte o a
u.il vezes mais perversa do quo o que ar-' s,lft" dHsgor-;0es quo desjuntim no bon-
rancaavia?! Sim, nao h, e nem deve | z"to da uxistnicia s incertezas e perigos
haver, porque este mun lo nicamente daquillu cuja experiencia nos podo submer-
serve do cadinho p%ra acrvsolir a virluoe,' 6>r em um lago de saague.
o de paraiao dos perverso*; aos quaes per- Kntrotinto o Irabalho Ja propaganda vai
teiicu do antiga data. *sou caminho ; os archileclo di* rumas bus-
-- ------------------------;-------------------- i i JJ
n\;in ;
mili, ii il.ip.it i.ivi cuidadosameniedenossoses-
tudos estas paginas de nossa historia ; demais
miaba av teodo horror s ideias tristes, nao
falla va jamis dettes terrivels annoa. Nao me
veio tambem nunca por um so Instante ao pen-
aamentoque a apparlfo myateriosa do hoinein
de barba ruiva nocellelroda cailnha dobalrro
de Santo Antonio tiresie a menor relafo com
este iutrepido e perigoso Godofredo que se di-
ra entao que eslava refugiado as montanbas
do Vivaraia.
Entretanto-quanto mais eu rellectia, mal
me persuada que eiiitla entre Joo c inlm um
segredo importante; eu eiplicava a prudente
reserva de meu amigo pelas (requentea provas
que tlnba dado de estouvamento; todava ella
me ofl'endeu; ou anees, cumpre confeasar, eu
senti quasi a necessldade de me achar ofendi-
do. Isso era para tnim um pretexto para esca-
par aoconstrangiraento que il'.-iln por dianle
deviam causar-me as mlnhas relafes com Joao.
A proposta que me fez Mr. de la Bussiere de
ser pagem do re, me seduzia muito eu nSo
aceite! logo definitivamente este oerecimento,
tanto por causa do verdadeiro pezar que me
caUsava o pensamento de separarme de Joao,
como pelo temor de confessar-lhe que eslava
muito iucllnado a aceitar os ull'erecimentos do
segundo commandante dos pagens. A reserva
mysterlosa de Joo Rayinundo vlnba por tanto
em meu apoio.
Elle li-tn seus segredos, disse cu comigo
sahndo de caa de minha avdd volia au S.mia
Marbara; pois bem, eu tere! tambem os meus;
c se manbaa elle nao me fzcr suas confiden-
te fiero Diario n. 280.
do com os mil pensamciiios diversos
tambem sempre presente a memoria he o ex- de que eslava agitado, eu quii por assim dizer
cellentc coraco de la prima Julia. Pobre escapar-me a inlm mesmo, c fui ver Jacintho,
memna! chorar.... porque, me vio chorar.... que ba dial eslava na enfermarla em eouse-
Ella he to crianca.. quencia de urna indisposicao asss grave.
Ue ver3ade,... mas be urna criancasensi-,..............................
vel e aiuavel. I Dous das depois daquelle em que Joo jan u-
De veras? respond euriodo-iue; dar-ie-[ra em easade minha av, teve lugar no colte-
ha caso que represeotasses o caralleiro fran-' gioum dessesacconteclmentosinbos que fazem
cez? i sempresensaco, mesmo as aulas tao numero-
Teriaildo Uso sem o querer. Emfini con- sas como as doSauta Harbari, qjiero fallar da
versamos um pouco.... .ao comeco do jantar.... entrada de um novato.
Com urna rapariguioha de la idade? ob! Este esludante cbamava-se Andr Levasseur,
eu qulzera bem laber de que vosss fallaram, e pareca ter a mesma idade que cu e Joao.
poreaeinplo? i Seu rosto comquanio paludo e estlolado uo
De ti.... 'careca nem de encanto nem de docura, su i
li.- iiiuii.', .. i vos era ineiflua, suai maneiras insinuantes;
Ella te fazmais justicado que tu lbecon- elle pareca pertencer a uina familia rica, ao
cedes.... Duas ou tres vezes dlsae-me a teu res- menos a Julgar pelas despezas que fazla em go-
pello cousas cheias de gentileza e de grica... ao lodlces, as quaes repartia llberalmente com
depois accrcscentou Joo, cujas felcdes se con- seus camaradas. Logo desde os primelros dias
irahiram a esu lembranca, nao a escuiel mais de aua ebegada, elle qulz at pagar, cousa bas-
seuo com distraeco.... eu cuidavaem outra tanle inslita, sua entrada em uoasa aula por
cousa.<.. lauto que mo me lembrel que eslava urna abundante desiribui^ao de bolluhos ; elle
junto della.... seno quando ouvi a mal per- empregavaemflai com urna persistencia slngu-
guniar-lhc porque cborava.... lar, todos os meios possiveis para captar a af-
-- Visto que a ncbas to ajnavel, podes tornar leic.-'io de seus camaradas.
a conversar com ella primeira vezque volta- Joo nao andava na mesma aula que eu: eu
res a jautar de uovo cm nossa casa; pola bave- aodava em lailia, elleem rhetorica. Andr La-
utos de repetir a partida, nao be?.... Tua uiii vaaseur desde que entrara no bauta Barbara,
foi to boa para mim que espero tornar a v3-la. pedio para seguir o curso de rbetorica; mas
A* mi nli i proposta, Joo asss embarazado sendo examinado, ful admlttido smenle na au-
respondeu : la de lallm lito be na mesma que eu, osio
-- TaUez que minha mal ae ausente logo por novo cantarada eslava quasi ha urna semana na
al*;uiu lempo de Pars, porm.... mais tarde;... collegio, quando Joo me disse um dia :
quando laso fur possivel..,. ella te oOerecer -- Nao se i porque raso este Levasseur quer
anda urna modesta refelco como a de bon- absolutamente ligar-sc comnosco? e principal-
tem. I mente, seundo creio, contigo ? Tens observa-
do como elle >olti-se sempre
u a nd passeiamos juntos ?
-- He verdidc, mas que qufres ? Klle no
conhecc uiuda ninguem no Colegio, procura
obter amigos; uu Ihe devenios querer mal
por Issn. Demais parece muito bom rapar.
Sim, respondeu-me Joo com urna cx-
presso singular, parecc-mc sempre um rapas
bom de mais.
C<>ino asiim?
-- II juifiii lodo ter com o porteiro para coin-
nrar-lhe unta carteira, acccuteceu qu custut-
d'o ella ouliize sidos, eu so livesse no bolso
dea ; o porteiro disie-ine que levasse a carteira,
mas eu refusei, propondo-me c-niipra-l-i para
a semana que vem. Levasseur que eslava pre-
sente, sahlndo da loja do porleiro, ehegou-ic a
mim c disie-me cjiii hu tom pathettto, tiran-
do da alglbeira d^ colete unta moeda de ouro :
< Meu charo flaymundo, entre amigos tudu
hecommum: loma ests vime francos, que
ainda me restaut outros tantos para acabar o
inri: tu me restituirs isso quaudo qulzeres.
Primeiro que tudo, nao son teu amigo, res-
pond eu a Lavasseur, depois nao lomo empres-
tado aeno o que posso pagar, e vollef-lhe as
costas. Muitas vezes depois, debaixo de um
pretexto oude outro elle tem voliado carga ;
urna vez para pedir-me que o ajude a resolver
um problema de geometra, eu o reuiettl ao
seu explicador ; outra vez, para pedir-me con-
seibo a proposito de urna carta que desejava
escrever a um de seui prenles, linalmente em
seu furor de ligar-se comigo e sem duvida co-
mo ultimo e triumphantemeio, p ropos-me em-
preslar-me maus livros.
Maus livrus ? Que maus livros?
-- Nao sel; elle disse-me que tiuhi trazido
unta cstaute com dous forros, que se cu qui-
zesie durante um recreio, quanda todos eti-
vesiem fora, elle me mostaria na aula a estan-
te e os livros. Elle me Impasslentava, sua pro-
posta de emprestar-me maos livros irritava-me
o coraco ; eu vollel-lue as costas, tendo tldo
grande vontade de tunda-lo, e disse-lhe que
d'alli por diante nao me dirigase mais a pala-
vra. Este rapas tem nao sel que de baixu e de
falso no rosto que me repugna.
Acampa tocou, dcixci a loo c fui para a
aula.
Este pensamento de maus livros nao me sa-
bia da cabfea, entretanto eu Iguorava comple-
tamente o que era uin mo livro; eu nao teria
sido sem duvida mais curioso que Rayinundo
de saber o que elles cram, se depois de uossa
visita casa de sua mi, urna sorte de revolu-
cao nao se tivesse operado em mim: o rosto
desta encantadora mulher seguia-me por toda
a parte, em meus sonhus, no mel de meus es-
tados ou de ineos passeios, muitas vezes soli-
tarios depois que Jacintho eslava na enferma-
rla, pola por muitol motivos a presenta de
Joo me peaava, eu me exprubava quasi como lerrompi. porquauto eslava pensando nos maus
un chine a emoco que me causava a lem- livros, Andiaecresceniou-'
branca de sua mal ; todava estes peosameotoaI Meucos! Meu Dos, o que foi que fi a
confuso! e arden le me cercavain sem cessar. Raymni>dii, para elle me repeiiir assim? Elle
Cuidando em madama Baymundo, vapore anda nao ledisse nada, Femando, a t que es
quentea me subam .4 fronic, eu senta o pulso leu utrllior amigo 7
uater-mc cheio e forle, cu entrava prematura-j -- Escuta Audr,... se tu me promeltesses....
mente ntsta phaac da vida cm que o adulcscen-'ac tu me jurascs nao diier a uiugueui oque
te loe i na idade viril. [ vou cuiiHar-ie ...
O offereclmenio feito por Lavasseur a Joo a ( -- Dou-te a minba palavra de bonra a mais
respeito desles maus livros, voluva-mc muito sagrada; exciamou Anur com um lom solem-
vivautente memoria, porquauto um instiiicto
scciviu
,. .:.,..
Ia"
duvida eu acharia
uesta Icitura a exphcaeo da p lerosa de que me va atormentado.
Aiulrc Levasseur acbava-sc ua aula al>aixu
de mim, sobre um baue-i, mas alguma cuusa
distante; lainealei esta diitancia, entretanto
senta uuta vergonlti extrema, um aperto de
coraco indiliuivel amente ideia de lili u-
Ihc dos maus livros que elle possua, c que eu
desejava to rdeuieiitfute conhecer.
Dutame o recreio. Joo nao velo ter comido,
elle empregava este lempo em unta lico par-
ticular de iiMtbcmaticas : Jacintho eslava na
enfermarla ; acuava-ine portanto livre de fallar
a Lavasseur; eu o vi de louge passciaodo em
um canto do pateo; vinte vezes estive a ponto
de ir ter com elle, a coufuiao deteve-me,
accaso quit que que Andr me avlsiasse.
Elle nao vem luguiiumediatameule para mim,
esperando sem duvida que Joo viria ter co-
migo, mas cobrando animo, elleie approxi-
mou rapidameule c disse-me :
' -- Ahi femando, quanto folgo de achir-
le /
Eucorei alaos olbos; o coraco bateu-
me violentamente, c uo ousaudo encarar o
possuidor dos maus livros, e respond com
unta vos mal segura :
-- Porque ... lolgas tu de achar-me i?
Porque, quando este brutal Joo Ray-
inundo est com ligo, ninguem pode chegar-
se a .
Joao he meu amigo, nao falle mal delle.
Ora, Fernando, dizer que leu amigo Joao
he brutal como um diabo, e acaso urna lali-
dade? Pelo contrario he uiua verdade. Assim
como tambem he verdade accresccniar que lo-
ra a sua grossena, Joan he o melhor rjpasdo
mundo, ob! eu fulgaria nimio de t-Io por
amigo ; mas elle niostrou-sc orgullms? c rc-
pello-me.
Dizendo isso Audic Levasseur susprou tris-
lemeulc
KiMii.ii. conlinuou elle depois de il^um
silencio, tudo o mundo uo lem a UiCIftta lelt-
iie ; o que for dito cutre nos, Meara entre nos.,..
Oh Pernaodo, accrescenlou elle com urna voz
alteuiuosa, se o segredo que vae contiar-mc po-
desse ser um comeco de auiisade.... quaolo fi-
narla eu contente, visto que todo o inundo me
abauduna.
Todu o mundo, Andr ?
-- Quaudo digo lodo o mundo.... engaoo-mc,
nao me fallarjaut amigos se eu os qutesse,
reapondeu Levasseur com um sorriso sardni-
co. Dando ou repartiuo o que tem, urna pes-
soa acba sempre amigos ; mas esla ainlsadcl
nao me leuiam; pur isso desejo vivanit-ule II-
gar-me com Itayniuiidoecoiniigo... alas a pro-
posito, qual he o segredo que queras dizer-
me ?
Vt, Andr, tu olTendesie a flaymundo,
tomando-o por um desses amigos que se adqui-
reui por dadivas.... Tu lite oerecesie.... em-
prestar-lbe vinle francos.... Elle he pobre e tu
O huiuillii-.tr.
-- Coufossa, Fernando, diise me tristemente
Levasseur, que he preciso ser bem deigracado
i.nihsu' Faco um o'ereclment de lodo o
coraco para obsequiar um camarada e Isso re-
dunda cotUramiui.
__Isso nu he tudo, cootlnuci eu corando c
Loin urna vor alterada, mas Andr, tu me juras
de n.io fallar duso a ninguem, pelo menos.'
Juru-o.
-- Eu abaixe os olbos, l'u um violento esfor-
co sobre mlin mesmo e balbucie como se estas
palavras me tivessem queimado os Jabos.
Tudissestc. .. que possulas urna estante
com dous forros.... e que nessa csiauc li-
u.i.is.... iiulias.... maus livros,...
Dlsse --sim, he verdade, respondeu-me
Levasseur tambem em voz baixa e com um
lom mysterioso, sim tenbo livros prohibidos.,..
Faublas..., c o Poeta.... Se soubesies como
Isso he divertido *.,. querr que tos empreste.
A esla proposla. quasi que me falla o auimo,
os joelhos tremeram-iiic; o que eu sooli quan-
do pela primeira vez muba mito aperlou a de
uiitaaniautc, uofolaeuo urna fra emoco cm
comparando da impressio ardeute. .. quasi
vertigiuo-aquc expTnneiitei ao uereclmento
desies romances, cujo* mulos era entretanto a
cidade que tu. Ser o amigo uiliuio de tlay-
muudo, sdbcs que (te isio nuasi umi g.oiia uo I primeira vei que ouvia prouuoctar
Sauta iiarbara? Audr adviuhou a especie d coiumocao de
Edepoisdcuuinovoiilencio.oqualnioiu-lquccusu'ria o choque; elle iitou um mo-
I MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
asa


cato auxiliares oa toda a pai, nos inte-
resaos, oaa paixes, oasp retenemos ; em to-
dos o deseontanlemenos por monot legi-
11 oos, in todas as arobicea por mais in-
sensatas, ludo serve porque ludo pode con-
verter-se em Instrumento de daslruicSo da
actual forma de governo. .
Entre lodosos intereases mesquinhostflje
a propaganda Iradux sin direitoa aquello <
que ella hoje mais si alliicoa, que mais pro-
cura elevare engrandecer heo do provincia
lismo, heo antagonismo contra a corte, e
contri aquellos que naceram no monidrpio
u provincia em que ella demora. O diccio-
nario das qualiflcacOes odiosas fol enrique-
cido com um vocabulo doto ; inyentou-se
ama lypopomia adhoa; o Fluminense he
condecido no vocabulario do espirito de
partido pela denominado do capooira.
E oeste ponto Torea he dlze-lo o intitulado
orgam da opposc,So constitucional ou pro
grammistas, acha-ae de perfeito accordo
com a propaganda' democrtica, se lio que
a nlo excedo no calor com que advoga um
tal principio. Anda ha di as o Ttamontano
declarava que a provincia dovia ser admi-
Distraca por um presidente mineirn, e que
o Sr. S llego no convenio que fez com o
governo do Hio de Janeiro a respeito da
percepcSo dos direitoa do caf, sacnlicou
es intereases miueiros aos da sua provincia
sem se lembrar que o convenio tal qual
existe foi propoato por una commissilo
composta de tres Mineiros milito Ilustres
Mariunna. Seo nome ora Josephina Millet.
Con lava 35 aunos de idade Ha urna gran-
de'perda geralmenle sentida. Seu cadver
foi sepultado do dia 7. Todo o corpo ea-
uonico, clero.o sominoristasacompanharan
osahimento, como tambem as companhoi-
rasda fallecida, as meninas de seu acredi-
tado a ulilissimo collegio, multas pessoas
gradas do Marianna, e algumssdu Ouro-I're
lo. As jaoellas, portas e ruis estavam api-
abadas do espectadores! O sahimento foi
eminentemente solemne e religioso...- Sais
irniSas da candado, oabisbaixas e 'medita-
bundas, Mistenlavam o sarcfago, por so-
bre o qual se va estendido um sudario, cu-
jas extremidades oran elevadas por quatro
anglicas meninas cobortas do veos candi-
dos cuuio a nev, e de cima da cruz negra,
que se divisata nm um sudario, detcinaava
al va formosa gi'Kiald.i, emblema, da pureza
eumroaario. A pos o fretro marebava a
veneravel superiora.
O prestito deafilou magestoso e grave
ao lgubre som da msica o do tristibundo
canto dos sacardotes mesclados com os cre-
eros solutos das innocentes meninas
que pranteavam o passamento de sua
mili de educacSo o de amor. Ctiegado ca-
tbedral.roio cadver dapoaitado em urna
ca, soguindn-se cni continente o solemne
offlciodo morios presidido pelo llovoi. ca-
bido, c una inissa cantada, ao terminar da
qual foi o cadver encommondado, e bsl-
xou ao sepulcro, sendo nelle collocado por
os Srs. Barbosa, Manuel Teixoira, o Paula presbyleros.
Santos, e apenasupprovado pela presiden-1 A' beira do tmulo, lacrimosas e me-
ca. lancolsadas, so havio postadlas santas fl-
Maseu dissesem su lembrar, como se lliasde Vicente de Paulo, roslo paludo o job-
as paixes tivessem a memoria do bem; nao Ihos em Ierra, para presonciarem o desci-
ellas nao leca, uem podum ter se u5o a ru- ment Jo sua irona e deixarem cahir por
rnoiiadomal. sobre o ferotro urna ligrima de dr; mas
Talve, a vista do que Iba expooho, su- jemsuas frentes, em suas lagrimas, em sua
ponlia 3111 vi uaue que usa proviucia apro- tristeza, Irausvei'beiava a fe, a relgiSo a
sanie o aspecto do um paiz conquistado, joue ellas Ion) volado sua aloja, seu co-
cujas altas e baixas posicOes ofllciaes se racSo.
cnao mi ii.i di-nte oceupadas pelos con-i A lodo oslo aclo pathetico c dolo'oso
quistdores. Pensara mu se assim pen- assislio innmero povo que no templo for-
saase. Paia as paixOes tirarem partido de juiigava' As virtudesda|illustra finada, aclas-
uui facto uSo carece que elle exista, basta sa que ella peiloncia, os beneficios que de
a conveuiencia da sua existencia, que el- continuo as irm3as da caridado liboralisam
las logo o dOo corno cerlo. e averiguado a aos enfermos dosla cidade, o sousarreJores,
incomestavel. Cunvom, logo existe. Eis- jtratando-os com medica pericia, zelo, e de-
abicomoelles raciocinam. dicacSo spropria da religiSo do calvario,
Sim pensara mal, porque os capoeias aua desinanca rogular, o methodica proii-
empregsdos uesta provincia no orcaui uem .galisada em grande escala para com as me-
Augotto FreJerico da Ollvoira
l>r. Francisco do llego Barros Brrelo
Jos Pedro da Silva
Or. Domingos de S. Ledo
Dr. Jos Francisco da Costa Gomes
llr. JoSo Francisco de Arruda FalcSo
Dr. Joaquim Manoel Violra de Helio
A. dosS. deS. C.
Dr. Pedro Gaudiano de Ralis e Silva
Dr. Francisco Rodrigues Sote
Francisco Raphael de Mello Reg
Dr. Francisco Alves da Silva
Dr. C.XavierPereira de Brilto
EscrivSo Franciaoo de Barros Correa
Dr. Caetano Estelita Cavalcanti P.
Dr. Francisco Carlos BrandSo
Dr. JoSo l.ins Cavalcanti de A.
I'rofessor s llenrlques de Albuquerque
Tenenle-corooel JoSo do Rogo B. FalcSo
Hajor A. J. de Oliveira
Dr. M. Car ne i ro Lina de Albuquerque
Dr. Jos Mara Moscozo da Veiga Pestoa
Jos Igoacio Suares de Macodo
Padre Luiz Carlos Coalbo da Silva
CapilSo Manoel Antonio Martina P.
Dr. J. P. M. Portella
Dr. J. d'AquIno Fonseca
CapilSo U. J. de Mello
Coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira
Padre Joaquim Pinto de, Campos
Vigario gcal L. A. Meira llenrique
Dr. Aflbnso Peros de A. MaranhSo
J. A. Lopes
Dr. A. de V. M. do Drumond
Dr. Cypriano Fenellon G- A.
Vigario A. F. Goqcalves GuimarSes
Dr. JoSo Francisco da Silva Braga
Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior
Dr. M. Archanjo da Silva Costa
Dr. Lourenco Avelino de A.
D". Manoel Firmino de Mello
M T. R. Campello
Dr. Rodrigo Castor do A. MaranhSo
Tliomaz d'Aquioo F. J.
Dr. V. Justiniano B. Cavalcanti
F. da S. Cavalcanti
Dr. Gervazio Concalves da Silva
Padre M. do S. Lopes Gama
Antonio Marques de Amorim
r
40 Oeanmbirgador J. M. F. Je Mello
40 BarSo deSuassuna
40 Dr. Manoel de Albuquerque Machado
40 Dr. Franciico Raphael de Mello Reg
(n Dr. Ilerculano G da llocba
40 Francisco do Reg tarros Brrelo
40 Silvestre Antonio de Oliveira Mello
40' Dr. Jos Quintino de Castro LeSo
40' llr.Manoel Firmino de Mello
40 Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello
36 Dr. Lourenco A. de Albuquerque Mello M
85 Dr. Francisco de Paula Baptiita T
30 Antonio dos Sanios Siqueira
30 Dr. Joaquim Pires Machado Portella
30 Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
30 Dr. Delphlno Augusto Cavalcaole 24
30 Dr.Joaquim Vllela de Castro Tavere 24
30 Dr. Cypriano F. Guedes Alcanforado 91
30 Marques de Amorim 31
30 Dr. Aprigio Justiniano da Silva G. 30
30 Msjor Jos Ignacio Soares deMacedo SO
30 Kodolphoj. BaratadaAlmelda 15
30 Dr. Jernimo Vuelta de Castro lavaros 15
2s llr. Joaquim Concalves Lima 14
27 |),.. Ilemeterio J. Velloso da Silveira
H Repartilo da Polica.
20 PARCE DO DI 1 3 DE DEZEMRBO.
20 Foram presos: ordem do delogado do
20 primeiro dislriclo dcste termo, a crioula
o,i Finuina. esoraa do D. Feliciana Candida
16 Clemeote, sem declararlo do motivo; o
13|do subdelegado da freguezia deSanto Ao-
13 Ionio, Antonio Jos Soares, por ebrio.
111 DEM DO DIA 6.
10 Foram presos: ordem do chefe de po-
lo licia, o desertor do nono batalhSo de in-
I o tan tana, Juvencio Manoel dos Passos;
;,!ordem do subdelegado da freguezia de San
5 Frei Pedro Goncalves do Recife, Filippe de
., .Souza Moren-a, sem declaracSo do motivo;
3 ordem do subdelegado da freguezia de
3(San Jos, Francisso Jos Gomos de Oliveira,
3 o Antonio Pedro, por briga; e do subde-
3legado da freguezia da Roa-Vista, Matheus
3,Jos deSouza.para averiguares policaes,
3 DEM DO DIA 9.
3 Foram presos: a ordem dochefe de polica,
3 J.is Marques Coiitiiilio, por SUSpeitO, s.igun-
32 i palavras no fafleW mala do que ouvir-so as
3 vozes do publico para aonunclar a glora da
3i I jovoq o bella aa|iata 11 rivalsem nossa pro-
831 vincia. Em que drama deixou la a Sra. D.
:ii' iManota de sor admirada do publico, a por
33 olla ajalaudida com entbusiasmo aempre
3! nfof njrandeaV Mascara Negra, em Fr.
30|Luiz'de Soura, malor nos Trinta Anpos ou
a vida de um Joaador e na Grapa de Daos,
sublime em Caprina, e em lodos os mais
dramas, iioaaaa frases sfio rasteiras. n3o lom
elpresso vhrae vigorosa para significar-
mus o ijno he a Sra. D, MaQoela.
Bata insigne artista, hole-unicaem Per-
ai
31
26 nam
Dr. AlexanJie Bernardino dos Reis o Silva 3 de communicou o commandante do corpo de
pela ceuteziuia parte dos Mineiros que to ninas, que affluem numerosas de lodos os
altas postos oceupao uossa corlo. 1 pontos da provincia, anda os mais remotos
IS'asceram 00 Rio do Janeiro o presidente, aos da Santa fossem roligiosamentd acata-
dos que tivcssem no ordinario enterra-
monto.
A veneravel Franceza quo o Anjo da
morlo vem suhtrahir snossas vistas morta.
o seu ajudaote de ordeus, e o commandante
do corpo policial. A provincia tora 1& co-
marcas, e um nico juiz de direito, he na-
tural dessa corle, o desta comarca. Na as-
sembla provincial lom apenas asiento um
Ilumnense, se air.eoaoria-uio dSo falbs, o t-'i'a complexo de todas as virtudes emineo-
na cmara dos deputadoa tres. j tomento chnstaas. Em o-largo decurso de
Couleagoia quantos naturaes desta pru- Mi uuformida le ella apresenlou paciencia
vincia oceupam abi alias posifes e se'6 resigoacSo elevada ao mais sub po ponto
acliam empregados as diversas reparti^es : l" porfeclilidade. Ella eocarou o morte riso-
ahi existentes e diga-me se ba razSo algu- iba e leda, pois que nella nSuenxergava se-
ma, por especiosa que soja, para sebradar
tanto contra os capoeiroa.
Occorre-uie que essa provincia esta divi-
dida em 8 comaicas, o apenas tres Flumi-
nenses sSojuizes de direito c dous Minei-
ros, o da capital e o llaborahj; em 10
dopulados dousviram a luz do da nesta
provincia.
ii3o o unci de verdadeiro viver. Em seu
serfico semblante se lia o prazor, o jubilo,
quando mesmo na suprema agona; o nem
a morte pOJo munharas flores da modesta
bolleza!!...
Dizcr quo Josephina eraGlhado S. Vi-
cente do Paulo, o irm3a da carida; he re-
malai seu encomio. Sua alma radiante de
Noto tambem que o clicfo do policio da g'oria descansa uosseiosda eternidadefru-
edrta be Mmelro, u ap-nas tem dous juizes lindos (mueres inelTavois da Viso Intuiti-
dddirvito dpoeiras sendo a provincia do 1 *" Seu nom-i venerando, adujando as
Riod.: Janeiro, segundo se collige do rea- a'as a faina, glonosu atravessaia os secu-
toro ultimo o nebro ministro 3o Imperio, I'0*- Sua memoria iudelevel receber os
aquella quo maior iiuinaro do leus natu- '"ossos cultos, e do nossos pastores.
EscrivSo F. C. de Britto
Dr. L. F. de A. Calanho
Jos da Costa Dourado
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. M. da S. Forreira
Dr. S. A. Mavignior
Leonardo Bezerra
Vigario Venancio Henrique do Rezendo
Jos Pires Ferreira
Padro Francisco Rocbael P. de B.
A. deS. Reis
Antonio Joaquim de Mello
Teuente-coronei A. Carneiro Machado h.
Dr. A. F. P. de Carvalho
Dr. Angelo Henriques da Silva
Comraendador D. Malaquias de A. P. F.
Dr. Guilbermino C. M. Bacalho
Dr. Bandeira de Mello
Padre Francisco Maniz Tarares
Corono! Francisco Jacintho Poreira
F. deC.Paesde Andrade
F. II. B. de Menezes
Dr. F. A. de Oliveira Macel
Nada mais.
rieaenria aos tu sosjuriJcos.
Mas basla ue trotar doslo nssumpto. Em
toura da civillaacSo mm ira cumpre-me
d clarar que o s 11 un uto do exclusivismo
que a opposipSo procura boje enraizar nos
ooracOes nao prouiclle vigorar por falta de
soiva que o aJimeato,
Chevou a t-sla caoital o ebefe do polica
devoltada ardua trela que levo do de-
sempenhar cni S. Joo Mepoinuceno. O ex-
dolegado de politia suspeiiaodo de que ba-
via ordem de prisBo expedida contra ello,
a Marianna, 7 d novembru ,1o 1851,
a Vatlre Luis Vtreira ti-mytoes ile kraujo.
(Corla particular.)
(Jornal do Coiiimercio.)
i>ERNAMBUC9
ELEICES PROVINCIAES.
Collegio de Jijuaraisu'.
Ot srs.
Dr. J. A Cavalcanti de Albuquerque
refugiou-se, e a diligencia senSo cffcctuou! Dr. Cosme deSa Peroira
A opposigii j i-lugii o chele de polica e de- |Major Joflo V. Villela
prime o presidente, i Dr. Ilemeterio Jos V. da Silveira
OSr. Sltego he esporado nesta capital Dr. Ignacio Joaquim do Souza LeSo
al o dia 20 do corrente. Contina a ser
'ee- ludo com todas as demonstraos de
publico regozijo por todas as povoac,0M por
onde vai passando.
Um triste acontecimeulo acaba do enluar
a cidade de Marianna. No dia 6 do corren-
te entregou a alma ao Creador urna das ir-
ru.'ias de Caridado do Collegio de S. Viceote
do Paulo. Chsmava-so Josephina Millet.
As santas 1 mias da Caridado perderam iDr. P. F. de Paula C. de Albuquerque
urna companbeira, mas o coro das virgons Major Florencio Jos Carneiro Monleiro
ezultou do jubilo no co, porque as suas Dr. A. Justiniano da Silva GuimarSos
vozes se uni mais urna voz para cantar as Dr. Jos Quintino de Castro LeSo
glorias do Senhor, Padre Viconto Ferreira de Siqueira V.
Remetto-lbe a necrologa que foi aqui pu- Dr. JoSo Francisco Duarte Jnior
blicada pela imprensa, assim do governo Dr. M. F. de Paula C.
como da opposiffto. {Jos Joaquim do Reg Barros
1 No dia 6 do corralo mez falleceu urna Consclheiro A. P. Maciel Monleiro
das irmaas da caridade eslabelecidas em
I'rofessor A. P. do Figueiredo
UmbeliuoG'iedes de Mello
Dr. Jos Cardozo de Queiroz Fonseca
Tencnte-coronel Francisco Lopes Lima
Dr. I.ouroneo llezerra Carneiro da C.
Dr. Manoel Joaquim Carnoiro da Cunba
Dr. M.C. C. daCunha
Dr. JoSo Jos Ferreira de \guiar
Dr. Francisco Xavior Paes Brrelo
VOTOS.
56
55
53
50
50
50
50
50
41
40
40
COLLEGIO DE CARANIIUNS.
72 Eleitores.
Dr. Jos Nicolao Rigueira Costa
Dr. Rodrigo Castor de Albuqr. MaranbSo 65
Mnnoel Carneiro de Sou/.a Lacerda 61
Dr. Domingos UeSonza LeSo 51
Dr. Jos Francisco da Costa Gomes 55
Dr.Viconto Justiniano Bizerra Cavalcanle 50
Padre Vicoute Forreira de Siqueira V. 47
Dr. Lourenco Francisco de A. Calanho
Dr. Simplicio Antonio Mavignier
Tenento Coronel JoSo do llego B. F.
Vigario Nemezio de s. Jo&o Gualberto
Dr Francisco Alves da Silva
Dr. lanoel Jos da Silva Neiva
Dr. Jos Maria do Albuquerquo o Mello
Tee nte Coionel A. C. Machado Rios
Joi do Cirvilho Araujo Carvalcinte
Dr. Gaspar de Menezes V. de Drumond
Dr. Antonio Baplista Gitirana
Dr. Marcos Crrela da Cmara T.
Padre Pedro Manoel da Silva
Dr. Manoel de Souza Garca
es
47
46
46
*
45
44
44
43
49
40
40
3 polica, sem bavor declarado o molivo; a
2'ordem do delegado do primeiro distncto
2 deste tormo, o menor Minool do Nascimen-
1 lo Angelo, e o preto Luiz, escravo, lam-
1 bem sem declaracSo do motivo; o porlu-
l'guez Luiz Jos Fernandos de Mendooca,
1 >por de injurias, e o preto Ambrozio, oscra-
1 vo do Dr. BrandSo, por crime de furto ;
1 ordem do subdelegado da freguezia de Sau
1 Fre Pedro Concalvs do Recife, o preto
1 Jos, escravo, por andar fug-lo, o portuguez
1 Ignacio Jos da Cruz, por ebrio, e a preta
1 Maria, escrava de Roaa da ConceicSo, sem
1 declaracSo do motivo; ordem do subde-
1 legado da freguezia de Sanio Antonio, Do-
1 mingos dos Santos GusmSo, por ebrio, e i
1, do subdelegado da freguezia de San Jos,
1 o preto Joaquim, escravo de Francisco Lu-
1 duvico, i requisicSn do depositario geral,
1 Manoel Ferreira dos Santos, para averigua-
I {Oes policiaes, Elseo Theodoro dos Santos
1 o o preto Manoel, escravo, sem declaracSo
I do motivo.
DEM DO DIA 10.
Foi preso, ordem do delegado do pri-
meiro districto deste lermo, Jos Pereira
Caldas, por desobediencia.
ta insigue artista, hoja-nica
buoo, yai apresentar emsceni
scena um ex-
peclaculo pojnpozo, grande, sublime e va-
riado : he tita expeclaoulo em seu benefi-
cio, eo publico que entbusiasta a lom ad-
mirado e1 sem*essar applaudido hado por
sem duvida ser generoso com a artista qu*
a todos os resppitos tem ganho es suas af-
feijoes e simpatlnas. O drama escolhido
pela beneficiada ho urna das mais sublimes
produocoea dramticas que hemos visto ;--
O Sondo," ou pJferrivel flm de um usurpa-
dorbullas liefles de moral nos offereoe este
drama no qual se vea coosoiencia de um
fratricida obrigando-o a coofessar seu bor-
roso crime, denunciar-so publicamente, e
aliviar assim a pena que soffre m seu so-
Viuho aquemse Imputa oassaasloato do
conde seu to. A Sra. D. Manoela faz a par-
te do Paly : nova occasiSo taremos para a
enchermos de sinceras ovacries ; he bem dif-
licil este papel, o no seu desemponho mui-
las artistas tom'riaufragado ; mas a Sra. D.
Manuela dossanpenb 1:110-1, como he de es-
perar, o que podemos afflrmar por um en-
saio, a que.a asistirnos, tora a gloria im-
murxaval de ver a seus ps todas essas ar-
tistas presumidas e caprichosas 1 en leudo--
Iheo tributo bem merecido de sua vassal-
lagem.
No fim do drama (eremos da ouvir o bello
duelo da opera--Anna*Bolena--canLado pe-
las Sraa. Luida e Carmela, sim ouviremos a
harmoniosa o doce voz da engracada Car-
mela, essa voz anglica da gentil cantora
quo agradavelmente soa m nossos ouvidos,
e delles se communica aocura;3o causan-
do-nos a mais deliciosa embriaguez.
No flm ou apozo duelo teremos a engra-
cada comedia brasileira O Ciixeiro da Ta-
berna-Ooome do Sr. Peona, seu autor he
bastante para a acreditar. O draia-08o-
iiboho pela primeira vez levado a scena
uesta provincia.
Bem divertiloheo expectaculo que nos
di a Sra. D. Manoela ; bem generoso deve
ser com ella o publico, tanto mais quanto
be esta a primeira vez que ella sediriqeao
publico solicitando a sua protec^So. Kesta-
noa agora pedir a Sra. D. Manoela desculpa
da nossa ousadia em rabiscar estas mal Iras-
sadas liabas.
^__________________OEiVcHen*.
COMMERCIO.
10. carga farinha de mandioca e madeira-
a Leopoldo Jos da Costa Araujo. '
Rio de Janeiro 15 dias.'brigua inelez Ve
us, de 183 tonalladaa, capiUoU. D. Ho-
aurae, equioagem 11. em lastro; s Me"
Calmoni & Companhia.
Buenos Ayres 89 dial, patacho austraco
Romolo,"de'l2l tooelladas, oapitso Amo-
nio Desotovich, equipagom 9, earga car-
ne saooa; a Manoel Airea Guerra Jnior
EDITA jES.
Communicado.
A ILLM." Sil." D. MANOELA CAETANA
LUCCI.
NSo ha um nomo desconhecido o obscuro
o desta bella artista; elle exprime a subli-
me ideia do um genio na artodfamatica :
anda no verdor dos seus aunos ella toca j
pi-ifi-icii no ilcstmpnntio de todos os pa-
peis, mosmo nos de grande o difflcil execu-
cSo: nunca so vc e.u tSo pouca idade um
talento tSo bem desenvolvido ; j nSosSo
Jos Francisco de Albuquerque Lins
Padre Francisco Rocbael P. de B. de M.
Beato Jos Fernandos Barros
Major Florencio Jos Carneiro Monleiro
Antonio Vctor Correia
CapilSo Mauoel Antonio M. Pereira
Francisco Joaquim da Barros Correia
401 Coronel Lourenco Bizerra C. de A.
101 D,-. JoSo Francisco Duarte
Coronel Jos Pedro Velloso di Silveira
Dr. Francisco JoSo Carneiro da Cunba
Dosembirgador Firmino Pereira M.
Dr. Pedro Fraucisco do Paula C.
Coronel Leonardo B. S. Cavalcanle
Commandante superio Z. da C, Bastos
Francisco de Barros Correia
Padre Joaquim Pinto de Campos
Dr. Alvaro arbalbo Uchoa Cavalcanle
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunta
Dr. Manuel Francisco de Paula C.
mples esp8rancas,.quo nos di a Sra. D.
Manoela, estas aparecem, quando o artista
anda no cometo dos seus desonviilvimou-
Itos intolloctuaes apenas mostra um talento
grande, sem com tu lo.ser perfeito no seu
traballio, a joven Lucci porom nos tem con-
vencido de que ho perfeita em sua arla. Nos
que nSo cosuimaniosa baratear o nome de
artista, n3o podemos deixarde da-lo a Sra.
38 D. Manoela : esperamos um chuveiro de im-
37 properios, e eptetos injuriosos contra nos
37 dirigidos por aquellos que tem tomado a
36 peilo uiaucli ii-ein a roputacSo mais bem Or-
35 mada, e escurecorem o merecimento real de
35 qualquer artista consumado : ventian as in-
35 jufi" vonhamas descomposturas, temos
35 consciencia do proferir urna verdade, o nin-
35 guem nos pode vedar do direito quo temos
3j do assim pausar, urna vez que respeiteaos
34 o pensamento alheio ; um silencio despre-
34 sador, ser a nossa nica rosposta a ossos
3j pobres itabos quo por ahi andam a intro-
33 metter-se em todas as cooversa;0es parlicu
33 lares para dallas lirar motivo de infernaos
33 lentacOos.
33 NSo sfio or certo as nossas palavras que
33 dSo merecimento a Sra. D. Manoela, estas
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 19. 19866,623
Desearregam hoje 13 de deztmbro.
Barca porlugueza Boa Viagem merca-
donas.
Brigue portuguoz Novo Vencedor ceblas
o cal, -
Brigue francez Cesar mercadorias.
lni|ioi-tacad.
Hiato nacional Concei{So vindo d S. Ma-
theus.consignadoaGaclanoda Costa Morei-
ira m-aiiifestou oseguinto :
1,160 alqueiras familia do mandioca, 5
saccas pulvifBo : a Jos da Cosa Culma-
rSes.
Brigue portuguez General Rege vihdo de
Buenos Ayros, e-nto deJarreiro, consignado
a Aiuoiiiii ( li inios nianifeslouo laiguinta :
4,03C f pes llespanhol ; carno secca, 20
couros seccoa : a viuva Guadao /x lilbo.
CONSULADO GERAL. *
Itenilinioiito do da I a 11 f):056.475
dem do dia I*,. ...... 2:362,724
13:419,199
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia i a 11. .
dem do dia 12.......
ment silencioso e accrescentou com torriao
sardnico que deu urna capresso toda nova
sua pbyaionouila, ordinariamente suave een-
tmiuanle.
Mo aceitas ?..,. Ento s to virtuoso, tao
."imples como Joo laymundo, que se indigua
de (|ue leanlos livro de rapazea P Como se em
nossa idade fosaemos incninoa! Elle pode licar
no nio al aos innii aunos, se isso Ihe aprac.
pela ii.inli i parle, nao invejo aua iooocencid,
nem tu tamtiein, Fernando, eslou certo disso;
tu nao a tao nescio que fa^as tal.
vil u.ui, res|iuiidi cu 1, 01, uiiu parecer ridi-
culo aoa olbos de Levasaeur; c deinals nocen-
Aa priucipio eacutei a Andi com urna aorte
de cmbraguei, o mangue ferveu-mc as veiaa,
urna nuvemeatrndia-ae-mc dlante dos ollio
aos dcpoia sent um aperto de cora;o tao do-
loroso, urna aoguili- t.1o profunda, que Levas-
Miitiue inspiruu una sorlc de temor myatura-
do de ri>|iiignancia. Eu nao pude deiiar de ci-
claiuar aparlando-iiic delle :
Tu i lambein um pessiino sujclto Se eu
te cscniassr... licaiia perdido....
Andr rclii-011-sc dando urna risada sardoni-
ci, da qual liquei oais buinllhado que iima
do cu lia .. i.,,., itgujiha du tmi ,: u
hcnesio, urna das mais deplaravcis enfermida-
auroaJoao, ellaum suas ideiaa, us temoa as .des daa nalureas iracas e sem principios de-
noasaa, no he Audi .' tai minados! senlia-ine ridiculo aos olbos de
Cerlainente, c deniais creio que llaymun- fnieu cantarada ao depola, se o devo coufeaaar.
do he 1 vejo.u de ti
lnvejosp. de inim elle! lu te engaas.
- Valha-me Deoa'. Pois oo tabea, Fernan-
do, que nsitas vesea urna pessoa he invelosa
sem o querer, e quasi sem o saber ; Raymuo-
do, apear de seu carcter brutal, he um dos
roalhores alumnos do 3. I'ai liara, concordo
man grado mcu, deiael-me levar por suas li-
Saojas relativamente a ininha scmeluanca com
este feliz cavatlelro de Faublas, cujas aventu-
ra, amorosas desejava sudosamente 1er ; fi-
nalmente eu nao poda eipcllir do pensamento
estas palavras de Andr :
Sao principalmente estas inulheres alada
utas ha pobre como um mendigo, anda aempre mocase bellas, mas que tempasaado dos trinta,
vestido como coll.-gi.-il, em lim nao tem como que dnoaiteutao a meninos como nos. -
tu o ar de uin mancebo como il faut, desses
mancebos... que as mulheres conslderam j pe-
lo canto do olbo.
As mulheres .' dlsse eu vivamente a An-
dr, tornando-me vermelbo como carinealn, aa
snnlberes... darem altenco a ineDinos ooino
116a... Tu crea isso, Aodr ? ob nao, he Impos-
aival.
Levaaact cvaulwu os hombros, aorrio com
um ar de deadenhoaa auperioridade, depola ac-
crescentou :
Meo pobre femando,'quando tlveres lido
Vaublm t o Potu, tabcia que be principal-
mente em meninos como ada que reparara is-
las mulheres mocas e bellas aioda, mas que
tem pasaado dos trila, e 1S0 geralmenle noa-
aaa pveeeptoras. Um calor grande me subi aa
rosto ; eo alreanecl. Leinbrei-me que a mal da
llajrmuado era moja, e bella, e tiaha trinta an-
noa i nao Uve farpas para ioterromper a Andr,
elle coatlouou:
Sim, Fernando, aa conhecedaras, como se
diz, reparam em at, tn vers em Faublas
auaa aventuras com a bella marqueta de B....,
quando elle I tic he apreaentado debano do tra-
je de inulbar, pola lloha quasi nossa idade,
llepoia olhando paramiui, Andr accrescentou
nodo-te :
He singular, tabea que s perfellameote
o retrato do cavalbeiro de Faublaa aoa detaaelt
nuues?
Ku .' Andr, tu ests cassuando.
Ta Iri.-is o livro, tu vers te me engao.
Ah Fernando, que modelo para nos, he este
encantador cavallelro. Aoa desoll aonoa elle
tinha JA tres amantes: a bella inarqueza de
b.. urna innocente pcnsiouiala de convenio, c
Certameoteeu nao tiuha anda chegadoaima-
ginar que a inaide flaymundotlvesse reparado
eminim ; inat ella tiuha passadodos trinta e era
aduiiraveliaeme bella nao f fi preciso mais
nina criada velhaca, bella como ti amores !
( inri, iniii he como dizea uin menino como nos,
e at mais mof o que nos, pois este pagemzlnho
irin (i; mil 1 0,011. quinte annot; he alm dis-
so bello como o amor, lo bello que aua linda
madiinha eolouquece por elle: ella chaina-sc
a condessa Almaviva, be una dealas mulheres
de que te tenho fallado, encantadora alada,
posto que trnha passado dos trinta, ella he pois
as escondidas amorosa de C.herubim ; elle lain-
bem s escondidas be amoroso da madrioba, o
quenaoolmpedc, que libertininbo I de abra-
'.re dcinqulcuircui iodos os cantos i geuiii
Mw.iii.i, criada da coodesea. Ab 1 mcu pobre
rcrilapdoAtie preciso ver scena em que Che-
1111,101, com um boniiet de rendas sobre seus
bellos cabellos lourut, cita ajoelhado aobre
urna almofada enlrc a inadrinha c Suzana, en-
tretanto que csias duas bonitas muliierca que
ardein ds amor por elle, fallam de veatl lo de
noca, de aorte que Suiana dit condetaa :
Veja, tenbora, como elle tem o braco ai-
ro > e tamas outras cousas deliciosas que
seria inui longo referir-te i eu quera ameute
oosirar-te, meu boui Fernando, que nao sou
uin roau sujeitc por dlzer-le cousas que se di-
tem na Iheatro, e que tua av val ouvir e ap-
plaudir, he porque com elleilo todo o muudo,
e as mulheres, ob!.... principalmente aa mu-
lheres enlouqueceui por esac gentil Cherublm
para gravar em traeos d:foa;o em meu esplri-| 'lue adora sua bella inadrinha e alirafa Sniau
to aa perlajosaa eacit'cfies de Levasseur. Elle
eslava silencioso como ru, quaado levantando
osollioa, eocontrei seu olbar astucioso Je pene-
trante, o qual :;::;;-ihc respeito, e rdubiuu
meu embaraco.
Levasteur tere i de inim, e dlsse-me com
um tom tectuoso:
Fiz mal em rlr de ti, mas mi pude del-
lar de o faaer, ouvindo-te tratar-me de inau
aujeito porque aou um pouco deaasoado Olha,
Fernanda, para provar-le que nlo quero dar-te
mam cornalina, c principalmente perder-te...
emito diics. deixa-me citar-te nm eiemplo : tu
lena visto muitas vezes, cartazea de theatho
pregados as esquinas, nao be '!
Sim..., que mala ?
.Vestes crlazet tal ve/, lechas lido o annun-
quaodo pode. m urna palavra, Fernando, res-
ponde a lato I SuppOe que como Cherubnu, tu
ou au, dout meninos, aoinoa amorosos de nma
bella madrinhae de urna Suiana, cade estarla
o mal ? se lodo o mundo, repito, la av a seua
amigos, voapplaudir no tbeatro esle liberllnl-
niio Cherublm .' Que tens a diaer a laao i Ve-
jamos.
Andr Levasseur llnha ratSo, en nlo acbei
nada que responder aua perigoaa glorldca-
cao de Cherublm senlia-ine alliviado de uin
grandepeao ; mous ltimos escrpulos se des-
vanecerme dirigindo-me a meu novo amigo,
disse-lhe:
Eu nlo era senao um tole, pois tem ra-
aao, Aodre, nao ha nenhuin mal em ser amo-
roso em nossas idadea, Mlnha av, teus amigas,
todo o mundo em lim, nao val como dlze-, ap-
cio do Casamento de i1 gar, comedia que ha
algum lempo a esta parte, se reprsenla no pl.iudir no Iheatro este joven pagem de nula-
theatro Francs, nao he assim ? I te aunos, amorosa de aua bella inadrinha i
Justamente, minbaavfo ver esta peca a! E repara bem, Fernando, que Faublai,
semana passada e domingo aojautar, em nos-1 que o Poeta, estes uiaua llvroa, como os ilu-
sa casa fallou-se multo da actriz que represen-: mam, vendeu-ae publicamente e nao lio em
lou o papel de pagem. (lim de contas seno a historia de outros Che-
O papel de Cjuerublm 1 respondeu Leras- rubina ainoroa n ; tmente te recomineodo por
seurcom um ar Iriumphaate, nao ful eu que ] ininha vez a discreclo para com Jo5o Raymun-
te dista isso. Sabes quem he eise Cherublm? do. a proposito de notsas contideacias : nlo
qual o asAi papel uesta peca ? I obstaote ser um eicellente rapaz, elle vera mal
Nlo, sel smente que he nmITagem.....f onde nenhumealste.
amoroso de sua madriuha, respond eu co-| Cu la, Andr, fater te a mesmi reoommea-
rando...., (daeao, e al te isso nao te contrariaste, que nao
Pois bem! Fernando, eis aqui o resto ; jparecesseuiosscramigoi aos olhoi de Raymuo-1urna vivacidadeinvoluotaria ; corei de novoe
do ; podemos aempre ver-nos no recreio da tar-
de sem que elle desconlie de nada, poli que a
esta hora toma uina licaode mathemalicas.
Esta reserva me couvcm milito. Haymn-
dorepelllo-me, por taaio nao queru te-lo com
nosco, la amiadc me basta i dcmals talve
elle tenha cluiues, como era leu amigo pri-
meiro que eu, convm nao alQlgi-lo, nao he
Fernando ?
_ Oh sim ; elle he tao bom.nao obstante
aua groaseiria....
Euo tlohajtilgado tal; mas to deves co-
iiiiL-ue-iu iiieiur do que cu, porquaato es seu
amigo intimo.
Depols de uin momento de silencio, Andr
dlsse com uia olhar e uina expressfo que ao
principio nao me flieram nenhuma impresan,
mas que por mullas raides, Ai de inim/ae tra-
caraiu logo drpolt em meu peasameato e nelle
se ti.o 00 para sempre :
Tu e Itayinundo sois tao unidos que tai-
vez J lenbts ido casa delle ?
Sfm, domingo pasaado,.-
Ah .' esclamou Andr, como ae mlnha
resposta Ihe tlvease causado em prazer aecreto,
efaccrescentou :
Pobre Raymuado.... aao haviaa de achar
multa sumptuosldide em sua casa, nao he t
Oh sim... Ella he bem modesta mesmo e
mais que modesta.
Pastaste multo lempo em casa delle ?
Sim ; lomamos ah uina pequea refa-
ci.
Cma bella refelclo, nao he Femando i
Oh oo i pao e fruclos. mas OQerecidot
de lio bom coradlo por Madama ftayinuudo.....
B mlnha froote corou, meut labioa treme-
rn ao pronunciar ene nome. Nao sel ae Le-
vasseur percebau mloha einoclo, mas cita ac-
crescentou com um ar Indifferenle :
_ B o pal de Raymundo, asslstio tambem a
esla refeivao?
_ O pal de Raymundo '.... entao Ignoraa qne
elle he morlo, ha multo lempo ?...
De veras ? Pobre Raymuado, eu nlo tabla
Isso, respondi Levasseur eom um tom com-
passivo. Eu cria que seu pal suamal erain
ainda vivos ... Ah I e aua rai 1 he nina boa, se-
nhoia, nao he ?
Sua nial! ba aioda mullo moca.
Moca... moca... he dllnell, Raymundo, sc-
guodo crelo, tem como us, desasis para des-
sete anuos,
Dessete anuos; desoito mezes mais que
eu.
Pois bem! sua mal deve ter pelo inenoa
trinta e cinco 011 trinta e seis anuos...
Ignoro sua Idade ; mas o que be certo he
que parece ainda inuilo moca... e que be bel'
la... ob I minio bella....
Cu pronunciei cas ultimas palavras com
554,466
505,772
1:060,238
Exportac&o.
Rio Grande do Sul o b'riguo brazileiro
Dos te guarde de 149 toneladas conduzio o
seguate: 1,200 alquefresde sal do Ass ,
495 barricas 3,171 arroba 7 libras de asssucar
4,400 cocos seceos 20 mullios "esleirs I
fardo cbapeos, 1 dito capotes de biela.
consulado provincial.
Rendimenlo do da 12.....2:023,833
Movimentodp porto.
Navios entrados no dia 12.
Santa Catharina 29 dias. patacho brasiloi-
ro Alegra, de 162 tooelladas, capilfio An-
tonio Eaeas Gusiavito Galvio, equipagom
nao ousei levantar osolboa para Andr. Elle
continuou *
E a refelcao fol alegre ?
.Alegre l...no; mas madama II.1 y mundo
foi tao amavel para ......1, deu-me to bons
conselhos, que isso vallla melbor que ale-
gra.
A etta lembranca o coraclo se me aperlou de
novo. Andr Levasseur Inspirava-n.e pela se-
gunda vez urna aversao lustlaoliva ; um pres-
sentimento vago in'e adverta da um perlgo ; eu
nlo uusava confessar a Jlo- mlnha nova liga-
tau com Levasseur, eu acalla poia que ella era
m.
Andr adrlohou sem duvida meus pensa-
incntos secretos, pois respondeu :
Entao Fernando, madama llayiuando, que
me parece ter a idade da madrinha de Cheru-
bluas ou da marqueta de B... de Faublai, be
bella como estas duas eocaniadoras mulheres,
e foi multo amavel para coiutigo?....
Fsta comparaco iusidiosamenie calculada
por Leveaaeur, fez baler-me o corac.io vlolen-
lainente ; ininha fraca e ultima aspiraelo para
seattiueotot melhoret perdeu-te na perturba-
clo de ininha einocao. Eu eslava foro de estado
de fallar. Aodr cnallnuou :
.Vi, 11I11 vid 1 ,|iie m 1 11 mi Raymundo te le-
nha dado bona couselhos. Pela minen a parque
Joo be educado, he fcil de rer que aua mal
he urna mulher de inulto julio e de iquila fir-
mesa mas pondo de paite os bons conselhos
que te deu madama Has mundo, dlie-me a
converaacao entre ella, tu e Joo, fol multo
:;;:;:;-.-!: .' Isso me adiuliava ; deque podestes
fallar ? do collegio, devotsos estados, aeui du-
vida ? E isso uo be mui divertido.
Esta dlverso me alllava. Eu nlo percebla
que cada uina das palavras de aodr era por
assim dlzer umaquesto sobre o que se passa-
aa emcaia de mida na Raymuado eu Un: res-
poadl simplesmenle:
Fallamos deoutracousa que nao de nos-
tos estudos. Nao tomos iateiramente estu-
danlet.
Talvet tivessem fallado de poltica ? re-
plicou Andr aorrindo. liso me pareca forte,
ooin quanto ae diga que ha mulberea que ae
occupain de poltica... U que por mlnha par-
te, nao creio. Ellas tem cousa melbor a faier
do que laso quaudu sao bella.....nao he, Fer-
nando t
Nao fallamos de poltica, Aodr, e nao la-
mento Isso, porquaato nocompreheado oada
de poltica i lmenle me lembro que madama
Raymuado nao gusta dos cosacos nem do esta-
do militar.
Concebo que nao se goata destes malva-
dos cotacos, retpondeu Andr, to salteado.
res ; mat coolra a opiaiao de madama fiay-
mnndo, acho o calado militar urna profisso ao-
berba i pola sabes, Fernando, que Cberubiml
de farda faria traustoraar lodaa ascabecas.... j
O major JoSo Valentn Villela, juiz de
pat do primeiro auno do primeiro districto
da freguezia do S. Sacramento do bairro de
Santo Antonio do Recife, etc. etc.
Feco saber que, em conformada doart
95 do Cap. 9. da lei regulamentar das elei-
eflea n 387 de 19 de agosto de 46, o ordom
da presileocia que me foram transmitida
pela cmara municipal em oftlcio do pri-
meiro Jo mez correle, convoco os cidadaos
abano declarados, os primeiros na qualida-
de de eleitores, e os segundos na de sup-
olentes de eleitores de lodaa parochia des-
ta freguezia de Santo Antonio do Recife
para que ua terceira Dominga du mez de Ja-
neiro futuro comparecam no corpo daigre-
ja matriz desta freguezia, allm de proce-
der-se a foirncSo da junta qualifleadora
para rever a lista geral dos cidaddos que
tem direito de votar na eleicto de eleitores,
juizes de paz e vereadores.
Eleitores.
Venancio Henriquesde Rezando.
Anlonio Joaquim de Mello.
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
liodol.ih 1 Joto Barata de Aluieda.
Joaquim Jos da Fonseca.
JoSo Jos Ferreira de A guiar.
Claudiuo Benicio Machado.
JoSo Pedro de Araujo Aguiar.
Caetano Pinto de Veras.
Manoel Jos da Silva Neiva.
JoSo Jos da Costa llibeiro.
Francisco Joaquim Pereira Lobo.
Francisco de Paula Machado.
Joao Antonio de Paula Rodrigues.
Subai.ti.in Lopes GuimarSes.
Manuel Antonio de Jess Jnior.
Francisco Lucss Ferfeira.
Joaquim da Motta e Silva.
Manoel Noberto Jorge Goncalves.
JoSo Athanazio Motelho.
Francisco Branco.
Angelo llenrique da Silva.
Caetano Jote Momios.
JoSo da Costa Dourado.
Jos Ildefonso Rodrigues da Silva Dutri.
JoSo Pereira da Silveira.
Geraldo Correia Lima.
Antonio Jos Rodrigues de Souii Jnior.
Caetano GoaiesdeSi.
li iriliolomeu Guedes de Mello.
Luiz Antonio AlvesMascareabiS.
Suplientes.
Jos Egydlo Ferreira.
Jos Narciso Camello.
Manoel Alves Guerra Jnior.
JoSo Hermegildo Borges Dioiz.
Vicente Thomaz Pires de F. Camirgo.
I'luriauo Crrela de Brilo.
Bento Jos Fernandos Barros.
Jos Alvoa Guerra,
iguacio Nery da Fonseca.
Francisco Carlos BrandSo.
Anlouio Pedro de Figueiredo.
Antonio Jos de Oliveira.
Francisco Simos da Silva.
JoSo Baplista de Araujo.
i-11 in i un Jum' de Oliveira.
Jos Denlo da Costa.
Jo-o RiboiroSimOes.
Antonio da Silva GusmSo Jnior.
Joaquim Fiancisco de Torres Galliodo.
Joso Mendos Gutmaraes. F
Joaquim Tendr Peuoto.
Caetano do Assis Campos.
Joaquim Henriques da Silva.
Anlonio Ignacio de Torres Bandeira.
Viceote Ferreira de Siqueira VarejSo
Aotonio Francisco de Moura.
Francisco de Paula de (j. Fooseca.
Prxedes da Silva Cusmlo.
Miguel Carneiro da Cunha.
Joaquim Autonio Carneiro.
Os quaes deverSo comparecer impreteri-
velmeuleas9boras da nianhSa. Ilcando 05
que delzarem de o fazer sem escusa legiti-
ma, sujo.los a multa comminada no art. 127
% 5.* n. 2 da citada lei; o que para constar
mandel fazer o presente edilal que ser aul-
lado nos lugares mais pblicos desta fre-
guezia, e publicado pel imprensa.
Primeiro districto da freguezia da Santo
Antonio do Reoife.9 de dezembro de 1851.
Eu Joaquim da Silva Rogo, escrivSo escrevl,
JoSo Valentim Villela.
Pela inspectora" da alfaodega se faz
publico, que no dia 15 do correte se h.io
da arrematar em hasta publica i porla da
mosnia reparlicSo, depois do meio dia, 18
'luzas de niazos de 10 caixinhas com
obroas, 110 valor de 2,000 rs. a duiia, total
36,000 rs., abmdonados pelos direitos por
Fedel Pinto & Coinp.nbu no deapacbo n.
hinlim cada um tem ten gono inat ettou cer-
to que vossa refelcao oo foi iaterroinplda por
numerosas aisiias. Ah qnando a gente he po-
bre como a mal de Raymundo, qnasl que nao
tem amigos, mcu pobre Femaudo...
Nene pontoests engaado.
De veraa ?
- Quando eu e Joo chegmos casa delles
sua in. 11 ia receber mullos de aeuat amigos, me
disse elle, e amlgoa seguros e dedicados, oc*
crrsceutou, como uo se achain as sociedade,
alias.
l-.ram tem duvidaaenhoras, dista Andr
sorrlndo, porque amigo pode entender-se no
masculino e no femiuino.... Bem vis que tou
inuilo forte cm giamm ih-.i.
-- Kr mi ainlgotinascoUaos, Aodr ; as pes-
petioat que se achavam eut cata da madama
Raymundo, quando entramos, eram borneas
ellea nao tioham, he verdade, o kr de bellos
tenhores, de peiiinetret inat pareclam gente
honrada : havia cutre ellet um principalmente,
cuja physlonomia me Impretilonou,. elle tinha
blgodee pretos compridos e um bonnet de po-
lica verde eencarnado. Jaman em ininha vi-
da nao teoho euconirado uina phyaiooomla
mais Tranca c mais resoluta.
- Uin bonnet de polica verde e encarnado?
era um autlgo toldado tem duvida ? Oue pen-
saa a aeu respeito. Fernando ?
-- Elle tinha ooin efleito umailgura marcial
qoauto aos outros...
Ab 1 mat reUtcto que tou lio tolo quando
curioso, disse Levasseur Inlerrompendo-me, e
com o ar mais natural do mundo, accrescea-
tou : Que me Importa a mlm que madama Ray
iiampo tenha amigos desta ou daquella sorte?
Nos damos tramela como pegas ; entretanto
a hora do recreio vai passando, e nlo poderei
emprestar-te meut maua llvroa, todava se os
queres tempre I
"" 5'in.'"" on *'ln mala que nunca Andr.
I.u 1.10, vem c k aala que eu te darel o
primeiro voluiue de Faublas. Onde o metie-
ras lu ?
S tranquillo : entre a camisa a o oolele.
E onde o leras ? toma bem sentido, v que
me perderlas,... se se aoubesse que tenho cui-
preatado eale livro.
Nlo teohas inedo, vou fazer com que me
inettam aa prlso por viole c quatro horas, c
la tere! o lempo de ler.
Famosa idea!... Vem, Fernando.
Alguna minutos depols eu lavavr contigo o
precioso vulume.
Deagracadamente na poca da que fallo, eu
era completamente victima da austucla de Ao-
dre de Levasseur.
(Con(Imiar--.)
MELHOR EXEMPU


^
w
^,
>
t98;endoarrematacao livro de diroitos
,0 .rrenmtante.
Alf .ndeg de Pernambuco, 13 de dezem-
bro de 1851. O inspector interino,
fWtlo ln F<"rna'"l" Rarros
eclarayes.
M
, O arsenal de guerra precisi comprar
ni da llussia e sol curtida, quem t "Necios liver e quizar fornecer. dirija-se
jala da directora do mesmo arsenal no dia
15 do corrente mez muuido das propostas e
competentes amostras.
O vapor brasileiro S. Salva-
dor, cominamlante .o primeiro
lente Antonio Carlos de Aze-
vcilo Coutiuho, ib-ve chegar
dos portos do norte al 16 do corrale, e
seguir para Macei, Babia e Rio de Janeiro
no dia seguinte.
Pela 2." sessio da meza do consulado
provincial se annuncia, que oo dial.'de de-
zembro prximo vindouro, se principia a
contar os 30 dias para o psgameato a booa
do cofre da decima dos predios urbannos
desta cidade, do primeiro semestre do anno
flnancerodel8SI a 1853. e que (Indo este
prazo incorrem todos os que deixarem de
pagar.na multado 3 por 0|0 sob o valor de
seus dbitos, e serio do promplo execu-
t.do*.
Avisos martimos.
TUBATRO E SIZABEL.
Beneficio da artista
M A Mil IA C\ETAN LUCCI.
Sabbado, 13 di dezembro de 1851.
Dopoisde urna escnlhida ouvertura, subi-
r 4 sccna pela primeira vez o novo e muito
ioteressanto drama em actos, Intitulado
O Son lio ou o terrivel fitn do
Uzurpador,
Personagens.
*
o Sr. Ger-
Para a Parahiba,
saheatoflm denla se*man o hille brtzi-
Uiro Parabibtoo quo-ai hit, mesoi duuur
carregar, ou hir de passagip dr>ijfc ^o
mestre Victorino Jos JVereirat ou a rus do
Vigario D. 6.
Para o Rio de Janeiro- san*
impreterivelmente no dia i~> do
corrente, a escuna nacional Ufara
[amina, capitao Joao Bernardo
da Rosa, por ter o seu, carrega-
jnento completo, pode receber al-
gunspassageiro.se escravos a fre-
te, para o quaes (em cuiumodos
snllicientes : a tratar^-sotn, o
mesmo capitao ou com o (^signa-
tario Luiz Jos de S Arttijo, na
ra da Cruz n. 33.
Para o Porto, sahe com a
maior brevidade possivel, a galera
portugueza Bracharense, da qual
lie capitao Hodrigo Joaquina Cor-
reia, tem excellentes commodos pa-
ra passageiros : quem na mesma
quizer carregar ou ir de passa-
gem, entenda-se com ocapilSo, na
praca do Commercio, ou com No-
vaes & Companhia, na ra do Tra-
piche n. .Vi.
Para Lisboa protende sahir com brevi-
dade o briguo poiluguez Viajante por ter a
maior parte de sua carga, proiupti. Quem
no mesmoquizer carregar ouirdepassageni
dirija-se ao. consignatarios Thnmaz de A-
quino l'onsectet Filho: na ra do Vigario n.
19.1-* andar ou ao capitSo e proprielario Ma-
noel dos Santos,na prag do commercio.
Para o Porto, seguo com toda a brevi-
dade, a barca portugueza Espirito Sanio,ca-
pitn JoBo Carlos Teixeira ; quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem dinja-se
ao escriptorio de Francisco Alves da Cunba
dr. Companhia, na ra do Vigario
- Para o Itio Grande do Sul, seguir em
poucos dias, por ter a maior parle do seu
carregamento promplo, o brigue nacional
Carlos, CapiLlo Jos Joaquim Soares : que ni
no mesmo quizer carregar ou bir de pas-
sagem, para o que teni mu excellentes
commodos: dirlja-se a Bailar tOliveira,
na ra da Cadei* do Recife, armazem n. 13.
Esta frele a barcassa Aurora feliz pa-
ra qualquer porlo,sendo para o Sul at o Rjo
de S. Francisco e para o Norte at o Assu.
Esta barcassa l'.u ltimamente construida,
Eduardo, conde de Glentorne
mano.
Alfedro, sobrinho do conde, o Sr. Bezerra.
Lord Slerson.oSr. Coimbra.
Roddlpho, capilSo das guardas, o Sr. Pinto.
Poly, (Iba de Rodolpho, aSra. D. Manoela.
Ricardo, valido do conde, o Sr. Hela.
Times, sargento das guardas, o Sr. Cabral.
Iledoizes e Joas soldados, o Sr. Monleiro e
Raymundo.
Jicquet, pescador, o Sr. Alves.
Soldados, povo, etc.
No Om do drama aa Sraa. Landa e Carmela
Lucci, cantarlo o muilo applaudido duelo
da opera
Anna Bolena.
Terminar o espectculo com a muito
graciosa comedia em 1 acto, coraposigBo do
Sr. Penna
U caixeiro da taberna
- Quem achou |im anel de ouro esmal-
tado com oafguiite letreiro GratidSo e
quizer-vestMui-lo : pode dirigir-se a ra do
l.iicantamento'n. 11, que ser generosa-
mente 'eoooipensado.
()ITerece-e um francez, para cozinbei-
ni de alguna casa eslrsngeira : na praca da
Independencia, livraria n. 6 e 8, se dir.
Precisa-se rfe'um refinador, queenten-
da bem de relirur assucar: a tratar na ra
Nova n. 50.
Hoga-se a quem tirou tima
carta do crrelo, vinda pelo va-
por do Sul, em 4 do corrente, pa
ra Manoel Francisco Martins & ir-
tnao, o favor de a mandar resti-
tuir a seus legtimos donos : na
ra da Cruz do ftecife, armazem de
molhadosn. 6a.
O secretario da irmandadede
Nossa Senliora da Conceicio dos
Militares, pelo presente avisa a to-
dos os irmSos da dita irmandade ,
para qae no dia i5 do corrente
mez, as 4 Horas da tarde, compa-
recam no consistorio da mesma, a-
fim de se dar posse ao novo presi-
dente o Lxin. marechal de campo
Antonio Correia Sera, e nesta
mesma occasiao nomear-se o res-
tante da mesa, que ha de tomar
posse em Janeiro do anno de i85a.
Aluga-se urna cata terrea, na rur Bella
com 3 salas, 3 alcor o Itjuarto, cozinba
Tora, quintal e cacimba : a tratar na ra do
Collegio n. i.), segundo andar.
Manoel da Silva Santos, exporta para o
Rio da Janeiro,'a sua escrava Anastacia ,
cabra.
Joflo Antonio Alves do Brilo, embarca
para o Rio ile Janeiro o seu escravo pardo,
de nome JoSo, official de carpina.
Manoel Ferreira Cbaves, embarca para
o Rio de Janeiro, a entregar, a sua escrava
creoula, de nome Maris.
-- Aluga-se a casa n. 9, da ra larga do
Rozario : a tratar na ra Direiti, casa nu-
mero 131.
Madama ttidoux, modista franee-
za, na ra Novan. 69, primeiro
andar.
Tem a honra de annunciar ao respeit.vel
publico, que se achara sempre na casa del-
ta um sorlimento mu to rico de chapeos de
seda esetim, turbantes, grlnaldas, capel-
las, lloro-, plumas de todas as cores, e 011-
tros quaesquer enfeites do esbeca para bail
3
- J. J. Meikcretira-se desta provincia pa-
rt da Bahia.
Uabaixo assignado declara,
que temi de ser arrematado um
seu nacao, e isso por execucSo de Joa-
quim Ferreira, contra Domingos
Pereira de Mendanha, sem que o
mesmo abaixo assignado'seja res-
ponsavel (or una tal divida, e
sem que fossem atendidos seus em
bargos. de terceiro, declara que os
seus embargos dependem anda de
julg-unentos em suprior tribunal,
eque se forem accolhidos e julga-
dos procedentes ter o arrematan-
te do escravo de restituido ao abai-
xo assignado, como he de lei,faz-se
essa declaracao a quem puJer in-
teressar.
Joaquim Dias Fernandes.
Para quem quer sa le.
Aluga-se urna casa no saudavel Caxang
oom bastantes quartos.cocheira e estribara:
na ra Nova n. 63.
Avisa-se ao Sr. F. A. C. G. J. que app-
reca na ra do Collegio u 3, loja demiu-
dezis.
-- Precisa-se alugar um cosinheiro forro
ou Captivo, pjra urna casa particular no si-
tio da Cajueiro : a fallar com o proprietario
domeiino sitio.
Sor veles 1I1 ExposicSo de
Lonrlre-.
desta capital.
Os billietes acham-se em casa da benetl-
ciada na ra da Cadeia n. 7, e no dia do es-
pectculo no escriptorio do theatro.
est multo segura, he boa de vela, e pega e tnealr0ie tndem se achar cnapeose Do-
no peso de 40 caixas com assucar: para Ira- rej promplo, para iul0 tudo pelo preco
'ir com o mestre da mesma no Forte do m.,
ato, onde ella esl ancorada, ou na ruado
Raugel o. 56.
No da 8 do corrente desappareceu do
aterro dos Alogados um cavsllo com ossig-
naes seguintes : melado, dinas brancas,
: pequeo, descarnado, com o ferro N no cor-
clio osquerdo atraz com una costura por
PARA O RIO DE JANEIRO.
Sahe com a maior brevidade pos
Svel por ter parte de eu carrega- dentro d'a perna esqunrda a imllacilo de um
l-. 1 ..;,, talho, a quein fr offereoido poder toma-lo
; meilto promptO, O veleiro brigue com(, furtid0( e mandarlo trazer no areiar
I nacional Rio Ave : quem no me*- das Cinco Pomas n. *3 que ser generosa-
Sabbaia, 13 de dizembro de 1851. .:._ __-_ ;- Ao i,\ mente recompensado.
Depoisdeuma nova e escolhida ouvertu- mo quizer carregar, ir de passa- Na ra larga do Rozario n. 35, loja, se
irehestra, subir pela gempara O'qifS teifi-JlOBS comino- recebem escravos e oscravas para
estacidale, omagni- PmhrrAr >srravos 11 frele Por commissflo tanto para a praca.
o, adornado demu. oos, Ou embarcar escrayos a ircic como piraforadll pr0|Cj,ilundob
Theatro de Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
ra tocada em grande o
primeira vez scena nes
vender
mato,
bom tra-
lico e pomposo mysterio, ------- .,,..., Kla.uiaua ^iu,h,i.,
zicae canto, em 5 actos divididos em 7 entenda-se Com O capitao do mes- lamento eseguranca precisa,
quadrosea intermedios, da hfcbil penna do k-;,,., tf\i*v Jos Alves. na --Acha-se farinba nova de SSSF, (de ra-
eximio poeta francoz Alexandre Dumas, m- '_" "r luc/, *V _*\ '; '* "A,' -a minhiV) paravendar, nos irmazena de na-
titulado :
D. JOAO DE MARAA,
ou
A Queda de um Aojo.
Femonagenn e actores.
D. JoSo de MaranS o Sr. CuimarSes.
1). Jos de MaranS oSr. Amodo.
1). Mortez o Sr. Miranda.
I). Christoval oSr.Talles.
I). Manoel -- o Sr. Conrado.
D Sandoval d'Ojedo o Sr. Gyrillo.
D. Pedro o Sr. Jorge.
D. Ilenrique -- OSr, Figoeiredo.
1). Tradique o Sr Caetano.
D. Snchez -- o Sr. Senna.
0 Anjo Nao -- o Sr. Mello.
0 conde de MaranS N. N.
0 Senescal -N. N.
Gmez o Sr. Santa Roza.
Ilussein, criado, pagem o Sr. Luzebio.
Um Aojo -- o Sr. Doroellas.
0 boro Anjo, Sror Marlba Sra. D. Leo-
poldiua.
Therezioa a Sra. D. Joanna.
Igoez a Sra. D. Carolina.
Victoria a Sra. 1). Joaephina.
Paquita a Sra D. Soledad.
Carolina-- Sra. D. Anua.
Joanna--a Sra. Lulza.
Sozor rsula a Sra. I). Luiza.
Um Anjo N N.
Pageos, soldados, cavallelros, etc., etc.
Quadro primeiro.O Castello dosMaranSs.
Segundo.Castello de Villa-Mar.
Primeiro intermedio0 Co.
Quadro terceiro.--Urna elegante pausada em
Madrid.
Segundo intermedio.A trra.
Quadro quarto Urna igreja.
qulnlo.Um clauslrodosTrappistas.
8exto.--Uma sella no convento do
Rogarlo,
timo.Um ntigo castello rrui-
nado aoluar.
Sendo todas estas decoracOes totalmente
novas, e preparadas com toda aquella magni-
ficencia, que exige o autor do Mysterio.
Ha mais de trez meies que o empresario
do Apollo jrabalh.. em apromptar csiedni-
ma, naoesqueceirdo a mais insignificante
exigencia ; o parecendoimpossivelque una
empresa tSo nascente podesse levar a scena
compozicBo 180 difilcil dispertou toda ad-
miracSodas pessoas entendidas nesta ma-
teria, poim ei-lo alflm prompto.depois de
vencidos iiiuin-r s obstculos, e grande
despeza, que faria desanimar a outro que
nlo desi-jasse nicamente agradar ao gene-
ruzosu publico desta cidade, sem attender
a beneficio seu.
Sendo pois avultadlssima a somma das
despezas fcItS psrs este Mysterio o empre-
sario l-se na rigoroza uecessidade den3o
so dobrar oa pre;os, como tambem vender
os bilbeles para trez noiles, sendo a primei-
ra na do dia 13, a aegunda na do dia 17, e a
lerceira na do dia 30.
Pretoi.
Geral. 6.000 rs. para as trez noites.
Cadeiras. 9,000 rs. >
Camarotes. 30,000 rs.
OsSrs. sssignanles porm n3o soffroram
alteracjlo alguma nos precos de seus cama-
rotes, o bilbetes de cadeira.
Eiiiende-se por geral os assenlos que ri-
ca m por baixo da primeira ordem, e por,ca-
deiis, todo o centro da salla.
Comefar aas 8 horas em poni.
Os .Sis. queja baviBo encummendadoca-
mal otes; queiram novament.i dirigir-sea
ca do emprezario ra do Apollo n. 37, se-
gundo andar, ouo tneatro com anteceden-
cia.
Os bilhetes verdes, tanto de platea geral,
cmoda cadeira e camarote servirSo para a
9 Jl>- w #! roinnii] para venuer, 1117 iiui.fxua mo ,.-
|ir;i(;a do C ommercio, OU com OS n you|0 & Comranhia, no becco de Gon-
consignatarios Novae & Gompa- -lves. .,..,. h ,,.,
. &3 j T__ i. ii O Dr. Pedro de Attahyde Lobo Hoscoso
nhia, na ra do i ranche n. 34. embarca para o Rio de Janeiro osouescra-
Para o Havre sabe com rouila brevida- VOi p,rdt je nome Francisco,
de a galera franceza Edith, oapitao Poulet, A0 pUD|ico.
por ter a maior parte do seu carregamento odireciorempresario doThealrode Apol-
prompto: quem na mesma quizer carregar )0i Francisco de Salles GuimarBes e Cunta,
o restante, ou ir de passagem, pode enten- declara que, em consequencia do espetacu-
der-se com o mesmo capitao ou com os con- |0 em bonelicio da lllm". Sr*. dona Manoela
signatarios Schafheitlin & Tobler, na ra lucci annunciado para o mesmo dia da re-
da Cruz n. 38. preaentacBo do magnifico drama de grande
Para Bahia, machinlsmo O. JoSo do .MaranS, transiere o
Segu sabbado, 13'do corrente, o hiato Li- seu espectculo para terca f,-ira tedocorren-
geiro, os Srs. passageiros quetratarara po- le, allmde om-nada prejudicar os u.tercss-s
dem apparecer hoje, li do corrente, na ru de urna sua collega na arte,pois,como era de
do Vigario n 5 esperar, grande numero de expectadores
Para a Babia pretende seguir com mui- ?'"' comparecer ao benollcio da
la bret mestre, Antonio Manoel Affonso : quem no mesma noil-i a represent.cao de um drama
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, Uo maravilhoso como o t. JoSo de Mar.ih.
pdeemender-secomomesmo mestre, no O senbores assignintes deverBo mmdar
trapiche do algodSo, ou com S Araujo,na buscar o sous camarotes, bem como os
ra da Cruz n 33 outros senbores que os tem encommendado
Para Lisboa'sahe impreterlvelments no hoje 13 at s 5 horas da tarde no escriptorio
dia 24 do correte o brigue portuguez Via- do theatro.
jante por ter quasi o seu carregamento Parlida dn Omuibus.
prometo: para o restante e passageiros tra- Segunda felra.lido corrente as 8 horas em
ta-se com Os consignatarios Thomaz de pontodestedra parte da povoacjlo doApipu-
Aquino Fonscca & Filho, na ra do Vigario "os para esta oidade o Omnlbuse voltara as 5
n. 19 primeiro andar, ou com o proprietario da larde;as asignaturas mencaes nao pode-
e capitao Manoel do Santos, na praca. rBo ser por menos de 21,000 rs.e estes pagos
-- No dia 21 do corrente, sihe imprete- aJlanlados.avulcos t.ouo rs. por cada entra-
rivelmente para a cidade do Porto, a beu da pago na mesma conformidades a peque-
conhecida galera portugueza Bracliaiense, na diterenQa qu>) os freguezes enconlram
da qual lio capilSo Rodrigo Joaquim Cor- no preco n3o equivale o melhorameoto des-
rea, anda pode receber alguma carga e te estabelecimenlo : a tratarem na ra da
passageiros, para os quaes tem muito bous e Cadeia asa en. 15,
acetados commodos: a tratar com Jos Mo- Atleiifo.
reir Lopes na ru do Queimdo n. 29, ou j|0 botequim francez da ra Nova precisa-
com ncapiUo na prac do Corpo Santo, ou je alugar umpreto para aervigo do mesmo,
abord^lodilonvio^^^^^^^^^^^^ que seja fiel e deligente, no mesno Contlnn
t^f^^^^B^^BB?*l^*B*^!^^^~* a havor torvete todos os dia, das melhores
l- ----------_ servidos aquellas pessoas que quizeicm.
J. J. Tasso Jnior faz leilfio hoje 13 do .. Offerece-se para caixeiro de venda ou
corrente da seguinte madeira chegada pela para padariaou mesmo para caixeiro de en-
barcassa S. Laurenlina a qual se vender genho um mogo poiluguez solteiro para o
por todo o prego, em um s lote, ou em pe- que tem pratica : a tratar na ra Nova ven-
quenas purcOes conforme convieraos com- da n. 65.
pradores, 2 duzias de tahoas de cedro da 20 Alnga-si urna cisa no Barbalho, com
86 palmos, 8 duzias de 12 a 16 palmos, 8 duas salas gabinete m frente e mais umquar-
duzias de 12 a 16 palmos, 8 praochOes de ce- to, e cosnun lora propna para se passar a
dro,88 encharnela de ditl'erentesqualidades.festa, por ter ptimo banbo : trata-sena ra
625 rolos de cedro.
O corretor Miguel Carnero far lei-
15o no dia sabbido, 13 do corrente.as 11 ho-
ras da maobfia, no seu armazem da ra do
Trapiche n. 0, de diversos trastes novo se
usados ; pianos multo baratos, tonga, vi-
dros, candieiro, o outros muitos objectos,
por qudiqsr prego que lor Cuercla, quo
val i pena especular.
fl
Avisos diversos.
N ru estreita do Rozario, na confei-
taria n. 43, precisa-se alugar um preto para
o servigo de sorveles, paga-se 15,000 rs. e
d-se o sustento.
Precisa-se alugar urna escrav de meia
idade que saiba cosinhar, ou mesmo um
muleque, embora no coainlie, responsabi-
lisando-se seu senhor : na ra daa Cinco
Ponas n. 82.
Precisa-se de um criado, que seja bel,
d fiador a sua conducta, para servigo de li-
me m solteiro : quem esliver nesta cir-
cuiiistancias, dirija-se ru Nova n. 35, pa-
ra se tratar do ajuste.
ThomazGuioerme Fetler, retira-se pa-
ra Inglaterra.
Ueseji-se fallar ao Sr. Joaquim Anto-
nio de Vasconcellos, cunbado do Sr. do eii-
Nova loja de chapeos n. 52.
I'reeisa-se de um caixeiro para urna
das melhores vehdasdeGoianadando se bom
ordenado : tratar na ra da Cadaia do Re-
cite o. 30.
Antonio Jos- Ribeiro Bastos embarca
para o Rio de Janeiro seu escravo crioulo
Sebastian.
Na cidade Nova do Algrete, outr'ora
Capunrf, na ru da Primavera; no sitio jun-
to ao destacamento, ba urna cuchaira para
se tratar dos cavalloi dos Srs passadores da
Testa, do que seallianga o bom tratamouto o
grande aceio, por prego razoavel por ter
muilo boa communidade.
-- Mdito se deseja saber se nesta cidade
ou seo contorno existe Francisco Nunos da
Silva Soares, nlural da villa da Feir, em
Portugal, para negocio do seu nteres.
Roga-aoao Sr. Baiilio Gome Pereira,
morador na villa de Iguaraasu' o especial fa-
vor de vir ou mandar pagar a importancia
dos gneros que'comprou na ra da Cruz
n 62, para a resta de S. Cosmes em setem-
bro do anno paseado, ceno de que ae o n.o
fizer iiAo se deixara de publicar seu nome
pelos jorntes.
Precisa-se alugar urna sil para es-
criptorio as seguimos ras : do bairro do
Recife, Cadeia, Cruz, Vigario, ou Torres
como e cadeira e camarote semrao para i niu uo i.,., ..-r "V rj|,.LMB ouier lunar diriia-se a
l.'noite; os azues, psra segunda noilo;e genho Brejao: na ru. da Cadeia do Recife quem i.ver e quixer aluger, dirjase
os mrellos, pjra Urcelr noiU. |n.54. | ru u nu. .
O proprielario da confeitaria da ru. es-
trella do Rozario fszscieiit'j ao respeittvel
ptili.ie i., ni particular sos moradores dlle-
la capunga) |ue no domingo 11 do corrente
abertura de sua casa,para os helos sorveles
das II horas do dia as 10 da noile afim da
rapaziala sntisfazer os seus desejos sendo
coll icnda a casa defronle da culi grande
do Sr.Lapa.com a maior promplidao,? accio
sendo o calix 320.
Est para so alugar a casa terrea da
lad-ira di Misericordia em Olinda, promp-
ta e pintada denovo.lrata-se na ra do Mun-
do-Novo n. 30, ou mesmo em 01 inda ra
de Muas Ferreira n 24, onda so acham as
Chaves para ver.
PcJe-sn a pi'ssoa, que achou ou com-
prou urna fvell. de ouro, de Padre,perdidi
no dia 8 do corrente de mi ohfia em S. Pe
dro novo de Olinda.ou talvez dalli para a S,
querendo restituir ao seu dono fdirija-sa
a mesiii i ra na vend da esquina para o
Carmo, onde se dir quem he seu ligitiino
dono e ser bem gratifica lo.
Napolen Gabriel Bez embarca para o
Rio de Janeiro os seus e-eravos J ulio.criou
lo, e Kuieivnei .n i muul i.
Aluga-se pelo tempo da tes-
ta, urna casa no lugar de Apipu-
cos, bastante grande e do lado do
rio: quem a quizer dirija-se a
ra das Larangeiras n. 16.
U Sr. Jos Carlos de Faria,
queira dirigir-se a roa do Trapi-
che n. 5, para receber urnas car-
tas vindas do Rio de Janeiro.
Precisa-so de urna muller, de idade, pa-
ra ama de osa de homem soiteiro, que co-
zinhe o engmate -. na palana dos Coelhos
n.'U, no bairro da lloa Vista.
Precisa-so alugar umpreto e tambem
compra-so, sendo Bel, que nJo tenha acha-
ques enem vicios, para servigo do casa : na
ra do Amorioi n. 25.
-- Aluga-se um sitio, com boa casa de vi-
venda terrea e um sobradinho, na estrada
ile i'.i i ii.nneii i ni, sostente pela festl, alu-
gindo-sos as casas, ou com o sitio, como
mellior couvier aos pretendentes: a tratar
com Victorino Jos de Souza Travasso, na
lrave-si do Veras n. 15.
Deseja-se fallar com o Sr. Manoel Joa-
quim Soares natural do lugar de Anho-
bom, freguezia de Fon te Arcada : na ru. do
Crespo, luja n. 16.
A mes. rezedora da Irm.odade de N.
S. do Amp.ro d. cidade de Olind. deo prin-
cipios obras d. mesma igreja.como seja a
da coberia e de outras que se lornSo indis-
pensaveis, e tem do matidar seus IrmBos a
tirar csmolas, pelos lies devotos da mesma
senliora, e roga autes, que se presletn para
um Um (So justo.
Justino Gomos Vill ii, avisa Sr". Hen-
riquela Mari Rita baja no prazo de 8 dias
coiitiidus desta data hir pigar ao mesmo se-
nhor a cima quantia do 11,720 rs. que fl-
cou a devar de alugueis, do contrario serSo
vendidos o ditos trastes para seu pagamen-
to^ quu se loe avisa para mo se chamara ig-
norancia, i
Na ru Direita, padaria n. 24, precisa-
se de um ciixeiro.
Erna primeira audiencia do lllm. Sr.
Dr. juiz dos fetns, se anuuialaro por ven-
das, por execugao da fazenda provincial, 2
sobrados de 2 an lares n. 30, sitos no pa'.eo
do hospital do Paraizo ; avallados cada um
em 7:000,000 rs : por execugao que niovo
a me-ni i fazendcontia o coronel Jos Pe-
dro Veloso da Silveira trinta panellas do
loug b mica do uso de botica, avalladas
por 30,000 rs. ; por execigB que move a
mesma fazenda, conlra Leticia M.ria da
Concrico.
Precisa-se de urna prela captiva, que
entnda alguma cousa de coznha : no ater-
ro da Boa-Vista lojan. 1.
Na casa de modas francezas, de
Jniessard Millochau, no aterro
da Boa-Vista n. I.
acaba-so de receber pelo Perrumbuco, ulti-
mo ii-iv.o viudo do II iv! o, um liado sorli-
mento de modas de Pars; como sejam ricos
chapeos de seda e de p.lha para senhor.s,
crspeos de mon'aria.dito de palha para me-
ninos emeninas, manielhetes e canolilhos
de seda d cores e preto, mantas e longos
de seda de retroz, e de cores um lindo esco-
Ihimento do bordados, cabec4es, romeiros,
camisinhasecapotinhosde bico bordados,
ricas Olas para cinto o chapeos, flores finas
pira casamento eenfeites de vestidosde bai-
les, luvas de pelica para senliora, enfeites pa-
ra as ditas.pulceira de litas,trangas e franjas
para vest Jo, e msntelhelo*, espartilhos fi-
nos, bicose galo48 de seda de cores, touca-
dos ricos para bailes e theatros, lavas de
seda muito finas, o multas outras f.zend.s
de gosto, que so vonderBo muito em conta.
No dia 13 do corrente depois da audien-
cia do Sr. juiz do civel da segunda vara, na
salla da mes n. hade ser arrematado um ter-
reno eoni bemfeitorias e urna casa tenea e
outra meia agoa, que devi-le com a traves-
ea da ra Augusta que tudo se ver mellior
no escrlpto que se acha em m3o do mi un
penhorado aos herdeiros de Manoel Francis-
co GuimaiBes por execugSo de Malheus
Austin & Companhia esenvao Cunha.
Javier Alvares que leve a honra de di-
rigir um cu c ilar ao commercio dasts pra-
ga, or. o faz de novo por meio do presente
par. certificar que traaUlou do Buco pa-
ra a cidade do Moulevido sua cas. de com-
mercio e de consgnagoes, e onde offerece
seu servigos a todos quantos o'queirBo
honrar com su.s ordena, promelendo todo
o zello, e diligencie, no desempenbo do
qa.nlose ato possa encarregar.
-- Traspassa-so pelo uspago de 3 anuos e
moio o arrend.mento do sitio que foi do
Dr. Remando em Olinda cum bo cas
de vivenda, banhelro, diversos arvoredos
do fruio e terreno para plantagdes; quena
elle pretendo-dirlja-se a ruada Praia n.
29, que achar com quem tratar ou mes-
mo ci lade no pateo de S. Pedro sobrado de-
fro nte il igreja.
Precisa-se de urna ama, que saiba co-
sinharefazer as compras mee.sarjas P"".
Cas. de homem solteiro : na ru. Direita
n 53. ,i i
Lav.-se emgomma.se com niuita pe-
feicdii tanto de varrella como de sabSo 120
rs. peca defronte d. bobada da Panba
o.41.
Aluga-se o qusrto andar da casa da
ra larga do Rosario n. 36, procure na bo-
tica da mosma casa.
ffJJ Precisa-se do um ama, que tanh. <)
W muilo bom leile, sendo forra, e que fi
(S seja lintpa para amamentaruma cri- r
(rS angti de 9 mezo, paga-se bem : quem <
M sc.char nesta circumstmeia, dirija- ;.*
- -i- a ra da Matriz da Boa-Vista n. tf
C) 16, ou annuncle a sua morada, para ftt
ii ser procurada. tf
O annunri.nte, tendo estudado na
Franga, melicinae Cirurgia, deo-se com
especialidadea aitede partejar, e tambem
a certas operagOes relativas s molestias
d.is vas om lien la- como estrellamentos,
pedras na bexiga, tumores etc.; tem com-
sigo os melhores instrumentos para paitus
e lithotricia, dos quaes alguns, uBo cree
que entre nos leiiliam sido, iiem geralmen-
te conhecidos, nem convenientemente ma-
nobrados Relativamente a cortas moles-
tias internas, e seus meios curativos no-
vas ideas i'Xistom na selencia, das quaes o
aniiuuaianle j lizora nicigo na Baha, c
es aera aqni lar occisiao do dar-lhes puhli-
cidade. Una dellas he a diabeti ouri-
nas doces molestia, queus palhologislas
liuliain errneamentecl.ssilica lo. masquo
a physiologia do seculo veio p-1 lora de
luda a duvida.
De resto : o annuncianle s espera da be-
nevolencia do publico, occasiSO, em que
com factos possa mostrar o resultado de
sus f.digas, por lano tempo e 13o assidua-
mente exercid.s, n. escola pratica de Pa-
s, oude ubteve allestados que muito lhe
nonram. E o que esteja a seu alcance para
soccorrer a pobreza elle o far, j gra-
tuitamente dando consultas em sua casa,
que serBodas7 as* e meia horas da un-
iibaa ;ja mesmo visitando gratis aos po-
bres quu por ventura nBo possam l ir ter :
no aterro da Boi-Vista, cas n. 34. Dr.
Carolino F. de Lima Santos.
Boga-se ao Sr. Bazilio Gomes Pereira,
morador em Iguarassu', de apparecer na
ru. da Cauz, loj. de couro, para ultimar
aquelle negocio, que Smc. nBo Ignora, do
contrario se publicar.
Precisa-se de urna ama para casada
um estrangeiro solteiro : fallar na ra do
Trapicbe n. 40.
Aluga-se um preto para urna padar'a,
o qual he mestre de maceira : na ra da
Ciuz, venda li. 32.
O abaixo assignado, morador na co-
marca de Caruaru", deseja sabor aonde re-
side sua m n.i Rita Isi lora, da qual dei xou
de ter noticia e do a ver des 10 1819 a 1820 :
tenha juis a meiicionada Sra, a bondad
de declarar por e>ta folln, o lugar de sua
residencia, a n.igocio que llie diz respeilo,
e de seu inleresse. Porcino Jos da Ser-
queira.
__Pede-se aos deveiioros da as do fi-
nado coronel Joaquim JoseLui.de Souza,
que lentiam a bou lade do salisfizerem os
seus dbitos nestes 15 dias.s nJo quizerem
ver seus nouies estampados neala follia.
-- Precisa-se do urna ama para cosiuliar
para urna f.milii : na ra larga do Rosa-
rio, n. 21, na taberna da esqjina que volla
para o quartd,
Precisa-se de urna criada, forra ou es-
crava para casa de muilo pouca familia: pa-
ga-se bem e cxige-se que sirva para cosi-
nh.r, e sabir quado for necessario : na ra
Uireila u 29 I.* andar.
Precisa-se coa) urgencia, do um Sr. Ca-
pclldo para dizeras missas do Natal em um
eugenlio 4 leguas, leudo a conducgSo de
ida e volla : no pateo da Penlia subrado
de 3 portas o muanle, para tratar tarde
a qualquer ora.
~ Aluga-se una sala do primeiro andar
do sobrado di ra doLivramento n. t :
trat*r no segundo andar do mesmo
Compras.
Comprase urna aegrinha do 12 t 14
..nnos de idade : na ru. I.rg. do Rosario n.
26, loja de miudezas, que so dir quem
compra.
Compra-se nma negra, ou mulata mo-
ga, que sej. recothida o boa costureia : n
ra Nova n. 34, casa da modista brasileir.-
Compr.m-se escr.vos e vendem-sede
commissan, p.r dentro e fr d. provin-
ci : na ruada Cacimba, sobrado n. 11,on-
de morou o Sr. vigario do Recife.
Compra-so urna canoa quo pegui 1,030
lijlos e que esteja em bom uso : na ra
Imperial n. 167.
Compram-se os ns. 1, 108, 1"9, 110,
e 111 da folha intituladaAmigo dos llo-
mens: na ra do (juenuado n. 33, pag.-se
bem.
Compra-se um. (oalli. de I.V.rinto
rom pouco uso, e um escravo de 40 annos
pouco maisou menos, que sej. barato: na
ra da S iw.alla Velha n. 88, padaria.
Compra-se una machina de copiar :
n. praga do Corpo Santo u. 2.
C3~ Compram-se escravos de
ambos os sexos, de 6 a 3o annos,
para lora da provincia paga-se
bem tendo bonitas figuras: na roa
das Larangeiras n. 14, no segundo
andar, a qualquer hora do da.
-- A commissSo dos vareadores Franca e
Misscdc, racarregada ds irccgSo ds obra
do matadouro publico, compra porgBo de
tijolo de alienara, nBo sendo de barro, ex-
trahido de lugares salinos, e am.ss.do com
agoa salgada : os interessados polen .pre-
sentar as amostras em casa do vareador Ma-
mede, defronte d igrej do Corpo Sinto,
sendo os pregos em carta fechada.
Compram-se uns breviarios pequeos:
quem tiver annuncie.
Compra-se aro cavallo de cabriolet:
na ra eslreila do Rozario n. 22.
Vendas.
-- Vendem-se barris de oitavo com vinho
tinlo da companhia dos vinhos do Alto Dou-
ro : a fallar com Anlonio Francisco da Mo-
raes, agente daqueha oompanhia, ou no
Recife na tr.vessa da Madre do Daos, arma-
zem do Sr. Jos Joaquim Dias Fernandes
No mes mi armazem tambera tem pipas,
meias ditas, e barris de quarto rom vinho
da mesma companhia; a fallar com os mes-
mos cima.
roilIHIHS DEALliJlAK
PARA I852-A320R'.
Sahiram a luz asfolbiohasde al-
i^ibeira contendo o aftinak, ad-
uiTnistrativrr, mercantil, e indod*-
trialda cidade do "ecife" e pro-
vincia de Pernambtrco, augmen-
tado com 48 paginas, corregido addicionajo de novas repartieses,!.
&c. Esta folhinlia hesenj duvida a
mais til e a nais barata porque
conten .136 p.iginas uas quaes es-
tan inscriptas, alem do kalenda-
rio a Augustsima Caza Imperial,
governo da provincia, cazas titu-
lares, represenlaco provincial^
todasas repafticoes publicas, com-
panhias, advogados, solicitadores,
mdicos, negociantes, mercadores,
artistas, fabricas, e emfim todos
os estabelecimentos de porta aber-
ta&ckc. Vende-se nicamente
na praca da Independencia livra-
ria n. Ge 8 do editor proprietario
a 3a0 rs. caria urna.
CHEGUEU A l'ECHINCHA.
No l'asseio Publico, loja de fa-
zenda n. i5, vendem-se saccas
com alqueire de milhonovo pe-
lo mdico preco de a,ooo rs. asac*
su ; assim comosacco com fariaha
do mesmo tamunho, a 3,ooo rs.
-- Vende-se rap do Lisboa em frascos,
chegado na barca Ligeira, a 4,000 rs., osae-
nhores freguezes que esl3o acostumados a
lomar a boa pilada, nBo doixirao de mandar
buscar ao largo da Asaembla n 4.
-- Ven lem-se dous vilellos lllhos do pai-
to : un si io di Torre em Belem.
Vende-s a bordo do brigue Rutina ,
fundeado defronte oo caes do Collegio, bo
i ii i una de Santa Catharina, em porgdes:
trata-se a bordo, ou u. ra d. Cadei n. 39,
CUm Aunn i ii Irni.Vi-.
Vende-se urna pret. creoula, eogom-
madeiraecuslureira, do 20 annos de idade:
no Recife ra da Senzalla Nov. n 7, segun-
do andar.
Batatas do Porto, a 3ao rs. a
arroba.
Vendem-se batatas muito boas, a 320 rs.
a arroba : no armazem n. 19, da travossa da
Madre de JJeos.
Na ra larga do Rozario n. 2a,
segundo andar,
Vende-se urna mul.tinh. de 16 anuos, linda
figura, e coze muito bem, urna negra de 16
unos, tambem com principios de costura,
duas ditas de 25 a 30 annos c.im habilida-
des, dous muleques de 14annos, um mula-
tiulio de 15, u u ni n I. -. > i. de 15 annos,linda
figura, dous negros bons traballiadores de
licuada, um negro velho muito robusto,
prupriupara litio, e um mulato de 30 a-
il.is, linda figura, ptoprio para feitor por
ter lua conducta, c pur estar para isso ha-
bllltado.
-- Vondo-sedoce do goi.ha lino em cal-
xOesdo 4 linras: ns ra das Cinco Ponas
ii 82.
Vendem-se na ra das FIores"n.
2i, os seguintes livros :
Orlla o, explicagflo historie i das instilu-
tas le .- i, .i :, ,. a vuls.; o mesmo autor,
historia di IcgislagHo romana desile su. or-
geni at a uiuderua legislaco, 1 vol. : La
l'erriere, 1 vol ; P. J. Prondham, da criagSo
da ordem na humanidade, ou principios de
urganisagao ponlica, 1 vol.; o mesmo au-
tor, memoria sebre a propriedade, 1 vol. ;
Saint Allin, 1 vol.
O Marmota.
Retratos do Prospero Diniz, redactor da
Marmota a 100 rs. cada um: no pateo do Col-
legio, casa du livro azul.
Vendo-se champagne da marca antiga
ebem coohecida, Comet.em casa de Deaue
Yule & companhia : na ra da Cadeia.
Vende-te um magnifico terreno muito
porto do Recifo. com 300 palmos, em frente
de urna estra la muilu Irequenlada, e 900
palmos de fon lo com um viveiro que ten
mais do 400 palmos de compri lo o de muita
largura, o funlo desto terreno divide com
urna cambua, veude-se a dinheiro vista ou
lelra do boas firmas : a fallar com N. G-
dault.
Vcnde-se urna bonita creoula, que co-
ze, engomma e faz lavaiinto, cusiuha e tem
excedente conduela, hereculhida e apren-
deu na escola oque s iba de costura, tem 18
annos de idade, ppro,iria para mucamba de
casa ; tambem su ven le um mul iiio creou-
lo de 10 annos de idade, proprio para qual-
quer ollicio : ua ra larga do Rozario n. 35,
loja.
Vende-se um cavallo bom andador de
baixoa meio : na ra da Cadeia de Santo
Amonio ii, 32.
VEJNDE-SE
superiores queijos flamengos a
i,30o : na venda da quina do pa-
teo do Carmo que entra para a
camboa do mesmo.
Bil/ietes do Rio de Janeiro,
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4> vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
19. lotera do theatro de S. Pedro
de Alcntara, que corre no dia 4
do corrente, espera-se a lista no
primeiro vapor.
DAURORA
Li. atirr Se louipanlita,
Respeitoiimente annunciam que no seu ex-
tngo estabelecimenlo em Sinto Amaro,
continua a fabricar, com a maior perfeigio
e prompti 18o, toda qualidade de mchinis-
mo para o ns 1 da agricultura, n.veg.gBo
manufactura, e que par. maior comiro lo
\-4e s-us numerosos freguezos e do publico
em geral, tem .berlo em um dos grandes
arm.zensdoSr. Mosquita na ra do Brum,
atraz do arsenal de mantilla, um
_AR ENCONTRADO





l'EGIUNGUA.
Ainda existe urna pequea quan-
tia das superiores colxas de liuho,
do melhor gosto que tem appare-
cido no mercado, pelo barato pre-
90 de 10.000 rs. cada urna : na ra
do Queimado, loja n. 17.
Vende-se, por preco com-
modo, fumo em folha, para cha-
rutos de prjmeira e segunda qua-
lidades, macclla chegada ltima-
mente do Porto, e cal virgem de
Lisboa tambem desembarcada
poneos dias : tratar no armazem
de Dias Fcrreira, no caes da al--
fandega, ou com Novaes & Com-
panhia, na ra do Trapiche 11. 34.
Chita larga francesa, a a4o rs.
Vende-se chita fraDceza larga pailrOes
modernos, oscuros e claros, o creg fitas,
pelo baratissimo preco de 240 rs. o corado,
tendo grande poreflo para escolher : na loja
do sobrado amarello, nos qua tro cantos da
mi do Quoimado n. 29.
Sedas i'urta cores, a 1,700 rs. o
covado,
por to diminuto preco, que mdei-
xar de ter um vestido de seda pa-
ra a festa ? na ra do Queimado n.
10, vendem-se as niel ores e bo-
nitas sedas furia cores, para vesti-
dos de senhorn, meninas c mante-
letes, a 1,700 rs. o covado; daa-
se as amostras, ou mandam-se as
pecas cm casa para melhor o com-
prador escolher.
Vendem-se relogios de ou-
1*0 eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. l\i.
No escritorio de Novaes & Compa-
nhia, na rua do 'i i... ir n. 31, tem para
vender por preco commodo os soguintes ob-
jectos chegados ltimamente: chapos do
chile internaos, tinta para cscrever, grax
om potes para calfadn, linliaderoris, macos
com palitos enfeilados e panno de linho : a
tratar no mesmo escriptorio.
Arados de ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assiin como americanos
com cambo de sicupira e bracos
da ferro i na fundigao da rua do
firum ns. 6, 8 e io.
Deposito de cal virgem.
Cunha i Amorim, vendem barris com cal
cm pedra, chegada ullimamento de Lisboa,
na barca Margarida, por menos proco do
que em outra qualquer parte: na rua da Ca-
dea do Iteciren. 50.
bombas de trro.
I'OTASSA D-VRSS1A.
ISo armazem de Jos" Teixeira
Basto, nn rua do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da Hussia, chegada receo-
tementc.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as nulas de primi-iras letras, a 480rs. : na
praca da Independencia, livraria n. 6 e8.
Lasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de conkuissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus Joos i na rua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
doHecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
(,-. Vendem-se e :i iiam-se bichas, che- -9
) gailas ltimamente de llamburgo.por $
*=*
22,000
11,000
S.SuO
2,800
1,300
Velas de carnauba em libras.
Vr-ndem-sn velas de carnauba imitando
espermacete : na loja de saleiro da rua da
Cadeia do Hecife n. 36.
Att ncao.
Acaba de chegar no vapor Imperalriz a
loja de Soiizi Jnior na rua do Queimado
junio ao beco da Congrcgacflo n. 57 A os bi-
bilhetes, e caulellaa da loteria do theatro S.
Hedro de Alentara cua lista vem no |. va-
por.o vendaoi-so pelos baratissimos precos
ahaixo
Itilhelos
Meios Uilhetes *
Quartos
Oitavos
Vigsimos
Lotera de Nossa Senhora do Li-
vramenta.
Aos 5:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da Indepen-
dencia n. *. vendem-se bilhetes inteirosc
meios, a beneficio de Nossa Senhora do Li-
vramento,que corre infallivelmenle no da
23 do correte, e oSr. Ihesoureiro pagano
dia 24 do corrente. Bilhetes inteiros 10,000
rs. e meios 5,000 rs,
Para ardins.
M. I). fiodriges na rua do Trapiche n. 26,
recebnu urna completa colleccSo de adornos
para jardins, composta de vasos de louca,
brancos e pintados de todos os lmannos e
modellos. Figuras representando as esta-
cOes do 1 nmi 1, as partes do Globo e todos os
Deoses da fbula, que recommenda a quem
em
* preco commodo: na rua de S. Amaro f*tiverborn gosto, o por precos muito r.soa-
*> n- J,i- ..-. -. veis.
Vndense um cirro de qua-
tro rodas, muito leve, para nm 011
doas cav.illos: na cocheira do Mi-
guel Sougei no aterro da Boa
Vista.
Deposito .a fttlH-icn il<- Todos os
Santos mi laliia.
Vendc-se.emcasa deN. O. ItieberotC.,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado ila-
qoella fabrica, muito propno para saceos de
assucar e roupa do escravos, por precocum-
mojii.
-- Vende-se por metade do quo cuslou um
lequeuo sitio perlo da prar;a a margem do
Capibaribe, com casi de pedra c cal e mul-
los commodos, bem plantado de fruteirase
J ;i t 11111 : a Tallar com o corretor Miguel Car-
ueiro.
Irados de ferro.
Na fundiciio da Aurora, cm S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos, mo-
delos.
.Mol-mas suiteriores
Na fundicSo de C. Starr e Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de Ierro, de um modelo e
construcefo muito suporior
Ladrilla para bolaxa.
- Vende-se farinha americana chocada
ltimamente de Inglaterra pelo preco de 6/
rs. a ti.i 11 ir 1, em casa de J. J. Tassj Jnior
ruado Amorim n. 35.
Prezuntos
Vendcm-so prozuntos americanos, muitol
superiores o por barato preco: no caes da
Vendem-se bombas de rcpuxo, I AlfaniIoa, arroazmn defronte da arvore.
iirl-iUi f> n'innla **> rnriniha ; ... Manleiga sem sal.
Nao se tmha descoberto ate nojo um mcio
de conservar/ a manteiga de vacca som sal.
Noa p u/os consumidores, como a bordo .los
navio*, s se gastnviio manlrigis preserva-
das a cusa de omito sal. I'rlo mcio lo una
nova nv.-nco,qu" ja ha muito experiineola-
daadquiri a certeza da pe'iteicflo, pode-su
ni lima a parle do mando Kslar ininloig*
pcrfettanirnto consrvala frese sem sal I-
gum. C'bjecio da primeira neccssidailc para
1 arle culinaria e para a meza, a manteiga
sem .- lio indispensavcl para osiloonlcse
ronvalescontes, pula he formal-nento pres-
Cripta pela homeopaihia ; e ueste ultimo ca-
sa ello torna-se lano mala apreciavel quan-
to lio pura de qualquer substancia que a
possa alterar nos sella ben'gnos eleilos. Fi
nalmcnlc podegnslar-se tal qual uus paizes
productores. Na llavana e as Antilhas fran-
cezas tsla inven^Ao foi recebida com Rrbli-
do, pois erado ha muito lempo apetecida.
Em IVruamburo, quo n3o ceile em bom
gosto a 01111 o paz, uoduridamos que seja
leconhecido oseu nierecimento. Ilecomen-
da-se a manteiga sem sal as pesso;.sque gos.
de
A I(900 rs.'
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum ns. o, he 10,
iiindicao de Ierro.
Panno i de tnandioci.
A mais nova c ".ais barata farinha de
mandioca que h no merca.o, wnde-se na
rua da Cruz do Hecife, armazem u.13, do
J.ieo Carlos Augusto da Silva.
'-i 11. mi de vento
com bomba ilirpucho para regar hortas
d baixas de-ca^-tm : venJom-scna lunJir,au
de Bowman Me. Callum, na rua do Brum
ns. 6. So 10.
Vendem-se amarras de ferro : na rua
da Senzalla nova n. 48.
O VenJe-sium grande sitio no lo-
O gar 'lo Mangiiinho, que tica defronte i$
Q dos sitios ilos Srs. Cnrneiros, com ;'.
,-..} grandecasa de vvenla, dequatro n
n agoas, grande senzalla, cocheira, /j
estribara, balxa decapin que sus- i\
S lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim- ~
'j ba, mu bomba e lauque coberto J?
M, u.ll > -'.lili. I V li. II 1 U' I "lili III K-
^ para bando bastantes arvoredos de "
V l'ructo : na rua do Collegion. 16, se- JjJ
O gundo andar. *?
Vendem-se velas un espermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Kcllcr i Companhia 1 La rua da Cruz nu-
mero 55.
Viulio de Champagne,
o superior qualidade : vende-so 110 arma-
em Kalkmaui: Irmans Rua da Cruz, n. 10
AGUACHA
da fundicao Low-Moor.
RUA DA SE.NZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
coado, c todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin J>law.
I\a rua de Apollo 11. arina/.cin de Ve. Cal-
nont&r Companhia, acha-se constantemente
bous surtiuienios de taixa de ferro coado e
liado, tanto rasa como fundas, moendas in-
eras todas de ferro para anlmaes, agoa, ele
Vendem-se peles de marroquim
de todas as cores, pelo baratissimo
preco de 1,200 rs. cada urna, e sen-
do cm porcao d-se mais barato :
na rua Nova, loja de ferragens n.
20, tle Joao r"cinandes Prente
Vianna, defronte da boneca.
Attcncao.
SSochegadas a loja de ferragens da rua
Nova n. 20, defronte da boneca.de JoSo Fer-
nandes Prente Vianna, as muito apreciada
jarras o bacas Chinezas, obra muito reenm-
Mii-ii lavel, pela sui duracSo, e ilificulda.la
em qucbrar-se.eslis circunstancia annun-
cia ao fregu za sua utilidade ; na mesma lo-
ja lia tambem pura vender grelhas do torrar
pilo muito em conta,
batatas francezas novas,
Vendem-segigos com superiores batatas
francezas cli-gados ltimamente pela barca
franceza I'eroambuco, vinda do Havre, na
1 ra ves-a da Madre de Dos n, 1ll,arma/.em de
Joiio Muniz de Barros.
S3o chegadosa loja dn rua Nova n. 20,
de Jofio reman les Prente Vianna, os ri-
cos e muito bonitos apareihosde metal fi-
no para cha e caf, obra de delicado gosto,
i'ivej cuinuiuJu ; a elles antes que sea-
caeaj.
Espirito de 38 ;rnos.
Vende-se espirito de 38 graos a 1,000 rs.
a canada.oa rotalbo : na distillasSo da
travessa da Concordia.
DEVEKKSDOS IIO.MENS,
a 5oo rs.
Vende-se esto compendio a provado para
as aulas, Cm mea oncadernar;5o, a 500 rs ,
cada um: na livraria n. fl c 8, di pra^a da
Independencia.
-- Vende-se um bonito molequn crenulo,
de!) annos, proprio pera qualquer ollicio :
na rua larga do Itozario, loja n. 35.
Piovidade,
Vendem-se frascos com mais de 6 libras
rada um, cum cxcall tile doce do annanaes
em calila, hito no MaranhRo, chegado no
ullimo vapor do nnrto na rua da Cadeia
do Recife, venda n 25, de Manuel Jos do
Nasciincnto o Silva, defronte do becco Lar-
go, e na de n. 23, do Antomu da Costa Fer-
reira Fstrella.
Vende-se um escravo vellio proprio
para tratar de algum sitio, por entender
de pl nilar/ies, e tambem pira tratar de ca-
vallos por ter muita pratica: na rua do Quei-
mado n. 14.
Vende-se urna loalha lo a aberta, do
mais rico lavarintoqiiesc ple fazer, an-
da sem bico, por ter sido a pnuco acabada ;
assm como 2 ditas smenlo com lavariuto,
a a ceiieza ue e j,jco nas ponas: na rua du Queimado
Vende-se urna prelacom22 annos de
Xaropc do Bosque.
O nico deposito contina a ser na botica
de Jos Mana Goncalves Ramos, na rua dos
y mirlis n. 12, ao p do quartel de polica,
ondo so vendem as garrafas a 5,500 rs. e
meias a 8,000 rs a dinheiro i vista : sendo
falso o que se vende em outras boticas.
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Para cura de phtisica em todos os seus
dilTerentes graos, quer motivada por consli-
pseoes, tosse, asthma, pleuria, escarros de
sangue, dr de costados c peitos, palpita;So
no ccrcSo, coqueluche, bronchite, dr na
garganta e todas as molestias dos orgSos
pulmonares.
Phtisica bronchial.
Esta varieda'ln da pbtilloa he geralmente
a ronsequencia de urna conslipacSo despre-
sada. A principio os symptomas asseme-
Iham-se aos de um defluxo commum, ou ca-
tharral ; a espectoraeflo he viscosa, expossa
oorac, iii.-i-. uno amarellada.contendo par-
tculas cinze.ntas, que se desfazom om agua.
A proporcUo qua a molestia progride, a tos-
se augmenta e o muco viscoso pbleguia vai-
se misturando ca la voz mais com um Bui-
do martillado quo assomelha ao pus ou ma-
teria e algumas vezes com pequeos raios
de sangue. Em muitus casos, a oxpectora-
efo tem urna apparencia esbranqui^ada ,
que se nssemelha aoleilo, e algumas vezes
urna 11 m nmi. 11 ella esverdeada, que breve-
mente se desfaz om agua. A principio, o
pulso forna-se um ponco acelerado o tenso
para a tardo, e o calor da superficie do cor-
po varia no decurso do dia estando algumas
vezes cima e outras abaixo da*lemperatura
natural. Durante a nonio ha suores pir-
ciaes na cabera e no peito. Geralmente ba
nimia-e le, se urina he muito cirregada e
deposita um copioso sedimento avermclha-
lo : quasi sempre ha urna sensacflo doloro-
sa no peito e pontadas passageiras ; mas he
raro que se sinta nina dr lixa no peito. A
tosse ordinatiamente pela manh3a ao levan-
tar da cama, sendo enISo a ro9prac5o mais
ou menos sibilante e acomnanhada de op-
pressSo no peito. Se a molestia nSo hea-
talhada, a expectoracSo torna-se purulenta
e extremamente copiosa. A debilidado e
magreza augmentan! rpidamente; a diffi-
culdade de respirar e o peso eoppressSo 110
peito tornam-se cada vez maiores. U pulso
he geralmente muito frequente, dando ra-
ras vezes menos de cenlo e vinte pulsacOes
por minuto. Pela manhSa, o ro-to esta or-
dinariamente paludo.; piueiii para a tarde
obsorva-se quasi sempre urna vermelhidSn
carregada n'iima, ou em ambas as.faces. A
lingua tica limpa e om amitos casos assume
RAPE7
JMIJLQ COREIHO
chef>a(lo.v' ultiiamente
loja da*niela do Recife n. 14.
-- Na tdja ama i ella da praca da Indepen-
dencia a. I, vendom-se palitos do brins mes-
ra ins, bem fe.ios e muito proprioa para
montar n oavallo, e para quem ptssa infes-
ta, a 3,000 ra. cada um, a elles antes que ae
asaban.
Vende-se um novilho bastante gordo
com raca de, turino, na estrada de Joto de
liarroa no .aftio que Des em frente ao do
falle -ido guarila-mr da Alfandega, isto he
indo da Soledade o primeiro silio.depois do
dilo guarda mor, que callar com quem
tratar.
No ces da Alfandega, armazem do Au-
nes, rendem-se cinastras com batatas,
das ehega las ltimamente, de mu boa
qualidade, a 1,000 rs. cada urna.
Vendem-se chapeos do chi-
J| le pequeos a !\ ,oo rs.': na
S rua do Crespo n. 23. ^
- Vendem-st; romeiras de fil do linho,
proprial para meninas, ditas para senhora:
na loja n. 2 da rua Nova.
Vendem-se chapeos de palhi amarella,
copa baixa e aba larga a 3,000 rs.: na loja
n. 2 da rua Nova.
Vende-se por preco bastan-
te commodo um grande sitio de
boas trras de plantacao com casa
de taipa nova e bem construida,
arvoredos de fructo, b3xa espa-
ciosa e muito fresca, por isso que
pelo meio della corre um riacho
de excellente agoa doce, tem no
fondo urna capoeira da qual se
pude extrahir muita lenha, e po-
de servir tambem para vacas de
leite, pois tem abundante pasto e
nao lien muito longe da praca. As
pessoas que o quierem ver, diri-
jm-se ao Arraial, estrada que
vai para o Brejo, casa do Sr. Cos-
ta, e p ni tratar a fabrica de cal-
deiraria de Andrade e Leal no At-
terro dos Afogados.
Vende-se um lindo sitio junto ao en-
genho Fragoso, com urna excellente varzea,
com rio mirgem, bastantes arvores de
frurtas diversas, alguns coqueirose ps de
caf, eicellentes mangueiras, jiquelras, la-
rangelras llgueiras, etc tem proporcSo
para se ter um boa baixa de caplm, excel-
entes trra de rossa, e canoas, um bom
rancho para se arrancharen! os viajantes,
outubro passado o mulato Ce- I
mentino, de ao annos de dade "
pouco mais oq menos, magro al']
ur/;*^*.m,muito.p^no,
buco de barba e folla muito
mansa,
quando anda parece que n5o p
bem com os calcanhares, costum
andar calcado e bem vestido e_
vou urna trocha de sua roupa', nI
clusive calca e aqueta de panno
fino bzoI, e alm do mais algUrn
calcado,' um par de borzegans par.
dos, com botSes de madreperla
brancos, e consta que levara um
cavallo, que naquella occasiJo a-
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes : castanbo, barrigudo
dinas pretas, gordo e tem um ta-
Iho em urna anca; he provavel qoe
queira passar por forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : qnem o pegar leve-o a roa
da Cadeia do Hecife n, ai, que 8e-
- recompensado.
No dia 23 do pasjado, desappareceu do
engenho Arombi, freguezia delpojuce, urna
mulata, bem Iva, cabellos bem pretosa
meios encolhidos, um tanto baixa e magra
com sardas pela cara, nariz afilado, porni
grosso, e presentemente leve um tumor no
meo da cabeca que est coroada : quem a
descobnr leve-a ao dito engenho, ou nosti
praca.emcasa de Manoel Buarquo deJIai-e-
do Lima, na rua do Livramento n. 2S, que
ser bemcompensado; a mesma levou
roupas linVeuns vestidos iecambraia, des.
confia-so que teuha seguido para Pao d'A-
Iho aonde tem prenles; por isso, roga-ssa
todas as autoridades policiaes, e a qualquor
pessoadopovo e capitSes decampo, dea
pagarem e lerarem nps lugaros cima men-
ponados que serSo generosamente recoai-
Cinsados.
com casa d vivenda, e lenhas suflicientes
100,000 rs. de gratificicSo.
Roga-se as autoridades pohciaes, que cd-
turem o escravo Manoel, pertencante a So-
n.isiifto Marques do Nascimento, fgido des-
de o dia 8 do ajre de selembro Foi
elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso lliguei-
ra, quem foi comprado ltimamente i tem
28 annos de idade pouco mais ou menos cor
fula, com falta de dous dentes na frente .i
de cabellos do lado eaquerdo da cabeca, q'ue
ae torna bem visivel por parecer urna co-
ra, tem olhoa pequeos, beicos grossos,
sem barba, baixo, corpo regular, he ofllciii
de funileiro. Trajara jaqueta de riscado
azul, caifa branca, camisa de madapolSo, e
levou urna trouxa, contando calcas ejaqua-
tas : quem o appreRender elevar rua da
Aurora n. 62, receber-a gratificado pro-
mettida. Suspelta-se que fosse seduzido, e
por isso desde j protesta-se contra quem i
conservar em seu poder.
Desappareceu na tarde do dia 13 do pis-
sado um escravo por nome Joaqun tem os
para uso do mcsnio sitio : tambem se quizer
planlar canna, tem trras para-800 a 1000
pffes, e quasi tu Jo vargens frescas,sen lo es-
tas de llia--.il Mi- : OS pielemle ilm ilin illl-.i)
rua da Cruz n. 8, ou a 8. Amaro d'Agoa-
tffo de passar bem : ha lod
quedepois que a tiverem prova
rerfo mais saber de munteigas salgadas pa-
ra seus almocos e para seus chas Acha-se ijade pouco mais ou menos, crioula, "cose:
a manteiga fresca sem sal por preco mol- nmm i.. m.i \.. .;,._ i
engomma, lava muito bem. o cosinha o
coiiobolequ.mfrancez darua nova c na d|ario uo um, e pre/ero.se yenief
venda do Fonles, & Ir.nSo : ruada Cadeia do ,,ara fur de torra n, ^ do p,lar ecn
"f ,le- Fra de Portas n. 104.
Calcados a 8oo, a,5oo, 3,0OO,l Vcndem-ae tres negrotas de idade de
4,000, e 6,000 rs., no aterro da 20 annos, que engommam, e cosinham; 1
ti xr- 1 r 1 molata de 18 a 20 annos, do bonita fignra,
coa- Vista, delronlc da boneca, o com algumas habilidades; 1 preta e 1
lia ebegado reccnlemente os bem conheci- molalade meia idade; o um cazal dees-
dos sapatOcs do Aracaiy, tanto para homem pravos :11a rua Direila n. 3.
Ricos suspensorios do so Ja a 800 rs.
o par.
Vendem-se suspensorios de seda pelo ba -
rato p-eco de 800 rs. o par; o na mesma
._....* vendem-se 1 icas litas deseda lavrada
para cliapelina : ta rua lsrga do Itosario n.
como para menino a 800 rs., de orelha a
1,000 rs., ditos de lustro para ditos a 2,500
rs., ditos para homem os melbores quo
tem vindo da llahia a 3,000 e 4,000 rs., e bo-
tins a C.000 is.; assiin como um novo o
completo soitmenlo de calcados fianco/.es
de todas es qualidadcs Unto para homem 2C,'njadfl m udexa
como para senhora, meninos e meninas, Oculos para ludas asidades aSOOrs
peles do marroquim o corles de tapete a K o Dar ">"""
480 rs.,e sendo porefio, d-se lor menos, Vondem-se ncnlns nara tnAcac i,la,lfli ,
ludo aliiu de se apurar dinheiro. 8no'p.Vo^p.V:"nSV^Tr^do tor1oV
Venae-se no armazem da rua 26, loja de miudezas.
da Cruz n. 48, os Seguinteogene- Capachos a 5C0rs.
ros a precos commodos : fras- Veudem-se cipaciios a 500 rs.: na rua
j j' 1 i larga do Itosario n. 26, loja do miudezas.
eos de viiro com bocea larga de vonde-so uj. orco grande, exc'ii.
diversos tamaitos lats combo- vamontegordo, ptimo para um preaente :
m m. II 1 \ I 1 1 I .. .,,(.' I.t-a.l. 1
urna apparencia assustadora tornando-se JFria a Jos Francico Hibefro Be Sonzvqoe
mais vcrmellia doque no estado de sade. all acharSo com quem tratar.
"la geralmente suores copiosos c fatigantes,
uranto a nout n'esto periodo avnzalo da
Cita. i........ w.. 1 1 ; (1.1 1 .1 a 111 lll.l. 1 ,l^l,fl. ctC, *--"*'' ...\y.., 1 "ni ll\J- ~ fc. j I---------*------- ^.-Wll.D
dita para armar cm madeira de todos oa ta- lacllinhas de A llpmanlia mniln nn no,A'"0IUDai10 6obrado deronte da capa-
manhoa c madelloa o mais moderno, machina "",,,,,,ld!'_ut ailemanil 111111I11 110- |||la. r
vas, alvaiadc muito fino cm bar- -- Na rua da Cadeia do Recife n. 49. ven-
ricas, zarcao e secante em barri- tS^^^Z^^X^Si
cas, pedra hume cm barricas, es- Vendem-se selins e silhes
sencias de canella, rravo ezimbro, inglezes, de couro de norm d dcrouro d0 lusiro francezea.para homem.
sevadinha em garrafoes esal de primeir.qualidade: em casa de Z ZZ^^et^Z', lESS'JT-
iiunsoul.il para vapor, com inri a de 4 cavaU
loa, coucoa, passadeiras de ferro ettanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escoveoa para navios, ferro ingles
tanto em barras como cm arcos folbas, e ludo
por barato preco.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rnn do Trapiche, n. I-/, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
Tuxiin pura engeiilio.
Na fundirjSo de ferro da rua do Brum,
acaba-se de receberum completo sm limen-
t de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prejo com-
modo, e com promptido embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas ao
comprador.
-- Vcndem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c no lliode
Janeiro, em caixas de 100 libras
molestia, p, a menos que ella seja atlliada,
sobruvain & inUamaclu dos tornozeloa, i-
arrh.i e final mente a moite.
t'omoroiin dio para esta lorrivel enfermi-
dade dimeiubiana bronchial, que zomba
quasi s.:mpro da pericia dos mdicos, re-
commendai.i os proprietarios o us, deste
zarope. II; por meio das suas qualidaJes
alternativas o expectorantes que a cura se
eiTectua. lima pessua qne suffra desta espe-
cie de phtisica, logo quo tomar o xarope co-
ndecora una n.ulaiicji na rxperlnrac,ao e
nos ileniais syirpotomas, o perseverando no
seu uso, guiando-so pelas inrtrucc0^s, ver
que a cspectoracSo so torna abundante, cho-
gando algumas vezes a pomo do assustar o
enfermo ; porin seu carcter hesalutar, e
a cura bi".vemento se opera.
Vendem-se qualro estollas
das cores principaes, branca, en-
carnada, rucha e preta, bordadas
a ouro, proprias para vigarios e
pregadores: na rua da Cadeia do
Hecife, loja de Jos Gomes Leal.
A 600 rs a arroba.
Vendem-se batatas novas da
melhor qualidade inglezas:no Re-
cife armazem de Joaquim l'inhei-
ro Jacorn, na travessa da Madre
de Dos n. 9.
Vende-se urna parda, de 20 annos, pnu-
co mais ou menos, cozinha, engomma c co-
se algumacousa, nflo tem vicios, nem a-
chBques: naiua da Concordia, quem vem
da ponte a esquerda, segunda casa terrea so
dir quo n vende.
Vende-se urna escrava do genlio de An-
gola, que sabe cozinhar solTiivolmente. en-
saboar e iioquintandeira : na rua de Hur-
las n. 110, quo achara com quero tratar, das
8 horas da maiihOa at as 4 da tarde.
Queijos londrinos.
os mais superiores possiveis por viram om
latas, chegados ultimameote por preco
commodo, na venda da rua da cadeia do
Recife 11. 25, defionte do becco Largo.
Vendo-so urna morada do casa terroa a-
traz de San Jos na esquina n. 2, quem qui
zer comprar dirija-se a mesma casa quea-
charcom quem tratar.
~ Vendem-sena loja n. 2, da rua Nova
lia/, da matriz, a dinheiro a vista, sapates
e couro de lustro francezas
1sapatos*
damson Howie & Companhia, na
rua do Trapiche n- 43
i- psem muito alvo e a barricas.
Farinha Pontana,
chegada ltimamente: em casa de'J. J. Tas-
so Jnior, na rua do Amorim o. 85. com 6 papis de aguloas multo supVr'i'ores" I o bariho, sapatos abotinados" d" ma'rro-
razendas para senhora, por bara- colheres de metal do principe perfeita imita- quim para senhora, sapatinhos de panno
to preco. 3o de prata,fafcas com garfos muito linas. ,cornponta de lustro para meninos, e sapa-
raque gaspiados de couro de lustro, chine-
las do marroquim para homem, ditas de
Ifl, altal do ditas para uiihuia, diia de
-- Iticos temos de bandejas, cachinhasmarroquim, ditas roxas proprias para irem
Venda-so 110 armazem de Dias Fernin-
desdefronte da rampa da alfandega,sacas .lo
signaes seguintea: boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla desembaracadi
ps grandes, tem lodosos denles da frente,'
nariz chato, quando anda eslalaas juntas dos
joelhos, levou camisa de algodSosinho brin-
co, caifa do dito azul, este escravo foi do
mato: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcial a fallar com a viuva Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
perfeito milho a 2,400 rs.; dilosdefejao a p,Sido, um preto que representa ter 45 a
>,000 ra. I SO a-nnarfo IrfaHa ,1.. ni- "l k.k.^it.. k,.__
2,00 ra.
Loteria do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000,000 o 1.000,000 de ra.
Na rua da Cadeia do Recife n. 24, oja da
Viuva Vieirs & Filhos, existe oa mui afor-
tunados bilhetes, meios e camellas da 19.
loteria a beneficio do theatro de S. Pedro de
Alcntara, cuja lista deve vir no primeiro
vapor e estar patente na mesma loja.
Vendem-se superiores batatas ingle-
zas, recentemente chegadas a 600 rs. a arro-
ba : no caes da alfandega, armazem de Fran-
cisco Dias Ferreira.
-- Vendem-se quitro terrenos na rua da
Aurora, junto a casa do Sr.Jo.lo Vieira da
Ciuilia, sendo um com a frente para a maro,
o tres com a frente para as casas do Sr. An-
gelo Francisco Carneiro; quem os preten-
der dirija-so a rua da Praia de Santa Rita
Nova, sobrado n. 1.
Vende-se um bote om bom estado, e
por preco commodo : quem o pretenJer di-
rija-sa a rua dos Cuararapes, casa terrea
n.14.
Escravos rugidos.
t.SOOrs. ; lencos dn finissim
-.----------------.-------------...^di.us bu...uinia uo .
linho, a 480. 560o 640; ditos de cambraia patacho inlerpe,
le lgnd.lo com bico, a 440 rs. ; ZUi
cor muito cncerpados, a 200 rs
ra resfriar
fundeado de- !;o*'D'l,osl'r meninas an.iarem, ditos
; zuaaesde fronte do ces do Ramos : trala-se KSd^d?^
dito
o a
Apollo
sortidas, de i a 16 em libra, etam- ?zuCSC,ua' i^/a'aa.a 200 rs. eaigodso
, transado com listras, a ISO rs. : na rua do
bem de um *o tamanho, por mc-|CreSt,on. 6.
nos preco do que em outra qual-' Vende-se, cm casa de A-V* Z
quer parte : trata-se no escriiito-j ilain.son llowie & Conipanhia. na ra,,y0.
bordo do mesmo 011 na rua do
armaran n. 14, c na rua
armazem n. 33, com S
quer p
rio de
rua do
andar.
I, ven le 111-
oniparuiia, na .. -. ., do ,,ramerit0 ,,
Machado & I inheiro, na, mu do trapiche n. 4.2 panno de seesleiras muito grandes, ptimas parase
Vicario n. iq, segundo algodao para sacc-js de assucar *lenJer "" um"""'' es-irvirdecama para
1 **. 1 4 ou 5 pessoas : ai:n como snalo* derla.
muito superior e b .ralo. rtque p"lel0, par. .ei.hoo, a ooors o par
Cadeia do Recife n.8.
1 Vcndc-se um cabra de ida-
de 3o annos, muito fiel, sem vicio
algum, faz todo e qualquer scivi-
co na rua do Queimado numero
10, loja.
7 Vende-se 2.000 couros salgados em Ma-
clo, a tratar com Jos Coiicaly Torres
ruidaCideia Velha 11.1.
Fugioda cidade da l'arahiba
no dia 7^e outubro prximo pas-
sado, ama escrava crioula de no
me Jonnna, alta, cor fulla, repre-
senta ter 38 annos de idade pouco
mais ou menos, olhos vermelhus,
quando falla gagueija, principal-
mente quando seteima com ella,
'evou vestido roso, e urna coberta
de algodao de carossinho : qual-
quer pessoa que della tiver noti-
cia, a queira apprehender e leva-
la a rua do Cabug loja de iiue-
zas, a entregar a Jos A Ivs da
Silva G"maraes, ou na Parahiba a
Jos Alaria Pestaa, que ser ge-
nerosamente recompensado.
-- Continua fgido a contar da noute de
30 do mez de novembro passado de bordo
dobrigue Feliz Unifio o escravo marinheiro
de nome Joaquim, de naci Mocambique
representa de idade trinla e tantos annos,
baixo, grosso do corpo, cor fulla,tem barba
evou calcas e camisa de riscado, o mesmo
lio capadocio, e ontendo alguma couza do i-
dioma ingloz sendo natural se intitule por
Ifvre. Itnga-sea todas as autoridides sua
captura, como tambem os espitaos de cam-
o, certode quo reconhecido pelo proprio
uam o trouxora rua da Cadeia 11. 39, rezi-
dencia de Amor i m&lrmaos correspondentes
daquelio briguo, o do Sr. l'roprietro do
mesmo escravo, recebera de gratificarlo
50 annos de idade, de nacao esfinge, baiio,
'cheio do corpo, sem defeilo algum nocurpa,
' levou vestido, calca de casemira azul clara
I de quadros e j velha, coleto deaelim preto
I velho, jaqueta de hrim par Jo,camisa de ma-
idapoiao, chapeo de seda preto ; presume-so
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
apezardeser do serUo nSo sejulga quo le-
nha volt ido : roga-se porlanto as autorida-
des policiaes e capites de campo, a caplurs
do mesmo, levan.to-o a rua do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensara.
- Desappareceu da fabrica de caldelreiro
da rua do Brum n. 28, no dia 17dopassalo
mez de novembro o preto Antonio, de na-
ci ea lumia, que representa ter 45 annos de
idade, altura regular, ebeio do corpo, cara
abocetada, muito cabelludo nos peitos c
rom bastantes cabellos brancos na caber,*,
o um pouco carrancudo; he oilici.il daral-
deireiro, foi encontrado nas Cinco Penlas, e
seguio o ca miulio dos Afogados, e be natu-
ral que seguisse mais adiante por ter levado
toda a roupa que linha, a por j ter sido
pegado do outra vez na freguezia da Esca-
ria : roga-se portento, a quem o pegar de
leva-lona dita fabrica cima, que ser re-
compensado.
5o,ooo rs.
De 15 para 16 de novembro de 1851 de-
sappareceu do engenho Aguas Claras de
Uruc, da freguezia de Escada, o escravo
Venancio, de Angola, que muito paroce
crilo, idade 25 a 28 annos, cor fulla, bo-
nita figura, altura regular, cheio do corpo,
pernas e bracos grorjos, rosto gordo, e ar-
redondado, testa grande, olhos grandes, e
amortecidos, tem falla de muitos dentes nt
frente, do lado superior, poucos cabellos no
buco, e queixn, tem marcas de chicote nas
costas, e de surras nas nadigas, parece ser
serio, e muito humilde, falla com muiU
nan-i 1 .'io e ni 1 i~i 110 faz-ge; innocente, ho
chegadoa furtos, o eos turna mudar de trage,
I(por furto de roupa que faz) de mudar o
nome, dizor-se forro, nutras vezes procu-
rando quem o apadrinhe, ou quem o con-
pre : levou camisa de madapolo, calca de
brim trancado de listra pardas, j* desbota-
do, chapeo uzalo de couro, cobertor groto
de listr.is azue.i escuras, e um laclo que to-
moude um muleque carreiro, do engenho
HoootO. Este escravo passou pelos enga-
itos Arand do Sr. Manuel Feliz, Amparo
e Moclo, havendo pedido aos senhoresdos
dous ltimos engenhos cartas que o paJn-
nhasse, em que fui satisfeito, e nSo obstan-
te fugir leudo seguido para o engenho Mi-
nhocas, da donde prezuma-se ler partido
para o Brejo da Ha Jre de Dos, onde foi es-
cravo do Sr. Cordel ro, conhecido por Abade,
a quem pode-se o favor, de ae chegar a seu
couhecimento a sua estada ali, fazer apre-
eoder, remetter ou avilar a seu Sr., pondo-"
oeste caso na cadeia, assiin como loga a
qnalquerqueo pegar, de leva-lo ao dito
engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Peroira
de Burgos Pones de Len, ou na rua Direita
n. 14 cata de Jos Pinto da Costa, que rece-
bar a gralillcaco mencionada; e tambem
pelo prezenle protesti-se com todo rigor,
contra qualquer que o conservar em seu po-
der.
30,000 rs., de gralificacSo.
Desappareceu no dia 15 de jullio do cor-
relo anno um muleque crioulo de nonio
Paulino de idade de 10annos pouco mais
ou incnos.cor amarelada por ter vicio de co-
mer trra,naris cbato e feio levou camisa de
algodSosinho tuja e calca de riscado, sem
chapeo, este escravo portenceao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira de lina ; quem o pe-
gar leve-o a rua da Cacimba n. 11 ou a
-erber.L^Sacr.63.?derpS:
nuncio.
BOA GRATIFICACAO-.
Ausentou-se na noite* de 27 de
contra quem o tiver oculto.
"1; M Y. r>r Fv.i


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. Anno XXVII Sabbado 13 DE (fe DezooAro de 185 N. 282. 1 %  .< PERIVAMBVCO. piirpo u sUBOBivglo. 1'iOlHWm AuuNT.no. prir trimestre por cmetre • ,• • Por DDO •'••••...-.••• PAOO DINTRO DurilMEITBB. Por quartel arOTICia* DO 1MPEI1IO pira %  '' 'li'Norbr. Minas. 19 de No.br. Maraqbao I9 de dito S.Paulo. 10 dedlto. Craii... 2dedlto. R. deJ.. 25 de dito, parshibs. 5 de Deibr |8ahla... I de Oeibr. 100 __J00 1&/(K>0 4/500 caDA II1HBJ 8 Sea;. >{"{• Conceifo de N. Menbor.4/9 Ti-rc. S. Leoctrji.i. AVBtEtYOlA.H. ~ U¡d?de NoYbil Austria.. 1 de Novar 8 de dito Siiissa,,. 2 de dito. 8 de dito ISueeia... 28 de Outbr 4 dedlto Inglaterra 8 de Nuabr. 31 de Outbr E.-l'oidor 20 deOutbr. i deN'vbrlMexico... 15 dedlto, i de dito. Oalifornfailde dito 29 de OutbrlChllL 8 de dito 28 de dito Huano/.A. 8detlovhr iSdedito |MomerMeo2lde Outbr sassisaias>aiiHsaajtsaisasBKaaiaBasiaaaai — CAMBIOS DE 1 2 DI SIZIMBRO. Sobre Londres, a 29 d. p. lfOQO Firme Parla, 333 por O. • • Lisboa, sem transaeeiSe. HiTin. Ouro.—Oncas bespanholas.... • aloedas de GM00 relbas. 16/000 a %  de 6M00 oras, lb/000 • de 4/000 9/000 a Prsta.—PatacSea brasilelros.. 1/910 a Pesos columbarios... 1/920 a Ditos mejicanos 1/7*0 a fa/iin.la de 19 de notembro ullimo, foi.indee nSo serve parante o juii de direito, com i ferido o requer menta, -80. quai TneooalJo ;o promotor publico. Gomes dos Santos F'rrein BafJuem pedia Portanto parece-mo que o juiz municipal I ser prvido em um dos lugares de praticaiideve provar a sua frequencia no exerciclo tes da recebedoris de rendas internas desta do emprego com sttestado da respectiva ca.„„ r.^ i rnvmei i mir municipal, na venale muitas vetes EXPEDIENTE Do DA 6 DE DEZEMBRO DE W !" "A mesm. .censando recebiJo o" PARTE OFFICIAL GOVERN DA PROVINCIA INTERIOR. ,85, \ ... ¡ofllcio con* queS. S. trouxaaoconhecimenOIBcIo.Aocommando das armas inte.1 !" p c resiJ q en 0 ci. outru em que o inspecrando-p de b.ver expedido as convenientes J !" —, d !" „X?. o que S^:'^:.* en i?.S,~ B r. B ^' d .V„ !" l\ S coZado* amr. as raercadorias, que iliili-il, < %  nu'sin i impossivel mensalmente (como se pagam os ordenados) de obter, pi'l.is faltas de ronniOestlas mosmas camaras, mormente as do interior, sobre o que porem n3o se trata agora, e do gnverno a ¡iem essim a p.gajoria mnilar para tarneeirl'* y do chpfll d9 ^, icl41 pi ,, do mini< a cada um dellesa respectiva guia.Ex-b'' „, mH r recomneaidando a ex-Uombro ulti pediram-se as convenientes ordens a res-* Dito.—Ao ni 'sin i enviando as notas do selloe emolumentos que deven pagar o capillo do p r i ni Min li il.illiin de iofantaria, Fernando Anionio Rosauro e o alteres da companhia fus de Sergipe, ora em servieo nesta provincia, Jos da Cruz Vieira Scipiii Castro Quelroz deHacfiJo.a flm de que as faga entregar aos oilos ulliciaes para cumpnremas disposicOos do decreto n 673 de 15 de jnnlio de 1850, e manuar-se fa/er effeclivas as licengas que obtiveram. Dito.—Ao mesmo remetiendo a nota dos emolumentos, que o capellio da lercaira classe do exercilo, Joaquim Mauricio Wanderley, est deven lo secretaria de estado dos negocios da gue r.i ali n de que, fazendo-a entregar ao sobredilo capelln, Ihe reconimende, que, nSo a recolna a importancia da dita nota aa recebedoria do rendas geraes desta provincia, mas tambem aprsente na secretaria da presidencia o respectivo coohecimenlo. Dito.— Ao mesmo para prostar urna guarda do lumia para assistir a lesta que no dia 8 do correte so hade .celebrar na igreja de Nossa Seohora da concejero dos Militares Dito.— Ao mesmo remetiendo copia do aviso do ministerio da guerra de 24 de novembro ultimo, em o qual se declara, que se concedeu passigem para o nono batalliao de infantsria ao cabo de esquadra do terceira d'artilharia a p Thoinaz Francisco da Silva.— Igual copia remeltea-se a pagadoria militar. Dito.— Ao desembargador cliete de policii,autorisando-o, a vista de seu o!1¡ciode4 de novembro ullimo.aadmiltir mais um amanuense extraordinario para coadjuvar os trabalhos da reparticSo a seu cargo e bom assim um praticante gratuito, a quein se assegura, bo caso de bem servir, a nomeacSo para o primeiro lugar de, amanuense, que vagar. Dito.~ Ao mesmo dizondo que para poder resolver a re8peilu do pagamento da quantia de 30,000 rs., que o delegado do termo do Odncuri paguu por coma do aluguel das casas, que servom do prislo o quartel do destacamento d'aquelle. termo, faz-se preciso que remella o respectivo recibo, o qual deixoo de acompanbar ao seu ofllcio dehonten. Dito.— A thesouraria de fazenda transnniti mo o aviso da um letra na importancia de 800,000 rs., sacada pela thesouiaria do Rio Grande do Norte sobre a desta e a favor do Antonio Bento da Costa.— Paiticipou-se ao Exm. presidente d'aquella provincia. Dito.— A mesma re viso do ministerio da vembro ultimo, no qual se dotermina q presidencia informe com numero dos engenhos de a alenle existen! nesta terio do imjerio do 25 de noimo, faz-se prncio que S. me. pedicilo desuas or.lens, para que o inspec-! envi secretaria da presidencia com toda tor Interino da alndega, uus termo tJo t l bTevIdado.UgaCiglanl'tanciada exposlcgo artigo 1* ^3 do regulaminto do 28 de a¡ do esta Id sanitario desta pruvincia.— Neste gosto de 1849, consinta no despacho ¡sent, sentido o(l¡ciou-so ao proredor da saude e ilodireitos, das ferragens e objectos men-iao director do hospital, regimenlal. Clonados na nota, quero:nello, os quaos fo| Dito.-Ao contador demarinha enviamlo ram encommondados paia uso du arsenal de marlnha. ola ii que se'rcftre a oflieio a cima 350 Varas de ferro roJondo. 25 Feixes d dito. 23 Ditos de falla. Urna mangueira do sola. 120 barricas de cimento. Communicou-se ao inspector do referido arsenal. Dito.— Ao director gersl da instrucc3o publica remetiendo, para sua intelligencia e oxee ic3o, co;a do aviso do ministero do imperio de 13 de novembro ultimo, no qual se exige a romo^sa com urgencia do urna re ii,'.m das aulas publicas unlo primarias, como secunJariis, existentes nesta provincia. Dito.— A0 inspector do arsenal de murinha declarando queso nSo for absolutamente possivel que se aproveitem os serviros do marinbeiro Vicente Pareja, na forma indicada pelo contador-de marioha no ofTIcio, que remelle por copia, deve ser elle despedido do servieo, faxenio-se os assenlos precisos. Dito.— Ao director do arsenal de guerra dizendo ficar inleirando deliaver fallecido o apreniiz menor u'aiuello arsenal, Francisco i.niirencii." Commuoiotlu-se a pagadoria militar. Dito.— Ao mesmo declarando flearscientedoler fallecido de spasnio a crianza que havia a africana livre de nomo Izabol dado a luz no ilia.1 do corrente. •Dito.— Ao mesmo transmttimlo copia do aviso da reaurlTeao da guter de 10 do novembre ultimo e bem assim a nota dos defeiios adiados no fiirdamenlo fabricado n'aquele arsenal para a piovincia do Ceara, copia do aviso da reparlicflo da mariuha de 20 de nove nbro ullimo, pela qual s • ronca deu ao capitn do fiagati ('aelano Alves do Souza Filgueiras licenc par in.iis quatro mezes para tratar de sua saude n-'sla provincia ou na da Rahia, continuando a ser pago por aqu do seu sold. Dito.— Aocommandante do corpn de poln, i inleirando-o de haver dado o conveniente destino ao processo criminal feilo o soldado do corposobsi'U mando Alexandre Hanocl do Espirito Santo.— Remetleuse o procosso a cuni ao juiz relator da junta de juslica. -Circular aos juizes de direito da provincia, a excepcSo dos das comarcas de N izarelh e Uoa-Visla recommendando que lelil a m milito e o vista o artigo 38 do regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, i lim de Ihe dar execucSo em occasio opportuna. Coiiimaiiiio das armas. Quartel genital na cidade do llecifi, 10 di desembro de 1851. OROKM DO DU %  40. Observando o marechal de campo graduado commandante das armas, que lom como que deixado de sercumprida litleralmenle disposiedo do aviso do niinisteno da guerra de 14 de junho, publicado em orden) do dia de 8 dejnlho doanno prximo prssado, que expressimenlo prohibe-: se enlretenliam n.is msicas dos carpos ¡ maior niinii'Mi il i pricu*, quo aquello dolermtnadii no plano que baixou com o decreto • a llm de nun informe a reelo lempo que ha ul se dotermina que a em que S. me consulta, se o atiesta lo que Recorrido depoisde 30 do outuhro ultimo, iliruiiio 11.11U.. i ._ ._. _>..„.,_„;;- 1. ani nuo mun. nil n,alin„ l.nl n,arnii>mi „..pr-,-_.difTerenca de augmento ou diminuicBo que cmara municipal. se tem verificado no numero de laes fabriVariar a que se re/ere o o[jlcio aetma. -Zagaio—como ne exp n. 705 de 5 de outubio de 1850. setem venucauo no numero ue .. u..-, !" f ....,, I ....~.,.. Constando dos mappas quo existem pracas oestes ltimos Joz annos a fim de que AsatteslacOes do frequeucia dos empreCM do cor C( nsjJerilJ 2g como imp v edl preste as ditas informacSes. I gados devem ser dadas pelos eneres respecdo3 de gfaa^ quo „ ao pertencem aos mesDito.A mesma '"''""^-V^" 6 '. fvos, e nao os havendo no lugar pelas icamos ou e nprega los no quarlol-gener.l, JUIZ de direito do comarca do Brejo Antonio „,„,„ municipaes. Arl. Ia3da lei de 4 de dct ermina finalmente o mai-ecnal de camBaptista Citirana entrado desde i D'fe outubro de 1831. Parece me'tfae o juiz de po que ¡mmedialamento os Srs. commannovembro ultimo no exeicicio do seu cargo ;d iroito nSo he chefo da admmistracilo da dames respectivos facam recollier para o — Respondeu-se ao referido juiz. ijustica na comarca e menos a respeit do serv i S o as pracas 'quo por tal motivo so D to.— A mesma coromunicando, qne, sejuiz municipal,.cujas funccOes sSo prmciachjfll assim destranidas guodo ronstou de avisa do_ ministerio da plmenle civeis o as d'aquella c iminaes, Antonio z;orre¡aSf,irn. t^aaaaajvaaBaawMiaaaaaaaaaaaaa aaaaasaBSMBaaaBaaaaBaaaaaswa i %  %  —^ ^ —^agaa ww^ ^ CORRESPONDENCIA DJ DIARIO DE PEBN'MRIlCa Parahyba, 8 di dczenbro de 185t Verilicou-se ser verda leira a noticia, que em mmh.1 ultima Ihe dei, de urna genlilesa de thuggs na freguezia de Taje, e nfio teohn certeza das outras, que na mesma carta Ihe refer. I) IUS in livi luos, que amigavelmente estavam bebendo em urna balitea do-..as em que pelo mato se vende a miraeulusa agurdente, nSosei por quo motivos travaram-e de rasOes, e en poucos momentas eslava" um estirado para sempro com urna bicamartada. e o outro gravemente ferid com un meia duzia de facadas, o qual entiou hontem nesta cidade som | epei'ainas de vi la. Eis o rcsultido do mao costume, hojei quasi tolerado, de andarem no mato armados, quasi tolos os in livi'lu is de seis anuo* para chni, combinadn com o uso do bebidas 0i|ii'ltuosas, Imjo vulgarisado.I Rom tem felto o Exm Sa. quo te ¡ on seu : :il Lilo urna g'oza do facas c bacam ule, i tomados polos c imm respcitadorda lei inermo ha mSos do perverso, que jamis doixa os instrumentos do sua malvadax. NSoapparccam agora os polticos apupando iniolia lembranca; por quaolo nilo val a penas taes encommndos, vislo que nenbuma esperanza ha deque se ella roalise. Ha poucos dias li em um dos nmeros da Ordein urna lembranca aos MR., para que illgam alguma cousa sob'e o esta lo da al 1 uni.;,i, ja quo nicamente tem aproscntid.i n-olgueiras na administrapln de reo.las; e enmo tenba consciencia do que ellos n.lo dnrlo por davant", quero toma-la a n.ou cuidado, o noticiar-lbe o que for cenrrondo, para o que ja lenlio mflo um guarda que, como asbe, sSo "ptimos espides, quio do Ibes no embacam a vista alguns corpoj nielalicos. o... i-iomqin por lli ha muita aliilmdtuem, apuradas trovoalas sceeis do inspector, quo ronca como um trovSo, c lie in icio como so-11, principal dofoto quo Ihe noto. Cortos negociantes Icoin a palma mgica para alguns dos empregados, do soite que com ella abreviam so as despachos, sen quo os goneros leu! ain o oncnmmnlo do penetrar oa ombraes d'aq ella caverna do tolo; ootros, pnrm, que nSo c-tlo as grabas dos ministros do rei das lompostado, soffrem mais onommndos do que um pobre Judoo em Mirrocos. N.lo acho isso muilo constitucional; o por isso nflo posso Jeixar de estimar quo o pai dos ventos entre oo,conhecimcnto de taes negocios, afim de por-lhos o magistral —veto.— Ha poucos dia; um pobre Ingle/, cujo nomo ignoro como o de tolos os Inlezes, morador nesta ri lado, tevo, pedido de um commandante, de compiar para bordo do um navio urna quarta no farinlia, e segua com ella, quando encontrou, muilo dislanle do borlo, ao ms es.ilo da alfindega com seu fardflo do xigs-zags e nsoparavel ealodio, quovondoa l.i inlnnniiiZda por um marojo pergunlou para onde ia. Da resposta sonlic, quo para b >rdo; o som mais querer oiivir disse que eslava aprc n ndida. O Ingloz, que, como todos, nSo ignora Dir-me-ha alguepi, o conceito publico os-egulamenlos dos contrabandos, rotordislingue muilo bem os homens, e isso quio-llio,qucellenanpolhaprohendo-la om basta ao honesto. S¡m, distingue muilo te ra, o que po'lanto a faiia vallar parasua bem; mas o que be, o que significa, o quo casa; o que eflVctnou sob umi metralhada importa ejse conceito? Bu o dira sema do paluvias laudativas com igual coragom nflo oonviesse antes calsr. trocadas. Enta o senbor dos bordados arFique o calumniado contente com o concranjou, nao sel como, tres soldados de poceilo de meia duria que o conhece, a mal licia euuctnrltate qua fungit mandn arranjulgado por milharcs que o nflo conhecem, car o pobre ydeme do suai casa, donde ainmas que leram ns produccOes nogras do da Iho rezava alizuns responsos ao gosto calumniador. 'britnico, e con iu/i-lo para a cadeia I, Com tal Suciodade o cidadao nflo tem Moraliso como quiz.ro laeto, j que ou nao SaUsfaoSo igual a olensa, e nao goza era posso, porque temo, um .lia quando for • proporcan aos sacrificios Ella he toda em comprar minlnquarla lo bacalho.srtran-j provoito do mao, que ofTnnde sem reparacafiado por contrabandista, c pa^ar as cusi ctlo, goza s 'tn sacrificios, tas da lianca(se bouver quomSconslilucional-, Eslou hoja multo moralista, tonha pamelom'a cinco l)se quizer vol'ar jeasa. (ciencia, porque, ao menas* este vez, quero i Auto honlmi tambem foram apronon li: parecer fra lo ou padre para satisfafao do idas pelo mesmo senhor urnas quaitin'ias. quem ja me qu.r dar ordons sacras; dizondi. bahia, dosemiiariada du ¡.¡¡crstriz, do Iba tefflpre, em Mgr*to, gn afln ineolrctanlo quo urna caixa de cha passou lluenrias du da, pois hoje Tesleamos a inclume, OCOaO toda pureza ; nnscenlo pa Irueira do imperio, nnssa m.'n Immacul.l difTcronc da diOVcnoa ¡a> pessoas a lada, com duas solemnes fastas, urna em que pe tem iam, soguodo lizcm os monillos San Francisco, o outra na matriz, e urna a Gandinha. Eis o porque ma queroni procissilo, da qual oportunamente dar-lhemal; segundo o axioma—volitas odium hci noticias, parit—como diiia um cabo de esquadra da .Nada mais occorre, o por isso nao quero minha compan, que fol sacristn dos ser mais ext enso. Adcos jesutas; porem como tamben elle acres-, MINAS GERAES. centava—quem mo quizor ser lobo nio Dio Ouro p rfto J5 do u'uyembro do 1851. visla a pidle,—pouco me inpoiUm as iras eosraios da maledicencia, ire conlinum0 doscnlac da quostiln mnntevidian, cusalos la lllilio l LL 1 gia, lia uiuoiii*' ii-.„. _• .i_, do adizer o qua m, parecer mAo do sofr^l^X^^^^^ Eis o quo lem oceori.do contra a tranSi** J^L ?"i J?£ *?> i lado te o d So publica, teneflo publica, que os faclns de OJtra ordo i vio sucediendo uns api outros, desF.m verdade, qu^m no principio do anno que corre MI.HU que boje essa grande cas, nada sabera de meus projeclo, quedeJoaoreiuiva assim indetinldaniente iniolia mais anula nao i-siao re, olvidos. segn ia entrevista com sua mal; ininbas fclIn v.-n-i I iz.-r anda Ulna conliasao que expli(des revelarain sem duvida meu espanto. Mcu r i iiniili i noli ri-.io amigo foi engaado pela iniuha enioco e disEnlrar nospagens do re, era nao s separarse.me tristemente : me de Joao e romper talvez para sempre com -. !i,M 0 vejo, Fernando, tu nSo me perdoas elle, mas alo la condemnar-ine a nao lomar minha falta de conliauca.... entretanto accres%  mals a ver sua mal.... eeu sonhava ja no dia ccnlou elle com uina vo: coininovida, juro-te em que poderla voltar com ineu amigo casa tenhn ocora9¡¡o aperlado.,.. Eu eiliniaria lanto aaraanniac nc II M uininn *\ desta encantadora mulher. poder abrir-me comtigo.... Ah! se cu o ponlEnlDnlAS Ut Urfl ItlArlIUU. W Nodiaieguinte, ua occasiao do recreio da desse.... ; manbaa, Joao dlsse-me com um lom ao nicsmo — Espera, Joo, disse-lhe eu. enternecido de FOLHETirafl. ou do so lado Pon EUGENIO SCE.) IX. lempo serlo e terno : sua tratela, eu estimarla mais sem duvlda ter — Fernando, tenho um favor que pedir-te; a tua conflauca,... mas tenho-lc dado tamas nao me falles jmala do petar que me causou a provas de minha indiscripcao que concebo que conversaco de hontem em casa de tua avd ; eu nao possas fallar.me sem reserva. 1 nao posso explicar-me francamente comligo a : este respeito. llusta-memulto ter un segredo, — He vrrdadc, tu s leviano, eslouvado; to-' Joao Rayiniindo nao se enganava, eu nao para II, mas este segredo nao he smente meu, davia se smentese fralassc de mim, eu nada pude comprehender com efteilo porque rasio se nao Idra isso.... cute contarla ludo. Esqucte occultaria ; mas talvcivenha um dia em que elle fra lo-dulorosanicntc iuipressionado pela camos portanto esta tarde que eu (e tornel lao sainas ludo ; enta i coinprclienders, approva-' conversaco que Uvera lugar a mesa de minha eofaiouha.... O que cu nao esquecerri jamis, ras o meu sileuclo Uiiendo laso, Joao deixouev corlvfrsaco tao hostil aos republicanos i assevero-te, be o accolhimenlo que me fea tua me repentinamente como se livesse qucudo eui'cnorava completamente nesta poca os acboa av, e.... nao zombes de iniui, accresceupor lim a urna conversaco embarazosa, contecimentos da revolucao; a universldade tou elle coui um meto sorriso, o que eu terei Ficao" quililadc publica: cuan SO diniro de in os nella* iutluem grandemente, pense J-I posswel vo-los emu.to menos obs quem quizor o contrario. .i. mil poltica n "la ha de novo. Orttem su*(Mau por alguin tmnnp sui puquesl3 HtVl8ii)i IIlt|l fi„idamente por unios b.ic.$3o t soguodo ino iiiroriiwr.ni. emRa |„ Iietes do upi „jOes polticas oppostas esqumitoprssam as mas imprrssOcs das .festarji ao rap da e salisacUria.nente rcsolcomp^sturas pessoaos passadas pelo Argos vjd(| ^uc uloria para o imperio, paraessa a alguns do seus redactores os quaes nlo g ri n d e nacionalidado brazileira, que conquerern escrevof sob as innuencus do re8e guio aquillo quo rendes nacOes da Euseniimcnto para se n3o dosviarom do rosroja n3o pulonm conseguir, o rostabelepeit> devido ao publico. N5o gaianto r?si rjinflD|0 j, p9Z na mar ge m esquerda do noucit, porque ma n3o corro com publp fala CUtiS, porn se hh exacta acho a resoluo anno de 1851 be som duvida nenhuma Cojudicusa. anda quo divilo muit) que 0 HnniJ do imperio, cvlo a nossa iodeuma descompostura A polticos proJuza un pendencia aui a nlo coutamos outro de elTeito tflo cont-a-io ao que nos mostra lanl |S proiper idtdw. IMr toda a pariese a consunto experiencia. Sej como for, se ii e m os benelicion da paz : as rendas puor-suliado. o o teniL.o nos tr*ra a verdido. biicascrescem prodigiosamente, a cessagflo lio ro-a do duvida quo os escriplores do do i^f, !" d*'sosso:nbrando-nos do serios \rgos tom por mala do urna vez mo>t do C om.ro nettim^uios com a nacjio mais poqiiodesconhec.Mnsua mis-flo, taen pao dorosa do globo nromette-nos abrir aporta involvido no aauseanto enarco dos insultos „ emigracio espontanea iucomjativrtl com pessoaes; mas eumpae aot contrarios diB eniigracao focad*, porque una excluca xar sem rcspusla su argumento* "d AaMioulll 0 ,i osc „| rtCrt ( |Q ijuesuio montovianua Mu, e continuar em aua misiSo lo %  >B8 egura* w traaquHidadedaa fronteras melisaropovo, a eonvenee-lo da no ossid.dj ndionaes do Imperio om cuntinu-ia .-origos da ir.. ,uiiid--.-if, vaolo ti .rr.msar o encom as disaoncS ^s tntesiinas dos Balados lime o ain..r o lr.ib.Jiio; e nunO Btitar por mlirophee. E rato tudo. Daos loufado quanttmpos oeampo da discissfl. unieauepte d 0 aceguera laspaii>spolticas pmcura porque um ou outro a'Nbllario ultrapassa ¡„ 0CU | ur na ¡..talligoncia do povo a ideado 01 limites da prudencia, e apresenta-se um ( ., J0 a Ill0IiarC |,i a ,„. incompatirel cp-n o espectculo an;o o publico com um allorgo uro g ro¡if 0 IH0 ¡,1 „ material dos povos a cuclieij.iemjurhs to pes para arrem-ssj-la4 j ()S j cst j, l0¡( sU.presi le. ao seu cmtrariu. \ Divina Protdencla parece accumular j mais de urna vez tonlio l-rtsliunlo, o do p o, o-.it > tantas prosperidades em um u.l o ce-s-rei de fa-e-l i, o desvio quiten anno om que int-lligoncUs or,;ulbosas e tilo entro nos l imprensa, 8 oa iecaleulapresum-las uegnudo o bmu so porque nflo v.-is males, (|uo olla ar asta ao paz, que tiveram nelio paite, vflo nl ao ponto do em vez lo moralisar, cono de vi a, de-unopretender abalar as bases da sociedade, a .lisa. Como llavera bo ror ao vicio quansup,iouJo que lio dado a ellos o organisa-la do .se aprsenla impunement %  aos odos do Ue novo, para desmentir com o Tacto aquiloublieo O CldadAo lionoto e probro carroloque v3o assoalbando pelas classes menos gado de eriuies que l'ie quer emprestar a llluslfada da sociedade. Oh BiD i \) ••< %  calumnia? Quando se descrevo o malvado, protoge o imperio l Dos protege o Imporao pervoiso, o proviricador r un as lindas dor. C"res da virtulo, da bonestidado e da r. %  Pelo muito que confo no bom senso do Udflo? I povo mineiro ni.croio, por mais alto que Quantos disgostoa nao ralam o ciJaJflo brado a imprensa democrtica, que olle assim ludibriido, equanto so nflo anima o %  P'eflra as illusoesa realilad-, e fechando os p-rverso assim louvado? E nilo ha urna '. .nos as vantagons da actualidado constilupena ellicaz para o assassino da repulacSo conal, suspire M or conliar sua sorte o a u.il vezes mais perversa do quo o que ar-' s ,lf t" dHsgor-;0es quo desjuntim no bonrancaavia?! Sim, nao h, e nem deve | z"to da uxistnicia s incertezas e perigos haver, porque este mun lo nicamente daquillu cuja experiencia nos podo submers erve do cadinho p%ra acrvsolir a virluoe,' 6>r em um lago de saague. o de paraiao dos perverso*; aos quaes per¡ Kntrotinto o Irabalho Ja propaganda vai teiicu do antiga data. *sou caminho ; os archileclo di* rumas bus-; %  i i JJ n\;in ; mili, ii il.ip.it i.ivi cuidadosameniedenossosestudos estas paginas de nossa historia ; demais miaba av teodo horror s ideias tristes, nao falla va jamis dettes terrivels annoa. Nao me veio tambem nunca por um so Instante ao penaamentoque a apparlfo myateriosa do hoinein de barba ruiva nocellelroda cailnha dobalrro de Santo Antonio tiresie a menor relafo com este iutrepido e perigoso Godofredo que se dira entao que eslava refugiado as montanbas do Vivaraia. Entretanto-quanto mais eu rellectia, mal me persuada que eiiitla entre Joo c inlm um segredo importante; eu eiplicava a prudente reserva de meu amigo pelas (requentea provas que tlnba dado de estouvamento; todava ella me ofl'endeu; ou anees, cumpre confeasar, eu senti quasi a necessldade de me achar ofendido. Isso era para tnim um pretexto para escapar aoconstrangiraento que il'.-iln por dianle deviam causar-me as mlnhas relafes com Joao. A proposta que me fez Mr. de la Bussiere de ser pagem do re, me seduzia muito eu nSo aceite! logo definitivamente este oerecimento, tanto por causa do verdadeiro pezar que me caUsava o pensamento de separarme de Joao, como pelo temor de confessar-lhe que eslava muito iucllnado a aceitar os ull'erecimentos do segundo commandante dos pagens. A reserva mysterlosa de Joo Rayinundo vlnba por tanto em meu apoio. — Elle li-tn seus segredos, disse cu comigo sahndo de caa de minha avdd volia au S.mia Marbara; pois bem, eu tere! tambem os meus; c se manbaa elle nao me fzcr suas confidente fiero Diario n. 280. do com os mil pensamciiios diversos tambem sempre presente a memoria he o exde que eslava agitado, eu quii por assim dizer cellentc coraco de la prima Julia. Pobre escapar-me a inlm mesmo, c fui ver Jacintho, memna! chorar.... porque, me vio chorar.... que ba dial eslava na enfermarla em eouse— Ella he to crianca.. quencia de urna indisposicao asss grave. — Ue ver3ade,... mas be urna criancasensi-, vel e aiuavel. I Dous das depois daquelle em que Joo jan u— De veras? respond euriodo-iue; dar-ie-[ra em easade minha av, teve lugar no colteha caso que represeotasses o caralleiro fran-' gioum dessesacconteclmentosinbos que fazem cez? i sempresensaco, mesmo as aulas tao numero— Teriaildo Uso sem o querer. Emfini consas como as doSauta Harbari, qjiero fallar da versamos um pouco.... .ao comeco do jantar.... entrada de um novato. — Com urna rapariguioha de la idade? ob! Este esludante cbamava-se Andr Levasseur, eu qulzera bem laber de que vosss fallaram, e pareca ter a mesma idade que cu e Joao. poreaeinplo? i Seu rosto comquanio paludo e estlolado uo — De ti.... 'careca nem de encanto nem de docura, su i — li.iiiuii.', .. i vos era ineiflua, suai maneiras insinuantes; — Ella te fazmais justicado que tu lbeconelle pareca pertencer a uina familia rica, ao cedes.... Duas ou tres vezes dlsae-me a teu resmenos a Julgar pelas despezas que fazla em gopello cousas cheias de gentileza e de grica... ao lodlces, as quaes repartia llberalmente com depois accrcscentou Joo, cujas felcdes se conseus camaradas. Logo desde os primelros dias irahiram a esu lembranca, nao a escuiel mais de aua ebegada, elle qulz at pagar, cousa basseuo com distraeco.... eu cuidavaem outra tanle inslita, sua entrada em uoasa aula por cousa.<.. lauto que mo me lembrel que eslava urna abundante desiribui^ao de bolluhos ; elle junto della.... seno quando ouvi a mal perempregavaemflai com urna persistencia slnguguniar-lhc porque cborava.... lar, todos os meios possiveis para captar a af-Visto que a ncbas to ajnavel, podes tornar leic.-'io de seus camaradas. a conversar com ella primeira vezque voltaJoo nao andava na mesma aula que eu: eu res a jautar de uovo cm nossa casa; pola baveaodava em lailia, elleem rhetorica. Andr Lautos de repetir a partida, nao be?.... Tua uiii vaaseur desde que entrara no bauta Barbara, foi to boa para mim que espero tornar a v3-la. pedio para seguir o curso de rbetorica; mas A* mi nli i proposta, Joo asss embarazado sendo examinado, ful admlttido smenle na aurespondeu : la de lallm ¡ lito be na mesma que eu, osio -TaUez que minha mal ae ausente logo por novo cantarada eslava quasi ha urna semana na al*;uiu lempo de Pars, porm.... mais tarde;... collegio, quando Joo me disse um dia : quando laso fur possivel..,. ella te oOerecer -Nao se i porque raso este Levasseur quer anda urna modesta refelco como a de bonabsolutamente ligar-sc comnosco? e principaltem. I mente, seundo creio, contigo ? Tens observado como elle >olti-se sempre u a nd passeiamos juntos ? -He verdidc, mas que qufres ? Klle no conhecc uiuda ninguem no Colegio, procura obter amigos; uu Ihe devenios querer mal por Issn. Demais parece muito bom rapar. — Sim, respondeu-me Joo com urna cxpresso singular, parecc-mc sempre um rapas bom de mais. — C<>ino asiim? -II juifiii lodo ter com o porteiro para coinnrar-lhe unta carteira, acccuteceu qu custutd'o ella ouliize sidos, eu so livesse no bolso dea ; o porteiro disie-ine que levasse a carteira, mas eu refusei, propondo-me c-niipra-l-i para a semana que vem. Levasseur que eslava presente, sahlndo da loja do porleiro, ehegou-ic a mim c disie-me CJIII HU tom pathettto, tirando da alglbeira d^ colete unta moeda de ouro : < %  Meu charo flaymundo, entre amigos tudu hecommum: loma ests vime francos, que ainda me restaut outros tantos para acabar o inri: tu me restituirs isso quaudo qulzeres. Primeiro que tudo, nao son teu amigo, respond eu a Lavasseur, depois nao lomo emprestado aeno o que posso pagar, e vollef-lhe as costas. Muitas vezes depois, debaixo de um pretexto oude outro elle tem voliado carga ; urna vez para pedir-me que o ajude a resolver um problema de geometra, eu o reuiettl ao seu explicador ; outra vez, para pedir-me conseibo a proposito de urna carta que desejava escrever a um de seui prenles, linalmente em seu furor de ligar-se comigo e sem duvida como ultimo e triumphantemeio, p ropos-me empreslar-me maus livros. — Maus livrus ? Que maus livros? -Nao sel; elle disse-me que tiuhi trazido unta cstaute com dous forros, que se cu quizesie durante um recreio, quanda todos etivesiem fora, elle me mostaria na aula a estante e os livros. Elle me Impasslentava, sua proposta de emprestar-me maos livros irritava-me o coraco ; eu vollel-lue as costas, tendo tldo grande vontade de tunda-lo, e disse-lhe que d'alli por diante nao me dirigase mais a palavra. Este rapas tem nao sel que de baixu e de falso no rosto que me repugna. Acampa tocou, dcixci a loo c fui para a aula. Este pensamento de maus livros nao me sabia da cabfea, entretanto eu Iguorava completamente o que era uin mo livro; eu nao teria sido sem duvida mais curioso que Rayinundo de saber o que elles cram, se depois de uossa visita casa de sua mi, urna sorte de revolucao nao se tivesse operado em mim: o rosto desta encantadora mulher seguia-me por toda a parte, em meus sonhus, no mel de meus estados ou de ineos passeios, muitas vezes solitarios depois que Jacintho eslava na enfermarla, pola por muitol motivos a presenta de Joo me peaava, eu me exprubava quasi como lerrompi. porquauto eslava pensando nos maus un chine a emoco que me causava a lemlivros, Andiaecresceniou-' branca de sua mal ; todava estes peosameotoaI — Meucos! Meu Dos, o que foi que fi a confuso! e arden le me cercavain sem cessar. ¡ Raymni>dii, para elle me repeiiir assim? Elle Cuidando em madama Baymundo, vapore anda nao ledisse nada, Femando, a t que es quentea me subam .4 fronic, eu senta o pulso leu utrllior amigo 7 uater-mc cheio e forle, cu entrava prematura-j -Escuta Audr,... se tu me promeltesses.... mente ntsta phaac da vida cm que o adulcscen-'ac tu me jurascs nao diier a uiugueui oque te loe i na idade viril. [ vou cuiiHar-ie ... O offereclmenio feito por Lavasseur a Joo a ( -Dou-te a minba palavra de bonra a mais respeito desles maus livros, voluva-mc muito sagrada; exciamou Anur com um lom solemvivautente memoria, porquauto um instiiicto scciviu ,. .:„.,.. I a duvida eu acharia uesta Icitura a exphcaeo da paixu de mim, sobre um baue-i, mas alguma cuusa distante; lainealei esta diitancia, entretanto senta uuta vergonlti extrema, um aperto de coraco indiliuivel amente ideia de lili uIhc dos maus livros que elle possua, c que eu desejava to rdeuieiitfute conhecer. Dutame o recreio. Joo nao velo ter comido, elle empregava este lempo em unta lico particular de iiMtbcmaticas : Jacintho eslava na enfermarla ; acuava-ine portanto livre de fallar a Lavasseur; eu o vi de louge passciaodo em um canto do pateo; vinte vezes estive a ponto de ir ter com elle, a coufuiao deteve-me, accaso quit que que Andr me avlsiasse. Elle nao vem luguiiumediatameule para mim, esperando sem duvida que Joo viria ter comigo, mas cobrando animo, elleie approximou rapidameule c disse-me : -Ahi femando, quanto folgo de achirle / — Eucorei alaos olbos; o coraco bateume violentamente, c uo ousaudo encarar o possuidor dos maus livros, e respond com unta vos mal segura : -Porque ... lolgas tu de achar-me I? — Porque, quando este brutal Joo Rayinundo est com ligo, ninguem pode chegarse a — Joao he meu amigo, nao falle mal delle. — Ora, Fernando, dizer que leu amigo Joao he brutal como um diabo, e acaso urna lalidade? Pelo contrario he uiua verdade. Assim como tambem he verdade accresccniar que lora a sua grossena, Joan he o melhor rjpasdo mundo, ob! eu fulgaria nimio de t-Io por amigo ; mas elle niostrou-sc orgullms? c rcpello-me. Dizendo isso Audic Levasseur susprou trislemeulc — KiMii.ii. conlinuou elle depois de il^um silencio, tudo o mundo uo lem a UiCIftta leltiie ; o que for dito cutre nos, Meara entre nos.,.. Oh Pernaodo, accrescenlou elle com urna voz alteuiuosa, se o segredo que vae contiar-mc podesse ser um comeco de auiisade.... quaolo finarla eu contente, visto que todo o inundo me abauduna. — Todu o mundo, Andr ? -Quaudo digo lodo o mundo.... engaoo-mc, nao me fallarjaut amigos se eu os qutesse, reapondeu Levasseur com um sorriso sardnico. Dando ou repartiuo o que tem, urna pessoa acba sempre amigos ; mas esla ainlsadcl nao me leuiam; pur isso desejo vivanit-ule IIgar-me com Itayniuiidoecoiniigo... alas a proposito, qual he o segredo que queras dizerme ? — Vt, Andr, tu olTendesie a flaymundo, tomando-o por um desses amigos que se adquireui por dadivas.... Tu lite oerecesie.... emprestar-lbe vinle francos.... Elle he pobre e tu O huiuillii-.tr. -Coufossa, Fernando, diise me tristemente Levasseur, que he preciso ser bem deigracado i.nihsu' Faco um o'ereclment de lodo o coraco para obsequiar um camarada e Isso redunda cotUramiui. Isso nu he tudo, cootlnuci eu corando c Loin urna vor alterada, mas Andr, tu me juras de n.io fallar duso a ninguem, pelo menos.' — Juru-o. -Eu abaixe os olbos, l'u um violento esforco sobre mlin mesmo e balbucie como se estas palavras me tivessem queimado os Jabos. — Tudissestc. .. que possulas urna estante com dous forros.... e que nessa csiauc liu.i.is.... iiulias.... maus livros,... — Dlsse --sim, he verdade, respondeu-me Levasseur tambem em voz baixa e com um lom mysterioso, sim tenbo livros prohibidos.,.. Faublas..., c o Poeta.... Se soubesies como Isso he divertido *.,. querr que tos empreste. A esla proposla. quasi que me falla o auimo, os joelhos tremeram-iiic; o que eu sooli quando pela primeira vez muba mito aperlou a de uiitaaniautc, uofolaeuo urna fra emoco cm comparando da impressio ardeute. .. quasi vertigiuo-aquc expTnneiitei AO uereclmento desies romances, cujo* mulos era entretanto a cidade que tu. Ser o amigo uiliuio de tlaymuudo, sdbcs que (te isio nuasi umi g.oiia uo I primeira vei que ouvia prouuoctar Sauta iiarbara? Audr adviuhou a especie d coiumocao de Edepoisdcuuinovoiilencio.oqualnioiu-lquccusu'ria o choque; elle iitou um moI MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO •asa



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^ w ^— >• t 98;endoarrematacao livro de diroitos ,0 .rrenmtante. Alf .ndeg de Pernambuco, 13 de dezembro de 1851. —O inspector interino, fWtlo ln F<"rna'"l" Rarros eclarayes. M ,„ O arsenal de guerra precisi comprar ¡ni da llussia e sol curtida, quem tijfc ^o mestre Victorino Jos JVereirat ou a rus do Vigario D. 6. — Para o Rio de Janeirosan* impreterivelmente no dia i~> do corrente, a escuna nacional Ufara [•amina, capitao Joao Bernardo da Rosa, por ter o seu, carregajnento completo, pode receber algunspassageiro.se escravos a frete, para o quaes (em cuiumodos snllicientes : a tratar^-sotn, o mesmo capitao ou com o (^signatario Luiz Jos de S Arttijo, na ra da Cruz n. 33. — Para o Porto, sahe com a maior brevidade possivel, a galera portugueza Bracharense, da qual lie capitao Hodrigo Joaquina Correia, tem excellentes commodos para passageiros : quem na mesma quizer carregar ou ir de passagem, entenda-se com ocapilSo, na praca do Commercio, ou com Novaes & Companhia, na ra do Trapiche n. .Vi. — Para Lisboa protende sahir com brevidade o briguo poiluguez Viajante por ter a maior parte de sua carga, proiupti. Quem no mesmoquizer carregar ouirdepassageni dirija-se ao. consignatarios Thnmaz de Aquino l'onsectet Filho: na ra do Vigario n. 19.1-* andar ou ao capitSo e proprielario Manoel dos Santos,na prag do commercio. — Para o Porto, seguo com toda a brevidade, a barca portugueza Espirito Sanio,capitn JoBo Carlos Teixeira ; quem na mesma quizer carregar ou ir de passagem dinja-se ao escriptorio de Francisco Alves da Cunba dr. Companhia, na ra do Vigario •Para o Itio Grande do Sul, seguir em poucos dias, por ter a maior parle do seu carregamento promplo, o brigue nacional Carlos, CapiLlo Jos Joaquim Soares : que ni no mesmo quizer carregar ou bir de passagem, para o que teni mu excellentes commodos: dirlja-se a Bailar tOliveira, na ra da Cadei* do Recife, armazem n. 13. — • Esta frele a barcassa Aurora feliz para qualquer porlo,sendo para o Sul at o Rjo de S. Francisco e para o Norte at o Assu. Esta barcassa l'.u ltimamente construida, Eduardo, conde de Glentorne mano. Alfedro, sobrinho do conde, o Sr. Bezerra. Lord Slerson.oSr. Coimbra. Roddlpho, capilSo das guardas, o Sr. Pinto. Poly, (¡Iba de Rodolpho, aSra. D. Manoela. Ricardo, valido do conde, o Sr. Hela. Times, sargento das guardas, o Sr. Cabral. Iledoizes e Joas soldados, o Sr. Monleiro e Raymundo. Jicquet, pescador, o Sr. Alves. Soldados, povo, etc. No Om do drama aa Sraa. Landa e Carmela Lucci, cantarlo o muilo applaudido duelo da opera Anna Bolena. Terminar o espectculo com a muito graciosa comedia em 1 acto, coraposigBo do Sr. Penna U caixeiro da taberna %  Quem achou |im anel de ouro esmaltado com oafguiite letreiro — GratidSo — e quizer-vestMui-lo : pode dirigir-se a ra do l.iicantamento'n. 11, que ser generosamente 'eoooipensado. — ()ITerece-e um francez, para cozinbeini de alguna casa eslrsngeira : na praca da Independencia, livraria n. 6 e 8, se dir. — Precisa-se rfe'um refinador, queentenda bem de relirur assucar: a tratar na ra Nova n. 50. — Hoga-se a quem tirou tima carta do crrelo, vinda pelo vapor do Sul, em 4 do corrente, pa ra Manoel Francisco Martins & irtnao, o favor de a mandar restituir a seus legtimos donos : na ra da Cruz do ftecife, armazem de molhadosn. 6a. —O secretario da irmandadede Nossa Senliora da Conceicio dos Militares, pelo presente avisa a todos os irmSos da dita irmandade para qae no dia i5 do corrente mez, as 4 Horas da tarde, comparecam no consistorio da mesma, afim de se dar posse ao novo presidente o Lxin. marechal de campo Antonio Correia Sera, e nesta mesma occasiao nomear-se o restante da mesa, que ha de tomar posse em Janeiro do anno de i85a. — Aluga-se urna cata terrea, na rur Bella com 3 salas, 3 alcor o Itjuarto, cozinba Tora, quintal e cacimba : a tratar na ra do Collegio n. i.), segundo andar. — Manoel da Silva Santos, exporta para o Rio da Janeiro,'a sua escrava Anastacia cabra. — Joflo Antonio Alves do Brilo, embarca para o Rio ile Janeiro o seu escravo pardo, de nome JoSo, official de carpina. — Manoel Ferreira Cbaves, embarca para o Rio de Janeiro, a entregar, a sua escrava creoula, de nome Maris. -Aluga-se a casa n. 9, da ra larga do Rozario : a tratar na ra Direiti, casa numero 131. Madama ttidoux, modista franeeza, na ra Novan. 69, primeiro andar. Tem a honra de annunciar ao respeit.vel publico, que se achara sempre na casa delta um sorlimento mu to rico de chapeos de seda esetim, turbantes, grlnaldas, capellas, lloro-, plumas de todas as cores, e 011tros quaesquer enfeites do esbeca para bail 3 -• J. J. Meikcretira-se desta provincia part da Bahia. — Uabaixo assignado declara, que temi de ser arrematado um seu srravos 11 frele P or commissflo tanto para a praca. ¡o, adornado demu. oos, Ou embarcar escrayos a ircic como piraforadll pr0 |„ C j, ilundob Theatro de Apollo. RECITA EXTRAORDINARIA. ra tocada em grande o primeira vez scena nes vender mato, bom tralico e pomposo mysterio, — • .,,..., K la .uiaua ^IU,H,I., zicae canto, em 5 actos divididos em 7 entenda-se Com O capitao do meslamento eseguranca precisa, quadrosea intermedios, da hfcbil penna do k-;,,., tf\i*v Jos Alves. na --Acha-se farinba nova de SSSF, (de raeximio poeta francoz Alexandre Dumas, m'_" r l uc /, *V _*\ '; '* "„ A ,'„ „a minhiV) paravendar, nos irmazena de natitulado : D. JOAO DE MARAA, ou A Queda de um Aojo. Femonagenn e actores. D. JoSo de MaranS — o Sr. CuimarSes. 1). Jos de MaranS — oSr. Amodo. 1). Mortez o Sr. Miranda. I). Christoval —oSr.Talles. I). Manoel -o Sr. Conrado. D Sandoval d'Ojedo o Sr. Gyrillo. D. Pedro o Sr. Jorge. D. Ilenrique -OSr, Figoeiredo. 1). Tradique — o Sr Caetano. D. Snchez -o Sr. Senna. 0 Anjo Nao -o Sr. Mello. 0 conde de MaranS — N. N. 0 Senescal -N. N. Gmez o Sr. Santa Roza. Ilussein, criado, pagem — o Sr. Luzebio. Um Aojo -o Sr. Doroellas. 0 boro Anjo, Sror Marlba — • Sra. D. Leopoldiua. Therezioa — a Sra. D. Joanna. Igoez — a Sra. D. Carolina. Victoria -• a Sra. 1). Joaephina. Paquita — a Sra D. Soledad. Carolina-- Sra. D. Anua. Joanna--a Sra. Lulza. Sozor rsula — a Sra. I). Luiza. Um Anjo — N N. Pageos, soldados, cavallelros, etc., etc. Quadro primeiro.—O Castello dosMaranSs. Segundo.— Castello de Villa-Mar. Primeiro intermedio—0 Co. Quadro terceiro.--Urna elegante pausada em Madrid. Segundo intermedio.—A trra. Quadro quarto —Urna igreja. qulnlo.—Um clauslrodosTrappistas. 8exto.--Uma sella no convento do Rogarlo, %  timo.—Um ntigo castello rruinado aoluar. Sendo todas estas decoracOes totalmente novas, e preparadas com toda aquella magnificencia, que exige o autor do Mysterio. Ha mais de trez meies que o empresario do Apollo jrabalh.. em apromptar csiednima, naoesqueceirdo a mais insignificante exigencia ; o parecendoimpossivelque una empresa tSo nascente podesse levar a scena compozicBo 180 difilcil dispertou toda admiracSodas pessoas entendidas nesta materia, poim ei-lo alflm prompto.depois de vencidos iiiuin-r s obstculos, e grande despeza, que faria desanimar a outro que nlo desi-jasse nicamente agradar ao generuzosu publico desta cidade, sem attender a beneficio seu. Sendo pois avultadlssima a somma das despezas fcItS psrs este Mysterio o empresario l-se na rigoroza uecessidade den3o so dobrar oa pre;os, como tambem vender os bilbeles para trez noiles, sendo a primeira na do dia 13, a aegunda na do dia 17, e a lerceira na do dia 30. Pretoi. Geral. 6.000 rs. para as trez noites. Cadeiras. 9,000 rs. > Camarotes. 30,000 rs. OsSrs. sssignanles porm n3o soffroram alteracjlo alguma nos precos de seus camarotes, o bilbetes de cadeira. Eiiiende-se por geral os assenlos que rica m por baixo da primeira ordem, e por,cadeiis, todo o centro da salla. Comefar aas 8 horas em poni. Os .Sis. queja baviBo encummendadocamal otes; queiram novament.i dirigir-sea ca do emprezario ra do Apollo n. 37, segundo andar, ouo tneatro com antecedencia. Os bilhetes verdes, tanto de platea geral, cmoda cadeira e camarote servirSo para a 9 Jl>%  w %  # % %  %  roinnii] para venuer, 1117 iiui.fxua MO ,.|ir;i(;a do C ommercio, OU com OS n y ou | 0 & Comranhia, no becco de Gonconsignatarios Novae & Gompa-lves. .,..„,. h „ ,,„.„„,„ & 3 J T • i. ii — O Dr. Pedro de Attahyde Lobo Hoscoso nhia, na ra do i ranche n. 34. embarca para o Rio de Janeiro osouescra— Para o Havre sabe com rouila brevidaVOi p, r d„ t j e nome Francisco, de a galera franceza Edith, oapitao Poulet, A0 p UD |ico. por ter a maior parte do seu carregamento odireciorempresario doThealrode Apolprompto: quem na mesma quizer carregar ) 0i Francisco de Salles GuimarBes e Cunta, o restante, ou ir de passagem, pode entendeclara que, em consequencia do espetacuder-se com o mesmo capitao ou com os con| 0 em bonelicio da lllm". Sr*. dona Manoela signatarios Schafheitlin & Tobler, na ra LUCCI annunciado para o mesmo dia da reda Cruz n. 38. preaentacBo do magnifico drama de grande Para Bahia, machinlsmo O. JoSo do .MaranS, transiere o Segu sabbado, 13'do corrente, o hiato Liseu espectculo para terca f,-ira tedocorrengeiro, os Srs. passageiros quetratarara pole, allmde om-nada prejudicar os u.tercss-s dem apparecer hoje, li do corrente, na ru de urna sua collega na arte,pois,como era de do Vigario n 5 esperar, grande numero de expectadores — Para a Babia pretende seguir com mui?'"' %  • • comparecer ao benollcio da la bret) os freguezes enconlram da qual lio capilSo Rodrigo Joaquim Corno preco n3o equivale o melhorameoto desrea, anda pode receber alguma carga e te estabelecimenlo : a tratarem na ra da passageiros, para os quaes tem muito bous e Cadeia asa en. 15, acetados commodos: a tratar com Jos MoAtleiifo. reir Lopes na ru do Queimdo n. 29, ou j| 0 botequim francez da ra Nova precisacom ncapiUo na prac do Corpo Santo, ou je alugar umpreto para aervigo do mesmo, abord^lodilonvio^^^^^^^^^^^^ que seja fiel e deligente, no mesno Contlnn t^f^^^^B^^BB?*l^*B*^!^^^~* a h avor torvete todos os dia, das melhores l-ta folln, o lugar de sua residencia, a n.igocio que llie diz respeilo, e de seu inleresse. — Porcino Jos da Serqueira. Pede-se aos deveiioros da as do finado coronel Joaquim JoseLui.de Souza, que lentiam a bou lade do salisfizerem os seus dbitos nestes 15 dias.s nJo quizerem ver seus nouies estampados neala follia. -Precisa-se do urna ama para cosiuliar para urna f.milii : na ra larga do Rosario, n. 21, na taberna da esqjina que volla para o quartd, — Precisa-se de urna criada, forra ou escrava para casa de muilo pouca familia: paga-se bem e cxige-se que sirva para cosinh.r, e sabir quado for necessario : na ra Uireila u 29 I.* andar. — Precisa-se coa) urgencia, do um Sr. Capclldo para dizeras missas do Natal em um eugenlio 4 leguas, leudo a conducgSo de ida e volla : no pateo da Penlia subrado de 3 portas o muanle, para tratar tarde a qualquer ora. ~ Aluga-se una sala do primeiro andar do sobrado di ra doLivramento n. t : %  trat*r no segundo andar do mesmo Compras. •• Comprase urna aegrinha do 12 t 14 ..nnos de idade : na ru. I.rg. do Rosario n. 26, loja de miudezas, que so dir quem compra. — Compra-se nma negra, ou mulata moga, que sej. recothida o boa costureia : n ra Nova n. 34, casa da modista brasileir.— Compr.m-se escr.vos e vendem-sede commissan, p.r dentro e fr d. provinci : na ruada Cacimba, sobrado n. 11,onde morou o Sr. vigario do Recife. — Compra-so urna canoa quo pegui 1,030 lijlos e que esteja em bom uso : na ra Imperial n. 167. — Compram-se os ns. 1, 108, 1"9, 110, e 111 da folha intitulada— Amigo dos llomens—: na ra do (juenuado n. 33, pag.-se bem. — Compra-se um. (oalli. de I.V.rinto rom pouco uso, e um escravo de 40 annos pouco maisou menos, que sej. barato: na ra da S %  iw.alla Velha n. 88, padaria. — Compra-se una machina de copiar : n. praga do Corpo Santo u. 2. C3~ Compram-se escravos de ambos os sexos, de 6 a 3o annos, para lora da provincia paga-se bem tendo bonitas figuras: na roa das Larangeiras n. 14, no segundo andar, a qualquer hora do da. -A commissSo dos vareadores Franca e Misscdc, racarregada ds irccgSo ds obra do matadouro publico, compra porgBo de tijolo de alienara, nBo sendo de barro, extrahido de lugares salinos, e am.ss.do com agoa salgada : os interessados polen .presentar as amostras em casa do vareador Mamede, defronte d igrej do Corpo Sinto, sendo os pregos em carta fechada. — Compram-se uns breviarios pequeos: quem tiver annuncie. — Compra-se aro cavallo de cabriolet: na ra eslreila do Rozario n. 22. Vendas. -Vendem-se barris de oitavo com vinho tinlo da companhia dos vinhos do Alto Douro : a fallar com Anlonio Francisco da Moraes, agente daqueha oompanhia, ou no Recife na tr.vessa da Madre do Daos, armazem do Sr. Jos Joaquim Dias Fernandes No mes MI armazem tambera tem pipas, meias ditas, e barris de quarto rom vinho da mesma companhia; a fallar com os mesmos cima. roilIHIHS DEALliJlAK PARA I852-A320R'. Sahiram a luz asfolbiohasde ali^ibeira contendo o aftinak, aduiTnistrativrr, mercantil, e indod*trialda cidade do "ecife" e provincia de Pernambtrco, augmentado com 48 paginas, corregido i. %  de 15 annos,linda figura, dous negros bons traballiadores de %  %  licuada, um negro velho muito robusto, prupriupara litio, e um mulato de 30 ail.is, linda figura, ptoprio para feitor por ter lua conducta, c pur estar para isso habllltado. -Vondo-sedoce do goi.ha lino em calxOesdo 4 linras: ns ra das Cinco Ponas II 82. Vendem-se na ra das FIores"n. 2i, os seguintes livros : Orlla o, explicagflo historie i das instilutas le .i, .i :, ,. a vuls.; o mesmo autor, historia di IcgislagHo romana desile su. orgeni at a uiuderua legislaco, 1 vol. : La l'erriere, 1 vol ; P. J. Prondham, da criagSo da ordem na humanidade, ou principios de urganisagao ponlica, 1 vol.; o mesmo autor, memoria sebre a propriedade, 1 vol. ; Saint Allin, 1 vol. O Marmota. Retratos do Prospero Diniz, redactor da Marmota a 100 rs. cada um: no pateo do Collegio, casa du livro azul. — Vendo-se champagne da marca antiga ebem coohecida, Comet.em casa de Deaue Yule & companhia : na ra da Cadeia. — Vende-te um magnifico terreno muito porto do Recifo. com 300 palmos, em frente de urna estra la muilu Irequenlada, e 900 palmos de fon lo com um viveiro que ten mais do 400 palmos de compri lo o de muita largura, o funlo desto terreno divide com urna cambua, veude-se a dinheiro vista ou lelra do boas firmas : a fallar com N. Gdault. — Vcnde-se urna bonita creoula, que coze, engomma e faz lavaiinto, cusiuha e tem excedente conduela, hereculhida e aprendeu na escola oque s iba de costura, tem 18 annos de idade, ppro,iria para mucamba de casa ; tambem su ven le um mul iiio creoulo de 10 annos de idade, proprio para qualquer ollicio : ua ra larga do Rozario n. 35, loja. — Vende-se um cavallo bom andador de baixoa meio : na ra da Cadeia de Santo Amonio II, 32. VEJNDE-SE superiores queijos flamengos a i,30o : na venda da quina do pateo do Carmo que entra para a camboa do mesmo. Bil/ietes do Rio de Janeiro, Aos ao:ooo,ooo de rs. Na loja de miudezas da praca da Independencia n. 4> vendem-se bilhetes inteiros, meios, quartos, oitavos e vigsimos, a beneficio da 19. lotera do theatro de S. Pedro de Alcntara, que corre no dia 4 do corrente, espera-se a lista no primeiro vapor. DAURORA Li. atirr Se louipanlita, Respeitoiimente annunciam que no seu extngo estabelecimenlo em Sinto Amaro, continua a fabricar, com a maior perfeigio e prompti 18o, toda qualidade de mchinismo para o ns 1 da agricultura, n.veg.gBo • manufactura, e que par. maior comiro lo \-4e s-us numerosos freguezos e do publico em geral, tem .berlo em um dos grandes arm.zensdoSr. Mosquita na ra do Brum, atraz do arsenal de mantilla, um _AR ENCONTRADO



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cato auxiliares oa toda a pai, nos interesaos, oaa paixes, oasp retenemos ; em todos O deseontanlemenos por monot legi11 oos, in todas as arobicea por mais insensatas, ludo serve porque ludo pode converter-se em Instrumento de daslruicSo da actual forma de governo. Entre lodosos intereases mesquinhostflje a propaganda Iradux sin direitoa aquello < que ella hoje mais si alliicoa, que mais procura elevare engrandecer heo do provincia lismo, heo antagonismo contra a corte, e contri aquellos que naceram no monidrpio u provincia em que ella demora. O diccionario das qualiflcacOes odiosas fol enriquecido com um vocabulo DOTO ; inyentou-se ama lypopomia adhoa; o Fluminense he condecido no vocabulario do espirito de partido pela denominado do capooira. E oeste ponto Torea he dlze-lo o intitulado orgam da oppos¡c,So constitucional ou pro grammistas, acha-ae de perfeito accordo com a propaganda' democrtica, se lio que a nlo excedo no calor com que advoga um tal principio. Anda ha di as o Ttamontano declarava que a provincia dovia ser admiDistraca por um presidente mineirn, e que o Sr. S llego no convenio que fez com o governo do Hio de Janeiro a respeito da percepcSo dos direitoa do caf, sacnlicou es intereases miueiros aos da sua provincia sem se lembrar que o convenio tal qual existe foi propoato por una commissilo composta de tres Mineiros milito ¡Ilustres Mariunna. Seo nome ora Josephina Millet. Con lava 35 aunos de idade Ha urna grande'perda geralmenle sentida. Seu cadver foi sepultado DO dia 7. Todo o corpo eauonico, clero.o sominoristasacompanharan osahimento, como tambem as companhoirasda fallecida, as meninas de seu acreditado a ulilissimo collegio, multas pessoas gradas do Marianna, e algumssdu Ouro-I're lo. As jaoellas, portas e ruis estavam apiabadas do espectadores! O sahimento foi eminentemente solemne e religioso...Sais irniSas da candado, oabisbaixas e 'meditabundas, Mistenlavam o sarcfago, por sobre o qual se va estendido um sudario, cujas extremidades oran elevadas por quatro anglicas meninas cobortas do veos candidos cuuio a nev, e de cima da cruz negra, que se divisata nm um sudario, detcinaava al va formosa gi'Kiald.i, emblema, da pureza eumroaario. A pos o fretro marebava a veneravel superiora. O prestito deafilou magestoso e grave ao lgubre som da msica o do tristibundo canto dos sacardotes mesclados com os creeros solutos das innocentes meninas que pranteavam o passamento de sua mili de educacSo o de amor. Ctiegado catbedral.roio cadver dapoaitado em urna ca, soguindn-se cni continente o solemne offlciodo morios presidido pelo llovoi. cabido, c una inissa cantada, ao terminar da qual foi o cadver encommondado, e bslxou ao sepulcro, sendo nelle collocado por os Srs. Barbosa, Manuel Teixoira, o Paula presbyleros. Santos, e apenasupprovado pela presiden1 • A' beira do tmulo, lacrimosas e meca. lancolsadas, so havio postadlas santas flMaseu disse—sem su lembrar—, como se lliasde Vicente de Paulo, roslo paludo o JOBAS paixes tivessem a memoria do bem; nao Ihos em Ierra, para presonciarem o desciellas nao leca, uem podum ter se u5o a rument Jo sua irona e deixarem cahir por rnoiiadomal. sobre o ferotro urna ligrima de dr; mas Talve, a vista do que Iba expooho, sujemsuas frentes, em suas lagrimas, em sua ponlia 3111 VI uaue que usa proviucia aprotristeza, Irausvei'beiava a fe, a relgiSo a sanie o aspecto do um paiz conquistado, joue ellas Ion) volado sua aloja, seu cocujas altas e baixas posicOes ofllciaes se racSo. •cnao mi ii.i DI -nte oceupadas pelos con-i A lodo oslo aclo pathetico c dolo'oso quistdores. Pensara mu se assim pen¡assislio innmero povo que no templo forsaase. Paia as paixOes tirarem partido de juiigava' As virtudesda|illustra finada, aclasuui facto uSo carece que elle exista, basta sa que ella peiloncia, os beneficios que de a conveuiencia da sua existencia, que elcontinuo as irm3as da caridado liboralisam las logo o dOo corno cerlo. e averiguado a aos enfermos dosla cidade, o sousarreJores, incomestavel. Cunvom, logo existe. Eisjtratando-os com medica pericia, zelo, e deabicomoelles raciocinam. dicacSo spropria da religiSo do calvario, Sim pensara mal, porque os capoeias aua desinanca rogular, o methodica proiiempregsdos uesta provincia no orcaui uem .galisada em grande escala para com as meAugotto FreJerico da Ollvoira l>r. Francisco do llego Barros Brrelo Jos Pedro da Silva Or. Domingos de S. Ledo Dr. Jos Francisco da Costa Gomes llr. JoSo Francisco de Arruda FalcSo Dr. Joaquim Manoel Violra de Helio A. dosS. deS. C. Dr. Pedro Gaudiano de Ralis e Silva Dr. Francisco Rodrigues Sote Francisco Raphael de Mello Reg Dr. Francisco Alves da Silva Dr. C.XavierPereira de Brilto EscrivSo Franciaoo de Barros Correa Dr. Caetano Estelita Cavalcanti P. Dr. Francisco Carlos BrandSo Dr. JoSo l.ins Cavalcanti de A. I'rofessor s llenrlques de Albuquerque Tenenle-corooel JoSo do Rogo B. FalcSo Hajor A. J. de Oliveira Dr. M. Car ne i ro Lina de Albuquerque Dr. Jos Mara Moscozo da Veiga Pestoa Jos Igoacio Suares de Macodo Padre Luiz Carlos Coalbo da Silva CapilSo Manoel Antonio Martina P. Dr. J. P. M. Portella Dr. J. d'AquIno Fonseca CapilSo U. J. de Mello Coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira Padre Joaquim Pinto de, Campos Vigario gcal L. A. Meira llenrique Dr. Aflbnso Peros de A. MaranhSo J. A. Lopes Dr. A. de V. M. do Drumond Dr. Cypriano Fenellon GA. Vigario A. F. Goqcalves GuimarSes Dr. JoSo Francisco da Silva Braga Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior Dr. M. Archanjo da Silva Costa Dr. Lourenco Avelino de A. D". Manoel Firmino de Mello M T. R. Campello Dr. Rodrigo Castor do A. MaranhSo Tliomaz d'Aquioo F. J. Dr. V. Justiniano B. Cavalcanti F. da S. Cavalcanti Dr. Gervazio Concalves da Silva Padre M. do S. Lopes Gama Antonio Marques de Amorim r 40 Oeanmbirgador J. M. F. Je Mello 40 BarSo deSuassuna 40 Dr. Manoel de Albuquerque Machado 40 Dr. Franciico Raphael de Mello Reg (n Dr. Ilerculano G da llocba 40 Francisco do Reg tarros Brrelo 40 Silvestre Antonio de Oliveira Mello 40' Dr. Jos Quintino de Castro LeSo 40' llr.Manoel Firmino de Mello 40¡ Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello 36 Dr. Lourenco A. de Albuquerque Mello M 85 Dr. Francisco de Paula Baptiita T 30 Antonio dos Sanios Siqueira 30 Dr. Joaquim Pires Machado Portella 30 Dr. Joaquim de Aquino Fonseca 30 Dr. Delphlno Augusto Cavalcaole 24 30 Dr. Joaquim Vllela de Castro Tavere 24 30 Dr. Cypriano F. Guedes Alcanforado 91 30 Marques de Amorim 31 30 Dr. Aprigio Justiniano da Silva G. 30 30 Msjor Jos Ignacio Soares deMacedo SO 30 Kodolphoj. BaratadaAlmelda 15 30 Dr. Jernimo Vuelta de Castro lavaros 15 2s llr. Joaquim Concalves Lima 14 27 |),.. Ilemeterio J. Velloso da Silveira H Repartilo da Polica. 20 PARCE DO DI 1 3 DE DEZEMRBO. 20 Foram presos: ordem do delogado do 20 primeiro dislriclo dcste termo, a crioula o,i Finuina. esoraa do D. Feliciana Candida 16 Clemeote, sem declararlo do motivo; o 13|do subdelegado da freguezia deSanto Ao13 Ionio, Antonio Jos Soares, por ebrio. 111 DEM DO DIA 6. 10 Foram presos: ordem do chefe de polo licia, o desertor do nono batalhSo de inI o tan tana, Juvencio Manoel dos Passos; ;,! ordem do subdelegado da freguezia de San 5 Frei Pedro Goncalves do Recife, Filippe de ., .Souza Moren-a, sem declaracSo do motivo; 3 ordem do subdelegado da freguezia de 3 ( San Jos, Francisso Jos Gomos de Oliveira, 3 o Antonio Pedro, por briga; e do subde3¡legado da freguezia da Roa-Vista, Matheus 3,Jos deSouza.para averiguares policaes, 3 DEM DO DIA 9. 3¡ Foram presos: a ordem dochefe de polica, 3 J.is Marques Coiitiiilio, por SUSpeitO, s.igun32 i palavras no fafleW mala do que ouvir-so as 3 ¡ vozes do publico para aonunclar a glora da 3i I jovoq o bella aa|iata 11 rivalsem nossa pro831 vincia. Em que drama deixou la a Sra. D. :ii' iManota de sor admirada do publico, a por 33 olla ajalaudida com entbusiasmo aempre 3! nfof njrandeaV Mascara Negra, em Fr. 30|Luiz'de Soura, malor nos Trinta Anpos ou a vida de um Joaador e na Grapa de Daos, sublime em Caprina, e em lodos os mais dramas, iioaaaa frases sfio rasteiras. n3o lom elpresso vhrae vigorosa para significarmus o ijno he a Sra. D, MaQoela. Bata insigne artista, hole-unicaem Perai 31 26 nam Dr. AlexanJie Bernardino dos Reis o Silva 3 de communicou o commandante do corpo de pela ceuteziuia parte dos Mineiros que to ninas, que affluem numerosas de lodos os altas postos oceupao uossa corlo. 1 pontos da provincia, anda os mais remotos IS'asceram 00 Rio do Janeiro o presidente, ERNAMBUC9 ELEIC"ES PROVINCIAES. Collegio de Jijuaraisu'. Ot srs. Dr. J. A Cavalcanti de Albuquerque refugiou-se, e a diligencia senSo cffcctuou! Dr. Cosme deSa Peroira A opposigii J i-lugii o chele de polica e de|Major Joflo V. Villela prime o presidente, i Dr. Ilemeterio Jos V. da Silveira OSr. Sltego he esporado nesta capital Dr. Ignacio Joaquim do Souza LeSo al o dia 20 do corrente. Contina a ser 'eeludo com todas as demonstraos de publico regozijo por todas as povoac,0M por onde vai passando. Um triste acontecimeulo acaba do enluar a cidade de Marianna. No dia 6 do corrente entregou a alma ao Creador urna das irru.'ias de Caridado do Collegio de S. Viceote do Paulo. Chsmava-so Josephina Millet. As santas 1 mias da Caridado perderam iDr. P. F. de Paula C. de Albuquerque urna companbeira, mas o coro das virgons Major Florencio Jos Carneiro Monleiro ezultou do jubilo no co, porque as suas Dr. A. Justiniano da Silva GuimarSos vozes se uni mais urna voz para cantar as Dr. Jos Quintino de Castro LeSo glorias do Senhor, Padre Viconto Ferreira de Siqueira V. Remetto-lbe a necrologa que foi aqui pu¡Dr. JoSo Francisco Duarte Jnior blicada pela imprensa, assim do governo Dr. M. F. de Paula C. como da opposiffto. {Jos Joaquim do Reg Barros •1 No dia 6 do corralo mez falleceu urna Consclheiro A. P. Maciel Monleiro das irmaas da caridade eslabelecidas em I'rofessor A. P. do Figueiredo UmbeliuoG'iedes de Mello Dr. Jos Cardozo de Queiroz Fonseca Tencnte-coronel Francisco Lopes Lima Dr. I.ouroneo llezerra Carneiro da C. Dr. Manoel Joaquim Carnoiro da Cunba Dr. M.C. C. daCunha Dr. JoSo Jos Ferreira de \ guiar Dr. Francisco Xavior Paes Brrelo VOTOS. 56 55 53 50 50 50 50 50 41 40 40 COLLEGIO DE CARANIIUNS. 72 Eleitores. Dr. Jos Nicolao Rigueira Costa Dr. Rodrigo Castor de Albuqr. MaranbSo 65 Mnnoel Carneiro de Sou/.a Lacerda 61 Dr. Domingos UeSonza LeSo 51 Dr. Jos Francisco da Costa Gomes 55 Dr.Viconto Justiniano Bizerra Cavalcanle 50 Padre Vicoute Forreira de Siqueira V. 47 Dr. Lourenco Francisco de A. Calanho Dr. Simplicio Antonio Mavignier Tenento Coronel JoSo do llego B. F. Vigario Nemezio de s. Jo&o Gualberto Dr Francisco Alves da Silva Dr. lanoel Jos da Silva Neiva Dr. Jos Maria do Albuquerquo o Mello Tee nte Coionel A. C. Machado Rios Joi do Cirvilho Araujo Carvalcinte Dr. Gaspar de Menezes V. de Drumond Dr. Antonio Baplista Gitirana Dr. Marcos Crrela da Cmara T. Padre Pedro Manoel da Silva Dr. Manoel de Souza Garca es 47 46 46 45 44 44 43 49 40 40 3 polica, sem bavor declarado o molivo; a 2'ordem do delegado do primeiro distncto 2 deste tormo, o menor Minool do Nascimen1 lo Angelo, e o preto Luiz, escravo, lam1 bem sem declaracSo do motivo; o porlul'guez Luiz Jos Fernandos de Mendooca, 1 >por de injurias, e o preto Ambrozio, oscra1 vo do Dr. BrandSo, por crime de furto ; 1 ¡ordem do subdelegado da freguezia de Sau 1 Fre Pedro Concalvs do Recife, o preto 1 Jos, escravo, por andar fug-lo, o portuguez 1 Ignacio Jos da Cruz, por ebrio, e a preta 1 Maria, escrava de Roaa da ConceicSo, sem 1 declaracSo do motivo; ordem do subde1 legado da freguezia de Sanio Antonio, Do1 mingos dos Santos GusmSo, por ebrio, e i 1, do subdelegado da freguezia de San Jos, 1 o preto Joaquim, escravo de Francisco Lu1 duvico, i requisicSn do depositario geral, 1 Manoel Ferreira dos Santos, para averiguaI {Oes policiaes, Elseo Theodoro dos Santos 1 o o preto Manoel, escravo, sem declaracSo I do motivo. DEM DO DIA 10. Foi preso, ordem do delegado do primeiro districto deste lermo, Jos Pereira Caldas, por desobediencia. ta insigue artista, hoja-nica buoo, yai apresentar emsceni scena um expeclaculo pojnpozo, grande, sublime e variado : he tita expeclaoulo em seu beneficio, eo publico que entbusiasta a lom admirado e1 sem*essar applaudido hado por sem duvida ser generoso com a artista qu* a todos os resppitos tem ganho es suas affeijoes e simpatlnas. O drama escolhido pela beneficiada ho urna das mais sublimes produocoea dramticas que hemos visto ;-O Sondo," ou pJferrivel flm de um usurpador—bullas liefles de moral nos offereoe este drama no qual se vea coosoiencia de um fratricida obrigando-o a coofessar seu borroso crime, denunciar-so publicamente, e aliviar assim a pena que soffre m seu soViuho aquemse Imputa oassaasloato do conde seu to. A Sra. D. Manoela faz a parte do Paly : nova occasiSo taremos para a enchermos de sinceras ovacries ; he bem diflicil este papel, o no seu desemponho muilas artistas tom'riaufragado ; mas a Sra. D. Manuela dossanpenb 1:110-1, como he de esperar, o que podemos afflrmar por um ensaio, a que.a asistirnos, tora a gloria immurxaval de ver a seus ps todas essas artistas presumidas e caprichosas 1 en leudo-Iheo tributo bem merecido de sua vassallagem. No fim do drama (eremos da ouvir o bello duelo da opera--Anna*Bolena--canLado pelas Sraa. Luida e Carmela, sim ouviremos a harmoniosa o doce voz da engracada Carmela, essa voz anglica da gentil cantora quo agradavelmente soa m nossos ouvidos, e delles se communica aocura;3o causando-nos a mais deliciosa embriaguez. No flm ou apozo duelo teremos a engracada comedia brasileira— O Ciixeiro da Taberna-Ooome do Sr. Peona, seu autor he bastante pa ra a acreditar. O draia-08oiibo—ho pela primeira vez levado a scena uesta provincia. Bem divertiloheo expectaculo que nos di a Sra. D. Manoela ; bem generoso deve ser com ella o publico, tanto mais quanto be esta a primeira vez que ella sediriqeao publico solicitando a sua protec^So. Kestanoa agora pedir a Sra. D. Manoela desculpa da nossa ousadia em rabiscar estas mal Irassadas liabas. ^ OEiVcHen*. COMMERCIO. 10. carga farinha de mandioca e madeiraa Leopoldo Jos da Costa Araujo. Rio de Janeiro — 15 dias.'brigua inelez Ve us, de 183 tonalladaa, capiUoU. D. Hoaurae, equioagem 11. em lastro; s Me" Calmoni & Companhia. Buenos Ayres — 89 dial, patacho austraco Romolo,"de'l2l tooelladas, oapitso Amonio Desotovich, equipagom 9, earga carne saooa; a Manoel Airea Guerra Jnior EDITA JES. Communicado. A ILLM." Sil." D. MANOELA CAETANA LUCCI. NSo ha um nomo desconhecido o obscuro o desta bella artista; elle exprime a sublime ideia do um genio na artodfamatica : anda no verdor dos seus aunos ella toca j • pi-ifi-icii no ilcstmpnntio de todos os papeis, mosmo nos de grande o difflcil execucSo: nunca so vc e.u tSo pouca idade um talento tSo bem desenvolvido ; j nSosSo Jos Francisco de Albuquerque Lins Padre Francisco Rocbael P. de B. de M. Beato Jos Fernandos Barros Major Florencio Jos Carneiro Monleiro Antonio Vctor Correia CapilSo Mauoel Antonio M. Pereira Francisco Joaquim da Barros Correia 401 Coronel Lourenco Bizerra C. de A. 101 D,-. JoSo Francisco Duarte Coronel Jos Pedro Velloso di Silveira Dr. Francisco JoSo Carneiro da Cunba Dosembirgador Firmino Pereira M. Dr. Pedro Fraucisco do Paula C. Coronel Leonardo B. S. Cavalcanle Commandante superio Z. da C, Bastos Francisco de Barros Correia Padre Joaquim Pinto de Campos Dr. Alvaro arbalbo Uchoa Cavalcanle Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunta Dr. Manuel Francisco de Paula C. mples esp8rancas,.quo nos di a Sra. D. Manoela, estas aparecem, quando o artista anda no cometo dos seus desonviilvimouI tos intolloctuaes apenas mostra um talento grande, sem com tu lo.ser perfeito no seu traballio, a joven Lucci porom nos tem convencido de que ho perfeita em sua arla. Nos que nSo cosuimaniosa baratear o nome de artista, n3o podemos deixarde da-lo a Sra. 38 D. Manoela : esperamos um chuveiro de im37 properios, e eptetos injuriosos contra nos 37 dirigidos por aquellos que tem tomado a 36 peilo uiaucli ii-ein a roputacSo mais bem Or35 mada, e escurecorem o merecimento real de 35 qualquer artista consumado : ventian as in35 jufi" vonhamas descomposturas, temos 35 consciencia do proferir urna verdade, o nin35 guem nos pode vedar do direito quo temos 3 j do assim pausar, urna vez que respeiteaos 34 o pensamento alheio ; um silencio despre34 sador, ser a nossa nica rosposta a ossos 3 j pobres itabos quo por ahi andam a intro33 metter-se em todas as cooversa;0es parlicu 33 lares para dallas lirar motivo de infernaos 33 lentacOos. 33 NSo sfio or certo as nossas palavras que 33 dSo merecimento a Sra. D. Manoela, estas ALFANDEGA. Rendimenlo do dia 19. 19866,623 Desearregam hoje 13 de deztmbro. Barca porlugueza — Boa Viagem — mercadonas. Brigue portuguoz —Novo Vencedor— ceblas o cal, Brigue francez — Cesar— mercadorias. lni|ioi-tacad. Hiato nacional Concei{So vindo d S. Matheus.consignadoaGaclanoda Costa Moreiira m-aiiifestou oseguinto : 1,160 alqueiras familia do mandioca, 5 saccas pulvifBo : a Jos da Cosa CulmarSes. Brigue portuguez General Rege vihdo de Buenos Ayros, e-nto deJarreiro, consignado a Aiuoiiiii ( li inios nianifeslouo laiguinta : 4,03C f pes llespanhol ; carno secca, 20 couros seccoa : a viuva Guadao /x lilbo. CONSULADO GERAL. Itenilinioiito do da I a 11 f):056.475 dem do dia I*,. ...... 2:362,724 13:419,199 DIVERSAS PROVINCIAS. Rendimenlo do dia i a 11. dem do dia 12 ment silencioso e accrescentou com torriao sardnico que deu urna capresso toda nova sua pbyaionouila, ordinariamente suave eentmiuanle. — Mo aceitas ?..,. Ento s to virtuoso, tao ."imples como Joo laymundo, que se indigua de (|ue leanlos livro de rapazea P Como se em nossa idade fosaemos incninoa! Elle pode licar no nio al aos innii aunos, se isso Ihe aprac. pela ii.inli i parle, nao invejo aua iooocencid, nem tu tamtiein, Fernando, eslou certo disso; tu nao a tao nescio que fa^as tal. vil u.ui, res|iuiidi cu 1, 01, uiiu parecer ridiculo aoa olbos de Levasaeur; c deinals nocenAa priucipio eacutei a Andi com urna aorte de cmbraguei, o mangue ferveu-mc as veiaa, urna nuvemeatrndia-ae-mc dlante dos ollio aos dcpoia sent um aperto de cora;o tao doloroso, urna aoguilit.1o profunda, que LevasMiitiue inspiruu una sorlc de temor myaturado de ri>|iiignancia. Eu nao pude deiiar de ciclaiuar aparlando-iiic delle : — Tu i lambein um pessiino sujclto Se eu te cscniassr... licaiia perdido.... Andr rclii-011-sc dando urna risada sardonici, da qual liquei oais buinllhado que iima do cu lia .. i.,,., itgujiha du ¡tmi ,: u hcnesio, urna das mais deplaravcis enfermidaauroaJoao, ellaum suas ideiaa, us temoa as .des daa nalureas iracas e sem principios denoasaa, no he Audi .' tai minados! senlia-ine ridiculo aos olbos de — Cerlainente, c deniais creio que llaymunfnieu cantarada ao depola, se o devo coufeaaar. do he 1 vejo.u de ti — lnvejosp. de inim elle! lu te engaas. Valha-me Deoa'. Pois oo tabea, Fernando, que nsitas vesea urna pessoa he invelosa sem o querer, e quasi sem o saber ; Raymuodo, apear de seu carcter brutal, he um dos roalhores alumnos do 3. I'ai liara, concordo man grado mcu, deiael-me levar por suas liSaojas relativamente a ininha scmeluanca com este feliz cavatlelro de Faublas, cujas aventura, amorosas desejava sudosamente 1er ; finalmente eu nao poda eipcllir do pensamento estas palavras de Andr : Sao principalmente estas inulheres alada utas ha pobre como um mendigo, anda aempre mocase bellas, mas que tempasaado dos trinta, vestido como coll.-gi.-il, em lim nao tem como que dnoaiteutao a meninos como nos. tu o ar de uin mancebo como il faut, desses mancebos... que as mulheres conslderam j pelo canto do olbo. — As mulheres .' dlsse eu vivamente a Andr, tornando-me vermelbo como carinealn, aa snnlberes... %  darem altenco a ineDinos ooino 116a... Tu crea isso, Aodr ? ob nao, he Imposaival. Levaaact ¡cvaulwu os hombros, aorrio com um ar de deadenhoaa auperioridade, depola accrescentou : — Meo pobre femando,'quando tlveres lido Vaublm t o Potu, tabcia que be principalmente em meninos como ada que reparara islas mulheres mocas e bellas aioda, mas que tem pasaado dos trila, e 1S0 geralmenle noaaaa pveeeptoras. Um calor grande me subi aa rosto ; eo alreanecl. Leinbrei-me que a mal da llajrmuado era moja, e bella, e tiaha trinta annoa i nao Uve farpas para ioterromper a Andr, elle coatlouou: — Sim, Fernando, aa conhecedaras, como se diz, reparam em at, tn vers em Faublas auaa aventuras com a bella marqueta de B...., quando elle I tic he apreaentado debano do traje de inulbar, pola lloha quasi nossa idade, llepoia olhando paramiui, Andr accrescentou nodo-te : — He singular, tabea que s perfellameote o retrato do cavalbeiro de Faublaa aoa detaaelt nuues? — Ku .' Andr, tu ests cassuando. — Ta Iri.-is o livro, tu vers te me engao. Ah Fernando, que modelo para nos, he este encantador cavallelro. Aoa desoll aonoa elle tinha JA tres amantes: a bella inarqueza de b..„ urna innocente pcnsiouiala de convenio, c Certameoteeu nao tiuha anda chegadoaimaginar que a inaide flaymundotlvesse reparado eminim ; inat ella tiuha passadodos trinta e era aduiiraveliaeme bella nao f fi preciso mais nina criada velhaca, bella como ti amores ( inri, iniii he como dizea uin menino como nos, e at mais mof o que nos, pois este pagemzlnho irin (i; mil 1 0,011. quinte annot; he alm disso bello como o amor, lo bello que aua linda madiinha eolouquece por elle: ella chaina-sc a condessa Almaviva, be una dealas mulheres de que te tenho fallado, encantadora alada, posto que trnha passado dos trinta, ella he pois as escondidas amorosa de C.herubim ; elle lainbem s escondidas be amoroso da madrioba, o quenaoolmpedc, que libertininbo I de abra'.re dcinqulcuircui iodos os cantos i geuiii Mw.iii.i, criada da coodesea. Ab 1 mcu pobre rcrilapdoAtie preciso ver scena em que Che1111,101, com um boniiet de rendas sobre seus bellos cabellos lourut, cita ajoelhado aobre urna almofada enlrc a inadrinha c Suzana, entretanto que csias duas bonitas muliierca que ardein ds amor por elle, fallam de veatl lo de noca, de aorte que Suiana dit condetaa : %  Veja, tenbora, como elle tem o braco airo > e tamas outras cousas deliciosas que seria inui longo referir-te i eu quera ameute %  oosirar-te, meu boui Fernando, que nao sou uin roau sujeitc por dlzer-le cousas que se ditem na Iheatro, e que tua av val ouvir e applaudir, he porque com elleilo todo o muudo, e as mulheres, ob!.... principalmente aa mulheres enlouqueceui por esac gentil Cherublm para gravar em traeos d:foa;o em meu esplri-| 'l ue adora sua bella inadrinha e alirafa Sniau to aa perlajosaa eacit'cfies de Levasseur. Elle eslava silencioso como ru, quaado levantando osollioa, eocontrei seu olbar astucioso Je penetrante, o qual :;::¡;;-IHC respeito, e rdubiuu meu embaraco. Levasteur tere i de inim, e dlsse-me com um tom tectuoso: — Fiz mal em rlr de ti, mas mi pude dellar de o faaer, ouvindo-te tratar-me de inau aujeito porque aou um pouco deaasoado Olha, Fernanda, para provar-le que nlo quero dar-te mam cornalina, c principalmente perder-te... emito diics. deixa-me citar-te nm eiemplo : tu lena visto muitas vezes, cartazea de theatho pregados as esquinas, nao be '! — Sim..., que mala ? — .Vestes crlazet tal ve/, lechas lido o annunquaodo pode. £m urna palavra, Fernando, responde a lato I SuppOe que como Cherubnu, tu ou au, dout meninos, aoinoa amorosos de nma bella madrinhae de urna Suiana, cade estarla o mal ? se lodo o mundo, repito, la av a seua amigos, voapplaudir no tbeatro esle liberllnlniio Cherublm .' Que tens a diaer a laao i Vejamos. Andr Levasseur llnha ratSo, en nlo acbei nada que responder aua perigoaa glorldcacao de Cherublm ¡ senlia-ine alliviado de uin grandepeao ; mous ltimos escrpulos se desvanecerme dirigindo-me a meu novo amigo, disse-lhe: — Eu nlo era senao um tole, pois tem raaao, Aodre, nao ha nenhuin mal em ser amoroso em nossas idadea, Mlnha av, teus amigas, todo o mundo em lim, nao val como dlze-, apcio do Casamento de i 1 ¡gar, comedia que ha algum lempo a esta parte, se reprsenla no pl.iudir no Iheatro este joven pagem de nulatheatro Francs, nao he assim ? I te aunos, amorosa de aua bella inadrinha i — Justamente, minbaavfo ver esta peca a! — E repara bem, Fernando, que Faublai, semana passada ¡ e domingo aojautar, em nos-1 que o Poeta, estes uiaua llvroa, como os ilusa casa fallou-se multo da actriz que represen: mam, vendeu-ae publicamente e nao lio em lou o papel de pagem. (lim de contas seno a historia de outros Che— O papel de Cjuerublm 1 respondeu Leras* rubina ainoroa n ; tmente te recomineodo por seurcom um ar Iriumphaate, nao ful eu que ] ininha vez a discreclo para com Jo5o Raymunte dista isso. Sabes quem he eise Cherublm? do. a proposito de notsas contideacias : nlo qual o asAi papel uesta peca ? I obstaote ser um eicellente rapaz, elle vera mal — Nlo, sel smente que he nmITagem f onde nenhumealste. amoroso de sua madriuha, respond eu co-| — Cu la, Andr, fater te a mesmi reoommearando...., (daeao, e al te isso nao te contrariaste, que nao — Pois bem! Fernando, eis aqui o resto ; jparecesseuiosscramigoi aos olhoi de Raymuo-1urna vivacidadeinvoluotaria ; corei de novoe do ; podemos aempre ver-nos no recreio da tarde sem que elle desconlie de nada, poli que a esta hora toma uina licaode mathemalicas. — Esta reserva me couvcm milito. Haymndorepelllo-me, por taaio nao queru te-lo com nosco, la amiadc me basta i dcmals talve elle tenha cluiues, como era leu amigo primeiro que eu, convm nao alQlgi-lo, nao he Fernando ? Oh sim ; elle he tao bom.nao obstante aua groaseiria.... — Euo tlohajtilgado tal; mas to deves coiiiiL-ue-iu iiieiur do que cu, porquaato es seu amigo intimo. Depols de uin momento de silencio, Andr dlsse com uia olhar e uina expressfo que ao principio nao me flieram nenhuma impresan, mas que por mullas raides, Ai de inim/ae tracaraiu logo drpolt em meu peasameato e nelle se ti.o 00 para sempre : — Tu e Itayinundo sois tao unidos que taivez J lenbts ido casa delle ? — Sfm, domingo pasaado,.— Ah .' esclamou Andr, como ae mlnha resposta Ihe tlvease causado em prazer aecreto, efaccrescentou : — Pobre Raymuado.... aao haviaa de achar multa sumptuosldide em sua casa, nao he t — Oh sim... Ella he bem modesta mesmo e mais que modesta. — Pastaste multo lempo em casa delle ? — Sim ; lomamos ah uina pequea refaci. — Cma bella refelclo, nao he Femando i •— Oh oo i pao e fruclos. mas OQerecidot de lio bom coradlo por Madama ftayinuudo B mlnha froote corou, meut labioa tremern ao pronunciar ene nome. Nao sel ae Levasseur percebau mloha einoclo, mas cita accrescentou com um ar Indifferenle : B o pal de Raymundo, asslstio tambem a esla refei v ao? O pal de Raymundo '.... entao Ignoraa qne elle he morlo, ha multo lempo ?... — De veras ? Pobre Raymuado, eu nlo tabla Isso, respondi Levasseur eom um tom compassivo. Eu cria que seu pal suamal erain ainda vivos ... Ah I e aua rai 1 he nina boa, senhoia, nao he ? — Sua nial! ba aioda mullo moca. — Moca... moca... he dllnell, Raymundo, scguodo crelo, tem como us, desasis para dessete anuos, — Dessete anuos; desoito mezes mais que eu. — Pois bem! sua mal deve ter pelo inenoa trinta e cinco 011 trinta e seis anuos... — Ignoro sua Idade ; mas o que be certo he que parece ainda inuilo moca... e que be bel' la... ob I minio bella.... Cu pronunciei cas ultimas palavras com 554,466 505,772 1:060,238 Exportac&o. Rio Grande do Sul o b'riguo brazileiro Dos te guarde de 149 toneladas conduzio o seguate: 1,200 alquefresde sal do Ass 495 barricas 3,171 arroba 7 libras de asssucar 4,400 cocos seceos 20 mullios "esleirs I fardo cbapeos, 1 dito capotes de biela. CONSULADO PROVINCIAL. Rendimenlo do da 12 2 :023,833 Movimentodp porto. Navios entrados no dia 12. Santa Catharina — 29 dias. patacho brasiloiro Alegra, de 162 tooelladas, capilfio Antonio Eaeas Gusiavito Galvio, equipagom nao ousei levantar osolboa para Andr. Elle continuou — E a refelcao fol alegre ? — .Alegre l...no; mas madama II .1 y mundo foi tao amavel para 1, deu-me to bons conselhos, que isso vallla melbor que alegra. A etta lembranca o coraclo se me aperlou de novo. Andr Levasseur Inspirava-n.e pela segunda vez urna aversao lustlaoliva ; um pressentimento vago in'e adverta da um perlgo ; eu nlo uusava confessar a Jlomlnha nova ligatau com Levasseur, eu acalla poia que ella era m. Andr adrlohou sem duvida meus pensaincntos secretos, pois respondeu : — Entao Fernando, madama llayiuando, que me parece ter a idade da madrinha de Cherubluas ou da marqueta de B... de Faublai, be bella como estas duas eocaniadoras mulheres, e foi multo amavel para coiutigo?.... Fsta comparaco iusidiosamenie calculada por Leveaaeur, fez baler-me o corac.io vlolenlainente ; ininha fraca e ultima aspiraelo para seattiueotot melhoret perdeu-te na perturbaclo de ininha einocao. Eu eslava foro de estado de fallar. Aodr cnallnuou : — .Vi, 11I11 vid 1 ,|iie m 1 11 mi Raymundo te lenha dado bona couselhos. Pela minen a parque Joo be educado, he fcil de rer que aua mal he urna mulher de inulto julio e de iquila firmesa ¡ mas pondo de paite os bons conselhos que te deu madama Has mundo, dlie-me a converaacao entre ella, tu e Joo, fol multo :;;:;:;-.-!: .' Isso me adiuliava ; deque podestes fallar ? do collegio, devotsos estados, aeui duvida ? E isso uo be mui divertido. Esta dlverso me alllava. Eu nlo percebla que cada uina das palavras de aodr era por assim dlzer umaquesto sobre o que se passaaa emcaia de mida na Raymuado eu Un: respoadl simplesmenle: — Fallamos deoutracousa que nao de nostos estudos. Nao tomos iateiramente estudanlet. — Talvet tivessem fallado de poltica ? replicou Andr aorrindo. liso me pareca forte, ooin quanto ae diga que ha mulberea que ae occupain de poltica... U que por mlnha parte, nao creio. Ellas tem cousa melbor a faier do que laso quaudu sao bella n ao he, Fernando t — Nao fallamos de poltica, Aodr, e nao lamento Isso, porquaato nocompreheado oada de poltica i lmenle me lembro que madama Raymuado nao gusta dos cosacos nem do estado militar. — Concebo que nao se goata destes malvados cotacos, retpondeu Andr, to salteado. res ; mat coolra a opiaiao de madama fiaymnndo, acho o calado militar urna profisso aoberba i pola sabes, Fernando, que Cberubiml de farda faria traustoraar lodaa ascabecas.... j O major JoSo Valentn Villela, juiz de pat do primeiro auno do primeiro districto da freguezia do S. Sacramento do bairro de Santo Antonio do Recife, etc. etc. Feco saber que, em conformada doart 95 do Cap. 9. da lei regulamentar das eleieflea n 387 de 19 de agosto de 46, o ordom da presileocia que me foram transmitida pela cmara municipal em oftlcio do primeiro Jo mez correle, convoco os cidadaos abano declarados, os primeiros na qualidade de eleitores, e os segundos na de supolentes de eleitores de lodaa parochia desta freguezia de Santo Antonio do Recife para que ua terceira Dominga du mez de Janeiro futuro comparecam no corpo daigreja matriz desta freguezia, allm de proceder-se a foirncSo da junta qualifleadora para rever a lista geral dos cidaddos que tem direito de votar na eleicto de eleitores, juizes de paz e vereadores. Eleitores. Venancio Henriquesde Rezando. Anlonio Joaquim de Mello. Domingos Alfonso Nery Ferreira. liodol.ih 1 Joto Barata de Aluieda. Joaquim Jos da Fonseca. JoSo Jos Ferreira de A guiar. Claudiuo Benicio Machado. JoSo Pedro de Araujo Aguiar. Caetano Pinto de Veras. Manoel Jos da Silva Neiva. JoSo Jos da Costa llibeiro. Francisco Joaquim Pereira Lobo. Francisco de Paula Machado. Joao Antonio de Paula Rodrigues. Subai.ti.in Lopes GuimarSes. Manuel Antonio de Jess Jnior. Francisco Lucss Ferfeira. Joaquim da Motta e Silva. Manoel Noberto Jorge Goncalves. JoSo Athanazio Motelho. Francisco Branco. Angelo llenrique da Silva. Caetano Jote Momios. JoSo da Costa Dourado. Jos Ildefonso Rodrigues da Silva Dutri. JoSo Pereira da Silveira. Geraldo Correia Lima. Antonio Jos Rodrigues de Souii Jnior. Caetano GoaiesdeSi. li iriliolomeu Guedes de Mello. Luiz Antonio AlvesMascareabiS. Suplientes. Jos Egydlo Ferreira. Jos Narciso Camello. Manoel Alves Guerra Jnior. JoSo Hermegildo Borges Dioiz. Vicente Thomaz Pires de F. Camirgo. I'luriauo Crrela de Brilo. Bento Jos Fernandos Barros. Jos Alvoa Guerra, iguacio Nery da Fonseca. Francisco Carlos BrandSo. Anlouio Pedro de Figueiredo. Antonio Jos de Oliveira. Francisco Simos da Silva. JoSo Baplista de Araujo. i-11 in i un JUM' de Oliveira. Jos Denlo da Costa. Jo-o RiboiroSimOes. Antonio da Silva GusmSo Jnior. Joaquim Fiancisco de Torres Galliodo. Joso Mendos Gutmaraes. F Joaquim Tendr Peuoto. Caetano do Assis Campos. Joaquim Henriques da Silva. Anlonio Ignacio de Torres Bandeira. Viceote Ferreira de Siqueira VarejSo Aotonio Francisco de Moura. Francisco de Paula de (j. Fooseca. Prxedes da Silva Cusmlo. Miguel Carneiro da Cunha. Joaquim Autonio Carneiro. Os quaes deverSo comparecer impreterivelmeuleas9boras da nianhSa. Ilcando 05 que delzarem de o fazer sem escusa legitima, sujo.los a multa comminada no art. 127 % 5.* n. 2 da citada lei; o que para constar mandel fazer o presente edilal que ser aullado nos lugares mais pblicos desta freguezia, e publicado pel imprensa. Primeiro districto da freguezia da Santo Antonio do Reoife.9 de dezembro de 1851.— Eu Joaquim da Silva Rogo, escrivSo escrevl, JoSo Valentim Villela. — Pela inspectora" da alfaodega se faz publico, que no dia 15 do correte se h.io da arrematar em hasta publica i porla da mosnia reparlicSo, depois do meio dia, 18 'luzas de niazos de 10 caixinhas com obroas, 110 valor de 2,000 rs. a duiia, total 36,000 rs., abmdonados pelos direitos por Fede l Pin to &• Coinp.nbu no deapacbo n. hinlim cada um tem ten gono ¡ inat ettou certo que vossa refelcao oo foi iaterroinplda por numerosas aisiias. Ah qnando a gente he pobre como a mal de Raymundo, qnasl que nao tem amigos, mcu pobre Femaudo... — Nene pontoests engaado. — De veraa ? •Quando eu e Joo chegmos casa delles sua in. 11 ia receber mullos de aeuat amigos, me disse elle, e amlgoa seguros e dedicados, oc* crrsceutou, como uo se achain as sociedade, alias. — l-.ram tem duvidaaenhoras, dista Andr sorrlndo, porque amigo pode entender-se no masculino e no femiuino.... Bem vis que tou inuilo forte cm giamm IH-.I. -Kr mi ainlgotinascoUaos, Aodr ; as pespetioat que se achavam eut cata da madama Raymundo, quando entramos, eram borneas ¡ ellea nao tioham, he verdade, o kr de bellos tenhores, de peiiinetret inat pareclam gente honrada : havia cutre ellet um principalmente, cuja physlonomia me Impretilonou,. elle tinha blgodee pretos compridos e um bonnet de polica verde eencarnado. Jaman em ininha vida nao teoho euconirado uina phyaiooomla mais Tranca c mais resoluta. Uin bonnet de polica verde e encarnado? era um autlgo toldado tem duvida ? Oue pensaa a aeu respeito. Fernando ? -Elle tinha ooin efleito umailgura marcial qoauto aos outros... — Ab 1 mat reUtcto que tou lio tolo quando curioso, disse Levasseur Inlerrompendo-me, e com o ar mais natural do mundo, accresceatou : Que me Importa a mlm que madama Ray iiampo tenha amigos desta ou daquella sorte? Nos damos tramela como pegas ; entretanto a hora do recreio vai passando, e nlo poderei emprestar-te meut maua llvroa, todava se os queres tempre I "" 5' in .'"" on %  *' ln mala que nunca Andr. — I.u 1.10, vem c k aala que eu te darel o primeiro voluiue de Faublas. Onde o metieras lu ? — S tranquillo : entre a camisa a o oolele. — E onde o leras ? toma bem sentido, v que me perderlas,... se se aoubesse que tenho cuipreatado eale livro. — Nlo teohas inedo, vou fazer com que me inettam aa prlso por viole c quatro horas, c la tere! o lempo de ler. — Famosa idea!... Vem, Fernando. Alguna minutos depols eu lavavr contigo o precioso vulume. Deagracadamente na poca da que fallo, eu era completamente victima da austucla de Aodre de Levasseur. (Con(Imiar--.) MELHOR EXEMPU



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• l'EGIUNGUA. Ainda existe urna pequea quantia das superiores colxas de liuho, do melhor gosto que tem apparecido no mercado, pelo barato pre90 de 10.000 rs. cada urna : na ra do Queimado, loja n. 17. *• • — Vende-se, por preco commodo, fumo em folha, para charutos de prjmeira e segunda qualidades, macclla chegada ltimamente do Porto, e cal virgem de Lisboa tambem desembarcada poneos dias : tratar no armazem de Dias Fcrreira, no caes da al-fandega, ou com Novaes & Companhia, na ra do Trapiche 11. 34. Chita larga francesa, a a4o rs. Vende-se chita fraDceza larga pailrOes modernos, oscuros e claros, o creg fitas, pelo baratissimo preco de 240 rs. o corado, tendo grande poreflo para escolher : na loja do sobrado amarello, nos qua tro cantos da mi do Quoimado n. 29. Sedas i'urta cores, a 1,700 rs. o covado, por to diminuto preco, que mdeixar de ter um vestido de seda para a festa ? na ra do Queimado n. 10, vendem-se as niel ores e bonitas sedas furia cores, para vestidos de senhorn, meninas c manteletes, a 1,700 rs. o covado; daase as amostras, ou mandam-se as pecas cm casa para melhor o comprador escolher. — Vendem-se relogios de ou1*0 eprata, patente inglez : na rua da Senzalla ¡Nova n. l\i. — No escritorio de Novaes & Companhia, na rua do 'i i... ir % %  n. 31, tem para vender por preco commodo os soguintes objectos chegados ltimamente: chapos do chile internaos, tinta para cscrever, grax om potes para calfadn, linliaderoris, macos com palitos enfeilados e panno de linho : a tratar no mesmo escriptorio. Arados de ierro. Vendem-se arados de diversos modelos, assiin como americanos com cambo de sicupira e bracos da ferro i na fundigao da rua do firum ns. 6, 8 e io. Deposito de cal virgem. Cunha i Amorim, vendem barris com cal cm pedra, chegada ullimamento de Lisboa, na barca Margarida, • por menos proco do que em outra qualquer parte: na rua da Cadea do Iteciren. 50. bombas de trro. I'OTASSA D-VRSS1A. ISo armazem de Jos" Teixeira Basto, nn rua do Trapiche n. 17, ha para vender, nova e superior potassa da Hussia, chegada receotementc. Principios geraes de economa publica e industrial. Vende-se este compendio, approvado para as nulas de pri mi-iras letras, a 480rs. : na praca da Independencia, livraria n. 6 e8. Lasa de commisso de escravos. Vendem-se escravos e recebemse de conkuissao, tanto para a provincia como para fra della, para o que se offerece muitas garantas a seus Joos i na rua da Cacimba n. 11, primeiro andar. Deposito de cal e potassa. No armazem da rua da Cadeia doHecife n. 12, ha muito superior cal de Lisboa, em pedra, assim como potassa chegada ultimamente, a precos muilo rasoaveis. (,-. Vendem-se e :i iiam-se bichas, che-9 £) gailas ltimamente de llamburgo.por $ *=* %  £ 22,000 11,000 S.SuO 2,800 1,300 Velas de carnauba em libras. Vr-ndem-sn velas de carnauba imitando espermacete : na loja de saleiro da rua da Cadeia do Hecife n. 36. Att ncao. Acaba de chegar no vapor Imperalriz a loja de SOIIZI Jnior na rua do Queimado junio ao beco da Congrcgacflo n. 57 A os bibilhetes, e caulellaa da loteria do theatro S. Hedro de Alentara cua lista vem no |. vapor.o vendaoi-so pelos baratissimos precos ahaixo Itilhelos Meios Uilhetes Quartos Oitavos Vigsimos Lotera de Nossa Senhora do Livramenta. Aos 5:000,000 de rs. Na loja de miudezas da praca da Independencia n. *. vendem-se bilhetes inteirosc meios, a beneficio de Nossa Senhora do Livramento,que corre infallivelmenle no da 23 do correte, e oSr. Ihesoureiro pagano dia 24 do corrente. Bilhetes inteiros 10,000 rs. e meios 5,000 rs, Para ¡ardins. M. I). fiodriges na rua do Trapiche n. 26, recebnu urna completa colleccSo de adornos para jardins, composta de vasos de louca, brancos e pintados de todos os lmannos e modellos. Figuras representando as estacOes do ¡1 n MI 1, as partes do Globo e todos os Deoses da fbula, que recommenda a quem em preco commodo: na rua de S. Amaro f*¡ tiverborn gosto, o por precos muito r.soa*> n J,i „ ..-. -. veis. — Vndense um cirro de quatro rodas, muito leve, para nm 011 doas cav.illos: na cocheira do Miguel Sougei no aterro da Boa Vista. Deposito .¡a fttlH-icn il n'innla ••** %  > rnriniha ; ... Manleiga sem sal. Nao se tmha descoberto ate nojo um mcio de conservar/ a manteiga de vacca som sal. Noa p u/os consumidores, como a bordo .los navio*, s se gastnviio manlrigis preservadas a cusa de omito sal. I'rlo mcio ¡lo una nova ¡nv.-nco,qu" ja ha muito experiineoladaadquiri a certeza da pe'iteicflo, pode-su • ni lima a parle do mando Kslar ininloig* pcrfettanirnto consrvala frese sem sal Igum. C'bjecio da primeira neccssidailc para ¡1 arle culinaria e para a meza, a manteiga sem .¡ lio indispensavcl para osiloonlcse ronvalescontes, pula he formal-nento presCripta pela homeopaihia ; e ueste ultimo casa ello torna-se lano mala apreciavel quanto lio pura de qualquer substancia que a possa alterar nos sella ben'gnos eleilos. Fi nalmcnlc podegnslar-se tal qual uus paizes productores. Na llavana e as Antilhas francezas t sla inven^Ao foi recebida com Rrblido, pois erado ha muito lempo apetecida. Em IVruamburo, quo n3o ceile em bom gosto a 01111 o paz, uoduridamos que seja leconhecido oseu nierecimento. Ilecomenda-se a manteiga sem sal as pesso;.sque gos. de A I ( 900 rs.' pndulas e picota para cacimba : na rua do Brum ns. o, he 10, iiindicao de Ierro. Panno i de tnandioci. A mais nova c ".ais barata farinha de mandioca que h no merca.¡o, wnde-se na rua da Cruz do Hecife, armazem u.13, do J.ieo Carlos Augusto da Silva. '-¡i 11. MI de vento com bomba ilirpucho para regar hortas d baixas de-ca^-tm : venJom-scna lunJir,au de Bowman Me. Callum, na rua do Brum ns. 6. So 10. — Vendem-se amarras de ferro : na rua da Senzalla nova n. 48. O — VenJe-sium grande sitio no lo£¡ O gar 'lo Mangiiinho, que tica defronte i$ Q dos sitios ilos Srs. Cnrneiros, com ;'. ,-..} grandecasa de vvenla, dequatro n n agoas, grande senzalla, cocheira, /j estribara, balxa decapin que susi\ S lenta 3 a 4 cavallos, grande cacim~ 'j¡ ba, mu bomba e lauque coberto J? %  M, u.ll > -'.lili. I V li. II 1 U' I "lili III K^ para bando bastantes arvoredos de V l'ructo : na rua do Collegion. 16, seJjJ O gundo andar. *? — Vendem-se velas un espermacete, em caixas, de superior qualidade : em casa de J. Kcllcr i Companhia 1 La rua da Cruz numero 55. Viulio de Champagne, o superior qualidade : vende-so 110 armaem Kalkmaui: Irmans Rua da Cruz, n. 10 AGUACHA da fundicao Low-Moor. RUA DA SE.NZALLA NOVA N. 42. Neste estabeleeimento contina a baver um completo sortimento de moendas o meias moendas para engenho, machinas de vapor, c taixas de ferro batido e coado, c todos os tamanhos, para dito. Agencia de Edwin J>law. I\a rua de Apollo 11. arina/.cin de Ve. Calnont&r Companhia, acha-se constantemente bous surtiuienios de taixa de ferro coado e liado, tanto rasa como fundas, moendas ineras todas de ferro para anlmaes, agoa, ele Vendem-se peles de marroquim de todas as cores, pelo baratissimo preco de 1,200 rs. cada urna, e sendo cm porcao d-se mais barato : na rua Nova, loja de ferragens n. 20, tle Joao r"cinandes Prente Vianna, defronte da boneca. Attcncao. SSochegadas a loja de ferragens da rua Nova n. 20, defronte da boneca.de JoSo Fernandes Prente Vianna, as muito apreciada jarras o bacas Chinezas, obra muito reenmMii-ii lavel, pela sui duracSo, e ilificulda.la em qucbrar-se.eslis circunstancia annuncia ao fregu za sua utilidade ; na mesma loja lia tambem pura vender grelhas do torrar pilo muito em conta, batatas francezas novas, Vendem-segigos com superiores batatas francezas cli-gados ltimamente pela barca franceza I'eroambuco, vinda do Havre, na 1 ra ves-a da Madre de Dos n, 1ll,arma/.em de Joiio Muniz de Barros. — S3o chegadosa loja dn rua Nova n. 20, de Jofio reman les Prente Vianna, os ricos e muito bonitos apareihosde metal fino para cha e caf, obra de delicado gosto, %  i'ivej cuinuiuJu ; a elles antes que seacaeaj. Espirito de 38 ;rnos. Vende-se espirito de 38 graos a 1,000 rs. ¡a canada.oa rotalbo : na distillasSo da travessa da Concordia. DEVEKKSDOS IIO.MENS, a 5oo rs. Vende-se esto compendio a provado para as aulas, Cm mea oncadernar;5o, a 500 rs cada um: na livraria n. fl c 8, di pra^a da Independencia. -Vende-se um bonito molequn crenulo, de!) annos, proprio pera qualquer ollicio : na rua larga do Itozario, loja n. 35. Piovidade, Vendem-se frascos com mais de 6 libras rada um, cum cxcall tile doce do annanaes em calila, hito no MaranhRo, chegado no ullimo vapor do nnrto na rua da Cadeia do Recife, venda n 25, de Manuel Jos do Nasciincnto o Silva, defronte do becco Largo, e na de n. 23, do Antomu da Costa Ferreira Fstrella. — Vende-se um escravo vellio proprio para tratar de algum sitio, por entender de pl nilar/ies, e tambem pira tratar de cavallos por ter muita pratica: na rua do Queimado n. 14. — Vende-se urna loalha lo ¡a aberta, do mais rico lavarintoqiiesc ple fazer, anda sem bico, por ter sido a pnuco acabada ; assm como 2 ditas smenlo com lavariuto, a a ceiieza ue e j,j co n as ponas: na rua du Queimado — Vende-se urna prelacom22 annos de Xaropc do Bosque. O nico deposito contina a ser na botica de Jos Mana Goncalves Ramos, na rua dos y mirlis n. 12, ao p do quartel de polica, ondo so vendem as garrafas a 5,500 rs. e meias a 8,000 rs a dinheiro i vista : sendo falso o que se vende em outras boticas. IMPORTANTE PARA O PUBLICO. Para cura de phtisica em todos os seus dilTerentes graos, quer motivada por conslipseoes, tosse, asthma, pleuria, escarros de sangue, dr de costados c peitos, palpita;So no ccrcSo, coqueluche, bronchite, dr na garganta e todas as molestias dos orgSos pulmonares. Phtisica bronchial. Esta varieda'ln da pbtilloa he geralmente a ronsequencia de urna conslipacSo despresada. A principio os symptomas assemeIham-se aos de um defluxo commum, ou catharral ; a espectoraeflo he viscosa, expossa oorac, iii.-i-. uno amarellada.contendo partculas cinze.ntas, que se desfazom om agua. A proporcUo qua a molestia progride, a tosse augmenta e o muco viscoso pbleguia vaise misturando ca la voz mais com um Buido •martillado quo assomelha ao pus ou materia e algumas vezes com pequeos raios de sangue. Em muitus casos, a oxpectoraefo tem urna apparencia esbranqui^ada que se nssemelha aoleilo, e algumas vezes urna 11 m n MI. 11 ella esverdeada, que brevemente se desfaz om agua. A principio, o pulso forna-se um ponco acelerado o tenso para a tardo, e o calor da superficie do corpo varia no decurso do dia estando algumas vezes cima e outras abaixo da*lemperatura natural. Durante a nonio ha suores pirciaes na cabera e no peito. Geralmente ba nimia e le, se urina he muito cirregada e deposita um copioso sedimento avermclhalo : quasi sempre ha urna sensacflo dolorosa no peito e pontadas passageiras ; mas he raro que se sinta nina dr lixa no peito. A tosse ordinatiamente pela manh3a ao levantar da cama, sendo enISo a ro9p¡rac5o mais ou menos sibilante e acomnanhada de oppressSo no peito. Se a molestia nSo heatalhada, a expectoracSo torna-se purulenta e extremamente copiosa. A debilidado e magreza augmentan! rpidamente; a difficuldade de respirar e o peso eoppressSo 110 peito tornam-se cada vez maiores. U pulso he geralmente muito frequente, dando raras vezes menos de cenlo e vinte pulsacOes por minuto. Pela manhSa, o ro-to esta ordinariamente paludo.; piueiii para a tarde obsorva-se quasi sempre urna vermelhidSn carregada n'iima, ou em ambas as.faces. A lingua tica limpa e om amitos casos assume RAPE 7 JMIJLQ COREIHO chef>a(lo.v' ultiiamente loja """ 480 rs.,e sendo porefio, d-se lor menos, Vondem-se ncnlns nara tnAcac i,la,l fli ludo aliiu de se apurar dinheiro. 8no 'p.Vo^p.V:"nSV^Tr^do tor1oV — Venae-se no armazem da rua 26, loja de miudezas. da Cruz n. 48, os SeguinteogeneCapachos a 5C0rs. ros a precos commodos : — fras. Veudem-se cipaciios a 500 rs.: na rua „„„ j J' 1 i larga do Itosario n. 26, loja do miudezas. eos de viiro com bocea larga de vondeso uj. „orco grande, exc'ii. diversos tamaitos lats combovamontegordo, ptimo para um preaente : M m. II 1 \ I %  1 1 I ¡ .. .,,(.' I.t-a.l. 1 urna apparencia assustadora tornando-se JFria a Jos Francico Hibefro Be Sonzvqoe mais vcrmellia doque no estado de sade. ¡all acharSo com quem tratar. "la geralmente suores copiosos c fatigantes, uranto a nout •, n'esto periodo avnzalo da Cita. i........ w.. 1 1 ; (1.1 1 .1 a 111 lll.l. 1 ,l^l,fl. ctC, *--•—"*''— ——. — ... \y.., % %  1 "ni ll\J~ %  fc. j I ^.-Wll.D • dita para armar cm madeira de todos oa talacllinhas de A llpmanlia mniln nn no A '" 0IUDai10 6obrado deronte da capamanhoa c madelloa o mais moderno, machina ""• ,,,,,,ld! '_ ut ailemanil 111111I11 110||„| la r vas, alvaiadc muito fino cm bar-Na rua da Cadeia do Recife n. 49. venricas, zarcao e secante em barritS^^^Z^^X^Si cas, pedra hume cm barricas, es_ Vendem-se selins e silhes sencias de canella, rravo ezimbro, inglezes, de couro de norm d dcrouro d0 lusiro francezea.para homem. sevadinha em garrafoes esal de primeir.qualidade: em casa de Z ZZ^^et^Z', •lESS'JTiiunsoul.il para vapor, com inri a de 4 cavaU loa, coucoa, passadeiras de ferro ettanhado para casa de pulgar, por menos preco que oz de cobre, escoveoa para navios, ferro ingles tanto em barras como cm arcos folbas, e ludo por barato preco. Antigo deposito de cal virgem. Na rnn do Trapiche, n. I-/, ha muito superior cal nova em pedra, chegada ltimamente de Lisboa TUXIIN pura engeiilio. Na fundirjSo de ferro da rua do Brum, acaba-se de receberum completo sm liment de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as quaas acham-se a venda por prejo commodo, e com promptido embarcam-se, ou carregam-se em carros sem despezas ao comprador. -Vcndem-se cera em velas fabricadas em Lisboa c no lliode Janeiro, em caixas de 100 libras molestia, p, a menos que ella seja atlliada, sobruvain & inUamaclu dos tornozeloa, iarrh.i e final mente a moite. t'omoroiin dio para esta lorrivel enfermidade dimeiubiana bronchial, que zomba quasi s.:mpro da pericia dos mdicos, recommendai.i os proprietarios o us, deste zarope. II; por meio das suas qualidaJes alternativas o expectorantes que a cura se eiTectua. lima pessua qne suffra desta especie de phtisica, logo quo tomar o xarope condecora una n.ulaiicji na rxperlnrac,ao e nos ileniais syirpotomas, o perseverando no seu uso, guiando-so pelas in r trucc0^s, ver que a cspectoracSo so torna abundante, chogando algumas vezes a pomo do assustar o enfermo ; porin seu carcter hesalutar, e a cura bi".vemento se opera. Vendem-se qualro estollas das cores principaes, branca, encarnada, rucha e preta, bordadas a ouro, proprias para vigarios e pregadores: na rua da Cadeia do Hecife, loja de Jos Gomes Leal. A 600 rs a arroba. Vendem-se batatas novas da melhor qualidade inglezas:no Recife armazem de Joaquim l'inheiro Jacorn, na travessa da Madre de Dos n. 9. — Vende-se urna parda, de 20 annos, pnuco mais ou menos, cozinha, engomma c cose algumacousa, nflo tem vicios, nem achBques: naiua da Concordia, quem vem da ponte a esquerda, segunda casa terrea so dir quo n vende. — Vende-se urna escrava do genlio de Angola, que sabe cozinhar solTiivolmente. ensaboar e iioquintandeira : na rua de Hurlas n. 110, quo achara com quero tratar, das 8 horas da maiihOa at as 4 da tarde. Queijos londrinos. os mais superiores possiveis por viram om latas, chegados ultimameote por preco commodo, na venda da rua da cadeia do Recife 11. 25, defionte do becco Largo. — Vendo-so urna morada do casa terroa atraz de San Jos na esquina n. 2, quem qui zer comprar dirija-se a mesma casa queacharcom quem tratar. ~ Vendem-se¡na loja n. 2, da rua Nova lia/, da matriz, a dinheiro a vista, sapates e couro de lustro francezas 1sapatos* damson Howie & Companhia, na rua do Trapiche n43 ipsem muito alvo e a barricas. Farinha Pontana, chegada ltimamente: em casa de'J. J. Tasso Jnior, na rua do Amorim o. 85. com 6 papis de aguloas multo supVr'i'ores" I o bariho, sapatos abotinados" d" ma'rrorazendas para senhora, por baracolheres de metal do principe perfeita imitaquim para senhora, sapatinhos de panno to preco. 3o de prata,fafcas com garfos muito linas. ,cornponta de lustro para meninos, e saparaque gaspiados de couro de lustro, chinelas do marroquim para homem, ditas de Ifl, altal do ditas para uiihuia, diia de -Iticos temos de bandejas, cachinhas¡ m arroquim, ditas roxas proprias para irem —Venda-so 110 armazem de Dias Fernindesdefronte da rampa da alfandega, sacas .lo signaes seguintea: boa estatura, representa ter 35 annos de idade, falla desembaracadi ps grandes, tem lodosos denles da frente,' nariz chato, quando anda eslalaas juntas dos joelhos, levou camisa de algodSosinho brinco, caifa do dito azul, este escravo foi do mato: quem o pegar leve-o a typograpbia imparcial a fallar com a viuva Roma que ser recompensado. — Desappareceu no dia domingo, 12 do perfeito milho a 2,400 rs.; dilosdefejao a p S ido, um preto que representa ter 45 a >,000 ra. I SO a-nnarfo IrfaHa ,1.. ni"l„ K.K.^IT.. K,. 2,00 ra. Loteria do Rio de Janeiro. Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 2:000,000 o 1.000,000 de ra. Na rua da Cadeia do Recife n. 24, oja da Viuva Vieirs & Filhos, existe oa mui afortunados bilhetes, meios e camellas da 19. loteria a beneficio do theatro de S. Pedro de Alcntara, cuja lista deve vir no primeiro vapor e estar patente na mesma loja. — Vendem-se superiores batatas inglezas, recentemente chegadas a 600 rs. a arroba : no caes da alfandega, armazem de Francisco Dias Ferreira. -Vendem-se quitro terrenos na rua da Aurora, junto a casa do Sr.Jo.lo Vieira da Ciuilia, sendo um com a frente para a maro, o tres com a frente para as casas do Sr. Angelo Francisco Carneiro; quem os pretender dirija-so a rua da Praia de Santa Rita Nova, sobrado n. 1. — Vende-se um bote om bom estado, e por preco commodo : quem o pretenJer dirija-sa a rua dos Cuararapes, casa terrea n.14. Escravos rugidos. t.SOOrs. ; lencos dn finissim -. — • •...^di.us bu...uinia uo linho, a 480. 560o 640; ditos de cambraia patacho inlerpe, le lgnd.lo com bico, a 440 rs. ; ZUi cor muito cncerpados, a 200 rs ra resfriar fundeado de!; o *' D l,os l r meninas an.iarem, ditos ; zuaaesde fronte do ces do Ramos : trala-se KSd^d?^ dito o a Apollo sortidas, de i a 16 em libra, etam? zuCSC ua i^/a'aa.a 200 rs. ¡ eaigodso transado com listras, a ISO rs. : na rua do bem de um *o tamanho, por mc-|Cre St ,on. 6. nos preco do que em outra qual-' — Vende-se, cm casa de AV !" Z quer parte : trata-se no escriiito-j ilain.son llowie & Conipanhi a na ra, ,y 0. bordo do mesmo 011 na rua do armaran n. 14, c na rua armazem n. 33, com S quer p rio de rua do andar. I, ven le 111oniparuiia, na .. „-. .„, do ,, ramerit0 „,, Machado & I inheiro, na, mu do trapiche n. 4.2 panno de seesleiras muito grandes, ptimas parase Vicario n. iq, segundo algodao para sacc-js de assucar lenJer •"" um """'' es-irvirdecama para 1 **•. 1 4 ou 5 pessoas : ai:n como snalo* derla. muito superior e b .ralo. rtque p lel0 par. .ei.hoo, a ooors o par Cadeia do Recife n.8. 1 •— Vcndc-se um cabra de idade 3o annos, muito fiel, sem vicio algum, faz todo e qualquer scivico .• na rua do Queimado numero 10, loja. •7 Vende-se 2.000 couros salgados em Maclo, a tratar com Jos Coiicaly Torres %  ruidaCideia Velha 11.1. — Fugioda cidade da l'arahiba no dia 7^e outubro prximo passado, ama escrava crioula de no— me Jonnna, alta, cor fulla, representa ter 38 annos de idade pouco mais ou menos, olhos vermelhus, quando falla gagueija, principalmente quando seteima com ella, 'evou vestido roso, e urna coberta de algodao de carossinho : qualquer pessoa que della tiver noticia, a queira apprehender e levala a rua do Cabug loja de iiuezas, a entregar a Jos A Ivs da Silva G"¡maraes, ou na Parahiba a Jos Alaria Pestaa, que ser generosamente recompensado. -Continua fgido a contar da noute de 30 do mez de novembro passado de bordo dobrigue Feliz Unifio o escravo marinheiro de nome Joaquim, de naci Mocambique representa de idade trinla e tantos annos, baixo, grosso do corpo, cor fulla,tem barba evou calcas e camisa de riscado, o mesmo lio capadocio, e ontendo alguma couza do idioma ingloz sendo natural se intitule por Ifvre. Itnga-sea todas as autoridides sua captura, como tambem os espitaos de camo, certode quo reconhecido pelo proprio uam o trouxora rua da Cadeia 11. 39, rezidencia de Amor i m&lrmaos correspondentes daquelio briguo, o do Sr. l'roprietr¡o do mesmo escravo, recebera de gratificarlo 50 annos de idade, de nacao esfinge, baiio, 'cheio do corpo, sem defeilo algum nocurpa, levou vestido, calca de casemira azul clara I de quadros e j velha, coleto deaelim preto I velho, jaqueta de hrim par Jo,camisa de maidapoiao, chapeo de seda preto ; presume-so que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois apezardeser do serUo nSo sejulga quo lenha volt ido : roga-se porlanto as autoridades policiaes e capites de campo, a caplurs do mesmo, levan.to-o a rua do Vigario n. II, terceiro andar, que se recompensara. Desappareceu da fabrica de caldelreiro da rua do Brum n. 28, no dia 17dopassalo mez de novembro o preto Antonio, de naci ea lumia, que representa ter 45 annos de idade, altura regular, ebeio do corpo, cara abocetada, muito cabelludo nos peitos c rom bastantes cabellos brancos na caber,*, o um pouco carrancudo; he oilici.il daraldeireiro, foi encontrado nas Cinco Penlas, e seguio o ca miulio dos Afogados, e be natural que seguisse mais adiante por ter levado toda a roupa que linha, a por j ter sido pegado do outra vez na freguezia da Escaria : roga-se portento, a quem o pegar de leva-lona dita fabrica cima, que ser recompensado. 5o,ooo rs. De 15 para 16 de novembro de 1851 desappareceu do engenho Aguas Claras de Uruc, da freguezia de Escada, o escravo Venancio, de Angola, que muito paroce crilo, idade 25 a 28 annos, cor fulla, bonita figura, altura regular, cheio do corpo, pernas e bracos grorjos, rosto gordo, e arredondado, testa grande, olhos grandes, e amortecidos, tem falla de muitos dentes nt frente, do lado superior, poucos cabellos no buco, e queixn, tem marcas de chicote nas costas, e de surras nas nadigas, parece ser serio, e muito humilde, falla com muiU nan-i 1 .'io e ni 1 i~i 110 faz-ge; innocente, ho chegadoa furtos, o eos turna mudar de trage, I ( por furto de roupa que faz) de mudar o nome, dizor-se forro, nutras vezes procurando quem o apadrinhe, ou quem o conpre : levou camisa de madapolo, calca de brim trancado de listra pardas, j* desbotado, chapeo uzalo de couro, cobertor groto de listr.is azue.i escuras, e um laclo que tomoude um muleque carreiro, do engenho HoootO. Este escravo passou pelos engaitos Arand do Sr. Manuel Feliz, Amparo e Moclo, havendo pedido aos senhoresdos dous ltimos engenhos cartas que o paJnnhasse, em que fui satisfeito, e nSo obstante fugir leudo seguido para o engenho Minhocas, da donde prezuma-se ler partido para o Brejo da Ha Jre de Dos, onde foi escravo do Sr. Cordel ro, conhecido por Abade, a quem pode-se o favor, de ae chegar a seu couhecimento a sua estada ali, fazer apreeoder, remetter ou avilar a seu Sr., pondo-" oeste caso na cadeia, assiin como loga a qnalquerqueo pegar, de leva-lo ao dito engenho ao seu Sr. Antonio Carlos Peroira de Burgos Pones de Len, ou na rua Direita n. 14 cata de Jos Pinto da Costa, que recebar a gralillcaco mencionada; e tambem pelo prezenle protesti-se com todo rigor, contra qualquer que o conservar em seu poder. 30,000 rs., de gralificacSo. Desappareceu no dia 15 de jullio do correlo anno um muleque crioulo de nonio Paulino de idade de 10annos pouco mais ou incnos.cor amarelada por ter vicio de comer trra,naris cbato e feio levou camisa de algodSosinho tuja e calca de riscado, sem chapeo, este escravo portenceao Sr. Antonio Jacinto da Silveira de lina ; quem o pegar leve-o a rua da Cacimba n. 11 ou a -¡erber. L ^S ac r. 6 3.? d erpS: nuncio. BOA GRATIFICACAO-. Ausentou-se na noite* de 27 de contra quem o tiver oculto. "1; M Y. r >r Fv.i


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